Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13085


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Full Text
I' t

\
ANNO XLVI. NUMERO 155.
---------------------v---------------------------------------------------------------
PARA A CAPITAL E LUGARES OIDE IAO SE PACA FORTE.
Por tre? maies adiantados......'...........
Por sois ditos ktara........'. *.....
Por um Mo. idem.................." .
Cid* mamero avolso..............
QUABTA FEFBA 13 DE JULHO DE 1870.
PARA DEITRfl E fORA DA PROVHCIA.
6,9000
125000
34)1000
390
Por tres mezes adiafitaos
Por seis ditos idem. .
Por nove ditos idem .
Per um anno idem .
6|7(5
4350
20*250
27,5000
Propriedade de Manoel Rg-ueirta de Faria & Filhos.


AO ECTKS:
Ofir Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Gonpalves 4 Pinto, no Maranhao ; Joaqoim Jos de Oliveira, Cear-; Antoaio de Lemos Braga, no Arecaty ; Jo3o Mara Julio Chaves, m A ; Antonio Marques da Sita, no Natal; Jos Justino
Pereira d'AImeida, em Mamaoguape; Antonio Alexandrino de Urna, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vi da Penba ; Belarmiao dos Santo Buido, e Santo AniSo; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareln ; Francisco Tavares ch Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins lves, na Bahia ; e Jos Ribeire- Gasparinho no Rio de Janeiro.
PEMAMBCO.
ASSEMBLEA PROVDfCIAL.
SESSAO ORDINARIA EM 18 DE1UNHO.
PRESIDENCIA DO Sn. DR. AGUIA.
Ao meio da, feita a chamada, acbtm-se pre-
nenies os Srs. Nicolao Tolenlino.Manoei do Reg,
Rufino de Almeida, Ges Cavalcante, Oliveira An-
ora Je, Gusmo Loba, Cunha Cavalcanie, Barros
Reg, Teixeira de S, Antonio Paulino, Goncalves
Lima. Oliveira Foncaca, Hsnrique Mainade, Paes
Birreto, Corroa de Arauja, Barros \Vandarlev, Vi-
eira de Aranjo, .Ferreira de Aguiar, Ribeiro Van-
na, Manoel Arlhur, Guedes Gondim, Mello Reg,
E Juardo de Oliveira, Pinto Jnior, Vieira de Mello,
Ignacio Joaquim, Felippe de FJgueira, Miguel
Peruambuco, Gaspar Drnmmond, Anionn Caval-
cante, Firmino de Novaes, Francisco Costa e Pedro
Affonw.
Aberta a sassao, lida e approvada a acta da
antecedente.
O Sr. i" Secretario declara nao haver
EXPEDIBNTE
0 SR. OLIVEIRA ANDRADE pede urgencia
para se discutir dentro da bora do Expediente o
projecto n. 1*5 dsste anno.
Depois de algumas consideragoes do Sr. N. To-
lenno, o approvado a urgencia.
ORDE DO da.
1 dUcusso do projecto n. lio deste anno, que
a iprova o contracto feito cora Manoel Polyearpo
Moreira d'Azevedo para canalisago do rio Goian-
na.E' approvado.
O SR. PAES BARRETO pode urgencia para ser
discutido o projecto n. 125 deste anno.
O Sil. GUSMAO LORO faz algumas considera-
goes contra a urgencia que rejeitada.
Contina a 2" discussao dos artigos additivos
olTere:idos.3 exposic5es geraes do ornamento pro-
vincial.
O SR RUFINO 'DE ALMEIDA .O iltuitre col-
loga (o Sr. G. Drummond) que hontem me prece-
deu na tribuna, impugoou um dos additivos por
raim offere:id) ao projecto do ornamento, lun-
dando a sua impngnaca-i, em que continha e additivo matiria j discutida e regeitada, quando
se tratoa do projecto n. 'M, que consignaba a idea
di illuminaco da cidade as noites de loar. En-
tendeu o raeu collega, qu> o meu additivo repro-
duzia a mesma idea debaixo da outra forma, por
isso. que consignando em que as horas da illumi-
naco fossem augmentada'', importava o mesmo
que dizer, que na noites de luar houvesse illumi-
naci.
Vendo que esta casa mostra acquiescer a in-
te.-pretago dada ao meu additivo, e nao desejando
gastar lempo na demonstragao da improcedencia
da argamentaglo do raeu Ilustre contradictor, pe-
ro licenca para substituir aquello meu additivo, por
ste outro, concebido no3 segaiotes termos : (l)
Parece que no additivo qus acabo de ler se nao
contm nenhumi idea, que j tivesse sido aprecia-
da ujt esta casa.
A ne;e trato da illuminaco gaz, no sentido de ser pro-
longada a illuminaco, outros pontos importap-
tes dos suburbio* desta cidade, que delta lem ur-
gente preciso, alm da eorrecco dos defeitos de
que se resente o amigo contracto, creio que nao
ser contestada. O modo ponen conveniente, por-
que actualmente se executa este contracto em de-
trimento dos cofres pblicos e dos particulares,
nao e ignorado por ninguem.
O additivo, que offereco consideracao desta il-
lustrada asserabla, autorisa o presidente da pro-
vincia a reformar esse contracto, sob bases de que
resultar beneficios reaes a populacao desta cap-
tal e seus suburbios: cont que merecer a ap-
provagio que para elle solicito.
Outro additivo s disposigoes geraes offereci,
que nao foi impugnado pelo Ilustre relator da
commissao do orgamento (o Sr. G. Drummond)
que pelo contrario elle livpothecou o seu valioso
voto,
Esle additivo consigna a mesma idea j appro-
vada no orgamento vigente, de se contratar a caua-
hsago do rio Capibaribe, dando-lhe nm outro es-
goto pelos Afogados no lugar do Giqui.
Urna objeeco se tem presentado, qual a de de-
ver essa obra correr por conta dos cofres geraes.
Nao contesto que assim deveria sor : mas a expe-
riencia nos deve ter ensinado qu debalde espera-
remes este grande e urgente melhoramento, par-
tindo elle do governo geral.
Se os malhoramentos do no=so porto, dos quaes
immediatas vantagens colhero os cofiies geraes
com o augmento de suas rendas, tem sido iodifi-
nidamente addiados, e talvez, somente sejam rea-
lizados l para as Kalendas Gregas, quanto mais
nm novo canal de desvio as aguas do Capibaribe
por occasto das suas grandes cheias I
Os males das cheias do Capibaribe offendem tao
somante aos iuteresses desta provincia, e pouco ou
nada se importam com elles os poderes geraes do
estado.
Nao cuidemos nos de curar destes males e ve-
remos como ellas perduraro eternamente.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Rufino de Almeida :A le a que me re-
tiro no additivo, autorisa o presidente da provin-
cia a contratar a abertura desse novo canal, fazen-
do os pagamentos em apohees.
Com effeito, parece primeira vista urna despe
za avultada, que ir petar sobre os cofres pro-
vinciaes j tao onerados: se, porm, comparar-
Dios a somma, que iremos gastar' com a que qua-
si annualmente despendem com os reparas de es-
tradas, e pontes destruidas pelas endientes do Ca-
pibarbs, nos convenceremos de que vale bem a
pena emprebender essa obra por conta da pro-
vincia.
O que despendemos annualmente com a repa-
raco dos estragos das cheias, em poucos annos
cobnro, ou excederlo a qnantia que poderemos
despender com a abertura de um novo canal para
o Capibaribe, e urna ponte de ferro no Giqui.
Accresce alm disto, que ne vamos despender
de cbofre toda a quantia necessaria para a obra ;
iremos pagando em apolices as obras que se fo-
rera fazendo, e estas apolices i rio sendo lentamen-
te resgatadas e a provincia ser compensada des-
le sacrificio pelos beneficios resultados dessa
obra.
Nao taremos mais necessidade de estar autofi-
sando estes constantes dispendios com reparos de
estradas, e collocacao de novas e dispendiosas pon-
tes, como acabale acontecer comas da Magda-
lena e Caxang
(Trocam-se apartes).
0 Sr. Rufino de Almeida :E' verdade qne a
obra ser dispendiosa Calcculemos, porm/o
que temos dispendido rnente de 1869 para c
com os reparos dos estragos das cheias do Cap-
baribe, e comparemos esse calculo com o qne po-
demos despender com essa obra, que nos_garan-
tir dos constantes males dessas cheias, tao pre-
judiciaes aos cofres da provnola, e as bolsas dos
particulares, que possnem propriedades margem
desse rio.
Os nobrs deputados j calcularan! os prejuizos
qae cada ama cbea do Capibaribe cansa aos par-
ticulares ?
Emendo qne nao deve ser motivo para nao se
autonsar esta obra, o facto de ser ella nm pouco
dispendiosa. Devmn animar-nos os incontestaveis
beneficios que delia colbermos.
(Ha nm aparte).
Sb. Rufino de almeida : Nao se pode
duvidar que haver grande compensacao dos es-
trago* e ruinas que sempre trazem as cheias do
Capibaribe.
Anda um outro additivo offereci considera-
cao desta assembla, e foi*b que autorisa o presi-
dente da provincia a]reformar a tabella da ahmen-
tacao dos presos pobres da casa de detencao, no
sentido de que tenham elles mais abundante ali-
menticio do que a que tem actnalmeata..
Nao nocessito para justificar este additivo, do
que referir, o que ha perto de nove annjs, repito
em todos os meus reltanos com relaco este
assumpto.
A' alimentario fornecida aos presos pobres da
casa de detencao insufliciente para o sustento re-
gular de um nomein: nao possivel que conti-
nu a vigorar a tabella, qua at hoje iera vigo-
rado.
Vou expr a casa detalhadamente a tabella de
qne tenho fallado.
O alraoco inalteravel de todos os dia<. consiste
em nm pao de 3 oncw (do custo de 30 rs.) e meio
litro de caf.
Este eonfortavol fornecido s 8 horas da ma-
nhia. A' 2 horas da tarde dostribue-se o seguiote
jantar :
Nos domingos, 2", 3" e 5" feiras ama libra
de carne com csso antjs de cosinhada, um quar-
tilho de caldo emque se cosinhou a carne, um de
cimo de farinha (um pires regular).
Xas 4" feiras, meia libra de carne salgada uo
Rio Grande, raeio dcimo de feijao e um dcimo
de farinha.
Ns 6'' feiras o sabbados substitue-sc a carne
salgada porreeii libra de bacalho.
Jilo ha ceia. Passam aquelles infelizes, que
nao iem meios de 'obter algura dinheiro, para
com ello obterem algum alimento mais, 14 horas
com os estmagos vazios, tanto o espago decor^
rido da digestao do jantar (regulando 4 horas para
a digestao em um bomem sadio) a recpcao do al*
moco a 8 horas do dia seguinte. Isto intole-
ravd.
Um Sr. Deputado : Nao trabalham?
O Sp. Rufino dr Almeida :Quando ha va tra-
balho organisado, os que trabalhavara sustenta-
vara-se a cusa prupria, hoje. porem nao ha iraba-
Iho organisado, pois que toram suspensos desde
principios do anno passado.
Em 1869 fiz consideragoes era raeu relatorio
sobre este importante assurapto, e domonstrei a
enorme differenca que se nota entre a alimenta-
gao dos presos das melliores prisdes da Europa e
me3mo da casa de correigao na corte, e fornecida
aos infelizes da casa de detengao : raostrei que
difBcilmente um hornera poda sustentar-se com
tao pouca alimentario.
O Sr. Domingos Pinto :E j tem raorrido al-
gum de fome?
O Sr. Rufino de Almeida:Nao, que feliz-
mente anda o sentimento dacaridade nao desap-
pareceu dos coragSes dos que dirigera aquelle es-
labelecimeuto, para que isto podesse aconte-
cer.
O Sr. Telentino de Carvalho : Mas bao de
emagrecer.
O Sr. Rufino de Almeida : A aHmentatio que
actualmente se fornece apenas chega, para que
nio morram de fome. mas nao para que nio de-
finhem, si por ventura se guardassern all as
boas regras de urna prisao regular.
Para minorar os nocivos effeitos de nma in-
sunjeiente alimentagao e do longo espago em
que se deixa nm estomago sem alimento al-
Ifum, foi misterlconsentir-se na abusiva e pe-
ngosa pratica de eonceder permissao para as qui-
landeiras visitarem as portas das prises duas ve-
zes ao dia, alim de venderem algum alimento aos
presos, que nao obstante classiflcagio de pobres,
obteem por seu trabalho, ou pela caridade part
cular alguns vintens, com que comprara esse ali-
mento.
Para minorar a sorte daquelles infelizes foi pre-
ciso converter em quasi urna nbeira em algumas
horas do dia, a melhor casa de prisao que possui-
uios.
Um Sr. Deputado : O que bem irre-
gular.
O Sr. Rufino de Almeida : Diz muito bem, o
nobre deputado. Nao possivel manter-se com-
pleta desciptin.i, nem garantir-se perfeita seguran- j
g\ e:n urna prisao frecuentada diariamente pela
peior gente que ae poderia por era contacto com
os presos, as pretas quitandeiras. Nao ha em
paiz algura civilisado, urna prisao regular em que
semelhante pratica se tolere.
Pela tabella qu? foi organisada em 1861 e que
a mesma que anda vigora, dispende a provincia
de 340 a 380 rs. diarios com cada um preso po-
bre.
as circunstancias a;tuas do nosso mercado, nao
pessivel fornacer alimentagao sadia e abundan-
te aos presos pobres mediante tao pequea quan-
tia. ,
O Su. Felippe de Figueiba : A' um nao
possivel, a muitos reunidos talvez se podesse.
O Sr. Rufino de Almeida :Assim tambem mo
pareceu. O certo, porr, quea thesouraria pro-
vincial, na ultima arrematacao para o forneceraen-
to dos presos pobres da detengao, segundo a tabel-
la, de que tenho fallado, nao encontrou quera o
quizesse fazer pelo prego de 340 380 ; e para
que tivesse lugar a arrematagao foi preciso que o
presidente da provincia sob sua responsabilidade
autorisasse o augmento do prego de cada ra-
gao.
Um Sr. Deputado :Os mendigos gastara dia-
riamente o dnplo destas quantias.
O Sr. Rufino de Almeida : ,Nio sei quanto se
despende com cada mendigo diariamente ; o nobre
deputado, que est a uireita de V. Exe. Ihe pode-
r esclarecer a respeito. Apenas possuo a tabella
que serve nos hospitaes, e outros estabelecimen-
tos cargo da Santa Casa No hospital de Pedro
II, despendeu-se 410 rs. com cada um enfermo:
no dos alienados 380 rs. nos collegios de orphaos
500 rs.
Um Sr. Deputado:E quanto despende-se no
asylo de tnendicidade ?
O Sr. Rufino dk Almeida : Nao sei quanto se
despende no asylo com cada um mendigo ;| o no-
bre deputado, director daquelle estabelecimenu,
qua Ihe responda.
Nao desejo alongar a discussao, tenho dito
quanto me pareceu sufflciente para justificar os ad-
ditivos, que offereci ao orgimenlo, e que com ou-
tros se acham em discussao.
O SR. F. DE FIGUEIROA manifesta-se con-
tra o additivo que autorisa o governo da pro-
vincia a contratar cora a canalsfcao do rio Cape-
beribe, porqnanto esso trabalho prene-se ao pla-
no do melhoramento do porto, o qual corre por
conta do governo geral, e est sendo estudado por
ordom do mesmo governo geral.
O SR. GOES CAVALCANTE faz tambem algu-
mas consideraedes. ?
O SR. R. DE ALMEIDA pene permissao para
retirar o seu artigo additivo relativo a illumina-
go publica, subsiituindo-o pelo seguinte .
Fica o presidente da provincia autonsado ,
de aecordo cora a companhia de illuminaco a
gaz, reformar o contracto para illurainagao desta
capital, sobre as seguintesbases :
c Dimiouigao do prego da illurainagao publita
e da particular.
Prolongagao da illuminagio aos pontos da cida-
de e arrabaldes, em que juizo da mesma presi-
dencia, tbi julgada necessaria. flu^iw de Al-
meida. >
O SR. RUFINO DE ALMEIDA responde ao ora-
dor qne o preceeu (o Sr Goes Cavalcante), insis-
tindo as consideragoes quahavia feito a respeito
dos additivos, que apresen! u, especialmente, sobre
o que trata do augmento da alimentaoiio dos pre-
sos pobres, e mostrando a improcedencia dos ar-
gumentos oppostos a essa ideia. Tambem respon-
deu ao Sr. F. de Figueiroa na parte em qne op-
poz objeeeio ao additivo, qua trata da abntnra de
novo canal para esgoio das aguas do Capebaribo,
declarando o orador que nio" se trata da canalisa-
co do rio Capebarihe, mas, ira da abertura de,
ura outro canal em,direcgao ao Gequi, por onde
deve desaguar no ocano.
Vai mesa e apoia se a seguinte emenda :
t Eleve-se a 320 rs. a diaria para alimentario
dos presos pobres que se acham as cade'ias
do interior da provincia. Ges CaBalcante.
O SR. GOES CaVALCANTE justifica essa e-
menda.
O S!t. GUSMAO LOBO Sr. presidente, nao
sem interesse a questio que se ventila. A'i
juizo do a (ministrador da casa de detengao, e se-
gundo o parecer por vezas manifestad! pelo me-
dico daquelle importante estabelecimento, insufli-
ciente urna alimentagao regular o fornecimento
de gneros que se faz. segundo urna tabella orga-
nisada pela presidencia, aos presos pobres ali re-
colhldos.
Ouvi ha alguns momentos do Ilustre professor
a quem me refer, e Qcou-me disto o mais fundo
pezar, que a alimentagao distribuida est tao
pouco em relagao cora as necesidades da natu-
reza que a saude d'aquelles infelizes se revela em
geral quebrantada, reduzidos como se acham
urna nutricio que os debilita d dia em di.
Termo aqu os relatnos do chefe do estabeleci-
ment, era que esta necessidade desde annos de-
monstrada cora dados rrecnsaveis.
Basta langar a vista tabella, ahi transcripta,
qne regula o rgimen da alimentagao para rece-
ber d'este triste assumpto a mais dolorosa im-
pressio. Atienda a casa.
Recebem os presos s 8 horas da manbaa um,
pao de 3 ongas e urna pequea rag&3 1 hora de-
pois de meio dia. No intervallo que medeia.entre
as duas ragdes que de 19 horas, nenbuma ali-
mentagao Ibes destribuida, Sante-se a inconve-
niencia d'este rgimen que n5o corresponde era
nenhum modo s exigencias da organisagao phy-
si:a. (Apoiados).
Estas ragdes sao alus mais que insnfficientes.
Aproveitando os dados que nos ministra nm dos
ltimos relatorios do administrador do estabeleci-
mento, julgo ponto observar que a alimentagao
distribuida na casa de detengao muito inferior
que est adatada em varias prisoes da Europa.
A ragao de pao que n'ellas se fornece diariamente,
est na proporgao tripla ou quadrupla da que se
fornece entre nos.
Esta inferioridade na tem possivel justiflcagao.
A sociedade nao tem o direito de matar a mingua
aquelles de seus mambros que o erime arrasta
urna prisao; isto intoleravel em um paiz civilisa-
do, altamente repugnante.
0 Sr. Ges Cavalcante da uro aparte.
O Sr. Gusmao Lobo :A superioridade da civi-
lisagio europea nio nma razio para justificar
esia desproporgo na alimentagao dos presos po-
bres. Si as nossas prisoes nao podem competir
em tudo cora as do velbo mundo, nada parece
oppor-se que se adopte, cora as modifleagoes
convenientes, o re rimen de alimentagao qne all
est em uso.
A organisagao humana a mesma em toda a
parte, como era toda a parte sio as rnesraas as ne-
cesidades da natureza. Nos paizes mais achanta-
dos como nos recantos mais obscuros do mundo,
o hornera tem necessidade ele urna alimentagao re-
gular.
O Sn. Gss Cavalcante : Estenda-se, pois,
a medida toda a provincia. Os presos do interior
morrem fome.
O Sr. Gi'smao Lobo : Quera se oppz que a
medida se fizesse geral ? Ainda quando devesse-
mos cortar por despezas productivas, as que cha-
mo de primeira ordera, era preciso que o fizesse-
mos. Resgatamos urna divida constitucional
(apoiados); a regalaridade da alimentagao a
primeira condigio liygiemca. As prisoes nao de-
vem ser smente iimpas e arejadas; os presos
pobres tem um direito inconlestavel que nao
sejjcc condemnados morrer da inanigio. En-
tendo assim a promessa constitucional, parque en-
tendo que ella nao deve ser urna mentira.
(Apoiados).
Pois a caridade publica funta asybs, hospicios,
levanta tectos protecterios cuja sombra recolhe
todas as miserias sociaes, e naga o pao de cada
dia aos infelizes que a anomala do crime estreita
em utna_cellula I Eraquanto o rgimen do tra-
balho nio estiver organisado as prisoes, este as-
sumpto deve inspirar nos os mais desvelados cui-
dados.
Um Sr. Deputado : Desejava ouvir V. Exc.
sobre o dever que tem a assembla provincial de
concorrer para essa despeza.
O Sr. Gusmao Lobo :Si se entende comigo
que essa despeza, sendo de natureza geral, deve
correr por conta do estado, a nao da provincia,
encaminhe-se3n'este sentido urna representagao aos
poderes competentes. Essa despeza e muitas
outras estao pezando injustamente sobre 03 cofres
provinciaes. Mas, eraquanto se notoraam as pro-
videncias que devem por termo- essa indevida
applicagio da renda provincial, nao podemos des-
otsrigar-nos d'essa grande responsabilidade.
Um Sr. Deputado :A assembla pode sus-
pender a consignagao per um anno.
O Sr. Gusmo Lobu :Ah I Isto seria nma
medida crudelissima I Dorante esse anno, como
se alimentariam as centenas de infelizes que all
se vem na casa de detengao esperar, como
nico remedio, a caridade oficial ?
O Sn. Gaspar Drummond : Houve um anno
era que a assembla provincial suspenden a con-
grua aos vigarios, e no anno immediato o governo
geral os mandou" pagar.
O Sn. Gusmao Lobo:Nada de rneois extraordi-
narios. Se o governo imperial nos merece conli-
anga, si um verdadeiro governo da sociedade
como se annunciou e nao o governo de nni par-
tido, encaminhemos-lhe urna reprasenta jio. O
assumpto muito digno de prender e atlencio de
um governo que, amando sinceramentfo paiz e
desejando dola-lo dos grandes melhoramentos qne
elje reclama, nio pode ver com desfavor a eleva-
gao das receitas provineiaes. (Apoiados).
O Sr.Gaspar Drummond :Trago segunda-feira
a ind cacao.
O Sr. Gusmao Lobo : E desde j, Ihe hypothpco
a minha palavra, e mais do qne ella, o meu voto.
O Sn. Gaspar Drunmond : Muito bem.
0 SR. G. DRUMMOND faz algumas consideraedes
sobre os additivos.
Vio mesa e apoiara-se os segaintes artigos
additivos :
< Fica o presidente da provincia autorisado a
mandar liquidar o que se est a dever ao profes-
sor jubilado Jos Candido da Silva Braga, como
graiificagao de mais de 12 annos de erv\c3.G.
Drummond.I. Leao.J. Mello Reg.
O oficial e 'o 3 escrpturario da secgio' do
contencioso da thesouraria provincial serio igual-
mente applicados ao trabalho e exarae de contas
das loteras.Dr. Manoel do Reg*
f Os praticantes da thesonraria provincial, que
j o erara antes da tai 708, poderlo ser prvido
como terceiros escriptnranos independen te de con-
curso, qne o fario para segundos escripiurarios,
conforras o art. 9. da le oiUda.Rufino Al-
meida.
1 O presidente da provincia mandar pagar
Jos Belisario Marinho Palcao a quantia de 400
annnaes para estudar na Escola Normal.Gaspar
Drummond
Encerrada atJiscussio sio approvadea os arti-
gas additivos.
.'Contina a discussao do.art. 18 com a emendas
Wjhe toram offrecidas.
Td mesa e apoiara-se as segaintes emendas :
*>Ao art. 10 a/20. 0"vrc-Je*o n. 77 d'esle anno.
Ffeira de Arauji>.>
A emenda que crea o imposto de 2:000fra>bre
as casa de vender plvora accrescente-se : nio
f eompVehendendo as casas ou depsitos fdiaes
qae de co^formidade com as posturas manicipaes
sao admtalas torada cidade.Oliveira Foimo.
' A %Substitua-se a disposigao d'este
pelaseguint: o sello deherangas e legados-de
que fieara itentos os herdeiros necessarios, sendo
este jmposto regulado do medo seguinte : os her-
deiros consanguneos dentro do segundo grao
que succedfein ah intualo pagarlo 10 % ; os
mais consanjhineos que succederera pelo mesmo
modo pagarlo 15%; os herdeiros prente ou
estranhos que succederem por testamento paga-
rlo 20 Vo e todas as doagoes, excepto as qneT-
rem feitas entre herdeims necessarios, pagara 5
/r-Ggn(alvn Linut.Oliveira Fonceca.
c Fica em vjgpr o art. 58 da le n. 891 de 25 de
janho de 18tff-na parte relativa Jos Belisario
Marinho Falcad, devendo o presidente da provineia
tirar da verbaeventuaeso que fr necessario
para a execurao 4a precitda disposigao.G.
Drummond.'
O SR. G. DRpMMOND justifica e manda mesa
o seguinte requer ment : "
Requeiro o adiamanto da discussao do prt. lo
at Andar a das disposIgOes permanentes.
Posto votos o requer ment approvado.
Art. 26. Os emolumentos arrecadados na secre-
tarla do governo e em todas as repartiges provin-
ciaes, serio considerados renda da provincia, sen-
do augmentado o ordenado dos empregados da re-
ferida secretaria, que actualmente perceberem
quota parte de taes emolurajntos, com mais meta-
de dos venciraanto pagos actualmente pelos co-
fres pblicos, sendo este augmento considerado or-
denado, e tendo o secretario mais orna gratifleagio
addicional a 2:600*. O presidente da provincia
abrir ara crdito snpplementar que fftr necessario
para esta defpeza.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :1
Depois de2:660|5 accreseente-sepor anno. o
official-maior 2005, e os chefes de secgio 100*,
nao sendo descontadas as eralincagoes aos empre-
gados que percebem, quando por molestia justifi-
cada deixem de comparecer repartigao./. Mello.
Rego.G. Drummond.
O SR. MELLO REG faz algumas consideragoes
em jasfificagao da emenda.
Encerrada a discussao approvado o artigo e
regeitada a emenda.
Art. 27. O presidente da provincia podera ad-
railtir no servico do >en gabinete um oficial qae
sirva, em quanto fr preciso, o qual nao ser con-
siderado empregado publico e nem ter titulo de
noraeagio.
SR. PRESIDENTE emende que este artigo
est prejuaicado, visto ter sido regeitada disposi-
.gio idntica quando se tratou da secretaria do
gsverno.
OSR. MELLO REG, discordando da opnio
manifestada pelo Sr. presidente, pedo que seja con-
sultada a casa.
Consultada a casa, decide que o artigo se acha
prejudicado.
Em seguida sio approvados os arts. 28 a 38 sem
debate.
Art. 39. As fiangas de contratos e arrematagoes
serio-prestadas ou em apolioes do thesouro, com-
panhias ou em bens de raz na provincia ; as que
forem relativas arrematagao de rendas deverao
ser metade, pelo menos, em bens no municipio da
capital.
Vai mesa e apoia-se a seguinte emenda :
As flangas de contratos de arrematagoes e outras
de qualquer especie.J. Mello Reg. G. Drum-
mond. I. Leao.t
Encerrada a discussao, approvada a emenda.
Art. 40. O presidente da provincia mandar
construir casas de barreiras as estradas da pro-
vincia, guardadas as distancias marcadas no res-
pectivo regulamenio, podendo ser esta construegao
contratada mediante a cobranga do pedagio em
prazo certo.
E' approvado.
Art. 41. Fica prohibido o pagamento de gratifi-
cag^es a empregados pblicos, qaando nao forem
decretadas em leis especiae?, ou expressamente
renovadas as de oreamento.
E' approvado.
ArL 42. Os contratos dos trilhos de ferro lti-
mamente autorizados, nao serio executados antes
de serem approvados ou alterados pela assembla
provincial.
O SR. R. DE ALMEIDA justifica e manda a me-
sa a seguinte emenda :
t Em vez de ltimamente autorisados, diga-se
que forem autorisados dora em diante.fiu^no
de Almeida. >
Encerrada a discussao approvado o artigo
com a emenda.
Entrara era discussao os artigos aditivos offire-
cdos pelo membro divergente da commissao.
O SR. MELLO REG justifica e manda a mesa
o seguinte requerimento :
c Requeiro o adiamenlo da discussao por vinte
e qnatro horas.
E" approvado o requerimento.
3* discussao do orcamento municipal.
Verilicando-se nio haver numero fica a discus-
sao adiada. i
O SR. PRESIDENTE designa a ordem do dia e
levanta a sessao.
Sala das commissoes, 20 de jonho de 1870.
Pitifw de Figuhra PariaAnfowo PauJino.
0-SR. rElXEUU DE SA pede urgencia para
ser discutido o projecto n. 85 deste aano.E' ap-
provada a urgencia.
ordem do ma.
2* discussao do projecto n. 85 des anno, que
determina que a companhia do trilhos urbanos do
Recite- Olinda, nao p >ssa estabelecer estagdes se-
nio nos lugares designados pelo respectivo con-
trato.
Vai mesa e apoia-se o seguinte projecto subs-
titutivo. *
Art i. A companhia de trilhos orbanos de
Olinda, far a sua estaeao central no barro de
Santo Antonio, no logar qne designar a cmara
municipal.
t Art. 2. A.estaeao da ra da Aurora ser re-
movida dentro de nm asno, sem prejizo- da aber-
tura da.'estrada.
Art. 3.* A mesma eompanba poder contra-
tar os maehinistas de que carece, ama vez que es-
tes apresentem atiestado de capaeidada professio-
nal passados por pessas competentes.
< Art. 4i* Fica a mesma corapania dispensada
do deposito de dez cont* de ris, como fiaalja as
multas ero qne incorrer pedendo presta-la por
qnalquer ontro modo.
t Art. oV^Poder a companhia requerer a as-
sembla provincial, tudo o que fr a bem de sens
interesses e do publico, menos compensegoe, in-
demnsagoe ou qnalquer vantagem qae traga onus
a provincia.
Revogadas as disposiges em contrario.
a Paco da asserabla provincial, ITdejunhode
1870.Tavava de Vasamcellos.J. JMWt Reg.
Teixeira de S.Gusmao Lobo.
Encerrada a discussao approvado o projecto
substitutivo.
O SR. G. LOBO pede urgencia para ser dado
para a discussao o projecto n. 110 deste anno.
Vriflcando-se nio achar-se consignado- na or-
dem do dia o projecto n: UO; fica prejudicado o
requerimento.
A' requerimento do Sr. Teixeira de S dis-
pensado o intersticio do projecto n. 85.
O SR. F. DE'FIGUEIROA requer urgencia para
a discussao do projecto n. 35 deste anno.
Depois de algumas ponderagoes do Sr. Mello
Reg, retirado o requerimento de urgencia a
pedido de seu autor.
Contina a 3 discussao do projecto do orga-
mento municipal.
O SR. MELLO REG pede que de preferencia
seja disentido o orgamento provincial.
Consultada a casa decedio contra o reqnerimen-
to do Sr. Mello Reg.
O SR. G. LOBO-(pela ordem) :Tendo recebido
a dolorosa noticia do passamento do Exm. Sr.
marquez de Olinda, en requeiro a suspensio da
sessio. i
Consultada casa o requerimento approvado
por nnanimidade.
Levanta-se a sessio.
SESSAO ORDINARIA EM 20 DE JUNHO
PRESIDENCIA do sr. dr. acuiar
Ao meio dia feita a chamada acbaram-se pre-
sentes os Srs. : Ges Cavalcante, Correa de
Araojo, Manoel do Reg., Rufino de Almeida,
Vieira de Mello, Antonio Paulino, Vieira de Arau-
jo, Ribeiro Vianna, Barros NYanderley, Ferreira
de Aguiar, Cavalcante de Albuquerqu, Amaral,
Felippe de Figueiroa, Flrmino de Novaes, Teixeira
de S, Henrique Mamede, Pinto Jnior, Gusmao
Lobo, Oliveira Andrade, Paes Brrelo, Hermoge-
nes, Mello Reg, Oliveira Foaceca, Cuuha Caval-
cante, Gaspar Drnmmond, Pedro Alfonso, Eduar-
do de Oliveira e oap Cavalcnnte.
Abre-se a sessio, lida e approvada, a acta da
antecedente.
O Sn. ti* secretario declara nio haver expe-
diente.
Sao liaos e approvados os segaintes pareceres :
u A commissao de agricultura, coramercio e
obras publicas, qnem foi presente um oficio do-
cumentado do reitor do seminario de Olinda, pe-
dindo quota para reparos daquelle estabeleci men-
te, nada tem deferir sobre dita pretencio urna
vea que pela commissio de orgamento ja foi as-
signada nessa lei annua a referida quota.
Sala das commlssBes, 20 de jaoho de 1870.
Felippe de Figueiroa Faria Antonio Paulino.
c a commissao de agricultura, commercio e
obras publicas, quera foi presento um officio di-
rigido a presidencia pela cmara municipal da
Escada, reclamando o empedraraento da estrada
que da estagio da va ferna de S. Francisco con-
duz aquella villa, nada tero a deferir sobre a pre-
tengio contida em ijlto oficio, urna vez que pola
commissao de orgamento fqi designada quota ^es
sa lei annua, para o referido melhoramento.
REVISTA DIABIA.
QUESTAO DE ENVENENAMENTa O Sr.
Dr. Santos Mello, facultativo homoeopalha, con-
cluio ante-honlem noite o seu depomento, con-
cordando com a opiniio do Sr. Dr, Estevio Ca-
valcante ; isto que em face dos symptomas das
molestias, que suecumbiram os dous irmaos, do
que se passou na Baha, e do que aqu tem occor-
rido, pensa que hmve envenenamento, por sub-
stancia vegetal ainda nao conhecida.
Hontem, s 10 horas da manhia, procedeu se
exhumagio do cadver do tenente-coronel Joo
de S que havia sido sepultado no cemiterio pu-
blico desta cidade. Procederam autopsia os Srs.
Drs. Carolina dos Santor, Pereira da Silva e Ma-
laquias, cora a assistencia dos Srs. Drs. Pitanga e
Estevio Cavaleanli.
As, visceras extrahidas do cadver, j em esta-
do adiantado de putrefaegio, foram encerradas
em frascos; e estes lacrados cora as formalida-
des legaes, para serem submettidas aos processos
aconselhados pela sciencia em cisos taes.
De todo o occorrido lavraram se os competen-
tes termos em presenca do Sr. Dr. chefe de poli-
ca e Dr. promotor publico.
Do trabalho medico, feito no cadver, nenhum
resultado essencial se poda obter para esclareci-
mento da verdade, ora virtude de pertencer esta
parle aos reagentes chimicos.
A esta hora j se deve ter procedida, na Babia,
igual exame no cadver do Dr. Victoriano de S,
em virlude de requisigao do Sr. Dr. chefe de po-
lica*
ANNIVERSARIO. ~ Completa hoje 23 annos
S. A. a Sra. duqueza de Saxe.
PASSAGEM DA MAGDALENA.Ainda eonti-
nuam os moradores d'ali'm deste povoado a soffrer
a privagio do ensino de suas filhas, porque
professora desse lugar s convem a residencia
qnem da ponte grande, em terreno da freguezia
da Boa-vista. E' poderoso o patrono dessa pro-
fessora, porque as autoridades competentes cer-
rara os ouvidos a todas as reclamagoes.
NOVAS MSICAS. A" grande fabrica de pia-
nos de Mr. J. Rigass, a roa do Imperador n.
55, acaba de chegar um variado sortiraento de.
msicas, tanto de Paris, como d Rio de Janeiro,
nao s para piano, como para canto, dos melhores
autores conhecidos.
ESTRADA DE FERRO DO RIO S. FRAN-
CISCO. Esta' via de eommuoicagiorendeu no
mez prximo rindo..... 54:37W330
e despendeu....... 36:010*867
dando de saldo...... 18:365*523
Ao mesmo periodo transitaran! na linha : 4:065
vokimes com 79:117 kilogrammos de bagagem,
2:826.610 ditos de mercadorias e 563 animaes.
Naa mercadorias esli oroprehendidas :
1:249 saceos de algodio pesando 96:819 kilo-
grammos e 13:213 saccas de assucar pesando
1:003:147 kilogramraos.
A despeza foi66,22 por cento da receita"
INSTITUTO ARCHEOLOGICO.Reune-se ama-
nhia em sessio ordinaria esse corpo societario.
DIVIDENDO.A extracta, caixa filial do Banco
do Brasil nesta provincia paga o 33 dividendo das
aegoesnella inscriptas, na razio de9* porcada
urna.
CONSELIIO DE REVISTA.Domingo prximo
abre-se o coirselho de revista da guarda nacional
desse municipio, aftm de tomar conhecimento dos
recursos legaes, sendo as sesses no pago da c-
mara municipal.
MEDICO MUNIC1PAL.-0 Sr. J. M. Seve, medi-
co do partido da cmara municipal, achase en-
carregado do curativo dos pobres, do municipio,
podendo por tanto ser procurado em sen consul-
torio ra da Imperatriz n. 36 para as pessoas
naqaellas conligoes, que tenham de carecer dos
cuidados de sua profissaa.
FUNERAL.Para a assistencia desse acto so-
lemne, que deve ter lugar no dia 15 do corrente
em commemoragio 4os fioados na guerra do Pa-
raguay, receberam os Srs. Buriamaqui & C. ra
Nova n. 18 urna importante encommqnda de luvas
pretas de pellica, da quaes all se podero prover
a pleno contento as pessoas que tem de compare-
cer ao mesmo acto de religiosa piedade e de gra-
tidio dos vivos ios que se fiaaram em amor da
patria violada, mas hosanamente viajada.
VISCONDE DE ITAPARICA.^t^ capsHa do ar-
senal de mariaa ce!ebra-st no da 14 doeorrennr
urna missa peta alma do nenie do Chaco, o esfnr-
eado marechaldte camp < visconde de Itaparica.
Recordagio expteasva da amisade, ha de valer
peranle o throno do AHissi o essa offrenda ib
cruenta na pureaa do sentimento, qne adicta, ru-
mo- o incens que da trra leva as oragoes do hu-
mera pelo hornero a presenca tfe Deas.
ECLIPSE. Realisou-se hontem. como eslava
apnunciado, o eclipse total da la, visivel para *
cidade de Recife, comegando exactamente as 6
horas e 25 minuto da noute, e ficando o astro de
de todo oeculto s 6 3(4.
ESTATISTICA POSTAL.A adrmmsiracSo *>
correia expedio para a Europa, pelo vapor francez
Gironde, 4,282 carias com 6,743 portes, 701 jor-
naes com 1,486 portes e 4 seguro cora 10 pones :
sendo 1,020 cartas, 90 jornaes e 1! seguro para a
FraDca;882 cartas, 199 jornaes e 1 seguro para
Inglaterra; 1,930 carias e 324 jornaes para Por-
mgar -r 61 cartas, 5 jornaes e 2 segure* para a
Italia; 335cartas e 8*-jornaes para diversos paizes
na mala da ultima hora.
TACARATU'. -Destavillanosescrevemem27do
passado :
< No da 25 s 10 lloras da roanbsa, o jn'iz mu-
nicipal supplente do termo de Floresta, Joio Go-
mes de Mnezes, e o sabdelegado de polica Joa-
quim Francisco de S, eom alguns bous cdadios,
andavam ero perseguase dos criminosos, tiveram
um encontr com tres dos do bando do Nazarios,
os quaes achavam-se no lagar Gravalv do termo
de Floresta, margem do rio S. Francisco, e n:t
estrada que segu para- o alto sertio, resultando a
morte de-uro dos criminosos, o feriroento grave de
um ontro) do qual veio a fallecer poueas horas de-
pois e o ultimo levemente. Segundo dectaragio
deste, estavam elles eraboscados espera do ne-
gociante portugnez Francisco Jos Corr i Marques,
que devia passar alli de volta de Cabrob-, d'ondV
trazia, segundo aviso qae tinham, poreo de di-
nheiro. inflectivamente, meia hora (kpois do des-
trogo dos criroinoos, ehegou o dito negocente,
conduzindo comsigo somma avultada. Foi bem
feliz I
Acha-se aqu feliznente.'desde 23-do passado
(maio), o Dr. Manoel daSilva Reg, jtzcde direito
da comarca por permuta qne fez com o do Jardira
no Cear. E' elle permimbucno, exceHeote cida-
do, e conservador de principios, tenda srvalo
em Sfrgipe e no Jardim sempre com loitvor.
A primeira sessio do jury deste tormo acha-
se convocada para 2f>de julho, e a do termo d>
Floresta para 22 de agosto, devendo servir de pro-
motor o Sr. Manoel Francisco Botelho, pharmaceu-
lico aqu eslabeleeido, bomem de conheciraenloe e
tambero digno membro do partido conservador,
por ter seguido para essa capital com licenca', o
effectivo- Dr. Austerliano Crasto.
Segundo as declaracoes do criminoso a qne
cima me retiro: chama-se Jos Barbosa de Oli-
veira, tem 30 anuos,, casado e natural de Taea-
ral ; desde 1862 que ero conequenc;a e Crimea
da morte que commetteu em Villa-Bulla, Salgue-
ro, Floresta, Jerpmoabo. Piranhas e tomada di-
presos no Jardim eixou \ vida de agrienltor. a
qae se dedicava, para evitar a persegaigio.
< Declarou mais que assassinoa : a Manoel dos
Santos, em Villa-Bella, por conta de Joio Manoel
Frasao; a Manoel Olfano, sen cunbado, em Flores-
ta, por intrigas de familia; a Manoel Angelo de
Araujo Pitio, em Salgueiro. por ter espantado a
um seu primo preso por crime de morte; a Fran-
cisco e Jos Catarlo, em Tacarat, por descon-
fiangas de o quererem envenenar; que tentn as-
sasstnar, em Tacarat, a Francisco Leu, por con-
ta de Jo vino Martins e Jos Geraldo, que Ihe pru-
melteram forneeer dous sicarios para o ajodarem
a matar a Jos Rufino de Araujo; que assassinou,
em Jeremoabo, a Joaquim Ferreira, por cunta de
Jos do Tara e Joio Mara; que assassinou, ero
Piranhas, a Manoel Vctor, tendo por companhei-
ros Marcoliao Pereira da Cruz, Vicente Fedeposo,
Francisco, flfao de Joio Negro, Joio Pereira, Joo
Luiz, Joaquim Felippe, Clemenlino Pereira da Cruz.
Joio de tal, Joio Sedeia e Jos do Tara, lodos el-
les criminosos de morte, e que para esse nepo-m
fra procurado por Marcolino e Jos do Tara ; qm-
assassinou, na provincia da Bahia, a Simio do tal,
sahindo elk f<-rido em urna perna.
Declarou, finalmente, que sempre procuron.
para coniraelter os crimes acmbosaadaouanout*;
e que na comarca do Jardim, soltou um recruta
por conta de Raymundo de Casa-nova.
c O resto no grupo de Nazirio acha-se agora di-
vidido em tres partes, sendo urgente a di.-per>
delles e a captura de seus membros.
As pragas de polica da Babia, de que Ihe fal-
lei na minha ultima, acham se j lirres de perigo.
tendo urna delias sido amputada em dous detc-
da mo esquerda pelo hbil pharmiceulico Bo-
telho.
O Invern aqai tem sid regular. J appire-
ce fejio e mtlho verde na feira ; tem abundado
farinha, que se vende a 2A560 a cuia cora "o
tigellas. Ha esperangas de boa safra de algo-
dio.
CALQAMENTO. 0;Sr. Dr. director das oteas
publicas remelte-nos as linhas abaixo em neta-
magao noticia que hontem demos sob o titulo
cima-
Publicamos essas linhas, porque ellas encei -
ram urna explicagao do modo por que a emprez
do esgolo da cidade est expondo o caifamente
que levanta para assentar os seus canu?; atas
permlta-nos o Sr. Dr. Tiburcio que Ihe obaerre-
mos que, embora de aecordo com S. S, no qut
diz respeito ao abatimento do caiga.Dent ref.ito
apos seis roezes, Dio estaraos todava descanta-
dos quanto i obrifagao qae corre erapreza il.-
concerta-lo, passado esse prazo e depei* des-r
abatiroento, urna vez que essa obrigagio, segunti
somos informados, nio esl no contrato da em-
preza, e nem consta que a ella se subjeilasse a
companhia por ttulo que tenha ferca e vigor.
Eis a razio principal de nossas reclamagoe-.
reclamacoes alias justissimas, visto como a su*
materia' affectu o interesse publico, que sempr
temos em vista.
c Iilms. Srs. Redactores.Tendo-V. Ss. pnblc:.-
do no seu concetuado Dwn'o de bollero, na parlo
Revista Diaria, sob a epigraphe Calcameiit'
um reclamo directora das obras publicas, con
tra a maneira por qae procede a empreza do es-
goto da cidade na collocacao das peoras do cala-
mento por lugares, por onde passa o encanamen-
to, cumpre-me, antes de esclarecer a va. Ss. so-
bre este ponto, Ihes afftrmar que directora u*r
obras publicas nunca foi impossivel evitar qd
qner abuso, que redondasse em prejni o public...
t Quanto maneira por que se est repono u
calgamento, devo dizer qne a differenga do nivel
qae ahi se observa, nio pas3ou desapercebtda *
esta directora; visto como j h cerca de in-^
mezes se entendeu cora o engenbeiro desta em-
preza, que Ihe allegou, o com razio, que send
excavado o terreno n* profundidade de menos Ai
2 metros, e logo depois aterrado ; por mais cui-
dado que se tivesse, o calgamento, depois are-
posto, deveria necessariameote abaier, paswi
quatro a seis mezes, Ando os m*J*Z*
companhia obrigada a assenta-lo denit va-
roent Sendo, porunlo, esta altagac*o just .
confirmada pela experiencia, esU directora ace-
den continnagio do calgamento pela maneinv
por que se esl executando, visto d'ah nao re-
sulur prejizo publico.
Creio que esU snccmta explicagao pora a salv.
a nierpeltgio que Vs. Ss. rae dirigirn), couju


