Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13137


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Full Text
ANNO XLVII. NUMERO 262
fkU A CAPITAL F 1DCABIS OIDK IAQ SI PACA FaTI.
<

n

I
P(>f tres ezes adianwdo
Por se ditcs ii3in
l'or am nao de.. .
Oda Baulero valso. .
6||0OO
12,^000
J4#XX)
ISO
QUINTA FEIRA IS DE NOVEMBRO DE 1871.
PA1A DITBO I rOU DA FMYIICIA.
Por tres mezet adiaotaot
Por Mil ditoi idom. .
Por oovt ditoi idem .
Por nm tono idem .
IflU
SOKO
17#000
DIARIO DE PEMAMBUCO.
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
AO AMHW:
Qi Sn. Gerardo Antonio Alves & Filhoa, no Para ; Goncalve d Pinto, no Maranhao ; Joaqnim Jos de Okveira d Fiiho, no Cearf ; Antonio de Lomos Braga, no Aratatj ; Joio Mara Julio Chave-, no Am ; Antonio Marqnei da Silva, no Natal; Jo$ ja*k
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Felippe Estrella d C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, n*"V$a. %Penha; Belarmino dos Santos Blelo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Bnga,
em Nazareth; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da Costo, em Alago; Dr. Jos Martina Alves. na Baha ; e Leito, Serqninho d C. no Rio de Janeiro.
PARTE OFnCIAL
(overa la provincia.
KJ'BDIK.NTK DO DA 10 DK .\OVKMDB0 DE 1871.
AClo :
O presidente da provincia, alien leu lo ao qne
rdquereu a commissio admini-trador, da
coofra-
a de S. Beoediet > do convento dos religiosos
franciscanos d'eua eidade, re9olve, de conformida-
de rom o g 3." do ari. 47 do decreto n. 2711 de 19
de detembro de 1860, apiirovar provisoriamente o
compromiso da relerida contraria.
O presidente da provincia, aliendendo ao que
requeren capitao di i.1 companhia do 4." bata-
lh-j da guarda nacional dVste municipio, Jos Mi-
randa da Silva Fragx), e visu da ofonnaco do
respectivo eomraanuanie suprior, e do parecer da
junta de sale, que o jilgou iucapat do servico
aciivo, resolve, de coofonuirtjde com o dispnsto no
art 69 da iei n. 60 de 19 di setembro de 1830,
transferir o referido apuo oara o servigo da re-
serva. Picando agregado ai 2. balalho d'ella.
O presidente da provincia, u'ando da allri
buico que Ihe confere o an. l."| 1." do regula-
manto que bai.viu com o decreta n. 464* de 2 de
dezembro do anno passado, e conformando-se com
a proposla do inspector da alfandega d'esta capital,
a que se refere o offl io do da thesouraria de a-
leuda c. 698, de 8 do correte, resolve oomear o
offlcial ds descarga sup-a-nuraerario da mesma al-
fandfgi, Jo) Paulino Marque*, para o lugar de
offidal de descarga elfectivo, que 9a aeha vago.
Expediram-se as aocessartas commanicaedes
Offleios :
Ao Exm. eonielheiro presidente do supremo
tribunal de juslga, transmiitmio o offlcio, em que
o juiz de direito, Joo Frmcsco da Silva Braga,
responde a reclamadlo de anliguidade feita pelo
juiz de direito Caetano Jos de Almeida Pinto.
Ao Exm. presidente do Cear, declarando, em
resposta ao sen offlcio, que por haver seguido para
o Para no commando do vapor Anicola, Jos Mara
(Ja Albaquerque Blom, nao possivel curaprir a
ordem d'essa presidencia, de nao ser derai rada
por mais tempo a entrega na curte da qnantia re-
medida pela thesonrara de fazeoda d'essa provin
cia aGeorge Leurogir.
__Ao brigadeiro commandante das armas, trans-
mitllndo, para o- Tos convenientes, a relago de
alteragoes oucorridas com o teueute do 9.* bata
Iho de infantawa, Franci-eo Ignacio Manoel de
Lima, no mez de outubro ultimo.
A inspector da thesouraria de fazenda, com-
Tnunicaodo que a 3 d'este mez dexou, por moles-
lia, o baebarel Joaquim Cordeiro Coilio Cintra o
exercicio do cargo de jaiz muui:ipal do termo de
(ioyanna, sendo substituido pelo baebarel Belarmi-
no Correa de Oliveira Andrade.
Ao mesrao, remetiendo, em observancia ao
aviso do ministerio da jusiiga de 25 de outubro ul-
timo, a tabella jonla por copia, das gratifica (des
que devem pefeeber os juizes mnnicipaes e de or-
pliaas dos deferentes teriBos da provincia, de con-
formidade com o processo enviado por essa tbesou-
*iTti- i ,
Ao mesmo, traosmiUinio, para os deviios
efeitos, os litlos dus ommendadores da ordem
da Rosa, Manoel Camello Pessoa Cavaleaoti e Ma-
noel Antonio dos Passos e Silva, bem como o do
agente do correio da villa do Tnompho, Olympio
Elysio do Nascimento Wanderley.Tambera trans-
mittio se para os flos convenientes, cin > orVns
em duplcala, expedidas p?la lepani^ao do aju-
Unte general, sob ns. 797 a 801, e bem assim um
officio da directora geral das rendas publicas, sob
n. 7, de 31 de outubro ultimo.
__Ao inspector da thesouraria provincial, man-
dando pagar, por centa dos li e 15 do art. 4.#
da lei do orcamento vigente os venciaenus do
professor da povoaco do Caobolioho, Manoel Cle-
mente da C'ta Santos, como ha praticado com ou-
tros em idnticas circunstancias.
Ao inspect r do arsenal de marinha, iateiran-
do-o de que, segundo aviso do ministerio da ma-
rinha d 27 de outubro lindo, lora approvado o
augment > de 30*0X) mensaes concedido pala pre-
sidencia aos vencimentcs do machinista da barca
de excavaco n. 2, Francisco de Paula Marques de
Oliveira.Coramuaicou se thesouraria de fa-
zenda.
Ao mesmo, declarando que de aviso do mi-
nisterio da marinha de 26 de outubro ultimo, cons-
ta haver sido approvada a deliberar) da presi-
dencia, do antorisar essa inspectora a comprar
pela qnantia de 3:000. por coota da verbarae-
Ihoramento do porto, a machina de envar, mo-
vida a vapor, a qual torna va-se necessaria ao
servico de montar as dragas, destinadas exea-
vacao do me9mo porlo.Ioteirou-se thesouraria
*e (atonda.
A comman lame superior di municipio do
Racife, approvando proviaoriamenie o figurino
apresentado pelo 4. batalbo de infamara para as
pracas d'aquelle batalhao.
Ao director do arsenal de guerra, recom-
mandando que faca comprar no mercado d'esta
capital, afim de serem enviadas ao Exm. presi-
dente da Parahyba, na primeira opportunidade,
500 espoletas da melhor qualidade para armas a
Jiini, remetiendo a respectiva coma para ter o
conveniente destino.
Aos negociantes na pra$a de Londres, Fre-
derico Yonly & C, iocumbindo-os da compra e
reraessa. para esta capital das grades e porloes
constantes dos desanos e esclarecimentos juntos,
os qnaes tornam-se necessarios a nm aquare, que
sa val fazer na prac* das Priacezas d'esta ridade,
cortos de que a importancia d'essa encoramenda e
da commisso mercantil, a que teem direito, ser
satisfeita mediante saque que enviaren) coatra a
thesouraria provincial, e a presteza e perfeico da
obra ser nm -servico prestado administrado
d'esta provincia.Communicou-se mencionada
thesouraria.
__ Ao engenheir i fiscal da estrada de ferro do
liecife a S. Francisco, declarando, em resposta ao
sea offlcio, que para ter logar a dispensa do ser-
vio da guarda nacional para o empregado na es
iaco da Cinco Ponas, Ignacio de Souza Reg
Monteiro, faz>se preciso que essa companhia prove
ser elle seu caixero, exftibindo o registro de sua
Domeacio.
Ao bacharel Jos Francisca de Arroda, com-
manlcando, para os flos convenientes, que por
decreto de 5 de outubro ultimo1 fura nomeado
para o cargo de juiz municipal e de orpbos do
lermo de Limoeiro, convindo que entre quanto
antea era exercicio ; eerto do que netta data
remeltido i thesouraria de fazenda, para paga-
mento dos respectivos direitos o mencionado de-
reto, que Ihe servir de titulo.
Iguaes mutatit mutandis ao bacharel Joaquina
Correa de Oliveira Andrade, nomeado para igual
lagar na eidade de Nazareth, e ao baebarel Jos
Juliio Rigneira Pinto de Souza, recondazido era
lugar idntico ua eidade do Rio Formoso.Offl-
con-sa thesouraria, remettendo-se os decretos.
Circular :
Aos Tigarios da provincia.Rjgo a V. Rvma,
|ue se sirva de me informar do uumero de casa-
memos, baptisados e bitos, occorridos nessa fre-
Saeta, dorante o trennio de 1868 a 1870, asan-
o para esse flm do quadro em dupllcata, que
suato Ihe envo, e cajas casas do ver preencher
em ambos, conforme o modelo annexo, que foi
iiganisado pelo vigario de Sant'Aona do munici-
pio Neutro, e remettido a directora geral de es-
ati'tica do imperio.En'io igualmente nesta oc-
casio a V. Rvma., tamben em duplcala, o qua
dro estaiistico dos ctsametos por oacioaalidade e
estado civil dos nubenles, que tiverara Ingar no
referido triennio, em os quaes V. Rvma. procura-
r fjrnecer as informirojs no mesmo requisKftas,
si gundo o qos a semelbante respailo consta dos
assentamentoj feltos no,- livros dessa paroehia re-
lautamente ao periodo tri-maal ja indicad).Re-
commendo a V. Rvma. a mxima urgeniia no
d'sempeoha desse irabalho, esperando de sea re-
conhecido to, qae elle seja to exacto quanto
possivel.Communicou-se ao director geral da
reoartico da e.-ta:istica.
Portara :
A ) agentes da companhia de navegagao bra-
zeira, mandando dar transporte para a corte, por
cn:a do ministerio da gaBrra no vapor S. Jacin-
tho, ao 1* cadete Joo Valpa-sos da Cania Ribei-
ro, qae vai reunir-se ao 1 batalhao de infamara
a que pertence. Communicou-se ao brigadeiro
commandante das armas.
Despachos .*
AJirio de S BirreteFica concedido o prato
reqderido.
Antonio Victoriano de Almeida Andrade.In-
forme o Sr.' director geral interino da instruc^ao
publica.
Adelina Beterra de Araujo. Iaforme o Sr.
pmvedor da Santa Casa de Misericordia.
Ciando Dubeux. loforrae o Sr. brigadeiro
commandante das armas.
Capitao Felippe Jos da Exaltaco Maniva.As
presidencias nj dispii -m mais de passagens de
e-tado nos paquetes di companhia brazileira de
navega;o.
Irmandade de 5. Benedicto do convento de S.
Fraciosco.-Passe portara na forma requerida.
Joio Silvestre Francisco de Mello.Passe.
Joaqnim Coriolaoo Montetuna de Medeiros.
Junte o snpplicante a sua patente para pod;r ser
attendldo.
Bacharel Licurgo de Albnquerqoe Nascimento.
Estio dadas as passagens de estado de que
se poda dispor.
Manoel Beterra de Carvalho.Ioforra) o Sr.
inspector da thssouraria de fazenda.
Mara Emigdia de Almeida Monteiro.Informe
o Sr. dirsetor geral interino da nstrncco pu-
blica.
Manoel Clemente da Costa Santos.Deferido
com offlcio desta data dirigido a thesouraria pro-
vincial.
Manoel Antonio dos Praterea.Nio pule o sup-
plicante ser admittid por estar preenebido o nu-
mero.
Bacharel Manoel l/.idro de Miranda.Deferido
com offlcio desta data dirigido a thesouraria pro-
vincial.
Manoel de Azevedo do Nascimento.Como re-
quer.
Manoel Clementino Carneiro da Cunh.Passe
portara concedendo a lceo;a requerida, com or-
denado na forma da Iei.
O mesmo.Passe.
Pastorina Mara da Soledado.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de faznda.
RXPEWENTE DO DA 11 DE NOVENBR0 DK 1871.
Offlcio*:
Ao Exm. presidente do Rio Grande do Nor-
te, aecusando recebidos os dous exemplares, que
remellen, do relatorio com que o Exm. Sr. Dr.
Silvno Elvidio Carnein da Canha passoa a admi-
oistraco desss provincia ao 4." vice-presidente
Dr. J rnyrao Cabral Raposo da Cmara.
Ao brigadeiro commandante das armas, para
liit>, em cumprimemo do disposto no aviso do mi-
nisterio da gnerra de 25 de outubro ultimo, m in
de submeier inspeccao da jama militar de sa-
de as pragas, que se a:lnm em tratamento na en-
fermara militar desta provincia, constantes da re-
laco junta.
Ao inspector da thesouraria de fatenla trans-
mittinlo, para os devidos effeitos, a flagao do
umbor Manoel Jos Vidal, contratado emsubsti-
tuiro do de nome Pedro Paulo Marinio Wander-
ley, pira servir no t* batalhao de artilheria.
Cimmnnicou se ao commandante superior do mu-
nicipio do Recfe.
Ao mesmo, commanicando que, nao obstan-
te ter-so finalisado a 9 do crreme a licenca con-
cedida pelo conselheiro presidente da relacao ao
juiz de direito da comarca de Buique, bacharel
Joo Hircano Alves Maciel, dexou elle por en-
coramodo de saula de seguir para aquella comar-
ca reassumir o exercicio de seu cargo.
Ao masmo, recommendando a expedicao de
snas ordens, para que sejam fornecidas secre-
taria do commanlo superior da guarda nacional
deste municipio, 7 cadeiras com asseolo de pali-
aba, sendo urna dellas de brago, dous moxos de
madeira e ama marqueza. -- Communicou-3e ao
commandante superior.
Ao mesmo, approvando a demisso concedi-
da pelo inspector da alfandega desta cipital ao
continuo da mesma alfandega, Augusto Paulo de
Lemos Dnarte.
Ao mesmo, coramuncando em observancia
ao aviso do ministerio da justica de 25 de outubro
ultimo, que envi ]uella sseretaria de estado a
lotacao dos emolumentos, que deve perceber o
juiz municipal do termo do Bom Jardim.
Ao mesmo declarando que, segundo aviso
do ministerio da agricultura de 25 de outubro
liado, solictou se do da fazenda a expedicao das
cobveoienies orden?, para ser posta a disposicao
da presidencia nessa thesouraria a quanta de
7:0005000, afim de ser applicada como auxilio as
obras de que carece o hospicio da Peona nesia
capital, onde se recolhem os missionario capu-
chinos.Ioteirou-se ao vice-prefeito dos mencio-
nados capuebinhes.
Por essa thesouraria mandn se pagar :
Aos tenentes do 9* batalhao de infamara, Ca-
pitalino Cesar Lonreiro, Emigdio Francisco de
Souza Magalhes, Jos Placido Lucas Bion a diffe-
renca, que se den entre os seus vencimentos e-os
de alferes, a contar da data de suas antiguidade.
Goiivnunicou-se ao brigadeiro commandante
das armas.
Ao cabo de esquadra do 2 batalbo de infama-
ra, Cosme Pereira de Araujo Galvo, a gratifica-
do que se juica com direito por haver appre-
hendido o desertor do mesmo batalhao Jos Pau-
lino de Alencar.Ioteirou se ao brigadeiro com-
mandante das armass.
passag-ns importaram em 22*000 como se v do
incluso recibo.
Ao mesmo enviando para ter a davda exe-
ca$io, copia do aviso do ministerio do imperio de
10 de outubro allimo, sobre os que exercem a
medicina sera terera ltalos legaes.Igual mata-
ra mutandis ao inspector da saude publica.
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio de Caruar para fuer daalacar
em Panellas dez pravas a disposicao do respectivo
dtlegado. Expedio-se ordem ao director do arse
nal de guerra para mandar foraecer 10 espingar-
das e 300 canutos embalados, afim de serem en-
vi;d is aqueile delegado ; e fizeram-se as necessa-
rias ommunicaces.
Ao do municipio do Etti para que, em obser-
vancia ao aviso do ministerio, da justi(a de 30 de
outubro Gado, indique o corpo, a que possa ser
aggregad o capitao secretario geral desse com-
mando superior Jos Joaquina Amando Janior.
Ao director do arsenal de guerra recommen-
dando que de conformiJade com o disposto no
aviso do ministerio da guerra de 25 do mez prxi-
ma fiado mande foruecer ao deposito e artigos
bellicos da provincia das Alagas as pegas de far-
daraenti constantes da nota junta por copia.
Ao engenbeiro encarregado das obras milita-
res recommendando que mande executar os coo-
certos necessarios ao corremao e balaustre da es-
cada, que d subida para a parte assobradada do
quartel do deposito de recruias e bem assim col-
locar novas taboas no cano de esgoto das aguas da
cacimba do mesmo deoosito.Expedirara-se ne-
cessarias coramunicacSas.
Despacho :
Capitulino Casar de Lourero.Derido com
offlcio desta dala dirigido a thesouraria de fazenda
Emigdio (Francisco ds Sonta Magalhaes.DeQ-
rido com oflkio desta dita dirigido a thesouraria
de fatemla.
Jos Placido Lucas Bion. Deli ido com offlcio
desta dala dirigido a thleoraria de fazenda.
Joaqulm Xavier dos Santos. Como requer.
Jos Joaquim do Monte. O supplicante deye
aguardar no deposito a solacjta do sea reqaer-
mento feito ao governo imperial.
Luiz da Franca da Silva.Como requer.
Baebarel Manoel Isidro de Miranda.-D Brido
com cfflcio desta data dirigido a thesouraria pro
vineial.
Manoel Clementino Carneiro da Cunba.Passe.
Major Manoel de Ate vedo do Nascimento.Como
requer.
E' fora de duvida que o partido bonapar-
ii* apenas vio na expedicao Prussia a restitu
ci das nossas frooteiras naturaes. A agiucio re-
publicana precisava de ontro guipe de estado qoe
s poderia ser imposto por* algum simulacro de
victoria. Era necesario que o embarque dos des-
contentes coiocidisse com a entrada das tropas.
Se nao honvesse Marengo, nao teriam encontrado
Pichegtn aatiangulado na prisao.
f Abi est o vergonh)so segredo das recrimina-
c/Ses, que sargia m de todos os lados contra os bo-
mens, qne se dedicaram a dar as ultimas pancadas
n'um estad) de cousas, que toda a gente procla-
raava eolio por intoleravel.
< Vi sois, Ibes dissemos, a cansa dos nossos
desastres, eolonqaeceodo o imperio, o precipitaran]
as mais extravagantes aventura.
< A histeria decidir s1) postivel julgar mais
crumenle o Vencido de Sedan, que segundo, cou-
lisso dos seas apaniguados, antes quit restituir a
Alsacia e Lorena Prus-ia do que dar a liberdade
Fraoga, e qae alegremente sacrifleava a vida d
duteotos rail homens, i esperanza de deportir
qainhentos.
i E ahi esl em q ie circumslancias altennantes
se fundara os promotores de urna restaurarlo im-
perial ; '
- Tenbo anda presentes na iraagnacao todos
os pormenores de orna visita, que fiz a Barb* no
exilio celular que o grande patriota fra volunta-
riamente procurar na H llanda. Era um anuo an
tts di guerra aproxlmava-se a catastrophe. Sor
prehendi iquelle hera, qua estara entre os san-
^)s se a repblica os tivesse, quando estava percor-
rendo urna pnbli:aco semanal que era emo fal-
lada.
< Diz no sea folheto, ponderou-me elle, que
tudo jsto acabar, como a maior parte dos baixos
imperios, por urna insurreigo militar ou por urna
invasao. I>toaserio?
Nao vejo outro desfecho, responda logo eu.
" Ah I mea amigo, redarguio ento Barbes,
se lemos de ver oulra vez oa e-traogeiros em
Franga, antes quero vinte annos da Bonparte.
Porqoe, bera v, nm imperador >empre acaba por
morrer, mas a naga), deshonrada j urna vet.ple
muito bera ser que nao torne a levantarle.
< lleajisaram-se os receios de nos arabos, e para
quem ama o sen pait, nunca boa ve anciedade mais
pungente era occasiao mais solemne; porque, de
pois de termos visto trazer-nos o imperio a inya-
so, pensimos com urror oa perspectiva possivel
da invasao aearretando outra vez o imperio.
Henrique Rochefo.
ltepartlQo da polica
2.* secgo.Secretaria da polica de Pernambu-
co, 15 de novembro de 1871.
N. 1551Ilion, e Exm. Sr.Levo ao conheci-
mento de V. Exc. que, segundo consta das part
cipaedes recebidas boje o'esla repartigao, forara
honiem recolhidos i casa de delengo os seguate-
individuos: s
A' mioha ordem Jos Joaquim de Sant'Aona,
como auapeito de ser escravo do bario de More-
nos e criminoso de raorie em Serinbaem.
A" ordem do Dr. defegado da citH*l, M*r4v, s-
crava de Manoel Fernandes da Silva, a requeri-
miento de seu sent >r.
A ordem do subdelegado da Boa-Vista Frank-
lin dos Santos, a minba disposicao.
A' ordem do da Capaajpa, Leocadia Mara da
Conceieao, por offensas a^twral publica.
,Por offlcio de 12 do crrante, partfeipou-me o
delegado do distrcto de Capoeiras do termo do
Bonito, que uo da anterior no lugar Balateira, do
mesmo districto Flix de tal, ferio gravemente com
um tiro e diversas facadas a Jos Francisco Bar-
bosa, o qual ferio o seu aggressorcom daas facadas
das qnaes resnllou fallecer Flix immediatamente;
e que a semelhante respeito se est procedendo
na forma da lei.
Em data de hontem partierpou-meo subdelegado
dos Afogados, que pronunciara a Epiphanio Flix
da Silva, como ocurso as penas do art. 269 do
cdigo criminal.
Por offlcio datado de hontem participou me o
subdelegado da Boa-Vista, que na madrugada de
13 deste met proceder a corpo de delicio na pes-
soa de Salusliano Pinto Correia, morador em San-
to Amaro di.s Salinas daquella freguexia, o qual
na noite do da anterior havia soffrido diversos fe-
rimentos no lagar Fandio do districto de Beberi-
be, dos quaes fallecen as 5 horas da tarde do re-
ferido da 13.
Por cfflcio desla data communicou-me o Dr. de-
legado desta capital, que honiem pelas 8 e meia
horas da noite, na curva dos trilhos urbanos do
Recite a Caxang, entre a estacao da Torre e
Ponte de Ucha, fra esmagado pelo iram que
desta eidade segua para o Caxang, um individuo
de cor preta que se suppoe ser Leandro de tal
ex-calceta do corpo de polica ; que apenas soube
do fado dirigise ao lagar do syoistro, deu as
providencias que na occasiao estavam ; a seo al
anee e-que soore o mesmo facto vai preceder na
forma da lei.
Deus guarde V. ExcIllm. e Exm<-Sr. con-
selheiro Jlo Jos de Oliveira Junqueira, presiden-
te da provincia.O chefe de polica, Hermogones
Scrates Tavares de Vasconcellos.
Umi lei que assegnre aos operarios o produc-
to de ser trabareo;
i A re viso immediata, por jurados, formados
por igual numero de capitalistas e trabalbadores,
de todas as leis e regularaeo'os qae estabeleeem e
regem as relaedes dos trabalbadores e dos capita-
lista) ; revisaj feita son o principio de perfeita re-
ciprocidade;
O elabalecimento e ausleuc*o pelo munici-
pio, provincia, nagao e futura federago des estados
unidos da Europa, de urna asistencia publica secu-
lar, assegorando s criancas abandonadas, aos ve-
lara sem recursos e sem familia, e aos cidadios
sem trabalbo, o auxilio e os soecorros ne:essarios;
Sobretndo, e antes de tudo, o eslabeleeimento
e susteotag) pelo municipio, provincia, nagi) e
federago europea, de um sysibema completo de
educago e instruccao secular gratuita para todas
as pessoas de ambos os sexos, obr gatoria no grao
primeiro; eslabeleeimento que ser sustentado
por um imposto sobre a randa.
Sao estas pois as conclns5es adoptadas pelo con-
gresso de Lausanua, que cun-litutmo prograrama
poltico da Internacional.
Na mesma sessio (27 do mez passado) o con-
gresso, pronanciando-se i-ootra as leis repressivas
propostas pelo ministro Jrancei o Sr. Dufaure,
adoptou a -eguinle resolueao:
c O congresso declara reconhecer imeiramente
o direito que assiste aos operarios de associar-se
livremente. Por coosequencia, pronuneia-se con-
tra todas as perseguig5;s que possam dirigir-se
contra elles por delictos de associago, de qualquer
pa7. que sj vm ; e roga a todos os raembros da,
liga que trabalhem neste sentid) por escripto e
pela palavra, por va publicidade e de representa-
co, u'uma palavra, por todas as vi is legaes.
dorm do Commercio, de Lisboa).
EXTERIOR.
Ao inspector da thesouraria provincial para
informar acerca da malerii do aviso, que ser
devolvido, do ministerio da agricultura, de 27 de
outubro ultimo e relativo ao pagamento de Eduar-
do Mornay.
Por essa thesouraria mandou-se pagar :
' A Marcelino Jos de Lima a quantfa de 484000,
proveniente do aluguel de um seme.tre vencido
ne 1* deste mez, da casa que serve de quartel ao
destacamento de Ipojuca.Inteirou-se ao Dr. ebefe
de polica.
Ao bacharel Manoel isidro de Miranda a de
300*000 pela desappropriacao feita no terreno
em freot* de seu sitio na estrada do Monteiro.
Ao Dr. chefe de polica transmittindo para
os flns convenientes, copia do aviso do ministerio
da jusi.ga datado de 25 de outubro ultimo, relati-
vamente aos concertos, de que necessita a easa
em qae funcciona a repartigao a sea cargo.
Ao mesmo devolvenlo dos 30*000 qae re-
menea para pagamento das passagens do escra-
vo Isaas e de duas pracas que o acorapanharam
at o Rio Grande do Norte, para onde seguio a
bordo do vapor Pirapama, aSm de ser entregue a
FBANCA
A HISTORIA DO ULTIMO IMPERIO.
O Siecle publica nm pedaco do prologo, qae o
Sr. Henriqae de Rocbefort fez ao livro que est
escrevendo e se imtala : Hutoria do ultimo im-
perio.
E' de notar-se a firmeza e a serendade do lio-
mem que assim escreve, depois da terrivel senteu-
ca que Ihe dictou o tribunal ;
c ..Para ura poier immoral do ha trabalbo
mais fatigante do qae a obrigacao de remar perpe-
tuamente na gal do xito. Aq primeiro revez,
logo a conscienca publica entra as increpacoes!
As entradas do novo reinado fora.n andadas pela
appangio de um Iivro, qae havia da acudir aos
labios a cada erro comraettido ; os versos dos Cas-
figos acorapanharam surdina todas as cantatas
com qae se acalenlava o rgimen de 2 de dezem-
bro. A esplendida obra prima entrn como um
panhal de crystal at ao sitio mais recndito do
corago do imperio, all eslave era vado vinte anno?.
Nem os vivas, nem os enthusiasmos era os mai*
sabios delirios do socialismo poderam arranca-lo,
e na vespera da revolucao do 4 de setembro ainda
l estava na ferida.
c O sooho, o ideal, a dahlia azul, que todos os
governos persegnem o chegarem a impedir que
os governados tratera de poliiica. Napoleo III
primou n'essa arte de desviar a opinao e de illu-
dir 03 nossos appetites. Tudo Iha agradou : des-
de ojogo da bolsa at aos quadros vivos, desde as
cagadas al s pegas com mulheres seui-nnas,
desde o theatro ate ao meio da rus.
. Mas do proprio seio dessa desmoralisacao offl-
cial e dessa depravago ordenada, nasceu a mais
pengosa das opposlgoes, a que matn o impe-
rio : a opposicio naccessivel. Tu lo em Franga
se tornou em machina de guerra ; as paredes en-
trarara a discutir ; os chafarizes entraram a cons-
pirar.
.. .Quando os apologistas do regtmem eahido
aecnsam os dsmocratas; cem inteira m f, de ha-
verem ndu ido guerra econsecutivamente i rui-
na de um edicio para sempre descoroado, 'andam
sua senhora, a quantia d? 81000 pois que taes mais prximos da verdade do que elles mesraiaap-
Cougresso de Lansaona.
Grande numero de Jornaes sao prdigos em in-
vectivas e motejes dirigidos ao congresso da liga
internacional da paz e da liberdade, celebrado em
Lausanna. Ontros jornaes poiai que se deliveram
em examinar alternamente o que all se passou
responden) ibes sustentando que o congresso sou-
be elevarle sobre as preoceupacoas vulgares a
que lirmou os verdadeiros e gran les principios do
ilireito ubpular moderno, deixandu ao tempo e aos
h.imenssMnsagradoi a causa do progresso, a mis-
o de reunir os meios possiveis de applicagio
pratiea em todos os pazes da Europa, mediante
o rgimen republicano e a federago dos po-
vos.
As resolucoas do Cungresso oo sao tao dispa-
ratadas como alguna jornaes qaizeram inculcar;
assenlam algumas em principios exagerados, mas
constitoem proposiedes que se podem discutir.
A que nao versa sobre as conclusSes adoptadas
pelo congresso da liga internacional na sua ultima
e mais importante sesso, e que sem commentarios,
offereceraos a apreciacao de quem desojar saber
quaes ?o os fias a que ella se dadica.
Eis as oncluoes :
a Considerando que a autonoma, ou, para me-
lhor dizer, a plena liberdade da pessi o princi-
pio fundamental da moral, da poltica, e da eco-
noma social; e que o direito de propriadade a
conseqnencia directa e*ao mesmo lampo a condi-
co e garanta dessa autonoma;
< Considerando que o direito de propriedade, e
a facilidade de capitalisago qua della deriva, sao
pois esseneialmente direitos humanos que nio teem
outros limites seno o respeito do indivliuo por
si mesmo e o respeito aos mesmos direitos as ou-
iras pessdas.
c Considerando que as sociedades de fado,
que existem taes como a bao creado s preoecu-
pages, as conquistas, o trabalbo, a tradigo e as
leis positivas, a proprradaia eucootra-se reparti-
da, e a faculdade de capitalisago exercida de tal
sorie, que o maior numero de membros dessas
assocagoes esto de facto, aeno de direito, priva-
dos de lodo o aecesso ao direito de propriedade, e
por conseguiuto restrictos e lesados em suas pes
soas:
c Considerando que toda a destruigao pela Tor-
ga da tociedade qae de facto existe hoje em dia,
e toda a tentativa feita para substituir violenta-
mente essa soeiedade, por ama so:iedide i leal
mais perfeita, seria por urna parte contradictoria
ao proprio principio de soberana justica, era que
se pretendesse apoiar, e par oatra infructuosa e
via, porque a violencia que destraisse a soeiedade
actual nao destruira por isso as causas humanas
oa fataes qne crearara essa soeiedade:
Considerando pois, qae por urna transforma-
cio pacifica, gradual, mas universal e continua da
soeiedade, e, sobretudo, dos costumes que a ho
creado, cmo deve realisar-se a revolugo radi-
cal necessaria e legitima, que ella ter que sof-
frer :
t Considerando que o objecto mais geral da
revolngo social deve ser a extensao e a atlribui-
cao do direito de propredale a lodo genero hu-
mano : _
i O congresso deilara :
c 1. <}e o objecto principal da reforma social
seguir e garantir a todas as pessdas de ambos os
sexos o aecesso mais fcil possivel, pelo trabalbo
ao exercicio do direito de propriedade.
f 2." Que os meios mais ffiazes para conse-
guir o cumprimemo desla reforma, Ihe parecem
ser os seguintes :
t O eslabeleeimento do governo republicano de
cada nagio :
c A cjnstituigo de urna federago republicana
de todos os poves da Europa ;
t A liberdale de pensar, fallar, e impri-
mir :
c A lib rdade de reuniao;
A liberdade de conscienca realisala pela se-
paraco da igreja do estado ;
a A lber lid t municipal;
O direito de paz edegu5na exercido dia-
riamente pelo povo :
c A liberdade de contratar;
t A liberdade de coaiisao e da associago,
< A lbsrdade de cirbalago o de canbio ,
O resgate de lodos os caminhos de ferro o o
da concentrago desse meio de locoraogo as mes
de estado, para arrebatar um privilegio a industria
privada o que conlribue muitissimo para a expo-
raco dos povos;
A concenlracao dos bancos de eraissio as
mios do estado, p ra Jar-lhe o poder de distribuir
o crdito, esse instrumento to importante do tra-
balbo, a todos aqnelles que mereccrem a sua
conanca;
A concentrago dos seguro ao todas as cas
se?, as moJ do estado-;
A applicacao da expropriaeo dos terrenos
para a construego, sem dar aos proprietarios mais
de que outro terreno do mesmo valor para cultu-
ra, e o que bajara gasto ra melhpra-lo
DIARIO DEPERNAMBUCQ
RECIFE, 16 DE NOVEMBRO DE 1871.
.NOTICIAS DA RAHIA.
Ante-huntera ao oscurecer fundeou em nos>o
porto o vapor de guerra brasilmro Marsilio Dios,
conduzindo seu bordo a commissio de .limites
entre o Brasil e o Per.
So bontem tarde nos forara obsequiosamente
prestados* tres nmeros do Correio da Baha, de
10,11 e 12 do crreme, dos qnaes extractamos as
noticias que seguem.
No dia 6 comeearara os actos dos alumnos
da Faculdade de Medecina, sendo e seguinte o re-
saltado :
Da 6.5* auno medico.-Eduardo de Araujo,
Manoel Jos de Araujo, Antonio Amaocio Pereira
de Carvalbo, Manoel Barobsa da Silva. Manoel Le-
te de Novaej Mello, Antonio Braulio Ferreira, ple-
namente.
'Dia 8.1 anuo medico.Manoel Victorino Pe-
reira, J io Candido da Silva Lopes, plenamente;
Jos Ignacio da Costa, Jjo Ferreira de Campos,
Juveoal de Oliveira Andrade, simplesmeate; e nm
reprovado.
anuo.Joaquim Leal Ferreira Jnior, Joa-
qnim da Silva Gomes, Pedro Julia Barbuda. Anto
nio Jos Pacheco Jnior, Julio Gongalves Fartado,
Antonio E-pioola de Athayde, plenamente.
3 anuo. Abdon Seera Baptista, Manoel Pereira
de Mosquita, Amancio Joaquim Pereira Caldas,
Manoel Gongalves Theodoro, plenamente: Henri-
que'Jos de Mallos, Aurelio Benigno Caitilbo, sim-
plsmente.
4" anno.Juli) Cezar de Castro Jess, plena-
mente ; Alfredo Caria, Raulino Francisco de Oli-
veira, Julio Adolpho da Silva, Joio Jos de Souza
Manezes Jnior, Antonio Rodrigues Teixeira, sim-
Blesm*-nte.
5? anno.Agostinho Das Lima Filbo, Joio Da-
masio Jos, Antonio Jos Pinto, Joo das Chagas
Rosa, Joio Ferreira da Silva, Francisco Lzaro
Tourinho, plenamente.
6" anno.Jos de Miranda Curio, Joaquim da
M ata e Silva, Demetrio Minoel da Silva, Antonio
Martios Torres. Francisco Joaquim Ferreira Nina,
Adolpho Jos Vianna, plenamente.
Da 8.1 anno medico.Jos Zicharias deSou-
ta, Antonio Gongalves Ramos, plenamente; Osear
Simpayo, Jos Luit e Aragao Faria Rocha, Au-
reliano Pereira de Souza, simplesraente; e um re-
provado.
2o anno.Manoel Maria Tonrnho, Salvador Fer-
reira Franga, Darval Mendes de Queroi, Manandro
dos Res Meirelle?, Joo da Veiga Oradlas, Ernes
lo Alvaro Pereira de Miranda, plenamente.
3 anno.-Antonio Jos Pereira da Silva Araujo,
plenamente; Valtntim Antonio da Rocha Bitteo-
court, Clariudo Adolpho de Oliveira Chaves, Virgi-
lio Tavares da Oliveira, Laurentino Argio da Azara-
buja, Antonio Augusto de Figueiredo Pitia, plena-
mente.
4 aupo.Manoel Jos de Pinho, plenamente;
Pedro Augusto Pereira da Cunha, Estanislao Emi-
lio de Brito, Pedro Severianode Magalhies, Antonio
Hermenegildo de Castro, Silumino Tbomaz i
Aquino, simplesmeate.
5 anno (exame tbeorico e pralico).Cyrillmo
P.nto de Almeida Castro, Aureliano Macrno Pires
Caldas, S*lustiano Jos Pedresa, Candido Alves Ma-
chado Freitas, Rodrigo Aprigio Carvalhal, plena-
mente.
6 anno.Ciementino Ribero de*Novaes, Fran-
cisco Joao Fernandes, Eayclides Alves Ferreira da
Rocha, Pedro Ribero de Almeida Santos, Antonio
de Atevedo Mmteiro, Antonio Jos-de Sonta Gon-
va, plenamente. -
Clnica medica e cirurgica.Jos de Miranda
Curio, Joaiuim da Motta o Silva, Demetrio Manoel
da Silva, .Antonio Martins Torres, Francisco Joa-
quim Ferreira Nina, Adolpho Jos Vianna, plena-
mente.
A alfandega arrecaiou de 1 a 11 do corren-
te 265:732*739.
l
- O cambio sobre Londres regulava de 24 i/i
24 3/4, sendo esta cotaco dos saques partcula-
res, e aquella dos bancarios.
PERNAMBUCO.
da
bata-
2EV1STA DIARIA.
GUARDA NACIONAL -Por portara da presi-
dencia da provincia, de 13 do crranle, foram no-
meados para o 5 batalbo de infamara, do mu-
nicipio do Recite: tente quartel-meslre o tenen-
te Antonio Soriano do Reg Barros; capitn da 8
companhia o lente Antonio Climaco Morer
Temporal, lenle da 4.* o alferes Marcolino
Costa Villar, aliares da 8.' o guarda do 4:
Ihao Jos Cosario de Mello Janior.
DELEGACIAS LHTERARIAS. Por portaras
da presidencia da provincia, de 13 do corrente,
foram creadas duas delegadas luteranas : urna
na pov jacio de Afogados da villa de Iogateira,
tenlo por limites os dessa povoacio ; e outra na
villa de Ouricury, tend por sede a povoagao de
Serra Branca, e por limites os do juitado de paz
dessa denomioaco.
DELEGADOS LITTERARIOS.-Por portaras da
presidencia da provincia, de 13 do eorrente, lo
ram nomeados delegados erariosi : de Aogados
em Ingazeira, Antonio Pereira de Moraes ; de s.
Jos em Ingazeira, Esperedio de Siqueira Cam-
pos, da villa de ingteira, Francisco Miguel de Si-
qoeira.
MO.vTE PI SANTA CRUZ.Por portara da
presidencia, de 13 do correte, fei nomeado Hygi-
no Jo.- Ferreira, presidente da Soeiedade MBle-
Pio Santa Cruz.
FERIMKNTOGRAVE.->No dia 11 > correa'-,
no lugar Balateira, do termo do Bonito, Flix de
tal ferio gravemente com ura tiro e diversas far-
das i Jos Francisco Barbosa, recebendo em troca
daas facadas, d'uraa das quaes fallecen em conti-
nente.
PRONUNCIA.Pela subdelegada dos Afogados
foi pronunciado, como incurso as penas do an.
269 0*0 cdigo criminal, Epipbanh Flix da Silva
CONSELH&IRO JUNQUEIRA.-No numero M
do jornal ilustrado Noe& Mundo, que se-pubiiea
em New-Yok, se l sobre os discursos da Bxm.
Sr. conselheiro Joio Jo- de uliveira Junqueira,
actual presdante desta provincia, e depntado i aa-
serabla geral pela da Babia, o seguinte joiio :
i A caceara dos depulados j comecra a discu-
tir o orcamento do ministerio do imperio, e a estt*
respeito pronunciara o Sr. Junqueira nm dos rae-
Ihores discursos da sesso actual.
a Elle nio ple acreditar em poder pessoal sem
irrogar ama injuria a todos os que lem sido mi-
nistros de estado: defeoden o decreto de 14 de Ja-
neiro manda:-;i i sabjeitar 'priva escripia os exa
mmandos dos cursos superiores : e censuran a
idea de um sea collega pelo Rio di Janeiro de re-
forgar a ferga naval, em vez de se multiplicar m
meios de se educar o povo. Em snmma o Sr.
Junqaeira ura dos ornamentos mais solidos da
cmara e pedimos a attencio especial dos noss -
leilores por todo o Brasil para os sens discursos
lio simples e moderados, quanto sao amplameoie
Ilustrados e enrgicos,
DINHE1RO.O vapor Pirapuma, sabido hontem
para os portos do norte levuu desla para as se-
guintes pracas as quamias abaixo :
Cear l5:863a?i(i
Mossor 29:220,1450
Maco 800X000
Natal 40:000,101,0
Parahyba 18:000x000
O vapor Giqui tambera levon para o su! as
segrales :
Aracaj 5:000x100
Macei 30:000*011)
. GYMNASIO PROVINCIAL. Fiteram honiem
exames de Iragua ingleza os seguintes alumnos :
Perminio de Abren Lima Figueiredo, plenamente
Francisco Moreira Das, simplesraente.
Jos Machado da Molta Pimenlel, plenamente.
Tambera foram examinados os alumnos infra,
do 1.* anno de lingua e lteratora nacional :
Jeronymo Accioly Lins, dislinccao.
Alfredo Alves SimdasBarbosa, simplesraente.
Adolpho Alves SimOes Barbosa, idem.
liento Manoel Ribero Carneiro Monteiro, plena-
mente.
Manoel Bernardino de Azevedo, simplesraente.
Hermioo Moreira Das, plenamente.
Manoel Coelbo dos Res, simplemente.
Peregrino Affons. Ferreira, idem.
Emilio Ambrosio Marinbo Falco, idem.
Eurico Caetano de Medeiros, plenamente,
Antonio Francisco de Albnquerqae, simplesraente.
Augusto Guedes Correa Gondim, idem.
Ainda flzeram exames do 2.a anno de lingua e
llleratura nacional os alumnos :
Alfredo Eugenio Correa de Oliveira, plenamente.
Antonio Accioly Lins, dem.
Antonio Jorge Gnerra, idem.
Francisco Moreira Dias, idem.
Flosrimnodo de Torres Galiado, simplesmente.
Henrirae Augusto Millet, idom.
Ascommiss5es de exame foram assim eompns-
tas: de ioglet, Dr. Felippe Nery Collago, Dr. Au-
gusto Carneiro Mrateiro da Silva Santos e Culos
Ferreira da Silva ; de lingua e liiteratura nadona 1
Drs. Jos Soares de Azevedo, Antonio RaDgef de
Torres Bandeira e Augusto Carneiro Monteiro da
Silva Santos. Como assistente e commssario
funecionaram os Srs. Drs. Manoel de Figueiroa Fa-
ria e Francisco Jaciuto de Sampaio.
Amanha (sexta-feira ) devem ter lugar os
exames de mathemalicas e de geographia.
ACCIDENTE FATAL.Ante-hontem o treni da
va frrea de Aolpucos, qne do Recfe parti as 8
e 1/2 horas da noite, ao chegar a curva que apr-
senla a estrada em frente do sitio do Sr. Gybson
em Ponte de Ucha, esmagou um homem de cor
preta qae se achava sobra os trilhos e nao pondo
ser dislioguido pelo machinista tempo de evitar-
so o accidente, do qual resnllou flear o referid
preto to- esmigalhado pelas rodas da locomotiva
e carros, qne foi myster eosaccar 03 fragmentos d"
corpo, afim de serem estes couduzdos para o Re-
cite, em cujo ceraitero forra sepultados.
Dzera-nos que o preto estava embriagado, as-
sim como que foi tal o dilaceramento do corpo
que tornou-se impossivel verificar a identldade do
individuo.
TERCEIRO LIVRO DE LEITURA.Sob eUa ti-
tulo acaba o Sr. Dr. Abilio Cezar Borges do pu-
blicar a ultima parte do seu trabalbo para o en
sino da infancia brasileira, abraDgendo o presente
volume, al.n de diversas regras para bem escre
ver e para tornar bons es meninos, a descripgao
dos reinos mineral,* vegetal e animal, bem cm
nocoes geraes de geographia e especaes da di
Brasil, seguidas da explicago das diversas formas
do governos da constitnigo brasileira, s ndo.ta.io
isso acompanbado de varios ontros assomptos qti;i
interessa saberem as criangas.
As sabias ideas abi expendidas e os sensat i)
conselhos e normas de viver na soeiedade exp i- h
pelo Sr. Dr. Abilio Cezar Borges nesse Terceov
livro de leitura, tornam-o recommendayel a ledos
o especialmente aos preceptores da mocidade.
Acha-se venda oa livraria 'franceza doi Srs.
Lailhacar & C a ra Primeiro de Margo n. 9, a
2x500 cada exempiar.
COMPANHIA UTILIDADE PUBLICA. R ram-se bontem, as 2 horas da tarde, os seuhort-
accionislas desta emprea pira o fim de darem
comprmento ao artigo 41 dos respectivos estatu-
to, qoe trata de negocios linanceiro?.
' Foram eleilos para a commissio de coma* >
Srs. Luit Doprat, Miguel Jos Alves e Lu t do M
raes Gomes Ferreira.
ESTRADA DE FERRO DO RECIFE AO S.
FRANCISCO.No met prximo Ando de outur.r
esta va de communicagio ,,,.,
Reodeu
Despendeu





