Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13133


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Full Text

' V
;i


'.
ANNO XLVII. NUMERO 2S8
II I' ----------------------------------------- '
TARA A CAPITAL B LUGARES OIDE IAO SI PACA POITE.
fvr tret eres achantado................ 6000
Por seis tos idem.................... 124000
Por am aziao idem................. HfiOOO
Cada mumero avaiso ..... > ttO
DIARIO DE
Proriedade de 1
SABBADO II D NOVEMBRO OE 1871.
PA1A DIRIO I iou da phqviicia.
Por tre mere adianUdoc ? .N.......... #7If
Por seis ditos idem........... \........ 1UW0
Por nove ditoi idem...........x...... iOISIo
Por om anno idea....................
i i
Propriedade de Manoel Fgneira de Faria & Filhos.
- AO ASKMTM:
0 Sn. Gerardo Antonio Alvos & Filhos, no Para ; Gonfalve & Piolo, no Maralo ; Joaqnim Jos de Oliveira d Fiiho, no Ceari ; Antonio de Lemoi Braga, no Aracaty ; Joio Mara Joo Chaves, no Au ; Antonio Marqoes da Suva, no Natal; Jos Joftif
Pereira d'Almeida, em Mamangnape ;Feliojn Estrella & C, na Parahyba; Antonio Jos Gomes, na Tilla danPenha; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antlo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazaretb; Antonio Ferreirt de Agoiar, em Goyanna; Francino Tavares da CosU, em Alagoa| Dr. Jos Martins Alvos, na Babia; e Leite, Serqninho d C. no Rio de Janeiro. _
-
PARTE OFFICIAL.
Ministerio do iuiperi .
Em 30 de ouluhro rametteu-se ao presidente
da provio:ia do Araazoais, para iuforraar o oLUcio
di cmara municipal d capital, dtalo da 10 de,
abril ultimo acompaohadi de varios paoais relati-
vas ao eontl co sus.nado entra a mssma earaar
e a presidaucia, e ao q tai deu origera o exercieio
da urna ficuldale qua entjenleu a |j>'la corpora-
So competir-Ibe em virtule do art. 70 da lai d>
! de oatabro de 1828.
H.uiterip'ria Jnstlca.
Em 2i de ou'.uhtM declarou-sa ao presileo-
te da provincia da Prabyaa, em rasposo ao offl
Ci de 28 de setembro ultinvi, a qua acouipaohou
a representagio ds Jos da Franca ds Almaida,
que, mconOr nidide das disoosicss vigentes, o
recurso de graga Ora elT^ilo suspensivo oo
caso da pena capital, como ji Oi explcalo em
aviso n. 29 da 2i de j mairo da 1833.
Remetieran se sesso de justiga do coaselho
da estado para dar parecer :
Sendo ralactor o conselbeiro Jo.- Tuomiz Na-
bao da Araujo, a re;>resanugi> do JMf de direi-
io Garva>io Giraiello Piras Farreira contra o acto
da assembla proviacial do Piatrby, qus o de
minio da comarca de Tnerezina.
Sanio relator o bar> dasTres-Birras, o ofllcio
do ebefa de polica da corta ponderando a incon-
veniencia que ba o a pratici de alvogarem os
subdelegados no foro criminal, embora sm distric-
tos in-ios raa jurislicgio.
Em 23 daclarou si ao presilea'.e da provin-
. cia do 2eara, em resposu ao ufll-io da 13 do mez
ta-I i, qae cumpriudo ao juiz municipal do termo
do Ip pedir providencia contra qualjuer proce-
dimento raen n regular do delegado, mas nunca
por acto proprio contrariar as deormiaages da
aatorilade policial no ejercicio da stus aitribui-
ges, cumpre alverti-lo pelo Oc.o da se tt-r inge-
rido oa iaspecgo e acooomis das respectivas pri-
smas, e pela lioguigam de que usou para cora o
chata de polica.
Ao de Pernambujo que, nao comportando a
verbaObras1j actual exercicio a 'daspeza com
1 os concertos necessarios ao predio em qus func-
\ ciona a secretaria da polica, os quaes o respecti
yo proprietario recusa azer, campra que, dentro
da consigaagio de 2:200*. se alugue oiira casa,
embira nao teoha capacidade para a morada do
chefa da polica.
Racommeodou >o ao mesrao pre-idente que,
nao resultando incunveaiea:e ao servio publico e
rgimen interno dostribunaes da l' e 2" instancia,
expega as necessarias ordeos para que sejam
aJmillidaa dos m -s n >> tribonaes as paasoas en-
carregadas pelo Dr. An'.onio de Vascon sellos Me-
aazaa da Orummunl, da tomar apjotaraeolos para
a publieacao das decisocs em sua gazaia juJi-
ciaria.
-= EolSG recommendou io ao prasideota da
provincia de Peroambuco, que rbmetta a loiacio
dos emolumentos que dave parcabar o juiz rauai-
tipil e de orphaos do termo da Bom Jar Jim.
cujo logar (oi creado por decreto n. 4802 de 19
do corrente.
En 28 declarou-se ao juizo da paz do 1
districto da reguezia de Guaratiba, en resposu
ao ofli:io de 23 do mez linda, e sobre urna repre-
senta^io contra Jo Francisco de Oliveira, escri-
vo do 2* districto, mas com cartorio no 1, cujo
serventuario queixa-se por ser assim prejudicado,
que embora peneni;am ambos mesma reguezia,
devam esses servemuarios residir e exercitar os
cargos em seus raspeetivM districtos; eoovindo
que o mesmo juiz f iqi cassar o inconveniente in-
dicado.
Remetleram se: -,
Ao s^c*rw*> gTverm di PiauTiy o J-icreto
,de MBnTeajao ao bicharel Jjajuim Xewion de
(Uirvalho, juiz municipal e de orpbos do termo
ida S. Raymuodo Nonato.
Ao de Pernambnco os de numeacao dos hacha-
reis Joaquim Corre i de Olivrira Andrade para o
lermo de Nazareth, e Joaqun Francisco de Arrula
para o do Limoeiro, e o de recono: ucea i do bacha-
rel Jos Julio Rigucira Pinto da Sauz* nodo
Rio Formoso.
Ao do Gear, o dq recondu:co do ba;harel An
ionio Pinto Nogueira Accioli no Ja Fortaleza.
Ao das Alagoas, o que faz raerc ao teaente
bonorario di exercito Jos Maufillo de Mello Cor
rea dos efflcios de tabeflTo e escrvao do termo
de Atalaia.
Em 30 comminicou-se ao presidente de
i'arnambnco que nesia data declarado de ni-
ohum effaito e decreto de 6 de setenDbro, permit-
lindo a Lulz Francisco de Arroxellas Galvao e Ci
rapeba, permutar o seu ofllcio com o do 1* tabel
liao das Palmciras dos lodios, oa provincia das
Alagoas, por isso que nao ple ser considerado
subsistente este ac, visto haver, antes da sua
publieacao fallecido aquello serventuario ; e re-
commendou-se que f^'i a nomeaco provisoria
para preenchimento dos olli :ios da 2 tabellio e
annexos do termo de Garaohuns, reputados vago?,
oos termos do decreto n. 4,668 de 5 de Janeiro
uitimo. Comrauuicacao ao presidente das Ala
Sias.
Por portara desta data, declarou-se que a
serventa vitalicia do offljio de esenvao do jury e
execac5es crimes do ti no da Olinda, na provin-
cia de Pornambuco, ef .-ila por, Joaquim Her-
millo Candido das Chaga1, comprehende tambera
os officios- de 2* tabellio do publico, judicial e
notas e de escrvao do civel, commercio e execu-
ijoes ci veis; na conformidade dos aits 1 e 2 da
iei da respectiva assembla legislat.va n. 853 de o
de junbo de 1868. i
Em 31 recomraenou-se ao presidente de
' Peroambuco, era resposta ao ofllcio de 7 do cr-
rante, que indique o corpo a que deve ser aggre-
gado o capito-sacrelario geral do commando su-
perior da guarda nacional dos municipios de Ca-
brobo e Ex Jos Joaquim Anuncio Juoior, que
egaodo represeotoa o respectivo cotnmaodante
superior, nao ple bem comprir os seus deveres
por morar a grande distancia do quartel do com-
mando.
Ao presidentes de provincia que exijam em
tempo das autoridades locaes a remessa dos mip
as parciaes para que at o lim de dezembro es-
lejam nesta secretara os mappas geraes da esta-
listica poliiial e judiciaria.
Por portara de 30 foi declarado' sem effeito o
decrete de 6 de setembro tlndo que perraitlio a
permuta dos respectivos officios a Americo Brazi-
leiro da Costa Ouricury, 1 tabellio e escrvao
Ai orphaos e annexos do lermo das Palmeiras dos
(adis, Da provincia das Alagoas, e Lniz Francisco
de Arroxellas Galvo e Garapeba, 2* tabellio e
escrvao do crime, civel e privativo de orphaos, e
auzeotes do termo de Garanbuns, na de Pernam-
bueo ; visto ter este fallecido antes da publicarlo
do mencionado decreto.
Jos de Frailas; Leopoldb Bdrges Gtko Uchda,
capilo reformado ; Maoosl Rodrigues de Oliveira,
pai do soldado Laiz Manoel de Oliveira; PeJro
Joaquim Hunos, 2." cadete ; O. Umbelina Candi-
da de Medeiros Reabra, me do tenenta de volun-
tario Joaquim Mara Seabra. v
Ministerio da agricultura.
- Por decreto n. 4,808 de 23 de eotubro passado
foram approvados os ad litamentos s clausulas
2* e 14" do decreto n. 4,728 de 16 de maio desle
anno, qoe autori-nu a construcQo de orna liona
telegraphiea "i!i oirina entre a cidale di Rio de
Janeiro Rn-vios Ayres.
Chnan! ..> a que se refere o decreto :
l." Sa dos esiudos tocbai;oi a que se* proceder
para o estabilacimeato deste cabo submarino, re-
sultar a conveniencia de se e Cao telegrapbica na embocilura do Rio da Prtta
(costa oo ilh) podero os empresarios fiza la me-
ilaotA aniorisar;5s e garantas locaes necesa-
rias, deveado partir dessa estacao nma ou duas
lionas submarinas, aereas ou subterrneas qoe
commuaiqaen directamente com a cidaie de Burf-
nos Ayres, coma de Montevideo ou com.ambas
essas capitaes. ,
Fica comprehandiJa na clausula o* das anoexas
ao decreto n. 4,728 lo 16 de malo de 1871a obri-
gaco por part dos emprezarios de "aprasentarem
ao governo imperial o plano da linda antes de en
cetarem-sa os trabalhos.
2 Sem prejuiz> de se fazer urna eonvencao
internacional sobra a nuutralidade da linha, entre
o governo imperial e cada ura dos Estadcy do
Rio da Prata, com cuja territorio se estabelecer
eomrauniea<;o telegrapbica, o governo imperial
deilara em vig^r a concessao de que trata o de-
creto n 4,728. devendo conlar-se os prasos das
clausulas 2', 3", 6' e 7", da data era que os em-
prezirios coramunicarera- ao governo imperial o
acto do governo argentino ou oriental, pelo qual
paran!mi a neutralidad da linha no seu respec-
tivo territorio.
Ulaistcrlo da fazenda.
Por titoloj de 23 do passado foram oomeados:
Manoel Venancio Aiv-s da Fonceca e Jo9 Evan
gelista da Silva, para os logares de praticame da
alfaolega de Pernambuco, e Joaquim de Albo
querque Barros, para o de pralicaote da thasoo-
iaria da mesma provincia.
EXTERIOR.
Ministerio da guerra.
Helewo id individuos cujos requerimeuttu ou me
tnoriaes ficarn detidos nesta secretaria de estado
por falt*de sello.
Augusto Pereira Liberato, ex-partiular sargen-
to qiurtet-mesire; Deolioda Mara de Azevedo,
me das pravas Joao Jos de Azevedo a Manoel
Jos de Azevedo; Francisco Aquioo de Aguiar
Nones, alferes ; Isidoro Po Pereira, capitao ho-
oorario; Joio Viejo Peixolo, 2 tenente ; Joaqui-
na Mari de Jestu, me do soldado Raymaodo
Buenos-Ayres, ti de ontubro
de 1891.
i.
o uni nosoutros paizssseorganisarara exposi-
ijoes, n-m era preciso que reciamissera o titolo
pomposo de univarsaes, para despartir o OV
leresse publico, e oceupar lodos osjor*
i>gfMv>o4 tf>r-)f tjo deaur-rrer o ontha;1._. ----- -
sado em todo o povo por este passo dalo a'urai
nova via de progresso.
Pois bem, nada disto acontece a a.
Estando aberta desda o dia lo do presente mez
a exposigio nacional de Cordova, apenas conhece-
mos os discursos ollhiaes pronunciados na occa-
sio da abertura, e doas ou tres carias dirigidas a
joroaes daqui, em algunm das quaes se manifesta
o eulhusiasmo de encommenda, eraquauto qoe as
outras revelam positivamente verdadeiro desen-
canto. ,
Urna deltas declara, dous dias apenas depois da
abertura, que o fiasco se origiua da escolba do lo-
cal ; que collocar a exposiijao em Gordova, em lu-
gar de fazo-la aqu om Buenos-Ayres, foi o golpe
fital que fez com que a crianza nascesse inviavel.
Antes do descer a detalhes, que os leitores acha-
ri i .i traduegao de ama correspondencia que
mais aoaiso incluo, devo oceuparme do discur-
so do Sr. presi lento Sar pela franqueza com que niglll a'ralta de espiri-
to de iniciativa para libertar-se no campo da in-
dustria, da tutclla estrangeira. Abi o damos na
sua integra .
t Miuhas senhoras e meus seohoras.A) diri-
gir-vos a palavra no recioto deste palacio, cercado
dos lindos jardns qua a arte improvisou em torno
delie, no meio desta raultido da machinas e ins-
trumentos da moderna industria e da ta> variados
objectos que de toda a pirtc da republica vieram
aqai accumular-sa, tanbo necessidide de avivar a
lembranga do pampa que acabo de attravessar, e
dos monumentos que honrara esta cidade, para me
nao esqueeer de qoe estamos em C)rlova, a ame-
ricana, e nao me suppor transportado a oulfos
paizes, ou a a outras cidades, cujas exposiges ha-
vemos presenciado. Tal quil a exposicao dos
productos do soto e dn industria argentina, que
hoje sa inaugura, posso dizar-vos com a experien-
cia do viajante que preenche e excede os lias que
tiveram em vista, ao 'decreta-la, o coogresso e o
poder execotivo.
Acha se nella, digoamente representada, a
parta da ndusiru, estrangeira, qoe nos deve auxi-
liar era nossos trabalho. Esto igualmente aqu
representados os productos espontneos do nosso
so o, os arteficios e industria de nossas maos ;
estao limbem, digo-o com satisfaeao o bom gosto e
o zelo dos cidados qae consagrarara os seus des-
velos realisacao deste pensaraento ; est repre-
sentado, fiaalmente, o povo arganlioo das diver-
sas provincias ; e as semblantes prateoieiros que
diviso em todas as direcedes, completara este qua-
dro deleitoso, pnmeiro desle genero em nosso paiz
lalvez precursor de oulro mais perfaito em poca
futura.
o Ojiando, ba ura anno contemplava, de loDge no
meio das inquietudes que traziam perturbados
lodos os espinos, os obreiros, qua boje me rodeiam
levando por dianle a obra confiada s suas maos,
nao se rae poda apartar da memiria aquella dito
symbolico com que a tradigo honrou o genio de
Arehimedesl Parecia-me que se os barbaros bou-
vessem penetrado al este recinlo, ter-lbeshia a
commisso pedido, como aquella, urna tregoa, afim
de terminar o desenlio de um qoadro de flores, ou
por o remate a algoma dessas moldoras. O bem,
por li mesmo, a civilisacao e a sciencia, excitam
boje fanatismo, que semelbantes ao de Levington
no interior da frica, ou dos experimentadores
oos laboratorios chimicos, vo at acabar pelo mar-
tyrio. Evoco, muito de proposito a penosa recor-
dag) das perturbagoes qoe acabam de abalar a
tranquilidade publica. A revolla dos caadilbos e
a exposigio dos productos do trabillio, tocam-se e
confundera-se, como o dia e a noute, e nanea se
poder dizer com mais propriedade da que hoje :
islo ha de matar aqallles.
t Reonimos aqui, pela primeira vea, os elemen-
tos que revelam o nesso modo de ser actual, e os
que, mediante trabalho, proraeitera meios de sub
sistencia para o fataro a miib033 de habitantes.
Ligoa todos instructiva I Iastructiva pelas ri-
quezas que o solo encerra, e qoe anda nio rece-
berara forma e valor, por meio do trabalho ; ins-
tructivas pelos artefactos en qoe se ensaia a nossa
tmida industria ; instructiva, Analmente, pela soa
propria deficiencia. Qaaotas vezes nao o silen-
cio mais eloquanle, a obscaridade mais explcita, o
vasio mais repleto do que as alrmagoes qoe aquel-
las nao existencia* nejam I
c Prestar-nos-hia amservig atil e relevantes
o espectador estraageiro qoe nos flzesse a descrip-
gio, qoando nao, do que vissa aqai exposto, ao
menos daqoillo coja falta ootasse o que se adrai-
rasse de nao encon^ar. Srs. cmmissano? da
exposigio : haveri em algum dessescompariimen-
tes amostras de papel prodozdo em fabricas nos-
sas ? Como I Pois o papel qoe o pao da ci vi
lisigo, o papel que raede a qaantidade de ideas
qua gasta u n povo diaramaate : o papel que a
phanix moderna, qoe depois de haver servido para
eobrir e adornan o corpo, rersaseita para ser inter-
preta a pregoeiro da alma ; e papel nio se fabrica
em nosso paiz ?
Pdsso mentalmente era resenha os povos, ain
da os de media civilisacao, qoe o nao fabriquen:,
e nao eucootro nenhura I
a Mencionare! aqui am grande fasto butrico.
Observei a% hamille habitacao do pobre, na ultima
e mais apartada aldea da America do Norte, no
canto m s recndito da casa, um caixio ou ama
cesta, em que a familia deposita cuidadosamente
tolos os trapos ou rtanos de faxenda, e a troco
de niguas cntimos faz o trapeiro a sua colheita
dellos; e com os andrajos de ama aldea enche-se
um carro e cem carros, coso eise partera de lo-
dos os rumos em direegao a ama fabrica, dando
sai em pouco lempo, maoetra do um rio ntido,
branco, urna folha continua de papel ; a qual cor-
tada de distancia em distancia por thesouras me-
abanica.*, accumula-se em resmas, qoe vio rece-
ber a impresso da palavra escripia : e esta arro-
jada depois a todos os'ventos, sob a forma de carta
de livros. da peridicos, Ilumina o mundo, tornan
do-se um faclu da luz de poder e de civilisacao.
< E, entretanto, somos mis os inventoras do pa-
pel e os seus inlrodntores na Europa I Cheguei
a ver ainda na Hespanha, patria de nossos anteces-
sores, a officios do operario qoe mi era pequeo
formato, fabricavaa soa folha de papel florete, tal
como a faziam nossos pais oa ,'Aadaluzia, em Va-
lencia, Cordova t Granada, ha quatre oa cinco se-
cutas /
t Fomos cs os hespanbes, que dotamos o
mundo moderno com esta preciosa lamina, onde
se reflsten as ideas, retendb-as com mais firmeza
do que o marmore e do qua o bronze.
Como, pois, acontece que sajamos hoje obri-
gado- a introduzir este artigo e al a exonera-Io
de diretos fls:aes a vista da necessidade qoe delle
temos ?
< Eis aqai a razio por qoe pode vir a ser esta
exposigio da nossa industria ocomogo de amare
geoeragao social, qoe mostr ao prosele prxi-
ma geragio o camiuho por onde temos andado ex-
traviados, afim de que o evitamos cuidadosa mente.
Se nio vedes papel, nem vidra, uera azulejos
era velludos, obras de nossas mios, como foram
de nossos pas, era outro clima e em outros tem-
pes, porque elles commeiteram na Hespanha um
crime que Deus casligou anda alera da qaarta ge-
ragio, e pelo qual seus filhos sio victimas expia
lorias-a duas mil leguas de distancia e qoatre
seculos mais tarde I-a expol.-io dos mooros e
dos jadeas I
< Os expulsos nio erara Mooros I erm Hespa
ohoes que de pais a filhos habitaran) durante oito
seclos o rico solo da Betfoa, como eram descen-
dentes di s Cntabros, dos Celtibero e Godos os
nitros Hfispanhoaa qm o palf.
A historia consigna as vezes epithetos calum-
niosos com que se disfargavam as iniquidades de
urna poca e que sio conversados oelas geragoes
cmplices oo sympathicas ao delici.
t Hoave mendigos na Hollanda, descamisados
na Frang, selvagens unitarios entre nos, assim
como na Hespanha Mouros e ldeos I
Sabis o que eram lodos eses reprobos T
i Erara a parle mais adiantada da sociedade do
seo paiz e do seu lempo I
c u fanatismo a igooraucia armada e meticu-
losa, preteodeodo esorvar o progresso, que o
sopro divino, o espirito de Deas que passa poj
sobre as aguas.
c Foi dahi que praveio o nosso alrazo. Sem o
operario licou deserta a offlema, morta a industria
e a parda da inlustria comprooietteu o futuro da
raga ioieira na Hespanha e Da America, fijando
assim destituida do poder fabril que garante o
bem estar aos que nao possuem trra oo capital
a Desde o Cabo d'Hora at o Mxico existem
menos fabricas de papel e de vidro do que na ci-
dade de Pitsburg, na Pensylvania, que canta me-
nos de ceai arios de existencia, que demora a
duzentas legaas da c-iste.
t A California era, ha vinte annnos, nossa-lf-
ma em carne e osso. Al, a ierra estava, /orno
aqui, dividida era estancias, e pa.ssa qoe/nda-
va a cava 10 davase.o nome da rancheir/
c No aooo passado prodozio tnnta tres mi-
Ihdes em machinas e tecidos de lia e seda, e seos
productos agrcolas muito mais, sem fallar de suas
minas, que forneeem ao mundo onro, prata e
azougne. So os seus cobertores de lia basta-
rara para expulsar as nossas lias do mercado ame-
ricano.
a A industria operou aquella transformaeio ; e
vinte annos bastaram para que naquelle extremo
da America se lizessaoque emires seculos nao
foi possivel realisar a colonisagio sem arles in-
dustriaos no resto do continente qoe foi hespa-
nhol.
c Ootri heranga de familia a falta do senti-
mento, qoe cbaraarei eceooraico ; sonos urna ra-
ga da poetas ; assistiraos ainda aos lempos heroi-
cos ; foram aossos povos fundados por hroes de-
votados a ama s idea : conquista de ora mun-
do novo.
t- Gravo i se o pendi ca-telhauo, ou antes, a
cruz, onde havia coodigdes para am redacto ; em
torno deste redacto agglomeron-se urna povoa
cao, que se tornou cidade, quatro seculos depois,
e que, ao emancipar-se da mai patria, vio-se sem
vas de commanicago para o litoral, com povoa-
dos esparsos, onde haviam sido langados os pri-
meiros germens segundo outros fias que nao o
b*m-estar dos habitantes.
< A America do Norte M povoada por emigran-
tes espontneos, que escolheram livremente o solo
propicio para a propria industria.
As treze colonias se estibeleceram beira-mar,
e qoasi nio conbeceram caminbos de trra, iuu-
teis ao principio, pois, receiavam eslender-se para
0 interior do continente.
< Com a revologao da independencia, o vapor,
pelos ros oavegaveis e a locomotiva pelas serras e
valles, laogaram se ao interior, nio obstante as
advertencias de Washington, e aggregaram do seo
escudo vinte e quatro estrellas maig, que repre-
sentara os novos estados.
< Nos nem com a independencia "Rearaos enre-
dos da enfermidade colonial de abarcar larras
sem povoa-las por falta de industria e de agricul-
tura.
c Os caminbos de ferro (era qoe atravessar cen-
tenares de legaas qoe separara as povoagoas pira
injectar-lhes novo sangae e servir de arteras pa-
ra que' este anime e viviflqie o corpo social.
< To hereditaria em nos a falla do ostincto
econmico, que o Dr. Francia isolou o Paraguay,
lecbando-o ao commercio do mundo, justamente
quando o commercio bata eom a independencia
porta destes paizes, do.mesmo modo que Bolvar
constitua urna naci, a qoe dea o nome, pre;ain-
diado de portos e vas de commuoicacoes.
i As convulsdes que duram ha meto'seclo sio
a oxpiagio das anomalas com que nascamos. Re-
1 parar estes erros, buscar os elementos qua nos
apreeiaf segundo soa importancia. Esli distri-
buido atr provincias, segando sus procedencia,
anda K outra collocacio exija a ordem classisa
da* mataras ; veris as pellas e as lias, que re-
presenta a industria pastoril, levada em nosso
paix aan alto gr> de perelgio, que o com-
mercio as fabricas europeas reconhecem e es-
timare.
< Na-mposigao universal de Pars ambas obti-
verameyfimeiro premio; porm, ha um novo
deseavaftrimento desta industria que a exposigio
exhiba ta rudimento.
A'* Has americanas e Rambouillet, qne nos
v.o do ello daovelha europea, se aggregam ago
ra as cabras da Angola, que a Asia foraece, as
Inanias de Per, as lpicas da Bolivia e a viaunha
e o boaaaco de nossas montanhas, ricas varian-
tes de malarias teilis com qae.podemos prover ao
laxo earpea.
< Os nfctaes preciosos desta provincia, da Rio-
js, GaUnarca, S. Juaa, Mendozi e S. Lniz, quo se
osteotaaem 13.00J amostras, encerrara promes
sas para o futuro que podaram attrabir e crear
enormes tapiaes coai soa exploragio, como suc-
cedeo do Chile, California e Australia, que de-
vem sualopulagio e bam-eslar riqueza de suas
minas.
< Nada direi das diversas materias applicaveis
a industria, de que ha grande abundancia, i-
marmrea e alabastros, da pedra de ampliar e
semi-raetaes, nem dos saes applicaveis aos usos da
vida.
i Deua derraman sobra a face da trra, s ve
zes con profusio, cabedaos que a industria hu
mana recolhe e faz servir a lodas as necessidades.
Ura bjsqoe um campo cultivado pala aegio fe-
cundante do sol e da chuva, campo qie o homem
explora colbe, convartendo com o machado em
raadeira*,emcarvio ou lenha.
< O carvio de pedra forga depositada para o
futuro homem caito, desde os lempos primitivos da
creagio. Nossa laivfa e utilidade consistem, boje
priocipalaeole, em converter em riqueza propria
aqueiles dons naturaes, ponda era aclividade essas
(urgas vivas qoe dormem, esperando qoe a voz da
industria Irles diga jomo Deus a Lzaro Le-
vaula-te 1
Porm, este genio da inlustria a intelligen
cia do povo. A Asia, a frica e a Amanea, estao
como o nosso solo, prenhes de riquezas naturaes
m eterno repouso; porque falta o espirito qne as
evoque.
as exposigoes europeas se tem demnstralo
que os productos de cada paiz esli era relagao
com o grande desenvolvimanto da intelligencia ; e
vos tereis occasiio de virificar este fado ainda na
nossa.
< Quero apenas indicar algn- pontos culmi-
nantes qoe sirvan de guia para Jolgar nesta ma-
teria. -
Pode-se dizer qie as exposigSes europeas tem
sido om>espelbo fiel do trabalho e da iotelligeocia
do povo.
Vreditae esa nesta exposigio estejam repre-
untfiTiii o* p*s *
dnosmilbfies de habitantes que povoara a repu-
jo lica.
Qaizera fazer vos sensivel o qne nao est aqu
preseole ; e um milbao, pelo meos, de bragos
Christios, que pooco ou uada produzem ; ara
-quarto de nfilhio de indios qoe vivem do que
aquelles elaborara ; algaos miniares de christios,
peiores que indios, que desejanam viver da des
(roigioe nao do qua o trabalho honrado lera ac
cumlalo em muios annos de fadiga.
t E' este nm trago caracterizo da nossa so
ciedade, e qoe oasce do deserto, da ignorancia,
da destruigio, do isclamento e de todas as causas
que braga urna s palavraa barbaria.
Quanio ouvi (e ha quarenta annos que o es-
cuto; o grito sioistrode: morrara os selvagens
unitarios I ou estrepito dos cavallos no Pampa, ou
o clamor dos que lican arruinados, ou o gemido
das victimas, pareceu-me ouvir nesses desabafos
das paixoes, nesses lamentos de desgraga, um_gr-
to mais nobre, mais justodai nos a educagaa, e
deixaremos de ser o agoite da civilisagio ; dai
nos um tecto, e deixaremos de vagar pelo inculto
Pampa ; dai-uos ama industria qoalqaer e ao3 ve-
reisj vosso lado, creando riqueza em logar de
reisa voss
lewui-la.
Porque, antes de concluir nio langarei um
olhar complacente sobre o local da exposigio, so-
bre esta cidade e provinua-de Cordova, qoe coo-
tr- a- raelhores razoas foi escolhida para sertbea-
tro desta reuna o dos productos argentinos T
A estrada de ferro e os flos telegraphico3 t -
la-bio lentro em breve como centro de umitas li-
nhas, a universidade com a profusa dotagio de
professores da sciencias naturaes e exactas justi-
ficar em poucos anoos seo titulo. As serrt s com
o estudo de sua zoologa e de soa obra se ergue-
rio, pois, cem bragas mai?, e serio vistas e apre-
ciadas pelo mundo scienliflea.
< O seu observatorio astrononico far algoraas
conquistas dos ceas, submettidos ao dominio da
hornera, e quando os palacios de Buenos-Ayres e
do Rosario forera construidos com os marmores
de Cordova, quando sua cal e geseo servirem do
cimento s obras hydraulicas de todo o litoral e
soa campaolia, Cordova ser menos doota lalvez,
porra, era troca ser mais rica, mas prospera e
geralmente culta.
< Minbas senhoras e meas seahores :
< Devo a mintia ultima palavra comraissio
directora da exposigio qoe inauguramos ; a esta
commisso, que atravs de lodos os obstculos e
resistencia, consegoio levantar esta obra monu-
mental no presente e no futuro, sendo digna da
gratidio do governo, e bem raerecendo da patria ;
devo-a, emfim, aos expositores todos qae concor-
reram com sua sciencia, com sua industria e com
seu patriotistirao para honrar o paiz, dando a-pro-
va da que somos capazes de coinmetier. com xi-
to, estas obras granos e fecundas da civilisagio.
c Qae este ensino seja o precursor de novas
manilastagSes mais perfeitas de nossa caltura, e
que a exposigio de 1871 abra a serie das exhibi-
g5es com que nos apreseotaremos ao mundo, re-
clamando ura lugar honroso entre as naedes ctvl-
lisadas.
Senhoras e senhores :
Est aborta a exposigio nacional da industria
e producto argentino. >
Vejamos, agora, depois da palavra offlcial, o qae
diz a seguale carta de Cordova :~
f Tave finalmente lugar homem, s 2 horas da
tarde, a solemne abertura da primeira exposigio
nacional argentina. Desde as 10 horas da ma-
nhia os repiqaes dos sinos das numerosas igrejas
desta cidadet.asbandeirasque tluctuavam em algu-
mas casas, annuociavam que alguraa cousa de ex
traordiaariooccorria, apezar do indiferensmo qoe
se nolava no^oovo cordovez, pois aquellas manifes-
tagoes eram s ofeiaes.
As duas da tarde reuoirani-se junto do pala-
cio amas rail e quiohentas pessoas, roa qnasi tota-
lidade vin las do littoral, Montevideo e interior, es-
tando t provincia de Cordova, mais directamente
beneficiada pela grande festa, representada ape-
nas polas autoridades civis e eclesisticas qae ti-
nhara sido convidadas para assistir ao acto, e lal-
vet amas dazenlas pessoas da classe mais reme
iarai culos eiivs, uuswji us elementos qua uu touu. >. r-------- ------------ ------ --
allam, alargar a espberada aegao, utilisar asma- &***> das quaes uma lerga parte, pelo meaos, nao
trias de que o trabalho passa tirar vaataaem, in- era alheia ao intluxo otnsiai. .
trodazir iastrumentos auxiliares de esforop bu- E? P.r.6?eD^.dlLr.e!'.lt I? "??_.C?A.
(Hode. fazer-
maao, os aqai o qu esta exposigio
los e deve conseguir em parle.
Nie me deterei por mais tempo tm conaid
ragdes geraes.
Os prodaetjs bi estao, e caa u.nj.4evj
seas ministros, dos goverMdores de Cordova, Cor
rientes, Salto e S. Laiz, de varios membros do
corpo diplomtico estrt>ogeiro, de conegos, domi-
canos, franciscanos, jasuitas, clrigos e urnas ir-
ztiva.* penioas particulares convidadas para o ac-
to, o Sr. bispo de Cordova benzeu o palacio, e fo-
ram era seguida pronunciados os discursos j co-
nhecido em Buenos-Ayres.
Urna salva de vinte e um tiros, o bymno na-
cional execatado por tres bandas de ninsica, e
numerosos fogoetes, annnneiaram ao povo eordo
vez que estava aberta a grande arena onde as pro-
vincias argentinas iam paleniear suas expeniidas
riquezas. Entretanto, nem o bymno da patria,
nem o estrondo do canhio foram suficientes para
despertar a curiosidade deste povo, a quera nio
animava o senlimento de gratidio e a cortezia
alias lio naturaes naquelles que merecern) lio
assigoaiados favores do governo da nagio.
< As 400 pessoas gradas de que eai principio
fallamos, comegaram eolio a visitar o bellissimo
palacio, ao passo que a maioria, qu?, para assistir
a esse espectculo, havia concorrido de grandes
distancias e feito lambem muios sacrificios, espe-
rava duas horas de p, exposta ao rigor do sol,
que se abrissea purta do palacio, ou paia sermos
mais explcitos, que S. Exe. visse a seo gosto as
curiosidades all encerradas, livre, do contacto da
multidio profana, que nio sabe tributar regias
honras ao magistrado republicano.
E S. Exc. tinba razio pois essa gante do lit-
toral sorria vendo-o acompaobado per senhoras,
a manos de ordena e corlezios era sua bonita
gndola no lago, ourao formoso parque da expo-
sigio.
Nos lugares onde est o presidente, todo
ammago, lado alegra ; as duas bandas de mu-
sica que enchem de harmonas o ambiente, emmu-
de:em quando se retira S. Exc, (cando aquella
recioto solitario. *
Baixsmos estas pequeas rrserias, que nio
vale a pena recordar, tanto mais quanto temos
que admirar essa forraosa obra, a exposicio, cuja
iniciativa pertenee ao Sr.Sarmiento, e a execugao
aos Srs. Oliveira e Zimraerraann, que por ceno
tem excedido em grandeza e importancia a ludo
quanto podamos esperar desse primeiro ensaio no
coragao da Republica Argentina.
i Brevemente enviaremos a essa folha uma cor-
respondencia detalhada, em que serio menciona-
das e apreciadas as bellezas que encerra a expo-
sigio nacional, correspondencia escripta por nma
penna hbil e imparcial.
i Qoizemos dar .-rnente alguns detalhes sobre
a festa inaugural, senlindo ter que deplorar que
os esforgos desaos bomens patriotas e intelligentes
tenbam sido to mal correspondidos por este povo
e qoe pela distancia ou pela falta de recursos pe-
cuniarios, nio leonam vindo de outras provincias
os homens de trabalho e iotelligeocia que sabem
apreciar e alentar aquellos qae marchara pela sen-
da do progresso.
t Boje leve lagar a easaio das machinas, que
sio numerosas e notaveii. Oape;taculo era bello
na verdade, pois o visitante via moverera-se a am
lempo as machinas de trilbr, debulhar, lavar, ti-
rar agua, etc. A mais notavel a trilhadora de
Mohos Ra.-tw, qne eauseu adrairagao. escassa,
porm selecta concurrencia, qne presenciou o en-
n. passa va de ama festa de -familia, pois podiam-se
contar s pessoas que all estavam. Segundo ou-
vimos de um magistrado cordovez, s all havia
oral familia daqaelle povo, sendo as de mais de
Buenos-Ayres e Santa F.
c Esse mesmo cavalleiro nos dizia : Vio as
senhoras s igrejas e encontraro aellas concur-
rencia ainda que seja s seis da tai de. >
c O esplendido parque, visto de amas colimas
que existem no recinto da exposicio, pareca am
delicioso jardira encravado no deserto.
Niquelle momento em que alguns coragoes
argentinos eestrangeiros pulsavam de enihuiiasmo
admirando aquellas portentosas machinas qae
fuacciooavam com tanta rapidez e precisio, ama
parte do povo cordovez paseava iodifiereote a
doas possos da exposigio no lago, e a outra acu-
da ao templo da companhia de Jess, onde cele-
brava ama novena a irxnandade da Boa-Morte.
As oito da noite lluminou-se o parque, o pa-
lacio e as colimas com vistosos phares venesla-
nos, e varias bandas ale msica executavam pegas
escolhidas das raelhores operas, porm.... a con-
currencia era a mesma que durante o dia, as au-
toridades nacionaes, a gente mais Ilustrada da
Cordova em pequeo numero, e os transentes !
< Temos conversado coro alguns expositores, e
lodos elles stra excepgao lamentam qne a exposi-
gio nio fos-e em Buenos-Ayres, pois all veem es-
terillados seos trabalhos, e o resultado negativo
dessa grande obra nacional.
t Indague-se de todos os provincianos que tem
assistido a essa festa, e todos confessario que
exacta a narragioque fazemos, e lamentario cora-
oosco lio triste resoltado..
t Se a exposigio de Cordova, repetimos, fosse
trasladada para Boeoos-Ayres, tal qual est, seria
admirada e apreciada pelo qoe justameote vale ;
porm all, onde desgragadamenle se acha, jul-
gada um mal ao que parece, posto que todos fo-
gara del la.
Eis-ahi e resultado de ter-se eseolhido para s-
de da exposigio nio s um ponto muito remoto,
mais anda uma cidade em que dominam os frades
e as beatas.
A especie de pirraga que se quiz fazer a Bue-
nos-Ayres nio tarda a dar fructos amargos, esle-
rilisaodo os grandes sacrfiios pecoDiarios, por
qoe uma exposigio sera visitantes um espelho
n'um deserto nada reflecte por que ninguem olha
para elle.
J Ihe disse Da minha ultima que a noticia da
adopeio da Iei da emancipagio tinba produzido
aqui a mais favoravel recepgio.
Aqui, dt-pois de publicada a le cora o ofllcio de
remessa do nosso ministerio dos negocios estraa-
geiros, os joroaes loroaram a occopar-se della,
principalmente a Nacin, que nio deixa passar oc-
casio alguma de tratar destas quesloes philoso-
pbicamente.
Traostreve aqu parta do arligo em que a folha
meocionada commenta o acto glorioso do nosso go-
verno e do nosso povo : -, -
i Hornera publicamos a le sobre a aboligao da
escravidio no Brasil, acompanbada da nota com
qne o gabinete imperial a communica s legagoes
estrangeiras.
Este grande laclo lera sido saudado por toda
a-parle como um triumpho dedireito universal. A
imprensa de Rio da Prata, associando-se a estes
applausjos mostrou se conseqaente com saas eren-
gas de sempre, manifestadas especialmente qoando
acompanhava com seus votos os esforgos do mi-
nistro Paranhos para incorporar no direito positivo
aquella aspiragao da opiniio publica.
c A le proposta pelo ministro brasileiro nio se
apresentava como inspiracao de om homem de es-
tado nem como imposigio de um governo forte ;
era acto de um governo que conhecia e inlerpre-
tava dividmente o espirito da poca, e que ao
realisar lio"transcendente reforma dizia a ul-
tima pal.vra sobre a aboligao da escravidio no
mundo. .
t O Brasil, paiz novo, gozando de instiuigoes
livres e democrticas, anda que sob a forma ex-
terior da raooarchia, aspiraodo a soa perfeigao po-
ltica e social e viveodo ao lado devrpunlicas qoe
proclamaran! com a acta de soa independencia a
aboligio da escravidio, ao passo qae corresponda
atoa aspiragio nacional e praticava ura acto de
INTERIOR.

