Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13120


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Full Text

i
--f-r

: i
AUNO XLVIli. NUMERO 143
*
tli A CAPITAL E LGABIS OIDE 110 SI FA6A FSIL
Por tres mazas adianiadoa................. WOOO
Por Mil ditos idem................... 12*000
Por nra anno idein..................... 14*000
jada mamero avalto .*...........'" 110
DOMINGO 23 .DE JUNHO DE 1872.
PIBA DIITHO E JORA DA PBQVIICIA.
Por tre mezei adianUdoi ,............., 4 t#7M
Por Mis ditos idem.................... i**0*
Por aore ditos idem .......,.,........ SO-fli*
Por om anuo idem .......... ....... t7|0fd
MAMBUCO.
Fropredade de Manoel Fignaiija de Faria & Filhos.

A Ail
O* Srt. Gerardo Antonio Alvee A Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranhio ; Joaqnim Jos de Oiiveira d Fimo, no Geera ; Ant
Peroira d'ALmeida, em Mamaognape; Angosto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa i
om Nazaxeth; Antonio Ferreira de Agolar, em Goyanna; Francino Tavtres da Costa, em Al!
de Leaos Braga, no Atacar; ; Joio Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio Marqnes da Suva, no Natal; Jos Juba
taina; Belarmino dos Santos Baldo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
u; Atas d a. na Baha; e Leite, Cerqninho d C. no Rio de Janeiro.
AVISO
Rogamos aos nossos assig-
niutes. que se achm em a-
traso nos pagamentos res-
pectivos, que mandern saldar
seus dbitos, afim de e vi ta-
ren* que lhes seja suspensa
a remessa do Diario.
parte ornciAL
Ministerio do imperio.
2." secgo.Ministerio dos negocios do imperio-
Rio de Janeiro, era JO da junho de 1872.Illm.
. Ezao. Sr.Sobre o a?sumpio de que traa o o-
fkio de V. Exc, datado de 3 Jo-corrate mez, te-
na ; de declarar : A eleigo primaria a que se
em de proceder no dia i3 da agu i vi n loara i ir
*-ha pelas qualificag'is do eorrente anno em lu-
jas as parochias onde as juntas se tiverem reuni-
da antes do acto da dissolugo da eamara do de-
piados e couclnido seas trahalho9 al aqaelle
lia, ambora das decidas do conselho municpat
peada rocnrso para a relac,iy do districto, por nao
lar -eale elTdito suspensivo. as paro.'hias que nao
j-tiverem no caso das precdeme, a eleigo ser
aita pela mais modem das qualiflcagois anu-rio-
res regularmente terminada?. E desta modo os
irabalhos das joatas que porveotura se teobam
ja-aj:.laido depois daqaelle acto Acara annullad<>9
em virlnde da disposiglo do ari, 32 da le n. 337
da 19 de ago*io de 184-5.. Dana guarda a V. Exc.
Jmo Alfredo Correia de Oiiveira.Sr. pren-
dante da provincia de Rio de Janeiro.Deu-se
eoobecInaaCu deste aviso aos demais presdanles
d provincia.
Por carta imperial de 29denaaio foi natura-
lsdo o subdito juliano Miguel Jaeome Solaro.
Por decreto da mesma :
1 ar-im nomeados oppositoras da seego de sci-
eOCias cirurgicas da faculdade de medicina da
corte os Drs. Pairo Alfonso de Camino Franco e
Antonio Caetaoa de Almeida.
Por decreto de 3t de maio :
-oram exonerado*, a seu pedido, dos cargos de
)fttrtienm :
Da provincia do Amazonas o coronel Jos de
trauda la Silva Reis.
Do Rio-Grande do Norteo bacbarel Dellino Au-
itaslo Cavalcante de Albuquerque.
Di d) Epirito-Sjnlo o bacbarel Francisco Fer-
r ri Correa.
lorara exonerados dos cargos de viee-presiden-
ISS : !
bi provincia do Para o 6., Joao Lourengo Paes
Je Souza.
Da do Maranhio o 1.*, D,\ Jos da Silva Mu'a, e
. 4.*, bacharol Francisco Diaa Carnero.
Por carias impenas da mesma data foram no-
na i dos presidentes-:
Da provincia do Amazonas o bacbarel Domin-
gos Monteiro Peixoto,
Di Jo Rio Grande do Norte o bacharel Henri-
jae Pereira de L-ieena.
Da do Espirito Santo, o Dr. Antonio Gabriei de
Paula Konseca.
O de Santa Catharina o Dr. Delfino Pinheiro de
l'ibjj Cintra Jnior.
Vics-presidenies:
Da provincia do Para, para 9ervr em C. lugar
bacbarel Francisco da Souza Girne Lima.
Da de Sergipe, oara servir era 3.* Ingar, Fran-
!tCO Teixeira de Faria.
Por cartas imperiaes de 12 junho foram na-
turiksados cidados brasileiros os esirangeiros se-
gniates:
A'bino da Aranjo Guimares, Antonio Josqnim
la Silva Gimes, Domingos Vieira Paraizo, Joio
Pareira de Sjusa Guimares, Josqaim Antonio
A'"..'. J jaquim da Rocha, Joi- Ferreira, Jos Mar-
un a Silva, Victorino Jos Monieiro e /osMiu-
cnao Maia, portuguezes; Eduardo Jos Knizht,
e'.ga : Chulas CtairvilleCiUyer. cidado dos Es-
tados-Unidos.
Parara noraeados :
O gnatarios da ordem da Rosa o contra almi-
rr.j Boargois; commenJalor da mesma ordem o
capillo de mar e guerra Parier d'Haoterivejeaici-
u! di mesma ordem o 1. tenente Najot; cavaMei-
r> di m-ijina ordem o 2.' lente Duplessis de
GranedM ; todos cilados francezes.
P r decet i da raasma data :
Foram nomeados:
Commendadcr da ordem de S. Benlo de Aviz o
bngleiro Joo de S>uza Fonceca Co-ti, e caval-
Isiros o tenante-coronel de artilbaria Jos Clarindo
'1 (i .eiroz e os capites de infantaria Urbano
Wtsaceslo Gomes de Carvalbo, Jos Joaqnim Al-
; a Polycarpo J jrge de Campo*, e o cirnrgil) de
ditisio Dr. Propicio Pedroso Brrelo de Aibu-
qujr iue.
Foram concedidas as segrales pensoes:
De 36| mensaes, a D. Mara [Jalma de Castro,
u... do alferes do 24.' corpo de voluntarios dapa-
tr.a Joo Firmo da Castro. *
De 36f mensaes, a Domingas Leite de AWeren-
gi, ii ha legitima e nica do alfares do 6.* corpo
il voBOUrtM di patria Joao Baplista Pereira Lei-
;e.
Por alvar da mesma d cenca a Alfredo de Barros Cavalcante, mogo Q
U- cora exercicio na casa imperial, para effae-
taar o seu casamento ora D. Urmmda Ferreira
P.a;-. l ha legitima da Joiiaira Ferreira Pinto.
Por decreto de 7 de junho fj exonraao, a
ui'i pedido, do cargo da presilenle da provincia
ue .- -gipe, o bacharel Laz Alvares de Azevedo
liicolo. e aomeado para igual cargo na mesma
!n*:neia o bichafel Joa^aim Bento de Oiiveira
Mier.
Por cartas imperiaes de > do crreme :
Foram naiuralisalos o< sub Jilos portuguezes
r .o >) de Jasus itiii e Urbano Candido da Cn-
a'-'i Vidala.
Por decreto da mesma data :
Firam ooraaados: c.va.leiro Ja ordem da Rosa
Jeo Antonio R)]rignas M iOv.-j -;j primaria e segundaria do curato de
,Sn:i Cruz, o Dr. Pelro Fiel Monleiro BiUeneonri.
'.>neel?o-9 ai bacharel Jos da Sildanhi da
'.i^ a exi neragio qua ped.u do dito emprego.
Foi exonerad, a seu ped.di. do cirgo de
>r.'- Jauta da provincia di S. Paul> o bichirel Jo
s l-'arnandes da Co-ia P -reir, e nomeado para o
Kia-ma cargo econselbeiro Francisco Xiv.er P.n-
lo L-ata-
hit *i do crrante onceleu-se ao padre Luiz
Kivmundo da Costa L?e, eonego mestre-escola da
Sdo Maranhao, dispensa da residencia do coro
por i4<*po inJelerraiaaao, cora o vencimeoto da
resasetifs congrua.
Por decret) de 29 da maio fez-se merc da
A> (tato de conselho aosenalor Jaaqmm Dalpbino
RiImto da Lux.
R;la{io das pessoas s qaaes foram concedi-
dii psasSes, e cujas cartas imperiaes nio foram
a-.iU'esjaJilM'pjr se ignorar aesia secretaria de
esttdo as provincias onda residem os pensionarios-
Tenente coronel Jos Mara Borges^
1.a sargento do 13* de in'antaria, Joao Mara An-
tones Rabelto ; dito dito do 6.* corpo de c*vallana
Frankiin Michado Floribal ; cabo de esquadra do
4.* batalhao de anubarra a p, Joo Ferreira da
Costa ; anspegada do 7 corpo da cavallaria, Jos
Mara de Faria dito do 24 corpo de voluntarios
da patria, Manoel Antonio Jas San'.os ; soldado do
49 dito d lo, Agosiinh) Angeio da Sil va ; dito do
16* bitalhio de infamara, Agostinho Cyriaco dos
Santos ; dito do \* regiment de artilharia a ca-
vado, Antoaio Ferreira do liis; dito J> 3't* cor-
po de voluntarios na patria, Antonio Jos Ray-
mnndo ; dito do .'!') ditn dito. Banedicto Custodio
bueno ; dito do ;>' batalhij da infantaria, Em lo
Alves Pinto ; dito do 13 dito dito, Firmmo Jos
Pereira; dito do 1* di:o dito, Firraino Jis dos
Res ; dito do 1' dito, Firninj Jos dos Santos;
dito do 5 dito dit), J ulao Apa ; dilo do 8' dito
dilo, Jaronyrao da Almeida Santarem ; dilo do 3*
regiment da cavallaria ligaira, Jos? Severino da
Silva; dito do 1- corpo da civajlaria, Leoncio Al-
ves Ja Cunta ; di'.o ao 43 corpo da voluntarios da
patria. Manoel Flix da Costa ; dilo do 43 corpo
de voluntarios da patria, Manoel Joaquim Torres;
dito do 6 bitalhao de infamara, Manoel Pereira
de Oiiveira ; dito do 2.- regimanto de cavallaria li-
geira, Manoel Trislo Je UiraaJ ; J lo do 31* cor-
po de voluntarios da patria, Tnadeu Manoel Go-
mes dos Santos; dito do 23* corpo de voluntarios
da patria, Vicente Gomes Pacheco.
Ministerio da Justina
Rio de Janeiro, em 6 de junho de 1372.
Poi presente a S. M. o Imperador o ofllcio de
lo de abril ultimo, em que V. S. consnltoo : se,
alm da faculdade de impar mulla aos correto-
res, raediaale o compelen!* summario ex-offlcio,
ple otribuaal do comraercio propjr presiden-
cia da provincia que sejam multados ontros qnaes-
quer infractores do dacreto n. 2,733 de 23 de Ja-
neiro de 1861, nao sendo ellas autoridades ou
funcionarios pblicos.
E o mesrao augusto senhor manda declarar a
V. S. que pelo art. 11 do referido decret) estao
sojlitiis qnella pena os particulares, somente
quaodo autorlsam os corretora a vender ttu-
los ou acgoss nao possuidas legitimaraente, da-
vendo-se neste caso preceder na conformidade do
an. 17.
Nos outros ca^os, porm, previstos no decreto
citado, e salva* as disposigss da le n. 1,033 de
22 de agosto de 1860, as multas sao exclusiva-
mente comminadas aos correteras, juntas de cor-
ret iras, autoridades e funccionario3, e, portanto,
nada (em o tribunal que propr em ralagao a par-
ticulares.
Deus guarde a V. 8.'Manoti Antonio Daarie
de Azevedo.Sr. presidente do tribunal do com-
mercia ae Pernambuco.
Por decretos de 5 de junho :
Foram removida, a seu podido, os dasembar-
gadoces :
Joao Jos de. Andrade Pinto, da relacjo da Ba-
bia, para a do Rio de Janeiro.
Frederico Augusto Xavier da Brito, da relagao
do Maranhao, para a do Rio de Janeiro.
Jos Nicolao Regneira Costa, da relacao do Ma-
ranhao, para a de Peroarabuco.
Foram noraeados deaembargadores :
Da relagao da Baha, o juiz de direito Vicente
Ferreira da Silva Bueno.
Da relagao do Maranhao, os juizes de direito Ma-
noel Jos da Silva Nelva e Silverio Farnandes de
Aranjo Joree.
Foram removidos a seu pe lila, 03 juizes de di-
reito :
Ignacio Cirlo3 Freir da Carvalbo, da comarca
da Cachoera, na provincia da Bsbia, para a 1*
vara civel da capital da mesma provincia, ambas
de 3' entrancia.
Domingos Ribairo-Folba, da comarca de Valen-
ca, para a da Cachoera, ambas de 3' entrancia,
na mesma provjna.
S*hast) Cardoso, da omarca d) Rio Grande,
na provincia de S. Pedro do Sul, para a de Va-
lenga na da Babia, ambas de 3' enlran:ia.
Antonio Candido Ferreira de Abreu, da comar-
ca da Lapa, de 1' entrancia, na provincia do Pa-
ran, para a de Antonraa e M -rretes. de igual en-
trancia, na mesma provincia.'
Foram removidos 03 juizes de direito :
Qaintino Jos de Miranda, da comarca da Olin-
da, de 2' entrancia, para a l1 vara civel da do
Recife, de 3' entrancia, ambas aa provincia de
Pernambuco.
Joo Panlo Monteiro de Andrade, da comarca
de Nazareth, de 2* entrania, oa mesma provin-
cia, para a de Maeei, de 3' entrancia, na provin
ca das Alagas.
Bellarraino Peregrino da Gama e Mello, da co-
marca de Ilapeleninga, da i entrancia, para a de
Campias, de 3' entrancia, ambas na prav.ncia
de S. Paulo.
Foram designados aos juizes de direito a"ul
sos:
Delfino Augusto Cavalcante de Albuquerque, a
comarca de Olinda, de 2' entrancia, na provincia
de Pernambnco.
Antonio JoaquiraBuarque da Nazareth, a comarca
de Nazareth, de igual entrancia, na naesma pro-
vincia.
Foram nomeados :
Juiz de direito da comarca da Lipa, na provin-
cia di Paran, o bacbarel Ignacio Teixeira da Cu-
nha Louzada.
Juiz de orpbos do termo de Santo Amaro, na
provincia da Baha, o bacharel Annibal Frederico
Farnandes da Cunha Rocha.
Foi recooduzidj o hachare: Francisco Maciel
GigoQuintanilha, no lagar da jaic municipal e de
orphios do termo da Valeags, da provincia do
Rio de Janeiro.
Foram nomeados jalies nuaieipiese de or-
ohi'. :
O bacbarel Luiz Alves da Souz', do termo de
Brotas na provincia de S. Paulo.
O bacharel Jos Alves da Silva Pareira, do ter
mo de Villa Nova da Raioba, na provincia da
Babia.
O bacharel Jos Dantas da S.Weira, di'termo de
Mile Santo, na mesma provincia.
Foi concedida ao bacharel.J-s Joaqnim Ba a
Neves a exonerago que pedip do lugar de jniz
municipal e de orpbos do urmo de Queluz, na
provincia de Miaas-Garaas.
Foram noraeados, sob proposti dos respectivos
pre'identes:
Franiiseo Antonio Pareira Pinto, para exercer
os oQkios de tabelo do publico, judicial e no-
tas e escrivo do crirae e nivel do termo de Pian-
t, na provincia da Parahyai, dnrante a vida do
sarventaaro vitalicio Fran'ci-co Manriques Ba-los,
a o qnal lica obrlgado a pagar a terca parle dos
renlimentos dos ditos offi:io?, conforme a lo-
tago.
Cyriaco Fernandos de Assuaopgo, para exercer,
com igual onas, os of:ios ls. tabei'.iio escrivo
Je orphos do termo da Chipada, ni provincia do
Muauho, durante a vida d) servrntuario vitali-
cio Jos Florencio Minias Jorga.
Foram declarados seii effaito, em vista de infar-
majodo respectivo pretideole. os decretos qne
nomearam a Jos Domiaguas S riano Alves da
S4ra e Joo da Cunha Corret para majores eom-
mandamas da4' e 5' gOsj i) bitalhio'de in-
fantaria da guarda oaeioaal da provincia do Ama-
zonas.
Foram nomaios;
Sezinando de Sonza Vieira e Llbanlo Cardoso
de Meaezas Uarreto, majores ajndantes de ordens
do coramando superior da guarda nacional dos
municipios de Sania Lnzia e Espiritbanlo, na
provincia de Sergipe.
Francisco de Paula Lim?, capillo secretarlo ge
ral do mesmo commando.
Mareolino Jos de Carvalho, capitao quartel-
mestre do mesmo comm^nlo.
O capitn Domingos Naaes Alves Campos, raa-
jor ajudante de ordens do caminando superior da
gaard nacional do municipio de Caxias, da prrjt
vincia do Maranhao.
O capilo Francisco Miriano de Aranjo Cervei-
ra, tenenta-coroael commandanle do 6* batalho
de infantaria da guarda naciona', da mesma pro-
vincia.
O capillo Antonio Jos Pereira Guimares, roa-
jor cemmandante da secgo da batalho de infan-
tera n. 4, da guarda nacional, da provincia do
Amazonas.
O capilo Marcos Jos de Oiiveira, majar com-
mandanle da secgo do batalho de infamara o.
5, da guarda nacional da mesma provincia.
Foi commutadi em gales perpetuas a pena de
morle impesta ao roo Luiz, escravj, p4o jury do
termo do Poxira, na proviaci das Alagu.
Foi perdoado a Loureng'o Jos da Freilas, o res-
to da pena de quatro annos e seis mezas- da pri
So com tr.ibalho e malla, imposta pelo jury do
termo de C irolina, na provincia do Maranhao.
Por decretos de 12 de junho :
Foi removido do cargo de chele de polica da
provincia da Parahyba, para igual cargo na do
Cear, o juiz de direito Maooal da Silva Reg.
Foram nomeados cheles de polica :
Da provincia do Rio Grande do Sal, o jaiz de di-
reito Luiz Jos de Smpalo.
Da provincia da Parahyba, o jnlz de direito Sal-
vador Pires de Carvalho e Albuquerque.
Foram removidos, a sea pedido :
O jaiz municipal e de orpbos do termo de Pl-
tangny, na provincia de Minas-Geraes, bacbarel
Jos Francisco de Araujo Lima, para a vara mu-
nicipal da capital da provincia do Para.
O jniz municipal e de orphos dos termos reu-
nidos de Benevente e Gnarapary, na provincia do
Espirito-Sanlo, bacbarel Alexandre Jos da Cosa
Vleme, para o de Mara Pereira, na provincia
do Cear.
Foram nomeados juizes municipaes e de or-
pbos : *
O bacbarel Vicente Alves Rodrigues de Albu-
querque, dos termos reunidos de Benevente e Gna-
rapary, na provincia do Espirito Santo.
O bacharel Manoel Gomes Tolentino, do termo
de Queluz, na provincia de Minas-Geraes.
O bacharel Joo J jaquim Fonceca de Albaqaar-
que, do termo do Para, na mesma provincia.
O bacharel Francisca Jos Martias Penni, dos
termos reunidos de S. Christovo e Iiaporanga,
na provincia de Sergipe.
O bacharel Jos Leopoldina de Queiroz, do ter-
mo de Garemobo, na provincia da Baha.
O ba;har.l Primitivo da ":'lt(l| Uflf *T-----
do termo de Acarac, na|provmcla Boxeara"?
O bacharel Prxedes Toeodolo da Silva, do ter-
mo do Crato, na mesma provincia.
Foram noraeados :
_ O alferes Manoel Domingues dos Santos, cap
Mo secretario geral do commando superior da
guarda nacional da capital da provincia da Para-
hyba.
O capillo Joo Apolnario Borge?, major aju-
dante de ordens e Francisco Alexandrino da Vei-
ga Torres, capilo secretario geral do commando
superior dos municipios de Campia Grande e lo-
ga, da mesma provincia.
O tenente Amonio Manoel Nunes, tenente-coro-
nel com mandante do batalho de infamara n. 12
da guarda nacional da provincia do Para.
Concedeu-ee reforma :
Ao tenente coronel ebefe do estado maior da
guarda nacional da capital da provin oa do Para,
Dr. Jos Coelho da Gama e Abren, no mesmo
posto.
Ao tenente-corooel commandante da batalho
de infantaria n. 12 da guarda nacional da referida
provinci, Francisco Manoel Cordeiro, no mesmo
posto.
Foram perdoados ;
A Francisco das Cbagas de Jess, o resto da
pena de cinco annos e tres mezes de priso ec
mulla correspondente metade do tempo, impos-
tas pelo jury do termo de Itabaianninba, na
provincia de Sergipe, por crime de farimentos
graves.
A Melchior Amberg, a pana de um mez de pri-
so simples e'multa de 105, impostas em grao de
appellago, pelo juiz de direito da comarca do Pe-
nado, na provincia das Alagoas, por crime de
abertura de carta.
Era 4 de junho remetteu-sa o presidente da
provincia de Pernambnso, ou viada o respectiva
juiz de orphos, ama copia do aviso do ministerio
de estrangeiros ife 15 do mez linio e mais papis
relativos aos menores Antonio e Fortunato Coelho
Pinheiro, que, abandonados por sea proprio pai, a
pretexto de expiaren) certas fallas, sahiram da-
quelle porto com destino ao de Hamburgo, em
principio do correnti anno, a bordo do navio al-
lemo lally.Gommunicou-se ao ministerio d
estrangeiros.
Por decretos de 12 de junho :
Foi nomeado commandante das armas da pro-
vincia do Amazom, o coronel de infantaria Joo
do Reg Barros Faco.
Foram transferidos para a 8* companhia do 7*
bataihio de infantaria o capilo do 13 da mesma
arma, Joo Paulino Lopss de Seixas, e para a 4'
companhia deste batalho o capilo daquelle Joo
da Sanl'Anua Meira
Foram concedidas, na conformidade das impe-
riaes resoluces de 5 do crrante mez, tomadas
sobre consaltas da conselho snpremo militar ao
coronel de commisso da guarda nacional Pedro
Jayme Li.-boa e ao ex 1* cirurgio de commisso
Dr. Osear Adolpho de Balhes Ribeiro, em atten-
gao aos relevantes servigos prestados na guerra
do Paraguay ao primeiro as honras do posto de
coronel do exercito e ao segundo as de Io cirur-
gio do corpo de sale.
Foram concedidas, na conformidade das impe-
riaes resolug s de 5 da crreme, lomadas sobre
consultas do conselho supremo militar, aa alfares
aggregado i arma de cavallaria Qaerno J-ise Ro-
drigues e ao alferes graduado do 3 batalho de
infamara Joo Machado da Cunha, as demissoes
qua pediram da servigo do exercito.
Foi reformado de conformidade cojo a imperial
resolugo de 5 do correnle, lomada sobre con-
sulta do conselho snprenp miliilar, e cora as "lis-
posiges da 1* da ari. <* da lei n. 648 de 48 de
agos-o de 185!, o alfares aggregado arma de in-
finiarh, Luiz Jos de Souza, visto solfrer molestia
ineuravel que o torna incapa z de continuar no
servig.
Ftrara concedidas a3 honras do pasto alferes
do exercito ao 2* cadete reformado do 6* batalho
de infantanx, Luiz Monteiro da Cunha Talles, em
adengo aos relevantes eervigoi prestados na
guerra contra o Paraguay.
Foi refrmalo, na conformidad das di-pjsj.
goe< do | 3* do plano que bnxoa com o d*creto
de 11 de dezembro de 1815. como respectivo sold
por inteiro, o 2* sargento da companhia da caval-
laria da provincia de Pernambuco, Vicente Fer-
reira dos Sania', vistoachar-seimposibilitado pa-
ta o servigo de exereilo, em consecuencias de des-
astre oeeorrido em acga da owaao wrvijo.
Foi remdo, na conformidade das disposi-
S5e 6oJB* do plano que baixou com o decreto
e II dJ*Sjezembro de 18(3, com o respectivo sol-
do por iamro, visto achar-se irapossibililado para
o serviptalo exereilo, em eonsequencia de feri-
ment NMOido em cmbale, o soldado do 9' bata-
lho de Mamaria Jai Tttomsz de Farias.
Fot re nudo, na conformidade do 3* do pla-
no quejn coa com o decreto da 11 de de>embro
de 1815, n o respectiva odo par inteiro e va-
lor da far iha, o soldado do 3* batalho de infan-
taria An a* Jos da Silva, visto contar mais de
30 annos a servig > e achar-se impossibilitado de
continuar o mesmo servigo.
Foi rea nado, na conformidade das disposigoss
do % 3" do ilaao que baixou com o decreto de 11
de dszamb o de 1815, com o rspaclivo sold pac.
rateiro, o sargento do 4o batalho da infantaria
Joo da C la, visto contar mais de vinie e cinco
anno i de srvico, e acbarse impossibilitalo de
continuar te mesmo. ^
Foram i lormadoi, vaneando sold dobrado de
voluntaria ia patria, na conformidade das disposi-
gue* da al mi parle do art. 10 do decreto n. 3371
le 7 de ja tiro, e arga nico do da n. 3,50o de 4
de ag03iot 4o de-1865, visto aebarem-se ioutitisa-
das para n larviga do exercito em conseqneocia
Je ferimet os recebidos em combate, o anspegada
Hilario de iMedeiros Jnior e o solalo Manoel
Florencio s> M-tlo. este do 7* e aquella do 13
corpo de cavallaria da guarda nacional do Rio-
Grande do Sal.
Por portara de 5 de junho foi exonerado o
tenente-colonel da corpo de estado maior de 1"
classe, Joaqnim Jaronyrao Birro, da logar de di-
rector nierino do arsenal de guerra da provincia
de S. Pedro do Rio Grande do Sal.
Por penara de 7 de junho foi concedida ao
brigadero, Carlos Betbez de CMivaira Nery a
exonerago qae pedio do luar de iospestor dos
corpos das {provincias de Peroaabaco e Baha.
Por parlara da mesma dala, fui nomeaJo o
raonge benedictina, Fr. Fiancsco da Natividade
Caroeiro da Cunha, para o lagar de capelo do
arsenal de nrra da Baha.
Por decreto de 29 de miio foi eaneedida ao
brigadeiro los de Miranda da Silva Res a exone-
rago qae pedio do commando das armas da pro
vieta do Amazonas.
Por decretes de 5 de janho crreme :
Foi aposentado, na forma da le, o amanuense
das otfleinas da arsenal de guerra da provincia do
Pernambuco, Joo Ricardo da Silva, dependando
essa merc da approvago do poder legislativo.
Foram reformados com o respectivo sold por
intejro, na conformidade das disposigdae do j 3* do
plano que baixou om o decreto de 11 de Jezem-
bro de 1810, visto -achiram-se impossibiliiados
para o servigo do exercito em con-equencia de
desastres oefrridos en acglo do mesmo servigo,
os soldados Jo- da Silva Cardoso e Joo Caries de
Azevedo, ste das eompanbias d operarios do ar-
senal de guerra da corte e aquella do 11 batalho
de infantaria.
Forae reformados na eooformidade das imme-
djatas e ireperiats resolagSes de 29 de maio do
correnle anno, lomadas obre consultas do con-
selho sapremo militar, das disposices do f 1*
lo art. 9* da lei n. 648 de 18 da agosto de 1852,
o capito d; 3* batalho de infantina Antonio Au-
gusto Sarment de Mella e o (ensote aggregado
arma de cavallaria Joaquim Luiz Amaro, visto
soffrerem molestias incuraveis qae os tornam in-
capazes de continuar no servigo.
Foi considerado graduado no posto de alferes,
na conformidade das dispasiges da art. 3* da lei
n. 1,843 de 6 de ontubro de 1870. o alferes em
commisso do 1* regiment de cavallaria ligaira,
Modestino Baptista Boqnelte Franco, commissiona-
do naqueile posto a 24 de jan tiro de 1870 pelo
commandante em chefe do exercito em operagss
no Paraguay, como consta do delalho do servigo
dado para o dia 26 do dio mez e anno, pela
mesrao commando em chefa, eoniando antiguidade
dsssa graduago desde a data da citada lei, no3
termos da immediaia e imperial resolugo de 8 de
abril do crreme anno, lomada sobre consulta da
secgo de guerra o marrana do cooselbo estado.
Por decreto de 5 de unho foram reforma-
das, vaneando sold dobrado de voluntarios da
patria, na conformidade das disttosigdes da ultima
parte do arl 10 do decret i n. 3,371 de 7 da Ja-
neiro de 1865, visto acharem-se inmilisidas para
o servigo do exercito, em onssquencii da feri-
memos recebidos em combale, as seguales pragas
dos dilferentes corpos de voluntarios da patria :
25' corpo de volaataros da patria, soldado Viri-
ato Lisboa.
32* corpo dito, Banlo Manoel da Costa.
40' dito dito, Ignacio Correa de Lima.
47* Jilo dito, Jarooymo da S I va.
.Por decreto de 5 dejanho foram reformadas
com o respectivo sold por inteiro, na conformi-
dade das disposigSes do 3* do plan) que bai-
xou com o decreto da 11 da dezembro de 1815,
visto aebarem-se impossibilitadas para o servigo
do exercito, em eonsequencia de ferimentos rece
bulos em combate, as seguales pragas dos dife-
rentes corpos do mesmo exercito.
1* batalho de infantaria. -2* cadete Pedro Al-
varo Vieira e soldado Gaudeaeio Ferreira de
Sonza.
4* batalho dito.Saldado Mariano Luiz da
Souza.
15* batalho dito Caba de esqnadra Lonrengo
Flix Bispo dos Santos.
Por portarla de 5 de junho concedsu-se :
Ao capito reforjado do exercito Luiz Thauma
largo da Guerra Machado um anno de licenga para
ir Europa tratar de sna s&ude.
Por portara de 6 de junho, lai nomeado para
commindar interinamente o 5 batalho da infan-
taria o teoeme-corooel de commisso do 1* da
mesma arma Amonio Eaeas Gustavo Gilva em
snbstituico aofneb'e coronel Joaquim Cavalcante
de Albuquerque Bailo, qae f ii mandado recolner
a esta corte.
Por portara da masma data, foram transfe-
ridos os seguate* offkiass e cadetes do 3' bata-
lho de infantaria:
Para o i' batalho, eadea Pniladelpho de Alen-
car Socapira.
Para o 6* dilo, alferes Julio Cesar dos Res Fa-
co.
Para o 7* dita teoeote-gradoado Antonio Ray-
mundo Miranda de Carvalho.
Para o 11* dito, cadete, Alfrelo de Alba |uerque
Baila.
Para o 12* dilo, alfares, Alfredo Vieenie Marlins.
Cidete Antonio Feliciano P-ralles Falco Jnior.
Para o 15 dito, cadete Francisso Eufrazio de
Toltd\
Para o 16' dito, cadete Raymando Pub'.io
Rotbtia da Silva Marties.
Para o 17* dito, teoenw-graduado Virgilio Na-
pbleo Hamos.
Para o 19' dito, tenante Panciano Ferreira de
Souza. .
Fii approvali pela ministerio da guerra o acto
da presidencia da provincia da Maito-Grosso, ere:
ando nra eolonia militar em A;baqoe:qne soa o
titulo de colonia da C raceiga.
Relagao dos individuos, enjos raqaorimemos
on mamaria;- Acara dtllos ne-ta secretaria de es-
tad;, por filia de pagimato de sello oa da emo
minutos :
Aiexandriua Miriana JaCoicigi; A Uirsch-
hau-er, Aagalo Baaali.ia Miftyr, ex alfares de
voluntarios ; padre Amouia de Almaida ; Dr. An-
tbnic Jos da Fonseca La, eirurgio-rar ds
brigala refrmalo; Dams-io Caraw.z, ex-valan
lario da patria ; Emila.Fausta Brrelo de Azeve
do Qainlaes, vmva do capito da guarda nacional
Joaquim Lniz de Azevedo Qainlaes ; Flarainio An-
tonio de Vascancellos Machado, capilo ; Francisco
8ibiano de Sa ; Francisco Nones Ferreira, soldado;
Honorio Carolina di Fontoura, resrata ; Joo da
tro e secretario de estado dos negocios estriafei-
ros, etc., ele., etc.
E S. M. el-rei de Hespanha ao Sr. D Dionysi
Roberis, commendador de numero di real ordaai
americana de Isabel -a Cathohca e da reala di.'-
a. encarregado e negocios de Hespanha, etc., etc.
etc.
las, capito ; Joaquina Oliva
viuvado tenente Pedro Mximo Barbosa; Jorga
Jos Ferreira Chaves, porteiro da escola central;
Lourenco Antonio de Oiiveira, soldado reformado ;
Dr. Luiz Aot-mio Pimenta, cirargia-mr de
brigada ; Manoel Prxedes da Magalhes Leal,
alfares ; Mara Lniza de Argollo, mi do major
Luiz Amonio de Argollo ; Mirianoa Ribeiro ds
Jasus. malher do recrnt\ Chrispim Eaaereneia-
no da Silva ; Mauricio Bergor ; Perpetua Joaqui-
na Corre, av e totora de Perpetua Josephna !s| e*te6
Correa, lilha do capito Joo Pedro Correo; Tita
Elpidio da Rochi, capilo honorario.
Os qaaes, depois de haverem coramanicado r*-
cprocamente seas plenos poderes, achados em
boa e devida forma, convieram nos arligos segua-
les :
Art. 1.* O governo brasileiro e o governo hs-
ela
ministerio da agricultura.
Gireulir n. 9. 2'secgo."Rio de Janeiro, 4
em de janho de 1872.
O governo brasileiro
panhol obrigam-se pelo presante tratada rea
proca entrega de tolos os individuos refugiados
Hsspanha e provincias ultramarinas no Bra-
Imperio era Hispanha e provincias ul-
tramarina?, acensados ou conde na idos como au-
tores ou, cmplices da qualquer dos'crines de-
clarados ne SU 3.* pHoa tnbunaes daqaelle das
dus nagdas em que o crime deva ser ponido.
Art. 2.* A cbrigir.au da fxtradigo nao ee es-
tende em caso alguna aos nacionaes dos dona pai-
Iilm. e Exm. Sr. Dasejando o govtrnypar todos zes ou aos individuos que nele3 se bonverem na-
os meios ao seu alcaaca, calher esclarecimentos e
dados seguros sebre o estado da lavoara, no in-
tuilo de acudir s necessidales e promover o me-
Ihoramento desta principal fonte da riqueza naci-
onal, houve por bera S. M. o ImoaraJor que se
tscaramendasse aos presidentes de provincia a
oraeago de uraa oa raais commissas escomidas
entre os agrieultores, commercianies e oulras pes-
soas idneas, as quaes, colhanlo todas as informa-
goas que Ibes po.sam ministrar os proprios i ti t -
ressado', ou que se eocontrem em documento3
dignos de conflanga, enunciem sua3 opini5a3 sobre
lio importante assuapto e apresentera nm rel-
torio fandameaiad), em que :e cansilerem os se-
guinte3 qafsitis :
1* As especies da grande e pequea cultura da
provincia :
1* Extenso aproximada as Ierras culti radas e
importancia dos eslabalecimentos ruraes que
nellas exisiera;
3 Numero aproximada das bragas applicados.
na lavoura ;
4 Processos empregados na cultura, preparo
dos prodactos e sea atrazo ou aperfegoameoto ;
5* Qaaes 03 ncleos coloniaes avstenles na
provincia, sea estado e o que delies se ple es-
perar ;
6o O estado da viagao, especialmente entre os
principaes centros commerciasae districtos mais
productivos da provincia;
7* As associages existentes que teaham por
(ira promover a inlroducgJo de oofonos oa traba-
lhidore3 livres e caodiges, seb as qaaes lem re-
alizado oo preteodem realizar esse lira ;
8* As as3oelagoaj de crdito que anxilam a la-
voura e coodigoas cora que as fazem ;
9* A divida de que est onerada a lavoura da
provincia e sua araortizago aunuala;
10 O astido em qua sa acha a eetechese dos
indgenas e necesidades que eumpre aTBla satis-
fazer para auxilia-la.
Para que as cbmmissas bem deserapanham lo
til e argente Irabalho, eumpre qae V. Exc. d as
convenientes providencias, am da que eocontrem
ellas da parta de todas as autoridades a coadjuva-
gao de que precisem e estas Ihes possam prestar.
D-vendo o iodicado relatono ser prsenle as-
sembla ger I legislativa, em sua prxima sesso,
convem que, sem perda de tempo, V. Exc. orga-
nise esse servigo e recommende a maior brevidade
possivel.
Para conhecer-se a importancia da divida liy-
pothecaria da lavoura e das exacug oas provenien-
tes desta origen, se expsdior, as ordens neaas-
sarias pelo minisierio da justiga, e da sea resalta-
da dar V. Exc. conhscimento commisso ou
coaamisse! qua noraear.
O governo imperial muito confia na solicitadle
e acert com qua V. Exc. se esforgir para levar
a effailo e inquerito que ora ihe recommendado,
e cujos m8ios praticos de execuglo ficam inteira-
raenle confiados ao sea criterio.
Os bons servigos qae oo desampenho deste im-
portante Irabalho prestarem as presidencias das
provincias, as demais autoridades, as eomraissoes
aomeadas e todos os cidados qua para elle con-
correrem, sero tidos pelo governo imperial na
maior consideragio.
Deus guarde a V. ExcBarao de launa. A
S. Exc. o Sr. presidente da provincia de...
Circular. N. 6. 3.' seccio. Ministerio da
agricultura, commercio e obras publicas, em 6 de
janho de 1872.
Illm. e Ex n. Sr.Dispon lo o 1.* do art. 1."
do regulamento approvalo pelo decreto n. 4,653
da 28 de dezsmbro de 1870, que as liohas que
acorapanbam as estradas de Ierro para sen servigo
especial sejam construidas expensas dos res-
pectivos coneessionarios, os quaes enlregaro ao
governo um fio especial para as communicagoes
telegraphicas geraes, assim o declaro a V. Exc-,
afim da qae nos contratos qua essa presidencia
tiver de celebrar para a construcoio de linhas
frreas se attendam aquellas disposigoes.
Deas guarde a V. ExcBarao de launa.Sr.
presidente da provincia de...
Ministerio dos negocios estran-
geiros.
DSCRF.TO N. 4978 E 12 DE JUNHO DE 872.
Piomviga o tratado dt extradigao entre o Impi-
rio do Brasil e o reiao de Hespanha.
Trado se concluido e assigaado nesla corte, aos
16 dias de margo do corr-nte anno, um tratado de
extradico entre o 'Brasil e a Hespanha, e acban-
do-se este acto'mntuamente ratificado, havendo-
se trocado as raiitlcagSes era 8 do presente mez:
hei por bem ordenar gae o dito tratado seja ob-
servado e enmprido to inteiramente como oalle
se contm.
Manoel Francisco Corre i, do mau conseibo, mi-
nistro e secretario de estado los uegocios estran-
geiros, o tenha assim entendido, e expega para es-
te Ara os despachos necessarios.
Palacio do Rio de Janeiro, aos 12 dias do mez
de junho de 1872, 51 da Iadependencia e do im-
perio. Com a rubrica de S.M. o Imperador. Ma-
noel Francisco Gorrij.
No-, a prioceza Imperial, herd ira presnmpliva
da ora, regente t-m oorce de S. M. e Sr. D. Pe-
dro II, por graga de Daos e unnime accaraago
dos povos, Imperador constitucional e defensor
perpetuo do Brasil, etc.: Fatemos saber a todas
os que a presente caria de conrmago virem,
qua aos 16 diis do mez de margo de 1872 con-
cluiu-se e assignou se nesla muito leal e heroica
cidade de S. Seroasti da Rio de Janeiro entre
nos e S. M. el-rei de HespaoSa, pelos respectivos
plenipotenciarios, munidos dos competentes plenos
poderes, um (ralada de extradigo do theor se-
grate-:
S. A. a princeza imperial, regante do Brasil
era nomo de S. M. o Imperador o Sr. D. Pedro
II, e S. M. el rei da H'-paaha, lando jnlgado til
regular por maio de mu tratada a extradico re-
ciproca dos crirnosos que te refugiaram de um
dos do* paius no outro, resolveram noraear
para et fl.n seus plenipotenciarios, a saber :
S. A I. a reg-nta em nome de S M. o impera-
iir .ij Brasil a S ixc. o Sr. Manoel Francisco
Coni, di caaseiha le sua dita Migesiade, de-
pota 11 a aneisstjt garal legislativa, cava'.lairo da
orlem la Nassa Ssuhor Ja:Os Christo, bacharel
frraiilo eaa -cuacus soctaes e jurdicas, miis-
turalisado antes da perpeiriico do crime.
An. 3 A extraligV dever realisar-se res-
peito dos individuas aecusados oa coademsados
como autores oa cmplices das segrate exi-
mes :
1.* II imicidio, compreheadidos o assassinio, o
parricidio, o envenenaman'.o e o infanticidio.
2.* A teotativa de qualquer dos crimes espsei-
ficados no numero aniecadente.
3.* La uas corporaes graves, segando a lei dos
doas paizes.
4 Violago, estupro, rapto e ontros allantados
contra o pudor, urna vez que se d a eirconistan-
cia da violencia; polygaraia.
5.* Occultagao, subtrago e snbstituigo de me-
nor ; nsurpigao do estado civil.
6* Roub-a.
7.* Incendio voluntario; damno nos ciminhis
de ferro da qual resulte ou possa resaltar perign
para a vida dos passagairos.
8.' Peculato ou malversagao das dinheiros pa-
blicos; eslellionalo, abuso da coollang oa lab-
tracgio de dinheiro, fundos, documentos e qnaes-
quer titalos de propriedade pnbca ou partica-
lar por pessoas a caja guarda eslejam c nuil >
on qae sejam associadas ou empngidas ao esta-
belecimento em que o crime foi coramell'.lo.
9.* Falsiticigio, alteragio, impon..-!o, ioiroda*-
go e emissao de moeda e p^p'eis de ce-
dito cora eurso legal nos doas paites ; Mrica, Fot-
portago, venda e apolices ou qnaisqav oatros ti-
tulas da divida publica, notas dos bancos cuquaes-
3uer papis dos que circulam como se fossem moe-
a ; falsiflcago de actos soberanos, sellos do cor-
reio, estampilhas, sinetes, carimbos, cuartos *
quaesquer oairos sellas do estado e asa, asofia)-
gao e vanda desses objeetos ; [ilsiUeagio da ee-
cripturas publicas ou particulares, Irtras Je c,ra-
bio e outro ttulos do camraarcio *3 das-ei pa-
pis falsilicados.
10. Baratara a piratara, eampreheaid o fsd
de alguem apossar se de navio de cuj eqnipagem
fizar parte, por meio de frauJe ou violencia contra
o capito ou quera o substituir ; abandono da evx-
bircago fra dos casos previstos na lai, tritio de
escravos.
11. Qaebra fraudulenta ; perjurio era maten*
criminal.
12. Redncgo de BtStOS livra escravido.
Paragrapbo aaico Os individuos aecusados oa
condemnados por crimes, aos qaass conforma a le-
gslago da sua nagio eerrespoaJer a peni de
morie, somante sero enlregue.s, com clausula de
quo essa pena Ibes ser coramutida.
An* 4: A extradigo ser reclamada pir lia d.'-
ploma'.ica, e nao pider ser eoaeedili s-na.i
vista do traslado do despacho da pronuncia ia 1*
senteoga condemnaioria, extrabida das autos dea.
conformidade com as leis do estad > raolvnaate.
Estes documentos serio, sampra qae (dr pasiva!
acompanhados dos signaes caract-n sado on condemnado, e de urna ciLi.i do lex'o da
lei applicavel aa laclo criminoso que Ibe impa-
fado.
Art. 5.* Nos casos urgentes, cada um dos don
govemos, firmado em santeng coademoaioria,
despacho de pronuncia oa miniado da prisao, po-
den pelo meio mais expeMo pedir e alcaogir a
priso do condemnado, ou acensado, com a condi-
go de apreseniar com a bravilaJa possivel o do-
cumento invocado na iuslancia.
Art. 6.* Sa dentro do prese de dons m-zes, con-
tados do dia em qua o coaloinoala oa accasado
for posto disposigo da agenta diplomtico, est
nao o tiver reraetiido para o BsUda reclaman'.?,
dar sa-Sia a liberdade ao di o condemnado oa se-
cusado, qne nao peder ser da nova preso pelo
mesmo motivo.
Neste caso as despezas correr) por eonta d>
governo que dirigi a instancia.
Art 7.* Qaando o acensado for e.-irangeiro nos
doas E-tados contratantes, o governo quedeve con-
ceder a extradigo infrmala o da paiz ao qttat
pertence o individuo reclamado do pedido de ex-
tradiyo, e, se este ultimo governo reclamar o cul-
pado para o mandar julgar pelos seus ir manaes, o
governo qne liver recebido a instancia podara,
a seu arbitrio, entrega-lo a na-i > era cnj> terri-
torio commeltea o delicio ou aquella de quera for
subdito.
Art._8. Se o aecusado on con lemnad, cnii ex-
tradigo fdr pedida em conlurmiJade do proseis
tratado por ama das partes contraanles, fdr igual-
mente reclamado por outro ou outros g v- ru*, em
virlude de crimes eommeiudos em -eus respectivos
territorios, stra elle entregu ae (ovaras cuja ins-
tancia honvar sido apresentid*, ou tiver data.
mais anliga, quando as apre enlardas forera si-
multaneas.
Arl 9. En caso algura se coieodar a extra-
digo por crimes politices ou por facas coomxos
com elles.
Nao se reputar delicio poltico. n;m fcto coa-
nexo com elle, o alternado contra os si-beranos di
doas Estados contraanles e os merabros d* na.
respeclivas familias, qaando esse atieniado eoii-
tuir o crime de homicidio e >-nvenenaim*mo.
Art. 10. Os individuas, cu,a exlra.ligo hoaver
sido concedida, na poJera ser jmgatos on puni-
dos, por crimes polticos anteriores fxtradigio.
nem tactos connexos com elles, oeui por qaaiqasr
outro crime anterior distracto do que m .ttvar a ex-
tradigo, salvo se fdr dos declarad h oe ait 3.* a
tiver sido perpetrado posteriormsnie a celebraba i
d'esle tratado.
Art. 11. A extradigo lan.bem o'o ser eoar*-
dida qaando, segundo a lai Jo p,n n rana o m-
minoso estiver refugiado, sa a*lir (rosesrpla-v
pena ou acgo criminal.
Arl. 12. Se o indiviloo reclamado achar-se per-
seguido oa detido no piu eads ^e r*-fugou por
obrigago contrahija com p-ssoa pa ocular, asaa
extradigo ter, comtudo, lajr, i -ai-do aam a,
parle leslda fazer valer.seus direit'S perame a
autoridade competente.
Arl.* 13. Os individuos rocia-nados, qae se aetu
rem condemnados ou em priica. p>r crime*
coaimettidos nb paii em nie s nyuraia, sm>.
entregues depois do u'gaiiM-u > Mi iiuvi a
cumprirem a pena qua has t**f silo tu t* oa-
posta.
Arl. 14. Sarao sempre entregu** o* onjfl-:
snbirahidos ou encontrados i-m p it-r dos re, ee
instrumentos e utensilios da an* f> n do para a perpelracao da cflw e -jaaiqqcr uar*.