Dando de saldo
Sil :25956 i S
20:09377:
No mesmo periodo traosiuram na unha......
14:987 1/2 pasiageiros, e foram traasporta i
62:653 l/ kilograramos de bagagero, 3.250:64h
kilogrammos de mercadorias, e 366 auimaec
as mercadorias esli eorapreheodidas 1:31,
saccas de algodo pesando 101:375 kilnramiEo-,
n 14:229 sancos de assncar pesando 1.084:205 k -
logrammos.
A relago entre a despea e a recoila foi 29 por cento.
FESTIVIDADE RELIGIOSA. Amanha asra
basteada, na eidade de Olinda, o esundana as
Nossa Senhora do Amparo, de vendo a fesU
lebrada no dia 26 do crranle, occapandoi a tn
basa sagrada ao Evangelho o Rvm. Joj '!''
Vianna, e ao Te-Deum o Rvu.coneg Manoel I
^m'HOSRAPHIA PERNAMBUCANA.-Sob
denoratiiag) aoaba. de ser abena ao pabluti
f i



i


.-
"
-
i
ama bot sfflMU lythof raohic, nrpoodo-se o
M preprietario a executir qualquer trabalha des-
se genero por presos extrmameos eomraodos.
CORVETA BAHim-Eile navio da armada
brasileira seg ae hoja as 6 horas da machia para
0 Rio 1* Jioaire, com escala pelos Abrolhos e Co
ta ite Maldonalos.
CORREIO.-Ror portara do miolslerio da agri-
cultura, de 8 do corrate, foi deelarad) sefli r hj
o a nomeacfo de Ulpes Tbemistocle3 da Costo,
para agente do correio do Agoa-Prela, sendo reio-
legrado Ivo Pinto de Miranda. i
CAS \ DE DETtC\a-Sovlmento 4o dia K de
novembro de I87i :
Existan) (preso) 313, enlraram 4, sahirira 3,
xistem 344.
A saber :
Naelonae* 248, mnlheres 7, estraflfelros 41,
scravos 43, escnvas 5. ,
Alimentados :ut do cofres pblicos 262.
Movimeolo da enfermarla, do iflesrao da :
Tete baixa:
Joaqun) Locadio C >eltto, byJroceli.
Teve alta .
Joaquim B-zerra de Santa Aona.
. HOSPIT \L PROBO II.O movimento desse es-
tabeletfiraento de 6 ao dia 12 da novembro,
oi de 299 existentes, entraram 28, sahiram 24,
falleierara 8, existen) 295,sendo 182 bomens e 113
nratheres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras estes dias a;
7 1/2,8, 7 1/2, 7 1/2, 8, 8, pelo Dr. M >tta. no im-
pedimento d* Dr. '.amo--, as 7 1/2, 7, 7 1/2, 7
1/2, 8, 8, 7 1/ pelo Dr. Mala-tolas.
Fallecidos.
Pedro Jos de Sonta ; bexigae.
Ignaci t Mara da Cooceicao ; hepilo enterite.
Thereu ; bexgas.
Mara J s da Penba ; bexigas.
Mana Tilles da Cobcsicao ; tubrculos pulmo-
nares.
Jo-e Ferreira da Silva ; bexigas.
L0TEH1A.-A que se a:ha venda a 2H' a
beneli io da Siula Casa da Misericordia do Recife,
a qu I corre no dia 22.
LEILQ.H>j ifTciaao ag>nte Pinto no Poco
4a Panella, ex casa do Sr. Rawliasun, o le
lio de movei-, li.uca, vidros, cama e ci vallo, s
10 h iras em pouto, partir da esl ig do Kecife.
jauto aoareo de Sanio Antonio, oni trera especial
para rondmir mis ccocorrentes ao leilo (grans).
PAS5AGEIR0S.Sabidos para o? partos do nor-
te no vapor Piropama :
DomiLgos Jo.- R>drigue9, Flix M. Vacoacello,
Joaquim Aliro llircia, 3 ti boa, 5 crudos, 'Ui
aogra, 2 Mohada*, 1 lia e i prima, Got'.friel
Spohor, Aotraio X \l. Aragio, Josquira Ferreira
Cavalcanti. Man I li. Araujo Juoior, Joaquim N.
Cmara, Fr. L-wueio de Anlrade, Francisco I! ir >
au Silbador Brando. Jos Joaquim de.Aimeida,
Jos F. R da Anlrade, Antoi* F. R. Aodrade,
Pedr F. Bnndo, Aid-to B. A. Maranhio, Cali -
pe F. Aze*edn, Joaquim P. R. M reir. Joio A.
Porto, Fnncseo A. P. Rodrigue, Jos B. F. Fae.
Arcebo) Q Lima e i criado, Francisco Joaquim
Rocha. J.aqunu R. Morara, Manosl M. Rotim,
Francisco P. Barros, Dr. Alexaodre R. Barroso,
Tbomaz P. S Brasil e 1 criado, Antonio F. de Mello,
Ano* Igniria, Anteara J. P. Silva, Manoel Ribero,
Dt. Elias F. da Aibuquerqoe, Jos C. R. Barros e
1 eriado, Dr. Manoel F. da Silva e 1 criado, Fran-
cisco J. (i. m.-.-. Joo J>aquim S. de Araorira e I
serava, J.a C. SvUZ, Jjaqnim F. L'Soaia, An-
tonio J. O. Cuninha, Antonio Jiaquim N. Girara,
Jovino Cesar, Felmto Elisio, Fraocisco II. Baroa-
Jbo, Eirygdio II Barbalho, M. Ronbach, bicharel
Licurgo A. Nmcimnto. Joaquim P. C."M >reira,
Theopbilo O. C Souto-Mior, Antonio A. de Souza,
D. Mara F. P. Silva, 1 oe-to e 1 criado.
Sahidos para os portos do sal no vapor Gi-
qut :
Fortunato da Rocha e Silva, Cosme da C Cu-
aba, Augusto (1 da Cuuln, -u i mulher e 2 lillia-
meoores, Dr.. RuJrg G d'Araujo, Jos F. C. da
Par, Arthur H. Puneutel, Gervasio Lipes Ferreira^
Olympio da S C>sia, Antonio M. dos Santos, Loiz
Antonio Ribeiro, Fortunato Souto de lliv-r. ama-
nte! P. de Araujo, Antonio P. A. Castillo Branco,
Francisco f Vieira, Fernando Francisco Mia,
Francisco de Souza Machado, padre Getulio Ve-
pasuno, Mariuh > C. di A. Garca; Francisco R
da Casta, Jos F. de A. Qaeira Fonsees, sua mai
e 1 fllho menor, A^ Olgano, Antonio Francisco
L-, une T. Ramo*.
GKMITERIO PBLICO.-bituario d) da 13 d
n iv>>.mbro.
Mari loaquina, parla, Pernam'jnco, 10Q annos,
viuva, Santo Antonio ; apoplexia cerebral.
M.na, braoca, Pernambuco, 1 anno, Bia-Vis-
la ; bexgas.
. Ifjjea, psrte, Pernambnco, 7 anno?, Santo An-
tc-nio; bronchile chronico
Ant uno do R-go Pereira, branco, Portugal, 75
anno, viuv.; Boa-Vista ; gastrite jgnda.
BtMebio. preto, Pernambuco, 10 annos, solteiro,
Boa-Vita; hepatite chronlc.
Miria, branca, Pernambuco, 4 das, Santo An-
4onio ; letaao treraetio.
Benedicto, escravo, preto, frica, 4 annos, sol-
-tTro, Recife ; pneumona.
Mina doC^rmo, parda, Peroarobaco, 40 aonos,
soltera, Boa-Vista ; f-bre beliosa.
neceado n o espo* exigido para solamente le
estanelecimento destilado para tal im. excaasi-
vameow cresc.lo, e por (salo axequi rl mes-
mi) dilal, d parecer qne era vex de SO metro<
se diga 50 palmos para 03 que esiivereitmas visi -
nhaocas le m radas, podeodo porm ser coat*
gao um no outro estabelecimeoto da mesma or-
dem, cora tacrto fne nao seja habitado, permltun*
do se neste ease fater extensivo ao lagar denomi
nado do largo dt prac do chafarii no lado do nor-
te na fregueria do Jtecife, bem cogso que se addi
done ou se marque oa fregaetia dos Aff )gado o
lugar da Torre a margena do no, estrada do Ca-
xauga, e bera assim a estrada nova, de Bebribt> e
Campo Grande na freguesia da Boa-vista, estrada
do Arraial e Chacn a margem do rio oa fregae-
tia do Poca, estrada de Muribeea, Jaboatao, e S.
Loronlo as fregnetias destes nomes orna vez
qaa se gaardex s distancias exigidas e que wjaiu
fots, dos povoado.
Pa?o da cmara municipal do Recife, 3 de
ojvembro de" 187I.-Dr Praxsdes Gomes deSon-
ta Pitaoga e Jj> Mara Freir Gameiro.Appro-
vada.
Dsliberoa-se peiir ao Exra. presidais da pro-
vincia, que cela a cocheira pertencente ao edificio
le-te pac/> para neila se recolberem os oteasilros
do servido da cmara municipal.
Despacharais se as petiedes de Antonio Ignacio
Martios, Angosto Frederico de OUve r.', Aatooin
Gmeslves da Silva, Aodr VIJal Alve,'"Bt!thar4
Oliveira, ernardioo da Costa Campos, Boavr-ntura
J Colbo, Calfsto Jos de Mello, Cslso Tertulia
no Fernandes QuinleUa, Francisco Ribeiro Pinto'
tuimaies, Francisco Antonio de Albuquerque
M-l!o, Jo^qolm Francisco de Albuquerque Saotiajro,
J laquim Xaxier Cayalcante, Joaquim d Souza Sil-
va Cuaba, Joo Jos Pereira, Joaquim J-u' dj
Santos, Jos Joo- de Araorm, Joao Martins de
Rirros, Jiaquim da Silva Castro. Lu'i Jo* da
Costa Amonm, Maooel de Andrade Pesiis, Mir
celino de Jeso* Pioto, Manuel lavares da Costa,
M-iooel Ignacio de Oliveira M finita Campos, Manoel Beroardino & C, Rocba
Silva & O, Tiborcio Valeriano Biptista, a venera-
vel ordena terceira de S. Praocis:o ; e levaoton-se
a sessi)
En, Lourenfo Bezerra Ciraeiro di Caoba, se-
cretario o jubserevi.
Ignacio Joaquim it Soma LeSo, pro presidente.
-Juse Mara Freir Gameiro.Angelo Hemiques
duStlva. -D-. Silvio Tarquinio Villas-B6at. Cae
Vino Cyriaeo da C sta Moreira. Dr. Pedro de
Alhayde Lobo Hoscoso.Bento Jos da Costa.
. CMARA MUNICIPAL.
E5SA0 EXTRAORDINARIA AS 3 DE NOVEM-
BRj DE 1871.
PRESIDENCIA DO SR. DR. SOUZA LEAO.
Preenies os Srs. Gameiro, Dr. Pitaoga, Angelo
Henrijaes, Costa Moreira e Dr. Moscoso, a sessao e foi li Ja e approvada a acia da antece-
dente.
Leu-se o seguint
EXPEDIENTE.
Uji offj-ii do Ekiu. vice-presidejite da provin-
cia, do 2o de outubro ultimo,transmittindo a copia
do offljio do director das obras publicas, e dizenio
que, oaquella data expedio as orden> convenientes
liara serem entregues a cmara a ferraraeota e
mn< objectos empregados na demoligao do prJio
airamado oa rna do Mrquez de Olinda, e pedlndo
a me?ma cmara que deelare se qur ser indem-
nisada do material proveniente da referida domo-
lijo.Ao procurador para pedir aos proprietirios
opagameotn d de Outro do Exm. presideote da proviucia o conse
Ibeiro Joao J de Oliveira Junqueira, communi-
cando br lmalo posse de sea cargo.Inteirada.
Ootro do mesmo, approvando a resolueo que
r-mou eia cmara de contratar com o-eserlvo
Gailherme Aognsto de Athayde os seas servido-
em todos os proceros summarios em que lr con-
nemoada as ca>tas, por dcahir aellas a iuatica
publica., p^lo salarlo de 2001000 anouaes. Ao
proeurad r e que se lavre o termo de contrato
Outro d<> mesrn), approvan-t as arremataqSss
das easinhas da nbira da reguezia da Boa-visia.
Qae se lavrem os termos.
Outro do mesmo, tambera approvndo as arre-
mat*c3^s dos ulhos dos acougues n. 16, e canto
da ribera da freguezia de S. Jj.Qde se lavrem
os termos.
Outro do secretarlo da presidencia, remetiendo
ora exeoiplar mpresso da collecco de leis pro-
vinciaes do anno corrente.Ao archivo.
Ootro da cambra municipal da villa de Ciobres,
acensando a r ee. q5o de ara offlci 1 desta cmara
tendente a solicitaco da c ramsso direct)ra da
festa do trabalho na provincia do Maranno.lo-
teirada.
Uma.ifirmaglo do engenheiro cordeador, con-
traria ao requeriroento de Manoel de Andrade
Pestaa -Iqj. ferio-se.
Um offlcio do procarador, remetiendo as contas
das desapropriaefes feitts no terreno qoe perten-
eea a Andr de Abren Porto^ assim como do que
pertence.u a D. Rosa da Cunha Freitas.Aocodu-
lor para livar ^ verba competente.
Outro do mesmo, dando coala da ordem que
teve de euteDder-se com o ex-sdeiUdor rerca de
*uas C'.ui*. a-i procurador para oagar o que se
deve, d -p i de bem averiguadas as coatas, dados
s esclarecimant & Decessanos.
Outru do solicita Jor, pedindo 200000 para oc
eorrer as d tpeas necessarias. Ao procuialor
pira eo:regar a quantia pedida.
Ouiro do fiscal da freguezia do S. Fre Pedro
Goncalve*. rem-tteodo nm termo de mfraeijo la-
vrade conjra' Francisco Ribeiro Piolo Guimares.
Ao pn cura lur.
Oairo do lisc.l da fregaezia de Nossa Senbora
da G.-ar;., n-m-tt-ndo outro termo de infraccao la
sraflocoitra (Wtlioloraeu Loureago. e o mestre
n*L* ',i3nn'^, J '5o da Cunha.Ao proenrador.
OiTO-o do riscal la freguis dos AITigado', ue
dmdo o pagmiemo das de>pzis fetis com o en-
terraraeoto da uin cavallo.-Que se passase raan-
dado.
JJm parecer da commisjae de ediQeaeao nos se
gaiotes lenn-'i :
A co-ium-sao de edica(o a qasra foi pre-
sente o ediial os lugares desuados para depsitos de gaz Itero
xane, e o requer meato do vereador Jos Mara
Freir G.oieiro, examiooa o dilo edital, e reco-
PUBLICACOES A PEDIDO.
Fernando.
O Sr. Antonio Climaco Mjreira Temporal, qae-
bron hoje o silencio a que se hava imposto a
respeiio do multo qae se teas dito de sea cuohado
o Sr. cap:tao Trajino Alipio deCarvarbiM^ndong
major da praca na ilha-ds Fernando, para jastili
car a remessa das facturas aue com o meo nome
foram mandadas bascar pelo dito su cunbado,
sendo encoramendas de que nio live seiencia, por
serem fsiias por minna mulher, que no presidio
tem urna casa do nego-io a mu.os anos.
O que eu disse o j Diario de 10 dere mez foi que
o Sr. capit) Tr ajano na i me pidia aecusar de ne-
Kuciar, seod paisano, porque elle official do >xer
cilo, negojiava tambera e a mfm ou a minha rau-
Iber venda gneros que recebia por intermelio
do Sf. Temporal. Com o que expuz no Diario de
10, le u provado q 13 o Sr. capito Tr'jaoe, oio
esi n'aliura de desempenhar em Fernando as
fu iccSes de fiscal d) regul.tment\ e agora com a
cunllssa du! Sr. Temporal, de ter remsilide para
a ilha os gneros constantes das facturas qae pab'i-
quei flcou tambem provado que o fiscal d) regula-
ment. co/Ma/iVique sen ennhado remettes-'e para
Una bebidas *spiritnosis escondidas em caxoes com
a marca G. M. para passarem livremeole, e que
a importancia dess'is bebidas inlroduzidas na Vka
cuntrn as terminante ordens fe govtrno eratn pelo,
fiscal do presidio recibidas como se d*s rtcib)s
passades por sea proprio punbo II!...
Detesto, corao o Sr. Temporal at polmicas jor-
aalisticas, man isio nao quer dizer qae ea deixe
sera resposta os elogios MM ao Sr. capitao Tra-
jaao como fiscal da ilba de Fernando, aitribuindo
se a mira escupios em que nao' Uve parte*
Do que eu tiver dito teoho os doeameolos cora
probatorios e a (signo toda e qualqoer respoosa-
bilidade.
O deffemores do Sr capito Trajanj quorem
por forca compromeile-tol
Recife, U de novembro de 1841.
Qairino Joaquim Uadeira,
A mura verel* qae foi trada por O. 8. f,
e por roim |>es<-*tMite examinada ; mas que
deixou de ser tr#titsutada por ser em todo o sau
curm deserta sena as necesarias beaifeiloriaj e
commodos nara os animes e pontea para a pas-
sagem dos los, etc.; o sea traco na vardade 1-
miravel, vai de espigao bidas qae merecam este nome, a nio ser amas
eiocoenla brajas na sabida do topo da serra, e
esta mesmo nio fura de proporcao.
Maa, tanto a estrada velna como a nota, para
serem b is, precisara de mais algum trabalho do
que aquella alamancad* desobslroctao aoooai. do
casto de 30/WiO a lOOiOOO. feta pelos indio*.
Cora to diminuta quaniia nio poesivel con
serva r-se em boro estado urna estrada de fintee
duas leguas de ueriad. B se a velha vereda pon-
ca bemfeitoria tem, a nova nio tea nenhoma, e
eotreanto ambas precisara do mesmo numero de
pontos, alm de que devera ser povoadas.
A nova, pelo meno, preelsa de duas povoa-
c9es, urna no rio Coogooha e a ontra as venen-
es do no de S. Fraoesco Xavier, e carece de
quatro pooies, qae v o a ser : Corwonhas, S.
Francrsco Xavier, Alecrim e rio dos Peixes, a
quae-, avalladas cada orna em 1:1001000 som
mariara umardespeza de 4.860*000.
Qualqoer das duas veredas precisa dess pon-
te-, e so Deas sabe quaoto padecem oestes ser-
loes os pobres tropeiros e viajeros por esta Uta.
Alera destas, predsase mais de urna ponte n
rio da Prtale,-entre os Campos, pois; tanto elle
como o dos Peixes com muito cusi dio passa-
gem mesmo em lempo de secaa.
A nova vereda quando se potoar e se Ihe des-

