Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13135


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Full Text
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Jl> CiPJTAL l IUCARIS OH SS PAGA POBTE.
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^Bi........ ........ 120000
.................. 84(JOOO
a valso.......v........ 320
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DE 1871.
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a\J
Por tre mexea adiantidoi .
Por Mil dito* idem. ...
Por nove dito idem .
Por um atao idem .
i
LOfUCU.
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102*<]
71000
DIARIO DE PERMMBUCO.
Propriedade de Manoel Rgueira de Faria & Filhos.
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MA9 AMmm:
0t Sra. Gerardo Antonio Alves Filhos, oo Par ; Gosealvea & Pinto, no Maranhlo ; Joaqnim Jos de Oliveira & Filbo, no Coar ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatj ; Joio Mara Julio Chare, no Am ; Antonio Marque* da SilTa, no NataJ; Jota JlMft
Pereira d'Almeida, em Mamangoape ;Felippe Estrella d- C, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penca; Belarmino dos Santo Bolclo, em Santo Anuo; Domingos Jos da Coala Braga,
em Nazareth ; Antonio Ferrara de Agolar, em ,Goyanna;'Francino Tavares da Costa, em Alagoa ; Dr. Jos Martina Alves, na Bahia; e Leite, Serqninho dC no Rio de Janeiro. _^_
i


m
PARTE OmCIAL.
Cioverao da provincia.
XPSDIUNTE Di DA 7 DC KlTBHBRO DK 1871.
Actds :
O presidente da proyocia designi pjra for-
mar o consdho de jo-lgarasnlo do cabo do eorpo
de polica, M.tnoel Fructuoso Din : PresiIsnte, o
ansjar oioF an-isM 1* Caaht; vogae, leoeut
eirurgiio t Dr. J >s Pereira da Costa liiti, Joa-
quim Jos- Alves de Albuquerque e Gamillo Muha-
do Freir.
O presidente d i provincia, attenleolo ao que
requersu o conselh) directa da sociedale de soc
corros mutuo* donjminada Monte Po Santa Cruz
nos torraos do decreto n 2711, de 19 do lezem
loro de 1860, ai t. 27 l, rewlve approvar os esta
lutos da raesm sociedade. Expediram-se as ne-
cessaras couimuaieages.
OfDios:
Ao iaspcetor da thesouraria de fazenda, com
aiunicando que a 12 de outnbro ultima, expedio-
se ordem ao D<\ Adrii > Luiz Pereira da Silva,
para regressar a esta capital, visto nao serem m s
necassarios os saus servijos no presidio de Fer-
nando de N'orooln, ou le se acbava encarregalo
do tratameoto dos presos da casa, de defeo-
beri.
Ao mesmo, pira q>ie, de conf irmidale com o
pedido do co nraauJaole superi ir e da guarda na-
cional do municipio di Rseie, mande entregar ao
juartel-mestrc do 6 baulha) de nhnliria a im-
portancia mareada na lei para a r impra de ama
iiandeira, bute e poste para o referido batalho
Ofi:iou-sa ao director do arseml di guerra para
fornecer por emprestimo ao mencionado comm in-
fante superior, cora destino a piella batalbio, 1a-
aeutas arma' com biyoneii e bandoleiras, duzen-
tos correames completos e viote e duas espas
com bainhas para msico.1, e communicou-se ao
commaBdame superior.
Ao desam? .:Bador procurador da cora, so-
barata e fazend nacin al, snlicilind que coma
possivel brevidida, d-vol.a os autos, que existem
am seu polar pira interpor parecer, relativo) a le-
gilimagio e revahdagao de posaes.
Ao inspector da thesouraria provincial, re-
commeudando que taca entregar ao porteiro interi-
no da secretaria da presidencia; Silvino Antonio
Rodrigue?, a quautia de 31 000 para pagamento
da impresso de ama circular e de 900 folbas de
papel lilhograpbado comprado para o gabinete da
roesma presiloaca.
Ao mesmo, m miando pagar a Agr & C i
quaatia de S0J000 de-penilda con os enterros
do cadveres das pragas do cordo d polica,
Luiz ftodriguas da Silva e Sabia Joj de Figueire-
do, fallecido no hospital Pedro II.Cnraanicou-se
ao canimandaote do referido carpo.
. Ao eomiaaudantd do presidio de Fernando de
Norooba, recomineudatido que ioforma acerca da
publieaeao faiu no laclado exema'ar do. Diario 4
Ptrnambuco, sobre a epigraphe femando. i
Ao-mesmo, respondendo com urna copia da
informacao do inspector da thesouraria de faien-
da, ao sea officio relativamente ma qualidale
ib. farnba de trigo americana enviada para esse
presidio.
Despacboa :
Antonio da Silva Nev?. Se tem lugar o que
requer o sapplicante por nao existir vaga.
Canuto Candido de Ramos.-R'.raettido este re-
'jueriraento ao Sr. Dr. chele de polica pira enviar
o snpplieante a minha presenta.
Ilypoirto Silva.Informe o Sr. Dr. juiz de or-
.phaos da capital.
Joao Jos Gomes.Fornecase.
Manoel Joaquim do Rngo Albaquerqne. -Furne-
ji-se com a possivel brevidade.
Manoel Antonio dos Prazeres. Informe o Sr.
director do arsenal de guerra
Manoel do Nascimento Pootes Jnior.Iuforme
o Sr. Dr. juiz dos feitos da fazeoda.
Manoel de Sonza M irflra.Nao ha passagem de
stado nos paquetes da compaobia a que aliada o
supplicante.
Maaoel Alves Moreira.Ficam concedidos mais
10 dia?.
Manoel Alve9 Moreira. Passe a certido re-
querida.
EXrKDIENTE DO SECRKTAIttO.
OQicios:
_ Ao brigadeiro commandante das armas, in-
teirando-o de haver a presidencia por despacho de
0 do wrrente, concedido 20 dias de praso para _o
recruta loaquim Correo de Araori n provar isenijao
legal.
Ao mesmo, declarando de ordem da presi-
dencia, que ao recruta Uaooil Alves Moreira con-
cedea-se por despacho de luje, mais 10 dios de
prazo para provar isemjio.
Ao vigario da freguezia de Santo Antonio
desta cidade, transmiuiudo j abertos, numerados
t rubricados, de confor,milade com a autorisacao
da presidencia.os livros destinados aos assenlameo-
tos dJ bitos e buplisados dos filhm de mulher
eserava, nascidos da d.ta da leijo. 20i0 de 28 de
aetembro do correte anno emtante.
Commando da armas.
QUARTEL G02NEnAL D0~ COMMANDO DAS ARMAS
^A PROVLNGt.V DE PERNAMBUC0, EM ti DE
NOVEMBUO DE 4871.
Ordem do dia n. S87.
O brijadeiro commailanta das armas declara
suimieao, como Ibe cnapre, que hontem chegou
a esta cidade o Ex.n. Sr. brigadeiro Carlos Betbz
da Oveira Nery, noneai) pelo rainilerio da guer-
ra em 26 de.maio do corrate a,aao inspjctor dos
corpoi do exarcito eX'Stenles nasfa provincia ;
oasegaintemonte nos termn di art." 7* do regu-
lamento da 2) da mir;i Ji H7, H:ar os bat>-
I1i5as 2.,e9.*de ufanara, d>p>sits da retratas
e especial de instrae;io, companhii do operarios
e mais estabelecimantos militares, disposico do
mesmo Exm. Sr. iaspector para os fias indicados
no eitado regalamanto, nlo servindo isto de emba-
razo para que os dous bilalhas, deixem de fazer o
isarvico da guarnitj,1 segando o detalbe do quar-
tel-geaeral, salvas as modificacojs que fyrem re-
clmalas qaando qualquer d'elles se acbar em ios-
peccao.
Declara igualmente que o estado-maior da infan
una se compoa dos Srs. lenles Ahsiides Baltba-
iar da Silveira, na quaiidada da secretario, e Au-
gusto Balthazar Cootreiras na de ajadante de or-
den?.
(Assignado).Luiz Jote Pereira de Caroalho, bri -
gadeiro.
Conforme.demente trancdit lavares, lente
ijudante de ordens encarregado do detalhe.
pronunciado e dominante da nossa physionomia
moral um desencanto profundo e amargo, que
tem sna origen as mil decepcdes sociaes e poli-
ticas de qne temos sido brinco, que tem a sua'
prjva no materialismo orgnico e constituivo da
nossa poca
t- Emitiicdo esta opioiio (qne serve de base ao
systema qne leoho seguido), oio espero encontrar
nrartos corrradictores,- ponraw^j-maior nmaero
tem dito, repet lo, proc'amado e provado com a-
tifac incomprehensivel, que o osso afortuna-
do seculo linha a immensa vantagem de ser um
strculo eminenieioente positivo
t Logo, segundo a aceepgao que o partid > li-
beral prugressivo e philosophico da a esta pala-
vra, parece-me que scalo positivo e materialis-
ta ou scalo desencolado, e seculo atheu, ludo
a mesma cousa.
J qne esta verdade est reconhecida por to
EXTERIOR.
FRANCA
ama amiga pablicaco franceza encontramos
jalne artigo do republicano socialista Euge-
,ie parece a exacta reprodcelo do es-
soeial dos povoo di raca lat ni. A
oda qne exagerada em certas toques,
expr^sao e o sea
ge o rasgo mais
dospor uns com alegra e com pezar pelos ou-
trosprosigamps.
t O dsseocantit que nos tioitilica perceoe-se.
Desde que o phibsop'iismo, essa horrivel e
inevitavel conseqiencia d Interanitmo, pregando
a incredulidide, ?eio a estender um fnebre su-
dario entra o co e a larra, e a privar os homens
da cUridade divina, os homans, julgando o co
vazio, porqus; Ihas occultava, arrastaramse
mseravelmente no meio dessa luz- falsa e lgu-
bre.
E oio tendo co qne contemplar e a quem
implorar, virara se obngalos a baixir a fronte e a
dirigir os olhos para a trra em rola de si.
< Nao tendo outra cousa qne fazr seno odiar-
se e iaveiar-.se.... os homans encararan-se...viram-
se bem de frente...
E o hornera esqoadrinhou profundamente o
coraci do hornera... e poz-se nalisa lo frbra
por libra...
< E o hornera recuoa espoutalo, porgue o sen
descobrimeoto foi horrivel.
f Porque vio nos .oatros o que elle encontrava
em si proprio ; o orgulho, o odio e a inveja
i E como as santas e ajotares renlas nao
eslavara, all aonde deviam estar para trocar esses
vicios orgnicos da nossa naturezi em resignacSo,
amor e caridade pela esperanca em temor d um
castigo ou d'uma recompensa eterna.
t E como os. homens nao tinham j que offere-
cer a Deus as perflliis, asdecepg5es, os tormen-
to.!, qne elle Ihes mandava supportar eom bumil-
.la le, afi n da que essss pezares Ihas (ossera con-
tados algum da.
O hornea, acreditando ? em si, e nao que-
rco lo confiar a sna vinganc aos azares. d'uma
poltica divina ; o homam resliiuie ao hornera de-
cepeopor decepeo, perfidia por perfilia, tormen-
to por tormento.
4 Ento foi apenas nma luta selvagera e ini-
qna.Felcidade aos fortes e desgrana aos fra-
con I '
< Porque o homem lioba sido engaado- as
ua* esperanca-1, porqua tinho padecido, foi mis-
ter que a humandade sapportasse a reaegao da
sua raiya.
Porque o homem linhs. eonhecido cosa pezar
o nada dos prazeres do mundo, foi preciso que'os
que se encontrassem no sen ptsso partioipas-
sera desse desencanto antecipado, e que cada sua-
ve e ridente lusao fosse marchada pelo seu alen-
t impuro.
c Porque o homem eslava desesperado ou sem
f, fez o hornera desesperado e fem f.
t E isto porque desde que urna f alutar
nao pS'j j um freio poderoso e sagrado a esse
instincto irresistivel que leva o homem vingan-
5a, a reaeco dessa vingaoca embriagadora, fu-
riosa e cega, porque a (alta dos culpados alean-
(jam os innocentos e atacara cora frequencia o co-
rac c o germen dos seclos vindouros.
. lEt prova irrecusavel disto, sao os vagos e
dolorosos symptoir.as que revelam em nossos dias
urna imraensa necessidada de ere neis.
Eu desojarla conduzr o partido liberal, phi-
losophico e progresivo a- reconhecer, pelo or-
glo da alguns doi seus escriptores mais destine-
tos :
t Que no,ha felicidade para o homam sobre a
trra, se Uie arrancara todas as llusrjss.
Eu desejiria fazer constar a estranha e b-;m
sigoifijativa centradiccao d*um seculo que, or-
gulloso de ter espislnhado a antiga creaca reli-
giosa e raooarehiea, essa fonte nica, pura e fe-
cunda das mais nobres, mais consoladoras e ver-
daderos iu-ois, pede todava illusdes por qual-
quer prej>.
Que sar o homem, dizem, se Ihe arrancas
uraa e urna todas as illu?5es ?
Ser o que o (Ueste, o que am ser triste e
lgubre, que subordinando tudo ao przer mate-
rial deste mundo, eomqnanto tenha podido cal-
mar os seus appelites sensuaes e grosseiros, cora-
quanto tenha podido chegar a altura do poder, da
sciencia ou da fama, sentir sempre na al Da esse
vacuo pavoroso, que nenhuma vaidade humana
pola encher.
a Querem illusois na arte, introdazim-nas pri-
raeiro nos costumes, porque a arte nao por as-
sim dizer, mais do que o espirito, a expressao mo-
ral do corpo social.
< Ha alguraa cousa de mais prosaico, de
desencanto qoe a sociedade actual ?
1 Diro ao poeta :
c Caota a religiao consoladora e sagrada.
c E na vespera ter-se-ho profanado, manchado
impunemente os templos e o altar com orgias sa-
crilegas.
t Drio ao poeta :
s Canta o rei./.esse ente nngestoso e tn-
volavel, cujo diadema soberaoo est abencoado
por Deus.
1 E repele se todos os das que se paga ao re,
que o re um assalariad., cora ura empregido,
e que neesssario que trabalba para ganbar o
seu salario.
Diro ao poeta.. .que cante o| paz.. .as suas
insliluices, a sua gloria, a sua sciencia...Mas
le raais se sabe o que isso vale e o qie isso cus-
a... porque ahi esto 500 eleitos ajusfando em
pleno dia e em alta voz as eontas do paiz.. .que
estabeleceram as recetlas e as despezas.
c Prraerramente, tanto de ganho sobre o lodo e
e as mmundicias, tanto sobre o suor dos f rcad'os,
tanto sobre a prostituido, tanto sobre s casas
.de jogo e a lotera, que povoara os presidios e a
Morgue, tanto sobre o ar infecto da cidade, tanto
sobre o vosso direito respirar este ar.
t Estas sao as roeeitas. Vesm depois as des-
pezas.
t Por um Daus e seus moistros, tanto ; por
urna jastica, tanto; por ama gloria, tanto; por
urna insiruecao e um saber tanto.
a E depois addicioaa-se tudo isto : um Deus,
um rei, urna justca e urna insiruecao ; isto per-
faz a quantia de.. .eom viotons e ris, nem mais
nem menos que nma eonta de tendeiro.
c So succede que se o bataneo de receitas e de
despezas nao igual, se tira um pedaco gloria,
se poupa na justica e se ecouomisa no Deus.
Descendo vida privada, que se encontra f
* Urna rvalidadeinTejosa, egosta e feroz, uraa
ambicio pueril e redicula cot que o poder espe-
cula satisazendo a a pouco eusto.
1 Urna ambigao intralatavel, levantada por essa
e3lupiio e horrivel paradoxo : t Qae tolos po-
dem pretender a Indo i
a Masdizer a todos-: < podis proiender a tu
do, a ser rei, principe, general, fiua-jceiro, con-
quistador ou legislador, nao erigv ees- principio
aiguaJdale da intalligen;ia'? v.o exaltar a
oais inseosata altura o orgatlio 'ovlividual *> ca-
da hornera ?
Assira que esse orgulho responde :
JS qae fallaes da locapaeidade destes e da
caoacidade d'aquelles, dos direitos deste da aep
ca d'aqoeile ? Mas quem vos dase que eu son
iocapaz ? Mas quem me prova que a miaba io-
telligeocia nao vale tanto como a vossa ? O vosso
posto sagrado porque o possnis. Todos podem
pretender a tudo, dTssestes.Toea-ma a ves de
preun Jer. E como lodos teem mais f-jrca do que
vos, se a capaciJade nao poje nada, a torga deci-
dir.
Mas-yj tendes o vosso direito, diaeis.
O vosso direito I E quem consagrou o vosso
direito? Deus? Nao. Ja nao na Deus, e Deus
nao se envolve as cousas c AVtaixo. Eu leria
respeilado urna emauago divina, -aun poder, um
direito legitimado por Deas; mas desde que pu-
ramente humano, consagrado pelos horneas como
vos e en, conveite-se n'uma questao de hornera
para homem, que en posso decidir' assim como
vos.
< Misjizeis: eu nao tenho a capacidade reque-
rida para ser ministro, legislador ou governante.
c Eu nao tenho a capacidade I Mas quem
diz isso ?
1 Vo) ? Por qae motivo bei de acreditar-vos
mais do que a miaba consciencia que me diz : t
s capaz.
t E o maior numero, dizeis, qae responde que
eu nao soq capaz.
c O o I ento nao mais do qne nma questao de
numere, da algarismos,era somma, d'esses ele-
meatos que compdsm a forga bruta. Esperarei
pois ou recrularei partidarios. E va victn I
< E nao ha que objectar que esta discorrer aej
estpido ou louco, isso nao. Por desgraga, ngy
smente lgico, e consecuente coa o principio
consliiu.ivo que Consagra a iguadade e a sobara-
na da todos. O qae de ficto d a lodos o direito'
de modificar ou de mudar a forma de governo. _
Ora bem : nma vtx que o homem nao tem
cima de si mais do que o homam, qu; m poder
negar-ihe o exercicu do seu direitu soberano, a nao
ser a torca ?
< Desde o mo.nenio em que nma ssciedade as-
senla em base las raovediga, lao pengosa e brutal
coma a torga, qual o sen futuro, senie urna con-
tinaidade de desordena e de comnogoas levntala
pela arabigo dos qae, usando do direito que se
Ibes reconbaceu, querem ter tambera o seu dia de
poder ?
< Porque boje, -tudo est nivellado ; j nao exis-
tem essas profundas distmegoas sociaes que, se-
parando cruameate s classes, faziam com que ca-
da individuo arranjisse tranquiliamente a sua car-
reir, e empregasse um nobre orgulho pira_tratar
de conseguir ser o primeiro da sua eorporagao, do
seu offl;io ou da sha orJem. Ambigao simple*,
que um procedimento irreprehensivel coroava
quasi sempre.
t E essa desgualdade social, lio sabiamente es
labelecida pelo direito e pe o costuma, afi t de afas-
tar das massas 63sa febre de ambigao que as devo-
ra hoja, essa desgualdade njj ara lio uasiesivel
que s altas, mas unieasaaota altas *ap-ipniia*ai
nao podessem chegar aonde devara pretender.
f Essa desigualdads social, to singularmente
combatida pelos philosophos do seclo XVIII im-
peda que tivesse estado a gente de baixi extrae
gao, e que os bastardos fossem admimdos, consi-
derados e procurados pela melbot corapanhia e
pela sociedade mais escoihida, quando saban con-
servar n'ella.a dignidade do seu caraier 1 Essa
desgualdade social, consagrada pelo eos turne e
pela le, obsten a que Vuban, Fabart, Doquesne,
Dugoay Trouin e Joao Bart estivessem ni corla de
Duiz X Odalgoa ?
Essa desgualdade obslou a que a gente mais
obscura ch;ga-se em todo o lempo aos mais bri-
Ihantes cargos da igreja, d magistratura ou do
exercito i Nao. Essa desgualdade, nao existi
nunca para a supeneridade verdadeira... D'um
salto teem passado sempre essas narreira-, to
acertadamente postas para deter as mediocridades
que sem isto se estn lem e se idtroJuzem sem
ordem, desbaratando tudo e nao servindo para
nada.
Sim, lalta-se razio e verdade, qaando se
vigos restados nossi religiao e ao nosso peque-
o poToado. v
Sempre, e sampre temos pbrases chumbadas
para dirigir a eales martyres que veett de to
longe ensinar-nos a verdadeira reltgia, 00 entan-
to qbe saoelles, ellas estraageiros, que mais ser-
vicoa tm prestado a noasa patria.
O qu^eria da religiao que professames sede
temeos m> lempas nlo viessem-esses martyres re-
vivar ai \-t de Consto ?
Q|asi ladis as obras pias que temos no Brasil
foran fritas por esses homens incantaveis.
Bamdita seta Roma, benditos os seus santos fi-
lbo <, sempre iocansaveis em mostrar nos o eami-
nho da verdadeira religi-o.
Maldito aaoelles que tazem da igreja de Cbris-
10 um meio de aariq lacer, am verdadsiro mono-
polio I ,
Mildicios aquetle quelpor snas accoas aote-re-
ligioaa fazem o boto da Santa -Cruz descrer do
Cruqvicaoo t -
Nao procuramos porem offeoder aquellas de
urna morada pura, de urna vida menos ebeia de
vicias; aborrecemoi to somante aquellas, que o
orgulho, ambigao e o vicio Gzerara em si morada
perpetua; estes, pois que nos chamara a rasponea-
bilidade qae .abaremos nos defender mostranlo-
Ihes a cruz do Senhor.
Sr. redactor, um pouco eofadonhq tal ves vos
seja a inipressi) destas linhas, porm a primei-
ra vaz-qoe vos enfado, e pego-vos nao me oscora-
raungueis por semelhaaU ousadia, visto que qua-
si le*o tambem uraa ex;ommunbo desses homans
que ira lugac'de carregarem sua tnica, trajam
uompalitot, bom colie, bv caiga, ele, ele .
OSr. Joaqun Cavalcante de Albuqusrqae sam-
pra iacansavel de promover oa meio* da felicidade
para ua patria, lem encontrado sempre as maiores
difilildales.
Vi que ten les as raleas do governo as mos
nao deveis fi;ar no olvido a precisa que lemos
do vosso auxilio.
O qae queris de nos ? rapostos sobre impos-
tos?
A quera devemos pedir aqaillo de que temos
preciio I A China ?
Talvez nao saibas (emb ora recebas os impostes)
que em S. Luiz j lam mois de triata casas de
aegoqio e qae importa por anno raai d 600 mon-
tos de ris.
Q te o sea trapiche exporta annualmente de 30
e untas a 40 rail saccas de assucar, n> fallando
em algoio, faraha, couros se;cos, ele, etc., que
tirabsin exporta era nao psquaua quantdade.
Aqu ciegou-e Ravm. Fr. Fidelix para dar prin-
cipio a fazer a igreja que precisamos; porque ra-
zio vos nao dos ajudae* ?
De outr occasio direi man al*uma cousa.
(Da Unido Liberal.)
DIARIO DEPERNAMBUCQ
mi
pretende que um re, por mais absoluto e infama
do que estivesse com as ideas aristocrticas, nuo-
ca houvesse commeltido a en orine falta de nao em-
pregar o genio porque o genio seja de erigen) ple-
b.'ia, porque a quasi lolalidade dos ministros tem
sahido sempre da el&se rae lia, e isto nos lempos
mais serios das monarebias.
- Sem duvida, a cousagrago desse principio de
desgualdade social linhacomo toda a eorporagao
humana seu lado vulneravel ; mas que se pense
que em vez da excitar cega ambigao das media-
nas, esse syslema as repeina pelo contrario, Sem
(.obslar por isso a que as verdada.ras e poderosas;
superioridades recuperassera o seu nivel natural no
cume do edificio social. Qae se pense, finalmente,
que para assegararo repouso e a felicidade de todo
um povo nao se saeriucavam, por lira de coutas,
mais do qae preleoeoes ridiculas, estupidas ou
exageradas, e isto sen receio de affogar o germen
da algum genio, porque nunca os grandes homens
maior ^itaraa sua pocha, porque esta cima do po-
der humano o por obstculo a sui misso provi-
dencial.
1 Ora bem... comprese o resoltado desses
doussystemas, do quo exige as condigoes e ga-
rantas indispensaveis para fazer parle de certas
classes da sociedade... para obter certos empre-
gos ou do que abre urna carreira Ilimitada a todas
as ms e desordenadas paixosa> que se resumem
oo fatal paradoxo de que todos podem pretender
i a tudo. Nao esta a causa desses s-ymptoraas
espanto.os, que brotara de todos os lados ? Dessa
oveja odiosa, que ameaga lo audazmente todos os
direiios adquiridos e sagrados ?
Nao esta a f me fecunda de tedas essas
amargas decepcdes, que empurram uns para os
tumultos, outros para a revolta armada?
< E nao sobre esses borneas extraviados,
que s teem por culpa o quererem que Ihes cura-
pram as promossas insensatas qoe se Ihes fizeram,
nao sobre esses homens que se deve gritar ana?
tbema I
1 Nao, os que marecem o nosso desprezoe exe-
crago, sao esses habis que,' para chegar ao po-
der e compart lo, disseram um dia ao povo : T
i soberano, e que amanhaa, paludos e trmulos,
Ibe negaro a soberana, que venha feramenie
reilamar com a sua grande e terrivel voz.
< Vergonba-, castigo tremendo aos que, loucos
ou malvados, nos precipitara para um futuro to
horrivel ; aos que, valendo-se de palavras ocas e
sonoras, taes como o progresso, as loses e a rege -
nerago, langaram na Fraoga, na Europa, os ger-
mens d'uma espantosa anarchia.
SlFE. i DB NOViiMBRO DE 1871
vapor fttrtth'-AWawfew.'
Amanttecau hootem no Umaro o vapor ameri-
cano ithAwrtca, trazenlo datas: de New-York
2i da outubro, Amazonas' !- e Para 7 do cor-
rete.
ESTADOS UNIDOS-
Nenhuma noticia poli'.ica adianta este vapor1, s
que publicamos viudas por via de Lisboa,.
Eis a narie circular dos Srs. C. Ludmann &
C, da ew-Tirk relativa geoeros brasileiros :
O terrivel incendio qae destruio a maior parte
da cidade do Chicago ura dos pontos mois impor-
tantes dor estadoSjdo ooste, veio pertuibar a mar-
cha dos negocios, e alera dos prejuizos enormes
causados peloinceudi, que calculara importar em
cem rai.hSos ^le dallare, causa aiala graves pre-
juizos, resultado da dopreciagao d valor de mui-
l os genero?.
As compacICias da seguro contra o fogo sof-
frerara maito e algumas das mais antigs e das
iiais ricas, ficaram completamsate arruinadas.
t 0 mercado monetario tornou-sa muito aper-
lado ; nio se p-Ie d.-contar letras do commerefo
a prag algum e o dinheiro obteva jaros eleva-
dos. ,
t mJ03svel prever o um desta crse que se-
gundo ua> deve acabar brevemente, e segando ou-
tros durar bastante lempo.
(Juro.Tem se conservado alto, nao obstante
o estado do mrcalo monetario.
O premio comtudo leve de baixar uestes ltimos
Oa extremos forara de 115 3/8 lll 3/8.
Hoje cola-ss
< Seceos Rio Grande do Sul 21 d 3|1 a M es-
coltados por libras slerlinas.
Seceos da. Baha 16*1 a. 18, d. a eito por libras
slerlioas.
Seceos Mina?, 19 |* a 20 ii2 a eito por lbTM
sterlinas.
Seceos e salgados, Maranbao e Pernambuco
12 1|2 s 13 1|2 a eito por libra.- sterlinas
Verdes e salgados do Rio Grande do Sul, 13 #.
escoltados por libras sterlinas.
Verdes e salgados do Para, JO t|2 a 11 l2
escoltados por libras sterlinas.
O mercado que eslava em muito boa posigo
tambem sofTreu da peitarbago causana pelo de-
sastre do Chicago, e os pregas radeseeram dos ty-
pos que regulavam na data de nossos ltimos avi-
sos.
a Os entiad >s do Rio-Grande foram, o Flora e o
Arend. Do Flora anda nada se venden e o de'
Arena os couros seceos oram vendidos em viagem
prego reservado.
Colamos os do Rio Gran-Je nominalmente a
23 d. porm pao ha quem uferuga mais de 21 3/1
de 3060 das.
Os verdes salgados do Flora do Rio-Grande
foram vendidos a 13 d. CO dias, e os do Arend ao
da ficam" por vsnler.
Nao houveram veddas nem dos do Maraobo
e Para.
A existencia dos couras boje de 205.800 de
todas as proceaeocias, nos quaes figurara 71000
seceos do Rio Grande, 5,500"ditos de Minas e;4600
veedas salgados do Rio-Grande. A eyislencia nes-
ta dala no anno passado era de 59,900 cou-
ros.
Couros de veados.Do Para e Maraoho (di-
reitos de 10 por cenio ad rahrem.)
A ultima venda foi a do Uary Burdttte a 45
por libras Merlina?, em papel.
t O meacado fica .em boi posigo com tenden-
cia de subir.
Cnmar do Para.Direitos de 10 por ceato as
valoren. Prego 45 d. por libras shrlioas.
c Este genero melhorou muito desde os nossos
ltimos avisos um lote chegado lu lempo alcan-
gou a,45 d. prego que.se copserva firme.
AMOJONAS.
' Fallecen na villa da Concegao o teaente-co-
ronel Jos Bernardo Michles, segundo vice-pre
sidente da provincia.
PORA.
Do i* de Janeiro a 31 de outubro ultimo,
transitaran) na estrada da ferro 217987 passagei-
ros, os quaes pagaran 01:996*750.
A allandeg de Beln renden no mez de ou-
tubro, qpe acaba de Bodar, 538,876JG7i. No
mez deuntubro do anno passado rendeu em....,
111:1701710.
f No mez passado sahram da provincia 149
passageiros, sendo 76 nacionaes, 12 portuguezes,
10 norte amensanos, 6 inglezes, 6 francezei, 3
hespanbes, 3 peruanos e 2 venezuelanos.
- Entraran 113, dos quaes 87 nacionaes, 23
portuguezes, 8 Done-americanos, 7 ingloies, 8 fran-
cezes, 2 hespanhjs, 2 venezuelanos, 1 pernano, 3
norte-allemes, 1 chileno e um cbinez.
Eotraram 23 embareagdes, Os qnaca 11 Tapo-
res, sendo 5 nacionaes, 3 norte-americanos e 3 in-
glezes ; 2 barcas, 1 iogleza e 1 franceza, 2 bri-
!ues, 1 ingiez e 1 dinamarqoez; 1 galera ingleza ;
patachos, 1 ingiez 1 1 norte-allemo; e 5 hia-
tos norte-americanos.
< Sitaram 21, dos ancas 9 vapores, 5 nacionaes,
2 norle-americanos e 2 inglezes; 3 barcas, 2 por-
tuguezas e 1 fran:eza; 3 brigues, 1 ingiez e 2
francezas; 1 galera portuguez; 1 patacho in-
giez ; 2 escunas, dnamarquezas e 2 hiales norte
americanos. .Nao incluimos os vapores da nave
gag-o flavial.
capitular collaram-se, 28 do mez pa*d, o Rv,
vigario Joao Jos do Espirito-Saalo, n igreja pa-
rochial de S. Beoto, desta proviicia, e > Ptv. Tiga-
rio Antonio Alves de Carvalho, por sea procura-
dor o Rv. Vicente Pereira da Silva Guimaria*. aa
igreja paroehtal de Nossa Senhi ra da Lor da villa
da Independencia, na provincia da Parahyba, por
perinola que fizeram, e qae foi apptavada por
carta imperial de 26 de julb do crreme anno. a
irada ama dessas collagoes servir >m nhas os Rvms. conego secretario do bisiado je viga-
rio de S. Pedro Martyr daqnelra cidade.
MISSA.Tove honiem lugar,' com baviano
annunc ade, no altar de Sania Cicilri do Livra-
menlo, a missa anniversaria e mem'mio por alma
do Rv. Primo Feliciano Tavares, rtalos po* m
sacerdote, que por elle foi bap ieadto.
Dorante o acto diversos profsssores de msica,
sempre promptos a prestarem homenugem a me-
moria de seus eollegas nnad-a, memlios qne ti-
rara como ellos esao hoje da irroandale daqnelu
illuslre Martyr do cnrisllanismo, tocar am ro
de orcheslra sandosas marchas fonet res, dant
por este molo tes emuobo solemne doiiuamo par
elles grala a memoria daquelle virtdoio^ac^r* -
te, que (ante iilustrou. como ja foi dito, a arte mi-
sical, e do quanto finalmente, valen para um*
classa, qne se presa, a unio o eslima entre os sen-*
memores.
MONTE-PIO fOPULiL.No dia 12 tomn pos
o noy director o Sr. Vteente Licioio da Ost*
Campillo e seus compaa^eiros de oselbo: a
reuulo segundo nos consta foi cunee Tina, elfcc
luando-se as trabalhos na oalhor ordom, e ain
o acto foi o director aeompanhado peles as-ocia
dos at sna residencia.
MATRIZ DA GAMELEIRA.-Pelo impulso, q.i*
tem havido as obras, da nova matriz de Gamele
ra, conta o respectivo vigario padre Manoel Calat-
eante Assis Brizerra.de Menezes transferir para
-G-S3- Sacramento no ultimo dia de dezimbro
O Sr. vigario As is tem Sio^oeansjigr no pro-
gresso material de sua nova lilJ iz~ 1 o sen teh
tem achado cooperaco efflca em seus liarockiano.-.
quem aqu lie verdadt-iro parocbo ailida nao ne
gou as explicagdes do evaogelbo e des pnotitos
moraes.
MISSA FNEBREA sociedade Uso Brasiki
ra. manda hoje celebrar nma missa por alma do
socio Minosl do Nasoimeolo Ayres de Olveira, u.
igreja do Carino s 7 horas da roaahia.
A mesma sociedade convida, nao so a tgdos o*
socios, mas tambem a familia do floatk, para qu
vio assislr a referida missa.
GOVERNO DO B1SPADO.-.V secretaria do bis-
pado, no povosdo dos Milagrea, em Olioda, ac -
batn de chegar da corte as seguales dispensas
matrimoniaes, qoe ahi podem ser procuradas :
Amaro Gomes de Oliveira e Raymunca Mana d
Concegao.
Gomes Ferreira e Antonia Mara da
INTERIOR.
Alagdas
8. LUIS 10 DB ObTUBRO DR 1871.
Entre cs est o Ravm. Fr. Fidelix Fogaado. O
povo d S. Luiz e seas arredores o receneu eor-
dialmeute ; o dia de sua chegada ser para nos
de eterna reeardaclo.
Um ministro de Christo lio virtuoso affael e an-
cioso de ver erigida nesse povoado urna igreja de
que tanto nscessitamos, merece na verdade um
acolbmcnfb gerat.
Deas o racorapeb'ari por to.trand'ei sea-
< Algodo (ivre.) Pouca mudanga tem tido des-
de a nossa uluma revista e as fllctuigSes nos pre-
go.* foram quasi mopercep'.iveis.
t O typo nacional New Orleans Mediano lica fir-
me a 20 1/3 com regalar procara.
c O algodo da mesraa classe cota-se hoje em
Liverpool 9 d 7,8 por?. '
i Assucar. Dtreitosde 13/t a 4 d porlibra
segundo a sua elassifleagao.
Brasileiros purgados. Babia em saceos 7 3/1 d
a 9 d. 4 mezes. ',]_
< Brasileir i i purgados. Pernambuco 8 d. a 9
d. Ii4 4 mezes.
A poigao pouco lisongeira deste genero, in-
dicada em nossa ultima revista, eootinuou e peio
rou pos os prg s e radesceran ao raeos de 1|4
a 3|8 d. de cent, por libra.
i Nao houveram entradas dos brasileiros du-
rable o mez.
Venderam-se em New Yoikdous carregmen-
tos. cora 3,3JU saccas c/u, do de Pernarabaco, vin-
io3 arabos pelo Jaboalao a 8 d. 49/ 100 por li-
bra. .
As existencias consta m-nos ser hoje de .
t Em New Yjik :
c Do da Babia 1650 saceos.
, Da Pernambuco, 9660 saceos.
Borracha d Para (livre): .
i Fina 72 d. 1:2 por libra a"4 raeze?.
. Sernamby, 55 a;57 d. 1)2 por libra a 4 mzes.
( As ezporiagSas de borracha fina d'aqui para
Inglaterra, junudas as grandes existencias ja ah
^m ser o as repelidas entradas da borrixa da no-
va colheita nlluiam muito no mercado ingiez e os
pregos baisraia repentinamenle a 2s/il ?- a zs/10.
> Os prego* aqu sympathisaram com os da lo-
lDglaterr3, e soffreram grande reduegao activada
pela 'continuada apathia dos fabricantes que ja
,e acostumaram 3 usar borracha de outras proce-
dencias e rao danto menr.s a prego a do P*r. E
incontestavel que o consumlo da borracha fina
do Para, tota diminuido muito nestes ltimos dous
aunos, Unto qui cmo na Inglaterra, no entanto
quo a produgao iem ido sempre augmentando.
i Foi contra o coosuramo da borracha do can
tro da Ame'.ica, tem augmentado muito.
f Consa-uos que se fizeram as traotacgdes i
forana limiudas a embarques avuttados, e oram
feitos para Itif laterra em busca de comprador.
t 0 Sernamby tem continuado com boaprocura,
porm orecem-chegado ainda no.encootrou
prador.'
i se a-existencia de borracha fina hoja
e,o 500.0000 1b ,VMn,
i A Jo Saraaraby nao excede de 15\000 li-
Castanhas do Par. (Direitos 4 d. por libras.)
A3 animas vendas foram as do Cftos. Thompson e
Ufaru i obliveram 7 14 por libra.
le bol./Direitos 10/ por cenia ad va-
Anacleta
Concegao
Antonio
atas.
Baplisla Leopoldino e Laizi de Fraoga
Josf dos Aojos e Joaqun Mai ia do
PERNAlffiBUCO.
REVISTA DTUlA
VISITA.O Sr. cooselheirc presidente da pro-
vine i visilou honiem o Sr. cnefe da estago naval
a bordo do vapor Paraense, o depois dirigio-se a
crvela Haitiana, que entrn neste porto em via-
gens de instroegio de guardas-marinbas.
Ao retrar-se o Sr. presidente, deu a crvela
Bahiant a salva do estylo.
FACULDADE DE DIREITO.Hoatem fizeram
acto:
* 2." 3000.
Livino A gusto de Hollanda Ciacoo, simples-
mente.
Henrque Marques Lins, plenamente.
Antonio Gomes Pereira Jnior, idem.
Antonio Frederico Rodrigues de Aodrade, idem.
Joao Gahrisl Baptisia, idem
Jos Gamillo do Revoredo Barros, Idem.
3.' anno.
Antonio llerculaoo de Suiza Bandeira Filho.
approvado com distinegio.
Luiz "de Almeida Araujo Cavalcante Filho, idem.
Manoel da Trindade Peretti, plenamente.
Jos Joiquim das Neves, Idem.
Jeronymo Alves daCunha Lins, simplesmente. \
-Olympio da Silva Costa, idem-
4.0 anno.
Joio Jos da Silva Sarment, plenamente.
Joio Favar.s de Mello Cavalcante, idem.
Jos Baltazar Ferrti> Fae, idem.
Jos Cavalcante de Albuqusrque Uchi, simples-
mente.
Alexandre da S Iveira Barroso, plenamente.
i Adolpho Pereira de Burgos Ponee de Laon, idem
8. anno.
Alfredo Ernesto Vaz de Oveira, plenamente.
Francisco Fernandos Moreira, dem. t
Jo- Ribeiro da Rocha, dem.
Leovigildo Gongalves de Carvalho, idem.
Raymundo Mendes Martins, com distinegio. -
Jos Mana da Rocha Carvalho, plenamente.
GYMNASIO PROVINCIAL. Hontem couclui-
rara-se os exaraes de latim, sendo examinados os
dou* alumnos sgateles do anno, os quaes tive-
ram em resoltado :
francisco Pedro de Lima Miadello. plenamente.
Faeocisco Tacano Teixera. idpm.
Da aula de fraucez, do 1* aooo, fizeram exa-
mes os alumnos iofra que ebtiveram a? seguimos
approvagdes:
Antonio Jorge Gaerra. destina:ao.
Antonio Accioli Lins. idem.
Archimedes Cavalcante d'AlDuqaerque. dem.
Alcibiades Cavalcante d'Albuquerque. plenamente
Bento Maaoel Carneiro Monteiro destinegao.
Eorco Laelano de Meleiros. plenamente
Hanrique Augusto Millol. N dem.
H^fculano Gongilves da Roeha.. destinegao.
Jo' Gongalves dos Santos. plenamente
Jo3 Antonio Pinheiro Lyra. simplesmente
Manoel Celestino da Silva Pereira. plenamente
Antonio da Silva Cabral. 'dem.
Jo^ Candido de Sampayo Miranda, simplesmente
Manoel Antonio Piohairo Lyra. dem.
Joao Tavares Cqrra de Antate. idem.
Dervino Jos da Silva. "dora.
Mano?! Correa de Oveira Andrade. idem.
A comrasso dos exaraes de francez eompSa-se
dos,Sr.. professores Maraes Sarment, Drs.Jo-res
Banjeira e Samoayo^assistindci por "parte da direc
loria o Sr. Dr. Manoel de Figueira.
O Sr. Dr. director gecal da instraegao puplica
assistio algn.dos exaraes. -
C0LL\CO*ESi-Na igreia da Santa-Cruz (Jos M jas raaos .para o e
lgre, i. Exm. Sr. vigario! tarara ao upo,
Dant
Aitnlo
Carmo.
Arna de Hollanda Cavalcanti q Maria Cavalcaoli
d'Albuquerqne.
Cosme Vieira de Araujo e Francisca Maria de
Albuquerque.
Firmno Rodrigues Sobral e Coostai lina Mara
da Concegao.
Jos Evangelista da Cunba e Maria, l'aulih da
Conceigio.
Jos Joaqnim da Silva e Aona Maria de Jess.
Jos Francisco de Figueiredo e Mara lekAllemio
Cysneiro.
Jos Dias de Lima e Josepba Mara da Coi-
ceiga'.
Joaraim Flix do Nascimento e Aexandnna
Maria da Conceigio.
Leoncio Jos de Torres.e Josepba Maria da C c-
cegao.
Lin Jos de Freitas e Maria Magdalena do Es-
pirite Sanio-
Maaoel Francisco do Nascimento e Margarida
Maria da Concegao.
Joaqum Soaras do Carmo e Severna Maria da
Conceigao.
Manoel Gomes de Mello e Sebastiana Mara da
Conceigao.
Theotonio Albino de Sena e Prosciliana Rutina
de Mello.
Jos Antonio de Castro e Joanna Rodrigues de
Mello.
Antonio Faustino de Medeiros e Mara do O' da
Conceigio.
Antonio Manoel de Sonza e Mara Francisca do
Espirito Santo.
Alexandre Jos das Neves e Manoela Mara de
Jess.
Bellino Ramos dos Santos e Cecilia Maria d>.
Nascimento.
Relarmino Jos Soares e Aona Mana da Ca -
ceicio. -
Candido Correa de Vasconcellos a Josepha Maria
do Espirito Santo.
David Pereira da Fonseca e Feliciana Maria da
Jess. .
Daniel Pereira de Mello e Antonia Mana d*
Jess.
Joaqum Francisco de Almeida e Joaquina Ame-
lia de Almeida. -
Joaqnim Pinto Bezerra e gueda Mana da Cra-
ceicio.
Joao Manoel de Vasconcellos e Anna Mana de
Sant'Anna.
Joao Francisco dos Santos a- Franc lina Maria
do Espirite Sanio.
Jos Elves de Menezes e Maria Pastora da Con
ceicio.
Lino Vieira Marrano e Maria Joaquina da Con-
ceigio.
Laorindo Correa de Cerqueira e Mara Osmin.%
de Cerqueira
Luiz Vicente Pereira e Antonia Rosalina >
Naseimento.
Manoel Ferreira Lino e Rifa Ferreira da Motta
Minoel Vicente de Brito e Looreng Mara oVs
Prazeres.
Manoel Joaqnim de Sant'Anna a Mana Joaquina
dos Santos. ...
Maaoel Salvador Pereira e Pastera Mana Oa
Conceigao.
Silvestre da Rocha Smpate e Bilvena Mana
Vieira.
Valdevino Alves Ferreira e Maria Francisca as
Virgens. l .
Victorino Corroa de Siqnera e Lmza LorrM
Alhayde de Siqueira.
NOVO MUSDO.-rDe New York chegou hon
o o. 13 do Novo Hundo, jornal ali publicad
portuguez. E' o primeiro numero de 2' volu
Oe dia em dia torna-se mais icteressaote e. se j r
nal, jpela sua parte material e j pelos varis
artigos que sempre traz. Assigna-so para
volume em casa dos Srs.Lailhacar & -i roa I
meiro de marco n. 9.
CAHIRAM NO LAgO-0 celebre frade dorn
cano Rocco, pregando am dia em ama das pr
i-da aples, disse: Vere hoje se vos arre:
deis sinceramoute de voasos pesados.
gou urna predica que fez os caballos dos
tautes arripiarem-se, dando todos os Di
naes de cootriegio. Aquellos que se
rera verdaderamente de seus peccados
MITIIUI 1