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-----_-----------------------_
prora de eoavieeio, qaef "se realise a extradicio
quer asa oio chage a ftlisar-se por morte oo.
fuga do culpado.
Pican), todava^ radjvados osidiraitos.de lerseira
sobre os meneioaadcs ohjectos, os quaes nesse cato
sero devolvido som despea algaras, depos de
terminado o prrjeesso.
Art. 15. As dfcjpMIrfeitas coro a eftora, eos-
odia, sustento e transporta. do individao coja ex
tradico fr concedida, assim orno os gasto cono.'
a reniessa dosobjectos espetiflcanoi norartigu nn-
teiedenle, flcaro carga ios don gomaos nos
limites da eas respectivas territorios.
As despeas, porn, con o trasporte por mar
correrlo por cooia o'qaelle qaa rttlamar a ex-
tradicio.
Art. 16. Quando no sefuraenle de utr;i cansa
crime Dio poltica se jnlgar necesario o dep. omento
de lestemuohas residentes no outro, ser enviada
para esse flu, per via diplomtica, cana de toqui
rcio, qual se dar cutnprMWflto, observando se
us leis do estado onde as tostomunhas forera raqui-
lUM.
Os don? govern^s rentnciara a quilqner recla-
tnacao qo tenha por object) h restituicao das
4o rogatoria, una v.i que oo se trate de exames
riroinaes, comuier;iaes ou medieo-legaes.
Art. 17. O preseate tratado ter vigor por cn:o
aun i", contado* da dia da troca das rali*c.*<:6:S, e
continuar a subsistir passado esse praso, emquan-
to uta dos dou- covernos do o denunciar com ae-
teeipacao de nn anoo.
Stra ratificado, e as ratificarles trocadas no Rio
de Jadeiro, csi a possivel brevidade.
Ero f do qoe n<, plenipotenciarios ds S. A. a
-Princoza Imperial, Regent? do Brasil em nome do
"S. M. o Ifflqerador, o Sr. D. Pedro 11o de S M. el-
ni de H-sfai ha, ase^uinos ttfta tratado ni du-
plicado, enelle pozemos o nosso safio.
Ffilo no Rio de Janeiro, aos 16 da* do mez de
marco do anno do N'asciroento d) Nsso Sentid
Jess Cfcri^to de 1872.(L. S} Muiocl Francisca'
Con en (L. S) Dionisio Umerto.
fc nao-no* presair.e u meslo tratado, cojo
!hir tica cima Inserido, e bem fisto, consderao
e eximinado por n todo o que nellu se c omero, o
sppfOVasio*, ratlkimos a eonlirraan a, a<-im no
tolo como era cala nra dos seus artgos e esttab-
lacoes, e pela presente o damos por Arme e vil: na
para os seas devidos ttfiios ; prometiendo, em f
o1 i ilavn imperial, ooserva-lo e cnrapri-le ia-
violavelmente e ttih enmprir e ob'e.-var pir
qnalquer modo qae po--9a ser.
Km testemnnh) e firmeza do qoe fuemos pa=sar
a frsente carta por nos assignad, sellada : m o
sello grande das armas do imperio e refereoJada
pelo ministro e secretario de estado, aba xo as -
signado. j>
Dada o? p ilach do Ro de Janeiro, a 27 da"
do rasz de margo do nti rtir Nascirnento de Nosso
Seahor J. '. de l-"i Uahkl Prinoeza Imperial
Hegeote. Visconde do Bw Branco
"nH'T*
Pcriiambac
.1..
Looiingo
S3 ;U Junho
iT.,--;,-.-<.-r

CommaaiEo las a.'cnxs.
ql'artel obncral do cojimando das armas
na pbovincia de -perxambl'co^i oe jl'nho
e 487.
t)rrfw t?j da n. 633.
O brigadeiro c,omm a rulante das armas
decora guarnico para os tirts convenien-
tes que, conlinraado os enC'>nimodis de
saude do Sr. teoente coro el coaimandante
do deporto de re:rutas, Jas L'icas Stares
ftarjjsu da Cmara., sendo por isso obrigt-
do a entrar tm meiliodico trstamento, pas-
sou haotera o comaiamlo interino do mes-
mo drtDOMto ao S majar fiscal Mel Per*
eir Efcoar, que fui stibst loi.lo pelo Sr.
cap to II;nriqtie Eltiardo da Costa Gama.
(Asugaado). Hmitio Luiz Ualkt.
K-t eonf^rme). BentoLutz da dama, major
grsdnadn.
EXTERIOR.
,i.
O Brasil e os seus alilados.
Violentamente atacad pela impr^n-a are>>ntna
1 i-motivo do< tratidos nimameote clebrado
> a o Paraguay o Brasil ni) rtcon sem defe< em
t j >nos Ayres. Entra ontros acababa de publicar-
;e a'li tim folbrto, qoe em s-'Boida tran^crevemos.
om o titulo : .4 rerdade sobre asquestoes entre
0 BratU e a Kepubltca Argentina, originadas pe-
loa tratados com o Paraguay, por C. de W.
Disse nm di.-1 neto plnlosoptio que i o a razao
quv s serve das paixes, porm sim as plciM
<|ue se servem da razio, para al-anoar os llns a
que >e proposm.
Dasta triste verdad deram e continnam a dar
tr frf>Dt^ da imprenta da Uuenos-Ayre?, tortncind-)
a razia para obriza 11 a sustentar a falsa e ;uii-
x ni la intorpritign do fritado da trplice a'han-
<;.i, e calumniando o Ora sil, a quera acensara de
li.tva-la quc-brad'i com os tratados que celebrou
'.>aradamente roa o Paraguay.
i/n primeiro lagar, convm faz?r nca' que o
tratado da allianfi f,i co.nfriccionado em Baenos-
Ayre, sob a ollueccia do governo argentino e por
nra ministre li laileiro conhecilo pela) snas ic'is
liberaes, por snas sympalhias para cora esta ra-
publica, p< 11 franqueza de sen carcter, eque
cunea fot diplmala de profi^); prtanlo, nao
->' fle dizer qnf e-.-e tratado fni rediiilo cem
i:itenc38 a achia vlicas por parle do .verso do
BraaS
O polticos argentina?, estribando-so no ari. 6'
"o tratado de alaoca, e empregando urna lingoa-
itn, em que maia se revela < dio di que amor a
rdade, declaram que o Bra-1 rompen ocand2-
1 isaraeote eise trattd, que fiitou ao< seus solem-
nes compremissos, celtbrandi tratados com o go-
vrno que eslabeleceu-se no Paraguay depo s oa
queda de Lpez, e com o qaal e os aliialos em
paz, e citara o referido artig dando-lne una in-
t^rpre ago Incompativel com a letra e cjm o es-
puito de todo o tratado.
Diz o att. 6. :
t Os aleados comoromettun-se solemnemente a
nao dpr as armas senio d i eoromum acc.ordo, e
rmquanto nao langarem por trra a autoridade do
dual goterno do Parnjunij, e a nao nngociar ?e-
^aradamerte eoD o ioiraigo comraura, nem snb<-
r-flver tratados de paz, tregia ou armisticio, nem
caaveoeio algoma para suspender ou concluir a
U'ieira, .-em o perleito a corlo entre todcs;
Aqu traos, pi is, bem definido o caso da arelo
cmjurc'a o m pira o qmlanenhum dos aina-
dos era licito tratar sep' rommnm, irlo para suspender ou indar a guerra.
Porm que hi de commom entre o tyranno que
pagon com a vida fua-i at-oeidades e o actual go
verno do Paraguay reconhecido por n ?
Como applictr ai Paraguay de hoje, que acei-
to i o traiaj da'lriplica alliacca, as prtcaogSes
loasalaa contra 3' u tyranno ra poca de seu
rra or pod.^r, qnand.i a r tirata de nm dos allia-
dis deixaria es OHtros con menos recursos para
v?,nrer ?
Farenot notar que o art. 7. do tratado de al-
laicidedira qusa gntrra nao era f.ita aopovo
do Paraguay, mas ao dspota a qura entao se
achiva ni^mettidc. A applitacio forjada e ini
qua que quer se dar ao art. 6o nem por hypth pode ser admitaia, porquanto foi prevnid e eon-
te.-tida no ait 12 do raesrao tratad), o qual diz :
Os a'alos reservara [ara si o direito de con-
certaretn n >s meios mals efc^zes para garantir a
par com a ^publica do Paraguay, depois que da*
cabido o governo actual.
Seos alalos reservavam para si acomb'n--
5J. df relos que gaiantissem a paz com a repu-
1 lica di Paraguay depois da queda de Loper, cia-
to est que essea meros nao se aeam definidos no
trado de 1 ds maie, o qual di trague perfeita-
mente o actual governo do Paraguay do goiemo
de Lpsz, conta qnem osalliados moviara a guer-
ra ; e portioto nao se pJe dar ao art. 6 urna
xten Apezar do expisto, o governo imperial conviden
repetidas vetea seus alliados para celebraren) con
jan tmente 09 ajustes, conveoedes e tratados qoe
di-viam ser feilos com o novo governo do Para-
guay, e a morosidade de taes ajustes proveio
senopre do governo argentino, qne estando de pos-
.se do vasto territorio de Cbaco e das Mi:s9es por
direito da victoria, ne tinba nenbom interesse em
alebrar tr tilos com o Paraguay, o qaal talvez
Ib? con'.esiasse esse direito.
Por flm o Brasil, enviou o Baro de Cotegipe
cono seu pleLiootnciario para celfbrar eom o
Paraguay oj tratados por taur tempo posterga-
do<, e, com aati carene a de um mez, ioslou eom
os g vernos das repTHicas Argentina e Oriental
doUiujaay para qu designassem lau.baro seas
plenipotencnrii?, prpvanlo d'esl'arle que doaeja-
va caicinbar de accorto eom eltes.
Qiera fii escribido para esta misso por parte
i> '.verno argentino ?
L'm personageio coobecido pe'a guerra qu? ha-
via feito i allianca, p*t ^en iyj.^ismo a> w-
udts argentiioa v, h-.mm aeibrad
Foi este o eseo,;djdl,j e quantos o c n^eearo
dijseram lojo, "q^e f0 levava em.mira romojr a
alilacci, e o1^ s-aenie para i:to t ata aceita*) a
rdssad, *
. Dep*. de nm mez de deroora* no Paraguay, de-
nr occasionada en parte pelos aaoMwwnentos.^
P'.litiecs qne ali deram-se, e durante, a qual os
plenipotenciarios teriam podido chegir a figura
accordo, o diplmala argeniino reaervot\ o golpe
qoe preoama para a moaanto a qne j niopc-
dla deiiar de enirar em uegocia*j5a com os ple-
ni o'onciarios paraguayos, e antes de emprean
1er lies negociares ex'ifio que o diplmala bra-
siteD Ihe garantisse a pw do-Chaco, apoiaod)-
st para isso ao art, IS do ttatado de I de raaio
qhe diz:
< Para evitar as dissussies eguenas que as
qne'o ;s da limites ongioam, flea estabelecido que
os alnados exigirse que o govefno paraguayo ce
lebre com os respectivos goveroos tratados d nitivos de limites sob as baso* 8egu>nies, e c. etc.
O exigir qni o governo do Paraguav celebre
tratados de Hmites com os goveroos dos sitiados
soUr taes oa ia?s bases (ao que- ;elle nao se reen
sava) nfto l garanli-los como definidos pela alli-
aoQa.
' isto to claro, lio evidente, que o art. 17 ga-
rante apeoaa o cumprimento dos tratados que N
ftzessem com o Paraguay ; e nao os Umites (fcaaj
nudos ao art. 16 simplesmetle como use de traa
d ., 7"- podan ser discutidos.
Leraos o art. 17 :
* j alliados girante* reciprocamente fiel
cumprimento dos concenios, 17'njffs e trataihs '/c
dkvkm skr cblebrados com o averno que estte
lew se na irpublica de Paragu y em virtud* do
ctm-encionado pelo ptvsente fritado de alhanca >
A mesma cousa declarou o plenipotenciario vis
conde do Itio Branco em na nota dirigida ao go-
verao argentino em 11 de jaaeiro da 1870, relati-
vamente oceupacao da Villa Occidental peras
tropas argentinas, dizendo :
t Respectando 63te faci, o abaixo assignado de,
c'.arou ao raesmo lempo que a respoo-ahilidade
reciproca e^tabeleeida pelo art. 17 nao te eseode
as (i sse- que o Brasil ou Ja repblica Argentina
estabele?am antes dos ajastes que o mesrao tratado
prescreve, e sera previo accordo entre si. 1
Austro, pois, era pelo art. 16 e anda menos pe
lo 17 KM o diplmala argentino o menor direito
de exigir de seus-coHegas o [revio reconheciinentu
da posse do Chaco antes da entrar era nrg iciacflss
Sendo 'hs uegada essa garanta (e nem poda dei
xar d < lo, raesrao porque os ailfado- tinhain re
salvado os direosque a repblica da Bohvia tam
oera juIga ter sobre esse territorio), reiirouae (
arrogante diplmala, intiman lo ogtvemod) Pa-
raguay qu? nao traale com o diploroala bra'ilei-
ro. Chegando a Buenos-Ayres, o goveruo argsa
lino nao o obrigou a voliar pura seu poft\ n*oa
uomooo qnem o sahjiituisse, sabeodo perleilaaien
e qne o bsro de Cotjgipe havia declarado que
tio s-3 considerava inhibido de tratar separada-
mente con o governo do Paraguay, urna vez qai
ali o deixassnm so.
?; o goi-rsi argentino tinb 1 interesse em con
servar a all.anca, e entendia que o governo impe-
rijl devia licar merc dos cipnchos de sua di
plomacia, p irqu? nao protesiou logo contra o pro
cedimento do liaro da^C t-'gipe, e esperou que
esse tratados se nelebrassem p-ra cousiderar que-
brada a alli.iHC-. por narte do Brasil ?
O .lenipotenciario argentino, ex'ginlo indevida-
meote que o Brasil garauliss? a posse do Chaco,
Ungi ignorar nao .' as disposicoes, muito claras,
do tratado de allianca, mas tambera as promessas
e declancods solemnes feila* pjlo governo argea
tino ao P.irigoay na nota d-i 27 do dezerahro de
1860, d'onde transcrevemos as seguiutes pala-
vras :
t O governo argentino susteoiou ha mu'to pou
co lempo eom o representante de S. M. o IViotra
rtor do Bra-il que a victoria nao d is nacaos ai
/indis o direo de declararem, por si sos, limites
sonsos (/w o tratado designar.
6 men governo,' boje como eoto, qua os li
miles devem de s'r discutidos ora o gov^rn > qe
se estibrl'cer no Paraguay, o que sua HxacSo ?er
(eita nos tratados qio 'fe ce;ebrar>-ni depois de
exhibidos pe| que cada urna apoie seus direitos.
t A'sim, a ocenpa^ao do chaco, pela repblica
Argentina na resolve a quesio delimites: to-
nismos pelo direito da victoria o que oigamos ser
no.-si, dispostos a enlrega-lo outra vez, se o Pa-
raguay apresentar prevas que valham mais do
que ns nossas, guando ventilarse "a qutslo de
direito.
O representante de S. M. o Imperador do Bra-
sil, em urna nota qoe dirigi ao general em chefa
99 exercilo argentino, parece concordar cora esta
d intriua, com o que se congratula roen governo ;
porque deste modo tanto coinnoso emo com o
Brasil ser resolvida a questdo de limites vista
dos respectivos ttulos, maniendo cada pa'z a m'e-
gndade do territorio que elles Ihe? derem. t
Todas estas bellas e solemnes declaracis dj
governo argeatino, conformes ao- espirito do ira-
talo de allianca, foram deattendidas e despresa-
das peio seu plenipotenciario no Paraguay, quando
exilio do plenipotenciario bra>iieiro o recoobeci-
raeoto da posse do territorio do Cnico, por direito
da victoria, sera apresentar seas ttulos, e sera en-
trar era negociares com o vencido Paraguay.
Por estas mesraas disposic5es se que o'trata
do de limites nao poda deixar de srr disentido e
celebrado separadaments entre cada nra dos ala
dos e o governo do Paraguay; porque seria ridi-
culo pretender que ao Brasil competa exhibir e
sustentar os ttulos que a repblica Argentina jul-
ga ter sobre o Chaco, e apreciar os que em senti-
do oppojto apresentasse o Paraguay. Seria isto
(dr ni dependencia do governo brasileiro os inte-
respes da repblica Argentina, e era isso justa-
menta o que ello uSo queria.
Se tola esta doulrioa professada pelo governo
argeniino naqaella dala contraria ao tratado de
allianca, en'.o foi ella quei) Ihe desferio o pri-
meiro golpe ; e qoem Ihe desferio depois o segundo
f i o seu re presratan'.e, retirndose du confereu
cias com ixgencias inadraissiveu, e nao o Brasil,
que.'liel a> tratado da 1 de mijo, admutio as 'deas
generosas de seu al'.ialo; e as poteucias que ce-
lebrara um tratado Id n o direito de dar-ibe sua
verdadelra in'.elligenea, e cousa alguraa as tolhe
de serem generosa para cora o vencido.
3a hoja ja oo admitiera urna tal theoria, por qne
.ra-livo nao preveniram-se era tempo com alguma
entra iuterprelacao n)va que a annullasse v
Assim, nra dos alliados reserva para si o direilo
de interpretar o tratado de allianca a sea tiUi .
o segundo as circumUancias, enlendendo que o
Brasil deve flcar sojeito s stns velleidades, sem-
pre que Ihe aprotiver externa las I
Os mestnos qne outr'ora, partidarios do Xero do
Paraguay, viciferavam contra a allianca, sai o-
iue hije exigera, cid nome desse tratado, que o
Brasil la'i garanta a posse do Chaco e que deaxe
o resto do Paraguay sem defeza, entregue a s raes-
mo ; e para conseguirem bste intento, arremessara
contta o Brasil insultes calumniosos e toda a sor-
te de provocacao, que o odio se inspirar, sem
duvida para consolidar a.1 sim a allianca e as boa-
reti^oescom e-ta nago atrozmente vilipendiada
pela virulencia de seus difTatnalores /
E coidam politieos lao habis que ningaem se
apereebe do jogo qoe fazem, e que lenitivo soul
cente para acalmar o jasio resealimenlo da naco
brasileira o coofessarem agora que nao queren
guerra, porque carecen d me ios para encela-la
inmediatamente, incitando assim o Brasil a decla-
rar quebrada a allianca, como se a repblica nada
devesse a essa allianca e a bouvesse celebrado em
proveito de Brasil e nao por a;bar se seu territo-
rio invadido e insultada sua bandeira pelo dictador
Lpez.
Veja-se o que disse o llastre general argentino
D. II irih lomeu Mure n'am opuscnlo publicado em
Buenos-Ayres too anno passado :
< A verdade que o Brasil servio mais politi
ca argemina e oriental do que esta brasileira ;
porquanto para nos o perigo ora mais Iramediato
e mais immioento, trabamos em jrgo a honra e a
vida, emquaoto que o Brasil tinba mais em jogo
a honra do que a vida. A prova disto est em qae,
se o Brasil bouvesse feto a paz por sua conla de-
pois das primeiras victorias ou antes de desappa-
recer Loptz, te-lo-hlamos aesaaao de egoismo, e
ajaman de desconanca para comaosco.
Por isso, quando entre nos pedio-se covarde-
raente a paz a todo iranse, foi com a coadigo de
que o Brasil continuasse a guerra por sua conta,
e em cosso proveito. >
O illustre estadista argentino, redastor da Mu-
cion, que por patriotismo tambyn acensa o Brasil
de baver tratado separadamente com o Paraguay,
pondo margera seus iairrrlgofl polticos, qne as-
sim o quizeram, ja declarou na eitada foiha qual a
oecessidade urgente que molivou a allianca com o
imperio e as vantagens fmmensas que com ella au-
ferio a repblica, perdoanlo ao mesrao tempo ao*
que se raosiraram traidoras o eovardesno momen-
to do perigo, e que hoje se quelxam dos males
produtidos por seui proprios erres, e retnbuem
sua g;nero5ilade com irnica ompaixio.
Seesterespei!acidadoo'-ue,MdiI(>rl#ll| Alle-honlam s 4 nrts da tarde o *l!emao
...ila a >nfnn .uimigos
, energa.
polticos 90-
verdade e confundir seus
leria levaalar a v*z co<^ energ("e (ielamarl
Vos ptfti.lirw5 d0 iyriDD0 ti9ppl P voofera
(Jures oalr a/jniuo^.,, tusiva os que. gu'4donor
me'^niohos, promovestes calcuUdamenta
odios
'*'l ro^pjmemo, ejue, flagiudo "B't'a sastaatar
visa allifnc, tiabiihais contra ella cavando fun-
do abysmo enfe ai daas naedes Kratgas que der-
raiia/am juntas sui saogue e seas lUesouroa, e o
imperio amia cais do que a repblica, defamen-
do ta*. independencia e digtfdade contra as ipva-
8es do ma nachodo despoWa'u- tem lido a J*rne-
rica, e que, t,to ejlant i Calai-voa, las* ajost*t t EnVrgonhaiktcs
da vos> obra e'aV voisa linguigem Indecente e
impropria c Nio acrlftqifcis mais o Miz ao vosso kelrri
givel oto de rata e al^o raBnblicanlamo.^em
brai-vos que orfactes os oenmentos falIamai
alto e, eloqu^nfemente de qTie vossos insultos e
manifosta^oes de fraquiza. >
Pafleru pnarir*se pjsgi este estadista, mas
fifefete dio accisar %or injustos detractores,
para nao fazur recahir sobre seu governo a res
ponsabiridade da quebra da aRiao^a ; e nos imi-
tando sna prudencia, contentamo-nos com expr
sem acrimonia a verdade dos fados delxadfa aos
laop-reiaea a tarefa de decidir de qpe lado est a
jaslica, e aos governos ialeresao a de redtover
as difBcuMades.
INTERIOR.
rio : .i \vi :;u
2 DE JUNR I l)K 1872.
Da 'Rio da Krai temas buhas 23 de maio,
pelo Vhmbdrazo, piquete ingtexds linha do Paci-
fic^ sabido 27 de Montevideo, onde todava nao
se publiearam folhas n is olMmos doos di. ga>
hsmos, porm, que nanhnma novidade da impor-
necia occor.-a a O eoBgresa argeatino votou nm (ei aotori-
sando o governo a despender at 10,000 peso* for-
tes eom n cinstruceto de um monaraeaio fane-
ore memoria dos roortos na gnerra do Para-
guay.
Nao !6 sabia ainda bem ao BWto o qoe se "eslava
passaodo na fronteita da fljhvia- mus eas provin-
cias argentinas do Salto, J-Joy e Tuea sava-se s enarda nacional para vepellir qnalquer
ataque evemual.
Suppooha-se, comtndo, que o negado ala pa-
saria de algnma m interpretacao que os cotaman-
d.mtes f fmntera tivessem dado a qnaesqaer re
commenffacoes que por ventura houvessehj rece-
bido.
Eotrelaoto diza-sa qae o eoverno argennan or-
dena-a ao seu iiiiiiiiro no Cnie, D. Pelix*?rias,
qne psa ajustar estas q-tSas.
Sua Mage-'tsle o Imperador, aeompanhado de
seus sera ana n h, vi.-iloa ante-hontem o col'egio
Abili >. onde se anreseotou s 10 e raen horas da
mrtih.i quando fjici raivam as aulas do primei-
ro, segn lo e lerceiro anno- de in ria e primeiro da secundaria. Sus magestade as-
sistia a todas e-tas aulas, oavindo manos alomaos
intsrrngad-M pe) director e profes-ares a dirigin-
do oergnntas a outros.
Na aula do primeiro aooo da in-trucco prima-
ria, composta qnasi exclasivameote de eriancas
menores de 9 annis.
Sua magestade tiraou assenie entra os meninos
em urna ctrieira escolar.
Tmdo dado a hora do lunch, onperadoracom
nhou os cnliegiaes ao ref-iioro e em seguida per-
correu a capella, os dormitorioso as ourr^repar
tC5es do coleglo. -
Terminada a recreacao posterior o lunch, sua
magestade ouvo o Orpheon do eollegio, que em
sua presaga mngurou se, cantando nm liy nn >
composto era applanso do feliz regresas de snas
ranitestades ao imperio.
Foram cantados anda outro- bymoos e tres dos
alumnos menore- recilaram poesas.
Dapoii de visitar de novo as aulas dos segando
e lerceiro aonos da nstrucco primaria, sna raa-
ge-tade relirou-se a 2 e rae'ia horas da tarde.
Por de:reto de 8 de maio f)i noraeado primeiro
oscripturano la slfmdega de Paraoagui o segun-
do dito Crispira Ferreira de Oliveira.
-r Por tiiulo de 4 do junho ful noraeado sejua
do escrip.urario da alfaadega do Pone lo o ofs;iil
de descarga Jio Raposo Pinto.
For decretos de 29 de miio ;
Foi dispensada a sea podhlw, o olli -ial-maior da
secretaria da thesjuraria do Mtrnho, Candido
Faoricio G)mes de Castro, da onmiss) de ins-
pector da tbesnurarja de Sergpe, sando n uneado
pira snbsiitu lo oolhialda secrelarh da dita
thssouraria do Maranho, Manuel Duarte G;di-
oho.
Foi demiltid) o segundo escriplurario di tne-
souraria do Cear, Germano Antonio alachado.
-r i -
A convite do sua alieza o grao doque Alexis da
Russia e do almirante Possiei, foram honiem a um
alraoco a bordo da fragata russa Saltana suas
magestades imperiaes, sua alteza a princeza e seu
angusto esposo, sua alteza o Sr. doqae de Saxe, os
seminario* e duis damas de sna magestade a ira-
peratriz, os Srs., presideote do consol), mioistro
dos negicies estrangeiros, membros do corpo di-
plomtico e chefe de esquadra Alvim.
Esverara tambera prsenles os Srs. ministro e
cnsul da Russia.
A fragata achava-se elegantemente ornada, ha-
vendo no cnnvz numerosos arbustos, que apre-
sentavam nma linda vista.
O alraoco principiou urna-hora da larde, e ter-
minan as 3 e rncia depois que sua alteza o grao du-
que propoz um brinde a snas magestades impe-
riaes, o qual foi acompaobado com vinte e nm ti
ros.
Depois do almoco, suas magestades e altezas
solnrau ao passadico, d'onde assisiirara a urna
regata vela entra os escaleras da esquadra
russa.
Suas magestades retirarara-se de bordo ss "> ho-
ras da larde, a tripufacao da fragata sabio as ver-
gas e foi dada urna nova salva, que responden a
fortaleza de Villegaignon.
Luiz K'ier,,na caa n. $ do uewo da Pedra do
Sal, dss'carregou cS golpe da uiichado sobre ~t
caboca do icglez Tbomsz Cracney, que oonf elle
ttorava, a em seenida eneorrou se cin un qodrlo.
Lompareceu uo logar do delicio o canmanlan-
te da 7.* estacao, qae mtndoa recolher o ferino
Saota Casa de Misericordia, a fot avisada o sub-
delegado da fregaezu.
A' nouto, campa/ecendo t> Sr. Dr. L delegado,
,foi cercada a aaaa. Na bnsca que sa eeu foi ap-
preheodido o maehado.. que estava oeeulto de
balxo de ura colchao; tSo foi, parro, encontrado
Klier, que antas da ctfrco consegaira evadir se.
Nsquella casa attiavara-se dou iiarianos e-dous
narte-aaieTicaaas, que, por nao aateseotaretd de-
enmentos e toRiaram-se por isso suspeitos, foram
polo Dr. 1. aelegado ebviadoa prestnca dos res-
pectivos consnlaa.
A autoridad awlsegue em diligencias.
- 10
Por litlos de 5 de junho foram noraeados :
O praticante da reoebedoria do Rio de Janeiro,
Francisco Jos Pereira de Ot'veira, para igual 9m-
trelo no Ibesonro nacional ; Candido Ferreira
Gomes e Antonio Cataicantt de Araujo, para pra-
centes da thesourarja do toara.
Por tltBlos de 6 de junho foram noraeados
qnarlos esciiplurarios da conudoria os pratieantes,
Gil Augnst.i de Siqaeira, lalio Augusto Pereira da
Cunha, Henrique Mende da Costa e Leopoldo Fer-
aandes de Oliveira Guiraaries.
Recebemoi hontea* pelo vapor Candes folhas
do Rio da l'rata al V) da maio. Nenhuma noti-
cia tratera de eresee poltico, a nao ser urna,
que d a yaa*H de Buenos-Ayres, ds haver-se
desvaofceido loas o receo de ura conflicto com a
Bolivia. Segundo aquella folha, as tropas bolivla
oas, qne haviaaa penetrado em territorio argentino
e sido aprisionadas, tinham declarado que anda-
ram extraviadas, pelo que foram postas em lber-
dade, e o armamento entregue s autoridades da
Bohvia. O minislro do interior, recenteraente ao-
neado, liana tiloordem do preideote Sarmiento
para antes de vir para Buenos-Ayres ir pro-
vincia d > Sallo inforroar-se do estado das coasas
na fronteira da Boivia, e particpava qae da re-
publica vsinna nenhuma provocacao havia par-
tido.
Desmeote agora a mesma Nacin a noticia que
havia dado, de estarera os brasileiros fmilicaodu
a ilha do Cerrito, noticn que linha servho de
Ibera i a tantos e to apaixonados artigos da m-
prensa argentina.