os soldados do Brasii haviam tido com as repbli-
cas do Rio do Prata.
O povo brasileiro reconbecenlo qae seas sen-
tiraeaios acabavam de ter ama alta interpretara >
na le, nio poda deixar urna sombra de duvida a
este respeito.
Assim o vimos inundar de flores o recinto do
parlameuto, e- tapetar cora ellas o carainbo qae
tinba de percorrer o ministro qae tomoa vafvoie-
mente era saas mios a baodeira da reforma. Des-
ta maueira tarabem o Sr. Paraohos, qoe pan-ca
ter entrado para o gabinete era ama quadra difll-
cil, justicou a preseoga do seu partido no gover-
no, pondo soa intelligencia, sua vootade e sua pa-
lavra ao servigo de uma reforma que, importando
uma conquista valiosa para a causa da bumanida-
de, o colloca, aos olhos do mundo, entre o nume-
ro de seus bemfeitores.
f Essa conquista para ser mais honrosa e com-
pleta, vimo-la realisada sem a ostentagio e van-
gloria que pretende levantar sobre a rmo publi-
ca, pensando e obrando sera o concurso dos po-
vos.
a O ministro Paranhos soube iniciar, sustentar
e fazer trumphar, nio como dictador moral qoe
dispensa e impde suas ideas, mas sim como o re-
presentante da epinrio e dos altos interesses de
sea paiz.
Neste vapor seguem para esta corle varia.--
pessoas que por diffarentes ttulos merecem a ai-
tengao publica.
O Sr. general Bartholomeu Mure rea.li.-a a via-
gum de que Ihe fallei na minha ultima correspon-
dencia. .
Os mritos deste elevado funecionario e disrinc-
to escriptor sio taes que dispensara recommen-
dage, e estou cerlo de qne elle encontrar na
capital do imperio, no meio da nossa socie-
dade culta, a rcepgao-digna das sympathias qoe
sempre tem mostrado nutrir r 'asileiros.' /
Outra pps3a notavel, que ne. 5 >apor,
tem vnculos mais poderosos com nosco, e ttulos
mais ntimos para ser saodada com cordial dis-
tinegio ao voltar depois de uma ausencia de seis
annos a nosss bella capital. ,
o nosso distocto compatriota dido Gomes, ootr'ora escriptor brillante, llastra
do representante do povo, a qoem a patria, quer
no campo do jornalismo, quer as assemblas le-
gislativas deve muilos e relevantes servigos; boje
capitalista muito acreditado nesta praga, onde por
seu trabalho intelligente e honrado adquiri for-
tuna consideravel.
Durante todo o terapo que o Sr. Jos Candido
Gomes residi aqui, ple dizer-se que se a distan-
cia o separava de nossa patria, seu carcter nobre
e generoso ainda soube crear para si e seus nu-
merosos amigos brasileiros qoe por aqai passa-
raro urna especie de lar patrio, em que por mo-
mentos se julgava estar no nosso bello paiz, por-
que a hospitalidade de cordial tos seus menores
detalhes recordava a nossa patria.
Mas nio sao s os ricos e poderosos qoe hoj
conservara reminiscencias radavejs dasJuiiaa
pass'aaTB eUT casa do smo?e Candido uomes.
Quantas lagrimas soa mi berafazeja soube enxu-
gar, quanta miseria foi allivlada por elle que,
sem hesitar sabia dislrituir utna parte de soa
fortuna para emprega-la em obras de caridade?
Servcos anda de outra mtureza nos presten
aqui o Sr. Jos Candido. No principio da guerra,
quando a maior parte das pessoas desta capital se
regosijava em abater o nome brasileiro, s e des-
temido, langou-e a pnblicidade, combatendo os
nossos detractores, fazendo calar muitas vezes a-
quelles qoe s sabiam iosoltar-nos qoaodo nio ti-
nham qoem Ibas respeodes3e dignamente.
Pode ser qae o mea compatriota Sr. Jos Can-
dido Gomes nio approve esta minha lingaagem.
Mas qoaodo os actos da om particular cahem as>
sim oo dominio publico e servem para abrilhantar
o norae brasileiro, estou no direito de cita-Ios, pa-
ra qne na patria um digno tiln do Brasil, depois
de uma longa ausencia, encontr a reeepglo amis-
tosa que por tantos litlos merece.
/
a uma aspiragao nacional e pr*u. -- --
justiga siricta, entravam tambera aa. senda de suas
conveniencias com a mesma tealdade qoe raspi-
rava ao Sr. Paraohos aquellas nobres palavra3
com que dejlarou que aa* aspiragao se roaste-
tecsr pelo o-inue q os no!0?Q aaEsUdo e


Correspondencia do nlario de
Pernambuco.
CnTE, 31 DE 0LTUBB0 DE 1871.
E' esta a primeira vez que Ihe escrevo. e la-
mento ler de noticiar-lhe fados que desabonara a
mo:idade de nossas e-colas, e ainda faz-lo ulti-
ma hora, e muito s pressas.
Era breves palavra?, pois qde o tempo urge, vou
dar-lneci nta do occorrido.
Eotendendo o governo qoe devia facilitar a?
provas das exime?, estabele Idas pelo decreto
4675 de 14 de jaoeiro do corrente anno para a?
faculdades de direito e de medicina do imperio, a
cujos alumnos afflguravamse ellas demasiado :e-
veras, expedio o regnlamento que baixou com o
decreto n. 4806 de i2 do mez qae hoje fina
Longe de satisfazer os acadmicos de medidor',
como esperavam aqoelles que de animo reflectido
o examinaran!, o novo decreto concitou-lhes as
iras, e, para resolveren! sobre o seo procedimento
em face do acto do governo, eTectuarara do thea-
iro Gymoaso, em o dia 29 do crreme, uma reu-
oio popular, qual presidio o bacharel S. J. Mur-
tinho, estodante do 4o anno medico.
Fra de esperar que a mocidade acadmica, em
cujo talento e iotelligeocia tanto confia se, com re-
flexio e sisudez discutase os me os a qae digna-
mente poderi a .recorrer para contrastar as suppos-
tas disposiges inadmissiveis do decreto.
Nio foi a isso, porm, que assistimos : a de-
clamago vasia, a injuria violenta, e a mais verge-
nhosa incontinencia da palavra, taes foram as *r
mas de que langarara mios toogos, dos quaes era
dado esperar certezia, generosidade e cavalhei
rumo.
Exceptuando o presidente da rcaniao, que len-
tou mostrar a inexequibilidade dos decretos, e o
Sr. Nano de Andrada, que, era meio de indescrio
livel celeuma, conjura va os seus collegas a corapa-
recerera a'os exame?, prolestando contra o con'.'-
Iho de fazer se parede, por cuja adopcao empenra-
vam-se oratlore qoe o tinhara precedido na tri-
buna.os mais ou, pela infelicdadedos alvilres
que suggeriam, cootristaram aquelles que desss-
sombrados deprevengoes all se achayani oom
indignaram pela forma eminentemente indecoros^,
e soberanamente despresivel, com que atacaram
^Sviram emfim em qae deixarao de compa-
recer aos exames, se a coogregagao, at c. m
meoto marcado para o comego d'elles. naohcav.r
resoUido sobre a representagao qae deliberarao.
d"cnegam agora noticias de S. Panlo, e censta o*
houve all am conflicto entre o corpo acadmico <
o congresso, da faculdade de direito. coja maioria
r a execocio do ultimo decreto, dlsseiitlnd
comtudo os Drs. Martim Francisco e Leon:io J
Carvalho, por ter sido suppnroido o praxo de 2i
horas dado ao alumno, afim de preparar so par,.
o acto, e eotendendo o conselheiro Chrispiniano e i
conego Andrade que se deve representar ,ao %x-
verno. ,
Os estudantes, man testando -se nfensos M
recer da maioria da congregaeio, entregaram-se *
coodemoaveis excessos, percerreodo asrus:ri
grita contra os lentes qoe pensara dever-se cun-
prir o decreto; e resolveram nio fazerera acto.
Sao estes os (actos.
Anima nos a crenoa de que os briosos acadea

.

'ORuh



Diario de Pernambuc* Sabbailo 11 de Novembro de 1871

vineia, roja pcocadimenlo sempre
io nara aquciles que. las ssenas ifflictivas por -J*3 ,?
dos estndanies 'aaHi (lu*,ia
%"
*c
-

