Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13092


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Full Text


ANNO XLVI. NUMERO 162.
____ '....
PAfiA A CAPITAL E LUGARES OIDE IAO SE PAGA PORTE.
tres maies. atontados.......... ...... ^qqq
* or sais tos itiem........... l^OQO
Jor manso dem................:.'.'.'.'.' 24^000
^Wl manwro tvnlso................... 320
QUINTA FEIBA 21 DE JULHO DE 1870
PABA DEITBO FORA DA PRQVTICIA.
Por tres meze adiaoUdo
ior seis ditos idea. ^ .
Por Dove ditos idea-. .
Por nm anno ideo
W7C5
433SOO
20I3SO
270000
Propriedade de Manoel Figneira de Faria & Filhos.
A AGE Vim :
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos, no Para ; Goncalves d Piolo, no Maranhao ; Joaqnim Jos de Oliveira-, no Cear ; Antonlqjle lemos Braga, no Aracaly; Joo Mara Julio Chaves, no Ass ; Antonio MargoM da Silva, no Natal; Jos Jwtino
Pereira d'Afmeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrftio de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na.||!a da Pnba; Belaramo do Santo Buleio, em Santo Antio; Domingos Jos d* Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da "Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martina Alve;|i pahia; e Jos Bibeiro Gaspan'oho no Bio de Janeiro.
PARTE OFnCIAL.
toverno da provincia.
4.X0Ult.NT ASS.IO.NAuO PKI.0 KKO. SI. SRNASOn FRK-
DEH1CO DB ALMKI A K ALBUQUBRQUE; PRESIDENTE
li V PROVINCIA, KM 3 DB MARCO DR 1870.
1" seccao.
X. 75.I'ortari ao Ex;u. Sr. general comman-
dante dps armas.Ao director do arsenal de guer-
ra reco-nmendo nesta data qae, do forneciinento
iitterminada para o eorpo de voluntanvs da patria
que espera da corte, deduza os objectos inon-
lunado na relaclo que veio annexa ao offlcio de
V. Exc. n. 115 de boje, e que os mande remover
do quariel do Hospicio para o das Cinco Pontas,
como V. Exc. propoz.
N. 76.Dita ao mesmo.Expeca V. Exc. orden?
psri que ao approximar-se a embarcarlo que se
espera da surte com o eorpo de voluntarios da
i.uia desia provincia, a fortaleza do Orara d tres
uros para annunciar a'chegada do mesmo corpn.
N. 77.Ola ao menino.Tendo nesta data de-
ferido a peiielo em que Maria Gomes de Mello,
viuva de Cosme le prazo para provar que o recrula Heliodoro Go-
in-s de Mello, a V. Exc. apre-entado por parte do
Dr. ebef -de polica, com destino ao exeicito,
son escravn, assim o cornrnunico a V. Exc. para
.-\-u conhecimento.
N. 78.Din ao mesmo.Transmiti a V. Exc,
liara seu eonhecimeut > e devidos flns, copia do
lirograrama para o recebimento do eorpo 53 de
voluntario* da patria desta provincia, que espe-
rado da -corte nesles dias.
X. 79.Dita ao director do arsenal de guerra.
Era vista do que ponieron o Exm. Sr. general
> jmmandant* das armas, em oficio n. lio desta
dos objectos que mandei comprar para o eorpo
de voluntarios da patria que se espera da curte,
di laza os mencionados na rebelo junta por copia
re mover dalli para o quartel da Cinco Pontas,
orno propoz aquelle general.
N. 80.Dita an inspector do arsenal de roari-
nlia. \ut iriso V. S. a mandar alistar na compa-
nhia de aprendizes artfices desse arsenal, visto
star as condkjoes legaes, o menor de nome Cele-
rftum, de que trata o re.juonmento que devolvo
de Thom Lopes de Senna e sobre que versa a
sua infirmacao do 1" de corrente, sob n 1913.
X. 81.Dito ao mesmo Autoriso V. S. a man-
dar alistar na eomp.inhia de aprendizes artiliecs
ilesse arsenal, vvisto estar as condcSes legaes, o
menor de nomo Man id do Xascimenlo de Lima,
de que trata o requerimemo que devolvo, de Sabi-
no Orgeacio i] Lima, e sobre que versa a sua in-
formacio de 2 Jo crrenle, sob n. 1914.
N. 81Dita ao mesmo.Segando ordens im-
perin?, deve chegar nesles dias ao porto desta
cidade o eorpo de voluntarios da patria n. 53 ;
conven), pois, que V. S. providencie para quo es-
tejtn prompts as embarcaros-' du?e arsenal
para o desembarque do mesmo eorpo.Igual ao
capillo do porto.
X. 83.Dita ao capillo do porto.De parte do
fi.mmandante superior interino da guarda nacio-
nal deste municipio serlo apresenlados a V. S.
para o serval da armada, se forem julgados ap-
to, os guardas do Io batalhao de artilharia d'este
municipio Candido Jos 'amos e Antonb Thomaz
de Aquino, que por incorregiveis sao indicados
para esse dm polo respectivo com mandante.
X. 4.Dita ao cnsul de Portugal.Ao juiz
municipal do termo do Rio Formoso, remetti co-
pia do offlcio que em 14 de fevereiro prximo
liado dirigio-me o Sr. Dr. Claudirto de Aranjo Goi
maraes, cnsul de Portugal, para, em vista do
dispost) na convenci de i de abril de 186!, e no
arcordo de 23 de maio de 1867, attender ao qae
i mi o mesmo sent ir cnsul relativamente ao
espolio do falleci1.i subdito portuguez Jos Oenlo
de Miranda.
N. 85.Deliberacao.O presidente da provincia,
aUendendo ao que r^quereu|Manoel Joaquira de
iva, resolvoconcediT-lhe licenca para embarcar
iiara o presidio de Fernando de Von.nha, no vapor
la Companhia Pernamimeaia que para all tai
seguir, os gneros constantes da inclusa rolacao
asignada pelo secretario interino da presidencia,
ni i podendo, porin, electuar-se o desembarque
H gneros sem que pir parte Jo commandan-
t^ do mesmo prwidio se verifique se hi agur-
dente oa outia qualquer bebida espirituosa.
lijuaes eaaemSea se Onraa a Antonio Augusto
Pereira da Silva e Jol" Francisco de Souza.
2" sereao.
X. 86.Portara ao Dr. chele de polica.Ro-
InetlO a V. S. a ambulancia dos remedios allopa-
thicos, de que traa o mea olilco de 2o do corren-
te, afim de-ser enviada aa delegado do termo de
Ouricury, para cerem applicados s pessoas po-
brea que forem accommettidaS da febre que alli
reina, podendo o me>mo delegado encarregar des-
se tratamento ao cidadao Antonio Estolano Maria
Se xas por elle ladicado.
X. 87.Dita ao eommandante superior interino
''i guarda nacional do municipio do Recite. Man-
n V. S. apresentar ao eapitiio do porto, para o
sef vico da armada, os guardas do 1 batalhlo de
animarla da guarda nacional deste municipio
Candido Jos Ramos e Antonio Thomaz de Aquino,
dos quaes trata-o seu offlcio n. 44, de 2 do cor-
rente.
N. 89.-Dita ao juiz de direito da comarca da
Boa-Vista.Tendo nesta data remettido ao Dr.
CRefe de polica para enviar ao delegado do ter-
mo de Ouricury ama ambulancia com remedios
atepathieos, afim de seren applicados as pessoas
pobres daquelle termo, que forem accommettdas
da febre d> mo carcter que alli reina, segundo
me declarou o referido Dr. chefe de polica em of
de que e.xsminou-as achando-as conformes e re-
gulares.
X. 94.Dita ao mesmo.t-Mande V. S. pagar ao
gerente da companhia Pernambucana, que assim
o solicita no incluso requerlmento, a quanta de
11:1664666, proveniente da subvenga) relativa ao
rnez de fevereiro ultimo, eom qne o governp, im-
perial auxilia mensalmente aquella companhia,
que segundo consta do mencionado reqoenmento
saiisfez os seus compromisos no predito mez.
X. 93. Dita ao memo. Km vista da fcilba e
relagao nominal e pret juntos em duplcala, qne
me remetteu o commandanle superior deste ttao-
nicpio com offlcio de hontem, siob n. 43, mande
V. S. liquidar e pagar os vencimentos do ofJQcial
e pragas da guarda nacional destacadas no forte
do Buraco, sendo os daquelle relativos ao mez de
fevereiro ultimo, e os destas a segunda quinzena
do mesmo mez.
X. 96.Dita ao inspector da ihesouraria pro-
vincial. Em vista das raides expendidas pelo
chefe da repartilo das obras publicas, na informa-
cao junta por copia datada de hoja e sob n. 59.
mande V. S. pagar integralmente a quantia de
3:809/185, em que segundo o certificado que in-
cluso devolVo. tem'direito o arrematante dopri
meiro lanco da estrada de Itapissuma iJPasmada,
proveniente da ultima pre3tacao do sea contrato,
ficando assim resolvida a dnvida presentada acer-
ca desse pagamento na informacio dessa thesou
raria de 14 de fevereiro ultimo, sob n. 100.
N. 97.Dita ao chefe da repartidlo das obras
publicas. Segundo participou-me o brigadeiro
comraandante das armas em offlcio do Io do cor-
rente, sob n. 113, serlo apresenlados Vmc. so-
mente onze soldados prisioneiros de guerra para-
guayos, afim do seren erapregados no sorvico das
obras publicas nesta cidade e nao deieseis como
Vmc. solicitou-me era offlcio de 24 de fevereiro
ultimo, s-jd n. 52, visto nao haver raaior numero
deiles em desponibilidade.
y. 98.Deliberacao. O presidente da provin-
cia atlendendo ao que requeren o arremante da9
obras do acude da Victoria corone Jos Caval-
cante Ferrat de Azevedo, resolve de conformida-
de com a informacio do chefe da repartirlo das
obras publicas datada de boje e sob n. 58, conce-
der-Ihe um novo prazo de um anno para a con-
cluslo daquella obra, a contar desta data. Esta
ser apresentada as estacoes competentes para a
devida execucao.
,4* seccao.
N. 99.Portara ao desembargados da Santa Ga-
sa de Misericordia.Informe V. Exc. com urgen-
cia, qual a renda propria annual do eollegio dos
orphos cargo dessa Santa Casa.
X. 100.Dita ao gerente da companhia Per-
nambueanaO Sr. gerente da companhia Per-
nambucana mande dar ama passagem de r, no
primeiro vapor que seguir para o norte, a Thomaz
Brrelo Lins de barro?, empregado da thesoura-
ria provincial do Rio Grande do Norte.
N. 101.-"-Deliberacao presidente da provin-
cia em vista do offlcio do director geral da iosr
trcelo publica da 2 do crrante, sob n. 84, re-
solve exonerar o bacharel Virgilio de Gusmao Coe-
lho do cargo de delegado Iliterario do districto
do Puco da Panella, visto ter mudado a sua resi-
dencia para esta cidaae. '
N. 102.Dita.O presidente da arovincia em
vista do offlcio do director geral da nsiruccjio pu-
blica de 2 do corrate, sob n. 84, resolve nomear
o major Jos Domingos Codeceira. delegado litte-
rario do districto do Poco da Panella.
EXPEOIKNTK ASSIGNAD0 PELO SR. DR. ELIAS KBEDE-
RICO DE ALMKIDA E ALBUQUERQUE.ISECRETARIO .
TERIN DO GOVERNO, KM 3 DE MARCO DB 1870.
4' seccao.
X. 103.Offlcio ao director geral da instruccao
publica.S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
tendo por deliberacao de-ta data e em vista de
seu offlcio de 2 do corrente, sob n. 84, resolvido
exonerar o bacharel Virgilio d Gusmao Coelho
do cargo de delegado Iliterario do districto do Po-
to da Panella e nomeado para o substituir o ma-
jor' Jos Domingos CoeViceira ; assim o manda
communicar V.S. para seu conbecunento, envian-
do o titulo do nomeado para ter o conveniente des-
tino.
X. 104 Dito ao Dr. Manoel de Figeira Pa-
ria.De ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia remeti V. S. a inclusa copia do decreto n.
4453 de 12 de Janeiro ultimo, para que mande im-
prim-lo em avuiso e remeta 150 exemplares pa-
ra serem convenientemente destribuidos.
EXrEDlKNTE ASSIGNAOO PELO OFFICIAL-MAIO Dr
Antonio A. J. Piiies. ,no impedimento di se-
MBTAMO DO GOVERNO, EM 4 DE MARCO. DE
1870.
1* scelo.
X. 105. Pnrlara ao Exm. Sr. general eom-
mandante das armas. Recommendo V. Exc,
que providencie, afim de que o quartel das Cinco
Pontas seja prvido d'agua para consumo do eor-
po de voluntarios da patria que se espera.
X. I(l6.Dita ao mesmo.Tendo resolvido al-
terar o programma para a recepcao do eorpo de
voluntarios da patria, que esperado da corte,
emente na parle relativa marcha deste para o
respectivo quartel, devendo o mencionado eorpo,
logo depois de desembarcar no arsenal de marinha
seguir pela ra do Trapiche, largo do Corpo San-
to a sahir na ra da Cadeia, e o mais nomo se acha
indicado no mesmo nrogramma, j publicado, assim
o communico a V. Exe. para o seu conheci-
mento.
N. 107.Dita ao director do arsenal de guerra.
Segundo me foi eommunicado em aviso da re-
partilo de guerra de 17 de fayereiro prximo
lindo, nlo pode ser autarisada a proposta feila por
V. S. para que um empregado desse arsenal seja
incumbido mediante gratificarlo, de auxiliar o pro-
fesor de primiras lelrasjlos menores, como V. S.
propoz, por isso que para esse servico deve ser
ficio de 23 de fevereiro prximo lindo, podendo o" ehamado o ajudante do pedagogo; o que declaro a
mesmo detestado encarregar do tratamento dos en
ferraos ao cidado Antonio Estolano Maria de Sei-
xas; assim o communico Vmc. para seu co-
ndec ment.
X. 90.Dita ao juiz municipal do termo do. Rio
Formoso.Reraetto a Vmc copia do ofJQoio, que
mu 4 de fevereiro prximo Ando, dirigio-me o
cnsul de Portugal, para qus em vista do disposio
na convenci de 4 de abril de 1863, promulgada
pelo decreto n7 3145 de 27 de agosto do mesmo
aano, e no accordo de 23 de maio de 1867, pro-
mulgado pelo decreto n. 3933 de 21 de agosto do
mesmo anno, attenda como fr de ireito ao que
oelle solicita o mesmo cnsul, relativamente a ar-
recaiacao e ldquidacao do espolio delxado pelo
fallecido subdito portuguez, Jos Bento de Mi-
rada.
N. 91.Dita ao juiz de orphaosda capital.De-
volvo aVrac., devidamente cumprida a melosa car-
ta rogatoria, que requerimenlo de Antonio Jos
Leal Rais, procurador de Umbelina Libania de Le-
mos Gufmarlet, foi expedida por esse juizo as jus-
licaf aV Lisboa,
3* seccio.
'S. 9tPorlaria ao Inspector da thesoararia de
fazenda. Segando me participoa o brigadeiro
'mmandaate das armas em offlcio desta data, sob
n. 116. morreu o cavatio n. 34 qae se achata no
pasto; o qae communico a V. S. para seu conhe-
cimento.
*J. 93.*-Dita ao mesmo. Transmuto V. S.
paraos flns convenientes as inclusas contas do-
cumentadas da receita e despeza da enfermara mi-
litar sob a administracio do eonselno econmico
do deposito de recrutas, relativas ao met de Janei-
ro ultimo, e bem assim 0 parecer ja junta de sa-
Cooto, urna sentenca cirel daquelle juiz, reque-
riroento de Laiz Viaena de Hermogenes. nao en-
contr embaraco no eumprimenio de seus de-
veres.
N. 13.Dita ao mesmo.Transmiti a ^T/nc.
a guia junta d > sentenciado Octavio Hercnlano
da Cunha Xeto Ra, que com o de nome Fdelis
Antonio Mendes, cuja guia j so acha aak* pre-
sidio, tem de seguir para ah, no vapor Cortmipa,
segundo communicou o juiz municipal da 1" va-
ra em o cilicio de 3 do corrento.
N. 114.Deliberacao.O presidente da provin-
cia, attendendo ao que requeren Francisca Rosa
dos Santos Barros, roulher do sentenciado Domin-
gos de Souza Barros, resolve conceder-lhe licenca
para embarcar para o presidio de Fernando, no
vapor Corurtpe, da Companhia Pernambucana, os
gneros constantes da relacao junla assignada pelo
secretario interino da presidencia ; nao podendo
porm effectuar o desembarque dos referidos gene-
ros sem que por parte do commandnte do mesmo
presidise proceda exame, afim de se verificar
se ha agurdente ou onlra-qualquer bebida espi-
rituosa.Iguaes roncessoes se fiteram Fonceca
& Santos, cujos gneros devem ser entregues a
Francisco de Magalhles Couto, e Guilhermino Ta-
vares da Silva; Po^as A C, Bernardino da
Silva Costa (lampos, cojos gneros devem >er en-
tregues ao commandanie do presidio de Fernando,
e o padre Vicente Maggi, cujos gneros devem
ser entregues ao padre capellao do mesmo pre-
sidiq.
X. 115.Dita ao mesmo.O presidente da pro-
vincia, attendendo ao qoe reqnereu Maria Isabel
da Encarnaclo, resolve conceder-llw licsoea para
ir ao presidio de Fernando de Xoronlu, levando
o* gneros constantes da rolarlo junta, assignada
lelo secretario interino da presidencia; nao poden-
do porm effectuar o desembarque dos referidos ge
eros, sem que por parte do commandanie do mes-
mo presidio se proceda exame,afim de se veril-
ear se ha agurdente ou oulra qualquer bebida
espirituosa.Igual coneessao se fez a Augusto Ro-
drigues deOliveira, levando coinsigo sua irmaa
Maria Joaquina da Conceieao.
2' scelo
_N. H 6.-Portara ao Sr. Dr. chefe de polica.
Xao havendo no hospicio de alienados actualmente
lugar paraadmisslo de um raaior numero de lon-
co*, como por vezes tem informado o provedor da
Sania Casa do Misericordia, nao pode por isso ser
admittido alli o de que trata o oflieio de V. S. de
2 do corretate sob n. 299. .
N. 117.Porlaria ao inspector da thesonrara
de fazenda.Expeca V. S. snas ordens para que
ao offlciat da secretaria da presidencia, bacharel
Antonio Annes Jacome Pires,.sejam pagos como
solicita no incluso requerimenlo, es vencimentos
de secretario, a contar do Io a 57 de fevereiro ul-
timo, lempo em que exerceu interinamente esse
lugar por achar-se o respectivo serventuario in-
terino, bacharel Elias Frederico de Almeida e Al-
buquerque, no goso de licenaasem veociioentos.
Ci. it.Dita ao mesmo.Depeis deltawidados,
?'
en vista da foha e pret juntos em duplcala, Ifu^'d wo^panhial'ernainftucau.i, naen* dore conda
(de farnl de trigo.
cal moido.
assucar refinado.
bom objectos de raolhado3 ecera.
onvhwtia*.
Di|a ao raesrao. O Sr. gerente da
'eroambucana mande dar ama pasta-
ido a r at o presidip de Fernaad a
Angelina-rfaneisea de Lima molher do seaienci-
do Jilo Glms da Slva e a 3 filhos menor*.
N. 130rDru ao mesmo. O Sr. gerente- da
companhia Peuiambucana mande dar urna passa-
gem de estad') proa no vapor Corurtpe qoe se-
gu amanliaa jara o prsili de Fernando a-mu-
Iher do sefttenciidoJoao Soaies Ferreira, Daraiana
Mara da Luz e a IHms menores de noraes Jola e
Sabina. \*
X. 131. Dtao- mesmo. O Sr. gerente-da
companhia Pernanbacana mando dar urna pasea
geni de estvlo a proa no vapor Caruripe, alero-
presidio de Fernanlo, a-Relippe Alves do Sonzau
X. 132. Dita ao mesmo. O Sr. gerente da
eompanhia Pernamrueana mande dar passagem-a-
proa no vapor qii" em de snguir para o presidio
de Fernando de Xoraba dous sentenciados de-I
justica e a tres pracat-do eorpo de pilicia que os
van escoltando, corrodo-a despeza por conta do
mfiiiierio da instara.
N. 133. Diu a nesmo. O Sr. gerente d
companhia Pernambuiana mande dar transporte
para u presidio de Feriando, por conta do minis
terio da gn-rra no vap- Coruhpe ao sentenciado
militar Lanreotini J>sdi Almeids Leal.
EXPEDIENTE ASSIONAOO (ELO SR. MI. ELIAS FREOB-
RCO DE ALMEIDA K. ALDUQUEROUE, SECRKTABIOi
!WTI'.R1N0 DO GOVBRKO, W-4 DF. M,\RC0 DE 1870.
1." sKcao.
X. 134.Offlcio ao Exm. Sr. general comman-
danie das aruas.De.orfiem e S. Exe. o Sr. pre-
sidente da provincia deelaio a V. Exe., em resposta
ao seu offlcio desta data sob n. 117, que tica ex-
pedid* a conveniente erdem para ser transporta-
do para o presidio de Femando, amanilla n-) va-
por Crwipi o sentenciado militar Laurentino
Jos-de Almeida Leal.
X> 434DHo ao mesmo.De ordem de S. Exc.
o Sr. presidente da provincia declaro a V. Exc,
em resposta ao seu offlcio desdala sob n. 118,
que aotorifou-se o directorda arseoal de guerra
a mandar cooduzir para a fortaleza do Brum, fa-
zendaa necessaria despeza, os taco e mais objec-
tos que se achara depositados naquelle arsenal e
sao requisitados pelo commandanie da mesma
fortaleza, visto nao dispr este do* meios precisos
paraessa condcelo.
2." scelo.
N. 136 Offlcio ao Dr. chefe de polica.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia commu-
nico a Y. S. que fleam expedidas as convenientes
ordene-para ser postado- amanilla no caes do for-
te do Mallos o escaler para o transporte dos sen-
tenciados e escolta de que trata o seu offlcio n. o 14
de boje datado, e bem assim para ser dada aos
mesnws aa Becessarias passagens proa do vapor
V. S. para seu conheci.mento.
N. 108.Dita ao mesme.Autoriso V. S. a man-
dar conduzir com urgencia para a fortaleza do
Brum, fazendo a respectiva despeza os tacos c
mais objectos requisitados pelo respectivo coronel
commandanie. e que se achara nesse arsenal, visto
que a fortaleza nao tem meios de fazer a condc-
elo de taes obeclos, comodeclarou-me o brigadei-
ro commandanie das armas.
. X. 109.Dita ao mesmo.Tomando em con-i-
deracao o que V. S. expoz em sea offlcio de hoje,
sob n. 32, tenbo a dizerem resposta que pode pro-
ceder conforme indica no citado offlcio acerca dos
objectos que slo necessarios ao corpo de volunta-
rios que se espera da corte.
N. i 10.Dita ao inspeator do arsenal de mari-
nha.Mande V. S. postar amaahaa no caes do for-
te do Mallos pm escaler para transportar para
bordo do vapor da companhia Pernambucana que
tem de seguir para o presidio de Fernando de Xo-
rouha dous sentenciados e tres pracas do oorpo
provisorio de polica que os tem de ir escol-
lando.
N. 111.Dita ao capitao da porto.Inteirado de
quanto V. S. expoi em sea offlcio de hoje, sob n.
23, tenho a dizer em resposta, qae pode accellar o
offereoimento que fazem o bario do Livramento e
outras pessoas oe embarcacSes para o desembar-
que do corpo de voluntarios da patria, que espe-
rado da corle.
N. 112.Dita ao commandanie do presidio de
Fernando.-Era vista do que reqnereu esta pre-
sidencia Jlo da Silveira Borgj Tavora, e ioforraon
o juiz municipal da 2 vara, em 3 do corrente, pro-
videncie Vmc'. para qae a offlcial de justica qae
for inlimar ao senteacjad.(i Joaquira de Magalhies
me remetteu o commandanie superior deste muni-
cipio, com offlcio de hontem sob n. 45, mande V.
S. pagar os veRcimenlos do offlcial e pracas da
guarda nacional destacados na fortaleza do Brum,
seodo os daquelle relativos ao raez de fevereiro
ultimo, e os destas a 2* quinzena do mesmo mez.
N. 119.Dita ao mesmo.Communico a V. S.
para es devidos flns, que segundo participon o
juiz municipal de orpnaos do termo de Ipojuca.
