Diario de Pernambuco

A loja do Pavio acha-se constantemente aborta das, 6 horas da aobla at as
105OO|horasJda noite, roa da Imperatriz a. 60.
LjUSftH
feri



d fruanibuc* Sexta leira 17 d No\enibro d 18*1


REMEDIO INFALLIVEL
Para as sezfces, febres intermitiente?, remittent8 e biliosas
DES008ERTO 15 PREPARADO PELO CELEBRE MEDICO E CMlflCO
M. J. C. ATER
Nesta poderosa e mpagavel preparado,
Dio eoln quina, arsnico e era biseoutho.
Este maravilhoso reaedio uniotmimte
composto de om s producto vegetal, e
ue mesmo desconbecido al boje i scien-
dacuimica.
As sezbes, febres intermitientes, remit-
lenles, biliosas e perniciosa inQamaatoria,
todas tendo soa origem na mesma -causa, e
prodozindo os mesmos effeitos, porm em
grio differente de inteosidade, uecessitam
do mesmo tratamenlo. A causa acha-sei
dos efluvios contagiosos que se despren-'
dem da vegetacu corrompida, dos pauta-
dos e das aguas encharcadas. E' um ve-
neno sublilissimo e insidioso que se absor-
bo pelos pulmoes e penetra no sangue, de
iorte que a molestia s vezes accumula.ee
por muito tempo no systema antes de fa-
ser seotir se.
Este veneno eiHuvial, que o sangue re-
cebe pelos poimoes, opera as sezoes da
ananeira segointe : sua intensa irritadlo no
ystema fax e acerrar todo o sangue ne
' corpo nos excretarios internos,o ligada,
os rins, o pncreas, o baco, o estomago e
os pulmoes,alguos dos quaes ou todos
elle s3o amootoados do saogue retirado
da superficie do corpo; eis a causa do
f,mo fri.
A febre ceu-adi pela reacio, quindo
o sangue abandona os excretorios internos
e trrqja*te superficie, como n'um ontro
esl'orco violento pera expulsar o veneno
atravz do ootro excretorio chamado pette;
'lio pooeo consegue a Balareza nesie se-
giiado esforco como no primeiro. Depois
segu o desmaio e prostracSo que natural-
Diente saccede is grandes agitagoes, e o
-iostincto do nosso organismo o faz abando-
nar a tentativa at que, recobradas as tor-
gas, renova no ontro da a luta desespera-
da. Soccede depois o desassocego, grande
calor na superficie do corpo, a petle e o
semblante, incbados, terriveis dores de
cabera, oppressao e latidos as fontes,
pulso cheio e forte, ourina muito corada e
sede intensa ; eis o periodo de calor. De-
pois de algum tempo (qoe varia g-ralmen-
te de duas a cinco horas), urna transpira-
do copiosa parcorre por todo o corpo.
Estes symptomas violentos passam e dei-
xam somenle urna sensato de prostracae
completa, sa que o ataque nao tem fe'to
algum mal orgnico. Se nao se tomar al-
gum remedio adequado para curar a rao-
Vende-se em todas as phariMcias e drogara* do imperio
W.R. Cassels$C.
Agentes geraes.
lea ta, os accessos cootiDoan a repetir-se
com nma regolaridade oorrespondente so
sen lypo, e com orna violencia proporcio-
nal intensidade do veoeno, modificado
pela resistencia constitucional, ou medicinal,
que se Ibe eppnha. F evidente, poif.
que qualquer remedio destinado a curar
esta molestia, deve destruir este veneno no
sangue, ou arroja-lo .(ore delle. Com
grandes e pemposos aoeocios tem-se offe-
recidb muitos remedie* pira "b cura destas
molestias, porm Ob 3o fem sido bastante
efilmes oo teem prodoxiio efJeitos prejo-
diciaes sade em geral. A quina, anda
que seja o grande recortov em qoe o povo
quasi em geral mxior confianza tem, pro-
duz muitas vezes efleitos desastrosos, e to-
mada em grande quantidade sempre pre-
judicios* sade geral. A preparaclo que
aqu offerecemos ao publico, n9o contendo
em si O'-nhuma dessas -substancias injurio-
sas, por ser nicamente vegetal, promeile,
se fr empregada segundo as direccSes na
lingna portuguesa, que acompanba cada
frasco: estimular os grandes' excretorios
internoso figado, o baco e os rins a se-
parar do sangue o veneno offensivo e ar-
roja-lo do corpo.
*
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
DE
S. JOO DE NlTHEROHY. -
Um dos problemas que mais tem preoecupado
auencao do9 legisladores e dos economistas mo-
dernos, particularmente na Inglaterra e na Fran-
ca, e acerca du qual, anda em 1868, L. Wolowki
fez um profundo e notavel discurso, o q te trata
de definir e regnlnrisar, maniendo o equilibrio
eore o uierts.-e e a hnmanidade, o trabalbo das
crianzas as manufacturas.
Esta questao grave e melindrosa, comeen a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que &
laminemos cora criterio, Unto mais que Corcusa
A THESOUBA i 010
E 0PR0GRESS0
SALDES DE CABELLEIREIRO
RITA IIO III OLS: HE CAXIA* \ 50
E
Primeiro de Mar (jo n. 7 A primeiro andar.
DELSUC, cabelleireiro de Paris, parti:ipj aos seus innmeros freguezes e ao pu-
mente na substiinicao dcrWmento servil ter ella blico em geral, que acaba de contratar peritos offioiaes francezes para todas as especia-
MOFINA
Rota-te so Film. Sr. Ignacio V.elra do Mello,
erfrSo on cidade doNanretb desu provincia,
Orar An viraron do Imperador bu 18 n concluii
iqnsUe Mgocio que V. S. se eomprometten raali-
sar, pota terceirn chamada deste jornal, em flu
de deaembro prximo pasando, e depois para ja-
antro, pansou n teveren-o e abra, e nada cumprio,
e por este motivo de aovo chamado para dito
8m ; poto V. 8. se deve lembrar que este nefock
4 de mnis de oito nanos, n quando o aenhor mi
flho se acfanva no es nesta cidade
aos Iranlios no Monteiro
Alaga-se por festa a casa n. 3 que tem orna
Sitombeira na porta, na travessa da Levndn no
onteiro, tem junto nlo s os banhos do rio
como os da levada : i tratar na esquina do Lama
rao casa nova antes de chegar ao Monteiro, on
no Recite, i ronova n. 7.
i runflo
5oi3fi
Cotntp^iihia do gaz
PERNAMBUCO
Chamamos respeitosamente a attencao dos con-
sumidores de gaz para o seguale :
As mis laxes sio geralmente ocasionadas por
: Igum deleito nos bicos, on obstraceio nos ap-
parelb.08. Aonde eiistir semelhantes def-.ilos n
companbia lera prazer em remedia-loe sem des-
pea ao consumidor.
Para asegurar urna lux boa, os bicos devem ser
modados pelo menos, de seis em seis mezes Um
bico bom dar 20 al SO por cento mais loz (gas-
tando a mesma quantidade) de que um bico de-
(eitucso e do mesmo lamaobo.
A companhia tem sempre om grande sortimen-
lo da bicos, dos memores fabricantes, os quaes
eoda aos consumidores pelo casto.
Qaslqaer aneixn dirigida ao abaixo assigoado
oa fabrica do gaz em S. Jos, on no eseriptorio da
companhia ra do Imperador, ser prompta-
mente aKendida.'
Fabrica do gaz 23 de Ouiubro de 1871.
Thot. Newbigging.
Eogenbeiro.
Alugm #e
o segando nadar der sobrade dn roa Nova n. 38
n tratar na loja. ________
Precisa-se alagar
para casa de familia ; n
i* andar.
urna cosinbeira escrava,
tratar na ra Nova o. 50
Monteiro
Aluga-se nma ea tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo lugar
de eosiderar-se efflcacissima para o futuro des-
envrlviment de nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de que
fallamos o profundo peasamento do poeta ingle
Sie diz:=*A crianza o pai do hornera part-
amos taabem os seu? generosos senlimentos re-
lativamente essas frageis e deliradas creatnras,
que arada na priraeira iniciarlo da vida prestara
ja tio imprtanles servidos sociedade.
Qualquer que seja o ensino ou o labor em qoe
se exercitem as forjas aioda debis dessas iracas
existencia!1, deve presidir o maior escrpulo soa
direeco. a maior vigilancia e cuidado no empregn
e distribuicao do lempo, porque do sea resaltado
Oeoeade a aciiviade e a energa das novas gera-
c5es, e d*esias as grandes coaquistas do futuro e o
ptngressivo aperfeQoameolo social.
Nos secul"! anteriores as industrias oceupavam-
e mais cora os productores. Ao seculo XIX com-
pele a gloria nao ;6 -de melhorar o fabrico do;
productos, lornando-os mais perfeitos e mais ac-
ce-iiveis a todos pelo quantidade a raodicidade do
pr^eo como a sorte a cndilo, a existencia do
traballiarior, do homem.
Wolowki cita a e.ue respeito_ as palavras de
GUdslooo, que, em urna reuniao de operarios n-
giezes, U lando-the< tant.1 em seus direito?, cpra
m seus devere.', disse : cO nosso scala o se-
culo do operario. e accrescenta que esta phrase
> sahio de bocea suspeita, pois Gladstone nao
p-'-nen :e ao numero daquelles que lisongeam era
xez de servir ao pevo.
O homem d'este modo encarado como bem
primordial da produco do bem; e o notavel au-
tor que nos referimos entende comnosco que a
liberdade que lie conquistou tira toda a sea for^a
da eoergia da alma associada saude do corpo,
da elevadlo do espirito que proporciona o desen-
dvimento progressivo da babidade pessoal.
HW babeados n'esta allian?a que,os legisladores
lidades; sendo estes dous estabelecimeotos cima onde o respeitavel publico poder
encontrar a delicadeza e ligeireza que neste genero de traba ho tanto se exige em Pa-
ris.
DELSUC nada tem poupado para que o publico desta cidade. que tanto lbe tem pro-
digalisado a sua benevolencia, continu a freqtaentar os seus SALDES MODELO, ficando
certo o mesmo pub ico que nelles encontrar agrado e perfeicSo.
Empreados dos saldes
\-2 olliciaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 ditos para o postico.
Del-uc para opeateado do bello seo.
mmmmmm
m
9%
2P
m
m
m
MACHINAS
PARA DESCARUCAR AlOBAO i
De 10 a 40 sorras. *
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos importadobesI Ra
Siiaw Hawkes & C. |
do Bom-Jesus n.
outr'ora Cruz.
eidades que as que sao partilha do instrumento
material.
Fui por esle motivo que se marcaram e regula-
menlaiam a> horas do trabalho as manufacturas,
o ?e a'iendeu fobretudo a que as crianeas rece-
fternaw a um tempo o ensino da fabrica 6 o ensino
da escola.
Em 1862, diz anda Wolowki sanecionoa-se
""i babeados nesta allian^a que,os legisladores. f-'5^j|SMi5S^.\5^Vft6->v insezes comprehenderam que o io.-truraento acti- ^Sw^^^^y-*^ "':'--** J'*4 '''*-* ^P^f$^f!l8St
v.. o operario, obedeca ontras e diversas neees- >v-<&v*S>it)WlWKS>e<'lSK>.*-'J '* V \*-n^%&\s*&\sxi-
CASA DO Ol
na Inglaterra a prole, a vigilancia peneiroa ao
neto da vastas communas industriaes, formadas
boje ero roda da machina de vapor, dessas vastas
comrnuaas povoadas por raiihares de operarios.
A le de 1802 Gxou a idade em que as crianzas
podiara eniiar para as manufacturas e limiton a
daracao do irahalho.
Mi bem. Este grave e humanitario problema
qii* levou qua?i meio seclo a resolver, e preoc-
eupoa a aiienco de tantos bomens de estados
enuneniej, como foram Roberto Peel Lord Asthey,
boje Conde de Chalt*buago, genro de Palmerstoo,
e muitos rutros, assignalando urna pagina honrosa
na historia ria civilisacJo moderna, acha- se reali-
sado, e dando saintares resultados entre nos na
fabrica e cigarros de S. Joio Nilberohy, da quat
-o pronrietarios os Srs. Sonia e Novaes.
J livemos occasio o anno passado, de escre-
ver algunas linhas acerca deate importante esta-
ibeieeimento, e b^je, depois de orna visita que fi
imos ao nvo edificio ampliaremos aquelie nosso ;
MaMao.
Estabelecida assim com os outros estabelecimeo-
tos do mesmo genero a lata da concurrencia, que,
ao dizer de um notavel economista, nao outra
coasa mais que a manifestaos-' pratica, a' face
material da liberdade, claro est que as condicSes
do trabalho livre comecam ja ser assentadas, en-
tre nos era bases sensatas e de censequencias pro-
9 cu as.
fJigamos um alto apreco s tentativas e aos re-
taliados desta ordem.
O Brasil precisa empregar todus os seas estor-
bos na pnpagaoda industrial, no esquecendo
aunen qae a quantidade dos productos nada re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo tempo
| recomoiendavel pela soa qualidade, e que esta ;
se obtem com auxilio eficaz dos productores ha-
oeis e intelligentos.
Acreditamos, pois, qae os Sr9. Souza e ovaes
prestara um impelanle servico ao paiz e taraos
sempre prazer em mencionar os estabelecmentes
lesta naiureza, nao s em referencia a esta fabri-
ca, como a todas qoe estiverem fondadas oa se
'undena d'aqui era diante as mesmas circoras-
tancias.
O nico deposito oesta cidade no eseriptorio
de Domingos AI ves Matheus, ra do Viga-
rio c 51.-
A.Zaluar.
boas com-
Deseja-ie aiugar urna casa com
A casa oaie actualmente eet estabelecida a'fa- .odos e 5,on! ^ JJ?'?'!1 na freguezin da Ba-
brien sem dusid um dos melhores predios da ca-1 YIBta' Pferiodo-se Soledade, Caramho Novo, Mou-
pu,,l ; dego oa-Destas proximidades : a tratar na ra da
Aln das espacosas acoommoda5es ioleriores! Cadeia do Recife armazem o. 1.______________
livmneote arejada como eonvdm a tao numerosa j .. Jliv ^ Preciaa-se de urna ama qae
agpl-Miioracao de pessoas, o predio exleriormen- ^\ ^\^>\ cozinbe e eagomme muito
le de uew arehiteeturi simples e elegante, e Sea j ^C YAl ^V! bem, para urna pequen fa-
n p oca* bracas do mar, onde com auxilio de ama milia : a tratar no largo do Corpo Santo n. 4, l"
poote osprod'uctos eao com faeiiidade embarcados andar, das 1 horas da manha as 4 da tarde.
Precisase de ama ama para cozinhar
a cooduzidos para oe mercados.
Oerca.de duzent- 6 .meninos abi recebem o ensi-
Btaiaaual,QtJleciua>l religioso e moral.
A mais perfeita ordem, sem a severidad* de urna
rnde disciplina, mas antee aconselbada petos pre-
eeilttg pratioos da autorinade, da om aspecto agra-
dnvel t esta afanosa comnoaa de pequeos ope-
rarios e e dos cfiatos.
Em om va si. i sslo das 7 s 9 horas da Urde
depois do (rabalbo e do descanso aprendem os me-
oinoc i.s pnmeiro8 leroentos dn /eilura da escrip-
ia e da contabilidade. Dissemos primeiros ele-
meaun ponjue acreditamos que a* nocoes rudi-
tnenues da escola nio sao outra eotra mais que o
instrumento cora que mais larde se deve concluir
e perfeigoar a edocacao. Nao cusa faber ler o
seaeiat e fazer oso discreto e aprove/tavel
d8e poderoso motor do nosso aperfei^oamealc
Uep"is do trabalho manual e do ensino da es-
cola depoi* mesmo de algumas horas consaeradas
na recreio era preciso amenisar com o estado de
atgos dos ramos das bellas- irles as tarefas io<-
fnalU.
Nest intuito foi creada ama aula de muzica di-
rifida p:< hbil professor.
Can poueo tempo de exereicio e o ardor pro-
firi da mocidade ja algaos dos alomaos tocara
com verdadeiro adianlamento oe instrumentos qae
W-oJUeram, e pode dizer-se qae a fabrica tem
b jie cma banda de msica sua disposicao, o qoe
le de aerescebtar urna agradavel prenda i
daca^i dos apreodizes, dispensa das festivos do
citabeteciinenio, o concurso dos msicos estra-
mbt.
Ora, o gr- nde resoltado comido por este duplo
ystema do ensino maoual e simultneamente in-
saHeetual, qae os productos da fabrica de S. Joio
de N tberohy, redobraods de valor pela qualidade
e perfeicio ugmentam tambera a tan procara oo
are|do 3 tt*'.-. o avultados ipieressea
4"proau
AMA
na ra do Cararo n. 13.
O abaixo assigoado, tendo de aeabar com o sen
negoaio, roga aos seus moites. e numerosos fre-
guezes qoe Ihe esto deveodo em soa loja de cal-
cado a roa da Imperatriz n. 10, de vir ou mandar-
ino pagar sea debito at o rim de dezembro do
correte anno, pon do contrario ver-se ha obrga-
do, e bem contra soa vontade, entregaras coa-
las a sea procurador, para elle reeeber amigavel
oa judiciaimente, o qae o abaixo astignado e>pera
dos ?eus bons fregueses i'spo nao ser necessario.
Recife 31 de ooiabro de 1871.
______________Antonio Rodrigues Pinto.
Alaga-se ama preta para lavar e eogommar:
a fallar no armazem n. 22, roa do Commereio.
Aos 5:000$0O.
Mhecs garantidos da pro-
Tela.
Rna do Baro da
Victoria.
Outr'ora ra Nova n. 63 ecasat
do costum.
O abaixo assignado scaba de vender entre o
seas muito felizes bilhetes a sorte de 5:0OOdOO(
era dous quartos de n. 1,031, a sorte de 800* em
um meio bilhete de n. 283, e a sorn de 100* em
um bilhete inleiro de n. 496, alm de oatras sorte-
meaores de i0*000 e 20*000 da latera qae se
acabou de extrabir (214), podendo seas possai-
dores virem receber, qae prompiamente serlo
pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei
lavel publico para virem ao sea estabelecimenh
:omprar os felizes bilbetes garantidos, que n.
deixar de tirar qaalquer premio como prova palo'
mesmos annoncios.
Achaai-se a venda os muito felizes bilhetes ga
rantidos da 8a parte cas loteras em beneficio da
santa casa da misereurdia, que sera extrahida no
dia quarta-feirn 32 do correte mez.
' PREgOS.
Inleiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*300
De IOO)JO0O para cima.
Inleirc 5*500 .
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joo Joaqnim da Costa Leit.
s
Pernarabuco Street Kailway
Company.
De ordem da directora d'esia companhia, con-
vi da-se aos senbores accionistas a realisarem a ul-
tima prestacio de 30 por cento do valor das snas
acedes at o dia 14 de novembro prximo fot yo,
no escripto, travessa do Brum n. 22. N'esta oc-
casio serio os recibos trocados por certidSes das
acc5es.
Recife 25 de ootobro de 1871.
H. H Swift.
Asst Ireasurer.
Cdsa de Uampo
Alnga-se por 3 annos ama grande casa ds cam-
po do poco da Paoella em que resida o Sr. \V.
Rawliuson, na qual dever ter logar quiata-feira
16 do correte ara grande leilao de movis, louca,
cbrvstaes, carros e cavtilos. Os pretendentes po-
dero desde j se entenderem com o agente de
leilSes F. J. Pinto, roa da Cruz o. 38._________
Com urgencia
Precisa-se de urna ama de Ieite, que te-
nba bom e abundaote, paga-se bem : nesta
typographia.
ALUGA-SE
na cidade de Olinda, ra de S. Pedro Apos-
tlo, duas casas terreas ns. 13 e ii : a
tratar no Recife, ra da Cadeia*velba, ar-
mazem de fazendas n. 62.
O abaixo assignado roga n lodos os seas fregue-
zes qae se nctum devendo importancias de (alen-
das no sea esubelecimenlo sito a ron da Impera-
triz a. 2, terem a bondade de vu* on mandar sa-
tisfater seas dbitos at 30 de dezembro prximo
futuro, afim de nio se ver obrigao, contra s san
bondade, laucar mi dos meios qae n le he con-
cede. Recife 1* de novembro de 1871.
Joio Lulz Ferreirn Ribeiro.
Precisase aiugar ama eso ava para cozi-
nhar o fazer o mais servico de casa : a tratar na
roa do Crespo n. 7. ___
Mudanqa.
Do dia 10 do corrate em dite estar modado
para a ra do Imperador n. 48, andar, o gabi-
nete de eirargia dentaria de F. Maia, o qual dessa
data em diante ser abi encontrado todos os das
a qualquer hora. O mesmo, como at aqni, con-
tina a prestar-se a chamados.
MMM-Sra HBUM!
ADVOCACIA.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado
I Portella contina a advogar e pode ser
H procorado no seu eseriptorio roa do Im-
perador n. 83, 1* andar.
nmmmwmmmmmu*
!\0T4S
Troca-se nota do banco do Brasil e de suas
filiaos na ra do Bario da Victoria n. 63, amiga
roa Nova, loja de Joio Joaqnim da Cosa Leile.
Casas no Popo da
Panella.
ALUGA-SE
Por 600*000.
Una eienlleate casa na rna do Rio n. 35, da-
qwlle povoado com daas salas, qaatro quartos,
cozinha, coxeira, qnnrlos para creados, estribara
e mais daas meias-agoaa separadas.
Aluga-se
. Par aWfW- m
Outra casa no p da mesma n. 33, com daas
alas, tres quartos, estribara, bom quintal lodo
morado, grande copiar ao lado, etc.: i tratar
com o t( mmendader Tasso._______________
Precisa-se de conoxeiras : na io do Bom
Pastor, roa da Imoeratrix n. 3. ______
AMASSAIIOR
Precisa-se de ama ama
qae saiba cozinhar bem : na
rna do Duque de Caxias, ou-
tr*oi a roa das Cruzes o. 22. segando andar.
*%*
\iuga-se o andar terreo dn casa o. 41, roa
do Rangel, propria para algum estabelecimento,
assim como orna escrava : tratar na loja n. 2,
roa do Quemado.
Cruz n 18, 3* andar.
Precisa se de ama ama pa-
ra o servico de nma casa de
pouca familia : na ra da
\fcHfe\o
Precisa-se de urna ama que
cozinbe e engorame, para ca-
_ sa de familia : a tratar na
roa do Queimado o.'28, loja de ferrageos.
Faz-se negocio
Com a amiga e bem afreguezoda loja de calca-
do francez rna da Imoerarriz o. 10, livre e des
senmracada de qaalquer cnus ; Taz-se negocio
a dinheiro cu a praso conforme se Coavencionar ;
sendo um bom negocio para quera quizer conti-
nuar, e se vende por ter o dono de se retirar
para a Europa tratar de soa saude.
Carroceiro
Na roa do Imperador o. 22, precisa se de um,
d-se preferencia a escravo.
Cozinheiro
Offereca-se um bom cozinheiro eslraogeiro que
entende todas as quadades de massas e ludo
quaoto penence a arle de cozinha : quera preci-
sar dirija-se a ra larga do Rosario n. 33.
Precisa-se de urna ama qae
seja boa cosnheira, para ca-
sa de hornera solteiro : na
33.
ru do Amurim n,
A luga-* e
Na travessa da rna
das Crnzes n, l, pri-
meiro andar, da-se di-
nheiro sobre peohores
de ooro, prala e brujan-
les, seja qual for a qoan-
tia. Na mesma casa com- g
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
ui wmm mmmm
Joaqnim Jos Gonpal-
ves Beltro
Rna do Trapiche b, 5, Io andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco d(
dinho, em Braga, e sobre os seguimos lagares .u
'ortngal :
Lisboa.
Porto.
Valeuca.
Gaimarrs.
Coimbra.
Chave?.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ve. '
Vinnna do Castello.
t'onte do Lima.
Villa Heal. ,
Villa-Nova de Famelico.
Lamngo.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpassoj.
Mirandella.
Beja.
Barcellos._________
Tendo vindo de Antuerpia o navio norte-alie
mao Zevai Gebruder a nossa censignajo, e tendo
diversas marcas, abaixo mencionadas a ordem,
pedimos a quera se acbar com direito dita mer-
cadoria vir no-sa casa para podermos tirar o
competente fete. Marca M 4 C 72ii26-732|33
701 G"|35-triangnlo C T k C 1|17 M FF, Per-
nambuco, ii|53.______
Precisa-se aiugar ama ana forra : na ra
do Cabug n. 2 B.
0 Medico operador e par- 0
S telro. **
X Ur- Francisco Jacintho Pereira da Mot- ?
^ tr a quaiqurr hora do dia ou da noite w
ffl n. 3, 1 andr>r, pra^a do Conde d'Roi }
^C outr'ora da Boa-Vista. 55
9 CONSULTAS GrtATIS AOS POBRES. 0
000^^^0000 0000
Contrata-se um boo^amassador que saiba cor-
tar bolachas, para urna padaria em Natal, capi-
tal do Rio-Grande do Norte : na roa do Mrquez
de Olinda n. 40, andar.
m mam
Os abaixo assignados scientincam ao respeitavel
corpo do commereio, e aos seas Iregaezes, que
desde o din 31 de oatnbro prximo pretrito di.<-
solverom amigavelmeate n sociedade qoe trabara
no armazem de molbados sito i ra de Brrelo de
Menezes n. 2, fleando o a;tivo e passivp aa mes
ma sociedade a cargo tao somente do socio Mat-
tos. ? /
Recife, 9 de novembro de 1871.
_________________Freitas & Mallos._______
Precisa se de urna ama pan ponen familia :
na roa da Roda n. 16.
Para a festa
Aluga-se urna excellente casa na Boa-viagem,
muito fresca, com eommodos para grande familia:
tratar roa larga do Rosario n. 34.
Precisa-se
alagar um escravo moco para criado de uro ho-
rnera solteiro : na roa do Mrquez de Olinda nu-
mero 30.
AssociHCo dos puarda-jvros
De ordem do Illm. Sr. presidente provisorio con-
vido a todos os senhores gaarda-livros para a see-
so qae ter logar as 6 horas da urde da da 17
do andante mez, no 2 andar do sobrado n. 2f i
ra da Gamboa do Carrao.
Ordem do dia.
Coutnoagao da approvacao dos estatutos da
mesma as.ioeiacao.
All DELEITE
Precisase de orna ama
roa do Fogo n. 44.
de Ieite : tratar na
Na reOnacao da ra Direiia n. 22 precisa ss
de trabajadores qae entendam do servido da mes-
ma.
Attenco
Retalba se vontade dos compradores algacs
lotes de terreno qae restam do sitio Agaazioba, no
Porto da Madeira da Beberibe por precos razoa-
veis. A situacao topogrsphlca do terreno, sua
dupla qualidade para plantacao e edificacao, como
se poder ver dos sinos nelle edricados"; ramio o
recommendam, sobre talo por licar prximo da
estaco da va-ferrea > os pretendentes encontra-
rlo no mesmo sitio aos domingos e dias santifica-
dos pela manhaa pessoa habilitada para qnalqaer
nformaclo, e para negocio ^rua do Crespo o. 12,
! apdar.
ATTENCiO

Vende-se por barato-prego ama propredade a
(nargem da cuiubda dos /femedios, fazendo-si:
toda vamagem ao comprador, recebendo se parte
em dinheiro e parto era letras oa objectos de
rompa venia; cuja propredade contera urna
grande otaria de peora* e cal que. lastra 16,000
lijlos de aivenaria grossa e forno que comporia
25,000, cora mais um forno e lastro para fazer-se
telhas. ladrilhos, canos e louca, com excellente
barro para qnalqaer obra, com dous excellentes
viveiros de peixe e com casa de viveula para
grande familia, lorna-se recorameudavel por pau-
sar porto a linha dos bonds : as pessoas que po -
tenderem dirijam-se dita propredade a entender-
se com o capito De!lira Lios Cavalcanle Pessoa.
o segando andar e sota da casa n. 49 da ra do
Imperador, cora muitos eommodos: a tratar na
ra do Bario da Victoria (outr'ora Nova) n. 22.
Aluga-se duas casas em Apipucos, tendo ca-
da urna o eommodos segaiates: 2 salas, 4 quu
tos, cozinha fra e quarto para criado : a tratar
na raa Sete de Setembro n. 1 (antiga travesea dos
FerreirosJ.
km%to
AMA
35, primeito andar.
Preeisa-se de ama ama
para casa de pouca fa-
milia e qoe saiba cozi-
nhar : tratar na roa
do Duque de Caxias. ou-
tr'ora Cruzes, sobrado n.
ALUGA-SE.
Sociedade Emanci-
padora
De ordem do presidente da direeco o ilim.
Sr. Jos Matheus Ferreira, soavido todos os raem-
bros da ndmiolftracao para sessio no dia 1.'! s 7
horas da nonte ao Clab Pernambueano.
Recife 14 de nevimbro de 1871.
, Ferreirn Jacobina,
_____________________f* secretario.
ron do
Doas casas terreas na Ladeira da Misericordia
e na raa de Malhias Ferreira em Olinda, perto dos
banbos, e primeira com a qoartos, 3 sallas, cos
ona fora e bom quintal, com terraco adianto e
atraz, muito fresca, e ama vista inteirameate agr
davel taoto pela frente como pela parte de detraz
e a segunda com doas salas, 4 quartos, e quinta
cercado : tratar aa roa do Oabag n. 16, 2*
andar.
Precisa-se de ama ama para ca-
sa de pequea familia : a tratar na
Brum n, 65.
Precisa-se de urna ama para ca=a de a-
milli: pa ra do Araga? p, \0, Jabri-
J$a de claro'.
AMA
\U
sPrecna-se de ama ama que cosinhe e compre :
oa roa de Hortas sobrado n. 15. Se agradar, pa-
ga se bem.
ADVOGADO
DH. JoaUUIM CORBA DE AdAOJO
67-BntA po Impsrapor67
8inla casa da misericordia,
No hospital dos lasaros necessita-se de um co-
zinheiro, dando se ordeoado, casa para morar e
comida : a tratar ao mesmo hospital com o re-
gente.
Sustento restaurativo da
saude
PELA VERDADEIRA FARINHA
A, Da Barry d'Arabia
Os abaixo asssignados (azem sciente a seus fre-
guezes, que pelo vapor ioglez La-Plata receberan
egunda remessa d'essa excellente farinha, caje
aso maito se recommenda para as crianeas, pes-
soas debis e couvalescentes, applicada com reco-
nhecida vantagem as constipagoes, diarrheas.
nausea do estomago, tosse, escarro de sangue.
phtbysica, etc. etc. Preferida anda pele agradave!
sabor.Uniricoa outra qnalqaer.
Companhia Alan DE
leguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. J,000:0O0O00.
Toma seguro de merendonas e dintieiro a risa
naritimo em navios de vella e vapores para den-
to a fra do Imperio. Agencia & roa do Com-
nereo n 5, eseriptorio oe Joaquim Jos Gon-
ivs Bellrao.
Na raa estreila de Rosario a. 35, primeiro in-
dar, ia?-se bollos para casamentes,, bailes e pre-
notes, baodejas armadas com todo goslo coro
bouquetes e fitas bordadas com letreiros e com
figuras ; faz-se bouquels para enfeites de bollos
e pira offertas de cravos naturaes cora lago de fi-
la bordada a vidro e bouquets de flores artiticiaes
sendo de cera, de papel e de panno com todo
gosto. flores para senboras o para meninas,
capellaa e enfeites para cabeca, flores para igre-
jas, sendo fesioes, palmas roxas, arcos, capellas
e palmas para imagens, cabellas para pasteras,
com todo goslo, ludo por barato preco, bouquels
para pastoras e corpas, indo com gosto.
v
- KOI
-*' k *
ATTNCAO
Precisa-se de ama ama para comprar e
ozibar para casa de orna familia coroposta
de duas pessoas : nesta typographia se
dir.________________________________
Offi-rece se ama senhora de idade para casa
de hornera solteiro, ou casa da familia estrangelra:
qoem precisar dirtja se a roa d*. ?eoi|8 Nova
o. 11
Vicente Ferreira Barbosa.
Joanna Mara da Conceicao Barbosa, Candida
Francisca Xavier dos Res, Raalioo Ferreira Bar-
bosa, Mara Francisca da Coocoicao Costa, Can-
dida Diomira da Csta, Jos Ferreira da Costa,
Joaquim Bernardo dos Reis, Joaquim Ferreira da
Cota, Angela Mara da Conceicao Barbosa, mu-
Iber. iillios, georos, n ra e neto do finado Vicen-
te Ferreira Barbosa, agradeeem a todas ss pes-
soas qae acompanharam ao cemeterio publico
os restos raortaes de seu presado marido, pai,
genro e av ; e de novo roga-se as pessoas que
qaeiram assislir as missai do stimo dia qae
pelo etaroo repou-o da alma do finado se celebra-
r i 6 horas da manha do dia 18 na ma*
triz da fregnezia da Varzea.
GASA. DA FORTUIU
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO N 23.
Aos 20:000fr00ft
O abaixo assignado tem sempre exposto ven-
ia os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
tfomptamnie, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
Inteiro 2400
Meio 124009.
Quarto 6*000..
______________Manoel Martins Finia.
AOS 5:000(5000
Ssto venda os felizes bilhetes da lotera da
labia, na osafez do arco da Conceicao, toja do
iirives no Recife.
maj| m Precia -se de urna ama para ca-
im.lvJa.Tfc. sa de pouca familia : na ra Di-
reila o. 68, 1 aodar.
j Consultorio homeop.-
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Farao da victoria n. 43.
Vaccina.
Todos os domingos e quinta feira?, pe-
las 9 horas s 10 da manhaa vccloa-s
por preco mdico, para o que ha muito
bom puz vaccinieo;
Recebem-se chamad, s para vaccinar em
qualquer casa.
Consaltas medicas todos os dias pela
auaban.
Chamados a qnalquer'hora do dia e da
noute.
Gratis a parle medica' aos pobres.
m ffiamiiH mmmmmm
(Jaixeiro
Precisa se de om caixeiro de 12 n
qae teobn pratica de taberoa : oo
nba n. 6.
14 annos e
pateo da Pe-
Carta de Mucei.
O Sr. Dr. Olavo Adehno Caroeiro da Cunh,tem 1
carta oo eseriptorio da Companhia Pernambucana.
Retrato* em grupos
Tiram-se grupos de 5 a 100 pessoas, a pre
mni redazidos e fornece-se o namero de exemp
res qae se pedir; na roa do Cabng n. 18, Phologra
phia Imperial. No mesmo esiabelecimeoro se en-
contrara especimeos de grupos de 8 a 140 pessoa*.
Os tribrbos desta photographla sio bem cobeci-
dos e apreciados do publieo desta cidade. _____
Ss
-
Precisa-se de ama ama pa
Xt cozinha e mai servico da
jcii ( familia ; i ru das
""Ir-re- 0. J7, i- a"(t.ir.
^%%
COMTRA FOGO
A companhia Indemnisadora, establecida
esta praca, toma segaros martimos sobra
avios e seos carregamentos e contra fogo
im edificios, nurcdorias e mobiliu: na
roa do Vigario o. 4, pavimento terreo.
Alnga-se
Urna casa terrea com sotao e boas accommo-
iacSe?, concertada e piolad recenteraente, na
(Iba do Retiro, Passagem da Magdalena : trtU-ge
aa roa do Vigario o. 4.
declarados sao rogad a
ao eseriptorio deste Diario
Os Srs. abaixo
xaudarem oa virem
i aegocio :
Jos Francisco Ribero de Sonsa, (dono do col-
legio de Sauto Aclaro
Francisco Jos Itabello
P-rn fera.
Aloga-se ama excellente caa na Boa-viagem.
maito fresca e swn eommodos par grand fami-
lia : a tratar^ a roa larga do IVunrlo n. 34.
\i
r *
I
l
h


