Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13081


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Full Text
*
I
c




%
PABA A CAPITAL LAGARES ONDE NAO SE PAGA PORTE.
Por tres mezes adiantados................. fiOOO
r\>r seis ditos dem................... 42,5000
Por in auno dem.. '..................... 24|J000
Ciada mumero avuiso................... 320
SEXTA FEIRA 8 DI
PARA DEETRO E PORA DA PROVUCIA.
!Por tres mezes adiantados......., .,......... lofZnA
Por seis ditos dem....................
Por nove ditos id*m...................
Por un armo idem................... 27000(1
Propriedade de Manoel Figneirda de Faria & Filhos.
SAO AGESTES:
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Gon?alves A Pioto, no Maranhao ; Joaqnim Jos de Olivera, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Joao Mara Joh'o Chaves, no Ass ; Antonio Marqnes da Silva, no Natal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Aleandrino de Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Tilla da Penha; Belannino dos Santos Bulcao, em Santo Ant2o; Domingos Jos da Costa Braga,
em Nazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Alagoas; Dr. Jos Martins Alves, na Babia; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
Governo da
provincia.
DO DA 30
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DA PROVINCIA
DK JL'NHO DB 1870.
Antonio Bento Proes.Dirija-se ao Sr. coronel
commaodanle superior interino da guarda nacio-
nal deste mnncip >.
Antonio Bento Fres.Informe o Sr. inspector
da thesouraria provincial
Clemeniino Luiz di Fmseea.Informe o Sr.
insrieetor da thesouraria de fazenda.
FiavL Jas do- Santos e Silva.Seja addido.
Jeronyrao Pereira Villar.Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Mara Marcionilla Pereira Lima.Fica expedida
a conveniente ordem.
Manoel Thomaz de Souza.Remettam-se este"
papis ao Sr. inspector da thesouraria do fazenda
para conceder o aforameoto requerido nos termos
de sua informarlo n. 434 de 20 deste mz, no ca-
s > de nao haver duvida, indo por copia a informa-
cao da cmara municipal da villa de Barreiros de
$ de marc) uliimo. ,
Thomaz Bezerra de Andrade. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
1. de julho.
Austreclino de Castro S Barreto.Dirija-se ao
Sr. inspector da thesouraria provincial, que tem
urdan pra mandar pagar o que fr devido, de-
pois da satigfeita a exigenei i da contadoria.
Aquilino Jos de Guimares Ferreira.Indeferi-
do vista da informarlo.
Capito Antonio ngulo Maciel.Volte ao Sr.
insoaetor da thesouraria de fazenda para informar.
Bacharel Chryssolito Ferreira de Castro Chaves.
Ao Sr. inspector da thesouraria de fazenda para
mandar pagar o que for devijo.
Companhia dos trilhos urbanos do Becife
Olinda.Informe Sr. engenheiro chefe da re-
parlicao das obras publicas.
Companhia Recife Dranage.Informe o Sr. en-
genheiro chefe da repartirlo das obras publicas.
Heuriqueta Amelia de Menjzes Lira.A'visla
da informarn conceda-se um com ordenado, e
outro sem elle.
Jos Soares Monteiro.Enraminhe-se.
Dignitario Joao Joaquim da Cunha Bego Barros.
Informe o Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda.
Martinho da Silva Cosa.Indeferido vista da
informaco.
Manoel Felippe do Monte.Informe o Sr. conse-
lheiro director geni da instruego publica.
2e4-
Antonio J>s Gomes Jnior.Satisfaga a exi-
gencia couda no parecer da contadoria datado
de 43 de junho prximo (Indo.
Bacharel Denni*thene$ da Silveira Libo.Satis-
faga a exigencia da thesouraria.
Bacharel Demoslbenes da Silveira Lobo.-Junto
es:c ao reqaerimento anterior volte ao Sr inspec-
tor da thesouraria de fazendi para informar.
Francisco Baptisla de Almeida.Conceda se
Bacharel Francisco Teixeira de S.Conceda-se.
Francisco de Paula do Reg Barros.A'vista
das inforruacSes, conceda-se.
Geminiauo Joaquim de Mirana.Fica expedida
a conveniente ordem.
Irmandade de Nona Senhora da Boa-Viagem.
Fica a supplicante autorisada a despender com a
obras at a quantia em que importa o beneficio
da parte da lotera que existe na thesouraria, e a
que a supplicante allude com a obrigaglo de pres-
tar all contas opportunamente.
Dr. Jos Joaquim de Souzi.Seja addido ao
orpo provisorio do polica.
Jos Francisco Paes Barreto Entregue-selbe,
passando recibo.
Bacharel Miguel dos Anjos Barros.Encami-
nhe-se.
Thomaz Nicbigging.D se-lhe.
Amelia de Mello Pires GalvacNao tem lugar
o que requer avista da informarlo.
Antonia dns Anjos da Porcuncula.Informe o
Sr. director coral da instrnego publica.
Cosma Elvira de Araujo.Indeferido avista da
informarlo.
Minoel Figueira de Faria Sr Filhos.Ao Sr
inspector da thesjuraria provincial com a portara
derta data.
Bicharel Miguel dis Anjos Barros. Eneam-
nbe-ee.
Maiia Bezerra de Mello.Nao podendo -er ad-
mitlido no collegio dos orphos\o menor de que
trata a supplicante, ao juiz municipal do termo da Encada se renietteu nesta data a cer-
td) de idade da meiina menor para providen-
ciar.
Miooel Francisco de Novaes.Informe com ur-
gencia o Sr. Dr. juiz municipal da 1.* vara.
PEENAMBGO.
ASSEMBLEA PROVINCIAL.
SESSO ORDINARIA EM 17 DE JUNHO.
PRESIDENCIA DO'SR. DR. AGU1AR.
Ao meio da feita a chamada acharam-se pre
sentes es Srs. Barros Wanderley, Correia d'Arau
jo, Oveira Fonceca, Antonio Paulino, Nicolao To
(entino, Pedro Alfonso, Manoel do Bego, Herraoge
nes, BuQno d'Almeida, Goncalves Lima, Mello Re
go, Hennque Mamede, Pinto Jnior, Felippe de Fi-1
gueira, Paes Brrelo, Gueds Gondiin, Vieira de.
Arauj), Ribeiro Vanna, Oliveira Andrade, Vieira
de Mello, Manoel Arlhur, Frmino de Novaes, Edu-
ardo de Oliveira, Augusto Costa, Cunha Cavalcan-
te, Miguel Pernambuco, Gaspar Drummond, Bar-
ros Reg, Ignacio Joaquim, Joao Cavalcante, Ges
Civaleante.
Abre-se a sesso, lida e approvada a acta da
anterior
O Sb. i." Secretario d conta do segainte
EXPEDIENTE.
I'm officio do secretario do governo, transmit-
tindo por copia a informagao ministrada pelo ins-
pector da thesouraria provincial, acerca do reque-
rimento dos 3M escriturarios daquella roparli-
gio.A' qaem fez a reqnisirao.
Outro do mesmo, remetiendo por copia as in-
formacoes ministradas pelo gerente da companhia
Pernambncana, associacao commercial beneficente
e cap'tao do porto, em rosposta dos quesitos exara-
dos no offlcio desta assembla sob n. 75.A' qaem
fez a requieigao,
E' approvado a redadlo do projecto substituti-
vo ao de n. 6 deste anno.
O SR. A. PAULINO pede urgencia par ser
disentido dentro da hora do expediente o projecto
n. 117 deste anno.
approvada a urgencia.
ORDEM DO DA.
V discusso do'projecto n. 117 de3te anno, que
manda que as causas da fozenda provincial cor-
rain pelas varas de direito desta capital.
O SR. ANTONIO PAULINO :Sr. presidente,
nao tenho qne discutir a conveniencia do projecto
que nos vai oecupar a attenclo. A sua adopcao
em 1* discusso importa, creio eu, em inequvoco
reconheciraento de sua utildade.
flesta-ine apenas dizer alguma cousa em sus-
tentago da competencia de-ta assembla para de-
cretar que as cansas da fazanda provincial se
se procesaem e corram no (Aro commura, o que
o precisamente a questio.
Tamben nao deixarei sen) resposta a objeegao
de nconsltucionaldade, que ahi presieto levan-
tarle.
Nao pretendo roubar muto tempo casa, e, em
brevissimo esparo, exporoi todos os argumentos
i|u.- firmam a minha convicro.
Sr. presiienl--, segundo a opoo de um dos
meus Ilustres collega?, eleito do 5 districto, s as-
semblsas provinciaes nao cabe a attrihuicao de le-
gislar sobre a materia do projecto. Pens dille-
rentemante, e pero cenca ao meu muito Ilustra-
do collega para nao concordar com a sua opoo
que, entretanto, poder ser a mais acertada.
Fraco argumentador, (nao apoadjs) nao tenho,
nao posso ter a vaido-a pretencaj de dissipar duvi-
)as e abalar convegoes geradas e espiritos de or-
dem to superior, como o desse meu Ilustre
collega quem me retiro. Srvara me estas pala-
vras de passaporte a sua benevolencia.
Sr. presidente, m sina a minha, qne hei de
sempre encontrar em caminho a objeccao de in-
constitucionalidade. (Risadas).
Quando tive a honra de discutir nesta casa o
projecto de vitaliciedade dos empregos pblicos
provinciaes, nao fui ma< feliz do que boje, encoo-
trei a impertinente objeccao, suspeila de inconsti-
tucionalidade. E fui tio acossadado, que vi-me
obrigado a pedir auxilio s commissoes reunidas
de constituiro c podere e legislar, para emit-
lirem parecer sobre a inconstitucioralidade ar-
gida. Usse project) anda dorme trani|uillo na
pasta das commissSes, e voltar a luz ? Quem
sabe ? O qHe se que (iz o meu dever, procu-
rei remover o obstculo que embargava-lhe a pas-
sagem, refutei a objeccao, a proverbial objeccao I
se nao o fiz vantajosamenle, fi-lo como poda ;
nao reccorrl ao sophisma, como nao reccorrerei
hoje, que tenho de meu lado a razo, e o sophis-
ma o recurso dos que nao tm nenhuma. (Apuia-
dos).
Diz o projecto : (l)
Sr. presidente, nao conhero nenhuma dispo-ico
de lei em vigor, que tire s asseinblas provin-
ciaes o direito de declararen! o juiz que de va to-
mar conhecimento dos feitos da fazenda provin-
cial.
Intilmente se me approva a lei n. 230 de 9Jde
nobembro de 1841, e a de o. 316 de 21 de ouiu-
bro de 18i3, revogando por inconstitncionaes ac-
tos legislativos das assemblas de Sergipe e Para-
hyba, que creavam juizos privativos dos feitos da
fazenda provincial, o que e exhorbitante da attri-
buico das assemblas provinciaes.
A assembla geral tem revogado leis provinciaes
que cram juizos privativos para a arrecadagao de
impostos provinciaes, e isto porque lessas crea-
coes exhorbitavam, sem duvida, das attribuiroes
ques Ihes assigna o acto addicional.
Mas, nao se trata aqu de criar juizo privativo
da fazenda provincial, nao se crea urna noa ju-
risdicrio; applica-se a que era geral, ao provin-
cial, conforme o decreto de li de julho de 18i6.
(Apoiados). As leis citadas nao prejudicam de
modo nenhum o projecio, ao contrario, firmam a
attribuico desta assembla para decretar o que
est no mesmo projecto.
O decreto de li de julho de 1846, ouvidas as
seccSes de fazenda e justca do conselho de estado,
declar ju : t Que as assemblas provinciaes tem o
direito de decretar que as causas da fazenda pro-
vincial se procesaem e corram no foro commum,
ou perante os juizes privativos creados por leis
geraes para as causas da fazenda publica nacional,
e de estabelecer as regras que mais Ihe parecem
conducentes para a boa arrecadacao e licali?aco
das rendas provinciaes, pois que sem essa facul-
dade seria Ilusoria a que ellas tem de crear as
mesmas rendas.
E o qne faz o projecto t
Nao crea juizo privativo, nao crea jurisdiego
nova ; attribue apenas aos juizes de direito o co-
nhecimento das causas da fazenda provincial, que
ora correm pelo juizo privativo dos feitos da fazen-
da geral. (Muito bein). A assembla est em seu
direito adoptando a medida, exerce attrbuirao
sua. (Apoiados).
Nenhuma disposicio de le constitucional tira
s assemblas provinciaes o direito de decretar
em suas leisque os tribunaes e juizes creados
por leis geraes se encarreguem da arrecadacao ju-
dicial de suas rendas, e.das quesloes judctaes, que
sao relativas sua fazenda.
Mas pde-se-nn objectarse nao ha lei constitu-
cional que prohiba, tambem nenhuma ba que an-
tori>e. Repito, una objeccao que j se me fez.
Respondo com a autoridade do venerando vis-
conde d'Uruguay : Compele inquestionavelmeo-
te (est esenpto en toutes Mires no acto addicio-
nal) s asseinolas provinciaes, legislar sobre os
impostos necessarios para as despezas provinciaes
e manicpaes. Compete Ihes legislar sobre a lis-
calacao doemprego das rendas publicas provn
ciaes e municipaes, e sobre as contas de sua re-
ceila e despeza (acto addicional art. 10 5o e 6").
Compete-lhes exclusivamente, porque essas attri-
buiroes uo sao das cumuUtivas, marcadas taxati-
vamente no 3 do rl. 11.
t A consiiiuiglo, dizia o senador Vrgueiro,
concede s assemblas provinciaes a faculdade de
legislar sobre impostos e sobre a applicaclo das
rendas. Cora p:>is, se pode conceber que ellas
tenbam o direito de legislar sobre impo-tos. e nao
sobre a arrecadacao dos mesmos impostos ? Urna
cousa est incluida na outra.
Pelas nossas feis provinciaes ns. 116 de 17 de
novembro de 1846, e 208 oe 27 de julho de 1848,
determinou-se que as causas da fazenda provin-,
cial cjrressem pelo foro commum. Estas leis fo-
ram sanecionadas, tendo sido posteriormente alte-
radas pela lei n. 237, passando-se de novo o co-
nhecimento dessas causas ao-juizo dos feitos da
fazenda geral.
Mas, diz-se-me-ba, o foro commum de quo falla
o decreto de 14 de julho de t46 o foro civil, e
nao o foro criminal; o foro dos juize3 munici-
paes, nao o foro dos juizes de direito. E' real-
mente urna objeegao especiosa, e cujo alcance
nao compreheudo.
A lei nao eslabelece destinecao entre toro com-
mum civil e foro commum criminal, e onde a lei
nao distingue temeridade pretmder criar des-
tineces. Ha nisso gravissiraos inconvenientes.
Foro, segunMo ensinam os praxistas, o lugar
onde se debalem as causas e se exerce juridicrao,
Dz-se foro comraom o que nao previlegiado.
nem privativo nem especial.
Das disposicSes citadas v -se claramente que as
assemblas provinciaes tem a competencia, tem a
faculdade de determinar que as causas da fazenda
provincial corram peranto os juizes do foro com-
mum.
Se se attender ao espirito desjas mesmas dispo-
sicoes, comprehende-se qie esses juizes pdem ser
os do crime, nao so porque onde ne ha juizes
privativos dos feitos sao elles que exercem as res-
pectivas attribnicSes, como porque sao o< sena
substitutos legtimos. Finalmente perqu 03 juizes
de direito sao juizes do foro commnm, e este se
diz: o que nlo privilegiado ou privativo.
Nao quero roubar casa mais tempo; o orca-
menio reclama os seus direitos de preferencia, e
esta discusso j se tem prolongado por mais tem-
po do que pretenda. Sento-me com a conscenria
de tr justificado o projecto e justamonte o meu
voto.
Vai mesa e apoia-se o segninte addilivo :
< O presidente da provincia fica antorisado a
confeccionar um regulamento especial depois da
approva cao definitiva desta assembla para destri-
buiro das cansas entre o juizes designados por
esta iei.Vieira de Araujo.
OSR. RUFINO DE ALME1DA :-Nao prestar o
meu voto ao projecto em discusso----
O Sr. A. Paulino :Por inconstitucional ?
O Sr. Rufino de Almeida : Sim, porque o jul-
go inconstitucional.
O Sr. A. Paulino :Vejamos.
