Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13091


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Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 161
PASA A CAPITAL E LGA1ES.OIDE EAO SE PAGA PORTE.
Por tres'tnezes adiotado.............
'or seis ditos idem......r.........' .
Porum aaoo ideoi.. ,...... ...........
Cada momero avolso...................
DIARIO
65000
li'OOO
24,5000
520
JUABTi FEIRA 20 BE JULHO DE 870
PARA fiEKTIO E FOSA DA PB0VHC1A.
Por tres mezcs adiantados
por seis ditos dem.
Por nove ditos dem .
Por um anoo dem .
6*7C5
433000
20*250
171000
Propirtedade de Manoel Figraeii^a d Faria & Kilos.%
, A AGENTE:
Os Srs. Ger*> Antonio Alves & Filhos, no Para ; GoMves & PidIo, _o Martahao ; Joaqnim Jos'de Ofveira, no Ceart ; Antonio de Lemos Braga, no-Ar*aty ; JoSo Mara Jalio Chave* do As* ;
Pereira d'Almeida, em Mamangaape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes,
". em Nazareth : Francisco Tavares da-Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martrs Alves,
/
Francisco Tavares da-Costa, em Alagoas ;
Antonio toarques da Silva, no Natal -r Jos Jaita
a da Penha; Belarmino dos Santo IMcio, em Santo Ano; Domingos Jos* da Cosa Braga,
Bahia; e Jos Ribeiro Gasparioho no Rio de Janeiro. _____________________
PARTE OFnIAL.
SOYerno da provincia.
Senhora do Rosario dessa eidade recoraraendo a
mesma cmara que expela as necessarias ordeas
au respectivo uiz de paz, afim de que guardado
* mais formalidades da le faca oa con*
e rena a referida junta no da 2i de
K\t>E01E>"TK ASSICNIDO PELO EXM. SR. SKNADOB KBB-
iRIUCO DE ALUDIDA E ALBUQUGUQUR, PRESIDENTE
DA PROVINCIA EM 2 UK MAUQU DE 1870.
3' seclo.
y 47._Portara ao inspector da thesourana
ov faz-nda.Communiro a V-S. para os devidos
lins que segundo consta do Diario Oficial a. 267
d'40 de aoremTo ultimo per decreto de 3 do
dito mez foi designada o juiz de direit Gervasio
C impeli Pires Ferreira residente ne>ta eidade a
comarca de Tnerejiua da provincia do Piauhy,
para nella tur exerakiq marean lo-lha o praso de
ires mezes prorogado por dou> mezes por portarla
do ministerio da justica do 20 de dezembro proxl-
un lindo para tornar d'ella posse, sendo que em
uiieio ue 22 do mez ultimo citado declarou dito
i::: acceitar a de.-ignaco da referida comarca
lendo comeado a correr o prasj do 23 de no-
viero em que foi publicado nesta capital dito
despacho.
N. 48.=Di ao mesmo.Transmito a V. S. as
ires inclusas ordons do tribunal co ihesouro na-
i-i mal sob n. 29 a 31 datadas de ti, 15 e 17 de
fevereiro ultimo.
N. 49.Dita ao mesmo.Aeeuso recebido o
offi.'io de 28 de fevereiro ultimo, sob n. 152 era
que V. S. p3rlicipou haver Joacmira Francisco
I "raneo arrematado por 6293 o rnadeiramento ex-
irahido da velha ponte do algudao, e em resposta
waho a dizer que approvo essa arreraatacao.
N. 50.Dita ao mesmo^Transmitlo a V. S.
para seu conhecimenlo um exemplar iraprejso
da innruccoes de 31 de Janeiro ultimo, que se-
guodo o aviso circular do ministerio da gqarra da
mesma data devem ser observadas na* replrtlCQfs
das obras militares na corte e as provincias.
N .'i.Dita ao mesmo.Constando de aviso da
repartic/m da guerra de 17 de fevereiro ultimo ter
sido approvada a alteracao que tomou esta presi-
dencia de mandar continuar o aboBO da etape de
1 iOOO diarios, que em vlrtude do decreto n. 1251
do ( de julbo de 1865, estavam percebendo o ma-
i ir reformado Joo Ribeiro Pessoa de Lacerda, e
tenente tambem -reformado Joaquim Jo; de
Souzi, visto estar aquella deliberacao de accordo
com a imperial resolucao de 29 de Janeiro prxi-
mo passado tomada sobre consultada seccao da
su^rra e marinha do conselho de estado, assim o
coramunico a V. S. para sen conhecimenlo.
N. yf.Dita ao mesmo.Em campnmento ao
que me foi determinado em aviso do ministerio
D*eta-tfe*i aoaspenior d. arsenal de marinha a
nandar fornecer deas Doias a capitana do porto
da provincia do Cear o que conimuoieo a V. b.
' para-seu eonhecimento.
N. 53.Di o mesmo.Expeca V. S. as suas
ordons afim de que por ossa reparlicao se ajuste
imhis e se passe guia de socorriment, ao teen-
w ronel do 9batalhao de infantaria do exercito
Aatonio Francuco de Melh que tena de seguir
n.ira a corte n vapor Cruze.ro do Sul que se es-
uera do norie, certo de que a importancia da pas-
sagem dada a esse oIUca! deve ser descoaUda
ueia .minta parte de seu sold.
N. 5*.Dita ao mesmo.Gorm unioo a V. para
-,>u cop.hecimento que segundo consta do aviso
de 19 de fevereiro prximo lindo foi esta presi-
deniia autorisado a despender at a quantia de
V)4J000 cora a collocacao de um novo mastro de
signaes telegraphicos visto estar inntilisado o que
presentomente existe nesta provincia.
N. 55. Dita ao mesmo. = Comraomco a v. s.
para seu conhecimento, que segundo me foi decla-
rado com aviso da reparlicao da agricultura com-
mercio e obras publicar de 18 de fevereiro prxi-
ma finio sob n. 7, foi aprovada nao so a despeza
do 38U186 rs. em que importa a bracagem que
vem-iao Agrimeos.ir Joao Das Pinlo Aleixo pela
modicao de 5,650 dracas a 36 rs. e de 26,39 mus
-. 7 rs. de trras dos indios situados no riacho do
Matto, como foi por elle ltimamente requerido,
mas tambem que relativa aos vencimentos que
anda Ine nao foram pajns.
N. 56.-Dita ao mesmo.De conforraidade com
o aviso da icparticao do imperio de 15 de feverei-
p.i prximo Ando mande V. S. pagar ao conse-
iheiro loa Benio da Ganlia Figuoiredo o ven-
cunento*de seu emprego de lente da facuiua-
de de direito desde o da 15 de oatubro do anoo
prximo findo em que se encorrou a asserablea
g,-ril de que membro como senador do imperio,
i o dia 30 do mesmo mez,em que reassumiou
exercieto do referido emprego.
N. 57.Dita ao mesmo. Annuindo ao que so-
licitoii o inspector do arsenal de marinha, em ofli-
. de 28 de fevereiro ultimo, sob n. 1911, recom-
im-ndo a V. S. que, em vista da conta junta em
upticatft, mande indemnisar o ministerio da ma-
rinha da q antia de 4833w rs. despendida com
.. proparo e collocacao no forte do Ccllegio Ue um
loaatro para os sigoaes do telegrapho, como toi
autorisado o mencionado inspector, por portara
de 17 de dezembro do anno prximo passado.
N. 58.Dita ao inspector da thesourana pro-
vincial.Mande V. S. pagar ao chefe da seccao
lo-U presidencia, Francisco Lucio de Lastro, que
a>-ira o solicita no incluso requenmento, os ven-
ritos do offleial-maior da mesma secretan, a
contar do a 27 de fevereiro ultimo, lempo em
que exerceu uterinamente elle esse lugar.
N. 59Dita ao mesmo.Recommendo a V. b.
que. em vista do Incluso pedido, mande entregar
ao thesoureiro da reparlicao-das obras publicas,
conforme solicilou o respeel'vo chefe emoffioto
de hontera, sob n. 54, a quantia do U:BW#uw
jas na correte raez, com 9 obras por admiras-
tracao.
t. 60Dita ao mesmo.Para que a presidencja
possa ordenar o pagamento que requereu o Baiao
do Livraraento sobre o qual informou V. 8. em
seu offlelo n. 118 de 21 de fevereiro atioao, cum-
pre que em primeiro lugar o supafcante preste
a^ necessarias flaneas, e em seguoM lugar que
declare perante es9a thesonraria se *m disposto a
reber o pagamento do valor das duaa partes em
apuliees, e sendo pela afflrmativa que juros pre-
tende vencer, e em que poca deseja que se faca
o resgale de taes apolices, visto nada se haver
estipulado nos contraios semelhante respeito.
N. 61.Dita ao chefe da repartilo das obras
publicas.Dos Paraguayos empregados, no jardim
do palacio deete presidencia mande Vrae. dons
para *t aaflo de mendieidade, aflm de oceuparem
se all a limpeza do sitio.
4" seccao. ...
K. 63.Poruria ao Exm. Sr. desembargador
provedor da Santa Casa de Misericordia.Remeti
or copia a V. Exc. para seu conhecimento e llns
convenienkmlea a inclusa deliberacao desta, pela
mi cesoWi alterar as *4tposio5es dos arts. e 36 de 187U.
do regnlamento dos oollegios dos orphios
orptas de 21 oe Junho de 1855
N. 6VDita amara municipal da eidade de
tieyamu Declaro a cmara municipal da eidade
de'eyuma, pm reeposta ao seo offlcio de 14 de
evereiro prximo findo, que por offleias desta
presidencia de 3 e 4 desse mez, dirigidos aos jni-
ks de paz das freguezias de Nossa Senhora do O
a de S. Lourenco de Tejucnpapo pertencente ao
eu municipio foi designado o da 20 do eorrente
reunio da jan revisora de qoaliflcacao
o prazo
vocacSo .
abril prximo vindooro, que para isso designo.
N. 65.Diia cmara municipal da villa de
Cimbres.Declaro i cmara municipal da villa
de Cimbres que vai ser presente a' assembla
legislativa provincial errt suaprxima reuniao a
represeniacao dos moradores do lugar Papagaio
da'freguezia de S. Rento que para ter esse destino
me remetteu a mesma cmara em o seu offlcio
de 11 de Janeiro prximo (lodo.
N. 66.Dita ao jniz de paz da freguezia do
Recife.Pele seu offlcio de 27 de fcererro ultimo
quei inteiraio de se terem concluido naqoella
data os trabalhos de que trata o art 22 da lei n.
387 de 19 de agosto de 1856, cumprindo qne
Vme. envi nos termos da citada lei a lista dos
cidados que fnram attendidos pela Junta de qua-
icaco dessa freguezia em suas queixas (u re
clamacdes.
N. 67.Dita ao gerente da Compaohia Pernam-
bucana.Para dar comprimento ao aviso da re-
Sarlico da justica de ~15 de fevereiro prximo
ndo, informe Vmc. se na conta junta que me se-
r devolvida est incluida a despeza das oissagens
concedidas ao Dr. Antonio Borges da Fonseca e
sua familia, ao major Joaqnlra' de S Cavalcante
Machado, a' Candido Borges da Fonseca e a' Joa-
ulm Pessoa, bem como qual o motivo porque
edazindo-se urna passagem a' r e nove proa,
inclue-se a despeza de comedoras na importancia
de 361666 rs.
N. 68.DiU aos ageotes da Companhia Brasi-
leira de paquetes a' vapor.Os senbores agentes
da Companhia Brasileira de paquetes a' vapor
raandem dar transporte para a corte por conta do
ministerio da guerra no vapor Cruzeiro do Sal
que se espera do norte a > tenente do 9* baialho
de Infanuria do exercito Antonio Francisco de
Mello.
N. 69Deliberacao.0 presidente da provin-
cia, atiendendo que convm soceorrer e ampa-
rar a orpbandade desvalida abrigando-a dos fu-
nestos effeitos do abandono e da miseria, e auto-
risado pelo 5 4 do art. 24 da lei de 12 de agosto
dfl 1834, resolve alterar o art. 2a do regnlamento
de 22 de junho de 1855 e 36 do regnlamento de
28 de Janeiro de 1861, determinando que em ca-
sos excepcionaes e extremos pro vados perante a
presidencia sejam adraittidos nos collegios de or-
phos menores de um e outro sexo at a idade de
14 annos, subsistindo lodavia como regra gerai as
disposicoes dos citados arligos.
N. 70.DiU ao presiiiente da provincia.Alten-
dendo ao que requeren a prbfessora publica da
cadeira deinstruccao primaria da-freguezia do
burato da S Mana Cleobulina de Mello Ottoni, e
tendo em vista a informacao do director geral In-
terino da instrueco publica de 5 de fevereiro pro
ximo findo, sob n. 56, resolve conceder-lhe 30 das
de licenca com ordenado smenle para tratar de
sua sade.
PERNAMBUCO.
REVISTA blAKIA.
KXPEDIENTfi ASS1GNAD0 PELO SU. DR. KUA&FRBDE-
RICO DE ALMEIDA E ALBUQUSBQUE, SSCRBTABJO IN-
TERINO DO GOVERNO, KM 2 DE MAH^O DE 1870.
! seceso.
N 7i._0(ficio ao inspector do arsenal-de ma-
rinha.O Exm. Sr. presidonie da provincia res-
pondendo ao offlcio de V. S. datado de 28 de feve-
reiro ultimo, sob n. 1811, manda declarar que
nesu dau autorisou-se a thesouraria de fazeada
a indemnisar o ministro, marinha da quantia de
483355 constante do citado offlcio.
EXPEDIENTE ASSIGNADO PELO SR. DR. ELIAS FREDERI-
C0 DB ALMEIDA E ALBOUERQUE, SECRETARIO INTE-
RINO DO GOVERNO, EV 2 DE MARCO DE 1870.
3" seccao.
N. 71Offlcio ao chefe da reparlicao das obras
publicas.Sua Exc. o Sr. presidente da provincia
manda declarar a V. S. em resposta ao seu oflicio
dehonlom, sob n. 56, que a thesourana provincial
tem ordem dar entregar ao thesoureiro dessa re-
parlicao os 13:8005, constantes do pedido, que em
duplica veio annexo ao citado offlcio.
DESPACHOS DA
PRESIDENCIA DA PROVINCIA DO DIA 13
DE JULHO DE 1870.
Augusto Octaviano de Souza.Dinja-se ao Sr.
inspector da thesouraria de fazenda, a quena se ex:
pedio ordem para mandar effectuar o pagameuto a
que alinde. .
Flonano Jos de Miranda. Informe o Sr. ms-
tor da thpsouraria de fazenda.
CORPO DE POLICA.Pbr deliberacao da pre-
sidencia da provincia, de *9 do crreme, feram
Borneados" para capitaes : d 3* compaobl o do
corpo previsorio Joao Anaaueio Camello Pessoa,
da 5' o ex-capito de voluntarios Amonio Gracia-
do de Gnsmo Lobo, da 6a o do corpo provisorio
Caimito Augusto Ferreira da Sitva, da 7oex-
capiuo de wlonUrios Samuel de Sa Montenegro,
e da 8 o honorario do exereito Fernando Pacifi-
co de A. Montrroyos.
IXSTRUCCOTUBLICA. Por deliberacSe- de
19 do correte mandou-se passar ttulos de ca-
pacidade proflssional, em vista do resultado do
ultimo exame de habilitacao, s concurrentes D.
Idalioa Mara da Conceicio Lima, D. Maria Albina
de Oliveira, D. Ignez Barbalho Ucia Cavalcante,
D. Ephigenia Maria de Almeida, D. Candila Ma-
ria Rosa, D. Maria da Concelcao Azerelo, e D.
Joaephina Amalia de Albnqaerque Machado.
TERMO DE SEUINHAEM.Por deliberacao de
19 do eorrente, foi mandado enfar em exoreieio,
independente de titnlo, qne dever apresentar
dentro do praso de 30 dias, o- juiz municipal do
termo de Serinhaem, Dr. Jos Princisco de Gees
Cavalcante.
ASSASSINATO.As 11 horas da manha de 2
do crreme, em Villa-Bella, o soldado de polica
Antoio Kanoel do Monte assassinou Saloma
de tal, sendo o assassino preso em flagrante
MAIS ASS 4SSIXATO.En ierras do engenho
Iha, Joo Antonio de Araujo assassinou honem
a Joan Martins do Monle, pondo-se em seguida
em fugo. O assassino pardo claro, baixo, t-
polento, fe, lem cabellos crespos e ruivos, e
morador no povoado Ponte dos Carvalaos.
SINISTHO NO MAR.A barca ingiera ft Me.
Pherton, chegada hontem de Celle, perdea as 8
horas da noute do dia 14 do eorrente o pHoto J. F.
Paever, que foi arrojado ae- mar n'um forte pam-
peiro, por urna onda que varreu o tombadilho
onde elle se achava.
Hontem. quando esle navi entrn ero nosso
porto, soffren alguraa avar, por ir de encontr
barca de escavano.
NAVIO ENCALHADO. Hbnrem s 6 horas da
manhia encalhou na barra de Goyanna a galera
americana Ocean Rover, de 8*3 toneladas, eapitao
Carlton, pertenceole praca de Bo>ton, em lastro
Apenas chegou a communicacao ao respectivo ca-
pataz, seguiram para o Ingaa do sinistro, no vapor
de reboque, os Srs. capio do porto, consol ame-
ricano e ajudante do pratco-mor, con lodos os
socorros afim de safar o navio, ou salvar o que
fr possivel no caso d estar de todo perdido.
FALLECIMENTO-Dea hontem almi ao Crea-
dor o primeiro confereote da alfandega des pro-
vincia, Jos Alfonso Ferresra, victima de padeci-
mentos chronicos.
DINHEIRO.O vapor Mandalt ireuxe para os
Srs. :
Joao Francisco de Souza
Bernardino da Costa Campos l:t!2*!^
Bemo Eleuterio de Souza Castro 660*000
QDaDE DE OLINOA.Informan-nos qne o
Rvm. Sr. D. abbade da ordem benedictina nes
provincia pretende dar comeco no raez prximo, s
obras da igroja de Nossa Senhora do Monte, sita
ao norte da eidade de Olina. E' um servico im-
portante que presta o Rvm. Sr. abbade aos devotos
dessa milagrosa Senhora.
FERNANDO DE NORONHA-Chegou hontem
des procedencia o vapor Mandalt, trazendo da-
tos al 16 do eorrente, em que nos escreve nosso
correspondente:
i Dan4o-lhe noticias desta Mha, principio por di-
zer-lbe qui rnuito j se soffre e ir soffrendo a dis-
ciplina do presidio", com a cominuacao- aqu da
guarda nacional; que, escolhidos a dedo como pa-
rece que sao os guardas que para c vem, melhor
fra nunca viessom I.. pois, pela penca ou ne-
nhuma conflanca que merecem, acaba, o comman-
dante do presidio, de tomar a medida extrema de
fazer desembarcar .de bordo do vapor MandahA a
forca de marinha que veio escoltondo os novos
sentenciados, at que o governo providencie, visto
j ser o numero de presos aqu existente maior de
1200, o qnal deve ir sempre em crescimento com
Anda, gipvm. coadjuctor da freguezia padre
Eslan j(rnpjuciou um discurso s
utilidad
urna coi
ohael, e
da or
era se,
ria pro'
tuna*;
Ijvao
Fui li
Joaqui
seusse
QIE
riea, or
vic
un i
as chegadas dos xapores
t 0 invern tm si
pe
o Sr. Dr.
Firmino Alves de Suuza. Informe
chefe de polica. ___
Jos Bonifacio dos Santos Mergulhao. Informe
o Sr. Dr. juiz de direito da comarca de ItamDe.
ouvindo o juiz municipal respectivo.
Jos Fernandes da Silva. Informe o Sr. ins-
pector da thesouraria de fazenda.
Luza Clementina Vieira de Mello. Informe o
Sr. diretor geral interino da iustruceao publica.
Augusto Cesar da Rocha Falcao. -.Tendo sido
j arrematada a obra que allude, nao pode ler
lugar o que reqner. '
Dr. Guslavo Adolpho. J foi despachad o re-
naerimento a que allude.
Dr Gustavo Adolpho.Pagando o supplicante a
cmara municipal desta eidade o imposto divido,
e assignando na reparlicao das obras publicas
o respectivo termo de responsabilidade era que
o snpplicante se abrigue a cumpnr as condicoes
que no mesmo termo lhe forem imposto, como
re?rmandade de Nossa Senhora da Conceicao dos
Miliures.-Fica a supplicante aulonsada a despen-
der al a quantia de 861*500, com as obras da
iereja, importancia do beneficio da quarta parte
da lotera para isso concedida, obrigado a mesma
supplicante a prestar opporiunamente contas a
thesouraria provincial.
Jos dos Santos Ollveira.-Inforrae o Sr. enge-
nheiro chefe da reparteao das obras publicas.
Jos de Mello de Albuquerque Monte-negro
requerimento, que allude, teye em 24 de mi
ultimo o seguinte despacho a vis da informacao
coda o sopplicaute recorrer ao poder judiciaro.
Maria Francisca das Mercs.-Cotnpirenoa ues-
te palacio. _
Manoel Felippe do Monte. Conceda-se
metade do ordenado.
cora
comniando da armas.
QUARTEL-GENERAL DO COMMANOO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNAMBOCO, 19 DE JULHO
e oas
28 de Janeiro
para
Xanuella fregrnezia, e constando do sen citado offl- rm, tenei
co nao ter (owdo a da fregaena de Nossa \ detalhe,
Orden do da n. 480.
0 brigadeiro coromandante das armas ratifican-
do engaso qne se den na ordem do da n. 47
de hontem datada, relativamente a approva^ao
que obtiveram os senhores tenenles d'arma de in-
fantaria Pedro Velho de S Brrelo e Manoel An-
selmo Pereira Guimaries, declara qiw esles Srs.
offlciaes forara approvidos plenamente no manejo
d'arma, detalhe e escripinracio, t simplesmente |
em ogos, manobras de batalhao, e economa.
AmanadoJoaoutm Jos Qoncplvcs Fonte,
ConformeBmUano Ernetfo de Mello Tambo-
rm, tenente ajudante de ortens enoarrea,ad-o do
ido abundante, que at preju-
dicou a lvoura ; mosrao assim promette boa co-
Iheits, pon j neste vapor segoem por eon do
estado 2,000 alqueires de milho e nao.peqwna
quantidade perlencsnte a particulares.
O estado de salnbridade contina botn: e o
presidio fica era paz, louvado seja o Senhor.
MONTE-PIO ECCLESIASTICO. Realisou-se
honlem no Consistorio da matriz de Santo Antonio,
pelas 11 horas da manha, a reuniao de sacerdotes'
pira tratarem da fundaeao de um monte pi ec-
clesiastico, com a assisleacia dos Rvms. Srs. cene-
gos Antonio Marques de Castilha e Francisco Ro-
chael P. Brio de Medeircs, vigano J. J. da Costa
Ribeiro, e padres Eslima, Manoel de Sant Anna
Luz, Loonardo Grego, Mello, Dr. Estanislao de Car-
valho. Candido Cunha, Christovo de Hollando,
Azevedo, Victorino Fortunato, Raphael Coelno,
Vicenle Varejo, Servulo Teixera, Albino Lessa,
Amaral e Silva, Souza Lyra. Alelluia, Themistoefes
Sanies e Herculano de Brilo; parlecpandomais
doze que annuera ida.
O Rvm. Sr. conego vgario de Santo Antonjn ex
primio assim o fim da reunio :
Meus Rvms. irmios. Nao vos estranho o
motive por que hoie nos acharaos reunidos ; elle
se acha manifeso na circular, que eu e um de
meus irmaos vos dirigimos. Julgo esensado pro-
curar justificar perante V3 a conveniencia e uu-
lidade da idea que desejamos realisar, porque vos
raesmos por mnilas vezes tereis testemunhado o
estado precario, que tem chegado alguns de
nossos irmaos em Jess Chrsto, quando sobre el-
los pesa a dura adversidade.
t Reduzidos s mais apenadas pnvacpes, urnas
vezes victimas dos rigores da jusiica human*, sem-
pre contiugeute e infalivel, abandonados, e entre-
gues aos concelhos da pronria razao, em tees si-
tuacSes attribulada e varillante, oulras veies lu-
dibrio d'uma sorte mesqoinba e adversa, suce-
de descerem de abysmo em abysmo, e reduzrem-
se a urna condicao inferior aquella que Ihes com-
pete, nao haver urna mo que os contenha.
t Depois da palavra, Deus, dir. um philosopho, a
patavra c-.ridade deve oceupar o primeiro lugar,
e ama das mais hrllhantes virtudes chrisuas o
soccorro o auxilio aos que soffrera.
t Invocando, pois, te senlimento sublime e
grato ao coraoto do coristo, e que folgo de re-
conhecer em cada um de nossos irmaos. que no
lembremos de convtdar-vos para qne reunios
procuremos asseotar w melhor meio de levar a
effeito o nosso desidertum. ,
t Sem pretender fazer unta radicaoao/ raigo
que o meio preerivel como mais effloaz para a
coDservacio do fim, que nos propomos, sera a or-
gamracao de ama associacio de membros aa
i mema classe. ^,A_
Se. pois, outro alvitre mais acertado vos occor-
rer propoohoque seja nomeada qma commissao
quePse neuraba de erganisar o esteinio ou hj.
Donwe nes devemos regular, aflm de que se
E levar a effeito e seja. um realidade o possp
intento,
reunio; depais do qne toi nomeada
[safio. eoujpost.ao8 Rvme. cbnago Ro-
es-rhemitocles-e Estiioa, para tratar
_odos respectivos estatutos ; sendo
eleita por unanimidade, ama directo-
ria 4 sociedade. que e ooego Casiilba director, podre Chna-
director, e padre Estima secretario. __
depotdisso, ura fflio do Sr. Dr. Joao
Fonteca Albui|0rque, oBrecendo a
os graiaitos como advogadb.
JRDJCO."* Ka. boje sessao theo-
ria nesia sociedade, a 4 bora da tar-
de. Disdtiir-sehauma questao- d< direito crimi-
nal prop i pelo Sfc Tavares Caminba,
reSTI IDADE.-Ioje celebra-se no convento
de Nosst Senlmra d Carmoa fcstividade do Pa-
triarcha into Das, lundador da orden dos reli-
giosos Cl raelistas; pregando ao Evangelho o pa-
dre Jos sieve Vianm, e ao-Te-Deum o padre
Lino do onte.CarmeloLuna.
NOVOftENEIfcO DEtMPOSTO.Infcwmara-nos
queum pfoprietano de predio>na eidade do Reci-
fe, de pnfceme residenie na Enropa, leudo esgo-
lado a escala aseendeate do aluguel de suas pro-
priedadesem vista das cireamateucias do- pao, aca-
ba de orJenar ao seu procurador que s-receba 03
alugueii em libras esterlinaou em papel ao cam-
bio de 27 dinheipo por 1*000, isio a 8*800 cada
libra estedina, vwi que nao itoe convm perder a
differenca entro essa e a xa\ de 20 a 2S dinhei-
ros que regula aa praca. E. urna invengo que
dev* obler privitegio, quando nada pela aovidade !
Recoramendarao la aos proprietarios de predios
residentes njl Europa.
COMPANHIA,PEUNAMBUCANL O-vapor Ja-
qnuribe, seguir. para Penedo em. direttora boje
as 4 horas da.tarde, recebe passageiro* #*., ale s
duas horas. .
LOTERA.k (jo* se acha venda a 154' a
beneficio da San Casa de Mwerfcordia, aja ex-
iraccao ser.a** sesuinte ao da pawida para
o sul do paquete ioglez que se espera.
LEILACXO- agente Pesna far leto de laa,
caixa com 60W coarutos por con de qnwn per-
lencer, quT*ira, na ra da Cruz n- 5o-, boje as-
12 horas 'da maobaa.
H>)je efSectna o agente Pmto o lwlao de mo-
vis, louca, viarns e crvitaes, na raa. d Sebe
"Os concwceeies do lello eacontrario ao largj
do Corpo Santo um oronibas para coaduz-los.
aquelle lugan o qual parti as llf horas em
ponto.
PASSAfiBUtOS.Sahidoapara o Soft ao vapo
Roberto da Costa, Caeuoo R. da Coaceieao, Can-
dido G. Torres, Vicenle Remigio da iaiva, lose
da Silva Rodrigues, Jos- Manool Bapus, Jese
Joaquim Batato, Josepha. Maria de Ja> Manoel
Jos Poreira, Seraflco de Carvalho e % escravos,
Carlos de Moraav. Francisco M. M. Pint, toa ft-
Leal, Jos* AWonio a Ctaa. Jos Arseliao V., au.
noel Pinto Araujo, Braaciseo Cezar Teixera
Antanf Costa Le'te, Adi.uCi5 Oataviano 0
Castro Osorlo. ,
Vindoi de Fernando no vapor Ma*aau :
Francisco de Paulado Reg Barros, Antonio Au-
gusto Pereira da Silva, Julio Goocalves. Carlos
Jos Pereira, Maria Bella da Annnnciacao e 2
filhos menores, 23 preros, 2 mulheres e 2 ttlhos
menores dos raesmos, 11 soldados sendo 4 preaos,
25 pracas de imoblal .marinheioos, l sargento,
padre Antonio Araganee, e Maieas Fernandes
Sabtd>i para o. Aracaty no biate Nevo.In-
vencivti i ,.,
Jos Maria de Carvalho, Arrairo Candido Ramos
Antonio Pereira da Grac, Antonio Ferreira Mon-
teiro e 1 fillio menor. _
Entrado nopatacho norte- allemao ficante :
Welbelm Heistor.
CEMITE ^10- PUBLICO.Obituario do dia 14 de
ulho de 1870.
Jos Joaquim de Andrade, branco, Portugal-,
48 auno, casado, Boa vis ; f*bre beliosa.
Jorge Ferque, branco, Blgica, 60 annos, soMei-
ro, Poco; congestao cerabaL
Hermina Gonralves Lyra, branca, Pernarabuco,
30 annos, viuva, Recife ;. tubrculos pulmona-
res.
Joanna Borges da Fonceca, branca, Pernara-
buco, 35 annos, casada, S. Jos ; cancro no
Maa Egipciaco da Conceico,. parda, Pernam-
boco, 80 anoo*, viuva, S. Jos; dyarrba.
Francisco, branco, l'ornabuco^ 40 das, S. Jos ;
gastro. interite.
Jos, branco, Pernarabuco, 6 mezes.
Joao de Pinbo Boiges, branco, Pernarabuco, 21
annos, solteiro, Ba-visia ; apoplexia eereDM'-
Maria, parda Pernambuco, 2" meies, a- Jos,
convalses.
CHRONICa JUBWtARM.
TRIBIVll. DA 1I8LACAO.
S. Jos
inftamacio nos intestinos.
15
Felippa, escrava, parda, Cear, 35 annos, sol-
toira, Recife ; tubrculos pulmonaros
Nstor, escravo, preto, Pemambuc, 27 annos,
solteiro, Boa-vis; totano traumtico.
Anna Regina Cavalcanto de Albnquerque, bran-
ca Pernarabuco, 17 annos, solteira, S. Jos ; febre
Luiz, oardo, Pernambuco, 3 meaes, Boa-vista
anazarca. .
Lniz, pardo, Pernambuco, 10 mezas, S. Jos ;
convlses. '' ,
Luiz Solano de Mello, branco, Pernambuco, 4b
annos casado, Boa-vis ; inflammacao pnru-
lenta J _
Pedro Manoel da Conceicap, pardo, Pernam-
buco, 48 anuos, solteiro, Santo Aatoaio ; hepaute
caroaico.
Jos Eleuterio Carneiro da Canha, pardo, 60
annos, solteiro, Recife ; brenchirio.
Maria Tbereza de Jesu, parda, Pernambuco,
40 annos, solteira, Poco ; apoplexia.
joo Damaeeno Evangelista, pardo, Pernambu-
co, 37 aaaas, casado, Santo Antonio ; hyperetnia
cerebral. e ,
Jos, pardo, Pernarabuco, 3 mezes, s. Jos ;
convulsoes. __* __
Francisco Jos da Silva, branco, Pernarabuco,
47 anno, viuvo, Santo Antonio ; tubrculos pul-
monares. .
Euzebio, p/eto, frica, 50 annos solteiro, escravo
Recife, hydropeaia,
Agostinho, preto, Pernambuco, annos ; Boa-
vista, escraw; gastro interite.
Valentim, preto, Pernambuco, 45 aonos, soltei-
ro. Boa-viste, escravo; ascite.
. D Ana Joaquina Vieira, branca, Pernambu-
co 45 aanos, casada, Recife; febre perniciosa.
17
Carlos Luiz Martins, branco, Rio Graade do
Norte, 25 annos soheiro, Recife ; febre.
joaquim, branco, Pernambuco 50 dtas, Santo
Ao tonio ; convulsfies.
Joaqaim pardo, Pernambuco, 8 meies, S. Jos ;
convulsoes.
Maria, branoa, Pernambuco, 2 das, Boa-vista ;
congeslao cerebral. .
Joaquina Maria da Conceico, branca, Per-
nambucu W anuos viuva, Boa-visia; apople-
__t\
Manoel Ajjapito da Silva, Pernambuco, 2
nos, solteiro, Santo Antonio ; interee
Juvencio. branco, Pernambuco, 3 pjzJS, S. Jo-
s ; inftamaciq nos intestinos.
SESSAO EM 12 DE JU1J DE ft8?D
fllEeiWWCU DO EXM. SR. C0NS8LHEIEO C-\BTAN0
SANTIAGO.
Secretario Dt. VirgtiCoelbo.
As Choras da manha, presentes os Sre.aesem-
oargadores Gitirana^ Gherra proenrador da coroa,
Lonrenco-Santiago, Almeida Aibuque ue-, Motta,
Dominmes-da Silva e Souza Leao, fallando os brs.
desembargadores Doria e Regueira Costa, abrio-se
a sessa ....
Passadosos feitos derara-se os segantes- jura-
mentos* ,.
Aesaa* bb rETigi*Aggra*ante, Antomo Pe-
regrino d'Alboqnerque; aggrarado, o-juizaRe-
lator o Sr. desembarrador Guerra, serteados o,
Srs. desembargadore* tooreheo Santiago e Mol-
la.Derare provmeii).. Aggravau, Jbaquim
.Crvalcante de Albuquerque; agirrawdo,. ojoi-
zo.Relator Sr. deseabargador Motta, sorteados
es Shs. s*enbargadore8 Uoureaco Santiago e bi-
irana.Oerau provimaato.
AirEij,A1oftCRi-.^-Appel!ante, padre Joao
David Madeira; appeliados, Joaquim- Doimagnes
Vianna e-oaros.Improcedente. Avpellaaw, o
promotor;: appellado, ttonisio Ferreira dos San-
tos.A' nevo jorv. AppeHante,.Patrwio da Costa
Feire Ifaracaj; appeltedo, Justino de Hbilanda
Lima.improcedente. .
Appei_*sos ciVBav-AppeUaate, Antonio Joa-
quim de Lima; appeltado, Jos Libawo da SI va
Moateiro.Nao toroaram cont^teimento. Appet-
lantes, Claudio Dubeax e outros; appellado, Joa-
quira Jos de Miranda.Depresados-os embar-
gos. Appellante, Jos Saraico; appeltado, Pedro
da Costa* Silva.Daspresados es embargos Ap-
pellante, rterculanoFraacelino Cavalcante; appel;
lad*, Manoel Elias dt Mqura.Nullo de fia. 107
era diante. AppeWaote, Jos de Souza unes Bra-
ga; appeUedo, Francisca Goncalves Silveira -Des-
presado, os embargos. Appellante, a Santa Lasa
da Misericordia; appeHado, Candido Jese-da Silva
Guimaras.Despaesados os embargo. Appel:
lame, Henrique BisaBanli; appeltedo, Jos
Luiz de Souza Faweira.Reformada a seoten-
ca. Appellante, Amonio Jos Pinto;. appetlaa,
D. Mana Francisca, da Coneicao Silva.Despre-
sado os erabaits. Appellanies, Joaquim Jos
dos Santos e outros-; appellad, Anloaio Ferreira
los Saalos.Despresados os.embargo*. Appel-
lante, Joao Ferreica de Carvalae; appeltado, Joao
Felippe da Cunha*tndeira de Mello Bespresa-
dos os embargos. Appellante, D. Mana Joequraa.
da Conceico; aapellado, Mbnoel Vtente Calla-
do.atandaram vic os autos-origlnaes-
Habeas corpus. Conceeram ordem pedida
por Joao Baptis do Nascimenlo, e pelo Dn. Jos
Joaqium Tavares- Belfort, em favor d Maaoel bo-
rnes da Cruz para o di do correte, ouvidas
as respectivas autoridades.
nnxavm
Bo Sr. desembargador Gitirana ao Sr. deseav
oargador GuerMu-Appeltaco civel: appellane,-
Anua Francisca do Monte; appeltado, Franciwo
Anastacfo de Mara.
Do Sr. desembargador Lonrencp- santiago^ ao
Sr.. deserabasgadOT Almola Albuojwrque. Ap-
pellacdes civels: appellante, hachare* Luiz aa sil-
va Gnsmo; appellado, Jos Joaquwn Goncalves
Bastos. Appettanto, Jos Carlos Mhnco da tos
Reis; appellado, Manoel da Silva topes- Appel-
lante, Joo Giimerme de-Mello; appellado, Titur-
eio Valeriano Baptisu.
Do Sr. desembargadar Almeida Albnquerque ao
Sr. desembargador MoUa.-Appelaco crirae: ap-
pellante, o juno; appellado, Vicente Ferreira dos
Santos. m .
Do Sr. desembargador Motta aoSr. desembarga-
dor Doria.Appellaooe* civeis: appellenle, Mana
Joaquina deSanfAnna ; appellado, Antonio Berti-
no Pereira de Carvalho. Appellante, Njcocia Ma-
ra da Conceico; appellado, Alexandre Nogueira
da Silva. Apnellanie, a fazeada; appeltado, Anto-
nio da Silva Gusrao. Appellante, a pre Pann-
cia; ajipetlado, Jos Luiz de Albnquerque.
Do Sr. desembargador Soasa Leao ao sr. ues-
srabargador Gitirana AppeUacSes civeis: appel-
lante, Jos Cardoso de Almeida; appe.lado, Seve-
nno Jos de Farias. Appellantes, Francisco Jos
Alves outros; appellao, Manoel Luiz Ferreira
Brandan. Appellante, Manoel Jos de Lima; ap-
pellado, Jo Marinho Facao Secopira Appe
lame, o juizo; appellado, Joaquim Lopes de Al-
meja. Appallante, Joo Antonio Gomes; appel-
tado, Manoel Alves Pereira.
Dbligencu cruik..V Sr. desembargador pro-
motor da justca : appellante, o juizo; appellado,
Francisco Jos. Appetlantes, Jos Tranjano ae
Mello e oatro ; appellsda a jastca. Appellante,
o juizo; appellado, Paulino Ildefonso Beierra.
Assignoa-se dia para julgaroento dos segrate
r_itos *
Appelacoes civeis.Appellante, D. Mara da?
Neves Miranda Olivara; appeliada, Rosa Mrna
da Conceico. Appellante, Manoel de_ Azevedo
Pontos; appellado, Joo de DensGuimaraes. Ap-
pellante, Jos Antonio Fernandes Fradique ; ap-
pellado, Joaquim de Albuquerque Castro. Apoel-
lante, Jos Severmo da Sirva; aspellado. Joao Mau-
ricio Cardoso: Appellante, Antonio Jos Pinto ;
apprilada, Mara Francisca da Conceico. Appel-
lante, Manoel Florentino dos Santos; appeltado,
Rartholomeu Brando do Sobral.
Appellac*) crime.AppeRante, o padre Joao
David Madeira; appellado, Joaquim Domingues
Vianna e outros.
As duas hora e meia da tarde encenou-se a
sessao.
nidade, que sobre tudo prezo, e a posico de jaiz.
qne me foi confiada.
Tenhoftltaa e defeitos, que os homen de nw-
Iber coneeito nao podem evitar ; sem bene da
torluna que me possam valer nos momentos privaco lamento eom minh*- mulher e fimos a
necesshlad que esperimento, sem comtudo, pas-
sa#-me peta idea os >oiitimentns baixos que_ A. B.
S> na davideu emprestarme na narragad do
laclo?, qn? me 3iiribue.
Nao entro na apreciaco desses factos e apaas
direi de passagem, que A. BV S. ou nao rae co-
noece, e poeteoto nao devia.avaaear aquillo que
ignora ; ou est mal informado do roeu procedi-
menlo e devia haver-se diversamente para com
seguranea, criterio e verdada publicar sea juizo
a mea rospoilo ; ou ainil me eonhece e esta a
par de minba vida publica e privada, e perian-
to uro vil o de test w I calumniador, que se j na<> ,
esti deve ser esbulhado de sociedade como ente
abjecto e despresivel, que escarnece do bom sen-
so publico e eonsegutniemente de si mesra ; um
cao hydrophobicev que nao poupa a quem quer
que seja.
Estou/conwencido de qae, para o publico de
Itarabo, paaa os bomens de oojp- Juizo geeessito,
era dispensavel atinha defeza-;. cont, porm, te-
nho amigos- lora daqui, que me preaam, urna nu-
merosa familia, aieda qne pauprrima, que me
eslima e ama sobre tudo nao teraendo os fados
porque sou argido e injuriado publicamente,
passo tratar da esplicaco de mioha parte.
NSo tenho pretoneOes exagvadas nao alardeio
intelligencia. e Rtosiracao. sou peto contraria, o
primeiro a reooanecer mioha fsaqueza. o prima-
re a humilhar-raeante os douto ; julgo-me, po-
rm.. com as habitiiacpes precisa para desempe-
nbar meu luga# e curoprir- raeus deveres, sem
que se possa dcer que procede.de m f, ou per-
sigo maltrato a este ou aquella que enrgica-
mente requer ante meu juizo, ou que me procu-
ra para qualqaer fim.
Ao que diss oten detractor sobre esse ponto
proveco-o- para que declraa o noro* da pessoa (se
prezar a. verdad) que tenba sida perseguida e
maltratada por mim de qualqaer ataneira, oa te-
otia recebido gritos, etc
E9se procedinenlo improprio da eoacacao
que reeeb desde o berco e que Bivarei at-o t-
alo. .
Todos que me conheeeta- e daorme a honra ae
frequeitor m_a pobre casa sao testemanbas
oculares- do. trtameos que don as partes, de-
pendente d poeicao, dact e- da fortuna.
A. B. S. reportando-se a posean do distmato te-
nente-coroaal Mariano fiamos de Mendonea e_a
urna cansa commerctal quo-este? tem em juizo nao
hesitou assagorar qua eu para favorecer ao dito
tenente-corouel atropellei odiraRo de seu coaten-
dor, j> reformando senlenca. depo'is de recibida
e atunpadft a respec^va anpelteco, j (referindo-
se a execafio) falsificando fOlbas dos autos, e de-
pois, diz ella, conaacenda meu erro supphqnei
para, qp a parte psejqdicadaao procedasse con-
tra raicn.
meiospre0 a vardade reveJia-se aiamente
Sou amiga da teaanta-oaraael Mariaoor porem
mais amigo de miaba rapntocao. do mau neme e
daverdade. Se essa amicade, que igualmente con-
sagro a muitas psssoa gradas da comarca tives-
se forra bastante para inhibir o curaprimonto ae
moiLs deveres e atrepellar os diretos de quem
per que eom elas liligassem, declaro ao publico,
a quem roe dirijo, que-teria a precisa energa pa-
ra supplan-, usando.do recurso legal e qoan-
do isto nao fosse sufflaiente a demissae do. lugar,
qpe exereo, seria o espediente de que toncara
mo antes da pratica de actos da ordem dos que
me attribue A. B,.S.
Na causa de assignaeao de dez. das qae o ie:
nenie-coronel Marianomove contra Claudio Jos
de Aaje, este exvepcionou o j'juo, seado des-
presada n liwine sua excepcao.
Claudio por seu advogado o hachare! Antonio
Bernardino dos Santos aggravou desse despacho
para e Exm. presidente do tribunal do nommercio.
Reconsiderando-o qnanto a prraeira pafte da ex-
cepcio e vendo qne a outr nao contmha materia
de aegravo, mandei juntar o instrumento,guando
subi mmha eonilu.o, aos autos da actao prin-
cipal e reforme o meu despacho aceitando em
parto a excepca*. Intimado Claudio ou seu advo-
gado esto sem demora requereu. para seguir o ag-
gravo instancia superior, allegando que traba
asgravado no todo e nnn em parte.
" Mandei vir a petcao nos autos e- venoo, como
j disso, que a segunda parte dos embargos, qtK-
e inscrevia-xcrpfiio de aeco i tll&tmiaadr
de partes, nao era materia d eacepcao e menos
de asgravo, aos temos dos arts. 149 e bb9 ao re-
glamento commercial indeferi di pelicao, man-
dando subsistir o despacho anterior. -,__.
Nenhum recurso tentou o advogado de uaiwio
desse despacho. ____
Pos a exceocao em prova e decorrido o prazo
legal subiram os autos a cooclusao e proien, e-
vordade, equvocamente senenga quanio a causa,
principal em vez de julgar a excepeo. Sciente o
advogado do tenente-ooronel Mariano, este iinme-
diatamenle apresenlcu-me nm requenmento m-
...nd onnivn^A nnp s havia dado. Reconte-
PUBLICACOES A PEDIDO.
an
Cb,rQ-
ira, rwtocfom.Acabo de ler urna correspon-
dencia inserta no Liberal n. 183 da de jnoho
ultimo, em que alguem sob as iaMtaes A. a. s.
tentou manchar anha reputago. atirando-rae ca-
lamnias e injurias e impulando-me factos de que
s pode ser capa um espirito maledico e presu-
midofactos indignos da minba pessoa, quer co-
mo particular, quer na qualidade de juiz munici-
pal e de orptos deste termo. ,
Naseido e educado na eidaie do Recite, onde
resid ateo dia 30 de agostede 1867, da em
que segu para a capital do Rio Grande do Norte
nomeado juiz munieipal, ah volta nol* de de-
zembre, sendo remova para este termo, gracas
exclusivainente aos asforcos dos distinctos oon^e-
ihelros Francisco de Pauta da SdveiraLob eJoan
Silveira de Soma, aos quas sempre e sempr^ise-
rei summamente grato, canto o tenho demons-
trado e continuara afater emquanto existir
Assumind neste termo o exercicio doi mas tu-
gar no dia li de fevereiro de 1848, data da lastal-
lacao da comarca e creacao de, loro ewll,, proeo-
rei pautar os meus actos pelos ,8n'linn,0io
justo e do honesto, aonriar a amizade dos meus
jurisdiecionados sem distmocao de cor Pp^
destribuir-lhe justica sem olhar a nimr-
c5es de ordem algn. Assim tenho <*>
proceder, affastando-me, qiunto era mira cabe,
das luas partidarias e de envolver-rae am^
cios qu, Tpda de leve, mW flfct" mW* ^
trando o equivoco qpe se havia dado,
ceado meu engao aceitel a petieio por ambargos,
e segurado a praxe do douto conselheiro V Bap-
tis e outros julguei do nenhum effeito a pr -
meira senlenca daspresando a excepcao ollereei-
da, visto nio ter o excipiente provado sua< aiie-
gacoes no prazo que Ibe concedido por >*
"uuer do primeiro, quer do segundo despaabo.
aenhum recurso tentou o advogado AatonioiJer
nardino dos Santos. Entretanto A.B;S- ouiou an-
firmar em sua correspondencia que Claudio ap-
pellou, foi recebido e atimpada a appellado eos
autos trasudados, quando reconhteendo *"',
mandei chamar o advogado do t^**^**
nano e dei-lh urna petizo mandando-a r o.
autos e por ua aiewa despacho, revogue* tudo
acabando com a appellacdo 11 -,,,.
Muito pode a aleivosia, a mentira de roaos aai
das com reqinda perversidade.
Soccorrendo-se provas desse iaei A. B. *>
trepidar fflrmar que reduao o fro anatta^
Odocumenlo, sob n. 1, do ^""Jl.
va a toda luz o embuste, a falsidade de me""
tes proposicSes. Por esta v-se que nao houyettl
appelcTo,e por consegrante recebimento atimpa-
co e traslado, o que lado, devena constor doaau
'%anto"'parte que concerne a exacnc) ver-
dade que com pasmo e admiracao para mim. e^to-
dos que rae conhecem foram apresentados. os em-
bargos de que falta A. B. S.
Cia'dio^oTeera a com elle seu ^J0^
consentir que o tenente-coronel Muiaai 'eT" a
effeito, como publico, a execucao de sua seaien
, e por isso por em pratica todos os meios qo-
sua frtil imagina cao podiam
inventar.
delles era de *SW'^Z%SiZ
regula-
juma em
a arraroar
o do art. 573 do regnlamento
SS StiSSZ w i^rraesr^gu:
Svor de 'eus embargos liraitondo-se
lflEra9viCs Ti-do era .eucao a aUegago
tei por Gando de fal de ci?ao de sua raulber
na? todos os actos da arremata*, ama vez que
ESk So peuhorado um betp de ra.t, annH
.*>*
a
l
MUTILADO


