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Diario de Pernambuco ( Monday, November 20, 1871 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/13140

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, November 20, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:13140

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/13140

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Monday, November 20, 1871

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:13140

Full Text
ANNO XLVII. HUMERO 265
frl
V
1
i
y
* .

fAEAA CAF1TAL B 1DCAB1S OIDE IAO SE PA6A POBH.
fi troi mezw adiaotados.................
Por seta ditos idwn..............."...*.
Por um anno idem.........'............
Cada numero avoiao.


ilOOO
2.9000
XifiQOO
no
SEGUNDA FEIRA 20 OE NOVEMBRO DE 1871.

PAHA DIIT10 I TORA DA PB07HGIA.
Por tres mexe* adlantados
Por aeii ditoa dem. .
Por nove ditoa dem .
Por oaa anno dem .
171
4IHOO
JOUlo
17#OO0
DIARIO DE PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
AO AHV| :
Oc Sra. Gerardo Antonio Alvea & Filhoa, no Para ;-Goncalvea & Pinto, no Maranhao ; Joaqoim Joa de Oveira & Filho, no Ceari Antonio de Lemoa Braga, no Aracafr ;' Jlo Mara /olio Chavea, no Ano. ; Antonio Marqaei da Silva, no Natal JaU Jutti*
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Fe!ippe Estrella & C, na Parahyba ; Antonio Joa Gomes, na Villa da Penha; Belarmino doa Santoa Buido, em Santo Antio; Domingoa Jos da Costa Braga,
m Nazareth Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna'; Francino Ta vares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alves, na Bahia; e Leite, Serqolnho d- C. no Rio de Janeiro.
PARTE ornciAL.
overa* da provincia.
mruwRNTE du da 13 dk noveubro de (871.
Actos :
O presidente da provincia a vista do olltoio
i5il, resolve conceder ao baeriarel Joaquim Fran-
cisco Cmleante Lin-* a exoaerago qae pedio da
cargo de delegado do termo d^ tumb.
O presilante da provincia, conformndose
com a roposta do Dr. fthefa di polica em oDl:io
de S do trrenla, o 1522, resolve nomear para o
cargo de delegado do termo de Itarah o actual 6*
sapplenie Luz Alvares de Cirvlho Cesar.
0 presidente da provincia, alienJendo a pro-
I>oata do tente coronel cooiminJanle do 3" na-
talhi^ de iuf litarla da gmr di naciooal desta mu-
nicipio, e a vi-ta da rafj"maci> d) respectivo
coraman lam suprrir, resolve da conformidade
com o art. 48 da lei n. 602' de 19 de setembro de
"5130. nomear para o dito batallio o< olHoiaes se-
guntes: l1 companhia, teneota o alfares da 7'
'Joao Mirqies brra Juaior; 2* companhia, alfa-
res o guarda-Minea! da Silva cayo.
O preside-.ie da provincia atteodendo a pro-
psta do tenante coronel corara inJante do 6 ba-
ulbao de infamara da gu nclpio s.bre a nualinforaioa o respectivo com-
raipdante stperiir em offtoio n. 217, de 13 do
crreme resolve nomear, de conformidade com o
disputo no art. 48 da lai d. 602, de 19 de setembro
de 830; pira o d.to batalhio os ofltoiaes segra-
las :' 3' .-i panlua, alferes o guarda Manoel Go-
mes Pereira Gulmares ; 6a companhia, alferes o
* sargento do t* esquadro de cavallaria Jos de
Oveira Mello.
0 presidente da provincia attendendo a pro-
posta do commandanle do 8* batalbo de infama-
ra da gnarda nacional do municipio do Re:ife, e
a-vista da icf.rn ran do respectivo commandante
superior era cilicio n. 171 de 28 de agesto prxi-
mo Ando, resolve de conformidade cora o art. 48
da le o. 60!, de 19 de setembro de 1850, nomear
para o dito batalhio os ofltoiaes seguintes: 3."
companhia, alferes o guarda J.a juim Lopes de
Mmeila; 4' companhia alferes o guarda Joo
Barbosa de Lima; 5" companhia, capito o teoente
Joo Fernandas da Silva Da Uro e tenente o alfares
Manoel Octaviano de Carvalho Pinto ; 7* compa-
nhia, capio o tenante Ant >oio Alves de Oliveira
raga; 8* companhia, lente o alferes Manoel
Joiqnini Francisco de Alim e alferes o guarda
Manoel do Nasciraento Pereira.
O presidente da provincia atteodendo a re-
prseatago do commandante superior da guarda
nacional do mnohipio do Recife em offlcio n. 205,
de 10 da agosto prximo fiado, e a vista dos pa-
receres da junta de saude, que considerou iocapa-
US de continuar no servido activo os alferes do
3" batalhio de iefantaria los Pedro dos Santos
Noves, Joio Pinto de Castro e Gabino Jos Mon-
teiro, resuve, d conformidade com o art. 69 da
lei n. 002, de 19 de siembro de 1850 transferir
para a reserva os ditos alferes, que fleariio agre-
gados ao 3 batalhio respectivo.
O presidente da provincia atlendendo ao qae
requeren o tenente da 5* companhia do batalbo
36 de infs otaria da guarda nacional do municipio
do Brejo, Firmino de Oliveira Mello, resolvo que
se lh d a guia, de que irata o art. 45 do decre-
to D. 1130 de (2 de margo de 1853, para o de
Cimbres, aoode tlxnu a sua residencia.
O presidente da provincia, attendendo ao
que reqnereu Manoel Henrique de Miranda Ac-
cioli, e teado em vista a nforraagio do Dr. di-
rector ger.l interino da instruego publica em ofl
co de 6 do correte, sob n. 377, resolve nomea-lo
para reger interinamente a cadeira deiostruccao
primaria da povoacao do A lucho, mediante a gra-
tificacao anuual de 600/000.
O presidente da provincia, attendendo ao
queexpoz o Dr. director geral interino da instrac-
<;o publica, em offlcio de 13 do crreme, sob n.
3S7, resolve, de coaformidade com o art. 7. da
lei n. 369 de 14 de maio de 1855, nomear o teaen-
te-coronel Pedro Pessoa de Siquetra Cavalcanti
delegado Iliterario do districto de Flores, vago por
ter sido u'alii removido para a comarca da.Boa -
vista o promotor publico que exercia o referido
cargo, bicharel Manoel Antonio da Fonseca Mello.
O presidente da provincia, atlendendo ao que
expoz o Dr. director geral interino da instruegao
publica em offlcio de 13 do crrante, -ob n. 387,
resolve* crear um districto luterano na villa do
Triumptio, com os limite^ ua respectiva freguezia,
e nomear, na conformidade do art.-7.0 da lei n. 369
de 14 demaio de 1855, o capito Lucia de Siqueira
Campos para e cargo de delegado Iliterario do
raesmo districto.
O presidente da provincia, atteodeodo a > qae
reqasre o bacharel Aotonio Doraingues Porto,
promotor publico da comarca de Pao d Alho, re-
solve coacader-lha dez Ji.s Je licenc,a, para tratar
da sua saJe nesta caoitil. Expediram sa as ne-
cesarias communicacoss.
Offlcios :
Ao brigadeiro commandante das armas, di-
:endo que, visto haver se verificado ser eseravo de
U. Josepbina Candida Dabaux o voluntario do 2*
batalho de infamara Demetrio Solero Augusto
Ferreira, mande dir-lhe baixa e entregar aquella
seuhora, cu a sau administrador, Claudio Dubeux,
depois que f jr indemnisada a fzenda nacional da
despeza que se^ teaba fan com elle.CommuniJ
cou-se Ihesourna da faz-soda.
Ao m8smo, aulorisando-o, em vista de sen
oOicio, a mandar dar baixa, se ja esliver com pra-
<., pondo-o em libardade, o recruta Honorio Olym-
pi Sympbronio, qae rerificou-se ter sido volunta.
rio da patria no eorpo n. 51.
Ao iapeelor da thesouraria de fasenda, com-
mullicando que no 1.* de dezembro vindouro de-
ver seguir para o presidio da Fernando de Noro
nin am dos vapores da companhia Pernambucana.
Fixeram-se as outras communicac5es.
Ao mesmo, inteirando"-o da qua a 2 do cor-
rente fora nomeado palo juiz de direito interino da
comarca do Rio Formoso o bashafel Augusto
Colho de Moraes para exereer interinamente o
cargo de promotor publico d'aqaella comarca du-
rante o impedimenta do effeetivo, que entrou no
4(030 d licear.
Ao mesmo, doclarando qae a 21 de outnbro
ultimo assumio o bacbare Canudo Alves Machado
o exercicio do cargo de juiz municipal do termo
do Bx, para que fora nomeado.
Ao mesmo, praveuindo-o da que a 7 do cor-
rente reassumira-o baeharal Francisco Teixeira da
Sao exercicio do cargo da juiz de direito da co-
marca do Limoeiro, renunciando o resto da licen-
oa qae obteve.
Ao mesmo, commonicando que, em virtude
do aviso do ministerio da agricultura de U de
setembro ultimo, o contad ir do correio da provin-
cia do Amazonas, Vicente Ttnmaz Pires de Fi-
gaeiredo Gamargo emrou em exercicio na admi-
aistrago do eorreio d'esta capital.
Ao mesmo, para que de conformidade com o
parecer do delegado do cirurgio mor do exercilo,
mande foraecer a pharmaeia militar do presidio
de Fernando de Noroolu, os medicamentos e ob-
jeetos constantes das seis relaeoes jaulas, organi-
sadaa pelo mi-srao delegado cm substituido ao pe*
dido, que remeneo-o commandante daqoella pre-
ndi, apresentad pelo respectivo conselho eco-
nmico.
Per e3sa tneHO'.waria raandou-se pagar :
'a -i-.' '^ba'albo de iafantarla Tho
maz de Ainino Ramalho 2* e 3" prest gSes de
voluntario e bem assim a gratiflcagio, a qua tm
direito. Communicou-se ao brigadeiro comman-
dante* das armas.
A' loaquim Angosto Xavier da Maia a quantia
da 218/380, provenenle de medicamentos por elle
fornecidos aos indigentes atacados da febre ama-
relia, no povoado dos Montes.
A' Tnomtz de Carvalho soares BrandSo Sobrt-
nho a de 3;200"O00, que se julga com direite
por haver concluido, de conformidade com o sen
contrato os concertos, necessarias no quarlel dos
menores do ?rs-nal de guerra, e o re te I ha-nenio
de todo o edificio, em que funeciona o mesmo ar
sealC)mmunicou-s3 ao engenheiro enearrega-
do da< obras militares.
Ao inspector da thesoararia provincial, man-
dando pr em arrematarlo as obras de alvenaria
a cantara, necnssarios ao assentament do gra-
Jeamento do jar Jim projectado no Campo das
Princezas servmdo de base as clausulas e orna-
mentos juntos por copia na importancia de.....
5:156|9i.loteirou-se ao ehefe da repartilo das
obras pusucas. .
Ao desembirgador procurader da cora so-
berana e fazesda nacional, accu'ande a rec>pc5o
do offlcio, a que voto aonexo o processo da medi-
Qo feila no joizo commissario do municipio da
Agua-Preta requerimento do borlo baroneza
de Palmares, e agralecendo as felicitacSas quedi-
rio pre-ldencia.
Ao director do arsenal de gaerra, para man-
dar receber bordo do transporte a vapor .Mar-
lio Das quatorze volumes com municSe?, reraet-
tidos pelo arsenal de guerra da corte, sendo dous
para esta provincia, seis para o Rio Grande do
N'Hte, provdaociaodo ao mesm tempo no sentido
de seguirem quanlo antes para aquellas provin-
cias os que a ellas se destinas).
Ao juiz de direito da comarca de Olila, re-
commendando que re netta com a mxima brevida-
de o ftiappas,que cunpre a esse juizo e aos demais
dessa comarca ministrar para a formacao da esta-
tistica jndiciaria, j em liquidadlo.Igual ao juiz
de direito da comarca de Caruar e ao do Bonito,
sbente qaanto aos mappas qae devera ser mi-
nistrados pelo juiz municipal e delegado daquella
termo.
Ao juiz de direito da comarca de Caruar,
approvando a deliberaco, jue tomn, de encarra-
gar o eapito Miguel Ferreira Velloso, do trata-
ment das pe-?oas desvalidas, acommettidas da va-
rila nessa comarca; certo do que por falta de
verba nao se pode dar remanera^ao alguma por
esse trabalho ao mencionado capito.
Ao commandante do corpo de policia, auto-
risand) o engaja:nent> do paisano Marcelino Per-
eira de Saot'Anna, se fr idneo.
Ao chele da reoartiejio das obras publicas,
declarando em resposta ao sen offlcio, que appro-
va a deliberado que tomou, de contratar com o
arrematante da ebra do canal do riacho Taquara,
na povoacao do Altiaha. Dionizio Rodrigues Jaco j
bina, mediante a quantia de 4004, a construccoi
de urna pequea ponte sobre o sangradouro da"
acuda daauella novoaco oirajjar trajisito aw
blico. Communicou-sa a tnesourana provln-
ciai.
Ao mesmo, recoramendando a expedico de
saas ordeos, aBra d^ serem substituidos por ou-
tros os bicos dos eandieiros a gaz da casa de de-
tenco, vi>to aclnrem-se arruinados.
Portaras:
Ao conselho de compras do arsenal da man-
nna approvando os contratos qae celebrou com di-
versas pessoas para fornecerem ao almoxarifado
do mesmo arsenal os objectos do material da arma-
da, indicados em sen offlcio da 8 do crreme.
Communico-se a thesouraria de fazenda.
A cmara municipal do Recife, declarando
em resposta ao sen offlcio que approva os contra-
tos de arrematado feito j com di versos, para a
irapeza, por 6 mezas das mas das freguezias do
Recife, S. Jos a Boavi3ta.
Aos agentes da companhia de navegacaobra
sileira, mandando dar transporte para a curte, por
coota do ministerio da marinha, no vapor que se
espara do norte, ao calafate Jos Pinto de Cerqaei-
ra.Comraaaicou-seao commandanle da diviso
naval doste districto.
Despachos:
Andreza Mara da Cincaicao B irnos. Nao lem
lugar o que peda a supplicanie, vMo qua sen Q-
Iho tsm ldade raiior I > que a ra misso na companhia da meaorai artfices.
AfTonso Moreira TempiraLInforma o Sr. coro-
nel commandante superior da guarda nacional
desta capital.
O Baro e Baroneza de Palmares. Vistos estes
autos de medigo e legitimario di passe denomina-
daCapoeirasrequerida pelo Bario o Baroneza
da Palmares, peticao inicial a ti. 2, termo de me-
dicao fia 24, pelos quaes foram respeitados todos
os direitos dos confrontantes, confirmo a seotenca
de lis. 63, e approvando como approva a raedico
fela. bei por legitimada poue.dos requerentes, e
man lo qae se Ihe passe o compatente titulo, satis-
faitos os direitos do art. 18 da lei n. 601 de 16 de
setembro de 1850, e pagos os emolumentos de-
vido?.
Claudio Dubeux.Seja entregue depois de pa-
gas as despezas que fez a fazenda nacional.
Joaquim Augusto Xavier da Maia.Dafeiido com
offlcio desta dala a Ihssouraria da fazenda.
Jos Antonio de Moraes. Informe com urgen-
cia o Sr. Dr. juiz de direito da comarca de Gara-
nhuns.
C ronel Jos Angelo de Moraes Rago.D-se.
Joo Baptisia Gomes Pena. June o snpplicante
a filloa corrida e termo de exame.
Manoel Hanrique da Miranda Accieli. Passe
portara nomeand o supplieante para reger interi-
namente a cadeira da povoacao do Altinbo.
Manoel Roraao de Carvalho Correa. Nao tera
lugar em vista da nformac/io do inspector da al-
fandega.
Manoel Pessoa Ferreira. Informe o Sr. inspec-
tor da thesoararia de fazenda.
Thomaz de Aquino Ramalho. Deferido com
offlcio desta data a thesoararia da fazenda.
Thomaz de Aquino Fonceca & C Sim, em
termos.
Thomaz Ferreira Maciel Pinheiro. Passe cer-
tido.
Urbano Carvalho dos Santos. Como re-
quer.
PERNAMBUCO.
- REVISTA DIARIA-
PROFESSORES PUBLICOS.-Por portaras da
presidencia da provincia de 16 do corrate : foi
removido o professor Antonio Victoriano de Alet-
ela Andrade, da cadeira do Buique para a da
Barra de Serinhem; e foram autorisados os pro -
fessores Joo Vicente Ferreira Barros, da cadeira
dos Apipucos, e Hanrique Clarindo Taylor, da do
colleglo dos orphos, a permularem as respectivas
cadeira.
PROMOTOR PUBLICO.- Por portara da presi-
dencia da provincia, de 16 do crtente, foi exone-
rado, sen pedido, de promotor publico da o-
marca de Tacarat, o Dr. Tiburcio Raymando da
Silva Tavares.
MONTE PI SNTA CRUZ.- Por portara da
presidencia da provincia, de 17 do crranle, foi
nomeado presidente desta s'ociedade o Sr. Hygino
Ferreira da Silva,
DELEGAC1A LlTTERARIA. Por portara da
presidencia da provincia, de 16 do crreme, foi
creada ama delegacia Iliteraria na freguezia de
Gamelleira, comprehendendo os limites lo respec-
tivo jnizado de paz.
VISITA PRESIDENCIALS. Exc o Sr. conse-
Iheiro presidente da provincia visitn saobado a
casa em que funeciona o consulado provincial, e
promovd a transferencia des-a repartigo para ou-
tro edideio, emquanto se fazem os cunearlos e ar-
ranjos necessarios no torreo da alfandega onde
ella funeciona.
FORTALEZA DO BURACO.-S. Exc. o Sr. cen
seiheiro presidente da provincia trata de dar %
providencias necessarias no sentido de melbor se-
guranza no deposito da plvora do goveroo e dos
particulares, da fortaleza do Buraco, sendo uraa
das medidas a lomar a diminuic.au la quantidade
existente.
FACULDADE DE DIREITO.Fizeram actos no
sabbado os seguales alumnos, qae tiveram em
resaltado :
S'gaado aano.
Gailherme Paes Brrelo, simple-mente.
Geminiano da Costa Barbosa, plenamente.
Jeronymo Materno Pereira de Carvalho, idem.
Aristi'des David Madeira, idem.
Francisco'Isidoro Rodrigues da Costa, idem.
* Getulio Augusto de Carvalbo Serrino, idem.
Terceiro anno.
Julio Apolonio Vaz Curado, simplesmente.
Thomaz Colho de Gusmao, idem.
Henrique Aihayde Lobo Moseoso, plenamente
Manoel Pessoa de Si ineira Campos, idem.
Felippe Pereira Nabuco de Araujo, idem.
Joaquim Jos dos Reis Jnior, idem.
Quario anno.
J-lo .Pedro de Sa Per jira, simplesmente.
Francisco de Paula Leite e Onicica, plenamente.
Jos Zeferino de Meadonca Ucha, idem.
Jos, Leandro Dantas Serra, simplesmente.
Gaudino Eudacio do Brito, plenamente.
Elvidio Clementinode Agolar, idem.
Quinto anno.
Manoel Jeronymo Goagalves, plenamente.
Eliziario Augusto de Moraes, idem.
Ignacio da Silva Colho, idem.
Francisco Xavier Rodrigues Campello, idem.
Jos Lopes Pessoa da Costa Jnnior, idem.
Francisco Antonio de Oliveira Prxedes, idem.
VIA FRREA DO CAXANGA'.Sabbado re
bentou am tubo de ama das machinas locomotivas
d'esta estrada, e este accidente determioou urna
desorganisacio sem exemplo em taea vi as de com-
muuicaco. O trafogo esleve i aterrera pilo *por
mais de duas horas, e entretanto innameros pas-
sageiros foram obrigados a estacionar junto ao
arco de Santo Antonio 4 espera de providencias
qne a direccio da empreza bem tarde se lembrou
de dar. Davero os passageiros d'essa llnha con-
tinuar sb lio desrezrados aconteclmentos ? Res
ponda quem de direito.
GYMNAS10 PROVINCIAL.Ne sabbado fizeram-
se exames de desenno a de primeiras laura*.
Em desenlio linear e de figuras .
Manoel Clemenlino de 0. Escorel. Pl en amen te.
Henrique Capitalino P. de Mello.' dem.
Eurico Caetano de Medeiros. Simplesmente.
Francisco Taciano Teixeira. dem.
Hermioo Moreira Dias. dem.
Conspira Xavier do Amara!. dem
Baziiio Baptista R. de Almeida. dem.
Em primeiras lettras :
Antonio Francisco Cordeiro Nelte. - Destinccao.
Eslevo Aecioli Lins. - dem.
Antonio Clemenlino Freir. Plenamente.
Aristides Pereira Leo. dem.
Arlhur Sodr da Cunba Motta. dem.
Antonio Jos Mendes Bastos. dem.
Domingos Pereira da Silva. dem.
Domingos de Paula Cabral. dem.
Eduardo Augusto da Silva. dem.
Francisco Ribeiro de Mello. dem.
Francisco da Silva Cabral. dem.
Heronides de Hoilanda Cavalcanti. I lem.
Manoel Francisco de Mello Bastos. dem.
Sergio Teixeira Maciel Pinheiro. dem. x
RA DO PRIECIPS.Pedem nos para lembrar
ao Sr. fiscal da freguezia da Boavista a convenien-
cia de obrigar ella os proprietarios do terreno pr-
ximo esta sao dos trilhos urbanos de Olinda, na
ra do Principe, a cercarem-os, de eonformidade
com a postura municipal, alim de cessaram os
abusos e immoralidades que alai se pralicam du e
noute.
PASSAMENTO.-Aote-hontem noule falleeeu
o capito Joo da Silva Faria, chefe da casa com-
mercial de Joo da Silva Faria & Irmo, de nossa
prasa, victima de antigos padecimeotos.
IRMANDADS DE SANTA CECILIA DO LIVRA-
MENT.Em sesso.de mesa geral, a 15 do cor-
rele, a irmaodade de Santa Cecilia procedeu a
eteico da nova mesa regadora para o anno com-
promissal de 1871 a 1872, (toando assim composta ;
Alexandre da Cunba Colho Calanho, joiz ; Tran-
quilino Matbias Pereira da Luz, secretario ; Cae-
tano da Rocha Pereira, geral ; Silvino Jos de
Mello e Francisco Solano de Jess, procuradores;
Marcos Evangelista Correa, tbesoareiro ; Didimo
de Oliveira Barcellos, Hyppolilo Jos de Lima, Can-
dido Rodrigues Lima, Joo Francisco Ribeiro, Joo
Carneiro da Silva, Cezario do Reg Monteiro, Leo-
cadio de Santa Clara, Manoel Antonio de Jess, de-
finidores.
JURY DO ORICURI.-A primeira sesso ordi-
naria do jury do Onricury, convocada para o dia
28 de outnbro lindo, e presidida pelo juiz da di-
reito Dr. Miguel Gongalves Lima, julgnu no dia 21
o reo Pedro Soam. Ferreira, acensado do crime
de homicidio, coodemnando-o a 12 annos de priso
com trabalho. Julgoa Do dia 23 o mesmo reo Fer-
reira, acensado por outro crime de morte, e con-
demnou o a galea perpetuas.- Julgou no dia 24 o
soldado Baziiio Lua da Silva, qae matou o capi
lo Carlos, que coramandava o destacamento de
policia, e foi conderanado i priso perpetua com
trabalhos. Julgoa no dia 25 o reo Quirino Pereira
de Almeida, aecusado por crime de offensas phy-
sicas, o qual foi condemnado a 2 mezes de priso
e malta. No dia 26 foram absolvidos pelo jury e
appeliados pelo juiz de direito, os reos Francisco
Ribeiro do Lima, Manoel dos Aojos Oliveira, Anua
Thereza de Jess e Anna Mara da Conceico ac-
ensados de haverem assassinado Joviniana mu -
Jher do primeiro reo.
NAVIO ENCONTRADO.Communicoa-nos o Sr.
capito do patacho francez Colibr, chegado ante-
hontom de Marseille, qae encontrn no dia 16 d'este
mez e na lat. S. 8* e long. O. de G. 32 7m o bri
gue italiano Rosa Madre, indo de Swioce para
Montevideo, com 34 das de viagem. Todo ia bem
bordo.
PROCLAMAS.Foram lidos no dia 1, na ma-
triz da freguezia de Santo Amonio os proclamas
seguintes:
1.* deounciaco.
Manoel Ignacio de Lima, sentenciado civil, cana
Francisca Gomes da Silva.
Simio Francisco Guerra, viuvo de Rosa Maria
do Monle, com Brgida Demerita do Patrocinio
Hermenegildo Tibarcio da Silva, com, Candida
Francisca da Costa.
Henrique Francisco da Rocha, eom, Joanna Ma-
ra da Conceico.
Qhrispiniano Marques Nogueira. das Chatas, eom
Jestima Maria d'AQnanciacaotina.
{os Francisco Colho da Paz, com Maria Calhei-
ro Lins.
Joo da Sil7a Santos, cora Claolina Amella do
Araaral Raposo.
Joo Faustino Nones da Silva, com Eufrasios
Mana dos Reis.
Prnciaoso Jos da Silva e Oliveira, viuvo, com
Aqu na Eragdia Pereira Datra.
AtiVede Ramos Chaves, com Rosa de Castro
Fonseca.
Jos Carlos Vital, com Genesia Petronilla Ce3ar
de Vasconcelloi.
2.' denunciado.
Lmz Jos Teixeira, com Henriqueta Francisca
dis Chagas.
Manoel Dias de Toledo Jnior, com Delphina
Margarida da Silva Cavalcante.
O Dr. Adriao Loiz Pereira da Silva, natural do
Cea.-a, cora Thereza Ihristina Correa de S.
Eatolauo-Jacob de Medeiros, com Rosa Pnilomena
de Andrade.
f^ippe Emilio Menna da Costa, com Hermioa
aide.da Cnnha Carvalho.
ao Jos da Souza, com Maria Louren{a da
Antonio Joaqulmda Souza, viuvo de rsula Joa
3nina de Oliveira Gitaliy, qner se mostrar livre e
esembarasado.
Jo Maria de Albuquerque, com AanunciaJa
Candida de Amida.
O tenente do 2* batalho de infamara de linha,
Francisco Miguel de Souza, natural da provincia
do Maranhao. caro Anna Elvira de M lio.
Manoel Florentino Sobral, viuvo, com Maria
Francisca das Chagas.
CUudino Jos dus Prazeres, com Angela Maria
da Conceigio.
Simo Francisco de Oliveira, com Anna Magda-
ena de Jasas.
Candi io Ursuliao de Barros, com Rosaliua Gon-
Salves Lessa.
'ojainim Aristides Ferreira Bandeira, natural
da Bahia com Maria Julia de Aihayde Lobo Mos-
eoso.
AtTonso Moreira Temporal, com Maria Carclina
Rodrigues dos Anjos.
Capitnlino Cesar de Loareiro, com Anna Caval-
cante Vaz de Oliveira.
3.a denunoiacao.
Juvencio Alves de Santiago, com Umbelina Ma-
ra da Conceigio.
Miguel Jos da Molla, com Flor inda Perpetua do
Reg.
-Joaqoim Olinto Bastos, com Maria Pnilomena
Moreira.
Joo Pacheco dos Santos com Vernica Fran-
cisca de Assi?.
Joo Ferreira Fialho, com Alexandrina de Paula
Carneiro lindina.
O alferes do 2 batalho de infantaria de linha
Gerciao Martios Je Oliveira Cruz, com Raymunda
Laura de Araujo.
Jos Joaquim de Sant'Anna, com Felismina Elias
do Bom-iuccesso.
RiW> "Jos Games da Luz, com Maria Felicia
da Cuaha Alvaraaga.
o ) i' imf a
lula Tneodolina Pessoa Monte-Negro, com
da Conceigo de Serpa Brando Pinto.
Thomaz Cypriano da Silva, com Luiza Gonzaga
da Silva.
CASA DE DETENQAO.-Movimento do dia 17 de
novombro de 1871:
Existiam (presos) 334, eniraram 2, saoiram 17,
axislem 319.
A saber :
Nacionaes 231, mutilares 6, estrangeiros 40,
ascravos 38, escravas 4.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 270.
Moviineolo da enfermara, do mesmo dia :
Tiveram baixa :
Manoel Joaquim da Silva (ultejaria).
Joo Antonio da SiWs, (observago.)
Tevo alta :
Jos Joaquim Baptista.
LOTERA.-A que se a:ha venda a 215' a
beneficio da Santa Casa da Misericordia do Recife,
a qual corre uo dia 22.
'lEILAOAraanha (2I)effectua o agenta Pinto
o leilo de movis, louga, crystaes e ura faqueiro
de prata, por coma de ama familia que rejira-se
para o Rio Grande do Sul, sendo que o leilo lera
lugar na casa da ra do Hospicio o. 46.
LEILO.Hoje effectua o agente Martins o lei"
lo da encaderoago parisiense, dividas e partes
de casa per.encentes ao espolio da Paula Manteiro,
as 11 horas do da na mesma encadernago a ra
do Imperador n. 71.
CEUITERIO PUBLICO.Obituario do da 16 de
novembro.
Manoel, pardo, Parnambuco, Boa-Vista ; bexi-
gas.
Joanna Baptista de Son^a, brama, Pernarabuco,
56 annos, casada, Boa-Vista; phtysica.
Jus Francisco da Luz, pardo, Pernambuco, 65
annos, casado, Boa-Vista; baxga.
Amaro, eseravo, preto, Pernambuco, 3 annos,
Boa-Vista ; menegite.
Juvencio, eseravo, preto, Pernambuco, 30 anno;
sol'eiro. Boa Visia phtysica.
Caetano J as do Rosario, preto, frica, 50 an-
nos, viuvo, Boa-Vista ; coogesto cerebral.
CHRONICA JUDWIARU.
TRIBUIAL DA RELAClO.
SESSO EM 18 DE NOVEMBRl DE 1871
RESUOBNCIA DO EXJI. SR. CONSELHEIRO CAETANO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Colho.
As 10 horas da maobaa, presentes os Srs. desem-
bargadores Gitirana, Guerra, procurador da co-
ra Lourengo Santiago, Almeida Albuquerque,
Mota, Doria, Domingaes da Silva e Souza Leo,
faltando com cansa os Srs. deserabargadores As-
sis, Regueira Cosa e Uchoa Cavalcanle, abrio-se a
IfilAO*
Passdos os feit3 deram-se os julgamentos se-
ointes:
v RECURSO CRIME.
Recrreme, o jnizo de direito do Natal recor-
rido, Galdine Jos da Silva.Juizes os Srs. desem-
bargadores Lourengo Santiago, Mella, Doria e Gi-
lirana.Improcedente.
AGORAVO DE PETICAO. .
Aggravante, Florentino Cavalcante de Albuquer-
que ; aggravado, o juizo.Juizas os Srs. desera-
bargadores Gaerra, Lourengo Santiago, Almeida
Albuquerque. -Negaram provimento.
APPELLACOES CRIMBS.
Do jury de Pedras de Fogo.Appellante, Fran-
cisco Jos de Mendonca ; appellada, a justlga.
Improcedente.
Do jury de Pesqueira.Appellante, Joao Manoel
Cavalcante; appel-ada, a jastica.Improcedente
Do jury de Nazareth.Appellante, Jos Ricardo
dos Santos ; appellada, a jusiga.Nao lomaram
coobecimenlo da appeilagio.
appellaqSes C1VEIS.
Do jaiio municipal do Racife.Appellantes, Jo-
s Peres da Cruz e so* mnlber ; appeliados, os
herdeiros do Dr. Joao Ferreira da Silva.Confir-
mada asantenga.
Do jaizo municipal de Caraaragybe.Appellan-
te, Mariaano Martaho da Rocha Wanderley ; ap-
pollado, Manoel Jos de Lima.Coofirmada a sen-
tenca.
Do juizo municipal do Recife,Appellante, Hen-
riqueta Elisa Banks; appellado, Jos Loiz da Sil-
va Perreira.Re^eberam os embargo?.
Appellante, Manoel Pereira Mi Rables e fllhos;
appellado, Dr. Alvaro Carainha Tavares da Silva.
Confirmada a senlenga.
Do juizo municipal de S. Jo-.Appellante, Jo-
s Francisco de Oliveira ; appeliados, Domingos
de Barros Brando e outro.Desprezados os
bargos.
Oo jaizo municipal de Cascave'. Appellante,
Joo Victoriano Pereira ; appellado, Joo Francis-
co de Miranda. Annullaram a demarcago.
Ou juizo municipal de Bananelras. Appellan-
tes, Luiz e Felippe, por' seu curad ar; appellado,
Virginio Emilio Cavalcante.Confirmada a sen-
lenga.
Da jaizo municipal de Pao de Assurar.Appel-
lante, Jos Rodrigues Delgado d' Aquioo ; appel-
lado, Maaoel Soares Pinte e Filho.Desprezaram
os embargos.
Do jaizo municipal do Recife. Appellante, a
Santa Casa de Misericordia ; appeliados, os her-
aeiri s de Jos da Cuona Teixeira. Desprezaram
os embargos.
Do juizo municipal de Barreirbs.Appellantes,
Alfredo Cardoso Pereira e outros ; appellado, Vn-
tonio da Rocha Wanderley.Annullaram e inven-
tario.
Do juizo municipal da Atalaya. Appellante,
Felippe da Cunta Lima Araujo Rocha ; appellada,
D Anna Joaquina de....Desprezaram os em-
bargos.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desembar-
iador Guerra :
Do'juizo municipal do Recife. Appellante, o
baria de Una ; app-'ilUdo, Jos Jacome Tasso.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
Do juiz> municipal do Acaracu. Appellante,
Guilherme Bezerra de Araujo ; appeliados. os her-
deiros de Joaquina Domintues da Silva.
Ao Sr. desembargador Motta :
Do ju'zo mdnkipal do Recife.Appellantes. os
religiosos do Carmo ; appeliados, Manoel Pereira
Magalhaes e filhos.
Do Sr. desembargador Gaerra ao Sr. desembar-
gador Lourengo Santiago :
Do juizo municipal do Recife.Appellante, D.
Maria Isabel Nones de Oliveira ; appellado, Ma-
noel dos Santos Nnnes de Oliveira. Do juizo mu-
nicipal da Victoria.Appellante, D. Anna Eufrazia
do Rosario; appellado, Belmiro da Silveira Lins.
Do Sr. desembargador Lourengo Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
fio jury do Buique.Appellante, Manoel Fran-
cisco de Moraes ; appellada, a justiga. Do jury
do Recife Appellante, Antonio Jos Viegas ; ap-
pellada, a justiga.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta:
Do jaizo municipal da Barbalba. Appellantes,
Mara e seas filhos; appellado, o tenenle-eoronel
Joo Qnixada Fllgoeira?.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Joa-
quim Salvador Pessoa de Siqueira Cavalcante;
appellado, Salvador de Siqueira Cavalcante.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Agaij *
Do jury do Buique . Appertante, Qulnttttano
Valerio dos Santos ; appellada, a justiga. Do jury
de Pesqueira.Appellante, o joizo; appellado, Ma-
nos! Joaquim Netto Nogneira. Do jaizo munici-
pal de Bananeiras.Appellante, padre Emygdio do
Reg Toscaoo de Brillo ; appellado, Manoel Vicen-
te Pereira de Mello. De jaizo municipal do Re-
cife.Appellante, o eseravo Joaquim, por sea ca-
rador ; app Hado, Francisco Gongalves Torres.
Do Sr. desembargador Domingaes da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Costa:
Do juizo municipal do Recife.jAppellantes, os
herdeiros de Herculano Deodalo dos Santos ; ap-
peliados, Manoel Januario de Barros e sna mulher.
Appellante, Jos Ignacio Pereira da Rocha ; appe|-
lado, Jos Francisco Carneiro. Do juizo munici-
pal da Fortaleza.Appellante, Getulio Francisco de
Sarapayo ; appeliados, Thereza .Maria da Costa e
outros.
Ao Sr. desembargador Souza Leo :
Do juizo municipal do Recife. Appellante, a
preta Fracilla, por sea curador ; appellado, Luiz
Augusto Rolim Mavignier.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Uchoa Cavalcante :
Appellago clvel.Appellante, Jos Alexandre
da Sillva; appellado, Manoel de Caldas Costa. Ap-
pellagoes crimes.Appellante, o promotor ; appel-
lada, Bernarda Maria da Senna. Appellante, Joo
Mariano Daraasceno ; appellada, a justiga.
DEL1GENCIA CRIME.
Ao Sr. desembargador promotor da justiga :
Do jury da Imperatriz.Appeliante, Irineo Para-
philio Gnedes ; appellada, a justiga.
Do jury da Floresta.Appellante, o jaizo ; ap-
pellado, Joaquim Clemente da Souza.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Domingaes
Costa.
Dojnryde Campia.Appellante, Luiz Mara
Bandeira de Mello ; appellado, Jos Nicolao Ca-
valcante Maranhao.
Do jary do Aracaty.Appellante, o juizo ; ap-
pellado, Antonio Francisco Pereira.
Do jury do Recife.Appellante, o juizo; appe 1
lado, Manoel Gomes da Silva.
DELIGENCIA CIVEL.
Ao Dr. curador geral:
Do juizo municipal do Inga.Appellantes, Anto-
nio de Lelis de Souza Pontes e outros; appellado,
Jeronymo Leopoldo de Araujo Pereira.
Assignou-se dia para julgamento dos seguintes
teitos :
APPBLLAgOKS CIVEIS.
Do juizo muntoipal de Barreiros.Appallantes,
Alfredo Cardoso Pereira e outros; appellado, Theo-
tomo da Rocha Wanderley.
Do juizo municipal, do Recife. Appellante, a
Santa Casa de Misericordia ; appeliados, os her-
deiros de Jos da Cunba Teixeira.
N DESTRIBUigAO.
Recursos crimes :
Ao Sr. desembargador Souza Leo:
Recorrente, o juizo de direito do Porabal; recor-
rido, Joo Gomes.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavalcante :
Recorrente, o juizo de direito de Piane ; recor-
rido, Jos Freir da Rocha.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
Recorrente, o joizo de direito do Sobral; recor-
rido, Joaquim Ferreira Lima.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
Recorrente, o jaizo de direito do Natal;. recor-
rido, Galdioo Jos da Silva.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Recorrente, o jaizo de direito do Crato ; recor-
rido, Bernardino Ferreira Rodrigues.
Ao Sr. desembargador Motta :
Recorrente, o jaizo de direito da Granja ; re-
corridos, Joaquim Rodrigues da Costa e outros.
Ao Sr. desembargador Assis :
Recorrente, o jaizo de direito da Imperatriz ;
recorrido, Antonio Vctor de Barros Teixeira.
Ao Sr. desembargador Doria :
Recorrente, o juizo de direito de Mossor ; re-
corrido, Joo Gualberto da Silva.
Ao Sr. desembargador Doraingues da Silva :
Recorrente, o jaizo de direito de Peras de Fo-
go ; recorrido, Jos loa nnim Ferreira.
appbu.aqSbs civbis.
Ao Sr. desembargador Regneira Costa :
Do jaizo municipal do Btante. Appellante,
Antonio Ferreira da Silva ; appellado, Manoel Da-
tra de Sonta.
Ao Sr. desembargador Saoza Leio :
Do jnizo municipal do Recife. Appellante, o
juizo ; appellado, Lnlz Carlos Brando.
APPKIXAC)BS CRIMBS.
Ao Sr. desembargador Gitirana :
) jory da Imperatriz. Appellante,. Antonio
Ferreira Gomes Serrote; appellada, a jnica.
Do jury da villa dos Milagres. -Appellantes, Cla-
rindo Montes de Maria e uniros; appellada, a jas-
tiga.
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago:
Do jury da Floresta.Appellante, o jaizo ; ap-
ptl ado, Joaquina Clemente de Souza.
Do jury da Imperatriz.Appellante, Irineo Pam-
hilio Guedes ; appellado, o jnizo.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque:
Do jury do Salgneiro.Appellante, Jos Soase*
da Costa ; appellada, a josiiga.
Do jury do Teixeira.Aopellanta. o jalao; ap-
pellado, Paschoal Vieira Lopes Saqnarema.
Ao Sr. desembargador Molla:
Do jury do Saboeir.-.Appellante. Candido Go-
mes da Silva; appellado, Vicente Ferreira Lima.
Da villa da (raperatriz.Appellante, o juizo; ap-
pellado, Jos Gabriel de Menezes
Ao Sr. desembargador Assis :
Do jury da Lagoa-Nova.Appellante, Franelse
Pereira da Silva ; appellada, a instiga
Do jury de Cabrob.Appellante, Joio Pereira
de Souza; appellada, a jnstiga.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do jory de Cabrob.Appellant, o juizo ; ap-
pellado, Jo' Barbosa de Oliveira.
Do jury da Saboeiro. Appellante, Pedro Celes-
tino de Sooza ; appellada. a jnstiga.
Ao Sr. desembargador Domingaes da gilva :
n i jury da Ingazeira.Apollante, o jalao; ap-
pellado. Cypriano Mendes de Qaeiroz.
Ao Sr. desembargador Regueira Cesta :
Do jory de Cabrob.Appellante, o jnizo; ap-
pellado, Jos Barbota de Oliveira.
Do jury de Mamanguape. Appellantes, Joo
Francisco da Costa e < a'ro appellada, a justiga.
Ao Sr. desembargador Souza Leo :
Do jory do Aracaty.A mellante, o juizo ap-
pellado, Antonio Pranciseo Pereira.
Do jury do Reeife.Appellante, o premotor; ap-
pellado. Manoel Gomes da Silva.
Ao Sr. desembargador Uchoa Cavalcante :
Do jury de TacaratAppellante, o juiz > ; ap-
pellado, Janaario, eseravo. >
Do jory do Pilar.Appellante, o jaizo; appelia-
dos, Joe Jos Datra e ontrp.
Por snbslitaigie ao Sr. desembargador Motta :
Do jury da Imperatriz.Appellante, o promotor;
appellado, Vicente Perreira Lopes.
Ao Sr. desembargador Assis :
Do jury de Serinhem.Appallante, o juizo; ap-
pellado, Manoel Candido de Lima.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do jolto de direito de Paos dos FerrosAppel-
lante, Fructuoso Dias de Oliveira ; appellada, a
justiga.
' AGGRAVOS DE PKTICO. *
Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
Aggravante. Joaquim Pereira dos Sanios ; ag-
gravado, o jaizo municipal do Recjfe.
" Ao Sr. desemtrj*r Almetd.-i Afba-inonta*:
Aggravaate, Ignacio Jos Cabral ; aggravad->, o
jnizo municipal da segunda vara do Recife.
A meia hora encerrou-se a sesso.
RELATORIO DA CASA DE DETENCO APRESENTA-
DO AO DR. CHEFE DE POLICA PELO SEU AD-
MINISTRADOR ODR. RUFINO AUGUSTO DE AL-
MEIDA.
Casa de detenco, 14 de oujubro de 1871.
Ulna. SrDe, conformidade com o que delerminca
V. S. em offlcio de 11 do crreme, passo a fazer o
relatorio do estado d'esta casa e de suas mais ar-
gentes neeessidades.
EDIFICIO.
Coraposto de quatro raios, dos quaes, tres des-
tinados para prisoe3, pode comportar 370 presos.
Cada om raio contm tres ordens de cellulas, sen-
do as do pavimento terreo para duas pessoas, e as
dos andares superiores para cinco.
Esto estas cellulas apenas providas de barras
de madeira (sera travesseirosy um cubo fixo, ser-
vindo de latrina, e nnaa torneira para agua. No
raio de leste, destinado aos sentenciados delloiii-
vos, ha mais urna pequea mesa de louro, e tina
boretes da mesma madeira.
Nada mais se fornece ao preso; e sorle que
aquelle, que por sua niaaia pobreza nao pode obter
os objectos indispensaveis aos usos da vida, dorrae
sobre a barra da madeira, sem urna cobertura,
como dorrae o bruto sobre a trra n* : come ena
algn prato ou escudella veiha, que oulro cempa-
nheiro Ihe fornece, e muias vezes, beba a agua n
prooria torneira do encanamento.
Ha dez anuos qne repito esla triste descripgo
e que pego providencias no sentido de molhorar
to afflictiva eondigio do preso pobre ; as minha*
reclamagdes, porm, nao teem sido attendida?.
O edificio necesslta de pintura geral, pois que-
os dous ralos que primeiro se concluiram, ha olio
annos, que nao sao pintados, ape >as lendo sido
pintadas as grades externas e internas, e isto ha
longo tempo, e o terceiro (de leste) ba pouco em
servigo, acha-se com pintura estragada pelos repe-
tidos reparos e concertos que se fizeram logo ap?
a sna concluso.
No raio do sul continuara ainda os concert*,
mandadoa fazer pela repartigo das obras pu-
blicas.
Para a concluso completa d'este edificio, monas
outras obras anda* restaa a fazer, corno sejam: co-
zinha, arreeadago e gradeamento para fechar,
pelos lados da entrada principal, o espago compre-
hendido enlre as rauralhas e os raios que servan
de prisdes ; finalmente, construir-se novo taniia*
para deposito d'agua no raio do norte, pois o qjb
se fez acha-se sem coberia desde 1860, e visivel
menie arruinado : alguns concertos se tera feit"
no fundo e lados do mesmo, consistentes em novo>
reboucos internos; mas isto nao tera sido bastaote-
para evitar que a agua se escape pala3 fenias do*
alicorees, de alguma sorle va pnjudicaodo a K>-
lidez da parede do ralo do norte, junto qaal esra
o dito tanque.
Presentemente a cozmha esl enllocada em u u
pequeo quarto contiguo muralha do lado do sul
e ltimamente augmentada com am lelheiro, man
dado coostroir pela repargo das obras publicas.
E' acauhada e prejudicial, pela sna pessima collo-
cago, sade dos presos, que n'ella trabalham.
O quarto raio (o que olha para o rio Capibaribe).
corap5e-se de um andar superior e de outro terreo :
este serve para a secretara, sala para expedienta
do administrador, e audiencias das iratondades, *
para aposento do ajndaote : quelle para inoradla,
do administrador, qne tiver pouca familia, porquo
pequeos sao os commodos que offerece.
Este edificio foi em sua fundagao destinado a
simples casa de detengio : boje, porm, quasl qu-
se pode dizer que se acha tambera convertido era
casa de correcgo, e al em penitenciaria, se n qu.'
para este ultimo flm.tenha as precisas eondigo^s
accommodages.
O regulamento, pelo qaal se rege, defeitu
omisso em algamaa das suas partes, e inexequive
em outras : naces sita ser reformado, para o que
se acha a presidencia da provincia amansada peU
lei provincial SU de 11 de juaho de 1861, e por
outras disposic^es parmanentes de varias lels d -
orgamentos.
CLASSIPICAOAO DOS DETBNT08.
E' bastante defeituoso este servigo, porque ata-
'#
f WUTIIMI 1