ccbrir.snar aguas; pois, -nnr. tanto eres, e se lonparaaqm ao amatrhecer do'dia 2 de fevereiro,
Catedies? ladigena na provln
ca do IMrnu.1
Illm. S^Joaquim Francis;o Lopes.Al leiraen-
to indgena de .- Pedro de Alcatara, 1 de setem-
bro de l87l.-Qiaado era principios do anno de
1833 fui eocarregado offlcialinente da esiolba do
lugar e fundajo do aldeameBto indgena de S.
Pedro de Alcntara, na provincia do Parac,-nos
vi- o-s chamados de Jatihy, ondej se achava em
i-uin-i; i urna colonia com este titulo, na margen
e-querda do rio Tibagy, um pouco abaixo, prin-
cipiada pelo Exra. Sr. bario de Antuuina, or-
dem do qual fui posto por urna portara do Exra.
Sr. ministio do imperio de combinacao com o
IWJ. paire commissirio dos misionarios apostli-
cos capucbinbos, nio desanimei da empreza, em-
bora nao ignorarse as difficuldades que h encontrar, e as amargas decepc5'S que havia de
a- ffrer, pois, rec mh-w logo peritamente que S.
Pedro de Alcntara, junto ao Jatahy, eslava detli
nado para ser no futuro ara dos lugares mais im-
portantes do Brasil, tanto por sua poscao topo-
graphica, como pelo immenso serto de ierras su-
periores, eojineotemente sadio e de um clima
agradavel. .
Circamstaacias houveran, enlretanto, que fke-
ram com que al e-ta data nao alcan^asse a pros-
peridade desejada, e pelo contrario, lutasse sem-
pre com giKantescas contrariedades e soffresse
amargas decep(03s ; mas, se cau-n lera bavi lo
i|ue Ihe hajam retardado a prosperidade nao ba
f "gas humanas que Iba pos^am impedir para o
futuro.
Os poderes do estado nao Ib? polem faltar ; e,
quando mesmo Ihe fallera, nao Ihe faltario de
certo 03 povos, desde que os seus interesses o
exigirem. Tanto mais que o Jatahy tem de sobra
aquillo que tanto falta ais deraais lugares remo
tos e centraes, sto bracos mais que suffkeo-
les, e por commodo pre^o, pafa lodos os servic, )j
hydraulicos e terrestres; e alm di, vias fr;n-
ca por toda a parle, quer por Ierra, quer por
agua.
Assim, cerlo qae o Jatahy esl destinado
ser o lugar, pela natureza, apropnado para a roa
aiio de todas as estradas futuras deste sertio, e
para vir a ser o emporio de tolo o commefcio fu-
lur dsstes lugares edos pnvos que habiiarem o
-erto contiguo e de alm Tibagy, e da provincia
de Matto Grosso, repblica dj Paravaay e Bol-
via, bem como.de urna parte de S. Paulo e os
fundos da provincia de Minas-Geraes; sera M
fcrmos das colonias e povoafoes que com o cor-
rer dos lempos se fundarem qnem e alm do ro
Paran.
Desde j prevejo a objecQao que se me far, de
qne isio ? em lempos mu remo'os se poler ve
rillcar ; porm eu, apezar dos meus quarenta e
oito aonos de idade, oso afflrmar, coano ouir'ora
o velno Seraeo, que nao -.errarei para serapre os
meus olbos, sem ver tudo isto verificado.
E de faci, o que falta para que isto se rea-
lizo ?
Ja nio fallo na. entrada para Mitto-G'osso ; pois
lizem qno, em tirapo de paz. ella desnecessaria,
dispjndiosa e incomraoda, vino estar franca a na-
vegar) do rio Paraguay ; e nio se lembram que
era lempo de guerra sena urna providencia tarda
o irapossivel. Entretanto se se tff ctuasse es'a ve
reda, seria maito mais commoJa, curia e econ-
mica do que pelo Paraguay, e minio mais prove
iosa, pois, a navegaco do Paragaay pa-siva pa-
ra o Brasil, e til -.6 para os esiraogeiros ; entre-
tanto qae esta seria smente activa e de exclusiva
vaotagero para o Brasil e os brasileiros.
Nio me perteoce a mim Miar acerca da facil-
tale e economa da execuQav dests plano, poH
existeo) maitoi borneas prufi-sionaes neta ma-
teria.
O anico embarazo qde til vereda poderia offe-
reeer seria desde o Jatahy al aos Gara,ios G -
raes; p'irqae leria d-j na^ar nmt das sems
mais ranxrleadas e Utas desie eerlio, a serra da
E%peran4a. Por emquauto, ba para esta passa
tiem soiueate duas vereda*, a saber : a velha, que
pas-a pi-li>aid-a'i;ento de S. Jeronymo, ^ue apa-
zar d& ter mais de cinco leguas de terreno dobra-
Jo, contralla a servir ir embar(;o para
o transito de molas earregadas; e como no *\
deamenio de S. Jeronj oheiro Fr. Luiz de C mille, o sertio se presta
mu bem a ser ulilmeate povo?do, pode eoououdr
a servir .-empre para o tr>iu?i'o publico, tanto
maia quee mais curia.
Ihe lrer soas ponte?, poder ser de m%ior uiilida-
de social e eec-nemiea do qae todas as outras al
aqu projectad'as.
Para a provincia de S. "Pauto temos j nm pica-
dio para passa'r cargueiros;-desde o rio da Cioza
ao Jatahy, fei-o pelos odios'; 'Guaranvs, -Avalj a
distaocia em li leguas-, co'hiiJs'Hegqss, qoe
dizera ter de-de a passagem do rio da Cioza ao
Sal) do Paraoapaneraa, qae est prestes a con-
ciulr-se.
Te remos urna vii de gran le commreio, pelo
Jatahy aos Campos-Garaes, com as n4oae-i- >
S. Pearo, S. Domingos, Botacai, Leo(oes, Ara-
raquara, Brotas, etc., da provincia de S. Paulo,
sem o raeoor iaeoovetoteate de serras desle lado,
a nao ser tres rio?, qn* tio o arroio do Piry,
Piraoipanema e Coogoohas, dos quaes os
dous uliinos presisam de pontea' e o ootro de
canoa. Eotretaota onfirme a resposta qoe obti-
ver do Esm. Sr. presidente da provincia, esion
resolvid) a mandar examinar beta esta vereda por
nma pessa de coofiabea.
Bem sei en que tudo isto ser tomado em port-
ea considerar;!), porque no Brasil pde-se Joda a
esperanza futura oa emigracio estraogeira ; mas
eu t imbem confio na emigracio do Bfail para o
Brazil; e para este lira me empeobo em notr to-
dos o* indios, que na> sao poneos mil, enabora
i'. dilTerenles tribus, qae frecuentara estes aletea-
memo?, pois com elles s, bem aproveiados, se
po !em povoar estes se n5?s, e sernos inconveni-
entes que acompaoham s eraigracees estraogei-
ras.
O qae smente sinto a falta de mais compa-
nheires nus-rjnarios qoe me ajulem.
Nao espante a olngaem a idea de que assim
vou aggravar mais os j ti) esgolados cofres na
cienaes; pois que para mira nio quero ara real
al n do que s deve despender nestas obras.
Qaere soraente povo qae d trabalbo aosio-
dios, quero commreio que Ibes compre seus pro-
ductoe e Ihes venda aquillo de que elles necessi-
tem.
Q lero nnir a esta calchese, a mais bella e es-
peranc isa do Brasil, e que pole sera gloria deste
torrio as geracSes fuiuras, alera dos indios Co-
reados, j ha annos aqni residente', aqueltes que
exislem dissemoados peto sertSo, que oio sio
poneos rail, e que per falta oceupacio un
aqu oio perraaoecera, os Cayus e Guaranys,
alm d)j que aquise achara ildeidos desde o co
inegodo aideaenenio, e qae por'falta de recarsos e
de iraDalbos oio teoho podido augmentar em nu-
mero ; os que anda morara no Paraoapaneraa,
do I vio e sertio desta provincia, rio da Cinza e
margens d) Paran, inclusive os uie poocos mil
que povoonrWo' o terreno existente entre o Igua-
nrain e o rio Ivinhema.
Abra-se a estrada para estes sertoss aos indus-
tm;os mineins e panlistas ; eothara se as mar-
geos de.-tes rio 1 deeogeobos de assncar e de caf
e farao ; naja ptra o litoral urna estrada bem
desobstruida e franca que v ter ano porto de
mar, que ssja, por e.xemplo, a Aotoaina, e verio
como de per si, e. corao por encanto, se-tlTctua
rao miabas figueira* esperancas. 0< coVe* na-
cwoaes arree>daro bastaole dinoei, niot; pela
venda ds trras, como pelos direitos de importa-
ra) e exDiHrtaoio.
A dfflculdade maer, qoe era a de franquear
as ierras aos povos pelo prego da le, mas sem o
eiribiraco insuperavel da previa medicio, fot re-
movida.
Agora falta ainla oatra providencia, que vera a
ser, a de demarcar, d- 8 em 8 legua?, um terre-
no suffijiente para as futuras pov.iaco a, adra de
a ellas recoherem-se oa estseio qaeote os oovos
moradores para salvarem suas familias.e aoimaes
domsticos dos insecto?, que nesta quadra do ao-
00 toroara-se osnpportaveis em lugares novos, e
anda nao descampados, do serto ; dando-se-lhes
em propriedade terrenos para edificaren) suas ea-
sas, 00 terreno chamado urbano: As aldeias exis-
tentes aiada aguardara esta salular providencia,
lanas vezes reclaraadi ; por esta causa nao ha
oellas ca^as de propriedade particular.
Ne-ia minha colonia indgena de S. Pedro de Al-
cantara, alem do lerrono urbano e suburbano, faz-
se necessano demarcar um terreno para o patri-
monio fuioro dos radies, que, visto serem mais de
mil, oio pie ser menos de tres leguas em qua-
dro, sem o que teremos para o futuro difflculda
des inmperavei?, e os morador-fs nio poderio de
modo nenhum viver em paz em snas Ierras limi-
Irophes com a dos indios.-
Isto tu lo quaoto rae cabs responier ao pedi-
do di V. S. ; podmlo fizer desta exposijio ahi
na corteo uso -pe bem entender; fleaodo certo
que o que e-crev, ?e b-m qae s pressas, val con-
forme a minha convieci) e a verdade.
Frbi Thimotheo db Castlnovo,
director e viee-prefeuo 1 >s missNjaarios apostoli
eos capuchinhos da proviacia do Paran.
dimito, o que o* acensados ooreseavar; revela oa,
(tendo, com effeito. lies abandonado O projecto da
fabrico, despedido Teixeira e Ihe exigido a res-
tniflo da quantia de 1 300/ que Iba havia dad*,
"fiormente, para os preparo, as despews do
fabrico) elle rugi por isto paia oio fuer essa re
titnlcio; prova que, Chave?, teodoa presumpro
de qae Teixeira lioha o dinbeiro eomsigo na Pa-
rahyba, (oode o encootrou) empregase os raeios
de ameacas para obriga-lo essa restiiuicio; pro-
va, fioalmanie, que. a volt da Teixeira cota elle
para esta nade, foi dawdo ao faeio de dizer-lbe
que, na Ihe restitua o dinheir l : porque o
nio tiohv(em consiquncift de te-Jo dividido,
aqni, coa fcqueirs) e da proraessa, qoe he fe de
r prompto a voliar eara cidade para recebar
de Siqueira, e fazer-lhe eolio a rentiluioio.
Depo, pnrm. Je aqni (er ebetado, elle, dizeodo
a Chaves, ter-se eoteidido cora Siquelra, alian-
con-Ihe entregar o dinbeiro ne dia 7, ou 8 de feve-
reiro ; .porque, ou ja tivesse gasto o dinbeiro,
ou porque oio quizesse restituir, e estivesse re
ceipso das ameacas de Chave, (visto j te-las expe
rnenlado na Parahyb^) procurou pira se livrar
deHas, e gosar doeemenie do dinbeiro albeio, o
expediente de, em combinarlo com Siqueira, dar a
denuncia, qne ambos deram a polica; de sorte que
perava Chaves no da 7 ou 8 de fevereiro o rece-
bimento do seu-dinheiro, quando ao amanheeer do
da 8 foram todos presos III
V poi, V. S. que o abandono voluntario do pro-
jecto de fabrico foi a causa, pela qual ugioiTdix*
ra desta cidade no dia 18 de Janeiro, para nio
restituir o dinheiro, que ihe foi exiguo em virtude
do mesmo abandono, e a causa, pea qual elle vol
(outnirieo da deCeza do Dr.
Aacro nojuigamedto do pro-
csalo de sednias falsas do na-
jor Feltosa e ontres.
Os acensados, depois de vencidos pelas violentas
ondas de urna m vontade, recobraram felizmente,
f I ma victoria, e reagiodo deram a sociedades
mais briibaote prova dos seotimentos de honra e
justiQa, qae domioam os seas corabas; arrpen
dendo-/ do pcijccio crininoso, e desistindo d<.a
actos, pelos quaes estavam se prepirando para
executa-lo.
Essa desistencia resulta clara e conclu Jentemen-
te da lgica iofallivel dos segurates (actos do pro-
cesso.
Primeiro.
A sahida de Teixeira para a Parahiba s escon-
didas dos aecu-ados em 18 de Janeiro (leixando
uito ao alteres Aoio, que quaudo os aecusados o
orocurissem, dissesse-lhes, que lioha se retirado
para o Rio de Jaoein) e a sua volta para esta ci
dada em 2 de fevereiro, obtida pelos aecusdos
Chaves e Siveira, s.b amea?as de tirar-lbe a vi-
da (seguolo diz Teixeira era seu depoiraeot") aflu
de eoniiouar com os trabaihos do fabrieo, sao fac
tos, qae vera por em relevo o voluntario abaodo
no, tato pelos aecusados do projecto de fabrico,
antes da faga de Teixeira para a Parabyba.
Nao inverosmil, mesmo absolutamente
rep'llido pelo boni senso que, os aecusados (ven-
do Teixeira retirar se as escondidas delles para
le)gar desunhecido) o fossem procurar era trras
longincuas, e traze-lo por meio de rewolver. e pu-
ohaes para a coniinuaco dos preparos do mesmo
f.iiinco I
A fuga de Teixeira, d'aqui devia ser interpre-
tada p-los aecusados, ou corao ara acto de arre-
y -uj meut; e iraqueza para o crime, oa como un
acto de traigo.
Em pjalquer de9?as hypolbeses o? acensados
leviain ter naturalmente perdido a contlanca em
T xeira, deviam ter fleado asaustado, lutaodo
com mil eopjeeloras acerca da ausencia dlle, e
receios''s de qiijlquer descoberh, e, neslas cou-
dtcoea ningaem vai por cerlo, armado de puohaes
a de reWoJve.s perseguir o fugitivo, e forja-lo
villar para o ampo do crime dentro de urna
cidade cerciia a autoridades e de forja ar-
mada 111
A r, ti 1, portante, repelle de si a crenga dessa bis-
rmcula e irrisoria En*a mesma coragein e
.ilouijzi, eom qua Chaves e Wveira foram artpa-
dua iiu uro ura de Te.xeira na Parabybi, e eotn
que o trooxeram para esta cidade. prova oaira
coma muito dlleren;e; prorava, Sr-Dr. jal del
violeotado (segando elle mesmo diz) pelas ameagas
armadas do acensado- Ferreira Chaves: em con-
equeocia de ter pretextado i sua volta aqui.como
meio de poder entregar o dioheiro, recebando de
Si |ueira a parte qae disse ter dividido com
eiie.
Segando.
Estn dos antes provados os segnintes factos :
A sah'da de Teixeira s escondida dos aecusa-
dos da easa do alferes Anlio para a Parabyba em.
18 de Janeiro deste anno ; a volta de Teixeira da
Par?hyba para a mesma easa de Antio em 2 de
f'Vtretro, e a pristo dos aecusados, e a appre-
heaso da pedra com a gravara incompleta de
urna viola de20*000 em casa do acensado Lniz
Jo- da Sdveira, no da 8 de fevereiro, 6 dias de-
pois de estar Teixeira om casa de Aoiio.
Manoel Luiz dsSiqueira depde o seguint:
< que vio orna pedra em que eslava abena urna
rhkp de 20COOem casa deilveira, istj na oc-
casiio en qae foi bascar Teixeira, quando veio da
Parabyba
Esst pedra sem a menor davida a mesma
.jue A apprebendida do da 8 de fevereiro em
casado mesmo Silveira, como se v do me?mo de-
poiiueoto de Siqueira, ptrquanto este dep5e raas o
segrate:
Q le frequentava a* casas dos aeeusado, depois
da aotorisacao que a polica Ihe dea (lutorisaeio
dada por oceasiio da denaoeia que elle e Teixeira
deram dos mesmos acensados depois do da 2 de
fevereiro) e qne nao v oa casa do Corredor do
Bispo oa em oatra qaalqner easa do? acensa-
dos oulra qualquer pedra' cem gravara de se-
dula.
< Es o sen expresso e verdadeiro testemuobo
negativo a raspeKo
Eo> resposta a pergunta, se sabia que os aecusa-
dos tinhara in>iruraeotos para fabricaren) sedulas
falsas, e ji lioham fabricado f
Responden :
. t -Qae sabia por Ibe dizer Teixeira, e rondo elle
isto em duvida, este o levou em ama casa do Cor-
redor do Blsp e atii, eMe vio urna prensn, pedra?,
e uns vidros cem prepiraco,qae Ihe disse Teixei-
ra eram proprias para lythograpbia (at aqu
v-se que Teixeira nio vio pedra alguma com
gravura de sedula na casa do Corredor do
Bisp*):
PoHhe de novo perfantadntse tioha visto al-
guma chapa, ou pedra em que estivesse abena
algoina ola do baneo e elle de novo respnndeu
que vio urnas pedra* j routilisadas e borra
da? -que Ihe disberam, que cora pedra pome se
desmancha va tudo : e~aecresceQl nao era essa qne Ihe foi mostrada peta polici 1:
(isto : a aprehendida na easa do leo Silveira no
da 8.) Logo Siqueira nao vio podra alguma com
gravura de sedlas na casa do Corrredor do Bispo.
Foi liaalmente, pela 3* vez pergeniado sobre u
que linha visto em easa de Peiiosa, e pela 3' vez
inda respondenque oque tioba visto era o
qas j dase, a prensa, meza e pedra s, fto
as podras borradas e lontillsada*.
llavera posstbilidade de existir na cata d > Cor-
redor do Bispo pedra com gravura de chapa) que
fossem vistas por Teixeira, aem lerera sido vistas
ppr Siqueira t
Nao : porque nos antos est o proprio depoi-
mento de Teixeira, repelliodo essa possioilidade
na >eguiote respostaqae deu : que Sipaeira
foi casa de Penosa toda as veies, qae elle Tei-
xeira l fui.
Logea antea pedra qae exista cora gravura de
sedula a que foi aprehendida em easa de Sil-
veira no da 8 de fevereiro : a mesma que Si-
queira vio, antee da da 2 ds fevereiro, em casa do
mesmo Sttveira. quando foi i-lirar (stigunJo disse)
Maooel Aives Teixeira.
Se todos esses fados estao provado?, se prova-
das esio as anas pochas, a razo com toda a sua
aulondade, e, como eonsequencia Itgilima d'eiles
diz qie, desde o dia 2 de fevereiro os aecusados
por sua propria vontade suspendern) o aeaoa-
utenta da gravura da mesma chapa; suspende-
rn), por cjuseguinie, a sapposia execucao do fa-
brico : vsto como a pedra foi encontrada pela po-
luta 00 dia 8 de fevereiro no mesmo estado, de
inocmpleta e nao acabada, em que eslava no da
2, faltando Ihe o emblema, e a tarja, como da mes
tua p ;dra se v.
Eis, portaolo, o abandono voluntario da suppos-
la tentativa provado do proprio depoiraento de
Siqueira, e corroborado cora diversas cireumstao-
cias do processo.
Tereeiro.
Se"a pedra aprehendida o que conslile o co-
meto de execucao ds fabrico, se ella foi aprehen-
dida no da. 8 de fevereiro no raesmo e-lado in-
completo, em que eslava 6 dias antes; a que
causa se poder atir.buir esse tfleito, a nao ser o
abandono voluntario djs acensados.
Ou a gravura d'essa pedra esiava sendo feila
por alguos Jos aecusados, cu por Teixeira ; visiu
como os autos absoluumenie exciuem a bypotbese
da loterveacao de algum tereeiro n'essa gravura.
Se por algum dos aecusados eslava sendo gra-
vada, claro que, o oio aeabameato da mesma
gravura s pode ter por cansa o fado da propria
vontade d'elles, principalmente quando oio se
prova qne o mesmo oio aeabamento d'ella foi de-
vi jo a alguma circumsiaucia aceiJenlal, occorri-.
da do dia 2 a 8 de fevereiro : e por ccmequena
evidente abandono da supposia aecnsaco, visiu
corao se os actosados nio livessera aban leado,
elles do dia 2 8 de fevereiro tioham lempo oo
s para acabarera a gravara da chapa, como para
imprim rom tantas sdalas, quintas fossem preci-
sas para affoga-los.
Se a gravara porm, estava send 1 feila por T-i-
xr ira, aioda com maior razo esl provado o aban-
dono volantario, como consejuencia do faci ue
nao star a gravura acabada no dia 8 de feve-
reiro.
Se Teixeira e Siqueira estavam combinados
com a polica d'esde o dia 2 de fevereiro. para
Ihe avisaren consuntemeote dos passos dos abu-
sados ; se a entrada ds Siqueira oa empreza fui
imposta pela polica a Teixeira, como urna garan-
ta para mesma polieia ; se ambos estavam por
a*sira dizer, lavando os acensados para" depois de
te los seguros perfeitameote, darera osigoal pi-
tieia da oceasiio propria para serem as>altados,
surprehendidos e preses : claro qae se os aecu-
sados j nao livessera aoaadonado o p ojelo, tei-
xeira nao perdera per certo a oceasiio de com-
pletar do da 2 a 7 de fevereiro a gravura da pe-
Ira, e de fazer adiantar os trabaihos. e pd- os era
um p tal, qne fosse a polica assalta-los oa pro-
pni oceasiio da impresso das sed >las: para
d'essa forma prestaren) elles mesma polica e a
s, ser vicos reaes e graudes, qae Ihes dessera di-
reno a exigir da polica recompensas pingues e
qae dessem polica melhor direito C'inierana-
c5es e honras qae faltassem *ua vailade.
1 Sr. Dr. jalz de direito; ai dos acnsalos.
D-ixtr de erer oisto, deseanbecer o movi-
mento actual da< consa* no sel;proprio tan\
desconbeeerse actividad* ambicio, iotelligea-
cia e perspicacia d'aquella aatoridade.
A jutrej poder deiconbece-lo, mas a opinlao
pnb.icfe, por certo nio o desconhecer.
Qaarto.
Teixeira Jaroa que, logo qae ebegou da Para-
hyba, den cora Siqoeira aer sabdelenado a denao-
eia contra os acensados. Ora, Teixeira de volta
da Parabyba esteva em- asa do litaros Aatao
desde o da 2 de fewreiro, logo desde esse dia que
elle leo a denuncia.
Has, a polica procedeu a deligaoeia na dia 8;
logo, ella a os denunciante* do dia 2 a 7 de fe-
vereiro, andaram em deligeneias e pwnuizas para
darera eerteiras o assalto sobre os aechado ; e
tanto certo o eraprego qae a polieia fex de toda
a sna actvidade para esse Om, que ella esleve
sempre em diversas e continuadas cocfereoeias
diarias e notiuroas com Siqueira e Teixeira, como
ambos depera.
O que achou, porm, a polica depois de tio
instruida e depois de ter marchado tio certeira
contra tolos os acensados ao mesmo lempo?
Mons parturiens encoolrou a simples a achina
de lilhngraphia completamente (solada de todos
os indicios de fabrico de sedulas, e trancada em
urna easa sera morador, (o que exclue toda a idea
de possibilidade de s> ler consumido, e oceuludo
o que por ventara l houvess'e) encontrn em
casa do aecusalo Silveira a pedra gravura incom-
pleta da sedla, 00 mesmo e lado e oa mesma casa
e.m que Silveira vio no da 2 de fevereiro III..
O qae prova isto, senao o abandono voluntario,
qae. os acensados de ha rauito tinham feito do
projeclo 7 m .
Quioto.
Nao eneonlrou a pMicia papel algum para a im-
preiso de sedulas, esse papel nao existia como
dep5e Siqueira (o vulto da p)licia na empreza).
Sendo assim como se explica estarem os acen-
sados desde dfzembro do anno passado associados
para o fabrico.coni a nio existencia, no dia 8 de
fevereiro de papel para a irapressio das sedulas,
senio pelo abandono Jo projeclo por elles confes
sadoT
, Sfxto.
Nao eneonlrou a polica chapa alguma cora
gravara de sdulas de' qualqoer outro valor alem
daquella incompleta de 20*000.. Sobre a prova
desse tocto que offere*e a propria busca da polieia,
aecresce a prova alBrraativa de sua oo exl-tencia
produzda pelo fiel da mesma polieia. Sendo as-
sim como se explica esse f .cto, estaodo os recasa-
dos desde dezembro procurando fabricar sedulas
a nao ser real o referido abandeno ? -
Setmo.
Nao encontrn a polica ama s prova dessas
experiencias.de qae trata Teixeira, e nao pode
obter urna >o dessas no|8 de OJOOO anda mes-
mo imperfeitas, que Teixeira e Siqueira iisseram
ter visto em poder do acensado Chaves mi-tura-
das cora outrts olas verdaieiras, que elle trazia
corasigo, e Ihes raostrou no Cif Imperairu neta
cidade.
Se nao exrsiiara chapas completas corao esl
verificado, como seria possivel existirem essa-'
molas? Onde, d'onde, e como foraroellas tollas ?ll
Se existan). ;omo a polieia nao pJe obie-las ?t
Lomo nao idJe ella conseguir de seus agentas
dentro da propria empreza, apossarsedealgamas
dessas notas o que lo fcil Ihes seria ?!
Como nio pode ao menos arranca-las do poder
de Chaves que as trazia eomsigo com tanta facili-
dade, e as tioha em urna casa publica, no Caf
Imperatriz, aguado depSera Teixeira e Siqueira ?!
Qual, pois foi o resultado de taas deligencias
da polica, daqaellas constantes e prolongadas
conferencias diarias e nocturnas com os seus agen-
tes na empreza ?
Qual o resultado do emprego de toda a sua acti-
vidade desde o dia 2 8 de fevereiro ?
Qual o efTeito dos seus agentes dentro da mesma
empreza para o lira de eselarece-la e exhibir-lhe
provas do crime do fabrico de moeda falsa?
Desse crime, que entre nos faz a desgrana abso-
luta dos qae apena? parece comuiette-lo e cobre
de honra*, glorias e felicidades aos que podem
deseohril.) ?!f[
Esse eff-ito uo appareceo, ou antes este teria
apparecido oecessariameote se o abandono feito
pelos aecusados uao fosse com effeito urna reali-
dade.
Ei?, Sr. Dr. juiz efe direito a lgica iofallivel de
cada om desses factos, revelaodo com a maor
clareza a realidade do abaadono voluntario da
sopposla leotativa do fabrico de sedulas; eis
todos elles reunidos formando ama cadeia de
provas, que necessariamenld leva o espirito mais
prevenido contra o-* aecusados, conviccio pleoa
da existencia d'aqnelle fasto.
Contra, porm e-sa cadeia de indicios tio vio-
lentos que provam a desisten ia voluntaria da
suoposta tentativa contra essa prova robusta, ce r-
roborada pela prova directa resultante do depoi-
menlo de Siqoeira, o que existe prcduzdo por
parte da aceusaeij ?
Qial a prova, qual ao meno9 a menor presump-
cao levantad pelo orgao da juitig publica contra
esse abandono ?
Nada a acensado mostra contra o referido
abandono, alera da machina e da pedra apretura
dida?, objectos juntamenie, sajo estado no dia 8
comparado com o estado em que se achava no dia
2 de fevereiro o que con*'.itue um dos indicios
do mesmo abandono. De sorte que, sem medo de
errarmos dizemos que a piova nica, que a ac-
cusaco apresenta ^contra o voluntario abandono
da supposta tentativa -o raesmo abandono !...
^0 enrae, portaolo, do* aecusados lerem prali
cado nm devir de honra e 3e ju-tica e terem
abandonado vuluniariaraenle os actos; peles quae
se eslavam preparando para ama aeco criminosa
e em recompensa desse arrepcndimento, teem
elles (para o triste exemplo da sucieiade) recebido
da jutiica os dolorosos soffriraentos de mais de 9
mezes de prisa >, de urna prisio que tem leiiu
crear nos de lagrimas; lagrimas das mais pon
gentes dores, dores da fome e da miseria ; miseria
que lera reduziio a familia de alguos dos aecusa-
dos a esraolar de pona era porta o pao da earidade
chnsia !....
Eis, por ura lado, Sr. Dr. ulz de direito, nesse
triste quadre a paga da desistencia de um projec-
to cnmiuoso, e, por outro, os fructos prodaziJos
pela cega ambnjii de' honras e coodacoracpes, e
pela eymea avidez le fa:er-se a lodo cusi carre
ra na vila pubiieal|l
Os aecusados, Sr. Dr juiz de direito, principia-
ran) pediodo a vossa attenjan, eeraclaem pedia-
do-v.s jasliga eom a saa absolvilo.
pa-ao alfatate ; enaflm o hi.mem que sjmp'e vis-
to -aoiado na "rapeca dos sapateirn da Boa-visto.
Eco poltica aioda peno di mesma minara, nun-
ca dorm em adros de igreja, nunca uedi, quaote
mais meodiguei emprego-s naacl a inoro em sa-
sobrado, nuoca fui come algoso rufador de
cuia.
Se o Sr. Mareeioo vaktm algwu eoo?a, nio
pedia qae eu aponase quaes os beoeficios que
leuho feuo a pobreza, porgante a qaem Ihe posta
eostaar que isto eonira'o praeeiio divioo, mai
f-"r-H e'?u2fu.iot,"-oareiro d* commissio
de t*ne(lceoela*a freajoez a de Santo Antonio na
calamitosa qnadta do ebolera-niorbas, por nomea-
cio da Assoeacio Commereial. e qne Uve om
agradeciratnto-muito h .ntoo daineila associaeio
Agora diga-aM e Sr. Marceno, o que eo ate
tem id,i no seo partid.? Um verdadeiro egosta,
ura faofurrisla, um zero. D'spfase-rae de fallar
oa fortuna herdida por sen casa nenie, porque nie
desejo recordar aos prente* do na Mohn, oe
de-goitos que tiveram eom tal uoio.
Finalmente, rstame a eonsolacio, de ter reitn
o br. Marcelino gastar dioheiro com a pessoa que
Ihe escreve os anigos e com ai pubhwcdes, por
que para o usurario o gastar dinbeiro o pewr dos
castigos.
Adeus au revor.
A*,ma *" proprietar*.
21^T0CA AOSDOENTES O LREM ES-
TES FACTOS !-Foraro off^reeidosa mais oe ralle
trezenlos editores dos prineipaee joro.s nos Esta-
dos Uoidos, pacotes de amostras cootendo as pila-
las anacaradas de Bri-Di, icompaobado da
pedido especial qoe cada nm dos editores flzene
seieole a sua opiniao qoanto ao resaludo dos effai-
tos produzdjs por meio de suas familias ou os
amigos deeotes. Do innumeravel numero de satis-
tocionas notificacoes publicadas em resposta ex-
irabimosas eegaiotes pa-sageo : O Sr. R. D
Croswel do Diifv Times, diz : No osod'oroa
seobora, urna parela ebegada, as pillas ef-
fectuarara a remofo de mehaids hydropieas
que haviara existido para cima de tres anuas J. B.
Ooodwiu da orain Gazete diz: Qae elle I.
ra proiiptameote allivlado, d'um estad > enromen
de entorpeeimeaio dos Intestinos, aocompanhada
iI urna peoivel prisio de veotre, luedueie o uto dat
pilulas que recebera era oatuhro p. p.; e nio re-
cjiiirecjhida algama. O Sr. Josepb E^ward,
do Tr.&im, escreve : Eo roe jolgava, assim me
parec um dyspeplieo ioeuravel. porm dous fraa-
quiuhos das pilulas assaeandas de Brit,.|, fizeram
inteiraraente desapparecer dita moUlla da qoal
havia sido um martyr pelo espacp de poaco mais
de 12 annos Semelhantes provas sio mais qoe
conclusivas. A excellenie forma em que ai pil-
las vo c Hidieionadas meiudas dootro em vidri-
oho de cryjtai, as tornara mvulaeraveis em lo-
dos os climas e eonservam-se iovanavelmette
frescas e perfeilas. Era todos os easos de irapa-
rezas do sangos, a salsaparrilba de Bnstoi, deve
ser tomada conjuntamente cora as plalas.
Padre Cunha Figueireiio ao dislincto cor>
eleitoral do 3 distrteto.
Illra. Sr.Duas vezes fui honrado com na as-
iento oa assembla provmciaL Tenho consoien.
ca de que, para corresponder ao coaceito que de
mira fez o corpo eleitoral do 3* districto, empre-
guei os maiores esforcos de que dspuz no sentido
Je promover os interesses de nos-a provincia :
todava, nao deveodo eu ser juitem causa propria,
espero que as prximas eleic-e\'S para deputadoa
provinciaes de 26 do correte mez, os eleitores de
povo me julgaro, recusando-me os seos soffra-
gios, ou conferindo-me a mais subida bonra qne
ambiciono, isto a roeleicaa como approvacio do
meu procediraeoto. Nestas coodicOes desejo con-
tinuar a servir a V. S. e a provincia, segundo em-
olas debis torcas m'o pe.rmitlirem. ttecito 8 de
ooveDbrodel871.
Ao raui diguo corpo toml.
Cidade da Fortaleza no (Vear, 20 de outubro
de 1871.
Estando desigaadoo dia da eleeae pan depn-
tados provinciaes apresso me em dingir-me a Y.
para rogar-Ibe que se digne ocluir mea obseafn
oome na sua lisia pelo 1* dlsircto.
Embora me fallec,ara mulos para merecer tie
subida honra confio oa extrema bondade de V.
Je cbter benvolo aceihimento, mais aureclavel
anda em rato de minha ausencia oesta provin-
cia do Cear, onde eslou excreen lo o logar da
secretario do goveroo, e como preva de nio ser
esquecid* por amigos e eorreligjnanos.
DV.
Patricio e amigo muito obrga lo e criada.
Jos Bernardo Calvan Aicotorado Juui r.
COMMERCIO.
PRACA DO RECIPB 15 DE NOVEMBRO
DE 171.
AS 3 1/2 HORAS DA TABDI.
Nio houve colacoes.
a. G. Stepple,
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA rtendimeoto do da 1 a 14. dem do dia 15. . 5.18:807 JMN .H.:7'5'fii
587:183*49
Mofiaieuio da all Volamos entrados com fazeodas com gneros Volamos sabidos com azendas com geoeros Eitle^a. 41 1781 ------ 1DM 121 273
sim
ai de soas pobres familias!! S elles, cora ettoito,
nao tivessem abandonado o prnjectj de fabrico an-
tes de Teixeira'fngir para a Parahyba, como srn-
cerameote couressinm.
Ai delles! Se naoalivesem firmes e inabaia-
veis nesse abandono, depois da vo ta de T-.xeir*
d'aquella provincia para esta cidads > porijJa de
cario, das~eombioas8r e ceotoreodias dianas, e
nocturnas, qae tiveram constaoiemente Teix-ira,
e Siqaeir'a (como consta dos auto-) cora o subde-
|gado tenente-eeronel Dscio de Api.a Fooseca
(.D051 bastante inielligenie, activo e uioiw pers-
picaz) lena necesvanaraente resulu*. a prisio
era flagrante d'elles no proprio acto da impresso
das sedlas e as sedulas appreb adidas.
Apezar da _promena qae fez o Sr. Mircelno
Jos Lopes, de nao mils responder, quebrou o
proposito e velo atrevidamente. Pode contar que
nao hei de flear airaz: ao d-pois nio quero
choro.
Diz o Sr. Marcelino que, o qae temjvspondido
contra a erapreza irrespondivel, e qae os pro-
pnos patoteiros indigitado? pelo publico como so-
cios invisiveis nao p-lem contrariar, e que pro-
voca a que ea indigite qual a casa qae elle levan-
tou o alogael. aulorisand) a qaalpier de seas in-
quilinos a dar os documentes quetiverem, e mesmo
de algum ex inquiliao. A isio o se respondera
con urna gargalhada, se nao fosse a maaeira aire
vida por quo velo o Sr. Marcelino.
OSr. Marcelino nada lera respondido a destruir
o ponto principal da qoestao, que repito, os pro
prietarios nada perderera com os impostos laica
dos aos predios, e sim ganharem, porque os raqui
linos sio quera pijtira, e b ple isto n*)gar o pro-
prielano desalmado e ve.naco qoe aftoonta o pu-
blico oeganlo.
O Sr. Marcelino representa a fanja do canario
sem mua (que j enorto) que trata va mal a se-
ahora, para elle eram os bons comeres, a o qae
tozia quau-Jj eslava a mesa de jaatar, disia era
vozes muito altas, para ser ouvido palos visiuh03
Senhora coma, oo quero que se persuadis que
a mato a toma. A pobre senhora ia-raetier a mi
no (rato, elle dizi* era voze bailas :Se melter
a mi, corlo-a.
No in-wno caso esto nosso honum do ptlacele ;
provoca me a pie eu aprsente documeol >, e vai
a casa dos inquiiinos, e d-z-lh-s :Se s presta
rera a foroeeer qualquer docniaeoto, quero minbal
osa.
'i quera ser por una h-ra assim llo, para
suber o gct-to que tem.
O Sr. Mireeliuj uo sabe que aioda raesmo coro
o recibo nada p m-o provar 1 Ni) sabe que ba
propneiarios qae p.ira pagar menos decima,
sam recibo de meaos aluguel do qne recebau ?
Para qae vom co n isto f
O Sr. Marcelino faz allusoes, que se me servisse
a cirapui;a, j-einbuiria da mesma maneire, e repe-
lera 0 que M diz pvr abi, respeilo a urna R l a-
xirabeira, ai paQCa Jas que certo sugeiie ivou m
Ra Nova, que correndo par* a venda do Lima,
cabio, e meten a cab-e; n'um barril de matileiga,
apesar de estar com a espala acntaj; as taponns
qae ) mesmo sug"itolev-anapont da Roa-Visia,
ditas pelo fallecido capitn Pedro AfTioso A
araaocebia do raesmo sugeiti, eom < finado Joa-
quim de Oliveira, que era quera iho paajava a rou
3%
Descarregam boje 15 de novembro.
Esruna austraca Selpa Bakanka fariaba de
trigo.
Lugar inglezSedwell Jamevario! gneros,
ttrigue inglez/loiYZcarvij.
Rrigue inglezRaz'.lie-id"in.
Bngue inglezMaid of Glansvtrn meresdoria.
Brigue portuguez -Soberanovarios generes.
Patacho inglezZenoorabacalbt.
Patacho norte-allemao-.Wana varios genero?.
Despachos de erportagao no dia 14 dt
7tQvembro.
Para os portos do exterior.
Na galera franeeza Petropoles, para o-Can*H
carregarara : Rabe Schameiieau & C. 842 saetas
com 57,714 kilos de algudo.
Na barca iogleza Tynedak, para Liverpool,
carregram : Mills Lathan & C. 447 sacras con
18.208 kilos de algodio.
No brigue portuguez Encantador, para o Ra
da Prata, carregou -. Joamim Jo Go calves Bel-
tfir> 200 barricas eom 20,57 kilos de assncar
branco.
Para os portos do interior.
Na barcaca Triumpho do Recife. pira Mn-
rihi. carregaram : Francisco Alves Mmieiro Jn-
ni ir H barricas com 991 kilo* de assuer ; Jos*
Ferreira P. Magalhaes S. 4 pipas com l.i'SS) lltrad
de agurdenle.
Na barcaca Flor de Mana, pan Maeoi, car-
regoarara : Seixa? & Borges 2 barrieas coa 12f
kilos da assncar branco. '
Na barcaca Amitude Pcrnambucana* pan a
Bahi', carregou : Boaventura^ Coelho 2 barra
de 5" com agurdente.
R2CEBED0RIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PBKNAMBUCO.
Condimento do dia 1 a 14.
dem do dia 15. ,
l'J:284**
l 8691U
lM5J*!r
CONSULADO PROVINCL'.L.
endiraento do dia 1 a li.
[dera d dia 15. .
31:0:1(150
l.i7aiStt
32:19.1*34*
ViOVIMENTO QO PBBT.
Navios entrados ne da 15.
Maranhio-38 das, hiate nacional Joan Atlkui;
de 96l3nelada, eapuio Joaquim ll-riine-db
- 8joza, equipagom 7, ttif^ larratia d- mandio-
ca e outros geoeros; a A. L. da Oliveira* Aw-
vedoA G.
Card.1133 da?, barca ngln Cotritr, it 261U-
ueladas, capilo Fredenek R. Barilett, eqnma-
gm 10, carga earvo ; a N. Ledstena.
^ 1

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1


rjEGflIL
T
'. .!