Diario de Perjiambuco Ouarta feira
20.de Julho
t
e-pediva arranataca-) mandei na mes
tenca .xtrahir rpia do embargo* e rematte la i
**Jui0'oria P'.*1^* Pr* Proceder na forra da le.
Termo a sewoci,i pnc.isa para euraprr meus
oeret-s M*MM>cu para destrfbuir jqstica sera
**ar (ijimj d* l(
nao deseo 4* altu
quem ijuer que sea, e por isso
llura era que eslou legalmeute
t-oMucado parir i.-aJg.-ir favores e pedir perdi
> meus actos.
Provoco A. B S. a patWicar pelo -ioroaa o
nrwn da pessoa 00 paasoat (iocapazes de faltar a
verdade) a quem cu iires>e rae dirigido pllra seme
Ihanie lim, ou pelo menos que tenliam *auvldu
fallar era tae suppMcas, antes de sua correspon-
lene a, a qne respondo.
A prova mais ralml 4a ifiverosimeihanc do ac-
rmdhanie dito qtm se tivsse pedido, como diz
A. 8. S., nao teriam sido olferecidos o.v*nbar|os
a <|iw alindo, nu leriaiu eiies seguido os termos
lejtses efinalmente nao seriado <> brigada mandar
fxwahlr cjia e remelle-la ao Dr. promotor pu-
Mcm para denunciar Jo sen signatario Rielas ca-
tatiraias e injurias, que proferio.Documento n. 2.
Atada mais. Se pncedessem as allegacSes cons-
unto; d.iqielle- embargos, o te leute-coronel Mi-
fian'. iieu amju e que tantos favores me ha
prudjjjalisado, atino diz A. B. S., nao leuelleria. o
Sen-cimento, que lhe fizer. 111, segundo sabido,
de dar )*aci 1 .r-Claudio par este nao apresen-
ar 114 embargos, que ha va eugenbado, declarando
lhe que se esio ea o ra dos. seus embargos
poda os Mfenwrr que lhe aprouvesse
A. 9. S. nao tatisfeito com o raonlao de falsida-
d. s, {iie licam manifestas, vai mais alera Diz
aue fusta de banquearme cmn criminosos ; que
wh para us sessoes djjanj mostrar interess pela
*namnacao oa absolfiro dale on daquelle: que
levo lodo o da em passeiatas piando queeo massa,
erar umi orte, cowluzindi contigo o escrivao,
'* xiecedeu na fianca requerid 1 por Siisaet do
tejo Cavalcanle ; que ha mais de dous annos
instauro km procetso' de responsabiltdade contra
* suMe'egado Trajano Evaristo Ferrao Castelh
Unifico e nao obstante ja ter ali culpa comecadlt,
acceitei um seu concite para com -elle comer >tm
cwntiro na mai cacao.
Sao duviio que no meu itinerario para o centro
d. termo tenha jtntado com algum criminoso.- K
o.inn o po-w evitar? Per ventura tera os cri
aniHcns h'irino iru inacripr-ao 'na fronte, que os
dertingae de outros homeus T
K'jh.ssivef que alguma fez tenha jantado com
Seraflm Lucena, norem o que afflnno que se o
z, IW lnwiedtemale, o que bcni pode acontecer
seiti denunciar em mim maus senlfments, ou pro-
lercao a criminosos.
K t freqaenio o tribuna! 4 jury para asWr
seus trabalhos, seu o primeiro a confessar, ina>
'iue ifnha-mo inieressado proou contra qualquer
r.-> prove o A. B. S. se cap;u como os outro?
4.ir,Ms que rae atiribue ante o tniuna! e parv on Je
ttrfj a.r.istor ji tefldo para Isto ja os nec^ssa-
nos pMl:-rir tnajir Antonio dos
Siiitos V'uat; depMJs do queme curvarei obadiente-
W'.nt-: ao rior da l?i,se esta me for-adversa, e
Muetttr-me-hei a pecha que me nuerem lahcar na
face.
Quanto a fianca prestada por Mis;,el do reco
<.avalcante e o procedo centra Tra|ano, offereco
a1 considerar Jo do publico os documentos sob ns.
n :
Pefo primeiro v-seqqe o mens depach. sao
di niesma data das petiroes de Misael com pxcep-
gao. de urna qie me sendo apreseutada em 17
non dAta de f5 foi despachada, naqueledia, Ira-
jendo dpcumehtcs, que o n-iruaw, firmados um.
i',_ oque prora eng no di parte do requerente e
que o ultimo despacho que proferi, de 18 de
arco, u o termo J.- fiaijca tavrado a 19 do rnesino
inij pelo escrivao Baldino Amando Freir. Pelo
tegunao, est claro que a dernara do proceso
o subdelegado Trajano Ferrao, nao lera sido mo-
i'ada por mira e menos pela poltica dominante
nao dispoe de forca para influir nos actos judi-
<:m*s, e sim p'-la diflhuldaie da cita ao das tes-
'itunha^ moraduras era diversas provincias e
.-ffloeu.'ia do trabalhos de Juizo.
i ilativamente ao hanquvle de que tao ufana-
mete trata A. B. S., nao nb^tante o tedio quasi
mveacive!, que siuto em desear sua explijacao, I
dire simplesineftie qiif- convidada instan;omeaie
miaia, familia pela do teneule Jos Henrique do
Muidouca para passar um dia fra da villa no
o do alfer s Francisco da Silva Arao, accedi
es-e convite para o qual nao houve ,1 menor in-
1870.
Docami
Certifico que raveadJreaiDejo ajt
denuicante Antonio Bano^Tteiro, denunciado
Traiauo Evanuo Casielk Braoao e ou tro*, asile
coiwu. que a paijtf da denaocia tera o despaelu
e oovemhro de 1868, e que depri dp7
t J io prof?sso fvram a raarcaa 1
nowoibru de 1868 e descerara a 18; subiram a
_e dese,m a 3ft; subiram a 3 de fr 1867. .
neiro.de 1S7B e aeseerim a 3 ;
inesrno maz e descer,ra a 17..
tn e descera
subiram a 11 do
. sibtftm a 24 de
-aro no raesmo dia B; subirjaj
m,r e (1^*am n !. de abril; satu-
ra'? a 2 de jubilo e descerara ;> subiram a
etiiihSr1*" huje Mni ,JWaetio para dellas te
extralur a presme eertidao, e certiioa Ijnalieote
que a demora do proco-so fui motivada hela ruu-
*nra 1ei doas ti.4t,.R.unTi> desta para a, provin-
can qa Parahyba e qoDllQ da dp Bio Grandajdo.
orie, para cujos lugaaes se expedirm cajto-jir j
caloras citatorias; accrescenUndo queflntfs nrm*
moravara na comarca do Pilar da dita
re Joao Lucas do Uoito Gannelo, para mandar I
suspender ao arrendarlo do nosso enianho Ca-
raassan, oSr. Joso C.lanlioo Leile, toda (t&alquer
qtunua excapo) a diaria de 600 ps^ dada anda
meauo ao padfe fre ho do Anuir Divino, ou
outro qilqiW religiosod'hora em diama;
testarao nao se Ihe levarpm eonu qualquer quan-
M qneiian jeja autprisai> com a fama de V.pa*
teriu'dade Rcm fre Fr
o provinnial. JYoi^Man
ia-^Carmo
cisco dSTles, vigario
& Joaquiia Twwira,
ahia. dejunli
fh% pnis que a letra
signatura do vigario
O mais qne segue-se nao importa ao caso,
de T%.t?L\a",JXim ndVessadas as cartas
',' JU'^ .de ,888, e de 3 de agosto do mes-
QMffroai eXtra"' V*0 1Q Publiqaei
ou^eterm^f d9SpeM9 e risco' lhe >*
,............----- >< <' uita provincia 11.
aaiaranyba, que, citados porpiecatoria vierani
ueppor; tendo-se absorvido quasi todo lempo
esas diligencUs, o que iiiierroiapeu, e devia
com
va ne-
iotarnmpftf a marem regalar do
proeesso, concorrendo tambera para isto agrande
auenwa do servio, pott,s eartofiosite orptaaua e
auseutes, .-apellas o residuos, cnjns cargos oceupa
conjuuctauenle cora o de ejerivi do jury da 00-
quanto sob a fe dos cargos que oecu-
curapre certitlcar V. S. a'de qte tmto
cai*ariameiHe
marca
pa, me
don fe.
Villa de Pedras de Fogp, 6 de julho de 1870.-
O escrivao interino do jury, BaJdooo Amando
i* k 61 re.
Documento n. S.
Gertiiico que, reyenJo; o traslado dos autos da
accao pos- ssona entro paites Virginia Horacio de
r reita o iiwjr Joaquim UonieiE Guede* tijn-
oini, doMes consta que a petlcao infdal foi
despachada a II de u|oMe do 1868 e que a
senteoca rospectiva de 16 de de junho de 186 :
do qne dou t.
Pedras de Fago, 6 de julbo de 1870.-iEm f de
verdado. O escrivao, Fraaciseo Documeuto n: 6.
Auto de dedaraeao. Aos i de julfco.de 1870,
em a casa de detcncao desu ci 'ado do Beeife de
Pornambuco, onde foi vrado o Oc, ju munici-
pal na segunda vara Arminio Coriol:.nu Tavares
dos santos, eommigo escrivao de *u reo abai.
xo nomeado, ate prsenle u peticionario rulmo
uvaicanle do Reg Vasconcellos, e o suppJicado
Antonio Goznes da Cimba, ao qual dito juvz defetio
juramouto aos SmUk EvaugoJhosea um tivro
o; lies em que pj sua rno direita. e proroeavu
izer a veidadi, e sendo inquirido,sobre a itoic^t
que Ihe fii lid;.. ^^ v
Disse que k8 acfca preso peta aecuaavao, queaof-
iro de Immioidio casual na pesa* da um seu cu-
miado ; que ncum'iio a Jiras aJvogados os Drs.
Antonio BernrJino dos Sautos e Antonio de Arau-
jo de sua det-zs, tendottiej pago os, seus aarta*
diodo ao prmieiro a quaolia 1:600*000 e au se-
gundo IrdOOiDO era papel e 95 libras esterlinas.
ao segundo idom da pweaft.respood.iu negativa
teme, isto qaew Dr,' Uu>ho do* Sautos da
Ponceca Lms juiz municipal de itamb, nao.exigi,
e nem recetwa quantla alguraa^ e era promessa
uo Hiaijuer natureza para promover directo ou
indirectamente u absolvicao dalkj declaraoto. Dis-
se anda que dito juiz manicio*! nunca exigi
delle cousa alguraa para coaservar' ette respon-
Unte na cadeia de.ftamb".
E pr nada mais declarar e nem Iba- ser per-
! juntado, o jury o presente auto dado, no qual as-
signa com o declarante, petiomaario e testemu-
nnas presentes.
Eu GuilliBrins Angus'o de Atliayde, eserKo es-
eren, \ruwmo TatarisAuionio Gnmes da Co-
1 a r^ c*alale do Bega Vasconcellos.
-Jos Enaste liveira. Joao ipheira Catte.
Rooife .. de julho de 1B70. O escrivao, Guilher-
me Augusto de Athayde. (Estava adherente urna
estampilha de 260 reis).
Este documento a
ilo corpo a raesaia
pKivincbl, e a mesma oV%(cretario." pelojue e
videntemante se coaclue, que foi .' urna pessoa
qae o fabricou ; e ess*pejisoR r0i b S: fre Joio
ttwas, Muado as semelnanoas da lm as.
QonvdBDolar irae, em virmde de:U,iicou iffec-
iivaiiienteaunha diaria reduc a KXftri. uuando
er;, n 800 rs. mareada pela ciuvento. Foi ende-
rnjs.ida essa orqem direciamei\to a.. Sr. JosQau
dfco j^h, entao rendeiro do. eegenho Gemassari
troe pttencia-a f ste" Conveiito.Tde quem recebrs'
miiihas diaria.
Ora, quera f.ihrieaurr vez uta d,.enmonto falso
presume-se capaz de fabricar ostros, pejj princi-'t
po de moral e de direilo de que-quem menle
uina vez, presume se mentir neniare.
Por conseguinte, sendo o iiegSn de'minha de-
posicao tramado pelo Hvm. Sr. J*o Leas, irapel-
hdo por inieresse proprio e por qaestfes de escra-
m*t que lie vender sem 'aegihma autprisacao.
era para receiar e desconfiar que elle desta vez
flicsse o mesiao aue ja fez a 23 anuos passados
tanto mais quando o seu enviado tem sabido q-
Volver sua comjnfsso em taes myuerios r. trevas,
que eu anda nao pude saber qual e fio.' 0S0'
w i entregada esccava Lydia Rufino fhomaz
can""10' C"J'a f0der firr Mim 't"'''
ida ha d* m restituida .
Oatra de 19 do
guinte :
radi.
Sim ; se eu tinha razan do suspefta do proeedi-
mento do Hvm. Sr. P\ lolo Lucas, o Rvra. Sr. Fr.
Alexandrmo veio elevar e?sa sospeita nm grao
quasi de certeza, pelo modo inslito e Ilegal, uue
tem observado e seguido!
Avaliem os horaens pradentes adifflcoldade de
mmha situado.
E" bom sabido boje de todos qna minha deposi-
cao urdida pelo Bvm. Sr-. fre ;lo& bueas, meu
desalfecto, que para cousegui-ti nao recusara
quaesquT nietos; como tamban be sabido
que o plano combinado deporttr-me para a Ba-
bia, para nao continuar na tarj/a omecada, por-
que anda ha peno de 40 eservos vendidos pelo
ttvrn. br. fr Joao Lucas, p millos outros obiectos
e eniregar-se era
mesmo me* e anuo diz o se-
v. 1. multe revereniMina, no ^ qaerdoq,,
VpL[ff ,D0er a fora sera en Mr por
dk^Z lhS' VSBd "omo me diz, part-
^fa SE"4m"lt0 d*> nteaessor. -
jt/11 d0 me,mP e* mo recebi outrt
outras mais, bumpre ordenando a entrega de Ly-
Apesar, porm do lao repetidas ordens reco-
QnSfTn^,"ga,,S- "0 e'reguei a Sara^
VSin V, ,su'W*to sonhor, Rufino Taomaz
ndS $L e'dade> como 1' ei>. 'endo rei-
^a. L, Uma lula tilaDea c>mi pessoas po-
w mi,. J^^'T'le,B'"JdAluin^ e l5 Podero-
sas que promiveram todas essas deordens
justicas, deswvoiwaa* conir aira.
enviadas. rarto o Jo a de falta de cap- der
cidade do mesmo edicio, a'de n5o ter a
SanA Casa preenchidoo seu de ver de
administradora dos estabelecimentos asea
cargo, da n5o ter procurada airar oa posse
do Asylo e gerir os seug negoaios- devida-
mente, conservando-se ao contrario em po-
^^B?te.^?2fC. ft'- adw*
do
aviados por outros priores,
quauo.antes a escrava Lydlaj suas cri ao"dto
Kuiloo a quem ja mapdqu qkamar o Rvm. Sr. frei
Alexandnao. para esse flnj. ,
- Fallando ne.-te f.icto. lao iisigniQcante na appa-
rencia, etSoirnponantf ns' hypotbese, naopos-u
re-isur ao d-'-ejo de demoistrar a iminoralidade
inqualificavel, quo resulta' do proeedimenla des.se
Kvm. provinciar, que devji melhor conecer seu
deveres.
X
Tentada a acejio de reitindjeagao da escravrt
Lydia e seus fruotos c'o poder de Rufino Taomaz
de Aquino,,obtive na jrimeia instancia a seeulnte
sentenca: *H
Vistos estes auto/.-Atten1eodo ao? documen-
tos de fl..-) a fl. fi, f a 9fi. testemunhas de fls. 19
a 22, e a imprpcedeieia da defeza do reo. o con- res c
e m
ideKa
& nT ,emnd**>* ewrava n'eWs7on-
neS J f*** ftTm- Provincial no calculou, e
KLfLU,Qel^ C0DSft^encias de seraelhante
te^ilnt"PderJa reivindicar mais um s objec-
SrnSi Pr,f ? N0 seril melnnr 1uo "*
fmnX Wf*lm*e """os capricaeso, e, rea.
e8SeJCoinPrad>' prego el, contrato,
em fluste?no dommio do convemo os escravos
Alera disto,, como que, eco vista das Itie citt-
.etepawres doa-inais tllnstie advogados
desta cidade, que at me diziam que se eu entre-
gasso eses escravos, incorria em n-sponsabili-
provincM ? camprir ** ordeos dn Rvm- Sr-
Naoj eu no entregara esses escravo, adquir
s com tantos suores e despezas, ao sen injusto
pos>uidor, quaesquer quafossem as coosequen-
cias que nao tardaram em aparecer; prebeia mil
ezes ser ueposto do priorado do que passar por
essa desmoralisaco.
fo!l0J*P; H- J^ Lucas preferio antes que
rovse depes o do ffriorado, e prejudicar ao con-
t ,nt aLZl M,Qoe tire< Ferraift e a ou'ras in-
c" ,as Pretenciosas dtsti trra.
RvmJ p P 0 inii!tru:n''Dt0 dessa immoralidade-t
nacT:P Alexandriho, quando para as suas raaos
passareuj os bens desle infeliz convenio ; porque
me restara o dire.to salvo de denucriar aos pote-
terveacao do releVido TrajaOo.
j.xaria em silencio o tpico da correspondencia
na parta que concerne a ques.to de Virginio Ho-
racio de frailas, se A. I!. S. nao se arrojasse a
a
que
dar a conhecer'a especie de agrad'cimento
esperava pela senten^i, que proteri a favor "do
e desejos do vingaojas, que, diz,
mesmo Virginio
nutro contra elle.
17 ara ta enexacto o quo refere A. B. S.
De.-.le jouho de 1868 que Virginio Horacio de
Freqas d.;x;,i| de frequenrar minhi caa, ao passo
que a p.-ei) inicial da ccio possesSoria qne elle
pr (. nlt.u fii dft.spactaaa a 1I de agosto d'aquelle
aniMi ; umento n. Ti. D'onde se v que no
uH'ftlii,aimia peticao ea juizo, relativa a accao
d- <-;ij4 senlunca so oceupa A. B. 5., ao lempo em
que V,;r:i;,i ausentou-so de miDha casa no poda
wgir ujnidecimento algum era qualquer sentido
que lenha elle empregado essa expresso.
I'nal uniie A. B. S. argue-rae pela remessa do
K- Aufcmio Gomes da Cunha para a casa de de-
i- oc.iu e ixmcUje dizendo que verdaie que esse
prrs 1 ji sr esa cu certot sanguesugas protegidos, pelo
): m a podr hacer mais condescendencia para
Suiiie por motivo de molestia do referido reo
doixei de envalo com outros para a cidade do
Beeife, logo depois do jury, segundo coramuniquoi
ao Il.m. Sr. Dr. chefe de polica, o que s pode ve-
i-ihVar-se na data a que se reporta A. B. S. por ser
precien tmeme examinado pelo muito distracto
medico, Dr. Ludovico Corre 1 de Olivera, e este 1
me certilicou que elle se acbava em estado de.
poder seguir, sem que para esse procedimento
niflatase em meu espirito outro movel, alera da
satnaajaq aos reiterados pedidos da delegada de
polica, pelo grande numero de prezos recolnidos
a pequea casa, que serve de cadeia, e que nenliu-
na garanta oflereoe.
A bilis pobre a nojeou que A. B. S. quiz ianr;ar
s-bre mim,no me atnge, ainda longiquamnle.
Sobre esse ponto resiive toda duvida o docu-
mento n. 6, que orna declarado sob juramento
Patada perante o.digoo juiz municipal da 2' vara
do B cife, Dr. Arminio lavares, pelo preso Antonio
i-mee da Cnnba, na qual ver A. B. S. que o ha-
chare! Antonio Bernardino dos Santos e outros
foram os sanguesugas, que exgotarara a bolsa do
preso e nao funccwnario algum do iuizo municipal
de Jtan>l).
E" sempre assim que trinrapha a verdade.
Itamaf 8 de julbo de 1870.
lienelo dos Sanios da Fonseca Lint.
Documento n. 1.
Era cumprirnento a portara supra do V\m. Sr.
Dr. juiz municipal certifico que revendo os autos
da aeijio comraercial entre partes o tenenle-coro-
nelMinaiio Ramos de Mendoa e Claudio Jos
do Aranjo, delfes nao qne o mesmo Claudio appel
lasse de entenca alguma proferida por V. S. e
nem existe peticao nos referidos autos nesse sen-
tido; do qae dou f.
Pe Ira de Fo o, 6 de julbo de 1870.-Em fe de
verdade. O eserhao, Francisco de Araujo Lima
Documento n. 3.
Certifico qne revendo os autos de exeouco com-
mereinl, eoire partes o tenente-eoronel Mariano
liarnos de Meodonca e Claudio Jos de Araojc
delfes consta que o executado Claudio Jos de A-
raujo, oppdr encargos a arremqiago, os quaes
f ram n-cebidos e postes era prova e anal julga-
dos, sem que o meeroo exeeotado offerecesso no
O fre Jofio do Amor Divino a
publfeo.
fcra de minha inten?ao encerrar desta vez a se-
rie de artigos. que desejei publicar em refza de
minha administrajcao, coiflo prior dn coovegto do
t.arrao de Girada; mas novas circuoistauci.isapai-
receram, que veram desviar rainh peana doni
rao assumiUo, que devena dedicar se; e, obede-
cerlo a f-r^i de taes circumstancia?, me ptopqrei
noje a provar ^gualas assorc&'s, publicadas nos
irugos anteriores, para ficarem definitivaroente
uraiadas as premissas, com qne tenho de argn-
1 Vl11-
. Ia t'fse uma vez, e tenho prazer de repetir, qne
oe lorma alguma deejo desobedecer e resistir as
ordens de meus legtimos superiores, aos quaes
mejuigosueiioem minha consciencia, eerrj vir-
tuae das leis, que nos regen); por tanto, provado
de um modo peremptorio que o Rvm padre frei
Alejandrino e o legilimp coranjissario da autori-
uadecompeiente para depr-me, muito embora
eu nao tenha, dado lugar essa medida injusta 6
violente, me snbmetterei humildemente"4 quaes-
quer ordeas, que me forem intimadas, porque a
obejiencia- a divisa do meu habito religioso.
bm tace desu sincera/e genuina decfa'raco,
cumpria ao Rvm. frei Alexandrino publicar todas
as pecas, yue justificara sua noraeago, uma vez
que elre naodiguou-se mostrar-mas para le-las e
examina-las.
Se elle bouwsse-as publicado em sua iotegra,
com declaragao dos sellos e armas do convento e
do arcebispado, a auiorisacao do Exm. Sr. gover-
nador, a patente de visitador, de que se diz muni-
do, o officio, que necessariaraente me devia ter
enderessado; e, se uni eslivesse conforme o di-
reilo e as nossas insiituigoes carmelitana?, no se
ordem Ca.-raelit^ de Otinde, a escrava Lydia hoie
com -o nonie de-Marta, e sens fifhos Candido e Br
o as custas.
Beife. i% de fivereBro.de 1860,-Heraiogen.is
Scrates Tavares da Vasroncellos.
Embargada estasenlance pelo reo, foi reformada
noe segulntes termos
reformo a sellenca embaqgada, na parlo que
condemnjv embarganje a entrega de Canudo
fl Bniz,. vjston estar provado une sejain estes II'
mqs da escrava Lydia, subsistindo quaoto a escra-
va Lyd,ia senjenca eipbargada, e pagne o embar-
gante, as euslas proporciouaes.
Recife. 10 de abril de I86o.-Hermogenes S-
crates lavarej de Vascqpcellos
Embargada de novo por minj esta ultima sen-
tenca,.obtivesua reforma da manefra segrate:
Anendendo aos dbedmentos d fls. 43 a 45 re-
cebo os embargos de fl. par? reformar a semen
UJista-oie, irao j disse, que o Bvm. Fr. Ale-
Wdnno mandn ofiamar Baflno Thornat d'A-
qarao, para, eniregaf Ibe esses escravos, pois que
f*A 1 "m dttSua "**)< como expressamen-
to decisrado, segundo dizein,.D. portara do Exm.
Sr. governador do areebispado; mas, se assim
acontecer, desda j o denuncio ao Exm. Sr. pre-
Liento da provincia, ao Exm. Sr. procurador d i
coroa, e ao Sr. Dr. procurador dos feitos da fa-
tenda, para qus se dignem lomar as providencias
ordenadas pelo aviso n. 245 de 10 do noverabro
de 18o3, que tomo o trabalho de transorever :
t Illm. e Exm. Sr.Recebi o offl.-io de 5 de on-
lubro, sob n. 48, em que V. Exc. d conta de ha
ver ordenad ao procurador fiscal, que procedes-
se na forma da le para evitar o extravio dos bens
do patrimonio do convento do Carino da cidade
linda, por lhe constar que o respectivo prior
T ""'hu uo 11. para reiormar a seutrn-1!.*/> ,., i ------- *-------t~*..*v H,,v,
tiZ?**** 31; pagneo era- r S VZ"T1ftZ?!SLVJ>
deyerla temer que eu oppuzesse a mais leve re-
sistencia a sua legitimidade.
Mas, nada disto se havenda feito, e pondo-se o
Hvra.br. fre Alejandrino de emboscada para me
dar ass.nlto ; e nao se lendo liquidado a queslo
de sua competencia, n da veracidade de sua cora-
mifsao, estou era meo direilo de nao navec acre-
ditado na sa honrada .palavra ; no tanto por
b. Rvma. a quem s agora tive o prazer de ver e
eoBhecer, mas pelo Bvm. Sr. frei Joao Lucas, que
pata tornar uma vindicta de qualquer de seus mais
humildes irma-s de habito, n) trepidara de in-
ventar e de arranjar um meio, anda que pouco
decoroso, que o levass proraptamente seu-
bargado as custas.
Beeife 19 de agosto de 1863.-Hcrmcgenes S-
crates Tavares de Vasconcellos..
Subifido por appella$3o os antes para o superior
tritmnal da B-'laco, foi proferido o ac:ordio que
segue-se: n
% Accordo em Bftlaclq, etc-Qoe coafirmam a
senterica appeada por seus fuadamentoa,e autos
. e pague o appeliaato as eusta*-
Recire 14 de abril de tSeU.-SoMa, presiden-
to.Almeida o Albuqnerque.Motta.Assis.Do-
na.Doraihf'aes da Silva.
Este accord foi'confirmado era recurso de em-
bargos.
Bm vista, pois. desias senteneas.a escrava Lydia
e snas crias licarara pertencen'do ao convento to
Carmo de Olinda.
Mas a lei de $ dedezembrode 1830, diz tqnese-
rao nullas todas as alienacoes e contratos onerosos
renos pelas ordens regulares sobre bens movis
mmoveis e semoventes, de sen patrimonio, sem
ncenga di governo imperial e o decreto de 28
de novembro de 1849, diz ainda que sero nulla-
as alienacoes e quaesquer contratos onerosos eitos
pelas ordens regulares, sem licenoa do governo
imperial e sendo um c ntrato oneroso a entrega
ae Lydia, depois de reivindicada, seo sopposto
senhor; logo, no se pode, no se deve entrega-la
a Kulrao Thomaz de Aquino, sob pena de nulli-
resposta tenho de declarar a V. Exc, qifc mis-
ter proseguirse nos tormos e mais diligencias no-
cesssnas para a seguranga da fazenda publica ; e
verificado ou abandono ou extineco de facto
da commnnidade on adminslraco do convento
proceder-se-ha na conformfdade da legislaco em
vigor sobre bens vag^ para serem incorporados
ao dominio do estado.
E porque possa soceeder que appareca legi-
timo administrador, ou quo o supposto abandono
ou exunccio s nao tenha verificado, ou se verifi
que sendb cello que ha dissipacao de bens com o
Jim de frustrar o direlto eventual da fazenda pu-
bjica, eumpre que se inventariem e arrolem todos
os bens, direitos e aeces, para prevenir-se o des-
caminho dellos; e reconheoeade-w que sobre al
guns bens se demm contratosaleatonds, cumm-e
igualmente que se providencie de modo, que e
h ivTo"1 f de 18J0, tanto nos referidos contrato!-corno nos
ouerosos, e nao s respeitodorimmoveis, como
a respeito dos movis e semoventes ,
Termino hoje aqu, para.de oatra vez dar cum-
prirnento a minha promessa
Beeife. 10 de julbo de 1870.
Alm das leis citadas, foram expedidos anda os
itw' I* ,* marco de im- 10 de raai0 de
I8J6,20 de fevereiro, {2 de abril, 26 de feve
her^neja,fi8-,,l8dermar de ,854- is Je sem-
br de 1863 e 6 de fevereiro de 18C6, qne conflr-
mam as citadas disposicoes; portanto. hgalmen-
te impossivel entr?gar-se a escrava Lydia, uma vez
reivindicada.
-\egocios do As.vlo de Hend
eidade.
11
lms; em nma palavra elle nao
mews.
sabe escother os
isto
Nao amaneo, porm, que elle desta vezo flxesse,
o e, ernpregasse meios ignobeis para conseguir
minha exonerarlo do priorado. mas digo e afUan-
co que elle nao trepidara em faze-lo Se foae ne-
E nao deixarei passar esta proposito
que o mesmo
prisa legal prova alguna documental ou uwtemu-
lir;l;
CawiOeo mai.< qna do final da'drta. seqtenca caos
Xai!ue S' man lara trahir copia dos referidos
?Tirnargos e rermttei a n-promotori publica para
proceder conln o signatarb dos mesaras, na for-
ra 1 d M; d qne todo dou fi.
j de Fogo, 6 de jirih de 1870.Em f de
verdade. O escrivao, Francisco.de Araitio Lima
D-curnento n. 3.
sem ser acompanhada de sua prova.
. IX.
A ma vontade, e desaffeicao que me vota o Sr.
padre rre Joao Lucas j pane d? lona data
Em eras nasSadas, em 1846, quando eu oceupei
o priorado deste convento pela prirneira vez, e o
Hva; fre Joao Lucas oceupava o da Babia, appa-
recerara-me duas escravas do convenio, qua ti-
ntiain fgido para o centro- desla provincia.- e
recebsndo, naguei aps dona oapites de campo'
que as conduzram, a graiilicacai. de 200*.
Constando es--fjctq ao Bvm. Sr. frei Joo Lu
cas, este as ittanrfou'bu-car para a Bihia, ao qtie
lauto mebpporique por lim ellas aqu era-
Despertado elle por isso, e nao podendo tomar
contra uun utra viagnnva, porque nao era ainda
provinei.il, proeurou ferir-me naa diarias, oue o
convento me dava, como obrigado a dar aos seus
priores.
Mas. o meio empregado por esse, religioso ina-
credilavel, tanto repugna ao boin sonso, e ao ca-
oaracter de uin sacerdote, que deve gpr y rimei-
ru.a dar exewpo.de. probdade, de honra e de'
bqns cjstumes! *
'BWaVMl-iaWrivI f DMeJh.Q iqistor.dier p pro.
var qut> esse reigiofto ^tJ^ijicou ma port^ria uu
rdqm.-para esse Iks
Diga-se^iutto emboqaqjn eu, reseaado uu
Apezar, porm, de tao expressas disposicoes de
lei.o Rvm. Sr. frei Joo Lucas insiste em mandar
restitu la a seu injusto possuidor.
E uma tenaz reslitencia as leis do paiL
Ooniparando-se, porm, as diversas cartas, quo
em datas difTeremes me eserevera o Bvm. Sr. pro-
vincial, se conhecer sua incoherencia, e o terrene
talso qne teimosamente pisa.
Em data de de fevereiro de 1868 me dirigir
elle a segrate carta;
Illm. mnito Bvm. Sr. padre-mestre prior.
Depois de ter dito V. P. muito Bvraa. que, como
prior desse nosso convento de Olinda, asi autori-
zado a procurar e promover ludo que for a boro
ao mesmo convento, persuadido estava que nao
exigisso mais a procuraco, qne j me havia pedi-
do, entendendo que est revestido de todos os pode
res precisos parujnzer o qut convter em beneficio
e augmento dessa casa, de que digno prelado,
principalmente, peto zela e dedicacao com que se
tem empeiihado seu favor.
J v que se me fosse permitlido passar pro-
euragoM aos Srs. priores, o faiia logo que meavi-
sasse dessa necessidada
0. provinciaes s podem dar procuracoes aos
procuradores graes na corte e ao aos Srs. prio-
res por ser, dadas ceras circumstoncias, os com-
petentes para da las.
o S me impntL, porfonfo, louia-lo t pedir
Veus que o ojude no empenho em que est, reali-
sando suttboas Mences.n
O mai qua se aegaono ds respailo 3 esse n.
gocio.
(E.assignada)
Vei ver agora o respeitavel publico, corao esse
eu zeto e essa raioh dedieaoao se dnvertpram
bem dapresaaein torpezas, tnmorokdaiks e injui-
tca/
e,
os
'51SS 5S
T, c",e*ntt|,a'iiraWcao de fianca, na qua- vp
le emburrante Urtwo^ia mj^,.!!.
ias dwf robpeet
il. a, noe 'nda.dafcdvdv J^W doajah-idl a* n Tei
c.enito doeunestos delta data.-utnA rfn n
\fty009 man- ^u-o.uJttcBo-deap
a I de margo coa petic. do igual data o o ter-
no ,!e Moa faveade a 19, M do referido mea
aroo ulhrao, peloascrivio Baldoit Amando
uueniaj rae-aubsiituja; de aue duu fe
*&*** tW 6 de julho o,*870i-Ein f de
verane. O estnvao, Francisco de Araujo Lima.
Beceb domeino Rvm. prelado a segniite carta
datada de 10 de fevereiro de 1868,6 das depois da
quo foi.cima transcripta:
Illm. moito Bvm.padrepiior.-Rewbi uaaear-
tadortAn|afll|U,Pires Ferreira sollieitaadoo vafcr
de urna escrava (|ue V. p. muito Bvma. tomara ju-
diciaJtnoQto-, comv se ella fosse. vendida elaadesti.
J^*.TSSS S,?-6^^^^ ^ ^"oXsda
A awpiisicp dessa. #siava, ea>o comprador
Manuel Josa., da Sonta, e tnjuMf.e inuiwiai por
,.,M [01 wcndtdf! por mm, sendo autorizado ualu
St ntcesie, fu^tcauWum uresidente da provincia o Exm. Sr!rMexdo
Era eno ,igario provincial o frei frU de a^^-' 2 jUSt *iiar na *
Deixei que hnntem fallasse onicamente o
Sr. provedor da Santa Gasa da Misericor-
dia ; hoje comecarei eu a falUr ; mas para
que a at'.encio publica n3o seja desviada de
tudo quanlo elle disse, irei, aos poneos,
transcrevendo de novo alguns tpicos do sea
alfiado relatorio.
Prometi, em quanto tratar d* explicado
dos fados, ser moderado e conveniente,
nao quero que se entenda que procuro de
preferencia desanafar raivas; nao, sou om
daqtielles que, sem serem devotos, carolas,
beatos e todas essas coosas proprias do
resudor insano, n5o alimentam odios,
pelo amor de Deus, perdoam sempre
que os ofikndem.
Tenho porfim e devernSo deixar que to-
mem corpo as insiauaoas temerarias qu-
contra mim trgueu pessoa qoe por sua po-
sifo-e conceito pareca estar fra de certos
papis; n3o recuare desse dever, embora
penoso.
Encetaiet a apreciarlo do relatorio. 0
Sr. provedor comecou :No sendo abra-
cada a minha lembran^aetc. Nisto que
esta todo o mal do Asylo, porque sem a
lembranca o Sr. provedor, nao baveria, 00
seu conceito, Asylo possivel.
Mas qual sej-ia a lembranca de S. Exc. ?
Dizem-me que era a de concluirem-se as
obras do hospital Pudro ll, e aili ser aug-
mentada a enlVmaria de invlidos j exis-
tente, dando-se-lh, por contrapeso, o pom-
poso nome de A?ylo f
Ora, como esta lembranca grandiosa e
monumi;ntal oo foi acceita, era preciso
ira&alhar na obra da destruicao do qne foi
fe to, e de operario da grande lembranpa
acreditar a iostiHfao.
A exposiffo qs factos, como a hei de
fazer, moHrar que nao aventuro nma pro-
pos cao arriacada*
Diz ainda o SrVovedor, em relacJo ao
edificio :
Em vflz de mandar buscar e recebr
esses mendigos, o Aslo leve de enviar
para aquelle (hospital Pedro rjj os seos
Uoeotes, por falta de enfermara, onde fos-
s?m rrcolhidos, falta esta muito sensivel,
se se aliender que os mendigos, pala maior
parte sao pessoas doenles e achadas, e que
no pouco tem de ser o dispendio desses
lV>s no hospital, a que se Ilude, por
mais benignamente que tonha de ser calcu-
lada a corita.
Deste trecho se deprebende que o Sr.
provedor tem idea falsa sobre o fira do
Asylo. Pretende que seja elle o refugio de
pessoas por sua maior parte doeotes acha-
cadsa, nio prestando attencSo ao art V do
reglamento de l de oatnbao de i80, que
ars;oe o aeguinte :
Tem por fim obri^ar mendigos de om
e outro sexo, que forta apresentados com
ordem escripia do chefe du polica, no po-
dendo ser admittidos os que soffrerem mo-
lestias contagiosas, ou qoe pelo sea estado
de saie devem ser recomidos ao hospital1
de Pedro II.
Daqui se v que os mendigos que por
seu estado de sade nao poderem ser ad-
mitlido no Asylo, o hospital Pedro If os
dve receber, sem onns para o patrimonio
d'aquelle estabaleciraoto ; mas recusndo-
se all a acceitarem os mendigos que odi?-
no Sr. chefe de polica a meo pedido, enviou
para serem recolbidos : eniendi, para evitar
crueldade de deixa-los tnorrer a fome pelas
ras, pedir que foss<;m tratados por custa
do patrimonio Aylo
E tendo isto conseguido, mandava tam-
bem para o hospital os doeotes em estado
mais grave, porque de cert o Asylo re-
sente-se da falla d- uma enfermara, que s
a po lera ter qoand) se lizer a rpconstruc-
C3o do outro raio do edificio, conforme por
duas vezes ped a presidencia.
Me pareca que, sendo o Asylo um esta-
belecimento de bneficeacia 3 nexo a Santa
Casa.no referido hospital poderiamser tra|
tados os seos doentes sem inconveniente,
nem exigerafSo de (topeta ; mas inganei-
me. Sr. provedor, que to zeloso, por
palavras apenas, se mostra pelo tem estar
do Asylo, que desfaz-se em consideracea
por amor da 'economa das rendas do tps-
pectivo patrimonio, ordenou, ou consenlio,
que setob asse IsSOOOpor. cada mendigo
doente, no obstante estar a Santa Casa no
goso do rendimenlo de quasi quatro contos
qne produz o capital de subscripto pro-
movida* pela Assueitco Commercial. seudo
s applicada a sustentaco de 16 mendigos,
creio eu, existentes nataleniermaria inau-
gritada por S. M. o Imperador!
Tanto zelo petes rendas do Asylo, tanto
desejo de economa, e no que diz re-jpeito|
ao auxilio de am estiblecimeto a outro
lanto uzura f
E no sao os mendigos infelizes soccorri
dos pela caridade, cuino sao os do hospital
Pedro II ? E porque a estes amor, e cari-J
dade e para aqnelles a avaneza ?
A caridade do hospital Pedro II diffe-
renteda caridade do Asylo ?
1 A Santa Gasa, repito, que est na posse
de uma renda de cerca de 4 contos, penen-
centeao Asylo, para alimentar 16 individuos,
cobra ainda 1^000 por dia dos doentes que
do mesmo Asylo remetlido para o hos-
pital I
A Santa Casa especula, e negocia com um
estabelecimeot que lhe subordinado e
tanto de caridade como o hospital Pe-
dro II!
E no obstante fez o Sr. provedor lamn-
rias por amor da economa do Asylo 1
Ha ou no neste procedimento desejo de
destruir e embaracar o desenvolvimento do
Asylo ? Ha ou no m vontado decidida
contra esse estabelecimenlo ? Digam os m-
parciaes. Continuare!.
Rcife, 19 de julho de 1870.
J. P. Batreto de Mello fegg.
der que se transforma em djgnidade odando na
cado com as praticas da eaSe *l'",to"*-
lucro, sin*?uraUt*iS2? **
A b.^dh-eccldd^ssita1!nffiw?
do na "ou.posir-ao dairu*^m>' Ca^'
riqnM e niiiifStvKni^iS^?"^^
oralRve *n% fS* ,e amP?
agradecidas. ^^ P Acama a fabrlet era mq seio todas as erin.
desampralas, serve-lhe. de mil no afw*^*
mestra no ensino.de alivio na enfermid.de S,
de providencia no *,,. Quera" na ahrifo
rante sahe instruido, ,t vagabundos tornaTt
operarios, os mtfrapilhu eidadios lon*m-
Aeode tambea a fabrica i* prerasoes de cent-
nares de familiat de arteOos. danoVlhes em in*.
do servieo honrado o salario' queSota a acTi
vidade e gera os botas costumes
Bnins paixoes procuraram marear a repnueao
do esiabelecimento, mas o juiro insnspeUe da
sciencia desfez o embuste e por i clara* a hean.
dez do trabalho, nobilitado pelo araor do bem.
Ejemplos como este enmpre sejam proclama-'
dos, .inao corao lcao de incitamento ao nvraos
como homenagem a bemfelrares.
A assembla provincial do BJo de Janeiro, tor-
naado-Rp ecbo da grtida> publica, dirigir uma
reliciUcao aos direciore? do estabelecimento, u
que foi a sabr corporacao acompanhada peto ior-
nahsmo da capital do imperio.
Garaprimos tambera agora o qoe repntamo* un
dever da unpreosa, dibadm,! mais mmer^
da tontada individual e propalando a virtode d>
urna accao generosa. ,
Convertam-o o?ipctartos do systema protector
e veja a usura corao sobe o thescur aue tem or
guarda a caridade.
Principiamos hoje a publicar os esclareclraentos
que se referem a fabrica de cigarros de S. Jo5o
de iSiiheroy, pedmdcr aos leitores que prestem a
isso asolicitude de suas attencoes.
(Jornal do Commercio, 15 de abril de 1870.)
Reeordai Jbem estaeircumg-
tancia.
Que a reconhecida pureza do oleo de' figado d
baealhao de Lanman 4 Kemp, o colloca nutria
posicao rrroito aJem de toda rivalidade em todas os
mercados do mrfodo. E' este, pois, um assompte
do maior importe para os doentes. Como um
mera de curar as toases obstiaadas, de sarar os
pulmdes mflamraados e tuberculosos, de alalbar a
consomtea.) do ligado, de alliviar as alfeece*
bronclnaes, d? rev.st.r os corpos extenuados om
novas carnes c de ie de do gysttuia vital, nao ha por certo nehura re-
medio conhecido na sciencia, que tenlia naoduzi-
do tantas rairavilhas. A hera merecida reputaeae
do oleo do ligad,, de bacalliao, como o mais gran-
dlo-so dos remedio-: modernos, achar-se-hla j des-
truida pell.s vis imitaees fraudulentas que se em-
palma aos poucos -desconfiados, se n5o o "onvesse
salvado da deshonra este artig.i fre'co, pnr e in-
coraparavel, preparado e vendido deoaixo da ga-
ranta de pessoas d-uma-respeiiabnidade reconhe-
cida. Tendo isto na lembranca, estaris segures
de ofiter o (pgitiniu oleo de figado de baealhao de
Lanman & Kemp, o qual se acha venda em to-
uas as parts da mudno e as prlncipaes loias de-
drogas e boticas. '
M EBRATA
Na publicacao a pedido feita no Diario de bon-
HL '?? a el"8rjPhe Questlo jndieiari
comraercial-deram se segrales erros
Na petinao inserida no flm da columna da.
pagina^', era ver das palavras achtindo-St em
poder do aminittradnr da massa a quantia de
,5f902-le1a-se-ncAa)uio-M em poder do ant-
mstrador da massa a quau'ia de 21151092
Era vez das palavras -producto da renda da
ditapropriedxdc redUzHa-Ma-se-producto da
renda da ditu propriedade vencida.
Km vez das p davras -ficou tambera appreheH-
, ej.rMft* prehendidos os fructos d'ella.
COMMERCIO.
PBAi. A IX) RRCIPf? 19 DE JULHO
OE 1870.
AS 3 1/1 BOBAS BA TAHD*
arabio sobre f Kindres 90 div. ti lii M 3.*
oor HMO (hentem). '
Dito snbre dito-90 d|v. Ji 3|8 por 4 (hofe)
tembl sotare Paris 90 d(v. 423, 4i6. e 4t7rs
por franco (hontpm).
Dito sobre dito426 rs. por franco (hoje).
Fretede aig*)5o daqui para Liverpool (fardoeliY-
draulicos)-l[i d. por libra sem capa.
dem dem dem (saccas regular) 3i8 por tibra
sera capa. ^
jongallo Jos AITobso,
Presidente.
Pelo secretarte,
A. P. de Leraos.
Mote
O S da Casa-Forte,
Mudou-se p'ra os Arrombados.
* Glosa
Faz tremer o proprio inferno,
Pasma o sul e pasma o norte,
Faz Salan fugir das brasas,
OS da Casa-Forte.
S vai ndr, por ser forte,
Tirou se de seus cuidados
Com mil bombas e peccadoa
do S tirn 0 risco...
Bradam as deusas do Cisco :
Mudou-s p'ra os Arrumbados.
Flamengo.
\5ose quer no!...
Minha gente, para que mais quadros
Je tanta impericia" e impeifeicao ?
I)e-se-nos gyrana.-tiea e cavalliuhos,
forque mais quadros nao se quer nao 1....
Deixe-se disso, Sr. Janjao I
Nao se mella em myibologia ;
r' j vimos quo os seis qudros
a fbula nao tema galuardia.
Venha trapesios, aseadas aereas,
fc trabailios da equilaca,
Qae os quadros mais nurtos que viva,
* ora divertiineato que nao se quer nao...
( ENGLISH BANK
IM K10 de /aneiro Liauteti
Descoota lettras da praca taxa a cr>t>.
'encionar.
Recebe dinheiro em conta corrate feia
I raso fixo.
Saca Aista ou a praso sobre as cidarie?
3rincipaes da Europa, tem correspondeBle
ia Baha, Buenos-Ayres, Montevideo, Ifew-
J New-Orleans, e emitte cartas de crdito,
para os mesmos lugares.
ttA DO COMMERCIO N. 36-
AIFANDEOji.
ttenduaentododia 1 a ia .
dem do dia 19.....
589:858*13*
32:789*80*
642:64?*94
MOVJMENTO DA ALFANDEGA