Diario de PeTfi&ihlmco L... tyurf felfa de julho de 1870.

*he?e da repartido das obra publica, na parte
UnM do artigo wb a epigraprw-WcJpeoto--,
Sao ele., etc.Jos Titmnio P. de lia$ahes,
CASABA' IINir-IPAl. DO RECIPE. ffo uo-
meao, ni os- i de tunwm, sucreiario desta cor-
por*ci> o Sr. Dr. Loiirenc.. Beterra Carnelro da
Cumia, eiUfUb-liiuicj MAESTRO.Acha se Avt-e n, viodo no paqne-
le Irincei Amazonta procedente da Europa, o Sr.
E. Casalborne, exuni* professor de piano e san-
to iu! desojando connecr o Brasil aqal veio es-
UMef'tt. ..
Esta 1 :n rio > KMirvatirio de aples, e fot am
|o disiinctos dscipul >s df Ttulburg.
Sugando o qua nos afrn]Mr>n, cnimn* a di-
versos cultores da opera italiana era Parts; e .en-
tre .eltes nr* tenor Btigtwli, que tantos e.pBnmeti-
t;os applausos tem comido na sceoa lyrica.
A periea de que 6 dotado, o a poiiies modista
tjue o orna em suas relaces pcoacs, toruamo
vecommendavel aes pas do familia.
Reside ra da Cruz n. 1.
LOTERA.A que se acha a venda, a 1">3,'
twiwflcio da Santa Casa de Misericordia, que
corre M dia 1. ctrjos bilhetes se vendem na re
pecliva laesout ana, que se mudou para a ra da
Oideia n. 23, e tambera na leja dos Srs. Porto k
Bastos pre$a da Independencia n. 37 e 39.
( HRONU A JUDiriARlA.
VJUBUXAL DO COMERCIO
ACTA DA SESSAO ADMINISTRATIVA DE 11 DE
Jaiio municipal e do commercio do Rio Formo-
so: apnllauto uiof Jote Joaquina Gome de
Abren, Tuppelladns reos a viova ',a herdeiros da
Jos Antonio de Barros Wanderley ; juizo os Sr,
Res e Silva, Accioli, MiraniaLel e Rasto.Orde-
noti-so > ma dligeiiria.
Embargante Salvador de Siqoeira Cavatoanto,
embargado Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira
Cavalcanto.Adiado a podida de ni dos seahores
depulad >s.
Nio estando preeenta o Sr. bario de Croa
uo fiiram propostos os feilPt aliadoj as se!
res entre as partos, appellanvhD. Mara
Isininu do Reg Costi, appellado Manoel Pereira
Magajbes: appellantes'Jos Barbosa de Car-valho
eoutro, appellado Antonio de Sonza Braz.
DH(fflAC\0 DR D1X.
Appellante Antoaij Francisco le Olivelra, appel-
lado* Tasso IrmauL
O primeiro da olil.
rxssAr.F.jry.
Da Sr. desembargadjr Silva Guimaries, ao Sr.
desembargador Reis e Silva: appellante-ArdunjO
Soares \ Silva, appellado. Antonio los* de Oir-
veira.
Do Sr. desembirgador Res e Silva, ao Sr. es-
embargador Accioli: appellante Joaquim Antonio
Pereira, appellado Vicente Jo; de Brito.
IGfttAVOS.
Juizo especial do commercio: aggravant" Joa-
quim Jos Goncalves Bellrio, aggravada adonpa-
nha-Vigilante.Tev provimento. f$
Juir.o especial do comraercic : aggravaq*e Rento
Jos de M acido Pocas, aggravado Antonio de Aa-
vedo Nev*.Nio teve priivnwato.
Encerrou-se a sessao urna hora da Urde.
* semvncas
aStituii
i "ja;ao
ndo oet
roe tanrf-