Mario de Pernambuco -- Quinta fi 16 de No>enebro da 1871,


aac

ondres:>i da?, brigue fc^ta ftria rf
rigfon, de ill t nidadas, capltio John Litigio,
equipafem 9, carga earvio e lastro ; N. Le-
Jalone.
Bihla-dia, vapor orssileiroje guerra Marci-
lio Dios, coGQoaodiale capillo de fragata Hon
holtr.
Navios sahifoi no metm* df<-
Araeaj e porto intermedios Vapor brasileiro
fii-/Uki, coaJUJiOUnt* aajeJj, carga vario ge-
Granja e portis ntfrmedioivapor oasioaal Pt
rapam, eommandante A'.eveJo, carga varios
genero?-,
limeLugar france 7tt> rani, capillo C. M.
Pay, earga cuaros e oros genero?.
Htaa Suiaca haipinhota Guadalupe, capitn
aPrata.
BlTtS
Pente a cmara municipal des'a cjdade,
contina era hasta publica no da 16 do corrente
para ser arrematado por lempo de ora anoo, com
o abate da quinta parte, o imposto de 60 rs por
cada p de coqueiro de prodigio, exceptuando 10
ps para o oso do pfoprielario. pela quantia de
lilOOJOO.
djpreteolenMs devero nrnpareier no refe-
rido da compelenteraante habilitados na forma da
le.
Pato da cmara municipal de Olinda, 9 de no-
venofo de 1871.
Manoel Antonio dos Pasaos e Sil ra,
Pro presidente,
afariolno D'aa de Arauj .,
Steretaro.
O iaspeclor da ataoJega (ai publico que
sabba*> 1 4o corrente, depws de meio da e a
porta da mesma repariicio, aero levadas basta
publica, livre de direiloi ao arrematante, as mer-
cadorla abaix> declralas, Viadas de Havre no
navio francvBet-tha, entradj em 22 de jurho ul-
timo, as anaes (aro enapninadas em arlara de
Montfirn Gregorio A C. pelo t* confer*nte Stsnoel
Soares Fjriuoa. na uporiancia de 861J a saber :
oito caixas da marca M'!&' ns. 1431 a I i ti, con-
tundo 96 espellus com moldaras doo.rad.is de 54
a 75 ceotimetros de comprimes! >, valor do um 91,
toul 8641
AlfaoJega de Pernasnhueo lij de noveailro de
1871.
Emilio Xtvier Sobrelra de Mello.
Terminar o espectculo com a comedia em um
teto
VIVA
LIBERDADEDO TABACO
Principiara s 8 I|.
O beneficiado em compannia de sua Olhinha,
depofsab l asto ir r.ceberdoa lilustres cavalbei-
ros que se dignaran) aceitar camarotes as olTorus
que eom ele quizerem des tribuir, aotecipaado
desde ja a sua eterna gratido.
Depois do espectculo ha ve.-a um trem para A-
pipucos e mis pontos da linba. -
O resto dos biihetes acha-se no escriptorio do
tbeatro.
THEATRO
GYMMSIO DRAMTICO
Grande novidade
Quiota-feira 23 de novembro
Primeira representacao da amito graciosa co-,
media em 4 actos, ornada de msica e daoca, a
qual foi exhibida no Rio de Janeiro*, mais de da
zentas veze, intitulada :
KiraiMo
Segu em poneos da para o porto cima o pa
Ihaboie Joven Arthm, par o resto da earaa qne
Ihe falta Irau se coro Antonio Luir de OUvplra
evedo ic C:, ra do Bora Jess a. 57, primei-
to andar
------------------------------------------- ........... i '
Lisboa e Porto
Para o parios cima deve seguir muito breve
a galera portguei Lisboa, recebe carga e pas-
sageiroj: a tratar com Soare Primos roa do
Vigario n. 17.
i "'
Ira gto)
IBL'fci
arros
creuria de raogno (obr^Te
Besas de piobo eom gavetM baSos
caranda, lanternas com ttaag;
para flores, machinas pan el
costara, um rico fogio da farro
teocer, duas redes e mallos oatros objectos, ven-
der se-ha tambera om palanqnim e urna cadeira.
Carlos da Silva Aojo fara o leilao cima no
dia e hora marcado.
Aiiniiiivi i, i i^t ii;a^ Ao
SEM LIMITES
Na
Parodia da opera bulla
ORPHEO NOS INmOS
de
Actores.
DECLARAeOES.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO RECIFB.
A Ulm, junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Reeife, manda fater publico que
na sala de suas se.-.-ois, no dia 16 d, m-z de no-
vembro pelas 3 horas da tardej te de ser arre-
matados a qnm mais vantagens offerecer, pelo
tempo de um a tres anuos, as rendas dos predio-
m seguida declarados,
ESTABELEC1MENTOS DE CARIDADE.
Ra de Honas.
Sobrado n. 4o (andar solio.). 304/000
Ra' larga do Rosario.
Segando andar do sobrado o. 24 A, 308*000
Ra do Prdre Plorianno.
dem n. 47.......... 18OJG00
Ra da Gloria.
CM terrean.61.....^. 240*000
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Guia.
Caaa terrea n. 27......140*000
dem n. 29........193*000
Largo do Pazaizo.
Loja da frente do soDradon. 29. 192*000
Ra de S. Jorge (Pilar).
dem n. 102.....-. 203*000
dem n. 108........203*000
dem n. 98.........2033000
Os pretendentes deverJo apresentar no acto da
orremataco as suas fiancis, ou comp?recerea
aeompanbads dos respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do Re-
eife, 28 de outubro de 1871.
O escrivao,
' Pfro Rodrigues de 'Souz.i.
8anta tasa e Misericordia
do Reeife.
Perante a junta administrativa desta sania casa
vai praca pela renda annaal da quamia de
600* o 1) e 2" andares do sobrado n. 3 da ra da
Madre de Daos pelo tempo a contar de huje at
30 de junlio de 1873, obrigando-se o arrematante
a fazer neiles os eoneertos de que precisarem.
Os pretendentes podtro para isso comparecer
quinia-foira 16 do correte, pelas 3 horas da tarde
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re
cife 11 de nevembro de 1871.
O Escnvo,
_______ Pedro Rodrigues de Sonza
Conselho de compras de ma-
nilla
O consilljo promove no dia 18 do corrente mez
sob as condicei do e recebidas at as II h ira"- da manhaa a c.mpra
dos objecio< Jo material da armada seguintes :
10 baldeadeiras de folha, 6 torneiras de ferro de
3 1|2 a 3 3|4 pulegadas e 1 ti i <' de corapnraeoto,
1 leocd de f-rro de 4|8 de grossura eam 12 pal-
mos ae comprimento t 8 de largj, 1 leogol de fer-
ro de 3,8 de grossura com 12 palmos de Cjiuom-
mento e 8 de largo, 3 leacoes de ferro ae 1|8 de
grossura, 3 lencas de ferro de 6|S de grossura,
10 pranchoes de araarello, sicupira, peroba ou sa-
pocaia com 30 a 33 palmos de comprimento, 10 a
12 p deg tas de Urgo e 3 a 3 de grosura, 2 paos
dd 80 pal nos de comprimento e 8 a 10 polegadas
de fdee, 5 quiotaes de reoitat de 5|8 de dimetro
e 1 l|t polegada de comprimento. 20 travs de 40
a 43 palmos de comprimento e 8 a 10 polegadas
de face, 6 diz.as oe (abjat de pao carga de I po-
rgada, 6 duzias de labias de pao-carga de 2 po
lagadas, 4 dunas de taboas de po-crga de 3 po'
I adas, 6 duzia3 de taboas de po-carga de 34 d
prgala, e 1 torno peqaeno de 6 poegdas.
Sala das sesses do conselho de compras de roa
r.aaa de Pernambuco 14 de novembro de 1871.
Osecretario,
AlexandrB Rodrigues dos Anios.
De-Giovanui.
Penante.
Silva.
Emiliano.
Pniladelpho.
Ayrosa.
Paiva.
Braga.
Lyrl.
D. Jesnina.
D. Henriqaeta
CORREO GIKAL
Rela^So los objectos r"gisira-
dos existentes m admiulstra-
cXO do crrelo desla provin-
cia, rara as pestoas abalxo
deelaraiias:
guila Ssnnorioha Pereira (i), Anna Rosa de
Barros, Augusto Pacheco de Farlas, Bazdio Amo-
nto Carneio, Cathirioa dos Samo3 Coelho, Do-
mingos Antinei Viilaca, Etuard J. Carrooll, Fe
liciano Rodrigues Pereira, Francisco Aminthas de
Carviho Moura, Fraacisco da Silva Reg, Fran-
cisco Manoho Cavalcante de Albu jiier |oe, Gui-
Iherrae de S iuza Campos. Henriqufi Clorindo T^y
lor, lastioo dt Sdva Carioso, Joaqun) Gomes Pes
soa, Joaquim Lipes Bastos, Ji.- J.iajunn de Sou-
za, os Leandro de Sonto, Joao Ernesto Venato
de Medeiros, M-ino -I Fraacisco, Halaquias Ant mi
Gioculves, Mauricio Francisco Forreira da.Silva
(3), Manael Julio da Silva, Manoel Joaquim de Mi-
randa e Sinza, Manoel Moreira da Gama, Rodol-
pho Jiao Barata de Almeida, Pedro Ferreira
Brandal.
Administraba i do correio da Pernambuco 14 de
Boveabro de 1871.
O encarregado de registro,
A. Gomes da Silva Ramas.
Personagens.
Thadeu, vendedor de mel
atellras.
Manoel Joo, escrivao do jniz
de paz; ( Na opera Aris-
t y)
Macrobio de Siuza, juiz de paz
da fregnezia. (Na opera Ju-
Aeferino Rabeca. barbeiro da
freguezia. (Na opera Orpheo.) Peregrino.
Joo^ idiota, quo foi imperador
do Divino Espirito Santo, em
creanca, feitor de Manoel
Jlo. (Na opera Jhon Slf/x.) Thomaz.
Constantino, compadre de Ma-
crobio. (Na opera Mercurio.) Florindo.
Um inglez, ex-empregado da ei-
trata de ferro. ( Na opera
ra Baccho)
Jos Nuno, pescador d'agoa do-
ce. (Na opera Xepluno. )
Antonio Marques, capillo refor-
mado. (Na opera Marte.)
Joaquim Pregnica, ( Na opera
Morpheo)
Antonio Paquista. (Na opera
Hercules.)
Um pelesire. (Na opera Opiniao
publica.)
Quinquim das Margas. ( Na ope-
ra Cupido.)
Brgida, mulher de Zaferino (Na
opera Eurydice)
Anna, cora a mana de apanbar
gambas, (Na opera Diana.)
Engracia' de S uza, mulher de
Macrobio, (Na opera Juno.) D. Olyropia.
Deolinda, irma de Macrobio.
(Na op ra Venus.) D. Joaquina.
Moc,s e mocos amigos da casa, raoleque?, ne-
gras e criancas. ( Xi opera Deuses e Deusas,)
Denominado dos actjs
i. acto.
O rapio de Brgida. (Na opera Morte.-de Eu-
rydice.)
a-0 aelo.
Audiencia em casa do juit de pac. ( Na opera
O Olympo.)
3. acto.
Um imperador do Divino Espirito Santo. {Can-
c&o Backica) O jur. de paz tranformado em gal-
lo. ( Na opera Um re da Becccia.)
4. acto!
Noite de S. Joo era casa de Manoel Jpo. ( Na
opera Os Infernos.) )
A acgo passa-se na roca, na proviacia do Rio
da Janeiro em 18..
A msica, fui ensalada e inlrumentada a capri-
cho pelo maestro Colas; devendo-se, ao seu re-
conhecido talento e grandosjs esfonjos, ajudados
pela forca de voniade dos artistas, a boa execu-
cao do importante"(rabalbo vocal, que a compa-
nliia dramtica tem d-s exhibir.
No 4." acto toda a compannia cantara e dansa-
r o original e arrebatador lado brasiteiro, deno
minado:
0 C4TERE
Ao respeitavel publico.
Altendendo, extraordinaria mfflculdade com
qoe se lutou, para preparar se O Orpheo na Roca,
que sobe scena, depois de um mez de assiduo-
ensaos;e bem a ramentos fetos no tbeatro, o que tem acarrelado
enormes dispendios; a directo resolveu fazer
um pequeo augmento nos precos dos bilhetes,
nicamente as representnos da referida peo i,
o que em naia prejadica aos amantes da arte
dramtica, purm que oncorre bastante para fa-
cilitar os meios de desembaraga-la dos onerosos
coropromissos que contrabo para proporcionar
espectasulos condignos do apurado goste do ilus-
trado povo pernambu rano, de quem espera con-
tinuar a merecer a necesaria codjuvaca.
Os bilbeles aebam-se desde j no theatro, pelos
pregos seguintes:
Camarote de 1* ordem ernn 3 entradas
Dito de 2a de o. 1 a 7 e de 14 a 20,
com 5 entradas "
Dito de dita de n. 8 a 13 eom 3 ditas
Cadeira numerada
Platea v
N. B.Rogase aos Srs. que encommendaram
bilhetes, a bondade de mana-Ios buscar com to
da a antecedencia.
Principiar s 8 1/4.
Segu com a maior brevidad o-bem conhecido
brlgue portugnez taia I, para o qpe tem a mator
parte da carga prompta : quem no mesmo quizer
earrejrar ou ir de'passagem trate com os consig
nalarios T. d Aqu no Foaeeca 4 C aaeeessores,
ra do Vigar n.;1 andar, oa com o eapitae
do mesmo o Sr. Viaira, ..- ______
S gue sem filia no da 8 do correle mez
para Maco e Aracaty. o hiate N- S. doa Nave-
gantes, quem neile quizer caxregar ou ir de pas-
ssgern, dirija-se ao escriptorio de Bartliolomeu
Loareneo, na ra da Madre de eus n. '2, a Va
tar com elle, ou com Joo Alves de Quintal.
Rebocador Pacifico*.
tgenclallsons dk Metpirat-
ea do Comnerclo n. 14.
At novo aviso, quilquer navio, at 400 tonela-
das de loucn, ser rebocado pelo vpor Pacifio,
qaer para dentro ou lora deste porto, por 15*000
era circo instancias ordiarias e tempo modrate.
Em oircum*tandas diversa, e para, navios de
maior tnnelagsm, prfce.derse-ha a ajusto nravio.
Para Lisboa
A barca portugueza Atexandre Herculano. ea-
pitao Avellar, vai sabir com brevidad ; para car-
ga e passageiros trata-se'com "E.KrRabetlo-ftC.
ra do Commercio n. 48.
SrjtfO l"^w',ter,rei n.'fia tdeira da Mi-
8 ncorfla^ QtibAa/Bastante grande e
aswbra-arJa 'do TdO de detraz, sitio mu-
rado, diversas Iroctftlft e cacimba, n
cq3os prdpffrjs.
Urna djta d Cobrado na roa 'de Mathiai
Fmrra-t.f6,'(Trjhitar era aberto ch5os
foreiros.
Sexta-feira 17 do corrente.
O geroe Mirtins, far leilao, doi predios cima,
no arUittra da Toa d Imperador n. 48, s 11 ho-
LOJA E ARMAZEIYI

PEREIBA DA SILYA 8: C.
NA BA DA IMPERATRIZ N. 60-
RIO DE JANEfflU
Seguii em poucos das o brigoe S. Paulo, so-
bre o frete do resto da carga trata-se na ra do
Vigario n. i\, anrar. ^^
THEATRO
Sexta-feira 17 do corrate
Bencleio de
k Com o eopjM la compannia do
Gymna8o drmatm.
Representar- ?e ha a moito applaadida comedia
a tres ac
10*000
12*000
15*000
3*000
1*500
PU10
Com muito pouca demora neste. porto, seguir
viagera com destino aquelle, o brigue portoguei
Triunpho. Recebe carga e passagei-ros : tratar
eom Soares Primo, ra do Vigario n. 17. ____
Galera portugueza Nova Ami-
zade.
E' esperado al 15 do crrenle do Rio de Janei-
ro este veleiro navio, e recebe carga para o indi-
cado porto nos poucos dias que tem de demorar-
se aqu : a tratar eom Miguel Jos Alves, ra da
Crui n. 19, i andar.
LEELOES.
AnnacSo,Jazen'ds, utencilios commerciaes
d encadenlo Parisiense da roa do
Impertd&rn. 71, urna qrjarta parte da
casao.1%1 V-roa do Coronel Suassun
(antifja egasta), naia citava parte da
casa n. 82 da roa de Man:lio Dias fanti-
rart Brrtti) e I7:0029 rs. em di-
vid.
Segwda fira 20 docorrente.
O ageai Martin, tara leitlo irelaertnwnto do
Dr. nvenurnnte dos bens deisados pelo finado
Eraclio iJonstanimo deP-ula Monteiro, e^por man
dado do litro. Sr. Dr. juiz deirpl.s, dos beas
cima, perteoc. mes ao espolio do dito finado.
A's 11 horas do da na masma encadernacao
Parisiense, roa do Imperador fc. 71.
VISOS DIVERSOS
Cozieiieira
Offerecatin bu coanheiro estraojeiro qn
entende todas as qralihdes de rflassas e tude
qoanto pertence a arte de coiinha ; qnem preci-,
sr dirija-ae a ra larga do Rosario n. 33.
ra do Amorim n,
Preciaa-se de uma ama que
seja boa cosloheira, para ca-
a de homem solteiro : na
33.
Aluga- e
o segundo andar e sota da casa n. 49 da ra do
Inperador, com mu tos commodos : a tratar na
roa do Barae da Victoria (outi'ora Nova) o. 22.
CIRCO ECUESTRE
COMPANHfA BRASILEIRA
Director e artista
Antonio Carlos do Carmtr.
Tem a honra .de communiear ao Ilustrado pu-
blici da villa da E< ada; que
SABBADO 18 do CORRENTE
dar o primeiro espectculo com um escolbido e
variado programan. f
Entrada geral para todos 1*000.
Principiar as 7 horas da noite.
DOMINGO 19 DE NOVEMBRO
Segando espectacefo
O director espera toda a.protecclo do generoso
pob'ien de'ta villa e spii t"rmn._______________
AVISOS MARTIMOS.
Rio de Janeiro
Esr.era-se a todo o momento o brigue nacional
Isabel, o qual seguir com brevidad para o porto
cima, tem parla da ca/ga j engajada : para o
resto que Iha falta trata-se eom es consignatarios
AQtonie Lnlz de Oliveira Asevedo di C, ra do
Bom J ana o. 87, I andar.
ARACATY
Pretende setftit' -eom poneos dias de demora
para o .indicado porto o novo-e lindo biate nacio-
nal Olinda, de piitneira viagem e da excellente
joostruccao, por Mr grande parte da carga enga-
jada, e para o roto ooa Hit (ala trata-se coea o
consignatario Joaquim Jos Goncalves Beltrao &
ra do Commercio o, 5.
LEILAO
HE MOVIS
Loucj, vidros, cry.'tae?, vinhos, nm carro
americano, arreios e 3 cavallos,
Qninta-feira 16 de novembro, no Poco da
Paaella, coo.'-Undo de
Duas mohilias de Jacaranda com lampos de pe-
dra, um piano f irte e novo de Erard, castir-s e
mangas, candieiros a gaz, jarros para flores, tpe-
les e uma estante para msica.
Uma mnbilia de Taia branca, 2 secretarias, 1 es-
tante para livros, 1 machina para costura (perfe-
ia)i eaewae de ImImjo. _- '
Caihs francesas ae' jacarnl, guarda vestldos.-
gaarda-roopas, commods, toucadores, tolets, la-
vatorios e louc i para toilets.
wa moliilia de pao d'oleo, 1 mesa elstica, 1
excelente gnarda-lou^a, 2 apparadores, 2 ditos ps
torneados, louca para cha e iantar, finos castices,
garfiis, facas e colheres, machina de limpar fcas,
virih is de differntes qualidades e muitos outros
o ojelos.
Um carro americano de i rodas, assentos para
quatro pessoas, arreios e 3 cavaos
HOJE
Win. Raiwlinson, tendo de retirar-se para a Eu-
ropa, levara leilao por intervencao do agente
Pinto os movis e mais objectos cima descrptos,
em easa de sua residencia, no Rogo da Panel la.
A's 10 horas em ponto partir da estaco do Re-
c fe do arco de Santo Antonio nm. trem especial
para conduzir gratis os concurrentes ao referido
leilao.
Em tempo. O mesmo agente est desde i auto-
risado a alugar a casa de sobrado em que se
acham os referidos movis, sendo que dita casa
lem accomraodacoes para grande familia.
Lfcillo
DE
Gigos com batatas moito novas, desembar-
cadas boje da bircifranceza.
HOJE
A'S 11 HORAS DA MANHAA
O agente Pestaa, far lello por conta e nscc
de quem perlencer, de gigos com excedentes bata-
tas, em lotes voniade dos.c o:npradores, no largo
da escada da alfandega.____________________
LEILAO
DA
Gasa terrea n. 25 na raa das Carrosas, es-
quina do becco do Pexto, terreno pro-
prio.
0 agente martins far leilao da casa cima, a
qual tem duas salas, dous quartos, cosioba fra,
quintal murado com cacimba raeeira.
Sext-i-feira 17 do corrente
A's 11 horas do dia'no armazem n. 48 da ra do
Imperador. __________^^_
Leiao
DE
Uma moblia de Jacaranda com 18 cadeiras de
{uarnigio, 4 ditas de bracos, 1 sof, 2 consolos,
meza redonda com lampo de pedra, 1 cama
da amarelo para casal, 1 machina de costara.
1 marquezlo, 1 mesa elstica, 2 apparad res
1 banca para jogo, diversas cadeiras nsadas, 3
marqnezas, 1 espelho, 2 porta-toalbas, i lava-
torios, 1 apparad> r grande, diversas banca-, 1
Cadeira para advogado, 2 roelas coromodas, so-
tas, consol*, mezas redondas e um meio appa-
relbo, de porcelana para jamar, 1 apparelho
donrado para almrnjo, candieiros gaz, quadrox
com moldura dourada e muitos outros objecto>.
que estarao patentes no dia do leilao
Sejcta-fetra 17 tfcnovmbr*
O agente Pestaa competentemente aaiorisado
far leilao dos objetos cima descrptos, bo'auti-
go armazem da roa do Imperador n. 16, s II
horas do dia ao correr do martr-llrf.
LEILAO
Agencia da roa do B tr'ora'da Cruz.),
Sexta-feira 17 do corrate.
A's 11 horas da manbia, todo se Tender
ao correr do martillo.
Ctdeiras de goarnicao (aia a amarelo) mesa
elstica para jantar. cama para casal; apparado
res Ae amarelo, awrqaei&as para lotteir, cadei-
ra* de bilanc.0, lavatorios de (erro, jarros a bacas,
dous ricos pelaos sendo ara oval, oou rica se-
Sao convidados os membros do lastuuto dos
Advogados para se reunirem na quarta-feira 16
do corrente a 1 hora da tarde no lugar do cost-
me.
Precisa-se ae urna ama pa
ra cczinha e mais servico de
r Basa de familia : ra das
Flores n.37, 1 andar.
Retrato* em grupos
Tiram-se grupos de 5 a 100 pessoas, a precos
mu reduzidos e fornece-se o numero de exempla-
rs que se pedir; n? ra do Cabug n. 18, Photogra
pkia Imperial. No mesmo estabelecimento se en-
contram especimens de grupos de 5 a 140 pessoas.
Os irablho8 de ta photographia sao bem conheci-
dos e apreciados do pnblico deeta cidade.
:as
Aluga.se
rjrns casj terrea com soi3o riross acwjmnro-
la;des, ecncertada e pintada recntenteme, na
liba do Retiro, Passatem da Maglalooa ; trta-se
aa rna do Vigario n. 4.
Os Srs. abaixo declarados sao rogad >s a
mandaren) ou virem ao escriptorio deste Diario
i negoeio :
Jos Francisco Rlbeifo de Sonsa, (dono do col-
legio de Santo Amaro
Francisco Josa (tabello
ATTENCAO
o
Precisa-se de'orna ama para comprar e
ozinbar para easa de orna familia composta'
de duas pessoas : nesta tvpugrapbia se
dir.___________________
8nta casa d;i misericorcin,
No hospital dos lasaros necessta-se de um co-
tinheiro, danio se ordenado, casa para morar e
comida : a tiatar no mesmo hospital com o re
gente._______________________
Precisa-se de*uma ama que saiba cozmbar e
qne seja de boa conducta na ra do Vigario nu-
mero 5.
Precisa se fallar com o Sr. Job Alves
de Faria a negocio de sen interesse, ni ra
do Imperador n. 27 Io andar sala da
frente.
Para festa.
-Aluga-se uma excellente casa na Boa viagem
mnile fresca e cora commodos pea grande fami
lia : tratar ra larga do Rosario n. 34
.pj Precisarse de urna ama para ca
im.lT.al m. sa de pouca familia : na ra Di
reta n 68, 1 andar.
ADVOGADO
Dr. Joaquim Correa de Araujo
67Roa do Imperador67
Alnga-se duas casas em Apipueos, tendo ca-
da uma o* commodos seguates: 2 salas. 4 quar
tos, c izioha fra e quarto para criado : a tratar
na ra Sele de Setembro n. 1 (amiga travesa dos
Ferreiros).
ALUGA-SE.
Doas casas terreas na Ladeira da Misericordia
e na ra de-Mathias Ferreira em Oloda, perto dos
baobos, e primeira eom 5 quartos, 3 sallas, cosi-
oba 'ora e bom quintal, com terraja adunte e
atraz, muito fresca, e urna vista inleirameme agr-
latel' tanto pela frente como pela Darte de detraz,
e asegunda com duas s-las, 4 quartos, e quintal
cerrado : i tratar na raa do ^abug n. 16, 2
andar. "_______________________
AMA
. 8 a dinheiro. vista v
Os proprieiarios deste estabelecimento tendo grande necessidade de diminoir q. ia-
menso deposito que tem de fazendaa e grande orgencia de apurarem dinh'eiro, tem re-
olvido fzer ama verdddeira'liqaidicao com grtn'dei abatimentos nos precos de todo*
os seos arligos: para o qne convidara ao respeitavel publico desla capital a vjr sortii-w
pois ine garantem que em parte algoma poderlo encontrar t5o grande soriimentoe uea
mo n5o comprarao pelos presos que se Ibes pode vender na loja de Pavao; porm }i-
virtindo-se qne so se vende a dinbeiro vhla. Os mesinos proprieiarios deste estab-
lecimenlo rogam a todos 03 seos devedorea desta prafa o favor de virem saldar seus d-
bitos, e todos aquellos que esliverem devendo eonlas antigs e o nio fuerera lerao de
ser encommodados judicialmente.
PstSo.
de seda al
LSaalnha bar/aao do
Alsacianas com lindas listras
IjJOO o covado.
Ditas lisas com muito brilbo a 1$ o e&vado
. Allantas, fazenda de moito gosto tecida
com seda a 720 rs. o covado.
Ditas com qnadros de seda e cores muito baraii^kno
Loja do Pavftb
SAIAS
delicadas a 610.
Poil de chvre, d'oma s cor com moito
brifbo a 500 rs. o covado.
Merinos escossezes fzenda de muito gosto
para vestidos bjrnus e ronpas de menino
640 rs. o covado.
Gurgurao mnito bonito, tendo de lodas
& cores a 400 rs. o covado.
L3as nbas n edemas com differntes gos-
tos a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e 320 rs. o covado.
BRANCAS BARATAS .
a 20500 e3*000.
O Pav3r> vende cortes de boe fateBda
branca com bonitas barras de pregsa. peto
preco de 20500 e 3^000 ead*
uma, grande pechir.cba na ra da Impera-
triz a, 60, loja do Pavo.
MODERNAS BAREGES COM LISTRAS DB
SEDA E FRANJA AO LADO.
a 800 rs o covado.
Cbfgoa para a loja do PavSo, roa da
mperatra n. 60, um elepante sortimento
das mais lindas bareges modernas e tendo
ao lado bonitas listras assetinadas e franja
Dar os enfeiles. as qnaes se venden! pe
baratsimo prefo deSOOrs. o covado, por
Bareges transparentes com differntes c- baver um grande sorimento desla nova a-
'APrecisa-se de uma ama que cosinhe e compre:
na roa de Hurtas sobrado n. 15. Se agradar, pa -
ga-se berh.
Sociedade Emaiici-
padora
De ordem do presdeme da direc^ao o Illm.
Sr. Jos Matheos Ferreira, convido todos oa mera-
bros da adiainiriracao pira sessio no dia 15 t 7
aras da noute no- Club Pernambueano.
Recite 14 de navambra da 187Ll
FBrtelra Jacobina,
1' SPfetarto.
T
tk maj Precia-e de uaw. adKfKta-
mJfl A aa.de pequea faatlia fiMM na
ruada Braaa n, jfi.
ai|a r>e*tta-fleamailpt*antitr
AiSLa. milia : oa ra iv Aragao W, fabri-
ca de chantos.
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muito goslo a 500 e 800 rs. o covado.
Cassas do Pavfio.
Cassas inglezas com benitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas francezas de muila pbanusia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
mnito fina e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'orgndy branco e de cores a
20500.
CORTES D'ORGNDY A 40000.
O Pavo tem cortes de organdy branco
com 8 i/i varas que vende pelo barato pre-
co de 40000, assim como fiuissimo organdy
branco com lislriobas e qoadrinnos o me-
Ihor qne tem viudo ao mercado e vende
pelo barato preco de 720 rs. a vara.
Poupelfnas de seda a 8 SOOO
0 Pav3o tem om elegante aortimento de
poupelinas de seda tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
CAMBRAIAS LARGAS A 800 RS. A VARA.
O Pav3 > tem camnraia branca iranspa-
rente do boa qn.ilirladrt. com 8 DalmOS de
largura, que apenas precisa 4 varas para
nm vestido e vende a 800 rs. a vara, dita
fjnissima da Eacossia tendo a mesma largu-
ra, qoe vende a '40600.
CAMBRAhS BRANCAS- A 40000 E 40500
O Pavao tem pecas de cambraia branca
transparentes com 8 1/2 varas qoe venae
pelo barato preco de 45000 e 40500, ten-
do tambem muito Gnas de 50000 at
1O0HOO.
Ditas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a pe^a at a mais fina que vem ao mer-
cado.
Crosiienaples preto e de core.
O Pavio lem um grande soriimento"de
grosdenaples e gurgurao preto para vestidos
lendo de 10600 o covado at ao mais sn
perior qoe costuma vir ao mercado, assim
como um grande sorlimento do ditos de
todas as cores e branco e om bonito sorli-
mento de setins branco e de cores que ven-
de Dor presos muito em conta.
ESPARTILHOS A 40000
CACHENEZ a 40. 50 e 60000.
O PavSo vende espartilhos de todos os ta-
manhos a 40 e 50000, cachenez parisiense
com delicado ponto e de cores, a 40, 54,
e 60000.
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e 1(50000.
O Pavo tem um grande sortimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pecas de cambraia adamascada com 20
varas a 10^000. crochet ricamente bordado
para cortinadosa 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6 e 8 palmos, de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas eolebas de damasco a imi'acao de
seda e ditas de crorbet as mais lindas que
lem vindo ao mercado.
MUSSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
O Pavao tem nm bonito sortimento de
musseiinas de cores, padr5es inleiramenle
novos e cores fixas, que vende a 400 rs. o
covado. Ditas brancas muito Gnas a 400
e 500 rs. Metim branco da India mnito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores touito encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUP POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
0 Pavo tem orna bem montada officina de
alfaiate, administrada por um hbil me-tre
nacional, aoode se manda fazer qnalqoer
obra de eocommenda, tanto para bomens
como para menino, garantind -se a promp-
tid3o e aceio em todo o trabalbo, e no mes-
mo estabelecimentoJeDcoritrarSo os respeita-
veis fregueses todas as faiendas proprias
orno sejam pimos de tedas as cores qoa-
diades e precos, aovas casemiras de gosto
re ns brancos e de cores, assim como todas
'asfazendas proprias para fatna de loto.
CASAQUINHOS A !&#, 180 E 2000" 0.
O Pavo tem om grande sortimento de
ritos casaqoinbo de seda preta mnito bem
[^afeitados e modernos qoe vende a 154,
180 o '0OOt>, sendo fazenda de moito
mais valor, assim como ricos cbales pretos
fardados com franja* largas de retro a
104 e 124000.
A loja do Pavo, acha-se con'tantementft aberU das
borasda noite, rita da Imperara a. 60.
zenda; as&im como delicadsimas baratea
com lindas listras de seda, sendo fasend da
muila phaotasia a 6O r.. grande pecbia-
cha, no armazem do Pavo.
Fa/euda para luto.
O Pavo lem om grande sortimento de
fjzeHdas pretas para luto, como sejam :
Merino preto com 6 palmos de largura
para vestidos a 20000 e 20500 o covado.
Merinos pretos e de cordo para todo
os precos e dirJerentes qualidades.
Bombasinbas para lodos os precos.
Canies e lpicas preas. Lasinhas pro-
tas ou cassas de 13a de 360 at 500 re. o -
covado.
Cassas pretas francezas e inglezas de to-
das as qualidades.
Cbilas prelss francezas e ing'ezas de 200
rs. para c ma.
Crppe preto para veos.
CASEMIRAS PARA CAICAS A 40, 50, 64,
70 E 80 00.
O Pavo tem om grande sortimento da
cortes de casemiras de cores para calcas,
sendo os mais moderos que tem violo ao
mercado e vende-se de 40 at 100000 o
Corte, ditas em pecas francezas e inglezas
para ca'cas, palitots e colletes qoe vende da
fiS&OO ata 600 o covado, ditas escuras a
prova d'agoa que vende a 50 o corle ou a
30 o covado, sendo eslas casemiras muila
proprias para meninos de escola por serena -
es .uras e de meita duraco.
NOVOS VESTIDOS A 5JC00.
O Pav3jt>-m lindos cortes de vestido de
fioissima3 rambaias com bonitos bordado
de cores e tambem iodos bordados branco
que vende pelo baratissimopreco de 50OOO
cada corte, grande pecbincba.
PANNOS DE CAO IIE PARA CADEIRAS B
SOPKS.
O Pavo tem nm grande sortimento da
pannos de i roeb pruprios para encost da
cadeiras e de spbs, assim como um rico
sorlimento de tapetes de todos os tamanbos
proprios para salas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50.
O Pavo tem pecas de madapoln com 24
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 44500
a peca, dito mnito fino e'largo de 60 para
cima, dito francez do melhor qne tem vindo
ao mercado, assim como dito finissimo em
pecas de 40 jardas.
Curten de chitas.
a 106GO, 20000 e 20800.
O Pavo tem cortes de chitas francezas
com 10 covado, que vende pelo barato pre-
co de 10600 e 20000, ditas que vende s
160, 200 e 280 rs. o covado, tamben, tem
um grande sortimento de ditas finas (Jaras
e escuras que vende a 280 e 320 rs. o co-
vado e finissimas percales miudinbas p -opri-
as para camisas, vestidos 6 roopas para me-
ninos qne se vende a 360 e 400 rs.
LENCOS RRANCOS.
0 Pavo tem lencos brincos abantados
que se vende a 20100 e 30. a duzia, dito
grandos de murim sem ser abaubados a
30200 rs. a duzia ; assim como bonitos len-
Cos bord dos para maos.
ROUPAPARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
muito bem feitos de 120 al 400000.
Palitos de panno preto fraques e saccoa
de 80 at 120000.
Ditos de casemira de cor de 64 al 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca e de cores 60000.
Ditos de brim de linho trancado a 60000.
, Calcas de ca.-emira preta de 64000 at
124t'00.
Ditas de brim branco de linho de 44000
at 84000.
Ditas de brim de linho de cor para todo
os precos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com pe'los
d'algodlo da 10600 at 50, em duzia ven-
de-se mais barato.
Ditas de meia da 800 rs. para cima.
Ceroulas de linho ealgodo, francezas a
feitas na Ierra.
Collarinhos de papel, algodo e liho
qne se vende moito barato para liquidar.
Para noivas.
O Pavo tem rico gurgoro de seda, bran-
co. Grosdeoapie branco muito eocorpado.
Agraciannas brancas com listras de seda.
Poupelinas brancas de seda lisas e lavra- -
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. Ca-
pellas com palma da flor <'' laranga com
ricos veos bord fV><. v ti.ttaev&aa mais
barab do qoe em ouu-a (udK.jci perte.
6 horas d maahaa at u *

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] Miimp
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da Periuuufcac Quinla fira .16 d* Nwembio da 187X
[