D.ario de Feniambuco Sexla
eira 17 ie No
o\eaibro de 1871.
.s+
- i -
D. W. B0WMA!N
Engenheiro com
FNDICO
59 RUADO BRVIII 52
PASSAWDO 0 CHAFARIZ
Pede nos senhores de engenho e ouiros agricultores, e empregadores de ma-
thmiimo o favor de ama* visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimentc
Spieto qne ahi tena; pois sendo tudo muito mais barato em pre?o do que jamis te-
vendido, esti aioda superior em qualidade e fortidao; o que com a iospeccSo pes-
wi pode-se verificar. i
PEDE E8PECIAL ATTENgO A NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
VannrAQ a rrtfiaa H'acrnQ dos mais modernos systemas e em
W oyviUa O ruuoo U ag ua tamanbos convenientes para as di-
*trm circumstancias dos senhores proprietarios e para descarocar algodlo.
Soendas de canna 22? to"",h0' M mthorei *w**
^uas dentadas pm 10maegt agUa e vapor.
,xas de ferro fundido batido e de cobre,
ambiques e f and os de alambiques.
ITftpTlinifltYinfl para mand'oca e alodo,l Podendo todos
ni nCTUXiUEiiiiuo e plira serrar madeira f ser movido a mao
"Rnmhaq (pr agaa- vaPr
XJUUUUOD e patente-, garantidas............Jou ammats.
1 OCiaS aS maCinaS e percas de que se costoma precisar.
FaX qualqner COnCertO de nwchioismo, a prec* mui resumido.
T?a|*tt|a q (\(\ farro tem as me'DOres e mais baratas existentes no raer-
n nnmmaaTi rica c -,acumDe'se de man(,ar vir qualqner maebinismo vonta
AJllOUllllllCllUcXO de dos ciieates, lembrando-lbes a vanta^em de fazerem
anas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
Ibes prestar auxilio.
Arados americanos e nglrament08 agVicous.
DE
ROUPA FEITA
NA
Ra do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n3o continuar a ter grande deposito de ronpa feita, offerece ao
respeitavel pob ico. e aos negociantes de fra, um grande sorlimento, por precos bara-
lissiraos para acabar. '
Palitts sobrecasaeos de panno fino de
m a 300000.
Ditos saceos e retranqueados de casimira
de edr de 50506 a 90000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 50
a 120000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca prela de
20500 a 50000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
de cr a 20500.
Ditos, d tos e ditos de bramante de linho
a 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
20500.
Calcas de casemira de cor de 50500 a 90.
Ditas ditas preta de 30500 a 90000.
Ditas de brim branca de linbo de 20000
a 40000.
Ditas de brim braoco de algodo a.....
10200.
Ditas de brim Je cor de 10600 a 30000.
Ditas de castor de 10000 a 20500.
Ditas de brim pardo de 10000 a 20500
Camisas de flanella, grandes a 30000.
Dilas de algodlo, moito boas a 20000.
Dtas de liol Ceroulas de bramante a 10600.
Cobertas de chita a 10500.
Lencos de liabo abainhados a 0OOO.
E outrog muitos artigos por precos baralissimo para acabar, na loja de Guilberme
Carneiro d Canna. "\
LIQIJIMCAO
mmm um
"Lindas barrges lisas, de quadrinhos e de listas para vestidos a 360 v.^
r. n rovado.
Soperi res alpacas de cores, de flores e de listras a 500 ris o ce-
vado.
Poil de chevre com laidas cores e de superiores qualidades a 640
ris o covado.
Na loja das collomnas, de Antonio Correia de Vasconcellos, ra Pri-
meiro de Marco, outr'ora do Crespo n. f3,
3


LIQIACM
LOJA DO PAPAGAI
Ra da Imperatriz n. 40
Os proprietarios da loja do Papagaio fazem sciente ao respeitavel publica, e espe
cialmenie s Exmas. familias, (amigas da economa domestica) que al ao m do anno
ratam de liquidar peo maior preco qne derem as fazendas segpinies :
Um grande deposito de roupas feitas de todas as qualidades e lmannos, tanto para
meninos como para horaens.
Uma grande porcao de lazinhas, bareges alpacas isas e iavradas de todas as
core?, e vendem-se muito baratas para acabar.
Urna grande porcao de cass^s de cores, e organdys, tanto *miudinbas como gra-
das, moito xas em cores e muito finas, e vendem-se por preco barato para acabar.
Bonito sortimento de sedinhas lavradas de -cores, e poupelioas, setim branco, pon
elina bran: lavrala, gorgurSo de seda de cor para vestidos, azul claro e cor de
nza.
Uma grande quantidade de lencos de esguiao j abainhados, maiores e pequeos,
pelo mesmo preco dos de algodao.
Uma porc3o de costomes para meninos de 4, 5 e 6 aanos, de alpaca rcu'to iba.'
tod'>s forrados, e delicadamente enfeitados por preco muito barato.
Grosdenaples preto em quantidade de 10600 para cima.
Uma grande quantidade de camisas de linho para bomens e para meninos, tan'.o in-
glezas como francezas, com collariobo e sem elle, aberturas bordadas, collarinhos. pu-
nios, e uma grande porcao de gravatas e mantas de todos os prec >s, collarinhos de pa-
pel para meninos e bomens, tudo por preco baralissimo.
Podemos asseverar que temos nm completo sorlimento detodas as qualidades de
fabadas, e o5o especificamos todas, para n5o tornar o anuncio enfadonbo.
A VISTA FASE FK
Ra da imperatriz n, 40.
DE
MENDES & CARVALHO
Retratos Timbre-post
Exeelhratei para miares, eonvitrs, ou slm-
plesmente para carta* amigos, commttente?,
orretMB^eftrttfte. etc.
100 [o'fcW* papel de peao piolado o> nao
coa retrato em cada atoa Mw
SO Mu dito etc. lo000
2o dius dito ele. 10*000
Speelmens na livrtria fraiiMM ma do Crespo.
Recbsmse eocoraaeodas e faaera e es re-
trato na Pkotograpkia Imperial i roa do Cabog
n. 18, ooieo esubelecimento. plwlographico desU
eidade qoe tem todos os appareilios oecesgarios
p;ra este trabaiho.
_______i---------
Mndanea
Jote Victorino de Reieode & C. daram
*eo eacriptono da easa o. 55 da rna do Marqaez
de Olioda para a de a. 00 da mesma roa, sendo
a entrada pela rm da Serolla-Vtlhi.
AMA Precisa se de nma ama : na ra Di-
aiUO. Tem n et| |0ja de chpeoi. ______
Uma parda df ota conducta, se offerece pa-
ra casa de hornera sokeiro : na roa Imperial con-
fronte a matriz, casa terrea n. 4.
O Sr. Joaioim ot *b Aievedo morador no
engenho Geoipapo, qaeira vir a ra das Cruzea n.
22 para receoer urna carta vioda de Portog'.
Pharmucifi
Predn-se de od caixeiro qw teah basbnte
prauea de pbarmaeia : na ro Buque de Guias
numero 80.
A eompanhia Racifa Draiuf* precisa de um
bom ferreiro ; a tratar em suas obras, as Cinco
PpntM. com o Sf. Caref. _____
Madarneseli larie Lavergoe, successara do
ari Gollfredo, um eitatxieej Jo a atraale tabella
P oi'aeBaees: ireco de 4*000 par eaa um,
igdoI*j na redeaau das Exmae. leoharas e
*? em Heu astabeleci meato ; raeasaiidade de tOO
para peoteado diario na residencia de suas Euau.
natM de S04 em ara esubelecimepio. Os
pinteados de noiva ser pelo preco que se con-
eneionar. Por cada coque que iba fjr eotretjoe
paraaer ponteado receber U500 de ea traba-
iho, qoe aera execulado com toia a perfsicao e
preiiaxa: na roa f de Uarco o. 11, antiga do
Aluf a-u par coramodo pre^o o 1* andar do
sobrado da raa do Commercio a. 17, o qal tor-
"a-ee recomaendavel para eseriptoho oa oetro
qualqaer estabelecimento pela toa localidade e
hoa aotaoMnodacoM: a tratar na ra da Madre
* Deo> o. 8. ____________________
Precisa-se de uma ama para pequea fami-
lia e que,Kcopre e coxinhe : na roa do Padre
Flonano 6. tTsabado.

Mlle. Marie Lavergne, modista em
cabellos, recentemente chegadade Pa-
rs, tendo comprado ao Sr. Jlo uodo-
redo Pinto, o sen eatatoelecimeBro de ^W
cabellerefro a rna Primelro de Marco agfc
n. I i (antiga do Crespo) offsreM o w
feoe servicos s Ex mas. Sraa. deta gi
bella cida4e para os mistares de ana bef-
arte ; o sen estabelecimento esti provi- /j]
do de habis artistas para a ooa exe- ^B>
cocao de qualquer obra e corte de &
cabelles. Faz os perneados em seu ^0^
eiabeleciraento por metade do preco gjfe
do qne est estipulado para quando vB>
(or chamada a residencia das Exmas. sv
senhoras. \V?
O respeitavel publico encontrar em /ifjv^
seu referido esiabelecin ento um bello ^Sff
sorlimento de perfumaras francezas rv-,
e inglezas dos mais acreditados fabri- %'
cantes, assim como flores articiaes, ,*^
objectos de pbanUsia, modas, etc. ele. l^&p
e vende todo por precos commodos, (b.
pois recebe directamente da Europa. 'IJP
O seu estabelecimento acha-se aberto a
das 6 horas da manhaa as 9 da noute. >?
Lava-e e engomma-se com perleicao e por
preco eommodo : u ra de S. Jo? dos Paleado-
res o. 34.
s-
9

Os f'nlio-, enteados'e genros do commendador
Thomaz d Aquino Fooceca, commemorando o 1*
anniversario do passamenio do mesmo commenda-
dor no dia 17 do crreme, convidam aos amigos
da fuelle finado, e aos seus para assistirem as
misa9 qne man tam eetebrar no predito dia das
6 s 9 horas da manhaa na matriz da Boa-vista,
por cojo comparec ment protestan) sua eterna gra-
tido.
Convida-se aos reverendos sacerdotes para ce-
lebrar mis-as por alma do commendador Thomaz
de Asnino Foaceca omi esportula de ojOOO no
dia 17 do corrente das s 9 horas da manhaa
na matriz da Boa-vista.
i ii ui'WBMinaaW'''liawnmi n i i mi
AVISO.
Prwiae-se aos recbednres de gneros pela 5a-
phira.o Porto entrada a 10, para, os despachar
immediatamente, porque na falta disto vo ser ar-
mazebados por conta da fazenda.
D. Umbelina Roa de Lima Pinno, seus tufaos e
genro (ausente), convidara aos amigos, collegas e
prenles de seu finado marido, pai e sogro, o Dr.
S.bico Olegario Ludgero Piano, para assistirem
s roissas e raemenio, que pelo eterno repouso
'lma do mesmo .loado serao celebradas na Or-
den) Terceira io Convenio de .\. S. do Carmo no
dia 17 do corrente pelas 7 .horas da manhaa ;
por cojo obsequio se onfessam desde j agradeci-
dos.
I'recsa-se de dus ama.-saoores, na nadarla
de Santo Amaro: ra do Lima n. 68.
GASA DA frOKOl
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
i tu* Primeiro de Marco (outr'ora ra di
Crespo) n. 23 e casas do costme.
O afcaixo ass'gnado, tendo Vendido nos seca le
tiies oiinetes um quarto n. 1031 com5:0H)000.
um meio n. 1523 cot 30000, um inteiro o.
1717 c-.ui 100*000, e oulras sortes de 40J e20
da lotera que se acabou de extrah.ir 2li), con-
vida aos possnldore* virem re:eber na con-
foroiidade d: ostume sem descomo \lgum.
Acham:se venda >,s bhetes garantidos i
8.' p2rte da lotera, a beneficio da Santa Casa de
Misericordia (213*), que ;9 extraer qaarta-fei.
ra, 22 do correte mez.
PRECOS.
Bili.ete inteiro 6^000
Meio biibete 3*000
Quarto t 500
Im porfo de lOOQOO para cima.
Bhete utsiro SiSOO
Meio bilhete 2*750
Quarto I 375
Manoel Martins Finia.
Contraria de N. S. da Snleflade erecta na
igreja da mesma Senhora, em 15 de no-
ven) bro de 1871.
Tendo de proceder se a eleiQo dos membros
qne hao de reger esta confraria no anno de 1872,
convida, na forma do coropromisso a todos os
nossos rrmioi.i comparecerera no consistorio da
igreja da me prximo vindouro, pela 9 horas da nuiiha, t-ara
o flm indicado, bem como para aeSislirem missa
votiva, que dever tsr lugar antes a -leieao.
O escrlv,
Manoel Darbosa de Arauio.
Candida Rosa d.; Ojncei^lo.
R p so
Um amigo de Joao do Amsral Raposo graio a
saudosa memoria de sua prezada esposa D. Can-
dida Rosa da Conceicao Raposo, manda resar al-
gnraas missas oa ma'.riz de S. Jos fegunda-feirj
20 do corrente, as 6 l|2 horas da manhaa, para o
qne convida a na a. fami.ia e rmis amigos, peh
que a annunciante rtcu summarnente agrade-
cido.
- Marcelino Jo-J. ipes Rib'lro hi rciel
respeiUvel publico e om espacialiiiade ao corno
do commercio, qne ivndeu aj ir. Manoel J,i de
Araojo o seu dpa de paj e boacha sito a roa
de Santo Amaro n. 6, livre e desemoaracido de
dbitos e de qualjuer onas ; se al^oem se julgir
coro direito a qualqier rec|ima,.i0 diriia-sa ao
mesmo dop.jsit ou a pifara da ra da Santa
Cruz n. 3, no praso d rr^
Para "a f"
Aluga-se um s
casa e b.'.nh) i>< rii
rna de Gvvafio'P'r*-' i

VENDAS.
7 CEMENTO
0 verdadeiro Portand : s se vende na
roa da Madre Deas h. 22, armazem de Jo5o
Martins de Barros.
-./
POPELINA
A MOOO
Popelina de seda a 1*000 o Covado, pacbin-
eha : na loja da Guilberrue Carneiro da Cunha,
rna de Crwoo a. V)._______________________-
boi^empregodec.piral
Por atotivo que se derats, vendem-se 180 ac-
edes (todasou parle vontade do pretndante)
da companbia Fluvial de Navegacao a Vapor no
Maranho. Esta compaobia acha se em prospero
estado, e tem j im tundo de reserva de 500:000*.
Do-se outros esehreiimenlos e fornecem -so os
ltimos relatnos a qu-m os quizer examinar :
trata-se na rna do Vigario n. 16, andar, escrp-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos.____________
MOBILTV
Vende se uma mobilia de Jacaranda, servida,
em bem estado, por preco ommodo; a tratar na
rna da Aurorafn. 29, loja de marcoeiro^________
Vende-se
uma casa de taina em perfeito estado com nm
sitio contendo 200 palmos de frente e 200 de fon-
do, com arvoredos de frucio, na antiga estrada de
Agua-Fra, cando peno da estacao do mesmo
nome : a tratar na roa larga do Rosario o. 14,
fabrica de cigarros. ____
COQUES
Chegaram os coques grandes da moda vindos
pelo nltimo vapor da Europa : ao Bazar do Re-
cite, roa da Cadeia n. 11.
lacri
dirija
Sitio par* vender.
Vende-se um sitie o Porto da Madeira em Be-
beribe o 7, tendo uma casa terrea com duas salas,
quatro quartos, costaba fra, cocheira, estribarla
em bom estado e cacimba propria com bomba. O
sitio murado na freate, com porto novo de ferro.
Tem 140 palmos de frente, inclusive a largura da
casa e 433 de fundo, com urna pequea baixa de
capim e algumas arvores fructferas, sendo algumas
lacangeiras novas, sollo proprio. Pra nforoiacoes
ijam se. ra do Duque de Caxas, ao Sr. Julio
Com Ribairo, loj.i de fazendas.
'' Vende-se, recebe-!* da divida pub'iea, um sobrado de dous andares
tendo 34 jancllaa com vidraca, 8 portas almofada-
das umbem com vidr-.ca, 3 varanda* de ferro, 5
porias para a rna, quintal murado, cacimba, ba-
nbeiro, 1 porto de ferro e.outro de madeira, 5
salas, sendo 2 forradas papel e cebarlo o soaiho
com esteira, 2 gabinetes ta bem forrados S papel
e s-.ialho coberto a esteira, 6 quartos, mais 3 sa -
las e 1 gabinete no pavimento terreo, sito roa da
aifaadega na -capital do Rio Grande do Norte : a
tratar"com a proprietario Domiagos Henriqae de
Uveira nesta praca ra do Crespo n. 13.
A declarada casa aeha imperial ,e serve de palacio do Exm. presiden'.''
daqoella provjooia, alagada a razo de 2:000*
.por anno pagias meosalmente e com as condigSes
de vigorar o contrato at quando se construir ca-
sa especialmente para palacio da presidencia, ou
seja mudada npiui; fazendo entretanto o go-
verno. sa costa todas as obras de augmento,
conservar:) e ssseio de que precisar o edicio,
coolr.0 qnd fui approvado pelo ministerio dos ne-
gocios do imperio, aviso de 15 de ezembro de
J870, abaixo trancriDlo.
5* seccaoMioisterio dos negocios do imperio
Rio de Janeiro 15 d dozembro de 1870. Illm.
Exm SrCoramuoico V. Exc. para os devidos
eTeitcrs, que foi approvado o contrato de arrena-
ment do predio que serve de pala o de-sa pre
videncia, celebrad i pelo antecessor de V. Exc. em
dala de i'i do maio de 1869, tendo j sido posto
disposicao da V. Exc. o ueeessario crdito para
occorrar ao pagamento dos respecivos alaguis
no corrente exercicio.
Dos guirde V. Exc,Jilo Alfredo Correia de
OliveiraSr. presidente daprovlocia do Rio Gran-
de do Norte. -K3
Machinas de costara.
Chegaram ao Bjzar Universal da roa
Nova o. 22, nm sortimento del machinas
para costura, das melhores qual dades que
existe na america, das qoaes ma tas j s3<>
bem conhecids p-los seu? autores, como
sejam : Weller Slenciosas, Weel e Impenaes e outras
militas qoe c< m a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabaiho qne trila costureiras podem
fazer diariamente e c< zem com tanta per-
fe i;3o como as mais pereitas coatureiras.
Garntese a sua boa qtl ili hie e f nsioa-se
a trabalbar com perfeico em men s de uma
hora, e s presos s3o tao commodos que
devem asradar aos preleodentes,
A. revulesciero du Barry de
Londres
Toda a doen;a cede a Revalesciere da Barry,
que di sade, energa, appetite, digestao e des
canso. Ella cara as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, eojps, vmitos depois
da comida e gravidez, con lipajoes.t) astfima,
affe.cgdes oolmonares, bexiga, ttga' ^erebro e
saugae ; 60,000 curas, iucluiado muuas deltas no
Brasil.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioro alimento para almo^o e ceia, moitc
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sen
causar o monor peso nem dr de cabeca, oem r
ritacao.
nico deposito para o Brasil em Pernambuc
na pbarmaeia americana de Ferreira Maia & C.
ra do Duque de Caxas n. 57. (Todo cuidadi
com as falsificacSes.)
Vende-se nma porco de caibro para an-
dames por preco eommodo : a tratar no caes do
Ramo?, armaren? novos.
ATTENCAO
Veade-se a taberna da roa do Visconde de Goy-
anaa. antiga do Mondego n. 145, propria para
ara principiante, por ter poucos fundos ; o nioti
vo da venda se dir ao comprador : a tratar na
mesma.
AVAUIBO.
Chitas finas escoras cora toque de avana a G
"i Ti. a peca oo -Ji)0 rs. o covad >: na ra 1*
de Marco n. 20, loja de Gaillieime Carneiro da
Cunha.
Cal d Lisboa
Cal nova chegad hoje pelo Lua 7, vende Joa-
quim Rodrigues Ta varee de Mello, praca do Cor-
pa Santn. 17, l'andar.
Xarope peitoral de James
nico deposito na'pharroacia amer cana de Fer
reir Maia & C, 57 ra do Duque de Caxas nu-
mero 57.
A 3^000
Palet ts deolpaa lisa.
Est em liqoidaco uma peqneoa porro de pa-
letots de alpaca de todas as cores e de Jiversjs
feitios, e vende se a e.-colhar a 2 cada um para
liquidar : na loja do Papagaio i ra da Impera-
triz n. 40.
rom l
c irniarldem
Vende-.-e tresicai.ii
(Una) lendj umiau^.o
Teira, e as cutrafcar
Bella, proxmo ao BU
dirigir so a r,
| achura- r^rc ]u?m I
1* dos Montes
sita ao largo da
da ujtaa di rna
_ prettadentes pj-
lii|iftfado: o. 41, ut;
f'Quanta agua florida falsa e aborreci? III!
guanta agua divina'que mais parece infernal
mas a nova Esperanza, que nao coosente que os
amantes da xiqae gastem seu dinheiro nessas
agns, que nao passam de ser dos cbafarizas es-
irangeiros, ou mesmo nacionaes, maodou vir do
afamado fabricante Rigaud, a sua excellenle ka
nanga do Japo, a qual esta superior a todas a-
outras ; j pelo agradavel cheiro que deixa esca
par, j por suas benficas qualidades. visto qne
inteiramenle vegetal (assim o di', o sincero fabri
cante) para a conservaco Ja pella e do rosto.
agua de kananga deitada na quantidade d'agua
necessana para o toucador, bran jueia a peile, tur-
nando-a suave e avelludada, evita e disaip* as es-
pinha, communic.ndo pello v na mp da resa
transparente, o que raaito bonitu..... a!-m disto
um agradavel cheiro para o lea ..
Pomada alpaka
E! muito conhecida esta pomada e mullo
apreciada por sua finissimaqualidade, a Nova
Esperanca quem tem.
Jarros de porceilana.
Um .completo sortimento de iodos Jarro;
de porceilana (do afamado Biear^ existe na
Nova Espertnca, ra Duque de Caias
n. 63. _______- _________
Tem 6 anuos'
um bonito cavallo rodado, apatanado, andador de
baixo a meio, o qual vende-sj p?r baralissimo
preg, no caes do Ramos n. 30.
bom
Todo este annuncio annuncio especialmente
dirigido aos amantes do bom, elles devem diri
gir se a confeitaria doCaaipos a ra do Imperador
n. 24, onde encontrarlo sempre acepipes de inn-
meras qualidades
Assim como :
h da India o mais superior.
Chocolate em p e em pao.
Araendoas confeitadas e confeit&s.
Ricas caixinhas com dilas proprias para presen-
tes
Pastelaria a todas as horas, etc.
Fiambres inteiros e s libras.
Erafitn para se poder"sabar o qae acabamos de
dter s indo pessoalmenle
1 Confeitaria do Campos.
Bazar Universal
Ra do Barao da Victoria n,
oti'ora ra Nova
, v. v ra
Acaba de chegar para esie grande estabeleci-
mento um c mpleto soriiroento de machinas de
costura de todos os autores conhecidos, os qnaes
gtrantem por annos as ditas machinas, e se ven-
dem por precos ta rasoaveis qne a todos agrada-
r, cojos preqos sao os seguales : 40 60J,
80, lOOjl. 120*. \Z0S, 1104, 160, '.80*200*,
220#, 250 e 300* rs. Garaote-se aos compra-
dores a boa qualidade do trabaiho e obliga-??
a entinar lanas vetas qoautas sej^in precisa?
para bem compiehondar-se Venda se tambero
pe?as e raas perteuces de soDrecalente.- para
as mesraas machinas. Previne-se desdo j qoe
s se vai ao chimado para conseno e ensioo de
machinas das que forera compradas ueste e.-ta
belecimenlo.
Libras sterlinas
Vende Joaquim Jis Ramos a ra do Bom Jsus
o. 8, andar.
Soares Primos
ao seu escripljro i taa dj Vigario n. 17, vnde-
se o seguale por pre$j crmmd i :
Chapeos de velludo para senbora.
Ditos de ma*sa para bornem.
Ditos amasonaspara seonora. ,
Cama/ francezas de amarelh.
Cadeira- pequtaias para men'p ^
Gal5.*s e obras depalheta.
Linha de Rorlz em maco*.
Uetroi preto e de c ires.
Uma mobiiia de M-gou.
Vlnhn fno do Pj-to tm aocrel
Dito dito em ca"xis
No escriptorio
do Joaqnira Gerardo da Bastof roa do Vigaria
n. 18, andar, la para vender o tff ninH :
Arroi di India de boa qualidade.
(at do Rio de Jan* iro.
Cnapos lios do chile.
Chai ato* 4a Bahli.
Cognac Martell.
Enxadas ingleas de 2 l|2, 3, 3 1,2 e a bras,
Gentbr 01) Torr.
Guarar.
Machinas pan descarocar aldo.
Manleiga fraoesia.
Manteig inglea.
Obras de palheta, do Porto.
Salsa-parrilha de Saotarem.
Sardinbas de Naotes era quarto.- de lata.
Tapioca do Para.
Tudo por precos mais raodk'- do qoe tra outra
qualquer parte. a mema (asa se vende nm t--
cellente chrenomelro : na rna do Vigario n. 16.
Aos senhores funileiros
Vende-se em porcao e a retalho caixa* de folha
de Flandres e estanho, todo de molto bsa qualida-
de e a preco com roe do : na ra Marcilio Das n.
31, antiga rna Direita. armatem.
Xarope de fede^oso
E' de nma efflacia verdaderamente maravi-
fliosa como calmante do >y*iema nervoso e ap
plicado contra a paralisia, -thna, -.uSe convulsa
ou coqueluche. iose recnie cu a liga, sulToca-
'Se?, catarrh..". bronchite, ele, e un geral con-
tra lodos os sotr melos das wat respiratoras.-e
na pbtisica pulmonar, una vinule contra o litan j
iu espasmos, e co-ivul-es ocontesiavel, a uin-
guem ba qoe a descontu-ca.
DKPOSITO
Pharroafi de Perreira di C.
SUCCESSORES DE J. A. PINTO.
10-RA'LARGA DO ROSARIO-10
(Jumo aoquarlel -ta noticia.)
CHITAS
A 240. 260 e 280
Chitas claras e escura* 240, 260 e 580 o co-
vado, cambraias de cores a 5iU o covgdo ; oa
luja de Guilherme Carneiro da Casto, rea di
Crespo n. 2d.
Engenho
Vende-se nm engeidio d'agua em ponto peqae
no, novo, cora laxas de ferio batido, em tt-rras
proprias demarcadas no lugar denominaU Pedra
Redonda, distante da eslaco de Una circo legua:
quem pretender dirija-se a e*U lunar que achara
com qaem trat?r. >
Joaquim Jos Goin,,ai\vJ Ueltri tero para
vender no seu escripiorio a ra do C.mmercioc.
5, os gneros ahaxo notados, qne vend mais u-,
rato do qne ero outra qualquer parte :
Aieitoms em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf muido em massos de I libra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca martel frrires.
Enxadas.
Farinha de roandlcca de Sania Catbarica, sac-
C03 de 3 e 2 alqueires.
Dita da Baha em saceos hran -
Dita de dita em barricas, prc-pru- para casas
particulares.
Fio de algodo da ahia em ocvclft -.
Fouces.
Maxados. ,
Notes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarro*.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos.
Panno de algodao da fabrica de Ttiiv i os Santos
Pedroso nde a Babia.
Rolhas.
Rap popular da Baha.
Botn em fardo*.
Uelroz dos melhores ftbftCtttef d i lVrie-
Tapioca do Maranho.
Tabaco simonte da llahla.
Verniz copal.
Vinbo do Porto agarrafado, ea: d 12 gar-
rafas. .
Dito de dito em narria, Bruncto pra eof.arrafar.
Dito moscatel, verdadeiro de Sembat.
Dito Bordeanx em ealx>> de ama ornia.
Uiin de caiti f,m (taitas iia urna a.
Uabi'iu.ot
\'ende-se um exceHeota caoriolat de i rodas per
prec) comm-do : na ra da Piirtattai n. 14.
Butica
Vende-se a botica da ma de S. Beato, ca cida-.
de de Olinda : ir.iar na irtsma.
4 --Kua d poiio 4
J.ao do R>poLitpa & Pilha lii i ara '-ecd r. 20
0(0 mcuos que era ouira lualqufr, parta, n #-
gaiaJc:
I/npuicis 'as liba* em ruta,
(curio i'Ti harria,
Vinhoilo Por|o Uoo sai nmV.
DitoBjreaox dito :;,i .
Ketagii* d iarcae e cima d njosa.
A ra rio i.omn,erij ii. 10, escFtr
gg nodeJ.i.'c J ajuim e"* ;y.-fa Maia, oa-
SS cc>utra se para vencer ^ prt i\.s :
Azul.jos h.-|.a: l,'?. "
]gi. Folbas de ( io aaivaniado i0ra te'ta-
I do de diversas lmannos.
afm Dilas de dito dito lizas.
Ricas de ferro galvanizado.
|i| Cumieiras dilo.
Portadas completas para cantara.
8 Ladnlhrs.
Oapstil .8 raqui ra
As capsulas do rrqiiiin toicam se cjm amaicr
facilidade, e nao causam a menor ibdiaposicio d)
est imago. E' o medicamento do mais salotar ef
reno as gouorrheas ehr-nirai tu reren'o-;
DEPOSITO
Pharmacia de Ferreira A C.
SUCCESSORES DE .1 A. PINTO
10-RUA LARGA DOROSAI1IO-10
(J(lnt0 ao quartel de pol.cia.)
d
Vocde-se -u en 4 CJ
tXs^re eoj p. 1.
il> : u m da
M DO MRQUEZ DE OLINDA N49
E. A. De nnc1^ e.*h* rte ivcb>r um
gro.iJe .- >rliiu todas as quo iJades, e viios de todas as
[iiii'frnT. 'S.
iNa mesma casa um g/a.iOe iIiji.q.jp
de relogios de lo jas as quabi; des que veD-
dem-se muito baratos.
Cabolleireiro
Receben um grande e variado sor'imento fio
co.jues de trancas e cajhpaiu>:s que 'ende peb
baralissimo prec > de 20*, 2"i, Oa e 3o, chega-
d>s pelo ultimo vap r: oa ra da Imperatriz oa-
mero 81
Uli 1 1 .MU,
Vende-se o verdadeiro alcalro d
pr:a para i : no armaiem Ik.II* amare!
ni oilao da secrcr.iia rt> P' 'icia.
~^- Ven le se t ,iro da ur
:ina, delronie di lafii.i do Sr. Paulino, t-udv
juiutal enriado o cfcei > de frusleins.
r