bacharel Jlo Baptista Swpteira Cavaleante, em of-
flcio do Ia corrente, nessa data e por molestia pas-
sou o oxercicio do dito cargo ao respectivo sup-
plente.
N. 120. Dita ao mesmo.Attendendo ao que
lelieiton o cirurgio Jos Antonio de Lelo no in-
cluso requerimemo documentado, a que se ref.-re
a sua informacio de 28 de fevereiro nltimo n. 153,
autoriso V. S. a mandar dagar sob minha respoo-
sabilidade nos termos do decreto n. 2884 do 1 de
fevereiro do 1862, a gratiflcacao que, do conformi-
dade com a autorisacao dada ae jtiiz de direito da
comarcado Rio Fermoso, em data de 6 de ilezera-
bro do anno prximo passado, venceu o supplican-
te na razio de 5g0l>0 diarios, a contar de 13 do
citado mez de dezembro at 31 de Janeiro deste
anno, como encarregado da inocuiaolo da vaccina
e do tratamiento dos indigentes accoinmetlidos da
varila naquell.i cidade, visto nlo haver crdito
para esse pagamenio. segundo consta do parecer
da contadoiia dessa thesoararia.
S. 121.Dita ao inspector da thesouraria pro- i
vincial Em vista oo que allega Antonio Augusto
da Fonceca no incluso requerimemo, convm que
V. S. providencie para que seja effectuada po
aquelle qnem indebitamente aproveitou, e nao
pelo supplicante que figurn como mero procura
dor, a re.-tituiclo da parte da gratificacao que nos
termos da le n. 61 f, foi paga ao cabo do corpo
eilectivo de polica desta provincia, Pedro Goncal-
ves do Carvalho Ferraz, em servico no exercito
em operacoes contra o governo da repblica o
Paraguay, relativa ao lempo decorndo de 11 de
fevereiro de 1868, em que e sionada no posto de alteres al o ultimo dejunho
do mesmo anno, como se v do mencionado reque-
rimenlo.
X. 422 Dita ao mesmo.Mande V. S> pagar
ae offlcial maior da secretaria da presidencia, ba-
charel Antonio Annes Jacome Piaes, a ,parte da
gratificacao de 800# que compete ao secretario, re-
lativa ao lempo deeorrido de 1 a 27 de fevereiro
ultimo, visio ter elle exercido esse lugar interina-
mente durante aqaelle terapo, por achar-se na goso
de licenca sem vencimentos o respeetivoserventua-
rio bacharel Ehas Frederico de Almeida e Albu-
querque.
X. 123.Dita aos Srs. presidente e mais mem-
bro< da direc^lo da associacao eommereial bene-
ficente.Tendo resolvido alterar o programma
uara a recepcio do corpo de voluntarios da pa
tria, que esperado da corte, smente na parte
relativa marcha deste para o respectivo quartel,
devendo o mencionado corpo, ogo depois de de-
sembarcar no arsenal de marrana, seguir pela ra
do Trapiche, largo do Corpo Santo a sahir na ra
da Cadeia, e o mais como se acha indieado no
mesmo programma j publicado ; assim o conu
munico a Vv. Ss. para conhecimento dessa asso-
ciacao.
4" seccao,
N. 127.Portara ao desembargado? provedor
da Santa Casa de Misericordia. Attendendo ao
que requeren Candida Rasa Sampaio da Porci-
uncula Vieira e Jos Goncalves da Porciuncula,
e tendo era vista a sua informacaa de 25 de feve-
reiro prximo fiado sob n. 2463, autoriso V. Exc.
a mandar admittir nos collegios de orpnaos os fi-
lhos da supplicante, de noraes Manoel, Emilia e
Maria, de que tratara as certidSes de idade in-
clusas.
X. 128.Dita ao gerente da companhia Pernam-
bucana.O Sr. gerente da companhia Pernambu-
cana mande receber e transportar para o presidio
de Fernando, por conla do ministerio da guerra, no
vapor Qenripe, os objectos constantes da relacao
junta, assignada peto secretario interino da presi-
dencia, os quaes (orara comprados pelo corrector
geral Francisco de Miranda Leal Seve por canta
da fazenda nacional.
Relacao dos objectos comprados pelo corrector ge
ral Francisco de Miranda Leal Seve com destino
ao presidio de Fernando, a qae se refere a por-
tarla de S. Exc. o, r, presidente da provincia
desta data.
1 volume pora 10Q lljellas Ae ferro eslanhado*
10 vQlumes corn jirog^
que, segando participou o bacharel Luiz: Antonio
Pires em offlciode 4 de corrate, deixou de re-
gresear ao termo da Eseada, afim de assumir as
funee5es d>cargo de juiz monicipal e de orphos,
quanoo flodou a licenra qae ibe foi concedida a
27 de Janeiro ultimo, por ter visto uo Dinri Ofi-
cial de 1*de fevereira Ando, haver sido- exone-
rado do dito cargo.
X. ?.WiDita ao mesn*>; Transmiti a- Y. S.
para o ftns covenientes a> nciuna orden do tri-
bunal ae tbesonro nacional' son- n. 33.
N. 154.Dita ao mesraot Conamunico a> V.' S.
para os devidos fios qae, spjfnndw consta do tarr
Oficial b* i de 18 do raez nodo, p-ir decreto- de 9"]
do mesmo mez, fr concedida ,ao bacharel L'uiz
Antonio Pires a demisso que pedio do cargo- de
juiz municipal e de orphao* do termo e nomeado para sobslitui-lo o batarel Alfredo
Alfonso FbTT ira.
N. 155.Dita ao mesmo.Gbmiaueieo a V. S.
para seu conhecwtenio que, em vista do que re-
quereu o profwssar publico da cader primaria da villa de Ipojuca,. Belamainn Guedes
Aleoforado', recommeodo nesta data-ao inspector
.da thesocwaria provtoeial qut- faca suspender o
descont de5^ qne effereceu o referido professor)
dos seus venciinentos para as despeza* da guerra.-
X. 156.Dita ao-mesmo. Tando nesta data au-
torizado o onselho de compras do arsenal dv
yuerra a promover a compra do azeile de carra-
paio preciso* para provimento de elmoitarifado do
mesmo arsenal, contaote do pedido u OjiiBlo po
copia, assim o coimamuco a V. S?-para.seu conhe-
cUoeuto.
X. 157.-Dita ao inspector de- thesenraria pro-
vincial.Attendendo ao que re Soedes Aleoforado, prc-fessor publico- da eadeira '
de iastrneca primaria da villa de [pojara, recom '
va Lemos -'da secretaria de presidencia de Per-
nambueo se omnranica para os devidos nos <
Sr. Fedoralino Antonio da8ilva Lemos qae segun-
de consta doVan'o Oficial' n. 40 de 18-de feve
reir uhm, por decreto de 9 do dito raez, liou-
ve por bem M. Imperial fuer-)he merc da
serventa' vitalicia dos offlcio de 2 tabeliie e es-
crivio das execaees civeis o- crinaos do termo de
Sao Beato.
3" scele:
X. 17k Offlcio ao inspector da thesouraria
provincial.De erdem de S. Exc. o Sr. presiden-
te da provincia communico a V. S\ que nesta da-
ta foi aasorisado- o chele de polica a alugar
,Cosme Goed*s nair-aa de dsz mil reismensaes,
lima casa a II* perRmcente u simada om S. Iu-
reseo par.vservir de quartel do esbeamento e
priso. seguudo pedio em ollicion. 243 de 18 do
aano find.
X. i:5. D*o ao>memo.Com o offlcio de V.
S.'datado a*-hoje, e-sob n. 76, recebi um exem-
piar irapresso do-velatorio qu essa inspectora
presento! ao Exmi Sr. presidente da provincia
i correte anno, o que muito Hie agradeco.
X. 178.Dito aoraesojo.De ordem du S Esc.
0 Sr. prndenle daproviacia commumee a V. S:
para seu ciinhecimento e fias cea venientes, qne
riesu .lata maadou-sedesttear na pavoae^ao de Mu-*
r i beca e desposifi do> respectivo subdelegado,
1 cabo e 5 pracas de um dos haialhoe* da guar-
da nacional do municipio do Recite.-
.___L |
despachos d.passieasict* a pnovuceut do ou l'V
DB JOCHO K 1870.
LuizCyriaeoda Silva.indeferido vista das
iufrmacoes.
1
mendo a V. Sr'qiie faca suspender o'desceoto de h* P*,re Anteo Generoso Bandeirai-Dirija-se k>
t-m. a------'. ..._?---- thesouraria provincial/
Empregado* da thesouraria de fazenda.Enca-
zir par o presidio de Remando de Xoronlu.
X. 137.Dito ao juiz municipal e de orphao3
do termo de Ipojuca. O Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. que flcou intei-
rado pelo seu offlcio de 1 do corrente de ter nessa
dala e por molestia passado o exerdeio de seu
cargo ao respectivo sapplente.
'&' secijio.
t. 138.Offlcio ao chefe das obras publicas.
S. Exe. o Sr. presidente da provincia manda de-
clarar a V. S., em resposta ao seu offlcio de 25
de Janeiro ultimo so! n. 14, que a thesouraria pro-
vincial tem ordem para entregar ao tbesoureiro
dessa repartilo de 166000 constantes do citado
offieii', ficando porm o mencionado tbesoureiro
obrigado a exhibir os documentos comprobatorios
de toda a despeza feita com os estudos raphicos
que se deu comeen para o reconhecimeato da re
Capiharihe.
ESMMMYB ASSIGNADO PELO EXM. SR. SRKADOR FRE-
DF.niCO DE ALMEiDA E AIJMJQUERQUR. PRESIDENTE:
DA PROVINCIA EM 5 DE MARCO DE 1870.
1.* scelo
X. 141.Portara aoExra. Sr. general enraman-
(jante das armas.Expela V. Exc. as convenien-
tes ordens para que se aprsente luje ao juiz mu-
nicipal da 2" vara urna praea miniada para levar
s difireme* subdeiegacias deste municipio os
oficios para a convocarlo da prosima sessao da
jury.
X- 143Dita ao director do arsenal de guerra,
"=Pode V. S. ceder por venda a Maa.icl Joaquira
Ferreira Esteves, as duas bandeiras i.nperiaesera
mu estado Alstenles no almoxarifado desse ar-
senal em vista de sua informacio de 3 do corrala
>ol> n. 30.
N. 144.Dita ao inspector do arsenal de ma-
rinha. Mande V. S. alistar ua companhia. de
apreodizes artfices desse arsenal, se estiverein
as condU}6e legaes, os menores Joaquinx Qosme
e Franjisco, filhos de Francisca Maria Cavaleante,
de que trata o incluso reqoenmento documentado.
Ji. 143.Dila ao eonselno de compras do ar-
senal de guerra. Autoriso o. conselho de compras
do arsenal' de guerra a piorno ver a compra de
azeite de carrapalo, preciso para prowmenlo. do
almoxarifado do mesmo. arsenal, constante do pe-
dido jtinto so n. 6.
2r seccao.
NL 145.Portara ao Dr. chefe de polica.Con-1
cedo a outomacla pedida por V. S.era oflieio n. 143
de 18 do naez lindo, para alugar luna casa perten-
cente Cosme Guedes, para servir de quartel do
destacamento e prisio na povoaca) de S, Loureneo
da Malla, pela qaantia de 10/000 mensaes, visto
nlo apresentar a necessaria segaraaca a que,
hoje serve para ditos fins.
N. 447.Dita ao coraraandante superior interino
da guarda nacional do Recite. Expeca V. S. as
suas ordens para que na povoaclo de Muribeca
destaquera disposicao do respectivo subdelegado
1 cabo o 5 pracas de um dos balalboes da guarda
naeionat sob esse commando superior.
. 148. Dita ao coraraandante superior da
guarda nacional do Bonito.Constando do Otario
Oficial n. 40 de 18 da mez Ando, ter sido Ho-
rneado- por decreto de 9 do dito mea Joap Manool
Pontual Jnior, major commandanie do esquadrio
n. 4 de ca vallara da guarda nacional do municipi >
d i Bonito, assim o communicaa V. S. para sea
conhecimento e a& convenientes.
X. 146.Ditas aos juizes de direito e municipal
de Caruar.Communico a Ymps. para os fins,
convenientes que, por decreto de 9 de fevereiro
ultimo, segundo consta do Baria Oficial n. 40
de 18 do dita t*z, se tez merc. Federalino Anto-
nio da Silva Lemos da serventa vitalicia dos offlcios
de 2a tabolliao e escrivo de execuoes civeis e
carnes do termo de S. Beato.
X. 150.Dita o bacharel Alfredo Aflohso Fer-
reiraConstando do Diario Oficial a 40 de 18
do mez flnilo, ter sido Vmc. nomeado por decreto
de 9 9o dito mez juiz municipal e de orpbaos do
termo da Sacada, assim lh'o communico para o sen
conhecimento, a para qae no praso marcado po de
creto n. 4302 de 23 de dezembro de 1868, tire ti-
tulo e entre em exereicio do dito cargo.
X. 151.Dita ao commandanie do corpo pro-
visorio de polica.Pode Vmc, engajar no corpo
sob seu commando o paisano Manoel Joaqnim
de Sant'Anna, de que trata o sen offlcio n. 90
de 1 do twrreple, se litera doneidade para isso
ecjpssaria.
i 3* scelo.
N 152.Portara o inspector da thesouraria, de
I fazenda.Cammanico a V. S. para, ps devidos fias
o*\ qae de seu* veocimentos offreces.o referido
prefessor para- as despeas da guerra, visto ter
eessado seraelhante offcrta.
X. 138.Dita ao mesrao.Pode V. Si.coaforrae
indica no final de sua informaeao de- 2: do cor-
rete sob n. &6j mandar entregar ao ihesoureiro
da repartilo das obras publica, como soliciten o
respectivo ebere em offlrto de Sf'de jaaeir ultimo
n. 14, a quantia de IGo/000 que-falta para com-
pletar a de 1:686WO despendida com-os estudos
graehicos a que se dora eomeco para reeenhecimen
l- do rio Capibaribe e organisacao de qualquer
proiecto de laelhoraroeato do mesmo no,, ficando
netem o mencionadotaesoureiroebrigado a exhibir
iis-documentos-comprehatorios de toda essa des-
pera.
X. 159.Dita-ao mesmo. Attendendo ao que
expoz no incluso re rina da Villa-Bella.. Lutinda Casado Lima, e tendo
on vista a informaeae da director geral' da ins-
trucclo publica, rasotvi abonar as filias que por
raelestia dea a.mencenada prefessora en todo o
raez de Janeiro bIIUbo ; o que declaro V.S.
para seu conhecimento, e afim de que madde pa
gar integralmente sapplicaute a gratificacao re-
lativa aquella mea.
X. 160.Dita ae eaefe da. repartilo das obras
publicas.Accusando recebiflo o offlcio de 2 de
corrente, sob.n. 37, em que Vmc. mostra a conve-
niencia de serem desarraachados, recebendo a
sua elape em diaheiro, os prisioneiros de guerra,
paraguayo, que foram pastos suadisposiclo
para serem erapregados em diversos trabaJho*-
publicos, tenho a daier e resposa. que^ segundo
iafarma o brigadeiro commandante- das armas, fl-
eam expedidas as convenieoles ordens oeste seo*-
(ido.
4" stssao.
X. 163.Portara a cmara mtnioipal da cidade
da Victoria. Declaro Tmc. ojie a davida pro-
em- sea otftein do le do corrente acerca do
posta
ainhe-se.
Francisco cavares da Sivva.Informe o Sr. ca-
ait) do porto.
Jos Feliapa de Sauza ioforme o- Sr. coronel
commandanie superior interino da guarda nacio-
ba4 da municipio do Racif.
Jos Francisco de Paula Vellez.fhfenne o Sr.
tenente coronel comnuodante do cor^o provisorio
de-polica
Joaquira Theodoro- de Freitas.Informe o Sr.
lis juiz, municipal to termo do Limoeiro.
Manoel Carlos Vital.Ficam expedida as conve-
nientes ordene.
-18--
Jos Francisco BeatoBirija-se a. thesouraria
provincial.
Jos Augusto de Araujo<.Dirija-3 > thesoura-
ria provincial.
Joaquim Antonio de Castro Xunes.informe o
Sr. director geral interino da insirutoio publica.
Irmandade de Xsssa Seabora do Guadalupe da
cidade de (dunda.Dtrij8.se thesouraria pro-
vincial.
F. M.Duprat.Revalide requwimemo.
DarnTaTrllopes 9aren-a Gamaraes.Informe i-
Sr. tenente coronel commandante do corpo de po-
lica.
Antonio-do SacramentenDirija-so ao Sr. direc-
'tor interinosdo arsenal degnerra.
Candido Emygdio Pereira Lobo.A' vista da<
informacoes e dos fundamentos da replica que sao
improcedentes, subsista o despacho de 2 de junbo
prximo lindo.
PEMAMBM
cofre dessa muuicpalidade, est resolvida palo-
art. 49 da lei do 1 de autnbro de 1828.
N. 164Dita ao juir.de paz presidsnte da jauta
revisora do qualiflca^ao da freguezia do curato
da S doOlnda. Devolvo Tuic. a inclusa hsta
dos cidadlos qnalificados votantes- nessa fregue-
zia no corrente anno, para serem assignadas caita
urna de suas folhas por todos os meabros da res-
pectiva junta revisora,. nos turran* do art. 24 da
lei de 19 de agosto dii-1846, e aviso- n. 42 de 15
de marco de 1847.
X. 165. Dita ao. gerente da companhia Per-
nambucana. O Sr. gerente da companhia Per-
iiafubucana mande dar urna passagem deslado
proa no vapor Cnruripe al o presidio de Fer-
nando a Lrarenca Maria da Gonceico, muhSer do
sentenciado Araerico Anuncio daTrindade, e a
dua< lilhas menores.
X. 166. Dita, ao raesmo. O Sr. gerente da
corapaubia Pernambucana mande dar aran passa
gem d estado proa do vapor Cururipr al o pre
sidio de Fernando Mana Isabel da Encarnaelo.
EXPEDIENTE ASSIKXADO PELO SR. DR. RAS FRF.Dt-
RICO DE ALMEIDA E AJjBUQUKRQUE, SSCRUTAtUO
INTERINO n GOVERNO, EM 5 DE MAil? DE 1870.
1* seocao.
X. 167.Oflieio ao Exm Sr. general comman-
danie das armas. De ordem de S. Exc- o Sr.
presidente da provincia, eomraunico que j i 2 do
corrente, e em virtude d offlcio deV. Exc. a. 106
de 24 de fevereiro prximo Ando, se expediram as
convenientes ordens, nao s aos. agentes da com-
panhia Brasileira de paquetes, para darera trans
porte para a corte ao teneoia do 9 batalhlo de
! infamara do exercito, Antonia Francisco-de Metr
| lo, como tambera thesouraria de lazsnda para
ajusiar contas, e passar-lbe guia de soccorrimau-
to, conforme v. S. participou n aquella data.
.* seccao.
X. 168.Offlcio ao Dr. ehefe de polica.De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de-
clara 1 V. S. que nesta data se expedio ordem ao
commandante superior da guarda nacional do
municipio do Recite, para tozer destacar ua iovoa-
cao de Muribeca, e dispoeiclo do respectivo sub-
delegado, um cabo e ciaco pracas de u dos ba-
talhoes sob.aquelle caminando superior.
N. 169.Dito ao juia municipal da Sr vara des-
ta cidade. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar Y. S. que ficara expedidas
as convenientes ordens, para que lho seja apre-
sentada a praca montada, de que trata o sed ofli-
eio de hontem datado.
X 170.Dito ao bacharel Lua Antonio Pires,
0 Exm. Sr. presidente da provincia manda de
ckarar-lhe, que ftcou inteirado por seu offlcio de i
do corrente, da haver V. S. deixado de regressar
ao termo da Escada a reassumir as fuoecoes, de
juiz municipal e de orpbaos, quand) flndou a li-
cenca qae Ihe foi concedida por decreto Janeiro ultimo, por ter visto no Diario offlcial u.
40 da IS.do mez Ando, haver sido pelo governo
imperial exoRerado do dito cargo pos decreto de
9 do referido mea.
X. 171.Dito ao bacharel Luis Antonio Pires.
Pela secretaria da presidencia de Pernambucn I
se oommunica ao Sr. bacharel Vuiz Antonio Pi-
res, que segundo consta do Doi;q Oficial n. 40
de 18 do mez Ando, por decreta de tt da ito met,
foi-lhe concedida a demissao qqe, pedio do cargo
de juix municipal e de orphaot d termo da Es-
cada.
N. 172.Dito ao hachare! A'.uonio Paulino Ca-
valeante de A,R>uquerqae. -Pela secretaria da
Sresidencia de Paruamhuo'o se commnnica ao Sr.
acharel Antorap Pauliao Cavaleante de Albuquer-
que, que neila ae ach. o decreto que o nomeou
para o cargo de juii municipal e de orphos do
termo de Huque^ p,0nvndo que o solicite, satis-
fazendo os devirios direitos.
X. 173.-jv.to j^Q sr. pideraliijo Antonia da Sil-
HEVISTA DIAEIA.
CORiX) EFFKCTIVO. DE POLIGIA. Por deli-
berae.lo da presidencia da provincia, de 2fr do
correle, foi nomeado capillo da- i" eomp-nhia o-
alferes reformado do- exercito Alvaro Conrado
Ferreira de Aguiar.
COLLECTOR PROVIXr.IAL.Por deliberacao,
de 20 do corrente, fui exonorado de e^crivao da
collectoria, provincial de Santo Ailo, o Sr.
Tibortino Pinto de Almeida Jnior; e foi nomeado
para o substituir o Sr. Joao Paulo de Brito Gui-
mara-.
COMPAXHIA PERXAMIiUCAXA.A" reqpisic*.
do Sr. commandanie du presidio de Fernando de.
Xoranba, expede a carnpanhu Pern;Hbacana
para ali um dos-seu* vapores a 13 de agosto pr-
ximo, f.zendo outro tanta em cada um dos mezes
que se saguiren.
EXAME OEHABILlTAC.to.Perantaa, diracto-
ria geral da instruccao imblici cometn hontem o
exarae de e-.ipacidade prolissional do uuu Sra..
sendo examinadores os Sr.-. Drs. Ayces Gama, e
Vicente de M. Mello, e as Sts. D. Alejandrina de
Lima e Albuquerque, e D. Amelia Augusta de
Oliveira Quintal.
CLUR POPULAR. Hoje have sessao as 7
horas em ponto. Ordem do dia : Revista de jnr,
naes do Dr. Almeida Nobre ; preleeclo i!e direito
natural pelo Sr. Dr. J. Antonio d-Frgueiredo-
ACTO DE PfllLAXTROPlA. -tnlormamnos que
lo Exm. Sr. Bario do Rio Formoso e seus dignos
~f Albos, enviaram Sociedade Emancipadora i
declaradlo aulheatica de que libertara o ventn-
de todas s snas escravas presentes e futuras.
GABINETE POOTUGEZ DE LEITURA.-Do-
mmgo deve proceder esta associacao eleigao d<>
coQselho deliberativo e commisslo de exame de
contas.
VOLUXTARIOS DO PIAHY.Alguns estudan-
tes do l'iauhy, aqu residentes, querendo demons-
trar aos seis patricios que, como voluntarios,
foram desafrontar a honra nacional nos campos do-
Paraguay, quanto se acham possuidos de admi-
Kaclo pelos seus heroicos feitos oa ensanguontada.
ala, que- a America preseneeeu estupefacta; re-
solvern offertar ao corpo de voluntarios, em sua
provincia organisado e que em breve ten de
passa por este porto, urna bella e rica eora de
louros, syrabolisando aquellos que esses denodados,
cidadaos colheram para o seu paiz. /
E' essa sera duvida urna eloquente prava de,
aprefy) que esses cultores das leiras dio aos -
tbos de. Marte, que sonberam acorrer, aos pri-
uieiros toques de rebate, em prol da honra de,
sua estremecida patria.
Dizem-nos qna cora lindissima, e digna de
figurar ao lado daquella que por S. M. o Impera-
dor foi offerecida e presa ao glorioso estandarte
da batalhlo de voluntarios piauhyenses.
COXCERTO. Ante-hontem effectuou-se no
theatro "de Santo Antonio o concert que; com o
auxilio de varios artistas nacionaes e estrangeiros,
offereeeu ao nosso publico o barytono portuguez o
Sr. Joaquim Francisco Vieira.
Todos os diversos Dedacos masioaes foram exe-
catados muito regularmente e agradaram em
ge0 Sr. Vieira ^wssue ama bella voz, clara, chela,
e melodiosa, se bem que de pouca extensao.
A aria Maria aVokan fe. cantada com mui-
U perfeiclo, e outro unto aaa om odugj
da Lucia de Lamermoor, onde o Sr. Vieira revetou
fcaTX os maTStas, pela maior parte no*
conhefiidos, desempenharam suas partes conscien-
ciosaraenw: Agradou-nos muito o Sr. truabrn*
de Moara Pessa, cuja maviosa rabeea, especial-
mente no sempre novo Carnaval de Veneza, des-
pertou no auditorio vivissimas sensaedes de pra-
zer, tanto qne merecen as honras de ara o?.
i