Diario de Pemambnc SeunIa feira 20 de Noverabro de 1871
. ' - -xr:

.
*
4* alo foi posiv-l cns^nir-se ofll eampritaeoto
da lei. que regula eMa. malaria.
O* sentenciados, qos)." no- jury* da capital, qur
nos do interior da pr viucia, era sua nuiona sao
aiai recolblns aera as guias de qae f illim os ar-
4tgo d<> caailaio U Jj reglamelo n. ISO de 31
omissao euntprirem mtiitos presos sentenja, e se-
ren posi.* em liberdade, sera que dos seos asseo-
lamentos con te a uatureza do cnme e a pena
que .i tlrerarn.
Nao a primeira vez que lato digo. : en iodos
o id us relator os iju-saaos teoho reoeudo eata
triste verdade.
Peto qae dit respejto a coothiuarSo era prisoes
lea do prazo legal d>s que naahsaram seateoga,
a reme-sa para Petoaodn de preso sra guia*,
e sera qua au menos conste telaren) deBamva-
mente sentenciados, os ci*mores sao consuntos.
Se?ouio a que temi ouvido do I):. |u>z municipal,
exeeutor das sentencas, e ai" t-era infrmalo al-
guna procuradores, parece que este gravo mal
provea do eahos era que dizera se. adiar o c.irtono
respestivo.
Aprovitanlo a divisio do edtfi-:io em tres raios,
destine! imi para detentos ero projesso, outro para
pronunciados e eoodemnados, ou absolvidos ap-
pellad i*, e u lerceiro para seo'eociajlos definitivo,
Tazando uiu'tas veres a classillcac'o pelas ioT>r-
macoes verbafs dos presos, por falta absoluta dos
olllciaes que, por Torca da lei, me devenam ter sido
dados.
DISCIPLINA DOS DF.TRNTOS.
E* lisocgeiro o estado da disciplina entre os de-
temos: varias vezcs tenho necessida le de em-
preg-r castigos mais rig irosos, como deve constar
das cora nuuieacs fulana essa secretaria : pou
cas leem sido os pi esos castigados cum pinas' di '
ciplinares de quario escoro e jejum. II i ora anno
qae nao eraurego o castg* da po- a ftorw, por
qoe feliz.mnie nao lanb. tilo nere si'a le Je re
correr a est* meio de repres A' tX-.e,Qio da fug di ojent-cuo'o M noel Ma-
riano. opregado e:ii ser r i x- r > i-ucc-lida
em 28 n jonho dn crreme'an i >, le aoetrawi
em offl ;i i a'aqu lia data, e de cnj > facto lomo o
cochee ment o ibRegada dV-ta cap.', procd-ra
di as neotssa'-ias v.-mra*, e i ai ri i :i so ut.j-
rito, nen.iuma tatn fu ja de prsosoa teutaiiva
teoho a meociouar.
YRTARO.
Apeoas se f.rrnece nata taeanarar'a provincial
annual.nenie o paoon de alg-.d zn para dua
mudas ds roupa aos presos ncaubeeida nenie po
bre;, eomo laes alimentados n cus' dos enre-
da provincia. Presememrate, lend i se consumid
desd? 30 de junho do crrente ana <, a fazenda >r-
neeida junh do Miau pis.al, e precisan lo-
se 'Ib ruip para qiusi todas o< dateaKH pobres,
reqnisitei o iroecnnento da fazenda em data de B
de agosto passadi, fornejinoto qae nesia dil-
ataba de ser feto.
ALIMRNTACO.
Contin como hntmtM o Dr. Joaqnim Jos
Ferreira di floehs Jnior, genro pranoiro con-
tratad-jr (-m 18>j|) o finado Juo Cario August
da Silva Ten ?erapre procurado dar 11 ;l execu-
io as obrigaQes d > seu contrato : nada tenho a
reclamar ontra elle.
A attBiliaria fornecida de hoa qua'idal,
mas insnffl tunta, &>mo acabou d recouhecer a
co:nmi-a meJica, ha pouco n .meada para eslu-
dar a epidemia, que ltimamente aparecen oe-ta
casa. Ssore este assumpto repeiirei o que disse
em I86S.
t Qnuto quanliJade dis alimentos nara cada
ii'ii preso, na i posso deixar de reclamir n reo
augmento. CoosiiVro 3 oocas de pao de trigo e
um peeo de ca'ti insufllcientes para almoco de
um homern, por multo diminuto que s*ja u seu'
anpetue, e amd i mes.no que s'e Ibe d ceia.
< D stribumdo-se o jamar 1 hora da tarde e o
rfiui i;j a- 8 da manhaa do dia seguiote (nao ha
ceia), muilo longio prazo decorndo entre nm
o outia reeici, e o otg nismo uecessariaroeat-
ha de vir a noffrer. O us)cuostanw do caf pira
tolos," bem como a aenhuma vanagao na a!i
menisgao. me parece que mu lo de < na tiygienne d.is deteptos.
Pe; aaraiHMlo para exarar a jai como comple-
mento d- iiiiutia opinio agans pinedos Ja iufor-
mar 11 qae dei a V. R. era dala de 2 do pastado,
quaado p).- ordom da preidencia fui ouvido lobfe
o paree r que oeste aisnmpto deu o inspector da
thesjurara provincial. Boda disse e aiuda sus-
tente.
Un quinto existio as aflama* que raootei e
-ii-uijt-i neata casa al 18>8, n > s* ez eosival
a insoficiencia da a im ma cao, resultante de se-
melhaue tap/lla, daqiiilla data, pore.n, eomecoi
i ser ella ntala : desde eolio reclainic*- fo
ram fritas no sentido d ser alterada para mai-
a quaoiidide dus g-neros.
Ni nieu reliloriu t I8S8 ai red-.xJjs aeom
p..,Hidas de jompaiacdes cora tabellas salas
cui uirjs paizes.
c Ni ns-enhi provincial, quer na sessao lo
anuo pa-sad > quer na de-te anuo, leva le a mi
nha fraca voz pediudo providencias no sen ido de
ser ltendida a necessidade da aitercio da ta-
bella, que srve para a alimemaca) dos presos
pobres, providencias que foram dalas p-lu cor-
p-j legislativo, como con-ta das disposijS.^s ge..
ra^ das leis dos orcimeolO", passal^ e vigDie.
< Taato os meus relato'ios com os meu* dis-
cursas et* resoeito, forara nblioaJis u- Dia
ro ile Permmbtico almiro, pn;<|u- o raspeo
.< i >- da thsiurana digo, ijue na la pN dizer
s-ibra a ueces-idade do augmento da quanliJade
do genero que por taesiabalUs se tem f irneco
durante dez ano ; porque nolhe toiul* ter si
Jo inmficieiUe pira a n'Cftsnna alimenlacao
como por tg-iorar t os dos presos Um auxilio
do seu Irabalho.
a Aiera di que disse em raeu relalqrio, e era
< va'"is, f-i .s, a necessidade do augmento da
< alini'iitaQaj de tinada aos presos pobre f.i re
ciohcid p-la lustrada oramissao do medios
ha pon-.i u..mea la para .--tul ir a-pe lmu que
< ruioou oVsia casa ; e fot, era virtule do parecer
(le ta c m viaci* m m lou que apresenta'se eu una tabella,
augmentan lo a qumtidaJe \y gentros e na
qual se foraecesse coia aos presos.
Nao fot, pula, proposla miuha como se qur
ensinuar no ofUcij do inspector da tn souriru
(j i-uto ao augraeolo da despeza nada poder, i
dizer, principalmente se f>r mantida a enorme
alier-ol. f ota no cusi do forueemeoto a pre.
c lext" da cri-e, que se notou no llm do ..un i de
< 1869 uos gneros alimenticio, crise que bg..
cesstiii para os outros para o foruecedor dos pre
sos pobres desla casa. Bastar notar qne urna
< r -cao r,'onposta do um pao de tres ouoas (ou-lo,
30 r.) u-.u i onQs de caf, duas ditas de assucar,
meia librada bacalho, um. dcimo de (riuba,
meio dito de feijao, duas oitava de a7-i' doo,
< e nma on^t de vinagre, que desde 1831 e .t
1869, era ai rematada por30J rs. hjje cusa 630
ris
< s bre este ponto guardn prnfoodo sileacio o
inspec'or Ca thesourana, ameJriratado apena-
< cora diminuto augmento na quaotidade dus gs-
itroa.
t E' meu parecer, que a vi-ta dt autoris<;^o d i
< ai--eiu.i im provincial, e do parecer da c .mmi
taom-dica de que fall i, o xra. presilente deve
man lar ait-rar a ubella da aliraentaco d o pre
sos p.lires, nao- juant > a quanliJade, cora >
c principalmente quanlo ao elevado preso marca
do pela.ibes.rararia para servir de base a arre-
malaca i. O estado do mercado dos gneros ali-
mentios bono ; nao havendo ueee.*sidade de
maater se, como se pretende, extraordinario
< aii(:iri-n!. de preiva fritos em 1869, sob prelex-
< to le c*rta dos gneros.
DimmuinJp o prto, diminuir a depeza, pon-
eo dev-o o influir oesta solu^o a p .s-:biiid .de
de esgoUr se a qtiota respectiva. E guada II
cou ella oo exercicio passado, e o .rnecedo'
o ntinuou a cumprir o cmira.o, esperando para
ser pago no exereieio vigeote.
Teodo cesado a epedemia, que reinava oeta-
easa, e omeQado a estico caira .sa, nio ha
r.tK-gando esta facte aa eonheeiment' da, Exm
vice-pre?idete da prflviocia, per intermedio di Df.
protatVir da aale publica, foi immediai monte
comeada sima coraaaissio composta dos destnelos
raidicos Dr. Jos loaqaim de Moraas Sarmeato.j
Cosme de S Pereira, Pedro de Atnayde Lobo.Hoj-
oso, Joao da Silva fiamos, Joio Maria Save, AJe-
xandre Pereira do Carmo e Esteva Cavalcaote,
para ostudar o mal, e propar as providencias qoe
julgasse raais acertadas, sendo auxiliado o medico
de.-i casa pelos Drs. (tamos e Estevao Cvale rala
no traiamento dos doeotes.
A commissao nao tardn em apresentar se
oe.-ie stabelacimeoto a depois de mioucioso exa
me nos d .entes, nos gneros alimenticios, o em
todos o compartimentos do adifl: o, decltrou que
a epedemia reioaoie era o Briberi, at eaio des-
conaajeWa nesta capital.
Medid is foram tomadas no sentido da raeibv
rar-se ca.ia ve mais o asseio das enfermaras,
foroeceodo-se ludo quanto foi preciso para as die-
tas, e tralsmento d^s enfermos.
As infernaras forara franjuealas a todos o
mdicos que as quizeram visitar a qualquer hora,
e enfermos foram pastos a di'posiQao de alguns
Jesiract is professores, que gratuitamente se en
carregaram de seus curativos como fossem entre
outns os Drs. Joio Raymuado e Come de S Pe-
reira, que possuiJos do maior zelo e deJicsr^ao nao
ponparam e-forco, para arranear das garras do
terrivel figelo algumas dessas victima*.
Para melhor esclareeimento, e base de seas es-
tados, a commissao medica proceden a cinco au-
topsias era cadveres dos fallecidos da epidemia;
foroeceodo-se-lhe tudo quanio exigiram para
e.stes trabajos, (eitos oo logar qe se julgou
nais apropriado e cora lodo o respeito devido aos
morios.
C-immelteria nrai falta se nesta occasiao omit-
tlse o norae do guardo enfermeiro, Joo Pinhei-
ro Cal .J, como digno de todo o elogio, pelo zelo,
le.licacao e bumaotdade com que se empeohou
no tratamento dos infelizes atacados do beriberi.
0< servaos que prestou este erapregado a coa-
oii-sa as autopsias, sao dignos dos inaores Ion-
rores : sendo qui oeste ponto paasou muilo alm
lo quo poJia ser exigido pelas suas obrigacoes de
enfermeiro.
As enf trmarha estilo collouadas no raio de les-
te, qu* para este fin foi cinvenienlemenle devi-
I d i m quatro grandes salos.
Acham-se hoje convenientemente providas de
cuna-, mezas, e outros uteusilios jiecessarios ao
servieo.
A nrapa para ozo dos enfermos necessita.ser
renovada O ultimo firnecimeo'.o Icre lugar em
lunnu de !8o9, e alm de eslar vencido o praso
ta sua dura;o, foi gran le o consumo que delta
se fez lu inte a eoelerala qae aqai reiooa.desde
8 -le. marci at 16 de agosto, p ica em que desap-
pirereu.-seado substituida pela das van-las qoe
tala reina
Os atacados desta ultima epedemia, lem sido
removidos para o hospital Pero II, note at bo
je tem sid tratados era numeio de 31.
Al o llm do aooo passado os presos accora-
metliJos de molestias epi Je nicas, ou contagiosa*
Reprodaerrei aqu o qae disse em am de meas
ntimos relatnos a respailo dis cansas que mu
levaram a snpprimir o trabilho ne-ta caa, ini-
ciando e sustentando a casta do pouco qae pos-
da.
Os graodaa prejuizos qaelive e qoe rae obri-
gsrara a dispdr de algoos heos para salishzer
compromisos qne cootrabi aflm de qae as < ffici-
as coormossem, foram a causa de ter suspeoli-
do n irabalho o'esta casa.
Era 1868 aijfiJinciei a um dos ao'.eceasoras da
V. S esta miauresolucao pelo modi segrate :
As causas qfle, derara logar a diroiouicao du
irabalho na offleino da sapateiro*, langa de des-
apparecerera oo mesmo diminolrem, augmen-
taraui coip a-crise comroereial por que temos
c passado, o mais anda pela falla de consorao do
i calcado, que aqu se tabricava em grande es-
cala par uso do exrciio.
Do um minucioso e circunstanciado exame
i feito pelo antecessor de V. S. o Dr. Palilo Beo-
< rlque de lmeida, e de que deu coota a presi-
t dencia em otttcio reservado, resultou coohecer
aquella niagifirado, qoaes os prejoizos que me
f sobrevieram de ensaio do irabalho nesta easa
sem auxilio algum dos cofres pblicos.
c Continuando a crise commercal, subindo ex
< traordinariameoto o costo da materia prima,
i quer estrangeira, qner nacional, e lotaodo com
* difuldades narradas em mtu relalurio de
f I86>> dvidas em grande parte a falta de salde*
para oftV.ioaf, fui forcalo a diminuir cada, vez
inais o trabilho pira us dtenlos, e a promover
< a hquiJas;o das oUJcioas, am de evitar pre-
a juizos maiores do ijue o ji.soffridos.
. Dos Joaiancos juntos ver V. S. qual o resul
c tado da illi:ina de sapateiro.
t E' minha opinio que se trate o mais ttreVe
pussivcl de construir saldas para as i fli-inas e
que montadas estas deve o irabalho ser t.rne-
cido aos delentos por meio d erapreitadas, nao
< despendendn os c fres publios quantia algnma
coma suiteotaco de laes i ili :inas, como se
i lem admitlido aas melbores pn-oes da Europa.
O fabrico dos artefactos que podem ser leva
dos a pffeiio as ffbinas de eslabelecimento?
< desU ordeno, lera logar, foraeceodo s empresii
mo a materia prima, pagando o salario, ajus-
< lando e correndo a inspeceo da obra por Cunta
d'elle.
E-tes contratos podem ser fallos em hasla
publica ou particular nente, segando a sua im
c portancia. >
Esta opiniio que expcnli naquella poca anda
h 'jr a mantenho.
O Exm. vice-presideote da provincia, em (fBcio
de 3 de agosto pa*sado, cbamoa a attenrao de
V. S. para este assurapio, pedindo que llie propa
zesse as medidas que jalgassa.coov(Denlea oeste
sentido, indicando o sy-tema melhor seguir para
criiQSo deoffltlnss oeste eslabelecimento, de modo
a se conseguir os resultados benficos do irabalho
sem uelrimeuto da fazenia provincial, prrjuito
da segiirauca e guarda dos presos, culos inlwes-
srs xejam garantidos.
V. S. por ua vez pedio a minha hunvjde opi-
nio e parecendo-me a occasiao opporiuna, offe-
A ordem de qt;om recibido*.
Dr. chefe do polica.-........ 217
Dr. juiz municipal da I' vara 10
Juizes de paz.............. i
Dr. delegado do I* di-lricto.. 29
Del gado du i" disiricto..... 2
Delegado do 3* disincto.... 4
Subdelegado do R-cif ...... 125
Dito de Sannto Antonio..... 196
Dito deS. Jos..
Dito da Boavista...........
Dito da Capnog___ ......
401
371
53
51
33
8
15
11
8
I
8
1
.neitii -s un ni iKMias i-piae nu;, uu raiiuii.', ^-------i"V ~ -----vr----~ o
erara iratados na casa de saule do Dr. Joi da no a con^tderagao de V. S. o que actra tica
triis n c.'.-itidade do firneemento rt> bebidas] j Bao exi-teiii.
e-pintu sas aos presos, licaao a.-sim i-uppnmi
da a quantu de 1:460#0D0, oreada pelo i-isaec
tor da 'heouraria para semthante foroeeimen
to. BT < quanlo tenho a dizer pe lindo a anea-
cao de V. S. para a maoeira porque se oupSo o
< insjer.tor da thesenraria a todo e qualquer me
llioameni. par esta casa adspeito do parecer
das po-soa competentes ni mrt,-ris.
DesU y-ie.uaiica oppuslcSo resultar qa-
aiiiia o f.iin-i-imeato no trime-tre que comerja
oo ortm ti di mez vind iuro sera feti pela un
tiga tabella, p>r excessivo pre^o e pelo mesuo
arrcmiiaue.i
KSTIBO SAKITARIO.
Al 8 de mate, i jj correuw ajoa era bom o e*
lado saouarb de*ti casa ; cfaquella daii dian
ta com":11'! o seu hbil madieo, o .Dr. Joo Mara
Seve, a notar qiu urna eafernti luda, aui entio data
coobeda, .- iicnifeslava emre ls laiantoa^om
carcter er, e tarrainmlo qm-i s^mpre
pela mofle, era de nada.va'ercm a anua diavakis,
e cuidad 03 oo iraiaaueolo das alaeados.
silva (lamis, por Torca de nm contrato celebrado
com o presidente da provincia, leo lo porra o re
f ri lo wntratante communic )omo poder con-
'inuar a reaeber laes enferoos per falta de se-
guranza em sen eslabelecimento. passarara a ser
tratados naquelle hispittl de caridade.
D) 1 de Janeiro a 30 de junho o movimento da
enfermara fii o seguinte :
Existan! do 1* de Janeiro.. 25
Entraram.............1... 407
Sahiram................. 457
Fallecersm................ 3.
Existiam n 1* de junho-.. 32
As molestias -tratadas na enfermara durante
aqueile periodo firam, segundo os diagnsticos
do bail medico da casa, as segoioles i anemia,
astilma, beriberi, srnnchjles, cephalalga, catuana
pulmonar, clicas, coastipac5es, era'os nos p*
conlu3s, dartr,s, ^iarrtjaas, disenteria-, eiyzi-
pelas embar.-.(o .gstrico, estera ilile, ferimentos,
f;bre catharral, febre epoemera, febre intermit-
iente, febre belliiza, febra gstrica, febre araarel*
la, f ".r.- typboide, febre escarlatina*, bien magias
glndulas, .hepatitis, hydfoceiles, hemorroide, in-
digestad, eterice, lumbago, nevalgias oiite, oph
ia i mas ozenas, ..dootalgia, pleurndemia, padec-
meatos do corago, pneumona, rheuraatisrao, re-
tengio, syphilis, sarnas, phlysica pulmonar, tu-
mores V;,r 'las, vermes, ulceras.
Dos fallec Jos no raesrao periodo foram de :
Asihma.................. 1
BerhVri.................. 19
Br nenue,................ 1
Catbarro pulmonar........ 3
Febre amarella........... '4
KoDr lyptmO............ J
Febre caihanal............ 1
Hspatile.................. 1
Phiyica pulmonar.........I
Foram atacados de beriberi at 16 de agosto
passado 66, fallecidos 19, ds varilas 31, falleci-
dos al esta data 4.
Removidos pa a o presidio de Fernando pnr es
tarem atacados ou predispostos a heriberi 10i.
Sobre as condigfles bygienicas desta casa nada
posso dizer.Reporto-me ao parecer da commis-
sao medien, e ao do digoo provedor de saude
cmara municipal desia capital,
INSTtll'CQAO DELICIOSA E MORAL DO DETE.NTOS.'
Hoje ueniiu na a nstrucco religiosa dada
aos presos. Era q vsr re-i linio nesta casa Oro sacerdote, pago a
ii um ru-ta, a insirucca i religiosa e moral era
dada por meio de pratlcas seminaes, explicaQoes
do cathecismo, e por outros exercicios espirituae
em pocas apropriadas. Isto leve lugar desle
1861 a6 fius de I368, quando por falta de meios
desp di o capellio.
Presentemente apenas aos domingos, e das
santificados ha mis-a, mandada celebrar pela ve-
ueravel ordem terceira de S. Francisco.
Durante a quaresma os prestrnosos e cariosos
padres capu 'hiihos do convento da Penha tem-se
pre-tadn a fazer algumas pratieas e a ouvirem
de confls'lo os delentos que qoerem solisfazer
este precedi da religiao chnsta.
Desde 19 de agosto do anno passado que fui
cima a aula de. prlra-iras letras erada por lei
provincial do mesm" anroo. Esta aula h .je re
gida pelo praf-ssor Antonio dos Santos Falca',
tt-ndo sido inaugurada pelo professor Manoel-Lo
pes da Pat.
Tem sido dita aula 'requintada, por Setenta
presos, seado por ora rmoilo diminuto o aprovei-
(amento delles, devido i-to, era grande parle a
falla de appllcaca, e tambem a pouca demora na
pnso do delentos que a frejuentam.
Quando alguns van mnsirand i aproveliamenm
sao transferidos paia Fernando, ou seguem para
o interior da provincia aflm de serem julgidos.
A proposito da idi dos deteotos para o oresdio
de Fernando, ou da valla d'elles, direi que nada
na man fcil. O preo que se achs mal c diotado
nesa casa, d3u Ihe agradando o seo rgimen, con
summa faciiidade ohtera seguir pora aquello presi-
dio, aiuda que ih- falte pracos mezes para fin 1-r
a sentenca; e vice versa, d'al i voltura e aqu sp
cooservam por muito lempo (o at por anno-),
.sentenciadas a gales perpetua, ou a penas de lon-
gos prasos, queali deviara ser cumpridas.
A mesma facilidade lera encontrado algn? pro
sos rpcoihidos como sentenciados sera guia, em
-erem mndalos ferropiar como ca'cna para o
r^-rvifo de quarteis ou fortalezas, succedeodo des-
cobrir- e depois nio serem saoienciados a gales e
im a pena de pri-ao simples.
Sugeitara- do illudir a boa f do juiz, das execu5js, to se-
raelhaute com o li n de gosarem essavida disso-
Iota, que levara os caletas erapregadosnos servi-
dos de que a^ima faliei.
Poderel citar, se for crateslado, faclos, qua pro-
vara a verda' do qu teobo exposto.
TBABALUO PARA OS DETaNTOS.
i As oflicinas que nesta easa funecionavam, e que
to bellos resultados econmicos e moraes derara,
dito como resposta a sua consulta.
Nao pude de para a fxzend? provincial, quando se trata de
montar 1 fTI unas de Irabalho em estabalecimentos
penitenciarios.
Nao possivel que por coota dos presos oo dos
forneeedore do trabalho corram despezas avalla-
das indispeosaveis a coDMrnccao dos saldes para
o trabalho e a compra de ferramenta e mais uten
cilios oecessarios as arles e ollicios que deven)
ser txercido- pdos delentos.
Para execuc 1 de'mioha idea encontr alm do
qne exige o xra. vicepresidente da provincia,
(nenlmn detrimento da fazenia provincial) al-
guns, outros obstculos ; entre elles citarei : a
necessidade de urna lei, que regule o modo por
qoe devera os sentenciados cumprir as penas nes
ta casa, assira convertida era penitenciariae a
falta de quita na lei do or$imnto proviucjil para
as despezas oecessarias com o a.-ar.amento das
obras desla casa, das q^uaes me oeeupel na pri
raelra parle d sle relatorio.
Sem as <>b*a accessoria's, precisas para a com
pleta seguraogt i is Jet-sotos sem sal-ss apropria-
Jos cerlos trabalbos, como sejam os de maree-
neiro, farreiro e carapina, sem reforma do regu-
lameoto desla casa, de modo a evitar se, o cons-
tante contacto dos presos com os visitantes, e qoi-
taodeiras emfim, sem crescida dsspeza coma
acquisiglo drf material para mostrar se as offlcioas,
nada de prove loso, quer ao preso quer ao esta Jo,
se poder fazer neste assumpto.
Dos poderes gerass do estado e da boa nonta-
de dos legisladores da-provincia, esta dependente
a solucao dest importante qneslloo trabalho
EjoniPTunAgAO.
Est em dia e.feha com acceio e regolaridade.
T-ndo peddoe oblido exoneraco o cidado Her-
melindo Lu>z deCarvalh), que muilo bem de sem-
peDhava o cargo de esenvo, foi nomeado por por-
tara de 30 de seterabro o cidado Vicente Perrsi-
ra Nobre Pelioca que lera a precisa apiido e re-
quisitos para bem desempenhar dito cargo.
Continuara a auxiliar o esceivo os guardas
Aniceto Filil* Ferreira de Moura e Genuino
Augusto Peixoto, dignos de I suvores pelo zelo e
dedisaci) que tem mostrado pelo ser.vieo publico.
EUPREOADOS.
O pessoal desta casa comp03-s actnalraente
do a 1 ministrador, nm ajudmte, um medito, um
guarda enferm-iro, um barbeiro e 22 guardas.
Excepco feia do administrador, os vencimeo
tos dos demais empregadis sao diminutos.
Oajudaote lem ap-nis 9003 de ordenado, seno
mais na la : o Esenvo 600, e cada guarda
iiis v meos do qua q entretanto que se ex'ge d'elles, moralidade, deeen
ca e piomplido no servir..
O resudado que os bous empregados pou'o
se demorara n'esta casa, delxando-a apenas podem
obler outro meio de vida. 0 antigo ajudante
Jo. Euas de Oliveira, depois de lo annos de ex
eellentes ser vicos psdio exonerado por nao poder
subsistir com flOOfi aonuaes..
Etn substituirlo deste erapregado fui nomeado
ara 7 de marco do corrale anno o tenente da
guarda nacional Joaquim Pereira dos Santos, que
no exereieio de suas funcedes ha mosteado Intel
i'g n.-ia e deJicacao pelo servido publico par da
muita m'Talidade. Os empregados em geral
curaprem bem os seus deveres.
Ni curio espago de lempo que me foi conced-
Jo para fazer este relalurio, nao me foi possivel
ser mais minucioso a cerca das necessidades dasle
eslabelecimento : oceupei-me apenas tdos pontos
indicados por V. S. em sea officio de 11 do cr-
reme.
Para este meu in-ignifleante trabalho cont com
a oenev lencia de V. S. a quem
D-ns guarde.Illm. Sr. Dr. Hormogenes Scra-
tes lavares de Vasconoellos, chefe de poliei" da
provincia.O admimstraJor, Rufino Augusto de
Alm'tda.
Movimento da casa de detekfo do dia 13 de mar-
co a 11 de oulubrode 18"1.
Existiam no da 14 do u.arco
de 1871................. 409
Entraram de 15 de marco a
Ude.iutubwde.1871.... 179
R gressaram............. 152
Saturara................. 1817
Fallec-ram ............... 31
Existiam no dia U de oulu-
brode-.1871............. 29*
Oi presos entrado* foram.:
Qialidades.
Rrancos .
Pardos...
lo los-----
Pretoa...
...... ......
...,.. a
335
733
31
480
As cous quencias funestas de sua supre-so ja
se tem feuo entir, quer em relelo aos cofres pu
bucos, quer era rea cao aos presos.
Quauto ais priraeiros bastar dizer, que quan-
do as uffl'ioas irabalh vam com reKulartdade,
despenda se era 111 anno com alinisnlaoo d.-s
ors-os p. bres a qnantia de 21:447ji382, sao do o
movimento da prii. de 421.0 ndiuduos: eatie-
taoto que h j .-nudo o moviiin-alo o mestno pouco
mais ou ra no, monta esta lespeza a peito.da
Q0:00040ir. 'mi lo regulado a de.-peza ata alguus
ilii-zes de 6 a 6 Cool 1 de iris.
Pelo (ion diz re>jjlli boj ultima (s.prasor)
Utna -imples visita a o c-taheleriuinio basta para
coiilnc.-r.se o ab'im-nio de e-pinto a que tem
.fin red iznl i- os mf'-liz-s a de recolhido.
Dur-.nte o pri.odo.em qoe fiim-eiooavam as offl
ttOmt uenh 1 11 mui-.I II ou allea ga-i meulal bouvo
a liuieoiar ; entr>uiio que dnpois da -uppre-sio
, ir- suu-id o-, e alguna cssos de .cucara
tara se dado, eodo as victimas dessas desgranas
ureoos exceileul** irabaUJdJiej em vari-os tiBcius.
Solteiros .................
Casado?.............-......
Viutos..................
Sexos.
Maseolioo.................
