Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13109


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Full Text

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AMO XLVIII. NUMERO 132 *m ? i .
FAIA A CAfITAL B LUSAMS OIDS IAO 8 fAIA POITI.
POf (TM DMM l*OU<10*......... ........
Por mm drto idea ...................
Poruaannoid^n................ V*4
Caa aomero avulao..........?..?.,,,,
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60000
SXYIO
opiada**

AVISO
Rogamos aos nossos assig-
nantes. que se acham em a-
traso nos pagamentos res-
pectivos, que mandem saldar
seus dbitos, afim de evita-
ran que lhes seja suspensa
a remessa do Diario.
DIARIO DEPERNAMBUCC
KEGIFE, II DE JUNHO DE 187-J.
Adailalsf ra^o da provlnela
ifOQtea, ,1 hora da tarde, S. Exc. o Sr.
desembargador Francisco de Faria Lemos,
presideote Borneado para esta provincia por
carta imperial de 8 de .maio p. fiado, pres-
to-a o juramento dessa cargo oas maos do
presidente da litio, camira municipal do
Hecife e parante crescido numero de pes-
soas gradas e fanccionarioe pblicos, adrede
convidados para esse acto.
Depois do juramento, foi S. Exc. acompa-
abado por tolas as pessoas proseles al o
palacio presidencial, e ah lavron-se e fj
assigoado o acto de posse do goveroo pro-
vincial, e desde logo S. Ezc. comegou de-
rigir os negocios de Pernambaco.
A ramio que o goveroo imperial confioo
ao Eim. Sr. desamba'gador Paria Lemos
ardua e espinhosa, e certaaente nao teo
escapado as suas difficuldades ao espirito
esclarecido de S. Exc.
A administrado de Peroambuco muitis-
simo trabalhosa, qaer se a considere pelo
lado da oatorea e importancia das questues
qje parante el'a se agitaa, qaer se a enca-
re pelo lado da maltiplicidade de negocios
que esperam solacio 4o goveroo.
Dividir o lempo e bem emprega-lo as
vina dissimo j assampios administrativos e
ecooomicos, s por si constitue am proble-
ma bern difficoltoso. Se se accrescenlar
easa difficoldade as tantas outras que decor-
ram do choque continuado da respeitaveis
inieresses, e, anda, as mil e tantas qne sor-
gem cada momento das mais insignifican
ie3 causas; comprehender-se ha, sera gran-
de trabalbo, todo o inmenso alcaoce, toda a
importancia, da afanosa mss5o degovernar,
da s:ieacia de dirigir a sociedada da horneas
livres e Ilustrados.
Se, como disse Scrates, o governo n2o
foi instituido para regalo e commodidade
dos que governam, mas sira para beneficio
de tonos, fcil de averiguar que, emba-
ra tendo por base a justica, a missSo de go-
vernar tanto mais espinhosa, qoanto mais
elevadas s5o as aspiragoas da sociedade,
qoaato mais desenvolvidos s5o os seus
nietos de accSo.
A sociedade de Parnambuco est precisa-
manta naste caso com relagao mxima
parta da suas irmSas, na constellaca'o do es-
cudo brazileiro; e por isso sempre se nos
tem aifigorado diftkil e trabalhosa a admi-
Qjt:ac3j desia provincia.
Ao Etm. Sr. desembargada Faria Le-
mas, pora, sobram mutas aptides para
dirigir os dastno3 de 13) iotelligeDte socie-
dada, e canamente, cercado da auxiliares
valiosos, e mais que tudo aconselhado pelas
nze3 da sua experiencia, S. Exc. saber
coadazir-sa com aquella rectido, firmeza e
criterio de que tantas provas tem dado n'ou-
iras importantes commissoes com qne o
bonrou o governo imperial, e em cujo des-
empsnho se hoave S. Exc. contento de
tOMf.
Fazendo estes votos, seremos lelrzes se,
em demonstrarlo do apoio que offerecemoa
i sua administra(3o, podermos prestar S.
Exc. os servicos de que carecer e estiverem
ao nosso alcaoce.
I nata le lOO.OOOj'MO era entregas ao contra-
anla ea orestagooj de 13:OJO<030, sen Jo a pri-
meira quanl) for assigoado o contracto, a segun-
da, sei".- rosies depoif, a tarseira, seis metes depois
da segando, e a qaarta, seis mezas depois da ter-
ceira.
A arooraieegS o do- emprwtimo comegar no se-
gn 1) d?ceanto em prdta(3ai de 10:003*000 per
anno at li-ni pagamento. .
Passra era 3' discassao o projecto de le do or-
namento provincial.
Estavara nomeadjs para dirigirn) as offlcl-
nas de pedreiro, serralheiro, torneiro, carpina e
marcioeiro do estabelacimento de edncandos arti-
lles da provincia seta allenes mandados con-
trapar na Europa, e qae chegirara a Manaas no
vapor Arara.
S'gmram para o rio Purs no dia 8 o vapor
Petcador rebotando um bareo, no dia 13 o vapor
Americo.
- ii .. mi
,4
*r
T
TERCA FEIRA II DE JUNHO E 1812.

F
faia Mino I JORA da pao viicia.
Por sea tos dem. ....,...
?,*.....:::.: :
Poraaaao.dem...........]
roa* saa toa dem. ....,,.... i jam
Par aova dito. dem.......! .* .' .' .' [ [ %%&
MAJIBUCO.
eir de Faria ft Filhos.

v m i mmm i
fk Sn. Gerardo Antonio Alvea Pilhoe, no Pari ; Gonfihei 4 Pinto, no Miranhao ; )o*qmm Joee de Oliveiri & Fho, no Cear Antonio de Lmo* Brua, ao Aracetr ; [aria Jnlin rh.T n i
* M^w "**'au *7 ao mana Jniio Cnave, no Am ; Antonio Marqnei da Sifa no Natal JoU Jimm
Pera,ra d Almetda, em Mamangoape; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Joa Gomes, na llia da Panha; Belarmino do. Santo. Blelo, em Santo AnUo; Domingo. Jos da Co.ta Braga,
em Nazareth: Antonio Ferreira de Agolar, em Ooyanna; Francino Tavwea da Co.U, fltWa.; Al^e. d- C, na Bata; e Leite, Cerqnlnbo d- C. no Rio de Janeiro.


D.-ixon liontem as redeas da administra-
&0 da provincia o Exm. Sr. Dr. Manoel
do Nascimento Machado Portella, i* vice-
presidente de Pernambaco.
No curto lapso de tempo que dirigi os
segnos da alta administrarlo de Pernam-
bfte o Exm. Sr. Dr. Portella houve-se com
a mesma prudencia, criterio e circomspecta
justica, de que j tinba dado provas em
outras occastoes, em que lhe coube gover-
nar esta provincia, nos interregnos parla
mentares.
RBCIFE, 11 DB JUNHO DE 1871
Noticias do norte do Imperio.
Amaabeeea bootem em nosso porto o vapor
braiileiro Cear, trazendo datas : do Amazonas
20 e do Para 30 de maio, do Maranhao 1*. do
Cear i, do Rio Grande 6, e da Parahyba 9 do
correte : Bu o que colnemos.
AUAZON&S.
Cootinnava en sem trabalhos a Aseembla
legislativa provincial. Entre os mais importantes
projectes subaetuos deliberado dos ilustres
rapreseatantea da provincia, ba a consignar am
que aactorita a idmiaistracao da provincia a coa-
tratar com Jos paulino von Hoonholtz o abasteci-
DMOto da carne verde na capital. 0 contratante
obnga-se a fornecer, por espaj de SO anuos, o
gala aecessario ao consnmo da populacio da ca-
pital, tendo 1J0 rexei meniaas no primeiro qain-
qaeoato, ao preco flxo de 600 rs. o kilos ; iOO
rete* ao segando auioquenoio ao preco flxo de
300 n. o kiiog.; 300 rezet oa mais por mex no
dez anno3 leguiates, ao prejo de 400 ra. o kilo.
A nrovineia, por sua parte, dar por imprestimo
100:000/000 palo tempo de SO aonos, ao juro de
6 O/o ao ano, qae ser pago semestralmente a co-
ta^qu do segando quiaqueanlo em diaate. a
PARA.
Pela presidencia da provincii foram sanecio-
nadas e publicads as segaintes leis provineiaes :
Art. 1 F,ca o presidente da provincia aatori
tado a despender anoualmeote a qnaatia de dez
contos de rU, coa a libertago de escravos do
sexo feminrao.
Art. Para esse (im o presidente nomear
urna eommissao de cinco eidados qae a promo-
ver.
Art. 3* As enancas libertadas, serio entre-
gues ao juiz de orpbos que Ibes nomear tutores
idneos pdenlo deixal-as em casa dos qae foram
seus senhores, se merecerera coalhnga.
< Art. 4 As cartas da libsrdate sero confe-
ridas no. da em que a egreja commemora a pai-
xo e morte de Nosso Seahor Jess Cbristo.
< Art. 5* Fica o presidente da provincia auto-
rsindo a mandar pusar cartas de manumissao
aos escravos da provincia, d
Art. 1 Fie i- o governo da provincia autori-
sadoa mandar proceder aos estados, levantar as
plantas, e fazer os orcj melos com o flm de serem
presentes esta Asserabl na sua 1* reuniio das
iegumtes obras :
I* 1); daas Jocas, sendo ama ao sul, no
logar do antigo curro no porto do Sal, e a outra
ao norte sobre o igarap das Almas cora telbeiros
ao lado, para abrigo das pequeas canoas dos la-
vradores e de suas merendonas.
2 Da tres poates de embarque edesem
barque caberlas, sendo ama ao lado da dca do
Ver-o-peso, no largo do palacio do governo : a
outra em frente a travesa de S. Hatbeus no porto
desU cidade, e a 31 em frente travessa da liosa
no raesmo porto.
Art. 2* Para a boa nscalisa^an deseas pontes
poder o governo augmentar o numero dos confe-
reoles da recebedoria provincial.
Art. 3* Fica tarabem autonsado o presidente da
provincia a mandar levantir a planta e fazer o
orcamento para coilocar comportas as dcas do
Ver-o-peso e do Redacto e o,calaa-iaata.ao ter-
reno do antigo matadonro publico, tflra de'ser
presente a esta Asserabl para volar o crdito ae-
cessario.
Alfandoza renden de 1 a 29 de maio.......
337:912*904 rs.
O cambio regulava : sobre Londres 24 1/1 a
24 3/4, sobre Paris 990 reis, e sobre Portugal 120
a 125 O/o
Lentos no Diario d) Gran Para:
a No dia 18 de abril saiu de Liverpool, com
destino ao nosso porto, o vapor Duke of Edin-
burgh, am dos tres possantes rebocadores manda-
dos construir pela Public Works GonstrnctionCom-
pany, que contractou a construeco da estrada
de ferro doMideira, para rebocar as embarcares
que transportaren) 03 materiaes da via frrea.
< O Duke of Edinburgh deve ebegar ao nosso
port todo o momento. E' nm grande vapor de
ago, de rodas, cora capacidade para 150 tonella-
das de carga, alera do combustivel, que muito
carregado demanda apenas cinco ps d'agua, e
que ple rebocar embarcares de 700 tonelladas
de carga, sem prejuiso da marcha do vapor anda
mesmo contra as torrentes de 5 oa 6 milbas por
liora do rio Madetra.
c No dia 1 do corrente devia fater-se ao mar,
de Liverpool, ara grande vapor a belice, carregado
de materiaes para a empreza e qne Tonduz a seu
bordo os eDgeoheiros e operarios di companbia
que contractos a constrncijo da via-ferrea.
Conduz tambera a directora da companbia, que
se propee a subir o Madeira e seguir para a Soli-
via, percorrendo o trac, da estrada, de que. como
sabe o leitor, esio hi muito tempo ioieiadas as
obras preliminares.
< Est muito adiantada em Hull a constracQlo
das dez barges, de que ha dias demos noticia.
Noticias de Loodres do-n'as como qu >s promp-
tas a faserem-se ao mar.
t Devem atravessar o Atlntico armadas m hiate
e sua chegada ao aosso porto deixaro as mas-
trea^oes para seguirem para Santo Antonio. Tam-
bera ve muite adiantada a construeco dos dois
rebocadores eguaes ao Duke of EdMurgh e de
oatro grande vapor a belice orno o que em 1* do
correte ia sabir de Liverpool. Contamos com
toda a actividade yankee pira esta empreza,
que tanto de va contribuir para que no Valle do
Amazonas a vida, a prosperiJade- e a riquesa
desentranhem os opulentissimos thesoaros all
perdidos,
t Qaem pode calcular a importancia que esta em-
preza ve dar ao Para, qae pela seta poslo gso-
graphica, pela fertilidade do seo territorio, pela
abundancia de rios que cortara o Valle do Ama-
zonas em todos os sentidos abnndo facis vas de
eomraunicacao por milbares de leguas de sertdes
em qae esto amootoadas as mais fabulosas ri-
quezas dos tres reaos da natoreza, chamado a
ser o emporio do eomtaercio e da industria da
mais importante parte da America Meridional?
t Os dous grandes vapores a beliee a que cima
alludimos bao de ser eaprsgados no transporte
do material da via-errea, da Inglaterra al nosso
porto. As barges tomaro aqu a carga e condu
zi-la-bo para Santo Antonio no Madeira, qae am
dos trminos da estrada de ferro. Os rebocadores
facilitaro este servico. A empresa coustrutora da
estrada obrigou-se pelo sea contrato por ueste
porto, por mez 1,000 toneladas de materiaes, de-
vendo cime;ar a cumprir esta obrigacao em m-
tubro oa novembro prximo.
f Emfira, o Sr. coronel George Cbarcb, o audaz
iniciador d'esta grande empresa, deve aqu ebegar
em meiados de agosto prximo, (ando lair da
Inglaterra deve (er deixado ali indo concluido,
pessoal, materiaes e embaroagoe. Sua permanen-
cia no meio dos trabajadores ha fe reprodozr os
milagres de actividade, de qae temos exemplos na
eneorporacio da Madeira and Marmor Ralway
Company, n'ama praga em que refleeiiam as do-
lorosas conseqaeacias da cradelissima guerra
franco-aliemaa, qaando mais aceesa eslava a lata,
e na confirmadlo das concessoes feitas pela Boli-
via, qaando o poder e o novo annnllavam os actos
do dictador deposto, qne tora o concessionaro dos
privilegios e iaempcSes.
t Urna carta de Irytuia, datada de 12 de maio.
d-nos noticia do que as cheias do meado de abril
foram maiores qae as do flm de marco, de qae
entretanto aqu registramos lio consideraveis pre-
joizoi. Poaco tem desudo as aguas e as chavas
peridicas, que comecavam a ser copiosas, trasiam
sobresaltado o animo da popalacio, qae esperava
a todo o momento ter de lutar com ama nova
nnanjsclj.)*
< Faadeoa em nosso porto o vapor Progruu,
de 3 toaalaii e a elect, qae foi comprado ao
Miranhao pelo Sr. Stone para ser empregado em
a navegaco do rio Madeira.
J regressoa a coumisso qae f \ a Maraj
estudar as causas das innoo Jajoss da grande ilna
e os plaaos das medidas a adoptar para minorar-
ibei ai ierriveis consequencias. A eommissao q
sagnio d'aqui na madrugada de 13 do corrente, no
vapor Doju' da Companbia Fluvial Paraense, che-
gou a esta cidade aate-bootem (16) pelas 10 i|i
horas da manba. Apenas teve tempo para fazer
os estados preliminares, de que havemos de dar
nbticii em uosso prximo numero, mas estes esta-
dos sio to consceociosos que, a querer a autori-
dade por em pratica as medidas n'elles apobadas
[iremos a ilha de Maraj mais a coberto dos con-
sidernveis prejuizos que causam-lhe as innuada-
q5ss, e evitando-se a mortandade do gado em to
alta escala; como a qne ora tesos a lamentar, li-
cara a nossa p-ipnlago livre da ameaca de psre
cer a fome quando Maraj j nao poder torne :er-
Ibe o gado, qne iiaasi excladYameate o alimento
de todas as classes de nossa sociedade.
O itinerario seguido pelo ihfn' resolve o pro-
blema da navegabilidade do rio Arary. Nao e-te
o menor resultado da expedicao ao Maraj. Est
provado exbuberaotemente qne todo o curso do
Arary off rece, para navios de semelhaote capaci-
dade, navegagio franca e livra de quaijier risco.
O servico da conduegao do gado e das communica-
cos entre os habitantes da grande ilha tende a
melborar com este resaltado, qae devemos a via-
gera da eommissao Maraj.
< O tbesoaro publico arOTiaeial abri concur-
rencia para a arremaiacao da abertura/4i'urna es-
trada de 4-30 de largara e 33 i/i milhas de es-
tenso, a comegar do ponto abaixo "to faro Pac,
oas proximidades da primeira cachoeira da rio
Tapajj e terminar no rio Jana Xim, aarviodo
de base para a arremaiacao o prego de 1:000*000
por cada milba destacada, .
A zona de terreno banhada pelas aguas do
Tapajus das mais ricas de productos naturaes
das riquissimas trras do valle do Amazonas. A es-
trada projectada, evitando a zona emparcellada do
rio, facilita as*commooica(3es e, eonseguintemente,
estabelece commodidides para o transporte de pro-
ducios dos tres reinos da natoreza, qae a aclivi-
d.vJi! humana ha de aproveitar cora vantagem,
porque sao fontes de grandes riquezas.
t No dia 5 de maio deve ter sabido de Wil-
mingtoo. Delaware (Estados Unidos) o noto vapor
Teixeira <& Auiz.'qae os seas propnetaros a Srs.
Teixeira & Raz destinam a navegaein do Ama-
zonas e seas aflluenies
< No dia 22 de maio, consta da participacao po-
licial, publicada nos joroaes desta capital, foi pre-
sa nma mulber de nome Bsnedicia, para seguran-
ga, e a ordem do Sr. Dr. chafe de polica.
t Essa mulber considerada eterava do Sr.
Anastacio de Souza Monteiro, embora seja de con-
digo Itere, como adame se ver.
Ha seguramaaie cea anuo?, que os ascendan-
inf-liz creatura foram'redolidos es-
sendo a sua prole al hoje considerada
lee dessa
ara vi lie,
como tal.
t Existi no Para, no tempo do goveroador ca-
pito-general Fernando da Costada Alhayde Teive
(1763-1772) o sarganto-mr Joo Ferraira Ribei-
ro, bomem de elevada posico social, e senlnr de
um engenho denominado Ribeira, situado no rio
Moj.
Em 1770, pouco mais oa menos, vleram de
Lisboa para c em um navio, que tronxe os habi-
tantes da praga de Mazigo do imperio de Marro-
eos, os quaes foram mandados povoar a amiga ci
pitania do Grao-Par, indo mais tarde formar no
Amazonas ama villa a qae se dea o nome de Ma-
zago, s mesmo da praga par elles abandonada as
fronteiras da Duquella sobre o mar A referido imperio de Marroeos; nesse terapo, e oes-
se navio, eomo amos dizendo, velo de Lisboa
para c ama preta de nome MarianoRosa, natural
daquella cidade, trazendo comsigo orna lilia de 7
a 8 anuos de tdade, chamada Mara Rosa, baptisa-
da na igreja de Jasas Mara Jos, era Lisboa. E-ta
crianga era lha de om preto de nome Jos Fer-
oaodes, tambera natural de Portugal.
Marianya Roja, chegaodo ao Para, f j com sua
lilha para a casa do sargealo-mr Joo Ferreira
Ribeiro e mais larde para o sea sitioRibeira.
1 Saudades e recordages dos seas affectos com
o pai de sua fllha, flzeram com que Marianna Rosa
erapregasse esforgos 00 sentido de alcaogar qae
para c viossa esse hornera, o que realmente con-
seguio, iodo elle tanbem domiciliar-.se no sitio Ri-
beira, oode effctuou o seu casamento com aquella
mulher, qae por elle tanto se desvallava.
Anda existem pessoas desse sitio, e outras
que sabara a fundo do qae estamos ligeiramente
escreveodo, pira levar a justica a inteirar-se da
verdade.
Jos Feroaodes, sua muluar, e sua Giba vive-
ram, pois, sempre considerados como livres.
< O sargento-mor Joo Ferreira Ribeiro foi pre-
so para a fortaleza da Barra, por ordem do gover-
oador Atbayde Teive, por cansa de am briode que
levaotoa em am jaotar, que dra em sua casa,
toroaado-se com isso suspeito ao goveroo, seodo
oessa occasiio tambem preso om seu escravo m-
talo de ooma Calixto para averigoaedes a respeito.
O sargento-mor, seotiado-se ferido nos seas bros
e na sua dignidade, soicidou-se na prsao, toman-
do ama beberagera toxica, cajos effeilos pernicio-
sos terminaram lhe a existencia.
c Parece qae d'ahi data a poca da eseravido
daqaellas (res creaturas, de que nos temos occa-
pado.
c Morios Jos Fernandas e sna mulher, fleoo-
Ibes a (ilha Mara Rosa, que morrea ha poaco tem-
po. Mana Rosa leve daas Albas de nomes Barba-
ra e Lizarda, que ainda vivem, lando estas mullos
Qlhos.
c Barbara e Lizarda foram depois libertas por
seas seobores, qae Ibes eoocederam essa esmola,
em retribocao dos bous servigos, qae deltas rece-
beram. Seas Albos, porm, sio anda escravos,
apezar de serem livres os seas ascendentes.
< Das informagdesv qne colnemos sobre o faoto
desse escravisamenlo, ebegamos seguinte cou-
clusao :
a Sabendo os escravisados, qae eram livres, nao
tmbam remedio seoo sapportar o capveiro, com
aedo de fazerem raclamaces, que poderiam ape-
nas ser altendidas pelo azorragae daqaelles lem-
pos d'EI-Ret nosso senbor, em que am fidalgo cer-
lamente oo tolerara qae pretos pazessem em da
vida a repatagao, de qua gosavam peraote o con
ceito das autoridades e graodes da trra.
c Poram, pois, esses ofelzes, de mais a mais
fra da capital, viveodo longo das vistas das auto-
ridades, e passaodo como escravos de pas a Albos,
com suas descendencias, sem ter por si ama alma
caridosa, qae tomasse o encargo de pugnar por
sua causa, cansa santa a justa, na qnal ninguem
at hoje teem querido fallar, com receio sem da-
vida de acorrer no desagrado deste ou daquella,
em poder de qaem possa existir como escravo um
membro dessa desventurada familia I
1 Bekkdicta, qae considerada ucrava do Sr.
Anastacio de Sooza Mooteiro, Alba de- Lizarda, e
bisoela de Jas Feroaodes e Marianna Rosa ;
ama creatura livre, qae est presa para seguran-
ca, e qne nataralmeote lera em retribuigao, por se
baver evadido do podar do seo senkor, o azorra-
gae, que lhe presereverio as regras da obediencia,
em qae o escravo dsve viver.
Exiiiem militas pessoas dessa familia as con-
dicoas 0* Benedicta, consideradas tteravas e como
uet viveodo sem cansa, qae a tanto as obrigae.
Nesta capital e pelo iaierior da provincia as amo-
encontraro mullos membros dessa familia
Visada.
j'rbar' e Lizarda, daas mulheres maiores de
70 pos, existem oa villa de Muao ; com ellas e
a92 ?rraG* (JU8 (l9'xara,3 escripia, a autori-
dad Mber todos os precisos esclarocimeotos pa-
ra srtiAcar-se da verdade do que temos eouo-
cia< .
k prensa qae compre grato dever, aooua-
Cld OTactosi desta oatoreza, pe de parte as con-
s^oe Mes, que at h ije teem abafado a voz da ra-1
zao, nieando o grito de maitas conciencias, qae
sari n impoliulas, se nao coaieotissem que ba
cem iooos corra am crime impuna um crtme he-
diott o, sem elamaram justiga em favor das vic-
iima I a mpreosa prosegair por saa parte, oo
aban ooaodo esta qaestao, sem que veja triara-
pbar a causa da jastiga.
eoedicla est talvez encarcerada na cada
poblaa desta cidade. A' vista do qae temos oar-
n Te M eond5io d Bn|n8r ''", o Sr.
Ur. enefe de polica nao {.la e era deve eooseo-
tir mais em semelhaatepriso. Seja a infeliz de-
positada, at que a jastiga pronuncie o sea aresto
soorelella e sobre tolos aquellas que ftzem parte
de aaja desdilosa familia.
Coraega a reparago das dores qae soffria am
dos n)embroi da familia de Jos Feroaodes e Ma-
rianna Rosa, qae segaodo provassos haotem (25),
esta fcscravisada ba cerca de am sculo. Bsae-
dicta cujos avs eram livres, qae viveu at agora
escrava, qae at bootem eslava eocarcerada na
cadeia publica par, ser talvez, tortorada com o
az irrigue do carrasco, a desventurada mulher
que descende de progeoitores livres e cuja vida era
ora aneo Jal de dores oas agonas de um duro
captiniro, foi j retirada da cadeia e est oa casa
do Sr. subJelegado do terceiro distrelo da capital
Foi um acto de justiga o do Sr. Dr. chefe de poli
eia o que abri o esreere da pobre mumer. Res
ta agora quebrar as aigemas de escravo que a
malvidez sellou-lbe nos bragos e aos de todos os
seus parales. >
N da 4 de maio sabio de Liverpool, com
destino ao nosso porto ojvapor inglet Elf, qae con-
duz a sea bordo os eogeobeiroa aaaebinistas qae
teem de dirigir os trabalhos d> va torea do Mt-
^Hamor.e materiaes da mesma empreza.
tlf o vapor a beliee de qae ba das aanuocia-
mos a sabida da Inglaterra con o possaote rebo-
idor Pu t of Eiinburgh. Sio ambos esperados
lomelo.
usiiga publica nao encaroo eocaiadifferen-
a narrago acerca dos otes oscravisa-
a historia referimos di a lo deste mez.
que o Sr. Dr. chefe de polica tea dado
as providencias qae reaaer um caso lia grave ; e
eremos qne a repraeio dos males dos miseros,
que tanto teem sjffrido, e qne anda soffrom, nao
sera (arda, sstpols 40c rmpanos a tepadagamoj
l "^2 ,a,ro' qa<1 raTOhria a fCH da saa I i-
< A aarversidade de borneas degenerados pode
por mano tempo fuer estrebacbar as agonas e
horrores da escravldio corages' talvez heios de
impulsos oobres e generosos, amitos dos quaes te
rao at su;eambdo lacerados pelos tormentos das
suas dore moraes; porm a jastiga de Deas, qae
as vezes tarda, mas que oo ralba nunca, ba de
inspirar agora a justiga dos borneas para que na-
da filie a completa reparago dos martyrios eotre
os quaes se tem debatido os membros da desveo-
turada prole da Jos Feroaodes e Marianna Rosa,
cujo bergo existe as trras livres de Portugal.
bergo tambem da nossa infancia, a que nos ligam
lagos estreitos da mais legitima frateroidade.
MARANHAO.
Prosegua em seus trabalhos a assembla pro-
vincial, tendo sido mandado imprimir os seguioles
parecer e projecto:
t A eommissao de obras publicas, julgando de
grande utilidade publica a va ds commuoicaco
proposta por Evaristo de S, presidente da com-
paohia Ferr Carris deS. Laiz do Maranhao, e to-
maodo na devida coQsjderagio as razes apreseo-
tadas no reqaerimenlo do snoplieante, subraeite a
approvago da assembla e seguale projecto :
< A asserabl provincial resolve :
Art. i.* Fica o governo da provincia aulorisa-
do a contratar com_ a compaohia Ferro Carris de
S. L'iiz do Maranhao o estabalectmeolo de orna
via farrea a vapor, da btola estrella e no syslema
mais moderoo, a goal comegaodo no Cutim e bi-
furcaodo com a liaba actualmente em coasiroc-
ga o, terminar na margem do Tibiry.
< Art 2.* As bases do contrato serio as se-
guioles :
1.a Garanta de jaros de 8 por cento durante
15 aonos at o capital da 400 contos, licando po-
rm eoteolido que, se a receita fr inferior a das-
peza, a provincia oio pagar o dficit, e apeoas 8
porceoto do capital. No caso contrario pagarauui-
camente a differenga entre 8 por cento e a renda
liquida definida no contrato.
i 2.* Dentro do prazo de 5 annos, a eontar da
eooclasio das obras ali Tibiry, Ac a eompaobia
obrigada a prolongar a via forree at a Estiva as
raasmas coadigo ;s do paragrapho antecedente, e
no caso contrario teri a redaegio d doas por
cento sobre a garantia dejaros concedida ateo
Tibiry.
3 3.* O goveroo ter nm eogeoheirole sua con-
(langa, qae acompanhar a construego das obras
de modo a verificar s capital despendido, que ser-
vir de base para o clcalo da garantia de jaros
durante o tempo da construego.
I i.* As obras comegiro deotrs do prazo de
am anno, a contar da assignatnra do contrato, e
estario concluidas 2 anoos depois, sob pena de
nullidade, salvo caso de forga maior justifcalo
peraote o governo.
> Art. 3.* O governo poder fazer no presente
projecto as modiAcages qae jalgar convenientes,
meaos dos U 1 e 2 do art. 2.*
Art. 4.* Ficam revogadas todas as dispofigoes
t Agora propde-se o Sr. Dr. Mirtiniano Mendes
Pereira a fazer outra eomailagao ; como, porm,
o seo systema diverso, a comegar da primeira
legislatura, 1835.
t Sio estas as basss qae vai apreseotar o Sr. Dr.
Martiniano, as quaes o goveroo, confrontando com
as do Dr. Ovidio, decidir se merece preferencia i
1* Compilar 00 primero anno as leis em vi-
gor at 1870 em um volme e os segaintes em vo-
luraes separados.
2* Indicar nestas compilagoes por urna simples
referencia as leis sobsequeotes as que Gootiverem
disposigoes idnticas s ultima".
3* Apreseotar someote em resumo : | as leis
oa artigas de lei qaa estiverem era parte revoga
Jas oa sem vigor ;
- 2* As qae cooiverem am s artigo coocebid
em termos breves ;
3* As que nem estando revogadas nem sem vi-
gor por qua'quer motivo j prodaziram todo o seu
elTeito ; como as que cream cadeiras de ensino,
comarcas, villas, freguezlas, etc., mas sem marcar-
Ibes limites, e outras samelhantes ;
_ 4 Designar com a nota sera vigoras que
nao obstante nao eslarera expressamente revoga-
das, j bao tem vigor nao s por serem diversas
as cirenrastancias que aconselharam a sna pro-
mulgago como por outro qaalquer motivo. 1
No dia 18 a loja raigouica Firmeza Uaiio 2'
celebrou sessio solemne para posse das dignidades
qae nao de servir este anno.
Esteve brilhante e concorrido o acto, sendo o
ban jaete maito bem servido. Porm o que mais
abrilhantou a festa foi a chave de ooro cora qae
boje os brasileiros techam as suas grandes solem-
nidades publicas ou particulares a lberdade de
escravos.
Foram alforriados os seguiotes :
< Laura, mulata de seis aonos da idade, do Sr,
Joio Gualberto do Carvalbo, e Mara, mulata, de
quioze mezes, de D. Caodida Rosa Soares.
tilas se chamaro Laura Firmeza e Maria Fir-
meza, por gratidio a loja que as liberlou. >
Est nesta cidade, viodo de S. Beroardo (Cea-
r;, e acba-se bospelado em casa do'Sr. Paixio
Cearease, am homem sem peros 1.
Chama sa Felicio Jos de Qaeiroz, e tem 27
aonos.
em contrario.A. E. Almeida Braga. -Ignacio F,
da Costa.F. L. Ribeiro da Silva.
A receita da provincia no exerelcio de 1872
1873 foi oreada em 738:8904800 e a despeza em
732:450* 140 rs.
Acbava-se no exercieio de secretario do go-
verno da provincia o Dr. Antonio Pedro Ferreira
Liosa.
A alfandega rendeu de 1 a 23 de maio......
193:681/639.
Lemoa no Paiz : _
O Sr. 1* leante Jos Maria de Nascimento J-
nior foi em coatmissio ao Piauhy para escolher o
lagar em qae deve ser collocado o pbarol distri-
buido aquella provincia. Bseoibeu a Pedra da
Sal.
c Diz elle qae poderla ter designado oatro lugar
melbor, mas, em territorio do Cear, qaaoio o Am
de sua eommissao era ascoltur em territorio piau-
hvense. A nao ser a Paira do Sal, oa eutros la-
gares sio comoros da aan movedtea, na tamaa
impoisival a cotlocagio do pbarol. >
( A &ra. D. Olivia Rou da Silva, antes 4 se-
gair pai a Europa, eoacedea lberdade a sua es-
crava Mari Jos, muala, de tdade de 12 annoifaffl
naVw em S. Vwaaaa Ferrar, D. Anaa Mi- ch
cbaaila Garca Serra, viava, deiaado forros 13
escravos, e confirmando em testamento a alforria
da mais S qae bava libertado por carta. Daixou
algans legados de aera vos com a eondigie de A-
carea livres por mora des legatarios. 1
f E' intuitiva a ecajsidade de compilar metbo-
dicamente a legislago provincial O governo, as-
sim pensando, contraan esse servico com o Dr,
Ovidio da Gama Lobo, cojo prercjturo fallecimeoto
In cooi qae o trabalbo aio f jjse alea de 1351.
Apezar de ter todas as facoldades intellec-
tuaes como qoalqaer outro bomem, nio ter defai-
to oos bragos ou oa vista, seas paes, que sao pe-
snss pobres, oio Ibe mandaran) ensinar qualqoer
cfOrio, nem ao nwnes ler. Vive da carldade oa-
blica
c Transporu-se com o auxilio das raaos de am
lagar para oatro com a maior ligeirasa, sobe e
desee de ama eadeira com muta facilidade, e as-
sim deita-se na rede.
Dixem-uos que anda a cavallo, seguraida-se
como o mus dextro esvalleiro.
A naturete, nfoib dando pernos, elle tem
supprido essa defelto, acoatamando-se a servir-se
das mos, e da grande forga muscular de que
aotado, de modo a tornar menos senslvel essa
falta.
t Nasceo assim e nos disse elle que apenas tem
uns como botes da carne onde deviam ser as
panas.
E' um phenomeno coriosissimo.
piaouy
O presidente da provincia, Dr. Pedro Alfonso
Ferreira, tinha ido villa da Manga aOm de ob-
servar a cachoeira qae erabarac a navegaco do
ro Paroabyba.
Lemos no Piauhy :
Ura negro de nome Raymundo, ha poneos
das, no termo de Valenga, degolou e mutilou ou-
tras partes do corpo de duas innocentes meoinas,
filhas de Roque Pereira da Silva.
e Semelhaote crime teria Acado impune e occul-
lo oas trovas, talvez por muito tempo, se a provi-
dencia divina nio o denuaciasse pela vi mori-
bunda de ama das victraas de taraanha ferocidade,
a qual, apesar da degolada, anda viva, qaaodoao
logar da carniGciua ebegoa o desventurado pae
das infelizes, procuraodo, afflicto e desesperado,
saber quera tinha sido o antor de semeloanle mal-
vadera.
Urna das meninas qne ainda dava signaes de
vida pode ainda pronunciar estas palavrasufoi
Raymundo, escravo de mioha lia Raymuada. Em
vista do que o consternado homem procurou logo
o sahde'egado do 3 districto de Valenga e nar-
rou-lha o occorrido : este rene iramediatamente
urna escolta e no di? 4 conseguio prender o mons-
tro, amor de lio crueis assassinatos, o qual tran-
quillo estava trabalhaolo em urna roga.
c Levado apresenga da autoriJade e interroga-
do, confessou o crime e accrescentou mais que
concebendo a ideia de desvrgioar a meoina mais
velha, e sabendo que ella e sna irmisinba linbam
da vr da roga para a casa sos, veio esperal-as de
emboscada no caraioho, por onde trabara de pas-
sar e sarprehsodeodo-as iratou logo de matar a
menor para nao denancial-o e apoderou-ss da mais
velha, para satisfazer seus araados intentos, o
que nao podando conseguir peta resistencia qae
eacootrou da parte delta, e mais ainda oelos la-
tidos e deotadas que lhe dava om ci, de qae
eram ellas acompaohadas, matou-a tambera como
Acera com a primeira, e escondeu-se por traz de
urna moita* perto mesmo do estrada; voltando em
seguida para a roga a trabalhar e onde foi encon-
trado e preso.
< A menina que ainda pode articular afgumas
palavras, que deounciaram o criminoso, talvex a
essa hora tan ha deixado de existir, pois Acara com
a garganta toda cortada, em estado de nao poder
receber alimento algara.
ceara'.
. Alfandega rendeu no mez de mai.........
132:1371848 rs.
L-omos oa Contiluigo :
< Ante-bontem (2 de jaobo) teve lagar, no so-
brado do tenente-coronel Albano, nm expleoJil
banquete offerecido ao Sr. commendador Lacena
por seus numerosos amigos, como nm penbor e>
gratidio pelos rautos e assigaalados servicos, qn-*
S. S. ha prestado como chefe de polica d'eeu
proviocia, e urna prova de aprego s eminentes
qualidades que o destingusm, e o tornara credor
da estima geral.
0 festiin esteva realmente magoifico, con-
digno dos raerecimeotos do illnstre persooagem,
quera era offerecido, e dos distinctos cavalbeiros.
qae o briodavam.
A coocorreocia foi irameosa, assim de dama',
como de cavalbeiros. de nossa alta sociedade. A
alegra e expansibilidade dos convivas demons-
tra va a syrapathia e aceltagio, em qaa ti do o
Sr. commendador Lueena eotre a gente mais qua
lineada desta capital.
A meza, alera de abuodaotissima, sobresabo
pela aniraagao e ordem, qae n'eila reioaram.
Varios briodes foram erguidos, ao som d^
daas bandas de msica, dos quaes meaiionaremos
os mais importantes e signiAcativos.
Do Sr. commendador Canba Freir ao Sr.
commendador Lueena, a quera cobre de bencos
a proviocia pelos beoeflcios qoe Ibe tem propor-
cionado S. S. no periodo de qoasi irez annos d>
saa sabia, honesta e beneca administrago poli-
cial.
t Do Sr. coroimndador Lncena aos Srs. com-
mendador Cunta Freir e tenente-eoronel Jasta,
cavalheiros dislioctos e respeitaveis, a enjas boas
servigos maito deve o progresso desta floresceati
provincia.
Do Sr. Jo venal Galeno do Sr. commendador
Lueena e S. Exma. familia.
Do Sr. tenente Aotero Albano ao Ex. Sr.
eooselbeiro Jaguaribe.
Do mesmo ao Exm. Sr. desembargada Tris-
tao, parlamentar distlneto.
Do Sr. tenente-coronel Joio Tbeodoro ao Sr.
commendador Cooha Freir.
Do Sr. tenente-eoronel Jasta ao Exm. Sr. con
seiheiro Figueira de Mello.
< Do Sr. commendador Lacena ao Sr. raajr
Carneiro, como am dos auxiliares mais distinetos
e estorgados da polica d'esta provincia e amigo de-
dicado.
< Do Sr. commendador Cunta Freir aos emi-
nentes ceareoces que tanto bonram a esta provin-
cia com os seos aomes, os Exms. Srs. conselhei-
ros Jos da Aleocar e Baodeira de Mello.
< Do mesmo Sr. ao Sr. tenente-eeronel Joa-o
Tbeodoro, militar brioso e distioeto qoe man >
honra a importante classe a qae pertenee.
t Do Sr. commendador Lacena ao Sr. commen-
dador Joo Aolonio Machado, digno commaodaut
superior da gnarda nacional d'esta capital.
Do Sr. J. Galeno ao virtuoso Sr. conego Bra-
veza.
E flzeram-so muitos outros brindes que dei-
xamos da mencionar por nos falhar a lembranga.
terminando mesa com o briode de boora levan-
tado pelo Sr. commeodader Lncena a 8. M. o Im
perador, briode qoe foi carrespondido por todc n
com caloroso entbusiasmo, tocando as doas bao-
das de msica, do 14 e da polica, ao mesmo tem-
po o byrano nacional. >
RIO GRANDE DO NORTB.
O Sr. Dr. Paoiino Ferreira da Silva foi, afl-
nal, noraeado promotor publico de S. Jos de Mi -
pib.
PARAHYBA.
Nao se realisou a abertura da assembla pro-
vincial, no dia 1 do correte, por s estarem na
capital os deputados : Meira Heoriqaes, Moreira
Lima, padre Patrieio, Trindade, Benedicto. Rodol-
ph-o Gomes.Claudiano, Cbrispim, Samuel Hardman,
Lourengo, Augusto Carlos, Marcolino, Porfirio, Ja-
venal, Meodes Ribeiro, Miguel Peixoto, e Manoel
Carlos.
Lemos no Jornal da Parahyba :
Recebemos noticias da votago do 2* districto
da provincia para ura deputado assembla ge-
ral, que devia substituir o nosso sempre lemorado
amigo, desembargados Assis Rocba, na cmara
temporaria, dissolvida era 2 de maio lindo.
< O resaltado de lodos os collegios o seguinte :
Manoel Porfirio Aranha 180 voto*
Dr. Francisco de Assis Pereira Pocha 23
Dr. Leoiardo A. Meira Henriques 14
< Foi preso em flagrante na cidade da Areia.
no dia 20 do mez passado, o individuo debime
Galdino Beroardo da Silva, como passador de no-
tas falsas de 20., em cajo poder encontrou-se a
qaantia de 1:1004, em cdalas, do referido valor.
Est seodo processado pela autoridads compe-
tente. >
c Por cartas recibidas da cidade de Oeiras, an-
liga capital desta provincia, veio ao nosso conbe-
cimento am faci horroroso qae ali se dea em ple-
no dia em urna das pragas publicas da referida
cidade com meoosprego a le e as autoridades, qae
por saa parte nada zeram, conseotindo qaa se
reiirassem inclumes os autores de um grande
crime, qae pela ostentagio com que to pra'.cado
ainda mais deve merecer a attengao dos poderes
pblicos.
t No dia 9 de maio, na occasiio em qaa 8a igre-
ja matriz se celebrava a festa da ascengao do Se-
nbor, Francisco de Paula Caoba, seo cunhado Eli-
slario Pereira de Macedo, um Albo daquelle e um
sobrinbo de ambos, entraran na cidade das 10
para as 11 horas do dia a frente de nm grupe de
horneas arma los,superior a ai) pessoas, a diri-
giado-se a casa da residencia do capital Antonio
Joaquira Portella Lima, oode nao o acharara, al-
eaa>earam-uo todava em oaaa da viava D. Ansa
Rosa de Carvalho e Sonza, que saa visinha. Es-
ta senhdra oonhecendo qoe U6s borneas iraziam
flus ainistroc pela attitude hostil qae apresenlavam
prodnroo feehar as portas ds sna casa, cus de*
batel, prgate Jogo foi esta invadida por laos sce-
Iarados qne arrestando para o meio da roa a po-
bre victima da mais brutal ferocidade (O Sr. Por-
il'a Lima at completamente cege) espanearam-
'Mrivelmate, dispiram-no, deitaram-lhe nm
lystel de pimenta e amarraram-lhe a bexiga ao
pescogo, dando-lhe por Am o soabudo Francisoe
de Paula, bem como sea cunhado Elisiano, que
pessoalmente deiton-lheo ehlystel,rauitas bofeta-
das. Em quanlo es malvados puoham em pra-
tica o san negro intento, alguns da comitiva toma-
vara ai entradas da praga, afira de que a infeliz
viteima nao podessa ser soccorrida, e logo que
eansummaram a obra de tanta parversidade, pro-
romperam em vivas aos .cheles de tio ousado
commaitimento,
PEBNAMBCO.
ASSEMBLA PROVINCIAL.
No discurso do Sr. -Olvopio Marques,
publicado no Diario de i do correte, na
6* collumna da Ia pagina liaba 24, em la-
gar deom deve, la-seam deaar ;
oa 2* pagina, Ia columna, liaba 2o, em la-
gar deconveniencia de utilidade, la-se:
conveniencia ou utilidade ; na liaba 14*,
em logar dedo projecto, la-se; ao
projecto; na liaba 17*. em logar deFoi,
la-se :ai; na Uutaa 86*, em logar
dea seguinte idea la-se, o seguinie :
idea; oa linha 5S\ em lugar deeocom-
modou, la-se iocommodou; na linlu
90*. em lugar deaqu; e nao pode,
oa liaba
la-se :
lase :aqu qoe Dio pude;
102, em logar deeotrado,
entrada; oa linha 158a, em logar o>
dito, la-se : visto; na liaba 199 em
lagar de Apparecea, la-se i appara-
cem.
No discorso do mesmo Sr., publicada oo
Diario de 8 do corrate, oa liaba 24a, em
lugar decomo do consulado, la-se:
como o do consulado; oa liaba 80 am lo-
gar deporm o ebefe, diga-se:aoa o
ebefe; e oa liaba 88a, em legar deqoaato
a repartidlo, la-se :qoaato as reparti-
eres.
REVISTA DLAEIA.
DINHEIUO.-O vapor Para trouxe para :
Joaqaim Jos G. Bsltrio Ji^dQtjp
Alves A C.
Joio F. de Fjmeiredo 1:
Dr. Joio C. Badeira de Helio
Tasso Irmio
Francisco Jos da Costa Gaimares
O vapor Cear levon de nossa praga :
Para a Parahyba ii:87SU40
. o Maranhao 6:000*000
< o Pari 81:000*00
ILLUSTAg.\9 UEFAMl>L.\,- Yteram neUi
w
164*000
111*000



