Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13096


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Full Text
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ANNO XLVI. NUMERO 166.
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PARA A CAPITAL LGABES OIDE KAO S PAGA POSTE.
Por tres mezes* adiaotados ......'........... 6,5000
i* suis ditos ideui................... 12,5000
ror um anno idem..................% 24,0000
Cada mamero avnlso................... 320



TERCA FEIRA 26 DE JULHO DE 1870
PABA BEH1B0 E FOKA DA PBOVUCU.
Por tres mezes adianlados............ .' .
Por 8ei ditos idem..................
Por nove ditos idem...............' .
Por nm anno idem '............
6*7C5
13*500
20,5250
27,0000
------------
Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Fillios.
t vtVS t
WAO AGENTES
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranho ; Joaquim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mari* Julio Chaves no Ais ; Antonio Marques da Silva, no Natal \ Jos Justino
m i
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha; fielarnoo dos Santos Boto, em Sanie Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tarares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Bibeiro Gasparinhc no Rio de Janeiro.
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 26 DE JULHO DE 1870.
Noticias do Rio de lauelro
Hontem ao escurecer chegou nosso
porto o transporte de guerra Mtirsilio Dios
conduzindo seu bordo o 5" bataluo de
voluntarios da patria, organisado cora con-
tingentes de diversas provincias, sen Jo o
maior da do Piauhy. Vem sob o comman-
do do Sx. lenente-coronel Jos Libanio da
Suva, e contem 550 pravas.
Tendo sabido da corte no- da 46 do cor-
rente, immediati do vapor francez. trouxe
nos esse vapor o jornal desse dia do qual
oolheraos o que segu.
No senado fez-se ouvir, no dia 15,
o Exm. Sr. duque de Csxias, por occosiao
da diacossi) di falla do throno, explicando
Cactos passado* no thealro da guerra du-
rante o lempo emque elle commandon. Ama-
nbia daremos esse discurso.
Na cmara dos deputidos, o Sr. mi-
nistro do imperio jtistiiicou os segrate*
projectos, o primeiro dos quaes foi enviado
commisso de estatistica, e o segundo s
commissoes reunidas de constituicSo e as-
sembleas proviociaes.
A pssembla geral decreta .;
< Art- i.' Dudez em dez anos proce-
der-se-ba ao recenseamento da populacho
do imperio.
< 1. O primeiro recenseamento effectu-
tu-se-ba no dia'31 de dezernbru de 1870.
Para as respectivas despezaste concedido ao
governo, no crrante exercicio, o crdito
de 400:000,$. que no caso de insuiliciencia
podar ser elevado mediante a abertura de
crditos suplementares e realiza>-se-ba pe-
los meios autorisados na lei do orcamento
iTgeote.
i J 2.' No regulamento que se expedir
para execucao do recenseamento poderlo
ser comminadas mullas at a quantia de
3000, e as penas de desobediencia (art.
128 do cdigo criminal).
3. Na proposta da lei do orcamento
para os annos em que se tiverem de fazer.
os recenseamentos decennaes, o governo
incluir o crdito necessario para essades-
peza.
Art. 2. 0 governo organisar regis-
tro dos nascimentos, casamentos e bitos,
ficando o regulamento que para esse fitn
expedir sujeito a approva^o da assembla
geral na parte que se referir penalidade
e effeitos do mesrao registro, ejerear na ca-
pital do imperio ama directora gerel de
estatistica, qual incumbe:
t 1. Dirigiros trabalhos do censo em
tnlo o imperio e proceder ao arrolamento
da corte, dando execucao s ordens que
receber rio governo.
2. Organisar os quadros annuaes dos
nascimentos, ca-amentos e bitos.
3o Coordenar e apurar todos os dados
ustatisticos recolbidos pelas diversas repar-
tirles publicas.
4o Formular os Jplanos de cda ramo
de estatistica do imperio, do local de cada
provincia, quando a isso fr chamada, e da
especial a. cada classe de f3ctos.
Com o pessoal da directora geral de
estatistica fica o governo autorisado a des-
de 3. despender annualmente ate......-
2;i:0005000.
o Art. 3o Ficam revogadas as disposi-
;!?s em contrario.
r Paco da cmara dos deputados, em 15
i? julho de 1870.Paulino Jos Soares de
Souza. y
A assembla eral decreta :
t Art. i.* A atlribuico que compete s assem-
blas provincias pelo ari. 10 1. do acto addicional
refere-se fixaco das cireumseripcoes terrtoriae
segundo as condiooes estabelecidas as leis geraes
d organisijo civil, judiciaria e ccclesiatica do
imperio.
Art. 2. Para o exercicio da attribuicao con-
ferida s assemblas provinciaes pelo art. JO t.
do aeto addicional, neeessaria a audiencia do
prolado diocesano no qae pertence i ereaco, sup-
presso e alteraeo das divisas das paroclias.
Ar. 3 As palavras do art. 10 5. do acto
nddicioaal comanlo que estes (imposto) nao pre-
uquem as dtsposicoes geraes do Estado impor-
lam a prohibicio de crearem-se iuipostos provin-
-laes ou municipaes, que recaiam sobre materia
ja tributada por lei geral.
Art. 4." A attribuicao conferida s assemblas
provinciaes pelo art. 10 5." do acto addicional
wrrolve o direito de designaren! por qual dos jui-
y)s, o aommum ou o privativo do* feitos da fa-
zenda n icional, devem ser processadas execnliva-
mente e decididas as causas da faienda provincial,
nardadas, porm, as formalidades estabelecidas
pe!as le geraes.
> Art. 5* Na attribuicao conferida s assemblas
provinciaes de legislar sobre os assumptos racn-
cwaados nos 8 i; S., 6,, 7.*, 8 e 11 do art.
10 do acto addicional cemprehende-se a facul-
dade:
< 1.* De comminar penas administrativas em
relacao aos ditos assumptos;
2.* De estabelecer o processo e a competencia
djs fanecionarios provinciaes para conhecimento
e deciso das questes administrativas, salvo
sempre o recurso para o presidente da provin-
cia.
Art. 6.* A attribuicao contida no art. 10
7 e 11 do aeto addicional nao comprehende quan
to aos empregos enjas fanccjes sao relativas
objectos os quaes as a>emblas provinciaes nao
podm legi'lar, o direito :
% i. De alterar-Ibes o numero, quando fr
este essenciat organisagao:
g De anexar os que forem separados por
lei geral ou vice-vera ;
3, De tornar privativos os ofcios de ius-
tica. J
Art. 7.* No ejercicio da attributcao que Ibes
pertence pelo art. 10 .9* do acto addicional
devwn as assemblas provinciaes guardar as
di3posicoes das leis geraes concernentes s espe-
cies depnso, natureza das penas e modo de seu
umprimento,
Art. 8 Em vjrtude da attribuicao conferida
p Jf1- 2* semblas provinciaes ;
< 1. Legislar sobre a organisarao, diitincti-
vos e disciplina da furca policial;
8 2. Determinar o modo de preencher o nume-
ro fixado de pracas, respeitado o preceito do art.
36 da constituicao.
Art. 9." O processo para demissio e suspencao
dos magistrados pelas assemblas provinciaes nos
termos do art. 11 S 7" do acto addicional e arts 4,
5 c 6 da lei de 12 de maio de 1810 deve ser es-
tabelecido por lei geral.
> Art. 10. as attribuicao das assemblas pro-
vinciaes, ixadas nos arts. 10 e 11 do acto addi-
cional, nao se inclneo direito.
1." De legislar sobre assumptos especial-
mente concernentes industria, salva a concesso
de la-ores tendentes sua promorao e desonvol-
viraenlo.
t | 2. De conceder privilegio?, que nao se re-
(Iran estrictamente aos objectos especificados no
8 do mencionado art. lo, e sem prejuin de
qnaesquer obras ou emprezas que perlenuerem
administracao geral do estado.
Art. 11. A palavra importarao do arl. 12 do
acto addicional comprehende tanto a dos paize*
estrangeiros como a de urnas para outras provin-
cias du. iauTio.
< Art. 12. Inclnem-se na probibicao do art 12
do acto addicional, para os eduitos declarados no
art. 16, os projectos que importarem-derogaco de
lei geral (art. 7 da lei de 12 de maio de 1840).
i Art. 13. A palavra sanecionar do art 15 do
acto addicional significa que o projecto de lei,
reenviado ao presidente em qualquer das duas
hypotbeses^ raesrao artigo figuradas, dev ser
publicado "e 'mandado executar nos tormos do
art. 18.
Art. 14. As palavras nota discussao do art.
15 do acto addicional querem dizer que a asserr-
bla provincial deliberar de novo sobre o projec-
to em urna so discussao.
c Art. 15. A clausula do art. 15 do aeto addicio-
nal, se'Jor adoptado tal qual ou modificado no
sentido das razdes pelo presidente allegadas, obs-
ta que a assembla provincial modifique o projec-
to a nao ser para cooforma-lo em tudo cotn as
raides do presidente da provincia.
t Se, porm, o presidente negar a sanecao fun-
dando se ao mesrao tempo no art. 15 e no art 16
do acto addicional, podo a assembla provincial,
modificando o projecto no sentida das dednzidas
do art, 16, reenva-lo ao presidente na forma e
para os elTeitos do art. 15.
i Art. 16 Denegada a sanecao no caso do art.
154do acto addicional, nao pode o presidente da
provincia reconsiderar o projecto, quando I he fdr
reenviaao, para recusar-lbe a aauccao por moti-
vos dednzidos do art. 16.
Art. 17. O*don* tercos de que trata o art. 15
do acto addicional sao dos membros presentes na
assembla.
a Art. 18. Incumbe ao presidente da provincia
publicar as leis e resolucoes de que trata a 3*
parle do ari. 13 do acto addicional, salvo sempre
o remedio estabelecido no final do art. 19.
a Abrangendo, porm, essas leis e resolucoes
objectos nao coraprehendidos na excepcao do art.
13, proceder o presidente nos termos dos arts.
15 e 16.
Art. 19. A faculdade conferida ao presidente
da provincia no art. 24 3. do acto addicional
nao applicavel a leis e resalucoes j sancio-
nadas, nem as mencionadas na exeepc) do art.
13.
t Art. 20. A attribuicao que pelo arl. 24 3
do acto addicional compete ao presidente da pro-
vincia, na pode ser exercida sobre parte somen-
te do projecto da lei.
i Art. 21. S depois de decorrido o prazo do
art. 19 do act* addicional pode a assembla pre-
vincial ordenar a publicacTiu da lei, como dispSe
o final d.i mesmo artigo.
t Art. 22. As leis provinciaes existentes, op-
postas nierpretaco dada nos artigos preceden-
tes, nao se entende'm revoga-ias pela prof-ulga-
co desta le sem que expresamente o sejam psr
actos do poder legislativo geral.
Esta disposic), no que se refere ao art. 5o
desta lei, extensiva leis do orcamento provin-
cial e municipal, as quaes poder" ser repeti-
dos os impostos j existentes contra a doutrina
do mesmo artigo, emquanto urna lei geral nao fi-
xar definitivamente quaes pertencentes renda
geral do imperio.
Pac,o da cmara dos deputados em 15 de ju-
lho de 1570 Paulino Jos Soares de Souza.<
Entrando na ordem do dia, oncupouse a c-
mara com a 2' di-cusso da proposta do cr-
cameniD na parte relativa despera do minis-
terio da fazenda. Orarara os Sr.s. Gandido Tor-
res Filho e Correia, ficando a discussj adiada pela
hora.
Por decreto de 8 mandou-se levantar,
a clausula com qno fora promovido o 2o tenente
da armada Antonio da Silva Fres Jnior, visto
ter sido pprovado as materias exigidas pelo
decreto n. 884 de 10 de dezembro de 1851,
' Por portaras de 15, foram nomeados: aju-
dantes de commissao especial do registro geral e
estatistica das trras publicas e possuidas, (honra-
do Jacob de Niemyer e Jos Ignacio Coimbra:
pratlcante dessa commisso, Joao Ramos de Quei-
roz; ajudantes da inspeceo geral das obras pu-
blicas os engenheiros Ernesto Augusto Amorira
do Valle, e Manoel Gomes Borges. i
Por decreto de 13, foi nomeado conselhelro
de guerra e membro do eonseiho supremo militar,
o marechal do campo Guilherme Xavier de Souza.
Por titulo de 13 do corrente, foi nomeado
joao da Costa Heyne, para o logar de sollicitador
dos feitos da fazenda nacional na provincia do
Gear.
Fallecen na corle, o advogado da cmara
municipal respectiva Dr. Pedro Moreira da Costa
Lima.
O cambio sobre Londres regulava 22 1/2 a
23 d. por U pa)el baricario e particular, e sobre
Franca de 413 a 418 ris per Ir.
>s soberanos (libras esterlinas) vendiam-se a
10J500 cada um.
A alfandega da curte rendeu de 1 a 15 do
corrente 1,351:749*156.
__ Chegou procedente de Pernambuco, no da
15, o patacho Ara*.
Haviam na corte noticias de S. Paulo at 2
do corrente : .....,
No dia 10 teve lugar, na capital, a instbalo
de urna associaQo de senhoras, com o fim de pro-
mover a emancipacao de escravos. O numero de
senhoras j inscriptas era de 113.
Era Piracicaba falleceu, no dia 7 o Sr. Jos Bap-
tiste Leite, delxando libertos era testamento, e sem
condicao alguma, os seus escravos Antonio, Adao
e Cypriano. O fallecido ja havia anteriormente li-
bertado urna escrava de notn? Isabel.
O Dimio de S. Paulo de 12notifica o segninte :
t Informara-nos que'tao bairro de Santa Ephige-
nia j appareceramalguns doentes atacados de be-
xigas/e que os moradores procurara occullar a
existencia desses doentes em sua casa.
PERMMBUCO.
REVISTA DIARIA.
INSTRCCAO PUBLICA.Por deliberacoes de
23 do crtente, em vista do resultado do concurso
que se 9dgeitaram%forara nomeados prolessores
publieos de instruc.cao primaria ; de Rio-Doce, no
termo de Olioda, Custodio Jos da Silva Pessoa;
da 2' da villa de Cimbres, Manoel Clemente da Cos-
ta Santos ; e do Jac, no termo do Brejo, Lulz
Felippe de Carvalho.
Por deliberaco di 22, foi removida, seu
pedido, a professora D. Thereza Emilia de Souza
Gomes, da cadsira de Nossa Senhora do O' de Ipo
juca para a da Cruz das Almas, na freguezia da
Capunga.
GUARDA NACIONAL.Por deliberacoes da pre-
sidencia, de 23 do corrente :
Forara privados dos postos, por nao terera tira'
do patente dentro do praso legal, o alteres por-
ta-estandarte Joaqun Bezerra de Medeiros, e o
tenente da 2* co-npanhia Carlos Augusto de Barros
Reg, arabos do 11 esquadrae de cavallara, do
municipio de Nazareth.
Foram nomeados: alfares porta-estandarte
Francisco Vespucio Corroa de Castro, e tenente
da 2* companbia Manoel Cavalcante de Albuquer-
que.
SOCIEDADE VINTE E OITO DE JULHO.Por
deliberaco da presidencia, de 13 do corrente, foi
nomeado o Sr. Joao Ramos para presidente da di-
recebo da sociedade maranhenses de soccorros
mutuos, denominada Vinte eoito de Julho, era vis-
ta da disposico do 5o do art. 29 do decreto
n. 2711 da 19 de dezembro de 1860.
CMARA ML'MCIPAL.-Por deliberarlo da pre-
sidencia da provincia, de 23 do corrente, foi appro-
vada provisoriamente a seguinte postura da cma-
ra municipal do Recife.
t Artigo nico.Fica, desde j, prohibida a
fundaco de estabelecimentos de caldeiraria, fun-
dicoes de ferro ou metaes de qualquer qualidade
que sejam, ou outras qae trabalhera cora carvao
de pedra, ou prodnzim grande fumara, em luga-
res que sejam da ra do Brum para adiante da
fundifo de D. W. Bowraan, Santo Amaro adianto
da ultima casa da mesraa ra na frente do rio Ca-
pibaribe, e na Imperial adiante do edificio onde foi
a fabrica de sabo. As fabricas ou estabelecimen-
tos de tal natureza, actualmente existentes, logo
que por qualquer motivo deixem de existir, nao
podero ser renovada* no ma*mo logar, e sira nos
lugares designados nesta postura. >
FERNANDO DE NORONHA.-Por deliberaco
da presidencia, de 23 do corrente, foi designado o
capitao honorario de exercilo Manoel Accioli de
Moura Gondim para commandar o destacamento
existente no presidio de Fernando de Xoronha.
FREGUEZIA DA BOA-VISTA.Realisou-se no
domingo, conforme fdra snnuneiado, em casa do
Sr. Dr. Pedro de Athayde Lobo Mo9cosd, ra da
Gloria n. 3, a reunio de alguns moradores da fre-
guezia da Boa-Vista, para tratar-se de fazer algu-
ma eousa qae perpete a termina rao da guerra, e
nella se resolveu procurar os meios para elevar
effeito o ajardinamento, da praca do conde d'F.n,
collocando-se no centro um ebafariz em pedra
marraore, que se mandar vir da Europa,represen-
tando os emblemas do Brasil, da paz ou da Victo-
ria, conforme fr definitivamente assentado.
Para comnrem as commissoes agenciadoras de
donativos foram escolhidos os Srs.: 4
Ra da ImperatrizDr. Jos Mara Seve, Pedro
Osorio de Cerqueira, e Flix Pereira da Silva.
Ra do HospicioTenente-coronel Decio d'Aqttv
no Fonseca, Joao d'Aquino Fonseca, e Justino Jos
de Souza Campos.
Praca do conde d'EuCapitao Jos Mara Freir
Gameiro, Francisco Colho Braniao, Joao dos San-
tos Ferreira Barros, e Jos Alves Lima.
Ra da AuroraCeramendador Joao Pinto de
Lemos Jnnior, Joao Pereira Monteiro, Joao Caval-
cante de Albuquerque, e Antonio Bernardo Vaz de
Carvalho.
Roa da GloriaDr. Pedro de Athayde Lobo Mos-
coso, Joaquim Francisco Franco, e Bento do3 San-
tos Hamos.
Ra da MatrizMaior Caetano Cyriaco da Costa
Moreira, Wenceslao Machado Freir Pereira da
Silva.
Ra do Visconde de Pelota'Dr. Joaquim Cor-
rea de Araujo, Antonio Man Marques Ferreira, e
Jos Caetano de Alnuquerque.
Campo-Verde Joaquim Ignacio Ribeiro, e Ma-
noel Antonio GoucalvM.
Ra do Baro de S. BorjaFloriano Correa de
Britto, Manoel Jos da Silva Guimaraes, Joao Mar-
tins do Rio, e Antonio de Moura Rolim.
Una dos RatosDr. Cypriano Fenelon Guedes
Alci forado, Antonio Gonies de Miranda Leal, Jos
Antonio Pinto, e Manoel Amorim.
Ra FormosaDr. Virgilio da Gusmao Colho,
Alvaro Augusto de Almeida, e Tnomaz Garret.
Ra do RiachueloBaro de Villa-Bella, Vicen-
te Ferreira da Costa, e Bernardino de Vascon-
celos.
Largo do HospicioCommendador Antonio Mar-
ques de Amorim, Jos Henriqnes Trindade.
Ra da Sanla-Cru'.Joao Luiz Ferreira Rebei-
ro, Thomaz Carneiro, Jos Alfonso dos Santos
Bastos.
Ra do PrincipeDr. Joao Jos Ferreira de
Agniar, Joaquim Martras Moreira, e Jos Baptista
Braga.
PombalDr. Luiz Emygdio Rodrigues Vianna,
Dr. Jos Antonio de Figueiredo, Joao da Silva
Faria.
Estancia-Baro da Soledade, Eduardo Burle, e
Manoel Teixeira Basto.
Ra do MondegoDr. Gervasio Rodrigues,Cam-
pello, Dr. Joao Jos Pinto Jnior, e Paulo Jos Go-
mes.
BerafieaBaro de Bomfica, barao de Cam-
po-Verde, e Miguel Jos Barbosa Guimaraes.
Santo Amaro das SalinasDr. Jos Joaquim do
Oliveira Fonseca, Jos Mendes de Freitas, Antonio
Machado Gomes da Silva, e Jos Raymundo da
Natividade Saldanha.
Ra do Pires Manoel Mara Rodrigues do
Nascimento, Jos Osorio de Cerqueira, Jos Joa
quim da Silva Guimaraes.
Corredor do Bispo Corbiniano de Aquino Fon-
seca, Luiz de Oliveira Lima, e Antonio Lopes Pe-
reira de Mello.
Ra dos Coelhos-^Coronel Agostlnho Bezerra da
Silva Cavalcante, Bernardino Jos Monteiro, e
Francisco de Assis Brito.
CapungaCommendador Jos da Silva Loyo,
Jos Matheus Ferreira, Alfredo Garcia, Manoel
Jos Dantas, Joo Manoel Pontual, Dr. Jos Eus-
taquio Ferreira Jacobina.
Para tratar dos meios de execucao do plano, foi
nomeada nma commissa, composta dos Srs. Dr.
Pedro de Athayde Lobo Moscoso. Dr. Gervasio Ro-
drigues Campllo. Dr. Luiz Emyglio Rodrigues
Vianna, Caetano Cyriaco da C sta Moreira, Jos
Maria Freir Gameiro, Juvencio Angosto d
Athayde, Bento dos Santos Ramos, Joaquim Fran-
cisco Franco, e Flix Pereira da Silva, a qual
deve reunir-se todas as quartasfeiras s 7 horas
da noute, em a casa do Sr. Dr. Moscoso. \
PRONUNCIA.Peio subdelegado da freguezia
de Santo Antonio forara pronunciados como in-
cursos as penas do art. 193 do cdigo criminal,
Joventino Odilon Tavares d Lyra e Manoel Ve0
rissimo Alves ds Mello.
JURY DO REIFE.Deixou tantem de func-
cionar por falta 'de numero su&kienle de juizes
de facte
Tendo sido dispensados de servir na sessao os
Srs. Thomaz da Costa e Si, Dr. Francisco Odilon
Tavares Lima, Jos Gancalves de Medeiros, con-
selheiro Francisco de Paula Baptista, Jos Fran
cisco de S Leitao, baro de Campo Verde, Dr.
Ernesto Feliciano da Silva Tavares, Eduardo Fu-
mino da Silva/Joaquim Goo?alvea Ferreira, An-
tonio Augusto da Cmara R. Sette; fbran sor-
teados os seguraos para compfetar o numero :
Joo Igoaeio de Medeiros, Dr, Maximiano Lopes
Machad, Domingos Alves Mattiieus, Jos- Rodolooo
dos Sxtm, Virato de Freitas Tavares, Dr. Wen-
ceslao Garra Chaves. Francisco da Costa Ribeiro,
Januario Conancio Monteiro de Aodrade, An-
selmo Jos Pinto de Souza, Joaquim Luiz Vires,
Jos Joaquim Simoes o Amaral, Jos Francisco
Brande Cordeiro, Joao Antonio de Araujo, Jos
Perea da Cunba Jnior. Justino Jos de Souza
Campos, Horacio Pires Gaivo, Joo Antonio de
Mello.
ENTRE CARMELITAS. O publico est "
duvida inteirado da pendencia que se agita entre
os carmelitanos Ft Joao do Amor Divino, orior do
convento do Carmk de CHinda, e Fr. Alexandrino,
que da Baha foi mandado depor aquello seu ir-
oso do reerido cargo de prior.
Fr. Jlo do Amoi Divino, como prior do Carmo
de Olinda, tem readqoirido para esse convento al-
guns de seu antros bens, que mal e indevida-
menle foram vendaos por amigos priores, sem
que para tal eslivesem habilitados.
Qs tribunaes do paiz, para quero tem recorrido
sempre o prior, depon quo esgotou os meios ami-
gaveis de haver os beas do convento, n3o Ihe teem
fltalo com a devida jistica, e varios desses bens,
depois de reconbecida a rmllilade de suas ven-
das, ten entrado para o patrimonio do convento
do Carreo de- Olinda, qua alias est quasi todo em
completa estado de ruinas.
Eise procedimento de Fr. Joo parece que exci-
toa as iras dos frades da Babia e de alguns ami-
gos priores, sobre quera recahia a culpa dessas
vendas peccaminosas,que Fr. Joo est desvanelo,
e troaxe-lhe como o#nseqaencia o desautoramento
do priorado, nao queremos saber se bem ou mal
proposito.
O que facto qae d algara tempo esta par-
te agita-se ama quesio entre Fr. Joo e Fr. Ale-
xandrino, mandatario de Fr. Joo Lucas, da Ba-
ha ; e que, quer na imprensa, quer no claustro,
vai ella tomando notavel aracter, visto como Fr.
Joo Lucas exi^e. que Fr. Joo do Amor Divino
reentregue bens que por senieuca do tribunal da
relacao foram adjudicados ao convento do Carmo
de Olinda, como sea legitimo senhor, e o prior do
Carmo, desconbecendo a auloridada de Fr. Ale-
xandrino, nao quer deixar, e parece-nos que com
algum fundamento, o cargo que tem desempenha-
do ha oito annos com manifesta vantagem para o
sea convento.
Esse conflicto vai dando lugir que apparecam
boatos, que, embora sem fundamento, do um
certo mi carcter ao claustro do convento do
Carmo do Recife, onde se acha o Rvd, .Fr. Ale-
xandrino ; e ah, e do proprio conflicto nasce a
necessidade de que as autoridades ecclesiasticas
da provincia e mesmo as civis tomara conheci-
mento do occorrido e providencian) em ordam,
nao s a fazer desaparecer o conflicto, como
principalmente que nao seja opprimido sem ra-
zo p JRv. Fr. Joao do Amor Divino que, se al-
gum pecraiio tem, nao por certo de ter destrui-
do rend is ilcitas des bens do convento do Car-
mo, e ter havido osses bens para o patrimonio
daquelle convento.
Forra que a lei proteja os que esto sob sua
gnarda ; e, se as autoridades ecclesiasticas nao
podem s por si garantir os direitos e immunida-
des da igreja e de seus filhos, qnando atacados
por quera quer que seja, torca que as leis civis
vo em auxilio do opprimido vfsto como o estado
civil, nosso ver, nao perde os seus direitos, aero
se exime dos seus deveres, tralando-se de frades
e de contatos.
De mals, entre os ben' reivindicados pelo prior
do Carmo de Olinda. Fr. Joo do Amor Divino,
achavam-se oito escravos, aos quaes, informro-
nos, foram passadas cartas de liberdade.
Pergantaremos agora : tendo a relacao da dis
tricto julgado era Javor do convento as causas
que diziam respeito esses actuaes libertos ; tea-
do o convento entrado na posse delles, ainda como
captivos: e, finalmente, tendo-lhes sido concedida
a liberdade, pode o Rvd. superior da ordem, aqui
representada pelo Rvd. Fr. Alexandrino, despre;
zando esse verediclum do tribunal, .entrega-jos
seus llegaos ex-senlores, reduzindo-os assim
escravio ?
E' para ah principalmente que chamamos a at-
tenclo das autoridades civis, afim de que esses li-
bertos sejam respeitados em seus direitos, como
Ihes garante a coustituico poltica.
DEFEZA DE THESES,Cornaca hoje na facul-
dade de direito o acto de defesa das thezes apre-
sentadat pelo Sr. bacharel Francisco Odilen Ta-
vares Lima, para obter o grao de doutor em sci-
encias jurdicas e sociaes.
SOCIEDADE TERPSIGHORE. Esta sociedade
recreativa deu sabbado ultimo a sua partida tri-
raensal, que esteve bastante concorrda e animada
prolongande-se as dansas at depois de tres horas
da manhaa, e sendo o servie.1 feito cora a precisa
decencia.
TRILHOS DE OLINDA. At o fim do corrente
mez s havera 4 trens diarios, sendo dous pela
manhaa e dous larde.
FACULDADE DE DIREITO. Com o praso de
seis mezes, contados de 23 do corrente, acha-se
em concurso a cadeira de tente substituto da Fa-
culdade de diraito, vaga pelo ac-esso do Sr. Dr.
Aprigio Jusliniano da Silva Guimaraes ao lugar
de calhedratico. Os concorrentes podem insore.
se desde j.
VI FRREA DE OLINDA.No dumingP co-
meruu a funecionar esta va de communieacao,
tendo havido extraordinaria coneorreneia de pas
seiantes nao s para Olinda, como para os pontos
intermedios.
JUSTO PEDIDO. Eniar&cidaraente pede se a
polica e aquera mais competir que, a bem da mo-
ralidade pnblica, se tomem enrgicas providencias
afi.n de cessar o inmoral procedimeojo de una
praga de mulatiohas que infestam a ra estrella
do Rosario, incommodando as familias com a pra-
tica de actos iramoraos.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO RECIFE.
__O pessoal dos estabelecimentos cargo d'esta
santa casa no raez de jnnho, foi o segrate :
Hospital Pedro, .~-Enferma?.nacionaes. 17, es-
de 258 doentes existentes, entraram 45. sahram
35, fallecerm 8, exisrem 270, sendo 170hotneos,
e 100 mu Hieres.
Advertencia.
Foram visitadas as enfermaras uestes das as
6 1/2,11, 6 f/2, 8,6 1/2, 6 1/i, peto Dr. Ramos ;
a 12 1/2, 16? 11; H i fe 9; If 1/2! pelo Dr. Sar-
ment.
Fallecldbs.
Thoriblo Barcetooa ; tubrculos-puftnouares.
Sabina ; congesto cerebral.
Joanna Maria da Coueeico ; fbre typhoide.
Maria; amolecrmento cerebral.
Flcmila ; tubrculos pulmonares.
Manoela Maria da Conceicao ; cancro no nariz.
Felippe ; tobre maligna.
Anqa Alexandrinade Almeida rntente- chronieav
HOSPITAL POryPUeUEZ.-ISt.de semana nes-
te estabelecimento o Sr. inordomo Manoel Jos-
Machado.
LEILO, Hoje efectua o agente Manns o
leilo de movis novas e usados,, contorne est
annuaciado, ra estreita do Rosario n. 45 ar-
raazem, principiando 'ogo as 11 bsras do da.
Conform est anonadado deve hoje effeetn-
ar o agente Pinto o leilo de movis louca e vidros
noves e usados no prmelre andar da sobrado da
ra da Maogueira n. 5.
LOTERA.A que se ach a venda 154a a
beneficio da Santa Casa de Misericordia, a qual
corre no dia 28.
Assigaou-se dia para julgamento dos secoiote*
feitos:
Appkl&acao cwim.Appellaate, o jaiao; appel-
lado, Jos Tnomaz de Souza Reg
Appkllac5ks otis.Appellanle, a fazenda ; ap-
pellado, Joaquim topes de Ahneida. Appellaote.
Paulino Pires-Falcan; appellado, Jo de Azevedo
Maia. Appellante, Manoel Jos Bastos; appellada.
D. Urania Ramos Neves.
As 2 horas da tarde eocerrou-se a sessao.
trangrros 30, mendigos Jo hospital 10, ditos on-1
viados do asylo 19, filhos de onferraos 6, em-
pregados 7, irmas de caridade 9, serventes lava-
dei ras 15total 275.
Hospital dos Lazaros.Enfermes 27, emprega-
dos 4 serventes 2total 33.
Hospicio de alienados.Enfermos 74, emprega-
dos 10, servente 1total 85.
Cas dos expostot.Educa'ndas. no estabeleci-
mento 8i, meninos em creacao 72, amas externas
72, idem interna 1, irmas de caridade 8, empre-
ados 2, servente 1total 40.
Collegio dos orpkaos.Educandos 78, emprega-
4os 11, serventes 3total 92.
Collegio das. orphaa&. Educaudas 131, irmas
de caridade9,empregados 3, serventes 4total 147.
Asylo de meniicidade Mendigos 89, emprega-
dos, guardas 6, serventes 7, total108.
Secretaria Empregados 6, advogados % solici-
tadores 2, cobradores 2total 12.
Total geral1008.
D'este pessoal 633 pertencem ao patrimonio dos
estabeleciment de caridade, 239 ao patrimonio
dos orohos e 108 ao asylo de mendicidade.
| HOSPITAL PEDRO II.O movimenlo desse es-
tabelecimento de 18 26 de julho de 870, alera
CHRONICtJl'BinjRW.
TRIBUAL DA RELAVA.
SESSAO EM 23 DE JULHO DE 187
MUESIDIXCIA DO EX*. SR. CO.NSKI.HEIRO GABTANO
SANTIAGO.
Secretario Dr. Virgilio Cohe.
As 10 horas da maoha, prsenles os Srs. desem-
oargadores Gitirana, Guerra procurador da corda,
Lourenco Santiago, Almeida Albuquerque, MoKa,
Domingues da Silva, Regueira Costa e Souza Leo,
fallando com< cansa o Sr. desembargador Doria,
abno-se a sessao.
Passados os feitos, derara-se os segnintes julga-
mentos:
Recursos crimes.Recorrente, Joaaim Barbosa
de Souza; recorrido, o juizo.Relator o Sr. desem-
bargador Lourenco Santiago, sorteados os Srs. des-
embargadores Domingues da Silva, Gitirana e Mot-
ta.Improcedente. Reccorrente, AMonio Gomes
Pereira; recorrido, o juizo.Relator o-Sr. desem-
bargador Almeida Albuquerque, )rtaados-os Srs.
desernbargadores Domingues da Silva, Molla e Son-
ta Leo.Mandou-se que a aatoridade juntasse'
pro va de ser reerotado.
Carta testexiumavel. Aggravaale, Gabriel
Antonio; aggravado, o )uizeRelator o Se. des-
embargador Lourenco Santiago, sorteados os Srs.
desernbargadores Domingues da silva e Almeida
Albuquerque.Nao tomaram conhecimento.
Aggravos de pr-kqao.Aggravantes, Lua Go-
mes e outro; aggravado, o juizo.Relator o Sr.
desembargador Reguaira Costa, sorteados os Srs.
desernbargadores Gitirana e Souza Leo.Deram
proviraento. Aggravanle, Francisco Beringuer
Cesar; aggravado, o juizo.Relator o Sr. desem-
bargador Domingnes da Silva, sorteados os Srs.
desernbargadores Almeida Albuquerque e Mul-
ta.Deram proviraento. Aggravanle, Jos da
Costa Dourado; aggravado, o juizo.Relatar o Sr.
desembargador Souza Leo, sorteados os Srs. des-
ernbargadores Lourenco Santiago e Molla.Nao
tomaram conhecimento por nao ser caso de aggra-
vo. Aggravante, Jos Caetano de Albuquerque;
aggravado, o juizo.Relator o Sr. desembargador
Gitirana, sorteados os Srs. desernbargadores Ai-
muida Albuquerque e Regueira Costa.Negaram
provimento.
ProrogacIo de inventario.Concedeu-se ao
Dr. Diodoro Uipiano Colho Catanho e oulro.
Habbas corpus.Concederam soltura a Antonio
Joaquim Botelho, e a Manoel Gomes da Cruz, ne
garam, porm. a-Vicente Ferreira da Franca.
PASSAGENS.
Do Sr. desembargador Gitirana ao Sr. desem-
oargador Guerra.Appellaco civel: apoellaute,
Ctrlos II >lens; appellado/ Marnoel Marques de
Oliveira.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago.Ap-
pellacos crimes: appellanle, Joo, escravo; ap-
pellada, a justica. Appellanle, Jos Lourenc/j Go-
mes ; appellada, a justica. Appellanle, o juizo;
appellado, Jo.- Florencio de Lyra. Appellante,
Pedro Jos Ferreira; appellada, a justica.
Do Sr. desembargador Lourenco Santiago, ao
Sr. desembargador Almeida Albuquerque. Ap-
pellaco crime : appellante, Antonio Barbosa do
Reg; appellada, a justica.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. desembargador Motta.Appellaceseiveis: ap-
pellante, Joaquim Monteiro Guedes Gondim ; ap-
pellado, Virginio Horacio de Freitas. Appellante,
o coronel Justino Pereira de Parias; appellado,
Jos Domingues Maia. Appellacoes crimes: ap>
pallante, o juizo; appellado, Jos Goncalves dos
Sanios. Appellantes, Simo Jos e outros; appel-
lada, a justica. Appellanle, Joo Evangelista de
Brillo; appellada, a justica.
Do Sr. dosembargador Motta ao Sr. desembarga-
dor Doria.Appellacoes crimes : appellante,. Jos
Goncalves de Oliveira; appeHado, Virgolino Jos
da Silva. Appellante, o juizo; appellado, Joo
Cesar de Menezes. AppeUaote, Cosme Ferreira
Guimaraes; appellado, o juizo. Apoellaute, Joo
Baptista da Cruz; appellada, a Justina. Appella-
co cival: appellante, Tasso Innao; appellada, a
fazenda.
Embargos rgjiettidos. Embargante, Justino
Pereira de Farias; embargado, Joo Luiz Ferreira
Ribetro.
D) Sr. desembargador Domingues da Silva ao |
5f. desembargador Regueira Costa.Appellacoes
crimes: appellante, ojuuo; appellados, Fekx,
escravo. Appellante, Joao Antonio Ribeiro ; ap-
pellada. a justica.
Do Sr, desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Souza Leo.Appellacoes civeis :
appellantes, Luiz E. de Figueiredoeoutro; appel-
lado, Manoel Alexandre de Aiaujo Guerra. Ap-
pellante, Joaquim da Silva Costa; appellado, Fir-
roiaoo Jos Rodrigues Ferreira. Apoellaco cri-
me : appellanle, o juizo; appellado, Manoel Vicea-
Compaa de Mmhe.
Relato rio presentado a asseai-
bla geral do* accionistas em
esso de 9 de setembro de
1S90. pelo director Dr.
pironlo Contltaho.
Senkores aeeionisfs' da companAia-de b'tberi
sr.Era observancia ao que dispe o art-. 44 | 7*
de nossos estatutos tenho de apresesrtar->vos o re-
latorio annual-do estadb desta companhia.
Cnmprindo ainda orne vez esse iver, paseo *
retatar-vor as occerreieas dadas entre a poca de
met ultimo relatorio e o mez lindo.
ABASTEQIIENTD-B'AGUA A QAPITAL
Dorante o ultimo vtnio sao se des a escacez
(Fagua que ios dou uHiroos annos honve* no
bairro do Recife e no extremo da lioba dos Ato-
gados
O novo eneavamento. j. prximo a^oiedade, e
eonmunicando em diversos pontos coa o Miago,
tendo augmentado o vohuned'agua nreMrvatorio
desta cidade, e assim satisleito as necessidades-do
coosnmo, que tem ido era coosideravj* progesso.
j urna realidide, cujae eonsequentas beneams
bem podemos apreciar.
A quesio da abundan e regular abasteci-
lo d'agua esta cidade, asta, pois, quael coropieta-
mente rosolvidaye com a urgencia que o easo rec-
lama va.
Devenios agora faeifca* qoanto fu*.compavel
coro os nossos recursos a dmtribaicode peonas
d'agua, e realisar, se fr possivel, essas coocessoes
de modo tal qae possaa>ser accessiveie- a toda* as
bolsas.
ESTADO FWANCEiRO DA COMKANHU B
SEUS RENDaHENTOS.
Tem continuado ser lisoogeiro o astado aan-
eeiro da companbia, cor* relacao ao augmente de
sua receita ; mas come vos disse eso raeu alteo
relatorio, o futido de reserva exisleoie insnJb-
ciente para cubrir as despena eitas eora a segun-
da lioba de eneanaraeoto- e com outras obra*,, e
por isa chegada a opportunidade pan reali-
sarraos a emisso de novas apolicn. qae, com
pcrmissM da governo, asuraos sutoriaado a
fazer.
A ultima arremataco. dos chafarlzes. qae teve
lugar em 27 de junho prximo passado, irapertea
em 81:068*200, excedendo a penulma era.....
2:7374460; o rendimento das penoaa d'agvautam-
bem augmeotou sobre o do anno passado, o ele-
va-se hoje .,43:206*14*1 baveedo assim em.fvor
do deste anno 6:l9l56iO.
Compulsando-se os- relatnos das directoras
anteriores a contar de t86l, demenstra-ise o mo-
vimento ascendente das recei tas da. companbia
como se veda tabella, abaixo.
o
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wbo ebit. &>
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i-tOOlOOwOlC^*'-"1-
3
te Pereira de Souza.
Do Sr. desembargador Souza Leo ao Sr. des-
embargador Gitirana.Appellac.oes eiveis: appel-
lante Hiirique Guilherme Steple; appellado, An-
tonio Gomes da Silva. Arpellado, Dr. Ernesto
Adolpho Novaes. Appellante, Ernesto Augusto
Manguaba e Souza; appellado, Dr. Augusto Fre-
denco de Oliveira. Appellante, D. Carolina Ama-
lia Prente; appellado, Manoel Ferreira da Ponte.
Dbugencia crimb.Ao Sr. desembargador pro-
motor da justiga : appellante, Jos Antonio de Mi-
randa; appellada, a justica. Appellante, o juizo;
appellado, Deocleciano Pereira de Carvalho. Ap-
pellante, o juizo; appellado, Alexandre Gomes da
Silva. Appellanle, Joao Correa de Menezes ; ap
pellado, Jos Joaquim da Veiga Lyra. Appellante,
Antonio Francisco dos Santos; appellada, a justi-
ca. Appellante, Joaquim Ferreira de Araujo; ap-
pellada, a justica.
Deliqsscu civkl.Ao Dr. curador: appellante,
Joaquim de Azevedo Maia; appellada, D. Isabe
Cordeiro de Albuquerque Lias.
Ao Sr. desembargador procurador da corda: ap-
pellantes. Nicolao Tolentino de Araujo e outro ;
appellados, os lierdeiros de Jos Candido d'Azevadol
'.Jasmira.
A' meu ver, mais rpido e avallado teria sido
esse movimento ascendente se houvessemos facul-
tado cora mais liberalidade o servico de peonas.
d'agua.
Espero, porm, que chegar vez do estabele-
cermos esse importanlissimo ramo de servico em
'.odas, as condiejdes possiveis de tegularidade e de
facilidade.
CONSERVACAO DAS OBRAS.
Em consecuencia dos grandes melborameotos,
que temos realisado no material das obras da com-
panhia nao tero sido possivel reformar o. estado,
dos chafarizes alguns dos quaes eslo esJragados.
Julgo conveniente, quando tratarmos desse melho-
raraento, cercar os chafarizes cora grades, de fer-
ro, eu remoye-los para lugares em que nao pos-
sam ser damnificadas as torneiras, que muilas- ve-
zes tem sido quebradas noute.
Em vista das reclaraaces do arrematante do
bairro do Recife, tive de mandar fazer um enca-
naraento de chumbo, a partir do Forte do Mallos
al o caes fronte ro, onde se collocou ama tornei-
ra eai posico de poder ser fcilmente inspeccio-
nada pelo- guarda do mesmo chafariz. Existia
Desse lagtf nm encanamento pan tal servico, mas
ficou iaanuado, era consequencia das edifteacoes
dos arrmeos da corapanhia Pernambucana. Esta
obra, a do encanamento da ra da Gloria, e a da
ra da Soledade, os diversos concertos as tornei-
ras e nos canos das pontes fkerara exceder a ver-
ba do orcamento sob o titulo de eonservaco.
SEGUNDA LINHA DE ENCANAMEMTO.
Em consequencia dos lavemos, lutou-se com
grandes difflculdades no assentameato de canos da
povoeco do Monteiro.
Deram-se alguns embaracos e interrtpfo do
servico no silio da Jaqueira, suscitados pela cora-
panhia dos trilitos urbanos d'Apipucos; mas por
nm reconhecendo ella o direito que as assislia, le-
vantou os trilhoi naquelle lugar com toda rapi-
dez possivel Azoraos os assentar all todos os canos,
at a estrada de Ponte de Ucba.
Tendo de atravessar o novo encanamento o su
da Jaqueira, exigi por isso o seu propnetano o
Dr. Bento Jos da Costa, urna demmsacao. to-
mos solcitos em attender essa reclamacao, e o-
ferecemos ao mesmo Dr. gratuitamente a peana d a-
sua de 45 baldes, que tem em sea sitio na ponte
de Ucha; mas insistindo o Dr. Coste que dopb-
caasemos a quantidade d'agua, a isso me tenho re-
cusado, pjr entender que exagerada a ndemm-
saoao pretendida. Confio, porero, que essa pen-
dencia se resolver de modo condigno ao recla-
mante e a nos. .
Ainda a passagem do novo encanamento pelo
sjliq da Exma. Sra. f- Aununciada da Sjlva moti-