ana




-a Mm*I Arobanjo, lo na coro niaesc!a\gu.
itSTSfcKo -ti,.*-* de ft;3^
mioediquelles que as erguerera byjapriUK.
NTmemo Instante todas M aosWlFifii:
noeco Me<*vou cora toda is forjas a \)'* verg.
dade e taypaoriia dos (pe o onviat.^
LOTSMA.-A que se a;h i %nda
beneficio-da atril da Capcmgs, a
boje.
CASA DS DFTNGAO.-I.wiaiealo do da tfde
oovembrj f |8?! :' *r-.
aSli'
qual corr

Diario d Pwruimbnco
Tei^a
fein
14 de Novembro de 1871
+
iS5?^"-0^
se veri8eata*fD criminoso a quo elle*
i,a *-'!j pripiralorioa i oio eriro
patudo ; porga* etam luso Ocenles para se ehe
(ir por elle -0 coabeclmento do iba d. atole;
mas que, .fundo os actos do afete tivessem una
tai ipuailide cora o flm criminoso, jne o reaelas-
se jrara, perfeita e- iudubitavHmenle. que eses
(dos coaslituiara por isto principio de execuco.
Assim, estando mais que provado pelos actos
Dracado3 pelos accasados, e impresos nos- tpb-
Iretos appreben Jidos (a pedra cpm a gravura da
^presos) m, entrarara 8,^rina 7, ^dtlla g mathau) (
Aaber
Nacin tes 247, ron
escravos 41, esqrayae 3
y
\
. .>
v-
IharesT, eslraaieiros *2.
Alimentado* a uta bioofres pblicos16%.'
Movimenlo da a afamara, do raesmo da :
fiveram baiM:
Jerooym>JKVara (rhaomaltom.-). .
Vraociscf Ai twiio da Silva (M-f. \. v.
IraoMmo, asento de L .yo Sobr nno C. (g^
UiTihea).
LKILXo. -Amanbia (15) tffectao agente Pinto
o leilio de hiendas avarmdas existentes no arma-
jm dos Srs. Ft mira Jt Matheus, na ra da Ca-
deia n. 69.
Oepois d'amanhia (16) deve ter Ir (ir no
Peco da Panella, casa da residenciado Sr. Williara
Rairwasm, o isilao de movis, lonca, vidro, carros
o cavados. Para onde partir um trem especial
qae servir de coadueco gratis aos cooconeute*.
PASS.VGEIROS.Sabidos psra os portos do tul
no vap^r americano Uemmaok:
Carlos A. Mirsiog, P. A Gub k. O'yrrpjo de?
Sanies, D. Mara Carolina l/bo e 1 fl'.ba, Augu-t
E. Miranda e 1 roana, Or Francisco Antonio Viei-
r Caldas, Or. Ltu de Almeida A. Cavalcaale i
inno e 1 criado, Gr. Sweriao dos Santos Vieira,
Manoel J. A. Ribeiro, flenr y Guipe, Manoel J. Lw-
Teiro e F. I. Ketw.rthy.
O vapor francez itinzone, entrado dosporios
4o sul, irnuxe a seu bordo os sr guintes: J. Ser-
gio de Miranda, Augusto Bernardo Blandin, K.i
seblo, Jos Das Apon. Je de Sou/a llamos. Pier
re Bruno Suupiquet, M.via Alvina, Edwardo It^der,
Julio Cesar de Castro Lin.
AiKMITBRlO PUBLICO.-bituario do da lid.
ajvembro.
Jjii Carneiro A'Knqierque de Lirr\a, braoc.
Pernarnbuco, 13 anuos, soltjiro, S.mtj Antuuio;
varila.
Adelaide Blaidina de Lomos Anaral, branca,
PrrnamVjc 7 aaoos, Bja-Vista ; bexigas.
Piteinler, asrravo, pardo, Pernarnbuco, 18 m es,
Santo Antonio; cunvulsQas.
Mara francisca Joaquina, parJ?, Pomanibuco,
30 aonos, solleira, Boa-Vi ti, ho-pim Prdro II;
tubrculo pulmn, r.
Mara Felicia da Cjnceicii, parda, Bahia, 27
anno, solleira. Boa-Vi.-t,' hospital Pe 1ro II; tu-
brculo pulmonar.
Mara, branca, Pernarnbuco, 'i annos, Bja-Vii
la; hydropezia.
Elisa, p rJa, Prnambu:), 'i annos, Reci e ; c, n-
vuloes.
Tan'o l tr*rar-se u* flala m un eorpo, co
mu evpsrimetiar-se se asa gravura teita tein ou
nao deleita. Ni ha aislo alieraeio aljama no
iacto.
CqnCfpajle, o<, o dooto julrador e?ses acto
Ciiru os ternjilos a(.re-entaJo> por Uossy do meios
prsorMdW*, e veja, se a podra gravada coa a?
magra! da iedala, e a machina, sai en nao meros
preparativos, e instrumentos para o-fabrico de se-
dulas: assim cono a fabncacio de chaves falsas,
de gaznas fetas para rouoar. 6 mel pr*pa/ativo
nur"ou nao desses, de empreg*-los ou nao para
pro lu r o fabrico das sdala".
< Eioqaaoto nao Ui o ageoe uzo deltas, ooa-
servara 'aqnelles aclos a ana Dataren de prepa-
rrcao para obrar : no momento, porm, em que
ho Oier uto delle, ou de algan dallos para pro
dnzir o crime, esse azn ser o conuco de execu-
cao de fabrico de sedulas.
c Assim o agente para produrir as sedulas, o
que fax 7
Abre prensa, bol duntro d.-lla a chapa :oai
tiBt
FBUCACOES A PEDIDO.
' ^ i
Attenpo
lllm. Sr. Sjlislazendo o oflloio .le V. S.,
datado de 8 do correte, cumpre-mo decla-
rar, qoe o escravo Eduardo, chs berdeiros
d*5 (iado tenante-coronel Jo3o de S-'AtTmin.0l'1,'.,0das
buquejue, qujje,-foTrtofiiSo a casi de
dettncjio lidfMr'varias feridas costosas, do
qae io tratado, ha vendo lido depois seie
vizes baixa para enfei toara por soffrer a
exaltaCo nervo-a, febre Catlarra!, brorjebi
tes-e tubercuhs pulmonares, do.que fallecen
cm 21 de outiibro prximo passado, seoilo
por mim s-empre medxido; que o refaiili
Eduardo e>te.e por mi .ha ordem ao serti
O di (fermaria, quando titiht alta; e que
liaalmente nao me consta ter sido dito es-
oravo castigado corpora'mente, ou posto era
pthi slita ia, ou no q-iarto escuro.
Deus guarde a V S.
Hecife, 10 de novembro de 1871.
l!m. Sr. Dr. Rifino Augusto d'AJmeida,
digan edniin strador da casi de*detenco.
Or. JoioJtana Suve, medico da cmara mu-
nicipal. "
i o palz.
Audiencia do juiz direito da i" vara do cr me
de~ta cldule, Dr. Francisco de Asms de Oliveira
MaeH"l, para n julga-neato do major Aotor.io Feitosa
la S.lvtira, oo estrondoso-processo de sedlas fai-
fa, acerca dos quaos o Exm. Sr. ministr da jus-
?:<;i, em seurelatorio acamara dos Srs deputados,
deu a afio inteira o triste cooh 'cimento de ter
liarido em Pernanbjco umaempreza, que realisou
. o fibrieo-de sedulas falsas, e ihlroduzio-as na cir-
culacia, e ao-roesmo tepo a -ciencia de ter elle
r-'commendadi a lunico dos criminosos; ns ae-
ctsados foram defendidos pelo B\ Anlero Manoel
' Medeiros Portado e eon-elh'iro Francisco de
:'. ula Baplista.
A defeza fri'a pelo primeiro :
O Dr. Antero Os aceusados, Sr. Dr. juiz de
direito, depois de 9 meies de urna prisao injusta e
intercalada da mais ferrenha iacommunieabiiidade,
onde nio podenwn penetrar para siles nem os pro-
urwe alimentos da vida, e nem os elementos indn
pensaveis do decanco nociurno, teem toje a for-
tuna em eompensacao talvez de tantos acerbos e
-ruis soffrimentos, de eerem julgados por V. S.
n'-ste processo.; no aual a tyrannia das formulas
:cqneeitoriaes daquelies amigos e tenebrosos lem-j
^", qne, felizmente, j l se.oram, ieapparetea e
e presidio em grande parte.
A independencia-da posicao particular de V.
8. na sociedade, o o obre eonueito dainteireza de
uagistrade de qne tao mere:i la e goralmientc
f>sa; severidade e jusilla qa com tanta erpe -
i'ialidade deetinguem os seus juramentos, o pres-
!igio e for^a moral, qne ellos, inUmine, iosptram e
tiaalmente, os vastos conhecimeato*, que tem de
direito criminal, sao tastos etar, seguros elemen-
tos de garanta para os aceusados, qoe Ihe plan-
tara no eoraeae a mais aolida e absoluta cor fimet-
em seo julgameoto; porque ento cortos que
squelles aoticpados, nos quaes governo reeoro-
mendando o juiz justica em prowesso de nioeda'
falia, nao Ui. mais do qoe dpsfarcar urna especie de.
aroeaca.com que logo o prefine e enouto em sea es-
pirito considerares de temor e frsqaeza.sernpre f*-
taes a administracio dajusjici ; que aquellas por-
taras, digo.que previoem, wsostm, aterram e es-
eravisam juises /reos e or^nligos- de posicio e
carreira, nao se atrever? a ihegar nohre ca-
deira de V. S. em quem sobra independencia e dNg-
nidade para respndelas- qne o magisvrado, digno
desse nome, nao ile do gwefao roceber mais
grav*ett*a m, do qoe recommeadarlfie ptviameo-
N jujlica, em decie de causa* pendentes de seu
joiao.
< Nessa absoluta eaofiarica poi->, os aseusados
pedem apenas a V. S. a mior paciencia e meSmo'
alguma tolerancia em oavi-los coa sua illastrada
attencao no ddienvolvimento de eua defeca em
ama cau-a, ni qtial sobre a gravidade della tanto
era a fraqueza esu patrono.
O nobre orga da jasiiea publica conseaiio
juasi todo o tenipi, em mostrar,com diversas pe
^as do processo a intenco e reioluclo dos aceu-
eadjs de fabricarem sedulas falsas ; faeto, qae ik-
pensava essa demoastrago, porque e tava poT si
demonstrado vivamente pela apprehenlo de ama
pedra com a gravara de urna eerJula de 20!)t0,
da eaixa filial, filando-Ihe o emblema e a tarja, e
de nma machina de lirbograpitta com todos os
feos pertP.Qces, pelas cartas do acedado Feitosa
scriptas do Bio da Janeiro, e por diversas respos
tas dadas por elle e seas eompanheiros ao ebrfe.
de polica em diversos autos de pergnntas feltas
em segredo aos aceusados, faetn, fln3lmente, que
alai de tao elaro, fda confesado por mfm eemo
feo advngado no processo de Instrnc^to, por. nm
termo especial, eomo dir aotos e insta.
Nao lp, pois, questao alguma sobre a resolu-
ci dos accasados; a qaesto dos autos onlra,
consiste em saber-se se elles cora a pralica da-
quelles actos estampados naqaslles tbjectos ap-
prehendrdos. pela polica, commetteram o crime de
tentativa de fabrico de sdalas porque estfo pro-
naoeiados.
< A accasacio, eotraulo de leve no ponto prin-
c'pal o nico da questS", disse, qae aqaellej actos
eoBstitniamprincipio de execocSo do prime de fa-
brico de sedlas porque por elles je ooheeia
rfaitaraeote, qoe era o referido f*brico o fim doj
censado:qne principio da execnclo de m.cri-
sea segundo Rossv, os letos qoeleua,rn lap
rem sdalas, esse etos constitojaa principio de
exeeocl do fabrico della?, qae dexoa de lerrffdi-
to pela iaterverifio da polica que prendendo o^
aechados, appreaendeu aquelles objectos e os em-
pidin de coasumarem o crime em toja a materia
da aecusacao.
Vejamos, agora, Sr. De-juiz'de direito, aa,os
acensado podern ser criminosos de tejtativa de
afctlco de sesulss pl de terem urna machina de lithographia. e nma pe-
dra com a gravura incompleta de nma edula,
com o proposito, e im de fabricarem sedulas.
Para a sohici) da que-lo temos necessidadV
d recorrermos ao cdigo criminal, e aos princi-
pios de direito, que regen) a especie.
O que tentativa f
< Diz o codig', a voniade de viohr a lei crimi-
nal, nmifestada'por actos exterJjre, e principio
de exeeoQo. que nao teve i ITiito por circum-uu
ca Indepndanse da vontade.do drlinquente.
Qaiej sao esses actosfexleriores que, pela pro
pna dispcsicSo do coligo, preeedem o'prin:ipi
de execo^Vo?
Nao "sao outros, seno os a :Ios materiaes d
prepara cao -do crime ; o que constitne utn de-
gro intermediario enlre a resolnco do me-mo
crime, e o eomeco de sna execijo.
t Mas.esses act da preparacao do crins cons
tituem on nao, .segnudo o direito, criminalidad^
social; e perqu ?
Nao constituem : porque, to grande a dis-
tancia, qae ha entre a preparacao do er"ime, e si
c) criminosa a-que ella se dirige, queniosepJe
presumir que o agente leria iransposto tao grande
espac set se arrenpeoderje deter.
E' necessario qara lei (dizem os criminalis
tas) aio feixe lio cedo a porta do arrependiroenn
quanlo de maior rleresse social qae aquello,
qae nao fez -enao se preparar, seja animado p-1i
esperanca da impuoidade disisiir de sua resolu
cao criminosa.
E:s razaQphitosophica da impooidade social
dos a:ios preparatorios: ella se faoda naquetla
justa, e hinnanitaria cresnmpcSn, qae ascienda do
direito levaota em favor do individuo, de que elle
se arrepen Jerla, e se deterra anda no s 'gando pe-
riodo do crime, nos actos de sna preparacao : sem
passar a actos de exeencio ; ella se funda em um
principio de interesse social, ne.-se nubre interesse
da homanidade em animar com a oeneza da impo-
nidade, a desist ncia do crime a aqnelles, qne ji
oteado fsgado no pen^amento, passavara cx'e-
riormente, pela mais madura resoluc, a prepa-
rar-fe e todos os meios para pratica-lo, mas q e
anda eslo "encentrados na e^phera da-prepa-
racao.
A impunidade Social d u act s preporatorios
nio tem. paranlo, por fnldunento, como disse a
acensar', a incerteza, que elle* dao do flm cri-
minoso a qae o ageuto por elles 88 diriga, uSo ;
Rjs-v ni disse Uto, nem criminalista nnhum
o teria podd. diz r; p-orquanto'se a raz.io da im-
punidade dos meios preparatorios f .sse este ca
picioso fandaroeim^jegoir-^e^uia .que, djjveriam
ser_poaJ4a#-5r,propria vantade, e reoloc cri-
ai-vezes que ella fosse em direito,
eonberiJa por livre revelaca mesmo do prcp.rio agente a jus?.
V, pois, V. S. que os actos preparatorios pir
nais positivos e terminantes que sejaro t pal
n aor que fr a inlimidade,. qne tver cora o.cii-
mi s5o por sua naturejaimpuniviis e impunido';
A crminalidade social ; vem eomca', por
tinto, pelos acto, qoe consiituem um principio
de execujo. Ligo q principio de exeeucao a
licha divisoria, qae separa a ciiminalidade .cial
da cnminalidade moral. Emquanto nao lionver
um priucipio de execuro, a jdstiga so:ial oala
tem que ver. para paplr.
Dai rd-je qu os actos preparatorios e principio
de execuro nSo se confundem nunca, porque s i
do naturez absolutamente dislinctoi, sb actjs,
cuja dtstlnceao 6, repetimos, o qoe eooslitoe acri*
minalidude, uu a nai criminaliJado social, s a le-
gitmdade, ou illegitimidale da justica humana em
sua represso.
Essa distinecao, porm, nao podepdo sef^.
prtori e-ubeleei.1a pela lei (porque como di-
zem os criminalistas to diffkil se determinar por
urna lei, e de urna maneiri geral iodos a> caracte
re? preciso?, pelos quaes se possa re;onh'cer, em
todoi os rasos, o Verdadeiro eomeco ja. execuvo
do delicio, e distinguir este acto dos nue nao si*
seco preparatorios, qmnto yeria diffleil organisar
um cedigo casnistico, nao teve o itro nuncio a
lei seno deixar esta distinecao ao criterio do*
aizes : visto cono e'la e-t dependente da natare
za especial de cadaeaso, e de suas diversas e va-
riadas cireumslanioia-, que legislador neahum po
dia preveni'-los anteriormente.
Mas esse prudente arbitrio, que a lei conferio
aos jnizes, ei subordinado certas regras e
principio', prescriptis pela scencia ao direito et-
n.iual, cuja comuiuacao com a naiureza, cir-
cumstiacia de cada caso, o que deve dirigir o
ulz oes3e espinhoso julgaraenl", cuja respousabli
dade tremenda deve preoecupar sempre o seu es
pirito. N
s O que p, porm, segunde essas regras ou
principias, actos preparatorios de um crime 1
i Sao todo* aquelles (diz o cdigo crimina!) ]ae
preeedem o principio da execuco criuiiao. nada
mais temos na lei.
Aeerca d'esses actos traanlo o Con Je d- Ros-
sy, falrou exemplicilicalvameole nessa mesma la
guageu era qae todos fat'aram. Na la de .1. li ii-
cao que comprehendesse o todo dtfhido/e, soraen
la, o di unido.
i Assim, d|z o conde de"Ro*-y era quanto nao
se tracta seno do3 actos interiores, ou mesmo do
actos exter.ores preparatorios, o crime est come-
cado subjectvamente, mas nao objctivamente.
A existencia do himem, quem quer matar (
sicario aoibulans cun teloanda nao recebeu na-
nhuma offensa; ch^gando a wctima, o ssassioo
comeca o seu ataque par um primeiro golpe: sus
pendamos ne se momento o braco do crino no^o, o
assassinato est" confaflaado raesraa objsciiva-
mente.
Da me=raa forma contina elle a concertar o
euvenenamentv de urna pessoa, comprar u venen.,
e confiado ao individuo encarregado de o admi
aistrar, n3o anda seno preparar o envenena-
manto; nao ha am principio aiada de execuco.
t Se o veleno ancalo na taca.e va ser'apre
sentado vctima, nao hesitamos era afflrmar que
ha nisso tentativa.
Emquaato jquelle, dz o Dr. Braz. qae tm
resolv lo 6 ramelter utBvCrime .nao f.z miis do
que^ preparar os instrumentos, dispor os meios d-
aeco. sem psar ella, sem empregar, sem par
em obra e&es iastrumeutos, ou esses meios, h
maneira que Ibe fique sempre a lber dade de pr n
cipiar ou oo. tevr uso delle.
Todos conhecero e seco coocord que laes actos sao. verdadeiros preparativos.
* Sao esses 03 priucipios, que temos, para co-
nhecer-8eo que sao actos prepratenos di' um
crime; vamos agora ver o qiM principia de
exeeucao.
U que principio de exeeucao de um crime?
Bossy, que nai defini actos preparatorios, se-
ao exempliifleatvaipeate, acboa-se cora forcas
para deflair de modo genrico e absolutoo que
-principio da eaecuco; e, definindoo, disse :
? E* o acto, ou actos, que, nos termos da le,
consttae o delicio ; o acto qne, por ti mesmo, le jo
mais ootra npfraqio intermediaria, tende a pro-
duzr o mal do delicio.
Pois' bero : eslo establecidas as bases for-
oecilas jielo direiio criminal para resolverraos
a queslao presente. oofrootemis em pri-
meiro lugar a especie dos tutos com os pria
cipio', que defioemos actos da preparacao do
crime; e vejamos .se sotou ao meros prepa-
rativospara o fabrico de sdalasos actos -da
jravura da .chapa eom a imagom da !edul; e a
rnaohioa de lyth graphia, aos objectos que fo
rara apprehendidu pela polieia-, e a nica vousa
pelos aeeusidis praticada; visio como, as expe-
riencias fetas por estes, as qnaec a accu*a<;o ac^
ereeeenU a aq el es actos se lm;avara, (romo esli
provadppelo proprlo dapoimeoto de Siqueira, li I,
ou antea asombra da p l.cia dentro da emprez
na colocacflo de nma sed'ula na meoina-para se-
gurarem de clipa.
Nanea houve cliapa complel^ eom -a grasura
de sedla,, pois que a nica chapa, que com gra
vura existia, a que eslava era casa d acensado.
Silveira, que fu l apprehendida pela polica :
como depfie Siqutira.
o Por conseguate cssu .experiencias em nada
augraentam .o vjlor dos'actcs reprsenla dos .na
gra.vqr da sedjita na referid* pedra, pa-a aqg-
prepare de veneno fiio par
o preparativo do cria de
do roobo, asalto, o
matar urna pastoa,
homieidio.
i O raeip preparativo de uro erime esl sempre
em reanlo cor a natnrez do crime, assim como
o meio est sembr em tela cao com o fim.
< Nao preoccope, pois, o vos-o espirito a exe-
Onco feia na aedra eom a gravara da seduia ,
por que esta' esma xecrjclo, o qoe consume a
aaaparasjlo d*-eia; coos, o eoprego 4o qaal o
agente passa e pode passar ao flm, a aeco crimi-
nosa do ibrico.
t Se consideris agravara da seduia na pedra
eomeco de execuco do fabrico de sdalasde-
veis, aeeessariaoseote, aehar (intes do i* acto da
gravara) no agente todos os actos preparatorio* do
fabneo : necessariamente, porgue coinco de exe-
cuco de am crime, em direito criminal, so naece
depois de todos o actos preparatorias, e nunca
antes deile?, on de aUd-n de les; assim como o
effe.'.vnto tole nanea nasceraotes da cansa
Assim,-dizei me quaes sao os actos exteriores
do agente, qae revelara claramente a resoluto de
fabricar sedulas, amet da gravura da seduia na
chapa?
t Q ias sao os actos materiaes dos preparo?
desse crime, que de.-nm fitalmente preceder
gravara di seduia, se j consideraes essa gravura
principio de execoco 4o crime do fabrico?
< A pedra bruta, e uma-agulna, ai nicas-cou-
sas que preceJj n gravara ?
< Oh I seria escarnecer do bom s^oso dzer-se,
que nma pedra brota e urna agalha sao actos ex
idnores, qoe manifestara no inlividno, que aquel-
es ot.jecios tem a resolucao de fabruar sdalas
falsas; >eria absurdo affkmar-se qae, ama pedr?
e urna agulna 8S,i"ds actos prepara li vos do crime
de lab reo de edula I I.. De ara crime ; cja
execuco depende por sua natureza, de um longo,
e vana Jo processo material de preparacao I I
< A machina ou prensa, pipel e tintas ?
Nao, porque, nkit da gravura da sedla na
chapa, era nada defender daqudles actos, aicres-
c qte pele o agente pntiear aquelles- aeto, is-
to preparar o papel d tintas, e comprar oa fa-
zr a preisa, i/po'u ue ter concluido a gravara
da se.lu'a na chpa, e assim te remo i ( derarmus a gravura principio de execuc ) os
segufntes.absurJos prracipio de execoco de fa
bro 46 sedlas, sera actos exteriores que raani-
festem a vontade de fabricar selulas; principio
de exeeugo de fibrico de elulas suspenso pela
dependencia de actos posteriores meramente pre-
paratipot; priocipio de execuco de fablieo, arj
t-s dos sea actos preparatorios : effito anls da
ClUSl I
. A mesma gravura de sedu'a, como prepara-
tivo, confundido ah, por sua natureza com actos
de prioifio de execoco, como temos ouvilo di-
z.r nessa trra f
Na: porqie actos preparativos nanea se
eoiifindem c.'in actos de prio;ipios de execoco
de um crime : porque sao substaacialmente des-
tnelo. Convera, aqui notarmos o qu a respe-
to disse o conde de Rissy : se|v qaal Idr i dif
ieldade dos deuihes euflrpre m esqricer nun-
ca a mxima de direito-que aclos prep irativos e
piiieipio de execuco sao cmsaspor sna nata
reza desinct s *
Por tanto a chapa com a gravura de sedal i
alo p e ser, ao mesmo lempo, preparativo, e
prinjipio de exeeoco de fabrico : ha do ser eu
ama, ou outra coasa.
E, se es?es acto- poiessem ser c:nfandidos-;-
ento a consequeoeia seria a impnnida le da ten-
tativa ueste caso, por qqaoto, nao se po'denl'n
por essa conasao conhccir.'e separar e principio
de execuco dos actos preparativo, nao se poda
conhecer por isto se nslle existe efime.
Estuiemo, agora, a especie dos autos com os
principio?, delinieoes e exentos do principio de
exe:n;ao do crime j inlicado.
t Se principio de execoco o- acto oa actos
quepas termos di,lei consuiaertl o debelo, o ac
to .iue, por si e seu apur.cSis intermediarias
te > i produzir o mal do deucti; se o mal do
delicio na ospecie dos autos pao a resolucao da
fabricar sedulas,.mas o agtde f.bnc las1; co-
mo potera a gravura da adula na ped^a apure-
henflda dinda mesmo estando.coropleH tender
por si '.i pjoduAr *) fatmes ao sedulas, Vm mul-
las eut as operacoes Interraediarijs ? '
Tfi f ma.nenhuma. Ese nao, vejamos.
< A peJra com gravara incompleta eitava era
casa do accasa lo Silveira, bem longe dessa casa
eslava a machina de lithographia ; nao li.via pa>
. [ nenhum pira a impresso, nao eslava aiada
prep3radov e nem disto se tratava, como prjwa o
, r .;... d'poimento de Siqueira, (o agente da po
licia na tmpreza) que Jorou, que nao exista em
casa do aecu-ado Chave ppel para a impresso
e nem o ter visto era outra qualqer casa dos ac-
eusados ; ludo era conseguintement elementos
dispersos, incompletos e desorgamsad03: faltando
anda um dos elementos principies da prepara-
cao do crime, o papel e tinta proprios para a fa
iiricaco das sedlas.
.Or, oesse e-tado eitavam as coasas, qaaodo
a polica pr.-nden os accasaJos, e apprerfeniea a
machina e a pedra. E, em vi o hornera, que por maior perversidade, que tenha
no coracio contra os aceusados, encontr naca-
beca base, para dizer que a gravura da pedra
at incompleta, teodia por si mesma a produzir
o fabrico sem preeisar de mais operae/s (al
preparatoria) dependentes aiada dos actos e von
tades dos aceusados ? I I
Como se atrever a dize-lo ; quando a.razo
raostra qoe seria impissivel principiarse o fabri-
co sem a gravura estar completa, e sem existir
papel e tipias, papel e timas que nao esta vara an-
da preparados f
t Como se poder dizer que existe principio de
execuco do crime de fabrico pa gravura feita na
pe Ira, no aeto que gara produzir o mal do dtlie-
to {as seonl.i-) seria in iisp-?Bsavel o auxilio de
ouiros actos meramente prBaraterin*, como o
papel e lilas, qoe aioda nao eaistmai t
Q-ial ser o jnft, fa nSo ser ora' desses men-
digos de pojicao e earreira, e que a nao ter a
cooscieoeia abafada pelas nuvem do terror, e
pela e-lupida atnbico de recompensa) qae se
atreva-a escrever ntste processo urna catenc^,
julgiiido existir naquelle acio principio de exe-
e ico de fabrico ?
Passando, Sr. Dr. juiz de direito, a confron-
tronos a especie dos autos eom os exemplo, apre-
sep'.ados pir Risy, de cornejo de exeeato do
erime de homicidio, pergaoiamos : porque qae
II ssyjulgoa tentativa de homicidio, isto priu-
cipio- do execaeo de ho incidi no fado de ser
o veneno preparado despejado na taca, que vai
ser apresentado a victima ?
S.?m duvda, porque o,Tacto de ter o agente
d?spejaJo o veoeao na taca que vai ser ap.res^n
tado a vctima, eoeerra en si o no, rju* elle faz
do veneno ; aso peto qual elle mua a natureza
de simples preparacao para obrar, que antes ti-
ohi o veneno, e o eooverle en elemento de exe-
cu gao : porque esse acto terjde a prodizir porj
ii, esera man operacao alermediaria, a raofteda
victima i porque deese aelo resalta nm perigo
eminente ao direito de existencia da Yietiro, que
i ja p r elle exporto % eventualidade de beber
liquido da laca qae Ibe est presente ou'posta
oesp isigao.
a gravura da seduia, sobre a chapa botanla, de
pois o papel e depois, do moyieaento que d a
prensa, 4 qne "lie ten feto as.tedalas ; a coosn-
raaco da.rime as sdala sao neis o resultado
de todas ellas operardes de execu ;o. -
Logo o acto pelo qoal o agente ibre a miehi-
na para collocar a chapa, .cercado de todos aquel
les outroi meios preparatorios, ser o eomeco de
escocia da timo de fabrico de eedola, porque
4 esse o pnraeiroracto, pelo qaal elle uza de nm
das meros preparatorios paraprodo>ir o erime :
i e*se uzo ou applicQo, qae elle faz do prepa~-
raSvo, qne fa* perder a natnrez de mera pre-
paracao, que antes ttuha pra obrar, e o eooTer-
te no primeiro elemento Je execuco : desse
acloque remita o jriraetro ataque sibre o direi-
t*publico e particular, qne flra por elle expostfo
a pjrigo eminente.
c Do qne Oca exposto v V. S. que os actos
pratlcados pelos acamados, constantes Jo proces-
so, oio passam, e aera poJera passar, alem de
aclos simplesmente prepiralorio's. e e-tes mesmoi
incompletos, impttfeitos e losuQicisnies, moito
listante, anda do estado, qae deviam chigar
para podero.n pas-ar de jDgunio perodo do cri-
me, da preparar i ao tercjiro, isto ao princi
po de exenclo: que por esses aclos elles nao
nodem eunsa ser incrimioaJos ; por quaoto os
actos preparatorios do crime sao excntricos de
criininalidade "social, e estio fora da sanecao pe-
ml : Ja era vista, do no-so coligo criminal, e ji
era face das theorias de direito.
( Continuar-se-ha. ) ,
Eleiplo.
Srt. redactores. At agora tenho guardado o
silencio, o respeito de que nma .- peona, embora
por diversas formas, tem eseripto coitra mea ca-
nnado o capilo Trojaoo Alipio de Cirvalho Men
doea. Has com ni Diario de 10 do corrente o
Sr. Quirioo Jo quln Madiira, it-fere-se a dos
facturas di gneros que Ihe remetti, quanlo elle
se achava em Fernando, e cuja importancia foi
receida por mea dito euoha lo, e dahi se possa
talvez colligir qae taes genero erara remanidos
por meio indirecto para o propro cip'.i Trajano,
declaro qne elles foraro sempre enJiregado-ai-
rectamenie ao Sr. Q irino Jiaqulra Hadeira, co-
mo consta de diversas cartas por raim a e.-i j diri- --iad i.
gda, e qae devera estar em sea poder.
Ties cartas aeriam desnecessarias, se nao bou-
ve?se transac^io real com o Sr. Maleira. Na'al-
lima carta de 12 de outubro eu me ex.riml oes-
tes termos :
Era 18 de agosto remetti Ihe ama factura na
importancia de*6S0*970, e esperava que na volu
do vapor Vmc. mandasse satisfazer coma fez da
pn.oieira reraessa, pois, assim nao acontecen, pre-
vino Ihe de qae todas as mihbas encommendas sao
compradas i dinheiro, por consegointe maisem
joota as compras, como Vmc. j dever ter dado
pea differenca, comparando com as mais de seus
collegas; ontro sirri, devo preveni-lo que ebega-
d teapo da safra, e como o mea negocio exclu-
sivo receber assacar,do posso incorabr-me de
soas compras; sim no lempo do li o d safra,
se assim Ibe conver.
Junto ama conta de sea debito, contado os ja-
ros at hoje, a vista do que cima fica dito.
Se mea coatnd de quem-soa intimo amigo, e
em quem mulo confio, tivesse alguma parle em
taes geperos, eu por certo nao rae dirigira ao Sr.
Madeira, e"muito menos nis allulidos termos.
O faci de ter-el le rcebido pir minha ordem a
importancia de taes facturas nao ple prejqdica-
lo em eon^a alguma. A quem- se bao a elle de
va tu pedir o ob-eqao de se eacarregar de tal
reeebimento t
Accresce que Como seu procurador, era aq el
le e melhor meio de faze-loi chegar as suas mios.
Se que mea eunhado hoje ama espiaba de gar
gaa na liba de Peroando, e que lado se iavida
para arre Ja lo de l. S >bro isso apenas direi qu-i
elle nao soiicitoa o espinhoso cargo que est exer
cendo bera-contra sua vontade, e soraenie por ob
diencia rnilrtar.
Acjpv-se na ponte de U;hoa tratando da sua
sal-,que aindaesta rauito compromettida, quan-
do inasoeradamente foi chamado a palacio pelo
Sr. conseh-iro Diogo Velho, o qaal ordenou-lhe
que seguisse com a maior brevidade para o pre-
sidio, para o que deu-lbe as insiruecSos necessa
ras. O modo de-sa nomeacao muito honra ao
nomeado.
Lim'ito:rae a-estas ponis lionas, protestando nao
vpltar mais a imprensa, de-cujas polmicas sou
inimigo. O Sr. capito Trajano apeoai tiver op-
portanidade produzir sua defeza.
^ J nao o pJe fazer porque est auzeute desta
cidade a at deve ignorar tudo quanlo contra elle
se tem eseripto.
Recife, 11 de upvembro de 1871.
Antonio C. M. Temporal.
Nos abaixo assigoados, aquilatando devidameu-
to u mrito da Sra. D. Miria Coelho da Silva, que
ha 30 anaps enlre .nos esteve, e que agora se
retira por graves encoramoios em sua saude,:
uo pdanos e aem devemos Jeixar de ligniflcar
a misma,.saahora professon o pezar da qae nos
acharaos postoidos, pela sna ausencia inopinala
A seno-ora professora Coelho da Silva, vindo
para esta povoaco em 1860, pelo sea traio
ameno, pela soas virtudes domeiticas, pelo zel
e dedicacio no magiiterio, ha conquistado nojsa
estima e eterna gralido.
Fazemas sinceros votos ao altissimo, para que
a rxesma sephora melbere de seus padteiraentos
e olTerecemos-lhe nosso J.nuuto presumo e o de
nossas funilfa?.
Ahogados, 6 de novembro de. $871.
Monoel Gomes de. Sa.
Ignacio Jaquim Goncalves di Luz.
J ao Fraociico Regio Lobo.
Nicolao Jos Ferreira,
Caodjdo Tbeotonio da Cmara.
Augusto Cesar Cuaba.
Francisco Simo da Silva Mafra.
Francisco Lniz dos. Sanios.
Salvador Barbalho Ucha Civalcanto
BAS BevOTAg QUE TEEM DE FESTEJAR A SA-
CROSANTA E VF-XERATEL IMAGEM DO SE
NIIOB BOM JESS DOS PASSOi ERECTA NA
rGREJA DE S. JOS DO tfAXGUINHO, FRR-
GEZIA 0K NOSSA SRNI10RA DA GUACA DE
1871 a 1872.
Provedora_nor_aj>ijJo
A Illraa. Exraa. SiaTD. AnnuuaUda Alvee da
Suva.
Provedora por devoeo
A Illraa a Exraa. Sra. D. Philomena AdelaJe
Leal Liyo.
. Escriva por.aleicd
A Illma. e Exraa. S.'a. D. ManaCaslello Branco.
Eseriva pOr devoclo
A Illma. e Exma. Srs. D. Miria Joaquina >de
Mendooca' R.beiro.
Uordoraas
As Illmas. e Exraas. Sras.:
D.ltarunna d.'Oliveira Loyj.
D. Emilia Fiusa d'O-velra.
D. Marii Piusa d'Oliveira.
D. Mora Silnstiana de Amorim.
D. Isabel Maiheus Ferreira.
D. Ciudida Miquiliai Barroso.
D. Ciidida d'Olveira Foncbca.
D. Carolina Virissima da Sunha G .vaina.
D. Mara Buarque Qunleiro.
{). Uan Arliuda de Castro Fonceca.
D. Amelia Cand.da Rosa Puje -'
D. Mir'u Lopes Pereira.
D. Francisca de Assis Cjrstfo e Silva.
Cipunja, 29 de outubro le 18,"i.
O vigarlo,
Auausto Franklin Moreira da Silva.
foSo Cjoqc \Ives Torrc ao atifor
lo arlgo publicado no Dia-
rlo de 11 Tend eu assignado as poucas liaras que II.'. pu-
blicar, precedendo o documento que demonstra va
a falsilade do inculcado defensor do supposto di-
reito do Sr. Felippe Manoel de Christo Leal, peeo
ao pseudnimo Vertas que lvame a viseira e
quer ter a resposta, pois quasi sempre essas as-
signaturas di vritas, justas, imparciai, et;., en
cobrem meotirosos, falsarios e oatros que teem
paja de assgar os ariigos, ou porque recoiam as
consequ-raiias da injuria, calunnia ou (ilsidade,
que sem o pseudoarao nao poJiam publicar, ou
porque a consciencia Ihes diz qne o sea nome por
extenso bastante para por o Isitor em dnvida
sobre as raaiores verdales que boaverem aaoaa-
com genero 313
Votantes
sabido cora
com
faxendas
genoroa
313
lid
405
r- 51 r
Desearregam bije 14 de novenbro.
Brigne portuguezLaia flagedo.
Brigue portuj{u^z^i;<)(l*Tvajio geieros.
rtrigae iogle'z Jtavezcarvao.
B igue ioglezlaid of Glantvtrn tnereadoria.
Brljsae nglez-H! 3aea francezafiransar-torios gen?ros.
Barca pon ugteaa- S4a*tra -^saeradoria.
18375*974
CONSULADO PROVINCIAL.
\ndiraento do-ha i a 11. 2 66(4677
dem do dia 13.'..... 2.2i;lS8
28:908*933
Assigne, pois, o artigo o 3r. Pintos as-ira corai
eu as3igoei o raen, e ento noMJare o doenment)
que se encarrega de mostrar a falsidtde e capcio-
sa argumeotaco^da tai antinmico Ventas.
Recife 13 de novembro de 1871.
, Jio Goocalves Torres.
Padre Cunha Figueiredo no distinelo corpo
eleiloral do .?' dislricto.
(Um. Sr.Duas vezes fui honrado com un as-
sent, na assembla provnciAl. Teah conscien-
c/a de que, para crresponJor ao conceito que de
mim fez o corpo eleiloral do 3* dUtricto, earpre
guei os maiores esforcis de que dispar no sent Ji
le promover os inleresses de no'ssa provincia :
todava, nao devendo^u ser juitem causa propna,
espero qae na3 prximas eleic3js para deputado-
provnciies de i do" corrente mez, os eleitores do
povo rae julgarai, reeusaaii-me os seus sufiYa
gios, ou conf-rindo-ine a mais subida honra que
ambiciono, isto a raeleca como approvacio do
aeu procddimeotv. Xastas conJn;oes desejo con
tiouar a servir a V. S. e a provincia, segundo mi
abas debis forcas m'o permitlirem. Hecife 8.do
nove ubra de 1871.
Aomui dlguo corpo toral.
Cidade da Fortaleza n>Cear. 20 de outubro
de 1871.
Estando designado o da da eleieo para depu-
tados proviaciaes apresso me em drigir-.rae a V
pafa rogar-lhe qae se digne incluir tneu ob.-curo
nome na sua lista pelo d'stricto.
E nbora me fallecim ttulos para merecer to
subida honra confio na extrema bondade de V.
le rbler benvolo a-.clhimenlo, mais aoreciavi-l
aioda em razo de minha aosencia nesu provin-
cia do Cear, onde eslou exercenlo o lugar de
seereiaro do .gnveroo, e como prova de nao ser
esquectd por amigos e correligionarios.
DeV.
Patricio i amigo muito abrgalo e criado,
Jos Bernardo Galvo Alepforao Juui r.
ti rata
Na elaicn dos devotas que lera de feslsjar a
iraagera da Cineeici dos Ciqueiros, publicada no
Diario de Sabbado, derara se os seguinles erros:
ende se I D. Emilia de Malo B um Braga, la-se
D. Emilia de Meira Brum 3rag^, tem Manoel J
Oveira Ma:elo i se Minoefde Abr.eu Ma:edo,
dem Menilio Porfirio de Suiza Lima la-.-e Miri-
nho Porfirio el!., idem Jovino Jos Ferreira Mi-
se Jeronyrao Jos Ferreira, i Jera Joaquira Xavier
de Suassaoa lea se Jesuiao Xavier de Saaasana,
dem Manoel Alves Lirai, iii se Hinoel Alves Le-
sa, dem J ye Materno de Azavedo, ase Josu
ate.
CfJMMfRCIO.
dos devotos que tem de festejar. a sacro
santa e veneh4yf.l imac.em do senhor
bom jbss dos passos erecta u igrkja
de s. jos do mangwiio no anno de 1871
a!S7.
Provedor por eleico
O llm. Sr. -lUvrlisrin.
IMPERIAL
Compauhia de seguros
fogp.
^AGENTES
S. P. JOmSTOiS & C;
Ra da Senzala-ora n.
Seguros eonlra-fogo
COMPANHIA
NORTHERN.
contra