>.
duOdJCct
A Sr. Gasalbcre, piwbla,
compasbou, exenirtoa ao
am IWb (*<*<>". eo" -kuJo UHHlV0 qnft
4TS*ow nao piafes!* aottiel,, uws
.agrada o peno, parece caunccer Win a divina
arte O thearro este e che, e e alrtorio era aaco-
Ihido.
ISSUTUTOABCftBOLOGiOO E dBOGH/SWl-
CO Esla sociedade reiroe-e opje enT essao or-
inara, i>ra tratar-d* ''jseassao do orearooolo do
anuo social de 18*0-1871.
HBJTlFICACAd. No resumo da rfsa do
Monto Pi Eeele>iaWlen, cm#e se le vi|ml8SnJ-
yr, da C"SI Rilxiro, de.-e It-sc padr fcao
do E-|>iritoSanto.
PRONUNCIA.Pelo *r. subdelegado da reg
lia de Sanie Antonio fo pronunciado, como locar
mi as pena* do Mi 2654o cdigo criminal, Luiz
eseravo de D. Marrana Amalia da Silva.
INSTITUTO HWTWICO E PRIL0S0PF11C0.-
f)e>v h'ilie, s 10 lir*s da tnaana, reunir-se e n
*r** ordinaria esu sociedad;; wndo a ordem do
din a counuacao da diseusso da ihese do Sr.
arria, e exposrcw da do Sr. Un Demetrio.
LOTERA.A pie se ach venda a 15' a
beneficio da San* Cas de Mi^ieotMia, cuja ex-
tracro ser n > dia segrate ao da partida para
t ^ui do paquow ioglez que se espera.
idilios, a podido dos Srs. de-
pOttdot
Do Sr- deewliangvifor Silva Giraares ao Si-.
arcad.* Res, e Sil vj :apprrtaQje tlo
los do Camlta Brio, appellado Jos Hercalano
de Camm*
, **MWplCOBS.
Ao sr. UeserrAargador Su apuelUda Jos
os.edroinist
da So^aCa
.Gftnwies;
ado o rame
piano de Pernambuca -- Quinta feira 21' de Julho de 1870.
"".....ni V
PBLICACOES A PEDIDO
SI
i
foaquim na Silva
da ma>s fallida, deT
opio, .4 pellada* Tia
Sr. Jfrrohajyalor Res e Sirva : appdtarfe
|n* de hveira Lima, arjplado' Jeaqrtim de Son-
ta Parr.
Ao Sr. esenbtfad.,r Aeeloli; appflanQ-
. n*tu>-cararf..Ju _ [Finaran Leocadio de Lima administrador da mas-
a fallida de Antonio Jone de Figueirdo.
AGGKAVOS.
Juiz esp^ial do con.tnerc : agravante Pedro
Jubo da Silva, aggny ado Custodio de Pinnu Por-
to ; a^ravaote. o hachare! Joo Ferreira de Al-
ivenla Guimare, agravado Iaooceucio Garda
Chaves.O Exm. Sr. presidente nao tomoa co-
BheciaieiMo.
Juno especial do commercio : ageravante Ma-
rwel Herer* agafit, njara*> I). Jaan Bus-
sonO Eum Sr. presidente deu provimenio.
Encerrou-se a >essao nmaihra dm tarfle.
CffROMCA JVMCIARlil.
ffltIBUM.il. DO COlilBRC!
fcGTA DA SBS3.Vi ADJLVISTRATIVA DE 14 BE
JULHO DE 1S70.
*MSU>"m DO EOI. SR. BESEMUABGADOR AHSBIO
FRANCISCO PKUETTL
\< 10 hWas da tnanha; |iresents os Srs. depu-
uoV* Rosa, Basto, Miranda Leal e barao de Croan-
y, S. Ek. o Sr. presidente declaroa aftertt a
Foi iida e approvada a acta da sesso de i.
fnWDIEKTE.
OfBeio do Exm. Sr. viee-presidente da provin-
eta, da'iuhycohheritn.'iito do acconlo ceMirado ul-
liinMtt.nte -ire ofroverno imiiCTial e a repblica1
Orimtal do Uruguay sobre isencoes consolares.
AmtiS-tt, .
Offleio do secretario do tribunal do commercio
da orle, acompnhado da reiacio uos commer-
nantes alli ulliiivimenle matriculados.Accase-se.
appas enviados pelos administradores dos S--
fpiiiites irapichii c ar.oazsns alfandegados rela-
vos ao senvs're fiado : Ganha.Barao do Lvra-
meM .-Lovn.-Machndo.-Bubosa.X. 20 a ru t
do ApnllNmeros 3, 5 e 7 a roa do Cmnmer-
cio.Conferid i ente o anteceieute, an'hive-se
nio liavendo dirvid. **.
Ao ir. depuiado barao de Cruangy toi distribui-
do o Irto Copiador de Fonseca & Santos.
Rspedio se a carta de registro do pataeho Es-
frtgn.
PKTigSHS SIBMETTIDAS A DESPACHO.
l)os oorreterf't da pra<;a de M.icei, oiipondo--.-
ao convenio feto por abitas commerciaiiles ja
dila ornea sobre dever ser pa?a plo comprador
vndedor da inercadoria a comiivi-ao de 1/2 por
*/..Vista ao Sr. desemhigador flel.
Manoel Soares Pinheiro e Jos-. Mara de Sou-
I, rvgistro do seu distrato sofial.Juntem du-
plcala do di-lr.ito que v.-m anno^O.
Os Alfredo Jos Antones Guimiraes, registro
do urna procurar) bastante.Sellada a procura-
De Jezuino Alves F.rnandes, id?m de urna pro-
crario bastante.Reitre-se.
U- Autodio Bernardo Vaz de Carralho. tambem
registro de urna proruracao bastante.Sellada a
pricunco, volte a petic,3o.
He. IWnque & AJievdo, em liquidaca, regis-
tro Utattem iie nina procoracao bastante.Reg s-
tre-se,
n Affhilo Jos Antones Guimaraes, registro
iguahneott) da de seu constituate o commcrr.an
te Joo da Rocha e Silva Regiatre-se.
De Francisco Alves de OliVeira.
1): Itabo Schinettaii & C.
He Jos Pinto Itiheiro.
De Bynardo Jo da Costa Valente.
Oe t)iis 4 Mow.i.
O Remigio Kemcips.
De Mnoel Jo> Carneiro Pinto.
De. M.icliado V Pereira. >
lo Antonio Fernandos dn Barros.
D-f Le.inid.-w T.to Luur.'iro.
De JoSo de Castro Redondo.
De Joi Francisco %nfmnes & Irmo'.
De Fun i-co das Cbagas de Jess Monteim.
< Mano. I Antonio de Alcntara todos 'pedmio
o registro das nomearoes de sea respectivos cai-
seinK. Foram rfeferi.los.
De J mifm n Luiz G-ticnlves Penna, para Ser-lhe
'o^-"?o.- a .-arta de r- gistro do patacho Aieltna.
i'. "' i requwr.
i,- 5T.ii el Jo= Carneiro Pinto, annotaees do
v^iil. |.j nao ser mai* seu caixeiro Francisco
Ani-.: ii di Silva Colho.Como requer.
I.- ram-i-eo Qatylw da Costa, iguaes anuo-
t-<;.'h< |uanto a Jos Raymundo de Mello.De/e-
!) Ar.evd-) & Colho, no mesmo sentido qnan-
bi a Antonio Pinto da Motta uniur.Como re-
iiii-r.tii X
Be los Firmino Riheiro, para se lbt certificar
c. rv?Mru da oonvaeio de >eu caixeiro Caetauo
da Slv i l'.ib.-iro.D- e
!) Aiuouio da Crui Ribei.o, no niesmo sentido
bqu^r.jue.D se.
De Mifloe! Alves Guerra, para se Ihe dar cer
lidio do regi tro do papel de contrato feilo com o
administrador do trapidie Guerra.D?e.
De Antonio Francisco Carneiro Monteiro Pirao,
aprecentando' nova flanea para o fim ds se Ihe
passar o titulo, que requer da agente de Ieil5es.
Prestado e juramento, passe^se titulo.
rM 1NFORMACO DO SR. DESEMB>UGAD0U FISCAL.
De Caetano Cyriaco da Coria Moreira e Jos
Adr> da Costa Moreira, contrato social.Regis-
tre-se.
De Caetano CTrifco da Costa Moreira e Joa-
qun! Francisco do Espirito Santo, distrato social.
i^orao requerem.
Nada mais sendo siibmeltido despacho, o
Exin. sr. presidente encerrou a sessao as 11 i/i
horas do dia.
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE i8 DE
JOUiO DE 1870.
PftESrrJE.tCU DO Ca SR. I)K-EMB.\RGAD0R ANSfetMO
FtAKCISCO FSRETTi.
A"s 10 lunas da manliaa, ^esentes os Srs. di-
putados Basto, bario de Cruangy e suppleote S
Leito, tiltamln oim participadlo os Srs. depnti
dos Rosa Miranda L.-.al, e .-endo uomeadao Sr.
bara> de Cruatigy para servir de secreurio-no
iui|N*dimiwtu do Sr. osa, S. Exc. o Sr. presidente
abri a sesao.
Foi Iida e approvada a acta da sessao de li. E
teve_ de retirarse o Sr. depuiado suppleote S
Leiao o_jr nao pudor tur lugar u couliecimento da
pret-neao Je Jen daCsta Fajoies-Ju-
uior e J.,MJ Lauroatino de Aievio, para que fra
convidado.
KXrtDIENTE.
QCttcto do presidpte e secretario ia junta dos
.orretores, remetiendo as colayoes da semaua fin-
da. Kan don-se archivar.
-Mnppas conlendo o r^suaip do expediente havi-
do durante o ultimo semestre uos seguinles irapi-
ciies e armaoos aifanlegados.:jLago da A*-
sembl n. 17,Ru* do Bruin uura'erosdS e 9.
Ramos. Guerra. Jos Luiz.Conferido com o
precedente, e nao' bavemlo duvi Ja, arehrve-se.
DESPACHOS.
R&JBjBrironto dp"7oap M.uia Rodrigues, suto-
nieiieulo a rgisiro a nomeaco de seu} caixeiro
Filomeno Ion iceucio ila Mian.la.Seja registrada.
De Duarte Borges da Silva Jnior^ tambem sub-
moiteu'Jo legistro a de su caixeiro /oaquim
Dkfte da Silva.Como rupoer.
De Antonio Magalhaes da Silva, no mesmo sen-
tidy qU*n*o aus seU> '-''ixeiros Maooel Nimes Pi-
res, Antonio M.-jalbies da Silva Fiiho e Affonso
Magalhaes da Silva. Sim.
De Joao Franoisc Aniones 4 Irno, requeren-
du para que sejam eliminados do rgi*tro por nao
m iv:n mais seus caixeiros Eduardo Pampbilo de
l'.iri i .MI* 11 juer'que Maranhao e Francisco Dama-
zio dos S.iutos H-morato.Procda-se na forma do
e.-tylo.
De fos Joaquim da Cunha i C, reqaerendo
cerlidao de se acharen regi?tradas as nuraeaijoes
de seus caixeiros Antonio Jas Estaves Guimaraes
e Laurindo Jos Francisco da Silva.Passe-se a
ceida i requ-rida. .
De Giaciliauo Octavio da Craz'Martins, cerli-
dao tambem de se adiar registrada a nomeacao
de seu cai*^iro. Jos de Souza Taveiro Morsira.
D-se a, cerlidao pedida.
De Doiuiocos Sianoel Martin*, pedmdo para ser
a linit!Ma registro a nomeacao de seu caixeiro
Domiugns de Gusniao e Silva Gomes.Registre se.
De Francolino Xavier da Fonseca, padindo
lambem str admiltida registro a de seus caisei
ros Virginio da'Silva Fraga, Demetrio Ferreira da
Silva e Francisco Joaquiui Reg de Almeida.Co-
mo pede.
De Jos Marlins do Rio Jnior, no mesmo sen-
tido quanto de seu caixeiro Amonte Martins do
Rio..Va forma requerida.
Da companbia Phenix Pernambucana, pedindo
que ?e Ihe registre a acta d 1." sessao da assm-
bla geni dos accionistas da mesm companbia.
Deferido.
De Hemelerio Jos Velloso da Silveira 4 C- de-
clarando nao ecr mais seu caixeiro Alfredo de
Albuqnerque Martins Pereira, e nao continuaren
na prensa de algodao qne tinhm. Informe a se-
cretnria.
De Lourenco Alves Salazar Juniof, pediodo o
registro du urna procuradlo bastante de Joo da
Rocha c Silva Como requer.
De James Ryder & c., fazendo igual pedido.
Como pedem.
De Custodio Jos Pereira k C, pedido que se
d baixa no registro da nomeacao de.seu ex cai-
xeiro Virginio Ignacio Jos de Sant'Anna. regis-
trando se-lhes a que ora deram a Jo3o Francisco
de Oliveira.Xa" lorma pedida.
De Jos Joaqriim Goncalve* Bastos, Joo Anto-
nio da Silva Bastos c Antonio Marlins Moreira,
pedindo o registro do seu contrato social.Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
D" Juaquim Raphael de Lima, pedindo o da no-
meacao de seu caixeiro Antonio Francisco Ignacio
de Albnquerque.Seja registrada.
De Theo. Just., pedindo que sejam eliminados
do competente registro os seus ex-caixeiros Do
mingos Joaquim Seve e Antonio Ribeiro Seve.
Facam be as diversas annotacoes.
Sendo 11 e 1/2 horas do dia, o Erra. Sr. presi-
dente encerrou a sessao.
S5SSO
JDWCIARIA m 14 DE JULHO DE
1810. "
HtF.SIB*KCIA. DO EXM. SR. DESEVBARGAOa A. F. PE-
RETTI.
Secretario, Julio GuimarOes.
Ao recio dia declarou-se aberta a sessao, esiand
reunid.* os Srs. desembargadores Silva Guima-
n'iofi. Beis e Silva, Almeida Albuquerque e Aceto-
li, o os Srs. deputados Rosa, Basto, Miranda Leal
o barao de Cruangv.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
ACCORDAOS ASSWNADOS.
Embargantes Jos Francisco Ribeisp Machado e
ontros, embargado Amaro Jos dos Prwres; ap-
pedante Jos Joaquim Gomes de Abreu, appella-
dos os herdeiros de Jos Antonio de Barros Wan-
derl'y.
JLGAMNTOS.
luizo espeeial do commerelo : appellant em-
bargtnte 3* D. Mara Felismina d> Rgn Coia.
appellado exeqnent Mailbel Pereira Magalhaes,
eteeotao Manocl Jos da Costa ; juize< os Srs
s Iva GmmarAes, Ac-ioli, Miranda l^eal e. barao de
Crnar.py.au se tomn oonhecimento da appel-
lacao pJr nio ser cas JeHa. .
Jaizo esiecial do commercio : embarfante ap-
pellado reo Salrador de Stqueira Cava lanle, em-
bargado appellante autor Joaqolm Salvador Pos-
Mta do Siqueira Cavalcinte ; ju;zes os Srs. Reis.e
Siten, Aeei 'li. Rosa e Miranda Leal.Foram des-
prefados os embargos.
Juizo especial do commercio : appellante autor
)o; Barbosa de Cdrralho e'outro. appellado reo
.*nj mi do Souza Brazj juie* os Srs. Reis p Sil-
AcciNi, Rosa e barao de Cruangy.Poi con
tlrmeda a senteaca apnellada.
zo especial de coinmercio : embargantes ap-
autores Ta*o Irmaos, embaraados ap-
yflt1< .os roe Mnnoel Nones Parreira & C. ; juiaes
Silva GiMuiares, Accioli, Miranda Leal e
'8i*to. Foram desnrezalos os embargos.
Juizo especial do <: embargantes an-
illa autores os administradores da mas-a lai-
da de Araorim. Fragoso, Santos 4 C, eraliarga-
appellant.) reo Don ingos Alves Matbens ; jui-
r.e* os Srs. Accioli, Almeida e Albuquerque, Basto
liranda Leal.Foram despreados es embar:
pos. isido o Sr. desembargador Al-
ie* i ;ue.
Appollante o utor dos orphos Cilios de II
lao Deo > o tutor di or-
iqnun Gincalves Gai-
larlina, ap-
i anda Oljveira;
te Antonio Francisco de Olivoira, appella-
SESSAO JUDICIARIA Etf 18 DE JULHO DE
1870.
PRESIDENCIA DO EXM. SR. DESEMBARGADOR A. t. PE-
RETTI.
Secretario, Julio Guimaraes.^
Ao meio dia declarou-se aberta a sessao, estando
Negbeos do asylo de
cldade.
IH
Praaegnirei na ingrata tirtfa de aprecia o re-
tetorio do Sr. provedor da Santa Casa de Miseri-
cordia. Diz ajada S. Ex:
t Por orara part% en vi nade do { 3" yart. Io
do comprofuisso da Saec Caa, apprwadolpela le
n. 531 de 9 de marr. W62, a adraisircao do
i Asilo devii star a cm^d da Jnnt era,9cercc i
foi por kto que Irle foi em 25 de ter(i ulti-
mo entregiM a jeeta, que agora deixaiB-ruhccio-
aar. /
* $ laes cirecmstanijias (ame qic o rgimen
dh Asftt'dcviH ser o nesmo que a dos outros
eJtabeeeiment >s da Santa CtaL -ao p3sso que o
refnlaiMnto de S t ite'ontubrd rre- TOso regu-
lameoto InterRn, pelos qnaes se rege9 Asylo, con-
tm dteposicas que esfao em diamrfral apposicio
com o comptioMMO.
Assim que pelo art Si % 7. di compromisso
os estabeecwiremos a cartel da Sarta Casa, sao
foraecidos de pao, bolacha, genero* da estiva e
carne fresca por mel de coolratw, recbenlo
apenas os chefes desdes e^tabelecimcntos noantia
maior otmenoor por'trata ou narra despera, em-
guarno que no Asylo, era cu^equonqja dos reau-
lamen'os em vigor, alpunj eneios sto comprado!
pelo mardpmo f on/ros' peto ireckr, sem que
posl havr necessaria ltpp>.(ao, e *m a econo-
ma que resulli da oliteneao dos georos precisos
por ro'eTo de contratos lavrados na cfynpetetue se-
cretaria.
Apreciarei e*te tpico, qpe sem divida omito
importante pelo palavriaoo pesado qnj o eomp6e,
atltpia'ctMl, sto de' balsi para ciara.
Mal sabia eu que.penbum contrato ido fonieei
ineutd pode conter as neiwsarfas conitfctSes de
eeonowii e liscalisa^ao nao sen Jo lavro na com-
petente secretaria !
Este privilegio' de competencia utti duvida
original 1
Oatra anahriier secretaria nao pode lavrar con
tractos que prestem : a que nao fu a da Santa
Casa, tero o anathema de incompdencia Lineado
pelo irmRo superior !
Eis o caso em que s pode dizero urub qne
anda lo ar, aiguma cousa Ihe acia.
0 Sr. provedor hem sabe porqqe prefere os con-
tratos fertos n* competente srcreVriu, quer mettsr
lado debaixo de su* aleada,-quer lid, na sua
man !
Tem amor af> arbitri, e nurca acha-o de mais
qnando Iba cabe a ponto exerwlo.
E* por isto qde dzein por art que S. Exc exer-
ce na Santa Caa 11 m poder descricinario, que
lado poje e man la n'a|iiella qltauda, pode it
fazer o dsfaz*r eonlraios ?
Anda ha pauto, segando ne mformaram, daas
proposlas foram submettidas a junta para contra-
Hr-se o fornecimento de cantes verdes, creio cu,
e como' oma das propostas,a mais favoravel, ere
da pessoa do desagrado do Sr. provedor, est-, de-
pob de abert)*.amBOs, em ez dfl aeceitar a quej
eslava tm malliorecondicries, mandn ao con-
trario, o oairo prponentereRarmar ali m^smo a
sua proposta, pondo-a em condiecoes mais favora-
veis, e com ete, illuda aJciucao, effectuon ajan
ta o contrato I
Sempre que nao tem o Sr. provedor o direilo de
proceder assim arbitrarianente, nada Ihe parece
bem;S. Exc. nao de-peis nuncao-seu mono-
polio de'.ser o fu? tuda tb enridade t
(Jae faca a sua vontal*, nao me importa isto,
exarca o seu arbitrio bmfn Ihe parecer, contanto
qoe nao sej* a mfnha cuSta. E' por isto(que nao
consinto que passe urna neraxtido, que j una
val cdntestei, e de seren, no Asvlo uns gneros
comprados pelo directer e outros pelo mordomo.
Foi tal o desjo de ptitar ao feie os negoeios
que nao duvidoo soecrrer-se urna tal inexacii-
dao, e nella insistir. Tanto pelo regulamento de
31 deoutobro como oelo interno s ao mordomo
incumbe' fazer compras e das contas que lenho
apreseatadoaSanta Casa v-se bem que nunca
fui comprador. O director s obrigado a recebor
as quantias precisas, determinar as compras, lo-
mar coatas semaoalmnf.6 ao mordomo c urestar
as suas mensafmente.
S por mallgnidade, s para arranjar argumen-
tos n sentido de sustentar que nao pode h; ver
Asylo boa isealisaeao -, engendrou o Sr. provedor
esta historia de compras feilas pelo director e pelo
mo'domo.
Nao descordo da opinio de qne a obtencao d-.
gneros por meio Ue contratos feitos anda que
nSo seja na coinpetnte secretaria, o meio miis
econmico, eo tenho como o que melhor fienlisa-
cao offrece a quem quer fazer boa inspeecae.
Tendo isto em vista, depoi* da experiencia qne
fiz, e era necessario basear-me n'ella, pretend pr
em execucSo o systema de fornechnentos por
meio de contrato, quera assim dispor de memores
dados de flscalhagdo e economa, mas os emba-
racos vieran) por parte di Santa Casa.
Este receben o Asylo no dia 25 de marco ul-
timo, e at 6 de inaionao^e ocenpen delle, rrem
se quer mordomo de mez nomeou, nada fez em
sentido de enmprir o seu dever de administracao
e flscalisafao.
Assim abandonado o Asylo por parte da Santa
Casa, menos as provas de m vontada que Ihe
deva o Sr. provedor, e tendo sobre mim toda a
responsabllidade, qne dovera ser repartida com a
direccao superior, sent que o peso era demasiado,
e offlciei ao Sr. provedor solicitando um mordomo
que so incumbisse da llscalisacao desse eslabele-
cimento.
Nesta parte fui attendido, e no dia'l apresen
tou-se o capito Amaro de Barros Correa, modor-
mo nomeado, vizitoa o Asylo, declarando que o
tinha acbado em muito boa ordem.
Nesta oc:asiao fallei-lhe do proposito em que
estava de contratar o fornecimento de gneros, e,
nao o qnerendo fazer s por mira, para evitar sen-
suras, pedia-lhe que viesse assislir presidir as
arrematares.
Em vista disto fiz annanciar para o dia 30 as
referidas arrematares, convidando os proponenles
Dente coronel Lea. Seve, esteve de guarda
00 oaartet por espaeo de seis dias conse-
cutivos, e que por nao poder mais suppor-
tar seaelhante atropello de servico, foi alis-
tar ss no corpo de carallara' da litilia, pe-
dimos ao Sr. guarda do 3.* batalbSo, que
sempre apreseata-se pela irnp.-ensa como
defensor dos que soffrem perseguigSes ao
dito batalbso, o obsequio de declarar por
este Diario, se isto ou nBo exifttp.
Outro sim: responda-nos tambem se-
exacto teV-se conservado "per 8 dUt a giftr-
da* do quanel das Cinco-Pontas.
0 chapeo de gol disciplinadr.
CuMMcnCKL
A Amelia.
I^es niRuds de tes cboveux
devireint ms lieps.
r J. Rmine.j
Tu s a scenlelfia diamantina
(iahida da estrella vespertina
Da trra no regaco ;
E's a iiiagem eterna d bellesa
Desenhate por Deus- na naor*!
Rainba do espado.
Os teus cabellos sao a estada d'onro
Onde o co esca o seu tbesouro
De gracas e de amor ;
Oa teus olhos a le que diz aurora :
Tom'uma faisca, e convida agora
A irradiar o albor.
ENGLISH BANK
O Rio de Janeiro Limited
Descosta latirs da praca taxa a con-
'encionar.
Recb^nbeiTO- em cont* crrda* hia
lraso tilo.
Saca vista .00 1 pra*> sobre as cioadef
prlncipwda E#ropa. tem corfeipondentef
la Bahii, BbenOB-Ayre?, Moirtevido, New-
i New-OTeins, e emitte cartM de crdito
)ara os mitoos lugares.
hA DO COMMERCIO N. 36-
alfandega.
Aendimenlododia 1 a iK .
dem do dia 20.
6i2:6i7l9M
55.90*4*1
698:144*387
propoatl receidas at as 11 horas da manbiae
sob as condicO. nove a compra de
objeotos do dh segnintes: I
maslro de 67 a TO ps do eomprlmento e 2 ps de
dimetro para o brigue barca Itmnarac, it lar-
ris de alcatraoJWjgMM f|*VBK. cadernos
de papel loiafa-ttdrrao,! de f)lba, W
folhas de zioco, 400 libras de pregadura de zmeo,
10mas dMMpl carjafltlliacrto arrobas de es-
mpa para ma^H, 8 arribas de estanho em ver-
ga, 6 escarradffras de m.*.al, Iipecas de sondare-
za, 600 covadM # bMfa, i,l$0 liaras de dU
branca de zineo, 10 baldeadeiraa de folha, 6 fole
ingieres de 8 ees a> comprimen e 6 de largo, t
ocales de alcance, W barras de ferro inglez pro
prias para gre'fhas e 80 (ovados de oleado.
Sala das selfcSea do eonselho de compras navae
18'de julho de 1870.
O secretario.
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
SANT^
DO-
MOtlMMTO DA ALFANBBGA
'olu/oies entrado* com fazendas
IM dem cero gneros
/ni urces sabidos coro fazendas
dem dem coro gneros
-----465
159
536
----- 693
Tua voz a
Que ensina
anglica
harmona
d'ventana
a o Teroer
A meloda dos cos ;
O teu riso o *riso da innoerncia,
E de teas labios se desprende a escencia
Do respirar de' Deas.
D j tudo que teu nasce a grandeza ;
0 mar de tua inemensa profimdeza
Te corn'empla orgolbso,
E em ti devisa a lilba das espumas
Erguendo-se para os cos por sobre as bramas
Aos ps do Poderoso.
Descarregaro boje 20 de jttlno,
Brigue inglezBr/A(nfmercadorias.
Patacho norte allemo-T.4ifaiUicmtreadortas.
Barca (ranceza VtiHdiamamercadorias.
Barca ingiezaMi/motadem.
Barca ingiezaHeiinie dem.
Barca ingeaCedaridem.
Barca porlugueza Alexandre Hercidanoitem.
Patacho-iioMe alieniaoJJ/afte/A idem.
Barca ioglezaD. H. Pherunvinnes.
itECEBEDORlA DE RENDA*. INTERNAS OE-
RAESDEPEBNAMBUCO.
iteadimontodc di 1 a 19. 47:9*6*803
Idro do da 20....... 2:977*501
Irj'dejuluo de 1870.
A. V,
mo-
B5-
Accioli, e os Srs. deputados Basto e barao de
Cruangy, faltando com participaclo os Srs. depu-
tados Rosa e Miranda Leal e sem ella o Sr. de-
sembargador Silva Gaimares.
Lida, foi approvada a acta da sessao anterior.
O escrivao Albuquerque regi3trou o ultimo pro-
testo de letra a 16 do presente mez sob 0. n. 2073,
e o escrivao Alves de Rrito a U do dito mez sob
o n. 20.13.
ACCORDAOS ASS1GNAD0S.
Embargante Salvador de Siqueira Cavalcaote,
embargado Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira
Cavalcante ; appellantes^ Jos Barbosa de Carva-
Iho e cairo, appellado Antonio de *Suuza llraz;
embargamiVs Tasso Irmaos, embargados Maaoel
Nunes Parreira & C : embargantes os adminis-
tradores da massa fallida de Amorim, Fragoso,
Santos 4 C, embargado Domingos Alves Matheus.
Nao estando presentes os Srs: Silva GuimarSe?,
Rosa e Miranda Leal nao foram por isso propos-
los os feitos adiados na sessao passada. entre par-
tes, appellante Antonio Francisco de Oliveira, ap-
pellarjfcs Tasso Irmaos; appellante o tutor dos or-
pbps filhos de Hercntano Deodato dos Santos,
appelladii n tptor dos orpbaos albos de Antonio
Juaquim Goncalves Guimarass : appellante Fran-
crseo Mandes Martins. appellada O. Mana das
Neves dft Miranda Oliveira.
DESlONACAO DE DU. k
opcllante Arrlianjo Soares da Silva, appellado
Antonio Jos de Oliveira ; apanllanae o bari) Ue
Campo Verde, appellaMo? os administradores da
massa fallida oJff'9eve,FtlhoS di CO primeirodia
til.
DESTRienglo.
Jta Sr. desembargador Accioli. babilitacao de
herdeiros para que possa segpir para a supremp
tribunal de jnstica a revista que pende do feilo en
tre. partes, appellante Gaspar Cavaicanije oe Albu
querque Uchoi, appellado lo de S o Albu-
querque.
AGGaAVOS.
Juito eepefelal o eomroereio : ageravante Fre
derico Skiner, aggravado o Dr. Prajedes Gomos
ds Soma Ptanga.O- Exm. Sr. presidente jaron
saspeicao, e o feltrt nio foi apreseatado ao Sr.
desembargador Silva Guimaraes por nao se aebar
presente o mesmo Sr. desembhrgador.
JTrizo especial do corumtrcio : aggravantr
noel Joaquim Ramos a 80da Genros, agfpw
o administrador da rraBsa fallida de Pedro da Sil-
va Reg.O Exm. Sr. presidente negou provp
ment.
Encerrou se a sesiio mina hora da tarde.
a fazerem entrega das proposlas aquella mordomo.
No dia aprasado elle teve duvida, se*devam os
contratos serem feitos no Asylo, e queria-os na
Santa Casa Eu entenda qne tendo o Asylo de con-
formidade com os arts. 7 8 e 10 3 economa
renndos os Srs. desembargadores Res e Silva separada, na saa secretarla, deveram ser lavrados
os contratos, estes nao foran afina! realNadi e
o Asylo continuou como tinha estado ar entao,
inieiramente abandonado a minha responsabili
dade.
Nao obstante isto, a Santa Casa desde que reco-
nheeeu que no Asylo, orno diz o Sr. provedor,
nao havia a necessaria economa, porque nao cum-
prio o seu lever, para que nao exreu sobre elle
a mais rigorosa fiscansacSo a que era obrigada ?
Porque deixou-o em completo abandono, reser-
vando se o Sr. provedor o prazer alias ingrato d*
deraoralisa-lo por meio de inunuacos cavillo'as ?
E se o Asylo careca de fiscalisacao, se as suas
despezas iam sen o exageradas, porque a Santa
Casa nonca fez urna observaco seqaer ao direc-
tor no acto de apresentar sua* conta T
Nao devo snppor que o Sr. provedor se tivesse
posto de emboscada Ao contrario pnso qne. se
no Asylo as cousas corriam mal, e a Santa Casa
nunca traten de pr-lbes ordem, ella a primei-
ra responsavel e incompetente para levantar ar
gaicOe?. Neste caso, negligenoiou ella o seu de-
ver, foi, pde-se dizer, relaxada, abandonando nm
estabelecimeoto a sen cargo.
Se este proceJimento repreensivel nao pode ser
attribud a mosma Santa Casa, deregida por urna
junta composta de caracteres rnnesios e presidida
pjr-ura magistrado zloso ; nao pode ser temado
o relatorio de Sr. provedor senao como o ultimo
arranco do despert, vendo fugir-lhes das garras
a victima que es'iava crrtidemnada as torturas.
E S. Exc liada afinal ennvir era que nao ha
peior conselheiro do que a m vontade ; ella qna
si sempre. no sen extorco de faier mal, mette-nos
em situacoes de diffieil sahida.
Por hoje basta.
Recife, 20 dejalho de 1870.
J. P. Barreto de Mello Reno.
Nao posro dar desde i resposta conveniente a
aggresso descomunal qe me fez o Liberal de
bofe AcompatAiairef a crasada que contra mim
se levanta segundo a orden dos aeonteeimentos,
e nao cederei sofregaidaj a que me- querein
levar.
Guardo feliimente a calma precisa, e estoo no
proposito de desvar-me convenientemente do la-
hytinth en tjnb me querem enredar. Assim, o
Liberal lera a ana vez. Ea esperava oom animo
forte e ge aasaliav
Reevfe,20de|l1iodel870.
J. /'. Barreto de Mello Reg.
-------------
AO SR. GUARDA DO 3. BATAE,HA0.
Cbsgando ao Qjpsso conhecimento, que o
cabo JaDuario Nottes da Silva Lds do ba-
talbao aqnartelado, sob o coramaodo do te-
Aos mui dignos senhores
radores do bairro da
Vista.
Tendo algnns dos senhores moradores do
bairro da Boa-Vista mostrado grande de-
sejo de se fazer alpuma cousa n'este bairro
em regosijo pela termra?ao da guerra do
Paraguay, mas cousa qne perpete a lem-
branca de to faustoso acontscimento; e
instado comigo para dar impulso realisa-
;o d'esse desejo, e cflnh"cendo que o al-
vitre mais adequado para ebegar-se ao fim
a reuna > de todas as pssoas que este-
jam animadas d'este sentrmecto patritico,
convid a todos os senhores moradores
neste bairro que quizerem tomar parte nesta
to feliz idea a compareceretn no domingo
\ do corrente s 4i horas da manha em
nossa caa ;i ra da Gloria, afina de se dis-
cutir e approvar o que parecer mais con-
veniente e procurar-se os meios de tradu-
zir eoi reaii.iad to patritico pensamento.
Pela- minha parte protesto fazer qaanto
em miohas fracas forcas coober para sua
realisaco.
Boa-Vista, 20 de julho de 4870.
Dr. Pedro d'Attat/de Lobo Moscoso.
0 abaixo assignado reconhecer como
favor especial, se Ihe emprestaren, por al-
gunas horas a Gazette des Tribunaux, que
se publica em Paris, de 26 de maio do cor-
relo anrio,
Dr. Joaquim d'Aquino Fonceca.
Pedida aos Illms. r*. eoaiiI
portngnez e Dr. jailr de or-
phos.
A v.riguada como est ser verdadeira a noticia
chegada da ilha de Fernando de Noronha, de ter
falle.tdo a 12 de maio do correte anno, o com-
merciante porluguez all estabelecido com arma-
zem de vveres, Manoel Baplsta Barbosa, cuja
casa ficara, na autencia dos parentes do mesmo
011 de pessoa competente, entregue um moco que
servia de caixeiro de norae Fredorico Heurique
da Silveira Tvora, pedimos aos Illms. Srs. con
sul porluguez e Dr. juiz de orphos o obsequio
de mandarem arrecadar os bens do fallecido para
serem eolregues a saa legitima familia oa provin-
cia das Alagas cidade do Penedo.
Informaram-nos que se tendo procedido a um
balanco na casa logo que se verilicou o failecl-
menio do commeiciaote Barbosa, relacionou-se
lodos os gneros encontrados, e algumas dividas
que estavam regularmente laucadas nos livros.
Seria um acto do caridade gara pobre familia
do infeliz Barbosa^ que as autoridades a quem o
negocio concerne, chamasse a contas esses deve
dores, alguns dos quaes esto uo caso de satisfa-
zerom 'seus dbiles, e se achara aqu na capital
dispondo de meios.
Becife, 22 de julho de 1870.
Os amigos do fallecido.
o0:90i*30i
CONSULADO PROVINCAL
Rendimento do dia i a 19. 102:02*680
Idem do dia 20. 3:!1H9
*a
105-193*799
mm
M0VIMES4T0 DO
iVocios entrados no da 20.
Terra Nova38 dias, brigue mflez Titania, de
219 toneladas, capito E. M. Goy, eqtilpagem
14, carga 2,830 barricas com bacaiho; a Corga
Irmaos.
Baha- 6 dias, hiate brasleiro Ros l, de 56-tone-
ladas, capito Manoel Francisco de Castro, eqoi-
pagem 7, carga 159 alqneires de farinha de
mandioca ; a Jos Maria Palmera.
Navios sabidos no mesmo ata
SetobalEscurra h>llandeza Anty Garerbutt, ca-
pito Jan von Heuvelen, em lasiro.
LisboaBrigne porluguez Lata 1, capillo Antonio
Francisco Vieira, carga dilTerentes genero?.
PenedoVapor brasleiro Jagmrribe, commandan
te Gnilheraie, carga varios gneros.
1 '. '
CASA DA MISERICORDIA
RECIFE.
A lllm.a. junta administrativa da Santa Cae d
Misericordia do Becife manda fazer publico que
na sala de suas sessoes, no da 21 de julho, pelas
4 horas da (arde, tem de ser arrematadas a qnem
mais vaniagens otTrreuer, pelo tempe de nm a tms
aonos, as rendas dos predios em seguida declara-
dos :
EStABELECIMEMTO RE CARIDADE.
Ba do Padre Floriano.
Casa terrea n. 63.......177*000
dem n. 47.......
Roa larga do Rosario.
2.* dito do sobrado a. 21 A. .
Trterta deS. Padre.
Sobrado de 2 andares n. 2. ....
PATRIMONIO DOS ORPHOS.
Ba da Senzalla.
Sobrado de 2 andares n. 136 .
dem P. 18 .......
Ra do Rangel.
Casa terrea n. 58........
Ba da Cacimba.
Casa ierra n. 12.......
Rna do Pilar.
Casa lerroa n. 104......204|00O
dem n! 104.......20f000
dem n 102........i&fOOO
Idem n. 103........SOtyNX
dem n. 93.........204*000
Ra da Gala.
Ca terrea ni 27.......147*000
Sitio da Mirueira n. h...... 107*00*
Os pretendentes devero apresentar np acto da
arrematacao das suas flaneas ou comparecerem
acompanhados dns respectivos fiadores.
Secretaria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 2 de julho d 1870.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Sonsa,
CONSULADO PROVINCIAL. .
pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico qu no da 26 do corrente tero de serem ar-
rematados em hasta publica ao meio da. 38 kilo
gramhia's de doce em massa, 6 garra f5es, 2 caixas
e una barrica com 110 lilrosde genebra, o 25 hi-
logranimas de rap avallados todo por 130*492,
os quaes frm apprehendidos pelo feitor confc-
re.nte dosta reparticao Joo Baptista do Reg a
Francisco Xavier da Silva Manpies, por falta do
pasamento dos respectivos direilos.
Mesa do consulado provincial 19 de julho de-
1870.
Antonio Carneiro Machado Rios,
Administrador.
171*000 <
400*090 co2*otje A
60l*OfJ#" 340*000
360*000
147*00 * .
DECtAMCOES.
Santa Casa de Misericordia
do Recife
Pela s:'. Tetara da santa casa de misericordia do
Recife se faz tciento que o Illm. Sr. thesoureiro
commendador Jos Pires Ferreira, no dia 25 "o
corrate, pelas 9 horas da manha, no sarao da
casa dos expo-tos, far pagamento s amas que
trouxerem os meninos que Ihes foram confiados,
do trimestre vencido de abril a junho lindo.
Santa casa de misericordia do Recife 18 de ja-
Iho de 1870.
0 escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
O abaixo assignado tendo sido nomeado por
portara do Sr. administrador de 20 de julho para
fazer o lancamento da decima nroana e mais im-
postos da fregnezia de S. Fr. Pedro Goncalves,
Santo Antonio e S. Jos para o exercicio de 1870 a
1871, dar priacipio aos referidos laneamentos no
dia 21 do corrente, pelo que faz saber aes inqni-
linos dos predios para que tenham sen< recibos
ou arrendamentos mao afim de por elles se fa-
zer oTancamenlo, nSo se attendendo aos qne pa-
recerem dolosos on lesivos fazenda. fixando-se
neste caso o preco provavel de alugnef qu pode-
rla rendr em reiacio a capacidade e localldade
delles em aluguel pagos por oulros semelbantes.
1* seecao do consulado provincial 20 de julho
de 1870.
0 lancador,
Joo Pedro de Jesns da Matta.
Vai praca pelo juizo de orphos desta ci-
dade, escrivao Guimaraes, hoje, Irada a audien-
cia, o sitio denomioado Demarcaban, pertencente
aos ben do finado Manool de Vella Cruz, na fre-
guezia de Muribeca, pela quantia de 1:300*000,
que sorvir de base para a arrematacao._____
A verdade tem o seu culto, nao serei ea quem
ha de nega-lo. O correspondente desta localldade
para o Litieral n. 183, aiirando-se cora furia pes-
soa do Dr. Me'nelo dos Sanios da Fonceca Los,
juiz municipal do termo do Itamb, prevaleceu-se
u"t minhas rTacoes da amisade com esse estima-
vcl collega, para assacar-lhe injurias e baldoes,
que esto bem longe de attingi-lo.
O Dr. Menelao^ como particular, homem de fi-
no traio e pulidez, que danolam apurada educ*cao,
e como juiz tem incontestados ttulos qualinca-
Qo de probidoso independente e Ilustrado.
Com prebendando a ardua misso do magistrado,
e pondo se cima de onsideracoas pessoaes, tera
por mais de urna vez provocado as ras d'aquelles,
cujos interess.es tem chocado sua inflexibilidade
de juiz.
Lis o sea erime ; eis a origem de suas aecu-
sacoes.
Com estas poucas buhas nao tive pur fim escre-
vex a defeza do Dr. Menelo, que tem por si o jui-
zo mui competente de homens qualificdos de seu
termo, mas apenas deixar escripto um testema-
nho de verdade.
Pedras deFogo, H de julho de 1870.
Ernesto A. de Vasconcellos Chaves.
De ordem do lllm. Sr. conselheiro inspector
da thesouraria de fazenda desta provincia se faz
publico que no dia 27 do corrente mez, as 2 horas
da larde, rao prac parante a junta da mesma
thesouraria para serem arrematados por qnem por
menos fuer os concertos de qtw precisa o oroprio
nacional que serve de Lazareto na ilha do Pina,
oreados em 2:834*700.
Os licitantes se devero habilitar previamente,
mostrando-se anthenticamente desembarazados e
quites, tanto com a fazenda geral como com a
provincial.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Per-
carabuco 18 d julho de 1870.
Servindode official-maior,
Manoel Jos Piolo.
AVISOS MARTIMOS.
RIO BE JANEIRO
Para o referido porto st pro>.pio receber
carga (rete n brigue brasleiro Otheloj. i tratar
com seus consigna:arios Amorim Irmaos & C, a
ruada Cruz n. 3.
IfaIa mmu
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperadi
at o dia 22 do corrente um dos
vapoies di companbia o ^ual
depois da demora do costurae
seguir para os portos do norte-
e ja recebem-se passageiros e engaja-s :
:arga que o vapor poder conduzir, a quil deven
1er embarcada no dia desuachegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at as duas horas do dia d*
Nao se recbem como encommendas seno "l-
lectos de pequeo valor e que oci excedam a 2
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
cao.
TUdo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga,
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
;ens s se recebem na agencia ra da Cruz n. 57.
[ andar, escripiorio de Antonio Luii de Oliveira
Azevedo A C. __________________________
cqmpa]v<. mmu
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do norte esperad*-
at o dia 28 do corrente.o vapor
Guar, comtnandante o capito
tenente Pedro H. Duarte, o quat
depois da demora do costme
seguir para os do sul.
Desde j recepem-se passageiros e engaja-se
larga que o vapor poder conduzir, a anal devera
er embarcada no dia de saa chegada. Encommen-
las e dinheiro a frete at aa 2 horas do dia da saa
sahida
Nao se recebem como eHCoajmendas senao ob-
j ectos de pequeo* valor e que nao excedam a dnai
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medicar.
Indo que passar destes limites dever-ser embar
ado como carga
Previne-se aos senhores passageiros que suas
passagerrs s so recebem na agencia, ra da Crua
o. 57, 1* andar, escriptono de Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo & C.
Siga-se a tra^a d molestia
at asna origem.
Urna enfermidade local, no.pde -ser curada
simplesmente com um tralamento local. Por
exemplo : nenhuma appliesco-fejta parte afec-
tada, pode radicalmente curar as hemorrhoidas.
O habito e eostuoie do corpo, o qual a causa pri-
maria da molestia, deve ser mudado. Para esa*
fim as plalas azucaradas do Bristol, o mais fino
alterativo vegetal que jamis foi eomposto, jus-
tamente a medicina que se deve usar. A priso
de ventre e quasi semprejnvariavelmen'e a causa
immediata desta afflictiva molestia. O estado nor-
mal dos intestinos para logo mudado, mediante
a oxea < das pilulas. A indigesio e a accao mor-
bosa do flgado, produz constipaco do ventre. Es-
tes ncoaimadas sao promplainente remediados
com este poderoso agente vegetal, os orgaos ad-
quirem 1 go sua acostumada elasticidade, pondo-
os em estado de perfelta sade Desta forma pois
sao os symptumas.e a causa da nole-tia conjunc-
tamente removijas e alli acabara para sempre.
Ellas vSo mettidas dentro de vidranos e por isso
conservam-so perfeitas en todos os climas. Em
todas as enfermtdades aggraradas ou provenien
Us de um estado impuro d j sangue, a salsaparri-
lha de Bristol, deve ser tomada conjunctamente
com as plalas.
Santa Casa de Miseicordia
do Recife.
lio eir vista.
A Illm* jauta administrativa da santa casa de
misericordia do Recife no intoito de alargar o cir-
culo das pfissoas que colicorrem arrematacao do)
fornecimento de gneros que teera de coosrair ns
estabeleciniep.tos pos sea cargo nos meze3 de
agosto setembro, manija fa?.er publico qne o
mesmo fornecimento* da qaantia de trinta contos
a tantos mil ris anunajmenle, e que pago men
salmete com dinheiro vista.
Becebe, portanto, mesma junta propostas para
forneeecimento indicado na sala de anas sessoes,
pelas 3 horas da tarde do dia 21 de julho corrente.
Assucar refinado kilogrammo
Dito de 2* sorte dem.
Dito do torro idem.
Alelria idem.
Arroz de Maranho idem.
Azeite doce litro.
Agaafdenle idem.
Azeite de carrapato dem.
Bacaiho kilogrammo.
Baratas idem.
Cha ver Je'idem.
Cha prelo dem.
Cha hysson idem.
Ceblas cento.
Carne secca kilogrammo.
Farinha de mandioca litro.
Fumo do Rio Wlngrammo.
Feijo mulatinho litro.
Farello saeeo.
Manteiga franceza kilegramrao
Pelxe fresco iden.
Sabo idem.
Sal litro.
Velas de carnauba kilogrammtt
Velas stearinaa Idem.
Vinagre litro.
Vinlto tinto de Lisboa den.
Pito branco Idem.
Toucinho kilogrammo.
Os concorreutas apresentario suas proposlas em
cartas fechadas, as qnaes teraV a ordem estabelo-
cida no presente annuneio.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cife .18 de juina de 870.
O escrivao,
Pedro Bodrigues de Sonzl
de compras nayaes
0 coaselho no dia 5! di. corrente mez, vista de
Para o indicado porto recebe algnma carga a
frete a barca nacional Santa marta : tratando-se
oom os seus consignatarios Amorim Irmaos 4 C.
roa da Crnzn. 3.________ 1_______________
l'ara o Parta.
Acha-se carga o brigue porluguez Triumpko,
pera onde recebe por frete commodo : quem no
mesmo qnizer carregar entendase com o- consig-
natarios Thoraaz de Aquino Fonseca A C, rna do
Vigario n. 19, Io andar.
Maranho
Segu com brevid'ade' para e porto cima e pa-
Ibabote nacional Joven Artbur, anda pode receber
algnma carga e trata-se com os consignatarios
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, roa da
Craz a. 57, 1* andar.
Rw fie Janrro
Pretende seguir para o referido porto com a
po-sivel brevidade o patacho Monteiro por ter por-
cao da carga engajada ; e para a que Ibe falla e
escravos a frete, trata se com o ceosignatarlo Joa-
aim Jos Goncalves Beltrio ama db Commerci*
47. y
COMPANHIA PEI0AMBCAN4
DB
WaTegaefia eaev par vapor
Marodnfnpe.
O vapor nacional Coruripe, coramaudante Sil-
va, seguir para Mamanguape m dia 28 dp cor-
rente a* 6 hras da tarde. Recebe carga, ncbM--
menas, pasSageims e dinheiro a frete atea *
horas da tarde do dia da sahida, rw scripten
da companbia, Forte do MaMds n. 12.
CMPANHIA PERNAMBUrjAIU
DI '
Varega^o casteira par vapor.
Pararyyba, Natal, .Mareo, Mossor, Ara-
caty, Ceart, Mandaba, Acaracrj e
Granja.
O vapor aojaba commaaaxh.
Moura seguir para os poeto ci-
ma no dia 30 do crrante as Shorae
la tarde. Recebe carga at o dia 29, nena-
aendas, e passageiros e dinheiro a rele at
2 horas da tarde do dia da sabida na eseripfj-
rio do Forte do Maltes n. 12.
r