/olumes entrados cora fazendas
dem idem com gneros
/oluraes saludos com fazendas
dem idem cora gneros
47
313
315
35
m
fT
converteu-se'o Sr. provedor em deroi(I^Ie,ar'Vicenle eLuiI exultem,
do Asylo I cuiViiuor IQue a sua arte por todos louvada
,3S;: iSaaSL^aS^SS w.*
pnlp
epraviuciai'
vincia
etc.
firador geral c p 1
fsmi&jiggfiri.
ya vos ue flqassei%e mesmo porgue evitara
< Soquueram vir corado para a Bshia dona
um pMr ser aleijadp,e ,qu(.ropor ser filb de.. nru-
1 on Serpipe, mas que tinha prenles no en-
g-.-nlio dp.(.;uno uo reaoncavi.
Uraaf kaao que devia vir tambera, Jei'.
,Ponanto, trate de ha ver du tros, mas nao os aun
flfssa poca loun vendidos, Borque snas vendas
sao legitimas e autoris; das, e de outra maneia as
nao faria
futa-n
O urub.
1MM MM 1
IMPERIAL. FABR1
DE S. JOAO DB
*
CA DB GIGABROS
r NITHEBOY.
E neste Bmpeubo ludo quanlo diz respeito
a esse estabelecimento lhe parece mi, tudo
est fora.das cundlvoes -deseiaveis, oe.m os
reparos, nem,os prep^ros da casa foiam,
ao seu ver, feloj com a mdispensavel pre-
cisSo. preeisao d^ie no teria faltado se a
lai lembranca tivesse sido abracada.
E.com o rafe.apeoM'anu, diz o Sr.
proN-edor, achote elle (edinoio) sufficJente
para receber ps mendigos que fo-am cap-
in.ugur.daSors'ro^^a^^S
eateve nesa ci|ide, os qoaes alli ficanm e hsfl"tnr,xonU' *'
amda seacham...
Se o edificio do Asylo.ra sufliciento para
aduiilr os meadigoi remeitidus pela poli-
ca, era-o tambera para receber os que es-
tavam no hospital, e se para elle nao foram
s convencam-seque os quadros vivos
agradara, nao presta para nada
Descarregam hoje 20 do julho,
Bngue ingiezBrilhantemercadorias.
Patacho norie allfrnoAtlanticmereadorias.
Barca mglezaMimosaidem.
Barca ingleza.Ifrnmidem.
Barca inglezaCedaridero.
Barca portuguesa A^xan-in-e Ho-ci/ao--idenK
Patacho norte aUemoAnnaidem.
Patachj norte-allemaofi/isdor/A^-idem.
Brigue ingle7Frot-farinlu de trigo.
Barca francezaKwdionamercadorias.
Barca ingletaFaffit-dem.
Barca inglezaO. M. Phersen vinhos.
amportacuo
j Z Y!por "*aterff Mamdah, wno de Fernan-
do de !foiottha,manifettov:
1218 saceos ftn ttn\ho ; aagovern.
JOS ditos cm|*ito; a Veras & Barbado.
139 ditos eoaTdito, 4 saceos com feijio; a *-
dera.
^CisBEDOHlA DE REDA8 JKTEBNAS E-
AESDEPEfiNAMillCO.
sendimactodo dia la 18. 47:137*7**
Idexn. do dia 19....... 789*tW>
47:92#77a
E bera raro no meio das serias diffljuldades
qne entorpecer o desenvolvimento de nossa in-
dustria encontrarse o.trabalnw a prosperar sera
. os favores do Estado, e mais a repartir largameo-
T a rotina dw pirticnlare e o
bafio torpente da proteecao doaVtrno, eolannae-
* v,tal,dado; a outras ajana do Jnoro,^
clculos esteris flo nteres**, absorvea va :
radas asMstem n. pre^nreitoa do luiblwo. as
ijesconlancaa do cadjal, ospankos da ufura
Achar no meio desse eahos uma luz com de-
provar que a iniciativa individual 6 um poner, po- J
MWJMfHTO WHHrm
Nortes entrados no dia 9.
Ilha de Fernando2'das, vapor brasiloiro Man-
dah. de 2i2 toneladas, comiaaadante Julki Go-
men da Silva, equipagem 16, carga reilho : *
Compaubia Pemanibucana.
Hanihugo-ii das, patafJio norte aemaa >x
vante, de 184 tonelads, capitaj &. Bournuan,
equipagem 8, carga difirante gneros; a Da-
mingos Alvos Malbeus.
Cetto*-40 diao barca ingleza D. M. Pharson. e-
quipaeem9, c^rga vioho; Teesot Fe, 1
A"ii'ios sakiss no nusme di.
AracatyHule brasileiro vvo Inveucivel, capltaa
Vicente Ferreira da Costa, carga.difTerentea se-
eros. '
Cabo Verde Briaue sueco OAuu, caaitao We.
tess, em lastro.
<
I

uflB



lOiafio 4e eitoihat Qirlarfeirt"20 tfe'JlW W4k70.