r


tr

ou


1
Diario de Pernambtico Ter< fen 26 d Jubo de 1870.
IJflg Mi I II II
-ou ootra reelaroaf*o de tademdlsaeo por paite
4a mesma senhora, que alteodeinos eom favor, *4*>
- lo ser justa : concedemos Iba a gr&tuidade da nte
ade apeona d'agua, que exista no mesmo sitio
caja roetede outr'ora or.\ cedida gratuitamente,
guanta per ti levado. taar e primeiro encana-
-menlo.
Anda olo oi terminado accordo algara cora o
.Sr. coronel la d'Apipnws, aue oppoi-se qJ
a companhia ssseotasse o esgoto da segoawa linha
perra da da primeira em seu uio, se indeeaoi-
sacio de urna petinn d'agua, pelo ojo terel do
mandar chama-Ios |izo aflm de louvar-se en po-
titos, que avaliem o dairrao caucado.
Km tizi das chuva tw Qm de maio prin-
cipio de junbo, toruou-se absolutamente inapos-
sfcrt coro os nietos do (|oe dispde a conapauiia ac
tualmete, prorgo.ir na eollocr,o de notos ca-
aos, ticando por esso motivo irterrompido'o serv-
- na ra de Judo Fernandas Vleira, quando ape
iis falla vam cerca de 180 cano* para terminar as
*t>ras da segunda liaba at o largo da Soledade,
loOie seguir ella nova dfreccao pela roa do Cor-
redor do Bise o.
Oe.su vei tomo* mal servidos pelo uosso eorres-
yuitdeaic en Loudresfas Srs. Knowles 4 Foster, ra
^u.wlo a (saudade do material por elle enviado.
Os canos das ultima* encoraraendas foram fundi-
das eoui ferro de m toa idade e por isso rouitos
chegaraes quebrados.
O engenheiro da conipanhia reclamo repetidas
vezes contra a inferioridade do ferio ; no manto
turnas doeados a rcceitar esssas remessas, atten-
deudo a urgencia-que ha vamos de cencluir as
aras.
OBereceodo o engenheiro W. Richards urna pro
-posta para eallocecao dos canos na ponte de San-
ia bakel e no Campo das princezas, ve do ouwr
, opiaiio do noer-o engenheiro acerca des f
nhie,o*measettlegas deadministraran, eedendot Continusro en andamento as *BH>orttnteaobra!
i ora sentimento de piedade, aporovaram a indi-1da eorapaoh coro, as q^aes tem-sedeapondic
cacan qae flt para ser dada a viva -
;
e fita
Sr. Porctuncdla a penso anual de 400*.
Bssa nossa resolucao precisa anda de teosa ap-
provaqao para ter un carcter diaitivo, poi aa
monsalidadesqae Molido anonadas viova e fcV
Ihos d) fallecido Pocanncnla foram aulorisadas
smente sob nossa eomma. mresponsaMIidade. A de*
peza con o pessoal da companhia nao acere sceu
eaaa asa peaeao, pon Tcnceodo o aatign adraiaia
irado o estipendio do 1,9001, ao nhanamente no-
meado raarcou-se o de 1,900*089.
Como sanis, este eorooapbta, con entras ergav
niaadas para satiaouer necessidade publicas, go-
za da iseocao de diroitos sobre os materiaes im-
portados pan o seo consumo; a por isso nao fai
?e urna pajosa sorpreza que receW urna eoraaw-
nicaco do inspector da aWaadega desta provawia
armada om 17 da Janeiro desteanno, esa ajuo
trasraitta por cop a rondar d ihwsow oa-
cicnal, da 3 de dezembro de 1869, em que declara-
va aos Srs. iu-peclores las thesouraros da ia-
zenda que fizessein censwr aos dae alfaaidega qtf
a* eonHaohias o sociedades quem se tem conce-
dido seocao dos direos, em favor dos objecloa
de que precisara para seu aso, nao se permittisse
mais ssa i-ncao sem que essas companhias bou-
vessew pronamente fijado annualmealo a qualKla-
da qnawidade dos avarnos objeeios; depanatei-
do ainda isso da approvaqao do gowno imperial
Bem coeapreheude-se as dinV.atdades ero qan sa
adiarao inuias companhias para darem plena e
peremptoria sausfacao a essa eir*lar do ministro
da faz-enda. ,
Pela nossa par essas diftiealdades sooem a*
ponto quaodo consideramos qne o objecin que
importamos do estraogeiio sao pedidos a mon-
da que sobre-vem a necessidade deiles; qwado
do grande parte dofundo de reserva,qne ttr de
desapparecer em poueo tempo, obrigande a tora-
pauhia a recorrer eanlarga escala, a ajaior obo*
ante bouver e cuidado de ir Itmiundo as
obra* meoo* in^ispensaveis los recursos ordina-
rio* da eaonpan'aia, como d de bora accerto no en-
tender desta oommissio.
O estado da eompanha parece prospero, podis
porero melhornwnt"! apraeia-te eom a rrtaterlo da
alustre direceio ; por cojo aerri^os companhia,
es eomraieaao vos propoe am voto da agradec-
an nta.
Roctfe, 3 de jnlho de 1870.
A eonaatosao de conta*.
Joa Igmeio de Meitiros Higo,
ost Joa ii Anatrtas.
ftmmgos Mtutm filiaba.
Caixa, peto dinbeirn
existente nes'.a date.
6:6694*71
71:401*173 706:509*724
PASSJVO
A capital, pelo valar
das 40,736 apolices
emittidas a 30*000
cada orna.........f36:800000
A fondo de reserva,
pelo dinheiro existen-
te nesU'data
.......30:645*173.
Mem enera
vado na
1* lint 90:439*088. 121:084*153
gjoda^pa,
apo-
:S08|00 706:500*724
O C\IXA DA COMPAIIHIA DO BBBMUBE KM
CONTA COMIENTE COM A MESMA.
BCB1TO.
lOflQ. f
Va 1.* Saldo em
caiaa.nata data... 119:834*004
dem 3LRendimento
dos cafarizes..... 6:475*832
Jnnho 30.-ldera idera. 6:475*832
Jnlho 31.Irteta iem. -.477*100
Agost) 31.dem dem 6:477*500
Setcmfero dem
dem............. 6:477*500
OutaAro 31. Ideo
dem............. 6:4771500
I^mZZm&ZvIm^*,*- con^deraios nenhumaregularidade podemos
tTtXllSreZ trabaK centratei cora |preestabelecer nos pedido^^ og* Jg
" compaohia ten de caosuimr aennalmenia. sasvo,
se por ama prodiga e onerosa providencia, jelgar
mos dever fater ues pedidas de maieriaes na pra-
visao de neeessidados supervenientes e emprevis-
toa.
A funda d'amortisac,
pelas IM apolices
desta coma........
A dividendo de semes-
tres anteriores, pelo
qne se resta a paga.
A quadrapaauno par-
to dividendo, pelo qne
se destiaen para pe-
gamento da respecti-
va Waa na propor-
6:869*471
:34t*000
Everlptorkj da eompanbia de BeWrihe, K de Ju-
lhftdeW70.
O escriplnrario,
Marculino Jo Pupe.
ORCAHENT0 DA .RECEITA E DRSPEZA DA
COMPANIgA DO BEBttgfiE PAfcA O AUNO
NANGIIO DO DK MAIO DE 1870 A 30
DE ANEdE 971.
ncarra.
Chafanze leas.,.. *a68*09t
Peonas d-agna.......
Juros da fondo da ra-
U^f Vt. i....... .
Dividendo das apohees
Rendimen de dai ca-
sinbas...........
Evontuaes...........
Obras da f linlia.... 4:000*090
Ponte provisoria...... 6:000*000
Despecas diversas ..-.. 2:590*000
Poreeotafem do eaixa
da campanilla...... 2:630*000
Restiiuicao de peonas
d'agua aos arrasna- ..__
Untes.............. f:3W*99D
Encaaamento para no-
veschafariesepen- ^^
naa uagua........ :unpAW
Para fundo de reserea 2i:39*O00
127:380*969
1:900*900
06*900
1:000*900
500*000
127:380*000
DESPRZA
Dividendos 44 a 43... 64:416*000
Ditos atrasados....... 9:549*000
Pessoal da componhia 8:600*000
Conservaeao das obras 3:000*000
KMrtptorio da caaapanhia, 9 de julho de 4870
O rector
Dr. SymphrtMic Casar Couthko.
Yiee-dirsetor,
Toar Srronymt Momtmn.
Caita,
Themaz (TAfuino Fonaca.
Secretario,
Dr. Praxtdet Gomn de Sanzn Ptaanfa.
JoaqHtm (Uwho Batios.
Dr. Jote Eustaquio Fmeira Jsasiw.
Dr. Mtmoet do i\aicimenlo U. fanal
Dr. Jos Honorici Bezerra de Menas**.
ilamoel 'Fonftca de Medewot.
dem 34. Idea da
peanas d'agua...... lo.267J
pela
da sopanda
o Sr. Richards a cottocaco desses caBW
qnantia de 1:9904.
As dspotas rearmadla eom a
imfaa sobemj 71:187*090.
WNTE PROVISO*. .
Deuo de orna longa interrapto, occasionada
*or faltas da madeira, podemos continuar as obras
5ponte arevisoria O elevado preco a me che-,
enetou no eao fiodo OnO toda a madeira de<
qualidade eom graudes dmaensoes, e o augmeuto
da ; alario, hi da elevar neces dessa ohre alm da qoaotn oreada.
Anass do ftm do corfette.anne, ftcara- la aura
caiptetam-nte c.neru*da
A despeja realisada om essa ohra durap o
anuo unanceiro pavado.foi ds I2:l49p733.
TERRENO PA9A ARMAZENS.
Sendo reanhecida j por algoma* admimstra-
4e de uro terreno vasto enera cal.ado,onde po-
d sse a corapaButaa con provsvelmeaie, no fenuro urna nova caria d'agu,
deliberei nao addrr para mar* longo a aoaisieao
de uro tcTrooo nesaas eeodicoes, e realisel a eom
ara de um terreno de marinha, que partenota a U.
Cosma Damiana Ferreira, situado na ra ae s.
Joio da freftaez de 8. Jos, prximo a roa da
Concordia, o qual tem 244 palm( de frerrte sobro
13J de fon du, estando nem atierrado, morado e
eom 10 p>i|uena casas de tipila, pelo preco ae
*j)Qt, lora as Ospea de srza.
iulc ter praceOide rom acert, e leito nma
Mapra em eondicneg favoraveis nossw mto-
TO**9" TRANSFERENCIA DE AECES.
1")nrante o aiaao lioanceiro foram transientes
1^34 aepo^s, seadonnO por evolocao de heraneas,
e 343 por venda. a- *
A coiaco aellas, comprohendido o divwenao,
fei de 85*000, o as ultima', h*.dividendo, a W*.
BtVIDENDO.
Menhuraa rednecao foi mister faxer nos dividen-
dos durante a grande obra que estamos a termi-
aar ; e eom certeza, continuarao a ser reiloe na
proporcio dj 3*098 por cada aroao.
K0SBO DR RESERVA.
O fondo de reseva existente de 30:t>a*l78.
lixiMia conforme vos disse eui meu relatono do
an> passado a qnantia de 81:713*094 era fundo
d-j reserva, qnal aJdicionando-se a despeza p
gasta eom segunda linha na importancia de
19.251*990 e mais os saldos do primeiro e "*nn-
do semestres dete anao no valor de 20:115*1*9
devou o fun tu de reserva a tSl.,084*253 ; deju-
zindu-se, porm, desu soinina a quanua da......
neguncl linh.1. V -que fol levada a eta coota, e
ais 71:187*090 gastos esli amw, Tendeare ser
i aaldii do tundo de reserva existen ero dinhei-
ro de 30:645*173. x_
Davo csrlare^r-vos acerca do destino e da epo-
ca em qu<- fonni realisadas a* de-pezas son : a
quantia de 19:251*990 e de 71:187*090.
Pelo seJab^m de 1868 veris que apparaee a
quaniia de 3:388*930 ga~ia eom as obras da
segunda linha. e pelo relatorio de 1869 appareee
Unib.ru do 15:665*060 a gasta cora as msm*
tiras ; addifiouemos a estas qnanlias 71:187*090,
prefazt-m todas e*a summas 98:4;I92080.
A desiieza de 71:187*090 foi destribuida do mo-
do seguinte :
Saques sobre Londres:
i869.-OiitnbPo 27 t 1,300 ao cambio de 19 3/4
18:227*850.
18f.9.-.\ovenbro 9. 1,300 ao tnasmo cambio
18:927*830 u. m __
1870.-M re. li*J 1,500 ao cambio de 20 5/8
17:454*540. l______
Mi de obra rom a segunda linha 17:27b*0.
38:861*064
18:888*887
177:581*04*
Demonstrapo especificada da receita e despeza da companhia
de Beberibe no anno financeiro do 1/ de maio de 1869 30
de abril de 1870.
CHAFAR UES E PENNAS D'AGUA
Diversos habitamos de Apipucos e do Monteiro
pediram presidencia que autorizasse a colloca-
rao de um chafark em cada nina daqnellas po
voafdes, e sendo essas reelamacoe* altendilas la-
viiravelmeiite, por acto da presidencia de 28 de ju-
lho do anno passado, e 2 de novembro do mesm
auno, fol esta companhia antorisada a cullocar os
dous ehafarizes de coufonnidade eom o tM4H)-
_pe o 5 6o do srt. 2* da lei provincial n. 41
juuho de 1837.
O primeiro de.sses chafarizes comecou a ranc-
ciouar desde o 1 de outubro do anno passado, e
o segundo desde o i de maio deste anno.
Pedida semelhante fizeram os habitantes da roa
do Pillar no bairr j do Recie e os da ra de b.
laio do liairro Infirmei favoraveluieote sobre tao justas pre-
tencese apenas fu urna restriccaode lempo, quaa-
^ a preteoeao dos mora lore da ra do P'"'"".
por julgar qoe esse chafariz > deve ser collocado
qnaudo o ramal do uovo encanamento penetrar no
bairro do Recife. Aguardo autorisacao da presi-
dencia para mandar eollocar o chafariz ca ra de
o. Joo. Os chalanees da Casa Forte e do Poco
ainda nao foram construidos.
O sernco de pennas d'agua tem sido feRo de
jnudo a nao ter dado lagar reclamares por par-
lo ^os concessionaros.
Continnao os pedidos para novas ooncessoes ; e
creio que ee ramo de receita da companhia at
-ungir largas proporefles, medida hiunles desta capita forent-se convenjendo da
grande utiliJade e conveniencia de terem em seus
predios agua sem o concurso oneroso e difflcil
dos destribuidores desae genero de primeira ne-
-easidade.
Aoje o numero das peanas 'agua sabe a 437,
des'rrouidas do raodi -eguinle
Bairros
Santo Antonio.....
S. Jos e Afufados.
a-Vis.........
N.* de peanas.
80
407
51
228
Rendimento
aunua'.
5:798*800
13:287*520
4 10C*400
20:063*400
437 43:906*110
a, pois, om accrescimo de 73 peonas sobre o
matero verificado em meu relator o passado.
BALA SCO DO ACTIVO E PASSAVO.
Junio acharis o bataneo e a demonsiracao do
anoviuwmo da etixa, a assiin bem poneris avahar
estado ftnanceiro dest* companhia.
As verbasomMruccao da segunda linha e
an-ervac>> das obra? excederara das quantias or-
eadas ao reiatnrio passado.
OC RRENCIAS DIVERSAS.
Teudo fallecido no da 21 de dezembro de anno
jfwlo.ero coas quencia de longos padeciawnaos
i administrad ir das obras do campo, o Sr. Jos
-{oncaivet da pWeiancula, na sessa da adminis-
traran desta compauhia, ero 13 do mesmo mez,
ropai nne tme nomeado era sen lugar o 8r. Do-
:-aJtnfoa da 8>hra Ferreira Jnnior, queexere fnte-
rairnln as tOoecSes de administrador dorante a
tnnlesl do 8r. Porelnncola. Foi essa mha pro-
- vosuaoeiu pela admin4r;.c3.i, marcndola ao
i adaaiBi-lador 1:900*000 de veucmentan-
Se o alvitre mandado enseutar palo rainUter
da fazeada 'oi suggerida por abusos qne talvez
algumas oampanhias praticassem, oulros devenass
ser os iiibios a empregac em ordem a reprimir
esses abusos; mas nanea submeiter as compa-
nhias que teem escrupulosamente manado-sa na
altura de seus compromissos esses rigores fia-
caes, que prodiuea um cesultdo seBjuvel,(ae
a atnertecimento do espirito do associa^io.
Era 91 de fevereiro deste anno offlciei ao Exm.
ministro da fazenda, representando sobre o av'so
circoaV desse ministerio, e em resomo subraet-
ti a considerado de S. Exc. o alvitre proposto pele
engenheiro dta eempaobia para conciliar as exi-
gencia da tiscalisaoao na arrecadacao dos direi-
tos de consumo eom a facidaite na execucao de
ohras de uUlidade publica na provincias, e vein
a ser qne, qnando se fizer qnalquer encommetrda
para o estranueiro se d logo scieueia ao governo
geral para que lique elle ioteirado, a am tempo,
pissa eoiomunicar i esta companhia qualquer re-
sotaQo que julgar conveniente tomar co relarao
a eobranfa dos direilos de consumo, quando
se tiver da despachar os objectos na alian-
dega.
Suecadendo (er partido da Inglaterra urna en-
commeada de oerto numero do eat9 ao tempo
que tive enoheeimetito do aviso o. 48 de 3 de dezem-
bro de 1869, foram pela alfandega des provin-
cia cobrado os direilos destos canos, encommen-
dailos ainda rauito anteriormente a publicacio do
citado aviso ; requer entio ao inspector da alfan-
deua para iju bouvesse de relevar-nos dosses di-
reilos, i> nileraudo que esses objectos tiuham sido
pedido* e embarcados aHtes que aq>M livessemos
conhecimento do aviso do ministerio da fazenda.
Tendo sido ndeferida tao '{xsH reclamacao, recor-
r da deiiso do inspector da alfindega, para o
inspector da thesouraria, que cuifirmou a primei
ra negativa ; e por isso anda fui toreado a re-
correr dtfssas duas deeisdes para a suprema ins-
tancia do governo geral. Devenios confiar que a
justica que rectainarnos sera diffloitivamenie alten-
dida.
Terminare!.esta exposicao reUttndo-vos o se-
guate ficto : Tendo eu na alguna anuos apre-
henses sobre a insufflciencia futura das vertente*
do Prata, por diversas vezas communiquei esse
pensamento a algnns dos nossos collepas e ao enge-
nheiro ;e ltimamente onvindo elle* que deviainos
acautellr essa hypolhese, acordamos que seguase
para a ilba de Fernando, onde se acba o rcaior con-
s.nlior do acude do Monteiro, o Sr. coronel Sebas-
liao Antonio do Reg Barros, o noseo engaaheiro
o Sr. Dr. Gervasio Carapello, autarisado eom ple-
nos poderes, aflm da realisar a compra do men-
cionado acude.
De Caito, seguio para Fernando o Sr. Dr. Cara-
pello, e enaontrando da parte do coronel Sebaslao
todo a->enliinenlo para realisar esse oegociu,
volteo poueo dep os, tendo contratado coa o
mesmo coronel a compra das partes que elles
possuia nessa propriedade. O titulo passado pelo
proprieterio do acuda ao Dr. Carapello ora um
contrato de venda firmado pelo coronel Sebasliao
e sna senhora, ara que declaravara ter vendido ao
Sr. Campollo un a companhia que alie indieasse.
as partes quf possuiam no mesmo acndt pelo
preco de 15:000*, ficando ainda emfayor deiles
vendedores o valor correspondente 3 anuos,
porque eslava araendado o acude e suas depen-
dencias. Designavam os vendedores no dito con-
trato para assigoar a eseriptara de venda, e re-
eeber a qnantia estipulada, o negociante Manoel
Jo- Machado, que de posse desse doenraento, e
acceitando sem restnecao algoma a coramissao de
que Ihe eocarregara o sr. corooel Sebastian, auto-
risnu-no a mandar pagar o imposto de siza a a
lavrar escnplura de venda. Releva notar que
urna certa parte dessa propriedade boje perteo-
cente ao Sr. coronel Sebastio Jora obtida pelo
mesmo senbor por transaccao de compra e per-
mutta que outr'ora flzera eom seu i'mo Francisco
de Paula do Reg Barros; mas apenas fura reali-
zada essa transaccao na confianca intima entre
irraos, e por isso", pelo Sr. Dr. Canpello, osereveu
o coronel Sebasliao a sen irmo, dizeudo-lha que
tendo vendido as parles que possaia na mencio-
nada propriedade, bouvesse elle de legalizar a
transi que baviam leito ontr'ora. Recebendo
o Sr. Franci.-co de Paula a carta de seu irraao,
declarou ao Sr. Campello que nenhuma duvida
ta ia em legalisar por esenptura publica a trans-
accao que ha va feita eom seu irmo, afim de a
eompanbia de Reberihe poder fazer effectiva a
compra do agudo a suas dependencias. Confiando
em declaracoes tero positivas e peremplorias,
autorisei o pagamento Mo imposto de siza, e foi
designado o tabellio Almeida para lavrar a es-
eriptara ; mas, passado* 3 ou 4 das, mandando
eu saber do tabellio Almeida so poder ir as
signar a escriplura por parte da eompanbia, eom
grande sorpreza, fui informada de que o procu-
rador do Sr. coronel Sebastio, o Sr. Machado, ti
lera sobre-estar na passagem da escriplura, e
.recusava ratificar a realisacao dessa negocio.
Iaterpellado o Sr. Machado pelo Sr. Dr. Cam-
pello, e depois por mira, responden ma que esse
seu procedimente linha sido determinado pela
razo de acnar outro comprador que off> recia
mais vanlageuf; o ainda reeusou-re obstinada-
mente a entregar ao Sr. Dr. Campelle o papel de
contrato que este havia firmado cora o Sr. coronel
Sebastio.
Pausados alguos dias, fomos informados que o
Sr. francisca de Paula negavase a legalisar
transaccao que flzera oulr'ori coro -eu irmio, e
que havia vendid*ao Sr. Jos Francisco do Rega a
parte que possuira no mesmu acude, eom a con-
dlrao de ser eso negocio reversivel para a eom-
paohia pelo preco da venda, dentro do prazo de
it meses. Hedtei em acreditar o que eu jalgava
incompativel coa as praticas fetas de boa f
mas o qne vos expanho urna realidade, pr mim
verificada e qne hoje est no conhecimento de
todos.
Abswnhome de fnaimear o proeedimen do
Sr. Machado e-do Sr. Francisco da Paula ; limito
me apena* a narrativa desees tactos.
Aguardamos, entreunto, re-pista do Sr. coronel
SeJmule quem deasus scieueia do qoe deixo
expendido. (!) L* -* _
O enitenbeiro des companhia, o Sr. Dr Ger-
vasio Cimpello,merece nossos sinceros agradec
mentes pelo louvaeetzeto qu> tero manifestado du-
rante essa iagra negocia cao.
Sala das seasiw da companhia do Deberme I
deiulhude 1879
Dr. Sym/ranio Csvfcnha.
caaniao.
4869
^esta^zT^ 3:334*698
Jnnho 30.dem idera.
Julho 31.dem dem.
Agosto 3J.dem idem
Setembro 30. dem
idem.............
Outubro 31. Mem
idem............. 3:49?*15
4886JI38
6:237*092
3-908I02
2:998*807
nCCEITA
dem 31.fdem eom o
pagamento do 42* di-
videndo........... 29:7#000
dem 31.dem de a- ^^
trazados...........' 2:f73*00O
44:459*733
32:703*000
77:162*753
dem 31. Saldo ero
eaixa nesta data, o
qual passa para o se-
guate semestre.....
100:418*892
177:581*645
Chafarizes e bicas............
Pennas d'agua..............
Jaros sob o fondo de reserva.
Dividendo das apolices.......
Eventuaes.................
..
DESPEZA
Conservaf&o da obras
Peisal do campo...........
Diversos consenos e reparos
toda a liaba..............
en
Jiectit a e des-
pez eflec-
tuada.
77:72*1664
34:7021680
3:041773
6064000
7334800
TOTAL
i 16:8404947
Escripwrio a eompanhra de Beberibe, 17 de
novembro de 1869.
O caixa,
Thomo; a> Aeu/no Fonceca.
O CADA DA COMPANHIA DO BEBERIBE EM
CONTA CBRENTE COM A MESMA.
BBfro.
1869.
Novembro !. Saldo
em caixa nesta da 100:418*892
dem 30.Rendimento
dos chafarizes...... 6.877*300
Dezembro 31. dem
idera............. 0:477*500
18 0.
J raeiro 31 .dem idem 6:477*500
Fevereiro 28. idem
idem............. 6:477*500
Marco 31-Idem idem. 6:477*500
Abril 30.-Idera idem. 6:477*500

dem 30. Idom de
pennas d'agua...... 18:494*720
dem 30.dem de di-
versos............ 1.730*646
38:865*000
20:223*366
a
Obra datMinha
Trabalno d'assentameoto de canos
aterras eexcavacoes...
Transportes...........
Material..................
Ferramenta..................
Alugtiel do escri ji>rio earmazem.
Dspezas diversas.............
Saque para Londres de 4,300..
Ponte provisoria
Pess0?l do trabalho............
Material......................
Ferrauenta...................
Despegas diversas..............
Despezas gares
8384200
3:6534220
Verba do or-
comento
78:0004000
36:74444^0
3:600OIO
6064000
*
TOTAL
448:9204480
DIFFEHENCA
Para mais
7334800
7334800
4:4944420

2:5004000
9:303830
4:451420
:39u446ii
2024120
2474160
6824070
53:9104240
HBDrro.
159.5t*2-i8
1869.
Novembro 30. Bes-
pendido neste mez.. 26:293*012
Dezembro 31. Idtm
idem............. 2:085*112
1870.
Janeiro 31.Memi Jem 2:880*352
Fevereiro 28. dem
idem............. 3:980*508
Marco 31.dem idem 19:208*885
Abril 30.dem idem. 5:003*216
dem 30.dem eom o
pagamento do 43* di-
videndo........... 96:190*000
Idera 30.dem dito do
atratados.......... 1:881*000
59:037*085
28:071*000
Peseai da eompanbia..........
Despezas diversas.............
PorcentHgem do caixa da eompanbia.
Rcstuicao de pennas o'agua aos
arrematantes dos cbafa.izes..,
Dividendos
Dividendos 42 e 43, pagos as po-
cas competentes..........
Ditos atrazados.............-
5:4254135
5:677 580
56 490o
472)420
8:6584332
3:o5958i3
2:6284948
83045 *>
71:4874090
10:0004000
2:5004000
1:9944420
Para
27S4336
4:9811809
mmr,
2-413#363
L- III J
2:OM|6ntl
16:0004000
42:1404735
5:6774593
55:9204000
4:8544000
44:0004000
8:4004000
2:U0040>0
2:6004000
3004'00
60:7744000
464:2706838
64:41640(10
3:O04o0t
14:0004000

43:5OO0OO]
65:4874090
1 .-85 9426'
258433
4:5594843
284948
3304500
67:4464000
413:4464000
59:3564103
50:8544838
6:R42409
8:501420-'.
Escriptorio da companhia de Beberibe, 5 de julho de 4870.
O Eseriptara rio,
Mar colino Jos Pupe.
dem 30. Saldo em
eaixa nesta data, o
qual passa para o
s eguinle semetre..
S7:108*085
72:401*173
159:509*258
ara Bb*tituir o Sr. D >minfoe Ferreira, que
reta u nni>rgo de eof>radnr. f'i Horneada B*4o
dign.r.ix* paraexercer esas fuaecoeso
Sr. t :aeti-n i T vares de SuUta Canv- na.
Peixaudo f Jlecido admin.stradjr sua noosern
Sr$. fucimirias da companhia de Beberibe. O
movimeoto da eompanbia durante os 12 mezes de
eorridus do 4 de maio de 1869 a 30 de :bril de
1870, aetia-M' e-eripto nos livros Caixa, Diario e
Rasa, de enfurmiaade tora a> duas fulhas avulaas
iro.daa pelo digno caixa da dropanhi apreseu-
tanOnos respectivos bal n^ is 'iftiesrraww.
(I) CouimumcacdOe reeonaaas pe
vap x que
a
"- nlnottsnenle enetou de Fem
Mtaimlia sem recurso aleara, e teudo elle ores- annnaneia do |8r. coronel nenastiin ao troeadi-
-lado ot anuos da buna servaos a eeu eocqpa-1 ment de seo procurador n'astt eidade
Escriptorio
maio de 1870
da Companhia do Beberibe, 25 de
O eaixa,
Themaz de Aquino Fonceca.
BALANCO DA COMPANHIA IW BEBERIBE, EM
31 DE OUTUBRO DE 1869.
ACTIVO.
Empreza do encana-
mento. Pelo seu
cusi primitivo.....536:800*009
Segunda linha de enca-
namento.Pelo qoe
se ba gasto al esta
data.............. 45:105*560
Apolices da eompanbia.
reas que perten-
cero a o fundo de
araortisacao....... 6:809*471
Caixa. Pelo diabeiro
existente nesta data. 100:118*892
089:193*923
PAssrvo.
A' capital:Pelo valor
das 10.736 apolices
eraittida, a 50*000
cada urna......... 536:800*000
A* fuudo de ra-erva.
Pelo dinheiro exis-
tente nesta data___
62:799*892 dem
eneravado aa segun-
da linha 45:105*500 107:906*452
A' fundo de amorlisa-
50.Pelas 101 apo-
bces desta conta___ 6:989*471
A' dividendos de se-
mestre* anteriores.
Pelo qaa se resta a'
pagar............. 8:411*909
A' 43 divideade.-Pek>
ue ae dettaoo para
pagamento da res-
pectiva Mha, na pro-
porcao de 3*090 ra. 32:908*000
Escriptorio da Compaana do Beberiae,
novembro de 1989.
O eeeriplorario,
ataraelaaa Jote Paja.
BALANCO DA COMPAAM4
30 DK A99ML M
Empreza doeacanimen
h pelo seo costo pri-
men vo............
Segund: linha de en-
ranameuto pdo que
se ha f *sto ani esta
data.............
A p< dice s da aoeaaanaia,
pelas que aerteateas
ao funooCantarttaa-
DO BKBTJ09E EM
[ 1870.
PUBLICACOES A PEDIDO.
Negoelo do \syl< de Mendl-
cldade.
VI
Para nao tornar mnito extenso o artigo de hon-
tem, reeervei para este mais algumas consilera-
rs que tinba a fazer sobre o trecho do relatorio
Exm. Sr. proveJor da Santo Casa, relativo a
raco diaria de cada mendigo. Diref,pois, mais
algumas palavras sobre eto assumpto.
Teado feito compararlo entre a despeza do hos-
pital dos Laaros e a do sylo, flcou sufflcienle-
mente demonstrado que a deste foi serapre infe-
rior a d'aquelle, que o Sr. provedor considera
muito vantajoiamente gendo o devidaroente fis-
calizado pela Santa Casa.
Em relacao, porm, aos estabelecimentas nao
posso fazer comparacao, era apreciar a reduccao
da despeza apresentada. Nao coahecj o trata-
ment que all se da aos individuos recolhidos,
nao sei cora que abundancia dada a alimenta-
cao. era os recursos auxiliares de que dispoem,
o que sei que o hospital dos Lazaros fazeado
despeza superior, o Sr. provedor acha-a regular e
subordinada s condiedes de economa.
Acarea do hospital Pedro II vejo en urna razio
procedente para diminu!,o da diaria, e o gran-
de numen' de doentes all recolbidos, que creio
exceder de 200.
E' sabido que qnaato maior o numero das
pessoas alimentar, tanto menor a despeza a
lazer-se cora cada dm.
Alm disto, os doentes do asylo erara nma vez
tratado? no hospital, reluctavam am all voitarem,
allegando tratameuto irregular, a insufficiencia da
alimentacao.
0 meu amigo o Sr. Dr. Feppe Figueira pedi-
me para reculher ao asylo um moco, couvim oisto.
mas este moce estando eom affeccao pulmonar mui-
to adiaotadaao poda tirar no asylo, e eu o quiz
enviar para o hospital Pridro 11, adra de receber al
gum tratameuto e por se era estado de o poder man
dar pasa o sertao P rcousaalgumaquizsujeitar-ae
a ir para aquello estabelecimento, dizendj que la
linha estado, e por mo tratameuto a pou :a ali-
menugo fura que o sea mal ebegara ao p de
gravidade em que estova; pretorio, sahir e ir co-
mo dis>e, tnorrer em casa de algum parate.
Nao quero con isso insinuar cousa alguraa
contra o hospital, pelo.qual tao amoroso e des-
vanecidu o Sr. provedor; refiro apenas tactos
cuja autbenticidad'- n garanto.
Quero aprots dizer que, no bosaital hsven
do talvez um pessoal triplicado ao do asylo. nao
carece acanb r a alimentacao para que seja a sua
despeza proporeinnalmente intonor a lo mesmo
asylo, onde recebem os mendigos alimentacao
abundante, e lera limites, e mais tratameuto que
o que se d em antros estabeleclmeotos. Tambera
a bospiut recebe os mendigo*, pracas do curpo
de polica, e diversas pissoas por diaria da I*,
vezes por da, nao so pode contestar que eeono-, Sendo esta urna das attribuicoes do director,
roia se faz no asylo, alimentando-se abundan- regalameato interuo determinou os empregades
tomento tres vezes ao da cada individuo por em relaco aos quaes podia ser exercida.
721 rs. o mximo. O Sr. provedor, porera, sao fot fel ato snas
Destas cons.deraco evideneia-se qoe o Sr. reflexoes coudas uo tpico a que altado, e n<>
provedor da Santo Casa, levado por m vontade as fazia certamente se nao se livesse feito earg*
impropria das pessoas que nao subordinam a de sophisnar os regulamentos e envenenar es
reflexau ao capricho, jaltoa, para cora a iuota,e pa- fados.
ra eom o publico a fealdade na exposcao dos tac-! Ao offlcio do Se. provedor, respond en, ao man
tos, erguendo insrauacoes que se resentem de ver, de modo satisfactorio; e nao me persaadu
aleive e calumnia contra o Asylo de Mendicidade. que elle voltasse a estas puerilidades ; mas nao
Isto posta, passarei adianto. : contava cora a sua tenaeidade nos aleives, nesa
E'pro va vel, dito Sr. provedor, que os rega- que um espiritj :3o evanglico aninha>ae si
a isto pr.iduz grande reduccao. I poi- ^n comportamant
Trarei em apoio do asyloo que se d eom a ca- confianca.
sa de deteneJo A diaria At cada pre.o pbre e- Mendigos qne erara recomidos ao Aylo eoo'ra
gundo me iufurmam, actualmente de 600 r*. mas vontade sua, al satisfeito aom a creacao do es-
lamentos d > asyk teriam sido formulados de ac-
cordo ctra o coraprowisso, se a quinta junta tivesse
sido previamente ouvida.
Nislo se enterra toda a qoeslao do Sr. provedor I
Os regulamentos do Asylo nao prestara, o Asylo
vai mal. porque o Sr. provedor nao foi ouvido
previamente, porque Lada se lez de accordo eom
elh t
Este trecho den a S. Ere. a posico do gato es-
condido cora a cauda dt ton, moslrou por roais
que disfarcasse seu aWpeito, qual a causa que o
armou contra o asylo !
As almas mesquiohas, os espirites presumidos
procedem todos assim.
< Mas nao tendo assim acontecido (nao tendo
sido ouvidapreviamento o fai (mo da earidade) el-
la (junta) por meu intermedio odieion em 2 de abril
ultimo a presidenci, pedindo-lhe que bouvesse
de por taes regulamentos de harmona eom o men-
cionado coinpromisso, e mesmo um cora o outro,
porque o art. 12 do regnlaftento de 21 de outu-
bro, diverge do arL 0* do reculamente interno, e o
art. 7 deste d|ao director faculdade para nomear
empregades que nao foram creados pelo citado
regularaento de 21 de outubro.
Se o regularaento de 21 do outubro nao eslava
de accordo coin o compromisso, nem satisfazla
as condicoes necessarias, porque nao represeniou
logo coaira elle, porque n > pedio a presidencia
que o corrigisse e deixa o Sr. provedor se/ ins-
tallado o A-vlo e deoorrerem mais de cinco mezes
para fazelo t .
Porque deixou que a assembla provincial si
abrisse, e que > regularaento fosse sujeito sna
approvacao, para pedir aquillo que a presidencia
j nao poda fazer ?
Baste seu procedimento, Cea bem patente que
o seu Bm nao era conseguir tnoihoacdes no .re-
gularaento, era smenle procurar embaracar o
desHBvolvimento do Asylo.
Quanto i divergencia que nota entre o art. u
do r-gulamento de 21 de outabre-e o 6 do interno,
anda urna orova da m (4 cora que procede o _
Ir ISSrViLo. torafcemcoosnlteisubre uncia dos ordenajtos^os os empregados na
a irapossibilidade de ser aqnfllle afdgo mtegral-; 9^^rr^o ^m^(au ^.
menteexecutodo no nsto da> fuacoes do Btsto sa vd que o to. fjroved
Asvlo Vfai So n aporovKio son que rae resolv tactos ^'^l a precisa deliJade, bi
a elahora? o^r". 6PS>regraraenlo^interno. !d,s-! proprias do boma 2> verdadeam
oeonaudo o direotur do elpregar no servieo de Nos negocios do Asylo proceden sempre o
Sfca^.X emqaanto^st- provedor co_u uato m t a fwj^jgj fc
vesseraelles acoslamado* a eabeleeimeo,lo, e ciando a presidencia esa de awio <**>
Oftraaao dignos de linha em seu p^der o podido a amtos deaaa oa,
aervlu se de preferencia do ped lo do mas d
abril, porque f m o de quantia mai.* que ixoaaU
' E razio dei qua |oav
tante simularn, tanta argucia e veneno,
l i Posteriormente a quinta junta, vendo qne la*
1 avallada quantia 48:000*, calculada para as des-
pezas do Asylo, tinh t de ser Insuficiente, porqoaa-
to a importancia de 4:000* mensaes apenas en*
gava para o costeio e nao deixava sobras para n
pagamento de ordenados e meaos para saldar a-
despezas dos mendigos envalos ao hospitat, por
out 'o offlcio em data de 6 de maio a presidencia,
pedindo-lhe que fosse elevada a 5:000* a saosa
a despender por mez eom o Aylu, e para jovnaV
eacao deste pe iido serviu-se das proprias comas
e papis do director do estabeleamento.
O Sr. provedor vai de inexactido em tnexacu-
dao formando o seu romance, que nutra conea
nao o seu relatorio. E ebego a 0-ar atnito
eom ver um hmiera que todos respeitam serioe
provedor escrupuloso, que reza mais que todas
as beatas da Penha reunidas, aurar-se assim aos
mares, sacrificando a ve,dade dos (actos I
Como que e Sr. provedor, que tem toda as
contas do Asylo n competente secretaria, desde
margo at o ultimo da junbo, se alreveu no 1.* a>
correte a asseverar coasas qfle amellas coala*
desmentcm I Ah t qne provedor dos meas posa-
dos!
Apresentaroi aqu nma nota du quantias rea*-
bidas mensalmente pelo Asilo, para que so veja
que nao nonve um mez se qoer em que fosseai aa-
u-egues todos os 4:000* tirados da tbesouiaa
provincial, sendo as respectivas sobras darn**
quatro mezes, sempre superiores a importar,
dos ordenados dos empregados, que ale pa
pela Sauta Casa.
Quatro mentalidades se recaben o Asyle da-
Santa Casa durante miaba idmissao:
Primeira.. 3:<00*000
Segunda.. 3:900*250
Terceira.. 3:591*83
Quarta... 3;383*050
Entre o total destas aensaliudes e o du p**s-
tacoes entregaos pela thesouraria ha ama i
de 1:630*242. quantia esta maior do qua a is