-

*
os d'es provincia
louvavel 6 urna
viam os olnos das
presntala peto eslodantes .
provincia, aeeitera o decreto ** ^3
como medida que sensi'-'vnte attenfti o de U
de Janeiro, e prove* intu nraa Tez I09 pol>
casar se eom o***13* aDno3. a *udez e o errte-
rhoasacr&r
FaHr~"''"" *mP Dara demonstrar quo .cima
l^j mto em relagao i equidade do .itimo decreto,
mas de certo nao Ih'o e^apar? o disso (a!euta-nos
sla esperaoga), Bcaro >:, actos os modestse
-sensatos mancebos qu>, compreheoiendo a sna
missao, om'pregam <, tempo as meditac-Sai da
sciencia, gasando es contentara* ntos serenos do
estado, e desronhecem as cerreras tumultuarias,
oo as temxdstades' das pravas e as amargaras de-
Tivadai aa reprovaglo que provocan) demasas de
jovens irreftectidos, como agora acontece.
Aqui termino.
Oo qae posteriormente occorrer. ir Ihe he dando
conta.'
Aden. ______ _____
UO TT JA VI 1110
27 ni; otT'Bno
A Sra. D. Mara Ferreira das Nev?, tendo deli-
berado retirar-se para Portugal, praticou umano-
bre acgo, que tornar o seu nome sempre lero-
brado cora respeito e que orno maior prazer re-
gistramos.
P^r occasiao de proceder-sa a iove-tario por
morle de seu marid, obteve a Sra. D. Miria Per-
reir das Nave* qu ihe fossem paitilfiados diver-
sos escravo, aoi quaei generosamente conceden a
iiberdade, eslaudo as carian respectivas lanzadas
no carturio do escnvao o S\ majar t'arneiro, em
s'ilherohy.
Os escravos libertados sao os ssgurates : Jal,
de uago, de 60 annos; Joh, dito, de 00; Gmlher
mina, criouh, de 30 ; Heanaue, dito, li ; Rufino,
dito, II; A ti-lina, ojia, 9; urna cria por baptisar.
6 mezes; Carolina., criouli, 32 anrr.s ; Peiro, dito,
7; Paulina, dita, 18 mezes; Rota i Bengaella, 40
annos; Mara, Mina, maior do 40 airaos.
O Tribuno di Povo, fjlha de Macar, em data
de 21 do correte, iiulicia o seguale :
Infirmax-nos que o Sr. Roberto de Figueire
do Lawvria mandando baptisar Da frtguezia de
Macab, 10 crias nascidas antes da \< do elenun
to servil, alforriou 4 sem condicao, e declarou li-
vre a'mi de urna das libertadas.
Na mesraa fregutzia ja se haptisou ura nasei-
do de venir- livre de nome Gaudeocio, filio de
urna escrava de D Alexanirina, tiara de Manual
Francisco Djlelho. >
- 28 -
Do Rio da Prata temo? folhas at 19 do corren
te pelo vapor raglez Lacydon. Nenbama noticia
trazem de importancia poluica. Correr em M->n-
tev) o boato de urna b.italha entra blanca e
colorados ao narte do R;o Negro ; ultima h ira,
poin, por U'ia ca.'ta dirigid ao presidente Bit-
tle, e publicada na Tribuna de 19, sabia-se que
ludo se rednzia a haveremse avistado algoinas
partidas, esquvenlo os blancos o encontr.
Fallecer D. Candido liustamame, membro da
Importante familia oriento! que usa desle appel
lid
Una correspondencia da Assumpgao refere qae
tal o estado deanarchia, que a porteo do* bo-
rneo) corda lo, e principalmente. 4os esirangoi-
,^-ros, lornar-se-hia int .lersy_ittff parvontuia se ret-
_aem as fot"- "' a/ils de occopago.
No La
irrant
vieram para esta corte n general
argentino li-iilhjloraeu Mitre, ex-presiJeole da
republica.'e o domo cjmpatriota Jj.- Candido Go-
mes.
- 29 -
O Sr. roioi-tro do imp rio visitn hontem a pri-
raeira osera publica p.ira meainiM di freg"uezi.i
de Santa Rila, onde se demorou por espp.no de urna
bora e cxarninou aluos alumnos. .
S.-bre o vapor La France, maior sem du 'id. que
tem vindo Amrica do Stil, que cheg iu ho:i
ten do Rio da l'rala, f iran nos cjmmunicadjS o
feguintes daioi :
La Fiaiicr, vapor, urna etpeeialidade na >
fuente pelas suas proporoojj Coiosaaes, mas aiu-
4a pelas coafOs nuticas. Cinstruida no prio-
c|pii deste auno pelo eelebr* esiabecimento de
Forgs et Chnntieis, de Mirselln (de onlo sahio
no->. primeiro encour gi lo, o Brasil), no France
reralveram-se vantajosamente os problemas de
gr ule eapacidade e rapidez, cim extraordinaria
eCiUt-aya n combusivi l.
O France 'nede io seu ooitnhawiw total 130
metro-; ttin *. largura 11 metr e 33 centme-
tros e de pcnlal 10,9. A capacidade do navio de
4,890 toneladas, estn io destinado ao3 passageiros
oesp-co de 4,148 metros cbicos, sobra ura total
de 8,911. A distrilraicao a seguinie : passageiros
de l1 classa 38, de 2' lat e do 3' 852. A f uca do
navio em lodo s.-u di'senvolviraeatt do 2,000 ca-
vall is. A mar.-.ha regalar prodvzida por u:n h-
lice de 10 a 12 milfias. E*sa molle uldssal ape-
nas exige o coasurao de 35 toneladas de combus-
liiel em 2i horas.
Do ama construcc.5) solida como poneos, o
Frunce brinca cornos caprichos do ocano, con.
acaba de o mostrar, sabindo de Montevideo debai-
xojle ura f terpjral, no meio.do qual o France segua altivo,
tealo s que amarrar .-e muito para maior sega-
racca nes>as perigosas costas do Sul.
O France lem p ir coramaodaale M. Rouaze, qne
J commandou o Boucgogne, e cuj elvalbeiriamo
a'tamento reco'mmendado pelas pessoJ3 que tein
cotn elle viajado.
Leraos no Parahybano de 2o do correte o
seguinte:
.Consta-nos que o pardo Flix, eseravo de Jos
Inooeeocio de Andrade Jonior, fazendeiro da En
cruzlhada, tenira contra a vida de sea sentior,
nao o consguindo e;ntlm por inferven^o dos par
ceirns em favor do mesmo snnhor. Depots do acn
cimento; fngio levando c.msigo mulher e filho.
C>a.ita-nos tambera qae svadicam-do fado a po
lisia e o Dr. promotor.
-30 -
Teve hontem lugar a inaugaraeao da linha de
trlhos urbano?, nltiaamenle creada na capital da
provincia d) Rio de Janeiro, cora as-istencia de S
A. Imp-rial a regente e seu augusto espjso, dos
Srs. ministros da agricultura, estrangeiros e mari
nha, ministro de Portugal, presidente da provin-
cia, e de um numeroso concurso de pessoas quaii
tieadas e de todas as condio/ias tanto daquella ca-
pital como desta edrte.
Suas Altezas chegaram a 3 horas da tarde em
urna das barcas da compauhia da Ferry, canveni-
entemente preparada para transportar 03 augustos
passageiros, estadio de S. Domingos, onde di
embarcarara ; e acompanhadas de numero con-
eideravrl do poto dirigrarase estacao da cora-
panhia Ferro-Carril fitheroljyense, sendo durante
o trajecto enthnsiastieamenieTictoriadas.
Abi, depois de urna breve demora, embarcaram
Saas A'tezas no primeiro carro da companhia com
algumasdas pessoas do seu se^aito e pereorreram
a linha, seguidos por outro3 cinco carros lateral-
mente apinnados de pessoas da melbor sociedade,
passando pela ra da Praia largo de S. Domingos,
na do General Osorio, da Passagem, do Presiden-
- te Domiciano, do Presrdeo;e Pedreira. larg di la- mo em G ritiba,
g, praia das Pleehas, do fcarahy, ras da Gons-
tituigao o do Sonza, onde fladou o transito que
compreheode 4 kilmetros de enleosao; regressou
entao toda-a comitiva at ra da Cattstiiaicao,
onde se acha situado o Asylo de Saata Leopoldina.
e onde Suas Altezas se apearam, penetrando nesle
edificio, oja entrada f>ram reeebidas pela res-
pectiva admiriH'.racSo. Na eapelriha dessa pa
in-tituic,ao leve entko logar nma scna tocaa'e,
qae a todos o presentes deixou possuidos da alais
grata commqclo. Depois do (!i Nano Alvares, qae abaixo publicamos, e de urna
breallocnejn do Sr. J. F, Rassell, forara entregues
por S. A Imperial a Regente 26 cartas de liberda-
de a crianzas de diversos sexos e idades; das
quaes cartas 20 forara agenciadas pir subjeripcSo
promovida promovida pelo Sr. Dr. Nono e as'ou-
iras generosamente concedidas pela nova com a-
nbia. Pz digno remate a ste acto de verdadera
caridade ura solemne Te Dcum"aeorqpDhado por
um coro compasto de orphas do Asylo.
Finda a ceremonia religiosa recolh'ram-e Saas"
Altezas aos-aposmtos quelli-'s haviam sido prepa-
rados d ,pde, aps aljans momentos de repoaso,
se dlrigiram sala em nao Ihes nha sido servid..
ura delicado copo d*agu.
Franqueada benvolamente por Suas Altezas a
tala do restiro ao brilrrantp concurso de senioras
ecavaiheiros que Ities formavara squito, fji a
mesa ocenpada pornsrescldo numero de convivas,
reinando em toda a refeicao a merhor o^dem e a
maior cordialiiade e sitisfacio; nao deixan'do o
servico a menor cosa a desejar.
A's 6 horas da tarde regresram Saas AlteAs*
a esta corte qa mesnla barca, acompanhdas, alm
dos S'3. mioistros e das pessoas da sua comitiva
pelo Sr. presidente, chefs de pofieia, e mals pes-
cas gradas da provincia.
-Ti bem lempo r,^ presencia a risonha Ntthe-
rohy fesla ais pnlbantQ e tramada do qae essa
lti:la ta (nGustria e do progesso que assigoalou a
inicia^io de um melhoramento importante que
mtiiio para desejar qne perdure e prospexe para
eomraodidada de sens habitantes.
O edificio da estacao da nov'a*asociai;ao, as es-
tac3e3 das barcas de ambas 9 emprezas de nave-
gacao, e mallos edificios particulares haviam se
arralado de bandeiras, galhardet^ e fesiSes de va
riegadas flores. As roas petfcorridas pela luzda
!orafliva achivani-se juncadas de verdejante fo-
Ihagem e de plantas aromticas. Nos pMprios pe
nhascos pra tica mente dispostos ao correr da praia
do Icarahy, fluctaavam ss brisas da tarde visto-
sos pavilbes arvovados em suas cumiadas
A noite illnminaram-se maitos^edificios, proda-
zindo piagniflco eflfeito a illummacio do corto e
dos arcos artsticamente disoostos na c;a o 'eom
os ramo- de orna formosa e pulenta inangneira
que se ergne tnagestosa na eonfloancia das ras
Pedreira e S. Luir, e por baixo do qual desfilaran)
os carros da nova companhia, como por sob ora
arco (riumphal, ao som das marchas festivas de
mais de ama banda de msica.
A extraordinaria concurrencia, os variados e
custosos toilMle*,- a alegra e animar.lo dos espec-
tadores, a amenidade a cavalbeirismo dos organi-
sadores e directores da festa, Indo realcado pela
prr'sen^a dos augustos principes, rornaram esta
esplendida soleraoidade motivos de impresso's
summamente agradaveis a todos quantos celta to-
maram parte.
Foi generosaments concedida pela nova compa-
nhia a receita do da ds hontem, constante dos.do-
nativos espontneos e discricionanos das pessoas
que transitaran) no3 respectiva arros, pira ser
applicada dotara) das orphaas do A-y'ode San
la Leopoldina. m beneficio dest^ estanelecimen-
to teve lugar noute" um leilo de prendas. U-n
fogo de artificio, em frente ao mesmo Asylo, termi-
oon ts festejos doslia.
Ei a allocugo proferidap-lo Sr. Dr. Nuoo Al
va-res Pereira de Souia :
Aotigamente quando os romanos insp!r*doj
do Santo amor da patria, corriam pressurosos a
desaggravar os seus brios o(T ndido?, era no tem-
plo do Senhor, o nllimo lugar em que penetra-
vam para iraplorarera a gract divina, conforto e
cjragem.
t Quando depois regrescavam cora as frontes
cobertas de louros e os coraos cheios das doces
emocSes de rever a patria, ea uonjciencia tran-
quilla d ha ver por ella barateado a vi la no*cara-
pw da peleja.: era anda no templo do Smhor
que nenetravam.
Mo templo, que otfve os nas-os primeiros va-
gido', quando a mao sacrosanta do sacerdote nos
unge o oleo do baptismo ; no templo,' qne ouve
os nossos solncos, quando choramos a p'rdado
entes que adoramos : onde deveraos comrae-
morar todos os fados grandioso*, para qie o so-
pro da omnipotencia divina n>s bif'j a fronte, fa
zea do nos esquecer das mundanas alegras, pjr
ou'.ra- mais puras e celestes.
E' os im, que V. A. Iraoerial, vera bi.'e ne>t-
recinto, onde a orphioiade da-valita encootra
amparo aos embates e azares da serie, associar-
se manf-sUcao sincera do p iv nttheroyenw
pela terniMcX)da lnt-i saognlnolenia em 1411a u
3rasil; iaato txultou os seus os de livre e io-
dependeute I
t Si mel deisa Iota sanguinolenta, destacase
Jetare os he 'S que cooqui-tiram o renome e a
fima que os eo> brece, o vulto raagestoso do mo-
co, que a despeito da3 lagrimas da espits, dis
conselhos o exoeriencia, e dos eoochegos e das
caricias do lar, ludo d-i.vra ; patria, familia, ami-
go?, tudo. para empaDh;r o sabr victorioso qne
00 mcio dis lulas reunida dos combates, rati-
l.iva como a espada flrairmjant? do arch;nji da
victoria.
E'aV. A. real, Sr. cond -, qa 1 se dirija a ra
nlia humilde saudaco.
No Puraguay, a espada gloriosa de V. A.
real remio do captiveiro a militares do victimas
ue gemi.im sem poderem quebrar os grilhoas d<
escravMNro. *
t Era justo portanto qne ao regresar V. A.
real patria, tivesstn o' seus feilos urna espen
dida ovac.1'.
F.:'s, I.stas e rego-oj is Dio faltaram a V. A.
real.
As flires m;rclnram na dia gpiulni9 ; as fes-
tas desaparecern! as ondr.s de outras; os rigo
zij is pouca duragao tiveram
Mas hoje, o festejo que da miaha humildad*
ti ve a fjrluni de iniciar, ser duradouro emquan-
to um sopro de vida animar os" nnssos cora^Ses.
Eis aln, Sr. principa, as miseras criancas i\xe
ao ro>ro do vrmo uomo, boj* awllB lir
dade, a para as quae, sorri, candida e pura a
aurora da rederapcao.
t E V. A. Imperial, Senhora, ar.jo tntelar da
familia bnzileira, V. A. Imperial, que acaba de
assignalar o facto mais honroso do imperio, pe-
ranl? o niuod) inteiro, em norte d) esposo, em
|-no.ne da patria qne sobre V. A. Imperial tstende
os olhos cheios de f e de amor, em nome do pai
e da mi querida que do ionge enviam suas sau
dades ao Brasil, V. A Imperial me permitir dizer
a esta3 criancas : lembrai-vos para sempre qu a
carta da vossa ibardade f ji entregue pelas mos
da prtaceza, que em nome do imperador assigoou
o decreto que ioiciou a abolico da captiveiro no
Brasil.
Realisou-se hontem no Tneit.-o Gymnasio a reu
nio de acadmicos promovida pelos esludautes dj
medicina cora o Ora de trat.ar-se do decreto de 22
do corrente relativo ao modo pratico dos exaraes
da sacademias do imperio.
Acharam-se presentes rautos esiudan'es das
escolas de medicina, central, de mariuh, alera de
outras pessoas.
Depois de orarem os Srs. bacbarel Malta de,
Araujo. Dr. Jjaquim Duarte Murtinho, Lopes Tru-
vao Miranda Azevedi, bacharel A. Limoeiro, Nuno
de Andrade, Fraokn Lima, Vieira Fazenda, Oj
car Ferreira, Barcellos, e cutiros senbores, resol-
.veu-se njmear urnacomroisso incuaibida de re
digir urna repre^entac), i;ue devera ser apresen-\
tada' congregado da raculdade 'de medicina no
dia 3 de novembro prximo, sobre as disposicois
daquella decreto.
A commisso flcou composta dos Srs. : presi-
dente Dr. Joaqaira Murtinho, 4 anuo ; bachartl
Jos Vieira Fazenda, 6* anua; Joaquim Bernar-
des Das, o auno ; Ram'ro Fortes Barcellos, 4*
anno; Augusto Cesar de Miranda Azevedo, 3"
anno ; Dimiogos A. Martios Gosid, 2o anno ; e
J oSalnstiana Moreira Mjurao, 1* anDo ; Pedro
Rodrigues Hru, 3-' anno, pliarmaceulic,; Car os
Cyrillo de Gastro, 2* anno, pharmaceulio ; e Os-
ear Sorberlo Ferreira, anno, plurmaceuuc.
Escrevem nos; Era Minas, o Sr. coronel Joan
Jos Alves, residente em Marianos, deu litierdade
a 7 escravos seas. Fateraos votos nara lao que
louvavel ac^ao coalinue a Mfeaa appl.ui'o nos co-
ra^es braziteiros.
31
Com estes nob'es esforf-is a b?ro do tngrandeci-
mnto provinc'a prearemos ruar o Paraai am
brilhante futuro, qae o raeu mats rlente dc-
iejo.
Relribuo cordealmeate os com primemos da
S. Etc.-o Sr. presidente, e felicito os habitaotss
de Coritiba e provincia inteira por este impor-
tante melhoramenio. .Wano Francisco Cor-
ra.
c O Sr. vsconde do Rio Brinco sala ao Sr.
presidente da provincia, e faz vuos para qae esta
linha se exfenda at Mtto-Grosto. > ,
Os Srs, ministros da sgricultara, de estrangei
ros e O Sr. presidente da cmara municipal da
edrte felicitaran) tambera a cmara municipal de
Coritiba.
Trocaram-se anda moitos outros telegrammas
entre os Srs. ministns, chefe de polica, juii de
direito, Inspector da thesouraria ao Sr. vi,conde
do Rio-flranco. presidente da provincia, ao director
geftl dos lelegrapbos e outros.
A inaugurarlo da linba de Coritiba em circams-
tancias tao desfavorareis, mosira qae o e.-tado das
Jinlias vai gradualmente melborando.
O rarasl da linhi dj ul qne segu para Mar-
rles, e de la lio ja am braco para Aaton na
e contins at Coritiba, foi feita a casta da pro-
vincia, qae contribuio com postes e mSo de obra,
tendo o governo geral concorrido coaj soladores,
fio, apparelhos e o pessoal technlco.
Ihuva tambem alguos donativo* particulares
Sepultou-se an'e-hoolfira, no cemerio de S. Jopo
Biplista.o chefe di seccSo decontabilldadedaeasa
d;i moeda, Gandido Venancio dos Guimares. Por
espaco de 43 annos prestoa servidas Tue'ic es
tabelecimento eom intelligiocii e zelo e digno- d<-
mencao.
Fallecen e sepalton-se tambem ante hontem, no
convento dos Carmelitas ao largo da Lapa, o Rvd
prior e visitador geral, fre Fran-cisco Fausto do
Monte Carmell >. Traba 38 amos de idade. 19 de
habito e 6 de governo.
Por ordem da "Sr. general Caldw.d, ajudaite-ge-
neral, nma c mmisso conpasta dos Sr*. tenen'e-
coronel Faleo, major Bruce e ajudante de ordens
Ribeiro, foi h ralern pela msulia-i ao Hotel dos Es-
trangeiros comprimentar, om nome daqnelle gene-
ral e da gaarnicao da corte, o Sr. general D Bir-
tholomea Mitre.
Urna banda de maica acompanhou a coramis-ao
o emquantn esta saudava o g neral Mi re, tocava
em frenn do hotel a'garaas pecis do msica ra
litar.
f de noven bro.
O Jornal 4a Tarde de h ratera di a seguinto no
?icia :
_ Hoje as 4 1/2 h iras di manhaa, parti) da es-
taQao central da edrte cora de-lino ao'Porto .Njvo
d Gnnhi, o general D. Barthalomeu Mitre. -D,g-
nii-se acompanhar a S. Exc. S. A. o Sr. Cande
d'Eu.
Em ob3equo ao Ilustre hospede acompanha-
ram o tambera nesta exenr-) os Srs. presidente
lo cnnseiho, ministro daagr.cullara, comaiendador
\f :riano Proeopio, e o secretario da leg'jo argen-
tiii.
t Recbense hontem da estscia de Coritba-o
'eguinte telegramma do respec.-v'o emaregado ao
director dos telegraptns:
t Por occasiai da nnugurQao desta estaeio,
que leve lugar hontem desde s 1Q hi ras da ma-
nhaa, al s 7 h iras e 20 minutos da noale acha-
vam se consecutivamente presentes cerca do 150
pe.ssoa, sendo esle nunero elvalo d^s 4 hiras s
ti da tarde.
1 lima banla de mosica p licial toou at s 4
la lard). Transmitti 94 telegrammas e varias pT
ganta?, recebeado rrca de 50 e tantos. Teoh ,
pois, a lunra de comprmentar-a directora e} fe:i
cita-la por mai-este dia fiust-vo pira a repirti-
co dos lelegraphis, da qtal V. S maili digoo
director.
Fllecea ante-hoit-in, em Vajean, D. Emerecia-
na Francisca Nogneira, e deixon libertos 03 seus
escravos Jo- crioulo; sem couJicofS. e AOlonio
Luizcrnulo, Fabiana e M ra Febppa crioula,
cond'Cionalraente; o |e-iamento acha se archiva-
do no cariono do Sr. J s Francisco de Araujo e
Silva.
a linha telegraphica da
Inaugurou-se hontem
irte par Giriliba.
Aote-hmtem houve ao sul temporal, fiivavan
Cou rapilamente para o norte ; noute ja' chega-
va elle a Ubataca, e hontem pela manhaa trovejp
va em Morrates, e pouco depois ac-ratecia o tnes-
As e^tacSes.lotermeliavias a'
Ssotos avisaram qae perto raneavam os trovoss.
Apezar diflo (rabalhavase para inaugurar a h
nha. A's 10 horas e 10 minutos da marjhiaten
do se eommunicado para Ciritiba ana o* ^rs. mi
nistro da agricaltura e de estrangeiros achavam-
se na estacao central, conseguio se no fira de 10
mnalos, receber de Coritioa (distatKe da edrte
pela hada 780 kilmetros) os seguiBt<> telcsgram-
mas, enviados pelo presidente da provincia do Pa-
ran :
t, Aa Sr. ministro da agricultura.Congratn-
lo-me com V. Exc. pela inaugrfiejia da nha le-
legrapbvca d* Goritlb?, que ,or este telegramma
se realiza. Felicitando a V. EXc. roga por mim
beije a mo de'S. A. Inperlal regente e earoprt-
mente a S. A. o Sr. conde ^'Eu, e a S. Eco. o Sr.
pretVdente' do ejaselho emais membros do mints-
lerio.
Ao Sr. ministro dos estraSgeiro*.Cumjlri-
m?nto a V. Exc, como fllho desta provin-iia en
representante na caraira dos depulados pela inau-
guraeao da boba f! graphica de G.ril.b'a.'-ojae
acabon de( ter lugar ;.e em nome -rra prnviTMi
satlo a V. Exc. por o-le rnenramei-to laportaa
te feal'ido sob os auspicio* do ministerio de
7 de majo, do qual V. Exc. digoo mem-
bro.
Emresposta foram da cutral transmitidos os
seguntes;
O ministro da ajrititara. agtadeeedo por si
e por seus col'Pgas os comprimentos di Sr. pre dBnte, salida a prorintia do Paran, por cuja
prosperidad^ se intefessa.Thtoioro M. F. Perei-
ra da Suca.
t Gomo Paflaense. veja eom a maior satisfagan
ihanftrfada a Hnna teegrapfeica de Contras, tanto
rais qaanto pafl issomuitoentribofo a prdvtecta
qoa deve prosea or em lio oit/iotico emp'-ono.
E sabi lo que tenao o congresso argentino nota-
do a raudanc da capital *a repblica de Buenos-
Ayres para a Villa Mjna, a isto seoppoz o presi-
dente, sendo um dos principies argumentos do
velo o estar aquella villa reluzida a um. .deserto,
onda era preciso crear lula. Qaando o p.'^id^n
i par li-pou para x eupoBioo de Uird-fVa, ob
habitantes levantaran) um magnifico arco na entra
da da estacao via-frrea. Liase do arco a segura-
te sigmli aiiva inscrlpeo :
Os habitantes do deserto ao presidente da re-
pblica.
A' chegada do tren, que conduzia o presidente,
i.nmenso povo apinhava-se nos arredores da es-
tacao.
- 2
Pelo paquete ioglez A>auc tetn fulhas do Rio da Prata a. 27 do passado.
As nicas noticias de ioteresse referen) se ao
Paraguay.
Dissolvido o congresso, o presidente Rivarola tor-
nou chamar para seu ministro da fazenda o mes-
rao Gil, qae havia sido aecusaio e conlemnado
pelas cmaras como rtalversauor. Allegan lo-se
que varios dos deputados presos estavam compro-
metiilosn'uraa revoltijo qae devia rbenur na
A-surapco, conlinuavara as prisiis dos denuncia-
dos como conspiradores. Na li la dos presos mais
nota veis accrescem ZnloG.nzalez, Medina e Pastor
Chaparro. N
Rivarola cercoa-se de urna guarda de 200 ho-
rneas pela maior parte voluntarios, apesar da di-
zr-se que o povo. em geral se mostrava satisieito
com a sua energa, reinando perfiita tranquilla-
de ua i-apial.
O qae parece averiguado jue no congresso se
havia passado sceoas deiaauMo escaadalo. Ainda
na ultima sesso antes da iisparsie se havia ira-
vado sangrenta lula no recinto da assemb'a. A
opp.isic.ao rompeu o atajuecom ura chuveiro de
fraseos de genebr*, receniemenie esvaziados. R?s-
p-indea-se-lhe com tiros de r;walver; depois pu-
xaram-se faca9 e seguio-se um conflicto em que li-
cararn 4 morios e 20 feridos.
O governo, no intuito d justificar seas actos,
deu no Diario fictal as seguimos expheaeoes so-
bre a projeetada revolucao :
Al-agora nada mais temos feito do que rela-
tar os indicios que havia de urna revolucao arma-
da preparada contra o govexno por alguns mem-
bros das dissolvidas caaras legislativas.
Nao quizemos aventurar juizo proprio, dando o
faci como iofaljivel; agoca, portn, das provas
eoihidas no sammario instaurado ao general Ca-
ballero e seus cmplices, resulta por declaracojs
contestes que Otoaiel Pena e outros premeditavam
o assassinato do presideale da cmara dos dept-
taios iiygioio Hinarie, tendo destnbuldo para este
aboaiinavel Sra panhaes aos seas horneas de con-
fiaoga.
t O general Caballero, hornera puro, cajo valor
e precedentes tanto o abonavam, era o rae devia
pjr-se frente da revoiugio.contra o governo,
segundo o averizoado e provalo, o sfu plano era4
sabir da cidade, reuo;r gente e vir sitiar a capital,
contando com afazeoda'do Sr. Rivarola para abas
lecer-se de gado. C-rasla ist 1 Unilunj de declara
e-i j feitas por alguns dos pr Os visitantes que haviam afflaido a Cordova,
t ruando t) brHhanir)'a raanguraco da exp ni-
ca o. parece qu principiavara a esias3ear
Ura telegramra annaocia que a commisso da
mesraa exposicao j apreentra um. proposta para
encerra-la por falta de concurrencia.
O guerra civil no Estado-Orienial na la de no-
vo ; msis'.iam porm, as foihis de Montevideo, em
que setraaamava activamente para a paz, haveo-
do esperangas de tratr breveraeate a um accordo
os partidos ena tratas.
* 2 0/0 addiciooaes sobre a exporiago' deviam
principiar a cobrar-se no i de oovembro O
commercio requorra mais alguns das de praso
para poder embarcar os eneros comprados aate-
normeuie a promalgavo da nova iei, e que por
difflcnidades de traasporie ao tinham podiio ser
exportados ainda.
passado o eommendador Manoel Antonio Galma
ra>S, a pedido de sua senhora e lia ti ha, conea-
dor.- hberdada sem coodicgi' alguraa, a sea es
eravo Jos Machado, de 59 annos de idade.
No dia 15 tinham sido eleitos os vereadores e
(Bilis de paz pira os municipios das navas villa?
a parochias de Volnverava e Arralal Qiei-
mado.
Fallecer o vicario da parochia de T.bagy, frei
Gaudencio de Genova.
MINAS OKR VES.
O Noticiador de Minas, fo'na do Oiro-Prelo,
com data de 26 do passado d as teguintes noli
as :
O Sr. Jos Laiz da Silva Torres, residente
na eilade da Itabira, liberloa sem c radlgao alga-
mi ao< tres seguintsa escravos : Joaquim Bsa-
qneti, Barbara e Seohorinha, crioulas, arbas na
dale di puberdade ; aa cartas foram registradas
00 livro de notas do tabel lao FotKes.
t Fallecen nltimameale no distrieto d3 -Sadta
Mara termo da mesma cidade, o Sr. Antonio Jor-
ge de Sauza, deixaudo livres viole escravos, aos
quaes. legou a fazenda da cultura em que reoi-
Sjm-as informados que aa noute de hontem
para hoje, em casa do negociante eslabelecido
ra da S. Jas desta cidade, o Sr. Mraoel J01
quim Pinto, um seu caixeiro Francisco de Pai 1
Aguiar, qae se acha va doente, precipioa 89 de
urna janella abaixo, morreado immediatamen'.o
Igooraraos a causa desta laontavel -cont
cimento, mas de sqpprse qae o infeliz mogo
f sie victima de algam accesso de alienago.
s. PAULO.
Temos folhas da ca'pital at 29, e de San'os
at 30 de ootubro.
A coogfegagl) do3 lentas da aeadamia de
S. Paulo reaoira-sc no da 28 aira ds oaoar era
cansideragaa o decreto de 22 da passado relativo
ao modo, pratico d-s exames as facaldades da
direito o de madicina.
A maiaria da congregacio resolven qae fossem
posus em pratica j nos exames desle anao a-
disposigdes do navo decreto.
Os estudante', qae s" achavarn reunidos era
grande numero no edificio d ac tema, ao tereaa
noticia dsta resoloca\ romperam em brad>, c
esquecendo a pradenen, invadiram a sala de-tim-
da aos actos e quebraram as mesa1, baicos e ca-
deiras que all encontraran).
O resoltada da votagao para deputados pro
vincies em todas os collegios do 3 disl icto foi
o seguale :
Dr. Luz Silverio 238, coronel Leito 237, Dr.
Cintra 216, teen e c-ronel JoaqnimJ>onei 213,
Man el Aff raso 212, Dr. Paula Eduardo 198, co-
neg Demetrio 193, Jos Vaz 189, Dr. Rodrigues
Ferreira 186, coronel Marques 176, Dr Ferreira
Alves 163 Dr. Raphael Ribeiro 161.
A presidencia da provincia contrahra enm
o Sr. commeniador Antonio Ferreira di Sil/a,
capitalista da praga de Santos, om emprestimo de
80:00Ji para acudir ao pagamento de despszis
cora- obras publica, pir na haver na caixa da
ihesooraria dinhairo para paga-las.
O Sr. Bario de S. Joao do Rio-CI'ro, sabendo
dessa difflculdade com qae latava- a administra-
r j, ofTerecari a qnantia de !7fcOG0 por -em-
prestimo a provincia pd> praso de seis mezas san
jaro!, offerta qae foi aceita.
Da cidade do Amparo tinham chegala ca-
pital repetid? queixas contra a agencia do cor-
-reio all pela demora e regt'a'idade na entrega da
correspondencia.
No Rio Claro o alferes Marcellino Antonio
io Valla, homem de ponen recursos, mandara
Baptisar coma livre ara crioulo na=cido qaatro
dias antes da le sobre o estado servil.
Ero Cimpinas o Sr. Antonio Pompeu de
Camargo-e sut sanhora concedern) lioerdada a
doas escravos menores, am nascido antes da le
de 2 de setembro e outros da seis mezas de.idade.
Era Guaralmgueta o Sr. Raugel de Barros
libertou ama crianga de 3 annos, o Sr. Jos S.
da Slva Rosa am escravo, e o Sr. Franc-co Al-
ves Loureogo una escrava de 15 annos.
A offiiialidde da fragata americaaa Lancas
ter dera, na noute de 26, a b irlo, urna linda fes-
Ita que fora muito coacorrida.
- L-je na Revista Commercial :
A commisso embarcada ni vapor raguinj
ltimamente sahido desta eilade, esteva em (gua-
po com o 1m de examiaar a barra de Icapra, e
a possibilidaae de seu melhoramauto, e informar
ao ministerio da msrioha sobre a praticabilidadr
a oavegago da mesma, levantando u|ma planta
hydrograpbtca com as observacis deisondagens,
e qaanlos esclar6cimaotcs pssam aproveitar'para
seu pereitj conh>cimeoto.
O Commeroio de Sinlot Dolici Ipr fallecido m_.
Uraganga o coronel Jacintha Osorio de Locio e
Silva.
Ao Correto Pauhstano coramunicaram da It o
segrale :
' Moravam all dous estrangeiro3, aa que pi
rece americanos, marido e mullir, pobres : mor-
reado a mulber e daodo-se a Jecaragao da que
era cilholica, foi sepultada no cemerio pvttleo ;
mas. passados qoinza dias, descoario-se ou adi-
vtnhou se qne a misera era protestante e conse
guio se que fossem seus restos exhumados e ad-
rados ao campo. s
O Correio Panlistano niticia o segainte :
Ao Sr. vigarto da cidade do IV.^adre Jo-
s Joaquim de Almeida, foi aprsentela, por An-
tonia de Mello Alraada, urna menor, escrava das-
le, nascida em agosto desle anao, para ser bapti-
sada.
0 Rev. vigario manifestou-se peziro=o par ter
esrriva parda Venlnrosa, de menor iiad, e no Jia
13 q'ie o Sr. Pedro Ramos Noguoira libartaratam
oeui dez escravos dauio Ihes Ierras, e fornecara a
lona escravos alheios a quantia precisa para se li-
bertaren).
A' folha citada fora ramettida a relagao das
seguintesTnana-nls 5s? eoaoadidis na pia baptis-
raal :
Zilmira. aos 14 de Janeiro, pelo Sr. Antonio
.VeanIr Xavier de Almeida;' Miria.aos 6 ir
marga, pula Sra. D. M'ri Frncisct to fipiritu
S.nti; Juvenal, aos 6 da lonho, pela Sra. D. Vir-
ginia Gomes de Toledo; Francisco, aos lidejn-
nh?, pela Sra. D. Dralinla Gama-.; A'zira, 103 21
de agosto, pelo Sr. Dr. laaquim Lopes Chaves ;
Felicidadn, aos 17 de setcrnbro> pela Sr. capito
Joo da Pilma Pereira : Seom, aoi J da oatabr ,
oela Sra. D. Clara Ferreira da Silva; Mara, aos
9 da outubro, pela Sra D. Maria Aatana da Na-
zareth.
Todo flearam em casa do3 seai bemfeitares para
serem criadas.
SANTA CATHAMNA.
Por talagrarama da capital desta provincia expe-
dido em data da 2.a da corread', sbese qu con-
elu.o-se all nessa dia a eteigao preara sera oo-
vidade; triumphoa o lid) cooservador, obSenio o
mais votado da lista 302 votas, e o manos volado
283; o mi} votado do la lo liberal 200 votos.
Sabia-se na capital que nos collegios de S. Jos,
S. Pedro de Alcntara, Tubirao, S. Miguel, Porto
Rallo, Itajhy, Iiapa-oroy, Birra-Velhi e Joinvilla
vencer tambera o parado conservador ; ainda na >
havia noticias dos collegios da Laguna, Liga e S.
Francisco. f r
ntO DE lARIHO S
Eis as noticias da ultima dala :
Kfficluaram se transacgfis mus que regula-
res em cambia sobre Landres a 24 d. pap?l banca-
rio, 21 1/8 e 2i I/i d. papel pariica'ar.
t Da sob -ranos veaderam se lotes mais que re
guiares do 105230 a I0i?0;).
< Das apolices
RCIFE, II DE NOVE VIBRO DE 1871.
Chegou horriem pela manbaa o vapor brasi-
leiro Presidente trazuoda dalas : do Rio de Janei-
ro at 2, da BffWavit 7, e de Alagdas at 9 do
corrente.
Alm das noticia* pne danos sob as robrieaa
Parte o/Heial, exterior e Iwteor, apenas eon-
tramos nos jamaos as qle seguera :
MnW.
Recebemos folhas a '-Mpital al ti de ota-
DfB-
N-Hleit o CdaMfreia'oV'Pu^am ne a
de baptizar como eserava a dita meoor se beai
que nascida em poca anterior da Iei de 28 de
setembro, e o Sr. Almada declarou incontinente
que desvaneca os escrpulos di Sr. vigaT.o auto-
nsaado-o a baptiza-lo como livre m assim o fez
Factos taes oarram se, mas naa se camoaen-
^Segundo urna comrauocagio faila ao Diario
d> S.yPaulo, cahira m raio aa igreja mitriz da
CqnceijHo dos Guarulhos, que bastante damnifi-
cara o edrpo da igreja. Urna das tribunas, sitia-
da por cima dos altares da S. Francisco e das
Dores, rreou completamente destruida. Os dous
altares tambjtn sofTrerara alguos estragos em
suas mol 'uras e as columnas, nada aconteceaio
fslizmrate s imagens. As paredes Internas da
igreja tamb'm soffreram alguma cousa. Foliz-
meote se haviam retirado os pedreiros e m u-
trabalhadores das obras da igreja.
OiGaztla de Campias, da ultima, data, ex
trahimos as segrales noticias :
Joo Alves da Oliveiri ura sajeito que, ha
lempos, foi recolhido pnsao por louco e remet-
tido para S Paulo. Da l volioa, lalvez, parque
o deram por sao. O qae certa que, apena>
chegada, segunda nos dizem, protestou comigi
matar nm pobre moga allemao, da nema J. F. de
Paula Wiulero, morador para os lados da R .ci-
oha, estrada de Juodiany, que era arrima eaus-
tanlaculo da familia. Tao simstro e singular era
o plano, que Oliveira pz'se a edificar um cemi-
terio, e consta que o preparara' convenientemente,
alarmando que era jara o allemao e todos os
seus.
1 Ante-hontem, pola madrugada, veio casa
desle desgragado e crivou-o da fcadas, prostan
do-o instantneamente morto e n'um estado hor
rivel de se descrever.
O cadver foi conduzido para esta cidade, e
o Sr. dalegado Carvama S Iva fez o competente
auto da corpo de delicio. O assassino foi cofhido,
e acha-se na cadeia.
1 Sepultou-se hontem (21), victima de grave e
persistente enfermidade, o coronel Jos Franca de
Andrade, fazandeiro abastado do nosso mnuicipio,
oode a sua lav ora represeotava ama das mais
avultadas. E'a merabro considerado do partido
confervador, commandante superior reformado da
guarda nacional, e agraciado co n ora dos graos
da ord.ro. da llosa.
Q.iando era Campias ipena3 se caltivava
esta prodigiosa planta gae faz hoje a riqueza to-
da e a forca vital da nossa ierra, consumindo-se
no logar a colheita inteira, foi efie qaem primei-
ro se avantajju enviando ao mercado de Sanios
ama de snas safras. Dihi eslendau-sa o exera-
pto, segundo inforroaejee que temos, e o encama-
do Irncio veio a alastrar toda esta ampia perspec-
tiva do nosso estado actaal.
Liga-se, pois 0 nothedo finado,entre outras,
a esu sbeme reeoraagao. .
'*"Sr- n: Jwqoioa e Jesas Brrelo, tendo de
faet*^aplzr nma ctianga nascida.de ventre es-
era no 'dia 14 de seiemtaro, deelirn ac Rvm.
vigarie desistir dos qnatro dias, afira de se faz^r
o bapU*mo como se a peqoeha tivese- nascido
depois da Iei ltimamente sancciooada.
',A.*r"- *?-. Gandida Leite Peotesdo timbera
dwoMtto liberdade sba escrava menor de nome
DomrlrHa.
Traba efoegada a flaaios, procedente d> In-
gljlerfa, a' bPca Storntf Petrel, eom duas faeo-
motias' canas jaarai-a linha frrea -de Jundiahv
a Camainas.
OPtmhtta, de Taobai, noticia ao eeu nu-
mero le i8 do cirrente qae o Sr. Josa Baslia Oo'
30 do mtfi'tn GoovssA, fuenl-uro, deT liaeriade sua
geraes de 6 0/0 vaoieu-se um
pequeo I >m a 93 3/4 0/0 a das da erapresiima na-
cional de 1%8 um dito regular a i:l2o|.
t As ac-5is da Hinco do Brasil liveram roovi-
menm regular a 2 H3 e 203i a dinhei'o e 200i
-X divi tendo, e a* d 1 Companhia Locom Uara de
lo a 20 de premio, tambem a dinhsira
> Era caf flieram-sa pequeas vendis.
O paquete ingl-z Dnnro trouxa 2 967 pira
\I. J. D.iarte te G.. 25.000 pira o L radon and llra-
zilian Baolc e 786)1 para % Banco do Brasil.
Sahiram pira Pernambaco : .1 2s a barca
porioguaza Goa-fi o hrigae ioglez Carn'ivon, gi-
lar? franceza Peiropolts, e o brigue|austnaco Giro-
lao ; a 29, a barca franceza Alexandre; e do Io,
barca porlugueza conana, barca franceza Che-
creutl, e lugre oorueguenie Wulknien.
AOIA.
Gliegar.a no dia 6 a tarde o Exm. Sr. dasera-
bargador Freitis H-mriques. S. Exc. devia tomar
posse uo dia 8 da adrnioistragj da provincia
Lemos no Jornal,:
Ni vapir Penedi, da companhia Bibiana, sa-
gui), afi o da fiz-r un oasiiral pnv.ncia de
Se'giae, o Exm. e Ra/ra. S.-. arcebispo, cande d
S. Salvador.
Aa seu emlurq le, qae lava ligir r>> arsenal
le miri'ihi, contpareceram mnitis pessoas gradas
e o clero d'esta eaonal.
No arsen-il ach iva -e postada ama guarda de
haara do 18 batalho da infantera.
V^sua Exc. acampaahara os seos secretario; o-
Revirs. mnn'enhores Joaa da Oliveira Dias a Car
los Lhii d'Amohr, e o Rvm. Manga secretario 1
cmara ecclesiastca. J iaquira Tito Gilro.
t Desejamas a S. Exc. pro pera viagera, aquella
oulra provincia de sua diocese, oade encoaira a
venerago e o respailo qua eatre n: se ihe tri-
buta. >
' Teve lugar na puningo prox raa passiia nos
sa!5es da Rajreativa a expasigao e Idilio da prca
las qae tai gentilmente foram offarecida por s-
nliora? e c.ivalheiros de'tj capital socieiiieli
b-Tta-lora SU de Selembro
Alguns das irjectos offirecfdas aitrahimi es-
P'Cial atlengao das pessoas que foram qualle fas-
tim do caridadp.
t O q-ia porm causou re.ilmeote sarpreza
pessoas que all se aehavam, foia piuca janear-
rencia e a ni maguo aua teve aquella fe*la da Lber-
(adora, principal -nenie por ser promovida por esta
sociedade que tanto ha trabilftado em favor de
um causa tao santa e hummitiria.
t A exjosigo terminau pouco dep'i? da meia
noute, ficanlo a maioria do.- objectos oifarecidos
por arremalar.
r" J erarqns a sociodada promova urna S9
1 )8 gao, e qua a concurrencia na so faga
..,ouo ac inucou n'essa primeira.
A msica de polica tocoa escolhiias-pagai
durante a'exposigao.
t Ao fizer-se do v.-||a anta-h ratera a galara m-
glfia Golden Eagle daspachala para Sxnbrero
(Antilha-) enca:hou no baix era frente Cambial,
onde permaneceu Crrca de 6 hars, podenda de-
pois safarse e seguir para seu destino.
c O aaitao reemou recebar os auxilios que de
prompia Ihe foram pres'.ados pelas etajOM com-
petentes.
ALAGOAS.
No Ia do correte prostou jurimeato e entroo
no exercicio-de chefa de palicia, o Dr. Aielno A.
de Luna Freirs.
Foi noraeado' promotor publico de Anadia, o
Dr. Candido Jos de M rara.
A presidencia da provincia noaaeoa urna
comrassa composta dos Srs. conega vigario Fran
cisco Peixoio Duarte, coramendsder Joaquim Se-
rapio de Carvalho, teneota-caronel Francisco de
Mein Lima, actual presiante da cmara munici-
pal major J.is Virgino Te^xaira de Arauj>,_ e de-
legado de polica Dr. Fionauo Jas da Miranda,
para se encarregar de firnecer dietas e coberto-
res ao3 inJigantas ac naaatlidas da varilas n?s'.a
capital, que deva remetter em cada qainzena urna
relaga dos objectos foroecidos para ter lugar o pa-
gamento.
Le nos no Jornal das Alagdas :
A Sra. D. Maria Joaquina Duarte Gilvao, viu
va do capito Joo Cirios Diario e seus albos,
residente5 nesta cjlala, gratos aos bous servlgos
qae dasde maitos annos Ibes prestan a sua escra-
va Rila, da 30 annos de Jale, acabam de prestar-
Iha carta de hberdada sera onas, exceptuando o
menor Erothides, que, por si, nao podia liber-
tara sua parte. Alguns cavheiros, poraa, de-
sej inda completar o acto da bardada da escrava,
coiisaram-se e re.]uereram a autoridade compe-
tente a devida p^rraiss', ficanlo a qnantia em
deposito.
41
37
29
14
10
10
aatres e cmplices, o qae foi Mto. t.tao J
aquelles malvados recomidos prhu da Ca-
cboeira.
UARANHO.
Falle ;era o commerciaote Manoel Patricio da
Silva.
Inslallou-se, no dia K de outubro; compa-
nhia de seguros Hiperanen, ando o rea talo da
eleigo o seg i te:
?saemb'a-f^nL
Presidente Cammendalor Laii da Serr
Pinto..........................
Secretario-Cist.adio Gingalvea B-lchior___
Jo < Joaquim L' Go-nraireao fl*eal
Joao Rolrigues Saraiva.................... 31
Castodio Gaga I ves Batehior................ 29
Augusto Araerico da Silva Nanas.......... Ji
, Sappleniea.
Joao Bento de Barros..................
Martinus Hayer...........................
Agostinh) Jos Rodrigues Valle............
. D.reclona.
Joaquim Coelho Fragoso.................. 61
llanto Jos E>ieves Dias.......... 40
Jos Manoel Vrahaes... ..'..!.....
Jos Moreira da Silva.......'..'..'.'.".....! 31
Acbava.se na porto da capitai'i crvela
brasileira ipuanga, trazendo o chela do 3*dis-
trieto naval, em viagem do Para para o Cear.
Lemos na 9aiz :
a Realisoa se a primsira regata de-te sympa-
tbico club, como e-lava annunci>da, na rarde da
festa de Nossa Senh.ira dos ll^ii/edis, e fil tam-
bem a raelhar divarii que offereeeu toda a fetu.
A' llora con veniente, pouco depois das 4, -
lavara na barda sallo algumas senhorai e cava-
Itr-iros, os membros do ciub, Orna banda e mu-
ica, ao iodo mais de 100 pes.-is..
O prograio na foi poniualmeoie exscntado.
Nos pareos-de dous escaleres forara vente lo-
res os seguimos :
l. pareo-Grupj/,pia'ra commandante C01-
*a Santos, proflssionai.
i.'-Innocente, patrio EJuarda A. Plac'do,
amador.
.'-Djuio, patra {os Angosto de Olive'ra,
Policas do Ekortc do imperio.
Tambem chegou hontem o vapor S. Jaantlio,
tr'azendo datas : do Para 1, do Maranh >.'!, do
Cear 5, do Rio Grande 7, e da Parahyba 9 do
crreme.
PARA.
Foi saraccionado o projecto de Iei da assem-
bi provincial, transferindo para lo de fevereiro
de cada anao a aberlu'a dos trabalhos des3a cor-
pora gao.
Fallecer o inspector da thesoararia provin-
cial Jos Coelho da M uta.
O presidente da provincia fez urna visita
cidade de Cime'. -
A alfandega rendeu no mez de outub*o. .
358:450501.). -
Leaos ao Digno do Grain-Par :
Nidia 5 de fevareiro d'este anno, o e-eravo
Gabriel da propnedade de Manoel Luiz Lalor,
achando-se n'nma casa da fazenda f?o ca, do ditricto da villa da Cachoeira, foi aco:n-
mettido pelo negro Antonio Cuyab, -escravo da
Miguel Archanjo Pereira, que deu-lhe ama gran
de facada delaaixodo paito. Agonisanie jarras-
tou-se Gibriel at o corrpdor de una casa visi-
bhi, oade morara Miguel .Archanjo Pareira Ja-
nior e urna sua arar.z a donme Thamazia, f all
om voz debilitada pelo sangue que perda e petas
excrnciante3 doras ^u fligellavam, chamava por
'oecorro.
Miguel Archanjo, ouvio-lhT as vozes angus-
tiosas e aecadio para m indar um seu e-cra-
vo, chamado Raphael, acabar a obra comega
da, dando am tiro oo oiivido de Gabriel. Ripbael
recosou se a eumpir a ordem de seu senhor, e
evadi se, mas na san -que tivesse levado am
golpe de tergado, que aliron-lhe Higael Archn
j"\ pira que, dira "elle nSo fasse mais larde
denunciar crme to atrez.
4 Depois Migael Archanjo mbddou alar o inte-
liz Gabriel cauda d'um avallo e ordenou An-
tonio Gayaba, qua desse delle sumisio. O prv/to
que sabia umpnr As ordens de sen senhor, assim
o faz e arrastou o carpo -da desgragada para a
blra de nmalagoa, e all cortou m peda gas
aquella amalgama da saage e lama e alirou-a s
aguas da Iag5a, para qaeservisse de pastes aos
jacr'.
Coniervavam-3e envoltos uo mais xpesso se
greda este crime nefando e as horrorosas circum;-
noclas que o ladeare, at qae ama ftaa^tostemn-
ahas vefo ba dias denunMar eoccottida'ao Sr. Dr.
CaVfe de jwliela, qae dea todas as providencias
para que se instanrwse respectivo prowssa bs
amador.
(.Imperial Mmn\eiro, patra Bernardo Lo-
pes da Squeira, amalor.
' S-Peninsular, p>\t0 coraraandanle Miran-
da,jirofis! anal.
' t 7.'Nossa Senhora dos llcmtdios, palro ftay-
mundo Guimarias, amador.
F.ndos estes pareoj, recolberara-^e os escale-
ras ao pon: da partida, para princiDiar aparte
man importanta da divertimentoa iu'a entra os
vencedores.
Didao si-nal, pardram estes, levando i sua
frente a iang 1 a vapor Jacintho Gomes, logo de-
pois segu ara se tambera era pareo os vencidas; e
immediaiam-raie a estes a canoas de pescadores.
Nastaoceasi.a o Ail apreseotava a mais lin-
da vi-ta.
As aguas tranquilas baohando da raargem a
raarg'm, dezeua* Ua ligaras emharcagSes com as
sois velas brancas sem Ihando bandos da garga,
a3 praias apinhad is de urna mullidlo curiosa, es-
t-nnTida das Remedios ao Ba'uirte, formavara uro
quidra arrebatador.
Emprahada a porfia, vio-se lego ganhar a
diant^ira uai airoso escaler, qua conservou sem-
pre os muros em respeitosa distancia, e leve por
'.ira a primazla.
Foi o Innocente, o vencedor- dos vencedores,
do qual era paira a o Sr. Placido.
Caube-lbe meJalha do ouro.
No parea dos vencidos ganhou o Victoria, de
que era patrio o Sr. Chirles James Srary.
Teve a medalha(le prata) de consolagao.
Os venced-jres du cada um dos pareos de t
escaleres lambem tiveram raedalhas.
Todas a* medalla* loram plegadas nos pel-
los dos vencedores pelas senhoras que estavam
bordo.
No pareo das canoas venceu a Petisco, de que
era arraz o Sr. Euretio Antonio di Silva.
As 6 horas terminau a regata.
< Consta-nos que 00 da 4 ou 5 parte para Ca-
x'as o Exm. Sr. Dr. A. Castro. S. Exc. vai exa-
minar possibili'ta le da navegiglo na Alfolla-
pacurt, a cuj* cichoairas estira lera a sua ex-
cur.-o, e tamb'iiioi lugares entra o Rosario e
Ctfias que exigera prompta l'mp'za.
Na da 18 di maio ultimo, naTazenda Sitio do
Meio, termo da Carolina, e distante de casa na-
vcenlas bracas, f ii encontrado morto o preto-Cae-
lano, escravo de D. Rasa da tal, dona da mesma
fazenda.
Cripgando o ficto aa conhecimen'o do respec-
tivo delegado, proceden este a autos da perguntas
s pessoas qae o encontraran) o daraiu-lhe sepul-
tura, arando filas tereseinfal zse>nicidado caro.
",tn clavioute, qua acha'ram debaixo de sea cada-
ver, o qual eslava com o gatilho atado a um ea-
datga, e havendo oa oulraextremidade desle urna
lacada, por ouie suppunhira ter elle manido nm
das dedos do p, para disparar (a lira, q te Ihes
parece ter ido emaregado na bocea, que era cora
o nariz os logues p:r onle sahia o singue.
Nidia 13 do orrente foi preso na villa do
Codo Joa Raymundo do Nascimenlo, qae eslava
a cagar dos suburbios'della, e ferira com nm ti-
ro o escravo Brue, pertencente viuva Marlha
Barr>=.
' Fajto o corpo da delicio, e-aeusideraio leves
o.s-Jenmenlos, foi sollo o offeosor, por ser o crime
affhngivel e na cabar a acgSo Ja instiga.
Consta, porm. que o Sr. D-. chefe de polica
officiara aquellaautardade, declaranlo, que ten-'
da sido o crime pracado com arma de fogo, de-
via continuar no processo, cuj apraJaja compe-
te ao jniz.
l'IAUHY.
Lemos no Piauhy :
O nosso dtstracto camprnincano, Dr. Fer-
naido P.res Ferreira. acaba, de fazer com feliz ra-
sultado a operagao da catarata na pessda de urna
distincta senhora residente na cidada de Oeiras,
que para issa o mandara convidar na corle do
imperio.
a Felicitamos ao Dr. Pires
este triumpho alcangida pelo
nh^cido saber no exercicio da
lissao. Oatras op rag5-s na a
Um etle pratica lo naquella cidade con bom xi-
to, como fosan a extraegio de um cancro do olho
|-do leoente-earonel Silva, que espera complete res-
tabelecimenia. -E n stra valla o Dr. Pires se ae-
ra.arar nesta cidade.se porventurao3 seus servi-
gosmedicos forem reclamados para alguma ope-
ragao mportanta era sua especialidad?.
CEAR
A alfaniega rendeu no mez de outubro.....
li3:73<13o7.
No da 4 chegju 10 porto da Fortalezi o va-
por Ipojuca, em viagem para Granja.
mo GRANDE.
-Escrevem da capital nos3o correspondente,
em g do corrente :
A assemb'a provipciar'tem deixado de func-
cionar desde o dia 26 do mez passada.
Ao principio notava-e desejo pronunciada da
parte dos deputados em" comparecerem s ses-
sSes.
t Nao se sabe, porm, a razio, porque alguns
d'aqu'lls digoissimos se recusam ao euraprimen-
ta de to imperioso dever, esauecaudo de nm mo-
da pauca astifkavel o estado difflcil em que e
acham s fioangas da provincia, que boje mais do
que nunca merece a mats seria atlengao de seos
eleitos.
c Canffrmra-se ha pooeo nesta cidade a triste
noticia da hiver sido assassinado na povoagao do
Rosario do termo da Ass o negociante Jo.- Alves
Marrins, par seu praprlo primo e sacio J0S0 Ro-
drigues Ferreira I -
Foi um tacto horroroso I
t O as-a'sina, para realisar seu tenebroso pa-"
00, eonvidou a victima para ceiir em sua casa, e
qnindo so aehavam mesa, ah desearregoa-1 be
,1 iva faeadas, das quae3 ella suecumbira imme-
diatamenta.
t O termo do As.- nests ltimos lempos tem-
e celebri?ado era vista das factos crrainesos, qae
ili se va caramettendo.
Na di 17 da passado no lagar Salinas, dra-
sa naque.le termo um lamotavel aconlectmen
cutre diversos membros das familias Joia e Fonceca
re^aliiQlo.feriajen'.jH da parta a parle, .una leve?,
oatros gravas e at a rooi.le de um do'3 'Jotas de
nome Manael Mendes.
< O Sr. Pr. chafe da policia tara langado suas
vistas para semeltiaote estado de comas. 0 se acre-
dita que er'taf*we se VetabeleeoT o imperio da
loi naqnella cidade, 'ediime as ctertada provi-
dencias, qne foram tomada', entre ellasa nanaea-
gao do coronel Luiz Antonia Ferreira Sonto, para
o lugar de dragado de polica e s do- teneuio-co-
ronel Ovidio Montenegro-para primeiro ropplen-
te do meima delegado.
t Ni di.. 39 fg'ram da cadaia do Caari-mirm
os presos de jaetica Antonio Jos Polioarpo 'Ma-
noel Francisco R lrignea.
Consta qne o delegad 'd'arjuelV termo jn
'
*

*
'A
j*
%



Ferreira por mais
seu talento e reco-
sua honrosa pro-
menos Importantes
wm

u 1
MmjOi 1


'-:
i
fe*"
r1

1
i
I, !'
M

*
Jiaiio da Peruambue Sabbado 11 4 Novembro
tnaimir i rrr.
prtodta o priraelro e contina em diligoaeia? pa-
ra captur-r o senmio.
Foi eonvoeado o jwy de G >yanninha par o
di 13 do torrente.
t Desta ver serA Julfado a r) 3iooeI Antonio
Goumaotor de trej moriese qae ji un vez fu
ri eondemnado a pena ulliraa. >
PERNAIBUCO.
- aVlSTA DIA.BIA.
INSTRUCCAO PUBLIC*.Com o praxo de 30
Bis, acensar de 4 do corrente, acbanj-se a coa-
VM as seruinie ealeirss de instruccao primara,
ds seno masculino, devendo a iaseripQao dos ean-
tMaO ser realisada al o I." de dezembro prxi-
mo : Goyaonioha, Lapa de I'amb, Camalaofa,
Gnmalleira da Buique, Barr de Serinbem, T&cai
t, Uaa, Psdra Tapad, La ge Gran le' Mandagaia,
Poco Fnndn, Cimbres, Barra da Jangada,.Lagia de
Baixo, S. Viceole do-Brej), Plores, Belmonte. Affo-
foa i S. los de lagaaeira, Varas, Cabrob, Sal-
im. Laia do Emygdio, Leopoldina, Granito,
m, Tabocas, ILagda Grande, Ouri-;ury, Serra-
Branca, Cachoeira do Roberto, Carahybas, e s pri-
aetra de b'ioiesla.
DINHE RO.-Os vapores S. Jacintho e Prest-
denle trooxeiam hontem para :
London Brasilian Baurk lofc Keller & C. 0:0005000
Manoel Martin? Finia. 2:000*000
Cafvalho & Nogneira 600J00O
PRONUNCIA E DESPRONUNCIA.Pela subde-
legara da freguszia da B* Vi-la foi pronunciado
como incurso as pena* do art. 203 do cdigo cri -
mmi, Leandro Bias da Cosa, e. deaprouunciado
Manoel Grigorio da Cruz.
QOMinSlIlA DE OLNOA E BEBEMBE.B'U-
olo-se"hontfin, como se acuava annuuciado, as-
semba g-ral desta eompanhta para e!eger-se a
aova directora, e havsndn comaareeide 111 ac-
cionistas, proceden-se a eleicao, qna ,deu em re-
saltado serem eleilos os segu otes senhores :
Or. Symphronio Cesar Counho 109
Jo*-Fortunato dos Santos Por'.o 19*
Albino da Silva Leal 90
Eduardo Burle 179
Manoel Itb-iro Bi-t>s
Manoel J. s Carneiro i*8
Luiz Ju* Pinlo i
CIOADB DS OL.ND.V-Para completar a noti-
cia 4ada na Resista Diana de 7 do corrate, rela-
tivamente.? Socslmk tiene/cente de Soccorrns a
DesrtiUdos inaugurada em Olinda, por iniela'.iva e
deligencias' d'> benemrito Dr. Joo Francisco Xa-
vier Paes Barreto, resta drjer que ara do? socios
insultadores, o digno Sr. Dr. Joo Maria Seve of-
erecen-se, e foi acceita cora unnime acolhimeu-
to e lotiviir, para presUr gratuitamente seus.ser-
vicos uiedicos anilles dos soccorndos que delles
precisirem. Semelanle tacto nao devia flcar no
olvido a por isso o apresentaraos como inais um
titulo pelo qual se torna recommendavel ii estima
publica o distincto e caridoso raedico._ Coavem
ainJa aecreeceotar qae para a c immissao incum
bida de confeccionar o? estatu o firans eleitos o?
Srs. Rd. conego Manoel Joa >, Dr. Drammond e
bacharel Jo; Hjaono -T bem corro que a mordo-
mja do primiro mea, que o correte, coube ao
digno Or. Paes Barreto, nslituiior da raesma so-
ciedade benecente.
ASSOCIACAO DGGUARDl LIVR03.-rNa sec
nao compel'/uU publicamos ua convite dirigido
aos guardas livros d'esla pra?J, ali n de tomarem
parte na discussao de estatuios para a mesma as-
*3ciao, o qae dever ter lugar amanhia pelas il
horas do dia, no palacete do pateo de S. Pedro.
Sendo da esperara necessaria concurrencia, fiza-
mos votos para que os seuliores guarda livros ve
jam coroados de exilo felisos sus to nobres
commeltimen'.os.
HISSA.Depois de amanhaa, segundo anniver-
sario do fallecimento do Rvd. Primo Feliciano Ta
va-es, celebra-se utna inissa na igreja do Livra-
ment, s 7 horas, por alma daquello virtuoso sa
cerdote, o qual em sua vida .tanto illustrou a arle
musical, de que era insigne maestro.
SANTO AMARO DAS SVLLINAS. Amanhaa
reune-se a comraisso encarregala das obras da
capea de Santo Amaro das Sallinas, alm de to-
mar deliberacSes sobre a concluso das obra?, re-
cebimento dos donativos das patentes para paga-
mento do seu ex-proprietario, para essa rennio
ao convidados todos os senhore3 adjunclos e mais
" ps-soas para ese dia as 10 hora? da uianbSa.
PASSAMENTO. Deu hntem a alma ao creador
na idade de 7o anuos, o major refrmalo Felippe
Duarle Pereira, coa mandante da fortaleza de lla-
rcarac.
' .DIARIO DE PERN'AMBCO.-Se chegar hoje o
vapor francez Amazone, do sul do imperio, distri
huiremos amaahaa nosso numero de segunda-
feira.
GYMNvSl) PROVINCIAL. Cmtinuiram hon-
tem os exa:nes de latim do l. anno do -tadio,
sendo o resultado o seguinie:
AKhimedes Cavalcante de Albuquerqo.'.Ds-
ttacQo.
Aatooio Aci-iilv Lm=.dem.
Henrique Captulino Pereira de Monteiro. Plena-
mente.
Alfredo Eugenio Correa de Oliveira. IJem.
CaudiJo de Miranda Sampayo. Simples-
mente.
Maqoel C'Tia de Oliveira Andrad-1.Piaaaraente.
Lu.i Affmso de Oliveira Jardim.llera.
Dervio > i ir da Silva. Sim.ilesmcnte.
do Javier da Cruz.dem.
E' BOA.C)it un joroil he?panlnl a seguinte
anocdota :
A scena passa-se ai um caminho de ferro.
H. est sentado em frente de urna ealiora, que
ao pri'neiro silvo da machina tira do sacio do va-
geni uou garrafa de- vi.ro.de cor, e bebe um
goje.
Ciuco minutos depois, a seohora repete igual
operago : a cada instante lira a girrafa, e os gu-
ie? suceedem-se com frequencia.
Q in demomo beber esta senhora..? perganta a
io o Sr. H, que muito canoso.
O comboyo entra n'um tuuael.
"U. esteode a m. agarra na garrafa, e desta
pi-a ; '.chairo, nao tem ; prova, e nao Ihe acha
gusto. Augmenta loe a curiosiJaie, sem poder
ar com a quadade de bebida que ella tem.
Passa-se o tuonel, volta a elandaJe, e a sauhora
lew a garrafa novameute bocea.
II. nao [j le coater-se.
Minlia senhora, diz elle, dirigindo-se sua.
c;rnpanheira de viagem, desculpe-mo aindiscrip-
gao, mas desejava saber o que que V. Exc. bebe
tino a meudo por essa garrafa.
(So bebo, reipjnde a senhora cuspo dentro
d'ella.
LOTERA.-A que se ama venda a 214"
beneficio da raatrrz da Capunga. a qual corre no
dia U. '
CASA DOS EXP03T0S-O roovimento dastees-
tabelecimeuto, no raez de outubro Qudo, foi o se-
giint- :
Educandos.
E>ustiam 8i, entrou iexistem 8o.
Cranlas.
Existiam 8i, forana expostas 9, saino I, morre-
ras 4-exi tem 88. .
CASA Di DET8NCA0.MQvimento do dia 9 de
ncivambro do 1871 :
Ex/tain (preso.-) 3i, entraram 12, sahirara 4,
existem 3tiJ. :
A saber : '
Nacime? 2V7, mulhere? 12, e.-.r^ugeiros 43,
escravos 17, escravas 3. / _
Alimentad a ;usta dos cofres putilico3 2S7.
Movimenio da eafermaria, do mesmo dia :
Tiveram oaixa :
Manoel da Motta Pimentel, febre.
Joaquim Bez^.rra de Sanl'Anna, rheuraatismo.
Tiveram al ti :
Aadr Victorio dos Santos.
Antonio Jos Ferreira.
PASSAGEIROS.Valos do. Rio da Janeiro no
^apor nacional Presidente :
jt. Jo Ribeiro de Bnto, sai scnhvra, 3 ilhos,
1 criada e 2 ecravos. Luz Cjrra de Avelar, Dr.
onio Prancii,co Leite, Antonio Saty.ro Fernande?,
Joao Barbosa Yieira Sabugo, Francisco Souza. Ma-
chado, Manoel Luiz do Mello, Francisco Cortea
Veira, Jes Mana Garca, Manoel Torqaato Ra-
mos, AJfaroNBOcana, Fernn lo Franco M>ia, An
tonto Franklin G.mgalves Fortes, Francisco Rodri-
gues da Cosa, r. Antonio Buarque de Gusmao,
Jos Francisco Ci.lho Paz, D. Anua Amelia Sil-
v.ira, Copertino Guimaraes Ba-tos, Iguacio F
Maia, Amonio Pina Abreu Casteliolirauo, Jos
Luiz Soares, Nathaniel Fernandes Araujo, Antonio
Teixeira Escora, Manoel Francisca Tourinbo, Vi-
cente Andr Gomes, Hearique Bernardo M.nteiro,
Alexaadrino Farias, Constantino Jor da S Iva,
Epamioondas Jos da Silva, Quitea Maria da
Conceicao, Alexandre Jo- Ribeiro, jQaquim Mar
ques da Rosa, Pedro Frandsco de Oliveira, Pedro
Jo* 4a Silva e 2 pracas, sendo 1 desertor.
Seguem para o norte :
Sabiao B. Saraiva Ca?teIlo'Branco, i.* lente;
los Antonio Oliveira Freitas, oadre Parienzo,
Francisco Maria d'OIiveira, capitao Barnardino P.
Pereira Pacheco, Dr. Octaviaoo C. Raposo da.Ca-
mara, Raymuodo de Souza Cabral, Fernando A,
Rodrigues Mattos, Manoel Teixeira Lima, Henri-
que Belarmioo Miranda. Alfredo Cezar Padilda e
saa senhora, 18 prafas do ejercito, 3 criados do
Or. Raoozo Cmara.
Viodo? do Para, no vapor S. JaclJw :
Antonio Marlias do^ Valle Porto, Raymuudo Pa-
raizo, Aotoniu Brasilino de Oliveira, Celco Epami-
aoodas de Oliveira, Rodolt ho Ribeiro de Oliveira,
Domingos de Oliveira, Launndp Pereira Simas,
Anaro Barreto A. Maraoho, Pelinto Elizio Alba
querque, tenente-coronel Antonio Rufino Aranha,
Joau Jis de Almeida, Jo> Leite Ferreira, padre
Amancio Leite da S Iva, Antonio Justino Pereira
da Slva,'Antonio Vicente do Niscimeuto Felusa,
Domingos Jos Rodrigues, Francisco Alexaadrino
da Costa Lima, Miguel Archanjo do Nascimento
Faltosa. ,
, Viudos de Mamangaape, no vapor nacional
Cjiruripe :
Jos Alves de Salles, Castor Jos Furtado Filho,
Antonio H. Macie) d'Aragio, Franciscu de Paula
Rodrigues, Antonio Alves da Cista e Silva e =eu
criado, Jos Lopes Pessoa Macado, Jos Alves da
CosU e Silva, Tarqainia Gomes Barbos,, Francisco
Alves de Maoezes, Ignacii-Serrano Pinto Carvalho,
Avelino Taunaoo de oliveira, Henrique Saldanha,
Manoel Joaqaira de Lemos e um raaaor, Jo. Sd-
vino de Almeida, Raymundo Newton, Jos Pereira
PeixoWj Frederiw Augulo Silva,
Vlndos do Porto na bsrea portagueza Sa-
phira :
Luiz Maaoel de Magalhies, Jos Alves da Cruz,
Joao Feroaodes Braga, Jos FeraanJas, Lniz Anto-
nio Ribeiro, Eduardo Jos de Mello, Jos Francis
co Pinto, Joaquim Fraocisco Pinto, T)io Francisco
de Miranda, Joaquim J ir Ferreira, Joaquim Frau
circo de Campos, Maooal toaquim Lureiro, Ma
noel Goofaives Maia, Marcelliuo da Silva Moreira
Antonio Martias, Francism Jos Pitia, Vicenta
Campo?, Joao Alves Ferreira, Aatonio Joaquim
Pimeuta, vJoo P.res Barroso, Joo Alva?, Antonio
FraociscoL.. Jos Maniz de Amorira, .Jos Fran-
cisco Gomes. '
CEMITERIO PUBLICO. Obituario d) da 6 de
noveaibro.
Maria da Concc'gio, branca, Pernimbuco, 22
anuos, solteira, S.tuto Autouio ; tuoerculos pul-
monares.
Luiz Jos Correa, branc, Portugal. 31 anuos,
soltflifo, Boa vista, bospilal pertuguez ; ictericia.
Maria, escrava, preta, frica, 60 annos, solteira,
Santo Antonio; gastro hepatite.
Benedicto, escravo, preto, Rio Grande do Njrte,
36 annos, solteiro, Boa-Vista : varila?.
Candida Maria da Conceicao, l'eruambuco, 58
annos, soltairo, S ; coogestao pulmma"r.
Tiierezi, parda, Pernambuco, 48 aooos, vluva,
Boa-Vista, hospital, Podro II ; bexigas coa-
t aeaies.
Ursulina, escrava, parda, Pernambuco, 35 an-
nos, sulteua, Bja Vista ; hepatite.
Mana, (.arda, Peraambaco, 2 dia?, S. Jo ; te-
taco.
Joao, bran:o, Pernambuco, 5 mazas, Santo An
tmb ; couvul:3i.
MaHPeM
Antonio Vil
Francisco da
lo Perreira Gome.'.
vi Mello.
Jos de Parias Machado
Jos Ferreira Colbo.
Joio da CosuBispo.
Paulo Jos Gome3.
Jos Heonqne da Sirva Gijharie#.
Manoel Moreira de Soaia.
Jos Materno de Azevedo Santos.
Iho.