ttITMS.
oaitar si r. tirares do balalbao u. 22 da guarda
K_a'uqal do municipio do Codo da provincia do
aafaqao, Joo R idrigues Vianna Balma que toja
r^Beio 4oBim. presidente daqaella provincia de
% de junto prximo mo, f >i reratttia a guia d
adasea de S. 3. para esia provincia, afim de
lUe asobea, .para ser apresenUda eom a respec-
tiva, patepje ao con mandante superior do muniei-
W, ondij houver Ikado a toa residencia nos t.
m do art. 45 do decreto n. 1,130 de 12 de mar-
_o-de isa(asignado)Elias Friiirico de Al-
mtid,i e Al**Querqut.
DO
___
DEQUBACOES.
1 "]
4 % Santa Oiga de Misericordia
do Becife
, ?ela secretaria da taiua eaea de misericordia de
Kecie se faz tciente Me o Ulm. Sr. thesourero
eamesplador Jos Jtre Ferreira, no diaj.io
erreaie. eelas H horas da manbaa, no saio djj
c*s*doe*po ; trouxerem os tnenisoi que ibes foram confiados.
t do titmestre vencido de abril a juuho findo.
Saeta asa de misericordia do Hecife 18 de ju-
4ha ,4a 1670.
O eecrjvao,
, Pedro Rodrigues de Souza.
De ondem do Ultra. Sr. ceueibelro inspector
da tbesouraria de Titeada desta provincia se faz
saMics-qne ao da sjdo corronte met,as 2 horas as* terrea n.
da (arde, i rao prac peraote a justa da mesma
theiiouraria para seren arrematados porquera p ir
menos nieros coneertos de qni precisa o Droprij
nacional que serve de Lazareto na ilba 4 Pina,
meados *ei:f:8:j|*00.
)i licilanus se deverio habilitar previamente,
ostranio-se a< thenteamento desembaragados e
iuj,tef. toutp com a Jateada geral como coro a
Saoieftiiia da.inesaiiraria de fazeada de Per-
flameado 18 da jnlho de 1870.
Serviodo de offlcial-maior,
Manoel Jos Ptoto.'
balita Gasa de Misericordia
' Becife.
.luaeir > a >ita
A IIIhi- juma administrativa da santa casa de
aNericorma do Becife no. intuito de alargar o cir-
culo das pessoas que eoncorrem arremalacSo do
foraec-unento de gneros que leer de Soosamir os
rsubelecimestos pos seu cargo nos mazes de
agosto i setembro, manda fazer publico..aue o
mesmo feraecimenlo da quantia de trinta eontos
untos mil res aanoalmente, e que pago mea-
-alente ora,dinheiro vista.
Becebe, porUn'o, a eiesma junta propratas para
aecewraento indicado na sala do suas ses.-5es,
pelas 3 boras da tarde do dia 21 de jullto crreme.
Assuear refinado kilogrammo.
Oito de 2' orla dem.
, Dito de torro idem.
Aletria idem.
Arroz do Maranbo idem.
Azeite doce litro.
Agurdente idem.
\zeila de carrapato idem.
Racalho kilogrammo.
Batatas idem.
Cha verde idem.
Cha preto dem.
Cha hysson idem,
Ceblas cento.
Carue secca kilogrammo.
Farinha de mandioca litro.
Fumo do Rio kilogrammo.
Feijao mulatinho litro.
Karello sacco.
Manleiga franoeza kilogrammo
Peixe fresco idem.
Sabao idem.
Sal litro.
Velas de carnauba kilogrammo.
Vola3 slearinas idem.
Vinagr litro.
Vinh plinto de Lisboa idem.
Dito branco idem.
Touciaho kilogrammo.
Os toncorreuies a presenta rao suas prqpostas em
cartas fechadas, a; quaes teru a ordem oetabelo-
ida no presente amiuncio.
Secretaria da santa casa de misericordia do Re-
cite 18 do julho de 1870.
O escrivo,
Pe 1ro Bodrfrfee de Soma.
jonscllio de cmapras navaes
ii conseibo no dia 21 de conrate mez, vista de
propostas recetadas at as 11 horas da manha e
h ti* as candieles do estylo, promove aompra dos
objectos do materi.1 da armada, seguales: 1
inastro de 67 a 70 ps de comprimento e 2 ps de
dimetro para o brigue-barea Itamarac, 12 bar-
ris de alcalrao, 200 eclheres de ferro, 50 cadernos
de papel mata-borrao, 500 pucaros de f jlha, 800
folhas dezinco, 400 libras de pregadura de zinco,
10 resalas de papel car'.uxinho, 30 arrobas de es-
topa para machina, 8 arribas de estanho em ver-
^a, 6 escarradeiras de metal, 6 pe?as de sondare-
za, 000 cavados de baetilba, 1,200 libras de tinta
branca de zinco, 10 baldeadeiras de folba, 6 foles
inglezes de 8 ps de cimprimeot e 6 de largo, 2
ocultis de alcance, 60 barras de ferro inglez pro
prias para grelhas e 80 covados de oleado.
Sala das sesses do conselho de compras navaes
18 de julho da 1870.
O secretario,
______ Alexandre Rodrigues dos Anjos.
De eonformiJadft com osarts. 77 e 78 do do
reglamento n. 2661 de 17 de marc de 1860, pre-
vine se aos Sr3. Miguel Alves da Cruz Muniz, Joa-
qa.n Francisco de Alhuquerjue Santiago, Caeta-
uo Pereira de Brito, Dr. Francisco de Paula Soa-
res, Maaoel Mendonga da Silva Soares, Jos Higy-
no de Sonza Peixe e Jlo Francisco de Paula, que
foram comprebendidos no lancamento 6obre in-
ilustrias e profissoes a que se est procedendo
vara o exercicio de 1870 a 1871; o primeiro co-
ma dono da olaria Pita fia ra do Ouro, na quan-
tia de 21 #000, temi* 53 sobre o alugel de 100|
era quo foi arbitrada a casa oesupada com a refe-
nda olaria,I0J por ter ella somente um forno e
<> por tranalhar com seus operarios : o segun-
do, na quantia de 10(KK) sobre o aluguel de 100J
;'m que foi arbitrada parte do predio, em que mo-
ra na ra Augusta n. 68, e que oceupa com o sen
scriptorio de follicitalor de causas : o terceird,
era igual quantia, arbitrada lambeo sobre 9 alu-
guel de 1003 da parte do predio em que mora na
mesma ra n. 5J, e que igualmente oceupa com
o seu escriptoTM d'' ?ollieitdor de causas; o
qaarto na quana de iQi sobre a aluguel em que
foi arbitrada .paVte rio ptejo em qne reside na
referida ra n. i6, e que oceupada com o seu
i'torio m.dico : o quinto, na quantia le
3-336OO, sendo 130 do imposto flxQ.sobre a sua
drogara na ra Direita n. 89, e 433600, proporr
% W ; o sexto
rasmia
ca pa me,ma <7i68D GMdras'j
re o aluguel de- 76*800: e o Geraes...
He, na quantja de 30< sobre o Q bilhetcs
-----------neni
Q-Ponjas p. ib. I
a
co, 18 de julho de 1870.
O lancador interino
___________BrueMftlj|aBisto d Atayde.
SANTA CASA D^JgEftlCORDlA DO
A Illm.a. junta administrativa da Santa Casa de;
Misericordia do Becife manda fazer publico que i
na saladeeuas tesaj^s, no da 21 de julho, pelas
* Poras da tarde, tera da ser arrematadas a quem
maM vaniaaens offerecer, pele lempo de um a tres
anuos, as rendas des predios em seguida declara-
dos :
ESTABELECIMEMTO OE CABIDADE
Ba do Padre Floriano.
Casa torrea n. 63.......177dOOO
Idenj n. 47...... 17M0O0
. Roa larga do Res,a>lo.
f J**o de s^Vado^ M A. 4884000
Travassai de k Pedro.
dei>lMBl. i. ... 6023600,
PATBIMONIQ n0S ORPHAOS.
Bna da Senada.
Sobrado de 2 apdares n. 136 6014009
dem p. 18........3404000
Ra do Bangel.
Casa terrea n. 38.. .'.'. 3604000:
Roa da Cacimba.
Casa teira. 42.......1474000
Ba do Par.
oi......2044000:
dem n. 40i....... MA4OO0
dem a. 102........ SOUOOO
Idem a. 103........ 20340
Idema-M......... 2044000
Ra da Guia.
n.27. V H4740001
n. 4...... 107400O
aprefentar no acto da

megmo cu 1
cadairase
l|400b
3_IHK.;
1400C
plateas
Ao publieo
pavilhao aehar-se-ba too embandelrado.ian-
10 por dentro como por fra, e ao mesmo lempo
a banda de msica do 2* balalbao de iafaataria
estar desde s 7 horas da noute em frente ao
mesmo pavilhao, tocando diversas pees.
AVISOS MABIT1MQS.
COMPANHIA PEaNAMBCANA
PK
Xavegafo costeara por vapor.
Penedo em drl,ura.
O vapor Jaguaribe segor^ para o porto ci-
ma hoje as 9 horas da mrate.
- Recebe eneommendas, pasaageirqs e -diiheiro
a frete at as 3, twr.ii da tarde no eecjriptorio do
r_0tedo Maticen; 12.
DB
Paquetes a vapor.
-se paesaaeiree e eagaja-se
arga qu o vapor poder conduzir, a qua devec
ier embarcada uo dia de sua chegada. acoiaraen
das e dinheiro a frete at as ditas horas do dia d;
ana sabida.
Nao se recabem coma eneommendas senao ob-
[ectos de pequeo valor e que nao excedam a 3
arrobas d peso ou.5 palmos ciihico as niedi-
ncfs eu comparecerem,' S*0.- '
acompanBadoe dos ree?ectivos fiadores. i Tudo que pasear deales mites dexar sei
Secrataria da Sania Casa da Misericordia do Be- *mbaroado W#*-
dViler|o
seas Han
cife, 2dejuJbode 70.
O escrivo,
____________Pedro Rodrigues laspeceo do arsenal de
uariuha.
Faz-se publico que a coramisso de perito?
examinando na fdrrna determinada no. regulamento
annexo ao decreto a. 1324 de 5 de fevereir de
1834, o casco, machina, caldeira, apparejho,
mastreacio, velapie, abarras e ancoras dova-
vapor Giqui da oompanhia Pernambncana de
navegacao costeira, achou todos esees objectos em
estado de poder o vapor navegar.
InspeccSo do arsenal de marinha de Peraarabu-
co 16 do julho de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
zeas s se recePem na agencia ra Cruz n. >:
1*'andar, eseriptorio de Antonio Lniz de Olive ir.
Azevedo A C._________
coewiia jmsim *
-Paquetes a vapor.
Dos portue do norte eaperadi
at o dia & do correte, o vapor
iiara, commandante o capitao
lente Pedro H. Duarte, o qual
depois da demora do costume
seguir para os do sol.
Desde ja recebem-se passa^eiros e engaja-se <
:arga que o vapor poder conduzir, a qual deven
ser embarcada no dia de sua chegada. ncommen
lase dinheiro a frete at as 3 horas do diada sua
latda.
Nao se recebem como eacommendas senao ob
Jectos de pequeo valor eque nao excedam a dua;
arrobas de peso ou 8 palmos- cbicos de medicao
metal, de forro
navio
AJO do correte.
O agente Oliveif far leilo pac rdem doxapi-
tao do navio ftdtfis, em preseoca do Sr. coaal
norie-allemao, e por coala e risco de fm
tencer, de c.ca de 513 folhas de metal' UftdVdo
dito navio recenttante arribado a este porto
HOaTE.
ao raeio dia em Sato, no armazem do b
Livramento, ao el do Apollo.
proprias do mcr
Qumta.feira
s 10 horas da maab|a, no sen bem conhecido
larga
A
,1
Santo, no Rei__a>
ILiO
DE
gomma.
ii"r
Dez paaeiros com tapioca e 10 ditos com
, marca 1 & 8 variado de agoj.
HOJE
*t??J?^?!?L J,mpUT. doMaranhW no vapor, nfrional Crt/.riro Tu/,
E.^d,?l?/0 ,JMl Was Wlpifth, Bat%^9 vr*mento rio^
AVISOS DIVERSOS.
ittete.Fio BoBtagucz
"reotorja Dro,Yjsoria anda
ThesonrgifojQs Alve^Llma,
iristnuto WHal ila-erdera-
Ui-asileiros.
CONSULADO PROVINCIAL.
Pela mesa do consulado provincial se faz pu-
blico que no dia 26 do corrente tera do serem ar-
rematados em hasta publica ao meio dia. 38 kilo-
grammas de doce era massa, 6 garrafoes, 2 caixas .
e urna barrica com 140 litros de genebra, e 25 k- ] n 1"* P*-83"" de8te* aates devera ser embar
logramma8 de rap avaliados tndu por 1304492, i e?mo car*a-
o quaes form apprehendidos pelo feitor confe-: Frevine-se aos senhores pagsageiros que sua?
rente desta repartilo Joao Baptisu do Bego P^fens so se recebera ua agencia, ra da Crui
Francisco Xavier da Silva Marques, por falta do ,.' a"'eMrptono de ADtonio Luiz df
pagamento dos respectivos direitus. Uuveira Azevedo & C.
Saira o Porto.
Aena-se cafgi o brigue porluguez Triumpho,
, pera onde recebe por frete ceaimodo : quem no
! mesmo qnizer carregar onteoda-se com o< consig
natarios Thoraaz de Aquino Fonseca & C, ra do
Vigarion. 19, 1 andar.
Mesa do consutado provincial 19 de iulho de
1870.
Antonio Carneiro Machado Bios,
AJininistrador.
CIRCO
NO
PAVILHiO DES. ISABEL
GOMPANHIa
ECUESTRE GVMMSTCA E ACROBTICA
SOB A DIBECCO
movis, louqa e chrystaei,_a sp*
ber:
Um piana,ffc*a^ afk Bobilia de Jacaran-
da com ui_ac<, coa*los com pedras, qos-
tro cadeire dBbm>;. cadeiras de balan50 e oBo*tas de guareiclo de
Jacaranda, dous ricos espalhos, un dito oval, un*
ustre de hristal, Umu ditos dedeos hj(jos,6jar-
ros finos pa Aeres, topetes e ecrrradeiras.
Um itoiMt, ama cama francesa de iacajandi.
urna mesa de cama.am guarda-vesdo, um guar-
da-roupa, urna cDiuraoa e santuario de Jacaranda,
seis cadenas, um marquezlo. duas tnoa para
meninos e.dous barcos.
Um sof, oias c. nsolw, urna mesa de jogo,
duas adetra* de abrir, vate equatro dita? ham-
burguezas, doze ditas de fjia, ama mesa de jugo,
dous cabides, um e.-pelho.
Urna mesa elstica, um guarda louca, dous apa-
radores duas qoarlioheiras, ara-sof, doze cadel-
ras, louca para cha e jaalar, compoteira, garra-
fas, copos, clices, garios, facas, colheres, ms*a
para engommad, irem de^cozinlia e outros ob-
jectos externes no
'rmeiro andar e pav ment terreo do sobrado de
azulejo da ra do Sebo n. 38
HOJft.
O agente Pinto, autorisado por urna familia qne
yai Earfipa, far leilao dos movis e maisobjec-
tus cima desenptos, existentes no sobrado da ra '
do Sebo n. 38, onde se eflectuar o leilao no dra
cima dito.
Principiar s 10 huras.
O agente Ij
Sr. Dr. dandi
Portugal, ul-
do de pa&toi*,. caiaiaas,
om relogwde prata.
pertencentes so jespuli" da
lio Peixotoasba^K. *r
imtm frHra 91 do coa^eate,
seu eseriptorio ajua da Cadela n. 9, pmei-
"dar, s 11 hora^o dia.
f
>i USadj^
ordem do nH
rae-:, consni|
usada, con-taoy
a coletes, chapeo,
outros objectos
to portugus .An
d dir
toBliara^JKB
bros d.
PresidenteO IlliT"Sr... eommedador Jos da
Silva layo.
8ecretioJeaqutia 6erardo Bastos.
Wlral fla-:-rdeni"f}08 ATogados
fiio-ceneldadosjri^sbees Aieooros d eonse-
Iho director do instituto para se reuoirem em ses-
slo no dia 20 do corrente (quarta-feira) na sala
dojury, a 1 hora da tarde.
335.
EA DEABAJOl
tem o seu eseriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
' ra c >zmhsr n enm-
rar para eaM de familia de duas pj-soas : o ru*
Cabuga n. 3 A. luja do colar de ouro.
Quem -achoii?
Birdeu-se bontem pela manha, da ra do Inv
perader para a rus larga do Rosario, indo pela
anca de Pedro II e rua estreita do Rosario, ama
dentadura de dous denles em chapa de caro :
fiotn > achou e quizer restituir, leve-a leja d
cabeiVIreiro do Sr. Bibejro rua do Imperador.
aae lisa recompensado._______^_______.
- Precisa-se de nma ama que coziotte perfetu-
mpnle, de meia idade, para casa de homem sottei-
a tratar no paleo do Carme n. 13, taberna.
AO PBBLICO
Joao Francisco da Lapa agradece aos illa1*. Srs.
commandantes do 9 balalbao da cidade de Olinda.
*?flo 7 atalhlo de reserva da mesma cidade; aos
pms. Srs. officiaes do* ;eferdo* corpos, e a todus
os Iilms. Srs. que flzeram a honra de acempanhar
ao cemiterio publico os restos moriaes de seo pre-
zado irmo o capillo do 7 batalhlo de reserva
Mathens Jos, da Lapa.
daj.
*mm
Abasa-sa 00 melhor arrabUd um* graada casa
paca faraiti; aova a a*ia.)a, e >uit linha
frrea dos trilhos urbauus : a Tratar na roa da
Crozg.,7, pandar.
lrniaod^c awdeic
DE
N. S. doBora GtBsetta.
Por ordem de nossu Irmao jniz convido a mesa
administrativa da Irmandade Acadmica de N. S.
do Bom Conselho, aere u<' da 21 (qninta-feir).
as 11 horas da dia, se reunir em o coosisiuriu da.
mesuia irmandade.
Consistorio da Irmandade Acadmica aes 19 de
julho de 1870.
O secretario,
CamiHo Correia Dant
MIDANC-V.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
[-acs mudoq_sua resKlencia'e conMjIlorio
raaea a roa do I mitrador n. 37, 2 andar
[detabrado cuio j^pazem conserva ain-
i da boje o.n.eme aFtAlianca, tendo a
^saluda, que pela lado da ponte Sete
daTFetembro, o mtsmo numero 57, da
ft
BTe. Ah continuando o dito Dr. no
' exercicio de~sua proflsslo Ae medico
[.Ja operador-, pode ser procufudo a
qur hora do dja e i noute.
ikmm
4o conuiiercio.
Joaqnim Das de Almrida Costa avi ao publi-
co e com especialidade ao respeitjtei cvpo do
commereio. qneaesla data rendeu sci^esnaeleri-
menlo de molhaVis, sito rua de l'edro Alhaso n.
1 foutr'ora rua da Praia) ao 8r. Joaqnim Antonio
Goncalves de Souza, livre
qnalquer onos.
e desembaracan de
DE
D. Luis Casali.
EXTBAOBDINARIA E VARIADA FUNCCAO
<|narta-feSra 80 do crrente,
BM BENEFICIO
Do palhafo da companhia
^Sq jmosmi^^^s*
O dever de tolo artista chegando o dia
Maranliao
Segu eom brevidade para o .porto aeima o pa-
Ihabote nacional Joven Arlhw, ainda pode receber
; algnma carga e trata-se eom os consignatarios
1 Antonio Luiz de Oliveira Azevedo & C, rua da
Cruz n. 57, andar.
j8z'> de Janeiro
Pretende seguir para o refprido porto com a
po'sivel brevidade o patacho Monteiro por ^r por-
elo da carga engajada,; e para a que lbe falta e
e>cravos a frete, trata se com o consignatario Joa-
quim Jos Gonealves Beltrlo a rua do Commereio
n. 17.
Charutos superiores
Hoje.
Keller & C. farao leilao por intervencao do agen-
te Oliveira, por conta c risco de ,quem pertencer'
de um caixao de superiores charutos. Hoje as 10
huras da mai>baa em ponto, em teu armazem a
rna da Cruz n. 3o.
COMPANHIA PEiiNAalIiUCANA
DE
.%'avcgaco cosiera per vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Coruripe, commandante Sil-
_,, I va, seguir para Mamanguape no dia 28
do cor-
seu beneficio, apresentar em ecea urna obra que ren seja digna da cultura do publico e como seia' pendas, passageiros e dinheiro a frete at as 2
:______7__1 .. 1____d..- '_ -_______' ___ j__..' 'horas rta larrtn n Ai
impossvel ao beneficiado conseguir o que deseja,
sepi a Cjiadjuvaclo do respeitavel publico desta
capital, a quem se confessa summamente grato,
pelo bom aedhimento que at aqu lem tid. por
isso faz ainda um appello ao mesmo, prometien-
do eforcar-se quanto Ihe for possivcl afim de sa-
tisfaz* r a todos quanto ,se dignarem honra-lo com
as suas respeilaveis presencas.
PROGRAMMA.
PRIMERIA PABTE.
1.* Urna linda symphonia derigida pelo maestro
Marins.
2." Volleio rpido pela menina Junita, sobre o
cavallito mosca.
3." Os dous lhos do ar, executado pelos sym-
palhicos artistas Aidabo e o beneficiado.
4. Um novo intermedio burlesco, os dous anaos
agigantados, pelos artistas Aidabo e o beneficiado,
iuvencacvdos mesmos.
3. Exercicios equestres, por Vicente, sobre um
cava lio em sso.
6.* Eijuilibrios pvTamidaes e saltos mortaes, pe-
los Srs. Aidabo e o beneficiado, linalisando o Sr.
Aidabo com o arriscadissimo salto de despenha-
deiro com duas pistollas as mos da altura de 4
mezas e 1 cadeira.
Intervallo de 30 minutos. *
SElHJNDA PABTE.
1.* Symphonia.
2. A batuda alta, pelos saltadores da compa-
nhia, na qual o Sr. Aidabo dar o sallo do tnel,
era traotformacao, flualisand > com o arriscadissi-
mo salto da batalba, que serlo 20 soldados
bayonetas calladas disparando fogo ao
lempo.
horas da tarde do dia da *ahda, no eseriptorio
da companhia. Forte do Mallos n. 12.
Araeaty
Segu com a possivel brevidade o palhabnte
Emilia, ainda recebe algurua carga a frete: a
tratar cora S LeitSo Irraaus, rua da Madre de
Dos n. 1.
GOMPANHIA' PERNAMBUCANA
DI
'Vavegaeao costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
eaty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
wWly O vapor Igojuca commandar:
XL. Moora seguir para os portot ac-
mSkmtti ma no dia 30 do corrente as 5 hor<*
la tarde. Becebe carga at o dia 29, eneom-
mendas, e passageiros e dinheiro a frete at .s
2 horas da tarde do dia da sahida no eseripto-
rio do Forte do Matine n. 12.
Maraniio
E' esperada di) Rio de Janeiro em poacos dias a
barca portugueza .Varia, que traz j alsuma car-
ga para o referido porto ; e descarregando a que
para este conduzir, receber aqui a que for pos-
sivel obter para o Maranho, e com ponca demo-
ra : por isso quem desejar aproveitar esta boa
mesmo occasiao de embarqne, dirija-so ao consignatario
I Joaquim Jos Gongaves Beltrao, rua do Com-
-----.------
f
3.* Um jocoso entremez, pelos clovns Aidabo '
e o beneficiado
4 A posta nacional, com sete cavallos em sso,
dirigida pelo distinctr artislista Cesar Casali.
5. O pao cucanha, ou a percha lisa p,lo bene-
ficiado e Aidabo. Para o referido porto pretende seguir com bra-
e.ofj applaudido deslocadorParnarabucana exe-'vidade o patacho nacional Protector, por ter a
cutara vanas rieslocacjjfls. maior parte da carga prompta ; e para o resto, a
7. Fraalisando-so com a aplaudida pamtorai-(frete mdico, trau-$e com o consignatario Joa-
ma, intitulada : O boticario da aldea. quim Jos Gonealves Beltrao, rua do Commereio
Principiara as 8 1|2 da noute. J 17
miudezas e ferra_;ens.
-tfttS
l\STlTI!T0AKiIE0L0GiT0lllR#HIC(
PERNpL'CANO.
flav.r sessoordaiariaquinta-feira -21 do
ciwrentB pelas II horas da manha.
OnDEM DO DIA
Pareceres e mais trabalhos de com-
rai.-soes:
Dttiu.sao do urcamento que tem de
gorar no armo social de 187071.
Secretaria do Instituto, 18 de julho
1870.
Jos Soares d'Azevedo,
' Secretario perpetuo
vi
d
Piecisa-sj de moa ama para o ser-
vico interno de nina casa de pequea fa-
milia : r,oa estreita do Rosario n 32, 3o
andar.
Quintafeira 31 do corrente.
_ & Ceal farlo leilao por iulervenclo u
agente Pinto, de um ,-ompleto o variado soriinien-< tmo* irmaos Para "iomiogO 24 d .
Vaz
do
t d" miudezas e fnrragens, exi-tentei em mazem da rua da Cadeia n. 1P, onde se efectua-
ra o leilao no dia cima dito.
Principiac as 10 horas.
MOVIS
No armazem da raa dn Imperador n. 16.
Quinta-lepra 21 do correte
Augusto Seixas far leilo por intervencao do
agente Pontua, de urna mobili < de Jacaranda. 1
puno francez, 1 gurda loui,-a, 1 uomiueda de Ja-
caranda, 2 mobllias de amarello 1 ama franoeza,
1 cofre francez, 1 eataute, quaros com molduras
dourada, lavatoru;.-, cadeiras avuleas, consol los,
marquezoes, bancas para jogo, mesa pa jantar,
banca para advogao, 1 machina para costura,
marquezas, sofs. mezas redondas copee, clices,
compoteiras, relogios e muitos outros objecto} que
serlo vendidos no correr do martello, s 11 horas
em ponto.
30 saceos com feijao branco e amarello
em po.ifeito estado
e cinco saccis com rolhas >
Qainta-feira. 21 do corrente.
O agente Pestaa far leilao por conta e risc
da que.n pertencer dos gneros ajima menoiona-
dus quinta-feira 21 do corrente s 11 horas da
manha, no armazem do Sr. Azevedo, no largo da
Escadinlia da Alfandega.
FAZENDASGEEAES
A tftdo coirenl/
Babe, Schameltau & C. fara leilao por inter
Veneravel ere^o da eulao a
Kaat*,inna erreta ao convento
de S. Francisco.
De ordem do nossu irmo juiz, sao pelo
prn-enie ebuvidados todos os nossos caris-
te aso horas da manha issislirmos a missa
votiva, e depois em mesa treral proex-
dermos eleico dos nosso funecioaarios
qne tem de reger esta devoco do anno de
1870 71.
Consistorio da devoco de Sant'Anna, 20
de julho de 1870.
Matioel da Silva Fialho.
Secretario,
ATTENCAO
o
O abaixo assignado previne que ninguem faca
negocio com os beos de Joaquim Francisco de
Alem Jnior, sem primeiro apresentar a quita lo
dada pelo mesmo abaixu assignado,. sendo nulla
qualquwr transacca) que o dito faca, pois pendem
exeeucao de alguns credores, Iludidos pelo
mesmo. Becife 19 de julho de 1870.
__________Domingos Francisco Bamalho.
Aliga-se a casa n. 34 na rua do Yentura, na
Capunga, com commodos para grande familia : a
tratar na ruado Queimado n. i, ou rua do Bangel
n. 41.
AMA
Precisa-$e de urna ama para rotinhar e comprar
para casa de.pouca fami'ia : a tratar na rua do
Crespo, 1 andar.
Bogase ao Sr. "francisco Cardoso da Cunlu
qus annuncie sua morada para ser pruenrado a
negocio de seu inters)*-; e isto com urgencia.
Pergontase era que W se funda o tnbuual
do commereio para prohibir assi^tencia das partes
ou dequalquer espectador as suas sessSesjndicia-
ria?, como aconteceu na sessao do dia 14 dn cor-
reole mez, em que foi eaada a asrialsom de nm
acadmico que irocurava assistir a discussao. Isto
deseja saber
O siaeiro de S. Fraacisco.
Oerece se un cozunmro francez, preferra-
do casa estrangeira : a tratar na rua das Laran-
geiru, hotel fraacez.
Joaquim Das divA'uieida Costa pede pes-
soas a quem est o dever Ihes fornecer as com-
petentes coplas para serem conferidas e pagas no
"dia 29 di corrate, na rua do Pedro Affmsoa. 12
(outr'ora rua da Praia) das 9 turas da maniata s
o da aaiie
IroianddadedaS Almas o Becife
Nao se tendo ainda realisado a permuta
do terreno da casa i cendida n. e da mt
da Cruz do Recife. a mesa regedora coev da
de novo os pretenderles da mesme. para
mandarem suas proposias em carta fechada
ao juiz da irmandade at o dia 21 do cr-
reme mez.
O escrivo.
Manoel Jos dos Santos.
Precisa se de urna ama de ieite : no Corre-
dor do Bispo n. 13.
Aloga-se o soio do -utirado da rua de II ir
tas n. 48 : trata-se no Io andar.
OSr. Joo Fraucjsc Paes Buret>, dHuitado
por este Diario rua Nova n. J, e, o qne foi ren-
deiro do engenho Pitangu'ira. o que consta assig-
nar-seJoai Pitangueira l';i** Brrelo.
rio de iam~
Para o referido do rio st pro po a receber
carga frete o brigue brasileiro Oiheh : Pralar
com seus consigna arios Amorim Irmaos A C, i
rua da Cruz n. 3._____________________
Vendas <>n p^mutas
Vende-se a pruprielae Guartrapes no Bio-
Graade do Norte, com Ierras casas e annieaa
de um e outro lado do rio, luar beir. conhecido
pela sua importan-ia couionrrial, cujn porto 1 (Te-
rer malta facilidade para embarque e desoislur-
que de gneros.
Igualmente se vende o engenho Jundihaby (na
mesma provincia) moente e corrente, com cinco
leguas de trras de maltas virgens. oito escravus,
boN, beslas e ."'ambique ( uu somente o emginho
com as trras que convier ao comprador). Estas
propriedades vendeni-se por baratissiinos preros,
e tambe il so permutam pur igenhos nosl pro-
vincia, Parahyba e Alagoa-, cu por casas as ca-
pitaes das mesinas: a tratar com o proprklaria
mujor Fabncio Gomes Pedrox.i rua da Cadeia
n. 25, ou com os ?eus procuradores no l'.iu-Gran-
de do Norte.
Para tuna familia atle-
ma de duas pessoas, pre-
cisa se de nnu ama mi'CS
para comprar e fazer o
.-v 1 -vii-- de casa no
largo da matriz de Santa
Antonio n. 4. segundo and.ir.
at.wAJMjjini!iLJ.'.'' "ir" 11 m ww
Jos Cardo da Silva Pinto, roga a* sen^ ami-
gos o favor de assistirem a urna missa, qne por
alma dfl sua muita presada mil, fallecida em Por-
tugal, manda dizer no da 22 do corrate as 7 ho-
ra* da manha, na igreja do Corpo Santo, por ser
o irujessimo dia do seu passamento, por tanto, es-
pera que assist.an a 1 v ..t > dade, por euro nbs^qalo se confiesa lurartenilo.
1:500^000 de aluguel
Offerece se a quera tiver para alagar um arma-
zem que sirva para vender fazeudas era groco :
para lufunuacoes e tratar ta rua do Commereio
n. 46.
IljgaT^
O p/imeiro e segundo andar com soto do so-
brado da rua da Cideia do Rcife n. 60, comsof-
flcientes comraolos' para fimilia : sendo era boa
localidade e muitt Leseo : tratar no armazem do
mesmo. '__________________
P ecisa-se de tima ama para cosinaar.
para casa de pouca familia, rua de tjkxlas
n, 30 sobrado.
esquina
JJHa roa larg-a do
Besarlo.
Si
_ _________if^ial' esquina
e vende por t presos que nenhuma ontra pasa pode vender. ,
vista da qualidade e do pre^o das joias cada um poer-se-h Jpnvsnjoer da ^JWte* "* rw rgaa<
Sarante-se s tudo de lei. Compra-se ouro, prata e pedras to^^ ^- Eosario.
A' laja est aberta at s 9 horas da noute.



