Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13098


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Full Text
>
,
.

ANNO XLVI. NUMERO 168.
---------------------------------..------------'-------- ----------------------'---------i---------------------------------------------------
PARA A CAPITAL E LUGARES OTOE IAO SE FAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados.................
ditos dem.....,..............
im anno i .................
Cada mumero avulso. ,...............
QUINTA FEIRA 22 K JULHO DE 1870.
PARA MUTUO E SOBA DA PROVI3CIA.
tyOOO
2*0OO
320
Por tres mezes adiantados
Por seis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Por nm anno idem
6J7C5
434500
203250
27O00
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Filhos.
' AGElRTISS:
Jlo Mara Joto Chaves, no Ass ; Antonio Marques d* Silva, no Naie); Jos Justino
Santos Bulcao, em Santo Antao; Itomingos Jos da Cost Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martns Affc na Baha ; Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
Os Srs: Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves < Pinto, no MaranhSo ; Joaquim Jos de Olveira, no Cear ; AojAo de Lemo Braga, no Aracaty ;
Pereiri d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, \m Villa da Puno; Belarain dog
x
PARTE OmCIAL.
Ciovcru da
OSPACHOS DA
provincia.
oo da 23
PHF.SIDR.\CIA DA PROVINCIA
DKJOLHO DE 1870.
Adolpho Cavalcante de Olveira Maciel.Pass.-.n-
]) recibo eutregue-ee.
.Alfredo de CInforme o Sr. director provedor
da Santa Casa de Misericordia. '
Anua Ferreira Catio.;inorme x> Sr. desem-
hurgador provedor da Sania Gasa de Misericor-
dia.
Beato los da Costa Jnior.Informe o Sr. en-
gnheiro che/e da repartido das obras publi-
cas.
Francelina Carolina da Siva. Encamiohe-se.
'.Heariqueta Amelia >1e Meneze* Lyra.Indeferi-
do a vista da informacao.
Jos Carlos Vital.Informe o Sr. tenente-coronel
commandante do corpo de polica.
Joao Jos Anselmo lavaros. Conceda-so na
forma da le e par ser gosada dentro da pro-
vincia.
Junara Umbelma das Virgens. Como re-
qmr.
Joaquim Manoel da Costa.Informe o Sr. enge-
abeiro chefe da repartico das obras publi-
cas.
Marcolino Antonio Xavier.Passe portara Ho-
rneando o supplente para a cadeira da villa de In-
gazeira. <
Tlieresa Emilia de Souza Gomes.Passe portara
na forma requerida.
William liawieuson. Informe o Sr. engo-
nhiieiro chefe da repart15.no das obras pu-
blicas.
Abaixo assignado moradores na estrada de Pau-
lino Cmara e de Belem. Deferido com a delibe-
rar) de-ta data.
r.raciliana Felissisima Cabral. Nao tem lugar
por ora.
Ivo Pinto de Miranda. A' vista* da informao
conceda-se rom ordenado rnenle.
Joaquim Teixeira Peixoto. A' vista das infor-
macoes como requerem, salisfuitos os direitos ft-
caes, renieUoado-se estes papis ao Sr. inspector da
thesouraria de fazenda.
Luir Francisco de Paula de Albuquerque Mar-
HhSo.--A' rista da informacao do general comman-
dante das armas, como requer.
Gaenrino JelTerson Pereira deTMiveira.Con-
ceda-eseii mezes nos termos da le citada pelo
siippMpante.
Padre Manoel Tertuliano de Figueiredo,A the-
souraia provincial com effljio desta data.
Zeferiuo Munlz Salgado. Declaro o supplicante
a quantidade da seeupira que pretende tirar e o
terupo que precisa para esse Qm.
lembranca de um dos raaiores feitos d'armas na
campan ha do Paraguay.
Ra de Apollora do Vsconde de Itapafica,
para perpetuar a lembranija do marechal Alexan-
drn Gomes de Argolo, que, alm dos mais feitos
gloriosos, effectuou a passagem do Chaco, por to-
dos julgada impossitel, e que foi causa das gran-
des derrotas do exertito paraguayo.
Ra da-Guiara da Restauracao, para perpe-
tuar a res.auraro de Pernambuco em 1654, quan-
do forain expulsos os HoUandezes.
Ra em frente do caes do forte do Mallosra
da Companhia Peroambucana, em commemoracao
desta compaohia, de que tantas vantagens tem C3-
Ih'cjo Pernambuco e outras provincias.
Travessa do Arsenalra de Vital de Olveira,
para perpetuar o nome glorioso de um oficial de
marnha, Pemambcano.quemorreu na guerra do
Paraguay deixando um nome histrico e honroso
sua provincia.
Largo de Fra de Portaspraca do Chaco, para
commemorar um dos feitos mais portentosos do
nosso invencivel exercito na guerra do Paraguay.
Bairro de Sanio Antonio.
PERNAMBUCO.
REYXSTA DLAJlIA-
AUTORIDADES POLICIAES.Por deliberares
da presidencia da provincia, de 23 e 26 do cor-
rente, foram nomeados:
2* supplente da delegado do terma de Iogazeira
Pedro Thenorio Nogueira.
1, 3.", 4., 5.* e 6." supplentes do subdelegado
dodistrictj do PeresManoel Ferreira da Costa.
Luiz Marques da Cunha, Manoel Lopes dos Reis,
Gandid} Martins de Araujo o Bernardo Gomes de
\lTeu.
'!.' supplente do subdelegado de S. Fr. Pe-
dro Conealvrts do RecifeManoel Jos Dantas J-
nior.
Subdelegado dos Afogados, no termo de Inga -
zeiraJoo Joaquim da Silva.
I.' supplente do subdelegado do i" districto do
Bffl JardimJoao Lopes Delgado Leal.
GUARDA NACIONAL. Por deiberacoes da
presidencia da provincia, de 23 e 26 do crrente :
I cara transferidos para a reserva : o capitao
l >. B* companhia do 2" batalhao do infantaria do
epio do Santo Anlo, Joaquim Jos Alvares,
e(ea da 5" companhia do mesmo batalhao,
Antonio Tavares de Figueiredo Lima, por solfre-
rem molestias incur,
Mandou-se dar guia de passagem para o muni-
1 do Cabo, ao lente Jacintos Manoel buquerqoe, da 3J companhia de 17." batalhao do
municipio de Pao d.Alho.
NOMES DAS RAS. A cmara municipal do
fe, tendo em consideraco o que propoz o
Instituto Arneologiro e Geographico. e as obser-
j, vareadores Barros Brrelo e Dr.
lga, reaolven fazer as seguntes alteracoes as
ruis da cidade do itecife, para as quaes chama-
mos a attenrao dos leitores, visto a qualidade das
reformas :
Bairro do Recift:
Ruada Cacimbana de Brrelo Menezes, com-
1 ora o nome d grande general em chefe do
exercito portuguez aa guerra contra os Hollan-
Ilaa do Encantamentora do Bispo Sardnha,
perpela'o nome do primeiro bispo do Brasil, mor-
tn c devorad pelos indgenas entre o rio de S.
Francisco e Cururipe.
Ra do Vicariora do vigario Thenorio. com-
mi-mora o nome de Qm dos martyres da revolucao
de 1X17 c por ella sacrificado.
Roa da Sanzsla Velhara de Domingos Jos
Minies, comraemora um dos martyres da revolu-
Je 1817 e por ella'sacrificado.
Ra da Sanala Novara de D. Maria Cesar,
perpeta o nome da respeitavel mulber de Jos
F'Tnandes Vieira.
Ba dosTanoeiros ra de Alvares Cabral, per-
jjeta o nome da descobndor do BrasilPedro Al-
vares Cabral.
Becco das Miudintasra dos Mscales, com-
memora a guerra dos mascates em Pernamlwco.
Becco da Lingoetara de Thom de Souza,
commemora q nome do primeiro governador do
Brasil em 1S49 e fundador da cidade da Baha.
Ra das Crioulasra de D. Maria de Souza,
perpeta o nome da Ilustre Pernambucana, qae
tendo perdido tres Albos, sendo o ultimo no com-
bate de Porto Calvo, enviou Mathias de Aibu-
querque os dous que Ihe restavam, de 13 e 14 an-
nos, rogad}-lhe que os recebesse como soldados
paja baterem os HoUandezes.
lece' do Tocolombbeceo da Pindoba. para
lembrar o lugar em que combateram os patrioUs
de 1817.
Raa do Trapichera do Commercio, por exis-
tir ali a Associacao Gomraercial.
Ra da Crazra do Bom Jess, par lembrar
qoe naqntlla tua existi, sobre o are* que era a
antiga porta da cidade,a capella do Bflm Jesns de-
molida em 1850.
Raa do Pilar-rua de S. Jorge, para commemo-
rar que aaquelle lugar existi o forte de S. Jr8^>
que tao celebre se tornou pela resistencia aos Hol-
I andetes en 1630.
Praea do Chafarizpraca de Pedro I, para cora-
memorar o nosso primeiro imperador e fundador
do imperio.
Itaa do Brurara do Barao do Trinmpho, pa-
ra perpetuar o nome de um dos mais celebres ge-
nenas da campanha di Paraguay.
Boa do Codornizra de Mariz e Barros, para
comtoemorar um des valentes officiaes da armada,
orto no ataque de Paysandd.
flua da Laparoa de Tayuti, para perpetuar a
Ra Bellara da Hita do Carvalho, para cem-
memorar o eito glorioso de' nossas armas na Una
do Carvalho, em frente do Itapir n Paraguay.
Bna da Florentinara de Joo do Reg, para
lembrar o nome do Pernambucano coronel Joao
do Reg Barros Faico, que tanto renome adqui-
ri na guerra do Paraguay.
Travessa do Ouvidortravessa do Mrquez do
Recife, para perpetuar o nome de um dos Per-
nambucanos que mais servicos prestou nossa
independencia.
Ra Larga do Rosariora Onze de Dezembro de
1869, dia em que o 1 batalhao de voluntarios de
Pernambueo perdeu a maior parte de sua gente
(principiando na igreja do Rosario e indo at o
largo do Paraso). '
Ra Novara do Barao da Victoria, para com-
memorar um dos nossos mais valentes generaes,
e que tantos servicos prestou ao Brasil.
Ra das Floresra de Mathias de Albuquer-
que, para perpetuara lembranca do governador de
Pernambuco em 1630, e que muito resisti aos in-
vasores.
Bairro de S. Jos.
Ruada Praiara de Pedro AITono, commme-
moracao do valente Pernambucano, capitao Pedro
Affonso Ferreira, que fez prodigios de valor no ata-
que do Riachuelo, e cabio feito em pedacos aos
golpes dos Paraguayos.
Ra Direita ra'de Marsilio Das, commemo-
racao do here desse nome que tambem rendeu
a alma ao Creador no ataque de Riachuelo.
Ra das Cinco Pontasra de Vidal de Negrei-
ros, pura perpeluar o nome de um dos mais va-
lentes generaes na guerra dos HoUandezes (come-
cando na igreja do Terco e indo at o becco do
Lima).
Becco do Mariscora de Frei Henrique, para
commemorar o religioso que celebrou a primera
missa na t;rra da Santa Cruz, cravando ah o es-
tandarte sacrosanto era presenta de Pedro Alvares
Cabral.
Ruadas Aguas Verdesla de Lomas Valenti-
nas, para commemorar a grande victoria alcauca-
-da por nossas armas no ponto de*te nome.
Travessa do Mariscotravessa do Prata, para
lembrar o grande rio da Prata.
Ra das Calcadasra de Domingos Theotonio,
para commemorar um dos martyres de 1817.
Ra do Rangelra do Visconde de Iahama,
para commemorar o commandante da armada Joaj
quim Jos Ignacio, que tantas glorias deixou
historia de nossa patria, principalmente nos gran-
des feitos da guerra do Paraguay.
Ra dos Acougcnhosra de Antonio Henri-
ques, para commemorar um dos martyres de 1817.
Ra dos Copiaresra de Christovao Colombo,
para perpetuar a memoria do descubridor da Ame-
rica. s
Ra Augustara do Coronel Suassuna, para
perpetuar a lemOFaBCa de um dos mais extrema-
dos generaes de 1817 (comecando no pateo do
Carino e abrageadoas ruis de Horlas, Martyrios e
Augusta, at o chafariz da ra Imperial).
Ba do Alecrimra do Padre Nobrega, faz
lembrar o primeiro provincial dos jesutas que
veio ao Brasil para a cathechese iIqs Indios.
Ra do Nascentera de Luiz de Mendon^a,
para lembrar um dos martyres sacrificados de
1817.
Ra do Ourora do Ypiranga, nome do lugar
onde se levantou o primeiro grito da independen-
cia do Brasil.
Ra do Caldeircirora de Das Cardoso, para
commemorar o nome.de um dos mais valentes ge-
neraes na guerra dos HoUandezes.
Bairro da Boa-Virtu.
Canal de Riachuelora de Riachuelo, desde a
ra da Aurora al Soleiade, commemoracao da
grande balalha pelejada e ganlia por nossa arma-
da no lugar desse nome.
Becco dos Ferreirosra de Sete de Setembro,
para commemorar o dia em que foi proclamada a
independencia do Brasil.
Ra do Barao de S. Borja (principia no pateo da
Santa Cruz e vai sabir na ra do Visconde de
Goyanna), para lembranca de um dos Pernambu-
caos que mais gloria deu sua
guerra ii Paraguay.
Ra do Aragaora do Visconde de Pelotas,
para lembranca do general que teve a fortuna de
terminar a guerra do Paraguay.
Praca da Boa-Vistapraca do Conde d'Eu, para
perpeluar a lembranca do principe age tantos ser-
vicos prestou na campanha do Paramay, e tantos
louros colheu para sua patria adoptiva.
Ra do Cotovellora do Viscondade Goyan-
na, para perpetuar a lembranca d um dos mais
extremados ildadores da nossa independencia (co-
mecando na esquina da ra de S. Goncalo e abran-
gijndo as ras do Cotovello,'Mondego, Mansuinho
al o sitio que tica entre a estrada dos Afilelos e
Ponte do Ucha).
Ra Formosara do Conde da BOa-Vista, em
commemoragao de um dos Pernambucanos k
quem a provincia deve mais respeitos e gratidao
por seus importanli*simos servicos attestados pe-
los mellioramenlos por elle iniciados e muitos rea-
lisados (comecando na ra da Aurora e indo at
encontrar a ra do Visconde de Goyanna, e, se se
abrir a ra era frente, continuar com o mesmo
nomo.
Ra em frenle da ponte de Santa Isabelra da
Princeza Isabel, comeca na ra da Aurora e vai
at a ra de Paulino da Cmara, e quando se abrir
por diante, continuar com o mesmo nome.
Ra dos Prazeresra do Coronel Lamenha,
para commemorar o nome de um dos nossos mais
valentes officiaes e here da independencia (conti-
nuar com o mesmo nome, quer a ra se abra pa-
ra o sal, quer para o norte).
Ra do Jasrairara ,p General Sera, (deve
observarse o mesmo que-Da ra dos Prazeres).
Ra ao,lado do gyranasiora de Mamede Si-
mos, para commemorar o nome de um dos mais
denodados officiaes de marinha Pernambucanos, e
que tantas glerias adquiri para ua provincia
(comecando ao lado do gymnasio e indo at a ra
de Hospicio), e quando se abra a- ra do Hospicio
por diante, continuar com o mesmo nome.
Ra Velharoa da Ponte Velha, para lembrar
o lugar em que existi a primeira ponte que se
fe para communicar a Boavista com a ilha de
Santo Antonio (comecando na ra do Capibaribe e
indo at o pateo da Santa Cruz).
Caes do Capibaribera do Capibaribe (princi-
piando na caa do caf da Jroperatriz e segflindo
provincia na
at a Pdnte Velha, e.dahi em diante quando se fl-
zer caes.
Ra da Manguerara do Leo Coroado, lem-
branca do^mariyr de 1817, Jos de Barros Lima,
conhecido por e;se appellido.
Uua do Limara do Capitao Antonio de Lima,
para lembranca do commandante da fortaleza de
S. Jorge que combaten os HoUandezes.
Roa do-Piresrus de Gervasio Pires, para com-
memorar um dos vultos da revolucao de 1817,
(principiando na casa do desembargador Peretn e
indo alt o hospital militar, a continuando at o
largo de Santo AroaroJ,
NAVIO ENCALHADO. Segundo commonica-
co do capataz de Punta de Pedras, encalhoo as
6 horas da manba do dia 2o do correte, no es:
parrlho do Girimn, urna galera ingleza carregada
de carvae de pedra, que ia de Liverpool para o
Rio de Janeiro, vindo comraandadada pelo piloto
por ler morrido 8 dias antes o respectivo capitao.
Apenas constou o facto, seguiram para o lugar,
bordo do vapor Molequt, os senhores capilo do
porto, ajudante do pratico-mr e um agente'con-
sular, levando lodos os soccorros ndispensavei^;
inclusive dez imperiaes marinheiros, por se dizer
que ha revolta entre a tripolacao. ,
SUICIDIO.Ante-hontem as 9 horas da non le,
vindo do bairro do Recife pela ponte Sete de Se-
tembro duas mulheres, urna dellas atirou-se ao
rio Capibaribe, desapparecendo em continente. A
outra, apenas deu-se o facto, voltou para o Recife.
A polica procura eoaontrar as explicacoes do
facto.
DESAPPARECTMENTO. Ante-liontm desap-
pareceu, suppondo-se que evadio-se para o sul do
imperio bordo do vapor Dom, o subdito por-
tuguez Antonio da Silva Paiva, socio gerente da
taberna n. 37 da ra Onze de Dezembro, levando
comsigo, alm* da sornma avultada qo estabeleci-
mento, mais 5:222*800 pertencente companhia
do circo eqnestre do Sr. Canil.
THEATRO DE SANTO AMONIO Pelo vapor
tnglez Douro vieram carias de Paris, do corres-
pondente do Sr. Doarte Coimbra, proprietano des-
te theatro sito na de Joao do Reg, commnni-
cando deverem partir no vapor de Bordeaox do
da 24 do crreme tres artistas lyricos, que fazem
parte da companhia de Bonffes Parisin* que esse
senhor mandou contratar para o seu theatro*.
Segundo essas cartas sao elles artistas de mri-
to, sobretudo a prima-dona e o caricato, muito
apreciados no theatro de Boufies, nos Campos Ely-
sios em Paris.
Os artistas sao: Mr. Antonio Carn, caricato,
notabilidade na imitacao dos typos da actualidad^;
madamoiselle Choeberl, (etoilej; e madamoiselle
de Brescia. A primeira joven, bella e elegante,
como bem se v do seu retrato que vimos, e ere-
mos que ser a estrella da companhia.
CLUB POPULAR.Hoje haver sessao. Orden
do da.Revista de jornaes do Dr. Nobre, leitura
dos Evangelhos com liseiras rellexoes pelo acad-
mico Misael Amaral.Principiar s 7 horas em
pouto.
FALLECIMENTO.Acaba de fallecer na villa
do Cnb->, frtinnr-de antrgos 'padednitrntus, o Dr.
Jos Antonio Baha da Cunha, distincto medico da
provincia das Alagoas, d'onde veio ha lempo, afiui
de procurar allivios seus males. A' sua incon-
solavel familia e seus dignos cunhados damos
nossos sinceros pezames.
VIA FRREA DE OLNDA.At o fim do cr-
reme raez apenas havero quatro trens diarios do
Recife para Olinda e vice-versa, partindo do Re-
cife s 6 c 8 horas da manba, e s.4 e 6 da tarde,
de Olinda s 7 e 9 da manha, e s 5 e 7 da
tarde.
VOLUNTARIOS DO PIAUHY. Realisoti-se
hontem a entrega da cora que os estudantes
piauliyense?, aqui residentes, mandaram fazer para
com ella testemunharara aos seus comprovincia-
nos, voluntarios da patria, todo o seu amor s
glorias que elles snuberarn conquistar para a pa-
tria, e ao renome que adqueriram para si.
A cora lindissiraa e perfei lamen te acabada, e
urna das melhores que para idntico nm foram
aqui Celtas. Os-Jacos rao de larga fita verde fran-
jada de ouro e tendo e;n letras de ouro esla ins-
er pcao:
Os estudantes piaulnienses do Recife offerecem
Aos voluntarios do Ptauhy. Tributo ao mrito.
Por occasio da entresa, que se effectuou bor-
do do transporte Leopoldina, loram pronunciadas
varias allocucoes congratulatorias que respen-'
leo agradecendo o commandante, sob elijas1 or-
dens se achara acuelles briosos fiilns do Wauhy.
PAUPERISMO. Segundo temos no Echo dos
dous mundos, da informacao annual respeito
do pauperismo, resulta que no l" do corrente an-
no havia na Inglaterra e no paiz de Galles 169.471
pessoas que erara soccorridas pela subvencao dada
aos pobres nos depsitos (le meadiridade, e SM6.717
que recebain os soccorros no domicilio, o que ao
todo forma o total de 1.083.198 pessoas soccorri-
das.
O augmento sobre este mesmo numero, desde o
! de Janeiro de 1869, de 36.963, qaer dizer, de
um 33 por 100.
O numero de adultos validos soccorridos de
193.862, com um augmento de 10.700, isto de
un 5-8 por 100.
A destribuigo e classificarao das pessoas soc-
corridas a seguinte : liomes, em deposit y.....
58.067 ; em domicilio, 176 693; mulheres, em de-
posito, 50.379 ; em domicilio, 403,055 ; creancas
menores de 16 annos, em deposito, 56:869; em
domicilio, 335.257 ; vagabundos, era deposito,...
4.147 ; fra, 1.283; enfermos por classificar,...
439.
UM PRINCIPE TVPOGRAPHO.O principe im-
perial aprende a typographia O Monitor diz que
se instalou no palacio das Tulherias urna terda-
deira offleina de composicao e impresso. Nao
admira.
A imprensa nos ltimos tres seculos foi honra-
da pelos niais elevado; personagens de Franca.
Francisco I assistia revisb ; Luiz XIV imprimi
a primeira foloa das Mmoires de Conmines; Luiz
XV tinha no paco das Tulherias urna typographia
dirigida por J. Colombat, e sahio desta officina real
umlivro intitulado Curso dos principaes rio* da
Europa, oomposto e iapresso por Luiz XV, rei d
Franca o de Navarra, em 1718.
Todos estes facas mais engrandecen os obra-
ros que praticara a maravilhosa arte de Guttem-
berg.
NOVA PHOTOGRAPHIA.O insigne astrnomo
o Sr. de la Ru, diz o Cosmos, respailo de ste-
reoscopia planetaria, acaba de obter do planeta
Saturno e do seu anel urna prova photograpbica,
que espera oonverler em prova stereoscooica. J-
piter e Marte j estad reproduzidos com grande
perfeicio sab esta ultima forma.
ENTRE CARMELITAS.O Rvd. Fr. Erico de
Sant'Aona Rique, provincial do convento do Car-
mo d'esta cidade remeiteu-nos a seguinte carta
sobre um tpico da nossa noticia sob o titulo
cima.
Sr. redactor da Revista Diaria.Dizendo V.
a. na sua Repista Diaria de hoje que o conflicto
entre o Rvdtn. visitador de Olinda e o Rvd. ex-
prior 'vai dant'o lugar que. apparecam boatos,
que, erabora sem fundamento, dio um certo mao
carcter ao claustro do convento do Carina do Re-
cife, rogo-lhe o especial favor de declarar qoaes
sao estes boatos.
c Espero de seu cavaUmrismo que nio deiSar
de publicar o que son^fni respeito de'mea con-
Tenho nislo empenbada toda a mraha dig-
i ite prelado:De V. SFr. Erico de San-
Jque, provincial
fetisfazer ao reverend*.) provincinl citar-
pos o boato que vagn pela cidade, ha dias,
1 se contava que no convento do Carrao t-
i" resudo um memento, s 11 horas da
por alma do Rvd. Fr. Joo do Amor Diwno,
Is est vivo e de perfeita sade.
a parte mais sensata da popnlacao nao dc-
mqs crdito tal boato, e depois sonbemos ter sido
rejadas em a tal noute o que se ehama malinas.
Poj- isso dissemoaboatos infundados.
Cremos ter satisfetto o Rvd. Fr. Erico.
LOTERA.A que se acba venda a 154*,
boielcio da Sania Casa da Misericordia, a qual
corre hoje.
PASSAGEIROS. Vindos de Mamanguape no
vapor Cururipe:
Joao Paulo de Souza, Jos Peliciano Machado e
1 escravo, Manoel Joaquim dos Santos Olveira,
Isnael Felieio da Cunha Filho, Adolpho Marques
de Souza, Jos Luiz Pereira Lima, Amonio Gomes
Ps*oa, Raymundo Newton. Antonio Ramos de Oli-
var Thevga, Vicente.
Viados de Liverpool no vapor Gladiator :
Roberto Ber'. John M. Cartney, Jo< Ferreira
d Silva Filho, Henry Dolby, William Ramey.
Sahidos papa os portos do sul no vapor in-
glez Douro :
Bolarmino do Reg Barros e t escravo, Dr. An-
tonio Goualves Ferreira, Dr. Pedro Affonso Fer-
rara.
CEMITIi'IO PUBLICO.Obituario do dia 26 de
julho de 1870.
Thereza de Jess Maria, branca,. Parahyba, 80
annos, viuva, Recife; cancro no otero.
Candido, pardo, Pernambuco, 3 annos, Boavista;
:onvalsoes.
Joanna. escrava, preta, Pernambuco, 13 annos,
solleira, Boavista ; varilas.
Anna, parda, Pernambuco, 3 aanos, Bavista;
hemorragia
Antonio Garca, preto, frica, 5d annos, sol-
ksiro, Boivista: tima queda.
Dr. Jo.- Antonio Babia da Cunha, branco,
Pernambuco. 40 annos, casado, 'Boavista; alTec-
cao pulmonar.
cHRtwm ji nuriRA.
TRIBUNAL. BJk. Elll. VI, AO.
SESSAO ra 26 DE JULHO DE 1870
?BKSIDBNC!A DO EXM. SR. CONSELUBIRO CAETAK0
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Coilho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. desem-
oargadores Gitirana, Lourenco Santiago, Almeida
Albuquerque, Motta, Doria, Domingues da Silva,
Regueira Costa e Souza Leao, faltando com causa o
Sr. desembargador Guerra procurador da cora,
abno-se a sessao.
Em seguida adiando-se incommodado o Exm.
Sr. conselbeiro Santiago, assumio a presidencia
interino Sr. desembargador Gitirana.
PaJBd&.os eito^dajam-se os seguntes jujga-
aientoT:
Aoaiuvo de ktiqIo.Aggravante, Manoel Pe-
dro do Reg Barros ; aggravado, o jnizo. Relator
o Sr. deseinharpador Dona, sorteados 03 Srs. des-
embargadores M-jtta e otninguas da Stlva.-'De-
ratn provimeajo.
AppELL.\r.oEs cr.iME?.Appellantes, Semiao Jos
e outro; appellada, a jnstica.A' novo jury: Ap-
pellante, o juizo; appellados, Jos Ferreira de
Araujo e oiuro. Improcedente. Appellaate, o
juizo; appellado, Jos Thomaz da Silva Reg.Im-
procedente. Appellante, Francisco Alves de Al-
meida VarejSo; appellalla, a justica.A' novo ju-
ry. Appeilante, o juizo; appellado, Manoel Vicen-
te Pereira dn Sonza.Nulln o processo.
Appelua8>:s civeis.Appellante, Paulino Pires
Faico; appellado, Joo de \zevedo Maia. Con-
firmada a senlenea. Appellante, Luiz Emeierio de
Figueiredo; appellado, Manoel Ali-xandre d'Arau-
jo Guerra.Receberain os embargos.
Deligencia chime.Ao Sr. desembargador pro-
motor da jnstica : appellante, o juizo ; appellada,
Francisca Mara da Caneaico. Appellante, Can-
dido Francolino de Souza; appellada, a ju-tt
ca. Appellante, o juizo; appellado, Jos Soares de
Souza; appellada, a justiQa. Appellante, ojjiizo;
appeiado, Jos Soars da Silva.
Delige^oia civkl.Ao Dr. curador geral: ap-
pellante, Ernesto Brasil de Hattoa; appellados, os
herdeiros de Miguel Ferreira de Mello.
Assignou-se dia para julgamento dos seguntes
feitos:
Appmxaqoesciveis.Appellante.o jnizn; appel-
lado, Mahoel Florencio de Lyra. Appellaate?. Joo,
escrauo ft ontro; appellada, a justica.
Appeu.acao civel.Appellante, Maria Joaquina
deSant'Anna; appellado, Antonio Dertino Pereira
da Carvalho.
PASSACENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
oargador Guerra.Appellacoes civeis: appellan-
te, Henriqoe Guilhcrme Steple; appellado, Anto-
nio Gomes da Silva. Appellante, Manoel Jos de
Lima; appellado, Joo Marinho Faico Seeupi-
ra. Appellante, Jos Cosario de Mello; appellado,
Dr. Ernesto do Vssconcellos Chayes. Appellante,,
D. Carolina Amelia Prente" appelldo, Manoel
Ferreira da Ponte.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque. Ap-
pellaco crime : appellante, Jos Lerino Gomes;
appellada, a justica. Appellacao civel: appellan-
te, D. Carolina Maria da Gmceico; appellado, o
barao de Alalia.
Do Sr. desembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria. A^pellsefies crimes: appellante, o
juizo; appellado, Joo Goocalves dos Santos. Ap-
pellante. o juizo; appellado, Joao Evangelista de
Brilto. Appellaeai civel: appaihnte, D. Cesara
Candida de Gusmo; appellado, Antonio da Silva
Gusmo.
Do Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar-
gador Domingues da SilvaAppellacSes civeis: ap-
pellante, Nicacia Maria da Conceicao; appeHado,
Alexandre Nogueira da Silva. Aprellanle, Jos
Marcolino Alves da Fonseca; appellada, a fazen-
da. AppellacdBS crimes : appellaate, o juizo; ap-
pellado, Julio Alves Galvo. Appellante, Jos
Tavares de Azevedo; appellado, Antonio Rodrigues
Costa.
' D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao
Sr. desembargador Regueira Cosa. Appellacao
crime : appellaotes, Joao Trajano de Mello e ou-
tro ; appellada, a rastiev
Ao Sr. desembargador Souaa Leao.Embargo;
embargante, Justino Pereira de Faria; embarga-
do, Joo Lnlz Ferreira Ribeiro.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Soasa Leo.AppellacSes crimes :
appellante, o juizo; appellados, Manoel Jos da
Silva e outro. Appellante, o jaizo; appellado, Joio
Affonso Ferreira Flho.
Dp Sr. desembargador Souza Uelo ao Sr. des-
jmbargador Gitirana.Appellacao orirae: appel-
lante, Luiz Francisco Ferreira da Silva; appellada,
a justicv Appe*lacoes civeis: appellante, Tasso
Irmo; appellada, a fazanda. Appellante, Joa-
quim da Silva Costa; appellado, Firmioo Jos Ro-
drigues Ferreira. Appellantes, Salvador de Si-
queira Cavalcante e outras; appellado, Joaquim
Salvador Pessoa de Sequeira Cavalcante.
A' urna hora depoi; o meio-dia encerrou-se a
sessao.
rniBl'XAI, DKJ) COIIERCIO
VGTA DA SESfiO ADMINISTRATIVA DE 25 DE
JUL>DE 1870.
'8BSIDBNGIA DO' KXM. SR. DESBMBARGADOlt ANSILM0
FRANCISCO PERETTI.
As 10 horas da matla, reuoidos os Sps. depu-
tados Rosa, Basto e >>aro de Crnan$Y faltando
con participaco o Sr. depnlado Miranda Leal, S.
Exc. o Sr. presidente afcrio a sessao.-
Foi lida e approvada a acta da sease de 21.
3IWTO1ENTE.
Officio do presidente e secretar da junta dos
eorretores, firmado de 23' do correte, apresen-
lando o boletim commercial da semana prxima
linda.Ao archivo..
Aos Srs. deputados foram distribuidos os seguin
tes livres : Diario e Copiador de Eduardo da Silva
Ferreira e Copiad )r de Ferreira k Matheus.
Visto o livro da orrespondeocia, encontpo-se o
registro regularmente feito al n. 10. -
DESPACHOS.
Reqnorimentos:
De Jd' Matheus Ferreira, registre- du orna pro-
Buraeao bastante Registre-se.
De Joo de AqninO' Fooseca, requwendo das
ia escripturas de dote, que aprsenla.Regs-
trera-se.
De Antonio Campos da Silva, a presentando para
ser registrada a nomeacSo de seu caixeiro-Manoel
AJve Paz Barrete Registre-se.
De. Maia & Landelino, apresentando-papa c- mes-
m fim a dos seus caixeiros Luiz Pereira dos San-
tos Lima, Josf Mariano Ferreira da Motta Caval-
caote e Joaquim Francisco' de Mello Ghi uaior.
Registre-se.
De Manoel Jos Paclieco da Silveira, tambem
apresentando para o mesmo fim a de seu caxeiro
Esfevao Laurindo Colno da Silva. -Registre-se.
i*e Jos Pinto da Costa Soares, curtidas de- estar
registrada a nomeaca de seu caxeiro Manoel
Francisco dos Santos Lins. -D-se.
Be Job Jacintho de ledeiros Rezende, no mes-
rao sentido quanto ao seu caxeiro- Pedro de Al-
cntara Moreira.Certfi De Antonio Bernardo- Vaz de Carvalho, registro
de urna procuraco bastante.Registre-se. .
Be Alfredo Jos An'tunes Guimares, de-Re
26tre-se.
D- Raymundo Pereira de Siqueira^.pedindo por
certdo se est registrada a nomeaco do seu
caxeiro Antonio Joaquim de Almeida, assim co-
mo qual a sna naturalidale, e o exercicio era que
foi registrada dita nomeacio.Certifique-s.
Ue Joo Baptista Boaventura Rodrigues de Al-
moida, submettendo a-registro a nomeaco d seus
caixeiros Augusto Doaventura Rodrigue de Al-
meida e Manoel Francisco des Santos. Regis-
tre-se.
Da companhia AJlianca de seguros martimos,
por sen mandatarioJeaquim Jos- Goocalves Bel-
tro, pedindo' o regi.itro de seus estatutos fim de
se poder estahelecer .nesta cidade.Vista ao Sr.
desembargador fiscal
De Manoel Francisco Carnero, Antonio-Joaquim
Tavares e Francolino Xavier da Faseca, submet-
tendo. registro o seu contrato de aoeiedade com-
manditaria.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Joo Baptista de Moraes oflerecendo regis-
tro a nomeaco de seu caixeiro Joao Praacisco de
Albuquerque. Registre-se.
De Joo da Silva Braga, pedindo ser nomeado
agente de leudes da capital da provincia do Cear.
Vista ao Sr. desembargador fiscal.
De Antonio Alves da Silva, socio coramaaditario
da casa commercial de Araujo GarvaWio de C, pe-
dindo que seu nome nao ^eja inscripto no compe-
tente registro com relacao a sociedade commandi-
tara Araujo Carvalho & C conforme permilte 0-
art. 312 do cdigo commercial.Vista ao Sr. de-
sembargador fiscal.
De Jos Joaquim Alves de Miraada & C reque-
rendo o registro da nomeaco de sen* caixeiro>-.-|
Pedro Fernandas de Castro Olveira e Manoel Bap-
tista dos Santo. Lobo.Registre-se.
De Antonio Pereira Dias, requereno tamben c-
registro da de seu caixeiro llonstanlino Pereira.
Dias.Registre-se.
De Peter Mnller & Lendgren, requerendo igual-
mente o registro da de seu caixeiro Joo Pecho
Mnller.liegistre-sc.
De Ci.rroll A C, no mesmo --entido resneetiva
mente aos caixeiros Antoniw Sabino de Torres e
Jos rtulino Calazans Torres.ltHisire-se.
Do Jos Antonio Goncalves Pereira no ir.eso
sentido quanto ao seu. caixeiro Julio C:lho do
Rosario.Como reqner.
Do Aatonio Mana Miranda Seve, tambera para
registro da nomeneo de seus caixeiros Alfredo
Daro Pessoa Braga* Antonio Goncalves Ferreira e
Manoel Cavalcante Uchoa.Registre-se.
Dp Jos Joaqurn Goocalves Bastos e Antonio
Alves, da Silva, submettendo registro o seo con
trato social.Vita ao Sr. desembargador fiscal.
De Vicente Ferreira Nones de Panla e Jos
Francisco Colho da Paz, submettendo igualmente
registro o seu disirato social.Cumpram o art.
2. S 7. do decreto n. 4505.
De Jos Antonio Moreira Das, pedindo por cer-
tdo se esto inscriptos neste tribunales seus cai-
xeiros e quaes os seus nomes e naturalidades.
D-se.
De Antonio Akves da Silva e Joao Correa de Car-
valho, para registrar-se-Ihe o seu distrajo social..
Vista ao Sr. desembargador flseal.
De Joo Corroa de Carvalho, Jos Antonio de
Araujo eAntonio Alves da Silva, para registrar-
se-laes o seu contrato social.Vista ao Sr. des-
embargador fiscal.
De Matheus Jorge da Silva, registro da nomea-
co da sea caixeiro Severino Jorge da Silva,Ro-
gistro-se.
De Manoel Jos Dantas A Filho, registro tam-
bera da de seus caixeiros Joo Antonio Lourenco
Vires e Hemenegildo Alves' da Silva.Regis-
tre-se.
Do Candido Alberto Sodr da Motta 4 C, no
mesmo sentido quanto a de seas caixeiros Candido
Alberto Sodr da Motta Jnior, Francisco Sodr
da Cunha Molla, Deloo de Azevedo Villarouca e
Domingos Antonio da Silva.Registre-se
COM I.NPOmUCAO DO SR. DESKMBARG.UpOB FISCAL.
De Jos Joaquim Goncalves Bastos e oulros, con-
trato social.Registre-se.
Hebabilitacao de Joaquim Jos da Costa Fajozes
Jnior e Jos Laurentino de Azevedo.Apresen-
tando os autos pelo Exm. Sr. presidente, adiado o
julgamento por nao estar presente o Sr. deputado
supplenle S Leito.
Nada mais sendo submelUdo despacho, o
Exm. Sr. presidente encerrou a sessao s 1* 1/2
horas do (lia.
SESSAO JUDIOARIA EM 21 DE JULHO DE
1870.
?RRSmNCIA DO SM. SR. DBSKMBARGADOR A. F. PE-
RRTTI.
Secretario, Julio Guimaraes.
Ao raeio dia declarou-se aberta a sessao, estan-
do reunidos os Srs. deserabargadores Silva Gui
maraes, Reis e Silva e os Srs. deputados Rosa,
Basto e baro de Cruangy faltando com partici-
paco os Srs. desembargador Accioli, e deputado
Miranda Leal.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
O eacrivo Albuquerque registrou'o ultimo pro-
testo de letra a 18 do presente me sob o n. 2067,
e o escrivo Alves de Brtto a 22. do dito mez, sob
o n. 2042.
t) Exm, Sr, presidente mandou renietter para o
cartorio com ptenla os autos de revista vindos do
supremo tribunal de jnstica entro partes, recr-
reme a directoria da Caa Filial do Banco isr
Brasil neet eidade, recorrido Manoel Jbsde Si-
(Oeira Pitwga.
acgwiaos est^Aftos.
Embargante o tutor do orpbaos filhos- de Her
colano Deodato dos Santo,.embargado o-tutor d><
orphos filhos de Antonio Joaquim Goncalves Gal- -
zsarSes.
JVLGAUBffTOS.
NSo estand* presentes oe-Srs. Accioli e-Miran- -
d.i'Leal nao foram propostos os feitos adiados as
sessoes de 14 21-do corren, eatrs parles, ap-
pe.'ktnle Antonia Fraacisco d Olivewa, ppeilado^
Tasso Irmos ; appellante FraociscO' Meodes Mar-
tin-:, appellado 9; Mara das Nev do Miranda
Oliveira ; appojtenle A re h a ny> Soares da Silva, ap-
pellado Antonio Jos le Oliveira ;. appellante o ba-
ro de Campo-Verde, appellados o administrado-
res da mazsa fallida Je Sever Hfhos- & C.; af pe-
anlo- o capilo Nfcelao Jos do-Capvaiho Brit, ap-
pellado o capilo Jos Herculano de Carva-
lho..
jfesPKICA*/
09r\ desembargado Reis e Silva jiiron suspeicao
e apivsentou mesa- para nova distribuico o fei-
to eclre partes, appellantes 8sadmin**lradore da
raassa- fallida de-de Anrim, Fragoso, Santos &C,
appalrado Domingos Brancisco Hamalho.
aacRAVOSv
Jaizc especial do cowmercio : aggravante i*e-
derico Skiner, aggravado o Dr Prxedes Gomes
de Seuxa Pitanza.
0> Sr. desembargador Guimasoes- neg-iu provi-
raento. \
Nada mais houre, e- toi encerrada a sessaa- a
meia hora da tarde.
CAMMUNIJPSL.
SESSAO EXTRAORDINARIA A09 2 DE JNMO
D 1870.
PIBSH)ECIA DO 3B. SUIEIRO ft'0NWNU:%DA PELO Sfc
COSTA JUNIO:
Presentes os Sf. Dr. Moscoso, Peseoa da Su*.
Dr. Bitanga e IV. Sew, abre-se-a seseo lida.
e pppovada a acta da antecedente.
Lea-se o seguinte
kxkdientr:
Um> officio do Exm. Sr. presidente da provincia,
de 2'.. ilo correte,- autorizando a careara, em vis-
ta do que a mesraa e&poz em cu tro do 8 do dit
mea sob d. 41 a elevar o salario .dos serventes- do
cemiteno publico desta cidade, a 1^600 rs. dia-
rios. Inleirada e-qn se cptcnMiniqjae ao adpi-
nistrador.
Ulna pelico do baio de Uaa. cora despachada
presidencia de l$,do (torrente, na qual reclama so-
bre a edificacao que est faaendo ioti Jacem
Taseo, 00 caes ele Afolle. Ao oogenheiro eor-
deador.
Um offlcio do juii unicip;l. da. V vara, oam-
municando a cmara que, teio lindado boje o
seo/iatriennio, dexar o exercicio da uiesma va-
ra. Inteirada.
'otro do advogado, dando-san parecer, aserca
d-v- aretenco dos retigiososos capacbinhos.in-
te nada, que se oflcie a S. EJcCi-roaaeltendo oopia
dO"mesmo paraepr.
Outro do procurador, pediado qj^ se Ihe man-
dasse levar em conia a qua despender eom a desapropriaco do terreno da
Cptinga outrlra pertencente ao Dr. Antcnio de
Ara ojo Ferreira Jacobina.Qae se ordenasse a >
oonlador, que levo a verba competente esta, des-
peza.
Ouiro do contador, informando sobre o opo re-
qnereu o ^olicita(ior Jos Coelho da Silva ninjo,
lera a dizor que da quota vetada existe, anda
verba para.desp&ias judieiaes.Que o.preiiuxador
eoiregasse x quaatia pedida, pelo mesmo. solici-
tador.
Outro do mesmo, inforraaudoa peticao. de Je-
saino Ferreira da Silva, tem-a dwr qu lelacon-
ladoria nada coasta a respeito do pedido du siip-
plicir.te.Que-o procurador leudenJ.)-se coca
o mesiaoJesuino, trate do dar baixa n 1 bjppothe-
ca feita cm seus bens.
Outro do engenheiro oordeador, info-^iaiido fa-
voravelmenlk> petifao dOrDi Clemeulsiia heodo-
ra da Slva.Coneeden-se.
Oatro do "-esme, informando o requormenlo de
Antonio deSouza Lei.Mundou-se cordear.
Outro do- mesmo, informando favoravtlraenie so-
bro a preteaco de .\utenio Jos Duarte Coimbra.
Concedea-se.
Outro do mesmo, informaado acerca da preten-
{o de EX abbade lo mosteiro de Sv Bento. _
Mandou-*e cordear.de conformdade com a plaa.
Outro do mesmo. .informando taveravelmente o
requeriraento de Jbao Ferreira da Suva. Conce-
'Jeu.se.
Outro do mesmo, informando fivoravelmente a
pretencao de Antonio Jos Pinto. Concedeu-se.
Outo do lisca] da regnezia da- Jaboalo, res-
.pondendo ao que Ihe foi enderezado era 15 do cor-
rento e hoje recebido, declara que- tendo feito n-
da W deste mez, corieecSo de porcos que _vaga-
vara pelas estradas e mas d'aqaella povoaejo, f-
ra pegado algun, sando tambem tres que perteu-
ciam a D. Mariana Augusta da Rocha Bastos, os
quaes aehavam se a raargem do rio Jaboalo em
frnte residencia daquella saahora, sendo porm,
inexacta a noticia de terera sido tirados do qnin-
tal de sua residencia, e se a considerla incurs
do ari. 1 do-tiU. *" das posturas em viger, foi en
razo de nao poder ler ella.porcos vagando pela-,
ras.Posto era discu?so, resolveu so mandar
advertir ao fiscal, qne no exercicio de suas atlri-
buicies nao Ihe competa o direito de entrar ni
propriedade atfaeia.
Foram approvados dous pareceres da eommis-
sio de saude :
O Ia- no sentido de se deferir faveravelmente a,
pretencao de Manoel Jacintho Coelho, o qual ped>-
iicenga para fazer um pequeo forno para assar
doces na casa da ra do Ouro.
O 2o tambem de se deferir a peticao de Carias
Vandu Qoindun, pedindo licenca para collocar nm
pequeo alambiqu aa casa n. 32 sita ao Caes do
Capibaribe.
Foi igualmente approvado om parecer da com-
misso de peticSes no sentido de se mandar p-
gar ao ex-tlseal da freguezi de S. Jo, ioaqnii
Cavalcante do Hollanda e Albuquerque, a quanlia,
de 324600 qu despender por occasio da cheia
do anno passado, votando contra o Sr. Gameiro
raembro da mema commisslo e o Sr. Dr. Lobo
Moscoso, visto nao haver na le do orcamento mu-
nicipal quota para soccorros pblicos.
Tambera foi approvado um parecer da commis-
so d'edificaco no sentido de ser modificada a h-
nha da roa da Hora na fregnezia da Boa-vista.
A eoramisso de polica apreeentou tamben
um parecer, qu posto a votos foi approvado.
A cemmisso ae polica, i quem foi enviad*
officio do Exm. Sr. 'presidente da provincia, tm
que determina o pagamento da qoantia de i4
despendidos pelo ajudante do administrador da
casa de detencao com o euterrameotodos cadve-
res de tres escravos, cojos senhores sao ignorados,
firmando S. Exc. tal determinacao no "officio diri-
gido pelo inspector da thesourria, allegando de-
ver pertencer a cmara este onus, depois de exa-
minar a questad de parecer que se pessa licen-
ca a S. Exc. para nao se faxer effectivo ess paga-
mento, por quanto nao s nao compete a cmara
o sustentar os escravos de seohorio desconhecido.
como alftfla quando tivesse encargo, nao devia pe-
zar mais oolro con o de fazer enterrar-k, pare-
cendo que estas despezas devem correr por conta
de ausentes, alen? djsso p|o ha yerba destinad)