&\t.\ u Jt a it Agm a^f
'tM
*t fOTnamktic. fc 'fcrr.a feira 11 d Jupho d 1812 | 033f* ^ .HVJX QKKA
'

Gironde os ns 19 e 10 do jornal madrileo. H'-
ru^ao Hespankola < h> icnin, qae
torna roais apreciavel, qner pela variedad* e inte-
resse de BaMpavuras, qiaer -peles iwpowanfcs
escrlptos ^fl Noj pceseates ns. notam-se j>s
retratos de Samul Morae, o inventor do telegra-
pho elctrico. JeI>. Leopolda Celo, mvo ieade-
mico do S Wllieado, de O. Bastequto Otar, gene-
ral carlista, e dos merobros do (ribuoal da arbi-
tragem na qoestio Alabese; bera can.as da exposicao de Lyataaugarada o> i-de maio
ultimo, e a da expo^po anrver Austria em 1873.
C ntinna a assignar.ee na ras do Bom Jetos -n.
5, primeirn aodur.
GaPUNGA.EseWWm -noe desta fregaeiia :
Qaando lavra a escrenga religiosa em lao
alia e.-cila, quando m propal se av.a o e*to
.1ar,e implo da-hbeF#le d eonscieueia sern lieai-
tes, qnando a litar ti nttemlca en hediondo
eolio contra a religio ffo"frucificido,'rju*aodo fi-
nalmente os apostlos de falsas douinnasprocaram
om furor satnico destruir a aotoridade do sue-
cessor de S. Pedro, o santo padre Po IX, admira
cerlamente que o acrisolamento religioso, que a
piedad* ne'.a pugnado erro contra a verdade in-
finita cada vez mais cre.-g, cada vez mais valente
e eficaz se ostenta na aostentaco dauoila
da e perpetuidade da igreja caiholica, na suslen-
tr.r;&4a rel'gtS? do'mariyr de G>lg K assim que se tbser/a em cata anno que se
l'Cfde roainr fervor pela be:ia, salutar, e lao ge-
ral devocio do mez deJiaria. Ueem nao v oeste
racto prodigioso o dero da Providencia Divina ?
Q em nao eonhece que a milicia do co,quede-
tende o rei dos reis dos Vaques e v.laees de
sua sania lei
Tiveans oecasiio de ver o exereicio do mei
mariano em diversas igrejas, as qaaes livemns
satisfago de apreciar e ljuar o espirita religioso
dos fien que a ellas concordan, mas eoire todas
essa* igrejas deslingoimos a de S. lo do Man
gninhi, matriz provisoria da frtgiezia da Capan-
ga. Ali a devogiTte Ui de moflo o mais edifican-
te, ja pelo resietto, reculhimento, e^unecio mesmo
qne se observara nos que concordara a casa do
Senhir, j pela harmona do canto, e j pela esco-
Iha da- oraeoes, qui variavaro qnasi diariamente
terminando sempre o exercicio com o imponente
e tocante acto da bencao do Saotissimo Sacra-
mento.
A pratica doatrinari?, que etn l'Ognagem es
colhtda, e ao mesmo lempo accommodada a cora-
preheosio da todos, fizia t das as nioteso respec-
tivo parocho para complemento da devcrio, exhor-
lando, aconselhando, inslruindo e chamando ao
aprisca o sen rebaoho, foi coroado do mais feliz
resultado : murtas foram as confiss5e3 e coromu-
nbo-'s, principalmente uos ltimos das, terminan-
do o pi exereicio com urna rnissa solemnemente
cantada, e a bencao do SS. Sacramento a tarde,
lendo antes delta o Rvm. Sr. De. Francisco do Reg
mi era nra bonito sermo feto ver quao necessa-
ria. 8 iC?v?r252 ? caito de Mari Sandsima
7 \ pr'04 das virtudes.
Aj-Ss o eiercicio do ttz Mariano seguio-se o
triauo do sagrado Corarlo de Jess na rsesma
igreja, no il do qual *loi tambera canuda urna
rnissa, antes da qual celebrou se o nunca usado
as igrejas e tuatrizes desta cidade, maisimporlao-
I? e edificante acto da prime-ira commuoho do
meninos em numero de 73, nao t particulares
que anteriormente trabara sido iuslneidos nos do-
mingos no calhecismo, como os que frequeulam
as aulas de instruecio primaria da raesma fregu-
zia, os qoaes foram conducidos pelos seus prfes
sores convite do Rvm. vigano, a eujos desejos
de imito boa vonlade se prest>r:iu os seguiuies
profe.v'ores e professoras: o da Capuoga que
aprcHenlou 16 menino-. Autonio da Costa Mallo
Rosal,o da Kacruzlbada do llj-anoho, Man el An-
tonio de Albuquerque Machado, que apreseutou 19,
a prjfessora da EacruziloaJa do Rosarioho D,
Fraocelina Mariana da Silva Albuquerque, que
npreseuiou 8 oieaioas, e da Cruz das Almas,
D. Tbereza Gmilia de Sonza Gomes, que apreseu
tou 21
Foi notavel e digno de louvor o bom mod.
regulandade, com que se portaran) lodos, e foi
principalmente bello e io'.eroecedor esse acto, por
ler sido precedido de saiulires adraoestagoes e
refldxo's feitas peloraasrao R'd. parociro, e repe
ti Jas era voz alta por ledos os que estiveram
mesa do banquete espiritual, sendo depois seguido
de tocantes e anlogas oraches durante a raiisa,
oracoes que cantadas e acorooaohadae em-ura pe
oueoo harmnico, assemelbavam-se a un coro de
jos, cuja harmona arrancan lo do intimo do co-
ra;o sentimeotis de ternura e cmupnncQao, ele-
vava o espirito al o inrono do Creador.
< Nsssa occasio fui grande o numero de pes
soas de aubos os sexos que tambera comrnuona-
r..m em ioteaco do santo padre o papa Po IX,
para que Dos c ndoendo-se do estado aIIIdivo a
ue se acha elle reJuzio, Ihe restitua a liberdade
e era ella a tranquillidade da santa igreja por to-
da a parle e por tantos modos perseguidos. >
IGREJA DA SOLEDADE.-Sua Exe. Rvm. o
Sr. D. Vital, Bispo aesu diocese, domingo cehbrou
missa nesia igrrja, dando a sagrada eucharislia
.juiazr! minioas, que pela priraeira vez liveram a
Mieidade do recebar o pao celeste, o cor'deiro de
Deati que tira os pecad;s do mundo ; bera como
a moitas oulras pe-oas.
A coofraria den lamento paramntala receben
Sua Fxc., e assistio ao santo saenflelo, sendo ao
uvel o recolhimeoto verdadeiraoiento religioso de
: dos os liis, que, apesar da ebuva se aclavarn
oo templo qne tanto se estrague pela dedicaeo e
/ -lo da respectiva confiarla e pelo asteio, qne
u'elle se manteen.
Ao transpor Sua Bxc. Rvm. o limfar do templo
cora aquella gravidade bondoza, por assim dizer
anglica, que se refltete noseureipeitavel e vene-
rando geslo.no choro algumas seohoras tocadas
o sincera devoco, soltando as soas melodiosas
vcr.es, acompanhadas pelos sons harmoniosos de
bera taogidaserapbina,entoaran de um modo ar-
rebatador o cntico rece sacerdos magnut..
Assim o acto, qne foi muilo edit&eanie, e reve-
lador de muito profundo e verdadeiro espirito de
religiao.
Sua Bxc. Rvm. quem ai innocentes meninas
(Tarecarara a sua primeira comraunhai, pela
prosperidade chri-ta do sen virtuose pastor, Ihes
coneedeu quarenta das de indulgencia.
STDBNT.Este vapor inglez devia partir de
Liverpool, com escalla por Lisboa, para o nosso
porto, no. da i* do jrrente.
MAMXXGUaPE.Nesia cidade, da provincia
da Pi'-liy.'ia, iara comegar as nevenas dos apos-
tlos S5. Pedro e Paulo, padroeiros da respec-
tiva freguezia, devendo oceupar a tribuna sagra-
da no di i da festa o Rvm. vigario Frederico de
Alroeida e A'buquerq'j.e
SECRETARIA DO GOVERNO.-Por ler seguido
para a proviocia da Parahyba, aQrn de tomar as
sent na re pectiva a-sembla provincial, o Sr.
Dr. Elias Frederico de Almeida e Albuquerque
passou o exercicio de secretario do governo ao
Sr. Francisco Lucio de Castro.
NAUFRAGIO. Sabbado 8 do corrente as 6 ho-
ras da raanba, so?sobrou-so a barcaca Fimetiltna
na altura entre a lina de S. Aleixo e praia Ser-
ranbi carregada peln Srs. Jos Paulo Botelh) &
C, aqosl ia para S. Luii das Alagoae, arregada
com gneros para, diversos cominero antes da
queile lugar O prejuio fii total das mereaderias,
salvando-se toda a tripularlo, meno; doos horaens,
cujo destine se ignora.
MATRIZ DA BOA-VISTA. An'.e-bMtem, na
matriz dessa fregaeeia, ceiebroa-ie a esiividade
do respectiva orago SS. Sacramento, cora missa
solemnH nicamente, ir>ndo n'essa occasio o
Rvm. Fre Joo de Santa Titerera.
REVISTA. DA I.VSTRUCCOPUBLICA:Acaba
de sanir a luz o o. oeste jroal correspondente ao
mez de maio. Alem do expediente da respectiva
directora, iras este n. artigas aobre a reforma da
inslrpccao publica, sobre a pbosophia de S. To-
mar e Dc'eart}, sobre a creatjao de ura ttniver-
sldade no Rrazil esobre o progre-sso do ensino nee
E-tadiH-Unidoe. vta
BEM-BERI: -Limos no faist do-Maranhao :
O Sr. Dr. Tolentioe Machado, qne acaba de
chegar de Guiraars, informa-nos que dos baaos
do Coman tirn bom resultado na cura do berl-
beri. Foram nove os deentes de que tratou des-
tes falleceu um, que achou em psimo estado, um
enrou-se c mpletamenle, dous estoquasi carado;
e fiearam cinc# em tratameato. >
CASOCMIOSO :-Lemosno Paiz, do Mara-
lIio :
cHatll na Pedra do Sai. log*r preximo oa
Amarrd>>, no Piauby, urna 065a que servia para
os moradora lavarem roupa.U o dia *4pu-e esta"
poca tran-Iurmada em p^o, e joottraella dttis
podra, que eram outr'urro seu fundo,
Eliminado o easo, senbe-se do seguale.
ali chegaido a eanhoneira franeeia fliolle
ii>ara *,siijf JM*> lu^ar earxio que alkesuv
i coberi
10 toi qne
dea a
1 O que Un,* ese*
.'raujezss que alie alii eslava 2
.TMi
R wloinmo* Farreirt di Cos
Pernamboco, 1" annos, sulteiro.
profundidade que hoje lera a MJ^. Mtr>aiWe aguda.
-ti, taaltf*P|n^ P"1 QQ'teria ; a
[SUnraino d'Alboqnerque.
>, noa waa, d,J,Z0 munic,a| Q'AguaPr
I'.!
Foi o que nao poderam resppnder ao Sr. 1 atrio, aoHaira, S. Antonio, tabercolo p
siof
emi
E
PifU, ba'lres oo qnatro annos, em que apdar le
vaattado a planta da costa do Brazil o Sr. Mooch
'iadeon fra e mandn urna laucha tripulada a
>'cdra do Sel. E-tes nomen4ir>firam-s| a pogae
vaoiandoas pearas com alavancas liraramum
lente Jo- Mara do .Vascinieoto Jnior qae ago- |MMHi>10S
ra de volu de tuaToairaiiao,nos".naTraste' ett-
rioso fido.
O ir. NascimeaU vio o lujar, yw _s pedraa
que sio daas, tenlo alnla allaa resto do cimento^
que a nnia, e, urna o sigsal de omt.argola de
lireaae pela hce taterior-^ie pa/tee ler
onde eatava preso o cania, slaado ambas
as arettas quebradas dlo Instrumento
gado para levantal-a.
Movido peta curiosidade, eonveraou com to4a
os moradores do lugar, apenas dascobno ama
sombra de tradicao. de ter sida aojle eaixao m
daixado por um cortarlo, qne oune mais volloo.
Esta tradicao iovrosiraiTe parece creada agora
para dar qualquer explicajao ao facto. Se ella
ja existisse, sem duvida qoe os oioratofS leriao
visitado o logar, desconfiatdo que o corsario na-
via deixado algara ihesouro, salvo se ignoravam
ser precisameole aauelle o sillo.
t O que eerto e que la estavam objedo pre-
ciosos ou maouscriptos e nos nao sabamos.
Que fosse ossada humana oinguem er, por-
qoe era o caixlo touito pequeo para ter um cor-
va, e moito graods para oasoa de um homem.
depo, J39 iQterjso tena
recoiber os-os de um corsario
LIVRO NOVO.Acaba de apparecer em S. Luir
do Maranhao mais um mimoso livro de versos.
R' seu aulor o Sr. Fiavio Reraar, q'e o publicou
sob o modesto titulo de Versos de flaoio Ritmar.
Contera esse livro mnitas e lindissiraaa poesas,
algumas das qaaes lao correlas no esiylo. e na
medida, quao brilbantes no pensamento e a% har-
mona e pureza das imagens, verdaderamente
poticas.
Saudando o novo livro almejaraos-lha prospera
viagem psloj arraiaes da litleralura patria, e
agradecemos o volume cora que lomos mimosea-
dos.
TrtEATRO DE SANTO ANTOXIO.-Faz boje be
nel'uio neste theatro Mlle. Lsfourcade, priraeira
dama da companhia ae operas boffu do Sr. Hir-
bam.
. O prrgramma do espectculo, publicado no lu
gar competente, bastante altrahente e variado.
Hile. Lafouicade creadora do inleresse e at-
iendes dos araaues, do genero de espectculos
de operas bnffis, e pois de crer que ser con-
corrido o seu beneficio.
COM OS BONDS.r-Aote-hootem, pelas 1 horas
da nouie, o cocheiro que conduzia o boni 0. 22,
de volta da Passagem da Magdalena, ao passar na
ra do Sebo, maltraloa corn palavrs* nuco conva-
nienles aljjuos passagelroS que o fliefam parar
para eolrarem para o carro e se demoraran) alguns
asanles oesse acto, era quaoto escolbiam caminho
para c'aegar al o dito carro atravez a lama da
roa.
Chamamos a atlono do Sr. gerente para esse
ficto, que alias nao o priraeiro praticado pelos
cocheros J.sses vehculos.
LOTERA.A que se acha a venia a 7" a
benedeio da matriz de Grvala, q-ie corre no da
12 do crreme.
LEILAOlloj* efldctua o agenle Mirtina o lea-
lu de 3 casas terreas muito bem localisadas, e no
armazem da ra do Imperador n* 48 as 11 horas
do dia.
PASSA.GEIROS. Sahidos para o norte
no vapor Paran :
D. Mara Wanderley e soa familia, Jos
T. C. A. Bistos, Autmio U. G. Scimpaio,
Lourenco T. A. Ca'.anho e 4 criados, Hen-
ry R. Y. Car, Joaquim Soares d8 Piot,'
sua senhora e 5 GIqos, Antonio J. B. Mo
reir, Frederkk Relewoldt, RodolphoSaiith
do Vasconcellos, Dr. Elias F. de lmeida'e
AJ.buquerqne, Pedro da Suva Nava. U. Glw*
dild3 Beatriz Dowsley, Dr. Francisco de
As-e Pereira Rich, D. Genero F. do?
Prazeres, Emilio Diogenfes de Ol.h'Bir,
inferior, 3 prafas e 3 desertorer.
Vindos oe Mamanguape no vapor
brasitetro Cururipe :
Jacome Ulysees, Lucrecia lysses.Gracia-
n.) Alves da Cunha, Racbel Delaregne, Jor-
ge Javenal Araojo Lima, Jos Alves Barbo-
sa Jnior, Cesario. escravo, Manoel Fran-
cisco F. Costa, Manoel Jjaquim dos Saatos
Oveira, Manoel da Costa Luna, JjsoPaulo,
e Boaventora Jos da Silva.
Sabidos para Lisboa no brigue porta
gaez Cofefe :
Brnardino Francis;o Jonqueira, Justino
Francisco Jonqueira, Antonio Affonso, Jalo
Jo Ventara, Jjs Parlado de Medeiros,
Jos Narciso do Reg e Francisca de Albu
qnerque Mello,
Sabidos para os portos do sul no va-
por francez Gironde :
Irmade caridade Marie Lola, Migael
Leite Coelbo, Joao Ribeiro do Val, Manoe!
Lu Velloso, major Jos Tbomaz Pires Ma-
cbado Portilla, Henrique da Silva Brando,
Rosa Emilia dos Santos, Joaquim de Ovei-
ra FeijSo, Pedro Augusto da Silva, Joo
Francisco Rodrigues da Silva. Joaquim Jos
da Paiato dos Santos, Dr. Espend.So Eloy
de Barros Pimental-
Vindos do noite no vapor Ceani :
Jj5o Paulo de Lima, Sebastian da Cunua
Lia?, Mara Antonia, Jjs Augusto da Ro-
cha, Jo3o Jos Henriques e soa familia,
Nelson da Serra Lima.'Henriqae Custodio,
Dr. Firmo Rosa dos Aojos e sua familia,
D. Ortencia Rosa Ribeiro, Jo3o Pedrc Ban-
deira de Mello, Antonio da Costa Lima,
I'rancisco da Silva Braga, Dr. Henrique P.
de Lacena e sua familia, Antonio Francisco
C Monteiro Pirao, Euzebio Fernandes das
Neves, Jo5o Olympio Lopes, Arminio Ma-
noel Vianna, Antonio Gorgel do Amaral Ya-
lente e doos escravos, Manoel Ramos de
Oliveira, Pedro e Flix, escravos, Fraacisco
Barata, Julio da Costa Cirne, Jacintho Joi
de Medeiros, Jos Bittencoort, Antonio la-
vares, Antonio da Molla, Jos Antonio de
Figueiredo, Manoel Maria de Moraes e sua
familia, Francisco da Cunta Alcanfor, Dr.
Ignacio Coelho.
- Seguem para o sol:
Antonio F. de Rezeede, Manoel Joaquim
de Alboquerque, Manoel Joaqaim, Firmo
Antonio, Honorio.Jos de Araojo, Trajano
Viriato d Medeio3, Domingos Antonio d,
Alencar,. priraeiro lente Jes Maiia do
NasciS, gaarda-mr Joo Andr Cogoy,
Jos Morara da Silva e soa familia, \Sebas
ti5o Jo3e de Carvalbo e 3 irmSes.
CEMlTgWO PUBLICO.-Obituario do dia 6 de
janbo de 18M- .
Garmelino, preto, Pernamboco, 9 das, S.Jos;
e spasmo.
Anoa Marealiaa da Costa e Silva, branca Per-
nambueo, 41 annos; casada. Recife ; meeiite.
Mara, branca, Pernamboco, 2 annos, S.
Antonio, febre perniciosa.
Antonio Francisco dos Santos ou Jofrl
Paulino Cavalcanl, bjanco, Pernambucoi
52 annos, casado, w. Antonio, *^atite
Candida Ferreira de Arajo urna, t
ca, Pernambuco, 2 annos, solleira, S.
s, febre perniciosa.
Mara Joaquina dos Aojos, parda, P#-
namboco, 95 annos, solleira, Boa-vista, ve-
loifl. *
STpticia Mara dos Prazeres, parda,
Pernamboco, 68 aireos, viuva, S. Jos,
bemorrhogia ce bral.
Francisco Pooeiauo de Oliveira, brarjeo,
Pirabyba, 3 i annos, ignora-se, militar,
Boa-vista, apoplexia.
Joanna, parda, Pornambuco, Jrdiai, 6.
Jos, espasmo.
(HR6MCA
k% KEMC,
r
Preta. AnpellanK
frtamw Goocalves da "Rocba app*Uada-, D.
itUci.-ca Feliciana Lopes a suas li!h-s.
Do |uito municipal de Aogicoe. fuellante,
Migael Ferreira da Costa Machada., Apellada,
D. Anna Joaquina Xavier de Castro.
Eoeerron-sa a sessao a 1 hora e meia.
TRIBUNAL A ULiltO
SISSaO'EM 8 DE Jl'NHODE li
?MSIDEICU*JH VM. 8> COMP.HF.I110 CACTABO
: SXNTIACO.
Seetark Dr. firgiU Coelho.
As 10 hars da maobaa, presentes s 8rs. da-
embargaofes Gitirana, Lourcoco Santiago, Almei-
da lbulraerque, Mona, BbmiBfoes Silva, proca-
i ador df eora, Dor, Rfguira Costa, e Souw
L"So, abri se. a seujb.
nEcirtsos oaiti.
Do fory da Parahyba.Recorreote, o joiio; re-
corrido, Graciano Gervasio de Mello. Juires o>
Srs. desembargdores Liaren Santiago, Giflra
na. Molla e Regnelra Costa.Improcedente;
Do jury da Parahyba.Recrreme, o juito; re-
corridos Henrique Manoel e ontros.Jnies os Srs.
descargadores A. AIMfMW|8'i Doria, Lo-
, renco Santiago e Moda.Ijocedenie.
^^rnofr^rle Dj !? do-Boique.-B8*#rebt, o re-
ni, fSL 5? tofriw Serawdo, escraVo,-Jii>i qs L. desem-
bargadores-Sooz* Leia, Alrnelda Albuquerque,
\egueira Costa n Gitirana.Improcedente.
Do jury di Parahyba.Recorrent?, o juio; re-
corrido, Antonio Pereira da 8lv Jaizes osSrs.
desembargadores Gitirana, Rgueira Costa, Al da Aibuqaerqae e Sonza Lelo.Improcedente.
AGGRAVOS DR PBTICAO.
Aggravante, Dr. B*nio C. dos^Santos Raaos;
aggravado o juizo.Juites os Srs. /desembargalo-
res Gitirana, Sjuz Leo e M>ua.Negaran) pro-
vimento.
Aggravaote, Joao Mariins Pontes ; aggravado o
iuizo.- Juites os Srs. desembargadores Regoeira
Costa, Gulrana e Almeida Albuquerque.Nepiram
provimeoto.
APPELLACKS CRIUBS.
Dj jury de Granito.Appellante, Francisco No-
gueira de Qneircz; appellada a jastifi. Refor-
mada a sentenea. s
Do jury de lagazeira.Appellaole, Pedro, esera-
vo; appellada a justici, Reformada sentenea
uoicaxents na parte quecondemnou o reo para a
ilha de Fernando.
D> jury do Recife.-Appellante, o juizo; appella-
do Joaquim Bernardo da Silva.A novo jury.
Do jury da Victoria. -Appellante, o joizo ; ap-
pellado, Joao Jos Germana.A novo jury.
Do jury le Palmeira dos Indios. Appellanle, o
|ffn ; appellada Carlos Jos Yieira. Improce-
denlo.
Dj jury do Aeari Appellaote, o juizo ; appel-
lados', Manoel Ca>iano do Araojo e ootros.-Pe-
dipra o original
Do jury do Cab'j.Ap Dell a ote, o juizo; appella-
do, Joo Frinclsco de Saoi'Auna.Improcedente.
D)jury de Miramguape.Appeflanta,. o jmzo ;
appeado, Manoel Martins de Araojo. Improce-
dente.
Do jury do Arn.Appellante. Manoel Antonio
da Silva/appellada, a ustica.A novo jury.
APPELLACAO CIVEL.
Do juizo municipal de Qaixeramoblm. Appel-
lante, Ltorenco Juslmiano da Racha Ferreira ;
appellado Antonio Francisco Jaca.Reformada a
sentenea.
Habeas corpas dos paeienles Pedro Francisco
dos Santos q outro.Em vista da inrormaco do
joiz de diroilo.nada O' que defferr.
PASSAGBHS. "
DV Sr. desembarga'4r Gittrafla ao Sr. desem
bargador Loarencj Santiago :
Dj juizo municipaf fle Peuedo. Appellante, o le-
neute coronel Antonio Jos de Medeiros Bitten-
coort ; appellado, Jo?e Maria Gonr^alves Poreira.
Dj jiizo municipal de Alaaa.s.Apellante, Gre-
gorio do.Macetfo Bello; appellada,D. Anna Pia tbs
Santos e ntrtroii .
Do jury de P%o d'A>sucar. -Appellante, o uzj;
appetladb, JoS Alves P-reira Pedra.
to jury do R^nfe.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Paulino Aives de MenJonca.
Dj jury de Campina^Graode.AppBjIante, Tbo-
maz Monteire Barbosa ; appellado, o juizo.
Do jury do f3om TJoneelho.Appellante, o Joiz
appellado, Jlo Lucas Evangelista.
Dj jury do Pillar. Appellante, Cosme Barbosa
de Oliveira ; appellada, a jusiica.
Do Sr. desembargador Lourenjo Santiago ao Sr.
desembargador Almeida Albuquerque/.
RFYI^TA PIVFL
Recrreme, Dr. Jos Carlos Pereira de Almeida
Torres; recorrido, bario de PovOa do Vasira.
Do juizo municipal do Recife. Appellante, Ma
ncel hidra por seus cunhalos; appellado, Fran-
eisco Maooel de Siqueira. Appellote, Jjo Silvi-
no de Sraza ; appeado, Joo Ouarle Cc'bo.
Ao Sr. desembargador Motla :
Do juizo municipal do Cear. Appeliante3, D.
Joanoa MarcoKna de Sampaio e outra i appellada.
a cmara municipal.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque
ao Sr. desembargador Motta :
Do juizo municipal do Recife.Appellante, Loiz
Antonio Pereira ; appellado Ignacio Luiz de B.
Taborda.
Ao Sr. desembargador Doria :
Do juizo municipal do Heeife.Appellante, Joa-
luim Silverio de Souza ;\ appellado Jos Duarte
Coelho.
Ao Sr. desembargador Domiognes da Silva :
Do juizo municipal do Reeife.- AppellMte, Jos
Gomes da Costa; appellado, Jos Euzebio Alves
Ferreira.
Ao Sr. desembargador ltegueira Costa :
De juizo munieipal do Recife.Appellantes, Ro-
barte Caroll e ontros ; appjllados, Joo Carll e
o u tros.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembar-
gado Doria :
Dj jury de Caraar.Appellante, Joo da Cruz
Macedo ; appelladi Claudio Ribeiro de Mello.
Do jury do Acarac Appellaite, Joaqaim Mar-
iins de Oliveira ; appellado o joizo.
Do juizo municipal de Campias. Appellante,
D. Ritta Candida Vianna ; appellade, tenenteeqro-
nel Euphrasio d'Arrnd Cmara.
Do juizo municipal do Re?ife. Appellote, o
eurador da ma?sa fallida de*Feroando Stepple; ap-
pellado Dr. Jesuino Augusto dos Santos Millo.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
rador Doraingues da Silva:
Do jaiafcanieipal do Pillar.Appellaate, Jos
Joaquim de Araujo Pinheiro ; appellaaeVios Joa-
oim de Arauo.
Bo juizo munieipal do Brejo.Appellante.Fran-
cisco Benevides Muniz Flcao appeado, Rogerio
Lucio da Silva Mergnlhao.
Do juizo municipal do Recife.Appellante, her-
delros de Luiz de Franca Sonto ; appellado, Bar-
ibolomeu & C.
Ao Sr. desembargador Motta :
Dj jury de Area.Appellante, o juizo ; appel-
lado, Jos Joaquim Fioruoo por eeus eunhasos.
Ao Sr. desembargador Regueira Costa*.
Do jury de Piane.-Appellante, Joo Faustino
de Seuza ; appellada, a jue-tiea.
Do jury da Iujperatriz. Appellante, o juizo;
appellado, Sabino Ferreira do Nascimento,
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leao:
fSDo juizo mnoicipaMa Parahyba. Appellante,
Joo Jos d'Almeida 5 appellado, Joo Germano de
Moura.
Do Sr. desembargador Souz Leao ao Sr. des-
embargador Gitrana:
Do jniz dos feitos do Recife.Appellante, Ante-
o Jo: de Figoeiredo; appellada, a* faienda na-
onal.
Em resposta ao commonicado publicado
nn Jornal do Recife, de doa^go 9 do cor-
rente, (obre a demissio do Sr. Maooel de
Siqueira Cavalcante tumor, fajamos pobli-
car em Mgoida a irdbrmacSo e notaa qoe
juslQcam o acto da demissao dada pela pre-
sidencia.
Illm. e-Ixm. 6r.Inforaianrlo, como me
ordeoa V. Bxc em sea reservado de 4 do
correte, sobre a materia no mesmo contida,
teobo a dizer a Y- Exc. qoe elleclivamente o
conferente desta reparticao Manoel de Si-
qoeira CsValcanle Janior se recommenila
por constantes faltas ao expediente, ora nao
compareceodo, ora ausentando-se seto ficen-
o do respectivo ponto riscal. No proposi-
to de ver se o cbamava ao comprmento de
sens deveres, tenho feto efectivas para com
elte as dsposicfos do regulameoto, mas sinto
ter de consignar apreciado de V. Exc.
qoe ba sido em vao tal providencia, ou por
ama natareza caprichosa, oo por om genio
n'So snsceptvel de crrelo, o revela tudo.
Autorisado em taes precedentes, soa levado
a pensar qoe faltamao referiio empregado
as coodices precisas para servir o seu la-
gar oom a sufficiencia precisa, e que re-
qaer o servco publico. Deus guarde a V.
Exd,por moitos annos. Mesa do consolado
provincial 6 de jonho de iSlt.Ulm. e
Exm. Sr. Dr. Manoel. do Nascimento Ma-
chado Portella, dignissmo vice-presidente
da provincia.(Assignado) Antonio Carnei
ro Machado Ros, administrador.
Conforme.Francisco Lucio de Castro.
Manoel de Siqoeira Cavalcante Janior, fal-
tn no anno de 870.
Janairo-i2, 15, 25," 27 e 315 das.
Fevereiro-I, 5,7, 8, 9, 24-5 das.
Marco-!, 4, 8, i7, 22, 2 e 29-7
das.
Abril9 a 2012 altas.
Maioit 20 e 24-3 dias.
Junbo-2, 4, !3, 18, 22 e 50-6 faltas.
Julho1, 7 a 30-25 faltas.
Agosto-!. 2, 9 e 29-4 faltas.
Setembro3, 4, 5, 12, 13,
faltas.
Outabro-3, 4, 5, 10, 11, 17 a 31-20
faltas.
Novembro-2 22, e 2422 faltas.
DezembroNo consta que compareces- r;
se ; todo o mez, est em branco.
119 dias, nao contando o mez de dezem-
bro.
Manoel de Siqoeira Cavalcante Jnior.
1871 Faltas
Janeiro-Nos dias-7, 20, 30 3
Fevereirono dia23
Marcono dia27 1
Abril-nos dias-3 11, 22 25 13
Maio-nes dias-5, 8, 15,22 e 27 21
Janbotos dias5 e 19 2
Julno-5 i 12, 21, 29 10
Agostonos dias8, de 1! i 30 !9
Setembronos dias5,11. !2r de
26 W
Outobronos dias2, 3, de !4
18, da 24 27
Novembronos dias2, 4, de !0
29 22
DazembrsEsteve no goso de licenci.
1872
Janeironos dias8, 12 e. 13 3
Fevereironos dias3, 13, 24, 28
e 29 5
Marconos diasde 1 9, 15,
18, 20 a 22 e 27 !5
Abril-nos das-2, 9, !9, e de 22
27 9
Maio-nos das-7, II, 20 3
pellado, Alexatdra (loeoeiai de teffu maadado m^n operado a pe
para saa casa, feudo orna sonda na nrelhra I Cer-
lameote nao o teria feio se ajliancia fossa gran-
de, 6u sb t.vesse empregado agalias rijas de gom -
a oa de metal, como I jz S. S. que, se acompa-
l^nhasae, como alirma, os progressos da scieneia, e
iodo quaoto se tem ioreniado ou cogitado, ao.
menos na parle que diz respeito a sua especiali-
dade, eerto, nao ignorara a existencia de sondas
speciaes, Mus de borracha volcanisaia. a seaie-
Ihanga dot iobo3 ie di a i na ge, melles, flexiveis e
elstica?, cojo emprego, aiada metmo nos eatos
de cysliie, prostatite irritabilidade da bexiga te
do canal, coostnte une o donte poeta andar aem
grande eaeoopodo I
Aconelhi, poi?, ao Dr. Carolino, qne, por amor
de seas operaiios, a? mande bascar de Pars, onde
se vendem em qualquer armazera de instrumen-
ta crorgicoi. e melbor aiada em casa de $ea fa-
bricantes Yergne A Chos Fr^-res-Rne des
Peuillantines n. 70. Posso assegurar a S. S. qoe
fizer nao d'ellas, evitar aps sens operador os
soffnmeoio* e perigos, de iofecco ourinosa por
que passoo o Sr. Moooel J>s Dantas, como S. S.
coofesaa, por ter (ido (oreado a retirar a algalia
logo depois da operacao.
17 a 20-9
128
PUBLICACOES A PEDIDO.
.
Dli-IGENCIA CIVRL.
rtior
Ao Dr. cnraor geral:
Dj joio mnaicipal do Recife.Appellante, o
prelo Feliciano por sen curador ; appellado, Ma-
noel Mendes HodAgnes Carepello. AppelUnte,
Elia Galvio Carapeba ; appellado, Antonio Cesa*
rio Moreira Dias. ,
Ao Sr. desembargador procurador da corda:
Do Juizo dos fehos. Appellante, a faienda ;
appellado, Ignacio cbo- d'AJbnqoerqne Sar-
ment. Appellante, a fazMla ; appeflados, ber-
deiros de Jos Hvgino de Miranda. Aopellante,
pellado, baebarel Joaquim Sarta Car-
OBtrorHrer
IiK.IGKSCB\-"aBIME
KoSr. desembargador promotor da jastfp't
D) jury d'Areia.-^Appelfnte, o Joizo ; appelle-
:d(T, Jos Joaquim Plotlatto por seo eorador.
Designousedia para Julgamento das appellacSes
eives.'
Embargante, a vfava e berdeiros de Sebastlio
Antonio Paes flarreto ; embrgalo, o vlseonde de
Snasiuna. ,,
Do jory do Rci.'e. Apflwlatrta. Manoel Alves
Barbosa obrirrno; ^opellada, D 'ratrMa Seircal-
ves de Jeees Azevedo." Appellaite RrBUseo de
Barros e Wva; appellado, Jes Ribeiro Ribas.
Respondida a primeira parte dos artigos do Dr.
Carolioo, passo a ocenprr-me da segunda que S.
S. cbama scuntifica.
Quando o Dr. Carolino conelne das noticias so-
bre a3 operacoas de aielbrotomia por mira pratl-
cadas, que deixo os meus operados sem sonda in-
troduzca na uretbra, expondo-so assira a hemor-
ragias, e ontros perigos aindamis graves, que de
lao grande falla podem prawr; seno falla de pro-
posito a verdade para negar fados, qne era verda-
de Ibe prejudicio, commelie por cerlo nm grave
erro de lgica, sacando conclusoes mais latas qne
as premissas estabelecidas.
S. S. esforca-se, sua, fasendo repelidas cilacoes
de Sedillot et Leguest, Jamain para prevar a.oe
cessidade e vaniagens que ha era deixar oa nre-
lhra depois da operacao urna sonda, que pela com-
pressi do canal evite as hemorragias, e, dando
por ella fcil sabida as ourinas, sem tcearem os
tecidos reeentementes ineisados, obste a absorpcao
ourinosa. Grande deseoberta fez S. S. I E^ta ver
dad*, posta em evidencia por Sedillot desde 1858
e desde ento aceita por todos os pra'.co, so ago-
ra chegou ao cooheclmenlo de S.S., qne ignoran-
do-a tem ebegado como confessa a resultados nao
bous, mos a al pessimos 1
.fiuem a contestn T E' exactamente a essse pri-
raeiro cnidado, e ontros mais que en attrbao a
iuoquidade das operacoas de urethretomia pelo
procasso de Guyon.
Contra tio falsa asserco invoco o testemunho
dos meas collegas Dr. Sanios Mello, Malaquias e
Beitrao, assim como o de iodos os mens operados.
Perdeu, pe*s S. S. o sen tempo a as snas citacSos,
sem adiantar nma s ideia, alem da do preciso va-
lor qne tem suas asseredes I
Ilogiea a concluso a que cheg, partindo das
raesmas permisas foi erro, ignorancia, oa cou-
sa qne o vama, mandar o operador de Antonio
Correa da Silva, qoe este operado, sahisne com
seos proprios ps para soa casa prova eila com
evidencia ignorancia crassa acerca do modo por
que procedem os especialista- da Europa.
E ofo effeito Sr. Dr. Carolino, admira que S.S.
tendo estado em Pars, cono diz ignore qne o ba-
iao de Heurielon, o mais aotlgo e afamado ure-
throtomlsta da Franca, ao' qual se altribnia o se-
gredo da taes eperacoes, de ba mnito, s operava
em sea consoltorio, mandando para snas casas os
operados, a p ou a carro, conforme as posses de
cada nm, reeommendando-tbes o avisassem, se
senlissem calafrios oa febre I
. Do mesmo modo proeedem os especialistas roo
demos Milsonneuve, e Gyon depois da urethroto-
tn'o;U4lez, depois de electrolito ; Voillemier,
depois da ievulacao. lato em Paris, e em Londres
Htry Tompson, e Holt, sem qne al hoje tenbam
encontrado rasdes em contrario I
Ainda poder 8. S. dnvidar de que'o deffeito nao
est em ir o dqente ap para soa easa, mas sim,
eila, no modu facieniion como diz S^dellot et
Legousst, no clrurgiot Les complttations que
nous venons de signaler, ne sont pas Imputables
rwethrotomie, mais au chirurgien.
Nem toe veona o Dr. Carolino fallar sobre a
differeOca de climas, por qoanio se S. S. se tivesse
dado como se gaba ao esludo das qnesiSes relali
vas ao nosso elima, e folheaao as esratisiicas, ?
beria qne o resoltado das operaeSes prayeadaa ns
Europa e no BratH, grandemente voravel no
noeeo palzl B" esta nma Terdade lio eletBWiara' gos publie,
sabida, qne 6 a crassa ignorancia de S. S. me
obrigatia a dizel-a 1
J trema Dr. Carolino pelai terriveis conse-(
>' di crer que o Sr. Dantas j soffrendo ante-
riormente de iofftmaco, irrilabilidade da bexi-
ga oa do einal, oa anda de urna prosiatll*, nao
podesse suporta a preieaca da algalia rija, de
gomma ou metal, impropria em taes casos, e as
qaaes tem S. S. porjbabiio empregar. S. S. cita
Geyoo, Jafgavay, Soresehi, Sapp-y, Volllemier co
mo se delies livesse pleno conhecimento, porem,
de ver que, pelo respeito qoe maoifesta a Genyon,
e pelacitac} de sea nome em primeiro lagar del-
le nao lem outra noticia, se nao pela pnblicafo,
das onera^oes da nrethrolomia por mira pratica-
das I Gu). n, Sr. Dr. arada bem moco ; ha a-
penas 4 annos, tomou elle a clnica das' molelias
de vias ourioarias, no hospital Necker.
Suas opimoes, seus procesaos e os resultados
por elle obiidoa naa operacSe* de vias carinaras,
s sao conhetydos pelos irabalhosde seus discpu-
los, e eotre estes, Reverdim, que apezar de mo?)
e bera moco, e formado apenas o anuo piasado,
seu nomej re.'peitado pelos velhos da Earopa,
como o invenlor do euchrto ou gi'effe epidr-
mica.
O Dr. Carolioo afirma que minda bem, taloez,
como ouvinle, rocatse o apregoado operador seos
eotovellos njs airpbyteitros, j se manabrava (5.
S. ?) em Pernambuco o mais moderno dos moler-
nos (o de Reybard ou Civiale ?) ure'.brotomos, e
pelos mais admissiveis processos.
Se S S. suppoe offender-me quando diz que nao
ha muilo, frequeolei os amphyteatrps, quer como
ouvinle, quer como discpulo, engaoa-se comple-
tamente. E' verdade qae I rmad-j era 1863 ainda
o aono passado frequenlti com assiduidade, como
simpleseludan! benevollediversos hospilaes e
amptivteatros da Europa, e commigo professores
de eiolas e aoiverMdades, era cojas fontts alve-
javam caos enobrecidas por essa mesma cede de
aprender que S. S. me langa era rosto I S a ig
noranca ni > Ihe deixa ver o quanto ignora o ho-
mem, ainda o mais sabio, e que o uraco meio de
nao ignorar tudo, aprender alguraa cousa I
Se quer referirse ao lempo em que, como estu
daute da Facaldade do Rio de Janeiro, flz os meus
esludos, confessa que nessa quasi dezeoa d* aaoos
a scieneia fleou estacionada, e nem nm s passo
den na via do progresso, momento no que diz
respeito a sua especialidadet
Aquelle que nao pod apreciar o raoviraenlo da
trra affirma que esta esta paradaj e que o sol
que se roove I
O Dr. Carolino, admirase, nega mearon, como
cousa impossivel, que, por meio do urethrotomo de
Maisooueure, lenha eu jonsegnido, no Sr. Antonio
Correa da Silva, de nma vt-z, incisar os tros ee-
treitamenDs de que scffia. E"sa adrairaco, essa
negacao provara de aobejo que S. S. nao tem, ao
instrumento em qaesto, neolnm conhecimente
theorico e ainda menos pratieo; e que se hoj o
couhece, de ouvir dizer, ou da leitura dos anto
res, que s agora consoltou para fscrever os seus
indigestos arligos. em tudo bem semelhantes aos
domal das vinhas (1) sobre diversos asssumptos,
de que se lem oceupado.
S.S. diz, agiliza de cartaz tO instrumento de
Uai*onoeuve-o modificadoacba-se, ha bera lem-
po, em mea poder, tendo chegado de Paris al
por intermedio da casa dos Srs. Bartholomen 4 C,
sendo qae fora o de Maisooneove, esse mesmo de
que tratara as noticias, tenho outro, ainda mais mo-
derno, verdaderamente engeaboso (que charlata-
nismo I) e do qoal ainda ot praticos os mai< re-
cenres nao fazem meni;ao em suas obras.t Sobre
o iostrumento de Ma*sanoeave, mais larde ajusta-
remos comas. Qaanto ao outro mais molerno e
verdadeiramente engenhoso sem duvida algum a
instrumento de sua inveoQo, porqoe, do contra
no alguem haveria que delle dsse noticia. Mais,
abaixo diz este novissmo instrumento j foi tam
betn por mim applicado. D'aqui concluo qus elle
nao da sua lavra, sem que Ibe aconselharia que o
mandasse para a exposiro que deve ler lugar em
Vienna, afira de que abi recebesse o premio que
merecem inventos de grande mrito.
Nao contesto, creio mesmo, qne S. S. tem os
instrnmenlos os mais unodVrnof- d'entre os mo-
dernos' contesto.sim, eduvido. que S. S. saiba se
servir delies, como provarei, quando tratar de suas
operaoes, mostrando-lhe que o instrumento de
cirorgia, a semelhaoca dos musicaes, e principal
raenie a rabeca, que em mos inhabeis produz
seos que forem os ouvidos, manejado por mo
inepta, e ignorante dos preceitos da scieneia, fere
alguraa cousa mais, produz hemorrhagiaa.
Passaraos a analysar as operaoes de urethroto-
raia, citadas pelo Dr. Carolino, como ontros tan-
tos Ibiesde sua corda de operador.
i.* Tendo S. S. comecado a opera$o no Sr. Vi-
cente Ferreira de Porcinnoola, cem o instrumento
de Msonneave, e j se achaudo introduzidas na
urethra a velrtondnctora e a sonda estriada, re-
tirou o isirumento, receiando, como diz o tern
vel accidente da bemorrhagia qae Ihe parecen
provea-el a vista da predisposico orgnica do
doenie recorrendo ao methodo de Civiale,
o qual elassiflca de c inafrumenfo nma acedo
menos violenta.
Nao obstante o recurso motivado pela preaispo-
sico do doente ; nao obstante o cuidado qce leve
este de manler as preseripces do medico, sobre
veio Ihe 6 horas depois urna tal hemorrhagia, que
a todos nao deixou de muito preocenpar.
Como reconheceu S. S., d'nne mao, que o do-
ente era hemophelico, isto predisposto a hamor-
rhagias ? Sem duvida por j a ter provocado,
empreando violencia na introdue^o do instru-
mento I .
Ao methodo, ao instrumento e a disposicao or-
gnica do doente, attnbne S. S. o qne somonte
devido a ignorancia dos preceitos da arle I
Teudo en jaqui praticado 6 operaoes de nre-
throlomia, com o instrumento de Maisonnenve
anda nao live que combater es3e IitimI acciden-
te, lao temido por S. S., nao obstante voltarem o
meus operadores-a p pan suas casas.
i.* Mauost Joaquim d'Arruda, opemdo com o
instrumento de Maisonnenve cabio de cama, com
febre f jrte e symptomas locaes e geraes, que bem
revelaran) o perige de urna imprudencia > qual a
de levantar-se no dia segbate ao da operacao
Estes accidentes, attribuidos por S. S. a impru
dencia do operado, e que sai provenientes de iu-
feceo onrinosa, oom todc o sen cortejo de symp-
lomas graves, sao, carao os que attribaio a pre-
disposico individual ao primeiro operado, devi-
dos falta dos cuidados especiaes da parte do
operador I
3. Dentro as melhhrea operarles, praticadas
peio Dr. Carolino, s me resta tratar da terceira
em Luiz Jos de Franca, a qual, nao obstante ter
sido feia com todo cuidado possivel, como afirma
3. S., anda aaai. den lugar a urna naapequena
hemorrhagia, sendo que, esta combatida,'flcou o
doente suffreodo febrea, que cediam no m de 24
a 40 horas para ie novo raappare:erem.
Finalmente! toa fallecer operado algum lem-
po depois da em* tadical de um formidavel ab-
cesso da cavidade pentonal.
meiro
teve-a I
Como o segundo nao corametteu imprudencia
a'guma, todava alm da hemorrhagia veio a sof-
frer de Infecclo onrinosa, cojos symptomas sao os
qne S. S. mociona I
Ao pessimo rtsuludojdesta terceira operacao,
dio asgnala o Dr. Carolino, causa algflfca, co
mo faz na primeira e segunda. S diz que a mesma
operacao foi feita cora todo o cuidado possivel; nao
seria mais crivel se afflrmasse o contrario *r Pe-
loteos a soa sfBrm{o eslava de accordo cora
o accidentes posteriores ; bemorrhsgia, iofec^So
aurlnnsa, febre, atcesso, e flaalaiente a morte I
E sena sem fundamento, o dar por causa do ab-
oeso do ventre, de rjtie proveio a morte do ope-
liflU.-i iftii>ifii|,fliiii r que se man fes-
ton l'go dep)is da operacao? I
Jaee sia)>^Mii*d qtie o Dr. arolm eaaoiaaai. pana Jd^twonstr ar ao
pnblico qae de h moito se (ella) praiiea em Per-
naabnco operajiTes le uretbra,.com 5odos os co-
obeclnienjos, preceitos, modtfbteoes e aperfeijoa-
meDtes da eirnrgla hodierna I O qae seria se S.
S. < te desseao trabalho de rearr aos seas as-
sentof -para assigoaiar os norn los doentes que
tem aflo tratado regularmente, mgundo as con-
dictes t circumstemeias, essa* .je nunca deve
perder de vista o verdadeiro praico (!)
Se a nrethrotomia com os aperfeicoamenlos do
esUdo aeinal da scieneia prodntase untos e lo
Kravos accidentes, devera por ceno ser riscada
do numero das operacSes ; lelixmaote, porm, as-
sim nao acontece. O resultados da clnica dos
especiabsia formara om verdadeiro .contiast
Cora os da de S. 9.
E com effeilo, nos 52 cases de uretbrolomias
praticadas pelo Dr. Guyon no hospital Necker com
o instrumento de Maisonoeave, s bouve am laclo
de hemorragia remedala, pouco abundante no
doente da observarlo XII da ihese de M. Rer-
dm, a qual ceden logo introducco da sonda em
permanencia ; e tres factos de hemorragias con-
secutivas, 54 horas depois da operago, as qaaes
tambera cederam inmediatamente a reintroduaco
da sonda curando se os operados sera accldeote
algua serio.
O Dr. Carolioo, como velho pratieo que e co-
nheeelor de que doentes ha, que s avaliam a im-
portancia da operacao, pelo saogae qae derramare,
pela dr que soffrem, pelo risco que correra e pelo
lempo que durara oporaco e tralamento, protesta
c ia ra ludo quanto a isso se cppde. Tal a ra-
zio porqoe diz < a caresta esta ne dffl-:M. Tal
a razi porque nao pOde tolerar qieeupor fac-
tos deraoutras-e o qne por palavras affirma Se-
didot et Legones!, (autor por elle taas vezes ci-
tado com o flm de encarecer a operacao I) L'urt-
Ihrotomie interne se trouoait ainsi condamnie
un role exceptionnel el n'avait rendu que de ^ tres
faible* services, lors oue M. Maissnnruve
    reute idee d'un perfection nemenl d'autant plus
    remarquable, qu'il etait plus smple; el des ce no-
    ment l'urelhrolomie decient la me/ndc la pli--
    FACILK, LA PLUS KFFICACE, LA UOINS OAGKBEUSE.
    et produisii une verituble revolalwn dans l'histoire
    des coarctalions urethrales (pag. 643).
    Ser crivel qae o Dr. Carolino anda ignore esla
    verdade 1 Elle o incomparavel operador de ore-
    lliras I
    Ser crivel que lio insigne especialista, porque
    reconhece que a < caresta esta no d.llkn > e a
    difflculdade da operagapno muito sangue que faz
    correr, 033 muitasd^res que fas sofrer^ e no
    gran le risco que corre o operadote ra al boje,
    nao tbsladte os progressos da scieocia qae profes-
    sa, os quae3 afflrraa coahecer, rosllur taivtz. do
    que nlnguem, vivido do muito sangue, das"mulla!
    dores e dos giandes riscos porque lem feto pas-
    sar 03 seus operados ? Elle o verdadeiro catboli-
    co que sempre lem em mente o sagrado livro dos
    jramenos I
    Nao sei qual de-tas daas conclusoes a que
    mais legaimaraen'e ae ple dedutir das premissas
    estbale :idas.
    Entreunto, cumpre-me podir perdo ao anlor
    dopuwi fiinni por ter arrancado a espinba
    da incoravel ferida de que lem vivido Pil-o, *
    verdade, mas sera o querer, sem mesmo o saber.
    E porqoe o que est faite nao esl por fazer
    aiaia chamo atlenco do especialista sobre o se-
    grate trecho do mesmo autor, que melhor pro-
    var a S. S. o que sao eousas de menino I
    t Nons ne craigaons pas d'affirmer que l'ure-
    lhrolomie bien faite esl uae operailoa sacs dan-
    ger.
    a Les observador de M. Sdil lot, publis en
    1858, celles recnellies a sa clinlque par Mr. Gaa-
    jot, avec une exactitule scrupluleusa etau graud
    merile de veriic, de savoir et de preci-L-u tes re-
    sultis de plus de cent urelbrotomies, pacuques
    par li depuis es moment, el les faits, plus norn-
    breux encor rapports par les hommes les plus
    competents contlrmens ce jngemeni. On a avoulu
    obscurcit uqe que.-tion tres simple el cnereber i
    mecoonaitre l'immense avaauga de poovoir atu-
    quer iinraedatemei,t les rrissetoents les plus
    etroils da ni eu amere. Cenx qni vantent en-
    cor les sectfons retrogrades on d'arnere en avaat
    ne comprennenl pas le progrs qui s'ejl accompii -r
    et l'urelhrolomie, telle qae nons venos do l'expo-
    ser, n'et elle d'aatres resultis qae do retablir
    facilement et rapidemeol le einrs de3 uries, de
    permetter san* retardtl' emploi des sondes dilata-
    trices el de regeler dans l'oubli les nulle urthro-
    tornes insignianls el iaefncacis dunl l'ari elail
    encombr^, aur;t encor ralis un des pro^rs le
    plus remarquables de noire poqne.
    Dr. Ilaymundo Slendes Vianna.
    {Continua)
    um
    jc grande admiraco ver
    cao morder a gente !
    Dissemos e provamos no nosso primeiro
    artigo que o estylo do Dr. GiroQo, era o
    Dr. Cirolmo em corpo e alma. Continua
    elle a dar novas e robustas provas de qoe
    ainda n5o esgotou o rico diccionario <*e soa
    propia pessoa, o anico qne, sem davida
    alguma, tem a sna dispo.-igo.
    Promettem'js Do descer aolodo ^.mun-
    do em que se dbale a alma pro3:i:uida.
    Cumpriremos a nossa promessa cizendo
    apeoas ao autor dopueki ludnt.
    SENECTUS EST M0BBUS
    Oatro sim que a*peconhenla baba do co
    leproso, exarcebado pela fume, por mais
    abundante que eja, longe da ira, s me
    inspira.a compaixo I
    Recife 10 de junho de 1872.
    Dr. /I. Af. Vianna.

