Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13141


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Full Text
4NN0 ILVII. NUMERO 266
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1
4
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i
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'ABA A CAPITAL E 1GAHIS OIDE IAQ SE PACA POBTE.
.Por tres meM8 aAw.iades.......,......, .
Por seis ditos itm.................,,
Por coi auno idem.............'.......
Cada momoro avoiao .,...,. ....
6*006
12*000
3*4000
"1
TERCA FEIRA 21 DE NOfEMBRO DE IfH.
PAJkA DEITBO E rOlA Di PIQVUCIA.
Por tres mezat adiantadoa ,............
Por seis ditos idem.................
Por nove ditos idem............ .
Por om anno idem ,..............
|7M>
131100
30J3C
171000
DIARIO DE P
MMBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
SAO Aonmi:
0. Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Gonces Pinto, no Maranh3o ; Joaqnim Jos de Oliveira A Fiiho, no Ceari ; Antomo de Lomos Braga, no Araca* Jlo Maris Julio Chave.; no Ass ; Antonio Marque, da Silva, no Natal; to JueXU
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ;Felippe Estrella & C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Tilla da iWa; Belarmino dos Santos Buido, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
________________________________em Natareth; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia; e Leite, Serquinho d C. no Rio de Janeiro.
PASTE ornciAL
Gavera da provincia.
XPKDIENTE DO DA 16 DR XOVKJIBRO DE 187i.
Actos :
O prendante la provincia, atienden lo a pro-
pasta d) inspscter da thseouraria provincial cou-
da era olli.-i > de 7 do jrrenle, s)l> n. 649, resol ve
que as aplleos, de qne trata o artigo !. di regu
lamento d i di dezembro uilimi. emitlidas para
a realsa;) Jo erapresiun) de 1,200:00000), au-
toriswlo pelo artigo 48 da le do orgaraen.o do
exercicjo.aroxiTio fiadu.sejira substituidas p>r ou-
. .tras l:OOOj>000 cada ai, al a quautia de
600.00i)i00o' e de o'OM) .ir a de 200:O0300:);
conservandn-.-e as de 100J00), na importancia de
4O:O000i)O, que complea a mencionada quaoUa
ds t,200:'JOH ; li;aol) assim alteradJ o su-
pradito arigo diquelle regnlamenio.
O presidente di provincia, atiealenio ao
Andrade ; pr. fessor publiro de iostrucc) pri-
maria da villa do Boique, e (endo m vista a iu-
fjrm3Q.ii do dniitor director garal Interino da ia-t-
irueofo pnblict, em offl:) de 14 do corrente, sob
a. 338, re^ulv,; je coafornidade com o araoslo no
artigo 23 da le, n. J98, de 13 de maio de
4864, remo va-J diiuella cileira pira a di Barra
de Sarin'a- n, vaga pela remocio, que obteve o
respectivo rofssor pira a di povoago di Boa-
viageni.
O prudente di provincia, Mtendsado ao
que requ'ir-rm os profesores publicis Jos Vi-
cente Ferreira Hirr.s e Manrique Clorindo Tiyior,
este da cileira do collegio do< orphos, e aquelle
  • do doutor d.re I ir geral interino da insiraecio pu-
    blica de \: outubro ultimo, sob n. 36o e do
    vice-prove lor da Sinla C isa de Misericordia de 21
    tb meara) mez, subo. 18i, resol ve, de conforrai-
    dade com o disputo no artigo 2 da le o. 598, de
    43 de maio de ISi, conceder-ihes liceuga para
    permutarem entre si as respectivas cadera.
    O pre.-i lente da provinc, atindanlo ao
    que i'\ji: o i itor director geral interino" da Jns-
    traeca) pubcf, em offl'.in de 2 de oatubro ulti-
    mo, sob o. 33$, resol ve crear ura districto littera-
    no ai pavoicii Je Gimslleira, que ter por limi-
    tes os dojiKid) de pai da mesma poveago.
    O pres lente d i nrovneia, attendendo ao que
    requereuo baehirel Tiburcio Raymoodo da Silva
    Tavares, resoive conceder-lbe a exoneraca, que
    pedio do cargo de promotor publico da comarca
    de Tacaran!
    Exoediraia-se as ne:essarias commissoas.
    Offlcios :
    Ao exeallentissim presidente da Parabyba,
    respondenJ.i eobi umi copia da ioformicodo ins-
    pector do arsenal de marinln ao oIBclo, que
    veio aonexo a nota dos signaos caractersticos d)
    mauor Raymaulo Ilapso, suputo de ser deser-
    tor daquelifl ar'i->nai. '
    Ao brigalciro co nmandjnte das arma, da-
    :laraiulo em respaaia ao sen OTclo, que providen-
    cie para que o --'rtM' do pr*i*io o P-
    nanlo d? tVuroaln, capita) reformado Trajano Ali-
    pto de Carvalln Steoitaca, veuba a esta capital
    justi8sar-se das accasa{3es, que se Ihe tom f.it).
    Ao raesrao, mandando dar baixa, se j es'.i-
    ver eom praca, ao recrula Aderio de S Brrelo,
    visto j ter provaio isencao legal no anno passa
    do, como se v do daeum-mto ju,nio, que Iha deve-
    r ser eairogae na occasiao de ser posto em liber-
    dade.
    Ao mesmo, dizeado que visto ter o capito
    reformado Manoel Claudho de Oliveira Cruz, so-
    licitado demissSu do lugar de almoxarife do pre-
    sidio de Fernando de Noronba, e sendo nesia data
    chamado capital o major da praga daquetle pre-
    sidie, capitao lambem reformado Trajano Alipio
    de Camino Meodonga, conveniente, nao s do-
    raear-se interinamente quem substitua a tst ~,
    mas lambem procurar se pessoa idouea, que seja
    proposta ao guverno imperial para o lugar eltec-
    tn-o de almoxarife.
    Ao inspector da iheseurria de fazenda, in-
    teiranio-o de haver o secretario da presidencia,
    bacharel Elias Fraderico de Almeila e Albuquer-
    que, participa to |aa. deixa de amacha em diante
    de comparecer a respecuvi secretaria por ler de
    seguir para a Parahyba, aQm de lomar assento na
    assembla provincial, e faz opo pelos venii.nen-
    tos Tambera commuuicou se a Ihesouraiia prjvin-
    cial.
    Ao metmi, ^ransmitiindo, para os Qns con-
    venientes, a dliagio los cornetas engajados para
    servirem por d jus anuos no 6. oitalho de iofan-
    taria da guarda nacional deste municipio.
    Inteirou se ao respectivo commandknte superior.
    Ao i:i.-.sin.), iatuiraodo-o do ha ver o bacha-
    rel Manoel Clementino Cirnei/o da Cunha, juiz de
    direito da comarca do Ctbo, entrado a 11 do cor-
    rente, no goso de dous mezes de licenca, iue lhe
    conceden o cooselheiro presidente da relagao.
    Ao mesmo, anviado, para os devidos Qns,
    a fllijgo do. dous tambores, engajados para serv-
    rem por dous anuos no 2 batalho de infanlaria
    deste municipio. Communicou-se ao comman-
    dante superior respectivo.^
    Por essa ihesouraria mandou-se pagar:
    A empreza da^rsirada de ferro da Recife a S.
    Francisco a quaptia da G35O, proveniente de
    transportes, efectuados nos irens daquella estra-
    da, durante o mez d.- outubro ultimo, sendo .....
    io160 por conta d i ministerio da agricultura, e
    4o400 do da guerra.Iaieirou-se ao superinleu-
    dente.
    Ao calafate Jjs Piolo de Cerqueira os seus ven.
    cimentos, correspondentes aos mezes de maio e
    junho deste anno, visto ter elle de desembarcar.
    Comanicuu-se ao commaodante da diviso naval
    deste district >.
    Ao gerente da compauhia Pet'namhucana a
    quaatia de 3:439/216, proveniente de passagens e
    carga, efTecluadas por conta do ministerio da
    .guerra, a bordo da um dos vapores daquella com-
    pauhia, o qual seguio para o presidio de Fernan-
    do de oronha o mez de outubro ultimo.
    A pessoa competente os veucimentos, correspon-
    dentes a primeira quizena deste mez, das praess
    mpregadas no deposito da, recrutas.Scienli-
    cou-se ao brigadeiro commandaote das armas.
    Pela ihesouraria provincial lambem man-
    dou-se pagar :
    Ao forneeedor dos presos pobres da casa de
    detengo a quantia de 3:8404716, despendida com
    esse fornecimtnto, durante o mez de outubro ulti-
    mo.Comrauoicou-se ao Dr. ebefe de polica.
    Ao propietario Firrano Antonio Rodrigues a
    de 48/, em que importou o aluguel de 3 mezes,
    vencidos a 10 do corrente, da casa que serve de
    quartel ao destacamento do disiricto de Anega-
    dos.Inteiroa-se ao Dr. chefe de policio.
    A Francisco da Cosa Maia os vencimentos, re-
    lativos ao mez de outubro ultimo, do destacamento
    de guardas nacionaeg da cidade do Rio-Formo-
    so.Commuaicou-se ao commandaote superior
    respective.
    A empreza da estrada de ferro do Recife a S.
    Francisco a quantia de 348*440, proveniente de
    transportes effectuadoi nos trens daquella estrada
    duraaie e mez de outubro ultimo, por conta da
    provincia.Scientiflcou-iie ao supsrintendente.
    Ao viee-provedor da Santa Casa da Miseri
    cordia Dieirando-o de haver concedido a per-
    misso, que solicitou o bacharel Manoel Hanri-
    qnea Cardim, para que' o sea enteaq*p e tptelado o
    educando, do eollego dos orphoi, Manoel I;s
    Nunes do Valle, v convalecer-se em companhia
    de sua mi e padrasto, n cidade de Caruar, da
    molestia que soffreu.
    Ao Dr. chefe da polica respondendo com
    ama copia da iaformaga) do commandante supe-
    rior da guarda nacional delta municipio ao sea
    "lli yo, quaoto a satisfaga) de praf is da mesma
    guarda nacional, requisitadii pelo subdelegado de
    Muribeca.
    Ao mesmo, approvando a raadaug que
    effaclaoa o subdelegado do destficto dos Montes,
    da pessoa naquelle iistriclo para ama outra' casa
    alugada a Joaquim Ituflno da Araujo pela quantia
    de lOAmensaes.Cimnuuicju-se a thesouraria
    provincial.
    Ao insp 'dor do arsenal demarnha, para
    mandar fornecer ao capillo do porto interino para
    o balisamento do canal da barra do ro de Goyan-
    na vinte ii ili-1- ie madeira com quarenta palmos
    de omprimento, e pequeas banderolas de fer-
    ro. C)ramunicou-se aquella capitana.
    Ao mestuo, recommeadando.em vista do que'
    expSe Rita M iria da Conceigao, mi do menor Joo
    Ferreira da Hir'a, prag da companhia de apren-
    lizes artfices desse arsenal, que, se o nommodo
    do referid) menor se prolongar, alm do corrente
    mez, consinta que sej elle tratado em companhia
    da supplicante al queque serestabelegi.
    Ao commandante supetior da guarda nacio-
    nal do municipio do Recife, reommendando a
    expedigi) de suas ordeas, para que seja postada
    em f rea te da igrej de Nossa Senhora da Graga da
    Capunga umi gualda de hur, aQm de assistir a
    fe-ti da Virgem Sanissima Ssnhor di Conceigao,
    que devera ter lugar naquella igreja dj dia 8 de
    dezembro pelas 9 horas da roanbaa.
    Ao commandante do presidio de Fernando
    de Noronna, pan enviar na primeira opporiani-
    dade, e com a precisa seguranga. para e*la capi-
    tal, a ser apreseniado ao Dr. ebefe de polica, o
    presa Muheus Jos da Silva, que requisitado
    pelo juiz municipal d) ierra) de Caruar, adra le
    respouder ao jury.Expjdiram-se as necessarias
    communicagoes.
    Ao juiz de direito da comarca de Cobrob,
    aecusando a recepgo dos mappas que remetleu
    rii ai .irados pelo juizo maoieipal do termo do
    Bx para a organisago da estatistica jodiciaria,
    relativa a> anuo prximo passado, ereeommeadar
    remessa com brevidade dos que ainda faltam.
    Ao juiz de direito da comarca de Goianna
    para que com argencii remeta os raappas, qae
    /ai.un para completar a col ecgai, qaa deva mi-
    nistrar essa comarca para a formagao di estatisti-
    ca judiciaria.
    Ieuaes mutatis mulandis aos juizes de direito
    de Itamb, Naaretb.Cabo, Rio Formoso, Gilmares
    Pao d'Alho, Brejo, Giranhuns. Buique, Flores, Boa
    ' Visia e Cabrob.
    Ao cjuimaudao'.e do corpo de polica rocom
    meulando que faga apreseatar na casa de deten-
    gao, no dia 18 do correte pelas 7 horas da ma-
    ubaa, ura offijial e 20 pravas para conduzirem ao
    termo de-Buique 9 criminosos, que, a reqaisigo
    do juiz municipal d'aquelte termo, vo responder
    ao jury, e pravenindo o da que najaelle estbale-
    ttimonio encontrar a escolta a respectiva corres-
    pondencia c a.* uj :uesm) termo esteja ara
    desiacameuto com avultado numero de pragas
    p le a escolta voltar Ioko, se pela auloridade po-
    licial nao fjr determinad i o contrario.Fez se o
    necessario a este respeito.
    Ao teneate coronel Jas Gomes da Silva,
    commandante do batalho n. 23 do infamara di-
    zendo que os artigos 3 a o do decreto, n. 722, de
    io de outubro de 1850. e os 3 a 6 do de n. 1120
    de 12 de marg) de 1853. resolvem a duvida apre-
    sentada no lioal de seu o.fflcio, cumpri3do que
    proceda de conformidade cora a le.
    Ao inspector da sada publica para informar
    acerca da que pede no incluso reqaerimento Joio
    Jos do Couto,
    Ao eagenbeiro fiscal da estrada de ferro do
    Recife a Caxaog declarando Hcar inteirado do
    accidente havido nessa estrada na noute de 14 do
    corrente do qual resultou a morte de um indivi-
    duo, que se achava collocado na respectiva liolu
    e que nasta data recominendou-se ao Dr. chefe'de
    polica a inslaurago do competente procedo ao
    machinista, cuuiprindo que de sua parle, provi-
    dencie de modo a na) ser grande a velocidade des
    trens, afim de eviiar-se a rape icio de sinistros
    que a conlinaarem na mesma encala reclamaro
    medidas mais decsivas.-Offliiou-se ao Dr. chefe
    de pdlica.
    Ao engenheiro encarregado das obras mili-
    tares, para mandar substituir por outra ama das
    tergas da coberla do dormitorio dos menores do"
    arsenal de guerra, que se acha arruinada e bem
    assira ama liona do telheiro em que se recolhem
    as madeiras da ofllciua de carapina do mesmo ar-
    senal. Expedifam-se as necessarias communi-
    oacfies.
    Ao chefe da reparligao das obras publicas,
    concedendo a autorisago que solicitou para man-
    dar executar por administrar >. os trabaih s ne-
    cessarias ao ajardinamento do Campo das Prince-
    zas, e encommendar para a Europa as ligurai de
    repuxos, bacias da pedra raarmore e oatrosobjec-
    los, que devem embellecer aquelle campo; ama vez
    qae essa encoramenda nao exceda de um conio de
    res.-----Commnicou-se a thesouraria provincial.
    Ao engegenheiro encarregado das obras ge-
    raes inteirando de qua, segundo consti de aviso
    do iiiiaiMerio -da-agricultura de 27 de oulobro ol-
    lirao, as explicagSes, constantes de seu efflcio de
    2U de setembro, nao justiflcim as tabellas dos
    pregos, que organisoa deveado por isso addaztr
    novas razoas e explicagSes.
    Despachos:
    J>s Francisco dos Santos. Informe
    peclor da thesouraria de fazenda.
    Joaquim Nuoes do Valle.Informe o Sr. briga-
    deiro commandante das armas.
    Joo Angelo de Mendonga. informa o Sr. Dr.
    chefe de polica.
    Jos Candido de Barros Jnior.En vista da n-
    formacao, nao lera lagar.
    Mills Latham & CSira, pagos o laademio e di
    reitos n.icionaes.
    Qierino Jaaqaim Madeira.Passe portara.
    Rita Maria da Coneelgo.Deferido com o offl-
    co desta.dita dirigido ao Sr. inspector do arsenal
    tle iiuninu.
    Viseonlessa de Loares e Elias Baptisla da Silva.
    Informe o Sr. inspector da thesouraria de fa-
    zenda.
    EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
    Offl oos :
    Ao inspector da thesouraria provincial, com-
    tnanicando de ordem da presidencia qae, sellndo-
    se o calgamento da travessa alo hospital portagaez
    em bnm estado de conservagao, e havendo expira
    do o praso da responsabilidade, o'chefe darepar
    tigao das obras publicas, mandou lavrar o termo
    de entrega definitiva dessa obn, e passar o com-
    petente certificado para pagamento da ultima pres-
    tagao.
    Ao Dr. chefe da polica, declarando de ordeno
    la presidencia qae, segando o raapppa da
    forga do corpo de polica a 15 do corrente estavara
    de piquete no respectivo quartel om cabo e 26
    pragas.
    Ao gerente da estrada de ferro do Recife a
    Caxaog recommendando de ordem da presidencia,
    qued transporte livre a bam do sarviga publico,
    da estago do Recife a Caxang, ao Dr. Jos Soria-
    no de Souza, medico da reparticao da polica.
    Igual mutalis mulandis ao superintendente
    da eslradi de Recife a O inda e Bebaribe.
    o Sr. ins-1 do, >eodo extincto pelo senhor subdelegado da
    freguetia de S. Jos, ajudado pelos visinhos e pes-
    soas do povo, seudo desmanchado no acio parte de
    telbalo. ^
    PERMMBCO.
    REVISTA DIABIA.
    VISITAS PRESIDENC1AES.-S. Etc. o Sr. con-
    selheiro presideoie da provincia percorrea hon'em
    pela manha toda a linha frrea do Racifa Ca-
    xaog, examinando as diversas obras ; e, ao pas-
    sar em Apipucos visitoa a escola publica da ins-
    traeco primaria do sexo femenino.
    PROFESSOR PUBLICO. Por portara da pre-
    sidencia da provincia, de 20 d > corrente, foi no-
    meado professor publico da Malhadinha o alamno-
    -raestre Manoel Manrique de Miranda Accioli, fl-
    cando sem tffso a portara que o nomeoa para
    reger interinamente a cadeira do Altioho.
    DI.VIIEIUO. O vapor Ipojuca troaxe hontem
    para os Srs. :
    Luiz Antonio Siqueira
    Alfredo k C.
    "Preme Vanna &C.
    Gomes de Mallos t Irm'aos
    Cunha & C.
    8:OOOOOQ
    7:4424440
    6:9IO0O0
    1:600*000
    i AU^slsUOO
    i: 133000
    1:000*000
    852*000
    615*300
    587*780
    500*000
    300*000
    300*OCO
    da freguezia
    menrsos
    Abaixo assignados proprietarios e moradores na
    ra da Unio na freguezia da 13 >a Vista. Oppor-
    tunamente serio ps supplicaates attendidos.
    Antonio Victoriano de Almeida Andrade.Passe
    portara remenlo o supplicante para a Barra de
    Serinhiem,
    Fre Augusto da Immaculadi Conceicao Alves.
    Dirija-se a thesouraria provincial.
    Aderio-deSi Barreto.Seja posto em abor-
    dado
    Antonio Severiano de Mello Falclo.-Informe o
    Sr. Dr. juiz de direito da comrea do Brejo da Ma
    dre de Deas.
    Augusto Rufino de Almeida. D se do que
    constar.
    Bamo da Silva Rosas. -Nio tem lugar o que re-
    qaer, visto que a certido extrahida do registro do
    tribunal do commercio nio escuda a pretongo do
    supplicaute.
    Companhia Pernambucana.Deferido oom offl-
    Q:io desta data dirigido a thesouraria de fa-
    zenda.
    Custodio Joaquina Lopes de Souza Jnior. Os
    documentos s podem ser eotrajues parte, ou
    sea procarador.
    Capito Christov)Persira Pinto. laforraa oSr.
    Dr. juiz municipal da 1* vara.
    Irmandade da Nossa Seohara do Rosario da ci-
    dade de SaiU'Antao.Remetlido ao Sr. comman-
    daote superior da guarda nacional de Sant'AntSo,
    para mandar postar a guarda de honra.
    lrmandido da Conceicao na igreja da Santa
    Cruz da fregaezia da Boa-Vista desta cidade.
    Como reqner.
    Jj: Vicetits Ferreira Barros e Henriques Cu-
    riado Taylor. Passe portarla oa forma reqae,
    rida.
    Joio Donolv.D-w.
    Justino Jos de Soun Campos. Jqliferiil11 em
    vista das in'orraaQoes.
    AoR'ni) AiDerio de Souza gniar
    Perdiglo, Oliveira & C.
    Gongalves Irmao & C.
    Jos Laiz Gongalvas Ferreira & C.
    Joo da Silva Leite
    Cisma Jos dos Santos Calado
    Francisco Gurgel do Amaral
    Jos Francisco Ribeiro de Souza
    PRONUNCIA.Pela sabdelegacia
    da Boa-Vista foram pronunciados, como
    as peis do art. 269 do cdigo criminal Joo dos
    Santos Barros, Vicente Ferreira dos Santos Bar-
    ros, e Theotonm Rodrigues Seixas, cemo autores,
    Amaro Monteiro Daarte, Felinto Monteiro Daar-
    te, A ana Clara Monteiro dos Santos, e Vicencia de
    tal conhecida por Ba, como cmplices do roubo
    da bja de oas do Sr. Antonio Jiaquira de
    Sant'Anna, no dia 7 de margo ultimo, no valor de
    9:007*900, ap) difflceis diligencias e trabalhos
    eraprehendidos pelo Sr. subdelegado Ihracio de
    Gusmo Coelbo, qae digno de loavor pelo zelo
    e tioo '.om qae se hoave na arrecadago dos
    objectos roobados, alguns dos
    vendidos em Gjyanna.
    FaCULDADE DE DIREITO. Hontem llzeram
    actos os segaiotes alumnos:
    2 anno.
    Azoslinho Augusto Bezerra Cavalcante, plena-
    mente.
    Rodolpho Epiphaaio Dantas, approvsdo com
    d stineco.
    Jos Pereira dos Santos Andrade, jdem.
    Joaquina de Albuquerque Barros Guimares,
    idem.
    Francisco Octavio da Nobrega, simplesmeote.
    Jos de Barros Albuquer |ue Lins, idem.
    3* anno.
    Jos de Souza Res, plenamente.
    Luiz Antonio de Andrade Jnior, idem.
    Bernardo Lyndolph) da Meo tonga, simples-
    mente.
    Samuel Tertuliano Henriques, plenamente.
    Celso da Canha Magalhes, dem.
    Nilo Rodrigues de Miranda, simplesmeote.
    4* anno.
    Jos de Oliveira Campos, plenamente.
    Jos Girmaaa Mangabeira, idem.
    Lradoro Augusto da Moraes Reg, idem.
    Sergio Hygino Dias dos Santos, idem.
    Joaquim Candido Ferreira Lisboa, idam.
    Honorio HorJtio de Figneiredo, id 5 anno.
    Antonio Alexandrino Ribeiro Lima,
    m?nte.
    Joo Ferreira de Araujo, idem.
    Manoel Jos Mendes Bastos, idem.
    Candido Vieira da Cdnha, dem.
    Henrique affonso de Miranda Leal, idem.
    Jos Cirnante da Silveira, dem.
    COADJUTORES. Foram nomeados coadjacto-
    res os padres Floreniino Barbosa da Souza Ferrar
    e Jo; do Coulo Amaral e Silva, este da freguezia
    de Nazarelb, e aquelle da de N)ssa Senhora das
    Dores da villa do Triumpho, ambas desta provin-
    cia.
    GYMNA3IO PROVINCIAL.-Concluirara-se hon-
    tem os exames da aula primaria, sendo examina-
    dos os segrales :
    Bazilio Baptista Rodrigues de Almeida.Plena-
    mente.
    Chrispim Xavier do Amaral.dem.
    Joaquim Laonel de Alencar.dem.
    Jos da Silva Ramos Neves.Idera.
    Joo Bezerfa Lene.llera.
    Joo Mari! Seve Jnior.'dam.
    Jos Fernandas Parante Vianna.dem.
    Jacintho Leoooldino da Silva. Destincgo.
    Joio Felippe Cavalcante de Albuquerque.dem.
    Laiz Fernandos Prente Vianna.Plenamente.
    Manoel Gongalves dos Santos.Idee.
    Olegario pe Novaes Castellao.dem.
    Porllro Manoel de Castro Araujo.dem,
    Vicente Walfrido de Brito.llera.
    Na lista dos examinandos hontem publicada,
    deram-se os segaiotes engaos : em iugar deSir-
    sio Teixeira Maciel Pinheiro plepamente, d va ser
    Sergio Ferreira Maciel Pinelr'o, destincgo : em
    vez da Elaardo Augusto Suva lela-se Eiaardo A.
    da Silveira.
    INCENDIO.No dia 18 do correte, as 5 horas
    da urde, descobrio-se estar-se incendiando o te-
    Ibad) da casa da roa de Detengo, onde tem cal-
    cina de cjfpH 7uomM de Carvaiho Sbares Bran-
    VAPOR MARSILIO DAS.No sabbado a tarde
    segui.o pira o Amaonas, com escalla peto Cear,
    ^,rai.'ha e Para, o vapor d8 guerra brasileiro
    Murulio Dhs, condutido o seu bordo as commis-
    soas brasCeira e peruana, incumbidas de esiudar
    e raros lmites entre o Brasil e oPer.de accor-
    do com as instrtfccoes expedidas pelos governos
    dos dous pazsj. a" eommissi brasileira compSa-
    se do desunc >icavalleiro;, recomnendaveis por
    suas illusir';osi, raaneiras cortezes e servicos Im-
    porta mes" ao pan, primando o jovem capito de
    fragata Aatonio Luiz vos Honholtz, em quem fol-
    iamos reeonhecer robusta intelligencia o vastos co-
    nhecimenios, a par de Ihaneza, e alTabillidade que
    capiivam i qaem qur que com elle eotretem re-
    lagoes. Prospero tentos cooduza o Marsiho Dias
    ao san destino, e os cos protejam as negociagoes
    e trabalhos que vio ser emprehendids.
    VIA FRREA DS CaXANSA'. A' proposito
    do qua honiem dissemrssoba epigraphe desta no-
    ticia, reraettera-nos o Sr Dr. Buarqae de Macedo,
    engenheiro.fiscal Jaquell empreza, as linbas que
    abaixo publicamos :
    Si: redactor da Revista Diaria do Diario de
    Pernambuco.Como respoita a reclamago f'ita
    por Vmc. em *na Revista Diaria de hoje acerca
    da estrada de ferro d) Caxaog, rego lhe o favor
    de dar publicidade o offlcio que segu, dirigido
    nesta dala ao gerente da mesma estrada. De
    Vmc. amigo obrigado e criadaBuaruue de Ma-
    cedo.
    Recife. 2 de novembro de 1871.
    t Estrada de ferro do Recife at Caxang.Re-
    cife, 20 ie noverabro de 1871.Win. Sr.S boje
    li em um dos jornaes desta capital a noticia de
    ura accidente havido era urna das locomotivas des-
    ta estra,ta de ferro, e do qual resultou interrup-
    go de trafego por duas horas.
    Alm de semelnante ficto nao me ler sido com-
    municado at a hora em qae ma dirijo a V. S.,
    nao obstante ter eu circnlado nos trens depois
    disso. e ma ene mirando com V. S., atsresce que
    a junga mterrupgo havida s poda darse por
    nao ter a companhia ama locomotiva acesa e de
    promplido, como j o exig.
    c E' de mea dever declarar a V. S. qae tenbo
    visto com o raaior pezar, que nao obstante as mi-
    nhas incessantes reclamarlas, o servigo da estrada
    faz-se coro sansivel irregalaridade, quer quauto a
    marcha dos trens, quer quanio ao estado do eu
    material, estajes, ele.
    Por um estado de cousa?, to contraro aos
    interesses do pnblico, multo a companhia era cera
    mil res, maxuflo que me faculta o regulamento ;
    dcando V. S. ceno' de qae nao hesitarei em repe-
    tir frequeotemeate aquella multa se porveolura-
    providencias muito promptas nao forem tomadas
    para qae o servigo desta esirada'de ferro lenha a
    possivel reguUnoade.
    Deus guFda a V. S. Illm. Sr. W. Rawlinson,
    dignissimo gerente da estrada de Ierro do Recife
    So Cxan. li. Buarqae da Macedo. eDgonhelro
    scal.
    Victoriano Palhares recitou a seguinte poesa, que
    denominou Uniao :
    Aqu, all vo se erguendo
    As alvas tendas do amor,
    E os borneas todos correado,
    Cada qaa I com mais fervor,
    Mostram no; olhos brilluoies
    As ancias mais anhelantes
    De progredir, de voar I
    Envia Dous em tal hora
    A' cada noite-uma aurora,
    A' cada desertoom raar.
    E desee a a luz e o orvalho
    A' forae e s Ja-a fartar ;
    No goso desse agasalho
    Ningoera mais sabe chorar I
    Ri a bocea que g>mia ;
    Esmla a mao qae pedia ;
    Que estraoha transformago I '
    E' que uera se os desgranados,
    E chorara tantoabracados.
    Que brota a consolago.
    Eo larda fraternidade,
    Lar lo grande como o cu,
    Diz (oda a humanidade :
    O tea palacio soa ea t
    La dentro os homens unidos,
    Nivelados, confundidos,
    N'um ambiente do paz,
    Dissolvem chorandoo mxlo
    Das agonas de Christo
    Com as glorias de Caipbs.
    Na tuba dos qu;tro ventos
    Sa a palavraunio I
    Uefundem-se os pensamentos
    No craoeo da creagao.
    O secuto tem ama idea :
    Fazer dos nos da cadeia
    Fructos somonte de amor ;
    E o anjo da liberdade
    Pane a hostia da igoaldade
    Entre o captivo e o senhor*
    PERNAHBUW STREET RAILWAY. Esta
    companbia dea tnniera coraego ao servigo do rae
    mal dos Affogados, devendo os carr:s sabir da
    estago da roa do Brura :
    Desde s 5 at s 7 horas da manha de ineia
    em meia hora
    Desde as.7 at s 9, de quinze em qninze mi-
    natos.
    Desde as 9 at s 3 da tarde, Je meia em meia
    hora. v
    Desde as 3 at s 6 horas, de quinze em quinze
    minutos.
    Dasde as 6 al < 1112 da noute, de meia em
    meia horX
    Na volta, paite o primeiro carro s 5-24 horas
    da minha, continuando como cima al s 12 ho-
    ras da noate.
    Os carros desta lioba levaro as extremidades
    o letreiro -Afogados-sobre fundoVERDEe
    de noute tero luzes da mesma cor.
    FESTA DE SaNTA CECILIA.Celebrase ama-
    quaes tioham sido nha com solemnhlada a fasta da gloriosa Saata
    Cecilia, na igrej do Llvramento, sendo orador ao
    Kcangelho o pregador da capella imperial Rvm.
    fre Joo da Sania Toereza, e do Te Deum o Rvm.
    padre mestre L nard i Joo Sregj.
    A missa sera, do maestra Picche, execatada
    graule erchestra e dirigida pelo hbil artista la
    nocencio Smollz, que obseqniosarasnle se presta,
    sendo os diversos solos executados por a'.gumas
    senhoras e cavalheiros, qua por esle modo se dig-
    naran) cancorrer de bjm grado para o maior bri-
    lluntismo do culto da grande marlyr. Antes do
    sermo o Evangelbo tocar a orchestra um ouin-
    leto do mesmo autor da missa, abrigado a titula,
    cirmelo,trompa, pistn e trombooe. O Ta Deum
    ser o denominado Lima Grande. ,
    Hivera hoje vesperas solemnes e da madrugada
    missa cantada.
    CONVENTO DO CARMO.-Na igreja do con-
    vento do Carmo tambera ha amanhaa a celehrago
    da festa de Santa Cecilia, com vesperas hoje :
    sendo orador a) Evangelno o Rvm. prior do mes-
    mo convento frei Augusto da Imrnaculada Con-
    ceigao Alves, o do Te Deum o pregador da capella
    imperial Rvm. Lino do Monte Carraello Luna.
    SOCIEDADES DOS HENRIQUES. Foi ante-
    hootera definitivamente installada a Sociedad* dos
    Henriques.
    Ao raeio dia oa pouco antes, achando-30 reuni-
    das cerca de quarenta pessOM no corredor terreo
    por baixa do consistorio da Imperial Capella de
    Nossa Senhora da Assnmpgao das Frooteiras, na
    Estancia de Henrique Dias ; lugar qae para este
    (Ira bavia sido decentemente preparado, com o re-
    trato diqaelle hera collocado a direita da mesa ;
    dea-se principio a) acio, sendo eleitos por acola-
    ra a gao os Srs. Manoel Cosme de Moraes, presiden-
    la ; Domingos Francisco Regis, Ia secretario ; e
    Victoriano Aotoni) do Sacramento, 2* secretario.
    Em seguida foi concedida a palavra ao Sr. ma-
    jor Salvador Hanriqae de Albaqoerqae, eom) aa-'
    tor da ida la in3lallago da sociedade, o qual
    expondo em(nm recitado e longo discurso as van
    tagens de urna institaicao desta ordem, conseguio
    enthasasmar e convencer os seas oavintes sobre
    a necessidade de se associarem para a eonsecucao
    do nobre fim a que se destinara ; sendo que mui-
    to agradou aos mesmos ouvinte9, a parte bastonea
    e o elogio faito por aquelle seohor, s virtudes
    cvicas do mestre da campo Hsnrique Dia9, go-
    vernador dos harneas pretos.
    Por anaaimidade de votaa dos raembros pre-
    sentas foi votada a installaga da sociedade, e pas-
    eando ss a noraeaga da commisso de redaego
    dos estatutos, resabio esta nos Srs. Domingos
    Francisco Raais, Victoriano Antonio do Sacramen-
    to e Manoel Eugenio do Nasciraento.
    Entre varios senhores que fallaram, o Sr. Dr.
    Joo loaquim Fonseca de Albuquerque, dirigi de
    improviso sociedade alguraas palavras congratu-
    latoria?, Andando o sea resumido discurso com o
    offerecimente de sea presumo e servicos era prl
    da soeiadada, qae foi applaudido e benignamente
    acolhido por todos.
    O Sr. major Salvador Hanriqae de Albuqaer
    qaa, apezsr da sua recusa e agradecimenio, foi
    conluzido e acompanhado a p, por grande nu-
    mero de socios, at a soa residencia, roa Duque
    de Ganas.
    MONTE PO POPULAR^ERNAMBUCANO.-^a
    sesso magna aQriiyer>afo.a desta .sociedda, o Sr:
    pleaa-
    Pois qae somos os obreiros,
    Qae teem de ergaer o porvir,
    Aadazes e sobraneeiros
    Vamos, irmos, proseguir. _.
    Nosso combate incruento.
    Nossa r-pidao pensament
    , Nao corla nos Colosseas.
    Morreram as forgas brotas,
    Pois quem nqs assisie s lacias
    J nao Cazar, Deas.
    PERNAM3UCO STREET RAILWAY.-Esla em-
    preza inaagarou hoaiem o trafego de eos carros
    no ramal que se dirige para os Afogados. O ser-
    vigo vai sendo feito com regalaridade.
    VAPOR IPOJUCA. Chegou hontem pela ma-
    nha, da granja e partos intermedias, o vapor
    Ipojuca, da cpmpanhia Pernambucana, trazndo-
    nos jornaes do Cear al 12, do Rio Grande al 18
    e da Parabyba at 9 do corrente-
    Fiaava no pono da Porulaza a crvala tra-
    sileira Ypiranga, condatindo i sea bordo o com
    mandante do 3 districto naval.
    O Sr. Dr. Jos Avelino Gurgel do Amaral, no
    dia do sea aniversario natalicio, alforriou gratui-
    tamente o 9)ii eseravo Fructuoso, de 30 annos de
    idade.
    O Sr. Jo? Mnescal den a quantia da 250*000
    pela liberdade de ama escravinha7 de 7 annos, do
    Sr. Joio Francisco de Andrade.
    Fallecen na Fortaleza, o majar Antonio Gomes
    Brrelo.
    No Rio Gran le do Norle nada occorreu dig-
    no de menco.
    A assembla provincial da Parahyba prose-
    gua em seas trabalhos, ten lo approvado na sas-
    sao de 14 do corrente o seguate reqaerimento :
    t He |aeira que esta assembla, afim de dar
    urna prova inequvoca e solemne do respeito e
    adheso a cansa da igreja, unindo os seas aos sen-
    lmenlos oobres e altamente religiosos das assera
    blas provmciaes do Rio de Janeiro e Cear. faga
    chagar presenga de nosso summo pon fice, o
    immortal Pi IX, por intermedio do Exm. e Rvm.
    vigario capitular, Seus entimentos de dor pro-
    funla pelos graves e sacrilegos attentados, prati-
    calos contra sua pessoa, contra o estado da
    igreja, e contra as altas prerogativas do mesmo
    santo padre, apresntando ao mesmo tempo, ao
    chefa da igreja universal, em sea nome. o em no-
    mo de seas comprovincianos, seus protestos de
    amor filial, acataraento profundo respeito, e alta
    coosiderago a sua pessoa.S. R.Padre Espi-
    nla. >
    Fallecau em Porobal, o major Francisco Jo. da
    Roch Formiga.
    Ni capital foi installada, sob a denominaba de
    Philantropica dos Artistas, urna sociedade de ar-
    tistas, cora o fim de estabalecer aulas nocturnas
    para o ensraode diversas materias.
    CASA DE DETENCAO.-Movlmenlo do dia 19 de
    novembro de 1871:
    Existiam (presos) 314, entraram 4, saturara 2,
    sxistem 316.
    A saber :
    Naciouaes 230, mulheres 6, estrangeiros 38,
    ascravos 38, escravas 4.
    Alimentados cusa dos cofres pblicos 260.
    Movimento da enfermara, do mesmo dia :
    Tiveram baixa :
    Thomaz Bernardo Paz fbronchte).
    Louren;a Mara da Conceigao (asihma).
    Antonio Jjs Barbosa (aduna).
    Francisco, eseravo de Alexaodrina.
    Martins de Birros (gargirite).
    Te ve alia :
    Manoel Jeaqaim de Mello.
    HOSPITAL PEDRO II.O movimenlo desse es-
    tabeleciment de 13 ao dia 19 da novembro,
    foi de 295 existentes, entraram 41, sahiram 27,
    falleceram 5, existera 306. sendo 192 homens e 112
    mulheres.
    Advertencia.
    Foram visitadas as enfermaras estes dias as
    7 1/4,6, 6 1/2, 6, 8. 8,5 1/2, pelo Dr. Ramos, as
    8, 8, 7 1/2. 7 1/2, 7 1/2, 7 l/a, pelo Dr. Mala-
    qaias.
    Fallecidos.
    Salustiano Pinto Correa ; ferida penetrante e pe-
    ri'.ooite.
    Jos Francisco da Luz ; bexigas.
    Josepha Maria da Conceicao ; tubrculos pulmo-
    nares.
    Joaquina ; tubrculos pulmonares.
    Maria Luna freir ; tubrculos pulmonares.
    LOTERA.-A que se a:ha venda a 215* a
    beneficio da Santa Casa da Misericordia do Recife,
    a qual corre no dia 22.
    LEILO. Hoje effectua o agente Pinto o leilao
    dos movis e mais objectos da casa da residencia
    do Exm. Sr. general Luiz Jos Pereira de Car va
    Ibo, qae retira-se para o Rio Grande do Sal, sen-
    do que o referido leilao comega as 10 horas em
    ponto, e Qndar-se-ha ao maio dia, na easa da ra
    do Hospicio n. 46.
    PASSAGEIROS- Violos dos portos do norte no
    vapor Ipojuca :
    Jaciatha Raphael dsAzavado Feio, sua senhora
    e 2 filhos, Benedicto Brujido dos Santos, major
    Estavo Jo- de Almeida, Joao Alexandrino Pontes
    SimSss, Eduardo leauvenand, Belarmine Bezerra
    de Manazos L?al, Antonio dos Santos, Francisco
    Tboraaz, JacoJrCdrtes, Jacob Fechini, Alipio Laiz
    Pereira. da gilva, Narcia F. d) Vid! i CfldO,
    JoaC B. Cavalcante Jnior, BernardinoC.de
    Almeida, Antonio B de Senoa, Carlos Jos de
    iSantAona, Joao Agripmo de Vasconeellos. Izidr.->
    , Ferreira Mai, Antonio Jo- de Sooza Gumarie,
    i Jos Ignacio de t arvalho, Porfirio Jos de Almei-
    la, Maooei Ribeiro Campos, D. iria M. J. da Cin-
    ceigao, Manoel Cassiano de Oliveira, Joo F. da
    M., Dr. Luiz Francisca da Silva, Jos Paulino d9
    Catiro Mederros, Felippe Estrella. Francisco de
    Paula Barbosa, Manoel Fernandes Barros e 1 cria-
    do. Dr, Jeronyrao Amerco Kaposo da Cmara
    1 criado, Joo Luiz Velho de Mello, Antonio Jos
    Ribeiro, Joo Henriqu* de Oliveira, Jos Ferreira
    da Fonceca, Rosa Maria Benedicta da Conceicao,
    Manoel Joaqnim Birbosa Bido, D. Anua Clara Joa-
    quina Brrelo.
    Sahidos para o Para no vapor argentino
    Diamante :
    Dr. Antonio Bezerra da R)cba Moraes e 1 cria-
    do, Demetrio Bezerra da Racha Moraes, Jos Ma-
    ria Leilao da Cunha e' 1 criado.
    CEMITERIO PUBLICO.-Obiluaro do da 17 d<
    novembro.
    Manoel do Sacramento, preto, Pcroambuco, 25
    annos, soltero, Santo Antonio ; catarro pulraanar.
    Henriqueta, parda, Peroarobuco, 19 meses, Ba-
    visia, varilas.
    Mariana, escrava, parda, Pernambuco, 16 anno ,
    sorteira, Afogados ;'consampgo.
    Joaquina, preta. Pernambuco, 30 annos, soltei-
    ra, Boa-Vista ; inbercalos pulmonares.
    Rozendo, braneo, Pernambuco, 6 annos, S. Jo-
    s ; bexigas.
    Joo Francisco da Oliveira, pardo, Pernambu-
    co, 21 annos, Recife ; perilonilo.
    Joio, braneo, Pernambuco, 3 annos, S. Louren-
    go ; febre.
    Candida Amelia da Cruz ; branca, Pernambucr,
    38 annos, casada, Recife ; metrita aguda.
    Andr, eseravo, pardo, Pernambaco, 3 aan,
    S. Jos; coqueluche.
    - 18-
    Maria do O' Cavalcante, branca, Pernambaco,
    68 anno i, casada, S. Jos ; pleoro pneumona,
    Sergio, pardo, Pernambuco, 1 anno, S. Jos ;
    interi te.
    Cosario, preto, Pernambaco, 7 annos, Boa-Vis-
    ta ; vermes,
    Mara Francisca da Conceigao, preta, Pernam-
    baco, 44 annos, solteira, Recife, congestio cere-
    bral.
    Mara Lana Freir, braneo, Pernambaco, 47 an-
    nos, solteira, Boa-Vista, abarclos pulmonares.
    Hospital Pedro II.
    Luir, eseravo, preto, frica, 40 annos, solteiro.
    Ba-Vista; congesto cerebral.
    Jaouaria, branc, Pernambuco, 1 anno, S. Jo-
    ; bexigas.
    PliBLSCACOES A PEDIDO
    Eleipao
    DOS DEVOTOS QUE HO DE FESTEJAR A
    NOSSA SENHORA DA SOLEDADE ERECTA
    NA SUA IGREJA DO MESMO NOME NO AN-
    NO DE 1871.
    Jaizes protectores.
    U Exm. Sr. Deio Dr. Joaqnim Francisco de Farias.
    O Exm. Sr. Baro das Mercs.
    O Exm. Sr. Bao de Santa Croz.
    Juizas protectoras.
    As Exmas. Sras. :
    D. Maria do Patrocinio de Almeida Junqueira.
    D. AonunciaoXC imilla Alves da Silva.
    D. Emilia de Moraes Gomes Ferreira. -
    Jaizes por devogo.
    O Exm. Sr. senador Francisco do Reg Barros
    Brrelo.
    O Illm. Sr. commend.dor Jos Joo de Amorim.
    O Illm. Sr. Dr. Cypriano Fenelon Guedes Al oto
    rado.
    O Illm. e Rvm. Sr. conego Francisco Rochael Pe-
    reira'de Brito Medeiros.
    O Illm. e Rvm. Sr. conego vigario Antonio Mar-
    ques de Castilha.
    O Illm. e Rvm. Sr. conego vigario Joio Jos di
    Costa Ribeiro.
    O Illm. e Rvm. Sr. vigario Augnsto Franklin Mo-
    reira da Silva.
    O Illm. e Rvm. Sr. vigario Themistoeles Romo Pe-
    reira dos Santos.
    O Illm. e Rvm. Sr. Dr. Joaquim Graciano d^
    Araujo.
    Juizas por devogSo.
    As Exmas. Sras. :
    Baroneza de Vil'a-Bella.
    Baroneza do Livramonto.
    D. Olindina Carneiro da Cuaba.
    D. Mara Carolina Tavares da Silva.
    D. Joaquina Portella de Souza Leo.
    D. Jenoveva Rasa da Silva.
    D. Thereza deSijueira Cavalcante.
    D. Olympia Cavalcante Brrelo de Almeida Abn-
    querque.
    D. Cleraen'.ina de Souza Pinto.
    Juizes bemfeitore-.
    O Exm. Sr. conselheiro desembargador Cae|ano
    Jos da Silva Santiago.
    O Illm. Sr. Dr. Hermogenes Scrates Tavares d
    Vasconeellos.
    O Illm. Sr. negociante Luiz Antonio de Siqueira
    O Illm. Sr. negociante Eduardo Burle.
    O Illm. Sr. negociante Luiz Jo- da Costa Amorim.
    O Illm. Sr. negociante Manoel Teixeira Bastos.
    O Illm. Sr. negocianle Luiz Pereira de Farias.
    O Illm. Sr. negociante Joaquim OJioto Bastos.
    O Illm. Sr. negociante Manoel Ignacio de Oliveira
    Lobo.
    Juizas bemfeloras.
    As Exmas. Sras. :
    Exposa do Sr. Dr. Jos Bernardo Galvo Alelo-
    rado.
    Esposa do Sr. Dr. Adolpho Lamenha Lins.
    Esposa do Sr. Dr. Lourengo de S AlbuqaeFque.
    Esposa do Sr. Candido Casimiro Gueles' Alcof-.-
    rado.
    Esposa do Sr. comraeudador Antonio Gomes de Mi-
    randa Leal.
    Esposa do Sr. major Joaqnim de Albnqnerqoe
    Mello.
    Esposa do Sr. Laiz Amonio Pereira.
    Esposa do Sr. Antonio Gongalves Torres.
    Esposa do Sr. negociante Demetrio Asacio d
    Araujo Bastos.
    EJscrives. por eleigao.
    Os Illms. Srs.: M
    Coronel Joo do Reg Barros Falcao.
    Coronel Rodolpho Lo Barata de Aimeida.
    Teoeote-coronel Francisco de Miranda Leal Sev?.
    Tenente-corouel Joo Francisco Xavier Faes Bar.
    Tenente-coronel Joaqnim Jos da Stiveira.
    Tenenu-coroael Alexandre Angosto de rrlas Vil-
    lar.
    Ma or Jos Gomes Leal.
    Ma or Manoel do Nascimento Azevedo.
    Ma or Firmino Jos de Oliveira. _
    Esortvias por eleigao.
    As Exmas. Sras.:
    Esposa do Sr. Dr. Vicente Pereira do Reg.
    Esposa do Sr. Dr. JoJo Caprlstaoo Bandsin da
    Melle.
    Esposa do Sr. Dr. Joio Honorio Beaerra de Ma-
    neaos.
    Esposa do Sr. Dr. Cosme de Si Pereira.
    Esposa do r. Dr. lo|o Thom da Silva,
    1 MillUM 1