*
Diario de Peinamb&co Quinta feira 28 de Julho de 1870.

para laes despezas. Espera a cain ir que se nao J-
ii.beleca o precedente da *rem Ues despezas I
IMTfUale ido sutes correr pela thesou-
Tam peovinecal, a cajo cargo se achara as despe-
zas cum imn
ti 22 de junho de 1870.
D-. (rito
Eleve eir. orara e foi arrematado os aluaueis
dos islhos as. il 13 e 13 por Bekirmlno Al yes
d'Arocua, cum fianc* de Manuel Joaquim Bitptis-
ta,e peta (jnaniin aasuat de i.393 e o dea. 10
por Leonardo Rufino de Froitas e pela qiiautia nn-
amaldc UJ;)0Ofa diMierro) por eepe de um
ana elres mezo.*,, a cuitar'do .1" de J** V'Q"
domo 30 do seembro do anao de Mf 1. fenao
8 nesinos talhos do lado do ul da ribelra di fr-
guexia de S. Jo-.
Dcspairharain-se as peliro"*
Oe Amonio Jos 3oart* Coiobra, Antonio de,
tonca Leso, D. Areellna Xavier Caraehro Rodri*
Unes Campelo, D. abbade do mosteiro de S. Beato,
Ah od de Oliveira, D. Clementina Tneodora da
Silva, Flix Lins O.valcaute, Guilberme Joaqun
da Silva Traga, engenheiro civil Joaqulm Pires
Curneiro Uonteiro, Joaquim Pereirado Sofiza, Joio
"kan,i CordtSro Lima, coinuiendaor Joio Pinte de
Leine*. mllicitador Joaqulm Cavolcate de Hullanda
Arhui|uer,|fle, Joaquim Francisco de Paula Este-
m Clemente e Candida Rosa Ferreira Esteres,
Jaquim de Assnmpeao Qieiroz, Manoel Joaacim
f-WieiraEsteves Maia & Mello, Manoel Joe Pe-
jvira, Maaoel Paulo de Albuquerqu % Manoel
'Fraturisco Dnarte, Manuel Mari 3o Nascimento,
Mau.-el de Sonta, Ordem Teroeira de S. Francisco,
Thcinaz Coelbo tisuma, D. Umbelioa de Lemos
-tinimarses e levntense a sessio.
Eu Augusto Germino de Figueiredo, offlcial-
uaior seriade de secretario a eserevc
finio Jos da Costa, pr-prcsidento.
Ignacio Pessou la Silva. *- Gaetano Cyriaoo
*U Costa Moieira Jos Maa Freir Gametro.
-l)r. Pedro de Athagde Lobo Hoscoso.
PUBCACOES A PEDIDO.
Negactos lo Asyo d Hendi
cidade.
" VII
Nos doas ariigos anterioras demoflaons-
ti>i que nio so qoe a rarjao diaria marcada
para oada mendigo nunca foi gasta integral-
meato, como cambeta que as somas sabidas
da thesouraria provincial nao foram todas
entregues ao .\sylo de lendicidade,' flcando
^dllas sobras superiores aos ordenados do9
pregados que a Saata Casa tem pago, e
<|o WMtsegutnlenenta o Exro. Sr. Provedor
arriscou aasevartfcaas ir*xactas.
Hoje von anda mos'- r que nao f-aroa
as inexaetides, b que u ;.;';ho do seu re-
Jrtori, que pnsso a tMM .'ver, t5o ineza-
ct i como oh tros qoe j transe evi e^refut.:.
Destas & rtase papis, senhores, se r*
preetni.; que o pessoal do aaflo, sendo
pituco mais ou menos igMl ao do hospicio
4m alienados, sua despeza em proporcio
tem sido -tres vezes maior, e, se as cousas
nlo tmidarem. sera igna!, se n3o superior
a do i uspitl Pedro II que tem triplo pes-
soal dVniesino Asytt.
Lresle le~pe?:s d.) Asylo tem ido em crescimetito
sensive!, e que das sitas contas e papis
que o Sr. provedor tira a base desta sua
opiruft I
E' demasiada cor-agen esta do Sr. pro-
vler1 Refere-se a papis c contas que so
jNtitta demonstrar o contrario do que as-
vivera 1
Eis a prova:
Ow 3 de M.ro a 30 de Abril toda a
4fwca do Asy o foi de 3:5744218.
N<- ineio de Mato mootou a 3:711(5741-,
e no de Junho a 947#160.
ysea pois, que em vez de augmentar a
tkspeza, ella diminuio. conside avelmente
no nez de Jutiho, e que s preterindo a
vifHade poderia O Sr. provedor asseverar
ousa diversa.
Ni pwwliiBl esto ncitiidos i s salari- s do pes-
5o:l, -ci mo sejam cnados, guardas, enfer-
toetros, barbeiros, feitor, urtelo, serventes,
C;'-ztiiheiro etc., e tambem despezas ex-
traordinarias di preparativos necessarios
para a abertura e organisagao do Asylo.
Sabem lodos que o Asylo foi um estabe-
kcimoilo novo, que tev de ser montado e
iUfialii, e que nao se podia fazer isto
sem deurpezas extraordinarias, sem pagarse
ati'; um certo tributo de tnsaio e experiencia;
nao era um estabelecimeoto j organisado,
mde tido estivesse regularisado e e^tabele-
ckJo.
Alea disto o Asylo n5o foi creado como
casa puramente de caridade ; quiz o seu
dimito inUituidor que se tirass.; delie algom
P'O.eito, que fosse um estabelecimento de
easino te fosseta approveitidos os bracos ociosos
Ha relaro da sin aptido e capacidade ; nao
um -isabelecimeuto como os outros a
-arge da Santa Gasa, ao contrario tem d ser
ali crea las diversas oficinas, e o s;t.o apru-
^'iiado, como j est sendo, para planta-
cSes.
Tudo isto exige despezas fura do com-
mura. principalmente na creaco e comeco
Entretadto o Sr. provedor nao desconhe-
ceudo estas condicoes do Asylo', leva a sa
ui f a-- ponto de querer comparar a des-
prza geral desse estabelecumeolo cum a pro-
(Hiamente da aiime tacao dos outros a car-
go da Saa:a Casa, para chegar concluso
de que a sua despeza mensal maior que
a do liospici-) dos alienados, e quasi igual
a do hospital Pedro II
Isto e quasi urna perversidade, orna
indiguidade, que tanto valera a falsa f, e a
,-tlervozia.
Ouizera que-o Sr. provedor me dissese,
pial a despeza mensal, querdo hospicio dos
alienados, qaer do hospital Pedro II, inclu-
sive pessoal, e todas as diversas despezas
tuecora elles se fazem ? Qoizera quo fosse
conlr eido do pubteo o total destas despezas,
para saber-se o quauto desleal e aleivoso
o Sr. provedor.
Os estabelecnteatos de caridade teem um
patrimonio qae rende talvez somraa supe-
rior a 200 contos por anno, tem um auxilio
4e 40 cootos da provincia, e tudo isto goq-
some. e nao obstante a boa flscalisaco da
Santa Casa, e notavel economa que resol-
ta dos coatractos lavrados na competente se-
cretaria, esto oneradoe coto dividas avul-
tadissima^,devem de pi mas de 12 cja-
tos e de carne verde mais de 401
Por qae isto acontece nao sei; o qoejsei
qae a santa Casa por este caminho che-
ara a bamareta, isto porvmuito boa fis-
!alis3c2o e economa qae tem os seos es-
tabeieciuaeDxos.
O Sr. provedor bem sabe do rifoma-
ina em vez de por em boa ordeno -os ne-
dos patrioionioi. a sea encargo, li-
rou-S'i dos seos cuidados para iusinuar ca-
haanias contra o Ayio, ajaerar os facis,
netter ioexactidees, o qn nwgwra es
jm devoio e aforcarado corla.
joc beta s-be que costra os mandaoten-
a datei de us oknaotarlaotestemu-
aao.
Senhores, principoi errados, difficol-
tosos Das, di provedor !
P que ola se: precis fazer para che-
gar o A'jylo ao estado em que deveria tei\
principiado a fnneoionar9 Maita dodlidade
por parte dps empreados, que foram craa-
dos indeoeodente da jactas, muito boa voa-
tade dos presidentes, esforcos aturados e
perseverantes de, administracoes, de miseri-
cordia.
Por tim de conta cahio o bomem na de-
clamaoio!
E q*tai todo declamador capadea
aleivoso.
Convenho em queprincipias errados,
dificultosos lias, fazendo applicacio a
Santa Casa, caja instituicao resente se de
ama concentracSs de autoridad e podero
taes, que nao pode deixar de ser um om-
baraco ao deseavnlvimenlo dos estaboieci-
mentos a sea cargo, urna difficaldade para
a admiaistrac3o da provincia. Para cotlo-
car-se no p em que devera ter comcado
precisa sem duvida muita docibdade. das
jaat^s, b6a vontaie dos presidentes, e re-
soloco firme da asseatMea provincial.
Mas o Sr. provedor como queria que o
Ai'ylo comecasso ? Sem dovfda adstricto ab-
solutamente a adminrstfacio e acalma-
da da Santa Casa Quera que ama 4ns-
ton;o como o Asylo, com fms differeo-
tes dos que tem ourtos est*1)eiecimetos a
seu cargo, ficasse como estes na inteira de-
pendencia o gerencia do Sr. provedor "
Queria alm disto muita docilidad dos em-
pregados, iste $ue estes vivessem em
constante adulacao a S Eic!
K' o fraco do santo homem, querer que
o adulera, como o morinhola qaaudo di-
zia,rom bom modo, pelo cabresto levam-
me a beber Ion le.
A fatuidade, a vaidade, o amor de si,
ningnem o tem mais do que aquette todo
beato e contrito do Sr provedor.
Quera tambem boa voitfade dos pres
dentes, isto presidentes as suas ordens
aos negocios da caridade I
Ah o Sr. provedor sabe pedir, pede
como um hespanhol!
t A aserabla provincial deste anno
quiz tirar-nos de urna grande tarefn, pe
que a qainta junta, logo que -teve conheci-
mento do projecto do orcamento provincial.
deixou de aprsenla/ a oresidencia as m
(Jificaces que converi fazer nos sobreditos
regulamenios, pois fra o que este racom-
mendara-lbe em reposa aos dous oflicios
de 2 de abrd e 6 de maio, e ter-sehia li-
mitado, cerno fez, a contestar com os
dados pelo proprio director ministrado as
raides que elle apresealou para explicar as
eGessivasjdespeeas do estabelecimento con-
fiado a um g'iverno e direccao. se a mesm;i
presidencia nj tvesse em olficio de 13
de junho oltiinj insistido era ordenar o que
.j havia antrriormente ordenado,
Com este trecho dea fundo o Sr. pro-
veedor f
Com que pozar falla elle da grande
tarefa de que a assembla provinrjl o quiz
libertar Com que pezar vio o Sr. prove-
dor fugir-lhe das garras o pobre Asylo de
Mondicidade, que elle queria devorar ?
No seu ultimo arranco do despeito, ainda
quiz dar-lhe um bote, diaendo que era com
os proprios dados fornecidos pelo director
do Asylo, que apresentava pira explicar as
excesivas as despezas do estabelecimento,
que contestara os meus oflicios, em re-bos-
tas a >s seus aieives I
Pois bem Sr provedor 1 Ponha estos
dados a disposicao d quem os queira ver.
mndeos pubicar, para ver-se qnem o
cavilioso, quem o que tem posto a vordde
era sacrificio, se en, -o o autor do fam >so
relatorio,
Faco este appello a sua dgnidade.
Na competente secretaria esto as contas
do Asylo, convm que ellas sejam vistas e
examinadas por quem as quizer ver.e ave-
riguar os fados, Um de nos dous tem
mentido ao publico, e s por es e meio po-
der este virilizar qutm o tem feito.
Recife 26 dejulho de 1870,
J. P. Baraeto de Mello Reg.
. Ao publico.
Sr. Dr. (Francisco Lucas de on-
za Rangel.
Duas palavra* aates de refutar sua elegante-dc-
feza de 26 do correule neste Diario.
cy Voz do povo, voz de Deus.
O homem que frequentes vezes se inculca por
honrado e probo, da justos motivos de uspeitar-se
que nao tal. ou tanto como s>! recommenda;
assiin disse o rnarquez de Marica.
Sr. Francisco Luiias de Si-rua Rangel, as esen
cias ao .-o puardarn em toneis, e sim em frasqui-
nbos, eome disse um phildsopho, por tor-se eriiici-
do de seos pequen >s eso i|Hos. Eu lhe acho razio ;
porque aquello que menos razio tem, este que
jascamente falla mais alto, e mais escreve, alim
de sea grito abalar a enfraaaecida vuz da victima,
que ites jezuitas !___ de sua eorapanliia.
Pelo qqt' 4-se centenares de povos gnlando
contra o estado, entreunto qoe elle povos sao quem
menos razio tem : assim fez V. S. alim de caia<
no animo do Ilustrado publico, julgador impassivel
de bobsos direitos e aecoes I......
Sr. Dr. Francisco Lucas de Sonza Rangel, eu
sou Peroambuc-ua nacido o creado' na fivguezia
de Santo Antonio, e V. S. filho da Praky
bal...
Nao h escripto serio ou nogento pasquim, qix>
desdonrem mena actos polticos, moraes e eivis,
nem a vermelhi lao me sobe aa faces, nern a le-
videz cadavrica me f.ir baixar os olhos sobre a
trra, para onde todos nos horneas orgalhosos, ve-
chacos, ladrees e trapaceiros iremos esconder-nos,
O superbe, quid superbis ?
Tua suptrbta te suptrabi,
Ttrrjt es, tt in terrn ibis,
Mox erit quod egv nuac,
Nao qaero, e nem desc,,) de minha humilde dig-
nidade em refutar tactos de saa vida privada. Nao
sos psequineiro, eacrevo por um jornal ooacei-
iuado, assigno-me s digo a vendada nua e erm.
Nio sou asss sagaz ou mankoso para aerasa-
is ou defender seas actos de qaera e alm, s sim
.tecnso sea procedimento relativo a questao de per-
lilha^ioa mais negra infamia I Sor coasciencia
Sr. Dr. Kangel que o diga, nao em publico poror
em particular.
A na teropo direi, pois nao lenho pressa e se
sua hfpocresia 6 Beugma como a do mglez, o meu
NdVidePernambucana. Se naoentondmia minlia
punlicacao, esmerilhe saa consriencia que enten-
der, e se depois de examinar sao quizer emnde-
la, eniio espere, naolenha pressa qaemuitos ontrn
de maior jaez tem sorTrido, e o sea quebrado com-
padre a quatro anaos tem soffrido ; nio as dores
rheumdticas, e sim o sea ieslial procedimento, nio
por que nio o e>perasse, mas para com o seu in-
nocente afilhado?
Eis, puhlico sotlredor e espectador mudo da
laaus vellucadas e infamias que val por este njun-
d", durmindo no' p da escunaio, e o qae mais oe
di no intimo d'alma.
Paremos.
A presente ti eiu sosale para/eper desde j
com toda miaba dignidade e caraeter de hon ero
que presa ua familia o honra e era dlzer da*
Odies xaeniaos nio i moa, e que a3o jonva
dar-se um titulo de diguidadi a umaaveniui
pr tesluta, e que ir-se cam
groa malrier dess, a paz de saa esposa-, antes a
rourte que tal honra .orsn a honr.i e
hypoeresia do Sr. Dr. Itangel sio ignaes ao do
Beeage, cantando a porm a minha nio,
mil vezes nio.
E *e alguem ousa assim pan?ar, do qailatere
do Sr. Dr. Rangel.
S os lapidarios conhecem os diamantes, epo-
dem avahar o gosto e valor qoe \
dern .ter, por tanto nio sei se elle ter ra-
zio.
Miserias!...
Os mos nio podem vi ver em solidao ; btacam
companhias deleitareis, [mr qae tem roedo e hor-
ror de si propriodisse
Recife II de julho e 1870.
Joiio Paftista Gomes Penna.
O mmaeanr Pite de Caafoe
Percorcendo em ligeira leitnra as colum-
nas da alguns jumaos da Italia, muidos pelo
paqaete Douro, encontramos na vnita ca-
THOUGa, um artigo, em que sao apraciadas
as cualidades do nosso comprovinctaoo,
moasenhor Pinto de Campos, orno orad- r,
e como eecriptor, de modo asss lieaegetro
para aqaelfe nosso patricio, e mesmo para
o BrasiU e julgando-o dii dos idus irados le lores desse Diario apres-
samo-nos em traduxi-lo.
M italu. oaASiLKji'Aota PintodkCampos
< A 28 de jutiho falava-se na nessa c-
mara dos deportados' a respeito das rea-
(;es da Italia oem o Brasil, o de certas in-
demiiisacoes que pedamos pelos dainos
da guerra de 1865, causadas a tima colo-
nia italiana no Uruguay.
Dous dias depus tirrnamos a honra de
acolher em' Torim, e de passar um dia in-
teiro com utn dos mais eioqaemes e doutos
deputadosda naCo bra?ileira,oSr: Joaquim
Pinto de Campos, asss conhocido por seus
discursos parlamentares, e esc'riptns pole
micos. Vinha elle de volta de ama viagem
a ierusalem e a Roma, onde passou qpatro
meies, e imprimi algumas bebissitnas' pa-
ginas sobre o concilio e a infaflibilidade pon-
tificia sob o titulo ecordagdes histricas
ou verdades sabidas.
as nossas conversas nos dea preciosas
inormaces sobre o estado poltico, reli-
gioso, e financeiro do imperio do Brasil, e
sobre os motivos que provocaram a guerra
contra o Paraguya, conseguindo convencer
nos que o Brasil, destruindo o tyranno L-
pez, havia prestado ara servico assgnala-
dissimo a religiJo e a civilisaco.
E' doloroso que a diplomacia brasilera
no curso da guerra com o Paraguay nao pro-
curaste fazer conhecer bem na Europa as
causas, os meios e o tira daquella guerra ;
o sangos e o d nlieiro que custou ao Bra-
sil, e a gloria que este adquiri com a xic-
toria. Por esta razo nos sabamos pouco
ou nada a respeilo do objecto, qoe oecu-
poa a onssa cmara dos deputados na ses-
sio de 28 de junho.
0 Ilustre S.r. Pialo da' Campos nos
fallou com certa veueracao do seu Impera-
dor D. Pedro II, princjt'6 de vastos cunhe-
cimentos e de sentimentos profundamente
catholicos, e bem assim de sua esposa D.
Thereza Christina, filha de Francisco Io re
das Duas Siciljas. e ^ tanto honra o uome
italiano n'aquellas regioes.
Das (aucas brasileiras o Sr. Pinto de
Campos nos disse smente sto :que de-
pois de coGo annos de guerra com o Pa-
raguay, o Irapsrador ao arrro parlamento
declarou que havia verdadeiro equilibrio
entre a receila e a despeza: E pelo con-
trario muito se maravilhoa, qnando, lhe
falianios das medidas finrnceiras do nosso
Qiiiiitino Sella.
Da nnidade italiana nao cornprehendia
nada, mxima porque foi prejulicado em
certos bilhetes, que tinlwm curso em urna
cidade e n'outra nao. E enlo nos pergun-
tou : E esta a voaM unidade nacioufl ? A
moeda qoe torre na Arexandria nioeaorre
tambera em Turim ?
Do-Santo.Padre e de Roma Pinto de
Campos veio santamente enamorado
Quatro ateces, nos dizia elle, eu passei
em Roma e em todo esse trato de tetnpo
nao li nunca a tulioa de um suicidio e de
um duello. Basta isto para eu admirar a
civiltsac3o romana em confrontaco da pre-
tensa civilisaco que reina as ootras partes
da Europa. Os romanos amam a Deas, a
si e ao prximo, tres ariigos da mais bella
constituicao.
Apresentamos o Ilustre publicista A al-
gumas familias da nossa cidade e por toda
a parte deixou nm alto conceito di sua
nnbresa de suas maneiras, e da ilustre na
cao, que representa.
, Contrabindo com elle urna auiisade, qoe
a distancia nao esfriar. nos disse ao sepa,
rar-nos E' possivel que nao nos veja-
mos mais seno no dia do juizo final sob a
bandeira de Jess Cbristo. > E este san-
tsimo nomo foi o ultimo, que colbemos da
bocea do deputado da nacSo -brasileira.
Senhores redactores.Nunca foi intencio minha
escrever para o publico, neta fazer quelxas, que
tal vez oto sejam ouvidas; mas toreado no mea
leito de dores, no desterro de minha vida e pdc
ser na sepultura de meus ossos, conservando aioda
a dignidade de qnem se prez:', nica que me resta,
taes >io os meus solTriraeotos, toreado pelo alteres
delegado de polica, Manoel Aprigio de Moraes, ve-
nho ex por ao publico o que acabo de suffrer para
cunho de meus peccados, e para oais martyri >s a
que me sugelUram os mdicos dessa capital, des-
cerrando-me este ar da vida e da sade, mas onde
um mal maior, qae o meu, vei duplicar miaba
afllicio, e decepar roinha esperanza de sade, a
polica deste infeliz termo.
Hontem pelas 3)4 horas da tarde foi a casa de
minha residencia invadida por ama forrea de poli-
ca, a cuja frente estavam p delegado Moraes e o
.ommandunte do destacamento Antonio Henri jues
de Miranda, os quaes intimaram a minha prisao r
a de oito amigos meas, que me vieram visitar, di
zeado logo o alferes commaodante qoe nos levara
a sinturao; e observando eu aos senhores da Curca
a injuslica e arbitrio de aemelhante acto, fui pelo
delegado injuriado com o epitheto de amarello, e
outros proprios de sua .Mta e fina educacio, orgu
loando-se n dlzer que tinha mais vsrgonba aa
sola de seus sa patos do que nos em nossas earas,
(expressoes suas) e nao desabafado com tanto nos
manda de um em um para a prisao, escoltada por
soldados, pretextando como motivo de nossa pri-
sa^ nos ter acbado jugando I Os meas compa-
nheiros de infortunio tudo se submetteram sem
proferirem. urna qaeixa, sendo eu o nico que re-
clamei; porque em meus das nao lioba ainda pre-
senciado tanlq tlesmando e loucura, par urna au-
toridad, que Um obf igagao de cumprir smente a
lei.
Ghegados a prisao, poucas horas depois, fomos
sollos, passada a ira e a colera do Sr. delegado,, e
seu commaudante, ou che gado o arre pend intento
de ama facanha, que enebeio de pasmo e indigna-
cao toda esta villa.
Padeco do peito, tinba tabre, fro e dores
de cabeca quando me afarraraia. esta va fra de
mira mas pude chegar ao meu destino, as a for
ca do siuturio do Sr. alfcres Miranda, a a sola dos
sapaios do Sr- delegado me fcrum. os ouvidas, a
ainda nio me saturara do peosamento.
Tive ama recabida, minha molestia tomou #lor
carcter, tudo snffro resignado, so nao posso es-
quecer o insulto, o ataque, a Uyuria, ana me ate-
tara p Sr. delegado < seu ommaadaae de desU-
camsoto, e me faz lembrar o iaio qpe as allimas
agonas da morto dlzia ao burro qae o foi escou
r dalmorta, do que tu, ani-
mal dispresivel, me vabas ultrajar Como o leao,
as condicoes smente da morte, es sofri dous
coace?, nao sennodo'tanto o cooce do horra, caalo
o do t-avalHnha fus par mira mais dispresjvel,
do cavallinho o> galio bem conhecldo noeorpode .
polica, e aqui o lambe pratos alheios, o rabo-leva
da polieia, a vergonha de sua ciasse, o espiio de
todas as eosinbas, o mexeriqueiro por Toeaei
ajenlo adulador
E>tou convencido, que paguei por meas amigos,
por mens boapades, que me vieram obse"qaiar, pois
nao conb* nunca s olfendi, son um-
noSD*> T>68ta torra, e oao tonho iniraigos,
,nem pot potinca fui incomraodado, sou conserva-
e aera espera va tal desacato; mas estoa eren
> quo unto se falla n polieia femenina de-te
urmo, que se oceupa raaw com es atavwn Go-
do qae com 03 deVeres de urna autortaade
prn Jeme e moralisatla.
Que tonos injusta e arbitrar i a mente presos e
desfeinadw, prova-secomaioiea soltura imme-
dUta.
Qoe eos etavamos joganda. por nuil que quei-