O Sr. Rufino de Almeida : Que as assemblas
provinciaes nao tem direito de crear foro privile-
giado para as cansas da fazenda nao me contes-
tar. v
O Sr. A. Paulino :Isso j est dito.
O Sr. Rufino de Almeida : Quem j o disse
aqui tratando deste projecto ?... Que a disposi-
cio do artigo em discusso estabetoee esse foro
privilegiado.-tambem resta duvida.
O projecto que se discute est as mesmas con-
dicoes dai leis provinciaes de Sergipe e Parahyba
declaradas incostituconaes pela assembla geral.
As leis provinciaes, que me redro, sao; a pn-
meira, do mez de marco de 1839 e a segunda do
anno de 1840.
Si no projecto em diseusso se tratasse de man-
dar julgar os feitos da fazenda provincial no foro
commum,nao o atacara por inconstitucional ; mas
como dspde o projecto, nao; porque entendo que
a designafo dos dous juizes de direitos da capi-
tal para julgarem os feitos da fazenda provincial,
importa o mesmo, que a creacao de juizes priva-
tivos.
Nao considero geralmente fallando o foro com-
mum de que trata o decreto de 14 de julho de
1846. so nao o da jurisdicclo civil ordinaria, que
aquello em que funecionam os juies munici-
paes : e assim me parece, enteideu tambem a as-
sembla provincial desta provincia, quando era
novembro de 1846 determinou que as causas da
fazenda provincial corressem pelos juizos mnnici-
paes, o que se fez at julho di 1848 em que volta-
ram ellas ao juiz privativo dos feitos nacionaes.
Me parece que os juizes de direito das varas cri-
mes desta capital nao tem jurisdicclo plena ordi-
naria no civel, 9endo as suas fuucrSes ppramente
criralnaes, ampliadas alguns casos civeis por
disposico;s de leis geraes. Eesta assembla am-
pliando Ihes as atiribuicoss, para que possam jul-
gar os feitcs provinciaes, nao s os constitae ver-
dadeiros juizes especiaos, como Ihes confere attri-
buires, que Ihes nlo pode conferir. Commette
um acto duas vezes inconstitucional.
Um Sr. Deputado d um aparte.
O Sr. Rufino de Almeida :Sim, inconstitucio-
nal, quanto a designaco de juizes privativos e in-
constitucional quanto a ampliarlo dis attribui-
roes dos juizes de direito, que smenle podem ser
ampliadas por lei geral.
Um Sr Deputado :Nao ha ampliarlo de at-
tribuiroes porque os juizes de diret) sao substi-
tutos do juizo de feitos.
OSn. Rufino de Almeida :Quid inde f Sao
substitutos do juizo dos feitos e do commercio em
vrtude de disposicio de lei geral, que Ihes m-
pliou as attribuiroes. Nos, porm, podemos am-
pliar-Ibes as attribuicoes ? Nao.
Si temos o direito de crear e supprimir empre-
gos, este direito se deve entender somente no que
diz re*peilo ao numero dos empregos, sera, alte-
rarlo da sua naturer.a ; e attribuicoes, quanto es-
tes empregos forem estabelecidos por leis geraes.
No caso, de que nos ocenpmos ha invaso das
attribuiroes do poder geral, nico que pode am-
pliar a jurisdicclo dos juizes de direito das varas
crimes desta capital
O Sr. a. Paulino :Nao ha tal invasao.
O Sn. RiFiNo de Almeida : Ha, desde que esta
assembia deurmina que,a jurisdicclo daquelles
juijes se estenda ao jnlgamento especial dos leitos
provinciaes.
(Trocam-se varios apartes.)
O Sr. Presidente :Attenclo.
O Sr. Rufino de Almeida :Isto succede em vr-
tude de disposirlo de lei geral, mas nos, na quali-
dadede deputados provinciaes podemos ampliaras
attribuiroes dos juizes de direito 1
Um Sr. Deputado : Diga-rae, qual o espirito
da lei, que manda que as causas da fazenda, nos-
impedimentos dos juizes respectivos, sejam Julga
das pelos juizes de direito ?
O So. Rufino de Almeida : Nao posso der-
I he de momento qual o espirito do legislador, mas
pareee-me natural que nao fosse senlo o de dar
para substituto de um juiz de direito, outrojuiz de
direito. Seja, porm, qual fosse a razo, nao nos
dar ella direito para ampliarmos as attnbuieOes
dos juizes de direito, nem mesmo de qualquer ou-
tro juiz, creado por lei geral.
que se acaba do expender, que-levou a assembla
a ordiar o julgamento dos feitos provinciaes pe
los juizes municipaes ; mas a experiencia, parece
que tambem fot quem aconselhon em 1849 avolta
deste* Julgamentos ao juizo especia!, creado pela
lei geral.
(Trocara se alguns apartes.)
O S. Rufino d'Aloieida : Como magistrado
me parece que u actual juiz dos feitos nao tem
nota. ,
Um Sb. Depctado ;Nao se trata disso.
Trocsjn-se apones.
O Sr.'Rufino d'Almeida :Nem eu preciso fa-
zer elogios ao juiz dos feitos. Apenas me oceu-
pei dee como magistrado, e nao como homem :
pergunlei apenas quaes as razdes de conveniencia
publica' que no3 levava a decretar essa alterago
nos julgamentos dos feitos provinciaes.
Um Sr. Deputado : A conveniencia do servi-
o publico.
O Su. Rufino d'Almeida : Que s foi conheci-
da agora ?
Trocsm-se apartes.
O Sa. Rufino d'Almeida : Tal vez qne as ra-
zdes especiaes que em 1846 aeonselharam medida
semeUnnte, sejam as mesmas que esto autoando
no anio dos nobres deputados
Alm desta o vejo razio de conveniencia pu-
blica lio urgente para se interromper a discusso
do orranienio provincial para, de preferencia, vo-
tar-se ste projecto.
Um Sb. Deputado d nm aparte.
O Sr. Rufino d'Almeida : Se a materia to
importaste, bom sera tambem qne se saiba qoaes
os motivos que determinaran! a mgencia pedida.
Venha o nobre deputado tribuna trazer-nos a
Inz.
Voto, Sr. presidente, contra o projecto por eon-
sidera-lo inconstitucional, pelas razoes que acabei
do expor. Nem podemos crear foro especial para
os feitos provinciaes, e nem ampliar as attribui-
coes dos juizes de direito das varas ermes desta
capital ; porque para tanto nao r.hegam as nossas
aWribakdes.
O SR. VIEIRA DE ARAUJO :Sr. presidente,
entro nuito acanhado neste debate, depois que
assigna* o prjecto. tive occasiao de ouvir dizer
que elle era inconstitucional.
Ou grande defeto do meu espirito suppr que
nlo poderla ha ver duvida sobre a constitacioiili-
dade do projecto, ou eu nlo sei como se explique
a sua inconsttucionalidai-1.
Diz-se que o projecto ineoostitacioDal pelo
facto de haverem sido revogadas pela assembla
geral algumas leis das provincias da Parahyba e
Sergipe riladas era nma consulta, que alludio o-
nobre deputado pelo 5" districto, leis que haviaro
estabelecido que as causas da fazenda previncial
corressem por joizes que determinara.
Era primairo lugar nlo tem a miniraa_ aporca-
rlo o argumento que se tira da revogarle- dessas
leis que altriboiam o julgamento das caneas da
fazenda aos juizes municipaes, se me nao engao,
ou mesfto juizes que cre.ou ; quando as-leis ge-
raes que tm designado juizes para julgamento
de tan* causas, as tm attribudo ou aos juizo-
privativos ou aos juizes de direito En> segundo
lugar, quando se diz juizo privativo exclue se ou-
tro qualquer, verdade, mas quando diversas
disposico>s de lei, como a do decreto de tA de ju-
lho de 1846, estabelecera que podem as causas da
fazenda provineial ser julgadae no foro commum,
parece smente referirse aos juizes de direito.
Digo qne parece referir-se aos juizes d direito,
por um argumento de paridade ; porque onde nao
ha juizes privativos a lei tem disposto que taes
causas sejam julgadas pelos^ juizes de direito ta
capital.
O projecio empregando a? expressoespelos
juizes de direito da 1" e 2' vras desta capital,
teve por fim evitar duvidas, que nao se referindo
ao juizo privativo, a expressao foro conunnr* na
hypoihese poderia ser tomada em sentido diverso,
parecondo comprehender oa referir-se i jurisdic-
clo dus juizes municipaes-
A inconstHucionaldade funda-se ainda em que
nao tendo os juizes de direito das capilaes attri
buicoes civeis, salvo as correeros* e emoutns
casos espeeiaes, nao se Ibes pode dar es^a attri-
buirio de julgar causas da fazenda provincial,
Mas, convm notar qne tambem a lei geral de-
termina que as cansas da fazenda geral sejam jul-
gados pelos juizes do direito do crime das capilaes
onde nao huuver juiz privativo, sendo elles os
substitutos dos juizes privativos onde os ha.
Ha um aparte).
(Ha nm aparte que nao ouviraos.).
de
A lei n. 242 de 29 de novembro de 1841, resta-
belecendo o foro para as causas da fazenda nacio-
nal creou juizes privativos dos feitos da fazenda na
corte e provincias da Bahia e Pernambuco, deter-
minando qne, as demais provincias, servissetn
cerno taes os juizes de direito do erime, e onde
houvesse mais d> um juiz de direito, o presdeme
da provincia designara o qnal delles nc-".ra oom-
petindo o julgamento das causas da fazenda na-
cional.
Finalmente determinou que os juizes de direito
sejam nos impedimentos dos juizes privativos dos
feitos da fazenda, os seas substitutos.
Esta lei nao comprehende a fazenda provincial,
e seria para estranhar semeluame omisso, se as.
sembla geral nao tivesse entendido quo era da
competencia das assemblas de provincia resolver
sobre sua fazenda.
O decreto de 14 da julho de 1846 declarou que
as cansas da fazenda provincial podiam correr pe-
rante os juizes privativos, creados por leis geraes,
guando enteiykisein conveniente, as assemblas pro-
vinciaes e o decreto n. 2039 de 31 de ontabro de
1861 estabelecer a ordem qufl ^ deve guardar as
substilBicSes dos jaizes do;' Teitos pelo? jntzes de
direito do crime *
Sb. Rufino de Almeida :Dsseem principio
que os juizes de direito das varas crimes desta
capital nlo tem attribuic5es plenas no nosso foro
civil, e apenas as exercem em certos e determina-
dos casos, marcados por leis geraes, e sem que
urna lei geral o determine nao podem elles julgar
os feitos provinciaes, senlo quando substituirem
os juizes espeeiaes dos feitos em seus impedi-
mentos. ,
Sr. presidente, o projecto, como esta redigido,
nlo pode ser approvado, por ser exorbitante
nossas attribnitoes, e por isso voto contra elle.
, Um Sr. Deputado :E se fr emendado?
O Sr. Rufino de Almeida -.Ainda mesmo que
se determine que, nos lennos da lei de^ 1846, se-
jam 03 feitos provinciaes julgados pelos juizes mu-
nicipaes, en continuara a votar contra, porque
nao vejo grande utildade nessa medida.
(Trocam-se apartes).
O Sr. Rufino de Almeida : Dasejava qne o
nobre autor do projecto me demonstrasse quaes
as conveniencias de ordem publica que urgera
para qne se mande passar o jnlgament.0 dos fei-
tos provinciaes dojuizo especial para as. vara cri-
mes desta capital. .
' O Sr, A. Paulino : Isso ja materia vencida.
O Sr. Mello Rkoo -.Dividir o trabalho.
OSr. Rufino dk Almeida -.-Esse maito traba-
lho que, se diz, tem o juiz especial, j troaxe pre-
jnlzo a fazenda provincial T
Um Sb, Deputado :Pois nao I
O Sr. Rufino de Almeiba : Ainda nao ouyi
articular queixas contra o procedimento do juiz
dos feitos da fajeada. .......
O Sn, Mello Reg : Quando ojuiz dos feitos
anda por tora da capital em servico do governo
Sr. Vieira de Araujo:Isto serve para mos-
trar que os juizes de direito devem ser os nicos
que devem julgar as causas da fazeoda provin-
cial.
Eu fei peritamente que compete ao poder pe-
ral estabelecer a norma do processo e outros actos-
relativos a 3 julgamento das causas, a organisarlo
judciaria emlim ; mas se o governo geral tem re-
conhecido s assemblas provinciaes o direito de
poderem attribulr o mlgameuto das cansas da fa-
zenda provincial dos jaizes do foro eemmam, pa-
rece claro que s mesmas assemblas compete o
direito de designar os jaizes criminaes on qaaes-
quer outros.
(Ha um aparte).
O Sr. Vieira db.Arauio :-Ahi est o dacreto
de 1846 facultando que as causas da fazenda. pro-
vincial possam ser julgadas ou pelos jaizes priva-
tivos ou no furo commum ; qaando baixon este
decreto j nao exi3tiam os juizes di civel, e con-
seguntemeate nlo podia o decreto se raerir i
elles.
O nobre deputado quo impugnoa o projacto al-
ludo s lais desta provincia que atinbuiram o
julgamento das causas dos juizes municipaes ;
mas parece que isso a favor do projeoto.
O Sr. Rcflno de Almeida : Nao conlesle
tslo.
O Sb. Vieira de Araujo .E depois, a assem-
hla revoga essas leis nao por que ellas fossem.
inconstitucionaes.
O Sr. Rufino de Almeida :V. Exc. tem as
raiSes da revogacao T
O Sr'Vieira de Araujo : NSo sei, mas de
presumir que fossem revogadas. por estes oolros
motivos allegados.
(Ha ara_aparte).
gerr.l, as pausas provincias fleam paradas.
Q Su Rufino de Almeida : -Pois desde 1849 so-
roente hoje foi que se seutio este inconveniente 7
parece-Oiequeem 1846 foi tambem o motivo,
Sr. Vieira de Araujo :Sr. presidente,, nao
ha inconveniencia publica nenhuma qu^e se possa
oppor ao projpcto em discusso.
Um Sr. Deputado : Mas quaes foranv os mo-
tivos da revogacao dessas leis 1
O Sr. Vieira de Araujo : Ea ignoro, mas
acho qae nao ha inconveniencia nenhuffa de ser
approvado o projecto, acho mesmo inconveniente
que sejam as causas da fazenda provincial julga-
das no foro coramum. O juizo dos feitos da fa-
zenda tem muito trabalho, trabalho que pode
muito bem ser deserapenhado por outros juizes.
Lembro-rae de haver lido no reatorio do ministro
da justica do anno passado algumas consideracoes,
acerca do grande numero de causas qae correm
pelos jaizes dos feitos e privativos do imperio, que
contribuem para dar-lhes pingues rendimentos,
ao passo que os jultei de direito tem exiguos ven-
cimento3.
O Sr. Rufino dk Almeida : An 1 enlo a
questio easa I
OSr. VreiBADK Araujo-. Entendo qae tam-
bem se deve attender a isso; alem de qae.. qaando
me retiro aos juizes de 1* e 2" vara, considero o
lugar e nao a pessoa que o ocenp^ ge boje isso
aproveitar um, amanha api-jetar outros :
nao ha modo de pessoal. Po'4-taojQ Ijrojto-m* par
ora a estas consideracoes.
A discusso fica adiada pela hora.
Cuntinna a 2* discusso do art. 16 do orca-
mento provincial e emendas que Ihe foram ofle-
recidas.
O SR. G. DE DRUMMOND justifica e manda
mesa segninte requarimento.
< Requeiro o adiamento da discusso do art. 16
e seus f at que sejam impressas as emendas no
jornal da casa.
Pote a votos o requerimento. approvado.
Slo em seguida approvados, sem debate, os
art* 17,18, 19e2l,sendo regeitado o 20.
Art. 22. Nao se despender no anno d'esU lei
com o calcamento da cidade do Recife maior som-
ma que a votada no art. 6* 3*.
O SR. G. DE DRUMMOND explica as razoes
porque coneordou no artigo qae sa discute, eaten-
dendo presentemente que elle nao pode ser appro-
vado tal qual se acha, convindo que a verba seja
elevada.