provedor nao expa >
digno adiainhtrador daquelle estabeleci ment
anda esto anno, pedio e antev da asserobl i pro-
vincial autorisacao para augmento daasa diaria,
ftindsado-se na reo rosta m de ser ella inoifB-
cieoto para a atoen tw regesarraeole aro individuo,
peto que os prnm* corroan duas vales por da,
e eaa aui pequea qa*ntida4e.
vontade
tabeleciroento, nao podas otr desde logo appro-
veiU'tos coito serveoies
Sendo rauito b >a a desposifio do art 13, sendo
rauito ecno nica a idea otila cunt la, careen te
daviadeuma aleone*> ntoi tarda e fai o que
prevenio o arL 0 do regulanaooto interno.
Bm relaco ai art 7 dossa ragotemeato, toa
Ora, oe aa eaMtde detooel iie tem um numero elle sua bise no art. 7 J 4 da r*r lanvato de 21
de presos atalo aaaser do que o peas >al do a-ylo, de outubro, qae dit usi : Sonatar o demtUIr
OJO rs.a dae para diminuta uim'eniacij duas empregados qae farem dt aesaaafao do goTerto.
na competente teorttartm I K razo del que
tiQcMHe o seu pedida a pruiitnei cota sa noo-
prias eontas du Jireetor, muUs que c ratinha oW-
poias oxtraordiaartoa a de oeeei&i, o qoe am-
isto ae poda ser tonudo como base de am cala-
lo permanente I B parque uo aproveitou pe-
d ln do raz de maio que ora o ultimo e maio fo-
dusiio aa Imporuacia T
Mas a inteac do Sr. proved *" era aovenanor
os fac s, enredar as circamstaacias, mystilsar
tudo, at ver ae nettia o Asylo dtbalxo do ota
' f\
' t


Diario de Per/iambiioo ter<*a fera 26 de Jt,Hic de 1870.
_^. -, : "i
:r
=
I*
jago, da su adminstraoslo taeanha e> tertl ;
quera estragar sta ;iB itMitnieito, redu
ma a casa adHavalraw, quera tal ves mllela
<* I rcala* de caridtde u sua* furidas
daaaftaat
Safcii lhe as eoosas peto avesso, e o
r, o homem dedicado a carktode, e
> ejoe lia 10 annos serve eese cara; o,
ir qoe se ponha era pren a caridad*
> perfeito desvaro, ntreme lodo pela
ique serapre ferino crtelo dos carotas,
nfffatieande actos qaepandara at amito tollo
da Agaidade a neis ooidhim i
Ckipfo ter pene de 8r. proredor 1
Anda conliouarei :
aecd, 25 dojalho de 1870.
/. P. Brrelo de Metl Seg.
** d'Albo, 4 de Jariho de
Quem tiw lide a correspondencia desta
comarca publicada do Liberal de 2 i do
qper 6a ndole e costamos do povo que ha-
bata esta porco de territorio, qaer dos
Succinanos pblicos, a quem commetii-
a a administrado da justica, a guarda das
tais, e a f>rca para repremir os excessos
i todos aquellos que sabindo da rbita de
saos deveres, offeaderem os d.reitos do
Otros.
E' tal o estado de barbarigmo deste lugar}
descripto pulo correspondente do liberal,
que a ser verdade o que elle afirma, aern a
lioerdade, nema honra, non a vida dosc-
dadlos podiam considerar-se garantidas I
Mas por falecidade nossa o Independente
de boje o mesmo Soldado Velho d'outr'ora,
ji lio conbocido e celebrado pelo prazer
que acba em sor inteiramente opposto ao
ligo Epaminondas : este nom zombaudo
rneatia; aquella oem serio falla a verdade I
(iom ura cynismo incrivel adultera (actos,
que se deram, inventa historias, que nanea
sepassaram. phantastaassassinatos. eoulros
crmes horrorosos; em umapalavra, capaz
4e. negar, que a trra gyra. smente pelo
gostinho de mentir. Nanea faltam victimas
aoaleivso missivista: quando desappare-
cem da scena os distiocios cavalheiros te
onte-coronel Luiz Maranbao, e major Silva
abral, s5o atrozmente calumni dos o sub-
delegado supplente Flix de Oliveira, o col-
lector Domingues Carneiro, o escriv5o do
eivel Brayner Rangel, e ootros, horneas ho-
nestos, que nao leem a dita de lhe serem
af toados.
Na correspondencia de que cima fallei,
como em todas as outras. cujos apontamen-
fas sao dados por nosso homem das luvas
nao ha um faci narrado fielmente, todos slo
grOssetM e toscamente pintados com as dc-
gras cores da mentira! !
Por certo que s I aneando mo da ama
arma to raiscravel. mas digna delle, pode-
ra o tnlucado rabiscodor eneber ras.as tres ou quatro folas de papel, que.
t,om tanta emolase lia em voz alta a seu
ti migo do peito.
Se com issoornea amigo pensa prestar
servieo a seos modernos correligionarios,
eogana-se redondamente: no' injuriando
adversarios, nemtopouco adulterando
os factos a seu geito, que se faz oppostcao.
De que serve por exemplo : diz o meu
migo, que houve um assassinalo em Ri-
beiro-Fuado, quando todos sabem, que isso
e pura mentira 1 Que proveito tira em
dizer que a tnulher murta em Bengalas
freguezia da Gloria, tinha levado q-iatorze
Iacodas, que estava grvida, e que a poli-
mnenhuma diligencia tinha feito para
descubrir os autores de to hediondo crime ;
quando todos sabera. e consta at dos car-
torios que o sub-delesado da Gloria logo
que soube do occorrido, mandou proceder
ocorpo dedeliclo.no cadver, verificndo-
se a*essa occasio. que a infeliz tinha soffri-
do qn itro facad s ? q-iando lodos sa<>em que
fo instaurado o competente summario de
culpa C'tra Agostinho de tal, que foi pro-
nunciado, como autor do facto criminoso,
o ['.mmente remettido para a capital pelo
(llegado deste termo ? !!
O que ganha em dizerque as autorida-
des policiaes teem perseguido a Ignacio
francisca dos Sants, que lendo sido de-
nunciado pelo enme de injurias verbaes fei-
tas aos Exms. Srs visconde de Camara-
gme e duque de Ikixias, foi condemnado pelo
subdelegado Fe'ix d'Oliveira a quatro me-
zes di priso ; quando oinguem ignora que
o pacifico collector Domingues Carneiro n8o
podando mais supportar as injurias, que
quasi todos os dias lhe irrogava o insolente
Igtacio Capo, bem conhecido pelos crimes,
que perpetrou no lempo dosmartbondos
deu urna queixa deste sautinho ao sub-
delegado do ldistricto, o qual observando
todas as prescripces da lei como se v do
proosso que existe em poder do escri-
vo Joo Paulo, condemnou o querellado a
dous mezes de priso e multa correspon-
dente a metade do tompo???!!....
E' preciso certamenle ter-se maito amor
mentira, ser-se mesmo vicioso em extre-
mo, para como faz o independente sem al-
ijoni aoanhamonto. e com toda a desfacatez,
adulterar factos to recentes, que todos sa-
bem como se deram !...
Assim podamos ir destruiado urna por
urna todas as Historias arraujadas pelo cor-
respondente do Liberal, para lazer acredi-
tar aos extranho* que nessa trra nao ha
palicia, nao ba jostic^. n5o ba seguranca in
dividual, era fim que libertas decus et anima
mstra in dubio est : mas para que cancar
j paciencia dos leitores ? cesteiro que faz
um cesto; faz um cento.
Sstivessemos i certeza de que mostran-
do as innexatidSes de todas as noticias que
leu Independente ellesecorregiria, pro-
<;urando melnor nformar-se dos factos antes
de fazol-os puhi;ar, aiada toauariamos com
prazereste Iraballo: ma eoaveneidoacomo
estamol do que essa i^ono Iho apfovei -
la, o que -fazemoo prometter que nunca
Jicara sen) respeta, qual-juer escripto do
<*ldade vtlkoindependente ou Quaresma
como s.e qaizer ebrism r, em que a verdade
Ito occflta pelo negro manto da m-ntira.
,;,., Odspertador.
E do apphwi) me as pahuas mais phiOneticas,
Arvetatacf. da*, soiww
Sobre as axa das glor.j* .Mh!cica<.
atarrE.'
No becco do Espinheiro
Mais aro letreiro uarbem.
GLOS.t.
Pai Audr congo, emboslairo,
8 conhecido rato.
Chapara o coco habi
JVo becco do spmketro.
Mas 'boje e grande engenheire,
E avadado de algnei"
Em toda va faz bem ;
Teiu na te>4a oco Bperat.
E em perder o eooceite
Mais *mn letreiro tomktm
Flanengo.
Atten?!*!!!
Ferido do mais doloroso sentimento dirijo estas
daas palavras ao mea digno e Ilustrad. Sr. cap-
dio Tibrete Hilario da Silva lavares actaal di-
rector do arsenal de gaerra desu provincia, pla
perda do sea tao prezadissimo pai o Exm. Sr. con
Hieiro (de igual nome devendo V. S. conor-
mar-se cora as determioaedes do altissimo e tazer
por sna alma aqnelles snftragios que a santa igre
ja nos ensina. Certo de que foi Deas servido le-
v-lo para saa eterna gloria, para alfi gosar da*
dllicias sempre ternas pelos mu los beneficios que
pracava.
AJli, esur elle pedindo ao Todo Poderoso pelos
seus filos qoe ficaram e sejam abeocoados, para
que eaminbem na pratina da verdadeira religiao e
cartdade par* serem Mizes.
Deus guarde a V. S. e S. Exma. familia como
mistar.
De wn anuyo tintero.
Ao publico.
\9 dlstiaeto aerbata Enzeblo
Aldaba.
*OB OCOASIO'M tfD BEIfEFICrO NO OA 23 DE
wliio De 1870.
^tuade 9 jbw te v e te admira
BSfae-66 nm brado de Intima alegra,
'orqne artista, como tu, captiva
E tem sagrado jos a sympathia.
r.ebrem-le-08 ps as rosa do trumptao ;
"Taim *' m fonte*as ftires da gloria.
ABtuU Wlaa*:araaa*a.it o lutaro
') toa ilj|iril hr""1"'" msiona.

Sublim na^yaiaastiea, pareces
i Ajnlempiando teas passos gra liosos
9 povo pasma, e seate-se suspenso.
Goio altivo, despresas o pertgo ;
Sr. Joo 8apti>ta Gomes Peana.
Aceito sem reserva o sea desafio constante de
saa publicacao no Diario n. 16a de 26 do cor-
rente.
Para abrir-lhe maior espaco declino do compa-
dresco e das ennsideracoes da fraternal amisade
de outr'ora, que V. S. invocou.
Nao me calumnie, para me nao abrigar a arras-
la-lo aos tribunaes, porque nao sei se estarei dis-
posto perdoar lhe a audacia apezar de seas pa-
deeimentcs physieos.
Porque me iosultou V. S. declamando contra
mim por forma desabrida, e sem especificar c >m
invduacao e clareza am facto em mea desabono ?
Deve saber, que pela desmoralisaco da impren-
sa s os escrptos serios podem merecer acolhi-
mento. As declamacoes s tm o desprezo, e s
assentam no homem despejado e sem educacao.
Eu o tenho em melhor cooceito.
Faca a somma das injurias, que me prodgali-
sou, e veja te nao merece ser rospousabilisado.
Quero ser anda urna vez generoso, mesmo para
que nao |ea*e, que por forma alguma o quero ar
redar do proposito que inanifestou de publica'
actos me us.
Poblique-os, mas com verdade: nao faca como
essa gente enfada, que se serve de pasqun* ano-
nymos para me insultar, dos quaes nem ao menos
consta a typographia em que foram improssos,
para, que possa o autor ser responsabilizado e pu-
nido.
V. S. diz, que pn-judiquei meu afllh.ido pelo
detlumbramento do metal luzente, e ephemerat il-
tutees, e exelamanegro acto, hediondo espect-
culo.
Diz ainda, que insinuei do camelia de senti-
meatos baixos e iesreijrados para gozar do titulo
de urna familia pobre e honrada, para arrancar
parte da atheia fortuna com o intuito de reecber
grosso honorario.
Parece, que V. S. quer referirse minhaafl-
Diada de ebrisma a Sra. D. Feiippa Mara da Con-
ceicao e seas filhos menores Maaoel e Joviua,
perliihados por seu pai, que Deus haja, Sr. Se-
bastiao Gomes Peona, e por consequen-ia irmos
de V. S.
Esplicarei os aclo, e o respeitavel publico jul-
gar.
O Sr. loao Baptista Gomes Penna pedio-me para
fazer o testamento de seu pai, porque o ouiri que
havia feito e dado para guardar, elle Sr. Joo Bap-
tista havia etc.; mas sabia por llie dizer seu pai,
que havia outro testamento em poder do Sr. Lima
da ra Nuva, paannh> da menor Jovina. lie-pon-
di-lbe que sim, e marcado dia e hora dirig3in-se ao
escriptoho elle e o Sr. Sebastiao Penna, seu pai, e
dictando este as suas disposicoes as escrevi com a
| mxima fldelidide : ne?se aelo declarou o Sr. S.
Penna, que linlia do&s BlhcH, e que nao os roco-
nliejia, porque os outros seus lilaos nao qiienam;
mas que elle nao p da dcixar de beneficia lo.
Louvei seu procedimeolo, e disse-lhe, que se que-
na reconhecer seus tilh o poda fazer, mas que
querendo beneficia-los sem os reconhecer poda
dispor de sua terca livreraente ; mas que lambem
devia lembrar-se na terca dos fi hos de meu com-
padre o Sr. Joo Baptista, qne so achava quebrado
em seus negocios. Finalmente dispoz que deixava
o usufructo de tres casas no becco do Pocinho
para os dous mininos o mi des-tes, flcando a pro-
pnedade para seus netos, Qlhos de seu fflho /o<7o-
zinho. I.-to escrevi, e consta do testamento, era -
bora desagradasse mea compadre, quem ob-
servei alguma cousa contra suas exigencias.
Passados tirapos mostrou-me o Sr. JjSo Baptista
Gomes Penna urna carta da sen cuubado o Sr. A.
M. Chinaco Temporal coovidando-o para promove-
rem juntos ama acoau Je deuiencii contra o Sr.
Sebastiao Penna para evitar maores prejnizos, al-
legando como razao o ter o Sr. Sebastiao Penna
vendido urna casa, e lhe constar, que quera reco-
nhecer os meainrs, Qlhos daquella D. Feliupa.
Aconselhe ao >r. Joo Baptista Gomes Parma
pedi-lhe oom instancia que nao deshourasse seu
pai por forma alguma, e que nao concorresse para
esse acto poaco digno, do qual se lhe resultava um
pequeo acrescime de bens ephemeros, tambem lhe
re nhecimenlo dos meninos era am acto de dever
para sea pai, e que por nenburaa forma se devia
obstar esse acto : tanto mais qaaoto em saa pre-
senta e na rainba seu pai havia dito que aqnelles
meninos eram seus albos, e as sustenta va daodo-
lhes, bem como rae delles, todo o necessario
para saa decente sabsisiencia.
O Sr. Joo Baptista despresou todos os meus
conselhos, e com seu mano e cuohado eonslitui-
rain por adrogado ao Dr. Serfico, que intentando
a acfo de demencia, cooseguio a iuterdic^o.
Declarado interdicto, lcarara os traas meno
res do Sr. Joo Baptista expostos aos horrores da
fome e da miseria. Foi nestas circurastancias,
que me appareceu a Sra. Felippa Mara da
Coaceicao expondo-me suas circumstaneias e pe
dindo ura lenitivo seus sffrmeqtos, declarndo-
me que seas fllhos liaviam sido reconhecidos pelo
Sr. Sebastiao Penna por escriptura publica as
notas do tabelliio Almeida ; perguntei lhe quem
lhe havia conseguido l*to : respondeume, qtte o
Sr. padre Meti, pairmho do menor tanoel, fra
quem havia aeonselhado ao Sr. Peuna o reconhe-
ciraento dos mininos, e por este reconheciuiento o
cumprimenio de am dever.
Applaudi a. caridade e zelo do Sr. padre Mello.'
e tratei de- promover o arbitramento de quota
para a aliior-ntaeao dos dous irmos menores do
Sr. J B. Games Penna, cooseguinio de meu ami-
go Joaquim Jorg de Mello a earidade de prestar
seus servicos de solicitador, do mesmo modo que
en prestara os meus como advogado; e alm de
alguinas despezis juciaes qne liz, dei algumas
vezes Sra. D. Felippa alguma cousa com que
podesse comprar pao para seus filhiohos.
PerJe-me o publico a fraqueza d-su revelaQo,
que julgo vir bem da verdade o de minha sata-
ral defeza.
No juizo deorpios tevecabiraeulo e foi orde-
nado o arbilramenio, sendo perito o Dr. Nasci-
meato Feitosa,
O Sr. Joio B. Gomes Peana, seu mano e cunha-
do iutenuram accio de ndllidade da escripwra
de perfilhaQo; nomearara por seu advogado ao
meu distmeto amigo r. Aprigio Gui.nares, e o
juiz da causa noraeott para carador dos menores
ao Dr. Antonio Joaquira Ayres do Nasclraenio.
Corr-u a cansa sens termes, e j prxima deci-
dlr-se pedi vista dos autos para ssistir nella por
parle da SraIk Felippa, que j ento era minha
afilhada de irisnn. e era J fallecido o Sr. Se-
bastiio Penia. Aconselhei, que se juntasse aos
autos ceida de ba ver elle falleetd com o San-
tu Saeramentot de CmftSo e Communh&o, que
se nao podem nnislrar aos dementes.
O Sr. Penna, al aconsejado por entro advo-
gado que noineon, o Dr. Leonardo requereu pelo
jaizo da provedora de apellas e residuos, contra
lei exprs**, (aventario da beaa-t>saa pai. Con
fasso qne tire neta do Peana; ni* ma encarreguei
dista causa: par ella baaio*ohahil e honrad
solicitador Sr. Macario 3e Lana Freir, que
inca.' 's ainaas naea4o; e allegando a m-
compeienH do mxu da proaedorm, triampjwa,
como eia i i'Apfrv, sendo juta I>r. Mainel Sel-1
to, como suppintu.
No entreunto promoveu-8, conselli mea, o
inventario pelo complante jaizo de orphios, es-
erivio Facundo, e pelo- i* supplente, Dr. Jacobi
a nomeou-se tutor aos don* orphos, tutor ajne
oio lea o menor parentesco, oem adherencia
com elles; mas que acezar das mais jaitas re-
elaraaedes ainda nao foi removido, nSo obstante
terem os orphes sea eonseluo de familm com-
posto de amigos do finada, e noraeaaos pelo Con-
sulado Portuhuez, e dzem, qne, dado o totor, na
pode mais a mi defender os fllho*, nem ainda co
ino assiftente ; e esta iofernal jurisprudencia, toda
prejudicial aos orphos, vai prevaleeeado ampa-
rada na espessa nuvem dos sophismas.
Ji v portante o respeitavel pablito, que o Sr.
Joio Peana chama ar ranear parle d* alkelafoi--
tuna o reconheeimento feilo por sea pai de dois
filbos na taraos por am de ver agrado de conseien-
ca, pratcanda esse acto sob a influencia de am
repeiUvei neerdote; e qae me incrimina pr utB
acto de virtude para o qual nao concorr por for-
ma alguma; mas aplaodo.
A participaco dos menores Manoel e Jovina na
herauca legitima de anas pas aaiorisada por
le ; mas o Sr. 'Jais Penna, pensando o con-
trario se desabafa deseotnpondo-me por ama ga-
ceta de grande elreatacio. A esse mesme seto,
para o qaal ni* cewsorn por forma algaras, cha-
ma el Bogrn awt, hediondo espectculo, echa-
ma prejaizo a mea afttkado peto destambramento
do metal ratate: e ephemeras Hlases! Ora
lata.
Diz, que a mil de seos irmos Camelia de sen-
timen os ttaixos e desregados (t vagamente); mas
e-sa qae elle chama Camelia honrou a sea pai, em
qnanto o Sr. Joo Penna o arruta va aos tribunaes
para lancar-lhe i face e forre da demencia e
dejaciso. ,
Essa, que elle chama Camelia, Sra. D. Felippa
Mara da Coneeice, ama mulher de quarenta
s oito annos, qae aplicada a assiduo trabalho de
agnlha e eogoramados, sustenta os irmos do Sr.
Penna, fllhos della, pagando 8i\ por mez a am
mestre que Ibes en*rea pnraairas ledras, era quan-
to o tator qae Ihes Toi dad aguarda o julgamento
das pariilhas para auxilia-la.
Essa, que elle chama Camelia se teve a fraque-
za. Bina talvpx da necessidade, de ler fllhos do Sr.
Sebastiao Penna, tera tido uraa cundacta toregu
lar e digna, qoe en recebo-a com expansao no
seto de minha Tamilia, e sento-a a direiu de mi-
nha mesa com satisfaco.
E para que o publico a conheca melhor, deels
ro que ella reside na ra tos Osso*, casa n. 3, e
declaro isto para que Oque inteiramente satisfeita
a exigencia de alguin maldizente que queira inda-
gar da vida e josumes della.
Agora diga o Sr. Joio Peona que intimamente
me eonu ce; qoe esperancas posso ter de
receber grosso honorario de ama molher,
que tem por nico patrimonio os grendimen-
tos de seas trabalhos e agulha ? Para que V. 8.
me quer provocar a dzer-lhe verdades, que o fa-
ro callar e envergonhar-se. quando rauitas vete*
a seu beneficio lutei com diilbuldad. s. que V. S.
creava em seus negocios. Diga-o sea cunhado
o Sr. Temporal: diga-o a propria consciepcia de
V. S. qne nao deve ignorar, quo teoh> diersas
cartas suas.
Heptio Sr. Penna, nao s a V. S. como a todos
os meus gratuitos iulmigos, que podein publicar
todos os actos da minha vida publica e particular
dos quaes, merc le Deas, nao me receo da dar
explicacoes.
Deixe rae com minhabypocresia, que a ninguem
offende: positivo com a maior clareza todos os
factos, que tver contra mira, deixando-me s-
racnle livre o direito de natural defeza ; mas nao
declame, nem uze de palavroe?, sml applicaco e
vazios de sentido.
O que V. S. parece ler pretendido segundo se
conejos de sua insuliuosa pobiicaoo, era que eu
c,oncorress,e para a desherdacio de seas dous ir-
mos menores.
Bem haja a hora, em que V. S. com to audaz
c tenebrosa pretenco se arredou de minha ami-
sade.
Pesso a Deus, que rae d fortaleza bastante para
rezistir como advogado a taes exigencias.
Em minha banca se acumulara os trabalhos, uns
autos sobre ouiros ; e quem nao souber de rainba
vida pensar que lucro bons honorarios; mas o
Sr. Joo Penna tem razio para saber, que ainda
nao ganhei qnanto bastasse para minha parca sub-
sistencia. Nao vou a theatro, nao pertenco a so-
ciedade alguma, falto a visitas de amisade, vivo
em methodica economa, e tenho carecido recor
rer a alguns bens partiCHlarev para viver como
at aqu sera nada dever, maniendo a indepen-
dencia de niinh i banca.
Quanto ao dizer, que son advogado snbtil, que
sei combinar cousas, e que ludo consigo; d^vo
dizer, que tem V. S. em si a prova do contrario
pois deve recordarse da aeco que contra S. S.
propoza firma Denk'r c Barnizo, equal a injus-
ta decisao que love, a ponto dedesprezar aquella
firma a senienca que obleve para effccluar e reali-
sar a novacao do contrato, quo contra a evidencia
dos autos lhe foi recusada pelo tribunal.
Nao costumo encomraodar aos juzes com pedi-
dos, e limito me a respaila los sera encalcar aini-
zade e intmidade, e tenho como meu nico auxi-
liar no ileseinpenh i de meus arduo* deveres os
recursos de mralia fraca intelligen -.ia, que reco-
nheco ser pouco cultivada o pobre da conheci-
raentos,
Alguns amigos me reprehenu>ni essa reserva
em que vivo, quando seffrem seus revezes, e eu
me revisto das armas da prudencia e resignaco,
quando son avisado de daciso contrarias que as
partes procurara fazer-me erer, que foram nasci-
das de erapenhos e influencia^, e me limito a era-
pregar novos esforeos a favor dosdireitos que sus-
tento e deten do.
Quantas decisoes injustas tenho en soffrdo
Quantas vezes me tenho v,-io na noce-sidade de
dar desabafo a^s seotimentos que de-pertain deci-
os contrarias a justica e proferidas .-em serem
vistos nem examinados os autos?
*e, pois, o Sr. Penna ne sabe o que por e se
passa, como diz, qae eu tado consigo e que fago
quanto quero?
Os irrr ios menores do Sr. Joo Penna alcanca-
rara ltimamente do egregio do tribunal da Hela-
cao mais urna decisao a sen favor maniendo a es-
criplura de reconheeimento : esta decisao provo
con-lhe as "iras contra mm, assacou-me as
maiores injurias apadrinnaodo se logo com snas
dores rheumaticas, e posicio em qae se acha.
Mas eu nao fui advogado da causa, e sim o Cu-
rador inlitem.
6erra mais rasoavel, que o Sr. Joao Penna se
queixasse daquelles que o aconselham a sustentar
iu:ust*s demandas, e lhe afflrmo que ninguem dei
xar de estranhar a injustica com que pretendeu
S. S. desherdar a seas irmos menores.
Francisco Lucas de Souza Ranyel-
Era um dia ovo toma dous grandes
Hiim_'.>3--o espaco t a emp'.
O bvmeui r* tvaf.'oa biimanilaJe', a
um.i,< loga do liuiuCiu.
Esae dia foi o passado, que vai cedendo
a le do aacola, oda xiaiac defl ida
pela liberdade, vai mostrando ao homem o
que foi a dificuldade e o qae a facilidade.
A civilisagao proctaaaoa a reducto do
espado e do tempo por orna lei de qoatr
rodaa que s~caamoa locomotivao homem
c rre; potta o da electncidadeo ho-
mem v6a; por nma pbotograpbra inlelle-
ctual que se cbamou imprensao homem
se immortdiBa.
Eis ah, o bomera triplicadamente gran-
de e victorjadrj, transportando-se, em corpo
e alma para todos os pontos; a liberdade
que o mspira, o trabalho que o le.a para
todos os mundos.
Um passo para a fraternidade; apertem-
se as relacbes sodae*, por todos os tecla-
mos da intelligeaeta e do ceracSo; deiie-
mo-aoa de mooopoiisar o trabalho e o pro-
greaso: lembremo-oos antes de todo, que
somos braziieiros, cuja vida pelas artes 4
apenas na mfaocia.
Saodnes, bontem, o carril de ferro do
Recife Apipucos, saadamoa boje o de 01 in-
da, saudemos amaohaV lodo os futuros ca-
minaos dd ferro, emporio de lodis as gran-
dazas, caminaos da livisaci.
Sio cara* ibos da inteHigencw e do traba-
lho, di-lo o pbilosopho; sao caminhos de
ouro, di-lo o ecooomisii, e cora a razSo o
dii.
Parabens ao novo I A' empresa!
Dovidou-sa da reatisaco desta emp^eza,
mas duvidou-se em vio ; era a mi vonta-
de que o davidava.
De um grande boraempequeo, parti
em grande parte otmfealbo u a esperanca;
rente dava todos os passo-, traoalhador
lancava mi da enxada. ilus ferros do ser-
vico e......caegou ao lim: esse bomum a
quem o baptbmo e a familia chamooAn
dr de Abren Porto, esse homem. vera-
deiro Anteo da concepcai, io* o Jbsa da
empreza : prometteo e cumprri.
Nao tenho pretenc&ws em elogiar o ho-
mem ; respeito nelle a boa vontade e o tra-
balho, que sao osd>us amores da conseien-
cia e o nico amor da hamanidade ; aan
homem do povo e como tal o aprecio.
Viva Pernarabuco e a civilisacSo I
Recife 25 de Jalao de 4870.
A.
Hvendo-e publicado no Diario de Pernam-
tmeo n. 134 de 15 de iunho prximo pausado um
amiuncio com'referencia a exhumaco dos ossos
d > finado Bernarino Francisco le Azevedo Cam-
pos ; annuncio anonymo, mas conlendo allusoes
que pareciam ter por fim tancar urna calumniosa
e negra iraputaco sobre mais de urna pe-soa. a
viuva do mnsmu finado dsu-se presea era chamar
juizo o autor daquella poblicaco, pedindo-lhe
as necessarias expUcMOOSt e foram estas as que
constara da certidao ab ixo.
E' justo que o publico, que leu o annuncio, leia
tambera as explicacoes de sei. autor.
Eis a certidao:
Mari Joaquina de Oliveira Campo*.
Guilherrae Augusto de Alhayde, esenvo do civel
e crime dos juizos municipal e direito da 2*
vara, uesta cidade do Recife de Pernarabuco por
Sua Mageslade Imperial e Constitucional, .
quem Deus guarde, ele
Certifico que por parle de D-. Maria Joaquina de
de Oliveira Campos me fii pedido por certidao o]
theor do auto de declaraces f.'itas por Joaqeura
Fernanaes de Oliveira, o qual do thaor seguin-
te.Auto de dechtracoes.Aos 10 de julho de
1870, em a sala publica das audiencias, onde (A
vindo o Dr. juiz municipal da 2* vara, Armmi
Coriolano lavares dos Santos, comigo escrivao de
seu cargo, abaixo nom^ado, aili pelo dito juiz foi
ordenado ao porteiro do jaizo, Francisco Manoel
de Almeida, que abrissse audiencia criminal, o
qde logo foi cumprido com as formalidades le-
gaes; dando este sua f ter comparecido o Dr.
Antonio Jos da C >!a Rtbejro. o qiial disse que
como advogado de D. Mena Joaquina de Oliveira
Campos traz citado a Joaquira Feraanles de Oli-
veira. afim de fazer as explicarles de que falla sua
peticio, requerenilo fosse o mesmo apregoalo, e
no'coraparecendo encerrasse cora elle a respoa-
sabilidade comniinada; o que, oavido pelo jniz,
Ktim deferio, mandando apregoar pelo dito por-
teiro, o qual o fazenlo, deu saa K ler comparecido
o alto Oliveira, o qual disse, quanto ao primeiro
pon'. >. que ura das radas pelas quaes sospeitou
e suspeita que houve eovenenanienlo, no caso
que allndio no annnncio qne fez inserir no Diario
de n. l'li, foi saber qae txutta veneno em casa
do finado comprado por esle com applicaco a
destiuicao dos ratos ; sendo quo de ura interro-
gatorio que respondau peras'.e o chefe de poli-
ca c rastam cumpridamente, esta e outras razes
de suspeita leram todas no espirito do declarante.
Q tanto ao segando ponto, respondea que no an-
nuncio exhibido nao quiz por nenkum modo fazer
pairar suspeita criminosa sobre pesso certa c de-
terminada, e que portanto nem riuva, nem
outras pessoas se refera.
E por nada mais dizer era lhe ser pergunlado,
houve o juiz por fiado este auto, no qual assigoo
c im o declarante advogado da" peticionaria e tes-
temunhas. .
Eu Gailherra Augusto de Alhayde, escrivao, o
escrevi.Arraimo Tivares. Antonio Jos da Costa
Ribeiro, Joaquim Fernaades de O ivetra, Domin-
gos Nunes Ferreira, Francisco Manoel de Almeida.
E nada mais se continua em dito auto aqui co-
piado do proprio original ao qual mo reporto.
Dado e pasado nesta cidade dn Recife, aos 19
de julho de 1870. Era f de verdade,
8 scrivo
Guilherme Augusto de Athayde.
MOVIMENTO DO MJRT8. Zt&ISZXrjaSSnt
qoin lis p, emnnzx.
i VS \*< e estahelsefiMaftA M em*r#xa
Hem tent* Je todo e qail,|uer importo oroVw-
cial e nnraicipal.
10. A provinera obriga-se a dar a nansa
ama sabvencao qoe nenca exceda a i^OdaObo