ra o Sr. delegad provar nao pode, porqiw nio
ser capaz de contrariar o testemunho de todas
desta viHa, exiem acho a em noess osea bararbo.
ou outro aaalquer instrumento 00 visos de joto.
Poderia chamar a barra dos tnbunaes este dele-
gado indiscreto e imprudente, e responsabilisa-lo
por seas disvario.*, mas por condeMeodeacia a po-
ltica a que me dtfvtel, tando em expr ao puolico o que tanto me tem
iocoramodado, e rogar ao (toverno da provincia
pro*|danefecs, que chame est menino loaco ao
restrictoumpnmento de seus deveres, nao repro-
duziudo mais actos de tamadha gravi Ude, e que
delxam bem patente seu genio arbitrario e violen-
to, violento e arbitrario, em mea prejuizn, que nio
po^so mais d'aqui subir nem deicer. lal o ostado
eritico, em que me deixou o abalo que me causn
lo ipiualiflcavel violencia praticada com qaera
cuida mais as coutas da morte, do que aas vida-
des da vida.
Sirva o que acabo de narrar de licio aos que
sio mandados pelos mdicos aqui se curarem de
molestias dos pulmoes. porque se acharem o ar
benigno, e a gente hospitalera, corao felizmente urna pelicia tresloucada sem atCencio
nem respeito a.s afflictos e moribundos Ibes dar
preco aos poucos dias de urna vida augastiada
como a minha.
Em conclusio rogo aos senhores redactores, qae
m.mdem insirir em seu conceituado jornal estas
litinas pelas quaes se responsabilisa o sea contante
leitor.
S. Bento, 19 de julho de*870.
Juvencio Antonio Gaio.
CABO. t
Com esU^epiaraphe tem publcadoo Sr. Jos
Paulo do Reg Brrelo qm annuncio relativo
propriedadePaivasituada na comarca do Cabo.
Pelos documentos abaixo publicados v se que
o dominio til de Ul propriedade, que alinde o
Sr.-Jos Paulo, toi transferido pelo Sr. Sebastiio
Antonio do Reg Barros, em 18o3, ao Sr. Manoel
Mo Carmo Canna de Assucar, e me foi vendido
por este em 1860.
A conidio n. t destre as duas afflrmativas do
Sr. Jos Pvau!o.. Ser curador dos orphios de um
herdeiro a quem o negocio toca, e consur do car.
torio do escrivo Araujo, o que se le era Ul an-
nuncio, ambos sao falsos.
Nio sabendo que interesse poderia levar o Sr.
fes Paulo a fazer lal annuueio, limito-me a pu-
blicar os documentos que provam a inexactidao
daquella pnblicacio. '
Engenho Santo Estevio, 25 de julho de 1870.
, Estevo Jos Paes Barreto.
DOT.UMBTOS.
X. 1. IUm. Sr. Dr. jara maorcipalDiz Este-
vio Jos Paes Brrelo, que bem da seu dircito
preeUa que V. S. lhe mande dar pelo escrivo
Aranjo certidio do seguiote ; Prmeiro, se o ma-
j ir Jos Paulo do Reg Barreto curador dos or-
pliaos do algura herdeiro do engenho Boto ; se-
(Tundo, se no inventario de Sebastiio Antonio do
Reg Barro, ou de saa mulher, foi descripta a
propriedade denominada Paiva como bem do ca
sal desie, ou de outro qualquer casal, que lenhi
orphaos. Nortee lormo* pede V. S. deferimenlo.
cabo, W de julho de 18;0.
Jos* Goncalves do Reg.
O capitio Manoel Jos de Sant'Anna e Araujo, sar
ventuario vit.tlieio dos offtcios de 2* Ubelliio
de notas, escrivo do crime, civel, de orphios e
ausentes deste termo da comarca do.Cabo da
provine de Pernambuco por Sua Magestade
Imperial e Constitucional o Sr. D, Pedro II.
ouem eus guarde, ele.
Certifico ao primeiro quesito, que do mea car
torio nioonsta, qn o major Jos*Piulo do Reg
Barreto seja curador dos orphios; ao segundo,
certifico que revendo os inventarios, que se pro
eedfU em 1854 por bito de D. Francisca de
Paula Xavier da Maia, casada que foi 0111 Se-
bastiio Antonio do Reg Barros, e ao que se pro-
codeu por bito deste, em 1857, nao consta n'el-
Ics que a propriedade denominada paiva, siU no
termo desu villa do Cabo, fosse descripta, ava-
hada, e partilhada como bens do casal dos ditos
finados; e nem do meu carlorio conslla que a
referida propriedade fosse de outro casa, que
ti'esse sido partilhada com orphios ainda exis-
tentes.
Ao meu carlorio e inventario me reporto, e
e pasH a presente, que vai por mim escripia e
assignada nesta villa do Cabo, aos 19 do mez de
julho de 1878 : escrevo e assigoo em f de ver-
dade.
Mano?t Jos de San'Anna e Araujo.
N. 2. Recehi do Sr. Manoel do Carmo Canna
de Assucar a quantia de 6OO4OOO pelo traspasso
do aforamento da propriedadePaivaO que fa
remos por esoriptura publica, logo que possa ir
ao Recife.
Por me ser costoso escrever, pedi ao Sr. Joa-
quim Gomes Ferraz que por mim screvesse.
Monteiro, 28 de maio de 1853.
Sebastiiio Antonio do Reto Barres.
N. 3.Declaro que traspasso os poderes que to-
nho na propriedadePaivaao Sr. Estevio Jos
Paes Barreto pela quantia de 600*000, que dei
por ella ao Sr. Sebastiio Antonio do Reg Barros,
eomo consta do documento que neata data entrego
ao Sr. Estevio por ter recebido o dinheiro, poden-
do o dito senhor tomar conta da referida pro-
priedade.
Engenho Santo Estevio, 21 de fevereiro de
1860.
itanoel da Carmo Canna de Assucar.
A Exma. Sra. D. Escolstica Francisca de Al-
buquerque j nio pertence ao numero dos vi-
vos L..
Depois de longos e penosos sotTrimentos, entre-
gou a alma ao seu Creador !
Durante saa existeocia um s instante nio se
desviou do caminho da virtude. Durante a vida
de seu marido, deu exemplos de extremosa es-
pesa.
No estado de viuvez, a sua vida foi a pratica
constante da virtude, dando vivos exemplos a seu
lhos, inoculando-lhes no coracao os rentimentos
de religio, de caridade e d justica, que hoje os
distinguem e recommendam a eslima e considera-
cao do quera os con hoce.
Os Rvm. conero Tranquilino Gabral Tav.ires de
Vasconoetos d Dr. Hermogenes Soerates Tarares
de Vasconcellos perderam sua extremosa mii ;
mas nio perderam os entimeotos e exemplos que
d'ella receberam, e que teem sabido respeilar e
seguir.
A' estes albos felizes, damos os nossos sinceros
e ntimos- sentimentos pela separacio de sua vir-
tuosa mii, ella urna oracao pelo seu eterno re-
pooso.
Um amigo.
do geveroo pelo eeguado enea menlo, qae pre-
eatoifcier.trdarido exprrasse o praovdo privile-
gio, e por isso tivesse de ser propriedade publica
tasaenapreza.
A" esta minha declanveio. perguntou-me e mes-
rao Sr. Dr, C)uirahQ..qunto queria ea.peia per-
missio : ao que respond que nao qneria remune-
ra?lo em ainrieiro, e'que me satisfara com ama
penna d'agaa de noventa baldes, incluindo os triu-
ta que j MtfMkoo oturo aieu sil da eeawJa da
Ponte de |BolK
loa
legitima e ia:ural exigencia P^a ce
da pan de meu sitio, em que loba de pastar a
segn* linlia sob prete*to de ser ramio, erig e
duplo do ato j lioha, irte seseema baldee.
Instando o Sr. Dr. Goulwho para qae modifi-
caste esee numero, nio a*d'< e reiirou-se o mes-
mo Sr. Dr. cera nada dizer-me semelbante res-
peito.
A vi a disto me pareceu, que minha proposu
tinha std aceite, e por essa razio consent, 00 aa-
tes nao oppuz obsuculo algum passagera da re-
ferida linna, certo de qae se nio se suscitaran)
maia duvidas algumaa, uem que podessaoi haver
pendencias entre mim e a companhia.
Se, pois, at boje esse contrato nio se realison,
nao foi por culpa minha, ou porque reclame mais
de qae me parecen, e ainda parece, que ra-
zoavel/
Sao eslrts as explieaedea que me propuz trazer
ao coohecimento do publico, para que fique bem
claro o mea proeediiwnto, com relaeio ao trecho
do relatorio que alluo, na parteSeg nda li-
nhA de eocanamentopublicado no seu Diario de
hoje.
Recife, 26 de julho de 1870.
Bento Jos da Costa Jnior.
Juiza por eleicio
1, esposa do Sha. Sr.
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Vaaapaahia de Heberibe.
1 Lendo o rotatorio epreeenudo assembla geral
dos accionistas d'esta companhia em 9 de julho
do correle anno, pelo director Dr. Symphronio
Coatinhi, deparej com um weeho que me diz res-
peito, e que eumpre explicar.
Tendo \ companhia de passar pelo sitio da Ja
qoeira, doiqual sou proprietario. com a nova li-
oha de caaos qae esi eolkwawlo, enteadeu que o
podia fazer sem o mea consenso.
Saheado a desse facto, irigi-pte. ao Dr. Ger-
vaiin Caopello, engeafceiro da companhia, e lhe
Oz ver que nio consentira niaso, pois que a com-
panuia ui> tinha direito de entrar por minha pro-
priedade ,sem me consiiuar, e nem,pedir ornea
wnsH menta
A'vista d'essa roinha decUracao, o Sr. Dr. Coa-
tinho me procurou querend donvencer-me deque
nao podia oppor-rae passagem do novo encana
meato por aqadlle sitio, porque tendo mea finado
Uo o Sr. Jps Jlamos de Oliveira dado permissio
para o assenUmento da primeira ilnha de canos,
Uie pareca que a companhia tinha adquirido o di
reo de passar c^m a segunda.
A sto respond, que o acto de ter rasa to con-
sentido na passage,nj da primeira, nao constitua
nem a elle, era a seas nardeiros easaabrigacio
para co a campaahia, ftrmaodo-lne nm direito
de passar com tantas llnhas qaanus qpizesae ;
unto mais qnando o primeiro consenso lt>i o titulo
gratuito, e rjorunu me parecia que esuva em
meu direito de nao consentir na passagem, salvo I
se a companhia nenburaa inderaniSacio ex'igisse \
Fre fee do Amor DItIbo Maa
carenhoN. a o pnblleo
XI
Os aconteermentos, que n'estes ltimos dias se
tem dado, vieram imprimir novo carcter a ques-
tao a que me arrastaram as imprudencias e a pre-
potencia de meus irmios de habito.
Per mais varios que elles sejam, nio deixarei
de forma alguma de defender todos os meus actos
pratieados na qualidade de prior do convento do
Carmo de Olinda, os quaes j bastante conhecidos
do publico qae me oave, tem sido lio injusjamen
te proflgalos pelos carmelitas da Bahia
D'esu vez ainda deiro de satisfazer minha pro-
messa acerca da minha admmistracao dorante o
meu priorado, para oceupar-rae com am assamp-
to de summa gravidade e de imminer.te interesse
publico.
Preciso responder ao p da letra as considera
coes qoe o muito Rvm. fre Alexandrioo Jo- dn
Rosario Figueira fez hontem na Revista Dtaua
d'este jornal, com o flm de desvirtuar e invalida
o acto do libertao:-!to de oito eravOe do con-
vento de Olinda, re.inorados pt;rrr!.n, e qae esta-
vam 11! 1 v para o posado captiveiro,
d'eado ral arrancar rusta de meus esforcos,
insan abaibo ciui reutiid o que fcilmente
Oilflro neo se sujeitari.i.
Repet.) hontem o Rv... "r. frei Alexandrino _
historia j sabida de que idi eu bruscamente inti-
mado de moha deposicao no dia 22 de janho pas-
sado ; jamis contestei e antes confessei esse facto:
conclai dizendo que en. na qualidade de prior do
convento do Carmo d'Olinda, nao podra conceder
a liberdade aos escravos do mesmo convento.
Conced, verdade, liberdade aos escravos Lidia,
Candido, Braz (ceg), Mfqnilina, Rita, Elseo,
tibaldo e Enteclianna, que eu reivindquei do poder
de injustas pGssuidores para o patrimonio de N.
S. do Carmo de OlnJa, e passei as respectivas
cartas no dia 21 de maio deste anno, dia de S.
Joio da Cruz, da nossa veneravel ordem carmeli-
tana, e reformador de nossas regras.
Era, entao no exercicio do priorado, do qual s
1 fui intimado que estava deposto no dia 22 de
Junho passado.
Esse aeto, qre foi exclusivamente deliberado e
pratieado expontaneainente por mim, tem mereci-
do a approvacio de to.os os juristas, moralistas e
homens de bsrh. e tambera esperava que o fosse
pelo Rvm. Sr. frei Alexandrino, a quem eu attri-
buia os mais humanes e religiosos sentiment s.
Agorajme convengo, porm, que elle discrepa
da opino geral, atacando esse aclo de desinte-
rs-oda earidade e de interesso social.
Nao me propenho por ora a su'tenter o poder
que tem os priores de libertar os escravos do
convento : deixo aos tribunaes do paiz decidirem
a questao qne cab em suasjilcadas; quero, po-
rm, qoe fiquem steriotypadas^ de modo bem visi-
vel, a* considranos que em mim produziran
a inabalavel convicio, de nio consentir que os es-
cravos de N. S. do ilarmo, vendidos indebitamen-
e por um de seas filhos, o Rvm. Sr. frei J'io
Lucas do Monte Carmelo, vnltassorn sob qualquer
pretexto, ou para o poder d'oodp foram arranca-
dos pelas justicas do paz, ou para o captiveiio e
ntilidade daqnelle mesmo, que teve a, leviandade
de vende-los.
Para semelhantes ns ceruroente, eu nio me
dara ao lonco trabalho a que atire-me confiada-
mente, nio iria crear e sementar n'esu provin-
cia mil desaffeiroes 9 odios ; aUcar a untos inte
resses illeRitimos, mas acobertados j com
acquiescencia da imrauralidide, e sellados com a
franqueza de nossa ordem nio iria desacatar im-
polidamente as Inmunidades de alguns licencia-
dos que sabem pi fazer conta de frades; nio ira
denuociar as justicas civis as frnquezas, que
tambem haem nossa commnndade, nio iria, fi-
nalmente, (e era o menos) despender as insignifi-
cantes economas de minhas ordens, pois que do
mea convento nio recebo desde longa data as dia-
rias cencedidas aos priores, sacrificando meali-
mi lado crdito n'esta prara.
Quando eacarei a todas essas difficuldades e
embaracos, que sobrepojavam minhas rorgas, e
perfeitamente previstos, e todava me resolv
a explorar esses terreno?, nao tive era vista rei-
vindicar escravos para "o Rvm. Sr. frei Joio La-
cas, oa miro qualquer vende-los de novo; nem
umbem que elles voltassem para a posse dos il
legtimos compradores.
Mas, eensnlerei que, quando o Rvm. fre Joio
Lucas estivera n'esta cidade na qualidade de pro
curador do convento, libertara alguns escravos, j
por paga, ja por caridade; e que esses escravos
eto ainda nc gozo de suas liberdades.
Considerei que eu tentando a reivlndlcacio dos
escravos indebitamenle vendidos por esse religio-
so, sempre respeilei os que foram por elle alfor-
riados, como consta "da sua carta, que me escreveu
em 10 de abril do anno passado oestes termos:
o Vend e forrei os escravos que ficaram, e qoe
pretenda trazar..'.. 1
Considerei qae se elle pode forrar gratis e por
paga, sem ser prior d'esle eonvento, eu tambem
deria ter a me-maautorisacao,sendo prior ;
Considerei quo sempre foram de minhas inten-
Ces reivindicar os quarenta e Untos escravos,
que tinhain sido do convento! e ao depois agen-
ciar-lhes as sua< liberlades;
Coaslderei que o frei Jo5o Lucas me tendo
ameacado em carta de 3 de agosto d 1868 de cons-
tituir aqui nm advogado para defende-lo, era ca-
paz de faaer novas vendas nesu cidade por mel
de procurador ;
Considerei que, essas reivindicaedes custaram
mais' mim do que .10 eonvento ;
Considerei que nao devia pedir autorisacao ao
detiniorio da cwa capitular ; porque estando
irregular a ordem, eu tinha poderes para isto ;
Considerei que se eu nio libertasse os escravos
de prevencao, eu niateria tempo de faze-lo, por-
que esperava urna deposicao violenta ;
Considerei finalmente que melhor, mais boni-
to, mais- jurdico e mais Immano forrar esses es-
eravo, do que entrega-Ios de novo seas snppos-
tos senhores ou aos mesraos qae j os venderam
illegalmeate para tornar a vente-tos.
Deliberei por isto e por muitos outros funda-
mentos que seu tempo serio revelados, passsr
cartas de liberdade aos referidos escravos, desde
o dia il de maio d'este anno, antes da ehegada
do Rvm. Sr. Fr. Alexandrioo, goardaado-os ateo
momento de ve-tos araeagados a voHaren ao eap-
liveiro ; e se porveatura nio se dssem taes cir-
cumstancias, eu empraaariaessamenifesUclo para
lempo mais opportano, quando en bouvesse
conchudo minha honrosa, mas pesada ttrefa.
Nao disse tudo d'esta vez, mas precanrei satis-
fciaer 4 cariosidade puhliea.
Recito, 18 4e jutho de 18.
Frei Joo io Amor Pmiuo Matoarenbu.
A Exma Sri
Felic
Oe litas Srr. :
Joio Ferreira Baptista.
Capia 1 Manuel J *qoim Ferrmra Ksieves.
Tenente Theotonie Joio da Canha.
Alferes Antonio Fernandea Datof.
WtaMan.etdo tos.
BIM Jos rernand. & -
Melegado Joia Chryso-iiraao de Albuqarque.
eessao qne falla) IMaiandain in vapor Ipdku* Manoel Rodrigues
------------ aos Santos Honra.
Comraandante do vapor Poteng:Trajano Cornelio
da CostalWlo. ^
Jos Manoef Gomes Torres.
Antonio Josqarm da Costa.
Manoel de toast Azevado Pires.
Manoel Ferrofra Costa.
Ricardo da Cmara Santiago.
Candido Martin* de Araujo.
Joio Cavalcanti Figuein ere Meoeies.
Maximiano Jos Bezerra.
mwm^rmn nawm lUOUlfflI U.
Dr. Jos Maria de Albuqucrque Lima.
Tenente-coronel AlexandrinoMartiasCorrea Barro*.
Professor Joio Luiz da Silva Leiris.
Franeisee Landetino di Sirva.
Jnizas por devocao
As Exmas. Sras. :
D. Candida de Menezes Drummand da Canha.
D. Amelia Augusta Vieira.
D. Mara Urabelina Paes Barreto.
D. rsula Mara das Virgen?.
D. Innocencia dos Prazeves Correa Mala.
D. Clara Benicia de Bessoae.
D. Francisca da Fonseca Ferreira Costa.
D. Arminia dos Passos da Concedi Albuquer-
que. *
D. Anna Saturnina de Medeims Como.
D. Sabina Cavalcanti daAlbuquerque Xavier da
Cosu.
;*
Escrives poreleicio
Os lllms. Srs.:
Marcelino Antonio Pereint
Thomaz de Aquino Venando
Escrivias por eieicio
As Exmas. Sras.:
D. Isabel Rosina de Menezes Medeiros.
D. Maria dos Prazeres.
Mordomoj e mordoraas
Tados os moradores respectivos.
Thesoureiro
O IUm. Sr. Manoel Rosas'de Oliveira.
Juizes protectores
Os Hlms. e Rvm?. Srs.:
Vigario Joaquim Jos de Faria.
Padre Ant-mo de Mello Albaquerque.
Frei Manoel do Amor Divino.
Procuradores
Os lllms. Srs.:'
Manoel Lopes dos Reis.
Lniz da Conceicio A boquerque.
Ricardo Francisca Correa.
Joio Manoel de Oliveira.
O vigario,
Joaquim Jos de Faria.
MOTE.
Seu Andr cora mil danos
Acabe logo esta estrada.
Glosa.
Arme a machina, com quiabes-
Esfregae as ponus dos eixos,
E guarde depois os queixes ;
Seu Andr com mil diabos.
Nio tem macacos e cofcos,
E sua crnica armada,
Para que quer dar macada,
Alm dos pregos que vem T f
TiMne um conselho de bem :
Acabe logo esta estrada.
Flamengo.
Porque que aa ptalas asquea-
radas de Bristol urna pura
medicina popular ?
E' porque ellas aliiviam o estomago, regoiam o
ligado e proniovem o vigor geral do systema, sem
produzirem o mais leve incommodo ou dr. Por-
que a sua aeco nao seguida de augmento de
prisio de ventre, e d 1 necess:dade de maiores
dses. Por.jue ellas sao utn cathartico seguro
para os mais fraco- ; em qaanto qne ao mesni"
tempo sio sufflcientemente activas para relaxar as
vias intestinas dos mais fortes. Porque ellas pro-
movem o appetite e vivificara as energas menes.
Porque uenhura ingrediente mineral conumina a
puras snbsUncias vegetaes, antniliosas e aperien-
tes de que sio composu. Porque ellas obram de
harmona com a nalureza, e sem a mnima vio-
lencia. Porque al hoje ainda nio honve urna s>
pessoa que as lomas-e e que se achasse nao aatis-
feia com os seus effeitos. E, finalmente, porque
ellas sio urna medicicina propra para o uso Je
familias, paracujoflm nio tem igual. Ellas achat-
se metlidas dentro de vidrinlios, e por isso a sua
conservacio duravel em lodos os climas. Em
todas as enfermidades nggravadas ou provenientes
de impureza de sangue, a saisaparrilha de Bris-
tol, deve de ser tomada conjunU mente cora as pi-
llas.
COMMERCIO.
PRAGA DO RECIFE 27 DE JULHO. '
DE 1870.
AS 3 i/2 BOBAS DA TAEDI
:amhio sobre Londres 90 d[v. 22 3(4 e 22 7\i<
por 11000 (hoje).
arabio sobre Pars 90 d|v. 420 re. por franco
(hontem).
Goncallo Jos Affoouo,
Presidente. '
Pelo secretario,
A. P. de Lemos.
ENGLISH BANK
Rio de /aneiro Limited
eoa-
Descorita lettras da prafa taxa a
'endonar.
Recebe dinheiro em cuota corrente Lia
Iraso fixo.
Saca i vista oa a praso sobre % cidade 1
prlncipaes da Europa, tem correspondenus
1a Baha, Boonos-Ayres, Montevideo, e*-
i New-Orleaas, e emitte cartas de crdito.
3ara os mesmos lugares.
UUA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDKGa.
AtndiauMooiala26. 871:8ut#6fi
dem do dia 27..... 33:65****
ooa-laaaso::
M0\TV!ENTO DA ALFANDEGA
'oinmee entrados cara fazendas
Itaat dem cao generoi
.'oiameeaahidoi com Uzeada
Idea idea eom generes
84
57*
-------6
151
1190
1341
Eimcio
dos jutees o juM, mordomos e mardo-
mas. esi/rivies e esc^va>s,j^qwradares
' e thesoureux que tema de festejar o glo-
rioso raartyr S. Juo Bapt&ta, oeata ca-
peHa de Nossa Seobwa do Rosario de
Tigipi, ao atioode *871.
gao
0 Illm. Sr. Francisco Luiz dos Sanlis.
Deecarregas aoje 28 de jumo
Banca fraoceza Veridiana mercadorias.
lataeho ingle*Atalantaden.
Brigue sucoBort-^dem.
PaUdw norte-alcemao Levanteidem.
Brigue suecoifa-Hdm.
Vapor iqglez OtaOiatttrdem. ____
U&BBBDHIA DJ REXDAS ITEWIAS M-
RAES DE WiRiNAlBOCO.
itaduoeawo dia i a 26. iim do dia a7....... %U9t
CONSULADO paOVlNCAL
\eodimento du dia, 4 a 26. .
idea odia 27. .
imitan*.
MPIMEHTO WJNNML.
iVaeioj entrados n$ Ha 27.
Rosar--a& im, tone aaef -
toueUdas, capcUu Thomaz
gera 6, em lastro a oadeo,
segu para a norte.
Macao8 dias, kiate hiasileiro.Deaz U mMJL.S<-
capitio Manoel C 4a cSt
18 toneladas,
pagem 8, carga sal
tholomeu Lourenco.
e outros generas ; a lr-
t I
I mmuflo