fiiarcr de Periiarc>co Quna fctra
uliio de !80.
f
t
ti
U
s t
Sejoe
Emilia,
tratar e
Araeaty
brevrd4.de o palbtbule
pa carga a frete : a
, roa da Madre de-
Dffarantto
machina de c 'lastica^
lrto/l cadeiras de marrillo, l i >iaho,
1 din de loarn, 1 piano de mogao, 2 qudr
roldaras prela's, 2 consol de mogno/'S e3Carra-
i, i relogio de parede, 2 candieiros para gaz,
franela rapra de reis......
E' esperada o Rio 4a Janeiro o poacos dias a
barca pottufruexa Mara, que traz ja algama car-
ga para o referido porto ; e descarrejrando a qae
paroste eonduzir, receber aqoi a que fur pes-
sivel pbter para o Maranhio, e com penca deroo-
itmni desejar aprovertar esta boa
^UMniff-bo embarqne, dirija se ao consignatario
nejolm Jos 6ooQalves Beltrio, ra do om
mercio n. 17.
----------------------------!__________i__________________.
5o*
J
'Para o referido iporto pretende seguir com bre-
vtdadf. o .palaoho nacional Prottttot; por ter a
aior parte da carga prompu ; e para o reato, a
;t'fnodieo, frala-se cm o consist alario Joa-
'mles GeB?alve>fifeUrao, rtaa do Cmtaereki
*. 47.
LE1L0ES.
imio
DE
miudezas eferragens.
Vaz & Ccal farao leilfo por fntervencSo do
apente PiWfo, de um completo e variado sortimen-
to de fluadesas e fcrragens, existentes em ieo ar-
niazettj da roa da Cadeia n. 19, onde se efTectua-
ti o lejflo no lia aqim&'dito.
PriiVcpftlra 10 hoVas.
MOTIS
No amano da raa do Imperador n. 16.
Augusto Seixas far leilao por intc'rvencao do
agente Pnntnal. de Tima mobilia de Jacaranda, 1
piano fraocee, 1 guarda linca, 1 commoda de Ja-
caranda, 2 mobilias de amarello 1 cama rancea,
1 curro trance/, 1 estante, quadros com molduras
dourada, lavatorios, cadeiras avulcas, consollos,
marquesa?, bancas para jogo, mesa pa jantar,
banca para advogado, 1 machina para costura,
marquetas, sola-, mezas redondas, copos, clices,
compbteiras, relogios e muitos outros objectos que
serao vendidos bu correr do martello, s 11 horas
etn ponto.
Sabbado 23 as lllioras da raanhaa na casa1 sita
4 raa do Sol n. 9, primeiro andar.
Igualmente far leilao na roesma occaso e
casa supra indicada, das divids na importancia
de 7:741*890. perteocote massa taluda de An
ionio Mara O'tlonnel Jersey, por idntico mandado
do mesmo Illm. Sr. Dr. jais do eommercio, a re-
queriraento dos respectivos administradores desta
maesa.
AVISOS DIVERSAS. .
PerVu-t V*M*
.pora
.Dr>ea'de P un
aerttan.ara de dous n chapa de ouro :
qneln a achou e qniaer restituir, leve-a loja 'de
cabellpireiro do Sr. Ribeiro ras do Imperador,
qae ser recompensado.
fe*
Precisase de orna ama que coainbe perfejta-
mente, de meia idade, para easa de hornera soltei-
ro : a tratar no pateo do Carrea-a. 13, taoeToa.
O DR. JOAQiTlM {JORREA DARAJO
tem o seu^scriptorio rodo imperador
a.'t>7, onde pede ser protirado das 9 ho-
ras da mantisa s 3 4a tard
s$
MUDANCA.
, O Dr. CaroJino Francisco de Lima San-
tos mudou sua residencia e consultorio
para a raa do Imperador n. 37, 2 andar
de sobrado cujo artnazem conserva Jin-
da hoie o nome de Aliase, tendo a
entrada, qtje pelo lado e\t ponte Sete
de Seternbro, o cnemo numero 57, da
frente. Ahi cotitinoando o dito Dr. no
exereicio de na prolsso de medico e
de oprado,'pde feer procurado a qual-
quer ora do dia e da notuc.
DE
30 saccas com feijao branco- e amarello
era pe.feito estado
e cinco saceos com rolhas
MOJE
O agente Pestaa far leilao por conta e riso
d? que.n pertcmeer dos gneros aima monciuna-
dos qninta-feira 21 do crreme s 11 horas da
manhaa, no armazcm do Sr. Aievedo, no largo da
Kscadinlia da Alfandega.
LKILU
DE
FAZEIJDASGERAES
A 21 do corrente.
Rahe, Sebaraettan & C. farao leilao por nter
venci do aconte Oliveira, do maU perfeito serti-
mento de fazendas principalmente ingieras e fran-
cezas de linho, alsodao, la e de seda inteiramente
proprias do mercado
HOJE.
s 10 horas da manhaa, no sea bem conhecido
armazem no largo e defronte da igreja do Corpo
Santo, no Rccife. _________
LEILAO
De ao barricas com massa* sor-
Id ase Slas flaas de Lisboa
HOJE
Quima feira 21 do correte
As 12 horas.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem pertencer de 50 barucas com massas
sortl tas, em um ou mais l-tes, boje 21 do corren-
le ao meio dia em ponto Ao armazem defronte da
alfandega.
NSTITUTO ARCHEOLOGICO E frEOGRAPHICO
Haver sessSo ordinaria quinla-feira 24 do
corrate pelas 11 horas da manhaa.
ORDEM DO DIA
Pareceres e mais trabalhos de com-
miss5es;
Discuss3o do orc'amento que tem de vi-
gorar no anno social de 187071.
Secretaria do Instituto, 18 de iulho d
1870.
Jos Soares d'zevedo,
Secretnrio perpetuo .
Precisa-si-, de u>a ama para o ser-
vico interno de urna casa de pequea fa-
milia : ra estreita do Rosario n 32, 3o
andaf.
nsiitfo Filial da OrrJem dos Advogados
^Brasileiros.
Sao convidados os senhores m^mbros do conse-
Iho director do mesmo Instituto para sesso ordi
naria no dia 22 do corrente (sexta-feira) as 2 ho-
ras da tarde, em casa do Sr. presidente, e nao na
sala do jury, por estar funecionando esse tribunal.
Vcncravcl devoco da Seaho-a
Mant'Anna er; cta no convento
de S. Francisco.
De ordem dn nosso inno juiz, sao pelo
presente convidados todos os nossos ciris-
simos irmos para domingo 2 i do corren-
te as 8 horas da manhSa assstirtnos amissa
votiva, e depois em mesa peral proce-
dermos eleico dos nossos funecioncrios
que tem de reger esta devoco do anno 'de
1870 71.
Consistorio da devoco de Sant'Anna, 20
de julbo de 1870.
Manoel da Silva Fialho.
Secretario,
ATTENCAO
O abaixo assignado previne que ningnem faca
negocio com os bens de Joaquim Francisco de
Alein Jnior, sem primeiro apresentar a quita ao
dada pelo mesmo abaixo assignado, sendo nulh
qualquer transaegaj que o dito faca, pois pendem
execucao de alguns credores, Iludidos pelo
mesmo. Recife 19 de julho de 1870.
Domingos Francisco Ramalho.
AldgS-se a casa n. 34 na ra do Yentura, na
Capunga, com commodos para grande familia : a
tratar na ra do Queimadon. 2, ou ra do l'.angel
n. 41.
AJoga->se no melhor arrabilde nma grande casa
para familia; aovae asseiada, e jopto airea
frrea dos trilhos urbanos : a tratar na roa da
Cruz n. 7, 1' andar.________________________
Irmandade acadmica
DE
N. 8; doBom Oonselho.
Por ordem de nosso trmao juiz convido a ^mesa
administrativa da irmandade Acadmica de N. S.
dD'Rora CVmwHio. para no da
as 11 hora do dia, se reunir em
mesraa irmandade i .,
Coasistorio da lrmaadade Acadmica aos 19 de
jnlho de 1870.
O secretarlo,
Camillo Correa DanUs.
r, Esr-id
Tres aiyr ta ie!5u.
Glosa ri
Vi nma yy| rosada
Com mais duas moreninhas,
Ouvi dizer wvizinhas
Eugenia Borgfa na Escadl;
No gremio $ bodarrada
Sollicita anflfltogSo,
Nao admitt'faz5o,
Aos domingos quer orgia.
Por isto se aonuncia
Tres caipras em leilao 111
Xico Muhissca.
-TraTesM de -Pedro-t
Joaquim Dias de Almeida Costa pide as pes-
soas a qaem esf o dever Ihes fornecer as com-
petentes contas para serem conferidas e pagas no
dia ^9 do corrente, na roa do PeTJro Affonso n. 1!
(outr'ora raa da Praia) das 9 horas da marihaas
5 da taade
Precisa se de urna ama
dor do Bispo n. 13.
CABELtEIREIRO
Fa? sciente aorespeitavel publico desta cidade
ita-feirs) -com ^pecialidade as Exmas. Sras. que se acba
o consistorio d-frovidM *-,,fais ele^o(es penieados, corno ae-
jam: ooques de tranca de Cabollo e mutajao eax-
pin, caais de tolos os comprimentos, frituras
ara adornar a frentev.''intnra para tornar oe ca-
bellos Irascos pretos, tambem recete ca'MHn'de
.obras amigaipara por rm)da ou a vontaUe de
sen d6nu ; ofereco-se pira ir ert casas particula-
res tomar qualquer eacommsnda, garantindo a
quem utillsar de,se4 serricos serom aerridos
com pirfeiclo, e ratoaveTs preijos: na roa de San-
to Aniro n. A com frente pra o oio do Berar
da Mofa'. _____t
O commendador Joseph Facliinetti, por pedl-
de leite: no Corre-
Aluga-se o sotao d i sobrado da ra de Hor
tas n. 48.: trata-seno t and;
Francelino DonfMgues da Silva manda celebrar
n>na missa por alma de seu lemlrado amigo An-
tonio Jos da Silva Gonzaga, no da 21 do cor-
rente pelas 7 loras da manha, na isrtvja matriz
da Boa-vista, primeiro anniver-ario de seu fall*
cimento, e convida os jns parent-.s e_amigo*
para assisiirem a este acto de caridade.
eiidas on permutas
Vende-se a propriedade Guararapes no Rio-
Grande do Norte, com trras casa; e SrmazetH
de um e outro ladb do rio, lugar bem conhecido
pela sua importancia commcrcial, cujo porto eflo-
rece muita facilidade para embarque e desembar-
que de'generes.
Igualmente se ve*de o engenho Jundihaby (na
mesina provincia) inoimte e corrente, com cinco
lesuas de trras de maltas virgens. oito escravo-,
bois, bestas e alambique ( mi somenle o emg?nhc
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendem-se por baratissimos pregos,
a tambe se permutan) por engenhos nesta pro
vincia, Parahyba e Alagas, cu por casa as ca-
pitaes das mesmas : a tratar com o proprietark
maior Fabncio Goihes Pedroa ra da Cadeia
n. iS, ou com os seus procuradores no Rio-Gran-
de do Norte.
do de tres senioras que tem de ir Roma e via-
jar Italia, vai accionar a lingaa italiana no pro
ximo mezde agosto: pnmetie da-las promplas de
escrever, tradnzir e fallar com o seu respt ivo
aecenio em seis ou set mzes, s possurem os
necessarios eoobecimeptosde sua grammatica na-
cional. Accefta eomenta s'eis -dislpulas em suas
respectivas easas: as sanhoras que desejarem
entrar nesse numero, prtdem mandar snas ordens
na roa Nova a- 32, andar. ^^^^^
Um homm solielro se eflorece para criado
de algum casa ou fe;tor 'le algum sitio : qum
pretender dnij-se ru das Flores n. 14.
Almjta to tnoleqite para servieo de casa
Je familia : tritar na ra de Marcilio Das, an-
tiga raa Dtriita (i 81 Candar.______________
DSJrtce s iimnitzi'neiro fraMcez, prefenn-
da casa siran'gifa : a tratar na tna das Laran-
coiras.boiel fTancez.
Is prop.-itari d*?te bem coobecido e ^ creditado estabelecimento aVisio aos
Wtk numerosas fragezes tanto flrt -pTtiB cl&o de fura, e espe^lmenle ao Ilustrado
corpV AQADEMC(tjr|e este estc-rbelacimeilto ada se sempre tura prvido de todos o*
artimfo de *ea geiews abaixo menclilte ff'ijir'vendemos por mdicos precos, tanto
Mgrejo como por atacado para negocia, |fMra -o que se podem derigir por carta a nossa
casa qae sarao saptisfactoriamente servidos.
CHARUTOS
japeriores ab Ha vana, Hamburgo, Bania,
das acrddtdas mareas Regala Britanida'
Imperiaes & : do do Rio la bem conhecMal
abarca Opera e ootras muits fettas aqai de-
safamados Beberse e outron. que se vendem
em poroes.
iganos
e ptlha e S. PMil, de 3)J00O a- 75008,
milheiro; verdaeiros do afamado1 Daniel
do Rio Novo, Maorily, Imperiaes Vraconde
de Henal, Duque de Canas, Gandan etc :j
de papel, de Ymo de .Daniel, General
Osorio, Conde dtu, aromticos, e peito
raes, Socambole, Radicaes, Acadmicos,
MachamDomba, Montevideo, Orientaes, Bae-
pendy e muitas mitras qnalidades.
FOEOS
Afamados de BVEPENDY em caixes de
O libras lld400 rs. a libra, em pacotes
24, e em porco 13500 dito em lata de
qaarta a diO, e a 500 r:s; dito Daniel do
Sio Novo, do Para de S. Paulo, Caporal,
e muitas oatras qahdades.
^ PABH1CA DE
Mm Para tuna familia alle-
Jb maa de dnas pessoas, pre
,^R cisa-se de nma ama moja
jB para comprar e fazer o
JWm m.iis servigo de casa no
'B Allargo da matriz' de Sania
Antonio n. 4. segundo andar.
Jo.- Ca-do da Silva Piulo, roga aos seus ami-
gos o favor de a.s alma de sua muita presada mar, fallecida em Por-
tugal, manda dizer no dia ii do corrente as 7 ho-
ras da manhaa, na Igreja do Corpo Santo, por ser'
o tripcssitiio da di seu passamento, por tanto, es-
pera que asatstam a este acto de relifjiao e cari-"
ALIJGA-SE
O primeiro e segundo and-.r com sotao do so-
brado da ra da Cadeia do Recife n. 69, com suf-
flcientes commodo* para Jimilia : sendo cm boa
ocalidade e muit fresco : tratar no armazem do
mesmo^/_________________________________
P ecisa-se e urna ama para cosinhar.
para casa de pouca familia, ra de Hortas
n, 30 sobrado.
AMA
JJ
DE
Umbihti com roupi usada5
0 agent9 Mari
Sr. Dr. Claudino
Portugal, de um
do de paletots,
um relogio de
pertencentes ao
tonio Peixoto da
ns far leilao por ordem do Illm.
de Aranjo Guimraes, cnsul de
bah com roupa usada, constan-
camisas, caigas, coletes, chapeo,
prata, e muitos outros objectos
espolio do subdito portugnez An-
Cuaba
HOJE
em sea escriptorio ra da Cadeia n. 9, primei-
ro andar, s 11 horas do dia.___________________
LEILAO
DE
Mo'ha e de dividas, na impor-
tancia de 20:022^658
a { do correte.
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do
eommercio desta cidade ea requerimento dos ad-
ministrad ,ros da massa 'allida de Antonio Pedro
de Mello, o agente Oveira far leilao publico da
mobilia pertenceate ao fallido, consistindo em 1
guarda louca, u copos para agae, 1 mesa com
Precisa-se de urna ama para coziohar e comprar
para casa de piuca familia : a tratar na ra do
Crespo, i- andar.___________
AVISO
Fraucisco Jos Ribeiro Braga, com fabrica de
charutos e cigarros na rna Direita n. 38, desojan
do ser vi?itado pelos senhores donos de tabernas,
ou por seas caixeiros e todos os mais que o qui-
zerem honrar, vem pelo presente advertir que em
sua fabrica se acha bons charutos fabricados aqni
com fumo da Bahia e que vende a 14*000 o mi-
lheiro, e por isso espera que os raesmos senhores
vennam desenganar-se com seus olhos; assim
como, tem cigarros de todas as qaalidades e
aprompta tambem qualquer encoramenda a von-
tade do comprador. '___________
Ao eommercio
Joaquim Dias de Almeida Costa, faz ver ao pu-
blico e com especialidade ao respetavel corpo do
eommercio, qae a venda qae annunciou hontem
neste Diaiio de sea estabelecimento de molhados
ao Sr. Joaquim Antonio Goncalvps de Soaza, Oca
de nenhnm effeito, visto que depois que o Sr. Soa-
za effctoou esta compra disseme qae eu poda
annunciar para depois deste darracs balanco,
acontece que hontem me mandou dizer que nao
quera mais concluir tal compra, mostrando des-
ta forma qae ttm homem de trato seguro, e qae
maito presa a sua palavra '
bnete Portugus
Lsitura.
ASSEMBLEA GERAL.
De ordem di Illm. Sr. presidente convido ao;
senhores socios effectivsn-unirem-se em asseui-
bla geral domingo 2't do vigente, as 12 horas do
dia, para, de conformidade com os estatutos, pro-
cederse a eleicao do conseibo deliberativo e coin-
tnissao de exame e de contas; devendo ter tonar
a sessaj urna hora depois de mareada com o nu
mero de senhores socios que coraparc^erero, visto
n5c se ter reun lo hoje numero legal
Os senhores socios qae se acharem atrasados
em suas-mensalidades, nao podem votar era se-
rem votados (art. 30 dos estatutos).
Secretaria do conselho deliberativo aos 20 de
julho de 1870.
Secretario,
J. i. Fonceca.
mu
- Precisa-se de urna pr-ia tura ou escrava
para vender : tta rna do Hospicio n. 38.
i'eMJ->e ile um ama futra ou estrava,
qae cozmlie e oimye para' [maca familia : na ra
de Sanl* Amaro n. 6, andar.
Ama
Precsa-se de nma ama para eozinhar, escrava
on forra : na rna Drefta n. 26, 1* andar.
C'zinheiro e Uvadeira.
No cMlegio da CooceleSr precisa-se alngar tfm
cozinheiro e nma lavade'ira, "orros ou eslavos.
Alheiro, Oliveira & C. agridedem s pessoas que
se dignaram acompanhar ao cemi'.erio publico i s
restos mortac-s de Seu prezado amigo Antonio de
Azevcdo Ramos, e aos mesmos seus amigo* os
nnvidim para assistirom a urna missa que tem
ile se msndir dizer por alma do seu dito amigo,
sabbado 23 do corrente. na matriz da Boa-vista,
pelas 7 hora' da manhaa, por cuja earidade Ibes
lienm eternamente gratos.
Na ra doQueitnado n. 12, Ia andar, preci-
sa-s* de urna am:-. qae eozi'nhe e faca as compras.
Jos Narciso Leal de Barros manda celebrar
urna missa per alma ->. seu prezado ennhado Jo5o
de Pinho Borges, no dia 23 do corrente, pelas 7
horas da manhaa, na matriz da Btavi ta ; para
esse flm convida a seus amigos e prenles para
assistirem este ai*to d* earidade.
O Sr. Joaquim Das de Almeida Costa nao
pode vender o sea estabeJecimeeto de molhado da
ra de Pedro Affonso n. 1, outr'ora ra da Praia,
sem saldar suas contas com es seus credores
__Precisa-se de am )reto ou um moleqae: na.
reBnacao da ra larga do Rosario n. 3.
Caarfiefiro. e g& ecocoinco
Acaba du chegar nova remessa desses to
desejados caedieiros em porcelana, bran-
cos e de b6res, os quaes muito se recem-
mendam pela seg ranea asein'e economa,
e anda pela excelente luz nreferivel mii ve-
zc6 ao kero ene. Venhsm antes quo se
acahem.
nico deposito na rna larga do Rosario
n. 34, pharmacia de Rartholomeo C.
ASSUCAR DE OXIDO DE FEKRO DE
CHANTEaUD
SEGREDOEOONOJllA KOfLBRIOADE.
- olttm se com uso da
0 assUttr UrtugiftDia de Chanteaod
obtido pela associaro do oxido de ferro
inteiraoSnte soluvul com u assucar cuida-
dosamente parificado. Este assucar de
nma bella-apparencia crjstaliua, tem o sim-
ples gosto mu agradavel do assucar, sem
o menor sabor adstringente, nao tem ac-
cSo irritante sobre a mucosa do estamago
e intstinos, e rpidamente abso.rvido pele
ipparelbo digestivo sem causar as constipa-
ces do ventre.
INJECCO LHOSTE.
Uutca hygienica radical e infallivel na cura
certa das gonorrheas, flftrca brancas, e Hu-
sos de toda a especie recentes ou chroni-
cas, e qne (lTertce com garanlia de seus
jalutares resultados a antiga e continuada
applicacj que sempre cora a maior van-
tagem se tem feito aeUaa nos hoipitaesde
Pars. nico deposito para o Brasil, Srs.
Bartbolomeo & C, ra larga do Rosario
a. 34.
Sbouetes d'aloatro.
De Antonio Neves tle Castro.
Este acreditado preparado, que t3o boa
arceitaco tem merecido hesla provincia,
nuito se recommenda para cura certa das
impigens, santas, castas, coceiras, e todas
is molestias de pelle, sendo ainda preferi-
ver para a barba, outro qualquer sabo-
aele.
nico deposito do verdadetro, na phar-
aiacia edrogaria de Bartbolomeo 4 C.
aa larga do Rosario n. 31.
&S>peratriz 13
DE ,
l IRWO
VARIEDADES
PONTEfflAS de espuaia finas 93ra cha-
ratos 5 cigarros. tompTelo sortiniBnU).
CACHIMBOS de superior espBBft, deira (raizj de 35 ate 3.SOO, diios grawjs
a 13,000, a daria ditosfinw divr:is qoali-
daes a varejo; m pe de gaWnhas do
ha no mercado a .800 e 3,300 a dum;
dilos de loiifa, gesso. barro, ete, etc.
BOLSAS para guardar fom, de borracha'
e coaro de diversos modelos e gobios.
CARTEIRAS is todos os systgmas jwra
cigarros.
PHCSPHOROS de cera, dos memores fie
ba, em caixas de 500 a 5.500 a doria, n
caixas d"e 400 4>500 a rtezia. em caixas
de 2.50C 2,600 a du/ja e muitas tns.
PAPEL de milbo, de arroz, san- 'tm, Wr
fean, pintado, e patha-demilho, re Fernando.
8 papel de linho'
CIGARROS.
Com pr6mptid8o apromptunos qualquer encommenda dos afamados cigarros do seda,
Baependy, linbo, e de Otitras qnalidades da nossa bem crinlieciia fabrica, e bem aitesta
i soperiorldade o nossos cigarros, numerosa fregnezia dos pnsso estabnecimentos.
N. 1 Travessa de S. Pedro l 1
______^_
VEGETAL AMERICANO
ESALIDADE
BA RTHOLOMEOaC
un a cara certa iu Unes amigas e rtenles, catarrbos pulmonar, astlimi; toase eonnlu,
Sronehas, em goral contra todos os soffrmentos das riat respiratorias.
DEPOSITO .Eltil
SOTIOA E3 SnOOA.B.XA
34, RA LARGA DO R0ZAR10, 34
PERNAMBUCO
i>flba
A thrrpeutic das dTertt molestias do peito, desde
pharyngite on mal da garganta at a tobercala;io
pulmonar, passando petas iitersas broncbiles caurrbaes
o emphjsema acaba de ser enreqaecida com mais
este medicamento, qoe tomara a primeira ordem entre
iodos ate buje coabecida*. O tarop Vegetal Americano,
{aranlinclo paramente vegetal. Dio cootem em su*
compoMcAo nm so tomo de opio, e sim somente sac-
eos de plantas indigenas, cujas propriedades benficas
o cara da molestias qne pertencem aos orgaos de res-
piracio foram por nos observadas por longo tempo,
com ptimos resallado cada ves mais crescenies; pelo
qae nos jnlgamos antorisados a eoapor o xarope qae
igora apresentamos, e a offerece lo aos mdicos ao
oo Mico, ('roamos com os attestados abaixo o qae le-
'amos dito, e contamos qne o conceito de que ja gosa
3 tarop Vegetal Americano crescera de dia a dia,
Cenando maito apos da si todos os paitoraes em Toga.
Illm. Sr. Barthalomeo t C,0 xarope Vegetal Ame-
licano. preparado am ana conceituadissima pharmacia,
t om til remedio para combater i terriel asthma.
Sofra ea aqoella molestia ha qaatro metes, sem anda
ler combatido os ataques measaes qae tinha; este ultimo
qna tive foi fortissimo qoe me prostoa por 8 dias, nsei,
Jorem o sea milagroso xarope, tomando apenas tres
oses, e ateo presante nao fai de novo atacado. Prjsa
UM aa flqoe resubeUcido por ama w. Rendo-
lbe, pois*os meas asrdecimentos par me lar alii*a aV
tto horriel mal. Com a mais.sigBiaeatiTa gratida,
sabscrearo-me deVmcs. sSectaoso e reconh*cido enajav
SewriM Ovarte.Soa Casa 14 de fertrairo J ttfiH
IluM Srs Bartbolameo t C Depois da qaast mur
maaes do oflrroKaia com ama toase iaca&saat*. fayawv
extraordinario, expeetoraco de om catarro* axaaaaaW
do, a perda total das torcas, qae o menor p*i*ae
me fatigara completamente, cansado de tomar mnis as-
tros remedios sem resallado titea felicidadedesaaWtjaju
Vmcs. prepararan) xarope Vegetal Amenc-ino. coa-
elle. gracas a Dos, me acbo resubelecido aa aa.*'
dois meses, e robusto como se nada liress* soSViou. *.
gratidio me forca a esla declaracao, qoe podero Vaaest.
fazer o oso qae qnizerem. Son com eslima 4 Tatsa
muitos respeitador a criado. Anlohi Jntfmm t\
Curro e Silia. Recife 8 de ferereiro d* 16S.
Atiesto qae nsei do xarope Vegeul Amanuna, *
eomposieto dos Srs Bartholomeo A C. par carado ^n
forte deflnxo qne me trooie orna rooqoidlo, qavaaa* km,
fazia edtender, inflammaclo e dor na garganta, ataja,
grande falta de respiracio, e bqoei complelamrato m
tabeleeido com om so tidro do mesmo xarnp*;. aat >
qae Ibes protesto eterna gratidio. Racile 14 da *jc
neiro da 1868. Joqu%tn Ptrmrt, Atuta V
Esto racenhecidos. .
i
-
^ilst.^';' '
._ia. uitakA...
Noi eostnmamos procurar attestados para acreditar
soscos preparados, e deixamos qoe soa appiicacio e os
resaltados obtido pelaspeveoasqae sedignaramaeceila-
os. Ibes deera credit* e roga ; porqne sao sempre o*
testados considerados grafitos, a delles qne lanca
ao o charlatanismo; mu ni querendo oflender as pes-
cas qoe espontneamente nosoffereceram.os qoe abaixo
'ao transcriptos, os taremos publicar manifestando-Ibes
lossa gratidio pela attencio. esperando qne renbam
les corroborar o conceito, e aeceitacin qae letn mere-
ide nosso xarope. Boriftoiomee k C.
iTTBSTaOOS.
lllms. Srs. Bartbolomeo 4 C. com a mais snbida
tisfacio que declaro ser o xarope Americano de ama
ifticacia extraordinaria, pois qoe sotTrendo ba das de
mensa toase, a ponto de oio poder dormir a noite a
lespeito mesmo de medicamento.qae'tomara. a elle
recorr na turceira collier foi a'.liriado. e de todo me
eho ?;oje re-tabeleeido eom o oso sonre'le de quasi
oeio frasco, grato pois-i efse resultado manifest a
'. S n:B reconhecrmerHo. Oe Vv. Ss. amigo, ve-
ei.nur obrgado. Mnoel Antoaio Vii-gas Jnior.
- -oj c.:-j .i ile abril de 1x'*.
-r- Hulhnlooico :.penhoradissimr.com
>"! une nir !i. fip i!.' trinchar> oso dn xarflM
Vegetal Americano, de sua composivae, qaaado ata
acbera bastante doente de nma cou*ii|iscao, qaa ma>
lornoo compretamente rouco e que trouie urna tata
tosse, e me impnssibilitou de cumprir os meo daaama
de cantor da emnreza Irricn, ron agradecer-Ib raa*
completo restabelecimento, qne obtire com am so aidro
do mesmo xarope, depois de harer recorrido a martas-
tratamentos. Desejarei que outros como ea lajeatiaax-.
ao sea xarope para se rerem aiiriados de tAo tatria*!
incommodo, fio fstal neste paii. Com malcr inaiati
racio contino a ser de V. Ss. atiento, Teaaiaor *
obrigado. Loiz Cremona. Recife 25 de aalaaabf
de 1868.
lllms Srs Barlbolomta *C O xarope Vegetal Azaa-
ricano qne Vv, Ss. tim exposto i venda de t*d etV
caeia para o enratiro d'aslhma, canforme obserrei aa-
plieando-o a mea rilho Joaqoim. menor de qaatr*
anuos; victima d'esse flagetlo, que at eolio por esa**
excedente a dous annns baria resistido a outrosxaros
de gralde norncada. Queiraai pois Vv. Ss. emitir a
expressio altamente sincera ile meo reconbecimaaa a*>
meritorio servir que Ibe presiarsm com o Udioaaai
xarope, acredilandoaie para sempre de Vv. Se. enaa)*.
atiento nob-ijad:-. Amrico Nalto de Meadoaca.
He.-jf. 2 de or I ubre da IRC't.
IDO
i CABM
jl] esquina
Inda rila larga do
Rosario.
CABUiJA
esquina
Este importante estabelecimento no seu genero, tem sempre um sorthnnto .tsem iguftl
e Vende por presos que nenhuma outra casa pod vender. raft 1^**^
vista da qu^lidade e do pre Oaraate-se ser tudo de leL Compra-se cur, prte e pers finas por prepos multo ele- i*****
vados.
A' loja est atoerta at s 9 horas da nonte.