    Ao publico.
    o ua caviuuue peiuuuci.
    -te terceiro o operada, nie tinha como o pri-
    ro predispeaie* a huaorbagias ; nio obstante

    '!
    *

    \\) O bem connecido amor de innomeros rti-
    ca no Jornal do Commercio da corte,
    e pYintipafllente celebre pelos qoe escreven sobr*1
    a molestia das vinhas, a ftbnndaco das tacas ptla
    injeccao, as propnedades das bisnagas el;, etc.
    No fim de dezerabro do aono prximo passado
    enderece! ae Exm. Sr. presidente dasla provincia,
    a denuneia que abaixo transcrevo, fa:ento o peb
    correio publico desta vila, e ne-sa me. sio mandei publicar nm coramani^ado no senti-
    do da misma denuncia dirljinlo-me para eise flm
    a um amigo da c.pital e o z para qne o pnblico
    viesse de saber e convencer se da coBdacta do
    Rvd. vigano Francisco Pedro da Silva om rea-
    co aos dloneiros do governo por elle rebebidos
    para a obra da igreja Matriz de que bao deeorrido mah de tres meies e nao tenba
    apparecido solueo alguma a parte d'aulboridade
    e menos obtido respo3la do amigo a quem me
    redro, emendo qae mhba denuncia fora extravia-
    da ; entretanto que isso succede o denunciado
    vigario, ao que parece, estando iniciada de, mea
    acto, tem derramado sna venenosa bilis con-
    tra mim, Bmpregando todos os tardos sflm de que
    me snceeda mal, manejando a arma da intriga a
    fim de que nreus inimigos me roubem a existen-
    cia, n'esse sentido encoraja e proleje,a perverses ^
    dos quaes acaoo de livrar-me per milagre da
    providencia quando a poneos dias foram-me as-
    sassinar em miaba propria casa, e alia nonte,
    d'onde foram repallidos a torca, conseguraac-o
    com damno meu o ferimeoto de pessoas ep.
    Tenho como cerlo que os papis'a qae-cima
    alludo foram subtrahidos era alguma agencia,
    visto nao ter havido dos mesraos solucw alguma
    e coaseguinteraenle e?se extravio trouxe am re-
    tallado irera elles ao domioio do dennncialo pois
    que o mesmo, a. nie ler urna prova de mea \proce-
    dimento, nao teria a conduca qae tem lid Pala
    commigo maltratndome parncularm-nte n enco-
    rajando a honren? pervwaes para me cfTeaderem
    phisicamente e no mais sagrado de-rumba fami-
    lia : nao me julgando, pois, uranlido, declaro ai-i>
    e bom som que os meas sofrrtroeotds sao'promo-
    vidos e aconselhados pelo vigirio Prancisco Pelro
    da Silva e por consegainte elle o noico respOB-
    savel pelo que vier de sacceder-mei
    O que lero de drter ara proteste CDOtr*'
    tendencias malficas dejjjneu raocoroso inirrngo
    pelo aae o resooosabilisvperante o publico ao do-
    minio do qaal levo o< tactos manifestados na de-
    nuncia e commaoicado.
    Ourfcnry, 56 de marco de 1871.
    Jos Evaristo das Santas Leal
    Irtm. Exm. Sr. cooselbeiro presidente da pro-
    vincia.-Jos Evaristo dos Santos" Leal,* morador
    neste-termo do Ouricory, clisado e proprfetatlo,
    compenetrando-se do elo com que todo etdadSo
    deve corar dos ratTeeses pblicos da sea pall,
    em peraote V. Exc. denoneiar d. Rvm. vigario
    collado desta freguezia Francisco Pedro *i Suva
    pelos motivos qu) passa a expor e cosnntilo
    documentos Jontor; espirando o d>no*ctaote ^oe
    V. Exc. cujo esrrito ae jusfea altamente rco-
    nbecido, convenceodo-se da veraeidade da Jlf9*
    ente denuncia madar nroioder contra osw *
    cardte nos termos da le.
    xm. Sr. Pelos docuTietitos legaJmete exirz-
    nidos do archivo da thesoararia provincial aune-


    *;fiW 4n-fterwmimc* Terca kiraylj Je Jfnko 4p?.i>72
    >




    i
    xa* a presme denuncia veri V Exc. qui o viga- (pjlia acompanhar o Sr. pread__
    Sih de 11 dedaxaiobro alera de outre nutivos, portar alte presidido lojas
    rio Praaelsq Pairo da
    de lit i i( mili de 4854, recaben em seis
    preetaoSas qaaatte de He eootof'sete cantos e
    ?tote e dios mi Wis,; preveniente #a producto de
    dfTefssWms^iseefcrt benelfcf da raa.ru
    aresideo'.e do eooselho,
    le do o-c.);aU rormml pira o aupradita lira:
    eatrataate e referida ftfrio uij t-ado defendido
    aaae a torea eaMn-i euantia reoebida, com as
    *faa da aairts, aoreaeoiea 4 thesouraria pro-
    vincial documentos de despea' ver4dairamete
    m cnicas, **
    Ceno se eele simples dedaraijla feita pelo] oo-
    tavel estadista de sua obeiteaea, como caiQolico
    as tais di igrpja e ao sea- elwf, prluzio lauto
    desta (reguexia e deoatras quotas cousgoalis na paimi, unte terror, tamo risa oo pewnacoaico,
    pori|ue se nao admirarlo e borrorisaria qprSda
    ves, os oatholico Toado qae ei Horatiue Goales
    prgaos eoalra a legitimidade da eleioao doa pa-
    pas a contra a intallibilidade porque mes (alta o
    Lilam daa laafaaa e o de arar os e aferraos
    ptanta>ticas, com es quaei prestanio contas de lo-/ E a proposita do artigo que se eccapa do dn
    do o diuh^iro a si-a argo, ciait|aio ihejuear a
    boa fe do governo da provincias pala assiaa lo
    cupletar-se com urna avultaia amia* de dintiei-
    rj.lirada do cofre provincial para o dastico allu-
    0Mo.
    Pereque V. Ble, seoidar-stjatrablbo d3Cora
    *-ft4wr os vortRBosos doeonjeatt; juntos, poesaava-
    meato ra aawr estoroi eommutida pelo vigario
    Francisco Pedro faz o denunciante annexar om me-
    morial demostraiivo orgaaisado.de conformidad*
    com os ae-siuos documentas dafhal ver V. Bxc.
    . cao t as quaalias rebebidas palo prdito vigiriu
    como s falsas despegas que apresentoa no acto de
    prestar a^ respeovas comas cujo producto o re-
    ferido vigario absorveu, destiqando-o ao aajt-
    neoH de seu patrimonio parpuhr.
    JJs recibas a qie s* refeTr o mera >rial junto
    aMHtuna.-uaate .usnos e dalles se evidencia
    ej.Brnia qua o vigario Francisca Pedro da
    Silva lezoa a ;fazsnda nacional em tois de seis
    eontos de rjs tlgnraudo despajas que nanea fo-
    ram faitas, otra as qaioj obresiho a de.....
    3.8034000 ris constante do ultimo recibo com
    as despejas da-mlo d'obra do tbrono, altares la-
    teraes e pintura da igreja desta villa, cujas obra
    nio exi-tera aera nanea foram comega*aa; a de
    330J'.00 ris com a grade gr.raie que divide o
    corpo da igreia. caja grade tambero problema*
    tica ; a di 90*300 roa coro a comora de taboas,
    ferrolhoa e fachataras, porque nao se sabe oode
    foram mpregadas ; a de 256*000 ris com a
    compra de 100 quartas de cal a Joao Sevenano
    de Lima, cuja compra nun.-a se realisou porque
    Jlo Severiano era um pobre hornera que viva
    em muerrirao estado de indigaucia. e nanea dispoz
    de material algara por onde aparasse tal quaotia ;
    a de 168*000 com 0 iadrilho do palamar e calca-
    da dos corredores porque estas nanea exiMiram e
    aquello foi faito pelo Rvm. missionarlo Casimiro
    Mlitello, e finalraente outras multas despezas
    apreseuiadaa era faca de recibos que sa compre-
    hande sua inverosimilhaoca e revelara soberana-
    mente a estrategia do parocho desta fregaezia e a
    sua pericia era dar o car.cter de verdadeiro aos
    mais falsos documpoios.
    0 denaiciame, comprehendando pois, que o pro-
    L'rdimeata do Vigario desta freguezia sendo alia-
    mente reprovado e criminosa, affeeta de perto os
    imoressas pnblicos e mui particularmente os da
    raatri de S. Sebastio erecta nesta localidade,
    vem parante V. Esc. dar a pre-eaie denuncia,
    qua jura ;er verdad ira e olTerece para testemn-
    nbas ao capitao Secundino Jos Barbo-a, Aotoni >
    Marinho Ribeiro, teneate luyuanJo Leonel da
    Aiencar, Anin;.> E-tolano Mara Seixas, lenle
    Bamjamim BaJiro de Aiencar, Or. Joao Aotooss
    Correia Los Waaderlfy, e Joao Francisco de
    . aioraes. .vi-i-s termos.
    Peda a V. Exc. qua autoada e jurada a pre
    senle denuncia se proceda omra- o delinqaeote
    padre Francisco PoJro da Silva, e floao o crime
    por e!le praticado^eja da natureza daqaelles qae
    nao admiitem liang, se digne ordenar atim de
    qae o denunciado s ja lojo preso al o rasultado
    Bual,- E, R. M.
    Caricury, 27 de dezembro de 1871.
    Jote Evaristo cbs Santos Leal,
    ~ ~~~'
    Po IX e a m*$oaaria.
    Como se tem dito e repelido multa; vezss era di-
    verso nrii! >a, alfana io qnaes oublicadosno Jor
    i. dj R'cife,'] i^ j ttttkti p laliftca oa foi lia
    un;)iuru, ijiifim)- corveoiaute transcrever
    o ido a tj r-'-p'.i) eo:oairaraos em acreditados
    jjroaes da Porloual.
    Qmb a Vsr.lile, fyh\ nicoaaa d) Porto,
    p:tb!'cara es a Mst noticia, o Bt'n Publico do Lis-
    m liase o 'eguinle :
    A '/eviiih. jorj.il raac)nico do Porto, reprodoz
    3i Diario M'reiiitit, di meso lai e citada, a
    9 irosa o )ticia -de qaefui e ion, enbora
    i nao tsCar hojeen Irabilhos, o p'ipi Pi IX;
    ni se invr-jusH asas vis loiros, tran-crave,
    varaente < relacSss qaa teve Sua Santidada
    i io-tiia '; i i (i mac^naria), e comoatdita-
    i o aae un irmio o collega de Lisoca.a Ex
    ' k' di Verdiit publicara em 1867, mas occui-
    -wjo fira I igj lepois djsmeatido pelo Bem
    >, qaa o forc/in a engutir a calumnia.
    '. Ni) a pole estar samjre a desmentir longa-
    ase llmalas qua os libjraes da temp>s a
    ti r.aicitara, quaali suppoVn qua tera es-
    queoido o desmentiaMQij ; mis n'n pomos duviJa
    ,*a reproluz'r o miis Importante da calumoia e
    da reapoata -
    c O aossoezc .-. fr .'. (ziaella, referindo 3a
    a Mtfe j-.rnal ra^^onico da Blgica), o papi as
    Mal, Cuudi Joao Mastai Ferre.ti, foi oalr'ora um
    i?a aoaios.Foi iaicialo oa Pbiladelphia (Peosyl-
    vasfa), quiaJjora Naaoio Apostiluo Ja Gregarlo-
    X-VTL (Nao se diz o boom la loja, osm o anoo em
    se sa fez a supposla iniciacao).
    Resumimos ti.njju o desmantiJo. N3 dis-a-
    m-,3 que :
    1." N>s Estados-Uaid03 naj ha era hoava
    anuncio apostlico.
    2 a Sa o njuvesse, a sna'resldancia seria em
    Wa^iafto-*, e nai em Piiladelphis.
    3. O conde Joao Mastai Ferretti nanea foi nan-
    apoaulieo, nem cousa qae sa parecesse com
    l
    4. Quando Gragprio XVI subi ao ihrono pon-
    i, ja M ntai Forra'.ti era aroebipo ie Spojetto ;
    naact rniissahio do3 estilos de Ireja.
    o." .Nunca pjz oa as nos Esta los-oiJas, nem
    , ro sa qaer, a no ser no m:\ppa.
    A mentira, d:z x impartate revhta da Lisboa
    .'.' ''i d It'iii, astata palvaris'da ; mas a {Juicio
    Cttluliea da Brigi, mui acertada nema lembran
    da-se da destrair as evasivas qua a macoaaria
    irna eaaoragar,que nio lomartram ao BemPu-
    bUao, oa esta nao meaci moa, porque o p3ealo Ex
    pres$oda Verdad", nao linha tocado estas especies,
    aciescjojou o seguiata:
    \ {era ni:Os calumniadores do Pi IX nao
    as d-nlo por achados, o querendo oceultar a sua
    da.r a, a.'Urinaram pooco dspois qae oade o ino-
    re vial poulifice tinha entrado na maconaria fora
    EJ Sicilia.
    O de^meitido mais completo e formal foi-lhes
    dado da rae^ma Sicilia e por bocea dos proanos
    njac. as qua compaobam a dita loja. Os eatholico'
    riram-sedos iautais eiforcos des malvados iacor-
    rag/"es; mas estes anda nao tiabam esgoiado os
    aeus recursos ardilosos. Aproveitaodo-se de ama
    Mmalbaaca de nome, Uto de tar entrado na ma-
    anara om tal Finei'i, oa coaa une o valha, n'u
    aa loja da ilha da Cuba, ahi por 1816, segaado
    nos carece, ei-lus voz em grita dizendo ^qua Mas-
    tai Ferretti (le Farretti para Fiaet vai alguma
    diffarenfa ao entretanto I) liaba cotral) macoa na
    dita ilha, e que niagaem era opaz de os dmen-
    tir sobre este pomo. O desmentido pormnao tar
    ivi em appareeer, e desia vez dado por um vene-
    'vyI da dita I >ja qae a pedido de zelosos catboli-
    C)9 publicoa a entrada do tal Fmatii eom seu no-
    na por inteiro e flliagao. Varios jornaes da Ams-
    r-a e muilrtsimos da Europa pablicaram este
    i imento. No emtaato, os ealumaiadoros libarti-
    aj?, eaxotadpa de todas as posicSes, sao coma as
    moscas; prtgriiem para trat e voilara ao princi
    po. Sao dispalos aproveitados do grande mt:tre
    o pitriarcha de Feraey : filen ti, ment...
    A isla accrescanta anda o Echo de Boma cima
    .'.ado.qno desde 1791 anuo do oasjimento de Po
    iX, at 1823, a sua vida passau-se entre Siaiga-
    glia e Roma, o que exclue peremploriameate a Si-
    oiiie e Caba.
    E a vista de tao formal desmentido anda se
    o-witrauara propalar que Pi IX on foi macn ?
    nos que sin, porqae aos hummitartstlmos
    pistlos do progrem coovm mentir no animo
    vie ffjcaotos. qae a maeonaria eonta com ao dos
    Mna adeptos, o mesmo papa, erabora nao tejA es-
    to o legitimo ascce?sor,d;S. Pedro e nao tenha con-
    eegaintemente a assistencia do Espirito Samo,
    wrqo nao tm o dom das linguas a o de curar
    ot tnftmos, eomo maglstralraenW o demonstron
    n Horalias Cocles.
    - Fujaa pota sabido qaa a aleico d papa est
    iaisaaJa. e qae elle nao iafallivel porqae nao
    falla todas as lioguas tinclnsive a macooica ?) e
    aaoaaraeswfermo'.
    E*paeen6s agora a importante reforma qae vio
    iizer os Houtuu Co*^!, no modo do eleger oa
    papas paranaa-paasaai arta'tar ilaHtWeis.
    Podemos fc^paraplttagiroj-w,, tma(s os
    pontos deda>4r*e5o, aeTeiceaeiu, e o Ijarror de
    uta muro artigo do ^ornof do Commercio a Rio
    Cario* Amarico da Saapaia Viaana < cinoo pa-
    sles com c^ixinhas de charutos ; ea pergoi-
    tiaioao -patrio do mesmo escalar Jao Pinto
    t*elo dospacbo, esta respondan qaa nao tioha.
    Ora, vendo ea que aio uazia o despaebo, quiz
    logo apprebender, AiwdMne de novameole o r
    ferido patrio qae o Sr. guarda-mr manda
    tara aniregar ao sea lio .Amonio Fi
    Lacerda e qaa caria mal sa asila) fratteassej
    Paoaaado eu bem o que djvu fater, eoaaenti sa-
    bir at ralos, aflm de nao me acoote:er algara
    a'-afaflpe rae poda dabi prever eomo mea chele
    qiHHadaTa por sua coma, Daht por diaole
    comegai a soffrer o qaa nanea (loba soff>ido eom
    tiaclo coasiibairo Zacharias. aotamos da pasia-
    gem e eom aatisfaoio, qaa na nomenalatura p-j ^ < r**"'^* ; linnlit illlftar f"'*
    blieada no mesmo artigo das eminencias do paiz "
    pertencentes a maecnaria, nai ligara o angosto
    aooe de S. H. o Imperador; d jada eoaelaimos
    .pe na oulra pleiade das emioenoias, qae nio
    perteace a macoaaria, e en cajo numero esta o
    eeaselhairo Zicharia, tasereve se em pnmeiro lu
    gar o aagasto o.ime do chota da naco : al pori
    laso sa deve aloriar" o coaselheiro Z diarias, e os
    qaa so pre-ara cono elle do aama de catholicos.
    Nao ha duvida; ot florafrnS Cocles sao os mei
    mos em toda parte, e, como os d'aqul, atacara a
    religiio das mujunoa, dw pafud, dos gestos (e
    qaera os ter mais.....d> qae a maeonaria ) ao
    taso continuado di confistio, dos triduos, dos sep-
    tenario!, porqae ludo isto, escramsa e mercantt
    Usi as consciencias Vjs -se o Jornal do fiedle
    de 6 do correte, 2* pagina, 5' eolnmna inflne.
    O ultramontano.

    Para S. JEic. o Sr. mlalstro da
    faseatia 1er.
    O artigo segrate foi publicado em um jardal
    da liataia. )f/rsa elle sobre factos de prevarica-
    cao e escndalo praticados naquella provincia por
    Carlos Americo de Sampaio Vianna, o individuo a
    qusm, eatretaaio, o Sr. viscoade do Rio Branco,
    mal acnseibador couBou una couamissSo de in-
    qaerito na provincia de Pernambu;o, e por cojas
    infarmacoss malvolas acaba de deraitiir a 40 em-
    pregalos. Passamos a transereve lo para ami
    ragao dos leiiores.
    DBSMORALlSAQAO U FU.NCCIO.NARIO PUBLICO.
    O fanecionalismo pablico e a manistratara da
    qaalqaar paiz deven timbrar em nao consentir
    em si um manobro corrupto qualqaer qae elle
    seja, porque acarrupca ple contaminar seria-
    mente o resto do tronco senao corrompe-lo de lodo.
    E', poi?, forfiso em laes casos proceder-sa
    amputacin membro corromp Jo, separando-o
    nao so da corrupcio a qua perteace, como tambera
    se for possivel, do corpo social de que faz parte.
    Para coosegair-se 63se desi-L r >tunt fat-se pre-
    ciso expor os factos qaa tiverem relacio eom o
    que alludrraos, coraprora-los cora aocameotos
    irrefregaveis commeoia-los devidimanto, chamar
    para ellos a aitaoco do publico e pedir jusc/i a
    quera de direito.
    E* o qae faremos.
    Esse membro corrapto de qae fallamos o ex-
    suarda-mr da altaudega desta provincia e hoje
    ajadante de seu respectivo inspector I
    E' o celeosrriuo Ca.ri.03 Amarico de Sasipayo
    Via^na, que lanos facios indignos e criminosos
    tem commettido impauemeate, mas qae um dia
    gracas moralidale do nos-o paternal governo
    (era qae taato conQamo?) ha de ser severamente
    castigado como maraca.
    Os factos a que alludimos e qae tao oameroaos
    slo, esli no dominio do publico desta provincia,
    raas para dar maior torca a aossas aecusacoes tao
    justas e bam cabidas abaixo publicamos os docu-
    mentas comprobatorios das masraas.
    E'preciso qae um bralo de indignacao erga-se
    rinalmente contra esse individuo mais de urna vez
    prevaricador e peni Jo qae o estigma dos repro
    boa Ihe pese sobre a fronte maculada por tantos
    vicios, crimat e defoitos, afim de assigaala-los.
    E' preciso qaa urna satisfagaj seja dada ao il
    lustre funecioaario pablico desta briosa proviacia,
    em caja seio sa aaiaha e3se fuaccior.ario indigao,
    verdadeira aatithesa da tantos e tao li,arados ci-
    dadaos e carecieres coaspicuos I....
    Alem da i prevaricador intrigaote, pseulo ca-
    lumoiador e tuda mais que possivel imaginar-se
    em um yillo sem bro nem pandonor, cujo nico
    raereiimeoto consiste em saber maaejar dextra-
    rneate a arma da calumoia e Ja intriga elle se
    ostenta em todo o briibanlismo do asqueroso
    papel qae represeota.
    Suspeode-lo um acto da clamorosa jusl$a,
    remove-lo sem crueldade ; e iamiiti-lo o maior
    dos beoefi.'io- quesa tole fazer.
    Pois bem, deraitia-o quera pode.
    Sa S. Exc. o Sr. raiaistro da azenda assm pro-
    ceder prestar, alera de t3ni03 outros, mais um
    relvame servica briosa provincia da Baha.
    Q lizeramos terminar aqai, mas nao o iremo3
    sem primsiro citar um facto, qae com ese fune-
    cioaario dea sa na mesraa repanicao, aonde boje
    a judaote do respectivo inspector 1
    (aara quizar pue certiflear-se da veracidade
    em nao veracidade do fado que vara as consignar,
    iadagaodo dos proprios embregados da alfaodega
    Jesta p"rovaeia, onde ella sa dea o principalmente
    dedous, cajos uomos mencionaremos.
    E para essas bourados faaccionarios desde j
    appjllamos de qualquer juiza desagradavel, qua
    por veotura possam fizar da los algaaiis passoas
    mal inteocianadas.
    Ei3 o fado :
    taanlo o Sr. Stmpaio Viaaai era aiada gaar-
    da-inr da alfaodega dasla proviacia, mindou
    vir da Europa tres caixoss com apparelhas de
    porcallana tiaa, doarada e esmaltada p.i a sea
    uso ; e tendo da serem submattldas a despacho
    taes marcadorias, apparecsa aeste acto o Sr. Sara-
    paio Vnnaa ao 2' conferena. Antonio Luiz da
    Barros Paira (a quera fui destribuido o respectivo
    despacho) e coasegaio eoavencer a este digno
    empregado, empenhanlo at asai palavra de
    hoarv qaa o meacic,aiioa caixjs contiabam
    porcellaoa o. 1.
    Acreditando, o Sr. Paira, como bam natural,
    qae era irapossivel um empregado Qscal de alta
    cathegaria prevaricar tao eseandalosameate,
    consentio em processar o daipacho canfarrae a
    vontado do celebrrimo ex-gaarda-raur.........
    Mas no acto de sahirea os volamos o Sr. Io
    conferente Joaa Baplisia de Castro Rabello, moco
    rauito honesto e sisudo, quiz aLri-lor sempre a
    despeilo da m voatade do Sr. Sampaio Viauna,
    jaa debalde sa esforgoa por coavence-lo tambem, fi)t aDr- da de *rent para oatro, aceitei raedi
    de qua 03 mauciouados volumas cootiabam por- t9 aPProvacao de Exm. Sr. Torquato, qao ma
    livro do ponto, oio se eneanlN ama s falta, e.
    depoi disto, tlve imraensasifaHu,tre3 soapengdi
    rebaixamamo do pasto de cabo de esqoadra;
    tudo eom meos de ara anuo. Vendo-rae por
    tanto, por es^aa veamos ^os os das, padi^Dtnba
    dunisaio ao Exm, Sr. Dr. Dantas, quaan pre-
    sidente aqai ; o qae lenno. a informar A V
    Sin do V, alenla venerador e erla1o.-**4n\NOEi.
    ElEB DA.-;4lbVA.
    DOCUMBNTO ff. 2.
    Respondo aqai por assim o exigir V.: A ver-
    dade manda que imforraa ser exacto, que, adian-
    do-me destacado a bordn de am dos paquetes da
    earreira da Europa, preseaclasse qaeTf o ex-
    guarda da ajfandega amas meu collega Manoel Eu
    zebio da Silva (aprenbaader cinco paootes com
    caixiohas de charutos conduidas sem despacha
    para o mesmo vapor pelo pafrlb Joio Pinto de tal
    do escler do ex-goara-mr Cario Americo
    da Sampaia Vianaai appreobeaaao qaa nao se
    realison por ter o dito patrio casseverado qae a
    a remessa era feita por ordena do ex-guan i-mor
    hoje ajadante do Inspector da alfaodega.
    Em segaida a esta oceurreucia, certo hayer
    aquello Manoel Euzebio da Silva soffrido bas-
    tantes do ex-gaarda-mr, at qae por fleo pe-
    dia demissio.
    E^ia a verdade qae ea sellara com o jara-
    ment sa fosse oecetsarln. Son de V. atiento
    venerador e eriado. -Joii Flix Pereira pb Ara-
    JJOl *
    DOCOMBKTO N. 3.
    Respendendo, como me pede, soa earta sapra
    de 19 do crreme, cumpre-me religiosamente asse
    verar-lhe:
    1.* Que, adnodo-mo servindo o logar-de sar-
    gento da campanilla dos guardas da fiodega
    desta proviacia, lazando toda a escriptura<;aa e
    servico do mar, sem que dse motivo algara, fui
    febaixado pelo ex-guarda-mr Carlos Americo de
    Sampaio Viaona, atina de nomaar era mea logar o
    < seu protegido Francisco Minoal da Cooceico,
    o qaa coagiama a pedir ao governo da proviacia
    a minba demissio.
    2.* t Alftrmo que por vezes vi serem condolidos
    oo escaler da guardamoria, algons volumes de
    bordo de vapores para trra, a titulo de bagages
    de passageiros. >
    3. Declaro ser verdade que f>i pasto a dispo-
    sico do consol portugaez am escaler da guarda-
    mura e nelle cooservou se urna baodeira porlu-
    gueza lodo o tempo qae esleve embarcado o dilo
    cnsul.
    4 Finalmente digo, qae coostou-me ter sido
    despedido de patrio do escaler da guardamoria, o
    poriaguez Joao Pinto par ter ctragado ao caobo
    cimento do inspector da repaiticao qaa < elle re-
    cebia gratilicacao do capilio e consizoatarios dos
    navios, oas occasiea em qaa nafi.-avam suas
    de-cargas e haviam bascas da guardamoria.
    Ficara desta arte, respoodidaa as pergautas de
    Voi. na carta referida e aatoriso-o a fater de mi-
    nbas respostas o uso qne Ibe coavler.Sou de V-
    altalo venerador.Lycrco Tito Livto Pi.sheiro
    de Lemos.
    documento n. i.
    O fado oceorrido que V raaada pedir esclare-
    c memo do contrabandista, vou jurar a verdade.
    lodo ea a bordo do paquete < sardo geoova, es-
    lava um indivluo, que lentava passar um contra-
    i i. ii ; estando ea ao prtalo para qua nao con-
    semisse pessoa alguma sabir sem a visita da al-
    fandega, e>se individuo tentuu sabir pelo parte
    upposta, e como ea oio poda rae retirar do posto
    emque estava por ter sido depostalo pelo Sr.
    ajadante do gaarda-mr Carlo3 Amarico de Sam -
    pato Vianna, mandei chamar pelo patrio do es-
    caler ao mesmo Sr. ajuiaate; declarei loe que ahi
    existia um individuo com urna corcaoda artificial
    e que tentou passar pelo oatro porta ; elle ira-
    raediataraeote chamoa o individuo, mandou cor-
    rel-o pelos guardas G'rmaao, Baldoiuo Cmara e
    patrio Joio Pinto ; acharam as costas do indi-
    viduo, urna grauJo porcia de pente de tartaruga
    e dem.ro de sua oagagera o resto dos pentes, gran-
    de porcia de duzias la lavas e oatras tamas da-
    zias de grvalas de seda e um babu ebeio de lis
    vros: depuis de todo isto reunido, a chegoase
    o S.'. a judate junta de mim e declaroa: Osenhor
    tem a metade deste contrabando < e ea Ihe respon-
    d : V. far o qae qaizer.
    Depois me constando que todo tinha sido arre
    raalalo, passaado cinco mezas, vendo que elle
    era nada rae tocava escrevi-lbe ama carta,, e
    am resposta, tive pelo guarda Garmiuo, que t me
    mandava dizer o Sr. ajadante do guarda-mr que,
    se eu livesse visto esse contrabando, deixaria sa-
    hir > ; nas, como que um guarda novato de
    mo:os tiha conhecimentos com negociantes qae
    viohara da Europa l Dasda essa data tratou de
    roe olear com o chafe da reparticio por ter-lbe
    mandido pedir o queme partencia. E'o qae
    teobo de declarar a V.Dista sea atiento veoera-
    Jor.Makoel Jos Alvss da Silva.
    DOCUMJNTO N. 5.
    Respondo a V. qae, qaano ea fai guarda da
    alfaodega e o Sr. Sampalc Vianoa guarda-mr,
    alni de oatras t aceas que elle praucoa cami-
    ga, a altiraa foi c armar-se de am chicote dentro
    di reparticio dizendo que era para me earinar.
    O c jicote foi comprado palo patrio Pinto, fi al-
    guna empregados presenciaran! o fado, tanto que
    um empiegado foi qu8m tomoa Iha o chicote da
    raao ea oasta occasiio nao estava na reparti-
    cio ; o que teabo a dizer a V.Soa de V.
    MAnoel Ignacio Lisbo^
    DOCUMENTO i. 6
    Rospoodando earta de V juro dizer a verdade
    En agosto do presente anuo ordeoou me o ei-guar-
    da-oir pedir a minJu demissio do posto do furriel,
    da companhia de Jtardas, tlogar qae, em 1862
    por consulta* nomeaQiodo mesme ex-gaarda
    nbecidas as ana
    belllio pablico i
    Babia, Nove
    pelo respectivo ta-
    rara Lope/ da Silva,
    PRj
    mu
    AS 3 1/9 HORAS DA
    JUNHO
    DA TABDB.
    Gola?r3ii oflkiaia.
    Aasacarraaacavado porgado IJ77S e 2800 por
    lokiloa, labbado.
    ?.saacar-americaao purgada 2"00 o 2/750 ppr
    18 kilos, sabbado.
    Alfodao nVllieei 4" aorta 7W e 776 r*. por do a 8:10O/MW rs. a aob aa mesmas clausulas es-
    kilaosa abordo
    0r9, sabbado.
    a: frea de 7|S d. a 5
    Algodioao RiiiiJG^od^a.Sprte 749 rs. por kilo
    postor barao a fretade 1 d. c* 5 0(i, sab-
    bado.
    Cambio-sobre a Baha a 3 d|v. ao par, nabbado.
    Cambio sobre Londres a 90 d|v. 2i 3i8 d. e ti
    l|2 d. por 1/000. sabbado.
    Cambio sobre Pars a 90 div. 390 rs. por franco,
    sabbado.
    Cambio-iobra Londres a 90 div. 2i lt| d., e do
    banco 2a 3f8 d. por WOOO, boie.
    Cambio sobfe Haraburgo a 99 d|v. 737 rs. por
    mareo banco, do banco, h >je.
    Cambio sobre Pari a 90 d|V. 390 rs. par franco,
    , do banco, boje.
    Ditosobre dito a 3 d|v. 395 rs. por .'raoeo, 4o
    banco, hoje.
    Cambiosobre Portugal a 90 d|v. 115 e 118 0,0
    de pramr.
    Fletede assaear daqui para Liverpool 30| e 5 0|0
    v.t. Pinto,
    ,?t?3deat*.
    Dubonreo,
    Secretario.