i*.
MOVIMEWTO PO PORTO.
" !
Xavios entrados no dia 2.
Bahia-20 dias, p?lacho nicional Argos, de 298
toneladas copitao elarmioo dos Santos Pmhei-
ro, equipagera 11, ca-ga 12.000 arrobas de car-
ne ; a Amorim Irmo & C.
Rlehmond47 das, patacho americano Emma L^
IIM, de :Wo loneadas. capilo Francs Gsy,
oqnip>gem 9, carga 3,817 barricas e.'IOOme'ias
duas com farinha de trigo ; a Phipps Bro:htrs
& c.
Havre-13 dias, barca franceza Grannlle,de 401
toneladas, capito Mazon, eqaipagem 12, carga
mercad iras ; a TiS'et Fiere.
Liverpool-38 dias, barca ingleza Jane Yung, de
450 toneladas, capie Samuel Perry, equipagem
li, carga can-o ; ordt-m.
Voc'o entrados no dia 13.
New-Tork, S. Tnomaz e Para21 dias, vapor
americano Merrimuck, de 2.19'J toneladas, com-
manriante W. Wter equipfgem 65, carga varios
genero*; a Henry Forsier & C.
Rio de Janeiro-15 das, barea ingleza Z'itiffa, de
427 tonehdas, capilo I. A. Be-t, equipagera 13,
em lauro a Johnston Pater 4 C.
Rio de'aoeiro21 dias, bare ingleza R-corery,
de 817 toneladas, capilo William Jolmie, equi-
pagera 48, era lastro ; a Juhnsion Pater & C
Rio de Janeiro^lS lias, galera frapMZa Pelropoti,
de 617 lanciadas, capito Chibourg, equipagem
20, em lastro ; a Raba Seh nettau & C,
Rio di.Prsla26 dias, sumaca nespanhola ui-
dalupe, de 133 tnneladas, capito Dionisio Ros,
eqaipagem II, carga 3 400 qainiaes de carne ;
a Bailar Oliveira &C.
Lisbia34 dia?, brgne portuguez Soberano, de
240 lonetadis, capilo Manoel Bernardo Bagin-
gADga, equipagHtn 11, carg vnhoe outros g'e-
ros ; a Euz*bio Rophael Rabelli 6c C.
Terra-Nov30 djas, brigue mglez Zngara, de
191 tonehdas, capitn J H.icge?, e]ainagem 9,
c^rga 3,221 barricas con bacallao : a Saunders
Brothers & C.
Bahia2 das, vapor inglez La Place, de 8-12 tone- !
ladas, eoramandante John Ilodson, equipigsm
33, carga differentes gneros ; a SauoJers Bro-
thers & C. Veio deixar um passageiro e segu"
para os portos da Europa.
Navios sahidos no mesmo tita.
Rio Grande do SulPatacho nacional S. Borlkolo-
tneu, capitio Custodio A Ionio da Silva, carga
assucar e agurdente.
Rio de Janeiro e Baha Vapor americano Blerri-
mack, eoramandante W. \Vier, caraja assucar e
prrie da que irouxe dis p irlos do norte
LisboaBarca portugueza Mara Luna, capilo
Jos da Silva, carga assucar.
Rio de Janeiro-Patacho ara-rieano Emmi L. Hxll,
capito Franco Geyer, carga a mesma que iroa-
xe de Rielimond.
EDITAES.
Capital. . . 20,000:0000ti
7uudo de reserva . 8,000:000*00f
Agentes,
iltlls Lathan C.
sna
. Desse exernplo v se qae, emquanto o deln-
queme nao usa do? metos preparatorios do cri-
me, nao faa applicacao delle para produzir o Je
J;to; em auanto tem a liberdade de servir se,
ou nandeases meaos, 0 erime qo se comeca,
quanjfo porm, e(le asa do meio, da-lhe apnlica-
cao para_ producir o delicio, o p-oprio acto dea
applicacao, ou asj eoafl"tue o eomeco de execa-
eo do crime. *
E" verdadequeha eroe, n,ue pira coffsn-
mar-se, depeole de,diversos aeto de execuco
como o de que se trata. Mas o qne segu M'ahi i
E' que o umejo de execuelo ser o primeiro
acto, pelo qaaI o agente faz aro dos raeios pre-
paralor.os para produzir o crjrne, aia^'a qae se
ja-n preciso? para sua consama^io e aJera desse
acto, mais ontro, que sarao sempre (campre no
tarmosj actos de ex'ecucao, e, nanea prepralo-.
nos.
% <)a.al f(T3, pois, em direito o e'meeo d^ exe-
cuco do crime do faiorico de sdalas falsas ?
Resp nd?mos: que anda depois de estar o
agento preparado de lado quaoto neiessarie sa-
ri pr duzT as sdalas : isto 6 da gravara" deHa
...o urna chapa, prensa, papel, e lalas nao tem
comeca Jo a exccMjto, eiie est, apet as ercado
tos os meios, qoe sao necessanos para pro
dozi laa, tem a sja *poi(jlo todos os seas pre-
parativos : mas aiada tea a 'pfeaa Lbe'dade d'
Provedor por deoco
O lllm. Sr. Franisco Aoloaio d'Olivetra.
Escrivo por eleico
0,lllm. Sr. J. s da Silva Lcyo Jnior.
Escrivo por devoeo
O lllm. Sr. Joo Baptiza Vieira Bbeirov
Mordomos
Os lllm. Srs. :
Capito Aoloaio Jos Leopoldno Arante1.
Coronel Antonio Gomes Leal.
D-. Maraes Pinbeiro.
Francisco Rufino Vctor.
Felisberto Ferreira d'Olveira.
Or. Fraoeisco Leopoldno de Gusrao Lobo.
Waifredo Sueuco.
Jos Mara de Mello.
Francisco Villar Ferreira Pinto.
Manoel da Rocha Pinto.
Manoel Ferreira Pinto.
Francisco Marcelino do Amaral.
Luiz Jos da Costa Amorim.
O r>nel Oontogos aITousq Nery Ferreira.
Fortunata Jos de Mello.
Joo Manas de Barros.
Joo da Costa Bispo.
Antonio Adriano de Castro.
Manoel Jos Dantas.
Manoel Texetra Bastos.
CoTmendalor'Xett...
Major TboraaajKaiia Silva Guamo.
Joaqolm Pererfjj ^raats.
Teoente Frafiiseo Antonio Poetnal Jnior.
Miior Luiz da Gou Po/to Carreira.
Teesoureiro.
O lllm. Sr. Jos* Osarte das Naya?.
Protector gsral'
O lllm. Sr. commendador Jos da Silva Loyo
Fregnezia tte Nossa Senhora da Grao em 29
le otuabro de 1871.
O vigario,
Augusto- R-aiklin Moteira da Suva.
THE ALLIANCE BRITISH & FOREIGN.
Life and Fire Assarance Company estabelecid^
im 1824. Capital 5,000,000
Os agentes dasla companhia tomam seguro;
wntra logo sobre predios, gneros e fazondas *
oagam aqui prejuizos devidameate provados.
JRabe Schmettau & G
Corpo S^oto n.i5.
SEGURO CONTRA FOGO
The Liverpool A Lonlon & Glob
Insurance Company.
Agentes :
Saonders Brotbers 4 C.
H Corpo Saatoli.
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO BECIFE.
A lllm. junta administrativa da Santa Casa do
Miserieordis do Recife manda fazer publico que na
sala de suas sessdes, no dia 9 do mez de oovembro
pelas 3 horas da tarde, tem de ser arremaiaJos
a quem mais vamagjns oflerecer, pelo tempo de
ara a tres annos, as rendas dos-predios em segui-
da declarados:
PRAGA DO HECIFE 11 DE NOVEMBR)
DE 1871.
A 3 1/2 BOBAS DA TAIUOI.
Colarles oHkiaes.
Algododo aerto l1 sprte iw8 es. por kilo.
ambicobre Londres a 90 d/v. 2o 1|4 d., e do
banco 2 r. J. Pinto,
Pilo presidente
L=al Seve,
lelo !crelaro.
ALFANDEGA
Rendiaento do da 1 a 11. .
dem do da 13. ~. ,
463:916/188
26:03U71I
489.9471899
Mov jrju(> da alfudega
^oIujjiqs.entrad.1 aoa fazenda .
Perante a cmara municipal desia cidade'
contina em basta publica no da. 16 do corrate
para ser arrematado por tumpo do um anuo, com
o abate da quinta parte, o impTuio de 60 rs por
cada p de coqueiro d produc), exceptuando 10
ps para o aso do uroprieurio, pola uaautia de
1:160*000.-
O. preteulentes devero compare jar no refe-
rido dia ejiip i.-u'.e..'uie habilitados na forma da
lei.
Pqo da cmara municipal da'Oliada, 9,-de no-
vembro du 1871.
Maooel Aotooio dos Pasaos e Sil ir
Pro preaideule.
Marcoliuo Das de Arauj),
___________________Secretario.
0 Dr. Francisco ue Car ralbe Soaros Braado, juiz
de or^ih^.os e aaenles da cilaile di Recife" e
sou termo, pir S. M. o Irrparador, qae Deus
guarde, ele.
Faco saber aos q.-.e o presente edita! vfrem, e
delle noticia liverem, que se acha em copeurso
com o praso de 60 das, a contar desta data, para
provimento definitivo oofeio desaguado essri.-o
de orphios, crearlo polo arl. Io da lu provincial n.
33o de 26 de abril de 1834, o qual Acara vago por
filamento do reepectivo serveolaario yitaJica
JeoFicandes da Silva Guimares.
O pretenJenus ao mesmo iJEcio devero no
referido praso apreseolar seus requerimentes com-
petentemente ioslru.d.'S de conormidade com o
art. 14 do decreto n. 87 de 30 de ayosto de Ss7,
aviso o. 232 de 30 Je dezemoro dir 18>4, e decreto
n. 4fi6S de 5 de Janeiro do correu'e anno.
E para que chegoe ao conhecimento dr tqdss
manlei passar o presente edital qae ser afilia4o
003 lugires do costurae a publcalo pelos jf,rnaes.
Eu, Plurano Correa de Brito, escrivo o nz es-
crever e subscrevo.
Recife, 6 de uovembro d871.
Francisco de Carvalao Soares Braodo
Parante as-cmaras munuipal desta cidade,
estarao em praga nos da- 10, II,.13, 14 e 15 correot, -para serem arrematados por qnen.nuior
preco offirecer, os alogaeis das caznbas da ri-
beira da freguezia de S. s, laio do fal, a?.
I, 2, 3. 4 e 7.
Estas arrenntagoes serao fetas por tres annes :
os pretndanles a taes arrematarles pompar ca
no p..; > da mesma cmara em os referidos dia,
munidos de nirfca.
Pago da cmara raunicipaj do Recife, 9 de no-
vembro de 1871. .
Ignacio Joaquina de'Souza Leo,
pro-presidente.
Lourenco Bezerra Q
_______________ se-retario.__________
O lllm. Sr. inspeotiir Ja intsurana provin-
cial em cumprimeuto da ordem do-ifixm. Sr. vi-
cc-presidente da provincia de 17 de agosto pr-
ximo flnJo manda d'z-r publico que a mesma the-
souraxia vende 500 apolices da divida provinaial
no valor de 100*'cada urna, veneendo o Jflro d
8 0,0 ao anco pagos por semestre pa segunda
quinzena dos m-zes de julh \ e Janeiro, e deveado
sor resgHada? na quinzena desie uilau-. mez, b-
servando-Fe a numeraco seguida e lanU* auan-
las permitlirem os crdito vuUflua iimualmepte
preceJendo annancios. Os preiendenies cocVpa-
"rejam^u mesma theaouraria no ^raso da 30 da*,
m^mmmm
w m
JkspachosJt exportado no dia i
uovembro.
Para o portos do eiterior.
Na barca ingleza Sttllo,para II tmbargo, ear-
regaram : KiUcr 4 C. 129 saetas eom 8.033
l|t tallos de algaJo
-J Ni barea naeiookl S. A$, para o Bto da
Prata. carregaram : Jo- da Silva Loyo & F.lbo
180 barricas com 2,549 kilo*'da aanucar braneo.
No bngie portuguez Bella Figueirense, para
Lisboa, carregiram : e. II. Habello ft X- iflOO
saceos cora 7o,000 kihs de assocar ntancavado
No brigue porlogae Tniupft0, para o Par-
to; carregaram: Jorquim Joa Goacitva Beltra
370 saceos com 27,750 kilos de aaaucar branco :
Soares Primos 400 ditos com 30,000 ditos de dito
mascavado.
- No vapor fraocez Amazon, para Lisboa, car-
regou : Ignacio da Silva Lopes 13 latas com 20
kilos de doce d-> goiaba e 7 ditas com doce aeceo.
Para os portos do interior.
Na barcaca Haidi, para o As-ii, carregaram:
Aotooio Pereira de Miranda 2 pipas com 9 0 litros
de agaardent?, e 2 barricas com 60 kilos de as-
suca/ braneo.
Na liarjaca Tres Iranios, para M.racajaru,
carregaram : Antonio Jos 'untes Siuueira 1 bar-
rica cora 63 kilos de awoar branco.
RSCEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PBRNAMBUGO.
Randimento do dial a 11. !5:339l78*
dem do dia 13...... 3:046j.0


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**+**. +H~fm


itrio d Pcrnambhco Terija fca 4 Je Novembro d* 1871.
* B Prt constar se man
do* piWrtar o peta joro!
Sreum da thejooiaria provincial de Peroam
Conforme.Servalo de ulflelal-maior,
O litro. 5r\ cooaallieiro Inspector di tnesoa-
caria de latela dt.-ta provincia manda azer pu
bltco que te marcad > o da-27 de novembro
pruilfto vinlou.ro pan o coqcurso qoe leu de^
abrir,, m virtud* da orden 4o mascara n. 148 de
Wkde adusto prximo findo, pan preeibimeato
u raga*, nallineales de 6 praticaates o\3f
escriptorartos. Versarlo os exames pira pratiean-
tjsanVa w mai-ns de qo. (rata o arL 9* do
SefWo n. 4183 de de abril de 1868, a saber :
nahrlimiui. r'rri'l] *,jr**i'i'* "'"> na-
tal, e da aruftrotlica al a ibeoria dis proptr-
Bclusivameuie, nonindo o candidato a estas
Klacfos boa letra, e pira teraeiros escripiuia-
rio* as misma* materia exigidas para praiic-aota
mais. as segualas : theoria. da es:riplurac3o
taarcamil por partida simple e dobrada e suas
ajfic.gca aacoamwcio e ao tbesouro ; traiuc-
$B wrrecta, ds lio*oai oslara, e franeeza, ob
pelo meaos da ulliuw ; principios geraes.de geo
grapb'a e historia do Brasil ; algebra at eqna-
?e>. do 2* gr j ; as apolicagei da ariibuietica ao
cojamercio, eom especialidade a redaeco de moe-
da*, pesos e medidas, calculo de descont, jaro
tapies e compostos, theiria de cambiin e saas
*Ptlc*j(5a ; e fioaloie*te para, aquellas que ja
f*r*m empregados, pratica do servico da reparu-
C*i em qo* sxerem servindo. 0 qaa nao o-
r*a empregalos pblicos deverao jun'.araos res-
ptttial rt-querimeoios pan a atablas ao coc-
ear* documentos que piwem ter a idada coro-11
pleu de 18 aooos, pelo menos, e boni procedimen
lo. Previne e a q^em Julejessar possa, quena
falta de seis pxatiaanles ao cjucurso te admiltiro
essoas eslraolias ao ser*n;o da faieuJa com j can-
idatos aos lugares de 3' escriptoaario, urna vez
"que se ojViiem ao exirce das devidas materias.
Secretaria da ttwo'varia buo em 17 de oatpbfo de 1871.
Servindo, de ottietal-maior,
Maaoe! Jos Pinto.
aeuidade dt? Di^eito
De orden do Exra. Sr. director de couformi
dada com o art. 119 do regulamento compItuieQ-
tar ae reptta o edil.I iofra, reuiivo ao concurso,
cuja insenpeao dever ser encerrada no da 15 do
curreule as 2 horas da tarde:
De ordero do Exu. Sr conaellie ro, vice-dir c-
lor, fago publico que rica mareado o praso de 6
mere?, coudos da dala de>te para a ioseripcao
dos que preten lerem coacofrer-ao lugar de lente
substituto desta Pacoldade, vago pelo a:ce.-so do
substituto Dr. Antonio de Va$eoncellos llneles
de Drummond a cadeira Je que era proprietario o
conselbeiro Louren;o Trigo de Lourefo.
Pelo que todos os preten J .mies ao dito luga-
poderlo apresentar se desde j i na secretaria desr
ta Faculdade para assignar seusnomes no livr-
cempeteate o qu Ibes permittldo fazer por proo
curador, se estiverem a mais de 20 leguas desta
cidade, ou tiverera juilo impedimento.
Devendo outro sm apresentar documentos que
mostre.u saa qualidadV de eidadao braseiro, e
de que esto no goso de seus direhos civis e po-
lticos, isto certidio de baptismo, fo'ba corrida
do lugar de seas domicilios e mais o diplcma de
dout.r por urna da? FaculJades de Direito do Im-
perto, ou publica furnia, justificmlo a impcsMbi
lidade da apreseotaca du original, e ni sifitai
occasij pode;so entregar qnaesqaer documentos
que julgarcm convenientes, ou como l.lu'.o de ha-
ilitagoes, ou como provas de servigos- prestados
ao estado, Iiumani Ja le ou sciencia, dos qua-s
se Ibas passar recibo : tuJo de conformidado
com as arts. 36 e 37 do decreto n. 1285 de 23 de
abril de 1354, e til e seguintes do den. 1568
de 24 de (evereiro de 1855.
E para que chegue ao conh^cimento do todos,
mandou o Exm. Sr. vi-.e-director afflxar o pro
sent, qoe ser publicado as folhas desta cidade
6 as da corte.
Secretaria da FiuldaJe de lreito do llecife,
15 de maio de 1871.
O secretario,
Js Honorio B.-zerra de Meaeze?.
Secretaria da Ficullade de Diteito dj llecife,
7 de noVeabro de 1871.
O secretario,
Jos Honorio Beierra de Menezes.
i-

Segundo especian
O dlreeior espera toda) a prleeeio do
publico desta villa e seu termo.
AVISOS rtttlttTlMOS
lio
generoso