Feraeoioo.................
(isadicis.
Livores.....*..............
Libertos ..................
Escravos.................. .340
id.tdef.
De IS a.W-aooca..........
11 a 30 .........
31 a 40 ...........
41 a 50 ............
51 a 60 ...........
61 par cima ....______
' Nacionalidades. ,
1172
330
77
1316
263
IMI
359
691
323
136
-66
14
Brasilairas
Poftugoezet
Amananos .
Fraoceze___
(nglezes ....
H-spaoboes .
Italianos....,
Ouira.s oaciea
Afriemos...
............. 1340
............. 91
............. 2
5
18
5
14
10
74
-..........
...........
Dito dos Afogadns....
Dito da Magdalena.........
Dito da Peres..........
Dita da Boa-Viagem........
Dito do Poco da Panella.....
Dito da Varzpa............
Dito da Jaboatio...........
Dito de MurVea..........
Dito de S. Lourenco........
Motivos das prsoes.
Morte....................
Teolativa de morte..........
Roob.....................
Furto.....................
Estellionato ..............
Fe/HOjentoi e 1 (Tensas phy-
sicas-----............,.:
Infanlecidio...........-.....
Rapto................".
Estupro.....:-----.........
Armas proh bidas...........
linga, disturbios e desrdeos.
A verigua^oes..............
Eoibriaguez...............
(((Tensas a moral publica....
GTrecgSi.................
fnfracc-i de posturas.......
D"sobedienca..............
Dser^ao.............._.....
A rpqosieao dos coosuls___
A requisicao dus senhores...
Fgidos..................
Insultos e injuria..........
DeTloranianto........^.....
Seoieaciados...............
Pronunciad..------..........
$em declaraea J............
Fallen'l? ....:.............
Resistencia................
Falta de europnmenio de de-
posito..,"...............".
Reduzir pessoa livre a escra-
vid*o...................
Recruias..................
Instruccao
Sabiam lar...............
AoalphabetQS..............
Os 18.8 que sahiram, levaram o segrate
lino :
Remedidos a d.versas autori-
dades..................
Para o presidio de Femando..
Para oulras provine as......
Para 01 quarteis militares___
Evadio-e.................
Para o hospital Pedro*II.....
Falleceram.....'..........
Forara posto* em liberdade..
20
18
15
86
6
45
9
1
I
21
617
50
41
33
49
34
4
8
30
81
46
36
2
6>
38
99
5
3
2
81
362
1217
308
199
9
9
1
31
31
1260
des-
I818
PUBLICACOES A PEDIDO.
A qnestii do convento da
Ajinla.
"'
Em meu ultimo artigo deixei estabeleeidos os
principios, sobre qoe a-senta a nstitoica > mons-
tica, remontando, a sna origera, ao espirito que a
aconselnnu e aos fin? que se propoe lealisar.
A exposiy.3o, porm, nao deixa de ser imperfaita.
Entrelanio,, vojo-ine (oreado mterrumper o curse
le outra ordem de consideracoes pm que me seria
lcito e prove toso entrar, atteudeodo a oeces-ida-
de de abordar logo a quistan de direito para sa
tisfazer a stCTreguido de certos espiraos, que se
teem impacientado com a digresso que foi-'me n-
dispensavel fazer para que podes e dar urna res-
post cabal e pereroptoru a iiiterrogaco cora que
terminei o meu priyieiro artigo.
S. Exc. Rvma., era face de direito e era vista da
regra do c raveulo, nao poda perraitlir qoe a a ai
de Sror Hara de Jess peoetrasse no recinto do
claustro para despedir se da Alba na hora extrema
df ssu passamento. V
E' esta a opinio ia, c-rren'e, jurdica e in.rQn-
lestavel dos rjue leem algoma tintnr^ntfiotiW1
nio- 11 ~T-*"**""' vo que ju'gxlu as (. IUjs.
como ellas sao, como devem .-er, e nao segundo o
canricho e pban'asia de cala un.
Quem attender, com animo desprevenido e in-
tangi benvola, para a natu eza do clau.-tro, para
a mdole de sua insutuic e para a economa de
sua regra ; quem quizer eoraprehenier que o pro-
fesso ou professa, renunciando todos os auracu-
vu?, lodas as sedcenos e grandesas da vida, lem
raorrido para o mundo, desprendendo se dos ot>-
je'tos qie Ihe podem sej- mais charos, rooopendo
os mais saitrados vnculos de affectu e de amur
que o prendera a Ierra ; quem rrfleclir sobre as
cerimonias que acompanbam o ac:o da pruQss ,
que sao todas significativos desse desapego, de-se
desprendimeoio completo de tudo e de todos ne la
vida, para entregor se, no silencio du claustro,
meditsco, ao xtasi e oracao; qneno aiieoder
para tudo isto nio estai longe de concordar que
as leis monsticas deven ter ra cunbo de auste-
ndade, de rigor e mesmo de inll'Xibihdade. para
que o lira da InstUuieo i.o seja iludido, nerr re-
laxada a sua disciplina e nem mentidos os seus
priocipios.
Assim, pois, no sentir da generalidade dos cano
nlstas, s era caso extremo, em circumstancias ni-
teiraraeole excepcionaes, permittido penetrar no
recinto de um convenio de prnfessas; e es-e< c-.-os
e circumslancias sao regulados pela i ora da- ne
cessldades e piriluaes e corporaesr a que indecii-
navelraente se d-vs ?.i:ender.
Na nnumeraco das pe.-sias quem conce-
dida essa faculdade, ninguem faz cooiprehender
nem pai, nem m1, nem paren'es, nem protector,
seno aquel es que podem remediar os males de
que as professas se achem ameacada?.
S os re, os principes e comitiva imperial; o
confessor, medico, n itario publico e algum artista
em caso de necessida le para qualquer obra, po'
dem penetrar no interior do claustro.
E' claro que o legislador, limitando to restric-
tamente o numero das excepcoes que se devia res
peilar em casos extrem is, obedeceu antes foica
imperio-a dos principios do que aos iraoulso- des-
se? senlimentos, para que tanto seappelta, mis que
llaram, seno saertfleados, seno p'eteaid s se
Bao extractas, porque ab-olularaente irapossWssi,
ao menos limtalos ou c.-medidos na vehemencia
d*> sua expansao com a renuncia que se fez dos
aff ctos, das incoacoes nituraes da vida por
amor de um affecte mais elevado, de inclraacoes
mais santas, de um objecto mais grandioso e mais
spblime.
A professa na la tem que ver cora o qoe se passa
era tomo doo muros de seu claustro, nesse mun-
do, por assim dizer, extern, nesse mundo extra-
nho, por cujos eucaoios lem fechados os oibo da
alma, e cujas vozss nao pdera mais ecboar no re
condito, no inli uo de s-u ooracao.
Para ellas a hora extrema das solemnes desped
di9, dos amplexoa estreilos. temos e aperlados, do
adeus derradeiro e saudoso para seus pas, para
seas amigos, para os entes, emlim, que Ibe
charos da vHa do seclo, nao por cario aquella
em qda a alma se deprende do involucro terrestre
era demanda da eternidad, nao; deve ser, sino, a
momento supremo em que se dispe au grande
saerrfieio de solar-s* d.. mralo, de sujeitar se
ao rigor de ama regra austera e inquebranta-
vel, o a qae fatvoto soleme de obedee-r cora os
ollios titos no cea e o peosamento em Deas e n
eternidade I
Entretanto dizse ineonsderadamente :. S. Exc.
Rvma. atUsndjpodo as supsl cas, aos rogos nstame-,
as lagrimas da mii da religiosa, devia cons-ntn
que entraese na celia para abraa-la e abeocoa-ia
naquella triste conjunctura
S. Exc. nao o aodia Tazer, meaos que nao
quirasese, seieate e coaseeneiosaaienie, infriogir
a le.
Dalle deVo partir o exemplo para qae todos o
imtelo- SeS Exc, tendo a lei'diaote de si, a oe-
resfMtasse reiaxandoa para satisfizar orna mi
prudencia, impertinencia de um espirito exigente
e desarrasoado, tena, sem o querer o sem o peu-
sir, abano a pana para nm aera numer de ra
fracedes, expondose qua seus ministro, quan-
do leesbatsam ama tensara ou advertencia, Ihe
laocasjem em rosto o exemplo que tiubauo r.
eewdVo, c qne Ibes -tinha serv lo de norma e fun
?lameato.
A iei -dara, dehumr,aa, baraara, ioiqua, ca-
duca, gritam os MnUmenlaiistas cheios de taata
iadiiaaaioi
B que tem o executor da lei com o rigor desla,
rom sna cadneidade quaado ? Ihe compete eum-
jori-fa religosamme, e nao tem o poder do adsa-
la ou revoga-la ?
Se S Exc. Rvma. ti ve-: se tricsigido nesse caso,
cresceiiam aa -xigeoeias desarrasoadas, surgiriam
novas impsteles, que seria obrigad > duramente
a obedecer, para qne a opinio publica se mos-
trasse satsfeita e o fose tolerando, embora nin-
guem felizmente precise mais de seu poder e de
sua autoridade ucompaveis com o espino do
ataclo.
Para que um bispo se totpa agradare!, sympa-
Ihico, e possa mtrecer os applansos e aobre enthu
siasmo dos livres pensadores, compre que leuba
duas eonscieoeias di-tinctas, urna para Dius a
quem deve dar severas coalas, e outra para os
propagaodists, cujos farorea nao deve despertar;
eouvra postergar os seos deveres, traosgredir as
leis, queimar o Evangelho e perguniar cada u*c
o que quer, o que pretpnde, o qoe exige, o que
manda, o que iiupoe, para ser iraxnediataraeule
obedecido, acalmadas as suas iras, satisfetas as
suas vistas, e realisado o mundo que se tem ph.n-
taaiado.
Padre J00 Manokl.
(Do Diario do Rio).
RE. A TORIO
MEDICO LEGAL ACERCA DA DOENCA E JOBTE
DU BARO DE JAR AGl' POR ANTONIO MARA
DOS SANTOS BniLHANTR MEDICO ClRUROlO.
Exorne medico legal
(CoouDuac.ai.i_
Aaora, Sr. Mendunca (Sebastio Jos d'), d--
ooi- de demonstrar a sua medonha cbicana, pela
qnal piivou seu irmo de recursos, qas nao co-
nuce- u, nem eonbeciam oa pirvalheira, e qoe por
isso devia ser inetd. em processo legal, passo
a mostrar Ihe ootra fare da questo, para assim II
lustrar ( inbuuae-) e 03 amigos in irnos do des-
graca'li. b r> de Jar.gu.
< l'.f.ntp.,11 uiha irazido tm sua esmpanhia
ama Blba c -ad-, que etra presava em extremo.
e una nela mi. lada, <- Me 11 privado (veneno mo-
ral !) da conipanhia da II h<... e pouco depois
'ngio de casa a n-ta para nao atorar os deste-
p.-ios da 1 liibada no bati. onhece file
tr ma do fti-o vi-c nd.- de Almeila Garret, Sr.
Sebastieu J. d U.-ad{i*. Se o nao cenheee.
lela o, evfiqueas asesas passam se em sua
ca-a._.
S 1 lia -eis de Tevereiro leve lugar a Junta of-
cial, da qual publiquei a- provas, e no acto de
tame, p-rguntei ao S-. t.ora > ne Jaragose que-
na 1 Urer cora sua fun, neta e genro, a que
o dutu . r spmdeu cora aeeno d cabeca, dizendo
sim. Outro medico p.rguutou se conhecia a li
Iha, Dct.. e genro, e o bario rio se agradave'men
te, vi-to que nao poda fallar.
llave.-a nisio Improviso i A carta j citada de
un dos mdicos conspicuos , assistente do ba
rio de Jaragu, bstame clara, por vir de tes
lemunha occular, e musir bem a crueldade da
separarlo nefanda em que se acbava o Mil i 1
pai.
1 No lerceiro da depois da junta, iiarticipe eu
para u c -u ulado do Brasil em Lisboa, e l existe
o documento, o segrate facto : sahiodo o baro
de Jaragti de casa a passeio, quatro vates che-
gnu a casa .do Sr. Sebastio Jos de Menlonca,
e nao quiz entrar. Na quarla vez tirar im os ca
vallo- da carruagemt, udoente esteve dentro urna
hora e tantos minutos, como viram todos os vizi
nhos, e nos nao ; < porque as cousas correriam
d'oulro modo se vissemos... >
Para qae e-tes tactos fossem onviJamente apre-
ciados, suggeri ao Sr. Cnsul geral do Brasil, Ha
noel de Araujo Porialegr, a idea de ir ao Algar-
ve, e assim o fez. Toda a povoaco d'Aleantari-
ha cuuurmou, na sua presenta, este e outros fac-
los de raudo que a probidadd e .Ilustraro de-Je
vara 1 illuslre, senbor de ludo que se passou, nao
rae d-'xaria, era me deixar 1 mentir .
o. Nu dia 13 deste mez (everein ) corra nou-
leque eslava matando o lioenie a forae...
Em vi.-ia du boato previnimos a antondade
administrativa ; e no dia 1G pelas 11 horas da na
lio 1 a neta fui ver o av, e achuu-o em psrigo;
eui8 >, a exigencia do genro, llilia e neta, foi ver o
doepte. Foi-me ito, que o Sr. baio de Jaragu
nao'quena tomar caldos. Na minha presenca nao
aceitn caldo dad 1 pelos membros da familia da
casa ; mas. logo que a neta se aproximou a dar'
Ihe um, tomou tudo ; tres oras depois to-
ra. ;u outro da nio da (liba,
c Concluo deste factoque o doente se apaixo-
nara Je se ver privado da lllha e nela, e delibera-
ra oj comer. E' esta a hypolbese mais favura
vey A n disto, agarrava cora a rao esquerda u
raiaro do Sr. J de Mendonn, gritava muilo, p
olliava-ao raeraio lempo para a fliha, neta e gen-
..-^ v^veitunle. emparra -, como quera o ma-
dava embora, e a-sioo foi fazendo cuntala, e
mais di-us irmos al que nm deste?, mais indis
creto, disse :quer que me v embora
O doeute, sem voz,gritouhura !... hum I...
hnm !... Rjnraios do quarto, g doente socenouf
Cornparem os leitore este factos, cora a caria do
facultativo f cuo-picuo , ja citada, e vejam se me
ff 1-10 da verdade. A au'.. ridade nesia parte
foiite limpa I-Os parvos tauobrm seemendem....
e c mais dep essa se apaoba um tolo do que un
:6xo diz o adagi).
O d ent, como desesperado, gritasa diante
do Sr S. 11- de Men Iones, bario d'Alcantarilha,
comando pelos dedos da mo esquerda o nuraer
Die...
E-te numero symboliava os -iaco annos d di
vida das renda? da Larnera ? Pela urna hora da
tarde de-te da o doente apresentou signaes de
ag na e f i ungido. A agona prolongou-se a> a
da 18 em que raorreu pela urna hora da larde.
Ficain aqu consignadas a? bases para ura iiroces-
so, que devena t-r lugar n'ura paiz moralisado.
(Vi le a Naco de 3 le marcu du correule anno.)
Confes.a o Sr. barao n'Alcantarilba, na sua rar
ta de -'10 de maio de 1870, dirigida ao Sr. Dr. Mi
guel Felicio Bastos da Silva, e impressa no jorn .1
A Naco de 26 de julho deste mesmo annb, o seu
poenitet me pecnti, leubam corapaixo de miiii, di
Zeo lo :
Pois sao os nicos tle que com verdade me
pl aecusar, seaecusago mereeem : O 1 foi o
ter eu nuinJo e.-perancas, a desde lo de sttem
bro at 20 de outuhro de 18GJ de poder vir a ser
o su'ce-sor de meu irmo no prazo da Laraeia
(idinirem, leitores, este descaramenio I) atienta a
quahdadede seu emprasaraentode vidas ; -ir meu
irmo a 3* e a ultima vida, a nao ser que o liih >
mais velbo ou mesmo os outros esllves.-era reco
nnecidos por nieu irmo, purera, ossas e-peran-
ca feneceram logo que tive couhecimento do art.
1697 do Cdigo Civil Ponog ez, que acabou com
liuus os praz.s oe vida eOe livre numeacu em
mai.dos actuaos possuid res, redurindo-os a pra
es fateosibs perpetuos, divMveis por lodos os
iherdeiros instituidos era testamento. > E ta
era a < minha bi f > com qoe andava nislo qm
JT>Tsr*tei ao Sr. Dr. Pinto PessOa 1 .dos os esclare.
cimos quejna pedio___ > Creto que' nao com-
meiteria eriiiie\lgum, nem 1 ff-nc ia pes-das se
uzasse do ineuldireito..... Quedieito? -ta
innvenle consspo torpe eydepravada ; pur^er
n .riendo o Sr tot&-> d Jaragu no dia IS d
fevereiro de 1870, o^Sr. baro d'A'can anlha, eoo
ura < lerrao, a nu protesto > que fez, nrg-n-
do-se a entrega da Lam-ira ao Sr.cnsul do Bra
sil. alegou : que o bario de Jaragu traha **-
riio nem fliho liguimos, e sem lesiamento, ab in
tstalo, e que por isso- eia o nerdeiro I _St;
c iills-o looocents, o termo e o protesto sao de
alma depravada e perdida. 1 Quando qae men-
tio 1 Foi oa a caria ou no termo ou no
< protesto ? ?
Perecea Pruvidencli te* em seos altos desti-
nos desmascrar este alieantineiro fratricida ;
por 1 e dvda-- e-tas pr vas ei? que chega do Bra
mi o le^taaoent i, qne est no eonsuiadu braseiro.
Q nudo o Sr. cnsul mostrou a este trapac-iru o
te.-iameot-i, cahu-lhe a alma aos ps... Que d/.
a i-to hroe da parvaih -ira 1
Alm di-l, neguodo ne eoosia, o Sr. Dr. Frau-
c'Cj Prato Pevi)a, quereodo abonar a trama ur-
did pelo S.-. bao ji'AlcansaTilba eoitra seu ir
mo o bari>de'Xargi. foi qaem Ibe mostrou
nos*0' eod go civil.....E o innocente ba
i d'\ cmlanlha.qus altnbue a- s uulro-o q.n-
prenediiav.a fazu*, contandoCnm a falta do te ta
menta, in-isiio at ao Oo na executfto do sen de-
pravado plano I
.Voutra sua carta re II de msiu de 1870, im
rorau u perioAeo A Nacao sp ft de j ilho'd-
1870, coniraiia o Sr. baro d'Aieaatanina di-
z-odo :
Q iem assim oroeede 90 s os calumniado
re-; t< este esto j bem cuohecid's e .mu o Sr.
Prato Pessoa e o seu digno coujpaoheiro o clrui
gio Bolbabip....... S-s nli cra-enti q*1
Pinto Pessoa tirassJB m-u ir.ui da *.! hi asa .
o tmuxesse para Li-b, f i p-rqa u de^grac-
d.o e-lado era que o doente s actiavit i flin hav*
remedio oeonura po-iv.i t (-to diz o fsinri
*a.) c.omoo afflma.H 11 ni^d e s eco-iucu.s
(dusera o que sabiam, o nao podiam d aer o qo
uuifos sabi>m I),' e une nao se VHirtem ;
porque sabia jual o Qra porque c qucriaui a
Lisboa___ Em L:sboa tinha o Sr. Dr. Pinto Pes-
soa, por paga p< bsrara, f scoliavo qae dsse falla
e perfeilo juizo a quem eslava affoiiieo > (apho-
oiro) e demente, e completamente demente en-
centra va tesiemonhas at nao ta elliii eonscieo-
cise.....
Anaivsemos estas depravadas lorpesas. As mi*
obas qalidades medicas, aales da miaba partida
para o Algarve, foram abonadas por cavalheiros
illustrado?, e illusires pela independencia da for-
tuna. A minha inflexibilidade da carcter foi abo-
oadissiaia. A atiaba iostroeco medica abona-o
eu, estodando, atcaaveodo e pralicando. Quaas
?o as provas, Sr, baro d'Alcaalarha ; que tem
para dar e abosar os teas mdicos conspi-
cuos? u Aprsente-is, jastillioe as.... Bom
camelo poder reconhecer o saber e as virtudes
civicaa-de ora medico, qae timbra em ser illustra-
do a probo ? Sr. baro a'AicaoUrilha nao esta
no caso de reconhecer qualldades t qoe nuo:a
lave.....
A insistencia do Sr. Dr. Pialo Pessoa trater sen
sog-o, o baro de Jarago, para Lisboa, Taodava-
se em afasla-lo da detenco f .rcada do jrm
fratricida, que, tendo-o convidado a ir para Alcan-
lariloa cum sua Giba e neta, pz este Tora de a
sal I Fun lava-se em procurar-lhe recursos mdi-
cos, abi poslos em pralca, provocadores do meo
estado, e visto declararem o que consta do relato-
rio h das juntas ..
Qae o baro de Jaragu estova no caso de ser
transportado Lisboa, prova-o a aoienldade da
lempo, que permaneca ; prova-o o elle dar se bem
com as viagens, sem eojoar; prova-o o elle em-
barcar depois do primeiro ataque no Brasil, a
chegar aqu bem; prova-oa questo diplomti-
ca que dorna qnareota e cinco da, a logo dos
primeiros ebegaria a Lisboa, sera perigo; pro-
vam-o'o os passeios de carroagem de ida e volta
a Lagoa, que eram quasi 20 kilmetros, e a Villa
Nova de Porlimio, ponto de embarque, seriam li
kilmetros.
A recusa do Sr. bario d'Alcantarilha a entrega
le seu irmao, como diz pa sua caria, < parvoissi-
na, dependa de vir aqui fazer (estamento....
II .r;ur t Pois o Dr. Piolo Pessoa, procurador de
stusogro, e de todos os seus herdeiros, s -beodo
da existencia do tstamenio aberth, ruja minuta
me mostrou, queria trazer o sogro para fazer tes-
tamento ? E o irmo. fratricida < detinha-o e re-
traha-o > para qoe tal testamento nao fosse feito.
Eis Miui a conlisso do cnme : o berdeiro era
ella, Lao havendo t staraenio. I. go nao havendo
te-lamento, e nio cooseniindo na cura do irmo
da accordo com os seus 1 mdicos conspicuos
(innocentes mdicos I) que declararan! nao ha-
r Dada a f.zer-lhe, visto qoe nada mais sabiam,
e o que Ihe lizeram tinha sido 1 mal feito, nio
Ibe coovioha por internase vil e propno que o
baro de Jaragu procurasse a cura, ou melnora,
como obteve a seuhora moradora na roa dos Fan-
queiro?, n. 177, n'outra escola mais adianlada.
Obtida a cura, ou prolongada melhor (cava per-
dido o seo leoebroso e malvado plao \ Portan".o
o Sr. baro d'Alcantarilha nesta -ua carta cooes-
a i. cnme commettido. > Quer mostrar-se of-
licioso Exma. Sra. baroneza de Jaragu, nobre
senhora, e rxemplar esposa ; e aos herdeiros, im-
putando ao Di. Piulo Pesaoa, procurador, genro e
cui hado destes, a traico que pralicou I
Estes j ti 1,lino a garanta do testameoto aber-
lo. 0 aleive, Sr. bario d'Alcanianlba, est mal
a qualquer gaiato, quaolu mais a nm c B'aro-
OPle....
Em Lisboa nao pode fazer-se que o Sr. baro
d'Alcaotarilba insina, que -e faria; porque a li-
Iba e o genro t quera salvar seu pai e sogro :
Cooscios desta verdad , e da prubidade qne em si
acharara abonada por homeos de bem, justo e hu-
oesios, forneceram me todas a? provas dornmeo-
taes, qne tenho publicado no peridico A Nacao
de 3, 27 e 29 de marco; 30 de anril ; 11, e 11
de maio; 13, 16, 17 e 26 d julho-; 9, 20 e 21
com o titulo c a lisorja da hydra; 23, 26 e 31
de agosto de 1870, para fustigar o cnme ufando
de ura irmo fratricida. Separar a Blba e a neta
de pai e do av acompanbado destas do Brasil
para aqui, um veneno moral. O ponhal a o ve-
neno nao sao mais enrgicos. Os ladiiiee na es-
irada ; affrontando o risco, anda pederabolsa oa
vida. Aqui o desejo de herdar f-i perder ao per-
petra Jor ambas as cousas, Qcand .-Ihe a deshonra
provada da tencao, pelas suas duas carts.
A minha raissu ao Algarvo ha-de car gra-
vada na historia desse pequeo reino. O* vin-
donros oos julgarao no campo da juslica e da
honra.
Como corollario lioal coraprovalivo das inteneoes
infames de am baroaete sem violera aprestlo
os dous documentos, que nao invulvem duvida,
assigoados pelo baro d'Alcantarilha, logo depois
da morte do bario de Jaragu. I'asraae, leitores f
Veiamos: ,
Copia. < Coosulado geral do Brasil em Por-
tugal.
< Espolio e Leos do Exm. Sr. bario de Jaragu.
< Penas as perguDlas em face das leatsmunbas
e das pessoas que conviveram cum o Ilustre lija-
do, fui dito pelo Exm. Sr baro d'Alcaotahlba :
c que sen irmo nao deixra testamento?, e nem
-abe unde exista ; poTra, u Sr. Dr. Piolo Pessoa
declarouque sabia Imer feito testamento abarlo
na cidade de Mace., provincia das Alagas, impe,
rio do Brasil, sendo o dito folio no anno de 1869-
antes de partir para Portugal, ele.
t Alcantarilla, 15 de mareo de 1869,
Manuel de Araujo Porto Alegre.
Jos dos s .11.1.- Du irte Piraooia, admi-
nistrador do conselho da Silves.
. < Antonio Manoel Cabrita, te-t-muiilu e
juiz de \.i d'Alcantahlha.
Dr. Francisco Piulo feasoa.
^Copia, Sello da lei rubricado pelos Sr?. ba-
rio d'Acaotarilha, e baroneza d'Alcanlarilha.
t Exm. Sr. cnsul ger.l do Brasil. O bario
u" Alcaularilha, sendo por V Exc. previnido do que
se propoe'tomar posse das i".i. priedades denomi-
nadas Praso? da L.meira e Alraagem * lugar das
Font s, situadas as freguzias de Prae Alcanla-
nlha, p-rieocenlcs a meu fallecido irm 1, o Exm.
tiai) de Jarago, e depois de lomada a posso
cmfiar a sua admioi-traco a pessoa por V. Exc.
elegida, vem peraote V Ex;, declarar que prutetla
para todos os effriios legaes contra esta posse, e
de nao ceder della emquantd nao for couvaa:ido
ordinariamente pelos meins e interessado* compe-
tentes e legalmente babiliiodos para succederem
nos bens do Exm. baro fallecido.
0.-> fundamento do seu protesto sao os segoio-
les :
1." Qae o bario protestarle tomn, de arrenda-
uii-ut aquelles prazo per que pomigoU no primeiro de Janeiro di 186V e de-
ve termiuar 1 31 de dezeuibro de 1872, (aor^s-
cri.itura publica lavrada na nota do ubeiliao Ma-
n .el B rnardino Soares de Bril >, em Lisboa, a da-
tada de 26 de novembro de i8iii, esp.jj qU9 nio
tei mili- n ainda, estando por con.-eguiote o Iruo
d-Alcaolaiima no direito de 1 ter e conservar a
pisae desles prazos sem dola poder ou dever ser
enalbado.
2*Qie havendo o mesmo baro de Alcantarilla
por e-ni.-elh de seu fallecido irmo, o Exra. bario
ae liragu, Mi > malotes .ilau'.acsoes, do que aquel-
laj a que era cbngado fazer em cada auno a ua.
costa, para tirar mais lucros us ltimos anuos
do eu arreodaraeuto, corno se prova das earlis
do me,smo Exm. baro. de Jsragu ao prute-lMile
(renegado da religio do estado 1) na pode tai.o-
oeoo por este fuodaraeolo presciudir do wn-
trato.
3* Qie tendo tambem comecado o anno agri-
cula em qoe tem feito diversas e grandes despe-
tas tanto era serapnieiras ae dlversw caractert
como em amantaos de vrabas, flgueiras e hort
ub? sle o seu arrtndameolo tambem por este
fuodameoio.
4. Que nio se sabendo se o Exm. bario de.Ji.-
raifua lalleceu cora te-raraeoto legalmeoie leilOi t
dada a hypolbese olfativa, comu se er possivei
ou prova'vel, ao tendo elle dt-ixado asci>ndPtMa*>
nem descendentes. (Aqui torce a porca o tabo f
leviiimos e snceesslve?, o proiestari? (rierq>'
a suas irrne, que o sao tambem do excetlentisfi-
1110 baro j* fallecido a que >e deve devolver a
-neeeesio (para isto trabalhaste em vo torpe es-
peitsiDio () na maaeio do rne.-n o exceileot ssima
aro, e por conseguinte como um dos loteress*-
.los Ihe compete a conservaco da posse e d-
nmisirar;io dos prazos de preferencia a oo atlra-
ho.
5.* Que sendo o baio de Aleanirilha, qae vi**
i.roteur o ibca do casal ua dosenpeo dos :M
iqu^ V. Exc. veio iovenunar compele e lawtm
nft-sa quahdade a conservaco do praso aie ^nfaeir-a e iniereSsado 00 inleressado, a qoeta
t.e bens veLhaiii perteacer.
6 Que o protestante nao reconneee a V. rae-
ruta.. ..utiridide eorapetenio, oem esie.-eor
.eg< para rescindir am contrato qae "f"""
-ruptura r, feiJa, garantido aijarWtBIKa
ri, r.r ll.peio art. !M9do coligo civil.
7 Q./e o pri.tfslanle reclama peraote a autnn-
u..ue a .uHui.-iraiiva darte cmaelho, que a este au-
HOe lo saoccioneporquiiqaer

V.