aft


Oiaiio de Fernamouce -- Sexta eira 17 de Novembro le' 1871
*.
*
1
A' AGM BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguia Branca lendo j recebido parle desuas
antigs encomroeodas, ein segniraento acaba ago-
ra me*mo de receber outras, algomas das qnaes
se toroavam esencialmente precisa?, e oolrae se
azeni apreciadas por seas gostos e qualidades,
otro sejam:
Meiae de fio 'coca, abortas para seaboras
e meamos.
Ditas Llera eom listas tamben pura asatraras
menina-.
Dita- Jem mnitc bonitas ao posto ejcocez.
DiUs icui Uem brancas e coin listas para me
ninas.
Ditas id^mid^m paia baptizados.
Ditas de algodo corapridas e com listras para
.meninas.
Latas pretas de seda, para seohora.
Ditas de lor;tl e de soda pan meniDas.
Bonitas earawiohas bordadas para senhoras.
Fil de soda, hr.wieo e prelo com Mures miadas.
Dito de algoda-i, liso e com Aires.
Toaquinhas bardadas para crianzas.
Lindos e modreos chap' sinbos de fusto para
ditas.
Pentes de tirlaroga para desembarazar ou pen-
ear.
Ditos de dita travesos para meninas.
Dito de borracha para ditas.
Duc i de tartaruga, pequeos, para segurar o
amarradilho aos cabellos de senhoras.
Grande soriimeato de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fivellas de madreperola e de tartaruga para
puleeira e laco para o cabello.
Bonitas b Icinhas para menina*.
NOVO SORTIMkJNmifE ENCHOVAES PARA
ENTQE EXCHOVA
BAWrSADS
i acab> de recjbor
comflelos nenovac
A "guia branca acaqa de recebar novo sorli
ment Je iin loe 0 cooifelai fcenovaes para bap
tisador., e bem asim sopa rada mente camisinhas
para dito liados cnapeosiohos de setim branco
cordados, uutros ditos com fundo d velludo, obra
de muito g>to, e que servem tamben para pas-
eeio, sapatinhos de fe im para o mesmo fim.
MODERNOS EKKEKTES DE FLORES,
ornados cura bicos de seda, Atas de setim^e Qvella
de madreperola ao ultimo gosto, e proprios para
bailes, casamentes, etc., etc.
w
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Aguia Branca receben Hados ramos de tutu
linas, tanto para cabeca como para chapeo*,
bem assim :
Papel verde Iio e com listas para folhas.
Dito de cores para flores.
Folhas de diversas qnaridades para rosta.
Ditas verdea e lustrosas, obra nt va e pola pri
nvsrra vn vmdas como amostra.
Franjas pretas e de diversas largaras para en
leitar vellidos,
COQUES DE TRVNCaS E DB OtfrRQB
MOLDES.
A Agnia Branca acaba de receber ama peque-
a porcao dos bonitos e moderaos coques gran-
des de tranca e oatros moldes. '
ROYO SORTIMEHTO
DE
BOXECAS
A aguia branca, a ra do Boqne de Caxias n.
52, ontr'ora do Queimado n. 8, aeaba de receber
um novo e bello sortimento de bonecas de diver-
gas qualidades e tamanhos, sendo :
C)m rosto de seda> das qae chorara, e oatrai
que fallam.
Com rosto, mos, e ps de porcelana, e pro-
prias para vestir-se.
Obras de porcelana
A agaia branca tem outro sortimento de diver-
a? obras de porcelana, sendo:
Bnoitos e ricos vasos para pos de arroz.
Ontros para joiaa.
Ouiros para jabonetes.
Outros para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas pias para agua beata.
Pequeos jarros para santuarios.
Oulros maires para me*as.
Bonos porl relogios.
Lindas ce-tinbas tambera de poreellan.
Escrivanias de dita.
E muitos outros objectos par enfeites de mesa.
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os propietarios deste grande e bem monl'lo eslabelecimento scienlificam ao
respcitavel publico desta provincia, que se acbam c^m um variado e completa sortimentc
de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, se_,do estes escolhidos tapricho poi
am dos socios qwBSU acha actaalmenle Ba Europa, e por.isso os podem" vender mai;
baratos 20% menos de que era mitra qualquer p3rte. O mesan tem contratado com
os mjiori fabric.iQtes daquelle confinante as remessas das mais ricas mobilias feitas
all. Nd oflicina tem os mais habis artistas deste genero, e por sao aptos a fornecererx
mobilias as mais aperfeicoadas para as casas da provincia consideradas de primeir
ordc'n. Pedem, portmto, que venham visitar dito estabelecimento, onde encontrarse
a realidad do qtu acabamde expr, passaudoaexsmiaarem : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, raogno, faia, carvalbo, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, po-selira, arjuarelio, ttc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda louca de
oogneira, amarillo., com lampo de pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petiU
toii ii-s, especialmente para fazer barba, tatlettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e moitQS ontros atlfgos de gosto, que pira se nao tornar enfadonho prescindimos de
azer mencao delles, o que s coin a vista podera\> apreciar.
k toja dos Aros d de receber pelo tiiti.no vapor francez Amazonas, a'guns artigos proprios para cnxovaes
de naftas, e de olas pan grande loiejte como sejam :
Riq'iissimo curies de vest ios de bionde para casamento.
Dttos de tarlaiana bordados seda para casamonios..
Cortes de seda de bonitos goslos e superior qualidade.
Colxas de seda, la, e la e 8eda.
(apellas com mantas de bloDdepara n: ivas.
Cam'sas de esguilo bordadas para noivas.
Fronhas de esguiao bordadas.
Lencos de cambraia de linho e labyrintho.
Superiores leqnes de madreperola.
Cortinados bordados de differentes pregos e qualidades.
Sedas de cores de bonitos padi5es.
Ditas escocjzss para vestido, roopas de menino, enfeites, etc.
B-isquioas de uorgutaj, superior qualidade.
Boriis de 133 e oeda para senhora.
Mantilhas brasileira de fil da seda bordada.
Ch cheaez i laa e seda.
Chapelinas de s la branca, e de crpe preto para luto.
'Crispaos eofeitados para senhoias c meninas modelo inteiramente^novo.
Cortes d cambraia de cftr, e brancos bordados.
L p. i.s corles de kantista Fi\,u-rYou.
Toil da viyage fazenda de'goatj para vestidos.
Alm de'tes ;rtigos que se v ndam por presos razoaveis tem ontros qae sao pe-
chinbas extraordorii, curto sejam :
Damifco de la com 9 pilmos de largara a 1)51500 o covado.
Cortes de raT .JVtetoria com 20 covados por 10^000.
L5a : :n Fstrjts de s^da a 40j rs. o covado.
Ditas me Cassas de cor a 2>0 e 2s0 rs. o covado.
Alpacas largas b"wtrrs'paaYoe's a 800 rs. o covado. -
Lengos da esgmo muito finos H 3)5 e 4)5000 a duzia.
Eiteira da India, maltas para viagem, transparentes, etc., etc,
Superiores cigarros do Kio
de Jineko.
Djmingos Alves Malhens, nnico agente nesla
frovincia \ fabrica imperial ae cigarros de S.
oo de Nitberoby, eftabel acida no Rio de Janeiro,
tem sempre um completo sortimento da todos os
chairo', fu no picado e en latas. Tem igaalraents
os afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag
nifko popel de palba de milho e fnmo superior
Para governo de tera fregnezes, que tem estbate-
cido depsitos flllaes, as casas dos Srs. Thomai
Francisc j de Salles K isa e Manoel de Soasa Cor-
deiro SimSes Jnior, no bairro do Recite, e todo
Jl i vendido em ootras casas com a firma
e S uza N^vae A O sao falsificados.
OLEO PURO DE FIGADO DE BACALHAO
DA|
TERIlA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo que lo boa acceitacio tem mereeido,
muito se rfcommeada por ?er o mais purificado
qae at buje tem viudo, e anda pele lm\ paladar,
aoperior a cutro quaiquer : vende-se no deposito
apecial de Barlbolomea A C.: ra Larga do Ro-
lara 3i.
Manteiga ingleza.
Vende ?e i 800 rs. a libra e J|?60 o kilo : na
na de Pedro Aff.jnw u. I, antiga ra da Praia.
lio ha mnis caftll brancos
T.b^r:&.a.
lo niuea ip^rovAd pelas as i<*daiu 46
F666MMMM^ flQMfIQf |OQA 6Q0 IBQ fc[H
at Moje. DejKisrto _principal i rol da
do IMoffc b. 5t, atri&r, em -todas bo
4$*s i casa de cabejleirelh;'
fM Htiiilt
1%m "WBdiera seus trmazens, ittm de oXiBws
Hfco de sen nego-io regular, os sfcfttlW* me
ftadm por precos mais mdicos Tm (jnalquer parte :
iRTAS d pinto alnrofadadas.
AS de ferro par ercaa.
t Jada pan Untos forrar uta*.
de barro francez para escoto.
Jwpenor em pn)8et a cemento.
OTO de todas aa qoaJidadea.
AS de descarocar aajodao.
e brinzoes da Rssia.
OLEADOS amefioanos par*forro decanos.
rOGOES americanos muito boni e acoaolxiooa.
de Bordeanx.
C superior de Gautler Preres.
" em saceos grandes i'W.
AGUA florida legitima.
CADEIRAS amrMKJMil.
RHUM da hwStkiJl*
"AZULEJOS de XNBoa.
Wf?
wmmm
Gomma simples r^ilalTsafli.
Dita* de angwo '*
Naff d'Arabia.
Seve de ptnho martimo ~ de Lagasse.
E ouu-as m1ta| quj nTafn** recen
las^saai/ excellenles qialkHie.-.
PHAR*ArXlH04ARlA
'WKffit r f\
34RA LARGADO ROSARIA-34
------------------. .^.L I fc-U 1, ^----'- -' V
HOMO
DE
e sedativo
DE
Gasea de laranjas amargas
GOM
BROMURETO DE POTASSHJM
DE
I..4ROZE
Este novo preparado aprovdo pela academia
mperial de medicina, muito se recommnda pela
itta accao sedativa t calmante, sobre o systema
.oervof, o bromurelo de potassium, nao deixa de
iar os mais edrtoe restluds ca-diversas affec-
;8es do organisrao e priafc*>sMa as molestias
lo coraciio, dfts vas digewA dfespiragao, das
na genito-trrinarias, n' ipneplil; as molestias
nervosas da prenliez, na insmnia das crintas
turante o periodo da den!co etc. etc.
Vende-se na (.harmada e drogara
de
Bartfiolomen fijl
34-RUA LAR^A D0R0SARI0-3
IMKI \OI\ AS
Lindas grinaldas com flores e botoes de
farangeiras cora vivos e em elles, sendera-
se na Nova Esperanca ra Duque de Callas
n. 63. .. ,
Oleo pWatebilias
Vende-se na Nova Esperanga roa Duque
de Caxias 63.
Nao ha ver convulces.
As crianzas que usarem dos collares ano-
dinos, que se vendem na Nova Esperanca,
estiro isentos de convulsoes; pois sao os
verdadeiros recbidos directamente.
10--Rua do Crespo10
Pecas'de afgodlo eoffl 50 jardas a 4/, 4^300
%,ta* dV moo a U, H, SU*, 6*. e
tjsoo-
Ditas de dita infestado, francez superior a
10*000. \
Chitas francezn de todas as qualidades a 240,
J80, 3fi0, 310 e 8M o covado.
QMbraias de res a 540 e 180 rs. o covido.
Daa'isa de eer a 3>0 re. e covado.
Ditas preus para Jato ftiO rs. a vara.
Pecas de cambraia uta transparente a 3, 3S30&
Ditas de diu tapada Victoria, a 4f 41500. 51
e7|.
Difts de di transparente, sussa multo fina
eom 17 varas, 14*.
Ditas de diu bordada com 10 jardas a 7/ e
9*500.
Orfaoiy branco fino a 700 rs. a vara.
reanima blanca infestada, a 440 e 300 rs. o
pha de linbo com o taras a 20*000 e
ita i Ai dt*1iDhsrada*ofc 30 taras i 27*.
abanes d') (abo com 10 palmos de largura a
'" a vara,
i lo de .algedao 1*00 a vara.
" Aioaln4e-de do e de linbo com 10 palmos de
{fera a 1*500 e 3*.
Tualhas alcocboadas para rosto 7* a duzia.
Ditas de linho do Porto felpudas a 10*000 a
duzia.
Guardanapos de linho a 3* e 4* a duzia.
Libertas de chita a 2* e 2*300.
-Dita de chita adamascada forradas, 4*, 4*500
l*ooo.
Colchas de damasco de cores a 4* 6*.
Ditas de fusila alcochoadas a 5*.
Cobertas de l escuras a 2*.
Diasde algodo orancas a 1*400.
Gulleiribs de linho a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2*000
3*000.
Ditos estampados de raeia casemira a 2*
1*00.
.'Damascos de cores a 64TJ rs.
Lengos bi ancos de cassa finos, 2*, 2*500 e 3*
a'"duzia.
Ditws ditos e de cor abatollado largo a 3* e
3|.")00 a duzia.
Ditos ditos de cambraia de linbo finos a 6* a
Wzia.
i Ditos de eeguilo de linho a 4*, 4*500, 5* e 6*
a duzia.
Bnm Angora a 040, 80O e 1*000 o corado.
Brins de linho de cores a 50J rs. o covado.
Cortes de meia casemira para calca a 1*200 e
1*400.
Ditos de casemira para ealca a 3*500, 4*500
5*500.
Catemiras de cores de duas larguras, 2*, 2*50
e 3* o covado.
Ditas pretas, duai largaras a 2*300 o covado.
Pao fino preto e azul a 2*, 2*500, 3*000
3*500.
Dte dito muito fino superior a 5*, 6* e 7*
covado.
Lans e alpacas de cores para vestidos a 400
500, 600, 7ti0, 800 e 1* o covado.
Toaihas com labyrintos para bandejas e para
rosto a 8*, 10* e 15*.
Camisas de fl.nella branca, e de cores 2*,
2*500, 3*, 3*300 e 4*5C0.
Grosdenapoes preto e de cores 2*, 3* e 4* o
covado.
. Do-se amostras com penhor.
Vende-se tambem grande quantidade de roupa
teita e por medida por precns mnito reduzidos.
VERDESE
No escriptorio de M'guel Jos Alves. nta da
Cruz n. 19, primeiro andar, o seguinte :
Salsa parrilha muUo nova.
Chapeos do Chile.
Borrachinhas de todos os tamanhos.
Verdiz copal
Colla de boa qnalidade.
Fecbadnras de broca, sortidas, do Porto.
Tudo'por precns moilcos pira ultimar coatas.
RIVAL SM SEGtJKDO
RA DUQUE-DE CAXIAS N. 91.
Jote Bigodinbo, com toja de miadexas,
avisa a todos os os seos fregoez^s qne est
torrando todo pelo pre$c, a vista da fasAc-
da, para todos admirar/ a saber:
Tbesoqras grandes e pequeas o
mais fino qne ba a l#000e
Pecas de tranca de I3a e algodo as
mais modernas a
Frascos com agoa de colonia maita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos brancos para baplisados o
melhor qae ba a 3#00Q e
Duzias de botos cobertos de seda
para vestidos por lodo o preco
para acabar.
Libra de arda prela a
Grosas de botoes da louca branca a
Caixas com 100 envetopes fazenda
fina a 500, 6C0 e
spelhos de moldara donrada a
800 e
Pentes preos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com superior banha 60,100 e
Latas grandes com superior banha a
Fra8COstom oleo de Philocome a
500 e
Frascos com macassa \ Peruia a
Frascos eom agua de Colonia verda-
deira a
Ditos com oleo de ba josa snderior a
Carritels de retrox preto com 2
oitavas a
Caixas com agelbas fraocezas a 160
. 160
\Pecas deliras borjidaaa 500, 600
800e
Garrafas com a verdadein agua
florida a
Cartilbas da Dootrioa ChristSa as
mais modernas a .
Escoras muito finas-para lina par os
denles a _____________240
Alcatrnoflft guyat
LICOR CONCENTRADO E TITULADO
E' um poderoso remedio contra as seguintes
molestias: bronchites, catarrhos pulmonares, tos-
se, rebeldes defluxos, irritacio de peito, males da
garganta, phtisica pallionar, deys pesia, catar
rho de bexiga, molestia de pelle, perda de cabel-
los, purgacSes antigs e recentes, etc., etc.
DEPOSITO
Pharmacia de Ferreira & C.
SUCCESSORES DE J. A, PINTO
_____11)-RA LARGA DO ROSARIO10
10500
160
500
1.J500
55000
160
120
800
10000
240
100
20t
200
320
800
240
10000
320
' 600
240
10000
10300
400
m
AFM>RE#URO
E' este o distintiva de tima nota e bem montada
loja dejoias,sta a ra larga do
Roiaftio ir. 24 A
Os proprietariee deste eWgaate eaUbeleaimeUe teode en vista os esforcos que
fizeram para o colloeareui as eondicrSes de una grande ctteaweUa, fHariam ao mais
rigoroso principio s Dio viossem at/collamnas do Jornat seteMBeaTao respeiUvel pu-
blico, que no me.-mo estabelecimento encontrar tempre o mais completo sortimento
de jolas, como sejam : brineos os mais modernos, para adornaren ae aeUeaee o
Ibas do bello sexo, e qne se vendem a 8,9 e 104 o par, ditas patV menta a t, > el
ditas de coral, obra de apurado go;to a 3 e 4, Voltinbas de oeral com erase* 4e wl
a 5X, broches modernos de 3 a 13J, ditos com pedra? e em snas devidae caixinhu
10. 1, le e iOi, rosetas lisas, porm bem trabalhada?, de 5 pedras de 4 a 15, cacoletas a 4J, ditas com luscrip^des a 35C0, aaaels *s eHiMewt |
gostos, e com bonKas pedras a 2, 3 e 44, ditas de parolas, esmeraldas roblis 4f}
ricas ernzes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 16#, ditas de onro e coral com vistas pho- ,
topraphieas a 3, 4, 5, 6 e 7/, figas de coral a U, cadeias para relogion a I0% ltatn
6S00a oitava,gnaroi?5es eom tres bot5es para aberturas a kl, dito3 de pedrliihas a3*BW
o par, ditos para ponbos os mais moderar* a 7 e 8#; alm de um variadsimo soramen*
to de joias de apurado go*to que recabem por todo8 os vaporea la Europa ;eor"
sejam : brincos, bracelete?, aJBnetes, aderemos completos, ruzes, rtzetaa, brilbantes, esmeraldas, perolas e rubios. MedalbSes, voltas, trancena, Mg^ia eorn^'
tras e de diversos modelos, oculos e pencinez de ouro e prala tkriiiidH <*ennioi
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos lmannos, ticos
ros e faqaeiros, coiheres para cha e sopa, maracas pata crianzas, eXuma Innidada
objectos qne erra enfadonho meneionar-se.
Os proprietarios ta Flor de Ouro garantem vender mais barato que/re. ontra
qualquer parte, para que estar aberto o estabelecimento dls 6 huras da Mili aa vJ
ncule. *
e

Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Gal opea u
Essa pomada que to bons resultados tem colhi-
du as pessoas que delta tem feito uso aeaba de
chegar para o seu deposit especial..
NA
Pharmacia e drogara -
DE
Bartholotneu 4 C. roa larga do Rosario nu-
mero 34-
J. 0. 0. Djle tem em seu
armazem para vender
O SEGUINTE :
COGNAK HENNESSA. "
VIMHO XtRKZ. .
DITO DE LISlOA,
FILTRADE1RAS.
BITTER
A' roa do Commercio a. 38.
FABRICA !
DE
^Chegou pelo Granville um eompleto sortimento
em casa de T ?8ft Frres, roa do Commercio n. 9.
TAO BARATO
E de lana ntilidade
, O alcalrao de verniz do gaz, serve para matar
(brmifss, applicado as madeiras preserva-as do
cupim, da aegio jjo tempo e da humidade 4o cb3o
e duplica tambem a duracao das rcesmas madei-
ras dentro d'agua, e no ferro conserva-o annos
como novo, vende se a 700 rs. a caada, preco
jnstamente da fabri : no armazem da bolla ama-
relia, no oitio da secretaria de polica.
Vende se um terreno no npvoado de Encana-
meoto junto da estado do Patnameirim, com 30
palmos le frente e 300 de fundo, tendo cacimba
de pedra e cal e afgana arvoredos de tractos a
tratar com Jos Honorato de Medeiros (Zumba) no
becco da Boia n. 14, ou do Arraial.
CHAPEOS
DE
Todas as qualidades
| \, Vi roa larga do Rosa-
rio n. 24,1, andar
Se o desejo dos proprretarios desta fa-
brica fosse nicamente illudir a le pu-
blica, ha muito que teriam annunciado
os seus productos, mas para correspon-
deris mais dignamente confianza nel-
les depositada, esperaram receber os
objectos e pessoal, que acabam de che- i
gar-lhes.
Hoje, pois, que a sua fabrica se &cha ]
montada com as mais aperfeicoadas ma-
chinas, eom os melbores pelre'cnos e ser- '
v.da dos mais peritos ofBciaes europeos,
podem os seus numerosos fregnezes e |
o publico em geral encontrar desde j. !
Cbapos de seda da ultima moda, sen- 1
do altos e baixos.
Ditos de ca.-tor de todas as cores, em !
formatos inglezes e amburguezes. i
Ditos de fellro.de todas as qualidades j
e feitios, tanto para lnmera como para ]
crianzas.
Ditos de velludo para senhora. j
Ditos para ecclesiasticos, redoudos, tri- 2
angulares e a romana.
Ditos armados para militares.
- Ditos de pasta.
Concerta-se toda a especie de chapeos |
quer de hornero quer de senhora, com a I
maior pericia e mais barato que em qual- l
quer outra parte, assim como se rece- |
bem ebeommendas tanto para a provin- |
cia como para fra.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'ura avante venderse neste estabelecimenlo todat as falli-
das existentes-do mesmo, por precos que todus admiraVBoV afcbo d menMv^parHei-
palo a todas ae Exmas. familias em geral, afm de virem visitar este estabelecimento
ou mandarem bascar amostras, garantindo-se-lhes um bom soriimenio de fazendas de
algodo, laa, linho, eseda, emfim urna infiDidade de artigos de m casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualquer faeodar^ara ver
ou escolberem.
As pessoas que vendem em menor escala poderffo b'ifl sorflrm-s tiste estabe
lccim uto que vender pelos mesmos precos que em qualquer casa importadora, tendo
a facilidade de comprar qualquer porctfo.
O 65 tem um completo sortimento de roupas bem acabadas o que vende por
precos muitissimo commodos, mandando tambem fazer por medida toda e qualquer obra
que os concurrentes desejarem para o que tem um dos mais habilitadsimo mestr
alfaiate, cortando por um systema inteiramente novo.
Os annuncios nesta praga esto e por certo devem eslar desacreditadissimos, poia
que ba casas que annuociam aquillo que nao teem, o que o 65 garante nunca dar-se en
seu estabelecimento, pois que s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
grande nomeacla em todo o mundo.
O C5 acha'desnecessario mencionar os precos de suas fazendas pois que isso tor
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sea an
nuncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois que vendendo muito e mnitc
barato mister encartar suas despezas. A sinceridade dos tratos do 65 juigo qae ji o
publico conhece demasiado, pois que sempre tem cumprido com aquillo que annuneia.
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANCEM, COM O 65 NINGUEM POD COMPETIR
RA DO, DUQUE DE CAXIAS
(Oatr'ora do Queimado)
.

>
56 ABa do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conbecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimeotos com que sempre prima em ter dai
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para al-
do, desde 10 60 sorras, e bavendo em todos os tamanhos diversidades desval
mas e melboramentos para perfeito e rpido descarocamento; tornamse dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qnaes, alm disto, encontrarlo
tambem mais :
D. Ano> Francisca da Fopceca Piraenta pre-
tende vender a elaria denominada Taquary, no
todo ou reulhaado o terreno ; assim pois quera
pretender dirija-so a annunciante na estrada no
va do Caxang para contratar, aflm de que com
dados certo i possa obter licenca do juiz de or-
pbaos para dita venda, visto 1er sua lha menor,
parte em dita olaria.
CU tres DO CHILE'
Vende-se, pira acabar, por menos preco do
que em outr? qnzlquer parte : ra do Vigario
n. 16, primeiro andar, escriptorio de Joaquim
Gerardo de Bastos.
Vende-se nm eavallo bzm andador ; a tratar na
fabrica de sabio em Por* de Portas.
Sement port'aod
e mais novo que ha oeste mercado, em barricas
grandes de 12 arrobas, arquiadas de ferro e bem
acondicionadas : no trapiche Guerra no Reeife.
Libras sterlias.
Vende-se bo armazem de fazendas de An
f. de Oliveira 4 C, na to Commercio n. 4
rea metade
de seu valor vende-se nm bonito eavallo rutado
apataeado, mnito novo, andidor de batxo aeio;
oo caes do Ramos n. 30.
Apurados vapores lo60moveis, de forca
de 3 4 cavallos, e perteoces.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de m5o para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita. *v ^.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarracbas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de babdeijas finas.
Emfim muitos outros artigos, que s avista e neste estabelecimento poderlo
examinados.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Perteoces avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breo superior.
Moinbos de diversos fabricante! par
milbo e caf.
Debulbadores para milbo.
Azeite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas amei canas.
Cofres de ferro pateDte.
Canos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chambo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
ERNESTO & LEOFOLDO
N. 2 D Ra do Cabng N. 2 D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de joias que pode
vender aos seus numerosos fregnezes em grosso e a retalbo e por precos
mui resumidos visto que recebe de coota propria por todos os vaporea de
Europa. O gusto de desenho de auas joias e ais lindo do pas das
modas, ouro de Iei, brilbantes verdadeiros, esmeraldas, rubios, perolis,
turqoezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servico domestico. Convidamos as Exmas. familias
a vitarem o dito estabelecimento todos os diaa at 9 bom da noite.
Compra.se ouro, prata e podras preciosas em obras telbas.
-1

rr-!



I I I
-
-/

Diaria da Peruajttbac* Se^la ieira 17 4*rNQvambro Ja IB71.
^ar^
EBUEIREDO a LOPES.
s a DA IMPERATRIZ N. 64
Oa- proprtttarioa desi> mportant* a sympamico estabelecimento de fazendas finas,
f^Sw8arao re9Pe't3.ve* publico e particularmente a sna numerosa fregneria, que o
CYSNE acaba de sortir-se de todo quinto ba de gosto e moderno em fazendas tanto
para bomens como para senboras.
E* ocioso car roe os proprietarios da Ioja do GYSNE natoralmerite providente e
rom espirito altamente conciliador dos interesaos albeios com os seas, teem sempre
eftde magnidoo ystoma de offerecer i venda fazendas de todas as qualidades e pre
toa relativos de (oroaa qoe fcilmente podem fornecer arligos de sna casa accommodados
todas-a* fortonas e meios.
^^Esobrt todat as eonvrtilencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
ajoenei da sraceridade e baratsza com que negocian rs seus proprietarios.
No iojvawel empento de justificaras suas operares convidam as Exmas. familias
visitar a sympithica loja do CYSNE chamando ai atlencQes do publico em geral para
t saguintes especialidades e precos.
PARA NOIVAS.
Veos, capailas, sodas' e popelinas orancas
de cores, g'das, prnhos e camisas bor-
dadas, todo caprichosamente eseolhido e
para varios pwcos.
CRETONE BAPTISTE.
Pairada lisa de ama s cor, de cores di-
versas, para vestidos e tambera propria para
lombras.
CAMBBA1AS
Traoaparrates de BA/t varas desde
WOO at H peca. Victorias muito finas
te 44 >t 8*000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
batios presos acempanbada do competente
tgorioo.
LAS
Variadissimo e neo sortimeato desde a
a> lisa baratado 40 at a de listras de seda
luis cara qoe pelo prefo qoe vendemos
por assim dizer de graca vista do gosto
qoatdade.
BAREJES
Lindos padrbes aos procos de 360 e...
tOO rs. o covado.
SAfAS BORDADAS
Al qoe o CYSNE vende sao bellas e su-
periores.
LUVAS
As memores e mais procuradas lavas de
foovv, braceas e de cores s3o as qoe o
CYSNE exp5e a venda.
BALES
De eretonea com baba do e bordado, di-
toa de arcos a liJSOO, pechincha sem rival
ao genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
a presos de padroes modernos e cores fi-
tas.
GROSDENAPLES
Pteosde todos os presos e largaras s
CYSNE pode vender barato-
FLANELLAS
De cores e brancas de 500 rs. at 1*300
covado.
ALP\CAS
Lavradas de 500 rs. a 1*0(0 o covado,
especia lidade do CYSNE qoe nao conta com-
petidor.
MAD\POLOES
Francez de 24 jardas de 8* at 10*000.
inglez de 5* at 8*000, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de Largura, dito eslreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesuio fim' de 20
varas a 10* a peca.
ATOALHADO
De linbo adamascado, dito de algodo
muito finos, bramante entrancado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS -
Grandes e pequeos.
SET1NS
Para todos os presos e diversos pa-
droes.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos colarinbo e
poobos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, cantao, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
presos que s o CYSNE vende.
PARAHOMENSEMEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 1* e 1*500
o metro, gangas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angolta.
CHAPEOS DE SOL
Para bomens e senboras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de Jioho, pretos e brac-
eos e mais baratos qpe em outras loja.
ME|\S
Para todos os tamaitos e qualidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de lia es-
pecia lidade do GYSNE.
Descoipem os nossos freguezes termos siao um pouco extenso na narraclo de al-
famas novidades pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregue-
i4i qoe qoerem e gustara andar na moda. .
Ra 'la Imperatriz n. 64.
FIGEIIEDO i LOPES.
JOAQUIM
LOPES
MACHADO a C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
RTICOS AMERICANOS
Cylindros para padaria.
Carros de mi para condazir azendas.
Machina! para descansar algodio.
Polias de diversos tamanhos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
aanwnto d'agua.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para gu?rda-chuva de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Ponas de lanca.
Gal5es de seda para o forro do dito, es-
treitos e largos.
Pregos de cabeca de marGm.
Escovaa para dar grasa.
Pi imairo de Margo
Tendo renovado completamente a leja do predio, em qu9 teem o seo es-
tabelecimento,
19=-A ra Primeiro de ar^o19
com aqoelle asseio e elegancia desejavet*. acham-se agora prvidos do mais
explendido sortimento de fazendas finas e modernas de
SEDA, LA, LINEO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPEQUES DE SAICASA
Garaulam. com toda
a sin endde, vender
\por meaos qoe qual-
qner ontro, porque
recebara cm direRura
a maior parte de suas
fazendas.
19 RA 1." DE MARCO 19
(Aniga na do Crespo). v
Popelina da seda e
laa.
Fazeoda nteiramente nova no mercado,
com padioes muito delicados, fazepda de
mn effeilo Siwprebndente em vestidos, e
vende se por (#280 rs. o covado, na loja
do Papagaio, ra da Imperatriz n. 40, de
Mandes A Camino,
Para noivados.
Fitas especiaes e preparadas pira lagos de cr-
tinados de cama: recebeu a Nova Esperanga, i
ra Duque de Calas o. 63 : a ellas antes qoe se,
aeabf m> pois viera somente seK e sio liwissi-
roo.
CASAS.
Vendase a casa terrea d. 37 da roa de Hortas,
trra prorio, por IkoOOflOO e o sobrado d* |
adares b. W, d pa-ra do Paraso per 500*000:
tralarna irae.* da Independencia n..3t Betas
casae dto > leaddnento e o dono s as vende
parar da se reflraj para r o pTOTiada.
(iaz economice para os can-
diel: i de porcelana.
Acjba de ehtgar este a bem coobeeido com-
istivel, como o c pctttP'o aa seiado
-instivel. _
de tonos at
da no nmeo
moro ,1i.

*S
Mo&ilfe barata.
VenJe- nroa awbilia de amarelio em peifelto
MBlar'" rU* d*,IDperalri,* 7* "> botiea
zfm. t nuil
I Ny]ESTA. ATIGA fi ED131TA*
J FABRICA
a
IKIITIA II GIIIIiITliUTI IU MIILITI SUI1IIII II
De todas as qualidades t
0a todo oa leitioa !
De todas os pregos 1
RA DO CRESPO iV 4

oa
fe"3
SO
I?
Ib1
a 5
Cofres de ferro de MtMrl, on(rM
rrsuyss papl f0pjar car(3,
Balanpas de pesar, Dedma<8. RoBUay> elf
Tachas de ferro, 84achJd0.
Arados Americanos
UTaeS, para agricultura.
Crrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JuaCinaS de descarocar algodio, de |0 al 40 serras.
v Xyfta ue ierro gaiVansadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes A C,
n. 4 boa do b0m jbss.
(otr'ora rda oa Cruz )
g-
^
i
t-








MACHIAS l)E COSTURA
DE
*
Siogfr
C.
Auca se vio om processo^nais perfeito e qoe
aja de tal forma a satisfamr a exigencias mais
veras da escriptnracio.
A saa cor Iindissima e nao precisa de cnfda-
o algam para se conservar no tinteiro sempre
' oa a mesina cor, sem borra, crsta, bolOr oa sem
)dis estas mazellas inherentes todas a& tintas
t afora conbecidas, anda mesmo dos melhores
iteres estrangeiros.
Sotretado, esle'estimavel producto nao ataca aa
uas de ac, antes pelo contrario, a peona
dqnire om esmalte doarado qae, seado inters-
ante, asss proveitoso.
lita tinta, nao sendo especialmente para, copiar,
a cumiado duas, tres, oa mais oopfes om ,mex
mb de escripia ; preciso, porm, deixaMbo
:p|iel bem molliado sem o qnxogar com o maUr
irar mais d uro cpt>, nao se, agglomeram tan-
u tobas qnantas 'copias se quereos tirar, mas
ae*i oa o ongiuar tirar urna taotae tadantaa
iMeiawjem qua*original fique prejuicado
-\\\% itaBtfr?*
OenrniMoi ^%mjgL oopiar laejia
ittita intelligencia e natNeaoe; sem e qae a Tfl-
aor tinta nao uM ,e o defeito recaessempre
r-tre atmta^jPWNDTOS vezes -qoea menos
id* '-es,
A dnpia qaalidade desu tima extremamente
<^XiCHye). pois qae evita qae era qaaiqaer es-
npterfo (tsja mais do quo orna ana para os di:
no mifteres.
Mjeanio see dnrabHidade ajo ha a oppr
aor aavida pou qae esta tiota depoia da a.,
eflpta soffre o choque de cidos lortiaiimos, sem
se decompor; ora, se os cidos nao tem accao so-
bre ella, muita menos aacco do tompo a pode
destruir; isto plaosivel.
Nio s ao commercio qae este mea producto
veio ser til ; os professores dos collegios, mves-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seos discpulos, tem approveitade esta tinta, qae
com razio a acbaram apta para desenvolver o
Sosto dos educandos, em ooasequeaca da beleza
a or e tacilidade de correr na pequea pela saa
liquidez. Ha exemplos de cr.^ngas qoe bavia
malto tempo tinham ama repugnancia extrema
para a escrpta, logo qoe foi admiltida esta tinta
no coliegio, apoderon-se delias a cariosidade a o
gosto, e poseo tempo depois o sea adiaoUmeato
era mamtesto.
Esta tinta, i par de tantas vantagans, tem om
nnico inconveniente, deteriera-se ao conucto de
otar qualquer; canvm pois te-la em liotewo
isentos do menor vislumbre de outra tis, e evi-
tateserever com a peona aoja de ama preparaoo
4DceiUe eiocompatjvel;verfleando isto, nao ha
nzio. para se osar de linfa qne nao seja a VIO-
LETA EXTRA-FINA DE MORTBIRO.
cu Obsen^^So.
Diversas falsiflcaeSes e seaelhancafs tem appa-
recido, coja durabilidade dvvMosa. Os Sra.
compradores podem evitar o engaso dirifuado-ee
caea*ciraape i. C. mmrot
yoaouo Mthiua- Pra Ka mi has
SOOO M 90*000 Machinas Para Familias
90*000 Machinas Para Familias
100*0(0 Ditas Com Tampa
100*000 Ditas Com Tampa
100*000 Ditas Com Tampa
100*000 Ditas Com Tampa
108*000 Brasileiras Toda Costura
103*000 - Bratileiras Toda Costura
iOoOOO Brarileiras Toda Costura
105*000 - Braib>iras Toda Costura
100*000 Machinas de A'anivella
100*0f0 Machina de Maniveila
100*00" Machinas de Mamvea
100*000 Machinas de Maniveila
lt*000 M idiijd Para Allaiates
115*000 Machinas Para Alfaiates \
113*000 Matnioas Para All lates
115*000 . Machinas Para Alfaiates
115*000 Machinas i Para Sapateiro
115*000 Machinas Para Sapateiros
113*000 Machinas Para S?pateros
115*000 Machinas Para S.pateiros
113*000 Machioas me? a de Extencao Exlencji ExteDcao
143*000 Mai-hinas mesa de
145*000 Machinas mesa de
113*000 Machinas mesa de Exteneao
* 130*000 Mactnoas Para Chapnieiros
130*000 Machioas Pra Chcpelle'ros
13<*0O0 MrtsbiDas Para Chapellelros
130*000 Machina Par Chap (
Ntese bem
ao numero
nico i;gente
> W. H. Chapman.
(Ntese hemv
ao numero /
29 RA DO IMPERADOR 29
-----
LUXO E ECONOMA
55 Ba do Duque de Oaxias 55
Neste estbeleeimpnto encontrar se-ha quaatidade de marmorej arliaaaes, cot bonitos
desenhos, por tanto preveeimea. aoa w-aaoe freguezaa.iqae temos sortimento, tanto para igrejis como
para obras publica?, oa casas particulares, qae seqneiram utilisar destenevo $ystema ao uarrnore
arUflcial, qae rivalia coi todo quinto at o presente se teto fabricado, peta belleza, ec inrala, e
durasSo, reeonheeidas por todos os homens scientilcos.
1