Vai mesa e approva-se a segninte emenda :
t Supprma-se o art; 22. G. de Drummond'
O SR. ANTONIO PAULINO .Nao sei se op
portuoo tratar-se nesta occasiao do quanto se deve
votar para o calcamento-da cidade. Como quer
que seja, entendo dever fazer algumas considera-
raedes sobre a consignaclo dessa quota. Quando
se tratou da subvenclo 1 companhia Pernarabo-
cana, que alias garantida por um contrato, foi,
nao obstante, atacada essa subvenco, e creio qne
at se resolveu auiorisa-la, supprimidas algumas
va gen*.
Um Sr. Deputado : Nlo se reduzo.
O Sr. A. Paullno :Nao disse que se redimo ;
I asseverei que autorisou>so redcelo di subvengo.
.Nao quero crear prevencSes contra o calamento
da cidade, quero apenas lembrar que se o traba
Iho da companhia Peraambneana mu, e irregu-
lar o do calcamento da cidade muito peior,
(Apoiados). Eu tenho em vista a le n. 501 de
1863, que urna modificarlo do contrato do eal-
camenio da cidade, e- era sua condiccio 2', se
determina.qne as ras de maior trasnito s serlo
empregadas no calcamento pedras faceadas, de-
vendo ser empregadas pedras irregulares no car-
gamento das travessas e ra: de poaco transito
Entretanto, en vejo qne esta condiegao nlo tem
sido observada ; calca-se cora pedras irregula-
res indist'mctamente toda* as roas, sendo consi-
derada regulares pedras irregulares, para ter o
contratante o debito de receber, em vez d
128O0, eusto de cada braca de calgamento, feito
rom pedras irregulares, trinta e tantos mil ris.
Isto urna immoralidade. urna verdadera ex-
torsao dos dinheiros da- provincia, que convenu
impedir. Sinto nao ter aqai a mao ama informa-
co qae ped a reparlicao das obras publicas se-
gundo essa informaco o contrato do calcamento
da cidade nao na sido observado, resultando desta
arte que o calcamento da cidade, qae poda ser
menos enorme para os cofres, un fonle de des-
pezas enormes. Ora so a companhia Pernantbu
cano, que tem urna sobvenelo garantida por
um contrato, pode te-!a rednsida, entendo que
igualmen'e redusida, e com roaioria de razio,.
deve ser a quanlia votada para o calcamento da
cidad*. E' tempo de por termo ao malbarato dos
dinheiros pblicos; esiou sposto a concorrer
com o roen voto para croar estorvos aos dinheiros
do thesouroda provincia.
Faro estas lgeiras observaos, para nao dei-
xar passar era silencio ara objeeto de alguma
gravidade e interesse. Entretanto voto contra a-
suppresso do artigo.
O Sft. PEDRO AFFONSO combate a emenda
suppressiva.
OSH. G. DRUMMOND faz- consideracues em
resposta ao precedente orador.
OSR. MELLO REG' d as expcacoes que fo-
ram pedidas pelo Sr. Pedro Affonso, deputado pe
3a districto; e por mais algumas consideracoes no-
sentido de mostrar as razies que teve para con-
signar no projecto de-orcamento a disposicio sobre
que versa a diseussaot conoluiBdo por_ declarar
que nlo fez qiiesto da idea de restricelo da quo-
ta, ao contrario emende que-nao deve ser alterada
a Abrigarlo do contrato, desde qae o arrematante
do calramento nao convm nessa alterado.
Encerrada a discusso, -o rtico posto a vote
e approvado; bem como os arts. 23 e 24.
Art. 23. Contina em vigor o art. 53 da lei n.
981 da 23 de filaba do 1860.
O SR. OLIVEIRA FONCECA :Mande buscar
da secretaria umprojecto de 1866 sobre arrecada-
gao de impostos, cujas dt-sposigoe; julgo excelten-
tes, e podem ser api oveitadas na lei do orgamento.
Todos reconhecem o modo vexatorio, pelo qual
feita geraliaene a cabranca dos impostos; os.
abusos que se do; as quesloes pequeninas, e
prejudiciaes aos inleresses pblicos e particulares,
que se suscitara. Pjrtanlo, se no orgamento po-
derem ser adoptadas algumas das disposgoes. desse
projectos, ser convenients nao ser mais demora-
da sua adopglo.
Permitta-me V. Exe., que eu lea todo o projecto,
cajo autor foi um dstincto membro desia casa, o
Sr. Dr. Ramos: (l).
Todas esta* disposigoes- devem ser acceitas;
porque todas concorrem para ojue a arrecadacao
dos impostos provinciaes sej.i feita regularmente,
sem prejuizo da fazenda, e-sem, vexame dos par-
ticulares.
Vai mesa a seguinte emenda :
t OJferego como emenda o projecto a. 43 de
1868Ofit'cira ("oncee*.. >
Eaccrrada a discusso approvado o artigo,
bem como a emenda offcrecida em todas as suas
partes.
Vo mesa e sao apoiados os segurates artigos
additivos:
Fica o nresidBlfi da provincia antonsaao a
reformar de accordo com a companhia da illumi-
naco gaz, o c intrato para a Iluminarlo desta
capital, sob as bases de ser augmentado o nuroe-
'ro de horas, em que devem estar accesos os coa-
bu-tores: diminuirlo do custo da raesraa illumi-
aacao, como se esubeleceu 00 contrato primitivo,
e prolongamento da mesraa, illurainaglo al a po-
voago de- Apipucos.Rufino de Almeida.**
t Fica o presidente da provincia autonsado a
reformar a tabella da alimentago dos presos po-
bres da casa de detenclo, de modo que tenham
elles mais abundante rofeiglo do que aetualmen-
te.ibi/iw de Almeida. > _
* Contina em vigor a disp>sigao do 5 ao an
6a da lei n. 891 de 25 de junho de 1869,. que au-
to risa o presidente da provincia a contratar a ca-
nalisago do rio CapiBaribe Rufinod Almeida.
i t Os joalheiros de que se oceupa o 43 do ari.
16 desta lei, para poderem negociar nos diversos
municipios da provnoia, devero apresentar pre-
viamente s autoridades do lugar o conhecimento,
que prove terem satisfeito a importancia do ira-
posto creado por esta lei, pagando os infractores o
dobrado imposto.Dr. ijaaof do Reg.
-O SR. G. DRUMMOND faz algamas considera-
eses contra o additivo qae aatorisa o governo a
reformar o contrato da illumiotteao a gaz por en-
tender que nao pode ser de novo restabelecda
jecto n. 145 seja inclaido ni ordem do da da ses-
sao segainte.
E- approvado o requeruraento^^ ^ ^ ^
1
Veriflcandosenao haver numero
SlO a PRESIDENTE designa a ordem do dia e
levanta a, sesso.
EEVI3TA DIARIA.
ENVENENAMENTO.CoBiouarara hoatera a
reparlicao da polica as pesquisas sobre o eriai*
saspeitado de nvenenamento as pessoas do Sr.
teaente-coronel Jeo de S- e Albaquerque e Dr
Victoriano de S e Albuqaerqoe.
PTocedia-se ao interrogatorio e depoimento do
Sr, Dr. Estevo Cavalcanti d'lboqnerqne. medir.
que assistio e examinou a marcha da doenca i
ambos, aquelles finados qnendo as 2 e 1/2 hora
da tarde ehegou aquella repartirn o indigitado
intermediario, que se rhamma Jos Carnario, e
nao Mtinoel Camaro como disse oprelo Eduar-
do.
Jos Camaro foi preso no engenbo do sen se-
nhor na Escada, para onde f'i ama l*va de poli-
ca ao maado do alienes Marcelino, segunda feir*
prxima passsada, e de onde-, s hoBfero as ii e
1/2 parti para esta ridade em tren especial.
Chegado que foi a poncia Jos Canwro, intor
rompeu-so depoimento do Dr: Estevao Caval-
canti para ser elle interrogado e depois acabando
com os pretos Eduardo, Amonio e Eva,
O resaltado d'esse ntsrrogatorio-e aeareameato
ainda de dominio secreto, e no jalgaaws pru-
dente nada- dizer a ulTespeto.
Tanto Jos Camaro como os outros pretos fo-
ram remenidjs para a dMengao onde cootinuaiu
incommtmicavets.
Jos Camaro um eabra de aliara regular,
pouca barba, j pintando e representa-ter qnaren-
ta annos. Trajava com decencia, e bem fa-
lante.
ELEICO PARA SENADOR O-Bxm. Sr. Dr.
Joo Jos Ferreira de Agniar, dissin;to late de
nossa Faculdade de Direito,- apreseotou-'se candi-
dato a senador na prxima eteiglo, dirigi a cir-
cular, que abaixo Iranscrewoios, a oorpo eieito-
ral de Pernambuco, sollicitaodo seus votos. O
Exm. Sr. Dr. Agotar conta mtos e tongos anno-;
de respeitaveis e notorios servicos ao paix, e espe-
cialmente a esta provincia de quen 6- IMho, e
por cujos intoresses sempre propugno na cana
ra dos Srs. depolados, onde a represento aaais ,
de urna vez.
Transcrevendo aqni sua circular, desejaaios
testemunhar-lhe o aprego que- ligaraos a -candida-
tura de S. Exc- que alias perjeawos ser bem ac>-
Ihida pelo eoiyo eltoral de Prnambooo, e ma-
nfestar-lbe qo grato ser-nos-ha ver o noraede
S. Exc. figurado Ba lista tripee que ten de ser
submettida apreciacao e shbMM da coi.
Todas as coadicoes, que a sabia coJ#titnie*'
por que nos regemos exige para que o cidadi-
possa desempenaer o mandato de senador do Im-
perio, se aebam reunidas aa pessoa do Bm. St
Dr. Agaiar : e,pois, pensamos qae, com taes pre-
dicados e ce seas servicos, a arefa eleitorat ihf
deve ser fcil; mxime com o actual corpo dei-
toral.
Eis a ciroular, aureolada corno se acho por
ama modestia que honra o candidato ;
t Illra. S.v-Devendo brevemente prooeder-se
eleiglo dos cldados que ho de compor a Iwt.i
trplice, da qual tem de ser e3eolhido o qae aw
preencher a vaga deixada pelo flaado Mrquez d.-
Olinda, e aspirando eu a hoara de fawr parte
dessa lista, venho rogar a V. S. o apoio o-seu vo-
to se rae julgar disso merecedor.
Sou o primeiro a reconhecer,. e felgo confessa-
lo, que a nossa provincia ofterece escolba di
eleitor um crescido numero de cdados-, cojos
noraes podem Ilustrar mais de urna lista e, <-
mo. impor silencio as minhas aapiragoes; porm,
confiado era mais de 30 annos de servicos-presta-
dos s ideias d'ordem, sem que em todo essejon-
go lempo se haja entibiado a minha dedicar. e,
menos, estremecido a minha f-politiea, e anima-
do pelas provas de aprego qae j por militas ve-
zes, tenho recebido e, anda bem pouco receb, rti
corpo eleitoral, fazendo figurar meu obscuro n->
me ntreos que, na ultima lisia, foram offr-ei-
dos escolba do poder moderador, pens ser-nw
licito poder, ainda desta vez, apresento-lo cmi
sideragao dos Srs. eleitores espeeiaes e chamar
sobre elle a reconoecida benevolencia de V. S.
protestando-lhe o meu eterno reconheo'rmento.
Acceie V. S. os sentimentos de sincera estima
e de pro'ando res pe to que Ib consagra o de V.
3. amigo obligadsimo e reverente.Recife, 2 de
julho de 1870Joo Jos Ferreira de Aguiar.
INSTITUTO HISTRICO E PHILOSOPIUCO.
Reunio-se hontem esSa sociedade em sessao ordi-
naria sob a presidencia do Sr. Randeira de Mello.
Foi lida e approvada a acta da sessao anterior.
O Sr. t secretario deu conta do segura expn- .
diente : .
Um pare:er da commissao de syadicancia sobre
o proposto Mathias Joaquim da Silva, que fo ap-
provado. O parecer da eoramisso de eiamo so-
bre a eleiglo, que foi approvado.
O'Sr. Silveira Garcia fez a expp3igo de sua the-
se Se- ha vantagem na separadlo de tortrja e d-
EStado. Apos os relalorios do presidente, dos 1-
e 2 secretarias e thesoureiro, a nova directora to-
mou posse e ficou assira composta : Praneben
Manoel da Silveira Garcia, piesdente ; Jos Ran-
foita regaVarmen'te, deira de Sello, 1 vce-presidente i .Antn Ro-
drigues da Silva e Souza, f vicepresidente ; Joa-
quim de Albuquerque Darros Guiroarae-. 1* se
rretario : Luiz Demetrio Dias Simoes, 2 dito
Francisco- Anlorio de Oliveira Sobria!, oradoc ;
loo Baptista da Silva Fragoso, theroureiro.
E nada mais havendo a tratar encerrou-so-a
sessao.
COMPANHIA DO BEBERIBE. Dte ter lugar
amanhla, infallivslmente, com o numero de ac
cionistas que apparecer, a assembla gera!, da
companhia do B^beribe, afim de ouvir. a lenra
das comas do aano ultimo e a aprovagao do orga-
mento do anno vindoupo. .
FUNERAL. Realisa-se hoje1, as 9 horas da
raanba. na matriz de Santo Antonio, o tunera I
que e Rvm. Sr. conego vigario- e os sacerdotes da
fregueza celebrara pela alma do fallecido bjsp
D. Francisco Cardoso Ayres.
CCUPSE.Amanha deve" presenciar a cio-
de do Recife um ecclipse total da la, comegauo.
as 7 horas e 2i minutos, e acabando s? horas <
24 minutos da urde. ^L.
PASSAMENTO:Deu bontem alma ao Lreaiii,
aps longos padec raemos, o Sr. Franeisco Cmuu
da Roaviagem, secreurio da cmara municipal
do Recife. No lugar competente vam o coavit
da vini-a do finado, pedindo a assisteocia dos aroi;
gos s exequais que devem ter lagar hoje, as 7
iri horas da manhla, na matriz de S.Jos.
AGUIA BRANCA. Acabara de ehegur a este,
arraazem da ra Duque de Cujas algumas pera*
de fitas proprias para os irmaos e conrrades aa
ordem carmelitana, as quaes foram mandadas w
de encommenda. As pessoas une as tem proca>
rado, devem ir logo em busca della.
EXPOSICAO UNIVERSAL.-Foi celebrada cwr.
grande apparato em S. Petersburgo a aberturajU
fxposirlo universal. Na vespera fot vis.uda peU
imperatris, acompaahada da V-*^*****
Alexandrowna e dos gran-duqaes Serg o t^ Paulo.
O mioistro da fazenda lez as bonras do ocaA.a so-
berana, que exarainou minuciosamente todos o-
objectos exposh, dirigindo a palavraa^d v,m
expositores qae alli se achavam casualmente.
CENSO EM HESPANHA.-A direcglo de esta-
tsca est, preparando os traba boa necea
ara verificar um censo da populacao de talDB>-
oqfVaborado, que se possa.enegai> conh^-
mento o mais exacto nlo s dk popalaeao dejfes-
panha c litas adjacentes, mas linda *
-
.
I

t
j^^^J^



Diario de Pernambuco, i Sexta feira 8 dv JulVio de 1870.
<
eoniees w habitante*, unto relativa* i sua po-
mc) social como outras circumstanclas part-
calaras.
SOBRE A CONSPIRACAO.O supremo tribu-
nal "de juslioa do Fra$ j assignod a lista dos
individuos que hao do sor julgados por causa da
ultima conspirado c.mtra a vida de Napolcao III.
S -hre este objecio principalmente sobre os
nomes do culpados, guarda-se no tribunal urna
erando reserva, que se attribue cirenmstancia
dtsso esto era iiberdade.
MEDIDA REI'RESSIVA.A comrafesio encar-
regada de deliberar sobre se sim ou uo se devia
permiltir a eut'rada em Franca do joroaes es-
trangeiros, pronaaciou-W pe entrada pora e
simples dos joroaes escriptos em ngua estrangei-
ra. querendo excluir asftni <>s j-tfnac francezes
publicados em qual raer oulra ni;o.