Lisboa e Parto-
Para os poriot cima, dava seguir muito breve
a galera portuguei Luboo, recebe carga a pas-
sageiroa : a tratar com Stares Primos a ra do
Vigario n. 17.
S.-gue eom a maior breviJade o bem conhecido
brig'oe poriuguei I,aia I, para o que teta a maior
parle da carga prompla ; quem qj mesmo quier
csrregar ou ir de passagern trata com os coniig
oatarios T. de Aquiao Fonceca & C snecessores,
roa do Vigario n. 19. 1' andar, ou com o capUao
do mesmo o Sr. Vieira.
ARflCftTY
OECLAfiACOrS.
Pretende seguir com poucos di.13 de demord
pata o Indicado porto o novo e [iodo hiate nacio-
nal Olindi, de primoira viagem -et d-) excellenle
:onsl[accao, por ter grande paria da carga enga-
jada, e para o reto qu*e Ihe falta trata-se coa o
consignatario Joaquina Jos Goticalves Beltrao
ra do G mmercio i). 5.____________^_^^
PAHAO
RIO DE JtflEIRO
A barca portugneza Molla Rtbeiro, capito Joo
Baptista de Lima, vat sabir breve por ter parte da
carga e.g jada : pira-carga traa-se com E. R.
Rabello A G. ruando, Ciimwwio n. 48.. -
Bebocaoor "Pacifico.
AgenclaWHsoa* A IIc t Pra-
^a do Ceinmerclo a. 14.
At novo aviso, riu.lquer navio, ata 400 tonela-
das de.lotac.ao, ser rebocado pelo vapor Pacifico,
quer para dentro ou fra deste porto, por 15*.00
em circumsuocias ordinarias _e lempo moderado.
Em circunstancias diversas, e para navios de
maior tonelagero, pn ceder-se-ha a ajusto previo.
Para Lisboa
A barca portugneza Alexatdre HercuUxno. ca-
pito Avellar, vai sabir com brevidade'; para car-
ga e pasaageiros trata-se.com E. K. (tabello iC
a.rua do Commercio n. 48.
COMPANHIA PERNAMDCANA
DI
%avega^o coscira por vapor
Parahyba, Natal, Maco, Moasor, Ara-
-caty, Cear, Maadah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama comman
dante Aovado, seguir para
os p-.rlos cima no dia 15 de
correte as 5 horas da tarde
Recebe carga al o dia-14,
encorcmendas, passagens e di
nbeiro a frete at as 2 horas da tarde do dia di
sahida : no eseriptorb do Forte do M-Htos n. 12.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DK
Navegagv costetrapor vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
. O vapor Giqni, eommandcte
Guilberme, seguir para os por-
tos cima no dia 15 do eorrenu
as 5 horas da tarde. Recebe car
ga at o dia 14, enconunenda
assageiros e a'inheiro a frete at as 2 horas di
arde do dia da sabida : sscriptorio o Forte d<
attos n. 12.
RIO DE JANEIRO
Seguir em poneos das o brigne S. Paulo, so-
bre o frete do resto da carga trata-se na ra do
Vigario o. 11, 1*.anear. '
Arremataqao de urna casi em
Oliuda.
Pelo {lias municipal lo termo da cidade de
O inda vai praea no da lo do correnlef (juana-
leira) urna ca>a terrea em chaj proprio, tita no
larg; do Amparo da mesma cidada. com 2 boas
salas. 4 quartos, cozinlu fra e quintal, avaliala
p>r9C000a.
Santa
Casa
de Misericordia
do Rcife.
Perante a junta aimmistrativa desta siota casa
va. a praca pela renda_annual da qu.intia -de
6i)t)| o I) e2* andar* do sobrado n. 3 da ra da
Madre rteDiO' p"lo tempo a dotar de hoje at
30 de junhi de 1873, obrigtndo-se o arrematante
a fazsr neiies os concert* d-j qua preiisarem.
0< pretenl^otes poler) para io cornaarecer
quinta-faira 18 do correte, pelas 3 h: ras da tarde
Secretaria da Sania Casa da Misericordia do Re
cif 11 de novembro de 1871
O Esonvao,
Pedio Rodrigues de Souza
Baha.
Para o parto cima segu cora J maior brevi
dada po sivel, o palhabote nacional Gartbaldt, ca-
pito Custo lio Jos V.anna, por estar cora garle
da carga engajada, para o resto traia-se eom
Tasso Irmos & C, ra do Amorim n. 37.
PARA O PORTO
Com muito pouca demora neste porto, seguir>
viagem com destino aquelle, o brigue portuguez
IViumpAo. Recebe carga' e passagoiros : tratar
joto Soares Primo, ra do i'igario n. 17.
~ A', frte. 7\
Com destino a Babia segu brevemente o vel
leiro Zwei Gebrui/r, toma carga psra aquelle por-
to : tratar rna da Cruz, cutu Kjller & C, n. 55;
soosignatarios, armazem.
EEILAO
15 MOVIS
Lonr, vidroi. cry-tae, tinbo, cawc
americano, arreios e 3 ta-allos,
Qoir^a-feira. I6.de noiaoaaVQ,- no Puca.^ia
Pan el la, consUada da
Duas mobilias da Jacaranda coa umpos de pe-
an, um piano forte e aovo de Erar, castieee t
nangas, eaadietas a gaz, jarros para /Tires, tape-
es e urna, estante para msica.
Urna moaia de faia branca, 2 secretaria.'.. I es-
taoUparalivros, 1 machina para costra (perfclt
ta), cadeiras de bilanso.
Camas, francesas de jcara oda, goarda vestidos,
goarda-roupas, comraqd s, toneadres, tt>Jet, I-
vatorfos e looc para totletj.
Hita moB4ka de pao d'eieo, I mes el*stiea, 1
excelleote-guarda-looca, 2 apparadoMv2 ditos ps
torneado, loca para ha a jantar, finos easces,
garfos, faca a colheres, martio de limpar f'Cas,
vinhos de diffrenles qnalidades e onilos outros
objectos^
Om carro americano de-4 rodas, assefltos para
jualro pessoas, arreios. e 3 cavallos
Q inU-fera 16 do correal".
Wm: Riiwlinsoo, tendd-deretinr-separa a Eu-
ropa, levar leilo por intervencip do agente
Pinto os movis" e mal* objeptos cima esOripfbs,
ero casa de sua residencia, no, Poco dPanella.
A'* 10.horas em ponto partir da estajaq" do Re-
c fe do arco de Santo Antonio no trem e-pecial
para conduzir gras os concurrentes ao referido
leHio.
Em tem- o. O mesma agente est desde i anto-
risado a alosar a casa de sobrado em que se
achim os referidos movis, sendo que' dita casa
tero accommodaeoes para grande familia.^______
LeiJao
DE
.Urna mobitia- de Jacaranda com 18 cadeiraj de
guarni(o, 4 ditas de brizos, 1 sof, 2 consolos,
1 meza redonda com lampo de pedra, 1 cama,
de amarelo para casal, 1 machina de coalora,
1 marquezo, 1 m sa elstica, 2 apparad res,
1 banca parajogo, diyersas cadeira, usada?, 3
marquezas, 1 espelho, 2 poru-tpaibat, 2 lava-
torios, 1 apparacr r grande, diversas bancas, 1
cadeira psra advogado, 2 meiaj.comraodas, so-
fas, consoloi, tuea* redondas a um raeio appa-
relbo, de porcelana para jiutar, 1 apparelho
dourado para almoco, candieiros gaz, qaadros
com moldura donrada e muitos outros objectos
que estarn patentes no dia do leilo
Sfxta-feira, 17 detiovembm
O ageote Pestaa competentemente autorisado
far leilo dos objectos acttna descriptos, oo ami-
go armazem da ra do imperador o. 16, s 11
horas do dia ao correr do raartallo.
PREDIOS
Sendo I casa terrea n. 6 na ladira da M-
s ricordia em Olila, bastante grande e
assobradada do lado de detraz, sitb rea-
rado, diversas fructeiras e cacimba, e
coios pwprws.
Urna dita de sobrado, na roa do Malbias
Ferreira n. 16, quintal em aberto chSos
loreiros.
- Sexla-feira 17 do correnta.
O agenta Marlios, far lei!o, doi predios cima,
no armazem da ra do imparador o. 48, s II bo
ras..
Casas no Poco da
Paailll.
ALUGA^E
Por 00#000.
Jan excellMl* casa oa.raa do Ri n, 35, di
" alas, quatro quartas,
ira creadoSj
ar-T?

da
esiribaria
quette povoado ce m dais
couM>3, eoxeira, qantuA para ...
e mais dais meias-agnas separadas
Aluga-se
Pe 300 JjfiOO
Outra casa ao p da. mesau n. 33, com duas
salas, trej- qoa/h s esoibarla, \m quintal todo
nwfrlo, grande .dopUr1 ao ldo, rtc': tratar
eon.o ermineadMl'd- Tasso.
V
ABHIWAVKIi MM I> %V-U
LJi E ARMAZEM
frci?a-w de 'oslnTe'ltar: ua 1:1a d\> Bom
Pastor, ra da Imoeratrii'. X
% acnial dteocirjriadrsoeladado do Astis-
tas McbnnieosLiberaeicoovi(tiaos seos irmos
a enq^tttfleere^jwdit-** do correo pelas 6 l|2
nona dala4e, na i4a,d4 ocieiade,f pora assisti-
reai a posse doslooccionarii que rem de reger
a roesma no moo d187l a I8-7C __________
C-lebra-se a Testada glorioso S. Benedicto,
veoerado ni igreja da S. Francisco de Olioda, no
dia. .19 do correnui mez.
Prefa ao Evaofalho o raverando padre reitre
Francisco Virissipjp Biodeira, a ao T-D-oBO o
reverendo conejo Harcolioo V. do Amaral.
Pede-se aos fleis qoe concorrara a lio rengioso
e respeitavel acto, certos da proleccao deseo mi
lagroso santo a do'reconbe^imelo di respectiva
irmandade.
A lardeoereorreii' u mas abaixo declarad! a
procissio da mesma imagem : S. Francisco, Nova,
Amparo, Quatro Canto, Co:ho, bicca de 9. Pedro,
ladeir Jo Vtraoaro, S Bento, ladeir da Ribei-
ra, Maibias Ferreifa pateo de S. Pedro Apostlo,
pate do CCmo e S. Francisco.
O escriyo,
Torquat. Ji- Mariano.
^v t.A.-tv Prflcisavse de urna ama que
m\ KvlLX cozinne a ngomuie, para ca-
mi^H) Wt?a di'familia: a tratar na
rna di Q leimado o. 28. toja^de farragejas.
"- Dase a quaoua de tOOJ a juros : di rna
de Hortas o. 94 sobrad________________^
ama : ni. rm lmper>al
Precisa se de una
o. 31, taberna.
Casa em Ouda
Alagase orna casa na Praia de S. Francisco,
raurto perto n banhos salgados, po>.preco eim-
modo : qa*m a pretender dinji-se era Olinda ao
Sr. Daes B^reto, no, tecift ai Sr. Percein, loja de
fatendas do Sr. Saatos N<^es.____________
Precta-e alagar.uoi e-crivo niD?o para
ender midejas na.roa,: qu-sm. tivar e quizar
alugar dinja-se a rae d Conde da Boa-Vista n.
41, )atr'orvCaminh)No"o.
de seda a
LEILO
OlTerece-se-uraa ama p ra ca*a de soiteiro
on penca familia, de pwtas para dentro : a tratar
na ru;dq Aguas-Verde* n. 101? __________
^ Precio-s
de Ires criados firros'ou captivos, da ade de
12 auno.* para'- cima-; a tratar na ra los Coa-
Ihos o. 16____________________________-
Alaga-se ,'
o 3* andar do paleo do Ligamento com commo-
dos para familia e por barato pree. > : a tratar na
loja o. 36.______________________________________
Precisase- de ora caneiro, preare-se dos
chegados a poueo da. Europa : na ra de SaEto
Amaro n. 6. _______________________
Tirara se grupos de 3 a 100 pessoas, a precos
mui redazidos e foraece-se o numero de exempla-
res que se pedir; ni tua do C >bog c. 18, Phologra
ptia Impen il. No mesmo estabelecimento so en-
contrare espeeimens de grupo.- de 5 i 140 pessoas.
Os trabilhos de ta photographia sao bem conheci-
do* e apreciados do publico desta cida.de.
DA
ArmacSo, fazen Jas, utencilios commerciaes
di encadern?c5o Pari:iense da ra do
Imperador n. 71, urna quarta parte da
casa n. 104 da roa do Coronel Suassuna
(antiga Augjsla), nma cita va parte da
casa n. 62 da ra de Marcilio Das fanti
ga roa Dirtiu) e 17:002^529 rs. em di-
vidas.
Segunda feira. 20 do cjrrenle.
O agente Martin*, far leilo requarimento do
'. inventarame dos beos deixados pelo finado
Eraclio Constantino de Paula Mooteiro, e por mao
dado do Illm. Sr. Dr. juiz de orphos, dos baos
cima, pertencentes ao espolio do dito finado.
A's II hiras do da. na mesma encaierbaco
Parisiense, ra do Imperador n. 71.
THEATRO
Ter? ;-fera 14 do orrente
Epectacalo em beneficios dos empregados
do lliealro-
Vianna e Barros
PRG.'UUMV
' !. PARTE.
A comedia em 1 aeM traduc^ao do francez
O pagOm do regente
1*>ARTE.
o ncsiiaio
l.i.to pehs meninas Ri.>sa.v
3.* PARTE.
A comedia em um acto t'-adu-co do francez
O BAk.EE A BOFETADA
4 PARTE.
Primeira representado da linda e espirituosa
comedia em oin acto
A visinha Ma ga ida
5? PART..
A comedie era 1 acJo, origina! d) Sr. Vasqaes,
Parodia ao orpbeu nos infernos iotitolada
os iious immm
Pelas meninas Riosas.
Principiara s 8 l4.
Depois do espectacalo have-. am trem para A-.
pipacos e mais pontos da linlu.
N. B.Tera entrada nesla espectculo os bilhe-
tes di cadeira passado pelos beneficiados, e que
psr eogano tem esenpto quarti-sra 14 em loga-
da ter$a feira. '
CIRCO ECUESTRE
COMPANHIA BRASILEIRA :
Kreclor e artista
AntoaiA Car tos do c*rm*.
Te 1 villa la E^ada i que
SARBADO 18 do COHRfiNTe:
dar* o primeiro espectculo c.ou um escolhido e
vanado programla.
Cotrada geral para lodos 1000.
Principiar a.7 horas da noite.
DDb -DE NOVEMBRO
Galera
Ami-
portuguza Nova
zade.
E' esperado at 15 do correte ih Rio de Janei-
ro este veleiro navio, e recebe carga para o indi-
cado porto nos poneos dias que tem de demorar-
se aqui : a tratar com Mfguel Jos Alves, ru da
Cruz o. 19, 1" andar.
LEILOES,
IiEIIilO
DE
12 caixas com biscouos em latas sorlidas
e 6 caixis com fructas em calda.
IIO JE
O ageote Pestaa far leilo, por cenia e risco
de quem perleocer de gneros cima, dos melho-
res fahricantes, em lotes vontade; terca feira
li do correte, s 11 horas da manba no arma
zem do Anoes.
VISOS DIVERSOS
AVISO
C abaixo a>s:gnado avisa aos seus comraitlentes
que nao ten do a Asstciicao Commercial Agrco-
la, realisado os restejts projectados para com
memoracao da gloriosa coocluso da guerra que
e Brasil su.-tsntou com o Paraguay, ful resolvido
pela mesma associao, que se restituisse aos c>n-
triDUintes as quantias com que concorrer.xm, sen
do que nesta data foraoi entregues ao mesmo
abaixo assigaado as qunlas prestadas a seu pe-
dido pelos dites commiltente?, a quera acaba de
expedir urna circular danlo saraelhante aviso.
Recife, 10 de novembro de 1871.
Antonio C. VI. Temporal.
Aluga-se
Urna casa terrea com soiao e boas accommo-
laQ5es, concertada c pintada recentemente, na
lhi do Retiro, Passagem da M^glalena : irita-se
o afra a do Vigario- n. 4.
AMA
faixeiro.
DE
DIVIDAS
NA
Importancia Jde 6:5600001, espolio -de
Antonio L iiz Dias.
O agente Martin* fu leilo por ordena do Illm.
Sr. Dr. Claneode Araujo Giraares, "cnsul por-
mguez das dividas cima, servio Jo de baze a of-
fer-ta de 2t0lfi00 do leilo anterior ; as qaaes se
rao eotrega.-s defiail vamente pelo maior prec.o
HOJE
A's 11 horas do dia no armazem n. 48 da ra do
Imperador.
--------------------:-----------:------1--------1-----------------------------------
DE
FAZENDAS
AVAKIAAS.
Qiwrte-Mra lo do eorreute
t. Aaii horas em poni.
Pe/reira 4 Mubeos, fro Iei'.o por inferverv,
cao do ageote Pmto e por conta e risco de quem
uerlencer, de diffarenles fatendas ingletas avaria-
das, a bordo do vapor iugiez Tulistna*, oa sua
ultma viagem este porto, o leilo ser etlmfta-
dos li horas em poeto, dadla cima, dito, ao
armazem di raa da Cadeia a.61.
Precisa se de um e&ixeiro com pratica de fazen-
da e que tenlia letra sr.ffri\>I, para a villa do Bou-
que : a tratar oa ra do Livrameoto n. 6, loja.
Caixeiro.
Precisa se de um caix iro qoe tenha pratica de
[azendas e escreva soflrivelmeote, paga se bom
ordenado pa-a a villa de Pao d'Aiho: a tratar na
ra do Livramoto o. 6, loja.
Retratos Timbre-post
Exc- lente! para circulares, convites, ou sira
Dlesmente para carta) a amigos, commitleoles,
correspondentes etc. ele.
100 fu has de papel, de peso pautado on nao
com retrato em cada urna 201000
BO ditas dito etc. 13000 "
25 ditas dito etc. lOiOOQ
Specimens oa livraria fraocea ra do Crespo.
Rectbem-e eocomoeodas e faiem se os re-
tratos na Photographia Imperial ra do Cabuga
o. 18, nico estabelecimento. pbotograpbico desta
cidade que tem todos os appareihos oacessanos
pra este trabaho.
\ mar Precisase de urna ama para ca
mivJl. m. sa de pequea familia': a tratar na.
ra do Brum o, 63.
MudaD^a
Jo.- Victorino da Rezende & C. muiaram
seu escriptono la casa o. t da roa do Mrquez
de Olioda para a da n. 60 da roesroa ra. sendo
a ntrala pela ra* da Seazalla-Velha, _
Pre-jisa-se de urna am para comprar e c-
ziohar : oa roa de H >rtas n. 1
do Saoaor Bom Jetws dop Passpi, rftita
na matriz do. Corpo Santo.
Nao lando, sida ppaslvjd. fffsctoir se no dia 12
dp correte mez a el*irao da nova mesa qo,e, tem
de-fuoccionar no futuro auno de tSf p-or ordem
da mesa regedora actual convido nosaos irmes
[\D gerl a coroparecerm em nosso ewv'ir,ar'
oo da 13-as 4 horas di.tardj, aSm da proceder-
se a refeKa eleiQo.
Recife 13 de novembro de 1871.
0 activad, .
Taoauz Finante da, Q*ft>.
Os Sr?. abaixo declara-Jos" sao~rogalis a
aiaodarem ou virera ao escriptono deste Diario
i negocio:
Jos Francisco Ribeiro de Sonsa, (dono do col-
legio de Santo Amaro
Francisco Jos fiabello___________________
Prectsa-sa de urna ama para casa
de pooca familia, .-r. f r-;o e-era va :
na ra da Aurora o. 5. 2 andar.
ATTENCO"
Precisa-se de urna ama para comprar e
cozinbar para casa de urna familia composta
de duas pessoas : nesta tvpjgraphia se
dir._________________________________
Sonta cus di miserico < Li,
#No hospital dos lasaros nece.-sita-se de uro co
ziheiro, daolo se crdeoado, casa para morare
comida : a tratar oo mesmo hospital com o re-
gente. _____________________________^^^
Precisa-se de urna ama que saiba cozinbar e
que seja de boa condn.ua : na ruando Vigario nu-
mero 5.
Aluga-se o, andar terreo da casa n. 41, roa
do Rangel, propriapara algnm estsbelecimentn,
assim como urna escrava : tratar na loja n. 2,
,rua do O/n-imado____________________
' Precita se fallar com o Si. Jj.- Al ves
de Faria.a.negocio de seu itiierasse, ni ra
do Imperador n. 27 Io andar sala da
frtn'.e.
Para festa.
Aluga-se urna excellente caa na Boa viagem.
moilo fresca e cora cummodos para grode fami-
lia : tratar roa larga do Rosarid'n. 34
my ^ Prtcisa-se d.- urna ama para ca
.jVctjI- ra. sa da pouca familia : na ra Di-
reita n 68, Io andar.
Precisa-se
o. 32.
ce ama ama : na ra da Roda
Precisa-se de urna ama para casa de
senbora e.'traoseira : na ra Bella n. 29.
urna
Aluga-se a casa n. 25 aa ra do Ccnde da
Boa-vista otr'ora Formosa, sendo o andar terreo,
primeiro e sot*ia ludo com multo bons commo-
do?, a tuodo eoxeira e estribara : quem pretender
dirija.se a ra da Aurora n. 3, terceiro andar
que achara cem quem tratar.
ADVOGADO
Dr. Joaqcim Correa de Arauo
67Ra do Imperador67
l
Al|iga-e duas casas em Apipneo?, tendo ea-
da urna o commodos segrales: 2 salas. 4 qnir
ios, cozioha ra a quarto para criado : a tratar
na ra Sete de Setembro n. 1 (antiga travessa dos
ferreirosj.
ALUGA-SE.
'Daas casas terreas na Ladaira da Misericordia
e na ra deMathi* Ferreira em Oiind, perto dos
baohos, e primeira com 5 quartos, 3 sallas, coei-
aba (ora e bom quiotal, com terrag) adunia e
airas, moilo frese, e urna viste inteirameu.te agra-
kuel unto pela frente, como pela parte de detraz.
e a segunda com.duas salas, Vqoartos, e quintal
cercado r
ande*.
tratar oa roa do Cabug n
j.
Ainga-se o, 4 andar do sobrado da roa da
Imtavatriz n. 34 .- a trtar oa lm> do mesmo;
LIX PEREIBA DA SILVA %.
NA RA DA IMPERATEIZ K'.flBr
SO a djnheiro a vista
t
Os proprietarios deste estabelecioeato tendo grande necessidade de diminuir
menso deposito que tem de faaendas e grande urgencia de apuraren dinbeiro, lea re-
solvido azer urna verdadeir? liquidado eom grandes abatimentos nos preso de todo
os seus artigo i para o que comidam ao rospeitavel publico desta capital a, vjr soaUr-a
pois Ine gararrtem que em parto algema poeo encontrar to grande sostinwitfi >.Bd
mo nao comprarn pelos pregos me se lhei pode vender na loja de l'ovo ; porni ad-
virtindo-se qoe s se vende a diaheiro i visl. Os esmos proprietarios deste estab-
'ecimento roga a todos os seus dbvedores desta pra^a o favor, de virem saldar seijs d-
bitos, e todos aquelies que estivereBLdevendo contas antigs o nio fizerem tera> A
ser enoommodados jodicialmente.
f^islaUasi kVaaravUo do
Alsacianas com liada* listras
I000 o covado.
Ditas lisas com muito brilho a lrS o covado
Allantas, fazeoda de muito gosto tetida
com seda a 720 rs. covado.
Ditas com-quadros de seda e cores mnito
delicadas a 640.
Pnil de chvre, d'unw s cor com / ioiio
brilbo a 500 rs. o covado.
Merinosescossezes fazenda de muito goslo
para vestidos bjrrius e roupas de menino
a 610, rs.-o covado.
Gurgurio muito bonito, tendo de todas
as cores a 400 rs. o covado.
tesnhas modernas com differentes gos-
los a 400 e 500 rs. o covado.
Ditas ditas a 280 e -320 rs. o covado.
Bareges transparentes com differentes co-
res a 160 rs. o covado.
Alpacas de cores lisas e lavradas fazenda
de muito gosto a 500 e 800 xs. o covado.
Gassas do Pavo.
Gassas inglezas com bonitos gostos a 200
e 240 rs. o covado.
Ditas finissimas a 300 rs. o covado.
Ditas france/.as de muila pbant.sia a 400
rs. o covado.
Cortes de cassas com 7 varas fazenda
muito fina e bonita a 20500 e 30000.
Ditas d'orgaudy branco e de cores a
20500.
CORTES DORGANDYA'40000.
O P com 8 i/i varas que vende'pelo barato pre-
co de 40000, assim como finissimo organdy
branco com lislrinbas e qadrnbos o me-
IboF qoe tem vindo ao mercado e vende
pelo barato prego de 70 rs. a vara.
Poupeliuas de seda a SjkOOO.
O Pavo tem nm elegante sortimento de
poupelinas de s da tanto lisas como lavra-
das as mais modernas que tem vindo ao
mercado e vende a 20000 o covado.
C.VMBHAIAS LARGAS A OO RS. A VARA.
O Pava > tem camnraia branca transpa-
rente de boa qoalidade, com 8 palmos de
largura, que apenas precisa 4 varas para
um vestida e vende a 800 rs. a vara, dita
Quissirna da Escossia tendo a,mesma largu-
ra, que vende a 10600.
GAMBRAIAS BRANCAS" A 40000 E 40500
O Pav5n tem pegas de camnraia branca
transparentes com 8 1/2 varas que vende
pelo barato prego de 4O0O e 40500, ten-
do tambem muito finas de 50000 at
1O0UOO!
Dilas tapadas ou Victorias tendo de 30500
a pega at a mais fina que vem ao mer-
cado.
Crosdenaples preto e de cores.
O Pavio tem um grande sbriiufeto de
grosdenaples e gurguro preto para vestidos
tendo de I06OJ o covado at ao mais su
perior que costuma-vir ao mercado, assim
como um grande sorlimento do ditos de
todas as cores e branco e um bonito sorti-
mento de setiqs branco e de cores que ven-
de or prtgos muito em conta.
ESPARTILHOS A 40000
CACHENEZ a 40, 50 e 60000.
O PavSo vende espartilbos de todos os ta-
manbos a 40 e 50000, cacbenez parisiense
com delicado ponto e de. cores, a 40, 50,
e 60000.
CORTINADOS PARA GAMAS E JANELLAS.
a 80, 100, 120 e 160000.
O- Pavo tem um grande sorlimento de
cortinados ricamente bordados, proprios
para camas e janellas que vende de 80 at
160000 o par.
Pegas.de cambraia adamascada com 20
varas a 100000. crochet ricamente bordado
para cortinados'a 10500 o metro. Assim como
ricos damascos com 6e 8 palmos de largu-
ra proprios para colchas de camas e tam-
bem ricas olchas de damasco a imi'agao de
seda e ditas de crochet as mais lindas que
tem vindo ao mercado.
ML'SSELINAS DE CORES A 400 RS. O
COVADO.
"O Pavao tem um bonito sortimento de
musselinas de cores, padr5es inleiramente
novos e cores fixas, que vende a 401) rs. o
covado. Ditas brancas muito finas a 400
e 500 n. Metim branco da India muito fino
para vestidos e roopas de meninos a 720 rs.
o covado. Crotones de cores, moilo encor-
pados para vestidos a 600 rs. o covado.
ROUPA POR MEDIDA NA LOJA DO
PAVO.
O Pavo tem orna bem montada officina de
allaiate, administrada por um babil me-tre
nacional, aonde se manda faier qoalqner
obra de encommenda, tanto para honaens
como para meninos, garantind -se a promp-
tidao e aceio em todo o trabalno, e no mes-
mo estabelecimeotojoncontrarao os fespela-
vis fregoezes todas as fazendas proprias
orno sejam panoos de todas as cores qna-
dtades e pregos, novas casemiras da gosto.
re nsbraocose de cores, assim como todas
asfazendas p-oprias -para falos de, lato.
CASAQWHOS A ift. 489 E 200000.
O Pavio vem um grande sortiooeot'i de
ricos casaqoinbos de seda preta moito bem
enfeitados e modernos que vende a 150,
18* e 200000. sendo (aaeoda d mnito
mais valor, assim como ricos balea pretos
bordados com franjas largas da wtroz a
IjM
Precisa-se de ama ama: na, rr,l Di
reita o. 5, loji.de chapeo?.
Na padaria. da iosUoo Honra, cas ArTogados.
jpreeiaa w d on eaixetro, qoe ttojha prattCj, as-
i->. sir como, tarabea se alaga oro osera o. <& mes-
ao-am mQjfq,ae.
Loja do Pavao
8AIA BRANCAS BARITAS
a 20500 t 30000./
0 Pavao>ende cortes, de boa azead
branca, cem bonitas barras de pregas, ple
barataiuo prego de 0OO 30000 rada
urna, grande pechinch* na roa da taffira-
triz n. ttO, loja do Pav3o.
MODERNAS BAREGE COM US-TRAS DB
- SEDAE FRANJA AO LADO.
a 800 rs" o eovado.
Gbegou para a loja do Pavio, roa da
Imperatriz ik 60, um elegante sortimeotc
das mais lindas bareges modernas e tendo
ao lado booitas listras asselioadas e franjas
para os enfeRes, as qnaes se veodem pelo
bralis imo preeo de 80O rs. o covado," por
ha ver um grande sorlimento desta aova fa-
zenda ;. assim como delicadsimas baregea
com (indas listras de seda, sendo fazenda da
muila phantasia a 640 rs. grande pechin-
cba, no armazem. do Pavao-
Fazeoda para hita.
O Pavao tem um grande sorlimento de
azendas pretas para luto, como sejam:
Merino preto com & palmos de tarfl
para vestidos a 20OuO e 20500 o
Merinos pretos e de cordita parjrtbdu
os precos.e differentes qualidac
Bomb3sinha~s^p1^-+?dos^_efpref03.
CaolOes e lpicas pretas. Liasinbas pro-
tas ou cassas de laa do 360 at 5&0 rs. o
covado. >
Cassas preras francezas e inglezas de tor-
das as qualidades.
Chitas pretas fracezas e inglezas de 200
rs. para c ma.
Crep prelo para veos.
CASEMIHAS PARA CALCAS A 40, 5#, 6*.
70 E 80 00.
O Pavo tem om grande ( sortimento do
corles de casemiras de cores para caigas,
sendo os mais moderaos que tem vindo ao
mercado e vende-se de 40 at 100600 o
corte, ditas em pegas francezas e inglezis
para caigas, paliiots e colletes- que vende de
10800 al 60000 o covado, ditas escoras >
prova d'agoa que vende a 50 o corte ou a
30 o covadosendo estas casemiras moho
proprias para meninos de escola por seres-
es .uras e de muila duragSo. -
NOVOS VESTIDOS A 50000.
O Pv5o trm lindos cortes de vetiido d.:
fioissirnas ramb aias com bonitos bordado*
do cores e tambem iodos bordados braocc
que vende pelo baratsimo prego de 50OO.6
cada corte, grande pechincha.
PANNOS DE CMKHE PARA C\DE1RAS
SOPHS.
0 Pjvo tem um grande sortimento do
pannos de troch proprios para encost d
cadeiras e de sphs, assim como om rice
sorlimento de tapetes de todos os tamanhor
proprios para falas.
MADAPOLO BARATO A 40, 40500 E 50..
O Pavao tem pegas de madapolab com 24.
jardas ou 20 varas que vende a 40 e 405OG
a pega, dito mnito fino e largo de 60 par
cima, dito francez do melbor que tem viede
ao mercado, assim como dito finissimo enz
pegas de 40 jardas.
Cortes de cultas.
- a 10600, 20000 e 20800.
O Pavio tem cortes de chitas francezao
com 10 covado, que vende pelo barato pre
co de 10600 e 20000, dilas qoe vende a -
IGU, 200 e 280 rs. o covado, tambem tem
um grande sortimento de dilas finas clara -
e escuras que vende a 280 e 320 r. o co-
vado e finissimas-percalesmiodinhas propri-
as para camisas, vestidos 6 roupaspara me
Qno3 que se vende a 360- 40 rg.
LENCOS BRANCOS.
O Pavio tem lengos brancos abanhados
quo se vende a 20400 e 30. a duzia, ditos
grandos de murim sem ser abanhados a
30200 rs. a duzia; assim como bonitos- len.-
gos bord dos para mos.
ROUPA PARA HOMENS.
Sobrecasacos de panno preto fino send
mnito bem feitos de 120 ato 400000.
Palitos de- panno preto fraques e saceos
de 80 at 120000.
Ditos de easemira de cor de 60 al 120.
Ditos de alpaca preta fina de 40 a 60000.
Ditos de dita branca ede cores,600:
Ditos debrim de linbo trancado a 60000.
Caigas de casemir preta de 60000 at
120^00.
Ditas de brim braoeo de linbo de 40000
at 80000.
Dilas de brim de linho de cor para torios
os pregos e qualidades.
Camisas francezas e inglezas com peilos
d'alg:riIo 10600 al 50, em duzia ve"
de-se mais barato.
Ditas de meia da. 800 rs. para cima.
Cerones de linbo e algodio, francezas
Feita na Ierra.
Collarinbos de papel, algodo e linhc
que se vende muito barato pira liquidar.
Para noivas.
O Pavio tem rico gurgurio de seda,' brac-
eo. Grosdenaple branco mnito encorpado.
AgractasMs brancas com listras de seda
P-iopeltnas brancas de seda lisas e lavra-
das. Sedas brancas, lavradas e lisas. d~
pellas eom palma de flor d* laraDga com
ricos veo bordados, qoe tud e vende mats
barato do que em

100. e 120000.
A loja do Pavio atha-se Cjn*laBlemenle. iVifrU da 6 oras da manbia at u
holanda noite, roa da Imper^tta a. 60
IIU""""1