Em Miulevido n5o se dera mais caso'slga'm de
fdbre amarella. A imprensa peridica ponderava
acinveoiaacia de um accordo cjm as autoridades
de Bueaos Ayres a resoeito de quarentenas.
A Sra. D. Anna Vieira de Avellar, de Valen-
ca, conceden lberdade a sea eseravo Eslevao,
crioulo, de 28 annos de idade.
A respectiva carta foibregistrada em primeiro do
corrente, no cartorio do Sr. Jos Franciso de A-
raujo Silva.
5
Communicam-nos o .eguinte:
A. 30 do prximo passado, dia de Corpus-
Christi, depois da celebr&co da missa, ao retirar-
se da igreja para sua residencia na fregueiia de
Sacra-Familia do Tmgn. o respectivo vigario Jo-
s Francisco dos Passos Seabra, foi aggredido por
um ioviduo desconheeido, o qual descarregando
Ihe violenta bordoadi, nao logrn realizar o ssu
intento, pelo auxilio que ao offendido preslou nm
seu escravo que o acempanhava, e que interpoz-se,
recebendo por sua vez urna facada no ventre, que
felizmente resvalou, rasgando-lbe as.mapas e ra-
leressando apenas a pello.
Ignora-se qie motivo provocoii to vilenla ag-
gresso contra o vigario Seabra, que ha 17 annos
dirige a paroehta de Sacra-Familia do Tingo, on-
de lera sabido conservarse a contento de seus pa-
rocbi.ieos, pelo sen flo trato,amabilidade natural e
genio bospialero.
f Pelo subdelegado da freguezia foi feito o com-
petente auto de corpo ds delicio, e bem assim da-
das ns providencias necessarias para a captara
do delnqueme. >
OSr. commendador Jos Antonio Feroandes Li-
ma comprou para em acto continuo libertar a es-
crava Rosa, qoe amamentra seu li'ho, boje Dr
Fernandes Lima.
A respectiva carta de liberdide foi registrada
hootem no cartorio do Sr. tabellio Castro.
6
Escrevaranos de Valeos eao data de i de
junho:
< O Sr. Matbeus Gomes do Valle, mediante a io-
demnisaco da quaalia de 300J, resgatou do cap-
tiveiro ao menor Silveno-, crioulo, idade qnatro
annos, comprometiendo se a trata-lo e educa-lo
at sua maioridade. A caria foi registrada hoje
no escrlptorio do Se. Jos Francisco de Araojo
Silva. >
8
S. M. o Imperador, acompaobado dos seus se-
manarios, visitou hontsm o extrnalo do impe-
rial eollegio de Pedn II, assistndo s anlas
de litteralara e historia do Brzsil do 7. anuo,
philosopbiado 6, geometra do 3.*, francez e latim
do 4.*, arilhmetica do 3* ejatim do 1*
-*
Conferio-se h ratem na Eseola Central o grao de
bacnarel em scie-ncias mathemathicas a pbysieas
ao alumno Sebaslio A -lino Fernandes Cbagas.
Troaxe-nos o mesmo vapor datas de S. Pedro
do Su! al i e Santa Cathanna at 6 de tunho.
Cheg^ra a Pcrto-Alegre no dia 30 do passado
S. A. o priucipe D. F iipps, que estava servindo
oo 3." regiment de eavallaria Igeira do imperio.
Na unte de 24 do passado, anniversario da me-
moravel batalba que se ferio em Tuyali, reuoi-
ram-ss cerca de 1,000 pessoss, qae, com urna
baeda de msica frente, f, nm campriroenlar o
marquez do Herval, o het que commaodava o
exercito brasileiro nese brilhante feito fe armas,
qne tanto engrandecen o pavilho brasileiro.
Pronunciara o primeiro discurso o Sr. nujor
Manoel Lourenc do Nascimento, que, esbcCindo
rpidamente os heroicos feilos do valentc militar
riograndense general O.-orio, ^m nome do povo
pelotese, o felicitou como homenagem de reco-
nhecimento pelos muilos e importantes servis
que Ibe deve o paiz ; a este discurso respoadeu o
general com a cordialldade que (be peculiar.
Coovjdndos os eireomstantes pelo marquez a
entrar para sua casa, ani rejetiram as saud;c,les,
cada vez mais animadas eeotbusiaslicas.
No discurso que proouociou o Sr. Dr. Gaspu
da Silveira Martins foi por v-zes. S. S. intervom
pid i pelas espontaneas demonstragoss por pa'ie
dos que se acbavara presentes. Depois de termi-
na la a resposh que a este discurso dea o Ilustro
marquez, oo qual fez redeciir oo exercito as glo-
rias de 24 de maio, o Sr. Dr. Arruda dirigi nma
saudcio ao Dr. Silv?ra Martins, como urna das
illnstracles da provincia.
Levautarau-se lambern frenticos brindes aos
valentes generaes conde de Porto Alegre, visconde
de Pelotas e oatros cidados rio-grandensos, que
i'ra prestado servicis ao paiz.
No da 1 do corrente atracan ao caes da slfan-
dega do Rio-Grande, depois de concluidos os tra-
balbos da barca de excavago. o primeiro navio
eslranzeiro procedente da Europa ; foi ao lugar
f aucez Jean Baptiste, procedente do Havre, que
coube a estra, atracando embandeirado em arco
urna br*gi de di.-tancia do eaes. Vs vantagens
desse importante melboramento i o coraraercic
eomeca a fruir, porque as descargas sero feltas
com iiiaila presteza.
Fallecer em Bag, a 7 do passado, o Sr. Cus-
todio Francisco Alves, um dos socios da firma
Antonio Ferreira Ramos & C.
Foi a reintegrad) em todas as ordens pelo Rvra.
bispo da provincia o padre Goilherme Pereira
Din da Cunha, qae Invii sldtt) suspenso por fazer
parte de sociedade secreta.
O Constitucional de 21 do passado publica o
seguinte :
t Girara em creola numero de notas falsas, que coro ligeiro exame
sao coohecidas. Nao obstante isso, alguns iucau
tos e pessoas igoorantes lm sido illudidas, reee-
bendo em troco e em pagamento semelhioles notas.
A sede di indmtria dizem ser na cidade do
Rio Grande, hjvendo agentes em tod)s os outros
pontos da provincia.
O governo da provincia ordenara a 27 do pas-
sado a priso de Carlos Kozeritz, at qae eatrasse
para os cofres pblicos com o alcance de 15:000,
que occasiooou, quando exereera o lugar de
agente interprete da colcnisacao.
Naufragara a 9 do passado no litoral do m nni
cipio da Coeceicao do Arroio, segando commuoi-
cara o juz municipal ao cnsul alleraao, o brlgus
haocveriano Jenny, capillo Franz Linle, era via-
gera de Aotnerpia para California, com carrega-
raento de zinco, vidros, papel e outros gneros. A
tripolaco era composta ie 9 horneas, dos quaes
pereceram 4 ; os restantes, inclusive o capito,
acham-se naquella villa. O navio, batendo no pri-
meiro banco, fra arremessado costa to.io d-spo-
nyade, e jalgava-se iMeiramsnte perdido. Eaire-
lauto a autoridada dera provdeneiai para que se
arrecadasse todo o qae o mar arrofasse costa
O Artista de 19 noticia que foram presos ex Ja
guaroalgnns individuos que erara ia igitados como
autores do asnssinato do subdito porluguez Fran
cisco Sallis da 'Joncelco.
As folhas da capital noticam que, segundo diz a
Razao, fra assasinado no 5* districto de Bag,
para os lados de Assegu, o oriental Juan Carva-
jal. A voz publica, segundo as mesmas folhas,
attribuia o enme a Joo Ferreira Sobnnh). qae en
oompanhia de doa< individuos levara infeliz Car
bajai, preso e atado, ds easa de Amonio Vieira.
OSr. Sebastio Feij, morador eo Sania Anoa
do Livrameoto, cene'Cera cartas de libardade a
cinco eseravos seas. Alen destas cartas (miara
sido passadas ootras em varios pontos da provincia.
Fiira fundado na capitil nm Jock-y-Cub pelo
Sr. Luiz Jacome, e o mesmo seabor teocioaava es-
tabeler outro em Pelo'a*, filial quell'.
Le-se na Reforma, folna que se publica oa capi-
tal da provincia:
i No grande catalogo das riquesas mloeraes
desta provincia, organizado por ura Ilustre natu-
ralista rio-grandense, e augmentado por investiga-
rles de oulros notaveis pn flssionaes estrangeiros,
ligara o marmore, com jazidas em diversos muni-
cipios, e especialmentee no da Eucruzilhada.
A exploracao d-issas ricas, minas, to notaveis
pela abundancia como pela qualilade d) mineral,
sem duvida ser urna nova fonie abena r qu-zi
publica, prometiendo segarai vaniagens provincia
e aes accionistas da companhia, pari lio til e no
bre fino orgfhisada.
< As machinas e mais apparelhos encommeoda-
dos j ebegiram a esta capital, a bordo do pata-
cho allemao Liapa.
Rendera a alfaadega durante o mez de maio...
327:3241003 e de 1 a 3 do corrate 8:158*371. O
reodimento da mesa de rendas Ura di 6O:332|08t
em maio e da 3:993*717 de 1 z3 do corrate.
A' 15 do passado foram encerrados os tra-
baltros da assembla provincial de Santa Catha-
nna.
i Regenerac de 26 noticia qae fra decretada
pela assembla legislativa a aalorisacao ao presi-
dente para a compra, por conta da provincia, de
acodes, oo valor de 200:000*, da compaohia que
orgaoisar o engenbeiro Sebaslio A. Rodrigue
Braga, para construir a estrada de fe ro entre San-
ta-Catbariaae o Rio-Grande do Sal.
No dia 1 do correte o Sr. presidente da provin-
cia reunir em palacio os medios residentes na
capital, alia) de trazar das providencias que de-
visan ser tomadas bo sentido de fuer cossar a eoi-
deraia de bexigas, que se declarara em alguns]
pontos da cidade.
Ni trJe de 18 fra assen'ata
na capital, cc-m
as Solemnidades do estylo, a podra fundovtal de
om ncro hosfits! militar.
O hiate nacional Cecilia Catk'';,nense, de que
era. proprislario Jicinlho P'/uio da Luz, tendo sa-
hido do DSt-rro parar jt^o-G.-ande do Sal cora
carregameto de arroz, naufragon no dia 39 do
passado em Sabia Manha Pequea.
Pora sal* toda a tripolaco, ioelusive o mestre,
Fumino Alexandre Martins, e um passagero. A
parda do hiate e da carga fra total. %
Peto vapor inglez Patroclus tivemos hontem fo,-
lhas*de Monievido al 7 de junho, ao passo qne
as de Buenos-Ayres ebegam apenas a 2, pela dif-
flculdade de commanicaedes que havia entre os
2 portes.
Finalmente a abertura do argentino s proce-
dencias orieutaes. annuneiava-se para o mesmo
da 7, e as autoridades de Montevideo, para que
os navios d'alli sahidos fossem admfttidos em Boe-
oos-Ayres,estabeleceramum dbar'aorena de. 8 das
para as procedeBcias de Pernambuco e de 5 para
as dos outrot partos brasileiros. Restava saber
se eontentariam com isto os argentinos, que exi-
giara muito mais.
Sao, pots. relativamente atratadas as noticias qne
temos da Repblica Argentina, e essas mesmas de
pouco interesse. D'entre ellas mencionaremos a de
ter o governo pedido e nbiido llceuca do secado
para namear o general D. Biribo'omeu Mitre seu
mioistro plenipotenciario nesta corte.
Das provincias bolivianas limitropbes rafere-se
tr cessado all todo o receto de invasSes argentinas
concentrando se a atten^io na.eleico do presi-
dente definitivo, que naturalmente seria o actual
provisorio. Acerescema se que urna iaocba ds va-
por andava explorando os nos da Bolivia, afilien
tes do M .mor e Madeira, em |uanto se nao esta -
belecu urna navef .cao regular daquelles e ou-
lros ros-do oriente daquella ropub.ica, para o que,
bem como para a coristruccao de nma estrada de
ferro as mesmas regidas, se levantara em Lon-
dres um eraprestimo dos 2 milhoes eslerlino*. Dan-
do cuota da r-asscao desle eraprestimo, o gover-
no da Bolivia agradeca ao do Brasil, nao s o ha-
ver concedido sobre o Madeira o terreno necessa-
rio para aquella estrala de ferro, mas tambera o
apoio dado as operaede* da respectiva companbia
e s da de navegneto, permito ido lvrn transito
pela a'fandega do Para a todo o material destina-
do s 2 eraprezis.
Disculindo cora a Bi'ivia a questo da limites,
as folaas de Buen is- Ayres amiudadas vezes in la-
tiara em que taro bem o Paraguay e o Estado-
Oriental eram provincias argentinas. Talvez na es-
peranza de verem realisa-lo este sonho douralo,
contnuavara ellas na sua ernsada contra o Brasil,
nnico estorvo que aobajan para lies prolaitoSi
Esta ambico de absorver os aras e-tados vizi-
nbos pareca desvairar o espirito Ijs argentinos. O
governo pela sua parte guardava-se cautelosamen-
te de deixar perceber qialquer intenco hostil:
bom ser, comtudo, aadarinos precavidos. Alem
dos dous encoar. c.ados com qne elle quer comecar
a reforma de urna esqaadra fluvial, que de "ha
muilos annos se compuaha. do classico Guai'd'i
Nacional, sabe-se que para Londres se flzeram
grandes encommeoJas de arraamenti, para ser pa
go pelo recente eraprestimo all levantado. Nao nos
deixem is, porm, eu'her de surpreza, e slgam os
aconlecimeatos o seu curso. Desejimos a piz e
estamos coavencidos que tambera a deseja o go-
verno argeni'oo, eeom elle todoi os booi patri-
las ; se, porm, se deixir arrastar pelos exaltados,
achira o Brasil preparado para ludo.
Na Repblica Or"ieotil as eleicSes eslavan mar-
cadas para o ultimo damiago *s aoverabro, e o*
partidos continuavam a celebrar as suas rennios,
dispon lo se pira a lu.a das urnas. O ministro do
interior, Dr. Regunaia, tinha estalo grveme t
doeote, mas j se reputava (-a ds perigo.
No Cabo de Santa Miria deu-se orna hirrivel
desjjraca. Utna torre de ferro qoe all se eslava
onstruindo para pharol, e ja tiohi a'.tingido -10
malros de altu a, veto snbitamenie abaixo, em
tempo sereno e sm se conhecer a causa, matan-
do 17 trabalhaderes e ferinlo muiM outros.
13
Pelo vapor iaghz PloUny recebemos, hontem
folhas de Buenos-Ayres at o de janho. As de
Montevideo sai do mesrao dia 7 que j tit.lnraos.
n. pnblieaco das notas qoe extrahiraos do re-
latorlo do ministerio de e;trangeiros relativamente
a qiiestSo dos miados do Paraguay,e que ds nos-
sa olha passarara para todas as do Rio da Prar,
indnzo o gov.irno argentino a publicar lambem a
sua respos'a i nltimas daquellas notas.
Era com is'a respo-ta do Dr. Tejedor que se en
tretinha agora de preferencia a impreosa ds Bue-
nos-Ayres. Era geral considerava ella a referida
nota como diciada poe espirito patritico, roas nao
desconfiada que os termos erara acerbos e pouco
conciliadores, tendendo a collocar o gabinete im-
perial em urna posicao diffkil. Assim ob;erva,
por exemplo, a Opinin.
Fj o Dr. T.jedor, uo nosso humilde conceito,
mais que severo era certos pontos da sua extensa
resposta. Atira insinules ismagadoras e feri-
nas, vituperios araa'gos que podem at produzir
a irrilag} no gabinete de S Christovo. Cremos
que bem poderia o D.\ Tajador ler dito a mesma
cousa em termos menos violentos e sera empregar
essa tal en qual irona que transluz delles.
< A verdade que depois da sua ola nada ficou
por dizer que nao seja realmente um insulto.* O
ministro de estrangeiros da Brail nao pode res-
ponder-lhe sem entrar era cheio no carainho das
recriroinacoes sangrentas; a diplomacia acn e-
Iba Ihe o silencie se quer manter-se na senda con-
ciliatoria.
A resposta a esta nota seria on'muito violen-
ta oa muito deb...
...Umanots mais no sentido das troca las
por occaso destes successos, e temos a guerra.
Comludo diz-se que se proeura com ellas a con-
ciliacao. Rara diplomacia I
O Standart, folha ingleza, observa em estylo
sarcartieo :
t A nota est certaraente redigida con habili-
dad?, mas demasiado amarga, denunciando por
detnais o juriscoo-nlto, e de menos o estadista.
De fado lem-se tornado ha tempes lo desastrada-
mente acido tudo qnaoto provm da reprtelo do
Dr. Tejedor, que se dira haver-seemudado a casa
do governo argentino pira o monte do Vinagre no
condalo de Wexford
E* por demais extensa a referida nota para a
reproduzirraos na sua integra ; do seu iheor se
poler comtulo fazsr idea pelo seguinte extracto :
t Buenos-Ayres, 27 de abril de 1872.Ao Sr.
minislro das negocios estrangeiros no Rio de Ja-
neiro.
Sr. ministro.Foi me entregue a 23 de feve-
reiro a nota de V. Exc. com data de 3 do mesrao
mez, ixplicando a ra-.o pela qual o plempo'.en
ciario brasileiro celebrou na Assumpijo ura tra-
tado em separado. A nota de V. Exc, de 23 de
marco, em resposta minha de 15 de fevereiro,
anda mais sedemorou.
Ambas impressionarara dsazradavelmente o
meu governo. Na primeira de V. Exc, esjoecen-
doos protocollos de Bueaos Ayres, loroa-se echo
das cb>ervacde3 fsilas na mprensa para o flm de
justificar a celebrarlo de tratados em separado
tanto sobre a questo de limites, como a doi ajas-
tes relativos a interesse3 reciproco?. Poderisjnos
deixar sem eonlestaco a primeira nota ; nao o
[aremos, porque abi est explicado o assomplo da
diseasso. Proseguirei nesta cora esse espirito
de amisade de que estiveram possuidas as duas
ucoes at ha pouco, qnaodo unidas'na defess de
sua honra c do sea direito.
c No nova a historia di; tratados violados ;
mas a convocars da trplice allianca pareca to
clara q ie tolhia interpretar;oos divergentes, pois,
ss as suas clausulas do 1 ao 7 artigo eram iran-
sitorias, as mais eram por sai oaiuresa perma-
nente-.
As estipalacdss coocsrnentes guerra deve-
riara cessar com ella ; a este respeito, at o art. 7a
neaburaa duvida reata, consagrando aquellas pri
raeiros arligos essa allianca effsctlva, era virtude.
da qual o governo argentino nunca hesitoo, nem
mesmo quando mais adversa se mostrava a/ortu-
na, quando o nosso thesonro mais desfalcado se
acbava e mais forte se levantava a opposicio mo
tivss que leara sido .mfneientes para desculpar-
nos, se nos deixassemos levar da idea de relrahir
mo nos da Juta n deixar sos os nossos alliados.
a Mas os o.iiros artigos nenhuma connexo tem
com a guerra ; referera-se aos seas resultados, ao
desempeaho dos comproraissos eollectivos.
a Eslipulo os arts. 3 e 9* que ns alliados ( e
nao nm ornele ) respeitario a soberania e a in
legridads territorial do Paragu;> por espac,: de.
cinco aonos.
Dz o art. 11 qae os alliados, depois da que-
da de Lpez, convencionaram s meditas mais
adequadas para assegurar a navegacio livre do
Paran e do Paraguay.
c Reserva o ari. 12 aos alliados, a adircao dos
meios que melbor firmem a paz eom o Paraguay.
< Declara o art. 13 que os alliados opportuna-
meote nomearo plenipotenciarios que'elenrem Ira
udcs e convenedes com o novo governo do Para-
guay.
i EM'pola o arl. 14 pie
Paragniy iaderaniaaco das despem da roerr^
Diz o art. 16 que os alliaaV, afn de se ev-
laretn davidis cere de, limite?, tero o dwailoe
iotimar o gsverne P-atagwyo para etrra ea-
da urna das. poincus alinda tratados deBOltiv
de limites sobre as bases h estabekcidas.
Pelo arl. 17 garaotem se os alliados reepro-
earaente que os tratadas e convences ajustado:
com o Paraguay serio Belmente execnlados, per-*
manecendo entreaoto-aallianga a* paoo Vf*of.
Dispdi art. 17, alm dis* que se o governo
paraguayo doxar de eoropriroque ftver aeewia-
do com ilgum dos alliados. os outroa empregaro
a forcapara compelli-lo ao oatraprimento do seu
dever.
Prescreve o art. 15 que os alla e stabe-
lecero, por uraa contengo eapeci|L4mo mo o Paraguay pagar a rademnisa'pa'la guerra.
i O art. 8 declara qae o o Paraguay 8'> solki-
(ara o protectorado de nenhurn dos alitalo.
O arl. <0 diz qne qoae* (tar coaees oss feiUs-
pelo goverao do Paraguay sarao eoai&uns a to-
dos os alliados.
< Pondera V. Exc. qne seria absurdo sopror
que o Brasil raiicasse ura tratado de limites entre
esta repblica e o Paraguay e vice-versa.
< A objeccio de absurdo oo procedo contra
conveoci3es escripia. O tratad; de ailiaoea foi ra-
nft:ado por tolas as asjembls legislativas e go-
vern)s, e cooseguintemenle os limitee pornHe ar-
cados. Os protocollos de Bu^iKs-Avres* fizeran
das cooveccoes de lim les actos em separado ;
mas, como confsssa a nota de V. Exc, declaram
que os alliados deveriaro proceder de c ramum ac-
cordo. quar separada, quer conjuntamente.
Diz V. Exc qoe o pIenipo:eneiario argentina
exiga que os governos alliados softenussem que
o territorio inlicado no ari. 16 pertencia a esta
repnbl ci, antes de ae ter feito .rualquer conven-
Cao co i) o Paraguay. Ni > exacto quando o
enviado brasileiro, sem lora, nem som, propoz a
revisan dos protocoHos. o minislro oriental, e de-
pois o brasileiro, dis nb que ver com os tratados definitivos, e a O.
Quintana, rceouhecendo a impo-sbiliade de fazer
prevalecer as suas ideas, reiirou-se. A nica
coasa que queria o nosso plenipotenciario era
manter sem all^racao o tratado de amanea.
Tambera nao e exacto que adiassemos a eele-
brai; .o dos tratados por espsQ) doos aonos : depois
das conferencias de Buenos Ayres, a dilaco pro-
v"i da ioesparada ausencia do mtnis'.ro brasi-
leiro.
Estivemos sempre dispostos a aoanr a qrnl-
quer convite do governo imperial, anda quando
anlavamos a bracos cora a gnerra de Eulre Rus.
Nao nos esfjicamos por imior os limites que
nos aprouvessem cotn o Pa'raguty-, aero [o: ex-
cluir as preteagoes da Bolivia: tratamos smen-
te de firmar as obrigagoes da trplice alliaoQa, qne
ento eram pela primeira objecto de davida.
Qialquer diseus-o ora a Bolivia era avuropio
que especialmente nos toca va. Que dicalJarJe ha-
via, (> us, em acceitar a recUmico do Dr. Qjid-
tana V
i Mais que todo imores o espirito da nota Ce V. Exc ; esquecendo-se da
allianca o das nossas victorias cornraun?, entende
V. Exc que o Paraguay tem razo em dar im-
portancia aos limites do Chaco. Anda nao temos
motivo para nos queixarmos da Bdiva : roas o
governo brasileiro, nosso alliado, ofiHosarofole
advoga is rec'amacoes della, a toma partido eon-
tra o seu alliado de hontro.
Quaoio a nota de 2i de ma'', convm li-
brar a V. Exc que as sympatbias naconaes Dio
tem data fiza.
< A balalhi de Ituzaingo nao nos torno i iuim -
gos eternos, nem o exierrainlo ds Rosas periatuo
alliados. Mis a trplice allianca era penhor ce
co-Hauc entre nos, pelo eff-iio daa ba:albas per-
didas ou ganhas.
Diz V. Exc. ser notorio que a questo do Cha-
co empecera a celebrarlo d) tratado definitivo,
mas esta assergo nao asssnta era documonto al-
gura. O accordo feito a 20 d junho de 1870, err,
Buenos-Ayres, applica.vel taoto a limites brasi-
leiros como argentinos cora o Paraguay.
A quesio de limites entre o Brasil e o Paragu. y
est por decidir desde 1856 ; agora decidio-.se e
improviso. A explicacao deste milagre que o
Brasil tem 3,000 homens no territorio paraguayo
apilados por forte esquadra. Nem Jeal, neto
tiobre, abaudonar o alliado que sa acha na tuestea
posico que o Brasil, roas sem o exercito, oe.u es-
quadra. O imperio tem que.-ldes de limites, pen,
dentes com todas as repblicas lmitrophes ; nos
porm, temos sido to conciliatorios, qne a nossa
paciencia para com os nossos vsinhos passa a ser
longanirnidade.
t Alardeta V. Exc a gcnerosidale do Brasil pa-
ra com o Paraguay, por ter cedido de sua reclama-
i;ao ao territorio qoe demora entre a Igurey e o
Iguatemy, que o tratado de allianca he concede-
r, mas que nunca Ihe perlenceu por direito,
sempre foi do Paraguay.
Sabe V. Exc. porveolura se fariamos ao Para-
guay coocessoes anlogas, no caso das negociacoss
lerem sido levabas ao cabo ?
t Diz V. Exc. que cintinua a alaoca, mas qoe-
rer dizer someme para os tins da guerra? O tra-
tad) moslra que ha oulros que nos deveriaro. nair
al a;signar-ss o tratado definitivo.
Agora faz V. Exc, entre basos e o seo desn-
volvimento, distioccao que parece ftil.
V. Exc, deixanos a ficuldade de celebrar ira-
lados em separado com o Paraguay, assegorando-
nes a garanta do Brasil, mas nao precisamos del-
la. Se a allianca nao tam em si a virtuo de fa-
zer valer os nossos direitos, a repblica possue,
por si mesmi, forgas para sustenta-los.
Na conferencia de Buenos Ayres aenrJou-se :
Feita a paz, argentinos e brasileiros retirarse-
hao do Paraguay no prazo de tres mezes. >
t O Brasil esupulou que o Paraguay ihe paga-
ra as dsspezas d i guerra. E nos como seremos
inderonisados ? O an. 15 do tratado de allianca
disto que por urna convenci especial ajustara-
mos este ponto,
E nquaolo coofiavamos na sabedoria do governo
rapenal, esperando esse ajuste, vemos a a'iianc/.
mortalinente ferida depois de lana gloria com-
raum.
< Mas se jasoon a hora fatal da alliaug, anda
esperamos qus o futuro ser sempre fsvoravel a
essas nacois, fracas ou lories, que nunca se trans-
vlam da senda do dever, quando promover a de-
feza dos seus interesses.
t Permita V. Exc. que eu renov os protestos
ele Callos Tejedor. *
lados exigirlo do
JliRIODEPERNniyiBUCf
RECIFE, 23 DE JUNHO DE 1872.
mflelas do snl do imperio
Ainanheceu hontem em nosso porto o va-
por brasileiro Para, trasendo dadas: do
Rio da Janeiro at 15, da Babia al 20 e
das Alagoas al 21 do corrente.
Aleta do que damos ab as rubricas Par-
le o/jicidl, Exterior e Interior, s eocontra-
raos nr.s jornaes o qoe segae.
MATTO GROSSO.
Temos noticias da capital al 23 de
maio.
O major J. de A. Sabo de Oliveira solero-
pisara o anniversario* natalicio de orna sos
filha, libertando 15 eseravos que possuia de
ongem camapoama.
Desde o i.' de abril at 17 de maio ba-
viam sido matriculados ni collectoria da
rendas geraes 1,245 escravoa, sendo 615
do sexo masculino e 630 do feminino.
O capiao Agostioho Moateiro Varella,
descia o rio Paraguay com duas canoas pra-<
sas urna outra e carregadas, quando, -
cando alagadas as mesmas canoas, sosso-
braram, perecendo o capitSo Varella na oc-
casiao em que nadava para o barrauco.
Na villa de Sant'Aona do Piraoihyba fal-
lecer, victima de urna spoplena, Jos da
Silva Borges, pessoa gera mente estimada.
A dez leguas de distancia desta villa, oo
alto da serra, foram morios por um raio 38
rezes, o coodocter e o aoimal qoe este ct-
valgava. Era j ao cahir da tarde e o <;bt>
estava lmpido quanio cabio a faisca elc-
trica.
Di referida villa de Sant'Aona commoof-
caram Situapao o segoiote :
a Um meo, Manoel Machado, desle la*
gar, iodo ao Carmo do Froclal (proviaci
de Minas Geraes ), a diversos negocios,
affraiou-se da pbysiooomia sympaibica de