    ALrANDBGA
    tlendimioio do da I a 8 .- .
    Idam do' dia 10. t
    408:583/477
    70:752/289
    -i i
    479:3351766
    sumida"
    rita,
    -1 r
    idj na? comarcas onde exisiera col-
    "ftida para o dia 13 do correte
    de ote coas
    lectoras f<
    otas.
    Secretarff da fneSorarla provincial de Peroam-
    MM8fL
    OoBeial maior
    |1 Afl.r
    gual Aftiiiso Ferrra io
    S| i^paltur da- lOesoorana provn-
    _ runeoto da ordem do Exm. Sr. vice-
    presidente da proviacia, maoda bzer pablico qae
    oo dia 13 de junho prxima vindoaro, vai nova-
    mate a.praca, peraa.e a jama dasta thesouraria
    pira ser arrematada por quera por meaos
    flzer a obra da paule do Cixito, na estrada de
    Nosia Sanhora do O' de Ipojuca, cujo fcameoto
    foi au?m*ttadocoih maisfO *\, por hto eleva-
    peciaes ja annonciadas.
    E para malar af raandou publicar o presente
    pelo jornal;
    Secretaria da tbesanrari provincial de Per-
    aambuco, 23 de malo da 1873.
    O ofUcfal-maioT, Miguel Affonso Ferreira.
    Descarregam boj Vapor ioglez Cognacvarios genero?.
    Logar poriuguezluHtvari03 gneros.
    Barca inleza-lF Patacho ioglez-La Caj/u/iniiem.
    CAPATAZIA DA
    Rendimento do dia 1 a 8
    dem do dia 10. .
    ALFAXDECA
    . 4:572/633
    . 529/400
    -------------
    5:10i/031
    SAHIDAS DE -MERCADURAS.
    Vommes sabidos com fazenda
    dem dem ccai gneros diversos
    Vflf F T i Sarama
    ICO
    450
    560
    8 i*
    Despachos ie exportaco no dia
    julto de 1872.
    Para o> portos do exterior.
    Na barca ingleza Victoria, para Liverpool,
    carregarara, S Leitao Irmaos 158 saceas cora
    9,307 kilos de algodio.
    Na barca poitogaeza Imperial, para o Por-
    to, carregarara : Soares primoe 700 saceos cornt
    52,500 kilos de assucar branco.
    No navio- portugaaz Cites, para o Porto,
    carregaram : J. J. Godcalvas altrao 914 saceos
    com 56 961 kes da assucar mascavado; L. J. da
    Silva Gaimaraes 600 ditos com 45,000 ditos de-dito
    Ho navio aliemo Ji, para o R o da Pra-
    ta, carregarara : Cuvalbo & Nogueira 608 barri-
    cas com 22,500 kilos de assucar brimeo.
    - No brigae ioglez -Herald, para o Rio da Pra
    ta, carrejiaram : P. Carxreiro a 150 barricas
    com 18,350 kilo- da assucar branca.
    No vapor inglez Cognac, para Liverpool, car-
    regaram : Sannders Brothers & C. 1,200 saceos
    com 90000 kilos da assocar mascavado; Viuva
    Bast03 400 ditos com 30,001) ditos de dito.
    Na barca ingleza IFfcA of the Tcign, carre
    garam : Braga & C. 2,000 saceos com
    kilos de assucar mascavado ; .af. Lathan
    3,100 ditas com 236,000 di os de din.
    No brigue austraco Uc/n, para Liverpool,
    carregoa : C C. Simpsoa 61 saceos cora 45,750
    kilos de assaear mascavado.
    Na barca ingleza Magd>ild, para Manlreal,
    cirrogarara : lleary Fcrs.ter 4 C. 300 sacco3 com
    22,500Jtils de a3sucar mascavado.
    & C.
    RECEDEDORIA DE RENDAS INTERNAS
    GERAES DE PERNAMBIJCO.
    Sendiraento do dia 1 a 8 12:257/420
    dem ao dia 10...... 3:985/885
    16:243/305
    CONSULADO PROVINCIAL.
    aandirneno do dia 1 a 8 85:016/585
    dem do dia 10...... 12:386*352
    07.402/937 I
    A ibesouraria provinoial contracta o forne-
    cimemo dos cbjectos precisos para o expediente
    das repartieses provinciaes no exercicio de 1872
    a 1873.
    O cantr'ato ser 'fito no da SO de Jhnbo ao
    mel dia,' perante a jauta da mesma thesoararia.
    A lieltacao ser feita "em fraecSas centiclmae3
    da Importancia total dos objeetos fornecidos se-
    gundo os pregas do orcameolo, os qaaes os coo-
    eorrentes encontrarao na secretaria da rae-na
    Ibesooraria para examinar, asaira como as eon-
    dicues com qne aeve ser effeetuado o coolracto.
    Secretaria da thesoararia provincial de Peraara-
    buco, 14 da maio de 1872.
    O oficial maior,
    Miguel Alfonso Ferreira.
    =0 Illm. Sr". inspector da thesouraria proviB-
    cial, em curapriraeuto da resoln;ao da junta da
    fazenda, manda fazer publico, "que no dia 13 de
    junho prexmao faturo, peratite a mesma junta, re
    ha de arrematar a quena por menos flzer, o forne-
    cimento dos medicamentos e atenis precisos i
    enf^rmaria da casa de D-ateocao, por tempo de una
    anno, a contar" do 1 Je jibo da crreme anno a
    30 de junho de 1873,
    _A3 pe3oas cao, comparecam na sala das sessos3 da referida
    junta, no di cima indicado pelo raeio da, e :om-
    petememente habilitadas.
    Secretaria da thesouraria provincial da Pernam-
    buco 14 de maio de 1872.
    O oOJcia! maior,
    M. Affonso Ferreira.
    O rHu. r. inspector aa thesouraria provincia
    em CTim^nremo da ordem da Exm Sr. vicepre-
    sidente da provincia de 7 de corrate, manda fa-
    zer publico qaa vai novaaaeale a praea no da 8
    da agosto prximo viadouro, para ser arrematada
    a quem por menos flzer a obra do segundo Ian(o
    da estrada de Uaa a Capoeiras, oreada em.....
    B2:000000 e sob as clausulas abaixo copiadas.
    As pessoas que sa propozerem a essa arremata-
    ca comparecam na saladis losadas da referida
    ' jBoU oo dia cima mencionado, pelo meio dia e
    competentemente habilitadas.
    f para constar se mandou paplicar o presente
    pelo jornal.
    Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
    buco, 10 de naaio de 1872.
    O olli ;i.'.|-maior,
    Miguel Affonso Ferreira.
    Clausulas especiaes.
    "
    O segundo langa da estrada de Una a Caposiras
    da 2202.90 metros de extengao na importancia ae
    fJOfj.3080 sfrex'ecatado de conformidade com
    o respectivo orgimento o desenos juotos, appro-
    vados pelo presidenta da proviocia e instruegio
    da engenheiro encarregado da fhcalisagao dos tra-
    balhos.
    2."
    O arrematante dar comego aos trabalho3 no
    prazo da trima das, e Oa concluir no de dezeilo
    mezas, contados ambas da data do contrato.
    3.
    O trabalho ser execntado a partir dos dous
    poot03 extremos para o centro.
    . 4
    Os pagamentos serio feitos era seis preslagoes
    y. .guaes, correspondente cada ama a um sexto da
    importancia total, quaudo os trabalhos execatados
    corresponderem a e:sa quan.ia.
    5.'
    Em tudo o mais qae aqai nia vai eipeciQcado,
    seguir-se-ha o que a respeito dpoa o regulameo-
    to ;2^31 da julbo de 1866.
    Conforme,
    Miguel Affonso Ferreira.
    O lllm. Sr. Inspector da tbesourana provia-
    cia! manda fazer pablico qae no dia 13 de junho
    prximo viadoaro, peraa.e a jauta desta thesou-
    raria se ha de arrematar a quera por monos fizer
    o foraecimeoto de aliraeotago e dietas aos presos
    pebres da casa de deteagaa oo trimestre que prin-
    cipia oo Io de julho vinduuro a 30 de setembro,
    servindo de base arrematagao os pregos sigui-
    les '.
    Almogo e janlar conforme a tabelia.
    MOViMENTO
    _ por-
    celUoa n. 1 I........
    Tia haneato como o Sr. Palm parem mais pe-
    netrante, o Sr. Rabello declaroa qae, acreditando
    muito no Sr. Sampaio Vianoa, quena todava
    maodar levaotar 03 lampos das catxSas para ver
    o bom gosto da S. S.
    Ahi o Sr. Sampaio Vianoa desapootou comple-
    tamente, retirou-30 vociferando contra o zeloso
    mpregado, e oh I vergooha das vorgaohas, oera
    leve animo de assistir ao ciinr 4a propria mas-
    cara I I !
    Os volumes foram etlactivamente abarlose oasaa
    occasiio recaohaeea 3e qaa continham porcellaoa
    o. 3 I !.......................,..............
    Ante semelbaate dilTereaga, o Sr. Rabello nao
    hasilou ura instante fez retroceder as mercado-
    i s para pagarem o axcesso oa diflerenga doa di-
    reito?, qae deixaram de ser pagos i fazeada na-
    cional por am sea ageato Qscal I...
    Ajaizein os leitores e as autoridades competen-
    tes do orocedimemo de tia exemplar funecioaa-
    rio pablica II...
    < latrigaoteemaldizeate at pretenden coas-
    purear a reputagia llibada do honrado ex-ias-
    pector da alfaodega dasta proviocia, o Sr. eonse-
    Ihetro Joaqaim Torqaato Carneiro de Campos I
    Pdijava as aalaa do correio com cartas aoony-
    mas, dirigidas a diversas faaccionarios dahi, con-
    tra empregados modelos da alfaodega deau pro-
    viocia, s para satfawr seus clcalos da aaabi-
    gio e malvolos meatos.
    Anda mais; obleado liceaga para ir Corte,
    ah de tai sarte tramou contra honrado Sr. Fran-
    cisco Maaoel Googalvos da Cunha, qne eolio era
    ajudante do inspector desta .alfaodega da Baha,
    para substitu lo, qne c nsegaio a apo-eotdoria
    delle, o qaal, alera deoatros lequisitos, possaa a
    edneagio, intelligencia e taojPjdWada, qae tal cargo
    exige e qae o Sr. SafflpHPrlaona nem possae
    nem nanea oassuio.
    ^ Por ahi aquilate o publico o caraeler o Sr.
    sampaio Vianoa e SS. EExe. os 3ra. ministros da
    fazeada e presidenta da provincia agam a mere-
    cida justiga 2' alfandaga da Brasil, propoado e
    demitindo essa empregado tao indigao da coafl-
    aoga oello depositada palo paternal governo de S.
    al. o Imperador.
    fi depois para completa adicta da lei ultrajada,
    a exacracaa do pero caa sobra ella.
    DOOUMMTO M. 1.
    E' verdade o qaa iaiorma a V. qaa, aebaotsa-
    me destacado a bordo te am das oaqnatas nfla-
    les qne tinha de seguir para a EatoqA, o qaal
    U?h ^.SJ rn'il i./,fn/' a 5 da corrente,Inio me record d era, "porfai tsmara^ne qa
    quiBdo notWaqaa o mait disuado liberal con- nele seguia o Sr. Amonio Frajicuc da Licerd*J
    i.nnvira^acuwMdjclarAra.iw sna4ojiae aolpara qaem vari o escaler o ex.-ga(iijt-awr I

    dou-rae cannuar nos trabalhos da 3 secgio onde
    ja me achava seoio do servigo do mar. Durante
    o espigo de cinco a se3 anoo3, que sirvo no posto
    de farnel nos trabalhos da escripturagia da com-
    panhia e nos da gaarda?maria nuuca fui nomea-
    do para oatro servico, e maito meaos dos livros
    de notas coostam alguraas a mea respeito, por vetes pelo mesmo ex-gaarda-mr instado para
    ea pedir a demissaa de furriel, reeorri ao actual
    iuspeetor, pediodo jastiga, mais infelizmente,
    qaaodoaa, ooraeado o ex-gaarda-mr para ajadan-
    te deUa iospectoria oeste masmo dia, chamndo-
    me particalarmeote; disae-me qae tinha psdido
    para conveniencia do servigoa minba demissio (I),
    taorm que garanta cousa melhor e qae ea com,
    nuava nos maamo3 trabalhos da eacripturago da
    mesma campaaWa e nos da goarda-raoria. De V.
    alterno venerador Luiz Ribbibo Sanchos.
    DOCOMBm> 7.
    Para satisfacer ao qaa V. da mim exige, cimpre-
    rae deciarar-lhoo segainle: Qae sao acios ie
    memoria, e por isso nao posao fixar o maz nem a
    respetiva data em qae fui enoarregao pela sanho-
    ra do Sr. Bollo, italiano, eolio empregado ao ser-
    vigo.da via frrea da Babia a S. Praaaisco, de dar
    urna queixa por crime de estupro eoolrao Sr-
    Garlos Americo de Sampaio Vianoa; mas posao
    amrmar que este (acta se den em maae do aono
    de 1802 j que de faci formale a policio da queixa
    e subraetli a deaaaoiw pelo Jais municipal da t.
    vara deeta cidade, e qae deixei de destnbai-19 e
    proseguir era seas devdos teram, porqae diffe
    rentes pessoas de miaba imimidade eopeobaran-
    se comigo para isso.
    a O proprio Sr. Sampaio Viaooa, dirigindo-aa a
    mim, apreaentado por amigos meas, dolaroa-me
    qae eslava prempto a dar nma mensabdada a
    menor (cujo nome tambem nao me reaardot
    Ulna do dilo Bollo, e pedia-me qae eu rritfirriinn ai
    sea favor para com a familia offeodida, por iaao
    qne elle eslava para easar-se com nina sobrtooa
    do Sr. desembargador Figueiredo Rocha, a 'ttaj
    eu. qne nada se eoaaagairaafaaaa a qaereta,aeoa
    seitiei i familia qae aceitaste a mensadase otare-
    eida i > menor*, porqaanto, se pertistlasn-anapreae-
    guir as qaeixas, nada obteria, porqae o Sr, Sao
    pato Viaaaa pertencia tsotapod eituej ena e>-
    (2) e qae alera disso perder-se-hia essa "iraialaan
    da por elle offerecida.a
    Consta-me, parm qaa foram dadas apaas duae
    oa tres aoasalidades, porque depois faitea coa e
    qae Haba prooettide a /amllia.
    K. poia qoant peas raapoadef earta do ..
    recordando-me ai na, fo* taato a petigio de aae-
    xa como os dacumeate* fao a tastrairam, foram
    por muaeatragaes ao atatcn 8r. Sata tai ViaMa.
    Da V. aiuato veoeradot, Josl ola Utnm.
    Navio entrado no da 8.
    Bordeaux a portos iutera,eui3 io das,
    vapor francez Gironde, de 1797 tonela-
    das, commandaoie H. do Somer, equipa-
    gem 120, carga varios gneros; Tisset
    .Frro
    .Yotto entrado no da U.
    Ass13 das, iiiale brasilairo i). Atiza,
    de 159 lonelads, C3piUo Manoel de Car-
    vatbo Passoa, eqaipagem 8, carga sal, e
    oatros gens-os^ Gomes de Mattos
    Irmio.
    Navios sahidos no mesmo dia.
    Portos do NorteVapor brasileiro Paran,
    coram andan te Garca, carga varios gne-
    ros,
    MaraeilhaPolaca hespanbola India, capitao
    Juan Pl, carga assaear.
    Rio 'da Prala e portas intermedios Vapor
    i'raacez Gironde, coamandaote Somer,
    cargt parte da qae troaxe dos portos da
    tEaropa.
    JVnpio entrados no dia 10, .
    Aracaty8 das, biate brastleiro Ramos, de
    96 tosejadas, capillo Mathias A. de Sou-
    za.^equipigem 7, carga sal; Jos Joa
    quim da Silva Goales.
    Para e portos nierotetos 9 diw, vapor
    brasitiro*-f?rar, de l?SiS toneladas,
    comoanlaate Ilodrigaes, equipagem 5,
    carga ditlereotes gneros; Ilanry Fors-
    ter a
    Rio de Janeiroludias, brigae inglez Lord
    Clarendoni de 257 ionelada9, capit^i,
    Wngbt, eqaipagem 10, em lastro ;
    ordem. .
    Mamaogoape13 horas, vapor brasileiro,
    .Gurnripe, de2tonladas, commandan-
    te Antonio Das dos Santos, .equipagem
    17, carga algdSo e asiucar; compa-
    nbii Pernambocsna.
    Navios sahidos no mesm 4ia.
    LisbosBriyae portagaet Otte, capitSo
    da Costa, carga assucar.
    Logar alie J
    carga a'
    Domingo 380
    Seguoda-feira 380
    Tdrca-feira 380
    Qiartafira 360
    Qainta-feira 380
    Sexta-feira ;e
    Sabbado 340
    Dieta
    N. i 3tW
    N. 2 400
    N. 3 6i0
    N. tk 400
    N. o 400
    Jos- Jannario
    S. FranciscH
    m5o lia
    mesma
    Alm do que est mencionado Das tabelias ser
    farnecido caa aos presos, a qual ser eoraposta
    de um pSo de 3 onc^s. oa nma bolacha, urna ou-
    ;a de caf e duas de assnoar, pelo me?mo prego
    por qaa for farnecido o sinoco.
    E para constar se mandou publicar o pre-
    sante.
    Secretaria da thesoararia provincial de Pernam-
    buco 15 de maio de 1872.
    O offleial maior,
    __^___________Miguel Affooso Ferreira.
    O Dr. Manoel Antonio des Passos e S Iva, juiz de
    orpbos e aosentes, Io sappleate em exercicio
    do termo de Olrada, em virtade da lei etc.
    Fago saber pelo presente qae por e;ts jaizo foi
    arrecadada ama casa terrea, sita roa da Bica de
    S. Pedro Martyr desta cidade, perteocenta ao es-
    polio do finado Manoel de Mallos Teixeira ; e de
    coaforraioade com o regul&mento de 15 de junho
    le 1859, artigo 32, mandai afxar edilaes nos lu-
    gares do costume e pablica-los pela irapren3a,
    chamando os herdeiros sncces3ores do mesmo fi-
    nado, e todos que direilo tenbam sua heranga
    virem habilitar se na forma do citado regula-
    ra en! o.
    Dada e passada nesta cidade de Olinda aos 3 de
    junho de 1872. E en bacharel Francisco Lins'
    Caldas, eserivao o subscrevi.
    Manoel Antonio dos Passos Silva Jnior.
    O procurador fiscal da thesoararia provincial do
    Pernambaco declara aos cootriboiotes do imposto
    obre carro?, carrosas e mnibus no exercicio de
    1871 que Ihes fica marcado o praso de 30 das
    Improrogavels, a contar da publicacao deste oa
    coaformidadade da lei o. 891, art. 53, para solici-
    taren! da seeco do contencioso as respectivas
    gofas, afim de recolherem seas debHos provenien-
    tes do mesmo imposto, certos de qaa nio pagando
    dentro deste praso, proceder-so-ha a cpbraoca ju-
    dicialmente, faaeado para Isto publicar a reiaeao
    dos devedores abaixo transcripta.
    Sacco do contencioso da thesofMria provincial
    de feroambuco, 5 de junho da 18W>
    O procurador fiscal,
    Cyprm Fenelon Q. Alttforado,
    Devedores dt impotNt pr carros, oMnibUs t car-
    rocas.

    ''
    O lllm. Sr. inspector da ibesooraria arovia-
    eiaJ aaapa fazar pubtiaa que foi iraa*Mjid*vara
    W e ijonaojMIaio viadoaro a arremataaie
    do imposto de !t500 #i oabeca de gafe aeanm
    taawimid aa nnoicipio do Reaifa, oreadojMonal
    Sf*lUettm:iW*.
    Secretaria da tnssouruia provioaial da Pernam-
    baco. 2 d*mai<) de i7i
    , O
    IMI
    l. B. Todos attaa 7 touxmtxtotutommtm* W arremataco o imposto de 20 /
    t. Alexindre de Soara Pe-
    dir do Carmo, carro
    ar de 4 rodas a. 23
    i lera dem
    Ctraeiro Mon-
    i silva Santos. dem
    o 30
    Antonio da Silva Aaevado,
    dem n. 102
    Antonio Qonealves a Silva,
    idem ax 15
    8trimar5es, idem 1 n. ti
    Aaaoaio Raposo F, aasra V
    aiogael o. 7
    "HJWr!
    i
    I
    O
    a.
    3
    a
    S
    i'
    idem n 33
    Amonio Bernardo Qainteire,
    idem o. 44
    O mesmo, idem n. 45
    -lotoni i Ferreira Pinto, Ide a
    n.74
    O mesmo, idem a. 78
    Hento Lody, carraca n. 79
    Bernardina Al ves. ideaa I.
    163
    O sesmo, idea a. 160
    Beoio Jos (Jomes, idem o.
    US
    Beraardioo Pinto Barboaa,
    carroca o. 280.
    lieroardino da Costa Lima,
    idem d. 308
    Braz Manoel d'Arruda, dem
    n.313
    Beroardloo Ignacio Gomes,
    idem n. 382
    Bernardmo Martias Soasa,
    idem n. 434
    Booifacio Vas jue, dem n.
    608
    Beato Franeiseo Jos doa
    Prazeres, idem n. 6!8
    Bario da V-ra Crut, carro
    particular de 4 rodas n.
    50
    Bara a de BemSca, idem o.
    73
    Braga Sova 4 C., idem n.
    Barao de Guararapes, idem
    d. 103
    Benajamin Francisco Doarte,
    carro de aloguel o. 19
    0 mesmo, dem n. 121
    Balthazar Goncalves Macha-
    do idem n. 46
    Bernardina da Silva Ramos,
    carroca c. 534
    Candido Goncalves Tarres,
    idem n 3
    Clementino Lasser, idom n.
    114
    Candido Maria d'Avila e
    Souza, Idem n. 13o
    Cosme Jo.- da Silva, id?m
    ii. 151
    Cocy Jnvenal do llego, idem
    n. 210
    Cimillo Rodrigues, idem n.
    Custodio Jos Pereira, Jera
    n.3:o
    Candida Rosa da Barros,
    idem o. 393
    Candido Je.- Raposo, idem
    o. 604
    Chrislovo Santiago do as-
    cimento, dem n. 677
    Cecilia ^o Paes Peixoto, idem
    n. 685
    Candido Jos" de iveira,
    idem n. 690
    Candido Rosa de Barros Loa-
    reiro, idem n. 772
    Cyprisno 'U#mo de Soozs,
    dem n. 790
    Cypnano Feoelon Guedea a'-
    colorado, carro parcu.^r
    de 4 rodas n. 9
    Candida Casrimiro Goedes
    Aicoforadoilttem n. 119
    Christiana de Almeida Uo-
    raes, ideni n. 58
    Candido Gomos dos Sintos,
    carroca n. 577
    Domiugos Rodrigues da Cos-
    ta, idem n. 25
    Domingos Moreira do Valle,
    Idem o. 31
    O mesmo, idem n. 662
    Deodato Goncalves Torres,
    idem o. 424
    Domingos da Costa, idem n.
    460 .
    Domingos da Silva Ferreira
    idem o. 598
    Domingos Jos Fernandas,
    idem n. 603
    Domingos Jos Moreira,idem
    d.689
    Domingos Jos da Costa La-
    ges, idem n. 794
    Diogo Carneiro Rcdrigues
    . Campeilo, idem n. 800
    Elpidio Accioli de Barros,
    idem n. K!
    ~) mesmo, idam n. 534
    Eustaquio Jas das Cbagas,
    idem n. 699
    Euzebio Joaquim L-lilna,
    idem o. 816
    Elpidio Feliciaoo Pereira de
    Lyra, carro de alagael de
    4 rolas o. 103
    O^mesmo, n 108
    Ntebio Ta3so, carroca n.
    5S8
    Francisco Antonio de Miran-
    da Duran, idem o. 45
    O mesmo, idem n. 74
    O mosrao, idem n. 646
    Francisco de Mello Tas,
    idem o. 142
    9 mesmo, dent n. 144
    Francisco Vieira ae Suz,
    idera n. 268
    O mesmo, idem o. 269
    Fraocelioo Aroancio de Albu-
    qu-rqua Mello, idem n.
    443
    O mesmo, dem n. 446
    O mesmo, idera o. 182
    Fraociseo Jas do Rosario
    Arante*, idem o. 532
    O mesmo, idem n. 546
    Francisco hidoro Ribeiro de
    Carvalbo, idem n. 713
    f"0 mesme, idem n. 714
    Franci-co Maniz de Sania,
    idem n. SO
    O mesmo, idem n. 51
    O mesmo, idem o. 30
    Francisco Portado Maniz,
    dem n. 1
    Francehna Jacome do Rosa-
    rio de Araojo, dem n. 23
    Fellppe Va;que, idem n. 64
    Francisco Goncalves Torres,
    idem n. 97
    Flix Jos Maria, idem n.
    117
    Francico Baptista Leal.idem
    o. 120
    Franci-co Hemeterio de Al-
    meida, Idem d. 130
    Francisco Goncalves Netto,
    idera b. 143 "
    Francisco (de Loii da Rocha
    Castello-Branco,) Idem n.
    139
    Francisco de Piala Saotoa,
    idem o. 203
    Fraoeiseo Marques da SliA,
    idem o. 208
    Fraoeiseo Jos Lopes, idem
    0.343
    Francisco R^gerio^de Paula,
    idem n. 383
    Francisco Jos da Arruda,
    i idem n. 403
    Francisco Aagasto do Asia-
    ral, idem a. 411
    Francisco Alves dos Santos.
    idem n. 422
    Francisco Jacome da Costa,
    ideo o. 483
    Francisca) Xavier de Olivei-
    ra, Iden n. 484
    Francisca Romana Moreira
    da Costa, idem n. 488
    Francisco de Lima Rama-
    Ihete, idem n. 612.
    Francisco de Paula AUm-
    querqua Lias, idem n.
    530
    30| 10700 32J701
    30 2#XX> 30* 2*700 63*400
    30* 2*700 30* 2*760 65*400 6* 844 6*540
    a 6* 840 S40 13*080
    ;* 640 6*540
    tlG i 6* 540 6*540
    6* 640 6*540
    6* J40 6*540
    6* 640 6*540
    6* 94 6*3.0
    * 40 6*540
    6* 540 6*5.0
    16* 4*444 17J40
    16* 1*440 17*440
    15 i lj4O 17*440
    I* 1*480 17*440
    16* 1*4U 17*440
    16* 1*440 17*440
    16* 1*440 17*440
    16* 1*440 17*441
    W 900 !(
    7*440
    D*90(l
    Frederieo Chavea,
    555
    Feiiape Santiago CavaicanU
    da Albaquerque, idemn.
    680
    Francisco Maia Cortes, idem
    590
    Florencia Ernesto, adent a.
    690
    Franaiaeo Aatoaia Ferreira,
    idem n. 200
    Onaei)aa,idBB,302
    4*
    30* 2/TOO
    30* iffW ^
    30* 2*700 99*160
    30* t*700 05*400
    30* 14700 82*700
    6* 540 6*540
    6* 940 6*540
    6* 540 6*540
    6* 540 6*54')
    6* 540 6*54
    6* 510 6*540
    0* 640 6*54)
    6* 540 6*34i
    n 510 6*540
    6* 340 6*640
    6* 540 6*540
    6* 540 6*540
    6* 540 6*340
    6* 540 6*340
    6* 540 6*310
    16* 1*140 17*440
    16* 1*440 17*440
    30* 2*7C0 32*700
    6* 540 6*540
    6* 540 6*640
    6* 6* 510 540 13*080
    6* 540 6*540
    6-i 340 UM
    6* 546 UM
    6* 540 G*40
    6* m$ 6*140
    6* 540 6*5i9
    6* i 1*840
    6* c* 540 310 13.30
    6* o. 6*840
    6* 540 6 ; >
    30* 237O0 30* 27(H) 1
    6* 540 i
    6* 61 6* iO 340 510 .9*1*
    6* c* 5.0
    6* * 310 340 13*0")
    6* '6* 6* 51. 510 M SJ0M.
    6* 6* 540 340 |J|0-'>
    6* 6* BU 13*080
    0* 6* 6 340 540 040 19*^J
    6*. 540 6*840
    6* 6* 4t> 6 61 540 6*3i')
    6* 540 6*3l
    6* 540 6*340
    6* 540 6*.i
    ,

    * 540 6<:X)
    6* 510 G*: 0
    61 310 6*H>
    ti* 540 |0M
    6* 340 IJD40
    G* 3 f*
    a 96H uno
    6* 40 6084.
    6* 540 6*340
    6* 540 6*540
    6* 540 6*340
    6* 640 0540
    6* 546 10*44
    ft* 440 60*40
    6* 340 00W0
    6* 540 m*
    * ft 60*40
    60 540 6054)
    * m 540 130010
    (Qmma)
    O AM. Sr. iaapeiter 6a aaaeonrana pravat
    cial^aatuapria>ea aa rdea* 0a Kxai. Sr
    presidente da proviacia de 27 0a asan
    bland fater publiw aya nu di 5 0j
    . "-