Diario de Pernambuoo tr QutrU eixa %Q U* <* **70
'HAHMAI
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
thery dedo d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
Dio pode osar do opio e to seus prepara-
dos, e mu convenientes para as enancas
dos espasmos e convulsoes.
wBmmmiwmmBmm
PHARMAGIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'a'.calrao em capsulas, licor,
e xarope,,ferruginoso.
Esteantigo estabelecimeuto, acha-se hoje montado numa
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e bnlhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Eoropa- eujos precos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
mOREIRA lUJABTli C.________
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Igaacio V.eira de Mello, es-
crivo na cidade de Nazareth desta provincia, o
| favor de vir a roa do Imperador a. 18 a oncluir
' aqnelle negocio que V. S. se comprometten reali-
i sar, pela lerceira chamada deste jornal, em nos
: de dezembro prximo passado, e depois para ja-
I neiro, passou a fevereiro e abril, e nala curapno,
! e por este motivo de novo chamado para dito
flu pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de'mais de oito anuos, e quanao o senhor sea
(ilho se achava no estodo nesta cidade
ARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DORN. 3a
Pillas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pillas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Confoites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodoreto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucaj ferruginoso.
s
Mi'
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CB O.. CB g
ft>- N B> a CB B
M
R
PHARMACIA CENTRAL BA DO IMPERA
DORN. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
exceUeote torneo para auxiliar as digest5es
difliceis nos casos de debilidade do esto-
ma
PHARMACIA CENTRAL RA DO 1MPERA-
. DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle, mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binacio do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbulicas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
tachloroso.
O vinbo iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
Criada
Precisa-se da ttoa criada Uvre ou escraya,
qne saiba bem eegommar e tratar do serviao in-
lento de orna casa de pouca familia : a uatar no
Manguinbo, ca ova do Srs Carprnlefro, ou
ao eaea d^alfandefa vefca.n. I eseriplono, P-
laiiiiiniiii
PR1MEIR0 E ANTIGO CONSULTORIO
H0MB0PATR1C0
FUKBASD'BLO DB, SABINO
HOJE DIRIGIDO
PBtO
DR. SANTOS MELLO. g
43 Ra Nova n.4i
O Dr. Santos Mello de votu da Rabia
contina a ser encontrado todos os dias
das 10 horas ao meio dia para consultas.
Chamados a qnalqner hora do da on
da noule.
Gratis aos pobres.
m 43-Rna Nova n. 43.
The Liverpool ion-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companhia ingleza de seguros contra-fogo,
estabelecida em 1839.
Capital e fundos de reserva
Hs. 33,380:1 0*
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e hiendas arroatenadas.
mobilias, etc., etc., e sto ignalmente^ autorisados
a saldarem aqu quaesquer reclamaQoee.
Saonders Brothers A C,
Praca do Corno Santo n. ti.
No armaiem Novo Mundo, em frente a rna do
Vnjario n. 2, vende-se rap das seguintes quahda-
des e vinbo, por lodos os vapores, sendo a reta-
Iho e em grosso, a saber:
Rap G sse-grosso.
Rap Gajsc-fl.no.
Rap Paulo Cordeiro.
Rap princeta da Baha meio-grosso.
Rap princeta da Bahia lino.
Rap popular da Bahia.
AMA
MARTIMOS
CONTRAFOSO.
A Companhia Indemnisadora, estabelecida
esta praca, toma seguros martimos sob
navios e seus carregamentos e contra foge
em edificios, mercaduras e mobilias: t
Ta do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Preeisa-se de urna ama que engomme com pea
fego ; a tratar na ra Nova, casa n. 21
TINTA PARA IMPEESSES.
Nesta typograrhi:; ha um grande deposito de ti t;i
p ra lypograhii*, fabricad.a na lnglate?ra, de quaidade
superior, e que retallada em barris de '\ O a i 00 libras
por preco commodo.
, Manoel da Silva Jacome Pessoa manda resar
urna missa na igreja da Santa Cruz, as 7 horas da
manha do dia 23 do corrente, por alma de seu
amigo Joao de Pinho Borges, fallecido no dia 17.
Para ouvir essa missa convida os seus amigos e
aos amigos e parentes do (loado.
Manoel Antonio Vieira agradece as pessoas
que se digoaram acompanhar ao tmulo a sua
muito prezada esposa Anna Joaquina Vieira, e aos
mesmos seus amigos os convida para assislirem a
urna mis*a que tem de se dizer pela alma de sua
dita esposa, quinta- fsim 21 do corrente. na igreja
do Espirito Sonto dn Collegio, pelas 7 horas da
manhaa, por cuja caridade Ihe lijar eternamente
grato.
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Una da Cadeia do Recife51
Chama a attenco dos seos innmeros freguezes, e do respeitavel publico ei
geral, para a seg-iinte tabella dos precos de sua casa, os quaes s3o vinte por cent*
mais barat do que em outra qualquer parte:
CabeUeiras para senhoras a 255, Cadaias para relogio a
U, 8(5, W, 2* e.
U, 60,
300, 355 e......40-5000
Ditas para homem a 350, 400 e 500000
Coques a 420, 150, 180, 200, Corte de cabello
250, 300 e ... WKjOjCrte de cabei|0 com friccao. .
$? 1o0 e' 320000 Corte de cabello com lavagem a
Cachos ou crespos a 30, 40, 50,
0,70, 80, 90 e. 100000
Tranca de cabello para annel
500 ....... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150, 200, 25 e.....300000
champou. ...
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingleza ou frauceza.
;. 15000
50
501
1000
1000
501
251
. Barba. .....
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e aolres
O dono do estabelecimento previne s Recommenda-se a superior TINTURA JA
Ernas. Sras. e aos cavalheiros que ha um| PONEZA para enegrecer_os cabellos e bal
alio para tatara dos cabellos e barba, as-
ma como um empregado smnte oceupa-
4o Mese servieo.
ba, nica admittida na Exposico Univerei
como n3o prejudicial sade, por ser vo1
latil, analysada e approvada pelas acad*
mias de sciencias de PARS E LONDRES
Francelmo Domingues da Silva manda celebrar
una missa por alma de seu lembrado amigo An
tonio'Josda Silva Gonzaga, no dia 21 do cor-
rente pelas 7 horas da manhaa, na igreja matriz
da Boa-vista, primeiro anniver-ario de seu falle-
cimento, e convida os eus parent' s e amigos
para assistirem a pste a*to de caridade.
Fronstipcio do Carme
Os encarregados da festa de N. S. do Carmo do
Frontispicio convidara aos senhores procuradores
da mesma festa comparecerem no pateo do Li-
vramento n. 31, Io andar, tratar la mesma fes-
tividade, no da 20 do corrente, as 4 horas da
tarde.
Precisa-se de urna anu para o servido nter
no de urna casa de pequea familia, preferindo-se
escrava : na ra da Amizade n. 21, Capunga, ou
na ra do Vigario n. 5. 3* andar.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, saiepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
xofre e campbora recommendados para as
molestias de pe'.* como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costomam accomettel-a.
"PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para enancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifuga.
Tudo de melhor qualidjde.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellentequalidade.
FARMACIA CENTRAL
Ra do Imperador u. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glish Facully, as a cooling and refreshing beverage
in ail cases of fever. The frequent use'o'.'iis sa-
line preserves foreigners from many disees to
which they are leable before becoming acclima-
llsed. May be obtained at the Pharraacea Central,
jua do Imperador n. 38.
" 3
PHA ACIA CENTRAE'RA DO IMPERADOR
, 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho martimo, para as aifecces chro-
nicas dos pulmoes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affeccSo nervosa.
Pastilhas de bypopbospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e d Regoault,
de hortelSa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Kermes.
TINTURARA fraieza
S55-RuadaImperatiiz-55 j
Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo- |
*m tase, com a maior perfeicao, fazendas em g
m pecas e em obras de todas as qualidades; |
H como sejam : seda, lia, algodao, linbo, |
chapeos de fellro e de palha etc. etc. |
w Tira-se noioas e limpa-se a secco sera
f molhar os tecidos, conservando assira to- |
do o brilho da fozenda. fiB
m Tintura preta as torgas e sextas fei- g
M ras. WS
iiiniiiiiiaii
/ Armazem
Precisa-se alugar um armazem as seguintes
ras : Commercie, Crui, Cadeia : a tratar na roa
do Commercio n. 16. tt
Ntriiteiito
MEDICINA!
pbepabado roa
Lanman & Kemp
PABA
Tisica e toda
qualidade de do-
encas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Expressa-
mente escolhido
dos melhores fi-
gados dos quaes
"se extrahe o
Jeo, no banco
dia Terra Nova,
purificado chi-
micalmente, e
suas
propriedades
conservadas
com todo o cui-
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamen-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-n
ot, do goveruo hespauhol em Cuba.foi de-
vuteado por elle e cootem
MAIOR PORgO.DTODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
exanvaado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalho,
enaquelle no qual contm a maior porcSo-
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, R0FES,FIGADO,
Tisica, b'ronchites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos,etc.
Uns poneos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea avista.e d vigor a
todo o corpo. Nenhum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encomraodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas affecces das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigest3p se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHO-
DE
Lanman & Kemp.
Se que desejam ver-selivres e exepasm
de enfermidades ^____
A
Precisa-se de urna escrava que saiba cozi-
nhar e fazer compras : a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 1.
DE8EJA-SE
Erapregar um homem portuguez de meia idade,
naoescolhe arrunacao, e tem muita pratica de
negocio, tanto para esta cidade como para fra
del la!: a tratar na ra Nova n. 38:
Aluga se o sobrado n. 13, na ra da Aurora
em Santo Amaro, reedificado e pintado de novo,
tendo excedentes commodos para urna numerosa
familia, cuartos para criados, urna grande baixa
com capir, em todas as^tacoes, para 4 cavallos,
cocheira, cavalhari^ e urna ptima cenzalla para
escravos : quem a pretender dirija-se roa da
Aurora n.
Do xarope Vegetal Americano espec/aTrJade de B'arth^iorne.osC;
34,RA LARCA DO ROSARIO.34.
*
IU coiumiaof prvwnr aUMtadot pan MMdiUr
' pplicat- -
gtu Ja i fctidop *m. IbM itm crediw top ; por^u $o kb
10 08
digoaram scotiu-
' (Midao pala aUaafia. aaparaMU qe Ttolua
Has eorroiorar o coacait*. a aceaUafta w M* aer*-
mt* B ^ amaTAaaa.
Ulan. Sra. artboloaaao ft C. coa a ata tbida
-Maalayto qn celara ter o xaropa Aaaricano 4 nu
fcaci xtraordiaaria, poia qna aoffrendo ba dita i
Mm toase, a 00*10 da ai poder dormir a Mita a
Mita mesma da jmadicaajeMoa que tomara, ai
*? .M 'caira cowar fui allTiado, e de todo me
> ko*e resubelccidoxom o uao sement da quisi
MM tuteo; (ttUl ^ 4 ^^ rMiuj0 Bunif^t,, a
reconbecimeato. Da Vt. S. amigo. t.
" LM" ow?*>- -Manad JiloDio V(H haict.
,-a 4* Abril de 1fM#. ^
** C. m&MhptUitmoom
j*tr .{ i. ti.J> use do uw>f
e-
Vegetal Aawricano, de ana eoapoaieto, qiaDdo aa
acbava baataate doeote da ama cantlipafto, qaa me
tornon compteumeata naco e qne troaxe a* farta
toaac, a aa iapoaaibilitoa de coaprr oa aeaa datara
da cantar da empreza lyrica, ton agradecer-lbea nal
coaplato nttabeUcimeoto, qne obtive con a t* vtdrt
da aaamo .larapa, depoia da havar recorrido a amito
traiaaentaa. Deaejarei qM oatrof eoao ea raearraa
M aaa xaropa pan aa varea aliviado* da lia tamivai
commodo, tas bul aaate paix. Coa aalor coanida
/(lo oonlinao a ter da Vt. S*. atlaMo, vawtidor a
ofcrifado. Ubt Cramaau. Racila S da aauaata
Illas Srs BarthoWaee kt.-0 larepe VafdUl iaa-
rieajw.ajpa Vt. Sa. tea axpostoi viada da teda efi-
cacia par cnratiTo d'ituuia, eanforma obaerui ap-
p|jc-aaWo a meo iiltao Joaqiia, aeaor da aaatna
aano^; aicliaa d'etn fleatllo, qaM eatlopor aapaes
excede.ita a.ons aoiot aaiia rasitto a ontroa xaropaa
da gran*i*0Bied- Oneiraapois V.T. Sa. aceeiur *
expreito aaUmaBte atacara de nea recoabaciaaaw aa
crimno ,tmW4<"> Iba piaatinun como ipdieaaa
xawpe, acre "JmilM_fn aaapra de yv.ja^eriaa,
itanto e obri. **- Amara
RtcSt 2 da oni ^rJb '
Pavillia5 de 8. Isabel. 1
Joo Rodrigues, artista da compa-
nhia de D. Mareos Casali tendo-lhe sido
concedido o dia quarta-feira (20 do cor-
rente) para seu beneficio e como Ihe seja
8impo8sivel conseguir o que deseja, sem
a generosa coadjn vacio do respeitavel
publico desta capital a quem se contes-
sa summamente grato, pelo bota ac
_ Ihimento que at aqni tem tido. Por isso
I faz anda um apello aa mesrao, pro-
metiendo o beneficiado forcar-se o
quanto pessivel Ibe fdr. aflm de sati>fazer
a todos quintos se dignarem honra-lo
com suas respeitaveis preseocas. O be-
neficiado offerece ao pablico a maior
parte de seos trabaltws todos novos e
ae mesmo tempo os demais artistas da
coapanhia se esmerarao nesse dia em
facer os seus irabalboso melhor possivel. __
UllIlllIfllliSf
Precisa-se de urna ama para comprar e eo-
zinhar para urna casa de pouea familia : aa ra
Imperial n. 430, casa com portao de ferro ao
lado.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Cbambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
3
Ama.
Preoiaa-ie de-uma ama : na ra 4a Uorlas so-
brado n 30, I" andar
Na praca da Independencia n. ^3 se da di-
heiro sobre penhores de ouro, prata pedraf
jieciosaa, seja qaal,ter acuantia.; e na caesm*
asa se compra e vende objeetos de ouro rata
< kualmaole se (ai toda e qualg-ier obra da en
joaMoeada, e toV fi rnVroer Ci^certo mim*
i.mm? "te.
X^R'P HYPNflCO DE CHLORAL.
Ochloral um agente tberapeutico recen-
temenle experimentado, mas cujos benefi-
cios vio sendo largamente aproveitados pe-
los praticos em qoasi todas as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomma, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle recoramendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimadoras extensas, nos
accessos agudos de gotta, na asthma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Daas a oilo colheres de sopa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer. obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUININNO DE LABARRAQUE
Poderoso tnico hoje to aconselhado nos
gozos del; debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38.
TIl AUXILIAR
. Vende-se labelas compararativas de pre-
cos de metros corados e vice-versa, mos-
trando primafacie o valor de qoalqoer
fazenda, em relac3o s mencionadas medi-
das reciprocamente : em casa de Lailachar
4 C, ra do Crespo n. 9.
Na ravessa da rna
98 das Crnzcs n, 2, pri-
g meiro andar, da-sc di-
al nhelro sobre penhores
i de onro, prata e brilhan-
1 tes, seja qual for a qnan-
tia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
Precisa-e fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de seu inleresse : na praca do
Corpo Santo n. 17. 1" andar. ______
Formas de ferro
para purgar assucir, anda exfctem algumas,
recebe-se mcoinmenda para maior quantidade e
na roa da Cadeia n. 4, armazem de S. Barroca.
HOMEOPATHIA
O Dr. Casanova pode ser procurado a
qualquer hora em seu consultorio espe;
rial homeopalbico, no largo da matriz de
Santo Antonio n. 1 N'este consultorio
tem sempre sortimentos dos acreditados
medicamentos de homeopathia de Weber
& Calellan em tintaras, e em glbulos, e
tudo quanto necessaro para as pefoas
que seguem este systema.
Os pobres foram sempre e continuara
a ser tratados gratuitamente.
- Precisa-se alupar um preta escrava
que saiba cosinhar: tratar na ra Nova
n. 50, Io andar;
Furiaram do engenho Munbequinha no dia
de S. Pedro, 29 de junho do carrente anno, um
quarto ruco de vermelho, grande, secco do corpo,
carnudo, arada novo, inleiro, com duas feridas de
cangalna as costellas, a pontinba da erelha es-
querda aparada por dente de ontro cavalto, com
marca de raladura oas juntas das maos, e o ferro
MC mal queimado em ambas as pernas : quem
sonber noticia delle dirija-se ao engenho cima
dito, a tratar com Manoel Carneiro Leao, que ser
recompensado.
PAUL CAUVIN
Mecnanico conhecido ha 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publico que lendo dissolvido amiga-
velmente a sociedad que linha com o seu canda-
do Carlos Pluyn contina a se achar a sua dispo-
sicao para o qne diz respeito a aberrara de bur-
ras, machinas de costuras, armas, techadoras, col
locacao de campanhinhas e lodo qualquer concer-
t : pra;a do Conde d'Eu n. 24, out'ora da Boa-
Vista.
Alaga se" um magnifico .sobrado de um an-
dar e mirante, sito na ra da Aurora em Samo
Amaro n. 10, e reedificado de nove, com muitos
e expelientes commodos pata familia; tendo mais
muit3 quarto pira criado.*, e um i.au quintal
todo arborisado. A pessoa que o pretender, pode
dirijir-se roa da Aurora n 34.
- Precisa-se tragar.ata escrava,
e engooinjar : n* ra do Crospo o. i
a cozioha/i
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cara a phiysiea e todas as molestias do peito
Maisa parrflha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e Hopa ot cabellos.
Plalas cathrticas.
Puramente vegetaee e sem mercurio, eura ae-
^iea, rafiS e purificara todo o systema humano
Ve*4e-se efTectivamenle em casa ae Samuel P
basten ir C, rna da Sanzalta Nova n. tt.
Aiaga-se urna preta eserava bea couoheira:
a tratar aa ra Duque de Calas n. 14, antigado
CASA DA FORTUNA
Aos 8:000$
Bilhetes garantidos.
i ra Primeiro de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do costume
Acham-se a venda os felizes bilbetes garan-
tidos da 2' parte das loteras beneficio da San-
ta Casa de Misericordia (134"), que se eitrahira
no primeiro dia depois da sahida d) paquete ra-
elcz que se espera da Europa.
PRESOS.
Bilhete inteiro lOOOO
Meio bilhete o000
Quinto 200O
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete int ru 93000
Meio bilhete 4*500
Quinto 1*800
________Manoel Martins Fina.____
II CUT D1.MTP.W7M w
Acaba de chegar livraria franceza
REVOLTA DO
DICTADURA MILITAR
NIO IBRICA
Km H 1*000.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
Assembls Geral.
De ordem do Illm. Sr. presidente, convido aos
Sr3 socios efieelivos a reauirem-se em asssemblea,
quarta-feira 20 do corrente pelas 6 horas da ur-
de, para de eonformidade com os estatuios proce-
der se eleceao do novo conseibo deliberativo e
commissao de exame de contas.
Secretarla, 17 uo julho de 1370.
Secretario,
J. R. Foncecti._________
0 GIRLililiO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico eai geral, e aos seus dientas
em particular que elle mudou o seu gabi,
netede consultas da ruaDireita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profissSo,.todos os diai uteis das 9 horas
da manhaa s 3 da tvrde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes n5o s na cidade-
como nos seus suburbios, para onde as
idas ser5o precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a per/eico de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos nrecos.
PEDIDO
Pede-se aos senhores abaixo declarados que se
dignem vir roa Nova n. 46, loja de fazendas,
aflm de tratar de ultimar o negocio que nao ig-
norara :
Joo Hypoto de Meira Linit.
JoSo Francisco Henieterio Portetla-
Joo Francisco Paes Barreto.
Jos Egidio Perreira.
Jos Patricio de Castro.
Jos Vieira de Oliveira Maciel.
Jos Joaquira de Aguiar.
Bariliano da Magalbaes Castro.
Guilherme Rodrigoe? Breckenfel.
Manoel Candidojgreira de Lyra.___________
" Precisa-se de urna boa Cuzmheira pira ca>
de poaca familia: a iratar*ha ra da Cruz n. 40.
armazem._____________________________
" perauta-se a residencia' do andar do so-
brado n. 11 da ra da Gamboa do Carmo, compo-
nente de 2 salas, 5 quartos, cozinhs, um corredor
em seguimento 4 pirta da rna, quintal, por uro,
primeiro andar ainda qne tenha moito menos ac-
commodacSes, de casa sita era qualquer das ra-
seguintes : Duque de Caxias, Nova, Imperador,
iarga do Rosario : quem pretender dirija- si a<>
sobrado annunciado.
__Precisa-se de um caiietro portuguc* de 14 t
16 annos : n ra da C^neonlia n. 95. taberna.
Aluga-se o armazem da casa n. 3i da ru*
Direita : a tratar oa mesma ra n. 24. padana.
Aluga te
O 2* andar do sobrade da ra do Vigario n ,
com bons commodos para familia, agua pota
esgoto para aguas snjas : a tratar no armazem da
traoessa do Corpo Santo n. 2o.
Atoga-se o sobrado n. 21 sito roa de S. I'-
dro Martyr de Oliod* : a tratar ia roa do Impen-
der n. SO, 3* andar.


Diario de Pernamlmco QjarU (eir 20 de Julho de 1870.
k
*:
AO ARMAZEM
DO
;j
VAPORFRANCEZ
I7--MMHL7..
Este eonhecido estabelecimento acha-se constantemente; bem sortido, em virtude das
[hitaras que recebe por todos os vapores e navios franoezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, a preeos os mais resumidos que possivel.
CAIiC t IIO FRAXCEZ
Botinas para .ahora e meninas.
Botinas preta, brancas e de rouias outras cores, sordas e bonitas, do ulmo gos-
toda moda, e a precos mais baratos do que em outras partes.
Botinas para homens e meninos.
-atinas de bizarro, cordavio, lustro e pellica, das melhores fabricas e escetnidas.
Botas e perneiras -usslanas.
flotas e peraeiras para mantaria, das meluores qualidades, de couro da Russu, lus-
tro e buerro. .
Manatos de borracha para hnmens e seahoras
Tendo chegado grande porcao de zapato de borracha vndese pelo cost aura ae
desembotar o dinbeiro nelles empregado, sao baratissimos.
Manatos de lustro para homens.
Sapatos de entrada bnixa de ceuro de lustro com salto, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differentes modelos, de muito boas qualidades e fortes, tanto
para meninos como para meninas, muito baratos.
Sapatos de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca francezes e por-
[ tuguezes para homens, para sentaras e para meninos.
PERFUMARAS
Bxcellentes extractos, banhas, leos, agua de cologne, florida, divina, lavando, den-
Iriloe, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de
rroa ele., tndo isto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica do eonhecido fabricante Jouvin, espelhos para sallas, qnartos e ga-
binetes, toucadore de diversos tamanLos, leques para senhoras e para meninas, abridores
de luvas, -brincos, pulceiras, botoes, corrent-s e chaves de retogios e trancelins, tudj de
oaro de lei, correntes e brincos de plaque, a imitacao e de mais gosto do qne as de ouro,
caixinhes de costura ricamente guareecidas e ornadas com lindas pessas do msica, albuns
e caixilhes dourados para retrato, caixinhas com vidro de augmento para distinctamenje
ver-se -a perfeicao dos retratos, objectos de phantasia para toilettes, bolsinhas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas e senhoras. ditas para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouquets de flores de porcelana, jarros proprios
para gebinetes e santuarios, quadros promplos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagens, cidades, figuras e de santos, vidros para eos-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens, esporas, chicotes, bengala, oculos, lunetas ou
pensinez de prata dourados, grvala* pretas e de cores, abotoaduras de collete e de punhos,
carleirinhas para notas, thesourinhas e caivetes finos, penles, escovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, joros de domhr, rodetes, bagatelas e ontros differentes, ve-
necianas modernas muito conveniente para portas e janeilas, cosmoramas, lanternss mgi-
cas, esteriocopos com olTessantes vistas de figuras e das mais bonitas mas, Iwulevards,
pracas e passeios de Paris, photonraphias e caixinhas mgicas, reverberos para candieiros,
tapetes de vidrilho e de lia de cores para ps de lanternas, realejos grandes e pequeo,
harmnicos, acordions de todos os lmannos, berros de vimes para crianzas, sapatinhos e
toucas de laa, carrinhos de 3 e i rodas muito elegantes para eonlu?ir enancas passeio ; e
outras muitas quinquilharias de phantasia, francezas e allemaes, precos muito em conta.
13Q(lia@(93!D(DS P&Q& GASTOS
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitura da inflnidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
vistalo a