0 PEITRAL DE CEREJA
DR.AYER
Para a cura radical e certa de todas as molestias da garganta e-do pe|to, constipa-
Este xarope peitoral- o resoltado de
ioogos anoos de estndo por um des pri-
eiros mdicos da America do Norte e de
experiencias minuciosas nos principaes nos-
pitaes do mundo ; receitado pelos medi-
dos mais distinctos do seculo actual, e
grande quantidade ; o 3o por nao ser se-
creto, pois qualquer medico pode obter a
frmala i de sua composieSo, dirigindo-se
pessoalmente, ou por carta, aos agentes
geraes, ra do Vizconde de Inb.uma n.
81, Rio de Janeiro.
A grande fama que tera grangeado este
remedio, devido s admiraveis caras da
pbtysica pomionar, molestia esta to penosa
e fatal em suas consequncias que aqoelles
que s5o atacados dos primeiros symplomas
devem ser tratados o mais cedo pussivel, e
o primeiro remedio que applique, dever
Peitoral de cereja do Dr. Ayer
Coartado devor de todos combaler esta I ment, se permittido acreditar em cousa
terrivel molestia no seu principio, bem al urna, est incontestavelmeute provado,
como todos os males que podem cooduzir que este remedio cura todas as classos de
Ocgno de toda a confianza : 1 por ser effi-
caz, alcaocaodo com urna certeza iofallivel
ofassento da molestia; 2o, por ser inno-
cente e applicavel a qualquer pessoa de
qoalquer idade ou sexo, ao nometn robusto
ou crianca da mais tenra idade, e nao. ser
perigoso se fr lomado, por acaso, em
ser efficax, pois n5o ha tempojde faxere-m
se experiencias. s pessoas atacadas da
pbtysica geralmeote fazem pouco caso de
seo mal, at qoe seja tarde para cura-la;
nesta, mais do que em qualquer outra
cl usa, tem sua origem o predominio exten-
so e fatal de urna molestia que mostra os
seus estragos com innmeros e assombro-
sos casos na esta lis tica da mortandade.
Milhares de casos de molestias pulmonares
que tinham' zombado de todos os recursos
da sciencia, tem sido carados radicalmente
com o uso do
- ella, como tosses, resfraldades, defluxos,
dr de garganta e bronchites; qualquer
rooqoido deve ser tratada immeiliatam-n
)e. A experiencia mostra-nos qoe o Peito-
ral de cereja de Ayer cura todos estes.pa-
decimentos, quasi sem excepcao, e raro
o logar dos paites onde conbecido, que
nj teoba numerosos exemplos de curas
feis por elle. Se se pode prestar f ao
qoe nomens de todas as classes alGrmam
do que elle tem feito ; se podemos acredi-
tar em Dossos proprios sentidos, quando
vemos as perigosas affeccoes do polmo
cederem a elle ; se pocemos crer no teste-
munbo de iutelligentes facultativos, cuja
obrigacSo conservar os factos; e Goal-
molestias cima designadas melhor do que
tolos aqoelles a\ boje conhecidos. lias-
tam ODicamente as suas virtudes intrnsecas,
e o inc'Dtestavel bem que tem feito mi-
lhares de doentes, para qoe surgiss e se
sostentasse a repolario de que goza. Em-
quanto que muitos eutros remedios inferio-
res a este, e que foram acolhidos pelo
vulgo, falbaram e foram depois abandona-
dos; este, tem gaobo amigos pela expe-
riencia, e pelos beneficios que tem prodi-
gando aos afflictos que a elle tem recor-
rido, e que nuoca poderlo esquecer as ma-
ravillosas curas obtidas, porque sao nume-
rosos de mais, para serem olvidadas. Ne-
nbuma casa de familia deve estar sem um'
Duciosa para a sua appncacao na lingue
portogoeza.
Vende-se em todas as boticas e drogaras do mundo.
vidro deste xarope mo ; pois nos ataques
repentinos de angina, de croup e nos pa-
roxismos da coqueluche a que esl3o sujeitas
as criancas, n3o ha lempo de chamar om
medico, nem de fazer remedios, e este xa-
rope allivra immediatamente, sentando a
crianza do perigo.
AVISO.As preparacas o Br. Ayer
sao preparadas com especial attenco ao
clima dos trpicos, e tem modifia(des im-
portantes sobre as que s3o feitas parado-
tros paizes.
Portmto, o poblico dever notar, e com
cuidado, para qoe nao seja srdidamente
engaado, qoe os remedio.s de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil, trazem
rotlos e envoltorios com a descripcio mi-
soa applicacSo
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
DE
S. JOO DE NlTHEROHY.
Um dos problemas que mais tem preoecupade
altearas dos legisladores e dos economistas mo-
dernos/particularmente na loglaterra e na Fran
Si, acerca d.. qual, anda em 1868, L. Wolowki
i um profuudo e noiavel discurso, o q le trata
de definir e reeularisar, mantendo o equilibrio
entre o interesse e a humanidade, o trabalbo das
criancas na- manufacturas.
Esta quesio grave e melindrosa, cometa a ser
entre nos de alguma importancia, e merece que a
examinemos com criterio, tanto re ais que forzosa-
mente na ?ubtitmcao do elemento servil lera elta
de considera r-se efflcacissima para o futuro des-
eovolvimento de nossas industria?.
Recordando com o celebre economista de que
faltamos o profundo pensamento do poeta ingle
que diz :--=t A crianc o pai do hornean parti-
ihamos tanhm os sea generosos sentimenios re-
lativamente tssas frages e delicadas creaturas,
qoe anda na primeira iniciacao da vida prestara
ja ?io imprtanles servicos sociedade.
Qttriqoer \ae seja o ensino ou o labor em que
Mexarcrtem as forjas anda dpbeis dessas iracas
existencias, deve presidir o maior escrpulo sua
direccao. a maior vigilancia e cuidado no empreg"
e dislribaicao do lempo, porque do seu resultado
depende a actividade e a energa das tova* gera-
coes, e d'estas as grandes conquistas do futuro e o
progressvo aperfeci.arnento social.
Nos Reculos anteriores as industrias oceopavam-
*c n:.i< cotn os pr ductores. Ao seculo XIX Com-
lii-Ifi a gloria Dao > de ir.elh(.j-r o lubrico do-
productos,, tornando-os mais perreit03 e mais ac-
ettuveU a t dos pejo quantidade e modicidade do
preci como a sorte a condicio, a existencia do
trabajador, do homem.
vV'oiowki cita a e;te respeilo as palavras de
Oladstone. que, em urna reunio de operarios in-
g'es, fa landa-llMi tanto em seus direitos, como
em seas dovere*, disse: t nosso seculo o se- j
enlu.do operario : e accrescenta que esta phrase j '
nao sabio de bocea suspeita, pois Gladstone nao I '*>5
per ten m ao numero daquelle que lisongeam em
*ez de servir ao povo.
) bornea d'este modo encarado como bem
primordial da produccao do bem; e o notavel au-.
tor qoe nos referimos entende comnosco que a r
liberdade que eile conqaistou tira toda a sea forga
da eaeigia da alma associada saude. do corpo,
da^levacao.do espirito quo proporciona o desen-
ktifiBto progres.-ivo da habilidade pessoal.
i hateados n'esta allianca que os legisladores
ezei omprehend-ram que o instrumento acti-
v '.o operario, obedeca a outras e diversas neces-
eidsdes (ue as que sao partilha do instrumento
material.
F.'i por este motivo que se marcaram e regula-
m^ntram a- huras do trabalbo as manufacturas,
se a'tendeu sobretudo a que as crianzas rece-
>w a um lempo o ensino da fabrica e o ensino
da e.roto.
* Km 1862, diz anda Wolowki; sanecionou-se
n.i Inglaterra a prole, a vigilancia penetrou no
seio |as vastas communas indnstriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
comiaunas povoadas por miihares de operarios.
A lw de I802 flxou a idade era que as crianeas
podiam entrar para as manufacturas e. limitou a
dura*ao do trabalho.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levon quasi meio seculo a resolver, e preoc-
copon a atieogo de tantos homeos de estados
oinectes, como foram Roberto Pee! Lord Aslhey,
A THESOURA i ODIO
E 0PR0GRESS0
SALDES DE CABELLEIREIRO
RIJA DO DUQUE HE CAXIAS 3, O
MOFINA
Ron-i ionhn.8^ Igw.do V.etra da Helio,
envo n etdade deNaroreib desu provtaeia,
Rivaraavireraa. te Impender n.8cooeluB
aqueUe netoeio que V. S. te eompromettea reali-
sar, pala tareain ehamada deste fornal, em fin
de deMmbro prximo pasudo, e depois parala
oairo, passoo a feTerero e abril, e nada comprio,
por este motivo a de novo chamado pan dte
flm ; pois y. S. se deve lembrar quo este necock
* da mais te oito unos, e quando o senhor sm
flto se acbava no es nesta cidade
aos banhos no Monteiro
Alagase por testa a easa n. 3 qoe tem ama
pitombeira na porta, na travessa da Levada no
Monteiro, tem ]anto nio j os banhos do rio
como os da levada : i tratar na esquina do Lama-
rio easa nova antes de chegar ao Monteiro, on
no Recite, i rna Nova n. 7.
Companhia do gaz.
PERNAMBCO
Chamamos respetosamente a attenco dos con-
sumidores de gaz para o segrate :
As ms Inzes sao geralmente occasionadas por
lgum defeito nos blcosK ou obstrocclo nos ap-
parelhos. Aonde eiisdr semelhantes defeitos a
companhia ter prazer em remedia-los sem des-
peza ao consumidor.
Para assegurar urna luz boa, os bicos devem ser
mudados pelo menos, de seis em seis mezes Um
bico bom dar 20 at 80 por cento mais loz (gas-
tando a mesma quantidade) de que um bico de-
feitnoso e do mesmo tamaito.
A companhia tem sempre nm grande sortimeo-
to de bicos, dos melbores fabricantes, os quaes
vende aos consumidores pelo costo. .
Qualquer qneixa dirigida ao abaixo assignado
oa fabricado gaz emS. Jos, ou noescriptorio da
companhia i rna do Imperador, ser prompta-
mente attendida'
Fabrica do gaz 23 de Ontnbro de 187!.
Thos. Newbigging.
'____________________Engenbeiro._________
A luga se
o stgnndo andar do sobrado da rna Nova n. 38 :
a tratar na toja. [ i T
O abaixo assignado roga a todos os seas fregue-
zes que se achara devendo importancias de hien-
das ao sea esubeieeimento tito i roa da Impera-
trlz n. 2, terem a bondade de vir oa mandar sa-
tisfaier seas dbitos at 30 de ezembro prximo
faiuro, afim de nio se ver obrigtdp. contra a sna
bondade, tancar mi dos mejos qoe a le lhe con-
cede. Recife i* de noverobro do 1871.
Joio Luiz Ferrt'ra Ribeiro.
Precisa-se ,alogar
para casa de familia ; a
1* andar.
urna cosinheira escrava,
tratar na ra Nova ja. 50
Monteiro
Precisa-se auigar urna esciava para c)-
nhar a fazer o mais servido de can : a tratar pa
rna do Crespo n. 1.
Mudanza.
Do dia 10 do correte em diante estar mudado
para a rna do Imperador o. 48, t* andar, o gabi-
nete de cirurgia dentaria de F. Maia,o qnal dessa
data em diante ser abi encontrado todos os dia;
a qualquer hora. O mesmo, como ale aqui, con-
tina a prestar-se a chamados.
ADVOCACIA.-
I O Dr. Manoel do Nascimento Machado
SM Portella contina a advogar e pie ser
5 procurado no sen escriptorio roa do Im-
perador n. 83, 1* andar.
NOTAS
Troca-se nulas do banco do Brasil e de anas
flliaes na ra do Bario da Victoria n. 63, intiga
ra Nova, luja de Joao Joaquim da Costa Leite.
Precisa-se de ama ama
que sama cozlnbar bem : na
roa do Duque de Caxias, ou-
.r"oT rna das Crnzns n. 22. segundo andar.
^H^
-* Piecisa-se de ama pes.-oa que d fiador para
se encarregar da eobranca ne-ia praca ae dividas
de ama I jja al o auno de 1869, dando se 30 0,0
do qoe receber : a tratar na roa do Qneimado n.
3, 1* andar.
Alagase ama casa na povoacao do Monteiro : a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo lugar
E
Primeiro d Mar^o n. 7 A primeiro andar.
DELSUC, cabelleireiro de Paris, partb'p aos seos innmeros fregueze3 e ao pu-
blico em geral, que acaba de contratar peritos ofliciaes francezes para todas as especia-
lidades ; sendo nesles doos estabelecimeotos cima onde o respehavel poblico poder
encontrara delicadeza e ligeireza que neste genero de traba no tanto se exige em Pa-
ris.
DELSUC nada tem ponpado para que o publico desta cidade que tanto lhe tem pro-
digalisado a sua benevolencia, continu a frequentar os seos SALOES MODELO, Gcando
certo o mesmo pub ico que nelles encontrar agrado e perfeicao.
Empreados dos saldes
\iofliciaes para barbear.
6 ditos para cortar cabellos.
3 dilos para o postico.
lifil-uc para opeateado do bello seo.
i
V *
Zmi*
MACHINAS
para mmm ai godao
De 10 a 40 serras.
VAPOR
Pernambuco Street Kailway
Conapany.
De ordem da directora d'e-;a companhia, con-
vida- se aos senbores accionistas a realisarem a ul-
tima prestacio de 30 por cento do valor das suas
accSes al o dia 14 dr novembro prximo fot iro,
no escripto, travessa do Brnm n. 22. N'esta oc-
casiio serio os recibos trocados por cenidoes das
aegoes.
Recife 2o de ontubro de 1871. i
H. H Swift.
_______________________Asst Ireasurer._________
Casa de Gur po
Aluga-se por 3 annos ama grande casa ) cam-
po do poco da Paoella era que residta o Sr. W.
Rawlinsoo, na qnal dever ter logar qurata-feira
16 do corrate am grande leilao ae 'movis, louca,
cbrystaes, carros e cavillos. Os pretendemos po-
derlo desde j se entenderem c-m o agente de
leiloes F. J. Pinto, rna d* Cruz n. 38.
a testa.
Aluga-se um sitio no logar da Torre com boa
easa e ba'nho no rio frente da mesma; tratar
i roa de Gervasio Pires n. 26.
Com urgencia
Precisa-se de urna ama de leite, que le-
nha bom e abundante, paga-se bem : nesta
typographia.
Pura
para mover as machinas.
Em casa dos importadores!Ra
SIIAVZ.-IAWKES G. )
S'tw
WJ
. -!-'
do Bum-Jesus n.
oiitr'ora Cruz.
? v %* -)' & Cs
educacao dos aprendizes, dispensa dias festivos do
sstabelecimento, o concurso' dos musfeog estra-
ohos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplo
j lystema do ensino manual e simultneamente m-
, tellectual, que os productos da fabrica de S. Joao
te N therohy, redobrandd de valor pela qualidade
i e perfeicao augmentam tambem a tua procura no
1 mercado 3 naturalmente os avultados mteresses
los productos.
Bstabelecida assim cora os oulros estabelecimen-
, ios do me?mo genero a luta da concurrencia, que,
> ao dizer de um noiavel economista, nao outra
! cousa mais que a manifestarlo pratica, a faw
I material da liberdade, claro est que as condieSes
do trabalho livre comecam ja ser as coladas, en-
tre nos em bases sensatas e de consequncias pro-
dcoas.
Ligamos um alto aprego s tentativas e aos re-
ALUGA-SE
na cidade do Olioda, ra de S. Pedro Apos-
tlo, duas casas terreas ns. 13 e 11 : a
tratar no Recife, roa da Cadeia-velha, ar-
mazem de fazendas n. 62.
Precisa se de ama ama pa-
ra o servido de urna casa de
ponca familia : na rna da
lallaV
Cruz n 18, 3' andar.
20^000
Precisa-se de urna mulher que saiba coziobar e
eigommar : a tratar na roa do Rosario da Boa-
Viau n. 18.______________________________
Aluga-se o andar terreo da caa n. 41, ra
Jo Rangei, propria para algara egtabelecimento,
assim como orna escrava.: i tratar na toja n. 2,
ra do Queimado.
iWII

^J [
M travessa aa rna
Crnzes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qoan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesraos me-
taes e pedras.
Casas no Popo da
Panella.
ALUGA-SE
Por 6001000.
Urna excellente cara na roa do Rio n. 35, da-
quelle povoado cem doas talas, qaatro quarto^,
cozinba, coxeira, quartos para creados, eeiribaria
e mais duas raeias-aguas separadas.
Aluga-se
Por 300*000.
Outra cata ao p da mesma n. 33, com duas
salas, tres quartos, estribara, bom quintal todo
morado, grande copiar ao lado, etc.: i tratar
eom o crmmendador Tasto.
Precisa-se de costureiras
Pastor, roa da Imoeratriz o. 3.
oa loja do Bom
Celebra-se a (esta do glorioso S. Benedicto,
venerado na igreja de S. Francisco de Olioda, no
dia 19 do correte mez.
Prega nj Evangelho o reverendo padre mestre-
Francisco Virissimo Bandeira, e ao Te-Deum o
reverendo conego Marcolino P. do Amaral.
Pede-se aos fiis que coocorram a lio religioso
e respeilavel acto, cerlot da proieccao desse 'mi-
lagroso samo e do reconhecimento da respectiva
irraandade.
A tarde percorrer as ras abaixo drxlaradas a
procissio da mesma imagem : S. Francisco, Nova;
Amparo, Quatro Cantos, Cocho, bicca de S. Pedro,
ladeira do Varadoaro, S. Bento, ladeira da Bibei-
ra, Maibias Ferreira, pateo de S. Pedro Apostlo,
pateo do Carmo e S. Francisco.
O escrivio,
__________Torqoato Jos Mariano.
%km^
Precisa-se de una ama que
coziobe e eogommc, para ca-
_ ta de familia : a tratar na.
rna do Queimado n. 28, loja de ferrageut.
- Di-se a quaoua de 600* a juros : na ra
de Hortas n. 94, sobrado. ________
Casa em Otinda
Alagase ama casa na Praia de S. Francisco,
muito perto dos banhos salgados, por pre\a cara-
modo : quero a pretender dinja-se em Okoda ao
Sr. Paes Brrelo, no Recife ao Sr. Ferreira, loja de
fazendas do Sr. Santos Neves.
s
Preeisa se alugar om escrtvo moco para
vender miudezas na rna : quera tiver e quiz-r
alugar dirija-se a roa do Conde da Boa-Vista u.
41, ulr'ora Camipli) Novo.
Offereee-se ama ama para casa de solteirc
ou pouea familia, de portas para dentro : a tratar
na roa de Aguas-Verdes n. 102.
Precisa-se
de tres criados forros
12 annos para cima ;
Ihosn. 16.
ou captivo?, de i Jado da
a tratar na ra los Coe-
Aluga-se
o 3* andar do pateo do Liramento cora commo-
dos para familia e por harato preco : a traiar a
loja n. 36.
Aos 5:000OO.
ISSlateeg garaaildoa da pro-
vincia..
Sna
traje Conde de Chaiubnago, genro de Palmerston, I JttK dasla rfem''
aatros, assignalando ama pagina honros 1 'TrasS^ecisiTrapregar todos os seus esfor-
eos na propaganda industrial, nao esqoecendo
aunca que a quantidade dos productos nada re-
bi.-Mri;; da civilisacao moderna, acba-se reali-
ado, e dando salutar'es resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Jjo filherohy, da qual
-io oroprietarios os Srs. Sonza e Novaes.
i ti vemos oceasio o anno pausado, de escre-
er algumas linhas acerca deste importante esta-
elecimento, e hoja, depois. de urna visita que B
sernos ao novo edificio ampliaremos aqaetle nosso
trabalho.
A casa onde actu-.lmente est estabeleeida a'fa-
fcrica sem duvida um dos melbores predios da ca-
pital
Atoa da? e-pacosas accommodacSes interiores
livremeote arejada como convra a to numerosa
ajrgt^raora^an de pessoa?, o predio exteriormen-
te de urna arcmtectun simples e elegante, e dea
ap.ncas -brabas do mar, onde eom auxilio de urna
ponte oa productos sao com facilidade embarcados
e conduzidospara os mercados.
Cerca d* duxnntts menino ah recebem o enei-
eo manual, hHellecloal rcligicao e moral.
A mais perfe.iia ordem, sera a severidade de orna
Taae disciplina, mas antes aconselnada pelos pre-
exH prstico* da autoridade, d am ajpeeto agr-
4v a esta afanosa eommuna- de pequeos ope-
rarios e ejperancoso ncleo de futuros e moraiisa-
o cidados.
Km um vasto salo das 7 s 9 horas da tarde
depots dj trabalho e do descanso apreodem os me-
ubos m primeiros elerueotos da ieitura da escrip-
ia e da eonuhiiidade. Dissemos primeiros ele-
mentos porqne tereditamog que as noedes rudi-
aoeoues da escola no sao outra cou^a mais que o
Instrumento com que mais larde se deve concluir
aperfeicoar.a edocacio. Nio custa saber 1er o
seneia! e fazer uso discreto e aproveilavel
poderoso motor do nosso aperfeicoamento
rabalbo manual e do ensino da es-
lia mesmo de algumas horas consagradas
o era pre-iito amenisar om o estndo de
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo tempo
recoramendavel pela sua qualidade, e que esta s
se obtem com auxilio efflcaz dos productores ha-
bis e ioteiligenlos.
Acreditamos, pois, que os Srs. Sonza e Novaes
prestam um impottante ser vico ao paiz e temos
tempre prazer era mencionar 03 estabelecimentos
desta naiureza, nao s em referencia a esta fabri-
ia, como a todas que estiverem fondadas 00 se
,'undem d'aquiem diante as mesmas circums-
anoias.
O nico deposito nesta cidade no escriptorio
de Domiogos AI ves Matheus, roa do Viga-
rio n. 21.
A.Zalnar.
Deseja-se a!uar urna casa cora bous cora-
modos e com bom quintal na freguezia da Ba-
Vista, preferindo-se Soledade, Carainho'Novo, Mon-
dego oa aestas proximidadas : a tratar na rna da
Cadeiado Recife arraazem n. 1.
kN
Precisa-se de ama ama que
cozinbe e eogomrae muito
bem, para orna pequen: fa-
milia : a tratar no largo do Corpo Santo n. 4, i*
andar, das 10 horas d manhia as 4 da tarde.
AMA
Precisase de nma ama para coziobar
na ra do Carnario n. 13.
O abaixo assignado, tendo de acabar com o seu
negocio, roga aos teus moites e numerosos fre-
guezes qne lhe estio devendo em sna loja de cal-
cado a rna da Imperatriz n. 10, de vir on mandar-
Igans do. raWos dat belli-TrteV'ai "ttre"fas"in- 1,ne pa8ar e0 lleDlt0 at flm ** detembro do
Outr'ora ra Nova n. 63 e casat
do costume.
O abaixo assignado acaba de vender entre 01
san? muito felizes bilfaetes a sorte de a.-OOOjOOG
em dous quartos de n. 1,031, a sorte de 806* em
um meio bilhete de n. 283. e a sorte de 100* em
um bilhete inleiro den. 496, alm de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se
acabou de extrahir (214), podendo seus possui-
dores virem receber, que promptamente serio
pagos. y
O mesmo abati assignado convida ao respei-
lavel publico para virem ao seu estabelecimenti
comprar os felizes bilhetes garantidos, que na<
deixar de tirar qualquer premio como prova peloi
mesmos annuncios.
Acham-se venda os maito felizes bilhetes ga
rantidos da 8 parte das loteras em beneficio da
santa casa da misericordia, que ser extrahida no
dia qnarta-feira 22 do correte mez.
- PREgOS.
Imeiro 6*000
meios 3*000
Quartos 1*500
De 100(5000 para cima.
Inteiro 5*300
Meios 2*750
Qoartos 1*375 ;
Joio Joaquim da Costa Leit.
PHARMACIA
Especial homeopathica
DA
VIVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinho.
43Ra doBarao da Victoria 43
Para este astigo estabelecimento cana
de ebegar no ultimo paquete, da casa de
James Epps & C, de Londres, am excel-
lente sonimento de carteiras e caixas de
todos os tamanhos, qur para glbulos,
qor para tintura.-; assim como medica-
mentos em trituradlo e em tintura, glbu-
los, etc.; o que ludo se vender por pre-
eos oui razoavei,
Thesouro Inmeopathco do Dr. Sabino
0. L.-Pinho.
3" edicao.
Muito melhorada e augmentada com um i
appendice.
Acha-se venda na pharmacia horneo- j
pathica da anliga ra Nova n. 43.
As prepancSes desta pharmacia conti- |
nuam a ser feitas sob as vistas immedia-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr. M
Jezumo A. dos Santos Mello.
lilliMIIllill
uuna $ Manta, veudei a
ra do Marguez de Olin-
da n, 40, o seguate :
VIN'HO XEREZ superior, em caixas.
COGNAC MARTELL idem.
VINHO BOREFAX, Uem.
AZtslTE DOCE REFINADO, dem.
VINAGRE BRAN .0, idem.
CAF DO CEAR. saceos.
Charutos de Schnorbusch
Regalia britnica.Regala imperial,
Operas. Conchas. Trabucos, de nm milhein
para cima.
CIGARROS DAS FABRICAS DO RIO DE NO-
VAES E LIZAUR, de diversas qualidades, vende
e em barricas.
Joaquim Jos Gonpal
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, 5, i* andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco d<
dinho, em Braga, e sobre os seguintes lugares aa
tortuga}:
, Lisboa.
Porto.
Vakeea.
Goimaraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Vez.
Vianna do Castalio.
. Ponte do Lima.
' Villa Real.
Viila-Nova de Famecao.
Lamego.
Lanos.
Coviihsa.
Vasca) (Vflpasso).
Mn-andella.
Beja..
Barcellos.
Precisa-se de nm caixeiro, prefere-se dos
chegados a pouco da Europa : na rna -de Santo
Amaro n. 6. *-
Contrata se um bom amasador que saiba cor-
tar bolachas, p.ra urna padaria em Natal, capi-
tal do Rio-Grande do Norte : na rna do Mrquez
de Olioda n. 40, 1* andar.
AO amor
Os abaixo assignados scieatieara ao re-peitavel
corpo do commercio, e aos seus Ireguezes, que
desde o dia 31 de outabro prximo pretrito di-
solvern) amigavrlmente a sociedade que linbam
no armazem de molhados- sio- ra de Brreto de
Menezes n. 2, Qcandj o a:tivo e passivo da mes-
ma soeiedado a cargo to somente do socio Mal-
los.
Recife, 9 de novembro de 1871.
_________,_______Freitas & Man s.
Aluga-se a casa n. 82, da rtia deTomba*
Valentinas, outr'ora Ajtuas-Verdei : iratar t
botica n. 44, na ra do Imperador..
Um esirangeiro versado curopleamenie as
linguas porlugneza, iogleza, allema e hespanfao-
la, b em todos Irabalhos de escriptorio cem me:-
cial, dispondo de algumas horas por dia, desej
acbar epenpaco. Os prelendeutes qneiram dei-
xar seu nome em caria feixada, sobre indocto
Commercio' no expediente desta folha.
l'endo vndo de Antaerpia o navio norte-alie
mo Zevai Stbruder a nossa censignacao, e tendo
diversas marcas, abaixo mencionadas a ordem,
pedimos a quera se aeHar com direito dita mer-'
cadora vir nc-a casa para poderraos tirar o
competente fre:e. Marca MAC 724i26-732.33-
701 C"|33-lriangu!o C T k C 1|17 M FF, Per-
nambuco, ii|83.
AMA D
Preci.-a-se de urna
har : na rna Duque
ama para cozi-
de Caxias n. 50.
Precisa-se alugar urna ama forra : na roa
do Cabug n. 2 B.
00^f O0O 00 00000
0

0
0
Medico operador e par-
telro.
Dr. Francisco Jacintho Pereira da Mol-
la, a qualquer hora do da ou da note.
n. o, andar, pra?a do Conde d'Eu,
ou'.r'ora da Boa-Viia.
CONSULTAS GrtATIS AOS POBRES.
0
0
0
0
0000000*00 0000
ATTE%16
Na ra estreita de Asario n. 35, primeiro an-
dar, faz-se bollas para casamentes,, bailes e pre-
entes, bandejas rmalas cjm todo goslo coro
bouquetes e ntas.bqrdadas com letreiros e com
ligaras ; faz-se bouquta para eofeites de bollos
e para offertas de cravos atnraes cora laco de fi-
ta bordada a vidro e bouquets de flores artiiicaes
sendo de cera, de papel e de panno com todo
gosto. flores para senboras e para meninas,
capelias e enfeites para cabeca, flores para igre-
jas, sendo festoes, palmas roxas, arcos, capellas
e palmas para imagens, capellas para pastaras,
com todo gosto, ludo por barato preco, bouquets
para pastoras e coras, indo cora gosto.
O Sr. Lumach', caixeiro da ca>a de Jonsibon
Paier A C, gneira vir a esta typograrhia.
Piafa a festa
Aluga-se urna excellente casa na Boa-viagem,
muito fresca, com commodos para grande familia:
tratar ra larg do Rosario n. 34.
1' ecisa-ge
alugar um escravo mrco para criado de nm ho-
mem solteiro : na roa o Mrquez de Olinda nu-
mero 30.
AssociuClio d s guarda- ivros
De crdem do Illm. Sr. presidente prorisorio con-
vido a todos os senhores guarda-livros para a ses-
so que ter lugar as 6 horas da tards di dia 17
do andante mez, no 1 andar do sobrado n. 21
rna da Camboa do Carmo.
Ordem do i.
Cont|nnacao da ap^rovaco dos 'estaialos a
mesma asseciaei i.
Precisa-se de nma ama
ra do Fogo n 44.
DELEITE
de leite: traiar na
xaattjs.
Xeste intuito m creada urna anla de muzica di-
rigida pi lubil professor.
Coa pooc,-. teirmo de eiercielo e o ardor pro-
pro da cidade i alguns dot alomos tocam
coa verdadriro jdiaxitamento os intruraentos que
4ieoJberani, o poda Jizer-se que a fabrica tem
|;jg o,ni & ^ua disepsicao, o que
n).'> #|r.adavei prep^a a
eorrente anno, pon do contrario ver-se ha obriga-
do, e bem contra sna vontade, entregar as coo-
tas a sen prrearador, para elle receber amiga vel
on judicialmente, o qne o abaixo assignado e-pera
dos ceas bons fregnezes Isso nio ser neceistrio.
Recife 31 de ontnbro de 1871.
_______ __ Antonio Rodrigues Plnlo.
Aiuga se urna frota para lavar e ex.gommar:
a fa"arno armazem o. ii, roa do C^rarjierclo;
. Mara Dias da Foosera.
Lniz Francisco de Paula Ramos e saa mnlher
D. Josephina de Paula Ramos rogam encarecida-
mente a seas amigos e prenles de D. Mara Dias
da Fonseca, professora da Pjule dos Carvalno?, a
caridade de aasi.-t'rem a nu a missa que roandam
reear por sna alma no dia 17 do eorrente, pelas 8
horas da manhia, na capella de N. S. da Concei
ci do pnvoalo dos Montes, termo de Agaa-Preti,
por cpjo acto desde j se confessam eternamente
grato?.
AOS 5:000^000
Sstio venda os felizes bilhetes da lotera da
tata, na casa feliz do arco da Conceico, toja di
times no Recife.
"CASA NO CAMPO
Para passar a festa.
A'*;fe nma grande easa na freguezia do P050
da Panella, sita na rna do Rio, tendo muitos cora-
modos, eom grande gabinete, copia, cozmha fra e
quintal todo murado, muito propria para.passar a
feta por estar defronte do baoho : a tratar na
ra da Imperatriz n. 60, loja do Pavio.
AMA
35, primeiro andar.
Precisa-se de ama ama
pira ca-a de ponca fa-
milia e qne saiba eozi-
r har : i tratar na rna
(lo Duque de Csxias. ou-
Ir'ora frutes, sobrado n.
Faz-se negocio
Com a anliga e bem afrejezoda loja de calca-
do francez roa da Imperatriz 0. 10, livre e des
sembaracada de qnalqaer onns ; faz-se negocio
a dinbeira en a praso conforme o convencionar ;
sendo um bom negocio para qbem qaiier conti-
nuar, e t se vende por ter o dono de te retirar
para a Europa tratar da toa saud>.
moceiro
Na rna do Imperador n. W, precisa se de nm.
da-?< prefer-ocia a ewrao,
mV.
Vicente Ferreiri Barbosa.
Candida Francisca Xavier dos Reis, Paulino
Ferreira Barbosa, Mara Francisca da Conceico
Costa, Candida Nunes da Costa, Jos Ferreira da
Costa, Joaquim Bernardo dos Reis, Joaquim Fer-
reira da Co>ta, Angela Mara da Conceico Bar-
bosa, mnlher. :illios, genros, ora e neto do fina-
do Vicente Ferreira Barbosa, agradecer a todas
as pessoas qne aeompanharam ao cometerlo pu-
blico os restos mortaes de sea presado marido,
pai, genro e av ; e de novo roga-se as pessoas
qne qneiram assistir as missa do stimo dia
que pelo eterno repooso da alma do finado se ce
lebrar s 6 horas da manhia do dia 18 na ma-
triz da freguezia da Varzea.
Na reuico da ra Direiia o. 22 precisa fe
de trabalhadores que entendam do servio da a as-
ma._________________________________'
ATTENCO
o >
Algumas. pe.oas que. flearaui com camarot is
para o beneficio do Sr. Eduardo pedem lhe para
que faca as meninas Kioeas trabalh'-rem no mes-
mo espectculo, levando a comedia Paulo e Virgi-
nia, pelo qus (icario obrigados
Os espectadores.
Attenpo
aixeiro
Precisase de um caixeiro de 12 a
que teora praliea de taberna : no
nha n. 6.
14 annos e
pateo da Pe-
feta de Uiicei.
O Sr. Dr. OJavc Adelino Carnero da Cnnhi.iem 1
agria 00 eriptorio rja C0rr.pa.nr4i Peroambttcana
Retallia se vonlade dos compradores alguc
lotes de terreno que restara do sitio Aguazioba, n *
Porto da Madeira ds Beberibe por precos razos-
veis. A suacao topograpbica do terreno sera
dupla qualidade para plantacio o edifieaco, como
se poder ver dos sitios nelle educado?, iraito o
recommendam, sobre tuto por Qcar prximo (*a
estacio da via-ferrea : os pretndanles encootrt-
ro no mesmo sitio aos domingos e dias santifica-
dos pela manbia pessua habilitada para qoalquer
informaga^, o para negocio ra do Crespo n. 12,
1* andar.
ATTENCO
Vende-se por barato preco nma propriedade a>
margem da carabea dos eraedios, fazendo-se
toda vaDtagem ao comprador, recebendo-se parte .
em dinheiro e parte em letras on objectos de
rrompta venda ; euia propriedade contera nma
grande olaria de pedra cal que lastra 16,000
lijlos de alvenaria grossa e forno que comporta
23,000, com mais um frroo e lastro para faxer-s
tenas, ladrilho?, canos e lonca, com exceUent
barro para qnalquer obra, com doui excellente
tiveiros de peixe ecom casa de vvenla para
grande familia, toroa-se recommendavel por pas-
sar perto a Iraba dos bonds : as pessoas qne pre-
lenderem dirijam-se dita propriedade a entender-
se cora o capno Delflra Los Cavalcunte Pessoa.
Almanak de Castilho
para 1872.
Acaba le cliegarje Li-boa, e a-
oa livraria ecoaomica rna 1
'rorjte Jo areo de Santo AOtonl
Illbl EL
[ MUTILADO
:
? l
''.
A
II
*
\


Daro de Pernambuco .Quinta (eir 16 de Novembro de 1871.
*

\
mr
6
D. W. BOWMAN
Engenheiro com
FUNDICO
5* RA DO llltl H 5*
PASSAHDO 0 CHAFARIZ
Pede aos senhores de engenho e ootros agricultores, e empregadores d* ma-
chinamo o favor de ama visita a seu estabelecimento, para verem o novo sorlimentc
completo que abi tem ; pois sendo todo muito mais batato em preco do que jamis te-
aba vendido, est ainda superior em qnalidade e fortidJo; o que com a aspecto pea-
oad pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTNCO ko NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIQO
VanorftS A rririaa VflOTia dos mais modernos systemas e en
V apuro 9 rOliaS Ua^Ud tamanhos convenientes para as di-
versas circumstancias dos senhores propietarios e psra descarocar algodSo.
IoGnd&s de c,nna de-todos os tamanho8 as me!Qre8 qae ^
noclas dentadas pari inq,aes, agua e vapor.
Tazas de ferro fandido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
mTfl/^Tlinismnfl Para mandioca e algodo,] Podendo todos
JiUH/UUUoiIiUp e para serrar madeira (ser movidoi a mo
"Rnmhaq |Pr a83' vaPr
**v****/ de patente, garantidas............jon animaes.
lOQaS aS maCinaS e peas d8 que 8e costnma precisar.
X aZ qualquer COnOertO de machn8mo, a preco mn resumido.
Formas fl ffirrO tem as memore8 e mais baratas existentes no mer-
ln *nmiT1PTllQc_,ncnmDe'se de mandar vir qualquer machinismo vonta
uut/Uiuiucuuaa 0 dog dieotes, lembrando-lbes a vaotagem de fazerem
as compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer necessidade pode
mes prestar auxilio.
Arados americanos fl amemos agrcolas.
DE
ROUPA FEITA
NA
Ra do Crespo n. 20.
Teado resolvido no continuar a ter grande deposito de ronpa 1iia, offerece ao
Tesptiitavel pub ico. e aos uegociantes de ira, am grande sortimento, por precos bara-
issiraos para acabar.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
\i& a30#000.
Ditos saceos e.retranqueados de casimira
de or de Mim a 9,6000.
Ditos, ditos e ditas de panno preto de o
a 2^000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
2d300 a 53000.
Ditos, ditos e dito? de alpaca branca e
de cr a 2JU00.
Ditos, d tos e ditos de bramaste de liobo
a 20500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
23500.
Ditas ditas preta de 3>o00 a -93000.
Ditas de brim branco de linho de 23000
43000.
Ditas de brim brance de algodo a.....
13200.
Ditas de brim de-cor de 13900 a 3000.
Ditas de castor de (3000 a 23500.
Ditas de brim pardo de 13000 a 23500
Camisas de flanella, grandes a 33000:
Ditas de algodo, muito -boas a 23000.
D tas-de linho-muito boas a 33500.
Ceroslas de bramante a 13600.
Cobertas de chita a 13500.
Lencos de linho abainliados a 4-3000.
Caifas de asemira de cor de 53500 a 93.
E ootros muitos artigos por presos baratissinw- para acabar, na !oja de Guijherrae
Carneiro da Canoa.