A'.vr'M eitlrx+is no da i&.
aiootevido1 dia*, brigiw nespaohol In
tegridade, de 360 toneladas capo Pau-
lo Sust Ymir, equipagem 16, era lastro ;
i Pedro M. Maury.
Rourio i I das, brigo* ioglea Slella IMg.
de 362 toneladas, capillo Jobo Alien,
equipagem 10, em lastro; oroem. Se
guio para Maranbao.
Rio Graode do Sol21 dias, escuna norte-
allemaa Cathnrina, de 96 toneladas, ea-
pitao C. M. Albn-s, equipagem 5, carga
7.6 arrobas de carne; a Rezeode dr C.
Rio Graode do Sal24 dias, escuna iwrte-
aliemia Mma, de 20 toneladas, eapitao
B. Wettroek, equipagem 6, carga l.20i
arrobas de carne; Amorta IrraSo dV C.
Rio de Janeiro, Babia e Macei8 dias,
transporte brasileirro a vapor Marstii
Dias, commandanta I.- teuente Franca,
traz 900 pracas de vqlontarios da patria
pertencentes provincia do Piauhy.
- Nato sahido mo mesmo dia.
Rio de J netro e Bahia Transporte nacio-
nal a vapor Leopoldina, eonMB'ndante ea-
pitao tCD'nte Cast'O ; conduz os prisio-
neiros paraguayos.
EDITAES.
Consolado provinria!.
Pela adrainistra{o do consulado se faz panucar
a solaco dada para junta da thesonraria provin-
cial com relami a cobranoa do imposto sobre
casas de vendar bilhetes de loteras do Rio de Ja-
neiro, alira de qne della tenbam scieoeia os res-
tectos contriDuintes
Consulado provincia! 23 de jalho de 1870.
O administrador,
Antonio Carneiro Machado Rio.
N. 327.O inspector da thesonraria provincial
em respoita a consulta que lhe fea o Sr. adminis-
trador de consalado em sea offlcio de 9 ao cor-
reate, lem a dizer lhe, qne a junta i a mesma th -
sourarta em sesso de 21 do crreme, eonforraan-
do-se com o parecer por copia inclusa do proca-
rador fiscal resolwu qae o imposto de que trata o
j 23 do-irt. 18 da lei do orcamento- do exeretcio
prximo Ando, w vigor no crreme, por delibera
cao da presidenciaf deve ser cobrado, flcando em
deposito nesta th^suraria, afino de qae se flVdu-
za a parte proporcional ao tempo en>qae vigorar
a dita ler, e restitaase o restante ao* contribain-
les, que dearo ohrigados ao imposto decretado
pela nova lei, a contar de saa data.
Tbesouraria provincial de Peroambneo, 2S de
jnlho de IS?0.Jos Pedro da Silva.
Copia-lo parecer.
Nao estando ainda publicada a lei de orcamecto
que vai vigorar para o presente exereb), motivo
porque coDtina a vigorar lei n. CM, e sendo
conforme esta, art. 48$ 33, qoe para vender buhe
tes de loteras do Rio de Janeiro se pague um ira-
losto de S:09W, paree.me qne o imposto que ain
da se deve cobrar na ausencia de outra lei, sal-
va a restituicao se a lei do orcamento para este
exercicio deierrainarootro. o qual sera- ento co-
brado em lugar daquelle. E' o meu parecer.
Recite, 14 de julho de 1870.Gued .4*^or'/do;
Cinforme.Antonio Ferreira di Annuneiacao.
Faeuiade d Direito
annnaes por cada legaa da estrada de ten i
se construir at ompletar o numero das tf Ai-
rante o aspaco de 15 annos, pdenla o hrtiioWu
ole val-o at 20 asnos, se entender que a emprea
entao nio ti ver ainda lacros softVientes.
f II. Desde que os lacros da eraprea tbren
taes qae dando um dividendo de 7 0$ aos accio-
nistas sobrar ainda, sera a provincia eo-particpac-
le na jatao da terca parte.dos lacros excedente
| 11 O presidente da provincia peder impr a
empreta maltas at a quantia de 1001000 por fal-
tas de execueao de qaaloner oarigacao do contra
to, para as quaes nj haja pena estipulada.
S 13. A eroprea ser responsavei petas (Utas
praca las por sen erapregados ao exerctetc de
suas funcroes, desde que dolas resaltar damao
publico ou particular.
14. 0 presidente da provincia lomear ora
engenheiro para hscalisar a execn^o da* obras. &
cumplimento das condiedes do contrato a a ma-
neira regalar de servieo ou trafego da compannia.
para o que Ibe marcara ama grattficaeSo nsoave
que Bear todava- dependente d* approvaei da
assembla provincial.
$ 13. O contratante leri ohrtgao prestar fi-
anca idnea para gararltia das multa do contrato.
na a depositar no cofre provincial e valor deltas,
logo depois que assignar o contrato.
| 16. O presidente da provincia se entender
conveniente, poder alterar, sapprimrr oa accras-
centar algomas das condietovs qne olo sejam con-
sideradas como ladispeusaveis e garanOdoras *
conuratn.
Art- 2l* Picam revocadas todas as leis e dlsno-
sir,3fs em contrario.
.Mando, ponanto, a todas as antoridades, a quem
o conbecimento e execueo da referida let perten-
cer, qae a- comprara c rarem eamprir tao inteira-
mente como nelfa se contera:
O secretarlo desta provincia a faca tmpnrnir,
publicar e correr.
Palacio do gorerao em Macei aos li de maio
de 1870, 49"da independencia e do imperio.
(L. S.) Jos Beoto da Canll Ffueirdo Jumer.
Xesta secretaria foi publicada a pre-ienle lef
em 24 da aaio de 1870. Jonquim do Reg Btw-
ros.
De ordem do Exra. 3r. director interino-o con-
selheiro Dr. Pedro Aotran da Malta e Alhuquer-
que, faco publico que fica mareado o praso de seis
mezes contados da data deste, para a nsyipcao
dos que pretenderera coneorrer ao lugar de lente
substituto da Paculdade de Direito do Rtciie-, vago
pelo acce^so do suhsiitnto Dr. Apngio Ju-ntraiano ana nao exceder de seis mezes,- on
da Silva Guiraaraes, a ca>reira de que era pro- fr
prietano o fallecido Dr. Braa FloreaMno Hean-
qne de Souza.
Pelo que todos os preendentes ao dita-logar po-
deran apratentar* desde na secretaria dosla fa-
eoidade para mscreverseus nomes no Iwroeom-
potente : o que Ihes perraitndo fazer par pro
curador se estiverem a mais de vinte leguas desta
cidade, ou iivercm justo impedimento.
Sao, porein, obri^ados a apresentar ocomentos
que raoJirem >ua q:ialidade de cdadao brasileiro,
e de qae esto no go) de seos direitos eivi< e po-
litieos, ceTtidio de baptismoy folha eorrda do
lusar de seas domicilise diploma de dhoior por
uraa da< Faculdad^ de Direi/o do Imperio, .>u
publica-forma, jatifjcando a irapos>:bilitade da
apresentacad do original, e na mesr.oa occaia
poderao entregar i|uaosquer documentos que jiil-
garera convenientes ou como talo do hbilitac.ao,
ou como provas de servis prestado* ao estado,
\ huraanidade ouassteneia, dos qoaes so loes
passar recibo : tud* de ejofirraidade cora os
alia. 38 e 37 do decreto o. 1.286 de S* de abril
de 1854 e 111 e eguiutes de n. 1,563 de 2 d
fevereiro de 1855.
E para que ehegoe ao conheciment> de todos,
maudei o mesmo Exm; Sr. director interino, afixar
o prsenle, qae ser .publicado as faiteas desta.
cidade e as da corle.
Secretaria da Faculdade de Diretto- do Recif,
23 de julho de 1H70.
O official, no imoediraento do secretario.Mo
noel Antonio dos Passos e Silva Junimt._______
S. Exc. o Sr. presidente da provincia manda
fazer publico para conhecimento de quera possa
inte'ressar que no praso de 90 dias contados desta
data, receber propostas para a eotHtruccao de
daas estradas de ferro uraa que partir desta ca-
pital at a villa da Imperatriz, seguiado pelo valle
do Mundah, e a ouira qu* partindo tambem deta
capital, ir encontrar a via frrea do Recife a S.
Francisco, seguinao a direccio mais conveniente
comtanto que passe pelas comarcas de Porto Cal-
vo e Caraaragibe nunca meos de 8-ieguas de dis-
tancia dos raios centraos da provincia, e nunca
mais te 1.500 metros da povoacao do Senhor. Bom
Jess de Camargibe, conformo as leis provinciaes
abaixo transcriptas.
Secretaria do governo das Alagds, 12 A*, junho
de 1870.O secretario, Joaqaim rfa Reg Barros.
COMMERCIO.
0 TRABALHO NACIONAL E O PRO-
GRESSO.
Te ve effectivamente lugar no dia 24 lo
corrento, a abertura provisoria dos trufaos
urbanos do Reife Otinda, &>m todos os
apptausos populares pela immensa concur-
rencia, hivencivel iodos os motivos.
Digna de todos os elogios, esta empreza
foi a realisaco do trabaleo puramente na-
cional, contribuido em parcelas pelo nego-
ciante, peip capitalista, pelo empregado pu-
b ico. pelo artista, emfim por todos aquel-
les, em cujos coracoes palpita o amor pelo
progresso e pelo eograndecimeoto da pro-
vincia.
Na communbSo de todos os interesses,
na disposiQio de todos os esfo eos, esta
empreza ama empreza popular, nem o
estrangeiro marcoo, com o sen orguiho, a
sua marcha, nem o governo lhe deu real
para ser antes urna fi ha du seu poder.
Combatiida smente pelo egoimy de
bem poucos.....a idea, como toda a idea
generosa, passou por todos os obstaculo*-
deixando, apds si, realidad paraba des
crenca, confuslo para o orguiho, contrarie-
dades para os" veetdus; vncw, como de-
via vencer.
Deixemo-nns de celebridades; o povo
teve a iniciativa nasta empreza e preciso
qda o povo iriumpbe, um dia, com a sua
vontade, que a ?ontate'de iodo*, com a
saa aspiracao, qoe a apiracSo gefal: pe
lo trabalho qoe ata-ma do pensamento,
pelo progreeso qoe 5"a da das nacOes.
FrtAgA DO RECIFE 25 DE JUL'H).
DE 1870. .
AS 3 i/2 HORiS DA TARDK.
Cambio sobra Loaires 90 d/v i|i i|* por 1*000
(sabbado>.
Dito sobre dito90 dr. t por I*.
GoBfillo Jos Alfonso,
Presidente.
Mosquita Ionio.
Secretario.
ALFAND90A.
endimantododia 1 a 23. .
dem do di 25..... .
794:201*437
34 001*478
826:202*915
MOVIMENTO HA ALPAND
.'olumos enfados est fazeadas
Ideai dem com gneros
'Alomes saludos com fazendas
dem dem com ganaros
A
i
.340
-----430
3
599
----- 661
Descarregaa boje 26 de julho,
Barca inglesaMiosaradreadoras.
darca franoeuVmdiotwi^nercadorias.
Barca ingiera Mennie Grayidom.
Barca ingleaCedaridem.
Rirca porlugueia--"AdKwin'ltY HerciUanoidem.
Barca iaglezaD. M. Pherstuvnoos.
Patacho inglezAtatantn~farinha de trigo.
Brigue suecoBors^-farlnba de trigo.
'atacho norte-allemaoLeonjediversos gneros
rfgue suecoMinm dem.
iSEtiHDOALA 09 RENDAS INTERNAS RAES DS PERNAMBUCO.
tendimentodo dia 4 a 21 56:0401808
idea do dia' 95....... 4:3*7**11
60:378*719
CONOOfciADO PROVINO AL
rtendfraentodedlalat. 110.033*080
Idem do dia M, .. 8:038^73
U809H033
LEI N. 568 DE 24 DE MAR) DE 187a
Jos Bento da Uinha FigueireMo Jaoior presi-
dente da provincia das Alagoas : Paijo saber a in-
dos os seus habilantes que a assembla legislativa
provincial, decretou e eu sancoionei a lei segainte :
Art. 1." O-presidente da provincia fica aatori-
sad i a contratar eom Hugh Wilson ou com quem
rasis \-actageo* cfferceer a constroccao de urna es-
trada de fero que partir desta capital at a villa
da lroperatriz, seguindo pelo valle do Mandaba
medanle a* coodicr/ics comidas- na prestte lai.
1. O eraprezano obrgar-ae-ha a dar prompta
toda a liaba no flm de 4 annos depois da approva-
caa dos estatuios da cumpaflhla pelo governo im-
perial, sob pena de pagar provincia uraa multa
do iOtOOOiOOO por cada anno qae deecorra, de-
pois de (lado o praso estipulado para a conclu-o
da linlia, podendo entretanto o presidonte da pro -
vncia releval-o da mulla se o contratante provar
que a falta proveo de cirenrastanciae extraordiua-
nas e inJepedenles de saa vonlade.
8 2. A empreza se obrigara estabelecer-des-
de o comeco do transito da linha tres classes de
vragons para passageiros. 0 preo das passagens,
assim como fre'les das cargas e mercadorias, nio
poderao ser superiores aos da estrada de Bsrro do
Recife S. Francisco, devendo ser regulados por
ama tabella, que ser examinada e approvada pela
presidenpia para ser posta empratica.
g 3.* A emprea ser.obrigsda & apresentar ao
presidente da provincia todas os relatnos, inforr
raaedes e dada relatitas reeeita e -espea.
$ 4. Nenhoma locomotiva poder eatrar em
servido sem (\m seja examinada devidamente per
ura eagonheiro ou raachiaists noraeado pelo pre
sidente, e sera conlr os uleusilios e sobresalentes
necassarios para os casa do accidentes e reparos
de o'ccasiio.
5 5.' A presidencia ter*Tdlrello ao transporte
gratuito at 4 passageai per cada viagem e 80 ki-
logrammas de eargas qaer de ida quer de volia.
8 6.* A tropa, presos, e todo o material de guer-
ra, e bem assim os colonos e suas oagairens serao
transportadas com uli abste de 20 0/0. A em-
prea dever p.or a d'sposiQ&o da presidencia tojo
osea material rodante nos casos urgentes de trans-
porte de tropas e objecios bellicos.
7. A prevlncia concede empreta o privile-
gper 90 annos para seu uso e eorploraoo-da li-
osa projectada.
8 8. A emprea ter o uso dos terrenos.pro*
ffcciaes qoe se acha^em na pa9sagem dos arrit
oa nos lcaos escolbidos e acceitos pela presiden-
LEI X. 572 DE 23 DE MAIODB 1870.
los Beato da Conha Figueiredo Juftsor, presi-
dente da provincia das Alagoas: Paer saber a to-
dos os seus babriante, que a assembla legislativa
provincial decretou e eu sanecionet a lei se-
juinte :
Art. 1.a O presidente da provincia fica antorisa-
i > a contratar cora Jianaes Benefond, on com
quem mais vantagens onreeer, a construc^ao da
urea estrada de ferro, quo partinde desta capital.
v sneontrar a va frrea do Recife 9. Francis-
cor segaiodo a direeja mar* cen^niente, com-
tanto U/oe passe pelas comarca* de Porto Calvo *
Caiar;kgJbe nunca meneado oito- leguaso>distan-
cia da raas cenirae* da primeir* & nnan mais
de mil e qainhentos-metrpe dedisraea da povoa-
cao do Senhor Boro Jsim de Ciraaragibe.
Art. 2; O contrato ter por .use as segnintcs
condioes :
k" Ao eontrataate ser marcado o prtsn de
tres annos da data d>> conyato para apreseiMar as
plantas e orcaionto da* <-was a consiruir-*e sol
pena de malta de 2dlO0*v Se no prazo de d->as
metes depois de entregaos *"plania* e orcamento,
nao houver o piesieac ov provinsia dado ffi-
sao alguma sobre ellas, se Jsver entender qoe fo-
ram aceita e approvadfs-.
2r A empreza ser olmpida a principiar as
obras da eura la dentro do pmo pois da approvarao da* plaas, sob inulta do- der
contos de ris. Seo cootraiante, perm, provar
qua uxcedeu da prazos marcados porsuperveniea-
ciadn forca raaior, podes-o president* se entender
fjde justica releva-lo d^ umita, era quo ijver hser-
rido, quer mis-ve-o da mol, quer o, poder
arada se entender conv?fiiea6e marcar-lhe nove
ento
rescindir o contrato, ftzeado>icom ootro.-
83. Em iftuaidade de eondtoes prefcrir o Ma-
lar da proposta, Jacques- Boaefond, qae dirigi
o presente acto k-gislativo.
g;4- .*ieinpruu poaerifooiwtar os inrno* rs
las. estradas e pontes actualmente existentes,
oomtanto que lb#w o transi publico fwre, flcan-
do a mesma empieza obligada a reparir. ou fafier
de novo aquellas qoe forera deeriorad3-oii arrui-
nadas pelo transito dos tren, e fazend.i a< rera necessarias sua csrtn.
g 3.-Ai empresa ubrgar-se-ha a foro**rera-
tniaraeate as pedras para e-cal-rarapiii > < -iil
sendo estas-tirada-i us ovina* por on .v-.ii a
estrada e podendo desviar mil e qn; me-
tros, qaer para um, quer para awro '.'>.
g 6. E'-'perraettido emprea rebaixs; ..n dw-
viar-se de quaiquer das oitadas e>;i.ii- s.-r,<
bombas, ou ponirihoes, ou aWwessa-la-1,.>#*-*ti-
las paralellviit'n1* conforn r atis r .hu
direccaoda liiiba projecisda. e-oinwn* qae .-
obras destruid'-:- sejam s'ili>riiu da* .-
perfeitamento id-oalicas e tMieea-> de-pi-tio .-ire-
ro por conta daeraprexa.
g 7. Se duranto a execo> da lin i t >
do tempo-de seu servieo foi alwran. h
local das estradas-, ras e ponte>, u, i .-> > '-
locados os trilhosi emprwaflca reserv i.. !i-
reito dc-reinove-los para os novos desvuw mi dn
conservalos corea antiga dsreceao, indepeadw;it
de qual^uer indemnisacao, percebendo-a, portn,
no caso de taes alteracoes prejndicarem as- olra.s
ou transito da vLa'ferrei.
Art. 3-" A empreza ser ebriftada a altender na
execui,*ao das obras as condi.ies seguinles;
1.* A linba de carris nao ter omi bitola: infe-
rior a um raetiO' e vinte decmetros.
1* O-peso uV trunos no ser inferior a vinte
e cinco kilogramurts por metro- corrente.
3." 0 donnentes dos trilhos tero entre si ao
mximo, a dfc-tancia de ata metro, coaiando do-
respectivo centro.
4 Os declives da linha nao poderao exceder de
O, ciocoenla por metro oxsetrto em pequeas dis-
tancias inferiores a trezenuis e cincoeaui inetros,
procedidas e seguida* de declive menores a
O quarenta ; as curvas i:*> poderao ter ura raio
inferior a omentos metros, polendo este lmite aas.
esta^oes e proximidades dus poutos de partidas
Jeseer a seteata metros,
5> A empreza constroir estacoes-nos pontos
intermedio* mais convenientes e as extremas da
linha, dada ama das quaes ilever conter os neces-
arios co amlos para o servieo de passageleos e
armazens para cargas, alm das dependencias que
a Julio da empreza forera- necessarias para a guar-
da do material da estrada oifleinas.
As reterWas estacos tera.) espaco-soffieiente, U-
uha de desvio em numero quo garaatam a segu-
.ranea publica na manobra dos Irens.
Art. 4?" As locomotivas qne tiveremde serena-
pregadas no servieo da lint deverJo ser das mais
aperMcoadas. O seu peso dever. ser inferior a
dezaseis toneladas mtricas salvo se o peso dos trk-
Ihos f&r superior ao mximo exiguo.
g l. As locomoiivas nao reboearo peso supe-
rior a saa forca.
2.* Nenhuma locomotiva poder entrar em
servieo autes de ser examinada devidamente por
um engenheiro ou maehinista comeado- pelo pre-
sidente e em conter todos os utensilios a sobresa-
lentes necessarios paaa os casos de accidentesj
reparos de occasio. A opposicio es-ripia do
agente nomeado obsia qne as locomotivas exami-
nadas sejam postas em sevicode esradaat ipie
qualquer duvida quo a tal respeito appareca se)
revolvida na forma do art 35.
Art. 5. A empieza ser obrlgada a estabeleeer
depois de construida toda a linha, ura fo telegra-
phico para o servieo da estrada, o bem assim ae-
ceitar e transmitir a seus destinos mediante re-
tribuido e sem prejuito da estrada os telegrama
mas parlicularee. .
1. A provincia tora dirolto a servir-se dos,
postes telegraphicos da estrada para col locar um
fio para seu ozo partleuter. Emquanto asam nao.
praticar, a empreza se obrgar a rransniittir gra-
tuitamente e at a extrom da linha os telagram-
raas do servieo publico.
Art 6.* O servieo on trafago da linha pcojecu-
da se far com dous trens pelo monos e os de car-
gas que a eraprexa julgar con*.,oniento.
8 l.'N transportes de passagoiros a empreaar
se obrfgari a estabelecer desda o coraeoo do tran-
sito d linha tres classes de carros pelo menos.
8 2 A empreza cobrar no mximo 100 rife
por kilmetro no transporte de primeira clasaa.
73 ris oa segunda o 3i) ris na terceira.
g 3 O (rete das mercadorias ser calculado
ior peso e classe nao excedente em caso algn
de vate por cont
Art 7* As tarifas e Qskiucdes regalaAeon-
rw dos transportes nio poderao ser exwaud
lsera previa appravajau d projiddacia.


Diario de PernamWco Terqa feira 26. de Julho de 1870
Art 8.* A -preza se obligar a ejt pedir para
o servido interno e policial da estrada oro regla-
mento que so ponera ter execuco depois da ap-
provacio do presidente da provincia.
Art. 9.* A estrada nao poder funcionar sem
que tenba 03 seguintes rodantes : 10 locomotivas,
24 carros d passageiros, 90 para cargas, 10 paira
bagagens e 6 para animaos. Alm deste material,
a empreza ser obngada a possoir o trem rodan-
te neceasario regulardade do servio da en-
trada.
Art. 10. A empreza se obriga a fornecer re-
gularmente ao presidente, sempre que 03 pedir,
todos os dados relativos a reeeita e despea e mo-
vimento da estrada.
Art. 11. As tarifas serio revistas do cinco em
cinco annos c snbmellidas approvacie do presi-
dente. ,.
Art li. O presidente da prervioeu tena o di-
reito de fiscalisar a completa execuco do contrato
pela forma qae Iho aprouver, ticaado entendido
que esta ftscalisacAo nao se refere as obras, e
apenas regulardade do servico execuco dos
respectivos reglamenos.
Art. 13. A presidencia tom o direito de 5 pas-
sagens e a 100 killogrammas em cada trem, tanto
de ida, coo de volia. > que d'ahi exceder ser
transportado com o abae de tO /, sobre a res-
pectiva tarifa.
I> A tropa, presos e todo material de guerra,
bema8sim os colonos e as bagageas seao
tranip rtados com om abate de 25 /. A empre-
za se obrigara a por disposicio do presidenta
todo o seu material rodante nos cases urgentes
le traasportes oaderaveis de tropas e objectos
bellicos.
Art. 11. A linba podecy, ser dividida em sec-
-s de accordo com o presidente, e estregu ca-
da urna ellas a transito publico proporclo que
fereai construidas.
Art. 15. Fica garantida emprea o privilegio
de 90 annos para u-o ilusivo e esploracao da
hnba prejeclaoa, o-qteal correr d3-dia em que
for entregue ao 'tram-uo publico a priraeira seceo.
A ninguetn ser permittido estabeleeer trinos de
ferro para transporte publico de passageiros, oa
mcrcadonas a direoro da liaba cent atada e na
zona de desesete'klMometros para cada lado da
estrada ex-eeptuado o pooto de partida da ca-
pital.
Art. 16- do privilegio a qualquer pessoa ou cotnpanhia
sob as mesmas claesulas no contrato estipuladas.
Art. 17. A empreza ter o uso dos terrenos de
marinha e outres de propriedade mcioaal que se
aeharem na passagem dis carrte, ou os locaes
eseolhidos e acceitos pelo presidente para estacoes,
offieinas e ouiras dependencias.
Art. W. As Obras e eetabalecimentes 'da em-
preza ficam antes de todo e qualqaer imposte
provincial e municipal.
Art. M. O presidente da provincia fica autori-
sado a solicitar dos poderes eraes-a isenco e
direitosipara todo o material da empreza, e bem
assim para o carpi d-* pedra de seu o nsumo.
Art. 20. 'As ibras da empreza serio confine
radas de ulilldae publica para gosarein todas as
garantas.
Art. 21. A empreza resprasavel pelas fahas
praticadas pt*lo seus empregadosnoexercieio de
anas funecSej -desde qae (TaqueUas resulurem
dainnes pblicos ou particnlares.
Art. 22. O. presidente poder impr empreza
multas ataqttaniia de 200*660 pelas faltas-de
cumprimento o> qualquer obrigacao do contrato,
para a qual nao naja pwia estipulada
Art. 23. A empreza prestar flanea idenea pera
garanta das maltas impostas no contrato, oueo-
tio depositar>n cofre provincial o seu valor.
Art. 24. Ao presidente da provincia tica igual-
mente reserva*.) o direito de eitabelecer nos re-
gulamentos da empreza as maltas em qHe esU de-
va incorrer-pelas faifas relativas as prescripcoes
nel le-estipuladas e que disserem respeito em-
preza. I
Art. 23. Asduvidasproveaients da intelligen
cia do contrito ; e as que sobrevierem durante a
execueao das obras da lofca e o seu servico serio
decididas por djos arbitros, um nomeado por ra-
da urna das partes, e oor um terceiro escolhido
por accordo destes, se elle nao continuaren!.
Art. 26. Ficam revogadas todas as leis e dts
posicoes em contrario.
Mando portanto, a todas as autoridades, a quem
o conhecimento e execocio da referida le perteo-
cer, que a eumpram e (acaro eumprir-tio ratera-
mente como uella se conten.
O secretario de>ta provincia a faca imprimir
pnhlirar a c/irner.
Palacio do governo em Mace, aos K de maio
de 1876, quadragessimo nono da independencia e
do imperio.
(L. 8.) "JosdSento da Conb Figueiredo Jnior.
Nesta secretaria fui publicada a preseate lei em
i' de maio de 2870.
Joaquim do Reg Barros.
Ra da Guia.
Cata terrea a. 27.......1*1*000
SU da Mirueira n. i.. M7f000
Os pretndanlas deverao apresentar no icio da
arrematacio das suas naneas ou comparecerem
acompanbados dos respectivos fiadores.
Semtaria da Santa Casa da Misericordia do Re
cife, 2 de julho de-1870.
0 escrvie,
___________ Pedro Rodrigues de Soma,
LEILfiES.
De ordem o> Dltu. Sr. conselheiro inspector
da thesouraria de fazeoda desta provincia se fz
pnalic^^iara conhecimento de todos os habitantes
da mesma provioia, a circular do tribunal do the-
souro nacional n. 93 de 11 do corrale mez, abai-
xo transcripta.
Secretaria da thesouraria de fazeeda de Per-
nambuco, 22 de julho ne 1870.
Servindo de offlcial-maior,
Manoel Jo> Pinto.
Circular n. 23. Ministerio dos negocios da fa-
zeoda. Rio de Janeiro, em 11 de julho de 1870.
O visconde de Itaborahy, presidente do tribtinal
do thesauro nacional, tendo revolvido a substitui-
co das notas de 2000 da 3* estampa, ordena aos
sre. inspectores das lhestraria de fazeoda que
mandem publicar esta r>;solugao por annuocios
nos peridico das provincias, e por ediUes afilia-
dos em todos os municipios; procedam referida
substituto com o producto da reada das respec-
tivas thtsourarias, sollicitando a reraessa des fun-
dos precisos no caso de deficiencia da mesma Ten-
da ; e remettam mensalmente ao tbesburo as no-
tas que se foremsubswuindo, devidamente1 carim-
badas e inutilisadas.
Nos annuncios e ditaes deverao Tazer a decla-
rars de que do 1* de julho de 1871 em diaute co-
melar o descooto-e 10 /. mensaes no valor das
nolis que nao verem sido substitaidas at 30 de
juntio defsse auno.Visconde de ttafoorahy.
.1 uizo des fcitos da fazenda
IDe ordera Jo Illm. Sr. Dr. juit dos feitos da fa-
senda desta provincia, faeo saber totes os arre-
matantes dos bens do extincte vinculo de [tamba
e bem assim -seas fiadores, qae dentro do praso
de 15 das, a cootar da data deste, e sob as penas
da lei, deverao comparecer per si ou por seus pro-
curadores na 'tbesouraria de fazeoda ; aquelles
que arrenataram vista para recolherem aos co-
fres da mesma thesouraria em dinheiro e contad*
o respeavo preco, e aquelles que arremataran)
praso, e -seus Madores para assignarea as letras,
que se ohrigarao aceitar e garantir.
Recite 26 de julho de 1870.
O escrivao,
Laiz Francisco Brrelo de Almeida.
DE MOVIS
louQa vidros
HOJE
O ageana Pinto, autorisado por urna familia que
nradou de (residencia, far lei lio dos movis,
'lovca e mais objectos abaixo declarados, os quaes
serao transportadas de urna chcara distante da
cidade para o Ia andar do sobrado da ra do
^rigario n. 5, onde se effectuar o leilao no dia
" cima dito, a saber:
Um piano forte. 1 mobilia de Jacaranda, qua-
dros ovaes, casticaes e mangas, jarros para flores,
tapete, escarradeiras, cadeiras de bataneo e can-
dieiros a gaz. etc. 1 cama Tranceza de jacaTand,
1 toilet com pedra e ospelku, 1 commoda, 1 cama
de amaretlo, i meza de cama, e cortinados, 1 cama
para meninos e 1 berco, l meza elstica, 2 appa-
radores, 1 sof, 12 cadeiras, 2 ditas de bataneo,
2 consolos, loa<;a para cha e jantar, copos, clices,
garrafas, compteiras, -vaios para flores, figuras e
muilos outres objectos de easa de familia. O
leilao piincipiar as 10 horas em ponto.
LEIUO
DG
Dm sobrado de doos andares e um sitio com ama
easa para acabar.
O ageate P< ntual, competentemente autorisado
vender m leilao ora sobrado de dous andares,
edificado em solo fareiro, sito ao pateo do Paraizo
a. 18, rendendo mensal 53 j, e nm sitio no lugar
da Capanga (Baixa-Verde), com nroa easa para
acabar, (solo proprio), com 97 palmos de freate e
306 de (ando.
ao-armazem a ra do Imperador n. lf as 11 horas.
LEILAO
DA
Grande easa terrea n. 11 da roa de Santa Tne-
reza em Olinda, com 91 palmos de frente e 88 de
fundo, com urna meia agua pelo lado do sol, coro
177 palmos de frente e 23 de fundo, com outra
meia agua do lado do norte, com 98 palmos de
frente e 23 de (ando, grande pombal no mesma
correr com 60 palmos, quintal grande e todo mu-
rad) e um grande viveiro.
Sexta feira 29 de julho.
all horas em ponto.
Por intervencio do agente Pinto. Em seu es-
criptorio ra da Cruz n. 38.
VOZDAVERADE
Hotel Aguia Brilhante
Rra estrella do Rosarlo n. 49
Os proprietarios leste estabelecimanto leem a
honra de participar' ao respeitavel publico que
des'le j se aeha aberta sua casa, onde encontra-
rn, a tempo e a hora, commedorias com acceio e
pf/rfeijio.
Assim como recebe-se assignaturas, mandando-
f levar a comedoria aoi assigaantas, se aio tive-
rem porUdor, aflamando os proprietarios tudo
com a devjda promptidao a seas fregueses.
16
LEILa.0
Das casas terreas da ra de Santa Cruz ns. 61
e 66 e Cotovelo n. 2, edificadas em chaos proprios
com grande quintal murado, sendo qoe os fundos
das primoiras dio para o fondo da casa da rna
do Coto vello cora portan, tendo urna das casas
grande solio.
Sexta-feira 29 de julho s II horas e meia em
ponto
Por intervencio do agente Pinto, em seu escrip-
tario na rna da Cruz n. 38.
De ordem do Illm Sr. conselheiro inspector
da thesouraria de fazenda desta provincia se faz
publico, para conhecimento dos interessados, qu*
o tribunal do tfaesouro em ordem n. I4 de 13
do crreme mez auturisou o pagamento de di vid is
de exercicios fiados, cujos seuhores sao os se-
grales :
Dr. Antonio'Marnues de Lima, Cypriano Perei
a, irmandade do N'ossa Sentiora da Soledade da
Boa-vista, Luiz Eduardo dos Santos, Miguel l.ui?
la Purificaoo, Xorberto Muir Teixeira Guima
raes, D. Florinda Mana do Carino, Joaquim 6a
silio l'yr.-iio, Juvencio Aurel an.i da Cunha Cesar,
D. Raynwnda Laura Marques de Araujo.
Secretaria da thesoutaria de fazenda de Per-
nambnco, 24 de julio de 187C.
Servindo de ofllcial-maior,
__^______JJanoel los Pinto._____
O Dr. Sebattiio do Uego Barros de Lacerda, juiz
de direite especial do commercio n-sta cidade
do Recife de Pernambuco, por S. M. i etc.
Faeo saber aos que o presente virem e delle no-
1 icia tiverera. que no dia 27 de iulho do crrente
-inr.o. se ha ae arrematar por venda em praca pu
blica deste juico, depois da respectiva audiencia, o
aenuinte :
Dm sobrarlo de dous andares e sotan aito rna
estrella do Rosario n. 25, com 81 lr2 palmos de
comorimento e 20 de largo no vio, om i salas e
2 quartos em cada andar, cozraha fra, avaiiado
port3:000.
Um sobrado 'i-e um andar e solio sito roa das
Aguas-verdes n. 2, com 51 palmos de comprimen-
1o e tS de largo, cora 2 salas e 2 quartos, e no so
to 2 pequeos quartos, cozinba, cora pequeuo
quintal, avaiiado por 5:000.
Um Mtio na travessa do Brito, freguea'a de S.
Jos, chaos proprios, eocheira, estribara, eom 650
palmolo frente, aiem do alagado, e 400 de funde,
-om arvoredos, avaiiado por 18:380^.
Os qaaes firam peohorados por execncao de
Alanoel Pires Ferreira contra o major Antonia da
Silva Guarni.
E naotevendo quem cubra o preco da avalia-
^ac, a arremataeio ser feita pela adjudicaca,
endo do sobrado da roa estreiti do Rosario n. 25,
adjudicado oor 12:000. Dito da ra das Aguas-
Verdes n. i, adjudicado por 4;060J. O sitio na*
travessa do Brito, freguezia de S. Jos, adjudicado
por 44:704 f.
E para que chegue ao conhecimento de todos,
manoei passar o presente, que ser publicado
pela .imprensa 1 atflxado nos lugares do costme.
Reeife 2 de julho de 1870. Eu Manoel Mara
TRodrgues do Nascimento. escrivao o snbscrevi.
Sebast&o do Reg Barros de Lacerda.
AVISOS MARTIMOS.
RIO DE JANEIRO
Para o -referido porto *st pro po receber
carga afrete o brigue brasileiro (khelo'. tratar
com seus -consignatarios Amorim Irmios & ra da Cruz n. 3.________________________
C0MPANH1A BR.4SLE1RA
DE
Paquetes a vapor.
Dos partos do norte esperad
at o dia 28 do crreme a vapor
Guar, commandante o capito
tenente Pedrom. Duarte, o qual
depois da demora do costurae
seguir para os do suJ.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se
arga que-a vapor poder conduz", a qual deven
ter embarcada no dia de suacbegada. ncommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su;
ahida.
Nao se recebem como eacommendas senao ob
Jectos de pequeo valor eque cao excedam a dua
irrobas d peso ou 8 palmos cbicos de medico
rudo que passar destes limites dever ser embar
ado como carga.
Previne-se aos senhores passageiros que sna-
passagens s se recebem na agencia, rna da Crm
n. 57, andar, escriptono de Antonio Luiz d
Olivpira Azevedo & C.
KI UM DI) SOL,
Para a indicado porto recebe alguma carga a
frete a barca nacional Sania lana : tratando- se
com os seus consignatarios Amorim Irmios & C
ra da C ua-n. 3.
COMPAS'HIA PEKNAMBUCAflA
DE
Vavegaeio coste!ra por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caiy, Gear, Maodah, Acarac e
Granja.
O vapor Igojuca eommandant<
Moara seguir para os porto; aci-
ma no dia 30 do corrento as 5 hora
la tarde. Recebe carga at o dia 29, encom
nendas, e passageiros e dinheiro a frete at as
i horas da tarde do dia da sahida no escripto-
rio do Forte do Maltas n. 12.
AVISOS DIVERSOS.'
Anda se precisa de um caixeiro de 14 a
annos cora pratica de taberna : na roa da Concor-
dia n. 95.__________
Precisa-te de urna ama para servico de urna
casa de pequea familia, para comprar e cosi-
nhar : a ra do Doque de Cixias, ontr'ora ra do
Queimado, leja n. 22.
0 DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
lera o seu escriptorio roa do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
ras da manbia s 3 da tarde.
m
i MUDANCA.
DE
MOTIS
(novos e osadosi
Urna mobilia de amarello coasunte de 12 ca-
deiras de guarmcao, 2 ditas de bracos, 2 ditas
defcalanco, 2 consollos, 1 jardiieira, e 1 sof, toda
ella otalhada, 1 outra mobilia de pao d'oleo, 1
cama francesa nova de amarello, 1 dita usada, ca-
deiras de balance, marqueras, marquezoes, ramas
redondas, 2 comraodas de amarello, 1 meza para
advogado, cadeiras avulsas, consollos,, sofaes e
muitos outros objectos perteoeentes a um estabe-
lecimente em liqu.dac.io.
iioji:.
O agente Martins far leilao dos movis cima
mencionados ao correr do martello, no armazem
n. 45, a ra estreita do Rosario as 10 horas d
da
LEIUO
DE
Urna factura lie movis novos e caixas eom vinho
Bordeaux, constando de
Cadeiras para pianos, ditas de balanco, bercos
de faia, ditos de Jacaranda, camas para meninos
com balaustres e 50 eaixas eom vinho Bor-
deaux.
(Sendo todos os movis novos, arma dos e por armar)
HOJE
Terca-feira, 26 de jn ho ao meio-dia em ponto.
Por intervencio do agente Pinto, em continuarte
do leilao de movis, lonca e erystaes que deve ter
lugar as 11 horas do di cima dito 00 primeiro
andar do sobrado da ra o Vicario n. 5.
LEILAO
DE
Vinte barris com manteiga ingleza nova.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco da
quem pertencerde 20 barris com manteiga ingle-
za nova sahida da alfandega, e seao vendidos em
1 ou mais lo es terca- feira 26 do crreme as 11
horas da manbia na porta do armazem do Au-
nes.
Aracaty
Segu eom a possivel brevidade o palhabote
Emta, anda recebe alguna carga a frete: a
tratar cora S Leitb Irmios, ra da Madre de
Dos n. 1.
Maranho
E' esperada do Rio de Janeiro em poueos das a
barca portuguesa Marta, que traz j alguma car-
ga para o referido porto ; e descarregaodo a que
para este conduzir. receber aqui a que for pos-
sivel oblar para o Maranhao, e com pouca demo-
ra : por so quera desejar aproveitar esta boa
occasib de embarque, dirjase ao consignatario
oaquira Jos Goncaives Beltrio, roa do Com-
mercio n.47
Maranhao
Segu eom brevidade para o porto cima o pa-
lhabote nacional Joven Arfhur, anda pode receber
alguma carga e trata-ee com os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo k C, ra da
Cruz n. 37, andar.
Para o Porto.
Aeha-se carga o brigue portuguez Triumpho.
pera onde recebe por frete commodo : quem no
mesrao quizar carregar eotenda-se com o- cossig
aatarioe Thomaz de Aquino Fonseea & C, ra di
Vigario 19, 1* andar.
LEILAO
DE
Um piano forte, um bom guarda-loaga,
guarda-vestido, um guarda-roopa e um
cabriolet de rodas com coberta e ar-
reio6. ____
HOJE
Por intervencio do agente Pinto, na ra do Vie
rio n. 5, onde haver leilao de movis novos
asados.
s
O Dr. Carolino Franoseo de Lima San-
tos mudou sua residencia e consultorio
para a ra do Imperador o 57, 2* andar
do sobrado cujo armazem conserva an-
da hoje o nome de Alianca, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. 00
exercicio de sua prossio de medico e
de operador, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute.
Pede-se a devocao do Monte Pi Portu-
guez, que lance suas vistas para urna v....
que mora na ra dos Pescadores, a qual
sendo protegida por esta santa iostitut-
cao, por considera-la urna senhora ho-
nesta ; o contrario urna mu her de
mos costuraos, a pontos de ser na mes-
ma ra tida e havida como urna seduc- ^
tora de Albos fami.ias, sendo qae o sea jR
primeiro fructo depois de sua v.... ape- >ft>
as conta 4 para 5 mezas. 25
j Pescador sem arrufa. 59
Preeisa-se de urna ama para casa de pouca
familia para comprar e cosiohar : ra do Im-
perador n. 16, andar.
AVISO
km
Francisco Jos Ribero Braga, coa fabrica de
charutos e cigarros na rna Direita n. 38, desojan-
do ser visitado pelos senhores doaos da tabernas,
ou por seus caixeiros e todos os mais que o- qoi-
zerein honrar, vem pelo presente advertir qu era
sua fabrica se a cha boas charutos fabricados aqni
com fumo da Bahia e que vende a 14*000 o rai-
iheiro, e por isso espera qae os raesmos senhores
venhara desengaarse com seas oibos ; a*ia
como, tem cigarras de todas as qualidades e
aprompta tambera qualquer eneommenda a von-
tade do comprador._______________________
0 abano assignado faz scieoie qae o Sr.
Florentino Pereira de Souza deixou de ser seu
caixeiro desde o dia 19 do correnta Reeife 21 de
jolho de 1870.
Man el dos Santo* Yillaca.
PEDIDO