O dono deste estabeleciroento pede ao publico em geral que continu a
veriScando as qualidades e os precos baratos (le ditos objectos por serem vindos era di-
reitura e de conta propria.
W.MWIAN
EHGEMEIRO
Com fundieao
RA DO BRUM 52
Passando o oh* fariz.
Chama a attenco dos Srs. de engenho para seus acreditados macliinismos e
com especialidade para seus vapores que ainda urna vez tem melhorado.
Os vaporea Imnccidos por elle e j funecionando Ihe hode tazer melbor apre-
ciaco do itiirt ot: Deejalavia mencionar que vista do cambio agora mais lavoravet do que
Da pocl.a des apentapeuius do amo passado tem feito urna redacto sensivel em todo
seas precos.
ni
C. &
N. 77 RA DA IMPERAT ZN. 77
Esforce-se muifo embora o facultativo laborioso,
empregnem-w as rese^S mais fortes contra
qualqor affeccao, e tudo ser baldado, infructfe-
ro, e at oramimwo se os combinados pharmaceq-
ticos nio form acrisolados, e oriundos dos medi-
camentos mais no vos e puros.
Se a pathologia, a materia medica sao os dous
contribuintes para a piompta extinc(.ao dos pade-
cimentos mrbidos, :e do seuperfeito conhecimen-
to depende a vida as menores como mais graves
enfermidades, a pureza do medicamento, a sua
forca real e prompta aecSo expeliodo toda duvMa
sobre sua eflicacidade, em ve* de sar a ultima so-
licitude a tomar o mais seguro garante da vida.
Esta pharmacia paro isso eraprega todo o zelo,
mandando vir seus medicamentos dos principaes
fornecedores de Paria, Londres, Hamburgo, Lisboa
e America ; tendo tambera grande sortimento de
productos chimicos, pharmaceucos, tintas, pin-
ceis e toda a qualidade de drogas, e preparados
especiaos desta pharmcla.
Avia receitas com pericia e promptidao, at a
iO horas da nojto, atteodendo a qoalquer receiU
eaqnalquer hora tambera da noite, por ubi pos-
tigo, e s abnndo a porta a freguezes conhecidos.
Avista disto convidamos es moradores da (re
guezia da Boa-vista e ao publico era geral a con-
correrera ao nosso estabelecimento, que nos en-
contrarlo sempre proraptos a satisfaze-los por
menos dez por cento do que em outra qualqner
parte.
Abaixo transcrevemos alguns aitigos ltima-
mente ebegados :
Agua iugleza de Lisboa.
Dita de Vicliy natural. ',
Dita do Seltz natural.
Assocar ferruginoso de Chanteand.
Chocolate de musgo de Menier.
Dito de vermifago.
Chocolate horaeopalhico.
Cloroformio de Minier.
Capsulas de Rasquin.
Ditas de oleo de figado de bacalho.
Ditas de oleo de figado de cnpaiba.
Ditas de oleo de ligado de cupahiba e cubebas.
Ditas de oleo de figado de cupahiba, cubebas e
ferro.
Carvao de Belloc.
Cupaine mege.
Cnpaine mege e Ierro.
Drages de cupah ba e bismuth de Fortin.
Dito de Hermes mineral.
Dito de H:rmes mineral prateado.
Dismamadeiras finas.
Dismamadeiras entre-tinas.
Elveir de Guilbier.
Extracto de carne de i* qualidade.
Granulas de a-onitina.
Ditas de digitalina.
Ditas de Styclinina.
Injecco de Cadet.
Dita de nrages de matica.
Licor-ante-rbeumatico de Rieord.
Moscas de milhao francezas.
Oleo de figado de bacalho ferruginoso de Chevier.
Dito rie dito de dito mdado ferruginoso do Dr.
Delattre.
Dito de dito de dito dito Persone.
Pastilhas de Emilina.
Ditas de Detan clorato de potassa.
Ditas de Vichy.
Ditas de Seve de Pinho.
Ditas de carvao de Belloc.
Ditas peitoraes de Requault.
Pilulas de naf.
Ditas peitoraes ante asmathicas de Paricary.
Pos de citrato de magnesia de Roggi.
Pe.rchlorureto de ferro liquido.
Rob de BoyV'eauLaffecteur.
Racharureto de nleo de ligado de bacalho.
Sabonetes sulforozos.
Ditos de alcatrao.
Cigarros ante-asraathicos de differentes autores.
Sinapismos preparados de Rigollo.
Sulfato de 1* quadade.
Vioho de Pepsina de Bandoult
Dito de quina e ferro de Moitur.
Dito de Relime.
Xarope ante-asraaihico de P3ra:ary.
Dito hypophosphisto de soda.
Dito hyposulphito de soda.
Dito Habano iodado.
Dito Naf.
Dito de alcatrao ferruginoso.
Di lo depurativo de Chabb.
Dito de quina ferruginoso de Ribelon.
Dito de dita dito de Grircouil.
Dito de agriao do Para iodado.
Dito bi odureto indurado de GiberL
Dito Codeme Berth.
Dito de casca de laranja amarga de La-Rose.
Dito de daa dita iodnrado de La Rose.
Do de dita dita e quacia com prata e idureto de
ferro de La Rose.
Prepara coes.
Emplastro de jorobba.
Plalas simples e ferruginosa.
Ungente si mides.
Vinho simples e ferruginoso.________________
ATTENCA
Precisarte Je urna ualher estr.mgeira que sj'ba
engommar, e para o servido interno de urna casa
ingleza de pouca familia : a tratar na ra da Cruz
n. 38, arma tem._________________________
Urna pessoa que teui todas as habililacoes
precisas .dferece-se para administrar qualquer en-
genhu. ainda raesmo seodo para fera da provincia :
qnem precisar annuncie p-.ra ser procurado.
Continua-se a precisar de unta ama da lei te :
na ra larga do Rosario n. 12, segundo andar,
jojuu botica do Pinto.
Hotel do Monte ro
Precisa-se de nm bom cozinheiro.
Coziaheira
Precisa-se d urna boa eoimheira para casa
estrangeira : a tratar na ra do Trapiche n. 3, i*
andar, ou na Casa Forte, sitio na Campia.'
O Sr. Affoaao Jos de Olireira deixou de ser
caixeiro de Maneel Antonio de Jezus e dispensa
do desde esta data de qualquer compra, ou rece-
bimento em nome do abaixo assignado.
Recito, 16 da julho do 1870,
__________atanoel Antonio de Jezus.
Precisa-se de urna ama para servico de car
sa: na travessa da matriz de Santo Antonio Da-
mero 10.
Cozinha-se, no largo d Santa Croa n. 20,
livre de despeza, para hornera solteiro oa nego-
ciante.
AMA
Precisa-se de urna ama para o servico de casa
i pequea familia, preferindo-se escrava : na
roa d Apollo n. 1.
Aluga-se a padaria allema em Santo Amaro,
beta montada e afreguezada, com casa junto para
grande familia, com agua e gaz para consumo:
quera quizar dirija-se a raesma, aa roa do Lima
ns. 2 e 4.
As seguintes obras
Colas (hnv 1 vol. por 1|000.
Flotes sitelas, por Paes de Andrade. 17-
timaspaginas, por P. de Calasans. flusO
w urdidas, por C de Azevedo, tndo en-
cadernado em um s'voltim^ por 81JOOO.
Tambem veode-se as colleces de leis
provinciaes faltando apenas 5 nnos, por
15^ quiaer dirija-se a esta typograpbia ,quc se
dir quem vende.
Ra co Duque de Oxias n 6,
Io andar.
A tesoura de onro acaba de receber pelo ultimo
vap>r da Europa um variadissimo sortimento de
objectos de phantasia, mu proprios para presen-
tes, bem assim urna infinidade de albuns para re-
tratos de apurado gosto, que serao vendidos por
baratissirao preco ; luvas de pellica de Jouvin de
todas as v res o'todas as qualidades, exclusiva en-
commenda.____________________________.
Vende-se
No armazera de H. Lger. ra da Cruz n. 68,
nho de Borde, ux em caixas.
Ama
Precisa se'de urna ama para o servico de urna
casa de pouca familia : na ra da Cruz n. 18,
3 andar.
Precisa-* de um caixeiro portuguez de 20 a
2a annos, que tenha bastante pratlca de taberna,
dando fiador a sua conducta : na ra do Pilar nu-
mero 139.
AMA
Precisa-se de urna ama para servico de dontro
e fra de casa de pouca familia, prefere-se escra-
va e paga-s bem agradando: na ra Velha nu-
mero 66.
Deseja-se fallar cora o Sr. Clementino Fer-
reira Gome negocio de >eu interesse : roa do
Cominercio n. 17. I m 3
7epde-se um bofe urna carraca : na ra do
Mondego n. 61. _____.
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Ni ra do Cabug n. & compra-se ouro, prata
t pedras preciosas por procos mais vantajosos de
rae em outra qualquer parte. ______^___
Uompram-se
Moedas de ouro e de prata de todas as nacoes : ua
ra da Cadea do Recife n. 38, loja de azulejo,
Aviso provincial.
O Campos da ra do Imperador n. 28, avisa
nao s aos sus numerosos fregueres. como a todcs
demais habitantes desta provincia, que o sen
armazem de molhados, um# dos que pode com
franqueza bem prover nia boa dispensa, pois
tem o proprietario deste estabeleciroento reunido
nm irande sortimento de gneros de primeira
qnalidade era dito armazem. Noraea los um por
um tornar-se-hiam enfadonho, no entanto de--
creve alguns que merece especial mencao.
A saber :
Presuntos ingl zes para fiambre.
Ditos de la mego para paaella.
Qutijos de Minas, grandes, a i i.
Latas com salmn.
Ditas cora lagostas a 600 rs.
Doce de goiaba e de banana, muito fino.
Camaroes seceos multo novos, a 320 a libra.
Champanhe superior, grrafas e meias ditas.
Chocolate superior de diversas qualidades.
Caf de moka e commum muito superior.
Bages em latas a 700 rs.
Boiaxinas de oda em latas e libras.
Vellas para carro.
Copos lapidado?.
Charutos do Costa de S. Flix.
Vinho abafado em garrafas.
Nozes e amenduas.
Conservas em frascos a 700 rs.
Rap Paulo Cordeiro viajado e commum.
Comprase orna casa terrea boa, situada em
Santo Amonio ou Boa-vista : na ra da Florenti-
na n. 6.
Compra-se urna casa terrea, na fregnezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceicao nu-
mero 6._______________ '________'
Lom muito Hiaior vantagem compram-se
ouro, prata e pedras preciosas e a obras velhas: na
loja de joias do Corac3o de Ouro a. 2 D, ra do
Cabug.
ODAS.
Rival sem segundo,
BA DI(klJE UE CAXI.V K. 9
(Anligarua do Queimdo)
Contna a vender tudo muito bom 'e
muito barato a saber:
Libras de areia pela amito boo. .
Tesouras Anas para unlias e costu-
ra a........
Papis de agu'bas francezas a ba-
15o a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 15a para bordar ij) todas
as cores a.......OffO
Carriteis de linha Alexandre a. .
Frascos com azeite para mac binas
Gravatas de cores muito finas a .
Grotas de botSes madepersla fi*.
nissimos i.......
Pares de lovas de cores muito fi-
nas a 320 e.......
Tovello de lioba de 400 jai das a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.
Tmteiros com tinta preta a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Pbucomo muito
lino a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b nitos a
Duzia de sabonetes muito finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito de oleo baboza a.....
Caixas de lamparnas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
Cartilbas da doutrina fazenda no a a
Libras de linha sortidas de todos )S
nomero3 a.......1800
Babados do Porto, largos a 16*0 e
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de relroz preto, com 2
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitsdos a, .
Libra de linha franceza superior
qualidade a. ......
Caixas de paulo do gaz a. .
i O
60
11000
100
500
500
506
soe
60
tico
40
100
m
200
500
I 000
240
506
720
i0
500
?00
40
240
400
200
700
640
240
2*400
20
Farinha de mandioca
de Santa Catharina
0 que se pode desejar de bom, a garnel, a bor-
do do patacho inglez Mary B/jc* : a tratar com
Tasso IrroXos & C, ra do Amorim n. 37.
Xo aatigo estabelecimento de Joaquira da Silva
Costa, ra das Cruzes u. 42, ha constantemente
o que de melhor se pode procurar neste mercado
para meza de quem prefere bons gneros, como
tejara:
PRESSTOS para fiambre e de Lamego, chou-
ncas e paios, em latas e em barril.
MASSAS, niacarro, tallienm, eslrellinha, se-
vad-nha, safr, alciria e ftfioha americana.
CHOCOLATE o mais novo e melhor que desejar
se possa.
VINHO do Porto e Figueira dos mais snpericres.
CONSERVAS de lombo de porco, de bages, de
feijoes em latas bem acondicionadas.
VEI.L/ISsteriinas a 610 rs. o maco.
COPOS lapidados em duzia e a retalho.
Alera de amitos ontros gneros vindos era di-
reitura, que se vendera p.r precoyazoaveis.
Vndese una padaria no Giqui, tendo lo-
do? o? ntencilios: a tratar na mesma.
OS
te
P
o
II
a
5
p
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado este antigo
estabetecimeuto de joias, onde os freguezes e amigos encontrar) tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado jia arte de ourivesaria.o Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e roodecidade nos precos.
Espera qae o respeita.vel publico veoha ver o que existe de melhor em
aderacos de brilhantes, esmeraldas, robios e parolas, meios aderecos, pul-
ceiras, nriacos, alfinetes e anneis de todas as qualidades. prata de lei aquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros inuits objectos que seria enfadonho
meacionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qualquer parte, treca-se e coneerta-e todo e fualquer objecto
pertenceote a esta arte.
Precisa-se de uraa ama de laile sem tilho, e pa-
ga-se bera : na ra da Conquista (Soledade) nu-
raero 6.________________________________
.-liiga-se o andar do sourad) dama Nova
n. 58, tem todos os eommodos que se podem de-
sejar e est ranito aceado.__________________
Precisa-se anda d um criado, na ra do
Imperadar n. 57, andar, entrada pela ponte 7
de setembro.
i
GRANDE ARMAZEM
_____ DA _____
Kua Nova n. 48, esquin >. da ra de Santo Amaro.
O armazem da NORMA um importantsimo eputoelecimento, era cuja taota#em nao .-e
pouparam despezai para o faier sobresabir entre os deroas esbclecimentos do sea" genero, e tor-
na-lo digno da concurrencia publica.
Se grande foi o esmero que prezid'm decoraco do estabelecimento, tanto manir totn MO
o cuidado e capricho que. tem havido em turaa-I.Vinais'importante fornecendo-o de um Irado sorti-
mento de fazenda* linas, artigos da modas, ele. etc., imperadas Uii-ectameot da Eoropa, donde sao
scolhidas por pessons habilitadas e de conformidade cora i nltlmas modaj.
pede ao publico e e=pecialmeut- >s Exraas. Sras. qne dignem-se waHar este importante estabeleci-
mento, no qual achario plenamente jusileado o timta que adoptoH, ^oriffie so envidam oa matara
eiforcos para que c eitabelecimeaio >eja geralmenta eonhecido. como norata, de bom gosto riqujs-
bimo sortimento, modieidade de proco, guperioridada de ftzendas e ftnalmPie norma de rranqqeza
este eslabelecimento iu um passoaJ habilitado a otdiuir faaaida afBiwr as ;eaaaa At?
Esmas. Familias que o desejarem.
Armazem da Norma.
48 RurfNova48
Alaga mo sobrado junto a ponto do Vara-
douro em Olinda para qualquer estabelecimento,
por ter bastantes eommodos: tratar no Vara-
dpuro com Joao Pinto da Cunha, e no Recife, ra
do Imperador n. 21, 2o andar. .
Precisa-se de uraa ama para comprar e co-
zinhar, que lenha boa conducta : oa ra da Praia
n. 13 e 15.
" Precisa-se de uraa ama para servico interno
de caa de pequea familia : na ra do Amorim
n. 35, 2* andar._______________________ i
Precisa-se de um caixeiro para venda, que
tenha bastante pratica : na ra da Aurora n. 56,
dando fiador a sus conduela.
a!
U
RICOS CHALES DE CAMRRAIA BOR-
DADOS de cores de ultima moda a
2 $500: na ra do Crapo n. 2o.
m
A15
LENCOS DE CAMBRAIA DE L'.NIKl
BuRDADOS a 15500 : na roa do Crespo
n. 25, loja de Manoel Dias Xavier.
A 2:500
Grande sortimento de luvas de pellica de Jon-
vin, brancas, pretas e de cores : em casa de An
dr Delsuc, cabelleireiro, ra do Io de Marco n.
7 A, Io andar.
J
Ha para vender novo e superior farelo que so
acha deposi adooo trapiche da comtianhia, chega-
do ultlraamecte do nio da Prata pela harca fran-
ceza Angelina a tratar cun seus consignatarios
Amorim Irmaos & C, i na da Cruz n. 3.
Chapeos de sol de alpaca fina com hasteas de
baleia a 3 : na ra do Crespo o. 25, loju_ da es-
quiua.__
Grande lecbincha.
.V RA DO CRESPO N. 25.
PECAS DE BRAMANTE FINO com 7
taras, de urna largura, de lia a 2?.
, PECAS DE CAMBRAIA TRANSPA-
RENTE a 3000.
ALGODOZINHO com 18 jardas a
2'J{HI e 3 a pee?.
CHITA FRANCEZA de todas a~ (|iial-
dades a 2i0 e 280 o novado.
CHALES DE MERINO' LISOS de toda
as cores a 2Rio.
Na ra do Crespo n. 25, loja Dias Xavier.
SIACIIItfA
COSTURA.
Vende-3 orna com pouco uso, de lacadeirn, o
melhor sistema eonhecido, 3erve para todas as cos-
turas de cambraia at couro ; o dono incurobe-se
de ir aos domingos ensinar a pessoa que a com-
prar.
RIJA DA CADEIA N. 45.
l
. o
Precisa-se de um tanoeiro para remontar
urna destillacio e fabricar tornos de madeira em
din engenho de Agua Preta, perlo da via-ferrea :
a' entender-se com o Sr. Bernardino Pontual. em
seu escrlptorio. na roa da Senzala Nova n. 38.
Perdan-se uraa letra da ijuantia do quatro
cento e sessenta e tres mil e oitocentos e oitenta
res aceita por J ao de Moura Borba, morador na
freguezia de Agua-Preta no engenho Alexandria,
cuja letra nao lera saccador e pertence a Jos de
Sonza Barreirbs e como taat perdida lea sem
effeilo algn p<>r j estar paga a dita qoantia e
cuja letra se vence em novembro do corrente
anno.
Recife, 16 de julho de 1870.
Joao de Souza Barreiros-
Joao de Moura Borba tendo pago ao Sr. Joao
de Sorna Barreiros ama. letra da qoantia de
460*880, lavrada em H ou 12 de abril deste an-
no, a' prazo de 9 mezes; e como a mesma letra
se tivesso desencaminhado prevne-e para que
ningaetn fa^a nego.ii esm ella, visto achar-se
sem o respectivo recibo.
"lTlSpO
Precisa-se de urna ama forra-ou scrava para o
servico interno s externo de pequea familia : ns
ra do caes do Capibaribe, casa nova com grade e
portjo de Cerro ao Jado ; e tambera se aluga urna
oegrinha on mfeflue, qaga-se bem.______^
Ama
Preci-a-se de ama ama forra ou
casa de familia; a tratar na ra
Casias n. W.
ecrava para
do Dti'jue de
j Grande pechiacha de fa- |
zendas b&rata?,
Kua do Crespo n. &.
8MADAPOLAO FINO a*A500, 5^500" e 1
6*000 a peca. "
ALGODAOSINHO a 2*800. 3#, 4* e 1
4*500 a peca. I
ALGODAOSINHO marca T com 20 va- 2
B ras a 6* a peca.
CAMBRAIAS finas e de ores a 240 e 1
35 280 o covado.
DITAS brancas e trasparentes a 3*
CHITAS escuras, claras e mindmhas a Q
. 240 e 280 o covado. 2
ALGODO AZUL, peca com 56 cora- 1
dos a 53 a peca.
LENCOS finos brancos e com cercadu- S
ra de cores a 2*500 a duzia.
fig BRAMANTE FINU de n. 230 a 270 al
25 22* e 24* a pe^a.
Na ra do Crespo n. 25, loja de Mano-.l
|fg noel Dias Xavier.
Saceos com arroz era casca.
No cscriptori de Joaquim Gerardo de Bastos
ra do Vigario n 16, Io andar, vendem-se saceos
oom arroz em casca ; para ver, no trapiche Cu-
nta roa da Monda.
Objecto? para carros.
Solas de lustro.
Vaquetas de lustro.
Gaides largos e estreitos.
Oleado preto para guarda chava.
Dito de cores para forro.
Lanternas e vellas.
Botoes do Osso de cores diversas.
Hilho.'
Ni eaeriptorio de Joaquim Gerardo de Bastos
roa do Vigario n. 16, Ir andar, vendera-se saceos
grandes com milo muito novo por preco razna-
vel : oara yer, no trapiche Barao do Livramento
o Forte do M*tt<>s.
MLHO NOVO.
VenJem Pdpu & C saceos cora milho novo a
5* o cco : na ra Mtreita do Rosario n. 9 junto
igrej*.
Muito barato
Para acabar
Pecas de algodao com 18 jardas por 2800 : na
ra do Cabug n. 16.
Pechincha
Veude-se dous bo'is e dou carros, tudo em bom
estado ; no caes do Ramos n. 20.
.VenUe-se ou aluga-e urna can na nova, toda
encavilhada de cobre, que pega 400 feix m do ca-
pim : para ver e tratar na camboa dos Remedios
com o capitn Delfim.
Farinha de naadioca.
Da melhor qualidade e mais Karata do que em
outra qoalquer parte : vendem Amaral, Moreira
& C.. no caes da alfanrtega n. 7. _____^^
Sacaos de estopa
Vendem-so ptimos saceos de estopa, proprio?
para assucar, milho, farinha etc.: no armazem df
Adamsoo, Hawie & C, roa do Coramercio n, 40.
A Nova speranca
1Rna Duque de caxlas 8t
Quando a NOVA-ESPERANCA faz os seus
anuncios expondo aos seus Ircguezes e a
todos em geral o grande sortimento e su-
periordade de seus objectos nao com vis-
tas de alrair a attenco de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despoe,
e sim para scienlificar (a interese de ledos)
a qualidadft do seus objectos os qnaes s5o
sempre de apurado gosto e pe feito ; tor-
uando-se.quast indispensavtl para aqueilts
jpreciadores (do bom) frequenlarem a .No-
va Esperanca, pois que ella caprieba em re
ceber constantemente, o que ha de rnelhor
relativamente a sua repariicfi.i: o qne se po-
der verificar quando em qualquer reunio
de pessoas (amantes do xique j \-se um
bonito enfeite em um bonito vestido, um
aroma agradavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno e linde taco, um dilicado ra-
mo de finas llures, ete, ttc. lodos olham-se
reciprocamente e dizem com >lgo (e as ve-
zes uns aos ootrus) estos s3o objectr.s
comprados a NOVAT.SVi'.ANr.A.: redimen-
te !!!! procurar descrevtr em annuncios es
nriigos que cootea dita luja, seiia tri-baMio
insano e nunca o firiami s com aquella
graca e peri-icao com que sao piles fabrica-
dos, assim pois a NOVA ESPERABA con-
tenta so em convidar a todos geralanente,
i vi sitaren)-ua para ento Qcaram inlei-
ndos do que ha exposto na mesma foja.
2 Siia I>!hj:ic Ce < asas -Si
Joaquim Rodrigues Ta-
vares de Mello, S
frdqa do Corpo Su tito n. 17^
TEM PARA VENDER : $
Cal de Lisboa. Potassa pa Russia. ^
Vinhi1) Bordohus. ^
g fa-elio d Lisboa,
Bichas hamburgnezas
Neste novodfpo.-ilo recebe-se por todos os pa-
quetes transluuticos bichas de qualidade superior
e vendem se m caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do qae era outra qualquer parto :
na ra da Cadea do Recife n. 51, 1* andar.
o
32. ^


LUVAS
Verdadeiras luvas do Jouvin brancas e de cores,
viadas pnio ultimo vapor a S00 : na toja da Fita
Azbl, ra do Cabnp n. 1
BASQUINAS
D Clunj-, brancas e pretas, do ultimp gosto : ven-
de se na loja da Fita Azul, ra do.Cabug n. i.
Os acereditados cylindros americanos pira pa-
daria.
Machinas para dcscarocar algodlr.
Cano3 de ferro galvanisados, para agua.
Carrinhos anwne.mns para tranync/tar fzendas.
AHENCAO
Vende-se una parte do engenho R-mos, comar-
ca de Pao d'Alho, de 9:000 a 10:0004, e outra
do engenho Inbaman, comarca de Iguarass, de
5:000| : os pretendentes queiram entender-se
com o seohor do engenho Caraba da freguezia de
Tracnnhem, ou com o Dr. Laurino de Moraes
Pinheiro, nxt das Cruzes (boje Duque de Caxias)
n. 2. O u esmo senhor do engenho Caraba une-
roce a fazenda denominadaMinguai do Grva-
la pari o Brejo da M>dre de Dos e Curato de
Bom-Jardim cuja faienda muito acreditada pe-
los habitantes do lugar, tem acude e varios tan-
ques e algiim gado qne tambent se vende encorpo-
rado ;i dita fazenda : tratarse nos lugares cimo
mencionan^-.
Vende-SH
Ps d roseiras de vari.i qualidades, assim cum>
da sapoli, ahacate, figueira, laranja cravo e p-
nheira, por preco razoavel: a tratar na Boa-vis-
ta, ra do Mondego n. 51.
da marca George
companhia.
CHAMPAGNE
Goulet. &
vaquetas de lastro para carros.
oleados de diversas coros.
pesos de ferro do sy.stema deci-
mal.
A VENDA RA DA CRUZ N. 08.
no armaiei H. Lger
Pechinrha
Algodao, peca de 18 jardas, a 900, para liqui-
dar : na ra do Queimado n. 1, loja 4o Gaspar.




Diario
de Pernan^bucp Quera feira 0 e. JuLUo Je 1870.
A VERDADE
Rna Duque de Casias n. 55
Na loja da VERDADE continnaa-se a ven-
der por baratissimos presos todos os artl-
gos de miudezas e perfumaras do seo
grande e variado sortimento, garantindo aos
cerapradores toda a sinceridade!
Lindas bonecas de cera a massa por ba-
ratissimo preco.
Espetaos doorados para pendurar a
160 rs.
Agulhas de osso para crox a 200 rs.
Pentes Onos psra segurar cabello, a
320 rs.
Chmins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a i000.
Dita cora agua florida a 105CO.
Dita cora dita dita a 10010.
Tnico de Jayme a 1 3500 o frasco.
Frasco com oleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 3Q0a 10000
Dito com extractos unos a 10000.
Dito com sndalo, verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de 120 a
240 rs. "
Sabonetes muito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 re.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para facto de 500, e 600 rs.
Oitns para cabello a 500 rs:
Pentes para alisar cora costa de metal a
320 re.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolhode 160 e 240 rs.
Payiosparagaz, Brincos de cores, inteiramente modernos
de 160 e 240re.
Pennas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de langa e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e 10500.
Grosas de botoes de lonca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 re.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com brelas a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo doorado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Linha de marca eaixa a 280. rs.
" Garriteis de linhas de Alexandre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Grampos muito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 30000
Ditas portnguezas, duzia 10400
Papel almaco superior qualidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Fitas para debrum desapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 re.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cotes de 40 a 100 rs.
Fitas para cs, peca 480 rs.
Alfinetcs de lato, carta 100 re.
Sapatinhos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Grvalas de .seda preta de 400 eSOO.^s.
Djtas < croxc, brancas* de cores BOOrs.
Dita de gorguro da cures a 800 rs.
Na Venlade ro* Duque de Ca-
lla n. a*.
DE ODRO
COM IAHMI\
M*'a anuelino vende saceos com rinba de
mandioa : na roa do Duqne de Caxias, tiavessa
do Rosario, loja n. 18 B
liraade arnazen m rna da
Imperatrlz o.
Neste graade armazem vealers saga mgleza
nnas e ordinarias, apparefos de porcelana para
jaqtar e para cha, Jarros para flores os niaij beni-
tos e de gestos, modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos c ordinarios, que tudo
se vender tanto retalho como por atacado pele
mais barato prego qne em outra poalqoer parle :
chamamos a atteneo dos fregueies, qoe serio
convenientemente servidos unto nos cummodos
precos como na boa nualidade das (alendas.
^fS^*^'^- tdl*m '* MBp* feiu***>r medida. 4 a da Im-
peratriz n. lit junio a loja de ourives.
..-. ^/stabeteejm^t^ftBcontrar 0 respeitavel publico om bonHo sortimento de
roupa* de todas as qoaljdades. ^
de 7iKUSft ?"l d6 c6res,a l*000*m 7m>> toi-aWn* Preto
ae iwwf&VtBQVQ, nos de casemira de cores finas e ordinarias, de 60, 16000o
ditos de panno finos de 6 8* ,400 e 2<0oOO. sobreeasaco dito de 200 a 500000 '
a 0fApifnaSOrUneBto de "'cas de brim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
ae 0, a iujo o mais superior, ditas meia casemira, ditas casemira de 50 120000
ditas casemira preta de 60, a f6dOuOsuperior, dita de merino diversas quaiidades para
lulo. ^Asstm como um bonito sortimento de coHeles de brim de cores, ditos brancos
ditos de casemira de core* .pratas^ditos de merino para lato fazenda superior
Sortiment compJetoida camisas Iraicezaa de algodo,, de 40800 30000, e de
imho de 3JJ0QO9 a 700000 a duzia.
- Sortimento completo de ceroulas franeeas de algadSo de 08OO a 20500
ditasdebramante'' 10B8O., 20500e 30060 ditas de Hamburgo. ranems, fazenda su-
AMAS PARA
fiOSTURA
Acabara, de cnegar ao GIL4NDE BAZA
UNIVERSAL, rna Nova n. 22cahneiso
vian.naun completo sortimento .de ma-
no armazem de E. A. Burle C-. toa da
Cruz n. 48 o seguinte;
\inho Bordeaux superior qualidas, gre-
cos de 70500 a 200000.
Cognac fino, diferentes precos.
Licores de diferentes quaiidades e prer
ios.
Frutas e conserva em frascos.
Azeite doce fuacez, enj xas de 42
garrafas.
O serdadeiro^ortlan4 So se vendan* ra da
Madre de Dos 22, araazem de Joo Jftruns de
Barros._______________________ *
Boa morada
Cigarros da imperial
fabrica da S. Joo
de Niclheroy.
nico deposito ero. Pernambuco caes da alian
dega velha n. 3. 4* anda.
Vidros para viarazas de lodos os lanianho?
e ero caixas, vende Barilomeu & C, em sua
pharmacia na itia larga do Rosario n. 34.
alta novidqjde
NA
Loja do pago
Chegaram pelo ultimo vapor franeez as ricas
chapelinas de palna de Italia, ultima nnvidade de
Paris, chapeos de velndo o palha tambem os te-
mos_de maito gosto, postilbSes e basquinas de gor-
gurao preto muito superior com ricos lacos de
selim : na rna de Marcon. ^A, loja do paco.
Armazem dous irmos
8Ba da Peona8
Manteiga ingleza flor a 1'jOO a libra, idenifran-
ceza a 760.
Cha raludo e grosso superior a 3200 e 35000, ca-
t em carogo a 200 e 2'i0.
Vellas de spermacette a CiO a libra.
Alelria, talharim e raacarrao a 400 a libra.
Vinho em pipa a 400 a garrafa, dem S. Juliem
a 600 rs.
Grandes latas com belachinhas a i300. dem com
lago.'tinhos a 500. dem com figos a lOOO.
Copos lapidados a 500 a duzia, dem idem de
contra a 25600, idem temos com 6 copos por
15100; npsim como mu tos ontrog objectos.
Farinha de mandioca.
igual a de #funbeca.
Em saceos d dous alqueires e de panno de
algodao, cuja medida corresponde de 3 a 8 Ofi
mais do que a rrvedida daqui e do Rio de Janeiro,
vndese a preco menor do que em qualqtier ou-
tra prtete : tratar com Joaqaim Jos Gonpl-
ves Beltrao, em seu escnp:orio a ra do Coramer-
cio n. 17.
Mais barato do que em outra qualquer
parte.
No porto da travessa dos Coelhos acaa-se cons-
tantemente tijolo crrnsso e fino, tapamento, lelhas,
e grande porcao de area, que se vedem a vontade
do comprad; r por menos prppo do que em outra
qualquer parte ; assim como se encarregam de
fornecir materiaes para as obras, para o que h?
canoas a carrogas.
perior. de 2a0OOQji 350000 a duzia. Sortimento decojarinhos dealgodSo e liobo,"etc,\tlia& Par> costura, dos autores maisoo-
Vende-se um bom terreno em ama daruas al-
tkaowot8 abertat na estradova-de iBberihe,
Sorttm^Jp.de chapeos desoll alpaca.^e seda, ditos inglezes cabo de marqm.!Udade' e taniSm ensnase con ptrfelcao it^^'nMaTte^pncapA
Toalaas para rosto. Sortimento de mallas para viagem. a todos os compradores. Estas machinas! dioca, tem de extenso 1500 palmos, pofGn vn-
ATTKXCAO. s5o iguaes no seo trabalho ao de 30 COStU- ide-ae a-vosladedoe compradores: enteaderem-
Nest* estabelecimento encarrega-se de mandar fazer qualquer obra por medida reiras diariamente, e a sua perfeicao tal ** ru* a imperatriz.
e para esse fim tem Ijabil mestrfi encamgado da officina, que se encarrega do trabalho ; como da melhor cpstuceira de Paris. Apre-
com perfeicao e peatualidade. sentam-se trabamos ejecutados pelas mes-
SQRTIMENTO DE FAZENDAS. i mas, que muito devwa agradar aos pretn-
Caitas de 240 rs. o covado oh 400000 a pessa com i2 covados, ditas miuds i dentos. |
para camisas e tim5o de menino 260, e 280 rs.. e outras muitasquaiidades de 320, 3601 ~--------------------------------------------i J: Rnilml 6 mi-tJ(>,
e 400 rs. o covado,. neste mesmoestabelecimento ebegarara, urnas nanitas chitas da OffiCXlia e aiHiaZem de N traP,fh9BftrionLivrs,nienl0 ex, *-
JEstampilhas.
Vende-se na ras da Cadeia do Recife a. 68, toja
de azulejo.
victoria com barra, a qnal para flhos ecompetente onfeile para corpiaho. Cam-
braia lisa de 30, 40,50 er. 10000 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quaii-
dades.
riofca de maartinca e eellente milho era saceos
grandes : a tratarla na de Vifarto i. !, aa-
dar.esuriotMrv de Joaquim Gerardo de
marmore
Caes Vinte e dous de novembrp
.ALGOtO E WADAPOLAO AVARI.^DO. |. (ontr'ora armazem allianca)
A 4f009 o algodo,.e.W800 O,madapol3o, e tambem chita escura boa 240 o Ha P3 vnter pedras roarmores de todos os
SJador'tCr grand r5l0'f^ Pa ^ ImPeratrZ 5' 'ja Cm ^^ enCar^ad0S- mTn:^oWga7eUrs^'0ass?m S^olS-' i
ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambera con- a P
trau-se efaz-se qualquer obra, como monuiien- /arnha pjuUo alva, fina e torrada, sceosle dous
os tmulos, estatuas, pas, lavatorios, masas e I alqpeires, por menos do que em utra utquer
tndo o mais tendente a mesraa arle, por mdicos parte
pncoe.
Leao de Ouro.
n 57' arinha de mam
da Bahia. |
No escriptorio de Joaqmm Geraldo de fastos;
ra do Vigario n. i6, primeiro andar, wnde-se

LOJA DOS ARCOS
A
Ra do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'AImeida $ C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j. bastante conhecido como
am dos mais bem sorlidos desta cidade acaba de receber directamente de Paris alguns
artigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de. Mond para casamentes.
,Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de la e seda propria para vestido.
Fpulardde seda de todas as cores, tambpm para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha d'Italia.
Basquinas de seda e guipure.
Colchas de seda e de laa e seda.
Cortinados de cambraia bordados muito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadenas.
Toalhas de Iinho de superior qualidade.
m Bramantes, selidas, esguines atoalhados.
Guaidanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, baloes, camitinhas, sombrinha.
Madapoioes de varias rjua idades, sa;cos para viagem, mallas, tapetes, capa-
chos, alcatifas e mtutos oulfos artigos que se vende por precos mdicos.
Tem tambem constaqtemnte um completo sortimento de ESTEIRAS D V LN-
OIA para forrar salas.
I
Vende-se
Sementes nvas de hortaliceSj garanlida8-4a socie-
dade de Horticultura Lisbonense, ra do Amorim,
deposita da labrica de cervejas e eapirius da ra
do Brnm.
m m oz
Chegou ao amigo deposito de Henry Forster
d, ra do Imperador, nm carregamento de ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em partioai
e a retalho por menos preco do que em outr* qnal
qtter parte __________
Vende-se um Ujrreuo uroprio, com 138 pal-
mos de (rente e 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cujo terreno tem al'cerce feilo pa-
ra cinco moradas de (ftsas na ra de Motocolom-
b dos Afogados : a tratar na mesma ra, oa na
ra Direitr. dos Afogados n. 13.
; Sahtdas de baile
Chegaram loja do paco as ricas sabidas de
baile, assim como os ricos enohovaes de cambraia
bordados para enancas se baplisarem, artig > este
o melhor que ba no mercado, assim como temo
gran e sortimento de outras muitas fazendas de
gosto e novidades por todos os vapores : na loja
do pacn ra 1 de_Marco n. 7 A.
Cantara 'Je Lisboa
Soleira3, hombreiras e capiteis para frentes de
casas, o que ha de melhor: venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n. 25, de Joaquim
Lopes McH-hado & C.
Vende-se urna casa de taipa, na baixa do
Znmbi, (Torre) em solo rendeiro : tratar na ra
Imperial n. 233.
BRACO DE OLIO,
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar nesu
estabelecimento diariamente um couplet
sortimento de pastelaria, bollos inglezei
podins, pds-del, prgsentos dos ultimo
ebegados ao mercado, salame de lion, bo-
linhos finos de todas as quaiidades para cha,
amendoas cinfeitadas, confesos, bqmboius,
pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
tilhas do mesmo ,cartuxos e carteiras eos
seis charutos de chocolate cada urna, este
sortimento de cbscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
boje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figueira moite supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinbo
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar nesle estabelecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
to a quem comprar em porco.
Os donos deste estabelecimecto nfo u
tem poupado a despezar para melhor me-
recerem a acoadjuvaco do Ilustrado pu-
blico.
60RA DA IMPERATRZ
Neste grande estabe'ecimento encontrar o respeitavel publico, u;u grande sortimento de fazendas, do mais apurado costo assTco
enj outra qualquer parte, visto que os novos socios desta firma adoptaram o systema de so vennderem UI\lIKIlO : para nodererai vend n-n nft i^5 a pnineira Bce:'fldade qof W 'bes proraette vuder por precos muito mais baratos do qo.
e armazem poderao fazer os seus sortimentos pelos raesmos precos que comprara as casas estrangeiras. Para maior conmodidade das bwitX S! i l* aPeaas_a ganharem o descont. As pessoas que negociara em menor escalla, nesta Ir.fa
derem escolher. e^mas. idmiu.s. ae toaas as fazendas se aao os hvros das amostras, ou se mandam levar em^suas casas, para melhr..- .
CROCHS PARA CADEIRAS E SOFA'S. f GROSDKNAPLES PRETOS DE UflQQ AT 7000 RQUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
$ ALTAS jNOVIDADES
S DO PATIO .i
g BONITAS FAZENDAS PARA A FES- S&
Sf TA DE
0 SANTO ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO.
Vendem-se as mais lindas poopeli-
nas de Imho e seda com os gostos
mais novos que t;m vindo a este
mercado, pelo barato preco de___
g* 2000 o covado.
*? Sedas listradas, de furta cores, fa-
W zendas de muita phantasia a 2)5000
5 o covado.
S.-da bismark, larga fazenda muito
$ encorpada o covdo a 2)5500.
33 Bonitas lasinhas largas cora palma
w de seda, covado a-l5000,
^ Lindas agraciando lavradas covado
Jg a I-5G00.
Alpacas lavradas de todas as co-
res, covado a OiO, 800 e 10003
Bonitas ISasinhas escossezas com
qnadros e litras de seda, covado a
Organdy branco cora listras lar-
gis e quadrinbo, a vara a 1)5000.
Todas estas fazendas, sao inteira-
mente novas e se vendum muito era
conta, ra da Imperatriz n. 00,
loja e aranzem de Silva e
do A G.
U Favao tem um grande sortimento dos I Na loja do Pavao encontra o respeitavel
Figuei-
50".
Finas alpacas lisas, sendo cor bis-
raark lyrio, verde, roxo, cinza, can-
na, azul etc., covado aiO.
Ditas furta cores com as mais be-
nitas cores, covado 500 rs.
Lindas bare^s lisas, e com lista
da mesma c6r, fazenda inteiramen-
te nova, covado a 560 e 610 rs.
Bonitas lasinhas tapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
Lasinhas lustrosas com lindas co-
res emitaQo de seda, o covado
%k 30.
# Jndos cortes de anadine, sendo
^ f izenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 18 covados a
w IM00O.
Finissmos crtes*de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezos a 125000.
C >rtes de ganga indianos, fazenda
inteiramente nova a 7)5000'
DHrts chinezes com duas saias a
75000.
Ditos de lia escossea fazenda mul-
to bjna com fios de seda a 7,50^0
Finsimos organdys com lista de
er e salpico, sendo fazenda de
muita pbantafia, ojraetro 1280.
de l^OiM) rs. cada um, pecbincha.
GASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavao. tem bonias casemiras escosse-
zas cora quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
Ha ver grande porco.
CORTS DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
0 Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras protas efeita.las pelo aarato preco
de 4)5590 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
O Pavo 'ende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, patots, colletes e roupa para
meninos que frequ -ntanj a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dnra-
co, pechinoha a 80>) rs. o covado ou a
5800 o corle de calca para homem.
FNAS BARGES A 640 RS. O X)VADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo raeias transparentes^., com urna
s cor. tendo : lyriii, azu!, rosa Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
dare por 640 rs. o covado, por se ter Jei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais esvitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PEAS DE MADAPOLO A 3,5o00.
O Pavo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada tuna, pelo
barato preco de 3530O.
PSCHINOJA EM ALGODAO A 4*000, RS.
O Pavao est vendado peas de lgodo-
sinho francez, tendo 4 pamps de largura e
com 11 metros1 cada peca, palo barato pre-
de 4,5000 rs.
CEBA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba cm
saccas, mais barato do que' era outra qual-
quer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo* ,.,
OS SETINS DO P^VO
Vende-se echis bonitos setins de cores
e mais encorpados, proprio para vestidos
tendo de diversas eores.
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc.^proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodo entestado.
Vende-se urna grande porco de algodo
sinbo americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalhas, tendo liso e
publico um grande sortimento de grosde
naples pretos de todas as larguras e qua-
iidades, tendo de 15500 o covado at 75000
e 8;500), que se vende por preco muito
era conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
_ lindas cassas francezas com delicados pa-
I dres, tendo para todos os precos e quali-
trancado, que se vende por preco maito em' T' 7a pa? i S pre?0S e quaii*
conta. dades' dando-se todas amostras, 3sim como
conta.
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do.Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado elfeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
mo preco de 560 rs. d cfado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D* LISTA
SEDAS DE LISTA
a 2,5000 o covado.
Chegou para a 1 Ja do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas cqm as mais delicadascfles, tendo
entre ellas alguraas que servem para lato, e
tendem-se pelo barato prece da 2)5000 o
covaid, pechincba
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande sortfmfento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
quaiidades, fazendas de la de todas que
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por preco barato.
PARA BAPT1SAD0S
_ Na loja do Pavao venderse bonitos en-
cbovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 44000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e esenfas pelo barato preco de 4(5,
ou a 21100 o covado, tendo duas largaras,
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 8*. loh,Wfci6mO.
Chegou para. wjado ftvo um grande'
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprioi para camas e janellas,
que se vendem de.85000 o par, at o mais
rico que- vem ao mercado, e vende-se mais
i barato que em potra qualquer parte
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 2iORS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escoras e cres'xas
240 rs. o covado, e pechincba.
LASINHAS A 320.
LASINHAS A 320
LASINHAS A 320.
Na loja do Pavio vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
cora listrinhas a imitaco de poupelinas de
seda e com*as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
maito mais dinheiro, e liquidam-se a 30
rs. o covado, pechincha,
EM CAMISAS DO PAVO A.405ORS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas com pe-
to e coliarinhos de linho e pannos, pelo
baratissimo preco de 4|}500 rs. cada urna
e aos freguezes que comprarem dazias se
Ihe far um batimento, garantindo-se que
fazenda que vale moit mais dinheiro,
liquida-se por este pceco por se ter feito
urna grande compra : assim como se vende
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, calcas e colotes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do qae era outra qoalqoef parte;
assim como "una grande sortimento de ca-
rnizas francaias e inglezas, e cerou'as tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
ALPACAS LAVRADAS A 640, bxM
1,000 RES.
Chegou para este grande estabeliciment
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, ou
se vendem a 10, 800 e 640 reis o covado,
assim como um grande sortimento de pa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquina*
ou jaqueliahas de seda preta, ricamente
efeitadas a viarilho,
a viarnno, tranca e setim pretr
O Pavo vende orna granda porco de' tendo de todos os modeltos, os mais novo
cortes de vestidos indianos, tendo duas 1ue tm chegado e vendem-se por preco
saias e tendo bastante fazenda, com os gos- muit0 zoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
tos mais novos qu tem vindo, e liquida-se
a 5)3000, tendo cada nm seu competente
fitfarino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 3 0 COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
roupa de homens e meninos pelo hara.o
prego de 3#X'0 cada covado ou 50000 o
corte de caica para hornera.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazsr qualquer
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE HEDA
a 2,5000 o covado.
O Pavo acaba de receber o maie.
gante sortimento das mais lindas ve-dadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
drees mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tedo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato preco
de 2)5000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das a
Ibores cambraias tanto victorias como tra*c*
l#i300 RS.
Vende-se bonitas fazendas proprias para
saias sendo com bordados e pregas a um
lado, dando a largura da fazenda o compri-
mento da saia e vende-se pelo barato preco
de 10000, f,52SO e 40600, cada metro sen-
do preciso.jiperas 3 oa 3 1/ metros para
cada sai pechincha.
Vestidos brancos a 134000 rs.
O Pavo vende flnissimos cortes de ves-
tidos de cambraia vanea, ricamente borda-
das e com muita fazenda,pelo barato preco
peca de obra a vontade do freguez, para o parantes tendo de 30500 peca at ai
que tem um perito alfaiate, responsabelisan-. fina que vem ao mercado,
ao-se os donos do estabelicimento por qnal- cambbaias brancas a 4jooo, a mea.
quer falta que possa haver, quer por de-1 S o Pavo vende pecas de cambraia
mora, quer por qutjquer defeito na obra;: branca transparente, tendomais de vara da
eparfisto encontra o respeitavel publico largura, com 10 jardas cada papai.fazenda
um grande sortimento de todas as fazendas que-sampre-se vendeu a 7d tf-fWOO, liqoi
que desejar. da-se pelo barato preco de 40000.
FUSTES RRxNCgiS^ 640, 800 E 1*200.
Vende-se muito bjonitos fust5es brancos
muito flexivel prfipTios' para vestidos ds
meninos e vende-at.
i. o covado.
*40 rs.
bonitas cassas da
cares fixas a 240, 280 e 300 rs. o coTado
Brilhant^s lasinhas.
S o Pavo, 640.
Chegaram as mais birlhantes'lasinhas com
as mais lindas cores, com palminhas miudi-
nhas, assentadas as mais delicadas cores d
I _. i im* 4w u un. w^i iiiib. >" o wiu uiuiw zenua.peio oarato Dreco n. 60.
a loja do Bavao est constantemente aberta, das i%was da manhaa s 9 4a noute
chincha pelo preco.
ESPARTILHOS A 000.
Venderse um bonito sortimento dos me-
lhores e mais modernos espartilhos tendo
do barato preco de 50000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavo vende-se um grande' iyri "cor de canna, -cor de ganga e branco,
sortimento dos mais bonitos cachenez de' sendo estas novas lasinhas de muito boa
pura lia proprias para senhoras, vendem-se qualidade, tendo largura de alpaca a venda
a 60000 cada om, na rna da Imperatriz se 460 rs. o covado. rna da Itnperatri*
la. 60 loja do Pavao.
V
I