Viinte Pereira do Reg, Antonio Bn.amin Beltr.
Alenjsar, Francisco Je Paula O Uaba, capillo
Jos Francisco Coiho, Joa Crochatt de S Peraira
Ai Castro, Maximiano di Silva Gasmao, Mana
Magdalena, Joo Cinoi da Rocha. Vicente da Sil-
va, Manoel J*a N g-ieira, Tmta? (iscravo do Dr.
Joaaira Barbosa Li na, brig loiro Carlos B. Olivei-
ra Ntry, seu seceiario Anstides Bailar da Silveira
e leu ajudante Augusto Bailar da Silveira,, Justino
da Motta Silveira Jnior, Manoel Martins, Dr.
Francisco Antonia Ca *ir* Mello Morae3, Aiipio Ferreira de Brito Pe-
xoto, Jos Braz da Silveira, Marcelino de Senna e
Silva, Vctor Antonio Collares, Umbelioo Correa
dos Santos, Joaqaim, Domingos Antonio Pereira,
Jos Belizario P reir, Portnnato oa Rocha e Sil-
va, Jos Maria Ramos, Pedro Sclascc Cofres, An-
f CRNICA JVDU1ARIJL
Tribunal do Csittvaerco.
VCTA DA SESSAO ADMliNISTRATJVA DE 9 D
NOVEMtRO DE 1871.
?nESIDE.\'CU DO EXU. 8R. CO.VSELHEII10 AHSELMO
FBXNCISCO PF.RETTI.
s 10 horas da maoha.i, reunidos os Srs. lepu
tados secretario Miranda Leal, Olinto Basto?, Gany
dido Alcoforalo e Alvaro de Almeida, S. Exc. p
Sr. conselheiro presidente declarou abana a
iassio.
* Foi hda a approvada a acta da sesrao'deo.
BXPEDIENTE.
Ofeio d) Dr. juiz de direito especial do com-
mercio d'esta captalP em re?posla ao qae se Ihe
dir'gio en 3 do'corrente.O tribunal resolveu
qua o papis junto? ao olB:io mencioaado, volte n
com vista ao Sr. desembargador Qscal, sondo
acompanhados do mesmo offlcio.
Offlcio do conservador do commercio da Pa-
rahyba, en que consulta se lm procedido regu-
larmente deixando da mandar registrar os contra-
tos sociae? que Ihe tena sido presentes, vi-to a re-
ferencia feita pelo art. 1. da decreto n. 4394 de
19 de julho de 1869 ao art. 14 do decreto' n. 2711
de 19 de dezerobro tambem de 1869O tribunal
resolveu que se olflciasse ao Sr. desembargador
fiscal, pedindo-lhe o seu parecer sobre a malaria
do" reero otBiio.
Forara distribuidos os seguinte? vros :
-Diario e Copiador de Joao btelo 4 Filho, Copia*
djr de Prente Vianna 4 C.
DESPACHOS
Peliclo de Joaqnim Antonio Rodrigues, proprie-
tario do liiate uacioual Olinda, que lizera con-'truir
em seu estaleiro, pedilo que se ihe expec a
competente carta de registro.Vista ao Sr. desem-
bargador -L'a .
De Francisco Garrido e Manoel Garri ib, apre-
seutando a registro o seu contrato sccial.Vista
ao Sr. d-sembtrgadcr fiscal.
Di Hermino Ferreira da Silva e Joaquim deSau
?a Miranda Couto, cumprind i o que Ihes f )i orde-
nado tm despacho de 3 do correte.Nao osto
iguaes os exemplares juntos quanlo ao augmento
do sello.
Da Antonio Jos Alves da Fonceca, pedindo que
se Ihe d certido de.achar se matriculado o seu
eaixeiro Autonio Alves Pereira da Fonceca.D se
a certido requerida.
De J>o Baptist da Cruz 4 C, p9dindo para ser
admitlida a registro a nomea{ao da seu? caixeiros
Virginio da Silva Fr8gi, A'exandrino Jos de Al-
meida, Francisco -Lope? e Gaudencio Jo: de Al-
meida.Como roquerem.
De Paipps Brothers 4 C. pedindo que se lhes
mande certificar se Nicomede Maria Freir seu
eaixeiro e encarregado do armazem de farinha de
trigo.Certijue-se.
i Da Candido Alberto Sadr da Motta 4 C, para
Li lhes mandar certificar se teem feito registrar
as aomea^Ses de seas caixeiros declarando se seu?
nones e nacionalidades.Como pedera.
D Jos Gnilherme 4 C, para tambem se Ibes
.-naudar certificar se seus caiKeirbs Jto Ramos,
MiguM Lopes Guimara.es e Paulo Pereira Simoas
teem as sua? nomeacoas registradas oeste tribu-
nal.Na forma requerida. .
Da Jos Luiz de Mello, negociante matriculado,
submettendo a regntro a nomeaclo de seus cai-
xeiros Aatonio Jos de Sonto, Emygdio Fiuza de
Oliveira e Aquilino Ribeiro da Cuoha Oliveira.
Deferido.
De Naves Ferreira 4 C, tambara submettendo a
registro a nomeaco da seu eaixeiro Lionidio" Fe-
lippe da Silva.Seja registrada.
De Carlos da Silva Araujo, proposto pelo g-mte
de leudas Franmsco Antonio Pootual Jnior, para
o substituir durante o seu impedimento physico,
allegando nao ser de necessidade outra noraeacao-
alin da que llia fizera seu preponeote em sua po-
licio de licenca.Como requer.
Do Sr. Dr. of3cial-maior, fazenJo ver a falta de
combinajo nos dous exampiares do contrato so-
:ial de Silva 4 Sooge.y, afira de que sejam reor
madas as quatro pnmeiras liahas.Fa?am-se as
correcQOOS precisa?, adra de que sejam, em tudo
iguaes osteal piares, junto? do contrato que se
refere a presente declarscao.
Contina ad'ado o processo de rehabililacao de
Mariano Machado Freir.
As 11 horase meia do dia, houve S. Exc. o Sr.
eonseilKiro presidente de eneer-rar* sessao, por
se nao offerecer mal? papel aigum a despacho.
airada que pareca eveaf*, para qae uio
eja embacada \pela dav.da ou substitoid
pelo ewo. >.
Appli -,a jdo este penJBmento ao Sr. Tor-
res diremos qrjo elle Ba^ reiro da c-
mara data cidade, e porta.DMrsi^80'^or '
gitimo do terreno qae diz p rie&ow^lhe Q'
praia de S. Fraacisco : a>a verdaoV^aA.
encootra sua evidencia no termo da arreaia- Wi Aireaaojo Mmdeiio^
tacar, o qaal apenas diz que S. S. arreo- As ^k^^
toa urna casa com 42 palmos de frente o
de fundo e quintal em abeno.
Ora, se a propriedade deS. S., isti se
o jus utendi, fruencti et adutencU, es lioai
lado pelo qae arrematou em na-tpublica,
se a arremat{5o em tat'caso por assraa
dizer o tberajoai tro regulador da proprie
dada, con:ludente qoe S. S. nopie tor
oar extensivas a soa propriedade a este ou
acuelle terr,euo e porianlp dizer, como o
fez pejo 'Liberal, qae. tern dominio sobre os
terrenos lateraes o> iopracitadacasa. Taa-
to mata quanl i a a*remaUcao tem forga
t.a venda, e se regala peos meamos prin-
cipios deste contracto, coao d z Pereira e
Sooza, fuod da na Ord. do lv. 3o til. 86 pr.
e 4 til. 91 pr., til. 93 pr. || i a 3 L.
15 7 Dig. de re judicatione. Logo, so-
mente deve-se l r direito ao objecto da veq
da, e portanto na bypi-these vertente o Sr.
Torres apenas tem dominio i casa e ac
quintal em aberto, dominio esta limitado
pela arremataban.
E se assim nao pedimes a S. S. que
prove documental mente o contrario.
Diz porra S. S que o tci reno que est
sendo litigado ochava se aforado a muitos
a- nos e qae tenio sido por S S arrematado
em hasta publica nao pode s,er tirado de seu
poder sem grave e remtante xnjustica \
e aprsenla S. S. como litlo, que o reco-
nhecd fureiro, ama ccrlidao paisada pela
secretaria da camira desta cidade, da qual
consta ser Jos Eieves de O iv'eira foreirj
de nos sulos a ra da praia de S. Francisco,
sendo que porUsoS.S. allegando direitoa
alienados si por Jos Estevas, reputase
empbyleta.
V^atnoise procedente samlihante al-
iegaco tm face do uua passamos a ex -
p6r':
Jos Esteves dizia-se sobrinbo e berdeiro
do padre Jorge Fideiis Gameiro, de qiem
declarava lia ver aquellas soios; cempre
porm notar que JjrjeFidel'h Gameiro
na 'a possuia, como co ista dos autos de pa
tnmonij existentes no archivo ecelesiastico,
e cuja escriptura de doacp do llieor se-
guate :
Joaquim 'Assumpco presbytero secular
escrivlo da cmara ecclesiastica de Per-
nambuco ote "Certifico que revendo os
autos de patrimonio do padre Jorge Fidd-
iis Gameiro delles consta ser a escriplura
do dito patrimonio da forma segainie :
Manoel Vieira de Lemos Sampaio, conego
penitenciario na cathedral de Olinda, por
S. M. Fidelissima qie Deus guarde etc.
Digo eu abaixo assigaado que entre os bens
que no^suo de mansa e pacica posse sSo
urna' morada de casas sita oa arrobacae da
praia de S. Francisco de Olinda as qoaes
bouve por compra aCzequiel Gameiro da SI
va como consta da escriplura junta; como
tambem um sitio de coqueiros e entras ar-
vores de fruda no curral velho o qual hou-
ve por heranca do padre J o da Silva Bar-
bosa e urna morada de casa da taipa sita
no mesmo sitio as quaes corapr a Lu'za
Fe reir de Souza, como consta das escrp-
turas juntas das quaes propr'udades faco
doacao vitalicia para effei o de fazer patri-
monio a Jarge Fidelis Gameiro 'pan que
&s poseuas e desfrute por todo o lempo de
sua vida- e pela clausula consituttlbe do-
posse das-ditas casas e sitio e para constar
pas'ei esta de minhi letra e signal. Olinda
4 de maio de 1802, Manoel Veira de Lemos
Sampaio.
Declaro qoe por morte de Jorge Fidelis
Gameiro a quem faco esta doacao, os ditos
bens doados voltarao p na o monte de mi-
la fazenda ou dos meus herdeiros.
Era como cima Manoel Veira de Lemos
Sampaio, e nada mais se continua en dita
escriplura qie bem e fiel lente fiz copiar
da proprta que se acha nos autos aos qaaes
me reporto. O a, se Jos Esteves nao era
berdeiro de padre' Jorge, se os ben9 doa
dos a este por sua morte reverterUm p?n
os herdeiros do doador, conclue-se lgica e
lealmente que Jo; Esteves ni poda tras
passar direito algum sobre os terrenos em
que to ao Sr. Torres, e que este por con-
sequencia nao pode considerarse foreiro.
Anda mais, preciso observar, durante
triot'a e tantos anaos que o terreno em ques-
to oceupado ffilo Sr. Ch'isto e anda nin-
guem lembrou se de querer as-echoriar-so
d lie ; entretanto que o Sr. Torres teveessa
fejiz lembrauca, nao cateado talvez que
aqutlle lempo d logar a prescripelo e qu*
nesta a boa f se presume, anda com.fal a
de titulo como se deJoz da ord. lv. 4 lit
3o i Le 8* t co J. de prescriptione.
Em face d exposto, portanto parece qae
sao destituidas de fundamento as asserces
encontrad is no artigo do Sr. Torres, quem
a bem da verdade e da jutica que dsve ci-
ractansar os actos praticados pilos bomens
honrados e amantes do principiosum cui-
quetrib'tendi, pedinmos mais reflexSop im-
portancia sobre o direito de propriedade,
direito sagrad o e -inviolavel garantido pelas
nacoos cultas e civisadas, e por isso respei-
tado pela opinio publica.
Ve se mais qoe muito bem procedeu a
cmara municipal desta cidade noquereodo
reconbecer como foreiro ae Sr. Torres, ii-
vrando-se desta arte da urna segunda Ilu-
sa : bem como nao foi falsa a noticia dada
IpeloLiDTaZ de 16 do crrente.
Olinda, 24 de o'utubro de 1871. "
Feriai.
D. Joseuha Franco Herio,ue da Silva.
Baroneza de Xiiara|T^
D. Joaquina Balbinafiamo Ferrax.
D. Maria Cundid Leal L<,yo.
D. Con-unen LpJs de Miranda.
D. Thorea Jos Je Ohveira Magaliiies.
0. Anua de Sooju Lima.
D. Mara Liluuia Moateiro. .
D. Maria Felicia de Aranio Silva.
D Mara Amelia Viaana de Cairalho.
0. Emilia do Main Brim Braga.
0. Mana echadla Sanliano.
D. FeliciauA Xavier Pereira de Brito.
0. Antonia'Pereira da Costa Gama,
lo. Maru Francisca da amparo SimSea.
D. Digna 4e Santa Rosa.
I). Amelia de Santa llosa.
. Maria Jasephina de Castro Quintal.
D4 Eugenia d brito Lobo Moscoso.
D. Mana de Senua Das.
D. Mara a A?suoap(ao Alvo? Pimentel.
D. Canlidade Menezes O Cunba.
O. Angela arolina da Miranda Dnarle.
U Auna Ji aquina do Sacramento..
Jnizes por devocao.
Os illms Srs.:
Corbiniano de Aiuino Fonceca.
Joaquim e Sa Leitao.
Jj- Lope Alheiro.
DoimuguWAnlonio da Silva Beiris.
> Juizas por devocao.
As Exn> Sra?. : ".
0. Tha'Bii: Souza, Das.
0. Tnerez' lesus Cavalcante.
D. Emilia u uta da Silveira.
D. Auna Joaquina de Monra.
Bjcr^yp por elei^o.
O (Jim Sr. Autumo Maru Marques Ferreira.
Escrivia pur eleicao.
A Esma. Sra. D. An> Balbina de Souza Baca-
o. v
vscrivo por^avoijao.
O Illnj. Sr. Julio Cezar CaYlwo Ayres.
Escrivaa por devofiao.
A Esm. Sra. D. Mana ArUlda de Castro.
Mordomo. -
Os, Illms. Srs. :
Manoel Lopes Alheiros. -
Joaquim Ignacio Reiro.
Franci-co Jos Gongalves da Silva
Simplicio da Cruz tUboiro. "^C.
Gsminimo Joaquim de Miranda. ""
Joo dos Santas Ferreira Barros,
loaquiai Alves Nune?.
Francisco de Paula Mmdeilo.
Salvador Estevan de Oliveira..
Jo? Gome3 da Fonceca.
Joo Francisco Orlo.
Manuel da Costa Teiieir?.
Carlos de Paula Lopes.
Lonrenco Pt reir Mendes Gaimares.
Sverino tyra.,
Jos Qaintiuo de S.oza Travafso.=.
Manoel de Oliveira Macedo.
Panla Fernandas de Mello Guimara>s.
Manuel Alves Lima. ?
Jos Pmio de Souza.
Pedro Osorio de Qerqneira.
Lniz da Silva Ferreira,
Barnardino da Costa T ixeira.
Luiz Abranxes de Figueiredo.
Antonio I opes da Azevede Ramos.
Regino Ferreira de Carvalh.
Jos Maria de Carvalho.
Manoel h^ do Araujo.
los deSouza Brag.
Joaquim Caetauo da Slva.
Joaquim Ferreira Lobo.
Jos Miria Cezar d Amaral. -
Pedro Vergutioo de Souza Filho.
Daniel Tavares Coelho.
""anoel Fancisco P.-reira..
Franci o Yaz S.lgido.
Joao Jos dos Sanio;.
Jos Alves Lina.
Antonio Congalves Cosa.
MeneJioiPorlirio de Souza Lima.
3-bAi>'Bar Joo di Carr.o Ferreira Chavos.
Jos Pereira Lerrms.
Jos Goocalve3 Ferreira Costa.
M .lije! JjoLins.
Angelo Bipiisia do Nasoimeato.
Antonio Ramos.
Jos Mximo Azevedo Avelar.
Fraocisco de Assis Ci.-tro e Silva.
Procuradles e encarregido da fe.-ta.
Oj litro. Srs.:
Pedro Pereira Lemos.
Francisco Joaquim da Costa Fialho.
Jovino Jos Ferreira.
Joiquim Xavier de Suauna.
Jus Alves FetnaDdes.
N. 37.-CABEZAS HERMOSAS l-Uoa rica y
espesa cabellera propiamente se puede llamar her-
mosa, pues pocas -bras de la naturaleza tienen
tan gran poder atractivo. Aun un lustroso big te
torcido 6 unas magnificas pitillas muchas veces
son irresistibles; pero' urna hermosa cabza de
muior coronada de abundantes trenzas es uno de
los encantos mas exquisitos que Dios dio ala hu-
manidad.
Para conservar e^a beleza cuando existe, y ob-
tenerla cuando falta, la mejor de toda* las prepa-
raciones en uso hoy dia es el Tnico Oriental.
Las ventas enormes, y su aumento continuo to-
dos los annos, prueban qie el munio piensa de esta
misma manera.
I A- No navio nacional timm, jjara o Pr. ear-
regon : Joaquim Jos Goocalves MItrio 90 barri-
cas oom 3,719kilos de assncar braneo.
Ifa karcaca Unido da Norte, para a Villa da
Penha, carregarar : Beltrio 4 Oveifa 3 barricas
com 181 kilos de assucar braneo, e 4 pipas com
975 litros de agnardente.
No vapor argentino Diamante, para Para,
carregaram : A. de Oliveira 50 barriess com 3,507
kilos de assucar braneo. -
-'3 Na bareaca Trts lrmaot, para Maracaja,
carregaram : Fraga di Rocha 2 meias pipas com
480 litros de agnardente.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO.
Randimento do dia 1 a 9 13:391*995
dem do dia'10. ....... '1:017*384
14:409*179
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenio do dia 1 a 9 21:201*008
dem do dia 10...... 4.190*566
Jos e as lasiL-auiha! que te ar harem em seus dis-
tritos. '
de do Recite 9 de novemkro |e 1871.
En Fioltoeio Rodrigues, de Mira%la Frasco, ei-
cvao do Jury>fiMereti.
Armmi'oT5^p/i Tawu dos 3apt.
' |^-IJU-JtWLI
jEGUBACKg, _
Consulado^sfli
Fraaca
e
25:391*574
MOVIMENTO 00 PORTO
Navios entrado* no dia, 10.
Mamangape12 t|2 horas, vapor nacional Cu
ruripe, de 222 toneladas, commandanle Silva,
eqoipagem 17, carga 460 fardos de algodo
outros genero: ; a companhia Pernambncana.
Porlos do Borle9 das, vapor americano S. Ja-
cintho, de 1320 toneladas, commaudante Aikins,
eqnipagem 46, carga diflerenles gneros; a llen-
ry Fonter A C.
Rio de Janeiro e parios intermedios8 das, va-
por nacional Piesidenti, de 360 toneladas, com-
maodaatft, Garoia, equipagein 40, carga varios;
a Heory Forster & C.
Glasg w-48 dias, brigue inglez Rosalie, de 176
toneladas, capillo Lloyde eqoipagem 8, carga
plvora e ontros geaeros ; a Adamson ILwie
4 C.
Porto16 dias, baroa portngneza Safira, de 282
toneladas, capilao Jo> Francisco da Cuoha,
equipageq} 15, carga diITc-renles gneros; a Tho-
tnaz do Aqnino Fonceca, successores
Navios saludos no mesmo dia.
Para e porto9 intermediosvapor nacional Pri-
dente. commandante Garca, Carga parle da que
trouxe dos portos do sul.
Rio de Janeirobrigue nacional Damao, capitao
Gassiniiro Ribeiro Gomes, carga varios gneros
e esi'ravu a entregar.
New-York patacho inglez Portia, capitao Prout,
carga assucar.
Liverpool barca ingleza Woodville, capitao Wil-
liam Lunrence, carga algodo.
-fflrTAtS
Algumas pessoas denire amellas qoe se apre-
senuram para comprar a ph(trma.i\Mmtrer, tendo
pedido urna prorogaco do praso, pa.'^stabelecer
os feus clculos e realisar as propo|tas, previne-se
o publico, qqe as propostas de compra d i dita
pharmaci, sero anda admittidas al o dia 25 do
correte mea. Pissadb este da Mobum concor
rente poder ser mais admitlido.
As informabas ficam dep sitadas no consulado
de Fraoe.i, aondeella* podem ser examinadas todos
os dias das 9 b' ras da roanba as 3 d tarde.
Oommaudo (tos armas
O Sr. Jos Antonio Floresta-Bastos procurador
do Sr. Francisco Antonio de Magalbaes Bastos,
qneira comparecer noquaricl general para pbjec-
to do ser vico, e de oleresse de seu conititninte.
Secretaria do commaudo das armas de Pernam-
buco, 10 de novembro de 1871.
Francisco Camdl Pessoa da Lacerda.
Tmentf-coronel secretario.
THEATRO
6THRAS10 DRAMTICO
COMPANHIA DRAMTICA
Sabba^o 11 de novembro
Beneficio do
PEATB
Primeira represeneco di comedia em (res ac-
tos do notavel e espentuoso escript'.r francez Vic-
torieu Sardou
mili;
Seguir-se ha pelo beneficiado a sema inmca de
sua composiQo, ornada de msica
TRAQSO
O Dr. Francisco de Carvalho Soares Brano&i\J,uiz
de oryhios e ausentes da cidade do Recito ">
seu termo, por S. M. o Inrperador, que Deus
guarde, etc.
Fajo saber aos que o presente eiital virem, e
delle noticia tiverem, que se acha em concurso
com o praso de 60 dias, a contar desta data, para
provimento definitivo ooffioio de segundo escrivlo
de drphaos, creado pelo art. Io da lei proviocialm.
:i3.o de 26 de abril de 1854, o qual Qcara vago por
iMlecimento d respectivo' serventnario vitalicio
Joo Ficundes da Silva Guimaraes.
O pretndemes ao mesmo ofOcio devero no
referido praso aprasentar seus requerimentos com-
petentemente instruid is do conformidade com o
art. 14 do decreto n. 817 de 31) de agosto de 1837,
aviso n. 232 de 30 de dezembro de 1834, e decreto
n. 4668 de 5 de Janeiro do correte anno.
E paca que chegue ao conhecimento de todos
mandei pissar o presente edilal que ser afficaio
nos lugares do cosame e pnhlieado pelos jernaes.
Eu, Flriano Correa de Brilo, escrivo o flz es-
crever e subscrevo.
Recife, 6 de uovembro d871.
Francisco de Carvalho Soares Braodo
E
iClMSTA
a muito chistosa
PAIX&O
TerrHilra o espectculo com
comedia eii~lH>d!>
LIBERDDEDOTABCO
O -beneficiadr, certo do bom acolhimento do
respeitavel puhlico, pela maueira generosa com
HUd tem acceita lo os bilhetes de seu espectculo
conta'cora grande concorrencia, e desde j agra-
dece tanla hospitaudade.
N'um dbs intervallos, o bfnefio'ado ir aos ca-
marotes cumprimentar as Exmas. familias que o
honrarem em seu beneficio.
Depois do espectculo haver um trein para A-
pipucos e mais pontos da liaba.
Perante as cmaras municiDal de?ta cidado,
estaro em pfafa nos dias 10, ti, 13, 14 e 13 do
correte, para serem arrematados por queix maior
prego offerd-r, os/alogueis das eazinhas da ri-
beira da freguezia de S. Jos, la lo do sul, ns.
I. 2.3,4 e 7.
Estas arrenntscoas serao reitas por tres annes :
os pretendentes a taes arrematares compartan)
no |nc i da mesma cmara em os referidos dias,
munidos de flanea.
Pa?o da cmara municipal do Recife^ 9 dono
vembro de 1871.
Ignacio Joaquim de Souza Leo,
pro-presidente.
Lourecco Bezerra Carneiro da Cunha,
secretario.
PIUCA DO REC1FH 10 DE NOVEMBRO
Y DE 1*71.
, AS 3 1/2 HORAS 04 TARDI.
Cotaeoes ofliciaes.
Algododo Acarac sem inspecgo 551 rs. por
Vlodo-da Parahyba 1'sorte 620 e 616 rs. por
kilo posto a bordo a frete de 1 d. o 5 0|0
poT libra.
Jambiosobre Londres a 90 d/v. 24 34 d. e 24
7|8 i. por 1*000.
il. G. Slepple,
Presdeme.
P. J. Pinto,
Secretario.
fteadiraen
Wem do diMO.
ALFAKDBGA
d!i 1 a 9 ,
405:990*236
29:045*927
435.036*183
Eleicao
PUBL1CAC0ES k PEDIDO,
Daas patarras ao Sr. Joio Coji-
calre Torres, em resposta ao
artigo Inserido ato Liberal*.
Nunca 6 por demais repstir a verdade, dz
Canning, qcaodo ella e posta em tluvida.
DOS
devotos e devotas que ho de festejar no
anno de 1871 a mageai da ConceicSo
doi Coqueiros, erecta em sua capella oa
freguezia da Boavista.
Juiz por eleicao.
O Illm- Sr. coronel Joo do Reg Barros Falco.
Juiza por eleicao.
A Ezm. Sra. D. Enedino Augusta Serrano Tra-
vasso.
Jnizes prolectcres.
O Exm. Rvm. Sr. vigario capitoJar.
Os Illm.rs. :
Dr. Alexandre de Sonta Pereira do Carmo.
r. Bernardo Pereira do Carmo.
Dr. Joaquim Graciano de Araujo..
Dr. Cypriano Fenelon Gaedes Aleoforado.
Dr. Luiz Ferreira Nobre Pe'ioca.
Coronel Antonio Gomes Leal.
Vigario Temistocles Rocoso Pereira dos Santos-
Demetrio de Azevedo.Amorim.
Flavio Ferreira Clao.
Manoel da Silva Pestes.
Joio Ferreira Ramos.
Joaq,nun"Ferreifa Ramos.
Hovliiieulo da alfaadega.
Volnmes entrados com fazendas
gneros
Voluroes
com
sabidos com
> com
381
381
la sendas
gneros
95
371
466
Descarregam hoje 11 de novembro..
Brigue porluguez-Laiu /vatios gneros.
Brigue portuguez=CoMf dem.
Lunar inglezSedioell Jamecuo e Ierro.
Patacho inglezSco/esmonfarinha de trigo.
9 de
Despachos de exportafo no dia
novembro.
- Para os portos do exterior.
Na birca p irtugueza Mana Luisa, pan
Leboa, carregaram : B. R. Babello & C. 400
ecos com 30,000 falos de assucar mascavado.
. Na barca franceaa Rio Grande, para o Ha-
vre, carregaram : E. A. Burle & C. 901 conros
geccos salgados com 10,811 kilos.
i- Ha'escuna norteatlemao duna, para Liver-
pool, crrearau : Eduardo Feuton, 23 saccas
eom 1,886 kilos da algodo.
No brigue inglez Qlaucus, para o Canal, car-
regaram : Sannders Broitiers 4 C. 300 sacea
com 23J500 kilos de assnear braneo.
Para os porto do inferior.
- No biale Jado YalU, para Maco, carrega-
ram : Carvalho 4 Pereira l barr eom w kilos
de assucar mucavado ; Fraga & ftocha 5 barr*
com 480 litros de ag ardente ; Oliveira A Medel-
ros, para Mossor, 3 barricas com 180 kilos de
assucar refina io ; Ismael Cesar Duarte Ribeiro S
pipas com 2,400 litros de agurdenle.
0 Dr. Arminio Conolino Tavares dos Santos, juiz
municipal da 2' vara e preparador dos preces-
sos do jury desta comarca do Recife, por S. M.
o Imperador etc. etc.
Faco saber que pelo Dr. Manool Jos da Silva
Neiva, juiz de direito fe 2a vara criminal da co
marca, me foi communicado ter designado o dia
27 do correte, pelas 10 hora i da manha, para
abrir a quarta sessao oriinana do jury, .que ira
bathar em .das conseCn'ivos; bavendo hoje pro-
cedido ao sorteio dos 48 jurados, que tem de ser-
vir na mesma sessao, em conformidale do artigo
328 do regulamento n. 120 de 31 de Janeiro de
184, foram sorteados e designados os c'dadaos
seguinles :
Freguezia do Recife.
Bruno Alves Barbosa da Silva.
Jos Gnilherme Guimaraes.
Freguezia de Sanio Antonio.
Sebastio Antonio da Silva Baixa.
Dr. Jos Domiogucs da Silva.
Sarao de Santa Cruz.
Jos Francisco do Reg Mello.
Francisco Jos Pinto de Oliveira.
Francisco Antonio Pereira da Silva.
Dr. Jos Francisco Uchoa Cavalcante.
Joaquim Alves Monteiro.
Vicente Ferreira da Porciuncula.
Jos Fraiacisco do Figueredo
Joaquim Mendes Carneiro Leo.
Freguezia de S. Jos.
Manoel Antonio Pinheiro.
Alexandre Carneiro d Silva.
Manoel Ferrbira dos Saotos.
Jos Luiz Nelto de Mendooga.
Constovo.Guilherme Brekeneld.
Joaquim Felippe Visgas.
Freguezia da Boa-Vista.
Francisco Augusto de Araujo.
Antonio Carneiro Machado Rios.
Hcrmes Carneiro Machado Rics.
Joao Fernandes da Cruz-
Dr. Luiz Rodrigues Villares.
Vicente Teixeira Xavier.
Jos Jacome de Arsojo.
Conselheiro Francisca de Paula Baplista. .
Dr. Joo Capistrauo Bandeira de Mello Filho.-
Ur. lus Antonio de Figueiredo.
\ Antonio Ignacio Reg Medeiros.
Joo Jos de Miranda.
Manoel Coelbo Cintra.
Jjs Antonio Moreira Dias.
Manoel de Miranda Castro.
Joo Valenlim Vilella.
Jos Marques da Costa Soares.
Eduardo Firmino da Silva.
Dr. Migu'el Jos da osta.
P090 da Panella.
Francisco Jos da Silva.
Dr. Jos Bernardo Galvo Aleoforado.
Varzea.
Baro de Mnribeca.
Ignacio Jo- Pmio.
Joaquim de Assumpao Queiroz.
Jaboatao.
Jos RuQno Barbosa da Silva.
Jos Francisco Pereira da Silva Jnior.
Jos Thomaz de Aquino Pereira.-
Muribeca.
Jos Igdacio de Lyra.
S. Lnurenoo.
Dr. Manoel Arlhurde Hollanda Cavalcaute da Al-
buqnerqe. .
A todos os quaes e acada um de per si, bem
como a todos os ioteressados em geral, ;e convi-
da para comparecerera no 1 andar da casa em
que foi cadeia, na sala do jury, unto no referido
dia e bora, como nos de mais dias saguintes, em
quanto durar a ses-o sab as penas da le sa al-
tarera. ....
- E para que chegue a noticia a todo
passar o presente edital, que ser lido
nos lugares mais publico*, e publicado pela im-
prensa ; e tamben remetter iguae?. aos respectivos
subdelegados para publica-ios, a maudarwn tar-ei
as nouQcacdes necessarias aos jurados, ios culta.-
Recita extraordinaria
EM BENEFICIO DAS
MBMlSWaS WSMMM
DOMINGO 12 DO COKRENTE.
L?go que a orchestra dirigida pelo distincto
maestro Mr. Julio Poppe '.iver executado urna das
suas melhores syraphonias, subir scena o mui-
to lindo e variado es-peclscuh^ da seguinte forma:
1." A muito cnislosa comedia em 1 acto, nova
nesta cidade, do Sr. Augusto da Silva Carvalbo
mmwA lo\jjg\l
Personagens.
Augusto Cesar Sr. Gur-rreiro
S pna da Cuoha D. Bofratla.
Romio Sr. Leaa.
Maria D. Filonilla. -
El do de tenor e lynlc da zarzuella
1
DOMIN AZUL
Pelas beouciads.
3.* a linda comedia
francez
em 1 acto iraducgo do


As pragas do capitao
Pelo Sr. Guereiro e a Sra, D. Eufrazia.
4t' A engra$adi3ma comedia era i acto, ion
nesta cidade. -
0 BAILE E A BOFETADA
Biliv
Eduardo
Mellania
Frauclsca
5. e ltitr.o. A linda
acto o i-nada demusic* o
intitulada
Pefsonagens
Sr. Brochado.
Sr. Guerreiro.
D. Carolina.
D. Paulina.
parodia do orpheu em 1
dansa, pelas beneficiadas.
os ijous \mnm
Principiara s 8 1|4.
As beneficiadas pedem a protec^o do Ilustra-
do publico poroambucano.
VISOS MARTIMOS
Lisboa e Porto
Para os porios cima deve seguir muito breve
a galera portuguez Lisboa, recebe carga e pas-
saseiros i a tratar com Siares Primos ra w
Vigario -n. 17. ^_^____________________
mandei
e afnxado
COMPi
DAS
Messegeries maritimes.
No dia 11 do corrente mez espera-se dos per-
;os do sul o vapor francez -Amazone, commaniante
Jurel, o qual depois da demora do costura ?e-
guira para Brdeos, tocando em Dakar (Gore
, Lisboa.
Para condic5es, fretes e passagen?, trata-se na,
agencia, ra do Commercio n. 9.
Segne com a malor brevidade o bem conhecido
brigue pcrlugnea Laia I, para o qoe tem> malor
parle da carga prorapta : qnem no mesmo quizer
carregar nu ir de passagem trate cem os consig-
natarios T. de Aquino Fonceca A C suecesaoros.
r.aa do Vigario o. 19. I* andar, ou con o capiia-
do aespio q Sf. Veira.
r_wnuDD


**



fMar dt heruaiub'-c
Sbbado II de Novembro 4* 1871
ARACATY
Pretende seguir eom poucos dias,-d flemora
fian o indicado porto o novo % liado hiate nacio-
nal Ohnda, de primeira viagem e de excellente
omlrw&o, por ter grande parte da carga enga-
jada, e para o re-V) que Ihe falta trata-se cora o
*o*iyUtariiV'j0aqam j08 Qonfalves. &eltro
ta a Gommercio n, 5. '
P,ira E55oa
Val sahir com brevida^ o brigae portuguez
Btlla Fiqueirensr, car^ao Jos de Carvalho Sobri-
nho, recebe somen1. passageiros: trata-se com E.
R. Rabello &' O a roa do Commercio n. 48.
i*aro
RIO DE JANEIRO
A barca porlogueza Motta Ribeiro, capitn Joao
Baptita de Lima, vai sabir breve por ter parte da
arga engajada : para carga trata-se
Rabello
Urna oobiha de pao d'oleo, i mesa elstica, i
excedente guar4a-'ooca, 2 apparadores, 2 ditos pqs
torneados, louca para cha e jantar, Anos casticaes,^
garios, tacas ecolberes, machinare limpar f.cas,
vinhoe de differentes qualidades e ranitos ontros
oblectoK
llm carro americano de 4 roila*, asientos para
quatro pessoas, arreios, e 3 cavados
Quintalera 16 do corrente.
Wm. Raiwlinson, tendo de retirarle para a Eu-
ropa, levar leilo por interveocao do agente
Pinto-os movis e mais objectos cima descriplos,
em casa de sua residencia, no Poco da Panella.
A's 10 horas em ponto partir da enlacio do Re-
cife do arco de Santo Antonio om irem especial
para conduiir gratis os concurrentes ao referido
iellao.
Em lempo. O mesmo agent est-desde i auto-
risado a alugar a casa da sobrado em que se
acham os referidos movis, senil > que dita casa
tem accommodaces para grande f.milia.
com E. R.
C. ra do Commercio n. 48.
AVISO.