    Daro dt Pemamboco Ter<;a feira 21 de Novembro de 187 i
    i

    I
    I
    EipoM do Sr. Dr. Joaqn:m Antonio da Cnnha Mi-
    randa.
    Esposa do Sr. capilo Vicente da Paula O,feira
    Villas-Boaa.
    Esposa do Sr. Jos J ronyrao de Souia Limoeiro.
    Espesa do Sr. Dr. Liiz Salazar Moseoso da Veiga
    Pessoa.
    Eseriv^ pnrdevoeai.
    Os 1 lim p Rvms. Srs. :
    Dr. Antonio da Cunh.t Figueiredo.
    Pregsdor da capella imperial Lino do Manta Cart
    mello.
    Antonio de A'lauquerqoe M-llo.
    Frei Joaqun do Espirito Stoio.
    Manoel de Vera Croa.
    Frei Jorga de Santa Auna Licio.
    - Francisco Armiano e Araujo.
    Francisco Alves branles.
    Albino de Cirvalha Lssaa.
    F.-erivaas, por devoclo.
    Al Exmas. Sra. : "
    E'posa do Sr. D.\ Manoel Buarque de M.ved.a.
    Espesa do Sr. Dr. Eslevo Cavalcante de Alba-
    q lerqae.
    Eraosa d) Sr. commeudadar Aatonio Marques de
    Amofim.
    E-po'a do Sr. Ju tino los de Smn Campos.
    Directora do collegio de Nossa Srah ra da Concei
    ?o.
    Directora do collfgio de Smta rsula.
    D rectora do eollegi) de S. Vicente F rreira.
    Directora do collegio dos expostos.
    Professora D. Luiza Kud xu Bilista.
    Mor domas.
    O, lilms. Sr -:
    Maj ir Caetano Cyriaco da OW Moreira.
    Negociante Aol'iiiio da Silva Ferreira Juoior.
    ?-f;ian'e Joaqun Amonio Pereira.
    Teoeate-curonel Ernesto M tebado Fraire Pareira
    da Silva.
    Tenentc-coronel Jos Lucas Saares Raposo da C-
    mara.
    Dr. liio da Silva Ramos.
    Dr. Pedro de Aitiay ls Lobo Mo;coo.
    Dr. Jja S iriano de Sauzi
    Dr. Ceciliano Memela Alves Farreira.
    Pbarmaceulico Agostiobn Jj? Saares.
    Negociante Manuel Jas Carneiro.
    Capitn Jis A itonw Pinto.
    t'ipiui Ja ihanasi B delho.
    Alfere Eluir.lo da Silva Ferreira.
    Alferes Eduardo C n lido de Olivtira.
    M ri linas.
    As Exmas S-as. :
    E posa do Su-. tanent'-.'orooel Tbeoloro Machado
    Freir Prreira da Silva.
    Eraosa do Sr. Dr. Bunio Jos da Cesta.
    Esposa do Sr. Dr. Manoel Fi;ueroa de Faria
    Esposa do Sr. Neg ciaote Luz G imes F-rreira.
    Eraosi do Sr. Dr, Praxeles Go.nes de S raza Pi-
    tanga.
    Esposa do Sr. Dr. Paulino R .drigues Fernn Je
    Chaves.
    Esposa do Sr. D.\ Jo|o Mara. Seve.
    Esposa da Sr. Dr. Alexaodre de Souzi Pereira do
    Cirmo.
    E-posa do Sr. D\ Sy nparooio Casar Conlinho.
    Epasa do Sr. uegieanle J is dos Santos O iveira.
    E'psa do Sr. negociante G.racalo Jjs Affmso.
    Esposa do Sr. Dr. Antonio Jos da >sta Ribeiro.
    E E-posa do Sr. capillo Francisco de Paula Grac.il-
    ves da Silva.
    Esposado Sr. negaciante Gaspar V.eira Guima-
    raes.
    O vigario Thcmtslocles Roma) Pereira d-> Sontos.
    Paraayuphos da igrej d- Nossa Senhora da S)
    ledade.
    Os E*ms. Srs. :
    Craselhelro J ia J i- de Oliveiri Junqueira.
    Bngtdeiro commasJaaie das arma.
    Gomraandaote superior Antonio G unes Leal.
    Paranymphas da imagem de Nossa Seohora diSa
    leda le.
    OsExm>. Srs. :
    Vigario capitular canega J -i Chriscstomo Je Pai-
    va Torres.
    Mrasenhor Francisco Muniz Ttvare.
    Mansenhor laaquim Piot de Campos.
    Paranympbos da iraagenn da Nossa Senhora da
    Pal.
    O- Exiis. Srs. :
    Senador Visconde de Camaragibe.
    D\ Manoel do Nuc nenio Ylachido Poriella.
    It ira i de Morenos.
    Paranympbos dairoagem dn N.-ssa Senhora do Ra-
    sarlo.
    Os Exms. Srs. :
    O:. Abjlio Jos Ti va res di S.lva.
    IJiro de Cimpo Verd'\
    Harao de Bemflca.
    I'jranympb.s da imagen ie No.ua Senhora Santa
    Anna.
    Os Exm. Sr?. :
    B:r3a de Villa-eUa.
    Bario de Campo Aleire. -
    lir. Joo Jos Pinto Joolor.
    Paranyuphos da imag-^ra de S. Jo?.
    Os E\ms. Srs. :
    Riri das Merci.
    Itiraa de Gaararaoes.
    -'.;!.! Caoba Magalhes.
    ParaDymphos da imig-m de Nossa Senbora da
    Angustias.
    Os Exms.'S-s. :
    Dr. Juo Jos Ferreira de Agnlar.
    Cimmendador J>s da Silva Loyo.
    N-riciante W.lliam James^Haynes.
    P.rmynphos da imagem da Sjnlnr Resuscitado.
    O Illms. Srs. :
    Negociante Luit Gimjalves da Silva.
    Negociante Francisco Gingalves Nelo.
    Neg iciante AJolpho Pereira Onrneiro.
    P;sraVinphos do sino grande da igreja de Nossa
    Senb.ra da Soletad-?.
    O.lilms. Srs. :
    Tnenti-^oronel Antonio Carneiro Mchalo Ros.
    TVnente-ear.-ail los Antonio Pinto.
    Teneaie-coronel Francisca Carneiro Machado Ros
    Jjnior.
    Um justo appe'lo para o tribu-
    nal da opinio publica.
    Acaba de ser c murando pelo supremo tribunal
    le juslca om accoriao, pro'erido pela relago d"
    Pprnambuco ; em virtuda do qual o maj ir Joao
    aiptista da Costa Cielhi, foj erbulhido nulla, e
    injustamente do legitimo don inio4 e posse, que ti-
    uha eiii nove escravos; a pratexio de que a mi e
    av dalles nascera livre.
    era sempre osjulgados con tiluem a expres-
    sao ii varJ.S'l" e da ji-i:^.i -algumas vezas ellas
    sao a verdadeira anibVtfse daq-tellas duas -poten-
    cias, e prodozem a uffeaa e mora do mais legiti
    mo dirito, como reconhece a propria le; pelo
    f ido de admitlir o recurso da aecaj rescisona con-
    tra elles.
    O majar Joao Baplisla da Costa Coe!ho,.fji ven
    cido o'aquelle julgado; mas f vencido pela firg
    Ja injustiea ; pela m apreciarla) dos ata4 pea
    embriaguez Jas ideas de manumi sao fardada, que
    alamina a quilra actual, e pclos~recursos dae tro-
    pelas e fal- Jad-*, .plantadas nis autos, p'la mao
    de um seu inimigo capital; o qaal as delirios de
    seo odio, e no exercicia de ama viogana contra o
    major'B iptista, saltou para, vancer o pleito de de-
    grao em degr) a todas a- scenas, das qoaes li-
    gera espavoridos o pudor, a maral, a dignidad e
    a honra III...
    Fdten'deiro na provaea da Parebyba do Norte,
    o maj ir Joi i BaplisQi Costa Coelbo, um cidadao
    ooavtl, conheeid pela honestidade de suacondac-
    ta publica e particular, pautada sempre pelos oais
    rigorosos pno'i,los di h nra e da moral; elle tai
    nconira er toda aquella provincia, onde resiie,
    um bomem a qu^ra teab off^ndido, e ora s ini-
    naigo alm da passoa de J aquiia di Silva Salda-
    aba, bomem. cuj i iuimizada Iba baora e sempre
    Itie honrar.
    Si r, nunca o major Joo Bplista da C-'su Coe-
    Iho manchan as suas mos era sangae human\
    orno meio de vingar-se dos a semeihanle, ou de
    v.ngar aniros, orno condiea de poder /azr uiu
    asara-oto Miz ; nanra, grarjas a Deus, elle u^ur
    ponoalheio; nunca /oi reciilrdi em sua vida a
    priso aigjraa por "ser encontrad^introdiizindo
    na circua;ao sed :as falsas, uem no anno da 1815
    -e n m em anno nenhum anterior e posterior a
    el!e;,nuncrpr raqniilar II lencia eposi-
    io no lugar onde mora, par meio do ternir o da
    inalsaleza. A sai fortuna e p>:iea) social foram,
    aa fontrarip, conquis;adai pelo mais licito- iraba
    Iho p!a mas rigorosa ecooomia e pela foroa di
    fldrac;ao e hooe mente peh r a.qae traja, e acata a to-
    dos desde o mais rtaix > ao mais altamente collo-
    Poacr;ia ella p"r jasio t'ul de-compra, revestido
    de'todas as formalidades leg-.e, ama escrava^de
    DomeAnrji mais do 30 ann^s, e da quil proeaa^rm fi ho3 e
    .netas : qnolo Jaaqam da Slv-a Saldaaha, ioirai
    roo se cora elle, e, sugarij n) espirito daqualla e<
    erava iii de que ella tmha nis^Jo de yr-ntre li
    vr*. acaricoa-a e fortn>* a nssa 4e peo-
    menlis' cu-lo, a f -i ab iu^auir a c isa souh iril, e a (o ea-
    iregar a pMlecjlo das autorldales adm atiirativas
    da Parahyba ; procorando j pela imprema, e Ja
    por todos os meios auxilalas no nobre empfilio
    do descobrirsm a libar Jada da scrava: S-nlo
    necessario paca i-to, que as deligeneias das auto-
    ridades da Parahyba pas^assera < provincias di
    Ceai e Rio Grande do Norte, coosorciaram-se as
    autoridades daquellas provincias, e toda as deli-
    genciar foram, eati, por ellas empregadas, acom-
    panhaado seaariro o Sr.S. Sallaolia, como seminal-
    la, estes obroi esf argos, e auxiliaodo-os cora todo
    o seu poderi i eco n todo o si-u ditiheiro.
    Ao pisto qua iso se fazia, o m ltrar;os cruzados, deixoo livremente qne, as aulari-
    lid^-s-d^qnellas proviaeias, e o Sr. Sildanh raar-
    chassam, sera oppor Ihea a menor sombra de era-
    naraiji^ poniaaeVeutra nio devaria ser a sua can*,
    duela, coma un fl iwem honesto e da sa coa
    sciencia.
    I) 'P ii* de muitis metes de grandes e continua-
    das deligeneias, aqnella's autoridades parando, e,
    reconbecendo a impostura e falsidade de liberdade
    da eslava, a entregiram ao seu stnhar, que a le.
    vou para a sua tazeoda.
    Revoltado, porm, o Sr. Saldanha com essa der
    ma, te ve o arruj > de gritar dentro do seu domi
    nio do Catle da Rocha que, Anoa -com sea* fl
    Ihos e netos hiviam de ser necassariameote livres,
    anda que isti Iba eustasse toda a sua fortuna; e,
    que quando ella nao produzis-e esse ell'ato, elle
    havia ie re.:orr r ao poder dn bacamirles l!l
    Nesse arruj > dosCammuaaJ. o Sr. SiM-aHa cer-
    iroii-se logo, de emraissarios para lotos os lugarei
    a comprar com o seu dinbeiro h'imense o diversas
    paragi-m, que sepresiasscm a depdr, que a esera-
    vaAnua naseera d>- ama mulb if livre: e, logo,
    a collocou com seus fl.boi e neios, s b a proiecc. i
    das autoridades juiieiarias, dindi Ibes aivogado,
    que requereu o depo-ito dellas e propoz a respecli
    va acca da liberdade.
    Isto"faito, alnla o major Joao Baptistt da Costa
    Cuerno, contnaoo ter no pleito aquella h rarosa
    uoJocia, que teve para com as autoridades admi-
    nistrativas ; nao procuran provar queAnaa era
    li.ha da mu Inr eserava, nai ojpoz a-imb a al-
    guma de embarazo ao seu protector, ao contrario
    estacionario se eooservou, esperanla nip'eitipi-
    las provas que podessa o seu niraigo exh+bir da
    supposta liliacio la eserava-Auna.t.lfgou essa
    oc-asiao, e o Sr. Sallanbi com lo la o seu nb ai-
    ro nao pole faz-r prova eu co;n> a eserava
    Anna nascera de ventre livre.
    Xo obstante essa falla -le prpvas, pulen Sr.
    Saldanha obler da um serlauejo leigo da seu domi
    nio seoiei;a em favor das sippostas liberias ; e.
    a-sira (riumpbou elle no terreno de Caloi da
    Rocha :
    Chegon a causa n i tribunal d i relacao de Per-
    oamhuvi por meio de appellaga', e, depoisda dis-
    cutida, o maj ir Jio Bapli-ta, obleve em sea,favor
    2 acconlaos julganlo suu lagiim;is escravas
    Anna. sea< liiha, e nette?.
    Pa^sou o fiio por tres acei-.iais admissivei*
    em qualquer appellaQo, e, sendo o teroeiro ac-
    rorJ i em favor do major Joo Bip'isia, liuha
    por ista, o Sr. Sillanha p-rdli a esparanc de
    vencer a causa no tribuual da Maca).
    Mi-, longo .le lesanimir, a:;r.ai com talas as torcas ao e affug > de reeios altameo
    ie imaioraep, alira nao de inulilisar os desem
    barga do re ijue linham volado em fivor do ma-
    jor J i> Biptista, co.naa para obier a lef.rma do
    terceira accordo.
    Para isio, elie foi offerecer-se par parte dos sup-
    postos libertos, seguo los embargos ao 3 accord i
    a prelext i de raslitair;!/ que, no caso nao ca-
    biam.
    Fez aind3, serem esses embirgn cffarecidos por
    novoatvogadi na causa, genro da um dos dig-
    nos deseinbargadores, qia votara n em favor, d i
    maj .r Bipti ta noa tres auieriores aceordaos, a
    lira de que nao f sse mais esse desem >r juiz
    no feit>, e dessa lugar a t la ouiro que tivesse
    ontro voto.
    Fez, depois, dar se desuspnito nra ouiro desera
    b argad ir que timbera votou em fivor do tnai-ir
    B.ptista no l e 3 accofdaop, aQm de que ontro
    desembargador que tivea&e ouiro vjto, los-e juiz
    no f:ilo f!I
    Para obter essa suspeieao voluntaria oozuala
    esr a probilale de um do mais honrados desem
    birg dores da r lagio da Pernambuco, atiribuindo
    a sea van em favor do major Bapti la a motivo
    ignobil l!I
    A > passo que elle por meo lado consegua inuti-
    usar no feilo o primeiro desembargador como
    app3recimeato da novo alvogado, seu graro. e
    mova contra o segundo con toda a hab-lidade, a
    arma traicoeira da infame calumnia, para firgi-lo
    no mesmo f^iio a dar se da snspelto, pir outro
    lado sabia perfeitamenie que, em substituic/io
    dalles o feilo passava neces-ariamente aos desem
    bargadores Guirana e Guerra.
    Contra o primeiro linha o maj r Baplista legi
    timos motivos de snspeieao oppor mas ola o po
    lia f'Z'-r, oorque naa tinba o seu procurador na
    relacSo poderes especiaos para isP, e nem havia
    tempo dse mandar bnsia la nosertio do Catul
    distinta desla cidade mais da cem legras.
    E'a, pois, o Sr. G i ti rana juiz certo em favor do
    Sr. Saldanha, que a rao do deslino t,nha prorapto
    com deembscalapara entrar no feilo na pri-
    meira occa*io I
    O segando, naa ob-tante a saa recenbecda e
    exem.staT probidade, mas, per achir se infelit
    mente ceg, como sabido, ao Sr. Saldanha con
    vinha que fo-se juiz no feito: porque, nao podando
    elle ler os antis, era-lhe forciso louvar-?e na lei
    tura falta por ootrem ; resollando d ah ter era 48
    horas (I!) apreseniado em mesa o feito, (-.oraposta
    de mai- e 200 folhas) o qual foi lo'i_ jnlgido
    :ora lodo fodaraen.o, recebeudo-se, ealao, os em
    bargas de restituicao, e reconhecendo-se libartos
    os proteg los do Sr. Sildaah. MI
    A menor atientan sobre qualquer um desses
    fados, e circurastancias, leva, logo, ao espirito de
    todo o humero, o coahecimento de que o Sr. Sal
    lanha, pira produzT em magistrados altamente
    collocados, todos aqulles extra rdinarios aconte
    cimentos, marchoo de immor lidade imraorali
    la i-, sabio e-sa escada, ioligna dos hoonens d
    honra, para ahanr-ar na i inu iliiar no feito os
    deaeaibargadnres pronunciados em fav rio major
    Baptista, cama para subtitni los por outros, favo-
    vnraveis aos seus protegidos I E ludo isto foi
    ernceb loe exeJutalo com urna tal rapidez que
    po? logo eran relevoque nao ful a jusiiQa a po-
    ten ia qne presidio aquell" jnlgaraento II
    Dessequarto e nllirao acxirdo uterpSe o maj *
    Bipti-ta o recurso da revista para o supremo tri-
    bunal de Justina, demoostranda a nul idade dele
    em fa 'f de tolos aqnehes feios e circum tmeias
    e sua inji^ita em (rente das pravas dos autos.
    O suprem tribunal, de justiji, porm, negon-
    Ihi a revisla I
    A embriaguez da qaaIra pola3 ideas de man -
    missao forjada na poca em que cora calor fe-
    b II se dicu ia as cmaras a prande questo do
    elemento servil, fez aqueje tnbanat f-char os
    olbos a naKidad1) e injustiga do accordo recorr
    do, contra o qual rauikis daquelles mn-lros, fe-
    lizmente eonfassavara estarera at-liorrorisad
    lo que se tioha* no feito passada na relaijao de
    Pernambuiol
    Mas, apesnr dista e na i ob;laot> reconhecerem
    estar nos autos toda duvidosa-a p'ov.a compra !i
    da fliiaeia dos recorridas, coninrwram o accor-
    do I
    E tal foi o eff-ito da mpresso da qualra pelas
    ideas da manumisso fircada que algn i das mi
    nistros que diseutirara e vataram pela coocessao
    da revista, depois q ie virara que a materia a ne-
    ga*a, deixaram, por ist de se assigniremvenci-
    dos como Ibes eumpria no accorii que a o-
    gar*,ll:
    Fai, porlanto, pir tola aquella seria da fados, e
    circuoi3lancias jue o Sr. Saldaoba venceu : lo
    .as-ira que o muor J ao Baplista fui venc lo. Ma>
    o vencido tem fiianras na derrota, e o seu venceaor
    opprobrio e deshonra na vijtorial
    N9 o preju^o, que resulta ao vencido da ea-
    hu'ba do dominio que os rribuoaes jndiciarios llie
    lizwam da nove eseravos que lh raove esta?
    linlus ; porque, grabas a Deus, o major Bipl 3 a
    pode ainla perder maii ; o saeriocio de um di
    reito, o triumpho illegiiimo do abuso do ioboir 1,
    o oso cetensivo e escandaloso das mais r-vallan
    tes, 6 immuraes scauas, que levantara' o.clT-adi lo,
    para aCerpor apaas, daquella deci-o nmjist)
    apjjeljo para o tribunal da opioio pnbtlea, lio
    se ero, quato infalltvel erra seo s brnnn jirzo.
    Simromajir J-a Baplista da Cc-ata C
    nnnea, T-a reduzitor a eseravido de pe soas hvre?;.
    e Ihe seja hoje licito, ena d-foza de .-ua tepu aco
    e direito, pedir ao bablico (-.mj
    pele) que se digne de pfestslr sua illusirada altea
    eio obr a parle das ra:o-s da reviiti, (tofra
    iranreriplas; onle se irat da mrito da causa e
    das prcaras la suypos'.a flliajao das recorridas a
    lira de tratar era saa sabedora da fustiea.ea Ib-
    justQa, cao que o ref'fido accordo he esbulhou
    lo. legitime dominio dos seus e.-cravos.
    E?ta cerlo ooff'Qdila que o tribunal public.i,
    reconheMndo a grare iojusiifa, que lhe oi felf,^
    sentir que a moral panuca e social se deve
    ubir de luto em f.ca dus nejo empega-
    Ios p'o Sr. Sildioha para obier das tribu-
    aae< do pait os louvores do seu triarapho ,
    k quaes nao passarao paraos hunra-debam
    alen de trines goivos qne. Amadamente,
    cercara o lugunre lugar, oude a mi da arbitrio
    aepulti a Justina e o direito alho II
    O acjordo a fl jolgoo os recorridos livres sob
    lund-imen.o de que a recorridt Auna Ignaeia,
    (tv e mia das oeuos recorridas) tllha de urna
    laulher I re de- noroeMiria Pauelleira.
    O julgado, seuhir astenia era ora fundamenta
    E n f .lia abs! 'a de certidio de baplismo pre-
    tea le-se provar descenderem os recorridos de
    mulier livre Mirii Panellain, p.r reii de
    depoiaientiM das testemunhis que depvseram ues-
    tes autos.
    . Essee d?poimentjs, por era, nao provam que a
    recorrida Anna Ignaeia fl ha de Mana Panel-
    leara.
    A quesio, pois, desles autos consiste era con-
    frontar julgado com os dopo mentes dos sa-
    to ; e ver se'se e-1 provado que a recorrida
    Anua Jaaciar a Una. ue-al iria Paaeliera.
    Confrontemos, p irlaato, a p-'t-ci inicial des'a
    icflo cora os depoiraentos das leiteraunhas, e
    analysemos esses depoimentos.
    a p-ticao inicial se articulan qne anaa Ignaeia
    illia da ingenua Mara da ConcaiQo, conbecida
    por Maris. Pdoelleira, natural d', Naiareth desu
    provincia, que nascen no lugarSaltada do
    terina do Pitar da Parahyba do N .re, bapiisou-ie
    na capella D ios lliach as da mesmo termo, seu lo
    seas palrinhas o caboculi Jas Ferreira a saa
    moibT.
    A< testemuaba confirmam o atlicalrfo ??
    Na cuHIrmam : repitamos aqui a anilyseflel
    leba a fl. 119.
    Dit o curador dog recorridos que Ansa Igaacia
    nigsceu no Sagade : vej.raos e isla coaUrm-m
    as suas leslemunhas.
    A priraeira nao confirma ; pelo contrario diz
    no- qna a fi lia de Mara Panelleira, de-aonw Ao
    na, por elle conheeida, aascep era Agua-Azul. E
    a |-v->temuoha a II la larabem nos diz, que. essa
    lila rj- M:ra Paoelleira nasceu cota etleito a<
    serra de Agua Azul.
    A de fl I'j a 11 l.al declara, que Hara Pane)
    I i a lh dissera e u Alaj. j'Aan, quiaio all vaio
    m rar em 1821, que liaba tido urai Qili.a de nome
    \nna, e h ,vta deixada no Sagad>; mas acrescen-
    ta hav lita mais v Irii. Oa esta lesiemutba informa-nos
    1 .ia!inenie, que unidos filos IrZidos por Mara
    Poelleira para Alago 1 d'Anta era Antonio, e qu-
    este liaba a esse lempo (18:4) 33 para 24 auno-
    de idade, loga essa lilha Aaoi, visto sec a ori-
    ve ha, devia a esse tempo ler ais da 24 anno. e
    nao poli, ser a m -sma Anna .';naca em qoestai;
    porque n curadar doirecorrllos a fl 213 sustenta
    qu* Ama lanicia nasceu poico mais ou menas de
    1812 a 181-1, devenid ter inrtantu 9 a 12 ana as
    d 11 le em 1814.
    A leslemuLbi a fl. 163 tambera na est che-
    r lite cara o articulado; por qaanto diz que co
    oh ceu Maria Pea llaira inoran lo ooSalgtdona
    t-a de D. Antan a, e 4 ie sabe que ella teve all
    urna fi hi, a qual biplbua cora o nome de Anna,
    -e o qu entreunto d ;a como e que disto sabe, e
    sera que as ''; a miaima idea sobre o tempo, ao
    menos provavel, do nascimenlo dessa Anaa; pois
    que senda s bre isso interrogilo, responden sim
    pies e terminant-mente, que na 1 sabia quando ella
    nasa nem quandi foi baptisada. M ta segundo o
    que informa esta estemunha, a raadrinhi da ra-
    pargi de quem falla, f >\ D. Antonia, e naa a mu
    Iher da Joi a F-rreira da S.lva, ao passo que Anna
    Igua ia, segunda diz o carador, teve par madrioha
    a mulher da lo Ferreira da Silva e nao D. A o
    lana.
    A le fl. 133 nada declara sobre o lugar do nas-
    cimenlo de Auoa Ignaeia.
    A Je (1. 147 apenas ouvio diz-r, sera que determi-
    ne ou nomeie um 1 s da i pessai de quera ouvio,
    qOe Mira Paoelleira morava na Salgado, actas da
    ir para Pradoba, e foi l que leve A tna; pelo que
    na la adunia esta testemunha.
    A de fl lio v. dizeulo ao principio saber, pon
    Ih'o tmer contad i a propria Miria Paoelleira, que
    esta teve ana fl ha da nome Aana, quanla morou
    na Sgala, cahto depois em II igraute contradtecao
    oal'-sando par o:casiia das repergunjs a fl. 146
    v. que Maria Pane.le,ra nanea lhe disse que lives-
    se u.io lima algaras de nome Anna.
    A de fl. 171 v. apenas tem ouvido fallar de pou
    co temp 1 para ca, nessa lilha de Maria Panelleira,
    que se diz nascida no Salgado, e creada por aens
    padrinhos Ja.- 1".rreira e D. Antraia; p^ n de-
    clara qu- tendo tido intimidarle cam ar'Poel-
    lera e sens innas, nunca estes lhe fallaran) as-
    sa fllha, nem detfa ouvio filiar tamben; ou vi >
    nunca em p der de D. Antonia ou Jo> Ferreira,
    apezar di iotinirtade que tambem linha em casa
    destes. Vde fl. 189.
    A Je fl. 174 tambem diz qne do tempo em que
    conheceu Jos Ferreira (a principiou a eoobece lo
    le 1816 a 1818) nunca ouvio faiiar dessa afllhada
    \nna, creada par elle e por D. Antonia; era Ma
    ra Panelleira, a quem larahem conheceu, bem co
    rae tolos 03 seus ti 1 n as, que menctonou no princi
    po Je seu depoiraento, lhe tratou nunca de seme-
    ihante flilia ; e canclue d z-ulo que disto s lam
    oavilo dllar da anno passado para ca. Vida a fl
    190.
    A de ff. 17o a 175, a qual ten lo conh;cido~a Ja-
    - Ferreira e D Autonii, ainla noi diz comVas
    outras, que nuoca vi) em poder d?lles a rauUli-
    nha Ana, apenas ouvio sua mai dizar era Janeiro
    desie anno, que Maria Panelleira tioha tido essa fi
    iha, deixando entreunto de declarar como sua mi
    -ouhe disto. Vide fl 187.
    N.te-se que al o de tas testemonbas nltraas, a
    le fl 181 conheceu tambem a D, Antonia e aa Ji-
    Ferreira de quem se trata, sabeado at qne em
    i-a a da dita D. Antania, se crearara tres mull- re.-
    Iarras, as quaes lodas se casaram, sendo ella-,
    Francisca, Snborinba e Isabel, duas das quaes
    raorrrara, vvendo ainla a Sioborioha, que mora
    na Villa do Pilar: e diz que era neiihuma dessas
    las casas, onde alias tioha intimidade, vio nun-
    Ci essa afllhada Anna, e isto al 1827 oa 1828, e
    nem de-ial ouvio tratar, se nai agora, lu cerca d
    am anno, por pessis vrada3 do serla) que anda-
    vam procurando provas para a presente qie.r
    i>,
    Taes s) as lesteraanhas com que pretenls pro
    var se a flajai de Anna Ignaeia, sua origem ou
    nascimenlo..
    Mas onde nasceu ella? no Silgado* era Agua
    Uul ? Anoa Ignaeia sera realmente .ai de Ma
    ra Panelleira ?
    As te-te:nunhas discorles eilre si, e insuflkien
    te-, como acab de ver-se, nao f ize n a menor pro
    >a a semellunte respeito. E cumpre attenler-se
    que, sobre isio, nada, absolutamente naia mais
    c in-ta dos autos.
    Sao lao contradictorias, j amas cora as outras,
    ja cara o articulada e j co nsigo mesmas, as tes
    lemunhas e n que o curador se funda, que se pro
    enra-se saher por meio deilas a data do nascimen-
    lo oe Ama Ignaeia, chega se neeessariajaente as
    mais dispara!idas c>nclti'5es.
    " As qne se expressarara a est respeito sao as de
    II. 45, fl. 133, fl. 40, fl. 109, fl. 126 e f alhas
    143.
    A primeira.ist) a de fl. 4o, diz que em 18i
    nao taili 1 clU mais de 8~annos da ilade.
    A segunda, qire a de fl. 133, diz qaa nesse
    mesmo lempo (1824 a 1825) a Qiha da Mara Pa
    neReira podena ler 7 a 8 amo*.
    Declara a outra, a de II 10, que Anna loacia
    teria de 8 a 10 annas no lempo da permuta qu?
    se diz feta cora D. Ignaeia, pelo escravo Pedro,
    jue nao eeniti em que anno teve lugar.
    1)7.. por.n, a de fl 109, que no lempo dessa
    per.uula podena ter I i.
    A de fl. 126 diz que em 1823, a fllha 'de Maria
    Panelleira tioha 5 annos de idade somonte.
    Filialmente a de ff. 149 conheceu o fllho de Ma-
    ra Panelleira, da ame Antonio com 23 a 24 anua
    fta 182V, e nos diz qae Anna, sua Irma, era mais
    v Iha querelle, aiiendo ter portaato a- esse lempo
    24 para 2-a annos da idade.
    Logo a pes.-i em queslio, seganlo as testemn-
    abas da curador, nasceu raaisou menos, em 1800,
    em i811. era 1816, ara 1820. Enire ura e vinie
    annps varia, pois a poca do nasciraento d 1 Anna
    [gas ;ia.
    Junto aos seus padj-inhos de bapiigmo, ainda
    as t 'i mutihas divergen), pontueuraas sabem que
    foram Jos Ferreira o sua mulher, e outras sabem
    jue foi ello e D. Au'-oui*.
    D z nos o curador que Jos Ferreira da Silva,
    de quem ele faili, era caboclo : as tastemunhas
    -dzem que Jas Ferreira de quero se oceupam, era
    tiame;u bradr-, al o de cabellos eorridos ; i-u> ,
    tizein-a'd as de fl. 164 v., ff. 176, fl.. 181 fl. 182 v.
    fl. 183 e fl. I!K): as oulras nada diz?m nesia
    pnne.
    Mara Jos do N..-cmrat 1, a segn la que era cora
    J ivsona de tal, e a terceira que sa malher era
    J aspala Maria lavaren de Lyra.
    Deesas meiraas tetlemuabas a primeara e a ter
    cetra sj tambem as nnicas que nos refarera quaes
    as pesias de qui compuoha-se a fam ia da Jos
    Ferreira, e diz nos a primeira, ista a de fl. 34,
    qne essas pessas erara : Jos Ferreira, sua rou-
    iticr Maria Jes, sua mi Mara do Carino, orna
    irmaa casada e Auna; sto em 1821 pouco mais
    oa meaos. A oitra, isto a de fl 181, que co
    nheceu no Salgado desde 1817, da qae aim de
    sna mulher, qae nio era Mina Jos do
    .NascinMnio, por n Josepha Mirla T*vares de Ly-
    ra, tiaba Jas Ferreira dous liihos, Fraocisco e
    Manoel, tendo" ti Jo ama eserava denorae Jaaquina
    que morrea de una maligna em 1818, e um es-
    cravo Joaqaim, que anda em J82S ex'utia em. seu
    poder; e nj as falla dessa irmaa casada, e nao
    conheceu nanea em sna casa, essa rapariga de no-
    me Anna.
    Finalmente vo de encontr amas as outras as
    tastemoahas do curador sobre a cirenmstancia de
    ser Jos Feriara,.'.como--o curador ustenla, um
    hamem pauprrimo, iriflcanle Je m f ; pois se
    urna- o confirmara, ontras fallara de um iudividuo
    ds none Jo< Ferreira, senhor da casa e rejado,
    can* a da fl r, senhar at da e;cravs, como a
    de fl. 181, e hamem de bam caslumes, corao esta
    e as de fl. 187, fl 190, fl 46 e outras.
    Ora, era vista do que Oca expostdf chro que
    as tostemonhas dos autos em nada aproveitam so-
    ore a pretendida prova das d furentes partes de
    que nos t- m is oceapado. Passamos ao mais que
    o carador allega.
    Diz elle nos arts. 3' e 4" le sna ctala pe"$.in e
    sasteuta era suas razn a II 22o '., faniin la s.-
    igual nenie aos d-pairoenies das lestemonh is,
    c qne Jas Ferreira da S.lva e rana sua aQ bada Anna, li ha Je Mara Panalleifa,
    para erial-a ; e que em 1823para 1824 velo o mis
    rao Jas Ferreira com ella, e com toda a soa fami-
    lia, morar no serio do Ru Grande do Norte, onde
    Anna reeoobeeida como livre, sendo p >r seu-
    pad-inhes tratada como ta'. Porm^ Je cario,
    nao qiz ver as coatradi^es era -que ditas teste-
    ,nuDb..s achara se cada passo nesie ponto, nao
    menos importante de que as outras.
    O curador afflrma que a inulanQ de Ja- Fer-
    reira para o sertao teve lugar pouco mais oa me-
    nos de 1823 para 1824. Mas ao passo q je as les-
    lemunbas da fl. 131 ao diz que foi du 1827 p*ra
    1828, que elle veio do serio, a de fl 34 declara
    que a conheceu,tendo Anna Ignaeia era seu pod r
    em 1820a 1821, moraolo j a mirgem da no Pa-
    rata, d'oade passou-so para o saceo da Micacao,
    s >n I o nesle ultima lugar conhecido de 1823 pira
    1824, pelas esterauahas da fl 4.a II 57 ; de raa-
    neira que ni) t as estemunha- da fl 34 discor-
    dara do curaJor, mas vo n luvjlmerite de en-.on-
    iro de fl 133. Ora, a d.lT-rene, 1 entre -1829 e
    1827 realmente nao pequea ; estes depoiraraios
    oo podem pois conciliar-se era enlre si, nem com
    0 enrador.
    Aa mesmo lempa a.teilemuQhi de fl 125 afllr
    na, que a fllha de Maria Panelleira I ti eq'.regue
    i Jo- Ferreira em 1825 com 5 annos de idade.
    Ligo,segund) esta lesteraunlu, ja a vnla da An
    nado serio ni companhia da Ja- Ferreira de
    1820 a 1821 era imp >ssivol; e nao ,- a cs>a tem
    po, mas amia at 1824 I
    Poten a fllha de Miria Pan llaira em 1824, no
    mes de agosto, tioha pelo menos 24 annos de da-
    le, conforme a estemunha ia fl, 150. E orno po
    da ter sido entregue a Jos F -rreira com 5 annos
    em 1825 ? Coma poJia ter sido vista em seu po
    der com 8 a 10 annos em 1824.? Quera poder
    explicar isto-? E n 1824 tioha ella 4 annos, como
    diz a 1 .-tetnuoiu de fl. 125, tintta .8 a 10 como
    lizera as da fl. 4 a e fl 57. ou 2i a 25 pelo meaos,
    com que e.- a de fl. 150 ?
    Ao passo que semelbaotas testemunhis as-im se
    contradizem, a de fl 103. diz qae Jos Ferreira
    coaduzio Anaa paran serta> apenas alguos annos
    antes de 1845, tamiiera que e ta teaieraunhi an-
    da morava no sana 1. d'oude diz jue mudou-se na
    referido anno, da 1845.
    Q unta variedide I a vinla de. J Ferreira ao
    sertao foi em 1820, fei em 1823. foi em 182-1, foi
    alguos annos antes de 1845! E Aana Ignaeia se-
    gundo os clculos possiv-is f rada los no que tiran,
    ao que sabem as testemunhas, linha e-se temoo
    1 anno de dide, linha, 3, tinba 8, tiuha lo a 20,
    tinh at peno de 40 I
    As teslemanbas de que se trata, esta anda em
    onlradico com as d fl. 130, a qual esl lambem
    em contradicho com o corado', porque ao paseo
    que aquellas couheeeram Anna no serio em com-
    panhia d J is Ferreira em 1821, 1822, 1823 e
    182, e aa passo que o curador diz que a vioda
    della ai antes de 1825, a lestemuoha de fl 130
    mud .u-se de Agua Azul em abril de 1825 lenon
    do io*ni>H* Man nuuiiMU t.xii a su. fami-
    -bre orna unporlante eireumslancia *
    la i discor | .-.lajunlias; Asde fl, 3, fl. 1*'*
    e-fl. 181 jas-as nicas que aos dan o nome da.oO-
    :h r T J; ellas-Cinfceceram io^pesoaimanie a femilia
    et!re!?alo a prinje4faJiz na eUeeraea'ai. com
    1 auoiu.n.a
    lia, inclusive Anna, e diz que depaii de sua si la
    que fw Jos Ferreira bascar Anna aquelle lu
    As mesmo tempo a de fl. 163 d a entender que
    Jas Ferreira c n luz o Anna para Dous li-arli--
    logo depois de baptisada, isto, quaodo anda eraaBs
    ("i, e nio pi denla as-im ter Anna ao lempo de
    sua entrega a ida le qae lhe dio as citadas tesle-
    rn un has de II. MO e a de II 126.
    A:re?ce dizer a mesma lesiemunba de fl. 163
    que quanlo lhe constou a mudanea d Ja; Fer-
    reira do lugar Daus Iliacbos, era j fallecida D.
    Antonia e tambem Mira Paoelleira.
    Entretanto respailo do lempo em que Mara
    Paaeleira falleceu, variam as testemunhas de ama
    maneira curiosa e admiravel : a de fl 126 que co-
    nheceu-a morando em Agua Azul, onde a lestemu-
    oha tambera morava, diz que quando iiiu-1 11-e
    d'Agaa Azul, js.M.ria Panelleira era f.decida ;
    diz mesmo expreasameole que ella morreo antes
    de 1826. Combinando isto cora o que diz a da fl
    1)0, a qual mudou-se de Agua Azul em abril de
    1825, anda all a deixiva viva, ebega-se por (or-
    ea a segointe eooclaso : que Maria P..nelleira,
    >egundo os depoimenlos_de-ias suas t-.slemunbas
    morrea depois de abril de 1825. e antes do anno
    de 1826 ; Isto morreu em 1825.
    Mas a testeraanba de fl 150 nos refere que esta
    mesma Maria P.raelleira ena agosto de 1824 veio
    para a sua propriedade de Alagi d'Anta, que
    lasde ento- alli morou al morr r, e morreu vio
    te annos depois 1 ista morreu era 1844 pouco
    mais ou menos.
    A is:o acresce que a de fl 14o conheceu-a mo-
    rando na propriedade de P.nloba pelas annos de
    1830 a 1832. islo em tempo era qne elle tesle-
    rauoha traba 16 a 18 ann*s da idaJe, tenda boje
    a dale, que declarou, de 48 ann >s; e diz que all
    morreu. Si, porlanto, Anoa Ignaeia nasceu omi-
    tas vezes, segundo s testemanbas d) caralor, e
    alienta a diversidde de idade que lhe do, sua
    mi Maria Panelleira, morrea- tres, segunda as
    -mesmas testemunhas,raorren antes.de 1828, mor-
    reu depois de 184! e mirrea ehtre esses 2 annos*
    N te se anda a seguate e inexplieavel contra
    dico, que se da entre as citadas leslemunhas de
    11,130, fl. 145, e fl 150.
    As de fl. UOcouheeeu Maria Panelr^ra'mnri^^irr-^LJ^onfecer,
    do em Pindoba, oade dexou a em Abril de 1825;
    mas a de fl. 150 afflrma queja em agosto de 1824
    (juasi, um auno antes) morava ella era su 1 pro-
    priedade da Alagoa d'Aala, onde continaou a mo-
    rar at morrer, 20 anus depois, sto at I8'i4
    ao-mesmo tempo que a de fl. 145 conheceu a en-
    tre esses mesmos annos de 1824 a 1840 morando
    nao em Alagoa d'An.a.mas em Piadoba pelos annos
    de 1830 a 1832 I
    Aindamis; segundo a estemunha de fl 130,
    Aana anda nio tinhi sido entregue a Jos Ferrei-
    ra em abril de 1325, lempo err/que a estemunha
    mudoo-se de Agua Aznl. deixinlo alli Ama com
    -5 a 6 annos de idade, era poder de sna m1. En-
    tretanto a de fl 150 aos diz qiie ella Mira Panel-
    leira, quand era ag/sla de 1821T raul ao se para
    Alago 1 d'Anta, j havia deixado Anna em poler
    de Joi Ferreira no Slgala.
    E' um impossival regtsirarraos tolas as eonira-
    \q6) das lesteraunhas dos autos ; ellas sao tan-
    tas e to variadas e freqaeoles que levar-ais hia
    mai longe a anlyse camplet da seus flepnimen-
    tojj era todos os pontos em que se encontrara e se
    desiroera.
    nhos ? cono dizer-'-e inctente para a qnestao o
    fela da entrega da ngefina ref-nda ai cabo-.ido
    seu pa.rinha, f.?ua p r alaria Paaeleira ? Como
    dizer-se Analmente, incident identidada de Jas Ferreira e Jos Farreira da Sil-
    va, as circurastancias da edr de ambas, dos seus
    estados, eondig's e fortuna ?
    Quanlo ao padrinho da ingenua ha o seguin
    te: los Feraira e Jas Ferreira da Silva; Om
    eabacolo, pauprrima, traame e de mos costa-
    mos : eutio ho nem bramo, tlvo.de cabillos esti-
    rado-, b>m hornero, ppssoidar de casa, rossado e
    seravos I
    Era vista disto, qual o pilrinho da ingenua i O
    aboclo, ou o bomara branoo? O pauprrimo,
    00 o horaem posuiJcr de casas, rossadot escra-
    vos? Jas Ferreira o mesma Jo Ferreira da
    Silva qu9 venden a recorrida a D. Ignaeia de
    Mallo??
    S o arbitrio pele responde-lo afllrraativaraeate
    nestes autos.
    Q lauto a ingenua ha ian,b >m o segointe:
    DZ'm duas leslemuLhas (v de fl. 45 e 11. 133)
    ama qae Anna liba de Maria Panelleira tinba em
    1824, 8 annos s .ente, nasceu por cooseqoeoeia
    ero 1816-outra que tiaba 7nasoeado por conse-
    qoraciaem 1817.
    Diz urna teslemunha (a de II. 12a) :,a ingenua
    referida tiuha em 1825, 5 annos, e por conequea
    ca nasceu em 1820.
    D.z outra estemunha (a de fl. 40): a fllha de
    Maria Panelleira tinha 8 a 10 annos na tempo da
    p Tinuia com D. Igoacia da Mell i: nem se ubi o
    lempo de tal permuta, nem la' permuta nunca
    existi.
    D.z flialrante ontra. Mslernanba (i.de fl. 149)
    qns a fiiha de Maria Paialleira era 18/4 liaha de
    24 para 25 annos, e pof eonse lueocia, na-ceu em
    I8Q0! -
    S sao incidentes as contradigo as a tal respeito
    para a questio de iJentidade da rece r. i Ja, direi-
    nos por ptedide,quit a fllha de Mara Panelleira,
    iu* queris encarnar na passoa da reccorr da
    Anna Ignaeia? A que nasceu no anu de 1800,
    01 a que nasceu era 1814 a 1816 -ou, finalmente,
    a que na-ceu em 1850?
    O acorda oo nos diz; porquo enleodeu talvez
    lueasconlradicdes a respeito da ilade da fllha de
    Mana, Panelleira, erara incidentes para a quesiai
    Je idootidade de pessoa.........
    Entrelaulo V. M Imperial, ver em sua sabedo
    ra, que, em vista de lio grandes c >mradic?s qae
    a respeito da idade da Qiha de Maria Paaeleira,
    quer com relago ao lagar da sea nascimeoto.
    que.*, analaaente, zom relagao a seus padrinhos, so
    o arbtrio, e o arbitrio s nenie podar oestes autos
    julgar pn vado que a raccorrida, Anna Ignaeia,
    a ingenua Ama, lilba da Mtr a Panelleira, e q'ie
    Jos Ferreira da Sirva, que vaadeu a reccorriia a
    D. Igoacia, o cabacalo Jos Ferr ra, padrinho
    da filha de Panelleira.
    3- parle. .
    S nente o arbitrio, repetmos ; porqaanto no
    meio mes.no de tantas e la nanitas conlraiicdas e
    ral-i tales, era que calram as testemunha3 (cintra-
    !:co's q ia de-ini.u os seus depoimen'os) ellas
    nao depozeram, que a reccorrida Anoa Ignaeia
    a mearna ingenua flllia deMtra Paoelleira: e por
    c m- 'guile o) ha base algnma para se ter jnlga-
    d a que a reccorrida aquella ingenua.
    rea Jamos mais essa vea os Msridos depoimen-
    tos a cerca desse ponto capital da questo.
    Dassa mnltido de testemunhas, apenas, nove se
    referen) a Mara Paoelleira.
    Destas a 1', a da fl. 126, com effailo jura que
    cooheoeu Mira Paoslleira, que leve urna fllha de
    ame Anoa, a qual fon tmida por seu padrinho
    Jos Farreira. Mas a testemuoba cujos def-iios
    e coairadir-as, esli notados a margena do; seas
    depoimeotos, oi d jetara, que essa Aana fliba de
    Paaeleira a misma recorrida Anna Igoacia,
    era que Jos Farreira, que a lomou, e que (se-
    gundo a tesiemunli 1, era homem de ma f", e pau
    pi-rriinj e lio pobre que oo poda possuir escra-
    vos) o mssroo Jo- Ferreira da Silva, que vendau
    a rtecorrida, e que outra i leslemunhas declarara,
    ter sido bomem de bons costumes, e possailor de
    casa>, n c idos e escravos.
    A segunda testemunha tas nove a de fl. 130,
    indigna de f. com se v das oMeilos notados a
    Wargem; se declara qae cournceu Panelleira,.^ ua
    fllha Anna, e outra fllhas, e diz, que Anaa foi
    tomada p.r seu padrinho Jo- Ferreira, tambem
    oi diz, que essa Anna a reccorrida Anna Igna
    cia, nem que J s Ferreira o raesrao J is Fer-
    reiri da Silva : ign arando al se a Giba da Mara
    Panelleira, que elle leslemaoha ciobeceueml82>\
    em companhia de sua mi, en Agua-Azil, com 5
    a 6 annos de i Ja le, a mesma Anna Ignaeia, (
    receorrente) qos em 1827 cas&u-se oa capella de
    "G arabira, e foi veodida por Jo; Farreira da
    Silva.
    A terceira a de fl 145 naa cooheceu Auna nem
    Mara P.raeneira.
    A quirta a de fl. 147 conheceu Mara Panelleira,
    filfa >s e sobrinhas della, mas nao conheceu Anna,
    de quem tem noticia por ouvio dizer.
    A quinta a da fl. (50 diz : que Mira Panelleira
    fai era 1824 morar na Al>ga d'Anta propriedade
    della teslemunba; e qae era companhia della vie
    ram cinco li h s (rajos noraes declamo) deixando
    aiiii'a n a Salgado a na fllha em poder de seu padri
    nho Jos Ferreira, qne.tom u para (riar isle sabe
    por ouvir dizer)
    Esta estemunha nao prova que a reccorrida
    Anua Ignaeia aquella filha de Mara Panellei
    ra: e contraprocedeule : porque Anna fi h de
    Pjnelleira, e deixada em agosto de 1824 no Silga
    do, era a esse tempo maior de 23 para 24 anuos,
    -eguudo ella les'emuoba, e nio (.ole ser a mesma
    Anna," que, em 182o, linha 5 para 6 annos, e esla-
    va em companhia de Paoelleira, seguodoo depoi-
    meata a 11. 13).
    A sexta a de fl. IG3 assevera, que conheceu Ma
    ra Pane laira, que e ta dea a luz, no Salgido, a
    urna menina em casi de D. Antonia, e que essa
    miv-.m 1 ( nenraa) foi baptisada cotn o norae da An-
    na, na empella da lugar,onde moravam seus padri
    nhos, a dita D. An'. raa e J > Ferreira.
    E*sa testemunha nao sabo se Panelleira era ca-
    sad;, solleira, ou viuva, nem quando Anna nasceu,
    e foi baptisadi, nem que idade liaba quanla foi
    para o podar de seu padrinho.
    A stima, oiliva e nona, a- de fls. 173, 174 e
    176 oo conhacera Anaa fi.ha de Panelleira, e o
    que a resp;ita item per ouvlrem dizer.
    E eis tula e tula 3amonte, cora que se julg u
    orovado, qu-a recoma Anaa Ignaeia e aquella
    ingenua fllha de Panelleira, e .que Jos Farreira da
    Silva o mesmo Jos Farreira da Sitia, que
    ven leu a recorriJa a D. Igoacia de Mello I
    V, pois, a sabedora de Vossa M igesjade Im-
    perial, que, al o das ontradicoas dos depoimentos
    las testenonrias ae-rca da Giba da Maria Paoel-
    leira, de todas qae a conhecram, nenhuma tu que
    declare s'ar a recarrida Ana Ignaed, aquella ra
    gema li.ha de Panelleira, e, depois de ver Vussa
    Magestade por essa forma, que o arbitrio, e so
    mele o arbitrio, t--moii oestes autos, as honras
    la base oa faodam-rato do julgado recorrido, pas
    que a recorrida nao nem
    pode ser, aiue'la ingenua iha do Mara Pan;l
    leira.
    4*. parle. j.
    Para tirar qualquer duvida que, por veniuffap
    Em vista do que flea expos".o, Senhor, como p:u-
    de julgar o accordo recorrido, que Aooa Ignaeia
    a ingenoa fllha de Maaia Paoalleira? Carao
    ju-'gou-o provado. ,em faca de tantas cantradiQes
    e falsidades desses lio varios djpnimentos ?
    Nem se nos diga., como ex adversa se diz, qu:
    as crai;adif3;s das tesleraa;ohas versam sobre ia
    cideotes, e na sobre o principal, pjr aqaoto o
    principal taquesti a iletiijiaie da pessoa?.
    Pouco importa para a questo, que hauvesse
    eom eUdto uraa rapariga livre, fl ha-Je M.ria Pa
    nelieira, e que fosse seu padrinho o cabocol > J s
    Ferreira : o que ludo, porm, importa para ies-
    uia qnestao saberse se a resorrida Anni 1
    cia justameote a fl ha de Ma-ia Panelleira, se
    Jos Ferreira, da S.lva, que venden a recorrida a
    D. Ignaeia di afollo, o mesmo eibjolo ios Per-
    mira, padriobo daqueila ingenua.
    Sendo assim: como dizei*-e Jjue sao incidentes
    para a queslio de 1 Un idade de pessoss, as ir
    cumslancias da iJuJada fllha de .Mira Paoelleira,
    do Jugar do sea nascknen'.o, e 'r-t *eas padri-
    E' verdade qae o poJeroso protector da reforrl-
    da vend se" em tantas eom t maohos absffrdos
    era sua pretendi, den, estar.Jo.a cusa na ioatan-
    cia do tribunal reqorrilo, a jnj-ifljar;.io. f- 418
    00 juzo ecelesiiMico, sera citaco do recorreate, 6
    ple obter o asiento de seu baptismo, cooi.lanl
    i fl. 411 col nascida em 1807, era 1810. em
    1814.
    Esse dramalo, porm, (se tal ame merec )
    veio augmentar a Iriat celearidade de qne a me-
    nina que aasceu em 1807, oa 1810, ou 1814, tam-
    bera oasceu de 1810 1820, segundo os diversos
    depoimentos d'esies autos, tendo assim, alm da
    ditas ida les -mais as seguintes59 annos, 58, 57,
    56, 55, 54,83, 52,51 e SO 11 I
    Dessa jusiiticacio da encantadora menina de
    muitoe e Diversos naseimentos, consta, qae f >ram
    seus padrinhos Jos Ferreira da Silva, e D. Antonia
    Micbaelt; srgundao libello c quasi todas as tea-
    temunbas destes antos foram os padrinbas da me-
    nina nio Jos Ferreira da Silva, mas o cabocolo
    Ja- Ferreira, pauprrimo e tratante, e soa roq-
    Iher, que nio por ceno, D. Antonia Micbaela,
    como dos autos consta 1
    Nenhum* das testemunhas da justifl-acio deu
    noticia do padre que baplisou a recurrida, e s es-
    ta foi quem declarou ler sido o padre Jos Ferrei-
    ra dr liveira til E nio obstante a justicaca
    foi julgada procedente.
    A certidio fl. 414, pois, em lagar de favorecer
    a jecornda veh trazer maior confusao, e maior
    duvida sobre a sua preteocao.
    Entretanto a ceriidio do casamento da recorrida
    em 1827 coma eserava, de fos Ferreira da Silva,
    trouxe toda a 111 para a questio.
    EU par certo prova, qae smenle, depois de ao- .
    vembro de 1827, poda Jis Ferreira da S.lva, ves-
    dar a recarrida a D. Ignaeia, de Mello, porque antes
    de se tempo ella era eserava do mesmo Jos Fer-
    reira da Silva.
    E pelo papel fl. 398 D. Ignaci- vendeddo a
    recorrida, d. c arou que a pos.-uia por compra.
    Aquella certidio, prtanlo, combinada como
    papel fl. 398 prova a falsidale dos dapoirneotos
    das leslemuohas, que depozeram qae D. Igoa-ia
    adqnerio a recorrida por meio de permuta pelo
    escravo Pedro.
    S D. Ignaeia tivesse adquerido a recorrida por
    permuta, qaa motivos lena para oega-lo, e decla-
    rar no oapel i (T. 398 qus a tiaba tquet i lo por
    compra ?
    A' ludu isto, que coaspira para mostrar eom
    evidencia que a recorrida ao a mesma fliba de
    Maria l'..ntll-ira, dignt-:e V. M. Imperial da aceres-
    centar o seguiote:
    Io-Que Jos Ferreira da Silva poswia publica-
    mente a recorrida coma sua eserava, do qae deu
    mais publica e solemne prava, ca-a&do a como
    sua eserava na capella da villa de Guarabira, coma -
    prova a certidio i fl. 417.
    2-Q ia J .- Ferreira da Silva nao o eabocolo
    pauprrimo de nome Jos Ferreira, padrinho da
    Ulna da Maria Panelleira; que se fosse elle nio
    poderia casar a recorrida.orno eserava sua, por-
    que serrpre traelou a fllha de Panelleira como
    livre, dizendo lodo1, e era lodas as paragens em
    tue sa acli iva, como depam as testemunhas, que
    ella era livre : e a recorrida, se fosse a fllha de
    Panelleira, sendo sempre tractada por seu padri-
    nho carao livre, e sabendo por i-lo qae o era,
    nio se sujeitana a deixar-se cisar como e* era va
    con homem Itere e cimo eserava passar ao demi-
    ui 1 de D. Ignaeia de Mello e finalmente do recar-
    reote, conservand-se assim por lanos anoos no
    eapuveii 0. .-em reagir contra elle, nem por si, nem
    por seo marido.
    3-Qie os presidentes e autoridades Jas pro-
    viaeias da Parahyba e Cear lud,i erapregaram
    para oblar as provas da liberdade da recorrida, e
    nada canseguiado, corao nos autos consta, foi a
    recorrila entregue ao recirr#nta e que o ioimigo
    poderoso e rancoroso do recorrido, fu quem eom
    o poder de seu dinbeiro levantau lodo esse castetlo
    Sle falsidades nesle processo, aproveitando-se p.ra
    islo da noticia de que ex stio uina ingenua li ba da
    Paoelleira, e qu-renda, encarna-la na pessoa. da
    recorrida.
    4,*-Q ie todas as pessoas, que do noticia dessa
    iiigeoua. dizem que ella era urna msnioa ; e a re-
    carnla mulata verdaderamente, como resa o
    papel a 11, 398.
    5.*-Qie a recorrida laclo oa aquella inge-
    nua, qne ella diz oestes autos ler sido creada no
    engenba Vraagre, da Nazarelh ds Peroamouco, e
    todas as teslarauohas que si referem aquella inge-
    nua oo dio noticia alguma de que ella eslivesse.
    00 fosse ereada naquelle lugar.
    6*~Qie lal.-o que D. Ignaeia t.vasseeai lem-
    po a gara erapenbado ou bypolhecado a recorrida
    ao recorreote, e que procuras-e resgata-!a por ler
    noticia de ,-ua liberdaJ : e palmis a atieaco
    de V. M para o que sth escripia de II 2io au.
    Ji7, oad M^Jade ime f telo eta perleiiamea-
    le provado.
    7.* Qie o recorreot. possuialo a recorrida
    por jusio titulo como eserava sua,vpor mais de 30
    annos, nio esl obrigado a provar a origem e ti
    liaoo da recorrida para jastificar o seu iegilimo
    doiniuio nel a : o seu propria titulo, a sua posse
    oor mais de 30 ana s,e fio a I rae ni a a sua posicao
    de tea. o dispeosam dessa ocas : coma melbur
    conprebeude a sabedora de V. M. Imperial.
    E' a recorrida, a quem, pelo c airario, compete
    o omis da p.'ova em como e a mesma tilha de Ma-
    ra Paos laira ; visto coma esle o onieo ponto
    am que assenla /i seu supposto direito de liberda-
    de, e a de>tro>r,o do ttulo do dominio do recur-
    rente nella, A prote:r;ia liberdada tem seus
    justos limites: ella nao deve cnegar ao ponte de
    produzir ama inversa o oo direito, latrjado para um
    o oous, qaa s compete ao ou ro, e tomando se
    por base de ara julgalo c mira a propriedade
    alheia, provadi par justo tiltil 1 e posse de longos
    mno-, os pbantasraas das presumpe-s e os im-
    pulsos do i' i'i.'.ii ,
    Esaera, por lano, o recarrete da sabsdoria de
    V. M. I nperi.il, a enceiiio da revista inierpos'.a,
    para ihe ser reparada a injnstica do julgado, de
    pleao dirrito nulla, conlennada a recorrida as,
    cusas.
    S.bmo Btnicio Snraici Leao Catello Branca
    A qnestao do convento ti* juila.
    Tem-se calcula Jmente procurado eoDfuodir a
    lei ora o seu exceulor, afira de attrabir srbre elle -
    a ollasiJade publica qual fi'ando-se de brbaro.
    Je iaiqua, da vi alent um acto que foi inspirado
    pela consciancia do daver e que fundado em
    aireilo.
    Os sentimentalistas pretenden) que S. Eis.
    li/ina. devia daixar expandir-se o coracau aos r;
    gos e lagrimav de urna mii, que quera ver e
    abragir sua fllha, reig osa professa, na hora ex-
    trema de sua morte, e fechar os olbos a dtsposi-
    50 de lei, que veJa expressamenle aquella can-
    ee sso.
    Enlrelsit 1 o raais interessanle, o mais no"avel,
    o ma3 sublime em lulo isto que lodos reconhe-
    :em e eo:f -ssam que a regra de convento prohibe
    que aiguam penetre na celia de qualqner reli-
    gioaa, a nio ser em caso extrea.o da nece-sidade
    esp'r laal oucorp)ral; mas -ccresceolam que
    n3 oo estamos mais nos lempos de obscurantis-
    mo e de cegueira, era qne os conventos erara toie-
    ./
    *
    .-