Diario de4 Pernambuco
\<
i
todb:
vido
vid)
9


z=z
QimrU feiru 20 de Julho de 1870.
hlas Guitaaraes, comwrejeat%hr,pt^ aeaMrde-concluir
>uei e de aovo abre os seus estatwtecmientos de fawndas
a denoiaioacos* de Garibatdj eArira, e tendo resol-'
r -jfl
tem TecebM,' jdstiroei
l'-J'-'T-'T,

7
Ai com grande ah.Hi.Mmto de^as", por sVeod* Si&S 00^ 6, fSSl
S r i C S""s *"* c frRM"**-^to d pracacomodo matto.
im.ir de novo o seu estabefecimofitA
na i"|.i 8 armazem da Arara
GIIDS J);.
ue ultimamen-
>a falta i ova-
OJA

VIGILANTE
>e que- todas as-fazendae estao
p na ra da Impfwam n. 72. e<|ue feaoHueo-se
fiSw* ia (jar,t,aM'' Pam car tmente cin a da Arara, comoacima
Attenpak>
ORRAlW ARtTY^W i...V^^ ppenlo de eobeM
CHALES BRANCOS. DE CASSA A 10OOO~f
CADA UM.
ORGANDYS Dl LISTA DE CORES, utas ctiinezaTpara can,, i pelo barato
uA-j ~~ -"*- .13 uo tii.i.is uiiuezas paraca
tJrt.r~. S ScSo mU,l md6rDaS 4i"rs-! Vend.*.|.io|. do Arar* 3 baleos para
Brllhsntffi-,... ~ .^'(restJibeecimeato.perbaratoprMw
5??flSSjS,!na<," premar dalles-no estabeleci
venae-se iiriuiaiitjna ou wussu.ma dement
"li'Kr"'n^'r.trrr^Vafe "BTALeSDgCHITASPRETASECAS8AS ^W fse objecto milito sepoderia
RI,L lOOa l-HACEZES A 360. A 120 O G0V40O dlzer querendo descreVe-los minnciosamnfe
vende, e nscadds rraoceies para vestida; Vende-se urna graade' porcao de-ret.
IhOs de chitas e cwsas pretas a aO rs. o
r enteumrjr-sem ennume-
ella resumidamente indi-
reconhiendaveie, como
Capellas branca* para menioas.
GraiidM. MrthHDh>idecores finas,
ril de seda, preto.
cas
CorpMids de cambraia, primrc'sattente'
enftittdos cqi'fitas de setim e obras essas
"uja novidade d'moMe Tperlferclio de ador-
nos os tiTiarn apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua
lidades para cinto
PERFUMARA
Grande e constante" sohiriir.to d
dita,
a 360 rs., o covado.
Cateas largas a 3O.
covado pan'liquida'
?ende-se eljitas escuras finas das largasl COBERTORES DE ALGODO KiiiOO'
para_ve.st.dos de senboras, a 320 o onl Vende-s, cobertores d^godao cadYum
Ditas malisadas escoras a 280 b"jcovad^
ALPA^S LISAS A 500,
Veode-se lpaeas* lisas para vestidos de
senf,ords a 300 e 640 rs. o covado,
LAA2INHAS TRASPARENTES A 50 RS.
Vonde-se I5asiulias traosparen'eSi para
vestidos a 500 rs.. ditas tapadas a 400 rs.
o covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
Vende-se lpicas de listas para vestidos
a JWH 8 'caviMB!"'V"
f RIUIANnNA* BRA?CA' A 600 RS.
Vende-se bUIWWMu-aranea rwra vestidos
a 500 rs, o cav.-^o.
ALPACAS M'ATfSAOAS A 640:
Vende*se alpaca mateadas para vestidos
de senhora a 049ps. o eovadu.
CORTINADOS PARA JANELLAS 6O0O.
Vende-se cortinados parajaneilas a 6^000
o par para qmdar.
SEDAS t>EGORI 4^000:
Venda-se sedas paia vestidos a ^OOOo
covado'.
-----nv.wmU uMticic-iua njifiuciiissiuejite
por suas qoalidades, pOreee desanos, tal
5<>gntofleev.irido sortimecu :jiie acaba
de Chegsr, mas p:ira nao massar o preten-
dentrf je Ihe a^resntara o que rioder d
CORTINADOS PARA CAMA f4,.)00.
Veod-Sfl cortinados para cama a IUO.
0LC.1NH.VS PARA SEMIORA' 100.
Vende-se urna grajide po'rcao de gollinbas
para senhoras c meninas, a 100 e 200 rs.
cada or.ia pan liquidar.
CHITAS PARA C03EIVTA5 320.
Vende-se chitas largas para coberta a
320 e 3G0 rs, o co?ado.
MANGUITOS E GOLLAS 500.
Vende-se manguitos e gollmhas para se-
nhora a 300 is. ditas de linho a 6i(t e 800
rs: cada urna1.
CHALES ESTAMPADOS 2000.
Vende se clia'es de mL'ria estampados a
23000 pra' liquidar.
CAtfBRAfAS VICTORIAS 6,^000.
Vendase cambraius Victorias finas a
3000 'G5500 e 7>000. por seriiqnirJacSo:
ALPACAS COM PALM'.S DE SEDA A 1 Vende-se alpacas cora palmas-de seda para
vestidos de senhora a 15000 o covado.
CORTES DE CHITAS DE CORES A 24400.
Vende-se cortos de chitas de coros coto
iO covados a 2 RRAMANTE DE LINHO FINO A BARATO4
PRESSO.
Algodo 'ranfado de dnas lar-
uraH I Vendase algodao transado de duas lar-1
guras a 4*200.
MADAPGLAOi. ENFESTAOO A 3(J600:
Vende se pp^ss de matfapolao de 12 jar-
das a 3)5800 a-puf*.
ALGODAO A 41000.
Vtmde se" pp'c's de algodc* encoftpaAow
4|, 5*, d P7-5080 a peca.
Madaaolo a 5 Vende-so [e?as de madapollo de 24 jar-
das M 8# !,5 e 10* a pja para liquid-r.
ALGODAr>DEPALMOS DE LARGO.
Vende-so algodSo cora oito palmos do
largura proprio'para lences e toalhw a 000
rs, o metro.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO.
Vende-se algorfa de lista proprios para
saias oii vestidos para escravas oo calcas e
carnizas para escravos p-irser rauite'forte a
160 rs, o covado para liquidar.
Cortes de castor para ale o
. rs.
Vende-se cofes de castor para calca a
500 rs cada nm.
CORTESDE BHIM PARA CALCA A 1,5400.
Vende-se cortes de brim'de cor para
calca a 4*400 cada ora. i
iBrlm prdo liso a .0O rs.
Veade-se brim pardo liso, meto'linho pata
calr.is para -trabalho a 500 rs, o marro.
Cangas para ralea a 8# rs.
Vende-se gangas inglesas par caifas e
patitots a 280 r-. o covado para- liqordar.
CORTES DECA8EMIRA DE CORA 3*600:1
Veode-se cortes de casemira de cdp para
calca a 3*500 cada am.
Ditos mui o finos coro listas do lado a 5
PERCALASFINASA44.
Vende-se perca'as finas, para vestdos de
senhoras a 440 rs. o covedo.
Camas franeczas a *.
Vende-se cassas francezas para vestidos
a 240 rs.o covado.
sera pre toe fhor'qbajida-rte.
Lindos vssos corn'p de arroz e pinsel,
Caixmbns cora ditos aronjaticfSi''
I Bonitos e modernos pentes dorafo'
^para" circular o c'oqn.
Bonitos brincos de pTarrbeV
Adf-eto o brincos dem'ndrep^r'oV.
Caivetes finos para abrir lta.
Thesouras para frisar babadinbos.
Aspas pt balso.
Kn do Crespo o. S
proimau ,ee(o0 'jtaMe-
*jMe*i)' q*^^^HRp|^B9ae tinban ex-
ffi" Publ,co. -nan-
S! 5HDE l0 ultimo ,aPr
aa mrtfm e vanado sortimento de
e mal deIiea4u*ijciaJIade8, u quaes es-
-Sa"1** a veDder' como deeu costume.
rwrBtog*4iipito baratinaos e commodos para to-
pie o Gallo....
(perloi'es lavas de pellica, pretas, bra-
S dM Jtofia tres.
Moi boas.a bonitas gollrahas e panhos para se-
nhora,BagimmM*oqae ha de ruis moderno.
aup^ri6fepefi(s de tartaruga para coques.
Lidos e riqrtlsSfmoS enfeites pan cabecas da
Superiores tranca preUs e de cores com vMri-
inos e sem elles; esta fazeudi o'que pode haver
,ae miHlior e mais bonito.
Soperi-v nitos leqes de madttperola.
inartim, sndalo1 e osso, sendo aquelles branow
com tiodos deenlxq, e estes pretoi.
Muito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, -
ra do.Duque (
(AHTIGA EA BO'tol
lilt' .
II.
Noyos stereoscopos com 48 vistas, as
aes sao' movidas por um machinismo
melnor.
Bntremeios em peca?: de 12-tiras.
Guipare branco e preto de diversas rjua-
lidades o jdfweuosi
Ditos de a.'godao com flores e lisos.
\oa de seda para'chapetinas e monta-;umas scbstlnem as outrs'.
r,a- Vistas para sleroscops.
Meias de seda para-noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costamos ou unbrtnes para mediDOs.-
Enxovaes (cmpkib para baptisados.
Teaqoinbas de fii, sapatinbos ordatoa
C SSt*. par, dtM. ^S^." &m *W>
quaes
Bonitas caiiinbas de vidro enfe'itados com
podras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e cm dminos,
Bollas da borracha para brinqqedo ie
criancas.
para enfeites de mesa e de lapinhas.
oras, as qnaes sampre se veaderam pot 30000
dta, entretanto quecos as verldetnos por 20
..iem desta^VeihoiiMRHb grande sortimento de
outits qaattdIes, entr as qnaes algumas muito
DQS.
Boas bengalas de superior canna da rndia e
ca**o de marfim m lindas e encantadoras ni.
ra*ymemo, neste genero o que de melhor s>
poco deejar ; alm destas temos latnbem grandf
aaann*ade de outras qnalidade, como seiam, ma
fleira, balea, os$n, borracha, etc. etc. etc/
Finos, bonito* e airosos chlcotinhos de cadeia e
de outras qdadadw.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar-s meias.
Boas meias para senhora e para meni-
nas de 1 ;, de dade. v
J* fabo de'marnm e taruropa par azer
.OarDa sao muito boas.eTle mais a mais sao ga-
rantidas peto fabricante, e nos por nessa vez tam-
bein aiseawarMs sua. qualidade o delicadeza.
Linda* e heirscanellas para noiv
Sapetlorcs agamaspTraachihtfVpira crot
lafeSno b& depM0'frouxa. ^ra eneber
Bons baralhc? de cartas para voltarete, assirn
como os temos para o 'msmo fim.
Grand^ e vanado sortimento das melhores per-
nraam_s e dos melhores e mais conhecidos per-
. ^#ES D ROER.
hM?tncfiS1SHSi*i*' C0Wra convuISes, e
^?litam a dflnfn^r ,!* innocentes, criancas. So-
mas dosds nuutu rcctbedo'res J
Rrcebeu
Espehos arand. s dowado. m-M,
Carteras, charntsiras e pu.l-cigarros de ino'ita,
qualidade?. '*
- i-astas para papis, .mpU-s* mil(;
Bba< raix.'i* va.-j.-is para osinr* com :ua r i
tente chave.
. Delicadas Caetas de oiarfl i bo^l *
prai.
M'idernns "pintes h f r 11 111 k : i. 'ircs; -Irndo tn-
treellts os niimns!, irlea.ipliislas.
Commodes tifucadures cuui daas gavetas e I
espelho.
Port bjuque!, u que de mellar te ai pa'i -
Port reli'gio de amitos qnalidadcs.
i Bous tallieres para ir ncas.
Vojtnarloi.' fliapoznilms, iouca.-, sap.Uo.- e n
rara, baptivdos.
T.ultas-e fronhas e labvriml!
Chapeos bapelinaspatasfunota, molrirs novi
e bi.nito?.
ChapSoxiiillbJ gnrr-s e b.meis para manixw e
C-Dtr.i as' (!Ovubo.& i as
cri:ncas
Ven,te-se os verJaifMroil (, llares na Non Em i-
ranea, ra dn Duque ,:,. c.lXn< B. ji.
PARA TING1K GABKI.LS
para preto oU .-^unlis, !u-cl,eu a Nova !., .
rarca a verdadcir lim:i hb!m.i
PARA ACARMi POM AS SARDAS
<>o panaw, lem aNpya Esperai.ea u virdaAir.)
leiie de rusas branca.
AGUAEFLORDEI.ARANJA.
\endn->-e na Nova EsptTancK, rna do Dii'iiie de
Laxias n. 21.
PAPEL PARA ENTlilTAR SE BOLOS
recebeu-iis muito lindos a Nova Ksper;,ica ra
doDuquede. Caxiss n. 24.
PARA AMAC.lAlt K At-'ORMOSEAR A PELLE
tem a Nova Esperanca sabonHes d.- iiOr ik
arroz.
Pttt' da Petiha
DE
10
--------
rhL a" etT. al!ani*'ld< em rL,de Para c"cas. g^iola, gallinbeiros etc.
Chapas de ferro galvanizado para cobrir casas. *
Tachos de ferro etanhaio para engenhos.
Cofres de ferro de Miluer e ouiros autores.
Chumbo em cano.
Dito em lencal.
Dito em barras.
Dito em enxadas.
Estanto em barra e verruinha,
Folha de Flandres. ,
Arados americanos para Iadeira e vanea.
Carrinhos de m.
Venpzianas para janella.
Machinas de descarocar algodao de facao.
Ditas de serra.
Ditas para cortar fumo.
moohin^'UH a ?p^ de for?a de 3 cavallos e motores para Scavaos, para mover a
machinas de algodao. r
Caeiras de ferro.
Cama de ferro. v
Prensas para copiar cartas.
Balancas para pesar.
Oleo de liuhaca em latas de ferro.
Trilitos de ferro para engenhos
Bomba americana?.
Macacos de estivar.
Bataneas e pesos decimaes e outras.
I-ogoes de patente.
Eoxofre.
Salitre.
Estnp* larga e de boa qualidade.
Picaretas para caminhas de ferro.
Um grande sortimento de ferragens e entilara
ART-S & FERR.
-reP,iP~AQ ASvPif^ rWwW/wijffw armazens prticipam sos scinntreros
45FK?! t L'"tlt Prca cmo d0 a cos nas suas mercaderas esto por isso resolvaos a vendar pttr tneno 'de O 'O r
al?'!,"/"'' alr O*^ parte, garantiodo-se portanro a s p^rior1 qfjatidadede'qua-
K^nfrwTP!'af 'e-lei d.ous fslablcmentos. Mencionamos alguns dos nossos''
S detes sa0 conprehendidos os outros. porque enfadh'sria ihen-
Se alguem duvi n2"rgr W" vir P01* coata Gaz ameriC:,n marta fietos' a 8.J8O0 a
proprta vmdo de Lisha, a 'S2a garrafae- ^^
480 o litro. Uta, 380 rs. a arrala" e 560 o litro.
Ideui tinto Figuelra, Lisboa e Porto a' Azeite'dobe de'Lisbo* a 00O'e l^OOOa
HO, 280, 20 e 200rs.a garifa e 480 300 **' porcSo-faz-se grande- abatimen-
rs. o litro. to'..- ,
Vinb'o Figueira, Lisboa. Porto e Estrello, Caf9 enT ^rOo'a 20, 240 e Wfl a 11-
a 560, 500 480 e400a garrafa litro a40 bra'd kilOgrarntuo a 460; 540 e' ?, e1
760, 70eC00. 7,500t), 7$C-00 85800 arroba.'
Vinho branw puro de Lisboa a 40 60 Jli"10 alpista 200 rs. a libr' e 440 o ki -
a garrafa, em pon.ao ha abatiment.
Vinho do Forto, etigorrafado das u>elho-
logramma e 5,5800 a arrBa, ein'porcJo ha
abatiment.
res e marsafretadas mareas a4fl000e,i200<- :AoeLo fr'0SC"s do ultim'vapor a 3.5200
i*600-e 25 a garrafa. e 35400 cada um.
39*S&^C,v. ,; ll$^&%$%

dem Bordeain, Medoo e St. Juen
75500 e 65300, a duzia e 640 rs. a garafa.
Genbra do I..I, ttcla e laratija doce aro-
mtica a 05500, 75. 115500, a fratqaeir*.
Serreja Bass. Ijlers Bell a 95800 du-
zia em porrao ha grande abalcenlo.
^ dem ni;rea la e TP e outras marcas a
o550O e 05, a duzia e 500'rs. a garrafa.
Assim como ba -^outros muitos
a, Aletria, macarrao, talharim a 500 rs. a
libra e 15#eo o kilogrenmioen caixBo ha
ablimento.
Sabb massa de 1 e 2 qnabdade a 220
e 240 rs. a libra em carxa 1>A abatiment
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 'rs.
a libra o 880 o ki'ogrammo, em arroba ha
grande differenca.
gneros, vinho em ancortas, azetonas,
SlaSdiSda,^iP^ pomada, enlofre, breu, peixe
S ?l HJrfL"'Jar,Side mirho americana, grandes molhos de sebol-
S? ZeaS rate tamban rande sortimento do kmcas proprias para ne-
gouo, qoo pelos scus commodos proco-fas vantagem aos compradores ^
Cortes de seda e de cambraia bordados
, vestid^.Lf rna.da ImPei?,riz acaba de recetar lindos e modernos corles de
ilB-Kn! ^:.petT lde/fre8' >'* matisdos; assim como cortes de cambraia
,.Orantos todos ricamente bordados, os qnaes vende por commodos preeos.
Laa para bordar a 5->500!
Acaha de recebar um grande e variado sortimento de 15a, qual vende a 500
a libra, cores sortidas. ^^
Ktas e galoes de seda H
variadSmnrol,e "JJ'SLSffSSi? *J2& e **? do ?* ura
nm
- de fitas de sarja, setim e chamalote ua todas as cores e largura*, e
nnmero daartigos propm de dito estabeleciiiMiio.
mWmm m
rh SENIJ0RVS- R'-as poapelinas de p'&dfos lindi^im^
^i^tom^^J^0*' ^trchwrcteUndwr paaWespor
Grande sortimento de las e alpacas de 320 rs. a 15500 o covado.
^bordadas, dita* lisas j feitascom barra de cor:
FAHA MLMiSAS. fiipos vestidinbos de fostSo enfeitados brancos e de tr
Vestaar.os de fuk)^para meninos.
'm'u.-?iLHiJMENS;, Ca,mim mglezase francezas, de linho bordadas e de'uretras.
Wfim e de canna etc., etc., luvas de JouviB par* senhoras
Aiint ojanellas. Croxs nara'srd f
Oi'ras de braco e guarnigS -es para sof e cama, para pianos e Si
^.ixas oe croch para cama de noivas. Tapetes em peasa para ferro 'de sala^
0 nnito e espi os das verdadeiras ESTEIfiAS imm6 existe na
Loia do Triumplio.
Etfi Du^ue^e (^xis n. 7.
ivilogUdo
Boulekrard iba*opc4 I 5,V> -P^Bb
NOIAS fSPCfALWDK A. WARWlEr
1 iBStct UPran,
Apreseuladas a Academia de Scieicbs '
IKJKCAH,805' 0S3A
Pji::,i, devpdida e doscida para
Prv)niri ; ^it *t OUarUS OETAfilMAI.
CO ,XJ iVIi IO 'Ooot
me rft mu ntoglo, wrvindo te
si:rmga .(*..
i^cot.-eaipu. di frtfiJitete.
te nm PrtwatMt-
%TAMNIO.
if V1
lS2^n'i8 flfr,oC0is-' fMpandt tob a matla. rma. r~t,
Sf^f1 RIBTRflT MSV Z F ^wr.os geral para e BISAilL I'aTLttAL
bO de llaliWiaWLwJlIi ft .-ua larga de i$esark>. <- PSSB.N^MBIJOO
.. dest'es prodigiosos
collares, e eontmn>foi!. -.< r^z-ne-loS puf todas os
vapores afim (. .-, /.x, faltem no mercado,
iSS3S^aet/','^ ,r' posno do gallo
vip.ante, aondP iUyl c >[e3 verda.
ea(^ co' i-sa aofim
paraque i tdo, se Ten-lera., eom nm mni
cinunuto ii .-i'..
. Roganrhi isUdoscbjecios que deiamos
aaciarados, aos nossos fregueses e amigos a vi-rem
comprar-por preces muito razoaves loia do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
3 coj^eiro^previdenti
Rna do^uetezado n. 1.
Novo e variado sortimento de perfnmari
tinas, e outros objectos.
Alm do corupieio sortimento de'pert
marias, de qnc electivamente est provida
;oja do Cordeiro Providente, ella, acaba d
receber um ootro sortimento que se tora
oqtavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commoJidades de pr
gos; assim, pois, o CordeiroPravidenio peo
a espera continuar a merecer, a apreciaos-
do respeitavel publico em geral e de se
boa freguezia em particalar, nao se ala;
tando eDe de sna bem conhecida mansid
barateza. Em dita loja encontrarao r
preciadores do botar
Agua diviua de*. Coudray.
Dia verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, tmericana; lYau
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.-
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontUgico para conservacio i
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e cha
ros agradavls.
Copos e latas, maiores e menores, co
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparent.
a outras''qualidades1.
Finos extractos inglezes, americanos
raiicezes em frascos simples e enfeitados.
. Essencia imperial do fino oagradavei cht
o de violeta.
Outras concentradas e de cheiros igua'
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome.verdadeiro.
Extracto d'oleo' de superior qnalidad
com-escoltados cheiros, em frascos dediflt
rentes tamanhos.
Sabocetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparent, redondos e em fin
ras de meninos.
Ditos muito fino3 em caixinha para barb:
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
frnctas.
Ditas de madeira invernisada contando t
n_as perfumaria8, muito proprias para pr*
sentes.
Ditas de papelao igualmente bonitas, tur
bem de perfumaras finas.
Bonito* vasos de metal coloridos, e
moldes novse elegantes, com pode atrro
boneea.
Opiata ingleza e francezapara dentaa.
Pos de camphora e outras diffoi-eatt
qualidades. tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Altada mala coques.
Um outro. sortimento de coques de nr
vojs e bonitos moldee oom filets de vidrili
e alguns d'elles ornados de flores e is
esto todos exposU apreciado de qaef
os pretenda compran.
GOLLTNHAS. E PNHOS BORDADO,
Obras de muitofosto e perfeicao.
FiTellas e Utas para cintos.
Bello a .variado sortimento de taes objw-
tos, fleando a boa escolba ao gosto doce*
orador.
i
54"
50o
.kO
40
m
Rival sem segundo
IIOA DO DUQUE DK CAXlAS N. 49
Eston d.sposto a continuar a vender tcias
as mturlezas'peios haratissirnos |rucos abat-
i declarados, garantindo tudo botii e pre-
cos admirados.
Caixas com 20 eadernos papeJ pau-
,tado a. ...... 700
Caixas com 50 nuvellos de buha
do gaz a....., 4U)
Du/ias de meias croas superioi
qualidade a.......35600
Pecas de babadinhos com 10 va-
ras-a......... r.oo
Pegas de tiras bovdadascom 42
metros cada p ca a 15500 e. (*)
Pecas de-fitas para oa de q >al-
qnef larjjuia com 40 varas a.
Estovas para unhas fazenda fina a
Ditas para dentes a 24ft, 320,
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
Caixinhas. de madeira com alfine-
teS fazenda superior a. .
Dozia de linha fixa para borda-
dos a 460 rs. e.....
Pares de metas craa<*para me
nos diversos tamanhos a. 3y
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. 4&C0
Pares de sapatos de afinca do
Porto........aooo
Pai es de sapatos dw tapete a. 4;.
Livros de missa abreviados. i-
Duzias de baraihos para vnltarelc SjjOCfi
Sylabario8 portugoeiee a. 400,
Caribes com- ef.-hteie tattmos a 2ri
A:otoaduras para colltte diversas
qualidades....... ;tsi.
Caixas com penna de eo muito
boa de 320-a...... 506
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, 10200
Caixas com superiores obreas a. 40
Duzia de agulha para machina a. 250\t0
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a...... 240
Pacote de papel com 20 qaader-
nos ._.......... 4(0
Caixas de phosphoros segoranca
muito superiores a 400
Resma de papel pautado superu r 40000
Resma de papel Io muito supr-
riora........... 30SO
Garrafa com agua Flonda verda-
deira a.......... 10Ctm
Quaderno de papel liso amizade 20
Carretis de linha de cores com
100 jardas a........ 20
Cabellos
20Ra da Imperatriz20
Farla & Lrssa'
Acaba de chegar a esta nossa noca loja de {a-
zendas finas um variad sortimento de fazenda- de
laa e seda, como sejam : granadales do tiliin.
gosto, pepelinas do.uma s cor, alpacas e laan-
nba de cores, o qne ba de mais moderno, ludo
por baratissimes prreos, brilbantinap d coic>, i. -
cidos das indias, fazenda nova a irriitacao de ;>; -
cala,bal5e|de dina fingirdo saia de concoai lu-
das barras, fustdes proprios para vestido e roup?
de meninos ; agora grandes e admira veis pechin-
chas, saias brancas com lindos frisados a 3. ri-
cos corpinhos bordados muito finos a o, baldes
modernos do aros a ti, ricas colebas para cu..
alcochoadas, sendo braucas o de cores, a h, t> e
7d, cambraia victoria lina a Si, ditas transparen-
tes a o, 65 e-7|,ehitas flni3iraas escoras e rlam*
a 280, 300, 320 e 360 o covado, cassas de con
210, lencos hrrtttw de cas*a a 2|500, ditos rt.i
nezes a 3500 a duzia, madapolo fino a C e
6*600, e muita supenor a 7|,-7f600 e 84, a'c .-
daozinho largo propri para leoges a 6, p:-.i.-...
de al.odn branco'tmii-ado proprio para tualli-
do mesa a 4*600 a vara, aramante paia lunces <
2000 e 3J00, o que ha de melhor, esgniSo li-
nissimo a S4200 e 2*300 a vara. Mandamos ras
casas das Exmas. familias para melhor ;
esc dher. Tambem temos completo *ojtiment..
perfumaras doapnmeiros fabrlcantrs fran.-.-
inglezes; as pessoas que sedignarm vir
leja terao occasiao de recoohecer a rtalidat-
que annnnctamos para' dos jostiftrar.
i
m*m
Vendem-se catoHos de todas as cores, qnalqner
COBiprimento, qualidade superior, em caixa ou
porcao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cite n. 54,. 1" andar.
i mi m
De dia para da, mais doce.
Dftgoiaba
rao ja.
De basan
Ef caixdfes e lat .
e ba xo.
3es grandes e pequeos.
rio para embarque,
ede se aiente ra Direita n. 94
Picos coeiros de casemira bordados "crox
maiii i rna da Cr.po n. 2, loja da es.;
e a
FT ii'a de mandioca
No trapiche Barao do Livraraento, no largo da
asamblea, ha depusiuda superior farinba de maa-
HW para-vender-se-- trala-se no mesmo trapiche
ou no largo do Corpo Santo n. f andar.
Farinhade mandioca de Santa
Calharina.
Da snperinrii viada pelo patacao ingkz ifury
Block j lia parte i n ja cid a parn commodi
compradores, e vende-se nos armazees de ''
Irnraos & R., no Caes do Apello, e roa do An>
numero 87.
Vende-
Palitos do gas a. 310a*. afasia de cnixiobbs4-, Ui%
rato : na una do Rangel ^-^9, taberna.

Cnegadrg peto nllinw.Taper : no arroaz
Mnodoera frente ruado Vi ari n
mais hrst' no'1 em mira qnalqr
Ven^'
& C, ra da Cadeia n. 82.
asqaalMade?, cores e gro-
pequeas porcoes, elopas de to Jas
e largar w.