*

I



M
.
hrl d* Pernambuc
Domingo 23 Janho A* 1872
-________* _
3
asi frstuka*e e w* Btitia-se par* eate logir> oads ten
obmCIII fio na sitio fteQomio'ado Palri-
oaio.
\lviwe idus ckeios de calatos
e Caciee par o joten casa!, e aern a
ato. I**-urea 4e nospeita deooociou-lhe
a MMAiOcii do grande perico qa# se apro
piaqaaj^ .Jteretaolo ip da Q) io carreo-
ta mez. ftaia bomaas da-burraaa catadora
armada* at os deaUay-atraveasaa da pro-
i'm* 4$ Minas para, esta Hro, e, sob
ata prfi% de do* ao baixisactao, vanram esta villa meio
a BMto e enAtoharam se para o sitio Pa-
trimonio, T^ora o veris:
' Ao tropel dos salteadores acode M>-
noei Miclido, refo^ido^ poota dea^o
Cados pao| es, e fro* canoa de pistolas so
peitos, datroj' de sua froaria casa. Em-
qaaoto efie coaserva se mudo o impassivel
di trro-, ante o peso de ameacas 15o for-
nus, os salteadores apoderam se de soa
raalber, e fazem-na montar em am cavallo
ja odlhadb, e retirara com dasordenida
gnlaria, Eaquaolo se passavam estas sce
tus de horror e escndalo no Patrinonio, as
autoridades desta v.lU Iiram prevenidas da
aiis8ij dos salteadores, e de lugo tomou as
providencias que o caso exiga.
K cim elito, no da li, os masmos
salteadores regressam a esta villa, e apeiatn-
w m utoa. das suat pracaa. mais concurri-
das e-eommerciae's, ostentando o sea luxp-
so e fino armamento e a presa da victoria,
a joven esposa de Manoel Machado, aos
oaos da multiJao. C emquanto o povo
absorto, ignoraste das prpvidencias tomadas,
exclama Libertas, decus, el anim% nostra
in iubio sunt, o dastemido co*rnouaadante do
destacamento desta villa, alferes Msnoel Jos
Rodrigues, com nove praca de seu cora-
mando cania sobre o grupo dos salteadores,
etravouse urna luta renbida.
Ai rmas da fogo foram tonadas no
primeira impeto, e as brancas pou:o depois.
Dispojados da cuas armas, osfaciooras re >-
deram-se; enl3o, recolbidos a um quadra Jo,
f>ram con dundos cadea publica, onda se
achara sob a mais sevoi-a vigilancia, e esio
sando processado. O povo, qae acu lio ao
lugar do conflici, testemunba dos actos da
intomita coragem e sangue fri desenvolvi-
dos pelo alferos Manoel Jos Rodrigues e
eus commaudad is em to apertadis cir
cumstaacias, irromaeu em ferventes applau-
03, e o acompanrauu sua casa, ergueudo
vivas a elle, ao delegado da polica e
prafas do destacamento.
Cameffeilo, o digno e brioso coraman
danto desta villa, alfares Manoel Jas Rodri-
gues elevoa-se mais, se possivel, no con-
ceito publico, e praston causa da jostra
e da ordem publica assigoalado servido,
que esperamos ver, se nao galardoado, ao
meaos applau Jdo por seus superiores.
Nao houve a iamentar-se desgraga al-
gn. Foram apprebendiias e depositadas
as seguales armas:
Urna espionarla da doras canos, 6 gar-
ruchas de ous canos, 4 ditas de um cano.
5 fac?s grandes, 2 ditas pequeas aparata-
das de prata, urna duzia de cartuchos pe-
queos embalados, 1 polvarinho che.o de
bala, etc.
A joven raptada foi reco'.bida a urna
casa part :u'ar, oade parece ma que aguar-
da o esposo.
Entretanto, corra o processo qua ba
de de-rataar jorros de luz sobre o fado,
qae agora o cevo da curiosidale publica.
Nos Baus, distante de.ta lugar 53 le-
guas, a assas-inaJo Isidro de tal, por Jola
de Maraes Bueno, que tambem dias depois
leve igjal sorte, dada por mo occalta,
quando do-roa.
A;cimas de ambo3 os crimes sao des-
coahecidis. Trata-se das respectivos pro-
cesaos.
da flscalisara iluffiinacSo, eogenhairo Uenriqae Ltiiz do Atevedo Mar-
ques. AcnavJo-se funccioainlo 610 Jam-
m9h.
Da cidade do Parahy ouna escreverSo era
data de 25 dr> pisaao ao Corren
no:
< N > dja 29 do.0Asadt>. dou-s* ea f^zea-
da do Rio Claro, desta municipio, perten-
coata massa filuda de Tertuliano &. C,
um desastre lamenlavel: imprao os escra-
vos nm reg d'agua que d movimaato s
machiaas, e que corre ao p de urna alta
barranca, e desmorando se parta desta dei-
xoq sepultados seis d'eotre ellos, doe quaes
s dous paderam escapar com vida, bam
que contusos: os restantes forSo boje se-
pultados no cemiterio publco.
O major Jos Mara GaviSo, para.so-
lemnisar o sea aniversario natalicio, cou
saJra liberdade sua escrava Mara, do 7
annos de idade, obrigando-se a educa la.
O fazendero da municipio do Parabybu-
aa, capitao Joaqaim Xavier Soares, deixra,
por sua morte, livres todos os seas osera-
vos, em numero de vinta.
Da S. Sebastiao communicarSo Op-
nio Conservadora o seguate:
t O professor publico do bairro das Mi-
rezias, Manoel Joaquim da Cunha Bueno e]
sua senbora, liben .raa seu malaiinho de
ame Pedro, de seis amos de idade, e o
raatriculram n? eicola primaria, dando-lha
mais a edacacao necessariae compativel cora
os ieus recurcos.
D. Rita Mara da Jess, a 19 do pre-
sante mez, dia do Espirito Santo, dan li
bardado sua escrava Engracia, da nago,
em retribuidlo aos bous servidos que Ihe
prestou.
Os Sr. BSro de Araraquara e Jos
Vergueiro aprasantaram presidencia uaaa
proposta para o prolongamaato da liaba
'errea de Campias ao Rio-Claro, ^assaudo
pela Limeira. As con-iieoes principies da
proposta sao asseguinles: b i tola larga: dis-
pensa absoluta de garantas de juros, mes-
mo durante a conatrueco, e o comprarais-
so da dar a liaba prompta dentro da 21
mezes depois de approvadas as plantas.
-r-Escreveram de Mogy-mnm em data de
29 de maio.
Na noitede 27 para 23 ca'aiu abunlao
bala-, que. podara aioda pratiear acto.?
mais gr.vea.
Soibe-se posteriormenta que todos sete
sio desertores da companiria de infaoierh
da provincia.
Paulifita Na villa de Vtaona. no logar fedra-Fria
por occaaiio das tre^enae- dj^pitft Anteiio
GjYAZ.
Recebemos folhas da capital at 27
do abril.
Noticia a Provincia de Goyaz que o cor
rea ebegado a 21 n5o levara malas do Rio
da Janeiro, sendo esta falta, segundo se
dira, devida ao facto de ter sido assassna-
do no arraial da Pralinba, provocia de Mi-
nas, o estafeta que levava as calas, as
quaes nao se sabia onde paravam.
Na dia 25 fura offerecido um baile ao
presidenta da provincia.
MINAS GERAES.
Recebamos folbas de Ilajub at 6, de
Oaro-Preto 20 de maio, e do Jaiz de Fra
5 da junho.
Le se no llojubii:
* A Sra. D. Aon i Felicia dos Prazeres,
viuva de Antonio Rodrgaos Braga, conce-
deu libard-ide aos escravos Jos, de 30
annos de idade, Azaras, de 28, deixidis
por sea marido para Ihe servirem. No li-
vro das notas do 1. tabeilio foram regs
tradas as cartas respectivas.
O Pharol, do Jaiz de Fra, em data de
2 do corrente, d a seguate noticia:
Na aoote da sabbado passaio foi assal-
taio, por um preto, em frente casa do
Sr. David Scbmidt, o artista da companha
Escudero, Sr^Jos de Castro.
c Esse mojo, inofensivo e de-ca lado,
segaia para a sua-residen ;ia, quando leve
o mo encontr, ecoaseguto escapar a cinco
facadas. que Iba foram atiradas, pela resis-
tencia que oppoz ao malfeitur, cando com
talo levemente ferido no braco esquerdo. >
A mesma folba traascreve o seguate do
Jequilinhonha, da Diamantina :
No Rio Preto f>i assassinado Manoel
Pereira do Nasciraento Vidiaba lho o as-
sas:iao foi preso.
No Corralinbo, Luiz Moc matou br-
baramente a Jo sa familia: o criminosa foi logo preso.
Refere o Monitor de 2 de Janeiro:
< A Exraa. Sr. D. Mara Ignacia Bueno
e Silva, residente era S. Goocalodeste mu-
nicipio, solamnsou digaamente seu ultimo
aoaiversario natalicio, concedendo carta de
liberdade sua escrava Joaquina, era o dia
30 de marga prxima passado.
O oegociaote do Carmo da Escaramu-
za (municipio de Alfanas), Joo Eustaqio
da Casta, oferecsu a quantia de 504 para a
bibiiotheca Campanhense, que vai ser creada
s. PAULO.
Alcancam a 10 de janho os jo;naes.
A presidencia da provincia aceitara
nt dia 28 da passado a ilominaca a gaz
da capital, em numero de 550 lampabas- a
coatar de 10 do mea fiado, com a clausula
de serem assentados, at o dia 15 de-julbo
prximo foturo, improrogivelmente, os lam-
pases qae faltavam para completar os 700
* arcados, a da trocare se alguns doi pos-
tes de coiameas, indicados pela cmara
municipal, por postes de braco as paredes,
aojo todos namerados. A presidencia
aacarregoa o engenheiro Lwj Pereira. Dias
te geada I Ja se saba que caasau sensives
estragos noscafezaas, no fumo e na canoa,
e at mesmo as rugas da feijSo que estn-
vam atrazadas.
c Esta noite tambora cabiu geada, mas
ignoramos se causou mais prejaizos, porqua
ainda nao estivemos com passoas da roe, e
nem provavelmeate estaremos aotes da sa
rbir o correio.
< E' urna nova calamidade; e ainda mais
quando geralueote s costuma apparecer
geada em abundancia do S. Joo em dian'-a,
razo por que os lavradoras, desprevanidos
como estvam. soffraram mais; visto que fo-
ram sorprendidos por este flagello, qua ha
tres auaos nos visita, sem teremcoaerto os
cafezaes novos. >
Era Campiuas, diz a Gazeta, tambeaa
cabira muita geada, que nao cansara, porm,
estragos nos cafezaes. Estava-se proceden-
do aili ioquerita sobre um incesto revol-
taate, em que fra autor Jacialbo Alves Gui-
maries, vulgo Mata-cacborro, e victima
urna sua filha da 9 annos da idadet
Na fregaezia de Iiaiocerica raorreram
afugadas em um tanque as naeraorea Mara e
Rosa, filbas de Firmino Jj3 Aotanio Pe
reir, moradoi no bairro MarroGraade
D.-u-se o facto no dia 30 do passado.
Achava-se gravemente enfermo, na ci-
dada de Taubat, o commendador Moreira
da Castilbo.
Na mesma cidade raapparecra o Pau-
lista, cuja publicado bavia sido suspensa
nao ha muito tempo.
Refere a Revista da Santos do dia 30:
Terrainoa seus das aata-hoatem o li-
berto Goncalo. Consla-nos que toi levado a
e^se acto de desesparo,* em razao de baver
depositado certa quantia em poder de ou-
trem, e que ao reclama-la Iba foi negada;
sendo que era destinada, para libertar urna
neta. -
O nfolx foi encontrado preso a urna
corrente pelo pescoco, teado os ps qaai
tocando ao cbSo. O delagido de polica
promptamente se apresentou dando a3 pro-
videncias recommendas era tai. .
Fallecer o engeubeiro J. Hemiqua
Rielhmano, saperintendeate da estrada de
ferro eatre Campias e Jundiaby. qne est
levando a eff ;ilo a companbia. Paulista.
Tentara suicldar, tomando urna dosa
da atropina, Ricardo Asdrabal Lysendro
Sampaio, mofo de cerca de 20 ann03, na
toral de Maranh3o, ex-phdrmacentico Cabral.
Gragas aos esforfos qua foram empregados
para salva-lo, ficava ultima hora livre de
penga.
Temos folbas das Cacboeiras do Itamerim
at 2 e da capital at 6 do correte..
No dia id do passado enrou oo porto da
capital, proce lenta de Hamborgo, a galera
Gultemberg, commandante C. Brossoo, tra-
zendo a seu bordo 233 iratnigrantes, desti-
nados colonia da Santa Leopoldina.
O presidente da provincia den as provi-
dencias afim de que fossem eltes recebidos
eencamnhados ao director da referida co-
lonia para que Ibes dsse o conveoieale
deslino, e expeda ordem casa commerc-
al de Jos Ribeiro Coelbo & C. para qae
Ibes foroecesse viveras dorante os dias que
se demorassem na masraa capital.
A 29 visitou S. Ex os armazeas em que
se acham arranchados os ditos inmigrantes,
os quaes comecaram a ser transportados
para sen destino do dia 4 desle.
Regressara o chee de palicii, D.\ Epa-
minondas da Souza Gooveia, da comarca dos
Res Magos, onda se achava em diligen-
cias.
Refere o Correio da Victoria de 23 do
passado, sob a epgraphe quilombolas:
Informa-nos pess)a digna de crdito
que, ua colonia da Santa Izabel, ar\dam va-
gando seta pretos futidos, qt'e alli estSo
praticando furtos, atacando as casas, etc.
No da 22, apparecerara elles em casa
do Sr. Jo3o Kdl (negociante,) e procuraram
por plvora, chumbo, espoletas e espin-
gardas para compraren), e como nada en-
contrassem, furtaram d jas espingardas que
virara na mesma casa, e puzeram-se em fu-
ga, furtaram dabi a pouco tres gal iohas a
Ja5o de tal, conhecido por Jo5o Marcenei-
ro. Continoaram os furtos, e teda a* gente
da coloaia est em sobresalto, a vala do que
elles alli tena feito.
* Consta mais qaeo Sr. Joao Simn velo
fallar com o-Dr. cefe da polica a esse re.-
paito, o qae no fez per ala olereacootra-
do, poii est am comoussae oa villa da
Serra. E' orgeale qalqaer providencia
ao empeabo de capturar aquellas quilom-
A issembla. terrainoa Seus trabalbos *>Uou-3e ama bontem a agoa do rio B.'berib?, Jcourosde bol seceos lalcidrt*
I hora a 20 mnalos di atadnifa*, 22" abasteciinenlo da populacio da cidada defIdBm dem espichados.
OWmla, e effscirvmwile edegoa cora loda pressla (demidem verdes
qae alli am fazea todos osamos, Manoel
dejtal disparara am tiro de eapiDgaria, ao
cooMQar a ladainba, cuja carga ferira mor
talmente ao biixo ventre AoU>aio Coalinao.
A reaniSo esteva animada, e derante
o tfltnpo dos trabalhos reioou a maior or-
dem a harmona. V-
Na fregaezia de S. Gancalo dos Campos
termo da Cacbolra, o- qoeira de Araujo libertoa urna psrdinha
soa cria de 5 aawoa da idide.de nome
Olimpia.
< O capitao Ntfbarto da Assis F.eitas,
que ia entrando aa casa onda se faeia a la- residente ai meama reguezia, e inspirado
tambem na booaflea ide-a da emaocipagio,
alforirloa ama erra1 soa de nome Goncalo, de
idade.de 6 auuos, encarregando-se alm
dainba. O facto dera-se no domiogo 2 do
correte. Manoel fra preso a remettido
para a capital.
L se no Estandarte da Cscboeira de 'd'isso de mandar duCal-o.
Itapemirm :
< Constamos qae no 1 de Janho do cor-
rate anao se ha de nsiallar, do lado do
norte desta villa, no collegio particular,
S. Pedro, o] easina gratas das pri-
meiras tetras, bam como da inua frahceza
para as pessoas adulus, lando isla lugar
tres vezas por semana.
Cansta-nos mais; que projecla-se um
grande malboratnenlD na viacao publica en-
tre esta provincia ea de Minas; o que tra-
r consideraveis vautageos. lana a ama co-
mo a oulra provocia, Trata-se da ?incor-
porar no Rio da Janeiro urna companla;qae
lem por tira esubelecer urna estrada de
farro comee indo, na Bjrra de Iiapemir-im
ate a provincia de Minas, passando por
esta villa e fregueziaa o Alegre e do Vea-
do.
RIO DE JlNElltO.
Eis o bolalim coramercial do Jorai
do Commercio, no dia 15 de juobo :
Tem bavido muita firmeza na mercado,
de cambio sobre Londres, principalmente
oestes ltimos dias. O mercada, fecha a
211/4 d. para o papal baocario, 21 3/8,
21 1/2 e 2i 5/8 d. para o particular, vigo-
rando no maior numero das transaec.-s as
duas ultimas laxas. Sacou se sobre Paris
a 388 par fraoco.
t Os metaes, cujos precos sao regulados
conforma as oscillacas do cambjo sobre
Londres, ficara frouxos, tendo-se feito ven
das de soberanos at 90910 a diohairo.
Haja fez-se ama paqueaa veoda a prazo a
9^970.
< Depois do grande deaanvolvimanto que
houve ltimamente no mercado de fondos
pblicos e accoas, a praca cabiu'em grande
apatbia, que attribaida falta de dinaeiro,
em conseqoeocia da estarmos era laa de
semestre. -Os descontas regulan de 7 a
8%.
A ultima venda da apolices geraes d
6 % foi realisala a i:040 a diohairo. Das
do emprestimo nacional de 1858 veodeu-se
noja um lo'^e importante a 1:1100 a di-
naeiro.
Hi menos firmeza as precos das ac-
coas do Banco do Bnsil; boje pagoa-se
560 de premia a omneiro e 590 dito para
o ultimo dia de transferencia. Naa do Ban-
co Comnercial da Parnambuca, palo con-
trario, ha mais firmeza, gragas s ordans
qae'daqaella-praca se reaeberaua para elec
tuar compras. O mercado fecbau boje com
procura a 20500 da premio.
Em aceas da Companaia deNavagaco
Brasileira flzaram-3e algamas vendas, fe-
chando o mercado 200 de preraii p3ra o
dm do mez
Os tita!o3 da Companbia de carris da
ferro da mesma cidade valem hoj a T.y& da
premio e os da S. Lii do flaraabo 200
dito a diaheiro.
Smiram para Pernambuco : a 3, !ar-
ca suaca Qirl; a 12, brgaa norueguense
Eiuard Hividt; e a 14, brigue austraco
Union.
BAHA
Pioseguiara os trabalhos da assembla
provincial, que foram i rorogados pala quin-
ta vez at 22 do corrente.
as costas da provincia reinava muito
mo lampo, razo pelaqual tiobam arribado
diversos cavos nadoaaes e a galera iagleza
Monarch, que ia da Maibouroe pera a ilha
Falktani.
Foi exonerado, seu pedido, o Dr.
F
Pelo sijiodelegado loppleate em exer-
ccio do arraial de Relm, o Sr- Joo Fer-
reira,da Almeila,.oi capturado .na qunti-
feira 6 de correte o malfeitor Jos Pudro
Ddiasa*8 do Prado, pronunciado nos arta.
IOS 4 222 da cdigo criminal, e que ha
mqia tampi) zomba das lais e da auturi-
dade.
Esse ifldividoo, alera ds criows de
ferimeto8 graves 6 deflarenlo, pe'os
qaaesseacha pronunciado, tilo e batido
como lalrSo de aniaa es dentro da3 fazen-
das de crear, a alen disso rixoso e valen-
13o.
Foi preso dentro do arraial, armado-
de girrucba e facao, e oppoz tenaz resis-
tencre.
E' rmlo do celebre faccinoroco Joa-
quim Dorainguas do Prado, autor de varias
mortus no lugar da Lapa.*
A allandfga reodea de 1 a f$ do>
corrente 610:91 !083.
ALAGAS,
Nada ccoiaeu digno de mencio.
FEEMA3SHBC07
REVISTA VIARIA.
PRESIDENTES DE P.OVlNGlA.- Seguera hoj^
do vapir Para o Euh. Sr*., Dr. Djmiagos Moo-
leiro Pendi, pr*i\tnti do Araizas; Dr. los
Belo'di CuDhi FgucifudO Jooiur, presideuie do
Mariohau; e Dr. H;raclvio Grag, presidente da
ParatiyiM.
D1.NHS1R0. O vapor P.ir troux? oara :
P^rer Uaroairo & i> 400001006
Miooel loa de-S Araoj) M 000*000
Easabio R. Uiae:lo 10:0003'JOO
Pinto Barbjsa & O 6:0".0.3000
T3o Irmaos 4:39 100
Manoel Minias Fiusa 2:000)00
Joj.|mra Jos GiQ'tlvea Bj':j 1:430000
Ja= Rodnguea de Sjui 800*000
A. Hyveraa 500*000
Jo di Conefiglo do 0. F.gu-irsdlj :J00*000
ASYLaDSMSXDtCIDADi.- En coniaqoan-
cia das opios a': cbuvn e t^rte veuto dos ltimos
dia. de.iab'Julon!e:n pela niidriigil Darle da co-
fa rudo raiodj ;U|doAyl)daMdiiJicidade, arras
lao 3 paredes latiraes^nj Invealo viciiuiis a
aroetir.
Cjos:-oj q-ie S. Exj. o Sr. da.'oiu'iargador
oresideBta da proviccia ordeoou repinicn dis
obras pab'cas qiia naant) au:es proesd; aord=vi-
dos reparos, de l-mi a eontlaaar a er habitado
aquella aie.
VAPOH PAR/1 A EUROPA.- Pcio vapor iag'oz
Patroclus, da liaba ds L'.verpro!, qj) se espera
hoje da Baha, fx.Ttdir a admiai-m;io do corroio
malas pjra a Earopa iaclujivj PortagH, fechio-
da-as a& repar:i>;rij qaiulo faalear essa vapor
0) lamaral.
INFAUSTA NOTICIA.irtH da cdfl", viadas
hsauui pelo p3)afi) meiooal Para, daj como
exacl* a iafauMi/sioai miic a de passameol do
Sr. Dr. Frucifco Pires Micbath Parte'la, illutre
membro di familia desle oooie o disliacto medie
pela est d< nedlefna da Paris.
Dep^j i lincas das di atrons padec meatos,
sacca'mbio o distasto parnambujaao umi lerri-
vel.febre lyphica, ao da 5 la jaubj corrate, se-
guado as ditas cariav .
A'ilia.ire ui&.iia da QoaJo e. csp.-eialmaLte
seus digan irmau e nossos amigis aprsenla
no3 uoiSis oa-.Uen:i3 por uai g'lae to pro
fu'iJo e dolom-1,
INSTITUTO Alt GEOLGICO E GE0GRAPH1CO.
A cammi-srij e'pecial par.a pf ceder au exame
de iavei'.igacaa *jbre a ideniilaJe do craaej, que
se prsame ser do padre Joo R.beira Pdssoa,
martyr da rovolueio de 1817, eooviJa- aos socios
e mais pessoas qae queiram assistir continua
cao da conferencia mlica, para qae comparecam
uas.cre:aria do Ins.uto no dia 27 do corrate
pelas li horas f!a mia!i.
ESTi'.iDA DE FERhO DO NORTE-Limos no
lernil So dmiwrcio
Eserevear-nos : Os Sra. D\ Buarqii- de Macelo
e Bar) da Livramsnii oairam i Public Works
to\ exonerado, a seu pedido, 0 Dr. e ara) da Livr^m^nti caajaram iruefic Works
*ranis:o Jos da Rjcaa, de dh-ector geral\Go**tructim OrnuM d- Li**r*s a exeeucio
1 .ir,,,jn rKi Io eitados das lirn3|rri-eai 3 de navgagaa, qae
da iostracfo publica.
Achava-se no exercico da presideote
da provn;ia o Io vice-presidenie desembar-
gador Joo Jos de Almeida Couto.
-Lemos no Jornal :
Gandido Borges de Barros e Heorque
Jos Brochado, caiieiros de escriptorio, des-
ta prara, vvija em coaslaute iadisposico,
resultado de intrigas qae entre ambos fo-
meotava am terceiro.
lafelizmeate encontraram-se oo dia 10
s 11 horas da noite oa ra da alfa°a,
fazeodo o servido das patrulhas, por par-
leacerem a companha dos voluntan ij cin-
tra incendio, e caegaram vas de facto.
< Candido, desesperado por um insulto
qoe loe dirigir Heorque, arraaca da pis-
tola que traia cinta; e dispara; vendo
porem que errara o alvo, lanca-se sobre o
seu adversario de sabr em puobo. acut
laudo-loe borrivelmeote o rosto, edeixan-
do-o por trra quasi exanime, donde foi
conduzdo para sua residencia, oohaveodo
esperances da salva-lo.
Aps a perpetrado do crime Borges-
de Barros clirige-se ao subdelegado da con-
ceco da Praia, narra-lbe o lamenlavel
acontecimento. e entrega-se prizo. >
< No dia 15 do correte noite, houve
em casa do S\ consalbeiro Dantas ama
reuniao de mais de 100 pessoas do partido
liberal neata proviacia, para resolvefem si
j.. ,'_ j _, no pai, quer siui a muicacao uo uveiuu, i
deveria essa partido tomar parte naxproxime- sr. Dr. Bbarqoe a-HsceiV, q-ie da>J* embeobar
eleigaa a que se lem de proceder em coa>
sequencta da ultima dissolugo da c-
mara.
c Iastallada a assembla, o Sr. coasslhai-
ro Dantas fez urna exposiejo pelitica ao ob
jecto da reuaio, e propoz assembla oe
seguales, qaesitos:
< Q partido liberal deve atervir ou abs-
lerse do pleito ?
< Na primeira bypotbese deve entrar s
ou colligado com ofeouservadores dissiden-
tes?
Aberla a dii:ass3o tomarem nella par-
te os S.-s. D. Augusto Baltbazar da Silvei-
ri, 0;. Gustavo deS, Dr. Pascboal Perei-
ra de Mallos, Dr. Jsronymo S>ar, D;.
Le3o Velloso e Dr. Cezar Zima.
< A' hora em qoe terminou o Dr. Zima o
sea discurso, jl senflo adiantada. muita*
vozes pediram votos, e sendo sabraettLlo o
encerramento esseabl* foi votado, no
obstante acharem-se, ainla com a palavra
os D.s. Marcelino Moura, Soato, Gonzalo
Balc3o, Jo3o Barbosa, Candldi Le3o, Luiz
de Menezes e Francisco Sodr..
< Procedendo se votacSo, dos qoeaitis,
passou por grande maioria abstengao de
partido liberal no pleito eteitoraX ficaado
prejadicado os demais quw.uos.
devem uar a e-in la de fe.ro de D. Ptdro II. s
aguas navegive! jo Trocma', e que deotro de
tres ou qaiirj ni.ies lsrab cornejo esses trabalbos.
A refarrta comp'.ahia reun:-sa qasile3 doas ca-
valheiros para l;vaiem a eiTeito a grandiosa idea
da cunstrueco Je-urna iinha eeatral de comma-
n.cacaos entre ^sia eorie e o exiremo norte do
Imperio, apraveiieJ'1 a o mais possivel s provincias
de Giyax, Piaatu/e'oiras. Para semelhinte tlm
a compaahia obifef-se, por um coairalo es-
cripto, a fjroe:er todos os capitaes oecessanos
eaosiracjap ifessas imparlantes obras, se porven-
tura coavier aa gavera > realzalas, ese depujs
dos prejead1)) estados ebegareu os concjssiona-
rius a nm accordo com o mesma goveraa acerca
dos auxilios que esta se obrigau a cooceder.
i A aalorisaio que dau o gaveroo imperial, e
que ag:ra devo ser execataa casta dos conces-
sioaaris, comprebeade os esadas
> I. De umi Imha farrea nos valles dos ros
Paraopeba e S. Francisco, desde S. Googaio da Pon-
te al o ponto em que comeca a navegaco de S.
Francisco, l.g) abaixj da cachoeira do Pirapora;
J. De outra liaba.frrea destnala a ligar as
baciea; navega veis dos ras. S. tVaacuc e Toean-
lias-pelos vlese is rio Canohaoha e Paran, ou
pelos do Rio-Gr.aodd, R:c-Pret> e Rio do Serano,
como fdr mis coaveaionte. saguulo demonstra-
rem os reeoobecimeuios geraes qae., nesgas duas
direccSes seria previaaiente feito?; ^
i 3.* Das secrtfes naveeaveB des;e3 toientes
do S. Fraocisco* e Ticantins, que dispensarera o
estabeleciraento Ja via-f;rrea.
f Estes*63tudus vo ser 'xeealados sob a di-
reccao de am engeobeiro de Public Works Cons
truction Compan/, que pira e-.-e fia coala enviar
ao Brasil ara bomem de recoatiecida aptdaoe ex-
periencia. Com excapcao do enjrenoeiro em chefe,
consla-me que ijoioraiN pessaal ser esealbido
na p_alz,_quer sob a itdicajo do pqverno, qcwr do
ao deposito do Varadoaro, sem auxilia das ma
china vapor,.qae i se acbam montadas, e tem
de ser empregadas na elertfio, d>3 agnas para o
deposito da rna de S. Pedro, Junta i Ribeir. .
Adundo se removida a dtJBculdade qae haia
para o comeco da illuminacao a gaz, tambera a
earga.da companbia, -que era a falta d'agua mu
0 euchimenio do gaiometro, desde iiontem come-
coi-se a execaiar esse e oatros trabalhos ftoaes,
no sentido de ser feita a experiencia e ioaagoTa-
caa o mais Breve potsJvel.
Se neaham traoetorno apparecer, como sus-
cepuvel em lodas as empreas qoe- comecam,
somes infirmadas qae a inaogaracao da illamma-
cio nao excede( do dia 10 de julba proxim,
sea lo igualmente aberlo ao publica o chairiz do
Varadouro.
Gmcoeota e duas casas e estabelecmenias par
titulares em Ollnda teem j a canalisacao de gaz e
agua para seu consumo ; agnroas se acbam cana-
Usando, e muitas outras prelendem fazo :o logo
que comace o supprimenio d'aqnelles doas ele-
ment >s to neceesaros vida.
Os Srs. Justino Campos, gerente da. companha,
e William Richard, engenheiro, leem jsido ineaa
saveis, nao poupando esforgos para levarem ef-
feilo esa impurunte empreza da tamaoha ntili-
dada publica e de qae fui tquelle o iniciador.
PROTESTO DE LETHAS.O escrivo dos pro-
testos Jos Mariauo est de semana, ra d Im-
perador o. 12, loja
LOrERlA. A qae se ada venda a 9'j
beoertcio da- igreja de Nossa Senbora do Rosario
da U uif*. qa- corre no da 27
l'ASAGEIRO.S.Entradas do sal no vapor na-
cioaai Pjr-r Michsle Miiaow, Manoel Gjmes
Viegas, 1 flioa, 1 neto e 2 escravos, Francisco de
Araujo Barros, Aalonio Fial Mello, Appancio Jjs
Nogueira da Cucha, Joao Antonio Machido, Wen
cesioJof Uaptista, Jaia Rodrigues Barbosa, Luu
aetano de Ounla, Llewlio Jaaes e sai seaho
ra, Pedro Pacifico de Barros, Leanaio Scincinato
da Silva, V.cente Alves de Aguiar, Raphael Ar-
enaoja V. o Silva, Jaaquim da Souza Ferreira,
Callos Augusto Ziaolli, TneaJoro Braasck. A to-
mo Pereira C:.idas, Heariqae Jo: V. Camlha,
Justino Jjs Fernandes, Ja.- Theodo'ieo de Cas
iro, Antonio Xivier Bezerra, Pelinto Dantas Cor-
roa de Ges, J. de S Jas Paiva, Francisca Car-
ueireilauiro, baraa de Aracagy, Adalpha Lime-
ahi Lias, Prancisco Secco, sua serihaA e 1 en
ohada, Igaaciu Joaquim de Soasa e sua seohora,
Aatonia Joaquim Buarque Nazareth, Damtngos Jo
s Pereira Pacheco, saa seabara e 5 tllbos,
Aulanie Beluario Pereira, Michele Lih' x>', F.lia-
pe Mainow, Manoel Cirdozo de L :.& F gu irrJo,
Francisca FerrerraBraga, Ploren! no Pd-.i de Al
cantara, Dr.-Jas Meo Jes Pereira de Vncmcello-
e 1 icmo, Eilulo Gomes Pessoa, M c:<:.
co, Dr. Puma de Lima, Taeolora j!iicr,
lides Jos de Le.ao e 4 irmos, Chir.e.- I. ts Baae-
ler, Wm. Hoyle, Jas Joaquim Constanlu Ribeiro,
AaiaoioB-ssa de Carvalho, Manoel Corroa de Ol-
vetra, Guilherme Barbosa de Andrade, Bernardi
ao Jos- Ribeiro, Cio Pascare e 1 fimo, Mara Ve-
roaica Casasa, Antonio de Freiiis, Lucia Mana
da Mella, Manoel Moldes y 'Oatan, 10 criados e 7
escravos.
Seguera para o nirte :Baro da Villa da Bar-
ra e 1 criado, HercuUao Araajo Salles, Cicero de
Pautes e saa senhra, Domingas Jas Pinto Bra-
sa, Joao Damasceflcf Pinta de Mendanca, Joo
Sjhi-nsr, Joaquim "P. Galvo, Lroncio A. da Pauia
Galvo, Joaqiim Martina Maura. Dr. Hsracliio
G*aca, sua senhara e 1 criado, Virginia Lazara
Minios JasBento da Canha Figueiredo Jnior
e 2 crudo.', Leonardo Luiz Antonio V. da Silva e
1 etiado, Jos da Silva Maoiz, Ricarda Alves de
Carvalho, Antonio E G. Gilvao, Dadme da Vise-
rano. 1 hminos de morte e 2 prarjas qae.o coa-
duzem, diwrsas prac>. de mar e trra.
CEMITERIO PUBLICO.-Obituario do dia 19 d
junda de 1872.
lzidaru Lourenc" da Nrscimento, pardo, 30 aa-
oes, salteire, S. Aalonio. fbre perniciosa.
Mam, ;>reu, frica 30 anuos,solteira, S Jo.,
hepatite.
Marrciana, parda, Peroambaco, 2o annos, sol-
teira, Boa-Vista, hospial Pedro II, nterite.
Damia Rodrigues da Cancaica, pardi, Par-
oambai-i, 73 aanos, vavo, Boa-Vista, Azylo,
anemia.
Manol, branca, Peraambaco, 3 dias, AfjgaJjs,
espasmo.
Hermenegildo Agatonico :^anesVianna, branca,
Pernaitihusa, 42 aunas, casado, S. Jas, tubercu-
as palmotiares.
Alvaro, branco, Pernambuc, 40 dias, S. Auto
nio. diarrhea.
Emilia Manica de Sam'Aana, branca, Pernam-
buco, 39 aunos, viuva, S. Jos, diabetis.
kilg.
dem d cabras cortidos ,
dem de omj*.....
Doces emicaMe, ....
dem em gela ou massa.
dem seccee....... >
Espanadores de pennas grndes dozia.
lem de pela*...... ,
eiras de oarnaba.'i ', ~J cento
em propna para forroou estiva
de navio......* ,
Bstopa nacional.....". kjeg.
Parinha deararuta.....
dem de mandioca..... ,
Feijio de qoalquer qualidade; '.
Famoeharatos...... cq^q
dem garros
kilog,
PRACA DJ UEGIPS DE JUNHO
DS 1872.
4.3 3 1/2 HORAS DA tabdi.
Gotacea officiaes.
Algouo de Macei 1 surte 71a rs. por kilo pasto
a bordo a frete de 7|8 d. e o 0,0, hootem.
iJ. Pinto,
Presidenta.
Dubourcq,
Secretario.
ALFANDE'A
rtendim^Q'.o do dia 1 a 21. 941:1007296
Idain do diz 22 32.484^741
nesses trabalhos o maior numero- possivel dos
eos illu-trada colltgas.
t E'Vpftmeira vez qae ao Brasil se en etam
trabalhos d*e3tud:s de via^ao publica to com-
plexos e t exteo'jas ; parquanlo comprehendem
oio : as estrada^ de ferro,'como navegago, esludos
mineralgicos, estaitstleos, etc. Tende nos assim
am oppurtumdule deconhecer as riquezas de urna
grande parle da Imperio, e a esperaoQa de ver
aproveitadas ceoteoas de leguas de trras e 3
milhoes de braciis, que ali existen, por assim di-
zer, em oulro mundo, urna excelenteoccasiio se
oflaaece tambem ao> jovaas eugeoheif us brasilei-
ras de adquinrem em ora grande theatro crescida
onoa de conbecltuent-s pr m breve o E-iado trras di paaiveis margem de
estri Je# d ferro pare dea-aos ieadHgwantes o qae
boje nos falta absolutamente e o que porveatara
um 03 maiores obstculos para a colonisago.
A Pablrt VVbrkt Ctnstruction Company tem
taejksm sea cargo a ooosiroc^ao da estrada de
ferro do Madeira a Mamor, cujoa irabalboi vio
comecar. Sao seus directoras os Sr. : G. "Wythes,
grande empreiteiro em Lxmdrss ; Emil Erlaoger,
banqueiro ; J. Beef, bantjuelro: P. Rase, capita-
lista ; J. A. Lmgrdfe, engenheiro.e C. B. Ker,
oogenheTro.
< Destes senb.res os don primeiros tm urna
repultro europea, o Sr< Wytbes' como um dos
mais neos e conceitnadoj coairaUdores de Lon-
dres, e o Sr Em1 Brlanger como baaqteiro de
primeira ordeo. A uoaapanhia gxa de tbido
conceito em Londres, e o sao engenheiro. o Sr. G.
F. de Kletikoatki.
COJIPANBtA ANTA THiftFZ V, teodo sido
' oooelnidos os respectivos trabalhos da ca.naliiacao,
973:790*037
Dascarregara h.-j 25 da j'unbo de 1872.
Birca iuglezaKedron vario3 gneros.
Escaoa norte allemaMargarttta varios ga-
ere?, v
Patacho allemoAmrdem.
Brigae partugaezTriumpho dem,
Patacha ingleiSilen'llo idem.
Barca norn-gaenseEencufinnha de trigo.
Escuna inglo.aDianca bacaloao.
CAPATAZIA DA AI.FANDEGA
aendimento do dia i a 21. 11:730*776
Idam do dia 22....... 330i337
12:061*313
SABIDAS DE MERCADORIAS.
Volum9s sabidas com fazenda 17o
dem dem com genoros diversas 407
Semina SS2
Abanos......... duzia
Algodao em caroco..... kilog.
dem em rama ou em lia.
Carneiros vivos....... um
Porcos idem........
Arroz com casca. .... kilog.
dem descascado ou pilado
Assocar branco.......
dem mascavado.......
dem refinado. "......
le'Jimbas........ urna
rapagaios.......
Azeite de amendoim ou men-
dobim. ....... litro
[demdecAoo- ....'.
dem de mamona. ... >
Batatas alimenticias..... Ulog.
Baunilha......."
Bebidas espirituosas efarmentadaa:
Agurdente cachaba. .... litr.
Idem de canna...... >
Idem genebfa ......
Idem restilada '.
dem alcool. > .3* *
dem cerveja i ^
dem vinagre.......
dem viuhe de caj.. ....
Bolaeha fina.comprehendidos os
bscoitos...... kilog.
dem ordinaria, propria. para
embarque........
saf bom.......
dem escoma ou restolho ...
dem torrado oa moide. ... *
Cal branca........
dem preta........
Can* secca ( xarque J. .
Cune vegetal. ....... >
Cera amarella. .......
dem, de cajoaiiba em broto. >
dem idem em velas,
Ou .....-..>.. c
Cocos seceos ....... eento
Colla. *. ..'.- v ? Klof.
476
204
476
442
959
39
27
258
168
442
436
763
41360
4*000
dan*
um
duzb
>
am

kilog.
um
duzia
um
duzia
I
kilog.
urna
duzia
i
urna

par
kilog.
<
<
molaos
kilog.


molaos
cento
kilog.

par
kilog.
r
64
381
30
10*000
1*133
784
2*180
48*000
24*000
12*000
16*000
11*000
136
68r
92
272
3*000
320
1*090
613
681
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*500
5*000
95*000
3*000
12*000
6*Q0O
10*000"
-103
3*001)
6*000
16*000
dem jdem folba bom. .
Idee em roma, ordinario ou res-
tomlho ........
dem em rolo e em latas bom '.
dem, ordinario ourestolno. .
Rap .
Gomma de mandioca, (polvhoj-
pecacnaaha ( raz ).....
Angico (toros)......
Caibros ........
Enxams........
Frechaes........
Jacaranda (coucoeiraa-) .
Leuha em achas......cento
dem em. toros......
Linhas e esteios......
Lour s (pranchSes).....
Pao Brasil........
dem de jangada......
Quiris ......
Vinhatico costadinho de 25 a 30
millimelros de grossura... .
dem pranchoes de dous costa-
dos at 50 millimetros de gros-
. sura..........
dem taboado de menos de 25
- millimetros de grossura .
Taboado divarso......
Tatajuba........
rraves .........
Varas para pesear.....
dem para aguihadas .
dem para canoas.....
Cavernas de sucupra(em obra)
Eixos do cicupira*para carro. .
Melaeo .......
Mel de abelha.......
Milho..........
O.-sos .....
Palha de carnauba.....
Pecbury........
'dras de amolar .
dem de filtrar......
dem de rebollo .
Pennas de ema. ......
Piassava.........
Pontas ou chifres de novilho ou
vacca.........
Sabo .......
Sal.........
Salsaparrilha .
sapatos d couro branco .
Sebo ou graxa erara tua .
dem em velas. .
sola e vsquela.....,
Tapioca.........
l'nli.i.s de boi.......cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de piassava......
dem de imb. j
Alfandega,ae Pernambuco, 2i de juobo da 1871
O 1." cenferenie Antonio Caria de P. Borges.
O 2." conferenteJuiio da Cssta Coe.
Approvo.Alfantfega. 22 de janho de 1872 O
insoectur. Joaquim Jos Je livciru.
Conforme. O i." escripturario, Juo Jos Pe-
reira de Farias.
RHGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PEUNAaiHaCQ.
,\eudimeu'.o do dia 1 a 21. 37:403<2a7
Mein Jo dia 22...... 1:691*295
20*009
144*000
9*000
33
1*000
2*400
6*000
1*000
3*500
16*000
35
320
68
M
1*000
817
31
18
34
4*796
160
2*800
348
10
2*04:
800
340
476
1*200
204
380
763
1*200
960
39.095*551
CONSULADO PROVINCIAL,
SeaJimento do dia 1 a 21. 135:58?998
dem do dia 2i. 50 273
145 833144!
MOVIMENTO DO jNgjTfl
Navios entrados no dia 22
Rio da Janeiro e Dorios latermedios6 dias vapor
brasileiroParo.de 132) tonelada", B-Mninan-
d ato Carpintar, eqaipagem 47, carga d;IT:re:i-
tts gneros a II mry Fartter & C.
Terra Nova29 das, escuna inhleza li .i. ds
138 tonelada?, crpito II H, equioagem 8, c 53
2025 barricas com basalfi.ia a Wilson Row C.
Navio sahido no mesmo dia.
Rio da Pratabrigae brasileiro Cfoudio, capiaa
Jao Baista Oiel,carga assocar.
Rio da Pratalujjar allemo Ipe Ipeus, capitao
Orre T. carga assucar e agurdente.
Canalbarca noruega Byfogd Chrislense.i, capi-
taa 0. E. Olsen, carga a-'sacar e algodao.
Pela thesoararia proviajial se faz publico que
rol transferida para o dia 13 do corrate a arre-
matarlo do forcea-.nenio dos objeclos precisos
para o expediente das repartieres proviociies.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
buco, 20 de janho de 1872.
O cffldal-maior
Mig'iel Affan'n Ferreira.
O Jllm. Sr. mspeoior a thjsaurana provin-
cial, em cum'primeulo di ordam do Exm. Sr. (.re-
sidente da proviLCia.de 18 do corrente mez, maeda '
fazer publico qne peraote a juoia desta tbesaar:.-
ria va aovamente praca na da 25 do mesmo
para serem arrematadas por qaem mais dr os
impostas provioeiaes (menos o dizimo do galo*vac-
cum) as comarcas em que nao <'X.stem cailecto-
nas, servalo de base arremata^a os pre; j
aaounciados, aogmenlados com mais a terca parto
atTerecida pelo proponenle Paulo Gavalcaole de
Albuqaerque, a sabejr:
Boa-vista 980*000.-
Cabrob 977*00a
Tacarat 977*000.
Booito 4:8 6^000.
Carnal ti 4:837*000.
Br.jo 4:340*000.-
Flotes 4:073*000.
Garaabuas 3:666*000.
Buique 3:6665000.
As arrematacoes sera eitas por um anna, a
contar do 1* da julho do carrale anuo a 3) da
janho de 1873.
E para eanstar se manleu publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da thesooraria provincial de Per-
nambuco 19 de juulie de 1872.
O uieial maior,
_______________Miguei AITooso Fwreira.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial manda fazer publico que, em caieprimento de
ordem do Exm Sr. presidente da provincia, va:
aovamente praca no dia 25 do eorraet, o im-
posto de 2*500 ris por cabec de gado vacinm
cosumido no municipio do Recife, pela qaantia
de 80:000*000, offireai-la pela Sr. bario da Sole-
mm.
Os pretendemos esta arremaacSo cempare-
cau na sala das sessSe da junta da meSma tbe-
soofaria no dia acina indicado, pslo raeio da,
competentemente habilitados.
S;cretiria da tbesouraria provincial de Pernau-
bueo, 17 de junho de 1872.
O olllcial maior,
Miguel Affonso Remira._______
O Dr. Francisca de Qtiveira Maciei, juiz de direii
privativo de orphos da lermo do Recife, par
S. M. o Imperador, a qaem Deas guarde etc.
Faca saber aos que o preseote edilil virem,_qua
por este juiz a vai ser arrematada par.veuda a
juera mais der, em duas pracas, o bem seguate :
Urna casa terrea de pedra e cal-sita na ra das
Calgadas n. 62 cam 18 palmos de frente e 57 de
fundo coa um pequeo quintal em terreno pro-
proprio, avallada por 1:500*000, > qual vai a pra-
ca a reqaerimento de Miguel Bonifacio Alves Fer-
reira, inventarame dos beis de seo finado irmao
Pedro Francisco ntves Ferreira.
f.E para que chegue ao coahecimento de todos,
mandei passar o preaeate, que ser publicado a
l*i38 ajCBudo dos lugares do coetam*.
;