,H -------------------------------------------------------------------------------------------------------1
tacio. O telhor meio de se eviur semelhirites
imposicSes, nao comprar-so o artigo, arda' vez
ue ao te aehe elle garantido por orna casa res-
peftavel, e isente de toda a saspelt, q"ae pode en-
waar.
O, oleo pnro medicinal de flgadtf de bacalho, e
Lanman & Kerap, tanto branoa como preto, gosa
ma reputac&o de soj*riordade em todo o
Hemisferio O-xraental. na America e na Europa.
Na sua composicao : se faz uso dos gados do
pelxe fresco, e pde-se consdrvar por nra lenipD
lito em todos os climas do mundo-: A per-
pnreu da preparacao, a qne o torna tao ad-
miravel uniformtmenle cfJkaz noseasosmais
graves de taemorrfcagia drs polmfies, bronchks,
pneumona, phtysica incipiente, conge;tao e a con-
sumi do bofe, magreza e decadencia corporal;
e para todas as molestias dos orgaos da respira-
do e da garganta, complicadas com affeccoes es
crofuleeas.
-^4
,*mm
I -
JULHO DE 1870.
7MSIDEMCIA DO EXH. SH. DKSBOTB6AnOR AKSILM0
FRANCISCO TEnETT I.
As {O horas da manhaa, presentes os Srs. depu-
taVw Rosa, Basto, Miranda Leal e supplente Sa
fteiiio, faltando com participacao o Sr. barao de
Onanzy, S. Exe. o Sr. presidente declarou abem
a sessao. _
Foi lida e approvada a acta da sessao de 7.
EOTDIEWTR.
OHicio do presidente e secretario ia junta dos
eorretores, firmado de 9 do correte, remeneado
biletim commercialda semana prxima passa-
daAo archivo.
Inforinaca* doSr. D-. official-maior sobren al-
ies ido ltimamente pela companhia Recite Drai-
nge, limited.V.flte ao Sr. deerabargadar fiscal.
Uesuraos do inovimento dado nos trapichea e
armazens atf.ind- gados segumos, relativamente ao
soraestre rindo .Angelo.Nmeros 9, 45 e 17
do edificio Ati mdega-Velha.Coneride com o
antecedente, arcliive se naa toavendo duvida.
Forara rfubrica os livros ". Copiador-de Silves-
tre Ferrein Cannnha, idom de Mendes & Colho,
llem do J. O. G. Doy le.
Dr:spAC8s.
equ^rimentes:
De Antonio Jos de Aranjo Braga, pediudo o re-
gistro da norae.vcao ih sen caixeiro-Zoao ChrisoS'
tumo das Ghaga's.-Reconheclda afirma da no-
tnracii, registfe se.
De lose Firraino Ribeiro, pednde por cerlidao
se se acha u nao r gistrada a noraeacao de seu
caixeiro r.Yitaan da Silva Ribeiro.- *-se.
Do Je-uitio Xivier de Suassana, pedindo tam-
bein pur certidio a sna nomeaelo de caixeiro de
Jo.- Alves Fernandes.Como reqner.
De Vicente Ferreira dos Santos Caminha, pe-
dindo o agutro da prm-nradio bastante de seu
omsKtuinto Amir Fefreira asautos Cammha.
Refistre-ee. ,
De C. Cato !c C, petlind o da coroeacao que
er^'B a-seu caixeiros Ursntino Oeodato Pereira
los Santos e Alvaro Targtoo Goncalves Fialhe.
Reifislrese.
De Marcolino de Souza Tavaros, pedindo tam-
bera o da qto dora a seu caixeiro Angelo Alfonso
Villaca.Regisire-se.
De Augusto Ferreira de Lofena, pedindo ignal-
meut o il?. que dera ao seu caixeiro Mancet Joa-
q'jiui da Conceitjip.Cuno requerem.
li.! Josc Angelo da Sihra, pedindo que se Ihe re-
gistre a que dera ao seu caiseiro Manocl Atigel i
Ja Silva.Registre-se.
De Peixoto & Irmao pedindo tambera que se
Ibes admita registro a noraeacao de seu caixei-
ro Mauoel Fernn os de Soma Reg'. Regis-
tre-se.
D Joaquim da Costa Ramos & C, no mesmo
sentido qjantj a de s u caixeiro Andr da Costa
Ramos. Registre-se.
Da C*rvalho & Motira, tambem no mesmo senti-
do quanto que deraoi aos scus caixerios Gusta
vo da Silva Antune, Luir. Gomes de Amorim eMa-
noel Secuadino Mamede.'"/ora i requerera.
De Juaijuim Geminiano de Arrdm, yedindo pa-
ra qe seranee no competente registro a nom>"a-
rio de secs caixeirosLuiz Martins de Araujo, Pe-
tita Barbosa da Silva Ne'.to, Jaeinto Duarte de
i'i:v,-:ra t Augusto da CosU Ribeiro. -Deferido,
u Yaccisco Xavier dos Santos, pedindo tam-
lMm qne se faca o registro da que dir aoseu
-.4 viro Julio Rulino Alves Velloso,Registre-se.
'Da l!abe Sehuiettan & C, para que se faca re-
;"-tr.r .Kjwe deram aos seus caixeiros Euthimio
K--as.r.11 JSoreira de Mendon;a, Terencio P^res Gal-
:'.j o Deoriato Goncalves Torres (Adiado para a
|n 'leira sessao).
tos lrsiga 4 Costa, para que tambem se faca
t->trar a de seu caixeiro Ignacio Jos da Silva
ti' .:a Como reqier.
i- H-meterio Vidal de Negreiros, para que
' i: iitiit-nte -e proceda quanto de seu caixeiro
loro los Ramos de Mello.Rivalidado o do-
> i ,.iiii junto, volte a pelicao.
'> Francisco Jo> Ribeiro Braga, ni mesmo
-vutida respectivamente a de seu caixeiro Izidio
Mwu^l Soares.Registre-se.
le Gomes de Mallos Irmaos, para se Ihes pas-
sar por certidio se Jos Felippe de Souza, acha se
iu nao malrielulao seu caixeiro.Como reque-
ren!.
De Antonio Lopes Rodrigues, para atiestar se-
Ih o -ejruinte :
1 Se Pedro Lopes Rodrigues fez parte da firma
rmnmercial de Lopes Irmos, que girou nesla
praca. ,
2 Se o mesmo Pedro L^pes Rodrigues fez em
qnalquertempo parle s, ou cotlectivamentede al-
gtima firma commercial nesta praca. Certifi-
que-se.
De Julio da Cesta Ribeiro, parase antorisar o
regi-tro da nomeacaa de seu caixeiro Antonio Pe-
dr.-> Monteiro de Mello.Reglstre-se.
De Joaquim de Oliveira Maia e Joaquim de Sou-
M, para ser adtniuido a registro o distrato da fir-
ma Joaquim de Souza Maia & CVista ao Sr.
desemliargador fiscal
De Ulysses & Irmao, para se Ihes registrar a
nomeacao de seus caixeiros Jos Luiz de Gouveia
Munbeca e Felippe Bezerra Cavaloante Machado,
Gomo requerem.
De J equina Pereira de Carvalho, para ser re-
gistr.id.i o papel de dissolucao da ociedadeJoa-
inin Pereira de Carvalho 4 C.Vista ao Sr. de-
M'tnbargador fiscal.
De Joo Amonio Vellozo e Mariano Jacinto dos
Sanies para tambem ser registrado o contrato so-
cial que apresentam. Vista ao Sr. desembargador
Jiscal
D Jos Joaquim Gonealvos Bastos e Jeao Anto-
nio da Silva, para igualmente registrarse o dis-
trato social que apresentam da firmaBastos 4
C.Vista ao Sr. desembargador fiscal.
Dos mesmos o Antonio Martins Moreira sub-
metiendo registro o seu eontrato social Sobre a
UrinaBastos 4 Martins. -Volte a petico depis
de assignada tambem pelo 3.* socio.
RehaDilitacao de Joaqtim Jo da Costa Fajozes
Jnior e Jos Launrartno de Azevdo.Ao Sr. de-
butado supplefite S Leitao para examinar ds au-
tos.
. Nada uais sendo snbmettido despacho, S.
Exc. o Sr. presidente encerrou a sessao s 11 ho-
ras e meia do dia.
O fre Joo lo tmor Diviae
ao pnl>ilco.
i
O annncio, qne Ryn. ?r. frei Alex?.ndrino
SESSAO
JDIQAR1A EM 11 DE JLHO DE
1870.
racsiaenaiA do exk. sr. DESBMBAnoADon a. f. pb-
WTTI.
Secretario, Julio Guimaraes. ..>
Ao meio dia declarou-se aberta a sessao estando
rcoid os Srs. desembargadores Silva Guima-
raes, Reis e Silva,e Accioli, e os Srs. depotados
l! > o Sr. bario de Cruangy.
ida, foi approvada a acia da sessao anterior.
O escrivao Alburraerque registrn o ultimo pro-
testo de letra a 6 do presente mez sob o n. 273,
t o escrivao Alves de Brito a 8 do dito mez sob
o n. J034.
ACCORDO ASSIGNADO.
Embargante Antonio Moreira Reis, embargados
Tasso 4 Irmaos.
JLGAMKNTOS.
Juizo especial do commercio : embargos infrin
pentes do jnlga lo; embargantes executados Jos
Frahcisco Ribeiro Machado e onlros, embargado
i ionio Amaro Jo> dos Prazeres, juizes os
Srs. Reis e Silva, Accioli; Basto o Miranda Leal.
Foram ju gados os embargos nao pro vados.
Jos do Rosario Figuotiaia fez publicar neste jornal,
no dia 1 do crrente, causn profunda magua em
meo espirito, porque me fez demover do firme pro-
posito, em que ettva, de nao voitar mais ira-
preusapara tratar oceupar-me de qnalquer modo
da des a grada ve I historia da admftrislraoao dos
bens, que constitoem o patrimonio de Nossa Se
nhora do Carmo de Oltida; porque nao quera
ser o que dcste lagar denunciaste as tallas e fla-
quezas comnHAtidas por alguns administradores
desse convento. Nao; nloqueriarejiresentar esse
papel, quo repugna ao meu caraotor, e aos meus
principios. .
Mas, e esse-nieu carcter, esses meus principios
mssnfc), insoltomcnie proviuados aggredidos cora
e ciUdo aunincio, que nao permittetn que me con-
serve mais m silencio, que, nestas circumstanctas,
importara am menospeexo do criterio, e do bom
senso publico; e ainda mais urna tacita eonfissao
las taitas, que mpfieitamente alR me sao atri-
buidas.
Com eeito, as pa'avras" do annncio, que aqni
transcreve : i O cx-pc>viaeai frei Alexandnno
Jos do Rosario Figuetra, religioso carmelita
t da provincia da Baha, viudo osta provincia,
na qnalidade de visi'.ailor do convento d Olinda.
i perteocenle sua ordem, faz sciente ao respei-
tavelipublico, que desde o dia 2 de juhho depoz
do Jugar de prior do dito convento aq.Rvd. pa-
drerei Jip do Amor Divino por ordm do seu
Exffl. prelado, e previne desde ja ao mesmo pu-
bltco.que com o dito ex-prior ninguem transija
em negocio algutu tendente jos ben^do referido
convenio, sob pena de nullidade qnalquer con-
trato ftizem crr: Io que eu, dando causa
suficiente para urua violenta deposito do cargo
de prior do convento do Carino de Oliuda, tdayiaj
procuro resistir obstinadamente s ordena^legales"
lo meus superiores legtimos; i" que cu, por qul-
qual lrma, tenho procurado esbaajar, vender,
doar ou onerar os bens do convento sob miuha
adrninistracao, como infelizmente liznun algun3
anecessores meu*, cojuo talvez me seja necessario
u/ovar em continuacao deste tosco trabilho.
Involvend pois, estas duas partes do refer lo
annncio graves accusacocs, ja ao meu carcter
do religioso carmejita, j a minha probidade, com
reUc-ao adrainL-tracao dos bens de Nossa Senho-
ra do Carmo, me vejo canstrangido a subir ao alto
da imprensa para melhormenle desenvolver mnha
defeza, confiando dest'arte a decis de mima
causa ao publico, para cujo bom *enso tenho sem-
l>re appellado, sera o menor roceio, era circ'ums-
tancias semelliantcs.
II
Occupar-me-hei, em primeiro lugar de minha
deposicao do carga de pnor, de-quo ^e jacta o
Rvm. Sr. frei Alexandrino ; e:n segundo lugar de
minha administracao dos bens do convento, du-
rante o tempo de mea prorado.
A primeira parte encerra dous pontos distincuis,
quedevem ser tratados separadamente,para maior
clareza na dtscossiio.
O primeiro versa sobre os motivos que deram
lugar minha deposicao, feita com tanto acoda-
ment.
O segundo sobre a competencia do Rvm. Sr. frei
Alexandrino para exercer esse acto extraordinario,
e sobre a lectimidade desse acto.
III
Sabem qnasi todas as pessoas desta cdade qne
os bens do convento de Nossa Senhora do Carmo
de Olinda, pela m e descuidosa admiolstracao de
alguns priores, paravam em maos de pessoas, que
nao os possuiam por ttulos legtimos; de modo
que o patrimonio de Nossa Senhora se achava
cmo ainda hoje se a mnima importancia.
Onro, prata, escravos, solos aforados, do con-
vento, estavam sendo desfructados por outros se-
nhorios, qne se suppunham com incontestavel direi
to esses bens.
Por todos esses desmanchos, a descuidos, se
vulgarisavam serias aecusacSes, e ama geral cen-
sura contra os administradores do convento, sem
distraccao do culpado, ou culpados, pois quenem
lodos parlicipavam da culpa.
Nessas circurastancias, debaixo da vozera do
clamor geral, qu profligava as admlnistracoes dos
priores, assumi pela segunda vez no anno de 1801
ao prorado do convento; e incitado ou instigado,
nao sei se por esse clamor pobiieo, ou se pelo zelo
e amor a minha repuiarao, ou se finalmente pelo
desejo de augmentar e de melhorar o patrimonio
de Nossa Senhora do Carmo, resolvi-me a seguir
carainho diverso do que fara tnlhado por quasi
todos os meus antecessores: resolvi-me a reivin-
dicar os bens do coavento.
Informado minuciosamente acerca dos bens ven-
didos, doados, e emprestados, que estavam no caso
de seren reivindicados, e apoiodo nos pareceres
d dlstlnctos advogdo-, nao me poupei a traba-
Ihos e estreos de'quatquer especie para levar ao
flm meus desejos.
Encetei essa crusada por adquirir cxtra-jadial-
mente alguma prata e ouro do servico do conven-
to, que estavam por ah alm, e que hoje por mrc
de Nossa Senhora estao em meu poder
Em seguida lentei a reivindlcacao do* escravo
Udbaldo do poder de D. Marcolina Colho da Silva
Leite, vendido on doado por um dos nossos prio-
res.
Nssa ufano-a trela, da qual dei seleneia ao
mu digno provincial deentao, o Rvra. Sr. frei Ma-
noel de S. Joaquim Teixeira, era animado por esse
bom religioso, que em repetidas cartas, que se
acliam em meu poder, lonvava o zelo e cuidado
com que eu procurva engrossar o patrimonio do
nosso desventurado convenio.
Prosegu nessa aegao, at uno obtve dos trib-
naes, setencas favoraveii, pelo que se acha esse
escravo em mea poder.
O triumpho obtiijo com a primeira tentativa in-
diciara me acoro coa va, e rae impeIJia para que
nao deixasse a meio o intento lio louvado.
Tenlei ao depois reivindicar do poder de Rufino
Thomaz.de Aqu no a escrava Lydia, vendida pelo
Rvm. Sr. frei Joao Lucas do Monte Crmello, hoje
rauito digno provincial da nossa ordem; e do po
der de D. Aona Vietorina de'Soiiza escrava Rita,
vendida pelo mesmo religioso, quando prior do
Carmo de Olinda.
B*ahi TOrceca a serie de meas crimet, para cuja
panijio me foi impo-ta a pena de deposicao da
lugar de prior, que lio mal ocenpava.
Na vrdade nao eonsiderei as iras, qOe ia pro-
vocir com semelhanle proced ment; ms quena
ser coherente.
Convm dizer que o mflito RVd. Sr. frei
J-ao Laca, logo quen&sumira o lagar de provio
eial da ordem. se dignara mais de urna vez louvar
por cartas o procedimento, zelo e dedicacao, qne
eu empregava no melhoramento do convento, como
fez na carta, que uvera a hondada de diriglr-rao
a i de feverelro de 1868.
Nao tarda, porm, que elle se tire de semelhanle
illusio.
Correram as demandas contra os possnidores de
Lydia, e de Rita, qne a final foram vencidos e
obrigados a restituir ao convento os escravos, que
mdividamente possuiam, em virtude dos accor-
dios de 14 de abril de 18S6, e 17 de l
1868, que em parto confirmaran)
apnelladai.
Tendo, porm, tasses senhon* yjlrjdQ os
cravos reivindicados ao Rvm. S .Jif*,. Lnc
hoje provincial da ordem, roe I?nTZ rS
dmd' quo Ihes mandasse **"
mjitttamente reivindicados
valones.
O Rvm. Sr. frei Joio *
lamente as eoosequen
qual n":^"n>Qr. ^^enfc meu piocedftnento:
qn. cmaMtoa de 4^ J^^ por Haver
reivindicadoa < ^r^ Xy, como uiMbem me
ordena, na qn.- ^afla.|e sujierior, <\w en restitua
essa escrava 4,^*/. tjrla a compra* ira possni-
dor, peto iTtoaJi quena-da silo le*itiraa-
raente ver^^, ^^ yj-- e ^j, a i(.lit aulor.
sano.
Em d^ta de 11 ie'Julrm do mesme arto embre-
ga -> Bvm. Sr.frct Joan Luca os mei04Uisorios,
e r,s anwacadeRs nar o rotemo fit^
E por eartaale 3 dft^gou ainda rfll terminan-
f emente -mi ordena a ntrega. do otra vos em
quesiio a essos stippbstos'seohores; efee exprime
nos seguiste* tcrn.os: < Mando que egregia' o*
t escravos a sea dono, pois infallivelrame Ihe de-
fem ser rastiteidos. A concordata qn ton a
fazercotfl os donos eiikegw-lhes que a nao ser por mnljn>i. como assegarara 1 Descotita lettrfi da pra^a
todos, foi por ignorancia, que tratoo da in/wtn
e7on*! raivindicacao
. A ti>das essas cartas e ordens en responda
com hamlldade"* prudencia que nao n; era mafs
|icrmiido, em vinude das le* cvs e ecclasiasti-
cas, que regem nossa ordem, envegar esses escra-
vos aos sapposios d)nos, por quanto, teado eles
silo reivindicados por sentenaspassadas em jal-
gado, algumas al em grao de revista, justa ou
injestamente, licarara ellas pcrtencend'o por 'otj
desses julgaJ, ao patrfrnonw do cduvenlo;
ns provincial, prior e ninguem, em urna pala,
poderla doa trocar ou vender qualqaer dfSfes
bens; sera liCene express do governo imperial,
na frm* da lei de 9 de dezemoro de 183?; avi- .andifnnto dodia 1 a II.
oovemftro
C0MMERCI8.
ENOLISH BANK
Of R\6 de Janeiro Limited
i taxa a cod-
'eacionar.
Receb dinfBiro em cont corrente hia
flraso fixo.
Saca vista ou a praso sobre as cidade*
prtacipaes'da Baropa. test correspondentet
aa Baha, Buetos-Ayre9, Montevideo, New
) Nevr-Or!eans, e eaiitte cartas de crdito
para os mesmos lagares.
RA DO COMMERCIO N. 36-
ALFANDBGA.
essas.
d3 Ojiaren, S, 19 e 20
eitera llvra. Sr.'pro-
sos de'15 di marco de 1831, e 10 de
de 1853, porque,'nos nioeram is'mais do 4ue me-
ros administradores desses behs, avis Citado de
13 de mareo.
E foi essa a jurisprudencia seguida pas tribu-
naes do pslt
Pondereilh mais que se eu entregase taes es-
sravjas, anda me-rao por ordera sua praticaria
um acto nullo, em que era pelo m3r3 cmplice,
visto cont devo saber que nao se pele transigir
de qualquer molo-com os bens do cvento ; poo-
derei-lhe, lin*lm*ntf, que, apear te ter o con-
vento fijado ouerado de grai\4e9 deipeCas,- gastos
as demandas respectivas, todavh qJe era melhor
que se estitui-sem a esses compfadies-os ptc-),
pur qnanto Ihes tinham sido vendids os mencio-
nados escravos; ficaodo elles, por, no pa rimo
nio de Nossa Senhora.
A essas eorisideracoes re'pondra o Rvm. Sr.
frei Joao Lucas cora o trecho acim transcripto,
A nada attendera, o s quera qije se praticasse
nni acto contra .as leis expresas.
Era lira por cartas ds 30
de abril do anno passado reu
viucial suas ordens para que en Taca entre'j{aT s
pessoas, de quera ioram reivnficados, bem ou
mal, os escravos ,qoe elle venaira, sob amjaca
de vir elle proprio esta provotfa para esse fim.
Resist a todo isso. Resst.ndo, ;p>rm, a todas
essas ordens e intimacJe-, tinh^ enl vista cutn-
priinenlo da lei, a que, er, obrigldo, bem como os
luleresses futuros do convenH; pois que havia
muita coasa a rei*niCar em Idnticas circuras-
tancias.
Convencido, por fira, o Rvm.Sr. frei Joo Lu:as
da que eu estava disposto a cfimprir meus deve-
res, para nio incorrer na misna censara que al-
gn? de, tueu-; antecessores, fecorrea a mu alta
auforidade do' Exm. Rvm. Sr. krcebUpo, conde de
S. Salvador, e fez qno este se d^nasse e.erever-
me, em data de 26 de abril ddauno pa-sadoruma
carta, era que terminan'emenje me ordena que
pelos meios legaes enlregu" a wcrava Lydia a Ru-
fino Thomaz de Aqnino, qai a eorapron |eg-
mnte ao actual vigaro provincial, Rvm. frei Joao
Lacas, quando delegado da eommunidade neste
convento; e nesse sentido Jamben escrevera ao
Exrrt.' Sr. Oispo D. Francsr Cardoso Ayres, de
saudo'a memoria, para queme aconsefhasse nes-
se negocio.
Apnressei-me em obedecer a um chamado do fi-
nado Sr. hispo, para expr-lhe os motivos, que eu
tinha de'nao cumprir de proropto as ordens, que
reeebia de mea superior, visto como eu desejava,
e tinha nCessidad de resalvr m nha responsabi-
ldade.
O Exm. Sr. D. Francisco, depois de se haver en-
tendido com o meu advocado, rae declarara que
eu tinha razio de proceder dessa forma; e que
nem eu deveria em ouiro sentido interpretar as
ordens de oren prelado apostlico, pon qo elle
ludo mandava'qne fosse feito pelos tneios legaes.
Nesse sentido tive a sub !a honra de responder
a carta de meu prelado o Exm. Rvm. Sr, arcebis-
po. expondo-lhe humildemente as raides quo ti-
nha, para nio entregar os escravos era qestio.
Oepois desta minha re-posta, nada mais se dig-
nara S. Exc. Rvma. ordenar-me em relacao aos
sohreditos escravos.
Nesse estado pararapi esses negocios.
Sio estes, pois, ps linios motivos, que impelli-
ram ao muto Rvi. Sr. frei Joao Lucas da Monte
Carmello, a enviar e-ta provincia, exorbilando
at do suas atlribuioo;s, como espero mostrar,
um visitador especial, com a niso de depor-me
do lugir d; prior, e remetlerme para a Bania.
Na verdade, nao convm qne en contine a
exercer as fncedej de prior deste convenio, nem
que contine a permanecer nesta provincia, onde
ha perto de 40 escravos as condicoes dos que
j foram por mira reivindicados, igualmente ven-
didos pelo mesmo ex-prior. e actual provincial
Rvm. Sr. frei Joio Lacas.
Adrcira, entretanto, a incoherencia, cora que
lem a esse respeito procedido o refer la Sr. frei
Joao Lucas; porqnanto, ao passo que elle louvava
e louva meu procedimento de reivindicar ouro
prata e escravas do convento, vendidos ou dados
por algnns priores, acoima e qaalifica de injusta,
immoral, e torpe a reivindicacao dos escravos, por
elle vendidas cora a mesma antorisacio, que os
eutros tiveram.
Ora, se era e justa a rivindicacao dos pri-
meiros, tambem o era e a dos segundos; e se
esta injusta, torpe e immoral, tambem o deve
ser a outra t
Esta incoherencia quer dzer muita cousa...
Felizmente para sanar todas as faltas e torpezas
ae minha parle, que foi enviado para aqni o
muto Rvd. Sr. frei Alexandrino Jos do Rosario
Figuera, na qnalidade de visitador, que esta
eidade hegon ne dia 31 do nez passado; eno
dia seguate mandou-me chamar sua present
para intimar-me verbalmente qne eu estava da-
Suella data em diante deposto do lugar de prior
o convento do Carmo de Olinda; por consegrante
Ihe fizesse logo a entrega dos escravos que ha va
em meu poder.
Por boje taco ponto aqui, para de outra vez ap-
preciar o acto de mnha deposicao e sna legali-
dade; devendo desde j prevenir que tive a hon-
ra de levar esta ultima qacstao ao conhecimento
do Exm. Sr. conego_.vigario capitular, para que
elle, na qualidade de prelado da diocese, decdisse
o confuido, que suscitei, ao menos provisoria-
mente.
Recite, l de julho de 1873.
Frei /7o do Amor Divino Mascarenhat,
prior.
em do di 12.
330:750i340
36:324 >0)
387:274*409
MOVIMESTO DA ALFANDEGA
/olum-as entrados camfazenda?
Idea dem emn generes
.'olataes shldos com faiendas
dem dem com gneros
95
243
------338
212
458
------770
Seereuria da thesourarra provincial de Pernam-
buce, 7 de julho de 1870.
O official-maior,
A. F. da Annunciaeao.
Clausulas especiaes para a arrematado.
I. A-epoclasio dos 13d meiros de erapodra-
atento do 5* lanco da estrada Jo sol ser feita de
confonidade com o respctvo orcamento na im-
portaoc.a da SJ56fOOO. ^^
2 O arrentaUBV; dararraneco a obra no praso
de 15 d3s, devtt*) coielai-las no de 3 rnezes,
contados da dala da apprtvaea) do contracto.
3.* O pignintla-imphrttncia' do contrato se
effectnarf duas pjrestaeffN iguaes, tendo lugar
a primeira quando se hnnver execntado rrtetade
da obra, ,e a segunda, qnando fof alia concluida
e recebi provisoriamente ; dedozrado-se dos %
de cada uma, na forma do artigo 94 do regula-
roento de 31 de julho de 1866.
4.* em tudb < mais qtre nio so aeha especifica-
do as presentes clansulas, observarse-ha o cita-
do reguaiaienio.
Conforme,
A. F. da Annunciacio.
Desearregain hoje 13 d julho
Barca ingletaPagusmercadorias.
Brigue inglezBrilhaatemercadorias.
Brigae portugnezTriumplidem.
Patacho norte-alU'maoJultaneiden*
Barca inglezaJffnnieidem.
Sarca BgleaJWrrosaidem.
arca inglezaCedaridem.
Sumaca hespanholaJoten Elisa idem.
Barca portuguezaAlexawlre Uetcahnoidem.
Brigue ingle7 Firme farinha:de trigo.
Inaporlatp
Ticuna norte-allemaa auha, rinda 4e Ham-
burgo, consignada a Domingos Alces Mathes,
manifestou :
3 caixas cerveja, 1 dita obra? de madeira, 9o0
caixas, 1,000 garrafoes, W barricas e 1,000 ras-
quejras genebra, 600 fardos.papel para embrulno,
oOO'garraftJis vasios; ao consignatario.
1 ra xa e 1 barrica pregos e pbosphoros ; a S.
P. Johnstoa'&'C.
7 caixas imagen?, cachimbos, papel, pbospho
ros, figuras de cera e fitas de lia ; a Estevao da
Cunta Mdeiros.
13 as de seda, cai'xs'para rap, harmnicos,
alfibeies, facas, bros. DQtSes e cordas para ins-
Irnmentns le msica ; a Antonio Lopes Rodrigues.
300 barras de ferro ; a A. D. Careiro Vianna
4C n
1 barrica e 9 caixas ferragens e papel; a Pa-
renta Vianna & C.
2 ditas vdros ; a Rocha, Lima Si C.
180 ditas stearnas ; a ordem.
100 ditas ditas; a Luiz Jos da Costa Amorim
& C.
100 ditas ditas ; a Soares Primos.
7 ditas chapeos ; a Arminio 4 C
1 dita figuras de barco; a H. Leideo.
6 ditas conservas; a Linden, Weydrtlan <5t C.
SECEBEDORlA DE RENDAS l.SfEKNAS UE-
RAES DE PERXAMBUCO.
PDdimentnde dia 1 a H. 35:645*442
Merr. do dia 12....... 1:233*74*
36:901*186
CONSOLADO PltOVlNCAL
endimento do dia 1 a U. 79 3741423
Idem do dia l 7:993*503
A cmara municipal do Recife, tendo de
mandar celebrar um officio solemne pelas
almas d'aquelles que to generosamente der-
ramaran! sen-sangoe na cruenta guerra que
sustentaran! contra a repblica do Paraguay,
convida a todos os seus municipaes para as-
sislirem a es*e acto de piedad* religioso o
goal ter lugar na igreja matriz de S. Frei
Pedro Goncalves no dia 15 do
10 horas da rnanha.
Paco da cmara municipal do Recife, em
6 de julho de 1870.Bento Jos da Costa
Jnior.[)r. Pedro A. Lobo Moscoso.Jos
Mara Frore Gameiro,Caetanodryacoda
Costa Moreira.Ignacio Pssoa da Silva.
11..........can
O Illra. S. inspector da thesourara provincial
em cumnrimentii da ordem do Exm. Sr. vice-prc.
dente da provincia, manda fazer publico, que ne
dia 14 do correte, vai novameote a praca. part
ser arrematada a qnem por menos fizer a publica-
Co dos annaocos das repartcVs provinciaes
com excepcao da secretaria do governo, servrado
de base a arrematacao o preco de 30 reis por li-
ona.
A arrematacao ser feita por tempo de um an-
no, a contar do 1 do correte e sob as coudicoes
qne serio presentes no acto da arremataran.
E para coartar se mandou publicar o presente
pela imprensa.
Secretaria da thesoararia provincial de Pernam-
buco, 7 de julho de 1870. >
O official-maior,
A. F. da Annunciacio.
arrematacao das anas flaneas on ronpareeere
aeompanhados dos respeeuvos fladoraa.
Secrataria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cite, 2 de julho de 1870.
Pedro Jtodr2 d* Souzm,
AVrttS MAWT1M0S.
companhia*p!:rnajibijcana
Navegando costara pw vapor
Macei escalas Penedo e Aracaj
O vaprr Giqui, seguir para e-
porto cima no dia 15 do torrente,
_ as $ horas da larde,
icebe carga al o dia 19, encommendas, pa
sageiros e dmheiro a frete al as 2 horas da tar-
do no escriptorin do Forte do Mattw n. tt.
Propostas (em caria lechada) para oa oon-
certos necessanoe do lugre inglez Satlite ntrado
nesie porto a 27 do prximo passado, serio rece-
bidas no consalado britnico al o meio ala de
sexta-feira 15 do corrente : a especiflcaeao don
mesmos acha-s no dito consolado e pode-se vea
qualqaer dia entre as horas de 11 s 4 da tarde.
Recite 12 do julho de 1870.
Saunders Broters & C.
Consignatario.
Maranhao
E* esperada do Rio de Janeiro em poneos dias *
barca portagneza Mara, qne traz i alguma car-
ga para o referido porto ; e descarregando a qo*
para este conduzir, reerber aqni a que for pos
sivel obter para o Maranhio, e com pouca demo-
ra : por isso qaem desejar aproveitar esta aoat
rnrrprttn ai occasiao de embarque, dirija-se ao consignatar*
Joaquim Jos Goncalves Beltrae, ra do Conv
mercio n. I7--
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DI
!V9Tega Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Art-
ca'ty, Cear, Mandah, A caraca e
Granja-.
O vapor Pirapama eommandant
Azevedo seguir para oa porto
cima no dia 15 do corrente as 8 hora
Ja tarde. Recebe carga at o dia H, ennonv
tnendas, e passageiros e dinheiro a frete al a
i horas da tarde o dia da sahida no escripto-
rin do Forte do Martes n. l.
Rio' de Janeiro
Pretende seguir par o referido porlo cora
possivel brevidade o patacho Monteiropot ttt per-
Cio da carga engajada ; e para a qae Ibe falta e
e-cravos a frete, trata se com o consignatario *-
quira Jos Gracalves Beltrao a ra do Commerek
n. 17.
M*
Vende-se
87:567*928
Mofina.
Tendo aqoartelado o 3batarh5o dagnar-
d nacional, sob o |commando do.muifo ca-
nhecido tenente coroBel Franc;sco de Mi-
randa Leal Seve, acontece que as pravas le-
nham soffridos os incornmodattos ttfos, o
que nio pode deixar de veriticar-se,porque
sendo a guarnicao da eidade feita por 99
pracas.o batilbio aquarlelou com cerca de
90 flntlqsitel mas 20 deniafda e algumas
paltana) n5o bavendo portante gente
suficiente para rendicSo.
A conmiseraQo para com os pobres guar-
das pede qoe nunca tenha logar o aqaarie-
Ismento do dito batalh3o, aflm de qne n5o
soffram tantos vexames, alem dos prejuizos.
Cen dferents imitatjoes do fi-
gado de bacalho, se vendem
comaIifciios.
Militares dedoenies sio deste modo tundidos, e
o melhor remedio que at boje se lera descocerlo
para as affeccoes pulmonares perde a suarepu
MOVIMEMTO DO PORTO.
Navios enti ados no dia 12.
HamBargo60 dias, escuna norte alleraia Anna,
de 120 toneladas, capilao H. Wulff, eqoipagem
6, carga var03 gneros ; a Domingos Alves Ma-
thes.
Macei3 dias, hiate brasilelro Rosa, de 30 tone-
ladas, capitio Antonio Jos da Motta, equipa-
gem 5, carga lenha ; a Domingos Fernande* Ir-
mo.
Rio Formoso e portos intermedios6 hora3 vapor
brasleiro Parahyba, de J04 toneladas, comman-
dante Oliveira, equipagem 14, em lastro ; a
companhia Pernambncana.
Navios saludos no mesmo da
BarcelonaSumaca hespanhola, Portollas, capitio
Pedro Isern ; carga algodo.
MontevideoEscuna hdllandeza Barend, capitio
L. I. Mulder ; carga assncar e agurdente.
Cear Brigue hespanh I Henriqueta, capitio
(Jhristino Riera ; carga vnho.
Terra NovaBrigue inglez Dora, capilao G De-
brix; em lastro.
MartinicaBarca franceza Sphera, capitio Joss ;
em lastro.
Parahybapatacho inglez Martha, capitio Tho-
maz Waltor; em lastro.
Mamanguape Vapor brasileiro Corurtpe, com-
mandante Silva ; carga differentes gneros.
ECITAES.
Edita!.2.* seccao.Secretaria da presidencia
de Pernimbuco, em 7 de julho de 1870.Por esta
secretaria se faz publica para o conhecimento de
quem interessar, o edital abaixo transcripto do
juiz municipal e de orphios do termo de Agua
Preta, pondo era concurso a serventa dos officios
de labelio e escrivao d orpbaos do dito termo,
creados em virtude do decreto de 30 de Janeiro de
1834. Os pretenderes devi rio apresentar os seas
requerimentos devidamente instruidos na forma da
lei no prazo de 60 dias a contar d'esta data. O
secretario interino, Eii'ai Frederico de Almeida e
Albuquerque.
Copia.Edital.O Dr. Pedro Gaudano de Ralis
e Silva juiz municipal do termo de Agua Preta,
comarca de Palmares da provincia de Pernambuco,
por Sua Magestade imperial, que Deus guarde, etc.
Faco saber aos que o presente edital virem, qne
se acha em concurso com o prazo de 60 dias a
contar d'esta dala, o lugar de labelio do publico,
judicial anotas, escrivao de orphaos e mais aone-
xos d'esle termo, vago pelo fallecmenlo do ser-
ventuario Jos Norberto Casado Lima. Os pre-
tendemos deverio habilitar-se na torma da lei, den
tro do referido prazo.
E para constar, mandei passar o prsenle, que
ser afBxado nos lupares mais pblicos d'este ter-
mo, remetindose copia ao Exm. presidente da
provincia para mandar fazer publico pela im-
preusa.
Agua Preta, 3 de mato de 187a
E en, Augusto Bereaguer de Almeida Alcofora-
do, escrivao, o escrevi.=Pdro Gaudiano de Ratis
e Silva Jnior.
E mais se nao confiaba em dito edital aqu bem
e fielmente copiado do proprio original.
Eu, Augusto Berenguer de Almeida Alcoforado,
escrivao, o escrevi q assignei
Augusto Berenguer de Almeida Alcoftrado.
O lllra. Sr. inspector da thesourara provincial
era'cumprimento da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publico, que no da
31 do corrente, perante a junta da fatenda da
iraesma weseprara, se ha de arrematar, a quera
por menos fizer, a obra de 726 metros correntes
de empedramente no 5* lanco da estrada do sul,
avahada em 2:856/000.
A arrematacao ser feita sob as clausnlas espe-
ciaes abano copiada.
Pela thesourarra provincial se faz publico,
que a arrematacao das obras d > 7o e 8 lanco da
estrada do Limoeiro, foi transenda para o dia 21
do corrente.
Seereuria da thesonnria provincial de Pernam-
buco, 7 de julho de 1870.
O oflirial-maior,
_________________A. F. da Annunciacio.
Domingos Alfonso Nery Ferreira, coronel chefo e
estado maior do comraando superior da guarda
nacional do municipio do Recife, e commandan-
te superior interino da mesnta guarda por S. M.
o (rapefador, a (unm DoO guarde etc.
Faco saber, que na terceira d* mingo, 17 do cor-
rent mz, se reunir o conselho de revista da
gaarda nacional, cono determina a 2* parte do
art 25 do decrefo 1120'de 12 de marran de 1853,
na sala das ses-5es da cmara municipal, as 11
horas da manhaa, na emormidade do art. 44 das
instruccoes n. 722 de 25 de outnbro de 1830, afim
d tomar conhecimento dos recursos que versarm
sobre os casos indicados no art. 33 e 38 das ditas
iastrucedes. .
E para ccostar a quem conver, mandei publicar
pela imprensa.
Quartel do eommando superior da guarda na-
cional do rauoicio do Recife 9 de julho de 1870.
Domragns Aonso I\ery Ferreira.
Vende-se a bar ac denominada Aoaiemia, de
lotacio do 7,000 arrobas, nonttruida toda de ma-
deiras oe sieupira e amare Ha para ser examinad*
acha se no caes do trapiche d companhia : so-
bre a venda trata-se no escriptorio de Alfreda k
Barbosa Jnnior.
O inspeolur inierino da aifaudega faz-publico
que em virtude da autorsacio d thesourara de
fatenda em portara n, 89 de 7 do corrente, lem
de contratar os reparos de que precisa a barca de
vigii n. 2 desta reparticao ; assira, pois, convida a
quera os queira fazer, a apresentar as suas pro-
postas era caria fechada at o dia 20 do mesmo.
Alfandega de Pernambuco 11 de julho de 1870.
O inspector interino,
Luiz de Carvalho Paes d.i Andrade.
O inspector interino da alfandega faz publico
qne o leilio annunciado para ante-h ntem e qne
por falta de licitantes deixou de ser eflectuado, ti-
ca transferido para quiola-feira 14 do corrente.
Alfandega do Pemambuco 11 de julho de 1870.
O inspector iaterno,
Luiz de Carvalho Paes de Andrade.
\ cmara munirifial desta cdade faz publi-
co para conhecimento de seus municipes o artigo
de postara addiCional abaixo transcripto, o qual
fra approvdo provisoriamente pelo Exm. presi-
dente da provincia em 5 do corrente.
Bento Jos da Cosa Jnior,
Pro-presidente.
Augusto G. de Fgueiredo,
Offlcial-mator servrado de secretario.
4* seccao.Palacio do governo de Pernambuco
em 5 de'julho de 1870.Remetto por copia c-
mara municipal desta eidade para sea conheci-
mento e fins convenientes o incluso acto desta data,
pelo qual resolv approvar provisoriamente o art.
de postura addicional que aeompanhoa o seu offl-
ci de 15 de ju alio prximo findo sob n. 44.
Francisco d Assts Pereira Rocha.
4' seccio.Palacio do governo de Pernambuco
em 5 de julho de 1870.Copia. O Exm. presi-
dente da provincia tendo em vista o que ponderua
a cmara municipal do Recife em offleo de 15 de
jonho prximo findo sob n. 44. resolve approvar
provisoriamente uos termos do a:t. 2o do decreto
de 25 de outubro de 183!, o artigo de postura ad-
dicional abaixo transcripto.
Art. Io Fica prohibido qore qnalquer animal do
gener cabrum oa ovelhnm possa vagar pelas mas
desta eidade, os que forem encontrados serio ap-
prehendidos e arrematados em hasta publica, sen-
do o sea producto remeltido para a santa casa de
mlsoticordia depois de deduzidas todas as despe-
zas que rcsullarem da appreliensio feita.
Francisco de Assls Pereira Rocha.
Confere.Antonio Aunes Jacome Pires.
QECLARACOES.
Vai praca quinta-feira, na audiencia do
Illm. Sr. Dr. juiz de orphios, a casa terrea da ra
da Mangueira n. 9 : quem na mesma qnizer lau-
car porarrendaraento trienal, ectapareca em au-
diencia do dia 15 do corrente.
SANTA CASA DA MfERlCORlA DO
RECIFE.
A Illm.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico que
na sala de suas sessdes, no da 14 de julho, pelas
4 horas da tarde, tem de ser arrematadas a qnem
mais vantagens offerecer, pelo tempo de um a tres
annos, as rendas dos predios em seguida declara-
dos :
ESTABELECIMEMTO BE CARIDAbB.
Roa do Padre Floriano.
Casa terrea n. 63.......177*000
dem n. 47.......171*600
Rna larga do Rosario. _
2. dito do sobrado n. 24 A. 400*000
Travessa de S. Pedr. ^^
Sobrado de 2 andares n. 2. (502*W0
PATRIMONIO DOS ORPHAOS.
Ra da Senzalla.
Sobrado de I-andares n. 106 O1*0
dem P. 18........340*000
Ra do Rangel
Casa terrea n. 88...... 3WI060
Rna da Cacimba.
Casa trra n. U. 7*000
Ra do Pilar.
Casa terrea n. 101......***O80
dem n. 104.......WfOOO
dem n. 10i........2ft*W0
dem n. 103........2OM084
dem n. 93.........2**
Roa da Guia.
Casa terrea n. 27.......'HE
Sitio da Mirueira n. 4...... 107|Q0
Os pretendentas deverio apresentar no acta da
Coimpanliia americana e brasft-
Eelra de paquete* a Tapr.
At o dia 15 de jultio esperado de New-York
por S. Thomaz o Para o vapor americano Noiik
Americi, o qittl depois da demora do costme
seguir para portos do sul ; Dar fretes e pa*sa-
gens trata-se com os agentes Henry Forster & C,
ma do Comrfiereio n 8:
sm am do sil
Deve seguir dentro em poneos das o brigne
nacional Imlrepii par ter prompta a maior parte
de sua carga, e para o que anda pode receber &
frete commodn, trata-se com Baltar, Oliveira r
C, ra do Vigaro n. i, 1 andar.
MA'
Para o referido porto pretende seguir eotn bre-
vidade o palacho nacional Protector, por ter
maior parle da carga prompta ; e para o resto, a.
frete mdico, irata-se com o consignatario Joa-
quim Jos Goncalves*Bellrio, ra do Commercio
n. 17.
i*ara o Porto.
Acha-se carga o brigue portugnez Trivmfke,
prra onde recebe por frote commodo : quem ne-
mesmo qnizer carregar entenda-se como, consig-
natarios Thomaz de Aqurao Fonseea dt'C, rna de-
Vigaro n. 19, Io andar.
Para o referido porto pretende seguir com pos-
svel brevidade o patacho portugnez Elephanti por
ter alguma carga tratada, e para o que Ihe falto
tratase como consignatario Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao ra do Commere'io n. 17:
iWIO A VENDA

Vende-se o brigue portoguez S. Jos, de lota-
io de cerca de 1500 arrobas ; os pretendente^
podero examina-lo no aneoradouro : na volta tk
Forte do Mallo, e tratar a respeito, com o capilar
a bordo, ou na praca do Corpo Santo n. 6, segun-
do andar.
Aracaty
Segu com a possivel brevidade o pathabote-
Emilia, ainda recebe alguma carga a frete: a.
tratar cora S Leitao Irmios, rna da Madre dr
Dos n. 1.
Cear.
Segu com brevidade para v porto aria o pa-
Ihabote nacional Joven Arrnnr, tem parte do se*
earregamento engajado ; para o resto qne Ihe
falta trata-se com os consignatarios Antonio Lnz
de Oliveira Azevedo A C, ra da Cruz nf. 57, !
andar.
i
LEILOES.
fazendas avariadas
HOJE
Schafhettlin k C. fario llin por intervencie dat
agente Pint de difireme* fazendas avariadi,
outras lrapas. para fechar conias, existente* eW
em seu armazem ra da Cruz n. 42, onde se Hk -
tnar o leilao s 10 horas do dia cima dito.
LEILAO
BE
Chegado
Haee.
Bacalho em barricas
de Terra Nova pele patache ingtox
HOJE
Saunders Brothers k C. ferio-teo por
venci do agente Oliveira e conta ertaeo de
pertencer, de 1774 barricas de bacalho Ja i
Ridley Sons, emstontes caree de 80fr Mrricar ar-
nMHenpae no trapiche da compannia PernMBMP
cana, e as restantes no armazem da viuva fMaat
Lopes, onde os aretendeniee podem examinar n
genero com anticipacio.
O leo prinoipiarana companhta>
oa, ao meio dia era ponto.


k. '