'fcfro de 'Pefcfctup QuM. eirM'A ^i&d fcfflJ.
\
.
I
Navioi sain* n -rntam da
Qoeeston I. wtUr, capi ao
Slorjc, carga ajgodo.
Udfc-Brigue inglsz IVt* capi lio Jota C. Lo
Mnrgwu, em fostr.
Objrtafo.
Suspenden da lamaro par* o Havre a barca
rranM Lo, capillo Nicola, eora a mesma carga
<|up trguxe de Maxaitin
9Btmm
mtm.
inspector interino da alfandefa, faz publi-
ce que eiistrado na mesma os votamos abaixo de-
clarados no caso de sern arrematados para con-
samo de oonforraidade com o disposto no cap. 6.
tit. 3* os seos doaos oa consignatarios deverao despa-
obal-oe no praso de 30 das, sob pena de Ando
Ue. aarem vendido por sna coota, sera que Ihes.
fign compeliodo allegar contra o eflsitc* desta
vfida.
Armazn n. I.
Marea Bastos1 Uta sera numero, com anos-
tras, vinda de New York, na barca americana Cas-
i'a, entrado no armazem em 1 de dezembro de
1888 : ignora-se o cometido e a qnem consignada.
tem M. B. & C.08. 151/200, 1 embrulho, a-
mostras, vindo de Liverpool na barca ingleza Sa-
phe, entrado em 16 de Janeiro de 188 : ignora-se
o cometido e a consignarlo.
dem H N n. 1 dito, dem, vindo de Hamburgo,
a seona norte-allerao Calharina, entrado em 4
de feverairo de 1869 : ignora-se o cometido e a
eonsigoaeo.
dem K 4 Lsera numero, 1 dito, idea vindo
era 11$ de margo de 1869 : ignora-se o contedo e
a consignado.
dem diamante N Fns. 56/60,1 dito, idem, viu-
do de Liverpool na barca ingleza Levante, entra-
do em 9 de abril de 1889 : ignora-se o anteado e
a consignacao.
Sem marcaem numero, 1 sacco cora amosr
tras vindo de Liverpool na barca ingleza Titulen
Glaxid, entrado em 15 de abril de 1869: ignera-se
cooleooo o a consignacao.
Marca diamante V Po. 83, 1 eaixs eem eh
vinda de Liverpool no va*or inglez Gladiator, en-
tr.ido em 83 de abril de 1869 : ignorase o conte-
do e a consignacao.
dem G A F Tn. 5. 1 embrulho vindo de An-
tuerpia na barca ingleza Retetoa, entrado em 24 de
abril de 1869 : iguora-sa o contedo e a consig-
uacao.
dem A Fns. 127/135, 1 caixa vinda de Liver-
pool no vapor inglez Aun WUaton, entrado em 24
) abril de 1869 : ignora-;e o cometido e a con-
signacao
dem G. A. Alvos & Filhosn. 218, 1 embrulho
vindo de Sonthampton no vapor inglez Douro. en-
trado em 97 de abril de 1869, consignado a G. A.
Alves & Filhos: ignora-se o contedo.
dem Vns. 40/49, 1 dito indo de Sonthampton
no vapor La Piala, entrado em 27 de junhe de
1869 : ignora-se o contedo e a consignacao.
dem diamante N Ens. U/16, 1 dito vindo de
Glasgow na barca ingleza Mimosa, entrado em 7
de julho de 1869, consignada a Johnston l'ater &
<'.. : ignora se o contedo.
dem triangulo Jns. 1/30, 1 caixa vinda de Li-
verpool na barca inglez i Guzella, entrada em 21
o> agosto de 1869 : ignora-se o contedo e a con-
signacao.
dem II M sem numero, i volume vindo de
Hamburgo na barca norte-allemo Agathe. entrado
era 28 de agosto de 1869 : ignora-se o contedo e
a consignacao.
dem tringulo H Lns. 228/230, 3 canas viu-
das de Hamburgo na galera francezas Amelia, en-
trada em 9 de setambro de 1869, consignado a H.
Leger : ignorase o contedo.
dem A. Drummondn. 6 on 633, 1 embrulho
com amostras vindo de S mthamplon ao vapor in-
glez Z)euro, entrado era 26 de outubro de 1869 :
ignora-se o contedo e a consignacao.
dem II L A Fns. lOGO/lOKt. i caixas vindas
do Havre na barca franceza Solide, entradas em 5
<1l' novembro de 1839 : iguora-se o coutedo e a
consignacao.
dem triangulo traveso Ln?. 101/103, 3 cai-
xas vindas do Havre na barca franceza Sol'de, en-
trada em 10 de novembro de 1869 : ignora-se o
O metido e a consignacao.
dem Ordemn. 73,1 embrulho vindo de Liver-
pool no vapor SaUtdim, entrado em 15 de novem-
bro de 1869 : igncra-se o contedo e a consigna-
de.
' dem S B D M En. 1713, l caixa vinda do Ha-
vre na barca franceza Sanio Andr, entrada em 19
de novembro de 1869, consignada a Sevenano Ber-
nardo de Mello : ignora-se o contedo.
dem qnadrado H Ln. 58, 1 dita vinda oo mes-
rao navio do hvre, em 24 de novembro de 1869,
consignada a H. Leser : ignorase o contedo.
dem diamante N E-n?. 27/31 32/36, 2 embru-
Ihos viudos de Glasgow na barca ingleza Mora-
/(/Jo, entrados em 1 de dezembro de 1869, com
aa i-tras asignadas a Johnston Pater 4 C.
Id ni Ihrding 4 Machay-n. 39, 1 ailo vindo de
l.verpocl no vapor inglez Sapltire, entrado em 3
de dezembro de 1869 : ignorase o contedo e a
consignacao.
dem Brotik Forendsem numero,*! embrulho
vindo de Liverpool no sobre dito vaper, entrabo
em mesma data : ignora se o contedo e a consig-
narlo.
dem XX S M-ns. 4276/80 e 4296/395, 1 enj-
amino vindo de Trieste na barca norte-allemo
firmara*, entrado om 4 ce d zembro de 1869, con-
tendo amostras de papel: a ordem.
dem V L 4 G H L-n. 31, 1 caixa vindatio Ha-
vre na barca franceza Sphere, entrada em 9 de
dezembro de 1869 : a ordet, ignora-se o con-
ten do. ,
dem B Z C-ns. 7777 7779, 2 embrulhos viudos
de Southampton no vapor inglez Rakaia, entrado
e;o 15 de dezembro de 1869, comeado amostras,
consignados a Monhard 4C.
dem J. L.. Saylorsem numero, 1 embrulho
vindo de Liverpool no vapor inglez Olinia, entra-
ndo em 21 de dezembro de 1869, contendo amos-
tras : ignora-se o contedo c a onsigu&cao,
Arraazem n. 4.
Marca E A B 4 Cn. 21, 1 sacco contendo pi-
menta vindo de Marselle na barca franceza Augus-
lin, entrado era 21 de Janeiro do 1870, consignado
a E. A. Burle 4 C.
Armazem n. 8.
Sem marca2 fardos vindos de Liverpool no
vapor inglez Saplura, entrado era 31 de marco de
1869; e mais 1 volume sem marca e numero, con-
signados a S. M. Briunnica : ignora-se o con-
tedo. _,
Marea B B Jn. 1 e 2, 2 gigos vindo de Liver-
pool no nrigue inglez Belle of tk Cleyde, entrados
em 29 de maio de 1869 : ignora-se u contedo e
a consignacao.
dem Triangulo H L78 caixas vindas do
H.ivre na barca ingleza Adelle, entrada em 20 de
>e*embro de 1869; mais 11 caixas da mes a a
marca, idem idem entradas em 21 de setembro de
1869, mas 11 ditas, idem dem entradas em 2i de
nbro do dito anno, consignadas aH Leger :
ignora seo contedo, (estio em despacho).
Id-,m M F 4 C100 barris vindos de New-York
aa barca americana Horard, entrados em 10 de
fewfetrod.!*?; Is Josti 4
* (a ajes
Mary EUmHk, entradas .eii uieiro de:
1870, e 20 saceos da mesma procedencia, e mes-
no-navio, entrados en 8 da Janeiro le IS7#, **
signados a M. i. da Costa A ; ignora-se o con-
tedo.
Armazem o. 9.
Marea A C-N. 1 4-4 oatxas rindo do Porto
na barca portugueza Despique II. entradas em 11
de fevereiro de 1889, consignadas a Albino Jos
da Silva ; igncra-se o contedo.
Idem T B Nsem numero, I caixa, rinda rio
Porto na barca portugueza Trinmpho, entrada aro
19 de maio de 1869, consignada a Jos Ferreira :
ignora-se n contedo.
dem A C L 4 CN. 121 barrica vinda de
Liverpool no vapor inglez Olinda, entrada em 5
de outubro de 1869, consignada a Adriano Castro
4 C, contend) pregos; mais 2 barricas, da mesma
marca, ns. 13 e 14, da mesma procedencia e vapor,
entradas em 8 do dito mez e consignadas ao*
MM
Minee! Furtadaem numere, 1 oaixa vinda
Je S Miguel na escuna portngueza Dios, entrada
00 armazem em 26 de novembro de 1969, consig-
nada a Maaoel Furtado, contendo i quadrn do
Sonlior Santo Cbristo.
Pedro Jos da Costa Mellosem nnmero, 1 gigo
indo de S. Miguel na sohredita escuna, entrado
em 26 de novombre de 1869, consignado a Pedro
Jos de Mello, contendo peneiros,
Marca J P S -1 barrica sem numere vinda no
snpra lito navio, entrada em 27 do dito mez, cea-
signada a Jbs Pinto de Sonsa, contendo batata.
Letreirosem numero, i caixa vinda Oe New
York no pataeho americano Isa, entrada em 16
de dezembro de 1869, consignada a lienry Forster
4 C : ignora-se o coatede.
Marca CB sera numero, 1 dita vinda de Liver-
pool no vapor inglez Olinda, entrada em 22 de
dezembro de 1889, consignada a F. de A. Fonseca:
ignora-se o ton leu lo.
dem J P Msem numero. 93 ditas vindas de
Hamburgo na escuna alterna Betly, entradas em
8 de fevereiro de 1870 ; mas 5 caixas, da mesma
marca, eem nnmero e da mesma- procedencia e
navio, entradas em 10 do mesmo mez : ignora-se
e contedo e quera consignadas,
Sem marca sem numero, 1 dita vinda do
Porto no brigue portuguez Uniao, entrad em 4
de marco de 1870, consignad* a Francisco Moreira
Pinto Barbosa, contendo um gerirn.
Marca T-sem numoro, 2 ditas vindas do Porto
no sobrodito brgine, entradas em 7 de marco de
1870, consignadas a Thomaz de Aquino Fonseca
4 C : contendo cebollas.
Sem marca sem numero, 1 grade vinda de
Liverpool na barca ingleza Imogent, entrada em 20
de marco de 1870, consignada a Wilsons,
Marca T M 4 Csem numero, 1 caixa vinda
de Liverpool no navio inglez Saphire, entrada em
30 de marco de 1870 : ignora-se o contedo e a
consignacao.
Armazem n. 11.
Marca letreiro sem numero, 1 caixa vinda do
Bio de Janeiro no vapor inglez Sene, entrada em
15 de julho de 1868 : iguora-se o contedo e
a consignacao.
Sem marcasem numero, 354 vassouras vindas
de Terra-nova no vapor inglez Resoluto/, entradas
em 15 de junho de 1869 : ignora-se o contedo e
a consignado. *
Marca H4C-n. 132, 1 caixa vinda de Liver-
pool no vapor inglez Extremadure, entrada em
13 de junho de 1869 : ignora-se o contedo e a
consignaca.
dem L 4 C-n. 1,1 dita vinda de Bordeaux no
sobredito vapor, entrada em 14 de mar? de 1869:
iguora-se o contedo e a consignacao.
dem M F sem numero, 1 dita vinda da ilha
de S. Miguel na escuna Olivara, entrada no ar-
maz-m em 29 de abril de 1869 : ignora-se o con-
tedo e a consignacao
dem Jos Pires da Cruzsem numere, 1 dita
viada na sobredita escuna, procideote do mesmo
tPorto, entrada na mesma data : iguora-se o con-
tedo ea consignacao
dem letreirosem nnmero, 1 dita vinda de Sou-
thampton no vapor inglez Oneidn, entrada em 27
de marco de 1869 : ignora-se o onledo e con-,
signaran.
Mein Johnston Patern. 5i3, 1 Idita vinda de
Southampton no vapor ioizlez Im Plata, entrada
em 27 de setembro de 1869, consignad a fohns-
ton Pater 4 C : iguora-se o contedo.
dem C C n. 24,14 caixas vindas de Bordeaux
no vapor francez Extremadure, entradas em 12
de dezembro de 1869. consignadas a Geolipo
Gloli : ignorase o contedo.
dem ancoraN. 1|4,4 ditas vindas de Bor-
deaux no sobredito vapor, entradas em 12 de de-
zembo de 1869, consignadas a Giolino Gloli : igno-
ra se o contedo,
dem A A n~14. 1 dita vinda i Southampton
no vapor inglez La Plata, entrada em 28 de de-
zembro de 1869, a ordem : ignorf-se o contedo.
Alfandega de Penambijco 20 de julho de 1870.
O inspector interino,
Luiz de Carvallw Paes de Andrade.
BECLARACOES.
>\ MISEIUf&MJlA
A Um a. jota Mtnua
Misericordia do Aeofe inand* i'ator oabcoque
na saia de suas sessoes, no da 28 de juifro, pelas
i horas da tarde, ten de ser arrematadas a aaem
naa raatagens offerecer, pelo tempode um a iree
mm, M nadas dos4>ranos em segaida declara-
do :
ESTABEfaEaMEMTO BE CABlDADE.
Ba do Padre Ploriano.
Casa terrea n, 03.......177*000
dem n. 47...... 1714000
Ba larga do Bosario.
2.* dito do sobrado n. 24 A. 400*000
Travesa da S. Pedro.
Sobrado de 2 andares n. 2. 602*000
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ba da Senzalla.
sobrade de 2 andares d. 136 801*000
Ra da Cacimba.
Casa trra o. 12.......143*000
Ra de Pilar.
dem n. 104.......
dem n 102 ;.....
Idem n. 103........MS
dem n. 93.........204*000
Boa da Goia.
Casa terrea n. 27.......147*009
Sitio da Miruelra n. 4...... 107*000
Os pretendentes deverao apresentar ne acto da
arrematado das suas flaneas oo compareeerem
acornpanhados doa respectivos fiadores.
Setrataria da Santa Casa da Misericordia do Re
oife, 2 de jlho de 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza,
Barbo*
LITI
P*i i o luicaOo pui ta
7V 11
cce alfeuma
fuete a barca nacional Santa Marta : tratMHVse
cora oa seas consignatarios Araerim IrmaasWC i
ra di Cruz n. 3.
ipiche da comni.ulii'1,
U. 1!
i.jzn^n
Iaspec^o do arsenal de
mariaha.
Faz-se publico que a coramissao de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1834, o casco, machina, caldera, apparelho,
mastreacao, veame, amarras e ancoras do va-
vapor Ipojuca da companhia Pernambncana de
navegacaa costeira, achou lodos esses objectos em
estado de poder o vapor navegar.
Inspeceao do arsenal de marinha de Pernambu-
eo 26 de julho de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Alraeida
Conselho de compras navaes
0 conselho no dia 30 do crrante raes promove
a compra, sob as condic5es do estylo e rista de
propostas recebidas at as 11 horas da manhaa,
dos objectos do material da armada seguales:
1 mostr de 67 a 70 ps de comprimento e 2
de dimetro para o brigue barca Itamarac, 50
cadernos de papel mata-borrao, 500 pucaros de
folha, 000 f ilhas de zinco, 400 libras de pregadura
de zinco, 10 resmas de papel cartuxinho, 30 arro-
bas de estopa para machina, 8 arribas da estanto
em verga, 230 covados de baetilha, 10 baldeadei-
ras de folha, 6 fules inglezes de 8 ps de compri-
mento e 6 ps de largo, 2 oeulos de alcance, 60
barras de ferro inglez proprio para grelha e 80
covados de oleado para assoallio.
Tambera o concibo, vista igualmente de pro-
postas e sob as condicSes do estylo, contrata no
mencionado dia 30 do crrante mez o fornecimen-
to por tempo de seis meze* de earvao de pedra de
Cardiff, New-Castle, e do fino proprh para forjas.
Sala das sessoes do conselho de compras navaes
27 de julho de 1870.
O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Juizo dos feitos da fazenda
De ordem do Illm. 8r. Dr. jara' dos feitos da fa-
zenda desta provincia. Caco saber todos oe arre-
matantes dos bens do extracto vinculo de itamb,
e bem assim seas ladores. que dentro do praso
de 15 dras, a contar da-data deste, e sob as ponas
da lea, deverao comparesar por si ou por seus pro-
caradores na thesouraria de fazenda ; aqaelles
que arremataram vista para recolherem aos co-
fres da mesraa thesooraria era dinheiro e contado
o respectivo preco, e aquellas que arremaiarara
praso, e seus fiadores para atsignarem as letra,
que se obrigaro aceitar e garantir.
Recite 36 do julho de 1870.
O escrivjo,
_________Luiz Francisco Brralo de Alraeida._
Arretiiataija.i de cabra* e porcos.
Peranto juiz de paz da freguezia de S. Jos,
ha hoje as 4 horas da tarde, no pateo da ribelra,
arrematacio de cabras e porcos, apprehendidos
em correccao.
O fiscal,
Ernestino Cavalconti de Albnquerque.
THEATRO
DE
SAMO ANI
SOIRS R1.411C0
Domingo 1 de agosto de SJO.
BENFICIO DA ACTRIZ
H4mi^ BfflM.
PKIMEIBA PAUTE.
Depois de urna brilhante ouvertura pela orches-
tra subir a scena neste theatro a comedia em 1
acto
TO TORQUATO
SEGUNDA PARTE.
EXE UQiO DE FLAUTA
pelo distincto professor Salusano, que genero-
saraeute se ure-ta a ahrilhantar este divertiraento.
TERCEIRA PART.
A poesa cmica de E. Garrido, intitulada :
recitada pelo ador Babia.
QUARTA PARTE.
A sempre applaudida comedia em um aete, or-
nada de msica,
wmam i cowdia
Tomam parte a beneficiada e o autor Babia.
A beneficiada desde j se antecipa a agradecer
ao illnstrado publico peruambncano, a quera pela
primeira vez1 recorre em bujea da sna nunca des-
mentida proteceo.
Pede igualmente ao generoso publico que llie
dispense as faltas que por ventura so houverem
de notar, quanto ao arenario do theatro, vi.-to
como este nao se acha ainda preparado.
Ao Sr. Coimbra agradece a sua philantropisa
condescendencia em tao bem se manifestar a ser-
vi-la.
Boga ainda urna vez s pessoas que se digna-
ren! acceitar bilhetes para esu noute o obsequio
de satisfazerem .s suas esportulas na me casio do.espectaculu, em virtuJ^-da sua prxima
retirada para fra da provincia.
Principiar s 8 horas.
PRECOS.
1.' ordem........................ OOO
2,- ordem desde n. 1 at 10........ 10*000
Os nmeros 11, l, 13 e 14......... 123000
Den. loat24................... 10*000
Cadeiras.......................... 2*000
N. B. ra quarto de .hora dejwts do espectculo
haver um trem especial parando em todos os
pontos da linha dos Apipucos.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA FfeRNAMBCAN
%aregacio costeira por vapor
Parahyba, Nat^J, Maco, Motspf*. Ara-
caty, Cear, ttudah, Acalca
firanja.
*7\Y ***. igojuai nmurt! ,
Ml_ oura eu,ra l)ara os porto oo-*
jmmm ma no dia 30 do crrante as 6 hora.'
ia tarde. Recebe carga at o dia 29, encoro-
nendas, e paiisageiros e dinheiro a frete at as
2 horas da tardo do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Uaius a. 12.
Das casas terrea da rna de Santa Cruz ni- 64
e 66 e Cotorno a. 5, edificadas em opios proprios
.com grande antntal murado, sendo que os fundos
tato primoiras dio para o fundo da casa da rna
'doCotovello cn portao, tendj ama das casas
fronde sotio. *
Jaxta feira 19. de joo s 11 horas a meia em
ponto
Por lntervoo torio na ra da Cruz n. 38.
DE
Laraiinao mindezas & dmss&tos
E' esperada do Rio de Janeiro em poneos dio a i ^^ m.%M,%iOro o i"*08"
barca portugueza Harta, que traz ] Mgnma car- O jente Pentual, competeatercente aulgnsado,
ga para o referido porto e descarregando a qoe "nrrii em kilo um grande sortimento de miu-
para este condurir. receber aqni a qoe for pos- ^eu* er* pequeos lotes, assim como excellentes
sivel obter para oMaranho,om pouca Jemor passaros, como sejam, canario do imperio, ditos
ra : por isso quem desojar aproveitar esta boa
occasiao de embarqoe, dirjase ao consignitario
Joaquini Jos Goncaive* Boltri-, roa do Com-
rrMDcie o. 17.
RIO DE JA
Para o referida ptrio *st pro po recebar
carga frete o brigue brasileiro Otfielo : tratar
com seas consignatarios Amorim rmeos & C,
rni da Cruz n. 3.
da tejra, aabs, curios, corropiSes, checbos,
etc. etc.
Sabbado 30 do correte
no armaren sito ra do Imperador o. 18, as 11
horas.
PARA'
Para o referido porto pretende seguir coro bre-
vidade o patacho nacional Protector, por ter a
Movis,
DE
louQa e crystaes
A SABER
Xo pr i metro andar
Um piano, ama mobilia de Jacaranda, dons e-s
peihos, duas estantes, duas caeiras de bataneo
Riu tie Janeiro
referido porto
possivel brevidade o patacho Monteiiv por ter por-
cia da carga engajada ; e para a que Ihe falta e
escravos a frete, trata se com o consignatario Joa-
alim Jos Gonealves Beltrao a roa do Commercio
uj17.
PAEA. -
rasor parte da carga prompta ; e para o resto, a mairo'-oandieiros a gaz (finos), qoatro reos jar-
frele modici, trala-se aom o consignatario Joa- ro9 flbre8T qtatro frascos 'para cheiros, (iua-
quim Jos Gonealves Beltrao. a ra do Commercio iro Hgar39, eafeites de mesa, escarradeiras-, Upe-
I tes, panos de croch, duas serpentinas, se rasos
| e-quatro easticaes.
Urna outra moba, nm thereoseopo, urna pis-
Preteode seguir par o referido porto com a tola, dous albuns, urna exeellente-sweretana, ama
estante, difiranles ovros, dous cndieiros e dous
tapetes.
Urna cama francesa, cpula e- cortinados, om
toulet, um tapete, un guarda veslino, nm gnarda
roapa, on-lavatorio a pertences, um porla-toalfaas
e entras objectos.
Kfo secando andar
Urna mesa elstica, um excellente gnarda lon?a,
um aparador, um sof, duas cadeiras de bracos e
doze de gomicao, um reiogio de parede, duas es.
tantos, dons eandieiros a gaz, um ocote de alean-
! ce, dous mtios apparemos de porcelana para jan-
! tar, dous ditos para cb> copos, clices, garrafas,
^^^ compoteiras, porta-queijo-, galheteiro e bandejas.
^53? Um guarda louga pequeo, um aparador de can-
, lo. urna mesa com abas, dons espelhos, nma mar-
ijueza, doze cadeiras, um relogio, um lavatorio,
------- um guarda-comida, flrandres, barias, trem de co-
zinba e mnitos objectos existentes noSOBRADO
DA RA DIREITA N. 34v
Te Jos Jeronymo da Silva, tendo-se retirado para
a Eorpa com sua familia, far leilo por nter-
28 do venco do ageuje Pinto, dos movis, louca e mais
objectos acuna descriptos, existentes no primeiro e
Para r> referido porto, pretende seguir com a
possivel brevidade a barca portuguea S. Joo,
por ter j porcio da carga, c para a qoe loe falta
a i frete conwwdo, trata-se om o consignatario
Jaquim Jos Gonealves Beltrao : a ra do Com-
nwrcin n. 17.
LEILOES.
LEILAI
DE
9 barris com sarditihas, qtiinta-leira
enrrente.
0 agen/e Pestaa fu leilo por conta e risco
de quem pertencer, de 9 barrn com sardinbas de
Lihoa. sero vendidas em lata no dia de quinta-
feira 28 do crrete, s. 11 horas da manhaa, uo
trapiche do Cunta.
segundo andar d<< sobrado da ra Direita n. 34,
onde se effectuar n leilo no dia cima designado.
Principiar as dez horas em ponto por serem
raaitos os lotes.
AVISOS DIVERSOS.
ADVOGrAOlA.
FAZENDAS GEEAES 1-"A2H!wmEK DEARAUJ0
A 28 d correntf.
Magalhes Irtnaos far3o leilo, por intervencao
do^gvnte Olivaira, de um esplendido sortimentu
de fazeodas novas de linbo, la, seda e algodao,
todas apprupriadas ao mercado, e que agradarlo
aos ecus bons freguezes, quem convidara para
HOPI3
s 10 horas da manhaa, em seu armazem sito
ra da Cadeia. _^_____
LEUaO
DE
1 um sof de amarello, 1 me-a de meio de sala, 9
cadeiras de amarello, 1 rnarqueza de dito, 1
meia commoda de amarello, 1 mesa de pinho,
4 cadeiras, 1 lavatorio. 1 camtieiro, 1 espelho
pequeo, um i potW de ronpa usada, 1 bolao
de ouro para abertura e? tstoaa novas.
HOJE
O jente Mariius. far leiBo por ordem do Illm.
Sr. cnsul de Portugal Dr Claudiao de Arujo
Guimares, dos movis cima, pertencentps an
espolio do subdito portugutz Mauoel de Azeve-
do Santos, na ra do Amorim n. 21 terceiro an-
dar, s H horas do dia.
LEILO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
n. 87, onde pede ser procurado das 9 ho-
a manhaa s 3 da tarde.
senhor Dr. Gregorio Lipparoni, reitor */
r io episcopal de OUnda, (ogitima admini*-
a capella de Sant'Anna do Rio Doee, tem
d* 5a, possuindo as necessarias faenldadn,
'lnanido o> arrendar os dous sitios de co-
ijueiros contignos e pertencentes esta capaila,
com casa de pedra e cal ; tu Jo conforme ao enW
relativo-qoe se acha na cmara episcopal de Otra-
da, anta al ao dia 25 de agosto do corrate ana
(1870) se raeeb-.ro as propostas de dita arreada-
noato.**_______________________..
Ainda est por alagar a casa n. 34 oa roa
da Cmlena, na Capunga. cotn commodos para
grande familia : a tratar na rra do Queimadu o.
2. ou na do Bangel n. 41.
Precisa-se alugar urna escrava
I roa : tratar na rna Imperial n.
para ves
122.
Copeiro.
Poeeisa-se de um bom erpeiro fiel e deligeate :
roa larga do Rosario n. 44.
Precisa-se de urna ama, no pateo do Cara
n. 9. segnndo andar.
Ama de ietr?
Precisa-se de aun ama de lurte : ra da Im-
paratriz n. 68, que seja livre on esserava.
Alnga-se um esp*c>iso terreno proprio pera.
planta de capim-e liortalice, todo cercadki e ae-
tendo arvaredos, alcm de nma cana para petraeeu
hmilia, no lugar do Manguinho : tratar no mes-
mo lugar casa n. 22.
m^KKm
Slj
D. Mari Augusta Lins Bhhla e seas flfho?
agradecemf as pessoas que acompauharaai-a.se-
poltura o eorpo do seu presado esposo e-pai o Dr.
Jos Antonio Bahia da Cunha, eonvida-os, beei
Como a seus prenles e ami?>s a assLstiren
missa que roasdam celebrar s- V horas da on-
nha de 1 de agosto vindouro, stimo dia ae seo
falli>cimente.
nnmnaoannnnnnVannnnnnnnnn*
Um amigo grato a memoria do IbHecido con-
mendador Manoel Pigniri de Fariav manda re-
lebrar no dia Io de ag>.>!.. (turo, 4* annivers.iritt
do s'ii paesamenio, na igreja da Voeravitl Or-
dem Terceira de S. I'Yancieo, s 8 hiras da ma-
nhaa urna missa, e convr^i a Exma. Emilia e aos
amigos do dito finado- a coniparocerem ao mesaso
arlo.
- Na roa Direi'a n ti precisa-se fMar con o
9r. Joo Bernardina ftBnes Bibfiro.
O bacharel Joaqui1 Suuirilves Lina, Ifeui es-
criptorio de anVtipide r.ia to ImpiT-ulnr n. 33.
Companhia americana e bras!
letra de paquetea a vapor.
At o dia 1 de agosto esperado dos portos do
sul o vapor americano North America, o qual
depois da demora do costme seguir para New-
Yorl* tocando no Para e S. Thomaz, para fretes
e pasjagens trata-se com os agentes Henry Fors-
ter & C, ra do Commercio n. 8.
Preco das passagens para o Para.
As passagens para o Para na 1* classe curta 120i
' na proa 604
Maranhao
Segu com brevidade para e porto cima o pa-
Ihabote nacional Joven Arthur, ainda pode receber
alguma carga e trata-se com os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C, roa da
Cruz n. 57, 1* andar.
MUDANCA.
O Dr. Carolina Francisco de Lima San-
tos mudou sua residencia e con para a ra do Imperador n. 57, 2 andar
do sobrado cujo armazem cou*erva an-
da note o nome de Alianca, tende a
entrada, que pelo lado da ponte Seto
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no
exercicio de sua profisso de medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute.
Perdeu-se da estafao da rna Formosa
at Santo Amaro, no domingo 24 do cor-
rente, am relogio ae ouro para Sra.; roga-
se pessoa que o achoo de fazer o obsequio
de o entregar na roa do.Crespo n. 5 loja,
que se agradecer ou recompensara.
-- Precisa-se de um foroeiro : aa ra Imperial
n. 493.
Precisa-se de un ':-'-i-;tj que ldor a
sna conducta, para o sen^-o externo da nadara
da rm do Bangel n. 9 : irafcir na m^sma.
Monte Pi P. Pernam-
bncano.
De ordem da directora sao convidados todM
os senhores sooioa para se rrunirein na ea das-
sessoes uo Doraing :J1 de julo-, alim de proce-
der-se- urna a-.-embla pnra para tratarse de ae-
gocios urgentes da nwsiaa soeiedado.
Secretaria do Monte Po P. I\i nainhacano, 26
de julho de 1878.
secretario,
___________ Gandid I de Goes Telle/.
Joaquim Jos Goneal-
ves Beltrao
Ra rio TinpcJiM n, 17, 1" andar.
Sueca por todos os paquetes sobre o banco do
Minho, em Braga, e soi.it- os seguiotes lagarn* o
Portugal :
Lishaa.
Porto.
Valenca.
Guimares.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
reos de Val-de-Vez.
Vianna do Castello.
Ponte do Lima.
Villa Ral.
Villa-.N'ova de FameKcao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpasso).
Mirandella.
Baja.
_______Harcellos. ____________
Coziibheiro e lavadeira.
No collegio da Coucei^o precisa-se alugar om
cozinhuiro e urna lavadeira. forros ou escraros.
Sanudrs broiher> &
vendem libras esterlinas
C Corpo Santo n. 11,
Armaco
DA
Grande casa terrea n. 11 da ra de San Tbe-
reza em Olinda, com 91 palmos de frente e 88 de
fundo, cem urna meia agua pelo lado do sul, com
S/ST SI' S S ci-'55 l sr p s-SL STiu^Vi
frente e 23 de fundo, grande pomoal no mesmo Wcao de amarello, forrada de lyuro, para qual-
Sexta feira 29 de julho. Precisa-se de urna ama para cozinhar em ca-
s 11 horas ero ponto. : sa de bomem solteiro : a tratar na roa do Livra-
Por intervencao do agente Pinto. Em sen es-. mentn. 33, loja de calcado.________________
criptorio ra da Cruz n. 38.
LEILO
300
DE
sacc s cora farinha de man-
dioca
Sexta-feira 29 de julho, s 11 horas.
0 agente Pinto levar leilo, requerimento
do depositario geral, e por mandado do Illm. Sr.
Dr. jeiz de direito especial do commercio, 300
saceos com farinha de mandioca pertencente
Eduardo Altaras, viudas na barcaca Academia,
Na ra do Hospicio n. 3 gratifica-se com gene-
rosidade a quem achou quizer restituir amas
chaves atadas em um lenco de carabraia, sendo
perdidas da estacan das Cinco Puntas ilha uos
Ratos, no dia 25.
ATTENCAO
No armazem da Companhia Pernambucana exis-
te um caixote e um embrulho, vindos de Fernan-
do de Noronba no vapor Cururint para o Sr. te-
nante Joaquim Manoel da Silva e Sa.
AMA
Precisa se de uiia ama
brado n. 50, andar.
na rna de H orlas, so-
r'recsa-se
de nm pequeo que tenha alguma pratiea de no-
Itados: para informacors na da Cn.z o. 16.
Criada
Precisase alugar urna escrara para engommar
e andar com crianijas : na ra da Cadeia n. 8
criada.
Precisa-se de ama criada para engomraar e tra-
ftar de duas criancas : na taberna da ra dos Pi-
res n. 20, sitio do Geriqpjti.
A luga se
ama carrocapara o serviijo domestico : ama do
Hospicio n. 29.
Cajxeiro
Offerece-se para ajndaute de guarda-Nrros nm
aneo can alguma pratiea de escripturaclo, falla,
francez e entenoe alguma cousa de ingles : qo
delle precisar dirija-se ra das Trincheiraa i
i 1 A, toja de cirgueiro.