Precisa-sa de um criado cozraheiro : na rna
do Imperador n. 57, 2 andar, entrada pelo lado
da frente._______________________________
Urna pe:-soa habilitada, que tera dado alguns
discpulos promptos e que teem sido approvadbs
as materias latina, francez e rhetorica, propoe se
a leccionar as mesrnas materias, das 3 horas da
tarde em diante. Pode ser procurada ra do
Jardim n. 43._________t__________________
Na ra Nova n. 4 precisase de um caixeiro
qae tenha pratica de loja de terra^ens, offcreoe
vantagens. __________
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
no
RECIFE A9 OIIMDA.
Previne-se ao respeitavel publico que at
o 6m do mez correle ca suprimido um
trem a tarde e outro elaraanha a de Olinda,
ter 2 viagens de ida e 2 de volta pela ma-
nbia, e 2 iguaes a tarde.
Recife 25 de julho de 1870,
O supreiotendente.
A de Abr-u Porto
Offerecese urna senhora portugueza de bons
costumes para casa de pouca familia engomma.
e cose com perfeici : a tratar na ra da Au-
rora n. 48 primeiro andar.
a Perdeu-se da estac5o da ra Formosa
at Santo Amaro, no domingo 24 do cor-
rete, um relogio de ouro para Sra.; roga-
se pessoa que o achou de fazer o obsequio
de o entregar na ra do Crespo n. 5 luja,
que se agradecer ou recompensar.
ATTENQftO
- O abaixo assignado convida a qnem se julgar
credor do 9* batalhao da guarda nacional do mu-
nicipio de Olinda, comparecer no praso de olio
das improrogaveis em casa de sna residencia (la-
tir da Ribeira n. 9) munido de seus documen-
tos para serem pagos.
Olinda, 25 de julho de 1870.
Manoel Ignacio da Silva Braga,
Alferes tfiesnureiro do batalho.
AVISO
Achando-se erabargdo o engenho Pontable pelo
juizo do commercio da capital, para pagamento da
quantia de 45:OUO000 de res e juros at real
embolco ; turna-se a avisar que ninguem faca
compra, arrendamento, ora qualquer contrato
sobre o dito engenho ; porque alera de nullo de
pleno direito, quera fuer incorrer as penas do
art. 264 4* do cdigo penal.
Aliiga-se
Aluga-se para easa de familia urna escrava com
habilidades, nm moleque para servico de casa e
um molaio que enlende da tratamento de caval
los; e veode-sa nma escrava de boa conducta
com algaraas habilidades: trata-se na ra do
Rangel n. 7. taberna.________________ '
Ao publico
O hotel chinez previne ao respeitavel pabiieo
que se acha estabelecido com um hotel na ra
de Santa Rita n. 3, Dromptc para foroeeer qual-
qnel eneommenda inherente ao seu estabeleci-
mento, certo de que achara sortimento, prompti-
dao e agrado.
A' todas as pessois que por emprestimo teem
levado livros de direito e obras_ de litteratura^o
escriptorio de Alcotirado 4 Irmao, roga- se o erpe-
cial favor de os mandarem trazer. visto como sao
elles de palpitante e absoluta necessidade.
FESTA. MACARRNICA/
Pamphleto'politico de que na corte venderam se
DEZ MIL EXEMPLARE5
EM
' VINTC E QUATRO HORAS
Rs.200.
Livraria franceza.__________
M HDAME L1I10
EPISODIOS DA VIDA INTERNA
do ex-dictador e do sua favorita, com o retrato de
LPEZ.
1 vol. 8 brechado.
. Rs.-U500.
Livraria franceza.
HOMBM DE MELLO
ESCR1PTOS HISTRICOS E LITTERARIOS
1* A Constituate peranie a historia
2 30 de julho de 1832.
3 Diversos.
1 volme 8a brochado.
Rs.-3*000.
LIVRARIA FRACEZA.
Jos Joaquim
ropa.
Goncaives Bastos vai a E'a-
Precisa-se de nm criado de 15 a 20 annos, pre
fere-se. para casa de pasto : ra das Laraogei
ras n. 4.______________-.
Precisa-se de um mehino para caixeiro de
taberna: na ra da Senzalla Velhs, n. 80.
Preeisa-se de urna ama para comprar para
casa de homem solleiro: Estrada Nova primei-
ra taberna.
- Preci:>a-se alugaj uma escrava para veudt-r
na ra : a tratar na .1 ti Imperial n. 22
AMA
Preeisa-se de urna ama, que engomme bem, e
faca mais algum servico para.casa de familia, po
rm, qu seja de boa conduela ; aa ra do Pires
sobrado n. ?7.
DE
FAZENDASGERAES
HOJE
26 do corrente
(Para liquidaco)
Foerstemberg, Flach & C. faro leilao, par in-
tervencio do agento Oliveira, de variado sorti-
mento de fazendas especiaes e proprias do mer-
cado, sendo principalmente inglezas, francezas.
allemaes e suissas de algodio, li, linbo e de seda,
Ter s 10 horas da manbia, em seu armazem, sito
ra da Cruz n. 34.
DECLARACOK.
SANTA CASA A MISERICORDIA DO
RECIFE.
A filma, junta administrativa da Santa Casa dt
Misericordia do Recife manda fazer publico qut
a ala de snas aessoes, no da 28 de julho, pelas
4.paras da tarde; tem de ser arrematadas a quen,
anais vantagens ofcrecer, pelo tempo de um a tres
annof, as rendas dos predios em seguida declara
Jos:
EST.4BELECDIEMTO DE CARIDADE.
Ra do Padre Floriano.
Caaa terrea n. 63.......177*000
dem n. V........171*000
Ra larga do Rosario.
2* dito da obrado n. 24 A. 400*000
Travessa da S. Pedro.
Sobrado de ? andares n. i. ... 002*000
PAT8IM0NI0 DOS ORP1A08.
Ra da Senzalia.
Sobrado de 2 andares n. 136 01*000
Ba do Rangel.
Casa terrea n. 38.......360*000
Ra da Cacimba.
Casa ierran. 12.......147*000
Ra do Pilar.
Um a. 104.......200*000
Meo d 102........202*000
dem q, 103........203*000
-MBD.M,........20**000
Rio de Janeiro
Pretende seguir para o referida porto com a
possivel brevidade o patacho Monietro por ter por
cao da carga engajada ; e para a que Ibe falta e
escravos a frete, trata se com o consignatario Joa-
ojia Jos Gancalves Beltrio ra do Commercio
n.t7.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
tm
%avgaf costera por. vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe, commaadaate Sil-
va, seguir para Mamanguape no dia 26 do cor-
rente as 6 Doran da tarde. Recebe carga, encora-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as 2
horas da tarde da dia da sahida, no escriptorio
da eompaotaia, Forte do Maltes a. 11
MU'
GRANDE
LEILAO
A viuva e filhos do finado Dr. Joio Ferreira da
Silva convidam todos seas amigos e prenles,
afina de assislirem alguraas missas e memento,
que por alma do mesmo finado mandam cel.brar
no da 27 de julho, pelas 7 horas da nianhia, no
Hospicio de Nos-a Senhora da Peoha, primeiro
anoivers^rio do sen passamentn._________,
Precisa-se
de urna cosi-
oheira, prefe-
re-so escrava,
para casa de pouca familia e paga-se bem : a
tratar no largo da matriz de Santo Antonio n. 2
Io andar.
---------------------------T
IMfflHI l:
Attenpo
Precise-se alagar nm moleque para vender
miudezas, dase tres mezes adiantados na ra de
S. Francisco n. 70, taberna, ou na Capunga, ra
das Crenulas n. 5.
CAIXEIRO.
Precisa-se arrumar um menino dos ltimos che-
gados, de idade de 12 annos : a tratar na ra Di-
reita n. 10.
Ama
Precisa-sc de urna ama forra ou escrava para o
servico de urna casa de pouca familia : a tratar na
rna da Cruz n, 18. 3 andar.
D. Mara Joaquina de Oliveira Campos, tendo de
fazer remessa para Portugal dos restos mortaes de
s*u sempre asss lembrado marido Bernardno
Francisco de Azevedo Campis, convida os seus
pareles e os amigos do finado a I he fazerem o
caridoso obsequio de assistirem as missas e me-
mento solemne que pelo de^canco eterno de sua
alma, manda celebrar na quinta-feira 28 do cor-
rete, pelas 7 horas da manhaa, na igreja d ve-
neravel ordem terceira do Carme ; pelo que des-
deJrnanifeslasuaeterna gratidao.__________
DE
moveis4 [iouqa e vidros, novos
I e usados.
Hoje
Na I* andar do sobrado, da ra do Vigario n. 8.
Para o referido porto pretende seguir com bre-
vidade o patacho nacional ProUcior, por ter a
maior parte da carga prompta ; e para o resto, a
frete mdico, trata-M cora o consignatario Joa-
quito Jos Goncaives Berao, a ra do Commercio
n. 17.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
\arjaci> eoatoira por vapor.
Guyana*.
O vapor Mouor seguir para o porto cima
no dia 26do corrate s 9 horas da aoite. Receb.
carga, encomroendas, passageiros edinheiro a fre
ie no eseriMario do Forte d Matt-^s n. 11
LEILAO
Da bareac-a denominada Acsdemia.
A qual pega 1400 eaecas ou 7 mil arrobas de
earga,
Qoarta-feira 27 de julho, s 11 horas em ponto.
No caes do Ramos.
O agente Pinto far leilao precedida a com-
petente autorisaco da bareaea cima mencio-
nada a qual esta fondeada em frente do caes, on-
de pode ser desde j examinada, sendo que a le
lio se effectuar s II horas do dia cima dito.
Raymundo Jeio de Moraes Reg convida a seus
collegas e amigos para essistirem urna missa qne
manda rasar pelo repouso eterno de seu amigo o
Dr. Joio Antonio Alves Jnior, na igreja matriz da
Boa-vista, amanhia 27, pelas 7 1|2 horas da ma-
nbia, E desde ja confessa-so eternamsnte agra-
decido s pessoas que eomparecerera a esse reli-
gioso acto.
aaai mu........iuiiii
Precisa-se de 400* a premio, da-se hypothe
ca em bens d raiz : quem pretender dar annuo-
cie por este Diario para ser procurado.________
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar : na ra da Cruz n. 18.______________
CASA DA FORTUNA
Aos 8:00011,
Billietes garantidos.
A rna Primeiro de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do cosime.
' Acham-se a venda os felizes bilhetes garan
tidos da 2* parte das loteras beneficio da San-
la Casa de Misericordia (i4a), que se extrahira
quinta-feira 28 do corrente.
PRECOS.
Slbete inteiro 10*000
Meio bilhete 3*000
Quinto 2*000
Em porcio de 100*000 para cima.
Bilhete inUiro 9*000
Meio bilhete 4*800
Quinto 1*800
.____________Manoel Martins Fiuia.
1 a \Cr"-}'
A viuva o filhos do finado Dr. Joio Ferreira
da Silva convidam lodos seus amigse prenles
afim de assistirem a algumas missas e memento,
que por alma do mesmo finado, mandam celebrar
no dia 27 de julho, pelas 7 horas da maoh, pri-
meiro anniversario de seu passamenlo.na igreja dos
Missjonarios Capuchmhos.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
CON3ELHO DELIBERATIVO.
De ordem do Illm. Sr. presidente do conselho
convido aos senhores conselheros reuairein-se
na sala das respectivas sessoes terca-feira 26 do
corrente, afim de ser empossado o novo couelho
deliberativo eleilo hoje.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez ae Leitura em Pernambuco 2* de juifao
de 1870.
J. R. Fonseea,
______________________St'crertario._______
Aluga-se urna excellente casa ierre* em
Olinda, na ra de Mathias Ferreira : a tratar em
Glinda com o Sr. Luiz Antonio Goncaives Peona,
ou na rna do ^morim n. 37.________________
DESEJASE
Em: regar um homem portuguez de meia idade,
nao escolhe arrun agio, e tem muila pratica de
negocio, tanto para esta cidade como para fra
delta*: a tratar na rna Nova n. 38:
Urna pessoa que tem todas as habilitacoes
precisas olTerece-se para administrar qualquer en-
genho, ainda mesmo sendo para fera da provincia :
quera precisar annuncie para ser procurado.
Precisa-se anda de um criado, na ra do
Imperndar 0. 37, 2 andar, entrada pela ponte 7
de setembro.
Precisa-se de urna ama para servico interno
de casa de pequea familia : na ra do Amorim
n. 33, 2 andar.________________
Veudas on permutas
Vende-se a propriedade Gtiarapes no Rio-
Grande do Norte, com ierras casas o armazens
de um c 01r.ro lado do rio, lugar bem conbecido
pela sua iinportania comraercial, cujo porto offe-
rece muila facilidade para embarque e desembar-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) moenle e crrente, com cinco
leuuas ile trras de maltas virgens, oito escravos,
bois, bostas e alambique ( ou somenle o emgenho
com as trras que convier an comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos procos,
e tambe se permutam por engenhos nesla pro-
vincia, Parahyba e Alagdas, cu por casas nasca-
pitaes das mesmas : a tratar cora o proprietario
major Fabncio Gomes Pedriza ra da Cadeia
n. 28, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
50^000.
Furlaram do da 8 a 6 do corrente do engenho
Giqui, freguezia da Escada um carallo russo,
grande, castrado, serrado de baixo, cauda apa-
rada, clinas grandes, caneca pelada por ter tido
sangue, bem feito 3 gordo, anda a paco e galope,
e de sella ; gratifi^a-se a quem o pegar e levar
ao dito engenho com a quantia cima.
Ama de Jeito
vara:
Para o referido porto, pretende seguir com a
possivel brevidade a barca portugueza S. Joo,
por ter j porcio a carga, e para a qne Ibe falta
a frete commodo, trata-se com o consignatario
Joaquim / GoocaV* Beltrio a ra do Com-{do Santos, na ra do Amvm
LEILAO
arelo n, 17.
DB.
1 um sof de amarello, 1 nasa de meio de sala, 9
cadeira de amarello, 1 marapeza de dito, 1
meia con. moda de amarello, 1 mesa de pinho,
4 cadeiras, 1 lavatorio, 1 eaweiro, 1 espelbo
pequeo, urna porcio de ronpa otada, 1 boiao
de ouro para abertura e i tamas aovas.
Quinta feira 28 do correle.
O agente Martins, far leilao por ordem do IUra.
Sr. cnsul de Portugal Dr Claadiao de Arujo
Guimaries, dos ruoeis cima, partenaezHM a-
espolio do subdito portuguez MawMl de Azave-
- n. 11 lareeiro aa-
Joao Vctor de Souza e sua familia veem pelo
presente agradecer (embora tarde), aos senhores
offieiaes, inferiores e pracas do 2* batalho de
infamara qne se dignaran) de assislir ao enterro
e soffragio do stimo dia feitos por alma de seu
fillm Jos Antonio de Souza, fallecido na povoaco
de Tygipi no da 13 do correte; bem como
agradecen tambem todas as demais pessoas que
eompareeeram, cada nma das quaes c jnfessam o
.en eterno recoahecimeoto, mu particularmente
aos Srs. Joaqun, Peres Leite Caoha e Zeferino
Leite de Sonta Alves, que ludo fizeram para sal-
var ao sea referido tjlh 1.
Venae-se vinho daquella procedencia
N. 11BOA DO VIGARIO -il 11
Marcas
S. Julieo Medoc
Cbateaa Marganx.
Ha urgente necessidade de urna ama de leite
sem (Iho : na rna do Passo da Patria (antiga tra-
vssa do Monteiro) ao tim da ra do Mrquez do
Herval, casa com 2 por oes de ferro n. 18.
Aluga-se a padaria allenia em Santo Amaro,
bem montada e afreguezada, com casa junto para
grande familia, com agua e gaz para consumo :
quem quzer dirija-se mesma, na ra do Lima
ns. 2 e 4.
Precis -se
alugar um moleque de 16 a 18 annoe para servio-
interno do Starainet, paga-se bem : roa do Impe-
rador n. 32.
AVISO
Vende-se urna casa tarrea sita na Boa-vista
na ra da Gloria a. 67 : trata-se na mesma.
AVISO
idar,s Hboraidodia.
O abaixo assignado declara que eomproo ao Sr.
Mauririe Jos de Freitas a sua taberna da iva da
ConceieioD. 11, fregoeat da B-a-vista : se al-
guem se ialgar com direito a ella, apresenia-se
no praso de tres das, fiadjs oa qaaes nao ae ad-
intiij reiJainaco alguma. Reeife 28 de joiho
Na ra da Liogoeta n 1 precisa-se de urna ama
para coziohar para easa de rapaz folteiro.
de 1870.
Manoel Praeiseo de Souza.
PJBHOIDO
Perdea-so no (Ka 23 do corrente da roa Au-
gusta roa do Brum, canto e dea mil res, em
duas notas : quem as achou e quzer resttui-las
dirija-se a ra da Praia n. 89, que se dar os
signaes o ser generosamente recompensado.
Armazem.
Alaga -se o grandi armazem proprio para qual-
quer esubeleimmi, sito ra Direita n. 34 : a
tratar na can o. 24 Msma rna.
ATTENCAO
Constando que Manoel Joaquim de Alem mienta
alienar todos o> s os bens para snbtnbir-se
execncao de urna aeco que se esl preparando e
brevemente correr pelos tribunaes deste foro, o
abaixo firmado, para acantelar seas direitos, pre-
vine que alguem nao contrate sebre os referidos
bens, at juigamenlo firoal. Recife 22 de julbo
de 1870.
Leonardo Antonio do Espirito Santo Porto.
Precisa se oe urna ama para comprar e co-
zinhar para urna casa de pouca familia : na ra
Imperial n. 130, casa com parti de ferro ao
lado.___________________________________
O abaixo assignado declara para o ceobeci-
raenfo daquelles a qnem possa interesaar, que des-
ta dala em diante tem ferrado os animaos cavaba-
res e muars do engenho de sna propriedade Bu-
rareraa com o ferro do mesmo engenho, qoe o
sen nome e que se considera o mesmo prupriata-
rio prohibido de negocia los por venda oa tro-
ca, devendose por isso ter como fuados on ex-
traviados aquelles aniraaes qae estiverem era po-
df dt terceiros, qne se nao podem soccorrer a
ignorancia depois da presente declaracao. Beeite
23 de jolho de 1870.
:______Jo> de Caatro Paea Barreto.
Aluga-e on vende se o sobrado a. 21 silo a
rna de S. Pedro Martyr de Olmda: a tratar na roa
do Imperador n. 8, 3* andar.


Diario de Pettiambuoo
Terca eira 26 de Julho de IZ0.

AO ARMAZEM
DO
FRANCEZ
i, 7IBA Mf A-* 7
Este conhecido estabelecimeoto acha-se constantemente bem sortido, em virtude das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os mais resumidos que possivel.
CALCADO FRI\CEK
Botina para coboras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de muitas onlras cores sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e presos mais batatos do que em outras partes.
, Botinas para ti ornen* e meninos.
Botinas de bizerro, cordavo, lustro e pellica, das melbores fabricas e escolhidaa.
Botas e per ue i ras russlanas.
Botas e peraeiras para mamaria, das melbores qualidades, de couro da Russia, lus-
tro e bizerro.
apatos de borracha para horneas e senhoras
Tendo chegado grande porcjfo de sapatos de borracha vende-se pelo custo aura de
desempatar o dinheiro nelles empregado, sao baratsimos.
Spatos de lastro para horneas.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro com salto, de rauito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinadas de differentes modelos, de muilo boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Napatos de tapete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca fran:ezes e por-
tugueses para homen?, para senhoras e para meninos.
perfumaras
Excellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavaode, den-
trifiee, de toilette, sabonetes, tintara para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
arroz etc., todo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, quartos e ga-
binetes, toucadore- de diversos lmannos, leques para senhoras e para menina!', abridores
de luvas, brincos, pulceiras, botoes, crrenos e chaves de relogios e tranceln*, tuda de
ouro de li, correntes e brincos de plaqu, a imilacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixinhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com lindas pescas de mu-ica, albuns
e caixilbos dourados para retratos, caixinhas com vidro de augmento para distintamente
ver-se a perfeicao dos retratos, objectos de phaotasia para toilettes, nolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras, ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, qoadros promptos para cillocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala?, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, gravatas pretas e de cures, abotoaduras de collete e de pnnhos,
carteirinhas para notas, thsounnbas e caivetes finos, pentes, estovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Joeos de domin, rodetes, bagatelas esotros difterentes, ve-
nezianas modernas muito conveniente para ports e janellas, cosmorama?, lanternas mgi-
cas, esteriocopos com int ressantes vistas de figuras e das mais birailas ras, bouleyards,
pracas e passeios de Pars, photoeraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilhi e de laa de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeos,
harmnicos, acordions de todos os tamanhos, bercos de vimes para enancas, sapalinhos e
toucas de la, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para coniuiir enancas passeio ; e
ontras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemes, precos muito em conta.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a mas-ante leitura da infiuidade do
gneros de brnquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral que continu a visita-lo
verfleando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem viudos em di-
reitura e de conta propria.
90F
AMA
Precisa-se de urna ama para servico de dontre
e fra de casa de pouca familia, pre(re-se escra-
va e paga-sebem agradando: na ra Velha nu-
mero 66.______________^_________________
Atteutfio
No armazem de Mills I.atham A C, na ra da
Cruz n. 38. ven iem-se saceos vasios.____________
TIL MILIAR
Vende-se labelas enmpararativas de pre-
sos de metros covados e vice-versa, mos-
trando primafacie o valor de qualqrer
fazenda, em relajo s mencionadas medi-
das reciprocamente : em casa de Lailachar
A C, roa
  • Crespo n. 1).
    Fartafaiii do engcli'TMuriliequinha no-dia
    de S. Pedro, 2.1 de junho do crreme anno, um
    quarto roca de vermelho, grande, secco do corpo,
    carnudo, .nuda novo, inteiro, com duas feridas de
    cangalha as co>Kllas, a pnntinha da erelha es-
    querda aparada por dente de outro cavallo, com
    marca de raladora as juntas das mis, e o ferro
    HC mal queimado em ambas as pernas : quem
    souber noticia delle dirij.i-=o ao engenho cima
    dito, a tratar com Mantel Carneiro Leo, que ser
    recompensado._________________ |
    loe de Barros
    na prac.a do
    Precisa-se fallar com o Sr.
    Accioly a negocio de sen interesse :
    Corpo Santo n. 17, andar. '
    Precisa-se de urna escrava que saiba cozi-
    nhar e fazer compras : a tratar na ra da Cadeia
    do Recife n. 1.
    0 CIKIAO DENTISTA
    Frederico Maya
    Tem a honra de scientificar ao respeita-
    vei publico em geral, e aos seus clientes
    em particular que elle mudou o seu gabi
    nete de consultas da ra Direita n. 42 para
    a do Queimado n. 31 primeiro andar, core
    a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
    de ser procurado para os mistares de sua
    proQssao, todos os dia* uteis das 9 horas
    da manhaa s 3 da tarde. ,
    Tambem previne, que contina 3 prestar-
    se a vontado dos clientes nao s na cidadt
    como nos seus suburbios, para onde ai
    das sero precedidas de ajuste. Elle ga-
    rante o bom desempenho e a perfeiQo dt
    seus trabalhos, o que j bem conhecido.
    assim como as commodidades dos precos
    Creado.
    Precisa-se de um creavo fiel, de muito bons
    costumes, e que d fiador toa conducta : diri-
    ja-se ra Bella n. 37, sobrado de 2 andaros.
    - Precisa se alugar una escrava para cuzinhai
    e engommar : na rna do i>espo n. 23. ______
    ATTENCO
    ' Urna pessoa habilitada prope-se para mestre
    de msica de guarda nacional, ou sociedad-*, sen-
    do distanto desta cidade : quem pretender dirja-
    se a ra de Santa Rita n. 1.
    SAQUES
    No armazem Novo Mundo, e- frente a ra do
    Vigaro n. vende-se rp das seguintes qualida-
    des e vinbos, por todos os vapores, sendo a reta-
    lho e em grosso, a saber:
    Rap G sse-grosso.
    Rap Gas.-iino.
    Rap Paulo Cordelio.
    Rap princeza da Baha meio-grosso.
    Rap princeza da Babia lino.
    Rap popular da Babia.
    Criada
    Preeisa-se de urna criada livre ou escrava,
    <_16 saiba bem eegoramar e tratar do servico in-
    terno de urna casa de pouca familia : a tratar no
    Maogointio. casa ora dos Srs Carpinteros, ou
    ao eaes d'aifandega velha n. 2 escriptorio, paga-
    sebem.____________________
    Precisa-se de urna ama para casa de pouca
    familia, preferiado se escrava : na Capnnga, ra
    da Creouiasn. o.____________^_______
    Alaga-se o sotao do sobrado da ra de Hor
    tas a. 48 : trata-se no 1* andar.
    nPBOCO-
    O abaixo assignada. como director da banda de
    sanea aUema, ehegada ha puco da capiui do
    Imperio e da Baha, tem a honra da partecipar ao
    respeitavei publico desta cidade, que se prono*
    a dar coneertos ora todos os tbeatros, bailes, festas
    de ureja etc. E pode ser procurado para este
    uto aa rna do Pilar n. 20.
    C. ReppHmann.
    MOFINA
    lUga-ee ao Um. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es
    errrio na eidade de Nazareth desta provincia, o
    nw de vir a roa do Imperador n. 18 a oociair
    aqoeBe negocio qne V. S. se compromettea reali-
    jar, pela tereetr* chamada deste jurnl, era tins
    de deteotbro prximo passado, e depois para ja-
    neiro, passou a fevereiro e abril, e nala cumprio,
    epor este mevo de novo chamado para dito
    non ; pon V se aeve lembrar que este negocio
    * de mate de oHo anuos. qoaoao o seubor ku
    nmo ie achara no estad* nesta cidade. *
    -?Joo do Reg Lima sacea sobre a praca de Lis-
    boa : roa do Apollo n. 4,
    C3MPRAS.
    O muzeo de joias
    Na ra do Gaftf a. 4 compra-se ouro, pi
    pedras preciosas por precos mais vantajosos do
    tne em omraquajiyor parte.________t__^_
    (jompram-se
    Moedas de ouro o de prata de todas as nac/es :
    ra da Cadeia do Recife n. 58, loja de azulejo.
    ua
    Compra se una easa terrea boa, simada em
    Santo Antonio ou Boa-vista: na ru da Florenti-
    na h. 6.
    Compra-se urna casa terrea, na fregezia de
    Santo Antonio : tratar no arco da Concuiao nu-
    mero 6.
    Com muito maior vantagem comnram-se
    ouro, prata e pedras preciosas e u obras velhas: na
    loja de joias do Corelo de Ouro n. 2 D, roa do
    Cabug. ____________
    CABELLUDO
    Comprase um eachorrinbo de marca pequea,
    cabelludo a que chamara do reino : ra do
    Apollo n. 43, segundo andar.__________________*
    Compra-se um cabriolei amereano'em bom
    estad) : a tratar na ra da Cadeia do Recife n.
    53, loji de chapeos. _____
    Compra-se urna machina de costura que
    esteja em bom estado : nu Caes do Capibaribe n.
    2 armaztm.
    VrNDAS.
    m TRATO
    No aotigo estabelecimento de Joaqmm da Silva
    Costa, ra das Cruzes u. 42, ha constantemente
    o que de melhor se pode procurar neste mercado
    para meza de quem prefere bons gneros, cerno
    sejam :
    PRESUNTOS para fiambre e de Lamego, chou-
    ncas e paio?, em latas e em barril.
    MASSAS, macarrao, talhenm, estrellinha, se-
    vadmha, sag, aletria e faraha americana.
    CHOCOLATE o mais novo e melhor que desejar
    se possa. i
    VINHO do Porto e Figueira dos mais superiores.
    CONSERVAS de lombo de porco, de bages, de
    feijoes em latas bem acondicionadas.
    VEI LAS slerlinas a 640 rs. o maco.
    COPOS lapidados em duzia e a retalho.
    Alm de muitos outros gneros viudos etn di-
    reitura, que se vendem pir precos razoaveis.
    Cidade do Natal 19 de julho
    de 1870.
    Por precos commodos vende-se:
    i I paos de pinho de excedente qnalidade
    cumprimento de 34 palmos 83 ;gros-
    sura de 24 52 polegadas ; sendo masta-
    ros, vergas e mastro de navio.
    C5 pedias marmores, differente3 tama-
    nhos, sendo: o cumprimento da maior, 79
    polegadas, largura I!) ditas, altura 3 ditas.
    30 taboleiros tambem de marmor ee ten-
    do o cumprimento do maior 80 pollegadas,
    largura 40 ditas, grossura umae um quarto
    depollegada: a tratar no escriptorio da
    agencia da companhia brasileir?de paquetes
    vapor, rna da Alfandega.____________
    Vende-se urna taoerna e lima casa de pedra
    e cal com garapeira, na estrada aova do Cachan-
    ga, bem afreguezada : quem pretender dnja-se
    mesma casa para tratar.
    FazendaS baratas
    Ra do Cahug n, 10
    Pecas de algodao cum 18 jardas a 31000
    Las Mucambique, covado 360
    OiUs de urna s cor, fazenda de gosto,
    cuvado, rs. 500
    Dilas com listras de sedi, rs. 500
    Chitas de bom panno e cores finas, n. 300
    Ditas percales finas, rs. 400"
    Chales de ganga bordados, duzia 22i00O
    Colchas de diversasvores a 2400
    Dao-se as amostras.
    Vende se um boi urna carroca : na ra dr
    Mondego n. 61.
    ALUGA-SE
    O primeiro e segunda andar com sotao do so-
    brado da ra da Cadeia do Recife n. 60, com suf-
    ticientes commodos para familia : sendo em boa
    localidade e muito fresco: tratar no armazem do
    raesmo.
    VIVA O OTEIRO
    CIGARROS DEMOCRTICOS
    fua Soca n. 4.
    PEREYBA.
    PE.iNAMBUCO.
    Vende-se urna boa araac^o existente na
    casa do Paleo do terco n. 19 ; ledendose a cbave
    ao comprador
    Vende-se por beiato pre^o urna armario en-
    vf misada e forrada propria pm. taberna ou para
    outro qualquer estabelecimento; a tratar na ra
    do Cabug n. iO.
    Venham ver
    Assucar refinado com ovos, proprio para cha ;
    caf muido liquido por menos do que em outra
    parte. S se encontra na rui Direita n. 22.
    II
    11
    DEPOSITO
    Ra da Cadeia n. S.
    Vende s por menos preco do que em outra
    qualquer parte, de 10 killos para cima,*as seguin-
    tes qualidades :
    tint.Qualit fine, fine superieur.
    uriiine.Par excellence. Vanille.
    Qualit fine. _____
    Deseja-se tallar com o Sr. Cleinentino Fer-
    reir Gomes negocio de seu interesse : ra do
    Commercio n. 17.
    Cozinheira
    Precisa-se de urna boa counbeira para casa
    estrangeira : a tratar na ra do Trapiche n. 3,1"
    andar, ou na Casa Porte, sitio na Campia.
    A luga se
    o 2* andar do sobrado da rna dos Martyros n. 4,
    muito fresco e commodo para grande familia:
    quem pretender drija-se ao mesmo sobrado, no
    2a andar.
    Bernardino da Costa Ferrt ira vai para Eu-
    ropa e deixa por seus bastantes procuradores aos
    Srs. Manoel Ferreira da Cruz, Juio Jos dos Santos
    e Jos da Costa Ferreira.
    Jos Jeronymo da Silva tendo de fazer urna
    viagem, deixa por seus procuradores durante a
    sua ausencia aos Srs. Joaquim Lopes Machado,
    Joaqun) Theodoro da Silva e Augusto Frederico
    dos Santos Porto.
    Calcado muito barato
    Botinas de couro de lastre, com atacadores para
    senhoras a 2*300 o par.
    Botinas pao e lustre, com ditas ditas, a 34
    o par : roa do Livramento n 15. Na mesma
    loja compra-se urna machina de costura com pou-
    co uso e em perfeito estado, do autor Singer.
    iVERDADE
    fie Duque de Carias n. 55
    Na loja da VERDADE continna-se a ven-
    der por baratissimos precos todos os arti-
    gos de miudezas e perfumarlas do seu
    grande e variado sortimento, garautiodo aos
    compradores toda a sinceridade.
    Lindas bonecas de cera e massa por ba-
    ratissimo preco.
    Espelhos dourados para pendurar a
    160 rs. F
    Agu has de osso para crox a 200 rs.
    Pentes finos, para segurar cabello, a
    320 rs.
    Chamins para gaz a 320 rs.
    Garrafa com tinta alizarine a i 5000.
    Dita com agua florida a 1500.
    Dita com dita dita a 10010.
    Tnico de Jayme a 15300 o frasco.
    Frasco com oleo expresso de babosa, de
    240 a 640 rs.
    Dito com ag-ja de Colonia de -300a 10000
    Dito com extractos finos a 10000.
    Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
    Latas com banha muito fina de 120 a
    240 rs.
    Sabonetes muito finos e diversas quali-
    dades a 80,160, 240 e 320 rs.
    Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
    Ditas para fado de 500. e 600 rs.
    Ditas para cabello a 500 rs.
    Pentes para alisar com costa de metal a
    320 rs.
    Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
    Pentes para tirar piolho de 160 e 240 rs.
    Pavios para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
    Brincos de cores, inteiramente modernos
    de 160 e 240 rs.
    Pennas caligraphicas muito finas a 10400.
    Ditas de langa e maosinha a 800 rs.
    Lindos babadinbos e entremeios de 500
    e 10500.
    Grosas tle botSes de louga de 160 e
    200 rs.
    Ditos ditos para calca a 240 rs.
    Caixa com papel amizade a 700 rs.
    Ditas com envelopes a 480 rs.
    Ditas com obreias a 40 rs.
    Ditas com agu has fondo dourado a
    280 rs.
    Thesoura para costura a 240 rs.
    Linha de marca eaixa a 280. rs.
    Carriteis de linhas de Alexandre de n. 70
    a 200 a 10 rs o
    Grampos muito finos, com passarinhos du-
    siaa 200 rs.
    Cartas francezas para jogar duzia 30000
    Ditas portugaezas, duzia 10400
    Papel almaco superior qualidade resma
    0OOO.
    Lam muito fina para bordar libra 60500
    Fitas para debrum de sapato, pessa 160 rs
    Ditas de lam para debrum de vestido peca
    100 rs.
    Caivetes grandes com molla a 400 rs.
    Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
    Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
    Trancas de lam de caracol branca e de
    odies de 40 a 100 rs.
    Filas para cs, peca 480 rs.
    Alfinetes de lato, carta 100 rs.
    Sapatinhos de lam para creanca de 400
    t 800 rs.
    Calcadeiras a 40 rs.
    Gravatas de seda preta de 400 e 800 rs.
    Ditas de croxe, brancas e de cores 300 rs.
    Dita de gorguro de cores a 800 rs.
    \a Verdade a ra Duque de Ca-
    __________xlas n. &&.__________
    Cigarros da imperial
    fabrica de S. Joao
    de Nidheroy.
    nico deposito em Pernambuco caes da alfan
    dega velha n. 2, 1 anda. _________
    tres vapores
    O Campos da ra do Imperador o. 28, receben
    pelos ltimos tres vaporesjiliegados a este porto,
    differentes seeros que tata das suts especiaes
    e diversas qualidade.*, merece fa*er-se delles es-
    pecial menea } e avisa ma s, jo seu creseido
    numero de fieguezes e amigos, como tanbem
    araig
    endo
    aquellos que nao lem querido"honra-lo com suas
    fregueiias, encontrando por e?se motivo serias dif-
    llculdades em suppnrom-se de bons aeners, p-.i
    falta talvez de quem Ibes indique cornTiriiieza um
    eslabelecimeato que como o seu, possa com ga-
    ranta, bem satisfaier as justas exigencias do res-
    pe ilavel publico desta capital; que se ada o seu
    armazem prvido dos mais novos e taados g ros, e limita-se a nomear o seguinte :
    Carne e queijus do serto.
    Prezuntos ioglezes e portoguezes.
    Gondolo (nova marca de bolachinhas).
    Petit Pois ao Beurte (erviihas em manteiga).
    Chocolate hespaulml a l' 00 a libra.
    Conservas a 700 rs. o frasco.
    Caf chumbado e de moka.
    Rap Paulo Cordeiro (viajado e commum).
    Guizados francezes (Truffe).
    Superior champanhe.
    Doces tinos de goiaba, laranja, limao e bananas.
    As seguintes obras
    Colas tonto stiisso, ene. 1 vol. por 10000.
    Flores sinyelas, por Paes de Andrade. Ul-
    timas paginas, por P. de Calasans. UlusO-
    es perdidas, por C. de Azevedo, todo en-
    cadernado em um s volume, por 80000.
    Tambem vende-se as colleccoes de leis
    provinciaes faltando apenas 5 nnos, por
    150000, tendo 27 vol. em brochura. Quem
    quizer dirija-se a esta typograpLia que se
    dir quem vende.
    Vende-se
    No armazem de H. Lger. ra da Cruz
    nho de Borde.iux em caixas.
    n. 68,
    A 3,000 RS.
    Chapeos de sol de alpaca Tina com hasteas de
    baleia a 3 : na ra do Crespo n. 25, loja da es-
    quina.
    Vidros para vidracas de todos os tamanhos
    e em caixas, vende Bartholomeu & C, em sua
    pharmacia na rna larpa do Rosario n. 34. ____
    Saceos com arroz em casca.
    No escrptorio de Joaquim Gerardo de Bastos
    ra do Vigario n 16, 1 andar, vendem se saceos
    com arroz em casca ; para ver, no trapiche Cu-
    nta ra da Moeda.
    CALCADOS BARAT S
    Borzeguins de phantazia pretos e de cores
    para senhora a i000
    Ditos para meninas a .24000
    Ditos de bezerro, sola grossa, inglezes,
    para houiem a 7 000
    Vcnde-se na praca da Independebcia n. 39, loja
    de Porto & Bastos.
    Veude-se duas cabras (bicho; ; na ra dos
    Acougunbos n. 8.
    Vende-se
    urna Dljelha de excellentes burras brancas, muito
    boas de carro e trotadeiras
    Jos do Manguinho.
    no sitio n. 4 em S.
    Vende-se urna pequea casa sita ra Di-
    reita dos Afogados n. 52 : a tratar na rna de Mar-
    cilio Dias (ouir'ora ra Directa) n. 74.
    Me iicina
    Sitio em Parnameirim
    para vender
    Anda esta para se vender o sitio Olho de Vi-
    dro, em Parnameirim, ou Ponte de Ucha, com
    sobrado de um andar com 10 quartos, fogGes e
    fornos de >-rro, sonzalla para todos os arranjos,
    bastantes arvoredos de fructos, terrenos para
    iilantac5es, boa baixa de captm, agua de beber,
    tanque para banho etc. : quem o pretender com-
    prar enlenda-se com Jos Antunes Guimaraes.
    na ra do Aragao n. 13 (hoja Viscende de Pelo-
    tas) at 9 horas da manhaa e das 3 as 5 da tarde
    na falta, na ra de Queimado n. 1 loja, boje Bu-
    que de Caxias.________________________________
    Vendem-se duas casas em Olinda, na roa do
    Cxo com frente para os Qnatro Cantos : no so-
    brado n. 1, no pateo de S. Pfdro Apostlo.
    Vende-se um Tnesouro Homeopathco com
    pouco uso, pelo preco de 15J : na ra do Trapiche
    n. 8, armazem.
    ATTENCAO
    CAF MIDO i VAPPI
    DE
    AVILLA. IRMAO & G.
    49 RA NOVA DE SANTA RITA 49
    PERNAMBUCO.
    Ha para vender neste estabelecimento caf mui-
    do a vapor e torrado a ponto certo, sem mistura,
    empicotado em papel de estanho para se conser-
    var sempre fresco. Garante-sa a sua primeira
    qualidade. Os apreciadetes do bom caf poderfio
    procurar nos principaes armazens de molhados.
    Para evitar falsificacao, previne-se aos senhores
    apreciadores que lodos o.- pacolea terao um rotulo
    com a firma doestabeleciment).
    CHARU10S OA BAHA
    DEPOSITO
    Na ra Direiti n 31
    Os Srs. Bastos & meira ordem de tumos em folha e charutos tinos
    da Baha fabricados em S. Flix por Joaquim Jos
    dos Res, acreditados tanto no estrangeiro cune
    no imperio, resolvern) mandar fazer seu dooosito
    de charutos finos na ra Direita n. 31, aonde se
    acbam exposlos venda de difiranles marcas e
    pelos preeos da f. brice, ojnntundo aprnas os *
    ios, a saber : P.Jmeiras. Kiachuelo?, Regala d'el-
    Rei, dito Imperiaes, Exposigo, Lyrici s, Hava-
    na, etc, Convida se, pois, aos apreciadores a vi
    rem ao meocionudo estsbelejimento firnecerem
    se de excellentes charutos o a precas commodos.
    LUYAS
    Verdaderas luvas do Jouvin branca; e de cores,
    vindas pelo ultimo vapor a 2500 : na loja da Fita
    Aznl, rna do Cabug n i._____________________
    BASQUINAS
    De Cluny, brancas e pretas, do ullimp gosto : ven
    de-se na loja da Fita Azul, ra do Cabug n. 2.
    fflilho.
    Na escrptorio de Joaquim Gerardo de Bastos
    ra do Vigario n. 16, Io andar, vendem-se saceos
    granJes com milho muito novo por preco razoa-
    vel : ua a ver, no trapiche Baro do Livramento
    no forte do Mallos.
    MILHO NOVO.
    Vendem Posas & C. saceos cum mlho novo a
    jiSOO o sacco : na ra estreila do Rosario n. 9
    unto greja.
    5
    I]
    o >