    -
    1 iin lina ,n 1 1 a 1 u'itin iju.| poi ibuiuru) "y ..<~ --------c----------. B<
    par.Qa da diversidade da lanos depoiraeulai acer-- rada-, que pelo contrario temos os olhas aherios
    ca da fllha da M.ria Panelleira, exisie nestes autos
    fallando bem alto a conidia em duplcala a fl 417
    11 casamenla da recorrida, Auna Igaacia, em 20
    de novembro de 1827, pelas 9 horas da raanha,
    oa qualidade de eserava de Jos Farreira da Si'va,
    na capella deGiarab ra, da provincia da Parahyba
    do Sarta, extrahila dos livros.paroehiaes daqueila
    freguezia.
    Essa cartda prova, sem duviJa, que a recorri-
    da Aooa Ignaeia em 25 de naverabro do 1S27, nao
    pod.a deixar de lar a idade precisa para casarse,
    como efLctivaraente ca-ou-se, nao polla ter por
    coosequencia erra novembro da 1827, 5 anuas,
    ora 8, 9 e II: parque nio possivel, qae, ero
    taes idades se efl",:ctuasse o seu e;simenlo.
    Se essa ceitida as d cert^zt desse faca, como
    ninguem con'.esiar, certa, que a recorrida Anaa
    Ignaeia nao n;m ple ser a fliba de Maria Pa-
    nelleira, da que melara as testemnnhas, qne d'olla
    tiveraram conhecimeala. Com efJiito, se a fllha de
    M.ria Pan llera a qaa em 1825, jurou a A. 126,
    linha 5 annos," i.ao nam p^le ella ser a recorri-
    da, que cas:>o-*e era 1827, porque naa era possi
    vel qie o sacerdote celebrisse o 3eu easameolo
    tendo e'.la 7 anoos de idade.
    Sa a que- tioha em 1824, 8 annos somen'.e,
    coma jureu a testemunha de fl 45. bao possivel
    tambara ser ella a re trrida Anna Igrkcia, porque
    nao po-sivl <]i> se casasse com II knnos.
    S a qae era 1824 tintn sete annos coma ju-
    rou a leslem-inha de fl. 133, na passival que
    seja a recarrida, porque nio posaiver-o seu casa-
    mi ota com 10 annos.
    Se q ie tioha era 1834, de 24 p-.ra f5_anana,
    cama jorou a testemuaba fl 1-49,enii>, na ple
    arrlda a-r a fiiha de Mira Panelleira, pir-
    :n 1S25 eslava "lia era p der der sua mal com
    5 a 6 annos de ilade, segundo o deioimento fl.
    130, nao ple ser a Sitia da Mana Panelleira que
    em 1824 nha 7 annos litiba o, tinha 8, coma ju-
    afarn outras le lemuuu's. '
    luz expfeodida deste secu-o de maravilbas, e que
    S. Exc. Hvaia., attendrado ao es .iiito da poea e
    obetiecenda i sua forja irre-stivel, devia mrnar-se
    liberal, prograssiata, relaxando a lei e desmoraii-
    sando por 1 ua paite a insiuuir-ao que anachroai-
    e e caduca.
    A coniradcQ) macifesta. Desde aque os inr-
    Iigos de S. Exc. Rvm. reconbecem e confessaa
    a exteleoeia da lei, teem elaramenie reuonhaeldo,
    emb ira nao o queiram confessar, que comprlo o
    seu levar executando-a religiosamente.
    Njs lempos que crrem, a-susia-me a impa-
    ciencia dt^es espritus irrrfl elido, rce agitara
    indo, fallando s paixes para excita l.s no icie-
    resse de uoria cau-a, qne, se nao est de lodo per-
    li la, aeha-.^e compliiamenw desraoraliaada..
    No c cnlhera mais os meios deggrwsis; ludo
    Ibes serve. E a prova disto vemo la nesse fur^r e
    ajjdameoto una que se ace-immctle violenta e
    Jeiabrdarae.n'e urna autoridade, p)raaai execatoo
    a I. i, cunprioo seu devar* segura 03 diclames.de
    -u 1 e u-ci-ocia.
    E' icrv.l, maa-n faci. Ah vemos esses vh-
    calTios, no alas ptla in-ensa.-z, r\e--vai'ado3 pel%
    paixao e a ardidos pela cegua-ira qne o- d;m na,
    euch ;rera as columnas do Ja nal com trtigo que
    oo se se primara pela imperfelcba da forma, se
    pelo veneno; pelo roso violencia, pelo raja-
    cor, pela mv ralada, t,ue de graja ia-
    inenie coia-iiiuem o seo funao. :
    Todos evllara a Jiscusso. Na) a qu.--rem, por-
    que teme ficaj esaaagados soa u paso da ver-
    dad*. ...
    fa-eo o insulta e a ca'araai,., que naa p
    rao ter rosp.sOa, aasde qtie ni' licita a quero se
    pre;a aira ur-se no lodo dasinrcCiivaa o recr.mi-.
    Aiguin fac:d que se arlicula, ou falso, ou ipa-.
    iiguamente tesvirtaado.
    Toado pote, bati'o ao Sr. Franco na qaeslao do
    conrelo d \'W &> i ac- in* ideradiatceate
    L

    MUTILADO
    lunNli
    *.........


    iliaro de Pernambuo -Teop 4ma 21 de Noveasbro "1871.
    4
    .*

    '*
    agrin os imprem, v u descer a ootros pootos de
    acansacao q :e ioeiJ-niemeote eaptulau, para qae
    ' nio se julgue victorioso, quaodo o triuinpho est
    . de ncssa porte.
    PiPIlE JoAO.JABOEL.
    (Diario do Rio, de Janeiro.)
    OaJes ItMcravMSo.
    Annaoeia-se a appartySe de am interesante
    trabalho, que oora tedial', ol-sreee publicbda
    de condecido e BympalBice po :la peroambuca-
    ne, Victoriano Paleares. O Sr. Peinares, lio sobe-
    jmente visto e lio merecidamente applaadida de
    seus conterrneos, vem, pirtaot", briudar-oos oom
    mus uid inim Iliterario dos que constilnem seu
    Ibesouro de pre:ioida le, uco delicado artefacto do
    sea cabedal de intelligeucia.
    Nao precisamos de fuer sobresahir es merec
    meatos qse aa Jam ufados a asi nova prodcelo
    de moca-peis, forqae ella se recora aeada a se
    impe pelo seu norae.
    Saudamos, de corceo, ao nosso eomp.-i>ttneaao
    por maiis eita vi :toria adquir ia na asta;ada da-
    actas da srienea e da litteratura ; e recommen-
    damos ao publico a lettura do Aietu datscravi-
    do.
    Approxima-se a elei^io para deputado provia-
    cial e ura eleitor da fregoezia dos Affoga tos apre-
    seota os oo:nes d>j cidadios que bera pjdem re
    S sentar o pr ro.ro circulo.
    r. Frauci.-co Txeira de Si.
    -Dr. Felippe de Ftgueiio Faria.
    Dr. Mancel Anhup de Holanda Cavalcante.
    Dr. Francisco L. de Gusmo Libo.
    Dr. Jos Bernardo G.. Alcoforado Jnior.
    Dr. Miguel Jo-e de A Pernambuco.
    Dr. Aatogio Domingos Piato.
    Dr. Jcaquim Corri de Arauj\
    Dr. Jos N'icoii Tolentino de Car ralbo.
    Ao
    la-Icpemlcuic collegio *elel-
    toral do i tlistrlco
    Na con'.e-tando raereciroento po?sarater minios
    ootros cilados pan represeaiar a provincia,
    apras-oos recoramendar ao Ilustrado di.-tricld, a
    que temos a honra de penencer, o oomes infra-
    inscriptos, qie jugamos muito no caso e promo
    ver os legtimos mtiress' da provincia :
    Baro de Muribeca.
    Dr. Frauci-co. Tai teira de S.
    Dr. Maooel Arthur de H (llanda Cavaleau.
    Dr. Frani.'o Leipoldiao de Gusmo Lobo.
    Dr. Felippe de Figaeirda Faria..
    Dr. Jos B.-nurJ 1 AlCaorado Jnior.
    Dr. Jos Niio'a Tatlaulioo de Ctrv.ii ha.
    Dr. Mguel lo- de Almeila Pernambuco.
    Dr. Antonio Domirgis Piato.
    Chapa provincial.
    Dr. Franc seo Lnopol dio de Gusmo Lobo.
    Dr. Felippe de Figueirda Faria.
    Dr. fraaci c > Teiseira de S.
    Dr. Antonio VVitruvio P. B. A. de Vasooncellos.
    Dr. Antonio O imingos Pinto.
    Dr. Jos Bernardo Gaivo Alenforado Juoior.
    Dr. Antonio Podru Ferreira Una.
    Dr. Nabar Garoeiro B. Cav.ljanie.
    Dr. Mbo'.I Birb sa le Araojo.
    Ao rauito digno oorpo < lei-
    tor I do 1. circulo
    Para deputacos :
    Advogado Nabar B;rerra raraeiro da Cuaba.
    Eagenheiro Dr. F.dippe de Figueira Faria.
    Propretario, Capito Antonio G^noalves Je Mo-
    rae?.
    .Negociante, Aatonio Valeotira da Silva Barroca.
    Padre Antonio de Albuquer^ue Mello.
    Artista, Jao dos Santos arro?.
    Medico, Dr. Etlevio Cava'.cante de Albuquerqae
    Professor Simplicio da Cruz Ribeir\
    Pbarmaceuco, Jo* Mafia Freir Gimiro.
    Nove eleilores artistas.
    SEGUfW) CONTRA FOGO
    Tdb Liverpool 4 Lonln 4 Glob
    Insarance Company.
    Aganies :
    Sarjnders Brothers & C.
    .11 Corpo Saalo11.
    PiU^A DO.REGIFB i) DE NOVfiMBR".
    DE 1871.
    AS- 3' i/1 H0IUS DA TARDI.
    GolacCes officiaes.
    Nio hja.?e cotaeJes.
    p. J. Pinto,
    Pelo presidente
    Beroardipo de Yasconcalb,
    Pelo secretario.
    A.LFANDEGA
    endimeato do da 1 a IB. .
    I4m do da 20.....
    727:101*829
    i)i:89.1ili
    781:994*9
    il>v!.jeii /olumos entrados
    Volames gaidos
    com
    eom
    com
    eom
    (azendas
    geaeros
    Tazeadas
    genero -
    112
    581
    96
    95
    693
    ------ 191
    Descarregara boje 21 de novembro.
    P.tacho norle-allemo Hara vanos genero?.
    Escuna austraca Selpa Bukanka farinha de
    tngo.
    iarca francesaGrane// -varios genero'.
    arigue portaguet-SouAmovarios gneros.
    Urigue nglexWoz varios gneros.
    Brigue inglezfoz// canos de barro.
    Despacho de exportaedo no da 18 de
    novembro.
    Para o portos do extorior.
    Ni galera franceza Petropolet, para o Canal,
    carreeacam : Rabe Schauetteau & C. 3J1 9acca-
    com :i3.3f>2 kilos de algodo.
    Na birca iogleza Sialwine Degner, para o
    .Canal, earregaram : Mills Latlian i ti 172 sacca.-
    cam l!..*i9o Kilos de algida.
    Na escuna norle-allemo liana, para LiVer
    pool, c rregaram : Ciaardo Fentoo, 157 9accas
    com 11,420 lelos de algalio.
    'Na barca ingleza mogene, para Llverpaol
    emptraram : Saouders Brothers A C. 223 sacca^
    com 17,931 kilos de r.lgodo.
    No vapor ingiez CrisolUe, para Liverpool,
    earregaram : Kilkr A.C. 318 saccas com 19,970
    kilos de algodo.
    No brigiie pjrlagnez Bella Figueirense, pira
    L'sboa, earregaram : E. R. Rsbulia A G. 400
    saccas com 130,000 kihs. de assucar bradeo ; Joo
    S.lv.ira Crrela 1 barrici com 3o kilos de farinba
    de manlioca.
    No brigue pirtnguez Triamphi,. para o Por-
    to, earregaram : H-nri]ue Bernardo de Oliveira
    100 saceos com 7,500 kilos de assucar raascava-
    dos Soares Primos 600 saceos cora 43,030 ktos
    de dito.
    No brigue portugoez Encantai<)r, para o Rio
    da Prata, carregou : Joaiuim.Jcs jjnalves Bel-
    tro Jo pipas com 6,240 litros de cacaca c 650
    barricas cam 7l,9s9 kiies da assucar ma>cavado.
    Para 03 portos do interior.
    Na barcaca Duas lrmast para Alagoas.
    carregou : Jj.- Tulles de Mello 1 caixa cora 8
    litros de cerveja.
    Ao dblinclo corpo eleitoral do
    3 dis tricto.
    Approximando-se o da em que teem de ser afei-
    to* os membr n da assembla provincial para a
    legislatura de 187 a 1873, apresenlo-me candida-
    to i essa eleica >. A maneira porque cumpri o no-
    tare mandato que me fu cufiada no biennio nado
    o-ltalo nica que me aina a solicitar novamen-
    le essa honra, que espero merecer do distincto
    corpo eleitural djj,mca>> ti.uioi., a.quo>-hypy-
    tneco coU"CT4yameu!e a minha eterna gratidao.
    Rscife, lo de noveitibro do 1871.
    Jaqaim Francisco Paes Barrillo.
    Ao digno corpo eleito-
    ral do Io circulo.
    A?proximando-se o J'a em q-ae devem ser e!eitos
    03 diputados a assembli provincial, convm que
    o eleitorado desta provincia proceda com o maior
    escrapulo na escolhados jeas rei>resentantec, e o
    1' circulo 00 le eD e grande numero de candida-
    tos deve, p.T isto, ct-rrar a sua vulacao naquelles
    que mai..garantas offerecam, pelos servirlos ao
    partido e pe!a d .!; -aeij aos intetesses da provin-
    cia; nio JeveaJo ser esqoaeidoi tambemaquelles
    Tie, era conmisses de conflan^a, se achrem re-
    tirados u'entre uch. E as.-im certos de que ser
    esta a opJBo da raaioria- eleitoral do Io circulo,
    apresentam sosseguintes candidatos:
    Senador Francisco do Reg Barros Barretto.-
    Baro de Muribeca.
    Dr. Maooel do Reg Barras Sauza Leao.
    Dr. Manrel Arthur de H llanda Cavaicante.
    Dr. Felippe de Figueirda Farias.
    Dr. Francisco Teixeira de S.
    Dr. Antonio D iiniog es Pinto.
    Dr. Jos B-roardo. Ga'.vo Alcoforado Juaior.
    Dr. Jjj NicoluT-yleaiino de Carvalho.
    Algu.ns Eleitoues.
    RECEBEDORIA
    GERAE3
    DE RENDAS INTERNAS
    DE PERNAMUj'CO.
    tendimento do dial a 13.
    dem do dia 20. .
    29:182*0^7
    6.0i7fiei
    35;2295'l
    CONSULADO PROVINCIAL.
    endiraento dodia 1 a 18.. 44.016*838
    dem do dia 20..... 6.3343703
    30:37U5O
    Ao elciorcs do 9o Isrlct?.
    Recife, 18 de novembro de 1871.
    liim. Sr.Apreseiilaado-ma candidato por esse
    dlstriolo pr xima eleigo de ra-mhros assem-
    bia Itgislativa provincial e nao sendo meu nome
    inteiramente descoaheeido,v"devo com fraoqui-za
    declarar a V. S. que, verladeiro conservador,
    nunca deixei de alliar meus servio as polticos coro
    o cumpntnento esoropuloso e severo o deveres
    impos'os pelos cargos q e teoho oceupado no es-
    tadio de miaba vida publica.
    NO desemperna do huaroso raanJanto que me
    ccnfjrisse o 4o distrii-to eleitoral para a legislatura
    fiada, d z-me a ciascieocia haver prestado o meu
    fraco concurso para satrsfazer a"toao os reclamos
    das Becess dades publicas que sempre live em

    Nestas circumstanci-as espero que V. S. me hon
    rara com o sru roto o de seus amigos, que solfei-
    10, assegnranlo-lbes ea desde j o mea enais s.n
    cara recondecimeuto.
    San co:a t:tma e eoosiJeraco
    De V. 3.
    P. altcOriMo veoerador e criado obrigado
    Joao Vtetra de Araujo.

