Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13086


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Full Text
ANNO XLVI. NUMERO 156.
r j- _____
------------------------------- ------'
PABA A CAPITAL E 1CABES OHE |AO SE PAGA BOWL
Por tres mezes adiantados..... AjjnAA
Por seis ditos dem...... $f H.....' .SJJJ^
Por urn auno idum...... ........ *jrm
Cada mumero ivulso. [ [ [ [ [ \ \ [ \ \ \ \ \ \ \ gJ
4
gUINTfl FElRJt 14 DE JUQUE DE 1870.
PARA DEITBft E JOBA DA FBOTHCIA.
Por tres meaes adiastadc*................. W7C5-
Por seis ditos idem. ............. 13500
Por nove- ditos dem................... 204250
Por nm am idm................... 2700O

Propriedade de Manoel Figueira de Faria & Fhos.
------------------------------------------------------
m
SAO ACEXTEft:
O* Srs. Gerardo Antonio Alves A Filhos, no Para ; Gon^alves d Pinto, no Maranhao ; Joaqni Jos de Oliveira> no-Cear ; Antonio Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na ViHa da fenha; Belarmiao dos Santos Balea, em Santo Antifo; Domingos Jos da Costa Braga
i. fim Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, en Aiagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Bahia; e Jos Ribek-o Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE 0TICIA1.
Commando das armas.
QARTEL-GBNERAL 00C0MHA.ND0 DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PBB.NAMBCCO, 43 DE JCLHO
DE 1870.
Ordtm do dia n. 4~8
O bngaddif inmiiMult das- aros.. Ca pu-
blico para cunhecimento da guaroicio e fins con
venientes :
i" Que por portara do ministerio da guerra
de<27 di) mam ultimo, foi noraeado encarregndo
do laboratorio pyrotlmco desta provincia o Sr.
eapito reformado do exercito Jos Ignacio de Me-
detros Rijro Monteiro, qae nesta data entrou no
exercicio das respectivas unccas, fleando conse-
izuinlemente dispensado o Sr. eapito tambera re-
tornado Manoel de Mello Albuquerque.
2 Que a presidencia communicou por offlcio
de It do corrente mez, 'que segando eonstou de
aviso da reparticSo da guerra de 27 de junho pr-
ximo lindo, lie* estabolecido o valor de 500 rs.
paraa etapa, bera como a de 1000 para a forra-
gem, qne tem de vigorar nesta arovncia no se-
mestre de julho a dezembro desle anno.
3' Que por outro offlcio tambera de 12, a presi-
dencia communicou ter sido o Sr. crurgio-mr
de brihada Dr. Flix Moreno Braodo, nomeado
delegado do cirtrgio-mr do exercito nesta pro-
vincia, por aviso da repartiro da gnerre de 2,
tudo do corrente mez.
AssignadoJoaquim Jos Gon^alves Foties.
ConformeEmiliano Ernesto de Mello Tambo-
rn, tenente ajudante de ordens enearregado do
detaihe.
PERNAMBUCO.
pre-
ASSEMBLA PROVINCIAL.
SKSSO ORDINARIA EM 21 DE JUNHO.
PRESIDENCIA DO SR. R. ACUIAR.
\i mejo dia frita a chamada acharam-se
sentes os Srs. : Teixeira de S, Oliveira Andr'ade,
Antonio Paulino, Ribeiro Vianna. Vieira de Aran-
jo.. Mello Reg, Amaral, Gaspar Drummond. Bar-
ros Wanderley, Vieira de Mello. Felippe de Figuei-
ra, Oliveira Fonceca, Rul'mo de" Almeida, Guedes
ondim, Ferrera de Aguiar, Cunha Cavalcante,
Joao Cavalcante, Gjsmao Lobo, Ges Cavalcante,
'lermogenes, Pinto Jnior. Paes Brrelo, Augusto
Costa, Ignacio Joaquim, Manoel Arihur, Almeida
Pernambuco, Eduardo de Oliveira, Cavalcante de
Albuquerque, Henrique Mamede, Pedro Alfonso,
Carrea de Araujo.
Abre-se- a sesso. lida e approvada a acia
da anterior.
O sr. 1* Secretario da conta do seguinte
EXPEDIENTE.
Urna petic.io de Francisco Canuto da Ba-via-
gem, secretario da cmara municipal desta cida-
de, pedindo seis mezes de licenca com todos seus
veneimentos par tratar de sua sade.-^A' com-
misso de petifoes.
ORDEM 00 DA.
Contina a 2* discussao dos artigos addilivos do
orea ment provincial.
Art. o. O presidente Aa provincia ficaautorisa-
do a rescindir ou modificar o contrato feito com a
companhia Pernambucana para anavegacao a vapor
dos portos de Tamandar, Goyanna e outros inter-
medios, supprimindose, se continuar o contrato,
as viagers a Itapissuma e outros portos sem im-
portancia, diminnindo a subvencao at 30J0W.
O SR. G. DRUMMOND faz largas considerares
Contra o artigo additivo.
O SR. J. MELLO REG :E li.iver submettido a considerarlo da casa o aditivo
que esl em discusao...
O Sr. F. de Figueira : Nao tem de que.
O Sr. Mello Reo (continuando) :.....nao
porque nao entenda que elle comprehende mate-
ria que merece toda a considerado ; nao' porquo
nao entenda que o modo de executar-se o contra-
to com a companhia Pernambucana, carece provi-
dencias que tend3m a garantir os interesses da
provincia : outra a a consideradlo que me tem
i'eito tomar medo di*cussao, a conviceao que
lenhd adqoerido de ser o encargo superior as
minhas torcas (nao apoiados.)
A tasa acaba de ouvir o bello discurso do no-
bre deputado, e sem duvida reconhece que fu pa-
ra mim urna verdadeira infelicidade o te-la por ad-
versario nesta discussao. ^0 seu tlenlo, a sua
IlustracSo, a sua competencia para discutir a ma-
teria de direito se que prende a queftao, e sobre
tudo o habita que lem da tribuna, a qual sempre
sobe para colher vantagens para as causas que
defende, me colloeam em difflcil e m posicao.
Eii, porm, entendendo que j tarde para re-
cuar.nao tenho outro recurso seno insistir, pedindo
a casa toda a sua benevolencia e attencao para as
lige ras ob ellas, embora truncadas, e nao se deixe arrebatar
pela eloque'ncia ; attenda os fados de preferencia
e t'ollrza da palavra.
hto posto, nao rae remontarei a oreacao da com-
panhia Pernambuca a, nao corae^arei do contra-
ta primitivo, no farei o seu histrico; desviar-
me-hei, nesie ponto, do meu Ilustre collega, nao
seguirei o caminho que elle deu a discussao
primeira vez em que se oceupou da materia. To-
mare a que*to em dous dos sea ponto* capitaes,
! siin economisar tempo-, e nao alongar muio adis-
cu3sao, a qual nao convm protelar.
Pelo contratla companhia Pernambucana
obligada a fazer seis viagens redondas aos portos
do su! e norte da provincia, sendo Goyanna e Ta-
mandar os pontos terminaes. A escalla porlta
pissuma, ao norte e ao sul, por Porto de Calimbas
e Porto de Pedras. a companhia nao s reduz,
urna vea por outra, o numero das viagens, como
ainda nao deu uma s ao porto de Itapissu-
ma e tambemao Porto de Gallinhas, entreunto
que a subvencao Ihe paga integralmente como
se ella houvesse cumprido o contrato I A vista dis-
to entendo que nao era possivel que continu o
cqntrato, executado por tal modo, que s uma das
partes cumpre o eu dever e a oatra nlo. Da ura
lado -esiao os sacrificios e o pagamento da sub-
vencao integralmente ; do outro est apenas o re-
cebimento dessa subvencao sem satisfazer-se o ser-
vi;) que se acha obrigada t Esta desigualdade
para com a provincia foi qne deu lugar a que eu
viesse aqu propgr uma providencia, a qual dsse
em resaltado a sincera execuco do contrato, ou
eotao a dlminnicjlo da subvencao, ou resoisao do
ineimo contrato.
Nao tenbo m vontade a companhia, nlo desco-
nheco que ella lem prestado importantes fervicos
provincia, mas nao isto razio para que guarde si-
leu sobre o abuso que est praticando com rea-
cao ao cumplimento do seu contrato com a pro
vincia. (Apoiados.) 'Em sua navegaeao costeira de
provincia a provincia, tem prestado bons e rele-
vantes aervicos, mas na navegaeao dos portos d*
provincia nao cumpre o contrato, nao presta a uti-
liiaie que era de esperar.
Rejoahecaque oeonrato foi muito mal feito,
qne na toa confeceo nio foram acautelados os in-
teresses da provincia, foi um arranjo mais em fa-
vor da companhia do que em proveito dos inte-
restes publie
O nobre dpnudo cabon de dizerhi ponco que
as viagmi 'Sioma fatiam parte do contra-
to que estipulou as viagens ao rio de S. Francisco.
Ha manifest engao da parte do nobre deputado.
O Sit. G. Drummond :O que Ihe posso afflan-
car qoe as viagen a Raplssuma esto parausa-
das por ordem da presidencia, ha um offlcio nesle
sentido.
O Sr. Mello Reo :Eu teqho este offlcio aqu.
As viagens de liapissuma estao comprehendidas
no contrato foito para a navegaeao al o porto de
Tamandar, ao sai e de Goyanna ao norte ; viagens
pula* quaes te eunuadeu-uma *uhvi(acau de
senta contos do ris. E a companhia recebe esta
subvencao integralmente setal dar as viagens que
obrigada I
O offlcio do Ilustre Sr. conde de Baependy, de
que fallou o mbre depufado, refera se as viagens
ao rio S. Francisco, cuja subvencao at hoje nao
foi paga, porque a companhia nao deu ainda exe-
cuioo a essa parte do contrato. Nao tenho aqu o
primeiro officio, mas tenho o segundo, que escla-
rece pcrfeilamente a questao. O Sr. conde de Bae
pendy tinha-se entendido particularmente como o
gerente d companhia, no semido de nao dar
execuco ao contrato na parte relativa as viagens
ao rio Francisco, antes da sua approvara por
esta assembla ; depois desia convenco particu-
lar, olciou ao mesmo gerente, e este respondeu
a S. Exc. que a companhia aceitava a condieao.
Tenho presente este segundo oftV-io, que da bem
a entender o a ;cordo que chegou o Sr. conde de
Baependy com a companhia. S. Exc. offlciou a tne-
sourana dando-lhe parte do occorrido nosseguin-
tes termos : (l)
Palacio do governo de Pernambuco, em 17 de
outnbro de 1868.Commnnico a VJ5.. para sen
conhecimfnto, que o gerente da companhia Per-
nambucana de navegaeao costeira, participon-me
por offlcio de honiem, qne a mesma companhia
concorda em que fique adiada a execuco do con-
trato de novacao celebrado em 17 de julho deste
anno, at qne seja approvado pela assembla le-
gislativa provincial nos termos da autorisaco do
art. 52 da le n. 832 de 5 de jnnho antecedente,
continuando a fazer o serv c-o, como at agora
comprehendidas as escalas de Goyanna e Rio For-
moso, mediante a mesma snbvencao de sesenta
de contos do, ris annuaes.
Deus guarde a V. S.Cond de Baependy. -
Sr. inspector da ttosouraria provincial. >
O Sn. G. Diu.MMO.ND : V. Exc. lea primeiro o
eontrato.
O Sr. Mello Reg :O contrato que vigora
o segundo, que comprehende quasi todas as esti-
pulacoes do primeiro.
OSr. G. Drummond : No primeiro contrato
q ue se estabelece a obrigaco de tocar, a compa-
nhia nos portos do Rio Forme so e Goyanna.
O Sr. Mello Reg : Mas o nobre deputado
nao comprehende que a navegaeao era direitura
ao rio S. Fraucisco nao pode ser cora escala por
Itapissnma ?
O Sr. G. Drummond .Sera duvida, pode ser
uma linha diversa.
O Sn. Mello Reg :O contrato que esl em
execu;o este que aqni tenho
O Sr. G. Dbummond : -* Esl em execuco o
primeiro.
O Sr. Mello Reg .Ainda nesle ponto o no-
bre deputado nao eei bem informado.
Qual o contrato que vigora f
OSr. G. Drummond :E' o primeiro.
O Sr. Mello Reg : Como pode estar era vi-
gor o primeiro contrato, lendo-se feito um segun-
do ? E' possivel que se inovasse um contracto pa-
ra contiunarelle em vigor, e nao o de novacao ?
Isto nao se admitte.
O Sr. G. Drummond :O fado este.
O Sr. Mello Rbgo :Ha engao nisto, o con-
trato pelo qual recebe a companhia a subvencao
o segundo.
Entretanto eu declaro ao nobre deputado que
nem este nem o primeiro estao era execuco
O Sr. G. Drummud d um aparte.
O Sr. Mello Reg :Nao farei questao de con-
tratas, porque nem um nem ouiro est ern exe-
encao.
Um Sr. Deputado :Ento nao ha contrato.
O Sr. Mello Reg :Ha e nao ha, a companhia
arranja-s sem carecer do contrato, e eu ih'o di-
rei o porque mais adiante
Mas como dizia, o presidente da provincia con-
vencionou com a companhia que flca?se a execu-
co do contrato, na parte relativa as viagens ao rio
S. Francisco, suspensa at a approvaco desta as-
sembla ; na sosso do anno passado foi elle ap-
provado, e consegnintemenle a condieao de retar-
damentj das viagens est supprimida.
O Sr. G. Drummond :Se a companhia ainda
nao tem communicai,'o da approvaco do con-
trato.
(Trocam-se outros muitos>partes).
O Sr. Mello Reg:A companhia nao soube da
lei I nao foi ella.publicada, preeisava communica-
cao de eslar o contrato approvado 1 Sabe, porm,
da lei que manda pagar a subvencao, e a recebe
independente de coromunicaco I
O Sn. G. Drummond :Mas qual subvencao ?
A primeira.
(Troaam-se outros apartes).
O Sr. Mello Reg :A companhia nao fez via-
gens ao rio S. Franciico, porque as seccas destes
ltimos anuos diminuiram muito o volnme das
aguas, e fez se necessaria ama certa obra, a esca-
vaco do rio era certo ponto, o que a companhia
nao quer tal vez fazer e espera que o rio volte a
altura d'agua do costume, para ento comecar as
viagens.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Mello Reg :Eu direi quaes as faltas
e infraccSes que commelte a companhia. as via-
gens a Goyanna, sendo obrigada a mandar os seus
vapores at Japomim, nao o faz, porque emprega
na navegicao desse rio vapores de niaior capaci-
dade do que o permute o fondado rio, e por isto
Qcam elles umitas vezes afastados desse_ porto 3
ou 4 leguas, e as cargas e passageiros sao trans
portados at o porto em canoas, sofTrendo cora i
lo grande encomraodo. Se a vantagem do contrato
esl era facilitar o transporte dos passageiros e
conducho de productos, desde que a navegado
feita por este modo, nao preenche o seu fin.
O Sr. Eduardo de Olivkiba :Quem tem cul-
pa disso ?
O Sr. Mello Reg :Alm disso os vapores nao
se derarram nos portos praso suffloiente para fa-
cilitar o embarque e desembarque dos passagei-
ros e cargas, faz o seryigo atropellado, parecendo
mesmo jue nao se importa com a carga nem com
os passageiros, s quer fazer jus a snbvencao, por
que segundo o ealcnlo de pessoa competente, a
companhia com a sjbvencao de cinco contos de
ris mensaes, ganha ta|vez o duplo das despezas
que faz nessas viagens.
(Trocam-se aparte-).
O Sr. Mello Rbgo :Eo direi quem esaa pes.
soa, o Sr. engenheiro Millet. No porto de Ta-
mandar, me inforn ou elle, o vapor aproxima-se
barra, e se v passageires na praia esperando,
roanda toma lo no escaler, e se nao, segu si.a der-
roia ; rara? vezes enlra no porto.
O Sr. Teixeira de S :Isso exAP.'.o porque
passou por mim.
O Sr Mello Reg :-0 jnit de aireito Marcos
Lorrea da Costa Tamarindo, temo de ir ao Rio
bormoso, em vapor da companhia, teve o desagra-
do de ver o vapor Tarar a barra, seguir viagem
para outros portos, e s na volta alijar a carga.
ao obstante estas inormacdev querendo en
evitar precipitacao de jizo, dirKe ao escripto-
rio da companhia, procurel o sb'j gerente, e ped>
Ihe algumas informales, qne teve a bondade de
m'as das.
Agora vai ver o nobre depntalo, o motivo por-
que Ihe assegnrei qoe a companhia nio se dirige
por contrato algum.
Foi contigo-ao escrlptnrio da companhia o meu
nobre collega o Sr. Dr. Joao Vieira. Ped em ua
presenta ao gerente a tabella que manda o contra-
to que s organise, da estada dos vapore* em cada
porto. Disse-n* elle qne nao havia arad* tabella,
nao obelante o contrato, exig-lo, qne a companhia
andaao a havia organi-ado.
Pergonte porque se nao tinham dado ae viagens
a Itapissnma. conforme as condieoes do- contrato.
Disse me qne a companhia anda nao exeenteva o
mesmo contrato, que a subvencao era nm favor
que a provincia Ihe faza, em vista das bons servi-
cos qoe prestava, servigds [que mereca maror
subvencao.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Mello Reg .(Para o Sr. Vieira d"Arau-
jo) E' isto on nao exacto?
O Sr. Viera n'AnAUJo : Eu fdi tesleroou-
nha.
O Sn. Mello Reg : -Alm do meu nobre ami-
go, estava presente o Sr. Dr. Silva Ramos, com
elle conversamos sobre a companhia.
Nao'- meu flm supprimir a subvenalo, que se
Ihe d, o que-desejo principalmente que se exija
delta os servicos a que est obrigada.
Ella os deve prestar, e a presidencia tem di-
reitos a compensarn do sacrificio qae faz, o
contrato deve ser igual para ambas as partes,
tanto |nos sacrificios como noi proveitos ; se a
companhia recebe a subvencao em troca dos seos
servicos ; deve obter a provincia a compen-
sarn do auxilio que Ihe presta, o contrario nao
licito, nem lem lugar.
Um Sr. Deputado:Ea julgava qne a compa-
nhia cumpra os seus deveres, porque os relat-
nos da presidencia dizem que cumpre.
OSr. Mello Reg : Nao portanto, o mea
flm privar a compadhia das subveBcSes, que forem
necessaribs para as viagens a esses portos continuem
ellas; isto, porm, nao se faca seno com a regula-
ridade precisa, eumprindo a companhia o seu con-
trato, o qne nao deve a continuar, o abuso
de carregar a provincia com todos os onus,
com todos os sacrificios, nao havendo da outra
parte reeiprocdade.
Alm disso, eu pens que as viagens aos portos
de Galinahas e Itapissuma, nao lm importancia
alguma, pelo menos, por emquaoto.
A subvencao correspondente a ellas pode ser
supprimida por desnecessaria, a quantia que s
gasta em dar subvencao a companhia para essas
viagens, podera ser applicada a satisfacao de ne
cessidades mais urgentes.
Eis aqu porque quero que o presidente fique
autorisado a rever o contrato, niodilica-lo, ou res-
cindi-lo. Se a companhia continuar no proposito,
em que esl, de nao cumprir o contrato^eja elle
rescindido, ou suspensa a subvencao, ou de ac-
cordo com ella, modificado no sentido de suppri
mirte a subvengo correspondente a essas via-
gens. que eu reputo desnecessarias.
V-se, pois, que essa minha idea nao importas
determinaco de uma resciso, apenas d a admi-
nistraco os meos para rever e errigir o contrato,
abrigando a companhia a cn-rpri-lo, sendo a res-
ciso adoptada no ultimo caso.
O Sr. Almeida Prrnamruco :O verdadeiro
supprimir a verba do orcamento.
O Sb. Mello Reg : A eommissi entcnJeu
qne nao devia supprimir a verba de 60:000000,
por que est ella firmada era um contrato.
Antes delle ser rescindido pelos meios regulares
a quota deve ser maouda.
Desde que se trata do cumprmento de nm con-
trato, era devr da commisso consignar a respec-
tiva q 110 la.
A commisso podia entender que o contrato fos-
se rescindido, e neste sentido supprimir-lhb a
quota, sera ter reccio da questao de indemnisa-
co, em que sempre se falla nesta casa, como
meio de intimidar os nimos.
Nao importava que os inhumes condemnassem
a provincia ao pagamento de qiiaiquer imdemni-
s:n;a j : a senten^a 009 tribunaes a nada nos obri-
ga, e desde que nao votasse esta assembla quota,
a indemnisaco nunca teria logar,
Mas eu nao aconselharei isto ; nunca aceita-
rei este expediente, que sem duvida tortuoso,
quero que a provincia seja a primeira a dar. o
exemplo de respeito aos contratos, a guardar a f
delles.
Eu desejava tomar em eonsideraco algum dos
argumentos do meu nobre collega que em primei-
ro logar fallou, mas nao dev'o tomar muio lempo
a casa, que carece apressar os seus trabalhos,
porque poneos das de sesso Ihe resta. Os apon-
lamentos que tomei me levara ainda muito adi;n-
le; como suppbnho que a casa j tom seu j ai -
zo formado sobre a questao, nao preciso dizer mais
nada. As infermacei que Ihe don, urnas colin-
as de particulares, outra? constantes de documen-
tos offlciaes, que aqui e^to (moslranro diversos
papis) e podem ser consultados por quem tivet
duvdas, me parecem bstenlas Assim nao toma!
re mais tempo casa e nao me alongarei na
discussao ; se o fizesse, e quiaesse acompanhar
o nobre deputado em todo o seu discurso, ira
talvez at s 3 horas.
Confio na decisao da casa, qualquer que ella se-
ji, eu a aceitarei com satisfacao; o meu dever
est cumprido. (Apoiados).
SR. G. DRUMMOND insiste as observares
que fea e responde ao procedente orador.
O SR. MELLO REG:Por maior que seja o
meu desejo de fazer economa de tempo, nao pos-
so deixar de voltar a questao d oompauhia Per-
namhucaaa.
Eu vou ler aqui o seu coatcato {ara qae a la-
sa veja que o nobre deputado labora em perfeilo
engajoo.
Eu fui a thesouraria saber se existia all ou-
tro contrato, disse-ra o inspector qae nao, qne
era em virtnde desto (mostra nm papel) qae se
pagara a subvengo de 60:000*.
lisie contrato da na 1* condieao qae a compa-
nhia ser obrigada a ar as viagens at Goyanna
e Rii- Formoso, lento por escala ao' norte, o porto
de I'.apissnma, e, ao sal o porto de Galiana.
Eis o que diz :
Palacio do governo de Pernambuco, em 17 de
outubro de 186$.Acenso o recebimento do offlcio
que Vrnc. dhftgio-me em data de hontem, e hoje
roe foi entregue, participando que a directora
dessa corapanhia concorda em que fique adiada a
execuQ?,0 d0 contrato de novacao celebrado em 17
de joJi* desle anno entre a presidencia e a mesma
coipanhia, at a sua approvaco pela assembla
legislativa provincial, nos termos da aotorisacio
doa-.t. 55 da lei n. 852 de 5 de junho anteceden
l-; continuando a fazer o servico, como at agora,
comprehendidas as escalas de Goyanna e Rio-For-
moso, medanle a mesma snbven jo anterior de
sessenta contos de ris annuaes.
t E declaro a Vmc, para o fazer constar a
companhia, que fico inteirado de sua participaco
da! qual don conheeraenlo a thesourana pro-
vincial.
a Dens guarde! a Vmc,Conde de Baependy."ir.
gerente da companhia Pernambucana de Navega-
cao Costeira.
Esta parte de contrato que est em execu-
co. O contrato esl dividido em duas parles, ama,
a qne acabo de lr, qne est em execuco, e outra,
a da navegace do rio S. Francisco, qne anda esta
suspensa. Nesta nao poiia estar compreheaftida
a escala d.9 Itapissuma, que dea ao nortet se'jdo o
rio de 8. rVanciscO'ao sul, a escala nao podia ser
por-diratiSes diametrelmente oppo*taa.
Do contrato v-se eue o nobre deputado labora
em engato.
Quanto a segunda parle do mesmo contrato, foi
o gerente da companbia quem rae disse que a sua
nao execoejio rsultava da falta d'agua no rio S.
Frapeico.
Di afUra cora o primeiro offlcio do Sr. conde
de liaepemlv. dirigido a compaahia e assim
eoacebkla,:
1* Acompanhin Pernambucana obriga-se a
continuar a navegaeao por vapor desta capital, ao
sul, do Porto > Gallinhas e Tamandar com
escala pelo Rio-Founoso at o lagar denominado
Pedra, e ao norte, i Itapissnma e Goyanna at o
trapiche que pos*u> no rio Japomim, em quanto
nos termos do ido art. 52 da le n. 852, nao
abrir o canal projecfcdo al o porto daquella cida-
de, em cujo caso chafar at l.
< 8.' A companhareceher na thesouraria pro-
vincial pela continuadlo do servico que actual-
mente esl a seu ear, coraorehendidas as linhas
do Rio-Formoso e Goyinna, a quantia de sessenta
contos de ris annuaes que Ihe serio pagos como
at aqu em preslacoes mensaes de cinco conto>
de ris cada uma.
Para expedifodesia ordem pela presidencia
a companhia provar peraote ella, com o certifi-
cado do corrio, qio fez as viagens constantes
desle contrato, o qu;l principiar a ter vigor do 1
de julho em diaote.
O presidente mindou pagar a subvencao de
60:000* relativa sieole a primeira parte do con-
trato, suspendendo^de triuta at que a assembla
o approvas-e deliafivameiWe. Este contrato foi
approvado pela asamblea desde o anno passado,
ha ama iei espeuialque o approva, e nao sei come
se. posaa contestar que o contrato nao esteja, ou
nao deva atar emfKecuco.
Creio que o nepre deputado esl em completo
engao, porque nio ha outro contrato seno
este.
(Ha um aparte).
Sr. Mello Re: Agora o nobre deputado
afastou-se um poico da quesio para contes-
tadme.........
O Sr. G. L-hvmmik : E' que eu nao acceito a
discussao cm V. Bxc. no terreno do cumprmen-
to ou nao cumprmento do eontrato.
O Sr. Pedro Afhwso:E' a questao essencial.
O Sn. Mello Reo :O nobre deputado diz que
en o chame! para a discussao deste ponto, nao
ha tal, au apenas cei os motivos que me determi-
naran! a apresentar o additivo, nao drsse ao nobre
deputado que os diicutisse, se o faz porque quer,
poroue entende que elles procedem, ou con-
vm-lhe trazar a qteslao para esselada.
A razan que deia caca foi a de nao cumprir a
companhia com as soas obrigaces, entendendo
que sobre esla falta convinha providenciar, e pro -
puz a modificar ou resciso do contrato. A
questao por consejuinte saber 'e o additivo est
ou nao nos .termos de ser approvado.
(Ha um aparte).
0 Sr. Mello Reg : Os relatnos, o que
dzem que" a companhia tem cumprido os seas
de veres, nem podiam deixar de di ter isso, porque
JWftwaa tem siaojiga,
O Sr. G. Drummond : Salvo se saoco-reos o
presidente c a companhia.
0 Sr. Mello Reg :Pode ser.
O Sr. G. Drummond :Ento vamos logo a fonte,
vamos logo a quem deve ser responsabiiisa-
do. Formule o nobre deputado a acusacao nesse
terreno, e taes sejam as pravas que talvez eu o
acompanhe.
O Sr. E. de Oliveira: Acsese o mais
culpado.
O Sr. G. Drummond :O mais culpado o que
sabe que ha abusos e nao os reprime podendo
faz-lo. 'Apoiados).
O Sr. Mello RBGo:-rEntendo que quem exerce
um caigo publico, sempre qne nao cumpre qs seus
deveres, nao pie pretender que o poupem das
censuras nem admiti que um presidente, sopor
s-lo, se repute sent dessas censuras.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Mello Reg :Mas vou explicar-me, vou
mostrar que o presidente poje escapar as censu-
ras que faro sobre a nao execuco do contrato da
companhia Pernambucaaa, possivel que elle
ignore os fastos.
O Sr. E. de Oliveira : O presidente n) deve
ignorar o qae V. Exc. sabe.
O Sr. Mello Reg :Estoa persuadido que o
presidente nao sahe tudo quanto eu sei.
Um Sr. Deputado. :A respeito da execuco de
um contrato deve saber,
O Sr. Mello Reg :Pois ento, se sabia e nao
providenciou, sujeito-se a censura. '
Um Sr.ueputado :Ento censure-se o presi-
dente e nao a companhia.
OSr.MelioReg: E* mais ama razao^ara
que a assembla vule o additivo; se elle nao fr
cumprido, Acaremos nos com todo o direito de
censurar o presidente na sesso seguinte.
Mas ceno que a companhia recebe a subven
rao per* thesouraria provincial sera intervenco do
presidente, o gerente aprsenla o attesladu com-
petente a thesouraria, e esta paga-Ihe.
Um Sb. Deputado : Consta-rae que apenas com
um atlestado do administrador do correio.
O So, Mello Reg:Sobre este ponto, procurei
fonnar-me do proprio administrador do correio,
a este disse que s altestava o que sabia pela sua
repart rao, e era o numero de viagens que a com-
panhia da va por mez ao norte e ao sul da provin-
cia. E' a vista deste atistalo que se faz o paga-
meato da subvencao.
Ora, o presidente pode ignorar o que oceorre
com relaco' a companhia : a thesouraria paga
integralmente a subvenrao, e por isso o presiden-
te diz que a-companhia cumpre os seas deveres, e
nao ha de-dizer o contrario disto, desde que cin-
ge-se ao que consta das estaees publicas, e nao
ao que dizem inforraaroes particulares.
Um Sr. Deputado :Abi esl em que se cifra a
verdade do relatorio, na Informado do adminis-
trador do correio I
Outro Sn. Deputado.0 presidente deve ser
mais cauteloso. '
O Sr. Mello Reg :Se nao obstante isto que
digo, o presidente nao escapa as censaras, sujei-
te-se a ellas.....
O Sr. G. Drummo -.Desejava que V, Exc.
formulasse uma aecusacao em regra.
. O Sr. Mello Raso:Nao tenho certeza de que
o presidente deixe de camprir o su dever, se a
tivesse, nao punha duvida em formular a aecusa-
cao, que tanto desoja o nobre deputado.
Um Sb. Deputado : Desde que elle manda
pagar a subvencao a uma comoanhia que nao
cumpre o contrato, eegue-se que nao cumpre os
seus deveres.
OSr. Mello Reco:- Se o caso tosse assim,
acredite o nobre deputado, eu teria a precisa co
ragem para fa-lo com franqueza tiesta occasio,
e afflrfno-laaque censurara com muito mais des-
embararo m presidente do que a companhia. Mas
eu estou persuadido de qne o presidente nao lem
a respoasabilidade do. que acontece.
O Sa. E. dr Oliveira : Tado quanto o nobre
deputado est dzendb urna para censura- ao
presidente, ,
O Sr. Mbu-o Rboo. O pobre deputado nao
deve dar s minhas palavras interpretarla que
ellas nlo tem. Se no que diga ha cen-nra, nao e
ara presidenle, a uma serie do presidentes,
romeando pelo Sr. bario de Villa-Bslla, que foi
do pre-
-Baila,
quem fez esse contrato, que por denafe iroprevi-
dente nao resolve os interesses da- provincia.
UmSr. Deputado:E acaba no Sf. Assis Ro-
cha.
O-Sr. Meu.o Reg : Nao senhor, nao tenho
intengo de seosurar presidente algn,, porque
creio qne as fallas da companhia nao sao conhs-
cidas, nem toleradas peta admiaistracao.
OS. F. de Oliveira :Parece qoe nao.
O Sa. Mello Reo :A disse qe a *ubveoco
paga em vista de attestados db administrador do
corre e independente de daspacho da presi-
dencia.'
E. sendo a subvenrao paga sempre integralmen-
te e sem duvdas, com razan dizem os relalorios
qne a companhia ounipre com-a* DrigacSe* do
contrato.
Entrelanti nos que sabemos oestes faetos, tra-
zemo-los ?o conhecimento da assembla, e se o pre-
sidente os ignora, agora fiar sa&eodo, licando
alias crin orna autonsacao que o habilite a pro-
videnciar como o caso exige.- Nieto vai sem du-
vida ama prava de que nao desconfiamos da ad-
ministrarn e acreditamos que ella far o aso
conveniente da antorisacao,. e se o nao zer, aca-
remos eom o direito salvo-de censura-lo na sesso
seguinte.
Ppr eooseginte fra- de- proposito eavotver o
presidente na discussao. A mira- causa-me sem-
pre nm certo constrangimentn o facto d querer-
se fazer de tudo questao de confranca, faltar-se
todo o proposito no presidente ; acreditra os no
ores deputados que isto- me incommoda, princi-
palmente por ser mea espirito mais propenso
attitude de opposionsta.
O Sa. G. Drummond : Eu nao decline* nomes.
OSr. PsDae Arrortso :Quer fazer questao de
confianca pr isso.
O Sr. G. Drummond.:Nao fie questao de con-
fianca, disse que o primeiro responsavel era o pre-
sidente.
OSn. Mello Reg .Disse o nobre deputado
a primeira vez que fallou, que era raelow dar na
mando qoe na pedra......
Eu lo.nei isto em consideradlo, _e accredite que
se acha-se motivo para dar na. mo, nao faria ou-
tra couza, deixaria era, paz a pedra arreraes-
sada.
Quero fazer ainda uma obeervaco ao meu no-
bre collega deputado pelo 5 distric> a respeito
de um aparte que me dea pariicalarmenie, como
que em confidencia.
O Sa; Rufino de Almida d um arparte.
O Sn. Mello Reso: Qoando eu refer o que
se passou entre mim e o gerente da companhia,
disse o nobre deputado qae a sua resposta era de
quem nao me julgava com autorsafo para Ihe
perguotar cousa alguma.
Um Sr. Deputado : Eu creio qae foi assim
mesmo.
OSr. Mello Rogo: Nao, quero aier juslica,
ao gerente da companhia; tratou-roe at com
milita attenro, con todo cavalheiriscao, fraur
queou-me tudo quanto precisei examinar, Oquei-
IIir por isto muito penhorado.
Um. Sr. Deputado :Nao faz isso s com o no-
bre deputado.
O Sr. Mello Reg :Fago esla juslica ao ge-
rente da coinpanhia,.e se tratei deste asaumplo oi
por me parecer que o. nobre deputado nao iater-
pretoa bem aprocedireento desse cavalheir .
Ainda no ioieresse de nao roubar muito lempo a
casa, lmito-me a que tica dito.
0 SB. HENRIQUE MAMEDE :Sr. presidente,
entro nesta discosso cora alguma timidez, porque
vejo que a maioria da casa se pronuncia contra a
a Companhia Pernambucana; mas vou faza-lo s-
mente com o fun (Ih explicar o meu voto.
Declaro que nao vou fallar exclusivamente _
favor da Companhia Pernambucana, porque nao
tenho interesse nenhura particular, nem favor
era contra ella; mas voa apenas prononcar-me
contra a opimo de se diminuir a subvencao da
mesma companhia.
Entendo que o contracto primitivo ainda est
em vigor.
O Sr. Mello Reg:J mostre o contraro.
O Sn. Henriqus Mamede :O que se fez, ful
simplesmente um accrescimo ao contrato primiti-
vo, e assim esse contrato, na minha, opinio, ainda
permanece em vigor.
O Sn. Mullo Rf.uo:Em que se funda?
O Sr. Henrique Mamede :Fundo-me em. di-
zer que nao houve verdadeira novac.au de con-
.trato, e sim apenas um accrescimo no contrato
existente," augmontando-se a subvencao para a
companhia fazer viagens aljuns portos mais.
Um Sn. Leputado : Oihe que a propra le falla
de novarn.
O Sr. Henrique Mamede : Porlanto, eu en-
tendo que nao se deve o nem se pide diminuir a
snbveneo existente, porque ella est garantida
pelo contrato primitivo.
Se se tratasse somonte de dar autorsaro ao
presidente da provincia para alterar o contrato de
accordo cora a companhia, eu nao teria a menor
duvida em dar o. meu vol.
O Sb. Mello Reg :E' o que diz o additivo.
O Sr. Henrique Mamede :O additivo falla
tambem em diminuir-fe a subvenrao para.......
30000*000.
O Sr. Mello Reg :Que duvida.
O Sn, Henrique Mamede :Nao duvidaria em
votar pela primeira parte do additivo do nobre
deputado, mas pela segunda absolutamente nao.
(Trocam-se apartes;.
O Sr. Henriqub Mamede :S3 o contrato marca
a subvencao, de 60:000*000, como poderemos tra-
tar de draluui-Ia, sem previa resciso do con-
trato ?
Se assim procedermos, se assim fallarmos a te
dos contratos, ninguem mais querer depois con-
t-alar com a provincia, porque nao achara garan-
tas. .
Parece-me, Sr. presidente, que uma ma sina
persegue as companhia* nacionaes de nosso paz ;
hontem foi a empreza dos trilhos urbanos de O in-
da, hoje a Companhia Pernambucana; se ellas
pertoncessem estrangeiros e fossem dirigidas por
elles, tal 'ez nao se levantasse nesta casa nenhuma
questao contra ellas.
Um Sr. Deputado : Isso um chavao.
O Sr. Mello Reg :E o gereute da companhia I
brasileiro?
Outru Sr. Deputado : -Os maores accionistas
da companhia sao estrangeiros.
O Sr. Henrique Mamede :A companhia na-
cional, e o Sr. Borges creio que brasileiro.
O Sb. Mello Reg :Eu perguntare isso a
elle. .,
O Sr. Henrique Mamede :-Consta-me at qne
natural da provincia do Cear.
Entendo como ns nobres deputados que a Lom-
panhia Pernambucana nao tem cumprido com o
seu contrato, sou o prlueiro a reconhecer isto,
mas reeorrendo aos relalorios das presidencias
passadas, eu vejo precisamente o contrario, aspira
qae no do Exm. Sr. Conde de Baependy se diz
o seguinte:
A Companhia Pernambucana contina a pres-
tar importantes serviros ao commeroio desta pro*
vincia e das Alagnas, Parahyba, Rio Grande do
Norte e Cear, para onde tem feito navegar bar-
cos de vapor, com toda a regulandade.
No relatorio do Exm. Sr. senador.Fredenco ue
Almeida e Albuquerque encontr o seguinte, qoan-
do (alia da Companhia Pernambucana: '
t Esta empreza lem presiado servicos incontes-
lavis, desenvotveudo o cpmmerco entre eta pro-
vincia e aqueliarem que,tocam os seos vapores..
O seu servico feito por dez vapores, con
ponrualidade e contento.
O Sr. Mello Reg :rsso que eu contesto.
O Sn. Hkkhique Mamf.de : Logo, eensnremos
o presidente da provincia.
O Sr. Mello Reg :Eu declaro que o censar-
por ter dito isto em seu relatorio.
O Sn. Hesbique Mrmwe : Accusemos os pre-
sidentes que tm dito que a companhia tem cum-
prido eom os seus deveres, ou ento debemos d-
acensar a companhia, povqjie para mim o i* re
ponsarel peto nao eumprimento do coaMIe a
presidente da provincia, e- sobre elle deve cahir
toda a censura desta easa.
O Sb. Mello Reg :Ainda que eu eotendesse.
que devia aecusar o presidate, nao o aecu-ra
mais, porque parece que ha milito desejo.
O Sr. Hknriwe Mamede :Talvez que o nobre
deputado nao tenha desejo de acensa-lo, entretan-
to, a censura que faz companhia recabe sobre
elle.
O Sa. Mello Reg':Btt-eaganado.
O Sa. Henriope Mamede :Ao menos a opinio
do nAre deputado est era contradieco con o
que diz o relalorio do Exm, Sr. senado Frede-
nco.
Um- Sr. Deputado :A companhia serve mal
todo mnndo.
O S. Henriqub Mamede :En tamben son da
opinio que a companhia nao tem servido como
deve, nao tem cumprido O' coorato ; mas qual
o mel de remediar isior" Qual o verdadeir
fiscal do contrato ?
Um Sr. Deputado :Se o pres'dente ten estado
esquecdo, mandemos-Ihes-estekembreie encarta
fechada, e elle ser mais-cautetoso.
O Sr. Henrique Mamroe : Nesse caso ser
mais conveniente aecusarmos os presidentes que
lm deixado de cumprir os sea deveres, que lm
deindo a companhia inflingir o contrato, o que
eiiKtodo o caso ser melhor do que por nossa vez
lufongirraos tambem.
Um Sr. Deewtado:Ple ser que a actual ad-
raimstracSo tome providencia.
O Sr. Henrique Mameoe :Em resumo direi
que se voto contra o additivo do men nobre coile-
ga, somente porque entendo que nos nao pode-
mos alterar o contrato.
O Sa. Mello Reg :r-Caaa nm vota oomo en-
tande.
O Sr. Henrique Mambdc :Nao tenha o mni-
mo interesse particular na questao, comojidfeee.
voto conforme a minha. oonseiencia. Entendo que
a companhia nao tem cumprido o contrato,_ e'se
ella nos viesse pedir augmento de subvencao ou
qualquer cutro faver, seria o primeiro- a dar o
meu voto contra. So se tratasse somenle de dar
autorisaco ao presidente da provincia, para fazer
algumas aheracSes no contrato, de aceordo eom a
companhia. e de maneira que seja eHa^cumpndo
fielmente, votara favor; mas para dwninuir-se
a subvencao, que ella tem direito, etendo qne-
nao o devo fazer
Um Sri Deputaro.:Mas nao se trata disso.
O Sr Henrique Mam* :E' o que diz a se-
gunda parte do additivo, a do que essencialmente
se tem tratado na presente discussao.
Um Sr. Deputado :O nabre deputado eslude o
additivo.
O Sa. Hbnriqve Mambdk: J estudei o addi-
tivo, o nao podendo concordar com a sua dsposi-
ro, voto contra elle.
Encerrada a disenssio approvado o art. addi-
e 3 do art; >, regeilado
13:8i0KKlft
2:00O#0OO
de confor-
tivov bem como os l*
o 2*.
Entra era discussao o seguate artigo addi-
tivo.
Ao art. 10, accrescente-se :
8 U. Inspec-ro dsalgodo.....
5 12. Expediente........I
Ao art. 16, accrescenle-sc :
60. 320 rs. por sacra de alg.-dao,
nwdade c m as leis ns. 607 e 710; ,
As disposiroes permanente?, augmente-se :
Arl. A inspeceo do algodo creada pelas leis
ns. 607 de 3 de abril de 1865-e 710 de 9 de mak.
de 1867 ser estabelecida coc as segrales modli-
caroes.
Io A inspeceo e peso de algodo nao. sero
o tinga tonos.
p 2.* O presidente da provincia marcar em re-
guiamenin, que, sem prejuizo da exeenco, fica
dependente da approvaco da assembla provin--
cial, o modo, lugar ou logares era que 9 servico
deve ser feilo.
| 3.* O pessoal da reparlieSo, creada as referi-
das leis poiler ser diminuido, se a exigencia dit
servro o permittir.
O SR RUFINO DE. ALMEIDA manifesia-se eon-
tta o additivo do memhro dissidenteda commisNi
de orcamento provincial, que manda por em exe-
cucao a lei que restabeleceu a extracta inspem;^
do algodo, e funda a sua opposico em que n"
tem a assembla provincial competencia para non-
dar por em execurao uma lei, que foi juigada in-
constitucional, e por essa razo suainctiida a -
sderaro do poder legislativa geral, de cujo dei-
so final ainda e*t pendente : fa* o hjstorico *
que se passou por occasio da discussao daquella
lei e das razos que deram lugar a ser elia suo-
mettda ao conhecimento da assembla geral, e u-
nalisa o seu discurso, mostrando a inconveniencia
da mesma lei cora relacao aos interesse* geracs
do coramercio, que hostil ao restabeleciiuoulo da
extincta ipspaecao.
OSR. G DRUMMOND faz longas considesacoes em
opposiro ao artigo additivo.
O SR. J. MELLO REG :S- presdeute qnando
me resolv a submetter a consideraraO' ua c:isa "
additivo qua trata da execueo das leis que creara
a inspeceo do algodo, tinh estudo e conhe-
cimento da materia.
Dei-rae ao trabalbo de- averiguar tudo qnan.
existe sobre a quesio, foi assim que consegu for-
mar a conviccao.de que a inspeeeso do algodau-i-
uma providencia que urge adopiar-se. Farei en-
tretanto o histrico da questao.
A inspeceo do algodaj nao nma repartir"
nova, ella existi turnios aonos e nunca soffiou
impugnaro, nem desta assembla, nem dos pedv-
res geraes. a sua conslitucionalidade minea oi
posta em dnvda, ,
Mais tarde foi a inspeceo reunida ao consulado
geral e esta casa por motivo de economa, snp-
primio a repartlco provincial, deixando que o con-
sulado continuasse a fazer o servico, com > de tac*
to o fez, cobrando nao obstante o imposlo da capa-
tasla. Com a extineco do consulado geral Hcou
tambem extincta a inspeepao do algodo.
A exemplo de Pernmbueo, Parahyba, o Ma-
ranhp, o Cear o as Alagas crearam inspecc** :
e nao houve all presidente que consideraste in-
consttuclcnaes essas creares, nem o giverno fe-
ral, por sua-parte o fez, nem mandn suspender
as leis ; apenas as Alagas, crendose raspecca*.
parece-me que em Penedo, e envolvendo ella ma-
tena que se jalgou ofensiva do interesse de "U-
tras provincias, occasionou este acto duvilas se-
rias. O presidente da provincia represento i ao
governo geral contra essa inspecro, o governo de-
cidi que a lei era inconstitucional, mandn sus-
pender a saa execuco e afinar foi revogada.
Depois disto nuoca mais se snscitou qflesuo o.-
inconstducionaldade, e as inspeccoes **"
Cear sem nenhum embaraco, existe no ar.i-
nho e existe hoje as Alagas, e se o foverna
*t
geral visse que a crearan
era inconstitucional, fc'
na Tomado provl*3S" em relaco' a todas as
proviqbias, por que nao s. era Pernataboeo ^
a inspecro pdfaer inconstiluclonM.
(H\ nm aparte).