    __

    4
    ttoum m frnMiie* Tenja feii-a 11 <% JrAo d lf?S
    prximo vinlouro, pinole a junta da fdzenia
    oe.-u tbesouraria, M levara prego, para ser
    nrremalada per quem por meos Sur, a obra de
    .> Unco da estrada de Muribeca, oreada ero
    19.230*. e sob as ctaasulas espeeiaea abaixo de
    clarada*:
    As pasmas que se propflzerem i esa arremaia-
    cao eomparecam oa sata daa seasdea da referida
    junta, no da cima mencionado, pelo meio dia, e
    competeotem*te babiliudaa.
    E para conalar se maodoo publicar o prseme
    pelo jornal. _
    Secretaria da tbesourana proviocial de Pernam-
    buco, 6 de junbo de i87i.
    O oficial-maior
    Miguel AfTonso Ferreira.
    Claosolas eepeciaes.
    Ia As obras do 5* Unco da strada da ramifica-
    de com a respectiva planta e occauento no valor
    de 19:230*.
    1* O arrematante dar comee)as obras no pra-
    o de o mea e as concluir oo de oito, ambos
    contados da data do contrato.
    * A oportaaeia do contrato ser paga em qoa-
    tro prestac8es ignaes, correspondendo cada urna
    a 4 parte da obra total.
    4' Era tudo mais qae nio vai especificado as
    presente* clausulas se observar o regulamento da
    reparticao das obras publicas.
    Conforme
    Miguel Affooso Ferreira.
    THEATRO
    O Doulor SsUstiao do Mego Barros de La-
    cerda, joiz de direito especial do cotn-
    raercio dssta cidade do Hecife de Per-
    nambuco porS. Magestade o Imperador
    qae Deu* Gaarde etc.
    Faco saber pelo prsenle qae acba-se
    aberta a fallencia do commerciaaie Jos
    Antonio da Silva Machado, pela senten^a do
    theor eRointe:
    Seateoca.A vala da peticSo de folbas _
    e balanco de folhaa 3 a 5 com qoe se apre
    senlou, declarando sua fallencia, Jos Anto-
    nio da Silva Machado, commerciante estabe-
    lecido com loja de miodezas roa do Ca
    boga n. 12 desta cidade, hei por declarada
    a abertura da fallencia do mesmo, datando-a
    de 31 de maio ndo, data em que apresen-
    too a petizo.
    Nomeio caradores fiscaes aos credores
    Lehmano Frres que prestarao juramento ;
    mmediatamente prcceder-se ha aoinventa-
    rio a:to em que nomearei qaem sirva de
    depositario at que os credores na forma do
    artigo 812 do cdigo commercial nomeiem
    ontro, sendo para sbo convocados para se
    reooirem no dia 11 do correte mez as 11
    horas na sala das.audiencias. Faca se pu-
    blica esta sentenca por editaei. Pagas as
    castas pela massa.
    Recre 5 de janho de 1872. Sebastio
    do Reg Barros de Lacerda.
    E nada mais se continua em a dita Maten-
    ca e por torca da mesma o respectivo escri-
    vio fez passar o presente edital, que ser
    affixado nos logares do costme e publica-
    do pelos jornaes.
    Dado e passado nesla cidade do Recife aos
    t das do mez de junbo de 187i.
    Eo, Ernesto Machado Freir Pereira da
    Silva, escrivo o sobscrevi.
    Sebastian do Reg Barres de Lacerda.
    COMA frota
    Terca-feira 11 de junho
    Beneficio de
    Ule. lathilde Lafoarcade,
    Honrado com a preseoea do Exm, Sr. presiden
    da provincia.
    PROGRiMVl
    Prmeira parte.
    LaGrand Duchessede Ge-
    rolstein
    Segunda parte.
    ISTERJIEDIO
    Le Guarany, ebante, por Mlle. .Ufcareade.
    ! Les Cb imeots, poesie de Vctor Hugo, dte
    pelo Sr. Chantal.
    b.- Le Toqu, pelo, Sr. Gantbler.
    Pommada, canelo Brasileira; pelo Sr. Hur-
    bato.
    Tarceira parte.
    Terceira acto de
    Barbe-Blein
    A's 8 l|4
    Tres predios as segointen roas, a saber :
    1 casa terrea na Camba to Carao n. 2.
    THEATRO
    meia agoa na roa aai Flores
    agua na travesa da roa
    I ; lodas c chaos pro
    1 dita dita
    n. i.
    1 dita dita meia
    das Flores o.
    prios.
    HO JE
    O agente Martins tara leilao, precedida com-
    petente antorisacao, dos predios cima rauito bem
    localisados, podendo o* pretendentes para iufor
    macoes se entender com o mesmo ageote.
    O leilao tri lagar no armazem da roa do Ira
    perador n. 48, s ti horas do dia.____________
    No armasen da ra* do Imperador n. 48, pn i
    ripiando logo as M oras da raanhaa por serem
    mnitos as lotes. ____
    LEILAO
    Leito
    . DB
    Cbtpeos do Chile, de minilba, de feliro,
    ditos para senboras e meninas.
    SEXTA-FEIRA 14 DO CORRENTE
    Por intervencio do agente Fiato.
    No armas** de Joaquim Lopes Machada^"- C,
    ira vasta do Corpo Santo n. 25.
    AVISOS DIVERSOS
    N. 39:690
    O Sr. Dr. Francisco Jos Rabillo, pro
    prietario de om collego na roa do Visconde
    de Albuquerque, queira vir esta typogra-
    phia conclor o negocio que nao ignora.
    MOFINA
    Olha elle!...
    Roca-** ao lito. Sr. Ignacio V.*tra ds Mallo, es-
    arivao na cidade de Naxareth-desta provincia, o
    (avor Tir ra do Imperador n. 18 a conclnii
    aquelle negocio que V. S. se comprometteu reaB-
    sar. pela terceira chamada dest* jornal, em fin
    i* desembro prozimo passado, depois para Ja
    aeiro, pasaos a fovereiro abril. cada cumprto
    s por te motivo de novo '-amado para dte
    ttm ; poa 8. so dere lembrar que este negocie
    i d* mais do otto anuos, e osando o sennor s*s
    Abo sa achara no es a*su eidad* ^___
    Al HA IV IHIAil
    Quinta-frira 13 de junho
    Dia de Santo Antonio
    Representar-8e-ba, com todo o apparato da pri-
    mitiva, o popular e muito desejado drama-sacro
    de grande especculo, ornado de msica, ""-
    formajes e visualidades de maravilboso effeilo.
    intitulado :
    OS MILAGRES
    DE
    Nl\TO AMTOOTO
    Toma parte (oda a eompanbia.
    A msica instrumentada e ensalada pele
    maestro Marcellino Cielo Ribeiro, sendo O Glo-
    ria qae se canta no flm do drama, de sua com-
    posieo. .
    A seena final representando o interior da tgre-
    ja do Esqueleto, inleiramente nova e pintada pe-
    lo distmeto scenograpbo o Sr. Len Cbapelio.
    Terminar o espectculo com urna linda
    COMEMA
    A's 8 1|4 da ooute
    N. R. Os bilhetes eneemmendados, reservam-se
    at qoaru-feira.
    DE
    Brigue argentino Helize HenrieUe de 230
    toneladas, arribado oeste porto.
    QUARTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
    __. Em (rento Associacio Commareial.
    Por Intervencio do ageif Piato.______
    DB
    8 caitas e 20 tneiai ditas eom chpreto
    QUARTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
    A's 10 1(2 horas em ponto.
    Por intervencio do agente Pinto, em seu escrip-
    torio, i ra da Crai n. 43._______________
    Leilao
    DE
    Um pequeo vapor com machina, tnastros,
    ancoras, velas e mais pertences.
    Qaarta-ftira 12 do correte.
    AO ME10 DIA.
    Por intervencio do agente Pinto.
    Na Associacio Commercial.
    Os pretndanles poderao szamina-lo das 9 horas
    ao meio dia do dia do leilao, junto ao caes da roa
    do Trapiche._______
    O lilm. Sr. inspector da tbesouraria provin-
    cial, em curaprimento da ordem do Exm. Sr. vice-
    presidente da provincia de 27 de maio ultimo,
    manda lser publico que no dia 5 de setembro
    prximo viodouro, perante a junta da faienda da
    mesma tbesouraria, se levar pregao, para ser
    arrematada por quera por menos flier, a obra do
    4 laoco da estrada de Muribeca, oreada em
    14:190/, e sob asclausolas especiaes abaixo de-
    claradas :
    As pessoas que se proporerem a essa arrema
    tco cotnparecam na sala das sessoes da referida
    junta, no dia cima mencionado, pelo meio di, e
    competentemente habilitadas.
    E para constar se mandn publicar o presente
    pelo jornal.
    Secretaria da tbesouraria provincial de Per-
    cambaco 6 de junbo de 1872.
    O oflkial maior,
    Miguel Alfonso Ferreira.
    Clausulas especiaos.
    I As obras do 4" lauco da estrada de Muribeca
    naimpoitancia de 14:190*, serao executadas de
    concrmidade com o orcamento e planta apprsva
    da pelo presidente da provincia.
    i* O arrematante dar principio as obras no
    r-so de um mez e as concluir no de oito mezes.
    3* Os pagamentos serio effectuados em quatro
    irestacSes iguaes, correspondendo cada urna
    4* parte da obra exeeutada.
    4* Em tudo maii que nao vaf especiucado se-
    guirse ba o que dispoe o regulamento de 31 de
    tulho de 1866.
    Conforme
    M. A. Ferreira.
    DECLARACOES.
    AVISOS MARTIMOS.
    Babia.
    O veleiro biate nacional Garibaldi segu para o
    porte cima oestes dias com a maior brevidade
    possivel por, estar com parte do carregaroento
    prorapto, e para o resto tratase com Tasso Irmaos
    & C ra do Amorim n. 37. _______
    \AMa\A
    DE
    loacgoes da eompanbia de seguros Utili-
    dade Publica, e 20 ditas da Pbenix Per-
    nambocana.
    QUARTA-FEIRA 12 DO CORRENTE.
    A' 1|2 hora depois de meio dia
    Por intervencio do agente Pinto.
    Na Associacio Commercial.________
    LEILAO
    PARA 0 PORT
    o patacho portoguei Lidador vai sahir
    para carga e passageiros trata-se cora
    bello & C, roa do Coraraercio-n. 48.
    breve ;
    E. R. Ra
    Porto por Lisboa
    Para os indicados portos pretende sahir com a
    possivel brevidade a barca portugueza Ceres, na-
    vio de Ia classe, por ter a maior parte de sea ear-
    regamento engajado, e para o qne Ihe falta, que
    recebes frete commodo e passageiros, para os
    qnaes tem acelados commodos, trat-se cora o
    consignatario Joaquim Jos Goncalves Reitrao
    ra do Commercio n. 50.
    Para'
    O brigue nacional Victoria sabir com mnita
    brevidade ; pare o resto da carga trata-se com
    Pereira Vianna & C. ra do Vigario n. 11, V
    andar._______________________
    Liverpool va Lisboa
    Espera-se dos portos do
    sol at qoaria feira 12 do
    correte o magnifico vapor
    City of Rio de Janeiro, de 1597 toneladas.
    Para carga e passageiros trata-se com os
    consignatarios Saunders Brothers & C, Pra-
    ga do Corpo Santo n. 11^______________
    DO
    Casco, mastros, ancoras, corren-
    tes, velas, botes e mais objec-
    tos do brigue argentino Eh-
    ze Henriette.
    QUARTA-FEIRA l DE JUNHO
    Aomeio dia
    Em frente Associacjo Comercial.
    E. Gibbons, eapitao do brigue argentino Elize
    Henriette, de 30 tonelladas, arribado neste porto
    por torca maior, na sua ultima viagen de_ Honte-
    vido para o Cannal Inglez, levar leilao com
    liceoca do inspector da alfandega, em presenca do
    empregado da mesma reparticao para o flm no-
    meado, com assistencia do vicecnsul argentino,
    por Intervencio do agente Pinto e por eonla e ris-
    co de quem pertencer, o cseo, mastros, talas,
    correles, ancoras, i bote e mais objectos cons-
    tantes do inventarlo existente no escriptono dore-
    frido agente, e perteneentes ao referido brigae,
    tal qaal se acha ancorado neste porto.
    0 leilao ser effectuado ao meio dia do dia 12
    do crreme, na Associacao Commercial.
    Os pretendentes poderao desde ji examinaren)
    o dito brigue, e concorrerem ao leilao no dia e
    hora cima mencionados. _______
    Directorio liberal
    Todos os seobores membros do direetorio do
    partido libsral nesta provincia sao eqnvidados a
    comparecer a sessao qne devora ter logar s> bbado
    15 do crreme ao meio dia, ra Duque de Caxias
    n. 50, 1* andar, aflm de tratar-se da negocio ur-
    genta._________________________
    Grande revolupao...
    COUSAS DESTE ANNO.
    Anda o anno passado por este lempo (queremos
    dizer pelo lempo dos festejos a Santo Amonio, S.
    I jo e S. Pedro) todos Intavara eom serias diffl-
    culdadts para supprirem-se do que necessario
    para taes festejos, principalmente no que dls ras
    peito aos bolos de S. Joao. Este ono nao acontece
    outro tanto, porque temos nesta cidade ama eon-
    feitaria sita ra do Imperador n. J4, sob a deno
    mioacio de
    Confeltarla do Campos
    cojos proprletarios nio tem poupado esorgos para
    que este esUbelecimenio satisfaga com promptidao
    e asseio qualquer encommenda tendente a elle, por
    isso j *d o Ilustrado publico desta cidade e espe-
    cialmente as Exmas. familias qne est removida
    essa difficoldade, notndose qae alm dieso encon-
    trar-se-ha naqnelle estabelecimento o segninte :
    Papis ricos psra sones, sones promptas, amen-
    doas confeitadas, fogos japonezes e nacionaes que
    se podem soltar nos saioes sem perlgo algara,
    E MAIS E MAIS E MAIS
    Bolos de todas as qualidades, bolinhos psra cb,
    cb verde e preto, chocolate de diversas qualida-
    des, cremes, pastis, padins, empadas, nongatbes,
    gatbeanx de la reine, oons-bocados, fiambres, sa-
    lame?, conservas excitantes a alimenticias, cacas
    francezas com oa sem tobaras, ligaras para ban-
    deijas, caixinbas ricas para presentes e alada mais:
    licores finos, vinbos, charapes etc., etc.
    TUDO ISTO
    X* confeltarla de Campos.
    CASA DA FORTUNA
    Aos 5:000*
    Bilhetes garantidos.
    i raa Primeiro de Marco (ootr'ora roa do
    Crespo) n. 23 e casas do costme.
    O Sr. Boaventura Jos de Castro Azevedo
    que re dio em Maeei e actualmente acba-se nes-
    ta cidade, 4 rogado a vir roa do Amorim n. 37,
    escriptorio de Tasso Irmaos & C, a negocio, oo
    aoonnciar a sua residencia para ser procurado.g
    lluga-se
    a casa terrea sita oo povoado denominado Duarte
    Coclho em 01 i oda, que tem frente de azlelo com
    bastantes commodos para familia, tendo 3 salas, 7
    quartos, cosinha fra, casa para escravos, galli-
    Dbeiro, cacimba, quintal murado e porto para o
    fundo eom terreno at a camba : tratar com
    Domingas Henrique Mafra, no mesmo logar.
    AMAS
    Preciase da asna escravs. b*
    cotiabaira a ama Nvra pan ec
    , gomour a faaer o sarviea iaiara i
    de casa de lamilia, paga-se bem : aa rsia d*. Cra
    do Recite a. 41, armaaem, as sa Carraaar so iis-
    po n. 13.___________________________,
    Precisa-ta 4a asna asna
    praiarnao-aa asarava, para
    ga-M besa : aa roa estrena
    cetro andar.
    AMA
    farmaa-
    Praetaaa da
    saiba bem eottsasr, prel
    se eicrava : a tratar aa rsa ac
    raa do Hospicio B. 90.
    %1^
    Praaia-sa
    para coiahar
    sarvico interno de easa de posea
    Velha o. 18, sobrado.
    Pracisa-$e de au ama aa-
    ^1^
    ra eaaa
    gjmmsr
    de (amina da
    para eoriabar a aa-
    a Tratar sa raa DiraMa a. 3, !
    !
    Escrava
    %.*_*
    Para familia peaaeaa a
    pouco sertiea : ras da Cria,
    o. k, armazem.___________
    Precisa-te urna aasa torra aa aaara
    qae saiba engommar eom parM(o : sa ras
    Aurora a. 49. ______________
    Presisa-se alagar ama ama escrava que saiba o-
    sinbar e engommar; traa se e paga-se bem; raa
    da Vigario n. 16, andar.___________
    Do eogeoho Macauast, termo da villa da
    Eseada, ansenton-se em dias do mes de abril, do
    anno 4e 1870, o escravo Pro:opio tendo os signaes
    seguintes: altnra de 56 e 1|1 pollegadas por tu-
    Suezas, mulato claro, cabellos crespos, cara re-
    onda, tendo as macics do rosto altas, espadt-
    do, falta de denles qoeixaes do lado direito, sen-
    do os demais rombados, limados os de cima, ten-
    do um da frente, e de baixo sabido, Presume-se
    schar-se o escravo cima referido na fazenda
    Castanbio- no termo da cidade da Russia,
    na provincia do Cear, no entretanto bem pode
    sucesder qne se aehe nos serioes desta provincia,
    pelo que recomraendamos captura de setne-
    Ihante escravo, offereeendo iOOOOO de gratifl
    cacao, que ser entregue a quera eoodnzi-lo ao
    engenho cima referido, ou na cidade do Recife,
    raa da Madre Deus ao Sr. Bernardino de Sena
    PontuaL
    Ama de leite
    Precisa-se da ama ama da MU sem
    rna do Cotovello a. 1W. '_____
    AMA
    Consulado provincial.
    Por esta repartiglo avisa-se aos respectivos
    eontribointes que comeca no l* do mez prximo
    vindonro a correr o praso legal para o recebi
    ment sem dependencia de multa dos impostosda
    decima urbana, 5 0,o sobre o rendimento dos pre-
    dios de enrporacoes de mo mora, e 60 rs. por
    litro de aguardeote, relativos ao 2o semestre do
    anno fioanceiro corrente de 187171, incorrendo
    na multa de 6 O.o aquellos que nao realisarem
    esse pagamento d:ntro do mesmo.
    Consulado provincial, 23 de malo de 1872.
    O administrador,
    A. G. Machado Rio?.
    Capitana do porto de Pernaiu-
    fooco 41 de junbo de 18 J*
    Para sciencia dos matriculados nesta capitana,
    manda o lllm. Sr. capilo de mar e guerra e capi-
    i3o do Porto declarar qae as revistas mensaes
    d'ora era diante s terao logar as primeiras do-
    mingas de cada mez, na conformidade do artigo
    06 do regulamento de 19 de maio de 1846, deven-
    do principiar as 9 horas da manbia e terminar ao
    meio da.
    O secretario,
    Decio de Aquino Ponseca.
    CQV.MKU
    BEBRIBE
    Quinta feira 13 do corrente pelas 12 ho-
    ras da maohaa, ba rennio da directora
    fiesta eompanbia, o qoe ter logar no res*
    pectivo escriptorig, roa do Cabog n. 16.
    O secretario,.
    Jos Honorio B. de Menezet.
    _X_k
    wmz
    Fara o Rio de Janeiro
    anda recebe resto de carga o patacho Hehts. Tra
    ta-se na roa do Vigario n. 19, com os consignata-
    rios T. de Aquino Fonceca 4 C, saccessores.
    COMPANHIA PEKNAMBCANA
    DI
    4avegaio costelra por vapor
    Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
    caty, Cear, Mandaba', Acarac e Granja.
    O vapor Pirapama,comman-
    danto Azevedo, seguir para
    os portos cima no dia 15 de
    corrente as 8 horas da tarde.
    Reeebe carga at as 2 horas
    da tarde do (lia 14, encom-
    mendas, passagens e dioheiro a frete at as 1 ho-
    ras da tarde do dia da sahida : oo escriptorio do
    Porte do Mattos n. 11.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DI
    SaregacSo costelra por vapor.
    Mamangoape.
    O vapor Coruripe, com-
    mandante.Santos, seguir
    para o porto cima no
    dia 11 do correnta as t
    horas da tarde.
    _____Recebe carga, eneora-
    mendas, passageiros e dinbeiro a frete at as 2
    horas da tarde do dia de sua sahida : escriptorio
    do forte do Mattos n. 12.
    Leilao
    DE
    FAZENDAS
    Francezas e inglezas
    QUINTA-FE1RA 13 DO CORRENTE
    ' Joaqaim Lopes Machado & C, fario leilao por
    intervencio do .gente Pinto, de um variado sortl-
    ment de fazendas inglezas e franceus, constando
    de sedas, las, chitas e multas entras proprias do
    mercado, e existentes em sea armizem na traves-
    sa do Corpo Santo n. 25.
    Principiar s 10 horas.
    O abaixo ssigoado, tendo vendido nos seos te
    izas bilhetes quatro qaartos o. 33 eom 5:000,
    um intelro n. 2,783 com 100*000, ontras sortet
    da 40*000 e 204000 da lotera que se aca-
    bou de extrahir (6*), convida aos possni dores
    a virem reeeber na conformidade do costme sem
    descont algam.
    Aebam-sa venda os bilhetes garantidos ds
    2' parta das loteras, a beneficio da matriz de
    Gravata (7') qae se extrahir na quarta-feira,
    12 do corrente mez.
    PRECOS.
    Bilhete Inteiro 6*000
    Meio bilhete 3*000
    Qaarto 1*500
    Em porcao da 100*000 para cima.
    Bilhete inteiro 5*500
    Meio bilhete 2*750
    Quarto 1*375
    Manoal Martins Fiara.
    Do engenho Mapau-
    ass
    no termo da Eseada, do major Marcionllo da Sil
    veira Lins, forlaram na noite de 3 para 4 do cor-
    rete mez de maio um cavallo de sella eom es
    signaes segninte* : eor caslanba, tendo nma man-
    cha branca no lado esquerdo, ps e mos calca
    dos, velho, ferrado com letraM, frente toda
    aberta, e anlador de baixo a meio. Da-se 100* a
    quem der noticia certa do referido cavallo e da
    pessoa, em cojo poder ter elle encontrado, na rna
    da Aurora n. 9, on no mesmo engenho. _______
    Precisa-se aa unu asa para enrasar.
    na roa do CotoveUo s. lis.
    Precisa-se
    de nma ama de leite : na roa da S. Jorge (oou'o-
    ra Pilar) n. 131.1* andar.___________________
    Precisa se de urna ama para eozinhar e en-
    tra para engommar : na roa do Corredor do Ris-
    po n. 11. _______________^___
    Precisa-se de nma ana escrava para com-
    prar e eozinhar para casa da peqoeaa fastiba aa-
    traogeira : na rna da Cadea de Rt-cifr a. 9,
    loja.___________________________________
    Precisa-se de orna mh
    qoe saiba comprar e an-
    char, para easa de raaaan
    solteiros : a traur na loja da livros ao p do arco
    de Santo Antonio.
    Precia se de orna ama qoe taiba cozaaar a
    engommar, para eaaa de familia de duas pessoa* :
    a tratar na roa do Crespo a. 15.
    Precisa-se de ama ama para eooiprar
    e eozinhar : na rna da Palma s 41.
    tafe*.
    AMA
    mm\9
    Anda se continua a fornecer almogo e jamar
    para fra na ra estreita do Rosario sobrado n.
    35. As pessoas que quizerem dirijam-se mesma
    casa que se dir os precos: manda-se levar em
    casa dos assignantes e (az-se mais em coma do
    que em ontra qualquer parte e tudo com aceio.
    Cozloheiro.
    Precisa-se do ara cozinbeiro para casa de fami-
    lia : na roa do Mrquez de O'.inda n 35.
    M HMMMB
    Pharmacia e drogaria \
    18, 3* andar.
    Precisa-se de orna ta-
    para trrico de easa de ama
    pessoa : na ra da Cruz a
    Ama de leite
    Precisa-se de ama
    ledade n. 32.
    ama de Me : sa roa da ls>
    m .wr Precisa-se de orna ama para oa-
    z_ iTMim. zinhar a comprar : sa roa da Gl-
    ria n. 10._______________________________
    Precisa-se de nma ama para cata de poaca
    familia : na roa de Santo Amaro junio a taberaa
    n. 28. _______.
    S
    I
    ADMINISTRADO DOS CORREIOS DE PERItAM'
    BUCOl DB JUNHO DE 1872.
    Malas pelo vapor Cear 4a Companhia
    Brasileira.
    A correspondencia que tem da ser expedida
    boje (11) pelo vapor cima mencionado para oa
    portos do sol, ser aaeeblda pela maaeira se-
    grate : _^
    Macos de jornaes, impressos de qualquer nata-
    reza, e es rus a registrar, at 1 horas da Urde,
    cartas ordinarias at 3 horas, a estas at 3 lfl pa-
    gando porte duplo.
    As canas e jornaes qne se diriglrem ao Rio da
    Prau pagarlo prevunsente, aquellas a tacha de
    300 rs. por 15 grammas oa fraccio de 15 gram-
    mas, e estes 40 rs. por 40 grammas oa trcelo da
    40 grammas. na progresso esUbeleeida as U-
    saflasC e Damexas as iisUiecfog do 1* de
    .nombro de 186.
    O administrador interina,
    Vicenta Ferreira da Porcioacnla.
    COMPANHIA PERNAMBUCANA
    DE
    avegaco costelra por Tapor.
    Macet, escalas, Penedo e Aracaj.
    O vapor Giqui, comatasanta
    Martins, seguir para os por-
    tos cima no dia 15 do corrate
    aa S nona da Urde. Recebe car
    _________ I at as 1 horas da tarde do
    14, encommendas, passageiros e dinbeiro a
    frete at as 2 horas da tarde do dia da sahida
    escriptorio so Porta do Mattos n. 11
    wai/etu, tai
    -fe
    Para o Porto
    'Depois de pouca demora neste porto dever se
    guir riagem com destino qaelle, a veleira barca
    poriugueza Imperial, tem grande parte de sea car
    regamento engajado ; e para o resto qne Ihe falta
    e pusageiros, aoa qnaes oflereee muito bons eom.
    modos, irau-se eom Soares Primos i ras do V
    ario n. 17.
    Para o Rio Grande do Sol
    Para este porto pretende seguir com mnita
    brevidade o brigae nacional Amelia ; para o rea-
    to da carga qae ihe falu trata-se com os seus
    eoostgnaurioe Antonio Loiz de Ol veira Azevedo
    _ Z- ra do Bora Jesas n. ft7.
    Para o Rio Grande do2.nl
    Para aqoelle porto latas Sp poneos dias o pa-
    tacho aictesal Arny Oras_JrP*ra eajo nato ai-
    taodoibe omrasto de carga, recebase a frase
    a tratar com Jas Victorino de Reusde & C, ei ,
    cnpterfruadcMvqa*_e01isdti,|O.J lism
    LEILAO
    DE
    Balanzas grandes e pequeas proprias para
    pezar assecar.
    Em 48 do correte.
    O agente Oliveira, far leilao por intervencio
    de sea preposto Pinho Brges, de 4 balanzas,
    sendo 2 grandes proprias para o servieo de :om-
    panhia de estrada de ferro, para fundirles etc.
    e 1 ditas pequeas proprias para estabelecimen-
    tos eommerciaes, Os seobores pretendentes po-
    derao previamente examina-las, no edificio qne
    foi theatro do Apolla, sito a roa do Viseonde de
    luparica n. 26, onda ter lugar o dito leilao s
    12 1|2 horas da urde do dia terca-feira 18 do
    cerrante.
    LEILAO
    DO
    Engenho Monte e Ouro
    A' 18 de janho do corrente anno
    Por mandado do lllm. Sr. Dr. jais de direito es-
    pecial do commercio d'esu cidade, reqoerimen-
    to dos administradores da massa fallida de Siquei-
    ra & Pereira, o agente Oliveira, far leilao por
    intervencio de sea preposto Pinho Borges, do en-
    Senho denominado Monta d'Ooro, sito so termo
    e ipojuca d'esta provincia, o qoal peonando por
    execaco de ditos administradores a viuva a ber-
    deiros do Dr. Ignacio Nery da Fonceca e adjudi-
    cado & indicada masa.
    Ao meio dia em ponto, no escriptorio do referido
    agente, i roa do Bom Jeeos (ootr'ora Cruz) an-
    dar n. 53, onda os pretendentes podem haver as
    InformacSes neeeasarias.
    CASA DA FORTUNA
    RA DE MARCO OUTR'ORA DO
    CRESPO N 23.
    inlea qne paga as sortes
    Aos 20:000|a000.
    O abaixo assignado tem sempre exposto ven
    la os felizes bilhetes do Rio de Janeiro, pagande
    womptamente, eomo costnma, qualquer premio.
    PRECOS.
    Inteiro 51*000
    Meio 12*009.-
    Qaarto '6*000-
    __________Manoel Martins Finta._______
    Joaqaim Pereira de Azevedo Hamos, tendo
    de retirar-se para a Europa deixa durante sua
    ausencia como seas procuradores aos Srs: em
    ! lugar Bernardino Pereira Ramos, em 2 Fran
    cisce Jos de Britto e em 3o Jos Francisco de
    Sooza Lima._______________________
    Precisase de um bom feitor para engenho :
    tratar na raa das Trincheiras n. 43, fabrica de
    cigarros.__________________________
    DE
    Pedro Maurer & 0,
    O administrador da propriedade commum
    Apipncos de novo convoca aos senbores herdeiros
    da mesma propriedade para urna reunio geral
    extraordinaria no dia 16 do corrente, pelas 10
    horas da maohaa, na casa do Sr. thesoureiro Jos
    Francisco do Reg Barros, afta Apipucos, visto nao
    ter comparecido numero legal para a reunio do
    dia 9 deste mez, sendo qne a reonio para se
    tratar do mesmo objecto. Montelro 10 de jnono
    de 1872.
    Jos Camello do Reg Barros.
    LEIL- 0
    DB
    grande Iterarla de reito, religiio inte-
    ntara, sendo grande parte della de imprtenles
    escrutaras como Toullier, Deranton, Savigniy, Jor-
    nal des Beoaotatstis, Tnemis, ama eoHeecie das
    leda do Brasil de 1808 a 18S4, a maltas ostras
    obras de grasda ioporUseJa. *
    Os prauodestes po4em vir ao armazem da roa
    do Imperador n. 48, a raspara do leilao, para
    examinare- todas os abra.*.
    Qointa-feira 13 oV> corrente.
    O afasia Martins far leilao _e ama imporunle
    . livraria msttsdo de raros livros de direito, re-
    da Bssssds A a, es- ligAs, bUJoris tteratnra, msoi an. oo-
    Massa tallida de Jos Lino
    do Couto.
    O abaixo assignado, administrador da massa fal-
    lida de Jos Lino do Coute, convida a todos os
    credores a apresentarem os seus ttulos no praso
    de oito dias, a contar da presente daU, sflnde
    serem admittidos ao passivo, conforme o art. 8-9
    do cod. do commercio. Cidade de Mamangoape
    10 de janho de 1872.
    Manoel Seve Filbo.
    400^000.
    D-se a quantia cima a quem apprehender os
    escravos Manoel Ricardo e Fiel, que fugiram -oe
    dia 14 de maio deste anno : o 1* da provincia
    do Cear, e veio para esta pequeo, cabra ataio-
    cado, caberos cacheados, ps pequeos, baixo,
    bom corpo, bocea lascada, com poaca barba no
    qneiio, e pouco bigede, representa ter 30 annos,
    ladino, e gosU de andar limpo ; snpp5ese ter le-
    vado em sna eompanbia nma mulher de nome
    Racha!, alva, eom cabellos cortados. Fiel, cabra
    claro, idade de 27 annos, altara e corpo regala-
    res, cabellos carapmhos, andar vagaroso e espi-
    gado, tem falte de ama nnba em ara dos dedos
    grandes dos ps, um buraqainbo no nariz encos-
    tado as ventas, proveniente de um conce de ca-
    vallo, poaca barba; levou em sua compaobia urna
    mulher de nome Felismina. de cor alva, com bom
    caballo. Da-se metede da gratificacao cima a
    uem levar qualquer um destes escravos ao en-
    genho Macauass, freguezia da Eseada, ca no Re-
    cite, raa do Cabug n. 18, casa de Manoel Jos
    Ferreira Cruz.
    Jos Ramos da Silva vai a Europa, e deixa
    esearregade do sea estabelecimento a sen caixeiro,
    boje socio, Sr. Antonio Pinheiro de Carvalho, e
    como aast proearadores, Antonio da Silva Ja-
    mar, Joaquim da Silva Carvalho, 3* Jnstioo
    Manoel de Sa Ramos._______________'
    O abaixo assignado soientiflea ao resneiiavel
    publico qae comprou um bilhete da lotera deste
    provincia n. 1433 da 7* qae se extrahir no dia
    It do eorrente, e pertence a metade a Jos Leo-
    sardo Portugal. Recife 10 de junho de 1871.
    Prandseo Jos da Coste Ribeiro.
    O abaixo assignado participa ao respei- I
    tavel publico que desde o dia 1 de abril 1
    prximo passado passou a pertencer-lhe S
    o estabelecimento de Pedro Maurer 4 C. |
    na ra do Bario da Victoria, onir'ora roa i
    Nova n. 15, comprehendendo-se todo o 5
    activo e passivo da mesma casa. O abai- |
    xo assignado que desde muitos annos ira- I
    balhava naqnelle estabeleeiraento como
    pharmaceatieo e ehimi:o promette e ga- 1
    rante ao publico em geral e aos senhjres M
    facultativos em particular de servi-los |
    bem com a devida promptidao e fidel- 91
    dade. A casa contiouar a gyrar debai-
    xo da firma Pedro Maurer & C.
    J. Kirchhofer. fli
    US mmm
    Precisa-se aogar om creado escravo
    oa livre para casa de familia : a tratar na
    tbesouraria das loteras com Antonio Jos
    Rodrigues de Souza, ou em sea sitio no
    Monteiro.
    Ama de leite.
    Na travessa do Corpo Santo n. 25 precisase 4a
    orna ama sem filbo.
    Na roa Nova n. 6 precisa se de orna ama
    que cosiobe com pe fe cao, prehre-sa escrava,
    para casa de hornera solteiro; paga-se bem.
    Precisa-se de nma, aa rna Se Pe-
    AMA
    dro AfTonso n. 58.
    Acba-se anzente de casa desJe dezembre da
    anno passado o escravo Fiel, de naci, d baixo a
    tem poaca barba, os olhos quasi saaapra mulo
    vermelhos, e muito palrador quem delte ca-
    ber ou der noticia queira dirigir-se i raa Duque
    de Caxias n. 43, oa Imperairix o. 16, f asdar,
    que ser recompensado.____________________
    Preciza-se.
    Pepsioa medicinal adocada
    O melhor preparado para combater to-
    das as molestias do estomago. Cada frasco
    acompanha urna colher de prata, dse qae
    se deve tomar.
    Deposito Pharmacia Americana de Ferrei-
    ra Maia C, roa Duque de Caxias n. 57.
    Refinadores
    Precisa-se de refinadores na rna de D. Mana
    Cesar, ontr'ora Senzalla Nova n. 30.__________
    O abaixo assignade avisa ao publico e eom es-
    pecialidade ao respeilavel corpo do commercio,
    que tendo de fazer urna viagem para Europa, dei-
    xa enearregado de seus negocios aos Srs. Joao da
    Silva Regadas, Caetano Ciraco da Costa Moreira e
    Joao Antonio da Costa Moreira ; julga nada de-
    ver nesta praga, porm se alguem se iulgar cre-
    dor aprsente seas ttulos at o dia 22 do corrente
    mez, rna da Senzala-velha d. 90. Recite 11 de
    maio de 1872.
    Domingos Manoel'Martin?,_____
    Para peqnena familia alagar om sitio oa soledad*
    ou na estrada do arreial e qae fique joato de
    a'gnma estaca) da va terrea a traur so largo do
    Corpo Santo n. 19 1. andar._________________
    Gratuitamente
    D-se barro cavado : no Montelro, sitio de lo-.i
    Rodrigues de Sonta.__________^__________m
    Armazem de deposito
    Recebem-se em deposito volnmes de fazendas oa
    qualquer outro genero a preep maito mdico: s
    traur na rna do Commercio n. 48.____________
    Nao ha mais cabellos bron-
    cos.
    Tintara Japoniza.
    S e nica approvada pela academia de scien-
    cia, reconhecida superior a toda que tem apnare-
    cido at boje. Deposito principal roa da Cadea
    do Recite boje Mrquez de Olmda a. 51, an-
    dar e em todas as boticas e casas de cabauei-
    reiro.
    Verdadeiras bixas nam-
    burgnezas
    nico deposito em Pernambnco : n. 53 roa da
    Cadete n. 53, primeiro andar.
    Criada.
    Pedido.
    Ped-se ao Exm. presidente da proviscia qae
    lance asas tisus para o pessimo osudo em que m
    ar_s o caieasaesio da roa Imperial.
    Precisase de ama criada para servieo inierno e
    externo de nma casa de pouca familia : a tratar
    oa rna'de Santo Amaro n. 14.
    Veneravel ordem terceira de
    8. Francisco.
    Tendo este veneravel ordem mandado vir da
    Europa, em enmprimento do art 192 dos estatu-
    tos a fazenda propria para os hbitos dos irmaos
    para a eeder pelo custo; por isso convida aos
    mesmos irmaos professos e nevices, a virem se
    prover da mesma fazenda no consistorio da dita
    ordem, todos os das atis das 10 boras da raanhaa
    s 3 da urde.
    Consistorio da veneravel ordem terceira de .
    Francisco 7 de jonbo de 1872.
    Genuino Jos da Rosa,
    ________ Secretario._________
    Alnga-se o armazem do predio da roa da
    Senzala velba o. 68, para deposito de faxendas ou
    qualquer outro genero ; a trur na ra Dnque de
    Caxias n. 43. ___________
    Hi travessa da raa
    Crues n, 2, pri-
    meiro andar, da-se di-
    nbeiro sobre penbores
    de ovo, prata e brilhai-
    tes, seja qaal for a pai-
    tia. Ha mesara casa com-
    pram-se os mesaos me-
    taes e podras.
    Dtela-sa saber onds mora a Sra. 0. Fran-
    cisca Vieira de Salles ; a pama que d informa-
    c,5es da mesma dlrija-se a roa do Amorim n. 38.
    Justino Pereira Ramos tendo de retirar-se
    para a Earops, deiM Pr seas procuradores do-
    rante sua ausencia eBrs. Rernardino Pereira
    Ramos em 1* logar e Jas Fraueisco de Souza L-
    me em 2*. _________.___________________
    Machado S Pereira estabelecidos com loja de
    faieodas na roa 1* de Marro n. 11, julgam nada
    deverem a pessoa slgnma, todava se alguem se
    iulgar credor aprsente seus ttulos que prompta-
    mente ser pago. Outro slm anroveitam a occa-
    sio para parteeiparem ao publico e com especia-
    lidade ao corpo da commercio desu praea que
    tem admittido a sna firma eommerelal ao seu so-
    cio particular o Sr. Manoel Severine Duarts, que
    girar d'ora em diante sob a firma Machado, Pe-
    reira di Duarte a cargo dos qnaes Oca lodo o ac-
    tivo da e-seta Irma Maehado ft Pereira.
    Recife, 31 da malo de U
    Alaga-te ama
    ama casa de familia
    numero 8,
    escrava para o servieo de
    : a tratar b djwlro, sino
    Ninguem faca negocio eom a parla ase ata A
    mi Manoel Ferreira dos Sanios so sobrada s.
    touio Manoel Ferrara aos sw "S7-" *
    da roa de Mareilio Das, ontr'ora raa DireHa, vaso
    que a dte parte este sujeita a orna exaesclo a
    jofgada por senleaca.______________________
    Precua-se de um criado : sa raa era sa-
    men 7.____________________________
    Esu fgido o escravo Matario. prata da W s
    55 annos, um pouco achacado, ctea da ssmper-
    na, tem urna ferida qu. tem ja careamida teda s
    uoba de um dedo de om p, um asir terida m-
    tre as venus no lagar do sujo do tabaco ajsa ela
    toma; fw escravo do Sr. Antonia teas da
    Aguiar, morador no logar Lonriasao aa Boss-
    Jardim. Paga-se bem a quem o cosdsttr aa Re-
    cife roa Nora loja n. 7, ou ao
    oa esquina do Lamaro.
    Loja
    Traspttsa-se o arrendameslo da laja da rsa da
    Bario da Victoria n. 45 : tratar sa aaaaaaa.
    INI-HL
    Sormento variado em eabdskss psra sjsr sato
    em saldes e Jardlss. sos fasliTOB Ms *_J___ts
    Antonio, S. Joio a 1 Pedro: soeaaa al_sd
    armazem n. 1, aa p lo arco la


    Diario m teinmbuco Terqa feira 11 de Junho d 1872
    MLHOS URBANOS
    Recife & Olinda
    S; \e Ifeberibe,
    Na estacao da roa da Aurora compram-se
    doroettes deoitlcica sicopira com 10 paimoo 4e
    coawneato, 8 polepdas de largara e 3 1|2 ditai
    ^.-S?"1^ .Compra-se lambern alfana com 10
    polefadas de largara.
    O escriturarlo,
    Sant'Anna.
    Dorante a testa qae se faz em Beber be em Hon-
    ra ao Santo Antonio, baver mais am trem as 9 e
    SO da noite, da Boeratilhada para Beberibe,
    d onde voltar as 10 horas para o Recre, parando
    em todos os pontos. Retire 1* de Jonbo de 1872.
    O esctipiurario,
    Stnl'Anna.
    A directora resolvendo recorher tolos os bilbe-
    tes qae se acbam em circulaban, convida aos se-
    nbores possuidores viren trocarlos por dioheiro
    no escnptorio da corapanhia as segundan e sextas-
    feras, at o flm deste mer, das 10 as 12 horas da
    manhaa. Pind este praso, os referidos bilhetes
    serio aceitos somente em pagamento de passageus.
    Escriptorio di companbia 5 de iunho
    de 1872.
    O 1' secretario,
    Laaronlno Jos de .Miranda.
    ftft
    Dr, Vi inua
    Medico operador e partelrt>, recen- X*
    temeote ehegado da Europa, dtide de- %S
    dieou-se a cirurgl, partos e especial- men|*>as molestias e operacSes de vas ^g
    gento ourmarias, tem o sea consnltc- v
    rio i rus do Vigario n. i, segando ao- ^5
    dar, onde d consultas do 1|2 dia as S if\
    hora?, gratis aos prbres. Pode ser procurado a qualquer hora j*
    do dia ou da loute. Raa do Vigario d. i. 2 and*_ fci
    AUcnfao
    -
    >
    I
    Urna pequea familia seo bomem deseja alagar
    meiade de urna casa de alguma seobora viava ou
    honesu, sendo no bairo do Recife : quem quizer
    aoouncie para ser procurada.
    r r
    NOTAS
    Trtet-se notas do banco do Brasil e de sois
    Mitra n* ra do Bario dt Victoria n. 63, amiga
    roa" Nora, loja de Joio Joaqnim da CostaLeH*
    nico dopcsito em Pernambnco dos chara-
    Ios G. Scbnorbusch da Babia, no escriptorio de
    Cunba k Manta : vende se de todas as marcas,
    por precos e^iabetecidos, e em porcao de 5,000
    para cima se dar descont : na ra do Mrquez
    de Olinda n. 40.
    COSINBEIPO
    Anda se precisa de um bom cotinheiro que
    seja de conducta, paga-se btm : no caes do
    Apollo, armazem n. 71. __________________
    CEMENTO
    A **500
    Raa da Madre de Dos d. 7.
    Barricas cora )2 arrobas.
    Verdadeiro Porlland,
    Para presente
    objec
    O abaxo asignado, negociante na eidade de
    Mossor, conatando-lhe qoe alguem tem-se ser
    vido do sea nome ua praca 4a Pernambuco, fal-
    scando sua firma com o fim de obter diohei-
    ro de pessoas con qn*m tem relaces com
    BDerctees, ja tendo, segundo Ibe consta, oblido por
    tal meio algamas qaaotias, vera pelo presente
    declarar, e prevenir ao respeitavel publico, com
    specialidade ao corpo commercial dajuella pra-
    ?a, que nao deixar de satit'*ter qualquer
    quantia que esta data tenba sido dada, cerno
    Bao se respctrsabilisa d'ora em diante pelas que
    forera dadas, e protesta contra qualquer trans-
    accao feita -en seu nome por pes^oa menos cora
    ptente para isso, e previne aos Srs. a quem for
    apreseniai* qualquar ordem mista, que, cuida-
    dosamente -examine a minha assignatura, fim de
    nao se sojeitarem a perder qualquer quantia que
    por ventura deem.
    Mossor, -28 de maio de 1873.
    Francisco Antonio Martina de Miranda.
    Interesse
    O 3r. Jos Alves Machado Guimares queira lar
    a bonuade de vlr a rna do Imperador n. 28, a
    negocio de sua conveniencia.
    F ligio no ua do mea de novembro do anno de
    1869, do engenho Goit, sito na comarca de Na-
    zareth, a escrava Thereza, de 30 armas de idade
    pouco mais oa menos, com os sigoaes seguietes :
    edr mulata Lem clara, baixa e grossa do cor-
    po, rosto redondo, olbos castanbos e^randes. na-
    riz uro tanto -chato, bocea grande, dentes grandes
    e eangoHos, cabellos meios louros e caxeaios
    para as peales, bracos -e pernas grossas, ps cur-
    tos e grosec?, com alfjums cicatrtzes de relho
    as costas.
    Igualmente est fagida defde o d 26 de feve-
    reiro do correte anno o escravo erioulo de no-
    me agostillo, de 40 aonos de idade pouco mais
    a menos, e os signaes eeguintes : cor bem pre-
    ta, alto e grosso do corpo, rosto redondo e car-
    nudo, olbos pretos e grandes, naris chato, boc-
    ea grande, .beicos grossos, representando dous
    beicos do lado de cima, com falta de dentes na
    frente, caneca comprida e calva de diante para
    traz, principiando a pintar tanto no cabello como
    na barba, pamas lia as, ps tortos apalberados,.
    eom ama cicatriz em nos dos regeilos dos ps,
    Este escravo foi comprado a Pedro Garca,,
    morador no serto do Sabogy, e j fes urna sahi-
    da com des'Bo ao serto e foi preso em Bom
    lardim da comarca do Limoeiro.
    Rogase a todas as autoridades policiaes, ou
    mesmo pessoas particulares, que os prender e con-
    duzir ao referido engenho Goit, a serem entre-
    gues a seu sentir o major Christovo de llol-
    landa Cavalcante de Albuqoerque, ser por cada
    um gratiflesdo eom 2005000 rs.
    Desappareeeu no da 13 de setembro de 1871,
    do engenho Aracagy, comarca do Cabo, o escravo
    de nome Pedro, crenlo, preto, alto, seeco, ps
    grandes, pernas finas, olbos brancos, sem barba,
    de 20 annos, (em falta de om dente na frente, des-
    coaa-se ach.ir-.se nesta eidade, ou no termo de
    tguarassu', por ter sido do engenho Tabatinga :
    uem o apprehender pode leva-la ao dito engeoho
    Aracagy, ou ra do Imperador n. 77, 1 andar,
    -le sera recompensado.
    de
    GAXEIRO
    am na roa
    das LaraBgei-
    Preciaa-se
    ras o. 3C.
    A sociedade recreativa ja-
    ventude
    tendo de mandar celebrar sexta-
    feira 14 do correte, pelas 6 horas
    da manhaa, na igreja do Espirito
    Sanie, urna missa por alma do sen
    fallecido consocio Joo Vctor de
    Moraes, convida a tolos oa seos
    ' associados, bem cono t familia, pa
    rentes e amigos duquelle finado para assistirem a
    esse aeio religiosa._____________________
    Xinturarie, largo de 8. Pedro
    n.6
    Aniceto Corrsia Lopes com tintpraria cima
    mencionada, avisa ao respeitavel publico desta ei-
    dade, que se acha habilitado em sua indatria
    desempenbar em seas trabalhos o maior desvelo,
    asseio e presteza, que para isso tem as necesarias
    jnstrnccSes tendentes seguranca de soas tiptas,
    pe1 o que j nao sao estranhos os seus irabattoos.
    Aocwpo do eommercio se offerece eom agrado e
    vouiade de bem o servir em soas eneommandas,
    tinge limpa eom perfeico, e tira o mofo de toda
    e qualquer fa^eoda e tambera de chapeo. O mes-
    mo provine a todos que deram fazeadas tinturar
    e que sxcederem do pran) de tres mezes pelo con-
    trato (ello na guia que da $ jue declara isso, an-
    da d mais o praso de cinco its para a pessoa
    procurar, e se porm nao o fl&r entao ser ven-
    dido o objecto que constar da mesma guia para
    real embolso de mas despesar, nao toldo mais
    direito a redamar o mesmo objecto. Finalurcnte
    precisando este estabeteciraeato de urna mnlth?r
    para paisar a forro as fasendas Unluradao; pede,
    aquella que se qoiaer prestar a esse trabalbo, di-
    rijir-ae a mesan untMaria cima decUrada, qoo
    se contratar indisoonuvelmente, dando-so bom
    Amara) & Nabuco venden os seguiotes
    tos, proprios para fazer se presentes:
    Estojos para Ifrapar dentes com todos os ferros.
    Ditos para hropar unbas.
    Ditos para barba proprios de viagem.
    Ditos para dita proprios para algibeira.
    Diios para crochet.
    Ditos para tesouras ds costura e bordar.
    Ditos para costara e com msica.
    Nestes objectos se encontrar nao s a commo-
    didade como o elegancia : vende-se no Bazar Vic-
    toria, roa do Baro da Victoria n. 2.
    Vestidos de blonde.
    Amara! Nabuco & C venden neos cortes de
    vestidos de blonde com grinalda e llores de laran
    geira e veos tambera de blende bordados, cortes
    de seda de cores e matizados : no Bazar Victoria,
    roa do B-rio da Victoria n. 2.
    Baloes de papel.
    Amaral Nabuco & C. vendem baldes areos,
    proprios para salao e linternas tambera de papel
    para enleites de jardim, cima da mesa, etc., pin-
    tados de ricas paisageos e formatos : no bazar
    Victoria, roa du Bario da Victoria n. 2.________
    Escravo fgido
    Auzentou-se desde 13 de maio prximo passa-
    do o preto Alfredo, de trila e tantos annos, es
    talara, alto e magro, olbos grandes e tem urr.
    Jeito no andar, perfeito c.ziubeiro e foi escravo
    o Srs. Adriano & Castro, e Itim;mente do Sr.
    loe Joaqnim Goncalves Bastes, cestuma andar
    pela Capunga e Poca da Paoella, e consta que j
    foi visto na eidade de Olindo ; estes sao os pon-
    tos aonde elle lera aodado : quem o pegar tra-
    ga-o a ra Duque de Caxias o. 91, lija do Rival
    sem Segundo, que ser bem gratificado,
    CAUTELA!
    HEURON&C.
    AVISA *