Dimo de Fernamboco Orart feifti 3 de Julho de 1870.
y
K
~=
*
DE HOVEIS
eodo ama taebili ds asnaraMo em multo bom es
**>, ara grande e importante espelho para
parta 4e vertir <*a roeidara e sobre doas co-
iMkrUi de magno e d aporadu gesto, tendo o
4f.ftaM Xe comario ere ditos de
largo, um bodito guarda-vestidos de mogoo
d aroaretlo obra mui bem acabada, ama cama
fraaeezadedito, nm marqaexlo de dito, am la-
vatorio eem fcjaca, ama mesa de aroerello
^orto 'gavetas, urna dita de piano para q-
-goMmado, um risa eaixa- de- msica anda no-
^a, deas pares de casticaes eera matigas, un par
de jarros muito finos, um meto apparelh de
foreaiana parajaater, 9 apparelhos de dita de
fostoiaoderBo para eh, ealices, copos de erys-
tal fiara atoa, eorapoteiras ranito doas, garra-
fas, diversos qaadros. eideiras avulsas, tpeles e
maitos outros objeetos indispenwveis ama
asa de familia
Qutota-fetra 14 do corrente.
O agente Marti os (era leilio, autorisado por
9a ama familia que .se retira para fra da pro-
vincia, des importantes movis aeima desoriptos,
o segando andar ido sobrado n. 25 da ra ds
Santa Rita, s 11 horas do da cima.
GRANDE
Aeaba de obagar a esta eidade um artista, pre-
tessor de penteadoe, o qoal se oSereoe para teso ;
tom todos os modell mais elegantes das ultimas
modas em Paria, sendo riqusimas trancas ecai-
s de cabello, seda e linho ; este artista rabelha
en postieos de tndo que diz soa arte ; vai, en-
do chamada a qualqoer casa, tomar eecommend.is,
.naneando a toda e qoaluner peesoa que se ntili-1
sar de sea presumo ser beavseroido- e por preso
'aioavel : na roa de Santo Amaro n. A.
iik lilieos
Qoima-feira 14 do corente
Tio armazem da ra do Imperador no 16.
Angosto Seixas Tara leilao por inierveucao do
agente Pontaal, de urna completa livraria constante
-de tivres de direilos, litteratura, romanis e gran-
de poreio de litros preparatorios.
!
DE
FAZEND AS 6EBAES
14 DO CORRErfFE.
Mello Lobo & ti farao leilao por intervengan) do
afete Oliveira, de grande e aviriado sortimento
do tatendas ingieras, franeezas, suissas e allemaes,
<*o mercado
Qnlnta-ffelra
is 10 horis da manhaa, em seu bem conhecldo
armazem, sito ra d Cruz.
~3Deuppareen hontera de m.inhla 41 do cora
rente do sobradada rna do Rangel t. 51, um pa
-pagaio muito Tallador, levando corrente fnteir-
presa ao pe, o qual se solton da gaiolla na oeca-
eiio delle fogir ou'raesw4e o snfotrahirem defla:
pelo qne rogam a pessoa que dHle der noticia no
raesmo-sobrado, ou a roa do Livremento n. 19,
laja, que ser reeanapeisado.
O .abaixo assignada previne ao respeitavel
publico, que tendo-se desencamiihido ama letra
de setecemos e'tantos mHreis, saccada por mim
e aceita por Herculauo Jos dos Res, a voncer-sc
em dezambro as pessoas que a ttver achado de levar a ra da
Heefla n. 33, ou na ra do Qaehnado n. 79, que
ser pago o*eu trabalho. visto a mesma de nada
servir qnern a tiver achado.
Recife, 9 de julho de 1870.
______ Manuel Goncalves Boa.ventura.
Quinta feira, !4 do correte mez, as
8 horas da marbaa celebra-se na eapella
do arsenal de marinba missa pelo repauso
eterno do marechal de campo visconde de
Itaparca. *.,
(Cofitinuaco no Cabo.)
Por ordem do Illm. Sr. Dr. jaiz municipal e do
-.ommereio da villa do Cabo, requerimento do
curador da raassa fallida de Severiano Jos dos
Santos Aguiar, foi designado o dia sexta-feira, 15
de julho as 10 horas da manhaa, para na casa do
mesmo eetabeleeimento se proceder em prac pu-
blica venda do wlheiro e fjrno, armario, vinho
neto raaior preco que encontrar ; convida-se os
preteodeetes para essa praca, podendo irem ver a
avakaeao no cartorio do escrivo Araujo.
AVISOS DIVERSOS.
A pessoa que aclion, ou em cuja casa
deixei um estojo de marroquim verde, con-
leodo um pequeo bistur e ditas lancetas
ora cabos de tirtaroga, me far o favor de
restituir-m'o.
Dr. Joaquim d'Aquino Fonseca.
MSTTLTO A8CIIE0LGKO E GEOGRAP
PER\\MBLCA\T0.
Haver sessao ordinaria quinta-feira 45 do
-corrente pelas 14 horas da maohSa.
OtVDBM DO DIA.
Pareceres e mais trabalhos de com-
oiissdes;
Discussao do orcamento que tem de vi-
gorar no anno social do 487071.
Secretaria do Instituto, 11 de julho de
Prectsa-se de ara menino para caixeiro de
taberna, eom algnma pratica de qoalqaer negocio
e dando conhecimento de sua conducta : no pateo
da ribeira o. 13.
Offerece-se urna perfeila cozinheira para ca-
sa do homem ^oltelro : a .tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 29. segundo andar.
Alaga-se urna casa em Apipacos (na
povoaco), com commudos para grande
famila : a tratar na ra da Cruz n. 7, !
andar, das 10 horas as 4 da urde.
Francisca Mara de Albnquerque e Mello, abai-
xo assignada, viuva de Franciso Paulino Gomes
de Mello, casada com Malhias de Albuquerque e
Mello Jnior, declara ao respeitavel publico, que
tendo sido abandonada por seu marido, *vendo-se
obligada a retirar-se da casa de sua residencia,
tem resolyid-3_a nao consentir que este continu
na delapidaeao que tem feito dos bens de seu
casal. E por 3so previne pelo presente meio que
pessoa alguma faca negocio com os escravos qae
Ihe pertcncein, bem como cora os demais bens,
por isso que a abaixo assignada est disposta
disputar o direito que a elles tem pelos tribunaes
do paiz. Outro sira, previne ao mesmo seu mari-
do, que o seu comportamento para com a abaixo
assignada est sugeito a prova por elle bem co-
nhecidaL a qual a aitaixo assignada leve o cuida-
do de nao reduzir a cinzas como talvez presuma.
6 de julho de 1870
Francisca Mara de Albuquerque Mello.
. Af.fi: ti 11 m: pixtid;.!
VE
/. Ferretra Flela
Desde o lia 7 de abril -pausado acha-se abe
novo estabelecimentophoteiraphioo -sito i ruedo
Cabuga n. 18, can to do pateo Utos que desde entao, tem sabido de ooasa offleioa
tem geraJmcrrte agradado, sendo recebidos por
alguna com admiracao peto extraordinari j pro-
gresso qne ltimamente tem tido photcgraphia,
e por ontros com alegra, por verem a provine*
dotada com um esUbeiecmento digno d eila, e in-
cootestavelmente o primelro que nesse genero
hoje possue : tambem nao nos poupamos ero eousa
algnma para monta-lo no p-em que se acha, es-
perando que o publico de Peraambnco saben
apreciar nossos estorbos recompensar nossos sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas' pessoas, naetosaei
e estrangeiraf que g.)8tam das -artes, ou > trverem
necessidade de tiabasbos de photcgraphia a visi-
tarem o nosso estabe^eimento, que estar eempre
aberio e sua dUposico lodos os dias desde as 7
heras da manhaa at as 0 da urde.
Para es trabalhos de pbotographia possuimos di-
versas machinas dos roelhores autores raaeezes,
inglezes e allmemes, como sejam : Lerebours et
Secretan, Hermagis, Thomat Ross, Voigtlander el
8onh efWulf^ ltimamente recebemos tres ovas
machinasi sendo urna dellas propria para tomar
sobre-o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
soladas, e ontra de 6 a 12 imagens diversas e
igualmente i soladas, de orte que no caso de
grande concarrenoia pederemos retratar sobre
urna nica chapa at 8 pessoas diversas e sola-
das para eartoss de vnita, e asskn em weu-s de
um quart de hora despacharmos 8-lfferenies
pessoas que pecam oada urna, urna dnzia de cartees
mais ou menos, com osaeus retratos smente, ou
em grupo com outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da dlrecead
e feitnra do% trabalhos de'photographia dei-
xaodo -pnela e talentos do dlstiwcto pintor
allemo, o Sr.
A. Roth
HEDIGISA.'!
rnEPAJUBpo
PABA
Tsica e loda-a
quaiidade de do-
Jorge
f f f
1S70.
Jos Soares d'Azevedo,
Secretario perpetuo
Contrata-se o fornecimento de 500
ou 609 esticas de boa madeira, e 100 va-
ras, ludo proprio para cerca; trata-se na
ra das Cruzes n. 20 segundo andar.
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJO
tem o seu escriptorio ra do Imperador
n. 67, onde pode ser procurado das 9 ho-
da manhaa s 3 da Urde.
MUDANCA.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San- j
tos mudou soa residencia e consultorio
para a ra do Imperador n. 57, 2o andar 2
do sobrado cujo armazem conserva ajn- f|
da hoje o nome de Alianga, tendo a I
entrada, que pelo lado da ponte Seto i
de Setembro, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no 9
ejercicio de sua profissao de medico e !
de operador, pode ser procurado a qoal- |
quer hora do dia e da noute.
rmmsw mnmamm*
Perdeu-se hontem (10). logo ao amanhecer
-do dia, urna car'eira de (landres, contando diver-
sos papis que so ao dono serve, entre os quaes
ca urna patente de capitao de campo feita a 6 de
oovembro de 1858 peto Dr. chefe de polica desta
provincia : a.peesoa qae aaehou, qnerendo entre-
gar, pode apparewr no becco do Adique n. 38 a
mtenderss tom Ignacio Flix Tavares.
P0BTLIGEZES
Acaba de chegar livraria franceza
REVOLTA DO
saaiags&i^iL saaaaiaiaR
DICTADURA MILITAR
UMAO IBRICA
______ebb y sooo.______
\arope de salsaparrilha do Para
O
DEPURATIVO DO SAXGUE
Usado as molestias da pelle, impingeos e para
todas as molestias venreas.
nico deposito, pharmacia de Joaquim de
Almeida Pint ra larga do Rosario n.
10, junto ao qoartel do palicia.
os trabalhos de pintora, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nosa empresa por
urna escrotura publica, e at o presente tem-se
desvetladi. na execncao de seus trabalhos.
No nossoesUbelecimentoacham-se exposlos ou-
tros trabalhos iraiioriantes do Sr. Roth, Unto em
miniatura* aquarella como oleo, retratos
oleo, qaadros sacros e diversos uutrts trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo at o
Umnho natural, assim como de qnadros sacre?
para ornamentadlo de igrejas ou apellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de qaadros histri-
cos.
Asseguramo3 que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sao mu rasoaveis.
CARTOES DE VISITA NAO COLORIDOS A IOiJIOO A
DDZIA
CART5ES DE VISITA COM O C0L0RDO AO NATU-
RA!. A 16)5000 A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 20000 cada um, indo convenientemente en-
caixilbado em moldura donrada e regulando o
busto da pessoa retratada (to 3 't pollegadas e
jodo o qnalro palmo e meio de tamanao
Julgamos que basurao os prec. is cima para
darmos idea da baratesa dos trabalhos do nr.ssi
establecimento, quanto sua perfeicao cada um
venha jalear por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tiran retratos nc
nosso estbelecimento sao das 8 horas da manhaa
1 da ur Je; entreunto de urna hora s 5 da urde
em casos especiaes pde-se umbem retratar qual-
quer pessoa.
Nos dfas de chuva, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela dojura e persistencia da luz, e p< r fermos o
nosso trro?) construido com taes proporetes e
melhoramentos, que ainda choveodo jorros ne-
nhum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
m^J. Fireira Vtlkla.
to ou befes.
Eipressa-
mente escolhido
dos melhores fi-
gados dos quaes
se extrae o
flleo, no baneo
noRii^
fiia^^A-D.48, ^squiixdaPtta de Saoto Amaro.
. O^WBMeni da-NORMA nm importantisaimertabelecimento, era traja montagem nao e
^vMairi ofajaer'DbMfliTiir entre o demais Ubelecimento do seu genero, e tor-
na garganta, pe- na-lo digna- da eonrurrencia poWica.
Se'grtnde foi o esmero qae iprezidio deaoraca de esubelecimente, unto maior tem sido
cuidado e capricho qae tem havide era torna-la a imprtante fomecendo-o de um lindo sorfi-
nfento de faxendas fina?, artigo de modas, etc. ete impoptadas direcumente da Europa, donde si
escolhidas por pesseal habiliadas Je ccnfnrmidade com as ultimas modas.
purificado ibf-
micalmente, '.'e
suas
propriedades
conservada
com todo owui-
ftisco, segaran-
-ta perfeitaHien-
te pta-o. *
Este oleo tem
sido sobmettido
a um exame
Wiitosevero, pelos chimksos de mais tale-n
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi de-
volgado por elle e contem
MAIOR PORCO D'IODINA
do que outro quaiquer oleo, que elle tem
examnarto
IODItfO EM PODER SALVADOR
Emtolo o oleo de'flgado'de bacalho,
enaquelle oo qoal contww a maior porcao
desta imaluavel propriedade o aalco
meio para curar todas as'oentjas de
GARGANTA, PEITO, BOFES,FIGADO,
Tisica, broichites, asna, oatarrho, tesse,
Tcsrriampintos.etc
-' Uns poucts frascos d crnes ao muito
magro que s^ja, clarea a-vista,e d vigor a
todo o corpo. Nenlium oatro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento aasystema e enoommodando
quasi nada o eo'mago
As pessots Ifuja organisacSo tem sido
destruida pelaslalfecgocs das
ESCRFULAS O RHEUMATISMO
3 todas aquellos cujadigesto se acha com-
pletamente desarranjada,devem tomar
0 OLEO,DE FIGADO DE BCALIIAO
DE
Laoman i Kemp,
Se que desejam ver-selivres e exepasm
de enfennidades
pede ao publico e especrahnenie is Ennas. Sraa. que dignem-se visitar este imporunte esUbeieei-
Me, no qoal acbarao pieriamente justificado o-titulo qne adoptou, porque se envldam os matores
Ha 4rZ Sv.^ 58503 ?ara que *Mf'n'eo''1 fdraJmfflte conbeeido, como norma, de bom goslo riqais-
ua ierra noyt, emo aortimento, modicHiUe de precos, -asperlondade'd fazendas e finalmente norma de franqueza
e sieedade. ^
B Neste esUbelaeJMEDtP ha um peeaoai aabiMado a condniir fazeodae a roostra a casas daa
Exma. Familias que o esejarem.
Armazem da Norma.
48Roa Nova48
Attenco,
Fillas, xa.ro e e vi-
nho de jarabe ba
Superior a todos es tnicos eonhecidos contra a
Anemia, Chlorose, Hydropesia, Obstruccao do ab-
domen. tambvn erapregado nos casos da
menstruagao difflcil; ns catarrhos da bexiga, etc
DEPOSITO
PHARMACIA DE
Joaqvini de Almeida Piulo, -
Rna larga du Rosario 0. 10, junto ao qnartel de
polica
c crnamhneo.
Precisa-se de urna escrava que saiba cozi-
nhar e fazer compras : a tratar na ra da Cadeia
do Recife n. 1.
Geralda Francisca da Boaviagem e seas filhos
cordialmente agradecen) a todas as pessoas que
se dignaram assistir ao funeral de seu sempre
chorado esposo e pai Francisco Canuto da Boa-
viagem ; e de novo rogam a todas as pefsoa3 de
sua amizade e aos amigos do finado o caridoso ob -
sequo do assistirem a missa e memento do stimo
dia qne mandara resar quintvfeira 14 do corra-
te, as 7 t|2 horas da maulia em ponto, no con-
vento, do Carino. ______
3S3SEaHBE3ft7
O abaixo assigoado dectara, que as
partes que tiverem iDteresse tro seu carto-
rio, tanto no civel, como no commercio, e
com especializado sobre ~cita?oes ou notifi-
caces, quer seja por mandados, ou por
cart?, devora) procurar no cartorio e dar
-andamento ellas, visto que c( too escrivo
nao tem obrigacao de procurar quem deva
curaprir referidas c uces ou notifi'.acoes
em virtude da lei, cuja declaraco faz para
que alguem tenha noticio, e se queira valer
do juizo para cousas pequeninas.
Victoria 8 de junho de 1870.
0 escrivo do civel e commercio.
Belarlnino dos Sautos Bolco
O proprietano do Diario do Rio de
Janeiro, faz publico, que do I. de jullio
do corrente anno em diante, os Sr*. assig-
nantes que quizeraai cooservar as suas as-
signaturas, lero a bondade de mand ir re-
forma-las, ou na cote, do escriptorio do
Diario, ou na casa commercial dos Srs.
Augusto F. d'Oiiveira & C, em Pernamba-
co, no Recife, ra do Commercio n. 42.
Recife II de julho de 1870
Augusto F. d'Oliveira & C
Preci-a-se de urna ama que saiba eagommar
para casa de pouca faaalia : na ra larga doRo-
sano n. 28, 2 andar.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engommar : na rna das Cruz?s n. 10.
Precisa-sa de um bom feuor para casa es-
trangeira : a tratar na ra da Crino. 30.
Wlliam Vaughan da ca*a de James Ryder &
C. vai i Europa com,nafamilia, e declara que
nada deve peesoa algara, mi- se todavaalgaem
se julgar seu credor, podar vir receber uestes
pito cas qne vr logo sutisfeito. _________
Gabinete Portugaez
de Leitura.
CONSELHO EIJBERATIVO.
De ordom do Ufan. Sr. presidente convio aos
senhures conselheiros rennirem-se em sessao or-
dinaria quina-feira 14-do corrente, pelas 8 1|3
horas ds tarde.
Secretaria do consolho deliberativo do Gabinete
Portuguez ae Leitura era Pernambuco 22 de julho
de 1870.
J. R. Fonseca,
SvcrerUno.
*-
A extincta <^aiia tilial do Banco do
Brazil paga o 33/0 dividendo tas aeces
aqui inscriptas a r?z3o de 9#000 por acc^o.
Precisa-se de una ama para casa de urna s
pesoa : na ra de Santo Amaro n'30.
Precisa se saber a morada da Sra. Ignez Ma-
ra das Dores para fallare-lhe a nejocio de seu
interesse, ou que pode ir ra de S. Francisco,
sobrado n. 2, por cima dy eartorio d) Sr. Silveira
Lobo.
Urna cozinheira perita e activa, que dnrma em
casa : deve apresentar-se na ra IVova n. 58, pri-
melro andar.
Alaga-se om moleque para veuder miude-
zas: na ra de S. Francisco n. 70, taberna. Na
mesraa casa cempra-se urna escrava de meia
idade.
Prevengo
Josepha da Assampcao Oliveira e Silva avisa a
quera inleressar possa. que nao fa?a negocio al-
gura cora o Sr. Jos Mauricio Goncalves sobre a
preta Tooraasia, de aacao e idade 46 annos, pela
razao de pender letigio s rare a mesma preta.
Formas de ferro
para purgar assucar, aina exUtem algnmas, :
recebe-se eneomoienda para maior quantidade e
na roa da Cadeia n. 4, armazem de S. Barroca.
Participamos que o Sr. Alberto Forsior Di-
mon, tem entrado como socio era nossa casa.
Recife, 7 de julho de 1870.
Matheu3, Austin & C.
SOCIEDADE MiAO EN2TICENT2 MA-
RTIMA
Pela directora sao convidados todos os socios
para cmparecerem a asserabla geral u > domingo
17 do corrente, as 10 horas da raanhla, na ra do
Apollo n. 36, and:ir
Secretaria da sociedade Uniio Beneficetite Ma-
rtima em Pernambuco 12 de julho de 1870.
O I" secreUrio,
Manoel L.pes Ferreira.
Jos Pinto Tavares faz cente ao respeitavel
publico qne dissolveu a sociedade que tinha na
coeheira rna do Imperador n. 13, que gyrava
sob a firma Santos A Pinto, fieando o socio Santos
encarrega o do activo e passivo da mesma casa,
Recife 12 de julho de 1870.
XA R O PE

VEGETAL AMERICANO
ESA LID A DE
DC
AMA
Precisa-se de urna ama para comprar e cozi
nhar para casa de rapaz solteiro : na ruado Quel
mado n. 12.
Precia-se d>: urna ama para engommar : na
jua da Cruz n. II, 2* andsr
Precisa se de urna
ra Nova n. 61.
ama para cozinhar : na
Quem for don de umuuarUo, dando os
signaes certos, pode procurar no asylo de raendi-
eidade, que Ihe ser entregue.
Precisa-se
de am caixeiro que tenha pratica de taberna e qae
d fianza a sua conducta : no progresso lusitano,
na Casa Forte.
Somente para casa de homem solteiro, para co
zinhar e etigommar, por 12000 mensalmente, se
efferece urna jnulher que nao ciianca, nao tem
prente^, e nao sabe andar por esta.-" mas, cuja
cpndneu abonada : ua rui da Ponte-velba, casa
n. 6 se dir.
BA RTHOLOM 0 &C
f*n a era cer as tenes antigs e reeeoles, eatarrhos polmonar, adbma; tos eoora!,
Vonehias, o em geral eoatra todos os loffrimentos das viai respiratoria.
DEPOSITO GERAL
ootica e: i3 n o es- a x\ i ^v
34, HA LARGA DO BOZARIO, 34
PERNAMBUCO
A tharapeatiea das diverus molestias do peito.desde
pharyngne ou mil da girganta at a loiMrcalato
cwilmonar.passando pelas dirersas bronchite eaUrrhaes
o mpfarsFtna acaba de aer enreqoecida eom mais
:ste medicamento, qae tomar* a primeira ordem entre
:odos at hoje eonhecidos. 0 zarope Vegetal Americtno,
rarantfndo paramente vegetal. nio contm em eua
:oiiiposicio nm s tomo de opio, e sim somente snc-
i de plastas indgenas, cujas propriedades benficas
ai enra da molestias qne pertencem aos orgos de res-
Viracio foram por nos observadas por longo lempo,
:om ptimos resallados cada vez mais erescentes; pelo
)ue nos jnlgamos autorisados a compor o urope qu
igora apresenumos. e a oSereee lo aoe mdicos e ao
publico, Provamos com os attestados abaixo o qne le-
'amos dito, e contamos qne o conceito de qu i gosa
j xarope vegetal Americano crescert de dia a dia,
ieixando muito apos de si todos oa peitoraee em voga.
Illm. Sr. Barthalomeo k C.- xarope Vegetal Ame-
>icano, preparado em ana eonceitnadissma pharmacia,
i am ntil remedio para eombater A terrivel asthma.
Sofra en aquella molestia ha qoatro mezes, sem ainda
lr combatido osaUqnes mensaes qne tinha; este nltimo
qoe Uve foi fortissimo qne me proston por 8 dias, nsei,
porm o sen milagroso zarope, tomando apenas tres
ises. e at o presente nio fni de novo atacado. Piase
Daos, que en fiqne resubelecido por aau vez. Beado-
Ihe, poi os meas agrdeennentos por me ttr alhraia 4
lio norrivel mal. Com a mais significativa graiiaVU.
snbserewo-me deVmes. affecluoso e reconbeciAo cri**.
- SevertM Ourle.-Sn Casa 14 dafercreiro d*)HM
llhos Srs BarlBolomeo ftC. Depois de qna tale
metes de soflnmento com ama tosse incessaaie, fa%>-.
exnraordinario, expectoradlo de am catarrbo amaraltv
do, e parda total daa forjas, qne o masor paiaeai
me fatigara completamente, cansado da tomar atan va-
tros remedios sem resoltado tive a felicMadedasabarenav
Vmes. preparavam o zarope Vegetal Americano, a %-.
elle, grecas a Deas, me echo restablecido k nwa,
dois meses, e robastp eotno se nada tivenaa aaltVidai.x.
gratidio me torca a esta declaradlo, qae podad* Vaaai
fazer o oso qne qnierem. Son com estima de> Vaca
maites respeitador e criado. Amont* /nahanaai *.
Castre < Silva. Recite 8 de fevereifo da 1*68.
Atieste qne a mi do zvope Vegjsul AmarieaM.,.
composiflo doa Srs Bartholomco A C. para cata ,-< *
forte defluio qae me Uoaie ama ronqnidlo. qoar ana *
fazia edlender, inOammaclo e dor na garganta, umch.
grande falta de respiraclo, e liquet completamesia nr
tabelecido cora nm s vidro do memo XMMtac i
Utppa;
que Ibes protesto eterna gratidio. Recra la c
neiro de 188. Joaqun Ptrtt
Esto reconaecidoe.
petai
\

PILLAS
PHCP 2 RU eiS.ST!GLIO^E
PAR 9
OOouto : P. MAUBER et C", SILVA LOPES, em BaAca, FERREIRA ct O, em Marankao.
esquina
caboga I
Rousio.
w^n j^Il M99 &m*mjm
Este importante estbelecimento no sen genero, tem sempre nm sortmento sem igual,
ade por presos qne nenhnma on^ra casa pode vender.
vista da quaiidade e do prefo das joias cada nm pofier-se-ha convencer da verdade.
Oarante-se ser indo de lei. Oompra-se onro, prata e pedras finas por preqos mnito ele-
vados.
i A leja este berta at s 9 horas da noite.
esquina
Besarlo.


Diario de PernMakaco QU foira 13 de J4h r*-
A. ESlllitLDA
PHARMACIA
*C
f
3
o
n=3
US
1
O
o
t
a
u
.-ifope de lactucario d'Arubergier, t 4&
ihery docto d'Abbadie recommendados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode osar do opio e de seos prepara-
dos, mu convenientes para
convaisoes.
CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrao em capsulas,- licor,
e xarope ferruginoso.
Criada
. PreeUa-se de ama criada hvre ou escrava,
que saiba bem ecgommar e tratar do servico in-
terno de orna casa do punca familia : a tratar no
Manguinho, casa nova dos Srs Carpintearos, ou
ao caes d'alfandega velha n. fescriptorio, paga-
se bem.
WIwHI'm mWBMWB
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n urna
escala de poder servir ventajosamente os seas freg?eze^f "*
to o granle sortimento de joias d'ouro, prata brhantes que
sempre tem e reeebem mensalmente das pnncipaes fabricas da
Europa- cujos preeos sao em competiveis e as obras garantios*
de lei. '_ _,
MOREIKA BUABTE C.__________-------
^HA^CACENfirAL RA DO IMPERA-
w DOR N. 3a
Pillas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pillas de Bland.
Xarope furruginoso de Blaocard.
Coufeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezla.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso. __-rrttrsm
PHARMACIA CEiStSt DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinho e xarope de pepsina e jdiarthare,
excellente wnico para auxiliar as digestes
difficeis nos casos de debidade do esto-
mago
i
PR1ME1R0 E ANTIGO CONSULTORIO
H0ME0PATH1C0 i
FUNDADO PELO DR. SABINO
HOJE DIRIGIDO
PELO
DB. SANTOS MELLO.
43Roa Nova n.43
O Dr. Santos Mello de volta da^Bahia
contina a ser encontrado lodos os dias
das 10 horas ao meio dia para consultas.
Chamados a qualquer hora do da ou
da noute.
Gratis aos pobres.
43Rna Nova n. 43
ka
GRANDES NOVIDADES
NA
M0F1NA
LO JA DO TRIMPHO
PAR.\ jENHORaS. Ricas poupelinas de padres lindsimos, e gosto nevo.
Cambr>ias brancas bordadas para vestidos. Poil d'chevre de lindos padrees por
barato preco de 560 rs. o covade.
Grande sortimento de las e alpacas de 320 rs. a 10500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas ja feitas com barra de cor
PARA MENINAS. Ricos vestidinbos de fusilo enfeitadqs brancos e ae cor.
Vestuarios de ustao para meninos.
PARA HMENS. Camisas inglezas e francezas, de hnho bordadas e de pregas,
com collarinho e sem elle, ditas bordadas para noivas. Chapeos de sol de cabo de
marfim e de canna ele,, etc., lovas de Jouvin para senhoras.
Grande sortimenh de cortinados para camas e janellas. Croxes para sota e ca
airas de braco e gnarnicao. Tapetes para sof e cama, para pianos e portas.
Colxas de croch para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas.
O nico e especial sorlimentos das verdadeiras ESTE1RAS DA INDIA, so existe na
Loja do Triumpho.
Eua Duque e Caxias n. 7.
Roga-e ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao oa cidade deNazareth desta provincia, o
favor de vir a ra do Imperador n.t a oncluir
, aquello negocio que V. S. se comprmetteu reaii-
i safr, pela terceiri chamada deste jama), em fias
de dezembro prximo passado, e epois para Ja-
neiro, passou a tevereiro e abril, enala cumprio,
; e por este motivo de aovo chaado para dito
fira : pois V. S. se nev lembrar qae este negocio
1 de mais de oito annos, e qnano o senl
filho se achava no estado nesta cidade.
F5
r.J
p c ~ o
c3
g ..
2. _&' i> ...
-* 2! M ? ^ 3 35
Mil!"
S cTE'g* -oS
3 s S 2 ^'
9
o
-.
. ""
_
8*
O Campos da ra do Imperador n. 28 apresen
concorrencia do respeitavel publico os segrales
gneros, que roputeos especialidades, nao c por
serem muilo desejados, como pelo preco porque
est vendendo ; nao so os que abaixo menciona,
como todos os mais que oxL'lem no seu armazem.
ESPECIALIDADES :
Camardes secebs..
Pescadas em salmcura.
Presuntos de Laroego:
Ditos para fiambre.
Rap Paulo Cordeiro viajado e commum,
Velas pira carro.
Lalas com legumes em concerva.
Dilas com guizados francezes,
Ditas com salmn e ostras.
Chocolate de diversas qualidades e preeos.___
JtMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle. mu re-
commendada em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRL RA DO LMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binado do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso. ,
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encontram-ser fiesta pharma-
cia.
The Liverpool & Lon-
don & Globe Insu-
rance Gompany.
Companhia ingleza de seguros contra-fogo,
estabelecida em 1839.
Capital e fundo de reserva
Rs. 35,88:*80*.
Os agentes desta companhia tomara seguros so-
bre propriedades, gneros e fazendas arraazenadas.
raobilias, etc., etc., e eso igualmente autorisados
a saldarem aqui quaesquer reclamac5es.
Saunders Brolhers 4 C,
Praca do Corpo Santo n. 11.
C0MPA1HIA
DOS______
TRILHOS URBANOS
LO
REC1FE A OIIWBA.
Por ordem da directora s5o convidados
os Srs. accionistas para, no praso de O
dias coudos do dia !. de jalbo vindouro,
effectuarem 10. prestacao d soas aceoes
ra?.3o de 10 "/..
Para esse m ser encontrado o Sr. tbe-
soureiro, das H horas da manba s 2 da
tarde ae lodos os dias, no escriptorio da
companhia, ra Nova n. 33, 1. andar, en-
trada pela ra dos Flores n. 4.
Recife, 27 de junbo de 1870.
O !. secretario
Joao Joaqnim Alves*_______
AMA
Precisa-se de- urna ama para comprar e co-
zinhar para urna casa de pouca familia : na ra
Imperial n. 130, casa com portao de ferro ao
lado.
Aluga-se urna prela escrava boa cozinheira:
a tratar na rna Duque de Casias n. 14, antiga do
Queimado, loja de fazendas.________________
Carvalho & Nogueira, na ra do Apollo n.
20, saccam sobre Portugal, vista e a praso____
1TIL JMUL
48-rua el s Triuclieiras-48
Neste hotel fornece se para casas particulares,
tanto avulsa como por assignaturas, ctmlimpeza ;
sorvete noute, ptima feijosda as qnintasfei-
ras e raao de vacca nos domingos de madrugada,
e apromptara-se cem brevidade qualquer eneom-
menda. ____'
3 = S-'
o
2 B 31J
3.g.3 3 D-3
3W .3=3
3 a a w =r. s-
u P 3 -.
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3j. 3s;
rae 5-s
a-2. a m =- %
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s . c- i era #*
J3 cb o ri o o
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.O