-
Diarie da Pernanifeoca Domingo 23 d Junho da 1872
Dado e picado gesta cidade do Reeife de Per-
aaartoen, aos II e junho de 1871
Eu, Hrp.io im da S Iva, escrivo, o sub.'crevi.
Fi ancuco de Asis de Olivt ira ilacul.
Ao ello 300 re*. V. S. S, ex-cama.Oliveira
Afaod.
Eslava a estampilha de 100 rail competente-
mean* iaalisada. Recite, 18 de junho da 1871
JJlfraflt da Silva.
DECLARACOES.
Juizo dos feitos Ssxta-feira 58 do correte, depois da audiencia
do Sr. Dr. juiz substituto da fazenda, as 11 horas
Uo.dia ir a praca por venda o seguale :
A casa terrea d. 16 da roa do Coxo, era Olio-
da, coso 30 palmos de frente, 56 de fundo, 2 salas,
2 quanos, coiinha dentro, quintal enMbert), a va
liada em 3000C6 rs. para pagamento da execu-
cao coetra a viuva e berdeirros de Miguel Cusi-
ao Leal.
dem n. 28 da ladeira da Bica de S. Pedro, eom
18 palmos de frente, 64 de rundo, 2 salas, 2 quar-
lo, coaioba dentro, quintal em aberto, avahada
im 360*CC0, para pagamento da execucao contra
Prxedes da Silva Gusmo, como soccessor de
lio Estoves da Silva.
dem a. 286 e 288 da ra Imperial, teodo esta
16 palmos de frente, 3.1 de fundo, 2 salas, nm
tjuario, eozoha fra, quintal em aberto, avahada
asa 1004000 rs., e aquella 7 palmes de frente, 35
de fundo, 2 salas, quintal em aberto, eoiinba in-
tensa, avahada em 300*090, para pagamento do
eme deven os herdeiros de Amaro Antonio de
Parias.
Rjcife, 18 de junho de 1872.
solicita tor da fazenda provincial,
J. Firmino Correa de Aranjo.
Precisase para foruecimenlo do hospital mi-
litar no trimestre que correr de om de julbo
a 30 de setembro, dos artigos constantes da fel
tac justa.
Os pfeieadentes devero apresentar as snrs pro-
po-tas eso cartas fechadas na secretaria do hospi-
tal ao da 28 as 10 horas da inanha.
Pao por libras div dido tm i ou 6 odqs.
Bolacbas em libras.
Bolaehinbas dem.
Biseootos dem.
Alt-tria dem
Arroz por Ibrasou arrobas.
Asstcar br.oco retinad.) por libras.
aramia em libras.
i'.d em Ihras.
'fca hysson dem.
Carae verde.
l>3Ce de goiaba por libras.
Dito de bauana dem.
Marmdad idea.
Manteiga iogieu por libras.
ftmha .' pare > .:-/n.
kMmM doc* de L-s&aa em garrafa?.
V"ibo braucu dem.
Tho de L -boa dem.
I..u do P. i tu ideo.
Vinagre de Lispja dem.
Leite,
O vea.
Ga liabas.
Frang*.
Parinha de mandioca por al jueire.
Sal por alqueire.
Lenba por a chas.
Jarvo.
Toacinho por libras.
Sag em libras.
Velas de spermacetes por libras.
Ditas de c.i'jabi dem.
Chocolate dem.
Rap areia prela dem.
Karioba de trigo idem.
Tiuta prela garrafa.
Papel slraacj branco pautado em resma.
Dito de H (llanda, marca grande, paulado, para
mappas em ca lernos de cinco folbas.
Peona- ce ac em csixas de grosa.
Obreas en paos grande*.
I-af>is em duzia.
Cm tas dem.
A-fii preta em girrafa.
<^era e a vdas de meia libra.
Vaeavor** de piassaba.
San$ue>ugas.
Tedj- ertes gneros devem ser de primeira qua-
lidari- ? ibre ludo os comesliveis.
\'< i oij eadmitte os?os alem do quinta
^ -,.-', Je vendo sempre ser forneeida de for-
ma que nao admita pedamos ou pequeas porrfles,
e de partes que se prestsm para bifes e assados ;
oao podendo entrar em sen peso cabeca, peseoco,
lingua, ventrculo, fressura* e ps.
nota dos gneros que teem de ser fornecidos
por contrato para aqjelles empregados qu teem
direilo raeao.
Cante salgada.
Carne de poreo.
Fejo prelo.
Laranjas. ^g
Bananas.
Secretaria do hospital militar de Pernambuco 20
de joobo de 1872,
O escrivo,
Joaqun) Agripino Fuado de Mondonga.
Arrematacao de movis
No dia 23 do corrente, depois de nada a su
diendia do IIIni. Sr. Dr. juiz de orphos, lera de
ser arrematados em ora$a publica, no primeiro
andar do sobrado n. 53 i roa de Pedro Alfonso,
todos os raoveis'perieaeeotet ao espolio do tinado
Domingos Francisco Aires Ferreira, cooslantes de
orna mebilia de Jacaranda a Lniz XV, cama fran-
ceza da mesma madeira, mesa elstica, aparado-
res de amarello e mais perteuces, assim como os
utencilios do armazem n. 76.
De ordem do Illm. Sr. inspector da theson-
raria provincial se-faz publico para coohecimeoto
de quera raleressar, que no dia 16 do corrente,
perante a junta da mesma tbesouraria, ettaro
novamente em arrematadlo os alaguis das casas
abaixo declaradas, a conlar do dia do reeebimeoto
das chaves at o ultimo de junho de 1875, servio-
do de base para a arrematado os precos ji offe-
recidos abaixo indicados. Os pretendenlas deve-
ri) dirigir suas propostas em cartas fchala, e
devidamente selladas, ao Illm. Sr. inspector at a
11 horas da manba do referido da.
Secretaria da thesonraria de fazenda de Per-
nambuco 19 de junho de 1978.
Servindo do offlciai-maior,
Hanoel Jos Pinto.
Relacao a que se refere o annancio cima.
Sobrado de dous andares o. 71 da ra do Padre
Floriano por 460*.
dem idem n. 11 da ra Direita 813/333.
Casas terreas ns. 19 e 21 da ra de Santa The-
reza 350/.
Armazem o. 7 no Forte do Mattos 1:350/.
Porto por Lisboi
Para os o lirados portos pretende sihir com a
poesivel brevidade a barca poriugueja. Ge>, ca-
vo de I* classe, por ter a maior paite d seu car-
regamento engajado, e para o que rae Mu, que
recebe a frete coromodo e pa^age'.rt, para os
quaes lem aceiidos coramudos, trat-t-e coa o
consignatario Joaquim Jte Goncalvas Beilrao i
ma do Commercio o. 50.
CBselbo de compras de ma-
rinha.
0 conselho no dia 27 do corrente mez, vista
de propostas em cartas fe Indas recibidas aleas
11 horas da man! a, promove a compra sob as
coodiedes do esiylo, dos objectos dj material da
armada secnintes :
50 medidas de azeite de peixe, 200 aldrabas de
metal, 20 baldeadeiras, 200 boioes de metal, 2 ba-
das de rame, 150 camnolas de brim com 7 pal-
mos de comprimento, 4 pegas de cabo de manilba
de i polegadas. 2 cassarolas de ferro n. 2, 2 cas
sanias de ferro n. 6, 203 pares da chinelas de
eooro, 150 bracas de corrente de ferro de 5|8, i
correotes de ferio de 6|8 cada urna com 150 bra-
sas, 10 vardes de cobre de 6,8, 30 arrobas de es-
topa da trra, 10 arrobas de estopa 10 arrobas de estopa de linbo, 150 fronbas de
brim, 3 foles inglezes com 36 polcgadat de largo e
82 de comprimento, 30 arrobas de graxa do Rio
Grande, 300 leccoes de b ira, 6 duzias de taboas
grosas de torcidas francezas para o pbarol da
barra. 200 vidros ioglezes com 24 polegadas de
larg) e 7 de altura.
. Tamfiea o corrate mez, de igual rrat contrata :
_ Por tempo de tres metes lindos em setem-
bro prximo vindouro.
Fornecinie'.o de assucar branco refinado e cha
bysaon, assim como de beis em c e pasto para us
navios da armada e esiabelecimentos de marraba.
Foraecimeolo de blu-as de algodo azul, caigas
de dito, cobertores de la e d.tos de algoJao para
apreadizss artfices.
Foraecimento de calcas de algodo azul e cami
eas de algodo azul para imperiaes marinheiros e
apreadizes ditos.
Faraecimento de blusas de algodo azul para ar-
lifaes avoUos.
Foraecimenlo de calcas de afgodo azul e cami-
sas de dito para marlnhagem dos navios.
Fonecimeoto de carvo coke e dito proprio para
ferreiro, para consumo do arsenal.
Faraecimento de cimento de boa qualidade, ten-
do cala barrica nunca menos de 10 arrobas de
peso, para as obras do porto.
Por tempo de ura anno rindo em janbo
do prximamente vindouro.
Servicos de barbeiro enfermarla de marrana,
aasa eomo da lavagem de ronpa da mesma e de
nata outros estabelecimentos de marinha.
Sala das ses5es do conselho de compras de ma
riaha de Pernambuco 22 de junho de 1872.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjoe.
Precisa se cootralar para o trimestre de 1 de
jataa 30 de setembro a lavagem e concert de
roapa do oso do hospital militar, qne consta dai
atgarts pecas :
Camisolas.
Barretes de algodo.
Leacoes de brim.
Frondas de dito.
Toauas.
Gnardaaapos.
afifif de laa.
Os pretendenies devetj offereeer as suas pre
pastas em cartas fechadas as 10 horas do dia 28
do carraa na secretaria do estaoeleelmento.
Hanil mllitfr de Pernambuco 20 de iuuho de
1877^
O e.'erivo,
Joiquim Agripino Fuado de Msodonfa.
COJirVMIIt
DO
BEBERIBE
No dia 25 do corrente pelas 12 horas do
dia lera mpreterivelmente logar no escrip-
torio da companbia, ra do Gabog a. 16,
a arrematagao dos chafarizes e bicas por
bairros, nao se admiltindo propostas que
comprebendam mais de um bairro e nem
por espado maior de om anno.
Os Srs. licitantes podem comparecer com
seos fiadores ou declaragao dos mesmos no
mencionado dia, devendo ter as propostas
em carta fecbada, ce m a iimitagao da qnanlia
ou antes no escripiorio, onde melbor pode-
rao ioformar-se das condigoes do contracto
d'arrematago. Declarase aos Srs. licitan-
tes que o pagamento ser feito em seda*
las.
BAZES SOBRE AS QUAES SE DEVE
LANQAR.
Bairro do Recife.
Ghafariz e bica do Caes da ra do Apollo.
Dito da roa da Cruz-
Dito da roa do Brom.
Dito e bica do Forte do Mattos.
i9:6O0,$O00
Bairro da Boa-Vista.
Ghafariz e bica do Caes do Capibaribe.
Dito da roa d'orora.
Dito da cidade nova de Santo Anaro.
Dio do lagar do Campo-Verde.
Dito do largo da Soledade.
Dito da caixa d'agoa dos Pires.
D.to da Fraga do Conde d'Eo.
Dito da roa de S. Gongalo.
19:500(5000
Monteiro
Chafariz dessa povoago. 4314000
Escripiorio da companbia do Beberibe 20
de junbo de 1872.
O secretario,
Jos Honorio B. de Menezes.
Ilha de 8. MigufL
Para o indicado porto, segu com a maior bre-
vidade posiivel 6 logre portugus Lima de !.'
classe, anda recebe algama carga, e encoramen-
das. Tem bellas aeommodseoas para passagelres ;
trata-se eom o Sr. consignatario Juo do Reg Li-
ma, roa do Apollo n i.
LEILOES.
LBILO
DE
Fazendas e miudezas
Para encern ment d- fac-
tura
TERgA-FEIRA 25 DO CORRENTE
A'S 11 HORAS DA MANHA.
, f Antonio Lopes Rodrigues, tendo da mudar o
ten estabelecimenlo de miudezas, da roa do Vi-
gario n. II, para a roa do Mrquez de Olinda
(outr'ora Cadeia), e qaerendo liquidar por todo o
preco diversas facturas por conta dos fabricantes,
e expdr venda mut >s ontros artigo) recente-
mente despachados, far aillo o agente Oliveira
por intervenco de seu preposto Pinho Borges de
de um magnidco soriimento de miudezas todas
proprias do mercado, txistentes no sea amigo ar-
mazem roa do Padre Tem rio (outr'ora Vigarir),
consistindo em extractos, banbas, oleas, dos mt-
Ibores fabricantes; bonets para meninos, chapeos
para seoboras, hales, salas, espariilbos, luvas da
Jouvra, papel, sabida de baile.', grvalas, easave-
qu.es de seda preta e de crochel ; e manos, ontros
artigos, assim eomo nm completo soriimento de
fazendas franceus, inglezas e allemias, a saber :
caaoraias, lencos de I nbo branco, bros brincos
e de cores, panno fino, casera ir as pre tas e de cures.
las de lindos padroes, chitas, madapolSes e al-
goddeslahoe, todo existente em sea armazem on
de ser effectuado o leilao para o qual convidam
e esperam a concurrencia de seas numeroso*
freguezes: terca f-ira 25 do correte mez, as 11
horas da manhaa no sopra mencionado armazem
ADMLN1STHACA0 DOS COUREIOS DE PERNAM
BUCO 23 DE JUNHO DE 187.
Malas pelo vapor Para da Companbia
Brasileira.
A correspondencia qne tem de ser expedida
hoje (23) {pelo vapor cima mencionado para os
portos do nerte, ser recebida pela maneira se-
guale :
Haos de jornaes, impressos de qualquer nato
reza, e cartas a registrar, al o meio dia, car-
tas ordinarias al 1 hora, e e;tas' at 2 horas, pa-
gando porte duplo.
O administrador interino,
__________Vicente Ferreira da Porcinncula.
Administrago dos correios de Pernambuco
2 de jonbo de 1872.
Malas pelo vapor ioglez Patrodus.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
(23) pelo vapor cima mencionado para os portos
da Europa ser recebida nesia admioisiraco at a
hora em que fundear o vapor.
As cartas e jornaes que se dirigirem para Ingla-
terra devero pagar previamente, aquellas a tacha
de 240 rs. por 15 grammas ou fraccao de 15 gram
mas.e estes a de 40 rs. por 40 grammas ou fraccao
de 40 grammas, na progres-o eslabelecida as ta-
bellasC e D anuexas s instraegoes do 1* de
dezembro de 1866; para que possam seguir direc
lamente o seu destino, e nao serem incluidas as
malas que teem de ser expedidas de canformida-
de com a convenci de 7 de jultao de 1870.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Pjrciuncula.
ftVISOS MARTIMOS.
Para o Porto
Depois de pouca demora oeste pono dever se
goir viagem com aestino quelle, a veleira barca
portugueza Imperial, tem grande parle de sea car-
regamento^ogajado ; e para o resto que Ibe falta
e passageiros, aos quaes (fferece muito boos eom
modos, trata-se com Soares Primos ra do Vi
ario n. 17.
I"ARA O
PORTO
Vai sabir em pencos das a galera Afora Fuma
2.' : para carga e passageiros aos quaes cffereee
excellentescommodos, trata-se cora Soares Primos,
ra do Vigario n. 17.
Ilha de 5*. Miguel
Para o indicado porto segu em poocos diaa o
patacho portogoez < Michaelense j lera tres par-
tes da carga engajada <> pan o resto que Ihe fal-
ta e passageiros trata-se com os consigo alarios
Ferreira de Alroeida 4 C, a roa Madre de Dos &
36, armazem.
Para Lisboa
deve sahjr com multa brevidade o logar porlugoet
Julio, tem a maior parle da carga prompta, e pa-
ra o resto e passageiros trata se cora os consigna
tarios Thomaz de Aqnino Fonseca & C. Sneeesso
res i roa do Vigario n. 19. 1* andar.
PARt
S bir em poucos dias o palbabote portuguet
Sympathia : para o resto da carga trata-se com
Pereira Vianoa & C na roa do Vigario a. 11.
Baha.
O veleiro biate nacional Garibali segu para o
porte cima oestes dias com a maior brevidade
possivel por, estar eom parte do carregamento
prorapto, e-para o resto trata-se com Tuso Irmos
k C, rea do Amorim n. 37.
Rio Grande do Snl
Para o referido porto pretende seguir eom bre-
vidade a barca poriogueza Aminda por ter parte
da carga engajada, e para a que me falta frata-
se eom o consignatario Jaaqulm Jps 0?ocaJvei
Beltrp, ra 4o Coomerclo n. &
1 f i O Precisase de nma eserava, boa
I MAX eotinhetra e nma-livre para en-
fa.lTAzl.aJ gommar e fazero servico intern
de casa de familia, paga-se bem : na roa da Cro
do-Recite n. 41, armazem, oa no Corredor do Bis-
po n. 23._______________________________
Precisa-se de urna ama
preferindo-ae eserava, para
casa de pemena familia, pa-
ga-se bem : aa-rna estrella do Rosarlo n. 32, ter-
ceiro aadar. _____________________
Precisa ie de doas amas,
sendo orna exclusivamente
------ para cozinbar e outra para
srvijo interno de casa de pouca familia : na roa
Velha a. 28, sobrado.
FOGO ARTIFICIAL
^\>
*Hb*
v^\.
g.)mmar
Precisa-se de,nma ama pa
ra casa de familia de dnas
pessoas, para cozinhar e en-
a tratar na roa Direita a. 3, 1* andar.
^^\
Para familia pequea e
\ pooco service : ma da Cruz,
n. 4, armazem. '
Precisase de urna ama para cozinhar e on-
ira para engemmar : na ra do Corredor do Bis-
po d. II.
AMA
Na roa das Trinchei-
ras n. 50, 1 andar, pre-
cisa-se de nma ama pa-
ra comprar e cozinhar.
lo aratazem do Vapor
Francei, rao do Ba-
rio da victoria (on-
tr'ora rna ^otra) a. .
Ao armazea do Vapor
fraaoer, raa do Ba-
' rio na victoria (ou-
tr'ora raa ). 9
FOGO CHINEZ DE SALDES
Para os festejos de Santo Antonio e S. Joo
Chegon grande porcao destes lindas fogninhos japonezes, franceses, allaaies, da vistas
muito bonitos, fabricados especialmente para meninos e senhoras soltarem sea medo algara de se-
rem offendidos, alm destes fogninhos, ha mnita pistola, craveiro, (limas e rodonas fabricadas no
paz por nm dos mais afamados artistas neste genero neita eidade.
TRAQUES DA CHINA
Veode-se mais barato em caias.
AMA
rna Velha n. 91
Precisa-se de nma ama para
todo o servico interno e externo
de nma casa de pouca familia :
Ama de leite
Precisase de urna ama de leite sem filbo : na
ra do Cotovello n. 129. Na mesma easa precisa-
se de nma ama para cozinhar.
Leilao
DA
Gasa terrea da roa do Viscoode de Goyan
na o- 163, edificada em chao proprio
Quinta-feira 27 do correte
A'S 11 i|2 HORAS DA MaNHJ.
Por intervenco do agente Pinto.
y rm
Leilao
DE
Linbas em novellos e carriteis com avaria
d'agoa salgada
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE.
A'S 10 1)2 HORAS EM PONTO.
O age ole Pinto levar a leilao por conta e ri c
de quem pertencer dinerentes eaixas com liaba.
a variadas a bordo do nav'o ingles WicA of tke
Teign, na sna ultima viagem a este porto ; o lei-
lao ser elTectuado as 10 1|2 be ras do dia cima
dito, no escripiorio do referido agente, roa de
Rom Jesns o a3.
\i^\a^
DE
6 espelbos grandes
AVARIAuOS t ... .
QUINTA-FEIRA J7 DD CORRENTE.
AS 11 HORAS DA MANHA
O agente Pinto lerar a leilao por autorisacao
do coosnl de Franca, em presenca de seu chan
celler, e por coala e risco de quem pertencer,
i caixas marca Dias n. 113 e 116, eontendo espe-
Ihos e moldara dourada, a variados bordo do
vapor ingles Studmt.
O leilao sera effectuado as 11 horas do dia se-
ma dita, no escripiorio do referido agente, rna
do Bom Jesns n. 43.
Leilflo
DO
Sobrado de 3 andares e sotij da ra de Domin-
gos Martina n. 138, ootr'ora Soozalla Velha, edi-
ficada eu chao proprio, e com 2 armazens, o
qual torna-se recommendavel pelo sea bom rea-
dimento.
QUINTA-FEIRa 27 DO CORRENTE
g 11 horas.
Por intervenco do agente Pinto.
Em sea ejcriptorio rna da Cruz n. 43.
LEIU6
DE
Aoimaes constando de 3 rgoas e urna
dellas com um potro.
QUINTA-FEIRA 27 DO CORRENTE
A's 11 horss da manha empento
O agente Oliveira far leilao por intermedio de
seo preposto Pioho Borges, requerimento do
Sr. Dr. curador de aazemes, e por de-pacho do
Illm. Sr joiz de anzentes, de 3 egnas e urna dellas
coro ux potro; o leil?o ser effeetnado no dia
27 do corrente mez,s II horas do da, do caes
Viote e Dous de Noembro.
DE
Um sitio do Porto da Madeira de Beberibe
d. 7, om casa terrea, coebeira, estriba-
ra, cacimba, morado na frente, portSo
de ferro, com 160 palmos de frente e
435 de fondo, com baixa (de capim e
arvoredo*.
SEXTA FEIRA 28 DO CORRENTE.
A's II boras.
Por interveacao do agente Pinto, em .-ea escrip
lorio i raa do Bom Jess a. 43.
AVISOS DIVERSOS
Attenpo
O Sr. Joaqaim Salvador Pessoa de Siqnei-
ra Cavalcaote, queira spparecer nesta typo-
graphia, com urgencia, para concluir o qoe
proraelteu.
I.
O Sr. Melquades Antones de Almeida
queira vir esta lypographta concluir o pa-
gamento do alugael da casa em qot mora
em Olinda.
Feitor.
Precia-se de om horuleiro e jardineiro qne en-
tenda de mais plaotacoes : a tratar aa ra de Pe-
dro Affonse n. 28.
A pesjoa que recebeu da eidade de Campia
Grande ama eacemmeada para o coaego Dornel-
las, morador rea Nova da O inda, aonooeie a
ana morada para ser procorada.
HA DE SABIRI!
Ama de leite
Anda precisa-se de nma ama de leite: no pa-
leo dn Livvramenla n. 33, 2 andar.
^%^
Precisa-se de ama para
tratar de criancas ; raa da
Anrora ,n. 5 segnnfo andar.
Paga se bem; a urna ma-
Iber capaz qne saiba engom-
mar e qaaira estar de ama
em casa de pouca familia em nm sitio : a tratar
na rna Nova, loja n. 7.
*%%
blala
Na rea Nova a. 16, precisa
se de nma ama para cera
prar cozinhar.
AMA Precisa-se de ama ama para o servico
^0-a de ama casa de doas pessoas : tratar
a rna da Cooceicao o. 7.
Precita-se de nma ama for
ra oa eserava para comprar
e cozinhar para nma casa de
duas pessoas : na roa do Vigario a, 1, 3* andar,
sobrado amarello.
*m
MA
Preci-a-se alugar ama ama para
casa de ponea fomilia : na raa larga
do Rosarlo o. 20, 1* andar.
Loja
Trapassa-se o arrendamento da loja da raa do
Baro da Victoria n. 45 : tratar na mesma.
Lava-se
e engomma-se com toda a perfeiclo ronpa
de bomem ou de Sra., mediante pre(a ra-
soavel; no Largo do Paraizo n. 3, confron-
te ao oitSo da refinado de assucar-
4TTENC40
Anda se continua a fornecer almoco e jamar
para fra na raa. estreita do Rosario sobrado n.
35. As pessoas que quizerem dirijam-se mesma
casa que se dir os precos : manda-se levar em
casa dos asignantes e faz-se mais em conta do
qne em outra qualquer Darte e todo com a;eio.
Armazem de deposito
Recebem-se em deposito volumes de fazendas on
qualquer ouiro genero a preco muito mdico : i
tratar na ra do Commercio n. 48.
COSINHEIROI
Precisa-se de um Da roa das Laraogei
ras n. 30.
Interesse
O Sr. Jos Alves Machado Guiraares queira lar
a bondade de vir a roa do Imperador n. 28, a
negocio de sua conveniencia.
Precisa-se ee urna criada para casa estran
geira, para cozer e engommar : a tratar na raa
do Commercio n. 38.
Amaral Nabnco & C. tendo acabado de vender
os fogos cbinezes e franeezes que receberam, con
vidam a seas amigos e freguezes a virem de novo
a sea estabeleeimenlo ver e examinar nm
completo soriimento qne acaban de receber pelo
ultimo paquete d'Europa, seoJo meias de fio de
Escocia para horneas e senhoras, brancas e de
cores, luvas de casemira brancas e de cores,, car-
airas para bilheles de bond e de eaminho de fer-
ro, para dinheiro, etc. etc. o mais commodo que
tem vindo ao mercado, aderecos para senhoras,
cerrentes para relogios de nma e doas pomas, as
mais bonitas e modernas, perfumaras de diver-
sos fabricantes e outros objectos : no Bazar Vic-
toria, raa do Bsrao Victoria n. 2, amiga roa Nova.
Precisase de um caixeiro de 12 a 10 aums
de idade, com pratica de laverna, prefere-se por
tugnei : na ra da Soledade n. 47.
Queris fazer nm presente ?
Queris preparar om vestido ?
Queris ter um bom cheiro em vosso toucader I
Queris um lindo leque de qualquer qualidade ?
Queris um fino oleo tnico oa banha para vosso
cabello ?
Nao indaguis nem procuris em outra parte, por-
que correris o risco degvos cansardes e nao en-
contrarte?; dirig vos logo a Nova Espranos, ra
Duque de Canas n. 63, onde tenis a certeza de
achardes e por preco rasoavel.
fabrica g
DE g
Rap areia fina da Bahiai
l DE g
Moretra & C.
O abaixo assigoado, nico agente dessa &
fabrica, avisa ao publico que tem aberto fi
o deposito de dito rap no seu escripto- c
rio ra do Vigario n. 21, ende os fre- j9
gnezes .encontrarlo sempre a quantidade f
qne precisaren!.
Recife, 29 de abril de 1872.
Domingos Alves Matbeus.
Imperial
1
*
$$$$ 0 00 0000000
SITIO.
Aloga-se um na Capunga, travesea da Ventara
a. 3 eom grande easa de morada, tendo mais co
ebera, estribara, qnartos para criado, tanque para
banho, dito para lavagem de roupa, omitas frac-
teiras, sendo o sino a margem do rio : a tratar na
rna do Marqnca de OWoda n. 35. __________
AGENCIA
Precisa-se de om agente nesta cidade para
as machinas de costura d Howe (Howe
Sevdng Machine) de Nova-York. Para mais
plena infofmacJo dirija se a W. E. Water-
mi, agente geral da Howe Machine C >m
paoy. Roa da Quitanda p. 66. Rio de Ja-
neiro.
BALES AEROSTTICOS
pequeos de 8 a 12 palmos de
papel de seda, de cores muito
bellos e facis de soltar se.
GLOBOS ee papel de cores
para illnminacdes e papis ar-
rendados proprios para enla-
tar bolos.
SOTES FRANCEZAS, mui-
to interssantes eontendo alm
da leitnra, novidades qne fa
zem realear mais o diverti-
mento as rennides das nen-
ies de Santo Antonio e S. Joo.
LVAS DE PELLICA
branca e de cores para
bomens e senhoras.
LEQUBS para senhoras
e meninas.
BRINCOS e pulceiras de
ouro bom para senho-
ras e meninas.
1
Calcado francez chegado de novo.
Muito ocas botinas para bomens, para senhoras, meninos e menina'.
Quinquilharias e perfumaras
Brinquedos para crianza
Novos se rumen ios de um sem numero deste artigo para entreler as criancas, tudo a precos
mais resumidos qje possivel, no armazem do Vapor Francez, rna do Baro da Victoria, eairVa
Nova n. 7.
Alnga-se
ama casa terrea cora estr baria, margem do rio,
sita no Manguinbo ; a tratar na ra do Vigario
n.31.
Sraade offlciaa de metaes
BRAGA A PIMENTEL
Ra Nova n. 35.
Nesta offleloa trabalha-se em encao-meotos d'a-
gua, de laloeiro, caldeireiro, fuoiteiro, tem sorii-
mento de bombas de n. O a n. 8, alambiques, la-
xos, torneiras, vlvula?, tubos de chumbo, sinos,
obras de folba, bacas de ferro estaohadas, cobres
de engenbo, espumadeiras, cadlnbo para mndico,
todo por precos comraodos e promptido para
qn.lqner trabalho.________________________
Cozlahefro.
Precisa-se do um eozinbeiro para casa de fami-
lia : na ra do Mrquez de Olinda n. 35._______
Feitor
Preelsa-se de nm feitor no hotel de Apipucos'
a tratar no o.esmo hotel, oa na ra do Mrquez
de Olinda n. 53, Ia andar.
Alnga-se omescravo pos.-ame ou vnde-
se, sabendo cozinbar e fazer quilquer compra e
mais servico de casa : na ra da Cadeia nova
u. 15. a mesma casa precisa-se de ama ama
de meia idade.
Engenho Soledade
Este engenho situado na ribeira de Gitiluba,
a margem do rio Caroatagibe, de grande extenso
em terrenos os melhores que se pdern detejar
para a cuitara de cacnas; me com agua e tem
proporc5es para se levantar mais dous eogeobos
d'agoa gnarnecidos com ricas maltas. Esta pro-
priedade veode-se cu arrendase, e tambero dase
terrenos para levantar outros eogenbos pelo tempo
que se convencionar : a tratar com seu proprie-
tirio ao largo do Corpo Santo o. 17, primeiro
andar.
E-cravo
Vndese nm ex:ellente escravo para servico
de campo ou mesmo para a cidade : a tratar na
ra das Aguas-Verdes n. 78, piimeiro andar, das
11 horas as 6 da tarde.____________________
Dinheiro a premio
Da qnanlia de 300& de 4 0005 con garanta
conteni na ra das Trincheiras n. 48, 1* an
dar, se dir aero tem para dar.
Cosiuieiro
No cal cbinez. ra larga do Rosario o. 31,
precisa-se de nm eoznheiro.
Mana Rosa da Ccnceico previne as auto-
ridades competentes que, ausentando se sea filbo
Erneslo, de idade de 10 armes, de cor fula, cabel-
los carapinba, olhos e nariz grandes, conston-lhe
que fra seduzido par um dos eogenhos de Goy-
anna. O qne faz publico para em todo o tempo
cooslar.
Precisa-se ds um caixeiro cora aiguma pratica
de taberna, de Idade de 10 a 12 annos, e que f
fiador a ua. conducta : a tratar no pateo de S.
Pedro n. 1.
O Dr. Sarment Fi- 0
lho, cixurgiao do hos-
pital Pedro II, de vol-
B ^^e sua Viagem a Eu-
ropa, contina no exer-
cicio de sua profesar,
na casa de sua residen
cia a ra do Impera-
dor n. 29

9
@S@S#@(
i
ilt 1U1
No dia i de agosto do anno passado ansenicu-
se do engenho Camaragibe o escravo Vreme, de
idade 40 annos, cabra, de ahora regnlir, em
todos os dentrs, e sao limados, tem cicairizes de
ferida que teve oas pernas, e tem manchas bran-
cas nos ps e as mos, bem ladino que eosiuma
mvolver-se em presepios, julga-se que eslea era
Montes de Una ou em Goyanna por ter la paren-
tes: rogase as antoridades oa a qnem o appre- ,
hender leva lo ao Recife ao Sr. Jos de Sonsa
Barreiro', na ra da Companhia Pernambncan*
n. 2. que serio generosamente recompensado.
Os abaixo aisignados declarara a> respeita -
vel publico e especialmente ao ilioetrado corpo do
commercio que tem justo e contratado a compra-
do estabelecimenlo, sito a roa da Penha n, 6 livre
e desembarazado de qualqner debito qoe possa
apparecer.
Recife 19 de junbo de 1872
Silva Jnior Si hmao.
0 re>peitavel publico convidado a vir exa-
minar o magnifico soriimento de miudezas finas e
cbjectos de pbantasia qoe exi.-te no estabtleci-
mento denominado Bouquet das damas raa Pri-
meiro de Marco n. II, primeiro andar, e compa-
rar eom os de ontros estabelecimentos do metmo
genero, convencendo-se desta forma da modicida-
de de sens precos e conveniencia de compra-los
de preferencia ; no mesmo eslabeleeimento sena-
rio sempre boas luvas de pellica branea, pretas
e de cores, para homens senhoras e meninas.
Obras de cabellos verda-
deros.
Mlle. Marie Lavergne faz sciente as suas Exroas,
crientes e as Sras, em geral qne conserva sem-
pre nm grande sonimenio de coqnes, caebepain, ,
crescentes, tapetes, bucos e o mais necessario ao
perneado elegante d'uma senhora, nao s venda
como para alugar : no Bouquet das Damas, a rna
Primeiro de Marro n. 14, antiga do Crespo, pri-
meiro andar.
Aos 5:000*5000.
Kllbefes garantidos da pro-
vincia.
Raa do Baro da
Victoria,
Outr'ora ra Nova n. 63 e casan
do costume.
0 abaixo assigoado acaba de vender nos seus
muito felizes bilheles a sorte de 800J em quatro
quartos le o. 628 e um bilbele inleiro de n. i il
uom a sorie de 300, alem de ouiras sorles me-
nores de 40J e 20 da lotera qne se acabou de
extrahir (8'), e convida aos possuidores a virem
receber, que promptamente serao pagos.
O mesmo abaixo assigoado eonvida ao respeita-
vel publieo para ir ao seu es abelecimento com,-
prar os muito felizes bilheles, que nao deixar de
tirar quatquer premio, como preva com es mes-
mos aaouncios.
Acba*se a venda os muito felizes bilheles ga-
rantidos da 4a parte das loteras a beneficio da
igreja de ri. S. do Rosario do Recife qne ser ex-
tra hida no dia uuinla-feira 27 do correte mez.
PRESOS.
Inteiro 6*000
Meios 3*000
Quartos 1*500
De 100)9000 para cima.
Inteiro 5*500
Meios 2*750
Quartos 1*375
Joo Joaquim da Costa Leite.
s
Comarca de Flores.
O bacharel Fex de Figaeira, promo-
tor publico da comarca de Pajeb de
Flores, advoga nos termos de Flores, In-
gazeira, Villa Bella e Municipio do Tri-
umpho. Eucarnga-e da obranca ami-
gavel on judicial de qualquer debito, por
commoda porceotagem : quem de seus
prestimos se quizer niilisar, (Je dirigir-
se directamente ao[annunciaute,ou enten-
derse cora os Drs. Mauoel de Figueira
Faria e Felippe de F.gueira Paria, na
raa Duque de Caxias o. 44, escripiorio
do Diario de Ptrnambuco.
s
Fastilhas de Marmita
As pastilhas de Msnnita sSo por certo a
medicina racional dos meninos, aos quaes
se admioistram com exceilente resaltado
para os males de garganta, coqueluche e
falta de apetite. Para elies n3o ba purgan-
te mais soave e que tomem com mais pra-
zer. Estas pastilbas prejioam tambem as
convulsoes qoe resulUm dos accidentes da
denticJSo, e tem orna 2cg.5o muito poderosa
como o vernn fago.
Deposito Pbarmacia Americana de Fer-
reir Mata A C roa Duque de Caxias n. 87.
AOS 6:0004000
Sali venda os felizes bilheles da lotera da
Jania, na casa feliz do arco da Cooceicao. bja di
'orives no Recife.
AMAS
l'ucisa-se de duas amas,
ama para engommado e ou
ira para cozinhar: a tratar
na raa do Vigario o. 5, 3*
andsr.
Pernambuco Street Raltaay
Compan? iMmitcd.
Alm dos trena da tabella, no dia 23 a meia
noute, de Caxang ao Recife, e no dia de S. Joo
24 do Recife a Caxanga s 4 horas da aadraga-
da e a meia noute de Caxang ao Recife.
Escriptorio da cotipanhia. 20 de junho de 1872.
C. C. Rawlinson,
Gerente.___________
Joaquim Bezerra Pestoa C. participara
a seos amigas, fregu;zes e devedores
com especulidade ao rospeitavel corpo do
commercio, que madanm o seo eslabeleei-
mento de fazendas da roa da Imperatriz n.
ISA para a roa do Ba.rSo da Victoria d.
48 ( antiga roa Nova ).
Perdeu-se honivm' 17 do correte urna letra
da quantia de 108*393 reis, aeceita pelos Srs.
Correa & Irma) e Joaqaim Jos de Medelros Cor-
rea, ambos da Parabyba, vencida hoolem 17 :
quem a achou qoelr'a leral a no escripiorio de
Lehman Frres, qoe ser gratificado. Avisa-se
aos aceitantes, ou qualquer pessoa que nao fajara
transacca coma dita letra, jent com os sscca-
dores Recife. 18 de jonho de 1872._________
Precisa se de urna criada para casa estran-
geira.vpara cozer e eng< mmar : tratar a rea do
Cemmercio n. 38.
Advocado.
O bachanl Joo Goniaga Bacillar tem
ejcriplorio e residencia na villa do Cabo
ra Duqne de Caxias n. 21.
Eocarrega-se de cansas civeis, criraes
e commerciaes, bem como de defesas pe-
rante o jury nos termos supraaeociona-
dos.
8
S
S