    COMMERCIO.
    THE ALLIANCE BMTISH & FOREIGN.
    Life and Fire Assur.ance Company eslabelecidi
    m I84. Capital' c 5,000,000
    Os agentas desta compaabia tomam seguro
    contra fogo subre predios, generps e fazendas t
    pagam jj pre]uizos.ddvidimente provados.
    JP.abe Schmettaa 4 C
    Corpo SaDto n. 157
    tIUM A
    Compnnhia de seguios contra"
    v k AGENTES
    S. P.MfflSTON dU-C;
    Ra da Keazala-aoTa o. 49.
    MOVIMIENTO DO PORTO.
    ___Navios -entrases no 01 30.
    Tsr 6 das, hiate brasileiro Graciosa de 69
    toneladas, capitaa Vicente Ferreira da Cos?,
    eiuipage-n 8, caj-ga algolaa a ou.ros gneros ;
    : a ,.r h I jineu Llurenca.
    Gracia a porios iutermelos 8 dias, vajo." na-
    cional ipiijac, de 3a0 Dulalas, capifo eom-
    iiaula.it-1 Miura, equijagea 30, carga algo
    do e outros gensros : cjmpanliia' Pernam
    bucana.
    Observacl).
    Su^peodeu do lamaral para M-.ranha, a galera
    p irtusueza Nova imitis, capitn Frauchco Al-
    ves Vi.noa, carga varios-genero-.
    CITAE
    0 Dr. Francisco de Carvalho Soares Brando, juiz
    de r h os e ausentes da cidade do Recifo e
    seu termo, por S. M. o Ifrperador, que Deus
    gu.rde, etc.
    Pelo presente f ico saber que no dia 30 Jo cor-
    reute, depois da audi-ncia deste juizo ir a pra ;a
    por venda o bea s?guii:e, serviudo de bas a
    avaliiijo abaixo declarada :
    U n> casa terrea o, W, ?ita na ra do Caj, ou
    travessa do Galaboac\ fregueii de Santo Anto-
    nio, com urna porta e urna janella de frente, -22
    palmo* de vo a 50 le fuada, 2 sallas, 3 quaitos,
    coz-nba fra, qain'al murada e cacimba indepen-
    dente, em slo foreira avahada por 1:200000,
    enja casa vai a praca por eiajcocao jae. raove a
    jaula almioistrativa da Santa Casa de Misericor
    da do Recifo, contra a heranca jaetnte de D. The
    reza Paas C.rtez.
    F para que chegua ao conhecimento de todos
    raamlsi passar o presente, que ser afflxao no
    lugar do-costame e publicado pela imprensa.
    Dado e passado nesta cidade de Recife de
    Pernambuco, aos 18 Je njv'mbro de 1871.
    Estava sellado com urna estampilha de 403 rs
    devidamenta inatilisada.
    Fiz escrever, sab^crever e aigao.
    O escrivo ioterioo Theophilo Al ves da Silva.
    Francisco de Carvalho Srxes Bfandao.
    Ao sello 300 rs. V. S. S. excausa. Soares
    Brandao.
    Recife, J8 da novembro de 187a Biolino
    Charas.
    B sendo as-igoado o termo de urna anuencia
    para o reo supplieado satisfazer o da*pacho snpra.
    e-como nio o tive3sa Jeito, fora o oiesmo ..uppli-
    cado laceado, cajo lancameuto M julgado pela
    sentenca seguate:
    Julgo por enteoQa o laocamento a folhas, para
    que em direito produza os da'idos elTsitos, pagas
    a- castas pelo laucad >. .
    Recife, 2i4e outubro de I871.Paulioo. Rodri-
    gues Fcruandes Chave.
    Em comprimenlo do mea-despacho e do que foi
    rejuarido pala supplicanle, o escrivo fez passar o
    preonte, para qujchegando ao c nhecimento de
    toljj nipgaara faca, negocio com o tenente-coro-
    oel Maooel Joaquina do Reg e Albaquerque-, ei)
    curaprimento de ara alvirr ^o^ esta juizo eooce
    dido para vender bao at i qaantia da 0.00*,
    visto j ter o. eapplieado vendido ben muito a-
    periorea ^qaantia concedida pelo alvar.
    E para que chage ao conljeaimento de todo?
    mandei passar o presente eliial que aera afBude
    nos lagares do costume a publicada pelos jomaes.
    Dado a cavado nena cLdade, do Recife dePer
    nambueq aos 13 da novambro de. 1871.
    Suhscrevo e asslgno.O escrivo interino, An-
    tonio Melburges Saraita G'ilcfto.
    fl0flsul*fi>*d Portpgal.
    tartf^ez Aala* LaftDiaa n aareaoatarem aei-
    eMimado, a prasa' e oito 4ias, as soas eon-
    ta*para serena tarMaadaa a pagas.
    de Orphao3
    Parane o jaizo darphfcs do tarno desta ca-
    PUaij-fsciif^Gamales vai a-pr^a arrenda-
    iSni* /P? ,empo de ''''*,l"ws e sobre a base
    ae liOOO, do-si lio Tacarnna, o que dtve lar lu-
    gar mediante tres pracas consecutivas, sendo a
    prineira na anuencia da dia 23 do crrante.
    - Pela xecrebria da Ta-oara municipal, se faz
    put.ieo para iwnhtcmaato dos interessados, que
    nao lando sido t-|Teeiu*da a arremaiacaodo servi-
    g.*ft l4(Bowa da *<*>'- de Santo Aatonio.
    ?? n?.1"iao,i* de^JWOO como tai aonan
    IV 00,ro *a<> convidados a eompar OQHjia 2J o crrante musido da n*Bca.
    vSacreana<|a cmara manicipal do Recife, 24)
    de novembro de 1871.
    Lourenca Bezerra Carneiro da Caoba.
    Saereurio.
    O Dr. Paulino Rodrigues Fernaudea Cjusef juiz
    municipal daT" vaTj"ITesta cidade do Renfe,
    capital da provincia de Pernambuco por S. M.
    Imperial a coostitucijml o Sr. D. Pedro II,
    q tara Daut gnr-'e etc.
    Fago saber aoa iua o presente,edital vireme
    o'elle noticia tiverem, qba O. Aoa Joaquina do
    Reg a Albuquerque me dirigi a petioo do theot
    seguiote:
    Un. Sr. I)', juii manicipal da 1 vara.Diz D.
    Aona Joaquina do R go e Albuquerqae, qae ha
    vendo seu mando o lente-coronel Maooel Joa-
    jaim do Reg e Albuquerque obtido deste juizo
    Escrivo Saraiva obs o suli-repticiamenle, urna aa
    tonsacio concelendo Ihe alvar para vender, bens
    at a quaati.i de 20:0o*1 i. e aforar terrenos per-
    leneeates ao casal da suppcanU sem ser ella ou-
    vija, coma prova con o documento junto, sendo
    as*im prejadicada a supplijant", a aeonlaBendu
    que nao : o rae.mo seu marida tenba vendido
    hras na importancia superior a 40:000i, o duplo
    d'aquella aatorisata\ enmo que procura ainda
    rea izar oulraa vaanJas prt-judicaulo-'- assim 10la
    mais a snpplicaote.
    Nestes termos a supplicanle-sequsr a V. S.. que
    se ligne.Biaaar Jnirear ao mesme sea marido
    para trae nao maji.^-p oh) de bens-slgons, qaerf
    por venda oo como afuram oto, reeelhendo ao
    a/tofio o referido -.Ivir en continente, qie este
    lile seja intimado e para que dentro de 24 horas
    declare ne.-te juizo quaes es bens que tenj vendido
    a aforado era virtude Ja rienda autorisacao, por
    Jueprecos e em- que ton applcado o producto
    os raesmes baa, exhibindo logo documentos
    comprobawrios das declarada aue oeste sea-
    tido fizar e caso o niesm > sapplicadp-deixe (te
    fazer as deelaracoes exigidas, se digne V. $.
    mandar passar adaes para sarem publicados;^
    pelos qaaes se d ciencia a ludos de. que elle- nao
    pode veader mais bens de wi c^sal em virtuie-
    da alladida autorisac : pelo que pede a V. I.'
    deerimantaE. R, M. j
    j Recif-vlJie -Aqaino Fot^-
    I f^H Manoet Joaqara do Reg e Albaiaarqu,
    ^f^B que na primeira ; u ieocia des'.e Juizo, a este
    despacho, ompareca ain 1? Jar certas explica-
    O Dr. Sjjbasli5o do Reg) Barros da Lie-r-
    da, jiu de direito especial do coramw-J
    ci desta cidade d) Ripife d3 Per-
    nambuco por S. M. a quero Deus guar-
    . de efe.
    Fa?o saber pelo presente que os admioistraj'o-
    res da masa fallida de Marqaes Barros & C. por
    seus, procuradores ae- darigirara a petieio de theor
    seguale :
    lllra Sr.,Dr. juiz epecial do commercio. D
    zem es admiajsiradores da massa fallida de Mar-
    ques Barros & G., que leudo da pres;rever no dia
    29 lo corrate a letra por alies caceada a aceta
    por Joajuim C, Beierra, na imparlancia de' am
    coato' e qaioheutos mil rij, rejuerem a V. S.
    que mande ctalo por edito' par odito 11 n como
    permita a le.Pade V.-S. deferimenta.E, H.
    II.-
    Estava sellada eom o sello de estampilha na
    importancia de 230 -rs. inuli-ada.
    Recife, 6 de novembD d i871.-rQ pr#oaralor,
    Baraardrao de Seona Dias.
    E nesta paticao dei o despacho seguiote :
    Cama re luer. Recife, 6 Ja ajvauabro de 1871.
    Barros da Lictrdi.
    E nada mais su coonlia -em dito meu despacho
    por for^ do qual o oa'ador (ez a destribuic"
    ao e.-ciivo deate Freir Pereira dt Silva, depjis do jue produzia
    lo os supplicants sua testemuahis qae dopoze-
    rara coavsaieatemeote acareaj-da auzeocia dp
    supplicad) o respectivo..seri*aa fazeodo seilar
    preparar os autos me os fez conclusos a selles
    dai a seoteoea do thaar se^ujate :
    H -i por jjsloada a auzeneia ida sQpplieaia,
    lavraJa o respectivo protesto se Ihe intime p>r
    elit tes com 30 dias de praso publcalos e alRxa
    dos.-Gustas ex causa.
    Rsee, 15 de novembro da 871. Barro de
    Lacerda.
    E na la mais sa continha em dita sentenca, em
    virtoJe da u.e.smi (ora feito o termo de protesi-
    Ja thuar seguiote: t
    T-rmo de protesto. Aos 17 de novambro dte
    1871, nesta cidade do Recife, em mea cartorio
    compartcjram os supalicaotea por seu, procura-
    lor Bernardina de Seoa Das, e por este foi dito
    que reduzia a lermo o coattlo de sua pelicao
    inicial que ofTarecia coma paria de.-le em que de
    poii da lido ajigfloa as testemunhas rnfra : en
    Ernesto Machado Freir Pereira da Silva, ecrivo
    escrevi, Baruaidino de Ssnaa Das, Francisco Xa
    vier de Souza Ramos, e Aotaia Soares da Mata.
    E nada mais se coninha em dito terrao de pro-
    testo em virtude do qual escrivo que esta subs-
    creveu f-z passar o presente ed.tal com o praso
    le 30 dias, palo qual a sea ibeor, chamo, cita e
    hei por citada ao suppliealo aazente cima decla-
    rado para todo conimlo na peiigo e termo de
    protesto a ;ima transcripto. Pelo que tyda e qual
    l'iar pessoa, prente, amigo ou eoohecidos do re-
    ferido supplieado menle Ibe padera fazer sciente
    da talo o expeaiiJo.
    E para que etiegue ao cpnhecimento de todos
    manlei passar o presente que ser publicado pTla
    Imprensa .e fflxado' nos lugares do costume.
    Dado e passado nesta ci la le do Recife de- Per
    nambuco aos 18 dias da raez de novembro de
    1871.
    Ku, Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,f
    esciivo sub-c.-evi.
    S bastio do Reg Barros- de Laeerda.
    Ao sello 300 reis V. S. S. ex causa.Barro?
    de Lacerda.
    GYMJfASIO DRAMTICO
    Grande noviade
    Qainta-feira- 23 de novembro
    Prraifira represeniacao da muito graciosa co-
    med em 4 actos, ornada de msica e danca,' a
    qual foi exhib la ao Rio de Janeiro, mais de du-
    zentas wtei, intitulada :
    I Kt 10(1
    Parodia da opera bolla
    ORPHEO NOS -MFENOS
    Actores.
    De-Giavanoi.
    Penante.
    Je ordem do Exm. Sr. director fago publico
    que oo dia 25 do corren'.e as 9 horas da.mantiaa
    comecaipel prova escripia os exames, de lin-
    guas, devendo servir os meemos pontos do anno
    jiassado, que vo abaixo publicad >s.
    Se:relaria da Facoldade de Direito do Recife,
    iO la otvenabro ds 1871. <
    O secretario,
    Jos Hraorio Bezerra de Meuezes.
    Latim. /
    Prova escripta.Verso para latino d^-s Tre:hos
    Glassicos. E-licio de Niolo A. Alves, 1870.
    Prova oral.Lelura, iradaeco e analyse lgi-
    ca e graromalical, e me 1 cao de verbes latios.
    Livrss: H aracio, Odes Virgilio, Eneida.. Cicaro,
    Oratas. Tito Livo, Res memorabilos.
    Poriugu-z
    Prova escripia.Ccraposico sobre themas fur-
    rulados pela mesa de exame.
    Prova oral.Leitura, ana'yse lgica, etymolo-
    gica e grammatieal dos Trechos Classicos, Eli-
    gi de Niolo A, Alves, 1870.
    Fract.z-
    Prova escripta.Verso para francez dos Tre-
    chos Classicos i.wEdico de Ni:olo A. Alves,
    1870.
    Prova oral.Leilura, traiv-cio e analy-e I gica
    e gramma'.ical. Livros : Chateaubriand-, Mariyres
    e Genio do Chrisliaaismo RegnierTheatro Clas-
    sico.
    Inglez.
    Prove escripia.Verso para ingle dos t Tre-
    chos Classico.-. Elico de iioiao A, Alves,
    Prova oral.Leitura, iraduco e analyse lgica
    e gramma.ical. Livros : Resumo da His oria da
    laglaerr? por Joao Lingard. Macaulay Easalos
    crticos e histricos.
    DECLARACOES.
    Coasu'ado de Franc i em
    Pernambuco
    Previoe-se aos credores da successo do Sr. Aa-
    glade (Aehillt) relojoeiro da roa do Imperador,
    j|U8 seus titulo* devero ser apresemados no con-
    sulado de Franca a o de dezembro prximo
    viodouro, e passaudo deste praso neohama recla-
    mac.ao ser attend'da. Recife 16 de novembro de
    1871.
    SANTA GASA DA MISERICORDIA DO
    RECIFE.
    A junta administrativa da santa casa precisa
    contratar com qaalquer salicitador a prestacao dos
    seas servigos ao foro da cidade de Olinda.
    Secretaria da sauta casa de misericordia do Ra
    cife 17 de novembro de 1871.
    O escrivo,
    * Pedro Rodrigues de Souza
    (aspecto de saude publ'ca em 18 de ao*
    vembro de 1871.
    Para conhecimento dos interessados.faeo publi-
    co o aviso de 30 de outubro que me foi iransmil-
    lid: por copia pelo Exm. Sr, presidente da pro- ser embarcada oo da de
    vincia em 11 do corrate mez.
    Copia. 3o setso, ministerio dos negocios do
    imperio, Rio de Janeiro em 30 de alebr -de
    1871.Illm. Exm Sr. TjBido sido deferido,oLactos deneqneno valor, e que nao exeedam
    rejuerira.eQliLe.tn que Jos Alves Tenorio. qneTeT
    diz habilitado pela escola bomeopathica dessa pro-
    vincia pedio que Iha fosse permitiido passar altea-
    lados aquelles qae forem por elle tratados m'
    sais molestias, sendo os mesmos atlestados aceitosi
    as repartic5asM|MflAro o comrauuico
    V. Exc. para sylqRtftifie, e per a?ta oeca-
    s o chamo a ttrocl*) fmtbuso que eommet-
    lem os que exareem raadacina sem tofam titulas
    legaes, nao podando ser eoosktoraaoa acmo tas
    os passados palae escolas bomaopaitjtoasi, aoafar
    me j foi daeedtda pela portarla o. 17 de Ji de
    fovereiro de tia*4.
    Deot guarde a V. Exc. Joao Alfredo Correia de
    Oliveira Sr. presdante da provincia de Pernambu-
    co.Compra sePalacio da presidencia de Pe-
    nambuco 10 de novembro de 1*71.Confora*
    Adolpho Lemenha Lins.
    O inspector da saoda pabliea
    Dr. Pedro de Athayde Lobo lose
    Personagens
    Tiiajt u, veodeJor de- mel de
    abelbas.
    Maaoel Joao, escrivo do juiz
    paz. ( Na opera Ans-
    ie. )
    Macrobio de S ,uza, jnz de paz
    da fraauezia. (,\a opera Jir
    ferino Rabeca. barbeiro da
    freguezia. (Xiapera Orplieo) PL-regrao.
    loao, idiota, quo foi imperador
    do Divino Espirito Suto, em
    cranca,- feitor de Manoel
    t Lio. ^.\a opera Jnon Slyx.) Thomaz.
    Constantino, eompdre de Mi-
    crobio. (Na opera Mercurio.) Floriado.
    m inglez, ex-empregado da es-
    .ira la de ferro. 7 Na opera
    ra Baccho)
    Jos Nano, pescador d'agua do-
    te. (Na opera Nrpluno. )
    Aiilanio Marques, capitao Effor-
    mado. (Na opera Marte.)
    Joaqnlm Pregniga, ( Na opera
    Morphei)
    Antonio Paqui.-ta. (Na opera
    Hercules.)
    m pelesire. (Na opera Opiniao
    publica)
    Qoinqaim das Macas. ( Na ope-
    ra Cupido.)
    Brgida, irulber de^afarino (Na
    opera Eurydice)
    Anna.'com a maoia de apanhar
    gambas, (Xa opera Diana.)
    Engracia de &auza, mulher de
    Macrobio, (Xa opera Juno.
    Daolioda, irma de Macrobio.
    (Xa op ra F M{i e moca! amigos da casa, moleques, ne-
    gras ? cr^ancas. ( Na opera Deuses e Densas,)
    Deam'matfo dos actos
    1. acto.
    ,-t rapta de fl-igida. (Xa pera .VwU dt Ku-
    'W'Wr-)
    2 acto,
    casa do juiz de paz. ( Na epera
    M u anl ao
    Sefne em poneos draa para o parlo cima e pa
    Ihabote Joven Ailhur, para o reato da carga que
    Iba falla trata se cora Amonio Luis de Oliveira
    Acevedo A d, raa do Bom Josus n. 57, priraei-
    ro ,andtr
    PAR 0 PORTO
    Com muito ponca demora nesta porto, seguir
    viagem com destiao aqulle, o brigue porluguei
    Yiumpho. Recebe carga e passageiros : tratar
    com Soares Primo, ra do Vigarlo n. 17.
    Rio de Janeiro
    A barca portoguza Motta Ribeiro, capito J,ic
    Baptiata de Lima, vai sabir oc di S5 do frrente
    por ter j qua-i iodo o sea carre^amanto engaja
    do recebe aiqla aigama,- carga miada : traa-se
    com E. R. Rabello & C, ra do Commercio oume-
    ro48.__________________________
    Para o fi
    Val seguir com brcrtlade a esenoa porlugntza
    .IflMia, capillo Pedro Augusto da Fooceca, ainda
    tara nma pequea praca para carga : trata se
    com E. R. Rabello A C, ra do Commercio nu
    mero 48.
    Para Lisboa
    Barca Alexandre lerculano, capito Avellar.
    Brigue Bella Figueirense, capita Carvalho Sobri
    nbo. Brigue Ctele, capit) Costa. Briguo Sobe-
    rano, capito Bug er deulro em doucis d'a>, por tor miis de 4|3 de
    carga, receoem ainda alguma a pas-ageiros : tra
    use com E. R Rabello A C, ra do Commercio
    o.48.
    Para Lisboa
    Abarca portugueza Snpnira segoe em" poneos
    dias, por Ibe faltar aoenas carga, para aborrotar.
    Taata-ae na ra do Vigaiio b. 19, com os consig-
    natarios T. de Aquina Fonccca A C, successores,
    ou com o capilo Cunha.
    Rio de Janeiro
    Esi era'-se a todo o momnto o brigue nacional
    Isabel, o qual seguir com brevidade para o porto
    cima, tem parte da carga j eogajada : p:ra o
    resto qae Ihe filtairata-se com os oonsigoatarios
    Antonie Lulz de Oliveira Azevedo A C, ra de
    Bom J sus n. 57, 1* andar.
    Silva.
    Emiliano.
    Pbiladelpbo.
    Ayrosa.
    Paiva.
    Braga.
    Lyra.
    D. Jesuina.
    D. Henriqu-.la
    D. Olympia.
    D. Joaquina.
    ojeoeo,
    Audiencia em
    -O Olympo.-)
    3. acto.
    m imperador da Divino Espirito Santo. {Can-
    rao Bachica) O juiz de paz tran-formado em gal-
    io. ( Na opera Un re da Beoccia.)
    4. acto.
    Naite de S. Joao em casa de Manoel J.ao. ( Na
    opera Os Infernos.)
    A aeco passa-se na roca, na provincia do Rio
    Je Janeiro em 18.. -
    A msica, foi ensatada e intramentala a capri
    cho pelo maestro Colas; devendo-se, ao sea re-
    ;o; hecido laleut-a e grandioss e>for50s, jul.il -
    pela forrji de vontade dos artistas, a boa execu-
    co do importante Ir.balho vocal, que a compa-
    nhia dramtica tem de exhibir.
    No 4. acto toda a companhia cantara e ..".sa-
    ri o original e arrebatador fado brasil.vo, i-ao
    minado:
    0 C1TEBEIE
    Ao respeitavel public-.
    Altendendo, extraordinaria dilcaidad coa
    qoe se latoa, para preparar se O Orplieo na Roca,
    qae sobe sceaa, d^pois de ura mez de as?iduo>
    ensaio?; e bem a sim pelos consideraveis melho"
    ramentos feitos oo theatro, o que lera acarretado
    enormes dispendios ; a direceo resolveu fazer
    nra pequeo aogmenlo nos pncos dos b Ihetes
    uoicamente as represectncSs da referida peca,
    o qae em na la prejudica aos amadles da arle
    dramtica, porm que rncorre bastante para fa-
    cilitar os meios de desembaraca-la dosmerosos
    eompromissos que wntrahio para proporcionar
    especia :u'03 condignos do apurado goste do iilus-
    irado poyo peroaml.'u'ano, de quena e-para c.o-
    tinoar a merecr a mce-saria codjuvacir.
    Os bilbetes acham-se desde j no ibeatro, pelos
    precos segrate*:
    Camarote de l* ordem com o .entradas lOfOOO
    Dito de 2* de n. 1 a 7 e de vt a 20,
    com 5 entradas 12*C00
    Dilo.de dita de n. 8 a 13 cora 5 ditas 13000
    Cadeira numerada 3*000
    Platea 1*300
    N. B.Roga se ao3 Srs. que encommendaram
    bilbetes, a bondade de; man la-Ios buscar com to-
    da a antecedencia.
    Principiar s 8 1/4.
    AVISOS MARTIMOS
    COUIMXHIA
    DE
    Navegapo Brasileira
    Al o dia 2 de n vembro, espe
    rado dos. -portos do su I o va-
    por Cruzeiro do Su!, commandantt
    Cardozo, o qual depois da derao
    ra do costume seguir para o-
    portos do norte.
    Desde j recebara -se passageiros e enga]a-se i
    arga qae o vapor poder conduzir, a qual deven
    er embarcada oo da de sua chegada, encora-
    nendas a dinheiro a frte at ao mi o dia de sua
    sahida.
    Nr>se raaeebem carao eacoramendas seno b-
    itos de pequeo valor, e que nao exeedam a ?
    arrobas de paso ou oito palmos cbicos de med-
    po. Tudo que pa*sar destaa limites devet* sei
    eBabaroai como caua,
    ' Trevine-se aos sfeaurea passageiros que sua>
    passagens so a recebera na agencia, ra do Com
    mercio n 8 __________________________-
    " Ilha de 6. Mignel
    E' esperad al o da 25 do crrante a na le
    portafuei Rivoli, lera quasi campisto o seu car-
    rega Denlo, e eom ponc demora seguir para o
    porto acarra : para o resto da carga e passagel-
    fo% trata-se aa ra do Apollo n. 4.
    Lisboa e Parto
    Pan os porios cima deve seguir muilo breve
    a talara portugueza Lisboa, recebe carga a pa--
    sagwros: a iraur com Soares Primos r
    Vigario o. 17.
    ARACATY
    Pretende seguir com poneos dias de demora
    para o indicaao porto o novo e linio bia'e nacio-
    nal Olinda, de primeira viagem e de txcelleote
    aoostrncco, por ler grande parte da carga enga-
    jada, e para o re to que Ihe falta trala-se cora o
    consignatario Joaquim oii Gonfalves Beltrao
    roa do Cmmprcio n. 5.
    Para o Porto
    Vai jahir em poucos
    para o resto da curga
    o. 20.
    dias o brigue Relmpago
    trata-se oaftia do Ap.llr
    LEILOES.
    Movis eiouc
    Sendo I mobilia de faia com 12 cadeiras de guar-
    nirn, 2 ditas de braco, 1 sof, 2 consollos com
    pedra marmore, 2 ditos de mogno tambem iom
    ,pedra, 1 secretaria de amarello, 1 mesa para
    escriptorio,' 1 relogio da cima de mesa, 2 ser-
    pentinas para gaz, 1 eattdieiro de dito, i mesa
    "l*-'ir-'*fi*ft-7 Ifltw'i t i'.ian-WU> rita Jacaranda
    -cora pedr, 4 et>f>rk)res, 1 quaitinliei a de
    amareifn, Ix-aoiJe de dito. 5 cadeiras de Jaca-
    randa, 4 ditas de pao d'Oleo, 1 lavatorio de
    amarello, 1 berco pira menino, 1 marque?a de
    amarelloy 1 lavatorio com espelho, 1 sof gran-
    de de Jacaranda, 1 dito pequeoo, vioho l r-
    deaux e do Porto, mesa de cosinha, 2 cadeiras
    de balaoc, camas Je vento, I0u5a.de porcelana,
    calkes, garrafas, copos, salvas de metal, cafetei-
    ra, bandejas e outros inuitos objectos do uso de
    urna familia que se relirou desta proviocia
    lije.
    O agente M.rtins fai Uilao, auti risada por
    urna familia que se relirou para fra da provincia,
    de ttdos osmdovcs, louca e viohos exislenles no
    Io andar dd^soorado
    N. 67 da ra Augusta, toja Coronel Saassnna, s
    10 horas do dia cima.
    LHLU
    DE
    "Movis, loiic'a crystaes
    A SABER :
    m excelleute piano novo e 1 te, 1 mi bilis de
    Jacaranda com 1 sof.,"l jardioeira, 5 coasollos.
    2 cadeiras de bracos, i lita a de balance e 12
    e gaarnigao, jarros para fiara?, 2 e3carralei-
    ras e tpeles.
    Urna mesa elstica, 1 guarda lou?a, 2 apparaderes,
    12 cadeiras, ap are-ho -para janlar, 1 dito para
    ci, 2 jarros, (juartiuhas, opos, clice?, garra-
    fas, 1 lavatorio cora pedra e espelho, camas,
    marqaezas, 1 commoda e muitos outros objec-
    tos em mai bem estado
    HOJE
    NA RA DO HOSPICIO CASA N. 40.
    -O agente Pinto, levar a leilo por eonta a or-
    dem de urna familia qae se retira desta provincia,
    os movis e mais < bje-los cima mencionados, que
    ero tr.-n-porial js para a casa da raa do Hospi-
    cio n. 46, aonde se > if.-riuai o leilo no dia ci-
    ma dito, o qual lera principio s 10 horas.
    LEILO
    Je um fjqueiro contend facas, garios e colheres
    Je prata
    KM 2 .
    Por inlervenco do agente Pinto,
    do Hospicio o. 46.
    na c:sa da ra
    LEILO
    HE MOVIS
    LU'CAS E CKYSTAE3
    ( Tudo perfeito e em bom estado. )
    Hoje
    51 do corrate as 10 boras era tonto
    ( seo Jo qae ao -mel dia estar fin Ja o leilo)
    0 Exm. Sr. general Luiz Jos Pereira de Carva-
    lho leadode rerar-sa con sua familia para o Rio
    Grande-do Sul, far leilai por lalervencaa do
    agente Pinto dos movis e mais obje los da casa
    de soatesideacia.
    Para maior coramuni lade das concorrentes, o
    leilo ter lugar a10 horas de boj 3 na ra do
    Haspicio o. 4o, casa em que resida o major Jo
    Luz Parear.
    Q iar tofeira
    Mdo eorrent, as 11 boras da mapha, na agen-
    cia da ra do Bom lesos*,"23 (ouir'ora da Cruz),
    tudo sari vendido ao correr do marlello.
    M)biliaa'derjaoar*ndrseln da amarello, eadei
    ras de guarnida de dito, cadeiras para menina
    de eseola, wiairai para sonploia. ura rico
    goprda-louca. spalhas /iooe para sala, loa$a e
    vidres, e-rouilos ontros artigas. Na mesma oeca
    so se vender nma graade poreio d joia, con
    sejam, naeis de our esmltalos eom pewt e
    em ella, ilBtwtea pM^gravato botw pi pei.to
    Je camisa, elogios de onro -pala, wolUs
    de onro com caaaolets.
    - Callos _da Silva Arapjo far o leila-i aetma no
    lia a hora mareado*. ''
    *k*i
    Em coniinu>c3o
    de miodexaa, peiomanias a ferr; gens.
    HOJE
    Mello Lobo A C. continuaro por oler.vencao
    do agcnle Pestaa, de miulera-, parfuroarias,
    ferragens, meias, lavas, e rauitos outros artigo
    era aeu armazem hoje as 11 horas: da maah"?.
    Ra da Crui n 6!.
    Leilo
    DE
    Cano para v?por.
    A' porta da /ssomcao Cimmereiil, & 1 Iwrt 3
    tarde do di 22 d correte mez o ag'ata Pwta-
    na, vemlor-por eonta de quem pertcnoer, JOOi I
    neladss de carvio, entregar 00 pono- da eioado
    00 Natal proviocia do Rio Grande do Norte. O car-
    vo esi desen.barrado e depositado i margem do
    porto jcoto ao trapix\ e ser veodido 110 dia ci-
    ma quarla-feira 22 lo &Trente, I hora da tard
    aa porta da Associaco Cammercial.
    I,9:JfiAO
    : DE
    Portas alaaoiadadas e cabos de lioho.
    N& dia 23 do coirente mez. i hora da lardw
    00 trapixe Dantas, o ageat* Pestaa, veodara por
    sonta de quam pertencer, 80 portas de piubo- al-
    mifadadas e cerca de 121 arroba da cabo de li-
    nho usado, e serio vendidos ao da e hora cima
    ditos, no ira^ixe Dantas, ca9s da Companhia Per-
    aamburao.
    MOVIS
    E
    VIDROS
    Sendo duas mobilias completas de -Jacaranda,
    urna dita de amarello. urna mesa elstica dj ama-
    rello, um rico par de apandares do amarello,
    um guarda louca. um raarqueza do amarello,
    urna raeia mob fia de amart-llo, um 'piano, um
    marquezao estreit >, don< pares de cadeiras do ba-
    taneo, uma machina de costura,, um rtiiogio
    despertador, am par le jarros de porcelana, 3 pa-
    res de lamerua*, candieins de gaz, copos, gar-
    raf s, louca para alraoci. di'.a de janlar e cnuitos
    1 utros objectos que sero vendaos pelo maior
    prrea.
    QUI.NTA-FEIRA 23 DOCORflENTE
    O agente Mariins far leilo dos movis de
    cima por eonta de uma familia q^a se reliriiu des-
    ta provincia, os ques sero vendido pela itan r
    prego no arraaze n da raa do Imperador o.' 4*
    AS II HORAS DO DIA.
    Predios e terrenos
    Na agmcia da roa do Rom Jess n. 23 (oa-
    tr'ora da Crui)
    QUINTA FE1RA 23 DO CORRBNTE.
    as II tu ms da macb.
    Ura sobrado de um andar com sala preprio, sito
    a na de Lombas Va!entiu?.s n. 53 (oulr'ora Aguas
    Ve> des)
    Um grande sitio na estrada dos A Helos n. 2'X
    solo proprin, com 20 palmos le freute, lodo mu-
    rado, e. 1300 de fando*ia nbem murado, granJ a
    casa demorad i a cam 80 palmos de frente, bo;
    agua e muitos arvoredos fructferos.
    Uma casinha de porta e janella na mesma es-
    trada n. 22, sol proprio. coin 88 palmos da frente
    (comprehendenlo a cas;.) e 1300 de fundo murado
    a freute a fundo.*.-------.. ,
    Sirte de trras contiguas ao sitio e a rasiolia
    com 100, .0, 113 palmos de freute e 1300 d loa-
    dos (morado frenle e fondos).
    Um terreno na rna da Hora estrada de Jjo de
    Barros cera 100 palmos de frente e 440 de fuodo*.
    Os Srs. pretedeutes podem procurar as chave*
    ou qaalquer informngio na dita ageocia com
    Cirios da Silva Ara j 1 ene "regado de leilo.
    LE1LA0
    DE
    movis, lourjo1, e vidros, cons-
    tando de
    I piano, 1 baa mobilia de Jacaranda, 1 ben'o de
    jacaraud, l cama franeeza, I di a para menino
    1 marquezao, 1 mesa elstica, I gaarda comida
    de rame, aparadores, louija para cha e janlar,
    copos, calleas garrafa-, candielros, vagos para
    flores, e muitos uulros objectos existentes no rn-
    meiro andar do sbralo da ra do Vigario n. ";.
    St-xta-ftira 2i do correle.
    Por intrrvenco do agente Pinto.
    O leilo principiar as 10 horas em poilo.
    LEILO
    DA
    parte da.casa do3 anos, sita Casa Forte, a parte
    Jo terreno inculto, na estrada do Arraial, em quo
    -e ai ha actualmente servindo de rnatadouro.
    Sexta ftira 24 do correle.
    A'S II HORAS
    O agente Pinti far leilo por mandado de lina.
    3r. Dr. ju'z de orphos e requermento de Sera-
    :i5o de Mello Carneiro, curador do de^acisado
    Jos Joaquim Ribeiro, da casa a terreno cimo
    meociooados, (parle) perteucentes ao mesrao Sr.
    Riber". O leno ser efr;ctuid no 1* andar do
    sobrado da ra do Vigario n X.
    Leilo
    da parte da casa terrea da ra de Santa Cecilia
    a 43,T)ertencente aos-hejdeiros ausentes do fal-
    lecido Francisco Jos de Frenas Goimare?.
    Sexla-feira 24 do crrenle.
    A'S 1 \ HORAS
    No andar do sobrado da roa do Vigario n. .".
    por ioterven,co do agente Pinto e por autorhaeo
    do cnsul de- Portugal.
    Leilao
    da parte da casa terrea da ra de Santa Cecilia t/
    43, perteneenle a D. Emilia Eleutira das Chagu
    Frtitas.
    Sexla-feira 24 do correte.
    A's 11 horas.
    No Io andar do sobrado da ra do V gario
    o agente Piolo lovar a leilo. por maulada d
    Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, em virtude do re-
    qaerim-'nto do curador da demente D. Emilia E.
    das Chagas Freius a parte que possue a mesma
    senhora na casa lerrea da ra de Sania Cecilia n.
    43, no dia e hora cima mencionados. -_______
    Moveio e predios
    A SABER :
    -I sof, 1 nasa, 2 consolas, 6 cadeiras de jar a-
    rand, 1 espelho, 1 rekgio de mesa, 1 dito de.
    algibeira, l caadiiro, 1 mesa4 1 'marqueaa, e
    I redoma,
    1 casa terrea na raa do Jardira ni 0, com qi.in-
    tal e cacimba, edificada em chaos proprios.
    r dita na roa de Santa Cecilia n. 43, edificada
    em solo foreiro.
    Sexta-feira 24 de novembro
    A'S u HORAS
    O agente P.ola far leilo i requer rxenlo do
    leslamenteiro e inveotariaole dos baos deudos
    pof Xraneiico Jos de Frailas Guimaraes, e por
    mdalo do Uta. Sr. Dr. juiz de orphos dos beos
    cima mencionados, os qaaes serio vendida as
    II boras do da cima dito, no 1' andar do sobra-
    do, da coa do Vigario a. 5,