LOTERAA qu se ada 4 venda a 153',
beneficio da Santa Casa da Mlzericordia, a qual
corre no dia 16. _____

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PBLICACOES
Resposta
Meu bom irmao Slvate, ou alguem por elle,
pretendendo sustentar urna d'e*sas cou*as, cuja
jiratica.ou realidade absolutamente impossivel,
4a que a destroca do engeabo Cassu pelo Mus-
s.ivba nao est feiu, detroca que teve effeito ple-
no* e real pela novacao que fiz com Manoel Ignacio
awr nossa mnito livre e expontanea vontade cuja
4-'libera?o oi lao applandida por meu irmao Sal-
v.iic que assignou como principal pagador as le-
iras provenientes dessa novacao, pela qual me
:. sando-me as novas letras que se acham todas
ouiprehtndidas no recibo de quitncao qne por
iiim oi-lhe entregue, o qual por m f e velha-
medio senao appresenta-lo...
Esquece-se mea irmao Slvate, pelo que de-
mocstra sua grande m fe em todo esse negocio,
que elle mesmo j me considerou eomo dono de
Mussayba, e isto se v de seus proprios annuncios,
que, pirecendo querer nega-los na sua enre-
dada de 30 do passado ( que veio somente para
azer effeito nesle dia) desafia-me para que apr-
sente a integra de ditos annuncios que abaixo se-
saem, os quaes vio transcriptos como se acham
os Diarios em que meu irmao Slvate os mandou
publicar, sendo que em nenhum delles se depre-
bende que eu nao poda vender o engenho Mus-
sayba por estar trocado.
Siria melhor que meu irmo Slvate, que lao
naci e ameno se monra na apparencia, abrisse
ino desses enredos, que sem duvida o nao podem
acreditar. ,
E" preteneap bem triste, sena ridicula, esta de
quererse cora tao mjseravel chicana e por outros
meios ruins embarse a verdade para tirar-se o
direito de quem quer que o tenba ; e o que ainda
mais ridiculo que isto se faga querendo-se
passar por nam plus Wra.ftliimente essas fanfar-
rona* nj sao levadas em conta por ninguem.
.Nao tem mais qne saber, no dia ou na vepera
que se suppoe haver de ser descedida alguma
qoestao de meu irmao Slvate, ahi vem olle com
um chorriJho de aleivosiae, e no flm destas diz o
seu alguem muito anxo, que sou en quem quer
iscutir pelo Diario o que est affecto aos tribu
naes!
Recommenda-me esse tal meu irmao das almas
que rae nao d cuidado, que a mentira e enredo
nao ha de confundir o direito, respondo-ibe qne
ten lio f nisto muito viva, pois alera de ser esta a
minha esperanza, abi esli os tribunaes para ful-
minar a chicana e por termo a lana velhacaria.
Em conclusio respondo ainda a esse meu bota
infrio, que lodos seremos muito content no dia
m que nosso irmao Manoel Ignacio, la do Ma-
nhoso do Porto Calvo, vier ou mandar remir a hy-
pioiheca do engenho Cassu no valor boje de mais
de 40:000* ; aposto que o Sr. coronel Barros nao
se dara por offendido se tal succedesse, e s assira
lalvez deixasse de querer ser dono do Cassu,
ujo valor pouco mais do que sempre teve, lem
agora augmentado em consequencia das posses
quo dito coronel tem comprado aos indios. Ma-
njtl do Porto e Mara Barbosapara annexa-ios
ao mesmo engenho.
Ora, se como diz o Sr. coronel Barros, o que
exeacto, se aeha elle na posse do engenho Casso
por ter comprado as letras ds Manoel Ignacio com
hvpotheca neste eogenho. hoje no valor de mais
ser remida este divida, se lera comprado, como .
publico, Tarias posses dos indios ja dilos para au
nexar, ae tem tratado do demarcarse cem Tres-
liiaco e Caplndao, oingenhos limitrophes do .Cas-
so, para faae-los liares de qaesldes, qorao que
tal eogenho Ibe nVpertence, como e que so tetn
animo para dor aiad que dito engeabo esta
trocado pelo Massayba I? Ora bollas Sr. meu ir-
mi... cuide deoutra vida, pois emquanto Dio
>;<> dr o phenomeno impossivel de vir nosso irmao
Manoel Ignacio remir tal ypotheea, nao s o Sr.
voronel Barros senbor do Cassu como o Sr.
Dr Paes Brrelo o ser do Mussayba igaalmente
como provaa arta 4o .mesmo douter, pelo que
irella se refere ao tal meu irmao Slvate, e os dilos
ansuncios de suas condicctes.
Trecho da carta do Sr. Pa Brrelo:
E' exacta qoe visitanure raen padrinho o Sr.
coramendador Antonio do Siqneira, eneoMitii ao
sahir o Sr. Salvador de Siqueira irmio de V. 3- a
quem perguutei se eu j podi comprar o engonho
Mussayba, e pnsso affiancar que tive em resoosia
que si'm, porque o negocio com o Sr. Manoel Ignar
cu> irmao e Y, S. eitava acabado e mnkama i
cidu exista muis sobre o engenho M**syba.
Esta carta eslava reconliecicla e j foi publicada
no Otan "de 27 de junho toda raieira.
Eis aqui es annuncios:
1 Tendo-e annuuciado por este Diario a ven-
da du engenho Mussayba, silo em Jaboato, pre-
vme-^e em lempo quem se propunir a cmpra-
lo, qne quem o quer vender uo o pode fazer e
em dispor de otros befls, nao ? porque ainJa
nao sujeitou a inventario os do casal, desde que
lhe falU'ceu a primeira mulher, como porque esla
sendo judicialmente executad. Diario ae 23 de
Janeiro de 1870. _
2, em 20 de abril O i87. Alten*:*. Decla-
ra-se pelo presente que o eogenho Mussavba nao
pode ser vendido, porque o seu proprietario tem
diversas execucoes contra si. Ora como se v
destes annuncios en s pjdia vender e Mussayba
porque nao linha ainda feHo o inventario alludido
pelo meu santo irmao. ou porque existiam contra
uilm execuejoes nias usca por t-l trocado.
A vista do expnsto quem na > ver em tuJo isto
muita roulradiccio 1 Se eu uo sou dono do en-
eenli i Mussavba, como posso Tszer inventario ael-
te Seuao o sou, como as exeeocoes que penaem
contra mim, me podem impedir de vender o que
nao mea ? E se o vendi em mansa e passiuca
posse, o havendo aununciadj por Unto lempo,
qual a mao porque ao bouve quem me obstasse
semelhante venda ?
Porquo em vez dislo declarou ao Sr. Dr. 1 aes
Barreto, qup podia comprar-me dito engenho, vis-
to como o negocio tendente a esle com meu irmao
Manoel Ignacio eslava acabado ?
Ah 1... Bem desejava nao estar gasttndo meu
lempo com mou irmo Slvate, que como elle
mesmo diz, s queuiooa p;:ra aventurar, so pede
para aventurar, s agrada para aventurar, chora
para aventurar, promette e jura para aventurar ;
linalmente raen irmao Slvate u;n perfeito aven-
tureiro, elle mesmo ten gosto nisto, e so como tal
poder abalansar-se a mandar que me contesten),
e quem a isto se presta pouco se importa de ca-
lumniar e mentir, porque ludo vai por conta do
aventuroiro, que todo lhe faz conta, comtanlo que
nao pague as letras que assignou ; esta e quo a
quesiao. Protesto n5 vir mais imprensa de pa-
relba com esse tal meu irmo. cojos insultos o ca-
lumnias os tribunaes tomar-lhe-ho conta.
Racife, 6 de juiho de 1870.
Joaquim S. Petsoa S. Cavalcanti.
Mofina. <
Tendo aquarlelado o 3o baialho da gual-
da nacional sob o commando no muito co-
tilleado fnente-oronel Francisco le Miran-
da Lea Seve, acooteca que as pracas te-
nham soffrido os iacoramodativos mofoi, o
que nao pode deixarde verificar-sa porque
seado a guarnicao da cidade fei'.a por 99
pracas. o batalh aquarteloa com cerca de
90 (inc!usivi' uns 20 desarmadas e algumas
apaisana) nao havendo portan lo gente sufli-
cente para a renriicSo.
A coromiserago para cora os pobres
guardas, pede que nunca tenba lugar o
aquartelamento do dito batalho. afim de
que l3o soffram tantos vexames, alm dos
prejuuos pecuniarios.
MOTTE.
O-Sda Casa Forte
Uuiou-se p'ra os Arrombadas.
CIJJSA.
Avante Avante Haja f
Biv.da d'OImda a cohorte:
Nos foi dado por Andr
OS-da Casa Forte.
Haja festa, baja pagode^
A carga arreie quem nao pode
Se j se acham candados;
Ooe umStao natural
lnvejado sem igual
Mudou se p'ra os Arrombados.
Z BapUsta.
O padre Rapbael e o subdelegado da fre-
guezia de Santo Antonio.
No Jornal do Recife de hontem vem um commu-
ncado do padre Raphael que diz ser falsaji par-
ticipago dada por mim ao Dr. chefe de poHcia em
relago aos ferimentos que sofffra Joaquim Anto-
nio de Mello, e dos quaes sao autores aquello sa-
cerdote e um Sr. Joo Braga.
Respondo aoRvm. Raphael e justificme peran-
te o publico com a publicaco dos documentos
juntos.
Recife, 6 de julho de 1870.
Miguel Lucio Filho.
Auto de perguntas feitas Antonio Joaquim de
Mello.
Anno do nascimenlo de Nosso Senhor Jesns
Chnsto de 1870, aos 4 das do mez de julho do dito
anno. nesta cidade do Recife de Pernambuco. em
casa do Dr. Miguel Lucio de Albuquerque Mello
Filho, subdelegado da freguezia de Santo Antonio,
compareceu Joaquim Antonio de Mello, quem o
irtesmo subdelegado fez as perguntas segrate? :
Qual seu noine, idade, estado, profisso, natura-
lidade, e se sabe lr u escrever 1
ResDondeu chamar se Joaquim Antonio de Meilo,
ter de idade 28 annos, solieiro, artista, natural da
Parahyba do Norte, "tlho legtimo de Antonio Vic-
torino de Mello e de sua mulher Manoella Francis-
ca de Mello, e que sabe lr e escrever.
Pergantado, se hontem noite foi ferido, era
que lugar, e por quem T
Respondeu que foi as 6 e meia horas da noite,
no lugar denominado Pateo do Paraizo, defronte de
um acougne. e que o padre Rapnasl Amonio Co-
Ibo fra quem ferira elle respndeme, acompa-
nhado de Joo da Silva Braga, conhecido por Joo
Batata.
Perguntado se os offensores foram presns e em
que orcasiao elle respondenle se apresentou au-
loridade ?
Respondeu que tendo elles se evadido, elle res-
pondente procurou o subdelegado respectivo, qua
eslava entao no circo eqnestre, e ao qual diante
de muitas pessoas contou o que hava succedido,
depois do que mandou o mesmo subdelegado que
o inspector Athanasio o levasse casa do Dr. Sar-
ment Filho para ser vistorado ; o que tudo se
fez sem demora.
Perguntado, Analmente, qual dos offensores
atacara pessoalmente t
Respondeu que fra o padre Raphael quem pn-
meiro o agtrrra, e que em seguida o ofjendra,
ferndo-o com o mencionado Joo Braga, o qual
mora com o sobredito padre.
E por nada mais responder nem lhe ser per-
guntado, mandn o subdelegado lavrar o presente
auto, 'em que assignon com o respondente, e ru-
brcou.
Eu, Faustino Jos daFonseca, escrivao, e es-
cre'vi.
Miguel Lucio de Albuquerque Mello Filho.
Joaquim Antonio de Mello.
Tendo chegado Baha no di 15 de junho,
pelas 10 horas da manhia pooco mais ou menos,
com a Kxno. familia S toda consternada pela
morte do Dr. Victorino S, que. Uvera logar no da
antecedente es 10 horas 2tt mnalos da manbaa,
destwbrqu*i para tratar do enterramento.
A'a 2 horas da tarde veio o cadver para torra,
seodj deposido em urna groja para se preparar
o enterro, e ahi em minha au?encia teve lugar um
umIo de corpo de %lelict pelo subdelegado da fre-
guezia, cora assistencia de tees mdicos, que se
limitaram inspeccao visual, e ao que ea difiera
em meu atwsuuio.
Precurei ver por esta occaao se a familia con-
senta em urna autopsia, nao s para verifleaciode
diagnostico, como porque dous oa tres das antes
da sabida para a Baha me anre*enimm esU
ida. e ontros collegas que nesta oecasiocomigo
eti ivam : idea que nao foi aceita per nj.
No dia 16 foram | ao hotel ade hospedou-9e a
Exma. familia, os Dr. Souto e Sudr, que ouvindo
a exposigo das molestias que em poneos dias
roubaram osdistinctos irroaos Ss, teita pelos u-
Ihos de um o cunhado de ootro em minha ausen-
cia, e poneos instantes depois conversando comigoj
que acabava de ehegar ao hotel, disseram que oa
vista do expo-to, nao hara duvida qne as moles-
tias dos fallecidos eram de aalureza cerebral.
-is-eram mais qoe talvez as doiermioasse m
veneno vegetal e desconhecido, attendeodo que
maitas affccftes semplhantes sin produzidas por
urna cama idntica ja ac dominio ila sciencia.
Mesmo assim nao parlilhei aquella opinio por
fallarem-me dado- especiae, que ora apparecera
e trazem : e '."urna cousa de importante para
a questo, .mi > naior forca ao meu jan e ao
Je outros coilegas, que nao admillirama febreper-
niciosa ou atxica.
Dr. Sanios Mello,
Recife, 7 de julho de 1870.
CU nica homoepathica
DO
Dr. Sanios Helio
( DURANTE O MEZ DE JUNHO )
O IHm.Sr. inspector da thfouraria provincial'
ero cQinprimento da ordem do Exm. Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publico, que no dia
$1 do corrente, peraote a junla da fatenda da
mesaia ihesjoraria, se ha de arroniatar. a quera
por menos lier, a obn de 718 iMtros correales
de empedramento no S* lanco da estrada do sul,
avahada em 2:8365000.
A arraoiatacao ser teita sob as clausulas espe-
ciaes abaixo copiadas
Secretaria da tbesoararia provincial de Pertum-
bnco, 1 de julho de 1870.
O oficial naior,
A. F. da AnnunciaQo.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1." A wncluso dos I2fl metros de einpedra-
meato do 0* lanjj da estrada do 9ul ser feitt de
coaforpidade com o respectivo ornamento na im-
portama de 2.836J000.
1* O arrematante dar eomeQo a obra no praso
de 15 dias, devendo conclni-las no de 3 meze,
contados da data da approvac > do contracto.
* Otpagameuto da'importaacia d-> contrato se
effeetnara em dnas prefiaQoes guaes, tendo lugar
a primeira quando se honver execniado metade
da obra, e a segunda, quando for ella concluida
e receida provisoriamente ; dednzindo-se dos /.
de cada urna, na forma di artigo 94 do regula-
mento de 31 de julho de 1866.
4.* em.tudo v mais que nao se acha especilica-
do as prenotes clausulas, observarse-ha o cita-
do regula raen lo.
Conforme,
A. F. da AnnunciaQo.
" Consulado de Portugal em Pernambuco 5 de ju-
lho de 1870.
Arthor Aureliano Ferreira Braga
___________Chancellen__________
| Por ordem do [lira. Sr. Dr. Claudino d A-
rujo Guimaraes, cnsul de Portugal m~la pro-
vincia, sao convidados de'novamenie os credores
do finado subdito portugnez Francisco Joaquim de
Carvalho a aprasentarein anas coatas dentra do
praso de ir* dias, a contar da data de hijo, nao
pudendo ser mais admitlidat (indo esle praso.
Consulado de Portugal em Pernambuco 5 de ju-
lho de 1870.
Arthur Aureliano Ferreira Braga,
Chanceller.
Molestias

Anasarca.............
Amenorrba...........
Bronchite copular......
Bubes...............
Cancros venreo;.......
Corysa secco...........
Diarrbas.............
Eatoro-collite..........
Febre verminosa.......
Gastralgia.............
Gonorina aguda.......
Hepatile...............
terraorrhoides.....
Laryugite syphililico gra-
nulosa................
Nevroses..............
Ophihalmias diversas...
Pneuuioma aguda......
Polypos...............
ParalyMa..............
Releujo de placenta ...
Hheumaisino da caboca.
Dil- arranco...........
Ttano dos rcemnaicidos
Ra Nova n. 43.