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Diario de Pemaminjso Q
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Este antigo estabelecimento. acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'oura, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei
MOBEIRA HITARTE .
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Creado.
Precisa-se de um creavo ftet, de muito bons
costumes, e qHe d fiador sua conducta ; diri-
ja-se rna Bellt n. 37, sobrado de 9 andaros.
- Precisa-ie alugar urna eserava para cozinlar
e engommar : na rna do Crespo n. 83.
ATTENCAO
TUma pessoa habilitada propSe-se para meslre
de msica de guarda nacional, ou sociedade, sen-
do distante desta cidade : quera 'pretender dirja-
se a ra de Santa Rita n. i.
Deseja-se fallar com o Sr. Clenieniino Fr-
, reir Gomes negocio de seu iateresse : ra do
Commercio n. 17.________________
Jos Jeronyino da Silva lendo de fazer una
viagem, deixa por seus .procuradores durante a
sua ausencia aos Srs. Joaquim Lopes Machado,
Joaquim Theodoro da Silva e Augusto Frederico
dos Santos Porto.
Atteuco
No armazem de Mills Latham C, na ra da
Crin n. 38, vemem-se saceos vasios.
?3 s
CD
r-h-
O
33i
TINTA PARA IMPEESSOES,
Nesta typographi' lia^m grande deposito de ti tu
p ra typgrahi;), fabricada na Inglaterra, de quaiidade
superior, e que retalhada em barris de O a 100 libras
por prero commodo.
DAVID H. IIHH W
E8CENHEIR0
Com fundipo
RA DO BRUM 52
Passando o chafariz.
Chama a alengo dos Srs. de engenho para seas acreditados madiimsmos e
com especialidade para seus vapores que anda urna vez tem melbofado.
Os vapores omecidos por elle e j funecionando Ihe hao de fazer melhor apre-
/iarao do -pie qual^uer diteproprio.
eseja todava mencionar que vista do cambio agora mais favoravel do que
na pocha dos apontamentos do asno passado tem feito urna redacto sensivel em todo
*eus precia.
Vende-se tabelas compararativas de pre-
cos de metros covados e vice-versa, mos-
trando primafacie o valor de qualqaer
fazenda, em relagao s mencionadas medi-
das reciprocamente : em casa de Lailacaar
A- C, ra do Crespo n. 9.
Precisase fallar cora o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de seu interesse : na ^raca do
Gorpo Santo n. 47, i- andar. ________
Aluga-se o soto do sobrado da ra de Hor
tas d. 48 : trata-s no 1 andar.
MOFiNA
Rcga-se ao Illm. S. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provioeia, o
favor de vir a ra n Imperador n. 18 a -oncluir
aquelle negocio que V. S. se corapromelleu reali-
sar, pela terceir chamada deste jornal, em iras
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e na la curaprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qando o senhor
filho se achava no estudo nesta cidade.
ibergier, e de
recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nlo pod osar do opio e de seas prepara-
dos, e mni coavenientes para as criancas
nos espasmos e convuls5e.
AL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrio em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHARMACIA CE?TSr A DO I4%A-
J30B N. 38.
Pillas de Vallet. '
Plalas de Blancard.
Plalas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Gonfeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodnreto de ferro com magnezia.
Ferro de Qoevenne.
Assocar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRALRUA DO IMPERA-
DOR y. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e Jdiarthare,
excellent tnico para auxiliar as digestes
difceis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL "RA DO" IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle, mui re-
coramendada em qoalqner caso de taemor-
rbagia, e principalmente na tliysica pulmo
nar, e as hemorrhagias uterinas.
seu
Precisa-se de urna ama de leite para aroamentar
urna crianza : qnem estiver nesta circumstancia
dirija-se ra Nova, casa n. 22, que achara com
quera tratar. Sendo de fra da cidade prefe
rivel
PEDIDO
A' todas as pessois que por emprestimo teem
levado livros de direito e obras de litteraturado
escriptorio de Alcoforado & Irraao, roga-se o espe-
cial favor de os tnaudarem trazer, visto como sao
elles de palpitante e absoluta necessidade.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com
binacio do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitameotos escrofulosos, o racbitismo-
cachloroso.
O vmho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pbarma-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de cbocolate de ban-
nilha, salepo-araruta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phemeo, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de pe'.* como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de moita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os raelhores vermfugos para criancas,
Pastilbas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugv.
Tudo de melhor quaiidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO*IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente quaiidade.
FARMACIA CEST1SL
Ra do Imperador n. 38.
Lamploughs Pyretic Sali.
A preparation of well known utelity to the En-
glisb Facully, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fever. The frequent use'of rv3 sa
lme preserves foreigners from many disees to
which they are leable before becoming acclima-
tised. May be obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
ATTENCAO
O abaixo assignado convida a qnem se julgar
credor do 9 baialhao da guarda nacional do mu-
nicipio de Olinda, comparecer no praso de oito
das improrogaveis em ca^i de sua residencia (la-
4eira da Ribeira n. 9) munido de seus documen-
tos para serem pagos.
Olinda, 25 de julho de 1870.
Manoel Ignacio da Silva Braga.
Alferea tfie>oureiro do batalho.
AVOZDAVERDADE
Hotel Apa Brilhanle
Roa esirefU do Rosario n. 19
Os proprieurios rtest eab1eclmei\to leem a
honra de participar ao respeitavel publ
desde j se acha aberta sua easa, onde encontra-
rlo a lempo e a hora, commedoria* com acceic e
perfeicio.
Assim pomo recebe-se assignatnras, mandndo-
se levar a comedoria aos assignanws, se nao t-ve-
rem portador, aflangandu oa. proprietario todo
com a devjda proraptido a seus freguezes
Ainda se precisa de um ealxeiro de lia 16
annos cora pratiea de taberna : n ra da Concor-
dia n. 93.
Precisa-te de urna ama para servico de urna
casa de pequea familia, para comprar e cosi-
nhar: a ra do Duque de Cana?, ouir'ora ra do
Queimado, loja d. 22.
A a '- &m ^
K Pede-se a devoco do Monte Po Portu- AL
2 gnez, que lance suas vistas para urna v.... /g
9t qne mora na ra dos Pescadores, a qual A
Jg sendo protegida por esta sonta institu-
*^ rao, por considera-la urna senhora no- S5
nesta ; o contrario urna mulher de
mos costumes, a pontos de ser na mes- fi
ma ra tida e havida como urna seduc- ?
tora de fllhos fami ias, sendo que o sen "Bk
primeiro fructo depois de sua v.... aue- 5g
as conta i para mczws. 55
Pescador sem tarrafa. A
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia para comprar e cosinnar: ra do Im-
perador n. 16,1 andar.
AVISO
Achando-se embargado o engenho Pontable pelo
juizo do commercio da capital, para pagamento da
qnantia de 45:0003000 de reis e juros at real
embolco torna-se a avisar que ninguem faga
compra, arrendamento, nem qualqoer contrato
sobre o dito engenho ; porque alm de nullo de
pleno direito, quem fuer incorrer as penas do
art. 264 4o do cdigo penal.
i Aluga-se
Alaga-re para ca?a dp familia urna eserava com
habilidades, nm moleque para servico de ca um raolaui que eatende de tratamento de caval
lo: na ra do Rangel n. 7, taberna.
Ao publico
O hotel chinez previne -ao respeitavel pubiieo.
que se acha estabelecido com um hotel na ra
de Santa Rita n. 3, prorapte para fornecer qual-
quel encommenda inhorente ao seu estabeleci-
mento, eerto de que achara sortimento, prompti-
do e agrado
Precisa-se de um criado de loa 20 annos, pre
fere-se. para casa de paso: a ra das Larangei
ras n. 4.
Precisa-se de um menino para caixeiro de
taberna : na ra da Senzalla Velha n. 80.
AMA
Precisa-se de urna ama, que engomme bem.e
faga mais algum servico para casa de familia, po
rm, que seja de boa conducta ; aa ra do Pires
sobrado n. 27.
Precisa-se
de urna co nheira, prefe-
re-se eserava.
para casa de pouca familia e paga-se bem : a
tratar no hrgo da matriz de Santo Antonio n. 2
Io andar.
COSIMIEHU:
Attenco
-4
=3
O
P3
0
iV 3 A RUA DO CABUGA N. 3.A. I
HTIMM 1RM0S
Ca-
o
O
so
FESTA MACARRNICA.
Pamphletj'politico de que na corte venderam se
DEZ MIL EXEMPLARES
EM
VIXTE E QATRO HORAS
Rs.200.
Livraria franceza.
i M1IWILM
EPISODIOS DA VIDA INTERNA
?o ex-dictador e de sua favorita, com o retrae de
LPEZ.
1 vol. 8 Brochado.
Rs.-i300.
Livraria franceza.
0
Com este titulo acha-se aberto e ioteiramente transformado este antigo
estabelecimento de joias, onde os fregoezes e amigos encontrado tudo qoanto
a moda e o bom gosto tem ioveotado na irte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o qoe existe de melhor em .
aderaos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, hrincos, alfinetes e anaeis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros. coiberes, palileiros salvas e ootros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, bridantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertenceote a esta arte.
iHUIlBIllillll
CASA cauvin Kmm
Pbarmaceutico privilegiado
KvcoommoT
Boulevsrd Sba.topol, BB PARS.
OVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
ApreccaMM a Audcmit de Sientii e to Instillo Franoi,
HOMEM E MELLn
ESCRIPTOS HISTRICOS E LITTERARIOS
Io A Constituinte peranie a historia.
2 30 d jiilho de 1832.
3o Diversos.
i vlume 8o brochado.
Rs3i000.
LIVRARIA FRACEZA.
PHARMACIA CENTRAL RUA
N. 38-
Pastilbas de balsamo de tol e de seiva
de pinho maritiaio, para a.; affecces chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecc5o nervosa.
Pastilbas de bypophospbeto de cal mui
uteis na tbysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regoault,
de hortelaa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
Precise-se alagar um moleque para vender
miudezas, d-se tres mezes aiantados : na ra de
S. Francisco n. 70, taberna, ou na Capunga, ra
das Creoulas o. S.
Ama
Nutrirnento
MEDICINA!
P^EPABABO PpR
Lunman A Krmf
P.WA
!aa
quaiidade Ite'rto-
as, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Expressa-
raenteescolbio
dos memores fi-
gades dos quaes
se extrahe o
oleo, no banco
da Terra Nova,
purificado cbi-
micalmente, e
suas
prppriedadea
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfectamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi de-
vulgdo por elle e contem
MAIOR PORCO D'IODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
exam'aado
IODINO E UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de ligado de bacalho,
e naquelle no qual contm a ma ior porc5o
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, ROFES, FIGADO, '
Tsica, bronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos.etc.
Uns poneos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vista.e d vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando-
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas affecces das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigesto se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
0 OLEO DE FIGADO DE RACALHAO
DE
l.anitiaii fc Kemp,
Se que desejam ver-selivres e exepasm
de enfermidades
Precisa-se
de urna ama para cozinhar t; comprar p*ara casa
de homem solteiro : no progresso J i ra Direita
n. 33.
Attenco
Continua-se a fornecer alinoro e jantar : no so-
brado da ra estreita do Risario n. 18.
A pessoa que annun:iou
inantia de 400 a juros, venha
i. Jos n. 2.
querer tomar a
tratar na rna de
Precisase de urna ama que cdduo e tn-
gomme para casa de pouca familia ; a tratar i.a
praca da Independencia, loja de chapeos nmeros
8el0.
Precisa-se alugar um cozinhtiro para casa-
de pouca familia c que seja de b >a rondada : a
tratar na rna da Cadeia do Rcife n. 35.
h y
Precisase de urna ama forra ou eserava para o
ser .'ico de urna casa de pouca familia : ;i tratar na
ra da Cruz n, 18. 3u andar.
.Precisa-se de 4005 a premio, dase hypathe-
ca em bens dj raz : quem pretender dar annun-
cie por este Diario para : er procurado.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra da Cruz n. 15.
~j Aluga-se nma excellente casa terrea em
O rada, na ru de Mathias Ferreira : a tratar em
linda com o Sr. Luiz Antonio Gonalves Peona,
ou na roa do rtmorim n. 37.
Sob forma de Pastilla, deedida e (toteada (ara
fawr d* momento oau solcelo
rratamtl a carali.a iu OU8TIM CMTMIMAI.
IKJECCO
PrMaatiw l
IWECTflHmTRO
ESTOJOS
do volme de aa relMio, errindo de
l'JIII.TRO e SEWGA *en ot
irafit iacaireaiwUf i frtfUldaJa.
Mat
Vendas on permutas
Vende-se a propriedade Gaarapes no Rio-
Grande do Norte, com trras casas e armazens
de um e oulro lado do rio, lugar berr. conhecido
pela sua importanjia coramercial, cojo porto offe-
rece omita facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihabv (na
mesma provincia) moente e corrente.com inco
leguas de trras de maltas virgens, oito escravos
bois, bestas e alambique,) ou somente o emgenb
com as trras que convier ao comprador). Estas
propnedades vendem-se p,r baratissimos precos
e umbem se permutam por engenhos nesto Vro
vinca, Parahyba e Alagoas, ou por casas as ca-
pttaes das mesraas : tratar oem o proprieurio
major Fabncio Gomes Pedroa ra da Cadeia
n. i, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
Coa a torna, e o> n.lome de
COTSNDO TODO JRkT,
Cf>J^J^YBIO^Contra as affeccois das ppebraa,
rayando tob a netau tarr ^^
\
BARTHOLOMEO t Ca
raetau forma
'ral para e BHASIL
3*,
_PllaUa
ra larga do Rosario. PERNAMBUCTO.
HK*Tft aT ''
Estaro expostos na bem cohecida livraria do
!>r. De Lailhacar na ra do Crespo, at o dia 5 de
agosto prximo futuro, quatro retratos photogra-
phicos fetoj uo nosso estabelecimento de photo-
graphia rUa do Cabug, esquina do pateo da
raatnz ; peco para ellei a attenco do Ilustrado
pubhso desU capiul.
_________________i- Ferreira Vilella
Caixeiro.
Precisa-se da om caixeiro hraslleiro de 16 a 10
annos de idade.qae tenha ba.stan:e praiica de u-
traur
perial b. 27. ^*
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cb purgativo de Cbambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vez?s sem irritar os intestinos.
"XAROPEIYPNOTICDE Bol^L
O chloral um agente therapeutifio recen-
temente experimentado, mas cujos benefi-
cios va sendu largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, elle
sempre erapregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
nsomnia, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle recommendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, ta
clampria, as queimaduras extensas, nos
accessos agudos de gotta, na asthma,' na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Daas a oito coiberes de sopa
por da, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHODDQUININNO DE LABARRAQE
Poderoso tnico boje to aconselhado nos
gozos de- debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERADOR
N. 38..
0 capitao Tiburcio Hilario da Silva lavares, Dr.
Ernesto Feliciano da Silva lavares, Alfredo D
cleciano da. Silva lavares (ausente), convidam aos
seus amigos e prenles para assigUrem algumas
missas, que manda ni rezar no convento do Carmo,
s 7 luras da manhai do da 28 do corrente, pelo
repouso eterno de su presado pai, o c.unselbeir.i
Tiburcio Valeriano da Silva Timr.es, fallecido na
corte 12 do_ corrente ; e p >r cujo acto de cari-
dade e reliRiao, desde j se mostram agradecid 'S
as pessoas que comparecer-n.
Na ra da Lingoela n i precisase de urna ama
para cozinhar para ca de rapaz solteiro.
PERDIDO
Perdeu-se no dia 23 do corrente da ra Au-
gusta ra do Brum, cento e dez mil reis, em
duas notas : quem as acnou e quizer rcstitui-las
dirija-se a ra da Praia n. 59, que se dar os
signaes e ser generosamente racorapensado.
O abaixo assignado declara pelo presente ao
respeiiavel publico e com especialidad* ao corpo
do commercio, que o Sr. Joaquim Jos Mara Dias
deixou de ser son caixeiro desta data em diante.
Recife 25 de julho de 1870.
'___________Joao Cardoso Rabello.
Acha-se justa e contratada a taberna da ra
do Vigario n. 12 : se algum senhor se julgar com
direito a alguraa reclamacao, queira dirigir-se
travessa do Corpo Sanlp n. 25, 1 lindar._______
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia, preferindose eserava : na Capunga, ra
das Creoulas n. :,">. i
D. Maria Joaquina de Oliveira Campos, tendo de
fazer remessa para Ptrtugal do3 restos mortaes de
s.u sempre asss lembrado marido Bernardino
Francisco de Azevedo Campos, convida os seus
pa rentes e os amigos do finado a Ihe fazerem o
caridoso obsequio de assistiiem as missas e me-
mento solemne que pelo dcscanco eterno de sna
alma, manda celebrar na quinta-feira 28 do cr-
reme, pelas 7 horas da manhila, na igreja da ve-
neravel ordem terceir do Carme pelo que des-
d j manilesla sua eterna gratidao.
wmammamBBmtmm i wm tua
SJv:
Antonio Pinheiro Paz de Lyra manda resar nma
missa por alm.% de sua prezada sobrinha D. Isabel
Francisca de Menezes, p dia sabbado 30 do cor-
rente, pelas 9 horas ta manha, na igreja matriz
de N. S. da Encada, nb stimo dia de seu fallec
ment ; e para isso convida a todos os seos p-
renles e amigos para assistirem a este acto de ca-
ridade e religio, do que flcar eternamente agra-
decido.
Irmandade
das almas do Corpo Saato.
Nao tendo comparecido no dia 25 do corrente
mez numero sufllciente de irraao* para se consti-
tuir mesa geral, de novo sao convidados os nossos
charissime irmos comparecerem no consistorio
da irmandade, na quinta-eira 28 do corrente, as
6 horas da tarde, aflm de reunidos em mesa ge-
ral, tratarmos de negocios relativos irmandade.
U ejcrivao,
Manoel Jos dos Santos.
Te cozinna
Precisa-se de um ajudante : na ra larga do
Rosario a H.
Roga-se ao Sr. Francisco Cardoso da Canha
que annuncie sua morada para ser procurado a
I nefoeio de aeo intwesie ; e isto com urgenjia.
COMPANHIA
TRILHOS DBBAROS
no
RECIFE A' OIIMM.
Avisa-se ao respeitavel publico que at
o fim do corrente mez baver smente
duas yiagens de manha e duas larde, tan-
to de ida como de volta, sendo de manha,
s 6 e 8 horas para Olinda, e de l para
o Recife as 7 e 9 horas; a tarde o Io trem
partir para Olinda, s 4 horas, e o 2o as
G, e de volta ao Recife partirlo as 3 e as 7
horas.
0 supreintendente.
A. de Abren Porto
ATTENCAf
Aluga-se ou contrata-se na ra de Rangel n.
46, um carro grande e muito commodo pana
cidade da Victoria, sendo a sahida do carro no
dia quinta feira as 3 horas da tarde : preco geral
para viagem de ida e volta 20000, condu'zindo o
carro at o numero de II pessoa
cavallos gordos e bnns: quen
a sua viagem devs vir d vesp*
d, w. mm
EHGENHEIHO
Com fundiqao.
A RUA DO BRUM N. 52.
Pass-.ndo o chaf.riz
Machinas vapor sysiema memorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canos.
Taisas de ferro batido e fondido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va- \
por e animaes.
E outros muitos objeclos proprios d'agri-
culiura.
Tudo por preco muito. rednzido.
SHfi mwW WKBIBj |
HOMEOPATHIA
O Dr. Caanova pode ser procurado al
qualquer hora em seu consultorio espe-^
cial homeopathico, no largo da matriz de 1
Santo Antonio n. 2. Neete consultorio
tem sempre sortimentos dos acreditados I
medicamentos de homeopathia de V
A Catellan em tinturas, e em glbulos, e |
tudo quanto n?cessario para as pesoas |
que seguera este systema. j
Os pobres foram sempre e contiouamj
a ser tratados gratailamente.
Oozinheira

Precisa-se de um cozinneiro
mado n. 12, 1* sudar.
na roa


Di
eruambuco
vun
o de 18
&wxmtmm.^&
DO
i
VAPOR FRANCEZ
.H1MH.7
Este conbecido estabelecimento acha-se eonstanieaie'nie bem sonido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios .francezes, tos arillos abaixo menciona-
dos, presos os mais resumidos que possivel.
CAMa$AM90 FRAICEZ
Botinas para tenkoras e meninas.
Botinas pretas, brancas de muitas ouiras cores, surtidas e bonitas, do ultimo gos-
lo da moda, e precos mais baratas do que em oatras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Colinas de bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escelhidas.
Botas e perneiras russlanas.
' Botas e perneiras para mamaria, das melhores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
Zapatos de borracha para horneo* e sean oras
Tendo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo cusi alim de
desempatar o dinbeiro nelles empegado, sao baratsimo?.
Mipatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada baixa de ecuro de lustra cora salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meamos como para meninas, muito baratos.
Wapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
tuguezes para homenf, para senhoras e para meninos.
PERFUMARAS
Exeelleotes extractos, banhas-, leos, agua de cologne, florida, divina, lavande.'den-
trice, de toilette, sabonetes, tintara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., tudo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jotiria, espelhos Dar sallas, qnartos e ga-
sas wnetes, toucadore! de diversos tamanhos, leques para ,senhoras e para meninas, abridores
I) de luvas, brincos; pulceiras, boioes, correnfs e chaves de,reli'gios e tranceln s, tudj de
(gg ouro de le, correntcs e brincos de plaqu, a imiUcao e de mais gosto do que as de ouro.
'81 caix'nhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas coir, lindas pesas do musir, albuns
\\ e caixilhos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distinctamenie
ver-se a perfeigao dos retratos, objectos de phanUsia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe- !
quenos registros muito linos e delicados, bouquets de flores de porcelana; jarros proprios I
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
moraina, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicles, bengala?, oculos, lunetas ou
pensinez d_e prata dourados, gravatas pretas e de cores, abr.toaduras de collete e de punhos,
carieinalias para notas, thtsounnhas e caivetes finos, pente?, escotas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, jogos de domin, rodles, bagatelas e muros differentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para pi^p e janellas, eostnoramas, laniernas mgi-
cas, estenocopos com interessante? vistas dflgaras e das mais bonitas ras, boultvards,
piacas e passeios de Paris, photoirraphias e cafxinhas mgica?, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrill e de lia de core* para ps de lanteruas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, aeordions de todos os tamanhos, berros de vimes para enancas, sapatinhos e
1 toucas de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para conJutir enancas passeio ; e
outras multas quinquilharias de phantasia, francezaa e allemes precos muito em conla.
Para este artigo nao ha espaca nem tempo para a massante leilura da infinidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCA
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-lo
verificando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos em di-
reitura e de conta propria.
Ka (ravessa da roa
das Criizes n, 2, pri-
meira andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de offpo, prata e brlban-
tes, soja pal for a qaan-
lia. Na mesma casa com-
pram-se os niesmos me-
taes e pedras.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito
M&'sa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Pillas catharticas.
Puramente vegtaes e sem mercurio, cura ae-
zoes, curam e purifleam todo o systema humano
Vende-se effectivamente em casa oe Samuel Ft
hnston & C, ra da Sanzalla Nova u. 42.
Aluga-se urna preta escrava boa cozinheira:
a tratar na ra Duque de Caxias n. 14, antiga do
Queimado, luja de fazendas.
I TINTLRARIA FRANCEZA
55-Rua da Imperatriz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e acbamalo-
; tase, com a maior perfeicao, fazendas em
! pecas e em obras de todas as qualidades ;
orno sejim : seda, la, algodo", lindo,
chapos de feltro e de palha etc. etc.
Tira-se nodnas e limpa-se a seccosem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.