P-
1
Pu


m
m ii ib c,
mi u mu 1.1.
rame de ferro galvanisado em rede para cercas, gaiolas, galhnheiros ele.
Chapas de ferro galvanisado para cobnr casas.
Tachos de ferro estanhado para engenhos.
Cofres de ferro de Milner e antros autores.
Chumbo em cano.
Dito em leneoL
Dito em barras.
Dito em enxadas.
Eslanho em barra e vergutnba.
Folha de Flandres.
Arados americanos para ladeira e vanea.
Carrinbos de mo.
Venezianas para janellaf.
Machinas de desearocar alfodao de aeao.
Ditas de serra.
SIS ^STlS?* 3 callos -etores para 1 cavallos, para mover
machinas e algodao. '
(!adeiras de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas.
Balancas para pesar.
Oleo de Irahaca em latas de ferro.
Trilhos de ferro para engenhos
Bombas americana?.
Macacos de eslivar.
Bataneas e pesos decimaes e outras.
Fogoes de patente.
Enxofre. ,
Salitre. '
Estopa larga e de boa qualidade.
Picarelas para eaminhos de ferro.
Uin grande sortimento de ferragens e entilara.
lUi
Si Cortes de seda e de cambraia bordados |
Mi
O Cvsne ra da emperatriz fl. 64 acaba de receber lindos e moderno* cortes de gta
vestidos dye da pretos e de tres, lisos e matisados; assim como corles de cambra.a $
brancos lodos ricamente bordados, os quaes vende por commodos preeos.
Os abaixo assignados, pmprietarios do
muito acreditado estabelecimento sol) a de-
nominado BAZAR DA MODA scientificam
ac respeitavel publico, e com especiahdade
a sens innumeraveis fregoezes, que conhe-
cendo a necessidade de dar om acrescimo
a sen genero de negocio aflm de me'hor sa-
lisfazer sua immensa freguezia, resolveram
fazer om melhoramefito importante em seu
estabelecimento, metamorphoseando-o no
que pode haver de mais bello e agradavel.
Sendo
O BAZAR DA MODA
um estabelecimento j t5o conhecido d'esta
provincia, como das mais do imperio, onde
os compradores sempre tem encontrado o
que ha de melhor e especial em artigos de
miudezas e perfumaras, conservando sem-
pre os proprietarios o systema de vender
por muito commodos presos, tendo para
esse fira recebido todas as'mercadorias di-
rectamente da Europa onde tem peritos
correspondentes, e certos de serem sempre
preferidos com animacSo, esto resolvidos a
juntar ao genero de negocio existente um
importante e sublimado sortimento de ricas
fazendas para senhoras e artigos da alta
moda de Pariz, onde o bello sexo com es-
pecialidade encontrar todos os adornos ne-
cessarios de que merecedor.
Conservndose
O BAZAR DA MODA
na continuaco de suas obras, espera era
breve reabrir com todo o brilhantismo, sa-
tisfazendo deste modo a espectativa publica,
e apresentando aos concurrentes a elegan-
cia elevada ao mais alio grao, a qoal so pode
ser comparada com os principaes estabele
cimentos da corte desie imperio. O ptimo e
activo pessoal j contralado para os tres ra-
mosde negocio, a saber: 1. ricas fazenda e
modas para senhoras, 2. variado sortimen-
to de miudezas, finas, 3. superiores e ver-
dadeiras perfumaras, empregarSo sempre
todos os meios necessarios para satisfazerem
sua freguezia. ficando esta desde j sciente,
que como semDre, encontrar5o' o maior
agrado, sinceridade e modicidade nos pre-
eos ; e por esta rzo esperam que o Ilus-
trado publico desta cidade continu a hon-
ra-Ios com a sua presenca neste estabeleci-
mento, em companhia tambem das excellen-
tissimas senhoras s quaes desde j se re-
commendam, esperando e desejando a sua
benigna proleccto.
Pernambuco, 1 de julbo de 1870.
Jos de Souza Soares & C
'" Precisase de urna ama para o servico iater-
no de urna casa de pequea familia, preferindu-se
escrava : na rna da Amiiade n. 21, Capung, ou
na ra do Vigario n. 8, 3* andar.
Empregarum homem portuguez de mia idadf,
nao eseolhe arrmxaco, e tem umita pratiea de
negocio, tanto para esta cidade como para fora
della": a tratar na ra Nova n. 38:______
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada oicina de Menir.
Sabonetes d'alcatro, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de peta como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muitauli-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a. ___
PH^MAC^ENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para criancas,
Pastilbas de sanctonina.
Dilas de Kemp.
Oleo vernifug**.
Tudo de melhor qualid'de.
No armazem Novo Mundo, em frento a ra do
Vigario n. 2, vende-se np das seguintes qualida-
des e vinhos, por lodos os vapores, sendo a reta-
Iho e era grosso, a saber:
Rap Gsse-grosso.
Rap GaSP-fino.
Rap Paulo Cordeiro.
Rap princeza da Bahia meiogrosso.
Rap princeza da Bahia fino.
Rap popular da Bahia.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DQR N. 33.
Variadissimo sorlimento de fundas de
excellente qualidade.
FARlACI.\ CENTRA
Ra do imperador n. 38.
Lamploujhs Pyretic Saline.
A preparation of well known utelity to the En-
glish Faculty. as a cooling and rereshing beverage
in all cases of fever. The frequent nsecf :>i3 sa
lme preserves foreigners from many diswes to
which they are leable before becoming acclima-
tised. May be obtained at the Pharmacea Central,
ana do Imperador n. 38.
Precisa-se de ama ama para servico de dontro
e fra de casa de pouca familia, prefere-se escra-
va e paga-se bem agradando: na ra Velba nu-
mero 66.________________|______________
asvusa GKDGHoiLaia ~
DE
Cato & C.
N. 77-RA DA IMPERAT ZN. 77
Esforce-se muifo embora o facnllaiivo laborioso,
empreguem-se as reac^des mais fortes contra
qualquor affeccao, e lulo seT baldado, infructfe-
ro, e at omminoso se os combinados phariraceu-
ticos nao forem acrysolados, e oriundos dos medi-
camentos mais novos e puros.
Se a palhologia, a materia medica sao os dous
contribuinles^para apiompta extinc^ao dos pade-
cimentos mrbidos, se do wu perfeito conhecimen-
lo depende a vida as menores como mais graves
enfermidades, a pureza do medicamento, a sua
forca real e prompta accJo expelindo toda duvida
sobre sua efflcacidade, em vez de sar a ultima so-
icitude a tomar o mais seguro garante da vida.
Eta pharmacia paro isso emprega toda o zelo,
mandando vir seus medicamentos dos principaes
fornecedorea de Pars, Londres, Hamburgo, Lisboa
e America ; tendo tambem grande sortimento de
productos chimicos, pharmaceuticos, tintas, pin-
ceis e toda a qualidade de drogas, e preparados
especiaes desta pharmacia.
Avia receitas com pericia e promptidao, at a*
10 horas da noite, attendendo a qualquer receita
e a qualquer hora tambem da noite, por um pos-
ligo, e s abnndo a porta a freguezes conhecidos.
Avista disto convidamos c s moradores da fre-
guezia da Boa-vista e ao publico era geral a con-
correrera ao nosso estabelecimento, que nos en-
contrarlo- sempre promptos a satisfaze-los por
meuos dez por cento do que em outra qualqner
parte. ____________ y..,,_____________
Paga-se bem.
Precisa-se de um trabalhador forro ou captivo
para o servico interno de um estabelecimento, pa-
ga se bem agradando : tratar na ra larga do
Rosario n. 84, botica do Bariholomeu.
O, W. B0W1IAN
EHGENHEIRO^
Com fundiqao.
A RA DO BRUM N. 52;
Pass indo o ehaf riz
Machinas vapor systema melhorado.
Rodas d'agoa.
Moendas de canna.
Taixas de ferro batido e fundido.
Rodas dentadas para moer com agoa, va-
por e animaes.
E outros muitos objectos proprios d'agri-
culiura.
Precisa-se de urna ama de raeia idade : na
ruado Apollo n..4', 2o andar.
LSa para bordar a 5^500!
de reeeber um grande e variado sortimeoto de lia, i qual vende a 5*500
s sortidas.
Fitas e gal5es e seda
Receben tambem nm lindo sortimento de trancas, franjas e gal&eu de seda, e uro
cariado sortimento de fitas d sarja, setm e chamaote de todas as core a larguras, e
nm sem numero < artifos proprio de dito stabeleciBwoto.
'rMACA CENTRAL RUT~DO IMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho maritimo, para as affeecoes chro-
nicas dos pulmes.
Pasiilbas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e dearacter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affeccao nervosa.
Paslilhas de bypopbospheto de cal moi
uteis na thysica pulmonar.
Pasiiihas de angico naf, e de Regnanlt,
de hortela, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes. ,
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigeraote, que se pode usar
repetidas vez?s sem irritar os intestinos.
X! ROPE HYPNbTICO DE CHLORAL.
O chloral um agente therapeutico recn-
temele experimentado, mas cujos benefi-
cios v3o sendo largamente aproveitados pe-
los praticos em quasi todas as affeecoes ner-
vosas, calmante e Somnfero poderoso, tile
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomnia, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle recommendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimaduras extensas, nos
accessos agudos degotta, na asthma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Daas a oito colheres de sopa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUININNO DE LARARRAQUE
Poderoso tnico hoje to aconselhado nos
gozos de |debilidade geral, e mui asado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
N. 38.
TINTURARA frangeza
55-RuadaImperatiiz-55 |
tS Tinge, lava, limpa, lustra e achamalo- jgj
S tase, com a maior perfeicao, fazendas em m
tB pecas e era obras de todas as qualidades;
38 eomo sejam : seda, laa, algodao. linho, yj
rSg chapeos de feltro e de palha etc. etc. g
Tira-se noJoas e limpa-se a seccosem
W molhar os tecidos, conservando assim to- g
a do o brilho da fazenda. cgi
Tintura preta as tercas e sextas fei- 8
M ras.
HIEIIIIIWKMi
Precisa-se de um criado que afiance ter boa
conducta, para casa de pouca familia : na ra da
Conquist (soledade) ti. 4.___________________
ATTENQAO
Na ra do Vigario n. II, andar, tem urna
carta para o Sr. Izidoro Uenriques de Oliveira
Guimaraes.___________________________M|
Manoel Fernaudes de Lima retirando se para
Portugal tratar de sua saude, deixa encarregado
de todos os seus negocios seu socio Antonio Alves
Ferreira, i- procurador Joib da Silva Leite. 2o An-
tonioPereiraVilfUa._____________________m
Em casa de THEODORO CHK1STI-
iNSEN, ra da Cruz'n, 18, encontram-sc
sfiectivamente todas as qualidades de vinfa
8ordeaox, Rourgognft edo Rheno._______
Purlaraui do engenho Munbei|uiuha no dia
de S. Pedro, 29 de jnnho do carrete anno, nm
quarto ruco de vermelho, grande, seeco do corpo,
carnudo, aiuda novo, inteiro, com duas feridas de
cangaltia as costellas, a ponlinha da erelha es-
querda aparada por dente de oulro cavalla, cora
marca de raladura as juntas das mies, e o ferro
MC mal queimado em ambas as peroas: quem
souber noticia delle dtrija- dito, a tratar com Manoel Carneiro Leao, que sera
recompensado. _________,
PAUL CHAJJVIN
Mechanico conhecido ha 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publ-co que tendo dissolvido amiga-
velmente a sociedade que tinha com o seu ennha-
do Carlos Pluyn contina a >p achar a sua dispo-
sqo para ovque diz respeito a abertura de bur-
ras, machinas de costuras, armas, fechaduras, col*
locacao de eampanhinhas e Udo qualquer concer-
t : praca do CunJe d'u n. 2i, out'ori da Boa-
Vista^_________________________________
Na ra de Joo Fernandes Vieira n. 2 pre-
cisa-se de urna ama para casa de pequea fa-
AMA
Precisa-se de urna ama que engomme com pej
feiqao ; a tratar na roa Nova, casa n. 22.______
Currupio.
Ante-hontera (6) a tardo voou para os quintaes
da ra Formosa um curruplao. Quera o tivor
far favor mandar entregar a seu deno roa do
Hospicio n. 23, que se agradecer e gratificara
tambem.____________________________.
D-se a qaantia de um cont de reis a pre-
mio cora garanta : quem precisar annoncie.
Participamos que o Sr. Alberto Forster Da-
non tem entrado como socio em nossa casa. Re-
cife 7 de julho de 1870.
Matbeus Austin & C
milia.
50^000.
BURROS
Vendera-se cinco burros e sete
para ver no engenho Anhnmas dis
de Gameileira urna Ugoa : a tratar
Apollo n. 43, 2 andar, com Jos da
u no mesrao engenho.
de roda
da ettaco
na roa do
Silva Alves,
Precisa-se fallar eom o Sr. Jfls de Barros
Accioiy a negocio de seu intoresse : na praca do
Corpo Santn. 17, 1 andar.
Na paitara da ra da SenzaBi-velh a n. 84 se
pwclsa alugr nm preto para servico da\eani1
meaos maseeira : a tratar na mesma pad'aria.
TIL AUXILIAR
Vende-se tabelas compararalivas de pre-
cos de metros covados e vice-versa, mos-
trando primafacie o valor de qualqner
fazenda, em relac5o s mencionadas medi-
das reciprocamente : em casa de Lailacbar
di C., roa do Crespo n. 9.______________
Pechincha
Vende-se dous bois e dou carros, tudo em bom
estado : no ejes do Ramos n. 20.
Ama de leite
Continua-se a precisar de urna ama deleita:
na rna larga do Rosario n. 12, segando andar,
jojua i botica do Pinto.
Precisa-se para o Rio Grande do Norte de tres
amassadores portuguezes : a tratar com Tasso Ir-
maos & C, ra do Amorm n. 37.
Na travessa da roa
Crazcs n, 2, pri-
meire andar, da-se di-
nhelro sobre penhores
de ooro, prata e brilhan-
les, sejaqoal foraqnan-
ta. Na mesma casa com-
pran-se os mesmos me-
laes e pedras.
finraMi m wb
Ama
Prensa-se de urna ama para casa oa homem
solteiro, que saiba lavar, engommar e corinnir;
na oa da Cruz d. W, i* andar.
Furtarara do dia 5 a fe do corrente do engenho
Giqui, freguezia da Escada um cavallo russo,
grande, castrado, serrado do baixo, cauda apa-
rada, dinas grandes, cabeca pelada por ter tido
sancue, bem feito t gordo, anda a paco e galope,
e de sella ;-giatfi.-a-so a quem o pegar e levar
ao dito engenho com a qaantia cima.
"CASA DA FORTl'T
Aos 8:000$
Bilhetes garantidos.
1 rna Primeiro de Marco outr'ora do Cres-
po n- 23 e casas do costme.
O abauto assignado, tendo vendido alm de on-
ffas sorles, cinco quintos n. 2648 com 8:000 da
loleria qne se acabou de extrahir a beneficio
da matriz da Escada (152") convida aos possui-
dores virem receber na conformidade do cosa-
me sem descont algnm.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 1" parte das loteras beneficio da San-
ta Casa de Misericordia (153"), que se ^xtrahir
auinta-feira 16 do corrente me'.
4 PRECOS.
Rlhele inteiro 10*000
Meio bilhete 5*000
Quinto 2*000
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 9*000
Meio bilhete 4*300
Quinto 1*800
Manoel Martins Fiu?a.
0 RGIO DENTISTA
Frederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vei publico em geral, e aos seus clientes
em par acular que elle mudou o seu gabi
nete de consultas da ra Direita ri. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
profisso, todos os dias uteis das 9 horas
da manha s 3 da' Urde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seos suburbios, para onde as
idas serSo precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeicao de
seus trabamos, o queja bem conhecido,
assim como as commodidades dos oreos.
"' Precisa-se de duas amas, sendo urna de leite
e outra para coziohar o comprar para casa^ de
pouca familia : a tratar defronte da rlbeira do
beixe n. 5, 1 andar.______________________
II
Precisa-se de urna ama para o servido
temo e externo de urna casa de 2 pessos,
prefere-se captiva: rea datCrozes n. 6,
2o andar.


Diario de Pernambuco Qaarla feira 13 de Julho de 1870.
v
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I
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MmniKnini sxnoiiiimHii
o
O
S-
es
s
P.3ARUAD0CABIGAN.31
na

h **** *'lu' ?coa"se a*)ert0 e otefcanaente transformado este antigo
**?**enlo de joias, onde os freguezs e amigos encontrarao ludo quanto
a moda o bom gosto tem inventado na arte de ouresaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato e senciridade e modeddade nos procos.
Espera, qae o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor m
adoroces de brilbantes, esmeraldas, robins operlas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes -e anneis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, comeres, palileiros salvas e outros mutos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, frata, brilhantes e pedras finas,' porraawr preco do
que en outra qoalqoer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
s
GUSTAV
CABELLEIREIRO FRANCEZ
51Rua da Cadeia do Recife51
Cbama a attencao dos seas innmeros freguezs, e do respeitavel poblioo e
geral, para a feguinte tabella dos precos de sua casa, os quaes sao vinte por cern
mais barato do que em outra qoalquer parte:
Aluga-se
tim escravo perito pedreiro ama escara
coiinhir, e ttmbem engomma, para casa de
ea familia : a tratar na na do Ho* pido n. 26.'
mesma tem para vender urna porcao de pedras de
Lisboa, que serviram em calcada e eslao em bor>j
estado.
0 Dr. Joao Maria SeVe, medico da eawara
municipal desta cidade, avisa ao publico que se
aclia enearregado do curativo dos pobres, poden-
do ser procurado para os niisteres de sua profls
sao todos es das das 9 as 11 horas da manhaa, e
das 3 da tarde ero diante, em a sua resideucia
ra da Intperatrlt n. 36.___________
Precisa-se alujar am moleque de 10 a 14
sanos, o am preto, que sejn fiis: na ra de S.
Genealo o. 28.
Procisa-se alugar um preta escrava
qne saiba cosinhar: i tratar na ra Nova
n. 80, 4o andar"

Presisa-se de um criado* na roa da
Imperatriz, n. ) 2 andar.
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
watsa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigeos e dar-
tros.
Tonteo
Conserva e limpa os cabellos.
Pilnlas catbartlcas. ,
Paramente vegetaes e tem mercurio, cura se-
tdes, curam e purificara todo o systema humano
Vende-se effectivamente em casa ae Samuel P
bostn & C, ra da Sanzalla Nova n. 42.
As seguintes obras
A titrgem domosteiro, e as memorias de R-
cheltH, por Jo*e Victorino, ambos enoder-
nados em um s vol. por 30000. Colas
cont taisso, ene. 1 vol. por 5000. Canto
d'alvorada. poesas por M. da Rocha, 1 vol.
ene. por 30000. Flores singelas, por Paes
de Andrade. Ultimas paginas, por P. de
Calasan.8. lUusdes perdidas, por C. de
Azevedo, tudo encadrnado em um s vo-
lunte, por 85000. Jovita a voluntaria da
mor* por J. C, e Alberto, scenas de um ro-
mance, por J. Candido, ambos ene. em s
vol. por 30000. Palmyra* ceguinha bra-
silera, romance em 7 cantos por Dr. Boni-
facio do Abreu, ene. em nm s vol por 55.
O awalheiro d'Harmental por A Dumas, 4
vol. encadernados, por 100000.
Tambem vende-se as collecces de leis
PJ^YJpciaes faltando apenas 3 annos, por
200000, tendo 27 vol. me brochara, tam
bem tem outras obras que a vista se mos-
trado, e qne tudo se vende por preco em
conta. Qoemquizerdirija-se a esta typogr-
p- ia que se dir quem vende.
Cabelleiras para senhoras a 250,
300, 350 e. ... 400000
Ditas para homem a 350, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 185, 205,
250, 300 e ...... 500000
Crescentes a 120,150,180,200,
250, 300 e .... ., 320000
Cachos ou crespos a 30, 40, 54,
60, 70, 80, 90 e. 100080
Tranca de cabelle para annel a
500 e. t .... 10000
Tranca para braceletes a 100,
150,200, 25 e.....300000
Cadeias para relogio a 50, 60,
70, 84, 90, 420 e. .
Corte de cabello, .....
Corte Corte de cabello com tovagem a
champou.....,
Corte de cabello com limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pernambuco. .
Frisado ingieta ou franceza.
;t50OOi
50i
50
1000
10Ot
50
25*
Barba. .......
ASSIGNATURAS MENSAES
bspecialidade de peuteados para casamento
Bailes e sofres
O dono do estabetecimeaio previne sj Recommenda-se a superior TINTURA JA
Exmas. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para enegrecer os caibeos e bar
alio para Untura dos cabelles e barba, as-1 Da- "nica admittida na Exposi^ao Uuivers
. i como nao prejudicial saode,- por ser ve
sim como um empregado smente occupa-!iat|, anaiysada e approvada petes acade
do nesse servico. i mas de sciencias de PARS E LONDRES
A pessoa que annuncion ter ama caaa para
alagar ou vender, pode dirigir-se ao 2 andar da
ra do Aragao n. 1, os no quartel de polica afim
de fazer negocio.
Aluga-se o sobrado n. 21 sito ra de S. Pe-
dro Martyr de Olinda : a tratar na ra do tapera-
dar n. SO, 3 andar._____________,
Precisa se alugar uina escrava para cozinhar
e eagonamar : na ra do Crespo n. 23.
Precisa-se de urna ama para urna pessoa: na
Tua da Cruz n. 11, Io andar.
Casa para alugar
Una da Cadeia n. 4, 3* and r.
Preoisa-se de dous amassadores e um pe-
queo forro ou escravo para mandadas : na pa-
daria da travessa d Lima n. 66 em Santn Amaro.
O Sr. bacharel oaqnim Cordeiro Coelbo Ca-
ira queira apparecer na ra do Hospicio n. 81,
para recebor nma carta vinda do Bw de Janeiro.
Na praja da independencia n. 33 se da di-
abeiro sobre penhores de onro. prata e pedra?
Dreciosaa, seja qual for a quantia; e na mesis
casa se compra e vende efcjectos de uro e prata
igualmente e tu toda e qualquer obra de en
jommenda, e todo e qualquer concert tendente
i mesma arte.
J^aquimRodriguesTa- [
vares de Mello,
Pra TEBPARAVgNDER:
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia.
Vinho Bordeaux.
g Farello de Lisboa.
Farlnha de mandioca.
Bichas hamburgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translantieos bichas de qualidade superior
e venden se em catea ou poreo mais pequea,
e mais fcarato do ^ue em outra qualquer parle :
na ra da Cadwa do Recife n. Si, andar.
Vende-se u aluga-so urna canoa nova, toda
encariada de tobre, qae pega 400 fek n de ca-
pim ; para ver e tratar na catnboa dos Remedios
com o capitao Dtlflm.
COMPRAS.
17-l
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. & compra-se ouro, prata
4 pedras preciosas por precos mais vantajosos do
fue em outra qnalquer parte.
Farintta de aandEoea.
Da melhor qualidade e mais barata do que eoa
outra qualquer paite : veadem AmaraJ, Moreira
* C, no caes da alfandega n. 7.
Uompram-se
"Moedasde ouro e de prata de tedas as nacoes
ra da Cadeia do Recife n. 58, loja de azu
coes :
ilejo,
U
Comprase urna casa terrea -boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista : na ra da Florenti-
aa n. 6.
Comprase urna casa terrea, na freguezia de
-Santo Antonio : 4 trawr no arco da Conceicao nu-
Com muito Hator vamagem
isas e n ob..
Ofaclo de Ouro' a. 2 D, ra do
comprara-se
ouro, prata e.pedras preciosas e n obras velbas: na
loja de joias 6o
Gabug.
Attenqao
Compra-se mna relinaco rlf assucar
ner annu ;<-i > para quem
Ete conhecido eslabelecimento acha-se constanlerrente jiem sonido, em virtnde das
facturas que recebe por todos os vapores e navios francezes, dos artigos abaixo menciona-
dos, precos os ruis resumidos que possivel. .
C Ij^AOO FRJL^122
Botinas para enhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de multas outras cores, sortidas e bonitas, do ultimo gos-
to da moda, e presos mais barates do que em outras partes.
Botinas para tiomens e meninos.
Botinas d.bizerro, cordavao, lustro e pellica, das melhores fabricas e escelhidas.
Bolas c permeiras russianas.
li 'lis e peraeir;'s par* mamaria, das melbores qualidadcs, de^ouro da Russia, lus-
tro ctizerro.
Wapatos de borracha para hnntens c sejohoras
leudo chegado grande porcao de sapatos de borracha vende-se pelo cusi :;b de
desemutar o diuheim nellea empregado, sao baratsimos.
M patos e Eustro para honicns.
Sapatos de eutraJa baixa de couro de lustro com sallo, de muito boa qualidade.
Abotinados para meninos e meninas
Sapatos abotinados de differenies modelos, de muito boas qualidade* e fortes, unto
para menicos-cumo wra meninas, muito baratos.
-tapado de tpete.
Sapatos de tapete aveludado, de casemira, de charlte e de tranca irn;ezes e por-
tugaezes paca homen?, para senhoras e para meninos.
Compra-se urna 1.5a de fazendas ou de miu<,
dezas, a praso ou dinheiro vista, com tanto que
soja em oom lugar: a tratar no armazem de m<-
Ihados ra ria Cambur do Carmo n. 5.
Joruaes para embrulho
Campram-sp^arnaes : na fabrica a vapor de ci-
garros, na aotiga ra do quartel de polica nume-
ro 24.
PERFUMARAS
ExceUentes extractos, banbas, leos, agua de ologne, ftorida, divina, lavande, den^
trince, de toilette, sabonetes, tintura para cabellos, pomada angroise para tigodes, pos de
arroz de., tudeisto de primeira qualidade, dos afamados fabricantes, Condray, Wver e Lubin.
Quinqnilharias
(iraflde armazom do Costa jan-
Is a ijpograpliia k Diario
n. 42.
Manua'ga inglesa muita fiqa, dita -frao-
ceza.
Queijs flamengos, ditos de minas, ditos
e prato.
Cha de diversas .qualidaes.
Caf de Moca e de outras qualidades.
Ameixas franceza om latas e frascos.
Marmellada ros melhores fabricantes.
Licores Japona e de outros autores mais
acreditados, macas, presuntos, cfaouii-
cas, salpices em barril e latas de 4 libras,
e oatres muitos gneros viudos no utmo
vapor, de especial qualidade por mdico
preco do novo armazem do Costa.
Fazendastratas, ra lo Ca-
bug n. 10.
Chitas rOxaa, covado, a 200 e 240 rs.
Chitas de cotos finas e'bom panno a 300 rs. o
covado. >
Ditas precates, lindos padtes 400 rs. o covado.
Laa com Hstras de seda-a 500 rs. o covado.
Bita com ditas a 360 rs. o covado.
Dita com flores a 200 rs. o covado.
Chales daanga bordades a 1*860.
Cassa lisa com 15 varas a peca por 6.
Grande percio de colchas de cores a 2|i00 e
Pao-se amostras.
Vende-sa um exceileate cabriotet que traba-
Iha-com um-e dous cavados, com os oompetentes
arreios a tratar na ra larga do Rosario n. 38,
"toja.______
Estamptlhas. ,
-Vende-se na ra da Cadeia do Recife n. .58, loja
de -azulejo.
Vende-se
Ps-d- roseiras de varia? qualidades, assim como
da sapoli, abtate, fipueira, laranja oravo e pi-
obeira, por preco razoavel: a tratar na Boa-vis-
ta, ra do Mondego n. 31.
Saceos de estopa
endem-se ptimos saceos de estopa, proprios
para assucar, milho, farinha etc.: no armazem de
Adamson, Howie & C., ra do Commercio n, 40.
Lavas de pellica do conhecido fabricante Jouvin, espelhos oara sallas, guarios e ga-
binetes, taucadores de diversos taraanhos, leques para eeahoras e para meninas, abridores
de luvas, brlncoa, pulceiras, botes, corremos e chaves de relogioa e trancelina, tudo de
oure de lei, eorrentes e brincos de plaqn, a imitacao e de mais gosto do que as de ouro,
caixkjhas de costura ricamente guarnecidas e ornadas com Jindas pessas de msica, albuns
e caixilbos dourado para retratos, aiKinbas eem vidro de augmento para distinclamente
ver-se a pereicao das retratos, objectos de phaatasia para toilettes, oolsiohas e cestinhas
de seda, de velludo e de vimes para brago de meainas e senhoras, dita* para costuras, pe-
queos registros muito finos e delicados, bouqueta de flores de porcelaoa, jarros proprios
para gabinetes e santuarios, quadros promptos para collocar-se vistas, molduras douradas
para quadros, estampas finas de paysagent, cidadee, figuras e de santos, vidros para os-
morama, malas, saceos e bolsas de viagens,- esporas, chicotes, bengala?, oculos, lunetas ou
#ensinez de pratt dourados, grvalas pretas e de cores, abotoaduras de coKete e de pannos,
earleirinhas para notas, tnesounnhas e caniveies finos, pentes, eseovas, ponteiras de espuma
para charutos e para cigarros, Jnos de domin, rodetes, bagatelas e outros differentes, ve-
necianas modernas muito conveniente para portas e janellas, cosraorama?, ianternas mgi-
cas, esteriocopog com nteressantes vistas de figuras e das mais bonitas ras, boulevards.
praeas e passeios de Paris, photorraphas e eaixinhas mgicas, reverberos para candieiros.
peles de Tidriiho e de la de core* para p3 de lanteraas, realejos grandes e pequeo?,
harmnicos, acordions de todos os unannos, bercos de vimes para criancas, eapatinhos e
tonca de laa, carrinhos de 3 e 4 rodas muito elegantes para condmir crianeas passeio ; e
ontras muitas qafnquilharias de phantasia, francezas e allemes, precos muito em conU.
Para este artigo n5o ha espaco nem tempo para a massante leitura da infioidade de
gneros de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ATTENCAO
0 dono deste estabeleeimento ,pde ao publico em gera! que continu a
nncando as qualidades e os preco9 baratos de ditos objectos por serera viudos
reitura e de eoou propria.
viiu-to
em di'
Venne se urna morada 4e casa lerrea n. 44,
ra da Senzala-velha : a fallar na ra do Duuue
de Canas n. .15. loja da verdade.
A' ra DireiU n. 26 ebegou novo soriimento
de balate, condecas, agafates, eostureiras, e ces-
Us de todos os tamaitos : vende-se mais barato
que era outra parte.
Os accredidos cylindros americanos para pa-
daria.
Machinas para deeearoear algndao.
','auos de ferro galvanizados, para agua.
Camnhos americanos para transportar fasendas
Farinha de mandioca
de Santa Catharina
O que se pode desejar de bom, a garnel, a tor-
do do patacho inglez Mai-y Blxk : a traUr cora
Tasso Irmos & C, ra do Amorim n. 37.
Aos senhores alfaiates.
Cbegou loja das collumnas, da ra do Crecpo n. 13, de Antonio Correia de
Vasconcellos, superior velludo preto de seaa.
Aviso provinciaL
0 Campos da ra de imperador n. 28, avisa
nao s aos sus namerosos reguezes. como a todo
demais habitantes desu provincia, que o-eu
armazen de moldados, um dos qae pode com
franqueza bem prever urna boa dispensa, pois
tem o proprietario deste estabeleeimento reunido
um ranle sortimento de gneros de primeira
qualidade em dito armazem. Komeaio um por
um tornar-se-hiara enfadonho, no entanlo des-
creve alguna que merece especial meccao
A saber : '
Presuntos ingl zes para fiambre.
Ditos de lapiego para panella.
Queijos de Minas, grandes, a H.
LaUs com salmn.
Ditas oom lagosUs a 600 rs.
Doce de goiaba e de banana, muito fino.
Caraares seceos muito novos, a 320 a libra.
Champanhe superior, garrafas e meias ditas.
Chocolate superior de diversas qualidades.
Caf de moka e comraum muito superior.
Bages em latas a 700 rs.
Bnlaxinas de soda em Jatag e libras.
Vellas para caire.
Copos lapidados.
Charuto do Costa de S. Flix.
Vinbo abafado em garrafas.
Nozes e ameadnas.
Conservas em frascos a 70*rs.
Rap Paulo Cordeiro viajado e coramum.
Ha para vender novo e superior trelo que se
acha depositado no trapiche da comnaahia, chega-
do ltimamente do Rio da Prau pela harca fran-
cesa Angelina a tratar cora seus consignaUrios
Amorim rmaos 4 C.. ra da Cruz n. 3.
MACANS
Chegados peto ultimo vapor: no armazem .Novo
Mundo em frente ra do Vi ariD n. 2. Vende-se
mais prate que em outra qualquer parle.
Cemento
O verdadeiro portand. S se vende na ra da
Madre de Dos n. 22, armazem de Joao Martina de
Barros.
Vende-se
No armazem de H. Lger. ra da Cruz
nbo de Bordeaux em caixas.
n. 68, vi'
Champagne da marca George Coubel 4 C,
vaqueus de lustre para carros, oleados de diver-
sas cores, pesos de ferro do systema decimal :
venda na ra da Cruz n. 8, no armazem de
H. Lger.______________j ______
Vende-se urna machina" de costura, perfeiU:
para ver e trattr, na ra do Queimado n. I, pri-
meira andar.
i atiriulet
Vende-se nm cabriotet francez em perfeito esU-
do: a traUrvja ra da Imperatriz n. 28, loja. '
ATTENCAO"
Vende-se nma parte do engenuo Raaios, comar-
ca de Pao d'Albo, de 9:000* a 10:000*, e outra
do engenho Inhamao, comarca de Igsarass, de
5:000f : os pretendentes queiram eutender-se
com o senhor do engenho Caraba da fregnezia de
Tracunhem, ou com o Dr. Laurino de Moraes
Pinheiro, ra das Cruzo (hoje Duque de Caxias)
n. 2. O aesmo senhor do engenhifCaraba offe-
rece a fazenda denominadaMinguai do Grava-
tpara o Brejo da Madre de Dos e Curato de
Bom Jardim, cuja fazenda multe acrediuda pe-
los habintes do lugar, tem aeude e vario Un-
ques e algom gado que tambem se vende eneorpo-
rado dita fazenda : trata.se nos lugares cima
mencionado?.
DOGE
De goiaba, laranja e banana
91, consUnteraente.
na ra DireiU n.
Vende-se
Palitos do gaz a 320 rs. a duzia de eaixinhas, ba-
rato : nnruado Ranpel u. 39, Uberna.
Vende se no arn azem' de Roben Lighlbown
4 C, fu da Cadeia n. 51, fio e barbante de todas
a qnalidades, cores e grossuras, em grande ou
pequeas porfoe?, estopas de todas as qualidades
e largaras.
PUBLICO
LooreD^oPcri uiuiarSes.com-
merciante dos a de concluir to-
dOjS os seus neg 'leve
abrir os seus estahelecinienlos de fazendas
silos ra da Imperatriz, com a fjenomi-
tacoca de Gai ibaldi e Arara, e tendo resol-
vido liquidar todas as suas fazendas. com
grande abalimenlo de procos, por isso con-
vida ao respeitavel publica ea seus amigos
e freguezs, tanto da praca como do matto,
para Ihes lerabrar de novo o seu estabele-
cimonto, e que todas as fazendas csio
reun las na loja e armazem da Arara na
ra d Imperatriz n. 72. e qne resolveu-se
vender a armac3o da loja Garibaldi, para
ficar smette com a da Arara, como cima
tica dito.
Attenpao.
Vende-se chitas francezas a 240,280, 320
e 360 o covado na loj? do Arara.
PERCALAS FIN iS A i 10.
VeBde-se percalas finas, para vestidos de
SMhoras a 440 rs. o covedo.
Cassas francezas a 40
Veude-se cassas francezas para vestidos
a 240 rs. o covado.
ORGANDYS DE LISTA DE CORES.
Vende-se organdys para vestidos de se-
nhoras, fazenda muito modernas a 440 ts.
o covado.
Briihantitia ou mussulina le cor
Vende-se brilhantina ou mussuna de
cor para vestidos a 440 o covade.
RUCADOS FRACEZBS A 300.
Vende-so riscados francezes para vestidos
a 300 rs. o covado.
Chitas largas a 3SO.
Vende-se chitas escuras finas das largas
para vestidos de senhoras, a 320 o covado.
Ditas natisadas escuras a 280 <> covado.
ALPAGAS LISAS. A 500,
Vende-se alpacas lisas para vestidos de
senhoras a 500 e 640 rs. o covado.
LAZINHAS TRA*SPARENTES A 50 RS.
Vende-se lasinhas transparentes, para
vestidos a 500 rs., ditas tapadas a 400 rs.
o covado para liquidar.
ALPACAS DE LISTAS A 5C0 RS.
"Vende-se alpacas de listas para vestidos
a -500 rs o cavado.
BRILHANTINA BRANCA A 500 BS.
Vende-se brilhantina branca para vestidos
a 500 rs, o cavado.
ALPACAS MATISADAS 640.
Vende-se alpacas matisadas para vestidos
de senhora a 640 rs. o covado.
CORTINADOS PARA JANELLAS 63000.
Vende-se cortinados para janellas a 6$000
o par para liquidar.
SEDAS DE CORES lOOO.
Vende-se-sedas para vestidos a L>000 o
covado.
CORTINADOS PARA CAMA 140000.
Vende-se cortinados para cama a I4VJ00.
GOLUXHAS PARA SENHRA 100.
Vende-se urna grande porcao de gollinaas
(f ara senhoras e meninas, a 100 e 200 r.-.
cada urna par liquidar.
CHITAS PARA COBERTAS 320.
Venderse chitas largas para coberta a
S20 e360 rs, o coado.
MANGUITOS E GOLLAS 500.
Vende-se manguitos e golliohas para se-
nhora a 500 is. ditas de linho a 640 e 800
'rs: cada urna.
CHALES ESTAMPADOS 25000.
Vende-se chales de merino estampados a
oOOOpara liquidar.
CAMBRAIAS VICTORIAS 6000.
Vende-se cambraias Victorias finas a
fi^OOO 6>500 e 7(5000. por ser liquidaco.
ALPACAS COM PALMAS DE SEDA A lOOO.
Vende-se alpacas com palmas de seda pata
vestidos de senhora a 1-^000 o covado.
CHALES BBAKCOS DE CASSA A l:>OO0
CADA UM.
COBERTAS CHINEZAS DE CHITA A 2030.
Vende-se urna grande porco de tuer-
tas de chitas cbinezas para cama pelo barato
presso de 2i$000 cada urna.
Vende-e na loja do Arara 3 balcoes para
qualquer estabeiecimento por batato presso
por nao se precisar d'elles no estabeleei-
mento.
RETALHOSDE CHITAS PRETAS E CASSAS
A 120 0 COVADO.
Veode-se urna grande porclo de reta-
Ibos de chitas e cassas pretas a 120 rs. o
covado para liquida'.
COBEBTORES DE ALGODAO A I 400'
Vende-se cobertores de algodo cada um
1 $ 08.
RBAMANTE DE LINHO FINO A BARATO
PRESSO.
Algode i randado de duas lar-
guras l$'oo
Vende-se algodSo transado de duas lar-
guras a 15200.
MADAPOLO ENFESTADO A 35500.
Vende-se pecas de maiapolo de 12 ar-
das a 35500 a pon.
ALGODO A 45000.
Vende-se peco de algodo encorpadoa
45, 55,65 e 75000 a peca.
Hadatolo a 5&GOO.
Vende-se pecas de madapolo de 24 jar-
das a 55 65 e 65500, dito muito fino a 75,
85 9| e 105 a p--ca para liquid r.
ALGODO DE 8 PALMOS DE LARGO.
Vende-se algodao com oito palmos de
largura proprio para lences e toalhas a 900
rs, o metro.
ALGODO DE LISTA A 160 RS. O COVADO.
Vende-se algodo de lista proprios para
saias ou vestidos para escravas 011 calcas e
carnizas para escravos por ser muito forte a
160 n, o covado para liquidar.
Cortes de castor para calca a
500 rs.
Vende se cortes de castor para calca a
500 rs. cada um.
CORTES DE BRIM PARA CALQA A15400
Vende-se cortes de. brim de cor para
calca a 15400 cada nm.
Brlm pardo liso a 500 rs.
Vende-se brim pardo liso, meio linho para
calcas para trabalho a 500 rs, o metro.
asgas para calca a 9SO rs.
Vende-se gaDgas inglesas para calcas e
patitols a 280 n. o covado para liquidar.
CORTES DE CASEMIRA DE COB A 35300.
Vende-se cortes de casemira de cor para
calca a 35500 cada um.
Ditos mui o finos rom listas do lado a 55.
CORTES DE CHITAS DE CORES A 25400.
Vende-se cortes de chitas de cores com
10 covados a 25400.
Lencos brancos a AOOO
Vende-se lenco brancos de cassa a 25
a duzia.
Ditos de linho finos a 55 e.65 a duzia.
CAMBRA (A LI ) RS.
Ven'' azul pp|0
barato pr'fo de ( o.
Ditas boas cscur, 3i00 taih
COI!
Brlin dellftia dolad*;, 400 w.
Vende-se brim par
lados a 400 rs
CORTES DE CAS* \ na*
..Vende-se corles de cas^a chita a 25.*' 0
cada um.
COBTS DE CASEMIRA IMEn i 4*000.
Vende-se cortes ri+ casemiri preta para
calca a 45 55 65 o 71.
Brim pardo 9 O rs.
Vende-se brim parlo lino transado a 720
880 e 15000 o metro para liquidar.
Panuo preto S*'00
Vende se panno pret-j pan calcas e pa-
litots a 2500, 25600, :j.->, 35*00, i-> e
55 o covado. para liquid-r
GROSDENAPLES PRETO FINO A2300.
Vender grosdenaplcs preto a 255O0,
25800. 35200 e 355Q0 o covado para li-
quidaco. I
FSTAO PARA VESTIDOS A 3G0 RS.
Vender fusto para vestid s de senhora
a 360 rs# o covado.
COLERINHOS PARA IIOMEM A 300 RS.
Vende-se grande p rcSu 'a coloriobos de
papel para homem 300 rs, a duzia para
liquidar.
MANTAS PARA GR.W'ATAS.
Vend-se .mantas uara bravatas de ho-
mem e mepinos a 200 rs. pzra qnidacSo.
GRANDE SORTIMENTO DE KOPA POTA DE
TODAS AS QUALIDADES A SABER :
Palitots d'alpaca de cores a 2-5, ditos de
meia casemira a 25; ditos de ganga a 25,
ditos de brim de algoda > brancos a 2&, co-
lotes d- meia casemira a 15. ditos do bt ira
de quadrinhos a 15, ditos -le ca>emira a 25
e 25500, palitots de casemira a 6 e 85, di-
to., de sobre casacos panno a 105 para li-
quidar, caifas de casemira a 45 e 6?, di-
tas azties do algodSo a 809 1.-. ditas de al-
godo de lista a SCO rs. ditas de brim par-
do liso a 600 rs. dilas de brim pardo a 25
e 25500. balos d'arcqso 15e 500.
Far liquidacSo de todas .1s tondas o
mais breve que tor possiycl, o estabeleei-
mento est aberto das 6 horas da manhaa
s 9 da noute, ra di Imperatriz loja e ar-
mazem do Arara n. 1-2.
A Nova speran^a
81Ra DciqEzc de CaxiasS fi
Quando a NOVA-ESPERANQA faz os seus
anuncios expondo aos seos freguezs e a
todos em geral o grande soitimeoto esu-
periondade de seus objectos oao com vis-
tas do atrair a aUencSo de urna grande fre-
guezia, como a de que actualmente despOe.
e sim para scientificar (a interese de todos)
a qualidade de seus objectos os quaes sao
sempre de apurado gosto e peifciro; tor-
nndole qnasi indispensavtl para aquelies
preciadores (do bom) fiequenlarem a No-
va Esperanc-a. pois que ella caprieba em re-
ceber constantemente, o que ha de melhor
relativamente a sha repartiefa: o que se po-
der verificar quando em qualquer reunio
de pessoas (amanles do xique ) v-se um
bonito enfejta em urn bonito vestido, um
aroma agrariavel escapar d'um alvo lenco,
um moderno e linde laco, um dilicado ra-
mo de linas Barca, cte, etc. todos olbam-^e
reciprocamente e 'lizem cona sigo (e as ve-
zas uns aos ostros) e.-tef so objectos
comprados a NOVA-ESPERANZA: realmen-
te !!!! procurar descrever em annuncios os
arligos que cont m dita loja, seria trabaiho
insano e nunca o f-ri:;t:r.s cm aquella
graca e perncio coin q-(? s5o 1 llt fabric'
dos, assim pois aNOVASPERANCA con-
t ota se em convidar 1 todos geralmente,
visitarem-na para enlo flearajn iocj,'
rados do nue ha exposto aa mesma leja.
glBtti.r S>55*ii8.(?e Caxias2t
Sivai
sem segnnao,
(Antiga re do Qacimado]
ConMia a vender tudo muilo bem e
muilo barato a saber :
Libras de areia preta muito boo.
T^souras finas para oobas e costu-
ra a.........
Papis de agita (r*H i-zw ;'h -
lo 3........
Caixas coa setsj sabonetes d frota
Libi\is de !.".) para bord r d fod*s
as cores a.......
Carriteis de liaba AH-xandre a. .
Frascos com azeite para macbmft
Grvalas d: cores incito i;ias a .
Crozas de boio.s madepersla li-
nissimos a.......
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 320 e.......
Novello de linha de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados para meninas a.'
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a 100 e.
Frascos de oleo Philocomo muilo
fino a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito benitos a
Duzia de sabonetes muilo finos a.
Sabonetes inglezes 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Prvera
Dito de oleo bnboza a.....
Caixas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
superiores a.......
cartilbas da doutrina fazenda nova a
Libras de linha sorfida's de todos os
nmeros a.......\0SOO
Babados do Porto, largos a 160 e 200
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a. ....... 640
Agulbeiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a.......25400
Caixas de paulo do gaz a. 20
120
500
60
I 000
OITOOO
100
500
500
500
500
60
600
240
100
200
200
500
15000
240
500
720
15200
500
500
40
240
400
FARINHA
de Santa Catharina.
Vende-se farioba de mandioca rauto aira e fi-
na, a mais snpArinr que ba no mercado, em sac-
eos de dona adjueires, por meno? do que em ou-
tra qualquer parte : a tratar cora Antonio Fran-
cisco Martins de Miranla, 4 ra nm de Santa
Rita.o. 53.
Boa morada
Vndese um bom terreno cm urna das ras l-
timamente ibertas na estrada ora de Beberibe,
onde pa.-i a linha frrea, mu to perto do riacho
Jaear. com maltas e trra piracipim e man-
dioca, tem de extencSo J500 palmos, porra ven-
de-se a vontade dos compr.dore- : eBtenderem-
k na ra ** Imperatriz n. 31.