Oan* de fruftibao Sexla fera 17 i.a Novembro d 1371

UITERATURA,
M1'N< xo KILO.
(00 FRANCEZ, DE VCTOR HUGO )
AO ILLM. SR. DR. CANDIDO JOS CASADO LIYIA
Lembran^a. d>> r i discpulo agradecido.
t Irmaat, de manhibIii a agua mais fre-ca ;
Yiode, que o spgaau repoi.ij, e a praia
Esl di>s< rl i ainda ;
Mal ae (mu em Mtiijn?, orn murmurio vag \
I.s a aurora le lemunh os nossos
Ionuceot-.s (o'guedoi.
Bri'ha a arle doj palacios meas paternos,
Mis para mjm encerra m'or eoiianlo
A simples naturen ;
O gorgeiax das aves enireiera uie,
o sopro dos favoaii* ;u nao tico
Pelo ioceusj da corle.
O rio est to calmo I o caolio puro t
Ah t viode : as voasas veste* transparentes
Despi, dasft aliona ;
R estes ciosos veos trrai-tne, e a e'ra...
(fue hoje no seio murmuro das ondas
Cooivosco fo'gar quero.
c Apressemo-nos... Mas que se me antolha,
Por entre as oevoas matioae?, ao longe ?
Animo, iracas virgens I
'lves... o tronco de palmetra antiga,
Que saular a PyratuiJe, agora
Vem d'alm do deberlo.
< Que digo eu... nao {Sime Iludo, ella
A barca a'H"rms, ou a coocha (Tisis,
Que co'a hrisa flucta...
alas, nao l ,-. o berco, aonds tenro infante
Tranquillo dorme sobre o seio undoso,
Como eni mteme seio.
Dorme : e, ao ver-e-lhe o M\o fl ictuante,
LUr-se-bia o nieo oiaod i sobre aa aguas...
Na eaminlia infantil, que o vento impelle,
Alympha o embala a o pego movedizo
Prese que o acalenta.
. Virgen* diiemphis, ei-lo que desparta,
cb< r,'... Ce I que mo desnaturada
Seu (libo assi/a eogeita ?...
V le-o : move-se, e e toaoo o abysmo (reme ;
Ab I coura a morle apena o eseodara
Fragilimos cannicos.
m Salvemoio... E',quic/lsraetil* ;
Meu p^i os ha proscripto : oh t que crueza
l'roaef ever a iMucencia I
Pobre infante I... Moveu mioha ternura,
ll-i de o aelar ; nao dei-lhs o nascimeuto :
Pois bem, dar-Ibe M a vida.
Assim Ijhis real dia emquanlo
Sen cortejo innocente divagava
,Dvilo pelas birlas ;
F, as bellas i ivens, companheiras suas,
Vendo-a despida cnam-n'a des ondas
A portentosa filha.
l'\ .-ob r.s ps :ni mojos veace a vaga,..
a piedade a induz ao pobresinho,
Que vafe anandonaJo ;
li o h\ empolga I e, deempolga-lo ufana,
0 pudor natnral na pulthra fronte
Msela de um mbre orgalho.
Ondas e vimos,bicorlando prestes,
Ei-la que bund*-^arepuea praia
Trax o rcom-nasci lo !
^m cuja Nces all> rosado beijos
Jis outras virgens ledamente exultam
Entro meigos sorrisos.
Vem que iu:lar eutre incertezas
De longe o lilho teu co'o olhar seguas ;
Oh I vem, estraoha embora I
Nada tu temer. Eis leu Mo>ss, abraca-o ;
'te Iphis anda nao mi. An I longe.
T us rasdos,, mas dores I
fintao, omijoanlo vietrice a doatella
.-.vava ao torva rei o infante humilde.
Que a uiai lavara em pranlo,
Em coro sujos l no covelados
Co'as proprias azas-anle Deus ergoiam
Mil gloriosos hymnos.
t Nao mais o exilio leu, Jacob, lamentes,
Xem des as tuas lagrimas ao Nilo ;
' Que o Jordao le revoca.
Emflm Gssen, mo grado os vis tyrannos,
Vai ver na Terra Promettida as tribus
Ha tanio tempo oppressas.
S,b a forma infantil, salvo das onas
Pur urna virgen), eis o rei das pragas,
Eis do Sinai o eleito I.
Curve se o. implo, qae nao ci no Eterno I
1 u jjeiro salva-te Israel, e ura bergo
Ha da calvar o mundo.
JNea p upm so infante, paria amada,
I iNem ao- joven guerrero.
j .Xem ao aoejao... E a cortadora e.-pala
] ManJou urassnteiro I
Ch'i lamben a candida donzella,
Prexa do monsiro impio,
Tal como a fresca rosa pura e bella
Murebada ao sol do esto 1
O' v) ontns 1o globo habitadora
V 'e a mioha amar?ura I
Q'ie dores comparar-se s minhas dores
PoJeri p rventora ?
D?stfirado do patrio s>lo amigo,
De urna ierra que adoro,
Perdi) vejo seu valor aotigo,
Suas desgraecs choro I
Filh)3 espurios, e o cruel i y rano",
O* fllh>s seus perJeram,
E em campo de dolor o ameno plan)
Malignos conve teram I
Um din o bracos seas abri a Hespanha,
Implorando seus bravos ;
E elies l fraro..., mas traidora sanha
Tv-rnou-os em escravos I
Que das leus basliSes agigantados ?
Patria, patria querida !
Un le os leus mil hroes to esforQados,
Ea espada o'u vencida f
Ai, de teni fllho- na horoilhada fonls
V-se o pejo gravado ;
E em seas olhu das lagrimas a fronte
Teni de lodo seccado 1
A Hrsfisnh e seus valentes exisiiram
Um tempo.o da ventura ;
E limoraias as na roes a viram ,
Cresceule em formosura.
Como o cedro no Lbano ie oslen!,
Ella enlio se ustentava ;
Como o trova) horrsono amedronta,
Seu brado amedrentava.
Mas hoje4 .. Como pedra no deserto,
Ki- a eila triste I
E o justo malfadado vaga incerto,
Bem Inga delta existe I
Cobrem n > a antiga pompa e poderio -
Negro | bervaincnlta ;
E aquel!., que leineu Ihe tanto o bro.
Do a ver penar exulta f
Soltai, nyropru', a melena airosa,
Soltal i ao v;go vento ;
E acompanhai <; .m harpa li-iun isa
Meu fnebre lamulo !
Destrralo.', ch D-us, de pteos lares...
Chiireraos dezar lao.u
Q em Halar, paina, os teus pezares 1
Q 'stancara leu pranto 1
866
Frontino Cismontano.
A' PATRIA.
(DO HE5PANH0L,DE D. JOS DE ESPRONCEDA)
AO DIfTINCTO HKDACTOR DO AMERICANO,
SH. MINRVIhO AUGUSTO DE SOZA
COMO PR0VA DE SYMPATHIA E RES-
(juao solitaria est a najo, que um da
Povoara tanta gente !
A nacao cojo imperio ?e estendia
Do Oecaso ao Oriente t
Lagrimas vertes, infeliz agora,
Soberana do mundo I
E ningnem de teu rosto, que enamora,
Risca o pezar profundo f
Escuridade e lucio pavoroso
Em ti lanc.ou a morle,
E em seu furor o dspota aohoso
Rio-se de tua sorle 1


1870.
Frontino Cismontano.
VARIEDADE
t Na tarde de 8 da agosto, demolindo a
alverjana mtiga, levantou-se a Utnpa, e, no
meio da maior adroiracS), viran) s appare-
cer os tres esqueletos anda em sua iotegri-
daJe. 0> tres crneos eram cuiioeados do
lado do norte, e em seguida, os hdssos eram
dispostos de urna roaneira regular. O iodo
era coberlo de urna esleir j'a^aa pur.i <
lmpida; impossivel adivnr.ar eomo- pii-
dera penetrar al ahi. Tornou-se a cobrir
ainda urna vezo cax5o e 3 dis depois
(II) proc dia-se a iin recobecineitlo De-
pois de ter esgotado a agua, que se con-
servoo, tir?ram-se os ossos, depow se os
compoz de maneira a reconstruir o* tres
esqueletos.
c Se nao acharam no interior nem ins-
cr'pces, nem #w)a:has, neru moedas oo
garraflnhas : snlo descobriram seno dous
bolOes de fifoches de .euro, e palbetas de
ouro, provenientes sem duvida da casula
com que foram cobertos os santos.
Eu n5o qaero vos fatigar, mooseobor,
com superluos pormenores. Compfehen-
deis qual fui a importancia da descoberta
dos corpos do3 tres sanios, depois de mais
de mil anii s que se acharam nesta mina.
Os campanarios da cidade annunciarm
o aconteciraento, oj proprios jornaesnSo oh
saram insultar por aa chacotas alegra
publica.- O Sabto Padre advenido pelo te-
legrapbOi responded com vivas felicitaces,
convidando-nos ao fceimo tempo a pedir
pela paz da igrej.
Uni-vos, mcnsenbor, a e, para esto
effilo ; ospalhai por, entra noisos amigos
esta boa nova e permitli que ea vos baje
a mo com o mais profundo respeito.
Cezar Can x.
zerem mais m?c^. U ni dalla bavii-se re-, pondencia, effeciuan lo-a s em ultimo lug r,
mocado cinw annos, a outra dff. He rgauisoo an syste-aa complot) de ra-
Emtflmas oulras aualogas repart'cSit, pido transporte para uso exclusivo do Times.
de PajP se estao danio muito freqientc- o qial desde entio licoa sendo o principal
mente oso aempHiantes.
OS ALFAlTES BIBLIA.-A prince
za Loiza e sap espsi o marquez de Loroe
foram mu i festivamente recebid s em Cam-
pbeltowii, e auio fez rir a baodeira em-
blem tica que, ao passarem as idversas so-
ciedades de artes e officios, era Lavada por
25 alfaidl.es. | f
las ates, logo fs o carro da marquez,
e a sua ba eir apresentava em letras de
ouro o sega nte texto tirado do 3 captulo,
7o versculo do Gnesis:
E elles cozeram juntamente algamas
folbas de figueira, e com elas arnojiraic
or avental. *
Era blo, sem duvida, ama bem imagina-
da allus5o ao mpulo dado pelos iossos
primeiros pa. logo depois da aja qaeda,
a arte de traji'r e por conseq.ie ca ajoffi-
co de alfji-.le. Porbaix da bandera vi;-
se efectivamente, um avental feilo de folhas
de fljoein.
CAVEANT FUMISIfi.m peridicofran-
cz coala o seguinte caso bornvel, ltima-
mente occorfidj em Braxellas:
* O Sr. Dobois de faanco, aaorador
ra de BreCerode u. 25 fui ncontrado
carbonisado na sua cama. Tinha ella o mo
costume de fumar ao deitar 3e m,X-
Ha p jucos dias o criado, (ato uvindo
romor algum no qnarto do amo, comtanlo
t'.tl horas da noile pree.dente.o ouve3se
peifeilamente prftsea4ae' eairar e deilar-se,
resulvea ir ae;rda-!o.
Logo ao atorar a porta do quarto, uia
grande b.'orada de .111035*. de oiieiro muilo
acre, ihe tomoa a respirafo- e qiiai o pro 1
punist-es*e supplici em atrsvessar
o nariz oVpscistt com a^ncorleUe o
hIjo fazesdO'O' pwsseiar
ea seguida p r
* m i como se
ti-u ^emsendos ; ao mesm tempigran^- iletwiurao s*yp.:io do latardonart.
des l.-barod-i rorsperam do ifu^rto.
O-ariado gritn por soccotro.aa senv
tinella do (.alacio fylero, avistando o cla-
rSu do iocendio no joa to do pruntiro an-
dar, det lamben) o alarma
Aetf 1 gente ; um v siolo, tapando
com tina ei>(o a boceas affouin>vs-a eotrar
no quart e por entre a chameaa?,. coasi-
guio arrancar o Sr. ITubois do- abrasado
leit>.
< L< gr> reeo&b- cera qjie eslava- red-
zido a cadarer; a parle- superior de corpa
rom especialidade a cabtg.i, estavainegra, I
ci.mplelamcttte carbomuda. A o que para- 'de dr^
ce, o i ufe a deiton-se, coaao coslmnava, de-j
cigarro oa> bocea-, e adormecendo iwfulaota- Logo q
siameote, ptimeiranaeDlE aspbjnado; e 01
logo depi>* queimado peio^ foga pegado o Pag>me,
ama palo cigarro. -. '
f inctaudio so- se a*aoD' vi testamente '
na momeo*svenKjaeo errado, abrinda)'apor>
la, cieu movivo a que so eslabelecesae urna
correte de ar. Todavia^-dentro ea* pouco
cwseguiraofrditiDgi ir o incendio^
cada-ver da victinaa-asUva eacj'hido,
[i-wecendo iednar que o Sr. uhm, antes
la comple.asante asplijsiado, tentara om
darradeiroeaffttfopara aalvar-se. *
e o mais bm informad 1 de tjdos os peri-
dicos i0gle7.es. Por meio dos seas oorreios,
das suas embarcarles, dos seas proprios,
esse diario recebia as noticias importantes
primero que todos os seus collegas, alga-
mas vezes al antes do proprio governo.
Anda o governo nada sabia da capitu-
lado de Flesstogs, quandj j o Times et
tava de poase desfa noticia bav a 40 ho-
ras.
Porm o principa! florSo da gloria de
Waltor foi a app icago de vjpor impres-
so. Ni) basiavam a rapidez, a exactidau
das noticias O Times s podia tirar por
bpra 250 foihas impressas de as s lado,
e s s veze?, custa de extraordinarios
esforfos, se du^licava a tiragem Porm,
apezar disso. era forcoso fazr tres e at
qaatro composiges diarias. Walter, de
combinado com os iroprossoros.e machins-
fes, trabit^o com aires, no mais profun lo
mytero,jpara substlair a prenca brazal pela
mecnica. O primeiro oum?ro impresso a
vapor sibio a 29 de novembro de 181 i.
Hoja em da. por mero das machinas cy-
lindricas, mp-emem se em t l/ h>ra,...
60:000 exemplares do Tunes
-#UE SUPPLIGIO O Pars Journal
eoow fraegorate :
Fallamos cmn um persa, cbaimdo Myrli-
Kfrin, qee aeaoa de ebegar a Parrs em om-
paahia Abbas-Mirza, o irro3o do sha*).
nr Ih om anuo Mynjj,-K'uiij commeiteu a
imprudencia de se avenlurar em entrar na
Petara.
pf)r logo deucoberto ; bastara! e uni-
canreDte o ser* amigo de Abbas-Mirza-, para
estar aposto *i rigor dosah. que o con
lotkr a ci'aile, tewodo
faz a noalqrjer'caraK.
* GjniBCoa o ptaseo. N> fin de SO
pasa. voltor>so o- ajoz para %rb-Kiao,
deee-ihe : Sfe- aae ni .fas tu tomam,
puebo p-lolago com-toda a forca.. Ao
meerDe- lempo dta-um pochlo brusco pela
corda.
Doe-te os SO ibinnm raspoode imma-
^diatameiiie Myrh*-ftban, soltando om grito
-
f samesma acea repet-se 2T vezas,
o suppoio fiaon, dase o al-
antes- qne- en tire a cor-
jda...
Myrk' iharj pagoo-lhe !ngo, e o algoz
rrand>iias extremidadea- da cordcom
saaaos ambas, puebea com toda a forga
arrancou-lbe de fMM<8< vez ura grande
daco dto nariz.
c- Eis a .-^azSo porqoe-Myrb-ftban n5o- tem
riz.
Bell paix... a Krsia! -
O TIMES-.ai publicar-se em Londres
urna historia completa de Times, desde a
sua fnudigao at i- promaiga^ao de MI da
reforma.
Aquello peridico, pnbtkado ao eriocipio
con o titulo- Daily; Unitmaal Resii&r (Re-
gistro Diario Universal), appareceu paja pri-
mAkra vez a 13 de Janeiro-dn 4785*;mndou
iuDominaglo para Tinte* no 1 de Janeiro
QUANO PODE O DESEJO DE SER
MOCO.Um empregado municipal dePeris,
por "cuja repartigao correm os negocios ca-
samenteiros, couta um caso qae prova at
onde chega a innacta tendencia do bello sexo
para a casquilharia, a ponto de nem mes-
mo trepidar ante as consequencias de um
crime de flsidade cm docomentos legaes. l
Nada menos de duas vezei no espac<). de
um mez, futuras consortes ha levavamcer^
lides de idade, das quaes ellas haviam ras-
pado a data do seu nascimento para se fa-
do 1788,
; Cinco annoa depois dessa mudanga de
ame, e mesmo at 1860, a tiragem do Ti
iws nao to al-mde t,000 xemplares Ver-
dade que a circulado dos peridicos
mais acredndes nao era ainda aatao muito
consideravel. O Moming-Po*t} imprima
apenas 4,500. exempU*es, e os seas cole-
~ Lgps mais aceitos nao tiravam cois de.
3,800 exemptares. lm 17V0 conlavam-se
em Londres sment* 14 parloJieos diarios,
l.i hebdomadarios e 7 bi-seuanaesu^tf^ ^
Em i79">, nao pWava ainda o n'fmero
dessas pubeagasyde I i diarias, 12 leroa-
naes, 10 tri-hebdomarias e 20. bi-semnas.
A circuJaro 4a imprensa peridica no Reino
Unido ira, em 1730, de 14,035,63 eiem-
piares, por anno, em 1792. albogio ji um
numero considenvel pira a poca,........
15,005,760.
O fundador do Times, lobo Walter,. to-
moo, em l8Q4para socio, na direceSo do
peridico, sea lho do mesmo nomo.
Este' ultimo pode considerar se o verda-
dero inciador da aceita^ao e da paoeperida-
de do Tunes. Nunca se descuidou de meio
algum que pedesse dar importancia ao pe-
ridico, ni) s relativamente excellencia
da redagio como presteza das noticias.
Aborrecido dos tropeg >s que Ihe oppa-
nlia a admnistrago do crrelo, a qoal de-
morava a datribuigo da saa folba e corres-
laUermgatwio reo
CAUSA ELEIWK
&km dos Itiimnaes on se tem* julgadb> os
famoso processo* O presidente :-li-lliroox, levante-ae.
Joao tkvuc: Nao- psso, mea magis-
trado: teoho hemoiroHias.
O presidente, cjn severidade:E'es-
oosado q,oe o reo ter.to deso^otar a api-
fao; o tribunal padece tambero... dos
inconvenientes de que-o reo se qaeixa* e
entende no seu alto saber que desse mal
se padece mais ass^t^ado que am p.
' O adeegfuh, indignado:Isso um. in.
sello, senbor presidente Cada qual pede
tratar aa bemorroida-conforme- quizer. A
todos assiate e*se-dleilo impreecriptval e
sagrado, a intimo o tribunal a respeitar asse
drreito na pessoa da-mea cente.
O presidente, a Joo lliroax;Bem, oes-
te caso dsixeso esaar como est. -Ah:.- se-
ohor oScial, d ao- reo a miaba alnufnda
de gutupercha...
O adaogad), furioso :Agora temos at-
tengojs f.. .Nunca- se vio ama cousa assimu
Protesto em neme da lei t Requeiio que
se lavre nos ai;'xis este incidente, e tomo
nota para o caso possivel de appellagSo ou
annullagio.
Joao Hirom, batendo as costas do gen-
darme que tem ao lado r OU, e-amarada,
tem fugo ? ( Pucha pon-jm charuto da al-
gjbeira ).- lou com gana de qoeimar um
producto do estado.
O presidente, com modo aprehensivo:
Joao Hiroux.. .estao aq-ai senhoras!...
Joao Hiroux :Est dito. ( Faz a con-
tinencia militar ) Homenagem, ao be.lo
sxe 1 Amor pelas damas! Vivara as
moltwre! ( Deita (ara a charuto, e saca
da algibeim um cachimbo ), lito agora
outra Lojiga I
FOLHETIM
AILH4 JO FOGO
ROB.IXCH
POR
lllltftil ODMAS
(Continuagio do n. 262)
XXIII
Os clganos do mar.
Deixmos Argalenka em poder de Tbser-
mai. ,. .
Os esbirros d'este n3o sabiam para qual
pyiso haviam de condoii-lo porque desde
qae Thsermai perden o titulo de regente de
Bantan os qaartos designados para os pre-
sos tioham recebido oaira applicago.
Por om, cangados de pairar, encamioha-
ram-se para m pateo, e ahi encontraram o
qae procoravam.
No tal pateo havia daas gaiolas de ferru
enormes.
Urna foi a babitago .de Maha dorante a
sna edacagao.
Na outra tinha estado muito tempo om
tigre.
N'esta foi collocado Argalenka.
Abrio-se ama pequea abertura para
^ue Ibe fos3e mais fcil a respiragao, mas
arada conservava aqoe'le estreito recinto
um eheiro nauseabundo, que caracterisa as
habitagdes dos animaes ferozes.
N5o ver tea ama lagrima, nem prorompeu
ao menor qaeixume, mas abra os olbos
desmesuradamente.
Olhava sem ver.
Eslava na mais profunda escuridSo.
Passou toda a noate sem dormir.
Na manhSa seguinte deram-lbe am pouco
de po e urna ljela cheia d'agua.
Deixoa ambas as coosas intactas.
Argalenka n3o voltoa sequer a cabegt
para ver os seus guardies.
Mas os servidores iam e vinham sem
por a menor attengSo no preso.
Decrreram tres dias.
Foi um homem visita -lo.
Abrio-se a gaota, e reparando qoe a
rag5o dos tres dias estava intacta, pergon -
toa-Ibe :
Ests doenle ? Porque nSo comes ?
Argalenka Dada responden.
Por Alan! Afugura-se-me que est
morlo, replica o servidor, chamando nm dos
seas cantaradas, que foi ter com elle.
NSo, o demonio do ci anda Yrve"
Qaando Ihefallaste, vi qae Ihe tremam as
pa!pebras. Mae s persistir em nSo comer,
nao tarda qoe nos vejamos livres d'elle.
Pobre diabo I Dizem que o pai de
Arroa. A Bina reina no povo batanez e o
pai morre de fome n'oru recanto do pa
lacio.
Estava escripto.
Deve d'zer-se ao Sr. o qae paa-
sado ?
Ea c hei de guardar-me bem de
arriscar a minha pelle de musalmano, para
salvar esse mQtl.
E lu n3o sabes nada dos boatos que
correm ?
NSo.
Chegoa o malayo ?
O malayo ?
Sim, esse bomem de cara ttsnada que
ninguem conhece, e em presenga de qaem
O presidente :Poi qu I vai...
Joo Hiroux ; ^-Pudera no f A gente
n'a'gnma couza se ha de entreter I
O presidente:Tem razio. (Accende
um phosphoro na manga ). Aqu tero la-
me. ( Admirando o tochimbo). E' am
cachimbo famoso,, Verdaderamente urna
obra d'arte !
Joo Hiroux, mu'ta tatisfeilo da sua vi-
da:Fui um presente dd Lajeoare, do
grande Laceoaire, meu antigo collega I...
Isto urna recordsgo da mocidade I... E'
pena n3o estar ainla bem queimadol...
Ah! filibs da mich'altoa! aquele Lace-
naire que era ara valente gajo I... Com
que gragi. com que finara, com que chic
ella da va urna faca la! A judio era obra
perfeita! Trabalhava sempre de luvas I...
E por fin de cjutas, era bomem da boa
companbia: allava bem, e i sobremesa es-
tava j t3o poeta, qa al urna pe&oa se
esp4ntava !
O ministerio publico : Nao poaso con-
sentir que o rj esteja fazenda similhanle
apologa...
O presidente :Tem ra/,1 > o ministerio
publico. Voltemos vacca fra. O rea
est dispasto a responder s perguntas que
rou ter a honra de Ibe f zer ?
Joo Hiroux Responder s perguntas ?
,..Isto l confine f., Em primeiro lo-
gar, desde j reclamo...
Qadvogado: E' verdade, reclamamos,..
O presidente :O qu T
O adoogado: N3o sei. Pergunle ao
mea clieute. NSo obstante/ tomo nota, e
pegt uva') selavre us autos.
Joo Hiroux;Quero que a actriz Tbe-
reza venba aqu depr... E' una ga'fona
que me d volta ao milo, desde qae a vi
representar na Guardadora d*ursos...
O presidente:Pois vai ser intimada a
actriz Thereza.-.Nao desgoto que elra
aqu venha...Se o rnioiserio publrio nao se
oppe...
O miuister.'r publico' : Ea talva antes
gostasse mais que viesse a Palti, ou> uuira
qualqtier ; mas urna ve que oreu.^.
Joo Hiroux; insistindo : Quero a dos
Patos Tgrelezef, comedia em varios auto!..
O presidente ', Pois be, vira a Thereza
dos Patos Tgrokzes, comedia em verios
actos. Ora agora, mea charo Sr. Jo3c Hi-
roux, faga a diligencia por nos ser agrada-
val. Traia-ae, como sabe, des suas onze
casas .-
Joo Ii'oux : -Eu ci n30-sou proprje-
tarlo. V ver a matriz das tooiribugee.
0 presidente: ftnao : ai!ado s onae
casas a que o Sr. poz fogo.
Joo Hlvouw, da-ido aos- boabros:
Onze casas To tolo era ea- que q iei-
masse onze !... 5oe era capaz de me
mandar guilbotinar ..
01 presidente, com a* maior cordora:
Ainda que eu quizesse faze-lo nao poda,
porque esse iestrumento de justiga foi es-
caogalbaio na praga, d'Principe- Eugenio.
Joo Hironjs: Bem si isso. Eaive l
a ver. Por lal sgnal que at bav perce-
vejos l dentro dos cavaeos.
O presidente : Todavia, infere ro dos
deumentoi que esto pantos -ao processo
Joo Hirowe : Isso-! agor* saia-me
da l com os seus docomentos! Bscreve
rara l concubina com caKI Ett c es-
crevi com Q Ora ahi est- como se estraga
a ortographia de ama paseoa !
f> presidente: Quer me parecer que
UIDiC... >
Joo 1 1 romo, gritando : Mande vir os
peritos! Requetro um exime !:. .
Vzes de senioras as jalerias :. Tem
ra-zo, tem razio, nao se-deve recusar.. .
O presidente : Mas ha test9nunhas,
vinte e tres testemunhas
Joo Hiroua>: Vinte- e tres testerau-
nhas. Olbem a grande cousa >.- Franga
coota tpinta e dous milhdes de habitantes.
Oue sao agora vinle e tres pessuas que
me viram, a. par de triol 1 e ora. milhes
novecentos no#anta e nove mil rwvecentas
e setenta, e sete que nao tiveram essa
honra ?
O presidente-: E fjue nos diz ares
peito daqueile guarda nacional que o reu
leva a hondada de .-sScBsinar ?,. ..
Joo Hirouce : Isso- agora oulro cai>
lar; era um tnariclao que malava moscas
a quinze passos.
O presidiente : enlio 1
Joo Hiroux : EntSo, ea c. alo goslo
que matem moscas; pertengo Sociedu-
de protectora dos animaes.
O presidente : Tambera- eu. (Compri-
menlam-se.)
Joo Hiroux, triumphante: Hen, meu
'alho ? Qcasle achatado (mudando de-ton.)
Nada, qual historia! gosto de voc bom
pandego s direitas Palavrinha de honra,
desde qoe frequento o. banco dos seus,
nunca tive jaiz maisaUenioso. Confesso
ludo. ( Sensafo.) verdade, fui eu que
liz arder os onze cazabres Eolao que
qu rera ?.. Foi exproprhgSo por oUlidade
pubica!...
O adoogado, levantase : Em presenga
de confisco lio nobre, t3o espontanea, tS>
eloquente, teobo a honra de mandar pira
a mesa do Sr. ja z ama serie de eoncluies,
tendentes a qae o mea cliente seja inda do
as listas da Unio radical, para substituir,
como candidato ao conseibo municipal, o
cidado Mjttu n'um dos circuios onde vai
proceder-se as eleigea.
O ministerio publico : Seahor Broog-
non, essa pretogio parece-me.. -
O adoogado, dando am pulo : Qae
l isso ? !.. Insultara aqu a miaba toga .
Pago que se lavre no processo I Tomo nota!
Joo Hiroux: Mas de qae 1 Nio tem
duvida, ea c defendo o mea defensor!
( Ao ministerio publico.) E s e qo?r algosos
cousa, salte all para o meio da ra f
A QUEDA DA FRANCA. E' bJstjtef*
curioso o extracto que em seguida publica-
mos da ama caria dirigida por Mr. Coarta
Temant ao juroal inglez Staninrt.
Diz o eseriptor qoe faz as segointes ei-
posiges. Sendo em vista a pas e rosperi-
dade geral das nages da Europa.
Que a queda da Franga foi a peroa mais
srra para lodo o mundo civilisaJo, atten-
dendosua posico preeminente as* artas
e sciencias.
Qae o maior grao de presperiJade que a
Franga attingi fui sob o reinado da Pjpo-
leao III.
Que toda as nados que durante a re-
cente guerra presescearam o ultraja feito'
pela Allemanba Franga, sem interviraa;-
de vem contribuir agora para- que a Alsada 9
9 Lorena sepa restituidas Fraeea.
Faz outras coosideraee ideMtcts, apre-
sentando o segsinte projecto' pera om tra-
tado entre as nasoss da Europa; pira res-
taurar 9 imperro da Franga e paira a ma-
nuteng) da par aa Eoroa: -
Ia' o; limites d*a Franca- serio os raesm )i
irae eram antes d3 guerrecom1 a Pressia,
e NapoleSoIII restaurado eomo imperador
di8 franceze, corr* o conseutimeolo- d* na-
gO' francesa.
"A Prussia rece^r 60milbes de libras
(rs. 270:00'OO0i50HO)' pela restituigSo- da
Alsaoia e Lorena (franca, a qual somma
ser paga palos seguales estados-Vaa
prop)rces seguintes :
Kran.-a, Inglaterra, Rasaia, Aus-
tria e lalia-, a 10 milhes de- ,
libras cada am. 5G.00O;tt)O
Hespanha. Prtogal, Blgica,
Dinamarca, Soecia e !Rraegv
a i uilbes. stajOOpjaa
Total:
O.-OOO.OO
3o. To-los-os ireitos sebre imporlasas e
ezportages se t abolido, o commercio
livre ser reslabetecido eetre a AHemanha
a-os e-lados conkrioaintea> da Europ'.-det-
-,tu de 1mezas da assigaatora dp tratado.
49 O gerat e simultaneo desarmamedtu da
lados os estado da Europa segarse-ha
Mamediatamenle ao pagamento dos SO mi-
Kxws deltbras cono compaasagSo Proasia
e-a restaarag3o do imperador no tbrono
ta Frange
-T O .ratado s&ffrer somante asjjtmaa
variantes oom a concarraaca da aaiaria
dos slados-oontr.buiQles.
Finalisa>e6crevendo :
- Juig > ser M-o merhor methoib qae
ate boje iseha s'do (eito para assegarar a
pa&ea prosperiade da Ehropa. >
W. singular qae- Mr. Teooant, nomaando
oa estados-europeos qae h&ft de contribuir
oara lio graadieao projactor exclaisse-a^
recia. Torquia, Suissa e Hollandas e- se
lembrasse-de Portugal coa,a moaic*aemma
de 9'mit oontos. -
;
o nosso amo, 13o nsoiente e sobarbo, tre-
me e se dobra como orna crianga. ^
E que I a era entre alies ?
O patife do guebra s quera gode-
ra responder, porque tem presenciado as
conferencias.' Eu c s sei que quando o
malayo se apartoo do principe o deixoa
hoTrivelmen'e furioso. E jurte que antes
en quizera enetntrar-me ao alcance das
erupges de Pandecany do que ante ajlft
de Thsermai. Espera, n3o o o oves pap
guejar ?
Oaviam se eleclivamente mprecaces,
gritos de raiva e grunhidos como qae
de animal feroz
N'aquejje instante ^oanthera negra atra-
vessou a gelosia de bamb* quo oceultava
rima das portas do palacio, e correu para
o siti onde estavam os dous interlocutores.
A fera pareca colrica e aterrada. Deu
algamas voltas pelo pateo com grandes sal
tos, at qoe, encontrando aberta a porta da
saa antiga jaula, penetrou n'ella, deitando-
se no recanto mais escuro ; mas sempre
com o pe lo erfgado, abrindo e fechando
os olbos, dando rugidos sordos e ameace-
dores.
O prpeipe seguia-a de perto cono a cara
ensanguentada. A panthera tinha Ibe era-
vado as garras na face e o saogue corra
am abundancia.
Ao ve-lo, Mana eacolheo-se sobre as^
pernas traztiras como preparando-se parr.
se atrar ao sen adversario.
Os olho3 da fera despedam am bnlao
espantoso; agitava-ae- com om movimeoto
febril, agooiava o ch3o com a cauda, e o
seo ro oar assemelbva-se um rugido con-
centrado.
Thsermai armado com um latgo, eotroa
na jaula ; ma3, vendo a panthera, conhecea j
10 perico e recuoa.
Urna espingarda, ama espingarda !
gr'.tou com a voz irritada. Nio me ouvem,
malditos oses ? Urna espingarda ; quer...
mala-la.
Um dos criados correo em busca da es-
pingarda e volloacom a preferida pelo prin
cipe, que era urna obra prima, tanto pela
sua riqueza, como pelas suas boas condi-
fcs.
Thsermai apoderou-se da arma, e no
instante em que apontava para a panlhora
e dav ao gatilho, sentio que Iha levanta-
vam o cano da espingarda.
O tiro parti, mas a bala foi dar as
tp*ugas do arvoredo.
^fbsermai, fra de si, atirou para longe a
espingarda, pegou no chicote, e mesmo sem
saber o que fazia, deu urna cbicotaia na
cara do homem qae. tinha desviado o cano
da arma.
O latego dexoa na cara do homem ama
liona stogrenta; mas Thsermai, reconhe-
cendo eot3o o que se inteepozera em favor
da fera, bradoe :
Harrucb I
Tra Harrucb, vestindo sempre o trajo
esfarrapado que asara com fro orgulbo
ne meio das magnificencias que o rodeia-
vam. -A
Recebeo a chicotada sem fazer am gesto
I nem exhalar om queixume. Assim se con
servoo com urna impassibilidade to admi-
ravel como se fra urna es ti toa de bronze.
O cabo de aJM miautos, diese Har-
ruefi." .^ K^
Porque tanta tK| sW.Mdha ?
Tbermai mostroa-lhe a fenaa qae tinha
ncara; mas nvergonhado por 1er dado
esta explicacao diante de seas vassallos, <*.*
clamou;
E que te importa ? Maba pertence-
me. Qaaodo t,a m'a Iroawste pagaej-te