    Cosinlieiro
    Prectsa-se de um cozinbeiro ou cozinbeira for-
    ra oa escrava para urna casa de familia : tratar
    oa roa do Amorim n. 37, oa em S. Jos do Man-
    guinbo, sitio n. 4.
    ioo Jos de Carvalho Moraes vai ao Rio de
    Janeiro, e dorante aa ansencia deixi encarrega-
    dos de seus negocios a Moraes & Irmo, roa da
    Madre de Dos n. a, 1* andar ; outro sim, nao ten-
    do tido tempa de despedir se de todas as pessoas
    de suas relac.09?, pede-lhes desculpa dessa filta
    involuntaria, e lb.es cfferece es seus servioos na-
    qnella eidade. _________________
    O Sr. que evou no dia 5 um chapee de sol
    do escriptorio de bilhetes no caes 22 de Novem-
    bro, ten ha a bondade de enrrega-lo.
    Attenpo
    Na raa estrella do Rosario n. 33, 1 andar, avi-
    sa-se a todos es fregnezes que todos os annos man-
    dara fazer bolos de Santo Ant ni, S. Joao e S.
    Pedro, e todas as pessaas que qoizerem bolos ve-
    nham fazer aencomraenda tres dias antes, tem
    bonquets promptos para enfeite de bolos, por Indo
    prego, e toda qualidade de flore* para vender-se
    Paga-se generosamente a quem aprender ou
    der noticia onde est occultada a preta Suzaoa de
    60 annos, africana, a qnal tem sido vista pelo
    Recife e em diversas partes da freguezia da Baa
    vista, e tem os signaes seguinles : alta, meio fula,
    cabega griode para traz, queixo catrido, feia, e
    quando bees mais cahido flea o-queixo, levou ves
    tido de chita roxa com palmas, costuras trazer um
    panno atado a cintura e tambera na eabeca:
    quem souber leve-a rea da Gloria n. 99, que abi
    ser gratukado.
    Pogio em abril do correte anno desta eida-
    de Zenobio, preto, idade 18 anoos, cambado dos
    ps, andar meio cambeta, quando fugio eslava c m
    a cabera raepada : quen o encontrar entregue-o
    a seu senhor Dr. Manoei Tertuliano, na ra nova
    de Santa Rita, bairro lie Santo Antonio n. 61.
    Forneiro.
    Precisa se de um torneiro hbil : na padaria da
    ra do Rangel n. 9. (g
    Fogo para S. Joo
    Recebe se encommenlas de pislollai de seis
    bailas a 2/000, fagos de chuviscos a 4000 e pis-
    taltas de tres bailas a 15000 ; ra do Fogo n. 1
    Na ra dos Mascate3 0*15, urna senhora se
    encarrega de forrtecer comida com aeeio e promp-
    tido, para casa de hornera solteiro, mediante um
    prego razoavel.
    Dinheiro a juros com hypo-
    theca.
    No cartorio da ra do Imperador n. 2 se dir
    quem d diversas quantias cora bypotheea em
    predios e letras deloogos prasos de vendas de
    propiedades.________________________
    O VERDADEIRO E O FAL^O VlNtll)
    CHA.M1SSO.
    Cunha Irmaos & C. nicos recebedores do vi-
    nho do Porto marca amiga e acreditada F. CHA-
    M1SSO FILHO & SILVA : encontrando a ven-
    der se vinho em garrafas, com a marea CHA-
    MISSO SUCCESSORES, imporudo de Hamburgo,
    imitando o verdadeiro, com o distico CHAMISSO
    gravado as garrafas, e bem assim nos rtulos
    etc., vem prevenir ao commereio e a quem in
    teressar possa, que o veriadeiro tem nos rtulos
    F. CHAMISSO FILHO & Silva, e viudo de Ham-
    burgo tem nos rtulos-CHAMISSO SUCCESSO-
    RES ; nao tendo nada de commom nm com o
    outro, tanto que o verdadeiro j moito conheeido
    e o outro precisa .tomar a marca CHaMISSO para
    se poder vender vinho feito, ignoramos de que,
    por vinbo feito de UVA, prejudicando assim os
    autores do tal vinbo a repotaco em que sempre
    foi tido, e que mereee o verdadeiro vinbo de F.
    CHAMISSO FILHO A SILVA.
    aos compradores do bem conheeido e acreditado rap
    REA PRETA, que reparem nos botes e meios bote?,
    pois qne os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
    so, e com papel da mesma cor, cujo desenho se pode
    confundir com o d'aquelles.
    Os apreciadores que qaizerem do verdadeiro REA
    PRETA, devem para nao serem engaados ver que
    os botes tragam o nome de MEURON & G. e a desig-
    nado de REA PRETA.
    Cas
    r ll
    yv
    Aluga se un.i c*a 4 >obrad oa P VI.-.d*l<-na, detruate do Sr. rimmdir Arr.-
    rira, leoda .gut, >i, e^x-in. i?iii,-na e sitio
    rom 4i v red de '.ua e h? x* de 'piv, ia-
    d-nnisaodi o prifndeatt aaoanoanonaa e cao-
    dieuo do gaz aa inqo-linu qae deix o a sus ea-a:
    irxtar ca taa D.i.jnr de Ola- n 9t en oa loo
    ''" k'v,*m->f|" ni*-
    O R>U'|L. t da d-o:-, a taa I de marco a.
    IV l.o-ndar, leonUM.'S ao respeitavel poblien cr.
    caba d receber um btlto oafOtOMsNo 4o pe
    asartao Seas K-bie$*eiatto euro c4*a liedla ca<-
    x nha | r piis para prtsedes, buouas g.rrafa< t
    fino rristsl n m : pu de rol'fpe, fras&a com o
    me'h.>re.< tlitasos, m g.^lfi-.s raaos orador Oifl
    los de atnr, a t.xr-iko'e gu< de Botii a rna s
    proptia i.aia iir. par e ecnteivar o bniuj 4.\ Oes-
    te Um cnim.ntoie escovas j ara e.bello* o
    barba, com as esta- marcrefadaj de madreperla,
    'equi-f d'u-o iMiila Looi'oi airaitacij de mai..
    ditos pretos reseda, pr-pr para 'ut im i
    pares de liga para nervas, vus e grhulias -
    :V its de larange ras, lavas de BwHIica brai.ca. co
    crese pretas para hornees,, enfloras o s-roioa-,
    llar inlic de iinbo da ultima moja, lencos de seda
    para algibeir-s pelo baratsimo prre/ de Ity'.
    1200 e l-'iOO cade un. coliares electros para cre-
    inejaa, fianjas e galif- de seda preta *de coro* ;
    iw cmpleto soit'm'tto dt- filas de sarjo de boi-
    las cores de a. 1 at 80, estas proprias para cu-
    los ; lentes de tartaruga imeratriz; liodiasiaus
    il res riifici-.es de elTirenies maiizes.
    No mesmo estabelerimnto itn eocootraria
    sempre om grande soruveolo de erque*, catbe-
    pame, trancas e tpeles, bim como o oec-oar o
    para o penteado das E.tiuas. Srar., oem toa voo-
    'la, eron de ilueue'. _____
    tViro-.
    rSa
    Xarope Hydrocotyla Azi-
    tica
    A hydrocotyla aziatica ama planta qae
    se acha muito a miado em Mauricio. Borbao,
    Singarope, Bomtiaim, Madras, e outras pro-
    vincias das Indias Orientaes onde desde
    muitos anos est em pregada com a maior
    tincada contra aa diversas molestias de
    pelle, taes como o lichen, o eczema, o acn,
    o prurido, o pemphigo, a lepra vulgar, a
    elepkantiasis, as ulceraces scrofabzas oh
    syphtitic-is, assim como contra todas as
    doencas corjhecidas debaixo do nome gene-
    rico pelos mdicos dos hospitaes de Paris, sobre-
    indo no hospital de Sm. Loiz, destinado es-
    pecialmente ao tratamenlo dos doentes deste
    genero de molestias, provario a efficacia
    aVssa planta nos casos signaiadns cima.
    (lasa do Bom faslor.
    Wtidou-s para a mesma ra 8
    A pedido dos freguezes continua o dono
    deste grande e orneo estahelecimeoio a fa-
    bricar em grande escala ornamentos para
    igreja, vestimentas para padres, atfaias,
    imagens do toJas as qualidad-s e tamaitos,
    assim como todos os artigos de piedade,
    oratorios, bronze, prata e onro, damascos,
    g^Kes etc., etc., todos artigos de Porttil,
    Paris e Lyon, grande sortimento de estam-
    pas religiosas proprias para saldes, tambem
    faz qnadros para caixilhos dourados e pre-
    tos, de todas as larguras.
    Antonio Joe Kodrigues, Jos Rodrigues de
    Amorim e Bernardo Esteves, fazem publico para
    seiencia do respeitavel corpo do commereio que
    no dia 28 de maio prximo passado, dissolveraa
    asigavelraente a eeiedade que tinbam no esta-
    beleciioento de taverua roa da Soledade nume-
    ro 46 que gyravasob a firma social de Ro-
    drigue* Amorim 4 d, retirando-se o n-socio
    Araorira pago e satisieilo do seu capital e lucros,
    e fleando os ootros dous socios na poese do esta-
    beiecimento com todo e activo e passivo, cuja
    liquidacao Ihes Mea competiodo.
    Re:ife, 7 de jubo de 1872,
    de
    Alnga-se
    urna casa terrea com estr baria, margem do rio,
    o. 31.
    (Josinheiro
    No cal cbinez i roa larga do Rosario n. 31,
    preeisa-se de nm cotinheiro.
    Sitio para alugar
    Alaga-se o sitio da Capnnga (dos berdeiros de
    Santos Coelho) eom ponto o gradoamento de fer-
    ro na frente do jardim. doas cacimbas de boa
    agua, tendo urna dellaslwmba, tanques para ba
    abo e para regar, um grande gallioheiro lodo mu-
    rado, o plantado de e*cutientes (racteiras, a casa
    tem 3 salas, 10 qnartos, edsinha fra, coeheira,
    ra prelos etc. etc.: para tratar i
    roa do Mrquez de Olinda n. 61
    Saniissima Triodade erecta no convento
    S. Francisco desta eidade.
    Por ordem do irmo juiz convido todos os ir-
    maos da mesma para assistirem a fesla do glorio-
    so Santo Antonio que ter lugar no dia 13 do cor-
    rente no mesmo convento de S. Francisco, pelas
    10 horas da manhaa.
    secretario,
    .*_____________Manoei Goncalves Agr.
    Na reSnaco da ra direita o. 22, preci;a-se
    de trabajadores e paga se bons ordenados.
    Aluga-se urna escrava para o servido de
    casa : ns ra do Imperador n. SO.
    Pastilhas de Marmita
    As pastilhas de Mannita sao por certo a
    medicina racional dos meninos, aos quaes
    se administrara com excellente resoltado
    para os males de garganta, coqueluche e
    falla de apetite. Para elles n3o ba purgjn-
    te mais suave e que tomem com mais pra-
    zer. Estas pastilbas previnem tambem as
    convulsoes qae resaltam dos accidentes da
    dentro, e tem orna acojo muito poderosa
    como o vernn fago.
    Deposito Pbarmacia Americana de Fer-
    reira Maia d C roa Doqae de Caxias n. 57.
    Tintura da China
    Para fingir os cabellos, barbas, bigode; e
    restitai-lbes a cor natural, em
    1 minutos
    Entre todos os preparados chimicos destinados
    cotonearlo do cabello, deve a. Tintura da Cki
    na, por sua snnerioridade, oceupar um dos mais
    distinctos logares. Ella d ao cabello a cor que
    se deseja, sem o damnificar, mais antes o conser-
    va e fortifica.
    Deposito na pbarmacia americana de Fer-
    reira Maia A C roa Doqae de Caxias n. 57
    Gompanhia Allianca
    DE
    seguros martimos e terrestres
    estabelecida na Bahiaem 15
    de Janeiro de 1870.
    CAPITAL.. Rs. 1,003:000*000.
    Toara seguro de mercadorias e dinheiro
    a risco martimo em navio de velU e vapo-
    res para dentro e fra do imperio, assim
    como contra fogo sobre predios, gneros e
    (azeodas.
    Santo Antonio, 8. JoaoeS.
    Pedro
    Alguidares, bacas, batedeiras vidradaspme[ra
    completo sortimento deloncas; a ra da I e-6z s
    triz n. 51, e do Rangel n. 16.
    Grande offlciua de uicaes
    BRAGA & PIMENTEL
    Raa Nova n. 35.
    Nesta offieioa trabaiba-se em encanamentos da-
    gna, de Jaloeiro, caldeireiro, funileiro, tem sorti-
    mento de bombas de n. O a n. 8, alambiques, ta-
    zos, tornetrae, vlvulas, tubos de chumbo, sinos,
    obras de folha, bacas de ferro estaonadas, cobres
    de engenho, espumadeiras, cadinbo para rundicao,
    ludo por procos commodos o promplido para
    qualquer trabalbo.
    mmmm mmmumn nm
    AttencHo!
    ENSINO SECUNDARIO
    O Dacharel A. R. de Torres B.iniei-
    5 ra profesor de geographia e histo-
    I ria moderna, do Gyranasio deta pro-
    vincia, tea aberto na casa de oa rs*i-
    adencia, ra do Coronel Suassuna (ami-
    ga roa dos Martyrios) n. Ii4, segundo
    andar, os cursos das disciplinas prepara-
    torias seguintes :
    Geographia.
    Historia.
    Rheiortca e potica.
    Pbilssopbia.
    Llngua nacional.
    E contina a proporcionar o encino desta
    lingoa, da franceza e de geographia e
    historia as senboras, que para tal (in o
    quzerem homar com a sua confian;a.
    s
    Precisa s df nm bom f Mor qa* ent-nda A :
    it a plantas : Halar na roa do Praro A(T ,n. i
    n 98. iu em Sari'Aon?, ?\\n jnolo a e?taeo, a
    d "e:la. poitio .
    Sr. Ozil'u AtVtkOO) /tite.- de Mbipa, q.i
    Mfodi u eiu Alagi Ce Gatos m iom car'.a i\.a-
    ra h ser etitrepiip, ce armat-m da t .ves
    drp.< S^nt. t. i..
    di
    Perdeu-se
    no srbbad?, ao -a''ir ala th-atre Ojmostio Brao.
    tico, om leoro de lal.yiir.ri> com n inic aes M.
    I. M. N. : roga-.e quem 0 *cliju d<- leva-lo a
    ra Pitean Ja ataren cu Crespo o. 19, 1j, n
    s<.ri graift:adc.
    Offerece-3e um rapaz brasileiro de ida le '.i
    ancos, para ci'xeiro de fazetrla en arm:.u rr. dan-
    do algnm toinpj de p-tica : a ir-tar na rna ->
    Amorim n. 28.
    COMPRAS.
    COMPaA-SK
    klr'i
    moedas de curo e 1 raa na loja da ra dA M*r
    quez d'e Olioda n. .'iS._______________________
    Umpra-se
    'es Irnovos e usados: La ra dj Im^b.
    .ior 0. 48, armaiem.
    >mpra--e ftrro vih >, e t-re e smM h t
    no armaum junto ao rapi'iio Pelconoho. tav
    os das kTWf, das 6 1 manhaa aa \ da tarde.
    Compra-se -polce>
    na rna Nova n. 53. loja
    ca iviCa provia.:
    Precisa se de um menino de 12 a 13 annos
    que saiba ler e escrever, para caixeiro de taberna
    em Freneiras ; tratar na rna de Hortas o. 2.
    AVISO
    fos Ignacio da Silva Porto deixou de ser cai-
    xeiro do Sr. Francisco Guedes de Araojo nesta
    data. Recife 8 de jonbo de 1872.____________
    Precisase de um caixeiro portngnez de 12
    a 14 annes de idade, e qde tenha alguma pra-
    tica de venda : tratar no pateo do Terco n. 32.
    PO ESPECIAL.
    Pao especial e commum todos os dias as 4 ho-
    ras da tarde sahir do forno, podendo os fregu-
    zea compra-lo anda juente, sendo feito de farinha
    especial; na roa de Gervasio Pires n. 45, nova
    padaria americana._____________________-
    Aluga-se um grande sitio na Capnoga, roa
    das Peroambucaoas n. 2o, euja easa tem 4 salas,
    9 quartos, cozioha, coeheira o estribara : quem
    pretender dirija-se roa da Anrora o. 15, oa
    ra Nova o. 13, qae achara com quem tratar.
    (M DO 011
    Aos 5:000$OO.
    BHhete* garantidos s pro
    Tela.
    Rua do Baro da
    Victoria,
    Outr'orarua Nova n. 63 ecasai
    do costume.
    O abaxo assignado acaba de vender nos se*!
    muito felizes bilhetes a sorte de 800A rn qnatro
    quartos le n. 1986 e quatro quartos de n. 181
    com a sorte du I00, alem de outras sorte- me-
    nores de 401 e 20# da lotera que se acabou de
    exlrabr (6*), e convida aos possuidores a viren*
    receber, que promptameote sero pagos.
    O mesmo abaxo asignado convida ao respeita-
    vel publico para ir ao sea es abelecimento com-
    prar os muito felizes bilhetes, que nao deixar de
    tirar quai^uer premio, como prova com os mes
    mos a anuncios.
    Aebam-se venda os muito felizes biihetes ga
    rantidos da 2" parte das loteras a beneficio da
    igreja matriz de Gravat, que ser exirabida no
    dia quarta-feira 12 do crranlo mez.
    PREgoS.
    Inteiro 6*000
    meios 34000
    Quartos IluOO
    De iOO^iOOO para cima.
    Inteiro 6*300
    Meios 21750
    Qnartos 1*375
    _____________Joao Joaqnim da Costa Leilt
    Preeisa-se de um fettor para o sitio da Sole-
    dade o. 29.
    Onipra-sj
    a obra un qua'ro vuiites o Tbosovo Pro
    de (liacs escribidas aaia lodoa as oeces^iJa:-J
    da vida cluki.1, pela CoLdefa de Anatlaw. re h
    ta, correta e aogmfntada por Mr. Mari, t, arcebis-
    po de Toara : na rna do RitfH n. I. laneras.
    Fabrica de kvo e ttciu<>.
    Compra se nm terreno, oo parte de enfetr.
    oomproteodoadi ice cachurra c :<;uie para
    fundacao da (abr a, nis p'cximldaiie da va fr-
    rea : tratar enm o ciuprezario, Stlva E-ar
    rna do M;.rq<". de Olinda n. V.
    Os senhorts que prettod^tin sccjSm Je ta usj*
    preza, queiram appre>t- ..:' a iu H J I lt8>
    te tutz, >|U2oio ser ftchsda a i-abaaii^ao.
    VENDAS.
    Veade-e nm etvallo
    Fxamioar na onefcoira e
    Francisco Flix G.ti{3.<;
    rio da rua da Ni rt.. n i.
    bom andador :
    i Apoil\ a-> Sr
    : tratar oo su ., -
    Saiitre.
    Salitre inglez muito fupcritr, vtrde se I
    simo para fechar factu's: taraje d.i Cr;i I
    n. 4, pnmeiro andar, ;
    m'ira.
    r.o de J. M. tal-
    i*.
    L-bra* sterlinas
    20, cs^ripurio.
    vende-se oa rua
    do Ape!, >
    Balanc srteciraaes
    Moreira Dias toan a seos fifeuezes qu \i ro
    ceben as balanzas docimaes dt f- tg: de 3i, .'fOi
    1.0C0 kilos, tendo as abiaa* rodas de (rr^
    de em ten arma:em roa da i'roz n 26.
    FOGO
    De expelientes vista?, luuiij atotTM para t, u
    milia; queimarem, as aoutes de fesj de S.Ct i
    Antonio, S. Ioo t S. Pddro: vende-.-e em rxi
    e tambem a retalho, oo armazem da Escadioha J
    Alfandegs ti. 7, e aos domingos na raa da Usare
    Deus n 30, n. 3* andar.
    Fontes de fogo.
    Serpentes de Pbara.
    E-pigas Klospnte.
    Rallas terrestre de diversas otros e taroaab-
    Aluga-se a casa n. 41, no principio da es-
    trada de Joao de Barros, com commodos para
    grande familia, sitio, bons arvoredos, todo mu-
    rado, grades e porto de ferro, agua e gaz, com-
    modos para feitor e escravos: tratar no mes
    mo sitio ou na rna do Imperador n. 22. arma-
    zem.
    No Gollegio
    copeiro.
    da Conceic.ao precisa-se de um
    Prectsa-se alagar urna casa lerrea com bons
    Commodos e qnintal, na Soledade ou Boa-vista : a
    tratar na rua da Cadeia do Recife n. 55.
    I
    quartos para pretos etc. etc. : para tratar no ar
    mazem da
    -rr
    Dr.
    Manoei Enedlno Rogo Vallenca
    Medie*
    21-Roada Camb* do Carao-21
    i* andar.
    Avis
    O abaixo aasigoado participa ao respeitavel pu-
    blico om geral e aos saos fregaezes em .articular,
    ,jue mnon o seu eatabelecimento de calcados da
    roa do LivramoDto n. n para a roa de Nareilio
    Ola* (^I* roa DireiU), onde continuar a servir
    eom nromfcndao SAD' fre|aezes.
    K ^irtonpiQo glesuoo do Carmo.
    CONSULTORIO HOMEOPATHICO.
    I IR. A8A!0VI
    9t Largo da matriz de Santo Antonio
    d. 2.
    Consultas e visitas a toda a bora. Me-
    Sdicamentos e carteiras dos melbores fa-
    bricantes.
    Dinheiro jiros
    Precisa-se la quantia de 3:000*000 rs. jaros
    de nm e meio |. ao mez, eom garanta o por es-
    paco de nm anno, pagando-se na mesma occasiio
    em que receber, os juros competente; qaem pre-
    tender este negocio queira anunciar toa moradia
    para ser proeorado, on entao deixe caru feicha-
    da nesta typograpbia eom ailniciaes C. e M.
    Typographia.
    Vende-se por preco mdico a typograpbia
    do Correio Pernambucano, a qual est per-
    feitamente montada para se potlicar orna fo-
    lha diaria, tendo recebido ltimamente om
    completo sortimento de typos novos: a tra-
    tar oa raa do Imperador n. 2.
    Mobilias
    FOGOS ARTIFICIAES
    para feadejar Santo %nlonlo. S.
    *oao e 8. Pedro.
    Sonta & Gmmaries, proprietart js da j muito
    conheeida loja de ferragou rua do Barai da
    Victoria n. 31, (outr'ora fia Nova) veem avisar
    a seus fregueses e ao public em geral, que aea-
    bam de receber om lindo o variado sortimento
    de fogos chineaos o mais lindo possivel qne se
    pode desejar, assim como desde j recenta en-
    commeodu par todas as aualidades de fotos na-
    conaes para as melbores fabricas desta eidade.
    Oo aoauneiaaJes envidarlo lodos os meios para
    melhor servir a todas a* pessoas qae se dignarem
    honrar sen estabelecimento om sua presenca.
    - Precisa-so o ama preu escrava para o ser-
    vico Materno do ama easa de ponca familia e que
    Mina Tender na roa: na roa do Nogueira n. 10,
    segundo andar.
    Precisa-so de am coxjnnoiro na padaria da
    rna do RaofH 9. ^^
    Trooam-se
    optas das calxas flliaoa d. banco 4* S-asa, com
    SR.ft^ : "* M*,,*M *' obr0* *?tP^y.>**c'<>>*'> e umbm H yta**
    Na roa Duque de Caxias (outr'ora das Cruze-)
    0. 25, armazem do trastes, vende se mobilias na-
    cionaes e estrangeiras, assim como obras avui-as
    por prero commodo.
    CARTA.
    no da Silva
    mperador 1
    Muito birato
    Vende-se a armario de amarello tuda envidra-
    (\da da loja da travessa da roa das Cruze o. .
    A, propria para qualquer oegoeio : na ojooom
    b'ja, on gua'quer parle.
    Pura os bolos de Santo Anto-
    nio, S,JooeS, Pedro
    Manieiga iogleza flir 800 e 720 rs, t teo
    mais baixa para menos dinheiro, dita (rancexi
    nova a 60 rs., e tambem lem para meoo, lo 4
    dinheiro vista : 00 armazem de molbadcs roa
    de Santo Amaro n. 8.
    O Sr. Antonio Cypriano da Silva Fragoso, tem
    orna carta na roa do Imperador n. 28.
    CABO, IPOJUCA
    Advogado.
    O bachanl Joio Gonzaga Baceilar lem
    escriptorio e residencia na villa do Cabo1
    i rua Duque de Caxias o. 21.
    Eacarrega-se de causas civeis, erimes
    o ccmmerciaes, bem como de defesas pe-
    rante o jury nos lermos supramonciona-
    dos.
    s__a_n_a _a_m jajoroin __ iisii_n_*'_k
    Professora.
    Urna senbora viava, competentemente habilita-
    da pela directora da iastruccio publica desta
    provincia, offerece se para ensinar primeiras Jet
    tras om algum engenho perlo desta eidade, bem
    coma a eozer, bordar e outros trabalhos do agn
    iba: no torceiro andar do sobrado n. 34 da rna
    das Crozos.
    Precisa-se do am calxatro de 13 a li ai-
    nos de idade, preWtodo-so dqs nltimos cbegadoi,
    embora nao tenba ntica : a rna do Conde da
    Boa-Vita n. 87.
    Precisa-so do om servente o de urna ana
    na roa lo Rangoi n. 162, botica.
    _/
    Vende-se
    ama boa casa terrea, chaos proprios, com 3 qnat-
    tos, 2 salas, coz nha externa, um grande Quintal
    plantado e murado, sita na Capunga, rna da*
    Creoulai r>. : a tratar na rna 1* de Marro a 7 A.
    Io andar.
    Vende-se o sobrado de om usar na rna d)
    Viconde do Iierval n. 37, o a casa torrea Junto a*
    mesmo n. 39 : a traur na rua da Scnzala velba
    o. 106.
    -
    Vende-se o dep?aiio o. 15 00 neceo 4o* Fur-
    tos, no Recife : a traur na'rua a Cadeia ato ar-
    matem de Braga Goms Se C. _______
    ATTENCAO
    Vende-se a taberna da iravessa dos Expoitos *.
    18, bem afreguezida para a '.erra, e o motivo por
    qae se vende por querer seu dono retirarse pa-
    ra tratar de soa saude: a tratar oa mesau.
    Vende-se a casa terrea da roa da Coamaeio
    n. 23 e ama d ta eom om pequeo sitio ao sar-
    dio : a tratar na roa da* Calcadas o. 6.
    id Vende-se urna mesa 4o asurado 4o 4 z*s
    6 taboas, sem oso algnm : na rna de Marcb
    Dias, aotiga roa Direia, n. 8a.________
    Claro, parificad* o transparente, om bonicas
    randas do 10 a U arrobo*, o anasner ano a* pod*
    ssejar ftn o fabrico do sabio : nos araaaaaat do
    Tasso Irmioe C, caos 4o Apolle.


    Jiaii. de ireruamDuw Terqa teif >fct *Su*ho *i> ^#8*2
    /
    Modernas Hadas casaquinta*
    para senhoras
    A guia branca ra Daque de Casias
    recaben ama pequea ijpanti>iad de lindas eas|.-
    quiohas de la brama primorosanaeate enfei
    en] letim de ore?,- Ofcras essas lio moderna:
    qoao lindas. A provadisa verOTe est no apre-
    Sa que ihes esio daodo as Exmas. apreciadora
    o bom.
    0GR.V NDE PURIFICADOR DO SANGUEI
    Eta excellente e admiravel medicina, e
    preparada d'uma maneira a mais scientifi-
    ca por Chimicos e Droguistas mui doutos e
    d'uma instruccao profunda, tendotido mui-
    tos annos de experiencia ao par d'uma ton-
    ga e laboriosa pratica.
    A sua composicao nao consiste d'um sim-
    ple extracto d'um so artigo; mas sim,
    composta d'extractos d'um numero de rai-
    les, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
    das ellas, sua virtude especial ou poder
    em curar as molestias as quaes teem sede
    oq essento, no sangue ou nos humores;
    e estesdifferentes extractos vegetaes, acham-
    se por urna tal forma combinados ponto
    de conservarem em toda a sua forca, o cu-
    rativo especial de virtude, que cada um de
    per si possue. A raiz da planta de Salsa-
    parrilha, produaida as Honduras, a que
    nos usamos nesta preparaco, sendo a qua-
    lidade que todos os mdicos mais prezam
    estimam. Na composicao da Salsa-
    parrilha de Bristol entra mais de 50
    por cento deste concentrado extracto. Ella
    nao encerra em si cousa alguma, que pos-
    ta por' le\e ser perigosa oa injuriosa
    sade; e tanto n'este, como em quasi to-
    dos os mais respeitos, ella inteiramente
    diversa de todas essas mais preparares,
    as quaes debaixo do nome de Salsaparr-
    lha, s5o accondieianadas ou postas em gari
    rafas pequeas, eendo receitada em doses
    mui diminutas d'uma colher de cha por
    cada >ez. Nos pelo contrario engarrafa-
    mos a
    SASAPARR1RADE BRISTOL
    *>r- grandes, e assim por este modo,
    iviJlios com os consumidores, o grande
    proveito e vantagem alcancado por aquelles
    que acondicionam sua preparaQo emjr'
    rafas pequeas. Cada um dos frascos da
    20sa alsaparriiha de Bristol
    oonteem a messa quantidade igual porco
    ontida naquellas garrafas pequeas, e alm
    disso, possue ainda muito mais forca e
    virtude medicinal do que aquella, que por
    ventura se possa achar contida dentro de
    B?is garrafas de pequeo tamanho.. Por-
    tar.to mui natural, que aquelles, que se
    acham occupados em preparar e vender as
    suas produeces, em garrafas pequeas,
    murmurem e gritem contra os nossos fras-
    cos giandes- proclamando, que a nossaSal-
    eayarrkjha de Brtstol nao possue a
    menor virtude; porm quao effectivamen-
    te sSo ellcs postos em silencio, quando indi-
    camos, ou simplesmente referimo-nos para
    com essas centenares de certides e tes-
    temunhos authenticos, por nos recebidos
    da todas as classes da sociedade, nos quaes
    p] uair.ente attestam o poder curativo e vir-
    tudes maravilhosas da nossa.
    SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
    A vantagem de termos os nossos pro-
    priaa agentes naquelles lugares aonde as
    diferentes raizes, .drogas, hervas, e plan-
    de que se compoem as nossas medicinas,
    s3o uoduzidas, que nos habilita exer-
    . aqoeUe constante cuidado e disvcllo na
    ciosa escolha; e o que assegura e ga-
    e uniformidade de excellcncia.
    Em quanto que, por outro lado, nos nao
    - poupamos nem dinheiro, nem dili-
    as ; a.im de alcancarmos o melhor
    e nicamente o melhorde cada Um artigo
    ou ingridiente que entra na sua composi-
    cao ; pois levados e compenetrados da
    ma:s firme e persuasiva confianca; que po-
    lios afoutamente dizer aosdoentes de to-
    das as-nacoes, e de todos os pnizes, que na
    S!*>a|,arrllha de Brisol. possuem
    am remedio mais efficaz e seguro ; do que
    nenhum outro, que vos tenha sido offere-
    Cido at boje, e o qual por certo nao.hade
    mal!' grar vossffi expectativas, na prompta
    - e euectiva cura das seguintes enfermidades:
    Collares Royer
    A agaia branca, a roa Daqta de Caxias n. SO,
    contiena a reeeber por todos m vapores francezes
    ama determinada quanlidada desses aprteiaveia
    collares, contra as convolsdes e a favor da denti
    ea das eriancas.
    Vende-se
    am sorado de dous andares, tito roa da Moda
    n. 19, e os terrenos qne ficam nos fundos. Tem
    frente para a traversa da Companhia Pernamba
    cana e capacidade para deas rmateos proprios
    para recolbimento da algodo ou qnaesquer ou-
    tros gneros, por ser perto do embarque : i tratar
    em ca?a de Tasso Irmos & C._______________
    Cerveja de Noruega.
    Verdadeira e superior : i venda nos armazens
    de Tasso Irmaos & C.
    A 4:000
    Vende-se eslojos para viagam com os sus per-
    tencei, sendo thesonra, caivete, ecova, pente,
    saboneta, etc., pelo barato prego de 4 000, venba
    ao Rival do Recita n 50 A.
    Orculos delphicos
    S b este titulo acabam de ser impressas cin-
    coenta perguntas e respostas tara entretiraento
    de rennies familiares as noutej de Santo Anlo-
    aio, S- Joao e S. Pedro.
    Essas perguntas e respostas inteiramente novas,
    sao interesaantes e divertidas, sem que ofrendara
    conveniencias ou regras... de boa sociedade.
    S ch; iiam sones tratam de desvendar misterios e
    segredos, ntimos pensamentos e futuros succes-
    308.
    " S'mpre adequidas as respostas expressarao
    muitas vezes aquillo que nao se atrevera a dizer
    a nao ser em brinco, servindo o oihar ou o modo
    de dizer de dar-Ibes torca neesssaria para aquel-
    es a q n sao dirigidos.
    Cada baralhinbo costa i500 e acbam se ven-
    da oa livraria Economia ao p do arco de Santo
    Antonio, e outras.
    A SOMNMBULA
    Novissimo livro de sortes para as noutes de
    Santo Antonio, S. Joao e S. Pedro.
    Acaba de ser publicado o livro acima/o qoal
    contera orna linda collecco de bonitas, interes-
    antes e chistosas sortes e igualmente orna col-
    celo de recitativos, corapostos por grandes e
    aflamados poetas deata epocba.
    Cremos que este livro om dos melhores in-
    cretimentos para as reuniSes familiares das lo
    festejadas e apreeiaveis oooles cima ditas.
    Acba-se venda a 1000 na livraria Econmi-
    ca ao pe do arco de Santo Antonio, e em outra.
    Ferro ga/raloisadoj
    Ibas..
    Lejte cowlsnsalo.
    Cogoac Martineaa.
    Vmho d Brdeos em eaixas
    Tommard
    Voimiy I
    Haot Palerne
    Penillac
    Vinho do Rbeno :
    Scharlacbberger
    Kisdesheimer Berg
    r Hocbkeiraer Berr
    Marco CrumaratUlese
    ?-. Kaueotbaler Bvf
    TI vSteinberger Cabtaet..
    Libras sterliaas.
    Vende-se no armazem de fazendas de Ancosla
    ?. de Oliveira 4 C., i roa do Commercio n. A
    ^