&
3>!
FaZHMS B
'IHH H llU
Liudu b* es lisas, de quadrinhos e de listas para vestidos a 309
,3s^' rs. o '"ovado.
Superites s!p:cas de cores, de flores de listras a 500 ris u ca-
vado. .
Puii de chevre coa lindas cores e de nperiores qaalidades a 640
ris o corado.
Na toja das coilumnas, da. Antonio Correia de Vasce-acellos, r-oa Pri-
meiro de Marco, our'ora do Crespo-o. 13,
m

LIQODACA
NA
LOJA DO PAPAGAI
Ra da Itnperatriz n. 40
Os propietarios di loja do Papagaio fazem sciente ao respeitavel pul/io, e espe
clmenle s Exmas. familias, (amigas da economa domestica) qae at; ao lim do a nao
raiam de liquidar pelo maior preco que derem as fajeadas seguintes :
Um grande deposito de roupas feitas de todas as qaalidades e tamanhos, tanto para
meninos como para homens.
Urna grande porco de lazinhas, bareges alpacas usas e iavradas de lelas as
crer, e vendem-se mnito baratas para acabar.
Urna grande porcJo de cassas de cores, e organdys, fmto miudinhas como gran-
des, muito fitas em edres e muito finas, e vendem-se por preco barato para acabar.
Bonito sortimento de sedinbas lavradas de cores, e poupelinas, setim branco, pon
lina branca lavrada, gorgaro de seda de cor para vestidos, azul claro e cor de
nza.
Urna grande quantidade de lencos de esguiao j abainhados, maiores e pequeos
pelo mesmo preco dos de algodo.
Urna poroso de coitames para meninos de 4, 5 e 6 annos, de alpaca muito fio,
todos forrados, e delicadamente enfeitados por preco muito barato.
Gro&denaples preto em qomtidade de 13600 para cima.
Urna grande quantidade de camisas de linho para homens e para meninos, tanto, o-
glezas como francezas, com collariobo -e sen) elie, aberturas bordadas, collarinhos. pu-
Dbos,e urna grande porclo de gravatas e mantas de todos os prefos, collarinhos de pa-
pel-para meninos* homens, ludo por preso baratissimo.
Podemos asseverar que temos am completo sortimento detodas as ijalidades de
a endss, e Dio especificamos todas, para Dio tornar o annucio enfadonho.
A VISTA FAK P3
Ra da Imperatriz n, 40.
DE
MENDES & CARVALHO
Retratos Timbre-post
Exctltentes pr eircnJKs, eoavitea, ou $im-
plesmente para cirta a amigos, coromilleote?,
eorrespoaentei te. efr.
fOO fo hu de papel de peio pnUdo oo oao
com retrato em cada ama lOOOO
V dtus dito etc. 1S600
> ditas dito etc. iOjoOQ
Specimens na Uvrarla frnncea ra do Cre?po.
Recebm-fe eocommeodis e faiem-se es re-
tratos na PHotogiaphia Imperial roa do Cabug
o. 18, nico esiabelecimeoto pbotograpbieo desta
eidade qoe tem todos os apparejbos necessanos.
otra este traba'bo. ^^ -________
Jos Victorioo de Rezeade 4 C. madaram
sea escriptono da cata o. 52 da roa do Mrquez
de Oliada para a de n. 60 da mosma ra. sendo
a entrada pela ra< da Senzalla-Velha,
Precisase de orna ama para comprar e ci-
xtobar : na na de Horlaa o. 1
AMA.
Precisa se de ama ama : na ma Di-
reita n. 61, loja de chapeo.'. _____

Uma parda de bta conduca, se offerece pa-
ra casa de homem solteiro : na rna Imperial con-
fronte a malrii, casa terrea n. 4._____________
O Sr. Joa inim iut de Aievedo morador no
engenho Genipapo, queira vir a ra das Grates n.
22 para receber ama carta viada de Portugal.
# ....." V **m
Mil. Marie Lavergne, modista em
cabellos, reeentemente chegada de Pa-
ris, teodo eomprado ao Sr. Joio Godo
redo Pinlo, o sea estabelecimeeto de ^
c.ibellereiro a rna Primelro de Marco
n. 14 (antiga do Crespo) offerece os
seas servieos is Exmas. Sras. desta
bella c:da1e para os misteres de saa
arte ; o seo e.-ubelecimento est provi-
lo de habis artistas para a ooa exe-
cuao de qaalqaer obra e corte de
caballus. Paz oa perneados em sea
esiabelecimeoto por mttade do preco
do que est estipulado para qnaodo
for chamada a residencia das Exmas.
senboras.
O respeitavel publico encontrar em
seu relendo estabelecin enio um bello
sortimento de perfumaras franeezas
e iogiezas dos mais acreditados fabri-
^ cantes, assicn como flores artiflciaes,
objectos de phantasia, modas, etc. etc.
e vende indo par pregos commodos,
pois reetbe directamenie da Europa.
O seu estabel'cinvnto acha-se aberto
das 6 li ira da m.ohi as 9 da n inte.
Lava-se e engomma-se cora perleigao e por
preco commodo : na roa de S. Jos dos Peleado-
res n. 34.

m
i
9

k
Os lilhos coleados e genros do commendador
Thomaz de Aquino Poaceca, commemorando o Io
aoniversario do passamento do rae?mo comienda-
doi no dia 17 do corrente, convidara aos amigos
daqnelle finado, e aos >eus para a-ilirem as
missas que mantara celebrar oo predilo dia das
6 s 9 horas da manhaa na matrit da Boa-viita,
por cuje ooraparecunento protestara sua e'.erna gra-
tido. /
Convid*-se aos reverendos sacerdotes para ce-
lebrar missas por alma do cornmendador Tnomaz
de Aqnrao Foaceca em a esportula de.3#000 no
dia 7 do corrente das t as f horas da maflha
na matriz da Boa-vista.
zjBammmBum**iiwmm ,'imin, ^-ag-ia
T
i
Etcnuc .'(i aos leu'bcd'iie^ le gneros pera M-
pkra, do Porto entrada a Id, para os d*soe*ar
iraraediatamente, porqae na./alta disto vo ser ar-
mafnados oor conta da fafn-la.
D. Umbelioa P.osa de Una Pdio, mus ihus a
georo (ansentft, convidara aos amigos, -eollegae e
parentes de -seu finado marido, pai e ogro, o dr.
Sjilo Olgario Ludgero, Picli >, para a;sisiirem
s missas e memenjo, qoe pelo "eterno repouso
d tros do mesmo :nado seco celebraas na Or-
den) Terceira do convento de N. S. do Carmo oo
dia 17 do corrente pelas 7 ho/as da manhaa ;
por cujo otjgcquio se nfcssam desda j agradec-
dos.
rttcsa-se un J;ii= ama dore?, na paaaria
de-Santo Amaro: rna do'Lima n. 68.
CASA OA NITULU
Aam 5:0001
- Bhetes garaatidos/
k rna Primeiro de Marco (atr'ora ru d<
Crespo) n. 23 o casas do costme.
O iLtizo assignado, tendo vendido dos" seas I
lizes iibetes um qoi-rto R/.I031 om 6:O0UOO0,
um meij o. 1523 mv aOtJJlOOO, nm inteifo a.
1717 com i00000, 9 BOlras ores de it') e204
da lotera que se acaban de extraitir (2ti'), con-
vida aos esa.i3ore* a virara re:eber na con-
formidad* 2 -i'jsiame &w descont algam.
Acbam-so venda os .Wlhetes garantidos di
8.' perta da lotera, a boaedeio da Santa Casa de
Misericordia it5*), 'jae se exXwbir^aarta-fei 1
ra, 22 do crrante mez.
PREGO*.
Bhfte inteiro tOOC
M--.0 bilhf-ie 34000
Qnartfl ii$oo
Km jfarcao de iSOfi'OQ para ciraa.
Biiheteint.ir' 3^500
a*io bilbete 2<750
uarto lffl$
Manoei Manins Fiata.
Confraria N. S. cu Soledale erecta oa
igrpJa d* aitsrai Snbora, era 13 de no-
veoibro de 1-4371.
Tc-ndo de proeeder se a elei^ao dos membroa
que lo de reger etu confraria no anno de 1872,
convide, na forma do omnrrmisaq a lodosos
nossos irmaoa a coniiart-cereui eo ebnaistorio da
igreja da mesraa c rali ana, no iu 3 da dizembro
prximo vindonro. pelas 9 horas da manhaa, para
o Ora indicado, l...--ra nom> para ai<-lirem miasa
votiva, qae dever ter ligar antes da eleicao.
0 eserivj,
Mi-no. i Bc*rbo*a de Arauio.
sonta m
mm
^
Pharmacia
Preela-e de ara caixeiro qne tenha bastante
pratici depharmacta : na rna Duque de Casias
A companbia Recife Drainage precisa de am
pom ferreiro : a tratar em suai obra, as Cinco
Pontas, con o Sr. Carey.
VENDAS.
Wllsons I Hett
teem para vender no sen escrlptorio o segointe,
ludo de primeira qnalidade e prep) mnito raxoa-
Vinho Bordeanx, marca Fabrezan, em caixa de
nma dnzia de garrafas.
Fio de vela em fardos pequeos.
Cognac, marca Jules Robn & C
Carvo de coke.
Praca do Commercio n. 14.
^CEMENTO
'0 verdadeiro Portland : so se vende na
roa da Madre Dos n. 2?, armazem de Jo3o
Martios de Barros. '
POPELINA
A 14000
Popelina de seda a 1*000 o eovado, pechin-
cha : na loja de Guilherme Carneiro da Cunta,
rna do Cresoo n. 20._________________ -
* \ Bom emprego de capital
Por' motivos qne se derara, vendem-se ISO ac-
coes (todas on parte vontade dos pretndeme )
da companbia Fluvial de Navegacao a Vapor no
Maranbo. Esta companbia aeha se em prospero
estado, e tem j nm fundo de reserva de 500:0004.
Do-se outros esclaresimentos e fornecem se os
ltimos relatnos a quem os quizer examinar :
trata-se na rna do Vigario n. 16, andar, escrip-
torio de Joaquina Gerardo de Bastos.
Chegon pelo GranvilU nm completo sortimento
em casa de Tisset Frres, ra do Commercio n. 9.
HOBILIA
Vende se uma mobilia de Jacaranda, servida,
em bcra estado, pqr preco commodo; a tratar na
rna da Auronfo- S9, loja de marcioeiro._______
Vende-se
nma casa de taipa em perfeito estado com um
sitio contendo 200 palmos de frente e 309 de fun-
do, om arvoredos de tracto, na antiga estrada de
Agua-Fra, ficando perto da estacao do mesmo
nome : a tratar na ra larga do Rosario n. 14,
fabrica de cigarros.
Vende-se
nma machina de coser conro e toda o qnalidade
de costara, bem reforcada e em perfeito estado :
para ver e tratar na tiavcssa da rna das Cnzes,
toja de calcado n. 2.
L
Vende-se a casa da rna Imperial n. 58, a qual
tem tres frentes, muito boa, para qualquer nego-
cio : tratar oa travessa das Cruzes n. 4, loja
de calcados.
COQUES
hegaram os coques grandes da moda viodos
polB tltahuv v.^^r z Europa
crfe, rna da Cadei n. 11.
/A 13^500 a arroba
S na ra do Vigario n. 26, so vende vejlas de
coroposicao, sortimunt" completo, assim como car-
nauba pura a 12.40J0, porque s l podem encon-
trar vella boas.
Sitio par*, vender.
Veodeve ora sitio no Porto da Madeira em Be-
heribe n 7, leudo uma casa terrea com duas salas,
quatro qaartos, cusiaha fra, coebeira, estribara
em bom estado e cacimba propria com bomba. O
sitio murado na fnente, cem porto novo de Ierra
Tem 140 oalmos de frente, inclusive a largura da
casa e 43a de fundo, om uma pequea baixa de
capim e alguinas aevures fructferas, sendo algumi-s
larangeiras novas, sollo proprio. P.ra informagoes
dinjam se ra do Duque de Caxias, ao Sr. Jnlio
da Costa Ribeiro, loja de fazendas. "
. 4 *
Candida Rosa di Conceicao
R p so
Um ami(u df Juj do Aroaral llaposo grato a
saud-sa iremeria de soa prezada esposa D. C10-
di la P. .sa da Coneeiej Raposo, manda resar al-
guma> missas na n>a!r!z de S. Jos fegunda-feir*
20 do corrente. as i 1|2 horas da rnanbia, para o
qne convida a lil;i a. fama e mais amigos, pelo
qae o annnnciant- mumeute agrade-
eido.
Marcafi'.o Jj- Iyjpe.- lUViV "faz seirnte*a
r'peit&ve) pnblio acoro e>peoaiidde ao corpo
do CJinmrci-j, qc* vra ie:1 ac -r Manoel Jos de
Aranjo o sii d*po#it.) d pij e bo'aohaaito rna
de Sant-i Atinro c. 6. livre c di-semoarafido e
debito e do-j34''J se jnlgar
com dirert" a ju?lq'ner rec!i!::>e) d!tja->e ao
nfesmo dep.s'f laiij \ ra da Santa
Crin rf. 3, no pra"^ dJ tres
Ptr-? i = y pi i :h ; ia. ruT
o. 31
Tiiiun
de tanta utidade
O alcatrao de verniz d gaz, serve para matar
forni'gas. appUcado as madeiras preserva-as do
cnsira, da aoeSo do tempo e da humidade lo chao
e duplica tambera a duracao das raes mas madei-
ras dentro d'agna, e no ferro eonserva-o annos
como novo, veade-se a 700 rs. a caada, preco
jnstacente da fabrica : no armazem da Dola ama-
relia, 00 oito da secretaria de polica.
~ allTUl.
Vende-se o verdadeiro alcatrao da Sueeia pro-
prio paca enserados : no armazem bolla amarella
na oitio da secretaria da polica'.
Vende-se, e recebe-se em pagamento apoces
da divida pnbliea, um sobrado da dous andares
leuda 31 janellas eom vidragi. 8 portas almofada-
das tambera'eom v Iraca, 3 varandas de ferro, 5
portas para a ra, quintal mnrado, cacimba, ba-
nbero, 1 porto de ierro e nutro de madeira, 3
salas, sendo 2 forradas a papel e eoberto o soalho
eom esteira, 2 gabinetes ta bem forrados a papel
e o soalho coberto a esteira, 6 quartos, mais 3 sa-
las e 1 gabinete no pavimento terreo, Ho ma da
aifandjga na capital do Rio Grande do.Norte : a
(ratar com o proprie(3rio Damiogo.s Manrique de
Olveira nesta pra^a i ra do Crespo o. 13.
A declarad! casa achate alagada ao governo
imperial e serve de palacio do Exm. presidente
daqaella provincia, alugada a razo de 2:000/
por anno pagos mensamente e eom as condic.d'es
de vigorar o contrato at qosndo se construir ca-
sa especialmente para palacio da presidenta, on
seja mudada 3 capital; friendo entretanto o g)
verno sna custa todas as obras de augmento,
conservacao e asseio de que precisar o edificio,
contrato qua foi approvado pelo ministerio dos ne-
gocios do imperio, aviso de 15 de ezembro de
1870. abaixo transcri 11 >.
5" seccaoMiniskrio dus negocios do imp-rio
Rio de Janeiro 15 de dozembro de 1870. IUm,
Exm. Sr.Coronniniio V. Exc. psra os devidos
elTeitos, que foi apprcvado o contrato de arrenda-
ment do predio- que serve de palacio dessa pro
sidencia, celebrado pelo antecessor de V. Exc. em
data de 25 de roaio de 1869, tendo j sido posto
disposicao de V. Exc. o necesario eredilo para
occorrer ao psgamento dos respecivos alaguei?
no corrente exereicio.
Dos guarde V. Ex:,J-o Alfredo Cerrea ~
OliveirSr. prsldenie u provincia du Rfc Gran
de do Norte.
JMiUA .
Veode-:e hm eavallo b-ra anlador : a tratar na
fabnca d abo fni'P' de Portas.
sa?
Machinas de costara.
Chegaram ao Bazar Universal da _roa
Nova n. 22, um sortimento dei machinas
p'ra costura, das melbores qual dades que
existe na americanas qtiaes mu tas j s3<>
bem conhecid.8 pelos seus autores, 'como
sejaoi: Weller & Wilson, Grover & Doka,
Silenciosas, Weed e Impertaes e ooiras
muitas que cima vista deverao agradar aos
comprajores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trinta costureiras podem
fazer diariamente e ci zeSn com tanta per-
;i;ao como as mais percitas costureiras.
Garante-se a sua boa quaiidade e ensina-se
a trabalbar com ye iicSoem menos de uma
hora, e. < s presos lo lao commodos que
devem ac radar aos pretenden tes,
A. revuifsciere du Barry de
Lonires
Toda a daenca cede a Revalesciere dn Barry,
qne d sade, energa, appetite, digestao e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, eojdps, vmitos depoi
da comida e gravidez, con tipagoes,t).' asthma,
affe.cgSes pulmonares, bexiga, ftg\f -erebro e
-angua ; 60,000 curas, incluindo mnuas dellas no
Brasil.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoQo e ceia, muitc
nutritivo, fortificando os ervos do estomago wa
cansar o menor peso nem dr de cabeca, nem ir-
rita cao.
nico deposito para.o Brasil em Peroarabna
na pbarmacia americana de Ferreira Maia & C.
ra do -Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
com as falsificarles.)
Quanla agua florida falsa e aborrecida III
quanta agua divina que mais paiece infernal I 11
mas a nova Esperanza, que nao eonsente que os
amantes di xiqae gastem seu dinheiro nessas
anuas, que nao passam de ser dos chafarizes es-
trangeiros, on mesmo oacionaes, mandn vir do
afamado fabricante Rigaud, a sua excellente ka-
nanga do lapa ', a qual est superior a todas as
ontras ; j pelo agrada vel cheiro que deixa esca-
par, j por sikis benficas qualdades. visto qne
inteiramente vegetal (assim o. diz o sincero fjbri-
cante)para a cooservatSu Ja pene o rtu ronp.
agaa de kananga Oeitada na quantidade d'agua
necessana para o tucad')r, branqeia a pelle, n.r-
nando-a suave e avelludada, evita e dis:pa as es
pinhas, conunuoicndo pello uma -cor de rosa
transparente, o que mnito bonito...... alem disto
nm agradavel cheiro para o lenc/i.
Pomada alpaka
E' muito couhecida esta pomada motlfl
apreciada por sua finissitna quajidade, a Neu
Esperanca quem tem.
Jarros de porcellana.
Um completo sortimento de lindos Jarro:
de porcelana (do afamado Bacar) existe na
Nova Esperaba, ra Duque de Caxias
n. 63.
No escriptono
du Joaqun) Gerardo de B.st a ruadoVigjrtt
u. 16, 1* andar, ha pira v le :
Arr.iz di Inliade boa <\
Cat do Rio de Jan> iro.
Cnapos fiaos do chile. ,
Ornatos da Bahii.
Cigoac MarteH. *
Raudas ingleas de 2 1,2 e 1 Anta.
Genfhri O l Tom.
Guarai.
Machinas para descarocar ala* cao.
Maoteiga francaza.
Manteig inglea.
Obras de palbeta, do Porto.
Salsa-parrilha de Samare.
Sardinbas de" Xanles em oeorcji ue Ma.
Tapioca do Para.
Tudo por precos mais mdicos do qne ea a
qualquer parte. Na rr.e-ma casa ae vende wm cellente chrenometro : na rna do Vigaria*. aC
Aos senhores fuuiieiros
Vende-se em porco e a rebino eaicas.defot*
de Flandres e estanto, lado de mnito b*i ftalAa-
de e a preco commodo : na rt~ Uarcio Dmbl
31, antiga ra Direita, annatem.
Xarope de Megos
E' de nma effljacia verdadeirinento aMnw-
fhosa como calmante do ;ystema nervoio e ap
pilcado contra a parlisis, asthma, (mm .-flnt
ou Coqueluche, tosse r^crnteiua liga, suidea-
'3e.<, catanh,?. bronehite*. nt., c m. gerat cas-
tra todos os oflr ment* da- via re\,\ atonas,
oa phtislca pulmonar, sua vina le con** o irtn*
oa espasmos, e en*io_l?Sej ivnestaaa| a aio-
guem ha que a vtCfluUfC*.
DEPOSfffi
Pharmacia de Pute-fa A C.
SUCf.ESSOHKS BE J. A. I'IKTO.
10- RA LARCA BO I^USAPiO-K>
(Ji)Eto i4ii i|,: CHITAS
A 240. 260 e 280
Chitas claras e escura" a SW, %Q t> MO o Oli-
vado, cambraas de c-re a Jil) o eovado; oa
lija de Guilherme Carneiro da CuElu. ma ti
Crespo n. 2*
Chega p*ru todos
Presuntos de Laraego de Miperior qnaKdade a
400 rs. a libra e 880 rs. o klo : em casa 4eP-
C-s & C, ra Estreita do Rosario n. "9, jttato t.
greja.
Engenho
Vendo se um engenho Vg'ia em pinto piqiis-
no, novo, cora tasas de .ferro taan, era irtTa*
proprias demarcadas no logar deni>nvoa4fl Pedra
Redonda, distante aa estacao de Una tioto legnas:
quem pretender dirija-se a este lug*r que adiar*
com quem tratar. '
Tem 6 aunes
nm bonito eavallo rodado, apatacado, andadiir de
baxo a meio, o qual vende-se pir barati>;i:no
prego, no caes do R rraos n. 30.
Do bom
Todo este annuncio nnuncio especialmente
dirigido aos amantes do bom, elles devera diri
gir se a eonfeitaria doCarapos a ra do Imperador
n. 2i, onde encontrarlo sempre aceppes de inn-
meras qualdades
Assim como :
hi da India o mais superior.
Chocolate em p e era pao.
Amendoas confeitadas e confeitss.
Hicas caixnhas com ditas proprias para presen-
tes
Pastelaria a todas a; horas, etc.
Piambres inteiros e s libras.
Emlim para se poder sabsr o que acabamos de
dizer s indo pessoalmente
Confeitaria do Campos.
Bazar Universal
Ra doBarfio da Victoria n,
22, ocr'ra ra Nova
Acaba de chegar para este grande eslabeteei-
mento um c mpcto sortimento Je machinas d?
costura de iodos os anthores conhecidos, os qoaej
girant-m por annos as ditas machinas, e se ven-
dem.por presos fio rasoaveis que a todos agrada-
r, cujos preces sao os seguinles : i0| 60*.
80, 100, 120|, mt, 1405, 160/, JWjl, 200|,
220, 2."0| e 300 r. Grantc-se aos compra-
dores a boa qoallade do trabalho e obrga-?e
a ensinar tantas vezes quao'as sejam precisas
para Lora corapreheoder se Vende-se tambera
pegas e mais pertences de sobredientes para
as mesnas machinas. Previne-se desde j qne
s se ai ao oh imado para conseno e. ensino de
machinas das que forera compradas ueste esta
belecimcnto.
Libras sterlinas
Vende Joaqam J) Ramos rna do Bom Jess
o. 8. 1* andar.
Joaqun) Jos Gooealves Henrat tem par*
vender no seu escriptono a ra dd C.'ffiqcreio r-
5,os gneros abaixo notados, que 'V&t TcaB fct-
rato do que em oulra qualquer pane :
Azeitonas em ancoretas.
Amendoas em barricas.
Caf mnido em massos de I libr*.
Chapeos do Chile de boa qualdaCt'.
Cognac marca martel IrfCs.
Enxadas.
Farinha de mandioca de Sa^ta CatnariOl, ssfr
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Babia un saceos bcaiM -
Dita de dita em barricas, r-n-fr-. i rj easat
sarticufres.
Fio de algodo da Babia en: i ,c .
Fonces.
Maxados.
Notes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para elgan
Dito azul para botica.
Talitoi para dea'c?.
Pregos sorlidos.
Paupo de algodo da aljie* >l< I -"^r*
Pedraso nde a Hal.i.
Kol.>-.
Hap popular da Baha.
Boda em fardo'. .
Hetroz dos mclhi-res f:.Li:c-.e! :
Tapioca do Karaob.
Tabaco itwnnte da Babia.
Vtrcz conaL
Vinbo 4o Porto engarrafado, saa St 2,:a:-
rafae.
Dito de do coi barris. propiV -, .v. bOgam far.
Dito muscitil, verdadeiro de S- tabal
Dito Bordiaux nn iaja>
Dito de cicm caix.i- de uma dina
'
abro.'et
Vende-so nmexcellrnhi c^hriolefl ir das par
pre? i comm lo: na rna da Fi.riui-.. 1 1.
Botiea
Vendc-se a botica da ra de S. Ph:o, na c da-
de c!c Olinda :. tratar na moMBa
4 Kua ( 1 \polk)4
J iie i I !'. !.,i,.. & V !> : -r.*
0(0 meaos 1 outra oalgocr }-sr- o v-
guintc :
L'ngnij.is -'a; Hha era lat -.
Alcarrn ni barris.
Vmho do Porto Bn -
UitO'B.irdeanx dito dit).
Kelogi-is i in in 1 '!> op '..
A na Oo 1 oinmer.'iu n. 10, esenpto 1
rio q> Jos J. iqnira da Coat Maia, e- 2
conlra-se pira veadc.por c.^modoe
precos :
Azulejos he^iiaslies.
Fulhas de ferro galvanizado p* tt'fca-
do de diversi > laimnbes.
Ditas de dito dito lizas.
- Bicas de ferro galvanizada
Cumieiras dito.
Portidas cmplelas para caotarir.
Ladrtlh. s.
i
1

..-;.
As capsulas do rfqnlm tflpam se -
facilid.nde, e nao causam a axcor :.' spoiclo
estomago. E'o mcdicaratlo dona.- salatar
feito as gonorrhfas cLr nica: cu NSnf^.
DtPsiro ,
Pb.rmacia de Feneir* A C
SCCESSOKKS U: J A.H.NTO
10-riUA LAltGt DO HOSAl'O-10
(Junto ao guarile polica.)
a niiiv-
d>
Vendo-se um* ixjrcio de caibro para an-
daimes por preco comitotj : tratar no caes do
Hamos, armazens novot.
Vende te ama ea ciiia, djir .01? da Ul.efna do Sr. Paulina,' tend
jqii|ta! cerca*) e C!/?'|} ttis froteiMs.
Soares Primos
uo seu csihpUrio ra d> Vigiri) n. 17, vende-
seo seguate por preco errmodo :
Chapina de velludo pata seihora
Ditas de rra'sa para humera.
Ditos aniaz:>naspra senboia.
Camas francezas do amarello.
Cadeira peqa.-ns para mnin1.
G'l*;s e obra? depMneta.
Linba de Ruriz om mi^os,
itetrjz preto e do ores.
Urca :n .buis de Mogoo.
Viakfj uno do I'urto (,m ncrct.
Dito dito u.> roa da
BA DO MAROEZ DE OLINDA N
E. A. De odctie acaba do je-;eter oa
grande sortimento de acetes e piQC>**<4
todas as ijuadades, e vidres de todas a*
otyneraes.
Na mestna casa tem grande Sirlimeat*
de relogis de todas as qnalid^ds que veE-
dem-se muito baratos.
Cabelleireir-o
Reebt um grnJe e variado +t>r:'"nit\* d
coques de '.rin?as e ca*hp?.in tnt ;pe-y
baratsimo, pn.' i"i. '104 e Vi/, ring.:
dos pelo u'lin-o v.,p r : na ra da. -ope-av?
ero 8f.
VnJe-ae
U&Qtri/a riaD'.Z. li
gueira 0. 2.
/5 : tu ii. s 3t<*^
/
4