I
Diario de P^
traabnoo
Quinta felra 14 de J ulive de 1870.
i
" I

r.
-x-----------
O Sh. Mello Rko .0 con-elho
mittiu upiuiao com relajo a Inape
"Penado, prqi
viocia de St
Era I8f>< uva inspecgio do algo-
Tjio c lente, que entao era
o Sr. a sanccionou.
Sanceionada a le, como ora facultativa, o mes
ni. Sr. Cajstello Branjo iiudeu .
.cuta l,i. e no seu rcA a as&mblW provTE
al, dando as razAe* tMHiliMiii havia ejecutad:
a 1 ei, allttfoa asm -e que nio havia
neco-idade da uqderaj&e
que se en au vis,.- im>sc oxpresideziie'ufll esai-
rit'i ieei>> e um carcter elevado, dira que linha
sido um.i inepecia attgao de uftia le, rMmw-
cida intil pelo presidente qu a sanccioBoo 1
Um Sii. Da'UT.vDo :Lei faeulliliva.
0 Sn. Mullo Rbg :Maj o Sr. CisteHV Braa-
o. om todos os sccs motivos de nio execucao da*
lei, nao Ihe attribuio mconsttuciunaliJade e esta
awmb&a convencida da ullidade da le* qae de
erotira, o querendo faiela executar, resol vea vo-
xar outra determinativa, e nao de nura aulorisa-
ri'. Kst.i niiva I i uiiiietUda ao vice-presidente
0 Sr. Man .ei Cli'nieniinu. esto fundandu-se em
:a informac/io du iu^erlur da thesouraria pro-
vincial, que cnt-vn quasi as inesmas razos dadas
n.i i-xposigao do motivos,'negou-Ihe sanegao.
Un Sr. Depuuad3 : Creto que elle foi ni
lem.
O Sr. Mello Rkgo : Tenho ludo aqai; He
.{ruiou-se pela iii.'onnwao do inspector daihsou-
rarta. Xcsis sna.' razrjes dfl iia-i sanegao o pr-
ndente diz uiuito vagamente que a lei oliendo os
principios coostituwonaes, mas nao deleniwou o
artigo da eonstiluigu cnfringiJo.
(Ha am aparlel
OSn. Mello Rafeo :-Nao e?tou rxeio aiha
censura ao Sr. Manuel Clemoutino, sei \ne elle
pntcfldri cow escVupalo, e os escrupnles devdra
ser respei lados.
.wSn. DitftrrAoo:N'eti sempre si irtTrfhdea
coustituicSo quihdo se fer um artigo especial-
tni'iite.
O Sn. Mell Usgo : Ello estabeteceu prinei-
pi >? econmicos, mas niocitod o art, da constitat-
Co.
O Sr. TvtnKs db Vascoxcbllcb : Nao sel'
por que seja necessaria a irispelgao para o algo-
dio .aando o assucar, o feijiu, o milho etc. nao
lein i (ispee rio.
O Sn. Mbu.o T.Efio :Por ora eou expoudoo
que hovti, na i estou disculindo a materia
Vof.emos a le. A assemblea re*oleu por dojs
;er<;os que fosse novameoto spbmettida a sancr/io
! i jirt-sideiite, h o Sr. Abilio Tirares a sanccio-
uoo Oe^ois di- sanccionads a tai, o Sr. Villa-Bil-
la, femando (Sonta d presideflcia sanccionou, aid-
d* urna nutra le qe tinla roTeretvcia i inspee-
i:5o do aJgod>. e providenciava sobre a capata-
za ; trni d'-pois (este acto, p.>r motivos que a
y;i anreciar, ou ni eoohee. eatendeu que devia
corisultar ogoverno geral sofcri a execucao des
rt-ferMas lili. Ew aqui o ofBcio que dirigi ao
ministro : (l).
l**f icio iti gvcrno de Pernambuco, em 16
de junhj de 1867. IU n. e Exio. Sr.A assem-
bti egislailva dessa provincia tratu de elabo-
rar, o i iSf iim projfrto de lei cranlo urna
in>petjio a .ilgoJao "dita cidade o qual por
falta de tempo uSo pude ser pprovado. m 1868
foi eite suliraeiti.l.i sancco da presidencia e
protncJ^^do crlTi lei- SjIo e-ta cmie'bida ero
lermiM facultativos, o pratio presidente, que a
s!fli.inoli, di-ixcid de ifir-Wie execi-) pelos
motives que cxpeudeu em seu relatoriu, que a
ste ni ftrx.
> f. actuasgen) ao espiito lo seu so cessor, cmse
Ihejrj Joo LUstosa da Cunlia Parauagu, nao
ijuiz faier uso da autorsacio oncedida por a-
quella lei. Em visu disto a assemblea provincial.
em sua sessao do asno passado, rsolveu decretar
de Km modo imperativa a ereacao i referida
inspec|5rio.. A sanccao de'sta r da pelo vico-prosidente Dr. Manuel Clemeniin
Carneiro da Cuaba pelas razSes constantes da
copia ob n. 1.
'VolviJa assemblea c seUdo approvada era
ses-^ deste auno por dous lerQis de votos, fo1 a
referida resoliicao sanccioa.ida palo vice-prsierr-
le, r. Abilio Jos1 Tavaros da Silva, que en;ao se
achara na administrarlo da provincia.- Loga que
foi publicada esta lei, a;ipareeram na impreusa
opiuioes pro e contra a sita constitucionalidade,
e bem tisitn sobre a utilidada e conveniencia da
creicio da insijeccao. iVeste ultimo seDtido rece-
bi da Assnciacao C'mmrcal tiesta praca a re-
preaeatieio por copia an'xa .ib n. 2, em que
ella procura demonstrar a iraproli -uidade da me-
dida adoptada pela lei para chegar-se aos us,
que leve em vista e o< inconvenientes que d'ahi
resulam para o commercio e para os agriculto-
r.-s, eoncluindo por pedir a sua nao execucao at
01 "i-i do giverno geral. a quem pretene diri-
itir-*e oo caso de nao ser atlendida por esta pre-
m enca.
k O.lerendo formar um julzo mais seguro so-
I r,. a xlilidade da referida lei contestada pela As-
s'>.-ii 11 ropresentacao o baro do Livraraento, como
<-'.i d.M negaciantes miis importantes e de muita
prnira, Esquivando-se, purm, este de emirtir a
>n "piriiai, ped o parecer do Dr. Luiz de Carva
'.':.i's de Andrade, pessoa que julgo para isto
Ium .mis habilitada por seus conhecimentos eco-
' mo e estudos sobre o cdraraercio e agricul-
i ., : e'le manifestou-se pela creaco da iuspac-
..!, rumo V. Exc. ver da copia n. 3.
H.n quanto assim proceda a Assoeico Gom-
<-i .1. ;is cmaras municipaes de Cimbres, Agua-
5V ta. Bonito, Garanliuns e os cummercianter de
..l;!'td> da povoacao de Trombetas dirigram-me
re;ireseulacoes pedindo a execugao da predita lei
i ir ser da urna garanta salutar dos interesses
dos prodnctores de algodao. Cumpre me dizer a
V. Exc. iue o inspector da thesouraria provin-
cial e o Dr. proeuraior fiscal, lendo sidD ouvidos
s itire guses representagoes, manifejtaram-se con-
tra a ereaca} da inspecQo.
A iucohstituci'jnalidade da lei tambera urna
I est.i de bastante gravidade. Comquanto o Dr.
M ni >! Clemeotino nao indieasso o artigo da Con -
si'.tti rai&M da nao sanccao em um principio, qu*o sof-
fre restriccao pela' propria Constituicio, todava
as resolui;5es imperiaes de 9 de agosto de 1813,
e 18 de dezembro de 1830, as consultas das sec-
;o do impeeio do conseibo de estado de 5 de
julbo de 1843 e 1844 parecem tirar tofla a duvi-
da a e-te respeito, |ironunciando-se pela incoasti-
tui-ionalid de da referida le.
u .\chando-se, porera, esta sanccionada publi-
cada cora as formalidades legues, vacllo se devo
ou nao dar-Ihe execucao, e n'esta incerteza recor-
ro a V. Exc. rogando-lhe que, em Tista do tudo
qirinto (tea expendido, se digne de esclarecer rae
uutireo m'elhor alvitre que devo tomar. Entre-
lant i Gco preparando os regulamentos neces.-arios
para o cato em que V. Exc. julgar que d;vaser
. xeenuda a le quo me tenho referido.
leus guarde a V. Exc. Illni. e Exra. Sr.
c mselbeiro Jos Joaquim Fernandes Torres, mi-
nistro e secretario de estado dos negocios do im-
teno,O presidente Baro de Villa-Bella.
(Trocamse apartes.)
O Sn. G. Drujimono: Nesse tempo o Conser-
vador combata a lei.
:0 Sa. Mello Uego : N'esse tempo nao se pu-
blic iva ainda o Consorvador.
OSt. 6.DaMyD*>:--0u outro jornal do par-
tido
O Sr. Mello Reg : No Diario de Pernambu-
co censurou se cora a responsabilidade do partido
i voto da. assembli, fez-se apenas coro com o
nobre deputado, quo era conservador, e tnha en-
lau assento n'esta ca talo nao pdia ser tomada como questao de par-
tido.
C/intiouerei com o que ia dizendo. Foi a As-
Mcia^o Comraercial quem pedio ao presidente que
submettesse a queseo ap^governo geral; mas nao
i >i pela razo de inconstitucional idade, como aca-
bon-de allegar p nobre deputado.
Sr. R. d'Almbida : Fosse oa nio fosse,
est pendente de discussau.
v (Ti-usam-se ramtas apartes.)
.0 Sr. Mello Bjoo :- E' inconstitucional a ins-
pecio I E como existe era outras provincias, e o
rno nao a julgou ainda inconstitucional ?
Ha Sr. Deputado :Qual foi a resposta do offl-
ci t
O Sr. Mello Reg : A resposta foi o aviso
S9 de julbo de 1867, dizendo que o presidene
n.-ndesse a exenujcu^da leiatque^o g
'-i'-nlvesse, mas anda nao consta vituco aguma ;
cM-ie- apenas este aviso de quatro ou cinco li-
Uj Sb. Deputado : Fossc at d*e urna linha,
mandn suspender.
O Sr. Mello Hego : Aqui es: agora a re-
pr; la Associaei > Comm
o e-|?.lnMgn aapalnwttf por ca-
s em ber-lhe a icio do algodao, 8 fax disto o
pro-
no a asserabl' ipoae-n
falsa, ao pre? ta l((0j
sen arguvito de ineonstitocioilalidade, all-igaad *'r;idai
qae qualiflear importa laxar o wideuto di
ria ; dase mais que1 a medida era" incmvenlWrte, **3t Ml.^eroadeira,
porque a repartelo nao podara dar prompi'e*- WnCtrM',MBti atribuir.?
pedante a lodo o aigodat que vera a^nerJ|dtqmi p Rfffr /W*lo inizesi
diariamente, o que sem fnndameato, e eonclnio urna asse' Wat wniiregari
'.-alai trrro
A associa^io j
entrara
' potKit
uld*div
- abq?.
wiyecjno. > <"? <
V, pois," a casa que
de sua assuciagao, que
aversara da mspeccao
r-se
icas
wrias,
a fonfaie__
:u pequea laxa, 4fl
r do qq detpeu sufQcieBt
esta medida lodos o
Hflsfeitos oflw
i n.fnUhtaioem{a.c9rAa
f os a &* wuinii i acin
, itiSXe 3WBc
si S. Mpyr
rwowirar o .
Troca-Se utros a
O ?.*. mu.. Reo o
coBip^tdj^Hfto nobre
maf pertth'Dt ainda q'_
ni4,^ sem iluvi.la nv
irse por urna opiniio
wurbem acootecer. a
Sa o recursa -fle
eiro e fa
tra oalliv
te msdo I
[inutilisar a
meiodesuppor lodos
que o erra era
>nhcro, d:
n**sti materias,
om 'a mmlia oo-
'da'ldra.
leccao de Dircito criminal pelo Dr. Farreira Jau-
MACROBIA.-Segundo urna' certa ecripta do
i da Madre de Deus, acaba de Tallecer all ama
mullier de cor preta, de nnme Onitaria, verdadei-
^Htcrobia : chegou a ver tercauoti netos; nao
tiftlu menos de i 11 annan, dizia elfa":"deixou una
descendencia de 80 individaes, entre lllhos, netos.
^^^ bisMIiH tt*eei-M> netos. O uloo i
toaHnaisWpa anno
TRABALHO
DE CRIAXCAS
commercio, pelo orean
tem Mdo a mais teinfvlt
nao desconbeeea Bcea-
sidade de providucir-se sobre os abusos que oc-
6orTBTn tas trnsameles: di? atuodau; n tembr* o
meio de estabelecer-se balancas publica* : e.niea-
de |ue necessario Uscalisar o peso das mereado-
rias, e nao regeila a, iotervencao oCQcial, com
protectora d*s industrias!
Sa. Rumie de Almeda :- Entre o que a as-.
socia^ao propoz e isto' ha urna differeac.a eaortfte.
Outro Sft. Dbfctado :O que a as:*ca3i quer
polica.
O Sr. Mllo Reg :\*> isto o que lia diz.
ARnra K-nrin lambein aqu u parecer do Dr. Liz
de Cartattio-"'^ m irabllm importante molino-
so, dlgao de er do. Nerte oareeer a qnestSo
est dscnti'la com precko a proftcKineia, o o
juizo 4e*se fooccionano, que actualmente o che-
fe de mma reparti fiscal, a ais InVportirie
talvez da. provincia, nt deve M wprasado, ab
contrario 4ev merecer toda a accrtt*r,ao, e ent
meu aniuw muilV) pes. A oppliiW* cw 8r. Dr
Luie de-Carvalho a mais favor**el a criaoSo da
insfeco, julgo-a urna necassiiade, unta prbtl-
dencia de moialidade pnWlea.
Estfl.pavecer 6 .inda mais cte$o qne a repre-
seotaca* da assoeiacao, e por isto deixo de telo,
w*l pWffi-o a disposi^o de qowtf o qneira lr.
08u. R. de Almbo* A mlhha q\wwiSo na a
ser ou nO eonreniente. <\&t rSo pi)damos.
O Sa. Mello Reg:-1 En chegare opportuna-
menla este |)tfoio da ^ristSo, nao me destoque
a ordem de cnnramles que estou exp-md i.
Aqai e>i umbeiii ama rep rasen lacio de diver-
sos commercaotes, pedimdo a ereacao da ins-
pecrio.
Us Sr. D3putaoo rE das cmaras munici-
paS ?
O Sft Mello Rgo :- Nao tenfc'1 aqui as repre-
sehtacSes das cmaras municifjaes, mas consta
do ofHcio d > presidente, que ja '|ue multa
lelles representam fto sentido do crea^u de ns-
| pe-cao, e nest casa exijtem isovas reprfcsenfaySes
'"reitas este anno.
Aqui est Limbem a informaclo do administra
dor di enhidtMd e o pireeer do procurador geral,
ambas esiaj pecas em fator da mspeccio.
Collitcida a qeSto'nenie jionto, em qne de um
lado a agricultura atrofiad- pe m f' e pela
rraude, pedindo Como garanta e proteceao a crea-
eio da mspecrSi!), do outro o commercio, advo-
Sando iqteresses puramente seus e de legitimida
e equivoca, porque a inspeo$3o Ihe tira a
tutela que exarca sobre os productores; a pro-
lecco ao mais fraco necessaria. A agritsul
tura sem duri ll -o fraco- porqu soffr floff au-
daefles ri. en priducto, e Sojeiia-se ao preeo e
qualidade que o cj'nprador Ihe qtter dar e hn-
por.....
(Trocara-se aparres).
O 8. Mello Hego :A falla de inspseCaa
todi em favtir dos exporuilcres.
L'm Sn. Deputado -.-QiWtiflo bsvia inspec'o
nao se clavar os nSesinu abusos e as masmas
ijueixas ?
OSr. Multo Reg :O prega e qaalldade da
algodao sao hoja dado pelo 6 rnprador, e o pro-
ductor, ou delta de TBile"'' ou se sajeita a ism.
UuSn. Deputado :E a codearrencl da que
Serve?
O Sn. Mello Reg :A conco-renfiia desapa-
rece desde que os negociantes se combinam entre
si, e creara o rrtouopolio; ne'ste caso a deflercnca de
preco nao ha, u prego 6 um s.
(Trocara se mullos apartes).
O Sr. Mello Reg :O (aeto que os pro.
du tares san constantemente lasados, nao s na
quahdade como no peso do genere ; eslao sfljeltos
a defraudarles constantes.
O Sr. R. de Almeda : Porque se trlj d o
mesmo com o assucar ?
O Sr. Mello Reg E' a primeifa vbt, que
vejo o nobre-deputado tito mil infirmado: elle
qu terh sempre informaeoes milito minuciosas a
todos os respeito mal informado.
O Sn. R. de Almeda : -Si eu quizase drzer o
qoo si a resuelto da inspecglo do algodio teria
m dito que dizer.
O Sr. Mello Reg : Porque nao diz ?
O Sr. R. db Almeidv :Nio me convem.
O Sr. Ignacio Leo : Eu julgava bom que
discesse.
O Sr. MeLlo Reg : Pegvlhe que diga ludo
quanto sabe, que eu tambem direi quaato sei,
e com isto ganhar a casa em flear sabendo muilo
cousa que ignora.
(Trocara se apartes).
O Sr. Mello Reg ;Se o aparte do nobre
deputado insolve insinuagao, exijo que a torne
clara, nao quero mysterioa.
O Sr. R. de Almeda :Nao fiz iasinuaoao al-
guma.
- O Sr. Mello Reg :Bem, voltarei a questao.
O commercio d i assucar feito por meio de cor-
respondentes, qnasi todos horaens intelligentes,
pralicos e conhacedores do commercio; o assucar
nao genero que se venda iofardado, venle-se
vasaios os saceos, e asoim toda a flscasagio se
pode fazer; nao o mesmo com o algodao, que
se venleem fardos, e quasi sempre os car-
gueiros qaem o vende. Estes cargueiros, qnasi
todos ineptos sem conhecer os deffeitos do nego-
cio, ou sao lugrados por sua inepcia, ou deixamse
lograr por provelto seu.
O Sr. Ignacio LeIo : Encarregra pessoas
intelligentes.
O Sr. Mello Reg :Isto que nao estar a
par d qoest I O faeto este o genero eo-
tregue pelo productor a agentes ignorantes, qne
nao sabera havec-se na occasiao da venda. Afem
di lo o genero infardado, nao se se presta a um
exaroe menuxioio.
Dizem os nobres deputados qne se evitava a
fraude se os plantadores de algodao livesem cor-
respondentes, como os senhores de ertgenho, mas
nao attendem a que os senhores de engentao, fa-
zem consignago de urna safra inteira, e podem,
por Isto, ter correspondentes, entretanto que o
'individuo que tem urna ou duas cargas de algodao
para trazer ao mercado nao os podeffl ter.
A produego do algodao nao como a do assu -
car, que est concentrada em mios abastadas ;
est destribuida por raaos, em geral, pobres, est
demasiadamente devidida.
"E como dii^e, quem s tem urna carg de algo-
dao para vender, nao pode tomar correspondente
Um Sr. Deputado :O raatudo que tsm sua
carga de assucar vem vende-la ao mercado, e
nao soflir'e nada.
O' Sr. Mello Reg :J disse qne o commer-
cio de assucar fefto de outra forma, e por meio
de correspondentes, os qaaes vendara tambera
assucar dos pequeos productotes.
Arguuientu-se cjio o acto addicienal, disse se
que, estando a lei sujeita ao consellio de estado,
nao poda mais ser renovada a questao nesu casa
(lia um aparte).
O Sa. Mello Reg :A optniao do nobre de-
putado pode ser muito respeitavel, en como tal a
considero a ranito; respeito, mas entendo a quesio
de modo diverso, e Ihe pego liceoga para descor-
dar na thoria que erpendeu. Desde que
acto adlicional manda que a lei arg Ida de incons
titucional volte a assemblea para ella rocon-iderar
a materia, est visto que a assemblea reunindo a^
ao presidente, tambera es'e dere reconsiderar o
seu acto.
Assim como a assembda, no eaeo de utn3 opi-
nio errnea, abrigada a corregir sen erro, ac-
eitando as razSes de nao sanegao da lei, o pre-
sidente quando a assemblea insista em suaopiniao
e elle reconhece que o erro seu, que attnbnio
incon-ti;ucionslidade a urna lei, sem rata) plau-
sivel, devr seu sancciona-la.
O Sr. R. de Almeda .Sendo negada a saaegao
por Inscnslitucional nao pode.
O Sn. Mexlo Reoo:Eu paito deste principio:
se o fsfto de eatender o presiiente que urna
Sh ;i a|ttia assMtibMB!provincia*? ftcaqTe^nzraas i"comple-
las
ceo, a qual servio de base ao ofBcio dft pre-
ite ; tao extensa que, a lr a 1er toda, a
^adeuda da casa se esgolar
s nao do seu contedo.
farei antes um re-
ta*- ii.ntilidades o pi ser ludo, e e
qTfeaudo" muiu buu chanchel*ia. (A>ia4oe).
'A pr*aleew a ofinia do tiobrr deputado, lodo
o esforgo da assemblea, todno seu desejo de ser-
*yir a provincia qulbTa^etia aa\e urna deetsragio'
da iucoustitucionalidade por parte do pj^dasta 1,
O Sr. G. Drimmond : Precisa que tlfefs tf
apnio dys uodere* ceraes.
O Sr. Mkllo Rgo .-Este reih d pensar' me
desaaiuia ,E at depinru qae nem a postea)
dMnambro n'sta Casa fac cm que cada'um'
.te nos delTenJa con iliaco uttnjuiges q
propriamente suas, e'd que o govarno procura
lodos os diasdesjejj la Deplort sea dunda que
sedamos assim, c-mi ilieorias ia, a nossaimpor-
tancia de legisladores da provirfcia, que sajamos
s primeiros a duvidar das do*as attrtbligrjes (
(Apoindos). i
Cm Sh. Deputado:Nao queremos rceds-
las.
O Sn. Suiza Leao:Eu tfttft tespeitar a l*
eonsiWidk.
(Trocam-se a par tes i.
U Sft. Mello IlBsb :-EH o quli otHadar a
cu-, deplore! HiTacto quesa'na.
m Su. Dkpotado Lasiimou que jti ra'
cumprissemos .w-nossos de'v'ere.
O Sn. Ped* AtMs : C' tavto assim nue '
as'Binttla- iirovinciaesrtBUlem boje siguifieago-
potinca.
O Sr. SoirrA fctX >: Parque. nao quer te- la
cumpratii com o sea deven l
O Sn. Mello Reg :E' un/protesto que fago
contra a tendencia p* a obsdencia caga... (H6i
ClamagSesL
O Sr. PitEStoctTE: ^-0 nftbM (Tdpatado conliue
o seu disriir>\
O Sa. Mili.i Reg:Sou iuterrompdo cons-
tantemente. V. Bxu. bem vi..
Al sa eUfende que a assatiMa provincial deve
estar dependente'UoeU#lhrd Stdo, que urna
qut-stao a elle sugeita nao pde mais ier solugSo
nosa I
(Troearn-Se maltes apSries).
Sr. 9uo Reg:Mas a iaastao esta : a
lei fui uFgmda de idconstitoleml porque tornava
obng itoria a inspecgao ; disse-le que isto era of-
fensiva da llbrdad de inustfB. Bem, mas con
vencido que necessario protideniHar obre o
m >do porque se faz o 6o"mmirco'do algodao, qde
naessft'rlo aiteader 'is repelias redanWgSes
dos prodcMres, propnz a exingo das leis que
crearam a IflspccSo, moiifi-inlo-as, tirando-Ibes
a parte que se d.zia iticon>ttud/nl. Se a assem-
blea uo pode f.izer isto nao 9eBM5o qaaes sao as
nos?S|ntribnigo>s. naiTsei oqm filias vallem.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Mello Reg:U pontt inconstitucional
da lei era a iuspeccao obrigatoril, e O additIVo bir-
ria N iBSpeceo "acaltatlva, eompttivel com aqillo
i>uo o'cormnetio tiglb: deste'nddo a inspcgSo
para queuj quizer, nao coacolo para ningem,
nem tropeosparS'd commercio
Port]ue ihi ha d esta assermia ter o poer
de fazez isto ?
'm 8n. Dcti-tado :Rntretanb a provincia qde
va pagando nos empegados.
O Su MelloIIeco:Os nobresdeputa1ostemi>m
tanto a ivpecgio ao ponto de entenderem que
traz aug nento de despeza para aprovincia I
Se tivesm prestaayattengao ts leis que cream
essa reparticao, e qu sto santcionadas, variara
qne e3l restaftlecido o mposto da capatazia na
razo de SO rs. por sacra de algidao
>5Sabem os nobres deputados quttHo pode se ar-
recadar deste imposto, sendo a* eatradas do mer-
cado orno tem sido, de i*0. 130 s 200 mi! sac-
cas ; por anno ?
Eu Ih'o direi, ha de wgar esta receita de 30 e
tantos a 50 cont de reis.
(Ja Sn. DkputaiJO :Paraisso precio_ que
todo o mundo leve o sen algodao a inspecco.
(JsiSn. Deputado ;A rraior parte sujeita se.
O Su. Tkixkiua o;: Sa :O goveroo Inora tni
queso reprodazain os abnss par* acreditac a sii-
inspeego.
Sn. Meixo Reg) : Nao comprehendo o seu
aparte.
O Sr Tkixeira ds Sa :Oigoqueo gaverno lu-
cra com a reproduceo dos abasos, para tornar
nee-ssaria a inspeegao.
OSn. Mello lleco :Nao posso comprebender
como um espirito perspicaz e atilado, Como o do
nobre deputado, tire esta cooclusao do que estou
dizendo.
Cra-se a inspecco para evitar os abusos, ella
existindo s ser defraudado qnem o quizer, e
nio ter em todo o caso motivo para queixar -se
sanao de si.
(Troram-se apartes).
Sr. Mel Hego1:Eu concluirei, assegurando
qne a inspeegao em vez de augmentar despezas
a provincia, produz renda, que nio convm des-
presar. No estado das no:sas finangas. conven
explorar todos as fnn.es dt renda, que nio foram
onerosas aos contribulntes, ou ao menos que a es-
tas d urna compensaco. Neste caso est a ins-
peegao.
Nao quero tomar mais tempo a casa, a questao
offereco assumpto vasto, eeupodia aproveita-lo con-
venientemente, mas antes de tndo devo pupar a
casa o desagrado da continuar a ouvir-me (nao
apoiados, muilo bem).
Encerrado a discussao, o artigo additivo posto
a votes e pprovado.
Tend) dado a hora, o Sr. presidente designa a
ordena do dia, e levanta a sessao.
si
_JBi diiQi anno pastado tai
a do Mitxot una nulher de cr
aorae Gertnfdes com 113 anuos.
COXCPRTO.-d do barytonoportttguex loaquim
Francisco Vieira, que devia ter logar Ifoje mt
tbeatro dtf'Stato Antonio, em conseqencia de
nio estarem de todo concluidos os trabalhos in-
ternos do edQcio, tica transferido para qaando se
annunciar.
LE1L0.Hoja i (Tecina o agente Martins o lei -
15a de moris, lunfa e*lflris fua da Sania Rita
o. 25 sexuado andar as H horas do dia.
OMPANHIA PERNAMBCANA.-Hoje o ul-
ulo 'nTa'Snique recebem caiga os vapores Pira-
liri *&kai para os oortos do norte e sul con-
fine o aimiineio da mesma companhia.
LOTERA.A que se acha a venda 153,
beneflcio da Santa Casa de Misericordia, que
corre no dia 16, cajos bilhetes se vhbdem na res
pectiva tbesoutar a, qne se ra'udou para a ra da
Caei *3, taWbem n loja dos Srs. Porto 4
Bastos praca da Independencia n. 37 e 39.
PASSAGEIHOS Sabidos para Mamamjuape no
vapor, nauional Corwipe
Joio Paulo de Souza, Jos Coelho Moreira, Al-
fredo de Arenna, Custodio Rodrigues Ferreira
Maia, Alfonso Francisco Chartini, Francisco E!vi-
ro P. V., sua senhora e 1 creado.
Sabidos para o sol bo vapor brasileiro Cru-
zeiro do Sml :
2o sargento Amonio Benedijto Cosme Darnjao a
Silva, Dr. Antonio Mauoel da Aragao Mello, a sea
eseravo Amaneo, Dr. Joo da Cuaba Beltrao de
Aranjo Pereira, africano tiberio Pedro, D. Luiza
Edelmira llibeiro Forte -um Alba menor. Albino
Augusto Generoso Batr^a, D. Severina, africano
ligerto Pedro,Gomas da Costa, Domingos da Silva
Pinto, Luiz Pereira Gongalv^s da Cunha, ama es-
crava do Dr" Antonio Jos r. Alves. Martinho da
Silva Cosa Jnior. Joao Martin* de Andrade, afri-
cano liberto Luiz, Joaqnim Jos de Furias, africa-
nos libertes Pedro lienedicto e Cardosu. 1 eseravo
de Caetano Baptista dos Santos, Antonio Casimiro
Lisbo e um fllho menor, Joao A. Machado, Fran-
cisco Pac ieco de Albuquerque C. Arcu-Verde, Es-
tanislao Luir. Ramos, Guilhermc de Castro,. Jos
Tlunnaz de Mello, Jos Luiz Nery da Silva, Rufino
Jas Rodrigues, Anna Felicia da Annunciagao Li-
ma, padre Urbano da Silva Monte e i eseravo, 2
teoente Joaquina Jos dos Reis Lima, Jos Guedos
Noguehra, Eduardo Augusto da Olivera, Galdino
Maooel da Coala, i os Rodrigues de Olivera, Ma-
noel Esteves Alves, e Mauoel dos Santos Valen-
tn)
Sabidos para u norte no vapor Guar :
A. Luiz da Costa, commendador Edmundo du
Reg Barros e ura creado, Jos Antonio Pereira
Vinagre, Joaqnim Aolero de Oliveira, sua senho-
ra, 1 cunhada, 2 tilhus menores e urna eserava,
voluntarios da patria Alexandre Jos de Sant'An-
na e Manoel Freir da Silva, cabo de sqnadra
Leoncio Pita de S Bezerra, e anf>egada F. Anto-
nio de Lima, Joo Jos dos Santos Lima, Castao
Daniel de Carvalbo^ Joio Evangelista Nery da Fon-
ceca Jnior, Manoel Francisco do Nascimonto. Joa-
aquim Jos de Oliveira, Joio G. de Oliveira e Ber
II .idilio C.
i
Ainda este trahalho est (onge de haver loma-