Dur de Pemambuco Quinta (eir 21 de Jelho de 1870
I
A.
JO
"8
C3
C3

i
#i Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cajos prepos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
____________ MOBEIBA ll ARTE .___________
*> (i n a. < ____.
PHARMACIA CEMTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactocarw d'Aubergier, de
ihery ecio d'Abbatie reconundados,
como ^calmantes paitos casos, en que se
nSopde osar do opio e de seus prepara-
dos, e moi convenientes para as enancas
nosspasinos e coovulsCes.
armagiacentral ra do IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d*aicatr5o em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
Criada
Pre$sa-se de urna criada hvre ou scraya,
que saiba bem ecgomaiar e tratar do servico in-
terno de orna casa do pouca familia : a tratar lo
MaogUinho, casa nova dos Srs Carpioteiros, ou
no caes d'alfandega
se bem.
PHAR
A-
S-s
O.J3 O. O
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ra cu c .
9 a.- ?
J 3 CO GT"
ai- :-J M Si CD 6>
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
cribi na cidade de Naareh desia provincia, o
favor de vir a roa do Imperador a. 18 a i ond ir
aqoeile negocio que V. S. se eoruprometteu reali-
sar, pela terceira chamada desle jornal, em flns
de dezembro prximo passado, a depois para Ja-
neiro, passon a fevereiro e abr, e nala cumprio,
e por este motivo de nove cbamado para ditoi
(Ira ; pois V. S. se aeve lembrar que este-negocio*
de mais de oilo annos, e quando o senbor so
filho se achava no estndo nesla cidade.
MARTIMOS
TINTA PARA MPRESSES.
Kestn typo^paphi- ha um grande deposito de ti ta
pura typografcia, fabricada najnglaten'a, de qua'idade
superior, e que rtalhada em barris de 7 0 a ] 00 libras
por prt'co commodo.
CAlffiLLEIREIRO FRANCEZ
51Eua da Cadeia do Eecife51
Chama a attenco dos seus innmeros freguezes, e do respeitavel publico ei
geral, para a seg-iinte tabella dos precos de sua casa, os quaes s3o vinte por cent*
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 25^1, Cadeias para relogio a U, 6,
304, 355 e. .... 40000| 1&,%&, 9(1,12*6. 15,)KX*
DiUs para bomem a 35 Coques a f^, 15*. 18,51, 20*, Corte de cabello, ...... 50i
-Cresce'ntes a 13*. 15*,'l8*. W, 50 -Corte de cabello com friccSo. 501
25*. 30* e..... 32*000 i Corte de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 3*. 4*, 5*. champoo...... l*00i
U, 7*. 85, 9* e. 40*000 Crte de cabellocom "mpez da
Tranca de cabello para annel
500 e....... 1*000
Tranca para braceletes a 10*,
m, 20*, 25 e...... 30*000
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. 1*00
Frisado ingleza ou francez. 501
Barba. ,...... 251
CONTRAFOSO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecica
testa praca, toma seguros martimos sob e
lavioa e seus carregamentos e contra foge
sm edificios, mercaduras e mobilias: t
ra do Vigarion. 4. pavimento ter eo.
Precisa-se de urna ama para o servico ioter-
no de urna casa de pequea familia, preferindo-se
ejerava : na ra da Amizade n. 21, Capunga, ou
na ra do Vigario n. 5. 3* andar.
DESEJA-SE
Empregar um homem portuguez de meia idade,
nao escolhe arrun aqao, e tem mui'a pratica de
negocio, tanto para esta cidade como para lora
della!: a tratar na ra Nova n. 38:
3
Aluga-se o sobrado n. 18, na ra da Auror
em Santo Amaro, reedificado e pintado de novo,
tendo excellentes commodos para urna numerosa
familia, quartos para criados, urna grande baixa
com eapim, em todas ;is estaques, para i caalto",
cocheira, cavalhariQi e urna ptima cenzalta paia
escravos: quem a pretender dirija-fe ra da
Aurora n. 24.
ATTENCO
o
Precisase de urna nullier estrangeira que saiba
engommar,e para o servico intimo de urna casa
ingleza de pouca familia : a tratar na ra da Cruz.
n. 38, nrmazem.
Urna pessoa que tem todas as habilitacoss
precisas offerece-se para administrar qualquer en-
geuho, anda mesmo sendo pqra fora da provincia :
quem precisar annuncie para ser procurado.
Precisa-se de urna ama de leite sem tilho, e pa-
ga-se bem : na ra da Conquisa (Soledade) nn-
mcro 6.___________
Precisa-se ainda do um criado, na ra do
Imperadar n. 57, 2o andar, entrada pela ponte 7
de setemhro.
Aluga se o sobrado junto a ponte do Vara-
douro em Olinda para qualquer estabelecimento,
por ter bastantes commodos: tratar no*Vara-
douro com Joo Pinto da Cunha, e no Recife, ra
do Impera Jor n. 21. 2oandar.
Precisa-se de urna ama para comprar v co
zinhar, que tenha bea conducta : na ra da Praia
D. 13 e 13.
NTRAL RA DO I
DOR-N. 3a
Pillas de Vallet.
Pillas da Blaacard.
Pitlas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magoezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACU CENTRALRUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vrabo e xarope de pepsina e diarthare,
excetlente tnico para auxiliar as digestoes
difficeis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua bemosthalica de Lecbelle. mui re-
commendada em qoalquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado exceliente com-
binacao do iodo cm o sueco de plantas
anti-scorbotcas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
0 vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s5o recommendados para os mes
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RU
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo-araruta, ferro, e de sade, da
[.acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de pello como sarna', panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de maita ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
eos tu mam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para criancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifogd.
_Tudo de melbor qualid de.
phar'maca CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
exceliente qualidade.
FARMACIA GEXTRAL
Ra do Imperador n. 38.
Lamploughs Pyretic Satine.
A preparation of well known utelity to the En-
glisb Faculty. as a cooling and refresbing beverage
in all cases of fever. The frequent useVf :Ns sa-
lino preserves foreigners from many distc.es to
which ihey are leable before becoming acclim.i-
tised. May be obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
PHARMACIA""CENTRAL"'RA OCTlMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho roaritimo, para as alleccoes chro-
nicas dos pulmoe.s.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vomiios durante o periodo da
gravidez, e qualquer afecc3o nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mni
uteis na tbysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regnaolt,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanba e de Kermes.
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estabelecida em 1839.
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bre propnedades, gneros e fazendas armazenadas.
mobilias, etc., etc., e estay igualmente autorisados
a saldarem aqui quaesquer reclama^des.
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Praca do Corno Santo n. II.
No armazem Novo Mundo, e" frente a rut do
Vigario n. 2, vende-se rap das seguintes qualida-
des e vinhos, por todos os vapores, sendo a reta-
Iho e em grosso, a saber:
Rap G-isse-grosso.
Rap Gasp-fino.
Rap Paulo Cordeiro.
Rap princeza da Bahia meio-grosso.
Rap princeza da Bahia fino. '
Rap popular da Bahia.
tinturara francez
55-Rua da Imperati iz-55
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo-
tase, com a maior perfeicao, fazendas em
pecas e em obras de todas as qualidades;
como sejam : seda, laa, algodao, linho,
chapeos de feltro e de palba etc. etc.
Tira-se noJoas e limpa-se a seccosem
molhar os tecidos, conservando assim to-
do o brilho da fazenda.
Tintura preta as tercas e sextas fei-
ras.
Armazem
Precisa-se alugar um armazem as seguintes
ras : Comraercie, Cruz, Cadeia : a tratar na ra
do Commercio n. 46.
Precisa-se de urna escrava que saiba cozl-
nhar e fazer compras : a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 1.
Na Iravessa da roa
das Crnzes n, 2, pri-
meiro andar, da-se di-
nlielro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan- |
tes, seja qnal for a quan- i
g tia. Na mesma casa com- |
pram-se os mesznos me-
taos e pedias.
. mi ..
Precisa-?e fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio deseu interesse : na pra'^a do
Corpo Santo n. 17, 1 andar.
Plalas assucaradas de Brislol.
CONNO TKM NEM CALOMELANOS NEM NBNHCM
OUTRO MlNEBAL.
A grande necessklade e falta de um ca-
iartico ou de urna medicina purgativa, ha
muito que tem sido sentida, tanto pelo po-
vo, como mesmo por meio da faculdade
mdica; e por isso, infinito o gosto e
praer que sentimos, em pdennos com
toda a conianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assucaradas de Bristol,
como urna exceliente medieina purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
ingredientes essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel cathartico de
familia. Este remedio "nao composto
dessas drogas ordinariamente usadas na
composico dessas pululas, que por ahi se
vendem, mas sim, s5o preparadas com as
mais finas esuperiores quaidadesderaizes
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
baver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor medicina),
daquellas porebes fibrosas inertes e agres- -
tes inteiramente destituidas da menor virtu-
de. Entre esses agentes activos ou ingre-
dientes especficos, podemos nomear a />o-
dophgiiin, a qual segundo a experiencia
mm demonstrado, possue um poder o mais
jaravilhoso possivl sobr as regies do
figado, assim como sobre todas as secre-
coes biliosas. Isto de combinar,ao com o
leptandrin, e mais alguns extractos vege-
taes e drogas altamente valiosas, consti-
tuem e formam urna pilula purgativa,or-
nando-so por isso muitissimo superior,
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jamis fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradas
de Bristol, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente efi-
caz, para a cura de molestias, taes como
sejam as seguintes.
Hydropesia 'dos mem-
bros ou do corpo,
Dspepsia, ou indi-
gestSo,
dAstringencia,, ou..
priso do ventre
habitual,
Azia do estomago e
flatulencia,
Perda do apetite,
Edtomago sujo,
Affecc5es do figado,
Ictericia,
Hemorrodias,
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores de cabeca.
Em todas as molestias que derivam i
sua origem da massa do sangue: a salsa
parrha de Bristol esse mehor de todo
os purificadores deve ser tomado.conjun
tamente com as pilulas, pois que estas
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem do harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se faz,
nao nos resta a menor duvida em dizer,
que no maior numero dos casos, podemos
afiancar nao so um grande alivio, como
tamhem urna cura prompto e radical, isto
est bem visto, quando o doeute n3o se
ache n'um estado muito alm dos recursos-
humanos.
Formas de ferro
para purgar assucar, ainda existem algurras, :
recebe-?e fncommenda para maior quantidade e
na rna da Cadeia n. 4, armazem de S. Barroca
m
ASSIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e soiores
O dono' do estabelecimento previne s j Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ba um PONEZA para enegrecer os cabellos e bar
dio para tintara dos cabellos e barba, as-
ba, nica admittida na ExposicSo Univers;
como nao prejudicial sade, por ser vr
sim como um empregado smente occnpa-|iati, analysada e approvada pelas acade
do nesse 8ervi$o. I mas de sciencias de PARS E LONDRE5
Preeisa-se de urna una para servico interno
de ca?a do pequea 3miHa : na ra do Amorira
n. 33, 2 andar._________
Precisa-se de um caixeiro para venda, que
lenba bastante pratica : na ra da Aurora n. 36,
dando fiador a sna enodneta.
Precisa-se de um lanoeiro paia remontar
umade?lillaco e fabricar romos de madeira em
nm engenho de Agua Preta, perto da via-frrea :
a' entender-se com o Sr. Bernardino Pontual. em
seu escriiitorio, na ra da Seuzala Nova n. 38.
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Pharmaceutico privilegiado
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AprrseiiUdx a Academia da Sciencias e ao Instituto de Fraila,
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COLLYRIO Contra as affeccois das palpebcas,
prepaia'do sob a mesaa (orna.
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Sebastopol, BS. PARS.
Boalsvard
NOVAS ESPECIALIDADES A. MARINIER
Apremiadas a Acasinia de Se^cagu e ao Instituto de Franca.
Perdeuse urna letra da qu^ntia de quatro
centos e sesenta e tres mil e oitocentos e oiienta
reis aceita por J ao de Moura Borba, morador na
freguezla de Agua-Preta no engenho Alexandria,
cuja letra nao tem saccador e pertence a Jos de
Sonza Barreiros e como fosse perdida fica sem
effeito algum por ja esr paga a dita qoantia e
cuja-letra se vence em uovembro do corrente
anno.
Recife, 16 de julho do 1870.
Joao de Souza Barreiros.
Joao de Moura Borba tendo pago ao Sr. Joao
de Souza Barreiros urna letra da quantia de
460J880, lavrada em 11 ou 12 de abril deste ati-
no, a' prazo de 9 mezes; e como a mesma letra
se tivesse desencaminhado previne-se para que
ninguem faca negocio cm ella, visto achar-s.
sem o respectivo recibo.
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para urna casa de pouca familia : na ra
Imperial n. 130, casa com portao de ferro ao
lado.
Ama.
Precisa-se de urna ama : na ra de Horras so-
brado n 50, Io andar.

Na praca da Independencia n. 33 se da di
ibeiro sobre penhores de ouro, prata e pedra.'
preciosas, seja qnal for a quantia; e na mesm;
sa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de en
jommenda, e todo e qualquer concert tendenu
i mesma arte.
INJECCAO
MOLESTIAS C0NT.AUI0SAS
Sob i Corma de Pastilla, devedida e rtoseaoja para faser de
momento urna tolacoioTHETIITIVA E COATIVA das
INJEGm-niILTM
Oraven
do volumetde um relogio, servinde
.do Philwo e Schinga em os
inconvenientes de 'fragiliaade.
OOLLYBIO
BARTHOLOMEOtC
Com a forma, e do volme de din Portc-JIoed eoattndo
TODO TRATMiENTO. ""
ESTOJOS
Contra a affeccoii das palpebras,.preparado sob.a meatna forma.
Depositarios geni para o BR%$|L e fHIRTLffAL
34, ra larga do Rosario. PKRNA.1ICBTJCO.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, exceliente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vez?s sem irritar os intestinos.
XROP IIYPOTICO DE CIILORAL.
O chlorat um agente therapeutico recen-
temente experimentado, mas cujos licneli-
cios v3o senclu largamente aproveitados pe-
los pratjcos em quasi todas as affeccoes ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomnia, em que etle produz um sotnno
calmo e profundo.
Elle recrmmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimaduras extensas, nos
accessos agudos^de gotta, na asthma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
, DOSE. Daas a oito colheres de sopa
por da, conforme o effeito que o medico
qoer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUININNO* DE LARARRAQUE
Poderoso tnico hoje to aconselhado nos
gozos de, debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38.
O Dr. Casanva pode ser procurado a
qualquer hora em seu consultoria espe-
cial homcopathico, no largo da matriz de
Santo Antonio n. 2. Neste consultorio
tem sempre sortimentos dos acreditados
medicamentos de homeopathia de Weber
& Catellan em tinturas, e em glbulos, e
ludo quanto necessario para as pessoas
que seguem este systema.
Os- pobres foratri sempre e continnam
a ser tratados gratuitamente.
0 CIRURfiA DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra do scientificar ao respeita-
vei publico eai geral, e aos seus clientes
em particular qne elle mudou o seu gabi
netede consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dia* uteis das 9 horas-
da manhaa s 3 da tarde.
Tambera previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as-
idas serSo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos nrecos.
- Precisa-se alugar um preta escrava
que saiba cosinbar : tratar na ra Nova
n. 50, Io andar"
Acaba de ebegar livraria .francez
REVOLTA DO
aaaaaaaa. aMoaosiA
DICTADURA MILITAR
UNIO IBRICA
i:l 8o 140OO.
Alaga-jea padariaaltema em Santo Amaro,
bem montada e afreguezada, era casa junto para
grande familia, com agua e gaz para consumo:
quem quizer dirija-fe mesma, a ra do Lima
m.ts i.
im MILI
Vende-se tabelas eompararativas de pre-
cos de metros covados e vice-versa, mos-
trando primafacie o valor de qualquer
fazenda, em relacio s^mencionadas medi-
das reciprocamente : em casa de Lailacbar
C, na do Crespo n. -fi.
Aiuga se um magorteo sobraUo de ura an-
dar e mirante, sito na ra da Aurora em Santo
Amaro n. 20, e reedificado de novo, cora, muitos
e excedentes commodos para familia ; teedo mais
muiW3 quartos para criados, flm linio cuntal
todo arborisadO. A pessoa que o ipretender, code
dirijir-se ra da Aurora n 24.
- Precisase logar urna eserava,nr,OQzipti-
e eagoioiDir : na ra do Crespo o. 36..
Furtaram do engenho Muntiequinha no dia
de S. Pedro, 29 de junho do carrene anno, um
quarto ru^o de vermelbo, grande, secco do corpo,
carnudo, arada novo, inteiro, com doas feridas de
cangalha as costellas, a pontinba da erelha es-
querda aparada por dente de bulro cavalle, com
marca de raladura n.ls juntas das maos, e o ferro
MC mal queimado em ambas ss pernas : quem
souber noticia delle dirija-se ao engenho cima
dito, a tratar com Manoel Carneiro Leo.ique ser
recompensado.
PAUL CAUVIN
Mechanieo conhecido ha 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publico que tendo dissolvido amiga-
velmente a sociedade que tinha com o seu cunha-
do Carlos Plnyn contina a se jehar a sua dispo-
sico para o que diz respeito a abertura d bur-
ras, machinas de costuras, armas, fechaduras, col
locacao de campanhinhas e todo qualquer concer-
t : pra$a do Conde d'Eu n. 24, out'ofa da Bot-
Vista. _________ >n
Agencia em Jr/eynanibuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito
Malta parrllha
Cura ulceras 6 chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas catbartlcas.
Puramente vegetaes e sem mercurio, cura se-
zoes, i'.iiram e purificara todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa ue Samuel Pt
hpston & C, rna da Sanzalla Nova n. 42.
Aluga-se urna preta escrava boa cozinbeira:
a tratar na ra Duque Ao Caxias n. 14, amiga do
Queimado, Lsja de fazendas.
Pede-se aos senhores abaixo declarados que se
dignera vir ra Nova n. 46, K ja de fazendas,
a'im de tratar de ultimar o negocio que nao ig-
norara :
Joio Hypoto de Meira Lima.
Joao Francisco Hemeterio Portclla.
Joao Francisco Paes Brrelo.
Jo? Egidio Ferreira.
Jos Patricio de Cistro.
Jos Vieira de Oliveira Maciel.
Jos Joaqnim de Aguiar.
Joaquini Esteves Vianna.
Antonio Cordeiro de Mello.
Manoel Candido Pereira de Lyrn.
Precisa se deuiua boa coziuheira pira casa
de pouca familia : a tratar na ra da Cruz n. 40.
armazem.
Permuta-se a residencia do 1- andar do so-
brado n. 21 da ra da Camboa do Carmo, compo-
nente de 2 sala?, 5 quarlos, cozinha, um corredor
em seguimento p)rta da ra, quintal, por um
primeiro andar ainda que tenha muito menos ac-
commodacoes, de casa sita era qualquer das mas
seguintes : Duque de Caxias, Nova, Imperador,
larga do Rosario: quem pretender dirjase ao>
sobrado annonciado.
Precisa-se de um caixeiro portuguez de 14 *
16 annos : na rna da Concordia n. 95. taberna.
Aluga-se o armazem da casa n. 34 da ra.
Direita : a tratar na mesma ra n. 24, padana.
Aluga se
O 2 andar do sobrade da ra do Vigano n. S,
com bons commodos para familia, agna poiavel e
esgoto para aguas sujas : a tratar no armazem !
ravessa do Corpo Santo n. 25. ___
AMA
CASA DA FORTUNA
Aos 8:0001
Bilhetes garantidos.
A roa Primeiro de Marco oujr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do costme.
Acham-se a venda os fehzea bilhetes garan-
tidos da 2> Darte das loteras beneficio da San-
ta Casa de Misericordia (154'), que se extrabir
no primeiro dia depois da sabida d:> paquete
glez que se espera da Europa.
" PRECOS.
Bilbete inteiro i0iQ0(T
Meio bilhele 5^000
Quinto 2*000
Em porcao de 1004000 para cima.
M I hete inteiro 9*000
Mein bilhete 4*500
Quinto 1*800
Manoel Martins Fiu;.\
H
Pre:sa-*ede urna ama que engomme com psJ
feicao ; a tratar na ra Nova, casa n. 22
Uatel do oatelro
Pr^isa-' de am bom coiinheiro.
1:500^000 de alguel
Offerece so a quem tiver nara alogar um arma-
zem quj sirva para render fazendas em gre
para informarles e tratar na roa 'do Comnv
D. 46.
.
<(


Diario d Pernambuco Quinta teira 21' de Julho de 1870.
AO ARMAZEM
I

17-MA SWH. 7
Jle eonhecido estatrefeciniento acha-se constantemente bem sortdo, em vrrtude das
tkcMna que recebe prtenlos os vapores o navios fraucezes, dos arligus abaixo-menciona-
dos,-4 presos os mais resumido que possivel. *
CALCADO FRAMCEZ
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e demuitas outras cores, sortidas e bonitas, d ultimo ges-
te-da moda, precos mais baratas do que-em outras partes.
Botinas para horneas e meninos.
Botinas de bizarro, corda vio, lustre e pellica, das memores fabricas-e escomidas.
otas e pernelras rnssinnas.
Botas pernelras para mastarla, das melbores qualidades, de coaro a Russia, lus-
flro e biierro.
Sapatos de borracha para horneas e senhoras
Tende hegado grande porcao de sapatos de teerracha ende-se pela custo afim ds
desempatar dinbeiro nelles eeseregade, sao barattsstmos.
Sapatos de lustro para 'homens.
Sapatos de entrada baixa de couro de lustro cora salto, de inuilo sea qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de difFerentes modelos, de rauito boas qualidades e fortes, uoo
para meninos como para meninas, mutto baratos.
Sapatos de tpele
Saintos de tapete awtadado, de casemira, de charlete e de traeca franiezes e per-
tuguenes para homens, pare senhorae e para meninos.
PERFUMARAS
Excellentes extractes, banhas, leos, agua de colme, florida, divina, lavande,-den-
tridoe, de toilette, saboneee, tintura para cabelles, pomada augroise para bigodes, ps de
arrea etc., tudoisie de priuwira guadade, dos afamados fabricantes, Coodray, Piver e Lobra.
Quinquilbarias
Lvas de pellica do conheoido fabricante Jouvin, espelhos para sailas, qnartoefa-
I biaetes, toucadere; de diverses tarnanhos, leques para seahoras e para meinas, abridores
I de lavas, brincos, pulceiras, botoes, crrenos e chaves de reU^iose trancelins, tud de
ouro de le, eorrentes e brincos de plaqu, a imitacio ede mais gesto do qne as de euro,
eaixinhas de costara ricament6-^aarnecidas e ornadas com lindas pessas de msica, albuns
e caixilbes dourados para retratos, calxinhas com vidro de augmento ;para distinctamente
ter-se a per(e*ao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, holsiqhas e cestrahas
de seda, de velludo e de wnes fiara braco de meninas senhoras. ditas para costaras, pe- <%&
qaeaos registros niuito finos e-delicados, bouquets de "flores de porcelana, jarros proprios imi
para jrabinetes santuarios, quadros pramptos paracollocar-se vistas, molduras domadas 1*11
para quadros, -estampas finas de paysagens.-cidade, figuras e de sanios, vidros para eos- j|
morama, malas, saceos e bolsas 4e v'iagens, esporas, chicotes, bengalas, oculos, lunetas ou MB
pensinoz de praia dourados, grnalas pretas e de cores,.abotoaduras de coilete e de punhos, $>
carteirinhas para olas, thsourinhas e canfvetes finos, pentefi, estovas, pooteiras de espuma **
para charutos e para cigarros, jozos de domm, rodetes, bagalHas e uniros diflerestes, ve-
nezianas modernas nimio conveniente para portas e janellas, cosmoramas, lanteroas magi- lJA]
cas, esteriocopos com interessaotes vistas de figuras e das mais bonitas ras, houlcvard?, jtf
pracas e passeies de Pars, photoiraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros, jfijJ
tapetes de vidrimo e de lia de ores para ps de lanlernas, realejos grandes e peqneno?, %A
harmnicos, aeerdion3 de todos os tarnanhos, berens de vimes para ciiancas, sapatiho e j8
toucas de iaa, carrinhos de 3 e 4 rodas moito-elegantes para eoniu:ir nangas passeio ; e |#l
outras muitas- quinquilharias de phantasia, francezas e alleme-, preces muito em conla. H
Para- este artigo nao ha espado nem tempo para a mascante leltora da inirjiade de jMS
gneros de brwquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
O dono este estabeleoimento pede ao publico em geral que continu a wita-lo
verileando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por seren viudos em di-
reilura e de coala propria.
I
MYID
EHGEHHEIRO
Com fundico
RA DO BRUM 52
Passando o chsiferiz.
dama a sttencao dos Srs. de engenuo para seus acreditados machiiwsaos e
com especia! i dade f^ra sens vapores que ainda urna vz tem meraorado.
-<>s vapores foroecidos por elle e j fuoccioDando Ibe hode fazer melhor apre-
ciaco do gue qoai ier dito prnpris.
l,"vi d/i^vta DMQcioiiar <|oe vista do-cambio agora mats'favoravel de^jue
na pocha dos apoaUmefitQS du imd passado tm feito urna redacto sensivel eoilodo
seus preew.
.cS
te
S
O
OS
K.3ABU4D0CABlGAN.a
id

<0 Sr. Affouso Jos de Otiveira dtixou de ser
eaixeiro de Manoel Antonio de Jezus e dispensa
do desde esta data de qualqaer compra, ou rece-
bimento pm nome do abanto assignado.
ecife, 16 de julho do t&TO,
i_________Manoel Antonio de Jeroa.
* Precisase de urna ama para servico de ca-
sa : na travesa da matriz de Santo Antonio nu-
mero 10.
Cozinha-se, no largo d Saata Craz *. 20,
hvre de despaa, para homem soltelro ou nego-
ciante.
Noarm
Oruin.

nmda
Ama w lefte
. Continua-se a precisar de urna ama de leite :
"na roa larga do Rosarlo n. 13, 'segundo andar,
foinn botica tk^Pinto.______
Cozittheir-i
Precisa-?e de urna boa cosobeira para casa
eslrangira : a tratar aa ra do Trapiche a. 3, !
andar, ou na Casa Forte, sitio a Campia.
AMA
Precisa-se de-urna ama para o ervico de casa
de pequea familia, preferindo-se escrava : na
ra do Apoflo n I.
Ama
Precisase de urna ama para o ervioa de urna
casa de pouca familia : na ra da Cruz n. 18,
3 andar. '
Precisare uo um eaixeiro portQguez de SO a
25 annos, que tenfca bastante eratiea de taberna,
dando fiador a sua conducta : va. ra do Pilar au-
raero 129.
AMA
Preoisa-se de urna ama para servico de dentro
e fra de casa de pouca familia, preferese escra-
va e paga -se bem agradaado: na ra Velna nu-
mero^.
esejase fallar com o'Sr. Clementino Fer-
reira Somes-megocio de seu imeresse : roa do
Commercio u. 17.
"XARa'E PEITftSALDE RABO DE
TAT'
>
Com ftsie titulo acha-se"aberto e inleirament transformado este aatigo
estabelecimeulo de joias, onde os fregueses e amigos encorrtraro tudo quanto
a .moda e o bo gosto tem inventado a arte de outivesaria, o Collar de uro
observar delicadeza no trato e sencirulade e modecidade ucs precos.
Espera qoe respeitael publico venha ver o que e-xiste de melhor em
aderacos de brittiastes, esmeraldas,' robins e perolas, meios ^iderecos, puri-
ceir, brincos, alBuetes e anneis de todas as qualidades, prata de le fquei-
ros. colheres, paltletros salvas e outros teuitos objectos que seria enfadnos
meooionar.
Campra-se ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormawr prego do
que em outra qualquer parte, Uicca-se e coscerta-se todo e qualquer objecto
pertenceate a esta arte.
StK
GRANDE ARMAZEM
l)A
. hohiia
fiaa Nova n. 48, esquina da ra de Saoto Ainaio.
O arnazem da SJ4MA um importautissimo estabelecimento, em cuja raontagem nao se
pouparara despeza* para o fazer sobresahir entre os demais estabelecimentos do seu genero, e tor;
na-lo digno da concurrencia publica.
Se grana* foi o esmero que prczidio decoracao do estabelecimentd, tanto maior tem sido
o cuidadd e capriciio que tem fca*ido era torna-lo mais importante fomecendo-o de um lindo sorti-
mento de fazendas linas, artigo? <1e rauda-, etc. etc., importadas directamente da Europa, donde sao
escoltadas por pct>soas habilitada* > de conformida'de com as ullimas modas.
1 MOB9IAT
pedao publico e e-pecialmente ^ Exmas. Sras. qne dignera-se viijiar este iopoitante estabeleci-
meoto, no qual acharSo plenamente justificado o titulo que adoptou, porque so envidara os maiore
extorco* para que o etabeiecimenio seja geralmenle eonhecido, eomo norma, de feom gosto riquis-
simo sormenlo, modieidade da preco*, (uperiordade de fazeodas e finalmente norma de franqueza
e aiaeridaoe.
beleciraeuto ha um pesgoal oabiiilado a cooduzir azead mostra i* ^asas da?
Exraw, F)iK qo o desejarem.
Armazem da Norma.
48Rua Nova48
CONTRA A TOSSE
PIANTA DO BRASE.
Este xarope, de sabor muito agradavet,
empregado con constantes resultados
| contra as toases antigs ou recente?, ca-
| tarrbos, bronchite chronica hemoptise,
t cm|uelucbe, suffocicao, e em geral en-
tra todos es padecimentos causados ,por
Iirritarao das vas respiratorias. -seu
uso <;envm igualmente para aliviar os
soffrimentos causados pela phlisica.
nico deposito, pliarmacia de Joaquira
i de Araeida Pinto, ra larga do Rosara
n. 10, junto ao quertel de policia.
b, w. mm
ENGENHEIRO
Com 'ndiqao,
A RA DO BRUM N. 52^
Passando o chafsriz
Machinas vapor systema memorado.
Rodas d'agoa.
'Moendas de caima.
Taixas de ferro batido e ftinido.
Rodas dentadas para moer com-agoa, va-
per e animaes.
E outros muilos ebjectos proprios'd'gri-
cnl'ura.
* Tudo por pre^o muito reduztdo.
50^000.
furtoram do dia i5 a 6 do corrente do engenho
><3iqui, freguezia da Escada um eavallo russo,
grande, castrado, serrado de baixo, cauda apa-
rada, dinas grandes, eaheca pelada porter tido
-sangue, bem feitn i gordo, anda, a paco,e;galope,
e de sella ; gratifiea-se a quein -o pegar e -levar
ao lito eagenho com g qoaniia cima.
Em casa de THEODORO CHRiSTi
iNSEN, rna da Cruz n. 18, encontrara-*
lectivamente todas as quadarhs de vinhf
^ordeanx. Roiroi?nrt edn Rheno.
Ama de leit'-
ra urgente necessi'lade de-urna ama deleite
MQ dllu> : na ra do>Pso da Patria /antigaxra-
vKpa d'i'Mo.iteiro) ao itfn da rna do Manjuez do
ll-'iv^J, ca>a com 2 parees de ferro n. 18.
Aiuga-se urna ueelleute cana terrea .em
Olinda, na ra de Vfathias F.rreira : a tratar .em
(Ninda cora e Sr. Luiz Antonio Goncil*s Peona,
ou na ra-do .imorim n. 37.
0 muzeo de joias
Na ru do Cabug o. 4 compra-w ouro, prata
> ptdraspreoiosas por preijos mais vaulajosos de
qne em oa'ra qualquer parte.
Oomnram-se
Moedasdeuro e le prata de todas as nacfes : ua
rna da Caleta do Rpcife n. 3, loja de azuleje,
Comprase.uina casa terrea boa, situada em
Sanio Antonio ou Boa-vista: na ra da Florenti-
na n. 6.
' Compra-;se juna casa terrea, na freguezia de
-Santo Antonio: a tratar no arco da Conceieo nu-
mero 6.
Uim rauito Kiaior vantagem compram-se
ocro, prata e pedras preciosas-e a obras velhas: na
loja de jotas do'Coracao de Ouro a. 2 D, ra do
Cabng. <
VIUDAS.
No amigo estabelecimento de Jnaquisi da Silva
Costa, ra das Cruzes u. 42. na constantemente
o que de -tiitlhor se pode proe*f ar nesia mercado
para meza de quem prefere baos seeras, como
sffim :
PKESUSTGS para fiambre e de Lamego, chou-
ri^as e paio?,m latas e em barril.
.\}ASSAS, acarrao, lallwnro, eetrcllinka, se-
vadmhn, sag, aletri.we fariaha americana.
CHOCOLATE o mais novo e melhor que desejar
se |Hjssa.
VI.NHO do Port e Figueira dos mais superiores.
CONSERVAS' i lomba de porco. de bage?, de
feijfios em latas bem acondicionadas.
VELLA8 sterlinas a 6i0 rs. o maco.
COPOS lapidados em duzia e a retalho.
Alm d muitos outros genero! viudos em di-
reitura, que se vendem PT precos razoaveis.
vvbrSSe1
Rna rtqae (le'" Caxiasn. 55
Na roja da VERDAE continna-se a ven-
er por barassimoa precos todos os arti-
gos de miudezas e per fumarias do. sen
grande e variado sortimento, garaotindo aos
cempradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por bi-
atissimo preco.
Espelhos dourados para pendurar a
160 rs.
Agufcas de osso para crox a 200 rs.
Feotes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
. Garrafa com tata alizarine a 14000.
Dita com agua florida a 1 #500.
Dita com dita dita a i#000.
Tnico de Jaytne a 14500 o frasco.
Frasco com oleo eitpresso de babosa, de
40 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 14000
Dito com extractos finos a 14000.
Dito cera sndalo verdadero a 44200.
Latas cora banha muito fina de 120 a
40 rs.
Saboneee tnoito "finos e diversas quali-
dades a 88, 160, 240 e 326 rs.
Finas escovas para denles de 320 e 500 rs.
Ditas para facte de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 -e 320.
, Pentes para tirar piorno de 160 e 240 rs.
Payies para gaz, duzia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, ateiramente modernos
de 160 e 240 rs. -
PennaS'Caligraphicas muito finas a 14400.
Ditas de tenca e mosinba a 800 rs.
Lindos babadinnos e entremeios de 500
14560.
Crosas de botoes de louca de 160 e
aoOre.
Ditos ditos para etica a 240 rs.
Caa cora papel araizade a 706 rs.
Ditas cora envelles a 480 rs. -
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
280 ti.
Tbesaura para costura a 240 rs.
Linha de marca caria a 280. rs.
Carriteis de nhas de Alexaodre de n. 70
a 200 a-K) rs.q
Gi ampos muito fiaos, com passarinbos du
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 34000
Ditas porluguezas, duzia 1400
Papel almaco superior qualidade resma
44000.
Lamuito fina para bordar libra 64500
Fitas para debrum desapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cotes de 40 a 100 rs.
Fitos para cs, peca 480 rs.
Alfineics de lato, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para creanca de 400
? 800 rs.
Calcadoras a 40 rs.
Gravitas de seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas de croxe, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Xa Verdade ra Duque de Ca
xias n. S;.
Cigarros da imperial
fabrica cta S. Joo
de Niclheroy.
Uoico deposito em Pernambuco caes da
depa velha n. 2, t" anda.
Vidros para vidracas de todos os tarnanhos
e em aftas, vende Bartholomeu & C, em sua
pliarmacia na ra larga do Rosario n. 34.
As seguintes obras
Calas cont suisso, ene. 1 vol. por 14000.
ores singelas, por Paes de Andrade. Ul-
timas paginasK por P. de Calasans. Illusd-
es perdidas, por C. de Azevedo, tudo en-
cadernado em um s volume,,por 84000.
Tambara vende-so as collecrjoes de leis
pr'ovinciaes faltando apenas 5 nns, por
154000, tendo 27 vol. em brochura. Quem
quizer d ija-se a esta typographia que se
dir quem vende._______________________
ALTA MIDUL
Ra do X)uqlie de Caxias n 6,
Io andar.
A tesoara de ouro acaba de recetor pelo ultimo
vapor da Europa um varindissimo sortimento de
objectos de phantasia, mui proprios para presen-
tes, bem assim urna infinidade de albuns para re-
tratos de apurado gosto, que sero vendidis por
baratsimo preco ; luvas de pellica de Jouvin de
todas as ci res e todas as qualidades, exclusiva en-
coramenda.
Vende-se
No armazem de H. Lger. ra da Cruz n. 68,
nho de Borde^ux em calxas.
Vend-se um boi e urna carroca : na rul do
Mond(>(ro n. 61.
Aviso provincial.
0 Campos da ra do Imperador n. 28, avisa
nao s aos sus numerosos fregueies. como a todos
demais habitantes desta provincia, que o seu
armarem de molhados, um dos franqueza bem prover urna boa dispensa, pois
tem o proprietario deste esuhelecimenio reunido
um trande sortimento de gneros de primeira
qualidade em'dito armazem. Xomea ios um por
um tornar-se-hiam enfadonho, no entanto des-
cre\>e alguns que merece especial mencao.
A saber : ,
Presuntos inghzes para fiambre. .
Ditos de lamego para panella.
Quijos de Minas, grandes, a 2j.
Latas com salmn.
Ditas com lagostas a 600 rs.
Doce de goiaba e de banana, muito fino.
Camaroes seceos muito novos, a 320 a libra,
hampanhe superior, garrafas e meias ditas.
Chocolate superior de diversas qualidades.
Caf de mka e comraum muito superior.
Bages em latas a 700 rs.
Bnlaxinas de soda em latas e libras.
V-ellas para carrr.
Copos lapidados.
Charutos d Costa de S. Flix.
Vinho abafado em garrafas.
Nozes e amenduas.
Conservas em frascos a 700 rs.
Rap Paulo Cordeiro vijado e.commnm.
Farinha de mandioca
de Santa Gatharina
0 que se pode desejar de hnm, a garnal, a bor-
do do patacho inglez Mary BIkI: : a tratar com
Tasso Irmaos 4 C, ra do Amorim n. 37.
HILO
Ha para vender novo e superior farelo que se
acha deposi ado ud trapiche da comnanhia, chega-
do ltimamente do hio da Prata pela harca fran-
ceza Angelina a tratar cun seus consignatarios
Amorim Irmaos & C, rna i!;i Cruz n. 3.
Chapeos de sol do alpaca lina com hasteas de
baleia a 3i : na- ra do Crespo n. 25, loja da es
quina.
mm
Grande pechirtena de fa-
zendas barata?,
Ra do Crespo n. S 5.
MADAPOLO FINO a 4*500, 500 e
6000 a peca.
ALGOBAOSI.NHO a 2*800. 3 4* e
4*500 a peca.
ALGODAOShXHO marca T com 20 va-
ras a 6* a peca.
CAMBRA4AS finas e de cores a 240 e
280 o covado.
DITAS brancas e trasparentes a 3*
CHITAS escuras, claras e roiudinhas a
240 e 580 o ovado.
ALGODO AZUL, peca com .56 cova-
dcs a 5* a peca.
LENCOS filos brancos e com cercadu-
ra de cores a 2i>"00 a duzia.
BRAMANTE FINO de n. 230 a 270 a
123 e 24* a peca.
Na ra do Crespo n. 23, loja d Mano-
nael Dias Xavier.
A' RA DO CRESPO N. 25.
PECAS DE BRAM INTE FNO com 7
vnras. de urna largura, de 14 a 2? 5. jK3
PECAS DE CAMCRAIA THANSPA- S
RENTE a 300. H
. ALGODOZINHO com 18 jardas' a m
*900 o 3-3 a peca. S~
CHITA FRANCEZA de todas as quali- jH
dados a 240 e S80 o covado. B
CHALES DE MERINO' LISOS de tolas 5
as cores a 2-3800. \%
Na na do Crespo n. 83, loja do Manoel 2S
Dias Xavier. s
50"
60
I 000
CffOOO
100
500
500
500,
Rival sem segundo,
RA DI7QVB VR CAXIAS W. 4
(Anliga roa do Queiraadc)
Contina a vender tudo muito bem e
muito barato a saber:
Libras de areia prela muito bao. .
Tesouras finas para r.nhas e cof tu-
ra a.......-
Papis du agulhas francezas a ba-
lito a.........
Caisas com seis sabenctes de fruta
Libfas de la para bordjr <'e tod:-s
as cores a.......
Carriteis de linha Ak-xandre a. .
Frasees com a;eite p^ra macliinas
Grvalas de cores muito finas a .
Grozas de botoes m'adepeisla li-
nissimos a.......
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 320 e.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 cnvelopes muito
superiores a......
Pentes volteados, para meninas a.
Tinteiros com tinta prela a80rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a Ido e.
Frascos de oleo Philoctmo muito
uno a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macag perola a. .
Frascos de extracto muito li nitus a
Duzia de sabonetes muito finos a.-
Sabonetes inglezes a 000 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Pivera
Dito de oleo bnbozn a.....
Caixas de iamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
t.artilhas da doutrina fazenda nova a OJ
Libras de linha sortidas de lodos os
nmeros a.......I800
Babados do Porto, largos a ltO e 200
Capachos muito bonitos e grandes a 7C0
Carriteis de retroz preto, cem
oitavas a........ C40
Agulheiros de osso enfeitalos a. 2-iO
Libra de linha franceza superior
qualidade a....... 2>4CO
Caixas de paulo do paz a. .
A Nova Espernca
l-Rna Onqcsc de C a\as 8 I
Quando a NOVA-ESl'ERANC faz os seus
anuncios expondo aos seus reguezes e a
lodos em geral o grande sortimento e su*
periordade de seus oljectos nao com vis-
tas de atrair a alinelo do rma grande fre-
guezia, como a de e sim para scienlifiar (a interese de todos)
a qualidade do seus objectos os quaes sao
sempre de apurado gost. e peifeii.o ; tor-
nndole quasi indi.-pensavt I para aqueiks
jpreciadores (do bom) frequenlarem a No-
va Esperanza, pois que ella caprieba em i
ceber eonstanteaenle, o que ha de melhor
relalivr.mente a sua repartth: o que se po-
der verificar quando em qualquer reunio
de pessoas (amantes do xique ) v-se um
bonito enfeite era um bonito vestido, um
aroma agradavel esc;-.p;r d'um alvo lenc.o,
um moderno e linde tafo, nin dilicado ra-
mo de finas fkres, ele, etc. todos olham-sa
reriprocamenie e djzem com tigo (e as ve-
zes uns aos ootrus ) e-ics s3o objectes
comprados a NOVA ES!?.RAN^A: relmen-
le ll| procur.r dttSiwvw em annuoctos es
arligos quecont-.m dila loja, seifa traba'ho
insano e nunca O.farnaKS com aquella
graga e perfeicao rom que fo lies fabrica-
do^ assim pois aNOVA ESfERANCA con-
tentase em envidar alfid os feralmente,
vjsitarem'ua para euSo Scsrinn ptei-
rados do que ha exposta na mesma lija.
500.
80
eco
-240 .
too
lOO
200 -
500
1C00
240
oCO
720 V
1^200 " *
500 ^H*
500
40 H
Farinha de mandioca
de superior qualidade, ero accos grandes : ven-
de-se por mdico preco : no* aqnazet da Coro-
ptnhla^Pernambncajia.__________
Vende-se
ama oarelba de exeetletes borras brancas, muito
boas de carro e trotadeiraa : no sltij n. 4 em S.
at do Manguinoo.
Blilho e farelo
en sacrw grandes a !il, em poi ment : no rame da estrd3, hreo do Parauso
A 2:500
Grande sortiniemo de luvas de pellica da /on-
vin, brancas, pretas e de cores : era casa Ae An
drDelsnc, cibelleireiro, raa do 1", de Marin.
7 A, Io andar.
Saceos com arroz em casca.
Xo .escriptori* de Joaquim Gerardo de Bastos
ra do Vigario a 16, Io andar, rendem se saecos
com arros em casca ; para ver, no Irapiche Cu-
nba ra da Moeda.
Milho.
N escrptorio de Joaqnim Gerardo de Bastos
roa do Vtgario n. 16, t andar, ventlera-se saeeni
grandes cm milho muito novo por preco razoa-
vol : oara ver, no trapiche Bariio do .ivra mente
no Forte do Mallos.
MILHO NOVO.
Venden) Poca & C. saceos com milbo novo a
i* o ?aeeo : na rna estreila do Rosario n. 9 junto
igreja.
CALCADOS BARAT S
Borzeguins de paantazia pretos e de cores
para ohora a
Ditos para meninas a
Ditos de bezerro, snla grossa, inalezes,
41000
24000
ara homem a 7000
Vende-se na praca da Independencia n. 39, loja
de Porto Bastos.
Vendem-sa os spgain'*s objectos para dist-
: l alamhi<|ijn dn cobre com carapuca, 4ue
distila 70 caadas por ijia, -0683,51-
versos parw de ancura e ( oraba de Japy; os
qoats vende se junto ou cada ara de per si: ao
enenb.o Macaco em Ipojuca.
mmmmwm
MACHOTA
PARA COSTURA.
Vender orna com pouco uso, de l.icadeira, o
melhur sistema ccnheciJo, serve para todas as cos-
turas de cambraia al conro ; o dono incunbe-se
de ir aos domingos ensinar a_ pessoa que a com-
prar.
RA DA CADEIA N. 43.
o w