    1
    r>
    N

    Diario do Pemanibaoo Tem* teira
    < ? 'i
    21 de Novemhro VISOS DIVERSOS
    HSimiW A1CK0L0GIG0 8 mU\-
    wmmmw .
    Haver essSo ordinaria qaiota-feira, 23
    do correte novembro, pelas ti horas da
    manbte.
    ORDEM DO KA. '
    i Pareceres e roais trabaloos de com-
    mUsSeeaddiados; L-jad
    V Discussfioto baldeo darceta e des-
    pea de Instituto, pertenece ao trimestre
    3o ContiDuacio da palestra Iliteraria so-
    bre seguate problema, proposto pelo Sr.
    Dr. Fooseca d'Albuquerque : A restaura-
    cao das pronmas brasileas do juge hol-
    landez seria um facto deprosperidade (Mu-
    ra para o brasil, ou seria aaUs prtferivel
    o dotnimo hoUau'lez ?
    Secretaria do Instituto, 20 de novembro
    de 1871.
    J. Soares d'Azevedo.
    Secretario perpetuo.
    Associi'tfU) dos punrda-.ivros
    De ordem do llostrado collega que pre-
    side provisoriamente esta associacao, sien
    tfico aos nteressados que no da 22 do an-
    dante as 6 trnras e um qoarlo da tarde, ero
    pinto, ser atera a sessao no 2" andar <1o
    sobrado o. 21 i ra da Gamboa /So Carmo,-
    para continuaeij da approvacSo dos esta
    tatos.
    Recite, 19 4e novembro de 1871.
    S. fuarte,
    _______2" secretario.
    Ra do Rosario n. 27
    Jos Mara Palmeira tendo comprado ao
    Sr. Domingos Gomes Brasileiro de Amorim
    o armaiem da ra do Rosario n. 27, e com
    elle as dividas existentes, convida pelo pre
    sent a todas as pessoas que s5o devedoras
    de qualqoer quaniia, a irem satisfazer seos
    dbitos at o dia 30 do corrente, sob pena
    de verera teas nomes ueste jornal, visto
    se ignora a residencia de quasi todos.
    REMEDIO INFAIIVEL
    Para.as sez5ep, febles intermittentep, remitientes e biliosas
    DESCOBERTO E PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CHIM1C0
    Nesta poderosa e impagavel preparado,
    q3o entra qwoa, arsnico e new bisraotho.
    Este maravlhoso remedio unicatnente
    composto de um s producto vegetal, e
    esse mesmo desconhecido at boje scien-
    cia cbimica.
    As sezoee, febres intermUtenies, remit-
    tentes, biliosas e perniciosa iclammatoria,
    todas lendo s-na ofigem na mesma cansa,e
    prodozindo os meemos effeitos, porm em
    grao diffeFente de iniensidade, necessitam
    do mesmo Iralamento. A causa acha-se
    aos eflluvioe'contagiosos que se despren-
    dem da vegetaco corrompida, dos panta-
    nos e das aguas encharcadas. E' um ve-
    neno subtilissimo e insidioso que se absor-
    ve pelos paliases e penetra no sangue, de
    sorte qoe a molestia s vezes accumula se
    por muito tempo no systema antes de fa-
    ter sentir se.
    Este veneno effluvial, que o san?ae re-
    jebe pelos palmoe?., opera as szOes da
    maneira seginote: sua intensa irritacao no
    systema faz encerrar todo o sangue no
    iorpo nos excretarlos internos,o ligado,
    j8 rins, o pncreas, o bago, o estomago e
    os polmoes,alguns dos quaes ou todos
    lies slo amontoados do saogue retirado
    que
    Para esso lecebimaiito esi
    risado o Sr. Ms
    mestiio eslabeie^.imuiilu.
    por mim auto-
    dos Santos,' no
    Tras
    8SS0
    Tra*pas>a-se iiraa pfqaena hypolheea de WO/
    a juro de 2 0|0, Da casa da ra de S. Miga*!, Ir-
    guezia do Afogado n. 7o : o pretndeme dirlja-se
    a casa de banho* do Rec fe._________^______
    fra passar w festa
    Alunase nina cana envidracada com .4 quartos
    e soliio, terraco, cozraha fra, -itio com bastantts
    Irneleiras, por preco comnudo (odo o prego ser-
    ve), a ser entregue do dia 30 do torrente a qoem
    alugar, aa Boa-vfagem : a tratar na ra da Im-
    peralrit n. 77, bolica popular.
    MEDICO.
    Dr. Manoel Eoedino Reg Valenca.
    Camta doCarmo u 21. Io andar.
    Alora >e duas casas, lendo urna commodos
    para lamilla e para c>sa de negocio, cora ora sito
    bem plantad); a outra com um quintal plantado
    de rooa, Bo lugar do Barro : quera pretender di-
    rija-se ao vreiro do Munii, casa nova._______
    DR. J. C. AYER
    da superficie do corpo; eis a causa do
    pwivdio fri.
    K,ftbre cauada pela reacfo, qoindo
    o sangue abandona os excretorios internos
    e arroja-se superficie, como n'um outro
    esforz vilenlo pira eipalsar o veneno
    atravz do outro excretorio chamado pelle;
    t3o pouco consegue a' natoreza aeste.se-
    guodo esforco como no primeiro. Depois
    Fgoe o desmaio e pro3trac8o que natural-
    rneote succede s grandos agitaooes, e o
    instiocto do nosso organismo o faz abando-
    nar a tenlativa at que, recobradas as for-
    jas, renova no outro dia a hita desespera-
    da. Soccede depois o desassocego, grande
    calor na superficie do corpo, a pelle eo
    semblante, inchados, terriveis dores de
    cabera. oppressSe e latidos as fontes,
    pulso ebeio e forte, ourina muito corada e
    sede intensa ; eie o periodo de calor. De-
    pois de algum tmpo (que varia geralmen-
    te de duas a cinco horas), urna, transpira-
    do copiosa psreorre por todo o corpo.
    Estes symptomas violentos passam e dei-
    xam somenle urna sensacSo de pr^straco
    completa, ss que o ataque nao taovfe>to
    algum mal orgnico. Se n3o se tomar al-
    gum remedio adequado para corara mo-
    lestia, os accessos conl'moam a repetir-se
    com orna regularidade correspondente ao
    seo typo, e com orna violencia proporcio-
    nal iniensidade do veneno, modificado
    pela resistencia constitucional, ou medicinal,
    que se Ibe npponha. E' evidente, pois,
    que qualquer remedio destinado a curar
    esta molestia, deve destruir este veneno no
    sangue, ou arroja-la fra delle. Com
    grandes e pomposos anouncios tem-se offe-
    recido moitos remedios para a cura destas
    molestias, porm ou nao tem sido bastante
    efficazes ou teem produzi io effeitos prejo
    diciaes sade em geral. A quina, anda
    que seja o grande recorso, em que o povo
    quasi em geral mrior confianza tem, pro-
    duz muitas vezes effeitos desastrosos, e to-
    mada em grande quantidade semprepre-
    judiciosa sade geral. A preparado que
    aqu offerecemos ao publico, nao contendo
    em si nenliuma dessas substancias injurio-
    sas, por ser nicamente vegetal, promette,
    se fr empregada segundo as direcc5es na
    lingna portuguea, que acompanba cada
    frasco: estimular os grandes excretorios
    internoso figado, o baco e os rins se-
    parar do sangue o veneno offensivo e ar-
    roja-Io do corpo
    Casas no Po Panella.
    ALUGA-SE
    Por 600*000.
    Urna excellente cata na roa do Rio n. 39, da-
    quelle povoado com duas salas, qnatro qaartos,
    coiinba, coxeira, quartos para creados, estribara
    e oais duas meias-aguas separadas.
    Aluga-se
    Por 3UO#OO0.
    Outra casa ao p da mesma n. 33. com duas
    salas, tres quartcs, estribara, bom quintal todo
    murado, grande copiar ao lado, etc.: tratar
    eom o ccmmendadnr Tasso.
    SMMMHma
    ADYOCACIA.
    O Dr. Manoel do Nascimeoto- Mar hado
    Portella contina a advofar e pie ser
    procurado no sen escritorio i roa do Im-
    perador n. 83, andar.
    innii mmii
    NOTAS
    Precisase de cjstureiras
    Pastor, rnada Imneratrn n. 3.
    loja do Bom
    MOFINA
    Roga-ae ao Illm. Sr. Ignacio V.elra de Mello,
    Jrivao na cidade de Naiaretb dest provincia,
    favor de vir a ra do Imperador n. 18 a conclu!
    iquelle negocio que V. S. se comprometteu reali-
    sar, pela terceira chamada deste jornal, em fin
    de dezembro prximo passado, e depois pan Ja-
    neiro, passoo a (evereiro e abril, e nada cumprio,
    e por este motivo de novo chamado para dte
    Sm ; pois V. S. se deve iernbrar que este negocie
    de mais-de oito ancos, e quanao o senhor mi
    fino se acbava no es nesta cidade
    Aluga se
    o segando andar do sobrado
    a tratar na loja.
    da ra Nova n. 38
    saogue
    Vende-se em todas as pharmacias e drogara* do imperio
    W.R. CassdsfyC
    Agentes geraes.
    Pernambuco Street R way
    Company,
    A linha de Afogados brese hoje ao
    ' publico.
    Os carros sahem da estacao, roa do Brum.
    Desde as o at as 7 horas da machia, de oioia
    em meia bora.
    a* 7 at as 9, de 15 era 15 minutos.
    t as 9 at as 3 horas da tarde, de meia em
    meia hora,
    t as 3 at as 6 horas, de lo em 15 minutos,
    c as 6 at as 11-15 da noite, de meia em
    meia hora.
    Na volta, parte o primeiro carro as 5-21 horas
    da manha, continuando como cima at as
    12 horas da, noite.
    Os carros dtsta liana levafao as extremidades
    o letreiroAfogadossobre fondoVERDEe de
    ncite tero laxes da mesma cor.
    Recife 20 d novembro de 1871.
    O rente,
    Bernardo Wbitmon.
    !,
    Aluga-se o 2 andar da roa do Padre Floriano
    com 3 quartos, 2 salas e cozioba fra, muito fres-
    co : a tratar aa ra larga dn Rosario a. 22.
    Aluga-se um eseravo Je meia idade, bom
    carroceiro e feitor de sitio : tratase na roa do
    Imperador n. 41.
    AUeneo
    O abaixo asignad) declara o publico e com
    especialidad? ai orpo do commercio, que nesta
    UJts coninruu ao Sr. Manriitln Js de Freitas a
    taberna-na ra da lk>oeeic.) da BjaVi-ta o-
    II, livree desembarazada de qualquer debito. Re-
    .fe 20 de novembro de 1871.
    Jajuim Anr-ni) da Coats Ferreira.
    yuero precis*r de tima Ma fiel smente
    para cjzinhar, a qual eniende de toda qualidade
    d.i com da, sendo para cas i de hornera solteiro oa
    prquena familia, dirja-se a ra da* Triueeias,
    lija o. 46.________________ .
    Feitor.
    Precisa-e de um bjm (eitor para casa e-tran-
    fHr. : a tratir a rad> Bom Jess n. id.
    Um rao?) nacional Jeseja fazer algumas viagens
    como oapito de bandeira, ao sul ou norte, para
    adquerir alguma pratiea martima : se alguem
    precisar do seu presumo, anouncie por e-te Diario
    on deize ne?ta typograpbia o lugar onde pJe ser
    procurado.______________________________
    Bnnhos em Behertbe
    Muga se pela festa ou anoualmente um peque-
    BisKioem Biberiba entre a povoaco e o Porto
    daMadeira, com banho no fundo, casa caiada e
    pintada de novo, leudo 2 sala?, i quartos e cozi-
    r.tii, Ojres em roda etc. ex.: a tratar na roa do
    Imperador o. 79, andar.
    30*000 .
    U.i-se esta quantia pela aluguel raensal de ara
    ?seravo para servico domestico : no collegio da
    C lOieio.
    oeledadc l'nio Juvenil
    Di ordem do Sr. director convido aos siembros
    defia seciedade para a posse da nova directora,
    no da 3 de dezembro prximo futuro Tendo se
    fili-tuado a el-icio no dia 19 do corrente mez,
    oi eleito, para director, o raai digno Sr. secre-
    tario.
    O 1* secretario,
    Jos Correa Peres.
    Precisa-se de urna ana par casa de rapaz
    solteiro, para cozioaar : o ra das Larangeiras
    numero 12.
    AMA
    Precisa-se de urna ama para coziohir
    na ra do Carnario n. 13.
    Preeisa-se alagar urna esetava que saiba eo-
    gominar e vender na ra, d se 301 meosaes :
    Offerece-se ama mulher de boa conducta
    para ervico externo, prefere-se casa de hortera
    *>liiro : a tratar na roa da Guia o. 53, loja.
    Pf 1*. ma casa com boas ommodos, no bairro da
    B u Vi.ia, ou um sitio perti desta praca : na ra
    C-pK)jnbe n. 32.
    .Aluga-se ama escraua para o sevi^j de
    casa : aa ra Direita n. 137, das 6 as 9 horas.
    AttenpSo
    Retalhi^e vontade io* compradores alguns
    lotes de terreno que restara do sitio Aguazinha, no
    Furto di jifadt veis. A situj^o top^graphica do terreno, sua
    se pod vi ver dos sitios Delle ediicados, muito o
    recommendam, ia6re tulo por Aear prximo da
    stat^i da via-ferr^a : os preteudentes ocootra-
    rao ne mesmo io aos doaingos e das santiflea-
    do* pea manha pesioa habilitada para ijnilquer
    if.rma.^i, e para negoeio raa do Crespo a. 12,
    ! aolar.
    CompanhiaAllan^a
    DB
    -seguros martimos esUbelecide
    a Baha em 15 de Janeiro
    de 1870.
    CAPITAL..R. 2,000)000*000.
    Toma seguro d mercaderas e dinneiro a tpA
    ritmo' em navios de relia e vaporea para d<*-
    ro e fra do Imperio, AgeDcli roa do Com-
    sierete o Mnr r' Go^-
    Para festa.
    excellente casa oa Boaviagem. j
    i commodos para grande fatni-;
    Aluga-se urna
    nui^o fresca e com
    lia : tratar ra larga do ll'.sario '. 34
    a nnimi i odhd
    E 0 PROGBESSO
    SALDES DE CABEL1EIREIR0
    RIJA UO DVQ1JJB HE CAXLlN A, 50
    E
    Piimeiro de Marco u. 7 A primeiro andar.
    DELSUC, cabelleireiro de Paris, parti:ipi aos seosinoumeros freguezes e ao pu
    blicoem geral, que acaba de contratar peritos offioiaes fraocezes para todas as especia-
    lidades ; sendo nestes dons estabelecimentos cima onde o respeilavel publico poder
    encontrar a delicadeza e- ligeireza qoe neste genero de trabado tanto se exige em Pa-
    ris.
    DELSUC nada tem poupado para que o publico desta cidade. que tanto lbe tem pro-
    digaltsado a sua benevolencia, continu a freqtaentar os seus SALES MODELO, ficando
    certo o mesmo pub ico que nelles encontrar agrado e perfeicjio.
    Empregados dos saloes
    l~l iliciaes para barbear.
    6 ditos para cortar cabellos.
    3 ditos para o postico.
    DeLuc para o ponteado do bello seo.-
    /rx*>.--'(C>j.>rtxii**'- (>"> (.* ^^^''s^^^^\^:*y-iK*iif'*
    '> t
    ': *!

    alWAl
    33. primeiro andar.
    Precisarse de urna ama
    para c.-a de pouca ; i-
    lia t(U rib K-ii-
    har : tratar na ra
    do Duque de Caxias. ou-
    'ora Ciuze, sobrado n.
    v>-' *
    as
    ALUGA-SE.
    Daas casas terreas na Ladeira da Misericordia i *>5
    e na ra de Mathias Ferreira em Girada, perto dos j .^*
    baohos, e primeira com a quartos, 3 sallas, cos
    nha tora e bom quintal, com terraeo adiante e j
    atraz, omita fresca, e ama vista inteiramenle agr- j
    lavel unto pela frente como pela parte de dotraz,
    e a segunda Com duas salas, i quarto, e quinta'
    cercado : tratar na ra do 'iibug n. 16, 2
    andar.
    8.
    MACHINAS
    para wmm aigomo
    De O a 40 serras.
    VAPOR
    para mover as machinas.
    EM CASA DOS IMPORTADOIlESlRua
    Siiaw Hawkes G. |
    do Born-Jsus n.
    oulr'ora Cruz.
    mi
    +A
    m
    Precisa-se alugar
    para casa de familia ; a
    1* andar.
    urna cosinheira escrava,
    tratar na ra Nova n. 3C
    Monteiro
    Troca-se uta) do banco do Brasil e de anas
    flliaes na roa do Bario da Victoria n. 63, liga
    roa Nova, loja de Joao Joaqaim da Costa Leite.
    Aluga-se o andar terreo da casa n. 41, roa
    do Rangel, propria para algum estabelecimento,
    assim como ama escrava : tratar na loja n. i%
    roa do Queimado. _____
    sitio : a
    Precisa-se de nm criado
    tratar aa raa Nova, loja n. 7.
    para um
    Alagase urna ca-a na povoacao do Monteiro: a
    tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
    no mesmo logar '
    ALUGA-SE
    na cidade de Olinda, ra de S. Pedro Apos-
    tlo, duas casas terreas ns. 13 e 14 : a
    tratar no Recife, roa da Cadeia-vellia, ar-
    mazero de fazenrias n. 62.
    Na roa do II ispicio n. 39'precisa-se de una
    ama perfeita eogommadera. para casa de pottea
    lamilia.
    a mm m Precisa-se de ama ama para k>do
    m. JJiim servico de ama casa de daas pts-
    soas, prefere-se escrava : a tratar na raa do Ale-
    crim n. 11_____,
    Precisa-se de ama ama para pequea fami-
    lia e que compre e cozinhe : na raa do Padre
    Floriano n. 7, sobrado.____________________
    Precisa-se de lOOj a jaros, pas?ando-se prr
    garanta ama letra : quem quizer dirija-se ) Olin-
    d, ra do AraParo n. 13.___________________
    Precisa-se alagar urna esciava para cozi-
    nhar e fazer o mais servig) de easa : a tratar na
    ma do respo n. 7._______________________
    I'reci.-a-se alugar urna ama forra : na raa
    do Cabug n. 2 B.
    0300000 00 00000
    0 Medico operador e par- &
    telro. ^
    Dr. Francisco Jacinlho Perelra da Mot- '
    ta, a qualquer hora do dia oa da noite,
    o. 5, andar, prafa do Conde d'Ea,
    ^^ ontr'ora da Boa-Vista. N-
    j^ CONSULTAS GrtATIS AOS POBRES. *
    00000 00 000#
    Precisa-se de urna ama que
    cozinhe e engomme, para ca-
    sa de familia : a tratar na
    ra do Queimado n. 28, loja de ferragens.
    ^^*
    Faz-se negocio
    Com a amiga e bem afregnezoda loja de calca-
    do francez roa da lmperatriz n. 10, livre e des
    sembaracada de qualquer cnus ; faz-se negocio
    a dinbeiro < u a praso conforme se convencionar;
    sendo um bom negocio para quem quizer conti-
    nuar, e s se vende por ter o dono de se retirar
    para a Europa tratar de sua saude.
    ATTENCAO
    Precisa-se de urna ama para comprar e
    cozinbar para casa de urna familia composta
    de duas pessoas : nesta lypographia se
    dir.
    ltenlo
    Roga-se o especial obseqaio do Sr. Jos Lu de
    Scuza, conferente do consulado provincial, de vir
    oa mandar ra do Bario da Victoria n. 31, a
    negocio de sea interesas.
    I
    I
    ATIERO
    \
    ir
    Precisa-se de urna ama que costo he e compre :
    na raa de Hortas sobrado n. 13. Se agradar, pa-
    ga-se bem.
    s
    ADVOGADO
    Dr. Joaquim Correa pe Aracjo
    67Ra do Imperador67
    Deseja-se alugar urna casa com boas com-
    modos e com bom quintal aa freguezia da BOa-
    Vista, preeriudo-se Soledade, Gamioho Novo, Mon-
    dego oa nestas proximidad3s : a tratar na ra da
    Cadeia do Recifa armazem n. 1.______________
    Alaga se urna preta para lavar e engommar:
    a fallar uo armazem n. 2. raa do Commercio.
    Na roa do Bom Jess das Creualas n. 39,
    precisa-.'e de ama ama para todo servico de urna
    casa de familia coraposta de tres pessoas ; paga-
    se bem.'
    i 9%
    Maria Margarida dos
    zeres.
    Gabriel Antonio (ausente), Josepha Maria dos
    Prazeras e Silva, tenente-coronel Joao Antonio Al-
    ves da Sil 7a, capitaes Jos Joaqaim'Al ves da Sil-
    va, Joaqaim Elvirio Alves da Silva, Antonio Ger-
    mano Alves da Silva, Jos llenrique da Silva, Joao
    He arique da Silva, Joaqaim llenrique da Silva,
    Dr. Jos de Mendonca do Reg Barros, Miguel Jos
    Barbosa Guiraaraes, Ricardo de Freilas itibeiro,
    Joao Antonio Alves da Silva, Orestes Alves da Sil -
    va, Ureessino Alves da Silva, Jos Joaqaim Alves
    da Silva, Jos de Mendonca do Reg Barros, Marta
    de Mendonea do Reg Barros, Bita Margarida dos
    Prazeres Gaimaraes, HenriqaeU Mara dos Passoe
    Guimares, Josepha Maria dos Prazeres Cezar Ri-
    beiro. Claudiaa Francisca da Silva, Anua Adelina
    Ramos da Silva, Francisca Caro'ina Lopes da Sil-
    va, marido, roai, filhos, genros, oras, netos, ir-
    mos e eunhadas da finada Maria Margarida dos
    Prazeres, pe Jem a todos os de mais pareles e
    peseoas de sua amizade e da fallecida, para assis-
    tirea as missas do stimo dia, qoe se Ihe manda
    dizer as 7 oras era ponto na igreja da ordem ter-
    ceira 4o Carmo deMa cidade, no da 21 do correa-
    te, e pele qoe desde ja .agradceos a todos aqaelles
    que assWrem a este acto de religiao e canlade.
    Ra Duque de Caxias n. 82
    (ANTtGA DO QUEIMADO)
    Faria & Gomes, estabelecidos ra '>uque de Caxias n.
    82, pretendenclo realisax.a mutlanqa de seu estabelecimento
    para a ra do Livramento n. 0, at 31 de dezembro do corre li-
    te anno, resolvem fazer urna liquidac,o geral das fizeudas exis-
    tentes em seu citado eblabelecimento, expondo-as des Je hoje a
    i concorreiicia publica, mediante preqos os mais resumidos pos,
    siveis,
    Fazer a descripqao minuciosa dos vajorese qualidades 4eJ.;*-7^
    p todas as fazendas que existem no estabelecimento, sobre ser fas-
    tidioso seria enfadonho, por isso, pedemos annunciantes a todos
    quantos estivertm na carencia defazendas boas, bonitas e ba-
    ratas, o f-^vor de apparecerem em sua loja ra Duque de Ca-
    xias n. 82, na inteuqao de comprarem qualquer, fazenda por
    meta de de seus primitivos valores, e na religiosa certeza de que
    sero bem servidos, apezai de nao seren aqui annuciadas em
    eaty!o seductor e fa.to ss vantagens que desta liquidacfio devero
    resultar, no interesse de todos quantos quizerem comprar, por
    pouco dinheiro, boas e excellentes fazendas.
    RA DUQUE DE CAXIAS N. 82
    Precisa-se alagar urna ama
    escrava para comprar e co-
    ) ,VW ^8% zrahar: a tratar na ra di
    Imperador n. 4i, 2" andar._______________^
    Constando ao abaixo assignado que um seu
    muUtinho de nome Antonio, ausente de saa casa
    ha 22 das, procura empregar se como criado,
    roga as pessoas a quem elle oflerecer-se o obse-
    quio de o mandar reeolher i Deten^ao, raaponsa.-
    bili-aalo-se por qual^aer despaza que possam
    faz^r. Recife 16 de novembro de 1871.
    Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
    ESTRADA DO POHBAl
    Ainga-se urna ptima casa com duas salas, tre-
    quartos, cozioha fra, caiada, e pintada de novo,
    com estribada para qaatro cava lio, com bom ter
    reno cercado e excellente para plantacoe-, diver-
    jas frateiras, cacimba, baoheiro etc. etc. ; torna-
    fe recommendavel por ser perto da cidade : tra-
    ta se no,B,zarda moda ra do Bario da Vc
    t,iria n. 50 com Jos de- Souza Soares._______
    Precisa-se de -urna en
    do Imperador n. 57. 2* am
    da ponte 7 de fotembro.
    Na ra eslreita de Bosario n. 35, primeiro an-
    dar faz-se bollos para casamentos,, bailes e pre-,
    seotes, bandejas rmalas om todo gosto com
    boaqnetes e titas bordadas com letreiros e eom
    ligaras ; faz-se bouquets para enfeites de bollos
    e para bffertas de cravos naturaes com laco de li-
    ta bordada a vidro e bouquets de flores artificia-1
    sendo de cera, de papel e de panno com todo
    gosto. flores para seuboras e para meninas,
    capellas e enfeites para cabeca, flores para igre-
    jas, sendo fesioes, palmas roxas, arcos, capelln
    e palmas para imagens, capellas para pasteras,
    com todo gosto, tudo por barato prego, buuquets
    para pa-loras e coroas, 'udo com gosto._______
    Retrato^ erja grupos
    Tiram-se grupos de 5 a 100 pessoas, a preco
    mai reduzidos e fornece-se o numero de exerapla-
    resqae se pedir; ni ra do Cabug n.|K, Phologra-
    pitia Imperial. No mesmo estabelecimento se en-
    con'tram especiroens de grupos de 5 a 110 pessoa.
    Os trabtlhos desta photographia sao bem conheei-
    dos e apreciados do pnhlico desta cidade.
    Os abnxo assignaoos fazem sciente ao res-
    peitavel publico e com especialidade ao respeila-
    vel eerpo do commercio, me nesta data dissolve-
    ram amigavelraenle a socidade que linham na ta-
    berna cita no largo do Carmo n. 13, a qual girav
    debaixo da firma social de Joao Gonealves Ferrei-
    ra & C, ficando a carg do socio Joao Gonealves
    Ferreira, lodo o activo e passivo do dito estabele-
    cimento.
    . Becifa 10 de novembro de 1871.
    Jos da Silva Reg Braga.
    Joao Gonealves Ferreira.
    Socidade Emanci-
    padora
    De ord-m da admioistracao da Swiedade Emao
    ipadora convido tolos os socios para reunio ge
    ral. que t'T logar no. dia 25 do corrente as 11
    oras no etuti tnnaiWmMui, na quai teri. la-
    gar a leilufa do retatorio, e elei'.ao da nova ad-
    miDistracao. pelo que instamos e rogamos a lodos-
    os socios se dignem comparecer.
    Rojife, 16 de novembro de 1871.
    Ferreira Jacobina,
    Io secretario.
    AMA
    Precisa se de urna
    engommar : ua ra
    n. 50, andar.
    ama para lavar e
    Duque de Caxiiis
    mmmadeira : na ra
    lar, entrada pelo lado
    Na raa .N.iva o iO, 2o andar, ha para alagar-
    se urna escrava com bastante pratiea de ama de
    :asa de familia.
    ciik no \m\m\)
    No segrale m ciooar o dio Club, as pessoas que quizerem to-
    mar assignaturas or 3 mezes de dezembro a fe-
    vereiro, pagariio 3Q000 adiantado pira o qa- se
    entenderlo com o abaixo assignado.
    Becife, 18 de novembro de 1871.
    P. I. Lsyme.
    V, PALHARES
    O adeus da escravido
    POEMETO
    Assigna-se na Livraria Francesa : a 1 iOOO o
    exemplar.______________________________
    L\4J
    Hospital PorlDgnez de Beneficen-
    cia em Pernambuco.
    De conformidade com o qao dispS- a prime ra
    parle do artigo 48 dos astatutos, sao convidados os
    socio* effectivos a reuniremos em assembla geral
    no domingo 3 de dezembro prximo, ao meio dia,
    na secretaria desto hospital, com o (Ira de ser
    eleita a junta administrativa e a commissao dn
    contas que tem defunecionarna prximo anno de
    1872.
    Hospial Pdrtngnez do Beneficencia em Pernam-
    buco Ib de novembro de 1871.
    Luiz Duprat.
    Secretario.
    Amostras
    Peder a quem por esquecimeoto deixoa de
    entregar um livro do amostras da loja do M9rcu-
    ri,1 por favor o mandem levar pa dita loja do
    "Mercurio n. 86, a ra da lmperatriz n. 86, que
    s-3 Ih" llcsr agradecido por tal favor; assim co-
    mo, oa mesma loja ha para vender am completo
    sortinOento de botinas francezas para homem, e
    outros muitos ohjectos de gosto.
    [i
    Contratase um bom amassador que saiba cor-
    lar bolachas, p.ira urna padaria em Natal, capi-
    tal do Rio-Graode do Norte : na ra do Mrquez
    de Olinda n. 40, 1 andar. ________
    i
    Precita-se de no caixeirn com pratiea de
    taberna : na raa do Barao de S. Borja n. 84.
    Urna parda de boa cooduc-
    ta se ofTorece para servico' de
    _ casa de boaem solteiro, do
    ae Jem bsTante x>raUca oa raa Imperial, de-
    fronte da matriz, casa n. i. ________
    IfclNa
    Proeisa-se de ama ama para casa de bo-
    mem solteiro ; aa raa da Cadeia n. 89.
    Doheiro a juros.
    Dase a jiros da tOfi qotia de 3:000|000
    pbre hypotheca em predio de maior valor : quom
    vrMaMuT dirija n a fi?a Ifpojjrapbii e se dir
    Grande hotel central*
    Ifaoeel Garrido cientfica a seus amigos e boas
    freguezes, qoe tendo s associado a sea irmio
    Francisco, actualmente am viagem para o Rio da
    Prata, sendo o oaieo gerente do eslabeleciraen-
    to. Ibes offerecem commoda hospedageirr, boa
    mesa, frescos baohos, e lodo qaaato ha de con-
    fortavel : oa roa larga do Rosario as. 35 a 37,
    dtfronte da igreja.
    Precisa se de orna ama para punca familia:
    a raa da Roda o. 16.
    AVISO.
    Os Srs. abaixo declarador sao Yogad m a
    mandarem ou viren ao ateripion desta Diario
    i negocio:
    Jos Fraccisco nibei'O da Sonsa, (dood do col-
    ;egio de Santo Amaro
    PraoWo iof HibeHo
    Nos abaixo anigaadw preveamos a? pabliao
    qae oao faca negocio eom Paulo Jos de san-
    I Aona sobra a easa aita no Caxaog, sem qoe pri-
    meiro nao vesham entender-se no paleo do Tercn
    O. 69, sob pina de ser aulla a compra.
    Joao Gomes de Oliveira,
    -_________Manoel Eosebio Soare.
    Preoisa-.se
    alogar ovi eseravo moco para eriado d'am b.v
    m*tr solteik,<1 : roa 4o Barqofz do OUoda o. 30.
    Precisa-se d ama ama para ca-
    sa de -punca familia : na ra Di-
    reita n. 68, I* andar.
    "PROGlUItA
    Amanilla lera lugar'a le^tividade da gloriosa
    virgem e martyr Santa Cecilia, erecta no conven-
    to do Carmo do Recife, com toda pompa, o bri-
    Ihantismo como devido, orando no Evaogelho o
    Hvm padre mestre prior fre Aognsto da Imma
    culada Conceico Alves, e no T-Dum o Rvra.
    padre mestre pregador da capella imperial Lino do
    Monte Carmello Lana ; ir pela vez primeira urna
    missa nova intitulada, S. Francisco, foita pelo nos
    so digno irraao o thesoureiro actual Francisco Ha-
    noel Lutoso dos Santos, deveodo tomar parle na
    regencia da missa ne.-te dia o nosso digno irmao
    Jos Cielbo Barbosa.
    O secretarlo,
    Alfredo Lopes da Gama.
    *
    i-- *.-= .
    SOCIDADE
    Liberal Unio Beneficeote.
    De conformidade com a oossa instilo cao social
    sao convidados os oosses irmios, socios rastillado-
    res e effectivos, para comparecerem no domingo
    36 do eorrente, as 10 horas do dia, na sala de oos-
    sa sesslo, aflm de proceder-se a eleico do coo-
    selbo administrativo qae tem de reger a nossa
    asioeiacio no anuo futan de 1872 ; importa qne
    todos o nosso irmios que desejam a pro-perida-
    de social, compare^am a este processo, pois qoe
    da acortada escolha est a base solida para sen
    eograodecimeoto,
    Secretaria da socidade Liberal Uniao Beuefi-
    eente 90 de novembro de 1871.
    Theophilo Pedro do Rosario,
    Sforetario.
    Gasa pura aluirar.
    O segando aadar da ra da Cadeia m. 4.
    Jos Francelino Paes Bar-
    retto.
    Joao Baptisla Paes Barretto coovida aos seus
    prenles e amigos e aos do fallecido seu seropre
    lembrado irmo Jos Francelino Paes Barreno,
    para ouvrem u^a missa que manda resar na
    matriz da Boa-Vista no dia SI- lo'crreme, pelas
    7 1|2 horas "da manbaa, agradecendo aquellas
    pesioas qoe corresponderem a este convite.
    Antonio Torqnat de Alnieldc.
    Manoel Rosendo Turqaato de Almeida manda
    dizer urna missa por alma de ou prelado pai,
    Antonio Torquato de Almeida, na Igreja da Ma-
    dre de Dos, as 7 horaB da manha de 22 do cor-
    rente, trigsimo da depois do sea passamento ; e
    convida todos os seas pareles e amigos, e os do
    fioado, a assistirem afe acto de earidade e reli-
    giao. pelo qne Ihes fijar wwroamwwe agradecido.
    mr-
    nanuc Ferrelr* de &***
    fcOM,
    Gibril Aatonio, convida a seus
    amigos e do finado Manoel Fcrei-
    reira de Soaia Balboas, seo amigo
    e caixeiro, oara qae comparecaro
    na Ordem Terceira do Caimo as
    4 bora da urde de boje para a-
    zerem o car!45so obseqaio 4o coc-
    dnzi-lo ao sea ultimo jazlgo ; desde j
    ce todos qae coneorrer possam
    favor.
    esse extremo
    e
    4 Iff "frcMa-im de urna ama para etsv d fa-
    \AMH. Qiiiia : un .do Aragj 0. Ia, /*nn
    I? do charolo?
    Amassador.
    da padaria
    Precisa-s.' de "om masador
    dos Plf# n. *S.
    ua
    precisa-se do ama aaa for-
    ra ha captiva para to cozraba'
    para daas pessoas fM Bobe-
    ar OTTaa dr Livramento o. 34.
    *?*_
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    Diario de Pernambuc Terqa >fera 21 de No,vembro de 1871.
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    D. W. BOWMAIN
    Engenheiro com
    FUNDICO
    3* RIJA DO BRUltl 5S
    PASSAKDO 0 CHAFARIZ
    Pede aos senhores de engenho e oatros agricultores, < empregadores de ma-
    ehiaismo o favor de ama visita a sea estabelecimento, para verem o novo sortimentc
    completo que ahi tem ; pois sendo lado maito mais barato em preco do que jamis te-
    uha vendido, est anda superior em qnalidade e fortidao ; o que com a inspecfio pes-
    io al pode se verificar.
    PEDE ESPECIAL ATTENQO A NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
    VftnnrflQ O rnriaa ri'noria dos mais modernos systemas e em
    Y apuros rUUctS Ua^Ud. tamanhos convenientes para as di-
    versas circumstancias dos senhores propietarios e para descarocar algodo.
    Moendas de canna ,2? oslamanh08vas m]hom "^
    Kodas dentadas para iQ\mm agua e vapor.
    Tazas de ferro fundido batido e de cobre,
    Alambiques e fundos de alambiques.
    TVTnpYlnSTTinfl para mandioca e algodao.l Podendo todos
    iu.auU11119111UO e para gerrar madeira (ser movido* a m3o
    Bombas (Pr aga- vaPor
    *#v***"**w de patente, garantidas............J ou animacs.
    lodas as machinas e pecas de qiwse cosloma precisar.
    Faz qualquer concert d6 raachiniSH10, a preco m0i resumido.
    TTormnc ft fftrrn teaj as me,nores e mas baratas existentes no mer-
    "PTIPnTnTnPTIlnQhlcmnbe"se de M8Q(laT vir qualquer machinismo vonta
    XiUUUUIIIiOlIUao fo dos dientes, lembrando-lhes a vantagem de facerem
    anas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidede pode
    Ibes prestar auxilio.
    Arados americanos e i**** *to**
    LI
    DE
    ROUPAFEITA
    NA
    Ra do Crespo n. 20.
    Tendo resolvido n5o continuar a ter grande deposito de ronpa feita-, oferece ao
    Teswitavel pub ico, e aos negociantes de fra, um grande sortimeate, por prejos bara- j ^ '^8^ ^. t
    Retratos Timbre-post
    Exilente pan circulares, convites, oa sinv
    plesmente para cartas a amigos, commiitentei,
    correspondentes etc. etc.
    100 fo'his de papel de, peso pautado on nao
    con retrato em cada urna 20/000
    50 diUH dito etc. 154000
    25 dita* dito etc. 10/000
    Specimens na livraria francs a ra do Crespo.
    Recebem-e coeommendas e fazem-w ts re-
    tratos na Pholographia Imperial roa do Cabog
    n. 18, nico estabelecimento pnotographieo desta
    cidade qce lera todos os apparelhos neeessanos
    pjra este traba'ho.
    *. .-.- ,-.,.. **. *ff
    Mlle. Marle Lavergne, modista em gfc
    cabellos, receotemenie cbegada de Pa- "ar?
    ris, tendo comprado ao Sr. Jlo Godo /fifc
    fredo Pinto, o sea estabelecimento de ^Ssl?
    cabellereiro a roa Primelro de Marco ,.>(&>
    f^/ n. 14 (anliga do Crespo) offerece os w
    gfc seos servicos s Exrcas. Sras. desta
    \Sf bella cidade para os misleres de sua
    rfc. arte ; o seu estabelecimento est provi-
    >5w Jo de habis artistas para a noa exe-
    -l*v cacao de qualquer obra e corte de
    cabillos. Paz os perneados em seo
    estabelecimento por nietade do prego
    do que est estipulado para quando
    ""&. for chamada a residencia das Exm3S.
    p senhoras.
    rv O respeitavel publico encontrar em
    i?; seu referido esiabelecia ento um bello
    r*- sortimento de perfumarlas francezas
    \t! e inglezas dos mais acreditados fabri-
    fr, cantes, assim como flores arlificises,
    w
    > e venda tudo por presos commodos, a
    pois recebe directamente da Europa. ^
    O rea estabetacimenlo acba- se aberto A
    das 6 hora* da manha as 9 da noute. >?,
    :
    Pharmicia
    Precisare de um caixeiro que tenha bastante
    pratic* de pharmacia : na ra Duque de Caxias
    numero 89;
    lissimos para acabar.
    Palitts sobrecasacos de panno fino de
    KU 8 300600.
    Ditos saceos e refranqaeados de casimira
    de cor de #500 a 94000.
    Ditos, ditos e ditos de panno preto de 5$ ijwnn
    a 120000.
    Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
    2oOQ a i^OGO.
    Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
    de edr a 20300.
    Ditos, d tos e ditos de bramante de linho
    a 2^300.
    Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
    20500.
    Cuicas da aeenira "e- -er d< *MMN>-a 1>8.
    Ditas ditas preta de 30500 a KtSO0O.
    Ditas de brim branca 40000.
    Ditas de brim brauc* de algodao a..
    A companhia Kecife Draioags precisa de um
    bom ferreiro : a tratar em soas obras, as Cinco
    Pentas, como Sr. Carey. ______'
    Madamesella Marie Lavergne, successora do
    Sr. Godofredo, tem MtabeleciJo a seguinte tabella
    para os perneados : pre$o de 4*000 por cada um,
    sendo Tit) na residencia das Exraas. senhoras e
    24 emseu estabelecimento measalidade de 100
    para penteado diar.o na residencia de suas Exmas.
    clientes e de 50* em seu estabelecimento. Os
    penteado de noiv ser pelo prego que se con-
    ven sonar. Por cada coque que lie for entregue
    para ser ponteado receber lf30O de sea traba-
    no, que ser executado cora tola a perfeigae e
    presteza : na ra 1" de Mirco n. 14, anliga do
    (>espo.______________
    Aluga-se por commodo prego o t andar do
    cabrado da roa do Comoiercio n. 17, o qnal tor-
    na-s reeommendivd para escriptorio ou ontro
    qualquer estabelecimento pela na loealidade e
    i boas accommodaioes: a tratar na ra da Madre
    i da Dos r. 28._____________________
    Oflerecese urna malher pfi-
    ra casa de hornera soltei-
    o : quem precisar dirija-se
    e Onda, roa ) Amparo n. 13.
    E oatros muitos arigos pur precos
    Carneiro da GuBba.
    Ditas de brim de cor de 10600 a 30000.
    Ditas de castor do ttfOOO a 20500.
    Ditas de brim parfie de 10000 a 20500
    Camisas de lanella, grandes.^ 300&
    Di'.as do ntgod5o, wito boas a 20008.
    D tas de liaho muite boas a 30500.
    Ceroulas de bramante a 10600.
    Cobertas-de chita a 10500.
    Leaos de linho abainhados a 40000.
    baritissimo par* acabar, aa loja dt Guilberme
    Jo naes da E a ropa
    ASSIGNaTUP.AS PARA 1872.
    Pol iticaLit lera tura lllusiracess
    > ftireitoBel^ic-Meiicina-^Pharinacia ri
    V Mjdas para senhera, alfiates cabel- *
    , leiros.
    V Catalogo
    fc e cond'ee da< .issigna'uras
    LfVRARlA -FRANCEZA.
    -ci;
    V