_
. .
QUE STR.AS O jornal jnglaz Gfofo
conta a seguinte ancdota:
. No.primein circo de Pars um. prussia-
no venden um. da a um mtrandtr urna
duzia de ostras por I francos.
t O- soldado fran;ez foi em segmda ven-
der as ostras a um dono de restaurante em
Pars pur 400. francos, e este reveodeu-as
a um freguez rico pela bagatetla de 20
francos cada ostra,
Era como se v, nao urna insignifican-
cia, mas otn prego exhorbitaule pelo ma-
risco ; mas o eslomaadp millioairio ao
menos leve a coosolagSo da. poder vanglo-
riar-se de ter comido as nicas ostras que.
entravamem Pars durante o cerco.
1 leve com ludo a tembraneja fekz de
guardar as cascas, e foi orna lembranga fe-
liz, porque, as acaba de vender a um rico
especulador de curiosidades, por 32 fran-
cos.
o prego ajustado, e, j que tenho o direito
de a taatar, quero que morra Os hollau-
dezes, nossos mato amadas Srs. nao fallara
as suas leis, pelo menos que ea saina, das
panlberas. Prohibem Qae matemos os
nossos escravos mas novas feras.
Recordas-ma o prego, Thsermai, prego
que nao foi ajustado, sen3o o que por bem'
tiveste, e sabes as fadigas e perigos que
arrostei para conseguir a recompensa
que te referes. Escuta, para saberes quan-
to me custou encontrar Maha. Eslve sele
dias do bosque Tjivadal, onde o mais atre-
vido cgador entra a tremer; onde de
cada matagal que nos roga os falos, de
cada ramo que se balanceia por cima da
oossacabega, de cada tronco, de cada l lha
secca que as nossas pisadas palverisam,
pode langar-se, arrastar-se, oa saltar urna
cousa qae fuge, qoe silva, que ava ; urna
cousa qae tem mil nomes, qae se resume
n'um s : a morle.
E nao sabes, te.que desde os primeiros
alvores da manha St hora em qae as
sombras da noula se estendem pela trra,
esve mal occullo por traz de ama arvore,
espreitando a occasi3o e a que a mi sahisse
do covil ? E nS) sabes qge dorante essas
doze horas fiquei a merc fajera, porque
bastava que o vento modasse para que o
olfato (Telia Ihe advertase :XM|senga do
ioimlgo, e n'esse caso n3o vaimtD a llar
roch nem o sea krise oe o seu valor ?
E nio sabes qee quando a fera se auseo-
tou,_/WLt,'paeee Qae Harracb dava para
Id p3U 400 ihiiuvu uaia pa
eu vil, tropegava eo^jnaumeros
ossos. h'ossos hamanos ?
QuindO' me apodrei isjVTrs pequeas
panlberas e tomei a fgida, n3o sabas que
corr mais de meia hora oaviodo atraz de
mim am raido espantoso ?
B uo era o ruido do lelo feainto ; nio
eram os roucos latidos do tigre. O qae
arruch ouvia era mais temivei; era o
grito espantoso e afQiclo da mi, a voz
rugente que repela.
Desgragado do qae me rouba meai
filbos.
Ante os roucos gritosjla mi, apoderou-se
espanto dos bosques *: cervos, gamos, ga-
zellas, todos fagiam aterrados ; as serpea-
tes enroscavam-se, as aves detinbam o o
e al pareca que tremiam.
E 'ea fogia sempre.
Em breve todos os hospedes do bosque
tioham de-appare.ido.
Ea corra s, mas os roucos rugidos da
fera qae me persegua approximavam se
mais e mais.
Ah Thsermai! Lembro-me, como se o
acooietimeato fosse de hootem, e qaando
pens n'isto, at se me ergam os cabellos.
Em poz de mim ouvia quebrirem-se oa
ramos como se ama manada de bfalos
atravessasse o bosque.
O medo gelava-me o saogue ; am circulo
sangrento rae velava os olbos, e parecia-me
sentir por traz de mim a respiragao abra-
sadora da panthera.
Empunhei instintivamente o meu kriss :
nao quera morrer sem vingaoga. Agarrei
pelas pitas urna das panlberasitas que le-
vava, e atrei a de encontr orna arvore.
O animalzioho deu om grito e cabio en-
tre a herva.
Ormud salvava um dos Alos, a morte.
Bemdi'.o seja I
Em vez de se linear pan mim, a pan-
thera correa para o sitio onde cahtra o lho,
e. rpezar dasoa rava, qutx po-lo em lugar
seguro, antes de arrancar os oatros doos
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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13138


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Full Text
ANNO XLVII. NUMERO 263
I
MA A CAPITAL E LDGABES OIDI IA0 SE fASA POBTE.
Por rre mezes adianudoi
Por saig ditos itiem .
Por am ?ano ideaL.
ada are avalso
61000
424000
141000
no
SEXTA FEIRA 17 OE NOVEMBRO DE 1871.
Por tres
For mm ditos ten.
Por nove ditoi idem
Por oin aano idem
PABA DIITBO I F01A DA PKOVIICIA.
adiantsdof ..........
isoo
JOUlo
t7#000
DIARIO DE PERMMBUCO.

y
Propriedade de Manoel Figuera de Faria & Filhos.
Wl
Al
hNBi
<0t Srs. Gerardo Antonio Ata* 6 Filos, no Para ; Goncalves d- Pinto, no Maranhao ; Joaquim Jos de Otveira Fimo, no Cetra ; AAtomo de Lemos Braga, do Aracaty ; Jlo Maria Julio Chavea, no Au ; Antooio Marque* da Silva, no Natal; Joa Ju*ta
Pereira d'AJmeida, em Mamangnape ;Fe!ippe Estrella C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomos, na VffiV di Penha; Belarmino doe Santos Bnlcio, em Santo Antlo; Domingos Jos* da Costa Braga,

em Nazareth; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alago**; Dr. Jos Martina Alvos, na Babia ; e Leite, Serqainbo C no Rio de Janeiro.
PARTE OfflCIAL
Goverao da provincia.
.a .
13 DK NOVKMBllO DE 1871.
Que # expressa no aviso b. 28 do ministerio da
jas$a de 13 de jaoairo da 1869, que o |uiz de paz
que, exercenlo esse cargo aceiloa algum posto da
gaarda oacioaal perde ipw fqUo o dito eargo, en- haver araisade ealre o honesto e o deshonesto, en-
BXPtBKNTK DO DA
Acto :
O presdeme da provincia designa para for-
mar o eonselho le j (ligamento dos soldados do c r-
po de polica Joio.Ferreir. Bino e los Xavier
da Mello :-Presidente. mior J)ii Francujo da
Caoba ; auditor, promotor publico da capital ;
vogies, Teoeoie Joo Pereira do Lago, Manoel
Francisco de Panla, Cimillo Machado {Freir, ci-
rargio Joaqaira Jos Al'* de A'buqu- rque e al-
fere Antonio loaqni n de Birros Lima.
O presidente da provincia, atindenos a pro
posta do major commandanle interino do o* bau-
Iho de iofantana da guarda nacional do munii
po do Recife, sobre a qoal inforraoa o respectivo
commaodsota superior em offlcio de 21 de outubro
timo, o.2!4. rejolve de c mformilade eom o dis-
posto no art. 48 da lei n. 602 de 19 de setemhro
de 4930, nonwar pafa o dito eorpo os offlciaes se-
guintes :
Estado-maiorTenente quarieVmeslre o tenen-
te di 4" companbia Antonio Soriano do Reg llu-
ro'' "
Capitio da 8* comanhia. o teuente quartel
taaatre do bautaao Aatoaio Cliraaco lloreira Te:u
paral.
Tenente da 4aeompaoliia.O alfares da 8*, Mar-
colino Augusto da Silva Villar.
Atieres da 8* companhia.O guarda do ic bata-
Ihi ., Jas CesariO: de Mello Jnior.
0 presidente da provincia, atteodendo ao que
expoz e Dr. director geral uterino da instruccao
publica em offlcio de 10 do crreme, sob u. 383,
resol ve crear um dalegacia Iliteraria na povoacio
da AfTogadis na villa de Ingazeira, que lera por
limite os da predicta povisca > i nomear na c>a
formicate ido art. 7a da lei n.369, de 14 de maio
de 1895, Antonio Pereira de Moraes para exercer o
respectivo eargo de delegad > Iliterario.
O presdame da provincia, attendeado ao que
oxpot o Dr. director geral interino da instruccao
pabliea am uffleio de 10 do corrala, sob n. 382,
resol** Crear na villa de Onricury mais am dis-
tricto litterario, que ter por ede a povoacio de
Serrx Branca, e por limites os do juizado de paz
da raesma povoaco.
O presidente da provincia, altendendo ao qae
exnoto Dr. director geral interino da instruccao
pabliea am offleio de 10 da crrante, sob n. 385,
resolte nomear o major Eaperidiao da Siqoeira
de Ingazeira.
presidente da provincia, attendendo ao ue
expoz oOf. geral mrito da instruccao publica
em oficio Je. 10 do crreme, sob n. 385, resolve
nomear Francisco M guel de Siqueira, deegado lit-
terario da villa de Ingazeira. '
O presidente da provine a. attendeado ao que
requereu a sociedade Monte Pi Santa Cruz re-
-solve, deonformidade com o S 5* do art. 29 do
kj decreto n. 2711, de 19 de drzembro de 1860, no-
mear Hyrino*J03 Ferroira para oeeupar o cargo
de presidente da raesma socedale.Expediram-se
as neeessarias communieacSes,
Offleios :
Ao Exm. presi lente ao Cear. acosando re-
cabidos os dous exemplares que remetteu, do^re-
latorio com que o Exm. Dr. Jos Feroandes da' Cos
ts Pereira Jaoior, passou a adminisiracao dessa
provincia ao 2* vice-presidsnte corone! Josqaim
da Cunha Freir.
Ao brigadeiro ommandaote das ar nts para
mandar por em liberdad*, dando-lhe baixa se j
estiver com praca o recruta Joo Felippa Sintia|o,
visto ter provado IsenQao legal
-Ao brigadero Carlos Beths de Oliveira Nery,
aecusando a recepeo do offlcio em que p irticipoa
achar-se incumbido da iaspescao dos corpos exis-
tentes nesta provincia, onde aportara a 10 do cor-
rente, e eongratulando-se por ter sido confiada ao
seu zelo, semslbante commissao, destara haver ds
accordo com sna requisico expedido as conve-
nientes orden?. Recommendouse ao brigadeiro
commandante das armas e ao director do arsen I
de guerra, qae prestem o auxilio de qae elle ne-
oessitar, relativamente a 3ua commissao e a tbe-
ouraria de fazenda que satislaca na rbita da lei,
;v? reqaisicSes que Ihe forera feitas.
Ao chefe de divisa* commanlante do 2 dis-
tricto naval, recorarneudando, de accordo com o
qae expoz o capitao do porto, a expedicao de suas
x ordens, para qae'o vapor MarsUio Das, seja le-
vado at o Para pelo pratico qae por cnta do go-
verno d'alli veio conduzindo para o porto Je-ia ca-
pital a corveta Bahiana, visto ter o mencionado
pratico de regressar para aquella provincia.Fi-
zeram-se as neeessarias communicacoes.
Ao vice-provedor da Santa Casa de Mi-eri-
ooHia dizendo qae pote mandar recolher ao col-
legio das orphaas a menor Amelia, sobrinba de
Laiza Francisca de Sant'Anna.
Ao mesmo para mandar inscrever no respes
tivo quadro aflm de ser admittido no collegio dos
orpusos, quande honver vaga, o menor Jos, fllh)
de Laorinda Maria da Conceicio
Ao inspector da tliesonraria de fazenda re-
mettendo para es deviios effeitos o decreto, que
noraeou o Candido Valeriano da Silva Freir, para
o eargo de jniz municipal do termo do Cabo.
Ao mesmo transmittindo, para os fins con-
venientes, urna ordem do ministerio da guerra da-
tada de 31 deoutnbro ultimo.
Ao inspector do arsenal de marinha mandan
do transferir para a companhia de aprendizes art-
fices desse arsenal, se honver vaga, o menor Jo vi
no Eleuterio da Silva Lima, qae se acha alistado
ha companhia de aprendizes marinheiros.
Ao director geral dos telegraphos aecusando
reeebido o offlcio, em qae participou a viada do
capillo de engenhairos Jos Francisco Colho, que
se acha incumbido da constraccao do I" telegrapbo
desta capital a eidade de Macei a assegarando em
resporta qae nesta presidencia encontrar o men-
cionado engenheiro a eoadjuvadao solicitada para
o desempenho de sna commisalo
Ao director geral dos itdios da provincia
para qae providencie de modo a evitar se a rearo-
dnecio do fado de conceder o director parcial do
aldeiamemo de Cimbres (aculdade a pessoas
estranbas para cullivarem e usufrairem trras do
dito aldeiamento, como exp5e o respectivo maioral
ni inclusa representado.
Ao director do anennl derfuerra para man
dar ornecer ao agente da eassrmaria militar 50
alhades, consumes do pedido junio.Communi-
cou-se ao brigadeiro commandanle das armas.
Ao commandanle do corno de polica autori-
zando o engajamento do paisano Manoel Gonealves
Pires Ferreira se for idneo.
Ao juiz municipal da primeira vara, recom-
meadaado a expedicao de anas ordens, para qae
sejam substituidos qnanto antes por oulros de me-
nor senlenca os dous preso de Justina," Antonio
Jos Barbosa e CUist. Alves da Silva, qae se
acham empregados no servico da fachina na for-
t%leza do Brum, cuja evaso se receia.Comma-
rticon-se ao brigadeiro commandanle das armas.
Ao eommissario vaccinador, para remetter a
secretaria da presidencia atgans tobos eom paz
vaccinieo, aflm de serem enviados ao juiz de paz
da fregaezia de S. Lourencri da Mttta, qae os so-
licita.
Ao presidente da cmara municipal de Ca-
ruaru. Em solucao as consultas propostas por
Vine, em offlcio do 1.* do i 11 iillll'dajBjsm rece-
+ ludo, cabe-me dixer-lhe quaoto ft JWsa
commetterera-se qaiotidianamanta na profanagao
das cousas santas, pretendendo-sa a xommoda-los
corrupcio do coracio, como se fosse possivel
tendenlo-se que a ette rennnciou.
Assira est ineompatibilisade para exercer as
rancroes de jniz de paz, entrando certamente no
numero deltas preparar a mesa eteiloral. Do es-
pirito do citado aviso parece alm disto deprehen-
der-se qae pjrdem o direilo ao lagar os cidadaos
ue, pertencendo a lista dos juizes de paz, aceitara
no respectivo qaatrienoio posto na guarda nacio-
nal, anda qae nao estejam no anno da judicatura.
Comparanio-se a regra primeira do mencionado
aviso com a doutrina da regra segunda, ehega-se
a *! resaltado, devendo neste sentido serem in-
terpretadas as palavras iniciaes da mesraa regra
seganda quaado estas autoridades estiverem em
exercicioisto qaando tiverem prestado jura-
mento e aceitado o cargo. Se os juizes de paz,
queja p-r:-m ciara a guirda nacional, qaando elei
tos para esse cargo, deixana de servir na mesma
guarda, durante o lempo de effectivo exercicio da-
quelle lagar, obvio que o ofllcial da gaarda na-
cional que era juiz de paz e aeitou o posto, nao
pode tambera entrar no exercicio da judicatura de
paz, em nenhuma dae variadas funcedes, inheren-
tes a esse cargo, sendo ama deltas a presidencia
de mesas eleitoraes ; pois, que dar-se-bia o exer-
elcio de offkial-da guarda nacional e de juiz de
paz no mesmo periodo, em qae tem de perdarar
aqneltai fnneedes, conferidas pela eleicao popular.
Accresce oae, se se traa d.. primeiro jaiz de paz,
a da vida desapparece inteirameote, visto como as
suas funeedes ou exercicio nao se hmium ao pn-
m iro anno, em qae aramio a vara, mai estende-
se pelo qaatriennio todo por causa dos trabalhos
de qualiticacio e ontros. Qaaota a segunda: Em
face do decreto n. 1812 de 23 de agosto de 1836
artigo 17, o primeiro jaiz de paz sab titaido na
hypothese, de qae se trata, pelos ontros tres e na
falta destes pelo do digtricto mais visinho. Em
relacao a terceira : Nenhuma disposicin de le
i-enta o eleitor da ser processado e condemoada.
40 das antes da eleicio para depntados geraes ou
provinciaes. A disposicae do artigo 64 da lei de
agosto de 1846 nao Iba d esse previlegio, porra
refere-se s nenie saspensio voluntaba dos pro-
cesaos, em que os eleitores forem autoras ou reos
por espaco de 40 das depois da sua nomeaco.
Portara :
A cmara municipal de Olinda, declarando
em resposia ao sea affleio, qae, se for absoluta-
mente indispensavel, s aliai de que nao soffram
os presos, pode elevar de dez a doze mil res men-
saes, a qaantia designada para as despezas eom
agua e loz as prisdes di eadeia .dessa cidsde. "
Despachos :
Abaxo assignados/moradorej na villa de S.
Bento.Ioforme coro urgencia o Sr. esgenhlro
chefe da reparticao das obras publicas.
Antonio Victoriano de Almeida Andrade.'ion-
cedo que venha a esta capital, dorante as ferias,
devendo estar devolta na sua eadeira no primeiro
dia l*:tvo. n
Araenio Alfonso Peretra Berge?.Informe o Sr.
brigadeiro commandanle dM armas..
Antonio Franeisco de Moura,Pilo lem lagar o
que reqaer o sapplicante.
Bernardino da Silva Costa Ctrapos.Informe o
Sr. brigadeiro commandinte das armas, tendo em
vista o regnlameoto de 11 de fevereiro de 1865.
Basilio Jo3 da H)ra.Concedo o aforamenlo do
terreno, a qae allade o sapplicante, oecupado pe-
las bemfeitorias feitas.
Canato Candido Ramos.Informe o Sr. Dr. che-
fe de polica.
Padre Daro Nunes da S Iva.Requelra ao go-
verno imperial visto nao haver crdito na lei do
orea raen to em razio de nao ter sido nella contem-
plado a fregaezia de Pesqneira, novamente creada.
Empreiteiros dos trilhos urbanos do Recife a
Apipucos.Informe 9 Sr. inspector da thesonraria
provincial.
Genesio Jeroneio Peixoto de Albaquerque.In-
forme o Sr. inspecto' da thesouraria de fazenda.
Ildefonso Clermonl de Albo^herque Mello.Nio
tem lagar o qae requer o supplfinte.
Juvenal Nones Coelbo e,Silva.informe o Sr.
director geral interino da imtruccio pabliea.
los Dias dos Santos.Como requer, sendo isto
reraettido ao Sr. inspector da the*ouraria de fa-
zenda. para os fias convenientes.
Jos Mariana Angosto de Moraes. Encami-
nhe-se.
Joio Felippe de Santiago. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Joio Jos Ribeiro. Passe portara na forma re-
querida.
Len rdo Francisco de Almeida.Deferido cora
o offlcio desta data dirigido a thesouraria provin-
cial. '
Manoel Ramos de Sooza.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Matheus Pereira Reg.Ioforme o Sr. inspector
da thesouraria provincial.
Maria Coelho da Silva. Informe o 3r. director
geral interino da iostrnecao pabliea.
Mareolino deSouza Travasso. -Como reqaer.
Manoel do Nascimento Rodrigues Franca.Con-
cedo o afbramento pedido, smente da parte do
terreno, em qne se verificar haver o snpilieante
feilo bemfeitorias, e qnanto ao terreno nao bemfei-
torUado, pretendido pelo mesmo snpplicanle e por
Basilisio Jos da Hora e Jos Dias dos Santos, seja
posto em hasta pabliea para ser af irado a qaem
ma.s der, na forma da. legislagao em vigor.
Sociedade Monte Po Sima Cruz.Passe portara
nomeando o primeiro d* lista.
Tnereza Maria de Jasas.Ioforme o Sr. prove-
dor da Santa Casa de Misericordia.
Therea de Jesas Cavaleante Pessoa.Informe
o Sr. Dr. juiz municipal do termo de Olinda.
Z jferin > Gonealves Lima Granja.O sapplican-
te aguarde o augmento de crdito pedido ao mi-
nisterio da guerra.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO.
Offleios :
Ao director geral interino da ns.rucc o pu
blica, commnnieando, de ordem da presidencia,
qae no reqaerimento, em que Antonio Victoriano
de Almeida Andrade, professor publico da villa do
Baique, pedia ura mez de lieenca para vir tratar
de sna sanJe nesta eidade laocoa-se o despacho
segainte : Concedo qae venha a esta capital do-
rante as ferias, devendo estar de volta na sua ca
deira no primeiro dia lectivo.Igual communici-
cao se fez a thesouraria provincial
Ao gerente da companhia Pernambneana,
para de ordem da presidencia, fazer transportar
at Penedo, em lagar de estado a r do vapor, qae
ni segnir para o snl, a Augusto Cesar da Caoba.
a luz e as treva*,'
tre o insto e^o injusto, entre
entre Deas e satanaz.
A religio qae profesamos tao pura to santa
e mageslosa, que, ao mesmo lempo que para os
bons a garanta da felieidae qne se Ihes aguarda,
ruina e perda para aqaelle* qae por a**tos re-
prehensiveis se tornam objecto de escndalo, a
pedra do tropeco, que so sirve para perverter os
incautos, am ceg condazindo a ootro ceg at
que ambos venhara a canir no abysmo.
Perturbando o hornera os beneficios plenos dessa
Providencia toda empeobada em felicitalo, na sua
perverso o co se Ihe terna intenso e a terca gerae
por assim dlzer sopportando o peso de ama crea-
tora nimiga do Creador de todo.
Qae escondrijo procurar o hornera reo, onde
Deus o nio possa ver ? E sendo a trra e theatro
dos seas erimes, quem Ihe poder assegarar a
continuscio da admiravel paciencia do Senbor t
No lempo de No os horneas flzerara do mondo
urna sentina de perversos, um campo de ioi inida-
dei onde todo poda ser Deas menos o verda-
dero Deas.
Mas o Senhor telando os direitos de sua sobera-
na, nao consentio qne o mando, obra de suas
maos fosse alagad) de erimes fleando impunes os
criminosos. O diluvio foi decretado, e as omitas
aguas cahindo das matrizes do grande abysmo fo-
raro o instrumento da jaslica divina.
Bastava esta tremenda licao para o horaem re-
cejar, convencentjo-ae que o Senhor da gloria nao
abandona a trra perversidade do mortal, e que
rauito Ihe interessa, se enmprimos os seas man-
dado?.
Tem-se visto, porm, no correr das idades a
continuacao dos raesmos crimej, eitodando-se at
o modo de os tornar mais patentes aos olhos dos
aojos e do proprk) Deas I
Nesta guerra incasta, nesta inlmisade sem moti-
vo, nesta aggressao iniustiflcavel a creatura ataca
p1 assim flizero Uro efeador, tornando a trra
maldita pelo crime e a religio intil pela perver-
sidade.
Aqui o hornera bera mereca que ama mi mys
teriosa, como s saldes do palacio de Barthasar,
escrevesse nas.tlobras do sea eoracio criminoso
aquellas fataes palavrasMne, Thecel, Phares
peso, medida, dirfsao: Sim I Vtai ciotoa os teas
dias, achon qae peses da meaos, vai por nma sen-
tenga pereraptoria dividir e cortar o fio da tua vida
dando o corpa a tarra e 6 espirito s penas.
Mis o Omnipo ente nio le eompraz com as des-
iracas dos homebs: e com 'os eSnoa no sea Fllho
bem amado agaardava o tempo, era qae elle nio
fallasse como na carca, e ana dltasse a lei por
entre raios e trovoes coajo no carne de am mon-
te. Na plenitud desse detejado lempa elle mesmo
ensinaria os eaminho* da sal vacio e da vida.
' Vtio effeetivamente o Legislador da nova allian-
ca, e nelle se coraprirara os divinos oracalos : o
Pai tem todo o cuidado de manifestar ao mando rira
lirando to to o motivo de besitacao. porquaalo ion
mome Tabor, 8. Malb. c. & AdM ipTt
si: vEste aquella aaettqoaridoxilho,. era quem
tenho posto toda a minha complacencia: ovj-
vi-o.
E para qoe os horneas se convencssem que o
Kessias era consubstancial ao Pai, diz o Senhor
por S. Joio c. 1*, v. e segaintes: No principio
era o Verbo, e o Verbo estava com Dos e o Ver
bo era Deas...... Todas as coasas foram feitas
por elle: e nada do qne foi feito, foi feito sem
elle: nelle estava a vida, e a Vida era a loz do3 h-
meni.
Qoe mais queremos pois'-para, vivermos na loz,
visto como a luz veio a ajamando? Mas o raes-
" Espirito, qoe diloa'lOvapglista aqoellas
toa oraeao e Bscolhi para mira este lagar para
sa sacrificio.
Se a* so eu fefebar o c) e nio eablrV' cbnva,
e manear e ordenar aos gafaohotos, qae" devoren
a trras e en man lar a peste ao mea povo : e
conversando se o mea povo, sobre que foi invo-
cado o rneu norae, me rogar e bascar a minha
face, elzer penitencia des seas mo- caminhos:
eu umaem o ouvirei do co e perdoarei os seos
peccadm s purificare! a soa ierra.
Os natas olhos tambera se abrirao, e os meas
oavldo* attenderio a oraeo daqoelie iiae orar
neste legar, porque ea escolhi e saotinqoei este
lagar, para nelle estar o meo oras para sem-
pre ? T
Ora, se o templo de Jerusalm, simples Qgara
do restpio christao, era assim to respeitado, que
grande nio deve ser o nosso aeatamento casa,
onde a Divina Magesudo estabeleca a sua mora-
da, para della ouvir oJ nosos rogos, a canflssi
das aessas c lipas, a nossa verdadeira contri-
ci?
E por esta raza 1 que o Salvador nos ensina
a respailar a sna morada, logar verdaderamen-
te dedicado a oraeao e ao exercicios espiritoaes.
E este preceito to justo, to c'onsentaneo com
a razi-), tao evidentemente reclamado pela lei na-
tural <|ne em lodos os lempos os p vo; teem da-
do claro testemaobo desta verdade.
Na China como na Persia, ao Egypto como no
Japio, na Grecia, no L.cia, na Germania e as
Gallia, era todos esses amigos povos vemos o
profaado respeito consagrado aos templos, onde
nada lavia de real.
se mesmo consoltarmos os indgenas da Ame-
rica e da Oceania, todos veremos consagrar gran-
de reverencia aos sens santuarios. Entretanto es-
ta lei, qoe nasce com a creatura, despresada
pela maior parte dos chrislos dando assim bem
claros motivos para nio serem attendidos e nio
fazerem suspender a indignacii divina..
Qae significara essas bebidas recreativas, esses
alimentos delicados tomados na casa do Senhor?
Porventora. dizS. Paolo na sua primeira episUl
aos Corimuios c II, v 22, nio tendes vos as vos-
sas casas para l comerdes e beberdes ? 00 des-
presas a igreja de Deas.. .qae vos direi ? loa-
var-yps-bei f nistS nio loavo.
Qat/signiflcam esses1 ranjojes, essa falta de si-
lencio, esses olhares criminolBs, esses pensamen-
Ds abomina veis dentro na igreja, na casa onde
Deu i mora T Qae significa essa insano desejo, de
parecer bera, se laxo espantoso, essa falta de
recat, esse aspecto provocador, essas tribunas,
eonvertidas era galeras ?
Tod> isto *grandemenZ4 reprovado, porqueta-
do isto constQe urca revottante injuria, ora al-
ternado sacrilego contra o Senhor da raagestsde.
Acaso pretende-se agradar a Deas deste mo-
do t, ...Qae poder conseguir do offenlido o of-
fensor qu o iojaria na mema oesasiio em qne
parece orar *
Bis aqui pois o estado a qo
vjmo? reduzido o curio extg-
m grande parte
e a verda-
dentro dos nos-
io na soa
' por mais
as rebelda T
mo .
admiraveis palavras, accresfcajlea qu os homens
apesar de tao refalgents clandade. amavam mais
as ff-vas qae a Inz.
E f)i o que virara nossos paes, e o que nos
mesmos estamos vendo, poig despreza-se a saa
doatrna, pro'anam-se as coqsa"mais santas, po-
dendo sedizer qoe os peccado'db" homens obri-
garam a Deus refagiar-se no templo, e deste mes-
rao o pretenden) laucar fra tornando-se a casa da
santidade em urna espelunca de profanadores.
Inimigos s claras e*ses trabalham cora todo o
erapenbo para Hascar, se Ihes fosse possivel, a
magestada da igreja catholica, qoando dominados
do mais criminoso indiffjrentismo em materia de
religo, todo contammaflg, tndo perverftrn", po-
dendo-se-lhes applcar 5 q%e lesas Christo disse
aos jadeos no acto de o prenderen), S. Lacas c 22,
v. 53: Esta a vossa hora e o poder das tre-
vasi.
Para um christio sincero sobremodo afilictivo
o revoltante procudimento de grande parte dos
catholicos no coraprimoto d sus deveres. Uns
e ootros abemos o qae Jesas disse de am modo
bem peremptorio, S. Joio, c. lo v. 14 : V3 sois
meas amigos, se fizerdes o qae ea vos mando.
Entretanto nio camprimos com esta condico e
nos consiieramos merecedores da araisade de
Deas : fatal engao!
O qae Jesas Christo praticou. o qae ensinoa o
qae llevemos por em execucio.
Ora, o Salvador diz: em S. Matheus c. 21, v.
13: A minha casa ser chamada casa de ora-
cao : > isto eu lenho cscolhido este lugar para
nelle ser invocado ,0 rneu Noioe: desla morada
acolherei vossos votas, accetarei vossas lagrimas,
remediarei vossas necessidades.despacharei vossas
sopplicas : desla morada cootempiarei o co, que
vos destino, os thesoaros qae vos preparo, a* deli-
cias com -que vos hei de recreiar: aqui emlim le-
reis o meu Corpo para vos;a comida, o meo Sin-
gue para vossa bebida.
Como os anjos no paraso devenios estar reve-
rentes diaute do Deus da magestade, porque elle
nosso Creador, nosso conservador, nosso redemp-
tor, nosso glorificador, porque elle bom e a sua
misericordia se exlende de geracao am geracao.
Refflietamos porra agora sobre a corresptnden-
cia da creatura.
Nestes lempos calamitosos a naldade do hornera
lera chegado a tal ponto, que amitos se'servem da
religio para fins bem diferentes, para fins crimi-
nosos : assim como se ser'vem das no^sas igrejas
para offanderera a Deas na sna mesma pre
senca.
Sim o christao, que diz adorar o verdadero
Deus, o trata deste modo, ao mesmo passo que o
infiel tem para com o seu dolo um respeito, qne
coademna aquelle criminoso proceder: que con-
traste i "
casas particulares, cresce de ponto o escndalo,
Urna outra profanaco vem por eu tnrno all
gtr-nos, a qnal tem profundado raizas em mmtos i
coracoes. Pallo do uso das bandeiras arvoradas
por occasio das novenas e fastas, quando o estan-
darte sagrado levado pelas rnas vilmente des-
respeitado: porquanto litlo de ser conduzido
por meninas, as mulheres mogas as substituera
asando de tragos lio improprios qnanto indecentes
para ama seanora discreta ; e cajo resultado vem
a ser o desacato da religio, um insulto a inno-
cencia, am lae 1 a honeitidade.
A coDstitoicao diocesana, litlo 15 n. 493, fal-
lando sobre as procissoes feitas noite, assim se
expressa :
Prohibiin >s sob gravissima pena que as mu-
lheres acompanhem ditas proclsses.....
V-se, pois, vista disto quaolas faltas se cora
mettem era semelhantes actos. Sendo p>.r esta

Blspado de Oliuda.
CIRCULAB AO RVM. CLERO SECULAR E REdULAR
DA DIOCESE.
Rvms. irmios. E' um dever indhweasavel ao
sacerdote do Deaa vivo e verdadeiro exalcar a voz
bradaodo do alto da tribuna sagrada contra os
abusos qne se vio lentamema introdnziodo na fa-
milia catholica, e que teem e contna a causar
bem ttmenlaveis consequencias.
A obrigaeao de clamarnios eom o prophata an-
nunclaaeB ao povo os eeus desvos e casa de
Israel osseus peccados to aoloriamente reconhe-
cida quanto a pena comminada aos transgresso-
res, aos que nio fallam, aos qae como cues mados
nio ladrao em defeza da casa de seu senhor.-
E' firmado nestes principios qoe chamo a vossa
attencjlo para o revoltantes excewi qne veraoa