>uco Tert;a (eir 14 i Nio y
A VERDABEI
SALSAA

I
A molestia ou alelo propriamente co-
nhecida pelo nome de-ESCRORHULA6
na dos mates mais prevalecenles onver-
hn qae ha em toda a externa list- das en-
fermidades de que soffre o fiero huma-
no : disse om celebre esrrptor da medi-
cina que t mais de um ter? parte de to-
do* aquellos que m<*rem antes da velbfce
io victimas, ou directa ou indirectamente
da scrophuJ^: Por si d3 l3 dist,ni-
tiva, wrM a principal causa de muilas
outra' eofermidades que nSo Ibe sao geral-
p-te attrrbudas.
urna cansa directa da phtysica pulmo-
nar, das molestias do figado, do estomago
affecces da cerebro: entre os seus
numerosos ymptoraas acham-se os seguid-
les: falta de apetite, o semblante paludo e
a* vetes incoado, s vezes de urna alvura
transparente e outras corado e amarellento
to redor da bocea: fraqueza e moleza nos
ACCAO
GENUINA
HA DE AYER
^usclos, diges!3o fraca e apetite irregular,
falla de energa, veatre incbado e evacua-
CSq irregular;quando o mal tem sen as-
sent sobre os pulffioes, nma (r azulada
mostra-se em roda dos olhos ; quando ata-
ca ot orgaos digestivos, os olhos tornam-se
avermelbados, o balito ftido, a lmgua car-
regada, dores de cabera, lonteiras, etc.
as pessoas de disposiejo escrtpbulosa
apparecem frequentemeote erupeoel na
p^lle da cabeca e outras partes do corpo,
sao predispostas s affeccoes dos pulmoes,
do figado, dos rins e dos orgaos digestivos
e uterinos.Portanto, n5o somente, aquel-
es que padecem das formas, ulcerosas e
tuberculosas da escrophola que necessi-
tam de proteccao contra os seos estragos;
mas sim todos aquelles em cojo sangue
existe o virus lajete deste terrvel flagello
(eTs vezes hereditario) eslo expostos
tambem a soflfrer das enfermidaJes que
E' composta dos antdotos mais effcazes
que a sciencia medica tem podido deseo
Jbrir para esta- molestia assoladora'e para a
cura de todos o$ males provenientes delia,
ontm virtudes verdadeiramnt extraordi-
narias e est provado incoutestavelraente
pelas curas notaveis e bem coobecidas que
tem fetto detumores, erupcoes cutneas,
ryapelas, borbu'has, nascidas, chagas an-
tigs, ulceras, sarna, bydropesia, tosse
quando causada por depsitos tuberculosos
nos pulmes. Debilidade gerl. iodigestio,
syphil'S constitucional, e m iestias merco-
A SALSA-PARRILHA DE AYER
elle causa, que sio:-A phlysica, ulcera
, ces do figado, de estomago e dos rins -
erupcoes e eofermidades eruptivas da cu-
tis ; rosa ou erysipela; borbuihas, postu-
las, nascidas, tumores, ulceras e cbagas,
rheumaiismos, dores nos ossos, as costas
e na cabeca, debilidades femininas, flores
brancas cansadas pela nlceracSo interior, e
eofermidades uterinas, bydropesia, indiges-
tio, enfraquecimento e debilidade geral.
Aos pulmoes a escrophola produz tuber
culos e finalmenteconsumpcao pulmonar-.
as glndulas ella produz incbac5es e
tornam-se ulceras: nos orgaos digestivos
causa desarranjos qae prodozemjndigestao,
dispep; ia molestias de figado e dos rins :
na pello produz erupcoes e affeccSes cut-
neas.
Todos estes males, tindo a mesma or
gem, carecem do mesmo remedio, a saber:
purificare fortalecer o sangue.
riaes, molestias das mulberes, ulceracesdo
tero, a nevralgia e cenvul>es epilpticas,
e em summa, toda a serie de eofermidades
que nascem da impureza do saoguc. Vele
as. certides no alnanak e manual, de sarie
do Dr. Ayer que se distribue gratuita-
mente.
Este remedio o fructo de longas e la-
boriosas experiencias, e ha abundantes pro-
vas das suaj virtudes, posto que offere-
cido ao publico sob o nome deSalsa-par-
rilha, composto de diversas plantas, al-
Vende-se em todas as boticas e drogaras do imperio.
W. R. Cassels & C.
i Agentes geraes. .
gumas das juaes sao superiores melhor
sa'sa i amiba no sen poder alterante.
Avis&.^As preparacoes do Dr^ Ayer
sao preparadas com especial attencSo ao
clima dos trpicos e tem modfleaciks m-
por tantea sobre as que s3o feits para ou-
tros paizes. Portanto, o publico dever
notar, e com cuidado, para que nao seja
Iludido, que os remedios de Ayer, prepa-
rados exclusivamente para o Brasil trazem
rtulos e envoltorios com a descripejio
minuciosa para a.sua applicaco na lingua
porfugueza, e nao na ingleza.
IMPERIAL FABRICA DE CIGARROS
DE
S. JOO DE NlTHEROHT.
Um dos problemas qae'mais tem preoecupade
aueaco dos legisladores e dos economistas mo-
dernos, particularmente na Inglaterra e na Fran-
Se acerca do qual, ainJa em 1868, L. Wolowki
om profundo e noiavel discurso, o qie trata
~ definir e regularisar, maniendo o equilibrio
*utre" interesse e a humanidade, o trabalho das,
crianza? as manufacturas. f^
Esta quinao grave e_ melindrosa, cornee^'ser
entre eos de argomaimportancia... Bra5 que a
examinemos com Tritio, tanto mais que forzosa-
mente na substituicao do elemento servil ter ella
de considerar-se elHcacissima para o futuro des-
envolvimiento da nossas industrias.
Recordando com o celebre economista de que
tallamos o profundo pensamento do poeta ingle:
UM diz :=A crianca o pai do bomem part-
hamos tan.bem os seus generosos "seniimenlos re
aivameule ttua frageis e delicadas crcaturas,
q Je-aioda na primeira iniciacao da vida prestara
ja to mp ranles servcos sociedade.
Quaiquer que seja o ecsioo ou o labar em que
M ejercitcm as forjas anda debis dessas tracas
Kistencia?, deve presidir o maior escrpulo sua
direccao, a raaior vigilancia e cuidado no enipreg
e dUtribuicao do lmpo, porque do seu resultado
fieoende a jciiviade e a tnergia das novas gera-
;es, e d'c'as as grandes conquistas do futuro e c
FrogrStvQ aperTeiQoamcnto social.
Nos eeul aolrriores^::.- inutrias oceupavam-
rjii etra os pndnclor.es. Ao se>'ulo XiX com-
pm a gloria n5o f de roelhoraf o fabrico dos
productos, r\;rnandii-os raais perreilos e mais ac-
reuiveii a i dos pelo quantidade e modicidade do
pree cotao a sorte a condicao, a existencia do
liEalhador, do bomem.
vVoiowki cita a este r.speito as palavras de
'Jladtone, que, em urna reunilo de operarios in-
f'eze?, U laud-ihes lanto em seus direiio?, como
. -ea seus devere, disse : O nosso scula o se-
alo do operario : e accre.-centa que esta phrase
Ao sahio de bocea uspeita, pois Gladstpne nao
, r:en:e ao numero daquelles que liseogeam em
~"i de servir ao pevo.
O-b.imem d'este modo encarado como bem
faordial da prodoeco do b.m; e o noiavel au-
( que uos referimos enteude comnosco que a
ade que elle cooquistou tira toda a sea for^a
cerjiia da alma associada sande do eorpo,
n elevidfo do e>pirito que proporciona o deseo-
:.;r. nio progressivo da habilidade pessoal.
' i tia jog'ezes compr^heoderam que o instrumento acti
. i operario, obedeca a outras e diversas neces-
NJkei -ue as.que sao partha do instrumento
material.
- Fui por este motivo que se maresram e regula-
watiriril ?. luas do trabalho as manufacturas,
e te aileniieu sobreiudo a que s criancas rece-
cessem a um lempo o ensino da fabrica e o ensino
< 'Cola.
a Era 18C2, diz ainda Wolowk'i; sanceioncu-se
na toglaterra a prole, a vigilancia penelrou no
MH lias vtuti communas indnstriaes, formadas
boje em roda da machina de vapor, dessas vastas
i'umoim pr.voadas por miihares de operario?.
A le de 1802 fxcu a idade em que as crianzas
podiam entrar para as manufacturas e limitou a
imraejto do trabalbo.
Pois bem. Este grave e humanitario problema
que levou qnasi meio seculo a resolver, e preoc-
copou a aitengo de tantos bomens de estados
eminentes, como foram Roberto Peel Lord Aslhey,
boje Conde de Ghatbuago, genro de Palmerston,
* amitos oulros, assignalando urna pagina honrosa
na historia da civilisacAo moderna, acba-se reali-
ado, e dando salutares resultados entre nos na
fabrica de cigarros de S. Joao Nitherohy, da qual
-o proprietarios os Srs. Sonza e Novaes.
J tivemos occasiSo o anno passado, de escre-
*er algumas linhas acerca deste importante esta-
betecimento, e hoje, depois de nma visita que ti
mojos ao novo edilicio ampliaremos aquelle nosso
trabalho.
A casa onde actualmente esta estabelecida a'fa-
Jirica sem duvida um dos melhores predios da ca-
pital.
Alm das e'pacosas accornmodacoes interiores
Jivrmeote rejada como convrn a ta numerosa
atl<>mnraoa'i de pessas, o predio exteriormen-
te de ama architecturi simples e elegante, e flea
a p ocas brabas do mar, onde com auxilio de urna
ponte osproiuctos sao com facilidade embarcados
c eooduridos para os mercades.
Cerca de duzenc.s meninos abi recebem o ensi-
lo manat, inti-lleciual religioso e moral.
A mais perfoita ordem, sem a severidade de ama
rod disciplina, mas antes aconselfiada pelos pre-
cita pratieos da r.ptoridade, d nm aspecto agr-
da*l a esta afanosa communa de pequeos ope-
rario? e esperancoso ncleo de futuros e moraiisa-
dos cidadaus.
Em um vatio salo das 7 s 9 horas da tarde
ep -i^ di trabalbo e do descanso aprendem os me-
os os primeiros elementos da leitura da escrip-
ia e da comatulidade. Dissemos primeiros ele-
aaolos porque acreditamos que as nocSes rudi-
meaiie-i da escola.nao sao outra consa mais qae o
firumento com qae mais (arde se deve concluir
e perfricoM a educacao. Nao casta isber ler "o
aeeocial e hter uso discreto e aproveiiavel
dee poderoso motor 'do nosso aperfeicoamento
oral.
D-m'jis do trabalho manual e do ensino da en-
ida depon, mesmo de algamas horas consagradas
ao recreio era preeiio amenisar eom o estado de
alfanj ui ramos das bellas- -rtes as tarefas in-
taoti.
Nede inmii,) Jui creada urna aula de mazica di-
rigidi p r hbil professor.
om P9UC, lempo de exereicio e'o ardor pre-'
priod-mcciJade j Igons dos alomaos tocam
eom i adianlamento os instrumentos que
ese* ;ue a fabrica tem
>,-.je um.
A TDSIIU DE 010
GRANDE SALAO DE CABELLEIREIRO
RIJA 1JO DLQUE E CAXIAS M. 30
CANTt&A DO QUEIMADO) /
:DEISIJC, SUCCESSOR DE J4YIME
Havendo comprado o estabelecimento de cabelleireiro, faz d'isso scienle ao respeiiavl pu-
blico de Pcrnambnco, conridando-o ir visitar esse estabelecimento, ende ha da encentrar todos os
lrabalb9 com asseio, perfeicle e nrgeucia. Tambem o previne de que tem pefumarias Anas, por
preco commodo; e outrosim que faz todo e quaiquer trabalho de cabello relativo sua proflssao.
P. S.-Avisa aos seus numerosos freguezes que conlin na sua outra cas, ra Priraeirc
ie Margo, amiga do Crespo, n. 7 A, i* andar, onde bao de encontrar grande sorlimento de perfumarte
i objectos de pbantasia.
WIOFINA
Rofa-se lo Blm. 8r. I|naeio V.etra Mello.
rivio na cMade de Naoretb desta provtacii.
(awr..d%r*tm ^?, '"^lor n. 18 a rogtab
aquecr nefMfc qae V. S. se compromettea reali-
sar, pela tereeira chamada deste jornal, em flai
de dezembro prximo passado, e depois para ja
neiro, passou a fevweiro e abril, e nada cumprto,
por-este motivo e de novo chamado para dte
flm ; pois V. S. se deve hunbnr que este netocit
de mais de oito annos, e quando o senbor sn
fiho se achara so es netta eidade
O abaixo assgnadoroga a todos os teas fregue-
ses que se achara devendo importancias de fazen-
das ao sen estabeleeimenro sito i roa da Imper-
triz n. 2, terem a bondade de vir on mandar sa-
tisfater seas dbitos at 30 de dezembro prximo
fatnro, aflm de nao se ver obrigado, contra s sua
bondade, tancar mo dos melos qne a le Ihe eon -
cede. Recife i* de noverbbro de 1871.
Jlo Luiz Ferreira Ribeiro.
aos banhos no Monteiro
Alagase por festa a casa n. 3 qne Um ama
pflbrnbeira na porta, na tratessa da Levada no
Monteiro, tem junto nao so os banhos do rio
como os da levaaa : tratar na esquina do Lama-
rio casa nova antes de chegar ao Monteiro. ou
no Recife, a ra Nova n. 7.'
Companhia do gaz.
PERNAMBUCO
Chamamos respejtosamente a attenco dos con-
sumidores de gax para o seguale':
As ms loses sao geralmente occasionadas por
; !gum defeito nos bicos, ou obstrnc{o nos ap-
parelhos. Aonde' existir semelhantes defeitos a
companhia ter prazer em remedia-los sem des-
peza ao consumidor.
Para asaeorar ama luz boa, os bicos devem ser
modados pelo menos, de seis em seis mezes Um
bico bom dar 20 at SO por cento mais Inz (gas-
tando a mesma quantidade) de qne om bico de-
feituoso e do mesmo tamanbo.
A companhia tem sempre nm grande sortimen-
lo de bicos, dos melbores fabricantes, os quaes
vende aos consumidores pelo casto.
Quaiquer queixa dirigida ao abaixo assignado
na fabrica do gaz em S. Jos, ou no escriptorio da
companhia ruado Imperador, ser prora ota-
mente attendida;
Fabrica do gaz 23 de Outabro de 1871.
Thos. Newbtgging.
_______i Engenheiro.
Precisase alagar ama esclava para coii-
uhar e fazer o mais servic de casa : a tratar na
roa do respo n. 7.
Mudanqa.
Do dia 10 do correrte em diante estar modado
para a roa do Imperador n. 48, 1* andar, o gabi-
nete de cirurgia dentaria de F. Mais, o qual dessz
data em diante ser abi encontrado todos os dias
a qnalqaer hora. O mesmo, como al aqui, con-
tina a preslsr-se a chamados.
- ABVOCACIA.
O Dr. Manoel do Nascimento Machado
Portella contina a advogar e pode ser
procurado no seu escriptorio roa do Im-
perador n. 83, 1* andar.
Tnea-se nota do banco do Brasil e de sua?
Qliaes na rita do Bario da Victoria n. 63, intiga
ra Nova. I o ja de loao Joaqun da Costa Leit.
Companhia Allianca
DB
seguros maritimog estabelecid
na Baha ni 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Ri. iflOOMOtm.
Toma seguro de mercaderas dinbeiro a rise
tjJritimo'em navios de vella e vapores para dea*
tro e ra do Imperio. Agencia i rudo Com-
nerfio n &, escripiorio oe Joaquh Jos Gol-
Hlves Beltrao.
Pili lili-MML
Uonsultono nomeopa-
tbico
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Bario da Victoria n. 43.
VACCINA.
Todos os domingos e quintasfeiras, pe-
las 9 horas s 10 da manhia vacclnase
por preco mdico, para o qae ha mnito
bom pus vaccinieo.
Reeebem-se cbamadis para vaceiaar em
qnalqaer casa.
Consullas medicas todos os dias pela
manhia.
Chamados a qnalqaer hora do dia e da
nonte." N
Gratis a parle medica aos pobres.
Atuga se
o segundo andar do sobrado da roa Nova n. 38
a tratar na leja.
Precisa-se alugar
para casa de familia ; a
l* andar.
nma cosinheira escrava.
tratar na roa Nova u. 30
Monteiro
Alagase ama casa na povoacao do Monteiro : a
tratar na taberna' do Sr. Nicolao Machado Freir,
mesmo lagar
oo
abelleire'O de Par?. Ra Duque de O.ixias n. 50
ra P;imeiro de Maga n. 7 A primeiro andar.
LUXO E ECONOMA
55 Ra do Duque de Casias 55
Pernambuco Street Kailway
Corapany.
De ordem da directora d'esta eompanhia, con-
vida-se aos senhores accionistas a realsarem a ol-
lima prestacao de 30 por cento do valor das gnas
acedes at o dia 14 de novembro prximo fut iro,
no escrip'o, travesa 'do Brum n. ti. N'esta oc-
casiao serio os recibos trocados porcertiddes da?
acc5e.
Recife 33 de ootubro de 1871.
H. H. Swifl.
j, _______________Asst Ireasurer.
Casa de Campo
Aluga-?e por 3 annos orna grande-casa i cam-
po do poco da Paoella em que resida o Sr. W.
Rawlinson, na qual dever ler Ingar quinta-feira
16 do correte nm grande leilao de movis, louQa,
chrystae?, carros e cavallos. Os pretendeotes po-
derao desde j se entenderem com o (gente de
leiles F. J. Pinto, roa da Cruz n. 38.
. Alagase ama preta para lavar e eegommar:
a fallar no srmazem n. 22, roa do Commercio.
Para a testa.
Aluga-se um sitio no lugar da Torre cornea
casa e banho no rio frente da mesma ; tratar
Tua de Gervasio Pires n. 26.
i
*
Xeste eslabelecimenio enconrrarse-ha qnaniidado oe roarmeres artificiae?, com bonitos
desechos, por lanto prevenimos aos nessos freguezes, que temos sortiraento, lanto para greias como
para ebras publicas, ou casas particulares, que se queiram Militar desle nevo svstema de marmore
artiflcial, que rivalisa com tudo quanto at o presente se tete fabricado, pela belleza, economa, e
duragao, reconbeddas por lodos os hemens scienlificos.
v^;
a
<9&

sr
MACHINAS
na mam aigomo
De 10 a 40 serras.
VAPOR
para mover as machinas.
Em casa dos importadores I Ra to Bum-Jesas d. 4
Siiaw Haavkes & G. ) ontr'ora Cruz.
:?
m


w
.Ai

_ Abrio-se hoje na Soledade na casa n. 19 jumo a
estadio dos trilbos urbanos, nma sala de barbear e
corlar cabellos, na qual tambem se vende e alu
gar se bichas de Hamburgo. A casa esl bem
assiada, e seu proprietaru promette servir bem
as pessoas que fe quizerera utilisar de seo presu-
mo ; certos de ^oe nos dias da domingo-e os san
tincados haver na mesma casa bom ca^ e sr-
vete : sendo que no referido estabelecimento pre
clsa-se alugar lima escrava-mo?a e sem vicio? :
quera a liver dinja-se ae estabelecimento.
Com urgencia
Precsa-se de urna ama de leite, que te-
nha b'iin e bodaote, paga-se bem : nesla
lypograpbia.___________' ________
ALUGA-SE
na eidade de Olinda, ra de S. Pedro Apos-
tlo, duas casas terreas ds. 13 e I i : a
iratac do Recife, ra da Cadeiavelha, ar-,
mazem de fazemlas n. 62.
Precisa-3e de nma ama
para o fervigj interno de
usa casa de pooca fami-
lia : tratar na flor de
ouro, roa'larga do Rosa-
rio n. 2i A.

Heleodoro Fernandes da Cruz, tendo recebdo a
triste nolica do fallecimento de sea presado irmio
Demetrio A;>acio Fernandes da Cruz, na corte do
imperio, manda celebrar nrnsa na matriz de San-
to Antn o-as 7 i|2 horas do dia li do correle, e
convida a seus prenles e amigos se dignem asis-
tir a este acto de piedade, pelo qual desde j cor
dealmente Ihes agradece.
Precisa se ama ama de boa conducta para
casa estraogeira de tres pessoas : na ra mpe-
ralriz n. 9- toja. ,
Precisa-sede nma ama pa-
ra andar com crianza : tra-
tar na ra da Cruz n. 93, 3.
*!.*
andar.
Precisa-se de um hornera para irabalhar em
nm sitio e deitar sentido, qae seja fiel e d eonhe-
cimenlo de sua capacidad^, porlugaez ou naoio-
nal : na ra nova n 49, se dir quem precisa..
Companhia de seguros martimos
ntilidade publica,
A directora de eooforraidade com os estatutos,
artigo 41, convida aos senhores accionistas a se
reanirem quarla-feira 15 do con ente mez, ao meio
dia, era seo escriptorio roa do Mrquez de Olin-
da n. 34, 1* andar.
Recife II de novembro de 1871.
Os directores,
Feliciano Jo.- Gomes.
Thomaz Femsode*- da Cunha
Precisa-se de orna ama
qae saiba eozlohar bem : na
'ra do Duque de Caxia?, ou-
r'oia rna das Cruzes o. 22. segnudo andar.
SEGUROS
MARTIMOS
E
CONTRA FOCO
A compaobia Indemnisadora, estabdlecida
esU praca, toma seguros martimos sobra
aavios e seus carregamentos e contra ogo
m edificios, mjrcadorias e mobilias: na
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
O abaixo assignado, tendo de acabar com o o
negocio, roga aos seus mutes e numerosos fre-
goezes qne Ibe estio devendo em sua leja de cal-
cado a ra da Iraperatriz n. 10, de vir ou mandar-
Ihe pagar seo debito at o fim de dezembro do-
correte anno, pou do contrario ver-se ha obrisa-
do, e bem contra sua vontade, entregaras cen-
ias a seu procurador, para ellereceber amigavel
oo judicialmente, o que o abaiw assignado espera-
dos seus bons freguezes isso nio ser necessario.
Recjfe 31 de outobro de ,1871,
______ Antonio Rodrigues Pinto.
Precisa-se de urna pessoa que d Dador para
se encarrezar da cobranca ne-ia praca ae divida?
de urna foja at o anno de 1869, dando se 30 0,0
do qae receber : a tratar na ra do Queimado n.
3, 1 andar.
20^000
Precisa-53 de urna raolher que saiba cfzinhar e
eogommar : a tratar na ra do "Rosario da Boa-
Vista n. 18. ____________________ )
AMA
Precisa se de una ama para lavar e
cazinhar : a tratar na rui do Vigario
o. 9, 3* andar.
Casa no MoDtenv.
Aluga-S urna boa casa na povoacao do Mon-
teiro : a tratar na loj de livros ao p do arco de
Santo Amonio.
a mwm mmm mmmam
educacao dos aprendizes, dispensa dias festivos do
estabelecimento, o concurso dos msicos estra-
ohos.
Ora, o grande resultado colhido por este duplo
systema do ensino manual e simultneamente in-
telectual, que os producios da fabrica de S. Joio
de N therohy, redobrando de valor pela qualidade
e perfeic,io angmentam tambem a ;ua procara oo
mercado 3 naturalmente os avallados interesse?
lo? productos.
Estabelecida assim com os oulros estabelecmen-1
tos do mesmo genero a lula da concorrencia, que, I
do dzer de um noiavel economista, nao e oatra '
soasa mais que a manifestado pratica, a face
material da liberdade, claro o-t que as condiedes
do trabalbo livre comecam j a ser assentada?, en-
tre nos em bases sensatas e de conseqaencias pro-
fieoas. '
Ligamos um alto apreco s tentativas e aos re-
soltados desta ordem.
O Brasil precisa empregar todos os seus esfor-
(os aa propaganda industrial, nao; esqoecendo
auoca que a quantidade dos proda:tos nada re-
presenta, si ella se nao tornar ao mesmo lempo
recommendavel pela sua qualidade, e que esta s
ie obtem Com auxilio efflcaz dos productores ha-
bis e intelligentos.
Acreditamos, pois, qne os Srs. Sonza e Novaes
prestam om importante servico ao paiz e temos
sempre prazer em meoeionar o? estabelecimentos
lesta naiureza, nio s em referencia a esta fabri-
ca, como a todas qne esliverem fundadas oo se
'uniera d'aquiera diante as mesmas circums-
tancias.
O nico deposito nesta eidade no |escriptorio
Je Domingos Alves Matbeos, ra do Viga-
rio n. 21.
A. Zalnar.
-ua disposicio, o que
jme ugradave! prenda
Rival sem segundo
Rna Duque de Caitas o. 91
Jos de Azevedo Maia e Silva, em sai lo
ade miodezas continua a vender tnde
-por baratos preces que i todos admira :
Libra de 12a para bordar a melbor
qae ha.
Caixas com superiores grampos fran-
cezet a
Ouzias de facas e garios de um e
dous botSes a
Talares pare meninos a 240 e
Libras de liona de no vello, a melbor
poMiveJ.
Duza defoxcos de can com barra.
Cmas de Ur.hir8 cem 30.naveJlos a .
Vara d> fri\a bnoei para toalhas
6,JOO0
180
4000
400
1*500
{^000
$00
160
uzas de me:os croas muito boas a
Dozias i!e mcias finas [ara eaubo*
ras a x ,
Duzias de facas e garfos cravadas a
Duzia de palitos seguranza a 120,
240, 320 e
Xa alhas muito finas, para fazer a
barba a
Caixas com pennas de a?o com to-
que a
Caixas com peonas de Perry fazen-
da fina a
Ditas d dita dito verdadeiras a
Caixas com SO cadera os papel ami-
zade a
Pe?as de fitas para ct com 10
varas a
Pecas de tranca lisa de lodas as
cores a
Duzias de litaba frouxa para bordar
a 400 e
Pares de sapatos de tranca a
Dalias de baralbos muito finos a
2i94O0 e
Ditas de agnihas par,a machina a
Libra de pregos france7es a
Resmas do papel almaco sopericr a
Ditas de dito pautado o melhor a
Caixas com caoooetes fructa a 720 e
Carr teis de inba A exaudre a
Grvalas de cores muito fioas a
Ditas pretas pintas bordadas a
Grosas de botCes de madrvperola
. para* camisa a
No vellos delioha branca, 400 jardas
Dazia de cariSes de iinba tranca e
preta e de cores a/
Thesouras muito fioas para onhas
e costara a 500
Caixas redonda^ para botar rap a I5t00
Caixas com pos para limpar dente*
fazAda fina a 200
Livro das missoes abreviadas a i<500
Copos grandes com superior banba i(8500
Macos de paltos para deotes o
melhor que ba a 160
3.500
40000
3,5000
50C
I50O0
320
800
1,5200
700
500
500
1*800
280C
2*000
240
3*600
4*000
l*OOC
100
500
600 h
50C
60
120
Cruz n 18, 3* andar.
i*recisa se de ama ama ja-
ra o servico de urna casa do
pouca farail a : na ra da
di-
PHARMACIA
Especial homcepathica
- DA
VIUVA DO DR.
Sabino 0. L. Pinito.
I 43Ra d3 Bario da Victoria43
Para este astigo estabelecimento acaoa
de chegar no ultimo paquete, da casa de
Jame* Epps A C, de Londres, nm excel-
f lente sortimento de carteiras e caixas de
| todos os tamanhos. qnr para glbulos,
i qnr para tintura-; assim como medica-
i meatos em triturac^o e em tintura,loba-
Ios, etc.; o qae. lado se vender por-pre-
$03 mai razoavei*.
I Thesouro homeopaihico do Dr. Sabino
O. L. Pinbo.
3* edicio.
Muito melhoradae augmentada com nm
appendice.
Acba-se i venda na pharmacia hornee- I
palhica da antiga roa Nova n. 43.
As preparicdes desta pharmacia conti- :
nuam a ser fettas sob as vistas immedia-
tas do medico do consultorio, o Sr. Dr.
Jezuine A. dos Santos Mello.
a (ravessa da
das Crces n,> 2,
ineiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de ouro, prata c brilhan-
(es, seja qual for*aqnan-
(ia. Ka mesma casa com-
prarse os inesraos me-
iaes e pedras.
Precisa-se de nina ama ^ara eagommare Ja-
var para duas pessoas estraogrirae, agradMdo
paga-e bem : rna de Raog*! a
Cunha $ Manta, veudem a
ra da Mrquez de Olin-
da n, 40, o seguinte :
VINHO XEREZ perior, em caixas.
COGNAC MARTELL idero.
VINHO BOREFAUX,-Jem.
AZK1TE DOCE REFINADO, dem.
VINAGRE BRAN O, dem.
.CAF DO CEAR. saceos.
Charutos de Schnorbusch
Regala britanica.-rWalia Imperial,
Opera. Conchas.Trabucos, de um milheirt
para cima.
, CIGAaROS DAS FABRICAS DO RIO DE NO-
VAES E LtZAUR, de diversas qualidades, rende
m em hrrifs.
AOS 6S00^000_
K.tio i venda os felices bilhetes da lotera da
UW, aa oasafeliz do arco da Conceico, oa di
u^M j9o Eecife. .
Joaquim Jos Gonqal
ves Beltrao
Rna do Trapiche n, o, 1 andar.
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco d.
MinLo, em 3raga, e sobre os seguintes 'ugares o
Portugal : i
Libaa.
Porto.
Valeuca.
Gaimaries.
Coimbra.
Chave?.
Viseo.
Via do Conde.
Arcos de Val de Vet
Vianna de Castello.
Ponte do Lima.
Villa Roal.
Villa-Nova de Fameliedo.
Lamegp.
Lanos. '
Covilbaa.
Vascal (Valpasso).-
MirandeHa.
Beja.
_______Barcellos._______________________
Tendo vindo de Antuerpia o navio norle-aile
mao Zevai Gebruder a nossa censignacao, e tendo
diversas marcas, abaixo mencionadas a ordem,
pedimos a quem se achar com direito dita mer-
cadera vir nossa casa para podermos tirar o
competente fre:e. Marca M dt C 724ilG-73ii33
701 C"'|35-triaogalo C T lt C 1|I7 M F F, Per-
nambuco, il|i3.
CASA. DA FORTUNA
- RA 1 DE ARCO OTU'ORA DO
CRESPd N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo animado tem sempre exposto ven-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
oromptamente, como costuma,. quaiquer premio.
PRECOS.
(nteiro 2'iOOO
Meio 12*009.
Quarto 6*000-
_______________Manoel Martina Fiuza._______
ATTENCO-
a
Vende-se por barato preco urna propredade a
margem da camba dos flemedios, fazendo-se
toda vantagem ao comprador, reeebendo-?e parle
em dinheiro e parte em letras uu objectos d
f rompa venda ; cuja propredade eomm moa
grande otaria de pedra e cal que lastra 16,00(1
lijlos de alvenaria grossa e forno que comporta
25,000, com rrnis um ferno e lastro para fazer-se
telhas, ladihos, canos e louga, cora excellecte
barro para qnalquer obra, cora dons exce!len:V
liveires de peixe e com casa de vvenla para
grande familia, inrna-se recommendavel por pau-
sar parto a hnba dos bonds : as pessoas que pre-
tenderen! drijam-se dita propredade a entende:-
se coro o capitao Delirm Lins Cavalcanle Pessea.
Sustento restaurativo da
s:ude
PEL V VERDADEIRA FARINHA
A, Do Barry d'Arabia
Os abaixo assignados fazem scienle a seus fre-
guezos, que pelo vapor inglez La-Plata reeeberam
Segunda remessa d'e.'sa excedente farinha, rujo
uso muito se recnmmenda para as craDcas, lm>
soas debis e cocvalescenles, applicada o,m reeo
nbecida vantagem as constiparles, diarrhea?,
nausea do ejtomago, tosse, escarro de sangee,
phthjic;, etc. etc. Preferida ainda pelo agradavsl
?abor,Uniricoa outra qnalquer.
CASA NO CAMPO-
Para passar a festa.
Aluga-se orna grande casa na fregnezia do 1\' m
\ Pauella, sita na ra do lto, tendo rautos ev.;.-
raods, com grsgde gabinete, copia, cozoha fra o
quintal todo murado, muito propria para pa?*ar a
festa por es:ar defrnie do ban'ao : a tratar nav
ra da Imreratrun. 60, loja do Pavao.
Precisa-se de um cozohero oo cozinhtira :
na ra da Iraperatriz n. 9, segundo andar.
Precisase de urna ama livre ru escraviv
para o s?rvico de urna ca-a de pouca familia :
aa ra do Barao da Victoria, anliga ra Ntva
a. 46, 1* andar.
n
k i 010
los 5:0(jOOO.
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
Rna do Baio da
yictoria,
Nova n. 63 e cas:i
costume,.
Outr
AMA
Precisa-fe de urna
nbar : na rna Daqae
ama para cozi
de Caxias n. 50.
Precisarse alugar ama ama forra : na
do Cabag n. 1 B. -
ra
Caixeiro
na
Precisa se de nm menino de 12 a li annos
padaria do argo da Santa Cruz n. 67.
* *****
0 Hedleo operador e par- *
- telro.
Dr. Francisco Jacintho Pereira da Mol- c
ta, a quaiquer hora do dia ou da noite, IB
n. 5, Io andar, pra^a do Conde d'Ea,
ouir'ora da Bpa-Vista.
CONSULTAS GrtATlS A03 P03RES.
*
*
*
1
ora ra
do
O abaixo assignado acaba da vender entre cm
mu muito felizes bilhetes a sorte de 5:0004300
em um meio bilbete de n. 2,875, sorte de 106
em meio buhe te de n. 1,583, alm de outras sorte
menores de iOOOO e 2O4000 da lotera que se
acabou de extrabir (213), podendo seas possui-
dores virem receber, qae proranamente serlo
pagos.
O mesma abaixo assignado convida ao resper-
lavel publico para virem ao seu estabelecmecc
comprar os felizes bbetes garantidos, que DM
deixar de tirar qnalqaer premio como prova pek-a
mesmos annunelos.
Acbam-se venda os muito felizes bilh&as ga-
rantidos da 3* parte das loteras em beneficio da
matriz da Capuoga, que sera esirahida no ',
terca-feira 14 do corren te mez.
PRECOS.
Inwiiro 64000
neios 34000
Quarms 14500
De 100ijK)00 para ciina.
intelre 54800
Meios 24750
Quarto* 14376
Joio Joaquim da Coila Leu*.
********** **)
Faz-se negocio
Com a antiga e bem ifregueoda loja de eala*
do francez i ra da Imperatriz o. 10, livre e des
fembarafada de qmlquer cnus ; fz-sc neg
a dinheiro ru a praso conforme ^e-conveotiottar ;
ssndo um bom negocio para
jnaar, e t se vende por ler
/par* a Europa i tratar 1? sta'wo
< y

* V
v ^
N "