Diario d Fernambnco Domingo 23 de Juuho de 1872-
GRANDE ARMAZEM DE VVERES
Uaiao e commercio
DE
' -" MANOEL JOAQUIM DE SOZA A C.
51 Kua do Impe ador
Junto a reanlo
51
Eii fioalmente concluida ama das oecassidides que exiga o publico d mn estibe-
lecimeoto de vveres onde se podesse francamente encontrar asseio, sincerdade e oro
esplendido ortimento de gneros al mentidos para o diario e festivaes do rico e pobre.
Para a commoddade do respeitavel publico, a nada se fortam os proprietarios
(leste importante estabelecimento, animados pela excedente localiJade em que se acha, e
o vasto armazem qae occupa, extenso a' ao caes 22 de novembro, .fizeram abrir orna
grande entrada na parte lateral que d para o referido caes facilitando assim, n3o f a
ingresso para um recreio aprasivel, como tambera para o interior do estabelecimento por
onde igualmente os Srs. paasageiroa da via-ferrea de Apipucos se podero supprir de
excellentes gneros.
Hoje portanto .UNlAO E COMMESCtO, esperanzoso p>r orna ancor enca de
bons freguezes abre suas portas garanliado a aquellas pessoas qoe o honraren) com saa
conflanca qae encontrado o bom, o bello, o melhor.'o mais gostoso e o mais barato. A
gerencia deste estabelecimento est confiada ao socio Manoel Joaquina da Soiua qoe fra
antigo empregado da casa do finado Doaingos da Silva Campos, o qual esp.-ra que seas
amigos coolinnem a favorecel o com a mesma conflaoca qoe at ento Ibes b3o di-pen-
sado empregaodo a seas cuidados saas importantes ordens.
/ Manoel Joaquim de Souza 4 C.
1
^iw-ti:'
uv
iSi
coi
URGENCIA
Roga-se ao Sr. Andr Joainin da Azevedo o
favor de appaiecer na roa do Rangel d, 9, oa
annun:ie sua morada para ser procurado e infor-
mado da negocio qae Ihe diz resneitAt
Precisa-se de
tv 7.
um j rdiueiru : oa ra -Nuva
A luga-se ama casia ha de 6a00(), dealro do
predio n. 13S, da raa da Aurora, em Sanio Amaro.
Sahir
Raa do Duque de Caxias n. 51.
A. A. P. S.
nico doptsuo em Pernamtiuco dos charu-
tos G. Scbnortiusch da Babia, ao escritorio de
Caoba & Hasta : vende se de todas as marcas,
por precos e-tabelecidos, e em porcio de 3,000
para ciaaa se dar descont : oa raa o Mrquez
de 01 inda o 40.
iocmooo
Ser gratificado com a quantia cima menciona-
ta qaem dr informarles sttHcientes pata se
prender a pessoa oa pessoas aae na madrugada
minacao publica, desde a roa do Viscopde de Goy-
anna (uutr'ora Montego) al a rassagem da Mag-
dalena ; ena aette de 13' do andante queferaram
arios lamptSes cas mesmas ras.
Thos. Newbiggioej,
Gerente.
O BoufMt das fiamas ra riraeiro de
Marco n. H, cootin no corte de cabellos e fazer
barba, para cuj raister tem bons artistas.
Na Praga da Independencia n. 33 se compra
oaro, rala e aedras preciosas, e tanrbem se venda
obras de nal
especie.
MQFINA
Oika elle L
Grande revolupo...
COUSAS DESTE ANXO.
Ainda o aono passado por e-te lempo ( quere-
mos dizer pelo lempo dos festejos a Sanio Anto-
nio, S. Joao e S. Pedro) lodos lutavam Com serias
diffkuldades para sopprirera-se do que oeces-
sario para taes festejos, priucipalmeoie no que
diz respeito aos bolos de S. J )So. Este aono uo
acontece ootro tanto, perqu temo ne.-la cidade
orna eonfeitaria sita ra do Imperador. 21,
sob a denominacao do
Centellarla do hampos
cojos proprietarios nao tero poupado esorcos para
que este estabelecimento satisfar com prompudo
e asseio qualquer eneommenda tendeiite a tile,
por uso ja v o Mostrado publico desta ridade e
especialmente as Exross. familias que est remo-
vida essa dilftjul'lad-, notando-se slm disso en-
contrar-so-ha niquelle estabelecimento o segniote:
Papis ricos para sortes, serles prompta?, amen-
doas cenfeitadas, topos japooezes e nacionaes que
se podem soltar nos saldes sern perigo algam,
E MAIS E MAIS E MAIS
Bolos de todas as qualidades, bolmbos para cha,
cha verde e preto, chocolate de diversas qualida-
des, creares, pastis, pudn-, empadas, uougathea,
gaibeaox de la reite, bons-nocados, Kambres, sa-
lames, conservas excitaetes e alimenticias, cicas
francezas cora oa sera ufaras, garas para baa
deija-, caixmhas ricas para presentes e aleda
mais : licores finos, vrntios, charof.es etc. etc.
TUOO I^TO
>' eonlekarta do lampos.
AO R 9
No progresso do pateo do Carpo ten um com-
pleto sortimento de manteigas tinas pan diversos
precos de 300 rs. a libra at IS2P0.
fcfi
Isftu
CAUTELA!
MEURON &C.
J9l v m S A M.
?m
Il..|
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes.
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlio se pode
confundir com o (Taque! les.
li
Os apreciadores que qoizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qae
os botes tragam o nome de MEURON & C. e a desig-
nado de REA PRETA.
FOGOS ARTIFKIAES
Para festejar Maulo tnloulo. H.
alono e 9 retir o.
S.raza & Gmmaries, propritUri da rouita
I cMibecfda leja de ferr?.gen/ iua d.i lira da
Vietoria n. 39, (^uli'ura ir... .Novj) veem avia
II seus ffeguezes e ao pnWici em geral, qoe ca-
hm*oe recibet um hcc e ^hti^o sorumerM'i
fle f>go- ch-nt-zes o mais Indo pDS*i"H ao-
|!e-d'fejir. asriin orno i'trde ja recebem en-
CoiaIMnda para lod'is a* quaiulades de f >go na-
cuoaes para as me h re- fabiicas des:* eiJade.
Os annu.'j.'imti's 'nMdb'.-S.-, .os qs BXris paa'
melhor servir a todas as passoas qju diajnaiei
h.nrarsea e*tabeieimrot-) 'paa ?" rreseic..
aixns de Tatiis u^?i
Junto bo| [stada, laab^m encontrarlo os Sr<.
tomantes, a exce'l'ntes caijas de casco de lait-
rusa (-bra bein acsida a commodo nreao.
Na rna Prinuirn de Harp p. g; frbrica bomI'.
lPITil
T lo* d.:vem aoriar dwjni t\ airmntto e tra-
te-lo na caritira en tivrode ien,Lrc<;a, comocou-
sa de grande aulUdc
ror.QUE "ELLE
ndica ende com certera si fde euc^cirar cu eo-
:ommeai>ar um bom pre.trle que de improviso w
queira mandar a qiulrorr p'S-- a,
NASSIM t.OMO
indica d!e onde :e poder tDC('.r;r nm fian bre
bem preparado, urna ejni aia, uir: p.-ihesnx a
reine, um maog lh, tin padiOiT, nm h Ip lino, o;n
pao de l e urna ioflaidade do aiA! e pasle di-
verso, proprios psra l^nrhe, sibre-rntris e roe-
renda.
ALEM I I-S-).
idJica atis onde se eoeooiriu stmpre : frecu?
Jo lempo lamo nxM'nae- c mu FStr"re1ris dfi:e
sfcvrs e em oald* nacime- > rtogetio*, i c i -
e vicho- tinos, conservas Rbaeolicus e (Xiiancs,
holaxioha^ c holiunos p:.ia rba c cetn. mu'tos
i bjectos qae se loroaria per deroait nf:i(le a-
-ua ioteiri dwripci'i
E FINaLMSCTB
para que se pessa lazer um jo'zo iproxilTado
SU' INDO l'ESSOALGENTE
a eonfeitaria do Camtos
llua do ln-pera'or n. 2i.
Tome-se bem a caualia de que, a frente de-te
estabeleciment) se acba cxllccado am lampead que
se conserva acaw a nonte. at > dez horss.
>m -Ra inip^ia -233.
s'o armazem do sal encontrarn es amadora
do brinquedo de f.-cos ariiciaes um d mpleto ir-
lin.ento de f.'go?, tauto do paiz tomo da China, Je
differeDles qualidades, e iu epi.-.ialidsce para
criases*, por oro ctunir-iid >.
y.
MEURON a C.
Roga-saam Illm. Sr. Ignacio V.erra da Mallo, ts-
crtrao na cidade defiazaretb desta provincia, -o
taror 4e vs- a ra do Imperador au 18 a conclrii
aarielleiB^aocio qoe V. S. se comprometteu raa-,
V, pela terceira cbaaiada deste jornal, en Ini!
4 rtfiwmhrn prximo passado, -o depois para ja-i
esiro, paaeoa a'fcves a por este motivo de novo ebemado para tc
Um ; .pot V. S. se aleve tembrar ta este negocie
4 de mais de oilo unos, e qnaodo o senbor tai
jbo se acbava no es cesta cidade
Aluga-se
a casa te-.-rea.sita ae povoado desominado Doarte
Ooe1bom,0linda, fae tem frearta de azlelo ora
bastantes coramoos fiara familia, lendo 3 sata, 7
quartes, cosiaha aera, casa para es era vos,-f ai K-
nheiro, eccimba, ^umtal murado poriao pana o
fundo ocm terreno al a camb&t : tratar eom
Domingas Henriqoe Mafra, no mesmo lagar.
i'erdeue o recibo de o. 17 de zOOilK), oa
Compaobia Pemambuco Railway, de 11 de no
vesibro de 1871, pertdnceatea Jaouario Rodrigues
Befla : pede-se a pessoa que acboc de entregar
na rna de D. Mana Cesar, outr'ora Senzala-nova
cumero 2.
Aluga-se um na Capunga, tra^eisa- da "Ventura
o. 3, com-traude cas-a de moradia, lendo mais co-
cheira, estribara, quartos para criados, tanq ie
para baafee, dito para lavagem da ronpa, manas
fructeirat, sendo o sitio a margen do rio : a tra-
tar na raa do Marqnez de Olinda n. 35.
Engeako.
Escrava
Presisa-se alagar orna ama escrava que saiba- o
sinhar eerjgommar; trata-se e paga-se bem ; ra
le Vigario o. 16, 2.' andar.
Casa de Campo
Alnga se a do Exaa.Sr. conselbeiro Jos Benl
\la Cnnba-f igueiredo -em Ponte de Ucha, ja
-casa e sitio tem exeellecte? commodos, banbos do
^ncanameoo da Compaabia de Bebenbe, e do:rio
Capibaribe, muitas arvore de frario, estribarla,
<-,ocheira, diversas accwnmodaees para pretoe e
feilor : a tratar no eseriptorio do mesmo QOBselhei
ro, rna do Iroperador c. 7. das 10 horas da ma-
Aba as 3 da tarde.
Uopeiro
Precisa-se te nm copefro no hotel de Apipucos;
a tratar no asesino hotrl, ou na raa do Mrquez
i.e Olinda n. 53, i* andar.
Acha-se auzeate de casa desJe dezemoro fle
anuo passado o e.-cravo Pie1, de nacao, baixo e
tem pQttca barba, os olboa quasi sempre muito
vermelbos, e e uno palrador : qnem delle ?ou-
Der pn-der noticia qaeira diriyir-se roa Duque
de Casias n. 13, ou Ixperstriz n. 16, 2* andar,-
qne sera recwmp/iii'Slo.
*d"
Precisa-se de um cozmneiro
rna do Rancel n. fi.
na padaria da
oioo
Na pre2 >da Iodepeodencia n. 33 se d de gra-
tiScaclo a qaem aasoatar a escrava Manan-
ta, prea, de idade mais de 50 ancos, bastante la-
dina, com falta e denles, estatura baixa, tem ido
por duas vezes*oeontrada com uh balainho ai
ra da Aurora o direeeo da via-ferrea.ou ento
.em Santo Amaro; #m todo o caso parece que deve
estar por aquella*; jmmedacoes, esta ausente des-
de -6 de fevereiro.
TRILHOS URBANOS
DO
Becfe Olinda
e Beberib^.
A directora resotoendo recolber todcs ee bhe-
les que se acb.Am em ircolacao, convida aos se-
nbores posEuidure rirem iroca-los por inbeiro
no eseriptorlo da com; atibia as segundas e sextas-
Oirs, at p m deste ti.cz, das 10 s 12 horas da
manbaa. Pinde este praso, os ,-eferidos bilbetes
serio aceito* somente em pagamen > de passageus
Eaxripoiia ca compaobia
de J872.
O I* wcrelario,
LaordDtioo Jos de Miranda.
Niogaem faca negocio com o -enpenhc Capricho,
do Sr. loaquim Jos Arolla, eraCna, sem ariraeiro
se enteeder eom o tenejite-corooel Thomaz Alves
Maciel, propretari do engenho Monte pi, oa com
sea correspondente .Joaquim Cs.pti-ia de Araujo,
nesta fra;a, ra ti Mrquez de Olinda, outr'ora
ra da Cadea do Recife o. 3, lia.
O ata xo s-igoaOO grtitica -a pe-soa ,ue der
noticia certa, oa levar ao qu riel da Sokdade, a
cla'Luiza, escrava do mesmo baixo aesignado,
a quai est fgida oesde 21 de Janeiro do corren-
te iMftj e tem os .igoaes seguales: cor preta,;
fula, falta de deotes oa frente, ps grosos des eem urnas its grossas ou-ua das pernasf;
sids de vestido de *ita e ctuieencarnado: tendo
doesorava doSr.-Mootarroios m Munbeca, para
onde algumas vezes costuan ir quando fope e
outras para o Lorto, Pedra. Branca e Bocas Ve-
Ibas, ende tem pessoas de seaTpirentescj e ami-
zade._____________
Os abaixo assigtiados, limos e ge,tr> de
Francisco Jos Saares, fallecido a"5 de maij,pro
ximo pascado, em Guamar, na provine a do Bio
Grande do Norte, robara s pes.-oas que tivrem
transa55es com o mesmo faliecid3 a apressata
rem mas contas no largo do Corpa Santo n. 17,
! andar, no praso de<0 das, a catar desta da-
la, para serem pnos: lindo o qual os abaixo as
signad. ; nao a Hender. a nenauma re:la:na que piusa ha ver, oque declarara poio presente.
Becffe, 21 de janoo de 1872.
Ooofie/io^-Soares.
Manoel Xavier da Cunta Montenegro.
Luiz Candido Maciel de Brito.
CS1
As declaraedes qae tir. pelo Diario de 18,
19. e 20 do rorrete, a respeito de am fraque de
caseiiira que dei para cooeerlar ao Sr. Paulino
Jos lavares de Lyra real todo o/ianlo digo,
como provarei. e nao o seo anouncio publicado no
Jornao trefe de 19 do correte, de qae protesto
desde ja. Eono sou esqaeeido, como dw o Sr. Pau-
lino,(i aprova que me lembrei do qae meo, ja
qne e Sr. Lyra se nao lerobrava; porque razao nao
disse em san annuncio que lluba receido os 24
rs. antes do concert, e por isso queiria mais na
eafrega do paletet f eu sempre paguei o que e de
diroito e nao a voniade ou embirraacias de ca
da *jm. O palito! nao foi nem precisa ser lode
desmanchado, como diz; e sim nm simples con-
cciTO na aba, como Ibe provarei com os Srs.
Francisco Matcarenbis e Manoel Francisco das
Cbagas, sendo -cortado pelo primeiro e Jeito, pelo
.-futido; estes eso ap ar de todo diro a ver-
bde, a;sin) como uutras pessoas mais, do que
Viuc, tem praticadj para commigo; uaj de mea
cusiuzua uiaiiraur aiguem sem motivo : o pu-
i>*-:.-u cabera couir a r*zao, mesmo porque Sr.
fmJioo eu sou iuuuo cjuhecido, nao me aobaoao
urnis oiiposio dar ine explica^Ses pelo joraai,
decidiremos a nef.sa questao em lugar competente,
euio la veremos -uuem tem rszo, tasto a respei-
to Ou pahloi, .cijni do que me tem .dirigido, >
piJ-j fiuipits.ucjj' de Ibe pedir o que meu.
A&luuio Tbomaz da Silva J juiur..
Veud-
Sb
Lehmann Frres vendem
libras slerimas : a' ra do
Crespo n, 16, primeira andar,
Nao a mais cabellos bran-
cos.
Tintura Japoneza.
So e nica appravada pela academia de cien-
cia, reconbecida superior a toda que tem appare-
oido at hoje. Deposito principal ra da Cadea
do Recife boje Mrquez de Olinda n. 51, 1* an-
dar e een {odas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
Verdadeiras bixas h&m-
Farello inglez
na ra da lT.peratnz n.
Em stecas grandes :
56, toja de traste.
tUTJSl
Veide-se o da raa da Liranjiira d. 30
tratar no mesmo.
Sitia..
Atnga-se.uia to na povoaQo do Meoteiro, com
tcios us onmoedtis que se pode desejar, alem da
noa-casa tem docs bons qurto< fra, um escol-
ente jardun, um .grande farreiral, mallas fine-
teiras, urna graade cacimba com boa agua e tan-
que tiara baalie, uudo a vantagem de ticar do lad*
do na defrome a^sta^o, junto a taberna do Sr.
Nicolao ; a tratar a ra do Bario da Victoria n.
39 (intr'ora raa Nova), toja de ferragens.
Prectsa-ae aiugar urna casa terrea com buns
comre.odoM e quintal, na Soledade cu Boa-vista : a
tratar na rna da Cadeia do Becfe n. 55.
Uasa p?ira alufar
Alugase a do Hospicio, passaodo o sobrado i
COMPRASE
moedas de oaro e puta na loja aa roa do Mr-
quez de Olinda n. 38.
Uompra-se
onde eVieve ai'qoarte geoerl,rcot Isaas, feido!trastes noaos e osados: na raa do Impera-
Sde frente, 7 quartos e cosinbi, 2 saletas e 3 I dor D. iH, armazem.
quartos ioependentes, cooheira e estribarla, tan-'
que, depoaito para agua e sitio bem acbonsado,
com baixa e caplm. A' tratar na roa do Vigario
n. 20, ou na Passagam da Magdalena raa do Bem-
fita n .7.
burguezas
nico deposito em Pernambuco
Cadeia n. T>3, primeiro andar.
n. 33 ra da
Carro
Vende-se am carro com poaso aso e por prego
muito eammodo : a tratar na ra do Imperador
numero 98.
Vende-se
ama boa asa terrea, chaos proprios, com o quar-
tos, 2 salas, ozinba esteras, nm grande quintal
plantado e murado, sila na Capunga, ra das
Creoola b.<3 : a tratar na ra i* de Margo n. 7 A,
!. andar.
Farioba de mandioca a 24 o sacco
da deMadre Dos n. 7.
na ra
1 Rosa Branca
Tea madapo'ao avarlado.
E' madapolae largo e fino que vale Si, mas
uor ler algumas ncdoas de agna de ebuva, ven-
de-se a oAOO a pega com 20 varas : quera o vir
compra. Ba da Imperatriz n- 26, luja da Bosa
Branca de Azdvede & Gomes.
Capitaes de C.mpo.
Precisa-se llar ar rna da Gloria n. 99, B.iavisla.
Compra-se ferro vetio, cobre e metal velbo ;
vt armazem junto ao trapicho Peloujiobo. todos
os das uteis, das *3 da manhaa as 4 da tarde.
Compra-se plices
na rna Nova n. -23, loja.
da divida provincial
Fttts! Pesias! Pesias f
Parabas festivaes das
DE
S Joao e S. Pedro
FOGOS Dfi HSTA CIIINEZES.
Novo e nunca vigo sortimento de fogos
.artificiaes para salos e jardins, tudu o que
Jia de mais deslumbrante e sorprebeodeDte
ueste artigo, em cajxas om grande varie-
dade de 20(5000 a 500000 cada caisa.
A' veoda no caes da Alfandega n. 1 em
frente ao trapiche da Coneeic3o.
No antigo armazem
de agencias da raa do Imperador o. 1-6, eompra-
te etTectivamente trastes usados e novos.
Comprase oaa avalle manso para cabno-
let; a tratar na raa do Crespo n. 19, toja.
Vr:NBAS.
Escravo fgido
Auzentou-se desde 13 de maio prximo passa-
do o preto Alfredo, de tn'oia e tantos anuos, es
tatnra, alto e magro, olhis grandes e tem orr.
geito no andar, perfeito e.zinbeiro e foi escravo
do Srs. Adriano A Castro. QHimmente do Sr.
Jos Joaquim Goncalves Ijastc?, eostoma andar
pela Capunga e Poco da Paneli;, eeonstaqnej
foi visto na cidade de Olinda ; estes sio os pon-
tos aonde elle tem andado : -juera o pegar tra-
gao a roa Duque de Caxias o. 91, k-ja do Rival
sem Segundo, qne sera bem gratificado,_______
O Sr. Maooel do Nascimenlo
Machado Portella ceuvida seus p-
renles e amigos e de sea finado ir-
mi Or. Francisco Pires Ma:hado
Portella-a aanstirem a mi si q e
per alma do mesmo liudo tem de
5 lie iobo'teT ce'ebrada oa igreja de lo.-sa Seohora dn Car.
' mo, s8 horas da manbia do dia 28 dn rorreot".
I'*aaaTI*waBaWBaWaWBBnBiaByrt3Ta ;i roa da Assumpcab n.
logase o armaiem n, li da rv. do Burg
proprio para colher gneros : tratar com lote
Feliciano de Nazareth ra de Pedro Alfonso n

Vende-se
nm piaoo e cesa bori-ontal proprio para quem
quizer apreader, por prego eommodo : tratar
na raa Velba n, j83.
Lindos frascos coro extractes de Beinel, Lnbin
Piver e Condray, banha em benitos vasos dos
meemos fabricantes cima nomeados, pos de arroz
murto fioo em bellos jarros doorado, pos para
dentes, tintaras de diversas cores paraos cabel-
los, tinta para marcar ronpa, agua de colonia em
garrafas grandes de cristal, entlrn um encllente
sortiaoeoto de perfamarias proprias para os pre-
sentes de S. Joio e S. Pedro encontrar fio a ra
Primeiro de Marco o. li antiga do Crespo, ls an-
dar, Baequet das damas.
Graade pechiucha.
Golletes de casemira, muito b >a fazenda e lin-
dos padrees a 33, o*.tos de brim oranco superior a
lf. paletols brancos de fustaj a i : oa ra do
Barao da Victoria n. 14.____________________
Calpado Pollak
.4' rna da Cadeia numero 4 5.
Santos Falco de C, ra da Cadeia n. 45, ven-
dem superior saleado Pollak para homem, poi
barato prego. Es'te calgado recommenda-se pela
especial quahdade do cabedal e perfticc, como
tambero pela elegancia e barateza.
AO CALQADO POLLAK I
BM
Casa de Santos. Patcio A Corapanhia
Ba da Cadeia n. Vi.
dnas miias aguas de paira e cl na repunda sa-
bia! para a estrada de Jiao de barre; ra larga
do Itosario n. li, f Orculos delphkos
S b este titulo acabara de m iasprassas cia-
;oenta p-rguncas e respastas pa'a entietirnea:^
Je reemes latniliarts Das nou.ei de S^oto Ani.-
oio. S- J.ao eS. Pedro.
Esaas perguutas e re?po;tas icteiransento nov ^,
ao intere.-santes e divertidas, -em qne offendaa
:ozvecieccias na regraa... do lo.i spciedade.
Sera serem propiiaerent? o i,ue entre c' ;-'
chsmara sorte tianm de de.-vindar m::;rios e
egredos, ntimos pen?ar:;ec!;s e foteros sncce-
sos.
S mpre idequidas as reanoslas expres^aras
muitas reM aqnillo qae nao rt .revera a dizer
a nao ser em brinco, servio V. o nibtr ou o modo
de dizer de dar-lhes torca necessaria para aquel-
es a quem sao dirigidos.
Cada baraihinhii casta IfSfQ a achara se ven-
la oa livraria Economi:a ao pe do .-roo de Stctc
Antonio, e outra.
Claro, purificado e transparente, em barricas
grandes de 10 e II arrobas, o melhor que se pede
desejar para o fabril do sbao : nos armazets de
Tassolrmos <\ C. eses do Apollo.
Fogos de artificio chiiiezes para
saldes e jardins.
De effeitos maravilhw, em elxiDbas com va
riado sortimento, no armszem de TaSSi Irmlos t
G, no caes do Apollo.
Mjto barato
Veode-se a armar;5o de amareo toda envidra-
cada da loja da travessa da ra das Cruzas n. i
A, propria para qualquer negocio : oa roeraa
oja, oti qualquer parte.
A S0MR1MSULS
Novis-irao hvro de ni le* paia as oooles t
Santo Antonio, S. Joao e S. P?dro.
Acaba de ser pcbl'c.idn o li^rr ;:,:ina, o qoal
cotm urna linda (oilerelo de bonitas, inters-
saD'.es e chistosas aortas e icuain enie ama-ccl-
ectao de reciativo--, coenpetos por grandes e
.ff.mados poetas drti (pocha.
Cremos qui este hvro u'n tcelbores 1a-
retiraenlos paM as nuoides (miliares das li;
.'t-iejadi e spreciVtis nrutes .cii.ia ditas
Acha-se a venia a I>000 na livrila S.'CQ'itti-
ca ao p ti ar.yi de San'n Antmio. e, eni ostras-
PIANO
Ven Je-so um piano de armar;:) ja osa Jo.
porm ena boa estado, n cuito !iar"j.
proprio para qnem qaiwr appreader, 'j-tra
pretendl-o iiirij,i-so a Olinda ra do Au-
pare o. 17 sobrado.
-*-'-- ------------ -
']'amneos do P Vende-se tanuncos do Pwrto pra bemeo?, -e-
bborsi e rartaz?. fazenda epecii ; r.i ;. ebuvi
na raa da S-nzilla Nova a. f.
Terrenos
Esponja
Finas .esponjas para toilette, e proprias para la-
atar movis, vende se na Cazar Victoria, raa Nova
M.9.
A dinheiro, era Behenbe de baixa, na estrada
do Fundao, vende-se terrenos muito em cunta, com
300 a 400- palmos de fundo, terreno tolo plaoiCu,
lugar para cacimba com faciliJade, trra de bar
ro, muito perto do banho e da estago : a pe .sea
que quizer dirija-se ao mesmo Jugir. Os terre-
nos fleam na estrada do Mesquita e dos Qraveiros
e perteocem hrje ao abiixo assipnado por fallec
ment de sua mai ; vende-se era conta por ser
morador distante da praca.
nm b m sitio na ira*e*ra da Kirada o* fotefr
dio?, com ba lautos ai vi rcJis e be a casa d-? viven-
da para cunde familia, tem urna b-.a.ta capella
e bom viveiro, e alem cafa.ttnj mas iuas c<:-
sichas p iqiiejas para feitor e esiravo* ; faz-.-e
todo e qui-liuer negocio no rae mosi:io ou aa ra
tde Thorap de Sv.-.za n. 4.
Venderse nnn'.eiga ingieza a oCJ rs. a libra
cu a U100 o kilo : na ra de i o:. Affoaso d.
1, outr'ora ra da Praia.
Batanas decimaes
Moreira Das avisa a seas fie?uezes qae A re
Vende-ee 1 casa terrea moderna a ra dos "be,a8. balsnc^8 decimaes de forfa de 300, -TOO e
Prueres, coa 2 salas, S aaartos, corredor, cozi
aba fra, quintal murado e cozinba : tratar na
roa dos Coelbos o. 10.
Armado.
VeLxde-se ama trraaco nova de amarello en
vernisada : tratar na raa do Bario do Victoria
0. 13.
Vende-se
Vaqustas
Para coberla de carro i e obras de sel le ro :
viniera Pereira da Cunta Irma-js, a ra do Mar
quiz de OI.;ida o 21.
Aeafo
Vndese eo aloga-se om sitio oa estrada, da
Cruz de Almas o. 10,' junta a estacan de Parna-
raerira. com urna grande casa, com 6 quartos, 4
salas, eouoha fra, cacimba con bomba, tanque
para tacho, com mallos arvoredos e frocteiras, e
timbera permuta se por casas no Recife : tratar
NOTAS
SO, atiga raa da Praia.
Engommadeira.
Lava se e eogomma-se com perfeicio rcupa de
bomem e de senhora : na ra de Das Cardse,
(Caldereiro) o. 16. ____
A!uga-*e ama caa na Capunga, roa das
Peraambncanas n. 44, com commodos para gran-
de familia, bom sitio e chaf :riz no porto : a tra-
tar no Chora-Menino, sitio da Capella.
Vende-se
.
Troca-aa notas do banco do Brasil e de soai
Dliaes na roa do Bario da Victoria n. 63, imita
roa Nova, toja de Joio Joaquim da. CostaLeita
Da-se a qnanu'a de 5:0001000, obTe hy
potbeca em bens de raiz, porm dentro desta cida-
de : qaem precisar dexe carta Lobada ostia ty
p.grapbia com as ioieiaes A. B C.
Precisase ie am caixelro de lia 14 annos.
Sortatoez qae ienha iiguraa pralica de venda e
i fkjcr i sgg .conducta : na piteo do Terco-oa-
mero 31
a armaeao da loja Piar da Moda i ra da Impera-
triz o. 13 A, muito propria para fazendas, rna.de-
zas, ebarato, calcados oa qaal^aer, negocio pxir
ter as ronmudidades precisas e ser preco eommo-
do : qu6.ro pretende la pola irigir-se ra do
B*rao da Victoria o. 48, antiga roa Nora, que
fira qnalqoer negocio.
parle de ama rasa terrea ita ra da Ventara n.
2, Capunga ; a tratar na roa 1* de Mareo o. 7 A,
1* andar.
4,000 kilos, tendo as ultimas rodas de ferro : ven-
le em seu armarem ra da Cruz n. 26
Veikk-se
2$
Adamson Howie
' C.
Vendem:
Para a icaria de *. foio, 9. pe
tiro e Sanl'Anua.
AO BAHATEIBO CAMPO ALEGRE
larg^o da Cira d. 2, esquina da roa das Trs-
cheiras, ainda contina a vender em sea estabe-
lecimento manteiga iogu'za raaito boa a 500 rs. a
libra e 11100 r kilo.
ftriiili de mandioca
Veode se a ?jP00 o sa ;co : n n* da "<"*
de D us d. 1.
lil
Quando parece qne nao ha mais novidade a
descobrir, nem objectos de mais pbaotasia, alm
dos que tem apparecido at agora, eis qne a Nova
Esperacca reeebe os mais elegantes e mais mo-
dernos, de forma que indispensavel acs apre-
ciadores o bom apparecerem constantemente n>
dito estabelecimento afim de ussrem o qae ba de
mais chiqu; no mundo das modas; agora mesmo
a Nova Esperanza receben os em lio grande
qjianiidade que mesmo nao sabe por onde come-
car ; pelo ultimo vavor ebegado da Eorrpa aca-
ba receber os s(Kniates, anda, nio fistos oeste
mercado, como sejm :
Meios aderecos de tartaruga.
Pulselras e cruzes de tartaruga.
Lradissimos pincenez eom arcos de madreperola c
marta.
Delicadas bengalas de unicornio, (a imitacat)
Bonitas euarnic&es de seda para senhora. %
Lindos chapeos de palha escura (oovida fe).
Essea arligos oio se pode fazer nrra idea del-
les sem qae sejam vistos ; por uso a Nova Espe-
rance ,a ra Duque de Caxias o. 63, apresta se
em convidar a todos geralmsote, e com especiali
dade ao bello sexo para vir aprecia-loa.
Vende-se ou afora-se
o terreno junto a estico da Tamarloeira, bem
como se vendem as duas casas de pedra e cal A-
Ui all, n. 3 e 5, e urobara se parmuta : i tratar
DI M da Madre de Peas o. 3a
M| Cerveja Bass, em barrjs
a
v*3j)
pequeo?.
Superior cognac, em barril.
Vinho Xerez. dem.
Charutos de liavaua.
o seu armazem, ra do Commercio
BB99
$
i
m
i
Cild
a (averna sita roa do Amparo o. 7, na cidade
de Olinda,, cuja (averna est bem afreguezada, e
mesmo por 96 acbar cc;ca boa oecaslao para ura principiante ; quem qui-
zer effecluar a compra dirija se ra o'us Gua-
rarapes n. 70, qae achara com quem tratar.
CHEGARAM
O Rival do Becfe receben pelo ultimo vjpej
urna percao de franjas pretas largas e es mitas e
lambem de core?, o mais barato qoe tero viudo
ao mercado, is-im cerco vale maii barato do
qae em outra. quakjuer parte : venb,m t ra d<>
M.rquez de Ooda o. 50 A. *
t zo'tos de graxa
Vendem Pereira da Canba Irmios : raa de
Mrquez de Olinda n. 21.
Vende-se viobo de Lisboa e Fgueira a 400
rs. a garrafa, carne e licguica do erlao mu-
lo boa a 400 rs. a libra cu 920 rs o kilo,
loeijos ditts a 640 rs. a libra, manteiga mgleza
fl>r a 800 rs. a libra, dita franeeza a 640 r. a li-
ora : na taberna da ra da Somalia Veiba c.
JOt, esquina do bf c.-? iwp.
Armazem do Campos
Iu do Imperador.
O CAMPOS, in:ansav,| ua agridar aos seus
numerosos freguezes e amigos, a-lromislracd i a
Wdos dislracrors e deleiUs, acaba de tranformar
caprichosamente o sen armazem em ura centro
de pecbio e DBLifi.-s para os destjaJos e festi-
va es dias de Santo Antonio, S. Juo e S. Pedr i
pelo que prvmejie MHalaier Ctravenientemenle
aalquer iX'gencia por mais peregrina que seja.
onvencido, pois, la fuptricridade de sens gene-
ros, o CAMPOS, vem boje do alto da imprensa, de
CAMPMMU ei panho, dispertar os habitantes de*-
U bella cidade e seus adjacntes a virem, qua.vto
antes, prevenir-se alera do mas, do seguime :
manteiga ingieza e franeeza muito fie, queijos
flamengos. pNtoa. londrinos, e do sertao ; vinhos
fiaos, os mal requintados e saboies que lera
importado esla cidade, cerveja de diversas mar-
ca, -champagne, eofnrc, cidra e futras rauitis
ualidades ds licores eslomaeaes; presuntos para
anbre de superior qoaiidade, de 6, 7, 8 e li
iiDras; paios, linguioas em lita, lortbos de porro,
avjs e leguraes em c oraros ; linguas taaleias
era latas, salame de Lien ; ge!s. doces seceos e
era calda, passa, ligo, nrzes, araendoa, bola-
xinhas em latas e urna iiiiinldade de acipipes qne
excita e dele.la, i pr p/ec--,, qae se lde fazer urna ideia ezacla do s-
pleodilo sortimento qne es:a a exposicio d.s
amantes lo bom, fazemtvse diariamente.
DUAS V1SIT iS ao armazem do Campo, sito
raa do imperador o. 28.
Segunda remessa do ronito desejido dor* de
col;ba da cidade de Campos, do Rio de Janeiro.
no armazem do Campe, nico pcseuidor aest
cidade desie doce ja lio prtoeajsaje tro looas as
provinciss do imperio.
Recrrio aprasivel !
Fogos! fogos !
0 Campos
ere uro v.riado acrliraeuto de fogos chinezes, jnof-
faotives as crianca, qae vende pelo rusu
Venbam os pas de familias munir-se destes
inieresscus divertimento, para os tesa pe-
queos saudsrem estes tras dias em .que o pra-
zer se manifesta em Kdos os semblantes.
Armazem do Campos.
"S