i;:^(1l 'ITI'fl-"
Te Liverpool & Lop-
on & Globe Insu-
rance Company.
Companhia ingleza de seguros contra-fogo,
estabelecida em 1839.
Capital e funifos de reserva
Ks. 35,3SO:9SO.
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propnedades, gneros e fazendas arroaz-nadas,
mobilias, etc., etc., e estao igualmente autorisados
a saldaiem aqu quaesquer reclamares.
Saunders Brothers & C,
_____________Praca do Corpo Santn. II.
Precisa .-e arrendar'um sitio com terreno
para plantajes e pasto para animaes : na ra de
S. Goncalo n. 30 se dir qoem pretende.
Aluga-se urna escrava perita engommadeira
e de differentes habilidades, para casa d* familia :
a tratar na ra do fresno n. 12, I* andar
Kju casa de THEODORO GHK1KTI
ANSEN, rna da Cruz n. 18, eacentram-t.
ifiecUvaavnte todas as qualidades de virtt*
tordeaax. 3oartfoirne ean Rheno.
Ka jirafa da Independencia n. 33 se da d'
ihero sobre penhores de ouro, prata e pedn.?
)reciosas, seja qual for a qoantia; e na mesms
rasa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de en
/immenda, e todo e qualquer concert tendente
i mesma arte._______
Alugam-se as casis n. ll, terrea, da rij
de Sania Hita, e o sobrado de dous andares e sola
n 32 da ra da Aurora a trisar nesta mes a
rna n. 38.
A PRIMEIRA EM PERNAMBUCO
11Una Nova11
Awvedo, acaba de fundar em stu grande armazem de pianos e
gravar
e imprimir msica,
distincto gravador e taipressor o Sr. Nicacio
Antonio Jos de
instrument s, urna
IuijwciLSii para
de cujo irilniho se acha encarregado o
ilarcia, que por muitos annosfoi empregado das primeiras casas "do Rio de Janeiro, de
i.aforgf. e -inow.
Nesta casa sero iapressas n5o s as melhores novidades que vierem da Europa,
como tatobeiu as msicas orinaes dos melhores professores e amadores desta cidade,
juer por no.ssa conla 90 por conta dos seus autores
As prim^iras musicas que se gravaram e imprimirn) em nossa casa, tendo sido
muito bem acceitas pelo respeitavel publico, nao s pela perfeita gravura e boa impres-
s3o, como pelo superior papel que empregamos, faz com que boje publiquemos a lista
abaixo e que se acham a venda era nosso armazem. Continuando a publicar-se sema-
nalmente pelos jornaes as novidades que formos imprimindo.
ANNETA polka brilbante pelo insigne maestro 1. Smoltz, pre?o.
MINERVA, polka brilbante pelo insigne professor Colas Filho .
CHICO DIABO, linda polka por ..........
UMA LAGRIMA, mazorka.......'....-..
LA (.HAN JE DCHESSL. polka. .'.........
Tres lindas jwlkas do Circo Equestre de M. Coali. (Esta colee-
Cao contina).............. I 000
Esl-se gravan/lo para sahir a luz'nesles dias, dnas lindas pecas de msica para
piano; comnosigo do insigne e sympUhico maestro chegado da Europa pelo ultimo
vapor o Sr.
E. Casalbore.
Valsa SOUYENIR. | Polka CIIANT D'OIREAUX.
\ Imprensa Nacional de Msica tambem recebe
&33!Nti?ilVVM8
por seis mezes e por um anno. brigando-se a fornecer a seus assignaDtes dnas ou
tres pecas de msica pormjz, para piano s, e para canto e piano, pela tabella seguinte :
Assignatura por seis mezes Assignatnra por um anno
2,5000
f-$000
300
I sooo
1-5000
p\n.\ '.' PARA
Recife Provincias Recife Provincias
Dius pecas por mez Tres pecas por mez
para pianno s 8,51000 40^000 sendo urna decanto
Tres pecas por mez e piano OfiOOO 2ii*00D
sendo ama para Duas pecas por mez *
catito e p;ano 10*000 12iS00 para piano s 1 ."OOO 18-WO
O preco da assignatura, aprsenla aos Srs. assignantes, urna grande economa:
por que se forera a comprar avulsa a msica qne fornecemos no decurso de um anno,
Ihe cuslaria 0 a G0, ou talve mais. Portanto convidamos a todas as pessoas, quer
desia cidade, ou de outras provincias, que quizerem ser assignantes, a dirigirem-se di-
rectamente a nossa casa, que promptamente Ihe serao remettidas a seus domicilios,
pelos .vapores ou corr.
Igualmente convidamos aos Srs. negociantes de msicas, quer desta provincia ou
le oatras, que quizerem entrar em relacss de negocio cota nossa casa, ihe faremos
sobre oe precos marcados na msica um grande descont, nwito vaatajoso.
NESTE GRANUE ARMAZB A TEM SEMPKE :
O maior e mais esplendido sortimento de pianos de A. jabndet, te quem somos
nicos agentes, o maior e mais explendido sortimento de musitas para piano, edicoes
a Europa e e musicj para banda militar e orebestra.
MARTIMOS
.COITRAFOGO.
A Companhia Idemiusadora, estabelecij
testa praca, toma seguros martimos sob.
aavios e seus carregamentes e contra foge
m edificios, mercaduras, e mobilias: 1
ra o Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Precisa-se-de nma ama de Ieite :
d) Corredor do Bispo n. 13.
airas n. 55
Na loja da VERDADE contioaa-se a ven'
der por baratissimos grecos todos os arti-
gos l miuderas e perfumaras do seu
grande e variado sortimento, garantindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratsimo preco.
Espelhos dourados para pendurar a
160 rs.
Agalhas de osso para crox a 200 rs.
Pente8 finos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarina a 10000.
Dita com agua florida a 05GO.
Dita com dita dita a 1,5000.
Tnico de Jayme a 10500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 10000
Dito com extractos finos a 13000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de i 20 a
240 rs.
Sabonetes muito finos e diversas quali-
dades a 80, 160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para denles de 320 e 500 rs.
Ditas para fado de 500. e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar'com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 2i0 e 320.
Pentes para tirar piolhode 160 e 240 rs.
Partos para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos do cores, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Pennas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de tanca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e 10500.
(irosas de bofes de louca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
280 rs. %
Thesora para costura a 240 rs.
Linha de marca eaixa a 280. rs.
Carriteis de linhas de Alexandre de n. 70
a 200 a 10 rs.p
Grampos muito finos, com passarinbos du-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 3#000
Ditas portuguezas, duzia 10400
Papel almaco superior qualidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar libra 6#5O0
Fitas para deb'rum de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
yelos all: gados .
difTei t das sua
e diversas qaatidjdf delle- es-
pecial /neo
namaro de itpati- ta-nueny|
annelles que f lo lionia-lo i
frepiMZMs, ensonU-aadbpor Me moiivo spria-;dif-
liculdade- e bons genero*, pn
fulla ttlve de (| leu. ue cora tiAix za um
esiabeleciaiento ijue como o seu, pa-sa com pa-
rantia, bem salMfozar as justas, exigencias do rt-
peitavel publico desta capital; que se acha o seu
arnjazem prvido dos mais novos e variados gane-
ros, e liniia-se a nomear o seguinte :
Carne e qtieij'is do serlo.
Preznntos inplezes e portaguezes.
Gondolo (nova marca de bolachiuhas).
Petit Pois ao Bcurte (ervilhas em nianteiga).
Chocolate lijspanhol a ifoOQ a libra.
Conservas a /00 rs. o frasco.
Caf chumbado e de moka.
Rap Paulo Cordeiro (viajado e cornmuui).
Guizados francezes (TrufleeJ.
Superior champanhe.
Doces tinos de goialia, laranja.limao e bananas.
Bival sem segundo,
RIA Dl'QlKUE CAVIA* ^'. 4
(Antiga roa do (teciinado)
m e
As segnintes obras
Colas cont suisso, ene. 1 vol. por'10000.
Flores singelas, por Pae? deAndrade. Ul-
timas paginas, por P. de Calasans. IllusO-
es perdidas, por C. de Azevedo, tudo en-
cadernado em um s volnme, por 8?J000.
Tambem vende-so as cplleccoes de leis
provinciaes fallando apenas 5 annos, por
15,-5000, tendo 27 vol. em brochura. Quera
quizer dirija-se a esta lypograpuia que se
dir quem vende.
A 5,001) RS.
Chapeos de sol de alpaca fina com hasteas de
baieia a l : na ra do Crespo n. 25, loja da es-
quina.
i&
coi es de 40 a 100 rs.
Filos para cs, peca 480 rs.
AlfineuTs de lati, carta 100 rs.
Sapatinbos de lam para creanca de 400
i 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de'seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas de flppxc, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Va Verdade roa Duque de (a
__________xlas n. St.__________
-r Vidros para vidracas de todos os tamanhos
e em caixas, venie Bartholomeu & C, em sua
pharmacia na ra larga do Rosario n. 34.
Saceos oom arroz em casca.
No escriptorio de Joaquim Gerardo de Bastos
ra do Vigirio n 16, 1 andar, vendem se saceos
to arroz ^m casca ; para ver, no trapiche Cih
nha ra da Moeda.
ATTENCAO
CiF HDtBO VAP?
|DE
AVILLA IBMO & C.
49^- RA NOVA DE SANTA RITA 49
PERNAMBUCO.
Ha para vender neste estabeleoimento caf mui-
do a vapor e torrado a ponto certo, sem mistura,
empacotado em papel de estreno para se conseN
var senipre fresco. Garante se a sua primeira
qualidade. Os apreciattres do bom caf podero
procurar nos principaea armazens de moihado?.
Para evitar falsilicacao, previne-se aos senhores
apreciadores que todos os p.icotes ter-aj um rotulo
com a firma doastabelecinient).
Cont'na a vender tudo
muio brat a saber:
Libras de areia preta muil
Tsoras finas para unbas e cotu-
ia a....... .
Papis de agulbas francezas s ba- ,
lao a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta l;v
Libras de laa para bordar i!e todas
as cores a.......61T000
Carriteis de linha Aicxai.dre a. 100
Frascos com azeite para machina* 500
Grvalas de cores muito linas a 500
Crozas de botos madepersla (i-
nissiraos a....... 500
Pares de luvas de cores muilo fi-
nas a 3-20 e.......
Novello ne linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
raperiorea a ... 600
Pentes volteados para mt.n-.s a. i
Tinteiros com t ota preta a Ors. e 16
Pegas de lila elstica minio fina a K00
Lata com superior tajina a loo e. 200
Frascos de oleoPhilocoino muilo
lino a......... 5oo
Ditos ditos dito grande a. I^OOO*
Frascos de macaca perola a. W
Frascos do extracto maito b lutos a 500
Duzia de saboneles muito lino., a. 70
Sabonetes ingkzel a 000 r?. e. I200
Frasco com ;igua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babeza a..... 500
Caixas de lamparillas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 240
Lartilbas da doutrina fzeoda nova a 400
Libras de linha surtidas de lodos os i
nmeros a. l800
Babados do Porto, largos a 1(50 e 200
Capachos muitrfbonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, cen 2
oitavas a. ....... 640
Agulheiros de osso gnetlados ?., 240
Librarle linha fraoceza superior
qualidade a...... 2&100
Caixas de pal'no do paz a. 20
CHARUTOS DA BAHA
DEPOSITO
Na ra Direiti n 31
Os Srs. Bastos & Sobrinho. exportadores d<> pri-
meira orden de fumos i-m foiha e charuios finos
da Baha fabricados em S. Flix por Joaquim Jos
dos Res, acreditados tanto no cstrangeiro como
no imperio, resolvt-ram mandar fazer m-u deposito
de charutos finos na ra ireita n. 31, aonde se
acham expostos venda rio differentes marcas e
pelos presos da fabrica, ajuntando apenas os pas-
tos, a sabir : P.Hmeiras. Kiachoejo?, Regala dVl-
Rci, dito Imperiaes, Exposirjio, Lyrieos, Hava-
na, ele, Convida s-. po, aos apreciadores a vi-
rem ao mencionado estabelecimento frnecerein
se de excellen'.ps charutos o a prepg ftinimodi?.
LUVAS
CALCADOS BARATS.
Borzegninsde phantazia pretos e de cores
para Miior.i a 40W)
I) tos para meninas 2000
Ditos de bezerro, sola grossa, inglezes,
tiara hornem a 7000
Vcnde-se na praca da Indenendebcia n. 39, loja
de Porto Basto5.
na ra
0 nmzeo de joias
Na ra doCabug n. 4 compra-S ouro, prata
pedras preciosas por precos mais ventajosos do
me em outra qualquer. parte.
Lom muito maior vantagem compram-se
ouro, prta e pedras preciosas e a obras velbas: na
loja de joias do Coracao de Ouro n. 2 D, ra do
Cabug.
COMPRASE
urna machina de costura que esteja em bom es-
tado : no Caes do Cspibanne n. 32, armazem.
Machina para cos-
tura.
Vende-se urna machina com pon o nso e cosen-
do perfeitat.iente todas as costaras de alfaiate, sa-
nateiro e selleiro ; o dono presia-se a ir na casa
pa pessoa que a comprar para cnsinar a coser :
da loja da ra da Cadea n. 45.
Pchincha '
Vendem-se quatro casas terreas de pedra e cal
em Olinda, duas em urna ra e dnas em uta,
baratissimo por seu dono retirar-se para Europa :
a tratar na ra de Hortas n, 96.
VerdaJeiras lavas do Jouvin brancas e de cor"?,
viudas pelo ultimo rap ir a 8*300 : na loja da Fita
[Azul, ru do Cabug n 2
~BSp
De Clunv, brancas e pretas, do tiltimp oslo : veo-
de-se na loja da Fita Azui, na do Cabug n. 2.
MEo;
J escriptorio de Joaquim Geranio de Bastas a
ra do Vigario n. 16, Io andar, vendeic-M; ucvt
grandes com milho muilo novo por preco razoa-
vel : oara ver, no trapiche Bario do Lvramento
no Forte do Mattns.
Calpado mnito barato
Botinas de couro d- lustre, com atacadores para
senhoras a 2j'00 o par.
Bolinas 3 pao e lu>tre, com ditas ditas, a 3
opar>- ruado Livra^iento n 13. Xa mesma
loja compra-se urna machina de eostora com pou-
co uso e em perfeito estado, do autor Singer.
A Nova speranca
81Rwa I5t! Quandoa NOVA-ESPERANCA faz os seus
anuncios expondo aos seus fragoezes e a
lodos era geral o grande sortimento e su-
periordade de seus objectos nao com vis-
tas de atrair a attencao do urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente dospoe.
e sim para scienttficar (a interese de todos)
a qualidade a seus objectos os qnaes sao
sempre de apurado guato e perfeicSo; lor-
nando-se qnasi ir;disp:'nsav. | para r.quclles
apreciadores (do bom) fieqticnlarem a No-
va Bspennc*. pois qae ea capricba em re-
ceber constantemente, o que ha de melhor
relativamente a sua repartir >: o que se po-
der verificar quando em qualquer reuniSo
do pessoas (amantes doxiquej ve-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel es i ,i'um alvo lenco,
um moderno c linde lago, m dilicado ra-
mo de finas llares, etc. ele. ledos olham-se
reciprocamente e dizein coaj tig (e as ve-
Zes uiis aos octroi) .d objectos
comprados a NO VA-2 :i nen-
ie !!!! procurar des<*rever un hhmcos os
artigw que cont m dita loja, eiia tr; balito
insano e nunca o firraais c-m aquella
graga e perl'.nTio cora qudsSopiles fabrica-
dos, assim pciis a NOVA ESPERANC.V con-
tenta se em ci nvjdar lodos geralotente,
a visitarcm-na pura urstao ficaram inlei-
rados do que ha exposto oa mesma loja.
31-Rus Disugcic rc'axias81
Aviso.
VENDAS.
No aaligo estabeleciraenlo de Joaquim fla Silva
Costa, a rna das Crines u. 42. ha constantemente
o que de melhor s^ pode procurar neste mercado
para meza de quem prefeie bons eneros, como
sejam :
PRESUNTOS para fiambre e de Latnego, chou-
ncas e paio?, em latas e em barril.
MASSAS, macarro, ullienin, estrellinha, se-
vadinba, sag, aletria e farialia americana.
CHOCOLATE o mais novo e melhor que desejar
se possa.
VINHO do Porto e Figueira dos mais superiores.
CONSERVAS de lombo de porco, de bage, de
feijdes em latas bem acondicionadas.
VEIXAS sterlinas a 610 rs. o nuc.
COPOS lapidados em duzia e a retlho.
Alm de muitos outros gneros vindos em di-
reitura, qu* se vendem por precos razoaveis
AVISO
Vende1-se urna casa terrea
na ra da Glora n. 67 :' trata-
ra na Boa-vista
e na mesma.
Vende-se por beralo preco urna armaeo en-
vernsada c forrada propria pan taberna oa para
oulro qualquer estabelecimento; a tratar na ra
do Cabug a. 10.
Vendem-se daas cajas em Olinda, na ra do
Cxo com frente para os Quairo C
brado n. I, no i 5. Pedro a
Quem deixar *
de comprar bomnazina prea de duas largaras a
900 ra. o covado : na loja das seis porta
te do Livramento.
Fentiados de phan-
tasia,
O BARREIROS CBLLEIRE1RO
. Prximo chegado de Paris a esta cidade com
um variadsimo sortimento de ponteados; assim
como, magnificas trancas, coque? de tranga, cax-
pens. cabelleiras de caxos, caxos de todos os la-
minos, coques de imilaeao e flores para noiva*.
Pede ao respeitavel publico desta cidade e c< m
especialidade as Exmas. Sras. do bom gosto para
nao deixarum desapercebida esu tao magnifica
moda, que mais applauso tem tido em toda Eu-
ropa, prometiendo agradar a todos em sou tra-
balbo e mdico preco : a ra de Santo Amaro n.
A, com frente para o oitao do azar da moda.
GRANDE PECHICHA
30__Rua do Imporadw _30
Ao ourives
Fcas e garfos com cabo de prata a 3*000 o
par.
Brincos de coral a 2*000, 4#000, 55000 e
184000.
,-Diios de phantasia, obra de gesto, a 8i.
Puloeiras para menina a I6.
Hitas com esmeraldas e brilhanles.
Rosetas d. ouro de dezoito quilates de 25000 a
104000. i
Ricos brincos pretos para lucto, a 8# e 16i.
Casoletas com inscripto ( >audade, amizade e
lembnnca)
Anneis com pedras, para meninos, a 2000 e
3i00.
Su mesma casa troofcM e compra-se ooro ve-
Iho, pedras preciosas Umbem concerta-se leques
de qualquer fabrica.
No armazem n. 2o da roa Duque de Caxias tem
grande porgo de palha para empalhar cadeiras,
vende-se majto barate.
Objectos para carros.
Solas de lustro.
Vaquetas de lustro.
lia.oes largos e estreitos.
Oleado preto para guarda chara.
Dito de cores para forro.
Laniernas e \ellas.
Bjtes de osso de cores diversa-.
JoaquimRodr^us Ta-
vare*'.de Mello,
Pra^a do Corpo Santo n. 171
rea paa v-voer :
S Cal de Lisboa.
Poassa p Russia,
Vin!;o B( ix.
Farlio dn Lisboa.
^ Pariaill Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translaiicus bichas de qualidade superior
e vendem se em caixa ou porc-io mais pequea,
e mais barato do que em outra' qualquer parte :
na ra da Cadea do Recife n. 5?, I* andar.
Vende-.'e barricas com cerveja preta de >upe-
rior qualidade em botijas e metas botijas : no ar-
mazem de Eduardo Fentou, ra do Commercio
n. 22.
Ceblas
Vende-se snltas a l500 e em resteas a 2 : na
travessa p?s de (rucia p e mais Iructeiras enchurtada-
todas por preco muilo tu rato para acabar : na
travessa do Padre Inglez n. 7, lugar do Caminho
Novo.
Estampilhas
Vende- se u cartono do tabeiao Almeida
roa do Imperador n. Vi.
n
Pchincha sem rival!
Ra da Cadeia n, 45
m ctmheci Jitada toja de Santos
*C.
ragolus francezes da Corda*) para hornera,
estaJa a 7J000 o par.
Borzeguins a 71000 !
Sitio em Farnameirim
para vender
Aicda est para se vender o sitio Olho de Vi-
dro, em Parnrmeirim, ou Ponte de Ucha, com
sobrado de um andar coa 10 qua/tos. fogSes e
fornos de f.rro, sonzlU par todos os arranj is,
bastantes varvoredos de fructos, lerrenos para
planucoes, boa baixa de capto, agua de beber,
tanque para banho etc. : quera o pretender com-
prar emendase com Jos Antuoes Guimaraes.
na ra do Aragio n. 13 ( h-ije Viscende de Pelo-
tas) at 9 horas da manhaa e das 3 as 5 da larde,
ua falta, na ra de Queimado n. I loja, hoja Bu-
que de Caxias.
Venham ver
i nado com prio pata cha ;
ue em outra
parte. S se enconlra na :a o. 22.
Os accreditados cvlindros americanos para na-
dara.
Machinas para desearoear algodao.
Canos de ferro galvanisacHs, para apua.
Cirnnhos americanos para transportar fazendas.
1
Fazendas brata^ pa^a
acabar
, A' RA DO CRESPO N. 25.
CAMBltAIAS finas de cores, modernas
a 280 i covadi.
CHITAS novas de superior qualidade,
a 2i0 n cavada
ClilTAs imperiaes do ultimo gosto com
core* seguras a 280 o covado.
CHUAS escuras de ristras cor de caf
240 o covado.
LaAS de cores a 240 o covido.
CAMBltAIAS brancas transparentes a {
3 a pec.a.
BRAMANTE fino de n. 230 a 270 rom-
S7 varas a 14*.
ALGODAOZINHO com 18 jardas a 1
ALGOOZINHO superior qualidade
a 5#300 e com 20 varas a C500 a peca.1
Cortes de cal;a de fustao de cor a
liflO o corte.
Superior algodao americano de lisl
para_ roupa de i a covado. 2M
Dao-se amosii ^nhnr rua do S
Crespo n. 25, loja de.Manoel Di:.
5
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Niel]
daga velha a. S, i anda.
cae
aifan


6
Diario de l/etjiajnbiico Quinta, feira 28 de Julko de 187X).
m
De da par da, mais doce.
De goiab*.
Daten*)*.
O* banana.
Em caixoes e-latas.
Fino e baixo.
CaixSes grandes e pequeos.
Proprio para embarque.
Vndese ooasuntemente ra DireiU n. 91,
aberna do Borges.
Vende-se
orna Diseiba de exeellentes barras brancas, muito
boa de carro e irotadeiras : no sitio n. 4 em S.
Jos do Manguintio.
Armazem dous irmaos
8Roa da Peona8
Manteiga inglexa flor a ijSOO a libra, idem fran-
Cbi rain* e grsso toperior a 3*100 e 3*000, ca-
f em oaroco a e 140.
Vella de spermacette a 40 a libra.
Aletria, tamarim e maearrao a 400 a Hb.
Vinho em pipa a 400 a garrafa, idem S. Jafiem
a 00 rs. B
Grandes latas com bolaehihas a 1*300. dem com
lago Cobos lardados a 5*00 a dmia, idem idem de
contra a 2*600, idem ternos com copos por
14400; asnina como muitoa outros objecin
DEPOSITO
Roa da Cudria n. 5.
Vende s por mema preco do que em ontra
qoalquer parte, de 10 killos para cima, as segua-
te? qualidades :
Sant.Qualit floe, Gne snperienr.
Suroine.Par excellence. Vanille.
Qualit fine.
CEMENTO
O verdadeiro portland. S se veod na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Jlo Martina de
Barros
Alta novidade >
'. NA
Loja dopado
Chegaran pelo ultimo vapor franeez as rica?
chapelinas de palba de Italia, nltima novidade de
Paris, chapeos de veludo e palba tambera os te-
mos de muito gosto, postilhoes e basquinas de gor-
gorito preto muito superior com ricos lagos de
setim : na ra 1 de Marr i n. 7 A, loja do paro.
Farinha de mandioca
igual a de Maribeca.
Em saceos de dous alquoires e de panno de
algodio, cuja medida corresponde de 5 a 8 0(0
mais do que a medida daqui e do Rio de Janeiro,
vende-se a preco menor do que em qualqper ou-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao, em' seu esenptorio a ra do Comraer-
cio n. 17.
GRANDE NOVIDADE
i
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
feral, e em particular a sua boa fregueria, da immensidade de objectos qne oltimamen-
te tem rerebido, justamentefqnando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lb'a attendero e relevarlo,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida lr)a da AGUIA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundancia em sortimento de superioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se conhece que o tempo de que a AGUIA BRANCV pode
dispr, empregado apezar de seus custos no desempenbo de bem servir a aquellos que a
honram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquellos cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recommendaveis, como
bem seja
Grande eatabelewmeota de fazndas roupas feitas e por medida, 4 roa da Im-
peratriz n. 52 junto a leja de oerves.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palilot de alpaca preta e de cores a 3*000, 35500 7,5000, ditos mirin prelo
de 75000 at 253000. dito* de catcawra de cores finas e ordinarias, de 65. 465000,
ditos de panno finos de 6 85 10J *'0000. sobrecasaco dito de 200 a 500000
Completo sortimento de calo de brim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
de 20, 103000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas caemira de 50, 420000,
ditas casemira preta de 60, a 460000soperjor, dita de merino diversas qualidades para
talo. Assim como um bonito sortimento de Golletes de brim de eres, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para lnto fazenda superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algodo, de 10600 30000, e de
iinho de 380000 a 700000 a doria.
Sortimento completo de cernidas fraselas de algodio de 40600 a 20500,
ditasde bramante a 40800, 20500 e 30000 ditas de Hamburgo. (rancezas, fazenda su-
perior de 250000 a 350000 a duzta. Sertimento de colanrthos de algodio e linho, etc.,
assim como meias de algodo para homem de 30, a 100000 a duzia, gravatas de mul-
tas qualidades. Na ra da Imperatriz a. 52, loja do
Sortimento de cbapos deso de alpaca, e seda, ditos iaglezes cabo de marfim.
Toalhas para rosto. Sortnaento de mallas para viagem.
ATTENCAO.
Neste estabelecimento encarrega-se d mandar fazer qualqaer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da oficina, que se encarrega do trabalho
com perfoicio e pontualidade.
SORTIMENTO DE FAZNDAS. v
Chitas de 240 rs. o covado ou 400000 a pessa com 42 covados. ditas miudes
para camisas e timao de menino 260, e 280 rs.. e outras militas qualidades de 320, 360
e 400 rs.xj covado. neste mesmoestabelecimento chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, aqnal paraflbos ecompetente enfeito para cerpinbo. Cam-
braia lisa de 30, 40, 50 e 40000 a pessa, e ontras rauitas fazndas de todas as quali-
dades.
ALGODAO e madapolo avahado.
A 40000 o algodao, e 40500 o madapolo, e tambem chita escura boa 240 o
covado por ter grande porc3o, na ra da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
no armazem de E. A- Burle & C.
Cruz n. 48 o seguiste y
\inho Bordeaux superior qualidade, pre-
ces de 70500 a 200000.
Cognac fino, differeates precos.
Licores de differentes qualidades e pre-
cos
Frutas e conserva em frascos.
LeUo de Ouro.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeicio de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n3o massar o preten-
dente se Ihe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 42 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PEBFUMARIA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque. /
, Bonitos brincos de plaquee. -^
Aderecos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
na.
Veos de seda para chapelinas e monta- ornas substituem as outras.
vistuS p3ia siBrcoscopos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Touquinhas de' fil, sapatinhos bordados j crianzas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. 1 para enfeites de mesa e de lapinhas.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
LOJA DOS ARCOS
a
Ra do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida $ C.
Este estabelecimento de fazndas finas e grossas i bastante conhecido como
ara dos mais bem sortidos desta cidade acaba de receber directamente de Paris alguns
artigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos corte* de vestidos de blond pare casamentas.
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazndas de la e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem* para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha d'Italia. m *
Basquinas de seda e guipure.
Colchas de seda e de la e seda.
Cortinados de cambraia bordados muito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras.
Toaihas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguioes atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cacbe-nez, baloes, caminhas, sombrinha.
Madapoies de varias qua'iddes, saxos para viagem, mallas, tapetes, capa-
chos, alcatifas e muitos outros artigos que se vende por precos mdicos.
Tem tambem constantemente um completo sortimento de ESTEIRAS DA IN-
DIA para forrar salas.
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZA
UNIVERSAL, roa Nova n. 12carnbrc
vuunaum completo sortimento de m*
chinas para costura, dos autores mais co-
nnecidos, as quaes estao em exposicao no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeieSo
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30. costu-
reiras diariamente, e a sua perfeicSo tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabamos executados pelas mes-
roas, que muito devem agradar aos preten-
dentea.________________________________
Cera de Lisboa en velas
Tamanhos differentes desde 2 a 16 por libra, em
caixas de ama arroba : no annatem de Tasso lr-
nao3 & C., rna, do Aroorim-n. 37._____________
Sacpos de estopa
Vendem-se ptimos saceos de estopa, proprio
para assucar, milho, farinha etc.: no armaiem de
AdamsoB, Howie A C., ra do Commercio n, 40.
Farello.
Vende-se saceos com 90 libras de farello no-
vo do Cbile a 4*300 : ra da Madre de Deas
B.7.________
Cidade do Natal 19 de julho
de 1870.
Por precos commodos vende-se:
11 paos de pinho de excellente qualidade
comprimento de 34 palmos 83 ;gros-
sura de 24 52 polega *as; sendo masta-
ros, vergas e mastro de navio.
65 pedras marmores, differentes tama-
nbos, sendo : o cumprimento d i maior, 79
polegadas, largura 19 ditas, altura 3 ditas.
30 taboleiros tambem de marmor ee ten-
do o cumprimento do maior 80 pollegadas,
largura 40 ditas, grossura umae um quarto
de pollegada: a tratar no escriptorio da
agencia da companhia brasileir? de paquetes
vapor, rua da Alandega.
gz gaz m
Ciiegou o antigo deposito de Henry Forster
1, ra do Imptrrador, um arregamentc de tu
de primeira r.unlidae; o qual se vende em parbdu
e a retalho por menos preco do que em outr qner parte
Azeite doce fxancez,
garrafas.
em caixas de n
Ventk-se a caaa imrtm n. siu Oiii
ra do l modos e grande quintal, solo proprio : a tratar ate
lecife, rna da f adeia n. S.
Venae-se vinho daqueila procedencia
K. i-RA 10 VIGARIO-i\. II
Marcas
S. Jolien Medec
Chateau Margaun._______,__________
Estampdhas.
Vende-se na ra da Cadeia do P.ecife n. 58, lea
de atnlejo. __________
Farinha e mho.
No trapiche Barao do Livramento existe boa ta-
rinha de mandioca e excelleale milho em sacos
grandes : a tratar na ra do Vigark n. 16, i* an-
dar, escriptorio de Joaquim Gerardo de Bastos.
ATTENCAO
Vende-se a famosa taberna sita ra da Gtia
n. '6 por seu dono quen.-r se remover para ontre
bairro. O estabelecimento contin gneros muito
novos, e um espaooso armazem ; como assim o
; primro andar, que fica disposicb do prete*-
i dente o querer on nao occupa-lo : pedendo tratar
no me Safadas de baile.
Chegaram loja do paco as ricas sabidas de
baile, assim como os ricos enchovans de cambraia
bordados para enancas se baptisarera, artig) este
o melhor que ha no mercado, assim como temos
grande sortimento de ontras muitas fazndas de
gosto e novidades pnr todos os vapores : na faja
do pac,o ra Io de Margo n. 7 A.
DO
BRACO DE 0110,
Ra do Imperador n. 26
0 respeitavel publico encontrar nesU
estabelecimento diariamente um completo
sortimento de pastelaria, bollos ingkzei
podins, pds-delo, prgsentos dos ultimo
chingados ao mercado, salame de lion, bo-
linbos finos de todas as qualidades para cha.
amencloas confeitadas, confeitos, bomboins,
pastilhas, chocolate francez em libras, paa-
tilhas do mesmo .cartuxos e carteiras com
seis charutos de chocolate cada urna, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris eo melhor que at
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figueira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinho*
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar nesie estabelecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
lo a quem comprar em porejo.
Os donos deste estabelecimecto nao n
tem poupado a despezas para melhor me-
recerem a acoadjuvaco do illustrado pu-
blico. '
IMPERATRIZ
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um grande
em outra qualquer parte, visto que os novos socios desta firma adoptaram o systema de s vennderem
e armazem poderlo fazer os seus sortimentos pelos mesmos presos que comprara as casas estrangeiras.
derem escolher.
Organdy branso com listras lar-
\ g3se quadrinhos, a vara a 1)5000.
| Todas estas fazndas, sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conla, ra da Imperatriz n. 60,
loja e aramem de Silva e Figuei-
do & C.
sortimento de fazndas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade que se Ihes promette vender por precos muito mais baratos do qm
in\ HUIRO ; para poderem vender pelo costo, li oitando-se apenas ,a ganbarem o descont. As pessoas que negociam em menor escalla, nesta loi
Para maior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazndas se dio os livros das amostras, ou se mandara levar emgsuas casas, para memo* ...
ALTAS NOVIDADES g
DO PAVlO
BONITAS FAZNDAS PARA A FES-
TA DE
SANTO ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO.
Vendem-se as mais lindas poupeli-
nas de linho e seda com os gostos
mais novos que tem vhdo a este
mercado, pelo barato preco de-----
2-5000 o covado.
Sedas listradas, de furta cores, fa-
zndas de muita phantasia a 2#000
o covado.
Se.da bismark, larga fazenda muito
encorpada o covado a 2500.
Bonitas lasinhas largas com palma
l de seda, covado a 1(5000,
Lindas agraciando lavradas covado
a 1,5600.
Alpacas lavradas de todas as c- j
res, covado a 640, 800 e 1,5000
Bonitas lasinhas escossezas com'
quadros e litras de seda, covado a
560.
Finas alpacas lisas, sendo cor bis*
mark lyrio, verde, roxo.'cinza, can-
na, azul etc., covado a6i0.
Ditas furta cores com as mais bo-
nitas edres, covado 503 rs.
Lindas baregs lisas, e bm lista
da mesma cor. fazenda inteiramen-
te n'va, covado a 560 e 640 rs.
Bonitas lSasinbas tapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
L5asinhas lustrosas com lindas co-
res emitaco de seda, o covado a
320.
ndos cortes de anadino, sendo j
fazenda nova e transparente e de 1
muita phantasia, com 18 covados a
155000.
Finissinaos cortes'de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 12,5000.
Cortes de ganga indianos, fazenda
Uteiramente nova a 7,5000'
Ditos chinezes com duas saias a
75000. *
Ditos de la escosseza fazenda mui-
to b mita com os de seda a 750:;0
Finsimos organdys com listv de
cor e salpico, sendo fazenda de
muita phantasia, ojraetro 14280.
de 12^000 rs. cada um, pechincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavao tem bonitas casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito Qna que se vende mais barato, por
haver grande porejio.
CORTES DE CASE OTRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo barato preco
de 45500 rs. o cort,
CASE.VJJRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
O Pavao ende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras nuito proprias
para caigas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequantam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dura-
Co, pecbincba a 800 rs. o covado ou a
25800 o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 640 RS. O COVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
13a sendo meias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o cowtdo, por se ter ei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas imitacSodesda a 560 rs. o covado, e pe-
chinct.
PECAS DE MADAPOLO A 35500.
O Pavao vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 35500.
PECHINCHA EM ALGODAO A 4000 RS.
O Pavao est vendendo pecas de algodo-
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 43000 rs.
CERA DE CARNAUBA./
Vende-se superior cora de carnauba em
saccas, mais barato do que era outra qual-
quer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
toja do Pavao.
OS SETINS DO PAVO
Vende-se es mais bonitos setin3 de cores
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavao tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qaalqoer parte.
AlgodSo entestado.
Vende-se urna grande porco de algodo
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavao, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS M LISTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covado.
Chegou para a loja do Pavao um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as raais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato preco de 25000 o
covado, pechincha.
FAZNDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande sortimento de fa-
zndas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de toda as
qualidades, fazndas de 13a de todas que
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. que todo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pav8o vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 45000, cada un.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 45,
ou a 25400 o covado, tendo duas larguras,
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 85, 105,125 e 195000.
Chegou para a loja do Pavio um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
e se vendem de 85000 o par. at o mais
GROSDRNAPLES PRETOS DE 1^600 AT 7*000
Na loja do Pavo encontra o respeitavel
publico um grande sortimento de grosde-
naples pretos de todas as larguras e qua-
lidades, tendo de 15600 o covado at 750OO
e 85000, que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavao as mais
lindas cassas f ancezas com delicados pa-
drees, tendo para todos os precos e quali-
dades, dando-se todas amostras, assim como
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavao vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LASINHAS A 320.
LASINHAS A 320
LASINHAS A 320.
Na loja do Pa^So vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a imiaco de poupelioas de
seda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
muito mais dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, pechincha,
PECIM\IIA
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas com pe-
to e coliarinhos de linho e puahos, pelo
baratissimo preco de 45500 rs. cada urna
e aos freguezes que comprarem duzias se
Ihe far um abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
liquida-se por este preco por se ter feito
urna grande compra : assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tambem com
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemiru, calcas e cajetes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodSo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavao vende urna grande porc3o de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos qu tem vindo, e liquida-se
a 55000, tendo cada um seu competente
figurino.
CASEMIRAS MESCLAOAS A 35 0 COVADO
O Pavao tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
roupa de homens e meninos pelo barato
preco de 35UO cada covado ou
corte de calca para homem.
Roupa por medida.
Na loja do Pavao manda-se fazer qualquer
peca de obra a vontade do freguez, para o
que tem um perito alfaiate, responsabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta que possa haver, quer por de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazndas
que desojar.
55000 o
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
peito de linho bordadas e ditas de algod5odo a largura d'esta boa fazenda o compri-
para todos os precos.
PANNO PARA SAIAS A 15000, 15280 e
15600 RS.
Vende-se bonitas fazndas Jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a uro
lado, dando a largura da fazenda o compri-
mento da sai a e vende-se pelo barato preco
de 15000,152S0 e 15600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Vestidos brancos a 194000 rs.
O Pavao vende finissinaos cortes de ves-
tendo de divereaT'core I1*0 1ue vem ao mercado' o* vende-se mais I tidos de cambraia aranca, ricamente borda-
l barato qne em outra qualquer parte. 1 das e com muita fazenda peto barato preco
ment do lencol, sendo preciso para cada
um apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
chincha peto preco.
ESPARTILHOS A 5/000.
Venderse um bonito sortimento dos me-
Ihores e mais modernos espartilhos tendo
do barato preco de 55000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavao vende-se um grande
sortimento dos mais bonitos cachenez de
pora 13a proprias para senhoras, vendem-se
a 65000 cada um, na ra da Imperatriz
n. 60. I
A loja do Pavao est, constantemente aborta, das 6 horas da manhaa s 9 da noute
ALPACAS. LAVRADAS A 640, 600
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimeou
o mais bonito sertimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qn*
se vendem a 15, 800 e 640 reis o covado.
assim como um grande sortimento de alpa
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Chcgaro as mais modernas basquina*
ou jaquetinhas de seda preta, ricamectu
enfeitadas a vidrilho, tranca e setim prett
tendo de todos os modellos, os mais novo*
que tem chegado e vendem-se por preoo*
muito razoaveis.
' POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 25000 o covado.
0 Pavao acaba de reeeber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdade-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
droes mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato preco
de 25000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
Ihores cambraias tanto victorias como tran
parentes tendo de 35500 peca at a maif
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 44000, A PECA.
S o Pavao vende pecas de cambraia .
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se venden a 75 e 85000, liqui-
da-se pelo barato preco de 45000.
FUSTES BRINCOS A 6W, 800 E 1*500. ,
Vende-se muito bonitos fustes brando
muito flexivel proprios para vestido d
senhoras e roupa para meninos e vende-
a 640, 800 e 15200 rs. o covado.
Cassas a 4 rs.
O Pavo est vendendo bonitas cassas d-
ceres fixas a 240, 280 e 300 rs. o conde
Brilhantes lasinhas.
S o Pavao, 640.
Chegaram as mais birlbantes lasinhas com
as mais lindas cores, com palminhas miudf
nbas, assentadas as mais delicadas cores-de
lyrio, cor de canna, cor de ganga e branco,
sendo estas novas ISasinbas de muito boa
qualidade, tendo largura de alpaca e vewte*
se 460 rs. o covado. i ra da Imperatrn
i, 60 toja do Pavio.


Diario dev Periiambuco
Quinta feira 28 de Julho de 1870.
'
i

A BESPE1TWEL PUBLICO
UwDtPwira)feMkfc Juntarles, coitHfcerciante itM 0%,* *\i\yA 'He concluir
*Ws seu&tteoa^ coonereiMt e de novo abre os seus c$i.iboltcaieQ9 d fa2nidas
** ratrii, con a ienowiir^oes--le Garroal-li e Aran, e tendo redol-
ido Uqoi.uf m fwnrta coi ^raniio abtitewto '4e procos, por isao con-
**** resjhitvfi publico o a swis * c fregtizfs, tanto di pra^aComo do Bailo,
p*r* Wie hii*trr re n>vo t seu *stobetecff/nto. u que tudas *s fnzendas esto
rdaotdas na l.j.i t> annaaem da Arara na na da liBfWrari/, n. 72. eqff* reslWa-se
Oator a anuida.. di U.ja-Garibaldi, para ficat sniente com a da Arara, como cima
tic* dito.
AtGB I CUALES BrUNCOS DB CASSA A 1 5000
CADA IM.
Vende-se chitasrrauowas a 310, 0 :iiftj COBERTAS CHINTZAS DE CriTTA A 2000.
e 360 o covado na luja do Arara. Vomte-se oma grande porcSo de cober-
OBGANDS DE USTA Dli COItES. i tas de cltrtfrs chinezas para cama pelo barato
Vende-se orgaodys para vestidns de se- preaso de WOO cada orna,
ohort, fazauda nwiio modernas a 440 rs. Vfnde-e na toja do Arara 3 balcoes para
co?*do. quaiqner esiabeiecimento por barato presso
ttrlaaUua "u Vende-stj briUiauliiia ou mussuna do ment.