Da Albert H. Burns, capito da barca ingleza
Woodlani, condemnada ueste porto, precisa tomar
a risco martimo cerca de 6:000 sobre a carga
embarcada a bordo da barca nacional Rpida : os
pretendentes aprcseniaro suas propostas em car-
tas (echadas no consulado inglez ra do Com-
mercio n. 11.
Bebocador Pacifico.
AgeDela-rWllsons fe HettPra-
( do Commercio n. 14.
At novo aviso, qualquer navio, at 400 tonela-
das de lotai'o, ser.rebocado pelo vapor Pacifico,
quer para dentro ou fura deste porto, por 15*000
em circo instancias ordinarias e tempo moderado.
Em circu matan cas diversas, e para navios de
maior toaelagem, prreedr-se-ha a ajusto previo.
VISOS DIVERSOS
Arrenda-se para passar a teta a c sa do
sitio da estacjto do mnibus da Varzea, com cora-
modos para familia, ptimo banco no Capibaribe,
que passa no mesmo sitio, da-se caiada e pintada:
quem pretender v ra do Imperador n. 73, loja,
a fallar ao Sr. Medeiro?.
*Vfe
Para Lisboa
A barca portugueza Alexandre Herculano. ca-
pito Avcllar, vai sabir c m brevidade ; para-car-
ga e passageiros trata-se com E. U. Rabello & C.
a ra do Commercio n. 48.
(5)MPANHIA PEKNAMBUGANA
DE
Navegando costeira por vapor
Mamanguape.
O vapt r Coruripe, com
mandante Silva, seguir
para o porto cima nc
dia 11 do corrente as
horas da tarde.
Recebe carga, encom-
?tiendas, passageiros e dinheiro a frete at as 2
horas da larde do dia de sua sabida : ascriptoric.
e<> Forte da Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
%'svegaQo costeira por vapor
Psrahyba, Nata', Maeo, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
>- Granja.
O vapor Pirapama eomman
dante Azevedo, seguir par
os portos cima no dialodc
correle as 5 horas da tarde
Recebe carga at o dia 14,
cucoir mrndae, passagens e di-
nheiro a frete at as 2 horas da tarde do dia di
anida : no escriotorio do Forte do Mattos n. II.
Precisa-se de urna ama
que saiba cozinhar bem : na
ww ra do Duque de Caxias, ou-
ir'oia ra das Cruzes n. 22. segundo apdar.
Tendo vindo de Antuerpia o navio norte-alie
mo Zevai Gebruder a nossa censignaco, e tendo
diversas marcas abaixo mencionadas a ordem,
pedimos a quera se acbar com direito dita mer-
cad jria vir a nessa casa para podermos tirar o
competente frete. Marca M & R 724|26-732|33
701 C"|35-triangulo C T i C 1|17 M FF, Per-
nambuco, 44|53. ___________
AMA
Precisa-se de pma
nhar : na ra Duque
ama para coz-
de Caxias n. 30.1
A M i Precisase de urna ama para lavar e
AiTla cazinhar : a tratar na ra do Vigario
n. 9, 3 andar. ______
Irmandade
do Senbor Bom Jess dos Puso*, erecta
na matriz do Corpo Santo.
Em norae da mesa rege lora, convido geralmen-
te os nossos irmios, a comparecerem era nesso
consisterio no da 12 do corrente mez, s 11 ho-
ras, aflm de eleger-mo* a indura mesa que tem
de funecienar no anno de 1872.
Recife, 9 da novembro de 1871.
O escrivr,
Thomaz F^rnindes da Cunha.
Aluga-se um terreno cora 50 palmos de-rw-
te e 900 de fundo, em parte plantad^ de capim,
propno para carrojei por ser em gamo Ama'o,'
em seguimentc da ra da Saudade : tratar na
ra de Lima, taberna n. 10.
Caixeiro
Precisa se de um menino de 12 a 14 annos : na
padaria do largo da Santa Cruz n. 67.
CO.MPANHIA PERNAMBUCANA
DI
Navegando costeira por vapor
Macei, escalas, Penedo e Aracaj.
O vapor Giqui, comuiandactt
Guilberme, seguir para os por-
tos cima no dia 13 do correnu
as 5 horas da tarde. -Recebe car
ga at o dia 14, encommenda.-
passageiros dinheiro a (rete at as 2 horas di
'.arde do dia da sabida : escriptorio no Forte de
altos n. 11_________________
O bem conhecido hiate Deus le Guarde de
rrifueira marcha, >eguo nesles das para o Ara-
ealy, quem oel.e quizer carregar ou ir de pa9
agem, dirija-se ao e&crlptorio de Rarlh loraeu
I. i;rcnco. ra da Madre de Daus n. 2 : tratar
ni lie, ou f.i>m Joao Alvfs do Quintal.
ALUGA-SE
na cidade de oiinda, ra de S. Pedro Apos-
tlo, duas casas terreas ns. 13 e i4 : a
tratar no Recife, raa da Cadeiavelha, ar-
mazem de fazendas n. 62.
Casas no otjo a
Panella.
ALUGA-SE
V Por 600*000.
Urna excedente casa na rna do Rio n. 35, da-
quelle povoaa cera dnas salas, quatro quartos,-]
cozinha, coxeira, quartos para creados, asiribaria
e mais dnas roeias-agnas separadas.
Alug^i-e
" Por
Ontra casa ao p da mlkia n. 33. com duas
talas, tres quartos, estribariaV bom quintal todo
murado, grande copiar ao la%, etc.: tratar
eom o ccmmendador Tasso.
Aluga-se
Urna casa terrea eom soiao e boa
daedes, concertada e pintada rece
liba do Retiro, Passagem da Magdale
aa ra do Vigarie n. 4.
accommo-
imente, na
: trata-se
Precisa-se de urna ama livre
para o sirvico de urna casa de po
aa ra do Bario da Victoria,
x 46, Ia andar.
MOFINA
Roga-e ao Illm. Sr. tatfcio V.elra da Mello,
ertvio na cidada deN*tareth desia provicia,
faTor de vir a roa^ Imperador n. 18 a concraii
aquello negocio, que V. S. se compromettea reali-
r,pejateperjirachamada deste jornal, em fin
lezaarfiro prximo passado, e depois para ja
passou a tevereiro e abril, e nada cumprio,
s por este motivo de novo chamado para dte
Qm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito annos, e quando o sehor sei
flho se achava no es nesta cidade
aos banhos no Monteiro
Aloga-se por fesu a casa n. 3 que tem nma
Sitombeira na porta, na travessa da Levada no
onteiro, tem junto nao s os banhos do rio
como os da levaaa : tratar na esquina do Lama-
rao casa nova antes de chegar ao Monteiro, on
no Recife,- a ra Nova n. 7.
^m
Precisa-se de ama ama
para comprar e cosinhar :
trat'ar na roa da Alegra o. 5.
anti
declarados sao
ao escriptorio
Os Srs. abaixo
mandaren! ou virem
negocio :
Jos Francisco Ribei'o de Sonsa,
legio de Santo Amaro
Francisco Jos Rabello
Precisa-se de orna a
de pouca familia, prefr.
na ra da Aurora n. 5,
Aluga-se a casa n. 3 do becco
ibesouraria das loteras.
ATTEN
Precisa-se de orna
cozinhar para casa de
de duas pessoas
dir.
ara comprar e
familia composta
typographia se
Aluga-se o siti na ladeira dos Mudos, no
Arraial : i tratar no'mesmo sitio, ou na roa do
Crespo a. 16,- 1 affdar. __________________
Bon> cozinheiro.
Precisa-se de om, no Hospital Porlugnez de Be-
neficencia : tratar na roa da Madre de Deas
a. 28.
SiRta casa da misericordia,
No hospital dos lasaros necessita-se de um co-
zinheiro, dando se ordenado, casa para morare
comida : a tratar no mesmo hospital com o re
gente.__________________________________
Precisase de ama ama pa
casa de pequea familia : a
tratar na ra do Brum nume
ro65
Abrio-se hoje na Soledade na casa n. 49 junto a
estacao dos trilhos urbanos, urna sala de barbear e
cortar cabellos, na qual tambem se vende e alu-
gara se bichas de Hamburgo. A casa est bem
asseiada, e seu propnetario promette servir bem
as pessoas que se quizerera utilisar de seu presu-
mo ; certos de que nosdias da domingo e o san
tificados haver na mesraa caa 'bom caf'e sor-
vete : 3endo que no referido etab.-lecimento pre
cisa-s alugar urna escrava moga e sera vlclda :
quera a tiver dinja-se ae eslaiielecimento.
Baha.
l'ra o porto cima segu com a maior brevi
'l..le po sivel, u palhabote nacional Garibaldi, ca-
io Custolio J.is Vianna, por estar cora parte
u carga engajada, para o resto trata-se com
Tim Irmos & C, rna do Amorim n. 37.
Coa muilo pouca demora nest* porto, seguir
lagem cora de.~lioo aquelie, o brigue portuguez
Trlwnpho. Recebe carga e passageiros : tratar
- -i -Sr.sres Primo, ra do Vigario o. 17.
RIO DE JANEIRO
^egui empoucos das o
1 re o frete do resto da carga .
Vigari>,D. II, i" anear.
bi igae S. Paulo, so-
trata-se na raa do
A' frete.
Com destino a Baha segu brevemente o vel-
Ztvei Gebrulei; turna carga oara aquelie por-
tu airaiar ma da Cruz, cora Keiler & C, n. 5o,
r -dignatario?, armazem.
Ullt
(Jalera portugueza Nova Arai-
zade.
E' e-perado at 15 do crrente do Rio de Janei-
r Mtfl veleiro navio, e recebe carga para o indi-
cado poro nos poucos das que tem d demorar-
le aqu : a tratar com Miguel Jos Alves, ra da
O'u n. 19, i' andar.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
que seja de boa conducta : na ra do Vigario nu-
mero 5.
Mmta attenedo
Mauricio Jos de Tratas, estabelcido ra da
Conceicao n. 11, no bairro da Boa-Vista, juiga
nada dever nesta praca ou fra della, e no caso
contrario avisa a quem se julgar sea credor, apre-
seatar saas conlas para seren pagas no praso de
tres dias. _______________________
Precisa-e de urna ama pa-
k ra cozinhar : na rna de Pe-
*$ aro Aff-nsn n. 2._________
Aluga-se o andar terreo da casa d. it, ra
do Rangel, propria para algum .estabelecimento,
assim como nma escrava : tratar na loja n. 1,
ra do Queimado.
Companhia do gaz.
PERNAMRUCO
Chamamos respetosamente a attencao dos con-
sumidores de gaz para o seguiote :
As ms luzes sao geralnvente ocasionadas por
! ignm deleito nos bicos, ou obstroccao nos ap-
parelhos. Aonde ezistir semelhantes defeitos a
companhia ter nrazer em remedia-los sem des-
peza ao consumidor.
Para assegarar ama luz boa, os bicos devem ser
mudados pelo menos, de seis em seis mezes Um
bico bom dar $0 at 50 por cento mais luz (gas-
tando a mesma quantidade) de que um bico de-
feituoso e do mesmo tamanbo.
A companhia tem serapre um grande sortimen-
to de bicos, dos melhores fabricantes, os quaes
vende aos consumidores pelo custo.
Qualquer qneixa dirigida ao abaixo assignado
na rabrica do gaz em S. Jos, ou no escriptorio da
companhia raa do Imperador, ser pronta-
mente attendida
Fabrica do gaz 23 de Ontnbro de 1871.
Thos. Ntwbigging.
' ______________ Engenneiro.________
A luga se
o segando andar do sobrado da rna Nova n. 38 :
a tratar na loja.
. O abaixo assignado roga a todos os seas' fregae-
zes qae se acham devendo importancias de fazen-
das ao sen estabelecimento sito i ra da Impera-
triz n. 2, terero a bondade de vir ou mandar sa-
tisfazer seas dbitos at 30 de dezembro prximo
futuro, afim de nao se ver obrigado, contra a sua
bondade, tancar mo dos meios que a le Ibe con
cede. Recife 1* de novembro de 1871.
Joao Luiz Ferreira Ribeiro.
Precisa-se alugar
para casa de familia ; a
p andar.
urna cosinbeira escrava,
tratar na ra Nova n. 50
Monteiro
Aluga-se nma casa na povoacio do Monteiro : a
tratar na taberna do Sr. Nicolao Machado Freir,
no mesmo Ingar
Pernambuco Street Ratlway
Company.
De ordem da directora d'esta companhia, con-
vida-se aos senhores accionistas a realisarem a ul-
tima prestacao de 30 por cento do valor das suas
accSes at o dia 14 de novembro prximo fot aro,
no escripto, travessa do Brum n. 21. N'esta oc-
casio sero os recibos trocados por certid5es das
accoes.
Recife 25 de outubro de 1871.
H. H. Swift.
__________Asst Ireasurer.
Precisa-se de a di
nhar, lavar e engommar
sario da Boa-Vista n. 18.
mulher livre para cozi
a tallar na rna do Ro -
Jos Ribeiro de Vascdncellos roga encarecida-
mente aos seus prenles e amigos de seu ennhado
e amigo Aquelino de Mello Carneiro, professor de
Malbadinha, a caridade de assistireni a urna missa
que manda resar por sua alma n) dia 11 do cor-
rente, pelas 7 hsras da manha, no convento de
}\. S. do Carmo deta cidade, por cuj acto desde
j se confessa eternamente grato.
K- J1iiWimUiFili"rir UM *i*Wil'f 'i' i :
LEILOES.
LEILO
Seguada feira 3 do corrente.
A'S 11 HORAS DA JIANHAA
NA
Agen.ia da roa do Bom, Jess n. 23 (oo-
tr"ora da'Cruz.)
?.l b lias, cadeiras ds guarnicao, (de faia e ama-
rt4"), ditas de pao e faia para meninos, camas pa-
/a hit odos, garrafas lapidadas para vmho, can-
iteiuii para gaz, quadros com diversas vistas, lan-
11>, roezinbas de aaiarello e muios outros ar-
S i mesma occasio se vender um Jerreno na
f i la Hwra estrada de Joio de Barros cora 100
al ios de /rente e 400 de fon lo, assim como um
!) uto presepio.
F.ri. o leil i a;ima Carie* da Silva Arajo pro-
j. -ii- J.i agente Pontual.
Sociedade Recreativa Ju-
a
ventude.
A presidencia desta sociedade convida aos se-
nhores associado^ e aos prenles de seu finado
ocie Belmiro Xavier Baplista, a assbtirem urna
missa que pelo repouso eterno -do mesmo manda
celebrar seguoda-feira 13 do corrente, pelas 6 1|2
horas da manha, na igreia do Divino Espirito
Santo.
Secretaria da sociedade Recreafiva Juveniude 9
de novembro de 1871.
O 1 secretario,
A. Alcoforado.
i'.'".'. $(.- -r-\~ '.^:w^sl--V.3ga
D. Anna Lazia Freir de Andrade, Francisco de
Paula Ferreira d'Annunciaco, D. Mara da As-
sumpcao Ferreira d'Annunciaco, Joao Baptista
Ferreira d'Annunciaco, Francisco Ferreira d'An-
nunciaco e Antonio Candido Ferreira d'Annnn-
ciacao agradecem a todas as pessoas que acompa-
nhararn os restos mortaes de sen prezado fllho, ir-
mo e tio Antonio Ferreira d'Annunciaco, e de
novo os convidan assistirem as missas que por
sua alma mandam resar no dia 13 de novembro
as 7 horas da manh.la no convento do Carmo.
Precisa se fallar com o Sr. Jos Alves
de Faria a negocio de seu interesse, na ra
do Imperador d. 7 Io andar sala da
frente.' ~ __________________
Muga .-e a casa frrea n. 114, a raa Direita
com as necessarias accommodaces pan atabe-
lecimento : trata-se ra dos Pescadoref tT 17.
O abaixo assigoadu partecipa ao respeitavel
corpo do commercio, que tem justo a compra da
Uberna da ra Seoialla Nova n. 6, com o Sr. An-
tonio Victorino da Rocha, iTyre e desembarazada :
por-isso se alguem se julgar com direito a mes-
ma, reclmelo prao de ir- s dias, a contar da da-
ta deste.
Recife, 10 de novembro de 1871.
Joao Redro Pinheiro.
Casa de Canipo
Aluga-se por 3 annos urna grande casa di cam-
po do poco da Panella em que resida o Sr. W.
Rawlrason, na qnal dever ter lugar quinta-feira
16 dercorrente um grande leilo de movis, louca,
chrystaes, carros e cavallos. Os pretndanles po-
dero desde j se entenderem com o agente de
leudes F. J. Pinto, ra da Cruz n. 38.
Padaria e venda*
Para quem com economa desejar montar dous
estabelecimentos juntos, visto ter a casa da pa-
daria seos ulencios, e ama armacao de venda,
ludo enf rauito bom estado, pertencendo-lhe nm
grande sitio junto, com muitas arvores de fructo,
excellente cacimba e baixa de capim al rresmo
em tempo de secea, na Encrnzlhada da Taraari-
neira n. 3, onde vai ficar a estacao dos trilhos
urbanos, quei Ihe pacam junto, fazendo-se ne-
gocio era condicefas favorveis a quem preten
der alugar e tambem se vende o sitio : tratar
na ra da Madre de Deus n. 30.
Companhia Allianca
DE
leguros martimos estabelecida
na Bahiaem 15 de Janeiro
. de 1870.
CAPITAL..Ra. 1,000.000*000.
Toma seguro da mercadonas e dinheiro a ris>5
naritimo em navios de Telia e vapores para den*
To e fra do Imperio. Agencia -i ra do Com"
nercio n 5. escriptorio de Joaqnim Jos Go
{alves Beltrao.
Precisa-se,
Alugar urna escrava de boa conducta que sai
ba cozinhar e engommar para urna' -pequea fa-
milia de 3 pessoas ; tambem se precisa um mole-
qae de 12 annos, para alguus servicos leves e pi-
ra vender fructaz. Para tallar em Oiinda, oitao
do Amparo, no sitio da viuva do commendador
Faria.
OonsintonoTiomeopa^
IELLO.
ria n. 43.
s
8
S
thico
DO DR. SANTOS MELLO.
Roa do Da rao da Victoria n. 43.
VACC1NA.
Todos os domingos e qontasfeiras, pe-
las 9 horas s 10 da manha vaccina-se
por preco mdico, para o qae ba muto
bom puz vaccinieo.
Recebem-se chamadas para vaceioar em
qualquer casa.
Consaltas medicas todos os dias pela
manbaa.
Chamados a qualquer hora do dia e da
non te.
Gratis a parte medica aos pobres.
s
AMA
Precisa-se de ama ama
escrava qae saiba cozi-
nhar e engommar: tra-
tar a rna do Mrquez de
Oiinda, 2 andar do so
hradi n. 34.
Aos Senhores de engento
Aluga-se o grande sitio da estrada do Rosan-
nho n. 10, com nma ea-a boa para numerosa
familia, tem boa agua, bem como coxeira para
seis cavallos e lugar para carro, grande quanti-
dade de arvores, fructferas, recommendanlo-se
multo a excellente laranja de nmbigo e da China,
umagrande baixa de capim capaz desustentar
porco'de vaccas e cavallos todo anno, sem que
sinta faita de pasto anda me>mo na maior forca
da secca, tem aloi das sercas em volta ontros
cercados pelo centro e maita lenba, plantacao de
mandioca, mangueiras e jaqueiras em quantida-
de, e portanto quem pretender aproveite, porque
nem sempre encontraro nm sitio nesUs condic-
C5e, gastando se apenas de cinco a seis miontos
para qualquer das estagSes, da Encruzilhada de
Belm, ou Tamarinera ; qualquer senbor de en-
geuho que deseje mudar-se para junto da praca
se loma esta propried: de muito recommendavel,
por ter all em aue empi'egue junto de si, as
suas pessoas de trabalho, e grande largueza para
seas animae?, sendo para alli o costo da viagem
no trem, 200 ris, garante-se conservar o aquilino
alguns annos por meio de um arrendamento, e
tambem se vende ou ptrmuta-se por casa ou ca
sas na praca : lratr na ra da Madre de Deus
n 30. \
Precisa se alugar urna esciava para cozi-
nhar e fazer o mais servicj de ca?a : a tratar na
ra do Crespo n. 7.
Caixeiro
OITerece-se ura pessoa cora
trapiche de algodo ou prensa,
pi tica de caixeiro despachante
curado na ra da Palma n. 39,
sua conducta.
habilitacoes de
e tambem tem
pode ser pro-
d fiador sobre
Precisa-se de urna ama que tenha boru leite
sem filhos : ra do Duque de Cttiai n. 97, lo
ja do rival sera segando.
Precisase de urna oe leite
da Paima n. 76.
a tratar na ra
ClIXKIRt!
Aluga-se urna prea para lavar e engommar:
a fallar no armazem o. 22, ra do Commercio.
DE
SCHAPOSI
Todas as qualidades
g S, 24 ra larga de Rosa- g
rio n. 211. andar

Na padaria de Justino Moura, nos AITogados.
precisa se de um caixeiro, que t--niia pralica, as-
sim como, tambem se aluga um escravo, ou mes-
mo um mplfque.__________
Para fesia.
Aluga-se ama excellente casa na Boa viagem.
muitc fresca e com cummodos para grao-je fami-
lia : tratar ra larga do Rosario n. 34
O Campos da ra do I
incansavel em reunir no
mais superiores vveres
perador n. 28, sempre
seu estabelecimento os
acaba de completar seu
Heleodoro Fernandes da Cruz, tendo recebido a
triste aoticia do fallecimento de seu presado irmo
Demetrio Ascacio Fernandes da Cruz, na corte do
imperio, manda celebrar miasas na matriz de San-
to Anuo o as7 1|2 horas do dia 14 do corrente, e
convida a mus prenles e amigos se dignem assis-
tir a e*te acto de piedade, pelo qnal desde j eor-
dealmeote Ibes agradece.
LEIL
i)
i

ie uovi:in
''..vjdros, cry-taes, vinhos, um carro
aaiericano. arreios e 3 cavallos,
Qj'iata-feira 16 de novembro, no Poqo da
Hauela. constaodo de
Dua mtbilias de Jacaranda edm lampos de pe-
. ntn piano fjrie novo de Erard, castices e
fas, candieiros a g, jarros para flores, tape-
" tna estante para msica.
a nubilia de faia branca, 2 secretaria 1 es-
* livros. I machina para costura (nerfei-
i i. ca.'.ir.s de balo-neo.
'tmajj riccrzas de jacaran', guarda-venidos,
la-roopas, coromodjf. !o053dore, to le?. I*-
r uja para (Oefi."
AMA
Precisa-se de urna ama
para o servico interno de
flma casa de pouca fami-
lia : tratar na flor de
oaro, roa larga do Rosa-
rio n. 24 A._________
AssociacSo de guarda iivros
Sao convidados os 8, guarda'livros desta pra-
ca para comparecerem no palacete da sociedade
Recreativa Juventade, no pa.eo de S. Pedro, pe-
las ll horas do dia 12 (lomiogo) do corrente,
aflm de tjmarem parte na discusso do proiecto
de estatutos.
sortimento com os generes abaixo declarados, a
saber :
Queijos de Minas muito superiores.
Chocolate em p ou cacad soluvel,
Vinbo Lujo Domo, pela vez pnmeir.i neste
morcado.
Supeiior leite condeusado.
Azeite retinado de Portugal.
Amendoas confutadas era frascos.
Peixe secco muito novo.
Feijo mulatioho a 10/.000 cada saceo.
B mais. e mais e mais
Tudo qusnto se pode exigir em um armazem
de vveres que como e.-te tem a primaria era for-
neeer as mais abastecidas dispe** desta pro-
vincia, notando se que alli se enc^ ^;r sempre
Um pooco de todo
E quem davidar venba ver no armazem do
Campos, raa da Imperador n. 28: ___
mw m\ Precisa->( de urna ama para ca-
^-lvMz3L sa de pouca familia : na ra Di-
reita n 68, 1 andar.
-Convida-se os charisimos me moros da ac-
tual mesa regedora da irmandade de N S. do
Terco, e da que tem de faoccionarno anno fotn-
ro, para reuniao de posse, domingo 12, pelas II
horas da manha, no consistorio da igreja matriz
de-S. Jos, onde funeciona.
m
m
Se o desejo dos proprietarios dests fa-
brica fosse nicamente i Iludir a f pu-
blica, ba muito que teriam annunciado
os seas productos, mas para corraspon-
derem mais dignamente coblianca ael-
les depositada, esperaran) veceber os
objeeos e p.-sscal, que acabara de che-
gar-1 hes.
H.ije, pois, qua a sua fabrica se acha
montada com as mais aperfeicoadas ma-
chinas, com os melhores petrecnos e ser-
Vida dos mais peritos officiaes europeos,
podem os seus numerosos fregutzes e i
o publico em gt-ral encunlrar d-;sde j.
Chapeos de seda da ultima moda, sen- i
do alise baixos.
Ditos de.casir de todas as cores, em
formatos inglezes e amburguezes.
Ditos de filtro de todas as qualidades j
e feilos, tanto para homem como para ]
chancas.
Ditos de velludo para se.nbora.
Ditos para ecclesiaslicos, redoudos, iri- !
angulares e a romana. I
D.IkS armado? para militares.
Ditos desasta. I
Concerta-se toda a.especia de chapeos |
quer de homem quer de senhora, com a |
maior pericia e mais barato que em qual- j
qyar outra parte, assim como se rece- {
bem encommendas tanto para a provin- i
ca como para fra. J
AVISO.
O Sr. Jos do Reg Mello
da Cruz n. 52, andar.
rogado a vir rna
SEGUROS
MAMTIMOS
E
0*TTRA FOCO*
A companhia Indemntsadora, establecid*
aesta praca, toma seguros martimos sobr
aavios e seus carregamentos e contra togo
ita edificios, mjrcadorias e mobilias: na
rna do Vigario n. 4, pavimento terreo.
O abaixo assignado, tendo de acabar com o sea
negocio, roga aos seus mnitos e numerosos fre-
guezes que Ihe esto devendo em sua loja de cal-
cado a ra da Imperatriz n. 10, de vir ou mandar-
Ihe pagar sea debito at o flm de dezembro do
corrente anno, pon do contrario ver-se ha obriga-
do, e bem contra sua vontade, entregar as con-
tas a sen precurador, para elle reeeber amigavel
ou judicialmente, o qae o abaixo assienado espera
dos seus bons freguezes isso nao ser neceesarlo
Recife 31 de outubro de 1871.
__^^^^^ Antonio Rodrigues Pinto.
Mudanqa.
Do dia 10 do corrente em diante estar mudado
para a ra do Imperador n. 48, andar, o gabi-
nete de cirurgia dentaria de F. Maia,o qual dessa
data em dianle ser ah encontrado todos os dias
aqualqaer hora. O rnesmo, como at aqui, con-
tina a preslar-se a chamados.
m
MI
il
ADVOCACIA.
O Dr. Manoet do Nascimenlo Machado
iSS Portella contina a adv.igar e ple ser
^* procurado no seu ecriplorio roa do Im-
} perador n. 83, 1* andar.
Precisa-??, de urna ara forra ou escrava pa-
ra todo o servigo de urna familia composta de tres
pessoas : na ra das Flres n. 37.
GASA. DA FORTUNA
RA 1 DE MARCO OUTR'ORA DO
CRESPO" N 23.
Aos 20:000^000.
O abaixo assignido tem serapre exposto va-
la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagando
womptaraente, como costuma, qualquer premio.
PRECOS.
(nteiro 24J000
Meio 12*009.
Qaarto 6000-
_______________Manoel Martins Finza.
ATTENCAO
o
ama propriedad?
O Sr. Joao Manoel da Co3ta Figueira queira
apparecer nesta typographia a' negocio seu.
Sciencia I.. Sciencia I..
Ah... Ah... Ah.
Oh I tmpora III Oh mores
Precisa-se
n. 32.
de urna ama : na ra da Roda
Sociedade Luso-Bra-
sileira.
De ordem do presidente desta sociedade, convi-
do a todos os socios para que eomnareeam aa ta-
la das sesses da mesma, no dia 12 deste mez as
10 horas do din, rogando ao mesmos socios, que
n5o deijem de comparecer.
O fecrelaric,
A. ?. J>opei Lima.
Precisa-se de urna ama para casa de
senhora gstrangeira : na ra Bella n. 29.
O Sr.
carta vinda
urna
Joao Rodrigues ae Souza tenbo urna
do Para na-tbesouraria das loteras.
Aluga-se a casa o. 23 da ra do Conde da
Bo-*ista ontr'ora Formosa, sendo o andar terreo,
pnmeiro e sotea ludo, com muito bous commo-
dos, e tendo coxeira e earibaria : quem pretender
dirija ge a ra da Aurora n. 3, tereeiro andar
que achara com quem tratar.
O agente Pontual tendo de retirar-se para fra
desta cidade por algum tempo a tratar de sua
saude. deixa era seu-lugar o Sr. Callos da Silva
Araujo, por isso roga a todas as pessoas de sua
amizade e qoe o tem honrado com sua conflan-
?a a se dirigirem ao dito Sr. Araajo qae se pres-
ta" a satsfazer qualquer mandato com promp-
tidao e fiel desempeoho ; o abaixo assignado des-
de ja se confessa grato.
Recife, 25 de outubro de 1871.
F. A. Pontaal Jnior.
Os abaixo assignados avisam ao respeitavel pu-
blico e mu: e>p;-cialmente ao corpo comraercial
de?ta pra(;a, qae de commum accordo dissolverara
a soeiedaoe qoe t.nham no estabelecimento do pa
daria sito nesU cidade a ra doLivramento d. 32,
soh a firma de"Beiro & Soorinho, a datar lo dia
31 de julh: prximo passado, retirando-se osotfio
IfafDoei Joaquii Nunes B-irao, e (icaodo o a?tivo
e passivo a earfi do soera Joao Goncalves de Sou-
za B.-irao. Recite 8 de novembro de 1871.
P. P. d' Manoel Joaquira Nanes Beirio,
Mi noel Ribeiro. Fernando?.
________ J .'./ Gjp^aWes de Souza Beiro.
Sement port'and
o mairqovo qae ha nest9 mercado, em barriecs
gran Jes d^ 12 a:r-..bas, arquiadas de ferro o bem
acondicionadas : ii'i trapiche Guerra no Recife.
Gabinete portuguez
deleitura.
De ordem do Film. Sr. presidente do coBselho
deliberativo conviio aos membros do mesmo con- familia quesaib
selho a reuoirem se em sesso ordinaria na sala
das respectivas sessoas, sabbado 11 do corrente,
as 6 horas da tarde.
Secretaria do epselho aaliberativo do gabinete
portuguez de leitura era Pernambuoo; 8 Je no
vembro do 187!.
Antonio Augusto dos Santos Porto,
i" secretaro.
Vende-se por barato preco urna proprieaade a
margem da camba dos ifemedios, fazendo-se
toda vaniagem ao comprador, recebendo-se parte
em dinheiro e'parte em letras ou objectos de
prorapta venda ; cuja propriedade conim amr
grande olaria de pedra e cal que lastra 16,000
tijolos de alvenaria grossa e torno que comporta
25.000, com mais um torno e lastro para fazer-se
telhas, ladrilhos, canos e louca, com exceJIecie
barro para qnalquer obra, com dous excelletnrs
viveiros de peixe e com casa de vvenla para
grande familia, torna-se recommendavel por pas-
sar perto a Iraha dos bonds : as pessoas que pre-
tenderen) dirijam-se dita propriedade a entener-
se com o capio Delfim Lins Cavalcante Pessoa.
Sustento restaurativo da
snude
PELA VERDADEIRA FARIXHA
A, Do Barry d'Arabia
Os abaixc asssignados fazera sciente a seus fre-
juezes, que pelo vapor inglez La-Plata receberaa
egunda remessa d'essa excellenle farinha, cajo
uso muito se recommenda para as criancas, pes-
soas debis e convalescentes, applicada com reco-
ohecida vaniagem as constipacSes, diarrhea?,
nausea do estomago, tosse, escarro de sangae,'
phthysicj, etc. etc. Preferida anda pelo agradavel
?abor,Unirlcoa ontra qualquer.
CASA NO CAMPO
Para passar a festa.
Aluga-se urna grande casa na freguezia dj Poco
da Panella, sita na ra do Rio, tendo mnitos com-
modos, com grande gabinete, copia, cozinha fra e
quintal todo minado, muito propria para passar i
festa por eslar defronte do banho : a tratar na
ra da Imperatrii n. 60, loja do Pavo.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
cozrahar : na ra da Impera-
triz a. 6o.
Os abaixo
assignados scientifieam ao respeita-
vel corpo do commercio e aos seus (reguezes desde o da 31 de outubro prximo pretrito, dis-
solverara aragavelmente a sociedade que tinham
no armazem de molhados sito a ra de Brrelo
de Menezes n. 2, fleando e activo e passivo da
mesma sociedade a cargo lao-somonte do socio
Mattos.
Reci'e, 9 de novembro de 1871.
Freitas & Mallos.
Precisa fe de unn ama para epgommar e la-
var /ars do* pessoas ,eslrangeira, agradando
paga-at Dem : r8 do Raogel D. 36.
ADVOGADO
Db. Jaqvim Correa ne Aracjo
67Roa do Imperabob67
s
s
Para a festa.
Aluga-se um sitio no lugar da Torre com b a
casa e banho no rio frente da mesma; a tratar
roa de Gervasio Pires n. 26.
Aluga-se urna boa casa defronte da estacan
dos Arrombados, caiada e pintada de novo, com 2
salas, 3 quartos, cozinha fra e quintal mniado,
propria para passar a festa : na ra Direita nu-
mero 28.
Monte pi popular pernam-
bucano.
De ordem la directora convido os senhores so-
cios a comparecerem na casa de nossas ses? oes,
domingo 12 do correte, as 10 horas da manha,
para, em sesso de assembla geral, assistirem a
posse do con circo sexto aDno social de 1871 a 1872.
Secretaria da sociedade monle pi popular per
narabucano 8 de n vemhro de 1871.
O 1* secretario,
Urbano N. Machado Antnues.
Humanitaria realidade
Fde-se por favor a quem o entregue por en-
gao 400 manifestos da sociedade Humanitaria
Realidade de maoda-los entregar na tvpographia
Mercantil de Carlos Eduardo Mulhert & C, no Re-
cife^raa do Torre o. 10, para o que se ficar bas-
tante agradecido.
Aluga-ie duas catas em Apipueos, tendo ca-
uo um PJ commodjs eegu,eteB.- 2 safas. 4 quir-
tos, cozmhY fra a quarto para criado : a tra'ar
na ra Seta rtttt;
Precisa se ama ama de boa conducta para
ca'S tstrangeira de tres pessoas : n ru .mu-
ratriz i>.9loja.
Prwia-se de um cozinbero ou cozinhcra :
na rna da Jmperatriz o. 9, segundo andar.
mnibus para Jaboalo
Alm do mnibus do costme, haver para
Jaboalo ura nos domingos e dias santifcalos,
qae partir d'aqni s 6 horas da manbaa e, na
volta, partir de Jabcaiio. as 6 da tarde.
{los sabbados tarde, alm do mnibus qne
segu para Jaboalo, haver nm outro para Ti-
gipu>, partini" ambos d'aqui s 4 horas da tarde.
as segundas- feiras, alm do mnibus que vem
de Jaboalo as 7 horas d) roanbi, haver un
outro de Jigipi para ci que partir: 8 horas
da manha.
NOTAS
Trora-se nma' do banco do Brasil e de sitas
flliaes na rna do Bario da Victoria n. 63, i roa Nova, loja de Joao Joaqnim da Costa Leite.
Precisa-34 de urna ama, pira comprar e
cozinhar : na ra das Grases o. 24, taberna.
(iaDiiiete portuguez de
leitura.
Pela secretaria deste estabelecimento seieoii!i-i
ca-se aos senhores assiciados e a quem possa ic-
teressar.^qu'- as sesees ordinaria; da directora
sero as segundas-feiras as 6 horas da tarde.
O 1* secretario,
_________^_____J. X. Vieira Ligo.
Irmandade do Satiuur Bom Jess dos Pas-
so erecta na matriz do Corpo Santo.
.1 respectiva mesa regedora cientfica aos stu--
amados irmos que ao 3ia 12 do corrente mez as
7 horas da noile, lera principio es setenarios de .
Nosso Senbor Bom Jess dos Pa acto roga suas assistencias. Recife 8 de novem-
bro de 1871.
O escrivo,
Thomaz Fernandes da Cunha.
Aluga-se ama grande casa com sitio, na
ra das Pernambucanas n. 25, na Capunga, as
pessoas que pretenderen] dirijam-se roa Nova
n. 13, ou a ra da Aurora n,15, que acharSo com
quem tratar.___________________
das Almas, erecta na matriz do Saalissimo
Sacramento da Boa-vista.
De ordem da mesa regedora coavido a todos ,
os nossos irmos para comparecerem em uesso
consistorio da mesma matriz no domingo 12 do
corrente pelas 10 horas da manhia, aflm de que
possamos funce enar em mesa geral, para diseu-
tirmos e aproyarmos o novo compromisso qae se
acha orgaoisado.
Consistario da irmandade das Almas da matriz
da Boa-vista, 6 de nevembro de 1871.
O esenvao,
Jos Affonso Monteiro.
%m
do andar.
Precisa-se de ama ama pa-
ra servir a ama s pessoa :
na raa Dreita n. 43, segun-
Precisa-se de nma ama para casa de pouca
familia : a tratar na ra estrella do Rosario n. 27.
loja.
mr mcisa-se de urna ana os roa Direiu n. 61. ro >ndar.
Precisa se de urna ama para casa de ama
s peaia : i traversa de S. Pedw n. 4, primei-
Moniurj
' UdKl