I
1
1

2 S S
3 ~
2f
y
o
1
i'
1
1
1
MOTTE.
0-S4a Casa Forte
Mudou-se p'ra os Arrombados.
GLOSA.
Que baladas, meu Deas 1
Que me faz lembrar a morte!
Jaz no chao pelos judeus
O-S-Ai Gasa Forte.
Falla o povo, corre e brame,
Grita a turba com alarme :
Onde esto estes malvad
Pugiram. 0 resto lao smente
De umStao indecente
Mudan-se 'jira os Arrombados.
0 guarda-litros.
O Dr Santos Helio e mi redac-
pes ro e larnal do Reteife.
Venbo a publico retitkaralgumas inexacidoes
comidas em as noticias dadas na gazetilbas do
as
Me4 comprado"ao'se legitimo proprietario,[Diario de boje e Jornal de hontem
1 1
3 1 2
1 4
1 1
1 2
1 1
2
i 1
1 1
2 2
* 1
i 1
1
1
1 1
1 1
i 1
A cantara municipal do Recife, tendo de
mandar celebrar iidd oflicio solemne pelas
almas d'aquelles que to generosamente der-
ramaran! seu sangue na cruenta guerra que
sustentaran) contra a repblica do Paraguay,
convida a todos es seus municipaes para as-
sislirem a esse acto d; piedade religioso o
qual ter iugtr na jgreja matriz de S. Frei
Pedro Goncalves no dia 15 do corrente as
10 horas da manba.
Paco da cmara municipal do Recife. em
6 de julho de 1870. tiento Jos da Costa
Jnior.Dr. Pedro A. Lobo Moscoso.Jos
Mara Frcre Gameiro,Caetano Ciryaco da
Costa Moreira.Ignacio Pessoa da Silva.
Pela subdelegada do 4o distriato da fregu-
la dos Alegados se declara que se acham deposi-
tados cinco cavallos, s.-ndo dous de cor easlantxis,
dous de cor russos, e um alasao sujo : qnem pois
se julgar seus dones comparecam nesta subdele-
gaba, instruidos de suas competentes provas, que
Ibes sero entregues; marcando para isto o praso
de 30 das a contar da data deste.
Subdelegara da Boaviagem 6 de julho de 1870.
O subdelegado.
Paulino Jovenco da Silva.
= Pela tbasourana provincial se faz publico,
que a arremataco do pedagio da ponte do Bujary
foi transferida para o dia 14 do corrente.
Secretaria da theourara provincial de Pernam-
buco 9 de julho de 1870.
O official-raaior,
A. F. d'Annunciacao._______
26 7 Si 1 8
Dr. Santos Mello.
Um remedio vegetal d'uma pro-
digalidade as orabroaa.
Aflnal chegou o dia em que se descobro dentro
da concentrada essencia d'um producto vegetal,
um remedio prodigioso o absoluto para a cura de
todas as molestias precursoras da lysica. A ar-
vore salutar da vida, pois que assim que verda-
deramente se a dever chamar ; da qual se ex-
trae esle precioso e inesiimavel tbesouro, a
Anacahuita do Mxico, e o Peilbral de Anacahm-
ta de Kemp, a preparaco por excellencia que
obtem com a maior faciliaade a victoria sobre to-
das as enferinidade- pulmonares. Jamis houve
remedio algum, que dentro de tao corto emacp
de lempo se tornasse lao umversalmente popular.
Os testemnnhos e atleslados de snas noumera-
veis curas, em casos de tosse, anginas, rauqui-
dao, inflimmacao do peito, bronchites, asthma,
catarrhos, eonstipaces, etc., se recebem aos cen-
tenares por cada coireio, enviados de todas as
partes do mondo.
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidade, se faz publico que, nao tendo havido h j
sesso, conforme tinha sido marcada, bea transfe-
rida para amanha (7) do corrente, bem como a
arremataco do taino do canto da ribeira da fre-
guezia de S. Jos do lado do sul.
Secretaria da cmara municipal do Recife, 6 de
julho de 1870.
O secretario interino
_______________Augusto Genuino de Figueiredo.
O lllra. S. inspector da ihesouraria provincial,
em cumplimento da ordem do Exm. Sr. vice-pre-
sidente da provincia, manda fazT publico, que no
da 14 do correule, vai novamente a praca. para
ser arrematada a qnem por menos tizer a publica-
cao dos aonuncios das reparticoes provinciaes
com excepeo da secretaria do governo, servindo
de base a arremataco o precj de 30 reis por li-
nha.
A arremataco ser feta por lempo de uai an-
no, a contar do Io do corrente e sob as condiees
que seo presante no acto da arremataco.
E para constar se mandou publicar o presente
pela imprenta.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam
buco, 7 de juiho de 1870.
, O offlcial-maior,
_ _________ A. F. da Annuociaco.
- O inspector interino da alunuega faz pu-
blico, que no dia 11 do corrente mez, depois do
meo da, e a porta da roesina reparticao, ser
levado a hasta publica livre ae diroitos ao arre-
matante um barril da marca AJA, vmdo do Por-
to no navio partoguez Social, entrado neste porto
no 1 de junho do corrente anno, abandonado por
Antonio Jos de Azevedo, contendo 335 litros ve-
rificado de vinho secco, ao vtor de sessenta e
quatro mil e duze^te res.
Alfandega de Pernambuco, 7 de julho de 1870.
O inspector interino,
Lniz de Carvalhi Paes de Andrade.
lnsp:'Cc,o do arsenal de
marinha
Faz-se publico que a commisso de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamento
anneao ao decreto n. 1324 de 5 de feverero de
1854, os cascos, machinas, caldeiras, apparelhos,
mastreaeoes. velames, amarras e ancoras dos va-
pores Cama'ragibe e Moleque da companhia Vigi-
lante de reboque, achou todos esses objectos em
estado de poderem as vapores continuar no servi-
do ora que se empregam.
InspecQo do arsenal de trarinha de Pernambu-
co 5 de julho de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
Pa a Lisboa
a AJiouva
Aeha-se prefrpto para seguir viagera nestea
poueos das o bem emhecido bngue portuguez
Laia I : para o reato e pasaageiroe, a quera offe-
rece os melhore ommodos: irala-se eora os con-
sigualarios Thomaz de Aquioo Fonseca 4 C, roa
do Vigario n. !, andar, on com o capitio na
{a.__________________
C!
BRASILE1RA
DE
Paquetes a vapor.
DotTiorlos do norte esperado
at o dia 9 do corrente o vapor
Cruzeiro i Sui, commandante J.
P. Gnedes Alcoforado, o qual-
depois da demora do eostume se-
guir para os do sal.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
carga qne o vapor poder conduzr, a qual dever
ser embarcada no dia dosuacnegada. Encommen-
das e dinheiro a frote at as duas horas do dia da
tna sahida.
Nio se recebem como encoramendas seno ob-
jectos de pequeo vaior e que nio exeedam a 2
arrobas de peso on 8 palmos cbicos de medi-
co.
Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa-
ens s se recebem na tgoncia ra da Cruz n. 87,
* andar, escripiorio do Antonio Luiz de Oliveira
\zevedo&C-_________________________
COMPANIIU PEUNAMBUCANA
DE
\*ve?aco cwstelra por Tapor.
Porto de Gallinbas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba, seguir para os portos ci-
ma no da 10 do corrente meia noite. Recebe
carga, cucommendas, passageiros e dinheiro a fre-
te no eseriptorio do Forte do Mattos n. 12.
Admlnistra^o dos correaos de
Pernambuco 8 de jiilo de
!.
Mala pelo vapor Jagunribe da companhia Per-
nambucana.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
pelo vapor jcima mencionado, para os portos do
sul at Penedo. ser recebida pela manelra se-
grate :
Macos do Jonwes, impresos de qualqu*r natu-
reza e cartas a registrar ;'. a> i horas da tarde,
cartas ordinarias at as 3 horas, e estas at 3 1|2
pagando porte duplo.
O administrador.
Alfonso do Reg Barros.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Xavegaco costelra por vapor.
Macei em direitura e Penedo.
O vapor Jaguan*, omman-
dante Gulherme, seguir para os
portos cima no da 8 do torrente
as 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 7, enconunendas
passageiros e dinheiro a frete at as 2 horas da
tarde do dia da saluda : eseriptorio no Forte de
Maltns n. 12.
COMMERCIO.
ENGLISH BANK
Of Rio de Janeiro Limitea
Descorita lettras da praca taza a con-
'encionar.
Recebe dinheiro em conta corrente bis
Iraso xo.
Saca vista ou a praso sobre as cidadet
prlncipaes da Europa, tem correspondente*
aa Babia, Buenos-Ayres, Montevideo, New
i New-Orleans, e emitte cartas de crdito
aara os mesmos lugares.
RA DO COMMERCIO N. 36'
ALFANDEGA.
ieuimonio do dia 1 a 6 .
'dom do dia 7.....
177:786*365
22:1391756
199:9261121
MOV1MENTO DA ALFANDEGA
'olames entrados cora fazendas
dem idem com gneros
olumes sabidos com f azoada?
dem dem cora gneros
38
213
------251
118
208
------326
Desean-egam hoje 8 de julho
Barca ioglezaFagas mercadorias.
Brigue portuguezIriumphodem.
Patacho norle-alleraoJuUane idem.
Brigue francezAngelinedem.
Barca inglezaMfnniidem.
Brigue inglezDorabacalbo.
Brigue inglezBaiderbacalho.
Brigue ingiezBrilaan/emercadorias.
Barca inglezaJmojaidem.
REGEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Sendimentodo dia i a 6 14:663*648
dem do dia 7....... 1:313*457
15:977*105
MOVIMENTO BO PORTO.
Navio entrarlo no dia 27.
Montevideo32 dias, brigue portuguez kdelaide,
de 237 toneladas, capito Uenrique dos Santos
Fernandes, equipagera 11, carga 4:000 quines
hespanhoes d carae : J. J- Gonsalves del-
irio.
Santa Cruz de Tenerifa22 das, sumaca bespa-
nhola Joven Elisa, de 104 toneladas, capito
Jayrae Pl, equipagem 10, carga 500 barricas
cora farnha de trtgo e outros gneros ; a Pe-
reir fiarnlro & C.
Liverpool31 dias, barca ingleza Brilhante, de
303 toneladas, capilao W. H. C Warren, equi-
pagera 13, carga differentes mercadorias;
Sannders Brothers 4 C.
Maco-8 dias, hiato brasileiro Nova Esperanga,
de 6 toneladas, capilao Manoel Fernandos Salles,
equipagera 6, carga sal; Bartholomeo Lou-
rengo.
JVocj'o joAido no mesmo dio.
CearPatacho austraco Reu, capilao Triffone,
era lastro.
HavreBarca franceza Fidelit, capito Lnivere,
carga lgodo e coaros.
EMTAES.
Pela cmara municipal desla cidade, se.faz
publico para conhecimento de quena inleressar
pDssa, que a raesma cmara d comeco a spa 3"
sessao ordinaria desto anno em o dia 6 do correte
e continuar nos seguintes.
Secretoria da cmara municipal do Recife, 1 de
julho de 1870.
*^ D seeretaiio interino,
Augusto Genuino de Fguetreio
Pela thesouraria provincial se faz publico,
que a arremataco das obras do 7 e 8* I aneo da
estrada do Limoeiro, foi trausienda para o dia 21
do corrale.
Secretaria da the.-ouraria provincial de Pernam-
buco, 7 de julho de 1870.
O ofcial-maior,
A. F. da Auuunciacao.
COMPANHIA
BEBERIBE
Sio eramente convidados os Srs. ac-
cionistas desta companhia para se reunirem
em assembla geral no dia 9 do corrente
mez, ao meio dia, no eseriptorio da mesma,
ra do Cabug n. 16, para, em conformi-
dade de seus estatutos, deliberar sobre as
contas no anno financeiro, e approvar o or-
Camento vindouro ; devendo-se previnir que
nao tendo os Srs. accionistas comparecido
em numero legal na-primeira reuniao para
hoje convocada, realisar-se-ba a assembla
geral com o numero de accionistas que
comparecer na nova reunio, para a qual
ficam de novo convidados, segundo acna-se
proscripto no art. 23 dos respectivos esta-
tutos.
Eseriptorio da companhia do Beberibe.
5 de jomo de 1870.
O secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitanga.
SANTA CASA DE MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Illma. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia do Recife, precisa contratar com
quem por menos prego fuer a obra de um muro
que feche os quntaes das casas de n. 94 n.
110, sitas ra do Pilar em Fora de Portas per-
toncentes ao patrimonio dos orphos, o qual de-
ver ter 10 palmos de altura sobre 4 de alicerce.
Os pretendentes devem apresentar as suas pro-
postas em cartas fechadas nesta secretaria at o
da 30 do corrente pelas 3 horas da tarde.
Secrtearia da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 25 de junho re 1870.
O escrivao.
Pedro Rodrigues de Souza.
De ordem do lllui. Sr. consineiro inspector
da thesouraria de fazeoda desta provincia se faz
publico que no dia 9 de julho prximo vindouro
rao praca, perante a junta da mesma thesoura-
ria, para seren arrematados por quera por menos
flzer, os reparos de qne precisara o pavilbo occu
nado pela secretoria da capitana do porto e a ce-
perla do edificio em qne funcciona o tribunal da
relacao, oreados o i" em 1414900 e o 2* era
542*500, conforme os ornamentos que serio fran-
3neados aos pretendentes na secretaria da dita
iesonraria.
Os licitantes se deverio habilitar previamente,
mostrando-se autnticamente jesembaraQadps e
quites, tinto com a fazenda geral como com a pro-
vincial.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco 30 de junho de 1870.
Servindo de offlcial-maior,
_________________Manoel Jos Pinto.
Por ordem do Illm. Sr. 6r. Claudino de A-
ranjo Guimaraes, cnsul de Portugal em Pernam-
buco, sao convidados os credores do finado subdi-
to portuguez Alexandre Telxeira Pinto, fallecido
na villa da Escada, a a presentarem anas contas
dentro do praso de oito oas, a centar da data de
hoje, para depou de verificadas seren pagas, nao
podendo ser mais adralttidas finlo este praso.
oosd
NO
laavsrsaaoiHiAVu
COMPANHIA
EQLESTRE MASTICA E ACROBTICA
SOB A DIRECQO
DE
D. Luis GiSili.
EXTRAORDINARIA E VARIADA FUNCCAO
Sabbado O ao corrale.
EM BENEFICIO
Do pnliuco da companhia
0 beneficiado, convidando o Ilustrado publico
a assistir uneso do seu beneficio, aproveita es-
ta oportundade para agradecer ao mesmo o bom
acolhimento que tera tido durante a sua estada
nesta cidade.
As symoathias, palmas, flores e bravos que os
membros de todas as classes lhe lem conferido,
sao para o bonefciado os seus al varas de honra,
com os quaes se apresentara grato em toda a par-
le onde o turbilho immenso da inconstante sorle
o arremessar.
O beneficiado, tendo ha pouco soffrido um in-
commodo de saude, e estando ainda com feridas
abenas nos pos, pede desculpa ao respeilavel pu-
blico, se por ventura naa agradar como deseja
nos variados trabalhos do seu beneficio.
PROGRAMMA.
1.* Syraphona.
2.a O desafio dos saltadores, sobre batuda in-
gleza, execuando o bsneficiado pela primeira
vez, o salto de cinco cavados.
3." A menina Juanita sobre o cavallito mosca.
4.* Um jocoso enlreraez, pelos ciuwns Cesar,
e Aldabo
." Morillo, apresentado na alta escola, a paro-
dia da alia escola, apresentando o beneficiado o
cavallo aparente na alta escola.
6.0 applaudido desiocador Pernarobucano exe-
cutara varias deslocacoes.
7.0 Grande traba'ho equestre tanto de frente
como de costas, pelo beneficiado.
lntervallo de 30 minutos.
8.* Pela primeira vez, aposta nacional, pelo be
neficiado, dirigindo 7 cavallos em sse.
9. Mr. Ronolele Pacaro, por Rodriguer e Al-
dabo.
10. Pela primeira vez a dupla barra fixa, exer-
cicio invenlado e exeeulado pelo beneficiado, Vi-
cente e outros artistas.
11. Finalisando-se com a apjlaudda pantomi-
ma intitulada : O terrvel ponto da meia noute e
a morte do general Cleber, estando a cargo do
beneficiado, Luis e a senhurita Auna.