    AVISO
    |^H de Soaza Stares & C. scientiScam ao pu-
    blico e, edm especlalidade, ao coraraerclo, que
    Prancls de Saon Freitas deixon de ser seu cai
    xeiro desde o lia 16 do orrente mez.
    AMA Preci'**e de umi para casa de pon-
    aJU-a- ca familia, qae salba engommar e Ira
    lr de eriaocis. P.efere se estrangeira. Ra do
    Vlgario n. 26 andar.
    O abaixo assignado, lnde de acabar cora o seo
    negocio, roga aos seos mnitas e numerosos fre-
    guezes que Ihe estio devendo em sna loja de cal-
    cado a roa da Iraperatriz n. 10, de vir oa mandar-
    me pagar sea debito ata o flm de dezembro do
    eorrente auno, pon do contrario ver-se ba obriga-
    do, e b8m contra sna vontade, entregar as con
    tas a sea procurador, para elle reeeber amigavel
    ou judicialmente, o qae o abaixo assignado espera
    dos seas bons fregaezes isso nio ser necessarlo.
    Recife 31 de oulubro de 1871.
    Antonio Rodricnes Pinta.
    V^%
    erecia-s oe uuia ui que
    cozinhe e eogomme mnito
    bem, para urna pequea fa-
    milia : a tratar no largo do Corpo Santo n. 4, 1*
    andar, das 10 horas da manha as 4 da tarde.
    Precisa-se alugar urna
    ama, idosa, que saiba
    cozinbar e engommar,
    para casa de pequea
    familia, prefere-se esera-
    va e paga-se bem: tra-
    f> na rna da Cadeia o. 8.
    S.4
    Tres empregados no coramercio precisam de
    ama casa para morada, oa parte de nraa casa
    em lugar bom desta cidade, ou arrabaldes prxi-
    mos, com mobilia oa sem ella : dirigir-se ero car-
    te fechada com as iniciaos J. C. E. ra do Quei-
    raado, loj. da Fragata Amazonas.__________^_
    Anda se precisa de ama
    mulher para tratar de urna
    menina de mais de anno de
    naacida : no principio da estrada d)s Afllictos,
    sitio n. 33.
    %m
    O abaixo assignado, commercianie, estable-
    cido cerca de 40 annos na praga do Coade d'Eu,
    vendo no Diario de Pernambuco n, 265 de 20 de
    noverabro do crreme um edital do juizo do com
    roercio requerimenlo do Sr. Olimpio Goncalves
    Rosa sobre prescripcao de urna letra com refe-
    rencia a Jos Alves de Lima, suppde haver equi-
    voco visto que o abaixo assignado njda Ibe deve e
    nanea teve transacgdes com o mesmo senhor, e
    por islo nao smentc faz para o publico a prsenle
    eclaracao, como pede ao Sr. Rosa, digne-se de-
    clarar se esse edital ou protesto publicado tnlen
    de-se com o abaixo assignado.
    Jos Alves Lima.
    ' '
    COMPRAS.
    Machinas de costura.
    Cbegaram ao Bazar Universal da roa
    Nova n. 2, um sorlimento del machinas
    P'ra costara, das melhores qual dades que
    existe na america, das quaes mo tas j s5o
    bem conhecids pelos seu* autores, [como
    sejam : Weller fe Wilsoo, Grbver & tafea,
    S lenciosas, WeeJ e Impenaes e ou'ras
    muitas qae com a vista deverio agridar aos
    compraoores.
    Estas machinas tem a vanlagem de fazor
    o trabalho que trinta costureiras pod^m
    fazer diariamente e eczem com tanta per-
    fti.o como as mais psreitas costureiras.
    Garante-se a sua boa qualilarte e ensiua-se
    a trabalbar com pe'fcicoem men >8 i!e urna
    hora, e rs precos s'o to commodos que
    devem acradar aispretendentes,
    A rev.ilesciere du Barry de
    Londres
    Toda a doenga cede a Revalesciere da Barry,
    que d sade, energia, app^tite, digcsto e des-
    canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
    res, acidez pituita, fUto, enjflp?, vmitos depo
    da comida e gravidez, contipagSes.t) '' a?t ma,
    affec(;Ses pnlmonares, hexiga, liga' -erebro e
    Brasil.
    A revalesciere chocolatada da Barry
    em p,
    Delicioso alimento para almoco e cela, mnito
    nutritivo, fortiflcar.do os ervos do estomago en
    causar o monor peso nem dr de cabeca, cem ir
    ritago. ,
    nico deposito para o Brasil em Perrambnc
    na pbarmacia americana le Ferreira Maia 4 C,
    raa do Duque de Caxias n. 37. (Todo cuidadi
    eom as falsiticagies.)
    Xarope de fodegos
    E' de urna efthacia \ aeate tunv
    fbosa come calmante do y-ienas oervasj} r><6 J#-
    ptica-'o tontrs a p?r. lisia.'astlima, v**\ omrciss
    ^n coqueluche, lo'e r-cote c-u (ntig*, t*a>-
    r6ej, catan h r. brmchite*, etc., em geral cas-
    tra todos os sofff mentes ia vir< rtspiratona*,
    na ph'ilea puimaiar, mis fitnie contra o una*
    -on espasmo?, e cmul-des incontestat*. la
    gnem ha que a descinheca.
    ' DEPOSITO
    Pharna?ia de Ffrreira & C
    SL'ClESSOBES DE J. A. PINTO.
    O-RA LAUCA DU KOSARI-W
    (Junio a q'iartel t"'-cia.)
    CHITAS "
    A 240. 260 e 280
    Cbitas claras c esrbrat a 240, V*> e 2M ca-
    vado, cambraias de nVe a 2)0 ocovi4:aa
    loja de Guiltierme Carneiro o* Gunfc, raa t
    Crefpr n. 2.1 .
    botica
    Vende-se a b tica da ra de S. Berta, oa <4i-
    de de Olinda : tratar na mesma.
    4--Ruado Apollo4
    Juao do llego Urna & Filen4etn rara veni-r. M-
    0|0 raeuos que tu, cu:ra jualquer paKt
    guinie :
    Lragnicas as Ilhas ai latte.
    Alcatro ew t>arri.
    Vinh i do Porto rioo em-caixa.
    Dito Bordeaux dito difci.
    Relegiis d pareee e bm de m^i.
    J'ii
    A ra do i.i n.mifr >iu o. it escripu-
    rio de. Jom? Juaquim da Costa Man, ea-
    contra-se para vender pjf coiiiicodK
    preg> s :
    Azulejos h?siarjljje#.
    Flha- de frixa galvanizado para leba-
    do de diverso? lamaohos.
    Ditas de (Mo dito lizas.
    Bicas de ferro f alranizado.
    Cumieiras dito.
    Portadas completas po.-* ciutaria.
    Ladrilhos.
    " Si;
    tt~
    Compra-se urna prensa qae sirva para es-
    premer caj : na ra do Capibaribe n. 32?
    VENDAS.
    Vende-se, e recebe-se em pagameato apolices
    da divida publica, um sobrado de dous andares
    tendo 34 janellas cora vidra^a, 8 portas almoha-
    das tambera com vidria, 3 varandas de ferro, 8
    portas para a ra, quintal murado, cacimba, ba-
    nheiro, I porlib de ferro e outro de madeira, o
    salas, sendo 2 forradas a papel e coberto o soalb
    com esleir, 2 gabinetes la bem forrados a papel
    e o soalbo coberto a esteira, 6 quartos, mais 3 sa
    @* & (^'- ^ %"S & fb' ^ W)W !as e 'i,bioe,e na Pavimento terreo, sito^ ra da
    <* \&-\&Jip'\g/%t. ^ i& W"<*?>S ifaidega na capital do Rio rande
    LIQUUiACiO
    DE
    mmm baratas
    Lindas,bareges lisas, de quadrinhos e de lisias para vestidos a-34>u
    rs. o covado.
    Soperiores alpaca* de c^rec, de flores e da liilras a 300 ris oco-
    vado.
    Poil de cbevre casi UntJas^res e de snperiopes qaalidades a 640
    ris o covado.
    Na loja das coilumnas, de Anionio Correia de V*sconcellos, ru? Pp-
    meiro de Marco, outr'ora do Crwae n. 13,

    - i
    D. 5t;aatta
    ^>&?
    do Norte
    tratar com o prorrielario D 'mingos Henrique de
    Attlgft-se liveira nesta praca ra do Crespo n. 13.
    A -oasa n. 7, a Pa<.-*gai da MgJat^oa : ifcicajii A >;claradi casa nctia^e alugada ao .govorno
    tar eom J. I. de Reg. fpmperial e erve de palacio do Exm. presidan!"
    BUBmfammkMJhm daqueila proviteja, .alagada a razio Ce 2:0004
    por anao pagos iBens3lmnte e com as condigoes
    de vigorar o contrato al quando se construir ca-
    ja especialmente p'.ra palacio da presidenta, oa
    seja mudada a capital; lazendo entretanto o go-
    vrrtKi sua casta lodas as obras de augmento,
    conservacao e asseio do que precisar o edificio,
    contra qua"'fi>i approv.ido pelo ministerio dos ne-
    ricos do imperio, aviso de 15 de ezembro de
    1870, abaixo iran>eri 5io.
    5* sec^aoMinisterio dos negocios do imperio-
    Rio de Janeiro lo de doeembro de 1870. lilm.
    Exm. Sr.Comraunico- V. Exc. para os devido.-
    tI:ito:i, que foi aprcvado o coulcaio de arrenda-
    ment do predio que serwe de palacio de-sa pre-
    sidmeia, celebrado pelo antece<=or de V. Exc. em
    data de -5 de mafn do *69, tendo j sido posto a
    disportico de V. Exc neeessarkt crdito para
    uccorrer ao pagamento dos re^pecivos alugueis
    no correte xercicio.
    Dos guirdo V. Eac,Joaj AWredo Correi de
    Oiiveir*6r. presidente da provincia do Rio-Gran-
    de do Nene. *
    fSagtflsta de Wouzaz
    Beimiro Baptisla d Suiza, Jdalina de-
    Soaza MoBtiaho.'arcoUna FeFreira CatSo,
    Francolina Ferreira Jjriins, Gailheroiiaa
    Mirar ,de Sooza, Joo l'ereira Moutinho,
    Anton-ij Josc'ddro G^nga ves e Dr. Alfre-
    do ,aa CodIhi Mirtins (ansente) cordial-
    mn'e agraawem as pes-oas que tiveram a
    bondade de n cemite.-io publico assistire
    ao enterro de ua prsala mai e sogra D.
    Joanen Baplisti deSout, ede novo rogara
    aos seos paretrtes e amigos o carideso obse-
    quio r\ assistifftffi a m*s;axdo 7." dia de
    seu passaroen'i que pelo eterno r<>poozo
    .le sua alma mfld?m reear na greja matrii
    do Corp Sauto a 7 horas do da tei Ga-
    feira i I do correte pelo que desoe ja se
    confessa ^rato&.
    ?*iaJ r iTTiiTiffilUMIIWH liar
    Bazar Unwersal
    li'JA fiO BAlaO DA VICTOBlV,
    Outr'ora .Nova,) a. 2i
    Job de r despachada para e^te estabeteei-
    rsaaio QfQ4caad a variado sorlimento de brio-
    quefio- para crianca?, ;nui!rvs dm quaes aiad-4
    uj.'. .'>: a nnl| Cidade, e rae itnieuJavtis por
    suas elegancias xqot'tices :
    Bem'Como eneontra-je no icesaio establec-
    meniu.Kiii completo sorlimento de machinas para
    costura., de tuda* os autores conhecidos, e por
    mdico*.preso.. Cudeiras de virnepara homeus,
    senbora.s a menino-- ; Esleirs paraiforrar salas,
    sendo branas e encarnadas, camas de ferro de
    todas as qualidades e grecos. Cadeira* america-
    nas para reponso, espelhos de iodos os tamanho>i
    ! fiiQaanta agua florida falsa e aborrecida !
    imanta agna divina qne rcais. parece infernal! I!
    mas a nova Esperanca, que nao consente qne os
    amantes di xique. gastern seu. dinbeiro nessas
    aguas, que nao passam de ser dos chafarizas es-
    tranjgeiros, ou mesmo nacionaes, mandou vir do
    afawado fahrican'.e Ripaud, a sua excellente ka-
    nanga do Japao, a qual esta nperior a todas a<
    owtras ; j pelo agradavel cheiro que deixa esca-
    par, j por suas t^aeficas oualidades, visto que
    tmeiramenta vegetal assim o diz o sincero fabri-
    \ cante) para a ,o da peJJe. e do rosta,
    agua lo knnanpT ^-iia a qnanlidad^ l'.iRua
    necessana para o Morador, braniueiaa pelle, tor-
    nando-a saaw e av^iludada, evia e difsiia as es-
    pinnas, comraunicindo i pella urna cor de rosa
    transparente, o qu- muiW binno..... alern disto
    l- um icToduv.! chiro riara n lenei. i
    Vecdt-'e Iree caos >na povoaf^ dos Montes
    (Ca) tendo urna quatro portas, sita no largo da
    leira, e as oulras duas penas cada urna na ra
    Bella, prximo ao dito l)rge : os pTetendentofo-
    dem >1irigir-se a ra do imperador n. 41, onde
    acbarao com quem tratar.
    ENSIX DEPHliPASATOItlO "Stw-
    DO 0 NOVO PROGRAMMA PARA
    EX AMES.
    O nrofeasor Torre? Bauieira teta resol-
    vido abrir. p?ra o? moco qne se prepa-
    ra: para a tfVultadi de Oireito, alm
    doursj;- de pbi!'3aopbj{, de reiborica e
    puetiij e d^ gec^raphia t' historia, ora
    curso espe:ial J liotraa aoriagaeza ; e,
    em r ia:ibsm se ea dar li>;oes de iiopua partogueza, de lin-
    ua franseza e de geographii.
    IORA A' RA 1VJS MARTIRIOS N. 2,
    i.' ANDAR.
    8
    S
    CEMENTO
    O erdadeiro Portlaod: s se vende na
    roa da Madre Dos n. 22, armazem de ioo
    Martins de Barros.
    beimdro
    Vende-se uu celrodro inglez bom, por commo-
    do preeo : na roa aos Pescadores n. I.
    A 16#UU0 c ida um
    Barooas r senbora, os mais moderaos que
    tem vioJn a esta praea, alm de outras fazendas
    proprias para a festa, como sej'.vo as seguintes :
    Madapoln fraoeez Uno, earobraias Victoria e com
    harr?, percales, crelones, chitas Hos, Bareges,
    iaas, fuslSes", casemiras, brins hrancos e de cores
    de Jinho e de algodSo, e outras muitas fazendas
    que se ven le barato, su com a vista : na ra D
    reilo n. 55.
    wasV-
    RA DO MRQUEZ DE OLINDA N0
    E. A. Deioticlie acaba de reeeber oa
    grande sorliu-ento d ocnioi a pincenez d
    todas as qn i.J}e:, r- \niros numeracims.
    Ni mesrra "-a-a tem grande s'rli?ot
    de rc'ut'ivi; de in*H s q- .1! des na3 ver-
    de;:, se uiii bari-tet. ___
    Soares Primos
    uo seu eseiiplirio-irua dj Vigjri. n. I',
    seo segniule por pvvfc) ctwii'^Iu"'
    Chapvos fe vtilodfl para s-nh':ra.
    Ditos de mas para bomen?.
    Ditos amar >r.as para Leonora.
    Canas truenas de araarelK
    Cader|s pequeas pira men;no.
    G?ljs e obras depalhela.
    Liuha do Rotlt (-ra n.aijos.
    ttetroz preto e de cor.;?.
    Urna mdbiiia de Mftgi
    Vinh 1 fio o i'.o Porto em ancore
    Dito dito em eaix.
    FOLHINBAS
    PA U V

    Pomada aipaka
    E' mnito conhecida-e'ita pjmada e mnito
    apreciada por sua finissimaqualidade.a Nov?
    Esperaoca quem tem.
    Jarros de porceliana
    U eanpleto sorthento de lindos j; de poroeliana (d 1 atamado Bacar) existe na
    Nova Esperav;a, ra Duque de Casias
    n. 63.
    A.- f.-Mi-,'ai'.-.-; indlSda? 1 r < j ;-r Pe rna 1 buco. As h r- las man Daeojris
    -'. 1 fhpce.', etc. 1 10 t,.,;, si" >s <-; -
    enladas 1 a Pe mbu^o : In1
    nao se eoeo&irapj ras folhinbas inij r a ;. de laneh" -
    O PRE'QO T" DE .:. BS. F.iA.
    Contara das sgulnteiU" rwdade
    HA
    Consta de cnccmlr &r. u M '.: -
    Jas eom r.ii>aii.-a- rst..r: f.-.
    GOHMll .1AL
    GUERRA l'l! ^NCtiTRSSfAN
    ERHA DO PAUAGUAY
    BELIC <%\
    bom
    Todo *ie aosancio acnuncio er>fcialmen!e
    dirigido aos amaut-s do bjro, elles devem diri
    gir se a coofeitaria dnCaupos a rna do imperador
    n. 2i, onde encoraro s?mpre acepipes de inn-
    meras qualidade-'
    Assim como :
    L,h da India o mais superior.
    Chocolate em p e em pao.
    Amendoas confeiladas e confeit'is.
    nicas caixinhas corr ditas proprias para presen-
    tes
    Pastelaria a loda? as oras, etc.
    Fiambres inteiros e iihras.
    Emflm para se pnder sapero que acabamos de
    dizer s indo pessoa I mente
    ______ Confeiiaria do Campos.
    FOLHhIHA
    Um;
    a PORTA
    Lts. 160
    (ulna i'oaiendo a fclftnla e o k!eo4ar'A

    III0III1L Pilllllll)
    Ou rn :, i,ri di?
    Um ht
    prego de
    ??s. 2^000
    C .11 vi 1:1 I. m J)r
    'o p ra
    1872.
    la
    auno.
    m
    ac:o ]m-. 1 da diz j
    Livraria fraice*a
    Bazar Universal
    Ra do Bsrao da Victoria n
    otr'ora ra Nova
    Aluga-e ou vende-se o sitio denomhalo Olho
    de Vidro em Parnameirim, o qual tendo boa cssa
    de vivenda, que se acba limp em cs-sdo de ser
    habitada, e ficando j*er;o desta cidade e a margen)
    d vla-ferrea de Apipnco, cfferece excellentes
    comraodidades : qoem preienler compraron ala-
    gar, diriia-se ra do Arago n. 13, on Duqae de
    Caxias n. 43, loja.
    Sociedadc
    2 Dr? NOVEMBRO
    W""I
    mmmm
    PrCia-"fi de oa> o}B;i! de -'t>pWwlpie en-
    lenda do eftiiio na roa do Barao da Victoria nu-
    mero Si.
    Attenpao
    N S.inu.dt. prii^'.!|-J 1- ' arbao/S de Apipacos, casa
    0. i9, >e preeis* alugsr on erav mp.ra jervioo eiferco.
    Folha e Flaadres,
    1 hiiuibo e estanho,
    Eaxadas de ferro'
    A ra da Cadeia, armazem de Silva Wuroca.
    Cuaba Irmis & C. em seu armazem na roa
    da Madre de Deas n. 3, teem para veoier de
    marcas accrediladas e por preco commodos :
    Vinho do Porto de Pa'lo em birris de quinto
    e decimos.
    Dito do djto lino em barris de dito dito.
    Dito do dito tino em ancoretas encapadas.
    Dito di dito de lodas as qualilades ero caixas
    de duzias
    Especi lidde
    Chegoo urna p^quen;,emelsa de vinho d"
    Pdrto em caixas de duzMa-prapri > para oieni-
    as np pesabas doenies. ^^
    Vende-se
    arreio para carros, guarnecidos de metal do
    principa, e.m retranca para doos cavados : no
    armazem da travewa do Corno Sant.>-n. 28.
    (lgidos baratos
    -Bolinas de cor, s bjrdada para seohora a 3#,
    diUs eifeiuwdas a s, diUs gispiadis a 5*. ditas
    prea? gapialai a 4 J, butinas de cores e preas
    para meninas a 3#, botinas para hornero a 8j.
    10* e l| : oa praru a alepeniencia o. 13 e
    l->, loja do A-aites. .
    Acaba de ebegar para este grande estabeleci-
    mento um c m.oeto sorlimento ie machinas de
    costura de lodos o* aniaras conhecidos, os qnae^
    gtrantem por annes as ditas machinas, e se ven
    dem por preco* tac rasoaveis que a todos agrada-
    r, cujos precos sSo os legjales : 40 60J,
    801, 10)*. UOf, HOf, IW, iC0, 180*, 2C0J,
    220*. 250* e 300 v. ~ar3nte-se ao? compra-
    dores a bui qualidafte de trabalho e obriga-se
    a eosinsr tantas vetea tjaantas sej^tn precisas
    para bem comprehender^? Vende se tambem
    pejas e mais perence de softrecilentes p*r"
    as mermas machinas. Previne-36 desde j qut
    s se vai ao chimado para conseno e nsino de
    machinas das qae forem compradas nene e$ta
    elecimento.
    Vende-se o vefdadeiro alcatro da Suecia pro-
    prio para enwrados : pi arma.'ra.bolla amarella
    00 oitio da secretaria da pc'icia.
    VENOE-SE
    municao a retaSfeo, qualquer 2i*
    Chumbo de
    com dtseouto.
    Cera em vellas, a 1*400 por libra.
    Linha de rorlz e retrrz.
    .Va ra do V'gario n. 19.
    Libra- sterlinas
    Vende Juaqiin Jos Ramos roa do Boa leso
    n. 8, andar.

    APIIOVEITEM
    en caixas de qbjh
    muita c-
    d-9
    Vende-se urna casa peJra e cal sita
    oa ra das Cinco Ponas u. 7 (pairo do Terc> da
    cidade do Re:ife> : cjnen? nrelealer dirjase
    cidade de Olinda a tratar mu a 'endino Goncalves
    Rodrigues Franca, morador na laduira da Miseri-
    cordia da mesma :idade^
    \ 7|00O
    Chapeos de castr branco; ^*,'os quaes serh-
    pre se venderam a 14* : n2 ru do Brai da fie
    loria n U, era cisa de J. Chrntiaa'.
    A 15500e2^000
    Chapeo.; de pa'ha ii,
    ra do HirS :ia c
    Chrisliaoi.
    a 2*300 e 2* : oa
    :rn caa de.J-
    Azeile doce i aocec
    duzia.
    V.nlio B>rdaux-S. Jilien-
    perior.
    Cb peroia superior, bd caixas
    I libras,
    Prins 8 1) mhn da Russia.
    A'godO ''rtf'l projww para aceo'.
    Gvrrt'ftps eom siipertar sa*.
    Caixas cfjta .l)j do P01N
    Enrcfar moito bono, eii caixw.
    C la jope ioi da Bibia.
    Papel de crs m fardos de 10 resmaiv
    Copiadores de car las, grandes.
    Ca xas de cu scrv.s em meios frascos.
    Bons de [): ho proprias pan doc,
    completo sortimento.
    Capeos do Che.
    D"s de M-nilba.
    Fio de vella soperior.
    Pa-a ultimar facturas, Jus Mar PaK
    tnrira, no largo do Girpo-Santo n. 4, Tan-
    dar, tem resolvido vender com constderavoi
    abalimtnio as mercadorias cima descra-
    tas. Se querero pechincbar aproveitem.

    Vende-se
    ama caa de hipa em perfeito estado com u
    sitio efundo 200 palmos de frente o SOS de
    do c>n arora*H d- fracio, na aofa estrada w
    Agua Kru, liculo i-e u o estafao do nrc?-^
    : s traiar m rus larg do Hisar> a. 14*
    bric de cigarros. M


    iano de Peroamouco Terqa ira 21 de Novembro le 871.
    i'
    A' AfiIA BRANCA
    RA DUMIE DE CAXIAS N. 52
    (Outr'ora Queimado n. 8.)
    A Aguia Branca tendo j recebido parte de tatigas eucommetiiiis, ero sedimento acaba ago-
    ra meauu de recabar outras, algumas das quaes
    se tornavam essencialmente precia*, e oatras se
    azem apreciadas jur seas gastos e qualidades,
    COITO sej;m: j
    Meias de lie d'escocis, abortas para senhoras
    aeniQ s.
    Ditas dem eoai listas tambero para senioras
    menina*.
    Ditas dem muit b mitas ao gosto escocez.
    Ditas dem Jeta brancas e cora listas para me
    atoas.
    Ditas dem id^m para tiaplisaaos.
    Ditas de algodao c impridus e com [.-tras para
    Moteas.
    Lavas pretas de seda, para seahora.
    Ditas de lorc/i! e ? >eda pan meninas.
    Bonitas camisiuba* bar Jadas para senhoras.
    Fil di; seda, bran-M e preto com flores miadas.
    Dito de algoda, liso e cos flore?.
    Touqainhas bordadas para crianzas.
    Lindos e moderaos cbaposinbos de fus.ao para
    dim.
    Penies de tartaruga para desembarazar ou peo-
    ear.
    Ditos de dita Iravessos para meninas.
    Ditos de borracha para ditas.
    Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
    umarradilho aos cabellos de senhoras.
    Grande sortimento de enfeites de seda para ves-
    tidos.
    Fivellas de roadreperola e de tartaruga pan
    pulceira e laco para o cabello.
    B-mitas b Icinha' para meninas.
    NOVO SORTiMENTO DE ENCHOVAES PARA
    BAPTIZADOS
    A agaia branca acaba de receber novo sorti-
    ' ment de lindos e completos enchovaes para bap-
    .isados, e bem a.vim separadamente camisinhas
    Sara dito-, lindos cbapeosinhos de setim branco
    ordados, ontros ditos com (ando de velludo, obra
    de muito go-to,e que servem tambem para pas-
    seio, sapalinhos de fe im para omesmo flm.
    MODERNOS E.'FEITES.DE FLORES,
    ornados c-ra bicos de seda, ias de selim'e fivella
    de madreperola ao Dirimo gosto, e proprios para
    bailes, casamentes, etc., etc.
    , FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
    A Agaia Branca reeebeu lindas ramos de flora;
    fins, tanto para cabeca eomo para chapos,
    bem assim :
    Papel verde lio e com listas para folha?.
    Dte de cores para flore?.
    Fulhas de diversas qualidades para retas.
    Ditas verdes b lastrse, ora nc va e pea ft>
    meira t^z tedas como amostra.
    Franja* pretas e de diversas largaras para w
    (eitar venidos,
    COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
    MOLDES.
    A Aguia Branca acaba de receber ama peque-
    na porco dos bonitos e modernos coques grat
    des de trauga e outros moldes.
    NOVO SORTIMENTO
    DE
    IKKTECAS
    A aguia branca, a ra do Duque de Cairas n.
    52, outr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
    un novo e bello sortimento de bonecaa de diver-
    sas qualidades' e lmannos, sendo :
    Com rosto de seda, das que chorara, e ontraj
    que fallara.
    Com rosto, maos, e ps de porcelana, e pro-
    prias para vestir-se. *
    Obras re porcelana
    A aguia branca tem outro sortimento de diver-
    sas obras de porcelana, sendo :
    Bonitos-e ricos vasos para pos de arroz.
    Outros para joias.
    Ouiros para abneles.
    -Outros ;8ra enfeites de mesa.
    Pequeas e bonitas pas para agua benta.
    Pequeos jarros para santuarios.
    Outros maiores para mesas.
    Bonitos port relogios.
    Lindas chimbas tambem de porcellana.
    Escrivanias de dita.
    E muitos outros objectos para enfeites de mesa.
    lo ha *i*U cabellos brantw
    pone, a.
    So e utoiea* asprovada pelas as academias d.
    -tienda, reconheeida superior a toda: Trifpiii ap-
    iireeido at hoja. Deposito principal i ra di
    "-ada do Recite n. Si, i* aaiar, em todas as bo
    caa e casa de cabelleriro.
    RA- DUQUE DE CAXIAS 29 -
    Os proprielarios deste.' gran Je e bem montulo estabelecimento scientificam U
    resneitavel publico esta provincia, que se acbam c^m uta variado ecumpletu sortimentt
    de nov s, tanta aaeioaaes como jstratigtjiros, se:.do estes escolbidos capricho por
    um dos socios qfuese a:ha actualmente oa Europa, e por isso os podera vender mait
    baratos O % menos de que em outra qualquer parte. O mesmo tem contratado com
    os melhores abric.mtes daqoelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitas
    jlli. Na offieisa tea os mais habis artistas rteste g-nero," e por S30 aptos a fornecereoe
    mobi'ias a3 rr.ai: aperfigoadas para as casas da proviocia consideradas de primeir
    ordem. Pedem, portmto, que \enhnm visitar dito eitabeit cimento, onde encontrar!'
    a realid.de do que acaban de expr, passtodoi exwiaarem : ricas e completas mobilia?
    de Jacaranda, mogno, faia, carvallo, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas t
    Jacaranda, po-set.a, amarello, etc. etc., guaida-vesiidos do amarello, guarda louca d<
    aogoeira, am.ir- l'o, com lampo Je pedra; aparadoras de dita, dito, com dita, petit
    toilett s, espeeiaimer.fe para fazer barba, toileties de Jacaranda e amarello, com pe-dra.
    3 muitos outros ai ligos de gosto, que para se nlo tornar enfa'donho prescindimos d'
    uzor eaejo delles, o que so com a vista podero apreciar.
    k loja dos Arcos de Alvaro Augusto d'Almeida & C. ra do Crespo n. 20 A acab;
    ie receber pelo nitixo vapor francez Amazonas, a'guns aitigos proprios para cnxovaes
    3e Qoivas, e de n.oias p;>ra grande toi ette como sejam :
    Riqossimo cortes de vestidos de b!onde para casamento.
    Ditos, de tailaiana bordados seda para casamentas.
    Cortes de seda de bonitos gostos e superior qualidade;
    Colxas de seda, la, e la e seda.
    Capellas com mantas de blondepara Deivas.
    Camisas de esguo bordadas para noivas.
    Fronhas de eguiSo boidadas.
    Lencos de camoraia de linho e lal.yniitho.
    Superiores li ques de madrepero'a.
    Cortinados bordados de differentes presos e qualidades.
    Sedas de cores de bonitos -pacli oes.
    Ditas eseje zs para vestidos, roupas de menino, enfeites, etc.
    Bisquinas de gorgnilo, suparior quadade.-
    Borns de la e seda p3ra senora.
    Maotihas braseira de fil da seda bordada.
    Cb etieaez d : 15a e seda.
    Chapaliaaa de s la branca, e de crpe preto-para luto.
    Chapees entitados para senhoras e meninas modelo inteiramente novo.
    C5r;es d' camoraia de c6f e brancos bordados.
    Lod'S corles do bapliste Fr^u-Frou.
    Ti da v.-.yage fazenda dejjol> para vestidos.
    A!m de^tus anigos qae se v.odem porprecos razoaveis tem outros
    cbinbas extraordinrias, como sejam :
    Damasco de la com 9 pdmos de largura a I#300 o covado.
    Cortes de la Victoria com 20 covados por 100000.
    L3as oto listras de seda a 40J rs. o covado.
    Ditas mese adas muito boa qaa idade a 3:0 rs. o covado. -
    Cassas de cor a 2i0 e 2*0 rs. o covado.
    Alpacas largas bonitos padrSesa 500 rs. o covado.
    Lencos de esguio maito finos a 35 e 40000 a duzia.
    Esleir da Ludia, millas para viagem, trasparentes, ele, etc,
    Superiores dgarr s do Rio
    de J: neii o.
    Domingos Alves Matbens, nico gente nesta
    provincia da fabrica imperial de cigarros de S.
    Juio de Nitherohy, e;tibelcida no Rio de Janeiro,
    :em sempm um completo sortimento de lodosos
    cigarro-*, fuuo picado e en latas. Tem igua'roente
    IM afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag
    uifico papel de palha de milbo e fumo superior
    ?ara governo de seas freguezes, oae tem estabele-
    cido depsitos flllaes, as casas dos Srs. Thoraa
    Francisco de Salles R isa e. Manoel de Souza Cor-
    deiro Simoes Jnior, no balrro do Recite, e todo
    aaanto hit vendido em outras catas com a firma
    ie S'ium Notaes A C. slo falsificados.
    -en seusaHBasflbs, alm~d<>arn*
    uligos de seo oegouo regalar, os segnintes, qae
    renaem per presos mais mdicos qae em ou-
    fa qualquer p^rte :
    PORTAS de pinho ahnofadadas.
    POIrTEIiAS da ferro pira cercas.
    SALTTRftjoalez.
    S3TBIRAS da Indi para cama e forrar -salaa.
    SANOS de barro francs para esgoto.
    SBSSO superior em porches e a contento.
    CEMENTO de todas as qualidades.
    MACHINAS de descarofar algodao.
    LONAS e brinzSes da Russia.
    OLEADOS americanos para forro de carros.
    POGES americanos muito boas e econmicos.
    VINHO de Bordeaux.
    COGNAC superior de Gautier Freres.
    f ARELLO em saceos grandes a 3500.
    AGUA florida legitima.
    CADEIRAS americanas.
    RHM da Jamaica.
    AZULEJOS de Lisboa. -___________
    Cortra a tosse
    pastilhasVeitoraes.
    de
    Gomma simples crystalisada.
    Dita de angico <
    Naff d'Arabia. ..
    Seve de pinho martimo de Lagasse.
    E ontras muitas que maito se reeomendam e
    las'suas expelientes qualidades.
    Vetade-na
    PHARMACIA B DROGARIA '
    DK
    Barthoomeu & C.
    34-RUA LARGA DO ROSARI.\-34
    Xarope sedativo
    DE
    Casca de laranjas amargas
    COM
    BROMURETO DE POTASSIUM
    DE
    liillOZE
    Este novo preparado apretado pela- academia
    mperial de medicina, muito se recommenda pela
    ma accSw sedativa e calmante, sobre o systema
    aervoso, o bromureto de potassiom, 'nao derxa de
    lar os mais ceos resultados as diversas affec-
    'des do organismo e principalmente as molestia"
    lo coracao, das vias digestivas da respiracao, da"
    ias genito-urinarias, na epilepsia, as nwlestias
    aervosas da prenhez, na insomnia das triancas
    tarante o periodo da deuiico etc. etc.
    Vende-se na i harmacia e drogara
    de
    Barthoomeu & C. .
    34-RUA LARGA DQROSARIQ34
    Liadas grinaldas com flores e botSas &
    larangeiras C'-m vivos e sem eilesr- vendem-
    se na Nova Esperanca ra Duoae de Caxias
    n. 63.
    Oleo para machinas
    Vende-se na Nova Esperanza roa Duqoc
    de Casias n. 63.
    -\"o t: a ver conTiiIfes.
    As criangas q;ue usarem dos collares ano-
    dinos, que se vendem na Nova Esperanca.
    est-iro isentos de convulsoes; pois sao o?
    verdadeiros recebidos directamente.
    RIVAL SEM SEGUSOJ
    RA DUQUE DE CAXL\S N.'^t.
    Joto Bigocjinbo, cem loja do mio^ezac.
    avisa a todcs es os seus fregaezes qn*i"st
    torrando todo pelo prego, a vista da uzea-
    da, para todos admirar, a saber :
    rhesouras grandes e peqnenas o
    mais flno que ba a 1 000e jA!50C.
    Pegas de tranga'de lae ilgod5o as
    mais modernas a 160
    Frascos com agua de colonia muita
    fina a 400 e 500
    Frascos cim agua de colonia ver-
    dadera a 800 rs. e 15G0
    Gbapos brancos para baptisadoa o
    melhor que ba a 3000 e 5^000
    Duzias de botdes cobeitos de soda
    para vestidos por todo o prego
    para acabr.
    Libra de areia prela a 160
    Grosas ('e botSes de long'a branca a 120
    Gaixas com 100 eovelepes faienda
    fina a 500, 6C0 e 801
    spelbos de moldara dourada a
    800 e 14000
    Pentes pretos volteados pan me-
    ninas a 240
    Timeiros com tinta preta a 80 e iOO
    Pegas de fila elstica maito fina a 20C
    Latas com superior banba-60,100 e 2C0
    Latas grandes com superior banha a 320
    Frascos com oleo de Pbocome a
    500 e 800
    Frasees com macass [ Peruta a 24u
    Frascos eom agua do Colonia- verda-
    dera a 1^000
    Sitos eom oleo de ba )osa suderiof a 320
    Carritels de retroz. preto com 2
    oitavas a
    imm BARATAS
    10Ra do Crespo10
    Pecas de algodao eom 20 jardas a 44, 4^300
    5*Oj.
    Ditas de madapolao a 4#, o*, 6^500, 6/, e
    6*500.
    Ditas de dito infestado, francez superior a
    iOjOOO.
    Chitas francezas de todas as qualidades a 240,
    J80, 300, 3JO e 360 o covado.
    Cabraias de cores a 240 e 280 rs. o errado.
    Dita lisa de oor a 390 rs. o errada.
    Dita* prWns para lato a 6iO rs. a tare.
    Pecas de cambraia lisa transparente a 3/, 3*301
    Ditas e dita lapada Victoria, a 4*, 4*500, 5*
    e7#.
    DiU" de dita transparente, suissa maito fina
    com 17 varas, 14*. ,
    , Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7* e
    9*500.
    Qrganly branco fino a 700 rs. a vara.
    Bnlbantina branca Infestada a 440 e 500 rs. c
    covado.
    Bretar.ha de linho com 25 varas a 20*000 e
    25*000.
    Dita de dito infestada com 30 varas a 271.
    Bramante de linho com 10 palmos de largura a
    2 500 a vara.
    Dito de algodao a !*n'00 a vara.
    Atoalhado de dito e de linho oom 10 palmos de
    largura a 1*500 e 3*.
    Toalhas alcochoadas para rosto a 7* a dnz>a.
    Ditas de linho do Porto felpudas a 10*000 a
    duzia.
    Guardanpos de linho a 3* e 4* a duzia.
    Cubertas de chita a 2* e 2*500.
    Ditas de chita adamascada forradas, 4*, 4*300
    e 5*000.
    Colchas de damasco de corts a 4* o*.
    Ditas de fusio alcochoadas a 5*.
    Cobertas de la escuras a 4*.
    Ditas de algodao brancas a 1/400.
    Collcirinhos de linho a 500 rs.
    Chales de merino hsos pretos e de cores 2*000
    e 3*000.
    Ditos estampados de meia casemira a 2*- e
    5*500.
    Damascos de cores a 640 rs.
    Lencos blancos de ososa linos, 2*, 2*500 e 3*
    a duzia.
    Ditos ditos e de cor abajnhado largo a 3* e
    3*500 a duzia.
    Ditos ditos de camb:;ia de linbo finos a 6* a
    duzia.
    Ditos de esgniao de h iho a 4*, 4*500, 5* e 6*
    a duzia.
    Bnm Angola a 640, !0 e 1*000 o corado.
    Bros de linho de cores a 500 rs. o covado. -
    Cortes de meia c.'ei,na para calca a 1*200 e
    1*400.
    Ditos de casemira para cal ja a 3*500, 4*500
    5*500.
    Catemiras de cores de duas larguras, 2*, 2*50
    e 3* o covado.
    Ditas pretas, duas larguras a 2*500 o covado.
    Pao fino preto e azul a 2*, 2*000, 3*000
    3*500.
    Dito dito muilo fino superior a 5*, 6* e 7*
    covado.
    Laos e alpacas de cores para vestidos a 40o
    500, 600, 7o0, 800 e 1* o covado!
    Toalhas com labyrioios para bandejas e para
    rosto a 8*, 10* e 15*.
    Camisas de (l.nella branca, e de cores 2*.
    2*500, 3*. 3*500 e 4*3C0.
    Grosdenapoles preto e de cores 2*, 3* e 4* p
    covado.--
    Dao-se amostras com penhor.
    Vende-se tambem grande quantidade de robpa
    feita e por mpdiJa por pre;os mnito redozidns.
    Cura rpida e radical dus
    callos
    pela pomada Galopeau
    Essa pomada que to bons resultados tem colhi-
    du as pessoas que della tem fetlo uso acaba de
    chegar para o sea deposito especial..
    NA
    Pharmanin e drogara
    DE
    Barthoomeu 4 C. ra larga do Rosario no-
    _______ r mero 31-
    J. 0. ti Di yle km em tm
    armazem para vender
    0 SEGUINr :
    COGNAK qENNESS.
    V1.MHO XKHFZ.
    DITO DE LISBOA,
    FILTRADEIMS.
    BITTtR
    A' ra do Gommercio n. 38.
    *ms mmm-m mwmw*
    FABRICA i
    DE
    SCHA PO SI
    B DE
    I Todisss qualidades
    | 8, i\ ra larga o Rosa-
    rio n, 2i i; andar