    l
    Fazendas b^rata9 para
    acabar
    m
    O abaixo signado, tem justo e contratad
    com D Catharina de Seona Barbosa, casinbas
    sitas no Arraial, livres e desembarazadas ; e se
    algaem se julgar credor, apresente-se no praso da
    tres dias, na ra do Rosario da Boa-vista n. 5!.
    . Manoel Lniz Ribeiro.
    Precisa-se de urna ama para servijo de ca-
    sa : na travess da matriz de Santo Antonio nu
    mero 10. _______ _
    Coltegio da S. Pedro de Alcntara roa
    da Cadeia do Recife o. 24.
    A aila de msica principiara a unecionar no
    da 1* de agosto vind ro, sob a dire^o do Sr.
    profwaor Manoel Aatrosto e Mmeses Con.
    Joaquim Teaeira Peixoto Fllbo,
    Director.
    Machina para cos-
    tura.
    Vende-se ama machina com pon-o nso e cosen
    do perfeitamen o todas a* costuras de alfaiate, sa-
    pateiro e selleiro ; o dono pre da pessoa que a comprar para ensinar a coser :
    na loja da rna da Cadeia o. 45. ______
    ATTENfJAO
    Vende ae a famosa taberna sita ra da Gnia
    o 36 por sen dmo querer se remover para ootre
    bairro. O e-tabelecimento contm gneros muito
    novos, e- um epacosd armazem ; como assim n
    primeiro andar, qae flea dispwicao do pretn-
    deme o qserer ou aio oecupa-lo : pedendo trat ar
    no mesmo.
    A' RA DO CRESPO N. 25. {
    CAMBRAIAS finas de cores, modernas S
    a 280 i covado. I
    CHITAS novas de superior qualidade,
    a 240 o cavado.
    CHITAS imperiaes do ultimo gosto com |
    cores seguras a 280 o covado.
    (JUTAS escura de listras cor de eaf
    240 o covado.
    LaAS de cores a 240 o covido.
    CAMBRAIAS brancas transparentes a
    U a peca.
    BRAMANTE fino de n. 230 a 270 :om-a
    S 27 aras i 14.
    g ALGODAOZINHO com 18 jardas a 1
    m 2*800 e U a peca.
    ALGODAOZINHO superior qnalidade
    B a 5JS500 e com 20 varas a 6300 a peca.|
    ga Cortes de calca de fustao de cor a m_%
    g U400ocnrte.
    Superior algodao americano de listras H
    Mpara roupa de escravos a 320 a cuvado. 2|g
    _B Dao-se amostras com penhor ra do ^
    H Crespo n. 2o. loja de Manoel Dias Xavier S
    dl-ii$lllllll-10
    Vende-se a taberna da roa da Santo Amaro
    a 8, um dos melhores estabelerimentos para reta-
    Ibo, que apura de 60* a 80* diarios, tem excel-
    lentes commodos, e garntese o aloguel. Sua
    leca'idade, junto o porto das caneas da eal e es-
    taco dos trilhos, a melbor possivel; o m tivo
    da venda porque seu dono retira-se p-->ra fra
    tratar de sua saude: trata-se na roa da Seazala-
    nova n. 30,
    Objecto3para carros.
    Solas de lustro.
    Vaquetas de lustro.
    Ga oes largos e estreitos.
    Oleado preto para guarda ctiuva.
    Dito de cores para forro.
    Linternas e vellas.
    Botoes de sso de cores diversas. _____
    Pechincha
    Vende-se dous bois e dous carros, tudo em bom
    estado : no cae do Ramo* n. 20.
    200
    700
    Rival sem segundo,
    Rl'ADUQl'RU CAXI.%* V 49
    (Aniga roa do ItaeimadoJ
    Contina a vender Uido rsnito bem e
    muito barato a saber :
    Libras de areia prcta-muito boo. 120
    Tesouras finas para unnas e co to-
    ra a......., 500
    Papis de agulbas francesas a bs-
    lao a......... 60
    Caixas com seis sabonetes de fruta l/JOOO
    Libras de la para bordar e todas
    as cores a IOOO
    Carriteis de linha Alxaudre a. 100
    Frascos com azeite p-ra machinas 500
    Gravatas de cores muito linas a 500
    Grozas de boloes madepersla fi-
    nUsimos a....... 500
    Pares de lovas de cores muito fi-
    nas a 320 e. ..... 500
    Noyello de linha de 400 jardas a. 60
    Caixas com 100 envelopes muilo
    superiores a...... 000
    Pentes volteados para meninas a. 240
    Tntenos com tota prcta a80rs. e 100
    Pecas de tila elstica muito Gna a 200
    Lata com superior banha a loo e. 200
    Frascos de oleo Philocomo muito
    fino a......... 500
    Ditos ditos dito grande a. ... 1(5000
    Frascos de macaca perola a. ^O
    Frascos de extracto muito bonitos a 500
    Duzia de sabonetes muiio Tinosa. 720
    Sabonetes inglezes a 000 rs. e. 1)5200
    Frasco com agua de colonia Piver a 500
    Dito de oleo babaza a..... 500
    Caixas de lamparinas i.....40
    Sabonetes a forma menino muito
    superiores a....... 240
    Mrtilbas da doutrina fazenda nova a 400
    Libras de linha surtidas de todos os
    nmeros a....... 1800
    Babados do Porto, largos a 160 e
    Capachos muilo bonitos e grandes a
    Carriteis de relroz preto, com 2
    oitavas a........ 640
    Agulheiros de osso enfeitados a, 240
    Libra de linha franceza superior
    qualidade a....... 20400
    Caixas de palito do gaz a. 20
    A Nova speranca
    SIRna Duque de 'axasSI
    Quando a NO\fA-ESPERANCA faz os seus
    anuncios expondo aos seus freguezes e a
    todos em geral o grande sortimento e su-
    perior dade de seus objectos nao com vis-
    tas de atrair a attenco de urna grande fre-
    gezia, como a de que actualmente despoe.
    e sim para scientificar ;a interese de lodos)
    qualidade de seus objeclos os qnaes s5o
    sempre de apurado gosto e perfeicao; tor-
    uando-se qnasi indispensav* 1 para aquelles
    apreciadores (do bom) fiequenlarem a No-
    va Esperanza, pois que ella caprieba em re-
    ceber constantemente, o qne ha de melhor
    relajamente a sua repariii.fi >: o que se po-
    der verificar quando em qualquer reunio
    de pessoas (amanles do xique ) v-se um
    bonito enfeite em um bonito vestido, um
    aroma agradavel escapar d'ura alvo lenco,
    um moderno e linde laco, um drlicado ra-
    mo de finas llores, ele. ele, todos olbam-se
    reciprocamente e dizem com >go (e as ve-
    zes uns aos outros) estes sao objectos
    comprados a NOVA-ESPERANZA: realmen-
    te II! procm.u dPBUWier tll [minelos os
    arligos quecontm dila loja, seiia traba'ho
    insano e nunca o fariami-s cun aquella
    grara e perfi irao com que sao elles falirica-
    dos, assim pois a NOVA KSPEHANCA con-
    tenta so em envidar a lodos geralmente,
    visitaren)-i;a para ento li.:aiam inei-
    rados do que ha exposto na mesma leja.
    SIRa Duque de raxias-551
    &88S&388 mm&mk&
    Joaquim Rodrigues Ta- g
    vare^ de Mello,
    ! i'raqa do Corpo Santo n. 17
    TF.M PARA VENDER :
    Cal de Lisboa.
    Potassa pa Russia
    Vinlio Bordeaux.
    Fa- r-lio d^ Lisboa.
    U'aiisrtia de mandioca.
    Bichas hamburgnezas
    Neste novo ileposito recebe-se por todos os pa-
    quetes translantifos hichas de qnalidade superior
    e vendem se em caixa on porcao mais pequea,
    e mais barato do que em outra qmlquer parte :
    oa ra da Caitna do Recife n. 51, < >**".
    Vende-se on aluga->e urna canoa nova, toda
    encavilhada de cobre, que pega 400 feix;s de ca-
    pim : para ver e tratar ni camba dos Remedios
    com o capitn Oelllm.
    Farinha de nandioca.
    Da melbor qualidade e mais barata do qne em
    outra qualquer parte : vendem Amaral, lioreira
    k C, no caes da alfaniega n. 7.
    Fartllo.
    Vende-so saceos com 90 libras de farcllo no-
    vo do Chile a 4*500 : ra da Madre do Dus
    n. 7.
    Estampilhas
    Vfnde-se no cartonn do tabellio Alraeida
    rna do Imperador n, 75. _______
    c
    reta de : upe-
    tijas : no ar-
    Vende-se barricas com cerveja
    rior qnalidade em botijas e meias
    mazem de Eduardo Fautou, ra do Commercio
    n. 21________________
    C*eb<)I a
    Vende-se soltas a i^tOO e em resteas a t> : na
    travesea da Malre de Dos n. 5.
    S oa s
    I'
    i
    Gravatinhas de aeda de cores para meninos, ho-
    mens e senhoras a 320II t : na ra do Duque de
    Caxias n. 35. "____________'
    Milho e farelo
    em saceos grandes a 5, em por?> se faz abat
    ment : no armaem da estrelb, largo do Paraio
    B. ft.
    Os accreditados cylindros amoricanos pjra pa-
    doria.
    Machinas para desrarocar algodao.
    Canos de ferro galvanisad^s, para agua.
    Carrinhos americanos para transponar fazendas.
    ATTENCAO
    Vende-se urna parte do engenbo R>nW, comar-
    ca de Pao d'Alho. de 9:000 a 10:00"*, f outra
    do engenho Inhaman. comarca de Iguarassu, de
    r:000 : os -pretendentes queiram enlemter-se
    com o senhor db engenho Caraoa da fregnezia de
    Trac.nnhaem, ou com o Dr. Laurino de Muratt*
    Pinheiro, ra das Cruzes (buje Duqu9 de Caxias)
    n. 2. O u esmo senhor do engenho Carxbt < ffe-
    rece a fazenda denominadaMinguai da Grva-
    lapar o Brejo da M.dro de Dos e Cnrato de
    Bom Jardim cuja fazenda moito acre.iitada pe-
    los habitantes do lugar, tem acode e varios tan-
    ques e algum gado que tambem se vende eneorpo-
    rado dia fazenda : trata-se nos lagares cima
    mencionados.
    Veude-se
    Ps d roseiras de varias qualidades, assim com
    da sapoli, abacate, flgoeira, laranja cravo e pi-
    nheira, por [ireco razoavel: a tratar na Boa-vis-
    ta, rna do Mmdego n. 51.
    champagne da marca George
    Goulet & companhia.
    vaquetas de luftro para carros.
    oleados d diversas coros.
    pesos de ferro do systema deci-
    mal.
    A VENDA BA DA CRUZ N. 68.
    wo armazem H. lger
    Sacpos de estopa
    Vendem-se op'.i.nos saceos de estopa, pn>prio-
    para assucar. mimo, farinha etc: no armaaea t
    Adamson, Howie & C, nu do Goainereio o, 40.


    .
    l

    6
    Diario de i'etnambaeb Tcrqa feira 2t Ae Julho de 1870.
    Armazem dous irmaos
    8Roa da Peuha6
    Muteiga iqgtoza flor a 1<560 libra. dem fran-
    eeai 760.
    Cha miado e groto aperirtr a 3*200 e 3*000,
    f id ro^o a ftJO e 140.
    Vrthu Aletria, Ulbarira e macarrao a 400 a libra.
    Mais barato do que em outra qualquer "TM** **a garrA' Um Mim
    P*rte. Graudes latas com bclaehinhas a l#300.1dem eom
    No porto da raressa do* Coelbos acha-se eons- laRwtjphos a 500. irtem com figos a 1*086.
    untemeale tijolo cromo e fino, tapamento, tobas, Copos lapidados a 8*300 a doria, dem Mem de
    e grande porco de areta, que se vedem a vootade- contra a t*600, dem temos com 6 copos por
    do comprador por meos preco de que em outra
    qunlquer parta ; assim como se encarregam de
    fornecrt- matenaes para as obras, para o que hf
    canoas a carrosas.
    COM F1PIMHA
    Maia Landelino rende sancos eom Uriana de
    mandil ca : na ra do Duque de Caxias, travesa
    do Rosario, loja n. 18' B___________
    14100; assim como mu tos ontros objeetos.
    Vende-te oupermola-se por casas toreas nes-
    u eidade una sitio no meihor logar da Torre, com
    250 palmos da trente e 1,200 de modo, dividi-
    do com tres estradas, perto da igreja, todo cercado
    de limo, conteodo urna grande e excedente casa mos de muito gosto, postilhdes e basquinas de gor
    assbradadi. besa construida com 6 quartos e 4 gorao preto muito superior eom ricos lacas de
    Alta novidade
    NA
    Loja do pa Chegaram pelo ultimo vapor franeei as ricas
    cbapelioas de palba de Italia, ultima novidade de
    Pars, chapeos de velado e palha tambem os te
    salas, terraco e algrete na (rente arpendio
    atraz, grande cotinha, poco com excellente agua
    de beber, tem deposito tanto para baoho e par*
    lavar roupa, eom bomba, e encdnamento nao s
    para a cozmba como o sitio, e coebeira assobra-
    dada, qu irles para criados, tudo de pedra e cal,
    eom mais de 60 ps de laranja de umbigo e gran-
    de cuqueiral, mangaeiras, sapotis, nioheiras, II-
    meiras e outras muitas arvsres fructfera?, qne s
    vi'ta dos pretndanles ver : qaem pretender
    entenda-se eom Libanio Candido Kibeiro, na Tor-
    re ou roa dos Hartyrios n. 4, 2* andar, que se
    far todo o negocio.
    setim : na roa 1* de Marco n. 7 A, lujado paco.
    Farinha de mandioca
    igual a de Muribeca.
    Em saceos de dous alqueires e de panno de
    algodo, coja medida corresponde de 5 a 8 0(0
    mais do qne a medida daqui e do Rio de Janeiro,
    vende-se a preco menor do qne em quatfuer ou-
    tra prtete : a tratar eom Joaquim Jos Goncal-
    ves Belirao, em seu esenptorio a ra do Commer-
    cio o. 17.
    LEO DE ORO
    Grande estabelernento de fazendas e roupas feitas e por medida, roa da Im-
    peratriz b. 52 junto a loja de onrives.
    Neste estabelecimento encontrar o respeitavel pobiieo un bonito sortimento de
    roupas de todas as qualidades.
    Palitot de alpaca preta e de cores a 35000. 30500 70000, dito* mirin preto
    de 71000 at 253000. ditos de wsemira de cr^s finas e ordinarias, de 60, 160000,
    ditos de panno finos de 65 80 100 e 2< 0000. sobrecasaco dito d 20* a 50(5000
    Completo sortimento de cateas de brim pardo de 1,5600 a 65000, ditas brancas
    de 25, 105000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas ca ditas casemira preta de 65, a 165090 superior, dita de merino diversas qnalidades para
    loto. Assim como um bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
    ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para tuto (aseada superior.
    Sortimento completo de camisas francezas de algodo, de 15600 35000, e de
    linbo de 385000 a 705000 a dnzia.
    Sortimento completo de ceronlas francezas de algodo de 15600 a 25500,
    ditasde bramante a 15800, 25508 e 35000 ditas de Hamburgo. francezas, fazenda su-
    perior de 255000 a 355000 a dozia. Sorlimente decolarmbos de algodo e tinho, etc.,
    assim como meias de algodo par hornera de 35, a 105000 a dnzia, gravatas de umi-
    tas qualidades. Na ruada Imperatnz n. 52, lojado .-
    Sortimento de chapeas de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfira. udade e tambem mim-m con Jf J*t
    oo armazem de E. A Burle & C. roa dar
    Groz n. 48 o segainte;
    Vinho Bordeaux superior qualidade, pm-
    eos de 75500 a 205000.
    Cognac fino, differntes precos.
    Lkres de difiereates qnalidades e pro-
    cos.
    Frotas e conserva em frascos.
    Azeite doce francez, en canas de ti
    garrafas.
    CEMENTO
    O verdadeiro porttaod. S se vend* aa roa da
    Madre de Daos n. t, armazem de Jqao Harina e
    Barros
    GRANDE NOVIDADE
    Qaando a AGUIA BRRNCA, mais. precisa scienficar ao respeitavel pabiico em
    geral, e em particular a sua boa freguezia, da immensidade de objectos que ltimamen-
    te; tem receido, e justaaieoteiquando ella menos o pode fazer e porque essa falta invo-
    luntaria elia confia e espera na benevolencia de todos qne Ih'a attendero e relevarSo,
    continuando portante a dirigirem-se a bem conbecida le ja da AGUIA BRANCA roa do
    Queimado n. 8, onde sempre acbaro abundancia em sortimento de snperiordade em
    qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
    Do que cima ca dito se conhece que o tempo de qoe a AGUIA BRANCV pode
    dispr, empregado apezar de seus custos no desempenbo de bem servir a aquelles qoe a
    bonram procurando prover-se em dita loja do que necessitam, entretanto sem ennume-
    rar os objectos qoe por sua natoreza sao mais conbecidos ali, ella resumidamente indi-
    car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
    bi ra seja :
    Corpinhos de cambraia, primorosamente
    enfeitados com fitas de setim e obras essas
    cuja novidade de molde e perfeico de ador-
    nos os tornam apreciados.
    Fitas mni largas de diversas cores e qna-
    lidades para cintos.
    Leques uesse objecto- muito se poderia
    dizer querendo dcscreve-los minuciosamente
    por suas qnalidades, coree e desenhos, tal
    o grande e variado sortimento que acaba
    de chegar, mas para nao massar o preten-
    dente se Ibe apresentar o que poder de
    meihor.
    ntremelos em pecas de 12 tiras.
    Guipure branco e preto de diversas qua-
    lidades e desenhos.
    Ditos de algodo com flores e lisos.
    Veos de seda para chapelinas e montar-
    ria.
    Meias de seda para noivas.
    Ditas abortas de fio de Escossia.
    Costomes ou uniformes para meninos.
    Enxovaes completos para baptisados.
    Touquinhas de fil, sapatinhos bordados crianzas,
    e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
    Camisinhas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapmhas.
    Toalhas para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
    ATTENQAO.
    Neste estabelecimento encarrga-se de mandar fazer qualqner obra por medida
    eparaesse fim tem hbil mestre ocarregado da officina, que seencarrega do trabalho
    com perfeico e pontualidads.
    SORTIMENTO DE FAZENDAS.
    Chitas de 240 rs. o envado ou 405000 a pessa com 42 covados. ditas miudes
    para camisas' e timo de menino 280. e 280 rs.. e outras umitas qualidades de 320, 360
    e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento chegaram, urnas benitas chitas da
    victoria com barra, aqnak parafoHms ecompeteote enfeite para corpinho. Cam-
    braia lisa de 35, 45,55 e 40500 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
    dades.
    ALGOBiO E MADAPOLAO AVARIADO.
    A 45000 o algodo. e 45500 o madapolo, e tambera chita escora boa 240 o
    covado por ter grande porcao, na ra da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
    intitulado
    MACHINAS PARA
    COSTURA
    Acabara de chegar ao GRANDE BAZAn
    UNIVERSAL, roa Nova n. 22cauneiro
    viannaum completo sortimento de ma-
    chinas para costura, dos autores mais CO-1 COcheir, etc., na raa das' Mangneiras : a tratar
    necidos, as qoaes esto era exposiclo no na mesma casa ou no armazem da roa 4 Caea
    mesmo Bazar, gar^ntindo-se a suaboaqua- do Recife n. 55. ___________________
    - Apolices
    Vendem-se algumas apolices da divida dobm:
    traur na ra Bella n. 28.
    Vende-se urna oasa em Olinda, com qu
    morado, cacimba, horta. jardkn, baixa de catiso.
    a todos os compradores. Estas machinas
    sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costa-
    reiras diariamente, e a sua perfeico tal *
    como da meihor costureira de Pars. Apre-
    sentam-se trabalbos executados pelas raes-
    mas, que muito devem agradar aos preten-
    dentes.
    Estamfnlhas.
    Vende-se na roa da Cadeia do Recife n. 58, aoja
    de azulejo.____________________
    Leo de Ouro.
    Cera de Lisboa em velas
    Tamanhos differntes desde 2 a 16 por libra, em
    eaixas de urca arroba : no irmuem de Tasso Ir-
    maos & C, roa do Amarina o. 37.
    Capellas brancas para meninas.
    Grandes sortimento de flores finas.
    Fil de seda, preto.
    PERFUMARA
    Grande e constante sortimento de dita,
    sempre meihor quajidade.
    Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
    Caixinhas com ditos aromticos.
    Bonitos e modernos pentes dourados
    para circular o coque.
    Bonitos brincos de plaquee.
    Aderecos e brincos de rnadreperolr.
    Caivetes finos para abrir latas.
    Tbesouras para frisar babadinbos.
    Aspas para balo.
    No vos stereoscopos com 48 vistas, as
    qcaes sao movidas por um machinismo
    urnas substituem as outras.
    Vistas para stereoscopos.
    Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
    pedras.
    Ditas de madeira envernisada com vispo-
    ras e com dminos,
    Bollas de borracha para brinquedo de
    LOJA DOS ARCOS
    Farinha e mibo.
    No trapiche Bario do Livramento existe boa fc-
    rinba de mandioca e excedente milbo em saceos
    Srandes : a tratar na rna do Vigario n. 16,1* an-
    ar, esenptorio de Joaquim Gerardo de Basto.
    Farinha'de mandioea
    da Baha.
    No escriptorio de Joaquim Geraldo de Bastan;
    Caes Vinte e dous de novembro n. 57. jt*$ff,?taS.t
    (outr ora armazem alltanca) ainoeires, por menos do que em outra qualqntr.
    Ha para vender pedras marmores de todos os' parte,
    tamanhos e gr snras, lijlos de diversos la-.
    manos, soleiras e saccadas, assim como solei-
    l ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con-
    trati -se e faz-se qnalquer obra, como monameo-
    : tos, tmalos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
    todo o mais tendente mesma arte, por mdicos
    procos.
    Officina e armazem de
    maimore
    Vende-se
    Ra do Crespo n. 20 A.
    Alvaro Augusto d'Almeida C.
    Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante conhecido como
    am dos mais bem sortidos desta eidade acaba de rebeber directamente de Pars alguns;
    artigos especiaes qne passa a mencionar.
    Ricos cortes de vestidos de blond para casamentes.
    Cortes do vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
    Brochad, fazendas de la e seda propria para vestido.
    Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
    Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
    Chapelinas de seda e de palha d'Italia.
    Basquinas de seda e guipure.
    Colchas de seda e de 13a e seda.
    Cortinados de cambraia bordados muito ricos.
    Pannos de verdadero croch para jardineiras, sof e cadeiras.
    Toalhas de linho de superior qualidade.
    Bramantes, selicias, sguioes atoalhados.
    Guardanapos, colchas, aaias bordsdas camisas,
    Cache-nez, baloes, cami>inhas, sombrinba.
    I Sement n vas de bortalices, garantidas, da socie-
    i dade de Horticultura Lisbonense, ruado Amorim,
    deposito da labrica de cervejas e espirites da ra
    do Brnm.
    CAZ GAZ GAZ
    BRACO
    Chegan ao antigo deposito de Henry Porster
    1, roa do Imperador, um carregamento de ga:
    de primeira qualidade; o qual se vende em partida
    e a retalho por manos preco do qne em outra qnal
    qner parte______________________________
    Vende-se um terreno propno, com 138 pal-
    mos de frente e 160 de fondo, para o lado da es
    trada de ferro, cajo terreno tem lcense feilo pa-
    ra cinco moradas de casa, na ra de Motocotom-
    b do> Afogados : a tratar na mesma raa, ou na
    roa Jireila dos Afogados n. 13. ____
    Sahiias de baik
    Cbegaram loja do paco as ricas sabidas de
    baile, assim como os ricos encbovaes de cambraia
    bordados para enancas se baplisarem, artig) este
    o meihor qne ha no mercado, assim como temos
    gran e sortimento de outras muitas faaendas de
    muitas .
    Madapoioes de varias quaidades, saxos para viagem, mallas, tapetes, capa- *t0 e novidadesjnfT5ior\aporea: na loja
    hos, alcatifas e muitos ootros artigos que se vende por precos mdicos. do pago ama i de Marco n. a.--------
    n \ TV Vende-se urna casa de taipa, na baixa do
    *.,mv>; iT.,rri em s0[0 rendeiro : tratar na ra
    Tem tambem constantemente nm completo sortimento de ESTERAS
    DA para forrar salas.
    Zumbi, (Torre)
    Imperial n. 233.
    Ra do Imperador n. 26
    0 respeitavel publico encontrar neste
    estabelecimento diariamente om completo
    sortimento de pastelaria, bollos inglexea
    podins, pds-del, prgsentos dos ltimos
    ebegados ao mercado, salame de lion, bo-
    linhos finos de todas as qnalidades para coi,
    amen joas cmfeitadas, conidios, bomboios,
    pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
    tilhas do mesmo .cartuxos e carteiras com
    seis charutos de cho oate cada nma, esto
    sortimento de chscolate do mais acredita-
    do fabricante de Pars e o meihor qne at
    hoje tem vindo ao mercado.
    Vinhos portuguezes, figueira muito supe-
    rior. Os mais genuinos e superiores vinhos
    do Porto, moscatel e Setobal, o Ilustrado
    publico encontrar neste estabelecimento
    por coramodos precos, fazendo-se abatimen-
    to a quem comprar em porcao.
    Os donos deste estabelecimecto nao m
    tem poupado a despezas para meihor me-
    recerem a acoadjuvaco do Ilustrado pu-
    blico.
    60RA DA IMPERATRIZ
    ____________________________ DIZ_____________________
    _ FIGUKIRKIIO c^ C
    Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico,, um grande sortimento de faendas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade que se lhes promette vender por precos mnito mais baratos do qu
    parle, visto que os novos soiiios desta Ama adoptaram o systema de s vennderem IHXHHIHO ; para poderem vender pelo custo, liontando-se apenas a ganharem o descont. As pessoas que negociara em menor escalla, nesta lo
    em outra qaalquer .
    e armazem poderlo "fazer os seus' sortimentos pelos mesmos precos que compram as casas estrangeiras.
    derem escolher.
    Para maior comraodidade das Esmas. familias, de todas as fazendas se alo os livros das amostras, ou se mandam levar emjsuas casas, para melbni-.
    ALTAS NOVIDADES *
    DO PAVlO
    BONITAS FAZENDAS PARA A FES- fl
    TA DE 0
    SANTO ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO. (K
    Vendem-se as mais lindas poupeli- 5
    as de nho e seda com os gostos *
    mais novos que tjm vindo a este ?w
    <$ mercado, pelo barato prego de-----
    & 2sJ000 o covado. 0
    Sedas listradas, de furta cores, fa- g*
    zendas de muila pbantasia a 2)5000 ^
    o covado.
    S'da bisraark, larga fazenda muito &
    encorpada o covado a 2|>500. &
    Bonitas lasinhas largas eom palma ^
    de seda, covado a 4(5000,
    Linda's agraciando lavradas covado
    a 15600.
    Alpacas lavradas de todas as co-
    res, covado a 640, 800 e 10003
    Bonitas ISasinhas escossezas com
    quadros e lilras de soda, Covado a
    86 \
    Finas alpacas lisas, sendo cor bis
    mark lyrio, verde, roxo, cinza, can-
    oa, azul etc., covado a 610.
    Ditas furta cores com as mais bo-
    nitas cures, covado 50.) rs.
    Lindas bareges lisas, e com lista
    da mesma cor, fazenda inteiramen-
    te nova, covado a 560 e 640 rs.
    Bonitas lasinhas tapadas e trans-
    parentes com grande diversidade, o
    covado a 600 rs.
    Lasinhas lustrosas com lindas co-
    res emitaejk) de seda, o covado a
    320.
    indos cortes de anadine, sendo
    f.zenda nova e transparente e de
    muita pbantasia, com 18 covados a
    15^000.
    Fmiss'mos cortes de vestidos bran-
    cos bordados com todos os enfeites
    francezes a 12i5000.
    Cortes de ganga indianos, fazenda
    inteiramente jova a 70000'
    Ditos chinezes cem duas saias a
    70000.
    Ditos de 13a escosseza fazenda mni-
    to b 'nita com fios de seda a 70OU)
    Finsimos orgaodys com lista de
    cor e salpico, sendo fazenda de
    muita phaatasia, o .metro 10280.
    Organdy branco com listras lar-
    gas e quadrinhos, a vara a 10000.
    Todas estas fazendas, sao inteira-
    mente novas e se vendem muito em
    conla, ra da Imperatriz n. 60,
    ? loja e armjzem de Silva e Fguei-
    jfi do C.
    de 120UOO rs. cada um, pechincha.
    CASEM1RAS ESCOSSEZAS.
    O Pavo tem boni as casemiras escosse-
    zas cora quadros grados e midos e outras
    lisas com listras ao lado, sendo fazendo
    muito tina que se vende mais barato, por
    haver grande porc5o.
    CORTES DE CASE IRA PRETA X 4:500,
    O Pavo tem os superiores cortes de ca-
    semiras pretas enfeita las pelo barato prego
    de 40500 rs. o cort,
    CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
    . VADO.
    O Pavo 'ende excellente fazenda de pura
    la cora as cores escuras muito proprias
    para calcas, palitots, colletes e roupa para
    meninos que frequ^tam a escopa por ser
    urna fazenda leve, escura e de muita dura-
    co. pechincha a 80) rs. o covado eu a
    208OU o corte de calca para hornera.
    FINAS BAREGES A 640 RS. 0 .OVADO.
    O Pavo tem as mais lindas bareges de
    la sendo meias transparentes, com urna
    s cor, tendo : lyrio, azul, rosa. Bismarck, |
    roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui
    to urna grande compra, asbim como ditas
    mais estreitas de ama s cor com listras
    imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
    chincha.
    PECAS DE MADAPOLO A 30500.
    0 Pavo vende pessas de muito bom
    madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
    barato preco de 30500.
    PECHINCHA EM ALGODO A 4*000 RS.
    O Pavo est vendando pecas de algodo-
    sinbe francez, tendo 4 palmos de largara e
    com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
    de 40000 rs.
    CERA DE CARNAUBA.
    [ CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
    O Pavo tem nm g*ande sortimento dos
    mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
    mesas, almofadas etc., proprios para co-
    brir presentes e vende-se mais barato do
    qne em outra qualquer parte.
    Algodhio entestado.
    Vende-se urna grande porco de algodo
    sinho americano com 8 palmos de largura,
    proprio para lences e toalhas, tendo liso e
    trancado, que se vende por preco mnito em
    conta.
    LAAS ESCOSSEZAS
    LAS ESCOSSEZAS
    LAAS ESCOSSEZAS
    A 560 rs. o covado.
    Chegou para a loja do Pavo, o mais
    elegante sortimento das mais lindas lazi-
    nhas escossezas cora fios de seda, as quaes
    fazem o mais delicado effeito, para vestidos
    de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
    mo preco de 560 rs. o covado.
    SEDAS DE LISTA
    SEDAS D" LISTA
    SEDAS DE LISTA
    a 20000 o covado.
    Chegou para a I ja do Pavo ara grande
    e bonito sortimento das mais liadas sedas
    de listas con as mais delicadas cores, tendo
    entre ellas algumas que servem para luto, e
    vendem-se pelo barato preco de 20000 o
    covado, pechincha
    FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA^PAVO
    Encontra o respeitavel publico ueste es-
    da-se_por_640 rs.^c^od.._P<>[ ^^r fei-|tabelecimento um grande sortimento de fa-
    zendas pretas, como sejam cassas france-
    zas e inglezas, chitas pretas de todas as
    qualidades, fazendas de la de todas que
    tem vindo, proprias para lato, sendo lasi-
    nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom
    basinas, merinos, etc. qoe todo se vende
    por preco barato.
    PARA BAPTISADOS
    Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
    cbovaes para baptisados.
    Cortes de casemira a 40000, cada um.
    Vende-se bonitos cortes de casemiras
    claras e escaras pelo barato preco de 40,
    Vende-se snnrtrinr rra rte rarnaiiha em)ou a 25i0 cova(1' ^ndu duas larguras,
    venae-se superior cera ae uruauoa em rrtRTNAnAo Par r.aMi k uns-ii c
    saccas, mais barato do que em outra qual-
    quer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
    loja do Pavo.
    OS SfiTINS DO PAVO
    Vende-se es mais bonitos setins de cores
    e mais encornados, proprios para vestidos
    tendo de diversas cores.
    CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
    d*80, 100,120 e 160000.
    Chegou para a lojado Pavo nm grande
    sortimento dos bonito e ricos cortinados
    bordados, proprios para camas e janellas,
    qae se vendem de 80000 o par. at o mais
    rico que vem ao mercado, e vende-se mais
    barato que em outra quatqner parte.
    GROSDENAPLES PRETOS DE 1*600 AT 7*000
    Na loja do Pavo encontra o respeitavel
    publico ura grande sortimento. de grosde-
    naples pretos de todas as larguras e qua-
    lidades, tendo de 10600 o covado at 70000
    e 8000), que se vende por preco muito
    em conta.
    CASSAS FRANCFZAS.
    Chegaram para a loja do Pavo as mais
    lindas cassas francezas com delicados pa-
    drees, tendo para todos os precos e quali-
    dades, dando-se todas amostras, assim como
    nm Bonito sortimento das mais lindas chi-
    tas francezas escuras e alegres, que se ven-
    dem muito em conta, e tambem se do
    amstras.
    CHITAS A 240 RS.
    Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
    tas francezas claras e escuras e cres|fixas
    240 rs. o covado, e pechincha.
    LASINHAS A 32a
    LASINHAS A 320
    LASINHAS A 390.
    Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
    timento das mats lindas lasinhas lustrosas,
    com listrinhas a imitaco de poupelinas de
    seda e com as cotes mais lindas que tem
    vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
    maito nviis dinheiro, e liquidam-se a 320
    rs. o covado, pechincha,
    FECHIWCHA
    EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
    Vende-se um bonito sortimento de mnito
    finas e modernas camisas inglezas com pe-
    to e coliarinhos de, linho e pannos, pelo
    baratissimo preco de 40500 rs. cada ama
    e aos freguezes que comprarem dnzias se
    Ihe far am abatimento, garantindo-se que
    fazenda que vale muito mais dinheiro,
    liquidare por este preco por se ter feito
    ama grande compra: assim como se vende
    ALPACAS LAVRADAS A 640, 800
    1,000 RES.
    Chegou para este grande estabelicimenu
    o mais bonito sortimento das mais moder-
    as alpacas lavradas de todas as cores, qoe
    ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
    OS PRECOS.
    N'este grande estabelicimento encontrar
    o respeitavel publico um grande sortimento
    de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
    panno preto e cazemira, calcas e coletos de:se vendem111 10, 800 e 640 res o ovarlo,
    brim branco e de cores, que tudo se vende
    mais barato do qae em outra qualquer parte;
    assim como um grande sortimento de ca-
    rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
    de linho como de algodo e abundante sor-
    timento de meias eruas.
    VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
    i
    O Pavo vende nma grande porco de
    cortes de, vestidos indianos, tendo duas
    saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
    tos mais novos qu tem vindo, e liquida-se
    a 50000, tendo cada um seu competente
    flgurino;
    CASEMIRAS MESCLAOAS A 30 0 COVADO
    O Pavo tem para vender bonitas case-
    miras mescladas e bastante encorpada para
    roupa de homens e meninos pelo haraio
    preco de 30000 cada covado ou 50000 o
    corte de calca para homem.
    Roupa por medida.
    Na loja do Pavo manda-se fazer qnalqaer
    assim como um grande sortimento de -pa-
    cas lizas de todas as cores
    Basquinas.
    Chegaro as mais modernas basquina*
    ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
    enfeitadas a vidrilbo, tranca e setim preto
    tendo de todos os modellos, os mais notos
    qae tem ebegado e vendem-se por precoa
    muito razoaveis.
    POUPELINAS DE SEDA
    POUPELINAS DE SEDA
    POUPELINAS DE SEDA
    a 20000 o covado.
    0 Pavo acaba de receber o mais ele-
    gante sortimento das mais lindas verdadei-
    ras poupelinas de linho e seda com os pa-
    drees mais delicados que tem vindo ao mer-
    cado, tendo entre ellas cores proprias para
    alliviar luto, e vende-se pelo barato prece
    de 20000 cada covado, pechincha.
    Cambraias brancas
    Vende-se nm grande sortimento das me-
    lhores cambraias tanto victorias como trana*
    peca de obra a yontade do freguez, para o parantes tendo de 30500 peca at a ma#
    que tem um perito alfaiate, responsabelisan-
    do-se os donos do estabelicimento por qual-
    quer (alta que possa haver, quer por de-
    mora, quer por qualquer defeito na obra;
    e para isto encontra o respeitavel publico
    am grande sortimento de todas as fazendas
    que desejar.
    BRAMANTE A 1800.
    Vende-se superior bramante com 10 pai-
    ran bonito sortimento de ditas tambem com mos de largura, proprio para lences, dan-
    peito de linho bordadas e ditas de algodo do a largura d'esta boa fazenda o compri-
    para .todos os precos.
    PANNO PARA SAIAS A 10000, 10280 e
    10600 RS.
    Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
    saias sendo com bordados e pregas a uro
    lado, dando a largura da faenda o compri-
    ment da saia e vende-se pelo barato preco
    de 10000,10280 e 10600, cada metro sen-
    do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
    cada saia pechincha.
    Vestidos braaeos a 190#0 re.
    0 Pavo vende finissimos cortes de ves
    hdos de cambraia tranca, ricamente borda-
    das e eom muita fazenda pelo barato preco
    fina que vem ao mercado.
    CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
    S o Pavo vende pecas de cambraia
    branca transparente, tendo mais de vara de
    largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
    3ue sempre se vendeu a 70 e 80000, liqui-
    a-se pelo barato preco de 40800.
    FUSTES BEUNCO A 6*0, E 1*310.
    Vende-se muito bonitos fustoes branco
    muito flexivel proprios para vestidos de
    senhoras e roupa para meninos e vende-ee
    a 640, 800 e 10200 rs. o covado.
    cassas a f ? ra.
    O Pavo est vendendo bonitas cassas di
    ceres fixas a 240, 280 e 300 rs. o covado
    Brilhantes lasinhas.
    S o Pavo, 640.
    Chegaram as maisbirlhantes IJasinhas cosa
    as mais lindas cores, cem palmiaaas miodi-
    nhas, assentadas as mais delicadas eeres da
    Na loja do Pavo vende-se um grande lyrio! eflr de canna, cor_de ganga e branco,
    sortimento dos mais bonitos cachenez de -sendo estas novas lasinhas de murto ba
    para la proprias para senhoras, vendem-s qualidade, tendo largura de alpacae vendo
    a 60000 cada um, aa roa da Imperatriz j se 460 rs^o^covado. ra da Imperan
    ment do lenco!, sendo preciso para cada
    nm apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
    chincha pelo preco.
    ESPARTILHOS A 5*000.
    Vende-se um bonito sortimento dos me-
    mores e mais modernos espa-tilhos tendo
    do barato preco de 50000 at 8000.
    Cachenez.
    vende-se um
    V
    .
    n. 60.
    A loja do PavSo est, constantemente aberta, das 6 horas da manhSa s 9 da noute
    ib. 60 lojado Pavio.