do entre nos o deseu volv menta qae j4 tem tldo
em outros paizes mais industriaes.
Ha por
nde se eni|
is as suas
bem se cu
gas o raaxi
se curar a
Ultima
grande es
de enijc'OTimenth no 3 lanco da elrada do sol,
avahada e. OflL
A arren ta sob as cliosalaa spe-
ciaes abaixo cnpq^^H
Secretaria da thesaarari provtaeaj de Pernaas-
bnce, 7 do julbo dq t8J0.
,aior,
ociagao.
rae.
de empedra-
ser feito de
jmenlo n in-
irt ?abrlea rn
_^rein que se tomoa por base o tra-
balbo regafirthent orgoafsido, e ao sal le-
'gou ura sysuna de in~trucgao e edhwgao, pro-
ojio para fazer dellas horneas uteis i sociedade,
sem sarilkio pan ninguem, pois que, cora o pro-
duelo do mu proprio trabalho, ganham as cnan-
eistanto a-p.w do corpo, como o do espirita Es-
ta in'stftrflgio pode ser de lio benficos resulta-
se for ampliada outras fabricas, que nos
parece dignas ele apontar-se cuino cxemplu.
A fabrica de cigarra* de S. Juio de Nitherohy,
alera de algnns offlciaes, conta um crescido nu-
mero de meninos, que admitte eomo aprendizes,-
e aos quaes alli se ensinam os diversos trabalhos
feitos no estabeieememe, e se torneee alimenu-
cao, ronpa, calgado, iraiamento medico e instrnc-
cio, que cousisl em primeiras letiras.calligra-
pnia, contabilidade e principios de religiio.
Deafarte os ehefes do importante estableci-
mento nio s tirara da pobreza e da ignorancia
grande mi mero de meninos pobres, como tambem
abrem-lhe ama carrelra industrial, na qua) al-
gutis delles ja tem encontrado bttros e proficuo
meto db Tida.
Ha nisto o interesa da fabrica ; mas certo
que prestara assim os seus proprieiarios um im-
portante servigo ao palz.
( Gazetilha do Jornal do Commercio de 9 de
margo de 1870.)
usuli
roen
5 t
conformidade
portaae i de i]L
1* O arrematante darl tmelo a obra no praa
de 13 dias, deendo conclui-las do ^le 3 rnezei,
coudos da data da approvagioda.conlraeu>.
3.' O pagamento da fm'porncfa do contrato ae
effectuar em dnal prestages igaaes, lendo lagar
a primeira qirabdo se honver execotado metade
da obra, e a segunda, qaando for ella ceneloida
e recebida provisoriamente ; deduzndo-se dos /
de cada urna, na furnia do artigo 94 do regala-
ment de 31 de julho da 1866.
4.* em tndo o mnis que nao so aeha spedUca-
do as presentes clausulas, observar-se-ha o cita-
do regulammto.
Conforme,
A. F. da Annonciagln.
Mofna.
Tendo aquartelado o 3batalho da guar-
da nacional, sob o |commando o muito co-
nhecido Jtenente-coronel Franc'sco de Mi
randa Leal Seve, acontece que as pracas te-
nham soffridos os incornnlodativos miifos.o
que n3o pode dfxar de verificar-se,porque
sendo a gurnic3o da cid-de feila por 99
pracas, o bat-ilho aquartelou com cerca de
90 (incrTisivel mas O demarda* e algitmas
paisana) n3o havendo portanto gente
sufciente para rendico.
A cotnmiseraQao para com os pobres gar-
das pede que Anca tenlia lugar o aqoart-
Isrertto do dito bataltjJo, afim de que nio
sotam. tantos vexa,mes, alem do prejuizos.
i4a os negocios de Olindi.
Commnniquemos ao publico no nosso anterior
artigo qne o Dr. Rufino Colho ira Silva, o verdu-
go da mnralidade e do direito alheio, eslava sus-
penso pelo Dr. jniz de direito daipielle termo :
Bem longo estnvamo? de ppnsar que o coj-Jo
tio merecidamente* recebi Jo na i profluzlsse etfei-
to; hoje porm vemos em pasmo'-que o mesmo
Dr. Rufino, a despeilo da suspeigao qne Ihe fui
mmm
PBLeCOES A PEDIDO.
SEVlSTADIARtA-
IMPERIAL FABRICA DE CIGARR05.-No In-
gar competente comegamos a publicar boje diver-
sos extractos dos jomaes da corte sobre a imperial
fabrica de cigarros de Sania Novaes & C, sita na
Cidade de Nicteroy, capital do Rio de Janeiro, na
qual se acha actualmente ganhando a vida um nu-
mero avultadissirao de eriangs, as quaes nraito
honram os servigos prestados por aquelles cava-
Iheiros s familias pobres, que conseguem para!
seas filhos oceupagio ntil e proveitosa, altn da
de vida mstruegio que nao podenam obter pelos
meios ordinarios.
De presente acha-se entre nos um agente espe
cial da empreza o Sr. Arcadia Rodrigues Blanco,
que pode dar todas as explicagoes desejaveis, e to-
mar todas as encommendas.
* RA DO HOSPICIO.-Moradores daJIhadoSeve
nos pedem para cha armos a attengao, da repar-
ligar competente, para a estado lastimoso da pe-
quea ponte que existo na ra do Hospicio, em
frente do sobrado em que morara os Srs. Farias.
Sendo da granda utilidade essa ponte, 1 embrames a
quem compete aoe a mande reparar quaato antes,
para evitar ao depois maor dispendio.
PEDRO AFFONSO.Os moradores da rna desta
denominagao mandara no sibbado, oelebrar algu-
mas missas pela alma do bravo ofllcial pernambu
cano Pedro Affenso.
FESTEJOS.Nos dias 16 e 17 do corrente de-
vem realisatr-se na rna de PedroiAlfonso, os feste
jos qu os moradores mandara, fazer pela feliz ter-
amaguo da guerra', constando eMes de iliamiBaaio,
msicas, e um lindo e variado fogo de artioio,
fabricado pelo artista Jos Alves.
t FERIMENTO E ROUBOS.Na note de 6 do
correte, quando ia em viagera de rgoarasf para
Goyana, Jeronymo Leopofdb da Silva Bastos foi
ferido grav mente, no lugar Mangabeira, daqaella
freguezia, por um homem desconbecido que na es-
irada se Ihe reuni com o proposito de o roubar,
como'o fez, nao s em dinhero e>,m em objeetos
diversos ; poudo-se em seguida em faga.
essa mesma norte, na estrada qae vai i>ara
o engenfto Monjope, for preso Manoel Ignacio dos
Santos em flagrante de farro de eavallos.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOSOPHTCO.-
Reune-se buje de era sessao ordinaria
cional, e sua sanegao tornase hi>! a 10 horas do dia pifa a cowJnaagao da distas-
possivcl cm qualqaer caso, ento decnecessario
era o acto iddiciona exigir que voltasse ella a as-
semblea, devia despor antes que fosse logo'renac-
tida aogrverbo geral. (Apoiados).
So a assemblea pode considerar sen acto, por-
que nio o ha de considerar o presidente Assim
vautagem
separacaa da igreja e do estadosendo sorteado?
os Srs. Barros Guimares, Sifva o Souza, e.Luiz
Deroeirlo.
CiOBPOPULAR Ha*er sessaohoie. Ordem
do dia-revista de jornaeso Dr. Nobre; epre-
Eiioo senatorial
Brevemente o distincto corpo eleitoral desta pro-
vincia tera de ser cohvucado para organisar com
a inaiuria de seus suffragios urna lista trplice que
tenhn de ser sb'rnuida i cora para a e*colha de
um senador.
Sectarios sinceros das ideas conseradjras, os
eleitores, quen inertmbe tio importante tarefa,
Severa reectir que pende d seu criterio a de
suas mos um objecto de snmma gravidade, nao
s em relagio provincia, como mesmo causa
do grande partido conservador.
E nestas ocenicos quo os partidos exhibem
firmeza, coherencia, lealdde o jusiiga; que se
moralisam e engrandecejn.
Gatardoar^ mereciiDenU nao somente prali-
car nobreza, crear bons estmulos. Adqaire-se
uova vida, prepara se o faturo. Noras dedica"-
gors surgem, a por ventar i mais prestadlas e ge-
nerosas, ao p de nm acto de (ealdado e de jUsti-
ga, consagrado por bm partido i Constancia, ao
civismo de ama inabafavel crahea.
E' urna terdade muito sabra, que ninguem po-
de reclamar para si aquillo que nio pratica o de
que nao d exemplo, qnando tem occasiao de fa-
ze lo.
Para ura partido, nada ha mais funesto e de
peir effeito db que seja esquecer servigos, sacri-
ficar o verdadeiro merecimeoto, e ir acompanhar
a charola das obesidades classicas qne boiam tan-
to na enchente como na visante dis mares.
Unamo nos, pois, e cerremos us nossus volos em
tres nuraes que representem a idea de firmeza po-
ltica, que sejam tradiccionaes, symbulos de dedi-
ca^u inquebrantavel e de trabalho perseverante
na defeza de nossus principios, para que se saiba
que o grande partido conservador em Pernambu-
co, cinge-se a um progrnima severo de coheren-
cia.
Merece os nossos votos o Exm. Sr. Dr. Augusto
Fredenco de Oliveira, que i ineontestavelmente
um dos nossos caracteres mais estimaveis e pres-
trnosos.
Entrn na poltica em I846,nquelles tempos he-
roicos do partido, naquellestempns, m que as ins-
tiluigoes vacilaram aos boles da demagogia, escre-
vendo para o Lidador e servindo assim a causa da
ordem com infatigavel zelo e esfergo.
Em 1847 assumio a direegao da typographla
UniSo, propriedada da partido, e concorreu effi-
cazraente para a redaegao de qnasi todos os pe-
ridicos que alli se imprimiam, animando os des-
cremes e assegtrando-lhes o triumpbo eompleto
de urna opposigao sensata, porm, enrgica qae
entio se fazia aos desmandos Administrativos da
situagio.
Em fios de 1849, na volta dos deputados geraes,
foi elle o incumbido da redaegao em chefe do pe-
ri|tico Unido, orgao do partida : e nessa impor-
tante corraissau esteve quairo annos, sera subsi-
dio algum da parte dos amigos. Este servigo pu-
de-setiem rivaliar pelo sacrrtlcio que os partidos
sempre fazem para sustentar urna imprensa
Da sociedade Unido que dirigi u partido nos
tempos adversos da ppusigio, e que ramificon-se
por toda aT>rovncia, foi elle sempre o secretario
a cuio cargo eslava o expediente de urna corres-
pondencia incessante.
Emjunbo de 1830 tomou assento na assemblea
geral, como snpplente do Exm. Sr. visconde da
Boa-Vista, quando esta entrou para o senado. D'a-
hi pata c, at 1800 i sempre eleito deputado
geral e provincial.
. Em 1836 a sua eleigao pelo 1* distncto, foi nm
triurapo qne elle obteve contra e partido liberal,
que lutoa com toda a liberdade nessa eleigao em-
minentemente popular e generosa.
Em 1832, coraegaram os sens discursos no par-
lamento sobra os negocios da administrarn de-
diversas pastas, como da marioba, fazenda e es-
taangeiros.
V se dos annaes da cmara em que conta
elleserapre teve os melhoramemos materiaes de
sua provincia.
O melhoramento do porto foi sempre em todos
os lempos sua idea predominante, por ella indis-
poz-se, al com amigos e algn prestrnosos, sendo
qoo que se tara a lianiado hoje neste sentido, po-
de-se dizar que a eile se deve.
Actoaliueole ella o deputado mais antigo na
cmara. E se devem ser preferidos oa que mais
merecem da provincia, parece que os que mais
suffragios teera merecido della, sao os que devem
ser aiiandido.
Pelo lado da posigo social o Exm. Sr. Dr. Au-
gusto Frederico de Oliveira, renca urna forlu-
oa adquirida por beranga de pais abastados, e aug-
mentada pelo sea trabalho ama probidade sem
mancha.
Negociante de priraera ordem e sempre desn-
guido pelo commercio de?ta provincia, elle repTc-
senU us altos interesses. de urna ciaste respcila-
vel e de iramenso prestigio.
.Como amiga niogaem o excede em lealdde, em
abnenagao e reconbecimenlo.
Vutera os eleitores nelle, tone Ibe faiem jus-
''6a- .
uem deseja que a sua ded^cagao prevalega e
os scu&servigos nao fiquein obliterados estabekga
mais esse jjrecedeute : serve bem a si e a cau-
sa eommum.
Um eleitor.
A camwa monicrpal do Rerife, tttiifo d
mandar celebrar un officio solomne pelas
almas d^qdelrw qe tao generosamenfe der-
ramaram seu singue na cruenta guerra qae
sustentaran) crintr a tepaWica do Parfgttay,
convida a todos os seus monieipaes-pora as-
sisttrem a esse acto de piedade religioso o
qnal tera ugar na igreja matriz de S. Frei
Pedro Gongalves no dia (5 do corrente s
10 horas la tnanbla.
Pago da cmara municipal do Re 6 de julho de 1870. Bento Josefa Vosta
Jnior.Dr. Pedro A. Lobo Moscoso.hs
Mara Frerc Gameiro,Caetano ttripcotta
Costa Moreira.Ignacio Pessoa da Sito.
O inspector uterino da alfanuega faz publi-
co que no da 13 do corrate, depois de meio dia
e a porta da mesma rpartigi* serio levados a
hasta publica, livre de direitos ao arrematante,
30 quintaes he-panhoesde ceblas viudas a gra-
nel na snmmaca bespahola Joiem Elisa, proce-
dente das libas Canarios, entrado neste pOrto em
8 do corenle c aban'aToiiadas aos direitos por Pe-
reira Carneiro & C, as quaes foram avaliadas em
1:904 350. .
Ainaodega de Pernambuco 13 de ul o do 187
O inspector interino,
Lu; de Carvalho Paes de Andrade.
Domingos Affonso Nery Ferreira, coronel ebetedfe
estado maior do eomraando superior d: guarda
nacional do municipio do Becife, e commaodan-
te superior interino 1I4 mesma guarda por S. M.
n Imperador, a quem Doos guarde etc.
Faro saber, que na terceira fumona, 17 do tor-
rente inez, se reudir o eonselho de rvista da
guarna nacional, como determina a 2" parte no-
imposta, e da posse do sen upplente. eoniinaem art. 2 do decreto 1120 de l de inartjo de 1833,
exercicia, estabelecendo assim urna dualidade de
juizes, diante das quaes nem as parles nem os es-
crivies podem accionar.
Chatnaimw a attengao do Exm. Sr. vioe-prsi-
denta da provincia para sementante facto, e per
guillamos:Onda irn parar o* direitos discuti los
perante um juiz legalmente suspenso, e que se re
cusa a acceiwr a suspeigao ?
Se a suspeigao injusta e Ilegal, ser a perlina-
ciosa arrogancia o meio de rebabiltag > ?
E' ainda o Sr. Dr. Rufino quem nos obriga a di
zer.e a gritac cuio o nosso rmio e amigo Pipi
justic-i. justica contra o juiz
desrespeilar a le.
que o primeiro a
Pesqnerfii
COMMERCIO.
rACA DU RBGIFE 13 DE JULHO.
DE 1870.
AS 3 1/2 HOKAS DA TARDE
Algodao de Macei 1" sorte 919 rs. por kil. pos-
to a bordo a fete de :)|8 e 5 0|0 (tiontera depuls
de 3 horas).
Cambio subra Londres 90 d/v 22 d. por 1*000
(hontem depois de 3 horas).
Descomo de letras 8 e 9 0/0 ao anno.
:Kngallo Jos Affonso,
President".
Mesquta Juniur.
Secretario.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limited
Descorita lttras da praga taxa a con-
'encionar.
Recebe dinheiro em conta corrente hia
I raso fixo.
Saca vista on a praso sobre as cidade;
Drhicipaes da Europa, tem correspondente*
ia tahia, Bnenos-Ayres, Montevideo, New
3 New-Orleans, e emitte cartas de crdito
jara os icesmos lagares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDESa.
Aendimeato do dia 1 a 12. 387:274*409
dem do dia 13..... 62:366*702
449:841*111
MOVIMENTO DA ALFANDEGA
'olumes entrados com faienda.-
Idem dem com gneros
folumes sabidos com fazendas
dem dem cora gneros
84
145
------529
107
210
------ 317
Descarregam hoje 14 de julho,
Brigue ragiezBn'/aaniYmercadonas.
Barca inglezaMimosa idein.
Barca inglezaMennie dem.
Barca inglezaCedariiem.
Barca portuguezaAlexandre Hercalanoiiem.
Pa:acho norle-allemaoMi Sumaca hespanhulaiore Elizadem.
Barca inglezaFagusferro.
Brigue ingle7Firme(arinha de trigo.
Brigue norte-alleraio Theresiocinza.
Patacho norte -allemaoAf7o;-'icmeroadorias.
Patacho norte allemio.-tniidem.
Patache norte-allemiuEltsabeth dem,
HKCEBEDOR1A DE BENDAS NTEHNAS OE-
RAES DE PERNAMBUCO.
tendimeatodo dia 1 a 12. 36:9014186
liem do dia 13....... 1:034*676
37:938*862
CONSULADO PKOV1NCAI.
Rendimemo do dia 1 a 12.
dem do dia 13. .
87:574*968
1:633*648
89 208*616
MOVIMENTO DO PORTO.
iVaojo tahtdot *o dia 13.
S. ThoraazBarca dinaraarqaea Tonwi**. cs'
pilio Arentren ; em lastro.
Marohao Brigue ioglea Cantos, eapitio David-
son ; em lastro.
Hnvrelirigoe fraocez Angelina, cafioBevene
carga varios generes.
Observa(o.
Nio houve entradas.
na sala dan*#*?* 'da cmara municipal, as 11
huras da maiihi-i, na ronfonuidade do art. 44 das
instruegoes n. ~zi de 2"i de mimbro de 1830, afim
ile lomar eoiilieciinenio dos recursos qu Versaran
sobr os casos indicados no art. 33 e 38 das ditas
instrucgSes.
E para constar a quem convler, mandei pubttear
pela imprensa.
Qnartel do cumulando superior da guara.na-
cional do muniei.1 d) Recit 9 de julho do 1870.
(ViniiHgos Apnso Nery Prreira.
O inspeciur interino da ufandega faz public
rjueem viriude da aulorisagao da thesouraria de
faienda em portara n, 89 de 7 do corrente, tem
de contratar as reparos de que precisa a barca de
vigi 1 n. 2 desla repartigao ; assim, puis, convida a
quem us queira fazer, a apresentar as suas pro-
postas em caria fechada at o dia 20 do mesmo.
Alfandega de Pernambuco 11 de julho db *876.
Oiospecior interino,
__________ Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
O *bspcclor interino da alfandega faz publico
qne o leilao annunciado para ante-h mlem qoo
por falta de licitantes deixou de ser eflectuado, ft-
ca tnrasferido para qunia-feira 14 do crreme.
Alfandega de Pernambuco 11 de julho de 1870.
O inspector i terino,
Luiz de Carvalho Paes de Anoradv.
O Dr. Seoastio do Hego Barros de Lacard juiz
de direito especial do commercio nesta eidade
do Recite de Pernambuco por Sua Mageatade o
Imperador, etc.. etc.
Fago saber aos que o presente edita) vlrem, que
por este jaizo, pendem uns autos de exocudio de
sentenga por mandado execntivo de Joaquim fli-
beiro da Silva, contra Antonio Jorge dos Santos.
E tendo-sc eto penhora em dinheiro perteoeentt-
ao execntado fra pelo solicitador Balbino Simdes
de Carvalho Camello Pessoa, procurador do exe-
quente feito o reqaerimento do seguate theor :
Aos 30 de junho de 1870 na cidade do flecife
em publica audiencia, qae aos feitos e partes da-
va o Dr. ju z de direito especial do commrt Se-
hastiao do Reg Rorros de Lacerda, nella pelo so--
licitador Balbino Smdes de Carvalho Camello Pes-
soa, procurador que mostrou ser ao exequent-
fora recusada a penhora feita em dinlieiro pertei:-
cente ao ex rutado Antonio Jorge dos Santos, e
requerem que (Icassra assignados os seis dias
da le, a penhora fe a a dez dias aos credores ha-
cerlos, passant'o-sa editaes ; o que ouvido pelo
juiz houve a penhora porjfeita e accasada, os seis
dias da lei por assignados, e tambem os dez aos
credores incertos, e o mais por deferido, depois
de mandar apregoar pelo porlelro dos auditorios
que o fez na forma do estyllo, ao que liz o presen-
te extrahido do protoccllo das andieocias e jnntei
precatora termo depenhona e procoragaodo
exequente que sejrnem.
Eu Sccnndino Helodoro da Curiba, ^escreTnle
juramentado o escrevi.
Eu Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
erivao o snbscrevi.
Era viriude do qual o eserrvao fez passar o pre-
sente edital, pelo qual, chamo, cito o hei por inti-
mado os credores incertos do dito exe-utaSo, pa-
ra qne comparecam neste juizo dentro do dtto
prazo, afim de allegarem o que for de jusiiga.
E Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivio o subscrovi.
Recife, 1 de julho de 1870.
Sebasliao do Reg Barros de Laceria.
Yai praca quinta-feira, na audiencia d
Illm. Sr. Dr.jaiz de orphos, a casa terrea d* ra
da Mangueir n. 9 : qnem na mesma quizer ba-
gar por arrendamenio trienal, comparega ero au-
diencia no dia 15 do corrente.
A exmela cnijahiial do Banco o
Brazil paga o 33% dividendo- #as acfOes
aqoi inscriptas a rwio de 9^000 por atrio.
CASA DA MISERICORDIA
EDITAES.
O Illra.ar. inspector daiihesoorariafprovincial
m cumprioieoto da orenrdo Esm. Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publieo, djne no dia
21 do correte, perante a jauta' da faienda da
mesma thesouraria, se ba de arrematar, a qnem
por menos flzer, a obra de 726 metros correntes
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO,
RECIFE.
A Illm.a. junta a*rrinistraltva da Santa Ci* O
Misericordia do Recre manda fazer pnbHo'ao*
na sala de suas sessBes, no da 14 de mito; pelar
4 huras da tarde, tera de ser arrematadas a qwta
mais vanttrgefts offereeer, pelo lempo de um a tres
annos, as rendas dos predios em seguida-*elara-
dos: _.
ESTABELECIMBMTO DE CARDA9R
Roa do Pre Horiano.
Casa terrea n. 63.......177*41
dem n. 47.......iltim
Da larga do Rosario.
2. dito do sobrad n. 24 A. 4*0*000
Travessa de S. Pdr. ^^^
Sobrado de 2 andares a. 2. 6990MA
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Roa da Senealla.
Sobrado de 2 andares n. 36 60 W
dem P. 18........^QqHKV
Ra do Hngel.
Casa terrea n. 58........ 3flO*Mt
Roa da Cadimba.
Casa ierra n. 12.......147fMft
Ra do Pilar.
Casa terrea n. Wl
dem n. 104.. ...
dem n. 101.......
dem n. 103 / 2QMM
dem n. 93.........2M|0CQ



f
r
D*riii. Xrtmtobam ~ JriiiH* famr> Jnfe Aho a 18T(T
L> >

uia.
Casa terrean. 117*000
Sito (U Mifuetra a.4...... 107*000
Os pretendemos deverio apresentar no acto da
antoatacio idas saas flaneas ou compareeerem
aeompanhados do respectivos fiadores.
***fu.da Sania Casa da Misericordia do Re-
fa, *de juibo de 1870.
O esori!,
Pa>e Rodrigues de Sonta,
la^peeo rumal de
naarloha.
*^- pnblicoqae a commissao de peritos
^KMWuumo na forma determinada no regulamento
aaoaxo ao decreto n. 1314 de 5 de fevereiro de
WJMs cascos, macainas; caldeira?, apparelhos,
Wastreieoes, velarnes, amarras e ancoras dos va-
?aperes Pirapana e Cururipe da companhia Per-
aambucana de navegaca costeira, achou todos
asneceao 4o arseaal de raarinha de Pernambo-
co'lf de julho de 1870.
O inspector.
____________B. A. Barbosa deAlnaelda
Correio geral.
fteicio das cart registradas, procedente*
do sul e norte do imperio, existentes na
repartico do correio m 30 de juubo
de 4870.
Antonio Euelides da Silveira. Carlos Thnmaz de
Amasad. Carlos Francisco Soares de Brilo, Ed-
mundo do Hago Barros, Emilia Cmara Vanderiey
VehAa, Franetec leleslas Lopes, Hsnorato Jos de
Oliveira PTgueavedo, Jos Domingues Porto Nsito,
Jos Penira deGoes, Jos Ignacio Aecioiy de
Vaseoocellos, Joaquim A. Queiror. Joaquina Jos
dos Passos de Araojo, Maooel Gomes de M^llo,
sfanael Vicente Harto*, Pedro Maaoet da Trin-
dale, Tnomasia Maximima Barralho.
Manotl dos P*uos Miranda
O encarregado do registro

QMM BRASILSIRA
DK
Paquetes a vapor.
Dos perros de norte pendo
lejro
Guar, cmimandante o capitie
[taante Pedro H. Boerte, o oaal
^bis 3a demora do eostnme
para os do snl.
Desde J4 reeebena-se passageiros e engajada a
carga que o Tapor poder conaiuir, a qual devera
'ier embarcada no a de saachegada. Enconjaaen-
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da sna
sahida.
Nao se receben) como eacommendas senio ob
Jeetos de pequeo valor eqnenao exeedam a dua.-
arrobas de peso oa 8 palmos cubicoi de medieao
rudo que passar destes limites de ver se* enfear
cado eomo carga.
Previne-se aos senhores passagaires qne soas
passageos s se recebem na agencia, roa da Crui
o. 37, 1 andar, escriptorio de Antonio Lola de
Otiveira Aaevedo & C.
COMPANHIA PERNAHBPCANA *
DR
IVavasgaco costeira por vapor.
Goimna.
O vapor Parahyba seguir para o porto ci-
ma no da lfi de julho as 9 horas da noute.
Recebe carga at o tJia 15", enconfraeiMas, pas-
sageiros e dinheiro a (rete no eseiiptm* do For-
te do Matttsn. 11
NO
PAVILHAO DES. ISABEL
COMPANHU
ItflOTE GYWASTICA E AfiOBATICA
SOi A DIRECCO
DE
D. Luis Casali.
fltabbado 19 a o torrente.
EM BENEFICIO
Da menina
JQM|1I1A Q4ftAL,lU
EXTRAORDINARIA E VARIADA FUNCCAO
iue constar de mimosos tribalhos equ'estres.
srymiiasti&w acabratico* e mytholcigicos, como se
veri do prograinma que se lia de annanciar.
la do Cabo,
fallid G
rftrdoiM
de jiho as 10 laor.i
mesmo estabelecimento Se proceder em praca pu
bHca'venda'do-temeiro etorne, rmaelo,' vinho
at o dia 28 do correntejo vapor 6* ftfaeir, mu-arrie, aletria, e palitus de' gaz,
pelo maior preco que encentrar ; convida-se es
pretandentes para essa praca, podendo irem ver a
avaJiaCo no nartorio do esrri'
a^_
DE FAZENDAS
Sextata-felra
Shaphettlin ft C. cominna aexpor era teHio no
da sexta feira 15 do eerreote, pjr tervettao do
agento-Pinto, um variado eompleto sortimento de
fazendas franeezes, $nis:a* i aflemaes, existentes
em seu armazem ra da Crnz n. 41, ende se effec-
tuar o leilao s 10 horas do da cima dio.
f
Para o referido porto pretende seguir com bre-
vfdade o patacho nacional Protector, por ter a
maior parte da carga promp ; e para o resto, a
frete mdico, frata-se com o consignatario Jo-i-
quim Jos Goncalves BettrSo, ra do Commereio
n.17.__________________________________
iara o Porto.
Acha-se carga o brigne portngnez Triumpho,
pra onde recebe por frete eoawiodo : qtiem no
mesmo qoirer carregar entenda- natarios Thomaz de Aquino Ponseca A C, ra do
Vigario n. 19, Io andar.
DE
O agente Ponioal far leilao por mandado do
IPm. Sr. Dr. jmz espacial do commereio, a raque
rimente do curador fi'cal da m: ssa fallida de Flo-
rencio Tertuliano do Reg Costa, dos movis e
louca, pertencentes ao mepmo fallido.
Sextn-fefra 15 do crreme.
Na ra das Cinco Ponas n. 86, primeiro andar
as 11 horas.
Periten-i
ama
------- -----
i 6 de
novambro de iE>8 pd, Lr. chofe Je ^o(m desla
provincia : a peesoa que a achon, quereniqlsntre-
f*f. P6de appareear^ no becco-do Adiqd|^38 a
T Flix Tarares
entender?? com