NOS
E noi IIAI>OS
N. 23largo do Terpo.13. 23.
DE
cor para veiidi-s a UO o covade.
M%ADOS KUACEZES A OO.
Vende-se recados Iraucezes para vestidos
a 360 rs. o covwlo.
Chitas Sargas a SO.
Vende-so cintas escuras tinas das largas
para vestidos ilu.senlioras\ a 30 o covario.
Ditas HMlisadas escuras a 80 o covado,
ALPAGAS LISAS A 500,
Vende-se aipcas lisas para vestidos de
senhoras a 500 e G'tO rs. o invado.
LAZINH.4& Ta^SPAIKNT::S A 550 RS.
Vende-se liusinb.wt transparentes, para
vestidos a 500 rs.. ditas tapadas a 400 rs.
o covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
Vende-se alpacas de listas para vestidos
a 500 rs o cavado.
BRILHANTINA BRANCA A 500 RS.
Veode-se brhantiaa branca p*ra vestidos
a 500 rs, o evad).
ALPACAS aUTIS.VDAS A 640.
Veade-se alpacas malisadas para vestidos
de senhora a iO rs. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS 63000.
Vende-se cartpadjW para jauellas i 60G0
o par para 1'qoid^r.
SEDAS DE CORES !000.
Vende-se sedas para vestidos a i 000 o
covado.
CORTINADOS PARA CAM\ A I i 5000.
Vende-se corliriaios para cima a h-WJ.
COLLINHAS PAHA SENHORA 100.
Vende-se urna grande porcSode geWhbas
pan senhoras e meninas, a 100 e 200 rs.
cada orna pan liquidar.
CHITAS PARA COBERTAS 320.
Vende-se chitas largas uara coberta a
320 e 360* rs, o covado.
MANGUITOS E GOLEAS 500.
Vende-se manguitos e gollinhas para se-
nhora a 500 rs, ditas di Id'jo a 610 e 800
rs: cada urna.
CUALES ESTAMPADOS A 2Q0.
Vende-se chales de merino eslampados a
2,5000 para liquidar.
CAMRtiAlAS VICTORIAS 6000.
Vende-se cambraias Victorias finas a
51000 G;)500 o 700 I.). por sor liqnidago.
ALPAGAS COM PALM\3 DE SEDA A 15000.
Vende-se alpacas com palmas de seda para
vestidos de senhora a L5000 o covado.
CORTES DE CHITAS DE CORES A 20400.
Vende-so corles de elidas de coros com
10 covados a 2 y 500.
RETALHOSDE CHITAS PRETAS E CASSAS
A 120 O COVADO.
Vende-se orna grande porcSo de reta-
Ihos de chitas e cassas pretas a 120 rsl o
covado para liquida--.
COBERTORES DE ALGODAO A 1 iOO'
Vende-se cobertores de algodao cada um
l',00.
BRAMANTE DE LfNHO FINO A A RATO
PRESSO.
Algods rau^ado de daias Iar-
Vende-se algodao transado de duas lar-
garas a l<520f.
MADAPOLAO ENTESTADO A 3)500.
Vende-se pecas de madapolSo de 12 jar-
das a 35500 a p.'C.
ALGODAO A 4000.
Vende so Bfcfl s do algodao encorpado a
4|. 5r$. 65 o 7A00O a peca.
.cIadapi2o a 5*.
Vende-so pecas de madapolSo de 24 jar-
das a W 6:> e 6;>5O0, dito innito fino a 1-i,
B0 W e 10-3 a p> ra para liquid u.
ALGODAO DE 9 PALMOS DE LARGO.
Vonde-se algodSo com oito palmos de
largura proprio para lencs e toalhas a 900
rs. metro.
AL' VO D L'STA A 460 i.S.0 COVADO.
v .' '" 7i fsta oroprios para
s:.i,i vest i ravas o) calcas e
carnas p^ra lesera* r ser moito forte a
100 rs, o covado para liquidar.
Cortes de castor para calca a
OO rs.
Vende se cotes de castor para calca a
5G0 rs cada om.
CORTES DE BRIM PARA CALCA A 1,5400.
Vende-se cortes de brim de cor para
calca a i 400 cada um.
Brim pardo liso a' 50 rs.
Vende-se brir pardo liso.oieio linho para
cairas para trabalho a 500 rs, o metro.
Gangas para calca a S84) rs.
Vende-se gangas inglesas para calcas e
patitots l 280 r. o covado para liquidar.
CORTES DE CASEMIRA DE COR A 3;)500.
Vende-se cortes de casemira de cor para
calca a 3-5500 cada um.
Dito3 mn o fines com listas do lado a 5$.
PERCALAS FINAS A t(.
Vende-se percaas finas, para vestios de
senhoras a 440 rs. o covedo.
Cassas francesas a 84JO.
Vende-ie cassas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
S1MA0 DOS SANTOS & C.
PROGRESSO
10 Pateo da Penha 10
m
SANTOS & FERR IRA .
Os proprietarros desits bem sortide* armazens particip'am aos seas ionnmeros
fregaetes tanto desta praca como do matto qoe tendo feito grande diminnii;5o de pre-
Cos as soas mercadorias esto por isso resolvtdos a vender por nenos de 10 e 20 i0,
do que eit cutra qualnacr parte, garantindo-se portanto a s p*rior quadade de.qnal-
quer genero comprado ceste* ous estabelecimentos. Mencionamos algons dos nossos
gneros ea vista desteseSo comprebendidos os outros, porque enfadonho seria men-
cma-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Vinagre branco mr-.ndado vir por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. 0 litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Forto e Estreito
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840
760, 720 e 600.
Vtoto branco puro de Lisboa a 640 560
a garrafa, em porcao ha' abatiraesto. -
Vinho do Porto, engarrafad das melho-, abamento.
ros e maisacretadas marcas a 1*000 e 1*200 i. &~ Jf^ d a,m V3Pr 3*2
1*500 e 2* a garrafa.
Gaz americano marca Deves, a 8*800 a
Uta, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 e 1*000 a
garrafa em porcao faz-se grande abatimen-
to.
Caf em caroco a 220, 240 e 20, a li-
bra o kogrammo a 480, 540 e 600, C
7*000, 7*500 e 8*800 srroba.
Mtlhoalpita-200 rs. a libra e 440 o ki-
logramma e 5*800 a arroba, em porcao ha
|* Cortes de seda e de eambjaia bordados.
rvt O Cvsne ra da Impfratrii n. 64 acaba de receher liados e modernos corles de <^gt
;'-!^ vestidos de sed.n, prctos e de eOr^es, lisos e maUsados ; assiin como cortes de carabraia "
*tJ braocos todos ricaii.onte brdalo?, og qaaes vende por criminados pteeps.
Laa para bordar a 5^500!
de laa, qual vende a 5.j00
Fitas e galoes de seda
f* "( Reeob lambfm um lindo sortimento de tranca?, franjas e gaiSes le seda,.e um
*' variado .oriimi'nio its lilas de sarja, seiim e rliamaiolo de todas as cures e larguras, e
um sem numerle rilaos proprio de dito cstabeicciav.nto.
-.* '$. Acaba de rrreber um grande e variado sorlimento
* libra, cures surtidas.
5S5
m
ir5
AOS SRS. ALFAATES
Chegou loja das Colunoas, Vascpaselios. superior velludo preto de seda.
LOJA D
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 7, (OUTRORA DO QUEIMADO)
DE
MOREIRA k BASTOS
Este novo estabelecimento j bem canbecido nesta capital, os seus proprieUi-
-ios fazem scieote aos seus freguezes e ao respeitavel publico qnc conservan sempre o
melhor e mais variailo sorlimento de fazendas para senhoras. horneas e meninos, sendo
sua e3pecialidade ensovaes para noivados e preparos para salas.
Para ivas
Ricos vestidos de blond de seda bordados de duas saias o que ha mais tico e
orn todos os preparos.
Gorgoro branco de seda, snperior qualidade.
Mantas de blond com capeHas;de flor de laran;a: s na
Loja do Triumpho.
Ra do Duque de Caxias n. 7.
CURAS wmrf/NTs
Ooxjrope \iiei}\ Americano esoeciaiidade de Barthofomco&C
34.RUA LARCA DO R0SARI0.34.
Aletria, raacarrSo, talbarim a 500 rs. a
libra e 1*100 o kogrammo em caix5oba
abtimento.
Sabo raassa de 1* e 21 qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa mudo alto a 400 rs.
a libra e 880 o kogrammo, ero arroba ha
grande differenca.,
gneros, vinho cm ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, botachinhas de todas as
qualidades, perola, Frsncy-cncynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combination, Britr.nia, doce de goiaba fina, choun'cas, manteigas finas
franceza e ingleza, banha de Baltimor, phospljoros de Sycoryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de milho americana. vgrandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazens existe tambem grande sorlimento de loucas proprias para ne-
gocio, que pelos seus commodos pre?o faz vantagem aos compradores.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien ai
7*500 e 65500. a dnzia e 640 rs. a garafa.
Genebra de- Hollanda o laranja doce aro-
mtica a 6*500, 7*. 11*500, a frasqueira.
Seneja Bass, Illers & Be a 95800 du-
zia em porcao ha grande a batimento.
dem msrea II e T e outrs marcas a
5500 e 65, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
O
1Travessa de S. Pedrot
13 Eua da Imperatriz 13
DE
. ULYSSES & RWIfiO
Os proprietarios desto bem coahecido e a creditado estabelecimento a\1$3o aos
sen? numerosos fregnezes tanto desta praca como de fura, e especialmente ao Ilustrado
corpo ACADMICO, que este estabelecimento achase sempre bem prvido de todos os
artigo; de .-eu gneros abaixo mencionados e que vendemos por mdicos precos, tanto
avarejo como por atacado para negocio, para o que se podem derigir por carta a nossa
casa que sero saptisfactoria siente servidos.
CHARUTOS
superiores de Havana, Hamborgo, Babia,
das acreditadas marcas Regala Britnica
Imperiaes &: do do Rio da bem conhecida
marca Opera eoutras muilas feitas aqoi de-
safamados Beberibe e outros qoe se venden
en porcoes.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 3*000 a 7*000,
a milheiro; verdadeires do afamado Daniel
do Rio Novo, Maurity, Imperiaes Visconde
de Herval, Dnque de Caxias, Gandon etc:
de papel, de fumo de Daniel, General
Osorio, Conde dEu, aromticos, e peito
raes, Rocambole, Radicaes, Acadmicos,
Machambomba, Montevideo, Orientaos, Bae>
pendy e omitas outras qualidades.
Fimos
Afamados de BAEPENDY em caixes de
O libras 1*400 rs. a libra, em pacotes
a 2*, e em porcao 1*500 oito em lata de
quarta a 640, e a 500 ris; dito Daniel do
Rio Novo, do Para de S. Paulo, Caporal,
d mailas outras qualtdadts.
VARIEDADES-
PONTERAS de espuma finas para cha-
rutos e ci jarros, completo sortimento.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 3* at 3,300, dilos grandes
a 13,000, a duzia dilos finos diversas quali-
dades a varejo; dito pedegallinbasdo que
ha no mercado a 2,800 e 3,200 a duzia;
ditos de louca, gesso, barro, ete, etc.
BOLSAS para guardar fumo, de borracha'
e couro de diversos modelos e gestos.
CARTEIRAS de todos os systemas para
cigarros.
PHOSPHOROS de cera, dos melhores que
ha, em caixas de 500 a 5,500 a duzia, em
caixas de 400 \ ,500 a duzia, em caixas
de 2,500 2,600 a duzia e muitas outras.
PAPEL de milbo, de arroz, san-nom, Per-
san, pintado, e palha de milho, de Fernando,
e papel de linho.
FABRICA DE CIGARRN.
Com prompUdo aprompUmos qualquer encommenda dos afamados cigarros de seda,
Baependy, linho, e de outras qualidades da nossa bem conhecida fabrica, e bem attesta
superioridade o nossos. cigarros, numerosa freguezia dos nosso estabelecimentos.
N. 1 Travessa de S. Pedro N. 1
_1M wmwwMii proeor# iMMUdoi para acreltir
JJWJOMWjda b*Im pmom no* *! fltiUc
** j*** ewoit mi; morqoi to icmpre o$
--------i-\i*iIimiIm tmao., a>ltw y MK
~7T", fJWONM,.
'Mrtywi ai **m tf-Anm-
fiiMDOiUMaiiMDu do olaretoraa, o a ath
^awaniwtptaa, tmmM fime,r mm\tmmi^lbm
mm rroboru o eooceto. a ccaiuclo qaa um man-
.St. Brtfcaia,,,Kti^i tent
" "*1.*!f"iro MroP ABariMB de m
* Boa da ato pader dwatir a Mita a
^m 10 da mcdieamenioa qpe tomaTa, a ella
. colher fui allado, a de toda me
oje reaubalecido com o ok> aeaieote de qaaai
b; *&! ** reanludo manifeito a
b. aMa-neWBWatento. Da V. S. amigo, te-
lE'J_tt!'t!1- atood Antonio Viegat naior.
~5J da abril da 1868.
t f J" *?*!**B? C- -Nrtadio
m ww oe ate iizerim da acoualkar o ata da Mttpe
Vegaui AaMricaao, de aaa aompeaaia, quadbaa
acben bastante doente de una sowtipacia. aoa ma
tornoa eampletamente ronco e qne tronx nma torta
toaae, ma iaapoeeibiliten da caaprir as seas djeTaraa
da cantor da eaunu lyiica, oa agradaaar.lbaa nm
completo ttaubelecimento, qne obtiva co aa 6 wira
* mom aarope, deaaii db havar recoma a titat
tratamentoa. Deaejarei qne antros como ea, raflan
aojen xarope paca se vern aUnadoa da tio tathtal
"ao*"), taa fatal aaata pait. Cota maier considaf
rMtaaaatiao a aar de Vt. Sa. attaata, eaandor a
da'ttS0'" Ui* Ctmm- ~ ** gaatwnity
llana a iaHhaloaea *C.-* larape Vefta) Ana-
rittM one U Sa, ttm paato I aaSd toda ea*
cacu para o coralito d'aatbma. uname nbaaraai aar-
plleaaao-a a m. hi,0 Jaaqaln. neaor da m&
aaaaa; Tietaiiad/asaaaa^aUa. aatd aatkaaar asaaaa
excedaata a dona annoa 'li laanlej > iiiliaa aaaiaaa
de grande aoneada. Qoeirsm pala Ti. Si. icciftii i
larapa. aaStwdonaparaCml t" sfHZ
?tt?.t,/?fcri^- ^Ss?**^a5r^
Raet/a 2 da oatabro da lWi.
m I1AWKES i
m ti un 1.1.
rame de ferro galvauisado em rede para creas, gfela, gallinbeiros etc.
Chapas de ferro galvanisado paracobrr casas.
Tachos de ferro estanbado para engetihos.
Cofres da ierro de MUner e outros amores.
Cbtuabowi cano.
Dito em lengol.
Dito em barras.
Dito e easadas.
Sslaoavj em barra verguiaha.
Folia d* laniBM.
Arados amoricacas para. ladeica.e vanea.
Carrmnos de mao.
Veuaeiana* para janeltas.
Machinas, da esoara^ar atfodie da facia
Ditas de sena.
Ditas para cortar fumo.
Ditas a vapor de forca de 3 cavaHos e motores para 2 cavailos, para mover as
maelaMtts de algodao.
(Mein* 4* farro.
Camas antao. '
Prensas para copiar cartas.
Baltpcas para pesar,
tea de Kahaca ea latw de- ferro.
Tnlhoa a fcarro. para eapoitaae
Bawbaa -minaaiaw
Macaco* 4a elivar.
Bataneas e pesos, decimaes e omras.
Rt&m de jmmdb.
EOJA
oo
GALLO VIGILANTE
Rna do Crespo a. f
Gi proprtoiarios deste bem eonbecido esttbele-
(fmeotn, alm-doB muitos objeetos qne tinham ex^
postes a apreciaciio do respeitavel publieo, man-
daram vir e acabatn Je receber pelo ultimo vapor
da Europa rm comideto e vanado sortimento de
finas e mu delicadas especialidades, asaquaes es-
lo resolvidos a vender, como de sea costme,
por precos muito baratinhe e commodos para to-
dos, com tanto que o Galio....
Muo superiores luvas de pellica, pretas, bran-
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollichas e pnnhos para se-
nhora, nete genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos enfeitcs para cibec^s das
Uxmas. senhoras.
Superiores trincas pretas e de cores com vidri-
hos e sem elles; esta fazenda o que pode baver
(Je melkor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marffni, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
camiindos ilesenhos, e estes pret3.
Moito superiores meias o de Escossia para se-
nhoras, as quaos sempre se venderam pr 30*000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20J,
aim destas, temos tambem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, ueste genero o cue de melhor s i
podo de?e.iar ; alm destas temos tambem grande
quantidado de-utras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos o airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias do eda para senhora e para meni-
nas de i a -12 ancos de idade.
Navalhas cabo do marflm e tartarrga para fazer
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabrican*.*, e nos por nossa vez tam-
bera asseguramis sua qualidade o delicadeza.
Lindas e bellas oapellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para croi.
Linha muito boa de peso, frouxa, para eoeher
labyiint.'io.
IJons jaralho de cartas para voltarete, assim
como os teios para o mesmo tim.
Grande e \-ariado sortimento das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecidos per-
(uraisfas.
COLARES DE RO'.l.
Electrices magnticos contra s convulso. ?
facilitam a denticao das innocer ianca^. .,
mos desde muito re c : collares, e continuarlos a racelv por to
vqOretj aiim de quo nunca alt -u n i mercadea
tomo j ten acontecido, usim pois podtr&o aquel-
les que delles precisaren), vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre encontraro destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fln
para que ,ao appRcttdoB, se venderao com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dosobjoctos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
SW1--
A ra do Duque de Caxias n 21.
(ATIGA RA PO QEHABO)
Recea seguidle :
E-pethos grandes di Mirado, moldes barM.
Carteiras, charuteiraa e pqi i uita*
qualidades.
Bonitas pastas para papis, ;mple* p matiwid.
Boss MriMa va>ias para costura com !ua cvupe-
tcnle chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
M dernns pentes de tartaruga, sobreshind ta-
ire elles M mimosos lrrle*jrapttisjas.
Omuncdoi tuucadores com duai gavetas e bara
espelho.
Port bjuquet, o que de melbor tem appar-
cido.
Port relngios de mnitas qualidade*.
Bonslalheies para en:-;:ra8.
Votuarics, chapzmiius, touca*, sapatosemeiaa
para baptizados.
Toalhas e fronha< de labyrinthn.
Chapeos e cliaputinas para senhoia, molde novo
e bonitos.
Chapennos gorros e bnnels pjra menino* e
meninas.
Cautr as convulso* s nas
eriancas
Vende-se os vcrdadoiros^ci llars na Nova Espe-
ran^a. ra do Duque ile Caxias n. 21.
PAHA TINGIR CABELLOS
para prctm ou BasUohuaa rwhm a Nova Espe-
ranea a verdadeita tifia incleza,
PAHA ACABAR COM AS SARDAS
ou pannos, tem a Njva Hs|icrar,ea o vtrdadciro
leite de rosas brancas.
AGUA DE FLOR DE LARANJA.
Ven.ln-.ve. na Nova Esperaa$i, na do Buque i!e
Casia n. 31. v
PAPEL PARA E.NFK!TAR?E DOT.0S
recebeti-'T. minio lindos a Nova BsprMafka ra
do Duque de Caxias n. 21. ,
PAHA AMAClAli E Al'ORMOSF.AR A PELLE
tem a Nova Esperanza *s sabonetes de pos de
arroz.
ST
3 corcieiro previdents
Una do ^asciuaado a. 16.
N'ovo e variado srtimgnto de perfamarh
finas, e outros objeetos.
Alm do completo sortimento de perft
narias, do que etfectivamente est provida
loja do Cordeiro Previdente, el!a acaba rj
receber um outro sortimento que se tora
aotavei pela variedade de objeetos, supei-ior
dade, qualidades e commodidades ta pr;
eos; assim, pois, o Cordeiro Previdente pee
3 espera continuar a merecer a apreciac'
do respeitavel publico em geral e de st
boa freguezia em particular, nao se afta
lando elle de sua bem conbecidaai?.nsd'
a barateza. Em dita loja encontrarlo f
apreciadores de bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, ira
ceza, todas dos melhores e maisacreditade
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Eitr odontalgico para consenaco
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidado e t
.'os agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, con
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japonesa, transpiren
8 outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americano
franceses em frascos simples eenfeitadoa.
Essencia imperial do fino e agradavel che
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igui.
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qnalidad-
;om escoihidos cheiros, em frascos de dil>
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fig'
as de meninos. >
Ditos muito finos em carxinha para barbt
Caixinbas com bonitos sabonetes imitand
fructas.
Ditas de madeira invernisada contando!
aas perfumaras, muito proprias para pr;
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tai
bem de perfumaras finas.
Bonifos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arre
e boneca.
Opiata ingleza e franeeza para dente*.
Pos de camphora e outras diffar?t
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Anda ai coques.
Um outro sortimento de coques de ni <
vos e bonitos moldes com filets de vidrilk
9 alguns d'elles ornados de flores e fl'.t
esto todos expostos apreciaclo de que;
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfec5o.
Ffrelia e fitas para cintos.
Bello e variado sortimento de taes objti
tos, ficando a boa escolha ao gosto do etm
prMor.___________________^__
Milho novo d Fer-
nando
Em saceos grandes a preco commxlo : no ar-
mnem de Tasso Irmaos 4 C, rea do Amorim ira-
mero 37
Rival sem segundo
RIJA DO DUQUE DE CAXlA* N. Ifl
Estou disposto a continuar a vender todas
as mindezas pelos baratissimos presos abai-
xo declarados, garanlindo ludo bom e pre-
cos admirados.
Caixas com 20 cadernos papel pau-
tado a........
Caixas coa 50 novellos de linha
do gaz a.......
az3?'de meias cruas superior
qualidade a.......
Pecas de babadinhos com 10 va
ras a........
Pegas de liras bordadascom lw2
metros cada p'Ca a ^SOO e.
Pegas do fitas para eos de qrsl-
quer largura com 10 varas a.
Escovas para unhasfazenda lina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e.......
Pegas de tranca lisas, brancas e
de cores a.....
Caixinbas de madeira com alfine-
tes fazenda superior a. .
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. p.....
Pares de meias crua- para mv
nos diversos tamannos a. .
Duzias de meias brtnon muito
finas paia sentara a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares t'e sapatos de tapeto a. .
Livros ile missa sbre*rsdos. .
Duzias de baitlhos para viiltarele
Sylabarios Dorlogui'A'S* a. .
Cartoes com'colxe'.i-s ca reras a
ADOtoadoras para colhte diverjas
qualidades:.....
Caixas com panna de seo muito
boa de 320 a......
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia ae agulha para macnina a.
Libras do pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacole do papel cem 20 qaader-
nes ............
Caixas de phosp'uoios seguraaea
muite superiores a .
Resma de papel pautado superior
Resma de papel liso muito ,cupe-
riora...........
Garrafa com agua Florida verda-
deira a........
Quaderno de pap: liso amizade
Carretis de nba de cores com
100 jardas a........
706
400
3JC00
500
25000
500
::o
40
400
500
M!K>o
:
I 580'i
-K>
4130
ota
4 00
240
400
wo
41000
W880
lr500>
2Q
20
LA VILLE DE M
20Ra da Imperatriz 20
Fari A Lessa.
AcaiM de chfgar a esta nossn nma leja de fe-
zendas finas nm Tariad* sortimento de fazendas e
lia e seda, como sejam : granadines do ttuno
gosto, popelinas de urna f cor, alpacas e laaii-
nhao de cores, o (|ue ba de mais moderno, todo
por baratissimos precos, brilhanlinas de core?, te-
cidos das indias, fazenda nova a imitacao de per-
cala, balees de dina fingicdo saia de cor com lin-
das barras, fastoes pronrios para vestido e roupas
de meninos ; agora grandes e admira veis pecbin-
das, satas brancas com lindos frisados a 31. ri-
cos eorpinbos bordados muito finos a 8J, fcaltie*
modernos de arcos a ti, rica colchas para cama
alcochoadas, sendo brancas e de cores, a 5, 6S e
H, cambraia victoria fina a 5*. ditas transparen-
tes a 3f, 6< e 7,ebitas Snissimas escaras e rlarr.-
a 280, 300, 320 e 30 o covado, cassas de cores a
240, lencos braneos de cassa a 2*500. ditos ebh-
nezes a 3*500 a dmia, madapolao fino a 6* e
6*500, e mnita superior a 7*, 7*600 e 8*. algo-
daozrnho largo proprio para leo$ea a 6*. paBflo
'de al^odo branco trancada proprio par toalbs*
de mesa a 1*600 a vara, nramante para lenc_es a
2*000 e 3*50, o que ha de melhor, esguiao f-
nissimo a2*?oaeW50O a vara. Mandamos na
casas las Exmas. familias para melhor pederem
escolher. Tambem temos completo soatimento d
perfumaras dos primeiros fabricantes fraocezes e
inglezes; as pessoas que se dignaren vir a esta
leja tero occasilo de reconhecer a realidade do
qne aannnciamos para nos jnstiffcar.
Saliam.
Katopa larg* e de no* qualidade.
nfUMir pan camltrbos de ferro.
Um grande sortimento de ferrageas e cutilaria.
Cabellos
Veadem-ea cabellos de todas as cores, qnalquer
compriaent*, qualidade snperior, em caixa ou
porcio mala paqoena : na rna da Cadea do Be-
afe n. 51, Io andar-_________________
Farinha de Hago
Km saceos grandes, de superior qualidade, pro
pria para mesa e sem gosto algum da barco : ven-
derse por preco commodo na trarossa do Carioca
n. 2, Caes do Ramos.________________________
Veadeee n ara azem de Roben Ligtkowa
* C, roa da. Cadeia o. 52, i bastante de taata
ae qualidad*, eorts f groseuraa, ea grandes a
pequeas porcoes, estopas de todas as qualidades
e largaras.
Farinha de mandioea de Santa
Calharina.
Da snperior, vrada pelo patacho inglez Mam
Bleek j ba parte macada par eoramodidade d*s
compradores, e Tead**e nos armaiens de T m
irmwis k C, no caes do Apello, e raa do Am rm
rrarrwro 37.
FazitdaS karatas
Rita da Cubuy n,
*,
Pecas de algodo com 1* jardis a
Laaa Mafanaaiqne, avade
Ditas de urna j cor, fasea* de gosa,
covado, rs.
Ditas com ristras de sed-*, rs.
Chitas de bom pannoe cores finas, rs.
Ditas percales Unas, rs.
Chale* de fia bardadas dos
Colchas de diversas cores a
Dao-se as amostras. ______ .
Uto
30
ao
3
300
400
23*660
8*400
A
Grasvaokas de sadadesases para meniBO:
mens e senhoras a 320!!! : na ma do Duque de
Caxias n. 55.