v.
:
^


-


V
>:s
V
MUTILADO
llrlofK


.
4
r
.
-Xi
V*
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ste aclo Mea,; di competencia do po-
der judie 10 prejudique o pro
testante, oem a mesma autoridade ulva a respoa-
eabilldade <|he IBe da o d. 3- do art. 303 do cdigo
penal.
Pede -pois a V. Exe. Ib i ad -
mitta este ara protesto tascado
siur-ur ao proeesso do inventa-
rio a quem se prende.
E . M.
Alcantarillo, lo de marco de I870.-J3arao de
Aleantarilbo-Oaroues. de Alcantarilha.
A hypoorMa procura abiigo nos actos reh-
i9l Oque aeaba de tr-se jostra oeiforco
eapregatle Pr qo se receba o critne pela yiT-
A relig.ii e a moral repellem os criraes.
Estao eHes a descoJxrto ? Pjenm conbedd.ssi-
Um auno depois apparecem oo templa a implo-
rar o perdia a Dens I v
Vejamos:
CowmunicaJo.-Hoatem aniversario do passa-
ento do..rao de Jaragn na parocbial igrej
da reauezia onde rallecea, fjrara celebrados snf-
ragios e disinbuidas esmolaa a exp nsas de sen
trmao o baraa de Alcaniarilb.
A esta eolemoidade veraideiramente editicativa
asslsliram o mesara bario, seas prenles e amigos
oo maior recoltiraeoto, mostrando mais ama vez
sade de dous irtnos, cujas relac5es s a lei inax-
oravel foi eapat de cortar.
Alcantarba deplora a separado eterna do ba
fio de Jaragu e lastima que a ataldade eoer-
Tando as fa :uldades lulejlectuaes di riferido ba-
rio o reduzi-sa ao estado de ni) poter rea!isa*o
pensameuto mus de tima vez manifestado de crear
um ebUOt'teci tierno, que arrancando a miseria as
victimas do iuf irtoaio, alteslasse a postendade que
o oobre falreno) era oriundo desta importante po
Alcantarilha, 19 de fevereiro de 1871.
Antonio Ramalht de Macedo Ortigao.
(Via Jornal do Comnurcio de Lisboa de 28 de
fevereiro de 1871.)
A imprensa registra iodo.
Oj bomeus miirem, e os (actos da vi Ja pi9 ala
ucam.
O r. bario d'Alcanlarilha jurn quo o bario de
Jaragn nao unira da sua ca>a para Lshdi, e s.
entregara por sentenca judtciah A morte oz
termo a lucia diplomtica... e justificado jon o
seu juramento.
Conclu o relatorio eanros 7 |uisito? j publica
dos na raioha cana de 28 de fevereiro impressa na
Aoeao de 3 Je marco de 1870.
diario de Pernamlm Segunda eira 20 de Novembro de 1871.
ra Bailar Jnaior.
Antonio Joo de Amoriro.
"seo Ribeiw Pinto animarlo.
Bento de Freitts GaimHries.
Pedro M.triiaa AJves da Cruz.
Alteres Frauisoo Amonio Cualaea.
Antonio Soares de Olivuim.
Domingo- Teixeir Bastos.
Mi noel Marques Pinto.
Manoel Joo de Amorim Sbrinho.
Mordoroaa.
As Bxmas. Sras. :-
D Philomena Adelaide Leal Loyn, filha dolllm. Sr
commeudador Jos da Silva Lojro.
D. Elmira da Tuoha &*di da M>tta, lha do Film.
Sr. Candido A. S. da Motta.
0. Ealhalia Ranrns de Barros, Qlha do Exm. Sr.
Bario de Nazareih.
O. Zalmwa Josaphma Barbosa, esposa do lllm. Sr.
Alfredo Prisco Barbos.
B. Luin Lasne de Mello, esposa do lllm. ir.- Jos
Laiz de Mello.
0. Fran sisea Lias da Cunta Porto;-poia do Ittm
- Sr. Manoel J >s da Canln Porto
D. Marcolioi. espusa do lllm. Sr. capillo Aoeoslj
de S Albnqnerqoe.
D. Mara, soasa do lllm. Sr. tenente-coronel Ma*
riano de S e Albuqu-rque.
D. Mara, espesa do lllm. Sr. Jlo Antonio de
S.ura.
ID. Fancasca Joaquina do E-p'rito Santo.
Consistorio da irmandado i N sssa Senhora do
Tergv em 29 de ouuibro de 1871.
O coofgo vgario.
Joo Jos da Cala Ribeiro.
A faadegi.
Somos informados que a np-neacio de effctTvir
uade do Sr. Joo Paulino Marques, para o lugar
qae oceup iva como supra-numerario, foi recan Ja
ursta rep.rticio coran u u acto de justica mei-eci-
cida, porjoanto o Sr. Ma'ques serve aula alian-
Jeg e neste luga^r ba 10 anuo*, sera not qae-o
Je-a6one, peio contrario got-a do ltalo de erupm ^
gado cumpriJur dos seus drveres, leudo alcm
lulo um genio presiiuioso e maneiras urbanas e
delicadas pela que se tem loroado credor da esti-
ma e coustderacao dos s. uj chufes e lambe u d li
seas companhetiu9 e collgas.
U.na njmeagao lal digna de louvor.
lo, carr^,rm: Mnml'Fanles da C^f A O.
W saccas com 909 kik- de algod Jo
Marques le Arauj) barfesj eo't
asnear braic ; Som IVimo 1,100 sane* H/.a i ki os de ohi j oii N-t-pi(fh.jiog!W?ffTl&. para TCeV'-Yjtk,
carrpgarau : Mills Latbaa & C. 1,200saceos com
90,000 ki'os de assucr mascavad i.
Xo t) igna poriagaez Laia I, para Lisboa,
carregarara: Tnmax de Aquiau FoaseciAC 00
caicos on 45,00' kilos daassacar ma )> diiis com 18,750 drbs do dito branco ;' B.. R.
abollo c C. I.oo saco, com 75,000 ditos de
dito.
Na barra portuguia Alejandre Ueicidmo,
para Li-hja, carregaram : Pereira da Canha Ir
nao' 50p ijjros secen salgadoa com 6000 kOs;
-Imonm Irmaos k G. 11 iMm Na banca ingieza Imageiu, para Uvera sol.
''":*i,r,'i: J-ahoslau Palor di G. 185 sacca* com
ii,b78 kilos de algoJao.
Para os portos ) iaterior.
Sa batcac Ouas frmiu, oara Wieo, car-
regarvn: la- Farreira Pinto Maexhaes 2 barr'
cas con 8Ut i de assaear oranoo-, Jo: Hw-
bosado Carvaltio, para o Natal, 2 barracas co
IjI itosda dita nraooo; Viriato Ceateio Looes
2 litas com 120'd'tos d^ Uto.
N* bareaei Idulina, para Mamangnape, car
regou; M anac Alvo i de Limos 8 meias barricas
com oOI kilos le assaear branca.
No vapor uoionaJ Pirapama, para o Acara
cri, carrogou : I). Joan Busson 2 barrieas com 195
kilos da assaear branco.
O Sr. Sebastio Jo- de Manlonga', bario da
Alcantarba, responsavel :
!. Da filha, oea e genro nao cercarem o pal,
sogro e avO.
2.-Do doeolo nao ler traiamento medico, tan-
dele a vencer e entorpecimento, a apbonia, e a
inecntiofocia d'urina.
3."-De reter o doente em sua casa, e de nio o
dentar re irar para Lisboa, oo para o Brasil, o qae
poda sr desde o da 13 de Janeiro, atteajendo ao
betlo terupoajQe entao fazia para a viagem ( havia
mar d? ieitc).
4.'Daisolamento em qae se acbava em sua
casa, privado dos carinos da filba o neta, que o
acompanluram do Brasil.
5.#Da orivacao re recursos medico* que-nao
na, oem pule haver eo>Alcanlarilha ; e i acha-
ria em Li.-boa.
6.De tuda que se lem passado desde o dia 8
de Janeiro at 18 de fevereiro de 1870.
7-.*Da faialidade da^oposicio de um terceire
ataque ; por que a medida quB o docnio osse ten-
do conhecmento de si, e veudo-se privado da li
Iha,, neta o genro, poda suctrumbir...
Eis-aqai os s^te peccadoa motlaes I
Verifl:oa-s3, e flea provado este prognostico :
O doenie, venJo-se isola lo, quera murrer fome,
e regeilavs lado das maos que o isolaram. A!m
disto, nlia mudado o lempo, e de ameno passou a
tempestuoso. Pof esta> ditas causas reincidi um
torceira Sttaqoe, e morrea.
E para que o Sr. bario de Alcantarba nae jul-
gue que os amigos do bao de Jaragu confia-
ram de um medico 4ualqu.T a delicada missi^ de
o ir observar, fica provado que o meu nome es-
lava abonado por curas qus outro nao poderano
faier; a por desfazer ale.joes que outros fieram ;
que o ir.ou nome, sem lisonja o digo, lera urna
historia piuco .vulgar na repblica das lellras, e
que por isso posso t respirar livremente. dizer
e.fundaroeolar as niohas doulrioas. Bu sou a
sombra perseguidora da immoraiidade.
A mmha permanencia era Alcantarilha, sem
ajuste previa, > m^oz.iii'a a. miuha orobidaJe.
Bai q_i fu pttftdanrrr'i razSo'pouco seductora pa-
ra quera uuuca o leve, Sr bario de Alcantarilha I
qua me releva all... Nctassitava tsmuar aa ar-
teirices, e tramas urdidas pelo Sr. bao ; por que
a minha honra mlica fie a ria manchada ao* olhos
da gente honesta, e nao poda icar merco da*
cartas cora qae o Sr. bario informava i clandes-
tinamente a l'ditilia Jaragn, residente no Brasil I
Todos os membros d'esta familia m'as remeiteram,
para eu aqu as atirar ao rosto descarado, Sr. ba-
rio de Alcantarilha. de um miseravel qae ab-
canhava e o egredo I
Registei esas caitas uas columnas do peridico
A Aafuo.....
B para que o crme, a calumnia e terpe hy-
potisia u i li vi--' ii impune^, dei-me ao tra-
balbo de coorJenar e-te relatorio, para que o meu
paiz naibaque ha crimes m-donbos, que um at-
t :.iJo medico tole encobrir.!..
Juro peranie Deu ea socielade ter lito es-
cripto a verdade.
Lisboa, 30 Je abril de 1*871.
AntoTlu 11.ria dos Santos Brilbante.
N. B. Segnir-sa-ha o
APPEND1CE AO RELATORIO. -
( Continuarse ha.)
Para o Sr. r. chefe de
polica.
Mara Bernarda.de J sis alugou a Margarida
Bm qaarto de fisco a dever 670O dos alugaeis, mas deixou um
marqia'5" e d>u* bafctii velho, e como insistisse
era polir e-lesobjecto* sem pagar o que devia, a
credora a ch.in ia conciliario do Ju'Z de paz, por
pelir;.o era qu requereu que provando inconti-
nente, por eacripto da d^vedora, o seu debito fosse
eala intimada p.ira'nao in-istir pela entrega do
marquesao.Jal que se julgasse o pedido, licando
ello e,n seu pider par garanta da execncao : o
juiz de paz defeno-na forma requerida.
Qaaadostava, paren, este negocio pendente da
dsci.-ao do tiiz de paz de S. #os, o Sr. sub-
delgalo de polica, supplente do Sanio Anto
nio manda ir a sua presenca a credora por um
inspector, inimigo delta e 2"pracas, e manda en-
tregar o marqoaso, pena de ir preza. A mulher
tnostra seu reqieriiiicuto naquelles termos e com
despacho do da antecedente, o qual embora nao
eslive'se intimada, todava provava aebar-seo ne-
gocia afecto juri^dlccao campetente. O que faz,
porom.n Sr. subdelegado f Veio com 8 pravas de
paliza (!l!) casa da ere lora.e pon1o-a em cerco
obrigoa-a a entregar o marqaesio a devedora,
sematleader a que na movis do inquilino estao
obri^ad'js pelos artiguis nio pagas, era mesmo
a qae nao era o negocio-de sua corapelenda, e sim
do Jai* de rm qae jj hsvia inlervido por seu des-
pacho. Se isla Je lei,'se regular, continu oSr.
subdelegado Abren, e os Aojos Iha dirio.
Amen.
EleigSo
'or deviglo dos [ama, escn'vJes e mais
raniooDi qae lem de coacorrer cono
saas esmolis para as obras de Nossa
Saobora do Terco, no auno de i871
.!87i.
Jazes.
Os films. Srs. :.
loio J is de Araon
eneot-corootl Jofu l'aalo Carneiro Souza Ban-
deira.
Ju zas.
As Exraas. Sr
O. Gertrodes Leodtdina daCoataCoimbra, esposa
do lllm. Sr. Thomaa Antonio Oimbra.
fk M as de A uorim, esposa do lllm. Sr.
M/Boel Mairqaei de Amorim.
Escrttie j
aUtm. Sr
Jos Perreira
Antonio Carneiro Rodrigue Campelto.
Ecrivias.
Ao iu !c]>ea lente collefio ele -
torM do t-' Mrleto
Nio contestando merec nonio possam ler ramios
outros cidadios pan represeatar a provincia,
apras-nos recomraendar ao il'ustralo districio, a
que tamos a honra de perieucer, os- nomes-infra-
inscriptos, qiie ju'ga bos muilo no caso de promo
ver os legtimos intaresses aa provincia :
Darla de Muriheca.
Dr. Franci-co Tei teira de S.
Dr. Manoel ArtOur de U illauala Cavalcante.
Dr. Framisci Leopoldioo de Gnsmao Lobo.
Dr. Felippe da Pigueira Faria.
Dr. Jos Bernardo Aic dorado Jnior.
9r. Jos S'ifoio Tdaniino de G.-rvi'hr.
Dr. Mgue! Jos da Aimeila Paraambuoo..
Dr. Antonio Domiug is Pinto.
Chapa pDvicial.
Dr. Francsco Lopoldino de Gusmo Lobo.
Dr. Falippe de Figueirda Faria.
Dr. Francisco Teixoira de S.
Dr. Antonio WitruvoP. B. A. de Vasconcelos.
Dr. Antonio Dimingos Pinto.
Dr. Jos Bernardo Gal vio Alooforado Juoior.
Dr. Antonio Podro Farr-ra Lima,
Dr. Nabor Caraeiro B. Gav: I jame.
Dr. Manoel Barb sa de Araujo.
Ao milito dis^uo eorpo i lei-
toral ao 1. circulo
Pdra depulaoos :
Advogado Nabor Bzerra laraeiro da Cunha.
Engenhero Dr. F.'lippft de Figu-ira Faria.
Proprietario, Gapitao Aatomo Gonr^alves de Mo-
raes.
Negociante, Antonio Valentlm da Silva Barroca
Padre Antonio de Albuqutarqn Mello.
Artista, Joo dos Santos Jarro-.
Medico, Dr. Estevi i Cava!canw d \lbnquerqot;
Professor Simpudo da Crpz Kibeir>.
Pnarmaceutico, Jos Mari* Freir Girairo.
Nove elitores artistas.
KECEBgDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES L)E feknamuugo.
:tandimeolo do dial a 17. ., J7^l?407
dem .do dia 18. .... 1.39#858
S9:18iA037
CONSULADO PROVINCIA
endimento do lia 1 a 17. 4z:06iil39
dem do dia 18....... ^.985*691
il.I68Ji
Ao distinelo co-po eleitoral do
"" du trido.
Approxiraando-se o dia em que leera de fer elei-
aos ot raonbrn* da a->-rniiii51 provincial para a
legislatura de 1872 a 1873, presento-me candida
toa essa eleifir A maneira pirque cumpri o no-
bre mandato que me foi confiado no bieonio Hado
o titulo uqcj qae me aina a solicitar novamen-
te essa honra, que espero merecer do disliuoto
.orpo eleitorsl do terceiro districi), a qnem-bypi-
Iheco colleclvamente a miuha eterna giatiJio.
Recife, lo de noveir.b'o de 1871.-
Joaqitim Francisco Paes Barrello.
Ao digno cor do eleito-
ral do l circulo.
ADproxmando-se o dia em que devi-m ser eleitos
03 deputados a assembli provincial, convm que
o eleitorado desja proviucia proceda com o mai >r
escrpulo na escolha dos seus reo e-enunte-, e o
1" circulo oo le afilie graodn oumero de candida-
tos deve, por isto, c-rrar a sua Vntacio naquelles
"que raai< garan'.ias iff-recam, pelos servidos ao
partido^ e pela dedicacioaos inieaes*s da provin-
cia; nio devondo ser esque^idoa tambem aqueles
que, em coaimissoes de couftan(a, se acharen) re-
tirados d'eotre na. E as-im crios de' qae sen
esta a opiniao da maioria eleit >ral do Io circulo,
apreentam s os segniotes candidatos:
Senador Francisc a do Bego. Barros Barrelto.
Bario de Murideca.
IV. Manoel do It-gi Barras Saoza L-an.
Dr. Manoel Anhur do II Manda Gavalcante.
Dr. Felippe de Figueirda Farias.*
Dr. Francisco Teixeira de S.
Dr. Antonio D >mingne Pinto.
r. Jos B-roardo Gatvio Alcoforado Jnior.
Dr. Jo: Nicolu T.den.no de Carvalho.
. Alguns Elitores.
OOMMFBCM).
Sr. twmraendador Manoel
o Melle,
de Oveira Loyo, esposa
yo Junir.
^ rdomos.
PIAi^A DO RECIFE 18 DE NOVfiMBRO.
DE .1*71.
as 3 1/J BOBAS DA TABW.
_,GoUcjjes 'Officiaey
Cambio30bre Uon lres_a. 90 iiv d. por UO00
U. (. Stepvi,
PtwiMhqn.
P. J. Pinto,
Secretario.
PRAC.A DO REGFE
SM 18 DE NOVEMBRO DE 1871 AS 3 HORAS DA TARDE
ItEVISTA SIEHAVAL.
Gajbio*3obr9.Londrs elftCiaaraaii-fle iran-ac
coes dr 2 23 l/i d. p\t l. O* ufa^a realsa
dos oara a Europa na semana liad phegaram a
So.OOX
AloodaO'O de Pefaiarabuce eaoolhido e regu-.
lar, vendeu-se de 7|<5!>J a 8JI100, o deMioei,
m-to a bordo,, 9^200 e o da Paraiiyba, i lem de,
8H) a 9I00 por arrobe, corre apon lea le a 15'
knu-.
Assucar.Vendea-se os maseavados purgado,'
bruto o amer.rio negocaram-s a iiiOi por
arriba.
Arroz.O pilado da India vendeu-se a 2i00
por srroba.
Azeite-doceO de Lisboa vendeu-se a 3*000
por galio.
Bacalho.Vendea-se a relalho de 15*900 a
16 por barrica e em atacado a 16*; Qjaudo o
daues o -uppdo com 17,000 barricas.
BatatasVcnrleu-se de 2*5(00 a 3| aarrftba.-
BoLAciiiNHas.-llera ai* a barriquinha.
Cat.dem de 7*800 a 9* por arroba.
Cha.dem de 1*600 a 2*600 a libra.
Cerviua.dem da 1*800 a 8*200 a duzia de
botijas uu garrafas.
LouqaVendeu-se a ingleza a 400- por cento
de premio sobre a factura.
Maxteiua.A ingleza vendeu-ae de 00 a 850
rs. a libra e a fraoceza de 460 a 500 rs.
Massas.Vendeu-se a 6*700 acaixa.
Oleo de LixHAga.dem a 2*253 o galio.
PassAS.Iqem a 8* a ca xa.
Presuntos.dem a 11* a arroba.
Queijos.Os flamengos venderam-se da 1*600
a 2*000 cada um e o jarato do 503 a 560 xs. a
libra.
Sabao.Vendeu-se a 170 rs. do inglez por libra.
ToucitHo. Vendcu-se o de Lisboa a'11/000
a arroba.
Vi.xaore.O do Portugal vendeu-se de 120J a
12a* ppa.
Viniios Os de'Lisboa venderam-se de 200*
a 2i0*,e os de outros paizes da 187 a 235* por
pipa.
Velas.As de composicao venderam-se de 580
a 600 rs. o pacote de 6 velas era libra.
Descont.O rebate de letras regulou de 10 a
araETES to. T>li>~itnfe"p5rT o prto,Jd Li"
?rp.iel 7/8 4. $ %, carreuando era Macelo de
3/i a 7/8 d. e 5 % e oa Parahyba oa Rio-Grande'
-i Norte 1 d. b 5 %. Do assaear .deste para o
p rio d- Liv^mool, lastro, a 0/ e 5 %, para o de
N^w-Yn-k a 52/6 e 5 % e para o Caoal e ordeos a"
55/ 5 /0
badajo cwplicante em data de 47 de onKtbra da
IJjT* **&> tmn maces ifet>a*o, com o
dota por tenia ao mea, quer pretecUr
' de inteitoraiier a preatrip^fo rulo es-
5f.4,flQl*,e '<*'. eoaiJ'esteJa.o Mp
P"ao anseute era' lugar-Ihcetro 9 va sabido,
?,"wr?r ' v S.(paN que digne-se conceder
qaj o sapnliCAOleLprove a ausencia do sgpplicado
"UJJ dei ir itimado a termo de brateito por edi-
ips na firma ,da,ei, aendo para-do'6aj por V.
i-'nUifLr**1*. ^ e hw,P,ra u,r .'* Pra les
manbavel da ausencia do snpjliado r-quer a
T ?,r* Ia* se *he mavadar tomar per termo
o aeu prole*) seguir os. mais tenaos. Pede a
v. s. asiia iha defiYa.-E,fl. M.
fcslava sellada cora o sello de estampilha na
imaeruncia de 200 rs. legahatole inolisada da
f*ma. aegainte :
iJf^e'S de OMe(nto'o de 18/1.O procarador,
Jodi t^aeuuoite Abteu.
n tm uei o despicha segainte : Distribuida
coran reqner.
Lace'^6' ? de '8<)ve"bw'* 'l871- Barro* de
.J^/'rtade o'9l- tw.a mesma pegio dea^
inoaida aa eserivio desie jaixo Manoel Mana Ro
urii;ae.salo Nasoimento, o qual lavroa o termo da
P^**1 do theor aeguiate :
t ft 7 fr*" ^ wotsua. Aos 7 Vuoveaabro de
La na*,aae d Recifs em mea cortora, appa-
ceu o sapplicante O'yrapio Gongalvee Rosa, por
seu procurador o solicitador Jola Caetaoo de
aoreu, e disae pente mim e aa iestemoobas n-
ra assajQjdas que aos teretua de sua pelicao re-
iro.reduiu a proleato a eootedo da dita peti-
sao que offerecea como parte do prezente, e de
eome assim 0 djsje e protestoa lavrei este termo
aai qual depois de lido se assiguoa com as refe
"s lestemuohas : eu, Munoel Mari Rodrigues
de Abrea, Jaaqaim Jorge de Mello, Augusto Luiz
Pereira da Cuon.
E lendo o supplicaote produzido saas lesteran-
nMa, xjim juraram acbar.se q aupplicado auzeote
era lagar iocerlo e ni* sabido, subiram os autos
a miaba cooclusio, sellado e preparados, nelles
profer a aentenea segrate t
Hei por u-iilicada a auzencia do supplicado
pelo qua mando seja o protssto a elle intimado
por e litaes cora 30 das da praso, afflxados e pu-
blicado*. Castas ex-caus.
?leeafe, 17 de tmembro-de 4871 Sebastiio do
Reg Barros de Lacrrda.
Pr forra desu minha aentenga o eserivio
fez passar o prseme edilal pelo qual chamo
cao e Ii3i oor iotiraado Jo^ AI ves de Lima
para-4jiie fique b-aoicieeie Jo expedido e com-
parece oeste juiz > dentro do praso Indicado alim
de allegar o que for de josti^v
E para que etiegue ao couhecimento de todos
waodei passar- o preseote que ser publicado pela
mpreosa e.afflxado nos lugares do coSlume.
Recife, 18 de nnyembro de 1871.
Eu Scauliao Hdeodoroda Cunha, escrevenle
juramentado o escrevi.
Ea, Manuel Maria- Rodrigues do Nasciraanto,
eserivio, o subscrevi.
Hecile, 18 de novembro de 1871.
Sebasiiio do Reg Barros de Lacerda.
Ao sello 300 resV. S. S. ex causa.-Barros
de Lacerda.
O Dr. Francisco de Carvalho Soares Braodo, jun
de orobaos e ausentes da cidada di Recito e
sea termo, par S. M". o Inrperador, que Deus
gujrde, etc.
Pilo pre.-enie fice saber qae no dia 30 do cr-
reme, depois da audiencia deste juizo ii a praja
por vcuda ben s.againle, servado de base a
avalizo abaixo .deilarada :
urna casa terrea n. 20, sita na ra do Caj, ou
travesea do Calaboaco, freguezia de Santo Anto
nio, cos urna porta e ama jaoella de frente, 2i
paimoa de vie 50 de fuadu, 2 salla?, 3 quaitos,
cozmba fra, qun'al murad i e cacaraa inleoen
dente, em slo foreira avahada por 1:200*000,
coja casa vai a praet por exeeucio que move a
juma administrativa da Santa Casa da Misericor-
dia do Recife, contra a heranca jsente de D. The
reza Paes Cmoz.
E, para que chegue ao conhecimento de todos
maudsi passar o presente, que sera affixado no
lugar do costure e publicado pela imprensa.
Dado e pascado nesta cidade de Recife de
Pernarhbuco, aos 18 de novsmbro de 1871.
Eslava sellado cora ama estampilha de 403 rs.
devidame.ato inutilizada.
Fiz crever. subscrever e assigao.
O eavrivi i ioterino Tneophjio Alves da Silva.
Francisco-de Carvalho Soares Brando.
lo 300 js. Y- S. S. eicansa, Soares
."odei-paisar o presjofe-, qn* or- afllxado nos
lagares 4o eostume e puWieado pelo Diario de
rernani!>Hco.
Dado a paseada esta eidade de Olind' aos 17
deoovembrode 1871-E eu bacbarel Francisco
Lias Cafdi, eecrrrlo o escrev.
Eslava ama estampilha de dentlos r>. iontilisa->
da na forma da le.
_^______ Coftha da Stlva.
OECLRACOS.
a
ALFANOEGA
Rendimento-do dia 1 a 17. .
dem do dia 18. ... ,
699:233*5^4
27:868*274
727:101*828
HovliaeMtt da alfude^a
7olames entrados
Vol'umes
i
sabidos
com
com
com
com
fazeodas
geoeros
fazeodas
gneros
813
884
136
459
1,397
593
Desearregara hoje 20 de novembro.
Patacho norte-allemio Mari/i varios gneros.
Eaoooa dioaraarqnezaAnna -varibs gneros,
brigue portugac? -Soberano varin geoeros.
tingue nglezflo3fi> canos de barro. ,
tarca francezaGranvile -v ros gneros.
Escuna austraca Selpa Balcnica farinha de
trigo.
Brigue ioglez J/'i of Glansvtrn varios g-
neros. ....
Despacho de fcporlagiio no dia 17 de
mveuro.
Para o portos do exterior
Na galera franceza Petropolrs, para o Canal,.
carregaram : Rab* SchameateaD & C. 82i sacca.-
coro 60 724 kilos de alg-dao.
No patacho oortfljR|i*raio Delmar, #ara o
Canal. earvegram : Milla Lathan & C Ut saccas
com 600 lt2 kilos de aigodio.
No vapor i nuez Critolite, oara biverpool,.
.ea Henry WHmer 483 sacras com
3,005 Mos de algidio K'ller & C.^81 saoeis
com 12,394 kilos de algodio.
No bngne portaguw Triumpho', pifa o Per-
MOV1MENT0 05 POBTtt,
Navios entrados no da 18.
Aracaty plo" A.---7 das, biato braMleiro Deus
te guardi, de 155 toneladas, capito Maoel
Fernn les J.lles, eqalp^geu 8, ;arga 422 far-
do de algodio a outros gentros; a Bartholomeu
Lmr 050.
M nieideo33 das lugar norle-allemo Hong-
ko.no da 2UO taneLdas. cpitio Cari O ira, equi-
pauam 8, em latro ; a Pereira Carnero A C.
Rio da JaiHro-20 das, barca franetza Alexandre,
de 324 toneladas, c-iptii L. Aotar, eguipagan
9, em lastro; a Jahnsiju Pdtar & f
Martille por Otte 54 das,' patacho au-iriaco
Colibr, oe 238 tonelada?, capilao Gabriel Pezzo-
li, equipaga d 9, carga vinho, massas e ouiros
gneros ; a Tisrel Frre.
GardilT 43 lias, brigue ioglez Medora, de 315 to
DeUdas, capilao A. avis, equipjgeio II, caiga
carvo,; a Th o loro Chrisiiao>en.
Ro de Janeiro15 das, galera portu?uza Nova
Amiza, de 367 toneladas, capito F. Alves'Vian-
na, equipagem 17, em lastro; a M guel J
Alvs.
Cab Verde (pescanli)1* das, barca americana
Wave, da t50 toneladas, capiiu Brgrs, equipa-
S'in 23, carga azeite de pe xe, ao mesmo cap-
o. Vio refregar e segui i para a pesca.
Navios sabidos no mesmo da.
ParaVapor nacional Diamante, commandanle
Paes Leme, carga difiranles gneros
Para, Maraohai) e Cear Vapor brasileiro de
guerra iarcilio Dias, comraandaote o capilio
de fragat.. H inhoilz,
ParahybaGalera n^za Primer, captio Ale-
xandrn Whit, em Ustro.
New-vTorkII igue inglez Zngara, capilao John
Hosg-', carga a-sucar.
Ha'uburgoBarca ingleza Stella, capito Thomaz
Perry, catga algdita.
N'icio entrado no da 19.
Re de Janeiro20 das, brigue austraco Girla-
no, de 313 mulalas, cajilo Br k Girolano,
equipagem 11, em Ustro ; a Johnston Pater
& C
Navio sahiie no mesmo dia.
Rio de JaneiniBrigue nacional S. Paulo, capillo
M.noel Marei na Ferreira, carga assucar
tros gneros e urna escrava a entregar.
e OU'
ECTtS
0 Dr. Pauiuo Roalngues Fernandas Crves,- juiz
municipal da l" vara desta 'cidade do Recife,
capital da provincia de Parnambuco por S. M.
Imperial e cousUluchnal o Sr. D. Pedro II,
q em Deus guarde etc.
Faco sabar aos que o presente edilal virem e
o'elle noticia tiverem, queD. Auna Joaquina do
Reg e Albaquerque me dirigi a paticao do theor
segainte:
lllm. Sr. Dr. jaii municipal da 1* vara.Diz. D.
Anna Joaquina do It-go e Alboqnerqae. que ha
vendo seu marido o taaente-Curooel Manoel Joa-
qun] do Reg e Albuquerque oblido deste juizo
Eserivio Saraiva nbs e aubarepticiamonte, urna au
tonsacio concelendo Iha alvari para veuder bens
at a quantia de O:('0*.3. e aforar terrenos per-
lenceoies aoeasal do-supplicante sera ser ella ou-
vida, coma prava con o docuraenio junto, seodo
assira prejndicada a suppDcante, e acooteeendii
que nao t o mesmo sea marido ter ha vendido
baos na imporlancia superior a 40:00!!;., o dupm
d'aquella aulorisaci), como que procura arada
rea izar outraa vendas prejulicanio assim inda
mais a supplicaote.
Nesies termos a supplicaote reqtur a V. S. que
se ligue mandar iii'roar ao mesmo seu marido
para que nao mais Ji-p ola de' baa alguns, quer
por venda eu corno aforamenio, recolheouo a >
cari'.no o referido alvar em con'.in rata, q le este
1 he sej intimado ; e para que dentro de 24 horas
declare ne-te juizo quaes os bens qne tem vendido
e aforado era virtule da referida autorisacao, por
que precos e era que tem applicado o pro lucio
dos memes beas, exhibindo logo docamenlos
comprobatorios das declaracoes que Desta sen-
tido fizar e caso o mesm > ^upplicaao deixe Ce
fazer.as declaracoes exigidas, se digna V. S.
maodar passar editaes para seren publicados,
peles quaes se d s:incia a lodos de que elle ua->
pode vender mais bens de seu casal em virtnde
dffalludida auterisagao; pelo que peJe a V. S.
deferimento.E. R. M.
Resif.', lo de novembro'de 1870.Aquno Fon-
seca.
Despacho.Intime.o eserivio ao Sr. tneote co-
ronel Minoel Joaquim do Reg e Alliuquerquj,
para qne 04 prime ira aaeoca deste Juizo, a este
despacho, comparoca alim de dar certas explica-
Consulado deFranci em
Pernambaco .
Previne-se aoscredores da successio do Sr. Ao-
glade (AehiUe) rewjooiro da rna do Imperador,
jue seas ltalos deverio sor apresentados ao con
salado de Franoa >' o 1- de dezembro prximo
vladewo, e passando deste praso nenboma recia*
rnacao ser attendida. Recife 16 de novembro d*
1871.
Pela secretaria aa cmara municipal desTa
cidade, se faz publico para contaeeimanto dos iota-
ressado?, que nio teodo sido elfactaada a arrema-
lacio do servieo da limpeza da freguezia de Saoto
Antonm. oreada na quaniia do 260*J como foi ao-
(ranciada, de novo sio convidados aos mesmos
a comparecerem uo da 20 do corrate muoidu>
de Qanca.
Secretaria da cmara muoicipal do Recife, 17 de
novembro de 1871.
O secrelario
m_______Loureogo Bezarra Carneiro da Conha.
SANTA CASA DA M1SKKICOKD1A DO
RECIFE.
A junta administrativa da sania casa precisa
contratar.com qoalquer solicitador a prestaco dus
seas fervli-os no foro da cidade de Olioda.
Seeretana da santa casa de misericordia do Be
cife 17 de novembro de 1871.
O eserivio,
Pedro Rodrigues de Souza
Inspeccao de saude pbhca em 18 de uu*
vetnbro de 1871.
Para conhecimento das intei-essalos fac> publi-
co o aviso de 30 de oatubro que me foi iraasmit-
lido por copia pelo Exm. Sr. presideote da pro-
vincia em 11 do corrate mez.
Copia, 3 sessio, ministerio' dos negocios d i
iraoaro. Rio de Janeiro era 30 de outubr da
1871.lllm. Exan Sr. Tendo si lo indi fendo o
rejneriraento em que Jos Alves Tenorio, que se
diz habilitado pela escola homeopalhica les-a pro-
vincia pediaque Iha fosse perraitiido pa-sar alies
tades aquelles que forem por elle tratados em
auas molestias, sendo os mesmos attestados aceito-
ivas repaniedes publicas, a;sim o communico
V^Exc. para seu conhecimento, e pr e-ta occa-
siia chamo a ailencao para o abaso que eommet-
lem os que oxercem a medeciaa sem torera utulo-
legaea, nio podando ser considerados ce mu tae*
os paseados pelas escolas homeopa!hra, confor-
me ja foi decedide pela portara o. 57 de 22 de
fevereiro de 1854.
Dos guarde a V. Exc. Jao Alfredo Correia de
Oliveira Sr. presideota da provincia de Peroambo-
co.Cumpra-sePalacio da presidencia de Per-
oarabn'co 10 de novembro da 1871.Conforme
Adolpho Lemenha Lias.
O io-pecfor de saude publica,
Dr. Pedro da Athay la Lobo Moacoao.
0
A o reapetavcl publico.
Atleodeodo, a extraordioaiia dMcaMeda
qoe 8 laura, para preparar se O fJ Maniu ln._,
que sobe i seeoa, df pors de "--------ji wiitno:
ensaos; e liem a -s.m pelos coocideravew BMibo-
ramelos faiins no theain. o que tem .canvtado
enyirmes di.-pendos; a lreccio resalveo fazer
om peqoeno augmento nos presos 4<* bHkttes.
nicamente Dan ,rppresanicds da ratafxU peca,
o qae em aa i* premiict aos ateaciar da arte'
dramtica, purm qoe cncorre bastan para fa-
cilitar os meos de dp*embara*a-4a 4na oerosos
compromissos que eonlranio pan proporcionar
especiadles condignos do apurado grwfc do itlai-
irado povo peroambe-ano, de quam a-p ra &.10-
tinnar a merecer a n Os bilhetes acham-se desde j no i>i-alro, pew
oreos segDiolet:
Caiuaroia de 4* ordem cora 5 entradas
Dato de 2' de n. 1 a 7 e de 14 a 20,
com 5 entradas
Dito de dita de n. 8 a 13 com 5 ditas
Caleira numerada
Platea
N. B.Rogase aos Srs. qoe eocdroroendaram
bilhetes, a boodado de inania-los bu da a antecedencia.
_________^^ PrineDiariias 1/4.
I
10*000
12*009
15*0(10
3*000
1*500
avisos martimos
Galera
portugupza
?.a(Je.
Nova Aiai-
E esperado al IS do Brrenle de Uio de Janei-
ro este veleiro navio, e recebe cirgapara o radi-
cado porto ns punnoa das qoe tera de demorar-
le aqu : a i-*ur c n, Miguel Jos Alvos, ra da
Cruz u. 19, ! andar.
Rio de Janeiro
A barca portuguesa Molla Ribrin, capilao Joo
Baptista da Lima, vai sabir nc di 25 do corrale
por ter j quasi todo o seu Cxrregamento engaja
do ; recebe anda ajguma carga imada :.lraU-e
com E. R. Raoeilo & C-, ra do Comraercio.oame-
ro 48.
Consulado de Portugal.
Goavidam-s/3 os credores do fallecido subdito
portugiez Aolouio Lu! Das a apresentarem nea-
te consulado, no .praso de oito diaa, as saas con-
taa para serera verificadas e pagas.
CIRCO ECUESTRE
COMPANHIA BRASILEIRA
Director c artista
Antonio Carlos do arrsu-v
Tem a honra de comraun!car ao Ilustrado pu-
blir/a da vUla da Ecad.a; que
SABBADO 18 do CORREXTE
dar o primeiro epeclacuio cora um escolhido e
variado programma.
Entrada geral para tolos 1*000.
Princioiar aa 7 horas da noite.
DOMINGO 19 DE NOVEMBRO
Segundo esnftdaf.nlu
U dil'tldr uen loda S MMij do gene"
Para o Para
Vai seguir com brovilade a escuna portugaeza
^louia, capilao Padro Aogu>to da Fmceca, anda
tem urna pequea praea para carga : tratase
xomE R. Ruello & C, ra do Cummerciu na-
raero 48.
Para Lisboa
Barr-a Aletmdre llncalano, capillo Avallar.
Bngu Brlta Figaeirense, cap lia i;,r :Jho Sobri-
nbo. Brigue Catete, capti > C<-ia. Bigue Sobe-
rano, capillo Bugigjrga. Todos e.-tes navios %>
er dentro era pouos da-, por ter mais de 2(3 do
carga, receoem anda .Iguma e pas-.\geiros : tra<
ta->e cora E. R. Rabello & C, ra do Coramercio
o. 48.
Para Lisboa
A barca poriogueza Saphira segu das, oor Ihe faltar aoena< c.rga para borrotar.
Taata-se na rna do Vinario n. 19. cooa. os consig-
natarios T. de Aqino Ponceca & C, snecessores,
ou com 1 rapuio Cunha.
Rio de Janeiro
Esiera-se a tolo o mom'iita o hr.
Isabel, o qual seguir eom bravidade
acuna, t"in p^rle da carga j engaj
caeln qu Ihe filia irat-se com os
Amonio Luiz da Oliveira Azavedo
B>rn J sus n, 07, 1* ; itir.
jiacimal
aara o p<-rlo
la: p;ra o
aaigoalaiio
d, ra do
ARaCa'f
roso
qmim
leeife, 28 de novembro de 1870. Paulino
Chaves.
E sendo as.-igoado o t<-rmo de nma audiencia
parao reo supplicalo salisfazer o despacho -upra,
e como nao o irvease feilo, fra o mesmo suppli-
eado laceado, cujo lancamento fi julgado pela
senteoca seguale:
Julgo por senteoca o lanamente foibas, par..
qua em direito produza os de*idos elfeilos, pagas
a: custas pelo lancad".
Recife, 24 de outubro de 1871.PauHno Rodr-
aa5 Fernaades Chave*.
Era cumprimento do mea despacho e do que foi
requerido pela supplicaote, o eserivio fez passar o
preseote, para qua chegando ao c nheeimeuto de
todoa, nioguem faca negocio com o tenenie-coro
nel Minoel Joaqojm do Reg Albuquerque, em
camprimeoto de um alvam por este juizo cnm*
dido para vender bens at a quantia- de 20:000*,
vi-10 ja ter o supplicalo vendido ben- moito su-
periores i quantia concedida pelo alvar.
E para que chegue ao conhecimento de todos
maodei passar o presente edilal que sera aflUao
oos lagares do costurae e publicado pelos juroaes
Dado e na3sado ne-ta Cidade do Recife de Per
narabnqo aos 15 de novembro de 1871.
Suhssrew e asslgno.0 eserivio interino, An-
tonio Mrlburges Saraiva Galvao.
0~~lk R'iM Co-iho da Sifr, jmx municiria: de
aosentes da cidade de Olioda e seu termo por
S. M. o Imperador, a quem Dos guarde ele.
Pag 1 saber aos que o presente edilal virem e
delle noticia tiverem, que por es Jaizo de aosea
tes se ha de arrematar por venda, em pra-;a pu-
blica, nodo o praso da lei, e a reqaerimento do
Dr. Manuel Joaquim de Miranda Lobo, curador do
ausente Francisco Joaqolm Pereira de Carvalho,
ama sorte de trras avaliada po 2:000*, com
167 bracas e 4 palmos da frente, aos maa< e ca-
Faco saber aos qne o presente edilal yrem, que p eirafcH-nitlodo-ia ao ul ce a estrada aoe
por parte de Otynpio (.anjalves Rosa, me foi di ,a de Santo Amaro, d'Agua-lria i Parahyba do
lo d.1 lhe;ir SeiruiQte Vnria *<-.im Umnal Ar^hmi.-v Ae nrro. ._..-__
paolico desta villa e seu termo.
THEATRO
GTMMSI9 DRAMTICO
Grand9 novidade
Qainta-feira 23 denovemb"o
Primeira represeniacao da mnito graciosa co-
media era 4 actos, ornada de msica a danea, a
quil foi exhibiaa no Rio de Janeiro, mais de du-
zeaias veze, iolilulada :
Parodia da opera bulla
orpheo \m \mm
para o indicado pono o novo e lindo hiaie nacio-
nal Olind i, da primeira viagem e da txcel'ente
onstroefio, por ter grand parlada cargo enga-
ja la, e par? o reto qoe Iha falla "trata-se era o
consignatario Joaquim J;>s Goncalves Beltrao
roa do C mmen-io n. S."
Lisboa e Porto
Para o* porins aci-ni deve segair mnito brau
a jalera portuguez Lisboa,
s.igeiros : a tratar com
Vilano n. 17.
recebe carga e pas-
Soares Primos a ra d
Para o Porto
Vai salir em pr.ucos
pira o resto da carga
o. 20.
das o brigue Relmpago
irata-se na ra do Apollo
LEILOES.
de
Actores.
De-Giovanni.
Penante.
O Iilm. Saj., in-pector d&.thesonraria provin
clal em cumprimento da ordam do Exm. Sr. yi^
e-presidente da provincia da 17 de agoga pro
zimo ftnJo maoda lazer fnblico qoe a mesma ihe-
jarana vendo 300 apolices da divida provincial
no valof.de 100* cada ama, veoeeado o juro de,
8 OfO o anuo pagos por semestre na segunda
quinzena dos mazes de jalha e Janeiro, e deven lo
ser re?gatadas na qurazena desta ultimo rm-z, ob
las permittirem os crditos .votados ann'aalraente
orecedendo aonuncios. Os pretendente* coaipa-
recam na mesma thesaararia no pra>o de 30 da
a contar da data desta E para constar se man'
.loa publicar o pfe-ente peb jornal.
Secretaria da ihiourana piUviucal da Pernam
rauco 5 de ontobro de 1871.
Conforme.Servinio de'offkial-maior,'
'__________. Laodal'no 1 Lona Freir
0 Dr. Seb.istij do llcgj ..nos da Lcci-
da, j' .le diraita especial do comaer-
cio d-sta cHade ) Ricife da pr-
nambuco por S. M*. a quero Deas guar-
de etc.
rgida a peticio di lhe;ir seguala :
lira. Sr. Dr. Juiz do direito do commercio.
Dt O yraoi) G .ogalves noa Alves de Lima, dorador da quantia de 2:760*730
rs. inportancia da ama letra de sea aceite sacca-
orte, C' m Miguel Arcbanjo.de Barros,aoaasoen-
te co trras qne perteneMaa. o teaeota Gon-
calves Bezerra Cavalcanl,. a pelo poenle. com ser-
ras do engenho Fragoso.
E para qae cbejue aa eontieeteaenlo de lodos
Personagens.
Thaden, vendedor de mel
abelhas.
Manoel Joio, eserivio do juiz
de paz. ( Na opera Aris-
leo.)
Macrobio de Souza, jniz de paz
da freguezia. (Na opera /
piter,)
Zeferino Babeca. barbairo da
freguezia. (Xa opera Orpheo.) Peregrino
Joio, idiota, quo foi imp-rador
do Divino Espirito Snto, era
creanca, feitor de Manoel
JlIo. (Na opera Jhon Slyx.) Tbomaz.
Constantino, compadre de Ma-
crobio. (Na opera Mercurio.) Florjado.
Um ioglez, ex-empregado da es-
traa de ferro. ( Na opera
ra Baccho)
Jos Nuno, pescador d'agoa do-
ce. (N)i opera Xeptuno. )
Antooio Marques, capnio refor-
mado. (Na opera Marte.)
Joaqaim Pregoica; ( Na opera
Morpheo)
Antonio Paquista. (Na opera
Hercules.)
Um pe lastra. (Na opera Opniao
publica.)
Qaioqnira das Macas. ( Na ope-
ra Cupido.)
Brgida, mulher deZaferioo (Na
opera Ewydice)
Anna, com a inania de apanhar
gambas, (Xa opera Diana.)
Eugracia de Souza, mulher de
Microbio, (Xa opera Juno.) D. Olympia.
Deo inda, irmaa de Macrobio.
(Na np ra Venus) D. Joaquina.
Mo^ss e moco; amigos da casa, moleqUMS, ne-
gras e criaocas. (Na opera Deuses e Deusas.)
Denomiuacao dos acM
1. acto.
O rapto de Brgida. (Na opera Aforf de Eu-
rydice.)
' 2. acto.
Audiencia em casa do juiz de paz. ( Na opera
-O Olimpo.-)
3. arto.
Um imperador da Divino Espirito Santo. (Can-
cSo Bachioa) O juiz de paz tranformado em gal-
lo. ( Na opera Um m da Becccia.)
4 acto.
NoWe de .8, Joio em casa de Manoel Joio. ( Na
opera O infernos.-)
A accio passa-se na roca, na provinoia do Rio
de Janeiro, em 18..
A msica, foi ensatada e inirumeolada a capri
cha pelo maestro Colas; devando-se, so s-'U re-
onbecido ralento e graodie8-.s e-forgos. ajudados
pela forea 4a fontade dos artigas, a boa exou:
cJo de iraporUnle trrtalbo vJeal, que a compa-
hia dramtica lem de exhibir.
No 4." acto toda a compaehia cantara e dansa-
ri o aftfiaat e arrebatador (ado brasitetro, dea-
miMdjo:
Silva.
Emiliano.
Pbiladelpho.
Ayrosa.
Paiva.
Braga.
Lyra.
D. Jesuioa.
D. Henriqueta.
LEIL10
DA
Armayao, fazeu las, ulaacilios commerciaes
da encadermei' Pari-iense da na do
Imperador n. 71, urna qtiarta parte da
- casa n. 'O ria roa do Curunel Sua>suaa
(aoliga Angula), ama litava paite da
casa n. 82 da ra do Marcilin Dias Canti-
ga ra Dircita) e i7:O2529 rs. em di-
vidas.
HOJE
0 agente M>r!in, farl leilo requerimonto do
I) . inventarianle dos h>-ns deixados pelo loado
Eracho .onstaniirao de P u'a Moniiro,e'por man-
dado do lllm. Sr. Dr. juiz de arpian, dos beas
acuna, perteoc nies ao espolio do dito finado.
A's II horas do da na mesma encaler.iarao
Parpne, roa do Imparador n. 71.
Lei ilo
DE
\liuil -za, perfumaras, tueias e ootros mu-
tus artigos, tudo para ftchar cuotas.
flja.
Mello Lobo d C., fara leilio por intervengo do
agenta Pestaoa, de om compie'o sorlirneuto de
miud^zas, farragens e maitos oolros ailigos, qoa
nao possivel aqu eouuraera-los, no dia acirnn
lito em >eu armazem >ua do B m Js.-us o. 6;t.
as 10 horas da tnarhia em ponto.
e Iou? i
nirio, 2 ditas de bracos, .
pedra marraore, 2 ditos de mog.no tambera
pedra, 1 secreta'ta
Movis
Sendo 1 mobilia de faia com 12 cadeiras da gnar-
l sof, 2 consollos coa.
Cu III
de amareo, 1 roe- para
escrlpiorir, I relogio de cima de mesa, 2 ser-
pentinas para gai. 1 caudieiro de dit-a, 1 maia
ela-licacorn 7 Uboa, 2 coosolloi de {..caranda
cora fiedra, appa radares, 1 quarliohei a de
amareo, 1 cabme de dito, o cadeiras da Jaca-
randa, 4 dia* de pao d'Oleo, 1 lavatorio de
aroarello, 1 b-reo pira manioo, 1 marqueza de
'amareo, l lavau rio cora espalbo, 1 sof gr:ia-
dn de Jacaranda, 1 dito perjueno, vinho Bar-
deaux e do PortA mesa da coeiuba, 2 eadeiras
dabalaog ; camas de valo, Ion
callees, garrafas, copos, ra. bandejas e o,iros mnitos obj< oda
ama familia - a relirou desta provincia
TERQX-FKIRA 21 DO CRRENTE.
O ageote Martms ,fari leilo, autorisado por
urna familia que se retirara o*ra fra da provincia,
da ledos os movis, lou?* e viohos existentes ao
! indar do sobrado
N. 67 da ra Aagnsta, hele Coronel buasaaa
10 horas do dia cima.
i..
-
]
1 Mwtl
m