s
Chano de Pernanumc JJomingo'
23 de Jcmho le 1852
ALTAS NVDAMS
GRANDES PECHINCHAS
NA LOJA DO
Na ra da Imperatriz n. 60
DE
PEREIM DA SILVA & C-
Para as Testas do mez de jmilio
Preira da Silva A C. tendo rocebido aai grande sortimento de fazeodas de 13a,
eeda e algodo, com os padroes mais njvos que lera viod j ao mercado, teem resolvido
liquidal-a?, por preces maito baratos com o nico fira de agradar aos seas oomerosos
fregaezes e aparar diobeiro, de todas as fazeodas se do amostras deixando penbor, ou
as u. 55
maadam se l-.var eos ca'a das Exmas. familias.
UUSINHAS
O Pavo vand delicadas alsaciaaas de to-
das as cores com muito lastro e delicadas
listras matisjlos a seda, proprias para os
eofeites e bab Jinlns a 10500 covado.
Ditas listadas a se la, sendo as mais de-
licadas qae tem viaJj ao marcado a 10300
o covado.
Deificadas U-ialiis com muito brilbo e
1 islriabas de seda a 15090 o covado.
Ditas com listras Je seda larga e muito
encorpadas, com leseadas c&res a 800 rs.
o covado.
Ditas maito delicadas com listriohas de
seda a 560 rs.
Ditas sendo bastante largas com listra os
lado, para os eofeites e com cores maito
delicadas a 500 rs. o covado.
Ditas de listras miadinbas com js da
seda, qne Ibe d maito brilho, teado de to-
is as (ores a 500 rs.
.Gorgures de la, de ama ( cor, tendo
fazenda muito moderna a 400 rs.
Liisioba lisas de ama s cor, tendo de
todas as cores a 400 rs. o covado.
Alpacas lisas de todas as coros a 500 rs.
o covado.
Liasiahas de cores com delicados qoadri-
obos de seda ten lo de todas as cores eseo-
do muito modernas a 800 rs o covado.
Gurgurojs asues de lia, com delicadas
ustrino brancas lavradas sendo o que ha
de mais novo no mercado a 649 rs.
Delicadas a'pacas de seda com delicados
padres e muito brilbo, de gosto inglez
aSCOrs.
Delicadas Llasiotaas de urna s.cr, sendo
de todas as cres.como sejam : verde e atol,
roxo liria, cor de canna, cor de rosa, bran-
cas com lislras da iu-s.ua cor a 800 rs. e
10000.
Grande soriiraeoto de faz.'odas de todas
as cores, c J ;"i ...:;.js qtialiiades a 320 o
covado e 400 rs.
Bareges de Iaa trasparente teado do to
das as cores a 200 rs.
PcUPELlMS
O Pavo vende as mais delicadas poupeli-
nas de wrdadeiro Imho e seda, sendo com
os pad.-oes Mitrado*, e os mais delicados qae
tem violo ao mercado, baveodp de todas
as cores a 2)5000 o covado.
Ditas cora d;fferentes padfoes, para ca-
bar, a 106CO.
Sedioh^s de lislras com delicadas cores,
teado at ixiS para loo a 4*800.
NOVAS SEDAS A 2,5500
O Pavo receben una nova remessa das
mais lindas sedas para vestidos com ;s mais
lilas cores e mais delicados desenbos
miudinhos, em urna s cor, garantindo-se
que seda pura e qae seria fazenda para
mais de 3u0, a nao se ter feito ama gran-
de comora e liquida-s^ a 23500 o covado.
GROS PRETO
O Patio vende sempre grosdtnaple pre-
to para vestidos sendo s.dfrivel a 40GOO o
covado.
Dito bono coa oarel'a branca a 25000,
D to moito encorpados e muito largo a
10500 e 30tOO.
Dito em tecido de gurguro -sendo fc>
zeoda rnuito incorpala a 3iO0O e 4$000.
Seda prela iavrada muito encorpada s
100.
BRU1ANTES PARALELES
O Pavo vende superior bramante de al
godo tendo 6 palmos de largura, qae pre-
cise de U/4 vara para que lencol, metro a
15600 ou vara I08O\
Dito de linho poro superior, maito eccor-
pado com a me*ma largara a vara 25400.
Ditos rancezes muito fios a 25500 e
35000. .
Pecas de Harobargo e paono de nono
com 20 e 30 varas e para toa, s os pregos
e qua.iiades.
P 30 jaidas, pelos pregos mais baratos que
se tem visto.
Pecinbas de fioissimo esguio ou celesia
com 6 jardas a 75000.
Pega* de fioissima silesia, tendo 30 jar-
das a 355000.
Atochado adamascado com 8 palmos de
largara, a vara a 25000.
Dito de oho soperior,a mesma largara,
a 35200.
Dito trancado sen ser adamascado, mas
muito eocorpardo a 15600.
Guardacapas taoto graodes como peque-
os a 35000 a duzia.
ALGODAOSINH ).
O Pavo -*ende pegas de algodSosjnho
americano com 16 jardas pelo barato prego
de 33010.
Dito muito melhor com 18 jardas 43000
Dito americaoo muito eocorpardo cem
20 jardas a 50000, 53500 e 65000. -
Dit 1 largo marca T, seodo o mais fioo
que tem vindo ao mercado proprio para
leoces a jarda a 280 e 320 rs.
D to enfestado para lengoes sendo maito
encorchado e com 8 palmos de largura, a
vara a 13000.
Dito com a me ma largura, sendo tranca
do e maito eicorpado a 13280.
CASSAS FftAN]EZ\S
O Pav3o vende finissimis cassas france-
zas, com as mais delicadas odres, seodo
listradas e de flores, fazenda chegada pelo
altlmo vapor a 400 rs. o cavado.
Ditas francezas fiaissians padreas mie-
dos a 400 rs. o covado.
Ditos de differeotes gostos a 320 o
covado.
CiMBRMAS BRANCAS
O Pavo vende combraias verdadeiras'
com 8/2 varas cada peca, sendo fazenda
qae vale maito mais diobeiro a 45000.
Ditas moito fioas a 530O0 e 65000.
Ditas com 10 varas a 65000 9 7300).
PANNOS FINOS.
O Pavo tem uro grande soriimento dos
melbores pannos fiaos qae tem vindo a
este mercado, seodo preto do mais fino at
ao mais baixo, assim como ditos zoes,
verdes e cor de caf, proprios para palitos
e fardas, qae se veodem mais barato do
qae em outra qualquer parte, por ter gran-
de porco.
SAIAS.
O Pavo vale am grande sortimeoto
de saias brancas mui'.o beru bordadas, toa-
do 4 pannos cada ama pelo barato prego
de 43500.
Ditos ricamente bordadas com 4 pannos
cada ama a 63000.
Ditas j feitas com f >lho3 macheados
seodo muit > finos a 33500.
Ditas da mesma porm mais abaixo a
23(00.
Ditas tambem j promptas seodo de 15a-
sioha de cores com barras eoeitadas a 30OOO
e 45000.
ESPARTILHOS.
O Pavo vende os mais mode nos eepir-
tilnos de todos os tamaobos 6 seodo os
mais modernos qm tem vindo ao mercado
a 45000 e 53000.
C1SAQINH05.
O Pavo veode moderoissimos casaqui-
ohos de seda preta, muito bem eofeitados
a 15000 e 25000.
D.lo de croch braceos a 60000.
Ditos por terem algum defeito a 33000.
Ditos de fil muito fiao a 125000.
BORNU'S.
O Pavo recebeu um grande sortimento
dos mais rices borns, teodo braocos e de
cores que vende a 165000.
MEIAS PARA HOMEtf.
O Pavo tem um graude soriimento de
meias croas para bomem qae vende em
dosia a 45000, 53000, 60000 at 1:5000.
Ditas para meninos de todos os tamaobos
de 350OO at 65000.
Ditas para seohoras sendo francezas e
icglezas, teodo tambem maito eocorpadas e
basiaote largas de 55000 at 125000.
Ditas pira meninas de todos os lamaahos.
TAPETES.
O Pavo veode tapetes graodes para sof
proprios para 4 cadeiras a 255000.
Ditos muito bonitos avelludados para
duas cadeiras a 105000.
Ditos para o mesmo tiro, ou para ao p
da cama a 75000 e 85000.
Ditos pequeos para janellas a 43500.
Assim como grande sortimeLto de pan
oos de cro;h proprios para encost de
sof, de cadeiras de Dragos, ou de baaago,
ou de guarnido ludo por pregos maito ba-
ratos para acabar.
CAMISAS.
O Pavo acaba de receber graode sorti-
meoto de camisas ioglezas com peito de li-
nbo para todos os pregos e tamaohos, que
veode como pechiocba por ter graodo por-
go.
Ditas com pitos de algodo das mais
baratas at as melbores qae veam ao mer-
cado.
Ditas fraocezas de chiUsmiu lionas com
os m.is delicados gastos.
Ditas de meia de algoMo e de la.
LElNQOS.
O Pavo ?end fioo3 langos de cambraia
braoca abatollados, em dazia a 25400.
Ditos finissimes tambem abatollados a
35000.
Ditos com delicadas barrinhas de cores,
garantiodo se serem fixos a 25000.
Ditos fioissimo3 de ombraia braoca, tan-
to proprios para bomem coa o para seoho-
ra, sendo fazenda qae sempre sa vendeu a
65000 e liqoida-se a 45000.
LENCOS BORDADOS
O Pavo vende fimssimos leogos borda
dos para mo sendo de finissimas cambraias
de linho ricamente bordado', sendo fazen-
da que sempre se vend.'U a 43009 e 55000
e liqoidam-se por sa ter fcito ama grande
compra a 15600 e 25000.
CHAPEOS DE SOL.
O Pavo venda chapeo de sold pura
seda com barras tendo*de todas as cores e
seodo com cabos de canoa e maito leves,
fabricados no Porto, sendo fazeoda qae
vale 145000 e liqnidz-se por ler ama gran-
de porgo a 103900.
Ditos com delicadas cabos de marfim a
165000.
Ditos pequeos proprios para senhoras
e meoiios a 85000.
Ditos de alpaca com ar^go de ebapo
de sol de seda a 45000 e 4550).
PUNHOS E GOLLARINHOS.
O P vio tem grande sortimento de pu
ohos e coilartohos de linho & algodo, pro-
prios para homeos qae vende por prego
moito barato.
CASINETAS ENFEITADAS.
O Pavo vende cortes de casinetas en-
festadas de alg )da de qaadros, para cal-
gas pelo barato prego de 15000 o corte.
A meama fazenda em covido tendo duas
largara que tambem serve para roupa e
vestidos de escravos a 610 r?.
BR1NS.
O Pavo tem graode sortimento dos ver-
daderos bros de aagoKa, proprios para
caigas, colletese palitos a W03 o covado.
Dito muito buoito imitago a 800 rs. o
covado.
Brias braocos de linho dos melbores fabri-
cantes que tem viudo a este mercado, de
150OO a vara at 45000.
Bros de cores pira todos os pregos e
qaalidades.
Ditos pardos de 640 n. a vara at 13309.
Dito pardo liso muit > encorpado, para
roupa de escravos a 400 r. a vara.
Prro |a,valois3 era rollas para te-
Ibu.
Leit* condnsalo.
Cognac Martina.
Vioho it> Borden m jaixas
Itemard
Volmay I
Haut Filerne
enillac
Vioho do Rbeno :
Seharlachberger
Ki\e*\u\mu Bar
Hochkeimer Berg
Marco Cramdr aatlete
Kaaeotbaler Berg
-r Sleinberger Cabinet. i
Libras sterhaas.
Vende-se no armaxem de faiendas de Anrosta
f. de Oliveira 4 (1, rna io Commerclo n. 41
A MAGNOLIA
As floristas
A Magnolia receben pelo ultimo vapor o qne
as seohoras floristas precisaren) para fabricar ib-
res, como sajam :
Pestilbas de vanas cores.
Bagas de vidros de divers:s moflios e tama-
nhos.
01h)s para malme-qneres cravos.
Clices para rosas.
Bagas douradas para flores.
Folbas verd.s, enceradas, prejat de cores sor-
tidas em tamanho e feitio, etc., etc.
Melis delaii
A Magnolia raa Doqos de Caxias n. 45 rece-
ben, dessas meias, moito boas, e vende por tenos
do que em outra qnalqoer parte a ellas, aote?
qae se 0cabera.
Candielelros ecoaomlcos
Os candieiros econmicos slo na verdade de
nvengao agradavel, priva a |Qeo| desejar embel
tesar urna sala de fazer duas despezas, pois que
tirando-se-Ihe o deposito onde se conserva o gaz.
lorna-se am lindo jarro para flores : qnem tem
a Magnolia rna Duque de Caiia a. 4o, e vende
barato : a elle?, porque tem poneos.
Nao foi intilmente qae a Magm Ha rna Du-
que de Casias n. 45 fez escropnlosa escolba
seas correspondentes as diversas partes da Eu-
ropa, porque agora tem a satisfaca de ir rece-
bendo seos pedido?, vinlo executados cora tanto
esmero e gosti, qne se ufana era eipa-los a apre-
ciag'io dos amantes do bem, teodo a certeza de
serem pelos mesmos apreciaaos.
A Magnolia, nao est descontente cem a fre-
gnezia que tem adquerido era tao pooco tempo, e
esforca se para muito mais ; visto que tem con-
vicio de ser commoda nes precos de 9oas mer-
caderas, zeloza em box servir a sna freguezia t
abominar a care-tia.
Ao bello sexo com especiahdade, a Magnolia
pede qo6 veoba ve la penalmente agora-que tem
recebido parle de suas encommendas, e prttende
ser razoavel nos presos tendo a certeza de qne
snpprir do qne boro e razoavel.
A Magnolia, se se tem esmerado em ter um
liodissimo sortimealo do que ba de meinor no
mando das modas, porque nao deseja qae sea*
fregueze3 sejam mal servidos em ontra parte,
com cibjectos de mo gosto e assim apresaa-se
em mencionar alguas-
Bonitas gol!oh3s e punhos, transparentes e la-
pado<, fazeoda muito fina oavidade.
Camisas, de linho maito fh, bordadas e pro-
prias para noivos.
Chapeos de velludo e palba de Italia ultiraa mo-
da, para seuhora e meoiDa.
Capellinas de cores e preta?, (oovidade)
Reos eni'eites para senbora,
B Ditas fivalas de madrepercla para poleeira.
Meios aderemos pretos, cazoletas, voltas, crazes
brincos e rosetas da gosto moderno.
Variado sortiraeoto do eapeltas, bonqnes-e si-
pos de boles de flores de laraaejeira.
Flores de cores & pelas para chapeos e cabel-
los.
Liabas de todos os nmeros-jara croche bor-
dado.
Chpeos de sel e bengallas eom bjaijos cabos
de m.-.t-tm.
Bonitos chapeos de sol para senbora.
Jarros transparentes para Sores.
Ricos port Joias, port cartoes e port-money.
Bonitas caixinlus com perfumara, propria para
presentes tendo dsticos as lampas. .
Ditas cora preparos para costara, rcamenie en-
fetaias e com msica. *
B-jneeas, ricamente vestidas.
Unas bolcihhas de vellado, eom estojo para
costara e sera elle.
A'buns para retratos cono com capa de madre
perca, marlim, dsso e madeira.
fjvros de ir.issi, caro capa de madreperol*,
mar:ii.!, dsso e tartaruga.
C; rteiras do chagrn, com estojo para algi-
beir.
Navalhas moito finas, eom cabo d marfim e
tartaruga.
Gra.T.pos com flor de madreperola, aovidade.
Bmitas caisas de tartaruga para rape.
Sapatos de Iaa, bordados era llaga*ca.
Camisas bordadas para hornera.
SO' NA
MAGNOLIA
io~-Rua Duque de Oaxiaeo
DE
SA' LEITO, FONCEC.I 4 C
COSTURA
Cbegaram ao Bazar Uoi versal da roa No-
va o. 11, am sortimeoto dd macbiaas para
costara, das melbores qualidades qae existe
oa America, das qoaes maltas j sj beta
cooheoidas pelos seos autores, como sejam;
Weller & %soq, Grover Boka, Sq-
cjosis, Weed e Iruperiaes e outras muitas
que com a vista deverso agradar ao com-
pradores.
Estas m3Cv foas tem a vaotsgera de fazer
o trabalho que trila co.'tnreiras podem
fazer diariameote e cozera coro tanta per-
feio como as mais oerfeivas costareiras.
Garante-e a stia boa aualid-Ja e ensio-se
a trsbalbar com perfeico emmentn de urna
bora. e os presos s3o -Ij c nimjdos que
devem agradar aos prr.tei^l. 'e.
MCHINAS
PARA
Moretra Das, raa da Cruz n. 26 avisa aos
seos fregaezes qae j re -enea as deseja las ma-
chinas para lavar rauta, trazeado ellas desta vez
expremedor. "
Estas machinas tem a vantagem sobre as ou-
traa de lavar e expremer em menos de cinco m-
nalos para mais de cincoenta pecas de roupa;
sao muito proprias para ?s pessoas que sa dedi-
can: a tomar roupa para lavar e engommar, visto
sabir a roupa do expremedor quasi qae enchuta,
trazendo a vantagem da econemia de tempo que
se espera afn de enchugar e pode-r-se engom-
mar; o annunciant-o o nico agente nesta praca
das referidas machinas, e por isso as veode por
proco muilo cenmodo. ,
J. A. MoreiraDias
tem constantemente em sea troazem i raa da
da Cruz 0. 26, e veade por preco cooimodo o se-
galota :
Graixa em bo59S N. 97.
Balanzas borisootaes para cima da balco.
Camas de forro com colxao de molla proprio
para rapaz solteiro.
Asarejhos para cha do melhor metal do afama-
do fabricante Cbrystofls.
Aqj de Milo sonido.
Agua Florida verdadeira.
Machinas para copiar cartas.
Chamices de vidro para candieiro a gaz.
Nova remessa
..'
Aqoelles engranados pedes qae dansam nm
qaarto de hora mais oa menos, mostrando diver-
sos caracteres, a Nova Eraeranca recebeu ultima-
mecte.
CEUlEiWO
A. rlffuWO
Rna da Madre de Dees n. 7.
Barricas eom 12 arrobas.
Verdadein Portland.
Leite
Ni ro do Cabng 0. H!, esquina para o pateo
ds matriz de Santo Antonio, vndese le'te paro
a 400 rs. a garrafa. Garante se a boa qaslidade
e coatiOBJca) da vead dttrtlti wd) o nao.
Farnha de ra: iioca
Superior e muito propria
ricas de ferraba de trigo ; s
nos arraazens de Tasan Irm?
Candieiro
Vndese lindos candieir
?os inferiores ac que cu>t
radnr n. 31, psrriptnrio da
Pad
e*>, em barr
}''! rs. a barrica
hic, por pre
-a ra di Impe-
71 do gaz.
Vend?-se a padaria da Casa Forte, pertencente
a Gabriel O. Campo : p^ra ver na mesma, e para
tr.-tar com Tasso Ira-Jes & C.
Em casa de Tis>et freres, na ra do Com-
mercio o. 9 ha para vender :
Agua de Vicby das fonle3 Ilaubeiwe, Celestina,
Grande Grillo, IIpilal e Mesdaraes, em caixas
de 50 garrafas.
Agna de Chateldoa, excelleate agua de meza,
em canas d 3 garratos.
Agua de Vals das lontes Presiente, M^gdalino,
DesiVe, Sanie Jeao, Riolelle a ponimiqus, em
caixas de 24 garrafas.
Ccgoac das marcas : Filanchv frres 4 C.
Rover Gail'.et 4 C.
Mar.-dl frres de Veiros.
ODILON
GABEM.EIBEIRO
N. 82 RA DA IMPERATRIZ N. 82
Esforcaodo-se para satislazer ao Ilustrado publico 00 qae relativo for aos trabalLos
de soa profissSo, com a maior promptido, commodo, e esmero, resolver fazer refor-
ma em seu estebelecimeoto e raunir-se do que nos mercados estraogeirbs ha de melhor
e do ultimo gosto mandando vir em direitura e por soa cooia d9o s grande quaotldade
de cabellos de to las as cores e tamaobo como todos os preparados reconbecidoa pelas
sociedades hygieoicas como os mais alis a cooservacSo e embellezameoto dos cabellos
oaturaes sem prejui o da sade. achando se assim habilitado a fornecer aos consumido-
res, por 20 7o menos do que oolro qualquer q objectos de pbaotasia para adorno, as
seio e bygieoe da cabeca, nlispeosavtis ao mundo elegante 6-em geral a todos que cui-
dara de conservar a propria existencia, deixando de Bsar de leos, banbas e cosmticos
proscriptos pelos bomens de scieocia como capazes de amortecer os bollos espillares,
prodozir a cahjce ou apressar o eobraoqaecimento dos cabellos, e occasiooar o appare-
cimento da cepbalalgia, eclampsia, epilepsia e hysteria e ootras molestias cutneas e ner-
vosas.
O pessoal do seo 6stabelecimento se acha montado com capricho a escolber dos me-
Ibcres artistas naluraes e estraogeiros havidos oa provincia entre os qoaes se distingos
Mr. Alfred Belpecbe e o Sr. NapoleSo especialmente destinados aos ponteados das se-
ohoras para o que ha demonstrado pericia inimilavel por ootrem entre nos havido, A
facilidade e o gosto com' que o Sr. NapoleSo executa os peoteados man difficeis tanto
histricos como de sua prun'.a^a autorisa a que se o considere como um genio nesta es*
pecialidade.
Os empregados do seu estabelectmeoto sem excepto exclusivameote cada om oa
especialidade que mais amestrado
A casa recebe por todos os vapores os figurinos da oltima moda de pe&teado ad-
miltidos oos paizes civilisados entre os quaes prima o sumpluoso Paris.
O bello sexo eocootrar no eatabelecimento grande e variado sortimeBlo de coquei
de trancas, chinons, normanas, coques de cachos, cache peines, toupets, boucles, crescen-
tes do qae bi de mais moderno e elegante neste genero, perfumaras d s melbores fa-
bricantes como Lubio, Jobo Goroell, Rimme, Artickson, Le gran Piver, Coudray etc.,
etc., lindissimas fl. res especiaes da c;beca pos de ouro, de diamante para pulverisar os
cabellos, fiDissimas escovas de dentes, pentes de tartaruga, e muitos cutros objectos io-
dispensaveis a am toilette de gosto.
Os seus collegas eDcooirarSo a contento os utenlios de saas proiss&es, tbesonras-
ferros para fnxar, ferros para paperos tes cardos etc., etc., quer em porclo qoer a re'
taino serao vendidos.
m
?^
GRANDE
9C
S
m
O COBAClO DE OURO
Liquida suas joias por terde acabar o estabe-
lecimento, ha grande reducqao mesmo nospreqos
das entradas.
N. 2 D Ra do Cabug N. 2 D
.Rival sem segando
Roa Duque de C'ixia o. 9i, loja de miu-
dezas de J^- Bigodinho coniioi a veoder
indo- quanto tem em seo estabelecimeoto
pelos precos abaixo declarados, a saber :
Libras de Iaa para bordados 3 6#000
Caixas com superiores guam-
pos fraocezes a rs. 160
Talheres para meniDOS s 240
rs. e 400
Libras de lioba'de novel'? d.-
a. 80 120 a 15300
Leacos de cassa com barra a rs 100
Varas franja branca para
toalhas a rs. 120
Duzia de meias finas para sa-
aboras a 4500
Masso d palito segoranca a rs. 200
Navalbas fazenda superior l500C
Caixas com pencas d'ar,o a rs.
320, 4C0 e 5C0
Caixas com p->pel amizade-a rs. 700
Dtta, dita, dita beira tara-
da a rs. 800
Gaixas cem envelopes a rs.
500, 600 e 800
Pessas de-fita para coz com 10
varas a rs. 410
Duzia da-linh-i frousa para bor-
dar a rs. 400 e 500
Baralbos francezes maito fi-
aos a r3, 240
Ditos de beira dourada a rs. 320
Duzia de agulbas para machi-
na a 25000
Libra de pregos francezes a rs. 2i0
Resmas de papel braaco liso a 35O0
Ditas, ditas pautado a 4J000
- Dozias de sabooetes muito fi-
aos a rs. 700
Dazia de liaba de carritel
Alexandre a l->uO0
Croza de botoes madreperoia
a rs. 500
Cart5es de linba branca e pre-
ta a rs. 10
Tbesonras mao finas para
unbas a rs. 500
Groza de bofes de lou?a
i rs. 120
Paros de sapatos de couro
para meninos a 2r>000
Caixas com 4 papis de
agulbas lando dourada a rs. 240
Frascos de oleo Oriza supe-
rior qualidade a 1(5200
Caixas de folha com palitos
de vella a rs. 200
Pessas de fita de 13a par* de-
brum de t das as cores a rs. 320
Pessas de fita branca elastic*
para debram a rs. 200
Sitio 4a Ipyrangi.
Em Afogados
Vende-se am com baixa de campim, coqoeiros
de fructos a novos, diwrass fracteiras casa* de
taipa coberla de telha e em m: estado ; tratar
no Coracao de Oaro.
GRANDE REOUCCfiO EM PRECOS
Na iojadeAntoDio Pedro do Souza Soares, na raa do
Bai&o da Victoria n. 28, outr'ora ra Nova
E' BAEATISSIMO
280
320
400
20G
120
M1UDEZVS.
Clisa de liaba de marca a rs. .
Dazias d8 pecas de cordo impe-
rial ars.......
Dnzia de pegas le trancas de cara-
col braacas a rs.....
dem idem lisas a rs.....
Dnzia de candas de boba preta e
branca a rs.......
dem ("e pecas de fita de linho chi-
neza a ........ i#000
Resma de papel paulado e liso a
35000, 30500, 45O0O e 450O
Caixa de papel amizade muito
superior a rs...... 700
dem idem de quadriobos a rs. 640
Gaixas de envelopes finos de por-
celana ars....... 800
dem idem a rs. 400 e 500
dem de peonas a rs. 400, 500 e 1,-JOOC
Abotoadoras para collete, grande
variedade ars...... 200
ld&m douradas para punhos a rs. 500
Dazia de baralbos francezes a. 25000
dem idem idem canto duorado a 35600
lamparillas a gaz a 142O0
Duzia de talberes 2 botos a 9#50(
dem idem 2 bjles (com pequeoo
taque) a.......40300
OOT'e -oopziA ap og5e|tmi e oqeo mapi
Grosa de botoes de osso pretos
e trancos a rs...... 200
Completo sortimeoto de fitas de
sarja, de todas as larguras, co-
res e precos.......
MODAS.
Coques de trancas moderos a 5IOO0
Diademas moderos a rs. 300,
640e........20000
Grioaldas para casameotos a 30, e 50500'
G;loes e trancas de seda de cores,
a pega de 10000 a 30000'
Mimosos leques de osso para se-
ohora a ,..-.... 90000
dem idem de sndalo com lan-
tejoulas a.......50OCO
dem idem a imitagao a 20200
Lavas de pellica para homeos e
seohoras, o par 5C0 rs. e 30000
Transparentes com paisageos para
janellas a.......120OCO
Bico de seda prutoe b.anco peca
de 20500 a......70000
Fita de setira Ma o escosseza lar-
ga, vara a ; 30COC
Collarihos bordados para bomem
duzia a.......80000
dem idem lisos a.....70COO
Temos de tbesouras em caixiohas
o que ba de mais fino a 60000 e 90000
Grande sortimento te eoiremeios
e babados tapados e transpa-
rentes para todos os pregos. .
PERFUMARAS
Garrafa do agua florida verda-
deira, a....... 10300
dem idem kananga do Japau a 10300
Frasco de oleo philocome verdadei-
ro a........ 40000
dem idem aotique a rs. 400 e 500
Rcsas com extracto a 408OO
Frasco (jom extracto de 40000 a 40000
Macos de sabonetes ioglezes muito
bons a rs........ 60C
Banba iogleza muito superior de
rs.SOOa....... 20000
Duzia de sabonetes de anjioho a 20000
dem idem de coracio a ... 405(0
Pacotes com pos de arroz moi-
to fino a rs. 3C0, 400 e 500
Caixas com dito muito fioo ka-
nanga a........ 405OC
Frascos com agua de Cologoea rs.
500. 40000 e.....40500
Garrafas com dita o que ba de me-
lhor a 30000 e.....40000
Ricas sedas para vestido do melaor gosto por
baraiissimos preces : s o Triompuo da Boa-vis-
ta, roa da Imperatriz a. 20.
Eaxovae3 para baptisados
Ricos enchovaes para baptlsados pelo barailssi-
tno preto de 16#000 cada um : s o Triumpbo
da Boa-jsta, rna da Imperatrii n 20.
As 2,000 saias.
Saias finas com babados frisa Jos a tWOOO, di-
tis com baba lionas bordados a 3*500 : s se
aeham no Traaapbo da Boa-visla, ra da impe-
ratriz 0,30, ^wm* ... Mk
ESPELHOS DE MOLDURA
De todos os tamaobos e pregos, molduras para qaadros, bonclas e brinquedos para
criangas e orna iofioidade de objectos qae se tornara longo mencionar.
N. 28 Ra do Barao da Victoria N. 28
FOGO
De expelientes vistas, moito proprio para as fa-
milias qaeimirem, as nontes de festa de Santo
Antonio, S. Joo e S. Pedro : vende-se em porgSes
e tambem a retalbo, no armaren) da Eseadinha da
Alfandega n. 7, e aos domingos na raa da Madre
Dens n 30, n. 3a andar.
Fontes de fogo.
Serpeles de Pbara.
Espigas Kalospinte.
Bailas terrestre de diversas cores e tamaobos.
Para os bolos de Santo Anto-
nio, S, Mo e S, Pedro
Manteiga inglesa fkr a 800 e 710 rs., e tem
mais baixa para menos diobeiro, dita francesa
nova a 640 rs., e tambem tem para menos, isto a
dlnheiro i vista : no armazem de molbados i roa
de Santo Amaro n. 8.
ATTENCAO
Na roa do Vigario o. 26, i* anda*/ ba para
vender-se por preces eommodos :
Carne do serto. ty
Velas de carnauba.
Cera de earnaoba.
Lencos e fronbas de labyrintbn.
Bieos e rendas do Aracaiy.
Vende-se o sobrado de um andar na rna di
Vtsconde do Hervil n. 37, e a casa torrea Junto a9
mesmo n. 39 : a tratar na raa da Ssnzala -Telha
n. 106.
Sortimento va/iado em caiiinhas para ser solio
em saldes e jardins, nos festivos diu de Sanio
Antonio, S. Joao e S. Pedro: ao caes d'allaadega
armasen) o. i, ae p do arco da Geneetio.
Vendes am leiwsjo propno, com t pal-
mos de. (reate, com 42 qaarlos de madeira cober-
tos de telha, confronte a can de ssade do"8r Dr.
Ramos, na ras do Lima em Santo Amaro ; a ta-
lar m nesma raa, uvtrm i. !0t


e
9iam d P*rmmbn<* JLtomiiigo 23 d JuaHo **<-!*

^
HO 65
'" Ri DO DUQUE DE CAXUS '
(Outr'ora do Queimado)
Este esUbtecfmblovcit de recebftr om importante sortimento de diversas la-
zondas proprias para venidos, sendo poupelmas de seda, sedas, isas, percales, ditas con
barras proprias para babados, lindas cambraias crox, e em fim urna infinidade d'arti-
goa de nwda, todo proprio para a esta, o qoe tudo vender por presos nteirameoti
razoavett, em eouaeqneneia dewtarmoB prestes ao fim do anuo, e o 6& nSo qoer le?
grande trabaftio com o seo bafanc, preferirjdo tomar dinbeiro a fazendas, convida-ai
portante ao reepeitvel pobhco a rom sortir-se na loja do 65 aonde comprarlo por ore
que/ Dio obterlo em ooiro qoalquer esubelecimento; em flm ver para crer
C
BOA DO DOE DE CAXIAS
(Outr'ora do Queimado)
de Camas o. 91, loja
RV..1
Ra Dnque de Caixias o. 91, loja de
mindezas de Jos d) Azevedo Mata e Silva,
conbeciJOBor Jos Bigodinho contina a
vender tpdo qae tem por menos do qae
em otra qoalquer loja, a saber :
Correles pretas de borraxa
para senbora a 15500
Garrafas de agua Florida verda-
dera a \0300
Caixas com obreias de massa a 40
Frascos com macaca per-da a 200
Pacotes com poz de arrox fa-
se nda fina 506
Pares de botBes do osso
para panno a 200^
Siboaetes de bolla moito fino
a 160 e 240
Cartas de alfinetes de lata"o
fazenda boa a rs. '80
Carriteis de retroz preto com
2 oitavas a 600
Capacho de palba milito boni-
ta a 600 rs. e 700
Frascos com oleo Phocome a
500 rs. e
Pares de sapatos de tranca
para menino a
Pessas de tiras bordadas a
530, 600, 800 rs. e
Frascos com agua de Colonba
mnito boa a rs.
Gravatas pretas e de cores a rs
Pessas de transas nndernas
do todas as cores e todo o
pre;o
- Libra de areia preta maito
boa a
Nvellos de linha con 100
jardas a rs.
Livros di missiJo abreviada a
^Silabarios portuguezes a rs.
Cartas com 100 contas im-
presas a
Caixas cem 30 novellos de li-
aba gaz braDca a rs.
Gaitinbas para meninos a 40,
60 rs. e
Caixas con 12 frasco3 de
cbeiros a
Caixas com O abneles mai-
to fiaos a rs.
Perita Dar segurar cabello
de meoin a 200 rs. e
Chapeos brancos para bapti-
zados a 24500 e
Copinhos com superior banba
a 200 rs. e
Frascas com oleo para cabel-
lo fazenda fina a rs.
Frascos com oleo Baboza a
500 rs. e
Frascos e garrafinhas de agua
de Colonba a
Frascos com ver dadeiro azeite
para mackinas a rs. 500
Redes om contas para segu-
rar cabello a rs. 400
LaUs com banha de Piver a
200 rs. e 320
Garrafas com agua Celeste
maito fina a I$>00
10000
10500
10000
500
4(0
m
OG
10500
408
500
10500
830
320
4#00
320
320
10500
A Mili HMHA
Ra de Daqne de Caxias n. 50
Recebeo :
Lindas caixiubas com os n"casirio para 'mar-
car roupa, sendo abeedano e numeracao, Francos
com tinta preta e encarnada, pinceis etc. etc. o
qae de cerlo novidade em tal genero.
No vos coques grandes com booitos deseados
viudo entre elles algn* afeitados com Otas flo-
res ; a8jim como bonitos crespos.
Aderemos encamados de madreperola.
Gnes preas com eofeiles dourados ontras
brancas de chrislak
Casas de pedra e cal muito
baratas
Urna sentul* viava tendo de mndtr-se para f
ra desta ade, vende urna casa terrea em terre-
no proprio, na roa Imperial, tendo tu.is sallas, 2
qoartos e quintal, por um tonto e qoicbentos
mil ris, trajo alnguel de 15 a 16000 mensa!,
e IS meh-'-nguai tambem na ma Imporisl, na
trrvessafla Bandeira, igualmente em terreno pro-
prio, (ocio cada urna dellas orna pcrta e jacella
na frente, a excepcao de urna qne tem dnas ja
nellave i1 das nma sala e dens qnartos, di das
qoaes tem terreno afras, qce abrindo se nma
porta," pie ter o sen onirttl ; vende-se a 900*
sea tf.uguel nvnsal e pira 7000 e a de d-uas ja-
nellss para 8(K ; mas qnem quizer orna ou
dnas sero vendidas a razSo de 6OOfGO0 e a de
daas janellas por 7G089 rs. Estas caas esto
edificadas na roa Imperial, bem perto donde ac-
tualmente parara os bonds. Ja qnem liver ponco
dictieiro, pde-so chamar proprjjetario cu morar
era casa prnpria. 6s pretendentes drnjam se
ra das Trincheiras n.'48, a casa do Sr. solicitador
Sargos, o qual est autorisado a contratar, mes-
no a praso com g?rantia idnea.
Smaocome
Tnico especial contra acalviec
Com era bello ortinieoto ne per fumaria qae a
Agola .Branca acaba de receber veio tambem o
apreciadoSmaoeonecuj proveitoso effeilo-
ja bem condecido por quantos o tem asado e ser
anda mais por aqaelles qae necessitam de sua
utilidad. O continuado aso do Smaocome da o
bom resaltado tie impedir a queda dos cabellos,
faze los renascere conservar o searbrilho natural
alm de qae sea odor mais agrada??! qae d'ou-
tro qaalqner tnico continua a ser vendido nal o|a
:da Agu Branca.
I^eite de /osas brancas
Excedente para acabar cora as sardas, pannos e
espmhas ne rosto.
Vende-se a S o frasco, na leja da Agota Branca
ra Daque de Caxias n. 50.
Bonitas caixas com perfumarlas
proprias para presentes .
Veodem-sena loja d'Agola Brama roa Duque
de Caxias n. 30.
Modernas e lindas casaquinhas
,parj senhor-as
A aguia ranea ra Duque de Caxias n.-SO.
recebeu ama pequea quaotidade de lindas casa-
quinhas de lea branca primorosamente entortadas
com setim de core?, obras essa to modernas
quao lindas. A prova dessa verdade est no pro-
co qne Ibes esio dando as Exir.as. apreciadoras
do bom.
A Aguia Branea
NA
LOJA DE J01AS
ESMKBALDA
Acaba de chegar a este estbelecpento ura importante s alimento de joias de
onro, do roelhor (rosto e quadade tjoe tem vio.de Mste genero, como cassoletas de
ootx com lettras de diamantea e piularas finas, aderecos e meios aderecos com pedral
onas, etc. etc.
Ra do Cabuga' d. 5.
creira Dnarte & C.
TRAVESSA DA MADAS EIDES W. 14
Vendem os seguintes
VINHOS
Do Porto,
Madtira,
Borganba,
Amoroso,
Xerez,
Rodo,
Malvasia
Das Mgo'ntes marcas:
St. Lambert,
E Brdeos
St. Jnlien,
St. Estepbe,
La Jjur,
Vendiraa Cbateao Margaox,
Cbateau Bltir, .
Cbateau La Rose
E Chateau Languiale.
-
CHAMPAGNE
Ao gosjo de Londres e de Pars, marcas moito superiores.
O magnifico sortimerrto de vinnos-acima descriptos foram fabricados de 181
1847, e escolbidos. com particular recommendacio, por um ptimo entendedor, nos
grandes depsitos das docas de LondresGaraute-se as qualidjdese vende-:e a pre-
Cos moito mdicos para animar a pedir nova remessa.

A 4^500 rs.
Vende-se saeos de muito bom railho : nos ar-
mazens rea do Amorim e caes do Apollo, de
cesoa 1,-maos 4 C.
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O o. O =^ l S) C P f *
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O
5*
Capricho.
Vende-se o ongenho Capricho, distante da est-
cao de Una ama ou daas leguas, movido por
ama exceilentc machina vapor, e com optimes
terrenos para saflrejar quatro mil pies annoaes:
i tratar no tneemo eagenbo com Joaqnim Jos de
Arla, ou nesta ciiada com o tea correspondente
o Sr. Joaquim Rodriga es Ta vares de Mello, com
escriptorio i praea do Corno Santo n. 17, primeiro
andar.
Roa Buque de Caulas u. o
receben bonitas bolsinbas com necessarios para
crochet.
Agulheiros ditos.
Paptl verde tio e listeada para binas de rosas
Dito de cores para flores.
Dito fino verde e pardo para cobrir os talos das
rosas.
Dito de cobro decores para lana, sombra, etc.
Lindas boneeas enfeitadas, e ootras com rosto,
inaos e pea do .porcelana.
Modernos aderemos de madreperola.
Ditos detllagrana donrada com camapheo?.
Ditos pretos, gosto inteiramente novo.
Crazes de madreperola.
Delicadas carteiras com capas de marGm.
Ditas pequeas proprias para lemoranca.
Tiua vilete
A Aguia Branca ra Duque de Caxias n. 50
receben a superior tiata vilete do acreditado
fabricante Adrien Maurin, e como empre vende
baratsimo.
AGUA DEHTRIFICE
DO
DR. P1ERRE.
a. Agoia Branca roa do Dnque de Caiias n.
SO, receben essa apreciavel agua dentrifice do Dr.
Pierre, cuja snperionde bastante conbeeida.
ARMAZEM DOS LEOES
Ra Duque de Caxias n. 29.
0* proprietarios deste bem montado estabelecimeolo scientificam ao
espettavel publico ^sta provincia que se cbam com um variado e completo serti-
mecto de ovis, tanto nacionats como estrangeiros, sendo tes- escolhtdos" por om dos
osios qoe se acha actualmenta na Europa. O mesmo tem cootract3do com os melbores
tabricantee daquelUcontiDenie as remessas das mais ricas 'mobilias feitas alli.
Na ofcina teca os mais habis artistas deste genere, e por isso perJem que ve-
nham visitar o estabeiecimenlo, aonde encontraro a realirkitfe do qne acafeam de expor4
ue se pode examinar; ricas e-completas mdbitiaa r]e*jacaraed, mngno, fara, carvalbo, *
marello,etc, ricas e-elegantes camas deja caranda, pao Reta, amarello, etc.,etc.,goania
vestido de amarello, guarda looca de nogt.etra e de amaroHo com tampo de pedra, apa-
radores e dito dita, peti toilettes especialmente para lser a barba, toilettes de Jaca-
randa, amarello, pedra, secrete- iai da Jacaranda e mognoens tnreiras oe mogno, sw-
tnarios, taears para bordar, bercos, lavatorios com eepelbo, de pedra marmor e em
pertencs, cadeirw -privadas, bids; etc., etc., e matos ntros rticos ie deixamos de
mimis por ge',t-: meocofiar
MACHINAS
DE
DE
SINGAR MANFACTRINO COMPAM
Grande rednecao de preces !!!
90^000. 90#QOO. 90*000
AVISO ESPECIAL
A alta Kpclaco obtia pelas machinas fabricadas pelo
MA MlllC
!1i
f f i
Samuel Power Johns-
tOTl & 0.
^Rua do Apollo n. 38 e 40
Fazem scieole aos seas fregaeies que teen
modado o son deposito de machinas a va-
por, motadas e taxas da muito acreditada
fabrica de LowMoor para roa do Apollo n.
38 e 40, onde continuara a ter o mesmo sor-
tmenlo do costme.
Fazem seieaie tambem qae teem feito am
arranjo com a 'fuodico geral, pelo qae po-
den offereeer-se para asseotar qoalquer
maefainismo e mesmo garant lo.
Os proprietarios da fuodico geral faiem s
seientes aos senhores de engento e mais ^
pessoas, que teem estabelecido orna lunJi- rfs
cao de ferro e brome a rna do Brum, jun-
to a estadio dos bonds, onde aprontaro i
qaalqner obra de eocommeoda com perfei- jv
cao e promptidao. r,y.
Os mesmos regam as pessoas que qaei-
ram otilisar se de seas servidos de deixa-
rem as eoeommendas em casa dos Srs. Sa-
muel Power Johoston & C a roa do Apol-
lo n. 38 e 40, ende acha rao passoa
PORTJLO
Vende-se um grande perilo de ferro de Loicas
novo com 9 l,i palmos de altara e 10 de largara
por diminuto preco : tratar na ra do Conde
da Boa-vista n8 7,o;utr'ora Esperanca..
AGURDENTE DE CANNA EXTRAFINA
. EM GARRAFA.
Vende-se na roa do Encantamento o. 5, prl-
eiro andar. _______
Arroz de casca
Superior em taceos awilo grandes : oes rma-
teos de Tawo Irmios A &
A verdadelra eerveja da Batiera, rea ban-
deira, de superior qqalidade: vendeo Iao Ir
maos de Cera sec armazem da raa do Amorim
B. 37.
Mas3a i..
s.Su'SK -.ST* -a ,PMA?,e8: oa r" *
Para presente
Amaral k Nabaco veodem os seguintes objec-
tos, proprioe para fazer-se preeeates :
Estojos para limpar denles com todos os ferros.
Ditos para bmpar nonas.
Ditos para barba proprios de viagent.
Di'.os para dita proprios para algibeira.
Diios para crochet.
Ditos para lesoorat de costura e bordar.
Ditos para costara e com mesica.
Nestes objeelos se encontrar nao s a commo-
riidade como a eleg.ineia: vende-se no Bazar Vic-
toria, roa do Barao da Victoria n. 2.
Vestidos de blonde.
Amaral Naboco A C. venden neos cortes de
vestidos de blonde rom grinalda e flores de larao
(aira e vos tambem de hiende bordados, cortes
de seda de cores e matizados : no Bazar Victoria,
roa do Bario da Victoria n. >.
Baldes de papel.
Amar! Nabaco di C. vendem ba!5es aerees,
proprios para talao e linternai lambem de papel
para enleites de jardim, cima de mesa, etc., pin-
tados de ricas paisagens e formatos : no Bazar
Victoria, roa do Bario da Victoria n. 1
tem levado diversas pessoas a fabricar imitaees que ellas vendem qussi sempre so*
pretexto de serem ellas fabricadas pelo systema Singer.
ftNENUUMA MACHINA IV-
CER E' l.i:C.llltlA g
NAO LEVA ESTA MARCA FIXA
NQ BRACO DA MACHINA.
PARA EVITAR COITRl-
F4( t OIJS NOTEM-SE BEM
TODOS OS DETALUhl
DA HAReA.
Vende-se
am sorado de dons andares, sito roa da lloda
n. 19, e os. terreos qne fleam nos fundos. Tem
frente para a travena; da Compaohia Pernambu-
cana e eapacfdade para deas rmateos areprios
para reeoMmeato da algolio ou quafquer ou-
tros gneros, por ser perto do #m of de Tauo Irmos & C.
MARCA DA COMPANHIA
A companbia, desejaodo proteger seas amigo e regoeces contra as imiucoes, tem
adoptado a marca cima representada.
Previne-se ao peblico de nio comprar machinas qnt^Mto levem a marcada
compannia.
., ,W- H. CHAPUKN
UMCO
N. 45 Ra do Imperador N. 45
a casa da roa dos Goararapes o. 11 : a tratar com
o commeodador Tats?.
Moeda de ouro
la roa do Apollo n. M vende-se libras sterlioat.
Vende-se arinha moito bea da trra em
saceos de 0 caias por 5*000 : oa artnatem do
Guerra.
habili-
tada com qnem possam entender-se.
Appareibo para fabricar assucar, do systema.
WESTON CENTREFGAL
nicos agentes em Pernambaco a fuodico geral.
Para tratar em seo escriptorio a roa do Apollo o. 38 e 40.
,A0 e ferro em vergainha.
ARABOS e grades para lavrar a trra.
BOMBAS americanas.
CAMAS para meninos, solteiros e casados.
CARRINHOS 4e mo.
CHUMBO em cano, leneol, barra e monicao.
COBRE em leucoes e armellas.
COFRES de M.lner e ostros.
COUROS preparados.
CIMENTO de Portland.
CHAPAS para cobrir casas.
ELECTRO-PLATE em obras fiaas.
ENXOFRE, limalba e salitre para foeoeteiros.
ESPINGARDAS, revrolfers e pistolai.
ESTANHO, em vergainha e barras.
F2H?SDE FLA^DRES, grandes e pequeas.
FC-GOES americanos e ingiezas.
d FORMAS pira porgar assucar.
FEITRO para caldeiras.
MACHINAS a vapor.
DITAS de lavar roopa o picar carne.
DITAS de cortar fumo, estivar algodo (macacos.)
DITAS de descarocar algodao m5o e a vapor
LEOS, azeites, sabao e triocal.
PAPEL de diversas qoalidades.
PEZ JS fraocezes de lodos os tamanbos.
PRENSAS para copiar cartas..
TACHOS estaooadus.
ZINCO em folbas lisas e forradas.
B.
00 "^
S e
33
A 8o rav a llfcr.
No progresso do saleo do Carmo n. 9 chama-te
attencao aoa amantes do bale de'Sasto Antonio, S.
Joio e S. Pedro, para a maoteiga iogleza flor d
800 rs. a libra.
___
Cerveja 8e Noruega
Verdadoira e superior : venda not trmen
de Tasso lrmaos A C.
Fazendas baratas
SEDISHAS a U300 o eovado. i
CAMISAS Bordadas a 604000 a dazia
VESTIDOS Ae phanlasia a 15^000.
A' loja da Tarqaeta, raa Nova n. 9.