Oiaao de Peruamoao Quinta eira 16 de ovembro le 1871.
Ir
i
t
A' AGUIl BRANCA
RA DUQUE DE CAXIS N. 52
(Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguia Branca teodo j recebido part damas
antigs eneommendi, em seguimmto acaba ago-
ra raesmu de receber oulras, alguruas das quaes
se tornavara esseneialmeEle precisa, e ootras se
hiera apreciadas por seas gostos e qualidades,
coa o sepa:
Meia* de lio d'escocia, abcrls para senhoras
nuDis.
fintas idea con lisias tambera para taoboras
oiwiiav-1.
Oim den) maito bonitas ao (rosto ecoeez.
Ditas ideiu idera braocss e eom listas para me
ninas.
Ditas idem id>m para baptizados.
Ditas de algodao compndas e com Iislras para
nteoinas.
Lavas pretas de seda, para senhora.
Ditas de lorc,l e de seda par) meninas.
Bonitas camisinbas bordadas para senhoras.
Fil a seda, branco e preto com flores miadas.
Dito dii algodao, liso e com flore?.
Touquiuhas bordadas para crianzas.
Lindos e moderaos chaposiubos de fuslao para
ditas.
Peales de tartaruga para desembarazar ou pea-
ear.
Ditos de dita Irayejsos para meniaas.
Ditos de borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeoos, para segurar o
amarradilho aus cabellos de 'senhoras.
Grande sortiinento de enWies de seda para ves-
tidos.
Fivfllas de raadreperola e de tartaruga para
palceira e laso para o cabello.
Bonitas b leinhas para menina.
NOVO SORTIMEXTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTISADOS
A agaia branca acaba de receber novo sorti-
nento de lindos e completos enchovaas para bap*
tisados, e Lem assim separadamente camisinhas
para dito-', lindos cbapeosinhos de setim braoco
bordados, oolros ditos com fundo de vellado, obra
de muit-t guto, e que servem lambem para pas-
seio, sapatinhos de fe im para omesmo fim.
MODERNOS EXKEITES DE FLORES,
ornados com bieos de seda, Otas de semle tivella
de madreperola ao ultimo gu.-to, e proprios para
bailes, casamentas, etc., etc.
FLORES E PHEPAROS PARA ELLAS
A Agaia Branca recebeu liados ramos de flor*
Bas, tanto para cabeca como para chapeo,
bem assim :
Papel verde liso e com listas para iblnas.
Dito de cores para flores.
Fclhas de diversas qualidades para rosas.
Dius verdes e Iwtretas, obra m. va e peL prl
meija ver vindas como amostra.
Franja prelas e de diversas largaras para an
leitir vestidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Agnia Branca aeaba de receber ama peque-
a porcao dos bonitos e modernos coques gran*
des de traiga e outros moldes.
ROVO SORTIMERTO
D
HOXECAS
A agnia branca, a ra do Boque de Caxias n.
52, outr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
ura novo e bello sortiinento de boneeas de' diver-
sas qualidades e tamaoho?, sendo :
Com rosto de seda, das que chorara, e outras
que fatlam.
Com rosto, maos, e ps da porcelana, e pro-
pria- para vestr-se.
Obras de porcelana
A agaia branca tem nutro sortimeuto de diver-
sas obras de poreelana, sendo :
Bonitos e ricos vasos para pos de arroz.
Outros para joias.
Oolros para jabonetes.
Oatros para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas, pas para agna beata.
Pequeos jarros para santuarios.
OtMros maiores para mesas.
Bonitos por! relogios.
Lindas ce-tinbas tambera de poreellana.
Escrivanias de dita. .
E amitos outros objectos para enfeites de mesa.
Wlo lu anata ' Tintura jtpfle2i.
e> antea ajorsvada pelas as acal
ciajcivrje-sojeaec.a superior a toda
mtnio.miboi. Deposito principar a roa -a
'adnia do Recie n. 51, i> andar, em toda a* bo-
iras eaaa de cabelleireiro.
-ias dt
EM DOS LEOES
RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os proprietarios deste;1 grande e bem montj.lo estabelecimento scientificam ao
respe itavel pblico desta provincia, que se acham cm um variado' e completo sortimeDto
de movis, tanto oacioiiaes como estrangeiros, se:,do estes escolhidos capricho por
um dos socios quese aoha actualmente 3 Europ3, e por issa os poem vender, mai:
baratos O% menos de que em outra qnalquer parle. O mesmo tem contratado com
smelLores fabricantes daquelle continente as remessas das mais ricas mobilias feitat
alli. Ni oflkiaa tutu os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
obilias as man aperfeigoadas para as casas da provincia consideradas do primeira
traen; Pedeni, portinto, que venbam visitar dito estabelecimento, onde encontrarlo
a realidade do qua acabain de expr, pascando a examinaren! : ricas e completas mobilias
de Jacaranda, mogno, faia, carvalho, amarello, etc. etc., ricas e elegantes camas de
jacaranaa, po-setim, amarello, etc. etc., guarda-vestidos de amarello, guarda louga de
- Mgrjflira, aroirello, com tarxpo Je pedra, aparadores de dita, dito, com dita, petits
to.lett s, especialmente para fazer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com podra,
e muitos outros aigos de gosto, que para se no tornar enfadonho prescindimos de
azer meagao Jelfes, o que so com a vista poderSo apreciar.
tara i anda am seta rmateos, alta de muros
HUsoa dkaOUtago. lo regalar, os tagainta, qDe
fanjwm por presos mais mdicos que em ou-
va aualquer parte :
PORTAS de pinbo almofadadas.
PORTEIRAS de ferro para reas.
SALITRE Mtez.
B8TKRAS da India para cama 4 forrar salas.
GAMOS de barro Trances para wgoto.
9ESSO soperior em porcSes e a contento.
EMENTO de todas as qualidades.
MACHINAS de .deicarocar algodao.
LONAS e brintes da Rossia.
OLEADOS americaiios para farro de artos.
K0G08S americanos moito Mus acoaomicos.
7INH0 de Bordaaax.
COGNAC soperior de Gaatier Freres.
rARELLO em saceos graades a 3*808.
AGUA florida legitima.
BALANCAS decimae's.
GADEIRAS americanas.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de" Lfcboa.
Coptra a tssfe ~
PASraaAsfrfirORAS. j,
de f^
Gomma simples crysulisada.
Ditas de angico
afi d'Arabia. _
Seve de pinho martimo de Lagasse.
- E outras miritas que osito se recomeadam pe.
las^soas excellentes quahdades.
Vende na
PHARMACIA DROGARA
> D
Bartbolomea 4 C.
34-RA LARGA D ROSARrA-34
Xarope sedativo
DE
Gasea de laranias amargas
COM
BROMRETO r>E'POTA98IIJM
DE
IAROZE
Este novo preparado aprovado -pe|a academia
imperial de medicina, moito le recommenda pela
loa aecao sedativa e caimante, sobre o systema
nervoso, o bromareto de potassiam, nao deixa de
dar os mais ceos resoltados as diversas altee-
e5es do organismo e principalmente as molestias
lo coracae, das vias digestivas da resplragao, das
fias genito-orinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenbez, na insomoia das changas
durante o periodo da denticao etc. etc.
Vende-se na pharmacia e drogara
de
Bartholoraeu & C.
34-RUA LAR5A DOROSARIO-34
JPAA MOIVAN
Lindas grinalda* com flores e botoes de
larangeiras con) vivos e sem elles, vendem-
se na Nova Esperanza ra Duque de Caxias
n. 63.
Oleo para macbinas
Vende-se na Nova Esperance roa Duque
de Caxias n. 63.
Nao baver cooTnl^oes.
As criaocas que usarem dos collares ano-
dinos, que se vendem na Nova Esperanza,
est ,ro iseotos de convulsoes; pois sao os
verdadeiros recebido directamente.
s *,
IER
*
A Io}i dos Arcos de Alvaro Angusto d'Almeida 4 C. roa do Crespo n. 20 A acab
4a receb.;r pelo ultiuo vapor francez Amazonas, alguns artigos proprios para ensovaes
te nova3, e de molas para grande toi ene como sejam :
Riqossimo cortes da vestidos de blonda para casamento.
Ditos de tarlaiana bordados seda para casamentas.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qualidade.
Colxas de seda, la, e 13a e seda.
Capellas com mantas de bioode para noivas.
Cam sas de esgui'to bordadas para noivas.
Fronbas de esguio bordadas.
Lencos a cambraia dH linho e labyrintho.
Superiores leques de madreperola.
Cortinados bordados de differentes precos e qaalidades.
Sedas de cores de bonitos padies.
Ditas escocezas para vestidos, roopas de menino, enfeites, etc.
B.isquioas de gorgorao, superior qualidade.
Borns de ISa c seda para senhora. -
Mantilhas braseira de fil de seda bordado.
Chchenez di 15a e seda.
Cf.apelinas de s la branca, e de crpe preto para luto.
Chapos-enfaitad.js par? senhoi.as e meninas modelo inteiramente novo
'.irles d cambraia de cor, e brancos bordados.
I. ti! x cortea de bapliste Frou-Frou.
Tu l de v yago fazenda de;gost> para vestidos.
A'm destes anigos que se vndera por presos razoaveis tem oatros
timabas extraordiai/ias, c >mo sejam :
Damasco de ISa com 9 p Irnos de largara a 10500 o covado.
Cortes de 15a Victoria com 20 covados por 10000.
-Lias com Iislras de seda a 40J rs. o covado.
Dttas mc/adas muito boa qaalidade a 3:0 rs. o covado.
Cassas de cor a 2*0 e 280 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padrQes a 500 rs. o covado.
Lencos de esguiao muito finos a 35 e 40OOQ a jjuzia.
Hiiina_(ia itidiii, nillas para viagem, transparentes, etc, etc,
^-
que sao pe-
8upt
inores cigarros do Rio
Domingo? Alves Malhen, unioo agte
roviocia da fabricsTmperial ae cigarros
nesta
de S.
oio de Jiilverobjr, e,?ijb^l3cida no Rio de /afciro,
ra sempfi> nm compieid soru'mento da" todos s
ti jarros, fono picado e en latas. Tem igualmente
s afamados cigarros Conde d'Eu, feitos comvmag
aiBo'o pTapul de palba de milho e fumo soperior
Francisco de Salles Rosa e Manoel de Souza fSr-1 SvTf?anfl^7leJEr ,9? C0OV,da aos "J"
deiro SimSes Jaoior. no balrro do Recife, e todo E-!?!?./^!3*/. l'J??.pm*r para qae fl
O proprietano da amiga renacao dj largo do
Paraizo n. 2, pelo presente partecipa aos respei-
taveis fregaezes qae oatr'ori comprarara asstcar
refinado na mesma, que tem exposto a venda as-
sacares dos melhores jae existe no mercado, os
3uaes vende per mdico preci aflm de qne avista
as boas qualidades e nreco nao deixaran n hnno
RIVAL SM SEGUNDO
RA DUQUE DE. CAXIAS N. 91.
Jos BTgodinfio, TSm l/i. de miudezis,
ivrsi a todos os os seas fregaezes qae est
torrando-tado pelo pre^o, a vigiada faieds
da, para todos admirar, a saber :
Pecas de -fitas bordadas moito fin?.3
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino que ha a 10*000 e
Caixas com 20 quaderaos de papel
liso, amisade a rs.
Petas de tranca de 13a e algodSo as
mais modernas a
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Chapeos brancos para baptisados o
melhor que ba a 30000 e
Duzias de botos cobertos de sida
para vestidos por todo o pre$o
para acabar.
Libra de arela preta a
Grosas c'e botoes de loaca branca a
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a 500, 6C0 e
spelbos de moldara dourada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pecas de fita elstica muito fina a
Latas com soperior banba 60,100 e
Latas grandes com soperior banha a
Frascos com oleo de Philocome a
500 e
Frascos com macass | Perata a
Frascos com agoa de Colonia verda-
deira a
Bitos com oteo de ba >e*a snderior a
Garritels de retrox preto com 2
oitavas a
Caixas com agalhas franGexas a 160
60
Pecas de ttras boradas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeirt
florida a
Cartilhis da Doctrina Christia
mais moderotts a
Pacotes icom 3 bonetes ingleses
fazenda fina a
E8cova8 moito finas para Hmpar os
dentes a
agua
as
14500
1,5500
500
.160
500
10500
50000
!160
120
800
10000
240
10o
20C
200
320
800
240
10000
320
600
240
10000
10300
400
600
DE
10Ra do Crespo10
Pecas de algodio com SO jardas a 44, 4*500
MOoST
Orias de madapoiao a 4, Sf, 35O0, 61, e
4*500.
Ditas de dito infestado, fraiex soperior a
OOOO.
Chitas ranceas de todas as qaalidades a J40
80, 300, 30 e 360 o covado.
Cambraias de tres a t40 e 280 rs. o covado.
Dita lisa de cor a 320 rs. o covado.
Ditas pretas pata luto a $40 rs. a vara.
Pacas de cambraia tta transparente a 3*, 3*508
Ditas 'de dita Upada Victoria, a 4f, 4*500, 3*
e H-
Dita? de dita transparente, saissa moito fina
eom AT vara, 14*.
Ditas de dita bordada eom 10 jardas a 7* e
rtsoo.
Organdy branco fino a 700 rs. a vara.
Brrtnantina branca infestada a 440 e 500 rs. o
eosadn.
BrMMba linbo eom 25 varas a 90*000 e
95J60Q,
IWa de 4jte-iBeeUda eom 30 varas a 27*.
acamante de Iinbo.com 10 palmos de largara a
2 900 a vara.
Dito de algodio a 1*500 a vara.
Aloalhado de dito a e bobo com 10 calmos de
largura a 1*500 e 3*.
'Toalbas alcocboada para rosto a 7* a daiia.
Ditas de linho do Porto felpadas a 10*000 a
dona.
Guardananos de linbo a 3* e 4* a duzia.
' Coberus de cbia a 2* e 2*500.'
DiIps de chita adamascada forradas, it, 4*500
e 5*000.
Cslerjas de damareo de eOres a 4* d*.
Boas de fastao aicochoadas a 5*.
Coberus de la escuras a 2*.
Ditas de algodao brancas a 1*400.
Colieirinhs de linbo a 500 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores 2*000
e 3*000.
Ditos estampados' de meia casemira a 2* e
1*500.
Damascos de cores a GiO rs.
Lencos brancos de cassa finos, 2*, 2*300 e 3*
a doria.
Ditos ditos e de cor abainhado largo a 3* e
3*500 a dnzia.
Ditos ditos de cambraia de linbo finos a 6* a
duzia.
Ditos de esguiao de liobo a 4*, 4*500, 5* e 6*
a dutia.
Bnm Angola a 610, 800 e 1*000 o corado.
Bros de linho de cores a 500 rs. o covado.
Cortes de meia ca-i rr.ira para caiga a 1*200 e
1*400.
Di'os de casemira para calca a 3*300, 4*500
1*500.
Catemiras de cores de duas largaras, 2*, 2*50
e 3* o covado.
Ditas pretas, duas largaras a 2*500 o covado.
Pao fino preto e azul a 2*, 2500, 3*000
3*500.
Dito dito muito ano soperior a 5*, 6* e 7*
covado.
Lans e alpacas de cores para vestidos a 400
600, 600, 700, 800 e 1* o covado.
Toalbas cora labyrintos para bandejas e para
rosto a 8*. 10* e 15*.
Camisas de fhneila branca, e de cures 2*,
2*500, 3*, 3*500 e 4*500.
Grosdeoapoles preto e de cores 2*, 3* e 4* o
covado.-
DSo-se amostras com penhor.
Vende-se tambera grande qnantidade de ronpa
folla e por medida por precos muito redolidos.
Dura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada qne lio bons resultados tem colhi-
du as pessoas que della tem feito aso aeaba de
hfj*f>r o ms dppnitn Bunecial..
NA
Pharmacia e drogaria
DE
Bartholomea & C. ra larga do Rosario no-
_______________mero 3fr __________
J. 0. 0. Duyle-'tem em ueu
armazem para veder
O SEGUINT :
COGNAK HENNESS.
VIMHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTRADEIRAS.
BITTER
A' rea do Commercio n. 38.
.^^^^p^r .->-. 1

* \
A FLOR DE OURO
E' este o distintiro de urna nova e bem montada
loja de joias, sita a ma larga do
Rosario n. 24 A,
Os propietarios deste elegante esubelecimeato tendo em vista os esforcos qne j
fizeram para ocollocarem as condiccSes de urna grande cUeotella, ftluriam ao mais
rigoroso principio se o viessem as eollumnes do jornal sciettiificar ao respeiuvel pu-
blico, qae no me.-mo estabelecimento encontraras sempre o oais completo sortiraeoto
de jolas, como sejam : brincos os mais modernos, para adornarem u delicadas ore-
lhas do bello sexo, e qae se vendem a 8. 9 e 10* o par, ditas para meninas a 4, 5 e 6*,
ditas de coral, obra de aparado goto,a 3 e 4*, Voilinbas de coral com eruzes de ouro
a 6*, broches moderno* de" 3 a 13*, ditos com pedras e em snas dvtdas carimbas a '
10, fi, 1< e 20*, rosetas lisas, porm bem trabalhadas, de 2*500 a 9*. ditas coi
pedras de 4 a 15*, caplelas a 4*. ditas com inscripedes a 5*500, anoeis de diversoaj
gostos, e com bonitas pedras a-2, 3 e 4*. ditas de perolaa, esmeraldts e rabias a 'i*, a
ricas crozes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 16*, ditas de ouro e coral com vistas pbo-
tofrraphicas a 3, 4, 5, 6 e 7*, figas le coral a 2*, cadeias para relogios a 20*, dtti a i
6*500 a muva, guarmodes com tres botdes pva aberturas a 4*, ditos de pedrlnbas 3*500 !
o par, ditos para puchos os mais modernos a 7 e 8*; alm de um variadsimo sortimen-
to de joias de aparado gosto qae recebem por todos os vapores da Europa ; como
sejam: brincos, braceletes, alfinetes, adereces completos, eruzes, rowtas, anoeis da'j
brilhantee, esmeraldas, perolas e rabias. MedalbSes, voltas, Iraoceiins, aunis eom tet- {
tras e de diversos modelos, oculos e pencinez de ouro e prau dourada,. relogios da ou-,
ro e praU de afamados fabricantes, salvas de prata de divertios umanhas, ricos pauta!*.
ros e faqneiros, colheres para cha e sopa, maracas para criancas, e ama indnidade da
objectos que seria enfadonho menciooar-se. > \
Os proprietarios da Flor de Ouro garantem vender mais barato qne em outra
qnalquer parle, para qae estar aoerto o ettbelecimealo das 6 horas da manbi as* da,,
noute.

*
m
FABRICA
-- DE
C H A P 0 S B
DE 0
Todas as qualidades gg
\ U ra larga do Rosa- g
rio n. 24, i. andar
Se o desejo dos proprietarios desu fa* B
brica fosse nicamente illudir a f pu- H
blica, ba muito que ter am annunciado jX
os seus productos, mas para correspon- am
derem mais dignamente confianca nel- i
depositada, esperaran) receber os
RA DO DUQUE DE CAXIS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'ura avante venderse neste estabelecimento todis as faien-
das existentes no mesmo, por precos qae todos admiraran, atoo de taj&a dever parti-
pa*lo a todas as Exmas. jamilias em geral, afim de virem visitar este estabelecimento
ou mandarem bascar amostras, garanttndo-se-lbes um bom sortimenlo de fazenda da
algodao, laa, linbo, e seda, emfim ama infinidade de artigas de moda BMopdo-se ia
casas das Exmas, familias, por empragado da casa, toda e qaalquer fazenda para verem
oa escollierem.
As pessoas que vendem em menor escala podero bem sortirem-se neste estabe-
lecimento qae vender pelos mesmos precos qae em qaalquer casa importadora, tende
a facilidade de comprar qaalquer por$8o.
0 65 tem um completo sortknento de roupas bem acabadas o qne vende por
presos muitissimo commodos. mandando tambem fa7er por medida toda e qaalqaer obra
qae os concarreotes desejarem para o que tem om dos mais habilitadisaimo mestrt
alfaiate, cortando por am systema inteiramente novo.
Os annuocios nesta praca esi5o e por certo devem estar deaacreditadissimos, poia
qne ha casas que annunciam aqoillo que n5o teem, o que o 65 garante nunca dar-se em
sea estabelecimento, pois que so deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
grande nomeada em todo o mundo.
0 C5 acba desnecessario mencionar os precos de snas fazendas pois qae isao tor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sen an-
nuncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois qusvendendo moito e moito
barato mister encunar suas de.^p^zas. A sinceridade dos tratos do 65 julgo que ji o
publico conbece demasiado, pois que sempre tem cumprido com aquillo qae annancia.
nlo verdade ?
E' INTIL, NAO SE CANGEM, COM 0 65 NINGEM PODE COMPETIR
RA DO. DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
!
<
-

les
)oan(o tor vendido em outras casas com a firma
::., iVivaes & C. sao falsificados.
OLEO PUKO DE F1GADO DE BACALHAO
DAJ
TERRA NOVA
DE
H. LACOMBE
Este oleo qae lio boa acceitacao tem merecido,
aoito se recommenda por ser o mais purificado
ae at boje lem vindo, e anda pelo bom paladar,
tperior a entro qualqner : vende-se no deposito
aspaoui.de Bartboromea & G.: raa Larga do Ro-
sara 3%.
peitaveis fregueses
qaem ioteirados da yerdade. Oatro sim. tambera
se encarrega de mandar levar e despachar qual-
qner porcao nai estacSes das vas frreas.
Cal de Lisboa
Cal nova ebegada hoja pelo Lata I, vende Joa-
eolm Rodrigues Taor,^ ^e Mello, praca do Cor-
to Santo n. 17, l aadar. *
VEBDESE
No esenptorio de M'guel Jos Alve?, raa da
Cruz n. 19, primeiro andar, c segainle :
Salsa parnlha muito nova.
Chapeos do Chile.
Borrachinba3 de todos os tamanho.
Verdiz copal
Colla de boa qnalidade.
Pechadoras de broca, sorlidas, do Porto.
Tudo por prec>s mdicos pira oltirasr contas
Alcatifo d(^ goynt
LICOR CONCENTRADO E TITULADO
E ura pod' roso remedio contra as seguintes
molestias: b;enchaas, catarrhos pulmonares, toa-
se, rebeldes d.fluxos, irritagao do peiio, malas da
garganta, ohtisica pulmonar, deys pia, catar
rho de b^siga, afcleaila de pella, perda de cabel-
los, purgagSea antigs e recntes, etc., etc.
DEPOSITO
Pharmacia de Farreira A C.
SUCCESSOfiES DE J. A. PI.1TO
10-RA LARGA DO ROSARIO-10
objectos pessoal, que acabam de che
gar-lbes.
Haje, pois, qae a saa fabrica se acha
montada cora as mais aperfei^oadas ma-
chinas, com os melhores petrechos e ser-
vida dos mais peritos offleiaes europeos,
B podem os Feus| nnmemsos fregueses e
| o publico em geral encontrar desde ja.
Cbapos de seda da ultima moda, en-
| do altos e baixos.
i Ditos de castor de todas as cores, em
I formatos ingletes e amburgueze^.
Ditos de feltro de todas as qualidades
5 e fetios, tanto para homem como para
j/t crianzas.
Ditos de velludo para senbora.
Dttos para eclesisticos, redondos, tri-
I enirulares e a romana.
Ditos armados para militares.
S ni'0 de pasta.
Concerta-se toda a espeeie de chapeos
qner de homem qner de senbora, com a
5 maior pericia e mais barato que em qnal-
I quer outra parte, assim como se reee-
bem encoramendis tanto para a provin-
S cia como para (ora.
56 A
Ra do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommea-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com qne sempre prima em ter daa
melboraa, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para ala;
da.7, desde 10 60 serras, e haveodo em todos os tamanhos diversidades de-eyste*
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarreamento; tornam-se dignas da
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os qoaes, alm disto, encontrarla
tambem mais:
D. Aona Francisca da Fonceca Piraenta pre-
tende vender a olaria denominada Taquary, no
iodo ou renlhando o terreoo ; assim pois quera
pretender dirija-se a anonnciaole na estrada no
va do Caxang para contraUr, aflm de que com
dados certos possa cbter liceoca do jais de or-
pbaos para dita venda, visto ter saa liba menor,
parte em dita olaria.
CU tris 1)1) (1IIILK
Vende-se, p.ra acabar, por menos preco do
que em oulra qnalquer parte : ra do Vigario
n. 16, primeiro andar, escriptorio de Joajuim
Gerardo de Bastos.
Aparados vapores logomoveis, de torca
de 3 4 catallos, e pertences.
Macbinas para lavar roopa.
Arados araaricanos para varzea e la-
deira.
Carros de mao para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanbado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelbos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusoa de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinba.
Ternos de bandeijas finas.
Emfim muitos outros artigos, qne
examinados.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para nadaras.
Pertences avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior. -
, Moinhos de diversos fabricantes para
milho e caf. .
Debolbadores para milho.
Azeile de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de ferro esmaltados. '
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
.
'i
s avista e neste estabelecimento podero aar
.
Vende-se nm terreno no povoado de Encana-J
melo junto da estario do Parnameirim, eom 30
palmos le frente e 300 de fu ido, teodo cacimba
de pedra e cal e alguns arvoredos de frustos a
traur com Jor- Honorato de Medeiros (Zumba) no
becco da Boia o IV oa no Arraial.
Manteiga ingleza.
Vende se 800 rs. a libra e U760 o kilo : na
raa de Pedro Affonw n. 1, amiga roa da Praia.

I
.Papel do li-Uwtara cifarroi marea martello,
ama resma OttvO em eaaa de Boarcard C
roa do Mrquez de Oiooa 1.15. '
Sement port aad
o mais no?o qae ba este mercado, em barricas
grandes de la arrobas, arquiadas de ferro e bem
acondicionadas : no trapiche Guerra no Recife.
Libras stei lias
Vende-se no armazem de faiendas de Augusto
y. ate Otiveira A C., ra lo Commercio n. 41
fel metade
de sea valor veode-se am bonito esvaUo rodado
apa tacado, moito aove, andador de bauo i meio ;
no caes do Raaos n. 30.
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2 D Ra do Cabala N.2D
Acba-se montado de forma tal este estabelecimento de jnias qoe prtde
vender aos seus numerosos fregaezes em grosso e a retalho e por precos
mai resumidos visto qae recebe de conta prppria pur todos os vapores de
Europa. O gosto de desenhe de suas joias o mais liado do paiz das
modas, caro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, rabias, perolas,
turquezas, saphiras, coral rosa etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja como para servigo domestico. Convidamos as Exmas. familias
a viaitaaem o dito estabelecimento todos os diaj at 9 boraa da ooite.
Coaspra.ae ooro, prata e pedras preciosa em obras velhas.
msmmwmmmmmm
MUTILADO


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Oiari d. Fer^amDao Quinta leira 1C de Novemliro d 1871
L.OPi%
DO
DE
flGUEIREDO ft LOPES.
4 RIJA DA MATRIZ \ U
O pcopnetaries desta importante e symDataico estabelecimento de fazendas finas
'^Misar ao respeitavel publico e particu rmente a sua numerosa regnezia, que o
t-TSNE acaba de sortir-se de todo quanto ba de gosto e moderno em fazendas tanto
par nomeos como para senboras.
E' ocioso -ciar qne os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
L espirito alimente conciliador dos ioteresses alheios com os seos, teem sempre
}?,? magnifico systoma de offerecer venda fazendasde todas asqoalidades e pre
fOirettvos de forma qne fcilmente podem fornecer arligos de sua casa accommodados
todas as fortunas e meios.
^E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
eqroocia da smcendade e barateza com qne negociam os seos proprietarios.
. u ,0.avavel.empecino de justificar as suas operarles coovidam as Exmas. familias
JZJ^^^JT d0 CYSNE chamaQd0 as alleD55es d0 Publico em geral p r
Mgointes especialidades e presos, v
HTFALQUI
iTESTA AMIGA E e*BD!*ATA
FABRICA
IIGMT11 II CtSSTAITIlUTI 111 COIPLITO IHTUIITt II
CHAPEOS 11 SOI,:
De todu as qualidadea I
.. Be todos os feitios !
De toda* os presos I
RA DO CRESPO N' 4
etr. -
PABA NOIVAS.
. Vos, capellaa, sedase popelinas Drancas
a de cores, gilas, pon nos e camisas bor
dadas, todo caprichosamente escolhido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazeoda (isa de orna s cor, de cores di-
versas, para vestidos e tambem propria para
sombra*.
CAMBRAIAS
Traasparenles de 8 i/i varas desde
WWO at 80 a peca. Victorias milito finas
*e 4 at 80OOO.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
laiios procos acompanhada do competente
(gormo.
LAS
Variadissimo e rico sortimento desde a
Ha lisa barata de 40 at a, de listras de seda
mais cara que pelo preco que vendemos
por assim dizer de graga Vista do costo
e qaalidade.
BAREJES
Lindos padr5e8 aos precos de 360 e...
WO ra. o covado.
SAIAS BORDADAS
Al qoe o CYSNE vende sao bellas e su-
periores.
LUVAS
As melhores e mais procoradas luvas de
fouvin, brancas e de cores slo as qoe o
CTSNE expSe a venda.
BALOES
De crotones com babado e bordado, di'
tos de arcos a IfJfUO, pechincha sem rival
ao genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
a precos de padrees modernos e cores fi-
la*.
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e larguras so
CYSNE pode vender barato-
ALPACAS
Lavradas de 500 rs. a lOCO o covado,
especialidade do CYSNE qoe nSo conta com-
petidor.
IfAD \POL0ES
Francez de 24 jardas de 80 at i 00000,
inglez de 50 at 80000, e moito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de lardara, dito eslreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 100 a peca.
ATOALHADO
Dd linbo adamascado, dito de algodo
mo to finos, bramante enlrancado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDAIHAPOS
Grandes e peqoenos.
SETINS
Para todos os procos e diversos pa-
droes*
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos colarinbo e
ponbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princezas, alpacas, cantao, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
precos qoe s o CYSNE vende.
PARA HOMENSE MEEINOS.
Brim pardo a 640, 840 rs., 10 e 10500
o metro, gangas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angolfa.
CHAPEOS DE SOL
Para homens e senboras dos melhores
fabricantes da Europa. -
FILOS
De seda, ditos de linho, pretos e bran-
eos e mais baratos qoe em ootras loja.
MEIAS
Para todos os tamaohos e qoalidades.
CHALES
De merino lisos e estampados, pretos com
de lia es-
W

"{?'
3* fe*
5 feo.g w B
o- g B w s
P* w t O" w
mm
Cofres de ferro daMilBergeoatros
rrenpas pari copiar cartas
Balancas.de P'esar, Decimi68i Bomana,
Tachas de ferro, (ElaDhad,
Arados Americanos
Grades, para agrico!tora.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
_ inaS de descarocar algodo, de 10 at 40 serras.
Chapas de ferro galv>Di5a(1 part ttbrir mai tc
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkes C,
N. 4 ROA DO BOSI JBSUS.'
(OTR'ORA ROA DA.CnUZ )

es
rLANELLAS
De cjres e brancas de 500 rs. at 10300 franja de seda, ditos com franja
f covado. I pecialidadedo CYSNE.
Descolpem os nossos fregoezes termos sioo om pooco extenso na narracio de al-
gunas oovidades pois com qoanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu-
ua qne querem e gostam andar na moda.
Ra -la lmperatriz n. 64.
FlliElREDO & LOPES.
85 g 0
JOAQUIM
LOPES
MACHADO t C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylindros para padaria.
Carros de mao para condozir fazendas.
Machina; para descarocar algodo.
Polias de diversos tamanbos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
aamento d'agoa.
ORJECTOS PARA CARRO
Oleado prelo para gu*rda-cbova de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Clientes para dito.
Ponas de lanea.
GalSes de seda para o forro de dito, es-
treitos e larpos.
Pregos de-cabeca de marQm.
Escovas para dar graxa.
k


<
:


'.
19 Ra Primero de Margo 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em qoe teem o seo es*
tabelecimento,
19=-A ra Primeiro de ar/Qo19
com aqoelle asseio e elegancia desejave, acham-se agora prvidos do maii
explendido sortimento de fa.zendas fina modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODO
todas do oitimo gosto, e continuara a ter como sempre, diversos
AMIGOS ESPECIAES DE AJ1ASA
Garaoteai, com toda
a 8in;eridade, vender
por menos qne qual-
qaer ootro, porque
recebem na direitora
a maior parte de suas
fazendas.
19RUA1.DE MARCO 19
(Antiga ra do Crespo).
Fopelina da seda e Para noivados.
la.
Fazenda inteiramfnte nova no mercado
com padiSes muito delicados, fazenda de
om effeito sorpr^nd nte.em vestidos, e
ftode'se por 1^280 rs. o covado, na loja
do Papagaii', roa da Imprratriz n. 40, de
Ihndes & Carvath..
CASAS.
.^l?**0 M ca8a ,errpg n- 87 da ro dtf Horus.
"S2S.vraom' Pur 3:3001000 e o sobrado de I
*"**** *? p *i*lLMJ,ra^da lodflpaodeaU n. 33. B.us
AtMi i boa reodiineoio e o dom f as vende
per lee 4. so rwrar pra fra *, ?roTija.
Fitas especiaos e preparadas para lacos de cor-
tinados de cama : reeebeo a Nova Esperanza,
ra Duque de Caxias u. 63 : a ellas aDtes qne se
aeabem, pois vieran gmente sel-, e sao liodissi-
mo.
Gaz eenomic> para os can-
diel oa de porcelana.
Acaba de ehrgar etl i bem eoobeeido com-
JOsiivel, 'om.1 o raai barato, promplo e aseiadp
de todoH at b >je coobecidoe. e se eDcontra ven-
da no mico depjslto, i roa larga do Rosarlo na
rntrn 34.
Mr DE COSTURA
DE
.____ Singcr Manlifuring C.
9UU00
OSO(K)
90*000
90*000
Al. cllllirt-
Mueblo*
Maehinas
MhcIioi-
f.-ta
Para
Para
Par
I00*0< O
i00*000
10(1*000
too*ooo
I'.. lll ..
Familias
Familias
Familias
Ditas
Ditas
Dilas
Dila<
105*000
105*000
105*000
105*000
Coiu
Com
Com
Com
Urasileiras
Braleira-
B a-ileiras
Hr-ileirs
Toda
Toda
Toda
Toda
Tu ropa
T-ropa
Tampa
Tampa
CoMura
Costara
Costora
C>siora
10O(XO
inooio
100*00ii
io *ooo
Mobilia barata.
Vendo-se nma mobitia de anwrelro em perfeito
estado t na roa da Imperatrii n. 75, oa na botica
pealar,
nc ae vio om processo'mai perfe'rto e que at
i;a de tal forma a satisfaier as exigencias mais
veraa da cscriptoracao.
A oa c5r iindissima e nao precisa de cuida-
valgum para se conservar no tinteiro semore
m a mesma e6r, sem borra, crdsta, bolr oa sem
'das estas amellas inherentes todas as tintas
'.* agora oonhecidas, ainda mesmo dos melhores
atores estrangeiros.
Sobretodo, este estimave! producto nao ataca as
anas de ac, antes pelo contrario, a peona
iqoire uro esmalte dourado qoe, sendo interes-
te, assas proveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar
a comtodo duas, tres, on mais copias om iiiex
pota de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe
papel bem moibaSo sem o enxooar com o mata-
,rrao, porque nio ba o rieco de borrar. Para se
rar mais de orna copia, nao se aggiomeram tan-
ta folnas quauas copias se querem tirar mas
4-se com o original tirar urna tantas qnantas
i<-,eiaj, em qoe o original Oqoe prejodioado
i extractes.
Oecorreaqni dizer qne, para copiar importa
uta intelltgencia e babih'dade, sem e qoe ame-
wr tinta nao satisfaz, e o defeito recae sempre
"tre a tima, qne omitas vetes quem menor
-1* ten.
A dupla qoalidade desu tinta extremamente
prteiavei. pois qoe evita qoe era qnalqoer es-
.ntiorlo naja mais do qoe nma tinta para os di-
irsc misreres.
^laqnaBto sua dorabilidade, nio la a oppr
jtar davida pon qne su tima deprnad* es-
cripta soffre o choque de cidos fortissimos. sem
se decompr; orav se os cidos nao tem aeco so-
bre ella, maKo menos a accao do tompo a p6de
destruir; isto praosivet.
Nio s ao commercio qne este mea producto
veio ser til ; os professores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adiantsmento dos
seas discipalos, tem approveitado esu tinta, qne
com razio a acharara apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqoeocia da beleta
da cor e facilidad* d correr oa pequea pela, sna
liquidez. Ha exemplos de cr;;ncas qne bavis
moflo tempo tinbam ama repognancia extrema
para a escripia, logo que foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-ee deltas a curiosidtde e o
gosto, e ponco tempo depois o sea adiaotamento
era manitesto.
Esta tinta, par de tantas vantagens, tem om
nico inconveniente, deterora-se ao contacto de
outra qnalqoer; cenvm pois te-la em tinteiro
isentos do menor vislumbre de ootra tinta, e agi-
tar escrevev com a peaoa soja de ama preparacao
difieren te e incompativel; verificando isto, nio ba
razio para se osar de tinta qne nio seja a VIO-
LETA EXTRA-FWA DE Mt^TEHtO.
Observado.
Diversas talsineacdes e semelhancas tem appa-
recido, enja durabilidade dnvidosa. Os Srs.
compradores peden evitar o engao dirigindo-se
casas aireamspeetM,i.* pediado a tinU que eu
fabrice
L C Uonttiro.
115*000
115*000
115*000
115*000
achina?
Machinan
Machinas
Machina?
Mrfdiiuis
Machinas
Mai hias
M--ohjn<
.'' :IIIVfl
Manivella
Manivelia
M.mivcl.'a
Para
Para
Para
Para
145*000
145*000
145*000
145*000
115*000
115*000
115*000
113*000
Aifaiaies
Alfaiates
Alfalatea
Alfaiates
Macbuas
Machinas
Machinas
Machn: s
Machinas
Uat'binas
Machioa>
Machinas
Para
.Para
Psra
Para
Snale iros
Sapateiros
Sapaleiros
S-nafiiros
mea de
mesa de
[-mesa de
mesa de
13o*i'00
|:i0*''ini
13' (00
130*000
Ala -iiiim-
Machinas
Machioas
Machina
Exitiicu
Extensa
Extendi
Extendi
Para
Para
Para
Para
(Note-se bem\
ao numero /
nico s gente
W. H. Chapman.
<:bap*iieiros
ChapelleiMs
ChapHleiros
Ch'oe'leires
(Note-se heu\
ao numero /
29 RA DO IMPERADOR 29
LUXO E ECONOMA
55 Ba do Duque de Cazias 55
Neste estbe*ee'mento encontrar se-bu quantidade de marmrea arfieiaes, cora bwitos
desenhog, por Unto prevenimos sos n< esos fregoezes, qoe Utcaos sortimento, tanto para igrejas como
para < bras publicas, on casas ps^liraiares, qoe se qoeiram otilisar deste nevo -ystexa de marmore
artificial, que rivalisa com todo qnanto at o presente se ten, fabricado, pela belleza, ecunoura, e
durajao, rtcouhecidas por todos os bomeos scientises.
aan
"^
w^>
". y