0iar d Fernambuc Segunda eira 20 de Novembro da i 871
I
DE
Moris, louca e crystaes
ASABER:
lia excellente piano novo e (oite, 1 mobiiia oe
Ucarandi eom 1 sof, 1 jardineira, 2 coosollo,
iSeiras de braco, 2 ditas de balance e
Je guarnicio, jarros para flore, 2 esearraaei
l.ne.Wstiea. 1 auarda-lonc, ^PP"8^'
M cadeira, appareL par. jaolar .to para
cha, i jarro, qoartiob, copo, eal ees, i
la, I lavatorio com pedra e espelho,
marquezas, i commoda e manos
tos em mu bom estado
Terca feira 21 do corrente.
NA RA DO HOSPICIO CASA N. 46.
O agente Pinto, levar .i leillo por conta e or-
dem deW familia que e reUra desta proYinc a
M aovis e mais objeetos cima mencionados, qae
rio transportad >s para a casa da roa do Hospi-
cio o. 46, aonde e effectuar o leilao no du ci-
ma dito, o qoal ter principio s iO horas._____
FUS VEGETIS C&TCHABTUS
DO
i '
T
camas,
outros objec-
LEI
e colhere
de um faqneiro contendo facas, garios
ieprata
Terc>feira 21 do correDte
Por intervtncio do agente Pinto, na sa da ra
do Hospicio n. 46.________________________
LEILAO
Q .artafeira
M do corrente, as II hora da manba, na agen
ia da roa do Bom Jess n. 13 (outr ora da Cruz),
indo ser vendido ao correr do "hiartello.
Mobilias de Jacaranda, sofes de amareUo, cadei
ras de gnarnico de dito, cadeira para menina
46 eseola, carteira para escriptono, um rico
tuorda-touca, ei-pelhr ricos para sala, louca e
"idros, o rauitos O' tros art gos. Na mesma occa
siao vender urna grande porcao de joia, como
seiam, annei de ouro ^multado*, com peora e
sem ella, alflnete para grvala, botdes para peito
le camisa, rosetas, relogios de ouro c prata, voltas
de ouro com cassoleta.
Catlos da Silva Aiaujo fara o leilao cima no
da e bora marcado".______________________
Leio
DE
Carvao para vapor.
A' porla da A9ocia;o Commercial, l hora da
larde do da 22 d) correle mez o agenta Peca-
na, vender por conta de quera pertencer, 200 I
rieladas de carvao, entregar no porio da cidade
no Naial provincia do Rio Grande do Norte. O car-
vio esta desembarcado e dfpoltido margem do
porto junto ao trapix-*, e ser vendido no dia aci
roa quarta-feira 22 do crrente, i hora da tarde
na porta d* Assoeiaco C"mmercial._________
DE
Portas almoladaoas e cabos de linho.
No dia 23 do correte mcz, i hora da tarde
no trap'Xe D .nas, o ageute Pestaa, vender por
eonia de quem perteucer, 80 portas de pinho al-
miftdadas e cerca de 121 arroba* de cabo de li-
nho mado, e sero vendidos no da e hora a
ditos, no trapixe Dantas, ces da Companhia
D'iibuiana. _________
No-hanecessidade-mais
reral em todos os paizes
do que a de um purgante
que seja ao mesmo lempo
innocente, efficaz e digno
da toda a confianca.
As pillas que ora ofere-
cemos ao publico preen-
chem estas condicoes; pois
podem ser tomadas pelas
pessoas mais tracas sem
perigo algara, d2o tendo
iem soa composigao mer-
curio nem outro ingredien-
te nocivo satide, mas
sendo composto de agentes vegetaes mu
fortes, sao bastante efficientes e activos
para purificar os corpos mais robustos.
Qaantos sao os'males que, se no sen
principio fossem combalidos enrgicamente
com um simples purgativo, nao seriam de
ama vez vencidos ? Grande numero das
molestias qae estamos sujeto s se d^ve a
am estado sajo e irregular do estomago,
R. AYER
que podemos recommendar ao publico aSo*
as PILULAS DE AYER que explorara e pu-
rifican! toda a extensao do canal alimenti-
cio, dio vigor a todas as partes do orga-
nismo, corrigindo soa accao ociada e fa-
zendo recuperar sua vilalidade. E' um re-
medio ineslimavel .contra dr de cabeco
nervosa, enxaqueca, priso do vetare, he-
morrhoidas, molestias do figado, febre gas-
tro heptica, e todas as molestias biliosas
que teem sua origetn no entorpecimento do
figado que causa a escassez da bilis na in-
flammacao deste orgao que produz den a-
mamento da bilis no estomago ou em um
desarranjo geral dos org3os digestivos.
A ICTERICIA produzida pela ab*orp-
53o da bilis no sangue, dando pelle|e eos
olbos urna cor amarellenta; n3 > e aomeote
dolorosa por si, porm condu aos mais se-
rios sorimentos. Para cura la toma-se e
urna a cinco pilulas todas as naanhSas, feto
bastante para mover o ventre suavemente
at que se recupere a acclo s3a do sys-
tema.
A dyspesialoa indigestao, tem sido mu-
tas vezes curada com estas pilulas, que nlo
duvidamos em dizer que soberano reme-
dio para este incommodo. Emquanto o
vermes, vejam o que diz o Medical Expo
sitor de Nova-York: as pillas' do Dr
Ayer temos acbado um dos melbore* reme-
dios para os vermes, bichas e lombrigas >.
N3o podemos ennumerar aqai todos os ca-
sos em que sao vantajosas estas pilulas,
tantas sao as molestias que se podem com-
bater com o emprego de um bom purga-
o como sao ellas.
Em falta de appetite, s3o excellentes;
coo digestido para a comida, nao ha cousa
mellior. No se tem poupado trabalbo
nem despeza Dar levar estas pillas a um
grao de perfeicS tal, que nada deixa a
desejar; s3o o resultado de anuos de esta-
dos laboriosos e constantes. Para alcnce-
lo las as vanlaeens que resaltara de uso de
catrticos, tem-se conminado somente as
virtudes curativas das ^Untas que s3o em-
pregadas na confecc3o "das pilulas. Soa
composic3o tal, que as enfermidades que
estao ao alcance de sua acc3o, raras vezes
podem resist-las ou evad las.
Casas no Popo da
Panella.
ALUGA-SE
Por 6001000.
Urna excellente casa na ra do Rio n. 35,a-
quelle povoado com daa salas, ^reJ>W
cozinha, coxeira, quarto para creados, estribarla
e mai duas meias-agua separadas.
Aluga-se
Por 300*000.
Oulra casa ao p da mesma n. 33, com dnaa
salas, tres quartcs, estribara, bom quinta todo
murado, grande copiar ao lado, etc.. i tratar
eom o ccmmendador Taaso._________________
na loja do Bom
O abalxo asaignado roga a tolos seas rregoe-
ics que s acham devendo importancia de faten-
das m sen estabeleeimento alto ra da Inspera-
trix n. I, terem a bondade de vir oo mandar -
tifawr seo debito al 30 de detembro prximo
futuro, aflm de nio se ver obrigado, contra a ina
bondade, lancar mi do meio que a le Ine cqd.-
cede. Recife ! de novembro de 1871.
Ioio Luii Ferreira Ribeiro.____
Preeisa-se de cosiureiras
Pastor, ra da Imneratru n. 3.
M0F1NA
Precisase alugar urna esclava para coit-
obar e faier o mais servi?3 de casa : a tratar na
ra do i'respo n. 7. _________________,'
Mudanpa.
Sgado ou ventre.
hor purgativo qoe conhecemos e
Vende-se em todas as pharm*ucias e drogara^ do imperio^
W. R. Castels & c-
Agentes geraes.
ltoa-e ao Illm. Sr. Ignacio V^lra de Mello,
irivo na cidade doNaxareih deatt provuMJV
favor de vir a ra do Imperador n. 8 a conclu!
uraelle negocio qne V. S. se comprometten rea-
*ar, pela tercelra chamada deste jornal, em fin
le deaembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a feverero e abriL a nada cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dltc
8m : pois V. S. se deve lembrar aue este negocK
de mais de oito annos, e quando o aenbor s
flho ge acbava no es nesta cidade____________
Aluga se
o segundo andar do sobrado da ra Nova n. 38 :
a tratar na luja. _______^_________________
Precisase alugar urna cosinheira escrava.
"para casa de familia ; a tratar na ra Nova n. o
! andar. ______._______
.<-
Per-
LEILAO
Pernambuc) Sheet Rinay
Company,
A linba de Afogados abre-se boje ao
publico.
Os carros sauem da esiacao, ra do Brom.
Desde as 3 al as 7 horas da mantisa, de mola
em meia bora.
a* 7 at as 9, de 15 em 15 minutos.
<( as 9 at as 3 horas da Urde, de meia em
meia hora,
t as 3 at as 6 horas, de 15 em 15 mioutos.
c as 6 at as 11-15 da noite, de meia em
meia hora.
Na volta, parteo primeiro carro ai 5-24 horas
da manha, continuando como cima at a
12 horas da noite.
Os carros desta lioha levarao as extremidades
o letreiro AfogadossobrefundoVERDEe do
noite terio Iuie9 da mesraa.cr.
Recife 20 de novembro de 1871.
O gerente,
Bernardo Wbitmon.______
"17HT
Alnga-se o 2 andar da ra do Padre Floriano
com 3 quartjs, 2 salas e cozioha fra, muilo fres-
co : a iraiar aa ra larga do Rns.irio o. 22.
Alaga se um escravo de meia idade, bom
carroceiro e feitor de sitio : tratase na roa do
Imperador n. 41. _____________.
Monteiro
Do dia 10 do corrente em diante estar mudado
para a ra do Imperador n. 48, i* andar, o gabi-
nete de cirurgia dentaria de P. Haia, o qual dessa
data era dlante ser abi encontrado todos os das
a qualquer hora. O mesmo, como at aqai, con-
tina a prestar-se a chamados.
8HttlMHffiKMftKI
ADVOCACIA.
O Dr. Manuel do Nascimento Machado
Portella contina a advogar e pode ser
proeorado no seu escriplorio ra do Im-
:.*..*-*.
INOTaS
Trca-se notas do banco do Brasil e de suas
Qliaes na ra do Baro da Victoria n. 63, Dtiga
ra Nova, loja de Joao Joaqnim da Costa Lelte.
Aloga-se o andar terreo da casa n. 41, ra
do Rangel, propria para algum estabeleeimento,
assim como orna escrava : tratar na loja n. 2,
ra do Queimado._________________.
Alnga-se ama casa na pbvoacao do Monteiro: a
tratr na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo logar____________________
festa.
DE
movis, louq;, e vidros, cons-
\ tando de
1 piano, 1 b-va mobilia de jacar:.od, 1 berco de
jacaraud, 1 icama franceza, 1 di:a para menino,
1 aiarjuc?> 1 mesa elstica, 1 guarda comida
* *C ^j.^^ r.,.' i..n.-'. o?rq cha a ianar.
senos, eali garrafas, c.anaieiros, vasos para
llores, e inuitos uuiros ohjecios existentes no pri
meiro andar do sobradu da ra do Vigario n. 5.
Sexta-feira 24 do corrente.
Por inlervencao do agente Pinto.
O leilao principiar as 10 horas em ponto.
fara iWIUk
Aluga-se urna excellente casa na Boaviagem
-nuitc fresca e com commodos para grande fami-
lia : tratar ra larga do Rosario n. 34______
Prieisa-se de urna ama
para ca-a de pouca fa-
milia e que saiba cozi-
nhar : tratar na roa
do Duque de Caxia?. ou-;
. .- o---------, .ti..* -:
A THUIU BE
E 0 PROGBESSO
SALDES DE CABELLEIHEIRO ^
BA BO 111QUJE fi*B CAX1AS W* O
' E
Pimeiro de Ma^o n. 7 A prim.ro andar.
DpLSUC, cabelleireiro de Paris, parti;p* aos seas innmeros fregtiezes e ao pu
Mico enf geral. que acaba do contratar peritos offioiaes francezes para todas as especH-
1 dades; sendo uestes doos estibelecimentos cima onde o respeitavel publico poder
' encontrar a delicadeza e ligeireza que neste genero de trabaiho tanto se exige em Pa-
DELSUC Dada tem poupado para que o publico- desta cidade une Unto lbci tem pro-
digalisado a sua benevolencia, contioue a freqrt^ntar ossens S.\L0KS MODELO, cando
certo o me6mopobico que nelles encontrar agrado e perfeico
Empregados dos saloes
12 officiaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos."
3 ditos para o posii?p.
Del uc para openteado do bello seo.
Os de Campo
Alnga-se por 3 annos nma grande casa di cam
po do poco da Panella. em que resida o Sr. W.
Rawlinsoo, na qual dever ter lugar qumta-feira
16 do corrente um grande leilao-de movis, louca,
cbrystaes, carros e cavallos. 03 pretendontes po-
derlo desde se entenderem com o agente de
leiloes F J. Pinto, ra d Cruz n. 38.________
Precisa-se oe um criado
tratar na roa Nova, loja n. 7.
para um sitio : a
ALUGA-SE
na cidade de Olinda, ra de S. Pedro Apos-
tlo, duas casas terreas ns. 13 e 14 : a
tratar no Recife, roa da Cadeiavelha, ar-
mazetn de fazendas o. 62. _______
Naruado H ispicio n. 39 pree$a-e de uro
ama nerfeila eogommadeira. para casa de ponca
lamilla.__________________________
m m m Precisa-se de urna ama para todo
im. 'MU rk. servico de nma casa de duas pes-
soas, prefere-se escrava : a tratar na raa do Ale-
crim n. 12._____________________
Precisarse de urna ama para pequea fami-
lia e que compre e cozinhe : na ra do Padre
Floriano n. 7, sobrado.____________
Precisa-se de iOOj a juros, pas'ando-se por
quem quizer
garanda urna letra :
da, ra do AmParo o.
di
13.
irija-96 Olin-
Precisa-se de urna ama que
^\ ^Mk\%^\ cozinhe e engomme, para ca-
^^5 ^PC ^sV sa de familia : a tratar na
ra do Queimado n. id, loja de ferragens.
Faz-se negocio
Com a antiga e bem afreguezoda loja de calca-
do francez roa da Imaertnz n. 10, livre e des
sembaracada de qualquer cnus ; Taz-se negocio
a diuheiro en apraso conforme se convencionar ;
sendo um bom negocio para quem quizer conti-
nuar, e s 9e vende por ter o dono de se retirar
para a Europa tratar de sua 9ande._________
LEILAO
ia a tratar a mi '';
AMA
33, primeiro andar.

m

DA
par'.e da^caa ds arcos, i-.> terreno ineulto, na estrada do Arraial, em que
se arha actualmente servindo de matadouro.
Sextj-feira 24 do corrente.
A'S ti HORAS
O agente Pinto far leilao por mandado de Illm.
Sr. Dr. juiz de orphaos e requerimento de Sera-
pi-j de Mello Carneiro, curador do de Jos J >aquim llibeiro, da casa e terreno cima
mencionados, (partes-) perteucentes ao mesmo Sr.
Rifceiro. O Itiiio ser effecluido no 1* andar do
5ohra jt da ra do Vigario n 5.
Leilao
ALUGA-SE.
Duas casas terreas na Ladeira da Misericordia
e na ra de MailiiasFerreira em Olindd, perto dos
banhos, e primeira com 5 qprlus, 3 sallas, cos-
oha tora e bom quintal, cora terraco adiaute e
atraz, muito fresca, e urna vista anteiramenle agra-
lavel unto pela freote como pela parte de detraz,
e a segunda coro dnas slas, 4 quartos, o quintal
cercado : tratar na roa do Cabug n. 16, f
andar. ________
-ve*
m
\M

MACHINAS
PARA DESlMUCiR AlfiOMfl
De 10 a 40 serras.
VAPOR ;
para mover as machinas.


Mugare
o segundo andar e sota da casa n. 49 da ra do
Imperador, com rauitos commodos :
ra do Baro da Victoria
Tendo vindo de Antuerpia o navio norle-aile-
roo Ztvai Gebruder a nossa censigna^ao, e tendo
diversas marcas abati mencionadas a ordem,
pedimos a quem se achar com direito dita mer-
cadura vir nos9 casa para podermos tirar o
competente frete. Marca II & G 724|16-732|33-
701 C"|35-triangulo C T Jt C 1|17 M FF, Per-
narobuco, 44|53.________________________,
Precisa-se alugar urna ama forra : na ra
do Cabup n. 2 B. x~n
0O0 00 0*00*
Q Medito operador e par- $
X tetro. m
** Dr. Francisco Jacintho Pereira da Mot- S
0 la, a qualquer bou do dia ou da noite M
n. 5. 1 andar, praca do Conde d'Ea, ~M
^ outr'ora da Boa-Vista. ^
& CONSULTA* GrtATIS AOS POBRES.
000900^000 000*
a tratar na
outr'ora Nova) n. 22.
as
ase
ATTENCAO
Precisa-se de ama ama para comprar e
jozinhar para casa de "urna familia composta
de duas pessoas : nesta typographia se
dir.__________________
lttenQo
Roga-se o especial obsequio do Sr. lose Luir d
Sooza, conferente do consulado provmcial. de vir
ou mandar a ra do Rarao da Viciara n. ,"il. a
negocio de sen mleresse._________________
:f*
E.M CASA DOS IMPORTADOUESlRoa
Siiaw Hawkes C I
do Bjm-Jpsos
outr'ora Cruz.
f
y. Precisa-se do uu-a ama que coslnhe e compre:
na ra de Hortas sobrado n. lo. Se agradar, pa-
ga-se bem.
la parte da casa torrea da ra de Santa Cejilia
r. i), peru-ncente aos herdeiros ausentes do fal-
i Praoeiseo Jos de Freitas Guimares.
Se*ta-feira 24 do corrente.
A'S 11 HORAS
No { andar do sobrado da ra do Vigario n. 5,
pir int'Tvenro do agente Pinto e por autorisago
ti natal de 'orlugal.

Leilao
da parte da casa torrea da ra de Santa Cecilia n.
41, uertencente a D. Emilia Eleoteria das Chagas
Fruta?.
Sexta-feira 24 do corrente.
A's 11 boras.
Na 1* ap lar do sobrado da ra do Vigario n. ,
i agente Piolo levar a leilao por mandado do
Jim. Sr. Dr. juiz de orphaos, em virtude do re-
ijaerimento do curador da demente D. Emilia E.
das Chagas Freitas a parte que possue a.mesma
senhora na casa terrea da ra de Santa Cecilia n.
3, no Jia e hora cima mencionado.-------
ADVOGADO
Dr. Joaqoim Correa de Araujo
67Rca do Imperador67
%
Deseja-.-e alugar uiua casa com bons com-
modos e com bora quintal na fr^guezia da Boa-
Vista, preferindo-se Soledade, Camioho Novo, Mon
dego ou nesta proximidad: : a tralar na ra da
Cadeiado Racife armazem n. 1.______________
Aluga se urna preta para lavar e engommar: j
a fallar no armazem n. 22, ra do Commercio.
jmE\cM
Precisa-se alugar urna ama
escrava para comprar e co-
zinhar : a iratar na ra di
Imperador n. 44, 2 andar.______________
%!^
Urna parda de 40 annos, que sabe coztr, la
vr, tngommar e coznhar, deseja achar uma pes
soa que he empreste a quanli de 500$ rs. a
qaal se iujeitt a pagar com servidos conforme
traiar : quem quizer annuncie.__________
Na ra eslreita de Rosario n. 33, primeiro in-
dar, faz-se bollo para casamento,, bailes e pre-
sentes, bandejas rmalas om todo gosto com
bouquete e Blas bordadas com letreiros e com
ligaras ; faz-se bouqoets para eneites de bollos
e para ofTertas do cravos naturaes com taco de fi-
ta bordada a vidro e bouquets de flores ariitkiaes
sendo de cera, de papel e de panno cora todo
gosto. flores para senhoras e para menina?,
capellas e enfeites para cabeca, flores para igre-
jas, sendo fesioes, palmas roxa, arcos, capeljas
e palmas para imagens, capellas para pasteras,
com lodo gosto, todo por barato preco, buuquet
para pastoras e coras, 'nio com gosto._______
Retrato* femgMH^s
linun irupAjdp : a 100 pessoas, a precos
mui redu?idos e fornece-se o" numero ne expo.pfa-
res que se pedir; ni ra do Csbug n. 18. Photogra-
phia Imperial. No mesmo estabeleeimento se en-
centran) espocmens de grupos de 5 140 pessoas.
Os inblbos de.-ta photographia sao bem conheci-
dos e apreciados do publico dpst.i cid^rte._______
Frecisa-se de um cixeiro de 14 a 16 annos,
que tenha pratica de taberna: na ra le S. Josa
numero 2.
DE
BLoveio e predios
ASVBER :
I -ufa, 1 mesa, 2 consolas, 6 cadeira de jaea-
raw in, 1 espelho, 1 relrgio de mesa, 1 dito de
ai^tieira, 1 landieiro, 1 mes, 1 marqueza, e
i.rtomi.
t casa terrea na ra do Jardira n. 9, cito quin-
tal - oacimba, edilicada ea chaos proprios.
1 diu na ra de Santa Cecilia o. 43, edificada
em salo foreiro.
Sexta-feira 24 de novembro
A'S 11 HORAS
<) agento Pinto far leilao requerimento do
iestameateiro e iveotariinte dos en deixado-
por Francisco Jo> de Freitas Guimares, e por
manda lo do Illm. Sr. Dr. juiz de orphao dos beo*
acuu mencionados, os quat-s soro vendidas as
! l li iras do da cima dito, no 1 andar do sobra-
4) da ra do Vigario 0.3.
VISOS DIVERSOS
iWefece-se ama roulher de boa conducta
|jra rvico externo, prefere-se casa de hjmem
to : a iraur na roa da Guia o. 53, loja. '
Precisa-se
Ae uma casa om bons commodos, no balrro da
Hii-Vw.j, ou um aitio perto desta praca : na raa
.C-piftanbe o. 31.
Attenpo
Na Oii.de, principio do Caoinho Novo, jauto
> urbjQM U Apipnco. ca
p. 40, te precisa alagar ama etenva que nio ts-
Sociedade Emanci-
padora
De ordem do presidente da direccao o Illm.
Sr. Jos Matheus Ferreira, convido todo o mera-
bros da admin horas da noute no Club Rernambucano.
Recife 14 de navembro de 1871.
Ferreira Jacobina,
Io secretario.
Precisa-se de uma ama para casa de fa-
milia : na ra do Arago d. W, fabri-
ca de charutos.
AMA
AlkU
Precia se de uma ama para cozinbar
na ra do Camarao n. 13.
Pra-
Marh Margarida dos
zeres.
Gabriel Antonio (ausente), Josepha Maa dos
Prazeras e Silva, teoente-coronel Joio Antonio Al-
ves da Silva, apiles Jos Joaquim .-Vives da Sil-
va, Joaquun El virio ANes da Silva. Antonio Ger-
mano Alves a Silva, Jo> enrique da Silva, Joo
Heorique da Silva, Joaquim Hennque da Silva,
Dr. Jos ie Mendonca du Reg Barros, Miguel Jos
Barbosa Guimares, Ricardo de Freitas Ribeiro,
Joo Antonio Alves da Si Ira, Orestes Aives da Sil
va, Urcessino Alves da Silva, Jos Joaquim Alves
da Silva, Jos de Mendinca do Rg<> Barros, Maria
de Mondn; do Rege Barros, Rita Margarida dos
Prazeree Gairairie?, Heoriqaeta Mara dos Passos
Guimares, Josepha Mana dos Prazeras Cezar Ri-
beiro, Claudina Praneisca da Silva, Auna Adelina
Bamos da Silva, Francisca Caro ina L ipes da Sil-
va, marido, mii, fllhos, georos, aoraa, netos, ir-
mos e cunbadas da finada Mara Margarida dos
Prazere, palera a todos os da mai prenles 0
pessoas de sua amizad e da fallecida, para assis-
lirara aa mise do stimo dia, que se Iho manda
dizer as 7 oras em ponto na igreia da ordem ler-
edra do Carino deta cilale no dia 21 do corren-
te, e pelo qu desde j agradecem a lodos aquelles aaandarem oa virara ao eecriptorw deste
qne aagi*nrn a ene acto de religrao e caniade. t oegoeie
Ra Duque de Caxias u; 82
(ANTGA DO QUEIMADO)
Faria & Gomes, estabelecMos rua uUque de Caxias n
82, pretendendo realisar a mudanqa de seu ehtabeleciraeoto
paraa.ruadoLUramento n. 20, at 31 de dezembro do corra-
te anuo, resolvem fazer uma liquidaqao geral dasfizeudas exis-
tentes em seu citado estabeleeimento, expondo-as desde hoje i
concorrencia publica, mediante preqos os mais resumidos pos-
siveis.
Fazer a descripqao minuciosa dos valrese qualidades de
todas as fazendas que existem no estabeleeimento, sobre ser fas-
tidioso seria enfddonho, por isso,pedem osannunciantesatodos
quantos estivertm a carencia de fazendas boas, bonitas e ba-
ratas, o favor de apparecerem em sua loja rua Duque de Ca-
xias n. 82, na intenqo de comprarem qualquer fazenda por
metade de seus primitivos valores, e na religiosa certeza de que
serao bem servidos, apezai de nao serem aqui annuciadas em
esty.p seductor-e fa. to as vantagens que desta liquidaqo deverao
rtsuUar, no interesse de todos quantos qu2erem comprar, por
pouco dinheiro, boas e excellentes fazendas.
RUA DUQUEJE CmUS H. 82
Grande hotel central.
Manee! Garrido scienica a seu> amigos e bons
fregurzes, qne tenda se associado a seu jrmao
Francisco, actualmeute em viagem para o Hlo oa
Prau, e sendo o nico gerente do es a be lea raen
to. Ibes offerecem commoda hoipeiagem. boa
mesa, frescos banhos, e todo quauto ha de con-
fortavel : na rua larga do Ros.rio as. 35 e 7,
de fronte da igreja.
Para passar a festa.
Aloga-se por preco coramodo, a casa do Barba-
Iho a margem do rio, e defronte da povoacao do
Monteiro, tem commodos para duas familias, bom
banho, slo muito grande e coqneiros para ti-
rar-se palhas para uoi grande banheiro : iratar
qn rua Augqjia n. 6V____________________
O* administradores da massa fallida de Costa
& Castro tendo de cumprir o que determina o nn.
859 do cdigo commercial convidara acs Srs. cre-
dors Ja massa a exhibirem os seus tilulos res-
pectivos m praso de oito.dias contados desta da-
ta, devaodo ditos ttulos serera entregues no es-
criplorio de araeiro & Nogueira, na rua do Bom
lnus n. 49, ou no de Lradem, Wldmann & C, no
largo do Corpo Santo n. 13.
Recife, 12 de novembro de 1871.____________
CAIXEIKO "
Precisa-se de um que tenha algnma pratica :
na rua larga do Rosarlo n. 89, hotel._________
O Srs. abiixo declarados sao
rogad a
Diario
'reei3-*e de niii caiXeno csnl pfajlica (1
tab-m : ns ru 4o Bario de 8. Borjl*.
Joan Francisca 3ibeir
egio de Santo Amare
Pro."i?o Jos Habel
ina, (dono do f el-
Novas machinas
ilboz,
bol-
americanas para cazear. fazer
dados e costuras. -
Esta nova machina de nma sirapiieidade extre-
ma, faz por nma maoeira perfeita todos os gene-
ros de trabalbo das machinas conbecidas a boj-,
anda mais caza, faz llhoz, bordados e franzidos,
eom nma regnlandade e presteza maravilbosa.
isto que tem valido nm uccesso rpido e conii-
noao no Ettadds-Unido, garante-se salisfacao
e economa, o pre s sao razoaveis para todo o
mondo : os lenbores commerciantes o cenvida
dos a viren examioar do hotel do Universo, se-
gando andar, qnarlo n. 6. eom H. Roulher.
Precita se De uma ama para ponca familia :
oa roa 4a Ro4a n, 16.
Constando ao abaixo assigoado que um seu
mulatioho de nome Antonio, ausente de sua casa
ha 22 da*, procura empregar se como criado,
roga s pessoas a quem elle offerecer-se o obse-
quio de o mandar recolher Detencio, rosponsa-
bilisanio-se por qualqoar despeza que pos.'am
fazer. Recife 16 de novembro de 1871.
Luiz de M iraes Gomes Ferreira.
Os abiixo assignados fazem sciente ao res-
peitavel publico e com especialidado ao rpeita-
vel corpo do commercio, que nesta daia diasolve-
ram amigavelmente a sociedade que iraham na ta-
berna cita no largo do Carmo n. 13, a qual gira va
debaixo.da Arma social de Joo Goncalve* Ferrei-
ra & C, Qcando a cargo~do socio Ju> Gongalves
Ferreira, lodo o activo o passivo do dito esUbeje-
cimento.
Reeifd 10 do novembro de 1871*
Jos da Silva Reg Braga.
Joo Goncalves Ferreira.
Attenpo
De ord-?m da administracio da Sociedade Bman
cipadora convido tolos os socio< para renoio ge
ral, que ter lupar no dia 15 do corrente u II
hora no Club Pernarabucaoo, na qual lera In-
ga/ a leituravd > reaiorio, e eleijo da nova ad-
ministradlo, pelo que instamos e rogamos a todo
os socios se dignem comparecer.
Rejife, Iti de novembro de 1871.
Ferreira Jocobina,
Io secretario.
ESTRADA DO POMBAL
Aloga-se uma ptima casa cora duas salas, tres
quartos, coziaha fra, caiada e pintada de novo,
com eslribanainara qnalro cavallos, com bom ter-
reno cercado e excellente para plantacoe, diver-
sas fruteiras, cacimba, banheiro etc. etc. ; torna-
se recommendavel por ser perto da cidade : tra-
ta-se no Bazar da moda roa do Baro da Vic
toria o. 60 com Jos "de Souza Soares._______
Precisase de uma
do Imperador n. 57, !
da ponie.7 de setembro.
eogommadeira : 'na rua
andar, entrada pelo lado
Na rna Nova n 40. i" andar, ha para alugar
se uma escrava com bastante pratica de arca de
casa de familia!
CLUB DO .MITO
No segninte mez de dezembro principia fnne
cionar o dito Club, as pessoas que quizerem to-
mar assignaturas por 3 mezes de dezembro a fe-
vreiro, pagaro 301000 adiaotados para o qne se
enteoderao eom o abaixo assigo>do.
Recife, 18 de novembro de 1871.
P. I. Lay'me.
V, PALHARES
O adeus da escravido
POEMETO
Assignase na Livrari Francea
exmplr. ^^_________.
UOOO o
4H4SSUHIB
m bom amassador que saiba cor-
lar boiarha*. Pr uma padaria em Natal, cap-
2' do K5Sraade do Norte : na rua do Mrquez
de Olind P- 40, 1 andar._______.
PtCka-.-e de uma.ama para ca
AUMJm. u de ponca familia : n rua Di-
rii> a 88. 1 andar.
Uma senhora viuva capaz com todas as liabili
dales necessanas#olTtrece-se para tomar o cargo
inteiro de. uma casa de hornera solteiro ou viuvo,
sendo fra da praca melhor ser-; prefere-se casa
estraogeira : quera a pretender dirijs-se a roa
estreita do Rosario, seguudo andar n 38, a tratar.
Cozuha
No hotel da rua Urga do Rosario n. 29. precisa-
> de um ajudaute de cozioha : paga se bem.
". Catxeiro
Precisase de um que tenha pratica de taberna:
na rna dos Pescadores n. 1, padaria.__________
lili Precisa se de urna ama para lavar e
AJILA'engommar : na rua Dnqoe de C
n. 50,
Precisa se de nma
engommar : na rua
! andar.
Hospital PortugHez de BeneOccn-
ca em Pernanibuco.
De conformidade com o que dispoe a primeira
parte do artigo 48 dos astatutos, sao convidados os
socios effectivos a reunirem-*e em assemblea geral
no domingo 3 de dezembro prximo, ao meio da,
na secretaria deste hospital, com o ax de ser
eleila a junta administrativa e a commissao de
cootas que tem de fnnecionar no prximo anno de
1872
Hospial Pdrioguez de Beneficencia em Pernam-
buco 16 de novembro de 1871.
Luiz Dnprat.
Secretario.
Amostras
Pede-se a.quem por esqnecimento deixon de
entregar um livro de amostras da loja do Meren-
ri >, por favor o mandem levar na dita lja do
Mercurio'o. 86, a raa da Imperafiz n. 8^ qne
se Ihe ficar agradecido por tal favor ; assim co-
mo, oa mesma loja ha para vender na completo
gortimento de botina franceza para boaem, e
ootros muito obj'cio de gosto. _________
Prccisa-ie de nma ama que e gomme
e cozinhe eom perfeicio : a tratar na
Crespo b. 10.
AMA
rna d>
Uelin'iro
Vende-s-6 om .'eiiodro inglex bom, por cornac-
do preco: nn rua do Pescadores o. 1.