Principiar as 8 1|2 da noute.
Precos
Camarote com 6 entradas........ 12*000
Cadeiras....................... MOOO
Cideiras avulsas para senhora..... 2#000
Geraes.......................... 1*000
Os btlhetes de camarotes, cadeiras e platea?
vendem-se no mesmo circo.
AVISOS MARTIMOS.
DAS
Mess geries imperiales.
Al o dia 10 do corrente mez e.pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Amazone, o qual depois da
demora do eostume seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para eonducoes, frites e passagens, trata-se
na agenda, ra do Commercio n. 9.
At o dia 12 do corrente mez espara-se dos por-
tos do sul o vapor francez Gironde, commandante
JI. de Somer, o qual depois da demora do eostume
seguir para Brdeos, fleando em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para candcoes, frotes e passagens, trata-se na
agencia, roa do Commercio n. 9._______________
C0HPA1FA MIMA
DI
Paquetes a vapor.
Doe portos do snl esperade
at o dia 9 do corrente o vapor
Guar, commandante o capito
lente Pedro H. Dnarte, o qual
depois da demora do cosame
seguir para s portas do norte.
Desde j recebeui-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzr, a qual .dever
ser embarcada no dia de suachegada. Encoramen-
das e dinheiro a frete al as 2 horas do dia da sua
tbida.
Nao se recebem como eacommeodas senao ob-
lectos de pequeo valor e que nio exeedam a duai
arrobas de peso on 8 palmos cbicos de medicao
Tudo que passar desloa limites dever ser embar
cado como caifa.
Previne-se aos senhores passageiros que suas
passagens s se recebem na agencia, roa da Crui
n. 57, 1* andar, eseriptorio de Antonio Lus d
Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA PEKNAMBUCANA
DI
tlavegaciia costera por vapor.
Mamanguape.
O vapT nacional Coruripe, commandante Sil-
va, seguir para Mamaaguape no dia 12 do cor-
rente as 6 horas da tarde. Recebe carga, encam-
mendas. passageiros e dinheiro a frele ata as 3
heras da larde do dia da sahida, no eseriptorio
da companhia, Forte do Matos n. H.___________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Savegac cotelra por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandaba, Acarac e
Granja.
O vapor P ir apoma commandante
Azevedo seguir para os portos
cima no dia lo do corrente as o horas
Recebe carga at o dia 14, ejacom-
passageiros e dinheiro a frete at as
2 horas da tarde do dia da sahida no eseripto-
rio do Forte do MaU-s n. 12.
la tardo,
uendas,
1.
L1
Deve seguir dentro em poucos das o brigue
nacional intrpido por ter prompta a maior parle
de sna carga, e para o que anda pode reeeber a
freie commodo, trata-se com Bailar, Oliveira &
C, ra do Vigario n. 1, Io andar.
PARA'
Para o referido porto pretende seguir cora bre-
vidade o patacho nacional Protector, por ter a
maior parte da carga prompta ; e para o resto, a
frete mdico, trata-se com o consignatario Joa-
quim Jos Goncalves Beltro, rna do Commercie
n. 17.
Aracaty.
Jos
O palhabote Garibaldi, capilao Custodio
Vianna : a tratar rom Tassn Irmaos A C. ______
Para o Porto.
Acha-se carg o brigue portuguez Triumphe,
pera onde recebe por frote commodo : quem no
mesmo quizer carregar eotenda-se com o consig-
natarios Thomaz de Aquioo Fonseca & C, roa do
Vigario n. 19, 1 andar._________
MARANHAO'
Para o referido porto pretende seguir com pos-
svel brevidade o patach > portuguez Elephante por
ter alguma carga tratada, e para o que lhe falla
tratase com o consignatario Joaquim Jos Goncal-
ves Beltro ra do Commercio n. 17.
NAVIO A VENDA
Vende-se o brign portugnez S. Jos, de Iota-
cao de cerca de 1500 arrobas ; os pretendentes
podero examina-lo no ancoradouro : na volta do
Forte do Matto, c tratar a respeito, com o capito
a bordo, ou na praca do Corpo Santo n. 6, segun-
do andar____________________________________
Aracaty
Segae eom a possivel brevidade o palbabote
Emilia, ainda recebe alguma carga a frele: a
tratar com S Leito irmaos, ra da Madre de
Deosn. 1.____________________________________
Cear.
Segu com brevidade para e porto cima o pa-
lhabote nacional Joven Arthur, tem parle do seu
carregaraento engajado ; para o resto que Ibe
falla trata-se com os consignatarios Antonio Lniz
de Oliveira Azevedo &. C, ra da Cruz n. 57, !
andar.
LEILOES.
dos gneros existentes na loja de
miudezas sita ra largado
Rosario ti. 24 a.
Henrique de Moraes 4 Irmio fario le lio por
intervengan do agent Poatual da armario e g-
neros existentes era seu estabelecimento de miude-
zas sito ra larga do Rosario n. 24 A, em diver-
sos lotes vontade dos licitantes e sem reserva de
precos.
HOJE.
no mesmo estabelecimento, s 11 horas.
LE1L40
DE
Movis, louca e crystats, e um carro ame-
ricano com arreios e cavalj.09
HOJE
Na eaaa m-9 e 84 do Porto do
Lasaerre, na Capataza.
O geme Pinto, eacarregado por urna faaia
que retira se desla provincia, levar a leilo os
movis, louca, vidros, e mais objectos abaixo de-
clarados existentes na casa n. 32 e 34 o Porte do
Laserre, onde se effeetnara o leilo no dia amina
designado, a saber : um piano (orle, urna mo-
bilia de faia com os tempes de podra, 4 paros ae
jarros para flores, 2 lustees de gaz, 1 tapate, 1
candwiro de gaz, 1 espelho, 4 quadwa, 2 figuras
1 rica secretaria, 1 estante, 1 reloglo, 1 excellent'
*"
i
a

* (
-
%-



.

7
Diaria te *_^
ITTr-TffiTa^-r-
eatw. franeeza. #|teHa roup, 1 toilet i esos-
Iho, l eliminada, 1; lavatarm, 1 eabide, 4 estantes
de canto, 1 costurara Ue eliaro, i mesa elstica,
( 1 aparador, 13 eadeirM, 1 esa de joro, 1 eaixa
ora teios, { qtasHMnfera, toca para jantar, dita
para cha, cpe_=i_lces, bandejas, garrafas, porta-
JiaeijO: 1 satvi & .tata, ttncta* de varo, gar-.
93, facas, ethere, trem de dolinria, e outros ob-
jectos que estaro patentes ad exarae dos concur-
rWM.
O* eanenrrentee contrario na estarle da mi
tos, trens para transporta-los estaco da Capun-
ga, donde voltario as 2 1|2 e 3 I|2 horas da Urde,
u tnais tarde, se lnes eonvier.
:L
100 oa ims saceos com niUio.
Fiabbado 9 do crranle.
O agente Jos Mara Pestaa Tara letao da 100
u ma's saecos eui mlho nraito noto, Saceos
grandes, sabbado 9 do correte, as 11 horas era
ponto, no ariMzem do Annes, defronte da.alfan-
dega.
0
de drogas, a saber:
Huiricas eem er, alvaiade de chombo e de aneo,
verde de prlmelra e segunda eorte, pao campe-
che era pa, oca araarella, azoogue, pedra hume,
capa-rosa, esponja, rxo-terra, balancas de 1
20 kiiogrammas e pesos.
Segudda.fi-lr 11 do crrante.
A's 11 horas era ponto, no armaxem da roa da
Senzala Velha n. 91.
O agente Pinto levar lelao por canta e rwco
4e quem pertencer, os objectos cima menciona-
dos salvados do Incendio da casa commerclal de
Joao da Silva Faria & Irmic, e existentes no ar-
ma*m da ra da Senxalo Velha n. 91, onde se
effectuaro leilo, s 11 horrs dodia cima dito.
AVISOS DIVERSOS.
Precisase alagar nrra escrava para cozinhar
rugommar : na ra do Crespo n. 23.
ADVOGAEL
O DR. JOAQUIM CORREA DE ARAUJQ |
tem o sen esf riptorio roa do Imperador 8
n. 67. onde pie ser procurado das 9 ho- 5
R ra= da manha s 3 da tarde. fS
Attencao
Precta-se fallar com o Sr. A> A. P. Alencar, ne
roa do Vigario n. 12, a negocio qHe j e fallou.
* r -s_ -ra. j_ m H MHI
MUDANCA.
O Dr. Carolino Francisco de Lima San-
ios mudou sua residencia e consultorio
para a rna do Imperador n. 57, 2 andar
do sobrado cujo anauam conserva an-
da hoie o noiue de Alianza, tendo a
entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Setembre, o mesmo numero 57, da
frente. Ahi continuando o dito Dr. no
exercicio de sua proliss) de medico e
de operador, pode sor procurado a qual-
quer hora do dia e da noute.
Fologr*j*}a imperial
61LBMA DE FI>TLUA
DE
J. Ferrara Vilda
Desde a dia 7 de abri pastado aeba-se aborto o
novo esubeleciraento photographieo sito i roa do
Cabug n. 18, canto do pateo >la matriz. Os traba-
lhos que d*?de entao, lera1 sabido de Mea oficina
tem geralmeflfe agradado, sondo recebid por
algnns coro admiraejk) pelo extraordinaria pro-
gresso que utttWmeMe tem tido a pbou grphia,
e por outros com alegtla, por verem a provincia
dotada coa an'statwBeitrin digno d ella, e o-
contestavelroente o pTftlelro que nesse genero
hojepo9sae : tambera nao nos pohpamos em consa
algma para raonta-lo no p em nue flacha, es-
perando que o publico de Pernambaeo aber
apreciar nss esfcreos o itcoriJjHHwer noeeoe sa-
crificios.
Convidamos a todas aquellas- pessbw, naciooles
e estrangeiras que g-vstam das artes, ou triwem
neceesidade de trabalhos de photograpbn a visi-
taren o nosso estabeleClmento,.qe estar sirtpre
aborto e sua di poseso todos es;dias desdis 7
fioras"da manbaa ate as ffda tarde.
Paris trakainoe lo'jihoteAaphM- posouimos di-
verjas *iacbwa# ** m*lhoe- auterea franeezfes,
inglezes e allmcmaes, coeao sejam : Lerebours et
Secretan. HMmigis/l>oaia/^i'\iiMlanderet
Sonh eWulf. ltimamente recebemos Tres novas
macbinast sendo urna deltas propra para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversa >-
soladas, e oulra de 6 a 12 imagens dmrsss e
Igualmente soladas, de sorte que no- ca^o de
grande concurrencia poSeremos retratar sobre
ama nica chapa at 8pessoa diversas e sola-
das para cartOes de visita, eassmi em menas de
om qiiartH de hora despacnsrmos S dWerenies
pessoa qne pe^am cada nnsa, nmaduzfadeearWes
mais ou menos, com os sens retratos somonte, oa
em grapo com quirir?.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccao
e feilura dos trafcalhos de photographia dei-
xando i pericia e talentos do distincto pintor
allemao, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aquarela, a olee, e a
paetel.
O St1. Roth aeha-se ligado a nossa empresa por
urna escriptnra publica, e at o presente tem-s.e
desvellado na execucao de seas trabalhos
No nosso estabeleoimeuto acham-se expostos ou-
tros trabalhos importantes do Sr. Roth, tanto era
miniaturas aquarella como oleo, re:ratos
oleo, qaadros saerds e diversos outros rrabalhos.
Tomamos enoommend^s de retratos oteo at o
tamnho natural, assira como de quadros sacros
para ornamentacao de igrejas ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Assegnraraos que os precos dos diversos tra-
balhos da nossa casa sio mu rasoaveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS A IOjJOO A
DUZIA
CARTOES DE VISITA COM O COLORIDO AO NATC-
IUL A 16)5000. A DUZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella de
16 -l000 cada um, indo convenientemente en-
ciixHhado em moldura donrada e regulando o
basto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o ernadro palmo e meio de tamanho
Julgamos que bastara) os presos cima para
darraos idea di barates a dos trabalhos do nosso
establecimento, quanto sua perfeicao cada um
venha julgar por seas proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retra.tos_ no
'nosso eslabelecimento sao das 8 horas da manhaa
1 da tarje; entretanto de nma hora s 5 da tarde
em casos especiaes pde-se tarabem retratar qual-
qaer pessoa.
Nos dias de chuva, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sao
os mais (avoraveis aos trabalhos de photographia
pela doenra e persistencia da luz, e per termes o
nosso.terrafi construido com taes proporcoes e
me!1ioramen'.'is, que ainda chovendo jorros ne-
nhum inconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
/. F, rreira Villela
ENGENHEIRO
f'om fundiQio.
A RA PO BBUM N. 52.
Passand) o -hafiriz
llacbioas vapor systema raelhorado.
Rodas d'agoa.
Moondas de canna.
Taisas do ferro batido e fundido.
Rodas denudas para moer com agoa, va-1
por c animaes.
K outros rauitos objectos proprios d'agri-
caliura.
:n>:
Os irmos, sebrinhos e albados da fallecida D.
lara Clementina Carlota de Brlio, summamente
penhorados para cora aquellas pessoas que a acom-
panharara ae ceraiierio publico, signincam deste
modo seus reconbeciment, e rogara de novo sua
assist:ncia mlssas que no stimo dia, 8 do cor-
rento mez de julha, se iio d celebrar no conven-
to do Carmo pelas 8 horas da manhaa, por suffra-
gio de sua alma; fleaudo por semelbante facto
cada vez mais gratos. ________________^^
i agentes da cwnpanhat Penam-
prorkfehciar
beroi rftfe ro rtift-rrrsdns p#r# o
., nao saMM Bitiatfi cn|o >jm ac miedd^
ajtimamente na barricas debacaJho e saceos de
ftrtriha, e outros ^enetus, ctm'gTlrrissInio prejuizo
doiiePelkntflS dd-Trrte.
No varadottro, no nlumo sobrtite, prdelsase'
MWraoSr. Antonio ll1oho Paw inrreto, lho
do ajudante Antonio Leocadio Ptea Brrelo e sua.
roulher D. Igaea )ftria de Mello.
Guarda'Iivros
L'.i!" pt
cripios comiuere
Dradas. e por^recorazoavel : oa pr
teraflfwtoclrUjJI.B., q fu
uTcroce pira fazer m
ijrtidis ^mp'ps nu ilu-
ideules pa
lueimado
Precisa-se.de ara oa doos trabalnadore,
mocos, para Setvoo de tintaran : na roa das
Ptoreyni 25.
NaruadaCrnt n. lo" precisase de nina
ama para eoxkar e eomprar para eaea de fa-
milia.

W)s negocios sob arazao social d Rocha, Silva 4
t 6 Bento Machado & C, o sen socio Manoel A Ivs
Lesea, qHe tambem responde pelos sens n
piruculares. Pa encarregio o sol
Theodoro Gomes por qualfloer accio Ja1
foro desta cidade.
........- .i
Miguel Pires Braneo convida a todos es seus
amigos comparnoenem no dia 11 do eorrepte.aS
6 t|i horas da manhaa, aflm de ouvirem a urna
mise que mnd resar pela alma de sua pteaHa
esposa D.Leopohtiua trloM Pires Braneo, M-
cida em Lisboa, na matriz da Boa-vista;
j antecipa seos cordiaee .1ir*doc'mentf'S.
1X.?.1^^^?":'
falle-
Vendeaa-se neo burro e sote egoas de roda ;
para ver no engeabo Anhumas distante da estaco
de Gamellefa urna legos : a tratar na ra do
Apello n, 43, 2o andar, com Jos da Silva Alves,
on no sesmo engenho. '*'
Aluga-se nma preta doservicp de asa e
roa, sendo para easa de poaca familia : quera pre-
cisar entenda-se no caftoro do Sr. escrivo Motta,
das 10 a 1 ![* horas da tarde._____________
Precisa-se de um ama de mela Idade : na
roa do Apollo n. V; *"*dr.
Precisa-sede urna ama
33, i sndar.
Ama
na ra do
-------------
Vigario n.
A
A ra do Duque de Caxias n 21.
(AITIGA Rui DO QUEMADO)
Receben segninte :
Espetos grandes dourados, moldee bonitos.