    CilLLEIREini
    N. 82 RA DA IMPERATE1Z N. 82
    Grade peehiQcha.
    Golletes de casemira, mnilo boa fazenda e lin-
    dos padr5e9 a 35, ditos de brira branco superior a
    ! paletn brancos de fusto a 4^: na roa do
    Barao da Victoria n. 14.
    VENDE-SE
    o eslabelecimento denominado ROY D'YVETOT,
    na rna estrena do Rosar.o n. 14, por sea proprie-
    tario pretender retrar-se para a Europa ; o dito
    eslabelecimento tem muit s cntimodos para fami-
    lia e esta era afreguezado ; tratar no mejmo.
    Wilson Rowe & C. vendera no seu escripto-
    de orna duziadegar-
    em eaixas de ama
    no :
    COGNAC fino, em eaixas
    rafas a 20.3 e 2i J.
    VIMIO Bordeaos finissimo,
    dnzia de garrafas a K'.
    E nns ;eus depsitos :
    CARVO de quahdade somente e de varias
    denoroioac5es.
    COKE de Inglaterra.
    Tudo por precos razoaveis c por tonelada de 70
    arrobas.________________________________
    Calcado Pollak
    A' na da Cadeta numero 45.
    Santos Falcao & C. raa da Cadea n. 45, ven-
    dera superior calcado Pollak para homem, por
    barato preso. Este calgado recommeada-se pela
    especilquclidade do cabadal e perfeicao, como
    tambera pela elegancia e barateza.
    AO CALCADO POLLAK 11
    m
    Casa de Santos Falcao & Corapanbia
    Ra da Cadr.ia n. 45.
    ofulas,
    is antigs,
    [Jicaras,
    :as ulcerosas,
    Tinha.
    Syphis,ouMal Ve-
    nreo
    Humores Escrofu-
    losos,
    Irregularidades do
    Sexo
    Feminino,
    Nervosidade,
    Debilidade GcraL
    Febra e Malignas e
    Febre e Sezes
    Biliosas,
    a
    Ik 80O rs- a libra.
    No progresso do pateo do Carmo n. 9 chama-se
    atteocao aos amantes do b^lo de Santo Antonio, S.
    Joo e S. Pedro, para a manteiga iogleza flor de
    800 rs. a libra.
    . nossos Apostemas,
    Erupcoes,
    Herpes,
    gem
    Ioipigens,
    a, febres intermitientes e remitientes,
    hydropesia e ictericia, etc., etc.
    i-sim, achar-se-ha, que para o bono
    litado eperfeito curativo de todas aquel-
    las enfermidades cima apontadas o adian-
    liinento da cura, grandemente promov-
    d e apressurado; usando s ao mesmo
    taiipo das nossas mui valiosa pilulas
    eeiae assiicaradas de Bristol.
    idas em doses moderadas em connec-
    ou conjunctamente com a Salsaparrilha;
    ellas fazem remover e expellir grandes
    qaantidades de materias morbficas e hu-
    mores viciados que se desprendem e livre-
    mente circulam esp alhados pelo systema
    causado pelo utso da Salsaparrilha; e
    por esta forma faciliar a volta e o exercicio
    normal das operaces funecionaes,
    A. qual preparada smente pelos unicoi
    PropMrietaos,
    Onaha Irmos & C.
    lina da Madre Deas n. 34.
    Vendem :
    Vd'oj do Porto, fioo3 e de mesa, engarrafados
    a em barra de lodos os tamanbos, marcas antigs,
    acreditadas e garantidas.
    Especiaiidade de vinho engarrafado, proprio pa
    ra mimos en pessoas doentes, ou que saibam apre-
    :iar
    Vicho verde superior em barris da decimos
    ; oitavoi.
    Tinta lyrio navarrmo.
    Esta magnifica tinta de escrever a mais fina,
    mais formo 6 segara de todas at boje desco-
    cerlas : imntem-sa serapre para, e Dio uxyda a
    penna, antes a esmalta e conserva. E' escessiva-
    atentc snbtil e purificada, a ponto de nunca criar
    borra, crasta ou^olof, Vende-se em fraseos
    pelo prec.o do 1*000. ainamente para se tornar
    conht a.
    Boas terrenos.
    Vende-se, no becco de Santo Amaro para Bel-
    lem, todo coberlo de arvores de fructo, terreno
    proprio, perto dos bonds e do vapor de Olinda,
    boas trras e onde se pode, com pouco capital,
    formar-so boas sitios : os pretndeme*, para n-
    formacao, dirijam-sa ra do Imperador n. 48, e
    nos douingos no dito terreno._______________
    Economa-(le tempo
    O Bazar universal ra do Barao da Victoria
    n. 21, aeaba de roceber pelo ultimo paquete da
    Kuropa, urna machina especial para frisar flbos
    ou babados de vestidos, com a qual em 5 minutos
    se pode fazer o mesmo trabalho que com as tena-
    zas oa tesoaras asadas para esse lia, seriam pre-
    cisag seis horas.
    E'sempre assim.
    Quando se abre um novo eslabeM*liento de
    modas oa se concern algam cairo, a Nova Espe-
    ranza roa Duque de Casias n. 63, colloea-se na
    expectativa para observar os objectos de ditos es-
    (abelecimentos e ver se sao de qualidade ou per-
    feicao melhores ou iguaes aes seas, e para no caso
    de seren melhores e mais aperfeicoados, a Nava
    Esperanca tomar urna ligio e dar assim mais nm
    passo avante, visto que ella, como ja tem dito, em-
    pregara todos os meios afim de sati-fazer sua
    constante freguezia, mandando vir o que de me-
    lhor bouver no mando das modas; mas qoal i 11
    a Nova Esperance, quando verifica os objectoj
    desses estabelecimentos a que se refere, tica des-
    goslosae triste por conbecer que nada aproveiioo
    em observar objectos de rao gosto ; entao ella
    ufana se em ter exposto venda artigos de phan-
    tasia,_qup, sem medo de errar, pode-se dizer os
    melhores que tem vinde a este mercado e por
    precos bem razoaveis; agora mesmo acaba de re-
    cebar os fgmntes : *
    ntremelos e babadinhoa bordados (sertinento
    lindissimo).
    Euiremaios com tres e seis tiras (novidade).
    Bonitos enfeites para cabera.
    Delicados uhapeosinhos para baptisados.
    Bonitas eaeoletas de plqneL
    tteias de seda para baptisados.
    Ditas da escocia arrendadas para senhoras e
    meninas.
    Ditas de dita de cores sendo listradas.
    Lamparinas para santuarios.
    Jardineiras4>roprias para bailes (outra novidade).
    E outros muitos.artigos qfie a Nova Esperanca
    deixa de mencionar para nio se tornar man
    Cante. fi
    As floristas
    A Magnolia receben pelo ultimo vapor o qne
    as senhoras ibristas prscisarem para fabricar fia-
    res, como sejam :
    Pestilhas de varias cores. -
    Baga3 de vidros de diversos modellos e urna4
    nhos.
    Oihos para mal-me-qaeres e cravos. ;,
    Clices para rosas.
    Bagas douradas para flores.
    Folhas verdes, enceradas, prejas e de coree sor-
    tidas em tamanho e feitlo, etc., etc.
    Metas delate.
    A Magnolia ra Duque de Casias n. 45 rece-
    ben dessas meias, mnito boas, e vende por menos
    do que em outra qaalqaer parte : a ellas, antes
    que seacabem.
    Candieieiros ecoaomicos
    Os candieiros econmicos sao na -verdade de
    invencSo agradavel, priva a qoem deeejar embel
    lesar urna sala de fazer duas desperas, pois que
    tirando-se-lhe o deposito onde se conserva o gaz.
    torna se am lindo jarro para flores : qaem tem
    a Magnolia ra Duque de Casias n. 45, e vende
    barato : a elle?, porque tem poa*os.
    Nao fol intilmente que a Magnclia rn Du-
    que de Caxias n. 45 fez escropniosa escolha
    seos correspondentes aas diversas partes da Eu-
    ropa, porque agora tem a satisfaca > de ir rece-
    beodo seus pedidos, vinlo executado com tanto
    esmero e goto, que se ufana em espo-los i apr-
    ciacao dos amantes do boro, tendo a certeza de
    serem pelos mesmos apreciados.
    A Magnolia, nao est descontente com a fre-
    guezia que tem adquerido em o pouco tempo, e
    esforga-se para muito mais; visto qne tem con-
    vicio de ser commoda nos presos de suas raer-
    cadorias, zeloza em bem servir a sua freguezia e
    abominar a carestia.
    Ao bello sexo com especialidade. a Magnolia
    pede que venba ve la pessoalmente agora que tem
    recebido parte de snas encommendas, e pretende
    ser razoavel nos pregos tendo a certeza de que o
    supprir do que bom e razoavel.
    A Magnolia, se se tem esmerado em ter um
    lindissimo sortimento do que ba de melhor no
    mondo das modas, porque hae deseja qne seos
    freguezes sejam mal servidos em outra parte,
    com objectos de mo gosto : e assim apressa-se
    em mencionar alguns.
    Bonitas gollinhas e punhos, transparentes e ta-
    pados, fazenda muito fina -e novidade.
    Camisas, de iinbo mnito fino, bordadas e pro-
    prias para noivos.
    Chapeos de velludo e palba de Italia ultima mo-
    da, para seobora o menina.
    Chapellinas de eres e pretas, (novidade)
    Bicos enfeites para senhora,
    B Ditas fivelas de madrrperola para pulceira.
    Melos aderecos pretos, eaeoletas, voltas, eruzes
    brincos e rozetas de gosto moderno.
    Variado sortimento de capailas, bouquets e si-
    po. de botoes de fbres de laraogeira.
    Flor&s de core3 e pretas para chapeos e cabel-
    los- tl .
    Linha3 de todos os nmeros para croch e bor-
    dado.
    Ciupos de sel e bengallas com bonitos cabos
    de roarfira.
    Bonitos chapeos de sol para senhora.
    Jarros transparentes para flores.
    Ricos pon Iotas, port cartSes e port-money.
    Bonitas caixinhas com perfumara, propria para
    presentes leudo disticos as tampas.
    Ditas erra preparos para costura, ricamente en-
    fetadas e com msica.
    Bouecas, ricamente vestidas. .
    Lindas bolcinhas de velludo, com estojo para
    costura e sem elle.
    Aibans para retratos con com capa de madre-
    perola, marfin, dsso e madeira.
    Livros de missa, cam capa de madreperol*,
    martiro, sso e tartaruga.
    Carteira3 de chagrm, com -estojo para algi-
    beira.
    Navalhas muito finas, com cabo de marfim e
    tartaruga.
    Grampos comflor de madreperol, novidade.
    Bmitas eaixas de tartaruga para rap.
    Sapatos de lia, bordados em ta'.agarca.
    Camisas bordadas para homem.
    SO' NA
    MAONOLU
    45Ra Duque de Caxias45
    DE
    SA' LEITO. FONCECA G.
    COSTURA
    Gbegaram ao Bazar Universal da roa No-
    va n. 22, om sortimento de machinas pata
    costara, das memores quadades que existe
    ?a America, das quaes moitas j sao bem
    conhecidas palos seus autores, como lejam;
    Weller & Wilson, Grover & Boka, Silan-
    ciosis, Weed e Imperiaes e ootras moitas
    que com a vista devero agradar aos com-
    pradores.
    Estas machinas tem a vantagem de faier
    o. trabalho qua trinta costoreiras podem
    fazer diariamente e cozera com tanta per-.
    feic3o como as mais pen'eitas costureiras.
    Garaote-se a sua boa qualidade e ensioa-se
    a trabalhar com perfeicao em menos de urna
    lra, e os prucos s3o tao commudos qoe
    "deveoT agradar aos prPtend'pn'es.'
    Esfrcando-sc para salisfazer ao illosirado publico no qoe relativo for aof Irabalhos
    de saa profiis3o, com a maior promptidio, commodo, e esmero, reaolwa tmr nhr-
    fna em sea est^belecimeoto e monir-se do qt nos mercados estrangeiros ha de ixlbor
    e do oltimo gosto mandando tif em direitpra e por soa coota nio so grande qnantdade
    de cabellos de to4as as cores e tamanho como todos os preparados reconhecidoa pelas
    sociedades bygienicas como os mais otis a conservac j e embellezamento dos cabellos
    nataraes sem prejoi'/o da sade. achando seassim habilitado a forneeer aoa consumido-
    res, por 20 7o meDos do qoe ootro qualqoer os objectos de phantasia para adorno, as
    seio e bygiene da cabera, iadispensaveis ao mundo elegante e em geral a todos qce cui-
    dara de conservar a propria existencia, deixando de osar de leos, banbaa e cosmetieos
    proscriptos pelos homens de sciencia como capazes de amortecer os bulloa capillaree,
    prodozir a calviceoo apressar o enbranqoecimento dos cabellos, e occasiooar o appare-
    cimento da cephalalgia, eclampsia, epilepsia e hysteria e ootras molestias cutneas e ner-
    vosas.
    O pessoal do sea eslabelecimento se acba montado com capricho a escolher ds me-
    lhores artistas nataraes e estrangeiros havidos na provincia entre os quaes se distingue
    Mr. Alfred Belpeche e o Sr. NapoteSo especialmente destinados aos perneados da* se-
    nhoras para o qoe ha demonstrado pericia inimitavel por outrem entre nos havido, A
    facilidade e o gosto com qoe o Sr. Napolelo eiecota os ponteados mais difflcsis tanto
    histricos como de saa phan'.asia autorisa a que se o considere como nm genio Beata es
    pecialidade. ~
    Os empregados do seo estabelecimento sem excepcio exclusivamente cada om na
    especialidade qoe mais amestrado. I
    A casa recebe por todos os vapores os flgorioos da uilima moda de penteados aeV
    miltidos nos paizes civilisados entre os qoaes prima o sumptuoso Paria. ___\
    O bello sexo eneootrar no estabelecimento grande e variada sortimento de coques \
    de trongas, chinoru, normante, coques de cachos, cache peines, toupets,bouclest cretcen- j
    tes do qoe ba de mais moderno e elegante nesle genero, perfumaras dos melhores fa- i
    bricaote* como Lobin, Jobn Gornell, Rimmell, Arlinkson, Legrand Piter, Coudrayt\&., \
    etc., lindissimas fie res especiaos da cabeca pos de ouro, de diamante para puherisar os
    cabelles, finissimas escovas de dentes, pentes de tartaruga, e muilos outros objectos a-
    dispeosaveis a om toilette de gosto.
    Os seos collegas encoolrarSo a contento os nteocilios de suas profissQes, trituras-
    ferros para frizar. ferros para pspellostes cardos etc., etc., quer em porc'o quer a re*
    taino serso vendidos.
    Firinha de ma-idioca
    Snperior e muito propria para ;r.esa, em barr
    ricas de farinba d trigo ; a ilf O rs. a barrica
    nos armazens de Tasso Irmaos & ''..__________
    Candieiros para g z
    Vende-se lindos candieiros de brenze, por pre
    Sos inferiores ao que custaram i ra io Impe-
    rador n. 31, escriptorio da emprtza do gaz.
    Padaria
    Vende-se a padaria da Casa Forte, pertencente
    a Gabriel O. Campo: para ver na mesma, e para
    tratar com Tasso Irmaos & C._______________
    Em cas de Tisset freres, na ra do Com-
    mercio n. 9 ha para vender :
    Agua de Vchy das fontes Haubeiwe, Ceiestins,
    Grande Grillo, Hospital e Mes,dames, em eaixas
    de 50 garrafas.
    Agaa de Cbateldon, excellente agaa de meza,
    em eaixas d- 50 garrifas.
    Agaa de Val das fontes Presienso, Migdaline,
    Desire, Sanie lean, Rigoletle e Donimique, em
    eaixas de garrafas.
    Coaac das marcas : blancay frres & C.
    Royer GuHIet A C.
    Martel frres de Veiros.
    GRANDE
    i.
    DE MM
    lval
    egundo
    Ra do Crespo n. 20 alpacas mescladas com bar-
    ras a 500 rs. o eovado dita lisa de ledas as cores
    a 410 rs. o eovado grande peehincha loja de
    Gaiiherme C. da Cunta & C.
    Fogos de artificio ehinezes para
    salocs e jardins.
    De effeitos maravllhosos, em eaixiobas com va-
    riado sortimento, no armazem de Tasso Irmaos &
    C, no caes do Apollo.
    Lehmann Freres
    ven*m Moras atetaas.
    Fa'inha de milho.
    Vende-se farinba de milho moida a vapor, dia-
    riamente,* pelos precos segnintes : grossa para
    mogunz a 90 rs., dita para ang, pintos e passa-
    rinhos a 100 rsi, para cangiea e pao de Provenga
    a 120 rs., e para cascas a tiO rs., em arrobas
    mais barato : na ra do Cotovello n. 25.
    Vapor usado
    Vende-se por preeo commodo am vapor de for-
    de qaatro eavallos, quasi novo e em bom esta-
    lo : trata-se no armazem da travesa de Cerno
    Santo n. 28.
    -.----------------
    s
    Vende-se ama afmaclo nova de aourelto .an-
    verntiada : 4 tratar aa roa do Barao do Victoria
    n.4.
    MACHINAS
    PARA
    LUIR 1M
    Moreira Diae, raa da Cruz a. 26 avisa aos
    seus freguezes que j receben as desojadas ma-
    chinas para lavar ronpa, trazendo ellas desta vez
    expremedor.
    Bsias machinas tem a vantagem sobre as ou-
    tras de lavar e oxpremer em meaos de einco mi-
    nutos para msis de cincoeata ateas de ronpa;
    sao muito proprias para as pessoas qoie se dedi-
    can) a tomar roupa para lavar e engommar, visto
    sahir a ronpa do expremedor qnasi qne enchuta,
    trazendo a vantagem 4a economa de tempo qne
    se espera afim de enchogar e poder-se engom-
    mar ; o annunciante o nico agente nesta praja
    das referidas machinas, e por isso u vende por
    preco muito commodo.
    J. A. Moreira Das
    tena constantemente em seo aranaes i roa da
    da Crn n. 26, e vende por prese comando o se-
    guate :
    Graixa em boides N. 97.
    Balancas borisontaes. para cima de baloo.
    Camas de ferro cem colxio de molla proprio
    par* rspaz solteiro.
    Apareibos para cbi da melhw metal de afama-
    do fabricante Cbrystoie.
    Ac de Uilo sortido. .
    Agaa Florida verdadeira.
    . Uachina* para copiar arUs,
    Chamines de vidro para uaeirs i gas,
    sem
    Roa Doqoe de Caixia n. 91, loja.de miu-
    dezas de Jos Bigodit>ho contina a vender
    lado quanto tem em sea estabelecimento
    pelos precos abaixo declarados, a saber
    Libras de laa para bordados a
    C^ixas com superiores gram-
    pos francezes a rs.
    Talneres para meninos a 240
    rs. e
    Libras de liaba de noveilo de
    n. 80 120 a
    Lencos decassa com barra a rs
    -Varas da franja braricj para
    toalbas a rs.
    Duzia do metas Gnas para se-
    aburas a
    NJasso de palito seguranca a rs.
    Navalbas fazenda snperior a
    Caixas com penaas d'aco a rs.
    320, 4C0 e
    Caixas com pjpel oiizade a rs.
    Dita, dita, dita beira doura-
    da a rs.
    Caixas com eavelopas a rs.
    500, 600 e
    Pessas de fila para coz-com 10
    varas a rs.,
    Duzia de linha frouxa para bor-
    dar a rs. 400 e
    Baralhos francezes nsito fi-
    aos a is.
    Ditos de beira dourada a rs.
    Duz!a de agulhas para macbi-
    aa a
    Libra de pregos francezes a rs.
    Resmas de papel branco liso a'
    Ditas, vitas pautado a
    Dozias de sabonetes muito fi-
    aos a rs.
    Duzia de linha de carritei
    Alexandre a
    roza de bot5es madreperola
    a rs.
    Cartoes de linha branca e pre-
    ta ars.
    Tbesooras muito finas para
    anhas a rs.
    Groza de bot5es de louca
    a rs.
    Pares de sapatos de coarc
    para meninos a
    Caixas com 4 papis de
    agoibas fundo dourado* a rs.
    Frascos de oleo Oriza supe-
    rior qualidade a
    Caixas de folha'.com palitos
    de vella a rs.
    Pessas de fita de 13a para de-
    brom de todas as cores a ft.
    Pessas de fita branca elstica
    para debrnm a rs.

    O CORADO DE OURO
    Liquida suas joias por terde acabar o estabe-
    lecimento, ha grande reducqao mesmo nospre das entradas.
    K.2 D
    Sua
    60000
    160
    400
    15300
    100
    120
    .i500
    200
    1AO00
    5C0
    700
    '800
    800
    4iO
    5300
    240
    320
    25000
    240
    "3500
    4^000
    700
    i^oooj
    500
    10
    500
    120
    2000
    240
    1*200
    200
    320
    200
    MITA ATTENQAO
    GRANDE REDUCCO EM PRECOS
    Na ioja de Antonio Pedro de Souza.Soares, nurua d.
    Barao da Victoria n. 28, outr'ora rna Nova
    E' BASATISSIMO
    Sitio da Ipyranga
    Bm AfogaJos
    Vende-s ata con baixa de eampim, coqoeiros
    de Tractos e doto, diversas frncteiras, cisa de
    ttipa coberta de telha e em mo estado ; i tratar
    no Cora cao de Ouro.
    a
    SEDAS
    Ricas sedas para vestido do melhor gasto por
    baratissimoa pregos : s o Triampho da Boa-vis-
    ta, raa da Imperatriz b. 20.
    Eoxovaes para baptisados
    Reos enchoraes para baptisados nelo baratissi-
    mo prego de 16*000 cada om : s o Triumpho
    da Boa-vjsta, roa. aaperatrU n. SO.
    As 2 ID saias.
    alos a 3*000, di-
    j a 3*500 : s se
    uta, rus Impe-
    1201
    1,J000
    4*500
    700
    640
    800
    500
    14000
    MIUDEZA.S.
    Caixa de linha de marca a rs. .
    Duzias de pegas de cordal i,ape-
    rial ars. i.....
    Dazia de peca3 le trancas de cara-
    col braacas a rs.....
    dem idem lisas a rs.....
    Dnzia de cartoes de linha preta e
    branca a rs.
    dem de pecas de fita de Iinbo chi-
    neza a...... .
    Resma de papel pautado' e liso a
    35000, 34500, 45000 e .
    Caixa de papel amizade mnito
    snperior a rs......
    dem idem de quadrinhos a rs. .
    Caixas de envelopes finos de por-
    celana ars.......
    dem idem a rs. 400 e .
    Idom de pennas a rs. 400, 500 e .
    Abotoadnras para collete, grande
    variedade ars......
    dem douradas para pnnhos a rs.
    Duzia de baralhos francezes a. .
    dem idem idem canto domado a
    Lamparirias a gaz a .
    Duzia de fallieres 2 botoes a .
    dem idem 2 botoes (com pequeo
    toque) a.......
    OO''e '0Pe!A P oeSeiirat e oqeo raaiii
    Gro&a de botoes de osso pretos
    "" e brancos a rs......
    Completo sortimento de fitas de
    sarja, de todas as larguras, co-
    res e precos.......
    MODAS.
    Coques de trancas modernos a .
    Diademas modernos a rs. 500,
    640 e........
    Grinaldas para casamentas a 30, e
    Gdles e trancas de seda de cores,
    a peca de 1,5000 a .... 3000
    Mimosos leques de osso para se-
    nhora a.......WO
    5*00 j
    2320O
    dem idem de sndalo com lan-
    2S0 tejoulas a.......
    dem idem a imuaglio a .
    320 Lnvas de pellica para homens e
    1 senhoras, o par 5C0 rs. e .
    400, Transparentes com paisagens para
    200 janellasa.......I2.W0
    Bico de seds, preto e blanco peca
    de 25500 a......7J0C.-
    Fita de setim Maco 6scosseza lar-
    ga, vara a ......
    Collariohos bordados para bomem
    duzia a.......
    dem idem lisos a.....
    Tornos de tbesouras em caixinhss
    o que ha de mais fino a 65000 e
    Grande sortimento ce entremeics
    e babados tapados e transpa-
    rentes para todos os -precos. .
    200
    500
    2*5600
    36600
    102OC
    5,5501
    4^300
    200
    55000
    25000
    55500
    uno
    8500"
    woo
    0500-
    PERFUMARAS
    Garrafa de agua florida verda-
    deira, a....... 1330i.
    dem idem kananga doJapoa 1530,
    Frasco de oleo philocome verdadei-
    ro a ....... 1500:
    dem idem antiqne a rs. 400 e 50C
    Rosas com extracto a 1580C
    Frasco com extracto de liJOOO a 4J00r
    Macos de sabonetes inglezes muito
    bons a rs........ 60C
    Banha ingleza muito superior de
    rs.500a v 21000
    Dnzia de sabonetes de anjinho a 2500<:
    dem idem de coracio a 455CO
    Pacotes com pos de arroz mni-
    to fino a rs. 30, 400 e 50-:
    Caixas com dito muito fino ka-
    nanga a........1550--
    Frascos com agua de Cologne a ri.
    500, 15000 e.....l#50-5
    Garrafas com dita o que ha de me-
    lhor a 35000 e.....41000
    ESPELHOS DE MOLDURA
    De todos os tamaitos e precos, molduras para qoadros, boneclas e brioquedos pan
    criancas e urna iofmidade de objectos que se tornara longo mencionar.
    N. 28 Ra do Barao da Victoria N. 28
    MUI M MIM,
    N. 63 A-RA DA IMPERATR1Z-N. 63 A.
    Fogos e sortes.
    Amaral, Nabnco & C. avisan a seas amigos e
    fregaeies, que acabara de recebar de Frany e
    Allemanha um vanadlssimo sortimento de J'"J*
    sortes de nova invenco, proprias para sala, oj
    Vende-se espartilhos mnito bons para senhora a -'-<-ViitfirdT^anrr'ntonfoVs./oloe S
    a SKssf&tft ajae. t "rrS^s-^r*"
    .zar qu s o Colar da Rainha pJe vender bono- P V*m nute w
    guias da trra para twaem, obra muito bem eita iloria n- z-
    a 41500, 5*. 5*300 6* o par, onde o proprieU-
    rio deste estabelecimento espera a concurrencia
    de seas namerosos (regaeies e freguesas. 1
    no Bam vic-
    VENDE-SE
    O estabelecimento de calcados da travesea da
    raa das Crues n, i A : i tratar ao mesmo.
    Ferro Sueeift
    Em barras de Avenas lirawras: vende Peraira
    ESTRUME
    O JteW i ammoniqoo, das fabricas de |at^*
    nm iTsttrwnet mais reeomiteadavet p*t4k-
    Mut a ierra. Pae-ae eMer ea faftttea de |tc
    t. jos*, qte tem para vea**, MO relea ti-
    nada.
    0TEL
    w<*g*i-mvm*mm* ^^^mt l*n* M4


    'mB-K
    *iai** F^nMmnc#vja t*<$ fttit0!*WV'Aillfr f*72

    7

    *
    RA DO DUQUE DE CAXIAS
    (Outr'ora do Queimado)
    Este wtibleeimeflto acaba de recebr um importante sortimento de diversas Ja-
    leadas propriaa para vatidos, sendo poopelmas de soda, sodas, I5as, percales, ditas coa
    barras proprias para Matados, Rodas cambraias crox, e em fim urna inflmdade d'arti-
    gos de moda, todo proprio para a festa, o qoe todo vender por precos inteiramenk
    razoaveis, em conseqaencia de estamos prestes ao fim do anuo, e o 65 nSo quer te.
    grande trabatno com o sea talaneo, preferiodo tomar dinheiro a fazendas, convida-a*
    portante lo rapeilvel poblico a viren sortir-se na loja do 66 aonde comprarlo por pre
    $o* qoe Dio obterao en otrtro qtalqoer estabelecimento; em fim ver para crtfr
    BA DO DUOUE DE CAXIAS
    (Outr'ora do Queimado)

    q vh rq sbtw :
    alotooo uvn& *
    Rival F'em segundo
    Ra Duque de Caixias n. 91, loja de
    miudezas de Jos de Azevedo Maia e Silva,
    coobeciio por Jos Bigodinbo, contina a
    vender todo que tem por menos do qoe
    em outra qualquer loja, a saber:
    Correles pretas de borraxa
    para senbora a 1(5500
    Garrafas de agua Florida verda-
    dera a 1^300
    Caixas com obreias de massa a 40
    Frascos com macag perola a 200
    Pacotes com poz de arroz fa-
    zenda fina 500
    Pares de botoes de osso
    para punho a 200
    Sabonetes de bolla muito fino
    a 160 e 240
    Cartas de alfiaetes de lati
    fazenda boa a rs. 80
    Carriteis de relroz preto com
    2 oitavas a 600
    Capacho de palba muito boni-
    ta a 600 rs. e 700
    Frascos com oleo Philucome a
    500 rs. e 1)5000
    Pares de sapatos de tranca
    para menino a I<500
    Pes&as de liras bordadas a
    500, 600, 800 rs. e 1,5000
    Frascos com agua de Colonha
    muito boa a rs. 300
    Gravatas pretas e de cores a rs 4(0
    Pessas de trancas modernas
    de todas as cores e todo o
    preco
    * Libra de areia preta muito
    boa a loo
    Nvellos de linha com 400
    jardas a rs. GO
    Livros da misso abreviada a 10500
    ^Silabarios portugueses a rs. 400
    Cartas com 100 contas im-
    presas a 105OO
    Caixas com 30 no vellos de li-
    nha gaz branca a rs. 500
    Gaitinhaa para meninos a 40,
    60 rs. e 80
    Caixas com 12 frascos de
    cheiros a li5500
    Caixas com 6 sabonetes mui-
    to finos a rs. 800
    Pentes jara segurar cabello
    de menina a 200 rs. e 320
    Chapeos brancos para bapti-
    zados a 25500 e 4,5000
    Copinhos com saperior banha
    a 200 rs. e 320
    Frascos com oleo para cabel-
    lo fazenda fina a rs. 320
    Frascos com oleo Baboza a
    300 rs. e
    Frascos e garrafiohas de agua
    de Colonha a 15500
    Frascos com verdadeiro azeite
    para machinas a rs. 500
    Redes c rar cabello a rs. 400
    Latas com banha de Piver a
    200 rs. e 320
    Garrafas com agua Celeste
    muito fina a
    i m nm-
    __________ij500
    A 4^500 rs.
    Vende-se sacos de mallo bom milho : nos ar-
    mazens ra do Amorim e caes do Apollo, de
    cssoa I. maos & C.
    IB ( o a> o. o. o- 3 o
    *
    bi;ii
    o v v
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    P3
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    *?*a*
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    ^0
    521
    loo
    g-Zm*
    ^^ O
    S* *=&
    *
    P
    Eli,
    Capricho.
    Vende-se o engenbo Capricho, distante da esta-
    .-ao de Una ama ou duas legua?, movido por
    ama exceilenlo machina vapor, e com ptimos
    terrenos para saffrejar quatro mil pies aonaaes:
    tratar no mesmo eogeoho eom Joaquina Jos de
    Arla, on nesta cijade com o sea correspondeate
    o Sr. Joaqaim Hodriftues Tacares de Mello, com
    escriptorio praga do Corpo Santo d. 17, pnmelro
    andar.
    AGURDENTE DE CANNA EXT*AF1N\
    EM GABRAFA.
    Vende-se oa rna do Encantamento o. 5, prl-
    meiro andar. ________________________
    Arroz de casca
    Saperinr em saceos muito grandes: as arma-
    ew de Tasso Irmioi & fl_______V_______

    A verdadeira cerveja da Baviera, marea bao-
    deir, de superior.qoalidade : vendem Tasso Ir-
    mos & C em sec armaiem da roa do Amorim
    D. 97.
    -T------------
    fi draja de umblgo
    poti efruetapao.
    Vende-se
    e da china, pe de sa-
    Rua de Duqne de Caxias n. 50
    Receben :
    Lindas caixinhas com os necessarios para [mar-
    car roopa. sendo abcedano*e numerario, frascos
    com tinta'preta e encarnada, pinceis et.\ etc. o
    qoe de certo novidade em tal genero.
    Novos coques grandes com bonitos desenhos
    vindo entre elles alguns enfeilados com filas e flo-
    res ; assioj como bonitos crespos.
    Aderemos encarnados de madreperola.
    Crnzes pretas com eafeites donrados e entras
    brancas de cbristal.
    Casas de pedra e cal muito
    baratas
    Urna senbora viuva tendo de madar-se para f-
    ra desta cidade, vende urna casa terrea em terre-
    no proprio, na rna Imperial, tendo duas salla;, 2
    quartos e quintal, por ara cont e qninhentos
    mil ris, cajo alagael de 15 16*000 mensal,
    e 12 meias-:-gaas tambera na ra Imperial, na
    trrvessa da Bandeira, igualmente em'terreno pro-
    prio, tendo cada urna dellas urna perla e janella
    na frente, a excepcao de urna que tem duas ja
    nellas, e todas ama sala e dous quartos, dez das
    quaes tem terreno alraz,'que abrindo-se urna
    porta, p'Ie ter o sen quinta! ; vende-se a 5001,
    sea aluguel mensal para 7*000 e a de dnas ja-
    nellas para 8*000 ; mas qnem quizer urna on
    duas sero vendidas a razio de 600*000 e a- de
    duas janeilas por 700*000 re. Estas casas estao
    edificadas na ra Impeiial, bera perto donde ac-
    tualmente param os bonds. J quem liver poaco
    dinheiro, pde-se chamar proprietario 00 morar
    em casa propria. Os preu-udentes dirijam-se
    ra das Triocheiras n. 48, a casa do Sr. solicitadot
    Burgos, o qual est antorisado a contratar, mes
    mo a pra-o com garanta idnea. *
    Smaocome
    Tnico especial contra a calvlcc
    Com nm bello sortimento de perfumarla que a
    Aguia Branca acaba de reeeber veio tambera o
    apreciadoSmaoconeenjo proveitoso effeilo
    ja bem conhecido por qnantos o tem usado e ser
    ainda mais por aquelles qoe necessitam de sna
    Dtilidada. O continuado uso do Smaocome d o
    bom resultado de Impedir a queda dos cabellos,
    faze-los reoascer e conservar o sea brilho natural
    alm de que sen odor mais agradavel que d'ou-
    tro qualquer tnico continua a ser vendido nal oja
    :da Aguia Branca.
    , Leite de rosas brancas
    Escolenle' para acabar com as sardas, pannos e
    espinbas no rosto.
    Vende-se a 2* o frasco, na leja da Aguia Branca
    rna Dnque de Caxias n. 50.
    Bonitas Caixas com perfumaras
    proprias para presentes.
    Veodem-se na loja d'Agoia Branca ra Duque
    de Casias n. 50.
    Agua Florida.
    Acaba de chegar. novamente a afamada agua
    florida de Guislain para Ungir de preto os ca-
    bellos brancos. Como sabem os que ten) usado
    dessa apreciada agua, o sen effeilo nao instant-
    neo porm sen resaltado segiro e efflcaz. Che-
    gou tambem a agua de Topasio pan o mesmo fim,
    e continuam a ser vendidas a 7* r frasco na loja
    d'Agnia Branca ra do Duque de Caxias n. 50.
    Molduras dour&d.as para qua-
    -dros.
    Na loja d'Agoia Branca a roa Duque de Caxias
    n. 50 vende-se molduras douradas com differentes
    Moldes e largaras, e por prego commodo.
    Pe rias de aqo bico de langa.
    Caixas com 100 penas a 400 rs. na loja d'Aguia
    Branca.
    Bonitas capellas com veos para
    noivas.
    Vendem-se na toja d'Agoia Branca a roa Duque
    de Caxias n. 50. Tambem se vendem separada-
    mente bonitos veos on mantas bordadas para noi-
    vas, e veos de cores para chapeos.
    Escumilha preta fina e larga.
    Vende-se na loja d'Aguia Branca ra Duqu
    de Caxias n 50.
    Botoes
    Cobertos de esguiao proprios para carnizas, e por
    sua duracao preferiveis aos de madreperola.
    Vende-se na loja d'Agoia Branca.
    Caixinhas com 3 sabonetes finos
    a 1*. 15200 e 1*500 a caixa.
    Vende se na loja d'Agoia Branca.
    Talagarsa
    Seda frouxa e torzal para bor-
    dados.
    Vende-se na loja d'Aania Branca.
    .
    -o di
    GRANDE LIQUIDADO
    DE
    JA DE JOIAS
    ESMERALDA
    Aaba de chegar a'este estabelecimento um importante sirtimenlo de joias de
    onro, do melbor gosto e qpalidae qoe tem vindo neste genero, como cassoletas de
    nix cora leitras de diamantes e pinturas finas, aderemos e meios aderemos com pedras
    Anas, etc. etc.
    Ra Gabugii' n, 5.
    Moreira Duarte & C.
    Fazendas e chapeos de se! de seda
    NO
    Bazar Nacional
    Ra da Imperatriz n. 72
    DE
    LOURENQO PEREIRA M.
    Lqoida-se
    Grande sortimento de chapeos de sol de seda, alpaca e merino
    A SABER :
    Chapeos de sol de alpaca a 3|J600 e 4#000. Ditos de merino a 40500. Ditos de
    Mda a 6|, 8)JO0O e 10,5000.
    ) nm grande sortimento de chapeos de castor para homeos e meninos e
    2^500, 30000, 30500 e 4000X Dito de pello a 20 2oO0

    GUIMARAES.
    de todos o lmannos
    e 30000.
    RA DA
    ROUPA FEITA PRETA
    Vende se:
    Calcas de casemira preta a 40000, 60000
    e80OCO.
    Palitots de panno preto a 50000, 70000
    e 100000.
    Golletes de casemira preta a 30, 30500
    e 40000.
    Palitots de alpaca preta 30, 30500
    40000.
    e
    Chitas a 900 rs. o corado
    Vende-se:
    Chitas francezas largas a 200, 320 e 360
    rs. o covado.
    Riscadinbos de listra proprios para ves-
    tidos e ro upas para meninos a 320 e 360 rs.
    o covado.
    LASINHAS A 160 RS. 0 COVADO
    Vende-se:
    Uasinhas para vestidos a 160, 200, 320
    e 400 rs. o covado.
    Alpacas de listras de cores para ves1 idos
    a 500 e 640 rs. o covado.
    Ditas em quadros de seda fazenda
    a 800 rs. o covado.
    IMPERATRIZ N. 72.
    MADAPOLO A 30000 A PECA
    Vende-se :
    Pecas de madapolSo enfestado a 30000,
    40000, 50000. 50500..60!OO e 80(00.
    ALGODXO BARATO A "300(10.
    Vende se pecas de algod5o a 30, 40, 53
    e 60000.
    CORTES DE BRfM DE COR A 10500.
    Vende-?e:
    Cortes de brim de c6r para calca a 10500
    9 25000.
    Dilos de ganga a 10000. Ditos de brisa
    pardo a 10200, 10800 e i 0000.
    CHALES DE LA A 10000.
    Vende-se coalea do la em quadros a
    10000. Dilos de merino estampados a 20,
    30 e 40000.
    Cmbrala lisa a 34000.
    Vende-se pecas de camWia lisa pora
    vestidos a 30, 40 e 50000.
    D tas de cambraia Victoria a 30500,
    40500 e 50000
    BRAMANTE DS LINHO A 2*500
    Vende-se bramante de nlio muito largo
    noa a 20500 o metro. Eoutras mutas fazendas
    qur? se vende muilo barato.
    Objcctos de Ferro.
    Cadeira de balanco.
    Camas para solleiro e casados.
    Lavatorio' ( completos )
    Retretes o tnelhor qae tem vindo at hoje.
    Cadeiras, Cameps para jardim.e ontros amitos
    objactos.
    Vende-se muito barato para acabar, na loja do
    tooca da porta larga a rna Larga do Rosario n
    26 de Joaqnlm Antonio Pereira di C *
    Mndieiros Bastos.
    O sortimento mais completo qne tem vin do a
    este mercado ; acaba de reeeber, a mnito antiga
    loja de tonca da porta luja a roa Larga do Re-
    sano n. 26 de Joaqaim AlUonio Pereira & G.
    Cera en velas.
    Cbegada ltimamente de Lisboa : vende Pereira
    da Cunta Irmoa roa do Majqoei de Olinda
    numero 21.
    Fogps artificiaeg.
    AlteoMe, en caixas bastantes sortidas : vnde-
    se roa Mrquez d Olinda n. 21, 1* andaj.
    Ce meato portland
    Em bartis grandes : vende-se a roa do Mrquez
    de Olinda n. 21, i* andar.
    01$} de lihacja
    de boa qualidade, a barra: ven4e-se roa do
    Marqn-z de Uiinda*. U, 1 andar.
    M
    N 63 A. Ra dalmpe-
    ratrs n. 63 A.
    S o proprtenrto deste estabptfrtmtnto p*1e .
    vender eeqnes do oliimo goeto a- 31500 cada nm, Vende4ffarinka.
    vigo ter recibido em direirora, por isto pode saceos de 20 colas por 8#000
    vender por menos do qne ontro qualquer. J Guerra.
    ARMAZEM DOS LEES
    Rna Baque de Caxias n. 29.
    Os proprietarios deste bem montado estabelecimento scientifkam ao
    respeitavel publico desta provincia que se acbam com um variado e completo serti-
    sento de movis, tanto nacionaes como estrangeiros, sendo estes escolhidos por nm dos
    iosos qne se acha actualmente na Europa. O mesmo tem contractado com os melhores
    fabricantes daquellecoDlinente as remessas das mais ricas mobilias feitas all.
    Na officina tem os mais habis artistas deste genero, e por isso pedem que ve-
    oham visitar o estabelecimento, aonde encontraro a realidade do que acabara de expr'
    uo se pode examinar; ricas e completas mobilias de Jacaranda, mngno, faia, carvalho, a-
    marello, etc, ricas e elegantes camas deja caranda, pao setim, amarello, etc., etc., goarda
    vestido de amarello', guarda louga de nogueira e de amarello com tampo de pedra, apa-
    radores de dio dita, peti toilettes especialmente para fazer a barba, toilettes de jaca-
    randa, amarello, pedra, secreta'ia- d Jacaranda e raognocus tirreiras ae mngno, san-
    tuarios, thears pira bordar, bercos, lavatorios com espelho, de pedra marmore e seas
    pertences, cadeiras privadas, bids; etc., etc., e muitos ontros artigos que deixamos de
    mencionar por se;tcrnar enfadonbo
    CHINAS
    DE
    DE
    SINGER MANUFACTURING COMPANY
    Grande reduepo de prepos !!!
    ! 90^000. .90^000. 90^000
    AVISO ESPECIAL
    A alta reputado obtida pelas machinas fabricadas pelo
    1!
    ! t

    lejn levado diversas pessoas a fabricar imitaces que ellas vendem quasi sempre sob
    pretexto de serem ellas fabricadas pelo systema Singer.
    ^NENHUMA MACHINA SI.\-
    CER E' LEdinMA SB
    NAO LEVA ESTA MARCA FIXA
    SQ BRACO DA MACHINA.
    PARA EVITAR GOITRA-
    I ACCOKX NOTEM-SE BEM
    TODOS OS DETALlim
    ARCA.
    MARCA DA COMPANHIA
    A companhia, desejando proteger seos amigos ifreguezes contra as hniuc5es,tem
    adoptado a"marca cima representada.
    Previne-se ao publico de nao comprar machinas que nao levem a marca da
    companhia.
    Samuel Power Johns-
    ton & C.
    |Rua do Apollo n. 38 e 40
    Fazem sciente aos seos freguezes qne teem
    mudado o sen deposito de machinas a va-
    por, moendas e laxas da muito acreditada
    fabrica de LowMoor para ra do Apollo n.
    38 e 40, onde continuam a ter e mesmo sor-
    timento do costnme.
    Fazem sciente tambem que teem feito nm
    arranjo com a (undicao geral, pelo qne po-
    den offerecer-se para assentar qualquer
    maebioismo e mesmo garant-lo.
    Os proprietarios da fundicao geral aiem
    scientes aos senbores de engenbo e mais
    pessoas, que teem estabelecido orna tund-
    cao de ferro e brouze a rna do Brum, jun- -S
    to a eslacao dos bonds, onde aprontarin (j
    qualquer obra de encommenda Cum perfei- ^s$,
    (o e promptidao.
    O mesmos rogam as pessoas qoe qoel-
    rara ntilisar se de seas serviros de deixa- ^^
    rem as encommendas em casa dos Sr. Sa- \
    mnel Puwer Jobnston & C a roa do Apol-
    lo n. 38 e 40, onde acbarao pessoa habili-
    tada com quem possam entenderse.
    Apparelbo para fabricar assncar, do systema.
    WESTON CENTREFUGAL
    nicos agentes em Pemamoaco ajandicao geral.
    Para tratar em sea escriptorio a roa do Apollo n. 38 s 40.

    IINICO
    N. 45 Ra do Imperador N. 45
    NOTA PMi TOBOS
    Todos deven cortar daqui este annuncio e tra-
    te-lo na carteira ou livro de lembranca, como coa-
    la de grande otilidade,
    PORQUE ^LLE
    indica onde com certeza se pode encontrar ou en-
    eommendar nm bom presente qne de improviso se
    queira mandar a qaalqoer p8soa.
    ASSIM COMO
    indica elle onde se poderl encontrar om fiambre
    bem preparado, orna empada.om gatbeanx de la
    reine, um mangub, om poding, om bolo fino, nm
    pao de lo e uraa inflnidade de bolos e pastis di-
    versos, proprios para lanche, sobra-mesas e me-
    ALEM DISSO
    iniieamais ende se encontrar.sempre : frnctas
    do lempo unto naciroae- como estraogeiras, doces
    seceos e em cirtl* nacionaes e esirogelFo,1 licores
    e vinbos fino, eonsrvas alimenticias ekeltabtes,
    bolaxinhas e bolinbo para cb e ontros mnitos j jectos na m completo sorMment de miadezas, o
    a casa da roa dos Guararapetl. 11 : a tratar com
    o commendador T*sso..
    _________________________________________________;_____i
    Mpeda deouro ^|
    Na roa do Apodo n. gMHe-se fibras storuDas.
    **'*'
    boa da lerri em
    na armasem do
    AGDA DEHTRIFICE
    DO
    DR. PIERRE.
    a Agoia Branca ru do Duque de Caxias n.
    50, receben esta apreciavel agua dentrifice do Dr.
    pjlrre, cuja snperiorrde bastante conbecida.
    RIVAL 1 BitIFE
    Ra do Mrquez de Olinda n. 50 A,
    Antiga da Cadeia. *-
    Tem para vender os segointes objectos abaixo
    declarados, como sejam:
    Carreteis de linha de 200 jardas a 60 re, aapa-
    patiohos de laa para criauca a 140r>., dilos unos
    a 320 rs., sapatos para bomem e senlmra. avelt-
    dados a 15400, ditos de tranca a U500, latas
    com banha a 80 rs., ditas fina a 160 ablo; du-
    ras para mieles fios 320, ditos a 500, U00O,
    l 500. duzia de phorotaoroa de segronla &
    I0 rs. a dnzia, frascos de sndalo ver ladetro a
    1*000 rs., ditos de agoa divina a 1*200, ditos d
    agoa de madaleae a i*!O0, ditos de agua de oo-
    togne a CO rs., ditos g -ailes a 5i rs* enire
    meios a 600 rs. a peca, ditos mais finos a 800 rs.
    agullras a balo a 40 rs. o papel, caivete finos
    a 400 rs., ditos a 500 rs. 1*000; alm (lestes o-
    objectos que se tornara por demais enfadonho a
    sna Inteira discripeo
    E FINALMENTE
    (para que se posea fazer om inito aproximado
    r SO' INDO PE8SOALMENTE
    a conleitaria do Campos <
    Ra do Imperador n. 24.
    Tome-se beta a cutetla de que, a frente deste
    eitabeleciment) se acha collocado um lampeio qne
    se conserva aceto noote, al s dez horas.
    qual se vende tndo barato para acabar
    ao Rival do Recife o. (0 A.
    venia
    WTW9 WW I%.%9
    \ Vende-se nm grande pomo de ferro de Loicas
    novo eeo 0 ti2 patoos de altura e 10 de lrura
    por dknmoto preco : tratar na roa do Conde
    da Boa-vista n8 7, outr'ora Esperance..