X

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Z>iarjo de Fernamima Segunda fera 20 de No\euibro de 1871.
D. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDICO
5* RIJA DO IUUYI 53
PASSARDO 0 CHAFARIZ
Pede aos enhores de engenho e ontros agricultores, e empregadores de ma-
rinismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimentc
completo que ahi tem; pois sendo tudo muito mais barato em preco do qae jamis te-
ana vendido, est ainda superior em qnalidade e fortidSo; o qae com a inspeccao pea-
od pode-se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENCO A NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
VftTIfirPQ O rnrlae rl'omio dos mais modernos systema3 e ere
opui OO O ruildS U UgUd. Umanbos convenientes para as di-
versas circnmstancias dos senhores proprietarios e para descarocar algodo.
HOGlld&S d.6 Ci&llllfi de-todOS 0S tamanhos' as me'bres Qe aqui
aOtlaS dentadas par, animaos, agua e vapor.
Tazas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
ijOmOaS de patente, garantidas.
i odas as machinas e pecas de que se wsloma precsar.
Faz qualquer concert de machn8mo, a preCo mni resumido.
FormaS dG ffilTO tem as me"10res e mais oaratas existentes no mer-
C 3 UO
TCnPftTTlTT10rirac._Incanibe'se de mandar vir qualquer machinismo vonta
fiuwuiuieuui de d08 cienteSj enibrando-lbes a viotegem de fazerem
anas compras por intermedio de pessoa entendida, e qae em qaalqaer necessidade pode
ibes prestar auxilio.
Arados americanos e in8lrament08 agrcol,8t
u
DE
ROUPAFEITA
NA
Ra do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n3o continuar a ter grande deposito de roupa leita, offerece ao
respeitavel pub ico, e aos negociantes de fra, um grande sortimento, por presos bara-
;issimos para acabar.
para mandioca e algoda"o,
e para serrar madeira
Podendj todos
ser movidos a m5o
por agua, vapor,
ou aoimaes.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
\H a 30-3000.
Ditos saceos e retranqueados de casimira
de cor de tfSOfl a 9:>000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 5a
a12000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca prela de
20500 a 5 KM).
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
de cr a 25500.
Ditos, d tos e ditos de bramante de linbo
a 24500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
2a00.
Galgas de casemira de cor de 5#500 a 9$.
Ditas ditas preta de'50500 a 90000.
Ditas de brim branco de linbo de 20000
a 40000.
Ditas de brim branco de algodo a.....
10200.
Ditas de brim de cor de 10600 a 30000.
Ditas de castor de 10000 a 20500.
Ditas de brim pardo de 10000 a 20500
Camisas de flanulla, grandes a 30000.
Ditas de algodo, muito boas a 20000.
Ditas de linbo muito boas a 30500.
Cerolas de bramante a 10600.
Cobertas de chita a 10500.
Lencos de linbo abainbados a 40000.
outros mijitos artigos por precos baratissimo para acabar, na loja de Guilhenne
Cwiiro-4*<5Tnitia.

85
m
LIQU1MCAQ
DE
mmm barata:
Lindas bareges lisas, de quadriohos e de lisias para vestidos a 360
> A V 3 A
m
m
rs. o covado.
Soperiores alpacas de cores, de flores e de listras a 500 ris o co- )$*
Poil de chevre com lindas cores e de superiores qaadades a 640 fffi
ris o covado. ^S
Na loja das collumnas, de Antonio Correia de Vasco ncellos, roa Pri- meiro de Marco, outr'ora do Crespo n. 13, ?i*?
r Retrato? Timbre-post
Exctllentei para circulares, Convites, ou sim
plesmente para ertu a amigos, comroitteutes,
correspondentes ele. ele.
100 fo has de papel de poso panudo on nio
com retrato em cada ama 20*000
' SO dius dito ele. 15*000
25 ditas dito etc. 10*000
Speeimens na livraria franeeia roa do Crespo.
Recebm-.'e encommendas e fa:em se es re-
tratos na Photographia Imperial a rna do Cabog
n. 18, nnieo estabelecimento pbotograpbieo desta
eidade que ten todos os- apparelhos necessanos
p*ra este trsbaiho.
AVISO
Jone de Souza Soares & G. seienScam ao pu-
wico e, com especialida Je, ao eommerelo, qae
rranctsso de Sona Freitas deixou de ser sea eai-
xw.ro desde o lia 1 do corrente mez.
v5

B
0
m
Hile. Marie Lavergne, modista em
cabellos, recentemente chegada de Pa-
rs, tendo comprado ao Sr. Joio Godo-
fredo Pinto, o sen estabelecimento de
eabellereiro a roa Primelro de Marco
D. 14 (amiga do Crespo) ouVreco os
seus servieps s Eimas. Sras. desta
bella eidade para os misteres de sua
arte ; o seo estabelecimento est prvi-
do de habis artistas para a boa exe-
eucao de qaalqaer obra e corte de
cabellos. Faz os perneados em sea
estabelecimento pur metade do prego
do que est estipulado para quando
for chamada a residencia das Exmas.
senhoras.
O respeitavel publico encontrar em
sen relendo estabelecia ente am bello
sortimento de perfumaras francezas
e inglezas dos*mais acreditados fabri-
cantes, assim como flores artificiaos,
objectos de pbantasia, modas, etc. etc.
e vende todo por precos commodos,
pois recebe directamente da Europa.
O seu estabelecimento acba- se aberto
das 6 horas da machia as 9 da noute.
9m
m


I

9

99
Para a festa.
Alaga-se um sitio no lugar da Torre com b a
casa e banho no rio frente da mesma; tratar
rna de Gervasio Pires n. 26.
Pharift ca
Preci-a-se de nm caixeiro que tenha bastante
pratica de-pharmacia : na ra Duque de Caxias
namero 89.________________________ "
A compona RscifH Drainage precisa d>- um
bom ferreiro : a tratar era suas obras, as Cinco
Ponas, com o Sr. Carey. ________
Matameselia Marie La'vrgne, soccessora do
Sr. Godofredo, tem estabeleciio a seguinte tab-lla
para os perneados : prego de 4*000 por cada um,
sendo feit> na residencia das Exmas. enhoras e
2* em sea estabelecimento ; mensalidade de 100*
para penteadodiario na residencia desoas Exmas.
cuentes e de 50* em sea estabelecimento. Os
penteados de noiva ser pelo preco qoe se con-
ven:ionar. Por cada coque que Ihe for entregue
para ser penteado receber 1*500 de seu traba-
ho, que ser executado com tola a perfeicao e
presteza : na ra 1 de Marco n. 14, antiga do
Crespo.
."Iv
Jos Alves da Silv* Reg.
EtMa Baoks da Silva Reg, Anna Krancsea do
ego (Wsnelro, Amalia Tnereza da Silva Reg,
aria Frincisca da Silv Reg, Francisca Victo-
ria Morena do Reg, Edaar lo Frederico Banks,
Vicenta Pontes de Olivetra (ausente) Manoel Jos
le Bastos Mello, Mara Adelaide de Moraes Mello
e Loarin^o de Menezes Cysneiro Bandbira de Mel-
lo, cordealmente agrad^cem a todas as pessoas
qae se dignaram acomnanhar ao cemiterio pn-
bheo os restos raortaes de sen prezado marido,
pai, eaobado, Uo e sogro Jos Alves da Silva Re-
g, e njvamsnte convidam as mesmas pessoas,
prenles e amigos do mesuo finado para assiti
rem a missa que mandam resar na igreja do Di
^rmo Bspirito Santo, segunda fein 20 do corren-
te, /" da de seu passaraento, s 6 horas da naa-
nbaa.
<3KMX
AMA Precisa-se de urna para casa de poa-
^ ** ca familia, qae saina engommar e tra
lar de criaocas. Prefere se estrang^ira. Ruado
vjgario b. 26 f andar_______________________
Preeis-sA de nm< ama para cozmhar para
duas pessoas : na ra larga do Rosario n. 31,
"oja___________
Precisa se dn ama ama par* cotiuhar e com-
prar : na roa de H utas n. 1.
Aluga-se por comraodo prego o ! andar do
sibrado da roa do Commerclo n. 17, o qual tor-
na-se recommendavel para escriptorio ou oulro
qualqaer ejtab'lecimento pela .na localidade e
boas accommodacoes: a tratar na ra da Madre
de Dos i. 28;__________________________-
Offerecese urna muiber ps-
, ra casa de homem soltei-
^ ro : quem precisar dinja-se
e Ooda, ra do Amparo n. 13.
Jo.naes da Emop
si
ASSIGNATURAS PARA 1872.
PolitieaLitteraturaHlustracOes
DireitoReligiao-MedicinaPharmacia
M das para senhoras, aifaiates cabel-
leiros.
Catalogo
e condicoes das assijoaiuras
LIVRARIA FRANCEZA.
* ^6.\ >^, Asfc jnfc fv in* ^t -n*

' Aluga-se
A casa n. 7, Passagam di Ufgdaiena : tra-
tar com J. I. de M. Reg.
D. tloanna Baptista de Moiiza
Belmiro Bautista de Saiza, l\hn-i de
Souza Moutinno, Marcolioa Ferruira Catu.
Francelioa Ferreira Martins, G"ilbnrn tria
Mayer de S mza, lol Hereira Moutinho,
Antonio Jos Pedro Gon?a ves e Dr Alfre-
do da Cunba Martina (ausente ) cordial-
mente agradecem as pes:oas que tiveram a
bondade de no cemite/iopubiico assistirem
ao enterro de sua presada uo3i e sogra '
Joacm Baptista le Souza, e de novo rogam
aos seus prenles e amigos o carid so obse-
quio de assistirem a mis.-a do 7. riia de
seu passaraento que pelo eterno reponzo
de soa alma mandrm re2ar na igreja matriz
do Corpo Santo s 7 horas do dia ter,^-
feira 2t do crrente pelo que dsele ja se
cfnfessam ralos.
Bazar Universal
RA DO BAitAO DA VICTORIA
(Outr'ora Nova) n. 22
Acaba de ser despachado para e mento nm grande a variado sortimento de bro-
quedos para enanca.-, mu tos doi quaes ainda
nao vistos nesta eidade, b recommendaveis por
suas elegancias e exqnifilc^s :
Rem como encontra-se no rresmo estabjleci-
ment um complejo sortimenio de machinan para
costura, de todos os autores conhecido*. e por
mdicos precos. Cadeiras de vlrne para bomens,
senhoras e meninos : Epeiras para forrar salas,
sendo brancas e encamadas, camas de ferro de
todas as qualidades e p'ecos. Cadeiras america-
nas para repou-o, espelhos de todos os lmannos
para ornatos de sa!as; o moit^s oatios artigos.
ENSINO DE PREPARATORIOS SEGUN-
DO O NOVO PROGRAMMA PARA
EXAMES.
O proles:r Torrej Banieira tem re-ol-
vido atirir, para os mocos qoe se prepa-
rara para a Faculdi) deDireito, alen
do cursos de pbiiosophia, de rethorica e
potica e de geographia a historia, am
curso cspeiial de linsua porlugac-za ; <,
em rel;ao s senhoras, a cajo en.-ino
tambem se dedica, igualmente se propa
dar ligrjej de liogna porlagneza, de lia -
gaa fran;eza e de geographii.
MORA A' RA DuS MARTIRIOS N 2
2. ANDAR.
S
AVISO
Aloga-e on veuJe-se o sitio denominado Olha
de Vidro em Parnameirim, o qual lendo boa ca.-a
de vivenda, que se acba lirop em es ado de so;
habitada, t flcando per.o desta eidade e a ruara'!-
da via-ferrea de Apipucos, (fferece exceileles
commodidades : quem pretenler ennpr^ron alu-
gar. dirija-se ra do Ar gao n. |jj oo Dqqae de
Casias d. 43, loja.
8
Socieiiadc FKF
22 DE NOVEMRRO
Pre^sa-se de om offliia) de crupeleiro que on-
ienda.d'.i|M';ic : na ra -lo 8r*u da VieWisa eu
mero 3*.
O abaixo assignado, tendo de acabar com o sea
negocio, roga aos seas muit-is e numerosos fre-
gaezes qae Ibe eslo devenlo em saa loja de cal-
cado a ra da Imperalriz n. 10, de vir ou mandar-
trie pagar sea debito al o m de dezembro do
crrente anuo, pon do contrario ver-se ha obrga-
do, e bem contra sua vontade, entregar as con
tas a aen procurador, paca elle receber amigavel
oo judicialmente, o qae o abano assignado e-pera
dos eos bons freguezas isso nio ser necessarlo.
Recfe 31 de oainbro de 1871.
Antonio R irtrine Pinto.
Vlfift.
Pieciaa-se oe um.. ama qm-
cozinhe e engominn mun
bem, para nma pequea fa-
milia : a tratar no largo do Corpo Santo n 4, 1*
andar, das 10 horas da manhaa 4 da tarde.
mPrecw e alugar orna
ama, idosa, qae saina
cozinbar e engommar,
para casa de pequea
familia, prefere-se escra-
va e paga-se bem: a tra-
tar na raa da Cadea u. 8.
CtSA
Tres emoregados no commercio precisam de
ama casa para morada, ou p>rte de ama caa
em lagar bom desta eidade, ou arrabal le- prxi-
mos, com mobilia ou sera ella : dirigir-se em car-
M fechada com-as miciaes ]. C. E. raa d Qaei-
raado, loj* da Fragata Amazmas.
Arada se precisa de ama
mnlher para tratar de ama
m menina de mais de nno de
nascida : no principio da estrada dis Afilelo?,
sitio n. 33.
*m
Preeia-e alugar urna e.^crava 'iue >aiba en-
gommar e vender na rna, d se 30 rneusaes :
quem tiver annuncie para ser procqradj.
i
^
COMPRAS.
Compra-se urna prensa qae sirva para es-
Dreraor cai : na roa do Cipibaribe n. 32 3 ,aa
V;NDAS.
Vende-sa, e recebe-re em pagameaio apolices
da divida publica, \im sobrado de dous andares
it-ado 34 janellas c ira vidrai^a, 9 portas alnv.fada-
das ia;nb n com vidrca, 3 varandas de ferro, 5
portas para a ra, quintal murado, cacimba, ha-
uheiro, I porlao de ferro e outro de madeira, 5
salas, tendo 2 forradas a p,ipel coberto o soalbn
com e-teira, 2 gabinetes la bem forrados a papel
e o soatho coberto a esleir, 6 quartos, mais 3 sa
las e 1 gabioete no pavimento terreo, sito ra da
aifand ga na capital do Rio Grande do Norte : a
tratar com o proprietario Djmiogos Henriqae de
Oliveira nesta prai^a a ra do Crespo o. 13.
A declarad casa acha- imperial e serve de palacio do Exm. presidente
daqneila provincia, alUitajJa a razo de 2:00P
por anno pagos meos:'latente e com as condiQ5es
le vigorar o contrato at quando se construir ca-
-a especialmente para palacio da presidencia, ou
wj% mudada a capital; lazendo entretanto o go-,
v tu a sua custa todas as obras de augmento,
eunservaga? e asseio de qu^ preciar o ediflcio,
xoiitra.o qua foi approvado. pelo ministerio dos ne-
gocios do imperio, aviso de 15 de dezembro de
1870, abaixo transen 3lo.
5' seccSoMinisterio dos negocios do imperio-
Rio de Janeiro 15 de dozembro de 1870. Hliu.
Exm Sr.Commuoico V. Exc. pira os devidos
ellrfitos, que foi api revado o contrato de arrenda-
raenio do predio que serve de palacio de-sa pre
sidencia, celebradj peh anteces-or de V. Exc. em
dala de 25 de maio de 1869, tendo j sido posto
disposico de V. Exc o necessario crdito para
occorrer aa pagamento dos re-pec ivos alaguis
no corrente exercicio.
Dos ga OliveiraSr. presidente da provincia do Rio Gran-
de do Norte.
machinas de costura.
Chegaram ao Bazar Universal da ra
Nova n. 2, am sortimento del machinas
pra costara, das melhores qnal dades que
existe na america, das quaes mu tas j sn
bem conhecids pslos seas autores, como
sejam : Weller & Wilson, Grover & Bolo,
S lenciosas, Weel e Impenaes e ouiras
muitis que cem a vista devtrao agradar aos
compra .ores.
Estas macbinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trila costoreiras podem
fazer diariamente e cizem com tanta per-
f-i;io como as mais pereitas costoreiras.
Garante-se a sua boa qualidade e ensina-se
a trabalhar com perfeicSoem menos de urna
bora, e devora avradar aos pieteodentes,
A revaiesciere du Barry de
Londres
Toda a deeoca cede a Revalesciere da Barry,
qae d sade, energa, appetite, digejio e dea
canso. Ella cara as dispepsias, gastniles, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vmitos depois
1a comida e gravidez, con tipacSes.u.'' asthraa,
affecedes pulmonares, bexiga, liga/ cerebro e
-angue ; 60,000 curas, incluindo munas deilas no
Rrasil.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ccia, mnilr
ontritivo, fortiBcando os ervos do eslomsRo en
cansar o monor peso nerc dor de cabeca, nem ir
rit nico deposito para o Brasil em Pernambnc
oa pbarmacia americana de Ferreira Maia & C.
ra do Duque de Caxias n. 37. (Todo cuidadi
com as falsificacSes.)
Xarope de fedegose
E" de orna efOcaeia uente mara^-
fhoM como calmante do ysiema nervoso e>
pilcado eonlra a paralsia,'athm, losse eoovuli
i-a coqueluche, tone recente tu aatiga, snCfeea-
'Oe, catan ho, bronchite., etc., e tro geral eon-
lra todo os aofr menlcf das -was respiratorias, e
na ph'.islca pulmonar, sua viitu e contra o teuc
ou espasmos, e eoovulsoes ioconiestavt. a
guem ba que a desconluca
DEPOSITO
Pharmacia de Fi-rreua & C,
SUCCESSORES DK J. a. PINTO
10-RUA LARGA DO ROSARIO-
(Jolito ao qnartel > o i icia.)
CHITAS"
A 240. 260 e-280
Chitas claras e escuras a 240," 260 e 280 o tai-
fado, cambraias de cores a 40 o covado : cu
loja de Guilherme Carneiro a Cunta, roa 4<
Crespo n. 2d.
Botica
Vende-se.a botica da rna de S. Beat, na cid-
de do Olinda : tratar na mesma.
4 Ruado Apollo4
Joo do Reg Lima & Filho nm para vender, 2
0(0 meuos que em outra jualquer parte, o ?i
gamte: w~~
Lmguicas as Ilhas em latas.
Alcatro e barris.
Vinhodo Porto tino em eajxaa.
DiloBrdeaux dito dilo.
Reloglos de pareoe e cima de mesa.-
A ra do Lommemo n. 10. escriti-
rio de Jos Joaquim da Gnsu Maia, en-
conlra-se para vender por commodos
precos :
Azulejos hepaiihoes.
Folbas de ferro galvaozaJu pjra |e]na.
do de diversos lmannos.
Ditas de dito dito lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dilo.
Portadas caniplelas para cintaria.
Ladnlhos.
I
[0
'' Quanta agna flarida falsa e aborrecida Mili
quanla agua divina que mais parece infernal 111
mas a nova Esperanza, que nao eonsente que os
amantes d) xique gaslem ?eu dinheiro nessas
aunas, que nao passam de ser dos cbafarizas es-
irangeiros, oa mesmo nacionaes, mandou vir do
afamado fabricante. Rigaud, a saa excellente ka-
nanga do Japao, a qual esta superior a todas a>
outras; j pelo agradavel cheiro que deixa esca-
par, j por suas benficas qualidades, visto que
inieiramente vegetal (assim o diz o sincero fabri-
cante) para a conservado-da pelle e do rosto,
agua de kananga deitada na quantidnde d'agua
necessaria para o toucador, braaqaeia a pelle, tor-
nando-a saave e avelludada, evita e dfcs'pa as es-
pmha<, communic>ndo pdM urna cor de rosa
ran.parAniA. n ane mu ..... alem disto
um agradavel cheiro para o lene.
Capsulas rmjuim
A As capsulas do r?qoim tomara-so com a mao-
racilidade, e nao causara a meoor indispo'ico rl
estomago. E' o medicamento do tnals saluiar f-
eilo as gonorrheas chronicas cu recentes
DEPOSITO
Pharmacia de Ferreira & C.
SUCCESSORES DE JA. PINTO
10-RUA LARGA DO ROSARIO-10
(Junto ao quartel de polica.)
Pomada alpaka
E' muito conhecida esta pomada e moitfl
apreciaba por sua Snissimaqualidade, a Nov?
Esperanza quem tem.
Jarros Um completo sortimemo de lindos Jarro;
de porcellana (3o afamado Bacar) existe na
Nova Espertnca, ra Duque de Caxias
n. 63.
Do bom
Vende-ae urna casa terrea de podra e cal sita
na roa das Cinco Ponas n. 7 (pateo do Terc da
idade do Recfe) : quera pretender dirija-se
eidade de Olinda a tratar com Acendino Goncalves
Rodrigues Franca, m irador na ladera da Miserl-
eordia da mesma eidade.________"
A 71000
Chapeos de castor brancos a 74, os quaes sera
pre se veoderam a lia : na rna do Bario da Vic
lorian 41, era cu de J. Chnstiaoi.
Vende-se urna porcj de caibro para an-
i3iraes por preco commodo : a tratar no caes do
Ramos, armazn* n"V"3. _______________^^^
VENDE-SE
Chambo de manicio a retalho, qaalqaer 2i*
m dts^ooto.
Cera em vedas, a 1*400 por libra.
Linlu de roriz e retrtz. -
Na roa do Vigario n 19. '
A 15500e2#000
c'apos de pa'ha ingicies a 1*300 e 2 : na
rna do Bario da Victoria n. i, em casa de J.
Cnrlsltapj. ________________^
CEMENTO
O verdadeiro Portland : s se vende na
roa da Aladre D*os n. S, armazem de Joao
Martips de Barros.__________________'
Vende-sa
ama easa de Uipa em perfeito estado com am
sitio corneado 200 palmos do frente e 300 de fun-
do, od arvoredos d* fraelo, na antiga estrada de
Agoa-Frit, Meando pe-to da eatacao do mesmo
Dome : a tratar oa ra larga do Rosarlo n. (V,
fabrica dcigirn.
Todo este annuncio aununcio especialmente
dirigido aos amantes do bora, elles devera diri
gir se a confeitaria doCaoipos a ra do imperador
n. 24, onde encontrarlo sarapr acepipes de inn-
meras qualidades
As9ira como;
h da India o mais superior.
Chocolate em p e em pao.
Amendoas confeladas e confeito?.
nicas caixiohas com ditas proprias para presen-
tes
PastelaTia a todas as horas, f?tc.
Fiambres inteiros e s libras.
Emflra para se poder saber o jae acabamos de
dizer indo pessoalmente
Onfeiiaria do Campos.
Bazar Universal
Ra do Bf&o da Victoria n
. 22, otr'ora ra Nova
Acaba de chegar^ara eate grande estabeleci-
mento nm c mple'o sortimento le machinas de
costara de todos es aulbores couheeido?, os quae'
garantera por annos as ditas machinas, e se ven-
den) por preco* lio rasoayeis que a Ddos agrada
r, cujos presos ?o os seguimos : 40*. 601,
801, 100*. 1204, LO*, tlOi, 160*, 180*, 2C0J,
220*, 250* e 300* r*. 'aranle-se aos compu-
doies a ba qualidade do trabaiho e obriga-se
a encinar tantas vetes guantas sejam precisa?'
para bem corapreheaderse. Vende se tambem
pegas e mais prten:es de sonrecalentes para
as mesmas machinas. Previne--e desde que
se vai ao chimado para conserto e en-ino de
machinas das que forero compradas ueste osla
belecimento.
Libran sterlinas
Vende Joaqaim Jos Rara-.? ra do Rom Jess
n. 8, 1 andar.
Veode-se o verdadeiro -alcatro da Suecia pro-
prio para encerados : no armazem bolla amarella
no oitio da secretaria di polica.-
ATTfiNCA
Vende-se a taberna da ra do Visconde deG y
anna, antiga do Mondegc o.- 15, -p/oetia para
um principiante, ;or larpoucos fundos ; o raoti
vo aa venda se dir aiT mprad p : a tratar na
mesma.
urna uiHJWit
HARPEJOS P
Um v.-luoie brochadoStoo
'r(trfa 'OflOW'CO.
B^ DO MAROUEZ DE OLINDA N49.
E. A. Deouclie acaba de itcebtr tiu.
grande sortimento de ocolos e pincem-z de
todas as qmiidades, e vidt's de todas a
Qumeracoes. /
Na mesma casa em grande s< rmenlo
de relogios de todas as goai^des que ven-
dem-se muito baratos. V
Soares Prim^ofs
os
(;-
vm'
no" ?eu escriptorio raa do Vigario n
so o seguiDie por preco eoamodu
Chapeos de v> Iludo paia ser-hora.
Ditos de na--,, p Ditos uuunaspara rentera, "\
Camas francezas do amarel. \
Cadeirat pequsnas para menino.
G.ilos e obras de p.-ilhela.
Linha o Ruriz em inari-s.
Itetroz preio e de c ir*.
l!tna niohla d? Mgn;.
Vioho liuo do l*."-i> tni anoore *
Dito dito em ea % -.
Xarope peito al do Jamel
tnico depeeil i na obarr -a ia-r exa He Fer-
reira Maia & C, 57 ma a Duqu1';. Cajuai l
mero 57.
^
PSlalll^i
A 35000
Paletvls de alpnc.i iwi.
Est em liquida cao u:r i juflna p i i de i '.
letols de iljaca de toda ojre* de livers
feinos, e vende se a ei mt a 3; cada ara par;,
liquidar : na loja do P.ipagni j ra da Impera
tnz n. 40.
Vende-e lr ." i< n< p ragij dos MoMes
(Una) lenJ ... r: -, lia no hrg
fera, e a- no:. i ... pu. raja urea na ru..
Bell, prximo ai dito largo : s pr'-tedentes pj-
dem &rt$ >- a ra do lmptraduri.il, on!
Chr.: u i ni ;'; lli .ItttT.
BoMiPiiipre^odoipiral
1'ir mutivs que se deum. vi lem-M l."i0 ac-'
coes (todas ou parle a vontade Jo pretndeme.-1
da compaahia Fluvial de Navegacio a Vapwr c
Maranhao. Esla companhU acha se em prosoer-
estado, e tem j um Tuodo de reserva de OO.OCOf,
Dao-?e outros i'sclirecimenlos e fomecem se o:
ltimos relatnos a quem os quizer examinar
trata-se na ra do Vigario n. 16, Io andar,escri-
torio de Joaquim Gerardo de Dastos.
PARA
o \m m 1872
As feslivdalc-s (3o indeadas para o bi.-pado de
Perca abaco. As horas las man', o nascer do
sol, echpce.', etc. (O pag.). tao exactamente cal-
culadas para Peruambuco : Inlwacoes estas, qne
nao se encontrara n.is folbiohas impressas no Rio
de lanoir.i.
O PRECO K' 08 UK) RS. CADA UVA.
Con Mam ois seninies variedades :
ANEDOTICA
Gonsta de cincuenta ancdotas inMl'ias, Ilustra-
das com noneru COM.MFRCIAL .
GUERRA FR*NCO-PRSSI.ANA
(jUERRA DO PARAGUAY
'RELIGIOSA
FOLHMHADE PORTA
Rs. 160
Urna foih.i conteni a folhioha e o kalendari-
Ou memento diario para 1872.
Um benito volme encadernsdo pele mdico
pfeoo de
Ba. 2^000
r.-m neia foiha em hranco pra cada dii
anno.
______l^rrurl trurntem______
Vende-se mu tirao* tie balanza graude e a<
dito d* lulaa^a iu-qena, c juntamente nm n,
le r.Ul, fondo i peso malar de ?
framma?, > de i g.'am'na : a
W na roa di Santa Cruz u. i.
[(I


Oiauo de FenuuniMio Segunda 'Um 20 de Novembro le 1871.