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\ *

1



D t'm de Pernambtico _- Ter<;a feir* 14 de mbro de
. ?
Ir '
I* '
*: r
\4
1
D. W. DUTY11
Engenheiro com
FUNDICfiO
5 IILA 1IO BtlOI a*
PASSANDO 0 CHAFARIZ
Pede os senhores de engenho e outros agricultores, e emprega dores de ma-
rinismo o favor de ama visita a seu etabelecimento. para verem o novp sortimenu
xmpleto qne abi tem; pois sendo trido mnito mais barato em preco do que jamis te-
aha rendido, est anda saperior em qaalidade e fortklao ; o que com a inspeccao pes-
ol pode se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENC-AO Ao NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIGO
Vanaros a rniiaa (Vao-na *" mlls mderT syslemas F
apui DO O I UUctS U ag ua utnanhos convenientes para as di-
versas circunstancias dos senbores proprietarias e para, descarocar algodSo.
fnPttTfla t\tk PilTififl. de todos os tamanhos, as melhores qoe aqni
no das dentadas parx in__a_s, 8gaa e vapor.
Tazas de ferro fundido batido e de cobre,
Alambiques e fundos de alambiques.
M*QVllTlffTnnC Para man^'oca e alfr'odao, 1 Podendj todos
BombaS _e patente, garantida.
I odas as macnmas e pefa8 de que se c08toma precisar. _
FaZ qualquer COIlCertO de machlnismo, ptero mui resumido.
PViTTY1fl.fi ft "fftrro letn as me'Dores e mais Darat,s existentes no mer-
1?flAAmTnaTl JjUUUUlIllOlIUao __ _os cuentes, lembrando-lhes a vaota-gem de fazerem
anas compras por intermedio de pessoa entendida, e que esa qualquer necessidade pode
hes prestar auxilio.
arados americanos e imm^on **&&.''
e para serrar madeira
ser movido a rao
por agua, vapor,
ou animaea.
ROTJPA FEITA
NA
Ra do Crespo n. 20.
TenAe resolvido n3o continuar a ier grande .deposito ^e roupa (tita, offerecc ao
"respelave-I pub ico, e aos negociantes de fra, sm grande, ortimento, por preces bara
:issimos para acabar.
Ditas tas preta de 3*300 a 9)5000.
Ditas de brwn branco de linho de 25000
a i,J0OO.
Ditas de britrf branca de a!god5o a....'.
{-5200.
Ditas de brim de-efe de {MMTa 3l000.
Ditas de castor de i#000 a 2->o00.
Ditas de brim parda de i 000 a 25300
Camisas de flanella, grandes a 35000.'
Dirs de algocliSo, oito boas a 25000.
D tas de iinho mui*? boas a 35500.
Ceroulas de bramarte a 15600.
Cobertas de chita 15500.
Lencos de linbo ebainliados'a 45000.
Pautte sobrecasacos de panno fino de
Mi a 305000.
Ditos saceos e refranqaeados de casimira
de cor Ae 55500 a 950O0.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de 55
a 125000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
doOO a 35000.
Ditos, ditos e,dito? de alpaca "branca e
de c&r a 25500.
DRos, d tos e ditos de bramante de linbo
a 25800.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
25500.
Galeas de casemira de cor de 5300 a 95.
E outros rauitos artigos por precos bwatissimo pra acabar, na toja de'Goilherme
Caroeiro de Conh. .
LKUID1CA
BE

n imm mutas
Lnd*|**reges lisas, de quadrinhos o de listas pra vestifes a 3** (jpf
? F5. '> Ci Vi do. ,cjg
Supeiiows alpacas de cores, de 11 .res rtk listras-a 500 reta o co- ...:7/-
P.il de cbevre com lindas cores e de superiores <*aalidads a 4
ri o covadft. < V-
$$) Na loja das colUimtws.-deAntoaio Corretaje Vascoacellos, ra Pri- t^g
__g metro de Marco, outr'ora do Crespo a. 13,
CASA DA fortuna
A o 5:0001
Bilhete garantidos.
K ra Primrire de Marco (eutr'ora roa 4
Oeipo) n. 2$ e casas do co>tume.
0 abaixo aasitroido, tendo vaodkk no seo h
:et Wlhetss ijm qmrto n. 911 com 800000:
lulro quartos o. 1919 con 100/000, t oatras
3ortes de 40< e 20* Qi lotera que se acaboa de
extrahir (St3'>, conrid aos poasuidores a virem
re:eber na confor^idade do cosame sen. des
coate ilgnm,
Acfcam-S i venda os bilbetes garantido di
3.' Firte da lotera, a beneficio matriz da Ca-
ponga (li"), qae se extrahirterga-feira, 1 do
corrate mez.
PREQOS.
Bilhete inteiro 6/OGO
Meio bilbete 3*000
Qaarto l*00
Km porcao de {OOQOO para cima.
Biihete iateiro 5*500
Meio biihete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martns fiau.
SITIO.
Aloga-se o sio da travessa do Caldeireiro n. 4
prximo a etafo : a tratar na pbarmacia de Per-
reira & C, raa larga do Rpsario d. 10^__________
U
Contrata se um bom amassador qae saiba cor-
tar bolacha, p-ra amapadanaem Nata!, capi-
tal do Rio-Grande do Norte : na raa do Mrquez
de Oiioda n. 40, i* andar.
Wlsons & Hett
leem para vender oo asa riBtorio o segn
tado rimeini qaalidade e preeo omito razoa-
et:
Vloho Bordean?, marea Pibreun, m caixa de
nma dozia de garrafal.
Fio de vela em fardos pequeos.
Ognac, marca lules Robn 4 C.
Jarvfo de eukf.
P0* do Commercie o, t4-
Alcaiio bar
Vinho do Porto li %m.
DiJoBordeaax diii
Reoslos de pareae e :m .v^i*.
O verdadeire PortUod : s se vende na
roa da Madre Deosn. 22, armazem de Jo5o
Martina de Barros.
Machinas para descarcxjar
algodao.
Vende-se no eseriptorio de Joaqnim Gerardo de
Bastos a.rua do Vigirio n.-16, 1* andar, por me-
no3 do qne em oatra qualquer parte.
VELAS DE CERA
pelo menor preco possivel : ni roa da Vigario
numero 19.
Na raa estreita d> Rosario n. 35, primeiro In-
dar faz-se bollos para easameolos,, bailes e pr-
senle?, bandejas rmalas cmi todo gosio com
boaquetas e Btas bordadas com letreiros e com
ligaras; faz-se boaqnets pira enfeites de bollos
e pra offerias de cravos naturaes com laco de fi-
la bordada avidro e boaqucu de flores artiuciaes
sendo de cera, de ppele de panno com lodj
gosto. flores para senh ras e para meninas,
capellas e eofeites para car/tea, flores para igre-
jas, sen lo fesioes, palmas roxas, arco?, capellas
e palmas para imagen?, capellas para pasteras,
com todo gosio, todo por barato preco, bonquets
para pastoras e coras, tado com gosto.
Cjf do Ceara'1
Vende-se surerior caf de Cear : na raa da
Madre ds Dos n. L
Soares Primos
ao seu escriptorio ra do Vigario 17J vende-
se o seguate por preco coromodo : '
Chapeos de velludo para seo hora.
Ditos de majsa para horneo1.
Ditos amazonas para senhora.
Camas francezas de araarello.
Cadeira; pequeas para menino.
GalSes a^hras de palheta.
Liaba datoriz em macos.
ItetrozprSp e da ores.- .
tima mobn) de Mogn. <
Viobo ftoo.d Porto em ancoretas.
Dito dito em caixas
Precisare de nina ama de meia idade para
ensaboar e conchar : a tratar na travessa da Ca-
deja-nova n. 15._________________________
AU
RBH
nica
casa neste genero
M--Kna Estreita do Rosario--.4
Compra e vende roupa feita
nova e velha, objectos de
cQsinha e de mesa, e
tudoque perten-
Bornous para senhora es mais modernos que
tem vindo a esta praca, alem de oatras fazeodas
proprias para a festa como sejam as segninte^ :
Madapolio franeei floo, cambraias victoria e
com barra, percales, cretones, chitas Oas, bare-
ge?, las, fastdes, casemira?, brias brancos e de
cores de linho e le algodo, e outras muitas fazea
das que se venda barato, t com a vista na roa
Direita n. 55.
A ra do Ti ilt ^r^.
rio de Juf Jiaqnim da C<-ulbl,en-
contrase para vouder pr
precos :
Azulejos hefpaLles.
Folhas de ffiro salvanhado (anisan-1
da de diversos lacnaol
Das de dito di*. lizas.
Ricas de ferro galvauiad.
Cumieiras dito. i
PorUdas completas pesa colara.''
Ladrillos.
18
s raquim
As capsulas do r;quim torran se rse ae r
facilidade, e nao cac.-.m a nMtmr :D(f)pvj^* 4|>
Machinas de costara.
Cbegaram ao Bazar Universal' da ra
Nova n. 2, um sortimeoto del machinas
p-ra costura, das melhores qualdadesqne
existe na america, d. s quaes mu las j sio
bem oonherids palos s>'u? autores, ^como
sejaa : Weller (6 Wileon, Grove'r & Btka,
Slendosas, WeeJ e Im^erfaes e oulras
muitas que orna vista deberlo agradar aos
compraJores.
Estas machinas tem a vantagem de fazer
o trabalho que trila costureiras pudem
fazer diariamente e c( em com ti-nia per-
fti;3o como' a mais parfeitas coitnreiras.
Qarante-se a sna boa qu.ltJade e ensina-se
a trbalhar com pe. feig3oem meis de urna
hora, e es presos s"'o 13o commodos que
devem acradaraos pretendentes,
estomago. E' o rredlcampmo do mal
feto as gonorihea? chruniea* < u recente*.
DEPOSITO
Pharmacia de,'Fencrt i G+
SUCCESSRES DE J A. PiliTO
10-RA I.AltGA DQ ROSA 141-
_____(Jopto ao quanel :e u<>-.ia^ -
rim do Mrquez broumii
Dinheiro a juros
D-t at 2:006# mediante garanta, da raa Xavier de Santa Rn.a n. 2.

B. Candida Rosa da ?etse>ei$ao
Ha|xeio.
Jo io mral Raposo, seas tilto*. sogro" e-
cuntiados, vei.i unr.ioei do presante pradecerem
s p%>apaa que e .liguaram :icoii^ui;iiar ao m
miterio paiiiic.i os resws woriae do ?aa mo: pre-
sada esposa, mai ti'tia, irmaa e currtiada D. Can-
dida Hosa da-Cdi.'.eigi Rapos, e do oovo regar-
he o pieiiiii nuseqaio do "" da. ios pelo eteroo repou-o ifaliia da floa-
^la, .-r-etlrhraro '6 lf borae ia roaBhan d>
da i|iiarju> feira lo do correle na matriz de 'S.
Jos, .(ir coj > favor act*epam aeas a^radeoirnec-
tsft. .
POPELINA
A 1^000
Popelina de seda a 14000 o covado, pechin
cha : na loja de Guilherme Carneiro 'ja Cunha,
roa do Cresoo n. 20.____________________m
Hom emprego de capital
Por motivos qne se deraro, vendeoi-se 150 ac-
etos (todas ou parte vontado dos pretendentet)
da cempanhia Flovial de Navegacao a Vapnr no
Maranhao. Ssta corapantea acha se em prospero
estaco, e tem j um tundo de reserva de 600:0004.
De-se outros esclarecironlos e foraecem -se os
utmos reJawrlos a qaem os quier exammar :
tpata-se na raa do Vigario d. 6, t^ adar, escrip-
torio de Jaquim Gerardo de bastos.
ManteigaiDglta fina
Vende-se em casa de Mills Lathan & C, ra da
Cruz o. 38, manteiga ingiera superi rr em potes de
W libras a i& por libra._________
'Declaro ao publico aesta cidade que tem a
venda hostias para os templos sagrados : atraz
da mariz de Santo Antonio n. 2i.
Isabel Mana de lesa?; -
m\ m vici
ou pelo Gianuille um compiti sorlimentu
a 'le Tisset Fr-res. ra do Coinmercio n. S.
NHLI.I
vVeade-(-ma rnobili de Jacaranda, servida,
*m bom e*ad'.', por preco ominado-; a tratar n
Tua 1 revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doeoca cede a Revalesciere da Barry,
que d sade, energa, appetite, digestao e des
canso. Ella cura as dispepsias, gastrite?, humo-
res, acidez pituita, flato, enjop, vmitos depois
da comida e gravidez, con tipa;5es.t>.'' asthma,
alTecc5es onlmrmares, bexiga, Hgt' ^erebro e
sangue ; 60,000 curas^ iocluindo mimas deilas no
Brasil. -
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoco e ceia, multe
nutritivo, fortificando os ervos do estomago aere
causar o menor peso nem dr de cabeca, nem ir-
riu ci.
nico deposito para o Brasil em Pemambuc
na pharmacia americana de Ferrera M u Se C.
ra do Di'.quo de Caxias n. 97. (Todo cuidadi
com as falsircacSes.)________________________
Pomada alpaka
E'mait conbecida esta pomada e muilo
apreciada por sua finissimaqualidade.a Nov?
Esperaoga quem lem.
Jarros de porcellana.
ym completo sortimento de lidos J3rro
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Bspertca, ra Duque de Caxias
n. 63._______________________
OLEO FURO DE F1GADO DE BACALIAO
DA
TERRA NOVA
DE
H. LACOMnE
Este oleo que tao boa acceitaijio lam merecido,
onaito se reo.turneada por ?er o mais parificado
que at boje ;ern vindo, e anda peio bom patada-r,
saperior a outro qualquer : vende-86 iTn deposito
especial de Bartboloaieu & C. : ra Larga do lio-
aaria V*.
E. A. DooiicI.j cafta '" reoeaw
grande aortiineulj de ocu o ^OCfE fc
toda* ? i.|ni iilailfis, e \<-.ru de *la*ii*
niiiiier.uics.
Na rutsraa Caa itu ^an-iif M-rtnattt
de relngios de lola-; as qn^l d'ifs ojw ven-
deui-si) inuilo baratn.
Libra- sterluia^
Vende Joaquiui J >.-c {tamos a roa &<.- -8 jta&<&*
o. 8, { andar.
Do bom
masdaete
r'ea ifl^tnde
''fie seu. vttm vende-se um bonito eavallo rulado
i tsAiacade,-maito nova, andj-do de baixo meio-;
!.n* caes doRamos n. 30.
de Santa Cecilia, na greja de NosaSoho-
ra t!o LivraraeGto, 12 de do-
lembrode 1871.
De or.it-m d-i irmao-jniz, convido a.s irmaos
pnifessore?, -a ompirecerem no coB>HUon<) da
nossa Irmaattt:!-', aminlBa 18 dO'Correnie as Ift-
loras da maniia, ali:n dnanos para o tony 1873 .
JJs Ftlix da Trtadade,
oecreta' lo.
10
Mi
LOJA DO PAPAGMO
Eua da Itaperatriz n. 40
.Os proprietarios da laja do Papagaio fazem scienle a fftspeitavel puWtco, e espe
Ciatante s Exmas. familias, (amigas da coDomia dome&tici) que al a.olim do aano
raum de liquidar pelo maior pregu que derm as fawtoda* segoiaies :
U-grtnde deposito de -rompas eitas de iodas as ualtdades e tamanbos. tanto para
mecios :omo para homens.
ma granxle porcio de lSaziithas, baregea alpacas lisa* layadas de lfi as
core?, e pndeai-e maito barajas (tara acabar.
ma grande porcSo de causas de cores, e orgaodys, tamo niudinbas como gra-
das; maita Seas em xres e muito ia, e vendenvse por preco arato para acabar.
Bonttj firtimenlo de sediniag lavradas de cre, e ponpslina*. Mtin braoco. pon
WA3 branca lavrada, gorgara'o de s|a de cor para vestido?, azul claro e cor de
CMia.
Urna-grande .jaaotidade.de lencos de e*guio j abanhados, maiores e pequeos
pelo meM&o pre?odos dealgotao
Urna porcia de costumes para menioosde l.i' annos. de alpaca muilo /iaa,
lodos forraos, e delicadamente enfeitados por pre^o muito barato.
Grofcdenaples preto em qoaniidade Je 1J600 para cima.
. Urna grande qnantidade de camisas de linbo para bt-ueas e para menino*, tamo, irt-
glezaecomo raocezas, com collariho e se:n elle, ibwiartrf bordada*, co larinbos. pu-
,6 uma graede pon;o de gravatas e mantas de toda os ptec-^, wllarmDos ae pa-
pel para meniooi e homens, ludo por prego bara lissimo. x'
Podeaios assever^r que temos nm completo sortimeoto delodas as qualidades e
Ai?,' B o3o e8pecifleaaws todas, para nSo tornar o annucio enadonbo.
1 VISTA FAK F2
Ra da Imperatriz n. 40.
DE .
MEIMDES &.CARVALHO
M
-O- aoaixo acigoajy aSfetiificam ao re-pi:avel
CGrpo do cniomercio. e aos seus fre^Jeze, (|ue
desden da 31 de ouiubro pronnn preterid di-
sokeram amigavelmeote 1 soedade que liiiham
oo^rmaz^m d inoihaJs si(o i ra de Bu-reto de
Mecez n. i, licandj o ato e passivj da mea-
OMi*oeiedade a cargo tas someute do so:o Mal-
to?.
Re>:fe, 9 de noveinbrj de 187L
ft-^ita? A Maito?.
na caa de taipa em perfeito estado 2om um
fo contendo 300 palmos de frente e -'CO de fun-
ii, cjmarvivredoj di-frtelo, na amiga estrada de
Afu.i-l'ri;.. f.canJo i Q.ine : a sratar na ra larga do Resario D, 4,
fArica oe rgarros.
I. IberrZit'tio'.nei de Jsusu viuva Je goacio
Lourenjo de OliVHr, fai scieoie ao publico e es-
pecalnute- ao eorJO commercial, que nesta data
lem caceado os pixivre. ie duas-procuncoe* bas-
*an!c, q.-je bavla passado a seu georo Aiaooel dn
Freita<''Bubi}sa Coretro, e pur tamo previne a
todos >ara qna aniaii" fac'in com efW qualquer
negocio,-seja da naturza qoe f ir, com bens per-
tnceoies a eu dominio, e pioiirieade'.porquaiitn
a mcsiria se ahora o haveri em clTeto- aigoir.
V,;a de Podras de Fog-'', '5 de ouiubro de
1871.
llugase a casa o. Si, da raa de Lombas
Valenta*, outr'ora Anua*-Verde* : tratar na
botija n. ti, na ra do Imperad ir.
Um estfangeiro ver>ado coaipletamento a**
liogas (lof.agKtis, ingiera, aliroa e henpanho-
la, e un tido iralalhos de escr piorio cimmor-
cia', d:fpondo_de ajgun.-n horas por da, d'sejj
achar cvrjpa^o. o^ ietndenei luaeiram dei-
xar ffu~io-n #m carta fdxada, i-obre mlocio
GOmmercio m tx^dwote desla folha.
^ i *
1) &r. Lumach', aiteirn da ca*a de Jon>lhoo
Pater & <;., ijueit-a-jlr a esta lypograj-h a.
Para a festa
t;gavse uxa escellenle eaa na Boa-viajen?,
amito f. e-ca, com cooiinoios para graade taoita:
tratar ra larqi do Rosario n. U
COMPRAS.
tOPM-SB-
Em srguaja g& um piano, dos qus o mais
modernos, :endo de kuo u.-o, rita de Hortas n.
30, <}a 5 nifai da tarde em diaote.
V"!NDAS.
n( Vcrde-r-ai um b-nito novilho iono/j : n
eftrada re Joo te Rsrro*, sitio n. i
Hotel Aurora
il raa da* Trincnefraj n.
Para ulu^tffuu vender
Anda os itio? annuocidns. Estrada do Rosari-
Co n. Iii eTaaiarineira n. 3, euj-fl annun:ios se
-r-etiram nos < conliooa a tratar aj*aa da Mair-e-
A Dos a. 40' com o Roma i.
Veade-se
Vends-se
uou machinare Ciser couro e toda o qualidade
de costura, oea reforjada o em perfeito estado :
para,ver e tratar na ti avossa da ra das Cruza?,
ioja de calculo 3. ________
Cabdlleireiro
Rejebeu nra grande e variado sortimeato de
cogues de trjncaw e ashpaines que vende pelo
baraiissimo preco de S0, i'iS, 3d.i e 3Sf, chega
dos pelo ultimo vpor : oa ra da I-nperatriz nu
mero 81____________. -__________________
itotica
Vende-se a botica da ra de S. Beato, na cida-
de de Olinda : tratar na mesma. __________
_______ i *-...... *""~" '
Vaflie-se
M*ateiga franceza noa a 7J0 : oa ra da Man
giieira n. 3.
Teui 6 naos
am bonito cavaito rj-d), apita,;adn, ind3i)r-de
bai.o a meio, o anal venle-H p>r baratisfimo
preeo, no caes Jo Hamo* ti. 30. ____
Vende-se a ea;a da roa Imperial n. 58, a qu.M
tero tres -ti entes, muito boa, para qualquer nego-
cio : a tratar oa travesa das Cruzes n. i, loja
^ calcados. -
CASAS.
Vndese a casa terrea n. 87 da ra de Hjrtas,
terreno propro, por 3:o00|000 e o sbralo de
an-lares n. 18, do p.veo do Paraizo por 3:500O0O:
tratarla praiji da Independencia n. 33. Esta?
caas dai bom rendimento e o donp as vende
port r de se retirar para fura da provincia.
COQUES
hegarain os coques grandes i moda vindb.^
pelo ultimo vapor da Europa : ao B.uar do e-
cif-1, ra da Cadeia n. II.
_l3,r|500 a arroba
f pa ra d V'gario o. i le vellas d
rap car
uani, n.'cja-
trr ?e
Qoanta agua florida falsa e a'iorrei'id? !t I
quanta agua divina que n ais parece infernal 11 !
ma9 a nova Esperanc!, que nao censento que os
amantes d) xique g^sieni seu d'.nnclro nessas
aguas, que nao passam de ser dos chafarizis e-
trangeiros, ou mesnio nacionaes, mandan vfr d i
afamado fabricante Rieaud, a .-ua txcellenle ka-
nanga do Ja.-ao, a qual est snpfrior a to>i5s ti
outras ; j p-?:o agradavei chero qne, desa esca-
par, j pjr as benficas qualidades. ffsto que
iotelranieote vegetal (asim o diz o sinetO fabri-
cante) para a Cuoserva^iio da pelle e do rosto,
agua do kananga deitada na quanridade d'agua
necessana para o loocador, braoqueia a ptlln, tor-
nandD-a suave e avelludada, evita e dfsipa as es
pinbas, cjiiimunicr.ud pelle uma cor de vosa
transparente, o que muito bonito___ alem disto
um ngrrdavel chero para o lenco.
Joaqnim Jos Goncalves Ueitrao tem para
-) vender no seu escriptorio ra do Cjmmeriio n.
5, os gneros ahaiso notados, que vende mais bi-
rato do que em outra qualquer parte :
Azeitonas em ancoretas.
Ameudoas em barricas.
Caf muido em massos de J libra.
Chapeos do Chile de boa qnnlidade.
Cognac marca martel fr,rd.
Enxadas. ,
Farinba de mandioca de Saata Catbatioa, sac-
eos de 3 e 2 alqueires.
Dita da Baha em saceos, brancos.
. Dita de dita em barricas, proprias para ;asa
particulares.
Fio de algodo da Bah'ia em oovellos.
Fosees.
Mazados.
Nozen.
Obras de palbetas. -
_Pape.l propro para cigarros.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sonidos.
Panno de algodo da fabrica de Tdos os Santos
Pedroso nJea Baha.
Re! has.
Rap popular da Baha.
Botim em (arttoi.
Retroz dos -minores fabricantes do Porto-
, Tapioca do Maranhao.
Tabaco s.moble da Baha.
Verniz copal. '
Vjaho Jo Porto engarrafado, caixa de 1S gar-
ufas.
Dito de dito ?m barr;, propro para engarrafar
Dito muscatel, verdadeiro de Setubal.
Dito Bordeaux em caixas de j:na nzia.
Dito de caj em caixas de uma duiia.
.Cabrioet
Vende-se um excellente csbriolet de 4 nodas por
e{j cjmm.'do : na ra da Florentina d. .
precj
BAZAR VICTORIA
2=a,ntiga ra Nova=2
Amara! N 1 uco C,proprioaiios Jeste elabe-
[?cimento, acabam de receber um sortimf nto de
Vf3iidjs detariatana matuades de cores, ditos d
Al dd sed-i t.'.m'ni rr.ti:ados de cores, dios di
tras da seda, dilos de >eJa decores,
basquinas e seda preta ri;am?oie enfeitada-i, iud>
por orec's jommodo^.
NA RA DO VIGA!! 10 X. 19
vndese vinhos rio Pir'.o engarrafados, d
barns, ret: de todas as core.', lonas ebrioso"?5,
velas e bogas e ;era.
Cal de Lisboa
llfl I :
I i,

Todo este anauncio annum^io 4 es6-ik1r
dirigido aos amantes d i ii>m, elles dewrt f
gir se.a coofeiiaria dcHlUmpos a roa d n. 24, onde encontraro asoiur-e acffipe meras qualidades
"'Assini como :
i.h* da-India o mais Wptriot.
Chocolate em p e em ro.
Ameudoas confeita-Jas e coofeii.--,
Kicas caixishas c in di Lis propr;-? ,:-srj. prwras
tes
Pastelaria a todas as tier?, e.c
Fiambres inuiros e ;i# libras.'
Emlim para se pudor saber o que :_baaMn Sm
dizer i inio pessoalmente
Coufeilaria 4o Camp.'ft.___________
Ba^ar Universal
Ra do Barao da \'. oria a.
22, oti'ora nu Nova
Ac;ba de chegar para este !..;.. taaMetv
ment uraempieto oriiir.roto >r ir;.Cenan **
costura de lodos es aatwrM 11 <**
giri>ntem pe-r ai nos isfl.ias roai ;.::<.'', o
dein por proco- i r.isoaveis que i do* ^jjto-
r. cuion procos n m ^guin.>-: IQjl, m.
80;, 1005. HflJ, I30, Ii0. IC-.' :M>.fc
220, 2'0 e 300/r-i. Garaote-M- i dores a b-ja qualIJatfe do i: .l,...o obnja-sa
a cnsinar tantas vr.-.s qnairta --ry para bem ewpreheiidtr se na
pegas c mais p-iter. _
as mesrnas macblnts. Previne--o deftf }i 5fs
se vai ao cbtinado p-ra cop'rto ^-dsc *
mafbinas d3s que forem coBipr*das attl trsa^
belecimon!". __
_
o sti ti Ja estrafti i o .'.. u&n**
e boa ca-a d>' v-vfnl.i. mnlioi _-..rw-j nt
feros, tem 200 pd.Ti.)- <\ freni*, lnara(> e :-n
pena", 1,300 de f'v da n i g 7'fnJo-*
lambem sories de trra a conti|
tic com 100 90 e 113 n-; o* de freole .(Jacaaa
e i 300 iu (dad t u Iq -aw aem de n Aai*
murada? a-fr-nes : eme Jar d:: ja-aett
roa do Kosn lesas n. !5, onti ra da yffsz. rau-
lean, que H^entr; ia-B.y'qnem irirar,
o escriptorio
de Joanuim Gerardo de Bisl a njV%nr>
n. 16, andar, ha rr.ia vender o <-ff.:ie.- \
, Arroz d? india-do !;a qtiailo-
Ca,f do to do 1 ''
Chajos linos 4o rtfrte.
Cha otos da Batfh.
Cognac Marttll.
Koxadas inglfjas de 2 1,2, H-, !. -IAih
Geaebra OM Tiir.
Goarsr.
Machinas para 4e_SArSM '*"<
Manteiga frane-i*?.
Manieigiingleja. ,
Obras e palheta, d-i P ,:'i.>.
Salsa-parrilha de Saoi.iri-in.
Sardnhas d>- Sai.le.1 em ijai to< -ajiiJMav,
Tapieea do Var.
Tudo por pregos mais mdico- d, rtenntotan
qualquer par!-'. Xi ire-ma casa : 'obde usa9-
cellente chri-nr-metro : na roa do V ta-rioiLtSL
Aos setiliores ftuiilciro
Vende se em porrao e a relalho ca;xas fcst
deFianres eestaoo, tudo de mu'io ana<
do e a .prego commodo : ei toa tlaino Smil
31, aoliga rna Direila, armarciTi.
Xarope de fedegosti
E' de urna effliscia vordadeira^Me
fho.sa ceno-calmante do -y.-teraa ai i .co onojr*
plicado contra a paralWa, asthma, tos cotmtkM.
i u coqueluche, 'osse r-cnte (aattiirn. aaaaan-
'e', eatanh.s. bronchites, etc., >- tra lodtis ns loffr mentes dis vas iniiratoffi.
oa phiislca pulmonar, sua virinle nt-a otauaw
ou espasmos, e couviibes coU'uiH, nan-
guein ha que a descenhega.
DEPOSITO
P1i,.rmacia de -Ft-rreira A "..
SdESSORES DE J. A. WNTd.*
10-RA LAUCA D9'4lO$AHidl0
(Junto ainar!f 1 o poliia.j
(MTAS
A 240. 260 e 280
Chitas claras e escuras a O, i0 e '. a
vado, earabraias de core a 2i<) o novan*: am
loja de Guilherme Carneiro da '.ai bu, w 4*
Cre.-po n. J9.
paa tod5
Presuntos di-Lameg) de sperer QasWatea
400 rs. a libra e 8S0 n. o killo : w-tai* !**
' A C, ra Esir.la do Rosario n '9.inaa *
jroja.
Chega
Engenhc
Vendc-se nm epg.thj dVfua
no, nov\ .;;tn tax-s
nda, di Com qnetn
f HIITUhDO