/Jointa fetrar-14 do coert et, m
8 boras da m4ia celebra-se aa e*p?Ka
do arsenal de noiha missa pelo repooso
eterno do manchal de campo visconde de
Itaparica.
Prcisa-se da um menino para caixeir
Uberna, com algujt pratica de ^nalquer ne
.e dando conheeimetto de sua conducta : ao I
ia nbeira n. 13.
E
DE
J. Frrttft Vuela
fiotiha
Desde o d.7 de abrH pasado acha-se aberto o
novo esiabeecimentn paolOgrapWeo sito ra do
Cabng-at-:r8, canto do pateo la malrix. Os traba-
Hios que dw-de entio, ien> sabido ds noss.f ofQeina
Mi ijeritiiniia ayadndo, sendo rdeebidos por
Mbuns com adi r, -. ptfo eXtraordinarl i pro-
IRsso que l#fiwMllirliiri lido a pliou graphla,
e por outres ton aiegria, or veretn a provincia
Votada con>um estahelecimepto digno d ella, e inV
contestaveltMttte o pi4me4re que- nesse genero
boje possue : tamben nao nos pompamos em consa
atguma para monta-lo no, pe en que se acha, es'
perando que o pnfiHeo de Prrmmbnco *o*r
iar nossos^eeCTeort) reeompensarnoaaes -
lios.
vi Jamos-a todas lQae\ las pessoas, neeiooies
ingetras que gostnu das artes, oa trtmm
neceiiidade de trabttoe de pliotograpt) visi-
tarem o nosso estabelewmento, que estar seffipre
AVISOS DIVERSOS.
MARANHAO'
Para o referido porto pretende seguir eom pos-
sivel brevidade o patacho portnguez Blephante por
ter alguma carga tratada, e para o que llie falla
tratase com o consignatario Joaquim Jos Goncal-
ves Beltro ra do Commereio n. 17.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
jVavegaco costeira por vapor
Macei escalas Penedo e Aracaj
"^^y O vaper Giqui, seguir para t
/%4k P0110 cima no dia 15 do corrente.
SJHHB as 3 horas da (ard-.
R. -cebe carga at o dia 19, encommendas, pas-
sageiros e diahejro a frete at as 2 horas da tar-
do no escriotorio do Forte do Matto? o. 12.
l'ropostas (em caria fechada) para os cot-
cenos necessanos do lugre inglez Satlite entrado
ne>te porte a ?7 do prximo passado, serao rece-
bidaj no consulado britanieo at o atejo dia de
sexta-feira 15 do corrente : i especifieaco dos
oiesmos achare no dito consulado e pod-se ver
qnalquer dia entre as horas de 11 i da tarde.
Becife 12 de julho de 1870.
Saunders Broters & C. -
CoRsgnatarics.
NAVIO A VENDA
Vende-se o ftrigue portngnez S. Jos, de lota-
co de cerca de 1"0 arrobas ; os priendentee
poderao examina-lo no anc^radouro : na volta do
Forte do Matto, e tratar a respeita com o capitao
a bordo, ou na- praca do Corpo ante n. 6, seguo-
do andar.
Aracaty
Segu com a possivel brevidade o palhabote
Emilia, ainda recebe alguna carga a frete: a
traur com S Leilao Irmos, ra da Madre de
Dos n. 1.
Cear.
Segu cora brevidade para o porto cima o pa-
lhabote nacional Jotm Arihur, tem parle do sep
carregamento engajado ; para o resto que Ihe
falta trata-se com os consignatarios Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo A C, ra da Cruz n. 57, 1*
andar.
i i f
A pessoa qoe achon, 'u em cuja casa
deixei um estojo de marrriqrirm verde, con-
tendo um peqoeno btstori e duas lancetas
com cabos de tarUfrogs, me far o favor de
restituir-m'o.
Dr. Joaquim INSTTLTO ASfiflEOLOGICO E GEOGRiPHIGt
PERXAHBCANO.
llavera scsso ordinaria quiuta-fetra 15 do
cmate pelas H bwas da maah3a.
ORDEM DO DIA
Pareceres e mais trabalhos de eom-
missBes;
Discusslo do ornamento quo tena de vi-
gorar no anno social de 1870-^71.
Secretaria do Instituto, i da julho de
1870.
Jos Soares "'Azevedo,
Secretario perpetuo
Conlrata-se o fornecimento de 500
ou 600 est cas de boa madeir, e 100 w-
ras,-tuJo proprio para corea; trata-se an
ra das Crozes o. 20 segundo andar.
LEILOES.
Maranho
E' esperada do Rio de Janeiro em poneos dias a
barca porlnsueza Marta, que traz ] alguma car-
jta para o referido porto ; e descarregando a que
para este conducir, n-etber aqui a que for pos-
sivel abter para o Maranho, o com pouca demo-
ra : por isso qnem desejar aprnveitar esta boa
occasiao de embarque, dirija-sp ao consignatario
Joaqoim Jos Goncalves Beltro, ra do Com
mercio n. 17
COMPANHIA l'ERNAMBUCANA
DR
&;??'ega Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Granja.
O vapor Pirapama commandanti
y't'ik. Atevedo seguir para os porto!
5hS cima no dia 15 do corrento as Shorai
Sa tarde. Recebe carga at o dia 11, encom-
mendas, e passageiros e dinheiro a frete at a:
"i horas da tarde do dia da sahida no oscripto-
rio do Forte do Mattn n. 12.
Rio re Janeiro
Pretende seguir par o referido porto com a
po-sivel brevidade n patacho Monteiro por ter por-
^au d.i carga engajada ; e para a que Ihe falta e
escravos a frete, trnta se com o consignatario Joa-
<|uim Jos GonealverBeltrao ra do Commereio
n.17.
Corapanliia americaua e brasa
lel<-a de paquete* a vapor.
At o da 15 de jnftu esperado de New-York
p-'r S. Thomar. e Para o vapor americano North
Aimici, o qual depois da demora do costnine
lira par. porto- do sul ; nara fretes" e pasr.i-
i trata-se com os agentes Henry Forster A C,
roa do Commereio n 8.
i di a,
De ve seguir dentro em pumos dia o brigne
nacional Intrpido pir ter prompla a maior parte
le -na carga! e para o qu" anda nde receber a
frete cmmodi, trnU'se com Biliar, Oliveira 4
C, t ra do Vigario ia-1, l andar.
DE
Paquetes a vapor.
Doe r)ortos dosul esperadt
al tfdian do corrente uro dos
vapores da compauhia o qual
depois da demora do costume
seguir para os portos de nerte.
. i recebem-se passageiros e engaja-se
carga qoe o vapnr poder cenduzir, a qual devera
*jt embarcada no dia de soa chegada. Encommeo-
las e dinheiro a frete at as duas horas do da da
soa sahida.
Nao se recebem como encommendas senio ob-
yectos ie pequeo valor e que nao exeedam a 5
arrobas tlepeso ou 8 palmos cbicos de medi-
cad.
Tuio que passar deatet limites dever se/
embarcado comaourga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas f assa
ens s se recebem na ag da Gru n. 37
f andar1, escriptrio de aix de Ollveir
Azevedo A C
COMPANHIA PBKNAMBUCANA
rVaregaelo costeira fM>r vapor.
Porto da GaUiooas, Rio Formoso e
alindar.
O vapor I^^^Mi para os portos aei-i
na no dia SO dw correufe- meia noite. Receb
te no escrip torio de Forte de Malos n. 1J.
LEILAO
BE MOVIS
sendo nina mobilia de anureUe em multo bom es
tado, um grande e importante espelho para
quarto de vestir rom moldura e sobre duas co-
lumna de mogno e de apurado gosto, lendo o
vidro 9 palmos de enmarido sobre 6 ditos de
largo, um bodito uarda-ve-tidos de mogno
(novo), um dito de Jacaranda, um gnarda-louca
de amarello obra mui bem aeabada, urna cama
francezad-dito. mu narquezai dedito, um la-
vatorio com louca, urna mesa de amarello
com oito gavetas,'urna dita de pinho para en-
gommado, urna rica eaixa de msica ainda no-
va, don? pares de oasticaes com mangas, um par
de jarros muito finos, um meio apparelho de
porcelana para jantar. i apparelhes de dita de
gosto moderno para cha, clices, copos de ci ys-
ial para agua, compoteiras moito duas, garra-
fas, diversos quadro?, cadeiras a valsas, tapetes e
muitos outros ol'je.'ios indispensaveis urna
casa de familia
HOJE
O agente Martina tara leilao, autorisad por
poa utna familia qce se relira para fra da pro-
vincia, dos importantes movis cima desenplos,
no segundo andar do sobrado n. 23 da ra d3
Santa Rita, s ti horas do dia cima.
GRANDE
IK IIVKOS
HOJE
No armazem da rna do Imperador no 16\
Augnst) Seixas far^ leilao por intervencao do
agente Ponlual, de urna completa livraria constante
de livros de direitos, litteratura. romances e gran-
de porcio de livros preparatorios.____________
LEILAO
DE
FAZENDASGERAES
i i DO CORENTE.
Mello Lobo & >:. fatilo leilao por interencao do
agente Oliveira, de grande e avariado sortimento
de (aseadas mgleaasl franceza-;, suissas o allels,
de algoiao, l;ia, lindo e de seda as mais proprias
do mercado
. HOJE.
s 10 hons da manbaa, em seu bem eonhecido
armatetn. sito roa d* Cruz.
ADYOGA'JIA.
O DR. JOAQUIM COHREA DR ARAJO
tm o sou escriptorio roa do Imperador
n. 67, onde pode ser pniRVBdu das'9 ho-
ras da nianna s ;> da tarde.
ama cata jji ApipucM (na,
povoaeo), com commodos para grande
temila : a tratar na iwa da Crua a. 7, 4*
andar, das W horas as 4 da tarde.
Francisca Mara de Albaqnarque e Mallo, abar-
xo assignada, viuva de "Francisco Paulino Gomes
e Mello, c*a> eom Satina* de Albuquerque e
Helio Joaior, declara ao espeavel publico, que
Irndivsidn abandonada por eu marido, vendo-sff
obrigaua a retirar-se da casi de su i resiUancia,
Tem resolvan a nao censenffr qre "este continu
na delapidapio que tem feito dos hens de seu
casal. E pot issu previ::;! p< lo presente meio qne
pesia alguma faca negocio com os eseravos que
Ihe pertencem, bem como com os demals fcens,
por isso que a abaixo assignada est disposta a
disputar o dire\to que a elles tem pelos tribunaes
do paiz. Outn'pim, pae'io% esmo seu mari-
do, que o scr cinaportamemo para com a abaixo
as'ijrnada est si.h :: i ^.-\-> pf.r elle bem co-
iiliecKlara qualaaoaixo asiguda leve o cuida-
do de nao reduzit a notas como ulvez presuma.
6 de jniho do i*ro
^ Francisca Hara de Alhuquerque Mello.
A UftltUtia...
Acaba df chegarlivrana franeeza
RWOLTA no
OtCTAORA >!!LITAR
GMAQ IC!RICA
__ Km 8o ^r i oo. ___
tarop de-sa!Sti>arpBii do Far
0!
DEPURATIVO 00 SANGCE
Usado as motauas da nelle, impingeos e para
toda as molestas venreas.
nico deposito, plrirm-ein > Jnaqtiitn de
Almeida Pint ra llarga do Rosarlo n.
10. junto no qnarlel le'.p^UQia.
unerece-se urna perfeita coznheira para oaag. alerto e sua disposico todos os dias desde as 1
sa do homem solteiro : a tratar na ra da Cadeia loras da manta at as 6 da larde.
do Recife n. 29. segundo andar.
Para es trabalhos de pbotographia possuimos di
versas machinas dos meMiore* autores franeeies,
itleaw-e tWrtenwies-, romo e^m : l,erbnrs el
Secretan, Hermagis, Thomai Rose, Voigtlander el
Senl eWalf. Ciltmamente recebemos tres navas
machinasi sendo urna delas propria para tomar
obre a laeaaaa vidro 4 ou 8 ieaagens diversas e
isolsrtns,-Mr e-fta 11 Imagens divenas e
iitualmenti; isoladasr de mrte que no caso de
grande coBcorrneia podaremos retratar sobre
urda dnica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das par* canKs de- virita, e-assi em meiMs de
nm- turto de hora despaehavmos 8 differenies
pessoas que pecam cada urna, una duzia de cartSe?
mais ou menos, com os sene retratos smenle, ou
em grupo com ootras.
Bacarregaaios-nos exclus-anaenle da direceo
e ?simra dos trabamos da pbotographia dei-
xando pnela e talentos de disiincto pintor
allemao, o Sr.
A. Roth
Jorge
MUDANCA. I
0 Dr. Carolina Francisco de Lima Saa- S
j3 tos mudou saa residencia e consultorio ^
S para a ra do Imperador n. 57, *> andar ^
j^ do sobrado cujo armazm couserva ain- ^k
*R da hoje o mame de Aflatara, tendo a |
^ entrada, que pelo lado da ponte Sete J
fjB ^e Setemhro, o mesmo numero ,"i7, da Wt
SSk frente. Ah continuando o dito Dr. no 9)3
!S exercicio de sua proflssao de medico e S
g de operador, pede ser procurado a qaal- ^|
Kg quer hora do dia e da noute.
tis membros da sociedad* Uniao Commer-
cial, estabelecida ra Pedro Alfonso, oulr'ora
ra da Proa, em regosijo pelo estupendo trltim
piio obtilo |>ela< invictas annas orasileiras contra
o audaz guaran Solano Lpez, de execranda me-
moria, resolveram nos Oias 16 e 17 do corrente
fazer o seu festejo na referid* ron, ha pouco hon-
rada pela Illma. eabiara municipal eom n nome
de um dos mais djstinctos offlciaes, filho desta he-
roica provincia, b-rco de lautos hroes que non-
rama historia patria". Assira.^s C horas da tar-
de do primeiro dia darSo principio os ditos fe*-
com msica e illnmlado, o iae durar al as
10 horas: e no seguinto dia, alui da festejos
do primeiro, ser queiuiado nm grande e interes-
sante logo d.' artificio, fabricado pelo indigne ar
tisla Jos AFves. A commissao encarregada de
ditos festejos, pr.ra mais brilhantlsmo, roga aos
moradores da roa se dignem mar as frentes de
suas casas, e Ilumina las as duas noutes.
Plalas, xarene e vi-
nho de jurubeba
Superior tados os toncos cunliecijos contra a
Anemia, Chlorose, Hydropesli, Obstruccao do ab-
domen. tambim empregado nos casos da
menstrua cao difflcil; nos fatanii s ila bexiga, ele
DEPOSITO
PHARMACIA DK
Joaquim de Almeida Pinto,
Hua larga do Rosario n. 10, jonte ao juarlc-l de
piivci
fc ei naiiihioeo.
Precisa-se de urna escrava qiie saiba cozi-
nhar e fuer compras : a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 1.
>-.i E.a?i.,.
DE
m cabriolet e cavallo
HOJE
O agente Pontual vendar em leilSojlaje aomeio
da, epois do leilao de vros, ra do Impera-
dorJi.6,lim cabriolet americano de quatro rodas
pai qpatfo pesftaaem bn ejtadoo uci encllen-
te oavailo arreiado e prorpto. J ______
LEILAO
DE
U1 TH>-
Vlte e cinc* fearris co
gre de quinto.
Qumta-fcira 14 do correte
O agente Pestaa far leilao por cenia e risco
e qaatm perteeacer de J5 barrde quinte com vi-
nagre de superior qualidade, os quaes sarao veo-
aaosnoje as i horas da manhaa no largo da Al-
faadega.
(CoRlina^o no Cabo.)
Por ordena do film. Sr. Dr. Jiz municipal e do
Pavilha5-de S. lsabe!.
Joai > Rodrigues, artista da compa-
nhia d>' D. Marcos Casali tendo-lne sido
concedido o dia qnarta-feira.(50 do cor-
' rente) para sea beneficio e romo Ihe sejl
mpoilivel conseguir o quo desejn.
a generosa coadjuvacao d) resueiavel
publico dest' capital a qnem se eonfeS-
sa summameiite gran, pelo h>m ac
Ihimento que al aqui tem tirio. Por isso
faz anda um apello ao mesmo, pro-
metiendo o beneficiado esforcar-se u
quanto possivel Ihe fr. afim de sati-fazer
a todos intrntus se. dignaren) tionra-hi
com suas respeitaveis presencas. O be-
neficiada ofTerece ao publico a maior.
parte de seus trabalhos lodus taVofl e
ao mesmo tempo os demais artistas da
Campanhia se esmerarao nesse dia em
fazer os seus irabnlhoso mcluor po
til
LIVROS HOTO
LIVUARU FRANGEZA
Hua lio crespo anuiero
CostaIiistrucQJSo nacionsl, 8o encad. 4.
Hnvienagem3 Camoes, encad. S5.
JorinoCdigo do processo criminal 6o edic, 2
vols. 8 encad. 8.
Jutzo do Mundorrftomum, 8' catad. 31.
GeraldwQ papa rei e O concilio, 8o eacad. 1&.
Lices de um paiz urna fillu sua (historia sagra-
da em verso), 2 vol-., 12*encad4. 43.
Le-ano CordetroLlvro de critica o l2Denead.
4*000.
Mello MoraesCurso do litteratura braseira em
8 broch. 3.
PautoRomancetto por F. de Borja c Oliveira, era
18' broch | -
fmstt junte*f asacuJo de nowmlro 4dezem-
m-. d.i 1859.
SMiMhat volta dictatura millar uniao ibrica,
8" broch. 15.
SilvaTestamento do Fradc. 8 encad. 35-
Tavares da SrteaManual eeclesiaetteo, 2' edicao, I
em 8 anead. 85.
Teijcera~-AaAO de gracaspela tiotariadas arm s
brasileiras em 12 broch. 15*^0 rs.
Alugase o sbrade .48, na,rua da Aufora
em Santo Amaro,'reedificado e pintado de novo,
tendo exceHenles commoda para urna, numerosa
familia, qttartos para crtados, nma grande baixa
com -tapim, era tedas as estaades, saara 4 cavallo-,
cocheira, cavalharica a urna ptima cenzalla para
eseravos : quem a pretender dirjanse ra da
Aurora a. 11.
Geralda Francisca da Bo.avhgcra e sens filhos
cordial-nente agradecem a todas as. pessoas que
se dignaran asistir ao funeral de sen sempre
chorado esposo p pi Prancis) Canuto da I!-a
viagem ; e do novo rngam a todas as pessoas de
sua amizade e aos amigos do flaado o carkloso ob-
sequio de assi-tirem a missa e mi'men'o do stimo
dia que uiandam resar quini.vfeira 14 do corren-
te, a^ 7 l| horas da m.mhaa dm ponto, no con-
vento do Carme. .
'
os trabalhos de pintura, a aguarda, a olee, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa p urna escriptura publica, e at o presente lem-se
tesvelladp na,execacao de sos tM"aba!hos.
So nosso eslabelecimenio aebani-se ''xposto; on-
iros trabamos imi-ortanles do Sr; Roth, tanto em
miniaturas aqnarella eomo 4 oleo, re ralos i
olen, |oadro.s sacros a diversos ontres traraasno-.
Tomamos eneommendas de retratos oleo at o
inmuno natoral, assfni como de quadros sacrs
para ornciinentnciio de -/rejas OH cajielias. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histor-
eos.
Asseguramos qne os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mui rasoaveis.
c\bt5es de visita mo coloridos A IOjJOO a
DZIA
CARTOES DK VISITA COM O COLORDp AO VAT-
IIA!. 16(5000 A DZIA
Retrates em miniatura oleo ou aqnarella de
16 20$0 eada nm, nao conveoieniemente en-
ixilhado em moldura dourada e regulando o
uto da pe-soa retratada ue 3 't ixaUafadas e
t >do o qualio palmo e meio de tamanho
Julganms que bastarlo os precos cima para
d.armos idea di baratera dos trahulliog do nosso
e^ableciipento, quanio sua perMcao eada um
venha julgar por seus proprios olhos.
As mellioros'boras para se lirsrem retratos no
nosso estabelecinisuto sao das 8 horas da manhaa
1 da Urja; entretanto de urna hora s 5 da tarde
em casos espociaes pde-se tambera retratar qual-
quer pessoa.
Nos dias de ebuva, ou por lemp) sombro po-
llem )J retratar, e asseguramos quo esses dias sao
os mai favoraveis aos trabalhos de photogiaphia
pela docjira e persi-teneia da luz, e p r termos n
nosso trras a construido cora taes proporQ5es e
melhoramentos, que alada chovendo jorros ne-
nhum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
___________________J.Frreia Villela
Ama
Precisa-se de urna ama para casa o homem
solteiro. que saiba lavar, engommar e cozinhar ;
na ua da Cruz n. 2i, Io andar.
(J proprielaro do Diario do Rh de
lan-iro. faz publico, que do 1. de julho
do crrente armo eja distilo, os Srs. assig-
nant-'S qne qinzerem conserv.ir as suas as-
sign^turas, terao a bondade in mam! ir re-
forma-las, ou na c te, no escriptorio do
Diario, ou na casa commurci il dos Srs.
Augusto F. d'Oliveira & C, em P.irnambi-
c^o, no Recife, m < do Commereio n. 4.
Recife 11 de jolito de 1870
Auffttfto F. d" Oliveira & C
Urna coznheira perita e activa, qie dun*". em
cssa : dte apresentar-so na rna Nova n. 38, pri-
meiro andar.
Anata-se um Sel -ie para vender uiiode-
zas: na ra de S. Francisco n. 70, taberna. Na
mesma casa comprase urna ateran de moa
Jade.
Precisu se saber a morada da Sri. I,mez Ma-
ra das Dores para fallar tt-lhe a negocio de sen
interesse, ou que pode ir ra de S. Francisco,
sobrado n. 2, p:r cima dj cartorio d) Sr. Silveira
Lobo.
A sociadade Uniao C)onuercial. coinpos'.a dos
coramerciates da ra !'.' ir. Alfonso, out'rora
ra da Praia, pretendendo h .arar a memoria do
nclito of'i-il bra-lr!ro. prdigamente' derramon
o BMgue pilo de-airav.i da patria, vilipendiada
pela audaz.paraguayo SUno Lpez:; manda ce-
lebrar no disa'onaJo lo d,) cjrrente, na,igreja
do Espirito Santo, pelas 8 horas da manhaa algu-
mas missa? pelo nssnflco eterno d- mesmo in-
victo offleial, honra dista provincia que Ihe sarrio
de barco-; a para e tem a h.aura de convidar aos habitantes de-U ci-
dnde, e esDiCialmente a.- pareles e amigos do
ber pern*mbuc i:io.
E, ainda possui a a referida saciedade dos mes-
ma sentmeatos, era >ega r lberdade na pa ba.iti.-maJ duas criancis.
queficaedo livres d> fer eibO jugo do captiveiro
marcara) a nova era dn soa renascenca civil
com a temboaaca daquellaqne nao poupou o sin-
gue pela [libefdadf de ua* PiP*Q ajcrav^.
A cowaisaao encarteada^pata cmara
muoicipat,desta ctdade de celebrar um
oficio de rquiem pela alma dos bravos
aquefalleoeram na guerra do Paragoayv con-
vida aos Srs. sacerdotes que quirerem
suffragar a missa dos fnesmos, a compa-
reeerem n igreja. da f. We| fro Gon-
calves no, di 15 de corrente das G horas
s del da manhaa.
Recife, i3 da julho de 1870
Capftjffj Jos Marta Freir Gameirn.
Mijor Gaettw C. da Costa'Alorara.
l>r. Pt uhaylc Lobo boscoso.

Qaalquer professor, quo precisar de um aja-
dante para sna aula ( do que tem bstanle prati-
ca) nesta typographia se dir quepa .
D. Olimpia, d Si e Albuqerque convida1 a. to-
dos os parentes a amigos de seu fallecido Marido
o Dr. Tignitaae de Sa e Albuquerqu,\ para aasis-
lirem ao aJBcio soinine u/ie manda celebrar no
dia 18 do n.-irrente, as 8 horas da maabaa, na
igreja do convente de S. Francisco ; e espera que
copcorrerao a este seto d" eeKgian e caridade, pelo I
que ser eteraamente grata. [
Joseoha da Assumpcao Olivair e Silva avisa a
quem inlew^s.T po'sa. qne nao fara negoeioal-
gum com o Sr. j s Mauricio Go:i;lves "sobre a
prela Toomasia, de nic) eidade 16 annos, pela
razan de pender leligin sihre a mesma preta.
Forma- de lero
para purgar assucar, arada exislem algumas, :
recebe- na roa da Cadeia n. 4, armazem de S. Barroca.
msm
O Dr. Caaanoa p Je ser pfoeUTado a i
qaalqner hora em mu coaaaiwariaOpa- i
cial homeopathico, no largo da matriz de
Santo Antonio n. 2. Xete rommltorio s
tem sempre sortimentos dos aerediladoa ]
medicamentos Je bomeopathia do Weber i
& Catellan em tinturas, e em glbulos, e ;
tudo quanto uecesario para as peftoas \
que seguem este systema.
0* pobres forana sempre e continnam
a ser tratados gratuitamente
Pihrfas assucaradas de Brislef.
OrWlO TEM NEM CALOMELANOS NEM NENHUM
0LTR0 MINERAL.
A grande necessidade e falta de um ca-
tbartico ou de urna medicina purgativa, ha
omito que tem sido sentida, tanto pelo po-
o, como mesmo por meio da' faculdada
medica; e por isso, infinilp o gosto e
iprazer que sentimos, em pdennos com
toda a confianca e seguridade, recommendar
as pilulas vegetaes assucaradas de fristol,
como urna excellente mediema purgativa, a
qual encerra em si todas as partes e mais
Ingrediente* essenciaes, tornando-se em um
perfeito, seguro e agradavel catbarrtico de
familia. 'Este remedio nao cSmposto
dessas drogas ordinariamente isadas na
i-oraposicSo dessas yiirinlas, que por ah se
vendein, mas sa, su prepradas coa ?
mais finas e superiores qualdades rfe raizes.
medicinaes, hervas e plantas, depois de se
haver chimicamente extrahido e separado,
os principios activos, ou aquellas partes
que contem o verdadeiro valor memcmal,
daquellas poi\-oes fibrosas inertes e agres-
tes inteiramente destituidas aa menor virtu-
de. Entre esses agentes aetivos .oh ingre-
dientes especifieos, podemos nomear a po~
jrphgrtiin. a qiml sfgnndo a experiencia
mm demonstrado, posue. nm poder o mais-
^jaravilhoso posSivel sobre as regioes do
jigado, assim como sobre todas as secre-
oes biliosas. Isto de cmbamelo com o
hpumdri*,- 6 mais alguns exlraelos Kge-
taes e drogas altamente valiosas, coast-
tnem e formam urna pilula purgativa, tor-
nando-se por isso muitissimo superior, i
qualquer urna outra medicina da mesma
natureza, que jmai fora apresentado ao
publico. As pilulas vegetaes assucaradas
de Bristol, achar-se-ho sempre um reme-
dio prompto, seguro e eminentemente eni-
caz, para a cura de molestias, tae como
sejam as seguintes.
Uydropesia dos mem-
bros ou do corpo,
ATeccoes do figado,
Ictericia,
Hemorrodias.
Mau hlito, e irregu-
laridades do sexo
femenino,
Dores d cabeca.
Em todas as molestias que derivam >
sua origeni da massa do sangue: a salsa
parrilha de Bristol esse melhor de todot
os purificadores deve ser tomado conjun
Lamente com as pilulas, pois que esta*
suas medicinas, tendo sido expressamente
preparadas para obrarem de harmona urna
com a outra, quando fielmente assim se az.
n5o nos resta a menor duvida em *zer,
que no maior numero dos casos, podemos
aiiancar nao s um grande alivio, como
tambem urna cura prompto radical, Ipto
est bem visto, quando' o doente nao se
che n'um estado muito aiem dos recursos-
hunftnos.
Aluga n un mimiine sobrad > de nm an-
dar e miranlp, sito na roa da Aurora em Santo
Amaro n. 20. e reedifica I. de novo, con injiii e ej:c-'llntes com no,I -n na familia ; tendo wh
muil03 quarlos pira erial... e um ha o quintaJ
tolo arborisado. A pessoa que o pretenJer, pode
dirijir-se ra da Aurora n 2.____________
Precisa se da oiut boa o a-sciada oosiaiiei-
ra, na roa da Aurora n. 2'i : qnem estiver nes-
tas coadictias dirija-se mesin i para se tratar do
ajuste.
Quem precisar de un homem i loso, da bons
coftnmes e d.> capacade para botar sentid a
ak'um sitio perlo desta praca : nesta lypographia
so dir qnem .
Quejn for dono de um quaru-. dantto .-.a
signaes rertos, pode procurar no asylo de mendi-
ci lade, que IIip ser entregue.
Jo-A Pinto Tavares faz scienle ao respeitavel
publico que dissolveu soctcade qne tinha na
coeheira rna do Imperador n. 13, que gvrava
sob a firma Sant1 & Pinto, ficando o socio Sanios
encrrega o do salive e nassivo da mesma casa,
Recife 12 de julho de 1870.
D spepsia, ou inda-
gestao,
dAstringencia, ou..
pris5q; do ventre
habita!,
Azia do estomaga e
flattilencia,
Perda do apetite,"
Edtomago sujo,
AMA
i S
Precisa-^e
de '.mu saixeJra que Uuiha pratica de taberna e que
d i mea a sua conducta : Uo progreso Imauo,
na Casa Forte.
Preci a-se de urna ama que saiba engommar
para casa de pouca familia : na ra larga do Ro-
sario n. 28, 2o andar.
Precisa-se de um nona feitor para casa es-
trangeira : a tratar na rna da Cruz n. 20.
Wlliam Vangaan da casa da James Ryder A
C. vai Europa com saa familia, e declara que
nada deve pe soa alguma, mas se todava alguom
se julgar seu ere lor, poder vir receber uestes
oito dias que sfr logo satisfeito.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
CON'SELHO' DELIBERATIVO.
De ordoan do ftlaa. Sr. presidente convido aos
sehhofes coaselleiros reuoirem-se em seaso or-
dinaria quin'a-feira 14 do corrente, pelas 6 1(2
hora d> tarde.
Secretaria doeonselho deliberativo do Gabinete
Portuguez ae Leitura esa Pernamboco 22 de julho
de 1870.
J. R. flonaeca,
SWftrtano.
Precisa-se de urna ama nara comprar e cozi-
nhar para casa de rapaz sollHro : na ua do Qaei-
niad-i n i_____________________________
Xluga-se o soofadu n. 21 sito ra de S. Pe-
dro llarlyr de OlimU : a tratar na ra do Impera-
dor n. 50, 3 and^r.
- Precia^ sealug..i una escrava para cozinhar
e engoaimar : na rna "lo i*reno n. 21.
Precisa se -. alag;.-,a-n inoleque de ufado
de 10 ju 12 anuos : ni ra Dir.la n. 79, luja
de Qnro
Preisa-sa de singar para nraa :asa da pe-
quea familia ama oreada forra o'n captiva, que
saiba co.-inhar e en/-minia.-; e de uo criado
para comprar e fazer mais servicos do casa : r
tratar na ra do Amorim n. 5o.
OtTcrpce-se um menina brasHtiiro dh 14 an-
nos para praticar rm foja da fizemlas, muJezas
ou ferracens, de conduca ali.inQ.ula : no paleo
Jo Pn\> n. 11!.
Casa para alagar
Rna da Cadeia n. 4, 3o and r. _______
Preri-3-sc do dous amassadon-s a nan pe-
queo forro ou escravo para mandados : na pa-
daria da travessa de Lima n. 66 em Sanio Amaro.
U Sr. hachare! Joaquim Cordeiro Caettao cin-
tra queira apparecer na ra do Hospicio n. 81,
para receber nma carta vindado Rio de Janeiro.
O Dr. Joao Maria'Seve, medico da asmara
municipal desta cidade, avisa ao publico que sa
acha encarregado do curativo dos pobres, poden-
do ser procurado para os raisteres de sua proCu-
sao todos os dias das'aj as 1J boras da manhaa, a
das 3 da tarde em diante, em a sua resideucia
ra da imperatriz n. 36.
Precisa-se alugar uaa preta esc.jva
que saiba cosinbar : tratar na roa Nova
n. 50, Io andar"
SOCFEOADE ITAO BEHEnCETTE MA-
RITIA
Pela directora sao coavidartos todos os ocios
Jara compareeerem a assenihla geral n i domingo
7 do enrrente, as 10 horas da manhaa, na rna do
Apollo n. J6, f* andar
cretaria da sociedade Uniao -Beneflcente Ma-
rtima ero Pernarabuco 12 de jalbo de 1870.
O 1* secretario,
Manoel Lopes Ferreira.
J>resisa-se de um criado; na roa rta
Imperatriz, n, 9 2o andar.
Agencia em Pernambuei)
Do Dr. Ayer
Peitorai Cura a phthysica e todas as moleslias do parto.
Na'sa parrilha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens a dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Plalas eat&artlcM.
' Paramente, vegetaes e sem mercurio, cura sa-
loes, caram e purificara, todo o systema humano -
Vende-so efectivamente em casa ae Samuel P
hnslon A C, ra da Sanialla Nova a 4t.