}
Jacob reponsando a cabeca sobre urna pedra no
caminho da Mesopotamia apenas disperta do seu
my-terioso sonho, em que vio nma eseada qae da
trra chegava ao co e por ella os anjos de Deus
subindo e deseendo, exclama, Gnesis c. 28, v.
17 : Qae terrivel este lagar! Verdadeiramen
te nao isto outra eousa que a casa de Deas e
porta do co.
Posteriormente, qaando o povo de Deas se diri-
ga a trra da promissio, o tabernculo do teste-
maobo era para o mesme povo um objecto de
particular respeito. Deas all nao supportava
qaalquer dasrespelo, porquanto na nuvem que o
cobria. xodo, e. 40 v. 32, viam qae o Senbor en-
cha de sua magestade aqaelle sanctuario,
- Salomeo erigindo um raagestoso templo ao Deas
vivo, qaando por occasio de saa dedicaoo, pedio
favores ao Senhor a beneficio do 'sea povo, Qeu
Ihe appareoea de noite, Paraliporaeoos, !i*ro ,*
7, y. 12, e spanles, 9 le diste : Eu ouvi a
te upo assea-e
roa$_eeBBT01_.
a expressio do nossa c,t)racat> i d afVoluta ne-
essidae 'se expurgoera as rofanaOis, essas
Sacrilegas irreverencias superlativamente contra-
rias ao espirito calholico.
E com effei:o pretenleruios agradar a Deus do
modo porque feita a raaior parte das nossas sorf
lemoidades, ineonstavelmente injuria-lo eflr
vez de render-lhe culto.
Estudando-se o verdadeiro espirito da igreja,
fiel depositarla das disposicSes de Je3as, seu Di vi-,
00 Esposo, eonhec-se perf8ltamaate o llngimen-
0 6 a hypocnsia de muitos, qnando pretenden)
lonvar' ao Deus de toda santidade profanando a
sua cafa. ;ornando-a em theatro, incorrer na
indignacab divina, feichar a porta a raisericor
dia do Senhor, lavrar a si proprio a senlenca de
soa eonlemnacio.
Sobre este ponto, Rvms. irmo?, clamemos 10-
pessantemente acs ouvldos desses sardos que so
parecem ter oucas para o qae reprovalo ao-
olos' d Dos e da proprta razio : declaremos
Ihes .que nesta torrente de desvarios pirvertem-
se asi nroprios e plaatam no coracio de seas fi-
lhos o germen di dstru'cio da sociedade reli-
giosa e civil, cujos procipios ja estamos vendo to
adiantaos : porquanto o esqaecimento dos deve-
res religiosos esti produzndo este abalo aniver
sal em todos os thronos anda os mais solidos e
rol) a-tos. -
Dasta sorle o porvir qae se antolha aos nos-
sos olhos por demais a*sustalor ; aa profana-
res commetlidas pos nossos templos excitara a
colera celeste. j!
E sendo a nossa raissap.dJzer aos chafes de fa-
milia : viude a igreja cor vossos filbos eamprir
os deveres de chnstio, parece avisiohar-se
tempo, era que a necessidade nosobrigue a acoo-
selhar :fugi dos templos, porque pode correr
perigo a honra das vossas fllbis I I
Aos governos em geral parece inliffereute este
trUtissimo estado de cousas, v.sto como nao con-
siderara, que se boje pretndese derribar a Daus
de seus altares, amanha, se trabalhar em ba-
nir os priocipes Je sens thronos qualqusr qae
seja o systeraa gpvernativo, e de enolta com as
paixoes revoltads Qcar a sociedade corao ora
espectro sem vigor, sem vida, e a semilhan^a da
palha sacodida pelo vento, ser victima de todos
os excessos.
Deas nao hesitar fugir para as catacumbas,
donde ha seeulos sahio, at que 03 homeus reco-
Jheeun a necessidade de urna reaejo, confessan-
0 ealo ser vlrlude o qae agora teem por by-
pocrisia, deixando de dar o epitheto de fantico ao
sacerdote oulr'ora objecto de seu^ desdens.
O canto rave e repajsadq.al agestada j vai
sendo desterrado dos nossos- ttjmplcs. No3 paes apreolavam, a vsz *jue tola^ia o coracio, a
eeracao presente quasi que s se deleita com
aqoili* (jaVagtada as odcas. 'A mnsica, harmo-
na, lio estimada dos anjos est soffrendo da par-
te dos horneu* essa transformacio qoe em nada
aifica, porque trata-se nicamente do exterior.
Poico a pooco se tem imrodazido as nossas
solemnidades essa cantoria prolixa que faz en-
fraquecer a mais robusta paciencia, porque como
o coracio nio tem parte, as oncas so enfastian)
daquillo qae momentos antes Ihe agradavam.
A par de tantas escndalos e eomo consequen-
eia dalles anda por ontros modos a piodade,
profanada.
E na verdade, conservando a igreja catholica
o ulilissimo cosame da vigilia do Santo Natal,
desejando deste modo qae seas filhos purificados
pelo Sacramento da penitencia exercitem-se em
actos de pieaade nessas baras que precedem o
nascimento do Senhor : acontece qae, principian-
do pela iofraccio do jejum, nao ha noite em to-
do o corso do anno, em qne se offenda mais a
DauK -
Em saguiniento encarr.mos o nao-menos repre-
hens'tvel aso de se profanar a devooio dopre-
sepioquando os irreligiosos se servem deste
exercicio para porra em pratici os seas malig-
nos intentos. All o indiscreto pai vai cntreter-
se, e qaando volta para sao casa, o opprobio o
segu e lbe faz companhia por todos os dias de
sua vida : elle chora a Qlha pervertida, ao mes-
mo tempo qae a igreja lamenta ama alma de
menos e a sociedade a ruina de quem poda ser
ama excellente mil de familia.
E se revolta e*W abuso mesmo. pratieada em
razio ara dever prohibir ditos actos, como tffecli-
vamente o faco : permittindo apenas condazir-se
a bandeira do altar para o raastro levada pela
confraria respectiva sob a direccio do parocho ou
sacerdote de soa aotorisacao observando-se ao
recolher o mesmo regulamento.
E' anda necessario reverendissiraos irmios,
chamar a vossa attencio para ootro abaso qae
se tem esteadido largamente.
O cosame de se pedir esmolas pelas cidades e
campos condutiodo-se imagens ou sem ellas tem
motivado graves inconvenientes. Por disposico
episcopal j foi pnbibido semelhaote costume :
mas como apesar disto teuha havido reproduccio
ni 1 devsmos deixar passar sam raostrarraos a
mais explcita reprotacao.
A mesma eonstltafrcao diocesana, titulo 64 n. 879,
diz:
Tam mostrado a experiencia qae da ranltidio
dos pitilorios pblicos se seguem raaitos iacoave-
nientes e taotesUas aos povos e fragaezias e se
di minu e esMa a carida.de dos deis christios, os
quaas nio podeodo acudir a todos, alguraas vetes
deixam de dar esmolas aos mais necessitados.
Perianto ordenadaoa e.mandamos qae os ditos pi-
titorios senio fagam sem lieenca nossa.
E pelo qoe diz respeito a condoccio de ima-
gen para este tlm aa a 882 lemos :
< Nenhuma pessoa Qne pedir esraola trar cara-
sigo alguraa imagern de Nosso Senhor on de Nossa
Senhora ou de algara santo ou santa, nem de
vulto oa pintora; porque nao sneeeda ser posta
era lagares indecentes, on tratada com menos re-
verencia e acalamsnto qne Ihe devido. E tam
bem nenliuma pessoa poder esmolar dentro as
igrejas emqoaoto nella se estiver dizendo missa,
oa se celebraren) os offleios divinos ; mas poder
pedir i porta da igreja ou a sea adro.
a' tipa, pois, de lio terminante disposicoes,
rogo-vos, reverendissiraos ruaos, que appliqneis
vosso zafo na extirpacao destes abnsos, visto como
sabis a grande tendencia qae ha para se sacudir
o jugo das leis ecclesiastieas de sorte qne por sim
pies qae'seja a disposicao qae se d para a refor-
ma'dos costuraos sentimos logo a indocidade de
un, o indifforeotrsroo de ontros, as affrontas destes
a a oepeeteaa deqaefles; a cqjo temor infelizmen-
te parecem ceder algons sacerdotes, do qne tem
ratosas sJaTir resultado Tren'ests nrVacriJes tomado propor-
jo"8s bem fanestas ao bem espirilal das almas.
Na quaudade de ministros de Deus temos reee-
bido poderes que o Senbor nio conceden a nin-
guem, era mesmo aos proprios aojos. Mas ah I
aquelle aue recebe raaior copia de bens, est por
ismesmo ebrgado a dar urna coma mais res-
Par onle vemos que a nossa eonflsjo diante do
Jniz Supremo ser espantosa, se nio bradarmos
em d ;fezi da santa causa do Senbor, se crozar-
mo os bracos e deixar-mos satanaz ferir e estra-
gar as ovelnas remidas com o sangue do filho da
Deus.
Declaro vos de minha parte que nennura outro
motivo me faz dirigir-vos a palavra se nao o dse
j > que lenho da reforma dos coslumes, porqoe
nio ignoramos que se nao retrocedermos e se por
isso merecermos qae Deas nos abandone aos nos-
sos proprios recursos, podemos j cootar como
certa a Dossa temporal e eteroa desveotura.
Nio dissimolemos pois o perigo da reprovacao,
a qae ni os sacerdotes estamos sujeitos.
Se f rmos santos o povo ser santo, se forraos
grandes peccadores o povo tambera ser.
Marchamos, portanto, no temor de Deus nao
dando nenhnra motivo de escndalo, antes consa-
graode a nnsia vida a gloria de Deus e a utilidade
dos nossos similhantes.
Aquelles que virem a no?sa contaneia no ca-
minho da perfeicao, a nossa cardade em exhrta-
los reforma da vida, reconhecerao por altimo
os eeas deveres e dos dario consolo.
. Pevmitta a Divina Clemencia qae esta minha
singela exposifio ache acolhimento no vosso animo
que o torne mais fervente; e no animo do povo,
que, convencido de seas deveres nao prstiqoe
mais esses abusos que to justamente acabo de
invectivar.
Se porm houvar alguns que pretendam conti-
nuar em sea errado proceder escandallando, o
publico e perturbando a paz das familias sob pre-
texto de devocio, fazendo esses presepios e essas
cantorias de pastoras, mui particularmente no
coro las igrejas, assim eomo a reprodocijio das
bandeiras e arvoradas pelas roas: determino
aos flvm?. parocbos qoe nao faoccionem e nem
eonsintam funecionar nessas festas.
E aqaelle sacerdote, que a despelo do que
tenho exposto, celebrar noite de Natal na igreja
onde se flzerera ditas cantorias, fiea ipso lacio
suspenso do, exercicio de suas ordens, o incorrer
lambem na mesma pena aqaelle presbtero que
offl'iar em,solemnidades sabendo aniecipadaraen-
te que hi bandeira ou arvorada pelas mas
mesmo anda sendo feita depois do acto, comanlo
que disto tenna perfeita ciencia.
E para qae ebegue ao conheciraento de lodos
recommeado qoe a eslaeao da missa conventual se
faca a leitura desta cir rular, a qual principiara a
ter rigor logo que fpr lda nos jornaes, sendo re-
gistrada ao livro competente.
Vigararia Cipilular em 01.oda 15 de novembro
de 1871.
Cooego, joao Ckrisoslomo a* Patva Torres.
6* batalbio de iofaotari
3' companhia.
Alferes o gnarda Manoel Gomes Pereira Guerra.
6* companhia.
1 Alteres o 2* sargento de eavallaria Jos de Olivei-
ra Mello.
7* batalbio de infantari?.
Estado maior.
Tenante-qoartel meslre o alferes secretarlo MU-
noel ioaqoim Baptisia Jnior.
Alferes secretario o 2a sargento Tranquilino HJe-
fonso da Cunha.
8* batalhio de infamara
3* companhia.
Alferes o guarda Joaquim Lopes de Almeida.
4' companhia.
Alferes o guarda Joo Barbosa de Lima.
5* companhia.
Capitn o tenente Jos Fernandes da Surtir Bal-
tro.
Tenente o alferes Manoel Oetaviano de Car val b>
Pinto.
7' companhia.
Capital o tenente Antonia Alves de Oliveira Bra-
ga-
8' companhia.
Tenente o alferes Manoel Joaquim Francisco d-s
Alm.
Alferss o gnarda Manoel do Nascimento Pereira.
Qae tambera por portaras de lOe 15,- o raesm>
Exm. Sr. traasferio para o servico da reserva ao
Sr. capitio da 4* companhia do 4* batalhio J
de Miraoda Silva Fragoso e os Srs. alfares J
Pedro dos Santo Neves, Joio Pinto da Costa e G -
bino Jos Baptista, fl:ando agregados o ao 2*
batalho e os 3 ltimos ao 3
Rodolpho J0S0 Barata de Almtiai,
< Coronel chefe interino do estado-maior.
PEMAMBUCO.
Caminando superior.
QUARTEL BO COMMANDO SUPERIOR DA GUARDA
NACIONAL DO MUNICIWO DO RECIFE, 46 DE
NOVEMBRO DE 1871.
Ordem do dta n. 43.
Para s'elencia dos corpos sob 'seu commando,
manda o Illm. Sr. coronel commandanta superior
publicar, que S. Exco Sr. conselheiro presdeme
la provincia, por portara de 8, 13 a 1,5 do ca-
rete mez approvoa as seguintes praposias :
3* batalbio de infamara.
Ia companhia.
Tenente o alferes Joo Marques Qirra Jnior.
. 2a companbia
Alferes o guarda Manos) da Silva Layo.
5a batalbio de infantaria.
Estado-maior. .
Tenenle-quartel-mestre o tenante Antonio Sanano
do Reg Barros.
4a companhia.
Tenente o alferes Mareolino Augusto di Silva vil-
lar.
y 8a companhia.
Capitio o tenente-quarlel-mestre Antonio Climaco
Moreira Temporal. .-.
Alfrez Q guarda Jo Q?sario do Mello Juwor,
REVISTA DIARIA.
VISITA ".PRESIDENCIAL.-O Exm. Sr. eco*e-
Iheiro presidente da provincia visitn, na qoarta-
(eira tarde, a fortaleza do Buraco, qoe serve de
doposito da plvora do governo e dos particu-
lares.
DELEGAC1A LITTBRARIA.-Por portara da
presidencia da provincia, de 15 do correnle, foi
creada urna delegada Iliteraria oa villa do Trmm-
pho (Baixa-Verde) comprehendendo os limites da
fregaezia.
DELEGADOS LITTERARIOS.-Por portara di
presidencia da provincia, de 15 do corrate, foram
nomeados delegados litterario : da villa de Flo-
resta, o tenante coronel Pedro Pessoa de Siqoeira
Campos ; e da villa do Triumpho, o capitio Lacio
de Siqoeira Campos.
AUfOBlADE POLICIAL.-Por portara da pre
sidancla da provincia, de 16 do crranlo, foi exo-
nerado, seu pedido, de delegado du polica do
termo de Itamb o Dr. Joaquim Francisco Caval-
caati Lina, e nomeado para o substituir o 6 sap-
piente Jos Lais Alvares de Carvaiho Cezar.
GUARDA' NACINAL.-Por portaras da presi -
dencia da- provincia, de 16 do correte :
Mandoo-se dar guia de passagem para o muni-
cipio de Cimbres, ao tenente da 5.a companhia do
36" batalhio de infamara do municipi) do Brejo,
Firraino de Oliveira Mello.
Foram transferidos para o 3.a batalho de re-
serva, em vista do resultado da juma medica, os
alfares do 3." batalho de infamara, do mnnic pi
do Recife, Jos Pedro dos Sanios Neves, Joio Pinto
da Costa, e Gabino Jo.- Monteiro.
Foram nomeados :
Para o 3.a batalhio da infantaria, do municipio
do Recifetenente da 1.a companhia o alferes Joo
Marques Correa Jnior, alferes da 2.a o guarda
Manoel da Silva Loyo.
Para o 6.a batalhio, idem -alferes da 3.a com-
panhia o guarda Manoel Gomes Pereira Guede?, e
da 6." o 2.a sargento Jos de Oliveira Mello.
Para o 8.a batalhio, Jeraalferes da 3.a compa-
nhia o gaarda Joquim Lopes I; Almeida, dito da
4.a Joio Barbota de Lima, capitio da 5.a o lenla
Jos Fernandas da Silva Daltro, tenente o alferes
Manoel Oetaviano de Carvaiho Pinto, eapilo da 7.a
o tenente Antonio Alvej de Oliveira Braga, tenente
da 8.a o alferes Minoel Joaquim Francisco de
Alm, .alferes o guarda Manoel do Nassimento
Pereira.
PROFESSO PUBLICO.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 16 do correte, foi nota-
do Manoel Ilsnrique de Miranda Accioli para re-
gar interinamente a eadeira do Allraho.
BISPADO DE OLINDA.Chamamos a attencio
dos leitores paro a circular dirigida aos par chts
pelo Exm. e Rvm. Sr. conego vigario capitular,
acerca de algnns abuso que eos tomara apparecer
oo lempo de Natal.
EXPLOSO.As 4 horas da tarde de 15 d'
correte, segando eommanica o subdelegado da
treguezia-dos Affogados, hoove urna explo'io da
plvora na offleina de fogos artiflciies de Jos An-
tonio Travasso, situada no Peres, ficando grave-
mente queimado o trabalhador Joo Augusto da
Silva. .
CAPTURAS.Pela delagaciade polica do terms
de Olinda foram presos e recibidos respectiva
cada : Manoel Jo- de Arauio. Jos dos Sanies
Correa, Francisco Antonio do Nascimento e Ma-
noel Joaquim de Oliveira, o primeiro como autor
os outros como complicas no agsasainaio de Salus-
liano Pinto Correa.
PASSAMENTO.Den hontem 3 alma ao Cr-
dor victima de padeeimsotos chronicos, a Bvaa.
Sra' Di Joanna Baptista de Sonza, sogra do nego-
ciante o Sr. Joio Pereira Moutinho. A' e?ta Dn>s <
amigo e sna'Exma. familia nosso sinceros peza
raes pelo passamenlo daqoella senbora recowmen-
davel por mais de am ltalo.
VARIOLAS.-Cartas da Laga dos Gal dize.n
nue lavra ah com rigor a peste da varila, nji?
havendo na localidade melicamentos para soccorr
dos desvalidos.
PARA OS BANHOS DO MAR.-Aeaba de el*
de Pars, pelo nltimo vapor novo vanado o,
raanio de chapeos para sol, de sJa, com WM'-
mando bengala, proprios para as nossas MM*
que vio aos banhis salgados as pra.as do Ouo*,
Boaviagem etc. Aeham se venda na ra Ptv
ro de Mireo n. 4, loja de matlama Falqua.
ELEMENTO SERVIL Ao mesmo eslabelecu
ment sopra chegaram da curte alguns nenpl-rf <
d'am quadro svmbolisando a aurora do da rt*
sanecao da lei do elemento servil, o qual se vetul
a 10* cada exemplar.
QUKSTO JRIDICA.-Os artigos que sob es
titalo tem silo por nos publicados, soffreram in
terrnpcio, por fe haverem extraviado os origiaaiv,
do 6 na ida para a nossa offleina.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOSOPlir.o
Hontem reunise asa sociedade sob a presidene *
do Sr. Bandeira de Mello.
O Sr. Ia secretario den conta do seguinte 1
"um offlcio do Sr. Floriano C de Brillo aaetoa I
e agradecendo ao Inslitato o titalo de socio h ine
rarfo.Inteirada. .- .,
Passando-se Ia paite da ordem do dia.^-t
dicussao da refirma dos eetatutQs, fo srp -
vadj,

',' ,v"..."
I




-
..^ .


.
.

Diario de Pernambuco Sexta fera 17 de Novembro de 1871

- -x

* parte.-Lear a dos relatorios da direciortal
pausada, e poste di nova
Destribuiram se os diplimas pero dfvetw
nodos, h*a)a*a*ios, correspon lentes e effec-
IV0.
Encerr* se lessio as 3 horas da tarde.
Foi esta a nWMra sessii do Instituto no correte
anuo, eonvoeaado o Sr. presideale aova reuolio
para mar?) do anuo vindosro.
FACULDADE DE DIREITO.-Na quarta-feira
flzerara aeto os seguints arnmnos :
> anr*.
Joaquim PraDci9Q aaenie.
Jos Ignacio de FfgwlireV- Idi ni.
Francisco de Castro ItabeR*,dem.
Jos Mara Leiii da Cunna.dem.
Epamioondas BrMlWro Psrfeirtdem.
Arthar jananes e>F>gaeiwdo iMello.-.Ia>m>
> aona.
Augusto Emilio da Fulleca GolvloSimples-
mente.
Argemiro Martiniano da Cnnha Galvao. Plena
vente.
An.onio Clodoalde di Soura.Approvado com
loi- de Barros Franco.-Simplesroente.
Je lo Telesphoro da Silva Fragoso. -1 iero.
Aljpio Zicbartas de Carvalho.dem.
4' anoo.
Antonio Elias de Agaiar. -Plenamente.
Hanoel Buarte Perroiri F*rro.llera.
Jos D >mingo da Cosa.dem.
Manoei Qtiotiliano da Silva.dem.
Fu;l Vieira T.irres Grangeira.Simplesraente.
Francisca Bezerra Cavalcanto de Aibuquerque.
dem.
5 anno.
t'iln de Figueira Paria. Plenamente.
Antonio B zerra da Rocha Mraes. dem.
Caetaao Alberto da Fonceea Lima.dem.
Alipio Jo da Costa.llera.
Jos Mara de Araujo.Idetn.
Jos Mandes Pereia de Yasconcellos.Idtm.
JCHZADO DE PAZ As audiencias -do juiz de
paz di fregaeziade S. lose serio, d'ora em diante,
as Bjoaatai e sabb'dos de todas as semanas, s 3
oras da tarde, roa do Visconde de Suassnn;i
.67.
MONTE PI.O presidente do monte pi Santa
Cruz, eserlhido, chama se Hyglno Ferreira da Sil
va e ni i llvg.no J >se Ferreira.
HORRIVEL.-Os jornaes dos Estados Unidos
para os jorn?es ogtezes dio conta de ti.n desas
iroso acontecimento, que tevo lugar n'uma as
eeoeii aereo?tatica na Indiana, em 30 de setembro
ultimo.
Em Paol, o(>de havia n"aqo*lla occa-iio urna
exposicao agrcola, o profe3*or Wilbur, um aereo-
nauta, fez os preparativos necessanos para urna
aseerco n'aquelle da, sendo acompanhado por
Mr. KuapD, e editor de Km jornal d'aquelia Inca-
lida'". No momento em qu uto a trepar para a
barquioha, as espia que prendan), o bilo falla-
rara, e os aere. nautas, apenas tiveram lempo para
se agarraren) s cordas, no instante em que u
balo suba Mr. Kaapp quasi imroediatamente
largou a corda a que se buha agarrado, e cahio
ae chao, de ama aliura de 30 ps jnglezes ('Jl;m4i(i)
sem sourer cootusao grave, M -. Wubur no en-
tretanto Ci -ntinu .v.i agarrado corda, e diligencia-
ra trepir para n casto, o que nio pile conse
guir : o I) ilo suba rpidamente, levando-o pen
CoWnares de epecta"dor'S horrorisados tioham
os olnos fitas oo bala, qno cada instante dimi-
nua a vi-ti. Quando o aareostato chegon al-
tura de poueu mais dyftma milha, Mr. Wubur
abandouou a corda a que ia seguro e precipilou-se
cora rapidez vertiginosa: Ao principio cahio per
penlieularmente com os ps para baixo : em se-
guida o corpo tomou urna posigi horisonlal, de-
pois dobrou se. virou-se, e llaalmente chegou a
trra em sentido vertical com a eab ti para bai-
xx Qaando loeou o solo hiten simultneamente
com a eabeca e as co-tas, licando a cabega rala
zda a um i ido inf.rme, e o corpo horrvelmente
esmagado e esphacelado.
O eorpofei na trra urna depresso de 8 poln-
aradas e resaltou no ar a ama altara de i ps
(l.mi)
Para accre-icentar o horror d'este desastre, a es-
posa e a alna da infeliz ?ereonauta prsseociarara a
rao'te teriiitel le seu marido e pai.
ALLEMAIHA.-A Gazeta de Voss publica os
sejuifitas dados eststisticos acerca do exeteito e da
esquadra allemaa :
O exercito alieraao coutt na aetmliaad) sete
aaafkaas e um fedzenmestre genaral'eona a
iiiesm.i cathegoria.
O numero de generaes en activo servico com-
pe-se de cito de ca vallara, 20 de infantera, 78
lenles-generaea e 171 raajores generae. A estes
devera addidonar se, como cliefes de ragntratn,
um almirante (i principe Adalberto da Prus-i.,;.
cinco geoeraxs de cavallaria, sete de infantera e
tres iene.ii es generaes. O exercito conia prtanla
-t'11 generaes era activo servgo.
O > ministros da guerra sao quatro : o conde de
l joiii. o general Praokb, ministro da aviera, o
-iutiI Fabrice, ministro da Saxonia, o general oe
Sin khuw. ministro do Wurtemberg.
Tres generaes de infantera, 1G tenenles-generaes
e 13 raajores gneraes exercem funegojs de g,ver-
adores de commandanles de praca ; 81 rtgi-
mrntos teem commandanles titulares.
At 31 de deaembro de 1870 appiicaram se as
seguintes qnantias constru^o de navios de
guerra : 14 092 talen para a fragata courar^ada
trusa Kurfurs', (dous canbas, forija de 8o ca
vallo, e 4 287 toneladas) ; 218,122 thalers para o
navio de liuba etroun. comprado era Inglaterra
por i>.73lUhsleri ; 688,736 thalers para a en-
vela llisabmh (*6 pfQa. 400 rvallos e 2,610 to
nelada-) ; 287,489 ihalers para a corveta Ariadne,
de 6 peca-) ; 222 3S9 thalers para a corveta cou-
racada Mansa, de oito pegas e 430 cavallos, e (c
nalmente 447,874 halers para quatro aviso", e um
navio escola com 18 pecas entre todos ; total,
1,660:812 thaler.
As despezts de reparado de 47 navios eleva
vam-se na mesma poca a 1,833.730 thalers ; os
- A esqosdra alltmla eomr5e-8e na aelaalidade
dos seguinte-navios, incluindo os que se acham
em oirisiriiccao ; sete navios councados (77 pegas
t 4 890 cavilas), ama au de linhi, cinco corvetas
de ponte, Bata ciuco corvetas, sete aviso1, 22 ca-
nh-metras e om vapor de transporte, os quaes
montam 288 pegas ; e alm d'este* orto navios de
vela com 167 canhdes. Total, 322 pegas de arii-
Iberia.
No orgamento de 1871 72 applicam se 2,540,179
tbalers construego de navios, e compra de ar-
tilharia naval.
No estaleiro, alm do Groae Kwfurst, e do
lama, j acifia mencionados, ba nuas fragatas
couragadai. Fleirick der Groae, e Borussia, e a
corveta Loutse.
As Ir. fragatas eoura?adas k'omng Wilhelme,
Kronprinz, e t\iednch Karl, eustaram a quaniia
de 3,710,000 tliaier.--, e 1,918,000 e 1,988.032 res-
pectivamente ; mas o cnslo das fragatas novas sera
muito >uperii r, porqoe teem orna Windagem de
dez pollegada, e levam por eenseguinte machinas
de raais forga.
At agora a censtruc-cao tem fe to paoc-is pro-
gressos, por falta d9 raeros ; mas d aqu por dan-
le, j e-iao coicluidos os esUDeleciraeolos raarin
naos de Wi he nuasen, e nada se opaor ac :e-
lerago dos trabalbos.
CASA DE DRTNCAO.-M.ivimento dodia 13 de
novembro de 1871:
Exitiam (presos) 344, entraratn 2, sabiraa 7,
existem 339.
A saber :
Naeiunaes 23, mulheres 8, eslrangeiros 40,
escravos 13, escravas 3. ,
Alimentados a usta dos cofres pblicos 26*9.
Movimento da enfermara, do meara o da :
Tiveram baixa :
Jos Francisco de Andrade, feire.
Jos Pdro do Albaquenae Lima, syites.
Tiverm alta :
Jeronymo i i.- Viera.
Jos d is Aujos Paciente.
Antonio da Cunna Olivelra.
Praoci-cj Aut/nio di Silva.
LOTEftIA.-A que se a:ha venda a 215*
beneQ-m di Sinla Gasa da Misericordia do Recife,
a qual corre no da 22.
LEILAO.lije effectua o agente Marlins as II
horas do dm D arroaaem n. 48 da ra do Impera
dor, o leilao de 1 casa terrea da ra das Carrocas
e f easas em Olrada, sendo urna na ladeira da Mi
eneorlia s nutra na rna de Maibias Ferreira.
CEMITERIO PUBLICO.-Ubituarlo d; da 4 de
ivemtiro.
Anglica, branca, PemaaibucD, 6 annos, S. Jos;
vanlas.
Rosara Mara'da Conc?lg3o, preta, frica, 41
annos, solteira, Boa-vista ; by Iropsia.
Salustiano Piolo Correa, pardo, Rio de Janeiro,
33 annos, soltairo. Boa-vista, hospital Pedro II;
febre penetrante.
Eudncia, parda, Pernimbuco, S tmw, S. Jo:6 ;
exasti.se.
Atvas da alva,.*raiV3a, Peraaailraco, 4>
annos, casado, Santo Antonio ; hypetrophia do co-
ragio.
Vicente Anaslacio da Tnndale, braoco, Partac-
buco, 60 annos, casado, S. Jor; neurisma du co-
raglo.
rmiCACOtS A PEO'DO.
A. iiiett* do f*v6Mto da
Alude
Pal* une peasa &pend t cora tandamenln
segaranga a Mterrrg|g|o, com qua raaiatei o roa*
uIImbo artigo, torna-se, anlM de tuda, necessario,
m-llsfedsaval tuesmjf, re nenur origera da iasti-
mifio motiaaticj, dando urna idea, embora ra|Mda,
do espirito fue a presidio e a aconselhou.
Soe-se que os esp ritos forte, llvres e desabn
Miypcto porMenJ. Oeste Man fallarel depots.
Voitarsi a Asa ra.
Nia traiare da historia lasse impirla, segtado
Syacellc e Eusebia e prtanlo deixanlo do (altar
ara Meto, Na, Semiraais, Ninyas e Ario, etc. ote.,
tMftnam a aetoria segando a escriptur, sagrada
a aegaidapelofir. Dr. Collaco.
Cor verde onza en esmeralda.
No anno 747, Teglat Phalasar, fnada o 2* impe -
rio da Assyria, o que te determinare' por orna
moldo* ;'746, t*imBirt4ineta a Mafia la
lie Daasen* Sfria ; 711. 2* -joirartwiento chelo,
eonqui-la da Guiad : I contaartirlKUo cb*,
jotaraiaeMniU
ios nos wraado, qie sftt os
nacnenb, Assar-haldm Kiol-
4-
guerra eoi
E assim
di Salo
talan e
Cor
No a
to, 'JO
m aoo
sob-rano
739 moldura, grande acoatecimen-
do iajperto Babyloeo par Relasis;
7, .')' campartimento eh'-io, Nabonaur
moldara, a era de Nabonasar ; no auno
sadus receberara com urna gargahada estrepitosa J90, moldura, g/ande acoatecmento o imperio ba
essas ideas caducas, anacbronicas, rabajeatas in
corapalireis eora essas to decantadas laces do se-
clo, que deslumhrara todof- os espirito*, ilumi-
nara todas s intelligeocias e esclarecen) a estrada,
por onde de vemos ebegar ao termo do bem da feli-
cid*de.
Nao importa. Riam-se, embora, zonbeas, es-
carnegam das trevas em que nos snppSara envolv
dos, que iremos nesso caruinho lamentando a ce-
gueira que os domina, o-erro em que laooranr e a1
triste illusao porque se eixara arrastar.
Felizmente anda eremos em urna vida futura,
onde o fansto e a grandeza, o lux* e a s'.ontaei >,
a pompa e a magnificencia, a pureza do sangue
e a nobreza das ragas, as distinegdes e os p*r-
gami ribos, os ouropeis e a opulencia, nao teem
o valor que se lhes*ompresta ne.-ta vida, onde ludo
sedaz pelas filsas apparenclas e todot'guerera im;
por pela plumooem.
Felizmen.e amia temos confianga plem na inde
eeiibilidade de um juizo, era cuja balanga pesam
as lagrimas e o soflrimento dos iofelzes : pagan-
do as tristezas aos dtsherJados do mundo com as
venturas perennes do Lzaro, o mendigo. >
Pois bem ; acreditando anda no go.-o ineffavel
de delicias que nos sao reservadas em ara muado
diverso deste, em que s vemos miserias de envol
ta com o orgulbo o mais indmito, os preeoocutios
os mais arragalos, e em que estamos sujeitjs ao
vicio, podrido, ao p, decoraposigj e raorte,
crallamos na pureza de nutro ambiente, em que
s sa respire amor, iotelligencla e santidade; em
que a virtude seja adornada com as vestes candi-
das e immaculadas da uiuo:encia, ciogiudo en sua
augusta fronte a aureola aniante e expleodida da
magestade divina, e em que o.vicio, corrido de
vergonha, e horrorisado de ti mesmo, fuja da luz
que o oITusca, que descarna a sua hcdlonlez, ese
precipite as profunlezas do abysmo que o deve
sobmergir~e devorar.
Pensando assim, seria urna triste contradicgi
condemnar a iotitaigo dr vida claustral como un
raeio de perfeigo evanglica.
A almas que se senlem batejadas pelas auras
celestes da virtude e da santidade, e que aspirara
o goso perenne do verdadeiro bem, e la supreim
felicidade, tendera naturalmente a solar-e di.-t;
tumultuar onstaue do mundo, era que redemoi-
nhaui todas as paixdas hraupas, procurando o
...uro, o sil-neio, a .-ololao, eoo que o e-pinio re
airpara dosas-attos do erro e o corsjo se salva-
guarda das tentagoes da maldade. .
E' no cl.ustro onde vjo enconirar o conforto
para suas ra3goas, o lenitivo para suas penas o
balsamo para suas chagas a resignagio para seas
sofrraenios, a paciencia para seas mariyrios, a
corage/n o fortaleza para reslsiirera a?s embate-
temerosos das oiilas tetn^esio'as desse ocano
da v3, era que o hornera tem que navegar desde
quo .-alie do porto do terco, al que ebega s ribas
do tmulo. l'' i
E' para alo que os'espfritjf fecl s e faados
para as delicias inelavis da bemavenluranga, fi-
gein espavoridos das lajusgas e inequidades dos
bumens da iofliencia perniciosa e mafeca dos
odios que dominara, das paix3es que agitara, dos
amures que avassallam, exaltaudo e s regie-
graudiosas da perfeigo e virtude ibfloita?.
E' este o espirito que domiaou a institugao do
claustro.
Eitrejanto, para penetrar em sea recinto, para
i: ..-ar de seus beneficios, era indispensavel que
despisse sua alma das vestes mundanas que a eu-
volvessem, s.e despojasse de todas as suas vai lad--,
de todos os seus tbesouros, de todos os seus ttulos
honorficos, de tocias as suas grandeza-; que re-
tunease todo o fausto, t^das as selucioes
dasia vida, ;.llm de que se podesse realisar a divi-
na byperbole de Je.-u- Chrsto, quando diese, que
era mais fcil entrar ara camello p-lo fufado de
ania agulha 4o que um rico oo reino do ceo.
Para que-Se abrace- a vida monstica, nio e poe
em pralica os meios de coaego que torcern as vo
-orods, o contraran) e perturbara as consciencia-.
S iji-it un -o suas leis, suas regras, ao mais livre
exame, raais ampia experiencia, consultando-se
a voeagao e as santas dsposlgoes de que porven-
tu se achera dominados.
En ira para a vida do da ostro qrJdm quer, obe-
deceud; uoicamente aos impulsos naluraes Je sea)
coracaoy as inspiragoes de seu espirito e aos dicta-
mes de sua consciencia.
Para isso exige se a idade em que a razo e.-cla-
rejida e ilustrada pule discernir os rgpres e se-
vendade de urna regra, cuja satisfago conduz
goria e immortalilade, da frouxido aprazive
de un sysiema que convida raorte e condetn-
oagio.
Alm d*islo exge-se igualmente o concurso ex-
presso, claro e indabitavel dos pas daquelles que
se dispoem abragar essa vida de abnegagio, de
desinteresse, de recoluimento, de n r-lt.ir.i >, de
isolamento, de exia-is, de oragoes, de desprend
ment completo dos gosos e commodidades mun-
danas.
Quera entra para o claustro sent fecharem-se
sobre si as pesadas portas de um recinto, cuja
paz n.l. sfja perturbada nem pelas vozes.da male-
dicencia, in-in palas imprecagd^s do odio, cera
pelas illasdes da phantasia, uem pela rebellia
da carne, nem pehs ataques do vicio ousado e
impentenie.
Transpondo os hambracs daquelle sauctuario da
virtude, deve desprezar o mundo e suas gala?, ele
vando os oihos para saular as alegras e serenida-
des do co, admirando as grandizas e maravilhas
do Eterno.
E' este o espirito que presidio e aconaellioa a
iustiluigao da vida monstica.
(Do Diario do Rio).
bylomo&arriMatofor AssfMMddfc..
DenCd de TdWidlefaf todos os res ffonib jjJo Ha aSo se deb'e que era irapossiVefJque s d?se : S.
pequeo batel das vagas furiom-di tcsaao, se
atrevera a despronunciar os aceusado, aja des-
moratisam o sea proprio ministro no seio de sua
naco f I
Era, pois, forcos) pir orna obediencia servil, ao
andalo Exm. Sr. ministro da justifa, aerificar se,
como se tem sacrificado a liberdad* mdividual de
tantoi pala de ramillas; era oecessario por
entre as lagrimas derramadas pela forga das des.
gragas da sfarailias dos acensados levantarse pal-
mu da-iaapbos precatela amverago fta
peto-govaMM nagao I pi* cuaipriram a
dependencia o semlism o seu,-dvr; ap oue res-
ta agora M
OH o patrio Exm. S*. roi***.apatea, ra.
(TiU na,^fftcipita;ao, era". niaWMMeHt agentes
d'aqol, o flaafam eahir,para*o.4iagaolesireme-
ceodo a uem ama noticia elacia, e oUaplaniou
no eoraejMila I Fazebos jusKfa-a S Me., ere-
mos tlrraliMte que, sa alo (ossaaas radas lafor-
magias, qMbe foram d^aqai transmittidas calen-
ladamente para los que todos enchergam, o Exm.
Sr. ministro nao teriajjauressioaado a nagao com
a noticia aao exacta le ara faats tao grave, que