    A FLOR DE ORO
    E' este o distintivo de urna nova e tem montada
    loja de joias/gita a ma larga do
    Rosa io a. 24 A,
    Os proprieurioi deste elegante estabelecimento tendo em vista os esforcos qne
    flwram para o collocarem as condiccSes de urna grande clientella mtariam io mais
    rigoroso prindp.0-se nao vteesem as collumnas do jonal scienlcar ao rwpeiu'el pn-
    biico qne no me mo estaelec.mento enconirare'sempre o mais eomplet soruWnto
    de jolas, como sejam : brincos os mais modernos, para ad&marem ardeticadaTore-
    Ihas do bello sexo, e que'se vendem a 8, 9 e tO* o par. ditas par^ mmlnM a 4 S A
    ditas de coral, obra de apurado go to a 3 e 4*. Voltmbas de eeVal S c" m Ji
    t H, broches modernos de 3 a 13*. ditos com pedras e em sms dev^da^iinhaT
    !0 1 M. 20* rselas lisas potm bem trabalhadas, de xSoo V, iusloi
    pedras de 4 a 15*, cacoletas a 4* ditas com InscripcSes a 5*5 l. annet'7bZH.
    e com bonitas pedras a 2, 3 e 4i.
    pedras de i a 13*, cacoieas a 4* ditas com InscripcSes a 5*5C0, aoueis"de"diverso]
    gostos, e com bernias pedras a 2, 3 e 4 ditas de perolas, esmeraldas e rubins a 6* '
    ricas erse de esmeralda e rub.m a 12, 14 e 16*. ditas de onro e coral eom vlsuT,ho-
    toyrapbicas a 3, 4, 5, 6 e 7*. ligas de coral a 2*, cadeias para relogios a 201. dinas I
    6*500 a olla va, guaroicoes eom tres botoes pira aberturas a 4*, dito de pedrlnhas i3 i
    o par, dilos para poohos 03 mais modernos a 7* 8*; alm de um variadtssuno sortimeB
    to de joias de apurado gosto quo recebera por lodos os vapores da Europa como I
    sejim-: brincos, braceletes, alflnetes, adereces completos, cnues, roletas, aneis 1
    brilhantes, esmeraldas, perolas e rubins.. MedalhSes, voltas, trancelins aooeis com leW
    Uas e de d^versos_modelos, oculos e penciner de ouro e prata dourada, relogios de ou-n
    ricos paUte^j
    ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos Umanhos,
    ros e faqueiros, colneres para cha e sopa, maracas para enancas, e urna inflmdade de
    objectos que seria enfadooho mencionar-se.
    Os proprietarios da Fior de Ouro garsotem vender mais barato qae em qualquer parte, para que estar aaerto o estabelecimento das 6 horas da maha as 8,da,
    mfi
    non te.
    RA DO DUQUE DE CAXIAS
    (Outr'ora do Queimado)
    Tendo-se resolvido dVra avante venderse neste estabelecimento todas as fazen-
    das existentes no mesmo, por precos que todos admirarSo, atbo de meo dever partict-
    pa-lo a todas as Exmas. familias em gtral, afim de virem vhiar este estabelecimento
    ou mandarem buscar amostras, garantindo-se-lbes um bom sortimento de fazendaa d
    aigoolo, 13a, linho, e seda, emfim urna infinidade de artigos de mi.da mandando-se ai
    casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qaalouer a*eoda para veren
    oa escolherem. ~
    As pessas que vendem em menor escala poderlo bem soitiremvse neste estabe-
    lecimento. que vender pelos mesmos pregos que em qoalquer casa importadora, tendr
    a facilidade de comprar quaiqoer porc5o.
    0 65 tem om compiulo sortimento de ronpas bem acabadas oque vende por
    preces muitissimo cemmudos, mandando tambem fazer por medida toda e qualquer obra
    que os concurrentes desejarem para o que tam um dos mais babilitadisiimo mesura
    alfaiate, cortando por um systema inteiramente novo.
    Os annuacios nesta prafa es5o e por certo devem estar desacreditadissimos, poii
    que ha casas que annunciam aquillo que nao teem, o que o 65 garante nunca dar-se em
    sen estabelecimento, pois qne so desoja bem servir ao publico em geral, para ganhar
    g ande nomeada em todo o mundo.
    0 OS ada desnecessario mencionar os precos de suas fazendas pois que isso_tor-
    naria:se demasiado macante para os Ieitores, por ter de ser demasiado extenso seo an-
    nuncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois que vendendo muito e muito
    barato mister encurtar suas de?pezas. A smceridade dos tratos do 65 julgo que j o
    publico conhece demasiado, pois que stmpre tem cumprido com aquillo que annuncia,
    n5o verdade ?
    E' INTIL, NAO SE CAN3EM, COM 0 05 NINGEM PODE COMPETIR
    RA DO, DUQUE DE CAXIAS
    (Outr'ora do Queimado)





    que sao pe-
    OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHA
    DA|
    . TERRA NOVA
    DE
    H. LACOMBE
    Este oleo qae lio boa acceit^ao tem merecido,
    mito se rtcommend por ser o mais panucado
    ,ae buje tem vmJo, e anda pelo boa paladar,
    auperior a o otro qnalijer : venJe-se no deposito
    speeial de Barlhaiobea & G.: iua Larga do Ro-
    'laa 34.
    TOBARATO
    E de (?iila iitidade
    O alcitrao de vernii do gar, serve para, matar
    form'gas, applicado as madeiras preserva-as do
    euplm, da acc3o do lempo e da humidade io chao
    e duplica tambem a doraco das me-mas rnadei-
    ras dentro d^agna, e no ierro cooservao anflos
    como novo, -vende se a 7Q0 rs. a caada, prec
    just[ren!e d fabri;a : bo irmazeo^da Dol ama-
    relia, no>tiit> da, secretaria'de polie-a.
    --------------------1----------------------------------.~----------------:----------------------------
    Caixas com agulhas francezas a 160
    460
    Pecas de ttras bordadas a 300, 600
    - 800 e
    Garrafas com a *?erdadeire agua
    florida a
    Cartilb da Poutriaa Chrislaa- as
    mais modernas a
    Escovas muito finas para lmpar os
    denles a
    600
    240
    10000
    10300
    400,
    240
    Alcatrflo de guyat
    LtCOR CONCENTRADO E TITULADO
    E' um podrreso remedio contra as seguinte
    molestia* ; b.onchtss, catairho pulmonares, te-
    se, rebelde- o. fluxos, Irritacio do peito, males da
    garganta, phsrca palmonar, deys pesia, catar
    mo de bexiga, molestia de pelle, perda de cabel-
    los, purgacfos antigs e recentes, etc etc.
    DEfOSHO
    I'harmaca dp Ferreira C.
    SUCCESSO'.ES DE J. A. PINTO '
    10-RA LARGA DO ROSAMO-iO
    I
    I
    Manteiga in^lezi.
    Vende ie i 800 rs. a libra e U760 o kHo : na
    coa de Pedro Afta o 1, antiga ra da Praia.
    PHMCih
    A300
    ralet t$ de alpa'ci lisa.
    Est em liquidado ama pequea porfo de pa-
    letots de alpaca de lodas as ores e de diversos
    feitios, e vende se a eseolber a 3 cada um para
    liquidar : na loja do Papagaio ra da Impera-
    irz n. 10.
    Papel da linho para cigarros, marca martello.
    O : em casa de Bjurgard 4 (/
    [ Se o desejo dos proprietarios desta fa- g
    Ibnca fosse unic..men;e illadir a f pu- S
    blica, ha muito que kr'am annunciaco {i
    I os seus productos, mas para, correspon- jB
    Iderem mais dignamente coLfianga nel- S
    les deposilada, esperaran) recebir os 1
    | objecios e psoal, que acabara de che- R
    . gar-lhes.
    H>je, pois, que a'sua fabrica se icha fjs
    montada cora as mais aperfeicoadas ma- jg
    chinas, com os melhores penenos eser- ^
    v.da dos mais peritos olBcia*8 europeos, m
    podem os seus numero?os fre^ufies e ]
    o publico em geral enc ntrar desdea. S
    Chapeos de seda da ultima moda, sen- m
    "do altos e baixos. (jjgj
    D.ios de ca-ior de i das as cores, ern B
    formatos ingleies e ambtrgueses.. -
    Ditos de feltro de todas as qualidades Igjj
    e feitios, tanto para hmem como para ?S
    crianzas. H
    DU s de veljndn para senhora.
    Ditos para ecclesiasticos, redoudos, tri- S
    Si angulares e a romana.
    SM Ditos armados para militares.
    5 Dilos de pasta.
    Wt Concerta-se toda a especie de chapeos jjg|
    | quer de homem quer de senhora, com a }%)
    U maior pericia e mais barato queem qual- S
    9 quer outra parte, assim como se rece- 89
    f bem encommenrtas tanto para a provin- tts
    m cia como para fra.-- H
    Hf mmm vmmmmo
    u. Ano traDcisca da Fenceca Piraenta pre-
    tende vender a ol=ria denominada Taqoary, no
    todo oo retilhando o terreno ; assim p^is qem
    pretender dirija-se a aonunciante na estrada no
    va do Casanga para contratar, afim de que com
    dados certo i possa cbter licenja do jui de or-
    pbaos para dita vtoda, visto ter sua .ha menor,
    parte, em dita olaria.
    '.
    Ba do Mrquez de Olinda56A
    outr'ora ra da Cadeia.
    LQJA DAS MACHINAS
    Sendo este amigo estabelec.memo assaz conhecido como principal e recommen-
    iado pelos grandes depsitos e bons sortimeotos com que stmpre prima em ter dai
    r.eiboras, mais acreditadas e verdadeiras niAchinas americanas para algs-
    dSs, desde 10 60 serras, e haveodo em todos os tamanbos diversidades de siste-
    mas e melhoramenios para perfeito e rpido desean cemento; tornam se dignas da
    serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alm~ disto, encontrarla
    ambem mais:
    Apurados vapores dgomoves, de forga
    4
    de 3 4 cavallos, e pertences.
    Machinas para lavar ro.upa.
    Arados americanos para varzea
    deira.
    e la-
    CarrbTre uio-pan-srtterrosr.'
    Tioas de madeira.
    Baldes de dita.
    Ditos de ferro estanhade.
    Ditos com vlvula para lavatorios.
    Ditos de madeira para compras.
    Apparelhos para jardins.
    Guardas comidas.
    Tampas para cobrir pratos.
    Tarrachas para fazer parafnses de ferro.
    Ditas dita ditos.de madeira.
    Trens para cozinha.
    Temos de bandeijas finas.
    Emfim muitos outros artigos, que
    examinados.
    Correles para arrastar madeira.
    Cylindros americanos para padnriai.
    Pertences avulsos para machinas. ,-
    Salitre refinado. \ r
    Breu-hoperior." *'
    Moinhos de diversos fabricante! par
    milho e ca'.
    Debulbadores para milbo.
    Azeite de spermacete para macbinaa.
    Camas de ferro.
    Bombas de Japy.
    Ditas americanas.
    Cofres de ferro patente.
    Canos de ferro esmaltados.
    Ditos de dito estaubado.
    Ditos de chombo;
    Ditos de borracha.
    Folies para ferreiros. _
    y
    %.
    s avista e neste 'estabelecimento poderlo iar
    ra do Mrquez de Oioda a. 15.
    Vende-sp, _pu-a acabar, por menos pree' do
    que em outra qualquer parle ; ra do Vigario
    n. 16, ^nrimeiro andar, escriptorio de Joaduira
    Gerardo de BasMs.
    GabeUaifeiro
    Recebeo am grande e variado sortimento de
    coques de trw?ah e* CsbiMlnes que vade nelo
    baratbsimo prec > de 0|, Vt, 30* e 35#, ctega-
    dos pelo ulna vapi;r ; na rtu da imperalrh n-
    mero 8z.
    i)o mu
    o mai
    gra_
    acondicionadas
    iqlelia
    i? arroba
    nto^rfiiKl
    ste; roereada, .enf barricas
    af luidas de ferro e bem
    no trapiche Guerra no Recife.
    Venderse um bra^o de balan'? grande e um
    dito de batanea pequea, e juntamente am mareo
    de peso de metal, sendo o peso maior de 5 kilo
    grammai', e o mais pequeo de 1 gramma : a' tra- qnim Rodrigues Tavares de Mello, praca do Cor-
    tr na roa da Santa Crnz n. i. I po Santo n. 17, { andar.
    Cal de Lisboa
    i I, vend.
    Angosto
    Libras steilias.
    Veade-se bo- armazeai de fazendas de
    y, de OHveira^Tj., ra de sea valor vende-se nra bxidltU1 avlo raiado
    apaueado, mnito novo, andador de baixo meio ,
    oo caes do Ramos o. 39.
    ERNESTO k LEOPOLDO
    K 2 D Ra do Cabug N. 2 D
    Acba-se montado de forma tal esta estobelecimento de joias que pode
    vender ao* satis numerosos freguezes em grosso e a retamo e por precos
    mui resumidos visto qrje recebe de conta p opria por todos os vapores de
    Europa. O gosto de desenho de suas joias o mais lindo do paiz das
    modas, coco de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rubiw, parolas,
    turquesas, sarfft-as, eeal rosa etc. t. Obras de prata do porto tanto
    para igreja como para servico domestico. Convidamos as Eimas. familias
    .a Yiiurem o dito estabelecimento ioios os dias at 9 Horas da noite.
    Cottpra.se ouro, prata e pedras preciosas em obras wlhas.


    Oan* d Fernambuc Terc,a fem-i 1 de. Noveiuhro de 1871.
    hV
    i

    \
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    '*
    l
    fl.**0 %
    DO
    DE
    FIGUEIREDO a LOPES.
    64 BII4 DA IHPER4TRIZ N, U
    Os proprietarios deste importante e syropathico estabeleciraento da fazendas finas,
    em avisar ao respeitavel publico e particu rmente a sua numerosa fregaezia, que o
    CYSNE acaba da sortir se de todo qaanto ha de gosto e moderno em fazendas unto
    para homeos como para senboras.
    E' ocioso ciar que os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
    'nm espirito altamente conciliador dos interesses alheios com os seos, teem sempre
    seguido o magoifico systcma de offerecer venda fazendas de todas as qualidades e pre
    ios relativos de forma que fcilmente podem fornecer artigos de sua casa accommodados
    i todas as fortunas e meios.
    E sobre todas a.s conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em eon-
    equencia da sinceridade e barateza com que negociam r s seos proprietarios.
    No lo j\avel empenba de justificar as suas operaeoes convidara as Exmas. familias
    i viaitar a sympataica loja do CYSNE chamando i atlantes do pnblieo em gerat- par?
    u legumtes especialidades e presos.
    PARA iNOIVAS.
    Veos, capellas, sedas e popelinas oraocas
    de cores, g.illas, pronos e camisas bor-
    dadas, todo caprichosamente escolbido e
    para varios precos.
    CRETONE BAPTISTE.
    Fazeoda lisa de urna so cor, de cores di-
    versas, para vestidos e tambem propria para
    sombras.
    CAMBRA1AS
    Transparentes de 8 l/ varas desde
    10500 at 80 a peca. Victorias muito finas
    le 4# at 80000.
    CORTES BORDADOS
    Fazeoda branca de delicado bordado
    laixos pregos acompaohada do competente
    fgorro.
    LAS
    Variadissimo e neo sortimento desde a
    lia hsa barata de 40 at a de listras de seda
    aais cira que pelo prego qoe vendemos
    por assim dizer de graga vista do gosto
    qoalidade.
    BAREJES
    Lindos padrSes aos pregos de 360 e...
    400 rs. o covado.
    SAIAS BORDADAS
    As que o CYSNE vende sao bellas e su-
    periores.
    LUVAS
    As meihores e mais procoradas luvas de
    iouvio, brancas de cores sao as qoe o
    CYSNE expoe a venda.
    BALDES
    De cretonas com babado e bordado, di-
    tos de arcos a 10500, pecbincha sem rival
    ao genero.
    CHITAS.
    Completo e grande sortimento de todos
    pregos de padroes modernos e cores fi-
    tas.
    GROSDENAPLES
    Finos de todos os pregos e larguras so
    a CYSNE pode vender barato-
    FLANELLAS
    De cores e brancas de 500 rs! at 10300
    covado.
    ALPVCAS
    Lavra.ias de 500 rs. a I0OCO o covado,
    especialidade do CYSNE que nao conta com-
    petidor.
    MAD \POLES
    Francfz de 24 jardas de 80 at 100000,
    inglf z de 50 at 80000, e muito fino.
    DAMASCO
    Com 8 palmos de largura, dito estreito.
    CORTINADOS
    Para camas e janellas de todos os taa-
    nnos, cambraia para o mesmo fim de 20
    varas a 100 a pega.
    ATOVLHADO
    Da linbo adamascado, dito de algodo
    muito fiaos, bramante eotrangado e liso, e
    barato s o CYSNE vende..
    GUARDANAPOS
    Grandes e pequeos.
    SETINS
    Para todos os pregos e diversos pa-
    drees.
    PARA NOIVAS
    Camisas bordadas, peitos colarinbo e
    ponbos lisos.
    PARA LUTO.
    Merinos, princezas, alpacas, canto, bom-
    basinas, chitas, cambraias ele, etc., por
    pregos que s o CYSNE vende-
    PARA HOMENS E MEEINOS.
    Brim pardo a 640, 840 rs., 10 e 10500
    o metro, gangas de 400 e 440 rs o cova-
    do, e tambem temos o afamado brim de
    angolla.
    CHAPEOS DE SOL
    Para homens e seohoras dos meihores
    fabricantes da Europa.
    FILOS
    De seda, ditos de linbo, pretos e bran-
    cos e mais baratos que em outras loja.
    METAS
    Para todos os tamanhos e qualidades.
    CHALES
    De merino lisos e estampados, pretos com
    franja de seda, ditos cum franja de 13a es-
    pecialidadedo CYSNE.
    Desculpem os nossos freguezes termos sioo om ponco extenso na narracSo de al
    turnas novidades pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu
    C4J que querem e go*tam andar na moda--------
    Ra 'Ja Imperatriz n. 64.
    FIGEIREDO & LOPES.
    JOAQUIM
    LOPES
    MACHADO ft C.
    Travessa do Corpo-Santo n. 25
    ARTIGOS AMERICANOS
    Cylindros para padaria.
    Carros de mao para condozir fazendas.
    Machinas para descacogar algodo.
    Polias de. diversos tamanhos.
    Canos de ferro galvanisados para enca-
    oamento d'goa.
    OBJECTOS PARA CARRO
    Oleado preto para grj?rda-cbova de carro.
    Dito de cores para forro de dito.
    Chicotes para dito. '
    Pontas de langa.
    Gal5es de seda para o forro de ditD, es-
    treitos e largos.
    Pregos de cabega de marOm.
    Escovas para dar graxa.
    19 Ra Piimeiro de Murco 19
    Tendo renovado completamente a loja do predio, em que teem o seo es-
    tabelecimento,
    19=-A ra Primeirj de -anjn19
    com aquelle asseio e elegancia desejaver, acham-se agora prvidos do mais
    esplendido, sortimento de fazendas fins e moderna; de
    SEDA, LA A, LINHO E ALGODO
    todas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
    ARTIGOS ESPECIIS DE CASA
    Garantem, com toda
    a sin '.eridade, vender v
    por menos que qual-
    quer oulro, porque
    recebem x direilura
    a toaior parte de suzs
    . fazendas.
    19 RA 1.
    (Miga
    DE MARCO 19
    ra do Crespo).
    r-r Film
    N'ESTA AJtlGA E CREDITATA
    FABRICA
    >
    IICOITIl II CUSUITIIIITI I COIUITO S01T1IIITI ll
    CHAPEOS B SOL
    Be todu as qualidades I
    De todo* ot feitioa 1
    fe todu os procos I
    RA DO CRESPO N* 4
    Cofres de ferro de Mll8ers e ou(ros
    Jt rCIlypS para copiar carias.
    Balanzas de pesar, Dcim,M> Rom Tftohas de ferro, elUDlMd0.
    Arados Americanos
    raQeS, para agricultura.
    Carrinhos de mao.
    Machinas a Vapor
    MaC UinaS e descarogar algodJo, de 10 al 40 serras.
    vapaS Qe ierrO galvanisadas para cobrir casas etc.,
    Estes artigos ven 'em-se em
    casa dos importadores.
    Shaw, Hawkes A C.,
    N. 4 RA DO BOX JESS.
    (oth'ora ROA DA ChLt )
    LIQUIMCA
    LOJA DO PAPAGAI
    Sua da Imperatriz n. 40
    Os proprietarios da loja do Papagaio fazem sciente ao respeitavel publico, e espe
    cialmente > Exmas.familias, (amigas da economa domestica) que at ao fim do auno
    ratam de liquidar pelo maior prego que derem as fazendas seguites:
    Um glande deposito de roupas feitas de todas as qualidades e tamanhos, tanto pera
    meninos como para horneas.
    Urna grande porgSo do lazinhas, bareges alpacas lisas e lavradas de todas as
    cores, e veodemrse moito b tratas para acabar.
    Urna grande porgS) de cassas ie cores, e organdys, tanto miudinhas como gra-
    das, muito fixas em cores e muito finas, e vendem-se por prego barato para acabar.
    Bonito sortimento de sedinhas lavradas de cores, e poupelinas, setim branco, pon
    elina branca lavrada, gorgnrJo dsela de cor para vestidos, azul claro e cor nza.
    Urna grande quanlidade de leogos de esguio ja abainhados, maiores e pequeos
    pelo mesmo prego dos de algodo.
    Urna porglo de costomes para meninos de 4, Se 6 anuos., de alpaca muito fina,
    todos forrados, e delicadamente enfeitadjs por prego muito barato.
    Grosdenaples preto em quanlidade de i600 para cima
    Urna grande quantidade de camisas de linho para homens e para meninos, tanto in-
    glezas como raocezas, com collarinho e sem elle, aberturas bordadas, collarinhos. pil-
    nos, e ump grande porgSo de gravatas e mattas de todos os preg >s, collarinhos de pa-
    el para meninos e homens, lado por prego baralissimo.
    Podem asseverar qoe temos om completo sortimento detonas as quadades de
    fazendas, e nlo especificamos todas, para no tornar o annucio enadonbo.
    A VISTA FAZ F2
    Ra da Imperatriz n 40.
    DE
    HIENDES & CARVALHO
    *
    JOIAS
    Jos de Soma Stares & c., veudem em seu Ba-
    tir i ra do Bario da Victoria n. 50, uro especial
    ortimtpto <\p j"i de ouru pjr resumido' preeos>,
    Heeottmenlamo-ls no b-llo soxo peroambucano.
    - n ----------,----------------------1---------------------------------"----------.---------------------
    Capsulas ragurm
    *" Acpsula* do r?qum Um. iqj se CjQI maior
    facilidad, e nao eauam a iieaor indisposiQao d;
    estonjafo. E* o ipediramPDh) do mais salular ef-
    feib.BMfonorrheas chr.nirji en reecntei.
    Dnoarto
    Pharmacia de Ferreira & C.
    SCKESSGllES DE J A. PINTO
    iO-RUA LARGA DO ROSARIO-10
    (Junfc) sw quartfil de polica.)
    Para noivados.
    Fila= especiaes e preparadas para lago de cor-
    tinados de cama : reeebeu a Nova Esperaoc,
    ra Duque de Caxlas u. 63 : a ellas antes que se
    acabem, pois vieram-someote sel-, e sio liudissi-
    mos.
    Ga2 economice para os can-
    diel os de porcelana.
    Araba de cbtgar este ja bem eoobecido coro-
    jnsiivel, roma o mais barato, prompto e asseiado
    de todos at luje cnhecidus, e e eoeootra veo
    da no umeo depusito, rna larga do Rosario pu
    moro 34.
    Xarope peitoralde James
    Uoico deposito na pharmaca amereana de Fcr-
    jpjra Maia & C, 57-rua do Duque de Cxias Da-
    mero 57.
    /tinca se vio om processo'mais perfeito e que at-
    M da tal forma a sai'sfazer as exigencias mais
    ivtraa da escripiuraco.
    i toa cor lindissima e nao precisa de cuida-
    ) gitm para se conservar no tinteiro sempre
    m a mesma cor, sem borra, crdsta, bolr oo sem
    lia* astas amellas inherentes todas as tintas
    ;4 agora cojibecidas, anda mesmo dos meihores
    orea estrangeiros.
    sV.breiudo, este estimavel producto nao ataca as
    nnas de ac, antes pelo contrario, a peona
    iquire um esmaite darado que, seqdo interes-
    il, asss proveitoso. .
    iU tinta, nao sendo especialmente para copiar,
    i constado daas, tata, on mais copias um oiex
    pota de escripia ; preciso, porm, deixar-lne
    papel bm molhado sem o enxugar com o mat-
    orrao, porque nao ha o risco de borrar. Para se
    rar mls de "una e|Ha, nao se acj'fomeram lan-
    ti !oihas qia;itas copias se quere,m tirar, ms
    M o m o original tirar urna
    cripta soffre o choque de cidos fortssimosL sem
    se deconspr -i ora, se os cidos nao tem accao so-
    bre ella, paito menos a aceito do tompo a poda
    destruir; isto plaosiveL
    Nao s ao commercio qoe este mea producto
    veio ser til; os professores dos eollegius, investi-
    gando todos os meios para, o adiantamenfo dos
    seos discpulos, tem approveitado esta tinta, qne
    com razao a acharam apta para desenvolver o
    gosto nos educandos, em coosequeocia da belexa
    da cor e facilidade de correr na pequea pela sna
    liquidez. Ha exemplos de cr.ancas qne bavia
    muito tempo tinbam orna repugnancia extrema
    para a escripta, logo que toi admittida esta tinta
    no coliegio, apoderou-se deltas a cariosidada e o
    gosto, e poaco tempo depois a sea adiantameato
    era manitesto.
    Esta tinta, par de tantas vantagens, tem um
    dco ineonvenieote, detariora.-se ao contacto de
    outra qaalqjier; eenvm pote-la em tinteiro
    uestes do. menor visoaibre de outra tinta, e evi-
    penna soja da ama preparacSo
    t-.. e et.m o ongmai iirar a uma antas qnantas
    iadiam, ra qu-e o original fique preiudicado I ur escrever com a peaa soja de orna preparaeSo
    ja. txtraces, 'dinerente e incopipairvel; verificando isto, dio ba
    Occfirn aqui dizer gne, para copiar importa
    s:ta fpteHigeBcla e habifidade, sem e'^ueatte-
    tinra nao satisfaz, e o deleito recae sempre
    a tieta, quemuitae vezes quem meaos
    tipa aew:
    & dupla qoalidade desta tinta extremamente
    el. pois qne. evita u
    rio baja mais do
    Mto miMgres.
    MICII1M.S DE COSTURA
    DE
    Singor Mamifactiiring C
    9(14000 Mclvua- iV.ra Familias
    {'0*000 M..chin.s P^ra Fimilias
    90*000 Machinas Para Familias
    90*000 M china? Para Familias
    100*0<0 Ditas Com Tampa
    100*000 Diias Com T.'.mpa
    100*000 Dilas Com Tampa
    100*000 Ditas Cora . Tampa
    105*000 Brasileiras Toda Costura
    103*000 Brasileiras Toda > Cuslura
    105'OOO R a-ilciras Toda Costura
    105*000 HraMIeiras Tuda C alora
    100*QC0 Machinas de Manivela
    1(10*(X0 Machioae de Maoivtlia
    100*00n Machinas de M.ioive! a
    io:*ooo Machinas de Manivella
    115*000 M i c 1 i - Para Ailaiaies
    115*000 Machinas Para Alfaiates
    115*000 Machinas Para Alfsiates
    115*000 Machinas Para Alfaiates
    115*000. Machi nas Para Sapateiro?
    115*0(10 Machinas Para S.'pateiros
    115*000 Machinas P.-ra Sapateir:s
    115*000 Machinas - Para S^pateiiw
    145*000 Machinas mei-a de Extenfao
    145*000 Machinas mesa de Extenga.-
    145*000 - Machinas mesa de Extencao
    145*000 Machinas mesa de Exienijao
    130*000. Machinas Para i'.hapelleircs
    130*1(00 Machinas Para Ch.pelleirs
    13( *000 M-chinas Para Chnpclleircs
    130*000 Machinas Para Ch inellcirf.s
    /Ntese bem
    \ ao oomero
    Uico gente
    ) W. K. Chapman. (Na?Ds!merT)
    29 RIJA DO IMPERADOR 29
    razad para se asar d ata que nao seja a VIO-
    LETA EXTRA-FINA DE MoNTEjW.
    Observas.
    Diversas falsiflcacoes e semelhancas teta app-
    j rpcido, caja durabilidad*, dnvjdoaa. Os Sra.
    a sea dorabilidadtnao Jta. a oppfir fabrico u^,,**.,,
    a'^asor devida pois que esta ou tpoia de s- *. w aTOweiro,
    ____^__- m i 0
    Vende-se a lija de livres d. 67 da rna d
    Inperador, com armasao e >ous competentes ar-
    rnjos: quemqoizer tratar dirija se i mesma loja.
    Chitas fioas escora com toqne de avari a 6*
    e 7* tt. a pe? ou 200 rs. o eovad: na ra i* ye| ae.ge
    de Marco n. 20, loja de Ga Iherme Carneiro aa coratnodo : na ra da Florentina p. 14.
    Cunha. ?*-------------------------------
    Cabrio! et
    Vende-se nm excellente cabriolel de 4 rodas per
    Aos senhores fnileiros
    Vende-se em porejo e a retalho eaixa' de fuiha
    de Flandres eestanhc, todo de omito b*<> qnalida-
    de e a preco coranudo : na ra Marcllio Das n.
    31, amiga ra Direit, araaai.
    Vende-se um eava'lo b-tn anlador ; a tratar m
    fabrica de aabo en> Pora de Partas.