6
Diario de Pei____ubuoo Quarta fera 13 de Julho de 1870.

A
Rna
de Caxias n. 55
Duque
Na toja da VERDADE continna-se a ven-
der por baratissimos precos todo os arti-
go de miadezas e perfumaras do sea
grande e variado sortimento, garantindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratissimo preco.
Espelbos doarados para peodarar a
160 rs. ann
Agulhas de osso para crox a ^00 rs.
Pentes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Gbatnms para gaz a 820 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 14000.
Dita com agua florida a 13500.
Dita com dita dita a 1501*0.
Tnico de Jayme a 1-5500 o frasco.
Frasco com oleo espresso de babosa, de
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 10000
Dito com extractos finos a 15000.
Dito com sndalo verdadeiro a 15200.
Latas com banha moito fina de, 120 a
240 rs.
Sabonotes muito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bnfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Pennas caligrapbicas mnito finas a 15400.
Ditas de langa e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e 15500.
Grosas de botes de tonca de 160
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulhas fondo dourado
280 rs.
Thesonra para costara a 240 rs.
Linba de marca cn'xa a 280. rs.
Garriteis de linhas de Alexarjdre de n.
a 200 a 10 rs.Q
Grampos muito finos, com passarinhos da
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar dnzia 35000
Ditas porluguezas, dazia 15400
Papel aimaoo superior qualidade resma
45000.
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para debrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido peca
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas .por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cores de 40 a 100 rs.
Fits para cs, peca 480 rs.
Alfineics de lato, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para cranla de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta de 400 e"S00 n.
Ditat de croxe, brancas e de cores 900 rs.
Dita do gorgurao de cores a 800 rs.
IV Verdaie ara* Daque de Ca-
sias n,66.
COM FAB
ltya Lanelino vende saceos com tartana de
mandioca : na rna do Duque de Caxias, U_wss_
do Rosario, loja n. 18 B.
mude aranazem na rna da
Imperairiz u. O
Neste grande armazem vende-se losca ingleza
finas e ordinarias, apparelhos de porcelana para
jantr e para en, jarros para Oores os mais bo_i-
los e de gestos modernos ; assim como grande
iortimento de vidros finos o ordinarios, que ludo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato prego, que era eutra pnalquer parte :
chamamos a atten$5o dos tregeles., que serao
convenientemente servidos tanto nos oiumoos
precos como na boa nnalidade das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictheroy.
nico deposito em Pernarabuco caes da altan
dega velha n. 2, 1* anda. ____I
70
Vidros para vidracas de todos os tamanbos
e em caixas, vende Bartholomeu & C, em sua
pbarmacia na ra larga do Rosario n. 34.
Alta novidade
NA
Lja do paqo
Cheparam pelo ultimo vapor franeez as ricas
chapelinas de palha de Italia, ultima novidade de
Pars, peos de velndo e palba tambera os te-
mos de muito gosto, poslilhoes e basquinas de gor-
gurao preto mnito superior com ricos lacos ,de
setim : na ra 1" de Marco n. 7 A, tejado paco._
Armazem dous irmos
8Ra da Peoha8
Manteiga ingleza flor a i 500 a libra, dem fran-
ceza a 760.
Cha raiudo e gresso superior a 3*200 e 3000, ca-
f em caroco a 200 e 240.
Vellas de spermacette a 640 a libra.
Aletria, lalharira e macarrao a 400 a libra.
Vinho em pipa a 400 a garrafa, dem S. Juliem
a 600 rs.
Grandes latas com belachrahas a 1 300, idem cora
lagostinhos a 600. dem com figos a #000.
Copos lapidados a 5*500 a duzia, idem idem de
contra a 2*600, idem ternas coro 6 copos por
i*!00 ; assim como mu.tos outros objfctos.
Grande establecimento de fazendas e roupas feitas e por medida, i ra da Im-
peratriz n. 52 junto & loja de oariyes.
Neste establecimento encontrar o respeitavel publico _m bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
Palilot de alpaca preta e de cores a 3*000. 3*500 75000, ditos mirin preto
de 7*000 at 25*000, ditos de tasen-ira de cores finas e ordinarias, de 65, 16*000,
ditos de panno finos de 65 8* 10* e 2< 5000. sobrecasaco dito-de 20* a 50*000
Completo soitiinento de calcas debrim pardo de 1*600 a 6*000, ditas brancas
de 2*. 10*000 Q:mais superior,ditas meia casemira, ditas casemira de 5*. 12*000,
ditas casemira preta de 6*. a 16*000 superior, dita de merino diversas qualidades para
luto. Assim como um bonito sortimento de colletes de brim de cores, ditos brancos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para lato fazenda superior.
SorUmento completo de misas francezas de algodo, de 1^600 3*000, e de
lioho de 38*000. a 70*000 a duzia.
Sortimento completo de, ceroulas francezas de- algotlo de 1*800 a 2*500,
ditasde bramante a 1*800. 2*500 a 3*000, ditas de Hamburgo, (rancezas, fazenda su-
perior de 25*000 a 35*000 a daa. Sortimento decolannhos de algodo e Hubo, etc.,
assim como meias de algodo para homem de 3*, a 10*000 a duzia, gravatas de mul-
tas qualidades. Na rea da emperatriz n. 52, loja do
Sortimento de chapeos deso de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
Toalhas.para rosto. Sortimento de mallas para viagem.
ATTENCAO.
Neste.establecimento encarrega-se de mandar fazer qualquer obra por medida
e para esse fim tem babil mestre encarregado da officina, que se encarrega do trabalbo
com perfeico e pontualidade.
SORUMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o conado ou 105000 a pessa com 42 covados. ditas miudes
para camisas e tirao de menino 260, e 280 rs.. e ootras maitasqualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelcimento chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qnal paralhos ecompetente nfeile para corpinho. Cam-
braia lisa de 3*, 4*, 5* e 10*00 a pessa, e outras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
AEGODO.E MADAdPQLiO-AVAIM)0.
A 4*000 o alfodao. e 4*500 odapolo,.e tambem chita escora boa 240o
no amasen) de E. A Burle & C. ra da
Cruz n.'S8 o segninte;
\inho Bordcaui superior qualidade, i
eos de 7*500 a 90*000.
Cognac fino, offerentes precos.
Licores de differentes qualidades e
eos. .
Frotas e conserva em frascos.
Azeite doce franeez, em caixas: de 42
garrafas. _______'
pre-
MACHINAS PAR
COSTURA ,
Acabara de chegar ao GRANDE BAZA*
UNIVERSAL, a roa Nova n. 22carneiro
tunnanm completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nnecldos, as quaes esto em exposicab no
mesmo Bazar, garantindo-se a saa b6a qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeico -__
a todos os compradores. Estas machinas No trapiche do Bario do Livramento, ha para
sao iguaes. ^.^bajho a^eJO costu- -nder^peri?J^^'KR
~ I salves Beltrao em sen escriptorio : ra do Con-
Apre- mercio n. 17.
Fariuha de mandinga
Aeaba de ebegar o brigue brasiteiro Othtl, .
acba se tundeado em frente do trapicha &u_o.d*
Livramento, com taaba de mandioca nota no*.
de Santa Catbarina, a granel ou ensaccada a i
ude dos compradores : seas consignatarios
riin Inaios C.; rna da Crat n. 3.
IfflLHO
reiras diariamente, e a sua perfeico
como da melhor costureira de Paris.
sentam-se trabalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
dentes.______________________Jj________
Officina e armazem de
maimore
Caos
n. 57,
Vinte e dons de novembfo
(ontr'ora armazem.allianca)
Ha para Tender pedras marmores de todos os
;tanKUmo9 e grossnras, lijlos
de diversos ta-
_.r-~-----...,. r in .. .lmannos e grossuras, hiuius uc uivci-sus u-
covadopor ter grande porcao, na noa da Imperatnz n. 52, loja com portaes encarnados. manhos, soleiras e saeendas, assim como soei-
V'eude-se um boi e urna earroca : na roa i
Mondego n. 61.__________________________
Farinha e mibo.
No trapiche Bario do Livramento existe boa fa-
rinha de mandioca e cnenle milho em saceos
grandes : a tratar ama do Vigario n. te, !-
dar, escriptorio de Joaquim Gerardo de Bastos.
intitulado
.Leaode Ouro.
Farinha de mandioca
da Babia.
No escriptorio de Joaqaun Oeraldo de Bastas;
ra do Vigario n. 16, prmeiro andar, vende-so
i trata-se e faz-se qualquer obra, como monamen- farinha muito ai va, Ana e tarrada, saceos de dons
ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con-
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
ludo o mais tendente mesma arte, por mdicos
prscos. _________________________
alqueires, por menos do que em outra qualquer.
parte.
LOJA DOS A
Vende-se
Sement* n vas de hortalices, garantidas, da scie-
dade de Horticultura Lisbonense, ra do Amorim,
deposito da fabrica de cervejas e espirites da ra
do Brnm.
Farinha de mandioca
igual a de Mnbeca.
Em saceos de dous alqueires e de panno de
algodao, cuja medida conesponde de 5 a 8 0|0
mais do que a medida daqui e do Rio de Janeiro,
vndese a preco menor do que em qualquer ou-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao, em sea escriptorio a ra do Commer-
cio n. 17._______________________________
Mais barato do que em outra qualquer
parte.
No porto da travessa dos Coelhos acha-se cons-
tantemente! tijolo grosso e 6no, tapamento, telhas,
e grande porro de area, que se vedem a vontado
do compradi "r por menos proco do que em outra
qualquer parto ; assim como se encarregam de
fjrnecEr matenaes para as obras, para o que n?
canoas e carrosas.
Ra do Crespo n. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida C.
Este establecimento de fazendas finas e grossas j bastante conhecido como
ara dos mais bem sonidos desta cidade acaba de receber directamente de Paris algans
irtigos especiaes que passa a. mencionar.
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
Cortes de vestidos de- seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazendas de la e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapelinas de seda e de palha d'Italia.
Basquinas de seda e guipare.
Colchas de seda e de 12a e seda.
Cortinados de cambraia bordados muito ricos.
Pannos de verdadeiro croch: para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguioes atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, baloes, camisinhas, sombrinha.
na m m
Chegon ao antigo deposito de Henry Forster
I, ra do Imperador, um carregamento de ga:
de prmeira qualidade; o qual se vende em partida)
e a retalho por menos preco do que em outra qnal
quer parte.______________________________
Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cujo terreno tem al:cerce feito pa-
ra cinco moradas de casa, na ra de Motocolom-
b dos Afogados : a tratar na mesma ra, ou na
ra ireita dos Afogados n. 13.
BRACO
Safadas de baile
Chegaram loja do pago as ricas sahidas de
baile, assim como os ricos enchovaes de cambraia
bordados para criancas se baptisarem, artig) este
o melhor que ba no mercado, assim como temos
gran'e sortimento de outras muitas fazendas de
gosto e novidades pnr todos os vapores : na loja
do paco ra 1" de Marco n. 7 A.______
Cantara de Lisboa
Soleiras, hombreiras e capiteis
casas, o que ha de melhor :
para frentes de
venda no arma-
Madapoioes de varias qua'idades, saxos para viagem, mallas, tapetes, capa- tem da travessa do Corno Santo n. 25, de Joaquim
chos, alcatifas e muitos outros artigos que se vende por precos mdicos.
Tem tambem constantemente um completo sortimento de ESTEIBAS DA IN-
DIA para forrar salas. *
Vende-se urna casa de taipa. na baixa do
Zumbi, (Torre) em solo rendeiro : tratar na ra
Imperial n. 233.
Ra do Imperador n. 26
0 respeitavel publico encontrar nesta
establecimento diariamente um completo
sortimento de pastelaria, bollos inglezei
podins, pads-del, prgsenlos dos ltimos
chegados ao mercado, salame de lion, bo-
linhos finos de todas as qualidades para cha,
amenloas confeitadas, confeitos, bmboins,
pastilbas, chocolate franeez em libras, p_s-
tilhas do mesmo ,cartuxos e carteiras com
seis charutos de chocolate cada urna, esta
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melhor que at
boje tem vindo ao mercado.
Vinhos portuguezes, figueira moito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinhot
do Porto, moscatel e Setubal, o Ilustrado
publico encontrar neste establecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimeo-
to a quem comprar em porcao.
Os dono* deste estabelecimecto nao m
tem poupado a despezas para melhor ne-
recerem a acoadjuvago do Ilustrado pu-
blico.
60RA DA IMPERATRIZ60
DE :
Neste grande establecimento encontrar o respeitavel publico, uu grande sortimento de fazendas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade qoe se Ibes promette vender por precos mnito mais baratos do q_*
em outra qualquer parte, visto que os oovo?. socios iesta firma adoptaram o systema de so vennderem DirVHfc-iaO ; para poderem vender pelo casto, litsitando-se apenas a ganharera o descont. As pessoas qoe negooiam em menor escalla, nesta lep
e armazem podero fazer os seus sortimentos pelos mesmos precos que compram oas casas estrangeiras. Para mior commodidade das Exmas. familias, de todas as fazendas se do os livros das amostras, ou se mandam levar emanas casas, para melhor po-
derem escolher.
0
m
* ALTAS NOVIDADES
^ BONITAS FAZENDASPARA A FES-
0 TA DE
SANTO ANTONIO, S. JOO E S. PEDRO, gi
Vendem se as mais lindas poupeli- w
as de linho e seda com os gostos p*
mais novos que tem vindo a este x
mercado, pelo barato preco de------^
2*000 o covado. ^
Sedas listradas, de furta cores, fa- >
zendas de muita pbantasia a 2(5000
o covado..
Sida bismark, larga fazenda muito
encorpada o covado a _!500. <>
Bonitas lasinhas largas com palma $g
de seda, covado a IjjOO, xx
Lindas agraciando lavradas covado <
a 15600. R
Alpacas lavradas de todas as c- 5
res, covado a 640, 800 e i5000
Bonitas l_3sinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
560.
Finas alpacas lisas, sendo cor bis-
mark lyrio, verde, roxo, cinza, can-
na, azul etc., covado a 610.
Ditas furia cores com as mais bo-
nitas cores, covado 50D rs. >j
S5 Lindas bareges lisas, e com lista 25
** da mesma cor, fazenda ioteiramen- g*
9 te nova, covado a 360 e 6i0 rs.
Bonitas lSasinhas tapadas e trans- i
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
L5asinbas lustrosas com lindas co-
res emitacao de seda, o covado a
320.
ndos cortes de anadine, sendo
fazenda nova e transparente e de
muita pbantasia, com 18 covados a
155000.
Finiss'mos cortes de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 425000.
Cortes de ganga indianos, fazenda
inteiramente nova a 75000'
Ditos chinezes com doas saias a
75000.
Ditos de 13a escosseza fazenda moi-
to b inita. com fios de seda a 750uO
Finissimos organdys com lista de
cor e salpico, bbIo fazenda de
muita phantasia, o metro 15280.
t
Organdy branco com listras lar- g
gase quadrinhos, a vara a 15000. >K
Todas estas fazendas, sao inteira- g
mente novas e se vendem muito em ?
conla, ra da Iraperatriz n. 60, w
oja e armazem de Silva e Figuei- <$
do & C.
de 1_5000 rs. cada um, pechincha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavo tem boni'as casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
.lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porcSo.
COBTES DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
O Pav5o tem os superiores corts de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo barato preco
de 45500 rs. o cort,
CASEMIRAS BASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO. b
O Pav_o ?ende excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos qae frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de nriita dura-
Cao, pechincha a 800 rs. o covado ou a
25800 o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 640 RS. 0 COVADO.
O i'avo tem as mais lindas bareges de
12a sendo meias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa. Bisaiarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
dare por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitac.o de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE MADAPOLN A35500.
O Pav3o vende pessas de muito bom
madapoib, tendo 12 jardas cada ama, pelo
barato preco de 35500.
PECHINCHA EM ALGODAO A 4*000 JAS.
O Pavo est vendendo pecas de algodo-
sinho franeez, tendo 4 palmos de largara e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 45000 rs.
. CERA, DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
saccas, mais barato do que em outra qual-
quer parte, na ra da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
OS SETINS DO PAVAO
Vende-se es mais bonitos setina de cores
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavo tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algotio eafestado.
Vende-se urna grande porcao de algodo
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para leoces e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saas. e vendem-se pelo baratsi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LfSTA
SEDAS Di LtSTA
SEDAS DE LISTA
a 25000 o covado.
Chegou para a Inji do Pavo um grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para lato, e
vendem-se pelo barato preco de 25000 o
covado, pechincha.
FAZENDAS P.ARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeitavel publico neste es-
tablecimento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas que
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradase lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. qae todo se vende
por preco barato.
PARA BAPT1SAD0S
Na loja do Pavao vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 45000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato preco de 45
ou a 25400 o covado, tendo duas larguras,
CORTINADOS PAR.. CAMAS E JANELLAS
de 85, 105,115 e 5000.
Chegou para a loja do Pavo um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
GROSDENAPLES PRETOS DE t600 AT 7*000 l ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
Na loja do Pavo encontra o respeitavel ^o pnrrnc
LUn.P?nZfrd,n^rt_Tt0 de "^ 'este grande estabelicimento encontrar
e 8500J, que se vande por preco muito
bardados, proprios para camas e janellas,
e nwis OTcorpad^rprop^os^aTesdM *** se ^^JLSSE V i16 ""
tAndn a* rf__, ,kr^r \neo que vem ao mercado, e vende-se mais
l barato que em outra qaalqaer parte.
em corita.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
drees, tendo para todos os precos e quali-
dades, dando-se todas amostras, assim como
.am Benito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 210RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LASINHAS A 330.
LASINHAS A 320
LASINHAS A 320.
Na loja do Pa"3o vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a iaiaco de poupelinas de
seda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
msito m?is dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. o covado, pechincha,
EM CAMISAS DO PAVO A 45500 RS.
Vende-se am bonito sortimento de moito
finas e modernas camisas inglezas com pei-
to e collarinhos d_ linho e pannos, pelo
baratissimo preco de 45500 rs. cada ama
e aos freguezes que comprarem duzias se
Ihe far um abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale maito mais dinheiro,
liquida-se por este preco por se ter feito
ama grade compra: assim como se vende
ara bonito sprtimento de ditas tambem com
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, calcas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qnalquer parte ;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias croas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 t
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimecn
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qw
se vendem a 15, 800 e 640 reis o covado,
assim como am grande sortimento de alpa-
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
O Pavo vende urna grande porcao de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 55000, tendo cada um seu competente
figarino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 35 0 COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante en;orpada para
roupa de homens e meemos pelo barato
preco de 35000 cada covado ou 55000 o
corte de calca para homem.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qaalqaer
peca de obra a vontade do freguez, para o
qae tem um perito alfaiate, responsabefean-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta qae possa haver, quer por de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto encontra o respeitavel pnbco
um grande sortimento de todas as fazendas
que desojar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lences, dan-
peito de linho bordadas e ditas de algodo do a largura d'esta boa fazenda o cmpri-
para todos os precos.
PANNO PARA SAJAS A 15000, 15280 e
15300 RS.
Vende-se bonitas fazendas |proprias para
saias sendo com bordados e pregas a aro
lado, dando a largura da fazenda o compri-
mento da saia e veode-ae pelo barato preco
de 15000,15280 e 15600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 oa 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Vestidos braaeos a I 94000 rs.
O Pavo rende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia aranca, ricamente borda-
das e cem moita fazenda pelo barato preco
ment do lencol, sendo preciso para cada
ora apenas 1 e 1/2 metros oa 1 e 1/4 pe-
chincha 'pelo preco.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
mores e mais modernos espartilhos tendo
do barato preco de 55000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavo vende-se am grande
sortimento dos mais bonitos cachenez de
pura lia proprias para senhoras, vendem-se
a 65000 cada am, na roa da
n. 60.
Chegaro as mais modernas basquina
ou jaquetinhas de seda preta, ricamenl
enfeitadas a vionl'no, tranca e setim prela
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por precs
muito razoaveis.
POUPELLNAS DE SEDA
POUPELINAS 'DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 25000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas verdad-i-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
droes mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato prsco
de 25000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se unvgrande sortimento das _m-
lhores cambraia tanto victorias como trans*
parentes tendo de 35500 peca at a mais
fina qae vem ao mercado'.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4/000, A PECA.
S o Pavo vende pecas da cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largara, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se venden a 75 "o 85000, liqoi-
da-se pelo barato preco de 45000.
FUSTES BRaNCOS A 640, 800 E iJOO,
Vende-se muito bonitos fustes braoooa
maito flexivel proprios para vestidos da>
senhoras e roupa para meninos e vende-st
a 640, 800 e 15200 rs. o covado.
cassas a *40 rs.
O Pavo est vendendo bonitas cassas ds
cares fixas a 240, 280 e 300 rs. o corvad*
Brilhantes lasinhas.
S o Pavo, 640.
Chegaram as mais birlhantes lasinhas com
as mais lindas cores, com palminhas miu nbas, assentadas as mais delicadas cores da
lyrio, cor de canoa, cor de ganga e branco,
sendo estas novas lasinhas de muito boa
qualidade, tendo largura de alpaca e vende.
imperatr I se i 460 rs. o covado. roa da Imperatrix
b, 60 loja do Pavio.
A loja do PavSo est constantemente aterta, das 6 horas da manhaa s 9 da noute
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Diario de Pernambuco Quarla feira 13 de Julho de, 1870.