Dfario de Perawibueo ** Qaita fas 14 de Julho -de 1870

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PHABHGIi CEHTRAL
Ra do Imperador n..-38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
ibery decio d'Abbadie recummendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao po osar do opio e de sew prepara-
dos, o cMfl -convenientes para as chancas
dos espasan eccevulses.
PHAKM
L RUADO IMPERA-
DOR N. 08.
Preparados d'alcatrSo qm capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
n
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado
cala de poder servir ventajosamente os seus freguezes, a
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e bnlantes, ^ue
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Earopa- eujos precos sao em competiveis e as obras garantidas
de le.
IIOREIRA 1HJABTE .________________
GRANDES NOVIDADES
M0F1NA
rmp*
NA
LOJA DO TRIMPHO
PARA SENHORAS. Ricas poupelinas de padr5es lindsimos, e gosto novo.
Cambraias bramas bordadas para vestidos. Poli d'chevre de lindos padroes por
.barato preco de 560rs. o covado.
Grande sortimento de las e alpacas de 320 rs. a 10500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas cora barra de cor.
PARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fuslao enfeitados blancos e de cor.
Vestuarios de fustao para meninos.
PARA HOMENS. Camisas inglezas e francezas, de linho bordadas e de pregas,
com collarinho e sem elle, ditas bordadas para noivas. Cha
'marfim e de canna etc etc., luvas de Jouvin para senhoras.
Grande sortiment> de cortinados para camas e janellas. Croxs para sota e ca
rjdiras de braco e guarnicao. Tapetes para sof a cama, para pianos e portas.
Colxas de croch para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas.
O nico e especial sortimentos das verdadeiras ESTEIRAS DA INDIA, s existe na
Loja do Triumpho.
Rua Duque e Caxias n. 7.
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
: erivo na cidade deNazareth desta provincia, o
! f-vor de vir a roa do impender o. 18 a oncluir
I aqoelie negocio que V. S. se coroprometteu reali-
I sar, pela terceira chamada iesle jornal, em fins
de dezerobro prximo passdo, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro eabril, e nala cumprio,
e por este motivo -de tvo chamado para dito
flu: pois V. S. se aeve lembrar que este negocio
de mai9 de oito anoos, e quando o senbor sea
filho se acbava no estud nesta cidade._________
O Campos da ra do Imperador n. 28 apresenta
coucorrencia do re;peitavel publieo os. seguintes
"T UTtf .""T^' gneros, que reputaos espe.;ial.dades, nao so por
Chapeos de sol de cabo de *erem mjt0 desejados, como pelo prego porque
est vendendo ; nos os que abaixo menciona,
como todos os mais que existera no seu armazem.
ESPECIALIDADES :
Camaroes seceos.
Pescadas em salocura.
Presuntos de Lanego:
Ditos para (lamire.
Rap Paulo Coreiro viajado e commun,
Velas psra carro.
Latas com legumes em coacerva.
Dilas com guizados franeczes,
Ditas com salmn e ostras.
Chocolate de diversas qualidades e preco*.
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MAOA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Punas de Vallet.
Pillas de Rlancard.
Pillas de Bland.
Xarope farraginoso de Blancard.
Confeites de lactato de ferro.
Pillas de carbonato de ferro, Jactado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenap.,.
Assucar ferruginoso.
mmmMtmmmsm
PHARMACIA CENTRAL RA BO IMPERA-
DOR N.8.
Vinbo e xarope de pepsina e jdiarthare,
excellente tnico para auxiliar as digestoes
diiceis nos casos de debilidade do esto-
mago
ENTRAL. RA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle. mui re-
commendacla em qualquer caso. de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaco do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbnticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
0 vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada oficina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenieo, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de peL* como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de mua ulili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumara accomettel-a.
Criada
Precisa-se de urna criada hre ou escraya,
ene saiba bem eegommar e tratx'do yervlco in-
terno 4e urna casa de poaca familia : i tratar no
Maoguwbo. asa aova dus Srs Carpinteiros, ou
ao cae llItlSiMllll
PRIHEIRO E ANTIGO ^CONSULTORIO 1
HOMEOPATBICO K
FONDADO PELO D. SABINO
HOJE DIRHHO
PKtO S
DR. SANTOS MELLO. Ijg
43Roa Nova n.43
* Dr. Santos Mello de volta da Baha |
eontina a ser encontrado todos os dias 1
das 10 horas ao meio da para consultas. S
Chamados a qualquer wra do da oa |
da noute.
Gratis aos pobres.
43Roa Novan. 4S.
5
AMA
Precisa-se de oa vtco de ohtro
e fra decasa de pon ,;(ere-se escra-
? e paga-te*em agradanflo: oa roa Vela nu-
mero 66. ________.______________
Te Liverpool & Lor-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companhia ingiera de segaros contra-fogo,
eslabelecida em 1839.
Capital e fundos de reserva
RS. 35,HO:30*
Os agentes desta companhia tomara seguros so-
bre *ropnedade, gneros e fazendas armazenadas.
mobilias, etc., etc., e estao igualmente autorisados
a saldarem aqu quaesquer reclama,goes.
Saonders Brothers & C,
Praca do Corpo Santo n. 11._____
Precisa-se de urna ama para comprar e co-
zinhar para urna casa de pouca familia : na ra
Imperial n. 130, casa com portao de ferro ao
lado.
Aluga-se urna preta escrava boa cozinheira:
a tratar na ra Duque de Caxias n. 14, antiga do
Queimado, loja de fazendas.
DE
Catao & C.
X. 77- RA DA IMpftRATZ-N 77' .
Esforce-?e wuifo embora o faentauvo laborioso,
empregoem-se as reacc8es roa fortes contra
qoaiqoor affecci, e tuio ser baldado, infrsetife-
ro. e at omminoso se os combinados phariBaceu-
cos nao forem acrysolsdos, e oriundos dos medi-
camentos mais novs e puros.
Se a pathologia, a materia medica sao es flous
contribuiotes para apiompta extinccio dos pade-
cimento* mrbido?, se do seu perfeito conbecfmen-
t depende a vida as menores como mato graves
enfermidades, a pureza do mdicamente, a soa
forca real e pfompta accao expelindo toda duvia
sobre sna efflracidade, em vez do sar a ultima so-
licitude a tomar o mais seguro garante da vida.
E.-ta pharmacia paro isso mprega todo o zelo,
mandando vir seus medicamentos dos principaes
fornecedores de Pars, Londres, Hamburgo,. Lisboa
e America ; tendo tambem grande sortimento de
productos chimieos, phar*maceuticos, tintas, pin-
ceis e toda a qualidade de drogas, e, preparados
especiaos desta pharmacia.
Avia receitas com pericia e promplidao, al as
10 horas da noito, attendendo a qualquer receia
e a qualquer hora tambem da noite, por ara pos-
go, e s abnodo a porta a fregueies coobecidos.
Avitta disto convidamos, ts moradores ,da fre-
guezia da Boa-vista e ao publico em geral a con-
correrem ao oosso estabelecirponto, que nos en-
contrarao sempre promptos a satisfaze-lof poa
menos dez por cento do que em outra qualqner
parte.__________________^__________________
Manoel Fernaudea de Lima retirando se para
Portugal tratar de sua saude, deixa encarregado
de lodos os seus negocios seu socio Antonio Alves
Ferreira, Io procurador Joo da Silva Leite. 2o An-
tonio Peraira VilHIa.
HOTEL JOVIAL.
48-rua d^ s Triocheiras-48
Neste hotel fornece se para casas particulares,
tanto avulsa como por assipnaturas, amlimpeza ;
sorvete noute, ptima feijojda as quintas-fei-
ras e mao de vacca nos domingos de madrugada,
e apromptam-se cem brevidade qualquer encom-
menda.
suvw in & t
mi i 1. j.
gaiolas, gallinheiros etc.
rame de ierro galvanisado em rede para cercas,
Chapas de ferro galvanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro estanhado para engenhos.
Cofres do ferro de Milner e outros autores.
Chumbo em cano.
Dito em lencol.
Dito em barras.
Dito cm encadas.
Estanto em barra e verguinha. ,
Folba de Flandres.
Arados americanos para Iadeira e varzea.
Carrinuos de n>o.
Venezianas para janellas.
Machinas de descarocar algodo de faco.
Ditas de serra.
Ditas para cortar famo.
DiUs a vapor defforca de 3 cavallos e motoree para 2 cavallos, para mover as
machinas de algodo.
Cadeiras de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
Balanras para pesar.
Oleo de linhaca em latas de ferro.
Trilhosde errp para engenhos
Bombas americanas.
Macacos de estivar.
Palancas e pesos deeiroaes e outras. r
Fogoes de patete.
Enxofre.
Salitre.
Estopa larga e de boa qualidade.
Picaretaa+para caraiubos de ferro.
Uta grande sortimento de ferrageas cutilaria.
M Cortes de seda e de cambraia bordados
O Cysne ra da Imperatriz n. 64 acaba de receber lindos e moderno cortes de
vestidos de seda, pretos 9 de cores, lisos e malisados ; assim como cortea de ambraia f
brancos todos ricamente bordados, os quaes vende por commodos precos.
Os abaixo assignados, proprietarios do
muilo acreditado estabelecimento sub a de-
nominaco BAZAR DA MODA scientificam
ao respeitavel publico, e cora especialidade
a seus irnumeraveis frepuezes, que conbe-
cendo a necessidade de dar ura aerescirao
a seu genero de negocio afim de meibor sa-
lisfazer sua immensa freguezia, resolveram
fazer um melhoramAito importante .em seu
estabelecimento, metamorphoseando-o no
que pode haver de mais bello e agradavel.
Sendo
0 BAZAR DA MODA
um estabelecimento j to conbecido d'esta
orovincia, como das mais do imperto, onde
os compradores sempre tem encontrado o
que lia de melhor e especial em artigos de
miudezas e pe fumarias, conservando sem-
pre os proprietarios o systema de vender
por muito commodos precos. lendo para
esse fim recebido todas as mercadorias di-
rectamente da Enropa onde tem peritos
correspondentes, e certos de serem sempre
preferidos com animago, eslo resolvidos a
juntar ao genero de negocio existente um
importante e sublimado sortimento de ricas
fazendas para senhoras e artigos da alta
moda de Pariz, onde o bello sexo com es-
pecialidade encontrar todos os adornos ne-
cessarios de que merecedor.
Conservndose
0 BAZAR DA MODA
na continuacSo de suas obras, espera em
breve reabrir com todo o brilhantismo, sa-
tisfazendo deste modo a espectativa publica,
e apresentando aos concurrentes a elegan-
cia elevada ao mis alio grao, a qual s pode
ser-comparada com os principaes estabele
cimentas da corle deste imperio. 0 ptimo e
activo pessoal j contratado para os tres ra-
mosde negocio, a saber: 1. ricas fazenda e
modas para senhoras, 2. variado sortimen-
to de miudezas finas, 3. superiores e ver-
dadeiras perfumaras, empregarlo sempre
todos os meios necessarios para satisfazerem
soa freguezia, ficando esta desde j sciente,
que como seniDre, encontrarlo o maior
agrado, sinceridade e modicidade nos pre-
cos ; e por esta razao esperam que o Ilus-
trado publico desta cidade continu a hon-
ra-Ios com a soa presenca neste estabeleci-
mento, em companhia tambem das excellen-
tissimas senhoras s quaes desde j se re-
commendam, esperando e desejando a sua
benigna proteccJo.
d/ernaaibuco, 4 de julho de *870.
Jos de Soma Soares & C
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermifogos para crianzas,'
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifugp.
Tudo de melhor qualid. de.
No armazem Novo Mundo, era frente a ra do
Vigario p. 2, vende-se rap das seguintes quada-
des e vifihes, por lodos os vapores, sendo a reta
Iho e em grosso, a saber:
Rap G sse-grosso.
Rap Gatsp-flno.
Rap Paulo Cordeiro.
Rap princeza da Baha meiogrosso.
Rap princeza da Baha ftno.
Rap popular da Bahia.
Em casa de THE0D0R0 CHRISTI*
ANSEN, roa da Crnz n. 18, encontram-o
iflectivamente todas as qualidades de vinh#
aoreaox, Bonrgogne edo Rheno.________
Furtaram do engenho Munbequinha no dia
de S. Pedro, 29 de junho do carrete aun, um
quarto ruco de vermelho, grande, secco do corpo,
carnudo, aiuda novo, inteiro, com duas feridas de
cangalda as costellas, a pontinha da erelha es-
querda aparada por dente de outro cavalle, com
marca de raladura as juntas das maos, e o ferro
MC mal queimado em ambas as peraas : quem
souber noticia delle dirija-se ao engenho cima
dito, a tratar com Manoel Carneiro Lelo, que ser
recompensado.
PAUL CHAUVIN
Mechanico conhecido ha 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publico que tendo dissnlvido amiga-
velmenle a sociedade que tinha com o sen eunha-
do Carlos Pluyn continua a se achar a sua dispo-
sicao para o que diz respeilo a abertura de bur-
ras, machinas de costuras, armas, fohadnras, col-
locacao de eampanhnhas e Udo qualquer concer-
t : praca do ttme d'Eu n. 24, out'ora da Boa-
Vista.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo sortimento de fundas de
excellente qualidade.
FM\CI\ CENTRAL
/Ra do Imperador n. 38.
Lamplouglis Pyretic Saline.
A preparatiou of well known ulelity to the En-
glisb Faculty, as a cooling and refreshing beverage
in all cases of frver. The frequent use'c^is. sa
line preserves foreigners from many disti-,es to
whieh they are leable before becoming acclima-
tised. May be obtained al ihe Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
PHARMACIA CENTRAL"H DO IMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho maritimo, para as alecges chro-
nicas dos pulmoes.
Pasiilbas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervu-,
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecc5o nervosa.
Pastilhas de bypophspheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Reguault,
de hortelaa, pimenta, e.de Vtccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
d, w. rnm
ENGEIHEIRO^
Com, fundi(jao.
A RA DO BRUM N. 52.
Pass^ndo o chafriz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E'oolros muitos objectos proprios d'agri-
culiura.
Todo por preco milito rednzido.________
Precisa-se do urna ama de mea idade : na
ra do Apollo n. fc, 2o andar.
50^000.
m

Laa para bordar a 5^500!
, receber uro grande e variado sortimento de lia, qaal
ibrda*.
Fitas e gal2es de seda
Acaba de, receber uro grande e variado sortimento de lia, qual vende a 9fti0
i libra, cores s'ortidac.
Rccebw utribem ura lindo sortimento de trancas, franjas e galdesde seda, e
variado sortimento de Ataste sarja, setim chamalote desdas as core a larguras, o
um sem numero de .artigos proprio de dito esJabelecim'>nt^.
TINTURARA FBAMCEZA
9 55-RuadaImperatiiz-55 P
u Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo- ^
sa tase, com a naior perfeico, fazendas em a
m pecas e em obras de todas as qualidades; 8=4
|8 como sejam : seda, laa, algodo. linho, jgjj
S chapeos de feltro e do palha etc. etc.
Tira-se no loas e limpa-se a secco sem W
ig molhar os tecidos, conservando as>im to- g
a do o hrilho da fazenda. tg]
S Tintura preta as tercas sextas fci- ^
^ras.
IlilIIIII
AMA
Pre;isa-se de urna .ima que engomme com pej
fecao ; a tratar na rua Nova, casa n. 22._______
Precisa-se de urna ama para o servico iater-
no de ama casa de pequea familia, preferindo-se
escrava : na rua da Amizade n. 21, Capunga, ou
na rua do Vigario n^5. 3* andar.______________
DSE JM
Empregar um homem portuguez e mea idade,
nao escolhe arruaacao, e tem muita pratca de
negocio, tanto para esta cidade como para fra
della^: a traUr na na Nora n. 38:
Precisa se de urna ama para cozinbar : na
rua Nova n. 61.
*>

PENTEADOS
Acaba de ckegar a esta cidade um arti'ta, pro-
fessor de peoteados, o qual se offerec fiara isso i-
tom todos os rmdelbs mais elegantes 4as ultimas
modas em Par?, sendo riqusimas travos o cai-
xas de eabello, seda e linho', este arttefa (rabalha
4 m postifos de tudo que diz
\ afiaocando a toda e qualquer pessoa qne 'Uti-
sar .4a sea presumo ser ttm servido e' por prep
TMowd : na ruaie Saot* Amana A.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sera irritar os intestinos.
~XbRO&E hipntico de" cHlorl."^
Ochloral um agente therapeutico recen-
temente experimentado, mas cojos benefi-
cios v5o sendo largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
. sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomnia, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Eile recommendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimadoras extensas, nos
accessos agudos de gotta, na asthma, na
tosse convulsa, e em muitos oulros casos,
DOSE.Dass a oito colheres d sopa
por dia, conforme o effeto qne o medico
quer obter.
Encontn-se na Pharmacia CENTRAL rua
do Imperador n. 38.
VINHO DD QU1NINN0 DE LABARRAQUE
Poderoso tnico hoje t3o aconsejado nos
gozos de |debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERADOR
N. 3a
aBftmasmnnHfr
mi miim
Vende-se tabelas.compararativafi de pre-
cos de metros covados e vice-versa, mos-
trando primafacie o valor de qualqner
fazenda, em relacao s mencionadas medi-
das reciprocamente : em casa de Lailachar
A C, rua do Crespo n. 9._________________
Pecincha
Vende-se doas bois e dotu carros, tudo em bom
estedo : no caes do Ramos n. 20.-
LL
Frecisa-se para o Rio Grande do Norte de tres
amasadores poriuguezes : a tratar com Tasso Ir-
mos & C, rua do Amorim n. 37.
roa
pn-
di-
Ama de leite
Coat'tiua-se a precisar de ama ama de leite
na roa torga do Ros-ario n. J2, segando andar,,
joton botica do Ptoto.
Na travessa da
das Cruzes n, 2,
meire andar, da-se
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qaal for aqnan-
tia. Namesma casaeom-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Furtaram do dia S a 6 do corrente do engenho
Giqui, freguezia da Escada ura cavallo russo,
grande, castrado, serrado de< baixo, cauda apa-
rada, dinas grandes, cabeca pelada por ter tido
sangue, bem feito 4 gordo, anda a paco e galope,
e de sella ; gratifica-se a quem o pegar e levar
ao dito engenho com aquantia cima. ______
CASA DA FORTUNA
Aos 8:000$
Bilhetes garantidos.
i roa Primairo de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do costeme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
;ras sorles, cintro nuiotos n. 2648 com 8:000, da
lo tena que -e acabou de extrahir a beneficio
da matriz da Escada (15J) convida aos posa-
dores virem receber na conformidade do costu-
rae sem descont algum.
Acham-se a venda osfelizes bilhetes garan-
tidos da 1' parte dss loteras beneficio da San-
ta Casa de Misericordia (453'), que se extrahira
quinta-feira 16 do corrente me-.
PRECOS.
Bilhete inteiro* l()00O
Meio bilhete 5''lOO
Quinto 2I0O0
Em porco de I0000 para cima.
Bilhete int iro 9#000
Meio bilhete 4iS00
Quinto 1*800
Manoel Martins Fina.
Precisa-se fallar com o Sr. Jos de Barros
Accioly a negocio de sea interesse : na praca do
Corpo Santo n. 17, Io andar.
ATTENCAO
3Desapparecea hontem de manhia 11 do cera
rente do sobrado da roa do Rangel n. 54, um pa
pagaio muito rallador, levando crrante inteir-
prosa ao p, o qual se aoltou da gaiolla na occa-
sio delle fugir ou mesmo de o sublrabirera della:
pelo que rogam a pessoa que delle der noticia no
mesmo sobrado, oa a roa do Livramento n. 19,
loja, que ser recompensado. ______
O abaixo assignado previne ao respeitavel
publico, que lendo-se desencaminhado uma letra
de setecentos e tanto mil res, saccada por nim
ojweita por Herculano Jos dos Reis, a vencer-sc
em dezembro do correte auno, e por isso roga
as pessoas que a tiver achado de levar a rua da
Moeda o. 33, oa na ruado Queimado n.- 79, que
ser pago o sea trabalho. visto a mesma de nada
servir flnenj a tlver achado.
Recife,v9 de julho de 1870.
MaooeJ Goncalvas Bea-veoW-
Precisase de ama ama para eDgommar : na
auadaCru o, II, i* andar.
0 CIBLRG1A0 DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientiflear ao respeita-
vei publico ea geral, e aos seus clientes
am particular que elle mudou o seu gabi
netede consultas da rua Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profiss5o, todos os dias uteis das 9 horas
da manh'aa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nlo s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenbo e a perfeicjio de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as commodidades dos precos.
O abaixo assignado declara, que as
parles que tiverero interesse no seu carto-
rio, tanto no civel, como no commercio. e
cora especiali iade sobre citar/ies ou notifi-
caces, quer seja por mandados, ou por
cart, dever3o procurar no cariorie e dar
andamento ellas, visto que cemo eserivao
nao tem obrigaco de procurar quem deva
cumprir referidas ciacSes ou notificacoes
era virtude da lei, cuja declararlo faz para
que alguem tenha noticia, e se queira valer
do juizo para cousas pequeninas.
Victoria 8 de junho de 1870.
O escrivlo do civel e commercio.
_________Belartnino jfos Sautos Bolcao
Prejisa-w de ama mulher nacional ou es-
trangeira, que saiba engommar cora asseio e tra-
tar de dous meninos de o e 8 annos: pagase bem.
A quem convier, pode dirijir-se rua da Aurora
Irmandade das Almas do Recite
Nao se tendo anda realisado a permuta
do terreno da casa incendiada n. 66 da rua
da Cruz do Recife, a mesa regedora convida
de novo os pretenderes d mesme, para
mandarem suas propostas em carta fechada
aoiuiz da irmandade at o dia 21 do cor-
rente mei.
O escnvo.
Manoel Jos dot Santos.
Attenpao
D-se a quanlia do 6:000 a premio sobre hy-
potheca em bens de raiz :*na rua Imperial o. 47,
se dir quem M. ____________________
Attenc&o
A pessea que tem annunciado dar a premio
1:000* cos garaoa, queira indicar sua mofada
para ser procurada.______________________
I
CRIADA
9reeisa-se de uma criada com urgencia: a tra-
ta* oa roa do Coelhos n. M.
<1

I
t


Diario da Pernambuco Qj,>ta feira 14 de Julho de 1870.
s
ginttnwnrili fflnaainMiianwnn|
fIV.34Rl1lD0CJlHIGA[V.31
rnAPimii-iiA n *k T / r," sos BMR
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O
Si
a
03
Gabinete Po z de Leitura
buco.
De ordetn do Blt> idate convite aos
senhores ocios unirem-se domingo
17 do eorrente, pelas 11 horas da mauhaa, para
prfmeira sossao ordinaria de assembla geral, a
qual ter lugar coin o numero de senhores socios
tjufl oomparecwem, visto au se ler reunido nu-
mero legal no da 10 dj correnle.
Secretaria do consellio deli&erativo do Gabinete
Portugtiex de Leitura om Perntroboca ii'de julho
de 1870.
I. R, Fonseca,
. 2o Secretario.
?
I *
Com este titulo atha-se. aberto e inteirameMe transformado este aolrgo
estabelecimento de'joias, onde os Treguezese amigos eueoatrario tudo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de oorivesarra, o Collar depuro
observar delicadeaa no trato e senciridadfc e modecidade nos preces,
- Espera que 9 respeitavel publico venda ver o que existe de melhor em
derecos de brirrnmtes, esmeraldas, rubios e perolas, raeios derecos, pul- 3
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qualidades, pnrta de lei faquei-
ros, colheres, pateiros salvas e outres ooitos objecios que seria enfadonbo I
mencionar. 0,
Compra-se ouro, prata, brilhanteso pedras finas, pormaior preco do gj
que em outra qualquer parte, treca-se e concerta-s* todo e qoalquer objecto 5
jm pertencente a esta arte.
a nwanmiiinmii
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Kua da Cadeia do Recife61
Cbama a attencao dos seus innmeros fregaezes, e do respeitavel publico ei
eral, para a aegainte tabella dos precos de sua asa, os qotes s5o vinte por cenw
mais barato do que em outra qoalquer parte:
Cabelleiras para senboras a 250,
300, 350 ^......400000
Ditas, para homem a 350, 400 e $O'0OOO
<3oqnes a 120, 450, 180, 20|,
MI, 30.J e.....-500000
Crescentes al.2#, 150, 180, 200,
250, 300 e.....320000
Gachos ou crespos a 30, 40, 50,
60, 70, 80, 0 e. 100000
Tranca de cabello para annel a
500 e. ..... 1,5000
Tranca'para braceletes a 100,
150, 200, 25-e.....3O0OOo!
Cadeias para relogio a 50, 6jJ,
70, 0, 90, 420 e. .
Corte de cabello.......
Corte de cabeilo om frcelo. .
Corte de cabello com lavage a
champou......
Corte de cabellocom limpez da
caneca pela machina elctri-
ca, nica em ernambuco. .
Frisado ingieza on franceza.
150001
50
50?
1000
10001
501
25
Irmandade
Da gloriosa Sanl'Anoa na igreja da Madre
- de Dos.
Por ordem do Illrn. r. provedor sao convidados
todos os nossos irmaos para se reunirem em mesa
geral no dia lo de corrente, as 5 l| horas da tar-
de, para se tratar de negocios tendentes a nossa
irmandade. Recife 13 de jolbode 1870.
Precisase alogar um moleque para vender
miudezas : na ra de S. Francisco n. 70, taberna.
Na roesma casa compra-se urna negra de meia
idade.
|. V *
Joao Jos da Silva Sarment pede encarecida-
mente aos seus collegas e amigos que Ihes facam o
piedoso favor de asistir a urna missa que elle
manda resar na segnnda-feira 18 do eorrente, as
6 horas da manhiia, na matriz da Boa-visia, pelo
eterno repouso da alma de seu chorado irmao
Jos Bernardo da Silva Lamenha. fallecido no
Piaohy ; e desde j Ihes agradece do fundo d'al-
tna este acto de caridad?.
ATTENGflO
Precisa-se de urna ama forra ou escrava para <*
eervico interno e externo de pequea .aroitia : na
ra do caes do Caprbaribe.casa nova com grade e
portao de ferro ao lado ; e lambem se alaga urna
negrinha ou moleque, pga-se hem.
Ama
p-crava para
Precisa-se de tima ama forra ou
casa de familia- a tratar na ra do Buque de
Caxias d. 69.
Bafta.........
JjSSIGIttTURAS MENSAES
bspeciahdade de penteados para casamento
Bailes e sofres ,
O dono do estabelecimento previne s I Recommemk-sa a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavaibeiros que ha um PONEZA para -enegrecer os cabellos e-feai
aatopara tintara dos cabellos e barba,as-!Da UD'ca admitida na ExposicaoUniversal
.;_ como nao prejudicial sade, por serve
uncomoumempregadosomeateoccupa-l^i, analysada e approvada pelas acode
do nesse servico.
mias de scieneias de
l'AHrfi E LONDRES
RgffinfB
i
COMPRAS.
0 muzeo de joias
Na ra do Gabuga n. 4 compra-se ouro, prata
i pedras preciosas por precos mais vantajosos do
ru em outra qualquer parte.
Comprani-se
Moedasde ouro e de prata de todas as nacoes : ua
ra da Cadeia do Recife n. 58, toja de azulejo.
As segnntes obras
A tirgem do mosteiro, e as memorias de 11-
chelieU, por Jr>e Vietorino, ambos enver-
nados em um s vol. por 30000. Colas
cont suisso, ene. 1 vol. por 10000. Canto
d'ahorada. poesas porM. da Rocha. 1 vol.
ene. por 30000. Flores sin/elas, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por .\ de
Calasans. Illttsdes perdidas, por C. de
Azevedo, tndo encaderuado em um s vo-
lume, por 80000. Jovita a voluntaria da
morte por J. C, e Alberto, scen.s de um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 30000. Palmyra,z ceguinhabra-
sileira. romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio de Abreu, ene. em um s vol por 50.
0 cavalheire d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 100000.
Tamben vende-se as colleccoes de leis
provinciaes faltando apenas 3 annos, por
200000, tendo 27 vol. me brochura, tam
bem tem outras obras que a vista se mos-
trarlo, e qne tudo se vendo por preco em
conta. Quem quizer dirija-se a esta typogra-
p ia que se dir quem vende.
Joaquim Rodrigues Ta-
vares de Mello,
r*raqa do Corpo Santo n. 17
TEM PARA VENDER : 3
Cal de Lisboa. 6
Potassa paRussia. S
Vinho Bordeaux.
Farello de Lisboa. $
Farinha de mandioca &
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quates translanticos bichas de qualidade superior
o vendera se em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em otra qoalqner parte :
na ra da Cadeia do Recite n. 1, andar.
Vende-se ou aluga-se urna canoa nova, toda
enjavilhada de cobre, qae pega 400 feht.'s de ca-
pim : para ver e tratar na camboa dos Remedios
com o capitn elflm.
Farinha de mandioca.
Da melhor qnalidade e nais barata do que em
outra qualquer parte : veniem Amaral, Moreira
& C, no caes da alfandega n. 7.
Compra-se urna casa terrea boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista: na ra da Florenti-
na n. 6.
Compra-se urna casa terrea, na Iteguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Gonceicao nu-
mero 6.
Com muito hiaior vautageni compram-se
ouro, prata e^pedras preciosas e il obras velhas: na
loja de joias do Coraco de Ouro a. i D, ra do
Cabug.
Joruaes para embrulho-
Compram-se jornaes : na fabrica a vapor de ci-
garros, na amiga ra do quartel de oolicia nume-^
ro 21.
Vndese um exceilenta cabriolet ^ue traba-
toa com um e dous cavallos, com os competentes
arreios a tratar na ra larga do Rosario n. 38,
'loja.
Estumyilhas.
Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. 38, loja
de azulejo.
Veiide-se
Ps d roseiras de varias qualidades, assim como
da sapoli, abacale, figueira, laranja eravo e pi-
nheira, por preco razoavel: a tratar na Boa-vis-
ta, na do Mondego n. 51.
Vr:NDAS.
i ni
K-te conhecido estabelecimento acha-se coaftantemenie bem sortido, em virtude xs.
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, lea, arligos a^afeo menciona-
dos, pKfoa os ma6 resumidos que possivel.
i
C M AIIO. JPRASCJB2E
Boilna."! sara cn4:oras e-meninas.
Bolinas prtas, brancas e de muitas outras cores, sorfidn e bonitas, i ultimo gos- i
to da a->da. e poefu* mais baratos do.que em outrae partes.
lo lisia* para Domee c menino.
i-;-iin-as de lizoiT.i, cordawao, Jestro e pellica, das memores fabricase escolhidas. j
Bola* e perneira.< rnssfans.
Batai e perojr;is pan ian!aria, das melhoreii qualidades, de courodar.ussia, lus- |
tro e Uuerro.
Zapatos Ac ?>rraclia para homens e .seuhoras
Tecdii i-hegad* grande aor^ao de sapatos de bwracha vendo-se pelo cuss alim di g
desempatar .o ilinheir nelles empreado, sao baratissimo.-. *)
H -patos de lustro para horneas.
Sj^m'.s de entrada baikk ? couro de lustro cora salto, de muilo boa quafltdade. w
Abotinados para meninos e meninas
Saaat*; abutinadiK de differentes modelos, de 'muilo boas qalidades e f(*?;es, tanto i|
|K.ra meniao6 -como yum uvminis, BMito baratos. Jl
anaos de tapete.
Sapatos de tapete veludado, de casemira, de charlte e de tranca fraaeeces e por-
tuguezes para ihomens, para senfioras e para meninos.
Grande arroaz?, do Costa jun-
io a tviiograpliia o Diario
n. 12. '
Manteiga ingleza muita lina, da fran-
ceza.
Queijos flanengos, ditos d^ anias, ditos
de prato.
Cli d drversas qualidades.
Oif de Mixa e de outrds qualidades.
AmeiKas fraucezas em lata* e Irascos.
Mdrmeliada Licores Japna e de otm-os autores mais
acreditados, a^as, /presuntos, chouri-
cas. sa.lpioes-em barril e latas eoutros wuto5 gneros Mudos no miimo
vapor, de espedal qualidade por mdico
prego no novo.armazem do Costa.
Saceos de estopa
Vendem-se ptimos saceos de estopa,, proprio>
psra assucar, milho, farinha etc.: no armazem de
Adamson, Howie 4>C., ra do Commercio n, 40.
Os accreditados -eylindros americanos para 'pa-
dana. v F
Machinas para descarocar algodao.
Canos de ferro gatvanisados, para agua.
Carrmhos americanos para transnortar fazendas
Ven. e >euma morada ra da Senxala-velha : a faUarna ruado Duque
de Casias n. S3 luja da verdade.
EERFUMARIAS
ExceMentes extractos, banha?, teos, agua de eologee, florida, -divina, lavaade, den-
infice, de toilette, sabonetes, tintura oara cabellas, pomada angroise |>ara bigodes, ,ps de
arree etc., tudo isto de primeice qualidade, dos afamados fabsicantes, Coodray, Piver e Lubin.
ftuinquilharias
Luvas de pellica do coebecido fabricante Jounin, espolbos para alias, quartos-e ga-
I i>inete$, toucadore> ie diversos tamanbos, leques para senhocas e para meninas, abridores
1 de lavas, brincos, pulceiras, Iwtes, correnus e thaves d*elgios e rancelins, tinta de
ouro de lei, correales e brincos de plaqu, a imitacio e de mais gosto do que as de uro,
caixinhas de cos.tura ticamente guarnecidas ornadas com liadas pessas de msica, aibuns
e caixilbos douradot para retratos, caixinhas com vidro de agmento para distincumente
er-ee a perfei^o doc retratos, obyectos de phantasia para toilettes, oolshas e cestinfcas
de seda, de velludo e de vimes para braco de meninas senhoras. ditas para costuras, pe-
queos eegistros muito Anos e delicados, bouquets de ares de porcelana, jarros proprios
para gabiietes e santuarios, quadro* proraptos para colleear-se istas./raolduras doutadas
para quadros, estampas anas de paysagens, cid'ades, figuras e de santos, vidros para eos-
|,morama, alas, saceos e bolsas do vagns, esporas, chies, bengalas, ocutos, lunetas oe
peosinezide prata dourados, gravatas pretas e de rres, abaoadurss de cctlete e de punhoa,
carteinooas para notas, tbecourinhas e eanivetea fiaos, peales, escevas, ponteiras de espuma
para charuto* e para cigarras., joios de "omin, rodetes, bagatelas e outros difTerentes, ve-
nezianas moernas muito eosveniente para portas janellae, cosmoramas, lanternas mgi-
cas, estenocopos com inttressaotes vistos de ligaras e das mais boailas rnas, boulevards,
piscas e passeos de Paris, pbfttoaraphias e caixinhas magieas, reverberos para candieiros,
peles de viuruiio e de lia de cores para ps de Maternas, realejos grandes e pequeos, gjg
narraonieos. aeordions de todos os tamaas, bereos de vimes para .crianzas, sapatinhos e
wucas de aa, earrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condu:ir enancas passeio ; e
outras muitas qmnquilharias de pbantasia, franeezas atlemaes, preeos muito em conta.
Para este artigo nao ha espado nem tempo para a massante leitura da innidade de
gneros de bnnqtwdos fabricados eu diversos paites da Europa.
O dono deste estabelecirfrento pede
is precos
propria.
ATTENCAO
- ao publico em geral que continu a vistala
verdeando as qualidades e os preces baratos de .ditos obiectos por serem vindos. em di-
rettura e de conta "-!-
Aviso provincial.
O.Cmpos da rna do Imperador n. 88, avisa
nao saos sus amerosos freguezes. como a todos
demais babitaute 4esta provincia, que* o eu
armazem dP mi-lhadn*, um do? q*e ie com
franqueza bem prover urna boa dispensa, pota
tem o propnetario d*ne estabeiowiaenlo reunido
um amafia drtiMealo do gneros de prkneira
qualidade em dito aneazem. Nomea los um por
um tornac-sc-hiam afadoabo, no ntanto des-
reve alguns que roerese especial meoeSo.
A saber:
Presuntos ingl zes para fiambre.
Bros de I aniego para panella.
?Sufijos de Minas, graades, a 2|.
Latas com salnoo.
Hitas com lagostas a 600-rs.
Doce de .guiaba e de banana, muito lino.
Canardes-seceos muito aoos, a :20 a libra.
Ghampanhe superior, grrafa< o meias ditas.
Chocolate superior ile diversas qualidades.
Caf de moka e commoiu muito superior.
Bages em latas a 700 rs.
Bolaainas de soda em latas ebras.
Vellas para carro.
Copos lapidados.
Charutos do Costa de S. Fe' ,
Vinho abafado em garrafa,'.
ores* aroeaduas.
Conservas em fraseos a 700 rs.
Rap Paulo Cordeiro vijado n commum.
Vende-se urna machina de coi tura, perfeita :
Farinha de mandioca
de Santa Catharina
O que se pode desojar de bom, a garnel, a bor-
do rio patacho inglez Mmy fhck : a tratar com
Tasso Irmaos & C., ra do Amorim n. ."{7.
El
Ha para vender novi> e superior farelo que se
acha deposi ado nj trapiebe da comnauliia, chega-
do ltimamente do oio da Prata pela -barca fran-
oeza Angelina a tratar com seus consignatarios
Amorim Irmaos*-C., rna da Cruz n. .1
MACANS
Ghegados peto ultimo vapor: no arma;:em Novo
Mundo em frente ra do Vi arfj n. 2. Vende-se
mais hrale que em outra qualquer parte.
para ver e tratar, na ra
meiro andar.
do Qasimado n. 1, pri-
Boa morada
Wnde-se umbom terreno em unta das ras di-
urnamente aberias na estrada nova de Beberibe,
onde passa a liaba frrea, muito perto da riacho
facar, com maltas e trra para capim e man-
dioca, tem de estencao 150* palmos, ponm ven-
de-se a vontade des compradores : entenderem-
na ra da imperatriz n. 31
Ceneenfo
O verdadeiro portland. S se vende na ra da
Madre de Dos d. 22, armazem de Joo Martins de
Barras.
'kriiilet,
Veade-se um cabriolet francez em perfeito esta-
do : a tratar na na da matriz p. 28, loja
ITTENCAO"
Venderse uma parte do engenho Ramos, comar-
ca de Pie-d Albo, de 9:0fi0* a 0:0005, e outra
do engenho Inhaman, comarca de Iguarass, de
5:000^ : -os pretendentes queiram entender- com o senbor do engenho Caraba da fregnezia de
Tcac.unhaeru. ou com o Dr. Laurino de Moraes
Pinheiro. rna das Cruzesbqje Doque de Caxiast
n. S. O rxesmo senhor do engenho Garxba offe-
rsoe a fazenda denominadaMmguai do Grava-
t-,para o Bsejo dalladre de Oeos e Curato de
BomJardim ruija fazenda amito .aerediada pe-
los habitantes do lugar, tem acude .e varios tan-
ques e algum gado que tambem se vende encorpo-
rado dita rateada : trata-se nos lugares cima
laeneiOGados. .
*mms
Aos senhores alfaiates.
Gbegoo loja das collumnas, da ra do Cremo n. 13, de Antonio
Vasconcellos, superior velludo preto de seoa.
OLEO
FtGADOS FRESCOS
iBACALHAO q
2RueCastiglioneParis
il
SILVA LOPES, em &,*,, FEnnCinA a C-,' tm Umm.hao.
A 3,000 RS.
Chapeos de sol de alpa<* fina com basteas de
baleia a U : na roa do Crespo n. 25, loja da es-
quina.
Pechiiuha
Algodao, peca de 18 jardas, a 2900, para liqoi-
dar : na ra do Queimado n. 1, loja do Gaspar.
Vendem-se lingoas muilo novas a bordo do
paUcbo hespanhol Miguel, fundeado no ancora
douro da carne.
OOGE
De goiaba, Uranja e banana : na ra Bireita n
9L nt^anteraente.
Vende-se
Palitos do gaz a 320 rs. a dnzia de caixinhas, ha-
rato : na rna do Rangel u. 39, taberna. *
Vende-se no ara azem de Roben Ligtathvwn
& C, ra da Cadeia n. 52, fio e barbante de todas
as qualidade*, cores e grossuris, em grandes on
pequeas uoredes, estopas de todas as qoalidades
e larguris.