O imetkeilo Kaba e o fr. Dr.
Collado.
VIH
Passo em silencio o o." artigo do Sr. Dr. Col lago,
visto nao ter ponto algara de historia, limitndo-
se a langar apotos ao Sr. conde Ziba e transre.-
ver trechos do pareeer dos professore3 do gyrona-
sio. Tratare do soQ 6.* artigo.
Para nao eangar a paciencia e at'engo dos lec-
tores tomei dons fados na historia bblica e de-
senvolvi-os, podendo-se applicar esse desenvolv-
meato a todos os entres.
No presente artigo passarei calalo sbre a con-
tiaoacao da historia sagrada dos reinos de Jala e
Israel para sement fallar sobre algans acontad
meatos dos outrns povos.
No seu VI artigo diz o Sr. Dr. Collsgo, depois
de fallar da historia romana por dilnciente : > Te-
mos em oalros povos Teglaph>lasar fundador do
2o imperio assyrio ; temos o famoso reinado de
Nabonassar, que den sea noroe a urna era 'ale-
br ; temos o reinado de Slmaoasar fundador do
celebre palacio de RhorsabeJ, etc., e passa a follar
dos estad s da Grecia.
das, Chiozrus, Porus. etc., e seas factos par* a-
breviar, sendo que tudo oque pratTearam pola ser
inscripto no mippa. SBIITJ
Impe-io Cballeo-babylonieo,
(iw verle vtssa.
ivb anno 626, moldara, grande acontecimento.
Nabofotaxar (onda o tnperio cbaldeo-bjbvlonl-
o; no anoo 609. Io compartimento cheio, guerra
ira 0 Bgyp, batalba- de Uircesiaa na ouai
veocido por Necho; oo anno 606, o compart-
manto cSen, '-Nabncb td-maar;' *' coraparUraent
ch-io, conquista de Jerusalra, c^ptiveiro de rei
Joaquim b dos israelitas; 588", 8 compartimento
meto c.ieio revolia da Jadea ; i" compartimento
cheio tomada de Jerusalra, seus habitantes dal-
lados ou levidds ciptivos, etc ect ; aono'56l, 5o
compartimento cteio stbsrano Evidmerolae e as-
sim quanio as oulros reina Jos a' Bilihasar, ara
cuj reinado acah-u-se o iraperio chaldeo babylo
nico que fii sub-tiitiido pelo persa.
No anoo de 539, moldura grande, aconteciQeo-
to, tomada de Bthylonia por Cyro, extinecio Joi
imperio chalteo-babyfonico o qual passa a fazar
parte do imperio pewa.
Como essos imperios sao desmembramntos do
priroeiro imperio da Assyria, o escrevemos coma
mesraa cor, em suas diversas allsrag's ou raali-
tes. Passo a e-crever a historia da Media, cujo
poder durou 2J3 annos.
Ni anuo 7"!l, moldura graole acoatecimehto
fuada(ao do impeli rae Ja por Arbaees o qual se
revoj contra Sardampalb.
Ni ann'o Tit. fr cimpartraento ebeio soheiano
e Maodances lilh > da Arbaees; e o mesrao sobre
os outros seis soberanos at D jocs, S* comparti-
mento ebeio no anoo 711.
Toraarei para exemplo ara rei e ser! Cyaxare* I
que (ceunarA g,8. cjmpartioJeato cheio no auno
6)3 ; no mesmo anno, I' comprtinVr/to cheio,
guerra coro of Xsyrla qae ?3 vraeid s ; nd
rae'iiio.anii i, 1 compartimento cheio, guerra com
os Scyihas que derrotara os M'los; 2- comparti-
mento cheio, dominio dos Scyihas na Media por
i8 annos ; oo anno 606, moldura granle aconte-
cimeo'o, morlaodade dos Scythas, n'ura banquete
pelos Mdos, exuocgio do domini) scytha; no
mesmo anno, 1 compartimento cheio, guerra
com AJyale re da l.y la; no anno 601,9* compar-
timento cheio tratado de paz entre os dons povos,
depois de 5 auos de guerra ; no mesrao anoo 2*
compartimento tomada e lestruigao de Niaive;
no anno 395, 3o compartimento cheio", Astyages
soberano, etc., at Cyaxares II, por cuja raorte
passou a Miia a faier parte da IVrsia, como diz
Herloto o mais seguido on segundo Xenopbontes,
por sea deihrorrameoto por sea gobrinbo Cyro.
Passo a exemplitl :ar tambera cora a historia da
Persfa, que ser representada pela cor amarello
laque o outra qualjuer qu se queira.
Nao traiare sena i do reinado de Cyro par unos-
Irar tmente que o raappa pie nos fallar a? to-
dos os poros qae repfdieotaram na historia da bu-
manidade.
Passo era silonc'o o seo nascmenm, e o perfgo
porque pas-ou, assim como a dedieacSo le llir-
pagas fallando d-? alguns de Seas factos como ge-
neral afliado Qyaxares II xm da. Media.
No anoo 361, quinto o/bparumen}'cheio, Cyro
sobSrno; no anoo 337 ; segaolo cntnpirtimeato
Cheio de guerra e conquista da Armenia, cajo re
se bavjdo recusado pagar o tributo; no anuo 533,
primeiro compartimpu chelo guerra com os
Barbylooios el-ydios qae so derrotadas; no anno
348. primeiro compartimento raeio cheio, batalaa
de Tnymbra na ojal fo derrotados os Lydos ;
mesmo auno, .seg^lpwsmDntlrnento cheio, loma-
do de Sardos e apresrocaraento da Creso \t>\ 3\
Ly lia ; moldot, graj ;^niv*MnuW enoe^o-
sidde de oyro para c ; ao anno 536 se-
gundo eompartimenn cb&'o, tomada de Bibylooia;'
ao anoo {hV, qfnio ^dnjparli raento cir vens,
morte de- CyaxarelVbi di Media, a Mdia pis-
sa a fazer parte da Pefsia; msra) aono mol-
dura, grande aconueimeato, Cyro d liberdade ao-
uleus captivos havia 70 aonos; n> anoo S29-
guilo compariinwnfo enejo Carnbyses soberano
por morte de Cyro
O mappa p le c:fmpretender todos os, factos dos
reinados de Carabyses Smerdis, o falso, era eu]o
tempo se deu Magopboon, Dirio etc. at1 o anno
64 antes de lesas Chr.sto em qrje foi reduzida a
provincia romana; e depois aloja sa historia tao
celebre na idade media, sob a denoraioagi > do
iraperio dos Califas, etc. e desde ellas at o lempo
presente em que a Persia representa um papel
muito secundario.
V o publico quio desarrasoado foi o Sr.
Dr. Collago em sua desabrid* crrJea ao method)
Ziba, e quaata utililade resulta do mesrao ana re
lago a todos os factos e povos, e isso mesrao mos-
traren quanto ao p-jvo egypcio e grego oo ariigb
seguinte.
E ajuelles que paaco refleetidos e isss preri-
pitados se portarara nesta qaesto, peco-toa que
se deein ao irab-iho de a^ompanhar-me anda por
ura poaeo para ver e reconhecerse o meu jaizo
nao foi baseado em um estado sibre o mesmo me-
thodo.
Recife, 12 le novembro de 1871.
/o'; Augusto Fornira da Costa.
(Continuar se-ha)
ERRATA.
No artigo precedente, aahirara algans erros en-
tre os qaaesfr era logar de forera.
F. C.
Mais abaixo diz o Sr. Dr. Collsgo:
.Veste seoulo (VII) foi distrado o
o 2
imperio
Cbaldai-
assyrio por Nabopoiassar o f< Jundado o
co-*abylijnjo, etc.
Mais abano:
Mflsse seculo (VI) Artyope re da Media fora
destbronado por Cyro, gea' neto o qual lando nas:
do na Persia passra para la o seo poder.
n Esie mesmo Cyro tomou a edade de Lordes,
eraio qoe.| Sardos pondo lira ao imperio bal-yio-
nie, loffloO- anda Babylonia poni tambera Hu ao
reino babyfeoio Ktrertoa os jadeos e permiHio que
voltassera patria dirigidos por Jesns e Zoraha-
bel, morrendo a tinal em ama gerra contra os Me-
oagetas, sendo succedido por seu fllio Cambyses
etc. .
O eontle Zaba nio wereveu no mappa Z ba a
historia desses poves; logo sao innleis charlate-
o mappa e o methodo.
Singularsima lgica I
Eu passo a mostrar a fraqdeaa de to fortes e
irrespoodiveis argnmentos cuno os julgou o bra-
sileiro (raonvmnj de um anlf>.
No anoo 2233 ant< s de J. C (o 3 qnalro do
mappa, casa 69) mldala cor de verde cinza ou
esmeralda, aeonieeirae.-ito eeVbro, fundarjio do im-
perio assyrio, por Nem^od ; urna antra moldura
concntrica, edr d> armim, /aodagSo do imperio
As pessas que muito sinceramente tem obser-
vado o bom desempenbo, a justiga, o amor e;des-
interesse cora que o muito digno e hnralo Sr. Jo-
s Pedro dos Santos eves, inspector da (regaezia
de S. fre Pedro G mgalves do Recife desta cidade,
o esmero cora que seinpre se raostra em todos os
seus actos a loa eoadjjvagaO que eraprega a bem
da moral publica, tem cora isso provado o quanto
digno de loavor e considerag, pois tem dado
mostra no quanto nobre; satlsfg3o esta, qa1*
muito eocber de jujiilo a todas as autoridades da
mesma freguezia a que am lio mrito inspector
perience.
Ser aiada elovado a mais alia coasideragao,
pelo que tem pratieado, evitaalo os oppressores,
a bem do socego publico. Pois urna fregu*za se-
ine'hante, ni e nunca ser desconhecida aos
servigo3 eaergieos de tao digoo inspector IIt
~ O multo agratffiiio.
Exc. far dos seos ageates d'aqui o jaizo qae ellos
The merecer, m vista das informages falsas que
loe derata I Mas, essas nforraagSss, partilo do
goveroo da provincia de entao, tiveram sem duvi-
da sua origem na poMen ao juta firmad r do
proessso, e oeste cao, o proeesso dos acensados
dvi3 ser frmale sobra as batea, a pujas, qae
servirn) de orgio a essas mesmas informagoes.
Pois baot I enraprs que, a n.gao. n >je rrll.cia
aparte da defeza dos aecusados, que tratou das
pegas, d'ouie pderiam uoicamente ter sabido
aq-iellai i.iforinagSes, e a compare c ;n o conhe-
cimento que o govero leu em sea relatorio ca
raara dos senhores deputados.
Coraelfeito; lieou provado que, a polica tinha
dentro da sapposta erapreza nm agente seo(Ha-
rwM iiiiz de slqaeirs) para de corobmago cora
MiU-iel Alves Teixetra, n> s informarme minu-
ciosamente do curo delta, e de todos os passos dos
aceasau, eomo para apmhar as provas contra
e tes do supposto fabrico : qae para es-e lira eia
e.efles dde o da 2 a 8 de fevere*ro, se oecupa-
ram de continuadas deiigeoelas e esfoigis uim
ditos: que depois de se julgar habilitada pelos
seuj agentes a marchar corteira cuutra tolos os
aecusados ao mesmo tempo. parfio e uada eaeoa
irou que provassaier exii-tid fabrico de sedlo.- ;
00 antes ene utrou ao^onirano, as mais robustas
provas de que o fabrico foi um nnho pos que
nanea existi, e era impossivel que exististe :
Porquaoto de todas as deligenclas, quer feitas
pela polica, quer pelo juiz Jorraaior da culpa,
(I ie teve granle tirapj os ac-,u-aJos em pn-o-s
Incoraraunicaveis, repelrade as detigencias j feias
pela polica e fateado outras ondexercau as iy-
rnulas d6 ura proeesso propriamente inquisitorial,
levando mais 16 metes a informar-lhes a eulpa)
resuliaram (como est demonstrado na defeza i as
inconeussas provas dos seguintes factos :
Qae nunn honre chapa completa de nota alga
raa para os acensados fabriearora selulas: (le-
poiraento do proprio agente de polica): que nun-
ca bouve papel paja a impressao de sedulas (ju-
ramento do mesmo no fin de seu deouimenlo n>
proeesso): qae nunca houverara tintas proprias
para a impressao dai mesmas: que tudo que eu-
conlron a polica, eram elementos incompletos,
dispersos e impeTfeltos, oro. os quaes seria impos
sivel o fabrico ; nio aerrou nota alguma falsa em
poder dos aecusados, ui pote obter dos seus
agentes (dentro da empreza) ao menos urna s no-
la das imperfsttaa ou feitas em experiencias I I
Ora, se essas sao as basas ou os fados qae, en-
contraraiu a polica, e o juiz, aceret do supposti
fabrico : claro qae sob ellas deviam fundar se
as informagoes transmeltiilaa d'aqui ao Exm mi-
nistro da jostiga.
D'ahi o dilema : ou a inf irmagio dada a nagao
pelo Exm. Sr. ministro foi alterada excessiva das
frates enviadas d'aqui: eu d'aqoj se dea-ara, cal
coladamente, a> Exm. St. raioislro in forra.ico"
falsas e conirarias aof p/opri^ficipi e bazes en
eontradas pela jiolicla e juidd *flw||esjo.
Repelando nos a pcimeir byumhuae, aceitamos
a segunda como todos aceitaro.
E, eotio, coaveraque fique o paiz inteiro saben-
do, que hiuve auioridale entre nos le procurou
crear am crime,para tr a vaidade, de se apre
sentar o deseoond ir deJJe; que houve autoridade
que, deu calcaladanianie ao governa informagoes
falsas da exiitaocla'de ura fkbric) de sedulas em
Peraarabaco, e da iotrodujao della*na circuag >,
para obeigar ao Ex o. Sr. raioislro da justiga
abalar a oacSo cora o conoaciraenio de te gr^ve,
e tnsle'fci I E que,pela nace sdaio, que se tora
de sustaatar, hoja^ esse acto de escraial-isa fil-
sidade de entao, se ieuba sacridealo diirersos
pas de numerosas familia ; praiwaalo-se eioira
Ues a mais barbara persiguijao, que, os levar a
deigragas taes'qpre serlo-duras da hh nanamente
encarar-se, se a mo do indepeodente o illastrado
julgador, (de qojm pao Je h-je. a sorts desses iofe
lites), nao ti Ver a c0rag4ra.de e-crever, que a Sen
teaga Je un mtgistrsdo, digno desse oras, nao
ple ter por bus nunca, re'.onroeaJag8is. ou
coaveoienciaa bffliaes, eom aer ficto da lei e de
lodos os principios d justici e c iridade.
Recife, 16 de novembro de 1871.
O hado.
N. 450. UMA PALAJRV RECATIVAMENfE
AS MOLESTUS DlJS.PraOES E DA CARGAN
TA.Toda a vez qi*a oi'fagjpoe* se achem enfer-
mos, ple-se eom iota a'ejfeza dizer, que o 1 ma-
te acha-se a borda de ama eafermidi le tacaravel,
TH1T ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Pire Assnraaee Coowaoy estabelecid
im 1814. Capital 5,000,000
Os agentes desta compaahia tomam segurot
:ontra logo sobre predios, gneros e fazendas *
oagam aqui prejnizos devidamente provados.
|Rabe Schmettaa 4 C
Corpo Santo n. 15.
SEGURO CONTRA Fflfifl
The Liverpool London & Glob
Insurance Ctapaujt.
Aftite:
Sawidert Brotbre & C.
flCorpo Siato14.
e e pnmer
tosse. T
Ihar-se para
isso se poss
raos, eora
qual extrahida
Af PAIZ.
Collorarto .da defeza do uajor
Feilosa e outros, uo Jiilgamca
to do seu proeesso de sedulas
falsas.
Da defeza feita pelo Dr. Aolero ao raajor Anto-
nio Feitosa de Mello e ontros, no proeesso pelo
crime de tentativa de sedulas falsas, venllei-se de
um mode pleno e Irrespondivel que, os acensados
imiSo sendo victimas innocentes de ama persegni
gao barbara, e at;Mvoltaole I Sera terera cora--
raettido, em facr da lei criminal, erime algum,
(como se acha per falta raente demonstrado naqualla
importante deieza verdadeiraraenle analyiiea do
iirrtteMo) 0 major Petrosa e seas eompanheiroi
solfrem, seo *?aasa justa, nma longk prisio da
matt de nove raesfs, aeompanhida de nma serie
d* *'sgragas para as familias de algans dos aeen-
tfos", qne fazdHf cortar o eottagao mais embra-
lecJdo-ll *'-
E, porque tanta, e to desastrosa persegucao
papa elle#, sena haver no easo erirae ? 1
Oh-! tristeedol> ros*verdadel.. porqaeWfetm
3r. ministro da obliga em sea re,latorio teilo a c-
mara dos Srs. deputados, den a naci ioteira a
inexacta e iri-te noticia de qae oe aecusados fa
bricaian sedulas, e as atroduxirm na eircu-
l.'.ran II
o crimn dos ascosados -. eis a can* de
suas pe.rseguigCea, e das desgrasas de tanus fa-
milias II
Com etfeiti qaal o Jale qae, entre as la eathau
goria inferior, e dendente do goverao, eomo na
Pira tao perigosa sitaagao a
Ida raaior importancia, o aii-
logo. Sa perguatar les carao
r oa c inseguir, resturfdere
toral de Anacahuia de A' rap, o
e prepara to do euceo balsmico
de orna arvore do Mxico, eoohecida desde a 11 ai
tos seclos pelos naluraes daquellejpaz, como re-
me Jio poderoso e santo para todaj as enferraida-
d;s dos orgoa da respirago.
E-.U^Jrairavel preparaga >, cafara a tosse den
tro m^bcos dias 6.ar mesmo as vezes era pon-
cas horas; alu'viar ajBifma, curara a inllarama-
gio mucosa do laringe broochios e impedir a
phtysica.
Era contrario aos peitohes e xiropes fabricados
de frustas e de oalros ingredteufqs mais, na saa
elaborada e dedicada coaiposigio, nao entra ne-
nhuma partcula da asido prosaico, e como igual
mente se acha livre da. antimonio, agrediente es-
te que abunlanieraeaie s encratra na omposico
daquelles outros, nao pro luz pois nau-eas de qua-
idide alguma.
Paire Cunha Figueiredo ao distinelo corpo
^ eleiloral do 3* districio.
Illra. Sr.Duas ven* fm honrado com un as-
sento na assembla provincial. Tenho conscien-
ca de que, para corresponder ao eonceito que d
mira fez o corpo eleiloral do 3# distncto, empre
goei os raaiores esforgos desque dispon na sentido
Je promover os inieresses d'-loasa provincia :
todava, nio devendo eu ser juitera causa propna,
espero qne as prximas eleigoss para deputados
provinciies de 16 do corrente-mez, os eleitores do
povo mejulgarao, recasando-me os seos soffra
gios, o oonferindo-me a raais subida honra qne
ambiciono, isla a reefefcao come' approvagio do
raen procedimnoto. Nestas condigoes desejo con-
tinuar a servir V. S. e a provincia, segando mi
ohas debis' forcas m'o permiltirem. necife 8 de
novembro de 1871'.
IMPERIAL
CoiujjMiuhia de seguros contra
fogo^
CAGENTES
S. P. JOHNSTON A C;
Ra da senzala-nova 11. 41.
Seguros eoHtfa-fago
COMPANHU
NORTHERN.
Capital,
'undu de

reserva
. 80,000:000*000
. 8,000:000*000
Agentes,
Jf 7/ Lahan C.
PRAgA DO REGIFR 13 UE NOVtiMBRO
DE 1571.
as 3 i/2 tiu;.a.s da tasd*.
Gotages officiaes.
Assasarameriiano regalar 2*200 rs. por 15
kilos, hontem.
Algodide Mamaaguape sera inspeegio 517 rs
por kilo, hontem.
Mgodaoda Parahyln l sort* 599 rs. por kilo
posto a bordo a frete de Id. e 0|0,
hontem.
Algo lio do Rio Graole d) Norte 58o rs. por
kilo posto a borlo a freto de 1 d. e 5 0(0,
hontem.
Cambiosobre LonlresaW div 2o 1[( d. por
1*000, hontem.
l. G. Stepple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA
fteodiraeto do da 1 a 15. ,
'lera do dia 16......
."87:183*496
o9;i6i*373
6i6:6i7*87i
nov-Imeato
/olurao.s entrados
com
cora
da aifaadega.
Volaraes sabidos
cora
com
fazendas
gneros
fazendas
geoerd
320
1275
lia
981
-----1,12o
1,59a
Desearre<>ara boje 17 de novembro.
Rrigue ioglezIouz varios genero*,
ngue portuguezSoieAiiMvarios gneros.
Putach) norte-allerao-itfur'j-vanos gneros.
Vapor ioglezCrezalan'.e lera.
Escuna austraca Seipa Bakmka farinha de
trigo.
3aroa ranpefaGranuile -varios ganaros. .
Brigue iOfteiRizetie dem.
Barca portuguezi SupAjra ide-n.
Patacho inglezZengora bacalho.
Despachos de exportapQo no dia lo de
nomn'ifo.
Para os portos do exterior.
Na barca inglez 1 Imgfne, para o Canal,
carregaram: Mills Lathan & C. 511> ccj-s com
43,877 kilos de algodao. V,
Na barca franceza llii.Gl^ie, para o Ha-,
vre, carregaram : B. de Barroi^jrreia 10 saccas
eom 482 kilos de algoJao. (
Ko patacho uaiioail J-woitfio, para New-
York, carre/araa : Hrary ForsiSr, 4 C. 203 sac
cas com 14,902 kilos de algo 15o.
No bngu pvogaeiJVuinp/D, para o Par-
to, carregou : Joaoulra Jo-e.Gigiives Beltrao 235
saceos com 9,82o Kilos de assacar miscavado.
No patacho inglez Ihrriet, pira New York,
carregaram : Mills Lahan & C 1.530 saceos com
112,811 kilos de assucar mascavalo.
Para os portoa do interior.
Na barsiQt Tres Irutiu, pira Macei, car-
regaram : Seixas & Braga 1 barrica eom 3i) kilosl
de assu:ar retlaado.
No bngue nacional & Paulo, para o Rio de
Jaoeiro, carrogaram : Pereira Viaona A C 50O:
pareicas com 37,500 kilos de assucar braneo.
r\Cfi&ib0RiA DE EN DAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUGO.
Rend>raento do dia 1 a 15: .
Id ra do dia 16.....
21:133*547
3:194*923
21:348*472
CONSULADO PROVINCIAL.
leadimento dodia 1 a lo.
dem do dia, 16. .
32:193*343
4.673*125
36:866*468
Ao mu digno corpo elei*
toral.
_ Cldade da Fortaleza no Cear, 20 de ootnbro
.' de 1871.
estando designado o dia da ele!cao para depu-
tados provincaes apresso rae oafdiriglr'-rae a V
para rogar- Ihe qae se digne incluir meu obscuro
nome na sua lista pelo teiricto.
Embora me fallgam titulos para merecer to
subida honra confi na extrema bondade de V.
le cbter benvolo acclhiraento, mais* breciavel
anda em razio de minha ausencia nesta pr.vin-
eia do Cear, onde estou exercenlo o lugar de
seeretarra do govaroo, e como pro va de nio ser
esquecid* por amigos e correligionarios.
.1 ^ V-
1 ro am'go muito obrigado e criado,
Jos Bernardo Galvio Aloohrado Juol-r.
M0V1MENT0 PlTPOBTO.
Nacvts entrados no dia G.
Rio de Janeiro27 d as. barca portogaen -Noca
Stjmpatlua, de 393 toneladas, capillo G. L. de
Souzs Lobo, equipagem 16, carga caf e outros
gneros ; a Bjlthar Olivelra A 5.
Rio de Jineiro. 19 das, brigue inglez Glanavou,
de 184 toneladas, eapito Jobo Roberto, eqm-
pagem 7, em lastro; a Johnston Pater 4 C.
Buraos Ayres45 dias-, barca argentina Luiza,
de 304 toneladas capitn Lavagna, eqaipagem
14, carga eoaros sebo e ontros gneros; ao
mesmo capile. Veio refrescar e seguio para
Mar: ti He.
Navios sabidos no mesmo Vi.
Maldonado pelos abrolbos Crvela nacional Ha-
hiana, comroan lano capillo de fragata Joan
Antonio Alves Nogneira.
MamangaapeVapor nacional Mcmdahu commaa-
daate Julo Gimes da Sriva.-Wlassro.
AracatyHiate nacional Oeis fi? ynarde, apitio
M'iooel Caelaoo da. Costa, earga varios genero.
Rio Grande do Norts iV'aebo pi?lez Si pillo Howell, era laro d *r*a.
Anii hasHiite ainertcad Sha Wory, capillo Aa
dress, em lastro de reia. '
aJ 1
Faca'dado de Di De ordem do Exm. Sr. director e da eooformi-
dada cora o art. 119 do regulameolo complf men-
tar te repite o edilI iofra, relativo ao concurso,
cuja nscripgo dever ser encerrada no dia 15 do
correte aa 2 horas da tarda.
De ordem do Ex*. Sr.- .uataeae'rof vice-dlr e-
tor, fago publie > que dea mareado o praso de 6
meies. emitidos da data desteM para a iofcripfio
dos fu preteTMi) cojsj'nrref'ai logar de lete
substituto desu Paculdae, vafe pelo aceesso da
substituto Dr. Antonio'de Vaeeoneellos Meneaos
de Drnramond a g^adeira de que era proprietario o
conselheiro Lonrv^o Trigo de Lonreito.
Pelo que todos os pretendale* ao dito loga-
podero apresealarse desde ja aa eeretaria desr
ta Eaculdadn para assgnar seus nomes 00 livr-
competente o que Ibes perraitlido fazer por proo
eurador, se estiwrem a mais da 10 legoaa desta
ciasde, oa liverem justo impedimento.
Deveudo outro sira apresentar doenmentos qne
moslrem sua qaalidade de cidadio brisileiro, a
de qae esto no goso de seas di rei ios eivis a po-
lticos, isto ceidlo ds baptismo, fo'ba corrida
do lugar de seos d dou; t por urna das Paculdades de Direilo do Im-
perio, on publica forma, justificando a impossibi-
lidade da apresentagii do original, e na mesma
occasiio poderlo entregar qoaesqoer rbeofeDlos
que julgarem convenientes, oa eomo tinto de ha-
billiagdes, ou como provas de servigos prestados
ao estado, haraanidade oa I scieacis, dos qoaes
se Ibes 'passar recibo: todo de coaformidade
com as arta. 36 a 37 do dacrto a. 128 da 28va
abril de 1854, e 111 e seguintes do den. 1508
de 24 le fevereiro de:lBI3.
B par qae eheguai as erahecimeado de todos,
mandn o Exm. Se. ve-drector afflur o pra-
sente, que ser pnbHeado oas folbas desta OMaie
e oas da forte.
Secretaria da Ficaldade. de Direito ito Recife,
15 de maio de 1971.
O secretario,
Jos Hooorio Bezerra di Mere*.
Secretaria da Ficutlade de Diieito > Recife,
7 de novembro de 1871.
O secretario,
____________Jos Honorio Beterra de Menear.
De ordem do Illra. ar. cunselueiru in.-pector
da thesonraria le fazeoda desta provincia se faz
publico que no dia 25 do csrrente rm-z, perante a
unta da mesma thest uraria, pelas 2 oras da lar-
de, ir praga para ser vendido a qnrm mais
offerecer o terreno qae serve de quintal ao qaar-
lel d Hospicio, cora 60 metros de frente e 30 de
fundo, que faz parte do terreno cedido para con-
linuaglo da abertura da ra nova do bairro da
Boa-visla desta capital, qne partindo do prolonga-
raento da ra do Principe vai ter a da Conseicae,
atravessando o sobrsdifo quintal.
Secretaria da tbesouraria de faienda de Perasm-
buco 14 de novembro de 1871.
Serviodo de cIBcial-mafor,
Manoei Jos Pinto -
DECUBACOE*.
Conselho de compras de tu*
rinha.

O conselii) proraove no dia 18 do correfile me*
sob as eondiedes do estylo e .vista de propaslas
recebidas at as 11 horas da raaabia a compra
dos dbjec o< do material da armada seguintes :
10 baldeadeiras de folha, 6 torneiras.de 'erro da
3 1|2 a 3 -!|i potegadas e 16 ps de comprimento,
1 loogol'daftrro da 4|8 de grossura cora 12 pai-
ra is ac oamurirasnto t 8 de largo, 1 lengoJ de fer-
ro de 3|8 8 grossura com 12 palmas de coraori-
mento a 8 de largo, 3 lenguas de ferro di Iffc de
grossura, 3 lengoea du ferro de 6|8 da crossnra,
10 pranchoes de araarallo, sicupira, parota na sa*
pocaia cora 30 a 35 palmos de comprintealo, 10 a
12 p llegadas de larga e 3 a 5 de gros-ura, paos
de 80 palmos de coraprimentu e 8 a 10 oDlegadas
de f.,ce, 5 qaiataes: de reaitae de 5|8 de dimetro
e 1 l|S polegada da comprimento. 20 travs da.40
a 45 palmos de comprimento e 8 a 10 polegadas
de lac, 6 duzias de taboas de pao carga de 1 po-
legada, 6 duias de labaas de pao-carga de 2 po-
legaaVas, 4 duzias de taboas da p j-c.rga de 3 po-
legadas, 6 duzias de tanoas de pao-carga de 3,4 de
polegada, e 1 torno pepeno de 6 poiegadas.
Sala das sessoes do conselho de eompras de ma-
rraba de Pernarabuco 14 de novembro- de 1871.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Uoim'ado da Fraa^i em~
Peraambuco
Previne-se aos credores da saccessio do Sr. Aa-
glade (Achille) relojoeiro da rui do Imperador,
|ue seus ttulos dever 1 ser aprontados no con-
sulado de Franga at o 1' de dezembro prximo
viodooro, e passando deste praso nenhuma recla-
magio ser altendida. Recife 16 de naverabro de
1871._______________________]__________
CORREK) GERAL
Reta$So dos obfectos regisira-
4 exlsteutea na admlolstra-
viio do crrelo desta provin-
cia, para as pessoas aba'.io
declaradas :
Agaida Seoborioha Pereira (2), Anna Rosa de
Barros, Augusto Pacheco de Parlas, Bazilio Anto-
nio Carneiro, Catharina dos Santos Coelbo. Do-
mingos Antunes Villaga, l luard J. Carrooll, Fe-
liciano Rodrigues Pereira, Francisco Araintbas de
Carvalho Moura, Francisco da Silva Reg, Fran-
cisco Marraho Cavalcanle de Albuquerque, Gai-
Iberme de Souza Campos, Henrique Clorindo Tay-
lor, Justioo da Silva Cardoso, Joaquim Gomes Pes-
soa, Joaquim Lopes Bastos, Ji Joaquim ds Sou-
za, Jos Leandro de Siato, Joio Ernesto \>riato
de Medeiros, Manoei Francisco, Malaquias Antonio
G mgalves, Mauricio Francisco Ferreira da Silva
(3), Manuel Julio da Silva, Manoei Joaquim de Mi-
mua e Souza, Manoei Moreira da Gama, RodoU
pho Joio Baraia de Aimeida, Pedro ferreira
Brandio.
Adminstrago do correio de Pernarabuoj 14 de
novembro de 1871.
O encarregado do registro,
A. Gomes da Silva Ramos.
EDTAES.
COMMERCIO.
SAOT'A- CASA DA MISERICORDIA DO RECIFE.
A ltm. onia administrativa da Santa Casa do
Miaerwordis do Recife manda fazer publico qae na
sala de-Mas ssssSes, no dia 9 do mea de novembro
pelas 3 fcaran da, tarde, tara da ser arremataJo?
a quera flia** vaougans oiTereeer, pesa tempo de
jzBAUa aurans, as-rendaa dos predios era segu-
0 inspector da alfandega faz publico qne
sabbado 18 do correle, depois de meio da e a
porta da mesma repartiglo, serio levadas hasta
publica, livre de drekos ao arrematante, as mer-
cadorias abaixo declaradas, vradas do Havre no
navio francez Beitha, entrado em 22 de julho ul-
timo, as qaaes turara empugpadas em factura de
MDleirn Giegono 4 C. pelo 1 coDferente Manoei
Soares Fortnua. na importancia de 864* a saber :
oito caxas da marca MC&C os. 1434 a 1441, con-
tendo 96 espelbos com moldaras dooradas de 54
a 75 centmetros de comprimen! >, valor de am 9*,
total 864*.
Alfandega de Pernarabuco 15 de novembro de
1871.
__________Emilio Xavier S10breira.de Mello.
O Illm. -Sr. in-peetor da thesnuraria provra
cial em curaprioaeoto da ordeno.do-Eam. Sr. vi-
cepresidente da provincia da 17 de agosto pro
xifno fin Jo manda iszer publico qae a mesraa the-
sourana vende 500 apolices da divida provincial
no valor de-100* cada orna, venenado o juro de
8 0|0 ao anno pagos por semestre < na segunda
quiuzena dos metes de julh 1 e jaoeiro, e devendo
ser resgatadas na quintana deste ultimo noez, ob
servando-se a numeracio seguida e tantas qnao-
tas permiltirem os crditos votados aanuarmente
precedend annnncio. ..Os preteadeolaa cumpa
regara na raesma thesonraria oo prato da 80'dias,
s conlr da data deste t para constar se man:
Jou publicar o pre.ente pelo jornal.
Secretaria da Iheinurana provincial de Peroam-
boco 5 de ootnbro de 1871.
Conforme.Serviodo de ofBciaNmaior,
Landelino ds Lona Freir.
THEATRO
Sexta-feira 17 do corrente
Beneficio de
Cora o concurso da companbia do
Gymiwsio Dranantioo.
Representar-se ba a muito applaaliJa comedia
em ires actos.
Terminar o espectculo com
acto
a comedia em um
UFA
LIBERDADE DO TABACO
Principiara as 8 1,.
O beneficiado em companbia de soja lllhinba,
depois do 1* acto ir ri-ceberdus i lastres cajralbei-
ros que se dignaran) aceitar camarotes as olleras
qae cora ele quizerera de-tribuir, sntecipindo
desde ja a saa eterna gratulo. ,
Depois do espectculo have. um trem para A-
pipucos e mais pontos da liaba.
O resto dos bilhebu acua-ae no cscriptqr.o do
healro.
CIRCO EtiESTRE
GOMPAMHA BR.4SILEIRA
Diredor e artista
atale Carlos do Caria.
ILEriVEL
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si"
1

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-
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pi r "L
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.!" >'.