^Juiia ta^a1 da Arra, era frente do <*fe ImpeVatm.
____ ***** t"1 saototoosft establecin fazendafrencontrarao as Exmas.
teB&Ittrtudo qoant. po$saiadesefar.tanto emarii. ais rigoroso luso, como eintodas
Wttato qualidades de fazndaSj
Atem di' se ach.wem prvidos do que de melhor se enconlra fieste merctdo,
|*rfodesos paquetes da Europa, recebem directamente o que era artigos de moda e
4Mwi-apotado gasto se encentra ero Paris, o que Vem cada dia augmentar s prepor-
9es de que dispde-este estabeleoftaecto- para bem servir sua numerosa freuezia.
.-S\ ,- '
AJeod3o largo para Iences e toalhas de Ga com listras de seda e flores, fazen-
mul as quahdades que costqma vjr ao mer- da intramente nova para vestidos de baile.
*t*)- Gravitas para senhoras homeM, o mais
Aipacas de todos os padroes e qaada- completo sortimento quo se pode desejaf.
W'variadas que se nlo podem dcscf ever. Guipure preto e brauco, diversas largu-
Albuncom raasfcis para coltocar retratos, ras edifferentes gostos.
ticada present p*r%qaafqaer pessoa de Gollas e punbos bordados para senhoras.
**&*& Guardaaapos de Iinho pequeos e gran-
Atoafadddelmho e algodie, braco e des.
o cres -proprios para toalaaj* GorgarJo de seda preto e de cores.
* j F^ Grosdenaples preto e de cores, haven-
Basumas de seda pretas e muito moder- do diversas qualidades e ostos.
aas, bem como de crochet, todo de apurado: **^Le kj*'0- Japonezes para senboras, o melhor gos-
Baloes de musselir.a, madapolo, brancos to, e fazenda propria para as testas nos ar-
de cores,para senhora e meninas, rabaldes e passeios a tarde.
Qrjando a AGIA BRANCA, maspreersa seientifiea? ao respeitavel publico em
gera, e %m particular a sna boa fregaezi, da immensidade de objectos que ultimameo-
teten resabido, jrjsVtmentriiqeando ella mefid* o pode azere porque essa falta invo-
luntaria efla confia e espera na benevolencia'de- todos que Ih'a attenderSo e relevarte,
continuando portan* a dirigirem-se a bem cohhedfia leja da AGU1A BRANCA roa do
Ooehnado n.S, ondH sempre aohafe ebondascla en sortimento. de superforidade era
qualidades. modicidade em progos-e-o seo nunca desmeottido AGRADO E SfNOERIDADE.
Do qoe cima fica dito sft conhece que o lempo de que a AGUIA BRANCV pode
dispftr, einpregado aperar de seus cusios no rtesempeitto de bem servir a aqoelles qoe a
honram procurando prover-se eui dita loja do que decessilm, entretanto sera ennumo-
raros objectos que por Sea natureza sao mais conbeeidos ali, ella resumidamente indi-
car' aquelles cuja importancia, elegancia e novidade os tornara recoramendaveis, como
bem seja
littJA
Bareges de cores variado sortimento.
Bab-idinbos oy tiras bordadas em todas as
rguras.
Belbutina de todas as cores.
Bolsas dt) tapete para viagem, grande
nriadade de tamanhos e gostos.
Bomba zina preta de todas as qualidades.
Bramante do linho de 44 palmos- de lar-
fura, e todas as mais qualidades.
Bretanas de inho e algodo, grande sor-
awnto.
LazinbS de todas as qualidades, cores
e gestos, nao cando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolbec
Lencos, tado quanto pode baver desde
esguiao ao algodo commura.
Leqoes de raadreperola e osso, o mais va-
riado'sortimento.
Ligas de seda* bordadas, para senhora.
Luvas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
pores, 8empre novo sortimento, quer em
Brins de inho branco e de cores, do mais pellica para bomens o senhoras, quer em'fio
wnmodo ao mais caro em qualidade, affian- d'Escocia, brancas e de cfes.
ando o quo ha de melhor na especie. I *"*"
Brins d'algodo completo sortimento e Madapolo; indescriptivel o grande sor-
ariedade de pre;os. timento que ha neste genero, desde o mais
OS elevado preco ao menor, que se vende em
Cassas de coros, o maior sortimento, pri- peca e relalho por menos do que em ou-
awndo pelo bom gosto e barateza, atientas traqualquer parte.
a qualidades. Maulas de blonde para noivas : o apurado
Cambraias brancas, tapadas, e transparen- gosto dos nosses- correspondentes em Paris
48 de todas as qualidades e procos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
Camisinbas de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor se dese-
aordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para horcens e meninos, tao va- Mantas prelas de blond.
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
coja novidade de molde e perfeicSo de ado^
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto multo se poderla
dizer querendo descreve-los mmuciosamen
por suas qualidades, coree e desenos, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para n5o massar o pretfen-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipure branco e preto de diversas qua-
lidades e desenhos.
Dilos de algodo com flores e lisos.
Capellas branca* para meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Fil de seda,, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor. quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsei,
Caixinhas com ditos aromticos-.
Bonitos e modernos pentes domados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderece* e brincos de raadreperolr. *
Caivete* finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadinhos.
Aspas para baRo.
Notos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sSo movidas por uin macbinismo
Veos de seda para chapelioas e monto-,.nn?" soJ>sttoem as oulras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
pedras.
Ditas de madeira envernisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Touqpinbas de fil, sapattnhbs bordados criancas.
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisinbas bordadas para ditos. para enfeites de mesa e de lapinbas.
na.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
E
NOS GRANDES
SKCOS
COMPLETO
E ?IOI HlIDOS
nado sortimento que vai do mais ordinario
cadapolio ao mais perfeito bordado de li-
Camisas de meia, de flanella, brancas e
Je cores para bomem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor.
w se pode imaginar, sendo d'isso a me-banrtoao ma,s superior, por proco
Jwrpro\a o grande consommo dellas na c>>mmodo.
alucina da casa. Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Capellas de flores, para noivas e bailes, Ditas de casemira muito finos para
esde a mais candida flor de larangeira at mesa,
a raaiB inieressante grinalda. Peitos bordados de linho, lisos e de ai-
Mantas para carros, com lindas pinturas.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va-
riados padroes.
ap
Pannos pretos e de cores, desde o mais
muito
Chapenias no melhor gosto, de todas as
ares boje preferidas pelas senhoras de
ais apurado rigor na moda.
godo para^camisa.
Princetas pretas e Je cores.
Popelina do seda e lioho, cora listras e
Chapeos pretos de velludo, para senhoras, | flores; fazenda lindissima
altirao gosto de Paris.
Chapeos de sol, para senhoras e homens,
de todos os pre^s e variados gostos.
Chalj com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
Pe bermas para senhoras, do ultimo
gosto.
Perfumaras ; os mais finos extractos o
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais fragante
somero e nao menos variedade de gostos, e suave no olpbato, tem o PAVILHAO DA
Chitas, impossivel descrever o sortimen- j AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
e variedade de padroes e novos gostos, | d at o mais fino Bouquet dAmour, fioal-
' neste artigo tudo quanto se pode desejar.; mente tudo quanto deve oceupar o touca-
Cintos para senhoras o que se pode ima-
Coques, o melhor no gosto e nos entei-
, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
raoo gosto e lavor.
Okas de fusto branco e de cores por
anvos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
tos para senboras. '
Cortinados de cambraia bordados e de
*,o qoe do melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
arior sortimento.
Damasco de laa de 9 palmos de largura
Mdas cores e ricos padroes.
ai
Esparlilhos brancos e de cores, para se-
aboras e raeninas, o melhor neste genero ;
amtauma Sra. deixar por certo qs muir
e de to precioso auxiliar perfeicao de
am corpo delicado.
Eatremeios bordados.
Escomtlha preta.
Eneites para cabeca, ultima moda de
aris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
odos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dad* de gostos e lindos padroes,
Futios de crochet, modernos com cintos
* capas, o que ha de melhor.
Fil de seda, linho e algod5o, de todos
** gostos e padroes.
f usto de todas as cores e qualidades
ennde sortimento.
Fknella branca e de cores.
Flores, o qoe ha de mais rico, qaer
Ku, qaer era ramos, tem o PAVILHaO
DA AURORA um permanente jardim a
4ispoeicb das Exmas. familias.
dor de urna senhora de gosto.
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com i'olhos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas de baile, de todas as cores.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas;
de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sarselim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
decores para meninos, de cambraia para
baptisados, o que de melhor tem vindo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto e forma; ditos
de linho com barras de cores, e de cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inteira
novidade, trazem os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de bload para noivas e pretos pan
luto.
Vestidos de Mond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offereeer ao Ilustrado publico, o mais
apurado gosto em semelhante materia, gra-
\cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Paris, podemos garantir que ninguem neste
genero o possue melhor, nem mais em
conta.
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Ter?o.N. 23.
DE
SMO DOS SANTOS ft C.
10
PROGRESSO
Pateo da Penha
10
DE
SANTOS & FERR IRA .
Os proprietarios destes bem sortidos armazens participim aos seus innmeros
freguezes tanto desta praca como do matto que tendo feito grande diminuico de pro-
cos as suas mercadorias eslo por isso resolvidos a vender por menos de 10 e 20 i0,
do que ex outra qnalquer parte, garantindo-se portanto a s perior qaalidade de qual-
quer genero comprado oeste:; dous estabelecimentos. Mencionamos algons dos nossos
geoeros e a vista destes sao comprebendidos os outros, porque enfadonho seria men-
cina-los.
Se alguem duvidar venha ver.
Gaz americano marca Deves a 8)5800 a
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
Men-tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 2D0rs,a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Vmho Figueira, Lisboa, Porto e Estreito
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a 840
760, 720 e 600.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 560
a garrafa, em poreo ha abatiraeoto.
Vinho do Porto, engarrafado das melho-
res e mais acretadas marcas aliJOO e 1)5200
l 500 e 2 a garrafa.
dem Bordeaux, Medoc e St. Julien a
7*500 e 65500, a duzia e 640 rs. a garafa.
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica a 6)5500, 7*, H)5500, a frasqueira.
Serveja Bass, Illers Bell a 9(5800 du-
zia em porco ha grande abalimento.
dem marca H e T e outras marcas a
5^500 e 65, a duzia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
1 *t3, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeito--doce do Lisboa a 900 e 1,5000 a
garrafa em poreo faz-se grande abatimen-
to.
Caf em caroco a 220, 240 e 2S0, a li-
bra o kilogrammo a 480, 540 e 600, e
7*000, 7*500 e 8*800 arroba.
Milho alpista 200 rs. a libra e 440 o ki -
logramma e 5*800 a arroba, em porcab ha
abatimento.
Qneijos frescos do ultimo vapor a 3*200
e 3*400 cada um.
Aletria, macarro, talharim a 500 rs. a
libra e 1*100 o kilogrammo em caixoba
abtimeoto.
Sabao massa de Ia e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha. abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e 880 o kilogrammo, em arroba ha
grande differenca.
gneros, vinho em ancoretas, azeitonas,
passas e figos, charutos finos de diversas marcas, marraelada, bolachinhas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, miied, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combination, Brrtania, doce de goiaba fina, chouricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banba de Baltimor, phospboros de Sycurrt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Canella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loucas proprias para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores.
BiZAR ACADMICO
DE
13
ULYSSES & IRMO
Ba da Imperatriz 13
E' dispondo d to grande e variado sortimento que os proprietarios do PA-
7ILHA0 DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j que a sincerida-
*e e o bom gostoo movel uaico de seus negodos.
Povidos de todo e promptos sempre a prover-se do que por ventura lhe
e-ja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
*m receio de serera contradictos e protestam esforcar-se por continuar a merecer
?rotec5o que se Ihes tem dispensado ; certos de que do sen estabelecimento nao sahira
* freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
s, prorapto executar com promptidSo e bom gosto qnalquer trabalho que lhe seja
oWfido. Urna modista especialmente oceupada nos trabaihos do PAVILHAO Di AU-
*0RA, dirige

f eiecucio e a mats complWI peifeico nos seos trabaihos.
A numerosa fregaezi qoe nos bonra orna prora de qoe merecemos o eon-
aeoque se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
e tinas. Para facilitar anda a concecucao do fim que or propomos, temes no nosso
stabeiecimento os ltimos figurines de Paris, qoe recebemos por todos os paquetes, os
fuaes enviaremos pan serem vistos as familias nossas freguezas, afim de escolherem
com o padro da fazenda o gasto na forma.
Na officiaa de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figurines
ana homens que por todos os vapores se recebem.
E' este o msdo porque nos apresentamos pedindo a proteccab do lustrado
Toblico e com o mais profundo respeito convidamos s excellentissimas Sras. a visi-
taren o nosso estabelecimento, certas de encontrarem nelle pelo menor preco possive-
nw que podem desejar.
Mandaremos caixeiros levar as fazendas e amostras onde forem pedida, visto
* podermos especificar tudo quanto temos.
Joo Luiz, Sobnnko A C.
Aberto das 6 s 9 horas da mrite.
Os proprietarios deste bem coabeeido e a creditado estabelecimento avisSo aos
seo5 numerosos freguezes tanto desta praca como de fora, e especialmente ao Ilustrado
corpo ACADMICO, que este estabelecimento acba-se sempre bem prvido de todos os
artigo? de seu geoeros abaiio mencionados e que vendemos por mdicos procos, tanto
avarejo cono por atacado para negocio, para o que se podem derigir por carta a nossa
casa que serao saptisfactoriamente servidos.
CHARUTO
superiores de Havana, Hamburgo, Baha,
das acreditadas mareas Regala Britnica
Imperiaes &: do do Rio da bem conbecida
marca Opera e outras multas fetas aqu de
sai amados Beber ibe e outroe qoe se vendem
em porces.
Cigarros
ie palha de S. Paulo, de 3*50 a 7*500,
amflheiro; verddeiros do afamado Danie
de Rio Novo, Maurity, Imperiaes Vconde
de Herval, Duque de Caxias, Gandon etc
de papel, de famo do Daniel, General
Osorio, Conde d'Eu, aromticos, e pello
raes, Roeambole, Radtcaes, Acadmicos,
Maehambomba, Montevideo, Orientaes, Bae-
pendy e nanitas outras qualidades.
FIMOS
Afamados de BAEPENDY em caixoes de
20 libras 1*400 rs. a libra, em paeotes
VARIEDADES
. #
PONTEIRAS de espuma finas para cha-
rutos e cigarros, completo sortimento.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 3* at 3,500, ditos grandes
a 13,000, a duzia ditos finos diversas quali-
dades a va reto; dito pdegallinbasdos qoe
da no mercado a 2,800 e 3,200 a duzia;
ditos de louca, gesso, barro, ete, etc.
BOLSAS para gundar fumo, de borncha'
e couro de diversos modelos e gostos.
CARTEIRAS de todos os systemas para
cigarru.
PHOSPHOROS de cera, dos melbores que
ha, em caixas de 500 a 5,500 a duzia, em
oaixas de 400 4,500 a duzia, em caixas
quarta a 640, e a 500 ris; dito Daniel doi
Rio Novo, do para de S. Paulo, Caporal,
emuitas outras qualidades.
12*. e em poreo 1*500 dito em lata de de 2,500 2,600 a duzia e muitas outras.
DO
&MM VIGILANTE
Una do Crespo a. 1
Os proprietarios *s:e tem conheeido esubele-
ciraente, alm dos muitos objectos qoe tintuun ex-
SoSWs aoreciaraio do respeitaver publico, man-
iram vir e acshtm de reeeber pelo ultimo vapor
d* Europa nn completo e vanado sortimento de
inas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
o resolvios a vender, como deen costume,
por preces r.mito baraustes e commodos para to-
dos, com tanto qne o Gallo....
Muito superiores tovas de pellica, pretas, brau-
cas e d mui lindas cores.
Mu. boas e bonitas gollincas e punhos para se-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores paites de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeites para catecas das
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores eom vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode baver
de mellior e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreporola,
marlm, sndalo e osso, sendo aquelles brancos
comiindos desenhos, e estes pretos.
finito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as qnaes sempre se venderam por 30000
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 301,
aim destas,. temos tambem grande sortimento de
outras qualidadee, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas bengalas de superior canna da India e
castao de marfim com lindas e encantadoras figu-
ras do raesmo, neste genero o que de melhor si
pode desejar ; atni destas temos tambem grand(
ouantidade de outras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chicotinhos de cadeia e
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias do seda para senhora e para meni-
nas de i a >i annos de idade.
Navalhas eabo de marlira e tartaruga para faier
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bem assegur.mss sua qualidade e delicadeza.
Liadas e bellas capellas para neiva.
Superiores agulhas para machina e para crox.
Linha muito boa do peso, frouxa, para encher
labyrinlhx;.
Bons baralho? de cartas para voltarete, assim
como os enios para o mesmo fim.
Grande-e variado sortimento das melhores per-
fumaras e dos melhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsSes, e
facilitara a denticao das innocente* criancas. So-
mos desde muito recebedores destes prodigiosos
collares, e continuamos a recebo-Ios por todo? os
vapores/ afim de que nunca altom no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que dellcs procisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, c os quaes attendendo-se ao fim
para que ; ao applicados, se vendero com um mui
diminuto lucro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por pre{os muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra Jo Crespo n. 7.
I
Dcordeiro previdentt
Roa do Qaclmado n. i.
Novo e variado sortimento de perfumara
finas, e outros objectos.
Alm do completo sortimento de perfi
alarias, de que efectivamente est provida
loja do Cordeiro Providente, ella acaba
reeeber um outro sortimento que se tora
aotavel pela variedade de objectos, superior
dade, qualidades e commodidades de prt
&os; assim, pois, o Cordeiro Providente peo
a espera continuar a merecer a apreciaci
do respeitavel publico em geral e de su
boa freguezia em particular, nao se af
lando elle de sua bem conbecida mansid
i barateza. Em dita loja encontrarlo e
ipreciadores do bom: /
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, frax
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e violeto para toilet.
Elixir odontalgico para conservaclo
ssseio da bocea.
Cosmetiques de superior qualidade e che;
ros agradaveis.
Copos e atas, maiores e menores, coi
pomada una para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanoi
franceses em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel cha
ro de violeta.
Outras concentradas e de cheiroa igoai
mente finas e agradaveis.
Oleo philocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad*
som escoihidos cheiros, em irascos de difls
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fig
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
fructas.
Ditas de madeira invernisada contendo I
Qas perfumarias, muito proprias para pr
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tas
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e 4
moldes novos e elegantes, com p de arroi
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentea.
Pos de camphora e outras differeati
qualidades tambem para dentea.
Torneo oriental de Kemp.
Alada mal coques.
Um outro sortimento de coques de zm
ros e bonitos moldes com filets de vidrho
alguns d'elles ornados de flores e fitas
esto todos expostos i apreciaco de qnw
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
FlYelIas e Haas paira ef atoe.
Bello e variado sortimento de taes obj
loa, ficando a boa escolha ao gosto do coa
prtdor.
Cabellos
PAPEL de milho, de arroz, san-i om, Per-
san, pintado, e palha de milho, de Fernando,
e papel de iobo.
FABRICA DE CIGARRO*
Com promptidao apromptamos qualquer encommenda dos afamados cigarros de seda,
Baeppndy, Itabo, e de outras qualidades da nessa bem conbecida fabrica, e bem atiesta
saperioridade o nossos cigarros, numerosa freguezia de nosso estabelecimento.
13Eua da Imperatriz13
Vendem-se cabellos de todas as cores, qualquer
Comprimento, qaalidade superior, em caa ou
porcao mais pequea : ua ra da Cadeia do Re-
cite n. 51, Io andar.
I
E
De di a par* da, mais doce.
De goiaba.
De laranja.
De bacana.
Em caixSes a latas.
Pino e baixo.
CaixSes grandes e pequenoa
Preprio para embarque.
Vende se constanlemeote a ra Direita n. j>l,
taberna do Borges.
*ariiiha de mandioca ,
No trapicha Baria do Lirramento, no larg* 4
issembla, ba depositada superior farinna de jan-
diuca para vender-se : trata-s no mesmo trapiche
ou no largo do Corpo Santo n. 6,2* andar.
A ra do Duque de Casias ii 21.
(ANTIGA BA 0 QUEIMADO)
Recebcu segr.intf :
Epelho grandfs diiurado?, tnnldw bonitos.
Carteira, charuleiras e purteigarrus de muitas
qoalidsde?.
norntas pasLisvjara papeif, simpas o roatisadas.
Boas rauca* va>ias para costura com sua cempe-
tente chave
Delicadas caetas d marfim com o bocal de
prata.
Modernos pestes de nrumipa, robresahindo en-
tre elles us mimos.;* ide^ra^hisla?.
Commodos wucadores com duas gavetas bom
espelho.
Port bouquet, o qu de melhor (em appare-
cido.
Port religios de muitas Qualidsdrs.
Bi nstalherts para ciianra-.
Vosioarios, chapntiuiius, tonca?, sapalos e meias
para ba plisado;.
T"alba8e fronhas de labyriniho.
Chapeos e cliapelnas.para senhora, moldes novos
e bonitos.
Chapuzinhos gorros e bonels para meninos e
meninas.
Cantra as convuls5t-s as
criancas
Vende-se os vcrdadeir.is collares na Nova Espe-
ranza, ra do Duque de C^xias n. 21.
PAA TLNG1H CABELLOS
para prel&s ou cartanbes, reeebjeo a Nova Espe-
ranea a verdadeira iirua hmlexa.
PABA ACAiH COM ,*S SARDAS
ou pannos, un a Nova Ks^eracoa o Vrdadeiro
leile de rosa branca*.
ACTA DE FLOR DE LARANJA.
Vende-f na Nuva E*i)eranca, ra do Duque de
Casias n. 21.
PAPEL PARA E.VFEITARSE BOLOS
recpbpu-os milito lindo* a Nova Esueranca, roa
do Duque (1h Caxiti* n. 2.
PARA AMAI'.IAU E AFOHMOSEAR A PELLE
lera a Nuva Esporauga s sabonetes de pos de
arror.
Rival sem segundo
RA DO DUQUE DE CAXlAS N. 49
Estou disposto a continuar a veoder todas
as mhidezns pelys baralissimos presos abai-
xo declarados, garanlindo ludo bom e pre-
cos admirados.
Caixas coto 20 cadernospapel pau-
tado a. ,.....
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias cruas superioi
qualidade a.......34^)00
Pegas de babadinhos com 10 va-
ras a.........
Pegas de liras bordadascom i2
metros cada p xa a I 500 e.
Pe?as de fitas para cs de q al-
quer largura cora 10 varas a.
Escovas para unlias faieoda fina a
Ditas para denles a 240, 320,
400 rs. o. ..... -
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
CaiKinhas de madeira com aline-
tes fazenda superior a. .
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias crua~ para mt>
m>s diversos tamanhos a.
Duzias de meias brancas muito
finas para senhora a. .
Pares de sapalos de tranca do
Porto........25000
Pares de sapatos de tapete a. 1)5500
Livros de missa abreviados. 40800
Duzias de baralhos para vullarele 30000
Sylabarios porluguezes a. .
Cartoes com colxetes t carreras a
ASoloadutas para collcte diversas
qualidades......,
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obreias a.
Duzia e agulha para machina a.
Libras de pregos francezes todos
os tamanhos a......
Pacole de papel com 20 quader-
nos...........
Caixas de phospboros ^eguranca
muito superiores a .
Reema de papel pautado superior
Resma de papel liso muito supe-
rior a...........
Garrafa com agua Florida verda-
deira a..........
Qnademo de papel liso amizade
Carretis de linha de cores com
100 jardas a........
700
400
500
20000
500
500
P00
40
400
500
30
40500
400
20
400
506
10200
40
20000
240
400
400
40000
30600
10600
20
20
20Rui da Imperatriz20
Fari & Lessa.
Acaba de cbpgar a esta nossa nova loja de fa-
zendas finas um variada sortimento de fazendas de
laa e seda, como sejam : granadinos do ultimo
gosto, pepelinas de urna so cor, alpacas e lazi-
nhas de cores, o que ha de mais moderno, tudo
por baratissimos precos, brilhantinas de core?, te-
eidos das indias, fazenda nova a imitaco de per-
calia, baldes de dina fingido saia de cor com lin-
das barras, fustoes proprios para vestido e roupas
de meninos ; agora grandes e admlraveis pechn-
chas, saias brancas com lindos frisados a 34, ri-
cos corpinhos bordados muito finos a 5#, baldes
modernos de arcos a 2, ricas colchas para cama
alcocboadas. sendo brancas e de cores, a 54, 64 e
74, cambraia victoria lina a 54, ditas transparen-
tes a 54,64 e 74,chilas finissimas escuras e claras
a 280, 300, 320 e 360 o covado, cassas de cores a
210, lencos brancos de cassa a 24300, ditas ehi-
oezes a 34500 a duzia, madapoln fino a 64 e
B4500, e muiU superior a 74, 74600 e 84, aJgo-
daozinho largo propri para Iences a 64, panno
de algodo branco trancada proprio para toalhas
de mesa a 14600 a vara, nramante para Iences a
24000 e 34500, o que ha de melhor, esguiao fi-
nissimo a 24200 e 24500 a vara. Mandamos as
casas das Exmas. familias para melhor poderem
escolhery Tambem temos comnleto soatimento de
perfumarias ios primeiros fabricantes francezes e
inglezes; as pessoas que se dignarem vir a esta
loja terao occasio d recoobeeer a realidad* do
que annnocamos para nos justificar.
Ferro gaivanisado
Vende-se em casa de Adamson, Hovrie dt O, na
ra do Commercio n. 40, folhas de ferro galiani-
sado de 6, 7 e 8 ps de comprimento.
40^6504
Bioos coeiros de casemira bordados a crox a
matiz ra do Crespo n. 25, loja da esquina
Farinha de mandioca de Sania
Catharina.
J)a superior, viola pelo patacho inglez Mari
Stock j ha parte ensacada para eomiuodidade dos
compradores, e vende-se nos wmaxens de Trsso
Irmios A C, no eae *> Apolle, e roa do Am rtan
numero 37.
VBMDE-SE
Farelo americano moito superior, saceos grandes,
caixas co gx, prhneira qaalidade, banha dn pur-
00 de BaitiBore, bsrns pequeos, tudo por precos
raweveis : ao armaiem de Maibeus Anoto C,
ru da Seanto-velto n. 106.________________
A 2^000
Finos cortes de cb po o. 35, loja da esquina.