Na lraiessa da raa
das Crozes n, % pri-
meiro andar, da-se di-
nlielro sobre penhores
de onro, prata e brilhan-
tes, soja qual foraqaan-
tia. Na mesilla casa com-
pram-se os mesmos me-
taos e pedras.
Carteiras, charuteiras e port-cigarros de muilas
qualidades.
Bonitas pastas parafafteis, simples e raatisadas.
Boas caixasvasias-parn'costura con> suaoompe-
tente chave.
Delicadas caetas de marfim com o bocal de
prata.
Modernos peotes de tartaruga, sobresanando en-
tre elles os mimosos telegraphistafi....
Coramodos touoaJores com duas gaveUs e bom
espelbo.
Port bonquet, o que de metbor tem appare-
cido. i
Port relogios de muitas qualidades.
Bons tallieres para criaacas.
Vostuarios, chapozinbos, topeas, sapatos e meias
para baptisados.
Toalhas e fronhas de Isbyrintho.
Chapeos e chapelinas para senbora, moldes novos
e bonitos.
Chapozinbos grossos e bonets pira meninos e
meninas.
Contra as convuls5es as
cri^ncas
Vende-se os verdadeiros collares na Nova Espe-
ranza, ra do Duque de Caxias^ 21.
Para tingir cabellos para pretos ou TavtanhOs,
recebeu a Nova Esperanza a verdadeira tinta in-
gleza.
Para acabar com as sardas on pannos, tem a
Nova Esperanca o verdadeiro leite de rosas bran-
cas.
AGUA DE FLOR DE LARANIA.
Vende-se na Nova Esperanca, ra do Duque de
Caxias n. 21.
Para amacar e aformoscar a pelle, tem a Nova
Esperanca es sabonetes de po de arroz.
PAPEL PARA EXFEITAR-SE BOLOS
recebeu-os milito lindos a Nova Esperanga, ra
Jo Duque de Caxhs n. 21.
e Silva
deira encaitgfcdo-dos setfs
daroadaCadeiaU.
lasar Jnior e Alfredo Jo
ne
no aroia'zenf
A**dsa
uimaraes :
Nova Esperanza
*1 Una Duque de Caitas-* f
Qwndoa NOVA-ESPEBAN(^ az os seos
aoaBCH KpDoda ao8 seos fregneies a
Os abarlo
milito acredi
nominafao
ao respeita
a seos inn
cendo a
l a seu
ignados, proprietarios do
estabelecimento sob a ds-
DA MODA scientito
., e com especbMdse
s fregoezes,4Jv ooue-
de dar osa- acrescimo
de negocio afim de meibor sa-
Csixeire
Praeisj.-=e d,> basunie prailca
. n> talwrti.i : na ru ..o Livrsaant n. 30. ,
\ ~ Pftcisa-aude om bemea qae sirva para -
tor de engenho, prefere-se. estrangeiro : a tratar
na rna de Santa Rila n. ttt.,
Us da atrair a attooclo de orna grande fre-
gueaia, como deaue- actuahaenta despe,
e sim para screrrlifieai- (a interese de todos)
e desde fa qrialldade de seos objectos os qaaes io
seoipre de aporado gosto e perfeicSo ,* tor-
nando-so qaasi indispensavel para aquelies
ipreWadores (do b-om ) reqaenlare a No-
va Esperafa, pois que eMa capricha eittre-
ceber constantemente, o que ba de melbor
relativamente a eoa repartco: o qt se pe-
der verificar qoarido em qoalquer reooi3o
de pessoas (amantes do xiques) v-se am
bonito enfeite em um bonito vestido, am
aroma agradavel escapar d'um alvo leaco,
um moderno e linde lao, am dilicado ra-
mo de Snas flores, ete, etc, todos olbam-se
reciprocamente e dizem com sigo (e as ve-
zes une aos outros) este? sio objectos
comprados a NOVA-ESPERANZA: realmen-
te 1 l!! procurar descrever em annuBcio os
arligoe que contera dita luja, seria traballio
insano e nunca o fariamos com aqaella
graga e perfeicSo com qne s5o elles fabrica-
dos, assim pois a NO VA-ESPERANCA con-
tenta se em convida a todos geralmente,
para visitarem-na para enUo ficaram intei-
rados do que ba exposto na mesma loja.
*1Rus Duque de Caxias-*!
AVISO
Previne-se que ninguem venda ou faca encom-
menda alguma para a coropanbia de D. Marcos
Casali, sem ser com dinheiro vista ou com es-
cripto do empresario ou do director da mesma;
sob pena de nao se attender a pegamento algum,
soja quem for a pessta que tiraha coatrahido a di-
vida.
Recife, 6 de jaiba de 1870.
O secretario,
Jos de Castro Ribalro.
_ los RiDeiro de Vascmiceflos pede a todos os
seus parentes e amigos o caridoso obsequio de as-
sistirem a urna inissa no convento do Carmo no
dia 11 do eorrente pelas 9 horas da manhaa, por
alma de seu presado e rspeitSvel pai o Sr. Jos
Ribeiro de Vasconcellos por occasio do aniver-
sario do sen passameoto, pir cajo obsequio se
confessa desde j muito agradecido.
'.StitWtfcJLJslBBBBI
^5
tisfazer5ia^aMetiF**guezra resorveraiB
aier ija'JUtilgiaBaHte importante em sea
eslabelecfanOMe, metamorpboseaBdo-o no
que pdehtfOT do nrais bello agradaron
Sendo
0 BAZAR DA 8BA
om estabelecimento ji.-t conhecido resll
os compradores emprestem encontrado o
qoe ha de melbot e especjJ em artigos de
miodezas e pertoarias, cjlnservando senv
pre os proprietaribtkP tema de vender
por moito commodos precos, tendo para
esse fim recebido toda as aercadorias di-
rectamente da Eoropt onde tem peritos
correspondentes, e cartos de seren sempre
preferidos com animaclo, esl5o resolvidos a
juntar ao genero de negocio existente om
importaste e sublimado sortimento de ricas
fazendas?para senboras e artigos da alta
moda de Pariz, OBde o beflo seto com es-
peciaridade encontrar todos os adornos ne-
cessarios de que merecedor.
Conservaodo-se
0 BftZAfi DA MODA
na eootinsacSo de soas obras, espera era
breve reabrir cora todo o brilhanfismo, sa-
tiafazeido deste modo a espectativa publica,
e apreseotando aos concurrentes a elegan-
cia etert8a ao aaisttto gro, a qal pode
ser comparada com os principaes estabele-
eimentos da corte desie imperio. O op&aao e
activo pessoal j contralado para os tres- ra-
mosde negocio, a saber: 1." rieasfazenda e
modas para senboras, 2.a variado sortimen-
to de miudezas finas, 3." superiores e ver-
dadeiras perumarias, empregaro sempre
todos os raeios neoessario para satisfazere
soa freguezia, ficando esta desde j sciente,
que como aemDre, encontrarSo o maior
agrado, sinceridade e inodicidade nos pre-
cos ; e por esta raz3o esperam que o Ilus-
trado publico desta cidade continu a hon-
ra-Ios com a sua presenta rsete estabeleci-
mento, em co-rnpanhia tambera das excellen-
tissimas senhoras s quaes desde j se re-
commendam, esperando e desejando a sua
benigna proteccio.
Pernamboeo, 1 de jolho de 1870.
Jos de Souza Soares & C
Precisa-se de duas
evoutra para cozinhar e
ponca familia : a tratar t
ylt P- s- <0 >ndar-
sendo ama ssltte
para catt.de
te de ribetj* Se
V5I
E4EZ
Bernardino Jos da Silva Maia tendo de ir a
Europa, u'eixa na gerencia de sua casa de neg
ci a sens caixeiros, em Io lugar Francisco Jos
Fe rreira fiounarae-, 2 Antonio da Silva Maia, 3* este
Luiz Alves de Magalbaes ; e por saus procurado-
res, em 1" lugar Antonio de Paiva Psrreira, 2
Jos Francisco Lavra Penua, 3o Antunio Joaqun
Vinba Maia.
No dia sexta-feira 8 do crreme mez de ju-
lho, por occasio da missa do stimo dia, em suf-
Iragi i. celebrada pela fallecida D. Clara Glementi-
tina Carlota de Rrito, no convento do Carmo, se
alo de daresmolas de U cada urna s pessoas
nece'^itadas. '_____^__^___^_^___
onvida-se ao* reverend s sacerdotes para
celebrarem missas por alma da finada D. Clara
Clementina Cariota de Rrito, no dia 8 do eorrente
mez, no convento do Carmo, das 6 horas em dian
le, com a esportula de 3$ por cada urna.
DESEJA-SE
EmDregar um hornera portuguez de oeia idade,
nao escolhe arruojaoao, e tem omita pratica de
negocio, tanto para esta cidade como para fra
deila : a tratar na ra Nova n. 38:
A pessoa que annunciou comprar
naco, appareca na ra Direita n. 22.
urna re-
II
Precisa-se de urna ama para cozinhar: a tratar
n:i rna do Rrnm n. 88, 2 andar, ou ra da Cadeia
u. ">'), 1* andar
De ordem do Sr. Dr. provedor de capellas,
de novo convido a todos os irmao3 da irmandade
de Santiago da igreja do Pilar para coraparecerem
no consistorio da dita igreja no domingo 10 do
crreme, as 10 horas da manhaa, para o lra de
proceder-se a eleicao da mesa regedora; certos de
que procederse-ha a eleicSo com o numero de
irmaos qnalquer que for, de onformidade cora o
parecer do Dr. promotor de capellas, e despacho
do Dr. provedor.
O juiz,
Marcelino Pereira Soares.
Geralda Francisca da Riaviagcm e seus fllhos
convidara s pessoas s sua amizade e as de seu
sempre chorado esposo e p3 Francisco Canuto da
Boaviagem, as-isiirem ao seu funeral, que ter
lugar hoja as 7 I|2h".ras da manhaa, na igreja
matriz de S. Jos, e dahi cjnduzirem-no sua ni-
ma morada,' no camiterin publico desta cidade.
Ura amigo do muito e sempre chorado Jos An-
nes Jacome, convida aos parentes e amigos do
mesmo ouvirem alguma.* missas, (tiontsm triges-
simo dia de seu passamen') que manda celebrar
por alma do fallecido, segunla-fetra 11 do corren-
te, as 7 horas da manbaa. na matriz do Carpo
Santo.
Su esL-riptcrio de Pereira Viaana & C., ra
Seraphim Antunes Rolrii?uesGuimar5es.
I ti Joro Henrique de Oliveira Guiraarae.________
Precisa-se de ura
Hadar a sua conducta :
mero 49.
caixeiro
na roa
pequeo que d
do Cotovello nu-
qu
'llC
O bacharel Jos J*cinlho de Soma competen-
temente autorisado, estabeleceu na freguezia de
Una ura eollegio denominado Collegio de N. S.
da Conceicao dos Montes onde se ensmarao ao.
sexo masculino lodas as materias preparatorias
para as academias de direito e de medecina, soi a
direcqJo de habis professi^res : portanto o direc-
tor deste estabelecimento espera do publico c es-
pecialmente aos senhores pais de familia toda a
sua proteecao e confl3Hca, e promette-lhes cor-
responder o quanto em si couber a sua cunli.mca.
GASA DA FORTUNA
Aos 8:000$
Biliietes garantidos.
k roa Primeiro de Marco outr'ora do Cres-
po n. 23 e casas do cosime.
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
ras sortea, cinco quintos n. 26't8 com 8:000 da
lotera que se ac3bou de extrahir a beneficie
da matri da Escada (152') convida aos possni-
dores virem receber na conforradade do costu-
me sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 1* parte das lotera? beneScio da San-
ta Casa de Misericordia (133a), que se extrahir
quinta-ea'a 16 do correte me:.
H PRECOS.
Bilhete inteiro 10J0O0
Meio bilhete 5KM)
Quinto 2*000
Em porcao de 100*000 para cima,
bilhete inteiro 9*000
Meio bilhete 4*500
Quinto 1*800
Manoel Martins Fima.
GBerecese usaperfeita coiinhelra para casa
de hornera soiteiro : a tratar na ra da Cadeia do
Repife n. 29, 2 andar.
Joo Jos de Carvalho Maraes. Luiz Alfre-
do de Maraes (ausente,) Jos Candido de
Moraes, e Bellarminb do Refjo Uirros, sum-
mara^ntegratos atadas aquellas psssoas que
assistiram missa de rquiem e memento
que maridaran relabrar na matriz da Boa
Vista desta cidade a C do eorrente por alma
de sua prezada irm5a e cunhvda D. Luzia
Gandida de Moraes Ciwpallo. apre.ss:tm-se
em vir pelo presente mi-io dar um testemu-
nho de seu eterno reconbeci manto a to dis-
tingos cavalheiros e Esmas. Sras. que cor-
respondern! ao seu conste ; e com mais
particularidade enderer,am seus apradeci-
mentos digna adm nistracSo da irmandade
do SS. Sacramento d'aquella matriz, aos re-
ligiosos capqchinhos'' franciscanos.
0 C1RLRGIA0 DENTISTA
Erederico Maya
Tem a honra de scientificar ao respeita-
vai publico ea geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudou o seu gabi|
netede consultas da,ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 3t primeiro andar,' core
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de su?
profisso, todos os dias uteis.das 9 horas
da manhaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seas suburbios, para onde as
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeic5o de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
assim como as comisodidades dos precos.
I TINTIMR FMNCEZA
55-RuadaImperatriz-&5
Tinge, lava, limpa, lustra e -aebarflalo-
S tase, com a maior perfeicao, fazendas- em
f@t pecas e em obras de todas as qualida tes;
i como sejara : seda, laa, aigodo. linho, |
^ chapeos de feltro e de palha etc. etc.
-u* Tira-se no loas e lirapa-se a socco sera ^
I molhar os tecidos, conservando assim to-
a do o brilho da fazenda. s^
S Tintura preta as tercas e sextas rei-
rs.
Em tempoi modernos nenhunr descab*
meato operou maior revolucSo no-modo de
curar anteriormeate em voga do qoe o
PEW9RVL DE AMUKITA ,
TANTO NO TMTAMENTO DA
TOSSE, CHOPO,
ASTMMA, THB1CA,
ROOQl'roO, KESF1UAMENT0S.
BnoNQirrts,
TOSSE C0JWDL8A,
DORES DE PETO,
EXPECTURACAO BB 9AKGUK.
Como em loda a grande-serie de enfnn*-
dades da oaiiganta, do pito e dos ohgao*
da rcspiracAo, que tanto aformentam e fa-
zemsoffrera humanidade. A raaoeira an-
tiga de curar consista gerarmente na appli-
cac5o de vesicatorios, sangrias-.sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alm
deprodazirempeihas; cujos dfferentesmo-
dos de curar, nao faziam sen3o enfraque-
cer e diminuir as- forjas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maoeira
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
muelo inevitavel d sua victima Qnem dif-
jerente pois o efeito admirave do
PEITORAL DE ANAC\HITV !
DE IRniTAR, MORTIFICAR E CACZAR
INAUDITOS SOFF-RUBENTOS AO BOENW,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRRITACO
DESEMVOLVE S ENTETIDIMENTOj
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e Tapida
at o ultimo vestigio da enfermidade. O
melhores votos em medicina da Europ (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Beriim)
testiicam serem exactas verdaderras estas
relaes analgicas, ou alm disso'a experi-
encia de milhares de pessoas da America
Hespaahola, as qooes l'oram curadas- eom
raaravilhoso remedi, s5o mais- tp
sufBcientespara sustentarem a opinio do
PEITORAL DE ANACAHUITA!
Deve-se notar que este remedio se acfaa
nteiramente izento de venenos, tanto mme-
raes, coma vegetaes,. em cjaanto que pefa,
alguns d"estes ltimos-, e particulamente
aqueltes- que sao dados*ob> a forma de Opio
e Acido Hydrocianico, formam a base da
maior parte dos Xaropes, com c* quaes- tSo
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composico de Anacahuita Peito-
a acha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meios
quartilho cada um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a applicacO' d'um- ou dous frascos
para a effectuaelo de^ualquercura.
Acha-so venda nos- estatoeleci mentes de
P. MaureriC, J. C Biawdc S. A.
Caors, R M. Barboza e Bartnolomeo dr C
Ama
Precisa-se de nma amo'para eozinkir : no caes
do Ramos n. 8.