n
Diaiio de Fernamouc* Terqa eira 14 de Novembro le 1871.
1
X
a: aguia branca
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(Outr'cra Queimado n. 8.)
A Agoto Branca tendo j recibido pirte de as
antigs eoeommena*. ero seguimeoto acaba ga-
ta iwsok de recetar cairas, algumas das qua9
aetortnvam esencialmente precisas, e outras se
bzem apreciadas p r seas go.-tos e qualidades,
e*ro sejam :
Meias t lio d'escaeia, abortas para seoboras-
nfxa>.
Ditas i jen coa tota* Umhean para nenboras
meninas
Diias iaoa muito bonitas ao gesto escocer.
Ditas ieo dem brancas e Com listas para me
-Ditas iJ-m idem para baptisados.
Ditas rte aigodao cumpridas e ecm listras para
.aaeoinas.
Lavas pretas de seda, para senhora.
Ditas l. turril e de seda pan meninas.
Bonita famismnas bordadas para senhora*.
Fi dr Arda, br.iaco e preto com Uures miadas.
Dito ; ilgr.jiv, IJ.10 e com flore?.,
T>aqti:nhas bardadas pa'a ranlas.
Lindo e moderaos chap'isinbos de fusto para
diUS. .
Pco'.es Ja tartaruga para desembarazar ou peo-
ir. ,
Ditos a. dita travessos para meninas.
Dito* (.: borracha pafa-ditasr-
Ditos -> tartaruga, peiaveoos, para segurar o
amsrrad.ta aos esbeltas de- senMfas.
Gratrfe sortilncnto de enfeites de seda para ves-
tidos.
Fiviait 4. roadrepeola e de-lartarnga, para
puleeir.-i r heo para o cablK>.
ft riit.is b !,'inhi* para menroas.
NOVO SORTIMENTO DE EXCHOVAES.PABA.
DASTISADOS
A agnta -arfenes acaba de receber novo sorti-
ntento de unise completos enchovaes para bap-
ttsadis, e bem assim separadamente camisintras
para dito lindos cbapeoslnbos de setim bra'nco
bordado-, Ontros ditos com fundo de velludo, otra
de mat; vto,e que servem tambem para par-
ee, tapate nos de se im para o mesmo nou
, MCbEHNOS ENFEITES DE FLORES,
ornado1: eom bicos de seda, fitas de setiro;e flvella
fe ma''t. rila ao ultimo goato, e proprios para
fcie^ calamentos, etc., etc. .
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Agola, Branca receben lindos ramos de floro
linas, tanto para cabeca como para chapeos,
bem assim :
Papel verde liso e com listas par folhas.
Dito de cores para flores.
Fulhas de diversas quaiidades para rosas.
Ditas verdes e lustrosas, obra w va e- pea pri
oMira ver rindas como amostra.
Franjas pretas e de diversas largara* parren
feitar ve.-tidos,
COQUES DE TRAIGAS E DE OUTB.OS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba de receber orna ptiei-
oa porcao dos bonitos e modernos coquea gran-
des de tranca e outros moldes.
ROYO SORTIMEWTO
DE
llOAECU
' A aguia branca, a ra do Duque de Caxias n.
5::, outr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
nm novo e beilo sorlimento de nonecas de diver-
sas qualidades e tamanhos, sendo :
C im rosto de seda, das que choram, e outrai
que fallam.
Com rosta, mos, e pos de porcelana, e pro-
prias para vestir-se.
Obfas de porcelana
A agnia branca tem ontro sortimento de diver-
sas obras de porcelana, sendo :
Bonitos e ricos vasos para pos de arroz.
Outros para, jotos.
Outros para jabonetes.
Outros para enfeites de mesa. '
Pequeas e bonitas pas para agua benta.
Pequeos jarros para santnarics.
Outros mai >res para mesas.
Bonitos port relogios.
Lindas ce-fumas tambem de porcellana.
Eicrivanias de dita.
E muitos outros objectos para enfeites de mesa.
ifi ha **ala\ mMIm branetM.
Tintura japona, a
86 mica apprpvav patea uaeafeaM i,
oleada, renannuelda sapenor a toda que leo *-
uado at hoja. Desweito pnnaibnF rm da
ladsia do Recite-n. 51 I* aiar, eos todas u bo
icas e casa donabeHeieiro.
-f"
Tem a venia ateas aranaeos, alm de ontros
minos da seo nen. io retaba; os sogujtes, qoe-
randem por precos mais mdicos a,u ao ou-
ra qualquer parte :
PfJtf AS de pinho almafadadaa,
PORTEIRAS de ierro para ceceas. ,
SALITRE ndex.
ESTRIBAS da India para cana e torrar salas,
CANOS do .barro franca para s|
3SSSO superior em porefes e a coi
CEMENTO de todas as'qualidades.
aUCHINAS de descarocar algpdo.
~1AS e brBi5da Russia.
americanos para-torro de cansa.
ES anw'|,-sfin* muito bous a *>?awrsifos.
7INH0 de Bordeanx.
COGNAC superior de Gaatter Frena.
FARELLO em sacos grandes a 3fi6a
AGUA florida legitima.
BALANCAS decimaes.
CADEJRAS aofficanas. -
RRTM da Jamaica.
Aft.EJO&^e-LHboa._______^____
Obfttra a ttes^T
PASTILHAS VlUTORAES.
da
Gomma simples crystaUsada.
Ditas de angico
afi d"Arabia.
Seve ds pinho martimo de Lagasse.
E ontras muitas que moito se recomeadam as-
las^suas exceilentes qualidades.
Vende na .
PHARMACIA E DROGARA,
D*. /
Bartbolomeu & C
aiRA LARGA DO ROSARIA-34
CRIWLIPMO
1QRa do Crespo10
DOS LEOES
.RA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os popriL-iario3 deste grande e bem. jDonti.o estabelecimento scientificam ao
TMpeitavel publico desta provecta, que se acbm c^tu um variado e completo sorlimento
do Bfnveia, tant-> nacionaes eomo estraDgeiros, se^do estes escolhidos capricho poi
ora tV ? aorioi q>.e;-e ach:i actualmente na Europa, e por isso os podem vender mais
barat s 20% menos de que em outra qualquer parte. O mesan tem contratado com
W *wroor8 fabriesutts daquee con'inento as remessas das maja ricas mobias feitas
ali. Na oficini tem os mais habis artistas deste gmero, e por "isso aptos a fornecerem
iobi;i-is as ma'u aperfuitoadas para as casas da provincia consideradas'de f>rimeira
orduiv,. Podem, portinto, qi9 venham visitar dito estabekcimento, onde encontrarte
a reali-Ln do qu i ajab;im de expr, passand_o a examinarem : ricas e completas mobilias
m Jacaranda, mogno, faia,- carvalho, amarelj, etc. etc., ricas e elegantes camas de
Jacaranda, pao-sotim, amareo, etc. etc., guarda-veidos de amarello, gualda looca de
Mgndr^, araarcllo, cem lamp de pedr,-aparadorjs de dita, dito, com dita, petiti
iQiieii.-s, wpectafmon'e para f^zer^arba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra,
e muitsooiros aitigos de go.no, que pira se n3o tornar enfadonho Drescnd;mos de
Xarope sedativo
DR
Oasca d laranjis amargas
GOM
BROMRETO DE POTASSIUM
DE
witozi:
Eate novo preparado aprovado peta aeadessia-
:mperial de medicina, muito se recoramena pela
iua accao sedativa e calmante, sobre-o systeaa
nervoso, o bromiireto de potasstum, nao derxa de
lar os mais ceos resultados as diversas affec-
:oes do organismo e principalmente na* molestias
lo coracao, cas vias digestivas da xespiraejao, das.
ias gettilo-urinarias, na epilepsia, as molestias
aervosas da prenher, na msomnia das criangas
dorante o periodo da deaiisao etc. etc.
Vende-sa na pharmacia e drogara
de
Bartholomen A C
34.-RA LAR3A D0H0SARI0-3
Lindas grinaldas com flores e botoas de
larangeiras com vivos e sem elles, vendera-
se na Nova Esperanza roa Duque de Caxias
n. 63.
(Meo para machinas
Vende-*e na Nova Esperanza roa Dcrque
de Caxis n. 03.
Nao ha ver convul^es.
As criaocas qqe usarem dos collares aoo-
dioos, que s,e vendem na Nova Esperance,
est ,rSo isettos de convulses; pois 83o os
verdadeiros recebido directamente.
Pecas de algodid com 50 lardas a i/, 41500
Ditas de madapsiio a 4|,' 5f, 6^800, 6^, e
6#80O.
Ditas de dito infestado, francez- superior a
10^000-
Chites frsTwem de todas as qualidades a 2i0
Ha, 300. 3i0 e 309 o corada
Cambraias de cores a 240 e 280 rs. o covado.
Drta lisa de cor a 330 rs. o covido.
Ditas pretas para loto a 610 tu. a vira.
Pecas de cambraia ufa transparente a 3f, 3i501
Dius de dita tapada Vietoria, a if, 4J500. S|
Ditas de dita transparente, soissa muito fina
com 17 vara, lif.
Ditas de dita bordada com 10 jardas a 7; e
9|S00.
Organdfbrance flns a 700 s. a vara.
Br.lhantina branca infestada a (40 e 500 rs. o
aada
Bretsnba de linbo com 28 varu a 201000 e
28*000:
Dita- de dho'mfestada core 30 varas a 271.
Bramante-de linho con" 10 palmos de largura a
2 800 a vara.
Dito de aigodao a 1*500 a vara.
Atoalhado de dito e de linbo com 10 palmos de
largura a 1*500 e 3*.
Toalhas alcochoadas para rosto a 7* a duzia.
Ditas de linho do P, rio felpudas, a 10*000 a
duzia.
Guardamrpos de linho a 3* e 43 a duzia.
Cuberas de chita a 2* e 2*500.
Dii?s de chita adamascada forradas, 4*, 4"O0
e 5*000.
Colchas de darna=en de cores a 4* d*.
Bitas de fusto" alcochoadas a 5*.
Cobertas de la escuras a 2*.
Diae de aigodao brancas a 1 j400.
Colleirinbos de liuho a 800 rs.
Chales de merino lisos pretos e de cores' 2000
e 3*000.
Ditos estampados de meia easemira a, 2* e
2*500.-
Damascos de cores a 640 rs;
Lencos blancos de cas-a unos, 2*, 2*500 e 3*
a duzia.
Ditos ditos e de cor abajnhado largo a 3* e
3*500 a dnzia.
Ditas ditos de cambraia de*linbo Anos a 6* a
dnzia.
Ditos de esguiao de liaho a 4*, 4*800, 5* e 6*
a dnzia.
' Bnm Aogola a 640, 800 e 1^000 o corado.
" Brlns de linho de cores a SOJ rs. o oevado.
. Cortes de meia easemira para calca a 1*200 e
1*400.
Ditos de easemira para calca a 3*500, 4*500
5*500 ,
Cafemiras de cores de duas larguras, 2*, 2*80
e 3"* o covado.
Ditas pretas, daas larguras a 2*500 o covado.
Pao fino preto e azul-'a 2*, 2*500, 3*000
3*500.
Do dito muito fino superior a 5*, 6* e 7*
covado.
Lans e alpaca* de cores para vestidos a 400
500, 600, 700, 800 e 1* o covado.
Toalhas.com labyrilos para bandejas e para
rosto a 8*, 10* e 15*.
Camisas de fhaella branca, e de cores 2*,
2*500, 3*. 3*";'00 e 4*5X0.
Grosdeoapoles preto e de cores 2*, 3*' e 4* o
covado.
Do-se amosira? con penhor.
Vende-se tambem grande quantidade de roupa
feita e por medida per precos muito reduzidos.
aier A toja doi Arcos di Al*aro Augusto d'Almeida & C. roa d Crespo n.20 A acab;
de recabar pelo u'.ti no vapor franeez'Amazonas, alguns attlgos proprios *para cnxovaes
de Dovas, e de reo-las para grande toi ette como sejsm :
iiquissimo cortes de vesti:os-de b onde para casamento.
Ditos detarlaiana bordados seda para casamonts.
Cortes de seda de bonitos gostos e superior qualidade.
Colxas de seda, 15a, e laa e seda.
Capellas com mantas de. bionde para ncivas.
Cam'sas de csguilo bordadas para noivas.
Frobhas de esgniSo bordadas.
Lencos dd cambraia de liuho e labynntho.
Supt-riores leqnes de madrepero!a.
Cortinados bordados de difJerentes procos e quadad?8.
Sedas de cores de bonitos pad.es.
Ollas cscoc zss para vestidos, ronpas de menino, enfeites, etfC.
Bisejninas do gorgura superior quilidaJe.
Born* de la e seda para senhora.
Mantilbas brasilera de fil, di soda bordado.
Ch cfceaez d i 15a e serla.
Cbapejina|'de STi branca, de crpa preto para luto.
Chapeos eofeitadoa naja senhoias e meninas modelo inteiramente novo\
Cortes d- cambraia de c'.r, e (trancos bordados. .
Lid s cortes dt! baptiste Fr.u-Frou.
Tutl d: v\ yage fazenda de'gost > para vestidos.
Aim de:te< ariigos-qus se vendem por presos razoaveis tem ontros que s3o pe-
cln r- e\t!a<: ii ras, c mo sejam :
Pamasc de I3a com 9 pilmos de largura a i#500 o covado.
Cit'-s de I3i Victoria com 20 co'vados por 10^000.
L53S cam I'stras de seda a 40 i rs. o covado. ,
D.tas me cadas mnito b'a quadade a 3:0 rs. o covado.
Cassas de cr a 2J0 e 2*0 rs. o covado.
. Alpacas largas bonitos padrees a 500 rs. o covadp. -
Lencos da esguiao muito fiaos a 3$ e 40000 a duzia.
Esteira da ludia, millas paraviagem, transparentes, etc., etc,
Sapeii'ires cigims do Rio
de Jtnei o.
Domingo* Alvs Hatheu?. uaico agente nesta
proviiei.; da fabrica imperial de cigarros de S.
cao de N'iierohy, eflabebcida no Rio de Janeiro,
ttm semprp nm compleo sortimento de todos os
esgarros, fmio picado e en lata?. Tem, ignalraent
se afamados cigarros Conde d'Eu, feitos com mag
Biflco papel de paiha de miWiu e fumov superior
Para tov roo de ?fiu*regueze?,<]ue tem estabele-
' eido deoonito! flllaes, as casas ds Srs. Thomai
Franciscc de Salles R.>sa e alanocl de Souza Cr-
deiro Stmoes Juoior, no balrro do Recife, e todo
Ioanto for vendido em ootras casas com a firma
_b S '17 i'jvaas & G. sao falsificados.
Vende-se nm casa de pedre cal no povosdo
dos Montes, sita ra Bella n. 58, bem como 2
meia? sj fundas das mesmas as quas
tem freaie para o larga da l!,mba.
A XC..-I1 nn siluacao desses predios e sen
slk> acabado, fu com que nada deixe a desejar
para o sUbebcinejlp de urna bea casa d neg-
.co.
O) preten.!ntes oueirio dirigirse a ro>do
Mrquez de OHada n. 21, Ia a oda t.
Libras .sterliasT
Vende -se no anaazem de fazendas de Angosto
/. de Oiiveira & C, i ra lo Commerciu n. 42.
RIVAL SEM SEGUNDJ
RA-DUQUE DE CAXIAS N. 91.
Jos Bigodinho, com lt.ji de miueias,
avisa a todos os os sea fregoezes qua est
torrando, todo pelo pre$o, a vista da.^zea-
da, para todos admirar, a saber: P?as de fita* bordadas mnton?.a 05OO
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino que ha a l^OOOe l$500
Caixas com 20 quadernos de papel
liso, amisade a rs. 500
Pecas de tranca de l|a e aigodao as
mais modernas a 160
Frascos com agua de colonia muita
fina a 400 e" r30O
Frascos com agua de colonia ver-
dadeira a 800 rs. e i|J50O
Chapeos brancas para baptisados o
melhjr que ba a 3)5009 e 50000
Ouzias de botoes cobertos de seda '
para vestidos por todo o pre?o
para acabar.
Libra de areia preta a 460
Gronas c'e botSes de loaca branca a 120
Caixas com 100 envelopes fazenda
fina a 500, 6C0 e 800
spelhos de moldura donrada a
800 e 1,5000
Pentes prelos volteados para me-
ninas ~
Tinteiros com tinta preta a 80 e
Pec^s de fita elstica muito fina a
Latas com superior banba 60,100 e
Latas grandes com superior banha
Frascos com oleo de Pocome a
500 6
Frasees com maeassa IPerula a
Frascos eom agua de Colonia verda-
deira a
Oitos como!9o de balosa suderior a
Carriteis de retroa preto com 2
oi tayas a .
Caixas com agalhas francesas a i 60
160
Pecas de ttras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeir agua
florida a
Cartilbas da Doctrina ChristSa as
mais modernas a
Pacotes com 3 sabonees inglezes
fazenda fina a
240
100
20C
'0f
320!
800
uo
i,jooo
320
600
240-
1^000
10300
400
Oura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopau
Essa pomada qoe to.bons resultados tem colhi-
du as pessoas que dalla tem feito uso acaba d
i:hegar para o seu deposito especial..
NA
Pb,armaciaxe drogara
DE
Bartbolomeu & C. roa larga do Rosario nu-
________ .mpro 31-
J; 0. IV Dt-yle tem em seu
armazem para vender
O SEGUINlt :
COGNAK HENNESSA.
V1MHO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTIUDE1RAS.
B1TTER
A' roa do Commercio n. 38.
mmmm mmm-mmmm
j FABRICA
6HAP0SI
DE
Todas as qualidades^
\ U roa larga do Rosa-1
rio n. Io andar
A FLOR BE (MIRO
E' este o distintivo de urna aova e bem montada
loja de joias, sita a ra larga do
Rosario n. 24 A^
Os propietarios deste elegante estabeleaimant* lenda-ea vista os esforcos que
fizeram para o collocarem as condicroes de orna grande clienteUa, filtariam ao mais
rigoroso principio se nSo vieesem as eollumnas de jornal seieoMearao respeitavel pu-
blico, qie no me mo esUbelecimento encentrarae sempre o mais eompleto sortmeo
de jolas, eomo sejam : brincos os mais moderan, para adema*** 'as delicadas ore-
; Ibas do bello sexo, e que se tendero a 8, 9 e 10* q par, ditas para meninas a 3- 6*,
ditas de coral, obra de apurado goMo a 3 e i*,* Voltiohas 4e coral com croaes. da ouro
a 5, hrnches modernos de 3 a I3f, ditos com ped as e em snas devidas caixinnaa a
10.it, 16 e JO*, rosetas Usas, porm boro trablbadas, de SafiW a 9*. ditas con
pedras de 4 a 15*, cacoletas a 4*. ditas com InscripcSes a 5*5C0, anoeis de diveraod, {
gostos, e com bonitas pedras a 1, 3 s 4, ditas de perolas, esmeraldas e rubias a 6*, ]
ricas cruzas de esmeralda e rubia) a 12,14 e 16*, ditas de ouro e eorM com vistas pho )
tograqhicas a 3, 4, 5, 6 e 7*. flgaS de coral a z*. cadeias para relogios a JO*, ditfas a 1
6*800a oitava, guaroicoes eom tres botoes para aberturas a 4*, ditos de pedrlnoas a3*S0
o par, ditos para punbos os mais modernos a 7 e 8*; alm de nm variadissimo sortimeo-
to de jolas de apurado gosto que' receben) por todos os vapores da Europa ; eomo
sejam : brincos, bracelete?, alnctes, aderemos completos, cruzes, rozetas aoeia de i
brilhantes, esmeraldas, perolas e rubins. MedalbSes, voltas, trancelins, anoeis coa le- 1
tras e de diversos modelos, oculos e pencinez de ouro e prala donrada, relogiosJn ou 1
ro e praia de afamados fabricantes, saivas de prata de diversos tamannos, ricos palfUi-
ros e faqueiros, colheres para cha e sopa, maracas para crianQas, e urna inflnidide 'la
objectos qoe seria enfadonho mencionar-se.
Os proprietarios da Flor de Ouro garantem vendar mais barato que em nutra
qualquer parte, para que estar aserto o eslabelecimeato das 6 horas da. manba as 8 rU;
noote.
RA DO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido d'ora avante vender-se neste estabelecimento todakaA tum
das existentes no mesmo, por precos que todos admiraro, acbo de meo dew partid-
pa-lo a todas as Exmas. familias em geral, afim de virem visitar esle estabelecinaenle
ou mandarem buscar amostras, g'arantindo-se-lhes um bom sortimento di. faxendaa di
aigodao, 13a, linho, e seda, emfim urna infinidade de artigos de meda mandando-se ai
casas das Exmas, familias, por embregado da^ casa, toda e qualquer fazenda^para veren
ou escolherem.
As pessas que vendem em menor escala poderlo bem sortirem-se neste estaba
lecimento qoe vender pelos mesmos precos qoe em qualquer casa importadora, tende
a facilidade de comprar qualquer porco.
O 65 lem um completo sortimento de roopas bem acabadas o que vende por
preces muitissimo commodos. mandando tambem fazer por medMa toda e quatQuer obn
que os concurrentes desejarem para o que tem um dos mais habilitadismo mestrs
alfaiate, cortando por um systema inteiramente nrAo.
Os annuacios nesta prafa esiso por certo devem estar desacreditadsimos, poii
que ha casas que annunciam aquillo que n3o teem, o que o 65 girante nunca dar-Be en
seu estabelecimento, pois que s^deseja bem servir ao publico em geral, para ganbar
g ande nomeada em todo o mundo.
0 65 acha desnecessario mencionar os presos de suas fazendas pois que isso tor-
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiado extenso sea an-
uuociw, e mesmo para se tornar menos despendioso, pois "que vendendo moito e moitc
barato mister encurtar suas despezas. A sinceridade dos tratos do 65ju|go queja
publico conbece demasiado, pois que sempre tem cumprido com aquillo que annuncia.
nao verdade ?
E' INTIL, NAO SE GANCEM, COM 0 65 NINGUEM PODE COMPETIR '
. RA DO DUQUE D CAXIAS
v (Outr'ora do Queimado)
Mfry H '.
56 A
m
Escovas muito finas para limpar os
denles a
600
240
O propietario da antiga reOnatao dj largo do
Paraizo n. 2,-pelo presente partecipa aos respei-
lavis fregaezes que ouir'or.l comprarara assacar
n finado na mesma, qae tem exposto a venda as-
socares dos melhores ju; existe no mercado, os
quaes vende-por mdico prtc^ aflm de que avista
das boas qualidades e prfeo nao deixarao os bons
Tregeles de comprar, e por isso convida aos res-
peitavejs freguezes a virem examinar para que fl-
quem iteiradds da verdade. Outro sim, tamtjem
se enearrega de mandar levqr e despachar qual-
quer porfSo as estacoes da vias frreas.
Alcatrao de guyat
LICOR CONCENTRADO E TITULADO^
E' um poderoso remedio contra as seguintes
molestias: b:nchitss, eatarrhos pulmonares tos-
se, rebeldes dtfluxos, irricao de peito, males da
garganta, phtisica pulmonar, deys pesia, calar
rho de bexiga, molestia da pello, perda de cabel-
los, purgacoes antigs e recentes, etc., ele
DEPOSITO
Pharmacia de Ferreira & C.
SUCCESSOBES DE J. A. PINTO
W-RUA LARGA DO ROSARIO-10
- Se o desejo dos proprietarios desta fa-
brica fosse nicamente illudir a f pu-
blica, ha muito que ter'am annunciado
os seos productos, mas para correspon-
Hg~ derem mais dignamente eonOanQa nel-
SK le* depositada, esperarara recetrer os
fja objectos e pessoal, que acabam de che-
S ga^-lhes.
Wt Hjje, pois, que a sua fabrica se ieha
I mqniada com armis aperfec/oads ma-.
S chinas, com os melhores pelrecos e ser-
UB vida dos mais peritos offlciaes europeos,
I podem os seus numerosos freguezes .e
I o publico era geral enccnjrar dsde j.
Chapis de seda da ultima moda, sen-
do aKos e baixos.
D'to< de casUJr de todas as cores, em
formatos ioglezes e amburguezes.
Ditos de filtro de todas as qualidades
e fetios, tanto para hjmem cemo para
crianzas.
Ditos de velludo para senhora.
Ditos para e eclesisticos, redoudos, tri-
angulares e a romana.
- Dits armados para militares.
Ditos de pasta.
Concerta-se luda a especie de chapeos
quer de homem quer de senhoraN com a
ntaior pericia e mais barajo qu ere qual-
quer outra parte, assino como se rece-
bem eneoromendas tanto para a provin-
cia como para fra.
s
-Ra do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
- Sendo este antigo estabelec.mento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons Sortimentos com que sempre prima em ter da
Lelhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para ale
d, desde 10 60 serras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de siste-
mas e melhoramenios para perfeito e rpido descarijcamento; tornam se dignas d
serem vistas e apreciadas pelos Sr9. agricultores; os quaes, alem disto, encontrar!*
tambem mais:
E9S
s
VEWDESE
No eseriptorio de Miguel JVs Alves, ra da
Cruz n. 19, primeiro aDdar, o seguinte :
S.ilsa parnlha muito nova.
Chapeos do Chile.
Borrachinhas de todos os lmannos.
Verdiz copal
Colla de boa qualidade.
Fecbadpras de broca, sorin!a3,--do Porto.
Tudo por prec>s roe jicos pira ultimar coatas
Manteiga ingleza. -
Vende se i 800 rs. a libra 1*1760 o kilo : na
ra de. Pedro AfiVnjd n. 1, antiga ra da Praia,
. Ven le se um terreno no novoado d Bocana-
ment junto da estacao do Pbrnameirim, eom 30
nalmos le frentae 300 de fnado, tendo cacimba
de pedra e cal e alguns arvoredos de fructos : a
tratir com Jos Honorato de-Meitiros (Zumba) no
t>eoco da Boia n 14. nunoArraial.
HlfiTO,
Paptl de lirto para cigarroj
urna resma S^SOO ; em
marca martello,
Salsa-parrilha
A melhor,
A mais nova,
B ;i mais barato
que ha no mercado, em relacao a jua excellente
qualidade: vende-se no" escripltrio de JoaquimJ
Gerardo de Bjsids ra do Vicario n. 16. pri
meiro andsr.
D. Anua Ffanoisca da Fonceca Piraenta pre-
tende vender a oUria denominada Taquarv, no
todo ou reulhando o terreno ; assim puis quem
pretender dirija-se a at,nonciante na esteada no
va do Caxang para contratar, aflm de que com
dados certoi possa cbter lieenca do juiz, de or-
phos para diti venda, visto ter sua fina menor,
parte em dita olaria..
Apurados vapores ljoomoves, de forja
de 3 4 cavallos, e perteoces.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes d dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafusos de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Ternos de baodeijas finas.
Emfim muitos outros artig)s, que
examinados.
Correntes para arraslar madeira*
Cyliodros americanos para padariaa.
Perteuces avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para
milbo e ca'.
Debulbadores para milbo.
Azeite de spermacete para machinai.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Canos de.ferro esmaltados.'
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha. .
Folies para ferreiros.

so avista" e neste estabelecimento poderlo m
.i-

CII\PS DI) CIIIJ
meaos pre;o do
ra do Vigarte
Joainim
Vende-se, pira acabar, por
qoe em ontra qualquer parje :
a 16, primeiro andar, escripioriode
Gerardo de Bastos.
Sement port aud
novo gue ha oeste mercado, era barrica*
- casa de Bourfard 4 C, liranies de arrobas, aromadas de ferro e bem
roa do Marqnez de Oltoda n. 15. | aeondkwnains; ao trapiche Guerra no Recite;
ERNESTO & LEOPOLDO
N.2-D Ra do Gabug N.2.D
Acha-se montado deforma tal este est.belecimento de joias que pode,
vepder aos seus numerosos fregoezes em grosso e a retalbo e por pregos
mili resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Europa. O gosto de desenho'de seas joias o mns lando do pt.iz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robins, perolas,
turquezas, sapbiras, coral rosa etc. le. Obras de prata do porto tanto
para igreja cemo para seryigo domestico. Convidamos as Exaras. aaailiaa
a visitaren o dito esUbelecimento todos os das ato 9 horas da aoito.
Ccmpn.sa ouro, prata e pedras preciosas em obras verbas.
nuflin



tmmmmrn
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Diari dt Parnambao T*r^a lean 14 de Novxwbtv 7

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MGIE1REO0 ft LOPES!
U IDA DA 1MPEB4TK1Z Al. 64
, Os -propietarios deste importante e sywpathico estabelechmento da fazendas finas.
?em avisar ao respeitavel publico e particularmente a sua numerosa fregoeara, que o
CTSNE acaba de sortir se de todo quanto. ba de gosto e moderno em fazendas tanto
para bomeos como para senhoras.
E! ocioso ci'ar que os proprietarios da loja do GYSNE naturalmente previdentes e
4'nm espirito altamente conciliador dos interesses alhetos com os seus, trem sempre
seguido o magnifico ystoma de offerecer venda fazeodas de todas as qualidadea e pre
tos relativos de forma que fcilmente podeaj fornecer artigos de sua casa accommodados
a todas as fortunas e meios.
E sobre todas as conveniencias e meios preferivel comprar no CYSNE em con-
eqaencia da sineridade ebarateza com que negociam rs seus proprietariot
No lojvavel empento de justificar as suas operaces convidam as Exmas. familias
i visitar a sympatbica loja do CYSNE chamando as atienc5es do publico en geral para
U seguntes especialidades e preeos.
.

PARA NOIYAS.
Veos, capellas, sedas e popelinas Drapcas
de cores, g lias, penaos e camisas bor
dadas, todo caprichosamente escolhido e
para varios pre eos. ~ -
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de orna s cor, de cores di-
venas, para vestidos e tambero propria para
lombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 1/2 varas desde
1500 at 80 a pera. Victorias moito finas
le 40 at 80000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
fraixos presos acmpanbada do competente
Ifarino.
LAS
Variadissimo e r.co sortimento desde a
la lisa barata de 43 at a de listras de seda
(Dais cara que pelo prego que vendemos
por assim dizer de gra?a vista do gosto
qaadade.
BAREJES
Lindos padrSes aos preeos de 360 e...
tOO-n. o covado.
SAIAS BORDADAS
Ai qne. o CYSNE vende s3o bellas e sn-
jeriores.
LVAS
As melhores e mais procuradas luvas de
leovio, brancas e de cores s5o as que o
CYSNE expSe a venda.
BALOES
De crotones com babado e bordado, di-
toa de arcos a I05OO, pechincba sem rival
io genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
n preeos de padrSes modernos e cores fi-
tas.
GROSDENAPLES '
Finos de todos os preeos e larguras s
CYSNE pode tender barato-
FLANELLAS
De cores e branqas de 500 rs. at 1(5300
covado.
ALPACAS
Lavradas de 500 rs.- a I0OCO o covado,
especia lidade do CYSNE que nSo conta com-
petidor.
MADVPOLOES .
Francez de 24 jardas de 80 at 100000.
inglez de 50 at-8^000, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos e largura, dito estreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nbos, cambrai para o mesmo fim de 20
varas a 100 a peca.
ATOALHADO
Da linbo adamascado, dito de algodSo
muito finos, bramante entraado e liso, e
barato s o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeoos.
SETINS
Para todos os preeos e diversos pa-
drees.
. PARA N01VAS
Camisas bordadas, peitos colarinho e
punbos lisos.
PARA LUTO.
Merinos, princozas, alpacas, canlo, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
presos que s o CYSNE vende.
PARA HOMENS E MEEINOS..
Brim pardo a 640, 840 rs., 10 ft 10500
o metro, gaDgas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angola.
CHAPEOS DE SOL
Para homens e senhoras dos melhores
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linho, pretos e bran-
cos" e mais baratos que em outras loja.
MEIAS
Para todos os tamanhos e qoalidades.
CHALES
) De merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de 12a es-
pecian dadedo CYSNE.
Desculpem os nossos freguezes termos sioo um pouco extenso na narracao de al-
jamas ovidades pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu-
ui que querenf e gostam a..Jar na moda.
Ra -Ja Imperatriz n. 64.



II
I
i
i
JOAQUIM
LOPES
MACHADO a C.
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para guarda-chuva de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Ponas de langa.
.GalSes de seda para o forro de dito, es-
tpoitos e largos.
Pregos de caneca de marOm.
Escovas para dar graia.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOSAMERICANOS
Cylindros para padaria. ;
Carros de m5o para conduzir fazendas.
Machinas para desearogar algodao.
Poliae de diversos tamanhos.
Canos de ferro galvanisados para enca-
namento d'agua.
19 Ra Primeiro de Mareo 19
Tendo renovado completamente a loja do predio, em que teem o sea es-
Ubelecimento,
19=A ra Primeiro de ar$o=19
com aquello asseio e elegancia desejave*. acham-sa agora prvidos do mais
exprendido sortimento de fazendas finas e modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuam a ter como sempre, diversos
RTICOS ESPECIAES DE SUA GASA
Garantem, com toda
a sin-.eridade, vender
por menos que qual-
qur outro, porque
recebem em direitura
a maior parte de suas
fazendas.
19 RA I.' DE MARCO 19
(litiga roa do Crespo).
Farinha de mandioca Para noivados.
Acata 4b ohegar de Santa tetharina, a bordo
d0 ptach* talles jrarg BloX, superior -arioha
.de maMoea qne se vende a graDel a borlo do
mesmo navio. ara tratar com Io Victorino de
Relente C, a roa do Marque* de Olina, ou-
ir ora Cadeia n. 53,
Popelina de seda e
laa.
Eapoda inteiramente aova no mareado
coa padies muito delicados, fazenda de
um-efleito sorprebend^nte em vestidos, e
vende-* so WS580 rs. o covado, na laja
do Papagaio, roa da ImpsraViz n. 40, de
Meadei Camino, .
Fitas especiaes e preparadas para lacos de cor-
litados de cama : receben a Nov Esperanca,
roa Duque de Caxias n. 63 : a ellas anitft qae se
acafiem, pois vieram sosente seis e sao liodssi
mos.__________________________________^
Gaz oonomico para os can-
diel roa de porcelana.
Acaba de chfgar este j bem caobecido com
jastiyet, como o mais trrato, prompto e asseiado
de todos at h >je conhecidon, e ae encontra i \eu
da no onico deposito, i ras larga rio Rosario bu
mero 34.
Mobilfo bwatiT-
Vende-se orna -oobilia de amatelio em rfeilo.
e.udo_: na roa da Imperairit a. 7.1 jou na botica
tpnlar.
iH r PAiiii
N?ESA ANTIGA 'E'GIEDITATA
FABRICA

5)33 &(>&
tlttltll U MIIIilIUUTI III CIIFLH6 IttTlIUIl II
CHAPEOS E B9L;
De toda as qualidadea I
De todos os feitio I
De todas ee preto I
RA DO CRESPO N* 4
as

s
O
f-3
Sr s
S <- O -H "O
^ *3w
12- p & S S.
3*3 s S
Cofres de ferro de MilBers e oulros
JrrenpHS para f0p|,r Cartas.
Balanzas de pesar, ^eml8i Roffltas etc
Tachas de ferro, linhld0. _
Arados Americanos
\jraQeS, p3ra agricaltura.
Carrinhos demao.
Machinas a Tapar
JnaCilinaS de descarocar algodSo, de 10 at 40 serras.
1/apaS de lerrO galvanisadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos vendem-se em
casa dos importadores.
Shaw, Hawkks & C, '.'
n. 4 roa do bom jbss.
(outr'ora ra da Cz )


,(.

80FFRIWENT0S DESTOMAGO. CONSTIPAQAO.-
Cura em poucos dis pelo CARvlo de belloc em p ou em pastillas.
CNXAQUECAS; NEVRALGIAS. EaSaffcccses & d-
sipadas rapidumente pelas PEROL AS DTTHEJ S I* CUITiS.
ANEmlA, A PALLIDEZ e M >wrfrimento? qne necessitam do ,
emprcfco dos rerruginoec sao sempre combatidos com o mcllwr resultado
pelas pihuas DE VALLET. Cada PiTula tem incravado o nome VlUtf.
PO DE ROG. Basta dissolver um frasco deste p eta nM
gan-afa d'agua para se obter una limonada agradavel que purga sera &-
,. iT clicas.
VINHO DE QUINIUM poneos cuja' coirposigo 6 garantida constante, um das melUores pre-
paracoes de quinino, sem ac3o notavel sobre es conTalescentes, dindo-
lhcs forgas e apressando volta a saude. Cura as fcLrcs anligas qu* re-
sisti ao sulfato de quinino.
"StLllUI DA" BEXIGA. A maior parte d'estas moles-
tL, como as sciaticas, lombagos, catarros, e todas as dores nerrosu em
geral sao curadas pelas perolas de essenciA de thereb:ntin do
Dr. ClcrUn. 0 professor Trousseau em sea Tratado ie 'teraputica acon-
selha as para serem tomadas na occasiao do jantar, naTise de 4 12.
OLEO DE FIGADO DE BAGALHAO DE BERTH.
fiarantido puro e de primeira qualidade, ura dos pouces aprovados pela
Academia de medicina.
AVISO. Todos estes medicamentos foram aprovadot pela Academia
imperial de medicina de Pars.
DEPOSITO
Em Parla, L. TRERE, !, Jaoob
DoroiicHELLE ; HcutR | Pernambuco. Miran et O.
VIGOR DO CABELLO
DO CELEBRE E FESTEJADO CHLMICO
GRANDE PRODIGIO E EMPERR DA EPCA
Nao ha parte alguna do corpo de que mais dep.nda da sa belleza, do qae
im cabello bonito. Sejam as ossas (eigoes ligeiras, mas lenhamos o cabtio bonito,
3is-no8-com tim rico encanto; pelo contrario, seja o cabello ruco e spero, eis qne
toda nossa pbyfonomia, por mais symvaibLa e espressiva que sej, por si s, esmo-
rece, e assume om aspecto.sem ioteresse.
Neste sentido desejamos mui respeiiosamenie chamar a especial attenco daa
sesboras e cavalbeiros de bom gosto para a delieada preparado cima meocionada.
O Vi/or do Cabello o resultado de urna longa serie de estudos profondos,
^mprehendidos pelo incansavel chimlco Dr. Ayer, auxiliado por outros profesores emi-
aentes, oom o fim de descobrirem urna nova preparado para us cabellos, qu, sem
;onter as propr edades nocivas que se encootram nessas outras, qoe mais tarde occa-
iionam a perda dos cabellos, fosse realmente efGcaz para conseguir outros tffeilos de
sa muito desejados
O Vigor do Cabello, nao una tintura, nem contm substancia algxima inju-
riosa. N5o suja~asmaos, nem a cabega, e nem a cambraia maii fina. 0 Vigor pro-
mette:
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formacjfo da caspa. Evit-r e curar a queda dos cabellos, e rm-tati-
rar a cor natural. Torna os cabellos macios, selosos e brilbantes, perfgaiaruo-os
com um odor de rara delicadeza. D nova vida aos orgos. vitaes de que depende o
crescimento do cabello, fazendo-o cr scer abunlanie e vq(so. Com o uso qooiid.ano
lo Vigor,' as calvices ser5o neutralisadas, caso as glandes copulares n'uo se echem cor-
rompidas.
Senhoras e homens que antes da idade se vem cheios de cabellos brancos, e
qoe tem perdido a espennea de ver restituida a sua belleza natura', este bello orna-
mento pbyico, regosijar se-hSo quando vir^m os effeitos qoe pdem conseguir com o
aso do Vigor. Para os loilettes em geral. nlo se poder encontrar perfame man agra-
lavel e deheioso do que o Vigor de Ayer.
Vende-se em todas as drogara, pharmacias e
armarinhos do mundo.
W. R. CASSELS a* C.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAES PARA 0 IMPERIO DO BRASUL.il
flio de Janeiro
*sa se vio um processo'mais perfeilo e qne at-
aja de tal forma a satiafazer as exigencias mais
7ras da e3criptnrac,ao.
k raa edr lindissima e nao precisa de euida-
o iljam para se coosefrar no tinieh-o sempre
oa a mesma cor, sem borra, cresta, bolor ou sem
: lis estas mzelias inherentes todas as tintas
c agora conhecida?, anda mesmo dos melhores
toree estrangeiros.
/kbretado, este estimavel prodactOfno ataca as
cas de ac, antes pelo contrario, a penna
diluir nm esmalte dourado qae, sendo inters-
tute, asss proveitoso.
Sita tinta, nao sendo especialmente para copiar,
a flomtudo doas, tres, on mais copias nm nifl
'sois de escripia preciso, porm, deiiar-lbe
wpel bem molhado-sem o eoxugar com o mata-
.-ro, porque nao ba o meo de borrar. Para se
rr tnais de urna copia, nao se agglomram tati-
u foibas qnaotas copias se qoerem tirar, -mas
t-M como original rar urna tantas qnantas
.tdefajam, sem qoe o original fique preiudicado
tas xtracSes.
Occorre aqu direr qne, para copiar importa
vita ntetitgeneia e habilidade, sem e que A me-
ior laMa sao aasfai, eo deMto recae sempfe
cire a tifia, que pniius- vetes qoem aeoee
:b tem.
k dupla qualidade desta .tinta etlremamete
cmciaTel, nois qne vita qae em qnalqneT es-
njl torio baja mais do toe urna liota para m di-
rici mistares.
1,H.qwtto sna daraaidad*. nio ha a onar
iitfc iavMa po cripta soffre o choque de cidos fortissimos, sem
se decompOr; ora, se os cidos n5o tem accao so-
nre etla, muite menos a accio do tompo a P**9
destruir; isto plausivel.
Nao s ao commereio .qne este meu produelo
veio ser ntil ; os professores dos collegios, Investi-
gando todos os meios para o adiamntente dos
seus discpulos, tem approveitado esta Unta, que
com raan a acbaram apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqnencia da belexa
da cor e facilidade de correr na pequea pela sua
liquidez. Ha exemplos de enancas qne havia
muflo teropo tinham tima repugnancia extrema
para a escripta, logo qae foi admittlda esta tint
no coliegio, apoderon-ee deltas a enriosidade e o
gosto, e ponco lempo depois o sen adiantamento
era manitesto.
Esta tinta, par de Untas vantagens, tem nm
nnico iDeonvenieote, deterrfa-se ao conueto d*
ootra qialqnef; cenvm pois te-ta em tinteiro
isentos do menor vislumbre de entra tinta, e evi-
tar escrever coma peona saja de ama preparacao
diTerente e incorapatvl; verificando isto, nio na
relo para se osar de na roe nio seja a VIO-1
LETA EXTRA-FINA DE MuNTEIRO.
Observapao.
Diversas falsiflcacoes e semelhancas tem appa-
reeido, caja daraUKdafe dtavideea. Oi 8n.
compradores aodem evitar o-wgaao dilifMo^e
casas aircm$pectas>]1a,|diode a Unta qoe en
fabrico
i. C. Montciro,
s
\


Ijiari* d f raanibnd Terca feira 14 j No^embro d* 1871

HtfERATWlA.
Todos perica.
fele-r; com eneria,
frotealo em alio brado
eijoita a chusma de pedintes
Que toe. trazem n'utn cortado 11
ITarii 'ora da poita,
IToatar qoe son lirado..s
.lpeoas sai.) de casa '
logo ero o pedilona...
Ka terei cara de paio
Aepecto de implorio ?!!
Sao aclio senai quero peca...
d demais > eeootorio! I
tst se en casa e i mesa,
Jutaado roai socegade,
tem palmas, de repente....
jaemest ahi? um sea criado.
' Loa*b a toda pressa,
kla meio engasgido^
Ipparecero tres sugeilos,
M tazar mil rjortezias ;
ico tieltos, um. tli.-c rso
Itoilo erwio q sanhorias,
tidioJo que subscreva
M p'ra certa, obras pias:
Assifoo com dez oo (ufe.
Feo o que volto p'ra mesa ;
Jntztruz truz t vean o moleque.
- a se libara baronesa
s E otis tres mocas que pedem
Fra fallar a nlianb Tbereza...
E a mulber l vai correado,
Mais- lachada que um pavio ;
Atwah as ues senhoras,
S ama commisso.
Pedirlo p'/a o mesmo fin
Bu outra subscripco!....
qoe foi qu respon leste ?
Irergonto en senbora...
tjoe bivia de responder?...
i>?2 mil ri f,jram-se embira :
Has, eu tioha dado vinte
|kn isso, inda agura f I
?oro, eu nada sabia...
S*atr l isso verJaJe.
oeqoe S alguem vier
biz que estamos na cidade r
tepressa, fecba o poni
techa tambem a grade.
3as> ble-de nada vale,
i' naalbar em ferro fri ;
kpenas entro no bon-J.
Siotenovo calalrio;
testa voz o pedite,
3feo irmao, do Civrad'o.
d-xe c vinte mil ris,
Para qae ? nao me dirs ?
Par as victimas da guerra:
One guerra ? estaraos em paz-;
Sao te facas de pateta:
daram todos, tu ho das ?
Assipo! desembocando
5 roa do Ouvidor,
sbarro com-om sugeito,
Bom da, commendador *,,
Yeio mesmo a proposito...
-issigoe, faca o favor.
V outra subcripcjo-
Para as virtilas da guerra i!
Soja dei agora mesmo...
Qual o que... o cjarrega
S ne larga, e tanto faz
^ie por fim o denle ferra.
Entrando no escritorio,
Encontr sobre a carteira -
Um carlSo de camarote,
Eiras dilps d ca leira!
e nio cubscripcio,
B no mesan, p'ra algibeira.
na praca do Commercio...
Eolio alti, todos os das,.
*T dinheiro para festas,
ffiobeiro para alforrias,
Para asylos, para escotas
e todas as frcguezas r
Apenas entro em casa,
A BKtfber logo m? atraca;
oaojoca, d c dinheiro,
Tenho s mia. ptica :
E os cem mil ri i de bootem ?
Foram j tocar matraca...
Ora qua... cacoada...
Falto seria, dei quarenia
Para as victimas d* guerra,
Eara, aA caclas, cincoenta...
{& mulber1 j dei para isso I
H3o sabia... agora aguenta.
S agenlo... que remedio...
Nanea vi tanto pe linio,
E" ana iramenso formigoeiro,
k :ada porta mais de vinte...
Quena se livra do nm ou dous,
Nao se livra do segainle.
J d3o pode ir mais missa
A koeata e o carola;
Eneootram logo oa porta
Urna sinb, com saccola.
FOLHETIM
AILHAJO FOGO
HOn.lXCG
POR
ALIXANME DUNAS
>
(Continuacao do n. 259)
XXI
O pal e a ftlha.
jsd qae entrn a nput, tudj foi ale
y t festas no -palacio.
Pane qoe a esperaba de conservar
i restituir a vida Tbsermai.
4c i^rdim estava completamente iliumioado,
* ends. da montanha repetiam os accor
> gamboug e do chelempun'g.
imitado lobre um rico divn, asp'rava
rmai o fumo de um riqaissimo cachina
*; da Piaraia.
A ferBoaa Arroa reclinava a cabec so-
e pe lo do principe.
Tj ia chela de me?ura<,
Oue Ibes ra pedir esmoia.
A' mulh.res! .. ji se vio
Pediioru maii lerrtvet ? !
Casadas, viavas, mocas,
Velbas, ludo, oh iocrivel,
as pragas, jardios, pjsseios
P'd'torio infalvel.
V. todos gfilam progresso,
O progresso notorio...
C por mi n aclw somente
Progresso ~no pedilorio...
Se ha prigresso'em pedir,
Vi emos em rega'o:io...
Nun-.a vi lautos pediles
Como boje o R o ;em.
. Nao fallo dos infelizes
A quem se d um viniem
K dizem seja por alma
Dos defonti s que i tem...
1 djqueries de ca. ac
Pedinies da fi lalgoia,
Que nao pedem, mas impoem, '.
lia de dar esla quantia...
B te e venha, nem pergonlam
Quem que e>t de vgia.
A mulber d ni Tijnca,
E eu dou c na cidade.
I))us a dar nfi) acli3in graca ?
E' bonito, na verdade... -
Nio ha bolsa que resista
A urna tal enlermidade...
Nio sb isto contina,
Vou p'ra roc d'liamb'
, E l'ac > no mato v;rgem
Una cata de sap,
Vou plantar cara, btalas,
Fei5o. inhame e caf...'