J

r

V
'



i

ario de Femambuco
aira
11 de Novembro de
V
h.J
I
f
D. W. BOWMAN
Egenheiro com
FUNDIDO
59 RUADO BRU1I 5*
PASSAKDO 0 CHAFARIZ
Pede aOs senhores de cngenho e outros agricultores, e empregadores de ma-
chinismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, para verem o novo sortimentc
completo que ahi tem; pois sendo tu'lo muito mais barato em preco do que jamis te-
nia vendido, est ainda superior em qualidade e foriido ; o que com a inspecco pes-
soal pode-se verificar.
PEDE ESPECIAL ATTENQO A NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
Vflnnroa o rnrlafi rTfliTua dos mais modernos systemas e em
apuro O lUUd U ag ua tamanhos convenientes para as di-
versas circunstancias dos senhores proprielarios e para descansar algodo.
Moendas de canna em.8 os tamanh08'as melhorM qDe aqni
KOUaS dentadas para animaos, agua e vapor.
Taxas de ferro fundido batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Mflphinismns Para maDdoca e aigodio,
iaai/UlIillUUS e para serrar madeira
DUlQUaS ,je patente, garantidas............ Ju animaes.
lOUaS aS maCninaS e per;,as de qu8se costrjnoa precisar.
i aZ quaiquer COnCertO Q machinismo, a preco moi resumido.
FflriTlm ft ffilTO tem as melDOres e mais oara3S existentes no mer-
ln nnrriTrionil a C-_Incuml)e"se de maaclar v'r quaiquer machinismo vonta
filiUUXILUiClIUao e os clientes, lembrando-lhes a vanta-gem de fazerem
iaas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qaalquer necessidade pode
Ibes prestar auxilio.
AradOS ameriCanOS e instrumentos agrcolas.
Podeodo* todos
'ser movidos a mo
por agua, vapor,
DE
ROUPA FEITA
NA
Ra do Crespo n. 20.
Tendo resolvido n5o continuar a ter grande deposito de roupa eita, offerece ao
respeitavel pubico, e aos negociantes 'de fra, um grande sorlimento, por pre?os bara-
tissimos para acabar.
Palitts sobrecasacos de panno fino de
IU a 30,5000.
Ditos saceos e refranqueados de casimira
de cor de 5,0500 a 9)5000.
Ditos, ditos e ditos de panno preto de "66
a 12,0000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca preta de
2*500 a 5*000.
Ditos, ditos e ditos de alpaca branca e
de cr a 2,5500.
Ditos, d tos e ditos de bramante de linho
a 2*500.
Ditos, ditos e ditos de bramante pardo a
25500.
Calcas de casemira de cor de ^oOO a 9$.
Ditas ditas preta de 5/J300 a 9*000.
Ditas de brim branco de linho de 2*000
a 4*000.
Ditas de brim branco de algodo a.....
1*200.
Ditas de brim de cor de 1*600 a 3*000.
Ditas de castor de 1*000 a 2*500.
Ditas de brim pardo de 1*000 a 2*500
Camisas de flanella, grandes a 35000.
Dilas de algodo, muito boas a 2*000.
D tas de linho muito boas a 3*500.
Gerouls de bramante a 1*600.
Cobertas de chita a 1*500.
Lencos de linho abainhados a 4*000.
E outros muitos arigos por preces baratissimo para acabar, na luja de Guiftujrme
Carneiro da Conha.
saas**
.W^^>m. $/*.^

LMJIMCO
m
di
CASA DA FORTIIA
A os 5:0001
Bilhetes garantidos.
1 roa Primeiro de Marco (ootr'ora rw
Crespa) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assigoado, tendo vendido nos seas (
tices bilhetes ara quarto n. 93i eom 8005000.
quatro quartos n. 1919 com 100/000, ootrat
sortes de W5 e 20J da lotera gao se acabqn de
extrahir (213*), convida aos possaidores a virem
reeeber na conformidade do costnme sem des
cont l|um.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
3.* parte da lotera, a beneficio matriz da Ca-
parea (414'), que se exirahlr terca-feira, 1* do
corrente raer.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6X000
Heio bilhete 3/000
Qaarto 1/800
Eq porfi de 100/900 para cima.
Bilhete inteiro 5X500
Meio bilhete 3/750
Qaarto 1/375
________________Mano! Martas Plnu.
SITIO.
Alnga-se o sitio da travessa do Caldeirero n. 4
prximo a estacao : a tratar na pharmacia de Fer-
reira & C, roa larga do Rosario n,/0-_________
BURROS
De ordem do Sr. Pedro Pedreira Saw>io ft te-
mos publce qae o raesmo Sr. tem resfrido sahir
da Baha no principio do corrente meScom nma
tropa de barros em numero de iwmansos e
brabos, e que pretende aqni estar o#8d de de-
zembro ou cometo de janoiro proo futuro,
sendo bons os animaes e o prego coiod>.
____________________Leal & Inyw-
fonu emprego de wjital
Por motivos que se aerara, vendem-sVi30 ac'
c6es (todas ou parte vontade dos pretenderle.-)
da companhia Fluvial de Na vega cao a Vapor no
Maranhao. Esta companhia acha se em prospero
estado, e tem j um fundo de reserva de 500:0005.
Dao-se outros esclarecimentos e fornecem-se os
ltimos relatoribs a quem os quizer examinar :
trata-se na ra. do Vigario n. 18,1 andar, escrip-
torio de Joaquim Gerardo de Bastos.
2
I
Alnga-se o 2 andar do sobrado da ra do Pa-
dre Floriano, e urna casa terrea na Vanea para
patsar a (esta, jauto ao rio : a tratar na ra rargr.
do Rosario-p. ji. .______________________
Precisa-se de urna ama para cozi-
nhar, livre ou escrava, agradando pa-
ga-se bem : na fabrica a vapor de Ci-
garros, na ra larga do Rosario n 21.
Contratase um bom amassador que saiba cor-
tar bolachas, para urna padaria em Natal, capi-
tal do Rio-Grande do Norte : na ra do Mrquez
de Olinda n. 40, andar.
D. Mara Cardoso Ayr*s da Silva, e seus fllhos,
tendo recebido a infausta noticia do fallecmento
de seu genro e cunhado o Dr. Jo.- Carneiro da
Rocha, na capital da Baha, roandam celebrar mis-
sas na matriz da Boa-vista, as 8 horas da macha
do da 9 do corrente e esperara qae seus prenlos
e amigos comparecam neste acto de piedade.

f
Lindas bareges
de listas para vestidos a 360
e de litras a 500 ris o co-
lisas, de quadrinhos e
rs. o covado. .
Superiores alpacas de cores, de ibres
vado.
Poil de chevre com lindas cores e de superiores qualidades a GiO
ris o covado.
Na toja das collumnas, de Antonio Co'rreia de Vasco ncellos, ra Pri-
meiro de Marco, outr'ora do Crespo n. 13,
sm
m
sa
-/ir
LIQUIDACAO
0 Dr. Minoel Clementino Carneiro da Cunha,
Flix* Wandeiley Pereira Lins e Antonio Wan-
derley Pereira Lin?, veem pelo presante manifes-
tar seu eterno reconheclmento e prefanda grati-
dao a todas as pessoas que se dignaram assistir
no dia 5 do corre.ite, ao entprro do seu presado
cunh.ido Antonio Ji s Vieira da Cunha, e ao mes
mo lempo sollicitar o comparecmento dos paren
te j e amigos do fallecido para ssMSiirem no sab
bado i I d --!; mez pelas 7 horas da manbaa
missa do semo dia que ter lugar na igreja 1o
convenio de S. Francisco,
it^:,.- -A-i' -
Ca^a em Olinda
Na ra da Senzala, no Pisa, existe ura sobrado
n. 5, cim bastantes comraodos tanto no terreo
como no andBr, est opliaio para os banbos salga
dos, que Ocam muito commodos atravesando-so
pe*o quinta! para o isihrao : haver as chaves no
sobrado junto, e tratar com Jos Mara Braga J-
nior na estacao do Salgadinho.
. UUI TODOS
Como eati chegando o lempa dos rega-bofas,
os ProprieUrio da Confeltaria do Campos, tomara
a liberdade de scientlfl-ar aos amantes do bom,
qnenestenovo estabelecimento, tima-se encom-
menta pira assados dos seguintes : fiambres,
er, galiiohas, peixes, carneiros, lei des. pora-
m, ete. en.
E CONSTANTEMENTE
Encontrar-se-ha um completo sortmento da
pastelaria para lanches, apbremezas e msrenlas
E tudo mais
Qae ple recheiar urna boa mesa de acepipes e
Sempre a sahir do forno
Ra do Imperador n. 24, Confeitaria do Campos.
Aluga-se para passar a testa, ou por anuo,
urna casa com sitio, no lagar do Barro, fregue-
sa dos Affogados, rectificada de novo, 3 quartos
([randes, 2 aalas, cosinha fora e com bastantes
ruieiras : a tratar no pateo do Carrao, esquina
da ra de Hartas, armazem n. 2.
COMPRAS.
COMPRASE
Gm segunda mi um piano, dos qus sao mais
modernos, sendo de pouco uso, ra de Horlas n.
30, das 5 horas da tarde em diante.
ODAS.
Wilsons & Hett
teem para vender no seu escriptorio" o seguate,
todo de primeira qualidade e prefo muito razoa-
vel :
' Vinho Bordeaux, marca Fabrtzan, em caixa. de
nma duzia de garrafas.
Fio de vela em fardos pequeos.
Cognac, marca Jales Robn & C.
1 Carvao de coke.
Praca do Commercio n. 14!_______
,T!
O verdadeiro Portland : s se vende na
rna da Madre Dos n. 22, armazem de Joo
Martins de Barros.
Salsa-parrilha
A melhor,
A mais nova,
E a mais barata
que ha no mercado, em relacao a sua excedente
qualidade : vende-se no escriptono de Joaquim
Gerardo de Bastos ra do Vigario n. 16, pri-
meiro andar.
Vende se a taberna cita a ra da Moeda n.
29 : tratar na mesma.
048AS EM li\A
Vende-se urna casa de pedra e cal no povoado
dos Montes, sita ra Bella n. 53, bem como 2
meias aguas nos fundos das mesmas as quaes
tem frente para o largo da Bomba.
A excellente sitnacao desses predios e sen,
bello acabado, faz com que nada deixe a desejar
para o estabeleciraeato de urna boa casa de nego-
cio.
Os pretendentes queirao dirigir-se a ra do
Mrquez de Olinda n. 21, 1* andar.______
Machinas de costura.
Chegaram ao Bazar Universal da roa
Nova n. 2, um sortimento dej machinas
para costara, das melhores qual.dades qne
existe na america, das quaes multas j sio
bem conhecid?s p?los sem autores, [como
sejam : Wellr & Wilson,. Grover & Boka,
Slenciosas, Wee'l e.Impertaes e nuira;
militas que cem a vista devero agradar aos
compradores.
Estas machinas tem a van'agem de fazer
trabalho que triota coslureiras podem
fazer diariamente e c<-zem com tanta per-
fi;o como as mais pereitas coitureiras.
Garante-so a sua boa quati lade e ensina trabalhar com pe^feigoera menos de ama
hora, e os presos s5o lao commodos que
devem agradar aos pretendentes,
4-.-Kuado Apollo4
Jlo do Reg Lima & Filho tem para veo-ler,!
0|0 meuos que em outra qaalquer parte, o a
fiinie :
Lmfuicas as libas em latas.
Aleaui e barra. '
Vinho do Porto fino em eaixas.
Dito Bordeaux dito 'lito.
Belogios de pareae e cima de mesa.
ra do Lommenion O, eeCMito-
rio de J^ Joaqum da Cosa Ma, efr-
contra se^para vender por comraodja
presos : ^^
Azulejos hespljes. -
Foihas de ferro ga>*oitado para te!ha-
do de diversos tamanhos.
s
Dita de dito dit> lizas.
Bicas de ferro galvanizado.
Cumieiras dito.
Portadas completas para ciniara.
Ladnlhos.
OapstiliS raquim
As capsulas do r?qaira tomam se esa a maior
facilidade, e nao canam a menor indisposic^o t
estomago. E' o medicamento do mais salutar ef-
feito as gonorrheas ebronicas cu recentes.
DEPOSITO
Pharmacia de Ferreira 4 C.
SUCCESSORES DE } A. PINTO
10-RA LARGA DOROSAniO-10
____/Junto ao quariel rte polica.)
[^
Tinta violeta extr.i-ftaa de
, Moiitei'O
Meias botijas 1/500
Quartos lo)
Oitavo? 6(0
Por estes precos en casa de Bouigard k C
ra do Mrquez de Olind n. IU
ARUEIOS '
Na ra Direta n. 64, vende-se arreios para os
esquadroes de cavallana, assim como recebem-se
encommendas para os mesmos : na mesma casa
ha um tardamente completo em perfeto estado
para guarda do 1 esquadrao, tedo por commodo
Pife.,.
lEWDESE
No escri.itorlo de M'guel Jos Al ves, ra da
Cruz n. 19, primeiro aDdar, o segninte :
S .k parrilba muito nova.
Chapeos do Chile. ,
Borrachinhas de todos 03 tamanhos.
Verdz copal
Colla de bw qualidade.
Fecha'luras de broca, sortidas, do Porto.'
Tudo por pref.-is mo lieos p;ra ultimar contas.
DO GUILfi
A. revalesciere du Barry de
Londres
Toda a doenqa cede a Revalesciere du Barry,
que d sade, energa, appetite, digestao e des-
canso. Ella cura as dispepsias, gastrites, humo-
res, acidez pituita, flato, enjps, vomiios depois
da comida e gravidez, conaipagoes,!) '' asthma,
afTecQSes pulmonares, bexign, ligt' -erebro e
sangue ; 60,000 curas, iaeluindo muiias deltas no
Brasil.
A revalesciere chocolatada du Barry
em p,
Delicioso alimento para almoijo e cea, multe
nutritivo, fortificando os ervos do estomago sen
causar o monor peso nem dr de cabeca, nem ir>
ritacao.
nico deposito para o Brasil em Peroambac
na pbarmacia americana ie Ferreira Maia & C.
ra do Duque de Caxias n. 57. (Todo cuidadi
com as falsiftcacoes.)
Pomada alpaka
E muito conhecida esta pomada e muito
apreciada por sua finissima qualidade, a Nova
Esperance quem tem.
Jarros de porcellana.
Um completo sortimento de lindos Jarroi
de porcellana (do afamado Bacar) existe na
Nova Espercuca, ra Duque de Caxias
n. 63.___________________________
OLEO PURO DE F1GADO DE BACALHAO
DA
TERRA NOVA
DE
EL LACOUDE
Este oleo que tao boa acceitacli tem merecido,
muito se recommenla por ?er o mais porifl.eftdo
que at hoje tem vindo, e ainda pelo boiu paladar,
superior a cutro quaiquer : veuda-se no deposito
tspecial de Bartboiomeu & C. : ra Larga do Bo-
tarla 34.'
BA DO MRQUEZ DE OLINDA N4
E. A. Deouche :caba e reeeber om
grande sortimento de ocu'oi e piocentz de
todas as quj'idades, e viros de todas as
numerarnos.
Na mesma casa lem grande sortimento
de relogios de todas as qualiddes que ven-
dero-se muito baratos.________________
Libras sterlinas
Vende Joaquim Jote Ramos ra do Bom Jess
fu. P, 1" andar.
i m *-. 11
LOJA DO
Sua da Imperatriz n. 40
Os proprielarios da loja do Papagaio fazem sciente ao respeitavel publico, e espe
clmente s Exmas. familias, (amigas da economa domestica) que at a.o lim do anno
ratam de liquidar pelo maior pre^o que derem as fazendas seguinles :
Um grande deposito de roupas eilas de todas s qualidades e tamanhos, tanto para
iceoinos como para homens.
Urna jjrande porc5o de I5azinhas, bareges alpacas isas e iavradas de todas "as
c6re?, e vendem-se muito baratas para acabar.
Urna grande porgJo de cassas ie cores, e organdys, Unto miudinhas como grata-
das, mnito Qxas em cores e muito finas, e vendemrse por pre^o barato para acabar.'
Bonito sortimento de sedinhas iavradas de cores, e poopelinas, setim branco, pon
pelina branca lavraJa, gorgorSo de seda de cor para vestidos, azul claro e cor de
inza.
Urna grande quaotidade de lencos de esguiSo j abainhados, maiores e pequeos,
pelo mesmo preco dos de algodo
Urna porfo de costumes para meninos de 4, 5 e 6-aonos, de alpaca muito fina,
toaos forrados, e delicadamente enfeitados por pre?o muito barato.
Grosdenaples preto em quantidade de 10600 para cima.
Urna grande quantidade de camisas d linho para homens e para menjnos, tanto in-
gieras como francezas, eom collariDho e sem elle, aberturas-bordadas, collarinbos. pu-
npos, fi nma grande por?3o de grvalas e mantas de todos os piejos, collarinhos de pa-
pel para meninos e homens, todo por preco baratissimo.
Podemos assetrerar que temos um completo sortimento detodas as qualidades de
/aendas, e tilo especificamos todas, para d5o tornar o aimucio enfadonbo.
A VISTA t*Ar F
Ra da Imperatriz n, 40.
DE
MENDES & CAMALHO
Eft
Na ra estreita de llosario n. 33, primeiro sn
dar faz-se bollos para easaiientos,, bailes e pre-
-.enie?, bandejas rmalas cita todo gosto com
bouquetes e titas bordadas com letreiros e com
liguras ; faz-se bouquets para enfeiles de bollos
e para offerias de cravos naturaes com laco de fi-
ta bordada a vidr-o bouquets de flores arlilijaej
sendo de cera, de paoel e d> panno com lod>
gosio. llores para senhoras e para meninas,
capelln e enfeites para cabeca, flores para gre-
jas, sendo festoe, palmas roxas, arcos, capellas
e palmas para imagen*, capellas para pasteras,
com todo gosto, tudo por barato preco, bouquet
para pastoras e coris, tu lo com gosto.
Precisase de um caixeiro que tenha praika
de taberna : na ra da Aurora n. 50.
Forneiro
Para Barreiros precsale de um nom forneiro
trata-se no Caes do Apollo n. 69 e 71.
.'II "al IJiJ If'.
Vende-se, pira acabar, por menos preco do
que em outra quaiquer parte : ra do Vigario
o. 16, primeiro andar, escrptorio de Joaquim
Gerardo de Bastos._____________________
GR4MIE mm.
(Para qusm quizetprincipiar)
Vende-se o eftabelecimento de ra)lhados, sito
a ra da Conceicao n. 11, bem afreguezado para
a trra e com poneos fundos; muito bem situa-
do, per estar confronte ao arraasem do sal : por
tanto quem pretender dirija-se ao mesmo, tra-
tar com seu dono. O rr.otivo porque se vendo
o dono retirar-se para Europa. _^___________
Vende-se
Um pequeo sitio na Capunga, ra da Amizade
n. 11, tendo urna casinh nova com commodos
para pequea familia, muro na frente e portao
de ferro, boa agua de beber e arvoredos frucli
feros: a tratar na.roa do Bom Jess n. 23, ar-
mazem. .
CHITAS
240. 260 e 280
Chitas claras e escuras a 240, 260 e 280 o co-
vado, cambraias de cores a 210 o covado : na
loja de Guilberme Carneiro da Cunha, ra do
Crespo n. 29.
A
Q'ianta agua florida falsa e aborrece?! I !
quaota agua divina que rrais parece infernal! I!
mas a nova E^peranca, que nao jons^nte qne os
amantes do xique gabera seu dinhfiro nesgas
aguas, que nao passam de ser do< chafariz-is es-
trangeiros, ou mesnin nactonaes, roandou vr do
afamado fabricante Rigaod, a sua excellente ka-
nanga do Japao, a qoal est superior a todas a-
outras; j pelo agradavel cheiro qne deixa esca-
par, j por suas benficas qualidades. visto que
inteiramente vegetal (as;im o diz o sincero fabri-
cante) para a cooservacio da pelle e do roslo.
agua de kananga eiliaa na qnantidade d'agua
necessana para o toucador, branqueia a pelle, tor-
nando-a suave e avelludada, evita e dlfsipa as es-
pinha*, commanicindo pella ama cor de rosa
traosparente, o que 'rauito bopito...... alem disto
um agradavel cheiro jiara o leoei.
Precisa-se de uraa-ama de meia idade para
ensaboar e cozohar: a tratar-na trave?sa da Ca-
dea-nova n. lo. ____________
Precisase de urna ama qae saiba engom-
mar para casa de pouca fanHia : a ra do Ho?
picio n. 39.
RO
BTVET
nica, ca*a neste genero
14Raa Eslreila do .Rosario14
Compra e vende roupa eita
nova e velha, objectos de
cosinha e de mesa, e
tudo que perten-
D.nheifo a juros
D-se at 2:000* mediante garaatia, em Olin-
da ra Xavier de Santa Ko unha -s-> MantaV veidem i
ra d.j Ma-quez de Olin-
da n. 40, o segninte :
VINHO XEREZ .-UDeror, era ca^xa?.
COGNAC MARTELL id*m.
VINHO BOREFAUX. i.ei
AZKITE DOCE REFINADO, iJem.
VINAGRE BliAN'O, dem.
CAFE 00 CEAR, >ccop.
AVISO
/ aos senhores fumantes.
Vende-se fumo do Para, chicote 1*500, dito pi-
cado lihra 1*400, em arroba 18*, cigarros fabri-
cados com o fumo do Para, ditos com fumo Da-
oiel, ditos Baependyj vende-se cigarros vindo do
Rio de Janeiro d^s'melhores marcas por presos
mais mdicos do que em ootra quaiquer parte :
os senhores donos de taberna que se quizerem
fornecer, poiem dirigir-se pra Ha Boa-Vista
numero 3. -
Mobilia barata.
Vende-se urna xohia de amarello em perfeto
estado : na ra da Imperatriz n. 73, ou na botica
,pspu!ar.
Manteiga ingleza.
Vende se i 8O0 rs. a libra e 1*760 o kilo : na
ra de Pedro AfTrara n. I, amiga ra da Praia.
Vende se tm terreno no- povoodi d Encana-
ment juntb da estacao do Paroanteirim, com 30
palmos ie frente e 300 de fnido, tenrto cacimba
de peiri ecal ealguns arvoredos de tractos : a
tratar com Jos Honorato de Med iros (Zamba) no
becco da Boia n. 14. ou no Arraial.
Joaquim Jos on'.'aives Beltnio tem para
vender na sea escrptorio a rna do Commersio n.
5, es gneros abaixo notados, que vende mais. bi-
rato do que em outra quaiquer parte :
Azeitonw em ancoretas.
Araendoas em barricas.
Cat muido em massos de I iibra.
Chapeos do Chile de boa qualidade.
Cognac marca marlel frres.
Enxadas.
Farnha de mandlcca de Santa Catharica, sao
eos de 2le 2 alqueires.
Dita da Baha em saceos brancos.
Dita de dita era barricas, propriw para casa?
sarticulares.
Fio de algodo da Bahia em'noveos.
Fouces.
Mandos.
Notes.
Obras de palhetas.
Papel proprio para cigarra.
Dito azul para botica.
Palitos para denles.
Pregos sortldos.
Panno de algodo da fabrica de L; 3 >s os Santos
Pedroso ni?, a Bahia.
Bolha.
Rap popular da Baha.
Botira em fardos.
Retroz dos melhores fabricantes do Porto-
Tapioca do Maranho.
Tabaco sraonte da Bahia.
Vernz'copaJ.
Vicho do Porto engarrafado, caisa de 12 par-
rafas.
- Dito de dito em barrs, proprio paw engarrafar.
Dito moscatel,-verdadeiro de Setalo'.
Dito Bordeaux em eaixas de umayuiia.
Dito de caj em eaixas de urna duzia. ^
0;if do (Jeara'
Vende-se .'erortaf do
Madre ds Deo o. I.
Cear : na ra da
Declaro ao publico aesta cidade iae lem a
venda hostias para os templos" ggradj} : alraz
da nutriz-de Sant-j Antonio, u. i.
Isabel Mara d?. Jesar.
Uabnolet
Vende-se um excellente cabriolet de 4 rodas por
preco commodo : na ra da Florentina o. 14.
"BAZAR VICTORIA
, 2=a.titga ra Nova=2
Amaral N'baco 4 C, proprielarios Je*!* eMabe-
lecmenlo, acabam de reeeber um pulimento de
vestidas de tarlatana matzalos de cn-es, ditos dj
fil de seda tambem matizados de cores, ditos i(
laa com listras de. seda, ditos de -ela de corr,
basquinas de seda preta r:am?re eafeitada.', todo
por prec.-s commodos.
XA RA DO VICARIO N I?
vende-se vnhos do Porto eci.irr, ditos em
barr?, retroz de todas as core?, lonas e brioso.
velas, e bogias de ;era.
Todo este annuncio annuncio especialmente
dirigido aos amantes do hom, cl!s dfvem diri-
gir se a confeitaria toCampos a roa do Imperador
n. 24, onde encontraro sempre acepipes de innn-
meras qualidades
Assm c irno :
i.li da India o mais superior.
Chocolate em p e em pao.
Araendoas confetadas a eonfeite.
Ricas caixinhas com ditas propria? para presen-
tes.
Pastelaria a todas as horas', etc.
Fiambres ioteiros e s libras.
Erafim para se poer saber o que scsbaaDS de
dizer ino pessoalmente
Cunfeitaria do Campo. .
O compendio elementar i -s-.n.ia raircd
decimal organizado por J. G. i is Santos li ven-
da as hvrarias dos Srs. De [,elrr gutia Meilciro? roa l. de lirjo (anliga da
Crespo) n. 2 e 9, J. \V. d Meftir s a ra do i-
perador n.79, ManoelCardro Av s a ma da Cruz
na frcgnezi.i dn S. Prai Pedro fiiri;alve.s. '
Bazar Universal
Ra do Burilo da Victoria tu
22, otr'ora rin Ko\
Ac?ba de chegar p?ra es1" r'snde BStib^feei*
ment um mpleto gottlmenu :e mickinaa de
cotnra de.todos i; authovs o Mo, es 'iuae<
^irantem per ann. as ditas nii:...Dis, o se ven
derapor prtco iSo ras .... ,c i i s r.ia-
r. eolos precos mo os seg '.a: I0| GOi,
805, I05. 1-205, 1305, J40s, l.' AQ, 2005,
22il, 2505 e 300 rs. G ranie-:'- aos Compra-
dores a boa qoalidade i '{.>> ati i e otuiga-se
a encinar tantas *ei r.ias sjjui precisas
para bem comprehender te V ih tcrribetn
pegas e mais prtence? de &re$*toflles para ,
as mes.Ta- mahinas. Prev., -;-j ele j que
se vai a i en imedo "para conserto e en.-icj de
machinas das qne -forera compradas i.te'.e esta-
btlecimenlo.____________________
"Popelina z secta e
Fazenda intoirarhi-nte nova hg meroado-
com padres muito delicados, fazeoda da
um etlcito suprehendente em vestidos, e
vndese por 15280 ra. o covado, na loja
J.o Papagah, ra da Imprralriz n. 40, de
Mendes A- Carvalho._________________
^ o escrptorio
de Jonnuim Gerardo e Baates roa do Vigaric
n. 16, Io andar, ha para vender o ti guite :
Arroz da Ina de boa qualidade,
cai':H'" d *?%
Cnpoj fi ios do cune.
Cha uto- da Bajii).
Cognac Uer-tell.
Enxadas ngiezas de 2 l2, 3, ') J,,2e4 libras.
Gonebr.i Od Toro.
Guaran.
Machinas para escarcear alacdo.
Man'.eiga francaza.
Uanieig inglezs.
Obras i!e patriota, do Porto.
9al3a-parribi de Santarem.
S.irdinbas d Nanles em quar'.cs de lata.
Tapioca do Para.
Tudo por precos mais mdicos do que envonlra
quaiquer parle. Na mesma casa te vende um en-
cllente clirt-oomeiro : na ra do Vigario n. 16.
LVlanieiga ingleza fina
Ven-lc-se em casa d Mills Latliai A C, ra da-
Crur. u. 08, uiaoieiga infsleza soperi r era potes de
\0 libra- a I.S i">r llira.________________________
Aos eenhores fmiileiros
Vrcde m em |x,o e a retillu Callas de folha
de Flandres eestanto, tudo de mnito bsa qualida-
de e a prejo Boramcdo : na ra Urcilio Das n.
31, antiga na Oireila, armazem.
Cal de Lisboa
OLIXDA
Vende se a armario e generes di taberna da
ladeira lo Var2douru, propria para principiante:
a Uaiar na mesma.
VNDESE
nm ierren) Com 70 palmo* de frente t mile tanto
-Til nov chega la h je p loa- '; de fond-.. pata o rio B-bonbe, em fren'4 a estaba
Wa Rodrigues Tav.res de Mlk, ra : jnflr na ra l-tfia
^oSanton. 17, fabi.r. Rs.no n.JS. loja de selle.r).

Gas econmico para os can-
diel os de porcelana.
Acaba de chigar e.-t- j bem conhecido com-
oativel, como >i mais barato, prorapto e asseiado
de todos al h >je conhecidos, e so nconlra i vena-
da no un'co dep >silo, ra larga do Rosario na-
I___jnmuM i
i