w
8
Oano
de Pernanibuco Quarla
feira 13 de
Julho
de 1870
ASSEDLSA GER&L
CMARA DOS DEPUTADOS.
(Continuaco)
O Sr. Andrde Figueira'. Se as raz.s
que apreseoiamos foram iracas, melhor para
o nobre dtfpfflarlo que mais fcilmente as
poder refutar; roas o qoe verdade
qne atada nao ouvi essa nifutaco.
OSn. Alencar Au.uupe : -Refutare! como
puder, ceriaranti sem misar competir cora
o nobre deputado Da dialctica com q -e
sempre se piununcia na tribaaa. Farei
quaatome fr pissivel.
O Sr. Mimstro da Agricultura : Tem
discutido perfeitamente bem.
O Sr. Alencar Araripe :Osnobres de-
butados quem combato tm procurado
aterrar-no> coma grandeza do sacrificio que
o estado vai fazer se aciso passar este pn-
jecto.
Mas, senhores, euj disse e repito, os
cobres deputados lm exagerado os seus
clculos, e manifest, pela apreciarlo da
rea da estrada ae ferro, que os juros pa-
ga ieis pelo acere cimo do capital empregado
iiaquidla estrada, desapparecero do catalo-
g das nossas obrgaces linauciaes, e de-
sapparecero, como omito bem acaba de
dizer ua) nobre deputado por Pernamliuco
ex-presidente da provincia da Paraliyba,
talvez mesmo dentru do correte anno.
Ora, Sr. piesidente.se nos temos do dei-
xar de pagar esses juros, qual o receio
de voarmos este augmento da garan'ia ?
O Sr. Pereira da Silva : E qual a
necessidade de o votarmos ?
O Sr. Alencar Araripe : A do cura-
prirmos a nossa palavra ; a de correspoo-
aermos corifianja ein nos depositada.
O Sr. Pereiaa da Silva :Onde est
esse compromisso ?
O Sn. Alencar Araripe : Pode at
mesmo, Sr. presidente, ser urna quesl > de
melindre.
A companhia entende, e entende muito
"bem, que desde que se comprometteu a fa-
zer as despezas na fe da nossa promessa,
preciso que a desempenbemos.
Se a companhia vir que faltamos neste
ponto nossa palavra, embora em questo
mnima, estabelecer regra para o futuro,
e nao acreditar mais no que he afiancar-
mos. Portanto, pens que para ter urna
prova da nossa boa f e lealdade que
companbia insiste oesla garanta.
N5d considero, pois, Sr. presidente, le-
vado smente por calclos nteresseros que
a companbii tem persistido ua intentada re-
clamaclo, assumpiy do presente debate.
Ainda urna outra considerado vem em
apoio do que acabo d4 dizer, ito que os
nobres deputados sem raz3o nos querem
aterrar com a exageraco do sacrificio.
sabido que em virtude das leij e Jos
contractos relal os a esta materia, o gover-
no pode, passados 30 annos, resgatar a es-
trada.
Ora, se o onus dos juros nos fr pesado,
temos recorso de que poderemos laucar
mo, e o aitivio nos ebegar dentro do
muito pouco tempo, por qnanto, como disse,
o resgate facultado passados 30 annos,
depois da incorporaco da compaohia, e
como esta incorporaco leve lugar em 4853,
consequencia achar-se mais de metade
desse tempo decorrido. Teriamos db sop
portar o oous.to smenie por 13 annos.
Portanto, nenhuma duvida ba de votar
inos a gaiantia pedida, com o receio do
grande empenbo que vamos contrahir com
o pagamento de juros ; a todo o tempo que
virmos que este pagamento nos o inconve-
niente, temos a faculdade de libertar-nos
deste encargo.
E, dirao os nobres deputados: mas con-
vir o direito de resgate ? Ah que est
:j grande vantagem do governo do Brazil,
om re'aco companhia, porque se os juros
orem vantajosos. o Brazil apropriar-se-ha
da estrada ; ali -)s pagar simplesmenlo os
juros Creio que esta poaderaco muito
Suficiente pira arredir todo o tenor que
possamos ter da grandeza do sacrificio
que nos submette o projecto.
Argumentou-se e insistio-se, que com
approvaco do pr-jecto iamos sanecionar
um grande desperdicio ; pois iamos pagar
juros d-* quantias indevidamente despendidas
Isto j tem si lo ventajosamente refutado
nesta casa ; j se tem mostrado que <> ex-
cesso da garanta recabe smente sobre a
despeza legtimamente feita, e para se co-
nbecer a sua legilimidade, o governo e a
companhia nao p uparam meios para che-
gar-se ao conhecimento da verdade.
Sabe-se que a companhia, com effeito, no
principio dos seus trabalhos despendeu com
exceaso e aniecipadamente, esgotou o seu
capital, julgado sufliciente para a inteira
FOLKETIM
A VIVA DBPoTs DI MORTA
.POR
Xavier de Monlpin.
sacjfo da obra. Mas o que i aportara, os
pie n* nao f.izemos
sacrificio algum peta despeza indi vida. A
panbia quem carrega com a perda,
pagamos io smente a despeza em-
pregada em nosso beneficio. Isto de ri-
goroso direito.
E sabido que quem eitra em emprezas
importantes, e sobre iodo em um paiz novo
como o i, nao ha experien-
cia bstanle, o emprezaiio-sujeita-se apezar
d->S%-
Foi o qhe aconteceu cora a companhia
la esl farro de Pernambuco,
Nen se lance em culpa, Sr. presidente,
compan o esbanjamanto escandaloso,
como aqu se tem dito; creio qoe tudo re-
sulta da falta de exp-trienci que entre nos
havii em trabalhos tiesta ordem; mas, ainda
quaudo houvesse algum motivo de censura,
nada temos cora isso : a companhia carre-
gou com a culpa de seus actos, soffreu a
paaicio da sua improvidencia, cu delexo,
como querem os nobres deputados. Nos
ficamoj resguird dos, porque nao pagiinos
os juros das quamias indevidamente des-
pendidas.
A prova de mnha asserco est nos re-
latnos s nossos engenheros, e mais'do-
cumentos oficiaos O nosso governo glosou
a quantia de 1,240:0005, da qual nao pa-
garemos juro algum. .
E, se assim nao ba razo para invo-
car-se contra a approvacSo do projecto o
fado do decantado desperdicio, porque,
como j disse, a companh a foi punida do
seu erro, sem que soffressemos as conse-
quencias rtelrte. .
Tambem se disse que com este projecto
faziamos valioso presente, calculado em
19,0:0:000^, companhia da estrada de
ferro de Pernambuco.
O calculo que d em resultado este va-
lioso presente completamente infundado,
inteiramente ficticio. Eu mostrarei o cal-
culo real do sacrificio que vamos fazer com
a votaco deste projecto.
Diz um Ilustre ex-mnistro da agricultu-
ra em um opsculo que publicou sobre este
assumpto, onde a questao se apresenta e
ventila com perfeita clareza e inteira scien-
cia dos fados, o seguinle : Sendo o capi-
tal de<485.6G0 libras esterlinas, ou de
4,316:9770777, vem a importar o juro an-
nual na razao de.5/0 em 215:848^888.
Mas como das 60,000 accoes emittidas o
Estado e senhor de 43,549 accoes, na im-
portancia d-i2,408':744i311i, vem elle a re-
ceber neste divilendo aadicio.al a quanlia
de 48:776^400, licando assim o onus real
do thesouro reduzido a 167:0720488.
Eis, Sr. presidente, o sacrificio a que fi-
caraos sujeitos com a approvaco do pro-
jecto, e de qne to atemorisados se mos-
irram os nobres deputados.
Os impugnado.-es do projecto foram fer-
iis em escogitar motivos de opposicio ;
for-m at achar molios de reprovtvo na
votago de quatro dos a tuaes ministros de
estado, quando deste objecto se tratou em
urna das legislaturas passadas; declarando
"S nobres deputados que tendo os honra-
dos ministros votado contra a materia deste
projjcto, era consequencia que elle nao de-
via ser agora por nos approvado ; porquan-
to so os ministros ento haviam assim pro-
cedido, era ceriamenie por ser o projecto
inconveniente ao paiz.
Creio que os nobres deputados enganam-
se quando affirmam que os honrados mi-
nistros a que S9 referem- votrara contra o
project >. Mas, quero conceder que assim
o tivessem feito ; nao era razo que aqni
se apresentasse para ser o projecto agora
regeilado.
Pn'meiraraenle estes cidados como mem-
bros'do corpo legislativo, podiamenlenler
que o voto nessa occasio envolva um acto
de confianc, e podiam nao querer da lo ao
governo de ento : por consequencia votan-
do contra o projecto em outra poca, nao
ha contradicho em votar boje por elle, e
promover a sua approvago.
Mas, quando porventura nao queiramos
aceitar esta razo eu descubro outra, qae
ninguera recusar. Cpm o decurso do
lempo, com esclarecimentos novos pode-
mos mudar de opinio e alterar o nosso pa-
recer. Se estes nobres ministros ento en-
tendiam que o projecto era inconveniente,
s;iu duvida fhtram novos estudos, median-
te os quaes convenceramse da convenien-
cia do projecto. e, portanto, podem boje
com toda a razo, vr sustenta-lo no parla-
mento e pedir a adopc) da providencia
que elle contm.
Tambem sa quiz fazer dajapreseataco do
projecto nesia casa motivo de impugnaco
a elle.
Mas nao comprchendo bem, Sr. presi-
dente, o alcance do argumento ; porque se
os nobres deputados censuram o governo
PARTE PSUHKIH.t.
0 MAROLIZ |DE SAIMiIXEJT. '
(Continnaco do n. 454;.
XVIII
A ruinas de Agola de pedra.
Entretanto medera algum tempo desde
que o marque zdisparou a pistola at ao ins-
tante em que os exploradores, obedecerlo
ao duplo desejo de \ ingar Macloo e de al-
canzar as tres mil ', correram em busca
dos fugitivos.
Quando Saint-Maixent e Lzaro, passados
alguns minutos de impetuosa carreira,
olbaram para traz, ficaram extremamente
sorprendidos por verem que ningaem os
segua.
As luzes estavam todas agrupadas em
torno do bomem que o marquez matara.
Espere 1 bradon Lzaro. Que estaro
fazendo aqaeljes brutos ? Largam a gente
depois de nos terem quasi as unhas!
Fortes alarves I Aproveitemos a palermice
d'elles para tomarmos alent.
Qual I antas pelo contrario, correr
sem parar I "volveu o fidalgo.
Basta um minuto,'senhor marquez.
Nem um minuto, nem um segundo.
Nio comprebendes que a montara vai no-
vamente principiar, mais encarnicada qae
nunca ?
J levamos bem boa dianteira.
Ainda pooca; nos somos dous, e
elles sao mullos ; nos estamos caneados,
elles vem frescos, e alguns bao de avanta-
jar-se na carreira. Apressemo-nos, pois,
at ebegarmos aquellas ruinas ou roebedos
que l se veem no alto, onde os monteiros
perdero a pista e nos Ihe trocaremos as
voltas.
N'aquelle mesmo instante, e como para
confirmar as palavras do marquez, ouvio-se
-por traz dos fugitivos urna grande herrara,
e os aldeos, agitan lo os archotes, principia-
rara a subir pela colima, produzindo um
effeito singular e phantastico.
Que te dizia eu ? ponderou Saint-
Maixent, diligenciando apertar mais o
passo.
Lzaro, aguilhoado pelo medo, seguio seu
amo com a maior ligeiresa, e em poucos
minutos ebegaram ambos ao recinto das
ruinas de Aguia de pedra, velho castello
ou fortaleza, meio destruido bavia dous
seclos, n'um grande cerco sustentado por
seu dono, e desde ento completamente
desamparado.
Era tudo aqnillo um grandioso cahos de
cantaras, coberto de musgo e de poderosa
vegetaco, cujo aspecto, ao paludo claro
da la, tinba o quer que era de imponente
e de sinistro.
Ergoiam-se de um e de oulro lado gigan-
tescos prticos, que davam entrada para
saloes interminaveis, dos quaes s as pare-
des existiam.
Copadas arvores cresciam no meio das
salas, no mesmo sitio onde os senhores de
baraco e cuteilo se haviam sentado outr'ora
mesa dos festins.
Lancavam-se no espado muitas escadas
da mais atrevida construeco, e no meio
d'aquelles nobres despojos,, via-se nma
torre que, em tres lados cortada por urna
profunda brecha, pareca aguentar-se por
am milagro de equilibrio.
por ter usurpado attrbmces do corpo te
gislativo, fazendo a p
como cnsuram o erno po
aqu pedir a approvacSo deste seo acto ?
Emendo qoe quando quizessemos ser ri-
gorosos paraeom o governo bavia
oxorbitado, enxergaodo-se culpa no acto da
promessa, de veramos desrulpa io, visto como
elle hoje apresenta-se dos termos constitu-
cionaes, pedindo a approvacSo do seu pro-
cedimento, justificado pslas circumstancias
da occasio.
Uw nobre deputado, censor do acto allu-
dido, estabeleceu parallelo entre nos e a In-
glaterra, em relaco ao respeito consagrado
ao preceito fundamental, que veda orga-^
nisaco geral e radical que all In, que all
se gaste um s ceitil sem o consenso do
parlamento. Dahi tirou materia para argir
o ministro que sustenta o projecto em dis-
cusso.
Creio que o nobre deputado foi injusto
para com o ministro e para com as nossas
opinies e praticas parlamentares, quano
do seu parallelo tirou consequencia desfavo-
ravel illustraco poltica do nosso povo,
e julgo que nenhum cidadlo brasileiro des-
conhece o priocipio cardeal dos paizes re-
presentativos de que a bolsa do estado nao
patrimonio d i governo: o paiz sabe que
nenhuma despeza se faz sem que o parla-
mento a vote, e o ministro que era censu-
rado nessa occasio pelo nobre deputado,
meu Ilustro collega pela provincia 3 Cea-
r, dar testemu.ho de respeito este prin-
cipio, pois que vinba aqui apresentar o pro-
jecto e promover a sua adopeo. (Apoia-
djs.)
Argumentou-se dizendo-se que o projecto
nao devia passar, porque se fosse adoptado
enio daramos direito companhia de exi-
gir a garanta de juros.
Nnguem contesta que passando aqui o
projeelo'a companhia dea com o direito de
exigir a garanta dos juros, dj 5 % ; esta
garanta porm s se lar effectiva depois
que o governo innovar o conlrate, de accor-
do com a mesma enmpanhia.
Ainda se disse que hava grande perigo
na approvaco do projecto concedendo os
5 % dos juros; porque apenas os poderes
geraes zcssem essa coacesso, a companhia
recorrera aos poderes provinciaes para ob-
ler mais 2 /0, e assim ficar a nova garanta
igualada actual garanta dos juros do ca-
pital primitivamente despendido.
Os nobres deputados tra constantemente
argumentado com a m fe da companhia,
com o seu desmedido e exagerado espirito
de ganancia, seat Ihe admittirem seotinnntos
de moderaco e justca.
Todava direi que a companbia tem ma-
nifestado que se satisfaz com a garanta de
5 %; portanto, considerando eu os accio-
nistas dessa companhia como homens pro-
hros c sinceros, nao devo presumir que,
depois de concedida a garanta de 5 % ve-
nliara elles pedir o excesso de 2 %
Mas supponba-se, que elles contra a nossa
espectativa recrreme provincia de Pernam-
buco para obter o accrescimo destes juros.
Abi estavam a assembla provincial e o pre-
sdeme da provincia para recusar a coo-
cesso.
O Sr. F. Belisario Podemos estar cor-
tos que o nao faro.
O Sr. Alencar Araripe:Eu entendo
que. se a provincia d Pernambuco por va
de seus representantes julgar que a garan-
ta nao deve ser concedida, ella a denegar,
tendo zelo bastante para resistir qualquer
injusta exigencia : mas, Sr. presidente, os
nobres deputados fallam como se por de-
traz da companhia existisse certa forca de
presso que nos ba de dominar em todas as
questes.
Entendo que a inglaterra j se tem com-
penetrado da necessidade de ser sobretudo
justa ; nenhum povo pode viver na pratica
de repetidos e continuados autos de violen-
cia. As relaces commorciaes, hoje to fre-
quentes no mundo, tornam os povos mais
acesssiveis aos sentimentos de fraternidade,
e communho : os proprios nteresses re-
querem a benevolencia das relacSes. Se
em ura ou oulro caso pode haver urna exi-
gencia desarrazoada, isto constitua a excap-
co da regra, e ento tenharaos nos digni-
dade e forca bastante para resistir.
Eu tenho lid.), que boje principio do
governo da Inglaterra recusar a sua inter-
venco em negocios particulares, salvos ca-
sos importantes e muito especiaes. .E: ver-
dade que urna poca boave em que o go
verno inglez foi prodigo dessa proteceo
exagerou-a; reconhecendi, porm, os em-
baraces que constantemente Ihe surgiam,
reconhecndo que graves questes por bau-
sas pequeas erguiam-se sem rasoavel ex-
plicaco, tem assenlado como norma inva-
riavel se intervir em causas, as quaes a
Em resumo, o interior das ruinas apre-
sentava um labyrintho de entalho e de es-
^pinhos, to basto e complicado, que, depois
de l entrar, sera difficil encontrar a sabida,
mesmo de dia que fosse.
0 marquez parou e disse^ para o criado :
Os homens que nos perseguem sao
verdadeiramente uns parvos de m morte,
que nem sabera o que fazem. A primeira
cousa que deviara ter ferio era ver se nos
tolhiam a entrada n'este sitio. Agora coi-
dam que nao saturemos d'aqui, e perdero
tempo immenso a revistar os mil e um ca-
minhos d'estas ruinas.
Isso com certeza, balbuciou Lzaro.
Mas afinal nao daro comnosco 1
Se nos aqui ficassemos...
Ento que vamos fazer ?
Atravessar as ruinas e continuar o
nosso caminho pelo outro lado.
Lzaro soltoo um profondo susprj.
Se nao approvas o meu plano, nao te
imponho a obrgaco de me seguiros ; Aca-
te para ahi, e faze o que te parecer.
Para onie o senhor marquez fr vou
eu, redargoio rapaz. Se me atrev a
suspirar, foi pdr causa do caosaco.
N'esse caso ter animo e andar para
diante I
Os dous Romeos continuaram a caminhar,
e avancaram por entre os pedregulbos to
rpidamente, quaudo Ih'o consenliam os
innmeros obstculos com que na escurido
tropecavam cada instante.
Chegaram finalmente ao ultimo recinto
das ruinas, e treparam com bastante custo
pelas Immensas pilastras de granito, qne da
parede, meia desabada, era s o qoe exis-
ta. Quando, porm, j cuidavam que s
Ibes faltava saltaren] para o campo, recua
ram espavoridos, soltando um grito de
horror.
Do outro lado d'aqaella muralha, ao p
d'aquellas pedras, onde elles fincavam as
jnstic/a dos seus subditos incootestavel e
manil'esia.
Por cooseqoeocia, nio devemos receiar
essa sombra temerosa que os nobres depu-
tados sempre nos apresentam quando tratara
desta questo doi juros. Se o Brasil tem
a perder com qualquer acto de violencia pra-
ticado pela Inglaterra, esta nao ficar sem
compensapo: urna garanta que nos deve
tranquilizar. O governo inglez, alm das
razes da bonestidada e da justica, sempre
attendeu aos interesses commerciaes, porque
o commercio inglez urna forca muito po-
derosas que acta na poltica desse governo.
O commercio inglez summamenle interes-
sado as boas relaces que a Inglaterra deve
manter com o Brasil.
Portanto, devemos afastar toda a idea de
que em questes seraelbantes o leopardo
britannico nos improba a sua forca. Mas,
se ura da elle levantar as suas garra-
contra nos, ento resisiamoi, como nosso
dever. J temos dado provas de que so-
mos um povo capaz dessa resistencia, quer
em rjiaco ao que ha vemos feito com a pro-
pria inglaterra, querem relaco ao que aca-
bamos de praticar nos estados do Prata.
. Ainda, Sr. presidente, outra consideraco
farei sobre este ponto. Se a companhia in-
gleza tem essa forca e pretende exigir os
7 %t fazeado depois a exigencia dos 2 %
porque nao vem logo pedir tudo? porque
ha de renovar instancias? Se ella tem for-
ca para impor d'aqni mezes, tem forca para
imper j. gPortanto tenho por intei-
rameh'e infundados os receios que os no-
bres deputados apresentam este res-
pei o.
Qnestionaram tambera os nobres deputa-
dos dizendo que, se nos cedessemos na pre-
sente questao, jamis poderamos exiquir
contrato algum: se fizermos a concesso
qu a companhia exige, aerados estaro oa
contratos no paiz. Ora, Sr. presidente,
elevar a urna exageracao suprema o argu-
mento Pois porque urna vez cedemos as
inodificaces de um contrato, porque isso
pareceu justo e razoavel, pirque deviamos
attender eqndade, segue-se que nao ha
mais contrato possivel, que nenhum contra-
to entre nos ser observado ?
Nao sei qual a base que os nobres depu-
tados lomam para t'semelhante principio ;
pelo contrario, entendo que dasde que nos
mostramos razoaveise justos na exicueso
de nossos contratos, modificndoos quando
a razo o exige, temos feito com que os
contratos entre nos sejam mais proficuos pela
eonianca, que inspiremos aom os nossos
sentimentos justos e equitativos.
Um dos nobres oradores que me prece-
dern! disse qoe a companhia bavia feito de-
predares uo paiz, e referia se essa exi-
gencia da garanta de juros.
Sr. presidente, eu emendo que ha dema-
siada acrimonia nesta expresso: e permitta
o nobre deputado esta minha observaco:
faco-a certo de sua benvola complacencia.
Em relaco questo de que tratamos, j
se demonstrou que qualquer excess'o de des-
peza que a companbia azesse, nos nao car-
regamos com os inconvenientes resultantes
do abuso; a propria companhia carrega
com a despeza que indevidamente fez. Se
temos de pagar smente os juros da quan-
tia legtimamente despendida, onde que
est a depredac i ? Para que azedarmos as
nossas relaces internacionaes, excitar pela
aggresso da palavra prevences entre nos
e o povo inglez ?
Sr. Pereira da Silva v-Do povo inglez ?!
A.companhia j o povo inglez I
O Sr. Alencar Araripe :Tambem se
disse : A companhia reconbecsu o.esban-
jmenlo; logo nao devemos concorrer no
ex ;esso da despeza. Ora.JSr. presidente
isto um principio to abstruso que eu o
nao posso comprehender! Se este principio
prevalecesse para nao acceitarmos o excesso
da legitima despeza, tambem aproveitaria
para nao acceitarmos despeza nenhuma ; e
assim isentar-nos-hiamos de todo o paga-
m-rato. E' a consequencia immediata do
principio estabelecido pelo nobre depu-
tado. s
Se o principio d to absurda consequen-
cia, 'devemos incluir que este augmento na-
da prova contra a adopeo do projecto.
Outra observaco aqui se fez contra o
projecto, fazendo-se que se a companhia
obtiver os juros que o presente projecto as-
seg ira, nao se importar com o melhora-
mento da estrada, pelo que esta cahir em
abandono, se arruinar, afinal seremos nos
os prejudicados.
E' gratuita semelhaDte supposigo. A
companhia tem estipulacs deqnidas no seu
contrato, e de ve-as cumprir como ate aqui
tem cumprido. Quando, porm, ella fate
aos seus deveres nesta parte, usaremos dos
meios necessarios para que as leis do con-
trato se observem.
XV frz ver que do interesee dVcompa-
nbia mostrarse zelosa no camprimento
daqiHb que bouver coutratadoi
O Sb. Pereuu da Silva d um aparte.
O Sr. Alenca Araripe :O* boom de-
putado qoe me d o aparte mais que au-
torisado para dizer que a compaqb*a, cum-
pridora de seus deveres, no abosar da
garanta de juros. O nobre deputado disse
que os contractos tem ite cum-
pridos. e,'portanto. o sero dadjbiem dian-
te, assim como ser fielmente cwnprida a
innoyaco que o governo flzer era. virtude
dessa concessk).
O Sr. Pereira da Silva :O nobre de-
putado nao leu o que se passou na ultima
reunio dos accionistas em Londres.
O Sn. AucupkR Araripe :Pode ser que
nao lesse ludo ; tenho- lido quanto me tem
cht-gado s mos. O nobre deputado, pro-
fundo conhecedor de toda a qnesfo, me
dar os esclarecimentos que me fallecerem
Desejo smente conhecer a verdade ; son
prompto e. dcil a todas as razes.
O illusire orador, que me preceden na
tribuna, impugnoo o parecer do engenbeiro
Virato de Medeiros. dizendo hontem que
elle nao podia prevalecer sobre os dos ou-
trous engenheros em c ntrario, porque es-
tes assisiiram aos trabalhos, e aquelle ape-
nas exarainou obras j feitas.
Se o nobre deputado quizesse. irrogar ao
Ilustre engenbeiro Virato da Medeiros orna
injuria, creio que nao p deria fazer de urna
mnneira mais formal, porque assim desco-
nbece a sua aptido profissional.
As matbematicas fondadas em verdades
primarias que todos alcancam, e que nio
fa'bara em sua applicaco, habilitam o eu-
geuhero para determinar o valor de qual-
quer obra snbmettida ao seu exame, quan-
do sao conhecidas as circamstancias da exe-
cuco, como succeda com as obras da es-
trada de ferro de Pernambuco.
Se o engenbeiro Virato de Medeiros ti-
nha proficlencia na sua arte, e zelo pelo ser-
vico do seu paiz, nao podemos deixar de
admittir a exact'do dos seus clculos, e
reconhecer que o dinheiro pelo qual vamos
pagar juros, foi realmente despendido em
nosso proveito.
O governo e a companhia querara saber
qual o valor das obras feitas afira de garan-
tamos apenas o capital empregado devida-
mente ; um engenbeiro que all fosse, ap.o
como era o Dr. Virato de Medeiros, podia
satsfazer as intences do governo e dar o
valor real daquellas obras, como elle fez.
O Sr. Pereira da Silva : Parece que
V. Exc. nem leu o reUtorio do Sr. Virato
de Medeiros.
O Sr. Alencar Araripe:Li o relatorio,
mas tenho infelizmente um modo de pen-
sar diverso de do nobre deputado : o que
hei de fazer ? Li o relatorio, porque cou-
sa do nosso paiz e est mais ao alcance do
que alguma cousa da Europa, donde o meo
Ilustrado collega prximamente veio, (Risa-
das).
Ora, este relatorio apresenta o, resultado
de exames atorados e minuciosssimos, e
merece por isso inteira confianca.
Qual o engenbeiro que nao pode, por
exemplo, avistada urna excavaco, conhe-
cer qual a porco de ierra que dahi se re-
moven, e quanto servico se empregou para
obler a remoco da trra excavada ?
Qual o engenbeiro que vendo urna obra
de sua art9 nao pode conhecer logo o valor
do material nella empregado, e o proco da
rao de obra? Inepto seria o engenheiro
que, nestas circumstancias. nao soubesse
applicar as regras da scencia que estudou.
Considero muito a illustraco do enge-
nheiro Viriato de Medeiros, que tem dado
provas to exhuberantes da sua capacidade.
(Apoiados.)
Se os nobres deputados argumentassem
sob .1 hypothese de haver esse engenbeiro
procedido por informaces, e em vista de
plantas das obras, eu calar-me-hia ; porque
sabemos quo insuficientes sao esses meios
do bem avjlar o custo de qualquer obra; o
estudo de das nao equivale a um momen-
to de inspeceo ocular. (Apoiados.)
Portanto, se o engenhpiro Viriato de Me-
deiros toi ao logar das obras, vio-as e exa-
mionas minuciosamente, nao posso deixar
de acreditar nps seus clculos e dar como
exacta a despeza que apreseotei.
O mesmo nobre deputado qu? hontem
aqu discursou sobre-o presente assumpto
suscitou urna idea, que repulo inaceitavel.
Disse elle que a denegaco da garanta de
juros tera a vantagem de depreciar as ac-
coes da companbia, e poder assim o gover-
no compra-las e tomar conta da estrada.
Creio que semelhante proposco, toma-
da como plano premeditado, nao pode ser
admitirla por esta augusta cmara. (Apoia-
dos.) Nao podemos, sem grave offensa dos
principios da moral, armar um laco boa
f da cumpa legtimos n-
btaresses. Denegar a ie ata-
mos, cora o-fim d caramesmefift-
oaulia, certameate um acto to oenaara-
vel que crei nao eslava na mente do nobre
deputado acetalo. Se isto pratroassemos
teriamos ento coramettido am escndalo;
mas nio approvaodo o projecto queencerra
uro acto de perfeita"}ustiea, um acto^e dig-
nidade para o parlamento e para opaiz.
Nao foi sem grande admiraco que eu v
hontem o mesmo nobre deputado dizer qoe
dos livros da companhia constava que gran-
de numero de accoes se haviam distriboido
gratuitamente por altos funecionaxios do
estado, para que a companhia tivesse favo-
ravel deciso nesta que-to.
O* Sr. Cardoso de Menezes-.Onde ?
0S. Alencar Araripe :-t-0 nobre depu-
tado acrescentou que nao acredilava na ver-
dade deste lancamento.
(Continuar-se-ha.
V
LITTEMTRA.
mos convulsas, avistnrara os dous fugitivos
um abysmo terrivel, vertiginoso, cuja pro-
fundidade se perda as trovas. Mais ao
looge domnava-se um vasto horisonte, po-
ticamente allnraiado pela claridade da la,
e produzindo um effeito singular no fundo
escuro das selvas e das montanhas.
Ahi vai como se explica a decepeo que
os fugitivos suportaram : o monte, cuja
grimpa era coroada pelas ruinas de Aguia
de pedra, ergeia-se em pendente suave da
banda do sul, mas pelo norte acabava to
perpendicularmeote que pareca ter sido
cortada pelo machado furioso de ura gi-
gante,
A muralha tinha os alicorees beira do
precipicio, e de dia, ao contemplar-se de
tamanha altura a formosa paysagem dos ar-
redores, a vista podia abranger um espaco
de mais de quinze leguas em torno.
Voltemos para traz, disse o marquez
com viveza, e oxal que seja ainda tempo
de sahirmos d'este maldito castello.
, Era j tarde I
Saint-Maixent e Lzaro, quando chegaram
ao limite exterior, viram o claro dos ar
chotes avermelhando a collioa. Os aldeos,'
encostados aos chucos, aos mosquetes e aos
forcados, em compostura vigilante e com
modos rosomtos. rodeav^m n'uma liaba de
circumvallaco a parte accessivel do cas-
te lo, e eram to numerosos que formavam
quatro filas, urnas por traz das outras.
Alm d'isso tinbam tido a cautelosa lem-
branca de se postarem certa distancia das
ruinas, para nao serem alcancados por qual
quer tiro que l de dentro Ibes podessera
mandar.
Os marotos ewjaiolaram nos l rosnou
Saint-Maixent com ira. Ah! por isso elles
nos deixaram entrar para aqui, sem nos
perseguirom l Bem sabiam qae depois de
c estarmos nao podamos fugir.
0 marquez bateo com o p no chao e en-
POUCO DE TUDO.
CRIME HORREND ).Hava algans anno
que o Sr. Orban, forneiro em Aulun (Fran-
ca) tinba unido sua filha a um serralbeiro
chamado Roy, rapaz de mo genio, e ninito
dado bebida. Era casa suscitaram se
ogo zangas continuadas.
Pediram urna separaco. A molberfot
auiorisada a ficar em casa de seos prenles
o tempo oecessario para o andamento do
processo.
Roy foi trabalhar para Nevera, e de vol-
ta, n'estes ltimos das, ameacot por entre
injurias a familia de sua mulher. Todava,
at domingo de raanha, nao denuncioo no
sea procedimenlo as tences funestas que
tinha. i
Parti de Autan dizendo qae ia visitar
sua mi, que morava no campo, mas perto,
e noote, aproveitando-se da carroca de
um acougue estabelecido ao p de sea so-
gro, voltoa para a cidade ; foi a casa d'este
ultimo, mal que chegou.
O senhor e a senhora Orban, que sabiam
s ms tences do genro a seu respeito,
tinbam tomado a precauco de mandarem
sua filha para um quarto prximo,
As oito horas e meia apresentou-se Roy
reclamando sua mulher; como Ih'a recu-
saran} positivamedte, sabio, foi a casa do
carniceiro com quem voltra a Autan, e
agarrando repentinamente n'uma facca, vol-
toa correndo para casa do sogro. Espetou
primeiro a facca no peito da sogra que logo
cabio mora ; depois crivou de facadas o
pai de sua mulher, e fugio quando j nao
pode tirar a facca, enterrada profundamente
na cabeca do infeliz, qae singular coosa !
teve animo e forca para ir n'este horrivel
estado procurar a polica, e que s perden
os sentidos quando a mnito custo Ihe tira-
ran) a facca da ferida.
O assassino, preso quasi logo, mostrea
grande indifferenga, e parece estar muito
satisfeito por ter comprido os seus horren-
dos prometimientos.
PERSEGUICO ACTIVA. Segundo as
ultimas noticias da Grecia, o governo helle-
nico tem perseguido e contina a perseguir
incansavelmente os salteadores que execu-
taram o sangrento drama de Marathn*
Determinado a expurgar o paiz daquella
qualidade de bandidos, o governo de Alhe-
nas anuuncou j o sea exterminio, tendo
fgido mtiitos delles em direcgo Italia.
OITENTA E NOVE ANNOS.Completou
esta idade o Nstor dos historiadores ale-
mes, Frederico de Raomer.
O ilustre escriptor recebeu as maiores
demonstrares de respeito esympain.
Em nome do rei da Prussia, o Sr. Muh-
er, ministro da instrueco publica, offe-
receu ao Sr. Raumer a estrella da Aguia
vermelba de segunda classe, e sin alteza o
principie real felicitou-o pelo telegrapho,
assim como a universidade de Vienna, que
tem o Sr. Raumer entre o numero dos seus
doutores.
Um peridico de Berln d'onde tiramos
estas noticias, accrescenta o seguinte :
Trabalhador incessant?, o Ilustre octage-
nario publicou o anno passado dois nao-
raes, qoe teve o capricho do intitularfi-
bras luteranas poslhumas.
RATICE.Ha sempre que dizer das ex-
centricidades dos inventores. Na ultima
lista dos privilegios concedidos em Franca
nola-se especialmente o que foi dado ao in-
ventor de um chapeo couracado, preserva-
tivo das bengalladas na cabeca.
E' urna invenco da actualidade.
terrou as unhas no peito com tanta forca
que fez sangue.
Agora, proseguio el'e ao cabo de um
instante, ho de esperar que amanbeca, e
vi rao depois espatifar-nos paulada, ou
poro fogo ao matto para nos asphixiarem
como s fras do covil.
Saint-Maixent inclinou a cabeca, contor-
cendo os bracos. A idea de que elle, s
por sua vontaie se mettera n'aquella amos-
ca, feria-lhe o orgalho, e enchia-o de raiva
e desespero.
Pois bem, que venham bradou su
hitamente. Antes de morrermos ho de
cahir muitos d'elles I Vem comigo, Lzaro,
procuremos um sitio onde nos possamos
intrincheirar, para resistir at morte...
Os dous fugitivos foram outra vez para
o centro das ruinas, e logo chegaram ao p
da grande torre, qae rematava quasi ao p
das nuvens, e que, j o dissemos, era cor-
tada em tres lados por orna grande brecha.
Senhor marquez,' disse Lzaro indi
cando a colossal torro ; este sitio nao me
parece nada mo. Nio nos poderamos
encaixar ali dentro, e fazermos ama bar-
ricada ? Est-me parecendo cousa fcil.
Nao mal pensado, volveu Saint Mai-
xentj mas a brecha muito grande, e ti-
nhamos um trabalbo a entulha-la.
Qual historia A torre l dentro est
cheinha de pedras ; basta empurra-las ou
ir amontoando-as, e d'aqui urna hora est
o baraco tapado.
Pois sim, experimentemos.
O marquez e o criado entraram na grande
sala qoadrada da torre, qae n'outro tempo
havia sido o ponto central do castello, es-
pecie de fortaleza dentro da outra.
Ainda se conservava urna escada agarra-
da parede; mas os tectos dos successivos
andares qae ella, conduzia, e at a plata-
forma superior, havam*se desmoronado
completamente. D'ahi procediam os mate-
riaes de toda a casta, amootoados no chao.
e que s deixauam livre um espaco iptera-
mente circalar, onde crescia o matto e se
interlacavam os arbustos.
Saim-Maixent poz-se ao p da brecha
para ir recebendo as pedras que Lazire lbe
dsse, amontoando-as sem pretensoes de
obter algum resultado satisfactorio.
Tratava-se nicamente de tapar o burato
de maneira que custasse muito sangue aos
sitiadores o tomarera de assalto a barri-
cada. V
Lzaro desenvolva prodigiosa ligeireza,
e o marquez, mais tranquillo desde qae
adquirir a certeza de nao morrer sem luta
e sem vnganca, tambem trabalbava com
vontade.
A torre estava to escura, que os dous
fugitivos mal podiam differencar-se quatro
passos um do oulro.
De repente ouvo Saint-Maixent ara grito
lastimoso, e a voz de Lzaro bradando :
Acoda c... senhor marquez, acda-
me por favor t Em noma do co, estenda-
me oVahi a mi Avie se* que me vou
submergindo pelo chao abaiXo 1..
0 marquez correu para o sitio d'onde
sabia a voz, que era o circulo cheio de plan-
tas espiohosas j citado.
Apenas Saint-Maixent ali chegou, e ainda
bem nao tinha estendido a mo ao criado,
faltou Ihe o cbo debaixo dos ps, e o mat-
to e as sarsas entre as quaes estava Lzaro
meio sumido, nao podando resistir ao novo
peso, vergaram, e endireitaram se outra
vez, mil os dous homens desappareceram
no abysmo d,ue ellas escondiam.
(Continuar-st-ka)
YP. DO D AHIQ RA OUQB DB GAXA


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