i
J
8
Diario dt Pernambuco) Domingo 23 de Jonho de \%1%

UTTERATURA,
0 M.UOR NAP0L8A0 POR M. PINHEIRO
CHAGAS.
(Continuado)
De tildo ge ria o maldito f Recebia com a para diaote, quer choram balas,
maiar iodeflfreo;a as descomposturas
as aescemposturas pe-
rennes dos sida Joa, que liuhatn embirrido
com elle, retorquia Ibes cono orna zombaria
apealad* e envaneca, como um paohal
malayo, e apanda va depois, com a seren-
dada deura icartvr, a lorente de imprope-
rios que desabava de novo em cima d'elle.
.Nao era crendciro nem rente, era ama
gargalbada viva f Irona, sarcasmo efe! for-
mavam aqoelle espirito, que me deixou
ama protunda impressio.'pelo centraste que
fizia com aqurlla nsturesa risonha, e com a
boa e sincera gente d'aquellas cercanas
Assim, uo me o da noite eipessa que nos
rodeava, sentia um vigo calefrio. quando
escolara aqoelle ris > spero e crtanle, que
se repercuta as breabas e acordava os
ecbos, qce pa .cam ou:ros tantos demo-
nios esconlidos no sei> das trevas.
Quando rompeu a madrugada, pude-o
ver, ea sua pbysi momia lvida, o seu olhar
traicoeiro, nio desvaneceram a impressio
que ma produzra a sua voz vibrando, ou
?ntes silvando como o j?rito de ama serpen-
te no meio da noite. Qaaodo a nsturesa se
arrancou das nevoas que entristeceram a
madrugada, e eoxujou com os o-imeiros
raios do sol o< tri-les prantos do alvorecer,
como crianri rij^nga e gentil a quem se ti
rata 33 (aixasda primeira infancia, o arrieiro
desappareceu, a\e nocturna e agoireira sar-
prebeadkla pelo espen ior do da.
Nao o tornei a ver.
Tal era o personagera que acabava de
dar a resposta sarcaslica ao lambor peque-
nito.
- Nao mangua com a erianca, homem,
lornou o porta machado no lom grave que
Ibe era habitual; o oflicio levado da breca
verdade, mas mais v^le comer os feijes
lo rancho c ,m honra, do que pers com
> ilesa. E depois la est a forca espera
,i Ora adfeas, camarada, responden o
arrieiro, assra como assim, morrer sempre
morrer, e lauto wla a corda no pe-coco
como urna bala eos ossos. E depois, um
ladrSo nio nenhuu cobarde. Arriscase
tanto como tostel, e pa'a andar a monte
necessario ser tanto da pelle do diabo como
para dar urna carga.
Que palifa !inlerrompeu outro porta-
Bichado, tumbara, soldado velbo. Ande eu.
na recruta em odem de marcha trinta das
a ti >, se este mariola nao (o da quadrilha
do Jos do telhado Ah malaodro. se tu
eshvesses com essas failas na dviso de
Hespanha, e o onde das Antas soubesse,
oHe quera estar -na pelle. Vavias dedo-
mar o gosto i embatadas.
Qae est vots a fallar no Jo: do Te-
lhado?tornoa o arrieiro com certa em-
phase, e sem rebater de putra rameira a
accasalo; se o vii.se aqui diaote de si,
trema como varas verdes! Aqolo que
era um homem Valeqie come ai arma?,
resoluto a mais a3o poder ser I E vo3-
es pota** tonat e porque deixa, e porque
nos alTrontamos 3S balas, e sim ma que
.amtem! Julgim que o Jos do Telhado
tiPha me !o debas ? Ni E.ra dos Motros
vi-o sallar em cima de om destacamento de
infantera i, e o caso qae os soldados,
mea amigainho, depois de uns poac s de
tires... pernas para que te quero. E elle
foi liies na pingada, com a davina as nabas,
me fez ver bicho tropa. E ludo isto
para ;ue 1 para livrar dous dos amigos.
'unco lauta certeza, exclamoa am ter-
ceiro hterlocator, da qae la fasto dos qae
saitarann no destrmenlo, como tenho de
all o nosso aiferes, mais o nosso
Hi trinta anaos, meo aiferes, qae vejo
nascer o sol na porta das bayonetas l
Teas te visto em bons usados, helo ?
Oh 1 meo aiferes, a gente qaando ven
c para a vida militar j sabe o qae o espe-
ra. Prtanlo ir sempre o homem de cara
quer nio
choran. E' o qae ea tenho feito.
Por qoe te impressonoa tanto anda
agora a historia que o arrieiro cootou ?
Or, meu ajf.res, como o ootro qae
diz, melhor d5o fallarmos nisso, O qae
l val, l val.
E es labio; tremiam-lhe convulsamente,
e palpitavam -Ihe as palpebras com as lagri-
mas reprezadas a procararem irromper,
como palpita o solo qaando as lavas dos val
cae, ferveodo Iba no intimo seio, ameacam
rasgar crteras, e golphar em borbotos.
Nio ludes assim comtigo mesmo, Ro
m5o, disse Ibn en commovjdo. Desabafa,
soluca. geme, e depois conversa. As tris
tez as sao como os rouxiooes, horneas; en-
cerrados na gaiola, morrem em silencio;
mas se es deixam espairecer ao ar livre, e
gorgeiar as soas magoas, vivem alimentndo-
se com a sui propria melancola.
Eu dissera estas militas palavras, voltan-
do-me para Cuoha Bollera, qoe eonflrmo i
com um gosto magestoso a verdade d> mi-
aba comparaclo.
Isjo assim, mea aiferes, tornoo o
porti-macbido, ea nSo o sahia dizor em pa-
avras to bonitas, mas sioto qtjetem razo.
O chorar al ivia-me, e qaaodo cooto o que
me saccedeu, tanho a modo qae um conso
lo. Mas entao qae quer, meo aiferes V am
bornea), um homem, eoSof gasta qae os
cam iradas Ihe hamem maricas1.
NSo t'o chamarei eu Romeo. Vi-
mos a ouvir.
Entao, j que vossas seoboria qoerem-1
l vai a historia.
XXVH
O DEMSilM DO 6JUNADEIR0-
Eu nasci no Porto, senbor, ce na^ou o
Rom3o, e sou o mais velbo de un i familia
numeresa, que por abi anda dispe ^a pelo
mundo, uns a regarem com o seu .w as
trras do Brasil, onde nooca poderam le-
vantar caben, e minbas irrtas, ornas a ser-
vir, colladas, e outras qoe sao agora casa*
das, e tem marido e Albo) comeres-o
pao negro que o diabo amassoo, e a rodea--
rem de cuidados e de amov o berco dos-6-
ibinbos, qae assim qaa Ibespodomv agraoV-
cer o que ellas zeram por elles, o alliv*
las um pouco na labuiaco do casa, abala<
e vSo ganbar a sua vida, porque islo e
ser pobre-, senbor, e a pewr maldicSo qa^f
Deus pode deitar a urna creanora. Quen *
pobre nao tem familia, e casa- quo nio toa
pao na arca, como ninba de aodorinbas
no invern; bota os peqaeoo* para fra^
assim qae tem peonugem epedembater asj
azitas; depoii na primavera l veJta a ca
beira do telhado a arranfar o beroo para
os novos passarinhos, mas- os pequeos do>
invern passado que dalles ? Andam M
melbado da sea, qae am soldado inflaomou
para me servir, illuminou rpidamente o
resto do apologista do Jos do Telhado. O
maldito estava a rir. Leve-me Deas em
conta o esforco que fia sobre mim mesmj
para n5o atirar a eepadi ao pesclo di-
qaelle diabo. jt
c Ou fosse firtude da medalhiaba, on
foste porque assim tinna de ser, o qae
verdide qae em todas as accSes das li-
abas do Porto, a qae assisti, de toda essa
saraivada de balas qae aos ceiTavam as file
ras, nenhuma veio cMb sobrescripto para
mim. Dize lh tu o qae qaiieres, arrieiro
de maldicSo, mas ea estoa inleiramente
convencido qae foram as preces de miaba
santa mii qae me salvaran). Se Dos n3o
ouvisse as oracSes das mais, a quem havia
Elle de dar atteocao ? Resas mais puras e
Jesinteressidas nSo creio qae M baja no
muodo.
< Como ia dizendo, ma aiferes, mea
par morreo, e a familia fkoa sem ter qoe
comer. En qaanio poda apanbar levava
miaba m9i; mas eolio o tempo era leva-
dinho dt breca. Servico pesado, porqae a
cidade era grande, e nos eramos meia du-
zia de gatos; pret, viste lo f nem ea ; o
rancho era assim eomo qaenff dh pora
se nSo morrer de fose. Que se Ibe trama
de fazer ? Bo, o tempo qae tintra- livre, ia
ftzer recados1 e levar agria para a casa onde
estivera a servir. Sempre assim avranjsva
argots vintem. Mms qoal A corneta es-
lava sempre a cantarolar & noate e de da,
e maltas vezes liaba qae largar o barril na
foate para ir pegar na espingarda, e saltar
parar os redados. Em> fim, IB1 nos iamo ar
ranjaodb- como podomos, va'r so nio quando,
ebega* o inglez que veio cora o- Palmeila, e
as- mochilas
Passaram-se mais aos aaaos, e ama
vez roo eu visitar a minhi gente, era all
poooe antes da Mara da Foate, e vai seoo
qoando, diz-me assim a minhi velba:
O' R >ra3o, eu tenho qae te pedir
ama coasa.
t Diga l, senbora mii, e, se for coa-
sa que am homem possa fzer, est feita.
S tu o podes fazer. O Pedro
muitn tea amigo, tem-ta lauto respeito,
como tena ao pi se elle fosse vivo, Ueus
Ibe falle a'atmi. Ta s Ibe podes tirar
da ids ama cousa qje elie l tem eucas-
qaetada na cabeca.
Btio que tem o Pedro encasquetado
a cabega, senbora mii ?
Quer por forca sercoroeti, ir com-
tigo para a cidade e sentar l praca.
t Ea puz-me a cocar a nuca, e lqoei as-
sim a modo assaralhopado. Ah meu al-
fares, V. S. nio pode comprehender o qoe
ea sent n'aqaelie iosUnlft, o fatoro que eu
vi na imaginario, umfaluroqoe ma enebea
de tantas alegras cerno om soobo feliz. Eu,
qae eslava seoipre coa o corpo nos acra-
pament s ou no qoartel, e com o coracSo
ao Porto ; eu que estava s, que nio tmba
jauto de mim ama pe-soa a quem tivesse
a.nizade c de dentro ; eu, emita* que com
vale e nove aonos de idade, oanca lev m -
tara es olbo-s para orna moca cono o s-anti lo
do casaonoto, porque era iodo da familia,
a nio peneava seeio na mal1 e as inaias, e
no-Pedro; euv qw s vezes quaodo- eslava
de? seotioeila, me jwoba a matlar sosiobo
nos- deslino? do nwa irm) pequen, e a
dize? comigo ^ la/aqui a poaco teuipo co
!mec*elle a precisar de diohwr, e voss
'qoa*ttl'o ha de arranjf, s6 Jwiuim K)-
mo r por isso- preperar-.se pwa faz^r
guardas por ou*o, siaBellaa e fachinas,
mas o sea Pedro na de aadar vestido com
logo toea< a arranjar as- mochilas para ir
urna drvisoo, qae se ebamava aosim por al
cunba, porque ella a bem dizer nem chega- Lxm- prioeipe : imajpne V. 8t um boam qoe
w a-ser ama brigada,, e-ala par*O'Algarve. .anda sempre cq,ij estai ideas, e a qoem di
r O' cooamaodante, como V. S. be de sa
ber, era o Bterecbal qo--morrea be lempos,
o Sr. duque da Terceira, qae-eolao se
chamara a inda conde de* Villa Flor. '
para* marchar. Imagine os riosde lagrimas
qae foram l- por casa. A minba vetia nio
me qoeria deisar sabir, os peqaeaos o as
peqwnas escoadioso-me a* espingarda para
eu me nao ir etsbora, e boove mosqoitos
por Bordas para-me poder safar, corneo co-
racio-opprimide;- >ovo coolssa-lo.
ASnal parli Desembarcamos oo-At
garvor atravessacM o AlenUejo as becbe-
chas do Mollelo,-teemos eos postas a.jente
do Talles Jordn- aMi na Cov da Piadade,
e no esgun te- eotramos ao Lisboa, onde
nos reoeberam do-bracos abortos. Fsaos
alguno-dras nns Shtnos-Jeso. A ima'BS
encootroo am sujeito, qae saotra da cadoia,
a qoe no-fra a eotoroar, n dia nasmo
em qoe-nos entmaoaos em Gacilbas. por
esqueeimeoK). tftneofilrou-m postada
casad'eH, abrafoo^oa corno- se foseo c
este pebre diabo qpesOi o Uvosse tirad da
tratar da sua vida, que assm faz quem nao- cadeia ,- disse-me q,oe f6ra ea o priaMiro
:uo eira
cirargise.
Esli seta teas essa certeza, tornoa
serenamente o arrieiro, porque fosle dos
que lagiram, bein ?
Os soldados, apesar do rancor que ou-
triam coaira o sea compaero de viagem,
desataram a rir. O aterpellado, de indig-
nacao fez-se varmelho coma a gola da
(arda.
Ah I patife, qua sa nio fossa por estar
na presenca dos meas olciaes. eu te ensi-
narial Rafias de travar conbecimento
,-om a fechara da espingarda! Saiba vos-
t, s velhaco, qae ea nunca fui do 2\ sen-
le praga no 16, e c tenho comido muilo
pao da muaicSo, e visto a morte mais vezes
junto de mim do que cabellos osea tem na
cabeca ?
Est bom. esl bom, intervim eu ; aca-
bou-se. E os dois presos fugiram?-coo-
tinaei dirigindo-me ao arrieiro.
Um delles safoa se logo, senhor aife-
res, mas o ootro tinba as-pernas quebradas
pelas balas, oiopodia fugir. E vai entio o
Jos do Telhado, que nao quena que um
s dos seus fosse para a cadeia, engatilbou
a davina, disse para o rapaz: Fazo o
acto de contricio. E quando elle acabon
de rezar, desfecbou com elle e estendeu-o
morto.
Um doloroso gemido iaterrompea a nar
raco do arrieiro. Voitei-me, vi o porta-
mcnado Romo com a cabeca curva, pro-
curando reprimir os solocos que Ibe estala-
vam no peito. mas nao podend) coaler as
lagrimas que Ibe ianundavam as faces.
Espantado d'aqaella sbila commocio,
aproiimeime delle, e perguntei-lbe o que
tinba.
Nao nada, meo aiferes. Desculpe-
meV. S. Isto pa-.soa, a gente s vezes
precisa de desabafar. O rgimen'.o rem a
dous passos; parece-me qae podemos ir an-
dando.
Effectivamente, a luz dos archotes ja pro-
jectava am frouio clario na eminencia onde
esiavamos.
Pozemo-nis a caminbo silenciosos. A
cammocio do soldado velho impressionra
a todos tristemente; ningaem se atreva a
romper o silencio, e o proprio arrieiro li-
mitava-se a cantarolar mansinho, puxando
baforadas de fumo do cigarro que accendera,
e cojo lume brilbava as trevas como urna
estrellioba vermelca.
Qae poema de amarguras, qae elega,
que fuoebre aventura oceultavam essas la-
grimas do homem forte, do soldado endu-
recido ? Qaal seria o fogo do padecer que
tundir o bronze daquella alma de gaerrei-
ro, costamado a afrontar secretamenta os
perigos e a morte, to serenamente como o
rouze do rosto affrohlava as intemperies
das estacos ?
Embrevecido oesses pensameotos, e inci-
tado por ama irresistivel coriosidade, de-
pois de um qaarto de hora de silencio,
aproximsi-me do porta machado, e per-
gcntei-lbe para eslreiar a palestra:
Ha qaaato tempo s soldado, RomSo ?
tem rendfmentos.
c Ora pos, em casa do miaba mii er>
isto mesmo que succedia ; muitas- boceas o
ponco que ibes dar de comer. Veio a en*)
lera de 33; cahiram doeotas-cooa ella mea
pai e minba mii. Nio Ibe digo nada, lio
mos a pedir por portas, porque o meu ven
lote l foi para a eterxtdade Deus le
falle n'alma. Era um hornea de brio.
Moirejar, moirejava elle desda pela manbao
at noute, e, se fazia cruzes na bocea, a
menos a malher e os filaos sempre tinha
um pitisco de pi para, comer. Morreo,
como diz o outro, com a- enzada na ua>;
porm Daus cbamoo-o- para Ihe pagar a
feria, e nos ficamos ao desamparo. E' ver-
dade que eu linha os. meas qaioze aonos,
bracos robustos, e voatade de trabolbar.
Mas de qae serva todo isso ? Actos de
morrer meu pai, e qaando o exercitade Di
Pedro eolroa no Porto, ea fra um. o ga-
rdos que berraram mais, e sempre qpe- via
passar algam regiment, abi largaba eu o
qoo liaba que fazer, e ia-me por na frente
da msica a acertar o passo pelos, tambores,.
zem de repente : A cuatera par quem
Eu s viras- uuoca ais ha de sabir *.!a a)
pa>db ti. ha de auOr sempro- comti&u, ao
leo Jado, lodos os das Ibe has deero
roo estremecido ; bao de r osftpsra-
vew. Vei> V. S. so pode bover algoem
mais feliz, do que fe* n'aqueU instaos o
pobre d este Joaquim Romio.
* Mas epeas peasasra eu couiigo : d5?a
retbita nSo tem oatra sonsolacio- qae na
sejaeste pequeo. Tiror-lh' urna bai-
bahdade. Este Pdro-oseo Benjamn*;
oSlho das siias amarguras, n as mSj
todo-nos sabemos, tea*o maien- affeicio
te aos filos-,.quanto aaaiores sVos pade-j
cinoooios qae-tees por elles e per causa
delle*
3fs, voRaa eu oara vez, dPedro -
qaa paravamos, as mulberes, qae sio sem-
pre mais compassivas do qoe os borneas,
que loma vam ialeresse por om rapazito tio
galante o que achavam graca aos cuidados
de mSi qae ea tinba com ella, faziam-no
andar, para assim dizer, de mi em mi, e
tio acanallado, lio festejado a lio regalado
jua se pola aToitamente dizer que poucos
senbore3 oCGciaes apanhariam tio boas pe-
tiscos como elle.
Pedro, como eo j disse, tinba ans mo-
dos muitos delicidos, e depois, como eu Ibe
poupavs todo o trabalb) gresseiro, lioba
ama li mra da raaos e urna braocura de
pelle que era de maravlhar quem soubesse
qua aquelle rapazinbo nio passava de ser
um .-imples corneta deordens do regiment
de infaotaria l ti.
< Os patres. onde estavamos, qaando
sabam que o menino Uo engranado tinba
im irmio que o tratava como se fosse mii,
queriam que eo fosse sala; mas ora nio
me dir V. S. qoe ira faz r c o Joaqolm
Romio, com os butes enlameados, um t -
rimbeiro, o 33 d> primeira, um bralo.
com perdi do Vv. Ss., i sala onde estiva
o meu rapaz, tio aocho e senbor de si,
como se oio lifoose feilo outra cou:a toda
a sua vida senio p sar tp tes.
Mas e deque gostara principalmenti,
era, quanio lodo estava a dormir no cost-
aba, sub.r p* ante p a escoda, e de ir es-
preitar pjrta da S3la onda estava o Pedro.
E puRba-me cJ de fra a olbar para e-ile
n'um pasmo, porque era nomo da gente
se beuzer ver a maneira como elle esta-va
sentado, e como elle raspoodia, de modo
jue as s-'juhoras dfriam ornas s ooira, qoe
pareca uor pnneipe disfar>;ado. Reu entio
punha-ma a- chorar de alegra, e aHi estava
horas esquecias, pensando uo alegrio qae
teria a mn1 pobre velb, se visse o seu
^Padriio tio bem1 tratado, seEdo am simples
Gornela, s pela raca- qua ha achavam, e
pelo seu b ):s comporidment.
f Ctiegou emSm o da funesto da aocio
da Torres-VeoVa3. Tmba obo>ido agua, se
Deus a dava; 4 16 estivera na vespera com
os ps dentro da um riacho, esm agua at
ao joelho, e coa-ordem de nao-tugir nem
inujir, nem 9eqner acender am cigarra;
porque o inimigo flc'ava ^dous passos, e o
quso nao quena- principalmente era qce
elle sospeitasse qoe eslavamos al..
c Finalmente amaoheeeu o diada baty-jesaij^r J y| Qb^ de
Iba, dia fusco, sem sol e com urna obovo
exactamente coma esta ojas esta1 cabindo.
Era c-qao se costoma chamar um. dia por-^
co ; feava lameiros- que o-a da gente se
atoiarot-ao pesco?o. lanseiroa laes-, que *
nosso aritharia l-estere patiobano quasv
lod. > diao que-para a Virar forcm'mos-
esperio oomo'ttfa rato, t. boa :aemoFia,! quitos- por cardas. lito 'm transtorno ao
aprendeu a te*com todofacilidaio.e ago-jnosso :f*o-(I), e-obri^oo *>a tropa dei- _
ra, egondo em,. basta., ter estacs para-j'zar assim-como qm diz oasis lgema gen- j^" Entretanto o fttmo enebia
se aoroffleiak. Por isso e iam de ra-ootaaaaem moutacba fazendo
soldado -libertador qoe ello encontrara e
que-por con sag -ate baria e> ir beb toan
copo e-viobo ao- sao feliz regressO para
o seio da sua fasata. Foi,. o declaeo-tba
qae meo vi um alegra como a que- ms-
traram:o pai, a ma e os irmos dkaqeUe
pobre rapaz. Ghetavam, rioa, bejajiram
no, LUavam todo*-a om tempo. era assim
a modo urna doadiee que- entaraecia a
geotdi
c- *n> aaim LraUKMfeme cooa se ea., fosie
de casa, regalaraoo-me coa. bons petisios,
e, qoeado me faiesobora, eaeueram-me as
mios-qoatro piojos, qae au gaardei n'um
cinto onde ia reaotndo o dinheiro qpe eco
oomisava, para o entrega a voHftl te fim
da gaerra, como, com eit'eilo fiz.
* Para encarmrmos razos,.mea^alferes,
entrei em todos os combates das linhas de
Lisboa, sempoe com felcidade, grabas a
Nosso Seobor, estivo na Asseiceira o afinal,
quando se fez.aiCooveD^io.de Evora-Monte,
padi licenca e'foi al-ao Porte, visitar a
minba velba,. qae me saltoa aopescocoa
chorar, e qua ma mostroa am.peqperrocbo,
Ibar orno oa03uro, jcato ecoaomias. faca*-fortes oas Oooi*>^ e razonos coffl-que a
um mealheiro o quaoo houver driiheiro'fcidadella -"atregasse: ,
suffisieote, prege com all na Pij/nec.*. 0>ovc-r,iadc-r de Cascaes (i) m qae-
ou q0'diabo de norae arrevezadO' tem o^ria qao-nouvesse batalba ;:mas o marechal
ram quantai qazeram, otas ora qoem diz
l ? O regiment era oma rocha.
f Tioba-ae tonaado o forte deS. Vicente.
Comecra o ataque dos pontea qae airares-
sam o rio ; era entio qoe principiava a ver-
dadeira aefo. Tres regmentos dos nossos
marebaram sobre aa pontea, o 10, graoa-
deiros da raiaba, e oulro que Be nio lem-
bro qaal era. (1) A agaa do rio j ia cor
de sangae, Choviam balas e granadas da
cidadella, e a nuvem de fumo encobria-nos
completamente a nos, Quando a fumarada
se dissipa va um instante, l va ea 0 mea
Pddrilo immovel junio do cavallo em qae
montara o coronel, e de cada vez qoe eu o
va senta um corlo regosijo, e ao mesmo
lampo ama certa tristeza, porque nos, para
bem dizermos, anda ni) entrramos na
daoca.
A artilbaria e a fuzilaria faziam orna
oulba de atordoar. Algans balazios da ci-
dadella viobam cabir a nossos ps j frioa e
sem (orea. L em baiio, qaando se rasga-
va a cortina do famo, vamos o rio a fugir
por barao das pontea, levando cadveres
vestidos coib farda de gola e caobio ama-
relio do pobre 40, qae bastantes perdas sof-
freo. Gramdeiio da rainka nao investi-
r de um Impelo para a ponte, e, deseovol-
vera-se em lioba no estrada bordo de agaa.
Neoboma bala dacdadeila s perda n'aqael-
la coteprida Gta, que se dexava cortar em pe-
dacinbo pelas bombas e pelas- granadas,
que sao as thjsowas do diabo.
Nao era possivel continuar aaoim a ba-
talba, a aio ser qoe quizessem sacinficar da
tolo esae valeats regiment ; o nosso velho
jpercehea loto mesmo, e uwaioa ao 1&
que marebasse a passo de carga, e qse to-
oaasse a ponte de S. Miguel; assim so cba-
mova essa ponte fatal, cojo oome nao ser
fcil que me sihia da momorie.
. Quando eo oavi 3 ordena, deu-me am
baque no coracio.. e digam l qua nao
ha prosentimenlos !
9 Eu era da primeira compaobia, como
aiodanoja sou,.e formara urna das primei-
ras filas. Da .'6rma que o coroael devia
ir a deis passos-de mim, e juntamente coa
0 coronel o meo Pedrosicbo,
c Como ea disse ja, i:nh chorido na
vespera, e chorido muito; par conseguate
a carga-qoe na-iamoi dar, desoende-como
um penedo de cima do monte para irmos
1 desabar .10 valle, liaba de vencer esse for-
midaval obstacoiO' des cbarascaes.
A gente atolava-se at aos-joelhos. e
maitos vi eu pnocurarem safar as pernas
da lama,conseguirem-o'o, masdeixando li
ficar as bolas, e.cooiiooarem opas na car-
ga em palbas-de mesas.
O Pedro ia ae p- de mim; eu passa-
ira-lbe o braco roda da cintura* e lea7&-o
1 como qae- suspenso no ar.
os-ares, as
aem cassar.
e a fazer manejo de armas com a vassourai (que lha nascera tres mezas de|ois da mcr-
da cavallarja, porque eu era criado do co#
chaira de urna casa rija. Pinajmeote,. quae-
do os miguelistas cercaram a, cidade, e que
eu comecei a ouvir os tiros, subio-ma ca-
bega o ebeiro da plvora* deu-me na pan-
cada, esem mais tir-te neaguar-te, foi sen-
tar praga de voluntario em cacaderos 3.
Minba mii deu altos gnlos quanio me vio
apparecer em casa fardado ; nas meu pai
encolbeu os hombros e disse : Que se
ihe ha de fazer ? O rapaz andava com a ca-
beca a rasio de joros, e emfim um homam
um homem. Se os da idade d'elle se
deixassem flear em casa, e nio fossem com-
baier pela libertado, d'aqoi a pouco esta-
cara os miguelistas no Porto, armavam a
forca as pracas, e renovava^e aquella
triste poca de 29. Eo tambem, em rapaz,
sabi ao meio da ra e vi urna baadeira, que
nio era o nosso velho estandarte. 1 tremu-
lar por abi assim, e a cavallaria fraoceza a
.acallar' os desgracados que fugiam pela
poote das barcas. Eotio cheirou-me aquillo
a esturro, pegue n'uma oice rocadoufa,
que eu, para failarmos a vedada, nio linba
nem espingarda nem coost qae o valesse,
salte mais algam amigos para as bandas da
Vallongo, e, nio por me gabar, mas os
soldados do Soult, e do Maneta (i) viram
bicho comigo; assim, malher, deixa l o
rapaz, qae os frangos gostam de jogar as
cristas ans com os 3hlro3, e nio de se irem
por a chocar os ovos das gailinbas E con-
cloio vollaado-8e para mim, e dizendo me
com algama ternura na voz: Deus te pro-
teja, filho, e o aojo da garda te livre aas
balas. Fazo o teu de ver, e trabalha por
ser homem .
Minba mii chorou, chorou e a final re-
signoo-se. Pegou n'oma medalhnha benla
da Virgem, qoe Iba fra dada pelos missio-
narios, e pendurou m'a ao peito, dizenio-
me qae Ihe rezasse sempre am Padre-Ncsso
e ama Ave-Mara,' qoado eslivesse para
eotrar em combate. Nunca faltei esse
dever, diga-o sem vargonha, nio porqae ea
tivesse medo, mas um homam de carnee
osso, e quando eo oavia o rrd, fsri ter,
teri, ter, teri lera das cornetas a tocarem
a fogo, pensava que poda muito bem nio
tornar a ver miaba velba, e affligia-me com
essa idea; mis, em rasando aquellas resa^.
sentia me mais alliviado, como se om aojo
me tivesse tralo am paso de cima do co
racio. E' Ato que ea Ihe digo, meu ai-
feres >.
O porta-machado paroa am instante para
lomar o folego, e para me deixar accender
am charuto. O clario pasoageiro e aver-
(1) Escaso de dizer que era esta a
cuoha qae o portogaezes liaham posto
general Loisoa.
te de mea, pai
c Eram. os seos aolevos a demonio do
pequeo, e-o que -vendada*, mea aliares,
qae nunca vi crianca mais linda da que
aquella., linha aos. olbos azues tio aeigos
e tio bonitos, que ea nio me fartava. de os
bejar e tal feitico. possuia o rapaao, que
em elle olhand de certa ma-teira, para a
gente, nio harta recosas Ihe coasa algama,
e parece-me qae, se este qoizesse a loa, a
m'a pedisse olhaodo para mim com aquellas
olhos, qae osis formosos nao> os tem os
aojos, ea dan em daado a barajustar como
havia'de arranjar amas azis para ir buscar
o que elie quera. .
c Por isso passava h aras e horas ao pe
d'elle em casa, a (azer-lbe chapos arma-
dos de papel, e lembro me perfeilamente
qae am bonet estragaei ea corlaad :-o para
Ibe servir na cabecinha, e qae levai um dia
inteiro a fazer orna espingarda com am pe
daco de madeira, em quanto o pequeo se
punca s cabritas em cima de mim, nio
toterrompendo um instante saqaelle chilrar
qae oes faz crer s vezes qae as cria ocas
sio passarinhos, acalentados 00 seio* das
miis pelo sopro de Deas.
c Emfim, termiooa o tempo da minba li
cenca. Nio havia qaem me tt'rasse da Por-
to. Foi oecessario que miaba mii me
maadasse embora, supplicaado-mo qae nio
fosse desertor.
t A esse tempo j mea irmio seguido
era am rapaz crescido, bom official do sea
oflicio de marceoeiro, em que ganhava o
sufQciente para amparar mtoha mii, e dar
ramo aos neos rmeos.
c Part ; depois. sempre qae poda, ia
ao Porto dar am braco em meus irmios,
beijar a mi da miaba velba, e ealefar-me
todo ao pequeo, por qoem- me baba va
cada vez mais.
Assim completei o tempo de serrico
Qaaodo me deram a baixa, disse comigo :
Ora, que roa ea faz ar para a trra ? Ea,
assim como assim, aio tenho offio nem
beneficio, poaco poeso ganbar, e, em vez
de alliviar a minha |famiiia, roa-lbe talvez
servir de peso. Em qaaato qae, se sentar
praca por oulro, sempre esse dinheiro jan-
toba de fazer eonta 4 minha velba, e servir
de algama coasa ao otea Pedrito.
c Era Pedro qae se chamara mea pobre
rrmo.
c Mea dito, mea feito ; sealei praca oa-
tra vez, recebi urnas doza moedas, porqae
entio as substituidas estavam mais baratas
qae hoje, peguei a'ellas, e mandei-as para
o Parto, onde serviram para as minhas
irmias comprarem alguns cordesitos de
ooro, qae ellas nanea tmbam <
vida. Pobre? riperigas /
tal eoUegio qceardau. O rapaz yucoa pos
si, sabe official e eu ea,*5i morreaios d*
alegra da primeira vec- qoe elle-pozar a
beodo.
* Qeelouctwas em r^w-eo scismara, meoaj
alfares! M*s> loucuraa- 00 nio 'jjucuras,
foi por causa- dellas qjee eu respond assire,
atoba velba-:
-.. O' cm'. vosseaec acbo- que faz
naabor, se deixar o Pedo vir cotaigo I ':
WtlHr isso oqae o rapaz abahr. de casa
oa.dia, e ir, sentar praca ah n'algum re?i-
tteQto, eodae-aio tenba-qoem olbo por elle!
Aestm. vai para o 16 eu l estn, nao o
detxo por p em ram ver.de, sempre lie
dou alguaz. cousa para o rapaz, se divertir,
qua islo do rapaziada. gosta de r aos toa-
ros e ao* atleqoins.. Depois, metlo-a no
HCallegio dos Nobres>. e sempre quera que
fftssomofif me diss*se. Sra. gaitera das
Sanios, o.que faria seainda vase eotraosbe
pela casa dentro o.seu Pedro- de biEda
cinta, com este broto da Ramio,por sama-
rada.
c Emfim, eu sato insist, eu tanto bita
Ihei qae a pobre- velbita. se por amor ao
'filho. para qae-elle nun dissesae que
estavAom pobre de Cbristo por culpa de
sua rali, coosecu em deiaa-lo partir.
Mas se m'o matam, se rajo, ferem,
se me de3feiam. aquella corinha da-om angi-
do de Nosso. Senbor!
< Nio. baja susto, mai, toroei eo,
[aqui est e.i>iquim Roraao que tem entja-.
do, l pe aj stias coalas, em aais de-triata
al-
io
accBes.'assaltos e escaramuc-as, oi) fallando
na miucaJha, que de mais a mais aodou
sempre a ver bem de perto, a cara dos ini-
migos. e que apesar disso nunca tecebeu
urna aala 00 fodaho; F*z.e vossena^c por
elle como rezoa por mim ; e depois, isto
de goorras j li vai. Agora paz e uniSo
eotr todos os portoguezes, como l em
Lisboa diz om ralo que vossemec nio co-
obece.
Emfim, a minha pobre mii. debolhada
em pranto, consenlio ; e d'abi a dias parti-
mos eu e o Pedro para a capital. Logo do
dia segainte aquello em qua chegaraos, o
mea irmio sentou praca.
XXVIII
l'M EPISODIO DE TORRKS-VKOHAS.
Pedro, meu alteres, continuoa 0 Ro-
mio, depois de um breve silencio, era 0
encunto de todos os oficiaes. A arosidade
da sua figura, 3 compostara das seus mo-
dos e a viva espeneza qoe mostrava, ti-
nham-lbe conquistado as affeicas de todos.
Nunca tinba urna falla no servico, era sem-
pre o mais aceado da sua companhia, e eu
pelo contrario, mea alteres, multas vez*-
leve reprehansoas do mea capitio, por nio
trazer o corrame e o armamento tio bru-
ido e polido como devia ser. Ora que
s vezas nio liaba tempo levava horas in -
fi litas a por o toreado e a corneta da Pedro
lzanles como um espelbo, a caiar-!he as
correas e a escovar-lbe as jaqufias. Pois
o pobre rapaz nio havia de ter taaibem a
saa hora de folia ? Dizia-'.be : Vai pas-
sear, homem, vai-'.e divertir, mas v l nio
faltas ao recolher. E o rapas ia e eu fi-
cava soznho na esquadra a ver se Ihe fal-
tava alguma cousa, e a limpar-lhe todo, a
lavar-'.he as camisas para poupar a lava-
dora, e at a engomma-las; pois que cui-
da, meu alfares? um homem dava saber
de lado. Assim que se arranja a vida.
* Ora pois, o meu Pedrito mereceu ser
(eito corneta de ordens do coronel. Foi
o'ssa qualidade que eo e elle flzemos a
campanna da Mara di Fonte.
V. S. bi de ter oovido dizer o qoe nos
padecemos. Nove meses de campanha, ca-
hindo-DOS em cima o invern mais rigoroso
que nanea rto a este paiz. Ea posso asee-
ido na s^Igarar-lhe, mea aiferes, qae ao mea Pedro
nanea altoa aada. Depois, nos sitios em
temoc,,. e o-corto qoo levoa a t6ima
avante coro toda a habiliiade. Hi. poneos
geceraes como ampolle, ma alfrez, soa eu
qoe Ifc. Oigo.
. Eu aio sei se V. S. eonbece Trres-
Vedras. E', orna-villa bc*ia da cjsas brac-
eas qpa desee pela falda de ama aaontanba
a nio 'ur os pee no > 'iy*andro, e estaca
diaote de outra mooianba frontei:, no c\~\
rao da.qoal est5a urnas ferlificagoes que fi~
cam afronte da cidadefla, com a qaal cra-
zara g* fogos q>e esmagso iaevjtavelmen'jj
que-D5.se arriscar a.ir-se-pftr borda do r o
sem ter tomado pnmeiro ou a cidadella ou
o fotto de S. Vicente, ojae assim me pare-
ce qoe se chaa o redacto fronieiro.
, O 16 foi encarregado de tixnar o ferie
de S. Vicente ; nio sei se foi mais algnam,
porqpe eu skvii o pjw se passava cano
mea lado, e nio despregava as olhos do
meu Pedrito, que es4va ao p do Sr. briga-
deino Taborda, que sra eolio coronel,, com
urna firmeza e intrepidez qce me envergo-
naivam a san, veibo soldado.das.esmpa-
nhas da ifcerdade, e qae tremia-como varas
verdes,, nio-por noioha cacsa, meu aiferes,
que j v?a muitis rezes a monto diante
dos olhos,. ra. s por elle. Dala mea quetdo
Pedro 5
. E o- rapaz,, todo animado, deouvido .
escuta, para nao perder urna palavra das
ordens. que Ibe transmillisse o. aos3o coro-,
nel, e- que tioaa de repetir na, erneta, nsm
pareca ouvir as balas que assobiavam .ro-
da delle.
* Tarabea quem havia de ter meci ao
p da coroael Tabosda ? Eavergonhava-ie
a gente de qoo elle nos visse o mais leve
tremor. Sempre ae hei de lembrar qoe,
eslandoo!6em cjlamna jorrada, passoo
por cima de n3 ama granada. Era a pri-
meira que recebiamos, a emSm, do primai-
ro movimeato ninguem se Iivra. Quando a
granada se approximo-.t da columna, todo o
regiment, sem querer e levado, como diz
o outro, pelo iostncto da vida, abaixou-se
ao mesmo lempo.
Que isso, 16 ?brada o coronel
Taborda, com a mesma voz, com o mesmo
gesto, com o mesmo socego com que nos
teria reprehendido na parada por termos
marchado mal, ou por nio havermos con-
servado o alinhamento has rodas. Firmes.
Nio quero ver nem am soldado a mexer-se
na forma.
c V. S. nio imagina, mea aiferes, ain
guem imagina o effeito qae prodaziram em
o aquellas palavras, proferidas per esse
vleme dos valeotes, que via a morte em
torno de si, sem Ibe dar sequer attencio,
pelo contraro, desafiando-a. O nosso co-
ronel conservou sempre, dorante a batalba
de Torres-Vedras. um cobrejio escarate
por cima da farda. E, qaando osSrs. offi-
caes Ihe perguotavam para que era aquillo,
dzia que ara para os inimigos o conhecerem
bem.
< Todos sentimos um impeto de raiva
cootrans meamos por'termosceiV.do aquelle
primeiro movimento, igual em todo?, e que,
em qaanto a mim, proa que foi obra da
instncio e nio de refiesio.
c Vea outra granada. Sou um seu cria
tem, >xi* da sotte qael ao Icoga no bo-
sisonta pareca qoe se amontoava a trovoa-
aa, e qpoj aqaelles ultisaos eches eram.o
ribombar deas trovss-distantes.
As-balas assobiavat j ao pede nos-
sos ou viles-; a cidadella pareca am inferan,
aio se ibe riam os maros, crcalos de
cha mam e de (amaga. Era un. vista bor-
rivel; pois olbe que ea eslava esfumado
a ellas soso aiferes
t, Sstavamos ne-silio rejado- peta arti-
lbaria, scemecavamos a ver a estrada qoe
seguamos orlada de morios e eridos dos
reg nsitos- que i.ao> adi-wite de nos. Entre
elles estava-mum saegeoto, qua recebera urna
bala oao sai onda, sei que era berrendo de
ver; linha a cabeca qora esmigaMaada; mas
apesar disas, nio morrera anda j-.agonisaM,
e no estertor virara e revirara os olhos,
como qpe supplLeand>que Ihe dessem um
tiro pora acabar oca os seus padecincoa-
los.
Fe-me aqoillo ama mprcssio dos de-
monios. A guerra.tem destas coisas, mea
alfares.
c Redro tambem ficoa amarello -icmo
do, j l vai o "lempo dos comprmanlos,
aem urna inclioafio de caber; > Iba fizemos.
O regiment ficoa immovel. Dipois vie
(1) Assim chamavam os soldados ao ma-
recbal duque de Stldanba.
(2) Daus, debaixo do ponto da vista me-
teorolgico. O governador de Gascaes, na
phrasa mililar, o Enle Supremo que sola
ou retem a saa bel-prazer as churas e as
tempestadas. Qaando se d ordena, para
algum exrcico, o soldado accrescenta sem-
pre : se o'governador de Ciscies qnizer,
isto se nio cbover,
urna, cidra. Vol'.ou-se para mim, e fas.asu
falla :.
Oh mano Rcmao, tu vaas-rae fasar nm
jura meato sagrado- pela alma de nosso pai,
e pela saude de nossa mii.
-. Para qaa-precisas lo de amtjara-
menio desses, rapaz? N3o sabes qp.a te
faco tudoqaaniciu qaeres?-
t Bem, aoste caso faae-me isto.
Onde iria aquelle rapazola da qeartoie
anoos aprender eslas coisas, mea alte-
res ?
< Eu qae sou, e sempre fai nm palerma.
fiquei assim a modo atomatada com a res-
[ posta do rapaz.
t V la, tornei, dize l a qae quero!
c Faze-me o juramente de camprkes
a miaba vootade.
t laro, sim, homem com seiscootos.
demonios: mas desembocae afinal.
t'ela alma de nosso pai, e pela soa*
de de nossa mil ?
Sim. Pedro, que remedio I
. Que havia ea de fazer, mea alteres ?
Ella olbou para mina, com om olhar tio
melgo, e qaando elle olbava assim para a
gente, ni a bavia recosar-lbe eoisa^qne pe-
disse.
t Pois bem, disse-me a Pedro, a von-
tade a qae tu juraste obedecer a segainte^
Se en fo? terido lio desastradamente como
aqaelle sargento, pe-me a bocea da toa
espingarda no oovido, a desfecha.
Oh Pedro tbfidei ea aterrado;ox.
tio exquisito e agoureiro pedido.
=^ Eotio antes, qaeres qae eo pade-
ca ?...
< Mas...
i Jurasto.
t O rapaz tinba razio. O juramento es-
tava feito.
t Acabivamos de descer o monte, e o
coronel, sem estar l com metas medidas,
sem nos deixar lomar um instante o folego,
lerou-ooslogo de arremettida i ponie. Ora
imagine V. S., mea aiferes, que deita a
correr por essa ladeira abaixo, mas acorrer,
a bom correr; qoaudo chega r terreno
chio, aioda mesmo que qor nio pode
parar, e sempre ha de dar quatro oa caco
passos para diaote antes que ceaetga sus-
ter-se. .
, {Gmttnuar'$&-na).
(I) A narracio aa batalba de Torres-Ve-
dras tem, estoa disso conreocido, muitas
ioexactides, que a seria fcil rectificar,
mas nio qaiz porqae, collocando-a na bocea
da om soldado, descrevi a accio tal qual
ella se conserva na memoria dos soldados
qae assistiram a essa sanguinolenta peleja,
com todas as sois inexactides, mas com
todo o sea pittoresco.
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