I>iari# da rruamtouc#
Quinta feira lfc J Noverabro ca 1871
VARIEDABE
WaMSPONOfcNCIA DO EX INPEnADOH DOS KHAN
CSZES COM CM i > UN ALISTA BELGA.
(Concluslo).
Nesta carta esa pregad), am alfione,.
fue segurava alguma nota perdida, nota se o
envida maaascrip'.a peV imperador. Qi
foi feilo des aola ? Que o que co .li-
aba? Nao sabemos. ProvavelmenU 83; i
ma ordem do imperador ao sea secretan
para asistir junio d-j ministro de Fr-nca
a Bruxelhs ni co\\se.uimento das icif jr-
es pedidas desde o anno anterior. N .-
poleo III princiiiava a impacenlar-se. Ti-
aba pressa da utilisa o defensor de todas
aseaasaehonradas ecavatbeirosas. Deixar
sais lempo inactiva urna dedicarlo lio ca-
lorosa, en pona, l'm figuro capaz de es
rever at tres brochuras era favor de Isa-
bel II, e precioso de mais para que se des-
prca. Por coosegu nte, era aviar. Ne>te
molido escreve o Sr. Conti outra carta era
98 de feverc-iVo de 09, dirigida legar >
fraaeeza na Blgica.
Seis semanas depois, a 25 de marco de
>45>, taega a re.-po-sia-do ministro de Fran-
ca, que nadi coraprebende, que nio sabe
ead do Sr. Lessine*, e que contioj espe-
rado pela visita que elle prometiera.
Depois di leso* 25 de marco al 18 de junbo de 69,
(Motara d cumeoto novo. Que se passo-i
estes tres u*eaes ? Osear conseguio os seos
ias. Foi recebido por Nepole3o III.
O ministro de Funga em Bruxellas con
ttaoa esotra da visita de Lessines ; mas
fue importara agora as informabas que
te poderia obter a respeito. do cavallei o
de babel II ? Parece que ja nao eram pre
isas, urna vez que o moco 0>car, do se
abe porque raysieriosa 'influencia, obteva
urna audiencia, apresentando enlo ao im-
perador algumas das suas ideas, e Sean o
aatorisado a desenvolve las por escripio.
Ja nao se trata ia Ca ir. Para qae ser>e
o Ca ir ? Para qu serve dar cabo da
Lanlerne ?
Qaestoes mais oleressantes forain deb i-
todas na palestra- do cavalleiro de Margari-
da Beanger com o favorito de Isabel II
Tratoo-su da B'igica e dos meios de conci-
liar a sua felicidade com a gloria de Na-
poleio III
Vem depois orna caria de 18 de jonlio
. de -18*31*, na qual O.car diz que um incoin
modo de saude o uS> deixou terminar .anda
* trabalho de que se tratou na palestra
que. elle se honra de ler tido com sua ma
fttade. Ptrgunta de que moJo podei
azer cbegr s roaos de sua magostada o
rigraal escriplo, e desej conversar ouliv
'ei com o imperador depois de elle ter
ido o tal traaiho.
Esta carta era aeompaobada de ootra do
raesroo Osear, dirigida aadaque de Bassano.
Ralla se conlirma o facto da palestra c m
imperad* r cerc do trabalho relativo
wnexag5o da Beigiea, e se Una a pedir a
idicacao do meio raajs segaro para fazer
tagar as naos da magesiacU o origina:
seripto.
Este documra'o tero margera urna -nota
a lapis, que diz: Urgente; mande o seo
trabalho para o gabinete. >
Urgente, tem graca.
k OSr. Conti manda ko am bilbete a Lessines, dizendo gue pode
aviar o (91 trabalho para o gabinete do
emperador.
Passava-fse isto a 19 de junho de. 869.
Osear tinha promet'ido o seu trbalo para
a segunda feira seguidle ; pe-se & obra;
mas ama odispjsigao o detm, e disso d
parte ao Sr. Conti n'uraa carta, prometien-
do acousa para sexta feira.
O trabalho annunoiao para sexta feira
'3v> nm mez a ciminhir de Bruxellas t
w Tuillerias. A remessa foi acompanbada
de, ijraa carta de Ocar, datada de 27 de
onho de (839. que tem o sioete do gabi-
nete do imperador cora esta menco : &R9-
cabida a 26 de jutho de 1869.
Nesta ultima epstola diz o moco Osear
mudo bonitas cousas ao imperador acerca
da exceliencia do seu plano, offerecendo
at a vida pelo bom xito das ideas que to
favoraveis haviam de ser sua dynastia e
ao sea reoomo ai postaridade I.
Ve-se Osear s ordens de sua magosta-
da para todo ; na primeira palestra diz que
foi tmido, mas a bondade da magestade
lirou lia toda a timidez ftegeitaria qual-
quer ra;ompensa pecuniaria ; iaas aceitara
de boa mente a cruz da legiSo da honra.
Urai n tabee* mais urna vez a participado de Ni-
poleio III oos projectos de Lessines. A
no'a dii, :
Pedir ioformafSes ao Sr. de Lagron-
oire, ministro da Fr-nca era Bruxsllas
Saber ;tial a situado do Sr. Lessines na
Bdlgic.-
Napot-iSo m nao hesitara em unceder
urna audiencia a Lessines, comqaanto nada
onbasFis delle, sen5o a sua mocidade, a
sua teriso, e a sua dedicaclo pelas causas
honrad s e cavalli irosas, i
Conbecia no conjunto o plano do moco
Jscar; esperava com urgencia a exposifo
completa delle. Possue anal essa expo i-
(;5o, e em vez de a recambiar desdenhosa-
raenie ao seu autor, ou de a por nos papis
velhos, o que faria nSo appro'ando o
plano. ~- renova o pedido de mformacSes
que j fra feito lega;2o (rancezana Bel
giea. Antes de pjssar aos actos, quer sa-
ber ao c^rto como dever proceder. Nao
erara cousas que se tratassem ao de leve.
Mas a idea fjca aceite ; agrada. I,lo evi-
dente Isto infere se claramente dos do-
cumentos.
Lessines igoonva to Uvia a temora que
o seu escript) Uvera pelo cirainho. Qje
eSeito proluzu o piano ? Ter a Osear des-
agradado ao amo, solicitando t3o precipi-
tadamenie a rec.mpensa honorfica ? J.lh'.
tarda o ear bem seguro a este respeilo, e
no dia 19 dejulho, poneos das ant-s de
ehegir a meraorii ao seu disliao, escreve
ao mpeador oatra carli, insistiado no as
sumpio da antecedente e revelando as suas
iuquietacoes.
Dias ilepoi?, expedia-se para Bruxellas o
novo pe lido de informales tao reclamadas
o r Napole3o. Esse doenraento est datad
de 4 de agosto de 1869; nelle se recora-
raenda oota vez aoSr. Ligaeronnire que
nbtenba iodos os esclareeimentjs relativos
a Lessiues.
Itesponde a 13 de agos'o d i 69 o s?c e-
tarto da leg rSo^ em no:ae do ministro d
Franca. Fui averiguado que Osear Pedro
Lessines nascera em Mons a 22 de abr I d
181', e fra residir cota a famlh para a
i:ommuna deS. Jisset'n Noode, em 30 de
jolho de 1862. A farai'ia goiava de bons
crditos. Osear e-livera algum tempo na
reJaicSo do jornal o f)rap?au belge, que
t nha por prugramraa combater as doutri
as do jornal a Paix, redigido pelo repre-
sentante o Sr. Coomias. Escreveu algn-
mas obras, entre ellas urna chamada Un
nez na Allana nha. Era 1861 solicitou
do governo belga um auxilio para a publi-
c^fao daquelle livro, e como por rsse tira-
po lli'i foi favoravel o relatorio que a til
respeilo se fez, concsdeu-se-lhe pelo minis-
terio do interior a quana de 300 francos.
Nuco artigo publicado pelo Pays v-se
ifue Lessines era correspondente do Fgaro.
V-so pe a iegacjSo de Franca em rfiu
sillas fez era lulo isto um papel pouccrim-
uorlanle, que no eslava ao facto dos pro-
jectos que se iraraavam as Tuillerias, e
que se limitou a transmitir para Paris os
esclare:imentos pedidos a respeilo de Les-
sines.
Este ultimo nao estar era Bruxellas ;
andavj o moco propietario de passiio
pela N >rman(lia. Entretiooa-se ao mesmo
tempo em realisar urna resposta a am no-
tsvel pamphleto do Sr. Luiz Ulbacb, onde
se desenhava o retrato del do imperador.
Osear n8o achava parecido o retrato, e re-
fazia-o a seo modo, e depois de o ter reto-
cado, tratoa de commuoicar a Napoleio a
nova prova de dedicado. Assira fez n'ama
epstola datada de Trouvilte, acompasada
de um exemplar da hrocbora e das mais
vivas eipressas de syrapalhia pela mages-
tade imperial.
Lessines manda tambara um exetaolar do
seu folheto ao Sr. Con, cora oatra carta
eaeia das mesmas lisonjas. Notaremos que
Lessines exprime outra vez o desejo de
obter a cruz de cavalleiro da Le^iao de
II mra, para ter um certo prestigio ;
enumera os seos litulos a esta distineco,
que Ihe dar til influencia no bom xito
do seu projecto, influenoia a que a sua
posigao de fortuna Iba nao parmiite as-
pirar, se orna filiaba n5o l'r eleva-lo da
t sua c'asse. Acaba pedmdo ao Sr. Conti
convite para urna emrevista no seu gabi
nete e noticiando que est para'vollar i o primeiro lem por titulo -O carcter belga
.Blgica. essencial e detconhecido. Anda pertur-
Esta doas cartas de Osear estio reauai- bado pela existencia dos pulidos catlico
dis tdjgo depois, em dnas notas, n'omi das e liberal.
qaaes se diz que Osear Lessines enviara ao' Esle principa atinado pelo mesmo dia-
imperador om trabalho manuscripto com o'pasab:
titulo deX'tas acerca da Btlgica, sita ^ O augusto soberano, qoa se digna de
cao politia, possioilidade de Napoleo I'I "ije ler tem farta todo o qae faz os bons
je fazer aeclamar rei dos belgas, mas sem' principiosmuita sciencia e muito carac-
annexaga), e coasrvan lo Be'gica as suas 'terpira nlo saber qae s conquistas pela
instituidas proprias. jfoic-a falta agora e.-tabiliale.
Conti responde a Osear q ;e o sea folheto E continua no mesmo tora, dando depois
dingido ao imperador chegara ao seo ele- algunas informac5es acerca des circumstan-
"*n /1^>ia ca que poderiam fazer da Belg'ca ra-
Oscar Lessines, tinha o
vado destino.
_A brochara de
seguiote t.tulc :
Sua magest.de Napolen III, resposta
dada por um estrangeiro a una francez.
Carta ao Sr. L iz Uibach, p r Osear Lessi-
nes, mombro da sociedade das ciencias
das artes e das letras do Hainaut, com-
mendador da ordeno da Izbel a eatho-
lica.
Nota.Este folheto ser enviado gratui-
o re
fugio da familia imp-rial, no caso de des-
gra?a
O espirito de belga e d'uraa ettreileza
qae Lessines attribue a queslao < banal,
faligonle da separ^o di igreja e da esta
do que o fundo da poltica interna, e
a neutr.tlidade do exterior.
Em lodo, este capitoo. ateima Lessines
com urna idea q e j indicarais, e que cons-
litue o fundo da sui memoria: os liberaos
tameute a qnera ser ao tutor a honra de sj bostis ao ionperi j, mas o imperador p-
OLHETIM
lli'o pedir." Paris, 7, ra C-stigoie.
Ha anda mais duas certas dirgidaa a
Napoleio por Osear. S3o datadas de 48
deseteabro-e de 8 de oovembro da 1869^
Sao serap'G as mesmas tiradas acerca da
affeicjh) m divida, respeitosa e definieres "
sada que o tal sugeito lera ao imperador;
ausjs a cruz que pidi, qae continua a
desejir, e s qual tem mais ttulos do que
mjilos o dos seos compatriotas que a
obiiveram sem naoca haverem pr.vado a
sua dedicacio. Se o pedido pareceu n-
discret i, se desagradou, pede per 10o
promet-i f nao lomar mais.
Ha aioda mais do o 'locurae^los. (J.n
delles outra epstola de Osear ao impe-
rador, diz se alli que nio Iha esraoreceu o
aoijjo com o revez soffrido con a cruz di
legio de honra, e que continua a insistir
na sua granle idea, A realisac3o delia
era hontein rapo v;!, mus ananbOi ser
larda. Estamos na verdaoeira ocoas.j era
qni! se deveria proceder^
Nesta carta est5)/duas notas; 3> feilas
peloSr. C:nt',
Eserever ao Sr. Lessines que o recebe-
rei na terca feira prxima, as 10 horas
manha. C.
< liesti.uir-mo a sua caria,
Nao nos revela o que se paesoo nessa en-
Irevisti.
As relac5;s entr Le=sinns e o gabinete -j
imperial, torn^ra-se menos freqaeutes ; mos-
de um e de outroiado se conserVam os ser>
ti rae ni m alleeluosos, e Osear sabe quer o
sen plan > nao mal apreciado, porque seis
mezas mais Urde, qamio rebenta a goef1
i'j, se d pressa em o lombrar, qoem- inte-
ressa. na sego-iote caria:
Senhor senador:
Na aporoximacSo dosr acontecfcnentos
i|ne v) talvez raalisar ideas que os nos sos
pertos estremece, venho recordar he aF-
guem qae se dara- pjr feliz de ser til ao
imperador e ao seobor, iratando^se da qees*
(3 o que nos o ce upa- ha tanto lempo.
Digne se -recetor, senhor senador, a
seguranza dos respeilosos sesimentos- de
alia to e dedicado com que seo* sea hutail
lissimo e obedieoUsoiiBO- senador,Listi-
nes,
Paris, 7, roa Casipbooi. Trooviile, 16-
de jolho-de 1870.
Ha aioda orna oota do- gabieete nesta tar-
ta ; est pegada com oro- allioete-. v
' c Lei|fa ao Sr. nU que poderia ser
otil ao imperador no caso de qoe sua taa-
gestade tratasse anoexafo- da Bl-
gica, t
O terceiro- capitulo da memoria-de Lessi-
nes te mioava- por onw dessas lisonjas-, de
que os soberaoos da forfa de tapoldo- H
se mostrara pai-ticnlarmente gotosos : a po-
pularklade daquelle principe na Blgica fun-
da se,, nao na sua soberana nem- no seu
podero, mas do se carcter, as saas
qualidades pessoaes. Lessines bem swbia
que fallava com om conspirador de nao
cheia, qoe pretendo- nao s4 ser om
grande general, mas at e especialmenip> am
fino poltico, uuq dipiomata hbil, um Ma-
cbiavelli coroado.
Agora abreviaremos- a anarjrse do memo-
rial de Lessines, que j se vai '.ornanda-ton-
go e enfadoobOj Acuella prova t5o vil e
te baxa, que faz nojo.
A parte que vem na Independencia Belga
ebegada boje abrange s o 4
o 5o captulos;
de contar com os catbolicos. A estes bas-
ta o imperador fazer tira sig al para os
agrupar roda de si. Qoapto aos libe-
raes, ser bom acariciar alguns, e cmpra-
los at, se 16: preci:o:
Esta oltima lembran?a da Lessines era
mais ampliada no segrate capitulo que
o 5*. e que tem por UUl)Principaes (une
cionarios que. em certas condicoes, renega-
riam do governo de Leopoldo, talla exten-
samente da maconaria", das lojas em geral,
e depois das* personalidades, babnjando lo-
dos os horneas polticos da- Belgiea.
Faz algumas eonsideraces'a respeito do
ioteresseMjoe birria para o imperio em
corromper, ior iiterraeij dos jisoita?,
os secretarios d; lojas, qoe quasi todos
mo;o4 inlelligentes. pob es e aabiciosos.
D?pois toca a vz ao parlamento. Les-
sines acoueelha ao_ iufwrador a desconflar
do Sr. Flor, qoe j lalvez Ifiracesse os
seu .^rvico ao imperador.
Acaba o capitulo prometiendo 0"scar
a NipoJeo um relafo-corapleta dos ho-
mens da in-llueneia e de s/rapafnia. r Las-
aines toorar' inwroagQes d to las as ton-
da Jes, farpur swconta as viagens pr to-
da a Blgica para estad ir os homens e del-
les fallar mais ampliamente.
Ufo que deixamo* extractadlo, ha dbas
ideas predominante, qae con vem fazer U)
bresah'r. Primo : A annexaca> da Belgiea
n3o; e quasto da fu rea-, mas s'quislo de
diobeiro-. Eg> primehn lugar o dnheiro,
o essencial, o ponto- determinativo da an-
nexa^;: dinbeiro e atfeucoes tambero. A
f .rea ao depois vira, se for precisa. Secan-
4o : A rompl'cidade dos cathocos est
certa. I to affirma elle aioda no capitulo
bf, qoe lem por UtaloSfeios a empregar
para se fezer coa qae NapoleSo Hl seja
eFeito rei *>s belgas. Meios de corrupgiSo.
Procedimento para com a impreasa.
Entre os meios iodicado por Lessines,
iodependeoemente do meios de corrnp-
cor ha tambem- os bons, tratos. Aeonse-
Iba NapoleSo qae persiga e- castigue seve-
ramente- os autores dos ataques coaira o
imperio, ma*qua pe ja o pardea delles-de-
pois de-julgados. Promette Osear qoe os
jornaiistis aspira agraciados na contrnua-
riam aa mesraa teima-, Ficavam perdidos
de amor pelo Sapoleof Recoiamenda aim-
pertm qoe compre muitas rendas aos fa-
hricaales de Broxella e d Hatiaes. Ser
bom tambero deslribuir coadecoracSes, con-
vidar os principaes grandes proprietarios,
offieiaes da go- rda civia, fidalgos, ricos,
elegivois para o-senados- para assistirem s
festas da corte as TUilleeSas. Dudo isto ha
de fazer bello eSeito.
Depois cheg* a vez da impeensa. Cita
todos-oa periooos da Blgica, e destina
em seguida ara paragrr>ho especial a cada-
um dos jornae* qne r>5meia. A\ Indepen-
dencia' Belga ecculta as calumniosas impu
tacoas queencofttroo nomanusarinto acerca
dos seos-collegas, e apenas publica a parte
das apreciac&es de Lessines saenos oifen-
sivas-.
A Independencia Belga urna tolo ve -
nal, liberal, e comprada pelo estrangeiro.
Qt&Wd? Farlameoto um jornal de
tres- homens, que se vender a quero mais
d.
A Estrella Belga, dem.
Q Journal de-Liege-Q incorruptivel; ims
k ILHi DO FOGO
iionvx i:
pon
ILlXilUE DOMAS
XXII
Cora.
(Continuacao do n. 261)
O borisonte era de montanhas.
- Avistavam-se as vertentes do Taikcekoic,
\ o Galung Gong.
Traham camnhado maito, Euzebio e Cora
tanto qae, perdidos no meio do deserto,
iwesperavam j da vida.
Cora avancava, recoava, dingta-se por
m lado e pelo ootro, e procurando como
am caminho que os salvasse, excla-
Pois qne, Rakchasa n5o se envergo-
ah de se anir am Barkasaham ? Um es-
pirito de bgo pode sabmetter-se vootade
dos que proloDgam a saa existencia com o
sangae dos mort s. Eu esperava que o
poderoso genio da montanba acabara com
; e to, Barkasaham, n5o me jarasle
to conlentarias com ama victima ? Se
enganavas qaando te rogaei de joelhos
\ respeitasses a vida do que amava mais
to qoe a rainha propria vida, maldito sejas
tazilio I
Este nome lirn Euzebio do entorpec-
nento em que o tioham ao mesmo tempo
terror e as emanares.
De palo chegoa ao lado de Cora, agar-
ros-a pelo braco e gritou :
__Responde, responde como se fallasses
com o proprio Deas. Qae nome acabas de
pronunciar f
PerdSo, Sr. pordSo, exclamoa Cora
ajoelbaodo-se aos ps de Eazebio.
Ab I todo comprehendo ; cah n'am
bco infernal. E tu, qoem ea'julgava
boa, generosa e leal, tu s a encarregada
de me per ler. Pois bem: torna para ao
o do que te inspirou esta vergonhosa co-
media, e dize -Ihe qae lutarei contra as suas
machinacoes e contra a sua rai;a
Euzebio ole pode continuar; Cora arran-
cn -rae o punhal da cinta e fez emsi mes
ma duas feridas terriveis, repetindo :
Antes quero morrer do que meama--
di?6es. Se preciso urna victima, eu, eu
sou a victima.
Diise e cahio no cb5o desmaiada, escor-
regando na latfeira da paontanha.
Euzebio vio rolar o corpo da rapariga, e
por legitimo que Ihe parecesse aquelle sa-
crificio, sentio qoe os remorsos o espica-
evam ; e esquecenao-se das aecusaces
que pod'a allegar contra Cora, poz-se a
chorar como urna enanca, porqae da sua
ambicjfo e cobija vnba aquelle resaltado.
O excesso da sua dr fe-lo vollar a s;
mas a saa respirarlo era cada vez mais fa-
tigosa e tinba a cabega c mplelamente per
turbada.
Qjiz andar, mas vacillava como um em-
briagado, e cada movimento senta dores
insuportaveis.
Por Qm, assentoa-se sobre ama rocha.
Diante d'elle estendia-se a planicie ; oa-
via confusamente o vento, qae agtava as
arvores do bosque prximo, e v a o som-
bro lencol que o separava do horisonte,
coberlo de la/es phosphoricas.
E va que urna Q'essas luzes lomava cor-
po, se diriga sua habitado e incendiava
o leito de E^ter.
Concentrou eotSo o peosameuto na que
amava e renegoa do desejo de se enrique-
cer, que o tinha levado aquello transe.
Felizmente eram as horas em que as
brisas marinhas chegavam al mooianha.
A sua frescura devolveu Euzebio o sent-
ment e a razio e cuiden ouvir a voz da
preta que o chamava.
Estimulado pelo sentimento da conserva-
cao ISo (lifficl de se exngair no homem,
qaiz p6r-33 em p, mar nao pode.
A negra continaava a cham-lo; toppli-
cava Ihe que fosse ter com ella, em nome
do que mais amava no mondo.
N5o podendo andar, deixou se cahir pe
pendente do precipicio.
Mas este ultimo esforco acaboa com
sua energa, e quando sentio as ponas da
rocba desmaiou.
O desmaio poco duroo ; ama viva seas
qo de bem estar e de frescura loo restitu
o sentido.
Abri os olhos e acbou-se baira da ora
arroio, que corra at ao fundo do preci
picio, com a cabera recliaada ios joelhos
de Cora.
Esta, ferida de mor te, tirva Torcas da
fraqoeza, e ao ver qne Euiabio tornava a
si, exclamoa :
Salvo, meq Deus, est salvo! Oh I
o Meuse fcilmente se inclinar para o qae
estiver de cima.
O Jornal de Gaud redigido por am ho-
mem qae se finge honrado; vende-se ba-
rato.
A Gazeta de ions esl para vender, e
baratnha tamben.
O Orgo de Mons prtense todo i maco-
naria.
O Imparcial de Bruges escripto e redi-
gido por urna aenbora sem gra de carcter
e fcil de sedozr.
O Jornal do Luxembiirgo era corruptivel
quando o sea redactor tinha m nos idade
menos diobeiro. Agora nao certo.
O Precursor d'Anvers pertence ao minis-
terio ; o Escaut tambera; mas a Opiniao
est redigida por am descontente. C xnpra
fcil.
Depois destas aprecales, p5 Lessines
mais um paragrapho da lisonjas ao impera-
dor, seguinio-o logo d'outro, aonde Ihe pa-
rece que at o proprio rei dos belgas se
veoderia fcilmente.
E assim acaba o capitulo. Por aqu fi-
caremos. Os leitores talvez agradegam o
ficarern ignorando qe-aes sao as ideas de
Lessines acarea < das insiituicdes possiveis
do reino da Blgica goveruado pelos Napo-
leBs acerca dos beneficios qoe resu-
tariam para a Blgica de ser govenada pela
familia imperial da Franca, e al acerca
< dos homens f aneexes sympaihicos Bl-
gica, que poderiam ser empregados no io-
tuit > de fazer dar a. cora da na^o ao im
perdor.
Limtenlo nos, para completar a physio-
nomi desta memoria, a indicar entra as
iosttoiedes proposlas < urna resirieco ao
direito de ranniao, prohibico das tojas ma
gonicas; a oniversidade d a Lowvain que
recorda urna antiga gloria da Blicasus-
tentada assim como a (bardada do ensino ;
a nnivertdade dcG-md supprimid*r por ser
viveiro da fran:o-maconaria.
Cilemo anda ese paragrapho:
O marechal de qaem a B i\gxa- falla
mais vantapsamenle o marechal Bazaine,
que susteir.cfl' o- tbrooo ife Maximiliano, es-
poso da priftceza Carlota, que, notemos
bem isto,- o iraico membro popular da
familia real, porque j correspondeu o as-
piraoas secretas da Blgica1, iodo ao longe
aveoturar-se com dous mil dos nossos sol-
dados..
O manuscripto- acaba assim :
c E! do raaij- intima d:al-na* que ea
brado-,
c Vi- o imperador Napoleo IIP, re dos
belgas t
E esta- a memoria de qw-Napoteo III
autorisra, aceitara a remessa, depois de
ter recebido as confidencias do autor. E'
isto o q.ie elle mandara clssijfbar com todo
o cuidado-nos seus arvimos ntimos. Tinha
urgencia de pessuir kdormaces acerca da
stuaco do redactor desse ignobil esenpto.
telo desagradar a toda a gente, mas sedu-
lio-Napnleo.
RELIQUIAS DE SMWO AMBROSIfJc
A''proposito da inveocio das reliquias de
3anto Ambrosio, em Ml'ao, o Sr. Csar Cao-
: dirigi a monsenhor Mermilted a carta
que publicamos:
Mnsenbor. Sao lloraras as occasioes
deregozijo por alguraatonsolacio da igre-
ja, que nao acharis eatraerdinario vend-
me vir pariilhar comvoaco urna alegra de
nossa cidade. Comprebendes tos j, cipe
isero fallar da descoberla do corpo de Saoto
Ambrosio.
Este sooto nao somante o> padroeiro
da nossa igreja de Milo, sin am
maiores deutores da igreja'ineira, o vos
sabis, monsenhor, qoaato poderosamenie
elle contriboio para fundar e organisa? as
igrejs do paiz qae, boje formam nossa
cara Sussj. Permilti-me, pois, qae ea falle
delle um pouco cir >umstanciadamente.
Santo-Ambrosio, naacilo em Trevas,. as
Gallias, era prefeito do Millo quando mor-
reu o bispo Auxencio qae corapartilhoo as-
opinioes ananas. Convocada a asoeraola
para a eleico do sacaessor s episcopal
de Millo, degenoroo em tumulto, o qae fez
que o prsJeilo se apresentasse para estab-
lecer a opdem. Mas em vendo-o, o povo
ilaraou de ama s' voz: Qoe Ambrosio
mesmo S6ja nosso bispoeo prefeito, de-
pois de largos esorcos, procurando subtra-
hir-se ao cargo conferido, vio-se toreado a
aceitar.
c Conheceis perfatameole, moasenbor,
* V
qae pastor foi Santo Ambrosio ', por mo-
mento me limitarei s ao qoe diz respeito i
sepultura.
No anno 385 acabara a baslica am-
brosiana, e lameotava-ae por nio ter reli-
quias de mariyres para lb'aa consagrar. Nao
longe d'ahi acbava-ae a baslica dedicada
aos santos Nabor Flix (baslica haboriaua)
situada no lagar em qoe sofreram o mir-
tyfio am grande numero de ebristioa.
Santo Ambrosio fazendo excavar o seo
solio, e, advertido por orna revelaclo, fro-
firmada de um milagreA ah descobro os
corpos dos santos Gervasio e Protasio. O
que foi occasio de tima grande festa ; es-
tes restos preciosos, Ambrosio coliocoo-os
sob o altar de sua baslica ; designen os
como seos protectores (tales ambos defenso-
res) ; e escreveu saa irma Marcelina, que
ello queria ser sepultado sob o mesmo al-
tar, ao lado dos santos mariyres.
c Com effeito, quando morreu, no nao1
397 se o collocou junto estes doas santo?,
e logo a baslica, que se cbamava ambrosia-
na, porqae elle a tinba edificado, torna se a
igreja de Santo Ambrosio. Demasiado e>
longo seria conlar-vos tudas as mudaocas
qoe esta igreja padeceu dorante os aconle-
cmentos desgranados pelos quaes nossa ci-
dade passou.
< Btsta-me dizer'vos que no aooo 835 o
arcebispo Angilberto a reedificou e eons-
iruio-lhe om magnifico- altar com am fron-
tal de ouro cinzelado, c/ue um dos mofla-
mentos os mais antigos e os mais cotoso
da ooriveearia da media idade. Este altar
era, e anda o cobarto por um doce! b-
Toriado, sustentado por quafro columnas v
porpliyro. Sob o altar collocou laab;af
em ama urna de porpbyro os ossos dos tres
santos, quefirou de outro lmalo,de mar-
more en que repousavam. Como oi3o
dispuUvam-se, snbtrabiam-se as reliquia,
faz encerrar a urna em urna grossa pared**
de tijollos e argamassa.
< Desde en fio, a frad-cio sera pre dizu'
qoe o orpo do santo padroeiro era sepoi-
tado s ib o altar-mr oVsta igreja, porm
nunca se linba verificado. Nislo se tinba.
algumas vez.es. pensado, porm se more
boas razos oa grande respailo imptd^aro
de o descobrir.. So corso do secuio pas-
sado, o arcebispo Ei'bo teotoa verificar a
existencia destas reliquias, porm logo de-
pois de coroecar, interrompea a saa empre-
za, como ferido de am mystertoso pavor.
i Moitos lamoem pensavam qoe o corpo
de Santo Ambrosio se nao achava, n reali*
Idade, neste lugar ; af8rmava-se mesmo que
ielie tinha sido subtrabido e levado para
Fraog ; emra outros sappnnbam- que i
nao encontrara' senSo cintas.
Em 1857, o imperador d'Aaoetria vea-
visitar a este paiz-, que logo dopei* devia-
perder. Eatre outras hrguezas> a;sigooo
por anno 25.000 francos para a igreja do
Santo-Ambrosio, consagrados s suas-repa-
racSoe manoteato. Eal) comefoo-sea.
restaora-la e a trnala soa forma origi-
na), sopprimindfe-se tudo o qae o meo gosso
e mifHrea de conhecimenlos art*eotogtcos
Ihe ajontaram. Como approximadoal-
tar-rjras reparares, rpiiz-se coBbecer. o
qae-na realidade achava-se em baixo.
Gom e He i lo, excavota-se atraa do altar.
entr as doas coomnas de porpbyro post"-
r i oros- e descobrto-se om turnlo de mar-
more, com a I (oos restes de ossadas, den-
tes, oitttas, misturados mm algaeaas pecas
de dinbeiro do Baixo naperio e dos res
barbaros. Supjpoz-se qpe ah aaa aonde
prmeim sepultaram-se os santos a qae era
deste logar que o arcebispo AngHbrto os
retirara para Ibes dar sepultura mais con-
viohavel.
Seguido, pois, acbe-se urna grande ur
na de porpbyro c dlocada direila sob o
altar, entre aaquatro colomoas. & encerrado
ero nma.conslraccao de tijollos. Ninfe,-
rimos seguidamente qae os corpa* dos tres
santos deviaaa) se achar no interier desta ur-
na. Portanto se nao oosou aAdia abri-la.
Temia-se que.desapparecessenviiusdas que
taito se aroavam. De um outro lado,, era.
o lempo das perseguices as mais encarni-
zadas contra a igreja; queria-se esperar
urna occasio mais- solemne, como a ioatitui-
cao do arcebispo. a paz restituida igreja.
Entretanto os trabalbos avancavam ; prepa-
rare ludo para a reconstraccio do altar-
mr. Determinoa-se pois a conbecer estas
reliquias.
( Connuar-se-hm. )
Perdoa-me, Bakchasa, se dnvidei dos'teos
presagios.
Sim, respendea Euzebio. mas salvei-
me, porqae a tua voz me inspirou a reso
lacSo de descer e fugir d'aqaelle sitio mor-
tfero. Cora, ornea reconhecimeato ser
eterno.
J nada mais desejo, respondeu a preta.
E j que me nao amaldiQoas, morro con-
tente.
Morrer! E porque? As tuas fon-
das nao polem ser mortaes, o3o; tu vi-
veras.
Engaas-te ; s3o mortaes. Poucos
instantes me restam de vida. Os teus de-
seras e cuidados sSo notis, mas levo conti-
go a felicidade de ter merecido a tua pte-
dade e talvez te recompense o que tudo
pode.
Qae qoeres dizer t
QueJAakraasa justo e graade eque
o poderoso genio da montanba n5o pode
alliar-se com esse Barkasaham mmundo.
Mas se nao le explicas...
Rakchasa n5o repudia os que o im-
plorara.
= NSo te comprehendo.
Pois digo te qae o genio da monta-
nba dve ter-nos conuzido ao sitio que
desejavas. Ea oflereci Ihe a minha vida
para qae te permittisse o encontrar os
diamantes que procaras. En voo morrer,
e Rakchasa nunca engaa. Devenios estar
junto ao sitio das pedras preciosas.
Desgranada I e anda ma fallas de
diamantes, quando estamos n'um aby.-mo do
qual nao podemos sabir senSo suDindo no-
vamente at ao Gnevo-Upas, que nw ma-
tara Befa-te, Cora, e nao me falles mais
d'essas fabolosia riquezas.
Cora nada te referi qoe seja-fabu
loso. '
\caso ests delirante ? Diz, a ver-
dade ?
Este lugar horrvel, sim, lembro-me
de o ter visto. Se as torcas me nao fallas-
sera, eu te guiara aonde esl o thesouro e
tirar-te-hia d'este labyrirjtho.
N3o, n3o penses n'isso \. cada esforco
que fazes esgoaar as toas torgas. Eu irei
s ; dize para que lado me devo dirigir.
E ent5o. para reanimar Cora, qae pare-
ca moribanda, ensopou o lenco no arroio
e passou-o pela le3ta da preta, dzendo-
Ihe:
Troa em ti, minha filha, e ba.ca as
tuas recordaces. Se eu possuisse taes
riquezas lutaria com xito e vencera Ba-
zilio.
Perdoas te-me, Sr. ?
Sim, sim ; mas dize porqae lado devo
principiar as miabas investigares.
E agora eres que te enganei ?
Nao, creio que o thesouro existe. Mas
preciso que me digas para que ponto
devo dirigir os meus passos, nao s para
encontrar as pedras, sen5o tambero para
sahir d'este labyrratbo, Em mnito pouco
tempo colherei os diamantes de que pre-
ciso e depois vollarei or ti e te levarei nos
bracos, A sciencia de quem a paga, e ea
bei de pagi-ia de tal modo, qoe farei com-
tigo um milagre. Tu podes viver muito
tempo para ser feliz. N5o o, desejas ?
Pois que, nSo sou j ditosa ?
Mas, torna emti, Cora, falla ma do
thesouro.
Sim, continaou a ama cora exailaelo
crscente ; quando os teus ps pisarem o
sitio onde eu de-cance, a minha ossamenta
estremecer de prazer.
Euzebio s.ratia vergans. As ultimas
palavras de Cora i'rabam lomado a desper-
tar a sna cobica, mais do qoe nunca irapla-
cavel; j nao duvidaya e acredilava que o
thesouro eslava muito perto do sitio onde
elle, estava; via-o e tinha a certeza de que
ama s palavra de Cora o apresentaria
saa vida.
A sua impaciencia era tal, qae nao o del
xa va reflectire se alia ama" especie de loaca
raiva contra a pobre negra.
Cora, Cora, grtava; quero qae me
respondas. Onda est o arroio ? Orjde
esto os diamantes ?
Pardoa-me, perdoa-me, S. ; turvam-
se-me os olhos; j nao vejo.
Euzebio, que nao eblinha explicagio al-
guma da moribunda, deixou cahir acbela
da negra, que suslinaa com as duas uos ;
so re a rocba, e sentou-se u'uma pedra,
deitando o olbar inquieto roda da si.
O arroio, segando dissemos, desca at
ao fundo do precipicio, abarlo entre gigan-
teas rochas quasi vertieses.
A cera passos do logar onde estavam,
ama das duas rochas onia-se a montanha.
A ootra descia at planicie.
Mis o qoe Eazebio nao tinba observado,
por causa da escorido, era que o precipi-
cio chegava tambem at o pro'prio plaioo.
Por entre as duas rocbas colossaes lo-
brigava-se ama tira de luz, que principia-
va a dar vida e cor aquellos sitios; era a
luz da manhSa I
Eazebio ouva o ruido da crrante que
caba de cascata em cascata al extremi-
dade do barranco.
Era esta a sabida do precipicio.
Euzebio dirigi se eulao para a leoda, e
viole passos vio a pequea explanada que
Cora lbe tinha explicado e n'e.ta a fonte
qae a torrente bavia formado saltando de
rocba em rocba.
Aquella fonte, bradou, o riacho de
diamantes.
N'aquelle instante, um dbil raio do sol
nasceote, penetrando por entre as doas ro-
chas, dominou as agoas, e o moco bollan-
dez vio mimares de facetas que refleoiiam
o raio solar.
A sua commoco foi to forte qoe vacil-
loa; dobraram se-lhe os joelhos e estove
ponto de cahir. ,.
A vista do thesouro restitaio-iha a razio
e precipitoa-se sobre as padres temendo
ijae lbe fagissem.
Prncipioa a apanha-las com ambas as
maos, e assim esteve algans minutos acom-
panbando o corso do riacho e dando gritos
de alegra cada vez qde apanhava novos
diamantes.
Um corpo negro que cerrava o passo da
peqaena correte o deteve.
Examiooo o corpo e onhecen Cora.
A preta eslava iromovel; tinha a Cbej*
descansada sobre a pedra. Os labios osla-
vamentre-abertos.
Os olhos de Eazebio encontraram-se com
os da preta, qoe pareciapn segoi-lo.
Apezarda rogidez cadavrica doa seus
membros,, os olhos consrvatam o bruno
da vida.
Euzebio commovea-se profundamente e
deixou cahir os diamantes que tinba sa
mo.
Cora, exclamoa arrojando-se aos ps
da preta ; Cora, sou eu qaem deve pedir
perdSo. Oh I Dize me que n5o tens. con-
tra mim odio, nem raocor.
E o desgranado leyantava o corpo inerte
da preta.
Deus meu E bi um instante anda
me fallava 1
E como se d'elle se apossasse algara
remorso, continen :
Cora, Cora f Torna em ti e ouveme
porque ea... amo-te I
Nao tinha acabado de pronunciara Qui-
ma phrase quando oovio resoar por cima
da "sua cabeca ama estridente gargalbada.
Aquelle riso era o qoe tioba ouvido as
circumstancias mais tristes da soa vida ;
reconheceu-a, levantou os olhos e balea
com a vista em Nangal com o trajo qoe
usava de pirata malayo quaodo o vio oo
porto. ..
Ta aqai ? gnloa Eozebio.
Sim, respondeu Nangal ; eu n5o en-
commendo roaos estranhas os meus ne-
gocios, e d'esia vez, Foxebio Van-den-Beck,
n3o te fars rogado para execular as or-
dens do teu tio Bazilio.
Ensebio nio oovio mais ; meio doodo
de terror correu para o precipicio, sallan
para a esplanada onde a mi de Cora trola
morrdo abrasada, e, correndo bom cor-
rer, chegoa a planicie, sem se lembrar de
que na mo da negra deixia o sea annel
da casamento.
guando a preta estava-expirando, o'oma
das vezes em qoe travou da mo de Eaze-
bio, o.-nnel de prata escorregou do dedo
d'este e ficou na mo de Cora.
.
.
v
"-.
:.''.
(Continuar-se-k.
TYP. PO DIARIOtt DQ t UQB DS CiI-4
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