Diario de Pemambuco
IJTTERATRA,

Quinta feira
28 de
Jolho
de 170
CMARA DCS DEPUTADOS
TUSO DO SU. DEl'i TAIM) .KCRREIHA VlVNNA1
NA BK8SA0 DE 25 DE JINHO. ,
O SR. FERREIRA V1ANNV (Movimenlo,
de attenclo) : Sr. presidente,
proposito demorar a volante *i en
do,senado ae orcamento de I8rj9
1870-1871, pois
cia e necessidadi' > demora coTpB
tar lio importante ler. nosso priacip'l ir*
balbo e a mais segura garautia do goveflBJ
representativo.
E nem uutro poden'1 ser o meu pensa-
mento desde que estou disposto aprestar
ai governo imperial meu fracocoutingentc
de apoto.
O Sr Ministro pa Agricultura :
Fraco. n3o senhor, muito valioso.
Sr. FemOSA Vianna : Mas con-
gandn iia geoerosidade e benevolencia dista
augusta cmara, e muito particularmente
na sua tolerancia, ouso arriscar o que pens
a respeito da emenda que est sujeita
discusso.
A tolerancia. Sr. presidente, pmprii
dos espint s esclarecida e elevados. Esta
augusta cmara, lera tal cabedal de luzel
e piedade que nio temar por o m-n"r
embarace livra n.anifestago ae m ribas
convienes, e sem dnvida que me escudar
da pequea demora de que serei causa.
Nao vou renovar discusses to bem sus-
tentadas na cmara vitalicia ; seria repisar
argumentos sem o menor prove lo para na
sagrados mteresses sacrificados na emenda:
proteadu somonte desencarregar n inha
consciencia de qualquer responsabilidade
futura e que se podesse attribuir ao meu
silencio.
A tolerancia de que pre-umo poasoida
esta cmara, muito me anima para protes-
tar pela derradeira vez contra a usurpado
couiida na emenda. Essa tolerancia, como
disse, decorre do espirito de riligiosidade
que folgo reconhecer nos nobres depuiados
que me fazem o favor de ouvir, emoora
muitos entendain que'a tolerancia repugna
com a f religiosa ; entretanto ninguem foi
mais tolerante que o anjo da igreja fraace-
za, S. Francisco de Salles, e ninguem mais
intolerante que o iocyclopedisla Voltaire
uu o reformador Lulbero. (Apoiados..)
Alguns pensadores, que alardeara de
livre-* e fortes, condemnam as ordens reli-
giosas como instituicoes presentemente per-
niciosas, se nao inuteis, c proclamam a im-
possibilidade de asraanter.
Nao posso contermar-rae com semelhante
senteoca. Dos livres pensadores recorro
para os fados da historia contemperanea
dos paizes mais a liaotidos no progresso e
nio saspeitos de exagerado conservaiorismo.
Esses fados fallam muito alio e valen mais
do que lodos os argumentos que poderia
ollerecer-vos.
0 sentimento religioso urna das pro
priedades naturaes do bomem, sentimenio
que em uns se manifesla mais vivo e de-
licado do que em outros. Almas tristes,
diante do grande problema do i.'estino fu-
turo do homem, procuram as solides do
claustro refugio contra o seculo que os in-
quieta com o ruido dos interesses raaleriaes,
que ellas nao comprehendem ou que des-
prezara como miseraveis frivolidades ; es-
pirites fatigados que bu-cam descanso na
manaSo severa da oracio, vietimas dos ar-
ulicios do mundo, faltando-Ibes a coragem
do suicidio acorren solido, onde vio
encontrar melhor conforto, o esquecimenio
do passado A estas naturezas e disposi
1 Oes nao se poderia sera tyrannia fech r as
portas los convenios. A vida contempla
Uva, a iqglinaeio asctica, pois, em mui
tos casos e em alguns espiritos, urnmovi-
meoto natural. Eis a razio porque em
aaaoto o hornera nao passar por urna gran-
de trans-rmac:) e se conservar como sa-
bio das mos do Divino Creador, os doran-
res nao conseguirlo abor as oideas
.liares. Iustituiges que tem sua razao
de ser em vocaces espontaneas e iras to
elevados, e nunca dispensaveis, como a
propagacao de fe e a caridade, ainda quin-
ao destruidas renascem. Para previnir o
renascimento das ordens, diz um profundo
pensador, referindo-se impotencia dos
decretos da consiituinte, da legislativa c
da convenci franceza, nao bastara perse-
guir a religio ; seria de mister extirpa-la.
A f ficou como um precioso germen, co-
berto de pedras e espiobos ; a Providencia
fez descer um raio de luz do astro que fe
cunda o nada; a arvore em toda a sua bel-
tesa se levanta de novo e os ramos se co-
bren de diliciosas flores : eis as comrnu-
nidades religiosas, que acredtaveis para
sempre destruidas. Assim que na Ingla-
terra, paiz de liberdade individual, nao
obstante a religio official, os conventos
cath lieos em vez de diminuirem augmentara
coibideravelmente ; nos Estados-Unidos paiz
da democrac:a em todo o vigor senio agita-
co, os conventos se muliiplicam, bem como
na Franca era que reapparecem com todo o
bulbo de seus melhores tempos. E' natu-
ral, senhores, que no seio dos grandes po-
vos, onde se desenvolvem todas as ener-
gas* do progresso material, acbem plena
satifacao todas as vocaces moraes.
As ordens religiosas sio ainda necessa-
rias, e a questo de sua extiocgo eu a
considero profundamente poltica ; nao me
rero poltica que nos separa no interior
do paiz, mas poltica mais elevada, e que
abrange os superiores problemas da edu-
cacao e instrueco de todas as classes da so-
c.edade.
Nao de estranhar o preconceito que os
conservadores sao os defensores infalliveis
das instituicoes monsticas ; se a razao nao
o autorisa, o fado conirraa-o. O partido
conservador presta devida bomenagera s
obras do passado e que alravz de todos
os perigos e agitacoes rompem por entre
os secutes e sempre incolumos e solidas ;
ao passo que a crenca liberal mais preoc-
cupada do futuro mostra-se infensa ma-
nutengo dos institutos anligos que a verba
de aoacbronieos. Mas cumpre destinguir
entre partidos polticos e os principios que
professam oupraticam ; se nio como expli-
car o voto de mudos e destnelos conserva-
dores desta cmara, de accordo neste im-
portante assumpto com o dos Ilustres libo-
nes da cmara vitalicia ?
Sob o aspecto dos principios, aos liberaes
compete principalmente combater a dou-
trina da emenda, cojo alcance nio duvi-
doso. A redueco dos bens monsticos a
apolices intransferiveis da divida publica,
a posse previa que o Estado, que se sup-
poe herdeiro, quer tomar da heranca do
moribudo, cuja morte julga inevitavel. Nio
irapBdir a n
s vocaces ; limitar
portratina liberdade indi.dual.
ando as ordens religiosas a conver-
bens em apolices, faz-se orna vio-
11 ao dreito de propriedade ; em troco
usufructo limitado
rta : urna desapropriaco sem
indemnlsagin ; urna usurpago
rile ; e obstando a entrada de no-
1 morte de quem o Esia-
ip'pe herdeiro e era. vida arrecada a
l'ier iue sejam as divergencias en-
tre os principios -le um e outro partido po-
ltico, nao piden influir encontradamente
na soluco desta questo.
Nos todos somos liberaes; neste sculo
todos aspiran emancipago completa do
hornem e a distruico de todos os obstcu-
los ao desenvolvimento da liberdade indivi-
dual "mquanto nio prejudica direitos alhei-
os. Neste liberalismo que se pode chamar
universal (ao menos era relagio ao mundo
civilisado) apparecnn dhises quanto d-
receo e applic;icio da poltica e dos pr n-
clpioal Um jaitiilo que lenta fixar as insti-
tuyos existentes, ra-dhora-las no sentido
rfas flX'gencias do terapo e do progresso, e
jamis pensa em iransformacoes rpidas e
sempro arriscad-s ; outro que absorvido na
idea de reformas radicaes, ludo estremece,
agita e deslo-a e nada consolida ; mirando a
gloria de innovar, perde a po menor gloria
de continuar n.o j adianlado trabalho de
civilsimo, pret-ndendo muito, pouco reali-
si. querendo avancar alm du possivel, al-
gum.is vezes retrocede.
Mas no que arabos concordam que a
religio d-ve ser livrt. Porque, senhores,
escravis;ii- a religio esiancar a tente fe-
cunda de toda a liberdade, e levar o des
potismo al o sanctuario da consciencia.
Portante, pu pnso qua tanto os conser-
vadores como os liberaes estio na rigorosa
obrigacio de combater a emenda ; aqudles,
porque a emenda ameaca a existencia de
antigs e necessarkis instituicoes e'alaca o
dreito de propriedade ; estes, porque a
aboco das ordens religiosas a projiibico
do voto de consciencia, e a oppressao da
libertarte religiosa.
Se fosse possivel estabelecer na defeza
lestes principios concurso de preferencia e
regras de primasia, tal vez os liberaes levas- j
sem vantagem, porque a elles, e principal-
mente a siles, compete a defeza de toda e
qwlqncr liberdade. Elles nio podem con
sentir que o desenvolvimento moral do ho-
rnem, soffra to pasado constrangimeato.
Ora, senhores, que nos vejamos aqui le-
vantarle um bello edificio com toda a pompa
da arte, e da arle moderna, dedicado ri
queza matead ;is especularles do crdito,
ao movimento fecundante da fortuna privj
da e da fortuna publica a que so chama
banco, nina especie de altar levantado
opulencia; que all, com enormes despezas,
se levanten magnificas construeces, thea-
tros, foco das mais violentas emoces que
se Jlguns espectadores edifica e corrige,
outros excita e desvair, logar de ostenta-
c5es vaidosas e tente das. desgracas de nu-
merosas familias, e igual nente arena glorio-
sa du talento do artista e iemplo do genio
do poeta edo escrplor; que em outra par-
te cora,tanta magnificencia sa abra vida
curiosi .'ade do povo o circo,, em que os ath-
letas ostentam u vigor de seus msculos, a
destreza de seus movmentos, a audacia de
seus saltos .nortees e a incontestavel supe-
rioridade da mtelligencia humana sobre a
terca brutal dos irracionaes educados e do-
mados pela paciencia darspecolacio ; que,
emfim, todas as vocaces, todos os ta!entos.
todas as inelinanjas tenham diante de si
(ranea o secara liberdade" de manifestaco
ainda a mds publica e ruidosa, e que a ci-
vilisaeo, ea vez de comprimi-la, a alargue,
comprehende se e justiica-se ; a liberdade
das prolisses, a omi)iJOtencia individual
quaudo dentro da esphera de sua acgo,
o direito do trabalho sem tutellas e pro-
tecces.
Mas, porque, quando todos teem direito
ao trabalho livre, conforme suas vocaces,
se ha de destruir o claustro, sagrado refugio
dos humildes, dos que nada rfnerem do
mundo, e casa da oracio ? E quando todos
trabalham, porque interromper a oraco que
o orvalho que fecunda o trabalho ?! E
quando uns se af diga:a as operaces mer-
caotis e por ellas se deixam absorver, quan-
do outros preparan a voz e os msculos
para o theatro, para o circo, se ha de im-
pedir que os genios proprios para a vida
conlemo2tiva e asctica s.1 aperfeicoem na
oraco e no recolhirnento ? Nao se preocu
pa o Estado com a possibilidade do sinistro
lanas vezes repetido as. outras profis-es,
e abalaaca-se ipgerhr-se o sacrificio volunta-
rio e santo do monge Que se perca um
honiem e muites no tr:fcgo da vida materi-
al, polco importa: mas nio se quer con-
sentir na gloriosa mortificacio da penitencia
o da oraco! Singular proteegao !
Eu entendo que o homem que ora em
urna sociedade, onde tio pouco se pensa
em-Deus, faz o mximo servico que pode
fazer um bom cidado ; e procurando ser
cidado do co, tarabem cidado da trra,
porque vincula estas duas patrias, sem o
que a vida seria um degredo sem esperan-
ca, urna realidade de miseravel. (Apoiados.)
Nao acreditam na efDcacia da oraco ; o
progresso nio tolera a vida contemplativa :
o povo cahio em descrenca e*reclama pela
aboiicao das ordens religiosas; o burel do
monge urna antigualha repugnante ao se
culo, e o voto Deus un sacrificio ipadmis-
sivel da liberdade individual; a vida des-
tinada s ao trabalho que gra a riqueza,
tente-ido todos os prazeres; a actual gera-
Cio volta-se contra os conventos por serem
instituicoes antigs e anachronicas; bem, se-
nhores, a emenda em vez de resolver a
questo, a illude. Abramos urna discussio
plena e livre sobre este importante assump-
to, discussio em que todas as opinies se
facam ouvir e se tranquilisem todas as cos-
ciencas, em que nos sejamos convencidos,
e que apoz a luta venha a resignaco do
vencido que a prova real da victoria do
vencedor.
Esta discussio dentro do orcamento, nio
pode ser livre e muito menos completa.
Arredai-a deste estreito e improprio lagar,
e nos nos resignaremos ao resultado. Esta
emenda nio pode figurar no orcamento ;
sua materia inteiramente estranha, pois,
que nella nio se contm disposifio qOelbe
confira condico indispensavel urna lei de
receita e despeza.
Dirio tal vez os sustentadores da emen-
da : por ora nio se trata de abolir os con-
ventos ; nio se pretende impedir o voto,
mas simplesmente regular a admi:
dos bens
Bem
se cont? das
ordens r bicSo dos votos;
;m ser tio simples que nio as
Em outros paizes os go-
veroos supprimiram as congregaces r
giosas para os apoderarera de seus bens
re
giwsas (jaita uj a[>uuei diciu uo seus ucna v -5 ku,v im^uguai, tjuo u uiici-
entre kos apoderam-se antecipadamerrte dos to^de propriedane da? ordens regulares est
turma da constituicSo do imperio. (Apoia-
I plices.
O Su senhores se as
apolices. nobre deputado, cojo
parecer sempre distingo por sua reconbe-
cida illostBCio.' correspondem a urna in
demnisacio, recoohsce o nobre deputado,
o que .totes pareca rapognar, que o direi
bens para supprimi-las; nao querern-acor-
rer na aecusacio dn berdarem da victima:'
fazem acto de esbulho.
Mas nio justo que se cuide smente de
desappropriar os bns, deixando de prover
de remedio a situacio agonisants das ordens
regalares. De da em da as congregaces
veem dirainoido o seu pessol sem esperan-
Ca de substituicio. Queris os bens e des-
prezaes o principal : o fim sublime dessas
Ilustres e venerandas corporaces ; propi-
naos o veneno aoenfern) e vos adrairaet
que prodirsa seus destruidores effeitos e
que a morte se approxime I Levai os bens.
erabora; nio ser a ultima injustiga dos
governo* contra os fracos, mas nio apor-
tis os labios que querem orar e nem te-
chis o claustro aos que querem fugir do
mundo e entrar nessa raansio de paz e de
meditarn, Sio zelosos para arrecadar a
heranca do vivo e tio inexoraveis para
com o enfermo esbulhado I
Proclama-se que nio ha pensamenlos
de usurpar os bens e nem de supprmir as
ordens I
Mas, senhores, nio ser urna usurpacio ?.
bem rude obrigar o propietario a vender a
sua propriedade em tempo prefixado e a
converter o prego, seja quil for, em fundos
publico* ? Nao queris supprimir as ordens
e nao consents que entrena novicos que
snbstituam os que morrera! Nega'Se-lbes o
direito que exerceram pacificamente por
tantos secutes fundado em leis expressas
de senhores po'suidores de seus patrimo-
nios, e lancaes sobre as vctimas a irriso:
vivan !
Feliz systema de por ordem na adminis-
traco dos bens monsticos usurpando-os;
o juro das apolices equivale a urna penso
aos sobrevivos, quem pode assegurar que
a recebam !
S3 nao ha proposito assentado de sap-
primir as ordens regulares no Brasil, as
apparencias sio, entretanto, suspeitas seno
fataes. Sei qno na Italia, em Portugal, na
Hespanha e na Franca deerstou-se franca o
imperativamente a suppressio e devolucid
dos bens para thesouro. Este meio pe-
remptorio nio pode ser aqui empregado.
L, a revolaco no seu furor de destruicio,
exigi e applaudio o attentado ; aqui nin-
guem reciamariaenemapplaudiria. E' assim
que procedem os governos que deliberan
reformas sera consultar a opiniio publica.
Declarando-se como se tem declarado
que nao ha intenco de usurpacio, usur-
pa-se ludo : os bens e a liberdade. Eu en-
tendo que nos nio podemos e nem deve-
nios consentir nem em urna nem em outra
usurpacio, porque nao temos aefio para
obrigar o dominio a convertersse em usu-
fructo com alheiacio forcada, e nem para
obstar os votos de consciencia. (Apoiados.)
Esses bens, Sr. presidente nio foram ad-
quiridos por meios inconfessaveis nem irre-
gulares ; sr bre elles peza urna posse anti-
qusima, e um dominio nunca contes-
tad*.
A sua posse. o seu dominio, estio con-
sagrados pela legislaco do paiz, |>or mul-
tas e repetidas leis, e ltimamente pela lei
de 486i quemandou respeitar as adquiri-
dos a'. aquella data.
Que o legislador, a v sta do perigo ame-
acador da sociedade civil de absorpcio da
p'opriedade territorial pela mio-morta,
providenciasse com leis restrictivas ou pro-
hibitivas de novas aquisiges, seria at cer-
to ponte justificave!, attendendo-se con-
veniencia publica da livre circulago da tr-
ra e fcil accesso propriedade immovel.
A Ralia, a Inglaterra, a Franca e os Paizes
Baixos, quasi ao mesmo terapo levantaran!
ura dique onda invasora. Mas essas medi-
das restrictivas foram tomadas diante de um
perigo aggravado pela organisago econmi-
ca do tempo. Dous tercos da propriedade
immovel esteva era mo-morta. Era o tem-
po da f fervorosa e da piedade sincera.
Nos nao estamos diante de semelhante
perigo. Os patrimonics das ordens regu-
lares em relaco ao acervo geral de bens,
sio insignificantissimos. As trras de que
as ordens sao senhoras, em sua mxima
extenso, acham-se aforadas e arrendadas
particulares que as lavram de sua conta,
donde tirara numero-as e pobres familias
subsistencia. Nio pudendo as ordens ad-
quirirem mais sem previa autorisacio do
corpo legislativo, nao ha difficuldade a re-
mover e nem pen'go a conjurar.
Quanto aos bens j adquiridos, salvos e
respeitados na lei de 1864, a violencia que
se vai fazer aos conventos tio grande,
to clamorosa como a que so fizesse a um
particular. (Apoiados.)
O S. Auaripe :Nao apoiado.
O Su. Ferreira Vianna :Nao sei que
limite se pode por na propriedade monas-
tica, de urna pessoa jurdica, que nio se
possa por na propriedade individual.
A respeitodo uso, temos a lei de 1830 ;
mas a respeito do direito de propriedade,
temos a constituigo do imperio, que s
faz urna excep&o desapropriaco por causa
publica.
O Sr. Araripk d um parte.
O Sr. Ferreira Vianna :Mas eu per-
gunto ao nobre depotado que me distingue
com o seu aparte, qual a distiOccio que a
constituicio poltica do imperio faz entre o
direito de propriedade individual e conec-
tivo ?
O Sr. abampe :Nio a constituicio
quem faz, a lei civil.
O Sr. Ferreira Vianna :Perdoe-me o
nobre deputado, a lei civil nio contrarale
nem pode contrariar a garanta consagrada
na constituicio com ama e tnica excepeo
a da desapropriagio. Nem o corpo legis-
lativo tem poder para restringir esta garan-
ta ou interpretal a com exclusio de um ou
outro proprietario. Nos podemos por con-
diges acqoisigo de bens por parte de
corporaces de mio-morta: mas a respeito
dos adquiridos sob o imperio de nossas
leis e por ellas-reconhecidos como legtima
propriedade, nio( temos outra aegio
que a de desapropriago com indemnisago
previa.
Nio vejo, portante, razio para esta dis-
tinti, e todas essas leis antigs que se
citan no sentido de mostrar, a intervencio
'do estado nos bens monsticos, nio provam
a proposicio de que estes bens possam ser
desasropriados sem previa indemnisago, na
pela conslituico plenamente garantido como
de qualquer outro proprieiario, Engana-se
o nobre deputado se pensa que as apolices
equivalem ao preco da desapropriaco que
devera lar lugar. A desapropriacio pre*
soppe utilidade publica previamente reco-
nbeeida; ora o gov#no nao nos declarou
qual a utilidade era que se deveria basear
a desapropriaco. A desapropriaco que se
contera na emenda um real esbulbo, por-
que nao se d nem o julgamento da utili-
dadj poblica, nem a previa indemnisacio ;
urna medida singular, e inaudita! Ven:
dei os vossos bens e cora o preco liquidado
comprae apolices da divida publica, quer
vos convenha, qoer nio este emprego l E'
possivel constranger por urna lei o proprie-
tario a vender e a comprar ? Nio ; o pro-
prietario vos replicar, e bem condescen-
denie ser se o nio flzer: vendei vos e
comprai o que qnizerdes, eu nem vendo e
nem compro contra a minba vontado e nin-
guem que nao seja um especulador aventu-
reiro comprar senao a mim que sou o
d^no.
J que o nobre deputadoparece inclina-
do a reconhecer a necessidade da indemni-
sacio previa, que julga ter equivalente as
apolices, embora dadas posteriormente
alheiagio forcada. eu nao leria duvida em
concordar com o nobre depuiado que jul-
ga ndo o caso de desapropriaco, o governo
e nos procederamos regularmente man-
dando pagar o valor da desapropriagio em
apolices da divida pub ica.
Senhores, com que eu nio posso con-
formar-me cara a imposico ao dono, ao
proprietario, de vender elle, sem vontade
de dispr, contra o seu interesse, a sua pro-
priedade, e depois ir empregar o valor em
apolices da divida publica com carcter in-
transferivel. As hypotheses sio muito dif-
ferentes-----
O Sr. Candido Mendes :Trocar o do-
minio e usufructo por usufructo somente.
O Sr. Ferreira Vianna :.. e usufructo
muito reduzido. A desapropriagona forma
da lei, respeitando como cumpre, a garan-
ta constitucional, tranquilisaria a todas as
consciencias que como a nimba se arre-
ceiam das consequencias de.uma primeira e
violenta usurpago. Se passar esta provi-
dencia, e ter executada em toda a sua du-
reza, o direito de propriedade estremecido
nio se julgar sufficienta defendido pela ga
ranta da constituicio,'e por mais antigos
que sejam o dominio e a posse titulados,
como os das ordens regulares, terio sem-
pre diante de si a ameaca das converses
forcadas. O abuso tende a desep,volver-se.
Toda a disposico legislativa devo fun-
dar-se em urna razio de utilidade pnblca
claramente demonstrada. Eu pergunto :
qual a razio de utilidade desta emenda que
nos enva o senado ? Por um dique s
invasos da mio-morta ? Nao, porque ellas
nio podem adquirir sem licenca do corpo
legislativo, e seus patrimonios actuaes sio
muito insignificantes em relaco ao resto da
propriedade existente. E quando esta ra-
zio podesse ser acceita ou fosse allegada, f-
cil seria a impugnacio desde que a provi-
dencia nao compreherWe todas as mios
moras e smente os patrimonios das or-
dens re'igiosas. Desviar o espirito religio-
so das occup?ces seculares, c mo meio
heroico de restaurar as ordens e eleval-as
a seu primitivo esplendor ? Nao se infere
tal proposito, porque a prohibigo de in-
gresso a novicos continua era seu vigor.
Alm de que convm advertir que a regra
de a!guns institutos, como o de S Bento,
nao se funda nicamente na oraco, mas
tambera no trabalho sobre a trra.
A providencia qoe veio do senado nio
tem poisa urna razio clara de utilidade pu-
blica ; entretanto a sua execucio impor s
ordens religiosas enormissimos prejuizos
alm do flagrante aggrava seu inconcusso
direito de propriedade. Expor venda um
acervo importantede bens o depreciar infal-
vtflmente, e a especulaco paciente e sgaz
far o resto. Os homens que de ludo que-
rem tirar ganancia, espreitam com a avidez
que Ins propria a occasio de, a troco
de mingoada moeda, entrarem na posse dos
venerandos patrimonios consagrados pela
piedade de outros tempos a religio. Nin-
gnem aproveitar desta forcada conversio,
e ai daqunlles que entrarem em t5o dai-
nada especulaco!
Confio muito nos escrpulos dos religio-
sos para crer nm s momento que elles se
prestem a vender bens de que sao usufruc-
tuarios e de que sua ordem a propneta-
ria, sob condices impreteriveis e venera-
veis.
A converso forcada um attentrdo tio
violento que nio se ousou estender por ora
a todas as corporaces de mi morta ; es-
colheu-se a victima mais fraca.
O Sr. Bittencourt :Apoiado.
O Sr. Ferbeira Vianna :Escuso-me de
combater a razio com que se qaer justificar
a conversio, pretendendo-se que um cas-
tigo, orna punicio m administracio dos
bens.
Primeiramente, senhores, en julgo que
nos nio temos o direito de corrigir o pro-
prietario que se aecusa de mal administrar
seus bens. A lei previo estes casos e pro-
videnciou devidamente, e ao poder judicial
compete applicar as leis aos casos que oc-
correm. A conversio forcada nio pena
estabelecida em lei para corrigir ou previ-
nir a dissipago, e quando fosse nos nio
temos aotoridade para impfl-la sem audien-
cia da parte.
Em segundo lugar, em relacio, s ordens
religiosas, tal aecusacio cahepor si, porque
ellas, pela lei de 1830, nio podem dispor
dos seus bens movis, immoveis e semo-
ventes sem expressa licenca do governo.
Estes bens nio foram adquiridos por
meios reprovados; sua origem a mais
pura, o fervor da f e o amor da caridade;
seu deslino o mais elevado, o mais sagra-
do, a manutencio do culto em todas as
suas sublimes manifestaces: a oracio, a
esmola, a educaco religiosa, a instruegio
das classes pobres, a conversio dos inflis,
a dilatacao da f, a predica, a consolacio
dos aflictos, a assistencia bar supremas do-
res, o conforto na derradeira hora da vida,
a recomraendagio dos mortos^e outras obras
pias. Os bens assim vinculados a tio ele-
vados fins, nio fcil albeia-los e conver-
tidos em apolices da divida publica.
K' preciso rever os ttulos dessa pro-
priedade, examinar as coodiges de sua
transferencia e safructo. respeitar e izer
respeitar a derradeira vontade dos desdo-
res, cumprindo exactamente as clausulas
das doages.
Porventura o estado se briga ou pede
obrigar-se ao fiel cumplimento de todas
essas condices ? Ainda ha outras diffical-
dades que bao de estorvar a execucio da
emenda em discussio, e sao que alguns
desses bens sio transferiveis a outras cor-
poraces ou pessoas, no caso de implemen-
to das condices. Ora, desde qoe se veri-
ficar a conversio aos religiosos, nao ser
mais possivel cumprir a derradeira vontade
de alguns doadores pela natureza especial
do onus a que ficou snbmettida a proprie-
dade. Os interessados hio de levantarse;
as questes se multiplicaran.
Sei que muita gente boje zomha de taes
escrpulos. Deus Ibes perdo; mas as or-
dens religiosas seriam indignas successoras
da gloria inmensa de seus antepassados, se
nao prestassem toda a consideragio s re-
commendages de seus piedosos bemfeito-
res. Antes esmolar as pracas do que tra-
hir a confianga de lio Ilustres filhos da
igreja. O espirito conservador desfallece,
o bomem j nao pode contar com o futuro,
as nnovaces e transformages sorprenden
e Iluden as mais bem combinadas previ-
soes! De dia em dia a vidanesta ierra tor-
na-s maisepheraera, a idea dominante'in-
troduzida pelo materialismo, augmeutar a
riqueza para gozar indefinidamente !
Estou convencido que esta augusta c-
mara nao quer tomar sobre si tamanha res-
ponsabilidade, como a de revolver urna
probidade ha tantos secutes assentaa sobre
taes fundamentos.
Morto o ultimo religioso, acontecimento
que nao ser remoto, e com elle desappa-
recendo a sua respectiva ordem, que desti-
no dar o governo a essas apolices resulta-
do da converso forgada ? Disto nao cura a
emenda, e deveria faz-lo como proprio
da previdencia do legisldor. Ficar amor-
tisada essa divida, e por este meio fcil e
Ilegitimo o estado usurpar da religio urna
massa consideravel de valo-es. O estado,
sem cumprir as clausulas das doages, lo-
cnpletar-se-ha com a heranga das ordens
cuja morte apressou. Eis o resultado final
de toda a operago decretada na emenda!
Estes bens destinados a fins religiosos e
pios, nio podem ser devolvidos ao estado ;
compete ao soberano pontfice, ao chele vi-
svel da igreja, nosso veoeravel pai, dar-
Ibes novo destino em conformidade das san-
tas ntences dos doadores. O pontificado
ficar mudo e indifferente diante desta cla-
morosa usurpago? Nao creio. E'justo
que nos augmentemos aquello veneravej an-
ciio que est,era Roma, pai tres vezes, as
tribulaces que o aflligem no meio da Ea-
ropa ameagadora e agitada ?
Senhores, a responsabilidade de todas as
consequencias moraes e sociaes da emenda
em discusso, nao nos Iludamos, nossa e
toda nossa. O nobre ministro do imperio
meu honrado amigo, nada poderia fazer
sem a nossa autorisacio, e nos o autonsa-
mos.
Dr-se-ha : Os mosteiros nio comple-
tara o seu fim Eu perguntarei: porque
nio querem, ou porque nao podem ? Elles
querem, mas nio/podem. E qual a lei
que neste paiz impede que elles prodigara
nos fins para que foram estabelecidos? Nao
ha lei, que restrinja a liberdade individual
garantida na constituigo do imperio : nio
ha lei que obste o ingresso de novicos; nio
ha lei que prohiba a liberdade de cons-
ciencia e dos votos. Apeaas existe um
aviso, on circular, expedido pete ministerio
da justica aos prelados das diflerentes ca-
sas regulares, ordenando-lhes de nao ad-
miitirem novicos. Este acto nao tem o me-
nor valor, j por proceder de autoridade
manifestamente incompetente, j por atten-
tar abertamente contra a liberdade indivi-
dual. O Ilustre autor dsse acto exhorbi-
tante. com toda a franqueza declarou no
senado, onde tem assento, que essa provi-
dencia era de occasio e sua conveniencia
tinna passado. Em verdade, a nao ser
urna providencia de momento, como jnstifi
car-se semelhante ordem era, contrario
tettra e espirito de nossa constituicio e s
resoluges das assemblas provinciaes man-
dando admittir novicos ?! O poder executi
vo entre nos nao conhece limites; o que
em paizes revolucionados nao tem sido
possivel fzer-se sem deliberacodo poder
legislativo, no Brasil faz-se por meio de um
aviso do ministro I Esse aviso, j em si
insubsistente, caducon inteiramente vista
da solemne -declaraco de seu nobre autor.
Nao ha mais motivo para que os prelados
regulares se recusem de receber novigos e
se ainda repugnarem devem attribuir sua
teraidez e indecisao o desapparecimento de
suas ordens.
Creio, Sr. presidente, que hei dito quan-
to basta para justificar o meu voto, voto
que dou cheio de pezar, primeiro porque
contrario a urna medida pfferecida pelos
meus amigos polticos e principalmente
porque este voto resulta da certeza em que
estou de que as instituicoes monsticas, se
nio estio em perigo, pete menos ficam sob
violencia.
Os conventos do Brasil, Sr. presidente,
nio teem sido inuteis, e ainda quando nel-
les se tenham dado alguns abusos sempre
lamentaveis, nio justilicam o estigma que
se Ibes- quer lancar. Nio conheco institu-
Ci poltica,'social ou religiosa, que ou nos
tempos de sua grande prosperidad ou nos
das tristes de decadencia, nao tenba se ex-
cedido das regras normaes de sua exis-
tencia.
Primeros e ousados exploradores deste
riqoissimo paiz, educadores de seus natu-
raes, e incansaveis obreiros dos fundamen
tos do Imperio,* nio merfecem os re'igiosos
tio ingrata recompensa, e nem justo lan-
ga-los assim ao dasprezo pub'ico sem au-
diencia e sem. discusso.
O Sa. Bittencoubt : Apoiado.
O Sr. Ferreira Vianna : Elles ainda
boje prestam reievantissimos servicos de
que prova eloquente o mosteiro de S.
Bento, que em suas aulas abertas moci-
da Je de tedas s classes tem sua custa
diffondido a instruegio.
Eu nio sei, se, vendidos os bens e redu-
zido o prego a apolices, disporio os bene
diettoos de recorsos para manterem suas
tio despendiosas aulas; seria realmente a
primeira e urna das mais fanestas conse-
quencias da exeengio do projecto de con
versio aesibens, o encerramento das aulas
no mosteiro de S. Bento.
Causou-me m impresso ver consignada
na emenda em. discussio a obrigacio dos
religiosos venderem eu6 escravos, O
monge nao sab* vender escravos e nem os
lam para, vender r seria urna rueidade im-
propria daquelles filhos do patrarefia S.
Bento, om dos kiWtadores va intrpidos
do genero homar, quando a vfsacio ro-
mana deiadente e corrompida, geni* de-
baixo da conquista dos barharos, cajos
chefes espanten com suas virtudes e domi-
nou coro soa eloqoencia. v A'ordem bene-
dictina sempre fiel s suas phHantropicas
tradieces, coube a assinalada gloria de ser
a primeira coYporagio qne, sem ostenlacio
o nem alarde votou a emancipacio dos es-
cravos. Parece qae o autor da emenda em
discussio igoorava este importante fado ;
senio teria supprimido to odiosa obriga-
cio.
Os religiosos ea creio, nio hio de querer
trocar por apolices seus escravos, antes
seus irmios em Jess Christo. Nio sei o
que significa em urna lei obrigar religiosos
a vender seus escravos, quando so atraam
os ares com projedos de emancipacio.
Que impressio far na Europa tio extraor-
dinaria disposicio ?
O Sn. Araripc : A emenda nio pro-
hibe que os religiosos alforriem seos es-
cravos.
O Sr. Ferreira Vianna : Era tamben
o que falta va..
O Sr. Bittencourt : Apoiado.,
Continuar-n-ha
VARIEDADE
\
REI.AT0RI0 DOS NEGOCIOS DA NAVECACO NO
ARAGVA DE Io DE MAIO DE 1869 A Io DI.
ABRIL DE 1870.
(Conlinuafo) _
Alguns entendem que*"oVe lera obstado
ao desenvolvimento do commercio entre o
Para e Goyaz por va do Araguaya sio as
cachoeiras, o isto nio exacto. Muito mais
encaichoeirado o alto Tocantins, e no en-
tretanto o commercio por all esta creado,
j se faz urna exportacio superior a
00:000)5000 por anno com o nico meio
dos botes.
O grande obstculo a falta, e, direi
mesmo a difficuldade do popolaco as
margens do Araguaya, falta esta que obri-
gando os boles a virem carregados com
raantimenios para seu consumo, obrigaria
os proprietarios a desquezas quasi equiva-
lentes aos lucros ; o incentivo destes des-
appareceria.
O Araguaya nio pode ser povoado em
pequeas distancias como o Tocantins, por-
que suas margens sio baixas e alagadizas, e
no tempo das aguas s poucos logares se
podem communicar com o interior. Este
obstculo, s a navegacio a vapor o pode
remover, porque no espaco de 200 leguas
desempedidas que tem o rio, os botes gas-
tam de dous mezes e meio a tres de via-
gem, emquanto que o vapor as vence em
tres dias descerni, e em seis a oito dias
subindo.
E nem pareca que esta questo de ali-
mento para as tripolares dos botes coosa
de pouca importancia ; leiam-se os relat-
nos de todas as expedices que partiram
de Goyaz para o Para e ver-se-ha que a cau-
sa que as fez mallograr depois de inauditos
soflrimentos foi a teme. At boje ainda
nio se perdeu um s bote as cachoeiras do
Araguaya ; tem-se perdido dezenas delle no
alto Tocantins; no entretanto o commercio
do Tocantins creou-se, e o do Araguaya s
comecou a apparecer com o vapor.
Para quem est de longe, parece que
nessa tenga viagem de Goyaz ao Para es
grandes obstculos sio as cachoeiras; a
imaginago as figura temerosas. Ellas o
sao na verdade, mas quem sobe do Para
para Goyaz em botes as passa sem perigo.
porque nunca se vai aos grandes canaes ;o
rio nesses lugares ordinariamente de urna
grandebelleza.se divide em orna multido
de bracos, com o fundo de i a O palmos :
por elles pie se sobe, ora a varejo, ora
a sirga, e outras vezes, quando a corredeira
mui forte, a iripolago salta agua, e
vai levando, devagar mas cem seguranpa, a
embarcago. Nao se sobe pelas cachoeiras:
que meio haveria para propellir em urna
correnteza de 6 milhas por hora o bote,
pesada e grosseira embarcacio, semelbarite
a um saveiro, e carregada alm disso com
1 mil arrobas e com mantiraentos para sus-
tento de 25 a 30 pessoas ? As cachoeiras,
que ninguem passa, sao obstculos poticos;
mas o real se bem que muito mais pro-
saico, o da teme.
Quem ler o qve eston escrevendo, ficar
sorprendido quando souber que esses ho-
mens que fazem a viagem do Para sao
obrigados ao pesado servico de mover a
embarcaco, e de prover a sua alimentacio
porque os proprietarios s fornecem farinba
de mandioca e sal. %
A quem pensa nestas cousas theorica-
mente, parece que as tripolaces chegario
cora terror s cachoeiras. E' exactamente
o contrario ; quando se vem subindo pro-
porco que se vai chegando ao p da ca-
choeira Grande, no Araguaya, a tripolacio
se vai animando, os pousos comegam a fi-
car mais risouhos, oseantes e toques de
Viola e dangas se faztm ouvir em torno das
logueiras que pelo commum accendem
ooute, e at os enfermos comego a me-
morar, no dizer dos pilotos.
No entretanto _essa a seccao mas tra-
balhosa do rio, por ser a mais tenga, e gas-
la-se 20 dias para passa-la.
As tripolages se alegram porque all nio
ha teme ; o peixe abunda tanto qae todos
tem certeza de provisio : este fado mostra
bem palpavelmente qoe nio sio os embara-
nis do rio, que nad* valem para homens
que nunca viram outra cousa em toda sua
vida, a falta de recursos alimenticios a
causa da difficuldade. O vapor ligando as
cachoeiras dos centros productores que
podem abastecer o Araguaya pelos portes
de S. Jos, que se liga a Pilar. Crixs e
Amaro Leite; de Leopoldina qoe sa liga
capital; de Itacayo, que se liga, ao Rio Claro,
e ao abundante e productivo 9erlo do Rio
Verde, remove a grande difllculdade, e por
isso sem elle nao foi possivel crear o com-
mercio do Araguaya em 20 aonos de estbr-
gos promovido desde o ministerio do Sr.
raarqoez de Monte-Alegre, e seguidos com
rara tenacidaie pelos Srs. presidentes de
Goyaz, entre os quaes avultam os Srs. An-
tonio Joaquim da Silva Gomes, Joaqoim Ig-
nacio Kamalbo, Antonio Candido da Cruz
Machado e Jos Martins Pereira de
tro.
(ContitMar-se-ha
A
'
<


TYP. DO'OAHIO RA l) QUEDE CA3UAS
L


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