. o
i* O
Objectos para carros.
Solas de lustro.
Vaqut-tas de lus;m.
(Jaldes lardos e Mtritos.
Oleado pretn para guarda chova.
Dilo de cores para rorro.
Lanternas e vedas.
BotSe* de osso de cores it i versas.

CU
2 H-J =
a -o
p
< -B~
S<
O
pa-
\ 1
Pe
ra
Muito barato
Para acabar
;cas de algodao com 18 jardas por 2800 :
do Cabng n. 10
na
Peehincha
Vende-se dous no< e dotU carro?, tudo em bom
estado : no caes do Rimos n. 20.
VeuJe-se oualuga-^e urna canoa nova, (oda
eneavilhada de cohrej, qua pega 400 feix 9 de ca-
pim : para ver e tratar na camba dos Remedios
com o capitn Dellim.
Farufea de uandf >ea.
Da melhor qualidade e mais barata do que em
oulra qualquer parte : venden) Araaral, Moreira
A C, no caes da ajfarMega ^ "
Saceos de estopa
Vendem-se opliaw de estopa, proprios
para assui-ar, milho. farinha etc.: nj annazem df
Adamson, Howie & f... roa do Commercio n, 4ri. >
LUVAS
Os accreditados cilindros americanos p;ra
dara.
Machinas para d^srarocar algodao.
Canos de ferro galvanisados, liara apua.
Carri/ihn arntrli-.-inns para ipri-'M-r'ar fazenda^
ATTENCAT
Vende-so nmajiartfl do pngcnho Rsmo?, comar-
ca de Pao d'.Mho. do 9:000$ a i0:000#, e outra
dn engenho liihaman. comarca de Iguarass, de
5:000 : os pretendentes queiram entender-se
com o senhor do engenho Cartba da fregnezia de
Tracunhaem. oa com o Dr, Laurino de orars
Pinheiro, rna das Crozes (boje Dnqns de Caxias)
n. 2. O n asmo st-nhor do et'ifenlio Carabi offe-
itre a taluda denominad.,Mingtiai d.-> Grva-
la p.-.r.i .i Brcju Ja M,dre de Dos e Carato de
Bom Jar Jim tija r.ucnJa muiti acreditada pe-
los habitanies ques e alguin gano qun tatribn) se vende encorn-
rado dita f.izi-uda : trata-sa nos lugares atima
menrion.nlo-".
YeuUe-s
Ps d roseirasdo varia? qualidades, assim com
da sapoli, ahacate, t'gneira, 'laranja cjavo e pi-
nheira, por preco raznav I:
Ma, rna dn Moiidego n. 31.
%
a miar na Boa-vis-
Verdadeiras lavas do Jouvin brancai e de cores
vindas pelo ultimo vapor a 2S0O : na loja da Fita
Azul, ru do Cahnp n. i.
~BSpNAS~
De Cluuy, bran -,-en-
de se tu l-'ja da ?U A!, raa do Cabug o. .
champacnr da marca George
Goulet & conipanhia.
VAQDETAs^de lustro para carros.
oleados de diversas coros.
pesos de ferro do sysiemn deci-
mal.
a Venda ra d\ cruz n.
no arinszcBi II. S^ger
Peehincha
y
V
Joaquim EodrtguesTa- ^
vare* de Mello, g
TF.M l'AIl.x VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa pa Russia.
Vinho Boni-jtix.
Paiello de Lisboa.
^ FaflttlM de uiaariSoe.i. 0
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se p?r todos os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade superior
e vendem-se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na na da Cadea do Becife n. 51, i* andar.
Algodao, peca de 18 jardas, ^900, para liqui-
dar : na ra do Quelmado n. i, loja do Gaspar.


Drio de rP,eni.aiiibuco
___ Oillula
le ira
01
lo lull.n ,1o 1
870.
'.
OME FAJB 1 \ IB V
Maia UndeMno rende saceos cora farinha de
mandioca : na roa do Duque de Caxias, travesa
do Rosarlo, loja n. 18 B
Mais barato do que em outra qualquer
parte.
No porto da travessa do? Coelhos acha-se cons-
Uutemento lijlo groeso e fino, taparaeoto, telhas,
e grande porcao de area, que se vedem a vontade
do comprador por menos preco do que em oatra
qualqoer parte ; assim como so encarregam do
f jrnecer matenaes para as obras, liara o que h?
canoas carrojas.
RICOS CHALES DE CAMBRAIA BOR-
JK DADOS de cores de ultima moda
25300 : na roa do Crespj n. 23.
A15
Armazem dons irmaos
8Ra da Peaha8 .
Hanteiga ingiera flor a 1*500 libra, idem fntn-
i ceza a 760.
Cha miado e grosgo superior & 3JS00 e 3|000,-c-
t em caroca a 200e 248.
Vallas de spermacette a 640 a libra.
Aletria, talharim .macarrio a 400 a libra.
i VinhL5m P'P 400 a garrafa, idem S. nliem
I a 600 rs.
Grandes latas com belaehinhas a 1*300. idem com
laeot linhos a 500. idem com flgos a 14009.
Copds lapidados a 5*200 a duiia, idea dem de
contra a 2*600, idem temos com 6 copos por
1*100 ; assim como rotutos potros object".
Alta novidade
NA
Lojadopaqo ,
Gheg^arara pelo ultimo vapor froeei as ricas
chapelinas de pal ha de Italia, ultima .'novidade de
Pars, chapeos de Telado e peina tambem oe te-
mos de muito gosto, postilhoes e basquinas de gor-
gura o preto muito superior com ricos laces de
setim : na ra 1 de Marco o. 7 A, loja do pago.
LENCOS DE CAMBRAIA DE LINHO fi
BuRDADOS a 15300 : na ra do Crespo 1
n. 25, loja de Manoel Das X*vkr.
venae-se uina;|iadaria ne Giquia, tendo to-
dos os utencilios : a tratar na mesma.
Farinha de mandioca
igual a de Muribeca.
Em saceos de dous alqueires e de panno de
i algodo, cuja medida cr nespoude de 5 a 8 0)0
i mais de que a medida daqui e do Rio de Janeiro,
vende se a preco menor do que em qualquer on-
. ira prtete : tratar cora Joaquim Jos Goncal-
I ves Beltrao, em seu e'cnptorio a ra do Commer-
* ci n. 17.
V
GRANDE NOMDE
>
Quando a AGUIA BRRNCA, mais precisa scientificar ao respeitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguazia, da immensidade de objectos^jue ultimaraen-
te tem recebido, justamente'qoando ella menos o pode fazer e porque assa falta invo-
luntaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderao e relevaro,
continuando portanto a dirigirem-se a bem conhecida leja da AGUIA BRANCA roa do
Queimado n. 8, onde sempre acbaro abundancia em sortimento de snperioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seu nunca desmenttido AGRADO E SINCERIDADE.
Do que cima fica dito se couhece que o tempo de que a AGUIA BRANC ^ pode
dispr, empregado apezar de seus custos no desempenbo de bem servir a aquellos que a
honram procurando prover-se em dita loja di) que necessitam entretanto sem ennume-
rar os objectos^ue por sua natureza sao mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornam recommendaveis, como
bem seja
Grande eatabelerimeilto de fazendas e roupas feitas e por medida, ra da Im-
pera triz o. 52 junto a loja i de ames. *
Naata estabeieeinest encastrar o respeitavel publico am boao sortimento de
paspas de todas as qualidades.
Palitot do alpaca preta ede coros a 31000. 34500 74000, ditos mirin preto
de 74000 at-254000, dito* de taogairade eres finas e ordinarias, de 64, 164000,
ditos de panno finos de 6; 80 104 2< 4000. sobrecasaco dito de 204 -V504GOO
Completo sortiswoto de caifas da brira pardo de 1(5600 a 6(5000, ditas brancas
de 2(5, 1OJ000 o mais superior, ditas raeia casemira, ditas caremir de g& 12,5000,
ditas casemira preta de 4, a 464000 superior, dita de meria diversas cualidades para
lulo. Assim.cwno ota benito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para lotofazeoda superior.
Sortimento completo 4e camisas francesas de aleodao, de 13800 35C00. e de
iiooo de 384000 a 704000 a duzia.
.Sortimento compt de ceroalns fraeeezas de algodSo de 14600 a 2$50O,
ditasde bramante a 44800, 2 perior de 26(5000 a 88)5000 a daaia.; Sortimento de colarinhos de algodo e linho, etc.,
assim como meias de algodlo para homem de 34. a 103000 a^iuxia, gravatas de mui-
tas qualidades. Na roa da ImperatnK n. 52, loja do
Sortimento de chapeos de solle alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toalnas para rosto. Sortimento de,mallas para viageni.
i ATTENCAO.
Neste esabelecimepto ncarrpga-se de mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarrogado da olcina, que se encarrega do trabalho
com perfeico e poatualidade.
SORIIVffiNTO DE FAZEN8AS.
Chitas de 240 rs. o covado oa 103000 a pessa com 42 covados. ditas miudes
para camisas e .timao deraanino 860, e 280 rs., e outras rauitas qualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado. neate mesmoestabelecimeoto chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria eem barra, a braia lisa de 33, 43,53 e 10300 a pessa, e outras muitas fazendaa de todas as quali-
dades.
ALGOOM E MADATOLlO AVARADO.
,A 43000 o.algodSo, e 43300 o madaptao, e tambertt chita escura boa 240 o
covadopor ter grande porcao, na roa da Imperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
LTio de Ouro.
no armazem de E. A. Burle & C. roa -da
Croa n. 48 o seguate;
\inho Bordeaux superior quaiidade, gre-
cos de 73500 a 203000.
Cognac fino, rtifferentes precos.
Licores de differentes qualidades e 'gre-
cos.
Frotas e conserva em. frascos.
Azeite doce fraocaa, esa- caiaa d 12
garrafas.
GEiimo
O verdadeiro poettand. SA se vende na rae da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao MarM de
Barro.
Boa morada
u
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabam de chegarae GRANDE BAZAft
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carniiro
vunnaum omplto sortimeato de-ma-
chiws para costura, dos autores mais co-
nnecidos, aa'qnaes est3o em exposi?Io oo
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeico
a todos OS compradores. Estaa machinas dioca, tem eextenrao 1500 palmos, porm ten-
so iguaes no seu trabalho aode 30 costu- ;^-^a 'r^l^!ifT1^iadores: enleDd*l*m-
reiras diariamente, e a sua perfeic2o tal
como da melhor costuraira de'Pars. Apre-
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
den tes.
Vndese um hom terreno em urna das nia9"al-
Umamente abenas na estrada nova de BebeHbe,
onde passa a liuha frrea, muito perto de rttebe
Jicar, com roaUas' e torra para capim e
na ra da imperatriz n. S[
Estampilhas.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 58, toja
de azulejo.________________________^_
Farinha e miiiio.
No trapi-ho Bario do Livramento existe be* fa-
rinha de mandioca e excedente milho em Mecos
grandes : a tratar na roa 9o Virarle a.'H, aa-
Ofcina e armazem de
mariflOre dar.eseriptorio e Juaqnim Gera'rdo de Baste!
n. 57, Farinha de mandioea
da Babia.
Caes
Vinte e dous de novembro
(ootr'ora armazem allianga)
Ha para vender pedras marmores de todos os
tamachos e gr< ssuras, tijolos de diversos ta-
manno?, soleiras e saccadas, assim como solei-1 No escriplorio do Joaquim Geraldo de Bastes ;
i ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con- rua do Vigario n. 16, piimeiro andar, *ede-se
:traU-se e faz-se qualquer obra, como aonuuen- fariana muito alva, fina o tarrada, saceos dedous
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e alqueires, por menos do que em outra qoataaer.
| tudo o mais tendente mesma arte, per modieos parte.
procos. / i--------------------r*-------------------------------
Corpinhos d*e cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeic5o de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques oesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n5o massar o preten-
dente se lbe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em percas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Capellas brancas para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos cora p de arroz e pinsel,
Caixinhas cora ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes donrados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderemos e brincos de madreperolr.
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas pora balo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por um machinismo
LOJA DOS
Vende-se
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-'uma? subsMaem as outras
ra_ r r Vistas para stereoscopos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos.
Bollas de borracha para brinquedo de
Touquinhas de fil, sapatinhos bordados! enancas.
e nieis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinhas bordadas para ditos. para enfettes de mesa e de lapinhas..
Rua do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida & C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante conhecido como
am dos mais bem sortidos desta cidade acaba de receber directamente de Pars alguns
irtigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentes.
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos- inteiramente novos.
Brochad, fazendas de la e seda propra para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha d'Italia.' i
Basquinas de seda e guipure.
Colchas de seda e de la e seda.
Cortinados de cambraia bordados mnito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalbas de linho de superior qualidade.
Bramante?, selicias, sgoioes atoalltados.
Gnardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
(ache-nez, baloes, cami.Mnhas, sombrinha.
Madapoes de varias quaidades, sa;cos para viagem, mallas, tapetes, cpa-
hos, alcatifas e mnitos ontros artigos que se vende por precos mdicos.
Tem tambem constantemente um completo sortimento de ESTEIRAS DA IN-
DIA para forrar salas.
Sementes n:vasde hortalices, garantidas, da soeie-
dade de Horticultura Lisbonense, rua do Amorim,
deposito da tibriea de cer vejas e espiritas da rua
do Brnm.
; (HAZ (AZ GAZ
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster 4
i!, rua do Imperador, um carregamento de ga;
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
e a retalho por menos preco do que em outr qual
quer liarte.
Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
mos de fren'e e 160 de tundo, para o lado da es
trada do ferro, cujo terreno tem al cerce feito pa-
ra,cineo moradas de casas na rua de Motocolom-
b dos Afogados : a tratar na mesma rua, ou na
roa bireita dos Afogados n. II?.
Sahidas de baiU
Chegaram loja do paco as ricas sahidas de
baile, assim como os ricos enehovaes de cambraia
bordados para enancas se baplisarem, artig este
o melhor que ha no mercado, assim como temos
gran-e sortimento de outras muitas faiendas de
gosto e novidades por todos os vapores : na lpja
do pao rua Io de Margo n. 7 A^__________
Cantara 'Je Lisboa
Soleiras, horabreiras e capiteis para frentes de
casas, o que ha de melhor : venda no arma-
sen) da travesea do Corpo Santo n. 25, de Joaqnim
Lopes Machado A C.______________________
Vende-se uma casa de taipa. na baixa do
Zumbi, (Torre) em solo rendeiro : tratar na rua
Imperial n. 233.
BRACO
Rua do Imperador n. 26
0 respeitavel publico encontrar mate
estabelecimento diariamente um completo
sortimento de pastelaria, bollos ingtezea
podins, pds-del, prgsentos dos ultimo
chegados ao mercado, salame de lion, bo-
linhos finos de todas as qualidades para coa,
amenioas confeitadas, confeitos, bomboins,
pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
lilhas do mesmo ,cattuxos e carteim com
seis charutos de chocolate cada nma, esta
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Pars e o melhor qoe-'at
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figueira muito sape-
rior. Os mais genuino e superiores vinhot
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabelecimemto
por commodos precos, fazendo-se abatnen-
lo a quem comprar em porejo.
Os donos deste estabelecimecto nao s*
tem poupado a despezaj para melhor ue-
reeprem a acoadjuvafo do Ilustrado pu-
blico.
IMPERATRIZ
DE
-r-rn
MJWM.9 ilGUHREDO k C
Neste grande estabelectmeato eaeontnr o respeitavel publico, u:a grande sortimento de fatendas, do mais apurado gosto ass;m como de todas as de primeira necessidade que se Ibes promette vender por precos muito mais barates do que
em outra qaalqnor parte, visto que os novos socios '.esta firma adoptaram o systema de s vennderem DI3IBIS2SSIO ; para poderem vender pelo custo, liuitando-se apenas a ganharem o descont. As pessoas que negociam em meaor escalla, nesta lnfa
e armazem poderio fazer os seas sortimetitos pelos mesmos precos que compram as casas estrangeiras. Para maior comraodidade das Esmas. famtliA. de todas as fazendas se do os livros das amostras, ou se mandara levar embaas casas, para melbiu- .
derem escolher.
* UTAS NOVIDADES S*
5 DO PA^lO g
BONITAS FAZEND.^S FAR.\ A FES- 5$
6 TA DE, ^
$f SANTO ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO. '0
Vendemse as mais lindas poupeli- vv
9
as de inho e seda com os gostos
mais novos que tem vindo a este
mercado, pelo barato preco de-----
2-5000 o covado.
Sedas listradas, de furta cores, fa-
zendas de muita phantasia a 23000
o covado.
S da bisraark, larga fazenda muito w
encorpada o covado a 24500. |Kj
Bonitas lasinhas largas com palma
de seda, covado a 15000,
Lin las agraciando lavradas covado
,,a 14300.
Alpacas lavradas de todas as co-
res, covado a (>i0, 800 e 14000
Bonitas I5asinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
56;).
Finas alpacas lisas, sendo cor bis-
mark lyrio, verde, roxo, cinta, can-
" na, azul etc., covado aGiO.-
^ Ditas furta cores com as mais bo-
*v nitas cores, covado 503 rs.
J5 Lindas baregAs lisas, e com lista
J< da mesma cor, fazenda inteiramen-
W te nova, covado a 560 e 610 rs.
<{ Bonitas lasinhas tapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
LSasinhas lustrosas com lindas co-
res emitac3o de seda, o covado a
320.
uindos cortes de anadino, sendo
fazenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 18 covados a
i54O0O.
Finissimos crtes'de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 124000.
Cortes de ganga indianos, fazenda
inteiramente nova a 74000'
Ditos chinezes com duas saias a
W.
Ditos de 13a escosseza fazenda mui-
to b mita com los de seda a 740u0
i.-siraos orgaodyscom lista de
t*cr e salpico, sendo fazenda de
muita phantasia, o]tnetro 14280.
Organdy branco com listras lar-
gase quadrinhos, a vara a 14000.
Todas estas fazendas, s3o inteira-
mente novas e se vendem muito era
coma, rua da Imperatriz n. 60,
loja e armazem de Silva e Figuei- ^
do G.
de 125000 rs. cada um, pechincba.
CASEMIBAS ESCOSSEZAS.
0 Pavo tem boni'as caserairas escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas cora listras ao lado, sendo fazeno
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porc5o.
CORTES DE CASEMIR V PRETA A 4:500,
0 PavSo tem os superiores cortes de ca-
semiraspretasenfeitalas pelo aarato preco
de 45500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
0 Pavo 'ende exceliente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequi-ntam a escolla por ser
uma fazenda leve, escura e de muita dura-
Co, pecbincha a 800 rs. o covado ou a
#5800 o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 640 RS. O OVADO.
O Pavo tem asomis lindas bareges de
la sendo meias transparente, com uma
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bismarck,
roxo, etc., tndo muito boa largura e liqui-
darse por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to uma grande compra, assira como ditas
maisestreitasde ora s cor com listras
imitacJSo de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chinch.
PECAS DE MADAPOLO A 35500.
0 Pavo vende pessas de muito bora
madapolo, tendo 12 jardas cada uma, pelo
barato preco de 34500.
PSCHINCHA EM ALGODAO A 4*000 RS.
O Pavo est vendendo pecas de algodSo-
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
com 14 metros cada peca, pelo barato pre-
de 45000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
saccas, mais barato do que em outra qual-
quer parte, na rua da Imperatriz n. 60,
loja do Pavao.
' OS SETINS PO PAVO
Vende-se es mais bonitos selias de cores
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversas cores.
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
0 Pavo tem nm grande sortimento dos
i mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
m^sas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algo&to enestado.
Vende-se uma grande porcao de a!god3o
sinho americano com 8 palmos de largura,!
GROSDRNAPLES PRETOS'DE 1*600 AT 7*000
Na loja do Pavo encontra o respeitavel
publico um grande sortimento de grosde-
ROPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PREQOS.
N'este grande estabeITcimento encontrar
e 8500 >, que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pav3o as mais
Jindas cassas francezas com delicados pa-
propno para lencoes e loalnas, tendo liso e j_s-- j 4j^_______ _.!*
E&o? 0e se vende por preCo m* em H?ld222Ki So
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
SSSMto* S" iSsr^B; ? **
que se vende por preco
conta.
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do P,av3o, o mais
elegante sortimento das mais Iradas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazera o mais delicado effeito, para vestidos
de duas sa;as, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA '
SEDAS D* LfSTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covado.
Chegou para a lja do'PavSo ora grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as mais delicadas-cres, tendo
entre ellas lgumas que servem para lato, e
vendem-se pelo barato preco de 24000 o
covado, pechincba.
FAZENDAS P.\b!\ LUTO NA LOJA PAVAO-
Encontra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande sortimento de fa*
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas que
tem vindo, proprias para loto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavlo vendese bonitos en-
ehovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 44000,- cada um.
Vende-se bonitos cortes de caserairas
claras e escuras pelo barato preco de 44.
ou a 24400 o covado, tendo duas larf oras,
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 84. 104, W e 460000.
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se vendem de 84000 o par, at o mais
rico que vem ao mercado, e vende-se mais
barato que em outra qualquer parte.
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem ce do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
- Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechinctoa.
LASINHAS A 320.
v LASINHAS A 320
LASINHAS A 320.
Na loja do Pavo vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a imitaco de poopeliaas de
seda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
maito nr.is dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, pechincha,
PEC52IIVCHA
EM CAMISAS DO PAVO A 44500 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas eom pai-
to e collarinhos de linho e puahos, pelo
baratissirao preco de 45500 rs. cada uma
e aos freguezes que comprarem dtrzias se
Ihe faf um abatimento, garantindo-se que
fazenda que ale'muito mais dinheiro,
liquida-se por este preco por se ter feito
orna grande compra : assim como se vende
ALPACAS LAVRADAS A 640, kx j
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimenie
o mais bonito sortimento das mais moder^
as alpacas lavradas de todas as cores, qb
se vendem a 14, 800 e 640 reis o covada,
assim como um grande sortimento de alpe-
cas lizas de todas as cores
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e reroulas tanto
mSn.hA m -de 3lg0d C abandante sor- Chegaro as mais modernas basquina.
VKT?DOSSSl%n?8f'nilllimSAttS on jaq^tiofaas de seda preta, ri.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS. enfeila(las a viarln0) tranca e setim pretc
Basquinas.
O Pavo vende uma grande porcao de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 54000, tendo cada um seu competente
figurino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 34 0 COVADO
0 Pavo tem para vender bonitas ease-
miras raescladas e bastante encorpada para
roupa (je homens e meninos pelo baraio
preco de 34000 cada Ibvado ou 54000 o
corte de calca para hornera.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
peca de obra a vontade do freguez, para o
que tem um perito alfaiate, respoosabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta que possa haver, quer por de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e'para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas
que desejar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior/bramante com 40 pal-
meado de todos os modellos, os mais novw
que tem chegado e vendem-se porpreow
muito razoaveis.
POUPELDAS DS SEDA
BOUPELINAS DE SFBA
POUPELINAS DE SEDA
a 24000
um bonito sorfimento-de ditas tambem com mos de largura, proprio para lences, dan-
- ditas de algodo I do a largura d'esta boa fazenda o ompri-
mento do lencol, sendo preciso para cada
peito de linho bordadas e
para todos os precos.
PANNO PARA SAIAS A 1*000, 10280 e
14600 RS.
Vende-se bonitas fazendas f proprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da faaenda o compri-
mento da saia e vende-se pelo barato preco
de 15000, 14280 e 14600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Vestidos braacos a 134000 rs.
0 Pavao vende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia oranca, ricamente borda-
das e con? muita fazenda pelo barato preco
nm apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
chincha pelofpreco.
ESPARTILHOS A 5*000. v
Vende-se um bonito sortimento dos me-
lhores e mais modernos espartilhos tendo
do barato preco de 54000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavo vende-se
sortimento dos mais bonitos
o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdadi
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
droes mais delicados que tem viudo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias par
alliviar luto, e vende-se pelo barato preg
de 24000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das m
lhores cambraias tanto victorias como traite
parentes tendo de 35500 peca at a rail
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4|000, A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais de ara de
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se venden a 74 e 8$000, lkp-
da-se pelo barato preco de 44(400.
FUSTOES BRaNCOS A 0, 800 E 1*200.
Vende-se muito bonitos fustes branco*
muito flexFvel proprios para Vestidos de
senhoras e roupa para meninos e veode-te
a 640, 800 e 14200 rs. o covado.
cassas a t 0 Pavo est vendendo bonitas cassas de
ceres fixas a 240, 280 e 300 rs. o sondo
Brilhantes lasinhas.'
S o Pavao, 640.
Chegaram as mais birlhantes lasinhas com
as mais lindas cores, cora palminhas miudi-
I nbas, assentadas as mais delicadas cores de
um grande lyrio, cor de canoa, cor de ganga e branco
cachenez de sendo estas novas lasinhas de muito bes
A loja do Pavao est, constantemente aberta, das 6 horas da manha s 9 da noute
pura la proprias para senhoras, vendem-se qualidade, tendo largura de alpaca e veode-
a 64000 cada am, na rea da Imperatriz se 460 rs. o covado. i rua da Imperatrix,
n. 60. Ib. 60 loja do Pavo.