Vende-ae urna moenda de moer milho para
puchar com boi on cavallo : tratar ao Corredor
do BLspo b. 62, taberna.
Botinas a' Luiz IV
Botinas de doraque preto, ditas de cores, ditas
de pellica de cores o pretas para senhora moda
de Luiz XV, o oatras mnitas botinas de phantazia,
tanto para senhora come para meninos, calcado de
Melli para hometo, dilos de ames e Allemanha :
na pra^a da Independencia ns. 13 e 5, toja do
Arante-.
Tinta de impresso
Vende-se tinta para impresso, muilo boa e a
proc) razoavel: nesta typographia.
Champagne da marca George Coubet A C,
vaiiueus de lastre paW catros,.oleados de diver-
sa* cores, pesos de ferro do systema decimal :
venda na rna da Cruz n. 66, no armazm de
H. Lger.
10 itnimiL
PUBLICO
Lourenfo Pure.ra Mondes Guimar3e.s, com-
mercianle dsta pra^a acaba de concluir to-
dos os seus negocios commeiciae* e de novo
abre os teus es(a6elecimentos de fazendas
silos ra da Imperatriz, com denomi-
DacOes de GaribaWi e Arara, e tendo resol-
vido liquidar todas as suas fazendas com
grande abalimento de precos. por iso con-
vida ao respeitavel publico ea seus amigos
e fregoezes, tanto da praca como do matto,
para Ihes lembrar de novo o seu eslabele-
cimonto, e que todas as fazendas csio
reun las na loja e armazem da Arara na
ra da Imperatriz n. 7. e que resolveu-se
vender a armacSo di loja Garibaldi, para
ficar smente com \ da Arara, como cima
tica dito.
Attencao.
Vende-se chitas frncezas a 240,280, 320
e 360 o covado na loja do Arara.
PERCALAS FIN iS A 410.
Vende-se percalas tinas, para vestidos de
senboras a 4iO rs. o covedo.
Cassas franceza a 340.
Vende-se cassas frncezas para vestidos
a 240 rs. covado.
ORGANDYS DE LISTA DE CORES.
Vende-se organdys para vestidos de se-
nboras, fazenda muito modernas a 440 rs.
o covado.
Briihantf na on niiissullna de edr
Vende-se brilhantioa ou miissuna de
cor para vestidos a 440 o covade.
RBCADOS FKACEZES A 300.
Vende-se riscados francezes para vestidos
a 360 rs. o covado.
Chitas largas a 380.
Vende-se chitas escuras finas das largas
para vestidos de senboras, a 320 o covado.
Ditas matisadas escuras a 280 o covado.
ALPACAS LISAS A 500,
Vende-se alpacas "lisas para vestidos de
senboras a 500 e 640 rs. o covado.
LAZINHAS TRAi^SPARENTES A ?o0 RS.
Vende-se laasinhas transparentes, para
vestidos a 500 rs.. ditas taparlas a 401) rs.
0 covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 500 RS.
. Vende-se alpacas de listas para vestidos
a 500 rs o cavado.
HRILHANTINA BRANCA A 500 RS.
Vende-se brilbantina branca para vestidos
a 500 rs, o cavado.
ALPACAS MATISADAS A 640.
Vende-se alpacas matisadas para vestidos
de senhora a' 640 rs. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS 65000.
Vende-se cortinados parajanellas i G000
o par para liquidar.
SEDAS DE CORES A 1*000.
Vende-se sedas para vestidos a f:>000 o
covado.
CORTINADOS PARA CAMA 14*000.
Vende-se. cortinados para cama a 140000.
GOLUMIAS PARA SENHORA A 100.
Vende-se urna grande porpo de goilinbas
para senboras c meninas, a 100 e 200 rs.
cada urna para liquidar.
CHITAS PARA COBERTAS' 320.
Vende-se chitas largas Dar coberla a
320 e 360 rs, o co ado.
MANGUITOS E GOLLAS 500.
Vende-se manguitos e golhuhas para se-
nhora a 500 is. ditas de linho a 6iO e 800
rs: cada urna.
CHALES ESTAMPADOS 23000.
Vende-se cba'es de merino estampados a
2.-$00Opara liqn.r.
CAMBRAlAS VICTORIAS A 6^000.
Vende-se cambraias Victorias finas a
6,5000 63500 c 7.-)0O0, por ser liquidarao.
ALPACAS COM PALMAS DE SEDA A 1,5000.
Vende-se alpacas com palmas de seda para
vestidos de setilora a I000 o covado.
CHALES DRANCOS DE CASSA A iOOO
CADA UM.
COBERTAS CHINEZAS DE CHITA A 2^000.
Vende-te urna gnnde poicao de cober-
tas de chitas chinezas para cama pelo barato
presso de 25000 cada urna.
Vende-e na loja do Arara 3 balces para
qualquer estabelecimento por barato presso
por uao se precisar d'elles no estabeleci
ment.
IIETALHOSDE CHITAS PRETAS E CASSAS
A 120 0 COVADO.
Vende-se una grande porco de reta-
Ihos /Je chitas e cassas pretas a 120 rs. o
covado para liquida'.
COBERTORES DE ALGODAO A 13400'
Vende-se cobertores de algodao cada um
10100. i
RUMIANTE DE LINHO FINO A BARATO
PRESSO.
Algodao (raneado de duas lar-
guras 16300
Vende-se algodao transado de duas lar-
guras a 10200.
MADAPOLAO ENFESTADO A 33500.
Vende-se pe-Qas de maiiapoiao de 12 jar-
das a 33500 a per;a.
ALGODAO A 43000.
Vende-se pec-s de aigodao encorpadoa
40, 50, 65 e 70OOO a peca.
Hadapolio a 5$000.
Vende-se pecas de madapol5o de 24 jar-
das a 53 63 e 60500, dito muito fino a 70,
80 90 e 103 a p ALGODAO DE 8 PALMOS DE LARGO..
Vende-se algodao com oito palmos de
largura proprio para lences e toalhas a 900
rs. o metro.
ALGODAO DE LISTA A 160 RS.O COVADO.
Vende-se algodao de lista proprios para
saias ou vestidos para escravas on calcas e
carnizas para escravos por ser muito forte a
160 rs. o covado para,liquidar.
Cortes de castor para rale a
500 rs.
Vende se coites de castor para calca a
500 rs cada om.
CORTES DE BRIM PARA CALCA A 10400
Vende-se cortes de brim d cor para
calca a 10400 cada om.
Ilrlm ptrdo liso a SO rs.
. Vende-se biim pardo liso, meio linho para
calcas para trabalbo a 500 rs, o metro.
-angas para calca a 18 rs.
Vende-se gangas inglesas para calcas e
patitots a 280 r?. o covado para liquidar.
CORTES DE CASEMIRA DE CORA 30500.
Vende-se cortes d casemira de cor para
calca a 30500 cada um.
Ditos mui o finos com listas do lado a 50.
CORTES DE CHITAS DE CORES A 20400.
Vend-sC cortes de chitas de coros com
10 covados a 2500.
Lencos forneos a t000.
Vende-se lencos- brincos de eassa a. 23
a duzia. '
Ditos de 'inho aos a 50 e 60 a duzia.
CAMBRA!
Venderse l pela
barato preco de (
Coites de chitas fin
Ditas finas escuras a 35160
corte
Brtai dcllttn do I ado a O r-.
Vende-se brim para !<;.< c m lista* dec
iodos a 400 rs. o rmado para liquidar,
CORTES DE CASSA CHITA 20309.
Vende-se cortes cada um,
CORTES DE CASEMIRA P^TA A 4*000.
Vende-se cortes de easraiiri preta par*
calca a 40 53 6->e 70.
Brim pardo 980 rs.
/Vende-se brim pardo lino transado a 72#
880 e 10000 o metro para liquidar.
Panno preto 3#iO.
V nde se panno preto para calca* p*-
litots a 20200, 20600, :'>, 30500, 40
50 o covado. para liquidar
GROSDENAPLES PRETO FINO A 2*300.
Vende-se urosdenaples preto a 20500,
20800. 35200 e 30500 o covadfl para Ih-
qaidacSa
FUSTAO PARA VESTIDOS A 360 RS.
Vende-se fiikiSo para vesiid s de senbo
a 360 rs* o covado.
COLERIXIIOS PARA HOMF.M A 30O RS.
Vende-se grande p itodo tnljrtnhoste
papel para homem a 300 rs, a duzia -para
liquidar.
MANTAS PARA GIAVATAS
Vend-se mantas oara rravataa de ha-
-mem e meninos a 200 rs. para kimidaro.
GRANDE SORTIMEiVrO DE ROUPA FEITA DE
TODAS AS QUALIDADES A SABE :
Palilots d'alpaca de cores a 0, ditos de
meia casemira a 20; ditos de ganga a 20,
ditos de brim de alg< 13 br.incbs a 20, co-
letes d9 meia casemira a 10, ditos deDrim
de quadrinhos a 10, ditos de casemira a 20
e 20500, palilots de casemira a 6 e85, di-
to., de sobre casacos panno a 100 para H
quidar, caifas de casemira a -> e 0.3, di-
las azues de algodao a 5(K) rs. ditas de a!-
godilo de lista a *8G0 rs. ditas de brimpar-
do liso a I0lflO ditas de brim pardo a 20
e 20500. baloes d'arcos a 16 e 3500.
Fara liquidarao de tudas ;.s lazendas
mais breve que for possivel, o eslabele..-
raento est iberio das C horas da mantisa
s 9 da noule, ra di Imperatriz loja-ear-
ir azi ni do Arara n. 72.
A Nova iSsperanea
91Rna Dtiqsie de Caxias3 S
Quando a NOVA-ESPERANZA faz os seus
anuncios expondo aos seus freguezes e a
todos em geral o grande soitmenlo esu-
perioridade de seus objectes nao com vis-
tas de atrair a aMencio de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despoe,
e sim para scientificar (a.interese de todos)
a qualidade de seus ohjecl06 os quaes sid
sempre de apurado gosto e perfeii;3o; tor-
nando-se qaasi iadispensavtl para aquelies
preciadores (do bom) fiequenlarem a No-
va Esperanca, pois que ella ca pri da em re-
ceber constantemente, o que ha de mettwr
relativamente a sua reparlic : o que se po-
der verificar quando em qualquer reuai)
de pessoajl ("inanles doxiquej \-se uta
bonito enfeite em um bonito vestido, om
aroma ojjradavel escapw d'nm aKo lenco,
um moderno c linde lace mn ddicado -ra-
mo de finas flores, ele. ota, todos o'.bam-se
reciprocamente e dizem com iigo (c as ve-
zes uns aos ini;.s) e-c- s?.o objectos
comprados a NOVA-ESPI-'RANCA: realmen-
te !!! I pfoccrar descrswr em annmios es
arligos qneconem dita loja, se: a traljaHio
insano e iioma o f,riam< s t m aquella
grafa c perf.ico eom quesio riles fabrica-
dos, assim pnis a NOVA ESPERANZA con-
tinta se em Bonvjdar a todos gartaenle,
visitnrem-na para cntSo Acarara iclei-
rados do que ha exposto na mesma loja.
lBn- fuqcie rfe Ca\ias21
Eival sem segundo,
Bl'.l Jft5.',C:EJS5K CitXlAM X. J9
(Anliga ra do Queimado)
Cunt'na a vender tudo -milito bom e
muito barato a saber t
Libras de areia preta muito boo. 0
Tesowas flcaa era unhas e coMn-
a a.......... 300
Papis de guilas frncezas a 1
lo a......... ct)
CaixaS com seis sabonetes de fruta !300t>
Libras de 13a para bordir it tods
as cores a....... CII006
Carriteis de mha Al-xandren. .100
Frascos com azeile para maciiinis 500
Gravatas de cores mcilo linas a 500
Grozas de botoes madepersl'a fi-
nissimos a....... 500
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 320 e....... 500-
Novello de linha de 400 jardas a. 60
'Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados' para meninas a. 240
Tinteiros com tmta preta a 80 rs. e 10
Pecas de fita elstica meito fina a 206
Lata com superior banha a -loO e. 200
Frascos deoleoPhilocomo moito
fino a........; 500
Ditos ditos dito grande a. 10000
Frascos de macaca perola a. 24t;
Frascos de extracto muito b nitos a '-80
Dozia de sabonetes moito finos a. 72b
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 50*
Dito de oleo baboza a..... 506
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino moito
superiores a......, 240
Lartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linha sortidas de todos os
nmeros a. ..... 10806
Oabados do Porto, largos a 160 e 200
Capachos mnilo bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de lyiba franceza superior
qualidade a....... 20400
Caixas de palito do gaz a. 20
mmT~
ie Santa Catharina.
Vpnde-se farinha de mandioca moito alva e
na, a mais superior (|oe ta no mercado, em foc-
eos de dous'alqueire?, por menos do que em ou-
tra qualquer pari: a Irictar coro Amonio Fran-
cisco Martins de Miranda, roa nova de Santo
Rila o. 55.
Vende-se
No armazem de H. Lger. rna da Cruz n. 68, -vi-
nho de Bordeaux em caixas.
f-f A nu Direiu n J6 chegon novo sortiraent
de hlalos, oeoecas, acrales, costnreiras, p cel-
ias de todos os tamaitos : vende-se mais baraU
que em owra {rte.


6
Diario de. Petnapibucct Quinta feira 14 de Julho de 1870.
A VERDADE
Rna Duque de Gaxiasn. &6
Na loja da VERDADE continna-sea ven-
Aer por baratissimos precos todo os ar-
gos de miudezas e perfumaras do sea
grande e variado sortimento, garantiodo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas nonecas de cera e massapor ba-
ratissimo preco.
Espelbos donrados para pendorar a
160 rs.
Agulhas de osso para crox a 200 rs.
Pentes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta altarme a 40000.
Ditacomagna florida a 10500.
Dita com dita dita a 14000.
Tnico de Jayme a 15500 o frasco.
Frasco conioleo expresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 1)5000
Dito com extractos finos a 15000.
Dito com sndalo verdadeiro a 15200.
Latas com'banha muito fina de 120
240 rs.
Sabonetas muito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes'para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de odres, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Peonas caligraphicas muito finas a 15400.
Ditas de lanca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinbos e entremeios do 500
e 15500.
Grosas de botes JJe lonca de 160
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizado a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo donrado
280 rs.
Thesonra para costura a 240 rs.
Linha de marca caixa a 280. rs.
Carriteis de nhas de Alexandre de n. 70
a 200 a 10 rs.p
Grampos muito finos, com passarinhos du-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar dnzia 35000
Ditas portuguezas, duzia 15400
Papel almaco superior qualidade resma
45000.
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para debrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grndes com molla a 400 rs.
Ditos grciles com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cies de 40 a 100 rs.
FitrtS para cs, peca 480 rs.
Alfineics de lal3o, carta 100 rs.
Sanatinhos de lam para creanca de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravaba* deseda-pretade 400.800n:
Ditas do croxc brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorguro de cores a 800 rs.
Na Tentada a roa nqnc e Ca-
itas n. *6.
COM FA1IIUA
Mal Landelino vende saceos com farinha de
mandioca : na roa do Duque da Clxias, travessa
doitogario, loja n. 18 B__________ -
LOUCA
ciraade arnazem na raa da
Imperatriz 0.
Neste grande armazem vende-se looca ingleza
Unas e ordinarias, apparcltos de porcelana par*
jantar e para cha, jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
sortimento de vidros finos o ordinarios, qne todo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preco que era mura pualquer parto :
chamamos a atteneSn dos freguezss, qne sera
convenientemente servidos tanto no commodos
precos como na boa nnaJidade das fajeadas.
DE ORO
Grande estabelecimento de fazendas e roupas feitas e por medida, roa da Im-
peratriz n. 52 junto a roja de oowv.es.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico ora bonite sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palitot de alpaca preta e de cores a 35000, 31500 75000, dito mirin preto
de 7)0000 at 255000, ditos de casemira de cores finas e ordinarias, de 65, a #60000,
ditos de panno finos de 05 85 105 e 2< 5000. sobreeasaco dito de 205 505000
Completo,sortimento de calcas debrim pardo de 1*600 a 65000, ditas brancas
de 25. 105000 o mais saperior, ditas: meia casemira, ditas caeanra de 55. 125000,
ditas casemira preta de Ct4J a 165000 superior, dita de merino diversas qualidades para
luto. Assim como um bonito sortimento de colletes d brfm de cores, ditos braocos,
drtos de casemira de crese pretas, dltos*de merino para latofazeada superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algddao, de 15600 35000, e de
linho de 385000 a 705000 a duzia.
Sortimento complet de ceroulas franeem de algodao de 15600 a 25500,
ditasde bramante a 15800, 25500 e 35000 ditas de Hanrburgo, (raneros, fazendu so-
perior de 230000 a 355000 a dzia. Sortimento decolarinhos dealgodSo e linho, etc.,
assim como meias de algodao para homem de 35, a 105000 a duzia, gravatas de mui
> 00 armatem d lurte 4 C. ra da
C*D48^pegointe;
\inbo Bordcaux superior qualjdade, pre-
Icos de 75500 a.205000.
Cognac fino, ifferentes precos.
Licores de dtfferentei qualidades pro-
cos.
Frotas e conserva era frascos.
Axeite doce francez, em caixas de' 42
garrafal._______________________
Fariuha de mandioca
Acaba de chegar o brigue brasero Otfttfo, e
acha se tundeado em frente do trapiche Bulo d*
.ai, > GRANDE BAZAR |Llvramento, com fmnha de mandioca novbo,
roa Nova n. 22-CAHNEIBO de Santa Cartrioa, a granel oa ensacad adon-
de ma- ude '_>mPr24ares '. **? eonsigoaurios Amo-
MACHINAS PARA
. COSTURA
UNIVERSAL, i
vmnnan completo sortimento
chims para costera, dos autores mais co-
"* nnecidos, as quaes esto em exposicao no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
tas qualidades. Na ra da Imperatriz n. 52, loja do iTdTr^" r t n^ ensina-se con perfecio
Sortimento de chapeos de sol de aJpaca, e seda, djtos ingleaes eabo de iwrfim. 5*2* eJ _!_,____ Estos china
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambueo caes da alian
dega velha n. 2, i' anda.___________________
Vidros para vidracas de todos os tamanhos
e ero caixas, vende Bartholomeu i C. em sua
pharmacia na ra larga do Rosario n. 34.
alta novidade
- NA
Loja do pago
Chegaram pelo ultimo vapor francez as ricas
chapenas de palba de Italia, ultima novidade de
Pars, chapeos de velado o paloa tambem os te-
mos de muito gosto, poslilhoes e basquinas de gor-
guro preto muito superior com ricos laco de
setim : na ra 1 de Margo.n. 7_A, lojajo_pacp._
Armazem dous irmos
8Ba da Panna8
Manteiga maleza flor a 15'00 a libra, dem fran-
ceza a 760.
Cha miudo e grosso superior a 3$200e J000, ca-
f em caroco a 200 e 240.
Vellas de spermacette a iO a libra.
Aletria, talharim e macarro ;i 400 a libra.
Vinho em pipa a 400 a garrafa, dem S. Juliem
a 600 rs.
Grandes latas com bolacbinhas a 153C0. dem com
lagostinhos a 300. idem com figos a 14000.
Copos lapidados a Si500 a duzia, idem idem de
contra a 2J600, idem temos cora 6 copos por
IStOO ; assim como mu los ontros i.hjpctns.
Farinha de mandioca
igual a de /r/uribeca.
Em saceos de dous alquoires e de panno de
algodao, coja medida conesponde de 5 a 8 0(0
mais do que a medida daqui e do Rio de Janeiro,
vndese a preco menor do que em qualqner 011-
tra prtete : tratar com Joaquim los Goncal-
ves Bellr,ao, em seu eeenptorio ra do Commer-
ci n. \1._____________________________
Mais barato do que em outra qualquer
parte.
No porto da travessa do? Coelbos acha-se cons-
tantemrntn tijolo grosso e fino, tapamento, telbas,
e grando porcio de area, que se vedem a vontade
do comprad' r por menos preco do que em outra
qualquer parla ; assim como fe encarroara do
f jrneecr matenaes para as obras, para o que h?
canoas carrocas.
Toalbas para rosto. Sortimento d mnllas para viagem.
ATTENCAO.
Neste estabeleeimento encarrega-se de mandar fazer qualqner obra por medida
e para esse 9m tem hbil mestf eecarregado da officina, qoe w encarrega do irabalho
com perfeic5o e pontuafidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covad oa 10*000 a pessa com 42 eovados, ditas miudes
para camisas e timao de meaiwSO, e 280 rs.. e outras ma'itas qualidades de 320, 360
e400 rs. o cevaa,.nest9 raesmoestabelecimenlo chegrara, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qpal para flrns ecompetente *nfete para corpnho. Cam-
bra ia lisa de 35, 45,55 e 495O0 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
a todos os compradores.
rira limaos & C. ra da Cre n. 3.
MILHO
No trapicha do Bario do Livramento, b* para
50 "raaes no'seu trabalbo ao de 30 COStU- vender superior milbo ehegado Dltimarnente te
sao igudes no seu uwiuu a ?_ Rio de Janeiro : a tratar cora Joaqujm Jos Gon-
reiras diariamente, e a sua peretcao e tai Mli
ALGODAO E HADAPOLO ALABIADO.
A 4(5000 o aJgido, e 4*J00 randapoao e tamben caita escura boa 240 o toI^aahp0,Jae m, tajlos de diversos
covado por ter grande pofcao, aa ra da Imperatrfe n. 52, h^a com portees encarnados. m_h03i s-iieiras e saccadas, p1,^0^80^-
intitulado
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se trabalhoe ejecutados pelas mee-
mas, que muito detem agradar aos preten-
dentes. _______
.------------------ *
Officina e armazem de
mamiore
Ceer Vinte e dous de novembro n. 57,
(ootr'ora armazem aitiaoca)
vender pedras rtiarmores de todos os
e
(.altea Beltro em seaeseriptorio : ra do Coa-
mercio n. 17. ___________,___________
Venda-se um boi e urna carrera : na roa
Mondgo n. T^rinha e miiho.
No trapiche BarSo do Livramento existe boa fa-
. rinna de mandioca excedente mMho en saceos
grandes : a tratar aa roa do Vigario )g, |> _.
lar.escriptorio de fcaqaim Gerir da Basto.
Farinha de mandioca
da Baha.
Ledo de Ouro.
No escriptorio de Joaqun Geraldo de
s e sccadas" de pedra de Lisboa. Tambera con- ra do Vigario n. I6? primeiro an*u, vemte-se
' trati-se e faz-se qualquer obra, como monumen- j farinna muito alva, fina torrada, saceos de ous
tos, turnlos, estatuas, pas, lavatorios, mesas e alqueires, por mebos do que em outra qualqner.
lado o mais tendente mesma arte, por modioos | parte^
; procos.________________
Vende-se
Sementes nvas de bortalices, garantidas, da socie-
dade de Horticultura Lisbonense, ruado Amorira,
i dopositoda labrica de cervejas e espirites da ra
do Brnm.
Ra do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida 4 C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante conbecido como
am dos mais bem sortidos desla cidade acaba de receber directamente de Pars alguns
irtigos especiaes que passa a mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de 15a e seda propria para vestido.
Foulardde seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cinvds, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha d'Italia.
Basquinas de seda e guipure. #
Colchas de seda- e de la e seda.
Cortinados de cambraia bordados muito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramante?, selicias, sguioes atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Caclio-nez, bales, camii-inhas, somjjrinha. _
Madapoies de varias quaidades, sarcos para viagem, mallas, tapetes, capa-
alcatifas e mtiitos ontros artigo que se vende por precos mdicos.
Tem tambem constantemjnte um completo sortimento de ESTEIIUS DA IN-
DIA para forrar salas.
GAZ GAZUZ
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster 4
0., ra do Imperador, um carregamento de ga:
de primeira qualidade; o qual se vende em partida
e a retalho por menos preco do que em outr* qna)
qner parte.
Vende-se um terreno proprio. com 138 pal-
mos de frente e 1*0 de ando, para lado da es
trada de (erro, cujo terreno tem aFeeree feito pa-
ra cinco moradas de casa, na roa de Mofooolom-
b do? Afogados : a tratar na mesma rna, ou na
roa Direita dos Afogados n. 13._______.
i chos,
Sahtdas de baile
Chegaram loja do paco as ricas sahidas
baile, assim como os ricos enchovaes de cambra
bordados para criancas se baptisarem, artig) este
o melbor que ha no mercado, aysfm como temos
gran ie sortimento de outras muitas faiendas de
gosto e novidades por todos os vapores : na leja
do pago ra 1" de Margo n. 7 A.____________
Cantara 'Je Lisboa
Soleira3, hombreiras e capiteis para frentes de
casas, o que ha de melhor : venda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n. 25, de Joaquim
Lopes Machado & C._________________
Vende-se urna casa de taipa, na baixa do
Zumb, (Torre) em solo rendeiro : tratar na ra
Imperial n. 233.
Ra do Imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar aesta
estabelecimento diariamente um completo
sortimento de p^stelaria, boUos ingteze
podins, p3ds-del, prgsentos dos ultimo
chegados ao mercado, salame de lion, bo-
linhos finos de todas as qoalidades para cha,
amenioas confeitadas, confeilos, bomboins,
pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
tirhas do mesmo .cartuxos e carteiras com
seis charutos de chocolate cada orna, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que ate
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figueira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinho*
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar neste estabelecimento
por commodos precos, fazentfo-se abatimeo-
to a quem comprar em porco.
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem poupado a despezas para melhor me-
recer a aooadjuvaco do Ilustrado pu-
blico. '
6 0RA DA IMPERATRIZ6 0
DE
SfaLWA. _FSHJKBMEMB .
Nrt m ,ontra anainn-r .arte vi*to aue os novos solios e armazem podero fazer os "seas sortimentos pelos meemos precos que comprara as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Esmas. familias, de todas as fazendas se d5o os livros das amostras, on se mandara levar em'suas casas, para melhor po-
derem escolher.
"___fSovro_>_r*
O PAV _0
S* BONITAS FAZENDAS PAltA A FES-
S TA DE &
XX SAMO ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO. jS
Vendem-se as mais lindas poopeli- vv
W as de linho e seda com os gostos >
K mais novos que tam viudo a este xx
$5> mercado, pelo barato prego de-----0
2^000 o covado. ^
Sedas listradas, de furta cores, fa* q1
zendas oe muila phantasia a 2^000 ^
o covado. i*
* Seda bisraark, larga fazenda muito
encorpada o covado a 25500. flf
Bonitas lasinhas largas com palma ^
de seda, covado a itfOOO, xx
Lindas agraciando lavradas covado ^5
a 11600. H$
Alpacas lavradas de todas as c- &
res, covado a iO, 800 e I#003 $
Bonitas lasinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
563.
Finas alpacas lisas, sendo cor bis-
mark lyrio, verde, roso, cinza, ca-
na, azul etc., covado a6i0.
Ditas furta cores com as mais bo-
nitas cores, covado 503 rs.
Lindas bareges lisas, e com lista
da mesma c6r, fazenda inteiramen-
te nova, covado a 560 e 6i0 rs.
Bonitas lasinhas tapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a Q00 rs.
Lasinhas lustrosas com lindas cd-
res emitacSo de seda, o covado a
20.
uindos cortos de anadine, sendo
f izenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 48 colados a
134000.
Finissimos crtes'de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 125000.
Cortes de ganga indianos, fazenda
ramtnte nova a IHOOfr
Ditos chinezes cora duas saiasa
)0.
Ditos de la esossza fyzenda mui-
to b mita com fos de seda a 70u0
Fiuissimos orgaodys com lista de
cor e salpico, sen o fazenda de
mrata phantasia, o metro 10289.
*
Organdy branco com listras lar-
gase quadrinhos, a vara a 1(5000.
Todas estas fazendas, sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conta, ra da Imperatriz n. 60,
loja e armazem de Silva e Figuei-
do & C.
; I CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S. i GROSDENAPLES PRETOS DE 1600 AT 7*000 ,
1 i O Pavo tem um grande sortimento dos Na loja do Pava* encontra o respeitavel i
i mais bonitos crochs para cadekas, sofsfpnb'ico um grande sortimento degrosde-
masas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodao eafestado.
Vende-se urna grande porco de algodao
de 12#tk)0 rs. cada um, pechincba.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavo tem boni-as casemiras escosse-
zas cora quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito tina q-ie se vende mais barato, por
ha ver grande porco.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os snperiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo oa rato preco
de 45500 rs. o cort,'
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS". O CO-
VADO.
O Pavo vende excelente fazenda de pura
la com as cores escoras muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de nanita dura-
co, pichincha a 800 rs. o covado ou a
2S0f) o corte de calca para homem.
FINAS BAREGES A 640 US. O .OVADO.
O Pavo tem as mais jindas bareges de
la sendo meias transparentes com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rasa. Bismarck,
roso, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter lei-
to urna grande compra, assim como ditas
majsestreitasdeuraa s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chinch.
PECAS DE MADAPOLO A 3500.
O Pavo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preeo de 3#5O0.
PECHINCHA EM ALGODAO A 4/000 RS.'
O Pavo est vendendo pegas de algodao-
sinno francez, tendo 4 palmos de largura e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 40000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba ,em
saccas, mais barato do que em outra qml-
quer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo1.
OS SETINS DO PAVO
Vende-se os mais bonitos solios de cores
e mais encorpados, proprios pasa vestidos
tendo de diversas cores.
naples prelos de todas as larguras e qoa-
lidades, tendo de 103OO o covado at 70000
e 8500), qu se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FIUNCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
com
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS" ALPACAS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
LAVRADAS A 640, 800
1,000 RES.
Chegou para este grande estabeliciaetuc
sraho americano cora 8 palmos de largura, Undas casSas"f,ancezas com delicados pa-
propno para lences e toalhas, tendo .so ef dr5es> tendo todosos e ,.
trancado, que se vende por preco mmto em dadeSj d3[ldo.se todas amoslraS) >ssm corao
conta.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas laazi-
nhas escossezas com Sos de seda, as quaes.
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas sa;as, o vendem-se pelo baraiissi-
rao preco de 360 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D" LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o cova.'o.
Ch?gon para a 1 ja do Pavo ora grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas cotn as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato preco de 20000 o
cova FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVAO
Encontra o respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande sormsnto d& fa-
zendas pretas, como sejam caasas france-
sas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas que
tem vindo, proprias para luto; sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. que todo se vende
por preco barato.
PARA BAPTKADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 40000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 40,
ou a 20400 o covado, tendo duas larguras.
CORTINADOS PARA CAMAS E JAIfELUS
de 80, W, 120 e 160000.
om Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francesas escuras alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincba.
LASINHAS A 320.
LASINHAS A 320
LASINHAS A 320.
Na loja do P.vo vendem-se elegante-sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrmhas a imitaco de poupelinas de
seda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mcrcadu, sendo fazenda que vale
maito imis dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, pechincba,
'_jEII_j,HA
EM -CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
Vende-se om bonito sortimento de mnito
finas e modernas camisas inglezas cora pei-
to e coliarinhos di> linho punhos, pelo
baratissimo preco-de 40500- rs'. cada urna
e aos freguezes que comprarcm dunas se
Ihe far um abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
liquida-.se por este proco por se ter feito
urna grande compra : assim como se vende
o respeitavel publico um grande sortimento j o mais bonito sortimento das mais modeF-
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de Das alpacas lavradas de todas as cores, qoe
panno preto e cazemira, calcasecoletes de:ge vendem a 10, 800 e640 reis o covado.
brim branco e de cores, que ludo se vende assim como ora grande sortimente de _*-
mais barato do que em outra qualquer parte; | cas lizas de todas as cores
assim como um grande sortimentft de ca-'
mizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
Basquinas.
Chegaro as mais '-modernas
ou jaquetinhas de seda preta,
basqnia*
rcamnte
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS. enfeitadas a viarilho, tranca e setim pmr
O Pavo vende urna grande porco de! ^^a ?ln__, 2 ^ J___
cortes de vestidos indianos, tendo duas i q l^eg^ e vendan-se por pi^oe
saias e tendo bastante fazenda, com os gos- |_muil ^PgL*LNAS De seda
tos mais novos qu tem vindo. e liquida-so
a 50000, tendo cada um aea competente
fiffurino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 30 0 COVADO
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE PED_
a 20000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdadei-
0 Pavo tem para vender bonitas case- ras poupelinas de linho e seda cora as -pa-
miras mescladas e bastante encorpada para: r^es majs delicados que tem viDdo ao _fer-
roupa de horneas e meninos pelo haraio cad0, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato preeo
de 20000 cada covado, pechincba.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento da*-
Na loja do Pa\5o manda-se fazor qualqner' lhores cambraias tanto victorias como tsua*
peca de obra a vontade do freguez, para o parentes tendo de 30500 i peca at a man
qne tem um perito alfaiate, responsabelisan-. fina qne vem ao mercado,
do-se os donos do estabelicimento por qual- cambraias brancas a 4/000, a peca.
quer falta que possa baver, quer per de- S o- Pavao vende pecas de cambreta
mora, quer por qualquer defeito na obra;, branca transparente, tendo mais de vara e
e para isto encontra o respeitavel publico largura, cora 10 jardas cada peca,'
preco-de 30000 cada covado ou 50000 o
corte de calca para homem.
Soupa por medida.
om grande sortimento de todas as fazendas
qoe desejar.
BRAMANTE A 1800.
um bonito sortimento de ditas tambem com' nos de largura, proprio para lences, dan
3_^TJ2P,__?_?_SS-l.0J_r**hi p" m.vestid<
fazewb
que sempre se venden a 70 e 80000, liq_-
da-se pelo barato preco de 40000.
FUBTORS BRaNGOS A 640, 800 E U200f-'.
Vende-se muito bonitos fustoes brane
senhoras e roupa para meninos e -vender
peito de liato bordadas e dita de algodao do a largura d'est boa fazenda o compri-
ment do lencol, sendo preciso para cada "* 0"__1 .< _
para todos, os precos.
PANNO PARA SAJAS A 10000, 10280 e
10500 RS.
Vende-se bonitas fazendas {proprias para
.saias sendo com bordados e pregas a ora
lado, dando a largura da fazenda o compri-
mento da saia e vende-se pelo barato preco
de 10000, 10280 e 10600, cada metro sen
Chegou para a loja do Pavao om grande do preciso apenas 3 oa 3 i/i metros para
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
cada saia pechincba.
bordados, proprios para camas e jaoellas, Vestidos brancos a i &4MMM) r*J
que se vendem de 80000 o par, at o maisj O PavSo vende finissimos cortes de ves-
rico que vera ao mercado, e verfde-se mais, tidos de cambra jranca, ricamente borda-
barato que em outra qualquer parte. I das e com muita fazenda pelo barato preco' n. GO.
um apenas 1 e 1/2 metros oa 1 e 1/4 pe-
chiacha pelo preco.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se ara bonito sortimento dos me-
mores e mais modernos espa-ilhos tendo
do barato preco de 50000 at 8000.
Cachenez.
vende-se
Na loja do Pavao
um grande
cassas a 2-19 rs.
O Pavo est vendendo bonitas cassas |U
ceres fixas a 240, 280 e 300 rs. o covad
Brilhantes laasinbas.
. S o Pavo, 640.
Cbegaram as mais MHiantes Uasinhas cora
as mais lindas cores, com palminhas miodi-
nhas, assentadas as mais delicadas cores de
lyrio, cor de canna, cor de ganga e branco,
de muilo boa
ito.-do
pura rs proprias parasenhoFas/veadam-ea -qaalidade, tendo largara de ajaece vende
60000cada hm, nerua da Imperatriz se 60 rs. ******* i m Inpefttnx
I n, 60 toja do Pavao.
A loja do Pavao est constantemente aberta, das ft horas da manMa s 9 da noute