E' negocio dedi ido...
Fojo (lestes badamecos
CiTPgo mulher e lilbos,
Escravas e eicareco;
Vou crear pis e porcos,
Giliinhas, patos, mirrecos...
Ifit isto. n> mato v,rgem,
L no ceniro do serto,
Onde nunca unha uaV;dj
Nui urna sobsenpcio ;
Onde nao baja ww almi
Qoe j visse uma (uqcco-
Sinto bem de.xar a corte,
E se o figo, com roagoa;
Porem, assim, deste modo,
Aliro com os burros n'agua :
Naufrago 1 e do naufragio
N io salvo BMB uma laboa I...
Tod is pedem, ninguem d.
Qn?m de ve n5o d vintn...
Dizem todosamanlia...
Venba c p'ra o mez qae vena;
Porlanto, fojo p'ra roca,
A cousa, assim, nao vai bem. *
A 0. Mo.NTEino.
VARIEDADE
FUASCHINI,Na-ceu este n;igne tenor
dramaiio em P.ris, no ?noo de 1815. J
tinha adiantados os seus estudos de medici-
na quando resolveu dedicar se exclusiva-
mente a arte do canto, O seu professor
.Miot!, soube aproveitar felizmente os po-
derosos recursos di inteligencia e gosto do
grao te tenor.
Cantou pela primeira vez em publt:o na
caluadral de Pavi, no anno de 1837, e,
nesse mesmo anno, foi escriplurado para o
toeatro Ivrico daquella cidade, onde desam-
penbou magislralmeole, o papel de sagundo
tenor no lel-.sario, de Douizeili.
Em segoida, foi para o theatro de Berga
mo, o all desempenbou admiravelmenle, o
paqel de RoJrigo da opera O/effo, de Ros-
sini.
Em 1840, ji arrancava eolhusiasiicos ap-
plaosos nolbeatro da Scalla de Mitao.
D'aqui para o theatro de S. Carlos, de
aples, onde cantou muilos annos segui-
dos.
Depois de ter cmtado em Bolonha-.^Ve-
neza, Torio. Padua, e em quasi lodos os
Ibealros de Italia, deixou-se admirar nos
principaes t leatros da Europa.
Gontava Fraschini 41 annos de idade
qundo pela p;imera vez, foi escri.jturado
para o nosso tbeatro de S. Carlos de Lis-
boa.
Foi' na poca de i85 a 1860. Mais
tarde voltou, na poca de 1861 a 1862.
Ocioso seria descrever os entli isiasmos
que causou a frescura e timbre da ?ua b 1
la e poteniissima voz. Frascbioi concn os
seus triumphos em Lisboa pelas noulds em
que cantn. /
Vejamos em que operas se fez admirar
este grante tenor, no nosso thealro de S.
Carlos;
Epocbadel859al860:
1. Travaaor. com a Tedesco, Lolti,
Barlholini, etc.
2. Lucrecia Borgiacom Tedesco, Sil-
via e AntonnuQci.
3. Rigoleo om Lotti, Barlho ini, An-
tonnucci, etc,
A poneos passos do Sr. e da favorita,
estava Hirruch contemplando i scena com
olnos distrabidos, com quanio Iba escapas-
sem de vez em quando olhares de rancor e
de odio.
Desde logo -se negou as instancias que
Tbsermai Iba fez para qoe' se entregasse^i
sna paizo predilecta do opio, e contentava-
se com saborear um ponco de betel.
Mas, na occasiSo em qu3 o baile e a mu-
sica estavam mais animados, ouvio-se ruido
de vozes.
Tnsermai pargaoloa o motivo, e os seas
criados apresentaram-!he om velbo, que
sorpreocieram a querer entrar nos aposen-
tos das mulheres do harem.
Ao ver Arroa, soltoa o velho nm grito
qae bim poda ser de alegra e de pezar.
Eslendeu as mos para a favorita, e ter-se-
bia arremesad > aqs bracos d'ella, se os
criados nao obstassm isso.
Logo ao primeiro relaocear, conheceu
Thsermal o bedajno.
Qaanlo Arroa, co.nservou-se inpassivel
nem o ver seo velho pai, esfarrapado e com
os ps em sangue, nem as angustias qae
no semblante reveliva, forau capazos de
$ abalar,
Nemseqner fez o mais leve gesto. Pa
reGia que n'aqoelia crealura morrera todo o
seatimenlo. Fria, silenciosa com uma
i* FcfaoriM-com Tedesco; Brtholioi
e. Ant nnutdL fie
5." Jh Diabo -miliilpJIllil
9n^tUfjm^(9tettfan,n com Tedesco,
7.* Hastete Mascaras com L>tti, Hen-
ler, Barlbolili, Creaci Luitani; etc.
Na poca le 1861 a 1862 cantn com a
Laborde, Bfidazzi, CuLiardi, Djlla' Cdsta,
etc., Entbolasmou especialmjnte oo'Siinao
Uoccanegra e na Marlha, repetmdo quasi
tolas as operai d sua primeira poca em
S. Carlos. Y jC { .'
Poneos tenerte poderi Cunser*ar, como
Fr.'schini, a frescura e belleza da voz q'uma
carreira de 34: annos. i Ainda no orrette
anni, arrebalou os seus idmiradores, o*ten-
tando a Bflsma valenta d voz, que squi
loo admiramos ba 12 ?nnos.
Senlinrs qae os eprez'rio5 do nosso
theatro lyriov couejem por uma tal cntra-
riedade, e feemo? vetos para qieos seas
tsforcos pan aclur um artista que snbsti-
;ua Frjscbim; durante a na enferrcid.,de,
sejam bem sccedidos.
Sabemos oos culd.dos e do empeobo em
qoe esto para tornar brifhEt* esta qoea
lo bem auspiciada.
Fraschini, apezar de contar 56 annos de
idade, e de 34 de carrei a artstica, n)
artista de fcil substituto.
A re3 yeito de-te grande caotor, escreveo
Fetis, oo sea Diccionario dos Musios:
t Ehcontrei-o novane ite em Brgimo'
<-jm 1850, e surprehend-iu-me ouvir-atada
i 3ui poderosa voz-c ma frescura
sm erabirga-da msica exagerada a cojo
desemp.'nho s-i entregiva lnvia novjanais;
mas cantav incito m-lhor.
Fe s admirava se de ^ufe 'a voz dej Fras-
chini" aio la livesse a mema frescura ni
aono de H50.
Ni. doze ann m.ii tarde, aiala ouvi-
mos a mesma voz, igualmente poderosa e
fresca,c.'mo em 185 .
Esperamos qoe em 1871 o illostre 4enr
prolzr a mesma admiraros
Lembra nos d-i Mombelli, um.dos mais
celebres tenores d) principio tbU seculi);
guando e>t'ne em Lhboa, j liaba mais ida-
de qoe Fraschini. o possuia nmi voz admi-
cave1, ( anda caotm mais a(gun3 annos
depois.
Sao gargantas privilegiadas.
ESQUELETO PEriUFM\DO. Le se o
seguinie no Monitore di BnU,gm ;
S. Exo. Antonio Boncomp-goi. principe de
Piuuibao, senador do reino, mandou par*
BoloDba, um objecto tem rar-, a lim de
que seja expo.-to a i pubJio entre as corb i
dades qad devem ser apresonfadas dorante o
congraiso ioter.iacieoal de archcologos que
se ba de rennir nesta cid .de. O oojetto
raro, de que po5sqidora ba muilos anuos
a casa Piombino, consiste em um be nem
peirilhado, que oi remetido ao professor
Bertolini para elle propro o apresenlar ao
presidente de referida expo'ico. NSo 1
co hecida a origina historie i d 3*1* esqueleto
pe riljeado e apenas se sibe que fdra dado
de presente o papa iregorio XV ; os mem-
bros da familia do principe, pretenden),
porna, segundo'as tradicoes da familia, qoe
uma comuiisso J.jn?zi rrotix-era este pre-
cioso presente a Rora para o soberano
pontifjci?, juotamente com um guarda vento
e omi meza do bano. Estes m$ objj^os
canservam-se atada no palacio do principe
de Pi robiBo. O esqueleto tora expo9to pq
publico no Ci ino e Antera da vMIa de Lu-
do\is de Gregorio XVr mas os curiosos ti-
veram-a a.-rodeocia de Inte fazerem algum is
pequea* natilac53s. Desde entSo foi fe-
chado hermelieamtmte em uma caixa forra-
da de velludo no interior e exteriormeote
co berta de pe es com feichadurae- doaradas
tendo as armas papes-sobre a tampa. Es-
te- esqueleto tea-se conservado Da caixa,
fechado chave, e nanea mais foi exposlo
ao publico.
AER.OLITH0S.-Di a Francr que um
navio suecco acaba de conduzir a Stocholmo
os tres enormes aerolilbos descbenos o
anno passado em Groenland pelo professor
Norderj-kyoeld ; dous-delles que pesam, um
24:800 kilos e o oulro 5:000, sao destioa-
dos ao motea d'aquella cidade, e o teroeiro,
que p4za 10:000 kilos, vai para o-muzeu^e
Copenhague..
ROSSEL.Este mdividuo, osados com-
munistas que se tornoy uotavek nos ltimos
acontecimentos de Pars, acaba de ser con>-
demnado pela segaada vez, no conselno de
guerra de Versalbes, pena de niorte. O'
acensado ficou impassivel ao oavir a sea-
tenca, e dorante, o julgamento- mostroor a
maior placidez e sangue-frio. O prinaeSro
julgamento fra annnlado e o segondo coo-
hrmo a sentenga que j tinba sido profe-
rida.
A QUADRATURA DO GGUL0.Entre
as memorias a'limamente apresentadas
academia das sciencias de Pars appareceu
ama de um! gemetra, que como muilos
oofros, diz ter descoberto a quadralura do
circulo. Sagundo refere nm diario-daquella
capital, a tal memoria nao foi ra-nrettida a
nenhuma das commissoes da academia e ac
crescenta qae a tal qoadratura do circulo
apesar do man acolbiment) que dede tesa-
dos immenoriaes tem recebilo da ajada-. Noste qaadro, o
ideeom lulo excitar pormuito tem- Condi d'Eu, general
po aita o aWUr dos gemetras.
CONSUMO DE CMAMPANHE. Segundo
os dados co'hidos por um dos principies
commerciantes de vinhos da Cbampanh-,
os prussianos oa allemes cjnsamiram em
om anno dous millioes e m-iio de garrafas
de-y?nho procedentss das adegas da Eper-
nay, Reims e Ai, das quaes Reims submi-
nislroo 1.8UUJ00 garrafas, Eperoay...
433*00 e Ai 272.00.
A BATALHA DS CAMPO-GRANDE.
. OADRO DE PE0I1 AMKItlO.
A Machado de Assis.
Mea pr zado amigo.Disse-me, nao me
lembra agora quem, ser por pouco espera-
do um trabalbo de sna fecioda e mimosa
penna sobre on'tioio quadro do Pedro
Amarice
A aer isso vardade, muito prazer terei
se do artigo que junto Ibe remello poder
V. otiiiar-se coaao de fracos aprestis ou
dligeiros apona minios para essa prodc-
elo, que desde ago/a aposto nos ha de
sabir do mais fina e do mais costoso lavor.
Djve Ihe ser, cuido eu, anda pres.nte
lembranca quaulo, naqeiles bons t-mpos
de ba 12 anuos paseados, anlava eu dili*
"R nie a lidaf na faina das arles e das let-
irf?, das leiiras particu'arme V., uo incompleto ?.inda uos seos 20 anuos,
liohi j um reome invejavel, e era d'entre
nos tolos o primeiro.
PM bem; daqulles a/radaveis torneirs,
qua eu, por fraco eiaai lalalor, em breve
aban t.me i, sao vag.s record .coas as lionas
q>i i para aqui deixo escroptas.
G.anle ousalia, certament, a minba
i meiler mos intrusas n'uoi diminio em
que fio pojquissiaio d ro-us recursos e
haveres; mas, auturfad > que fosse a la-
vrar taoibim a miaba Kelratinbi nesse
campo, oo me sobraran! o:ios para curar
das Ibr- qo mo el:a das se. que i** fl)
res da nalureza, Ho perfamida* e donosas,
como as produz a fcunla vegetacSo de
nossa ierra, me fizo eu. das e drs, a cui-
dar, de lulo o rtfai* descuidoso.
Se desle v lunario ejprazivel desterro
em que vio, pegui alada da penna para
fallar de albeioa assiimpios miabas a-liajs
oceup ees, nisso an lou menos a propria
vai ia le que o dese/> de attender aos
amigos.
S ai feilos estes, e castigada aquella com
o mo exio dos meus esforcos, corro de
novo ao trabalbo de m'ohisliJes ordinarias,
que tn.j pesadas, entretanto/ nao sao qoe
nVe nao .deixem alguns momentos de folga
para admira-lo senara.-H, 27 de outo-
oro de 1871.Seu amigo de coracao.
Ladislao Nelfo.
No mez da otaio do anno- passado, os
deveres de uma aotiga e nunoi ata boje in-
terrumpida-amizarie conduziranatme ao apo-
sento de um artista joen, porm j nota-
velf qtoe fui sorprender a dar os nlt'mos
toques n'uma pequea tefa en>que raros
olbos aaes de mim se haviam pousado.
O artista era Paviro Americc, e o seu
auadro o esboco da batalha de C-Mtpo-Graa
de. Oajoe se me tigwcu dever ser aqueile.
trabalbo depois da aeabado e loo quaato
de estlente e de s-ompluoso previ que
vina a.mostrar um-quadro que assim co-
uiecava;grandioso pierna de qoe mal se
me deparava all um fraco preludio, un
breve aetiloquio, de b^jo disseno j as
poucas liihas que na soffregnido d meu
animo agitado em fase- daquella animada
ereacSo para logo escrevi e das depis pa-
blicaram-se as coluoMias do Jornal do
tommerci:
Vai par 16 mezes qpe isso acooteceu
pint .r figura o priocpi, oa dooaca\alleirosque mais de pertoae Ibes
al eaa chefe dai forcis avizinham !
estatua, s se meebeu para Indicar s es-
cravas qae continaassem abanaado-a.
Tbsermai com os olhos irritados e a
testa franzida, exclamou :
Beduino, esqaeces quo o tea desap-
parecimanto dos meus dominios te torna
criminoso e que ests condenando ? Nao
sabias qae penetrando n'este palacio adia-
ras a morte ?
O queeu saba ,era que minba ftlha
estava aqui, nada mais; ha dezeseis horas
qoe indo sem descanco nem tregua para
chegar ao p d'ella.
= Pois v-a bam, velho, porque por
Mahoma te juro que nao tornars a v-la,
s se no lumulo conservares a laz dos
olhos.
Que a toa vontade se compra, 3r.;
dizes verdade, porque ver minba filba
para mim tanta felicidade, qua lendo-a visto
j nao lamento amorte.
E, dizendo [estas palavras. chorava Arga -
lenka abundantes lagrimas, que Ihe orriam
pelas faces.
Os seus olhares, cheios de ternura, pa-
recan ana 'wpplica dirigida sua filha ;
esta, porm, acm seqaer olbav para elle.
Pois que, j n3o me conheces, Arroa?
exclamava o pai. Ser que a fome, a mi-
seria e a fadiga do ciminho me tenham mo-
dado tanto ? Mas verdade ; la j n5o s
a mesan. Os leus vestidos s3q rJe seda e
IS-mezes qua, por uoal nuaaero de annos
pode os cootar Pedro Amerieo, tanaaobo
foi por lodo esse trapo, o lotar da sha oa-
tu-eza iosoperavel a jobostssiaia er>80 os
acmeos que Ibs braoaiam amea&idores
ao'redor.
San espirito, porm, ji* de annoe- reiem-
perado em ebammas e brazados de amargas
desvenluras> arrojou se iftlrepidamoata aos
maroucos,. resistio-lhea-e furias, dabellou-
mes a ingente vdlantia afioalmente- vencen.
Agora que o grande quadro visivel,
agora qua entendedores-e profanos* artistas
e meros amadores j o fwam contemplar no
esplendor q todos os seos notavev atlribu-
tos bem qy do incompleto anda do-trabi-
Iho e dos-utt'iaos livores, cabj-is a mim
dizer qae nio muitcv ajusta reali&oo se a
minba pnovjjo ; nao se realiso*-, porque
muilo a olla vejo e swlo que sabreleva-se
a-grande tela de P^dro Amerito-i porque
contav* com a a Imira^ao que rjauito fra j
e veii>-ue- a sorpresa que maiti.simo ;
sorpresa felizmente compartida, por nao
poneos daqueiles em quem nao fallecem
nem iuzes de erudioo, nem ia^endimenios
pelo bebo, que sao attestagoes inequivo:as
de bom gosto, nem franqueza de senlimen-
tos, qo de melbor gosto anda.
- Oasaumpto do quadro qoe-o artista es-
coihea para que am todo elle- se repro lu-
aisse tSo boa c grande pane de sna alma
um simples episodio succedido na famosa
baialba do Canipo-Grande, a que a ningnem
j desconhacdo boje depots qoe lo so-
bejamente o ha descripta quasi toda a im-
prenta brasiteira.
brasileras no Paraguay, no(momento em, Attitude do corpo. mcimento do bra$o
qoe, precipitaodo-se em pleno campo ini- direiio e expressio d lace tado mo indica
migo, sent e.tacar-se-lhe de repente o ca no principa om ardor nsolTrido a referver-
vallo diante da am de seus mais bravos ihe impetuoso e violento no coracao. Oo-
ofuciaes, o intrpido capitJo, hoje major, ve-se-lha arqaejar e pelto offegante, v-ie-
Almeida Castro, qae, aoffreando o brioso ibe correr o su ir em bagas pela fronte, e
corcel em que jnonti S. A., a quem de- jsente-se-lhe o calor do rosto .incendido oa
balde havii j exposto quantos riscos o acer-j precipite carreira em qaevinha.
cavam, repara alli mesmo e desde logo ta- Naquelles olhos cbamnjejam raios de ener-
manho e to in-olito ardTmeuto oaquella gca voatide, e debajxo daquella farda pal-
vivissima aogu3'ia d seu d?composto e pita um coracao de moto daslemido, que
perturbado semblante, n^quelle supplica mal ple attender aos resgoardos de suas
olbar em qua lodo ioleiro 83 Ihe tr-nsloz o reflectidas atlribuicSas de ebefe.
nobre e generoso animo e, fiaatmonte, na-, n-jo menos viva expressio noe apresen-
quella atlitada idizive' de quem mais tam os d,ous officiaes do mesmo grupo:
prompto ai^le voz da syjipatbia que Ihe Eneas Gil vio e Almeida Castro ; Atmeida
inspira o denolado principe do que a dis Castro, sobretodo, de qaem ha pouco tratei
ciplina que ibe ordena obedi :ncia e respailo e bouvera aiuda agora de Miar, se t3o de
ouro, o tea diadema de brilbantes nao se
parece emanada com o pobre trajo que
usavas na miaba cabana. Mas tu alada es-
tremeces teu pai nao verdade, minba
filba ? Tu que, (osle o mea orgulho e a
miaba ventura. E qual o flho que nio
estremece o i'ai ?
E qae tem agora decommnm Arroa
com um misero .beduino como tu ? bradou
brutalmente o javanez.
N'aquelle instante lembroa-se Argaleoka
do que Ibe tinha noticiado o bomem que
oocontrra no oaminho, e cabio de-joelbos
esteodendo as tnios para sua filha.
Arcoa, minba filba", bradou o ancipr
apressa-te a desmentir o teu Sr. Dize-lhe
que, qualquer qua seja a posicao a qoe te
eleve, o sangue de Argalenki nio deixar
de correr pelas tuas veias ; dze Ihe que o
laco qae nos une obra de Daos, e quev nio
dado aos horneas quebra-lo. Mas, santo
D-OS, acaso te haverei oflendido involunta-
riamente, minba filba ? Sabes qaanto te
tenho amado, sabes qae a tua felicidade era
a mioha felicidade, a la alegra a minba
alegra. Mis se julgas que te offenli, ta"
me perdoars, has de perdoar-me ames de
eu morrer, e has de ter para mim'um d'a-
quelles sorrisos qoe eram a consolacio da
minba vida.
Qs solucos afogavam a voz do pobre pai.
Cajos olhos se mavajQ ora oa ftlha, ora eu
ao general.
' Raro?, bem raroj artistas bavar para
quem nio fra um aby^mo ou um>rinevia
vtl condemnacio este assuapto. Tal ,
porm, a afiouteza daqueiles em coja mente
apro'uve Deus accender a laoipada augusta
de sua divina inspiracSJ, qua vamos Dante
baixar ao inferno e Mitn remoitar-se ao
poraizo, sem qua outro rentimento nos
acud que nao sej da adniraco para tio
grandes genios; sem que nos contrai i se-
quer os labios um vislumbra da mofa que
ttnbo por certo desatar-se-nos bia para logo
em gargalhada, se menos inspirados canto-
res a tamaaha e a lio ardua empieza- -89.
arriscassem.
Segundo, bem que de longe, o rastro
fulminoso destes d >cs gigantes da epopa,
('adro Americo pedio a Dur uma centelbi
do lume sagrado da creac3o, ladeou o pre-
cipicio, impendeote de enormes despenba-
iores, e surgi victorioso e rodead > dessa
aureola briihante em qce boje nos appa-
rece.
Entretanto, analysai coidados-omanie aquel-
la immensa tela em que, a nm tempo, a
vida e a morl, a luz e as sombras, o fugo
e as agoas, o-azul di co e o negrome da
ierra clcinadi ta o clarameole- e, o que mais
, lio fielmente S6 nos apreseniam; alten
tai oaqael'e bomens que d3 a morte. na-
quelles antros queperdem a vida; naqael,
le cavalio qoe transpo i algares e vallados
ou nasti o-.tro*quo espavorido recua e pi-
nota; oaquella macega a uncendrar-se e a
crepitar, em miraare? de linguaa de fogo j
naqiiC.les vulcoea de p e fumo a ergne-
rem-se ob'.iquos para o co ; att nVai, vos
peco, nos bellos e varpdissimos grupos do
qaadro que havei ante- os olhos, e dtaei'-ma
se vos nio acbais ea> fa^e de ludo a iuiIIo,
nio em tela ou imagmavo, ou aoi natural,
em toda a horroroi e tremeqda realiriade
de om combate ; coa- toeka a borrvel ma-
gostada do furor satnico da guerra.
A pbysionomia do Conde d'Ec, figura es-
sencial do episodio, aHerou-a e corrigij-a
o artista muilissimo do qjie era no seu es-
boco, e com grande acert se bou ve elle
nisso, que mais bom ccodizem assim com
a dignididb e o carcter dojoven general,
sujos olbosy agora desviadbs do que Ihe tica
ao peno, cingem em uma- expressaa elo-
qneatissima, entra derepiro e de ameaca,
a di-lancia que vai dalli ao mais grosso das
tropas inimigae. ,
artista por um artificio de qoem bem
sonaece a sciencia da composioo e do itu<
pamenio, colloceu-0 no mais alto das ribas
do Juquery, cojas aguas, lurvasebarreutas,
em serpeando at ao primero plano do qua-
dro, etio magistralmenteNofi,-qoa sobran-
oeiro po-lo figura, sem prmiaitaejk) maoi
fe^ta, aos persoaagens que o rodeam, ser
viodo Ibe a cabec*. 15 > nobre ojuanto varonil,
de apic ao grupo- pyramidal e ao mesmo
tenapo principal do- qoadro.
Ao principa acompioliam alguns- officiaes
de qiem ha vemos Wdos os Brasileiro* cabal
sonhecimenlo e lio pequeos servic tado.: no lustro para sempre roemorafl de
lagrimas e de saognev bem qae igualmente
de koaros e de victorias-, dessa guerra croar-
la de qoe temoa^ joetMpote na presente
creacao-anstica.oma das oitimas-e porven-
tora das mais porfiadas bataibas.
Desses olllciaes tratei eu no artigo em
que procorei descrever o esbof-o-do quadro
que ora contemplnos.
i Um simples reparo-, entretanto^ por fal-
tar agora deilesv pedirei esculpa ao nosso
pintor de lb'o apresenlar aqui; e b qoe pe-
Mroso me sinto> de qae, por se haver dema-
siado cingido aos- doeoraentos donde haorio
as-bases de sua magnifica tela, nao bouvesM>
ccllocado, moi grado sea e para sempre
o-nosso, naque:le grupo de braroe, o he-
roico e sympatnieo P.aheiro Guioaaries, que
o autor da Carioca nio ple dakar de ad-
mirar nesse trplice esplendor em qae boje
laureado nos appareca as sciencias, as le-
tras e as artaaa'
E' nm senoo, verdade seja a que se aate-
p3e inaumeroa primores em.colorido e em
slaro escuro, attribolos excellenles em com-
posicio e mais-que tudo um desenbo fcil e
correcto de par com a melbor e mais pura
cor local de que bavemos exeaplo nos gran-
des rae-ires.
Qaantas horas de labor o de lotar profio-
sissimas, qpaotas lio longss de incerteza e
tao- curtas de esperances nao as devra ter
consumido Pedro Americo na creacio do
vigoroso grupo formado pelo Conde d'Eu e
Tbsermai, ora1 em Hicruch ; e vendo que,
nada era capaz de commover Arrg*, excla-
mou n'oma especie da vertigem :
Santo Deus 1 Pois o meu desespero
nio a commove ? Assim deixi chorar sea
veiho pai, sem ao menos Ihe dizer: vejo
as tuas lagrimas I .
E, desprendendo-se Vnm rude movi-
mento dos qoe o seguravam, approximou-se
da filba e pegon-lhe na mi.
Ms a mi estava gelada como a de um
cadver. Vrgalenka juigou-a morta, e
dando am grito da terror exc'amo* :
Nio, nio ella: nio, nio Arroa,
apezar de se Ihe parecer. TioUas razio,
Harruch/ mioha filba est mora, e don
gracas Boda ; porque se estivesse viva o
renegasse sea pai, amaldicoaria o momento
em qae Deus m'a deu. Mas nio, Arroa
est morta.
Atem-n'o \ gritou Tbsermai.
Procipe, accresceotou o velho; vaes
tirar-me a vida, como j me tiraste as m-
oha prapriedades e com> te apoderaste de
minba filba: amaldico te I Deas, qae te
v, saber o qae deve fazer. Eu confio a
minba causa Deas e entrego te as suas
mios, que elle te alcancar onde qaer que
estejas. J t'o disse : nio s nio lamento
a morte, mas al abenooarei o instaute em
que me livrares de tomar a. ver esse odioso
p>touima,

\
ficiente e mesqqinha me nio fdra esta psnua,
a que muit > superiores se deixam ver is
perieics estbeticas daquella magnifica e
soberba figura.
Estudo igualmente rigoroso, sentimento
igualmento prufando do beilo, empregoa-os
o artista no desenbo, no colorido e na alti-
tud), dos fes cavallos em qae s acaam
montados o principa e e tes dous officiaes.
O nobre e formoso corcel .cavalgado por
Sua Alteza do mais puro sangue da Ara-
bia ; no olbar inteligente e fogoso, as di-
latadas e vastas narnas, na curva expresi-
va e graciosa dos oazaes, e uarnra dedica-
da e correcta, assim da cabera, como do
corpo edaspernas, traniparecem lite simul-
tane menta a raca, o vigor e a velocidade.
Be o qoe levado em soore cobertode es-
puma, nio se l!ie enfraqneceu a robusta
compleico, antos Hi'a fortifica e avigora a
proximidade dus perigos, se nio da pro-
pria morte a que ae ia ardenleatente expr
com o seu cavalleiro.
Ei-lo. porm, retido e como qae tomado,
uio de susto, mas d* sorpreza e de espanto
em face do capitio Alateida Castro, e d> seu'
bravio e monstruoso caballo do deserto.
Que qualid ide lio eftraoba e lio srgelaY
essa a que parece animar uma uneaida,
ama vostade s ? O fogoso e altivo araba,
como se esta interrogoslo, ae fos^e taiabemt
a ella suggtrida, langa um ornar profundo er
investigador sobre aquella nova esp-c.e de
Centauro: Monstrum horrendktm, informe,
tngens, esubil) estaca na velo carreira.
pj.uiiita-se-iae assim fallar Oste inte.ii"
gente animal, a mim qua li e rer c n pr a-
zer sempre creseente aquellas arrefadas dei-
cripcis do Gamh, em que Jos s Alen-
car, juntando ar> mais vivo colorido; da pa-
iheia creadora da Iracema e do Guarany.
as sobtrbas licgoes de sua vasta imaojoafo,
descreveu e pintou sobremodo estupendo o
fogoso cavall dos Pampas.
Aq i, porm, me nio descaberia eiaer
que, se ao fteundo engento d poewfoi
peruiiado crear um typo qua se nio vio
nunca em realidader onde e+le o qoiz nota
ra'isar, ao naturalista nao s poderia fazer
uma tal eoncessio, que certoflaente bem alas-
tacio te rra elle, deste modo, a ficar da na-
imezaofl o qae tanto valc-db-observacio-*
experieneia dos fados.
O'cavaHo'dos Pampas om-aoimal vigo-
roso e alea tado, mar torvo; espaatadico
eroz ; suas formas ateusam a-otme:sa ro
bostez que Ibe con hacemos, porm- na ana
marcha uescob.-ein-se-unsgalios-bruscos e
ens moviraentos sem metro oem elegancia.
Elte tem o pello hirsuto e conaprido, a crina-
bastante aspara e a caneca e as-ore(has nm
tanto grandes para o tamanhodo corpo.
Finalmente, a sua intetligeict-denota mais
aetocia qoe brandura, ea sna agrlidae an-
tes-a de tigre do qoe > Tal devera ser o animal qoe Almeida Czs-
tr, desmontado pouco antes pelas batas mi-
raigas, encootrou. a cerrer sem* cavalleiro
oo campo de batalba; tal o acb mos aqai
ficte magieiralmente reprodazido.
Entre este HJlio sefvagem dos campos do
?rata e'o garboso e fioo rabe, cojo reverso
i-elle na especie equioea, vemes- oaqimal
am qoe monta o coronel Galvao.
E' o typ do cavalk commumno Brazil,
a bem se peder dizer em toda a America
Jo Sul ; aoimal de f*mas poseo elegantes,
mas tao esforcado e ardenle cono o sea
antepassado, o antigo ginete atdiluz. em
que os no-ssos maiepes se iaoba.pelejar em
pro da f e da patria.
, Todo este grupo resente-se- de orna-har-
mona tSo intima e perfeita, e offereM-nos,
de concorto com as-soas diversidades, ama
tal conaexio de. forma e de movimento,..
que de nenbum outro quadro. sai eu que
mais bello e melbor o tenba neste ponto.
Bem.faz o artista em escoiber, por fundo
a tamaoho conjonclo de formoura,de ex-
pressio e de vida, o fumo negra e quente-
do bolcio gigantesco e sinistro qoe se er-
guendo em asaeosio original da maeeg>
abrasada, parece querer dividir com'o ceo.
as cd.es negras que por tada a parte enlu-
tara, a trra
Lancemos, entretanto, a* vistas para, as.
ooAras figurando qnadrr.. .
(C&niwuar-te-ha).
Esta ultima.pbrase proaaocioa-a apon-
tando para sua filba.
Basta, gritou Tbsermai; exeentem as
michas ordens.
.Mas, antes qoe os esbirros se apode-
rassem do velbo, bradoa Harrach nter*
pondo -se :
. Sr. esse homem est doadu. Nio vs
que desconbece sua filba ? Sim, est
dondo, e aquelles 4 quem Deas tira o joo
sio sagrados para am mussoimaoo.
O principe eslava tremolo de colera.
Anda qae llarruch saatificava Argalenki
suppondo-o lonco, Tbsermai te-lo-hia sacri-
ficado ; mas n'aquella occasiSo estava ro-
deado de mussnlmanos, e, ven io-se aa ne*
cessidade de'refreiar a soa vontade, orde-*
nou que encerrassem o dotfdo n'om dos
calaboucos do palacio.
Arroa continuava impassivel ; mas, qn-
do Ibe levaramflo pai, volloa-se para Thsar-
mai e apoaton as bailarinas, qoe eslavam
como qoe aterradas.
O principe fez am signal e continoou o
bailo.'
(Cotmuar-i-*4.
TYP. DO DUtUO-ttU OQ UUIJUS DI Cili

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