' i
f
V
ooofiorciaoto desta prac,a acaba du concluir
-r-seos ('s.iabetedraenos fo fazeodas
iribaldi e Ararai o toado reaoK
grande abrtirrieMo de poros,- porisssces'*
regtieseS.Maiia d.v pruija cosjto de- omUo.
ie nomino sen ts^b-ieciinMito. e armazem (la Arara na na da linperati'u-n.>7a. e'qt rawlveti-so
d-* leja Gari&aldi, para licar smente cwtn a d Arara; coaOacinia
Diario de Pei*inbuco Q i'etru 21 de Julho de 1870.

vido li(j|u
Ibes Shi
I a aro
tica dito,
ttailCaO | CHALES BlttNCGS I>K CASSA A LW00
V$$*e chitas fn.ieezas a 240, SO, J2Q! COBBWas CHSSA8efBlMM|Wej
e 360 o eovjii.) o Arara. I VendO-so-un j?ti"nde>por|ao"de'obi-
ORG.VNDYS DE LISTA DE CORES. las d chitas elimezas- paratiatoa ptrip barato
Veide-se orgaudvs para fiados de se- prewo de 21000 eada urna,
nhorjis fazenda muita moderrias a 410 rs. Vende-Hj na leja do Arar* 3>balc3S para
ocjrdo. quakjsere&atjeieciwno por barato psv
Brflhaat'na miissufna le cor' por nao se: precisar (Felina noestabetesi-
Yende-so brillantina ou raussulina de meato.
Itb
MMA.
DO
A
JT. 2Isxg do Terco.Ni. 23.
r-para vestidos a 440 cov'ade.
RBCADOS 'FRACZES A 3G0.
Vende-so ciscados fraiicezes uara vestidos
a 30 rs. o cuvadu.
Ctstas larga a 3'O.
Vnde-se chitas escuras linas das Jargas
para,'vestidos de senhuras. a 320 o cotario.
Ditas matisadai escuras a 280 o cavado,
ALPACAS LJ^AS A 500,
Vende-se alpacas lisas para vestidos de
senhoras a 3'M e 040 rs: o covado.
LfciNASTV SI'ARENTES A 560 RS.
Vende-se [Sasjnbas transpaintes. para
vestidos a 500 rs.. ditos tapadas a 400 rs.
o covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 505 RS.
Vende-se alpacas de lisias para vestidos
a^SOO rs o cavado.
BfULIIANTINA BRANCA A 300 RS.
Vende-se brjbana branca para vestidos
a 500' rs, o cavado.
ALPACAS MaTISAAS A G40.
Vbdde-se alpacas malisada's para vestidos
de senhora a 040 ,s. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS (000.
Vende-se 'cortinados para janelas a ttJOOO
o par para IiqaidV.
SEDAS DE CORES1 I000.
Vende-so sedas para vestidos a lAOOOo
cavado.
CORTINADOS PAR CAt ii,-5O0O:
Vertde-srt cortinados paya cama a 144009.
GBBUNHM PAR* SENHORA A 100.
Vende-se urna grante'piirca'o de gollirrbas
para senhoras e meninas, a 100 e 300 rs.
cadi m.ia par.' H'rfoidWi
CHITAS PARA COCERAS A 380.
Vende-so oM*& largas para coberta a
34t)'cr360 rs, o cotadn.
. MANGUITOS E GOLLAS 500.
Vende-se manguitos e gollinhas para se-
ubora a 500 ts. ditas de llano a 4t e 800
rs: cada urna.
CHALES "ESTAMPADOS'A 25000.
Vndese chales de merino estampados a
2000 para Iiqnidr.
CAMB3A1AS VICTORIAS G$000.
Vende-se eambraias Victorias linas a
4000 G500 o 7,->00.). por sqr lignidaco.
ALPACAS COM PALMAS DE SEDA A10000.
Vende-se alpacas cora palmas de seda para
vestidos de senhora a lOOO o covado.
CORTES DE CHITAS DE CORES A 2*400.
Vende-se cortes de chitas de cores coa
10 covados a 25300.
; RETALHOSDE CHITAS PRETAS BCASSAS
A 420 O COVADO..
Vende-se urna gratule- porfo 'de reta-
lhos de chitas e caSsas pretas a 420 rs. o
covado para firniWa*.
COBERTORES DE ALGODO A14400*
Vende-s cobertores de alrodSo cada um
U'.OO.
RRAMANTE DE-LINHO FINO A BARATO
PRESSO.
Algsdo T.iKcail- guras 6 1*00>
Vende-se almadio transado d"doas la*-
guras a 4,5200.
MADAPOLO ENFESTADO A 34500.
Venderse pe^asde maiapolode 12 ar-
das -a 35506 a pro*
ALGODO A 45000.
Vettdu-e pee s de algodao encorpado a
4|. 55, 65 O "5000 a peca.
nda>o!o a 5#OGK.
Venrte-s pecas de madapolSo de"24 jar-
das a SS$ 6& e 6-JoOO, drto naitito fino a 75,
8< OS e 406 a peca para liquid-r.
AIGOOAO DE 8 PALMOS DE LARGO.
Vende-se alodo cora oito palmos do
largura proprio" para lences e toalhas a 900'
rs, o metro.
ALGODO DE LISTA A IGORS-OGOVADO.
Vende-se ilgo.lo de lista proprs para
saias on vestido para esCratas owcatad e
carnizas para' cscravos porser moito forte a
1GO rs, o covado para liquidan
Caves de castor para cale: a1
50O n.
Vende se cortes de castor para- ca+ea a
300 rs cadarjin.
CORTES DE BRIM P'RA CALCA A 15400.
Vende-se cortes de brina cr para
calca a 15400 cada ora.
65rim pardo liso a- OO rs.
Vende-so brira pardo liso,mek linho para
calcas para trabalho a 500 rs,' o metro.
angas para calca' a rs:
Vende-se gangas inglesas para calcas e
patitots a-280 r.-. o covado para liquidar:
CORTES DECASEMIRA DE CORA 3#00.
Vendc-sf! cortes de casemira de c6r para
caiga a 35500 cada um.
Ditos mui o finos rom listas do lado a'5$.
PERCALAS FIN IS A 440:
Vende-se percaas finas, para vestidos d
senhoras a 440 rs. o covedo.
Cassas franeezas a 40.
Veode-se cajsas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
da Peii ha 10
DE
S'i-MTRS S.FE1REI1A.
Os propnetarios'idcstih hert sortfds armazt partfcipftm ao* seus inmmeros
n
pos
(\n (
quet* genero compracto'iHst^ dous esTafetreimenfos. Meticioamos algons dos nossos
gneros e a vista destes1 sao comprebehdidos os outros, parque enfottonh seria men-
chi-los.
Se algnem duvidar vetifaa ver.
Vinagre branco mandado Vir por canta
proprt \fndb d Lisboa, a :20 a gatrfae
480 olitro.
dem tinto Figi.-oi'. Lisboa e Port a
320,280, 240 e 2u0 rs. a gart afa e 4S0 300
rs. o lftrt)."

Rm
O9pr0|MMtarH
ca) ti:
da En
fina !ti!i
tao r
**^ t
Caz amric: no marta Dtes a 85800 a
Mfj 3S0rs.> prrafo e 560 o litro.
Azeto* doce de Lisboa a 900 e 45000 a
garrafa e porrSo faz-s3 grande abatimen-
to.
Vinbo Figueira, Llsbba, Portop streilo- Clf ,?1,n ca* a 2-- 2* e 2"0- a 1-
a 560, 300 480 e 400 a garrafa litro a 840 *?Jc%r?mth'y a Jm' 4a e' 60(>'' e
/(5000; 7ifeG0 e 8*800 arroba.
Mijhft alpisla 200 rs. a libra e 440 o fci-
logcamma e 558'X) a arroba, em porco ha
35200
m m m i i
gaiola?, gallinheiros etc.
rame de ferro palTaDisadrt em rede para creas,
Chapas de ferro plvanisada para cobrir ca?:,s.
Tachos de ferro Mlanhado para engenhos.
(;ofres dn ferro de Mluer e cucos autores.
Chumbo em cano.
Dito em IeHcol.
Hito em barras.
Dito cm enxadas.
E^tanho em baria e vergnhiha.
Folha de Flandrrs.
Arados aiiii-ncanos para ladeira e varza.
Carrtnnbs H tuna.
Veozianas para janella*.
Machinas de dfcscarojar algodao de facao.
DilSs dr- fi-r-j. *
Ditas para cortar fumo.
Ditas a vapor de torea de 3 cavalios e motores para Seavallos, para mover as
mchicas de algoJfn.
Cadeiras de forro: t
Gamas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
Kalancas pr.r.i pcsur.
Oleo de I in liara em latas de ferro.
Trilhos de ferro para eugenhos
Combas amerieanas.
Macacos de eslivar.
Balancas e pesos decimaes e outras.
Pogoes de palate.
Eoxofre.
Salitre.
stpa larga e de boa qualHade.
Plearetas para cominos de ferro.
Um grande sortimento de ferra^ns e entilara.

Cortes de seda e de cambraia bordados I


O Gysne ra da Imperatriz n. 6i acaba de recel er lindos e modernos cortes de '*
vestidos de seda, pretos e de cores, lisos e matisados; assim como corfes de cambraia ?&*
w
braceos todos ricamente bordados, os quaas vende por comnwdos precos.
Laa para bordar a 5^500!
Acaba de receber ura grande e variado sertimento de la, quai vende a 5500
libra, cores sortidas.
Fitas e galoes de seda
Receba tamBem nm lindo sortimento de trancas', franjas e ga!5es de seda, e nm
variado sortimento vde Utas de sarja, setim e chamalote de todas as cores e larguras, e
I Bdi sem numero de artigos piwprio de dito estabelecimento.
riis
garrafa
700, 720 e 600.
Vinbo braics'paro' de Lisboa a 640*560 i
agarrafa, em pnrcn-be-abameotoi
Viabo Jo Porto. eUgM ifadi das- nwAbn i
res e mais acrecidas marcas a 15000e 15200:i
t5560 e 25 a garrafa.
dem Rorde'aiix, Mdoc e SI. Jum a
75500 e 65500. a duzia e ft rs. a parala.
Geoebra de Moilnda e lara'nja doce aro-
mtica a (5300, 75. I5300, a Yrasqueira,
_ Serveja Bss, Illers & Bell 05800 du-
zia em porc50 ha grande abalimepto.
h)i'.ra m.rca Vte TF e ootr.-is marcas a
55500 e 6$, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos gneros, vinio cm ancoretas, azeitoRas,
passas e figos, char'ts finos de diversas marra$. marmeiad, bolachinlias de todas as
quardddes. perot, Fnncy-cnic.yreL b, c. Madianx, raixed. soda Fancy-nionac, pa-
lace d Yarete, combinatron, .Britania, doce de goiab.-v ina, bonrcas, nwnteigis lina*
franceza e ingleza, bana de Baltunor, phospliorosde Sycurvt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canella, piaicnt do romo, rvsdoce., pomaia. eniofre, bren, peixe
em latas de todas as aalirjafle, farinha de ilbo americana, grandes "molhos de sebol-
las, neides dds'awaaens exSt tambora grande sortimento de laucas propr.as para ne-
gocio, que polos seus co'inmod'as preco faz vantagem ao compradores.
;abalmento.
Quenas fres<:os do ultimo vapor a
e 35400 cada um.
Alett-ta, macarrlb, talharim a 500 rs. a
libp e 45IOO o kilograiimit^ro caixao ba
al)tii?iWttd.
Sabo massa de e 2* qrtalidade a 2*20
e 240 rs. a libra ern caixa ha batimento
Touciaiio de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra ^SO o ki ograanno, em arroba ha
grande differenca.
re.|Hu. 9
leeido estabele-
uu tinhanj*.v
do r man-
reoebr pdo ultimo vapor
fefiMo e vanadr sortimento de
ecialidades, as qu%cs es-
nder, cem de seu costume,
r.itinbss e commodos para to-
iiiU) qne o Gallo....
MrtHO snprio:tM lu^ de pellica, pretil, brati-
cas d rrvn! lindar.'cors.
Jloi boas e bonitas gollinhas e pnnhos para s**
?hora, tiefte genere o que ha de rnais modornc
Snp;'.riores"pentp.s do tartaruga para coques.
Lindos fe riqnissimos enfeites para caberas das
Exmas. -sanhoras.
Sapertores tranca* pretas e de eOrcs com vidri-
Ihos e sera elles; esta fazeuda e'o que pode baver
de nielhr e mais bonito.
Saperinr -ritos leques de madreperola
oiarfim, sndalo e oiso, sendo aqaelles branco?
com lindi. leseoiM, fr estes prelos.
Moito sLiptriorcs nieias lio de,Escossia para se-
nhrs, as quaes serapre se venderam por 300OO
* duzia, emretaHto que nos as vendemos por 20*,
.tmctoUs,'temos lamhem- grande sortimento de
ontras tralidades, entre as quaes algumas muito
finat..
Boas bengalas de superior canna da Indiu e
castaodc martlin com lindas e enirantadoras figu-
ras do mcsmi), neste genero cvquo de melhor s i
pode deseja ; alia destas temos tambem grar.dt
JuantKlade de outrrfs qualidades, como sejam.ma-
eir, baitia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos airosos chieotinhos de cadeia e
de outras quahdtidcs.
Lindas e sj'Tiores ligas de seda e borracha
[jara segurar as u;eia.
Boas meias1 to seda para senhora e para meni-
nas de 1 n 4:- anuos de idado.
Kavdbra eabo de marflm e tartaruga para far.er
barba; sao merto boas, e de mais a mais sao ga-
raMW<'a.peK>-fabricante, e nos or nossa ve; tam-
bem assogi:ran^s so quadidade c delicadeza.
Lindas e bellns ci.pellas.para i:oiva.
Superiores, agulhas-para machib epara crox.
Liuha muito boa de peso, frouxa, para encher
lahyrintl'.o.
lions bar.ilho? de cartas para voltarete, assim
como os tcntos paca o mesmo ftm.
Grande e variado sortimento das mftlhores per-
tVrfttrioi e dos melhorts e mais conhecidos per-
Tumi stas.
COLARES DE ROER.
i Electrir-s majmtkOS contra as convulsoes, e
fr.''il:tam a dentirjo das innocentes crianzas. So-
mos des., niuifc^ rec(liedores (lestes prodigiosos
collares, e ttMnhwrafnfl* a rpcehe-loi por todes os
vapores, a!im d umfra altom no mercado,
como ja ten ao as i, pii? pod-'rao aqnel-
les qwe delles pr -m. m- i a-pos.o do gallo
vigilante, aomV s -apre i*a*HK*faaft destes verda-
deiros eoRai s. o> tpu- attr-:vi no-se ao fim
paraquo i lus, se tendern com um mui
diminuto hn:ri.
Robamos. ,.'i-, ,vista rijscbje-'ios que deir.amos
declarados,"aos nossos Ireguezes e amigos a virem
comprar por prer >s muito razoaveis loja do gallo
vigilanie, ra do Crespo n. 7.


Novo estabe iecimento
01 FftZEIBIS E ROUPAS FEITAS
Ra da Imperatriz n. 40-,
esquina
do becco dos Ft-rreiros.
0 novo propnetario deste esalwlectmetito, commanica ao respeitavel pabbco
desta cidade, a especial mente s Hxmas. famiiltaa, que est liquidando por precos bara-
tsimo, as antigs fazendas que existan* neste e v*a retacionattas, cojos preroslnereceni toda a attencSn do resneitatel publico, qoe nao
deixart de com-peii^nj qumtra refaaer-se de-qoalqoer qnalidaVe' de faaenda que pre-
cise. Prevtne-s tambem que a mesma Iftja .teiw Wte swrtifnentb do fraendas moder-
nas e continua a sortir-se das do> mats--aporado' e escotoido guato, que- vender mais
barato que qnalquer oua loja.
A LOJA DO PAPAiAIO alm de ter um qrawi deposito de- roupas feitaa, tero
um bonito scmltnenio t casemiras i'ranc-zas, irifclexas e alIemSas dos padroes mais mo-
dernos, e aMira coroo pannos pretos, casemiras e panno fino cor oe pinbo, azul claro
e mais escuro, brms-brancos e-de edres, fusibes bramos, ede e6:e, gangas de linho
e brms pardos de todae as qualidades.
A LOJA DO PAPAGA tero cnmralad nm opwrao nwstre atraate- perito no
seo cilicio para executar" qualqnnr ohra da-arte com a maior perfeicSo e esmero, e quai
quer obra que rilo riqtie voniadc' m fregoezos, litar para a loj, e^ manda-se
A na tU> Dutju- J.
(ANTIGA EOA DO QKMADO)
n>
E'pcix- yi'.inil'-o t'->-Mrad'Liihliii,>wiia,
Carifiras, cli
qualid
n.i
, i c,iixn-\a-ii-' par f"frt*Ta n
Ifnirt el
Deica4l canetaa de iiiaifim ti ii de
M ulprno!" |iorr16- dc-f;'rt.inL'
tre ellw i* mbiK
C-'tninodo* iKiic.idurfs ruin dua gavet.-ts-. m
espcL
Port bmqiiet, u que de melhor lena a).[
eid).
P.-rt n-t'pkm deinuiMs-^ali lt'ins Li-hews-tKiM n i;ff>##.-
Vutuarios. cliap"ZinliM.-, toucas, sap..l(-s e n
para baptizad'*.
Tiiiraaffc b-hiMltf* ifrfak^ind
Cbi .f.*>lmi|rtiaM:nliva,niokli>s ;.
e b-nitT.s.
Cliap.'ozinhos (urrt eH^uiets pira irewBOf e
meninas.
Ko uta as eoLVulso-s as
Vende s i rtcs na Nova fepe-
ranc, na d<* Ifntikje rt i]^'r..< o. 81.
ia::a TilCGiii cAriKi.LOs ,
para pn*>< i-n tWUMti s. rwffcei n Nova |
raurii :i vt>rii:w]i'ra im a
.' 'PARA AtiAUAlt i:OM aS SAItDAS
off pann-s, '.''n a >iiv.i l*.-pi hi.(;.-i u viuad
Icilo de ii' liranMHIi
A liK*LOUl)FLAHAN Veiiic-s'- na No** BiperaniM, iuato Dn<|ti<
Caxi;i-"n. 21.
I'APEI. PARA 1-ATI-ITA1! SE rOl.06
re(vben-"s (Mtita lindu* a N .vh KpMWft;*, ra
do Duqo-de Caxi* n. 21.
PAKA AMALIAII E AKOLllOSl^Vli A I'Kl.LE
ifin a Nova E-petanca s aaAoncb.1! de 11
ariDz.
Eival sem segando
RA DO DUQUE DE CAX1AS N. 9
EsU> dispusto a continuar a \emlor ti '...-
as mindezas pelus baralis?-nos prests abai-
x i declarados, garantindo tudo boru e pre-
Cos admirados.
Caixas com 20 cdernos papel pau-
tado a. ......
Caixas com 50 uovellos de linha
do gaz a........
Duzias de rucias cruas superiui
(jualilndo a.
700
4(X>
Pefas i!c babaiinhos cutir 10 va-
fazer oura.
Aloalhado de linho fino,
e de algodao a 4^
Algod5osinhf> largo; para lentes e toa-
lhas a 4@00.
Alpacas pretas^ de cores-, lisas,
cores, e-de ristras.
Bareges con listrinhas do differenteB co-
res a 320 rs, o covado.
Bols-sde tapete avekdadas, para viagem,
o pre?o e conforme o tamanbo.
Bombisiaafi pretas. Iias, e trancadas.
Bramantes di liabo, fraocez e ingte* a
2*500.
Bales de mussulina, brancoa com tas>,
e oulros todos de panno com o -falte dos
de fitas, para senhoras e meninas.
Basquinas de gros<*enaples preto mo-
dernas e de croch moito eirfeitad.is.
Bretanbas"do linho. e de algodao.
Brins de linho trancados hrancos- e de
cores.
a ;lj o metro, l Ft*jni3ei de linho de 1(56(10' a 35 a vara.
Chtles (te merino pretos muito grandes
M.
Dito ditos, estampado de f,500 para
de fortal cima. f
Fil de linlro branco e preto liso, e de
salpico.
Grava'rs de seda pretas e de cores, da.
mais modernas qoe tem vindo ao mercado.
Guardanspos de i-inbo brancos e pardos.
Grosdetwple pretor de differentes procos.
Laasinbas em cortes com palmas com 14
covado por 6$.
Ditas lizas e dslistas transparentes e ta-
padas d diferentes precos.
Madapo'o inglez de o at 10* a peca.
Lencos de algodao, brancos de- 2* a 3$
a duzia.
Ditos de cambraia de linho de 6* a 12s
^Dilos de efguiao de 65 a 85.
Mussulmas brancas e de cores a 300 rs.
Brins de algodao trancados brancas e de o covedo.
cres- Gorgures dn 13 com listras, fazenda in-
Colbraias brffleas tapadas e transpa^ teiramente nova no mercado a 800 rs. o
rentes, sendo ngrezas e saissas de 8 pal- cavado.
mes de largor*. Merinos preto, traneado e de cordio.
Camisas de meia; de flanella; branca, e i Pedos bordados e h'sos, tant de linho
de algodao. como d algcdo para camisas de hornera.
Camisiahas brancas de cambra a com di- i'rincetas pretas de deferentes precos
LOJAD
PARA SENHORAS. Ricas poupelinas de padr5es lindsimos, e gtt tretb.
CambrHias bran as bordadas para vestidos. Poi! dfchevre defihdos pfdrCspof
bawie preco de 550 rs. o covado.
Grande sortimento de laas e alpacas de 320 rs. a !3K09 o covadb.
Saras bordadas, ditas lisas j fcitas com' barra de cor.
PARA MENINAS. I dinhos de fnstSo enfetoos brancos e de cor.
Vestnaros de tn- i menino-
zas e francezas, de Bnho bordad*' e de' pregas,
amtmbn ,., elle, ditas bordadas para noivas. Chapeos de sol de cabo de
marfim i i etc etc., luvas de Jonvin para- sentaras.
timent de cortinados para camas e jellas. Croxs para sola e ca-
0& n,'So- TaPtes P3ra sof Pra pianos e portas.
u de croch para cama depoivas. Tapetes'em pessa para rorro de safas.
O onico e espacial sorlimentos das verdd EIRAS DA INDA s6 erfsteni
Loja do Triumplio.
Ena Duque e Qaxias n. 7.
Meados brdalos, e enterradas de cor para
Sras.
,b Cambraias de cores a 400, rs. o mitro e
a 800 rs. a vara.
Camrsas inglezas, e francezas de linho. e
de algodao de pregas, lisas e bordadas.
Cha/os de sol de teda, merino e alpar-
ca de diferentes cores, e muito baratos.
Chitas para vestidos, francezas, de 240
at 400 rs.
Chitas pera caleras de 320 at 640 rs.
Cortinados d cambraia, e de fil borda-
dos pata camas e jselas de 105 para cima.
;. has de fustao brincas a 35500.
Ditas de cores a' 25800.
Colarinhosde lirihos.ioclezes, ealemaes.
lisos e bordadas.
Damasco de 15-, encarnado, a zai e ama- diminuir o retalbo.
Cambraia branca tripada muito larga com
pregas e bordado, ha de tres quatidadis
propria para saias de Sras., o preco ba-
rato.
Sedas pretas lavradas -. para vestido a
20800 o covado.
Sargelira frahoez o ingles de toda ao co-
res.
Toalhas de a'goo e de linno de drf-
f'rentes q'ialiiiades e tamaiAbs.
Puobos de 'linho para bornem muito fi-
nes.
Meias ing'ezas para Sras.,e para meninos
B* para hofflen. de dderentes qtj'didades
e de'tode^'es-tariWfrbos.
Para qoem comprar peca ou duzia de
qu^lquar fazi-nda sed preco o Custo ; para
pello, escpmilba preta.
Esparlhes de liabo branco para Sras.,
de differeotes preces.
Dam-se as amostras de qaslqoer fazenda.
Aloja de Papagao-achare aberta todos
os das, at s 9 horas d noute.
Francisco Teiasra .Vendes
J cordeiro prevident
R a a Novo e variado sortimento de p-Jrfamari
finas, e outros objactos.
A!-*m do completo, sortimento de perfi
alarias, dequo'effectivamente est provida
'oja do Cordeiro Providente ella acaba C
receber osa ouiro sortimento que so torn-
aotavel psla vas iedade de objectos, superior
dade, qualidades o commodidades da pr
tos; assim, pois, o Cordeiro Providente pee
B espera con'-inuar a merecer a api*eciac"r
do respeitavei publico em geral e de se
*joa freguezia em particular, nao se afa
ando eUe de sua bem coahecidamarisid*
? bar ateza. Em dita loja encontraro o
prectadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray d- Lamman.
Dita de Cologne ingleza, aniencana, frai
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para consorvacio <
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e chsi
eos agradaveis.
Copos e latas, maiores. e menores, coi
pomada fina paca cabello.
Frascos com dita japoneza, transpareotr
4 outras qnalidades.
Finos extractos rglezes, americanos
franceses em fraseos simples e enfeiados.
Esencia imperial do fino e agradavel cha
o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igual
mente finas e agradaveis.
Oleo pbrlocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad*
;em escolhidos cheiros, em frascos de difi<
rentes taannos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para toaos.
Ditos transparentes, redondos e em figr
ras de meninos.
Ditos ranito finos em caixinba para barb;
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
frnctas.
Ditas de-madeira invarnisada cociendo t
Qas perfumarias, muito propriss para pr
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tan
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
moldee novos e elegantes, com p ta arre
e boneca.
Opiata ingieza e franceza para dentes.
Pos de campe ora e outras dSereau
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Alada mais coques.
Um ontro sortimento de coques de n<
vos e bonitos moldes com filete de vidruir
alguns d'elles ornados de flores e fitat
asto todos exposos i apreciacao de qnei
os pretenda comorar.
GOLLINHAS PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeico.
FIreilas e fitas pasa elsftos.
Bello e vanado sortimento de taes objtt
toe, ficando a boa escoma ao gosto do coi
pr*dor. _____________
Cabellos
Vendenvse cabeHos de todas as coras, qualqner
comprimpoto, qualidade superi(ir,^cm caix op
porc*o mais pequea : na pa da Cadeia do Re-
eife n. Si, Io andar.
PEPSINA
. AVSjKS

Ptnanmci
H06G
FCRREIRA
I UUUJUI
De dia para dia, mais doce.
Be-Miabe,
De laranja.
De banana.
Em cabtfes e latas.
Fino e ba r
Caixoes grandes e peqoetm.
Proprio pata embarque.
Vende se constantemente rna Direita n. 91,
taberna dj Borres.
Was n ia de mandioca
trapiche Ikr> do Livran larso da
assembla', ba>potada superior farinha de man-
dlota para vender-se : trata-se no menno trapiche
on no largo do Corpo Sanio n. 6, 2* andar.
rasa.........
Pecas de tiras borddasewn 12
metros cada p r^ a 15500 e.
Pegas de fTla para eos de q al-
qaer largura com 10 varas a.
Escovas nara unhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 240, 320,
400 rs. e.....,
Pegas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Caixinhas de madeira com alje-
les faicnda superior a. .
Duzia de linha frixa para borda-
- dos a 400 rs. e.....
Pares detofeiaS croa; pare m
m>s diversos Umanhds a.
Duzias de meias brancas meto
finas para senhora a. .
Pares de sapalos do liniga du
Porto........
Pares de sapalos de tapete a. .
Livrns de roissa abreviados. .
Duzias de bralhos para vultarete
Silabarios poriagnesaiS a. .
Carines en n colxetds icarrwasa
Asoloaduras para colUle diversas
qualidades......
Caixas cora p?nna do ac muito
boa de 320 a.....
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agnlha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os lmannos a. ... .
Pachte de papel com 20 qnader-
nos ...........
Caisas de phosphoros seguranca
muito superiores a .
Reema de papel paulado supera r
Resma de papel \\o muito sup-
rior a...........
Garrafa com agua Florida* verda-
deira a..........
Cuaderno de papel liso aciizade
Carretis de linha de cores com
100 jardas a........
itK)
2C*00
400
Snfi
! >
;-.si>
3^'
/ 3fr
400
606
15200
40
250mi
S441
400
400
4,5000
2f>
20
ii VILLB H ni\i
20Roa da Imperatriz20
Farl & Lessa.
Acaba de chigar a esta nossi nova laja de a-
zendas finas um variad- sortimeoto de fazenda* de
laa e seda, como sejam granadines do u
gosto, popelinas de urna s cor, alpacas e laazi-
nha* de cores, o qne ha de mais moderno, tfela
por baralisimos prpc;o?, brillantina* de corcr, le-
cidos da* indias, fazenda nova a imiurao d per-
cala, baldes de dina flngndo saia de cor com lin-
das barras, fustoes propruis para ve*tiao e rmbpu
de menines; agora grandes e admira veis pecbin-
chas, saias brancas com lindos frisados a 'i. ri-
eos cerpinhos bordados mnito finos a $t, bsii-'
modernos de arcos a 2*, ricas colchas par?, cama
alcochoadas, sendo brancas e de cores, a 5&, e
7, cambraia victoria tina a 5', ditas transparen-
tes a 5 *, 6/ e 7'.chitas finisamas escaras e ciara-
a 580, 300; 320 e 36 o covado, casws de bom
240, leos hran*06 m cae*a a 2'500, Mol ftei
nezos a 3500 a duzia, madapoiao un a 6 e
6/500, e muitjupenir a 7^ 7600 e 8f, af -
daozinho largo proprio para lences a 6#, pni
de algodao-branco trancada' proprio paa toa :
de mesa a i *60fta vara, nramarrte pata BSjrSe
2O0 e 3|500. o qoe ba de melhor, esguiau ti-
nissimo a 2*200 e2*500 a vara. Mandarnos
easas das Exms*. familias para melhor poderem
escnlher. Tamben temo comptelo sojriment i
perfumarias dos prioieiros fabrietptes fraac*:
inglezes ; as pessoaa que se difoarem vir a
leja tero occasiao 3e reconhecer a realidade
que ammnramo* para no justtnVar.
fl.'
40^ 504
Ricos coeiros de casemira borados a croxc
matia raa do Crespo n. 25, loja da esquina.
Farinha d mandioca de Santa
Cal harina.
Da superior; viuda pelo ptrtaeh iiifer .'/<*?/
Dlock j ha paule *-niacada yara oniciodlikii A<*
compradoras, vende-se nos anaaMiii i T
Irmaos & C, no caes da Apollo, e roa do Am nm
numero 37.
Yende-se
Palito do gar aWl ttiiaf aixhthaB, ?-
ratb : na ina db flangiJ .a^abSBia
Chegadn peto niftmo va
Mnatoem frente 4ri Vi ari, n
n*> qwiqwr i
Veod( ni ra da Ca*ii n. +% fia* ba-t
asoalidades, cores e gto>
peqoenas portee?, estTpa?
e largara*.