Oano de Femamxmo
Subbatlo 11 de Novembro le 1871.
A' AGUIi BRANCA
RA DUQUE DE CAXIAS N. 52
(-Outr'ora Queimado n. 8.)
A Aguja Dranca, teado j lecebido parte da anas
~tigas eocomineoJis, em seguiraeuto acaba ago-
inesmo de receber eutras, alg&oias das quaes
i toma va m esseneialraente precisa, e outras se
fazem apreciadas p>r sep-' gobios e quadades,
eotro sejan :
Meias de flo d'esajcia, aberlas para enhoras
e mentni.
Ditas dem cora listas tambem para senhora?
menina-!.
Dita* dem muitc boDitas ao gosto escoces.
Ditas idem idem brancas e com listas para me
isas.
Ditas idem idem para baptizados.
Ditas de algodo compridas e com listras para
Lntas pretas de seda, para sehora.
Ditas de lorc.l e de seda para meninas:
Bonitas camisiohas bordadas para senhoras.
Fil do seda, branco e ppct Dito de algodo, liso e cora llores.
Touquinhas bordadas para enancas.
Liados e moderaos chapisiabos de fuslao para
Pentes de tartaruga para desembarazar ou pea-
ir.
Ditos de dita traversos para .meninas.
Ditos de Borracha para ditas.
Ditos de tartaruga, pequeo?, para segurar o
amarradilho aos cabellos de senhoras.
Grande sorlimento d enfeites de seda para ves-
tidos. .
Fivellas de madreperola e de tartaruga para
pulceira e laco para o cabello.
Bonita? b Icinhas para menina.
KOVO SORTiMEXTO DE ENCHOVAES PARA
BAPTrSADUS.
A agtfir. branca acaba de receber novo sorli-
mento de lindos e comtelos- enchovae3 para bap-
usados, e bem ajstm separadamente camisinhas
para dito;, lidos chapeositibortle-setinr branco
borda**, ouiroa ditos com fundo de velludo, obra
de muito gisto, e que se raro tambero, para pas-
seio, sapatinhos d se im para omesnro lm.
MODERNOS ENFEITES DE FLORES,,
ornada com bicos de se Ja, fitas de setira.'e fivella
de madreperola ao ultimo goto, e proprios para
b liles, casamentos, etc., etc.
FLORES E PREPAROS PARA ELLAS
A Aguia Branca receben lindos ramos de flor
tiuas, Unto para cabeca como para' chapos,
bem assim :
Papel verde li?o e cora listas para folhat.
Dito de cores para flore*.
Folbas de diversas quadades para rosas.
Ditas verdes e lustrosas, obra dc va e pdi pr>
meira vez viadas como amostra.
Franjas pretas e de divenas largaras pan -
feitar ve.-tidos,
COQUES DE TRANCAS E DE OUTROS
MOLDES.
A Aguia Branca acaba de recebar ama peque-
a porcao dos bonitos e modernos coques grat-
des de (ranga e outres molde?.
HOYO SORTIMEWTO
DE
BOLECAS
A aguia branca, a ra do Duque de Carias n.
, 52, outr'ora do Queimado n. 8, acaba de receber
t nm novo e bello sorlimento de bonecas de diver-
sas quadades e tamaitos, sendo :
Com rosto de seda, das que chorara, e ouira;
que fallan).
Com rosto, maos, e ps de porcelana, e pro-
prias para vestir-se.
. Obras A aguia branca lera ouiro sorlimento de diver-
sas obras de porcelana, sendo :
Bonitos e ricos vasos para pos de arroz.
Outros para joias.
Oniros para sabonetes.
Outros para enfeites de mesa.
Pequeas e bonitas pas para agua benta.
Pequeos jarros para santuarics.
Outros roaiores para mesas.
Bonitos pert relogios.
Lindas ceslinhas tambera de poreellana.
Escrlvanias de dita. -
E muitos outros objectos para enfeites de mesa
fio ha mal cabella* braaeov
linter japone.a.
So onica aporovada pelas u academias dt
ciencia, recoshecida superior a toda que tora ap-
areado at boje. Deposito principal i ra dt
adata do Recite n. 51, i* auJar, era todas as-bo
teas e casa do cabelleireiro.
mus t ,
Ten i venda em seas armazens, alm de outros
tftafoa de sea negocio regular, os seguintes, qae
rindem por presos mais mdicos que en ou-
Va qualquer parte :
PORTAS de pinho almofadada?.
PORTEiRAS de ferro para cercas.
SALITRE lagloz.-
XSTEIRAS da India para cama e forrar salas.
CANOS de barro francs para esgoto.
SESSO superior em porcSes e a contento.
CEMENTO de todas as quadades.
MACHINAS de descarocar algodo.
LONAS e brinzSes da Russla.
OLEADOS americanos para forro de oarroe.
'OGOES americanos milito bous e econmicos.
VINHO de Bordeaux.
COGNAC superior de Gautier Freres.
FARELLO em saceos grandes a 3500.
AGUA florida legitima. .
BALANCAS deeimaes:
CADE1RAS americanas.
RHUM da Jamaica.
AZULEJOS de Lisboa.___________________
Contra a tosse
PASTJLirASPElTORAES.
de
Gomma simples crystalisada.
Ditas de angico
Naff d'Arabia.
Seve de pinho martimo de Lagasse.
E entras maitas que moito se recomendara pe
las'suas escolenles qualldades.
Vende na
PHARMACIA E DROGARA
DB
Bartbolomeu A C.
34-RDA LARGA DO ROSARIA-34
Xarope sedativo
Casca de la
DE
amargas
JOES
UlIA DUQUE DE CAXIAS N. 29
Os propnetarios ueste.'grande e bem montado estabelecimento scientificam ao
reSpeUivt! publico esta provincia, que se achara, c*ra um variado e completo sortimentc
de cnovi.i;!, tanto nadonaes como estrangeiros, se^do estes escolhidos capricho pot
do dos socios rujee acha actualmente n Europ.a, e por isso os pedem vender mai>.
baratos 20 % monos do que em outra qualquer parte. O mesmo tera contratado com
os mejoras f.tbricautos daqmdle cominete as remessas das mais ricas mobilias feitas
al. Na pfieiaa tea os mais habis artistas deste genero, e por isso aptos a fornecerem
mobilias as mais apetfoictadas para as casas da provincia consideradas de primeira
rn. Pedem, porfilo, que venham visitar d to estabelecimento, onde encontraran
i realidade do qua acabara de expr, passandoa examiaarem : ricas.e completas mobilias
de jacar;)Qd, mogn, faia. carva:bo, amardlo, etc. ele, ricas e elegantes camas d\
Jacaranda, po-selica, amareiio, etc. etc., goarda-vestidos de amarello, guardalouca de
Bogueira, amar^o, cora lampo de pedra, aparadores do dita, dito, com difa, petiti
toilatt s, especiaimen'.e para azer barba, toilettes de Jacaranda e amarello, com pedra.
e muitos otros arjigos do gosto, que para se noo tornar enfadonoo prescindimos de
izar raeocSo ielles, o quejo com a vista poderlo apreciar.
I loja dos Arcos Alvaro Augusto d'Almeida & C. ra do Crespo a. 20'A acab:
ie receber pelo n'.tixo vapor francez Amazonas, a'guns artigo? proprios para ensovaes
-1e tiOivas, e de olas pan grande tei etie como sejam :
Rkjoissimo cortes d< vestidos de blotide par3casamar.to.
Dos de tarlaiaoa bordados seda para casamentos.
untes de seda de,bonitos gostes e superior qualirlaJe.
Colxas de seda, a, e I5a e seda.-
Gapeilas .com oanlas de bloodepara ncivas.
Cam'sas deosguiio bordadas para noivas.
> i'"iniili.-ii '.!< e.^guiao bordadas.
Lercs de cambraia de linho e abyriotbo.
Sppertore leqaes de rafidrepero'.a.
Cotinido3 bardados de differentes precos e quadades.
Sedas de cores de bonitos padoes.
Ditas e?cocez2s para vestidos, roopas de menino, enfeites, etc.
, Basqwqas de gorgatSo, superior quada.le.
;s de laa e su la pira seuhora.
Manttlhas brasHeira de fil de seda bordado.
Cli'Cbetiez d-. la 3 seda.
Gtupenas de m la branca, e de crpe preto para luto.
I fs enlettacLjs i.ara srnhotas e meninas modelo intei
res d nmbraia djj cor, e broncos bordados.
Ljid s co.'tesde bapiiste Fr.u-Ffou.
Oil d; vaj'age fazenda de'go;t> para vestidos.
.Vm desles jnigos que se v;ndem por precos razoaveis teaa outroj que sao pe-
chabas extraordinarias, como sejam :
-Damasco de la com 9 pilmos de largara a l^OO o covado.
Cortes de la Victoria com 20 covados por 100000.
Lias cora listras de seda a 40j rs. o covado.
Ditas nieladas mudo boa qnadade a 3;0 rs. o covado.
Cassa3 de cor a, 240 e 80 rs. o covado.
Alpacas largas bonitos padres a 50Q r.<. o covado.
Lencos de esgui5o muito finos a 3)5 e 4)5000 a duzia.
Esteira da Ludia, m illas para viagem, transparentes, etc.? etc,
"* -------------- p -.. ----------------------,---------------.,-----------------------------------
Superiores cigarros do Rio
de Janeiro.
Domingos Alves Mathetp, ucico agente aesta
proviocu da fabrica imperial oe cigarros de S.
lo de Nitheruiy, enabelacida no Rio de Janeiro,
.smprn ua completo sorlimento da todos os
BROMURETO DE POTASSIUM
L DE'--TV
IiiHOZE
Este novo preparado aprovado pela academia
imperial de medicina, muito se recommenda pela
sua accao sedativa e calmante, sobre o syslema
aervoso, o bromureto de potassium, nao detxa de
lar os mais cerios resoltados as diversas affec-
es do organismo e principalmente as molestias
lo eoracao, das vas digestivas da respiragao, das
vias genito-urinarias, na epilepsia, as molestias
nervosas da prenhez, na insomnia das enancas
laranid o periodo da dentico etc. etc.
Vende-se- na ibarmacia e drogara
de
Bartholomeu- 34RA LAR3A DOROSAfIO-34
Liadas griaaldas com flores e botoes de
laraugeiras com vivos e sem elles, vendem^
se na Nova Esperanza ra Duque de Calas
n. 63.
Oleo para machinas
Vende-se na Nova Esperanca rna Duqae-J
de Caxias n. 63.
Nao havera convnlcjtes.
As criaocas qae usarem dos collares ano-
dinos, qae se vendem na Nova Esperanca,
estirao isentos de convulsoes; pois sao os
verdadeiros receidos directamente.
1^500
1^500
500
160
500
1)5500
5000
inteiramente novo.
I
IlllfiWlUI
roprletatio da amiga renacao do largo do
Pa^n n. 2, pelo presente, fiartecipa aos re?pei-
lavis fregaeias que outr'ora coiuprarara assucar
O
trrovtamo picado e en atas. Tem igualmenu. rtflo,do *a ^^ que !em expoH9to a VM'dtu
afamados cigarros Conde d'Eu, feitos convmag
wfico papel do path> de milho e fumo superior
Para governu de seu; freguezes, que tem estabele-
cido deposito* fillae?, as easas dos Srs. Thomai
PraKise? de Salles R-:sa e Manoel de Souza Cor-
deiro impr, no bsirro do Rajfe, e todo
qo?Dtj fpT vendido em ooiras ca?as wm a &'.xt
#a Mas Nc.vse3 A C. t3o fulificados.
Vende-se por raetae de sen valor, isto pelos
leudimeotus de dez aguas um terreno foreiro, on-
e se acb edificada parte da cidade do Ro For-
ibcso : -tralar com o ba:hare| Marcoliuo Femi-
ra Lima, na sobredi ta ci Jade
. as-
sucares dos meihores ue existe no mercado, os
quaes vende por mdico prec) aflm de que avista
das boas quadades e precio nSo deixarao os bons
freguezes de comprar, e por is;o convida aos res-
peitaveis fregueses a virera examinar para que Q-
quem iuteirados da verdade. Oulro sim, tambera
se encarrega de mandar levar e despachar qual-
quer porcao as estafes das vias frreas.
Vende-se
Machinas para descaroqar
algodo.
Yeoto-se no eseripterio de Joaquim Gerardo de
Baslos toa do Viga rio n. 16, 1* andar, por me-,
asa do qae en ouira qaalqtier parte.
dous tomaos com. 140 palmos de frente e 130 de*
fondo, cada um por beneficiar,, silos as mas da
Deteocio e Gaz : a tratar na ra do Queimado n-
31, loja de miudezas junto a fabrica de chapeos
de sel.
Vende-se nm piano de mesa quasi novo e
mnito proprio para qttalquer principiante, garan-
te-je o bom estado do piano : a tratar na rna Du-
que de Caxias 0. 6, antiga das Crnzes.
RIVAL SEM SEGUIDO
RA DUQUE DE CAXIAS N. 9i.
Jof Bif-odmbo, cem loja de niiutezis,
avisa a to des-es -e-*eaa fregae2es qnovest
errando todo pelo prreo, a vista da fazeb-
da, para todo3 admirar, a saber:
Pecas de filas bordadas mnito finas
Thesouras grandes e pequeas o
mais fino qae ba a lJ0OOe
Caixa3 com 20 quadernos de papel
liso, amisade a rs.
Pecas de tranca de 13a e algod5o as
mais. modernas, a
Frascos' com agua de colonia muita
fina a 400 e
Frascos com agua de colonia ver-
dadera a 800 rs. e
Cb3pos brancos para baptrsados o
melhor que ba a 3^000 e
Doxias de butes cobertos de seda
para vestidos por todo o preco
para acabar.
Libra de artia preta a
Grosas t'e bot5es de louca branca a
Gaixas com 'i 00 eavelopes fazenda
fina a 500, 6C0e
spelbos de moldura dourada a
800 e
Pentes pretos volteados para me-
ninas a
Tin'eiros com tinta preta a 80 e
Pecas de Uta elstica muito fina a
Latas com superior banha 60,100 e
Latas grandes com superior bao ba a
Frascos com oleo de Pbilocome a
500 e
L Frasees cem macass | Peruia a
Frascos ecm agua de Colonia verda-
deira a
Ditos com oleo de ba josa suderior a
Carriteis de retroz preto com 2
oitavas a
Caixas com agalbasfrancezas a 160
160
Pecas de tiras bordadas a 500, 600
800 e
Garrafas com a verdadeire agua
florida a
Carttlhia da Doctrina Cbrista as
mais modernas a
Pacotes com 3 sabonetes inglezes
fazenda fina a
160
-120
800
10000
240
100
20C
2C0
320
800
240
1.JOO0
320
600
240
1.J000
10300
400
10Ra do Crespo10
,Pecas de algodo com 20 jardas a 4J>, 4t00
5*0 0.
Ditas de madapolo a 4J, 5t, 5J500, U, e
Ditas de dito infestado, francez superior a
101000.
Chitas francezas de todas as quadades a 240
280, 300, 3*>e 360 o cova?o. -
Cambraias de cCres a 240 e 280 rs. o covado
Dita lisa de cr a 320 rs. o covado.
Ditas pratas para luto a 6S0 rs. a vara.
Pocas de cambra^ h
e 54OOO. .
Ditas de dita tapada Victoria, a 4, 4S0O, 5|
e 74.-
Ditas de dita transparente, suissa muito fina
com 17 varas, l\f.
Dius de dita bordada com 10 Jardas a 71 e
9*500. *
Organdy branco fino a 700 rs. a vara.
Brtibaniina branda infestada a 440 e 500 rs. o
colado. /
Breunha de 1/nho com 25 varas a 201000 e
251000. .7
Dita de ditginfeslada cora 30 varas a 27/.
Brabante d\ linho com 10 palmos de largura a
2; 500 avara/
Dito de ajodSo a 1/500 a vara.
Atoalhsdade dito e de linho com 10 palmos de
largura ad/500e 3/. '
Toalhaaalcochoadas para rosto a 7/ a duzia.
Ditas ie linho do Purlo felpudas a lOiOOO a
dalia,
ios de linho a 3/ e 4/ a duzi?.
e chita a 21 e 2/500.
chita adamascada turrada?, &/, S/500
Guarda1
Coberi
Di'.s
5/000.
Colchas'
Ditas
W.
de damasco de cores a 4/
fusto alcochoadus a 5/.
Cobertas de l escaras a 2/.
Ditas de algodo brancas a 1 /400.
Colleirtnhes de linho a 500 rs.-
Chafes de merio lisos pretos e de efires 2/000
e 3/800.
Ditos estampados e meia" csemira a 2/ e
2/500.
Damascos de core? a otO rs.
Lentjos brancos ere ca?a Pno?, 2/, 2/500 e 3/
a duzia.
Ditos ditos e de cor abainhado largo a 3/ e
3/500 a duzia.
Ditos ditos de carabrri de linho Gnos a 6/a
duzia.
Ditos de*9gtiiao de liba a 4/, 4/500, 5/ e 6/
a duzia.
Bnm Angola 4 650, &X) e 1/000 o corado.
Brins de linho de cores a 50'J rs. o covado.
Cortos de meia caiemira para calca a 1/200 e
1/400.
Ditos de casemira para calca a 3/500, 4/500
5/500. '
Caserairas de cores de duas larguras, 2/, 2/30
e 3/ o covado.
Ditas pretas, duas larguras a 2/500 o covado.
Pao fino preto e azul a 2/, 2/300, 3/000
3/500.
Dito dito muito fino superior a 5/, 6/ e 7/
covado.
Lans e alpacas de cores para vestidos a 400
500, 600, 7C0, 800 e 1/ o covado.
Toalhas com labyriotos. para bandejas e para
rosto a 8/, 10/ e 15/.
"Camisas de flaneila branca, e de cores 2/,
2/500, 3/, 3/500 e 4/500.
Grosdenapoles preto e de cores 2/, 3/ e 4/ o
covado.
Dio-se amostra? com penhor.
Vende-selambem grande quantidade de ronpa
feita e por medida por precos muito reduzidos.
Cura rpida e radical dos
callos
pela pomada Galopeau
Essa pomada que tao bons resultados tem colhi-
ecegar para o seu deposito especial..
NA
Pharmacia e drogara
DB
Bartholomeu & C. ra larga do Rosario nu-
____________mero 34-
J. 0. G Diyle tem emseu
IV.
armazem
para vender
O SEGUINTE :
COGNAK IIENNESSA.
V1.MIIO XEREZ.
DITO DE LISBOA,
FILTBADEIRAS.
B1TTER
A' ra do Commercio n. 38.
$*
A FLOR DE OURO
?' este 0 distintivo de urna nova e tem montada
loja de joias, sita a rna larga do
Exjsario n. 24 A.
Os propietarios deste elegante estabeleciment lendo em vista os esforeoa trae
fizerara para o collocarem as condicedes de nma grande clienteila, faltariam ao atis
rigoroso principio s.a5o viessem ai collnmnas do jornal scientiflear ao respeilava] |iu-
blico, que no m&mo estabelecimento enconiraras sempre o mais completo soriimetil
de jolas, come sejam : brincos os mais modernos, para adornarem as delicadas Me-
lbas do bello sexo, e qne s vendem a 8, 9 e 10/ o par, ditas para meninas a 4, 3 e /,~1
ditas de coral, obra de apurado go:to a 3 e 4/, Voltinbs de coral com crnzes de ouro
a 5/, broches modernos de 3 a 13/, ditos com pedras e em snas devidas caixinbas a
10, li, 16 e 20/, rosetas lisas, porm bem trabalbada?,- de 2/500 a 9/, ditas coro
pedras de 4 a 15/, escoletas a 4/, ditas com Inscripcjfcs a 5/5C0, anneis de diversos
gostos, e com bonitas pedras a 2, 3 e 44, dilas de perolist esmeraldas e robras a 6/,
ricas cruzes de esmeralda e rubim a 12, 14 e 16/, ditas de onro e coral com vistas pho-
tographicas a 3, 4, 5, 6 e 7/, figas de coral a 2/, eadeias para relogioa a 20/, dittas a
6/500 a oitava, guarnieses comeres botSes para aberturas a 4/, dito3 de pedrlnbas a3/500
o par, ditos para ponhos os mais modernos a 7 e 8/; alm de um variadissimo sprtimen-
to de joias de apurado gosto que recebera por todos os vapores da Europa; como
sejam : brincos, bracelete?, alfiuetes, aderecos completos, cruzes, rozetas, anneis da
bnlhantes, esmeraldas, peroJas e rubins. MedalbSes, yoltas, trancelins, anneis cem lat-
irs e de diversos modelo?, oculos e pencinez de ouro e prata dourada, relogioa de ou-
ro e prata de afamados fabricantes, salvas de prata de diversos lmannos, ricos palilei-
ros e faqueiros, colheres para chi e sopa, maracas para enancas, e urna inflnidade de
objectos qne seria enfadonbo mencionar-se.
Os propietarios da Flor de Ouro garantem vender mais barato que em outra
qualquer parte, para que estar aberto o estabelecimento das 6 horas da macha ai 8-da,
nonte.
Iflilll
l?WS(
i
65
RUADO DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Tendo-se resolvido dVra avante vender-se neste-estabelecimento toda as fazea-
das existentes no mesmo, por precos qae todos admirar3o, acho de mea dever partici-
pado a todas as Exmas. familias em geral, afim de virem visitar este estabelecimento
ou mandarem bascar amostras, garantindo-se-lhes um bom sorlimento de fazendas d
algodo, 13a, linho, e seda, emfim urna infinidade de artigos de moda maodando-se ii
casas das Exmas, familias, por empregado da casa, toda e qualquer fazendapara verem
oa escolherem.
As pessons qne vendem em menor escala poderSo bem sottirem-se neste estabe-
lecimento qae vender pelos mesmos presos qae em qaalqaer casa importadora, tende
a facilidade de comprar qualquer porcao.^
O 65 tem am completo sorlimento de roopas bem acabadas o que vende por
presos mnitissimo commodos, mandando tambem fazer por medida toda e qnalqaer obra
que os concurrentes desejarem para o que tem um dos mais babilitadissimo mestrs
alfaiate, cortando por um cystema inteiramente novo.
Os annancios nesta praca esi5o e por cero devem estar desacreditadissimos, pois
qae ha casas qae annacciam aqoillo qae no teem, o que o 65 garante nunca dar-se en
seu estabelecimento, pois qu s deseja bem servir ao publico em geral, para ganhar
grande nomeada em todo o mando.
O 65 acha desnecessario mencionar os precos de-suas fazendas pois que isso tor
naria-se demasiado macante para os leitores, por ter de ser demasiadr. extenso sea an-
uoncio, e mesmo para se tornar menos desendioso, pois qoevendendo mnito e muitc
barato mister encurtar suas deppezas. A sinceridade dos tratos do 65julgo que j o
publico conhece demasiado, pois que sempre tem cumprido com aquillo que annojicia,
n5o verdade ?
E' INTIL, NAO SE CAN CEM, COM 0 G5 NINGUEM PODE COMPETIR
RA DO, DUQUE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
Escovas muito finas para limpar os
den tes a
600
240
Ateatrao de guyat
LICOR CONCENTRADO E TITULADO
E' um poderoso remedio contra as seguintei
molestias: bioocbtes, eatarrhos pulmonares, tos-
se, rebeldes di ilusos, rritacao do peito, males da
garganta, phtTsiea pulmonar, devis pesia, catar
lio de bexiga, molestia de pelle, perda de cabel-
lo?, purgagoes antigs e recentes, etc., etc.
DEPOSITO '
Pharmacia de Ferreira & C.
SUCCESSORES DE J. A. PINTO
10 -RA LAEGA DO ROSARIO-10
-JLOL1l
DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo u. 9
Acaba de- chegir pelo ultimo vapor diversos ar
t'gos de novidade, como sejam :
Lindas tooquinhas enfeitadas para bapthado ;
assim como chapojinhas.1 _
Sapatinhos de eda e de merino.
Meias de seda e fio de Escocia de 1 a 12 anuos
de idade.
Ricos leques de madreperola" todos aberto?, e
melbor que iia neste genero ; assim como ou-
tros de madreperola coai seda, fazenda- requissi-
ma; tambem recebeu grande sorlimento de le-
ques de daso fingindo marfim sndalo e madeira,
tanto para senhora como para meninas.
Superiores ligas de seda para segurar meias.
Meias de borracha para quem soffre de inxaeOes
oa erysipela. v
Seda frouxa para bordar todas as crs.-
Froco de seda para o mesmo im.
Retroz preto e de cores em carrflij.
Filas para cartas de bastareis.
Quadros para retratos.
. Luvas de pellica, e de seda, branca pretas e de
lindas cores."
Superiores capellas para noivas.
Lindos alfiuetes de madreperola para peitos de
senhoras.
Lindas abotuaduras para colletes.
Laa- de todas as-cores para bordar.
Superiores pencenez de ac.
Muiio finas thesouras para costura, unhas e
para cortar cabellos.
Superiores peutes de tartaruga para arregacar
cabellos.
Tintan ngleza para tingir cabellos, a verda-
deira.
Grande sortimento de franjas preta3, largas e
estreitas e lindos padrSes.
Lindos babadinbos e ntremelos bordado?, tapa-
dos e transparentes.
j
NMpt h *'.
56 A

Ra do Mrquez de Olinda56A
outr'ora ra da Cadeia.
LOJA DAS MACHINAS
Sendo este anligo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommea-
dado pelos grandes depsitos, e bons sortimentos com que sempre prima em to dai
melhoras, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para algo-
d5, desde 10 60 serras. e havendo em todos os lmannos diversidades de sysie-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarecamento; tornara se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agriealfores; os quaes, alm disto, encontrara
tambem mais:
lv
Libras sterlias.
Vende-se no armazem de fazendas de Aogusto
' r. do Oliveira 4 C, roa lo Commercio o. M.
Xarope de Tedegoso
E' de urna effljaca verdadeiramente maravi-
fhosa como calmante do syslema nervoso e ap
plicado contra a paralisia, asthma, tosse convulsa
ou coqueluche, loase recente ou aotiga, snffoca-
roe., caannos, broncbile?, etc., e em geral eon-
ira todos os soffr mentos das vias respiratorias, e
oa phtisica pulmonar, sua virtude contra o ttano
ou espasmos, e convulsSes ineonlestavel. a nin-
guem ba qne a desconbeca. *
DEBITO
Pharmacia de Ferrei k C
. SUCCESSORES DE J. A..PINTO.
tO-RUA LARGA DO ROSARIO-10
(JttBto ao quartel de polica.)
Veade-sa ama armado e alguna perteoces
na roa de S. Joio n. 1. ^^
D. Anna Francisca da Fonceca Piraenta pre-
tende, jender a olaria denominaba Taquary, no
todo ou reulhando o terreno ; assim pois quem
pretender dirija-se a annunciante na estrada no
va do Caxang para contratar, aflm de que com
dados certoi possa cbter liceni^a do juiz de or-
pbaos para dita venda, visto ter sua fuha menor,
parte em dita olaria.
Aparados vapores logomoves, de forja
de 3 4 cavallos, epertences.' '
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e la-
deira.
Carros de m5o para atierros.
Tinas de madeira.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guardas-comidas. '
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuses de ferro.
Ditas dita ditos de madeira.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Perteaces avnlsos para machina.
Salitre refinado.
Brea superior.
Moinhos de diversos fabricantes para
milho e caf.
Debulhdores para milho.
Azeite de spermacete para machian.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
/ Ditas.americanas.
\ Cofres de ferro patente.
' Canos de ferro esm?ltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chombo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
\
ATTENfjAO
Vende-se a taberna da rna da Senzalla-Nova
n. 6 e 22, com poucos fundos.: i tratar na mes-
ma.
POPELINA
A1^000
Popelina de seda a liooo o covado, pechin-
cha : na leja de Guilherme Garneiro da Cunha,
ra do Cresoo n. 20.
Chega para todos
Presuntos de Lamego de superior oaalidade a
400 rs. a libra e 880 rs. o klllo : em casa de Po-
cas k C, roa Esireitk do Rosario n, .jooto a
ifreja.
Emfim muitos outros artigos, qae s avista e neste estabelecimento poderlo aw
examinados.
DE
ERNESTO & LEOPOLDO
N. 2 D Ba do Cabug N. 2 D
Acha-se montado de forma tal este estabelecimento de joias. qae pode
vender aos seus numero-os freguezes em grosso e a retalho epor precos
mui resumidos visto que recebe de conta propria por todos os vapores de
Eoropa. O gosto de desenho de suas joias mais lindo do paiz das
modas, ouro de lei, brilhantes verdadeiros, esmeraldas, robras, perolas,
terquezas, saphiras, coral rota etc. etc. Obras de prata do porto tanto
para igreja cerno para servico domestico. Convdanos as Exmas. familias
a visitaren! o dito estabelecimento todos os dias at 9 horas da noite,.
CoBtpra.se ooro, prata e pedrts preciosas em obra3 vojhss.
-
MUTILADO
I1E6M


,




.



*
Diana d Praambao SaMaido 11 de Noveuibro d 187i.
DO
CYSNE
I
DE
FIGDEIREDO ft LOPES.
RA BAIHPERATRIZ \ U
Os proprietarios deste importante e sympatbico estabelecimento de fazendas finas,
em avisar ao respeitavel publico e particularmente a soa numerosa fregnezia, que o
GYSNE acaba para bornees como para senboras.
E' ocioso ciar qae os proprietarios da loja do CYSNE naturalmente providentes e
'atn espirito alts mente conciliador dos interesses alheios com os setis, eem sempre
legoido o magnifico iystcma de offerecer venda fazendas de todas asqualidades e pre-
so* relativos de forma qae fcilmente podem fornecer artigos de sua casa accommodados
* todas as tartanas e noeios.
E sobre todas as conveniencias e mcios preferivel comprar no CYSNE em con-
lequencia da sinceridade e barataza com qae negociam rs szus proprietarios.
No lojvcvel empento de justificaras suas operacoes convidam as Exmas. familias
^ visitar a sympathica oja do CYSNE chamando asattenfoes do publico en geral para
u legumtes especialidades e precos.
PARA, NOIVAS.
Veos, capellas, sedas e popelinas *rancas
de cores, gollas, penhos e camisas bor-
ladas) tudo caprichosamente escolhido e
para varios precos.
CRETONE BAPTISTE.
Fazenda lisa de urna s'cftr, de cores di-
versas, para vestidos e tambem propria para
tombras.
CAMBRA1AS
Transparentes de 8 i/i varas desde
1500 at 8> a peca. Victorias muito finas
le 40 at 8000.
CORTES BORDADOS
Fazenda branca de delicado bordado
baiios precos acompanhada do. competente
gurino.
LAS
Variadissimo e rico sortimenlo desde a
la lisa barata de 45 at a de listras de seda
oais cara que pelo prego que vendemos
por assim dizer de graca lista dd gosto
qualidade.
BAREJES
Lindos padr5es aos precos de 360 e...
400 ra. o covado.
SA1ASB0RDADAS
As que o CYSNE vende sao bellas e so-
wtiom.
LVAS
As melhores e mais procuradas luvas de
lonvin, brancas e de cores sao as que o
GYSNE expoe a venda.
BALOES
De cretones com babado e bordado, di-
tos d& arcos a 1(5-100, pechincha sem rival
ao genero.
CHITAS.
Completo e grande sortimento de todos
ts precos de padroes modernos e cores fi-
ta*.
GROSDENAPLES
Finos de todos os precos e larguras so
4 CYSNE pode vender barato-
FLANELLAS
De cores e brancas de 500 rs. al 15300
covado.
Desculpem os nossos freguezes termos: sino om pouco extenso na narracao
ALPVCAS
Lavrarlas de'500 rs. a l^OCO p covado,
especialidade do CYSNE que n5o conla com-
petidor.
MAD\POL0ES
Francez de 24 jardas de 80 at. 10#000,
inglez de 5(5 at 85000, e muito fino.
DAMASCO
Com 8 palmos de largura, dito eslreito.
CORTINADOS
Para camas e janellas de todos os tama-
nhos, cambraia para o mesmo fim de 20
varas a 105 a peca.
ATOALHADO
D3 linho adamascado, dito de algodSo
muito finos, bramante entrangado. e liso, e
barato so o CYSNE vende.
GUARDANAPOS
Grandes e pequeos, i
SETINS
Para todos os precos e diversos pa-
droes.
PARA NOIVAS
Camisas bordadas, peitos colarinho e
punbos lisos.
PARA LUTO.
Meneos, princezas, alpacas, cantao, bom-
basinas, chitas, cambraias etc., etc., por
precos que s o CYSNE vende.
PARA HOMENS E MEELNOS.
Brim pardo a 610, 840 rs., 10 e 15500
o metro, gangas de 400 e 440 rs. o cova-
do, e tambem temos o afamado brim de
angola.
CHAPEOS DE SOL
Para bomens esenhoras dos melhows
fabricantes da Europa.
FILOS
De seda, ditos de linho, pretos e bran-
cos a mais baratos que em outras loja.
MEIAS
Para todos os lmannos e qnalidades.
CHALES
Do merino lisos e estampados, pretos com
franja de seda, ditos com franja de la es-
peciadadedo CYSNE. fc
.ai-
jumas novidades pois com quanto seja nosso interesse tambem o dos nossos fregu-
us que querem e gostam andar na moda.
Ra da Imperatriz n. 64.
JOAQUIM
LOPES
MACHADO ft C.
Travessa do Corpo-Santo n. 25
ARTIGOS AMERICANOS
Cylindros para padaria.
Carros de mSo para conduzir fazendas.
Machinas para descarogar algodo.
Polias de diversos tamanhos.
Canos de ferro galvanisados para enea
namento d'agua.
HUB
OBJECTOS PARA CARRO
Oleado preto para gnarda-chuva de carro.
Dito de cores para forro de dito.
Chicotes para dito.
Ponas de lanca.
GalSes de sed.a para o forro de dito, es-
treitos e largos.
Pregos de cabeca de marfim.
Escovas para dar graxa.
19 Ra Primeiro de Marco' 19
fiado renovado completamente a loja do predio, ern qu?. teem o scu es-
tabelecimento,
19=-A ra Prinier>) de arQo=.I9
com aqnelle asseio e elegancia desejave, acham-se a? esplendido sortimento de fazendas finas e modernas de
SEDA, LA, LINHO E ALGODAO
todas do ultimo gosto, e continuara, a ter como sempre, diversos.
ARTIGOS ESPECIIS DE SUA GASA
Garantem, com toda
a sinreridade, vender
por menos que qual-
quer outro,- porque
recebem rm direitura
a maior parte de suai
fazendas. .
19 RA I.' DE MARCO 19
(inliga roa do Crespo).
100 milheiros
Be telbas e lijollos de todas as qnalidades, Ten-
de-se por menos 5(.00 era milhoiro da que em
otra foalijoer parte ; na diaria da rus dos- Pra-
xerti'D. SO, de Jase Carneiro da Cuaba.
VEMDE-SE:
P* de era ve i ros e eraros trancos : na travessa-J
4* Poale delfeboa. segunda casa a beira do-Rio.
Faririha de mandioca
Faz-se negocio
O dono do grande e acreditado eatabelecimento
de fazendas eilo rna da Inperatriz n. 2, com a
denominacaoPav.lho da Auroraresolved ven-
der o" dito esfabeleeinrenlo porjnotivo que dir ao
wmprador, oqoal se vence livre-e'eeembaragdo
de qoalquer onns, a praso on a dinheiro, conforme
se confeccionar : a tratar no mesmo ealabeleei-
mento.
i de bagar de Santa Catiiariaa, abordo
do patacho inglez Mary Blo;k, superior farinha
de mnMlInti .mmnu vende a granel a borlo do
mesmo navio. Para tratar com Jos Victorino de
Reiende C, a rna do Mrquez de Oltoda, oa-
tr'oraCaieiaa.tJl,
Para noivados.
Fita? especiaes t preparadas para latos da cor-
tinados de cama : reeebeu a ?fova Esperanza, i
rna Duque de Cax as n. 03 : a ellas antes qoe se
acaben), pois vieram sement seis o $ao lindissi-
mo?.
VRLAS Dfi CMU
pelo menor preco possivel : na ra do Yif ario
uomero 19.
i"VFALQII
N'ESTA ANTIGA E CREDITATA
FABRICA
ISCIITII || cmilIUHITI I CI1ILII0 IIITIIIIII II
CHAPEOS SE SOL:
De todas as qualidadeal
De todos os feilioe I
De todas os pregos I
RA DO CRESPO N' 4
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CQ

5
4
i
i
Cofres de fewo^....^
irronQS para COpar ^e
Balanzas de peba^?ieIB1,lf Rom4Blf>^.
Tachas de ferro^^o. ^
Arados American*
trratteS. para agrcullora.
Carrinhos de mao.
Machinas a Vapor
JXLaCilinaS ^ descarocar algod3o, de 10 at 40 serras.
Chapas de ferro
galvanizadas para cobrir casas etc.,
Estes artigos venem-so em
casa dos irnportaJore.
Shaw, Hawkes 4 C,
N. i IllIA DO BOM IESDS.
(otr'ora ra da Cruz )
1

wmm
SOFFRIWENTOS D'ESTOMAGO, CONSTIPAQAO.-
Cura cm poucos dits pelo CARVO DE BELLOC era p ou cm pastillias:

ENXAQUECAS; NEVRALGIAS. Essasaffeccses rio di-
sipadas rpidamente pelas PEROLAS DETHEp 'l'CLUTIS. i
ANENlA, A PALLIDEZ c os rfrinientos que necessitamdo
emprrso ilos ferruginosos s3o sempre" comLatiJos com o mclhor resultad*
pelas pihuas DE VALLET. Cicla Pilula tem incravado 5 noree NBB.
PO DE ROG. Basta disolver un frasco d'este po em mtio
garrafa d'agua para se ol>t r una liionada agradavel que purga sem fa-
icr clicas.
ViNHO DE QUINUJM de Abarraje. Este vintio, um do
poneos cuja corpposiQo i garantida- constante, urna das melhores pre-
para<;6es de quiniuo, sem accJo notavel soiire os conva'.esccnlcs, dado-
Ihcs forca e apressando volta a saude. Cura as febres antigs qu re- -
sistSo ,ao sulfato de quinino.
MOLESTIAS DA BEXIGA. A maior parte destas mote*-
C_. como as sciaticas, lombagos, itarros, e todas as. dfires nervosas era
geral sao curadas pelas PEROLAS DE ESSENClA DE THEREBNTINA do
Dr. Clettan. 0 prof.ssor Trousseau em scu Tratado de tkerapeutica acon-
selha as para serem tomadas na occasio do jantar, na dse de 4 i 12.
OLEO DE FiGADO DE BACALHAO DE BERTH.
Garantido puro e do prinlira qualidade, un dos poucos aprovados pela
Academia de medicina.
AVISO. Todos estes medicamentos foram aprovadot pela Academia
imperial de medicina de Varis.
DEPOSITO _
Ib Parla, L. FUERE, 1, rae Jacob
tHt-jKUln. Poposchellk ; IIeriiahii 4 Pernambueo. 1I*cbeb et Cu.
Vesdobpi.
fahia.....IhssEetO.

'



BKmi> ',-VJW
VIGOR
BWBBBPVi"."'* -yT*"

^
inc* se vio oro processo^mais perfeito e que at-
i de tal forma a satisfazer as exigencias mais
vtraa da escripturago.
k toa cor lindissima e nao precisa de cuida-
o algnm para se conservar no tinteiro sempre
oa a'mesma er, sem borra, crsta, bolr ou sem
jis estas mazellas inherentes todas as tintas
.t agora conhecidas, anda mesmo. dos melhores
-atores estrangeiros.
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca a
anuas de ac, antes pelo contrario, a peana
dqojre nm esmalte doarado qae, sendo interes-
ante, asss proveitoso.
Xiu tinta; nao sendo especialmente para copiar,
a eomtado duas, tres, ou mais copias nm -mes
pois de escripia ; preciso, porm, deixa-lhe
: papel ben; molhado sera o enxngar com o roata-
^orrao, perqu nao ba o risco de honrar. Para se
I irsa* mais de uraa-epia, oaa se afgiomerara tas-
u foibas qoantaj copias se aaecam tirar mas
w-se cerno original tirar urna tantas qnaoias
je*jam,eem qae o original flqua preiodioedo
na exlracfies. *^^
Occorr'ejqni dixer qae, para copiar importa
tita iateTfljfenda e habilidade, sem e qne a me,
w tin aw i*Vnhi, e o deeito recae sempre
okr* a tinta, qae mailas vezes quem menee
Ipa tem.
i denla qnalidaie detu tinta extremamente
fraeiaVBt, pois oue evita qae em qnalqner e-
nftorio-heja mais do qoemm< tinta para edi-
-uoeinfsttres.
quanto sna darabilidade, nao ha a.oppor
,'c;r david* pois qaa MU tinta 4epo d es-
eripta soffre o choqne de cidos fortissimosL sem
se decompor ; ora, se os cidos nao tem acejio so-
bre ella, muito menos a accao du tompo a' poda
destruir; isto plausivel.
Nao s.ao commereio que este meo producto
veio ser til; os professores dos collegios, investi-
gando todos os meios para o adiantamento dos
seas discpulos, tem approveitado esta tinta, qae
com razio a acharam apta para desenvolver o
gosto nos educandos, em conseqaencia da k lea
da cor e facilidade de correr na pequea pela sna
liquidez. Ha exemplos de c.;ncas que havia
muito tempo tinbam ama repugnancia extrema
para a escripia, logo qae foi admittida esta tinta
no coliegio, apoderou-se deUas a enriosidade e o
gosto, a poneo tempo depois o sea adiantamento
era manilesto.
Esta tima, par de tanta vantueM, tem om
tnico inconveniente, detetlota-ae *i -in'T*"* de
outra qualquer; cenvem pois te-la em tinteiro
isentoa do" menor vislumbre de entra tinta, 'e evi-
tar esc rever coma peona toja de-oma prepararlo
differente e incompativl; verificando iato, nao ha
razao para se usar de tinta qne nao jeja a VIO-
kETA EXTRA^nNA DB Mof(TBaO.
Observapao.
Diversas falsiflcacSes e semelhaneas tem appa-
recido, cuja durabildeie duvidgia. Os Srs.
eotepradore* podem evitar o engaso dirifibdo-se
casas circumspeU,i.e pedtndo a tinta que en
ttrioo
v i. C Bnteiro,
D CELEBRE E FESTEJADO CUIMICO
GRANDE PRODIGIO E EHPERHO DA POCA
Nao ba parte alguna do corpo que mais dependa da su< belleza, do que
a cabello bonito. Sejam as nissas feifes ligeiras, mas lenharaos o cabello bonito,
iis-cos com um rico encanto ; pelo contrario, seja o cabello roco e spero, eis que
;ode nossa physionoma, por m3is sympatbi.a e expressiva que sej, por si s, esmo-
rece, e assnme um aspecto sem iGteresse.
Neste senlido desejamos mui respeitosamente chamar a especial attencSo das
senhoras e cavaloeiros de bom gosto para a delicada preparacii.) cima mencionada.
O Vigor do Cabello o resultado de urna Tonga serie de estodos p'ofandos,
emprehendidos peio incansavel chimico Dr. Ayer, auxiliado por outrng prof.ssore emi-
aentes, com o tim de descobrirem urna nova preparac5o para os cabellos, que, sem
xwter as propr edades nocivas qne se encontram nessas outras, que mais tarde occa-
$ionam a perda dos cabellos, fosse realmente eQcaz para conseguir outros effuilos de
n muito desejados
O Vigor do Cabello, nao nina tintura, nem contera substancia algoma inju-
'iosa. N5o suja asmaos, nem a cabeca, e nem a cambraia raaii .tina. 0 Vifor pro-
aette:
Conservar, augmentar e aformosear os cabellos.
Impedir a formaejio da caspa. Evitar e corar a queda dos cabellos, e restau-
rar a cor natural. Torna os cabellos ruados. seJoses e brilbantes, perfua.asdo-os
;om um odor de rara delicadeza. D nova vida aos rgaos,vitaes de que depende o
jrescimento do cabello, fazendo-o crscer abunlante e viffso. Com o uso quoticLano
do Vigor, as calvices serao neulralisadas, ceso as glandes copulares nao se achem cor-
rompidas. -
Senboras e homens que antes da idade se vem cheios de cabellos brancos, e
^oe tem perdido a esperanza de ver restituida a sua belleza natural, este bello orna-
mento pbysico, regosijar se-ho quando viro na os effeitos qoe pdem conseguir com o
380 do Vigor. Para os toilettes em geral. n5o se poder encontrar perfume m3i agr-
lavel e delicioso do que o Vigor de .Ayer.
Vende-se fcm todas as drogari &*, pharinacias e
irmarilios do mundo.


W. R. CASSELS & C.
DEPOSITARIOS E AGENTES GERAES PARA O IMPERIO DO BRASIIL.H
Rio de Janeiro

A TR10IIM 1

.*
GRANDE SALAO DE CABELLEIREIRO
RIJA UO IHt.HK SK CAXI1S IV, O
(ANTIGA DO QTJEIMADO)
DELSIIG, SLGGESSOt DE J1YJ1
Havendo comprado o estabelecimento de cabelleireiro, faz d'i.-so sciente ao respeitavoi pu-
olico de Ptrnambuco, convidando-o ir visitar esse estabelecimento, onde ha de encontrar todos di
trabalhos com asseio, perfeiclo e urgencia. Tambem o previne de que tem pefumarias Anas, por
preco commodo e outrosim que faz lodo e qualquer trabaibo de cabello relativo sua prodseao.
P. S.Avisa aos seus numerosos freguezes qae conaa na soa oaira casa, ra Primeiro
le Marco, amiga do Crespo, n. 7 A, 1* andar, onde bao de encontrar grande sortimento de perfumara
i objectos de pbantasia.