    Tiata vilete
    A Aguia Branca 4 ra Duque de Caxias n. 60.
    riicebeo a saperior tinta vilete do acreditado
    fabricante Adrien Sfanfln,"e*coino sempre vende
    baratsimo.
    Vende-se o anafezem de tonca fioa e indina-
    rla da ra do Bario da Victoria n. 49, ooir'ora
    roa Nora, a dioftwo on a nMto'eora garante a
    vontade do proprietario, vende-se cora todos ei
    fondos ou com poneos. Vende se. todas as loucas
    existentes no dito estabelecimento para Tazer ii-
    ojnimJo, poriwp^o rizoavel, per ter p proprieta-
    rio de lazer nma vlagem para tratar de sua sao-
    de : qnem pretender dirija se a dita casa a tratar
    com o-proprietario Jos Maru Goocalves Vieira
    floimrieg.__________________________. '
    ""Farinha de niandioca H o aaccj : na ra
    ! da Maf8 de Dos n. 7.


    8
    i Diario de) Ftrnambuc* Tert;a em 11 da Junho da 1872
    .
    LITTERATUEA,
    l omina Meyas* o-ter.
    Nao morre o eoihu>iamo as
    almas gr-odes lemelbaota i ave
    potica que renasce de suas ca-
    n9, o senti ment do amor nunca
    ae apaga nos oeracoas ardoitfij.
    C, (l. de Moanedu.
    (C n.lusio)
    Deixemo-nos de discutir, senhor, se o co
    escote oj o3o 03 meu5 rogos implorando
    a saa jostiea, pois fosse por casualidade oo
    era cumprimento de soa vontaia soberana,
    o qoe'digr} qm nao viro aijni por rainha
    vontade, mas para faser a de vossa nova
    e.-nosa,que 15o boa fui sempre para mim.
    Pois, disse o rei admirado, Joanna foi
    quera te pedio que aqu viesses t
    Sion, senhor.
    Joanna fez um signal a todos para que
    sahissem, e logo que se vio so com o rei
    e a princesa disse :
    Roguei prioceza qne viesse, porqae
    h>]o deve ser um dh de graca e de recon-
    ciliado para tod^s quantos amo no mundo
    Eu n3o preciso de graejt alguma, se-
    nhora, disse a priocezi, porque nunca faitei
    ais raeus deveres, mis c ,'mo boje om
    da de grabas, pac a mea pai ama que
    nao me atrevo a rogsr-lhe.
    E qnal ?
    Que revogue o decreto qae tao ijus-
    tame itera) dedira ilegitima.
    A prin;eza fez este pedido sem vacillar,
    e sem que demonstrare a minima pertur-
    barlo.
    altiva, firme e perspicaz esposa de
    Filippe II de Hesp no, a justiceira Mana
    Tudor, revelara-se naqaella menina de doze
    annos, de figura dbil e qua rachtica.
    En creio qne perdeste o juizo, Maria,
    disse o rei com riso sardnico e lerrivel :
    quem te disse que ms podas impor a le ?
    Ninguem, seobor, e estraubo mnito
    que tomis por (alta de respeito aqoillo que
    ni) mais que um pedido justo. A:cres
    ,;Ltou, porm, a orgulhosa menina, nio
    quero importunar a V. M neste dia, rogan-
    do-lbe me restitua um direito que nao po-
    da nem posso perder, porqae Deas fot
    quem m'o deu, e s elle m'o pode tirar.
    Con-ola-me na miaba desveatura a idea de
    que ba outro decreto posterior que declara
    rcinha irm3a Izabel bastarda. A opinio pa-
    tuca algum dia me far Justina, e agora s
    desejo Ucela de V. M. para me retirar s
    minhas propriedades da Hert-Foocbier.
    Estuta, Maria, disse o rei atiendendo
    a um olhar sapplicante de Joanna ; s mi
    Dha (liba e sinto qoe nos separemos com
    Unta amargara, e qae te imponhas um des-
    terro voluntario. Se anouires ao que vou
    pedir te restitao-te os teas direitos.
    Dizei, senhor.
    Ser revogado o decreto a que te
    referiste, e devolver-te-bet toda a minha
    amizade, se abjurares a religo catholica, e
    abracares publicamente o protestantismo.
    Nonca, exclamou Maria com vehemen-
    cia. Por esse preco, senhor, renucio a
    vossa amizade e os meas direitos.
    Gomo qaizes. Podes retirar-te para
    Hert-Foomrer, mas olha que l estatua r-
    mela Izabel.
    = Que importa isso, responden "Maria.
    Talvez a n3o veja ama onica vez.
    Depois beijoo fra e ceremoniosamente a
    tr.no do rei, inclinou a cabeca a Joanna, e
    sabio com passo grave e moroso.
    O rei seguia-a com olbos de enfado, mas
    gs carinaos de Joanaa poderam afogentar
    as nuvens qne se amonloavam no aspecto
    desabrido di monareba.
    A hora do jaotar chegoo, e Henriqoe VIII
    oesta terceira festa de noivado oovio com a
    maior indifferenca o rodar da carraagem
    que conlozia saa filba para um desterro,
    anda qae voluntario, nao menos doloroso.
    VI
    D)os meze; depois do seu casamento Hen-
    r ]ue VIII e3tava 13o enfastiado da terceira
    esposa, como se enfastiara das primeiras
    dais.
    E n3o era porque a pobre Joanna tivesse
    mudado de carcter, sempre doce, tmida
    e inoffensiva; desde que era rainha esforc-
    va-.se por se tornar humilde ; nem um s
    faci notavel ha na saa vida,deve smeote
    a celebridade a ser um aano casada com o
    rei de Inglaterra.
    Jianna era muito medrosa, e sea marido
    raortificavaa continuamente, obrigando-a a
    passeios arriscados, j em cavallos fogosos,
    j em pequeos barcos, quando o Tamisa
    era abitado pelas tempestades.
    N'um dia bastante* invernoso, achando-se
    o rio completamente gelado, acabava a rai-
    nha de levantar-se a o rei appareceu-lhe no
    quarlo.
    Joanna soffna os primeiros incommodos
    da gravidez, sem que o rei anda o sou-
    besse ; achava-se bastante doente, qaando
    receben ordem imperiosa para se preparar
    para om passeio a cavallo.
    A rainha tremen, porque o rei Ihe de3-
    tinava sempre os cavallos mais espertos e
    impetuosos; mas incapaz da menor resis-
    tencia, vestio-se e deseen para o pateo jun-
    tamente com o rei.
    Tinh j se-ls preparado a egoa mais briosa
    das reaes cavalharcas, e grande namero
    de fidalgos a esperavam, j montados em
    seus coreis, que riocbavam emparientes
    por largar a galope.
    Trmula de medo, montn sem que fi-
    zesse objeccio algama, emqaanto o rei a
    olhava com um aorriso maligno.
    A cavalgada parti a trote, e Joanna qne
    apezar do seu terror, montava mnito bem,
    nao acbon difficnidade em domar a egoa,
    anda qae nanea a tivesse montado, pois
    qae o rei, por excesso de crueldade, a cada
    novo passeio ordenava qae montasse em
    difireme cavalgadora.
    A infeliz, porm, cuidou morrer de medo,
    ebegando is margens do Tamisa, completa-
    mente gelado, vendo qae o rei e mais ca-
    valleiros caralgavlo pelo gelo como se pas-
    seassem por trra firme.
    Mea Deas t exclamou, Joanna retendo a
    egoa, qoe se empinava .(ariosamente, aonde
    vamos, senhor ?
    Greenwich ?
    Nao o posso crer.
    Porqne ?
    Porqae temos anda de atravessar
    oito milbas t
    E qne importa ? w
    Pois havemos passea-las obre o
    gelo?
    Certamente.
    O rei metteu esporas ao cavallo, e a rai-
    nha nao te ve remedio senio segu-lo, a
    chorar copiosamente.
    Era tal o seo terror e agitaco, qoe ape-
    nas tinha a consciencia de qoe viva, re
    pirava com difficflldade, e nem ao menos
    sa aperc-bira da falta do seo chapeo de
    feltro, qae Ibesaltoa da cibera logo a* entra*
    da do Tamisa.
    A pobre rainha leve pois qoe fazer quasi
    toda a j rnada com a cabera descoberta,
    sobre a qnal caba constantemente om ebu-
    viseo gelado.
    O re voliava-se de qaando em qaando
    para a observar, soltando ama gargalbada
    Um pooco an'es de chagarem residen-
    cia real de Greenwich, a rainha cabio so-
    bre o gf lo do rio, dando om grito lasti-
    moso. .0 peso do corpo qnebron o gelo, e
    apezar da diligencia dos cortezlos para a
    levantarem, ficaramlhe os vestidos ensopa-
    Jos efn agu guiada; mas era tal o medo
    que tiuba do rei, lembrando-se do trgico
    fim da Aooa Bolena, qoe dissimaloo os seos
    padecimentos, e tornoo a montar por om
    supremo esforz de vontade. Os dentes da
    infeliz senhora rangiam com tanta for?a,
    que se Ibe quebraram dous; e, ebegando a
    Greenwi .b, cabio de novo dasra liada, cha-
    mando-se ent3o am medico a todaapressa.
    A rainha lemsoffiido pbysca e moral-
    mente, disse o doutor, est grvida,
    exlrem a sui fraquajsa, e esta agitaco po-
    le dar resaltados funestos.
    Joanna abri os olbos n'aqaelle momea
    to, e o re, pegand) Ibe bruscamente o'om
    dos bracos e saccodiodo-o, disse-lbe os
    maiores improperios, porqae o nao prevesira
    do estado di gravidez. A rainha nao Ihe
    respondeu ama s palavra.
    Desde hoje deve Gcar n'ama immo-
    bilidade absoluta, senhora. e tica prohibidli
    de dar nm passo sem ordem expressa mi-
    nha.
    Joanna regressoa a Londres n'uma liteira
    iubmettida as mais ridiculas precanr,5?s. O
    proprio mando constiloio-se seo guarda, e
    nao a deixava moverse, nem ao menos fal-
    lar, para qoe o3o perigasse a existe acia do'
    herdeiro do throno.
    A pobre senhora teve nos mezes da gra
    videz um manyrio iocessaale, porque o rei
    j muito enfastiado d'ella, tanto a velava
    como a mortifieava moralmeote.
    Gbegoa afinal o mez de ontabro d; 1539,
    e com elle o termo da gravidez da rainha,
    que por maitos das estove de cama, acor-
    me.tida de cotiouos desraaios e de espas
    mos nervoaos pelos dissabores qae soffria.
    VII
    Fin Jara o mez de ootobro.
    No qnarto de cama da rainha de Ingla-
    terra, tmente allomiado por nma lampada
    de prat-, achava-se o rei, tres mdicos e os
    altos digoitarios de estado.
    Joanna pareca chegar ao termo da vida,
    tal era a saa pallidez e extrema prostra-
    r3o. Eslava immovel, ma's de qaando em
    qaando o corpo agitav?-sc-!be convulsiva-
    mente, e deixava escapar um gemido pro-
    fundo e doloroso.
    A infeliz soffria muito.
    Tmtas dores, tantos sobresaltos e tanto
    terror haviam-na enfraqoecido a ponto de
    desesperar-36 do sea estado.
    Da momento a momento approximavam-
    se-lbe os mdicos, mnistrando-!he aos sec-
    eos labios algum cordial, e tornavam a sa-
    bir do quarlo.
    Assim se passaram algumas horas, at
    qoe ? onze da noite o mais voltio dos fa-
    cultativos se approxtmou ao leito, observou
    Joanna, e, dirgindo-3e ao re, disse-lbe :
    Ha trinta horas que a rainha victi-
    ma de soffrimentos crois, que, looge de
    cederem, parece que augmentara.
    Muito bem.
    preciso qae V. M. decida se have-
    mos salvar a rainha ou o principe qoe vai
    nascor.
    Salvem o menino, responJea o rei
    sem hesitado, que mulberes ba muitas. ()
    A rainha oovio esta resposta deshumana
    e soltou um gemido.
    O medico dirigio-lhe palavras consolado-
    ras, dando-lhe alguma esperanca, mas
    aquella infeliz martyr, depois do que acaba-
    ra de ouvir, j nao esperava coosa algama.
    Come cara ra ento os facultativos nma
    operaco dolorosa, durante a qual muitas
    vezes desmaiou a rainba, e vendo seu ma-
    rido tao borriveis padecimentos n3o mostroo
    sentimento nem emogo alguma.
    Com os olbos fixos na porta do quarto,
    s esperava ver o herdeiro do seu tbrono,
    e ora fazia gran'des promessas aos mdicos,'
    ora os ameacava com os castigos mais bor-
    riveis se Ibe deixassem morrer o principe.
    Depois de urna,hora da cruel espectativa
    para os mdicos, que a cada momento jal-
    gavam presencear o passameoto da rainha,
    nascea Eduardo VI.
    A rainha permaneca immovel e birla, e
    os mdicos, depositando o menino nos bra-
    cos do rei, voltavam pata junto da rainba,
    que nao se mova, nem ao m;nos respi-
    rava.
    Arautos! grtou o rei com voz de
    trov3o.
    Senhor I disse om dos mdicos, a rai-
    nha est agonisante e seria conveniente es-
    padar a ceremonia da proclamado.
    Nada, ha de ser agora mesmo, re-
    plicn o rei, qae, bro de alegra, a todos
    apresentava sea fiibo.
    Efectivamente entraran) os arautos, e ao
    som de trombetas e de clarins aonnncaram
    o nascmento do principe de Galles.
    O*quarto da rainha foi-se encuendo de
    grande numero de pesaoas, e a ceremonia
    terminou sem qae Joanna della se aperce-
    besse, nem recuperasse os sentidos.
    VIII
    Tres das depois, pelas dez horas da noi-
    te, teve lagar a ceremonia do baptismo.
    s oito, o re, que o3o tornara a oceu-
    par-se da esposa, foi ao sen qnarto.
    Vista-se j, senhora.
    Qoe dia V. M. 1
    Qoe se vista; nao cavo ?
    Mea Deu*, disse Joanna aterrada, nio
    poderei suster-me de p.
    Nao ha precisao de qoe esteja de p,
    disse o rei speramente, basta qoe le sent
    n'ama cadeira.
    . Mis se ea estoa taofraca que atme
    falta a vista I
    - Isso nao importa, exige-o a etiqueta.
    MMl senhor, o baptismo doe princi-
    pes sempre um mes depois do sea nasc-
    mento.
    E eo determinei qae mea fllao seja
    baptisado hoje mesmo.
    Joanna comprebendea a ioutilidade das
    snpplios; o rei chamou as damas, qae no
    mesmo instante a restirara, pondo-lhe na
    cabera a corda real, adornaram-na de joiaa
    e sentaram-na n'ama cadeira.
    Abriram-se depois as portas, e, antes qoe
    o menino fosse para a capella, apresenta-
    ram-lh'o; beijon-o repetidas vezes e aben-
    coon-o com lagrimas.
    () Histrico.
    A princeza Maria, chamada por seo pai
    para mairinha, eolroa tambem no quarto
    de Joanna e dirigio-lhe expressoes coosola-
    doras.
    Pooco depois sahiram todos eo procis-
    s3o para S. Paulo, ende devia ter Idgar a
    ceremonia. >v
    Abria o cortejo om pifete de avriiari,
    e segoia-se um carro doorado, em qae ia a
    marqueza de Hasting com o prin
    braco?, a madrioha eos padrinhoa
    dos pelo rei, que eram os duques de; Her-
    folk e de Gramer, nm prente de Jbtana e
    outro primero ministro.
    N'outro carro ia a praceza Isabel* filba
    da infeliz Auna Bolena, qae s contava qau-
    tro annos, acompaohada por lord Seymoar,
    irm3o da rainba.
    Estranhas grandezas da terfa, qae assim
    reuniram a filba da desditosa Aona com o.
    irm3o da soa snecessora I
    N'ootra carraagem, tranquillo e risooho,
    acompanhado de varios grandes do reino,
    ia o conde de Wittsbre, pai da rainha de-
    capitada
    Todos tfasvam aquelle homem com om
    profundo seotimeato de deaprezo e de
    horror.
    No atrio de S. Paolo a comiia deiion
    as earruagens e poz-se em marcha pela ma-
    oeira seguinte :
    Maria toraoa o menino nos bracos e os
    dons padrinhoa pegavam na longa canda do
    seu vestido de setim braoco bordado a
    prata.
    Seguase a princeza Isabel, menina en-
    cantadora, grandes olbos azaes, nariz aqui-
    lino, branca e paluda bocea, alvos e boni-
    tos denles.
    Em cousa alguma se pareca com aua mli
    a alegre e voluptt osa Anna Bolena : era
    triste e altiva, e assim era anda qaando
    maitos anuos depois se apaixonou por Coar-
    leagy, e quando assignou a sentones de
    morte de Maria Stuart, sendo a poderosa
    rainba de Inglaterra.
    Isabel assistio ceremonia, sorrindo.
    Mara, grave, mas serena, vendo qae o
    menino que coadazia nos bracos ibe roo-
    bava a corda de sea pai, medilava e consi-
    dera va no futuro.
    Quando a comitiva voltoo ao palacio era
    j parto de mea ocite. A rainha permane-
    ca sentada, adormecida por ardente febre,
    e o rei collocou-se a algama distancia. Nio
    Ihe fallava, nem pelo menos a olhava.
    Segundo a etiqueta, toda a comitiva de-
    via passar em frente da rainha, e assim se
    fez, sendo precedida pela msica do paco.
    Joanna, apezir dos seus grandes soffri-
    mentos, experimentara to vivo prazer, ven-
    do a pompa qae rodeava seo filba, e a sa-
    tisfago qoe o rei manifeslava pelo sea as-
    cimento, qae, depois de recuperados os
    sentidos, tornou a desmaiar e tiveram que
    a metter na cama.
    Na maoba seguinte eslava fraquissima e
    muito quebrantada; mas o rei, inteiramen-
    te oceupado de seu filho, nem ao menos
    pensou na existencia da esposa.
    A traoqaillidade e solido em qae a dei-
    xaram foi-lbe de muito proveito para a sa-
    de, mas de immensa tristeza para a co-
    rac3o.
    Foi ento que o pai 6 irmio conkeceram
    a infeltcdade da rainha, e aquella desgraca-
    da nem ao menos tioba a consolacSo de ver
    seo filho.
    Nio obstante, ia-se restabelecendo,jinda
    que lentamente, mas os sens attractivos ti-
    nbam desapparecido para nao voltarem.
    Joanna coobecia toda a infelicidade da
    soa situaco; para o rei j n3o era coosa
    alguma, e senta qae se Ihe approximava
    um Om bem desgracado.
    Mas qae pretexto buscara o rei para
    mandar matar aquella esposa tao submissa,
    t3o virtuosa, to exemplar ?
    Nenbam se Ibe offerecia, mas ao rei da
    Inglaterra nao faltavam recursos, mais ou
    menos tenebrosos, mais oo menos oceultos,
    para tirar a vida aos desgranados qae abor-
    reca.
    Dous dias depois davam-se no palacio
    doas sceoas bem distinctas, mas qae offe-
    reciam entre si bem terrivel analoga.
    O rei, a sos com o cavalleiro de Brian,
    seu nico confidente, dizia-lhe :
    Preciso os retratos de todas as prin-
    cezas mogas da Europa.
    O confidente, apezar da sua malvadez,
    estremecen.
    V. M. ba de t-loa, respondeu humil-
    demente.
    Sobretudo das allemes, enleodes ?
    Sira, senhor.
    Ouvi que o duque de Glevis tem ama
    irma que passa por mnito formosa. Nio
    te esqoeca o retrato dessa princeza, Brian.
    Nio ha de esqaecer, senhor.
    Joanna est mal, proseguio o rei, e
    nio pode viver muito. Tenho pensado nis-
    so, e tenbo-me conformado com essa idea
    dolorosa. Nio verdade, Brian, que com
    todo nos conformamos?
    E o rei deixoa escapar bypocritamente
    um suspiro.
    Depois de algons momentos de silencio,
    pergontoo o rei:
    Ha quanto lempo nio tens do ver
    Maria ?
    Estire l hontem, senhor.
    Gomo est ella ?
    Gada vea mais inabalavel em suas
    crencas.
    Persiste em nao querer abjurar ?
    Sim, aenhor.
    Faz bem em ser teimosa. Agora j
    a nio pie mover o interesse da cora, qoe
    por direito pertence a seo irmio; nao ga-
    na a coosa algama em ceder.
    A pobre menina est presa naqaelle
    castalio silencioso e sombro.
    E' verdade, mas ella asaim o qner.
    Nio te esqoecas dos retratos, Brian.
    Nao me esquecerei, senhor, disse o
    favorito, beijando a m3o do rei, pois conhe-
    cea qae aquella lecommendacjio ara orna
    sabes que podem oovir-noa ? Nio temes o
    desagrado do rei ?
    a J nada reoaio; torneo to, Thomaz,
    atase ella ao irmio, to.^aoe todos os dias
    recebe novas munificencia de Heoriqne,
    como to carnal de sea filho, mas eu qoe
    posso esperar ? Fui o loatromento dcil
    da grandeza de minha familia, agora qae
    aio faco falta bao de dar cabo le mim.
    Joonaa flcou lia prostrada com estas re-
    fldxrjes, que teve de recolher-se i cama.
    IX
    Serit orna hora da madrugada, quando
    om homem sabindo do correior que cora-
    monicava por um lado com' urna porta se-
    erf'a, e por outra com os quarios do rei,
    penetrou c m passo miudo e recatado no
    da rainha.
    Aquelle homem era de estatura athletic,
    e formas robustas, os caballos emmaranba
    dos cablam-lha sobre a fronte.; ora Steffan
    verdugo secreto do ostro verdugo que ca
    gis cora e que se cbamava Hanrique
    Deslisou-se como ama sombra aa lado da
    parede e entrn ao qnarto de Joanna.
    Nmgoem se eapoz soa pakaagem, pas
    os quarto* estavam desertas u'aquella uou-
    ta e qoasi s .escuras. Porque motivo se
    teriaa afastado as guardas, os pagan, e
    at as damas de ser vico ? S o re pode
    ra responder a e-ta pergunta.
    Steffen entrou, pois, sem qae ninguem
    Ihe dissesse nma palavra, no quarto da ra-
    uba. allumado por urna lapada.
    Aprozimou-se ao leito com pa-so da lo-
    bo, inclinou se sobre elle, e no mesmo al-
    tante do peilo de Joanna soltou-se'um ge-
    mido a fuga do t
    O verdugo calcara o joelho sobre aquel-
    lo peilo innocente, e pprimto :om mais
    forca e delicada garganta que apertoo tara
    bea com mao de ferro.
    Meu filho, adeus..,.
    A pobre mar>yr nem ao menos pensou
    em resistir aquella pressao mortal.
    * Desgracida! nao pode deixar a verdu-
    go de exclamar, enxugando urna lagrima,
    Era ama santa I
    Sabio- pela mesma porta por onde en-
    trara.
    Na manhi do da seguinte, nm medico
    anda moco e muito paludo entrava no
    qnarto da rainba, e ah passou um attestado
    de que a infeliz morrera de febre sobre o
    parto.
    Os outros mdicos da cmara foram d
    m tlidos pelo rei no mesmo dia, pparente-
    raeute porqae nio paderam salvar a rai-
    nha, mas na readada porque nio quizeram
    assignar a parte qae oatro medico mais mo-
    derno e mais tmido assignou.
    Alguol dias depois receben o rei os re-
    tratos das princesas da Europa, conlemplou-
    os com at'.encio, e, gaardando-os, disse:
    Dentro de seis dias tomarei ama re
    solacio definitiva, porqae preciso casar-
    me.
    FIM.
    TARIEDADE
    E, sem demora, afastou-se.
    Emqaanto durara esta acea, outra mui-
    to mais triste tinha lagar nos aposentos da
    rainba.
    Sentada n'ama cadeira, chorara ella amar
    gameote, emqoanto o pai e seo irmio tra-
    tavam de a consolar.
    Oito dias sem ver meu filho, marma-
    rava Joanna entre Bolacos, oito rilas! Eo
    dio posso viver assim 1
    Conforma-te, minha filba, tem pacien-
    cia. Talvez hoje t'o tragam.
    Nio, meo pai. Querem matar-me de
    pozar. J soa domis neste palacio. A
    minba missSo era dar om herdeiro i dym-
    nastia... est cumprida. Brevemente me
    (arlo morrer.
    falo Imor de Dos, cala-te deagraca-
    da, disse lord Seymoor em voz baixa. Nio
    DUELLO ENTRE JORNALISTAS. -Bate-
    ram-se em duello ao florete dois joroalistas
    francezes:Mr. Angun, um dos redactores
    do peridico chamado Journal de la Mtur-
    Ihe, e Mr. Bussy, redactor em chefe da fo-
    Iba peridica, Memorial de Yosges.
    O encontr teve lugar em Epinal.
    Atacaram-se os adversarios resolutamen-
    te, descancando e iavestindo por tres ve-
    zes. Por fim Mr. Bassy receben dois fer-
    mentos graves, porm que nao piem em
    risco a sua vida.
    Aiala boje, reportando nos a noticias an-
    teriores, diziamos que em Fran;a corriam
    mal os lempos para os joroalistas, e j aoje
    ebega outra noticia triste.
    Nio se pode exercer a profissio senio
    em paizes onde os nimos si) mais accom
    modaticios. Andar sempre em sobresal-
    tos... safa!
    O DOUTOR LIVINGSTJNE.No dia 2
    de miio receben o Sr. Pender M. P.
    ( membro do parlamento ), presidente da
    companbia telegrapbica Falraoutb, Giora!-
    tar e Malta, do seu agente em Aden, o se
    guinte despacho :
    t Alguns indgenas qae ebegaram de Zan-
    zbar, com nma jornada de 40 dias, com
    tamqoeo Dr. Llvingstone vive e est ben-
    em Ujeeji, onde se reuni com outro bran-
    co por nome Stanley. Nao ba pormenores
    Fatlei con F. um amigo habitante de Zan
    zibar, o qnal me disse que opovo d'alli re-
    ceben grande prazer quando soube que o
    Dr. Liringstone estava salvo. O homem
    branco.
    Stanley de que falla o dospacbo um
    dos principaes correspondentes do peridi-
    co Ntiv York Herald,
    UM SUICIDA FELIZ.Em Pars, -na roa
    de Saint-Jacqnes, moram uns casados, que
    ralham sem descanso.
    Na qaarta-feira ultima, como de costme,
    a grasinacio nio se fez esperar, logo de
    sabia.
    T has de ser a causa da minba mor-
    te 1 gritava o marido faoso; bei de ma-
    tar-me 1
    Ta, mandriio, matares-te I Pois sim.
    Aonde tens tu a coragem para o fazer ?
    Ea, eu, nio terei coragem 1 Redargoe
    o marido.
    Certamente qae nio. Diz com intina-
    tiva a mulber.
    Ah desgracada, maldita sojas tul
    E ao proferir o marido estas palavras,
    vai dirfcitoi jaoella. e -d'ella se precipita.
    A mulber cornaca a soltar gritos de affit-
    c5o, os visiohos acodem, a infeliz perde es
    sentidos. Quando, porm, voltoo a si, a
    primeira pessoa qae vio, tratando de rea-
    nima-la, foi o marido.
    Este tioba caido sobre om grande carro
    carragado de palba e fono, qoe algons sol-
    dados de cavallara escoltavam, com destino
    escola militar, saindo sjo e salvo daquel-
    k aventura.
    . Foi por esta maneira que venceu a paz
    naqaelle lar, d'antes tio revolto.
    IRASCIBILIDADE DE UM BARYTONO.
    Nio lertm mni socegada vida os joma-
    listas em Franca: provocares a daollos,
    pancadaria, violentas ameacas repetem se,
    como se anda estivessem naqaelles formo-
    sos lempos do imperio morto em Sedan.
    Eo Lyon se tem representado agora o
    Barbeiro de Sevha, no Grand-theatre. Na
    Salut publie appareced am artigo na ebro-
    nica theatral, em qoe se fallava do baryto-
    no Ferrier, em termos commedidos. escrp-
    to por am mancebo que adwgado na di-
    ta cidade.
    Estava este ultimo nojbeatro. quando j tribuirn ao inaiia mancebo palavras e actos
    nao da que era a* malvado, mas bom m
    de canelo, ambara momentneamente des-
    Negta coctaadiz lado o mesmo reo t
    O tribunal, depois de estar tres quartos
    de hora la sala das deliberatfes, voireu
    trazeate ama saklnca, ni qtal Qaentn fot
    condemoado i morte, e Juhel trabalhos
    forcados por-toda a vida.
    * Na sala eslava a liba do reo Qaentn, a
    qual estava para casar com Juhel. Ao oa-
    gir aquella tremenda senienca, soltou am
    vrito de desesperado e cabio sem sentidos.
    alguem Ihe foi dizer qoe om cavaheiro que
    estava nos corredores Ibe daiejava Miar.
    Ali se dirigi. eenconJrou.se cea o caaSor,
    travande-se este dialafo :
    O Sr. que o autor deste artigo ?
    E moslrava o jornal em qas riera a cr-
    tica.
    Sim senhor, redargnio o >oven advo-
    gado.
    Moito bem 1* Diante de si tem aquel-
    le qae o ba de ensinar para outra vez fazer
    a critica do tbeatro.
    Aps esta.1 palavras, ieyanton a mi e
    proloogou-a na cara do mancebo, por mais
    Je orna yaz; accresceotando :fAgora, es-
    pero ae suas testemunbas.
    Espalbou ae logo no tbeatro o acto do
    insolente bartono de segunda ordem, todos
    s indignaram contra-elle, e no terceira
    acto, apnjrecendo em sceoa, foi assobiado o
    pateado estroodosameote.

    CATASTROPHE. Por despacho telegra-
    phico de Alhenas datado de '.) maio conston
    que em T polizza, cid?de de Peloponcso,
    pegara fogo n'uma porco de petrleo e
    plvora, occasionando urna exploso que
    deu a morte a viote pessoas.
    DESASTROSA MCRTE DE UM TOUISTA.
    Morreo de desastre o conde de Montgcm-
    xery, primero secretario da embaixdad
    Suecia em Roma, o qual se despenbon
    n'um bysmo do mais de cem ps de pro-
    fuadidade (uns 3 metros,) em Capri,
    onde o finado divlgava em quaUdade de
    tarinta. O lagar em que Iba faltarim os
    ps e aqielle mosmi em que o imperador
    Tiberio fez precipitar o seu astrlogo- O cor-
    po do joven conde ficoa redazido a peqae-
    nos fragmentos.
    REPBLICA CAUTELOSA.A prefeitura
    da polica de Pars, sem embargo de ser a
    Franca agora um paiz republicano, funecio-
    na seguddo os preceitos monarchi:o absolu-
    tistas.
    Ha dous mezes que nio erara concedidas
    l.ceocas a cantores volantes ; se ao presente
    algumas concede com grande parcimonia
    e precedendo serias investigares sobre as
    pessoas qoe as solicitara. As licencas levam
    urna apostilla que .lerabra 'aos cantores e
    cantoras, sob pena de pruio, qae nio po-
    dem gargantear modinbas cuja letra seja al-
    tusiva poltica.
    E' de notar o elevado numero de pretn-
    danles qoe diariamente se apresentam as
    secretarias da prefeitura .requerendo licenca
    para cantar aqu e acola, as ras e naa ta-
    vernas, nos cafs, orcam entre oitenta o
    cem I
    > __
    PROCESSO DUBOURG.. No trounal
    competente foi pronunciado pelo crime de
    bomicio voluntario o conde Daboorg, qae.
    como os leitores se recordarao, matou sua
    molberem casa' do a manto della. O juiz pro-
    nunciou em harmoBia com a lei do seu
    paiz, a qual s lira a colpabilidade io ma-
    rido pelo-homicidio da mulber, encontran-
    do em lla-grante deli;to no domicilio con-
    jugal. O processo vai segurado seus termos.
    CANAL PROJECTADO ATRAVES DO
    ISTHMO DE DRIEN.Parece bavergrnde
    probabiiidade de ser levada a effito esta
    grandiosa obra. Cbegaram j a Inglaterra
    dous conbecidos e influentes cavaiheiros
    americanos, encarregados de convidar os
    governos das nacoes martimas da Earopa a
    tomarem parte na empreza scienti&ca da
    abertura de um canal no istbmo americano,
    e garantirem a soa neulralidade depois de
    concluido. Diversas direcas te#m s^do em-
    postas em differsates pocas/para abrir
    canal, que ha da ligar os dous ocanos, po-
    rm a cadeia de montanhas, que desde a
    Americo do norte atravossa o isthmo at a
    America do sol, tem effectivamente obstado
    a levar-se a effeitoqualqaer projecto. Ago-
    ra sabe-se que o lente Selfridge, que
    anda explorando o interior do Daran, des-
    cubri um caminhd'praVcavel, aonde a
    a maior elevaro apenas de 300 ps.
    Este caminbo ha de effectoar se pelo rio
    Atrato, rio profundo e de vagarosa corrento,
    que segu para o golpbo de Darien, fazen-
    do o desaguar no golpbo de S. Miguel, Da
    costa do Pacifico, tintamente com o rio Juz-
    ra. A unio dos dous nos conseguir-se-
    ba por meio de om tunnol de navegaco de
    5 milbas de comprimento, 120 ps de lar-
    gara e 26 ps de profandidade, aberto
    aira ves de rocha.
    E-t calculado qae o volame total das
    excavacoes necessarias de fazer, ser de.
    31,2:tl:l0.o jardas cubicas de rocha, e....
    10,461:627 jardas cubicas de desaterro.
    O orcamento de despeza aproximadamen-
    te de cento e vi a e cinco milbes de dol-
    lars |ou mais de 26 milhoes de libras
    esterlinas. O secretario do marioba dos
    Estados-Unidos no seu rea torio, aprsenla-
    doem Janeiro desle anuo ao congresso, re-
    fere-so a esta grande empreza.
    JULGAMENTO DE DOUS COMMUNISTAS
    E' digno de menc3o o qoe se passou no
    cooselbo de guerra em que foram julgados
    os commonistas Quentin e Adrieu-Pierre
    Juhel.
    Eram ambos aecusados,' alm de outros
    crimes, de haverem contribuido para o in-
    cendio de um predio na ra Thvenot, e
    feito requisicoes.de petrleo.
    O acensado Juhel, mancebo dedezoito
    annos, contradiz todos os depoiraentos que
    se prodoziram a seu favor. O intuito
    claro ; aborrecido da vida, o infeliz dse-
    java que urna sen tenca do morte o foimi-
    nasse.
    Pronunciando-se o incendio no tal predio,
    os inquinaos do terceiro andar procuravam
    salvar-se, e j o nio podiam fazer sem as
    maiores dilicoldade. finir aqualiea des-
    ditosos se contiva ama menina de oito an>
    nos, chamada Cecilia Adn. Juhel metie-
    se s ohammas, cor/ando a soa vida o
    maior perigo e salva s crianca.
    Na audiencia, a menina conloa com ex*
    trema clareza todos os lances do sinislro e
    especialmente aqoelle episodio.
    Acareada com Juhel, nao hesita ella em
    reconbece -lo ; porm o reo naga.
    Trava-se eolio este dialogo:
    . Presidente: Vamos, minha menina,
    nio se perturbe ; recorde-ea bem, e diga-
    nos francamente se com eff eito esse (apun-
    tando para Juhel) o vosso salvador ?
    Cecilia : Oh t meo aenhor, como
    queris qae aa- nio o reconheca ? Se a
    minba memoria me fra infiel, o meo eora-
    (3o me nio engaara.
    Oatro episodio se spreseatoa na audien-
    cia, em qae figura va m amas aenboraa qoe
    no referido predio habitaram, as qaaes at-
    QUEREM TER VOTO. Vsrficoo-se em
    Londres, ba poucos dias, om meeting, no
    qual tomaram parte mulleres e bomeus.
    sendo presidido pelo Dr. Lyon Playfair.
    asombro do parlamento.
    O comicio tioba por fim dar urna demons-
    trado favor do projecto de lei de Mr,
    Jacob Bright, tendente a conferir mulber
    o direito de votar na eleicio dos membros
    do par amento, e replicar aos impugnado-
    res do mesmo projecto.
    Entre os oradores se enumeraram as se-
    nhoras Lydia Becker e Rboda Garrett (sol-
    teiras), Faweett (casada) e rarias outras.
    PERIGO DAS FLORES. Mais am fasto
    succedido ba das em Paris vem comprovar
    o perigo qae ba em conservar flores em
    quartos de dormir. Sirvam estes casos de
    prevengo aos nossos leitores. Eis o que
    se passou b< dias em Paris:
    A Sra. R. e sna filba Lucia, de idade
    de id annos, moradoras na ma Rirol, ti-
    nham trazido do campo om grande ramo
    de flores, o qual collocaram no sea qnarto
    de dormir, esquecendo-se i nonte de abri-
    r m a porta do gabinete para abi penetrar
    o ar. No dia segrate, de manhla ama vi*
    sinba, nio as vendo sabir, batea porta, e,
    como nio recebesse resposta alguma e Ihe
    parecesse onvir gemidos, avisou o porteiro,
    o qual arrombou a porta, vendo-so entio
    as doas senberas em um estado lastimoso.
    Queixavam-se de grandes dores de caber, i
    e soffriam ao mesmo tempo continuos spas-
    mos, entremisturades de delirio e convul-
    sas. Chamado toda a pressa um medi-
    co, reconheceu este todos os symptomas de
    um envenenamento produzido pelo gaz acido
    carbnico. A cansa do eovenenamento fra
    o ramo de flores, e as doentes, gracas am
    medicamento enrgico, restabeleceram-se em
    poaco tempo. >
    UM HOMEM QUE DESEJA ESTAR PRE-
    SO.Dis o Pall Mal, jornal inglez ; qno
    as autoridades de Londres vio ter obriga-
    das a osar da violencia para por em liber-
    dade um individuo qae est ba lempos pre-
    sa. Trata-se de Wtlliam Rooppell, que fra
    membro da cmara dos commons por Lam-
    betti, condemnado ha alguos annos por ter
    falsificado o testamento de seu pai. Du-
    rante o tempo que tem estado preso, Wtl-
    liam dedicoo-sa ao tralamento dos doentes
    da prisio, na qual adquiri pela docara do
    seu carcter e pelos seus vastos coubeci-
    mentos orna grande influencia entre os ou-
    tros companbeiros. O carcereiro diz que
    nm preso modelo e por esse motivo obte-
    ve se do governo a sua soltara mediante
    certas coodices. Rooppell declaroo qae
    prefera viver na cadeia, visto as coodices
    em qae se acbava permittirem-tbe ser atil
    bumanidade tratando os doentes e asan-
    do da soa influencia sobre os presos com
    om fim moralisador. O Pall Mal instiga
    a jusfa para que restitua sociedade, an-
    da contra a sua vontade, am homem tio
    perfeito como Rooppell.
    A HOSPITALIDADE JAPONEZA.-O dia-
    rio francez Evenement, relata a seguinte
    aventura que se dea com o Sr. Pertaiset,
    ltimamente fallecido, em urna' das soas
    muilas viagens. Cbegra ao Japio munido
    de ama recommendacio para um dos gran-
    des personagens da localdado. O Japonez
    recebeu-o com o melbor agrado, dispensou-
    Iho os maiores obzeqoios, bospedoo-o na
    soa propria easa, dando-lhe o lugar de hon-
    ra na sala; meza offerecia-lne os mais
    apreciareis manjares, e finalmente convida-
    ra todas as notabilidades do pais para o
    vis'-tarem. A casa nunca se despejava e
    Pertniset Dassava os dias a receber depn-
    taces de japonices, que vinbam, em grnpo
    de oito apresent ir-lhe as suas bomenagens.
    Urna noule, estando o sali menos ebeio de
    visitantes, Pertaiset aproveitoa-se de um
    momento em qae menos reparavam nelle,
    e veio para a roa afim de respirar am poa-
    co do ar fresco. Diante da porta estava
    urna multidio compacta, lendo am grande
    cartaz que dizia: f Entrai e vade ver o ce-
    lebre pariziense de Chambery ( Franca),
    especie muito rara neste paiz. Preco de
    entrada 5 taels. Quem quizer asUstir s
    soas comidas pagar mais 5 taels. Segu a
    multidao >. Imagnese como ficaria o po-
    bre francez ao ver-se exposto como om ani-
    mal raro, qaando julgava qae todas aquel-
    las visitas e attenres eram para o obze-
    qniar.
    RESPEITO DE NARIZ ES. Um diario
    inglez publicou ha dias o seguinte carioso
    annancio:
    Nose machine. E' este nm apparelho
    que applicado ao nariz dorante urna hora
    todos os dias, acaba por converter em um
    nariz perfeito o mais incompleto ou petor
    formado. Todos podem fazer oso deste
    apparelho sem o menor receio.
    PREVENCAO AOS VIAJANTES. Um
    diario francez publica o extracto de nma
    carta de aples, na qoal se encontra o se-
    guinte :
    f Por occasiio da ultima erapcio do Ve-
    zuvii, notouse que os guias, que acompa-
    nhavam os infelizes viajantes, nio davidando
    do perigo qoe corriam, abandonaram-os
    meio caminbo sob o pretexto de qoe os fac-
    chinis oo conductores, conheciam o cami-
    nbo. E' om acto corto que entr o na-
    msro das victimas nio so cita nenhom
    goia. Pode isto, portante, aenir de pre-
    venf5o aos viajantes: qaando o goia ae re-
    cusar ob qoalqoer pretexto i segoi los at
    so fim da axcaralo, melbor aera nio coat-
    noar o caminho e seguir o exemplo do
    goia. -*
    TVf. DO P1AW0-R0A DO IWQUE.DB UAiUl
    -
    :
    v

    eje


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