8
Diario

de
Pernambuco
Qaarta
-_
feira 2(7 de Julho de
1870

=
ASSEMBLEA PERAL
CMARA DOS DEPUTADOS
DISCURSO DO SR. DEPUTADO AI.ENCAR, NA
SESSAO DK 25" DE IU3HQ.
O Sr. ALENCAR AR\RPE:-Sr. presi-
dente, se o n-bre desnudo que me prjcc-
deu, iameniou lomar a palavra em hora
tio adi.intada, com muito mais raziio dovo
eu lastimar esla Circunstancia, porque voo
fallar quando ji os nobres deputados >uc
se ou*em, devem estar fatigados da rtie-
cussi".
O Sn. Coiirkia : Da discussiO ule
ap" ado.
O Sr. Alkncar Araripe: Eo, porm..
prucrarei ser muito resumido, e nio ex-
ceder! da hora que o regiment marca pa-
ra termo das nossas sessoes.
Sr. presidente, qjando considero sobre
a queslio que ventilamos, a primeira idea
.pe assalta o meu espirito, a lenacidade
c insistencia com que as ordens religiosas
no B azd querem inanter o actual esado
de cousas, em relacio aos bens de que es-
i'o de posse. x
Nio comprehendd oe-tn descubro u ra s
razio que justifique essa perliuaca, nem
quando encaro >s cousas pelo lado eWl,
, m qoando as examino pelo adn reli-
gioso.
Em minuas raeditages apenas alcanc/,
que a continuacio da posse dos bens s
pode ser explicada pelo dsete dos gozos
lemp'iraes; nunca porm chegaremos a
lescobrir. eterificar, qus baja ntn Brame-
ament regio.o; e tanto maior reparo
leve causar-nos o deliberado proposit das
ordens monsticas em persistir no apego
da sociedade mundana, quanto certo que
ej'-as assim vio de encontr ao preceito for-
mal do divino instituidor da religiio cat-
lica e s regras explcitas da creaclo das
, rdLS regularos. .
Com effeito Jess Cbristo, icstitoindo a
suas,rtae un versal igreja recommeodou
nocivamente aos seus ministros que se aos-
?sesscm da acqa.sigio e uso das nqueza
entretanto, as nquezas e ao.uso dI las
qoe lio afferrados mostram-se as ordens re-
ligiosas no nosso paiz. .
gEu vejo no e.angelho um precedo mu, o
formal e explcito quando o no.so Redemp
ir diz : Mi* possrdere aurum "i,.
rjentum, eque pecuniam &* "g
Lnus tnin estoperanus abo suo > Mo
pLaisouronemprata.oemqueir^d
nheiro em vossos boleos: eis o preceito e.s
Jregra qoe o Fundador da nossa sacrosan-
ta religiio estabeleceo.
combinar preceito o formal.
poderemos avaiiar desque1Torga ellas viriam
a dispr, tanda a direcc5o das consciencias
e o adjut i o das riquezas para contrariar
quaecquer intento do governo civil.
Se isto um perigu de bice para a
marcha dos negocios temporaes, niaguem
deixar de recoahecer n governo o de impedir que esse prigo possa manifes-
tar-se. Conheco jjue no estado actual das
cousas 'entffe nos, o risco nao existe ; ro,as
um dos encargos dos governo9 buranos
prever as consequencias boas ou ms de um
fcto social, e assim embaraca-lo, ou pro-
curar desenvolvi. A accamulagio de
riquezas em poder das ordens Jrebgiosas
nao vaotajosa ao estado, nem congruen-
te aos lns celestes; perianto o mesmo es,
tadobem avisado anda, impedindo essa ae-
cumulaco. e torn^ndo-a impossivel.
O que toram as regras monsticas em seu
principio ? O que pretenderam os insti-
tuidores dessas regras ?
Certamente ttveram por intento a eon-
sesucio dos bens celestiaes. e para isso ap-
plicaram os meios ensinadospelo supremo
legislador do catolicismo. A pratica das
virtudes christls constituan o meio ; e no
claustro tres virtudes formavam a base de
toda a regra : essas virtudes eram a obe-
diencia, a casdade e a pobreza.
Mas porque a fatalidade, observando-se
os dous pnroeiro* votos, acontece que o-
terceiro sempre esquecido?
QuDdo o-inclyto patriarcas S. Rento de
Nurai fundou ordem- benedictina, esta
loioo voto expresso da pobreza; es or-
den prosperon, saWou a igreja (lbohca
de imminente dissulao, dando-lhe novo
penbor de dtwacSo, e cons!Huio-se ardente
promotora da cultora espiritual dos teaapos
subsequentes. .
Infelizmente as suas riqueaas e espci-
men^ das regras disciplinares, a fizeram
decahir, de maneira que necessano toa
sua reforma, operada pelo ptedoso e santo
v.raoBent de Amano, E qual o. senbo-
res, o motivo dessa decadencia e a urgen
cia da reforma ? ,
(Gonunuar-se-ha.)
*
As toas asas divinaes descerra,
e me leva comtigo, alm
do cu as regiois !
Amo-te moito virgen I Tens encantos
capWvaram mea petto dolorido,
que nSo pode geraer.
Vem encintar dos olhos meus os prantoe,
vem consolar, meu corac2o ferido, j
eo quero em ti s crer f
Maza do meu amor, surge do leUo,
do leu leito dte ffores perfumado,
onde nisgoen lermio r
Voo consolar eu dolorido paite!
J de ha muito so bronxe compassado,
meia noKe se ouvio t
Mato de 186.
Edgardo de Cuwalho.
DeaM Fetiche.
Loe que o bomem sabio da noite pro-
funda do chaos, com as espaduas e os ca-
bello* goteiantes anda das suas omlbadas,
alando o soi que se levantava resptanae-
cente, deslmbrado e aquecendo-sa- i sua
luz, reeonbeceu oDeus ? ^^
A uatureza que surgir bavia poooa aas
trevas, os rios, ae estrellas, as casetas,
os ventos e os' animaes, tWoram log um
culto solemne porqne o proceden na cria-
co:eram Doses '
nn
de dn dra-
0 graode scenario ondea humanidide ti-
LITTERTOEA.
MU-ZA DA MEIA NOITE.
(i.....)
Mma do meu amor, snrge do leito,
do teu leito de flores perfumado,
sao horas de cantar!
Deu meia noite o bronzel Do meu peito
i comeco a sentir aojo inspirado,
o trmulo ancear!
nha de representar o prologo
ma infinito, estav> preparado.
A revelacao pela naturia e pela taz st
tendo manifestado e o nonem-vet*> o u
limitad p sjbre sua cbeos, pedio- a todos
os elementos, todas as maralbas que
deshimbravam os seus otos e faeda&vam
o seu espirito, que Ihe dissesem qpen era
a essencia, a ongem, o reador d tan'os
prodigios que o extasiava.
A primavera, a tarde. das e as nortes,
sileociosos como os ibis que aevaacavam
as bordas tenebrosas e informe* oa mate-
ria no embriam.aesdeotaavam dessadesejo
ardente e saciarel.
O mvsterio tracoa um circulo fatdico cm
torno da creatura, e o borne.sega jorna-
da em busca de seu fin, en procura de
Deus. .
A gerac.50 crescia como a seara uos cam-
pos, se mutiplicava como as vagas do oc-
ano.
amor e este apego
Ora, como
tao -explcito com este
das riquezes mostrao as nossas ordens mo-
nsticas? Como conciliar, determinacto tao
positiva com a posse e gozo do ouro, da
prata e do dinheiro de que se nio quer
de'aDecar o monge brasileiro ? Em vez oo
au.S c da opulencia o divino mesire, re-
commenda que os seus d.sc.pu osi apen
tenham o iniispensavel para sua mantenca
Mas. Sr. presidente, o ind.spensave para
essa manienca essa riqueza colossal. que
chegaram a ter as ordens benedictinas no
Rrasil?Ninguem dir q^wm.
Bem sei que a igreja nao pode v vtr
sembens, ella tem necessidade delles
rsane^essidadedealgansbeas^
accummulaco de cabedaes. sei
que o estado deve igreja ou aos nmiblros
do altar decente e honesta subsistencia,
sem importar o modo della ;; e isto o esta-
do f : o que o estado nao deve consen-
Ur que certas ordens religiosas tornem-se
andes proprietarias ; tendo o dominio de
xtensasUpriedades ruraes <> numeroso,
predios urbanos, immobilisando os em
-desproveito da causa publica e contrarian-
do as leis econmicas, que regem, as ton
tes da renda e da produ c5o.
Nincuera hoje ignora que. alem las ra
zoes econmicas que aconselho a. oto c c-
rancia da imm .bilidade da propne4adeterr.
torial acumulada pelas ordens claost es
ha urna razo poca da mxima importan
cia a que-convem attender.
Consentir que as commuQidades monas
ticas accumulem riquezas e se assenhonem
agrande parte do'solo. sena urna impre-
vidLaeom grande erro da parte do es-
tadista. ._
Consideremos que por toda a JaslJ
tenso deste imperio ex.stam Mmero"
communidades religiosas, e que ellas ase
ulior^am se de avultados cabedaes,
em bens movis, quer mmoveis
Vem prender-me no annel dos leus cabellos,
nessa hora solemne de poesa,
de silencio e de amor!
Quero por ti sentir anda os zelos,
misturados dos leus .abios de flor!
Quero beijar-le o seio perfumoso,
quero apertar-te o corpo feticeiro,
o teu c-rpo gentil!
e n'om beijo fugaz, voluptuoso,
quero soltar meu canto derrade.ro,
na lyra juvenil 1
Vem agora inspirarme! Dos meus sonhos
l fosie sempre a virgem peregrina,
que ensinoa-me-n cantar!
e em meus dias doridos e nstennos,
a tua inspiraco bella e divina
me estancava o chorar.
e en;5o
Quantas vezes ness'bora de mysterios,
em que surgem phantasmas delirantes
dos brancas mausoleus,
os lena cantos fatdicos, areos,
me abrandarara as dores crucianies,
como um sopro de Deus !
Vem lancar em minh'alma dolorida,
o balsamo vivaz dos leus amores,
ness'hora sepulchral I
Quero gozar comtigo agora a vida,
como a abelha que goza obre as flores
do perfume vital.
Nos olhos teus eu leio o meu destino ;
nos risos teus eu bebo da poesia
a sacra inspiraco I
e na lyra do amor desprendo um hymno,
e le adoro no altar da idolatra
como fiel chmt5o l
Quando a morte roubar-me emfim da trra,
oo me deixes a alma abandonada,
sert tras oraches.
Abandonando o lugar de seu nasrimento
por sua estreiteza, mas sua alma desatando
os vos para o descoohecido, a bunanidade
procura essa esleir brilhanle por onde pas-
sara o grande espirito, que *e esconder
por detraz do firmamedto ao acabar a sua
ultima obra ; evocou o fogo allummar-toe
a crenca entre as sargas de sua peregn-
nsrSo
Brahama o incorruptiveU o filbo de
lotus e das aguas, o increado do Ganges.
O homem, desgracado desde a sua infan-
cia e acbando-se sem o creador que o guias-
se, teve medo.
Dahi. o co e o inferno, dogmas inven-
tados pela timidez, pelas sombras e pela
poesia,
A idea das reww exteriores ou da morte
causava horror nao porqoe os primitivos
tivessem idea exacta da immortalidade da
alma, porm, porque o esquecimento peza
va-lhes mais do que a maldigao que elles
sentiam, mas que n3o podiam explicar.
Do apparato do univerno, da condicao
penosa da creatura e de um sentimento que
palpita no seio de quasi todos os poyos,
nascera o sabeismo, o naturalismo, a ido-
latra o fetichismo e outras religioes, que
se fundam no pensamento da geracao pri-
mitiva, variando apenas de forma, mas sem-
pre errantes, sempre promptas todas a des-
truido e s reformas.
O lndostlo que, segundo vanos pensa
dores, foio berco do primeiro homem, ado-
rando o firmamento, o fogo. o sol, o ar_, a
agua e a trra, abrangeu as classincacoes
geraes dos cultos.
Quanto mais um povo selvagem. mais
a sua maginaco > supersticiosa.
A philosophia da historia indagando oe
todos os monumentos erguidos em pocas
nebulosas, encontra as pedras lisas, diante
das quaes as multidoes se ajoelhavam em
adorado Depois, os templos encrestados
as rochas, as figuras collossaes de Elora,
milhaies da
(.noite e do> meio (lia, uodaram is suas Ideo-
logas lcaos, afestaji tbeologias descauca
vam sobre bases wlvajemeole imagina
Nio ba coito Onde nao xista mlagre, nao
ha religiSo onde nao dommen essas tradi-
c5es antigs e com espeeialidade o feti-
chismo.
O mlagre o producto di urna fcelo
exagerada, e o fetichismo 6 o agente desse
maravilhoso que a razo repelle e que a
ciencia dtsfaz. .
Attribuir a fados absurdos Ti inlervenc3o
de um poder descouhecido. ^igualmente
fetichismo, com a iodifTer^nga nica de ser
elle mais ou meos repugnante.
Nio ha cosmogona, nao ha poema reli-
gioso onde n5o se encontr vestigios muito
pronunciados dessafc'* div'mdades formadas
pelo homem, desses resultados de pbeno-
menos pbysicos que suppoe^se de urna in-
tervencSo divina.
Moyss querendoseparar dos jadeos essas
tradices pbantastwas. passando 40 anuos
nos dsenos inhspitos, oebalde o cobse-
jguio de todo. ,
Lab3o entrega na ora de sua morte
os seus dolos a Raebel: Arao, o summo
sacerdote, o estatuario do bezevro ie
ouro, os aoimae alados, cercam a arcr e
finalmente o preprio legislador aprsenla
ao povo a serpete de metal para o cou-
da lepra.
A sabedoria da divindade consista na
substancia luminosa^
Nao sari Moyss fetichista, embora o o-
im> que tevara i urna viagem difficil, Ibsse
desligar o espirito, da: materia que o pren-
da?
No King-Veda esiste unn idea t^io vaga
de Deus, que as estrellas,, os planetas, as
montanhas e os dsenos eram considralos
como potencias knmatehaes, como seres
divinos e iotelligenles.
Eotre os Cbaleos as constellagSes eram
esplendjdos livros onde estavaan escriptos
os destinos dos principes.
Em quasi todos os paizes cortados por
grandes oos, os seus habitantes os adoravam.
O Indo sent em presenta do Ganges o
mesmo fervor de creocas qoe sentiam os
antigos Egipcios contemplando- o Nilo, onde
vinham laucar as suas dadivas. As tribus
rBomadas da-frica ea3 que babitam distan-
te, onde o so mais abrazador do que a
sarca ardente de Jehovah, quando emigrara
impeUidas pela sede, ao onvirem o barulho
das suas ondas, atroam os ai es com gritos
festivos e com barbaros cantes.
Os Deltas formados pelas cheias desse
fetiche de crystal, sao adornados de urnas
funerarias que os negros construem para
depositar os ossos de seus pais, ronvenci-
dos de que elles nao sentirlo sede na *a
gera do tnmulo.
as nascenies do Nilo haviam sacrificios
humanos e de animaes. O sacerdote codu-
zia as victimas, fitava um planeta, ergua a
machadinha moldada pelo semi-circulo da
la, e quando a primeira aginia filia jot-
rar-lbes o sangue, como palhetas de ferro
em braza a correr pelas aguas, elle orava
com fervor.
Os G-.roanos venera vam o Rheno, os r-
ponexes reverenciavam o rio Amarello, al-
gumas tribus vagabundas das margens do
Amazonas respeitam-no e banbam em suas
correntes os seus filhos, para que elles se
tornem guerreiros; Christo baptisou-se no
Jord5o.
As procisses de penitentes volteavam as
margens do Euphrats, e as cobras eram
leadas pelos seos adoradores.
Esses fetiches tem o seu cortejo sobre-
natural : ao norte da Europa e da Asia e>
contrase a supersticlo das.miades, das al-
covans, das fadas e das pombas ; na Ame-
rica, as yaras que encintara p la mag a
da voz.
As purificares erara sempre feitas as
torrentes dos rios, e os sacrificios ordinari-
os nio erara os preferidos como offertas
para agradar a esses ido'os.
0 fetichismo Druida eram as cavernas
onde os sacerdotes accendendo os fachos,
animavam os guerreiros, a fim de con iuzi-
los ao combate.
A adoraco do carvalho e dos animaes
formavam parte d seus ritos.
Os Siavo? nao prestavam culto, como
todos os povos, aos espiritos que presidiam
os elementos, como s pedras, s monta-
nebulosa do suo, at- construccoes im-j-co; monae* dos Pbara*:- desde fiat lux as roelias que- chran pof wem^eltes-
Moyses ateo ulrtu sobisma dosoossosdf. LmofnoojrfntoSHe a p
bumanidade tem.. de IhkJe procurado-o
Os cultos aongoa-persteteai nlfte ; ha *f-
fereoca apenas na classieacaO e no none.
As religioes da aka Asia, como,um abn-
tre do im que trafaa* una espbera em
todo os honsontes con as suas azas inlini-
tas, Hhmiaoo todas as theologias com o es-
plendor de sua substMcia.deixando apenas
um erepuscolo paludo as reminiscencias
confusas das populases barbaras.
O fetichismo, que desceu do Hymaiaia,
domtnou e domina entre todas as nacoes.
Nao. existe boje um pavo, or
eryem 5paradiMr aabojnem:nio en-
contrars Dos I'
Qwm poder-afflenar no-me de taotos.
systemas de coitos todos eUes coo^igoaes
nevoeiros, um peoaamenio do arcano nm-
Versal ?
E' Pascal qoeraialla : Eu ignoro qaenx
me poz no mundo, o que He, e qnem
sou eu mesmo. -
1 S5o boas todas as religiSes e slo mas.
Boas porque a sua iaz esclarece o povo por
meio da poesia e da arte, e o domina pelas
creneas qoe coosetam no soffiimento. pela
ficticia idea de reeompensas foiuras ; ns.
lisado que seia, que nao tepba os seus amo- por,, desafiara revoluc5es policas, iiccen-
letos e^s sbm fieces. dem fogoeiras para os sacrificios humanos,
baros. .
A magia dos sacerdotes e astrologia ru-
dimental, foram urna religio.
03 povos do crepsculo e da aurora, da
FuLHETIM
\ POR
Xavier de Montpin.
PARTE PRIMEIHA.
O MRQUEZ DE SMMUXET
(Continnaclo do n. 160J.
XXIII
O despertar.
Era ja moito dia quando o marquez
abri os olhos.
Urna formosa restea do sol, atravessando
os pequeos vidros de urna janella, bnn-
cava entre as pregas <}as cortinas do
leito.
O marqoezlevantou-se at meio, passeoo
a vista em redor, e nao pode deixar de
sorrir ao ver a cmica pantomima que
Lzaro estava fazendo.
O rapaz, moito barbeado e desencasqui-
llado, vesta magnifica libr nova, com as
cores do conde de Rabn, encarnado, preto
e ouro. Estava em pe diaote de um es-
peino de corpo inteiro, que Ihe mostrava a
imagem da sua bem formada pessoa ;
mirava-se de frente, de lado e de costas;
tomava posicoes acadmicas, empertigava-
se, dava saltinhos abanando ora om p,
ora ootro, revelando emfim, na exprsalo
radiante da pbysiooomia, toda a satisfacao
de qoe o enchia aqoelle profoodo e coos-
ciencioso exame da sua gentijesa
de for-
mas.
Lzaro I disse Saint-Maixent, depois
de ter gosado algons segundos a comedia
grotesca representada pelo criado, sem
saber qoe o viam.
Senbor marquez, bradou o ex-amante
da Simoa Raymondor acercando-se imme-
diatamente do amo.
Ests um pimpo 1 observou o mar-
quez com toda a seriedade.
Isso s) favores, senhor marquez,
volveu Lzaro pavoneando-se. Pfu I Creio
que esta minha cara ainda pode escapar,
nao obstante os estragos causados pelas
aventuras, ou antes pelas desventuras
d'esles ltimos tempos. Mas agora, com
este fato, ninguem capaz de me conhecer,
e se Deus me dr vida, tenciono emendar-
me, e tornar a ser como d'aotes.
Que dizes desta casa ?
Ah senhor marqoez, n5o me falle
n'isso: O dinheiro anda por ahi aos tram-
'bolhoes 1 Os criados slo mais bem trata-
dos que muitos amos. N'uma palavra,
Hsto urna verdadeira cidade de Jauja.
Com tanto que nella fiquemos !...
Ficamos, comcertfeza.
Muito lempo ? ,
O lempo que qoizermos.
Ent5o per scecula sceculorum Mas
ter o senhor govertador civil a cortezia de
nos deixar dasfructar em paz todas estas
docuras ?
Por esse lado nada temos a receiar.
Meu primo, o conde de Rabn, cuja pode-
rosissima influencia na corte de todos
conhecida, tomou-me sob a sua protecclo,
e encarrega se de por bom camiobo os
meus negocios, e os teus por consegrante.
Dos o abence e Ihe d a sua gloria,
esse bom fidalgo I bradou Lzaro todo
cheiode alegra. Com todos os diabos !
Muito von engordar I De mais a mais
blo de ter com a minha humilde pessoa os
maiores cuidados.
Em honra de qoe santo ?
Ousarei confessar ao senhor marquez
que tenbo j urna Doiva nesta casa ? replicoo
o rapaz, tomando ares de victoriosa fatui-
dade.
Rravo exclamou o marquez.
Parece inverosmil, nao acha ? Pois
mesmo assim, atrevo-me a affiancar ao se-
nhor marquez que muito verdade.
Mas aoode e como arranjasle a
noiva ?
N5o ha urna religiSo onde nao existam
todas essas reminiscenc'ns dos anteriores
cultos. .
Desde o primeiro numero da cnronologia
letos e as suas flec
Tratando ainda de algons paizes ant'gos
quer Ihe confirmemos oseo adiantamento
passado. ou presente, per o neguemos;
tratando- das iribos de guerreiros e poetas,
ou dos indgenas do sol- e do noffi da Ams-
rica, aebareiBO en. todos-o mwrao pensa-
mento diversamente apressn^do.
Cs iodos, os hebreos, os gregos e os sei-
vagens dn Anenca,.adorando o fogo, os nos
e os animaes; os feretoes, os egypcios, os
assyrios, os mdos, os persas, os mextea
nos, os sertas,, e muitos outros, nao enter-
rando os morios, nem accendendo fogueiras-
para queina-los; (ar-se aconiecimentas gran-
diosos na apparico de estrellas em todos
os culto do globo; a oca?ao de espiritos
era todas as crancas; a tradiclo universal
do demonio que, segundo Plularcbo, da-
vida ignorancia, e infinitos outros pontos
d9 contracto em tedas, as seilas religiosas.
sustenta que. o fetichismo ser reveren-
ciado pela humanidad em quanto nao se
convencer o bomem V que, deve caminhar
cora a sciencia. deixando a Divindade livre
dessas leas que Ihe empanara o brilho.
clnisanismo erg .-vlo-se sobre as ruinas
de um imperio derruido, aproveitou a* co-
lumnatas dispersas,, as iradiccSes da anti-
goidade, Dar tamben com o Iodosto,
abraoger as suas reverencias o sabeismo,
a idolofria o o fet chismo.
Nio- ti uro dogma dos seus livros sagra-
dos que nao esteja, iniciado oiv artsticamen-
te escripto nos gonesis anteriores; nao ba
urna supersticao qpe elle nio- conseme com
f viva-; nio ha om. fetiche ou. amuleto en-
contrado nesse aventario de ritos, qoe os
seos sacerdotes nio acaten.
O Cbristo teniando por meio da philoso-
phia a tirar estrellas no seio do. passado,
firmar os alicorees de urna religio estavel
e dizer a bumanidade, caminha segura para
o teluro que eu descortine!, nao attingio a
seu fim.
A bumanidade revolvendo-se na incerteza
como os palriarchas nos limbos bblicos,
debalde procurar Deus l
A duvioa ba de ser sempre para o espi--i
rito urna sombra inextinguivel.
Quando os philosophos e os naturalistas,
do secuto passado querendo desconsorciar a
razio da f, confrontaran os livros dos be-
breus com os que trooxera da India Marco
Polo, e com os restos dos poemas cosmog-
nicos, o que encontra/ am ?
Chronologias diffosas e inexactas, astheo-
logias com o mesmo principio, deferindo
pooco entre o numero e formas dos densas,
urna promessa do Redemptor e sua realisa-
Qo, e igoaes superstices.
Qual o meio de levar a evidencia as pro-
vas de urna vantagem em favor dos hebreus?
a chronologia? .
O calculo provavel d preferencia a da
India e do Egyplo.
Como manifestarmo-nos
chronologia hebraica se ella e os seus in-
terpretes contestam a si mesmos ? s como
diz Euzebio; Ad3o significa antes nca hu-
mana do que homem, e sa o trecho hebreu
diz que da creaejio ao diluvio vo 1637 an-
nos, o Samaritano 1307, a verslo dos se-
tenta 2212, 2235 segundo Euzebio, 22G2
segundo S. Epiphanio e Julio o Africano?
No meio de tanta diffuslo. existindo em
todas as creneas os mesmos ritos, os mes-
mos dogmas e os mesmos fetiches, a qual
darmos preferencia ?
A religio do Christo, sendo o eclecli/no
das religioes mais ad.iantadas da alta Asia,
emquanto a donlrina, nao deixa por isso de
ser como todas as outras urna legenda na-
cional, i
O christo, como o Indio, o Persa, o As-
syrio, o Celta, o Giulez, o Africano, etc., e
sabeista, idolatra, naturalista e fetichista-
As sete estrellas e os animaes fabulosos
do Apocalipse: a pomba que descera do
foge.-..
abusara da ignorancia e redozem o bomem
a condeso de aderar ou aos objectos que
fascinam-lbe o ornar, 'oo as obras de suas
naos. .
A idade media nio foi menos barbara do
que a antiguidade :: as o Vaticano foi sen-
pre nais cruel do qoe o Capitolio.
7 lempo de. segoirmos pelo '.rabfflbo e
pela sciencia ao extremo que nos flropo-
zemos.
Pela concatenado dos foctos necessano
orna revoloco moral as ideas do nosso
seclo. j
A imposic.80 Ballivel om absurdo.
E do arto desia revelacao de Deus pelo
universo, a nossa alma frocure incessanle
o rastro da Dhiadade, porque sina ; e a.
luz intensissiraa da razio e da sciencia faca
entenebrecer esses mytbos que todos os-
cultos se apegara e que se chamam:sa-
beismo, idolatra e fetichismo !
VARIEDADE
Oh j historia velha... data degluto.
quando o senhor marquez estava em Pars.
N'uma palavra, Anastacia Gaudio, pri-
meira camarista da senhora condessa...
nio de todo bonita, nem muito rapariga,
mas tem outras qualid veis e digna-se de me dar llimitada at-
tenco. .
Agora me lembro ; essa Anastacia
Gaudin nio urna mulheroni trigueira e
picada das bexigas ?
Muito picada, senhor marquez. o que,
seja dito de passagem, a desfeia bastante.
Est ha muito lempo ao servico da
condessa ?
Ha cinco ou seis annos, pelo menos.
Possue a confianza de sua ama ?
Completamente.
N'esse caso, pedir por bocea...
pode vir a ser-nos til. ma3 tarde ou mais
cedo.
Foi isso mesmo o que eo pensei.
Fizeste algumas observaces no pes-
soa! do castalio ? L- A ,*
Pelo qoe at agora tenbo podido ver,
todos os criados slo moito amigos dos
amos, cojas bondades e excellencias nio se
fartam de apragoar. Ha todava certo su
geito, que eu ia jarar ser una excepcao.
Que individuo esse ?
En mais importante dos subalternos,
om tal Lactancio, mordomo de senhor con
de. Eu ca sou um pooco physionomista,
porque se me tem apegado algumas qna-
lidads do senhor marquez, e o Lactancio,
que passa por homem de bem, desprendido
das cousas terrenas e muito dado ao bea-
tero parece-me um trtente dos sete cos-
tados, que faz a sua pela sordina. Oo
mudo me engao, ou um grande njpo-
/pila
S Tanto melhor ; pode-os servir. Mas
dize c : tfzeste hontem alguma tolice ? Sol-
taste alguma palavra imprudente ?
Oh assevero-lbe que nio 1 Eo es-
tava bem precavido, e como nao sabia com
certeza o que havia de contar nem o qae
havia de esconder, alleguei o meo extremo
caosaco e encerrei-me n'om silencio abso-
Perfeitatnente
9
REQUE1UMENTO. 00& HABITANTES DA COMARCA
DE MACAP, W PARA. A ASJWMUJA GBRrtL
LEGISLATIVA, PEDIPTOO A CRBACAO OE BMA
PROVINCIA.
(Coaclusoj.
Eis, portaoto, explicada a vardadbira eao-
sa das sez3es em Macapi, e esta Ilustrada
cmara bem comprehende que oulra nenbo-
ma causa pode actuar. N5o.teos en Ma-
cap, as proximidades da cidade,. nem
pantanos propriamente ditos, nem tao pou-
co assacoseiros, arvoredos este que ainda
nio adiamos dentro da cidadev nom em.
pane alguna dos seus limites; as aguas oc-
tavis slo moito lmpidas e sadias, e livres-
de toda e qualquer inmundicia; sao as me-
Ihores aguas que conhecemos na provincia,
e o acteal Dr. juii de direito da comarca
que o declare, por quanto, nos ten aase-
gwado que en parte alguna do Para, onde
ven estado, ainda alo encoottou agua na
fina etinais crystayna, o qoe certamente e
urna verdade em qoe os ahaixos assig*ados
pamente acredita.
Senhores, os abaixos assignados reeoM-
cem qae um mo fado pesa sobre os habi-
tantes de Macap, desde que se traten de
criar urna provincia na fz do Amazonas,
por que, desde esse teropo qoe oe bomeos
da capital da provincia nos votaran aomaior
desprezo, e nio s isso, como anda ao des-
crdito do lugar, antecipando oo prevenindo
com histoiias fabulosas nio s os presidentes
que se succedem na administraclo da pro-
vincia, como ainda s pessoas notaveis que
de fra nella apartam ; e tal o pnico de
que se deixam apoderar que tremem quan-
do sabem que demaodam as aguas perlen-
, favor da cenes comarca de Macap ; os arvoredos
se Ihes apresentam como assacoseiros, e
presumem que todo o ambiante est ra-
pregnado do veneno dos assacs; isto e
to verdadeiro, quanto igualmente certo
que muitos matam asede com ceneja, por
supporem nossas aguas envenenadas, E
at onde pode chegaro disc; edito a qoe nos
vot-ram!!! ,.
Deixarara cahir os nossos meltiores edi-
cios pblicos, tomo fosse a grande casa des-
tinad* para alfandega, cadeia, casa da cma-
ra, a mesma matriz j teriadesapoarecido se
s nossos esforcos nao a nguentassem ; a
fortaleza, que representa nm grande capital
leudo a desmoronar-se se o governo nao se
apressar em garant-la contra a queda da
rbanceira do Rio. A assembla. legislati-
va provincial, era seus orcamentos annuaes,
nunca decreten obra alguma ou quantia
equivalente para as obras de que necesi-
tamos.
(Continuar-se-ha.)
fizerara-te muitas per-
guntas ?
Qaasi nenhumas, exceptuando o to
Lactancio, que assim como quem nio qier
a c< usa, psteve um pedaco a ver se raya
nabos do pucaro sera se escaldar; mas nao
apanhou nada.
Isso mesmo ; ti ve medo de qoalquer
sorpresa; mas agora voo ensinar-te o re-
cado, e qoando o mordomo oo ootro qual
quer te interrogar, poders responder
tudo sem receto de me contradi-teres.
Depois d'este exordio, referi o marquez
Lzaro a engenhosa farca que inventara
para demonstrar ao conde de Rahon a fal-
sidade das accosacSes que Ihe faziam.
Agora ficaste sabendo tanto como eu,
disse o marquez concluindo. Para sos-
tentar a nossa caosa commum preciso
nio desmentir de modo algum estes fados,
o que nio jolgo ser difficil. Eotendes ?
A's mil maravilhas, senbor marquez.
Tambem nio ser bom esquecer, em
quanto estivermos n'este castello, que de-
ves portar-te como om criado modele, e
reswnar-te pratlca das boas obras. Aqoi,
emfim o espio da casa e d-nae conta de
todo.
Assim se far.
Nada mais tenho a recommendar-'e.
se tiraya [ Que horas sao ?
Oito e meia.
Ajuda-rae a vestir.
Saint-Maixent saltn fra da cama, e deu
principio s diversas operages do toucador,
auxiliado por Lzaro, que desenvolvea as
qoalidadeide um excellente camarista.
O mariolo era to capaz de fazr orna
barba e de compor artsticamente urna ca-
bega, como de sahir estrada, pistola na
mi, bradando aos caminhantes:
Alto ahi A bolsa ou a vida I
Em summa. ao sahr das habis mios
de Lzaro, retomara Saint Maixent aqueile
semblante juvenil e formoso, que, na opi-
nioda tia Gervasia de S. Judas, tentse
pareca com o do archanjo S. Miguel, pin-
tado no altar-mr da ermida.
De modo que, se folia Charodant podesse
ve-lo n'aquelle instante, ainda ficara muito
mais namoreda.
Acabados todos os preparos do marquez,
abri Lzaro om grande armario de ban
meo pobre amigo, jireciso^ter bons cos-|com DCra8lac5e8 de obre, de marfim ede
chumbo, qoe estava om canto do touca-
dor, cheiozioho de roopa 'branca, fina e
perfumada, onde s havia escolher von-
lade. ,
Saint-Maixent atoo ao pescoco orna uta
de seda amarellada, que deixou cahir des-
cuidosamente sobre as rendas e os bor-
lados da camisa, e entre os differentes fa-
tos qae seo primo cecebera de Pars, e que
.lio cortezmente pozara disposicio do
marqoez, escolheo o mais simples e ao
mesmo lempo o mais elegante.
Calcoo depois uns sapalos de tacio en-
carnado, por cima das meias de seda, |e
Ihe debuxavam a bem moldada perna.
Cingio ama espada fina e flexivel ; poz de
baixo do braco um chapeo agaloado de ouro
e coberto de plomas, e sahio do gabinete
para sa ir contemnhr no mesmo espelho
onde jorprendera Lzaro a miratse. ^' i
turnes e algons principios religiosos
Esteja descancado, 'senhor marqoez.
Cuida igualmente na toa probidade.
Resis'.e qualqaer tenlacio, por mais se-
ductora qoe seja, dado o caso de ella se
apresentar.
Com todos os diabos 1 Hei de com-
prir essas coous risca. Ainda que e
senhor conde perdesse ao p de mira,
sem e sentir, orna bolsa cheia deooro, em
vez de ficar com eUa ia logo levar-lh'a
Isso mesmo. Tem presente que a
mais leve falta pode ser motivo para expol
sio, e se o conde rae exigir qoe te despeca
allegando alguma culpa tua, nio poderei
de modo algom interceder por ti. Evita
qualqaer polmica oo unga com os criados.
Mostra-te afavel a complceme para todos,
cede as questoes, ainda que tenhas razio.
Falla pooco, oove moHo, e observa o que
se faz, o qoe se dir e o qoe se escoqde. Se
produsida no crystal, pode o marquez con-
vencer-so de que retomara o aspecto de
verdadeiro cortezo. .
N'este cmenos bateram devagannho a
porta e Lzaro foi abrir. O camarista do
conde vinha saber se o marquez de Saint-
M-ixent podia receber sen primo.
Retirou-se com -resposta aflrmativa, e
cinco miuutos depois appareceu o conde
de Rahon .
Ah I meu primo I exclamou ehe apor-
tando cordealmente a raao do marquez.
Quanto ine agrada o v lo assim transfor-
mado Volta finalmente a ser o que sem-
pre foi : o mais elegante mogo de toda a
Franga !..
A'si Ih'o agradego, meu primo, redar-
guio Saint-Maixent sorrindo
Vamos, vamos, nio fallemos Passon bem a noote ?
Dorm como podra em poco, e
tambem si Ih'o agradego.
Lembrei-me do urna cousa. Imagi-
ne* que talvez o senhor n'alguma das suas
intrincadas aventuras perdesse ractt)
a bolsa; consinla. pois, qae Ihe offereca,
como emprestimo, estes qmnjentoa loizes.
Era gastando este quasi nada, fasad. conta
que sou o sao baoque.ro, qe nao me po-
der! dar maior prova de estima.
^E o senhor de Rahon poz sobre o foglo
um saquiono de palle cheio de ouro.
Mas, meu primo... principioo a dizer
o marquez- ,
i Por favor, 08m orna palavra, atalnoo
o conde. Se quer, venba comgo l abai-
xo Minha mulher e a marqueza de Cha-
vignv andampasseiandonojardim. A con-
dessa est moito desejosa de o ver, e a
linda Olympa, lambem alguma soasa cu-
riosa, est mor rend pelo coofcecer* Nie
as fagamos, esperar.
FIM DA PRIMEIRA fARTE7.
A' vista da. sua imagem
fielmente r*ffT. do oakiu ha' u*ue ualas


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