    Diario de Pernarabuco Targ* feira 26 de Julho de 1870.
    -*
    40 KSKITAWL PUBLICO
    Loureoco Paroiia Mendes Guinuaraes, coamerciauB falla praca acal) 'le concluir
    todos os seos negocios comme ciaes e de nomo abre t scuj estaiiebcirpjant de fazendas
    tatos i ma da Imptratrtx, co a denonacoes de Garibaldi eArara> e lendo resol-
    id* liquidar tod*s a* siias aaendas con grande abatimento d pecs. por isso con-
    vida ao respeiinv-t ptarnticrt e a seus auit;o* e fregneat-s, lano d* pisca como do matto.
    para Ibes knalirar lo novo o wo estabeleuiniiiito, e que todas as l'azendas esli
    reun las na l"ja o armaren da Arara na rua da Iwperutru n. 7. e'que tesolveii-se
    veoder a araa^ao dt luja Garibaldi, para licar smenle cam a da Arara, como cima
    ticadiio.
    Attenco chales branco de gassa a *ooo
    Vende-se ehdas fraocezas a 2*0, 280, 2i26! GOBEBIAS GHIMCZAS DB CHITA A 20000.
    Vend*e orna grande poroso de cober-
    las de cuitas chinezas para cama pelo barato
    presto de 500 cada orna.
    Vende-'0 na toja do Arara 3 balcoes para
    qaalquer esubeiecimento por barato presso
    por nao se precisar d'elle no estabeleci-
    menio.
    UETALHOSDE CHITAS PRETAS E CASSAS
    A 420 O 00 VADO.
    Vende-se orna graude porco le reta-
    .lhos de chitas e cassas pret3S a 120 rs. o
    i covado para liquidar.
    COBERTORES DE ALGODAO A I->100'
    Vende-se cobertores de algodao cada um
    14.00
    BRAMANTE DE LINHO FINO A BARATO
    PRESSO.
    tlgotl ra?ad de leas lar-
    guras 14900
    Vende-se algodao transado de duas lar-
    garas a 10200.
    MADAPOLO ENFESTADO A 3r>>00.
    Vende-se pecas de ma Japolao de 12 jar-
    das a 350O a p^ca.
    ALGODO A 4*5000.
    Vende se pee s de algodao encorpado a
    4, 51, 6* e 7r)O0Oa peca.
    lladaix! io a 54000.
    Vend-se pecas de madapolao de 24 jar-
    das a 5 0;) e 6a00, dito inuito fino a %%
    85 9l.e lO a p-ca para liquid r.
    ALGODAO DE 8 PALMOS DE LARGO.
    Vende-so algodo com oito palmos de
    largura proprio para lences c toalbas a 900
    rs. o metro.
    ALGODO DE LISTA A 160 RS.O ZOVADO.
    Vende-se algodao de lista proprios para
    saia on vestidos para escravas ou calcas e
    carnizas para escravos p>>r ser muito forte a
    100 rs. o covado para liquidar.
    Cortes de castor para calca a
    5 rs.
    Vende-se cortes de castor para calca a
    500 rs cada nm.
    CORTES DE BRIM P*RA CALCA A 10400.
    Vende-se cortes de brim de cor para
    calca a 10461 cada um.
    Itrio pardo liso a 5O rs.
    Vende-se brim pardo liso, meio linbo para
    caicas para trabalho a 500 rs, o metro.
    angas para calca a rs.
    Vende-se gangas inglesas para calcas e
    patitnts a 280 r-. o covado para liquidar.
    CORTES DE CASEMIRA DE COR A 3,5500.
    Vende-se cortes de casemira de cor para
    calca a 35500 cada um.
    Ditos mui o finos rom listas do lado a 5$.
    PERCALAS FIN iS A 6w.
    Vende-se perca as finas, para vestidos de
    senhoras a 410 rs. o covedo.
    Cassas fra* cezas a 2-19.
    Vender cassas francezas para vestidos
    a 2 lo rs. o covado.
    o 360 o covado na loja do Arara.
    ORGANDYS D LISTA DE CORES.
    Vende-se organdys para vestidos de se*
    o horas, fazenda muito modernas a i 10 rs.
    ovado.
    rllkantina ou miisMtltaa le cor
    Vende-se brilbantina ou raussalina de
    cor para vestidos a 110 n oovade.
    RUCADOS FRACEZES A 3G0.
    Vende-so riscados francezes para vestidos
    a 360 rs. o covado.
    c bitas largas a a o.
    Vende-se cbitas escuras finas das largas
    para vestidos de senhoras. a 320 o covado.
    Ditas matisadas escuras a 280 o covado,
    ALPACAS LISAS A 500,
    Vende-se alpacas lisas para vestidos de
    enboras a 500 e 610 rs. o covado.
    LAZINHAS TRANSPARENTES A 560 RS.
    Vende-se la.isinhas transparentes, para
    vestidos a 500 rs., ditas tapadas a 400 rs.
    O covado para liquidar.
    ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
    Ven l-se alpacas de listas para vestidos
    a 500 rs o cavado.
    BMLHANT1NA BRANCA A 500 RS.
    Vende-se brillantina branca pira vestidos
    a 500 rs, o cavado.
    ALPAC\S M MISADAS 640.
    Vende-se alpacas matisadas para vestidos
    de senhora a 610 rs. o covadu.
    CORTINADOS PARA JANELLAS 65000.
    Vende-se cortinados para janellas a 65000
    o par para liquid -r.
    SEDAS DE CORES 15000.
    Vende-se sedas para vestidos a 13000 o
    covado.
    CORTINADOS PARA CAMA 145000.
    VenJe-se cortinados para cama a 145000.
    GOLLLNIIAS PARA SENHORA 100.
    Veiidu- urna grande porco de grdlmhas
    para senhoras e meninas, a 100 e 200 rs.
    iada una par* liquidar.
    CHITAS PARA COBERTAS 320.
    Veade-se chitas largas para coberta a
    320 6 360 rs, o covado.
    MANGUITOS E COLLAS 500.
    Vende-se manguitos e gollmbas para se-
    nhora a 500 is. ditas fa linbo a 610 e 800
    rs: cada urna.
    CHALES ESTAMPADOS A 24000.
    Vende se chales de merino estampados a
    2000 pira liquid. r.
    CAMBRA1AS VICTORIAS A 65000.
    Vend -se camhraias Victorias finas a
    65000 G5500 o 7500.). no ser MquidacSo.
    ALPACVSCOM PALM\S DE SEDA A15000.
    - Vende-se alpacas com palmas de seda para
    vestidos de senhora a I 000 o covado.
    CURIES DE CHITAS DE CORES A 25400.
    ' Venile-se cortes de cintas de cores com
    40 covadt a 2*500.
    SORTLHEIMTO COMPLETO
    AltUL^ZCMS
    NOS GRANDES
    E SKCCOS
    E nOLIIAHOS
    CONSERVATIVO
    N. 23Largo do Terpo.K. 23.
    DE
    MO DOS SANTOS ft C.
    PROGRESSO
    10 Pateo da Peuha 10
    DE
    S i R T 0 S & FERR IRA .
    Os propnetirios destus bera sortido* armaBt-ns participan aos seus innmeros
    freguezea tanto desta praca como do matto qne tendo feilo grande diminuicHo de pre-
    gos as suas mercado ias estao por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 %,
    do que en. ouira quahjuer parte, garanlindo-se portento a s p<-rior qnaddade de qual-
    quer genero comprado uestes dous stabelecimenlos. Mencionamos alguns dos nossos
    gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-
    ciua-los.
    Se algueni duvidar,venha ver.
    Vinagre branco mandado vir por conta Gaz americano marca Deves a 85800 a
    propna vindo de Lisbda, a 320 a garrafa e
    480 o litro.
    dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
    320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
    rs. o litro.
    Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
    a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840 "
    760, 720 e 600.
    Vinho branco puro de Lisboa a 640 560
    a garrafa, em porco ha abatimento.
    Vinho do Porto, engarrafado ds melho-
    res e mais acreladas marcas a 15000 e 15200
    15500 e 25 a garrafa.
    dem Bordeaux, Medoe e S. Jnlien
    bla, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
    Azeite doce de Lisboa a 900 e 15 garrafa em porco faz-sa grande abatimen-
    lo.
    Caf em carneo a 220, 240 e 2*0, a li-
    bra o kilogrammo a 480, 540 e 600, e
    5000, 75500 e 85800 arroba.
    Milbo alpista 200 rs. a libra e 440 o ki
    logramma e 55800 a arroba, em porco ba
    a batimento.
    Queijos frescos do ultimo vapor a 35200
    e 35400 cada um.
    Aletria, macarrao, talbarim a 500 rs. a
    Genebra de Hollanda e laraoja doce aro-
    mtica a 6f>500, 75, H550O, a frasqueira.
    Serveja Bass, Hiers 4 Bell a 95800 du-
    zia em porco ha grande abatimenlo.
    dem marca ReTe outras >marcas a
    55500 e 65, a duzia e 500 rs. a (jairafa.
    Assim como ba outros inuitos
    Sab3o massa- de 1* e V qoalidade a 220
    e 240 re. a libra em caixa ba- abatimenlo
    Toocinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
    a libra e 880 o kogratomo, cm arroba ha
    grande differenca.
    generes, viuho cm ancorelas, azeitonas,
    passas e figos, charutos finos de diverjas marcas, marmelada, bolacbinhas de todas as
    qualidade8, perola, Francy-crscyne!, a, b, c, Mdium, mixed. soda Fancy-nic-nac, pa-
    lace de Varietes, combiaation, Britania, doce de goiaba fina, chouricas, manteigas finas
    franceza e ingleza, banba de Baltimor, phosphoros de Sycnryt, Cognac, cb de diver-
    sas qualidades, Canella. pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, bren, peixe
    em latas de todas a qoalidade!", fcrinha de milbo americana, grandes molhos de sebol-
    las, oestes dous armazens existe tambero graad sortimento de loucas propnas para ne-
    gocio, que pelos seus conrmodos preco faz vantagem aos compradores.
    DO
    GALLO VIGILANTE
    Rwa m Crespo m. V
    Os propriBUrio* desle bem eonhecido esubele-
    cimente, alm dos lu! tos objeetos que tinhain ex-
    postes a apreeiacao do rospeiUvet publico, man-
    dararo vir e acab&in de reoeber pelo ultimo vapor
    da Europa um completo e vanado sorfmento de
    finas e mui delicada especialidades, as quaet es-
    li rosolvidos a vender, como de sen costme,
    Sar precos muito biraanbe* e commodos para to-
    08, om tanto que o Gallo....
    Muilo superiores tovas de pellica, pretas, brau.
    cas e de mui liadas cures.
    Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para se-
    nhora, ueste genero o que ha de mais moderno.
    Superiores pentes de tartaruga par coques.
    Lindos e riquissimos enfeites para canecas das
    Exmas. senhoras.
    Superiores trancas pretas e de corea com Tidri-
    Ibos e sera elles; esta fatenda o que pode nava-
    de melhor e mais benito.
    Superiores e bonitos leques de madreperola,
    marm, sndalo e osso, sendo aquellos braneos
    com lindos desenlios, e estes pretos.
    Muito superiores meias fio de Escossia para se-
    nhoras, as quaes sempre se venderara por 30*000
    a duzia, entretanto que nos as vendemos por 20,
    aim destas, temos tambera grande sortimento de
    outras qualidades, entre as quaes algunas muito
    finas.
    Boas bengalas de superior canoa da India e
    castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
    ras do mesmo, ne?te genero o que de melhor s i
    pode desejar ; alm destas temos tarabem grandt
    Suantdade de outras qualidades, como sejam, ma-
    eir, baleia, osso, borracha, etc. ote etc.
    Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
    de outras qualidades.
    Lindas e superiores ligas de seda e borracha
    para segurar as meias.
    Boas meias de seda para senhora e para meni-
    nas de i a 12 annos de idade.
    Navalhas cabo de marfim e tartaruga para fazer
    barb:.; sao muito boas,e de mais a mais sao ga-
    rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
    bera asseguram sua qmiiiKite e delicadeza.
    Lindas 6 bella1' capellas para noiva.
    Superiores agulhas para Menina e para crox.
    Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
    lahyrinlho.
    Bons baralhot de cartas para voltarete, assun
    como os tentos para o mesmo lim.
    Grande o variado sortimento das molhores Der-
    ramaras e dos memores e mais conhecidoe per-
    fumistas.
    COLARES DE ROER.
    Elctricos magnticos contra as convulsSes, e
    facilitan a dentirao das innocentes criancas. So-
    mos desde muito recebedores destes prodigiosos
    collares, e continuamos a recebe-los por todos os
    vapores, aflm de que nunca faitem no mercado,
    tomo j tem acontecido, assira pois poderlo aquel-
    les que delles precisarem, vir ao deposito do gallo
    vigilante, a onde sempre encontrante destes verda-
    deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
    para que bao appcados, se venderlo com um mui
    diminuto lucro.
    Rogamos, pois, avista dos objeetos que deixamos
    declarados, aos nossos fregoezes e amigos a viren)
    comprar por precos muito razoaveis loja do gallo
    vigilante, rua do Crespo n. 7. ^^^^^^
    i
    A rua do Duque efe Caxis n 21.
    (AHTIGA BOA DO QUEIMADO)
    Recebeu seguinto :
    K>pelbos grandes dourados, mnldcs bonitos.
    Carteiras, charuleiras e porfeigarros de moitft,
    qualidades.
    Donilas pa.'las para papen, -imples e matisadas.
    Boss caixa* vasias para costura com sua cempe-
    lente chave.
    Delicadas caetas de marni com o bocal
    prata. .. ,
    Modernos penle* de tartaruga, sobresahmde e*~
    tre elle* os mimosos telegrapmstas.
    Commodos toucadors cou dnas gavetas e boa
    espeino.
    PortN bouquet, o que de melhor tem appare-
    cido.
    Port relogios de rouii^.-> qualidades.
    Ronstalneres para criaiic..
    Voiuarios. chapozinlios, tnucas, sapatoe e metas
    para ba plisado.
    Toalhas e fi onhas de lubyrinlho.
    Chapeos e cliupelinas para senhora, moldes nove*
    e bonitos.
    Chapozinuos forros e booets para meninos
    meulnas.
    Coutr.1 as ccmvuls5r"S as
    criuiicas
    Vende-se os verdadeiros collares na Nova Esp*-
    ranea, rua do Duque de C*xias n. II.
    PARA UNGIR CABELLOS
    para pretos ou castaas, recelteu a^Nova Espe-
    ranca a verdadeira linu ingleza.
    PARA ACABAR COM A6 SARDAS
    ou pannos, tem a Nova Especaoca o verdadeire
    leite de rosas brancas. ___
    AGUA DE FLOR DE LAHANIA.
    Vende-so na Nova Esperan;;, rua do Duque de
    Caxia n ^1
    PAPEL PARA EXFEITAR-SE BOLOS,
    recebeu-os muito lindos a Nova Esporanca, roa
    do Duajede Caxissn. 21._____
    PAKA AMACIAR E AFORMOSEAfl A PELLE
    lem a Nova E>peranea es sabonetes de po* de
    arroz. _______^_ ___
    3
    M Cortes de seda e de eambraia bordados
    t O Cyrae rua da Imperairiz n. 61 acaba de recerer lindo? o modernos cortos de
    ?3^ vestidos de seda, pretos o de cores, lisos e malisados ; assim como cortes de eambraia jjfe
    t* crneos todos ricamente bordados, es quaes vende por commodos preces.
    | Laa para bordar a 5^500!
    8
    Acaba de reeeber nm grande e variado soriimento
    /WP-* i libra, cores sortija.
    de
    lia, qual vende a 3*o00 '

    Fitas e galoes de seda
    W^ Receban lamben um lindo sortimento de trancas, franjas 6 gatees de sede, e um ?j3
    35? variado fortimento He filas de sar.a, setim e rliamalote de todas as core* e larguras, e ^
    nm sem numsro de arligos proprio do dito cstabelccira'fnlo. J^
    m
    mMmmmWm
    AOS SRS. ALFAUTES r .
    Cnegoa loj d3S Co'unnas, da rua do Crespo n. i i, de Antonio Correa de
    Vasijpnsellos superior velludo preto de seda.
    13 Rua da Imperatriz
    DE
    ULYSSES & IRMIO
    Os proprietarios deste bem caabeeido o a creditado estabelecimpnto ayiso aos
    nnmerosrs freguezes tanto desta praca como de fon, e especialmente ao i lustrado
    corpo ACADCM1CO. tfae este esinhelecimeiuo acha se sempre bem prvido de todos os
    arligot de >eu gneros abaiso rnencinnados e que vendemos por mdicos presos, taoto
    ivarejo como pr atacado para iK'gocio. para o que se podem derigir porcarta a nossa
    casa que serlo saptisfactoriajienie servidos.
    ClIAltlTOS
    seus
    mperiores de llavaaa, Haiuhargo, P>ahia.
    das acreditadas marcas Rvgalia Britaim
    Imperiaes &: do do Mo da bem conhrcitla
    marca Opera contrasmuius feitas aqui d
    jafamadns Bcbenbt) e outros que se vendem
    RUA DO UQE DE CAXIAS N. 7,(OUTROfU DJ QUEIMADO)
    DB
    MEIRA k B1ST0S
    Este novo esunelecimento j b^m conhecid. nesta capital, os seus propieta-
    rio faiem sciente aos seus freguezes e ao respeitavel publico qne conservara sempre o
    ineUior e mais variado sortimento de fizendas para s<-nh-ras, homens e meninos, sendo
    sua epecialidade enxovaas para noiva los e preparos pa-a salas.
    Pa>a n ivas
    Ricos vestidos de blond de seda bordillos de dnas saias o que ha mais rico e
    com todos os prepares.
    Gorgurao branco de seda, superior quadada.
    Mantas de blon I com capellas de flor de laranja : s na
    Loja do Triumpho.
    Rua do Duque de Caxias n. 7. .
    h xarope Vegetal. Americano espccialidade^d Bartholomeo&Ci
    34,RUA LARCA DO ROSARI0.34.
    em porcoes.
    Cigarros
    iepalha de S. Paulo, de 35000 a 75000.
    a milheiro; verdadeiros do afamado Danie
    do Rio Novo, Mauriiy, Imperiaes Viscomle
    de Herval, Dnqoe da Caxias. Gandn etc
    de papel, de fumo e Daniel, General
    Osorio, Conde d'Eu, aromticos, e pello-
    raes, Rocambole, Rarlicaes. Acadmicos,
    Machambomba, Montevido^Orientaes, Bae-
    penty o muitas nutras qualidades.
    Ftnrios
    Afamados de BAEPENY em caixoes de
    0 libras 15400 rs. a libra, em pacota!
    i U, eem porco laOO 'ilo em lata de
    aaarta a 640, e a 500 res; lito Daniel do
    Rio Novo, do Para de S. Paulo, Caporal,
    e moitas outras qualidades.
    BMBEUC.'t MS
    VARIEDADES
    PONTEIRAS do espuma finas para cha-
    retos i aaraoa, completo sortimento.
    CACHIMBOS e superior espuma, de ma-
    .l.-ira (raizj de 35"at 3.00, ditos grandes
    a 13,000, a rirzia ditos linos diversas qnali
    dades a VTejo; dito n de gallinhasdo que
    na no mercado a 2,800 e 3,0 a duzia;
    ditos de louca. pesiio, barro, ete, etc.
    50LSAS para guardar fumo, de borracha*
    conro de diversos modelos o gestos.
    CARTEIRAS de todos os systemas para
    cigarros.
    PHOSPHOROS de cera, dos melliores que
    ha, om caixas de 500 a i>.O< a duzia, em
    caixas de 400 4,500 a duzia, em caixas
    de 2.500 a 2.600 a duiia e muitas outras.
    PAPEL de milbo. de a roz, san- om, Per
    san, pintado, e paha de milbo, de Temando,
    0 papel de linbo.
    CIGARROS.
    3cordeiro previdenti
    Roa do N'ovo e variado sortimento de perfomarii
    finas, e outros objeetos.
    Alm do completo sortimento de per
    marias, de que electivamente est provida
    oja do Cordeiro Previdente, ella acaba
    reeeber um outro sortimento que se ton
    lotavel pela variedad* de objeetos, superior
    tade, qualidades e comraodidades de pr-
    jos; assim, poi, o Cordeiro Providente peo
    i espera continuar a merecer a aprecia?
    lo respeitavel publico em geral e de sr
    ioa freguezia em particular, nao se aa>
    ando elle de sua bem conhecida mansid
    * barateza. Em dita loja oncontrarlo r
    preciadores do bom:
    Agua divina de 2. Coudray.
    Dita verdadeira de Murray & Laminan
    Dita de Cologne ingleza, americana, fra.
    ;eza, todas dos memores e mais acreditad'
    'abricante3.
    Dita de flor de larangeiraa.
    Dita dos Alpes, e vilete para toiiet.
    Elixir odontalgico para conservacao a
    'sseio da bocea.
    Cosmetiquea de superior qualidade e ch
    os agradaveis. *
    Copos e latas, maiores e menores, co
    oomada fina para cabello.
    Frascos com dita japoneza, transpiren <
    i outras qualidades.
    Finos extractos inglezes, americano!
    francezes em Irascos simples e enfeitados.
    Essencia imperial do fino e agradavel ch
    o de violeta.
    Outras concentradas e de ebeiros igua
    m inte finas e agradaveis. x
    Oleo pbilocome verdadeiro.
    Extracto d'oleo de superior qaalida
    om escolhidos cheiros,em frascos dedil!
    entes tamanhos.
    Sabonetes em barras, maiores e menor
    jara mos.
    Ditos transparentes, redondos e em fig
    as de meninos.
    Ditos muito finos em caixinha para barb
    Caixinhas com bonitos sabonetes imitant
    fmetas.
    Ditas de madeira inveraisada contendo)
    oaa perfumaras, mito proprias para pr
    entes.
    Ditas de papelo igualmente bonitas, tas
    bem de perfumaras finas.
    Bonitos vasos de metal coloridos, s *
    Rival sem segundo
    RUA DO DIQUE DE CAXiaS N. W
    Estou disposto a continuar a vender todas
    as miudezas pelos baratsimos precos aba-
    xo declarados, garanlindo Indo bom e pre-
    cos admirados.
    Caixas com 20 cadernos papel pau-
    tado a......
    Caixas com 50 novellos de linba
    do gaz a.......
    Duzias de meias cruas supenoi
    qualidade a.....
    Pegas de bihadinhos com 10 va-
    ras a........
    Pegas de ti as bordadascom 12
    metros cada p?a a li$300 e.
    Pecas de fitas para cs de q al-
    quer largura com M) varas a.
    Escovas para unbos fazenda fina a
    Ditas para denles a 244), 3U,
    400 rs. e.......
    Pecas de tranca lisas, brancas e
    de cores a......
    ' aixinhas de madeira rom alfine-
    tes fazenda superior a.
    Dozia de linba froxa para borda-
    dos a 4(10 rs. e. -
    Pares de meias crua- para mv>
    nos diversos tamanhos a.
    Duzias de meias brancas muito
    finas para senhora a.
    Pares de sapatos de tranca do
    Porto........
    Pares ("e sapatos de tapete o. -
    Livros de missa abreviados. .
    luzias djjjiaralhos jjarj yultarete
    Sylabarios purtuguezes a. -
    Crtoes com coixetes carreras a
    A otoaduras para coliae diversas
    qualidades.......
    Caixas com penna de ac ramio
    boa de 320 a......
    Duzia de linha 200 jardas Alexan-
    dre de 40 a 200 e, -
    Caixas com superiores obrefos a.
    Duzia oe agnlha para macbina a.
    Libras de piegos francezes todos
    os tamanhos a......
    Pacote de papel com 20 quader-
    nos...........
    Caixas de phosphoros seguranca
    muito sup ores a
    Resma de papel pautado super or
    Resm* de papel liso muito supe-
    rior a .........
    Garrafa com agua Florida verda-
    deira a..........
    Quaderno de papel liso amizade
    Ca retis de inba de cores cum
    UO jardas a.....
    76
    400
    30600
    500
    2506
    506
    506
    50 40
    460
    50H
    321
    L'5iX)0
    UWOI
    .i
    2t)
    400
    m
    tp
    40
    2500
    240
    400
    400
    4)500
    35OO
    15600
    20
    20
    }
    I
    LA 111.11 i
    20Rui da Imp-ratnz20
    Farl & I,essa.
    Araba 4e chegar a esta nou nota loja e fi-
    zendas finas um variad* sortiraento de fazendas d*
    laa e seda, como sejam : granadme* d u'iiirwt
    gi^-t, p-pelinas de urna ? cor, alpat-as e laa
    nha* de cures, o qne ha de mais morno, tuoo
    pnr bsratissimos proco?, brilhantina* de coic-, te-
    cidos das indias, fazend nova a imitseao de per-
    calia.baloesde dina fingir do sala de cor coro Iib-
    Com Drornptido apromptamos qualquer encommooda dos afamadas cigarros de seda,
    Bipnendv linho, e de outras qualidades da nossa bem cmheci la fabrica, e bem atiesta Boml
    i superioridade o nossos cigarro* numerosa fremwxia dos nosso eslabelecimentos. | moldes novos e elegantes, com po de am
    N. 1 Travessa de S. Pedro N. 1
    VEGETAL AMERICANO
    ESA LID ADE
    BARTHOLOM EO & C:
    Hat costnmamM proennr untadei pm aeredtur
    * prafWMiot, deiiimo* qM ffliMtlo m
    tlatt fctido pr\npetto*tqo* 4if oaran eedu.
    i Sm* mm ennt tga ; pon| *#!* #
    au4ot ctnsidcrailot |rtoiio, ki* y* kWfa
    r efearliuoitao; mu a qaeraodn tffeixter pe*-
    panlsMMMrtl m iffuHlM1l. qw bnio
    neriptn, fwi i poMiear mmimmni-*m
    iniKilo pe lutocio. mpna* mu t
    1 arTtbarar o totea. auaiMcSo 4>* *
    ixtroB*. UnkttmmmC
    St. Srtlnloiw S C t mm mt tmmmt
    i qw 4ecl*r ter tirep* AawrktM 4e
    i tltraerdiaari*. po qn nTrnlt ha di i
    ------ta*. t poaie de na padar arui a a
    Saajuli 4a aadinaviHoa mt Mm, He
    apria aa ureem cMher fai aMiftaa. lieummt
    a* baja raaubelacido coa a aaa aaaieaia
    ._>iraMo. grate pas aaa rataltado Baaiteato a
    JVSa. oaa recoahaciajenlo. Da V. Sa. aaim, *a-
    }" okripda. Maaoel Anlonie ViacM iaatar.
    ~fp casa VO de aaril de 1W>8.
    fm*. Sn. Brthoinra0 C. fiaanaiiiaainiai
    """'' >w aa reama a m 4
    Vegeta! Americano, de ana aompaaieao, qoaaS M
    Kbew baalante doene da ama eawtipaeaa, qaw ata
    lornoa eomplelimente roseo e qae Irona asa farta
    toase, a ate iapoasibilitos doeawprtroa nea aafarw
    da cantor da emprex lrica, tos aaradaaar-lsaa bms
    oompleio reaiabelecimenio, qao.obtive com am a ndr
    do metmo tarop, deaoia de haer recorrida a maitat
    traiaatentaa. Sesejarai mM astro come ea recorra
    e aa tarsM san as aram aliviado, dt afta larrtsat
    iMomatodo, Oe fatal este sa. Csm malor eomde-
    raca* cosuso a ser de V. Sa. atiento, Tessrador a
    Nlma Sra BaitMsmas ftC. -O tarafe Vegetal ase-
    rie eo qae ft. Sa. leas eioosts Mda da leda arsV
    eaci Mira s earstm "totea, eaafsrme fcaarva as-
    pficasJe-e a mea Bit, Jaaqaim. menor d q*tw
    asan; Tietima d'easa Sageile. ase at salto per aspeas
    eioadesM e dos* ase* harta reatsUdo a oalro. i.rossi
    de graode sximeada. Oaaaram sato Vv. Sa. acaatr
    expresa* alumeau aiseera da mea luuisticimente aa
    meritorio serrico one fte presuras asm s iodieada
    xarope, acre atiento e obrigsdo. imeriaa nttto da Mendonca.
    IsMif 8 da da tSM. ^^
    rar r *** **n uiifai neuvt, nvra "5 ****t -*
    hi 1 m gara etatn *i* taftinestM du Tin r^irtitri.
    DEPOSITO GEHALr
    soTicA. sen io*%oc^ia.je%^i>.
    U, BOA URGA DO R0ZAR10, 34
    PERNAMBUCO
    A ther.pm.tio.d- draem. moleMia.00 P^.^ %> J^" ^y!T^^&?j$lt
    rttSSrtaa*^^ -m.ft-rm^.t tidal. daiM
    este medical ma, qae toasat a prtmeira ordem entre
    todaa ni* bata osamAa. 9 tersa, agami Ai^rmms.
    ganaliado palamenta lesatst. ato esntem em ana
    eompofleto am so alomo de esta, e sim aomenu sac-
    eos uta plaste Indgenas, entaa srapriodade hmeSeaa
    a. esta da mstas'is qae aeweaesm aaa ergios da rea-
    sirsclo forsm por a* obaartads par longo tamas,
    asa ptimo. lue.Uaas mta sm mam cieaceates; pe
    apa eos jotasmo* antatm.dm a aamper o xsrspe pse
    tgor .sreseniama.. a a sdaaece ta aaa aaediee s na
    pnMtaa. Protamsa csm aa altsaudee eb.ua o qoe la-
    amas dita, a oeaiaaxw qae sacaHa ds qne j 0"
    a xarope Vegetal Americano tascar da da a da,
    daixando mallo apee de si teda, os psitsraa am ots
    Dlm. 9r. tsrtutomes t C-0 urope Vegeul Ame
    ,icasu. preparada am ata eetceiinadmalm. pbsrmscta.
    t am aul rcasadio ssrs ssatasiar tsrmsl ssiftass.
    Safrto a sanarta moleMia ba sastre manes, aem anda
    Mrambaiida sananos manases qas liaba;esto altiese
    ama ttae tai taniaasma ajas me ntaatan par a atas. asea.
    perem o sao aHacrssa urope. toaande .pansairs
    aaaaa. a st a presaste ato fai de aoto etsesds. .*
    asj, mu ei am. iiiiiiilinli par m tu.
    1e boneca.
    Opiata ingleza e franceza para dente..
    Pos de camphora e outras differem
    roalidades tambem para dentes.
    Tnico oriental de Remp.
    Alada oais eoqnes.
    Um outro sortimento de coques de n
    vos e bonitos moldes com lets de vidrilb-
    * algnns d'elles ornados de flores e fita
    silo todos expostos i apreciacSo de qn*
    8 pretenda comprar.
    GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
    Obras de moito gosto e perfeicio.
    FlTellas e tas para cintos.
    Bello e vanado sortimento de taes obj>
    tos, ficando a boa escolha ao goato do co
    orndor.
    Hlnm8r.8snbaloms.ftC. Desota dsqnssissk
    metes de soffnmenie com ama taata mcimiila, ustii
    sllrsonlinarte. ainaetoracAo de nm cstsrrno am.mll.
    da. a parda tstal dea tarcas, qne s manar psaeek
    ma (Migar. camplel.maMu, ennaedo da Umar mais .a
    roa remediea Mm resaludo irre felicid.de de saber qax
    mes. pi.pssaa.rn o larape Vegete! Americana, a csm
    elle arseasa ttaaa.meaohe restabstaeida ha anal*
    dota asoe, a rubasta oomo s. anda tiranta letrina. I
    (raudas asa (ere* a asta amcttraeae, qae podarte Vmtf
    tasar o ana am qamaree. Saa nm aatimn da Vsju
    aop ct rpinhos bordados muito finos a 51. t.alfio
    modernos de reos a 2*. ricas colchas naro eum
    alcochoadas. svndo brancas e de cor-s. a tf. o#
    71, eambraia victoria lina a 5*. ditas transpai-D-
    te< a 51,6# e 7l,chitas fjnissimas fsrnr e ciara*
    3 880 300, 30 e 3*0 o covado, ea** de core a
    JiO leis hrancos de casia a 21500. OtUns cl-
    nezs a 31500 a duiia, majapola- i dm a 63 e
    6A500, e mnita ?upcr|.r a 71, 7*VO0 e ?1. 'go-
    daozinhn largo proprio para lencoes a 61. panof-
    de I oao l.mrico trancada prupm para t-oinat--
    dp n'sa a JlfiOOa vara, nraroaDle pata l-nroes *
    21000 e 3*809, o qne ba de melbor, eFgniao -
    nissimo a 2*200 e 2*500 avara. Manilain* s as
    casa? das Exmas. familias para melhor P'"icrpjB
    esc ilher. Tamhem temos complei" nanf ent a*
    perfum.irisdosprroeiros fabricanles frani-'ie *
    iDgleies is pessoas que se dignaren vir a esta
    I fa u-raoorcasiio de reconhect-r a rtalirtade ao
    qne annunciamos para nos justiflear.
    Cabellos
    Vendem-se eabelliMi de toda* as cores, qnalquer
    cawpriraerjto, guahdade superior, em caua oo
    n. rgio mal pequea : na roa da Cadaa do ta-
    ct'e n. SI. 4 andar ^______
    Satas ranaiuadnr e amada. antanie iaaansm
    ira SNm. Reeif. 8 de fmrtlre d. 1961.
    Atiesta qae asti do urope Vegetal Amenuae, ft
    esmposwna dos St* Birtaatomeo i C para can dt ai
    fsrm daSaie qn mr traaiie nasa reaqsidlo, qas me aft
    faia edtender, >nlaamacte e dor aa aarganu, uesa
    grande tana derespiracAo. e nqsei camniatameata ras
    tabilitsAa eos am a sidra de mesa tersa a; pos
    qae las. protesto era gnildAo. mecate i# de ta
    oe.ro de 1868. Jtfum f*r*f tn*m*himm. -
    1]
    I
    De da para dia,
    De goiaba.
    De laranja.
    De banana.
    Rm eaix** e lata.
    Fino e ba xo.
    CaixdVs grandes e pequeos.
    Proprio para embarque.
    Vende se consta ntmente i
    tabernil d Borges. ^^^
    mais doce.
    Fariaha de mandioca de Santa
    Gatharina.
    Da fuperior, vinda pelo patteho ingles Skp
    Block j ba parte ensacada para c .mmodidade d*
    eumpradore, e vende-se nos armasens de T; ssu
    Irmaos & C, no caes do Apollo, e roa do Ara na
    oaniero 37.
    Vende-se
    Palitos do fas a 320 rs. a dnsia de raiiinh*, -
    rato : na rn d" Rangel o. 39. 'abe'na
    roa Direita n. 91,
    F*r n a d mandmea
    Rotrapi'ke Bari do Lirramenu-, nn largo d
    asstmalea, ha depositada superior farinha de ma-
    dioca para venrfer-se : traU-se no mesmo trpicne
    ou do largo do Corpa Santo n. 6, 2* andar.
    ~ Vende no i aaetu de R. b, rl Li(bir>'WS
    ft Cu, rn da Cadia o. 5, flo e barbante d^ tod
    asqrjalidades, coiesegrossora. em grandes
    peqnenas pore,de, eatopas de -
    e largor is.
    oa
    toda as qualidades
    Milho novo d Fer-
    nando
    Em saceos grandes a prego commndo : no ai-
    m;ieiii de Taisolrmios 4 C, roa do Amonio ne-
    lam 37_______________________
    i atinolet venda.
    Na roa da HaUis da Boa-vta n 28, loja