    0m dt fruaniluc Ter;a feirm 21 dt Novembro d 1871

    VARIEOADE
    ,ta t'ca, a parta mais mo*-*l e ans io'cerU
    da arte.
    Os pros ianoo nao pesaram em mudar
    reconstituir mi arte (^ae alingira a per
    feco ha doui mil amo?, ; firemos gro-
    tescos c bocos. O {,-eno, se est muito
    cima Jo genio vulgar, poder inventar
    la I vez a geometra ; mas urna -ciencia de
    appeaco nao se ioveota, aprenie-se.
    1*0 urna regra que nSo te:n excepto,
    especialmente no qne d>z respeilo guer
    da sea pai e leve por perceptor o inais po- aqueliepasseo a cavallo :
    Jaroso rbilosopbo da ntiguidade. Conde Muitrssimo, respoud
    tolo espontaneidade, todo ao-
    Linca o sju exercito ao acaso
    a forca .de ge-
    OTJHCO DOSCOO IBS.
    Do Chini Ml, de 15 Je agosto u!t no,
    ridOBroos a saguinte nolUa que no? pi-
    wea. re marease para o j longo procs^-o
    que a opiD') pub oca ra instaurando i
    .Bracio chineza :
    m faclp que Uva logar no aabbado
    prendo revel a flu as Jil:aldades inh -
    rent* > emigrar;! o naliv.i por esto porto.
    Hora-antes di parta do vipor China, da
    oapanhii V> Pa.ioo para S. Francisco
    (California) umgrande uumaro de chin-s
    qco haviam sd> inscriptos e recebidos a
    bordo como p-assageiros lvres, fizeram a
    soa despedida fr-ncua s b as circums-
    hoq!' que nos foram referidas do segua-
    ! raodo: Parece que na manba cedo de
    ubbado passado, foi encontrada umi carta
    ao rryrus, alijada na porta de nm negocian
    dia de influencia, a qual, sendo iberia,
    3*90-30 comer um apoello que se snp u
    aba ir de aigun* passafjeiros que se diziam
    emanados e retidos a bordo do vapor da
    mta americano, contra- a soa vontade, e
    *dWD que os bouareaeu de salvar da sorte Lxandre t;nbi aprendido a goe ra no
    a qoeestavam conderanados.
    Pfe.-la carta se dava o nome do corret r
    c seu enderezo.
    O negoc ante cbini em queslo levou a
    avsteriosa carta ao t Registar Ganeral e
    jwdso o sen conseho sobre o melb ir meio
    . s-grjjr debaixo de taes creurastmeias
    Emqianto ellas eslavim diseando ara.-
    6m snjeita, e eraquanto nm polica eslava
    a rantiabo para trazer o corretor perante o
    Resistir General cora o Um de av.-ri -
    juario, o corretor veio emendo para os
    potes, dizenJo qae uns 40 ou 50 doraras
    oitavaut roubando e saqueando a sua casa
    cama Wrag-ou,
    Parece que um cavalheiro amerhano ha
    *:a ebegado de Luiiiana com o- fim de in-
    iroJuzr o trabalbo chinez naju.'lle estad),
    para til fin bavia contratado com no
    corretor chinez para buacir-lhe um suppri
    atento de culis, offarrceaJo-lhe umi eora-
    auso de 6 5 (cinco pata:as) por cala
    coi: qne elfe aganciasse, alora de pagar as
    'espezis de transporte do3 cu apara Hrag-
    & ng, e as do snb-agente quefo: ao in|c-
    ;.or buscar o seu sopprimento do carga b -
    mana. O custo de por os culis em Hong-
    Kong, entrando a commisso de & 5, an la
    por^lO por caJa caneca.. Afora es;as
    tespezas, os culis eram alimentados e alo
    jados na colonia at partid-i do navio que
    os conrfosasse. Parece que se- haviafir reu
    a-o de pouco a p uco uns- 270 dees
    os, e na sexta feira de tarde, elles forano
    levados presenca do eoipregado da emi
    grado, perdnie 0 qual elles manifestaraoj a
    ica espontanea vontade de emigrar para
    Amerioa e em tal conformidaJe foram leva
    *3? para bordo, aonde o cavalheiro araeri-
    cono Ibes havia .ssegurado a competente
    pas$agm. Ame Jo embarque, comtudo,
    fra promettido aos culis que se Ibes faria
    am nliantarneato de sala io o 8 boras da
    manba segnint' (sabbido-). Qaando tal
    bora ebegoo, o adianlamento promettido
    aic appareceu; e foi-!hes ento dito que
    teriam pagos as 40 horas, ou logo qne se
    BbrSMB os b3n;os. Oshomens tornan lo-
    s, comilo, iaipacientes e discontentes,
    smec.ileram (\ fy& nao bavia a intencio Je Ib os dar o
    ao, n\\$ que o cont sobre n5o se abri-
    *ea QS bancos ^ra simples pretexto. Uns
    W ou 50 desres cu k porlanto, sairamdo
    sapr e foram a loja dio corretor e alli fi'.e
    rffl !starb:\ -?.:H.nnJo-o o 3iciador, e
    ifibll quebrando tdo quanto bavia ni loja.
    - restante-! estes z70 homens seguiram
    eioplo dos primeiros, e desembarcararn
    fa op.r. ltrj teve lugar no sabbado en-
    b (',l e 11 b' ras do da. O prejuizo sof-
    if.jb pe"o coirtof ?om a repentina fagida
    :a Ufa, esti.nao em 5 700 patacas ;
    i ka boato le que rjoas dos culis morre-
    ras) libados; tendo se lonado ao mar.
    TalWto coatodo djvc-se ter por urna
    exarteracio, porque o vapor esta va anca
    do ao cafe, e -.o bivia ocessiJado de sal-
    tar ao mar. ...
    O trata) di ulis um trafico muilo dit-
    feoi', e-vai-.-e toro an Jo carii vez mus u>
    trinraito:
    guerra Wo velha com a civilsacSo: Na-, % U.m infeliz creatnra busca na morteo
    Meo acl.ava que ap eader no laitora de repoaio qie j .nao podara gozar aesle
    Homero. As molifi;a.5os que se introdu-mondo. P/co a quera en:ontrar o nnucor
    z'marrsii u.ti, a qoe no* pirecem re-poqae alo procure saber quem eo fui
    olo,5o5, rauiom atg-ns pormenores da nem quo*
    quol o nome de qae
    quem en
    use, diligencia
    ali motil. Ni) tenho familia, nem ami-
    gos. Nimgiera aqu me conbece.
    Mrro'aera fen rsos, pois tenho soffri-
    dsrteaagaerra; aprenJeram na.masnada. do tanto, ijue acredito que Deu^ me prdoa-
    N";..a uUnni caoaponh', bieram-se como ri o c imada miaba morte em alinelo ao
    emPrg:, ou em Kolli:), operaram como mirtyrio da miubi vi la.
    %?' "K'i"* p3il QvaJi,0' como fazUn' Perda a fon lo d'almi- abuelo' que
    o Maosf-IJ e 03 Bruoswi k, ha dazentos e tanto mal me fez Esj tomn me o cora-
    cincconta amos |cs0j m)t ,5 para esmaga^o aos ps.
    v.m vez qa nao sabemoi a guerra, de-Possa elle ignorar sempre o meu ral v
    ve;nos aprendel a; em qaanto nao tivermo3 D.i aterra o meu corfo: e que urna
    --![-Lu5*8 ]S lio ^e a pQrd raz3 Pnra'nu,olde cruzinba d<$ pao imp'ore as ora
    (6ds dos Seis sobre a sepultara da deseo-
    nbecida f
    HORROR AOS DISCURSOS.Conta se
    do herdeiro da coroa da Austria o seguate
    caso,
    Andava o principe em digressj olll;al.
    Caneado de ouvr aresgas, mett-u-se por
    ra ; nao ha exemplo de borneas de guerra um caminhoarboasado o sombro, 3'leacio-
    sem e-tiodos.sem completa educacSo. Ale | so e solitario ; e ao pergutar-lbe om cor-
    lempo tezao da sua comitiva se n5p Ibe apprazia
    que parece
    dacia, q e
    a bataiba, e sae vencedor
    nio. Conde no apenas herdeiro d'ora
    verdadeira dynastia de generaos, na qual a
    arle da guerra era coo que nm pitrimo-
    ni 1, liaba alm diso ex ".lientes estado ge-
    raes e txcellentes estudns militares.
    l homens que se teem Hliaaente Ilustrad-) ua
    guerra, uiaa granie educacao allranxo-se a
    u na gran Je htelligencia. Acbilles disv
    cipnh >i',im C-niauro, o antigo gen- de
    Sp.rt revive em Annibal, o espirito vivaz]
    e profuJo de Vo.taire acoopantM FreiJe-]
    rion Das suas victorias.
    S' pre.isu qae o Pi naipe saiba a gser-
    ra aisto cu artillan, todos us autores hk-
    liiaro-. O Prinap 1 hijo opovo ; hen
    nome delle que se fjzea as leis, e s 9J0
    Ihes d na realidade vida aceitando-a nvs
    seos costuraos. As raais sabias institoc5s
    militares, se o espirito publwo nao- as f>-
    to, coio letra uoorta e inorreru e-Sit-
    iar a inteiligencia do pormenor e se esisli-
    rera as apphcaco's que o uso int^oduaKr ;.
    mas bem mais provavel qjie a .expeerioo-
    cia insuBoiente d'um an.-.o de desgrata ta-
    rar d'acc ordo o legislador e a opimaoa>
    u n caminbo lalso donde sei impossivek
    s-abir no dia da ac?5o. E' preciso, gara
    evitar essas desgr-tcas, que as questoe* rai-
    btare?,. looge de se conserwem nm rafs-
    terio, possa n ser discu ida com intelJigea-
    cia pela opiaio publica.
    E tambera preciso qa* o povo apren-
    da o seu mister de toberatfco, nma vez qoa
    [oc forca qu*r exorcer oa direitos. E* pe-
    rgoso n'uraa democracia consentir que-s.
    urna- classe de especialistas seja depositara
    exclusiva do qae raais iwgorla segur anca
    dj estido. Intelligentes, sero usurpado-
    res ; negligentes, serao ais perigpso* do
    que trabadores. Seo publico devb gewros
    seus proprios negocios., qus negocio-ba mais
    importante do que essa donde depende a
    fortuna, a liberdada a vida A03 cida-
    respoudeo, .porque 03
    vallo! ao menos n3o fazem discursos.
    ca
    AC\DEMAPR\NCEZ\.-A sede vaca
    tena academia franceza, pela mort? do du-
    que de Bro',ie. Jt-er nau>ralraeiite occopada
    por Arexandre^Dumas, Ifibo. O" aut ^-d
    Dama ais Cametkf?. dase que nuac se
    apreseotana coraoo cauiiJjt, antes de.s-in
    pai ser menibro da academia. Agora, que
    esta- mor/w-D, o filbo ceden as suhciacbos
    dos- Srs-. Thiers, 3f ssard; D panloap e
    outros, e provavelnwuCe ser eleuo por
    utoanimidad.
    R.tTrC-S f I lo uve- urna eowos'cSo e
    eriadDa< di owma cm Puva Yixfc. Concar-
    rera:> 1-0*; o premio w om c^rrinho- de
    beb-, do valor de i^fm
    Goohon o premio uuh linda peqoenin.r
    que pi!.sava Jijarrateis e lO'ooca. e tan
    orratvsa quanJo-uica na pode de*jar qoa-
    en Sili'! srja
    nuir a des.oeza, cadi um propunba o seu
    proVcto especial, a o accorJo era impossi-
    vel; era ama confusSo garal quo destrua
    03 debis vnculos do partido qua acaso
    tend-sam a estabelece.-3e. Allernadaraen-
    le se pit^uzeram lo Jas aa laxas imagina veis
    para cabnf o etarnj defLit, e isto nSo fez
    mais qu contribuir pira tornar mais com-
    pleta a balbrirdia das diversas fracfes da
    cmara representativa Horneas domesmo
    mMiz poltico defenJiam as mois divergentes
    proj03crj5; o mas rao p.-ojeclo acbava
    adherentes nos grupo: raais opposlo:. Os
    impostos considerados ordinariamente como
    democrticos erara -repallijos pela eso,uerda
    e apoiados pala direita; o imposto da moa-
    gam foi definitivamente vo'.aJu por muitos
    representantes qne otabam a principio con
    demnado com iu ligoacio.
    No ministerio actu', constituido depois
    da introdoccSo da uova laxa, esto reaa:dos
    o h oniem de estado que a corabiteu com
    mais energa, e outro que a approvra com
    guil coovc3o. 0j ltimos impostos vo
    lados pelo parlamento foram elaborados por
    urna coramissSo compasti dedapubdos dos
    mais diversos matize?, 03 quaes, concffido
    a obra commom, voltarara todos aos us
    re-pectivoa e oppostos banco da cmara
    O Sr. Scialoja faz a este reapeito um joo-
    tisimo reparo. Nis paizes en qae ba par
    (idos j formados, as medidas Soanceiras
    assontrn cor poltica segondo as cooseq uen-
    ciat qoe podeaa ter os effeitos qiitr venlnm
    a protluzir. C* oru apreci i as reUgoes
    daos
    A ILHA DE WALTER SCOTT- Abi vai
    urna pequea anedoota a respailo de Wal-
    ler Scotl e de urna da* suas obras, e a
    oroposita das fastas que. acibam de ser ce-
    lebradas em Edimborgo, por occasiao do
    centesimo aniversario poltico d) celebre
    romancista :
    Concluir Wfalter Scott o sea lindo ro-
    rnirice O'iintino Qurtoa <.
    A mais mocv de su3S,fiihi& estiva ainda
    por dotar.
    Lerabrando se disto, deu-Jhe Scot a es-
    colber: ou I0O.00J fracoos, ou o seu ulti-
    mo romance, A menina Scott responden,
    fazendo-se veroielha, como cumpre a toda
    a iiiiss que se presa, antis de tomar urna
    resolocao desejiva 1er o manusciipto. Ape-
    nad, porm, ca .io-lha esta as maos, cor-
    quB ellas tem con o programla qur adop-
    too, e sabe logo se os deve aceitar ou re-
    peHir. -
    Uiii rjrri'W'sterio apoiado n'uraa nwioria
    coipacts ff fiTme pode contar que far> vo
    lar as m?dO*as ote que s-ao-conformes-com
    03 rincip uyie represenl. N js paizes
    em ^oe ni) a* partidos, nao 5o que>is
    da wposto.* fjie os P.ro na>eer: Todos
    ;sao r>>stis | fil*s novas, o> o? outro la.^u,
    reclanwniio do continuo a ;atarveRr;io (V)
    estado,- c*da qwl faz rae aueate quan9>
    basta pira os loruer irmspensaviis. Fra
    d^ssas duas aspiracSeo absoiiitauaenle con-
    tradictorias, o sa-ber quaes s5o os melhores
    Na America, essa operacSo quasi que # a
    mus importante. Cada partido noma
    aqul'o que se chama convencao, isto de-
    legados qae, reunidos era assembla, deli-
    berara, e depois de vivas aiscussos adop-
    tara a platform, isto 6, os principios que o
    partido adopta como seos.
    Na Brlgca, o partido nomeou igualmente
    om coogresso em 1846 para redigir urna
    platform; depois veio a escolha do3 candi-
    datos, o canvassing, a ca(a dos votos dos
    eleitore?, emflm a elei;5o.
    Na Inglaterra, onde foneciona o yerdadei-
    ro typo do govemo parlamentar, resulta-
    do da eleicao determina a maioria. e a maio
    ra leva ao podar os ^aaons que melhor
    representara o programla que prevaleceu.
    Emquanto a maioria nao se modifica, pde-
    se dizer quaes sao os homens qne ficaro
    no poder,, e qual o programma que ser
    executado. Os par.idos sobe ao ministe-
    rio pela maiorii, edescemquanJoa maioria
    os deixa. Ura governo de partidoe maioria
    o nico que d ao regiaaen parlamentar
    forca e eficacia.
    Na (tilia, as cousaatem carainbo diverso.
    Era primeir lagar, os eieitore3 s^geral-
    meo;e estrriilios s lasas polticas. N^o
    grande o numjn> do3 ojue tem direito ci
    votar; de cerca de SOO'.ttOOapenas, sobro
    fuma pipulacao da 28 rarlhi; de hafcitan
    tes, e conr apenas1 a meta-de do3 elei?ores
    vota, segue-se que a proportao dos qaetb'
    mam parte activa na vid poltica n5o vai
    a m de l f da populacho- total. Parece
    que a burguezia italiana anda esi por da-
    raais absorvi.l em-sene iotoresges privados-
    ou negocios losaes par^ d3o conaprehenler
    qae a sua sorte'e o futuro do paie depen
    dem da parte que ttver as lofcs eteito-
    raes.
    Igual indilorenca, ba 4i parte tfaqoelles
    que podem aspiraf 1 honra da eleicSo. Ni
    proximidade das e8$>es, os jornaes andam
    chaios ce cartas de pessoas que recosam
    candid lloras. Eat os depulados- enjo
    mandato expira, uhjiIos bu que reco^am a
    reeleico^
    Recenlenpente muios- booWM de mrito,
    mens de paila, qoe ent.'.tra e sahem, sus-
    citadoi e derrubados pelo jogo de inflaen-
    ciai pessoaes, pelo favor ou bostilidade
    co .stanieraente variaveis de pequenas coa-
    lices qoe fazem Oo desfazem sera que se
    saiba porqoe, corr hos em constante traba-
    lbo de decomposico e recottposicao.
    Trata-se de constituir om ministerio ao-
    vo ? Os horneas que nelle devem figurar^
    nao s5o indicados, como na Inglaterra, pe-
    las circurastancas mesmas e pelos votos
    que liverem prodosido a queda do gabine-
    te deraissiooario. NSo sese escoinerQ os
    raais competentes ou os qoe representara
    melbor a opioilo triumpbanie ; nSo, ne-
    cessario adraittir este porqoe dispSe de des
    ou vinta votos, aquello porqoe traz consi-
    go os vanezMoos 00 os sicilianos, quell'otr-
    tro porque representa um intaresse cora
    qu> ae de ve contar.
    Taes comliwagoes, anda que a reanara
    boaens de primeira ordem, nio podem
    crear om governo forte, porqoe o* tert
    no se seio nem unidad de valas, nem
    i Jentrrade de origem. Chamai ao governo
    homeiro med icres, orts qoe possam appli-
    cir todas-as suaa faculdades na adminstra-
    C-3o e nae reformas urgentes, e provalve*
    mente fai3o'algnrai cousa otrl. Ponde en
    lugar delles uns Pitti e ora Rtenelieo, come
    a misso d satisfacer as ambitoes de
    l
    que devenam compr-iocudtjraobrigafie-em
    impostos apresecta tanta incerteza obscu-jque esto pra cota patria, refugiarera-se
    iridade, exig trastos coobement econo-jna vida privada, As elevada*
    lu ,.>. gordiobos.
    E' natural qtM baja era seguida sa ex
    p >sicpi> de macacos, era que o premio seja
    adjudicado ao mais bonito e niel i idate.
    regjc pnrloaeula*-.
    B OS PAfl'nDOS-NA ilftLI.V.
    (Gwtloaacoo
    Pon ootro-ladu, nSo se aonstitnio pwtdo
    clerical1; por qne- todos os italianos qnriam
    Roma por capital, eo alio clero -fo bostil
    s as-piracoes nacionaes. SDosa. anda* mais
    incrive!, na ultima caraira,'apenas so-con-
    tavanov tres representantes, dedicados- s
    ideas al ira montanas, e na ornara recente-
    mente elei'.a, nao os ba en gnnde nsaaerOi
    O amor da patria venca todos os tros
    sentimeotos, eaqoelle qoeporex6pco pn-
    zessn cima de-todo osinteresses teooporaes
    d i Vblicano, esse devia dosistir de obter os
    suJTritgia3 do* seus concidalos. O confisco
    e a renda doe-bans ecclasasticos o5o teve
    nunca opposoao seria, diseado^ corpa
    conservador por exprossa deterrainaco,
    votoa sera hesitar a lek que impunna o ser-
    vico, militar aquellas que se prepanvam
    p* entr.r aas- ordeas. A. resistencia que
    algfl&S bispos oppuzeram a les adoptadas
    pelo parlamento. n5r> levaatou era. nenbumT
    p.irte mais enrgica. epro*ac3o dVo que eft-
    tae os merabros da direita. O Sr. Jacini
    refere as palavras que Ibe dizla ura dos
    ohefes do partido adiantado da. repblica
    democrtica : Na verdade, qoando en me
    comparo, a algoau dos nossos burgeaves d
    dlroila. devo confessar qua san um reac-
    cionario. >.
    Pela mesnna raaao de nao. haver p.irlido
    conservador, tambera nao ba vardadeiro
    pirrtdo da esiuarda. Exjstem na cmara
    alguna r'puocanos.'tnas quasi nao confes-
    ' sr;n as suas ideas. Sendo o fim dellas dar-
    mbar a conslituici, nao podem formir
    partido constitucional. Domo3, sao em taa
    reu logo casa de Archibald, livreiro do i escasso nomaro qae nao se poda contar
    o qual olTereceu-lhe immediatamento com elles. Fra dessa opinio extrema.
    O APlTiVQ B'.SSEL.
    No iotervallo 'ae separou as duis oa-
    demnaces morte, wcrevea o capitao Ro
    sel umiivio instractivo, mui'.o dignn d9 ser
    Bdo pelos que se interessam ^aorganisacaj
    militar da llanca.
    O Uvro tem por titulo Compendio da
    arfe da gitena, seguido di orgamsacao mi
    litar da Franca. Parece nos que rer lido
    coai que o capitao Rossei precedou o li -
    wro:
    h guerra est mudada, diz-se agora ; 6
    preciso relazar a sciencia. Isto a mes-
    oa iilosao que, ao bomem perturbado pe-
    los vapores alcoolic n faz acreditar que as
    tasas andam roda delle. Nao a guerra
    oemodou 03 nossos caracteres eos nos
    aos valores qua mudaran. A scien:iada
    p pelo romance 4800 libras esterlinas ou ...
    120,000 francos.
    Vdtou a moca, toja contente, para casa,
    e dociarou ao pai, tornando a farsar-se ver-
    melha, que prefera o romanea aos 100,000
    francos q'ia Ihi Invia offereciflo.
    O pobre bomem, i-rodlo como 8oem ser
    os poeta eos pas, lavou-se em lagrimas
    de temara, atirindo-se nos bracos da filha,
    a quem pela terceira vez fizeram se as fa-
    ces vermelha?, mas desta ultima, por mais
    outra motivo alm do acontecimeato, A
    FOLHETIM
    ingepua
    joven
    ver ombecado o volbo barb cas.
    TRISTE REFUGIO,Nao ha moito tem>
    po suicidou-sa em Grenoble. erna senhora,
    ainda moga, emb ra nao sejara raras n5o
    sao por so meaos romanescas, Eis ahi
    vo algumas phrases de urna carta eacon-
    trada sobre a mesa da pobre victima :
    e bellas fuac-
    Os Kitraj i& bebs era- tambe moito 'micos, levan'.a tantas diBtoldade* inciden-j'i;5es de depotado p^re-wm, jy urna boara
    qoe se busca, mas uto- cargo a qne se fcftr
    urna 03 raai itignos de o oecopsrem.
    Nao falUrm-todavi) candidatos,- baos at
    dta mais; hms como a tar parte- delles r,ao
    re-preseotaEHnrandes ptrcipios oa repre-
    sentara sontente nm pequeo sororilno, nao
    ba largas cowentes de opiniosr.iem nteis
    debates, uto- fermeola^ao de ideas. A1
    nica cousa qae bi sao raesqu:chas lulas d
    inSuencias pessoaes. l-spersara-so muilo
    votos, e seraopre extreraamenta- considd-
    ravel o numero, das reelaices.
    Be sem tlovda,. em todos oa-collegios.
    caed)Jatos qpe se iotitoiam prsgressistas..
    conaervadorss, adiantado, governaoaentaes ;J
    nao-ha, porjna., programla garal* a que uns-
    e ootros se alliera. En* cada ragio, era
    cada provineta, em cada districto- eletoral^
    tomara esses-nomes urna, significa? diffe-
    reote, conforme os interesses tocaes que
    qoerem ser-defendidos, 9a segnoda as-opi-
    niSea indviduaes dos candidatos. Dtabi re-
    solta que tarminada a eeico, niagobm p
    dp dizer qaai opinio dominar na nova c-
    mara, nem que b mens sobirao ao poder.
    Qnanlo-nra ministeri se apoia era urna
    maioria reunida pelos vnculos-solidos de
    oo*ni5a oauuuuus, ulai>mduU proel midas
    e- de um prograraraa cooamum,.ouja realisa-
    9B0 03 eleitores exigem, podo- obrar cora
    energa, knpor reurraas, exigir dos seos-
    adlierenles o sacrificio- das. di&sidencias a->
    cessorias, impor uraa disciplina rigorosa no
    interesse da victoria, e em nome do inte-
    resse garal, fazer prevalecer assm os seus
    planos, e governar com tanta forca coma os
    ministros de.um soberano absoluto.
    Raudos pelas obaigaces contrahidas para
    com os eleitores, e pelo aerigo qua apre
    sentara qualquer sciso, nao poiem- os
    depotados fazer-so; orgao,nem de suas am-
    bicoas particulares, nem dos interessas lo
    caes.
    Nos paizes em que a sturco ereou j
    esta subordioacjto, ceasoram-n'a s v&zes,
    cbamando-lbe servilismo ; gaba-sa a iade-
    pendencia do doputado qae sabe das fileras
    e carainha sua vontada. Isso poda ser
    til quanJo se trata de ura pensador emi-
    nente como o Sr. Mil. que no seio do par-
    lamento, bam como em seus lvros, semeava
    idis para o futuro, e cujas concepces por
    demasiado orginaes, nao podem entrar nos
    qoadros eslabelecidos; mas em regra geral
    nos partidos, como no exercito, mutar ba
    ver subordioac3o, disciplina, uni3o, fideli-
    dade bandeira. as Iotas parlamentares,
    como nos campos de batalha, esse o preco
    da victoria. S assim que o governo
    constitucional pdedesempeabar a sua mis-
    sao, e qae a probidade.poltica dos depata-
    dos faz respeilar o parlamento, isso o qae
    o exemplo da Italia moslra com a ultima
    evidencia.
    Na Italia, as crises mia3teiae3 s) in-
    cessantes. Como observa com raxo o Sr.
    Jacini, parece nma phantasmagoria de lio
    nenhura principio ha que separe a eso,uerda
    di diraita. A reforma que uns qaeretn,
    quorem-a'a tambem os ootros. Umr medi-
    da, que era outra parta porecaria revolucio-
    l-nara, achara partidarios tanto de um codo
    de outro lado da cmara.
    A grande qaestSo da.I.alia era a reinvin-
    dicacO da Venecia a de Roma. Neste pon-
    to nenhuma divergencia havia. A oqtra
    questo capitd para a Italia era o equilibrio
    Ja orcameuto ; mas neste ponto, oomo nos
    outros, nunca se podaram formar dous par-
    sontia-se orgalhosapor ha-[tidos oppostos, com seu programma disimi-
    lo, porque as d.vargencias erara demasiado
    numerosas.
    A opposicao nao dcixava de atacar o mi-
    nisterio a este respeto, de combater os im-
    postas indicados, de reclamar econ mas',
    mas desde qae era preciso sabir das gene
    raldades, laucar as medidas praticas con-
    venientes pora augmentar a receita e dimi-
    tes, que os eleitoses nao podem ter a este
    respeto opiaio aeseutada, nem os-repre-
    sentante:* divilir-se-m doosvgrupos oppos-
    'tos e coispaclos. B" fcil gritar :: reduzam
    M imposto ; desdo qoe se trata de os aug-
    mentar cada qpal tetno seu'systema: Da
    ralbara se os dous oarapos, &-desapperece a
    Lisciplin.
    Em. resomo, segando os melhores joizes
    do-estado-das coasas na Itatta.o paia est
    descontente, soffre porque a malina-cons-
    titucional ao an Ja bem, e eila nao* anda
    bem porque nao ha partidos polticos Sirte-
    mente constituidos.
    Se taes-partidos sao existe-, provea isso
    de- qoe daodnas grandes questoes que-oecu-
    pavam o* espiritos, nma a liberdade de Ve
    nezi e de-Roma, deixa va a todos era-har-
    mona, e outra, a qpesto finaoceira, punha
    a todoa ara. de-accordo.
    E' cor^eniente agora estadar de perto
    este caso, poaco descript 1 de paleologa
    constitucional, e ver como a. ausencia dos
    .partidos, garalmente considerada como, uraa
    felicilade, torna peto contrasto irapossivel a
    boa. adrainisiraco- dos negocios pblicos em
    juoi g&vterno parlamentar.
    II
    O pr-ioneir> syraploraa do mal a insta-
    bhdade dos .ministerios. Urna interpella-
    c3), uraa erke ministerial e um prcaraento
    provisorio, depois outra crise ministerial,
    001ro. ornamento provisorio e outra interpel
    laejlo, e o mesnw circulo a reprodiuir-se
    sempre, eis como o. Times defini um da
    a marcha do. r. gimen parlaaant>r na
    fita lia.
    kfelizment liaba raza) o jornal inglez.
    lodos os raF.ist.r-ri os do. novo rgimen lera
    tido a vida extremamente curta, o anda as-
    sim a curia existencia de cvii um delles
    foi entrecortada deciises. oe H-aosformieos
    e de recoostluicoos. O poor 6 que elles
    naneo suc-rurabem diante de ura voto bostil;
    reliramse de ordisirio quando ainJa dis-
    poem de sufficeate maioria para governar.
    Quasi nanea, no exterior, se comprehenda
    a causa de urna crisa ministerial na Italia, e
    qo paiz naesmo se apona radtz causas dille-
    rentes. A raza) qua a crisj- ministerial
    provm'da algom arrufo ou susceptibilidaJe
    entra as pessoas, algara* intriga secreta,
    cartas exigencias de posicao que se nao pu-
    deram satisfazar. emim mil paqueis cau-
    sas de t)1o ponto extranhas ao choque oa
    forca relativa das opiniOas no seio do par-
    lamento. .
    E'*portnto muidificil de analysa-las ou
    alevnha-las todas. Igual phenoraeno se
    observa na Hespanoa e em Portugal. Nes-
    AILHA DO FOGO
    koiia.\ci:
    POR
    .LIX.44DH DOMAS
    XIX
    O Templo
    (ContinuacSo do n. 265)
    ArgaJeDka n3o pode responder ao goebra
    porque as angustias da incerteza toroaram
    a aederar-se d'tlle.
    indico a com a mo a molher immovel, e
    eiclamou dirigindo-se a Harruch:
    Alli t Alli !
    liarrucb baixou tristemente a cabeca.
    Por piedade, goebra, om nome do
    ea deas e dos teas soffrimentbs, respon
    ie : mioba filha ?
    Qoando o vento dos das chuvosos
    lopra as margen^ emba?amadas do Tpli-
    woog e as aguas do rio sa cobrem de rosas,
    estas sao sempre rosas; mas no conservara
    aera o bello colorido, nem o doce perfume
    ..joe despedam no rosal.
    Qoe diaes ? Miaba Alba morreo ?
    tf me restituem om cadver ?
    dsse re.lea sclta sna ddr ; mas por fim
    approximou se d'ella, tomou-o pelo braco,
    e levando-o para a parte mii3 afasia Ja do
    santuario da Arroa, fe lo assentar-s3.
    Argalenka oo oppoz resistencia algoma.
    Ora bem, d'ssa-lhe Harruch, sorrindo
    de um modo snistro : cumpriram religio-
    samente a sua palavra, restituiram-te toa
    vicssitules minstenaes sao
    de comprebeuder como na
    no
    Argalenka nSo ouvio a resposta e precipi-
    tou-se pira sua filha.
    Mas ao grito qua o veiho dora laucndo-
    se nos bracos de Arroa, esta lavantou a
    cabeci, encarou em sea pai, e como se nao
    o reconhecesse, os seas olbos s exprimiam
    indifferenca e assombro.
    ' Arroa 1 Arroa! gntou o velho ; sou
    leu pai. Ja aqui nao e.-t o que te fez sua, filha.
    escrava para te arrebatar s caricias do qne i Sim, responden o bedaino, que
    te deu o ser; j n3o tens que temer; agora raeo da sua prostraco nao comprehendeu
    poderemos amar-nos ; j ests livre. a intenco de Htrrach. Se nao enganaram
    A rapariga conservou-se muda, e poda: o pobre pai, qoa Buda Ibes perda o mal
    di/er-se qoe nao comprehendia o qne seo que Ihe fueram, attendenJo pieJade qap
    pai acabava de Ihe izer. Itiveram cumpriado a sua pilavra.
    Arroa, Arroa, con'.rauou Argalenka; O goebra deu dasdenhosamente aos hom-
    se assim preciso, privar-me-hei das toas, bros, ecom modo despresativo, a:cres-
    caricias ; se o exiges, resignar me-hei 'centou :
    nao ouvr nos Uus labios o noma da teu j O Midojich, cpjo cume toca as no-
    pai. Eo estou velho, acbaiado e pebre, e l.veo, e qoe era j ama arvore gigante quan-
    tu agora, costumada as riquezas do sadjah,! do ardia sobre estas moatanhas o fogo que
    vs cem repugnan:ia os meus farrapos ; 'a mo de Ormud tinha acendido, nao ter
    eu me resjgnarei, ea rogareiBuda qae nSo \ aprendido mais do qae a misera herva qae
    te castigue; mas falla ao menos, qaaro nasce, creace e morre n'oma s estacio ?
    ouvir a tua voz a poder dizer: Mihha filha Tu tens sobre a cabeca a cora da sabedo-
    ras o morreu ra, e no teu semblante os signaos da de-
    Arroa poz-se a cantar. crepitade.. N5o teas oavido dizer que o
    Harruch tioha-se assentado, e conserva- homem'era to poderoso como Arimar oa
    va se'grava e silencioso. S se mova para' sciencia do mal, e qae liaba sorprendido o
    por algoma ienba na fogueira. segredo das bebidas qoe perturbara a ra-
    0 canto de Arroa niooproduzio nenhuma j zlo e deixam vver ocorpo, tirando-lhe o
    impresso no guebra, mas os olhos d'wte' sopro divino que o anima 1
    dirigiam se para Argalenka com orna com- Que queres dizer, gaebra ?
    paixao 15.0 pronunciada, que contrastava Quero dizer qae deram a tua filha
    com asa.i doreza habitual. ana dessas baberageas.
    Deixoa por algara tempo qae o beduino E qaem Ihe dea essa bebida ? Quem
    outros, da p-evanir um' rornpmento bo-
    je de conciliar descontentds de ananba, e
    prolongan lo assim nma existencia d-e con-
    tinuo ameacade, por meio do transaceijes,
    airigas pequeas habilidades, esses boraens
    de genio Acaran1 reduzdos impoteneja..-
    ,Em tal situacin o menor incidente prodffi
    iume crise pjlitiija. Qu8ixa-se.um depota-
    jdo de que o ebefe dogabiaefe nao o com-
    pnrn-iBtou coro diferencia que Ihe &- de-
    vid'i ; outro fie furioso oor qoe nao for
    convidado a um jaotar ministerial, ootro
    ncpfJe obter nsfcaranho de ferro pira
    o dlstricto qne o elegeo, oatro-no pode
    condecorar um prkno, outro pedio enrvSo-
    qoe se naodasse arir um poeo'jonto al-
    dea- de p-scadores- em que- elle possoe-
    gran^es propriedade. todos esli > discos-
    tenles ;. cada qoa I rene a^ens amigos.
    fora-se orna coaffio, e o Ministerio
    abalado- M demol lev.
    A ol)3gdas adra>a>stra?5as*frMas, sao os-
    depilados solicitadores. Esse* correm de
    secretaria em secretaria para obter empre-
    pos, ubsiios, favores-da toda a especie
    para o m 1 districto en para i.s seus elei-
    tore.ve se &3o sao servidos ama-acara pas-
    sar > oppoic3o. \i\ necessilade delles-
    para fzer passar urna medida* importante.
    Est imbv jiog.) o ioaeresse do-Bstido.:
    misteyceder s suas mportuoaeoes. Ura
    minisieri.) sem maioria de punido est
    merca- do todas as ambicoes, de lodos os
    iate'reeses, de todoe-os ranenos.
    E' eonsequencia aai freqoeotes mudan-
    cas dos-mtoisterios. terem asseoto no par-
    lmanlo Miao un f() ex-rntwstros. Gons-
    tituem- estes, como diz- espMoosamente o
    Sr. Swtoja, dynasaoias decabidas, preten-
    dentes ao poder que aspirara a volt ir a el-
    la por nana do paizv qoe ellos naturalmen-
    te acreditara apreoiar melbor qoe qaalqoer
    outro. Entre esses ex-miaistros, os mais
    agitados nao soascbefes da partidos, a
    quero se poder otes censurar indeS-re 1-
    ca qoe'excesso ds ambic-:. sao os bo-
    rneas secundarios que qoerem subir ao
    prnoeiro lugar, nao pelo poder do talento,
    mas. forca de intrigas. Nid se d a esta
    oalavra intriga*, um senado mo. Quan-
    lo ndoha n'uraa asserablea grupo-; Qe no-
    mena que se po3sam mover inscrevendo
    certas grandes principios, so por orna
    serio- de comoinacoss coacessSas,. habili -
    dad9, que se consegae fazer votar urna
    medida. O espirito de intriga ser indis
    pensavel para por em, m ivimeato o mesa-
    nisrao parlamentar: ser mais necesaano
    oojje a eloqaencia e o saber.
    ses paizes as
    to difficeis
    Italia.
    Na Inglaterra e nos Estadoi-Undos a
    causa outra. Duas opinies rivaze> dis-
    pulam a preponderancia. Redigam prmei-
    ramente o seu programma.
    o horaem abandonado da miso de Deas,
    qae seja capaz de coramelter um crirae lio
    aDominando, que nao Ihe d interesse ?
    E quem te diz qua nao bouvesse in-
    teresse nisso ?
    Nao te comprehendo.
    Escota. Se eotedascrevercrcums-
    trabadamente quem o inimigo que nos
    persegoe; se ea te referir tudo o qae esse
    tem feito em nosso prejuizo ; se ea com
    todos os pormenores te desigaar todas as
    soas iafimias e baixezas, nao me pedirs
    metade da vingaoca ?
    Djas vezes ras teas faito essa pergun-
    ta, e de ambas as vezes te tenho respondido
    o mosmo ; ta j sabes que, apazar dos
    meus soffrimentos, nao se alterca ainda a
    minha f. Mas se.es^e homaro comraetteu
    o delicto que te referes nao escapar ao
    castigo, qaalqoer que seja i sua forca e o
    seu poder. Deus o castigar, e do castigo
    nSo poder fogir; impossivel. O sopro de
    Deas pode sea talante convarler n'um grao
    de areia a mais elevada montanba. Ea nao
    po;so tirar, ao 6o as suas attribuices, por-
    qoe o bomem nao deve ser vingativo. O
    mando pode muito bem accelerar a minha
    vida, os meus inimigos podem fazer em pe-
    dacos o meu corceo, encher de lagrimas os
    meus- olbos ; mas nao ouvirs nunca urna
    maldico dos meus labios. Deixa Deus o
    que s elle pertence.
    Harmcb levantou-se.
    Pobre louco I mormuro a. A sorte
    aio qaer decididamente amortecer a tua
    agona: Duas vezes te colfocou no mea
    camibo e duas vezes me tenho ap.edado
    Je ti.. Pobre louco i Ponho a viaganca
    aas tuas mos, e nao a aceitas. Adeas. Nem
    urna-f palavra ouviram. Adeus, segu o
    teu eminho ; eo seguireio meu. Tu per-
    doando, ea terrivel e vgativo.
    Eq, que tambem como tu creio qae Bula,
    Ormud oa Mahomer se encarregaram de
    castigar os meus inimigos, espero nao obs-
    tante a occasiao de ma vingar e de fazer
    esses bomen3,o prejuizo que me elles fize-
    ram. Olho por olho, denle por dente^
    Argalenka ficou pensativo.
    O pobre bomem parguntava si mesmo
    onde acharia urna guarida para sia desg'a-
    cada filha.
    Harruch comprehendeu o que se passava
    na alma delle. edtsselhe:
    Escuta. Quero ainda prestar-te om
    serfico. N5) fiques nastes logares, porque
    sera tentar Deas. Vai provincia de
    Beaugars, na vertente occidental do monte
    Gangan ; alli encontrars um riquissimo ma-
    nantial, cojas aguas se espalbam depois for-
    mando am arroio cryslalino. Log) depois
    vers que o arroio vai eDgrandecendo como
    o menino que passa adolescencia.
    Continua nao obstante caminhando mar-
    gena delle ; vel-o-has augmentar e conver-
    ter-se pooco e pouco n'um rio caudaloso,
    i'ois bam: vista do mar e n'um magnifi-
    co bosque, acharas urna cabana construida
    por mim. Entra nella sem receio, porque
    pasaaro que vaga errante pelo espago apo-
    dera-so do primeir niaho qoe acha abando-
    nado. AH viv eu dedicaqdQ'HW 4 P*a
    Desta s.iuaclo ?esulti urna c"raseqaen-
    cia. Era primeir lugar os horneas de Es-
    hado verdadeiranente superiores criam ta
    dio a uraa viJa'potica em que, para fazer
    reformas uteis ao paiz, mjstor wapregar
    nao as. gran les qualidades que, possoem,
    mas as pequeas astucias que desdenham.
    \ssim que os Srs. Roasoli e Poruzzi, por;
    exemplo, fallara de daixar a vida publica..
    Vrrefecpm as nobres ambicoes, emguaoto
    as arabices mesqua'aas arorem aa azas.
    Governar a patria cora, o- fita de a prospe-
    rar e engrandecer, sem duvida o raais
    nobre emprego das faculdades hamacas,
    e as pin r a preeneber essa missao ara.
    I ambico loavavel e benaGca; ma< essa
    papel s possivel n'um governo absoluto
    ou n'um governo constitucional di tgido por
    grandes partidos polticos. Na ausencia
    de partidos taes disputam-se as pastas para
    satis 'acao da vaidadas ou de interesses.
    As rivalidades sempre alerta e em hita,
    sempre a cata da adharentes para chegar
    ao pbier, impedem qua ura gabinete firme
    dure, e entra vara a exocuco de todas as,
    grandes medidas.
    (Continuar-se-ha).
    Vive ta como en viv naqaelle estrello re-
    cinto, onde estars a coberto de persegui-
    rles. Alli tens tudo o que necessario
    vida. Guarda alli toa filha sera nenhura re-
    ceio.
    Mas, ai 1 exc'amou Argalenka. Como
    hei de eu fazer essa extensa caminbada, sen
    do am pobre anciio ?
    Outro favor te vou fazer.
    Dize.
    Poobo um cavallo tua disposicio;
    nelle montars tu e toa filha.
    Agora mesmo?
    Sm, agora mesmo.
    Obrigado, Harruch Bada te recompen.
    sai.
    Assim o fizeram.
    Apparelharam om cavallo.
    Arroa sabio do templo, e, seguindo machi-
    nalmente os movmen na garapa do cavallo.
    Obrigado I Obrigado! repeta o ve-
    lho.
    Harrucb nao raspondea.
    - De repente, e sem pronunciar ama s pa-
    lavra, cbamoa a Maha e afastouse, coma
    sua rapidez habituar, na direcelo da pro-
    vincia de Batava.
    Argalenka poz se i caminho, e, segamdo
    as tnstroccas de Harrucb, deseen para o
    districto de Beaugers, segurado o corso do
    arroio qae o indiano Ihe desigora.
    (Continuar-se-ka)
    f
    I
    1
    -5
    V
    .)
    i
    ti
    I
    >
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