Cabelleireiro de Paris. Ra Duque de C ixias n. 50 e
ra Primeiro (Je Mar$o n. 7 A primeiro andar.
_______________________________________________________________ii-~~:;________
CASACAUVIMAJR
riiarmacevnico privilagiadq
. f-u.essor .
Sbkttopol, !>B PAR.
NOVAS ESFiC.'AOAOES "ft/MAMIOER
AprcsauUas a Auilejait 4-hcuias e. a* liililiilo ti frttfi,
JECCO ^r^rUlt&j^^
PrtTWtivi e ciratha-iaj MOLESTIAS CONTAOJOSAS.
'flo VMOme t nm .ido. Sffrlii*! d-
Ul"|iii(i incun eniBlci < fraaflldaii.
ESTO JOS .* ^$^$&$(*"m
COLLYBIO Calra a affoeoois'das plpebr* .
BARTHOLOMEO U
a Depositarioa geral pm e BBAIWL e IMMrtTI tl>
3, m larga do Rosario. PCJHKTMBUGO.
\ mm I


friain* do Prnamlaot ^bbado 11 i NovembfO df 1871
IJTTERATBRl
Tu e eu.
i MINHA MA10B AMfA A. B F. AORADA
Tu s a lo que coia rajos fulgidos
Pova os (us;
F sou o praRlo que o pro crpo verle
Lcnge dos scus.
Tu s a estrella que raais linda brilba
No manto azul;
Eq sou a bri a que o luo d) norte
Il"jou ao su1.
Tu s a ave que festiva tros
No verde prado;
Eu soo o canto 'la pombioba auseaie
Do seu amado.
Ta s a leve borboleta d'ouro
Lega gyrando...
Eo sou a noite jue o descante pas;a
Triste, scaaodo.
i
Tu s a fDte crystalina e pura
Dos leus descida;
Eo sou a flor q'em deserto rido
Vive esquecida.
Tu s a branda viraclo da tarde
D'aromss cheia;
Eu sou a concha que rolando vive
Na branca areia.
Tu s a rosa que se ostenta airosa
No seu juilan ;
Eu sou a foloa que, lutando sempre,
Cahio por fim !...
loga, 9 de julho de 1871.
Laciu Eulina Galvo.
Tena encantes.
As manh3s festvae3 da primavera,
A brisa perfumosa divagar,
Ah t au teem a ternura magntica
D'um teu olhar!
A rosa no vergel se eotre-abrindo,
Loiro archanj i brincar no paraizo,
Ab I nao teem o encanto fetticeiro
D'um leu sorriao.
A aurora que desponta donairosa,
A la que nos cus fulge brilbai.te,
Ah f nao teem a belleza seductora
v Do teu scmblaute .
A harpa^stHi'fOSd, alm ouvida,
O festivo trinar dos rouxines,
Ab I nao teem a celeste meloda
Da tui voz I
Inga1871.
Laura Eulina Galvo.
VARIEDAD
BOM RE I Um jornal oglez publicado
na India, insere o seguinte extracto do dia-
rio do Sbah da Ptrsia. O Re dos Res,
diverte-se todos os mezes de yero nos
campos de caca ao norte da Persia, e ilus-
tra o sen povo maodanio-lhe o seu diario
escripto pelo Dustkhutt Mobarok( sea
proprio abarloado manuscripto) ao Times
da Persia, o ooico jornal no paiz, publica-
do seruana'mente.
O seguinte um exemplo deum dia-
visto que por wn dia se aprendem os mais.
c L'ivant'-i-me muito cedo esta manh5a,
p \vh\ o meu ca, montei o cavado branco
quo me foi dado por.....e levei a espin-
garda uMDCeza que carregada por de traz.
Aiguns dos meus principes me acompanha-
fizamos levantar um antlopetodos lhe fi-
teram fogo. mas nao lhe tocaram, o que
foi orna grani-i desconsolacao para nos.
Foi depois almocar. Depois de ter comido,
mrebei em direcQo a ... Vimos urna
labre, eu proprio Ibe fiz fogo, e lbe acertei
com tal habilidade, que todo o exercito
cou admirado.
O seguinte o extracto particular de
um diario da mesaaa data.
t 12:000 jessoismorrenm defome esta
primavera, era Ispahan, 27:000 nesta pro
vincia. O pao mo vendido a 120-ris
o arratel. Temos em perspe Uva urna poca
to m ontra vez.
E' um monarcha aflmiravel este Sbah da
Tersra!
' GURA D V G\RDUCLOSE.-Poblicou o
jornal trunce^L'i Sictc um artigo muito
interessante,-dando unta de urna descubarv
ta asgas valiosa, e qne, se produzir, os ef
f=ilos maravilbosos q je se asslgoalam, 1-
' vrar a humaaidada das conseqaencia; tan-
tas vezes letbaes da terrvel trafermidade
em queslo ; doenca que, ainia quando se
cora, occasiona ao paciente tormentos era-
cuntes du ante o taUm-nto.
O artigo diz ssim :
t Ticemos repetidas vozes occasiSo de
notir/.s desastres camayos palas affecces
'carbunculosas, suscitada pelo coot-igio de
janimaes.
i NAl agora enravam sj diflicilm'ente as
| pessoas atacadas dela molestia ; a maior
parte das vezes morriam entre horriveis
soff imentos.
Devese pois acolher com verdadeiro in-
teresse a comraunicacSo feita pelo Dr. Da-"
clat academia das ciencias, na sessao d-
2 de outobro, dtnde resolta que qualquer
pessoa, ainia que esiranha medicina po-
der salvar da morid os desgranados que
tenbam pstulas malignas, ou o carbnculo
do liomem.
O especifico revelado pelo Dr., Dclat
consiste D'um novo e poderoso meio de
empregar o acido pben co, que elle exper-
m'iitavt des le muito tempo e cujos resul
lado?, hoje confirmados por factos numero
sos, nao permiltem o duvidar da sua ef
ficacia. /
Este meio consiste en injectar o acido
phenico no tecido cellular, de maneira quj
se introduz directamente no saogoe; -mas
como meio mais simples e que pode ser
roais f xilmeale empregado, o Dr. Dclat
indica o que convm fazer na ausencia do
crnrgio.
Basta, diz elle, cauterisar largamente a
postula maligna com o acido phenico puro ;
conservar sobre esta pequea chaga uns
pnucos de rjos, que davem estar sempre
molludos com agua pheniea a 3 por 100,
durante quarenta e oito horas aproximada-
mente, e ftter beber por vinte e quaire
horas ao doente eincoenta cent;-gram,Mi s
deste, acido mis'.uraio cora rento u cenlu
e ciocoeota grammas de xarope simples.
Durante o cerco de Par s, o numero dos
cortadores que foram atacados desia cruel
molestia, elevou-se a ciacoenta e nove
l)ous foram ratad s pelo methodo ordina
rio e morreram. Oito, tratados pelo Dr.
Dclat, pelo meio da njeccSo sub cutnea,
e quarenta e nove, tratados com o acido
phenico pelo inspector do matadouro de
Gren.-lle, M. Rouillard, foram iodos curados.
A obseracao raais hotvei a que se fez
n'ura b:mem chamado More. Este homem
fjra contaminado da pstula maligna pelo
mesmo bo que licha communicado o car-
bnculo a potro homem chamado Rupailli,
que desta doenc fallecer no hospital Ne
cker. Esta observacj scientiGcamenie
notavel ain a sob oorro ponto de vista, por-
que o citado Maire, ainda que gravemente
roente c"curado pelo acido phenico foi ata-
cado segunda vez de pstula maligna, al-
i^uqs das depois, e curado de novo pelo
mesmo process).
Todas estas curas sao attestadas n'um
rotatorio offlcial dirigido ao ministro pelo
inspector do matadouio.
A acideraia nomeou orna commissSo,
pira dar o seu parecer acerca da efilcacia
de t5o precioso deje .brimento. E' com-
posla essa commissao de MM. Pasteur,
Bouley e Boussingault. *
da Prosia, representado por sea sobrinbo
Carlos Hoheazojlern,, principa reinante da
R mana. 3
BOA IDEI Diversos jomaos madrile-
os referem a segrate engracada ane-
dota :
t Um corto individuo, grande caloteiro,
mandou fazer, ha seis meze., um denta-
dura completa-a :-3o a pagava ao dentista
por m;is que este lhe pedisse a quantia de
que era erado.*. Ante boatem o dentista
i-screveo-lhe do segu nte nudo:
< Meu obaro senhor. Envi a V S. a
copia do annnncio que a Correspondencia
pub ica. amrabia so o senhor n3o me pa-
gar hoje a coata que me dev De V, S.
affectuosissimo, etc. >
t O annuncio era concebido nos segan-
tes termos:* Veode-se urna magnifica
dentadura por preco coatmodo. Pode ver
se na bocea do S*. F., o qoal so poder
encontrar todos os dias emsua casa, ra de
tal, oo s noutes no caf da iberia ou no
do passeio de S. Jeronymj, adiante da casa
Lhaidy.
t O dentista leve ogosto, emeonseqoen-
cia desta feliz lembranca, de recebar im
mediatamente o importe da dentadura.
ARMAMENTOS DOS ESTADOS EURO-
l'EUS,O diario francez L'Union publica
a seguinte curiosa noticia sobre o systema
das diversas armas ho;e adoptadas^pela
maior parte das naces europeias :
FrancaEspi garda modello de 1866
ou Ghassepot. Calibre de II iif.ll., 4 estrias
helicoidaes, 5 grammas 50 de plvora e 2i
gr. de chumbo.
Inglaterra.Em consequenna de um
concurso aberto em 1867, o gorerno inglez
adoplou a espingarda Henry Martioi. Caire
ga-se peU colalra; 7 estras. Cariucho
cnico do peso de 46 gr. Na escocia de
tiro deWimbledjn.de 14espingardas aprc-
seutadas, a Henri lanini oble ve prime-
ro lugar ; o Chassepot foi eollocado e 14.
Segundo as declaragoes de Gar.lvrel", o go-
verno nnba nos arsena-ts de deposito, em
principio de 1871, 28i:29D espingardas 9ni-
der ou espingardas Enlield, iransfoi madas
segundo n syslema Snider.
HollandaEm 1863, o> bollndoles
recebirau orna boa arma de carregar pela
culalra, de calibre de 12 mili. t>. Em 18<>7,
foi transformada esta arma segundo o sys-
tema Saider. e o governo trata j de adqui-
rir urna nova espingarda. A arma actual
encllente ; a carga de plvora & de 4 gr,
5, o o projeclii pesa 23 gr 2.
i Blgica A infanteria belga ternura
espingarda (modello de 1863) Uausormad*
pelo sytemvi Albini-Brand iny. O antigo
calibre foi reduzido-de 17 a 11 mili A
arma belga composta ao mesmo> tempo-
dos systemas Snider, Wanzl e Amsler.
Suecia eNoruegaDesde 18-'n8a 18J4
os suecos t;em mudado seis vea de ar-
mamento. As autoridades militares dos
ilous paizes adopttramo Remington modi-
ficado. Calibre d^ Ift mili. 66.
a DinamarcaEm 1868 a infantera di-
namarquesa foi armada com urna espingarda
Remiogtoo, um pooco differente da arma
sueca. Calibre de II mili. A cavalleri
tem carabinas do mesmo systenaa.
t Allemanianha do NorteDucado de
Bjden Wurtemberg Espingarda de agu-
lln. Calibre de 4 mili. 4. j,
t BavieraEspingarda Werder. Carin-
ga p la colatra. Calibre de 11 mili. A
de 11 mili., o de Berdan, da 15mil. As
e.-tria* do segundo teem 4 mili de largura.
Ai espingarda Krenk fai ricaram-se em
Warschau ; as de Berdan foram feitas em
Tala.
c ItaliaA espingarJa da iafaoteria ita-
liana foi transformada segando o syslema do
coronel Pelili; aproxim.-se muito das es-
pingardas de agulha de Doarcb e Biumgar-
5 gr. 51
ten. Calibro de 17 mili. 5,. carga
o projectil 36 gr.
Hespanha-A iafanterii est armada
co i o Remhjgton.
GreciaEspingird Remington.
TarquiaEspingardas americanas de
carregar pela calara
i RoumaniaEspingard i Peabody.
se-ha o imis coocludente dos argumentos
que ao possa avocar a favor da doctrina
therapenti;a
MDD.
e da escola do celebre Hahoe-
PIRATA GREGO. Lo se o seguate no
diario a Viga de Clierburgo:
a Ha um mez que as paragens do archi-
pelago s3o infestadas por um pirata grego
perfeitamei.te armado em guerra, de cajos
roubos teem j sido victimas muilos navios
mercantes. O capitao Oobbins, que cora-
manda a canhoneira iogleza Growler, esta-
cionada em Rhodes, temo parseguido ia-
cessantemente, mas ainda nao pode alean-
fa-1). ,0 pirata, grabas sua pequea em
barcac-3o, refugia-3e uas bahas e pequeas
enseadas, onde a canhoneira Qlo o pode
seguir.
KOSSUTH.Temqs novmente em scena
este grande agitador hngaro que viva ac-
tualmente como osquecido. Segundo diz
um peridico estraogeiro Ivossuih trabalha
em provocar a separaco definitiva da Hun-
gra e da Austria, e na formacao de um rei-
no que comprebenda os principados danu
bianos, a Hungra e at a Bohemia, sob um
mesmj sceptro constitucional. Crc se que
Kossulh trabalba tambera a favor do rei
carga de plvora da 4 gr. 3,-e o projectil
pesa 22 gr.
t AustriaIo Espingarda transformada
do systema Wanzl; calibre de 13 mili. 3^
carga de plvora 3 gr. 9; poso do projec-
til 26 gr. 2. Espingarda Werndl: calibre
de 11 mili.; carga de plvora3 gr. 9 ; peso
do projectil 20 gr. 4.
t SuissaPossue os tres modelos : Ams-
ler, Peabody e Wetterly. O primeiro Cera
alguma semelhanca com o Snider e Wanzl;
este systema io utilisado para a transforma
Cao da espingarda de infantera. O goveroo
comproa 15:000 espingardas Peabody. O
Wetter-y (modelo de 1866) orna arma de
re pe ti cao conten do 12.cartuchos na reser-
va. Todas estas armas sao de calibre de
10 mili. 5 ; a carga de plvora de gr. 7 ;
e o peso da bala de 20 gr.
t RussiaOs russos usaram ao. princi-
pio os systemas Terry Norman! e Kare, aos
quaes succederam os de Baranow e de Krenk
Adopiarara m ultimo lugar a espingarda
americana Berdan, que uraa^cambinaejio
assaz pratica e muito simples de Snider, do
Chassepot e do Waoii. O calibre de Krenk
TRAB\LHOS NO MAR.\ escuoa ingleza
Leveret, da Goole, capjtfo Browi, que t-
nba sabido nos ins do mez de setembro,
da New-Castle, com 165 toneladas de car-
vo, coa deslino a Viaoni, eotrou no porto
de Weymoulh qj dia 'de oatubro coraple-
tamente desmantelada. Na sua viagera para
Viana e estallo a lODmilbas ao norte do
cabo Fnist*rra um violen' faracSoa assal-
lou, soffrendo avarias fortes oa mastreago
e casco, e arrebatando um tripulante para
o mar. Durante aiguns dias a tripulaco
leve de lutar com a violencia da ondas, tea-
od o capito aflm de salva a vdadjs tripu-
lantes, de ordenar que se cortassem os mas-
tros e as veas.
O vapor inglez Cdiz, que a encontrou,
rebocon-a por 10 Inras, ma largona de-
pois por cansa da violencia do mar. Pos-
lerioriaente reboou a o vjpor Tnoims Ha-
inton, pelo espago da nove lloras, largan-
do-a pelo ran olivo.
No dia 2 foi encontrada pelo vapor om--
modore, que a r.b >co i at ao porto de Wey-
motith, ja coujpifeta careasaa.
A tripulacao caegu ueiiamnt) exhaus-
ta de forcas pel.-sete di* successivosque
lutram com as ondas,
A nj<0 parte da-carga xa deitada* ao
mar para alliviar o casco, e a r.staota com
plelanunte m olhada.
O capito que t^o>4>3- araos de experien-
cia de. mar, confe*a que ni>i.a leve fra-
casso to m'eliz.
JUL&VMENTO MAteriMO-.O tribunal
do commercio mstusido en> Greenwich,
paira investigar as causas da perda do vapor
nelice Sutncfields, ao p do cabo da Roca
em 24 de agosto pasrado, retiro a carta ao
capitao J> R. Cburcb, por 3> meses, por elle
ter sido de alguna modo culpado- n'aquella
perda.
Este vapor era de 95C- toneladas de re-
igistro : tiaba'sabido em. 20'de agosto de
'Cardifl p3ra Trieste, com um carregameoto
de materiol de camino de ferros sendo o
valor do vapor e do canregameato de 135
con tos.
Declarou-se que o devido -daasa nevoa,
a luz do Gbo da Roca, nSo. se- nha visto
senSo depois do vapor ja ter batido era
areia.
Que a .direccao que se tinha tomado des-
de o Cab> Finiste-ra tomava desnecessario
o empregj oa sonda, e qpe o que motiva-
ra- a perda" do navio tinha sido- o sou cr-
regamento de ferro, qne actuara- forttten-
la na aguma. Que o capitao Cburch esti-
vera sempre muito atiento s suas i briga-
Qes, e que era um navegante cuidadoso.
No enlanlo o tr.bun.al julgpu o capit)
em falta pela perda oo-vapor, por nao ter
temado as precauces aecessasias para se-
guranea co navio.
PRESENTES A INGUTERRA. L-se 0
segointa na Franct :
c O principal fim da prxima viagem a
Londres do Sr. Lelo Say, a remessa ao
lord-maire da medalha de ouro Guarecida
pela cidade de-Pars acidado de Lonlres,
em commeraoracao do soccorro espratano
e gr tuito dado por esta na occasiSo da ter-
minagJo da guerra. A medalna, qae
bstante gran le, tem de um lado as armas
da cidade cora a famosa divisa : 'l'luctuat
nec mergilur, e do outro a seguinte inscip-
c3o: A cidade de Pars a cidade de Lon-
dres, abastecimento de Paais, 1817. Eite
presente ser acompanbajo de urna copia
era pergamnho, dadelber coaielbo municipal, asugnada- pelo presi-
dente e secretarios desta assemblj. O
Sr. Leo Say offerecer tam!)em cidade
de Londres urai pequea copia em bronze
da casa da cmara de Pars, com a repro-
dcelo de todos os ornatos das fachada*
exteriores e interiores do edificio antes da
sua deslruico. >
EXPEDICO AO POLO DO NORTE.
O editor das Communicaces Geographica'S'
diz de Goiba, em data de 4
seguinte :
Acabo de receber a botina de que a
expedicao ao p-eVo do norte de Fyer e
WeypFecbt, entrou hontem- felizmeote em
Tromsoe. Era urna pequea erabarcaQao
vella, fizeram a importante dessoberta de
ura mar aberto, a leste do Spitaberg e da
trra do rei Cirio, cujo mar, na sua opi-
nio, se estende com certeza at ao gran ie
mar polar abr.o prosirao das ilhas da No-
va Siberia. Seria este o caminho'miis fa-
voravel pira chegar ao polo do ttJrte, entre
o Spitzberg e a Nova Zambia.
O editor accrescenta que as opi"7? qae
elle procura fazer prevalecer u. J ,.u an-
nos, achauvse por esta forina confifmi-
das.
condozimos a' toa ultima inorada, o antes
de depostalo na fra terr?, justo qoo oa
jqrnolistas de todas as nacoes tributem urna
re:ordaco ffectuosa a nm dos bomens qae
miis contribuio para popaiarisar e tornar
ractuosa a no>sa profissJo.
UMINACA0.
jpatente de
das rua.,
tiente Ca-
lente
pela
ate,
. RECUSA DE TITUL't.A' proposto-.das
ordens severas que acabara de ser dadas
om Franca para punir os que usara de com-
mendas estrangeiras ou de ttulos de que
ainda Dio pagaram os direitos de merc.
publica a Frame a seguinte ancdota:
Quando no tempo do imperio o mare-
cbal Bugeaud foi noraeado duque de Isly,
foi encarregi.ao um empregado de IheHevar
o- diploma e de cobrar os f>,OCO;francos que
devia pagar pelos direitos do seu novo ti-
tulo. O.mareehal, vista da carta que lite
era apresentada, voltou-se para o empre-
gado e exclamou :
t Sua Magestade julga-me to tolo
que pague por tel preco uma-distincc5o .juo
aunCa pedi e da que pouco me importa TV
Ide, senhor, e dizei ao imperador que se
en tivesse 6,000 francos emprega-los-hia ni
compra de xoma- junta do bois.de quemar
to preciso para o> amanho das- minhas tr-
ras de Excideoil e nao nessaa ninharias.
NOVO CWDIEIRO DE,
Mr. Skelton ioventoo e
um novo candieiro para illomil
ao que poz o Dome de Candiel
loptricb. Foi experimentado
em Londres, na ponte de Wa
priraera vez na noute de 6
segundo se le no Times.
O principio da ovencSo a applicac^O do
reverberos, que fazem baixar e utilisar a
porcio de luz, que actualmente se perda
l^ela radiaco superior.,
E' bem manifest qae os raios de h
emiltidos por um candieiro de lluminac/o
publica que ferem a vista do transente,
sao nicamente urna pequea parca) do
emutido} pela chamma. Os raios emiuicb*
cima du ema certa altura s3o totalmente
dispersos, oo apenas reflectido parcial e
imperfetamente por nuvens ou particalas
atbmospherifafs, produzindo urna loz aver-
mt-thada, que s& esclarece a certa altura e
se observa de logar distante.
Mr. Skeltoi cabra la qae quasi doa terco
a luz dada pe!.* cbamma do gaz ficaa as-
3 !,sim perdidos; e eombtnoo diversas tirw da
espelbos collocadaa de talmodo, que aqoel-
la- perda da luz Gca annullada ellicazmente-
A metade superior de cada lado do oan-
deiro, e toda a paie de cima, fica oceupa-
da por molduras em- que esto col ocadas'a
tira-; de espelho, n lado- reflector virado para1
baixo-; guisa das taboinha venezianas-,
j effdito que nrodoz1 deoeode da distanci
entre as tiras do e*pelho, da largura dellas,
e do sgalo de ioclinaipo : mas o resultad >
era geral parte pequeas vanante;.
que a ma recebe tres vezes- inais Inr do-
que recebara pelos car*ieiros triviaes.
As molduran onde esto Qta'a as l.i- .
minas so> eavernizadas Vanlo na parte inte-
rior como na exterior, e l'itas a procas ie -
poeira; de modo que os espelhos se nSo
possam sojar ou ennodoar, podando o re
flect t ser limpo pelo modo-usual, eaftegta
do-o nicamente cora um panno.
O preco deste utensilio ^moderado, e Mr.
Skelton clenla qua o poder Iluminador de,
quaiquer quantidade de gz/pde, pop meio
do seu invento, ser triplicado, sera augmen-
to do costo actual.
Esta projecto igualmente applicavel
toda a sorte de candieiros, e a patente- ii-
clue a applicaoo de releclares prysmaticos,
que em alguos casos apresentaao grandes
vantagens:
FOLHETIM
A ILHi DO FOGO
ROH.4ICE
POR
ALEXANDRE DIA
XIX
O roubo de Arroa.
(Continuacao do n. 257)
Uarrucb, vendo as reservas do beduino,
accrescenteu :
Vejo qae secreto o teu intuito.
__N5o, replicou o velbo com ademane
supplcante ; o meu corac3o pertence quel-
le qaem pede auxilio. E de que serve
occoltar-te o meu desejo ? Tenbo o co-
raclo puro como a agua que Daos deposita
oo cabida ra'eaalia, qoe a flor do va
jante.
Bem, disse Harruch interrompendo-o;
a toa confianca n3o te engaoar, e juro fa-
zer por tea respeilo o qae um pobre pode
fazer por outro t3o pobre como elle. Eu
te auxiliare! com o meo valor e esforco;
sao te des, porm, ao trabalbo de referir a
toa bistoria: conbecoa e conhec) te.
Conheces-me ?
Sim : chamas-te Argalenka e fugiste
de toa cabana porque o confidente de
Tbsermai te^roobou tua filha. Ha dous
diasque foste ao to Cornelio, ondega-
baile ao jogo. ama quantia consideravel,
qae offereceste em resgate de tua alba ;
Tbsermai recusou e tu seguiste na direc-'
(ao de Veltebrede Na maaha seguinte
passeiavas pela praca do goveroo esperando
qae abrissem o seu palacio. Nao certo 7
Essa a verdad*.
Bem : agora oave o resto; do dia an-
HO-MBOPATHIA.Um dos mais dedica-
dos e estudiosos discpulos- de HahnemanD,
o Dr. Flasschoen, acaba da publicar sobre
o tratamento horaaopatbico>. e remedios
preservativos do cholera e da cholerina,
urna brochura que hoje da com muito
interesse por todas as pessois que adopta
rara o uso da medicina tfomeopatnica.
i lraa rigorosa estalisiiea, diz o autor
no prefacio da sua obra feita na Russia,
Austria, Alieraaaha, Franca e Blgica d a
media de cfncD fallecimaotos somenlo por
cada cem chclericos Uatados hom^ipathi-
camente. >
Se esse resultado r verdaderamente
\ncontestaoel corao o afirma o Dr. Flass-
choen, se a obra nSopissar de um.laco ar-
mado credulidade publica, como aflirmam
aiguns allopathas, para o seu autor ganhar
algumas libras, noque nos n5o acreditamos
em presanca da respeitabilidade de qoe
goza o oome do Dr. Flasscboao, e do seu
notavel talento e grande esludo, encontrar-
tcedente.iito no dia 13 do mez de ka-
ligo, varios javanezes, ouqais, chinas, ma-
layos e moiros, estivam reunidos no bosque
de Tjividal combinando se para assassina-
remo Sr. da Iba. Obeduin) Argalenka,
oceulto no buraco de urna arvore, ouvio
ludo, e se passeiava pela praca um
dia depois espera que abrissem o palacio,
era para contar ao goveroador ludo o que
tinham-dito os conspiradores.
E' verdad i, responden Argalenki ; a
minha religio impa o dever de obstar ao
derramamento de sange, porque todos
somos filhos de Buda.
Sim, redarguio Harruch; mas se es-
tavas to desejoso de cumprr os preceitos
da tua relgio, era porque entre os cons-
piradores coaheceste Tasermai, e assim
esquecias outro preceito de Bada que diz :
c N3o fars damno ao qoe te fizH
damno. \
Argalenka neliaou a cabeca em silencio.
Anda mais. Ura minuto bastou para
que esquecesses o segundo mandamento de
Buda como esqnecaste o primeiro. Em
quantoolhavas para o soldado que passea-
va por baixo das arcaras do palacio, um
bomem te obsemva, um malaio vestido de
raarinheiro. Este approximou se de ti e
disse-te :
Argalenka, queres ver toa filha ?
Estremecerte com) agora estremeces, e
respondeste :
Por um beijo de minha filha daria a
vida.
E, desde ent5o, o3> tornaste a pensar
nos preceitos da Buda e osqueceste o sangoe
que poderia derramar-se.
Argileroka, que ouvia ludo aquillo com
indizivel angastia, respoodeu:
Sim, sim ; esse malaio promet!eu-me
que vera minha filha ;tu o ouvsle, p
des dar testemunub do fado. E como
queres la que eu pense n'oalra cousa, seolb
em minha filii 1 E j sabes que vou pro-
cura-la ao monte Sadjiva e qae talvez me
est esperando... Deua meu 1 Sd l nao
ebego depressa, cuidar qae n3o a amo !
Oh I Ta o3o me recusars o ten auxilio, o
MILLAUD.Eto urna correspondencia de
l?ans dirigida a um diario bespanhul, ea
contramos o seguiote relativamente ao no-
tavel ^rnalista Millaud, ltimamente falle-
cido O
I|l8amd fundou mais de quarenta peri-
dicos de. todos os gneros e foi ele que
creou o Petit Journal e os peridicos de
raoKsoldo, que tanto contribuirn! para des-
envolver o gc"8to pela leitur i entre as claases
populares. A sua vida foi urna rede de
aventuras. Como annunsiante nao tiaha
igual na Europa e era om digno rival de
Barnum o americano. O* seus carlazes-so-
bre os famos s romances Rocambola ,
Os Thugs-, O Sr. Lacoq etc, passa-
do posteridade como nm prodigo de- b-
cundidada e engenbo. Millaud era urna es-
pecie de cigano da iraprensa peridica.
Vctor Hugo Lamartine, Duraas e rankos
ontros foram seus amigos e deyedores.
Todos os que escrevemos nos diarios fran-
cezes, fomos seas clientes e seus fornece-
dores. O sea caraater era original, ralha-
dor, mas bondoso. Era de extrema gane-
rosidade. Millaud alleceu oo seu explen-
dido palacio, situado paredes meias com o
domicilio de Thiers e coalhado, como o do
seu visioho, de obras de arle. Oseo cada-
ver permanecer all deposilado por espaco
de quatro dias, segend* a sna> xpressa
vontade; porque um dos terroies do fina-
do era o de ser enterrado vivo. D'alli o
auxilio qae te pede am pai para ver soa
filha 1 Esse soccorro ura dever sagrado
para todos os bomans e era tolas as na
Ces do mondo. Vamos, ajada-me a le
vantar, e se as minhas pernas fraquejarem
ainda, dexa-me no caminho ; mas abre-me
o peito, arranca rae o coragSo e leva-o-
minha Arroa.
-r- Argalenka, bradou sizudamente Har-
ruch, Arroa n3o est toa espera uo mon-
te Sadjiva. r
Engaas te. O malaio disse rae : Vai
procurar toa filha ao monte Sidjiva para a
banda do Gaogaog-Bodak, m parte onde
priacipiam os curaes escarpados. Antes de
cinco das estar Arroa nos teus bracos.
Abalaram-me os teas lamentos, e eu farei
com qoe Thsermai t'a restitoa. Assim
me falou e n3o- de cre& deseje engaar-
me. E quanto minha filha, estar deso-
jando o nstame de me ver. Oh cuidars
acaso que minha filha me nao ama ? Se a
tivesses visto na minha cabana quando me
pedia a bencSo Nanea os seas carinaos
tinbam fim I E to forraosa, to linda,
que ao ve-la a supporias filba de algum
genio.
Nao digo qoe tua filha te n3o ame. O
que digo, e estou prompto a aflirraar sob
a f do juramento, que nao ser toa filha
que irs encontrar no sitio qoe o marnheiro
te Tndicoo.
Qoe bei de enlo encontrar ?
Punhaes malaios que le bao de eo
lerrar no coraco o segredo do bosqae.
Minha filha, minha filha 1 exclamou o
pobre pai desesperado.
Tua filha est no harem do rajah.
Bazilio t'a roobou, e depois da morte d'elle
levon-a Thsermai.
Argaleoka cobrio a cara com as rhos.
Harruch coutinuoa -+. .
Mas o mal que te fizeram nao prodaz
em ti sais do que dr intil.
Que queres dizer ?
Quero dizer que ao tea eora$3o ferido
se deve despertar a vinganga.
' NSo : ea apenas sei amar minha filha.
Esto amor enche toda a minha alma.
A CIDADE: DE CHtCAGOEsta cidade,
ha poucos dias incendiada, era o p uto cen-
tral do commercio de exportaco e impor-
tac3o dos estados do occidente da America
do norte, e por ofelicidade a catastropha
que acaba, da sollrer occorre no momento
em que o commercio all iacbegando ao seo
maior a age. A populacho- de Chicago era
de 300:000 almas.
A proxiraadamente de 400:000 toneladas
era o movimento marito : 4. liaras de ca-
minho de ferro all tinbam a soa sede,, e
200 a 250> combois ebegavam e partiam
diariamente de Chigaco.
O infico-desta cidade^ em cereaes. ma-
lieiras, e provises, exceda o de todas as
ootras cidades dos estados; e ao pass qpe
os celleiros e estancias se encotravam com-
pletamente-fornecidas, os-seus extensos ar-
mazens estavam cheios com os productos e
artigus (abrs de consumo domsticos re-
cebidos da Europa era troca daquellas- ri-
quezas nativas. Chicago est magnficamen-
te situada era urna planice indinada qpe se
estende ao longo das praias do lago Michi-
gan por algumas miihas.
v ESTATUA A SCHJLLER Seguado re^
ere nm correspondente de Berlim, breve-
mente inaugurar-sa-ba naquella capital o mo-
numento erecto ao- insigne e bem conheci-
do poeta Schillar na praca dos Gendarmes^
defronte do grande theatro real do Drama..
O dia da inaugurac3o, acrescenta o corres-
pondente, ser urna verdadeira festa nacio-
nal e grandes s3o.os preparativos que so fa-
zem para celebral-a. S as pessoas. m^is
notaveis, j convidadas para a solemnidaie,
passam de 4:000. e o orcamento para as
despezas que for necessario- fazerenvse eom
ella eleva-se a 80:000 thalers
Pobre pai! tens a fronte corosdi
pelas caos. Viveste entre os bomens e
deves conhece-los, porque- n3o possivel
que o teu olhar se detanhr na.pupilla dos
leus olhos. Tu s p bre e toa filha vive
oa opulencia; ta dormes sobre a herva do
camiuho e ella mora n'um palacio ; tu lavas
o fato despedacado, e Arroa veste de ouro
e pedrarias. Qae pode haver de oommum
entre ella e tu ?
Nao falles assim do araor dos filhos,
porque blaspbemardaDeus.
llei de fallar assim mesmo. Se te
afflijo, parque desejo que recuperes a tua
diguidade ; se te firu o coraco, para le-
vantares a cabeca. Pensa nos que te arre-
batarais o amor de tua fi ha, e no odio,
como no amor, encootrari ineffaveis do-
curas.
Buda poznos sobre a trra para nos
amarmos, nao para nos odiarraos.
# '
Buda apenas urna palavra. Mos-
tra-me o teu Dens como eu te mosfrarei o
mea. O verdadeiro'deus o sol, qae nos
d o fogo. Olha esse vu'.cSo, conlinoou
Harruch indicando as grirapas do Panderaa-
ge. Qaando as saas erupefos priocpiam,
para abrasar e destrair. Pois bem : Deas
collocoo-o as caviladas das montana.,
como poz as pixoes oo oosso coraeb.
E, todava, nao mimo quando te re-
pito, disse Argalenka, qoo por mais que
procure nao posso acbar odio oa alma.
Harruch bradou impiden c :
Argalenka, o malaio que prometteu
restitoir-te a fllhi, ment'o.
Se faltar sua promessa, -rogarei
-Buda que lbe laca conaecer quanto vale a
sinceridade.
Argaleoka, j te disse qae de casa do
Dr. branco passoa tua filha para o harem
do rajb.
O amor de sea pai a purificar.
Argaleoka, esse b'omem arrebatou'-te
o amor de tua filha. O espirito de tua
filha est agora sob a afluencia do de-
monio.
Bada omoipotento; o sea sopro
varre os demonios como o vento varre as
folhas seccas do valle.
^ Pois bem, velho iosensato, vai ao Sa-
djiva ; teus dlh03 nao vero o que procu-
rara, teus onvdos siouviro o rugido das
feras, que acharo era ti uan victima fcil.
Mas, escota : ser tarda quaodo ohorares
por nao teres ouvido qaera te estende
m5o leal, porqa3 soa ea o nico que posso
fazer com que os teas olhares se otero n'a-
queila que engendraste.
Tu, tu I bradou o velho, esquecendo-
se da sua fraqoeza e poodo-sa de p. Gra-
Cas te doa, Bada, gracas por rao teres oo-
vido e enviado este homem. Ve-la-hei. Ohl
E a alegra nao me mala, e as minhas la-
grimas, que i'aDtes corriam em torrentes,
param as minhas pupillas abrazadas I E
ti deverei tal fecidade I Eu j tinha
conhecido qoe s bora.
A escarido oo deixou Argileoki ver o
sioisiro sorriso que appareceu nos labios de
Harruch.
Sim, disse este. Se ajla nao vejo
ter comtigo, nos iremos ter com ella.
E quando partimos? parguotou o
velbo. Parece-me que estamos perdendo
tempo.
J te disse que partiremos.
Arroa, minha filha, vou ver-te, vou
ver-te I
Sim, mas com orna condico.
Qaal ? Falla. Se preciso dar le, o
meu saague, a mioha vida, todo te darei
para v-la. Nao tens mais do qoe fallar, 6
farei o qoe quizeres. Tu, que tiveste.. pie-
dade da miaba dr, has de saber o qoe e
o amor de pai.
Es iota, eo como ta oo orna victima,
porm do triste e resignado como tu.
Harracb, quaodo alguem o offende, sent
o faror dos tigres, s escuta a voz da vio-
ganga e avanca para o seo iomgo com
seguro passo. Sa preciso esperar, espera;
se preciso oceustar-se, oceulta-se ; se
preciso espreitar, espraita; mas prompto
sempre a avaocar e a despedacar os qae o
offederam.
E' impossivel I Eo nao posso pro-
ceder d'esse modo, mioha filha b5o me re-
conhaceria.
E hesitas em fazer ara juramento que
oao te compromette ?
-- Expca-te. Que queros ?
Oave : um homem, por maito vale-
roso e forte qae seja, pode inorrer e com
elle a soa vinganca ; e como qdero que a
minha fique satisCeita, jura-me pelo tem-
plo de Borx-Bodo, que me sjadart oa mi-
oha obra e rae secundars com todas as
toas forcas, se o qae te ea aooanciar fr
ferdade.
A que rae aonuncars to
Que te roubaram o corafao de tua
filha, e que esta te receber como se fras
um estraoho e misero mendigo.
Mas o juramento que me pades,
condemaado por Buda. Harroch, o teo
modo de ver nao o mesmo que o meu, e
tens razio comparando-te ao tigre, se qae
sote sacias nosangue. Mas eu, eu tenho
f na justica do que me poz sobre a trra.
Creio que Deas se eocarregar da minba
causa. Se preciso castigar, Buda castiga-
r, e elle me vingar se devo eer viogado.
A minha causa estarnas suas maos. To-
dava, o ea n3o poder fazar, o qoe a. minha
le me prohibe, n3o motivo para que me
prives da fecidade que me promanaste.
Sim, responden brutalmente Harroch.
J te dis>e as minhas condices, e ama vez
que nao as aceita?, desamparo le, velho in-
sensato, desamparo te e pede Bada qae
te restilua tua filba.
Isso mesmo farei, respondea o velho
com dolorosa resignaco. Sou um misero
abandonado por todos ; nem j me resta se
quer a forca para a minha defeza. S con-
fio emqoe Deas castigue os meus raim'gos.
Pois eu apenas confio em mim, re-
darguio Harrucb, preparando-se paraca-
miohar. O meu braco qae .ha de fenr
os que me feriram : adeus. '
E afastou se, deixando Argaleoka onde
o encontrara. ,_ .,
(fionunuar-te-h.
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TYP. DO DlAKIO-tt DO t UUUB B CAXiA.
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