    8
    Diario de Perjianjbuco Ter<;a eira 26 de Julho de 1870
    LITTERATRA
    Cordls obtatlo.
    (A' urna virgim)
    E-ls agora iniciada elern,
    Aroyur-me, eu te qnit luigui-te digna,
    Desere-mea SrblUa dot mdQi ramos.
    O aojo doj mous verso .
    Junqueira Freir.
    Em contemplando i vossa formosora,-
    etique semprevivi cheio (1j do-es,
    sent minu'alma erguersa de ventura. .
    seati meo coracSp balar de araj.es !
    N'esse jubilo immeoso, irresislival,
    ame-vos como loaco, en nao vos neg; .
    e iulgava esse amor to impossivel,
    como impessivel jolga luz o ceg.
    Joven, no meu scismar triste, obscuro,
    duvjdava de tanta f Hcidade,
    e deacria tambem do meu futuro,
    s se pode descrer na mocidade !
    Para os felizes o mundo um Edn,
    a vida orna correte de prazeres |
    e qoando gosararaais, mais etles podem.
    e os seus de.-ejos sao tambem poderes.
    Mas para mim que rio, choro e scism i,
    ermo de amor, das crengas do passa lo.
    -ma este mondo agora um fondo abysrao,
    e-me esta vida um sonbo de acordado I
    Entretanto, sem f, sem luz, sem guia,
    eu vos ame, vos amo e heide amar-vos !
    porem sen ser por vos amado um dia ;
    decedi-me fugir, abaadonar-vos!
    Na solida.), embora verter praotos
    ou sorrisos por mim smente ouvidos,
    para vos soltarei meas tristes cantos,
    para vos soltarei os meus gemidos!
    Nao posso mais vos dar I Que mais coosegue
    dar um poeta emiin ? sontios e flores!
    um'alma s illuses somante entregue,
    um coracao que santa e cania amores!
    Eis o que posso dar. Nao ventora,
    qua ventura nao tem os desgranadas 1
    Eu poeta, vos dou minb'atma pura
    a meus versos por vos sempre inspira ios.
    Se quizerdes vivar commigo unida,
    infehzes, mas filhos da innocencia,
    nos teremos um Edn n'oolra vida,
    nos teremos de novo outra existencia !
    Junbo 19 de 1870.
    Eduardo de Carvalho.
    Porifi afim d>-conservarnos iroo Iga fosse prohibida, flear por algom tempQ
    fiestas reto nee.--, pvam>ao Espirito-Santo estacionaria, depois retrogradar at cabir
    abaixo do qoe ae pode imaginar. A rique-
    za geral resulta dos productos abundantes
    que desea sobre nos e nos de os succorrs
    necessarios pira levronos avante a nossa
    empreza. Sobretodo sej.imos humildes de
    coracSo e de espirito, e'nSo tenhamos con
    lianga em nossis oroprias forcas e em nan-
    sas lozas. Arraigados sobra esta virtade
    e sitados p*!a f, combateremos pelo reino
    'le Iftue, sem temor o sam perigode sermos
    ensaados. ()' meu Deus, dai-nos o vosso
    espirito, que vanka encher de sua luze faga
    estremecer os nossos corages, afim de qae
    sobretodo saibamos, aoezar da raiva dos
    nossos ioimigos, confessare promulgar a
    venlaile.
    Itec^bei pois a bengo qoe eu vos dou.
    Abenjo-vos em norae lo Pai, abengo-
    vos em nome do Fubo,' abeoco.os eui
    notne do tspiriio-Santo. Oxal que esta
    blocao vos acompanhe as misses, que
    seja para v3 urna forga para cumprirde
    POUCO DE TUDO.
    O SANTO PADRE E OS BISPOS MIS-
    SIONAIUOS.No Jornal de Roma, folba
    official da Santa S, encontramos o texto
    da allocogo dirigida pelo Santo Padre Pi
    IX o grande aos bispos missiomros, por
    occasio da distnbuigo dos ornamentos
    sagrados, que foram offerecidos ao Santo
    Papre pelas senhoras da associago belga
    da Adoraco Perpetua.
    Persuadidos de que os nossos leitores
    apreciaro devidamente o discurso do San-
    to Padre, apressamo-nos a traduzi-lo,
    Gronde eonsolaijSo 6 paro mim, diz o
    Santo Padre, achar-me no meio de vos, afim
    de satisfazer os desejos das piedosas senho-
    ras da Blgica que, animadas de um zelo
    ardente que Ibes permitte repetir as pala-
    vras do propheta : Domine, dilexi decorem
    domas tuw, prepararam e remetteram para
    Roma, convenientemente encaixolados, urna
    certa quantidade de paramentos sagrados
    de diversos ritos afim de serem distribuidos
    aos bispos das misses pobres. E' dever
    meu louvar o zelo daquellas piedosas se-
    nhoras, e entregando-vos os seus donativos
    nao necessito recommenda-las as vossas
    orages, pois bem certo estou de que vos
    implorareis por ellas e saas familias as ben-
    gos de Deus, e buscareis satisfazer os seus
    lesejos. as caixas acharis as intenges
    especiaes que aquellas senhoras vos recom-
    mendam ; estou certo igalmente de queBo
    fallareis a ellas.
    Regosijo-me sobremodo de ver que as
    ditas senhoras se oceuparam dos ornamen-
    tos para os ritos orientaes; nao sei so de-
    senos e o corte ser5o bem aproprialos i
    esses ritos. Cada um de vos procurar
    adapta-los do melhor modo que poder.
    Alegro-me com esta lembranpa, porque amo
    os ritos orientaes e quero que sejam conser-
    vados ictactos. A variedade dos ritos um
    dos grandes ornamentos e urnas das glorias
    da igreja catholica... Amo a todos os fi-
    dos sem destineco de nag.o, lingua ou ri-
    to, e desejoso ardentemente qoa a este
    amor se corresponda, para que seja mais
    esireita a uniao entre o chefe e os membros
    As minhas palavras dirigem-se espe-
    cialmeete a vos Orientaes, a qoem com tan-
    tos esforcos anda ha poucos das se tentou
    separar desta Santa S. Pelo contrario,
    estis sempre firmemente unidos oommigo,
    e nao vos deixeis.-vencer pelos consellios e
    su^gesloes com qua vos importunam os ini-
    migos da igreja e que nao querem o vosso
    bem.
    o Hoja est se renovando para com o vi-
    gario de Jesus-Christo o que acontecen ao
    proprio Jesus-Christo, quando foi arrastado
    ao tribunal da Pilatos. Pililos esta va par
    snadido da innocencia do Salvador e quera
    de certo liberta-lo ; mas ouvindo estas pa-
    lavras : Si hunc dimittis, non es rnicas
    CfPsarti,deixou-se intimidar, e, vencido pelo
    respeito humano : tradidit illum voluntad
    eorum. Sao bem solemnes os momentos
    que vamos atravessando. Trata-se dos
    principios da vida eterna, dos direitos da
    igreja e da Santa S, cuja verdade, sauda-
    de e justica todo e mundo recenhece, e
    entretanto sao atacados por aquelles que,
    dizendo-se amigos de Cesar sao amigos da
    revolucio.
    t NSo nos deixemos sedozir por suas
    ameacas oo promessas. NSo 1 nao imitare-
    mos os juizes do tribunal de Pilatos, mas
    defenderemos a santa casa de Deas, sem
    nos deixar seduir pelos applausos do mun-
    do, sem nos deixar atterrar pelo receio de
    incorrer em censaras do que hoje se chama
    opinio publica, qoe produz um to -grande
    numero de desgranadas victimas.
    Repito-o e torno a repeti-lo. Un-vos
    a mim e nio revolado. Uoi-vos a mim
    para defender os direitos sagrados da ver-
    dade e da justica, e para n5o vos deixar-
    des seduzir pela ambicio da popularidade e
    de applausos; pois deveis volver para mim
    vossos espiritos, conserva-Ios fixos emmim,
    a nao na revolu$3o.
    a obra perigosa e santa qae est confiada
    ao vosso 2elo. Des^a eila soDre o vosso
    clero a sobre todos os fiis confiados aos
    vossos cnidados. 'ermitta Daos que ella
    vos conserve unidos neste mundo, afim de
    que sajamos todos unidos no ontro por toda
    a eternidade.
    D^pois destas palavras, o Santo Padre deu
    aos bispos a bencao apostlica, e o Rvm.
    monseohor Hiiaooa, patriarcha da Cilicia
    dos Armnos. em nome de todos os seus
    veoerandos c llegas, agradeceo Sua Sin-
    tidade, com as palavras sejuintes :
    Santissimo Padre.Em nome dos il-
    lustres bispos aqu presentes parante o thro-
    no de Vossa Santidade, tomo a liberdade
    de agradecer s piedosas senhoras qua ti-
    verarn a saniae nobra hspiracode prepi-
    rar estes donativos destinados s no grojas. O nosso daver ser o de orar por
    to niedo3as senhoras, para que o c > as
    auxilie h as encha de toda a sorte de pros-
    peridades.
    Mas, aqui vierara sobretudo por causa
    de Vossa Santidade, en tomo ainda a liber-
    dade, Santissint-o Padre, de agradecer Vossa
    Santidade este favor que to graciosamente
    acaba de conceder-nos, e pelo qual ser-lhe-
    hemos eternamente agradecidos. Dirigire-
    mos ao co fervorosas supplicas pela pros
    peridado de Vossa Santidade e conservarlo
    de vossa pessoa sagrada.
    Igaalmente dever mea, Santissimo
    Padre, ser o interprete fiel de todo o epis-
    copado aqui presente para exprimir a Vossa
    Santidade os nossos stsntimentos de inalte-
    ravel adheso cadeira de Pedro e Vossa
    Pessoa sagrada. Sim, esta adhesio po-
    derosa e sincera, s-lo-ha sempre, e bri-
    Ibar mais completamente ainda nascir-
    cumstancias em que se acham hoje o mon-
    do e a igreja catholica no momento do con-
    cilio ecumnico.
    Santissimo Padre.
    Temos plena confianca, que a grande
    questo de que todos se oceupam ser em
    breve e unanimente definida para a maior
    g oria da Santa S e de Vossa Pessoa sagra-
    da. Temos confianca de que resaltar d'ali a
    unio a mais perfeita e a consolidado geral
    da mutua concordia. D'esta sorte, o santo
    concilio do Vaticano realisar mais fcil-
    mente, com mais fructo e jubilo, a sua obra
    salutar, e desta sorte ficar mais garantido
    o triampho da igreja contra os erros que a
    combatem. e o mundo gozar do bem e da
    paz que Ihe sero restituidos pela graca e
    para a gloria desta musmo concilio, da Santa
    S e de Vossa Santidade.
    t Ainda urna vez o digo; Santissimo Pa-
    dre, sim, nao cessaremos de orar da todo
    o nosso corafo a Daus misericordioso, afim
    de qae se digne prolongar os dias preciosos
    de Vossa Santidade, to caros e to neces-
    sarios ao bem e gloria do universo ca-
    tbolico. >
    VARIEDADE
    Servidos prestados pela econo-
    ma poltica silencia social
    (Concluso.)
    Estas observacoes parecem de natureza
    tal que destrem pala base todas as discus-
    ses suscitadas a respeita da renda territo-
    rial. E' s quando se trata de 'individuos
    eatresi que existem concretamente objectos
    apropriados ; na justica social como no to-
    do econmico, nao ha seno valores e pre-
    Cos^. Ora, se assim nao ha qae distinguir
    entre a trra e os outros bens; a renda
    nao mais do que urna forma de joro an-
    nual ou do producto dos capilaes; e as
    mas dos que a recebem agora, ella repre-
    senta o valor actual do capital, ou, em ou-
    tros termos o que por ella se pagou. Ca-
    da detentor coniribuio successivamente com
    um prego mais elevado, cada herdeiro nao
    recebeu o immovel seno por avaliaco, e
    tomando urna parte menor da fortuna total
    de seus amores. E' pois, o que pode ha-
    ver de mais equitativo, em que difiere a
    propriedade immovel de todas as outras ?
    A renda territorial portanto na reali-
    dade p -sta a concurso como vimos em re-
    la?o a todas as cousas ; e longe de gozar
    de um privilegio quem a licita, na reali-
    daae menos favorecido do que os outros
    detentores da riqueza, pois que se conten-
    tan! com um juro menor da metade. Do-
    mis, se os immoveis augmentara insensi-
    velmente da preco em cada geraejio, em pre-
    juizo de quem operasse esse augmento do
    valor ? Em prejuizo da nioguem, e por
    certo nao em detrimento de quem nada pos-
    sue, porque a sociedade torna-se com isso
    mais rica, e o pobre sempre cha-
    mado a colher om proveito indirecto da ri-
    queza collectiva.
    A heranca assenta em idees anlogas.
    O progresso para as sociedades consiste
    em urna capitalisaca gradaal de luzes, ac-
    tividade e riqueza, de maneira que cada ge-
    rnco seja mais esclarecida, mais joccopada.
    mais rica, do que a precedente. E' a he-
    raafa qde assegura semelhante resultado pe-
    lo crescimento dos bens qoe cada pai de
    familii poupaem vista de deixa-los a seus
    descendentes, pela edueaco e superiorida-
    de dos conhec'mentos transmitidos pelas
    profissoes aprendidas e os meios sde ac-
    tividade legados.
    O patrimonio para a familia, o que a
    patria para as nacoes.
    Se todos os homens partissem do mesmo
    ponto, bem poneos chegariam mais longe
    do que os outros, cada qual caneara 'no
    meio da carreira.
    A heranca permitte a ama certa escolha
    porm-se a caminbo de nm ponto j adian-
    tado que seus pais Ihes prepararam.
    Como a existencia em communidade uni-
    versal nao possue nenhuma destas m'as,
    ver-se-bia toda sociedade, em qoe a heran
    a superiores que do s trras bem araa-
    nbadas, sao as casas melbores construidas,
    utencilios a instrumentos numerosos, fabri-
    cas amplamente montadas, animaes domes-
    ticojflperfeicoado*. arvores nxertadas de
    melbores especies; e tudo isto n3o pie
    conservarse e tranformarse seno peta li-
    berdade reconhecida no idi^duo de trans-
    mtti-|o, e pelo accressimo de actividade de-,
    vido a essa faculdade. Desde que cada
    qual sente-se coro o direito de desenvol
    verse em sua familia com lodos os in-
    crementos que den sua personalidade,
    raostra-se cada vez mais incitado a fa-
    ze-!o.
    A heranca representa, por conseguinte,
    na civilisaco a lei da continuidade, o mo-
    vimento de transformarlo insensivel e de
    perfeciibilidade. Por carie qoe o caso das
    successoes, e as despropele dos esforcos
    com ss azares felizes, poem as mos da
    alguns riquezas, que seria preferivel para
    a ordem econimica ver repartidas, por al-
    grismos medios, entre um maior numero;
    mas to imperiosa a lei da formaco dos
    bens o de sua progressiva accumulago,
    que toda medida tomada para limitar a ri-
    queza excessiva atacara a riqueza normal e
    a riqueza militante m via de crescimento.
    Eis como, quanto proprijdade, nao se
    pode tocar no excesso sem atacar ao Hus-
    mo tmpo o uso; e o md engendrado pela
    faculdade absoluta de transmittir, oo cansa-
    do pela desigualdade dos gozos e destinos,
    nao poderia ser comparado ausencia de
    vida que a suspenso do direito arrastaria.
    E'a difiranla qne va i entre umi pertur-
    bado parcial ou mrbida e a morte.
    Quanto familia, seu jpapel no organis-
    mo civil ainda t^m menos necessidade de
    ser demonstrado. O pai de familia, ainda
    que vi vendo de suas rendas, sem exercer
    profisso algoma, nem por isso deve dei-
    xar de ser considerado como um protector
    til, e urna espacie de fuoccionario particu-
    lar. Elle conserva e beneficia os beos,
    perpetua e melhora a humanidade ; e para
    baver bem merecido desta, basta que tenha
    levantado mais ama linba, anda mesmo
    imperceptivel, o nivel dos que teem de vir
    depois delle.
    A familia ensina em seo seio a cada ge-
    ra^o o amor, o dever volaatario, a restric-
    co dos egqismos, a facaldade da dedica-
    cao e a capaciJade do sacrificio ah se
    pratica ao mesmo lempo o mando e a
    obediencia ; ahi se adquire experimental
    mente o dom da observaco intima e o
    coohecimento da natnreza humana, qoe ser-
    ve depois para os deveres pblicos.
    Ella desta maneira, a transico obriga-
    da para a cidade oa o estado; sem o que
    nao existiriam seno individuos desaggre-
    gados e nao cidados.
    Demais se a communidade se encarre-
    gasse dos filhos em vista da familia nao
    poderia dar ama parte safficiente aos des-
    granados, aos enfermos, aos pobres de es-
    pirito, como o prova a historia da antigui-
    dade qnando ebegava-se at mata los.
    A sociedade domestica esta forma de
    assocacao meia necessaria e meia livre
    redobra pelo cootrario de temara por es-
    ses desherdados da sorte e proporciona
    cuidados s suas desgranas. Ella portan-
    to indispensavel igualdade e justica, e
    ella quem assegura na realidade a exis-
    tencia de cada urna seguado suas necessi-
    dades.
    O juro tambem um emprego de capital
    em urna grande adjudicado publica, na
    qual apresentam-se como licitantes lodos os
    qae tem necessidade de sua detengo mo-
    mentnea. Se para obte-Io nao fosse na-
    cessario suj3itar-se ao pagamento das annui-
    dades cada qual tomara mais do que o
    preciso e guardara por mais lempo do que
    o conveniente. Ao contrario, pela obrigafo
    de pagar juro, nao se procura o uso do ca-
    pital seno quando ha certeza de faze lo
    fructificar, e ninguem o detem seno pelo
    tempo justamente necesario. Empallidecam
    aslaeubracoes de Proudhonaoladi|dessere-
    tador natural que assegura o bom emprego
    e previne o desperdicio. O que anterior-
    mente constitua urna desigualdade na or-
    dem social e urna desvantagem para as
    classes populares, nao era pagar juro dos
    modestos capitaes de qne tinham necessi-
    dade, era nao poder absolutamente" achar
    quem Ibes emprestasse pela falta de crdi-
    to. Ora, como a percepgo do juro que
    leva os capitaes s necessidades o trabaja-
    dor nao poda ser dispensado das condices
    ordinarias ; a justica a que elle tem direito,
    que, guardadas as proporcoes, seja-lhe o
    crdito tSo fcil como aos outros. Chega-
    mos a este resultado de equidade pelo sys-
    tema dos bancos da Escocia, e a creaco
    dos bancos populares, que tanto sao caixas
    econmicas como instituido de crdito.
    A abolico do juro do capital monetario
    foi o grito de esm?guemos o infame de urna
    celebre escola socialista ; e entretanto, por
    um contracto que convem assignalar, sobre
    sua prestaco, assenta inteiramente em
    nossos das a prosperidade popular. E' o
    juro simples ou composto, o mecanismo
    das annuidades que permittio a creaco de
    tantas combinacoes de futuro e seguranza,
    caixas econmicas, seguros de vida, caixas
    de reserva, habitarles para operarios, ban
    eos populares, assocacoes cooperativas, etc.
    etc. A sorte do proletariado moderno est
    pendente da produclibilidade civil dos capi-
    taes I
    A concorrencia tambem urna licilaco
    da satisfaco dos desejos e vontade de to-
    dos para a prosperidade. Por ella a so-
    ciedade chamada pela forca das cousas a
    coroar na produeco, na industria, as ar-
    tes, os esforcos mais pacientes, as inten-
    coes melhor concebidas para a otilidade e
    prazer commons. Reflectindo bem nisto,
    descobre-se qna o antagonismo e a Iota sao
    ama vaatagem para o homem ; urna tem-
    pera mais forte Ibe e dada pela necessidade
    de romper esse eiemento resistente ; e esse
    combate no seio da sociedade espiritual
    procede das mesmas causas qoe a profuso
    dos germens no mumdo orgnico. Se sao
    precisas no universo mil vidas prestas a ma-
    nifestarse para garantir ama qoe pesabro-
    cha, sao necessarios na sociedade vinte ta-
    lentos superabundantes e perdidos para qoe
    ella ache om mo no momento dado.
    Doloroso espectculo, sem duvida ; mas
    a forca social procede como a da natoreza,
    multiplicando as aptides sem poder em-
    prega las todas.
    A sociedade, finalmente, semejante-
    mente obrigada a fpvorecer a expansSo do
    capital, porque o principal elemento de
    perfeciibilidade.
    A trra, como porc3<7 limitada do solo,
    nao apresenta senio orna nica fecundidade
    sampre igual, e isso mesmo se esta nao se
    esgou. Idnticas a si mesma sao sempre
    as leis physicas e sua aeco de orna effi-
    cacia que nunca difiere. E' a intemneo
    do capital que augmenta da mil maneiras
    pelos adubos e material agrcola as forcas
    productivas da. trra ; o capital qoe igual-
    mente augmenta as qne emano das leis
    physicas e mecnicas, e das leis de affinida-
    ae cbirtica em proporcSe? cada vez raaiores
    medida que se complica o material posto
    em obra. Tod) progresso porlanto rea-
    lisado s pelo capital creado ou instaurado
    pea mi do homem.
    Assim tambem, o trabalho humano como
    a forca individual e material pouco mais
    ou menos uniforme. Para elle a funeco
    de capital nao comeca senao pelo aperfei-
    coamento interno do au or dessa trabalho,
    a o desenvolvimente da instroeco da mo-
    ralidaae e da intelligencia vindo constituir
    pelas aptides capitalisadas orna forca pro-
    ductiva superior. Com isto acaba-se a de
    moo8traco de que toda a perfeciibilidade
    econmica consiste no capital, a de que o
    progresso do capital o progresso di civi-
    lisaco.
    Dahi emana tambem a importancia, tanto
    como a legitimidade desse elemento produc-
    tor. Muito inexactamente foi o trabalho in-
    dicado nos primeiros tratados de economa
    poltico como a base principal da producc >.
    Arriscouse assim a dar urna apparencia
    de justica inveja trbida e contida do ope-
    rario que derrama seu suor sobre o traba-
    lho e recebe a menor parte de seu preco.
    A economa poltica poda nao ter vindo ao
    mundo seno para demonstrar o contrario.
    Julgo-me dispensado de dar as provas disto
    que nao ha um autor que daixe de escrever
    com complacencia a proporco superior das
    cousas produzidas com o con:urs) das ma-
    chinas, em comparaco do trabalho manual
    que se exerceu isoladamente. Esto na lem-
    branga de todos os exemplos dados para
    exprimir em algarismos a inferioridade da
    produeco qae poda effectuar na antiguida-
    de om homem trabalhando s na moagem
    do trigo, na metalurgia, ou na tecidura dos
    estofos; bem como sabem todos o que poda
    hoje execoiar esse mesmo homem, ajudado
    de um material aperfeicoado. Os progresso3
    sao taes, que o augmento de forca produc-
    tora tem sido avahado de 1 a 60, na indas-
    tria de farro, de 1 a 150 para a moagem
    do trigo, e de am a 350 na fabricaco dos
    tecidos. Bem recentemente a machina da
    costara, qoe faz cem paitos de camisa por
    dia, emquanto ama costureira hbil nao
    pode acabar mais que seis, veio confirmar
    que tai e a lei benfica de toda descoberta
    industrial, por mini no que seja o capital em-
    pregado. O trabalho indispensavel para
    dar impulso produeco, isto verdade ;
    mas, na realidade, a tarefa acha-se feila pelas
    forcas da natoreza, solicitadas a de algum
    modo traduzidas, no sao alcance industrial,
    por nm certo arranjo da materia, e por
    certas combinacoes de ordem, da serie, de
    forga e de a Hi ni dade. E pois exacto di-
    zer-se que quanto mais um bomam trabalba
    s por soa pessoa, menos produz. assim
    que se explica que o servente conserva-se
    oa ordem actual o trabalhador menos re-
    tribuido, posto que seja o qua mais se can-
    ga. O proprio homem om capilal e ni >
    remunerado se nao na proporco do tempo
    qae gastou em sea aprendisado e em ins-
    truirse.
    O que cumpre nao esquecer desta analyse
    que na distribuigo dos productos a ma-
    china ou quem a possue nao ganha na pro-
    porco* do trabdbo effectoado por ella. Se
    ella crea, por supposigo, cera unidades em-
    quanto o trabalhador entregue a si mesmo
    nao teria confeccionado mais do que um<,
    ella nao Ihe deixa ,essa unidade, guardando
    todo o resto. Ninguem ignora que as cou
    sas passam-se de outro modo, e que ella s
    exige o premio do valor despendido na sua
    construego com urna amoriizago para os
    gastos succescivos. Por conseguinte se a
    sociedade tira urna vantagem incalculavel do
    emprego do capital, o operario por soa parte
    nao fica lesa jo na sua collaborago com elle,
    pois que recebe vinte vezes mais talvez do
    que sua parle intrnseca, e que esta parte
    dest nada a augmentar a proporco que
    for mais bem solicitado pelas descebarlas
    industriaes o trabalho gratuito da natureza.
    Por esta lei ascendente acha-se igualmen-
    te justificado o proveito do emprezario ou
    do fabricante que pe o capital era uso.
    Para ganhar mais necessita produzir mais
    a mais barato, e assim contribue para a
    abundancia collectiva. O xito de toda em-
    preza nova devida s aptides, aos clculos,
    s superioridades de concjpgo ou a justeza
    da apreciagao de um emprezario traduz-se
    sempre para a sociedade em economa de
    tempo, de forga e de mo d'obra. Assim,
    se chega um grande indastrio-o a conven-
    cerse de que duplican io os productos fa-
    bricados em ua manufactura e abaixando
    um poaco os pregos para augmentar o con-
    sumo, conseguir urna extraego sufficiente,
    e substitue urna machina de duzentos caval-
    los de cem que anteriormente funecionava,
    a machina dupla na forga nao custa o dobro
    do prego, nao consom o dobro do carvao
    e nao exige o servigo do dobro do pessoal.
    O mesmo se d com om navio oo paquete
    da qual se triplicasse a tonelagem, e que
    transportasse o triplo dos passageros e
    mercadorias. sem acarretar a mesma pro-
    gresso de despezas. E assim que a socie-
    dade sabe tudo obter sem nada pedir;
    assim qoe em todos esses casos, ella con-
    corre sempre por metade na econouia das
    forcas, na extensibildade e bom mercado
    dos consumos, emquanto que o emprezario
    corre s todos os riscos. Comprebende-se
    desde logo que o beneficio deva ssr em pro-
    porgo; e at o presente, com effeito, o pro-
    veito do fabricante cooserva-se bastante ele-
    vado. Mas qoando a industria assentada
    em melbores bases, tiver sahido do periodo,
    de algum modo revolucionario, em que ella
    se arha depois da invengo relativamente
    recente do vapor e das machinas, haver
    menos riscos, cada qual poder calcular de
    awneira mais segura as probabilidades de
    bom resultado. Tendeado a concurrencia
    exagerada que boje vemos por qoas toda
    a parte, a moderarse pela concentragSo dos
    estabelecimentos, qonhecimento mais segaro
    dos mercados de extraeco e proviso mais
    certa dos gastos de produeco abaixar o
    lucro do emprezario, de maneira natoral,
    absolutamente como o joro dos capitaes
    abai'xou to depressa ha um scalo pela se-
    goranga dos capitaes. Ento se realizar,
    mesmo no mando indostrial o fiat otqualitas
    do apostlo ; e vrSo produzir-se na eco-
    noma publica nm movimento cada vez mais
    conforme com a eqoidade democrtica: o
    duplo abaixatnento do juro e do locro aote
    a parie reservada *o trabalho.
    Voltando ,ao todo deataa coosiderace3,
    forma-so para logo juizr sobre a natureza
    do concurso prestado sciencia social pela
    economa poltica. Os estados fonos por
    seus representantes fadlltram generahsa-
    gas qoe todas tendeo a demonstrar a im-
    potencia do homem pSra modificar o orga-
    nismo d \ sociedade. Talvez que at se te-
    nha observado que a rpida exposigo que
    vimos de apresentar, toraoo por ponto de
    partida a jnoral social e a justiga collectiva
    a nao o individualismo dos direitos de cada
    um ; e sem que eu ouse muito espera lo,
    possivel qoe este aspecto remoce um pouco
    o assumpio. que com effeito a economa
    poltica tambem contm om socialismo muito
    mais real e apreciavel, do qua daqnel e qua
    surgi no seclo XIX, o socialismo da ne-
    cessidade publica e da forga maior oos ar
    ranjos humanos Dad>s a actividade do
    homem e a forga impulsiva da sociedade,
    prova a economa poltica que nada do que
    existe sobre este ponto pode ser por o.itro
    molo. A propriedade, a familia, a suc-
    cesso, o vdor constituido pela permuta, a
    remunerago do capital, o juro do empres-
    timo, a renda, a fixago de pregos a salari
    os pela concurrencia, todas estas cousas,
    estudadas a sangue fri, apparecem eom>
    urna condigo de algoma sorte fatal de ex-
    istencia para que a prodocgo geral e os
    haveres sociaes sejam augmentados e que
    por esta extenso um maior numero possa
    recebar fiarte cada vez mais consideravel
    de bens, e elevarse com seu auxilio a co
    nhecimentos e a ama moralidade saperiores.
    o salas populi suprema lex, apphcado
    immenstdade das coosas necessarias s
    sociedades modernas. Na minha opinio
    esta demonslrago ficar sendo um dos
    m is importantes servigos prestados pela
    sciencia econmica, visto qae para muitos
    nimos a idea de que inatacwel e de forga
    maior vence muitas vezas a considerago
    do que legitimo e justo.
    Flix Rivet.
    REI.TOniO DOS NEGOCIOS DA NAVEGACAO DO
    ARAGUYA DE 4 DE MAIO DE 1869 Io DE
    ABRIL DE 1870.
    Ulnas. Srs. negociantes
    Para e Goyaz.
    das pracas do
    Venho em nome da empreza de navega-
    co a vapor do Aragoaya em conformidade
    dos precedos commerciaes, offerecer em
    breve quadro o relatorio dos trabalhos por
    elle executados desda Io de maio de 1869,
    a Io de abril deste anno, assim como a
    historia dos acontecimentos que a isto pre
    cederam.
    Se em comego, como ella ainda se acha,
    nao excita a coriosidade do paiz, estou
    certo que satisfar a justa curiosidade do
    commercio do Para, que tem subscripto
    seus capitaes para montat-a em bases mais
    largas; e que comprebende que. modesta
    como ainda est, j urna ponte langada
    entre a fz do Amazonas e do Rio da Prata,
    e que, na frase enrgica do marquez do
    Pombal, nos dar pelo interior urna costa
    to vasta como a que temos no ocano.
    Alm de daver eu dar conta dos servicos
    executados, porque s assim se cria a con-
    fianca necessaria para o concurso dos capi-
    taes, nao posso vencer o movimento de pra-
    zer que tenho apresentado aquillo em que
    trabalho ha 7 annos dos quaes o foram pas-
    sados quasi sem resultado, fazendo viagens
    perigosas em ros pouco conbecidos e de-
    sabitados, onde o explendor e magnificen-
    cia de paizes riqusimos mal podiam miti-
    gar a impressa desanimadora que o homem
    necessariamente soffre quando v seu so-
    eego e sua vida a merc de indios sslva-
    geos, de molestias pestilenciaes, e mesmo da
    fome, qoe mais de urna vez se soffria uestes
    sertes.
    Nao fui eu quem concebeu a navegago
    do Araguaya; comegou-se a trabalhar nella
    ha mais de seculo; e d'ahi para c, se os
    esforcos nao foram bem succedidos, foram
    com tudo constantes.
    Viuda do vapor.\raguaya
    Para quem duvidasso da possibilidade
    de ligar as doas grandes bacas do rio da
    Prata e Amazonas por baratas, sino facis,
    comraunicages interiores, a reuniao dos
    dous vapores as aguas do Araguaya, um
    vindo pelo rio da Prata, outro pelo Ama-
    zonas, sera cabal resposta: hoje porm
    creio que ninguem com sinceridade duvida
    disso. O vapor Aragoaya de constroeco
    Brasileira; foi feito no Ro de Janeiro, as
    officioas da Ponta d'Ara; e palo Rio da
    Prata, Paraguay e S. Lourenco, chegou ao
    Cuiab, onde fazia o servigo entre Melgago
    a a capital, espago a que nao podiam chegar
    os grandes vapores da companhia em certos
    mezes do anno.
    Este navio, ao qual a providencia tinha
    por assim dizer reservado a sorte de vir
    trazer as solides do Araguaya o poderoso
    elemento do vapor, dasceu o rio Cuiab
    at sua foz no S. Lourenco, em tempo em
    que a parte inferios do curso do rio Cuiab
    e o S. Lourenco estavam ainda abortos aos
    cruzeiros da esquadra paraguaya; remootou
    o curso do S. Looreoco at a barra do Pe-
    query, e entrando por este confluente su
    bio at o porto do Taa ; desmanchado ah
    e passado para carros djbrou os chapadoes
    que formam o divortia aquarum entre as
    duas grandes bacas do rio da Prata e Ama-
    zonas, e chegou a margera do Araguaya.
    em cujas aguas est boje navegando.
    Nao trago memoria esta!vagem para
    registrar om faci de que eu fui promotor.
    Consigno-o aqui para tornar bem palpavel a
    seguate proposigao : a communicago das
    duas baeias por ama estrada de carro
    cousa praticavel em caso de necessidade,
    mesmo sem despeza de abrirse estrada.
    Um escriptor norte-americano diz que os
    estadistas do Brasil conhecem melhor a geo-
    grapbia das montanhas da la, do qoe a do
    interior de seo proprio paiz; assim nao .
    Comtodo est espalhada a crenga de qne
    as commonicaces pelo interior sao mu cus-
    tosas, e com referencia ao divisor das duas
    grandes bacas de qae tratamos, o pensa-
    mento mais commum o de urna grande
    serra que figuram cortando o Brasil de L a
    O entre os parapetos de 10 e 13 de lati-
    tude sul.
    Este erro devido os roappas do impe-
    rio ; aopponho eu qoe em falta de informa-
    Coas positivas, os eoofeceionaiores segoera
    regra geral de collocar urna serra sempre
    qoe ha doas bacas de ros.
    Com referencia, porm, s aguas do Ama-
    zonas e Prata isto nao exacto ; a serra,
    verdade, apparece em moitos .pontos, mas
    nem ella geral,' e nem to pouco di-
    visora das aguas. Ea fallo com a expe-
    riencia de cerca de 200 legaas qne aodei
    por cima desses chapadoes, ora pandeado
    para ama, ora para outra das duas grandes
    bacas; o viajante curioso nao tem moitas
    vezes outro meio de saber em que aguas est
    seno o do< paixes que nellas appareeem;
    algumas vezes mesmo encontrara-se nos ser-
    toes da provincia de Matto-Grosso grandes
    lagoas, do mais alto das campanhis, qoe a
    um tempo do nasetmento a um rio qoe
    verte para o norte, e a outro que desagua
    para o sal.
    O vapor transpoz em 14 carros o divisor
    das aguas e coa grande rodeio. pois era ne-
    cessario chegar parte navegaveldo Aragurya
    foi armado emseu barranco, no lugar onde
    est hoje o pequeo povoado de Itacayo. A
    distancia dos camiohos seguidos pelos car-
    ros foi a de 100 leguas, e ganhoo cada um
    1:000# pela viagem ; claro qoe nao an-
    dariam 100 leguas por 1:000*5 se tivessem
    de abrir estradas,- isto demonstra o que
    eu disse, isto em caso de necessidade o
    governo pode communicar as daas bacas,
    sem despeza de estrada.
    O Araguaya exploroa o rio em urna Ir-
    nha de 200 leguas mais oo menos, e que
    sao mais da metade da distancia entre as
    du?s capitaes de Goyaz e Para, e quando
    nao livesse prestado ontro servico, dea a
    conbecer praticamente a navegago e.des-
    truio pela experimea as objeeges que se
    poderiam levantar contra ella.
    Em setembro de 1868 recebi minha exo-
    oeraco da presidencia de Mato-Grosso. A
    navegago nao medrana com seos recursos,
    e provavelmente nao continuara a ser au-
    xiliada pelo governo daqoelia provincia,
    cuja direcgo passava ao Sr. Dr. Antosio
    Jos Murtinho, meu nimigo pessoal. Eu o
    previ e assentei de lotar en quanto me
    restass algoma esperanca. Segu para
    Goyaz, escrevendo ao Sr. ministro da agri-
    cultura, conselheiro Anto, que da elevada
    posigo em que se acbava se dignasse con-
    servar o que estava principiado com tanta
    despeza, e com to lisongeira perspectiva ;
    seta annos de vida publica ainda me nao ti-
    nham destruido as illasoes da mocidade.
    O Sr. Dr. Murtinho fez suspender os pa-
    gamentos da guamigo do Araguaya e offi-
    cioo ao governo duendo que nao linba cr-
    dito para esse fim, ao passo qoe dexava
    cahir em exercicio fiado cerca de 20:000*
    da verbaObras poblicas geraes e auxilio
    s provinciaescom explicaco especial na
    navegago, em urna provincia qoe nesse
    tempo nao tinha outra I... Non ragio ni
    amo di lor. bem diz o Dante (Divina Co-
    media). A* vista disso, de Mato-Grosso s
    me podiam vir contrariedades. Em Goyaz
    encontrei toda boa vontade ; o Exm. Sr.
    Dr. Ernesto Augusto Pereira, superior a
    odios polticos, tomou todo o ioteresse pela
    aavegaco; os recursos, porm, com que a
    provincia poda subsidiar a navegago eram
    insuficientes, e portanto voltei minhas es-
    perarlas para o Para, to interessada na
    questo como Goyaz, e deliberei metterme
    de novo por esses sertes a ver se obtinha
    meios para previnir a destruico da encela-
    da navegaco a vapor.
    Expediccao ao Para; vinda do Christovo
    Colombo.
    Com o venerando bispo da diocese de
    Goyaz, embarquei-me no rio Vermelho, em
    Jurupensen, 14 leguas ao NO. de Goyaz e
    com boa viagem chegamos a Leopoldina,
    d'ondo aproveitando a descida do vapor
    Araguaya, segumos at Santa Mara; con-
    tinuamos a viagem, Meando a expedico
    composta de dous botes. Cruzeiro do Sul,
    de 800 arrobas; o Santa Maa, de 600 ;
    urna igarit e urna embarcaco pequea em
    que eu viaja va. Em 17 dias e meio de
    viagem, fomos de Leopoldina ao Para sem
    o mais leve accidente ; nem as tribus fero-
    zes dos Chambioas, cujas aldeas esto
    raargem do rio, e as quaes vimos cerca de
    3,000 homens de guerra, (fra velhos, me-
    ninos e malheres); nem as cachoeiras,
    quasi todas mergulhadas ento debaixo das
    aguas, nem as febres que por ahi reinara
    nao se nos tornaram conhecidas seno pela
    descripgo exagerada com que a imaginaco
    dos primeiros viajantes as tero descriptQ,
    em cujo numero figurou eu, a quem estas
    cousas parecerara mais temiveis s primei-
    ras vezes que por ahi passei.
    O rio Vermelho liga o Araguaya a Goyaz,
    que est em suas margeos, e suas aguas di-
    videra a cidade quasi pelo meio.
    A navegaco de canoas comega, porm, 4
    leguas ao NE. na freguezia da Barra, d'onde
    j desceram botes; a \ 4 leguas de Goyaz
    est o presidio da Jurupensen, pequea
    mas floresesnte pnvoago, a que o actual
    Sr. presidente tem dado grande impulso.
    Jurupensen liga-se a capital por urna estra-
    da de carro que atravessa os dous rios, o
    Eerreiro e o dos Bugres, sobre daas excel-
    entes pontes; do Jurupensen ao Aragoaya,
    que fica a 14 legaas, segu orna estrada por
    trra, boje corlada por carros, e segu a
    communicago por agoa, franca para peque-
    os vapores, cortando-so os paos qoe as
    enchentes tem trazido e depositado no
    canal.
    Chegamos ao Para a 27 de marco ; um
    jornal que se diz conservador (mas que nao
    era orgo do partido) dando noticia de mi-
    nha chegada, cobrio-me de aecusages e in-
    jurias. Que se combata ao hornera polti-
    co, qnando elle exarca foneges publicas e,
    armado do poder, influe ou pode influir
    contra nossas ideas, est nos estylos, e
    mesmo justo. Mas, combater ao cidado
    qoe procora empenhar suas forcas em rea-
    lisar orna concepgo, que interessa ao com-
    mercio, e portanto a civilisago do paiz,
    pode tambfm estar nos estylos; porm
    ningoem dir que nio repulsivo. .Aquello
    artigo do jornal tiroo-me a coragem moral
    no momento em que eu mais necessitava
    della ; todos os bomens, qoe tem empre-
    hendido alguma cousa, sabem qoe nada ba
    to difficil como dominar o sentimento do
    orgalbo pessoal quando nos apresentamoa
    como pretendentes.
    (Continuar-H-ha
    TYP. DO UA-tUO RA D W& 1> UXiA
    s'



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