A' AGUIA BRANCA
RA DUQUE DE CAXtAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Agu.. Branca leado ja recebido parto de soas
amigas eneommendas, em seguim^io acaba ago-
ra meeiuo de receber oalras, algamas das quar.
te toroavam esencialmente precisas, e outras bieu.apreciadas p,r seas gostos e qualidades,
eoiro sejam :
Meta do o d'escocia, abenas para senboras
aaenia-a.
BttM dem cora Utu tambero ara sentaras
menina*.
Ditas dem maitc bonitas ao gosto escocer. ,
Dita* idem idem brancas e coa listas para me
Bina*.
Ditas idera idf-m pira baptizados.
Ditas de algodo compridas e eom listras para
eninas.
Lavas pretas de seda, para 9enhora.
Ditas de lorcil e d" seda pan meninas.
Bonitas camisinbas bordadas para senhoras.
Kilo de seda, branco e preto com flores miudas.
Dito de algodiu, liso e eom fl-tres.
Touquinhas bordadas para crianzas.
Lindos e modernos cbaposinbos de fustao para
tu.
Pentes de tartaruga para desembarazar ou pen-
car.
Ditos de dita traversos para meninas.
Ditos de borradla para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradilho aos cabellos de senhoras.
Grande sortimentc de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellas de madreperola e de tartaruga para
pulceira e I..50 para o cabello.
Bonitas b Icinhas para menina*.
NOVO SORTIMEXTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTISADOS
". A agaia branca acaba de receher novo sorti-
sento de lindos e completos enchovaes para bap-
Usados, e bera a.-sim separadamente cnmisinhas
para dito-, lindos chapeosinbos de setim branco
bordados, outros ditos com fundo de velludo, obra
de muito gosto, e que servera tambera para pas-
seio, sapatinhos de sem para o msmo flra.
MODERNOS E.XFEITES DE FLORES,
ornados com bicos de seda, fitas de setim e flvella
de madrenerola ao ultimo go.-to, e proprios para
frailes, casamentos, etc., etc.
i ha BMU cabellos branco.
Tratera japoMia.
S a anisa approvada petas as academias *
.ciencia, reconheoida superior a toda que te ap-
arecido at bolo. Deposito principal ra da
adeia do Becixe n. 51. t* aniar, em todas a bo-
iras a casa de eabelleireiro.
Hl
FLORES E PREPARUS PARA ELLAS
A Atraa Branca receben lindes ramos de flora:
finas, tanto para caueca como para chapos, -
bera assim:
P.ipel verde liso o com listas para folhas.
Dito de corea para flore?.
Polhas de diversas qualidades para rosas.
Ditas ventas e lustrosas, obra nc va e pela pn
meira vrz viadas como amostra.
Franja* preas e de diversas largaras para a
feiur ve-tido,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Agnia Branca acaba de receber ama peqnt-
na purcao dos bonitos e modernos coques Bran-
des de tranca o outras moldes.
ROYO SORTIMERTO
DE
BOLECAS
s.
A agnia branca, a ra do Buque de Caxias n.
52, nntr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
nra novo e bello sorlimento de bonecas de diver-
sas qualidades e tamanbos, sendo :
Com rosta de seda, das que chorara, e outras
que fallam.
Od rosto, roaos, e ps de porcelana, e pro-
prias para vest r-se.
Obras le porcelana
A aguia branca lera ontro sorlimento de diver-
sas obra d porcelana, indo :
Bonitos e ricos vasos para pos de arroz.
Ontros para joias.
Outros para abneles.
Outros para enfeites de mea.
Peinpnas e bonitas pas para agua benta.
Peqoeii.is jarros para sanluarics.
Outros maiores para moias.
Bonitos por: relogos.
Lindas ce.-tinhas tambera de poreellana.
Escrivanias de dita.
E mnitos ontros objectos para enfeites de mesa.
fato a venda em sens arawzens, alera de ontros
irtigos de sea neg io rentar, os seguintes, que
randera por preooa tala mdicos que m oi-
r qualuuer parle :
PORTAS de pinho almofadadas.
PORTEIHAS de ferro para cercas.
SALITRE aekz.
8TWAS da ludia para asma e forrar sata*.
CAROS de barro fraocei para esgoto.
SESSO superior em porcSes e a contento.
CEMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinzBos da Bussia.
OLEADOS americanos para forro de carros.
POGOES americanos muito boas e econmicos.
V1NH0 de Burdeaux.
COGNAC superior de Gantier Freres.
PARELLO em saceos grandes a 3#50Q,
AGUA florida legitima.
BALANQAS decimaes.
CADE1HAS americanas.
RHM da Jamaica.
AZULEJOS de Liboa.
AEMASEM DOS. LEOES
M DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os. prcpriclario3 destV grande e bem muiitnio estabelecimento stientificam ao
respeU&l publico desta provincia, que se acbam ern um variado e completo sortimeatr:
de mot is, tanto nacionaes como estraogeiros, sepilo estes escolbidos capricho poi
(HBtlofl socios mese acha actualmente na Europa, e por isso os podem vender mal
baratas 20% mtnos do que era outra qnalquer parle. O mesajo tem contratado com
os uieiores.fabricaulcs daquelle cominente as remessas das mais ricas mobilias feitas
alli. Ni onteifla ten os mais habis artistas (leste --ero, e por isso aptos a fornecerem
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da" provincia consideradas de primein
ordem. Pedem, portmlo, que venham visitar dit<> slibcltcimento,' uu'le euconirarao
a realidad.; do que acabara de expr, passando a examinaren: ricas e pompletas mobilia?
de jacareada., mor/no, faia, carvaibo, amar-llo, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-setim, amarello, etc. etc., guardavestidos de amarello, guarda louca de
aogueira, imareo, com lampo de. pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petiV
touett-s, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e moitos outros at'.igos de 'gosto', que para se n^o tornar enfadonbo prescindimos de
azor .,n?rio dalles, o que s com a vista podero aprecwr.
Wk LER
A loja dos Arcos de Alvaro Augusto d'Almeida & C. a roa do Crespo n. 20 A acab;
Je receber pelo Uiao vapor francez Amazonas, alguns aitigos proprios para cnxovaes
de Doiva, e de no Jas pan giande toi ette como sejam :
Uiqnissimo cortes de. vestidos de bonde para casamento.
Ditos de tarlalana bordados seda para casamentos.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qtialidade.
Colxas de seda, la, e la e seda.
CapeJIas com mantas de blondepara nt ivas.
Cantos de e?guio bordadas para noivas.
Fronhas de esguiSo bordadas.
Lencos de cambraia d linho e kbjyintUo.
* Supprrores leques de madreperola.
Cortinados brdalos de dtllerentes presos e qualidades.
Sedas de rres de bonitos padioes.
Ditas-e^ocezis para vestidos, roupas de menino, enfeites, etc.
Bisquinas do gorgni, superior qualidade.
Bortis de lia e seda p?ra senbora.
Mantilhis brasUefra de fil de seda bordado.
Cb ebecez d i laa 3 seda.
Cnpe!nas de se la branca, e de crpe preto para loto.
Chpaos erf?itad)s cara senlwtas e rceniuas modelo ioteiramente'novo.
CfirtPS d- cambraia-de cor, e orticos bordados.
L nd 'S corles de bapliste Fr^u-Frou.
ToI ii voyage fazenda"de"go>t> para vestidos.
A'm deste arligos que se vdem por precos razoaveis tem outros que sao pe-
chinbad extraordn;rias, c >mo sejam :
Damasco de la com 9 pdmos de largara a I5?>00 o covado.
Cortes de la Victoria com 20 covados por lU&OOO.
LSas com l'rstraj de seda a 40.) rs. o covado.
Ditas moscadas milito boa quadade a 3:0 rs. o covado.
Cassas de cor a 2i0 e 2*0 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padr5es a 500 rs. o covado.
Lencos de esguio muito finos a 35 e 45000 a duzia.
EUteira da Lidia, millas para vtagem, transparentes, etc, etc,
Superiores cigarr< s do Rio
de Janeiro,
Domingos Alvos Malheu, nico a'pnte neits
provincia da fabrica imperial oe cigarros de S.
Aiao de Nitherohy, e-tibelscida no Rio de Janeiro,
tem semprn um completo sorlimento da todos os
eijarro*, funo picado e en latas. Tem igualmente
03 afamados cigarros Conde d'Eu, feitoa om mag
Biflco papel de palha de milho e fumo superior
Para gqyerno de seus freguoz.s, que tem estabele-
cido deposito fillaes, as casas dos Srs. Thoinai
Francisco dn Silles R>sa e Manoel de Souza Cor
deiro Stme< Jnior, no balrro do Recite, e todo
quanto f- r Mvndido em outras ca^as com a firma
de Souza Novaes & C. sSo falsificados.
OLE WR0.DE. FIGADO DE BACALHA0
DA|
TERRA NOVA
DE
H. LACOMRE
Esle olpn qne tao boa aceeitaeSo tem merecido,
aiaito se rfcomraenda por er o mais purificado
que at buje tem vimlo, e anda pelo bora paladar,
superior a culro rjualqucr : vene-se w deposito'
sspeclal de Banholomen & C.: ra Lirga do Ro-
bara 34.
VNDESE
No eseritor'o de M guel J..^ Alves, ra da
Crui n. 19, prirneiro audar, o seguinte :
Salsa parrlha muilo nova.
Chapees do Chile.
Borrarhinha3 de todos os tamanbos.
Verdiz copal
Colla d*> boa qnalidade.
Ferbailura* de broca, sorlidas, do Porto.
Tudo i.r preces molleas pra ultimar contas.
All M tlC
^Chegnn pt>lo Granville un copipleto sorlimento
era ca-a ile Tss-t Frrfs. roa do Cunmercin n 9.
Munteiga inglez
i
Veade se i 800 rs. a libra e U760 o kilo : na
ua de Pedro Afhnso n. f, amiga ra da Praia.
E de tanta utilidade
aleatrap de.vernii do gai, serve para matar
furiu'na, appcado as madeiras pre^erva-as do
cupim, da ac(ao do lempo e da huraidade o cbio
e duplica tambera a dura cao das mesmas madei-
ras dentro d'agoa, e no f-rro conserva-o annos
como novo, yeade-se a 700 rs. a caada, prego
justamente da fab(ia.: no armaiem da Dola ama-
relia, no ciio da aecretaria de polica.
I 1H J
Contra a tosse
pastilhasVeitoraes;
de
Gomma simples crystalisada.
Diu de angico t t ..* 1
Naffl d'Arabia.
Seve de pinbo martimo de Lagasse.
E outras umitas que muilo se recoiuendam^-
tastanas eicellentes qualidades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA .
M
Bartbolomeu & C.
34-ROA LARGA DO ROSARIA-34
Xarope sedativo
DE
Gasea de laranjas amargas
COM
BROMURETO DE POTASSIUM
DE
LAKOZE
Este novo preparado aprovado pela academia
mperial de medicina, muilo se reconrmenda pela
na accao sedativa e calmante, .sobre 0 systema
oervoao, o bromureto de pntassinm, nao deixa de
lar os mais certoa resultados as diversas alTec-
oes do organismo e principalmente as molestias
lo coracao, das vias digestivas da respiracao, das
vas genito-urinarias, na epilepsia, das molestias
jervosas da prenhez, na insomnia das criancas
turante o periodo da denlicao etc etc.
Yende-se na tbarmacia e drogara
de
Bartholomeu & C.
34-RA LAR3A DOROSARIO-3
PiKA UIVAM
Lindas grinaldas com flores e botes de
larangeiras com vivos e sem tiles, vendem-
se na Nova Esperanza roa Duqae de Caxias
n. 63.
Oleo para machinas
Vende-se na Nova Esperanfa roa Dnque
de. Caxias n. 63.
Nao b a ver conminos.
As crianzas que usarem dos collares ano-
dinos, que se vendem na Nova Esperanza.
estTao isentos de convulsQes ; pois sao os
verdadeiros recebidos directamente.
RIVAL SEM SEGUflOO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 91.
J'j Bigodinbx), com loja de miudezas,
avisa a todos os os seus fregaezes que est
hrrando ludo pelo orer;o, a vista'da ifazeu-
da, para todos admirar, .a saber:
rhosour.i.: groadea o ('cqueiias O
mais fino que a a lJ0(J0e 1^500
Pecas de tranca de 13a e algodo as
mais modernas a 160
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e 500
Frascos cura agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e 40500
Chapeos trancos para baptisados o
melbor que ba a 30000 e 50000
Duzias de b<>t5es cobertos de seda
para vestidos por todo o pfe'co
para acabar.
Libra de ar-ia preta a 160
Grosis ('e botSes de louca branca a 120
Caixas com 100 envelopes fazenda -
fina a 500, 6(0 e 800
spelhos de moldura dourada a
800 e 10000
Pentes pretos volteados para me-
ninas a 210
Timeiros com tinta preta a 80 e 100
Pecas de fita elstica muito. fina a 20C
Latas com superior banba 60,100 e 2^0
Latas grandes, com superior banb 320
Frascos com oleo de Pbilocome a
500e 800
Frasees cem macass | Perata a 24u
Frascos eom agua de Colonia verda-
dera a 10000
Ditos com ojeo de ba )i>sa suderior a 320
Garnlels de retroz p,-eto com 2
oitavas a 600
Caias com agolbas francezas a 160
160 240
Pecas de tiras bor Jadas a 500, 600
800 e 10000
Garrafas cota a verdadeire agua
florida a 10300
Cmdbas da Doutrina ChriatSa as
mais modernas a 400
Kscovas muito finas para limpar os
denles a 240
A'catrno d guyat
LICOR CONCENTRADO TITULADO
E' um poderoso remedio contra as seguinte
molestia: bieochites, catarrhos pulmonares, tos-
se, rebeldes aifluxos, irritacSo do peito, males da
gargunta, phtisica pulmonar, deys pesia, car
rho de b-ttiga, molestia de pelle, perda de cabel-
los, purgarles antigs e rec-ntes, etc., ele.
DEPOSITO
Pharmacia de Ferreira & C.
SUCCESSOHES DE J A. PINTO
10-RA LARGA DO ROSARIO-10
fiunisuiMt
0Ra da Crespo10
Pecas de algodo eom. SO jardas a kf, 4io00
O.
Ditas de madapolao a if, Sf, filSO, 6|, e
6*500.
Ditas de dito infestado, francez superior a
10*000.
Chitas francezas de todas as qualidades a J10
i80, 300, 320 e 369 o covado.
Cambraias de e6res a 240 e 180 n. o covado.
Dita Uta de eor a 310 rs. o covado.
Ditas pretas para lulo a 6\0 rs. a vate.
Pecas de cambraia lisa transparente a 3*. 350f
e 5*000.
Ditas *j du tapada Victoria, a 4*, 4*500, 5*
e7*.
Dius de dita transparente, suusa muito fina
eom 17 varas, 14*.
Dius de dita bordada com 1Q ardas a 7* e
9*500.
Organdy branco fino a 700 rs. a vara.
Brilbantina branca tofrstada a 440 e 500 rs. o
eo\ado.
Breunha de linbo com 55 varas a 20*000 e
25*000.
Dita de dito'infestada com 30 varas a 27*.
Bramante de linho com 10 palmos de largara a
250O a vara.
Dito de algodo a 1*500 a vara. *
Atoalhido de dito e de linho com 10 palmos de
largura a 1*500 e 3*.
Toathas alcochoadas para.rosto a 7* a duia.
Ditas de linho do. Porto felpudas a 10*000 a
duda.
Guardanpos de linho^a 3* e 4* a duzia.
Cobertas de chita a 2* e 2*500. .
Ditas de chita adamascada forradas, 4*, 4*5Q0
e5*000.
Colchas de damasco de cores a 4* o*.
Ditas de fustaa alcochoadaj a 5*.
Cobertas de la escuras a 2*.
Ditas de algedo brancas a 1/400.
Colleiriohos de linho a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2*000
e 3*000.
Ditos eslampados de meia casemira a 2* e
2*500.
Damascos de core? a PI rs.
Lencos braocos do casa Unos, 2*, 2*500 e 3*
a duzia.
Ditos ditos e de cor abainbado largo a 3* e
3*500 a duzia.
Ditos ditos de cambraia de linbo finos a 6* a
duzia.
Ditos deesguiao de hono a 4*, 4*500, 5* e 6*
a duzia.
Bnm Angola a 610, 800 e 1*000 o corado.
Briut de linho de cores a 50!) rs. o covado.
Cortes de meia casemira para caiga a 1*200 e
1*400.
Ditos de casemira para calca a 3*500, 4*500
5*500.
Catemiras de cores de duas larguras, 2*, 2*50
e 3* o covado.
Ditas pretas, duas la'rguras a 2*500 o covado.
Pao fino preto e azul a 2*, 2*500, 3*000
3*500.
Dito dito muito fino superior a 5*, 6* e 7*
covado.
Lans e alpacas de cores para vestidos a 400
500, 600, 7,(10, 800 e 1* o covado.
Toalhas com labyrintos para bandejas e para
rosto a 8*, 10* e 15*.
Camisas de Amella branca, e de cores 2*,
2*500, 3*. 3*500 e 4*5C0. .
Grosdenapoles preto e de cores 2*, 3* e 4* o
covado.
D3o-.se amostras com penhor.
Vende-se tambero grande quantidade de roupa
feita e por medita per precos mnito reduzidos.
Gura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada que tao bous resultados tem cclhi-
du as pessoas que delta tem feito uso acaba de
ehegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmaeia e drogara
DE
Rartholomeu & C. ra larga do Rosario, nu-
mero .14-
J. 0. 0. D*yle tem ernteu
armazem para veader
O SEGUINTE :
COGNAK HENNESS.
VIMHO XEREZ.
DITO DE .LISBOA,
.. EILTRADEIRAS.
B1TTER
A' ra do Commercio n. 38.
FLOR DE ORO
E' este o distintivo de ubi nova e lem montada
loja de joias,-sita a ra larga do
Rosario n. 24 A,
Os proprietarios deste elegante estabelecimtnto tendo em vista o* esforcos que
flzeram para o colloearem as coadicefie de um grande clientella, filtariam ao mala
rigoroso principio se nir. vieeaem a collumnas do jorn! sciemifiew ao respeitavel pu-
blico, que no me mo estabelecimento enconirar sempre o mais completo .sorlimento
de joias, como sejam : brincos os mate mudemos, para arternarem as delicadas ora-.
Ibas do bella seao, e ditas de coral, obra de apura*) g-o a 3 e 4*. Volitabas de coral com cruzes de ovo
i 5*, broches modernos de 3 a 13*, ditos com peora- e em Ma* d. vidas caixinbas a:
10. , 16 e 20*, rosetas lisas, porra bem trabalhadas, e 2*500 a '.*. duas con
podras de 4-a 15*, caplelas a 4*, ditas com inscripcoc9 a 5*5C0,'aimeis de diversos
gostos, e com bonita.- pedras a 2, 3 e 4*, ditas de pe rolas, esmeraldas e rubios a f*,
ricas rruzes de esmeralda e rnbim a 12, 14 e 16*, ditas d ouro e coral com vistas ptr-,
tographicas a 3, 4, 5. 6 e 7*, ligas de coral a 2*. radeas para relogos a 20*, ditue a
6*500ao)lava,:uarnic5es eom tres botdes para aberturas a 4*, ditos de<)i'drlnhasa3*J0ft
o par, ditos para pnnhos os mais modernos a 7 e*8*; alm de nin variadsimo sortimeu- '
to de joias do apurado gosto que recebera por lodos os vaporea da itropa ; orno
sejim : brincos, bracelete", slfinetes, aderemos completos, cruzes, rozeus, aaoeis da
brilbantes, esmeralda", perolas e rubina. Medalhdes, vollas, tranceiins, anneis coro let-
tras e de diversos modelos, oculos e pencinez de ouro e prata dourada, relogios de ou-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos taannos, ricos patttel.
ros e faqueiros, colheres para cha e sdpa, mancas para criancas, e urna intlnidade de
objectos que seria enfadonbo menciouar-se.
Os proprietarios da Flor de Ouro garsntera vender mais barato que em outra
qualquer parle, para que estar aoerto o eslabelecimenio das 6 horas da manha aa 8 da
noute.
mwm
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Teno-se resolvido dVra avante vender-se neste estabeJecimento todas as faxen-
das existentes no mesmo, por precos que tods admirario, acho de meo dever pajrlici>
pa-lo a todas as Exmas. familias em gral, alim de virem visitar este estabelecimento
oa mandarem buscar amostras, garantindo-se-lhes um bom sortimenlo de fazenda da
algodo, 13a, linho, e seda, emfim urna intlnidade de arligos de m< da mandando-se t
casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qnalquer fazenda para veren
ou escolherem.
As pessAas que vendem em menor escala pndo.ro bera sortirem-se neste estaba-
le cimento que vender pelos mesra' a prec.oa quB em qnalquer casa importadora, tecdf
afacilidade de comprar qnalquer por580,
O 65 tem om compl-to sortimenlo de roupas bem acabarlas oque vende por
presos mnilissimo c mmudos, mandandn lambem fa?er por medirla toda e qualquer obra
que os concurrentes desujareiu para o que tem um dos mais habilitadsimo meitra
alfaiate, cortando por um systema inteiramente novo.
Os annuacios nesta praca esto e por certo devem eslar desacreditadsimo, poii
qae ha casas qne annuociam aquillo que nao teem, o que o 65 garante nunca dar-se eta
seo estabelecimento; pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
grande nomeada em todo o mundo.
O G5 acha desnecessario mencionar os precos de snas fazendas pois qoe isaotor-
naria-se demasiado macante para os leltores, por ter de ser demasiado extenso seo aa-
nuncio, e mesmo para se tomar menos desendioso, pois que vendendo moito e muito
barato mister encurta* sua* detp'zas. A sinceridade dos tratos do 65 jutgo qoajo
publico conhece demasiado, pois qoe sempre tem cumprido com aquillo qoe annoocli,
nlo verdade ?
E' INTIL, NAO SE CAN CEM, COM O 65 NINGUEM PODE COMPETIR
RA DO BQE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
i
Papel de linho para cigarros, marca martello,
urna resma.5*300: em casa de fijurgard&C,
ra d> llaruuez de Oliada n. IS. '
m
FABRICA
DE
CHAPEOS
DE
Toda sus qualidades
, Vi na larga do Rosa-
rio r. 24,1. andar
Se o desejo dos proprietarios desta fa-
brica fosse nicamente illudir a f pu-
blica, ha muito que ter. ara annnnciado
os seus productos, mas para correspon-
derem mais dignamente conflanga nui-
les depositada, esperaran receber os
objectos e pdssoal, que acabara de ehe-
gar- Ihes.
Hoje, pois, que a sua fabrica se &cba
montada cora as mais aperfeic.oadas ma-
chinas, com os melhores pelrecaos e ser-
vida dos mais peritos offkiaes europeos,
'podem os seus numerosos froguezes e
o publico era geral encontrar dede j.
Chapeos de seda da ultima moda, sen-
do alius e baixos.
Ditos de castor de todas as cores, em
formatos ingieres e ambprguezes.
Ditos de feltro de todas as qualidades
e felies, tanto para homem como para
crianzas.
Diti-s de velludo para senbora. '
Ditos para ecelesiaslicos, redondos", tri-
angulares e a romana.
Ditos armados para militares,
Ditos de pasta.
. Coneerta-se toda a especie de chapeos
quer de homem quer de senhora, com a
maior pericia e mais barato que era qual-
quer outra parle, assim como se rece-
bem eneommeodas lano para a provin-
cia como para fra.
*
s
*mmmn mmmmmmm
D. Anua francisca da ronceea Piraenta pre-
tende vender a ohria denominada Taquary, no
lodo ou retijhando o terreno ; assim pois quera
pretender dirija-se a aununcianle na esirada no
va do Caxang para contratar, aflm de que com
dados certo? possa cbter licen;a do juiz de or-
phios para dita venda, visto ter sua iba menor,
parte em dita olaria.
56 ARa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este amigo estabelec memo assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos-grandes depsitos e b >ns sorlimeotos coro qne sempre prima em ter dai
nelboras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para, alg*-
da, desde 10 60 serras, e ha vendo em todos os tamanbos diversidades de sys'.e-
mas e inelboramemos para perfeito e rpido desear camento; tornara se dignas da
serem vistas e apreciadas pelos Srs. ag cultores; os quaes, alm disto, encontrara
tambem mais
i
0
Aparados vapores LoeoMovEf?, de torca
de 3 4 cavallos, e pertences.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira. /
Carros de^i3o para atterros.
Tinas de madeira.
Balde? de dita; /?~
Ditos de ferrojestanhdo.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Dites de madeira para compras.
Apparelbos para jrdins.
Guardas comidas.
Tampas para cohrir pratos.
. Tarracb'as para fazer parafusos'de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinba.
Ternos de bandeijas finas.
Correntfs para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertences avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Bren superior.
Mninbos de diversos fabricantes para
milho e caf.
Debolhadores para milho.
1 Azeite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Jany.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chnmrio.
Ditos de Irorracha.
Folies para ferreiros.
Vi
Cabelleireiro
TteMbeu m grande e variado lortimento de
coques de trancas e Cachpaines que vende pelo
baratsimo prego de 20*, 3ir30l e 35*. chega-
dos pelo ultimo vapor : na roa da Imperatriz nu-
mero 82.
Cal de Lisboa
Cal nova chegada loje pelo Laia I, vende Joa-
quim Rodrigues Tavares de Mello, praca do Cor-
po Santo a. 17, 1* andar.
ItPS lIlMiHILt
Veode-se, pira acabar, por menos preco do
qoe em nutra qnalquer parte : ra do Vigario
n. 16, "prirneiro andar, scriptoro de Joa^uim'
Gerardo de Bastos.
temrnto portaud
o rcais novo qne ha neste mercado, em tarrifas
grandes de 12 arrobas, aromadas de ferro e bem
aeondicinadas : no trapiche Guerra no Recife.
Libras st^.li ms
Vende-aa ao armaaem de fazendas de An.
f. de Olifva A C. i Ma lo Commeqty n. 4
f
slo
tvin mrfrtde
de sea valor vende-se um bonito cavado rucado
apaueado, mnito nov, andador d no caes do Ramos n. 30.
Emfim moitos outros artigos, qoe s avista e neste estabelecimento poderlo ia
examinados.
ERNESTO Se LEOPOLDO
N.2 D Ra do Cabida N.2D
Acha-se montado de forma tal este estbelei-imento de jotas que poda
vender aos seus numeros regueze9 em grosso e a retalho epor precos
mu resumidos visto qoe recebe de conta propria p -r todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho de su'aa jotas o m.d lindo do pait daa
modas, ooro de lei, brilbantes verdadeiros, esmeralda, rubina, perolas,
torqoezas, *aphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja ciaa para servido domestico. Convidamos as Exmas. familias
a visitarem o dito estabelecimento todos os diaa at 9 bras da noite.
Compra.se onro, prata e pedras precie sas em obras velhas.
^ '
<
Mn


0ian d 'marabc ~ Segunda leu 20 de No\eiubro de 1871.
-.
fi^**A
DO
Di
FIGUEIREDO & LOPES.
U U MA DA HKIATIIZ \. 64
Os proprjetarot deste iraportaute e sympathico estabelecimento da fazendas finas,
vem, avisar ao respeitavel publico e particu rmente a sua numerosa frepuezia, que o
CYSNE acaba d-. sorlir se de lodo qoaqto ba de gosto e moderno em fazendas tanto
pan bomeos como para seoboras. -
E' ocioso ci ar qae os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
l'um espirito alimente conciliador dos interesses alisios cora os seus, teem sempre
legado o magnifico aysioma de offorecer venda fazendas de todas asqualidades e pre
* aos relativos de forma que fcilmente podara fornecer artigos de sua casa accommodados
i tda as fortunas meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
eqaencia da sinceridade e baratea com qne neg iciam s seus proprietarios.
No loivavel empenho de justificar as suas operaefies ronvidam as Exmas. familias
visitar a sympatbica loja do CYSNE chamando as attencoes do publico em geral para
U segnintes especialidades e precos,
PARA NpiVAS.
Veos, capellas. sedas e popelinas orancas
de cores, gallas, prnbos e camisav bo'r
dadas, todo caprichosamente escolbido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de orna s cor, de cores di-
versas para ves i idos e tambem propria para
sombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 i/i varas desde
10500 at 85 a peca. Victorias muito finas
le 4 at 850O.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
\
ALP\CAS
Lavradaa de 500 rs. a iOOO o covado,
especi.i'idade do CYSNE que nSo conta com-
pulidor.
MAD\POLES
Francez de S4 jardas de 80 at 100000.
ingl.z do 50 t 8#wo, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos ri* lantura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e jane lias de todos os tama-
ngos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 100 a peca.
ATOALHADO
Da linbo adamascado, dito de algodSo
-Y" FALOOI
N'ESTA ANTIGA E CRE&ITATA
FABRICA
IICHTll || CeilTilUlUIl 101 MIHIII IIIIIIIIIO ||
chapeos db ei,
De todas as qualidadei I
ft todos os feitiot I
De todas os procos I
RA DO CRESPO N* 4
aiios precos acumpanhada do competente muito finos, bramante enti aneado e liso, e
r
*

":.
Igurino.
LAS
Variadsimo e neo sortimenlo desde a
lia hsa barata de 45 al a de listras de seda
mais cara que pelo prego que vendemos
por assim dizer de graca vista do gosto
a qoalidade.
BAREJES
Lindos padr5es aos precos de 360 e...
400 rs. o covado.
SAJAS BORDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e su-
HSifBS.
LVAS
As meinores e mais procuradas luvas de
Joavin," brancas e de cores sao as que o
CYSNE eipoe a veuda.
BALES
De crotones com babado e bordado, di-
tos de arcos a 1 jjt50, pechiucha sem rival
ao genero.
CHITAS.
Completo e graude sortimento de todos
> precos de padroes modernos e cores fl-
us.
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e larguras s
* CYSNE pode vender barato-
FLANELLAS
De cores e brancas de 500 rs. at 10300
cavado.
pa-
barato s o CYSN E vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeos.
SETINS
Para todos os precos e diversos
drSes.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peilos colarinbo e
punbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, canto, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
presos que s o CYSNE vende.
PARA HOMENS E MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 10 e 10500
o metro, gangas da 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angolfa.
CHAPEOS DE SOL
Para bomens e senboras dos melhores
fabricantes da Enropa.
FILOS
Do seda, ditos de linho, pretos e bran-
cos e mais baratos que em outras loja.
MEIAS
Para todos os lmannos e qnalidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de lia es-
pecialidadedo CYSNE.
Desculpem os dossos fregoezes termos siao oro pouco extenso na narracSo de ai
{tunas novi'iades pois coro quanto st>ja nosso ialeresse tambem o dos nossos fregu
mi qae querem e gostam andar na moda. _,,...
4itxn 4n imperatrtz n. 64.
,
FI6EIIED0 k LOPES.
JOAQUIM
LOPES
MACHADO ft C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylindros para padaria.
Carros de m3 > para conduzir fazendas.
Machinas para descarocar algodo.
Polias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
aament d'agna.
OBJECTOS PARA CARRO
Olead" pretopara gu-rda-chuva de carro.
Diio de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Puntas de langa.
GalSfs de seda para o forro de dito, es-
treitos e largos.
Pregos de caneca de roarlim.
Escobas para dar graxa.
LIQUIDACAO
LOJA DO PAPAGAIO
Ra da Itnperatriz n. 40
Os proprietarios da loja do Papagaio f.uem sciente ao respeitavel publico, e espe
cialmente s Exmas. familias, (amigas da economa domestica) que al ao m do anno
ratam de liquidar pelo maior preco qne derem as fazendas seguintes :
Um grande deposito de roupas feitas de todas as qualidades e lmannos, tanto para
meninos como para liomens.
Urna grande porco de laazinbas, ha reges alpacas lisas e lavradas de todas as
cores, e vendem-se muito b tratas para acabar.
Urna grande porcao de cassas de cores, i organdys, lano raiudinhas como gra-
das, muito lixas em cores e muito finas, e veidem-se por preco barato para acabar.
Bonito sortimento de sedinbas lavradas de cores, e ponpelinas, setim branco, pon
elina branca lavrada, gorgurio de seda de cor para vestidos, azul claro e cor dt
naa.
Urna grande quanlidade de lencos de esguiao j abaraados, maiores e pequeos
pelo mesmo preco dos de algodo. j
Urna porco de costumes para meninos de 4, 5 e 6 annos, de alpaca muito fioa,
todos forrados, e delicadamente enfeitados/por preco muito barato.
Grosdenaples preto em qnantidade de 10600 para cima.
Urna grande quanlidade de camisas de linbo para homens e para meninos, tamo in-
glezas como fraocezas, com collarinbo e sem elle, aberturas bordadas, collarinhos. po-
nbos, e urna grande porgo de grvalas e manas de lodos os precos, collarinhos de pa-
el para meninos e homens, todo por preco baratissimo.
Podemos asseverar que lemos/m completo sortimento detodas as qualidades de
fazendas, e nao especificamos todas, para nao tornar o anuncio enfadonho.
A VISTA FAZ FE
Ra da Im per-a triz n> 40.
DE
HIENDES & CARVALHO
J
t
' "" """KKBIiui
19 Ra Piimeiro de Atareo 19
Temi renovado completamente a loja do predio, em qos teem o scu es-
tabelecimento,
19=-A ra Primeir.* de .arqo19
com aquelle asseio e elegancia desejave', acham-se ptffSfi prvidos do mais
explendido sortimento de lazendas fin -s e modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPECULES DE &AJASA
Garaiileoj, com toda
a sin eridade, vender
por menos qne quai-
qoer ouiro, .porque
receben) ,tm direitura
a maior parle de suas
lazendas.
19 ItA I.* DEMARCO 19
(inliga ra do Crespo).
N
Popelina da seda e
la.
Fazenda mterraraeote aova do mareado
com padt&es omito dltadot>, 6 *awnd de
nm effeifo su p'Ph^nd^nte em vestidos, e
veade-se por 108O ra.-o covado, na loja
do Papagai''. na da Impcrairis n. 40, de
Meodet A Carota,
' ft
Io* t Soaza S sres ft C, vendnm em seo B-
iar i ma du B ortUHKo^V j> i, di onro p-*r rwnmtrto- presos.
BeeMNBMn betto sexo pcrnmbueano.
Para noivados.
Itts p."peciaes e preparadas para \ ti adox dt- ("ma : refebeo a Niv Esperanza,
ruja Duque da Caitas . 63 : a eila^ ame- qoe ?t
aaabem, pois vieram ^omnite ei, e nao liwlissi
E_________________ai---------------
Gaz economic pan ts ca-
diei os de porcelana.
Araba de chrgar e?t j bem c > hei'idn enm-
jastivel, romo o mai* harsto, prbffptu < a>edo
de lodo* at hije conhecid>, e s enronira ven
da no nnco dr.pjsito, ra larga do Rusano ou
m^ro 31.
_-

ficra, barata.
'jVende-se btpt> Tf,h!a de. amarelto em perfeitf
e^Adn : na ra da lu.peratriz n. 73, uu 03 boiica
^nca se vio nm processo'mais perfeilo e que at-
* da tal forma a Mtisfazer as exigencias maia
ivra* da f ."cnpiuraco.
A na cr lindissima e nao precisa de cnida-
j alfam para se conservar no tinteiro sempre
.* a mesma edr, sem borra, crdsta, bolor oa sem
las astas maullas inherentes todas as tintas
.* agora conhecida?, anda mesmo dos meinores
tures estraogeiros.
Sobreindo, este esttmavel producto nao ataca as
anas de ac, antes pelo contrario, a penna
dqtura nm esmalt duurado qne, sendo interes-
at, asss provoitoso.
Kata tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a eomtndo dnas, tres, ou mais copias ara mea
spoi de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
tnpel bem moldado sem o enxngar com o mala-
orrao, porqoe nlo ha o risco de norrar. Parase
Tr maw de ama copia, nio se agglomeram tan-
m 'ofhas qnaBtas copias se qoerem urar, mas
M-s* cm o orifwal lira* urna tantas qnaataa
otscjam, sem qoe o orlfioal fiqu prejodicado
>,.. itxtrae&es.
'lecorre airai der qt; para copiar importa
tua iDielligen;ia e habiHdade, sem e qoe a ma*
tta nao satisfaz, e o deleito recae sempre
rt a trota, qne militas vezas A quem manoa
c tom.
i .irpla qnatidade tfesta tinta trernattrte
r*iavel, fots- qae evila que w^aalfter es-
-rimo baja mais do que urna tinta para oa iv
r-ir minores.
uip sea durabilidad, ci ha a oppr
itaManrdnvida poisqttiou trau M^fr4ew>
criptt soffre o choque de cidos fortssmost sem
se deeompor; ora, se os cidos nao tem aecao so-
bre ella, muko menos a accao do tompo a poda
destruir; iato ptoastvel.
Nao s ao commercio que este meu producto
veio ser til; os professores dos cotegios, investi-
gando'todos os meios para o adiamntente dos
seus discpulos, tem approveiudo esta tinu, que
com raxao a acharam apta para desenvolver o
Sosto nos educandos, em eonseqoencia da beleza
a c6r e facilidade de correr'na pequea pela sea
liquides. Ha exempios de cnaqfas que havia
muito tempo nbam ama repugnancia extrema
para a escripia, logo qoe oi admittida esta tinta
no coliegto, apoderoo-se deltas a curiosidade e o
goi'to, e ponco tempo depois osen adianlamento
era manMatto.
Esta tmia, i par de-tantas vstateos, ton ntn
mfeo ioeonvetbeale, duwiiewaB ao eematt de
oatr ajrttqusr; -oawtfar pew-ia-em mtoro
Ijai ** mana vJuAht- d mam tiBia>eev>-
ur escrever com a pnoa suja de urna preparaco
dlfferente e incompativel; verificando iato, a*o ha
raza* para le usar de tiob iWflJio seja a V1Q-
LBTA EXTRA-FINA DE MuNTEmO.
Observado.
i Diversas tatflea*^ a mnaUancM tem apna-
recido, cuja dwablHdade duvilosa. Oa Srs.
comnradores podem Titar. o engao dmgindo-SH
jca^cn^TOsr^ms.i.pWtii*) atinu pieeu
A, C Homaro,

i*
Cofres de ferro de mm6 e oniroi
Jt r6DQ&S para f0par cartas. *
Balanzas de pesar, Decimae8) H,maMSi elc
Tachas de ferro, lSlanludo;
Arados Americanos
lXfEu.eS, para agneultura.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JUaCllinaS de descarocar algodJo, de 10 a' 40 serras.
vuapaS e lerrO gaivanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos ven<1em-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes 4 C,
m. 4 ra do b0m jkscs.
(outr'ora ra oa Cruz )
."
'-
1.1CDK.IS DE COSTURA
DE
Sin^r Manuracliirin^ C.
ati0U Al lIi.i.u |M<| Kaiiiilias
(O(HK) \l 'l-tllll - Para Familias
ttO(MK) Mdfhina> Para Familias '
90*000 M .china- Para Familias
100*0 0 Dnas Com Tampa
- 100*000 Doas Com T ropa
100*000 Ditas Com Tatupa
ioo*(>oo Diia= Com Tampa
KI.SJMIOO Kraxlena.- T na Cortara
103*000 Rranleira- Toda Costura
IOiOOO B a letras Tuda ostura
103*000 Hr-i|eirv Tda fuslor
1(i0*(Ho - IM O 0 Mai'hmab de .Manive i.i
I00*0l)i' M..chinM- de Maoivella
10 *(KK) Machwas de Manivella
115*000 ft*ti>\\t*t Para Ai fatales
113*000 M-"Chms Para A'faiates
115*000 Mxi hias Para Alfalates
115*000 M-rhin' Para A'faiate
115*000 Marbuias Paia Sai-atnros
115*000 llarhinas Para Sauateiros
115*000 Machina Psra Sapateiros
115*000 Machinas Para Sipieiro
li5*000 M^ctiinar me a de fc.xiencu
145*000 Machinas mesa de Ex ten cao
145*000 Math'Oa- mesa de . Extencio
145*000 M.irlnna- mesa de Kxteneao
13U*<'00 Ma-iiim- Pata Obapeiieiro*
130*'HI Machinas Pra Chapellelrof.
13 *(00 M ctiina- Para Chapellelro-
i: (Note se bem
ao numero
nico ) gente
W. H. Chapman.
Note se
ao numero
) w. . unapman. (
29 RIJA D IMPEHATIOR 29
AfilHBO. ,
Cb''tas finas esco'- com icque de avsna a 6i
e 7* rs. a peca ou 00 rs. o envad na ra l*
de Mateo u. SO, loja de Gu Iheiire'Carneiro da
Cimba. '
-rj.al.Ji de liyres n. 67 da ra^ d
I raai-i: <|u- Cabr.'et
Vende-se um exi-ell^nie cabriolel de 4 rodas sor
prfC'.C"H Aos senborfs ftmile <
V-nde se em por?5o e a retslh'. caxa- e Mba
de Plandres e estanho, todo d* mmto b- aginia-
de e a preco romaxdo : na n.a Marcilio .as n.
31, antiga tua iret, armum.
JiVl
Vender nn cval. h-m '"*''
fabrica de sabio era P6ia de Portas.
a tratar aa
J MU1I1M0
"
M