I
Diario de Pernambuco
Quinta
feira 14 de Julho de 1870.
i
fis^iriim da raad Aurora, em frente do cafniperatr.
N^nrto e suinptuoso estabelecimento de faxends encontrarao as Exroas.
<*\m todo ^^ntouossata rfesejar.tat ero arUfios do inais rigoroso laxo, cqjoq em todas
tois tjdaliuades de fazendas, *p? '" A"*"a
Alero-ifott tetarem.prvidos do que de raelhor se enconlra ne^e mercado,
ffSi?r?,I2!f Umpa' reCtBm *"** o ve em rticos de moda a
ltSt l? Seim'lra emPris' ' 6te de qaedfspoe este estabelecrmetito'para beai servir sua mmJ& ^
<
servir sua numerosa eguezia.
esa-
AJjgodao largo par iences e toalhas de Case cora lstras de soda e
ooaa as quaiiaaes que costuma vir ao mer- da. inleiramente nova para vestidos de baile.
**t Tacas ce iodos oj padroes e qaalida- completo sortimento que se pode desojar.
4os o \ aadasque se nao pariera doaqqmr, Guipare preto e branco, diversas larga-
AIbunscoiamu.sic.is para coliocar retratos, ras e diferentes gostos.
*eUcado presante para qualquer pessoa de Gollas e pnaos bordados.para senboras.
M;f!M*u. i I Guardanapos de linbo pequeos e gran-
Ateaftado de linho e algodo, branco e des.
fe'OftM propios para toatas. Gorgurao de seda preto e de cores.
u,,?;;, A.td'^i .. ., Grosdenaples preto e de cores, haven-
Ba^o.nas de leda pretas e muilo moder- do iyAs;ts qiM||dades e gostos.
Qnunrto a A< \ el publico era
gerat, e em particular de de ol Uiroamen-
tetem recebido, jostamet xJefazere porque essa falta invo-
'untaria ella confia e espera na benevolencia de todos que lh'a attenderao e relevarlo,
&JTA
DO
pro-
Do que cima fie pw o lempo 1c qae a AGUIA BRANCA pode
dispr, eropregado apear de seas cnstos no desempenno de bm servir a aquelles que a
honram procirando prover-se ero dita toja, do que necesitara,, entretanto sem ennome-
raros Objectos que por sua natureza sao roais conhecids ali.'ella resumidamente indi-
car aquelles eoja importancia, elegancia e novidade os tornam recomrnendaveis, corao
bem seja
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo a. 9
Oa propietarios dosie Aera conhecido esttbele-
eimenm, alera des rnuitos objectos que tinbam ex-
postosa apreciara do respeitavel publico, man-
uaram vir e acaham de receber pelo ultimo vapor
da .Europa nm completo e vanado sortimento de
lina o mu delicadas especialidades, as quaes es-
**"> u vendar, como de sea c^sturae,
por juecns limito baratinhos e commodos para to-
dos, cum ato qne o Galld....
.M8i*ipofioe4lHvas de ptllica, pretag, brau-
Ps e do mui lindas cures.
a, bero como de crochet, ludo de apurado
costo e fdtio.
BalSes de musselina, madapoln, brancos
de cores, para seniora e meninas,
Breges de cores variado sortimento.
Babadrahos ou tiras bordadas em todas as
arguras,
Belbutina d todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande i
Japortozes para senboras, o melhor gos-
to, efazenda propria paris estas nosar-
rabaldes e passeios a tarde".
Leazmoas de todas-as qualidadfes, cores
e gostos, nao icaudo nada a desejar, tal
o sortimento que existe pu escoler.
. Lencos, tudo quanto pode haver desde
ariadade de tmanhos e gostos. esguiao ao algodaocomraum.
ftomhazma preta de todas as qualidades. Leqoes de madreperola e osso, o mais va-
Bramante de linho de 11 palmos de dar- riado sortimento.
Cora, e todas as rsis qualidades. J Ltgw d seda, bordadas, para senhora.
retauba* de Iin!io e algodao, grande sor- Luvas de Jouvin, <$egadas por todos os va-
amento.
porea, scmpi'e novo sortimento, quer em
Bros de linho branco e de cores, do mais peliiqa para homens e senhoras.'quer eroio
sommodo ao mais caro em qaalidade, affian-d'Escocia, brancas e de cores,
jando o que ha de melhor na especie. 1 sc^
tirios d'algodo cotoolcto sortimento e Madapolo; indescriptivel o grande sor-
rariedade de -pre;os. timento que hf?ueste genero* desd o mais
JS elevado preco ao menor, que se vende em
Wssas do cores, o mator soilimento, pri- psea e retalho por menos do qoe em ou-
ando pelo bnt gosb o barateza, attentas tra qualquer j>arte.
qualidades. Manas de blonde para noivas : o apurado
Oarobraias brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nossos correspondentes em Paris
-es de todas as qualidades e precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
>niia de Ibo e cassa estabelecimento o que do melhor
bordadas ricamente enfeitados para Sras.
Camisas para horcens e meninos, t5o va-
riado sortimento que vai do mais ordinario
nadapolSo ao mais perfeito bordado de II-
Camisas de meia, de flaella,
<- eflres para homem.
Gaaemiras pretas e de cores, o melhor
0 se pode imaginar, sendo d isso a me-
ar prova o grande consommo deltas na
nloina da casa.
Cabellas de flores, para- noivas e bailes,
iesde a mais candida flor delarangeiraat
i mais interessante grinalda.
Chapelinhas no melhor gosto, de todas as
cores hoje preferidas pelas senboras de
ais apurado rigr na moda.
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,
sitirao gosio do Pars.
Chapeos de sol, phra s^nhorase homens,
de todos os pre;os e variados gostos. "
Chaly com ricos padrSes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
taxaero e nao menos variedade de gostos,
Chitas, impossivel descrever o sortimen-
o e variedade de padrSes e novos gostos,
a Reste artigo todo quanto se pode desejar.
Cintos para senhoras o que se pedo ima-
fioar de melhor.
Coques, o melhor no. gosto e nos enfei-
les, varios tmanhos. '
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
'ao gosto elavor.
Ditas do fusto branco e de cores por
tf.-vros commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
tos para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
.o ''iie de melhor se pode desejar.'
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
aior sortimento.
?a
Damasco de 15a de 9 palmos de largara
andas cores e ricos padrees.
Bspariilhos brancos e de cores, para se-
ahoras e meninas, o melhor neste genero ;
nenhama Sra. deixar por certo de muir
e de t5o precioso auxiliar perfeica de
aoi corpo delicado.
Eatremeios bordados. **
Escomlha preta.
Batetas para cabega, ultima moda de
*ari3, reeebida no ultimo paquete.
. Esguiao de linho, completo sortimento de
oos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, vare-
tele de gostos e lindos padres,
Fuhs de crochet, modernos com cintos
capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algodo, de todos
gostos e padr5es.
FustSo de todas as cores e qualidades
jrande sortimento.
Fianella branca e de cores.
Flores, o que ha de mais rico, quer
ritas, quer era ramos; tem o PAVILHAO
M AURORA um permanente jardim a
disposico das Exmas. familias.
se deso-
ja para vestir e ornar urna noiva.
Mantas pretas de blond.
Mantas para carros, com lindas pintoras.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Masselina branca e de cores, lindos e va-
brancas e riados padroes.
i OP
Pannos pretos e de cores-, desde o mais
barato ao mais superior, por preco muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemira muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de al-
godo para camisa.
Princetas pretas e e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindissima.
Pelheriuas para senboras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, 6 de mais fragante
e salve no olphato, tem o PAVILHAO DA
AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o raais fino Bouquet d'Amour, final-
mente tudo quanto deve eccupar o touca-
dor de uina senhora de gosto.
Saias bordadas1, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem eiies, o melhor possivel,
Sabidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas,
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os t-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalbo ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tmanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fust3o brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de Cam-
braia de cores coro 2 saias, tudo iateira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond" para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exroas, (recuezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Pars, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mais em
conta.
Corpinbos de cambraia, primorosamente
enfocados eom fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeica d ador-
nos os, tornara apreciados. ,
Fitas mnargas de diversas cores e qoa-
Hdades para cintos.
Leques'uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-Ios minuciosamente
por suas qualidades, coreee desenhos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder d
melhdr.
Entrcmeios em pecaste 12 tiras.
Gulpure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Ditos-de algodo com flores e lisos.
Capailas brancas* para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor qtiajidade.
Lindos vasos com p de arroz e p'msel,
ftrixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderemos e brincos de raadreperolr.
Caivetes tinos para abrir latas.
Thesooras p.tra frisar babadinhos.
Aspas para balo.
Novas stereoscopos com 48 vistas, as
quacs s2o movidas por um machinismo
Veo de seda para chapelinas-e' monta-! Qaias subs&"*m as outras,
rat
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
ExoVaes completos para baptisados.
loUqurnhas de fil, sapatinhos bordados
e rais para ditos.
Camisinhas bol-dadas para ditos.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
podras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com 'dminos.
Bollas de borracha para brinquedo de
criancas.
Diversos objectos de Borcelana, proprios
para enfeites de mesa e *de lapinbas.
NOS GRANDESt
AUjMAZEJVS
U. 23Largo do Ter 3fOI/BflADOS
-II. 23.
SMO DOS SANTOS ft C.
E' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietaris do PA-
VILHAO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
#4 e o bom gostoo movel nico d seus negocios.
Prvidos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por ventara lhe
*o,ja necessario, os proprietaris deste sumptuoso estabelecimento recommendam-s
<^ra receto de serem contradictos e protestam esfbrcar-se por fipntinaar a merecer
ftroterjo que se Ihes tem dispensado ; certos de qae do ea estabelecimento no sahira
reguez descontente*
Contina sempre a offeina de alfaiate .dirigida por um dos mais habis artis-
, prompto execatr com promptido- e bom gost qualquer trabalho qae lhe seja
confiado. Urna modista especialmente oceupada nos trabalhos do PAVILHAO DA AU-
RORA, dirige os,que lhe s3o coacernentes, garante' porseu apurado gosto e promptido
ia execucao e t mais completa perfeica nos-seus trabalhos.
'A numerosa fregueaa qae nos honra urna prova de qae merecemos o con-
cito que se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
"z mais. Para facilitar anda a concecucSo do fim que nos propomos, temos no nosso
tabelecimeuto os ltimos figulinos de Paris, qae recebemos por todos .os paquetes, os
fae8 enviaremos para serem vistos as familias nossas freguezas, afim de escolherem,
Na oficraa de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os Agarraos
ara homens que por todos os vapores se recebem.
E' este o modo porque nos apresentamos pedrado a protectao do Ilustrado
Milico e com o niais profundo cespeito convidamos s excellentissimas Sras. a visi-
w-em o nosso estabelecimento, certas de encontrarem nelle pelo maoor preeo possive-
m que podem desejar.
Mandaremos caixeiros levar as fazendas e amostras onde orem pedidas, visto
especificar lado qaanto temos.
Jmo "Luiz, Sobnnko & C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
#0
10
PROGRESSO
Pateo da Peliha -
DE
10
SABIOS & FERR IRA
Os proprietaris destes bero sortidos armazens participam aos seas innmeros
freguezes tanto desta praca cemo do mtto que tend feito grande dinimuicao de pre-
cos as suas mercadorias estSo por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 i0,
do que eat outra qualquer parle, garantindo-se portante a s pprior qaadade de qual-
quer genero comprado uestes doos estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes s3o comprehendidos os outros, porque enfadonho seria men-
cin-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Vinagre branco mandado vir por conta Gaz americano marca Deves a 8580O a
propna vinflo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito,.,
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840 ? ^/T^*L80, ?4
760, 720 e 000. ^^f^000' 7<>500 e 8*800 rrl.
" Vinho branco puro de Lisboa a 640 560 j Mra0 alPista 200 rs- a r,bl'a e 44 k -
a garrafa, em porco ha abatimeato. logramma e 5^800 a arroba, em porcao ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho-! abatimento.
res mais acretadas marcas a I 000 e i 0200 L $SIT1 d all,mo V3pr 3fJ20
14500 e 2d a garrafa. |e 'W cada um>
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a> Aletria, macarro, talharim a 500 rs. a
7^500 e 60500, a duzia e 640 rs. a.garafa.
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 60500, 70, 110500, a frasqueira.
14a, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeite dote de Lisboa a 900 e 10000 a
garrafa em porco faz-se grande abatimen-
to, .
Caf em caroco a 220, 240 e 280, a li-
e 600, e
Serveja Bass, Illers & Bell a 08OO du-
zia em prcao ha grahde abalimento.
dem marca I e T e outras marcas a
50500 e 60, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros mutos
j libra e 10100 o kilegrammoem caixo ha
labtimento.
SabSo massa de 1" e 2* qualidade a 220
o 240 rs. a librh em caixa ha abatimento
Toanb de Lisboa rauto alto a 400 rs.
a libra 6 880 o kogrammo, em arroba ha
grande differenc.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachinhas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combinaton, Britania, doce de goiaha fina, chouricas, maoteigas fina
franceza e iogleza, banha de Baliimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de milhe americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de louGas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores.
13
ULYSSES- & IRMXO
Ena da Imperatriz 13
Os proprietaris deste bem coaheoido e a creditado estabelecimento avisao aos
seus umerosos freguezes tanto desta praca como de fora, e especialmente ao illustrado
corpo ACADMICO, que este estabelecimento acha-se sempre bem prvido de todos os
artigo i de sen gneros abaixo mencionados e que vendemos por mdicos precos, tanto
avarejo como por atacado para negocio, para o que se podem derigir por carta a nossa
casa que sero saptisfactoriamente servirlos.
CHARUTOS
saperiores de Havana, ilaaburgo, Baha,
das acreditadas marcas Rfgaba Britnica
Imperiaes &: do do Bio da bem conhecida
marca Opera e outras multas- fettas aqu de-
safamados Beberibe e outros quese vendem
em porcQes.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 30500 a 70500,
ko milheiro; verdadeiros do afamado Daniel
do Rio Novo, Maurity, Imperiaes Visconde
de Herval, Dnque de Gaxias, Gaadon ele
de pape), de fumo de Daniel, General
Osorio, Conde d'Eu, aromticos, e peito-
raes, ftoeambote, Radicaes, Acadmicos,
Machambomba, Montevideo, Orientaes, Bac
pendy e omitas outras qualidades.
FMOS
Afamados de BAEPENDY emant5es de
O libras 10400 rs. a fibra, em pacotes
i20, e em porc3o 10WO oRo em lata de
qaarta a 640, e a 500 res; dito Daniel do
Rio Novo, do para de S. Paulo, Caporal.
emuitas outras qualidades.
VARIEDADES
PONTEIRAS do espuma finas para cha-
rutos a cigarros, completo sortimento.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 30 at 3,500, ditos grandes
a 13,000, a duzia ditos fiaos diversas quali-
dades a vsrejo; dito p de gallinhas dos qae
ba no mercado a 2,800 e 3,200 a duzia;
ditos de louea, gesso, barro, ele, etc.
BOLSAS para guardar fumo, de borracha'
e couro de diveos modelos e gostos.
CARTEIRAS de todos os systemas para
cigarros.
PHOSPHOROS de cera, dos meibores qoe
ha, em caisas de 500 a 5,500 a duzia, em
caixas de 400 4,500a duzia, em caixas,
de 2.50O 2,600 a duzia e maitas outras.
, PAPEL de milho, de arroz, san-nom, Per-
sea, pintado, e palha demilho, de Fernando,
e papel de Itabo.
FABRICA DB CIGARROS.
Com promptidSo apromptamos qualquer acommeoda Aas afamados cigarros de seda,
Baependy, linbo, e de outras qualidades da nessa bem .conhecida fbrica, e bem atiesta
snperioridade o nossos cigarros, numerosa freguezia de nosso estabelecimento.
*13Boa da Imperatriz13
Mui Las e bonitas pollinhas e punhos para se-
nliora, rreate genero o quo ha de mais moderno.
Supriores pentes de tartaruga para coques.
I.ina.s rii|Uissimos enfeites par cabecas da
Expas, senhoras:
Superiores trancas pretas e de cores eom vidri-
lo e sem elles; esta fazeuda o que pode haver
ue melhor e mis'honito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
mariim, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
coni lindos desenhos, e estes pretos.
Muit superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30JOOO
a uuria, ontratanto que nos as vendemos por 501,
aiem dcslas, temos tambem grande sortimento de
ontras qualidades, entre as quaes algumas muilo
fina.'.
B6as bengala* de superior canna da India e
castao >le marni com lindas encantadoras figu-
ras do uiesmo, u>:sie (ronero o que de melhor si
pe desojar ; alm destas temos tambemjrrandi
qnan:dade de ouiras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Fii;i;s, bonijo? e airosos chicotinhos do-cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e sjperjores ligas de seda e borracha
para legqrar xs uieias.
I'oas meias do seda para senhora e para meni-
nas de 1 a 12 annos do idade.
Naval'ias cabo de marlirn e tartaruga para fazer
barba; sio eiuio boas,e de mais a mais sao ga-
rauiiiia pelo fabricante, e nos por nossa vei tam-
ben asseguraiiii sua qualidade o delicadea.
Linds e bella, c-pellas para noiva.
Slipeiiorwagulhas^para mnohitia- epara croi.
hir.lia muilo boa de peso, frouxa, para encher
Jal yrintiio.
lions baratftof de cartas para voltarete, assn
como os temos pra o mesmo tim.
Grande o vr.rlato sortimento das melhores per-
fumarias e dos memores e mais conhecidos per-
fumistas.
CC1.ARES DE ROER.
Rlectricns magnticos contra as con^ulsoes, e
fa/ilam a dentirao das innocentes criancas. So-
mos desde muit recebedores destes prodigiosos
collares, oonanaarnos a recebe-los por todos os
vapores, afim da i]ue nunca faltem no mercado,
como j tem acontecido, assim pois podorao aquel-
les que doiles pi ecisarem, vir ao deposito do gallo
vieilant?, aoude sempre encontrarao destes verda-
durros collares, e os quaes attendendo-se ao flm
para que .ao applicados, se venderao com nm mui
diminuto lacro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que dcixamos
declarados, aos uoasos freguezes e amigos a virem
comprar por precos muito rzoaveis loja do gallo
vigilante, ra .io Crespo n. 7. .
a.mi mm
A ra do Duque (16 01X1^1121.
(AHTIGA RA BO
Hccebeu seguiiile :
E-pplho< grandrs rtoHid bonitos.
Carteira, crhai tu*tVa* e ptirt-ci^arruS de.nrailas
qualidade-. /
Bonitas 'astas para papis, si;np> e matisadas.
Boa^ raucas va.-i.as para castora cmn Eua cempe-
Icnte chavo
Delica!:.* caeras de niarfim com o bocal de
prata.
Modernos perHi-s de t..riariiga. sobresahindo n-
tre elles es iiiumisos tt'legra,tiisi;:s.
(,.ommodo4 tsucad'.Tts ei iu dtus gavetas e bonr"
espnlbo.
Porl bouqoei, o i|e de melhor lem appare-
ci'o.
Port n-legio* demuitas qotloVIe.
Ponstalheres para rri.-.'icjis.
VoMnario chapoziiiiio., touca?, sapalosemeias
para bfplis;,,|"s.
Toalhas e fronhas de labyjimho.
Chapeos e cbapetinas pai senhora, moldes novos
e b^nii"^.'
Chapozinbos gMMS e bets pira meninos e
meninas.
CuutT.i as convulso* s
as
-rrmeas
Vende-sp os vcnladeiros liare* na Nova Espe-
ranca, ma do Duque de Cxias o. 2.
PAISA TlNCIll C.MlCl.LS
para prel*- na e,i>t;intn s. i'cebi-u i Nova Espe-
rarla a vertlacU'ira una A|rtaza.
PAMA ACABAR COM AS SARDAS
ou patines, lein a-Nova Espersnca o verdadeiri
leilu do msas brancas.
AGITA DE FI.OI HK LARANJA.
Vende-se na Niival>|iri:iiie;i, ruado Duque dfc-
Caxias n. 21.
PAPEL PARA ENFFiTAR SE BOLOS
receben-es innio Ijndos a Nova Esperanza, roa
do Duque dR Caxhs n. 2!
PARA AMAClAli E Ar*ORMOSBAR A PELLE
lem a Nova Esperanza ^s saboneles de pos de
arroz.
J eordeiro prevident(
Ra ilo Quelmado u. i.
Movo e variado sortimento de perfumara
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perlt
aaarias, de que efectivamente est prvida
loja do Cordeiro Previdonte, ella acaba d
receber um outro sortimento que se tor
aotavel pelarariedade de objectos, superior
Jade, qualidades e commodidados ae pr*
;os; assim, pois, o Cordeiro Providente peo
e espera continuar a merecer a apreciaos
do respeitavel publico em geral" de se
boa freguezia em particular, n5o se afa
tando elle de sua bem conhecida mansid
3 barateza. Em dita loja encontrarao c
preciadores do bom:
Agua divina deE. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lammaa.
Dita de Cologne ingieza, americana, frai
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de Cor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservacao
isseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che.
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, eoi
pomada fina para cabello. *
Frascos com dita japoneza, transpareat
a outras qualidades.
Finos eitractos inglezes, americanos
franceses em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiros gui
mente finas e agradaveis.
Oleo plulocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidadt
com esoolhidos cheiros, em frascos de df
rentes tmanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Dito* transparentes, redondos e em fifi
as de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barba
Caixinhas com bonitos sabonetes imitan-
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo i
aas perfumaras, muito proprias para prt
lentes.
Ditas de papeio igualmente bonitas, tan
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arre
e boneca.
Opiata ingieza e franceza para dentes.
Pos de camphora e outras differenw
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp. ,
Anda mais coques.
Um outro sortimento de coques de a*
vos e bonitos moldes com filets de vidrilno
a alguns d'eiles ornados de flores e fitaj
estao todos expostos apreciadlo de quei
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiflo.
Fivellas e fitas para eisaos.
Bello e vanado sortimeoto de taes objt
tos, ficando a boa escoUu ao gosto do coa
prador.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CANIAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender todas
as mindezas pelos haralissimos precos abai-
xo declararlos, garaopndo ludo bom e pre-
cos admirados.
Caixas com 20 cadernos papel pau-
tado a......., .
Caixas com 50 tiovellos de lint
do gaz a........
Dtizi3s de meias cruas superioi
qualidade a...... 3C00
Pe<;as de bbadDS com 10 va
rasa.........
Petas de liras bordadascom 12
metros cada p.ca a 15500 e.
Pecas de litas para cs de qal-
quer largura eom 10 varas a.
Escovas para unliasfazeiid.i fina a
Ditas para dentes a 240, 30
400 rs. e....., .
Pecas de tranca lisas. Llancas e
de cores a. .... .
Caixinhas de madrina eom alfine-
tes fazenda superior a. .
Duzia de linha frdxa para borda-
dos a 4C0 rs. e.....
Pares de meias cruas para me
nos diversos tamanlfs a.
Duzias de meias brancas muito
tinas para senhora a. ,
Pares oe sapalos fie tranca do
Porto........
Pares de sapalos de tapete a. .
Livrns de missa abreviados. .
Dozias de haralhos para vultarete
Sylabarios porluguezes a. .' .
Cartoes com cohetes i carreras a
Abotoaduras para colkte diversas
qualidades.......
Caixas com penna do ac muito
boa de 320 a......
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas cora, superiores obreias a.
Duzia e agulha para mar-nina a.
Libras de pregos francezes todos
os tmanhos a. .
Pacole de papel com 20 quader-
nos...........
Caixas de pbosphoros seguranca
muito superiores a .
Re?ma de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
Garrafa com agtnr Florida verda-
deira a ........
Quademo de papel liso amizade
Carretis de linha de cores com
100 jardas a........
00
400
500
2,5000
500
500
500
40
400
500
320
4506
25000
15500
15800
35000
400
20
400
506
15200
40
25000
240
400
400
45000
35600
15600
20
20
Cabellos
Vendem-se cabellos de todas as coras, qualquer
comprirueolo, qualidade superior, em caixa oa
porcao mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
cife n. 51, 1 andar-
I 1IVUUI
De dia par* dia, mais doce.
De goiaba.
De laranja.
De banana. >
Em caixd%3 e latas.
Finoe ba Caixoes grandes epeqoeaos.
Proprio,para embarque.
Vende se constantemente ra Direita a 91,
taberna do Borges
jPar.nha de mandioca
No trapiche Bario do Livramento, no largo da
teserabla, ha depositada superior tarinha de man-
dioca para f ender-s e : tratase no mean trapiche
oa do largo do Corpo Santo a. 6,2* andar.
LA VILLI DI PARS.
20Ru.i da Imperatriz20
Faria & iLessa.
Acaba de chegar a esta nossa noca loja de fa-
zendas finas um variad sortimento de fazendas de
laa e seda, como sejam : granadinos do ultimo
gosto, popelinas de urna so cor, alpacas e laazi-
nha- de cores, o que ha de mais moderno, tudo
por baratissimes precos, brilhantina* de cores, te-
cidos das indias, fazenda nova a imitaeao de per-
ca lia,balSes de dina linpindo saia de cor com lin-
das barras, fustoes proprios para vestido e roupas
de meninos; agora grandes e admiraveis pechin-
ehas, saias brancas com lindos frisados a 3, ri-
cos corpinhos bordados muito finos a Si, baldes
modernos de arcos a 2J, ricas colchas para cama
alcochoadas. sendo brancas e de cores, a 5, 6/ e
74, cambraia victoria lina a 5, ditas transparen-
tes a 54,6j e 74,chitas tinissimas escuras e claras
a 280, 300, 320 e 3C0 o covado, cassas de cores a
240, lencos brancos de cassa a 24500, ditos ehi-
nezes a 34500 a duzia, madapolo* fino a 64 e
G45O0, e umita superior a 74, "4600 e 84, algo-
daozinho largo proprio para lenees a 64, panno
de algodao branco trancada proprio para toalhas
de mesa a 14600 a vara, nramante para lences a
24OOO e 34500, o que ha de melhor, esguiao li-
nissimo a 24200 e 24500 a vara. Mandamos as
casas das Exmas. familias para melhor poderem
escolher. Tambem temos completo sojtimento de
perfumaras des primeiros fabricantes francezes e
inglezes ; as pessoas que s dignarem vir a esta
loja terao oecasiao de reconhecer a realidade do
que annunciaraos para nos justificar._________
Ferro g^ivanisado
Veude-se em casa de Adamson, Howie & C, na
ra do Commercio n. 40, folbas de ferro galvani-
sado de 6, 7 e 8 ps de comprimehto.
40^ 50^
Ricos coeiros de casemira bordados a crox e a
matiz 4 ra do Crespo p. 25, loja da esquina.
Farinha de mandioca de Santa
Catharina.
Da superior, viuda pelo patacho ingle Mary
Bloekv j ha parte ensacada pars eommodidade dos
compradores, e wndff'S nos annazeas do T sao
lrmaos 4 C, no caes do Apollo, e ra do Am rita
numero 37.
Farelo americano moito superior, saceos grandes,
caixas eom gaz, primeira qualidade, banha de par-
co deBailinore, burns pequeos, todo por preaas
rzoaveis: no armaxem de Matbeus Austin & O,
ru da Senz 'la-velha n. 106.
A 2*000
Finos cortes de chita a'KQOO : na riia do Cres-
po n. 25, loja da esquina.