s
' Diario de Pernambuco Quinta feira "21 de Julho de 1870
j.
ASSEMBLA GER4L

CAMAR.4 DOS DEPUT.lDQS
DISCURSO DO SR. DEPCTAOO ALENCAR, S \
SESSAO DE 25 DE JUMIO.
m coacilio desses tempes u*i-lo diz. Os
cuidados das cousas temporaes havia pre-
valecido sobre n cuidados das coasas
s : e o concilio, a qne me reliro, de-
plorando a decadencia dessa Ilustre <>nl<;m
record* va, cora > i i c r v; ou como ropru Mi-
da, as palavras do apostlo ; Neum- mi
litaits )eo implicat se nqgoti's calcular bus.
A ordem benedictina, preoccopada das
onsas temporaes. havia cabido no relaxe-
in-nto dos eoitamos n da disciplina, o, na
plirase de un escriptor insigne, empobre-
cer no meio das xuas immensas riquezas.
Ya% ahi temos a pintora das nossas ordens
monsticas !
A riqueza teui sido o escolbo do claus-
, tro. A pobreza urna das suas virtudes
e.-senciaes. ai riqueza ao monge e elle
perde a sua e8seocia.
O exemplo ahi o temos as ordens men-
dicantes. Ellas bao sempre cumprido a sua
misso com o maior proveito da religio.
E allarei dos capuchinlios, porque temos
entro nos o exornlo vivo e palpitante.
Esta ord^m. creada para combater o
amor das riqueza e o espirito mundano,
vai atravessando os .tempos fiel ao seo ins-
tituto, ba perto de qiiatro seculos. Ah es-
tamos vendo a virtude de um fre Caetann
de Messina, que sem riquezas ergue os
lenndos e repara-os, fortirhafldo na f o
novo de raais de umi provincia. Ahi temo*
fre Sarafim de Galana, que, armad do
seu simples capuz, atravessa os sertes e
levanta templos e cemiterios, fazendo como
poeta da fbula, mover as pedras b os
maneiros, que se chegam construccjo do
edicio ao brado de sua voz. Nao possuem
os capuchinas trras, predios e dinheiro,
mas nada Ibes falta, quando no desempe-
nbo do .sacro ministerio de sua augusta
misso no mundo confiam mais na efTf.acia
das palavras e promessas de Jess Cnristo
do que na influencia dos baos lerreaos e
peritnros.
Que contraste I Quando os capuchinhos
pobres construem novos templos, os bene-
dictinos ricos dexara abater os existentes!
Quando os capuchinhos da sua humilde po-
breza extrab-m forcas, os benedictinos da
sua estril opalencia, segundo a phrase de
um judicioso escriptor, so extrahem a de-
oilidade e a decadencia I
Se os franciscanos podem realizar esses
milagres, por que o n3o podero os bene-
dictinos ? Perco o amor das riquezas e to-
rio o mesmo.
O nobre representante do Maranhlo. que
me precedeu na tribuna, pretendeu fazer
ver que o estabsleci Denlo da mo-morta
proceda da aidez com que o lisco procu-
rava baver cabedaes por meio da arrecada-
gao dos impostos da transraisso da pro-
priedade.
Embora esta seja urna razo que se pos-
sa dar, todava nao ella a razio funda-
mental que dictou o estabelecimento da
mo-morta. A razo principalmente de-
duzida de motivos polticos : evitar que as
corporacoes religiosas pela posse de gran-
des propriedades pudessem ter, como tve
ram em algum teinpo e como anda pode-
riam ter, pronunciad! influencia nos nego-
cios teraporaes de qualquer paiz. Sabemos
senhores, de qoanta influencia pode ser o
empreg i grande propriedado as mos
de tima corporaco numerosa e inteli-
gente.
Alm desta razo, que chamara funda-
menta1, lia tambem urna razo econmica
que deve influir para que nao continuem
as grandes propriedades ruraes das ordens
religiosas, e vera a ser a inconveniencia
que ha para o desenvolvimenlo da agricul-
tura no paiz. resudante da accumulago de
extensas porches de terrenos jnmobil-
sndos.
Sr. presidente se nao me senlisse ac-
nhado pela estreiteza do tempo que tenbo
de oceupar esta tribuna, dessenvolvcria es-
ta tbese com alguma extenso; porem
ab-tar-me-hei disto porque nao desejo ir
alm da hora mareada pelo regiment,nem
enfadar aos Alustres collegas queme ouvem.
(Nao apoiados.)
Muito'me admira que as ordens religio-
sas no Brasil se opponham converso das
s uas acluaes propriedades em apolices da
divida publica, qiando observo que este
systema as approximaria do systema pri-
mitivo da igreja. Sabemos que a igreja pri-
mitivamente oblinha os seus rend meatos
por via dos dizimos, para obtengo des
quas nao havia necessidade nenhuma de
trabalh). nem de administraco por parte
dos ministros do alar ; entretanto que a
propriedade actual tem o grandissimo in-
conveniente da administraco dos bens. E
b o estado quer iivrar as ordens religiosas
deste incHmmodo e pesado onus n > vejo
motivo valioso por que se opponham a
semelhante procedimento.
Quaes sao, Sr- presidente, as razes que
os Ilustres oradores que mpugnam a pro-
videncia que pretendemos votar tem apo-
sentado nesta casa ?
Vi que o nobre deputadoque primera-
mente fallou ns presente sesso, apenas
quiz mover os nossos affectos, e excitar a
nossa campaxo. Gom a sua eloquente pa-
lavra, nao nos pode demonstrar que o es-
tado nao liaba direito para praticar aquillo
que o projectoquer que o governo praii-
que.
Maoifestou recejos da anqnilaco das or-
dens religiosas do Brasil ; mas nao compro-
vou este receiotom fundamento plausivo!;
apenas urna supposico sua. Em mate-
ria to grave, nao podemos decidir-nos por
meras conjecturas; eo nao tenbo motivo al-
gum para convieco de que o governo do
Brasil qoeira a extinego das ordens mo-
nsticas ; quer sim a sna reforma e o seu
melhorajnento.
O Ilustrado orador que, em segundo lu-
gar, combateu o artigo substitativo, vindo
do senado, e ora snjeito ao debate, discu-
tindo judicamente a questo, apenas em um
ponto capital, bazeou toda a sua argumenta-
Cio, e foi dar como liquido que Santa S
compete o direito ao dominio dos bens doa-
dis igreja, e por conseguiote a exclusiva
faculdade da conversan da propriedade
ecclesiastica. Mas exactamente oeste pon-
to que est a grande questo.
Se o nobre deputado julga que a igreja
tem a propriedade perfeita e completa dos
bens que possue, aquelles que impugnam
esta opioiao, julgam a que a propriedade
existe no estado, e que a igreja ou as cor-
porales religiosas, na bypothese de que
tratamos, sao meros administradores. Mas
> razo aquelles que sustentara esta
Senhores, a lade regulada pela
lei civil embora a mesma propriedade tenha
a sua origem no direito natural : a socie-
dade civil e nao a sociedade ecclesiastica,
quem desenvolve esse direito innato, e mar-
ca o modo porque elle deve exercer-se* Ora
prdpris giosa no Brasil por que
maneira c ida ? E' cinstituida pe-
las leis primitivas da monarchia portugoe-
za, -a%qnacs estabeleceram condices, me-
diante as quaes as communidades religio-
sas podiam possoir e gozar dos bens por
etles adquiridos. Essas leis determinam
.qn-j a igreja tonha urna propriedade limita-
da, qii nao possa adquirir bens sem li-
cenca do poder civil, qne nao possa dhpr
deles sem essa mesma licenga. E per-
gilnlo eu : urna propriedade nestas cir-
eumstancias a.propriedade plena, inteira ?
Ninguem dir, que sim. Se o estado
quem da permisso para adquirir e para
dispr dos bens. evidentemente elle o
senhor verdadeiro e real desses bens. ,A
propriedade da igreja f Ilimitada, e por
isso diversa da propriadade do cidadSo.
Diz-seque a igreja ou as ordens nao po
dem perder as suas propriedades, porque
n nao podemos tocar nellas sem offender
ja con -titnig.ru, que .garante a propriedade
em toda a sua pienitude. Mas aquelles que
assim discorrem nao reflectem que a cons-
tituigo garanti a propriedade como esta-
\a regulada pela lei civil; e, se a proprie-
dade da igrej urna propriedade limitada,
mi ant'S, urna simples po-se com uso
fruclo. foi apenas nestes termos que a cons-
tituido a garanti. A providencia que dis-
cutimos'nao priva as ordens religiosas do
gozo das vantagens dos bens por ellas ad
qpiridos e possuidos estabelece apenas urna
modificaco que o legislador pode e deve
fazer por conveniencia gt*ral.
Mas, anda qua.do fosse propriedade in-
teira e plena a das ordens religiosas, per-
gunto : o poder legislativo nao corape'
tente para determinar a desappropriaco
dessas propriedades, indemnisando-as pr-
viamente.qoando nisto julgal que ha utilida-
de publica?jE' o caso em que nos achamos.1
A m administraco das ordens reljgio
sas. as vantagens que o estado pode coher
da converso desses bens em apolices, sao
razoes que se pdem considerar valiosa,
fim de que o corpo legislativo determine'
que as ordens religiosas sejam expropria-
das dos bens que actualmente possuem
dano-se-lhcs a iudemnisaco em apolices
nacionaes, conforme se pretende.
Eu concordo com os nobres deputado
que me precederam na parle em que com-
bateram a maneira porque o projecto aqu
passou quando foi para o senado ; mas nao
posso de forma nenhuma deixar de con-
trariar as razDes que elles apresentam em
relajo providencia votada pelo senado.
Se o voto desta augusta cmara, contido no
projecto de lei. do orcamento que foi para
o senado, obrigava as ordens religiosas a
fazer a converso de seus bens em apolices
por urna maneiaa indirecta julgo mais con-
sentaneo (desde que o legislador entende
ser conveniente a converso) que a deter-
mine por um meio directo.
Sopponha-se que, autorisado o imposto
progressivo, as ordens religiosas insistiam
em nao vender os bens: qual era a con-
secuencia ? 0 imposto a crescendo a um
ponto que devia absorver seno toda a pro-
priedade ao menos mui grande arte della.
lsto, Sr. presidente, que parece-ms nao ser
conveniente, f> melhorado pelo artigo
aceito pelo senado. Se o flm que intenta-
mos realizar a converso, o meio empre-
ado s-r tanto mais adequado quantoelle
fr mais prorapto e mais decisivo.
E fallando assim, Sr. presidente, eu nao
aprsenlo opinio nova, porque o armo pas-
eado nesta casa propuz em urna emenda que
offereci lei do orcamento, a idea que o
senado agora adoplou, divergindo somante
emquanto ao espaco de tempo marcado para
a venda dos bens ecclesiasticos: eu marca-
va o prazo de annos ; o se a do marca o
prazo de 10 annos. Lisongeio-me de ver
adoptada por urna corporatjo to r&apei-
tavel, como o corpo do senado, a prov
dencia por mim aqui suggerida. e j em
poca anterior apresenlada naquella casa
do parlamento por um Ilustra senador.
Eo acompinharia os nobre impugnado-
res da providencia, que discutimos se esti-
vesse convencido que com effeito os temo-
res de que se acham possuidos, tm fun-
damento real; longe e bem longe porra
estou de crer que se pretenda aniquillar as
ordens religiosas entre nos.
Senhores, nao conheco motivo nenhum
que autorise os nobres depilados a persua-
dirse do supposto perigo. Pelo contrario,,
eu vejo que o governo do Brasil tem pro-
curado sustentar as ordens religiosas, pro-
mdvendo concordatas com a Santa S afim
de que sejam refonn uros os nossos institu-
tos monsticos, e possam elles prestar os
servicos que j prestaram religio e ao es-
tado.
Portanto se governo por esse modo mani-
festa o seu pensamento, como increpa-lo de
inimigo das ordeas religiosas, como nntrin-
do a idea de aniquilabas ?
Diz se que se inenco nao inhibira a entrada de novos
catechumenos nos conventos. Isto expli-
ca-se fcilmente.
Desde que o governo est persuadido
que a continuado das ordens religiosas, no
estado em que se acham um mal, nao
podia deixar de tomar a censurada provi-
dencia ; porque assim evitava que o'mal
crescesce, difficultando a reforma. E' este
o pensamento do governo imperial.
Se as Urdens religiosas, no pequeo nu-
mero de seus membros existentes offere-
ciam serias dirculdades pira a sua refor-
ma, crescendo o seu numero, cresceria tam-
bem a dilfleuldade.
Por consequencia. a prohibico da entra-
da de novaos nos conventos nao foi orde-
nada com o m de aniquilar as ordens re-
ligiosas, mas com o intuito de prepararos
meios de urna reforma conveniente.
Qual seria o proveito para o governo em
prohibir a entrada de novos monges dos
conventos, se por ventura seu desejo nao
fosSe o de reforma ?
O argumento com que os nobres depu-
tados tanto tm insistido nao justifica as
suas apprehensoes: e o facto para mim
antes demonstrado de que o governo quer
a continuaco das ordens religiosas, mas de
urna maneira proveitosa ao estado e re-
ligio.
Se o governo quzesse aniquilar as ordens
religiosas, como receiam os nobres deputa-
dos, por que razio nao decretara logo a
sua extineco, assim como prohibi a en-
trada de oovicos para os conventos ? Se o
a prohibico,
te-la hia I celo, se en-]
tendsse que entente. Mas Dio]
isso que o g ode.
O que o governo quer que as ordens
religiosas sejam reformadas; e se n3o tem
havido soluco neste sentido nao por cul-
pa delle ; porquanto desde 1833 nos temos
esforzado para conseguir a desejada, e ne-
cessaria reforma.
Talvez da Santa S tenham provindo as
difficuldades, as quaes* alias podem ter va-
liosos fundamentos. Esperemos pois da sa-
bedoria ~ do nosso governo, e do zelo da
curia romana pelo bem espiritual das nos-
sas almas p desenlace da quesiSo ; deswila-
ce que nada tem oom a propriedade tempo.
ral, a respeito da qual podemos desde j
prover de remedio.
A Santa S nenhum direito tem de inter-
vir no rgimen da propriedade le um Es-
tado.: esse rgimen compele as disposicoes
da lei cjvil, po>s a groja nao pode legislar
no que respeita propriedade temporal.
As ras5s que se apresentam ao animo
dos nobres depotados a quem contesto sao
taes qu9 esses Ilustrados collegas ebegam
a invocar o tsmor da conscienca daquellas
qne tiverem de comprar os bens possuidos
pelas corporacoes religiosas !
Ouvimos a maneira, por que o nobre re-
prseosme pelo municipio neutro figurou o
perigo, que corriam aqWlles que por ventu-
ra comprassem bens ecclesiasticos.
Semelhante argumento e npragado por t
Ilustrado orador mostra dolo pouco solidas
sao as suas raz5es de oDposicao a providen-
cia, que desejamos a loptar.
' Nao creio, Sr. presidente, qua o contrac-
to de compra e venda de bem em hasta pu
blica, mediante autorisajo de tuna lei do
Estado possa ser materia- para escrpulos
de conscien a da parte de um catnolic*.
Se ha urna lei, compre obedecfi-la: a
propria igreja quem nos determina corito
ponto de consciencia e obrigaco do obede-
cer s leis civis.
G Sn. Candido Mendes:Mis quando
nao opoostas s les da igreja.
O Sr. Alencar Arampe : Portanto,
nenhum catholico pode receiar a saneco de
pena no foro interno, se, na execuco de
urna lei civil adquirir bens, que ella manda
vender, e manda vender no intuito de acau-
telar os interesses do Estado, e prover me-
Ihor s necessidades do culto divino.
Nao o Ilustre parlamentar quem pri-
meiro nos apresenta esse argumento ai ter-
rorem: eu o li ha*pouco, em urna das ga-
zelas desta corte. J nao vivemos porra
no tempo das iinprecaces : a ira de Dos
nao se move voz de interesses mundanos.
A religio tem o co por objecto, e o raio
celeste n) desee contra as potencias da
ierra porque estas em seo esclarecido zelo
protegem a religio sem apatroemar erros,
ou abusos.
Na gazeta, a que me retiro l-se o segra-
te :< No dia em que o senado devia votar
a questo do esbulbo das propriedades das
ordens religiosas, cobrio-se de luto: o vulto
mais proeminente daqoelli corporaco o ve-
nerando marquez de Olinda era chamado
perante o tribunal da divina juslica ; era
elle um dos sustentadores daquella medida.
0 termo desastroso dos que tem tentado
contra os bens da igreja nunca se tem feito
esperar.
Separemos o intesse material das cousas
divinas; e tudo teremos conseguido era bem
da consciencia. A propriedade questo
puramente material; em nada se reporta
vid futura, aonde so o espirito alcanca, e
aonde a materia pesada e bruta nao chega.
Para que confundir coasas to diversas ?
Para que envolver o sanio com o profano ?
G Ilustrado orador vio nos das ltimos
do marquez de Pombal a puniejo dos sus
erros ou ciimes pelo ataque propriedade
religiosa, increpando-o de fraco e vil por
imputar aorei defunto o que o ministro em
vida delle praticra. Vio na declarado de
que quanto o grande ministro executra fora
por ordem dosoberano um acto de condem-
navel fraqueza.
Pens diversamente. Vejo as palavras
do ministro o respeito devido memoria
do amigo. Nao quiz apresentar ao mundo
o rei como mero automato em suas mos:
quiz deixar o testemunbo de que se soube-
ra ser ministro, nao sabia trahir a memoria
do soberano, que com a confianza lhe ou-
torgra faeuldades quasi regias.
O marquez de Pombal n< hora derradei-
ra fallava para a historia e nao para os
seus algozes. Os seus erros, e-direi mesmo
os seus crimes, foram outros, e nao o sup-
posto ataque propriedade ecclesiastica.
Diz se que nao podemos tocar na proprie-
dade religiosa, porque riamos violar a von-
tade daquelles que a instituir), legando-a
aos conventos, mediante a incumbencia de
de encargos pios.
Convem saber que estes encargos pios
nao sao satisfeitos pelos conventos do Brazil.
Ha pouco vi publcala nos jornaes de Per-
nambuco urna demonstrado clara e positiva
de que taes encargos estavam, ha moitos
annos, sera couprimento algum; e por que ?
Dizem os religiosos: Temos um breve
apostlico que nos isenta desta obrigaco.
Observarei, que a este breve falta o be
neplacito imperial; mas deixemos de parte
esta circunstancia, e supponbamos exequi-
vel o breve. Os religiosos benedictin >e tem
bastantes meios pecuniarios, e porque pois
nao pagara a sacerdotes que sitisfacam esses
encargos pios que elies nao podem pessoal-
mente satisfazer ? Porqoe nao chamam sa-
cerdotes que venham dizer missas e cele-
brar os oflicios que elles nao podem cele-
brar ? A que se destinara os bens, que ac-
cumulam os religiosos? O rdito dessas
grandes propriedades em que consamido ?
Lerei o documento a que me refer, o
qual mostra at que ponto as ordens
religiosas tem deixado em abandono os en-
cargos pios, que lhes cumpria execntafr: o
documento o seguinte:
Tabella das missas semanarias, que se
dqvem dizer nete mosteiro de S. Bento de
/ Olinda.
Terca.
Urna, missa por toda a igreja catholica
todos os dias.
Prima.
Urna missa segunda feira pelos nossos
irmos defuntos.
Urna missa pela alma de Gaspar Figueira
e sua mulher.
Urna 'missa do sabbado a Nossa Senbora
pela congregarlo e provincia.
Matutina*
Urna missa pela alma de Jorge Lopes
e sua mulher.
Urna missa pela alma de Franciseo Dia?
Delgado.
Urna missa
pela alma da mulher de
=
Alfonso de S-
qneira.
da missa Paixo de Cnristo pela al-
ma de D. Luzia, com R.
v Duas missas Conceigao de Nossa Se-
nbora pela alma de Luzia, eom R.
Extravagante 2a.
Todos os dias urna missa pela alma da
donatara da capella do Nossa Senhora dos
Prazeres e dos soldados Vjue morreram na
guarra dos Hollandezes.
N3o deixarei de tocar em outra eipecie
nambaco. ,
Tendo sido em conselho dos padres do
convento libertada urna grande porcSo de
escravos pertenceutes ao mosteiro de S.
Bento, entretanto permanecen! estes em
escraviJo ha 40 annos !
V tentemente, que determnon-se esta alforria.
O documento aqui est (mostrando-o) e
passo a ler : .
Aos 15 de Janeiro de 1831, convocan-
do o N. M. R. padre-mestre D. abbade Fr.
Jos de S. Bento .Damazio, dos MM. BR.
PP. do conselho, abaixo assignados e-assis-
tindo juntamente M. R. P. presidente do
mosteiro da Parahyba Fr. Antonio de S.
Bento Nunes, pelos dous prelados foi pro-
posto, que,vis:o nohaver admissio de no-
vigos, eram de parecer fossem forros os
nossos escravos, pertenceutes tanto a este
mosteiro, como ao da/ Parahyba, nao s
pelo bem da humanidaae, como porque de-
vemos em tudo conformarmos com as san-
tas leis da liberdale proclamadas na cons
tituigo, que pretende acabar de urna vez
com o brbaro trauco da escravatora. op-
postq razo, consciencia e religio.; e
sando nos, como mmistros do AUissimo, os
primeiros que devenios jlar o exemplo de
ter abragado to tallar dni'rina; alm de
que nos ordenado pelo capitulo geral, que
fossea empatadas as nossas fazendas, nao
sendo justo que os ditos escravos passassom
ao dominio estranho ; o que ouvido pelos
padres do conselho foi por todos unnime-
mente approvado, assim como j se tinha
feito em ontro? conselhos antecedentes, or-
denando-s fossem as artas passadas pelos
prelados dos respectivos mosteiros, segundo
o costume sempre platicado, e qne quanto
antes se pedisse ao geral licenga para se
fazerem os emparamemos.
t E nada mais se passou do que dou
minha f. Era ut supra Fr. Galdino de
Santa Ignez Araujo, notario. Fr. Jos de
S. Bento Damazio, D. abbade. Fr. Anto-
nio de S. Bento Nunes, presidente do mos-
teiro da Parahyba.Fr. Antonio do Carmo,
ex geral.Fr. Luiz do Espirito Santo Fer-
reira.Fr. Ignacio de S. Francisco Xavier.
Fr. Antonio ; da Rainha dos Anjos.F\
Gaadencio de Jess Mara Bairo Fr. Mi-
guel do Sacramento Lopes Gama, pregador
da capella imperial. >
Alleg o convento que a liberdade dos
escravos se nao tornon effe tiva porque nao
houve confirmico do acto por parle do
capitulo geral da ordem. Esta escusa nao
desculpa a iniqua detenco no capitiveiro
de tantas pessoas, sob o allegado pretexto.
Nao crivel qiw o capitul geral repro-
vasse to ,humanitaria deliberago, perfei-
tamente conforme ao espirito de caridade
da lei evanglica, de que os monges sao
ministros : sendo certo que para as con-
cesses de liberdale de escravos o aviso
do governo regencial de 16 de selembro de
1831 havia conferid) ampl autorisac".
N'estas crcumslancias eu pedera ao go-
verno do meu paiz, que mandasse syndicar
do facto, e verificar se ainda permanecem
na escravido to grande numero de pes-
soas, qua deviam estar no goso de sua li-
berdade.
Dizem os nossos contradictores, que na
venda dos bens ecclesiasticos nao ha utili-
dade nem para o Estado nem para as or-
dens regulares. Quanto utilidsde para
o Estado, elle manifesta, j porque mobi-
lisa essa grande massa de propriedades que
deixam de dar o proveito deque slosus-,
ceptiveis, j porque fi producto da v?nda
recolhido ao thesouro.
- Urna simples consideraco mostra que a
converso utilisar s ordens regulares.
Ellas caro isenia do grande trabalbo da
administraco dos bens.
Dizem, porm, os monges : Queremos
o onus da administraco, com tao que
tenbamos' a posse dos bens.
A administraco tem por tira a percepeo
das rendas ; mas se as rendas nao faltam,
realisada a converso porque os juros das
apolices as substiuem, j se ve que o dese-
jo da conlinuaco da pos e dos bens tem
outro tm que se nao heclara.
Pode-se dizer, Sr. presidente, qna as or-
dens religiosas persistem no intento de
possuir os bens actuaes porque desta ma-
neira podero comraetter qualquer extravos
sem receio le fiscalisaco, visto a difficul-
dade de saber-se precisamente a renda
desses mesmos bens; o qne to exacto
que o governo nao tem ainda podido co-
nhecer com certeza qual ella seja, nao obs-
tante a diligencia que tem feito. Mas s>
essas propriedades forem convertidas_em
apolices, fcil ser verificar quanto recebem
annoalmente as ordens regulares e compa-
rar essa renda com. a apolicaco que lhe
tenham dado.
Outra razo apresente-se para que con-
tinuem os bens sob a administraco das or-
dens religiosas, e que, feita a converso,
ellas sero possuidoras uni -ament de apo
lieos, quando nenhum proprielarlo querer
ter o seu patrimonio em urna s especie.
Esta objeceo nao procede em considera
gao segHranga do patrimonio, pois nao
licito suppor que os bens das ordens mo-
nsticas estaro mais seguros no sen estado
actual, do que convertidos em apolices da
divida nacional, sob a garanta do Estad >.
A propriedade em apolices to segura
como a mais bem constituida propriedade :
e la s desapparecer com a suppressao do
proprio imperio.
To segura se reputa esssa especie de
propriedade, qne a mesma Santa S roma-
na tem annuido converso dos bens da
igreja em ttulos da divida nacional, como
acaba de fazer a respeito da Hespanha,
Dizem mais os sustentadores da presente
ordem de cousas, que ainda outra razo ba
para impugnarem a providencia que se in-
tenta tomar, e a diiculdade da venda e
a consequente depreciago dos bees.
Difficuldade da venda, por corto, nao
haver, pois nao faltaro licitantes,' quando
vemos e empenbo com que os eapitaes
concorrem para a a'cqnisico da proprie-
dade iramovel,; os predios rsticos das, or-
dens religiosa sao bem situados era boas
ierra os acbam-se ge-
ralm is ao coramei
portanto lhes nao escaseearao compradores.
Em quanto depreeiago, a nao devenios
receiar, primeramente porque o praso para
a converso de 10 annos, e a venda se
far sem atropello; em segundo logar, por
qoe o governo. providenciar* para que a
mesma venda se faca vantajogamente, nao
s por ser do sea de vai o interesse do Estado.
Qua!ifiea;se de injusta a providencia pro-
posta por ser parcial, e nao comprehender
todas as corporacoes de roo mora, deven-
do aqui concluir se proposito em opprimir
a instituigo monstica. Eu emendo que
opportnnamente as propriedades de todas
as corporacoes de mo mora devem ser
coevertidas em apolices da divida publica,
mas o governo procede sabiamente ao
adoptando de urna s vez urna providencia
geral, e acudindo agora smente aos bens
das corporacSes claustraes, como os nhis
necessitadns de prompto reme 'io.
A providencia parcial, como torna-se
urgente, vista do esbanjaraento e deleixo
que se nota nos bens dessas corporacoes
E incontestavl que esse esbanjamento e
deleixo tem havido era grande escala. Sao
numerosos os heos que comprovain esta
verdade ; eu poderia mencionar muitos,
'iias omilto-os per brevdade, menci mando
agora to smenle dous toctos relativos a
Pernambuco. A nolavel igreja do Monte
em Olinda, to celebrada pela devogo com
que a populaco ali concorria, est em rui-
nas, e j ali se nao celebrara as fe'stivi la-
cles que ontr'ora se faziam com pompa e
religiosidade. A capella dos Prazeres.
erecta nos montes Guararapes, para eterni-
sar as nossas memoraveis batalhas ali ga
nhas contra os Hollandezes por intercesso
visivel do favor celeste, j nao tem decen-
cia, j no o temp!" *& outras pocas.
Se indagamos a causa de semelhanles
factos, nao descubriremos outra seno a
incuria dos monges benedilinos em reparar
essas igrejas, porque elles tem rendas bas-
tantes, que poderiam ser applicadas a esse
flm.
Debalde elles aecusar-nos-ho de rigoro-
sos e exigentes: o nosso -juizo nasce dos
factos, que todos apreciamos.
Se os monges sao os primeiros que apre-
goam a grandeza das suas rendas pela ad-
ministraco, qoe do os seus baos, recelan-
do a diminuico deltas com a converso dos
mesmos bens em apolices, nao devem quei-
xar-se das concluses que tiramos era des-
abono da sua dedicaco ao reparo dos tem-
plos e celebrago do culto externo. O
facto dos monges; s a concluso nossa.
Aindi se diz qne ser prejudicial a con-
verso, porque os conventos ficaro priva-
dos de meios para as obras de caridade,
que costuraam fazer. Mas inexacto que
da coovers8o resulte obstculo a essas obras,
as quaes podero continuar da mesma for-
ma, o talvez cora mais vantagem, medanle
a renda das apolices. Sa os rditos subsis-
tera, pode continuar a applicago delles na
forma actual.
Um argumento "invoca-se em favor da
permanencia da actual propriedade religiosa:
elle deduzido de um facto do tempo do
governo de el-rei D. Joo VI. No meu mo-'
d> de pensar o argumento improcedente,
e o fado prova o contrario do que preten-
der os antagonistas da faculdade que julgo
ter o poder legislativo para ordenar a con-
verso da sob redita propriedade.
Em 1801 (dizem os nossos adversarios)
pretendeu o governo poriuguez vender os
bens das corporag5es de mo-morta; mas
sooresteve nessa determinaco, porque
congregaco benedictina concorreu com um
donativo de 100,000 cruzados em favor da
fazenda real, e deu a esta a quitago de urna
divida de 70.000 cruzados.
O* governo, que assim proceda,'incontes-
tavelmente reconhecia-se com direito pro-
priedade desses bens; elle julgava-se auto-
risado a dispr delles para as urgencias do
estado, nao levando a effeito a venda j co-
megada a fazer-se. em consequencia de po-
der com o dinheiro prestado pela.ordtrn
benedictina satisfazer o urgente encargo que
devia libertarse.
Ora, o que fez o governo poriuguez foi
acto de verdadeiro dominio ; dispoz da
propriedade sem indemmsago : no entre-
tanto-que o que boje pretendemos fazer
apenas urna iransformago da propriedade.
ficn !o todo o proveito possfvel para as
congregacSes religiosas possuidoras dos
bens.
A ordem benedictina enlo tanto reco-
nlieceu nao ter o dominio real e effectiyo
dos bens por ella possnidos, que nao se
oppoz venda sob o fundamento do direito
senhoril; pelo contrario, para continuar na
posse desses bens, olereceo-se a dar ao
governo os meios de remir a urgencia em
que este via-se collocado.
Que a legislaco portugueza sempre con-
siderou as corporagoes de mSo-raorta, e por
oonseguinte as ordens religiosas, como sim-
ples administradoras o usufructuarias dos
bens por ellas adquiridos, ahi estn muitos
e repetido < actos do poder soberano. Cita-
rei alguns mais recentes.
O al vara de 1761 ncorporou os bens dos
jesutas real fazenda ; o airar de 1791
sequestrou e i ncorporou aos bens da cora
os bens dos frades mercenarios do Para,
dando depois destino a esses mesmos bens.
As nossas leis modernas seguem o mes-
mo espirito : ellas sao clarissimas no senti-
do de demonstrar que o direito senhoril
do estado: o direito usufructuario, porm,
que pert race s corporacoes de mo mor-
a. Para manifestar em palavras forraaes
este espirit, apontarei o aviso d governo
imperial ae 15 de marco de 1853, o qual
diz : t A thesouraria de fazenda compe-
tente para obstar as alienacoes dos bens das
ordens religiosas, e promover a nullidade
das raesmas alienages, pelo interesse que
lom a fazenda nacional na conservaco de
taes bens, de que as ordens sao apenas ad-
ministradoras, e que se bao de'devoLvor ao
dominio nacional, quando ellas por qualquer
forma deixarem de existir. >
Accrescentam os nossos contendores, que
mostramo-nos catbolicos pouco ortbodoxos,
querendo a converso dos bens monsticos
em apolices da divida publica.
Eu poderia apresentar varias razies de-
duzidas das leis cannicas e civis ; mas a
estreiteza do tempo, que tenbo para a dis-
cosso, coage-me, e assim limitar-me-hei a
mostrar que nao se pode duvidar do nosso
catholicismo, quando comnosco opinam ho-
mens muito notaveis e Ilustrados, uns per-
lencentes ao clero, e outros embora leigos,
mas conhecidos pela sua orlhodoxia HK
testada,
l
e marquez
terHaram
ordens religiosas coavertS
|ue 6Bram ,},.
a vantagem c
^B parece-
islas, en-
^^Clemente
^^ftaes 80s-
bens das
apolices
1a divida nacional, e a faeotade, qae ptra
isso caba ao estado.
Passo a apresentar as palavras de daos
egregios prelados, de cujos sentimentos ca-
tholicos seria temeridade dovidar; om, o
fallecdoarcebispo da Babia D. Romualdo
Antonio de Seixas o outro, o ex-bispo do
Maranho D. Manoel Joaquim da Sllvefra,
nosso actual metropolita.
Disse o sabio D. Romualdo Antonio de
Seixas, dirigindo se ao governo brasileiro :
t Estou persuadido que a venda das fazen-
das ou predios rsticos das ordens religio-
sas, convertendo-se em apolices da divida
pblica o sea valor, sera preferive! ao ac-
tual estado de administraco exercida'pelos
religiosos.
Nao menos explcito foi o veneravel ac-
tual arcebispo, em inf irmaco dada ao nos-
so governo; oocamos as su?s palavras, que
sao as seguintes: O governo, que tem a
seu cargo volar sobre o bem-eslar da socie-
dade, e sobre a segranca individual, o sobre
a propriedade, e que n pode ser indiffe-
rente a esses males, sirva-se enlSo do ex-
pediente de obrar por si, mandando proce-
der venda dos escravos criminosos em
hasta publica e a aplicar o seu producto
compra de apolices da divida publica para
patrimonio do convento.
Eis, Sr. presidente, como fallavam vjroes
15o orthodoxos e luminares' t3o conspicuos
da nossa igreja.
Ora, quando rae apoio em opiniOes to
compelenies. nao posso deixar de continoar
firme e raabalavel na minha opinio j emit
tida. e tranquilo na minha consciencia,. cer-
to de que procedo como bom calholicp o
fiel chrislo. (Apoiados).
Sr. presidente, para nao ir alm, pois
assaz adiantada a hora da noite, e Do
abusar assm da bondade de V. Exc. e dos
nobres deputados que me ouvem, von ter-
minar fazendo ama simples observacJo ge-
ral sobre o assurapto.
Os oradores que sustenlam o estado ac-
tual da propriedade dos conventos, no meio
dos seus arrazoados e raciocinios, esquecem
urna circumstancia. Dizem elles que n9o
podemos tocar na propriedade instituida
por nossos antepassados, e qiio devemos
respeitar as suas vontades, zelando os seus
mnimos preceitos.
Gumpre atlender que a sociedade nao se
mantm em um estado immovel. A socie-
dade marcha, e em seu caminbo novas si-
tuarles lhe despertara ideas novas. Se as-
sim com o tempo modilicam-sc e alte-
rara-se as cousas que esto sujeitas s ne-
cessidades do homem social. Viver boje
com as ideas da media idade fora tentar o
impossivel; cada poca, cada estado so-
cial.
Houve tempo em que a propriedade re-
ligiosa accumulada, como se aecumuloo, en-
tre nos, foi admissivel e til; hoje o nao
; e nestas condicces nao devemos sacrifi-
car os vindouros a um estado de cousas que
j nao tem razo de existir.
Se hoje as crcumslancias da scciedade
exigem imperiosamente a mudanga dessa
propriedade, nao podemos estar presos ao
que fizeram os nossos antepassados, que
queriam o que nos tambera queremos, o
bem geral. 0 flm o mesmo, o nosso e o
delles ; variam os meios, mas nao durida-
mos era applica-los, fazendo o que elles fa-
riam se as nossas circumstan ias porven-
lura se achassem enllocados. Nao tema-
mos qoe a sombra dos nossos maiores ve-
nha reprehender a nossa obra.
E' assim, Sr. presidente, que eu em sam-
an comprehendo a questo. Se n proprie-
dade religiosa j foi ulil da maneira porque
foi Creada e mantida, hoje io o ; e nos
temos poder bastante pa;a transforma-la
com vantagem da sociedade. e das ordens
monsticas. Tenbo concluido. (Mnitobem;
muito bem).
VARIEDADE
REQUERIME.NTO DOS HABITANTES DA COMARCA
DE MACAP, NO PARA, A ASsr.MBI.KA GERAI.
LEGISLATIVA, PEDINDO A CREACAO DE MA
PROVINCIA.
(Concluso).
E' sabido que a cidadede Macap.
onde ha um comraercio nao pequeo, ne-
cessita, pela especialidade do sea posto, de
ama ponte, o calando no espirito de todos
essa grande necessidade, apenas decretaran!
a quantia de cinco contos de ris, por sabe-
rem qu nao chega va nem para a acqutei-
go das raadeiras: no entanto que, por
mero luxo, decretaratn-se sommas fabu-
losas para pontes em Santarem e Camela
onde nenhuma necessidade se tem odias,
por possuirem porto tranquillo e seguro,.
ficaFem os vapores muito perto do trra,
facilitando assim o embarque de cargas
e passageiros. Finalmente, os abaixos as-
signados, volados ao despreso, consideram-
sc muito prejudicados nos seus interesses.
vendo cora amargura desapparecer urna ci-
dade to importante com a de Macap na
foz do magestoso Amazonas, e por isso
que desejam e sollicitam desta augusta c-
mara, a creago da nova provincia, como
quer o projecto apresentado por grande no-
mero de depulados desde o onno dy 1853
e que nos conta j ter Daasado em segun-
da discusso.
Os abaixos assignados, esto convencidos
que, creada a provincia na foz do Amazo-
nas, e estabelecido um governo em Maca-
p. para de prorapto corar das necessidades
publicas, desappareceram lodos os soffri-
raentos, communicado este lugar urna
nova vida, para onde convergir nao s a
populagao despresada pelas Ibas, como ain-
da de outras militas partes ; e Macap, com
os elementos de grandeza queem si tem um
todo o seu municipio, prosperar em pouco
lempo ; e a nova provincia se 'os tentar
fulgurante com a mais bella estrella na ex-
tremidad* septentrional deste vasto imperio
do Brasil. C mfiam, pois, que em vossa
sabedoria e solicitude pelo bem estar ainda
dos pontos mais longinquos do imperio, vos
digneis decretar acreacio da provincia pro-
jeclada, como indspensavet segranca pu-
blica, e que j lera sida mais qoe muito
retardada.
Pedem, portaato, vos augustos dignis-
smos Senhores representantes da nacao,
vos digneis assim o baver por bem ; e K.
R. Merco.
Macap. 8 de trabo de 1870.
Segoera-se qainbentas assignatnrag.
fYP. PO CABIO RA D QVB US CaJUAS
X~


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