Oan* da rrni!iHuc* fe. SegumJi feifs 20 1

trovatlor-palriota
**'*! w*,te ,bon "to" > i)>Y eoontry'.',
T^Gwt aodiruihs; Uien, .f ihouhU'J,
(W. Shakspeare).
LeaJ'nideoie surgkdV Who-a
i meo segregado ret.ro, eis-me aqu 1
Ti"- oraea4 m Aieru,. BrasiJios! meus oow juvi.
yeaaes agmia?, servs egosta*,
Ardepdo ociosos em sle infer*,
ser tiesos pfpearern.na- louot rero.tuistas
tropennem-s* Jo tiro maldilo e I*!-*
O ftffcas da fur/jaeza opulenta
itesejea* vado.'f 9.? mundo dar leis'
A em sua cob:ca lerrlys. edent, '
Mgtr.o isUgio o Ooaws e reis (
<<** e Bobresde?purt* oobreza.
Os seasemejante/ pncurera pisar
Palacras teMas de gra ^^ >
laoneova o simples campestre aolar I
,-l'illos, .aflarto, de orgolho dest*;"
a, "'?,8*"-Miii a ni popula?,
Uue soffftgii^BMos apinha-se aqun*'
ovejs-ihes 0*1^ MQ ser de LaCu||o,
en lastre, sw fensta, seu pleno oaroost ;
Dveje-iaes ou t&*. queeu nao I Nio SfciaHd;
"era louco ap.x .Selles me lanco revel.
lm V*w me b tan. Por tete en agora,
J'wu vaiJada errHMo-me aqai,
u'"l',JImaa eam os.-sen mrito embora...,
A,ea, Brajijioj I neos cantos ouri.
r"o em hx 1
'f desprezo
** bem po,,,
Seasi.
..onpov lsmaM-
Apen**tt> I"
A* rifo opulento,
le-extraoho valor;
o, por DuI me contento':
tt r**um favor.
ilutara ri*",fl,IrIea",0P
..oat Pintea:-Humero,
8f estro no tojo alvino
2 ameno e (esttico de 11.
wpirado,
Virgilio/ on CaroSe*
ieado
il yrodugOe.'.
tem fMa uria, um en'.e digno de com-
paixSo.
Nos penotws o contrario, e entendemos
que o s'-gjio q-i^ v* poni miis feliz do
que degr?cadd.
Segundo o modo de julgar, a vantigem
qoe o myipa leva sobre luda a pessoa qoe
me em dous pantos:
I." O myjpeno v a meta Je dos cousas"
desto monda.
2.' V mal a outra metade.
Conshre hem o leitor esta vida e diga
te nSo lia moita cousa que seria melbor ig-
ndrar qne conliecer.
Tanto na otdem pbyjica como na moral,
o mal msis r/>mmum do qu^ o beru, o
falso mais que o verdadeiro, a fealdade mais
qoe a belleza.
N5o conhecemos bomem mais digno de
lastima, do qne a jodio qae se gaba de v.r
mnito.
No mais lindo rosto, sua vista descobre
ora signa!, urna mancha e o mais insignifi-
cante boraqnintio de bex;g.
Em on bella statoa nao Ibe escapa o
iraca o menos descuidado, e oa mais linda
paysa cotrir nma swbra negligentemente deli-
Jteada.
Entre flore, eoconrar ur verm a
ro^Ua de ama rosa, e dentro do mais lo-
'soffeo lempJo ver aranbas e lagartas pelas
aceaeta? paredes.-
Se o- indjviduo> qoe eoeb^rga muity vai a
om quintal, de as s& oll>ar qoe laoca-,
ludo de naja vez":: con ves- nabos, Abres,
etc.,te, e .saci.t-se logo rr?o lendo ais
qoe ver.
9e vai- ao t'i'tro, conbece o- mal pintado
das vistas ; v lures artiticiaes em vez de
eoccnfti 03 ttriua. Ha nma coosa qa ,com s Tictorii, quererla domioaroAdria-
sobsliloe pjrfaitamente a boa vista, o sea-, tk; iusteni.irij os ilalianimmos de Tries-
limenlo qoe um excelente oeofo de al-.te, sonturia co la conqoista das utas e
-anw- aporto da D-lmacii-, ojtr'vira possessao de
Roma entre a beilea e a jmagioa?So di Venez?, perturbjria a Austria, v faria nas-
bomem sensivel om qu de relajo mague-1 cer assim ama peigosa rivalidadd. Veo-
tica que su.ipre a fraqaezi do orglo visoal.'cid, nio pensoo em tSj funestas cbimeras.
e faz ver pelo coracao ao mesmo lempo e e applicou a sua attenfSo e forjas no odco
talvez melbor que pelos olbos. (objecto. de qae resulta a felicidade da bo-
Que o'diga p proscripto qoe longe da pa- mens, diffusio das lozes e do bem estar,
tria vivo de soa doce lembranca l ,No ba peior fl-gallo para om povo do qae
Alm de lado, n5o consta que tenha ha-1 nma monarchia militar. Tido o italiano es-
vido algoraa m<51 bonita e seductora cujas c'arwido deve bem diz^r o co por ter pre-
grscas e feiticos tenbam escapado ao maior servado a sua pitria de semelhaate cousa
myope destemando. jainda easta das derrotas de 1860.
Isto todo qoe dissemos refere se orlem' Goza a Italia de ootras vntagens mais.
physica. ; Nao tem partidos dyaasticos e. irre;oncilia-
Mas n3o ac-:ntecr o mesriw na Ordem I veis. A monarchia constitucional jonst-
moral ? Aqai as pessoas de vista curta nao
serao as mais fe izes ?
O menino qoe anda nada cqnbece di
vida, o moco qae a povi da r.s'onbas cbi-
meras, o po3ta, o artista, o atoante, nao se-
rio 03 wyopes do mando mural ?
derada pela nmensa maioria dos cidadios
como o redimen que melbor convm ao
pa z as actuaes circoaistancias, e nenltom
pretendeote dispata 'ca a da Saboya, a co-
rda que ella to laborrosamente eonquistoo
do eslrangeiro e .que a nejo Ibe conferio.
Sonhos de amor, de gloria, de fortuna, del K' grande caos? do fraqvdza para um paiz
ambicio, de genio, tudo isso 8 felicidade; o estar dividido entre irdecOds poderosas
mas todo o qoe sen3o illnslo t i qoe n3o concordara nem na forma dogover-
porqoe o italiano 10 gostava da residencia
da cidale. A agricoltora receheu nota veis
melboramentos. Os bens ecclesiasticos,
boje em m3os de particulares, s3o melho-
mente cultivados, e raoitos terrenos bal-
dios foram aproveitados com vabedos o ol-
vaes. O excedente porto de Brindis*, tor-
noo-se o ponto de embarque mais prximo
para o Egypto, India e extremo Oriente ;
com a abertura do monte Ces, a Italia
ligar dentro de pouco a soa reda de vas
frreas com a da Franca, e majs tarde com
trinarlos. 92o borneas de governo, de ara
liberalismo moderado, mas decidido. S-
menle, nSo ba differecca notavel de polti-
ca qoe oa separe de teoj collegas.
Quando os partidos sao designados Main
por uoroes semsignificacloprecisa, fatam-
Ibes doutrlnas assentadas. Na HeSjianha
acontece a mesma coosa. Ao p dos repu-
blicanos, qoe ao menoa qoerem orna forma
particular de governo, ha progresistas,
unionistas, demcratas, partidarios t,dos
da realeza e muito divididos, sem que seja
a de toda a Europa septentrional, por Saint- possivel dizer em qoe ponto se separara.
O que se aeba no fundo de todas estas-
cousas ? nada.
A luso a vida; existir sonbar.
Quando a dada tiroo todos os encaff'.os
imaginacap, quaodo' a experieocia frnc^
amargo da idade leva o homem ao mondo-
resrf, qoando a illaS) o abandona, a vida
coa ella foge.
E assim en d< 8 deiH.es oa Ha lingcajenr
\T*< dissera : Suh m *?' e homenagem.
tapido i render-ine galga r- PW-
Quitara ser vaf, m;u Dao^! J .1r*
oelo roeu caro f Tmoso Br -a ,
OTe, qae eterno u.sia a.n. i-a trapera,
?or elle teniente, que adoro tt ora. .
>or elle smente I... Por Na *fan
Fiel, mea.silencio rompido eis- **m"
fia solt meas cantos, humildes e. iibof.
Alei.'Brasilios t meus cantes ou n.
Seas fettoi tllcstre?, que o terapo n3b some,
Na Ivra ea cantrira-n'um hymno beitii-,
gratulo eterno puzra seu oorae
Na girrul:bv.cca da tama loquaz.
Sea co eu cantara, mais bello, mate poro,
Qne o cea A --Italia tai celebre assim;
Sas azas do temp mandando ao futuro
As suas bellezas sem conta, sem uta.
Cantara seas riosetamensos, gigantes,
i)e inslito lveos e bom littoral,
Ooaaluvos eampeam, que arrojara-sn ovante^
Rivaes do Ocano no curso inmortal.
Sea ar e seu clima, ?fn solo ubertos,
g montes, e vales e las, e ses,
as iovias charnecas ao metro alteroso
'rgoera, cantando seos grandes uer?.
Mas ah f qoe nao posso. S teaho o desejo,
) anhelo, a vontade i teQho; nao mais.. -..
Si emprezas lo gradas acaso eu ensejo,
Ai.toge me o estro, deixando-me em aUl
i^nevola entanto, wriddo-me agora
Ao pobre alaote que vibro d'squi,
ibe meus cautos, mesqulnhos embora,
'cebe-os, patria, que eu oaoto por ti-
O redimen partamtmttkT.
E 09 PAnTIDOSI* WAtf.V.
N1>> tem a Italia motivo para se testinm
da sorle ; todo Ihe ando de feicSo: as
derrotas /nesraas deram-lhe maior provyito
do qufl o -iriam grandes vicio, ias. At
atoraes;: i novena Ihet-es veibas representando' de mo^as e na jicurdc5-d'a aotigoidade, as *ras d'a(te, a
iu s eloqoeate faifa que seo papel koe dit^
vai Ibes dsseobrir n? tst*'jD9is profanda
ruga qtie est coberta. de vetmelhfrj e po-
da arroz qm the u'ri tolo o-encanto.
Ne-t*tu da sociedvde onde prosea-, nao
p-de 'ti-zer nota tnce. 'jae ai ve/a no-mes-
mo tnstan4e 1 sen vizitio l.-anar aaiteo^u
doootroou por nv pucar derolhos opor
urna dCotovelaila.
Ss peeitl versos, v o iwlitarfO'masando
e de vez em qoandj afgons do clrcon*-
tes bocejar com a bou a /e<'badat
Se vai advogar no jary, no meii d? en
defe7.a v am jurado 00 a COfUgM ota-a
dormir.
Se conversa com alguma aouiaer casadla
com marido ciamento, enxrga onolhof
vesgo e devorador no tremebomdo senbor.
Se vai a academia n'algam d'n de sabba<-
tina, chamado lic-3o, e se n3o reeponV
s pergunias que o lente faii, tena> logo o
gloria litrerar'a, os onunmaSo, as aiKag
constacte para rehTer a independencia1 e
a liberdade, os st fneaonlos, ;i brandora
clioia; 4 belleza- ras pawagen*. celebra
por iodos- os poelari, o sen genfcransical',
lingos melodiosa, turo etefim eontribn'r
para faz&l-a anar, C'nx-aaia segooda pa
tiia. por todos lis hocwas cultivados do
iiiikm)' mieiro: Kra el'- a representante
mais -somplet o inereste do prtoeipio
das oacio'iali'ladHS. Eio-ea? repe'-ir o e.-trao^-eiro, tinbra a Stali> por si
os vi tos db quasr toda a* Ebrvpa. Nada
mais exraordinsrio- do qoo- asocceseo de
acontecjimentos qii em-13^ pooco tempe fez-
da Italia,- simples *x>pres*5o giographica,
com se dlzia, aro reino impndeme, uni-
ficado, vaontndo todas as cwiefc*;oes de pros-
peridade grandeza. Desde-qoe a- reusio
de Roma veto rematar a olara da aniuca^ao
nacional,.^ando-lbe a capitaJqrjo a bsftcia
desprazer de ver estampado em saa pby^- \ e a geograpbia de3tgam e Mapoem* a sia-
sionomia o mais vivo descoutenameaSo cao-da Itatta mea favoravel qoe da
EmPim, n3o acabaramos boje se quizes maior pan dos Safados ewopens.
nu ocm no princ pe a quem deve caber o
poder. Nao estando consolidadas n bates
do edificio poliiic/, sao igualmente impossi-
v-.is a toareba regular da administra^o e
o resultado da rberdade.
E' ulo qoe faz ser aioda 13o dtlficil1 a w-
Ioac3o acta) da rlespaoba.
Nao recaa tambera a Italia esses conffs'--
los de racas frostis qoe eoiravam a reorga
nisaSo da Austria. A uoidade de ingua-
fea, ra^a, tradic55es- coit-o, prpduao a fu-
s*> ilos antigos estados e iurna s na?3o
c un moa facilidade e raprde- qoe nisguem
jnrai prerira.
O iiaaeo-, ainda qoe o se espirite 8?ja
propenso- i irona e * aatyra^ s3> mui feei.>
de revenar.; sugeitaaa>se cow ovu tesig
ti a (yiy inte I ligante ao mais pesados oos
qaandu sabero que sao1necessark ao paiz.
Vele qo3o pequent resitencia cootrarata
jone.
Frontino Cismontano.
IMITADO DOHESPANHOL, DE ESPONCEDA.
SONETO.
Freses e loucaa e pulehra e odorosa,
nra e adorno do ard-tn florido,
i-la no ramo seu. mimoso, erguido,
A rosa nacarada, a linda rosa.
?orm, mal Ihe rocou a radiosa
'..uz do diurno astro to querido,
Aroma e vico e cr, tudo perdido,
Uva-Ihe as Lilias a aura pressurosa.
Tal, de praz.-r me enchendo e de bonanca
2 de vida e de amor, minha pintura
Um momento brilhuo sem esqaivanga.
Mas ai I que o bem mudou-se em amargura,
F. a d&ce e tenra flor Ja minha e-p'ranca
Foi-se n'aza do vento pela altura.
1870.
Frontino Cismontano.
VARIEDDE
O myope.
(SOBRE OH* PAGINA 0F. BERVILLE).
Motta gente julga que o individuo que
sernos mostrar milhares de cousas qjra- se-
ria muito bom nao ver.
Quantas vezes am marido, am amante,
um credor, v certas couzinhas quesera
ventura grande se ignorasse !
Ver mal, nSo ver; o myope nao 'um
C50; v justamente todo o que preciso
para enganar-se, isto , para ser feliz.
A illus3o, esta encantadora da vida,, pro-
diga-Ibe sens thesonros.
Para o myope todos semblantes s5o be-
nevolentes ;. nao ha para elle narizes cbatos,
arribitado?, montanhosos, torios ; nao ba
labios beifudos, orelh is grandes, testas sa-
I ionio o, oto., odv
'Para elle, todas as mulheres s3o bonitas ;
n3o ha pernetas, desdentadas e desengraca-
das." Todas as flores sao frescas.
Com um pouco de sombra, de agua, de
verdura, compoe-se para o myope uma.-ri-
sonha paysagem.
Com alguns puohadioh03 de cabellos, se
Ihe occulta urna enorme careca e apresenta-
se-lbe urna formosa e basta cabelleira.
Quando o myope passeia pela varze do
Carmo, quanta embriagnez nella respwa !
tudo lhs mysterio, tudo prazer.
Ni -ampo, debaixo de qualquer arvore
sem galbos e folhas v a mais', deliciosa
sombra; v regatos desusando com sua lim-
pidez ; cabanas que servem de asylo a gra-
ciosas virgens ; jardins ricos de solido e
de sonhos de amor. Para o myope, a na-
tureza abonda em prestigios, e existem fadas
na trra.
Dizem porm que a myoph urna infe-
licidade, pois que suppoa. a belleza onde
realmente n3o existe e vive dt imagnacSoe
n5o da realldade.
Pois por ventura a belleza ser invisivel
para o myope ? N3o. Elle v melbor do
que ninguem, pois que a v em imperfei-
ces que a podem tornar feia.
A myopia produz no hometn o mesmo
effeito que o amor: deixa ver os encantos
Posto sajaj apenas- croa atasnla, estao
as soas* frooteiras to bem demarcadas pres-
tos Alpes a pelo man; que aira- em grande-
parte tem s-vaotageos- de aroa-posic3e-in
9 consoripcau e o imposto de raoagem, do*
me.iid.i alias pesadas o irritante na applMpaga no- paiz am sardo 1
sarao. 0* descontentaniesto das efesses in- e que se afguma reforma
lerrires. a quesilo social; como ae diz t
Gott-^rd.
Em todo o meo dia da peoinsu'.a, mu-
don opropriocarcter da populacho. Ou-
tr'ora, aldeos, habitadas aas cidades, em-
pregados tiscaes, soldados, gente de todas
as clases e estados, eram immundos, vil-
loes, mendigos, sempre propensos a cor-
var a cabera, a esiender a mao. Desmo-
raHsados pelo duplo despotismo do Estado
e do roooachismo, era imposiivel deixar
de os de.'prezar e lastimar. Ho|j a liber-
dade retemperon as almas; o hornea j
nSoomesmo que tra. Os qae osara
uniforme trazem-n'o aceiado e elegante ;
andam direifos e firmes: eumprem o seo
dever e j' n3o pedem esmora. Os homens
do povo lambem mudaram de parecer.
S"cudiramaqoeRe torpor que 9 poder alsc--
luto em toda a parto gera. Desfez-sa a
ruga da servidlo. W n3o s3i servos qsae
tremeni d ion le do aenbor i scr cidados
qioe tem ennscienca da propria dignidades
Regenera-se a Sicrfio. Cousa anda m di.
etr ordinaria-, e que prova urna profunda
muiJanca as jondicoj* aociaes, o bondilis-
mo desspareceu.
E siimma, por qua)qtier la io fjoe se
encare a situac3o da Itali.', v se qua
cheia db promesms para ofutoro.
E omtudo os espirito* mais sagazee da--
quell paiz mo t am-se inquietos, ttsem
qoe o mecaiismo palarmenar n3o funceio
na'como de vera, qoe o governo e imponen-
te para fazer o ben/ que desejira, qoe a
debilkede do mecaaismo naph mentar p?r>
"T.otentamaito
seria nao vier
. wiuv to u./. v melborar aa-cousas, aertos perigos se de^
noito meaos de temer na halla do ano emjlvemreeeiar. O'emineoleeditordaAnofooia' Davtr esse* a(>us raudas parti>K> q ie
ibglaterra, ivranijiy Blgica e Allemanba, mtva, & 9r. Bongb^-e om eeocomista
porque a prunde .dastria anda nao- creou |distioctor es-ministro da fazena, o Sr.
Em Madrid, tentei debalde descubrir qaaes
eram as ideas geraes qoe uns e oniros de-
fendiam. tavam-me nomes de pe>soa,
contavam-ma a origem desses partidos ) di-
ziam-me em voita de que ebefa ea la 001
delles se reuna; mas qoaato a principio?
geraes, n3o se trata va disso. Igoal catsa
se dava em Lisboa.
Para qoe se formen partidos fortes^
consistentes, capazas de imprimir movate d
to regular i macbma comfi raciona I, 6 ne-
cessario que baja no paiz ama divergencia
de apreccSo a respeiio de algum queslSo
capital qae ioteresee nacaiy todav domi-
ot* por soa irportaacia .os pontos samada-
rios ; missr que essa divergencia abale
e rnflamme & publico, e o divida env ctous
campos oppostos tend cada om- delle*
orogramma dfinido, alvo declarado; ebefe
ireconliecidos. O' obj&no do deliote d'evir
ser de om internase t3o geral que nao deixo1
uigjgaem na indrferencvem que alia) as'
basel^bsociedafJe oa doE-tado sejam pos1'
fas-em1 litigio, porque esaao vai-se ter V
anarchi. Os tyooy desses grandes partido
que parecem indispensaveis i mSrcb do
syfttma parlamentar apparecera na lagla-
terra'nor mhigs e rmes; que duran te VI''
de om seclo dispoiaram o po vandb-se- fiel cada om deHes ao sen pro*
gramuia traliccionai, e arabos' caiwzes al-*
ternadament* de dirigir o gO'-'eno com
m3o babrl e arme.
Infelrimenlenada swnelhante'a' o> exis-
te na flalra. Parece qne ao menoa devia
o- proletarios na peuinsuia.
O-rei te compre bn di do desempeohs-
dd> perfei;menle o *u pape!'- de- soberano
coaelutionail, e nao parece ambiciona? ou-
tro^ O'nnmero dos estadista- capazo de
preeorber as altas fnaeces governo
rnaie-Que sulflenle. As ciaste abastadas
e o povo. animados de om bem inspirado
patriotismo, eatio protaptos a todo para
a nansa r a- prosperidad oaqaell patria tfto
loogamente scobada e conquistada emfjsn.
A sitaafSo interna pata exctllente. A
relacoes com o-eslrangeiro nao-sao-menas
boas - lodos os- Esta-ios sao syopathico
ItaiiBre, coma eoriosa,.!at>il peto menos1,
senSo admiravel, como a Austria, a soa-
secular inimiga^ que u Italia est em mala em geral se peosa que baa (tata partidos
de sobra. Alm disso,.- tem lavido
olar. Ntaaam'de-seos vismhes norira> cordiaes relacoes.
mais o sonsa iniqow-de Ibe arrancar ama- Q'iem adverte as lo&gas esngrenlas lu.-
porrao de tnitorio-. Aiconsetwacode ama \ tas. por. qpe ho- passaik-i os outros- paizss a*
Italia forte- j unida boje ura- ioieresse eu-? tim de-estaoeleeer a sua indepecdiencia *i
rogeo de pnmeira-creaK pertjiie 001 ale-1onidade naciona*>s,. pasma-de felicidade ex-
inento de pa* para o meio dia da EUrej. j'traortr aria da Italia, qne ebegoo ao masmo
Tanto que eia eslava- dividid e- fireca-, pero- fim em. menos de-IO-aonos ; faca-se-'-be po
cia chamar os conqpisladore etrang-iro
sala, de arovinciaav.o de-apaoagios *omJ
qae dotar os-Blhos maia moqfm das far^Siasv oes eslremamente diflkeis
regias. Hota. separad*do reato- da EuKtp achado, bouveratn-se o set
FOLHETIM
pelos AJpes>.como a- meso ana* o e peto
Pyroneos,. t-semelhaora destas ja nao tem.
qoe recetar da.conqnisla est?angeira, a
avada mais feliz, qae a Hespaolta, visto qoe
nio tem. de-mantea colonias remotas- fJa
onj 1 de armas. Peda pois- adoptar urna
poltica abaolotamente pacifica, reducir i>
exereito e a armada e como a-Stussa coaiea-
tar-se com.nm sistema bem ogauisado ti
milicias.
Grande mago fot paca os-iialianos nao
terem podido.arrancar a Vanecia Austria
pormeio-de aiguma brilhaole victoria, o tel-a
de aceitar das mana, do eslrangeiro.; mas
ipara quem reflecta mais Eoinieressa-reai
da Italia do. que na sua satisfac.s de
vai Ja le nao ocaso para lastima. Nada
maia inebriante- e pengoso.para afelicidade
de um povo do que a gloria militar. E|
vetiiino que mata aliberdade.. Umrei-vic-
torioso pode vontade tornar-se soberano
absoluto, porquanio, que vale urna consti-
tuT-o para deter legioe affeitas o:)ed.en-
cia e inflammadas pela lembranc de seas
triampbos ? Viram esse pe igo a loglatec-
ra e a America, e nunca tiveraa txercitos
permanentes. Victoriosa em Custozza e
Lissa, a Italia nada, podara recaar aos seus
exerctos de mar e trra, e os geueraes- te-
riam as toaos a parte do paiz. Qrgoihosa
AILHA DO FOGO
ROiiwri:
POR
\LE\VVI)KE OLMAS
(Contnuac3o do n. 264)
XIX
O Templo.
113o de lembrar-se oa nossos leitores de
<;ae o palacio da Tnsermai, segando flea
escripto, j edificado no valle formado
-elas bases dos tres picos mais elevados
a i Iba, O Sadjiva, o Sari e o Gagalx.
Para a primeira d'estas montanbas se di-
rigi Argalenka.
Airapressao qaan'el!e prodnziram as pa-
avras e especialmente o tom de Nongal,
ira tio profunda, que Ibe deu inteiro cre-
lito, e ainda u3o tinba chegado ao monte
a em cada arvore e Dor'traz de cada pedra
ulgava encontrar saa fllha.
Caminhava com urna rapidez, que nio
jodia conciliar-se com os seas anoos, sem
qr.e o deiivessem os estorvos qae cada
asso Ibe apresentavam as enredadeiras e
qoeirr adoras do* terreno.
Ainda n3o tinha chegado a meio caminbo
quardo om ruido espantoso qae oavio por
traz de si o fez voltar a cabera.
Era o palacio de Thsermai qoe se den-o-
va.
Para Argalenka foi om espectculo terri
vil. Todo o seu co-rpo estremecen con-
sivameote e assaltoo-o am pensamento
terrivel.
Engina-lo-hia o malaio ? NSo seriara
aquellas ruinas o luraulo ide Arroa ?
O beduin cahio de joelhos, ergnen as
m3os para o co e pronoo iou o nome de
Boda.
Esta angustia, perm, n3o (Jurou moito
tempo. A esperaoca tornou a renascer-lhe
no coracSo e continuoa caminhando, paran-
do orna 01 outra vez para chamar sna filha,
prevando o caso de que ella se tivesse de-
morado oa n3o estivesse j moito distante.
Entrara a noute, e com qaanto se des-
tinguisse o valle luz expirante do incendio,
0 monte Sadjiva, que se levantava gigantes-
co e sombrio, n3o apresentava mais do que
densas trevas.
Nos transportes da saa dr, desvioti-se
Argalenka da seo la que tinha seguido, e
em breve principiou a pisar os fragmentos
de basalto, de lavas o raizes qoe cobrem
as ladeiras do Sadjiva, como as de todos os
vo'.coes extinctos da t'.ha.
Conhecea logo qae se tinha extraviado e
dea alguns pa^sos era scn'ido diverso, para
encontrar o atalho : n'uma da3 suas voltas,
tropecou em om immenso pedregulho vo-
mitado cem duvida em terapo longinquo
pelo volc3o, e cahido como um monolitbo,
seminella gigante no Tneio do deserto.
Era balde o pobre velho procorava orien-
tar se ; a escuridSo era tal, que n3o podia
dar um passo sem tropezar.
Desesperava-se outra vez, (altava-lhe a
resignacao piedosa qoe sempre o.acompa-
nbava, batia .na cara, chamava em altos
gritos saa Alba, dirigia-lhe imprecac5es e
aecusava o malaio, e todo o mondo, e al
ao proprio Bada.
De repente, e como nterroropendo o f-
nebre silencio qoe o rodeiava, oavio am
raido sendo como o de om trovo afas
1 lado.
Qnslqaer raido no meto d'aqaelli sole-
rm a jusIqi de dizer qv ella soobe Tazer
Dom nao dos fi vares da fortona. Na sita-
em que se tenis
seos esiadietas coa>
urna pruaencia e un Uabtiidada cuoum-
tnad e o proprio povo-raostrou asaa cir-
omspecc3o e jroposite digno da racaque-
prod'jzio sempre os mais-habis diplomatas.
AItaJia soube abster-se e agir, cooler
senlimento re*ol!iciooafie ou deseavolvel r>
quando era preciso.
Igualmente compraohen o que devia fazer
para desenvolver os. ssSkrecursos.. Com-
quanto deveeae master orna grande foro-
militar, pois viva sobos canhes do qua-
dfilatero, dan s maos largas cora-, que se
termieasse a sua rede de vas fon cas,
fez muito, ^ara difodir a ia-ti-ncga 1. Da
l resulto; um acrescimodj riq^mi,!, uis
dasenvoivimento deactividade, um prottros--
so-em. lodos os sentidos admiraveis. Gre-
ceram e aformesearam, se todas as cda -
des;. Florenca taaniformou-3e ; aples, M-
lao, Bolonia, parecem animada de urna
vida no*'a ; a mesma Turto, que pareca
perder tanto soin o deixar de ser capital,
nao dacahe -por nenbum moiio. Genova
estenda cjntantemente o seu. commercio,
o maada a todos os mares, navios especial-
mente construidos para cada genero de
transporte e da uavegacao. fim toda as
p.ovinciaj se veem levantar chamin de
fabricas. No campo j sa descobrera, re -
sidencias e jardins ingleza, cousa nova,
dade, qae representava o imperio da morte,
era urna esperaoca.
O ruido tornou a repetir-se,. mas mais
destineto. Era o grito oa o ragido de urna
fera
Desappareceram todas as illoses dove-
lbo ; mas longe de tremer em presenca
daqoelle mensageiro da morte, exclamou
com febril trasporte:
Bemdito sejas la, qae me annuncias
o fim da vida. Bemdito sejas, se veas por
termo as minhas dores. As teas victimas
te havero costumado ao lamento, s mal-
digoes e aos horrores da agona.
Pois bem, approxima-te e apfesentarei o
peilo s toas garras.
E dirigile para onde se oaviam os ru-
gidos, vacillando e tropecando, mas seguio-
do Sempre, apezar de todos os obstculos
e redobrando o seu ardor quando os gri-
tos da fera se ouviam mais prximos.
Assim ebegou at a varente occidental da
montanba, e all Ibe pareceu que as podras
tomavam proporc5es colossaes. Avancen
todava, e observan qae eslava prximo de
om dos templos qae os seus avs tinham
consagrado Bada, monumento maravhoso
sob o doplo ponto d vista da esjiptara e
architectura, 0 qne pro va que a popolac3j
de Java iguaiava em civilisacao e em pode-
ro cora os povos do Egypto e do In losto,
cora qaanto todos esses monumentos ficas-
sem convertidos em ruinas, quando as bor-
das do propbeta arrojaram da ilha os secta:
rios de Boda.
Os rugidos sahiram do interior do tem-
plo.
Sem duvida linba a fera convertido em
covit o recinto dedicado as oracoes.
Este contraste dea maior forca resolu-
c3o de Argalenka.
Acbava o maior consolo em morrer no
meio d'aquellas ruinas sagradas, e parecia-
Ihe que Bada approviva o seo desojo, aras
vez qu3 permitlia a sua morte no- mesmo
sitio onde o tinba adorado.
E penetran atravez das ruinas e das co-
lumnas derribadas.
O templo, como todos os da ilha, linba a
forma de urna collioa, e compunba-se de
nma oseada em caracol, que segua o corso
irregular da taontanba, e cujos palamares
descncavam sobre columna preciosameate
esculpidas.
No mais elevado do terraco superior er-
gaia se a meia laranja, qae mostrava o lu
gar onde fra o santuario ds BaJa.
A medida que Argalenka se approximava
procurando a morte, a sua perturbaejio se
dissipava, pouco e p. uco o seotimento
religioso ia ir i u .apilando da sua dr.
Nem por isso a sua resolac3o se debil-
tava, mas eslava mais tranquillo e os seus
labios invocavam o seo deus.
Por fim, 00 momento em que penetrava
no santuario, o rugido da fera deixou-se
ouvir mais espantoso ; mas ao mesmo tem-
po obsrrvou Argalenka umi oousa, que Ibe
pareceu singular.
Na extreraidde do elifi io, o atravez das
ruinas destinguio orna luz vermelba, que
se refleclia os abobadas do templo.
NSo se occolta,va ao beduino a antipatbia
com que todas as feras olham o fugo e era
evidente que o tigre ou a panibera, cujos
rugidos ouvb, estara perto da fogueir que
espalbava aquella claridade.
A medida que o velbo se adaotava, era
mais vivo o claro ; mas sera ter chegado ao
centro nio pode destinguir o qae se passa-
va no santuario.
Era este de forma elptica, e termina va
n'om nicho gigantesco, onde eslava a esta-
tua de Buda, que por urna especie de mi
lagre se conservaba intacta no meio de
tanta mina.
O deas eslava, sentado com as pernas
crusadas sobre un pedestal, qae figarava
Jesal j>t llam de orna gravo- modestia
use ataca as-footes atraas da vida naci-
nal. Emgm om escrspor to sag^z-qoSo
m-oderado^em todos.* seus ju^s, o Sr.
Jacini. ex- mnislro da oras pabtioas, sol-
a nm verdadeiro grifo- de alarma. A
ItaSa, excfcma el!e, caem nea^am pe-
rig eterno- ameaca, a- que d^bada de
lao r ibusta coostituicao, parece attacada
de em mal profondo qte- te'm es- signaes
da gangrena senil. 1
Agora, se perguntarmee a esses eripto-
res, cohecedores do seo p iz, qqal- a
cansa do ma^ todos no responderam que
a ausencia i-> partidos- politicn.- A res-
posta ha de admirar a principie,., porque
tem savicto ate
boje qgeixas em toda a parte do- males
causados- pekis partido e nhgnonv ainda
laslimou -a fallo delles. Trata-se 4 um caso
novo, que mereee prender a aKencilo dos
pubiicietas qee estudam a llieona- da fegi-
mea parlamentar. Enunosso paneeer, o
mal nao. especial da Italia, lavra. taia'iem
em oulros paiaes, principalmente na lles-
IpanJia e em Portugal ; acnama-lo,. porm
to bem desetiato peloa-Sr. iioogM, Qa.
laja a llcini, qae nos paraca otLl apona'
qoi, segoada elle, es- seu principaes-
sym plomas.
Nao extstev dizem aquellos ascriptore;
verdadeiros partido polticos- aa Italka.
Nao ha-mtis..que cotrbos seta consisten-
cia cem- programm&.. Ide a uan seasSo
das cmara* e ouvre fallar do esquenl-1,
direita e-oentro, sanarais tambem que ha
un centro < ireito e um centm esquerd ;
mas esses nomes ni signiMcam mis de
que o lugar em qua-eartos deputados cos-
uraam seatar-se. oterrogaij, tratai de sa-
ber o que distingue oa divide os differeu-
tes grupos de repoasentantas, e nada con-
siguireis. Ha mai dous nomes emprega-
dos para designar dous partidos que mu*
ta vez disputara poder ao seio do par-
lamento a ptrnumnte e a consortsria, A
permanente composta dos antigos depu-
tados piemontezas que ooti'ora e na m"
parle acompaonavam. a handeira de Cavoor.
Dasde que se Iransieria a capital de Tsrim
para Florenca, andam; ellos amuados e
descontentes formara ajgj opposico intra-
tayol gue representa antes sancores-que
principios. A consorteria com^a-se prin-
cipalmente dos deputados da Italia central.
Os/ deste gf apo correispoutiem bem aos de
oatr ora chama vamos c em. Franca dou-
urna olhade louro. A sna compostura re-
presentava a medita^So e o rogo.
Urna das suas m?.os apoiava-se no simples
cinturao que Ibe ajastava a cintura, e na
outra, que descancava, tinba o triplica col-
far e o cordo sagrado.
Cobria-lho a cabeca o barrete indio, de
orelhas, que se assa nelba ao phrygio.
As paredes do nicho estavam ebeas de
emblemas e inscripcoes javanezas.
Em qualquer outra oircumstancia, ter-se-
hia Argalenka ajoelbado diante d'aquella
imagem ; mas os vultos que va no templo
Ibe cbamavam toda a sna attnc3o.
A vate passos do nicho, tinham aeendido^
a fogueir, e ao hornera que tratava de
animar o fogo Argalenka recoabecou Har-
rueb.
a pantbera de Thsermai eslava deitada
atraz do guebra, com a cabeca arrimada s
costas do sea novo dono.
O qae o beduino vio primeiro do qae
pantbera, do qae i Bada e do que llar-
rach, (oi ama forma de mulher reclinada
na parede, e lo immoyel, quo pareca
ama das estatuas de pedra que adornavam
o velho templo.
Esta mulher tinha a cabeca descansada
sobre os joelhos e pareca adormecida ; mas
-se'Argalenka nao pJe destiagur a soa
physionomia, tinba reconbecido, sob o veo
transparente qne a cobria, o trajo das fi-
Ibas do novo. A tnica de algodSo e o
corpete de mangas cartas.
Observou tambem que em logar do dia-
dema e dos adornos de pedras preciosas
qae asam as mussulmanas, a qae via s
tinha algumas flores encarnadas e algans
jasmins collocados na preta cabelleira.
Julgava sonbar. Parecia-lbe que eslava
sob o imperio de alguma allocinac3o, por
que n'aquelle trajo e n'aqaele corpo via o
amigo trajoe o corpo de sua filha.
O velbo Htmii; corria-lhe pe.U testa 010
l'
( f-:-
S enconira qoasi em ma a parte; o-aarti-
po conservadora o partid de-mevvnsrento.
to , fracso do qae, dande-se- bem
i'om as insrurces actnaes, qaerem conser-
va-tas, e afracca) dos aae. duJo-se mil
com ellas owsoabando na ordam me'.hor.
qoerem roodirica-las no iateressa do maior
rteoaero. Goma bem dsse o bwtorrador
rarveroft, a imreaa regalar' do-goernv*no
mundo porreo resalta da lata dassis doas
tendencias, como no universo a marcha j&-
variavel doe- planetas resaltado da forca
eenlipreta e da firca cor.sriluga^aaas,- coma
etranha, alagara anda se n5o-formn-na
Italia u 11 verdadeiro partido oonservador
enn'ooposico-com ora partido- do progres-
soi Este faci, mai digno*da arlencao,
pede algnmaS'^r.plicacbas:
If Italia, todos os baos patrelas forata
revotocionirios. A razio -simples : era
-.V.pela revooeao qae o+les pocam altiogk
o fina pelo qsal lao ardeateraeot pe leja rara,
a-onganisacao-de urna Italia trvre, anida,
fon, liberta da jugo eslrangeiro. Eviden-
temente, nao-era pelos-meios lagaes que se
podia esperar a expobsio da Anstria e- a>
sappressSo do goveroos qae se apoiavasa
nella. Os mais eminentes eofae os mir.is-
tro, deputados, escriptores, foram ootr'o
rproscripto.exilada, eocarcerados, per
cama das a upiniOw ootcaa-ta nrAa
estoaelecida.
)
f-
A
O grande esladists a quem a Italia deve
a soa existencia ( pois que est asseoiado
nao se fallar mais da Franc, posto ho.ves-
sa ajudado.um poneo aquello, grande ho-
raem ), er*,o mais tesoloto dw revolucia-
oarlos. Ns-mr parladas qyeales, Cavoor
Girtbaldi caminhavara de-actordi; dfte-
riatn qoando muito nos maioa deexecuco.
A direita era ti pouco conservadora que
em 1862- derruiwu Ralazai por ter feito
respeitar as leis em Asprorao.te. Nos ou-
tros paizes caibolicos, o eixo solide- do
poder couservadior compife-se da aristocra-
cia e des partidarios da igreja. Na.Italia
nao acharis enire os nobres nenhuaa frac-
Cao qae se paraca cora, o legitimislas fran-
cezes ou.com 0 feudae prusshnos.. .
Qoasi todo os patricios da pennsula ita-
liana, imbuidos das ideas modernas, fazem
antes pensar nos lord ingleze* do matiz
mais liberal. Desde a idade media eram
ellos dedicados cooaarvacto das liberda-
des rauoicipaes, o nos tempos de boje estt-
veram sempre testa do movimeai ornan
cipador. '
1
(Cont xuar-M-ha) -
--- - 1 ..
soor gelado, e parecia-lbe qoe a fogueir.
as columnas e o templo girawm em torno
d'elle.
Quera fallar e nao poda ; esteodia as
maos para a que juigava ser saa filba. e
o3o podia dar om passo.
Quiz fazer um movimento e prodnzio um
leve ruido.
A pantbara erguau a cabeca endireitoa
as orelhas na dtreccSo do beduino, dila-
taram-se Ibe o olhos, estendea o mons-
truoso focmUo, aspiroa o ar, ergueu-se
ameacadora, e depois tornou a deitar-se
aos pos do Harrocb, acoatando o ch3o com
a canda e em attitode de se laogar sobre a
presa.
Desde que aquella mulher se mostrou aoa
olhos do beduino, este quera vver, porque
se alguma cousa tema mais do qoe a mor-
te, era morrer antes de recebar om beijo
Je sua filha.
O terror e o amor deram-lhe alguma tor-
ga e grito a :
= A mira, guebra.
Harruch levantou -se dzendo :
Quieta, M.ha; ora amigo, respeita-o;
e se fr algom ioimigo, ea lo chamarei.
E, dzendo isto, Harruch tirou om tron-
co da fogueir, desembainboo o punhal e
dirigio-se p.ra o sitio onde eslava o velho.
Conbeceu-o ao primeiro relancear d'olbos;
tornou a por o punhal na baioba, poz no
cb3o o tronco em braza, e tornea o be-
daino pelo braco, dizendo-Jhe : S
Vamos, Argalenka, nio temai-; o
animal um amigo mnito mais fiel do que
os qoe se d3o esse ltalo. Miha ama os qoe
eu amo e odeia os que ea odeio.
Com effeito, ao vor qoe o sea Sr. falla-
va familiarmente com o recem-ebegado, a
pantbera volveu a tomar a saa posiejo ioof-
ensiva. n .
______{ConUnuar-s-ka.
TYP. DUUIARJ-HU DO LUQB W^l*
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