i
Diario de Pernambueo Quinfa feire 14-de Jplho de 1$70
_____________________
SSSMBLEA GERAL
CMARA POS DEPUTADOS.
(Coulimtafo)
Mas, Sr. presidente, este hcto-io
j grave-e to desairuso ao paiz, que me- pa-
rece-nVtevi a !er sido mencionado no seio
da representofao nac onal sem prova bs-
tale. (Atia4bs> N5o convm, sem fun
damQlo, erguer k'fttos lao djsairotol!
aste paiz. (Apoiadfts).
Creio tambera qd o fi Dio real. Se
escrptur^co da companhia, teria, por Imi-
ta ao paiz, ventilado esse negj:io. S
festivamente existe o laucamente da dis-
feLbuie,5o das aocoes, publique-se fudo quan
tu fiovrter, p^i que se cuoheca quem san
os prevaricadores.
Trocam-se apartes).
Sr. presidente, quando se lanca om es-
tigma destes, sem d> terminar o indiv do
sobre quem elle recabe, urna nodoa, que
ji'h macular a todos e que iodos devem
rcpelir. (Apoiados).
Sr. presidente, passarei agora a fazer al-
gtfmas observacoes a r.speto- da emenda
apresentJda p)ov sobre depatado pelo 2"
J'trieto dt R4o k) Janeiro.
Di S. Exc. na sua emenda, que a ga-
ranta se coaceda, cbrigando-se a compa-
nftra a prolongar sua custa a estrada das
Cinco-Pontas ao Recife ; a destinar dos di-
videndos provenientes da receita rana quan-
lia para fundo da amnrtisago, reverten*!"
ao goveraosem indemnisac5o, passados 90
aunos da concessao, a propriedade das
obras; a formar igualmente um fundo de
te&ecvadediizido dos dividendos; a con-
veffrbnar novas regras de fiscalisaco, to-
mada de coritas e escripturac8o ; e a desis
Tir de suas reclamacoes contra algumas dis
posases do decreto de 6. de abril de
Admira. Sr. presidente, que o nobre de-
patado, que t3o fortemente impagnou o
projecto, j'ltiu queira f-izer urna concessao
(apoiados). porque quem julga admissivel
cma emenda adopta a idea principal que
anda.
En louvaria o nobre deputado e jolgaria
haver-se elle declarado faveravelmente ao
projecto, se nao enchergasse um fim, urna
tctica de combate. Perde-me o nobre
epatado se erro na interpretar a sua inten-
ro, mas nao devo admittir que tendo-se
le declarado to formalmente contra o
projecto viesse agora acceitar a sua idea
yriaoipal sobos disfarces de urna emenda.
Eo entendo que assim S. Exc. quiz pro-
sjguir na sua tenaz animad verso contra o
jrojecto ; julga que, acceita a emenda, o
projecto deve voltar ao senado, e, por con-
seguate, que llavera longa demora na ap-
provaco de urna providencia cujo mrito
sssencial boje consiste na brevidade da sua
adopeo. (Apoiados).
Ora, prejudicar a brevidade da adopeo
ter vencido a questo. (Apoiados). O nobre
eputado, como experimentado tctico, veio
rim esta emenda afim de conseguir mansa
mente o seu intento.
Sei que a emenda ainda revela outr;
;ousa, e r dcsconfianca no actual ministro
Ja agricultura, porque o nobre deputado
sao qner conceder-lhe a.antorisac3o que
projecto llie confere. O projecto deixa ao
pudente arbitrio e Ilustrado criterio do
obre ministro zelar os nteresses do paiz,
tomo en entendo que elle tem zelado e ba
de zelar. (Apoiados).
Por conseguate voto centra a emenda e
r:c darei um voto de desconfianza ao no-
ir<3 ministro.
O Su. Ministro da Agricultura :E ao
.SincCe. que solidario.
O Sr. Perkira da Silva :-^J qoesto
de gabinete ?
O Sr. Allscar Auaripe :Os nobres
fpafadM anda insistem na questo de ga-
Unete f
O Sb. Pereira da Silva :Agora que
t;iv dizer que eram solidarios.
O Sr. Mimstro da Agricultura :Soli-
. ios em qualquer providencia que tenham
: lomar.
O Sr. Alencar Araripe :O nobre de-
purado deve saber que as cousas nao se
ataliam pelas palavras que se dizem, mas
pelo alcance que ellas teem. Quem nao sa-
le que, em urna providencia de taota im-
portancia, nenhum ministro viria sustentar
a ana approvaco nesta casa sem*ter a ac-
qnieseencia de seus collegas ? (Apoiados).
FOLHETIM
li MmTmI MOMA
|P0R
Xavier de Montpin.
O Se. Theoporo da Silva :Elle bem
sabe.
O Sr. Alencar Ararjpe :Mas nao so'
por este motivo de desconflauta do nobre
miaistro e do gabinete que eu voto contra a
emenda ; voto contra ella ainda por ootra
razSo. Emendo que ella jio abrange to-
das as conveniencias que o governo pode
tirar da innixaro do contrato.
O governo, mais sciente das circumstan-
cias e do exame'da questfio, pode at de-
liiiitiva ionovaco do m'smo contrato co-
nhecertyie oulras vantagens, alm dessas
aue o nobre deputado consignoo na emen-
da, podein e deven obter-se em favor do
paiz.
Entretanto, se passar a emenda, o gover-
no flca preso, nSo peder conseguir mais
vantagem alguma alm dassas da emenda.
Por conseguinte a autorisa<;5o com a am-
plilnde em que s.e acha favoravel aos in-
teresses do paiz. 5o desconfi do gabi-
nete, como que elle desempenbar cabal-
mente e-ta missSo e que zelar neste poe-
to, como em outros. a causa do paiz. Des-
de prinr. pi o governo prop5e-se a fazer a
concess5o da garanta dos juros reclamada
pela companhia, obtendo vantagens a favor
da estrada 'de ferro de Pernambuco. Se
os nobres depntados reconbecem esta tar-
dada sao injustos d,i opposicio feita ao pro-
jecto, redigido como se acha.
Passando a emenda, limiU-se aotorisa-
C'io, e flca o governo tolbido para fazer to-
do o bem que possivel fazer.
Eu seria infenso autorisacSo. se tratas-
sernos de conferir fatuidades legislativas.
domo tenlw visto conceder, porque po Jem
resultar alteracfies do nosso systema de le-
gislado, quer civil, qner poltico. Mas em
materia meramente administrativa, comoa
presente, en e os amigos do governo nao
duvidamos dar.-lhe aulorisac5o ampia, con-
vencidos, como estamos, do seu amor pelo
bem publico.
Ainda lia urna emenda do nobre deputa-
do pelo Rio de Janeiro, que hootem oceu-
poo a tribuna ; e sorprende-me a leitura
del la. O Ilustrado representante pelo Rio
de Janeiro oppoe se decididamente garan-
ta dos juros a contar da data da le, que a
aulorisa ; no entretanto a sua emenda faz
retrabir o pagamento data da concessao.
O Su. Andrade Figueira :Da data da
concessao da garanta. Eu declarei, que
quero dos ma'es o menor.
O Si.. Alencar Araripe : Bem. Ha-
via entendido a emenda por ontra forma ;
mas em vista da declararlo do nobre depu-
tado, deixo-de proseguir as minhas obser-
vacoes sobre ella, limitando me a declarar-
me contra a sua adopelo, porque essa
adopeo traiia a grande desvantagem de re-
tardar a converso do projecto em le, pjr
ter esta de voltar senado.
Alm disso Hmiladissimo ser o espaco
entre a data da lei e a data do ajuste da
companhia com o governo sobre a garanta.
Procurei explicar e fundamentar o meu
voto, mostrando ser a expressSo da minha
consciencia. Talvez n3o attngisse o meu
fim : faam-mo recursos oratorios.
Diversos Srs. Deputados :Tem fallado
mnito bem.
O Sr. Alencar Araripe :Mas, emim,
fiz o que pude, e cumpri um dever rigo-
roso, sustentando urna providencia de alto
alcance e interesse pra o paiz.
Muiros Srs. Deputados :Moito bem ;
muito bem!
O SR. PEREIRA DA SILVA (attencio):
W\ que nunca tenho necessidade boje
de implorar a benevolencia a cunara, por-
que, alm de me adiar icommodado de
sade, ando curvado sob o peso de urna
sentenga antonsada do Sr. ministro da agri-
cultura que me coademnou como incompe-
tente para fallar em negocios da sua repar-
tirlo. (Risadas).
E nao a mim so que conheco a minha
insufficiencia..'. (M ni tos nao apoiados).
O Sr. Andrade Figueira :O nobre de-
putado conhecidocomo um dos parlamen-
tares mais distinctos que teem estado nesta
cmara. (Moitos apoiados).
. O Sn. Pereira da Silva :Eno a mim
so. mas at ao ilustrado deputado e meu
amigo, representante pelo 4o districto da
provincia do Rio de Janeiro, cujos talentos,
regidez de principios e variados dofes cons-
tituem um dos ornamentos desta casa.
(Muitos apoiados).
Coraprehende, portante a cmara, que
me aco acaniado para fallar, tendo perdido
todo o prestigio e conceito, de que um ora-
dor carece. (Risadas). Acompanha-me a ter-
rivei sentencia, e o que mais me prostra
qoe sei quanto tem ella de fundado, por-Fqnj*eH allega ter despendido de mar na
que d3j fui pela Provideoc Divina coiwfrnojio da obra, alm do fixado nos
das naturaes e vas faculdade
bilitacoes d,o nobre ministro, que nesta cata
deixou rastos laminosos da sua eloqnejcia
oratoria, e do sai zelo e lucidos trabalhos
em commissoes, para subir aos conselhos
da cora, no com sorprf za geral, mas poF- sa od compromiso data va de i864 e do
1855.
este o unieo argumeuto de que se ser-
ve os propiigoadores do projecto, aioda
qoe f eaba^meole rebatido, e constante-
mente refalado, tos diziam qoe a pronaes-
PARTK PKIHERi.1
O UABQliEZ DE SAINT-MAIXENT.
(Gontinnaco do n. 154).
XIX
A saIva<-5o.
Qoando os flexiveis ramos- dos arbustos
lergaram, precipitando os fugitivos no va-
k, cma idea rpida e terrivel cruson pela
Bente do marquez.
Cahimos n'aiguma cisterna I pensou
He. Acabou-se tudo D'aqui poucos
jegnndos estaremos redozidos nada.
O criado era tao mariola como o patr3o,
aaas n5o t3o forte em scepticismo ; por isso
te gritn ao cahir, com devoQio propria
'aquello apuro :
O' S. Lzaro, santinho da minha alma,
Vea piedade de mim I
Todava, poaco Ibes duroo o susto, por
qoe mal se sentiram precipitados, cahiram
i ama profundidade de dez ou doze ps,
atnft slo hmido e lodacento, sem se mo-
starem, nem de leve se quer.
Cora todos os diabos tartamodeou
iaxaro. Escapamos de boa, senhor mar-
tjoet t kto que foi feliz acaso, palavri-
afca f Pelos cbavlhos de Belzebuth t
Quero crer qoe os patifes nao viro aqoi
tacar-nos I
Por isso estoo eu, redarguio Saint-
Maixent apalpando com as m3os as paredes
tYy poco^ perfeitaioente lisas e sem a menor
tsaabrosidade onde se podessem agarrar
tara subir. Mas receio muito qoe peioras-
aaaaos em vez de melborar. quasi certo
qpft ningoem se lembrar de nos n'este
que todo o paiz tinba oelle os olbos fixos.e
o apontava como o.salvador di sitaac.3o.
O Sr. Ministro da Agricultura:Eo
nao dis^e que o orador era incompetente
para discutir a'-qoestSo ; dei o aparte de
que trata em represaba a ter declarado que
eu n3o eslava bem es larecido nos negocios
da administrarlo.
O Sr. Pereira da Silva :Nao tratarei,
seohores, as observa{es, que pretendo
offerecer cmara, de reproduzr a ques-
t3o toda, que fima o assampto do projec-
to sujeito actoalmente discussSo. O nobre
ministro guardando cautelosas reservas.no
explicou ainia as razesqoe o levavaha a
exigir da" casa a sua approvacjio; o muito
pouco que disse, nao sobre a questao, mas
acerca de incidentes, foi j analysado pelo
nobre depatado pelo 4. districto os sesso
de bontem, dando moslfas o nobre minis-
tro de que quer votos e nao discossSo,
porque esta Ihe nao aproveita opmio.
das tres deputados por valias provincias
eorreram em seo soccorro : os dous que
primeiro discorreram j tiveram resposta
cabal do orador, que fallou e ultimo logar
contra o projecio ; resta um nico, o que
me antecedeti na tribuna.
A este digno representante pois me di
rijo s,afim de'dewar beqj^a Rmpo a qpes-
13o, encarando-a sob todas as laces por elle
apreciadas. NSo toma porianio a camar -le
que eo aboso por muito tempo da benevo-
lencia, com que sempre se digna- de hon-
rar me, e tremecidamente aaradecido.
Esta questao ial. snhores. que sempre
que tem sido aventada perante o parlunen-
to, para obtpr favoravel deciso dos repre-
sentantes do paiz, carece de ser apoiada
por nasa tal qual presso ministerial, e at
mesmo elevada atura de quest3o de- ga-
bme e. (Apoiados.) Sem o eaprego dtestes
meios, da nao logra o assentimento da c-
mara. (Apoiados.yCbmprehendendo so o
Ilustre representante do Cear .asska a
quiz collocar. e allegon qoe continha em
seu seio os elementos de confianca no nobre
ministro, que logo se cobrio com a solida-
riedade dos collegas, para conseguir forga
e prestigio. (Apoiados.) O que admira, po-
rm, que o nobre deputado, certo de que
n3oera competente para declara-la quest3o
de gabinete, irapatou qnelles que comba-
tem o projecto a idea de assim considera-la
afim de poder enfileirar os amigos do mi-
nisterio em torno da sua opiniao, e faz-la
prevalecer.
Nenhum dos que impugno, o projecto
pretendou jamis encarar sna materia como
questSo de gabinete; s bonve um ministro
que assim o fez, o Sr. Domiciano Leite ; e
s um ministro pode e competente, e n5o
um depatado, para converter qualquer
questo em assumpto'de confianja e de ga-
binete. (Apoiados). Pergunlamos, pois, ao
Sr. ministro, se como tal a aceitava, e de-
clarando elle que nao, immediatamente ado-
ptamos a dscuss3o neste terreno, e nem a
nos, impugnadores do projecto convemque
se eleve o assumpto questo ministerial,
porque ser certo ent8o o triumpho do pro-
jecto, nao pela sua utilidade ou justica, mas
por se converter em questo de gabinete e
de confianca. (Apoiados.)
Nos que dezejamos que se decida pela
razo, pelas conveniencias publicas, e no
interesse do paiz, temos ioteresse em que
se d liberdade inteira cmara para deli-
berar, e nao se curve e dirija pela press3o
ministerial. Se um nobre deputado pelo
Rio de Janeiro pedio vot3co nominal por-
que entendeu que o assumpto a mereca, e
a cmara approvando a proposta, concordou
com o Ilustre representante, e com toda a
razo, porque em system representativo a
vetafSo nominal o principio, os outros
modos de votar-se sao excepges. (Apoiado.)
O povo tem direito de saber nao s como
falla, mas como vota o sea mandatario as
questes graves. (Apoiados.) Qdem t>-m
consciencia das suas aeces nao dte temer
a publtcidade do seu voto. (Apoiados.)
O Ilustre representante do Ceari ba?eou
odo o seu discurso na declarago de que
havio-promessas e compFomissos do go-
verno imperial para com a companhia ds
estrada de ferro de Pernambuco, de conce-
der-lhe garanta de 5 / de juros ao capital,
sitio ; mas, como nao vejo meio algum
de sahir d'aqui, teremos a mais desgracada
morte. e confesso-te que a perspectiva nao
me lisonjeia. Teria preferido cem vezes
morrer combatendo e cahir sobre um mon-
te de cadveres.
Mas enlo... murmurou Lzaro, cujos
cabellos se erigaram demedo ; eolo...
vem a dizer na sua, que estamos enterradas
era vida 9
Assim parece.
E j nos nao. resta esperanza al-
guma ?
Duvido muito.
Como nos havemos de certificar ?
Trazes na. algibeira o fozil, a pedra e
a isca ?
Trago, sim senhor. Que quer que
faca ?
Quero qoe accendas um pedaco de
isca.
Lzaro obedeceu immediatamente, e em
quanto elle feria lume, rasgn o marquez
um lenco, retorceu-o para servir de murro,
e poz em cima d'elle a isca onde j pegara
urna fgala ; foi depois assoprando branda-
mente, e logo se produzio uma pequenina
cbamma azulada.
Aquella tenue claridade allumiou dbil-
mente a supposta cisterna, e mostron na
parte baixa das paredes, quasi ao nivel do
chao, uma fenda por onde cabia talvez um
homem.
Saint-Maixent introduzo n'aquella abertu-
ra o improvisado archote, e palpitou-lbe o
corac3o de alegra quando avistou os pri-
meiros degrajos de uma escada, que descia
para mysteriosas profundidades.
Demos talvez com a salvaco I bradoo
elle. Esta escada conduz provavelmente
aos subterrneos do castello, e quem sabe
se n'essas abobadas encontraremos alguma
sabida por todos ignorada ?
Lzaro que, segundo j dissemos, s
adoptava os extremos, passando de ama
completa prostrac3o mais absoluta con-
fianca, s moito costo pode conter os
transpones do seu jubilo.
Se o senhor marquez d licenca, vou
ministro Manoel Feiizardo. Demonstrou se
j que comquanto ese i bistre finado- hou-
vess Borneado dua comnissOes de eage-
nhfciros, urna em Londres, e outr no Re-
cife, para proceder aos exames necesa-
rios sobre as obras effeetnadas pela comoa-
nbia, a fim de que. completamente Ilustra-
do, pudesse responder ao pedido da com-
panhia, n3o tomou compromisos alguna,
pois que declaren para Loodres ofiicialmen
te aodiplom-iabratileinvque eommunicas-
se companhia, que sen acto nao equivala
promessa, e nem Ihe devia. crear espe-
rancas-de bom resollado da sua suplica, por-
que eWas podan nao passar de illuses.
(Apoiados,)
O Ilustre representante reconheceu boje
que a promessa nao parti do Sr. Manoel
Feiizardo ; derivou-a s de l86 e'do Sr.
Cansanso de Sinimb.
Para bem apreciar-se a natureaa e intelli-
gencia das palavras e acto *Ijs nossos mi-
nistros, con vem esbocar um resumo hist-
rico da questo, posto que j muilo conhe-
cido.
A companhia coolractou en 1853 com o
governo- construir e costear a. estrada de
ferro do Recife sua custa. grantindo o
governo 7 % ao anno de juros ao capital
I oreado de oito cenias e tantas mil libras
esterlinas, qpe se= eonsiderava o mximo da
lespez* da obra. Em 1855 pedio e obteve
do governo que esse mximo de capital ga-
rantido com juros.fisse elevado a 1,200,01)0
libras, por se ter engaado nos seos clcu-
los : estipulou-se enlo que a companhia,
embora gastasse imis da somian pautada e
afinada, nao poderla pulir mais augmento
de garanta ao capital-addicional,. e para que
bem claro ficasse e bem patearte qoe o go-
verno se isentava, da responsabilulade de
futuras eventuafedades, declarou o governo
que desistia de fiscalisaco as despezas da
obra. (Apoiados. >
Apezar. porm,de3tes ajustes, em 1860,
veio a companhia de novo solicitar nova ga-
ranta a mais seiseenus e tantas mil libras
de capital addicional, que Ihe era preciso
levantar para continuar suas obras, que Ihe
costavam mais do que o preca dos seus yr-
Camentos.
O governo indeferio imcaediatamente, e
tom toja a razo. ( Muitos apoiados.) NSo
se den a companhia por vencida, era 1861
requereu ainda, e ent3o o governo, deca
rando-lbe positivamente que nao Ibe fazia
promessa alguma de att-tndla, maadou
proceder exarnes por duas commissoes de
professiooaes, uma dos Srs. Lae e Morgan,
engenheiros inglezes, em Londres, e a se-
gunda dos Srs. Martineau e Buarque, no
Recife.
Presisto a companhia na su i suplica, sem
obter resposta do governo, al que em 1863
o Sr. Cansanso d Sinimb d rigio-lhe o
aviso de que o nobre deputado leu apenas
ura trecho, e que na sua intsgra nao favo-
rece a tbese da promessa sustentada pelo
nobre deputido polo Cear.
Declarara o Sr. Sinimb que aindi nao
linha lido os relatnos e exames.das duas
commissoes nomeadas pelo governo, os
quaes apenas acabava de receber, mas que
teria prazer em attender suplica da com-
panhia, se delles resultssse evidentemente
que bona file havia a companhia emprega-
do as obras' da estrada as sommas. que
allegava, comtanlo que se compromettasse
a companhia modilicaco nos contractos
que vigoravam entre ella e o governo. Eis
a integra exacta do aviso do Sr. Cansanso
que deve ser lido todo, e nao entendido
por um s trecho. (Apoiados.)
Como se v, continha duas partos o aviso,
se havia promessa de conceder a garanta
no capital addicional pedido, dependa a
sua realisaco do resultado dos exam's nao
conhecidos ainda do ministro (apoiados);
quando (leales resultasse para o ministro a
evidencia de que as quantias allegadas pela
companhia como despendidas as obras o
haviam sido bona -fi.de. ficava ainda a pro-
messa sujeita a condicoes de retorma dos
contractos. (Apoiados.)
penaos presentados cmara e.nr 18ftillairar que btma^-fide eapragara a companhia.
peki enttoininistn) da agricultura^ recaabe- |nt9, 0Dra p, 3Dt|
ce-se que a commissio de Londres, aie rail Hbr ^^^^^^^|
bem a caawra, xnposta de engnhe.T06'
inglezes, condemna- poderosa e enrgica-
mente a compona' por n> IversaSes e es-
candalosas prevaricac&es corntaettidas. Ah
se minuciam fados deseoberto, que noM
devem espaotar, e que provam a ijimorah-
dade dos horneas. Dase romo eabarcado
no navio New Ed" uma quantidade de pes
de pontaria, qoando s- chegoo a Pernam-
buco a metade do' nomer >; o segoro. alm
da falsa quantidade,,foi superior em preco
de quasi o dobro do que cnstava na poca;
o- frete exceden do dobro & qoe se costu-
mava pagar entao- igualmente ; em tudo
pois se robou na quaotidade-, no frete e no
seguro,
Eu* outro navio se annuncia- haver-se -re-
meitido uma porco de omIIws de trilbos^
de ferrameotas e caldeiras- to- exagerada,
que suslentam a dous engenheiros que
seria capaz de construir uro estrada tres
veaes- mais comprida- do qpe contractada,
alet dos precos fabulosos do custo de cada
uma milba, e de cada ama caldeira, pro<-

vando-se anda que nunca chegou aPeroam-
eu aliante para esquadrinhar o caminho.
Anda l, responden o marquez a sor-
rir, porque logo comprehendeu o verdadeiro
motivo do pedido.
O rapaz nao esteve com me-ias medidas ;
metteu-se inmediatamente no tal buraco ao
rez do chao, e convenceu-se. de que a es-
cada, apezar de ser estreiliaha, estava to
solida e bem conservada, como se bouvera
sido feita n'aquella occasiSo.
Saint- \faixent seguio o criado, e ume
outro, fracamente allumiados pelo murro,
que se ia consumindo sera deitar labareda,
entraram a descer com toda a cautela,
Quanto tempo duroo a descda ? Um
quarto de hora, o moito ; mas os fugitivos
acharam interminavel.
Soccediarase continuadamenie os degros
hmidos e escorregadios, entre duas pare-
des, por onde a agua se filtrava como um
suor copioso, e n'eslas condicoes perde-se
a nocp do tempo e la distancia.
O marquez e o criado principiaram a
jolgar-se dominados por ara pesadelo. Pa-
reca que se Ihes a estendendo debaixo uma
escada mgica, fcilmente destinada a con-
duzi-Ios as entraabas da trra. N
Lzaro, especialmente, que eslava mais
pesaroso por ter encetado seminante des-
cida, e'com a melhor f do mundo se en
tregava emeorpo e alma ao'santo patrono.
O marqaez, apetar de menos dado aos
temores supersticiosos, nao deixava de
sentir uma certa cousa que muito se paresia
com o medo.
Felizmente para os doos fugitivos, mu-
dou-se, afina! o aspecto d'aqoelles sitios.
Apertaram-se ainda mais as paredes ;'
acaboo a escada, e Lzaro, que ia sempre
adianta, achoo-se n'ama especie de cabooco
ou abobada, que terminava n'uma peqaena
grota natural, cuja sabida, muito baixa e
d forma'lrregular, era fcilmente obstruida
por grandes espinheiros.
Os dous homens, para abrirem caminho
atravz d'aquella espessa parede feita de
sarsas entrelacadas e corpulentas, tiveram
de puxar pelas navalhas, e mesmo assim
i
Apreciamos agora se se deram as doas
hypotheses ou condicoes da promessa para
ella se poder verificar.
Examinados os relatnos das duas com-
missoes, que se acbam publicados nos ap-
ficaram com as m3os todas ensangrentadas-
e a roupa feita pedacos.
Mas. em summa. estavara livres Li-
vres, sob o estrellado azul do co. no fondo
do valle, e ao p d'aquelle enorme precipi-
cio, que tanto os havia borrorisado l de
cima da muralha !
Siint-Maixent explicou fcilmente aquella
evaso quasi milagrosa.
Os amigos sennores do castello libam
mandado construir peso de ouro aquella
prodigiosa escada, que perfurava a monta-
nha desde cima at baixo, e tinham assim
meio seguro de fgida, no caso de ser to-
mado viva forca o castello.
O acaso mostrara aos dous fugitivos
aquella sahida mysterioss, que, desde muito
tempo esquecida, ficaria talvez depois d'ellss
eternamente desconhecida.
Salvamo-n^s bradou o marqaez. Os
nossos perseguidores cuidam que nos lem
seguros, e estao muito convencidos de que
nao poderemos sahir das ruinas, pela sim-
ples razo de nao possuirmos azas para
voar. Estas quarenia e oito horas, pelo
menos, nao se arredam d'aqui. e gracas
confianca d'elles, chegaremos em dous ou
tres dias, sem grande incommodo, ao cas
tello de Rabn.
Deus queira que se nao engae, mea
bom amo I respondeu Lzaro. Mas que
teria sido da gente, se eu cao bouvera com-
mettido a feliz asneira de me deixar cahir
no* tal bnraquinho l de cima ? Eu c nao
sou nenhum santarro, mas olhe que de
boa vontade mandara dizer uma missa e
S. Lzaro, meu patrono ?
O marqaez deu aos hombros desdenbosa-
mente, sem se digoar de cmbaier o que
elle cbamava ridiculos preconceitos de um
espirito mesqainho, e apenas redarguio :
Toca a andar !
Nao seguiremos o marquez e Lzaro na
saa peregrinaco atravz dos epessos bos-
ques e das pittorescas montanhas da Alta
Auvernia.
Durante a vagem n3o succedeu nenhum
caso extraordinario, qeahom perigo digno
boeotao excessiva quanudade de objectos
Refepe-se ainda nesse exame dos engenhei-
ros em Londres, que nos livros-apparecem-
como despezas das- obras, sommas gastas
co festejos, recebinaentos de hospedes, o
passagens, m quaotr exageradsima.
Nao tcaro atraz dos- engenheiros ingle-
zes era- Londres os doas comroissarios no-
meados no Recite. Declaraos em seus re-
ltenos que Ibes n5>fo possivel apreciar
bem- o que bona fide-se empregoonas obras,
porque a companhia 3o tinha escripturaco
regalar, e procurava. esqniyar-se aos exi-
raes-r mas que apezau disso' e dascobriro
qoe om contrato cora- fulano Furness exce-
der de 150,000 libras ao que devia rasoa-
velmente costar; qpe apnarecem despezas
fabatosas com a esta?o do Cabo, com mo
bilas de emprogsdoe, com advogado no
Recife, com casas para os agentes da com-
panhia, etc., etc.
Dizei-me em consciencia, snhores, em
presenta destes /elatnrios. nao caducou a
promessa do Sr. Cansanso, se bou ve pro-
messa ? (Muitos apoiados)
Qual era a resposta que devia, dar o go-
verno a companhia, depois destes doas exa-
mes ? Nao podia ser' outra seno o indefe-
rimento da sna pretenco. (Apoiados.)
VJas o governo, que quera proteger
companhia, afim de que ella concluisse as
obras que contratara, deixou de dar res-
posta cabal negativa, entendendo-a segundo
cieio subentendida, e como as prevarica-
ces commettidas pelos agentes da compa-
nhia Ihe tinham tirado to Londres, e ella nao podia effectuar um em-
prestimo para levantar as sommas necessa-
rias continuaco das objras, o govarno es-
tendeu-lhe rno benfica e paternal, e ga-
rantio-lhe umemprestimo de 400,000 libras,
com o que a companhia concluio as obras.
Dir-se-bia acabada a questo da garanta
de juro : mas a companhia nao fazia seno
adiar, deixando-a a dormir. Logo que con-
seguio o emprestimo, insisti na supplica.
O governo, desejando terminar as diflkul-
dades qoe a todo o momento levanlava a
companhia, mandou como seu agente a Loa
dres o engenheiro Viriato de Medeiros, in-
cumbindo-o de cortar as questes penden-
tes. Leia-se o relatorio do Sr. Viriato, que
foi o qoe fez revivera questo.
Declara elle que examinando os relatnos
das duas commissoes, e ooviudo a compa-
nhia sobre os fados allegados, pensa que
duzentas e tantas mil libias devem ser glo-
sadas as despezas verificadas, por haverem
provas patentes e inconcussas da que cons-
tituiram malversaces escandalosas: que
outras sommas apont3das pelas duas com-
missoes poderiam igualmente ser glosadas,
mas que nao apparece a seu respeilo de-
moastraco to cabal de despendidas em m
f, ou ronbadas pelos agentes da companhia,
e que sua opiniao que o governo acabe a
questo com a companhia concedendo-lhe
garanta nova a mais qnatrocentas mil libras
de capital addicional, glosando duzentas e
tantas mil libras do pedido.
E' port acto uma s opinio. Tem-se aqui
confundido essa opinio com os exames das
commissoes de engenheiros: uma cousa
diversa da outra, (Apoiados.) As commis-
soes foram contrarias companhia ; o Sr
Viriato levantou um termo medio para cor-
tar a queto. (Apoiados.)
E convm aqui dizer, snhores, que o
Sr. Viriato nao declarou e nem podia de-
sairosa que iu iepotado
pelfr Cear. NT a< engenheiro,
por de ama estrada de Trro feita possa
izar o qoe ella cuaiou, porque a maiores
deapesas sao com desobstruyes de torras,
difcoldades do teireno, o obfedos ioava-
iiaveis posteriormeate. (Apoiados.) Pode
elle calcular pela quaotidade do material o
qge. se despendea, mas nao com aqualles
servicos: pode orear o qpanto vale a obra,
nao o qaanto com ella sedespendeu. (Apoia-
dos;)
Boto teve a questo de ser resolvida
pelo' Sr. Domiciano Leite em 1864 e esse
distiacto ex-ministroda agrlcoltora enteodea
que-era melhor concede companhia a
garanta pedida para se terminar a qoestlo,
e veioaocorpo legislativo*pedir aotorisaclo,
fazendodella qoestode gabinete, poriaso,
seaaares. foi ella approvada pela cmara
emlWi, sob a pressio de gabinete e de-
creto-contra a consciencia dos deputados.
Mis nao constitue esse acto uma pro-
messa feita companhia pelo Sr. Domicia-
no; sim orna questo ministerial entre elle
e a cmara, porque esta o nico poder
competente para timar idnticos compro-
misaos. (Apoiados.)
Dermio no senado claco anoos esta anto-
risacSo. at que o anno passado o nobre
ex-mtabtro da agricultura a reclamou do
senado e a trooxe de novo para a cmara
com emendas ; eis o de que nos oceupa-
mus.
H&-alguma promessa ou compromisso ?
N3o, e nem o governo o tomou, e oem o
podia-tomar. (Apoiados,) Quando o to-
masse, seria nnllo. (Apoiados.) Em qoes-
toes de dinneiro s o corpo legislativo pode
comprometter-se, e uio o poder executivo
por si. (Apoiado3.) Se um ministro hou-
vesseque ultrapassasse suas attriboicoes,
devia ser aecusado e processado (apoiados),
e ao corpo legislativo cabia pleoa liberdade
de nao approvar o acto.
(eontinuar-ae-ha
LimRATUilA,
de ser contado nem de prender as atten-
coes doleitor.
Os dous fugitivos, evitando cuidadosa-
mente as estradas reaes e os caminhos mais
frecuentados, fizeram toda a viagem por
atalhos onde nao encontravam viva alma, e
como iam todos estropiados e em farrapos,
passaram pir ciganos vagabundos aos olhos
dos poucos aldeos que os encootraram.
O pao e o assado que Lzaro Uvera o
cuidado de levar eorasigo, foram suficientes
para o alimento dos daos caminhantes, sem
precisarem de entrar era hospedara ou casa
habitada.
A garrafa de vinho tinha-se quebrado
quando cahiram na famosa cisterna do
Aguia de pedra, mas s fugitivos encontra-
vam cada passo muitos ros de lmpida
correte, onde podiam vontade mitigar a
sede.
No segundo dia enxergaram. ao longe a
aldeia de Mauriac ; passaram para diante
sem a atravessar, onentaram-se o melhor
possivel, e quando o. sol poente allumiava
como vasto iocendio todo o horisonte, che-
garam grimpa de uma sen, d'onde a
vista aarangia uma grande extenso de
terreno. 4
Erguia-se diante d'elles um palacio de
aspecto senhorenhal, ao fim de uma verde-
jante .campia, no meio da qual se vianm
lago pequeo, com alamos e cyprestes
roda. Ia-se por uma extensa alameda dei
castanheiros ggan'escos at ao vasta edifi-
dio, construido de ladrilhos encarnados,
com esquinas de cantara, e telbados em
bico feitos de prancbas de zinco.
Quatro elegantes mas pequeas torrinhas
enfeitavam os ngulos do palacio.
Aquella architectara nobre e ao mesmo
tempo graciosa, rniraa-se as lmpidas
aguas de uma grande laga, e, em torno do
castello, esteodia-se um immenso arvoredo
ou, para melhor dizer. um bosque cercado
de maros e vallados, to extenso qoe n'elle
se cacavam boas rezes, ahondantes por
aquellas moitas. m
Com todos os diabos I gritoo Lzaro
exiasiado. Es^a. cesideocia ha de por forca
POUCO DE TUDO.
INVALIDAS.O semanario militar da.
Prussia d os seguintes promenores acerca
dos invlidos da campanha de 1866 :
O seu numero total aseando ainda ac-
tualmente a HrT85 (8:020 em consequen-
cia de feridas, e o resto de enfermiddes,
accidentes, etc.)
Ha 10:735 bomens completamente inu-
les para o servico, e 1:050 quasi ioutili-
sados. Podem elassiflear-se do segrate
modo: 82 teem. a visla perdida e dois
membros parausados ou amputadas.; 682
eslo privados de om s raembro. ou
teemn'o parausado; ba 1:430 completa-
mente incapazes de trabalhar, 3:618 quasi
no mesmo estado, e 531 incapazes-de tra-
balhar s em parte.
As pensos e socorros concedidos a to-
dos estes invlidos elevam-se aanualmente
839:784 thalers.
A perda total do exercito prussiano, n
guerra de 1866, inclusos os fa'lecimentos
de invlidos at fins de 1869. decompe-se
do seguinte modo : 2:416 homens mortos
no campo de batalha, 1:367 em consequen-
cia das feridas, 11./85invlidos existentes,
ae todo 15:598 bomens. Os officiaes mor-
tos e feridos nao eslo comprehendidos
n'este resumo.
Estes dados provam mais uma ves os
horrorosos estragos que a perfeico das ar~
mas e os progressos da arte da guerra ebe-
gam a originar na humanidade.
PRIVILEGIOS.No reino unido da Gra-
Bretanha concederam-se o anno passado.
1869, i.OOD privilegios de invenco. O
numero notavel, mas ainda mais notaveis
s3o alguns inventos. Um delles consista
n'um appareiho para impedir que as vaccas
ne movam a cauda eraquanto as eslo lina-
pando ; outro mais transcendental, uma
vez que tem por fim supprimir os mugi-
dos.
NOVO ARTISTA.O publico de Pars
vai em breve applaudir um artista de espe-
cie completamente nova.
E' um urso. Tal qual. Um urso amos-
trado, que sobre umcavallo executa asma-
ravilhas todas do mais consummado arle-
quira : salta barreiras, atravessa arcos de
papel, etc.
pertencer algum priocipe quaado menos,
e at o re nosso senhor poderia ahi alojar-
se, que o Louvre nao se ofenda.
Quasi ao p dos nossos personagens es-
tava um aastorzinho, de olhar melanclico,
de cajado na m', guardando um rebanbo
de cabras.
O marquez chamoa-o com a mo, e o
rapasinbo aproximou-se lentamente.
O' pequeo, 'de quem aquelle cas-
tello ?pergun.oo Saint-Maixent.
E' de meu amo, um excellente fidal-
go, o senhor conde de Rabn, que Deus
tenha em santa guarda respondeu o pas-
tor.
O marquez soltou uiaa exclaanco de
aiegria, ao ver assim'consegnido o xito qae
se propozera alcaocar com tanto casto e ta-
manho risco.
O senhor conde- est agora no cas-
tello ?
Ora se est! E mais a sennora con-
dessa tambem, uma alma de Deus mais ca-
ritativa que nao ha oatra assim. Na sema-
na passada deu me mim e aos meus tres
irmos uns fatos novlnbos em folha, para a
gente vestir ao domingo. E o dinheiro qae
ella d nossa rai ? Isso euto n3o fal-
lemos I
Saint-Maixent poz uma moeda de prata na
mao do rapaz, e disse Lzaro :
Vamos l !
Os dous bomens desceram juntos a suave
ladeira da colliaa! e levaram cousa de meia
hora d'ali at grande alameda de casta-
nheiros.
Foram por ella fra, ate pararem diante
de orna grade monumental, que rematava
n'um escudo com as armas de Rahon e a
cora de nove perolas.
' Diante d'elles ostentava o palacio em
toda a sua grandiosa magestade.
O sol esconder os ultimoi ratos e era j
principiado Q crepsculo,

(Continuarse-ka)
TYP, PO D* Hi ^.HUA DUQUIDS CAX1AS
&


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