diario de Pernambac Sexta fira 17 Je Novembro d 1871.
mtftt; ti*fiifripn
M

-
fi a Innr deVL
i villa fa E-cada ; ana
SAHBADO 1 d* GOBRBNTfi
dar o prlroeiro-#st*eea*4 variado prograruma. .
Eut.-ada gara) vaod'o IjDOO.
Priippipai 7 liaras da ooite.
DOMINGO 10 OS -NOVEMBRO
S gail o espectculo
O director pera toda a proteee Je do genaaoso
puD'ico desta villa e tea toro*.
I
GIMNASIO DRAMTICO
Grande novidade
QaiutMM 23 de novembro
Prirqtira represeutaco da milito graciosa eo-*
media m 4 setos', ornada de msica e daoca, a
qm\ foi ex-hibia'o t\io da Janeiro, mais de da
efolSVee', btflulla :
Parodiada opera bufia
ORPHEOMSIMEM5
de
Actores.
De-Giovanni.
Penaote.
Persodagaos.
Tideu, vendedor de mel
abelbas.
Manuel icio, escritao do )niz
de dm. ( Na-pera Arif
Macrobio de S ma, jaiz.de paz
da fresnezh. (Si ooera Ju-
pUfr.)
3*ferrno Rtbe barbeiro da
freuezia. (Na opera Orpheo) Peregrino.
Joao, idiota, que fui imr/erdor
do Divino Espirito Soto, em
cranla, feitor de Mame.
Joao. (Na opera fkon 6/y.r.) Thomaz.
Constantino, compadre de Mi-
crobio. (Ni opera Mercurio.) Floriedo.
Um egle, CT-Tmprepsdoda ei-
traa de ferro. ( Na opra
ra Baccho)
Jos Nano, pescador d'agua do-
ce. (Na op?ra yepluno.)
Antonio Marues, capitao refor-
mado. (Na pera Marte.)
Joaquim Pregoica, ( Na opera
Morpheo)
Antonio 'Faiiolsta. (Na opera
Omites.)
Vm pedestre. (Na opera Opinio
publica)
Quinqnira das Macas. ( Na ope-
ra Cupido.)
Brgida, molher de Zsferino (Na
opera Eurydice)
Aana, coin a inania de apandar
gamba-, (S'a opera Diana.)
Eagncia de Souza, ranlher de
Macrobio, (Na opera Jirno.
Daolioda, ir.uaa de Macrobio.
(Na op ra Venus)
M..c i e roocot amigos da cas, moiques, ne-
gras e chancas. ( Na opera Dcuses e Deusas,)
Denominado dos actos
1. acto.
O rapto de Brgida. (Na opera Morle de Ka-
rylice.-)
2 aclo.
Audiencia em cas; do juiz de paz. ( Na opera
O Olympj.)
3. acto.
L'm imperador di Divino Espirito Santo. (Ca-
edo Bachica) O ju'r de paz tranformado em gli-
fo. ( Na opera Um re da Becada.)
4." acto.
Noite de S. Joao em casa de Manoe! Joan. ( Na
opera Os Infernos.)
A seca 3 passa-se na roja, na provista do Rio
de Janeiro em 18..
A mtisica, UA ensatada 6 intramentada a capri
cao pelo maestro Golas; devendo-se, ib sen re-
coalicido Ulculo e grandiosas esfor$os, ajudados
pela (eica de vontade dos arth.as, a bja txecn-
c.5o do importante trabalho vocal, que a couipa-
nl.ia dramtica tem de exhibir.
No 4." aeto toda a companhia cantara e dansa-
r o original e arrebatador ludo brasileo, deno-
minado :
Silva.
Emiliano.
Philadelpio.
'Ayrosa.
Paiva.
Braga.
Lyra.
D. Jesuina.
D. Henriqucta
D. O'ympi.
D. Joaquina.
e Purto
Para o poriof jrfmal tve1 seguir moito breve
a galera portugoMS Uom, recebe carga e pas-
fwroa a tratar eoio Sjares Primos a ro do
Vja>toe.l7,
Para Lisboa
A barca portngaea Axandie ferculano.
pifio Avtltar; vrawr eom brevldade j para
ca-
ga e passageiro? trata-se com
roa do CoiEniercioi. 48.
, pira car-
E. K. Rabello Je C.
RIO DE JANEIRO
Seguir em pseos das o brigne S. Paulo, so
bre o frete do reatod* *rga tala-se na ra do.
Virado n. II, 4>5**
Com multo pouca demora neste porto, seguir
viagem com destine aquelle, o brigue portognez
Trmmpho. Recebe carga e paasageif os : tratar
ora Soares Prim, ra do Vigario n. 17.
Galera portugueza Nova Arai-
zade.
E' esperado at4<45'd corrent do Rio de Janei-
ro este veleiro navio; e reeebe carga para o indi-
cado porto oes poneos das que tem de demorar-
se aqui : a tratar com Miguel Jos Alves, rna da
Gru d. 19, 1" andar.
Rio de Janeiro
A bares portoge Mofla Ribeiro, capitao Joao
Baptista de Lima, vai sabir nc da 23 do correte
por ler j quasi todo o sea carregamento engaja-
do ; reeebe anda algama carga mruda : trata-se
com E. R. Rabello & C, ra do Goramercio nurae
ro 48. ______________________________
Para o Para
Vi seguir com brevidade a eScnna portogaezi
Aguta, capitio Pedro Augusto da Finceca, ainda
tem ama peqona rjfaiji para carga : tratase
com E. R. Rabello & C, iaa do Commercio nu
mero 48.
Para Lisboa
Barca Alexmdre Herculano, capitao Avellar.
Brigae Bella Figueirense, capila) Carvalho Sobri
nho. Brigue Ctete, capitao Costa. Brigue Sobe
roo, capillo Bogiganga. Tolos estes navios vio
#er dentro em poneos d!a por ter mais de 3|3 de
carga, recenem ainda alguma e pas*ageiros : tra
ta-se com E. R. Rabello & C, ra do Commercio
n. 48.
LEILQES.
I DA
Casa terrea n. ^oa ra das Carrncas, es-
quina do becdo do Pexoto, t?rreno pro-
D'io.
O agente martins far leilo da casa cima, a
jual tem duas sala?, drms quartos, cosinha fra,
quintal murado cem cacimba meeira.
H^JE
A's II horas do dia no armazem n. 18 da ra do
Imperador.
Leilao
(KTEEE
Ao respeitavel publico.
Aitendendo, extraordinaria, dlfflcoldade com
que Be lutm, para preparar se O Qrpheo na Boca,
que sobe scena, depois de um mez de assiduo-
eosaios; e hem a'im pilos considenveis melho
ramelos feito* no theairo, o que tem acarretado
enormes dhp-odios; a direegao resolvea fazer
ca pequeo augmento nos precos dos bilhetes,
uoicamenti as representacSs da referida pe^a,
o que em na la prejulica aos amantes da arte
dramtica, pjrm que oncorre bastante para fa-
cilitar os nietos de de?embara?a-la dos onerosos
compromisos que conlrahio para proporcionar
especlaialo condignos do apurado gosto do Ils-
tralo p.ivu pernambu ano, de quem espera con-
tinuar a merecer a necesaria codjuvacao.
Os bilbetes acham-se desda j ao theatro, pelos
precos seguintes:
Cmarote^ie 1" ordem com 5 entradas lOiOOO
Dito de ? de o. 1 a 7 e de 14 a 20,
com S entradas liOOO
D,to de dita de n. 8 a 13 com 5 ditas loOOO
fadeira numerada 3*000
Platea 1*500
N. B.Rogase aos Srs. que encommendaram
liillietes, a bondade de maula-Ios buscar com to-
da a antecedencia.
Principiar s 8 i/4.
AVISOS MARTIMOS.
Rio de Janeiro
EsDera-se a tolo o momento o brigue nacional
Isabel, o qual seguir com brevidade para o porto
cima, t-m parte da carga j engajada : para o
resto que Ihe falta trala-se com.os consignatarios
Aotonie Lulz de Oliveira Atevedo A C, ra do
Bom J sus n 57, A' andar.
DE
Urna mobilia, de Jacaranda com 18 cadeiras de
guamicao, 4 ditas de brago?, 1 sof, 2 consolos,
1 meza redonda com lampo de podra, 1 cama
da amarillo para casal, 1 machina de costura,
1 raarquezao, 1 mp?a elstica, 2 apparad.res.
1 banca para jogo, diversas cadeiras usadas, 3
marquezas, 1 'espelti*, 2 porta-toalbas, 2 lava-
torio, i apparader grande, diversas banca?, 1
eadeira para advocado, 2 meias Mmmodas, so-
fas, consolo?, mezas redondas e ura raeio appa-
relbo, de porcelana para jantar, l,apparelho
dourado para almoco, candieiros gaz, quadros
com moldara dourada e muitos outros objectos
que estar "io patentes nc dia do leilo
BfOJE
O agente Peslana. competentemente autorizado
fir leilo des objectos cima descriptos, no anti-
go armazem da ra do Imperador n. 16, s 11
horas do dia. ao correr do martello.___________
LEILAO
escriptorio, 1 relofio de ei a a de me, tul*
pentinas par gaz, 1 eatdieira- d dito, i nsesa
elstica com 7 taboas, eonsollo de jacanf la
enm podra, 2 apparattere?, i quarlinhelr.^
htffarllo, 1 cibide le Ro. 5* cadeiras de>fci-
randa, 4 ditas de pao d'Olao, r'ltalorio de
tmarello, l berjo pira meniao. I marqneza e
annrello, t lavatorio cora espumo, i sof tfaa -
de de Jacaranda, 1 dito peqaemv, vnho Bof-
dtaux e do Porto, mea de cosinha, 2 eadeira<
d bilaog, cirnaa.de veqto, loa?* a> noreljjMJ
calles; carraits, cb'pos, salvia'de raetii,eatt-
rarBatiJejas e ourros muitos objecio do od"*
um* familia que *e ralirou deaia provincia
TER;\-PEIRa U DO CORRERTE.
O agente Mirns far leilao. autorisado .por
urna famillt'que se retlrod pifa fofa da provincia. i-^'VT,:
de todo? os roblis, louca e vldhds 'existentes nd Cuw *
l'andardo'jbbradtf'
N. tyf di roa' Augtrsta, hdie Coronel Snasauna, as
' W Horas do Tlia atlrpa.
Armado, fen tas, titjacirio3 commemaes
di eacadernacn Parisrease da ra du
Imperador \r. 7t, tima quarta parte tasa n. W* da rr do rWrottrf Strassraai
(aotiga Aigjsia), ama olla va paria. i
casa o. 82 da nii-de Marcio Das Casti-
ga ra ireia) e 17;OOJS9 rs. em di-
vids. __ i
Segunda feira 20 do correte.
O agente Mariios, Jara Wikao a reaoeriraeoto da
D-. Inventari.iate dos beas deixadoi pelo Soado
Eradlo Oonstantino de l'.ula Monleifoe por man
dado do Iltm. Sr. r. juiz de orphaos, dea veas
cima, pertenir-nles ao espolie de dito onado.
A's ll horas do da na mesma encadernacao
Parisiense, raa do Imperador o. 71.
'Peder ajaemlWesqoecrmko'deiion de
^tr%gM'rtvroV*Wtras*i'lcrjado M>reu-
, 'Vf-'# o' ftodem lev&r na dita loja do
WeroiWi'*.. jroa 4a Imperatrii n. 86, qoe
88'lb?Ji,?. ardecido por tal favor; assim eo
mo, o mesma roia'tiM para vender um completo
storthWnW'WlWIrtM fatcezw para hofflem, e
ontroa tnpita ol\jffc.f.4e-o.iio.
"J,yne",e nm eaJjndro ingles b'om, por com
pr;o : na fu dos Pescadores n. !.
Limo
MM
Movis, loora e crjhs
S A B R :
Um expeliente piano aovo efne, 1 mobilia de
Jacaranda com 1 sof, 1 jardineira, 2 consollos,
2 cadelra? de bracas, 2 dim. de"nTan?a e 12
de guaruicio, jafros pW hwis, 2 escarralei-
ras e tapetes.
Urna mesa elstica, I guarda-tonca, apparadrres,
12 cadeiras, apparelho para jantar, 1 dito para
cl), 2 jarros, quartinhas, eopos, "Clices, garra-
fas, 1 lavatorio com pedra e'es'pelho, carpas,
tnar'tuezis, i mrddda e morios rbntfos bjec-
to3 em mu bom estado
Terca-tetra 24 do crrante.
NA RA DO HOSPICIO CASA N. 46.
O agente Pinto, levar leiSo por conla e or-
dem de urna familia que se retifa desta provincia,
os movis o mais objeslos cima mencionados, que
sero transportad js para a casa da roa do Hospi-
cio n. 46, aonde se pff.ctuar o leilao no dia ci-
ma dito, o qual t-T principio < 10 hora.
Leiio
DE
CarvSo para vapor.
A' porta da Assochco Coramercia!, 1 hora da
tarde do dia ti d > correte mez. o agenta Pesta-
a, vender por eonta de quem pertencer, 200'to-
neladas de carvao, entregar no porto da cidade
do Natal provincia do Rio Grande do Norte. O car-
vio est desembarcado e depositado margena do
porto junto ao traprie, e ser vendido bo dia aci
ma quarta-feira 22 lo correte, 1 hora da tarde
na porta da AssociacSo CVmmerelal.
DE
Portas almoiadadas e cabos de linho.
Ni dia 23 do correte mez, 1 hora da tarde
no trapixe Dintas, o agente Pestaa, vender por
conta de quem pertencer. 80 portas de pinho al-
mofadadas e cerca de 12Yarrobas de eaj de li-
nho asado, e serio vendidos oo da e Vira cima
ditos^no trapixe Dantas, eaes da Companhia Per-
mmloi-anii. -jt
ARACATY
Pretende segair com poneos dias de demora
para o indicado porto o novo e lindo hiale nacio-
nal Olinda, de primeira viagem e de excellente
construcc.o, por ter grande parte da carga enga-
jada, e para o resto qoe Jbe falta trata-se com o
eoni,lgna,ario Joaqoim Jos Gonjalses Beltrao
ma do C mmercio n. 8.

Eebocador 'Pacifico*.
AgenciaWTIsods AHcfl ira
c do Coinmrreio a. 14.
At novo aviso, qualquer navio, al 400 tonela-
das de lotacio, ser rebocado pelo vapor Pacifico,
quer para dentro ou fra deste porto, por ISOOO
em circnmstaneias i rdinarias e lempo moderado.
Em circumstancias diversas, e para navios de
maior tonelegero, pn ceder-se-ha a ajusto previo.
M traiiVdo
Segu em poneos rifas para o porto cima o pa
Ihatote Jaren Arthw, para o resto da carga que
Ihe falta trata se com Antonio Luiz de Olrrelra
Azevedo & C, roa do Borrj Jess n. 67, primei-
ro andar
NA lisiioa
Segu cora a maior brevidade o bem connecldo
brigae portugaez Lua 1, para o que tem a maior
parte da carga prompta : qem no mesrao quiser
eafnnr oo ir de passagem trate eom os conig-
swarlos T. de Aqalno Poneeea & C sneefljaoreg,
roa do Viiario 19, i mdar, oa com o casita
do raesmo o Sr. Vieira.
NA
Agencia da ra do Bom Js-fls n. 23 (oa-
tr'ora da Cruz.)
v* HOJE.
As II lioras da maaba, ludo se vender
ao correr do martillo.
Cadeiras de guamicao (taia e amarello) mesa
elstica para jintar, cama para casal, apparado-
re de amarello, marquez5as para solteiro, cadei-
ras de balarico, lavatorios de ferro, jarros e bacias,
dous ricos f-spellios sendo um oval, orna rica se-
cretaria de megno (obra de moito bom gosD)
mesas de pinho com gavetas, bercos de faia e ja-
caranda, lanternas com manga lavradas, jarros
para flores, machinas para caf, machinas para
jostura, un rico fogao de ferro com todos os per-
tences, dua redes e muitos outros objectos, ven-
der selia tambem um palanqaim e urna eadeira.
Carlos di Silva Aranjo fara o leilao cima no
dia e hora'marcados.
DE
PREDIOS
Sendo I casa terrea n. G na ladeira da Mi-
8'ricordia em Onda, bastante grande e
assobradada do lado de detraz, sitio mo-
rado, diversas fructeiras e cacimba, em
c5os proprios.
Urna dita de sobrado na ra de Matbias
Ferreira n. IG, quintal em aberto chaos
foreiros.
floje.
O agente Martins, far leilo, dos predios cima,
no* armazem da ra do Imperador n. 48, s 11 be-
ras.
Leilao
DE
Miodezas, perfumaras; uieiase outros mui-
tos artigos, tado para fechar cintas.
Segunda-feira 20 do correte
Mello Looo Si C, far leilo por intervengo do
agente Pestaa, de nm compieto sortimeuto de
miudezas, ferragens e muitos outros artigos, que
nao poseivel aejai eanumera-los, no dia cima
dito em sou armazem rna do Bom Jess n. 63,
s 10 horas da manita em ponto.
Movis eiouc
Sendo 1 inobilia de faia com 12 cadeiras de guar-
nilo, i ditas da bracos, 1 sof, 2 consolios oom
pedra mirmore, 2 ditos de mono tamben oom
pedra, 1 secretaria de amarello, i mesa naca
VISOS DIVERSOS
Monte-Po Popular Pernam-
bu'ano
Devendo ter lugar domingo. 19 do eorrente a ce-
lebrato do 15. anniversario da instail.Tcao desta
sociedad-1, convido a todos os socios eertivos, e
honorarios, a compare.cerem na igreja rio Divino
Espirito Santo, as 10 h'ras da manhaa, aflarde
asstsiirem a solemmdade rtligiosa, e em seguida
a sesso magna no palacete do largo de S. Pedro
n. 2.
Secretaria do Monte-Pio Popular Pernambu-
cano, 15 de novembro de 1871.
O 1.* secretario,
Joaquim Gonealves Aleixo.
Jos Alves da Silv* Eego.
Elisia Ranks da Silva Reg, Anna Francisca do
Reg Cysneiro, Amalia Thereza da Silva Reg,
Maria Frincisca da S.lva Reg, Fraacisca Victo-
ria Morena do Reg, Eduar lo Frederico Banks,
Vicente Poutes de Oliveira (auaenie) Uanoel Jos
de Bastos Mello, Maria Adelaide de Moraes Mello
e Lourenco de Menezes Cysneiro Baodtira de Mel-
lo, cordealmente agradecen) a todas as pessoas
que se dignaram acompanhar ao cemilerio pu-
blico os restos mortaes de seu prezado marido,
pai, canhado, tio e sogro Jos Alves da Silv Re-
g, e novamsnle convidam as mesmas pessoas,
prenles e amigos do mes no finado para assisti-
rem a missa que mandam resar na igreja do Di
vino Espirito Santo, seganda fein 20 do eorren-
te, 7 dia de seu passamento, s 6 horas da ma-
nhaa.
FUSTA '
do Senhor Bom Jess dos
Passos na matriz de S. Fr.
Pedro (ionealves do Re-
cife.
As 11 horas da manhaa de domingo 19 do car-
rente entrara a fesla desta milagrosa imagem,
sendo o celebrante o Rvm. vigario Antonio Manoel
d'Assnmpao, e orador o Rvm. padre Manoel Me-
reira da Gama.
A missa ser a grande orchestra (pela prtmeira
vez neita cidada) do maestro Picche, e dirigida
pelo maestro Ionocencio Smoltz, que obsequiosa-
mente se presta, sendo os principaes solos e con-
certante exhibidos por senhoraa e algums caval-
leiros que de bom grado dignaram prestar-se.
Antes do eloqueute orador subir ao pulpito a
orchestra se far ouvir em urna bnimnte' peca de
concert obrigadar*a fltnta, clirineta, trompa, pis-
tn e trombone, exteutada por artistas dos mas
notaveis desta capital.
' Ao Te-Deum ter lagar a composico do Sr.
Colas, a qual foi cantada em accio de gracas na
grande festa em regosijo pela terminacao da guer-
ra contra o Paraguay. Oecupar a tribuna sagra
da o Rvm padre Manoel Jos Estoves Vianoa.
Pede-se aos nossos charos irm3os, Iralas e
mais fleis a sua concurrencia a tio religioso e res-
peitavel acto. Recife 16 de novembro de 1871.
O escrlvio,
Thomaz Fernandes da Cunha.
f\f A Pecisa-se de ama ama ;rjue i |o#mfl
aiILa e eoziohe com perfeicao | a ata/n|
roa de Craaoo n. 10.
Hospital Porlageez de Ben*ei-
ca en Pernaelmco.
De conformidade eom o qu dispde a primeira
parte do artigo 48 dos asumios, sao convidados os
eocros flffecUvot.i retrem-se em asswnbla geral
no doortfl| 3 de daze^tro ^reximw, t* meio.dia,
na secretaria eate hpspiUI, eom o Ora de ser
eletta a jimia admliirtrtvajl e a crjfrilssao de
coutas qn tem^foscionartM procreo aune de
J871
AUTlIlMVi 1> LIQUIDAR U>
7Smi LIMITES
Nh
HospiMl.PtJf^gB?, de Ban-flcenela tm Peraam-
.Pr^-U na ruv.tawa Botla .D-;jQm>H
Clindro
mo-
CONVITE
Pelo presente, ?io eonviiladas lodps os briosos
descendentes de lltnri prximo domingo, 19 dd 'nortete, bajam de com-
parecer pelas 10 horas" da rWinihaa,' na igreja de
Nossa Senhora da Assnnapoio'dh Estencia, afim
de,_era solemne reun^ao, inslallar-?e a Sociedade
"TE tfennques, "cja mTssao" patfirca" attn da
bumanitajta, comnwraorar os tolos daquelle que
do servil* jrrfWarflafibtaarjf)! #e--sua patria,
soube paffatrafjfe#tdenod me.
Espera|b||,,4|>|curre<|M,|*que pare-
ce que nwfwvlhl'lurflomein^e'cBFpreta, ns-
cido em Pernambdco, qae se pao- eolhusiasme
com os nobres feitos del/lrai'4rh Dmt, a quem
tolos devenios o p3garrfnto de^m'divMa sa-
grada.
Urna parda de 40 aouw, qje-aabe cuzer, la
var, engommar e coi bar, desejh acb,ar urna pos
soa que Ihe empresie a quanti "de 500^ rs. a
qual se tyj#ta a pagar ojj'" sdicos conforme
tratar : quem quizer annnnck
Para p Alnga-se por prego commodo, a casa do Barba-
Iho a margem do rio, e defrote da povoaco do
Monteiro, tem commodas para duas familias, bom
banho, sitio muito grande e coqaeiros para ti-
rar-se pathas para um grande banhei 10 : tratar
nn toa Augnsta n 64.
Os administradores da ma.va fallida de Costa
4 Castro tendo de eumprir o qae determina o art.
853 do cdigo eommerciai convidara aos Srs. ere-
dores da massa a exhibirem os seos ttulos res-
pectivos no praso de oito dias contados desta da-
ta, dfivendo ditos titulas serem entregues n es-
criptorio de Carneiro A'Nogueira, na ra do Bora
J-sus n. 49, ou 00 de Lml -jo, Wiiraann & C, no
largo do Corpo Santo n. 13.
Recife. 12 de nbvombro de 1871.
Catxeiro
Precisa se de om qne tenba pratica de taberna:
na rna dos Pescadores n. I, padaria.
Precisase de um; ama para cozinbar para
dus s pessoas : na ra larga do Rosario o. 31,
toja. -_______________
P.ecisa se d urna ama para coelnhar ecom
prar : na ra de H irlas n. 1.______^^______
Faz hoje om anno qoe mono o commen
dador Ttnroz<0 Aqnini rtraseca, e no entretanto
osherdeirs afoda estao a"er naviosllll Nio
foi bastante o qpw se faz depflis de sua morle, fa-
zendo siior nte ?parecer na sua casa de morada
seis mil l :antos ris, ainda precisq levar-3e m
lempo ind-foido com o inventario, para se estar
depossede ludo! Nem urna viagem ndia leva
ria-lanioitetnpo I Sr. Dr. juiz de orphaos S. S. j
tem o seu sogro casado segunda vei e com Albos,
e nao desejar encontrar um juiz qae nao Ihe dar
razio en consa algaras, com* se d actualmente
com 03 Blhos do primeiro casal do dito commen-
dador.
Um herdeiro.
1/
LOJA E ARMAZEM
V nn
ac.
DE
FLIX PEREIBA DA SILVA
NA RA A IMEEEATRIZ N. 60*
S a dinbeiro vista
.<
Os proprietarios deste estabeleementa tendo grande oecessrdade de disuootr o -
menso deposito que tem de fazendas e granee urgencia de apuraren) dinheiro. tena, re-
solvido fazer urna verdadeira liquidafao com grandes abatimentos aos precoe de todeat
os seos artigos: para o qae convidam ao respeitavel publico desta capital a vir sortir-M
pots Ihe garanten) que em parte algamj poder3o encontrar to grande sortimeotoe mo
mo nao compraro pelos precos que se Ihes pode vender na loja de r^vo ; porta ad-
virtindo-se qoe s se vende a dinheiro vista. Os mesmos propnetands deste eslabe-
lecimento rogam a todos os seus devedores desta praca o favor de virom saldar seos de-
hitos, e todos aquellos que estiverem deveado cootas antigs e o Dio fwerem terao ti*
ser encommodados judicialmente.
r5sluh;is b.nralao de ParSo.
Atsacianas com linJas h'stras de seda a'
f,JOO o covado.
Dilas lisas com muito brilho a 1 o covado
Allantas, fazenda de muito gosto teeida
com seda a 720 rs. o covado.
Loja^o Favo
SIAS BSNCAS BArtATAS
a 2S5500 e 3^000.
O Pavo vende cortes de boa fazenda
branca com bonitas barras de pregas, pelo
Ditas com quadros de seda e cores muito baratsimo preco de 20500 e 3,0000 cada
delicadas a 640. oms, grande pechindiaua-rea-dariiipera-
Piil de chvre, d'iiBH s cor com muito triz n. 60, loja do Javao.
brilbo a 500>S. o covado. MODERNAS BARE8ES COM LISTRAS DB
Mlrins escosseies'fatenda de muito goto SEDA E FRANJA AO LADO.
para-Vestidos bomus e'roupas de menino, a 800 rs o covado.
a 6W rs. o covado. j Chegou para a loja do Pav5o, toa da
Ourguro- muito bonito, tendo de todas ^mperatriz n. 60, om elegante sortimento
as cores a1 400 rs. o covado. |das mais lindas baregea modernas e tendo
Lias nhas aodernas com differentes gos- ao lado bonitas listras ssaetinada e franjai
tos a 400 e 500 rs. o covado. loara os enftites. as qnaes se venden pelo
Dttas ditas a 280 e 30 rs. o covado. |baraiis:ioio preco de 800 rs. o covado,'por
Bareges transparentes com differentes c- baver om grande son ment desta, nova fa-
AMA
Precisa se de ama ama para lavar e
engommar : na ra Duque de Caxias
n. 50, 1* andar.
Precisa-sede uracaixeiro de li a 16 annos,
que tenha pratiea de taberna : na ra te S. Jos
numero 2.
Constando ao atiaixo assignado que um seu
mul.itinho de nome Antonio, ausente de sua casa
ha 22 dias. procura empregar se como criado,
roga s pessoas a quem elle offerecer-se o obse-
quio de o mandar recolher 'Dstencio, responsa-
bi-anio-se por quat^aer dsspeza que pos.-am
fazer. Recife 16 de novembro de 1871.
Luiz de Moraes Gomes Ferreira.
Rival seal segundo
Ra Duque de Casias o. 91
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sua lo-
j ade biiode'as continua a vender tudt
por baratos preces que z todos admira :
Libra de 13a para bordar a melbor
que ba.
Gaixas com soperiores grampos fran-
cezes a
Duzias de'facas e garios de um e
dous botes a
Talberes pare meninos a 2i0e
Libras de linba de novello, a melbor
possivel.
Duzia de lencos de cassa com barra.
Caixas de linbas com 30 novellos a
Vara de franja branca para toalbas
Doas de meas croas muito boas a
Dozias de meias finas para senho-
ras a
Na 'albas muito Boas, para fazer a
barba a
Caixas com pennas de ac com to-
que a
Gaixas com pennas de Perry fazen-
da fina a
Ditas de dita dito verdideiras a
(Jaixas com 20 cadrnos papel ;ami-
zade a
Pecas de fitas para coz tjm fp
varas a
Pecas de tranca lisa de todas as
cores a
Duzias de fiuba frooxa para bordar
a 40 e
Pares de sapatos d tranra a
Duzias de baralbos moito finos a
24460 e
Ditas de agofbas para machina a '
Reamas de papel almaco superior a
Ditatde dito pactado o melhor a
'-arriis de linba Aexaudre a
Gravatas d Cores muito finas a
Ditas pretas ponfcs bordadas a
m
lima senhora viuva capaz com 'loda as habili
dades necessanss offerece-se para tomar o cargo
inteiro de urna casa de hornera solteiro ou viuvo,
sendo fra da praga melhor ser ; preferse casi
estrangeira : quem a pretender dirija-se roa
estreite do Ttesario, segando andar n 38, a tratar. fj|jxas redondas para botar r^ a
Gozinha .
No botel da ra larga do Rosario n. 2>, precisa-
se de nm ajudaate de cozinha : paga-se bem.
60000
160
40000
400
10500
10000
500
160
305OC
40000
10000
320
800
102OO
70
500
40
500
10800
20800
20000
30600
4^000
0
1S00
600
(irosas de botes'fte Bairvperola
para camisa a'
fovelliv- delinha branca, 400 jardas
Duzia de cartoes de linba branca e
prU e de cores a
ftosouras muito finas para odKas
*t costura a
-Gaixas con pos para limpar elotes
f/reBda fina a
Livro das mis35es abn>;r;.a 50C
60
iao
500
10200
200
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de moito gosto a 500 e 800 rs. o covado.
CassasdoPavao.
Cassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Dilas finsimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muila phanUsia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazeada
moito fina e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'organdy branco e de cotes a
20500.
CORTES D'ORGANDY A 40000.
O Pavo tem corles de organdy branco
com 8 1/2 varas que vende pelo barat > pre-
co de 45000, as?im como finissimo organdy
branco com lislriohas e qoadrinhos o me-
lbor que tem vindo ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
PoiipelEtias de seda a 2*000
O Pavao tem om elegante sortimento de
poupelinas de leda tamo lisas como lavra-
das as mais modernas que tem viedo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 80O RS. A VARA.
OPavib'tem cambraia branca transpa-
rente de boa qualidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestid j e vende a 800 rs. a vara, dita
(inissiraa da Escossia tendo a mesma largu-
ra, qoe vende a 10600.
CAMBRA! \S BRANCAS A 40000 E 05OO
O Pavao tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 vans que vene
pelo barato preco de 45000 e 40500, ten-
do tambem muito finas de 50000 at
100000.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a peca at a mais fina que veta ao mer-
cado.
Crostieaaples preto e de cores.
UJ'asao tem um grande sorlimeato de
grosdenaples e gorgurao preto para vestidos
tendo de 10601) o covado at ao mais su
perior que costoma vir ao mercado, assim
como um grande sortimento do ditos de
todas as cores e branco e om bonito sorti-
mento de setins branco e de cores que ven-
de por precos muito em conta.
ESPART1LHOS A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60000
O Pavo vende espartilbos de todos os ta-
annos a 40 e 50000, cacbenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 4-0, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E IANELLAS.
a 80, 100, 120 elt0OOO.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados'a 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas colchas de damasco a imi'aco de
seda e ditas* de crorbet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
MUSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
"" Pavao" tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padrbes inteiramente
novos e cores fixas, a,ue vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas moito finas a 400
e 500 rs. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Cretones de cores maito encor-
nados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO. i x
O Pavao tem urna bem montada oficina dfe
allaiate, administrada por um hbil me-tre
nacional, aonde se manda faier qoalqoer
obra de encommenda, tanto para bomens
como para meninos, garaotind i-se a promp-
tidao e aceio em todo o trabalbo, e no mes-
mo estabelecimento|encontrarSo os respeita-
veis freguezes; todas as fazendas proprias
orno sejam pannos de tolas as cores qoa-
dtades e precos, novas casemiras de gosto
re ns brancos e fle cores, assim como todas,
asfazendas propfias para fatos de loto.
CASAQUINHOS A 150.180 E 200000.
0 Pavo tem um grande sortimento de
ricos casaquinhos de seda preta muio bem
enfeitados e "modernos que vende a 150,
180 200000, sendo fazenda de muito
mais valor, assim como ricos chales 'pret*
bordados com franjas largas de retroz a
?00 6 120600.
icnda; assim como delicadsimas ihareget
com lindas listras de seda, sendo fazenda di
rauita pbaotana a 6i0 r*\ grande pchin-
cha, no armazem do Pavo.
Fazeada para luto.
O Pavao tem um grande sortimento da
f Merino preto com 6 palmos de largara
para vestidos a 20000 e 20500 o covado.
Merinos pretos e de cordSo para todoa
os precos e differentes qualidades.
Bombasinbas para lodos os precos.
Cantes e lpicas pretas. Laasinhas pre-
tas ou cassas de la de 360 at 500 rs. o
covado..
Cassas pretas francezas e inglezas de to-
das as qualidades.
Chitas pretas fracazas e inglezas de 200
rs. para c ma.
Cri-pe preto para veos.
CASEMIBAS PARA CALCAS A 40, 50, 60,
70 E 85 00.
O Pavo tem om prende sortimento de
cortes de ca.- emiras de cores para calcas,
sendo os mais modernos que tem vindo ao
mercado e vende se de 40 at 100000 o
-corte, ditas em pecas francezas e inglezas
para caicas, palitots e clleles que vende de
10800 ai 60000 o covado, ditas escoras a
prova d'agoa que vende a 50 o corte oo a
30 o covado, sendo estas casemiras moito
proprias para meninos de escola por serena
es:uras e de omita duraco.
' NOVOS VESTIDOS A 50COO.
O Pavao tem lindos cortes de vestido do
fijissimas camb ias com bonitos bordados
du cores e tambem lodos bordados branco
que vende pelo baratissimo preco de 50OOO
cada corte, grande pecbincha.
PANNOS DE CaO IHE PARA CADEIRAS
S0PHA-S. '
O Pavo tem um grapde sortimento d
pannos de rroch pr.prios para encost d*
cadeiras e de spbs, assim como um rice
sortimento de tapetes de todos os tamanhor
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50
O Pavo tem pecas de madapolo con. 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405OC
a peca, dito moito fino e largo de 60 para
cima, dito francez do melbor que tem vindo
ao mercado, assim como dito finissimo eos
pecas de 40 jardas.
Curies de c'Ai is.
a 106OO, 20000 e 20800.
O Pava o tem cortes de chitas francezas
com 10 covado, que vende pelo barato pro-
co de 10600 e 20000, dilas qoe vende a
160, 200 e 280 rs o covado, tambem tem
nm grande sortimento de ditas finas claras
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co-
vado e finissimas percales miudinhas propri-
as para camisas', vestidos 6 roopas para mo-
oinos que se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS BRANCOS.
O Pavo tem lencos brancos abanhadoa
qoe se vende a 20400 e 30. a duzia, ditos
grandos de murim sem ser abaobados a
30200 rs. a duzia; assim como bonitos len-
cos bordados para m3os.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 at 400000.
Palitos de panno preto fraques e saceos
de 80 al 120000.
Ditos de casemira de cor de 60 at 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000,
Ditos de brim de linho trancado a 60000.
Calcas de casemira preta de 60000 at
120000.
"'.Ditas de brim branco de linho de 40000
ta 80000.
ia* de brim de linho de cor para todoa
os e qualidades.
isas francezas e inglezas cora peitoa
d'algodio dd 10600 al 50, em duzia ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia de 800 rs. para cima.
Corontas de linho e algoJo, francezas a
feitas na trra.
Collarinhos de papel, algodao e linho
qne se vende muito barato pira liquidar.
Para imivas.
O Pavao tem ri;o gurgarao de seda, bran-
co. Grosdwiaple branco muito encorpade
Agracianas brancas com listras de seda
Poopelmas ftrancaa de seda Msas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas a lisas. Ca-
pailas com palma da flor de 'aranga com
ricos veos bordad?.*. rn tnri. -vende mais
batato do qOeam ouira t>mu
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