CONTRA FOQO.
A Companhia Indemnisadora, estabetecida
4esta praca, toma seguros martimos sobre
avios e seus carregamentos e contra fogo
m edificios, mereadorias e mobilias: t
na do Vigarion. 4, pavimento ter eo.
Preeisa-se de um molegue para aprender o
offleio de torneiro : no caes do Rantos n. 8.
Ai.
HOMEOPATHIA 1
O Dr. Casanova ple ser procurado a
qnalquer hora em seu consultorio espe- ;
cial homeopathico, no largo da matriz de '
Santo Antonio n. 2. Neste consultorio
tem sempre sortimentos dos acreditados
medicamentos de h> meopathia de Weber
& Caiellan em tinturas, e em glbulos, o
todo quanto necessarto para as pessoas
que seguem este systema.
Os pobres foram sempre e continnam
a ser tratados gratuitamente.
Ama de leite
Continua-se a precisar de urna ama de leite :
na ra larga do Rosario n 12, segundo aadar,
junto botica do Pinto.______________________
Precisa-se de urna ama para cozinhar e en-
gommar para urna s pessoa : na ra da- R9da
n. 16,_____________________________________
A pessoa que annuncioa comprar ura refl-
nacao, queira deixar nesta typographia seu neme-
e lugar de morada em carta fechada com ciaes C S. para sur procurado.________________
Precisa-se de urna ama para casa de hornera
soiteiro : na ra da Praia n. 44.____________
Precisa-se alugar ura preto que sej tiel e
deligente, para servico de moer caf e entregar
assucar as tabernas : a tratar na >relinacao da
rna Direita n. 22.____________________________
Precisa-se de um criado que ahinca ter boa
conducta, para casa de pouca familia : na ra da
Conquista (soledade) n. i. _______________
Para a villa do Brejo da Madre de Deas pre-
cisa-se de um caixeiro brasileiro ou portuguer de
idade de 13 a 15 annos : a tratar no largo da as-
sembla n. S. ____,
Precisa-se de nma ama para comprar e co-
nhar para duas pessoas : no largo da Matria da
Santo Antonio n. 12.
A luga-M
Um criado e um bom coiinheiro : na
n. 12, 1* andar.
raa Direita.
Participamos que o Sr. Alberto orster Da-
non tem eatrado c^mo socio em nossa easa. Re-
cife 7 de jalb de 1870.
Matheus Anstin & a
Na raa de ioao Fernandea
cisa-se de nma ama |ara casa.
milia.
Vieira n. 2 pre-
de pequea fa*
Precisa-se de dous pretos. escravos para s
alugar : aa padaria, da roa daTlorentlna n. 3.
amCXATE VKRMIFB UE AMONIO S&-
' VES BE CASTRO.
Este acreditado preparado, que to boa
acceitacilo tem merecido nesta provincu,
muito se recommenda para cura certa e
efficax das bichas ou lombrigas, tanto as
enancas como em pessoas de maior idade.
nico deposito na pharmacia e drogara
de Bactholomeo 4, C, ra larga do Rosa-
rio n. 34. ...
E' hoje o preparado de ferro de mars ac
ceitac_o para a ebiorose atona dos orgos,
perdas brancas, mensbruaces diSBceis etc >
e tem seu favor o juizo autorisado da es-
cola de medicina de Pars,e dos chimicos os
maisnoUves. Deposito especial pharmacia
e drogara de BartMomeo & C, roa larga-
do Rosario 34
esquina
da ra larga do
Rosario.
Este importante, estabelecimento no sen genero, 'eni sempre um sortfrineiito sem iguaJJ esquina
ade por presos qne nenhuma cmtra casa pode veiler. j^ m jarga d
vista da qualidade e do pre*?o das joiascada mi pder-se-ha convencer daverdaae.
Oarante-se ser-todo de lei. (fcropra-se onro, pmta. e pesara $&** Pr Pr^s mllito el8i Besario.
vados.
A toja' est aberta at s 9 horaf? da no_k


\
Diario dt Pern>nibuoo Sexta fera 8 de lalho de 1870


..-.-**'-
Al*
LOJA DE J01AS
&C
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est, as condi-
?6es de servir vantajosaraente os seas fre-
#uezes, visto qne acha-se prvido com nm
^xplendido sortimento de obras de onro e
jarata de lei, assim como brillantes e ou-
tras pedras preciosas, cnjos prepos sao os
aais mdicos qne se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
le em troca on compram-se com peqneno
abate.
UA DO CABIIGA N. 5
J. Ferrara
PHO WCK Vftfll i
18-RA DO Qflpg6A-^a
A entraa?, peiop(\teo da matriz.
Os trabadlos Oa reedicacaa desta photographia,
e que se prolor/garam por tanto tempo, acham-se
1 felizmente terroinados e ella berta 20 servido do
publico de5d 7 d abr! pssaA.
O predio cm que est collocaa esta photogra-
phia acha-^e mimo augmentado, e s a parte desti-
nada ao crtabelecioiento coala cinco salas, inclu-
sive.aa de laboratawo. Todo o opocertu e aug-
memoe* wmdo sMofeitos terese-atoente. >ara se
Sotar ccnvoaientemente a photographia, e nao se
leudo melhor modelo eseolher. do'qoe a Ploto-
frafta Impera* do Sr. Inriy Paeheeo 4o Rio de
Janeiro, o primeiro plurtograpno de Brasil, e um do?
pnmeiroa do mundo, segundo a opiniao dos oais
abalisados mestfes, a nssa photogtaphia acha-se
dlsposta e reedificada pelo mesmo plano da do Sr.
I. Pacheco, a qnal foi mentada son todas as rf ras
receto mentadas pesos mais destiactos professores
Ae accordo com as moditicacdes necesw ias ao
clima do Brasil, reconhecidas e estudada pelo na-
lissmo e pratieo Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio eit qne esti i nossaj
photographia foi randado desde a sotara da porta dt'
ra ale a coberta, tendo-ae demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerem as novas salas,
edlficando-se cm novo "terrado envrdrsdb mu
espscoso e elegante
Como sabiao, fizemos una viagem expressa-
mewe curte para examioanoos a melpres pho-
tographias all' e foi a do Sr, f. Pacheco, a que
melhor fcoitespondeu aos nossos desejos e aspira
cues, e da qual trouxemos s planos desos de
all estarnos todo um mez esiudaodoa apro-
veitando as licoe de uto dsuncto mestr*. Pen-
samos que juntando os nossos esludos e longa
pratica de 15 annos de photographia s trlissimas
Iic5es ultioiaaente recebidas do Sr. r. Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como s*
acha, podemos oilcrecer ao lustrado publico
d'esta cidade e aos nossos numerosos reguezes
trabalhos de photographia o perfaitos, como se
poder desojar, e disto convencidos, esperamos
que coutiuuem a dispensar-nos a uiesma pro
teceao com que ha lo annos nos lem honrado e
aJ!^_________,-------------------------------i--------
PHARMACIA GERTIAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aobergier, e de
ihery decio d'Abbadie recostmeadados,
como calmantes para os casos, em que se
nao pode osar do opio e de sk prepara*
dos, e moi convenieotes para as enancas
nos espasmos econvulsos.

mALWk
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrao ea capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHulas de Vallet.
Pilotas de Blancard.
Pillas de Blsod.
Xarope forroginoso de Blancard.
Confortes fle lactato de ferro.
Pillas de carbonato de ferro, laclado de
.forro, iodureto de ferro com magoezia.
Ferro de Queveone.
ucar ferroginoso.
ztz
* S % a. B 1 a
n as S. a *o o
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B r.a?) 5.
n o o 1 o
oj 3 B 3
Bg BM Q.73 _
> 2 2. g g
c a> tu
2 as S 00
C
TAVE
CABELLEIREfR FRANCEZ
51Bui da Cadera do Becife51
Chama a attencSo dos seos innmeros' reguezes, e do respeitavel publico ei
'feral, para a seguinle tabeHa dos precos de st 'a casa, os quaes s3o vinte por cent
mais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senhoras a 250, Cadei. is para relogio a 5)5, 6fi,
300,35,51 e......40000 U, 80, 90, 120 e. .
Ditas parabomema 350, 400 e 500000
Coques a 120, 150, 180, 200, Corte de cabello, .....
cSLElm. i50,'i80, 00; "omo!"* w* frici0-
250, 300 e..... 320000 ^rto de c abello com lavagem a
Cachos ou crespos a 30, 40, 50, i chai pou......
160/70, 80, 90 e. 100000 Corte de c; uSellocom Umpez da
Tranca de cabello para annel a cabeca pt >la machma electn-
500 e....... 10000' ca nica em Pernambuco. .
Tranca para braceletes a 100, Frisado ing toza ou franceza.
150, 200, 25e.....300000 Rarba. ,......
ASIGNATURAS MENi^AES
Especialidade de penteados para casamento
Bailes e aolres
O dono do estabelecimento previne s | Recommenda-se superior TINTURA JA
Exmaa. Sras. e aos cavalheiros que ha um PONEZA para eneg Tecer os cabellos e bar
alio para tintara dos cabellos e barba, as-'ba' Dnica admittida na Eijwsicio niveml
. como n5o prejudicial sade, por ser voi
como um empregado smente oceupa-jatii, analysada e a oprovada pelas acade
WIORNA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eir de Mello, es-
erivo na cWade de Naiareth desta proviacla, o
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a 1 oncnir
aquelle negocio que V. S. se compromettea reali-
sar, pela terceira chamada (leste jornal, em fins
de deiembro prximo paseado, e depois para Ja-
neiro, passon a tevereiro e abril, e nada curaprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
ftm ; pois V S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quanao o senhor sen
(libo se achava no estudo nesta cidade.
PHARMACIA GEffT&Al RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e diarthare,
1 excellenie tnico para auxiliar as digestes
difficeis nos casos de debilidade do esto-
mago
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Agua hemosthalica de Lechelle, mu re-
commeodaua em qualquer caso de hemor-
rhagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRL RA DO*IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binacSo do iodo com o sueco de plantas
anti-scorboticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso.
O vinlio iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recomnendados para os mes-
los casos, e encontram-se nesta pharma-
cia.
O Campos da ra do Imperador n. 28 aprsenla
concorrencia do respeitavel publico os segointes
gneros, que reputaos especialidades, nao s por
serem rauito desejados, como psh> preco porque
est vendendo ; nao i- os que abaixo menciona,
como todos os mais qne existen) no seu armazem.
ESPECIALIDADES :
Camaroes seceos.
Pescadas em salmcura.
Presuntos de Lamego:
Ditos para fiambre.
Rap Paulo Cordeiro viajado e commum,
Velas pira carro.
Latas com legnmes em coacerva.
Ditas com guiados francezes,
Ditas com salmn e ostras.
Chocolate de diversas qualidades e precos.
AMA DE LITE
Precisa-se de cma ama de leite, preferindo-st
escravasem fllhD : na ra larga do Rosario n. li,
2" andar, junto a botica do Pinto.
ALIJGA-SE
O primeiro e segundo andar com sotao do sobrado
da ra da Cadeia do Rccife n. 60, com suficiente?
commodcs para familia, sendo em boa localidada e
muito fresco : a tratar no armazem do mesmo.
Os Srs. Francisco Camallo de Paula Pacheco,
morador na villa do Cabo, e Pedro Dnarte Rodri-
gues Franca, morador em Trombeta (Una), sao
rogadas a virem ra do Queimado n. 46, loja de
Goes & Bastos.
Precisa-seide urna escrava de meia idade
mesmo sem habilidades, para o servico interno de
urna casa de familia : na ra da Conquista (Sol-
dade) n. 6._______________
AMA
Prccisa-se de urna ama
prar para casa de puuca
ra do Crespo n. 18,' 2 andar.
para cozinhar e com-
familia : a tratar na
Precisa-se de urna am* para o servico iuier
no de ama casa de pequea familia, preferindo-se
escrava : na roa da Amizade n. 21, Capunga. ou
na ra do Vigario n. 5. 3* andar.
150001
501
5
10001
10001
50f
251
No armazem Novo Mundo, em frente a ra do
Vigario n. 2, vende-?e rap das seguintes qaalida-
des e vinhos, por todos os vapores, sendo a reta-
Iho e em grosso, a sa'.ir:
Rap G-sse-grosso.
Rap Gajse-flno.
Rap Paulo Cordeiio.
Rap princeza da Baha meio-grosso.
Rap princeza da Bahia fino-
Rap popular da Bahia.
Irmandade do
SS. Sacramento
Santo.
do Corpo
Nao tendo comparecido numero legal de rilaos
para se constituir mesa geral no dia 3 do corrente
mez, de novo convido aos nossos charissimos ir
maos a comparecerem no consistorio da irmanda-
de na quinta-feira 7 do corrente mez, as 5 horas
da tarde, para em mesa geral elegerem 00 tros
membros que snbstitnam os qne tendo sido eleltos
para regerem a irmandade no anno compromissal
de 1870 a 1871 nao quizeram aceitar.
0 escrivSe,
Manoel Jos dos Santos.
Criada
Precisa-so de ama criada livre ou eserava,
'.rao saiba bem eegommar e tratar do servico in
wn de -tama casa do-aouca famHa'>'a iraur no
Mauguinho, casa nova dos Srs Carpinteiros, ou
ao caes d'alfandega velha n. -2 eswiptorio, paga-
se,bem.
nmi flBBBBB
S PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHICO
BB FUNDADO PELO DR. SAUIKO
B BOJE DIRIGIDO
PELO
SDR. SAXTOS MEaO.
43Ra Nova n.r-43
O Dr. Santos Mello de volta da Babia
S contina a ser encontrado todos os das
das 10 horas ao meio dia para consultas.
Chamados a qualquer hora do da ou
da nou'te.
Gratis aos pobres.
43-Rna Nova n. 43.
MpSM
The Liverpool & Loa-
don & Globe Insu-
rance Company.
Cempanbia inglesa de seguros contra-fogo,
estabelecida em 1839.
Capital e fnndos de reserva
RS. 35.3SO: J0#.
Os agentes desta compnhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e fazendas armazenadas,
mobilias, etc., etc., e esto igualmente autorisados
a saldarem aqu quaesquer reclamagoes.
Saunders Brothers di C,
Praca do Corpo Santn. II.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo-raruta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'alcatr5o, d'acido phenco, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de peU como sarna', panos, em
pingeos etc., sendo o ultimo de muita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRATrA DO IMPERA-
DOR N. 38.
' Os jpelhores vermfugos para enancas,
Pastilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifuga.
Tudo de melhor qualid-ide.
PHARMACIA CENTRAL RA DO I
DOR N. 38.
Variadissimo sortimento de fundas de
excellenteqoalidade.
FARMACIA CENTRAL
Roa do Imperador u. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of well known ntelity to the En-
glisb Faculty, as a cooliog and refresbing beverage
in all cases of fe ver. The frequent use'o*,*>is sa
line preserves foreignets from many disees to
which they are leable before becoming acclima-
tised. May he obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
PHAIIMACIA CENTRAL "RA DO IMPERADOR
N. ^8.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho martimo, para a affeccSes chro-
nicas dos pulmes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pastilhas de bypopbospheto de cal mu
uteis na thysica pulmonar.
Pastilhas de angico naf, e de Regnault,
de hortelua, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanba e de Rermes.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vez3s sem irritar os intestinos.
Precisa se
Terco n. 63.
de um caixeiro : no'paleo do
un
do nesse sen-ico.
mias de sciencias de 1 'ARIS E LONDRES
Cortes de seda e de cambraia boi dados
0 Cysne roa da Imperatriz n. 64 ataba de receber lindos e poder
vestidos de seda, pretos e de cores, lisos e matisados; assim como cortes
brancos todos ricamente bordados, os quaes vende por commodos precos.
Laa para bordar a 5^500!
lia, qual vende
e galoes de seda
nos cortes de
e cjunbtaia *M
Acaba de receber um grande e variado sortimento' de
libra, cores or-tida?.
Fitas
Recebeu larubem um lindo sortimento de trancas, franjas e galoes de seda e
variado sortimento de fitas de sarja, sptim e chamalote de todas as cores e largur;
um sem numero de artigos proprio de dito estabelecimento.
Paga-se bem.
Precisase do um trabalhador forro oa captivo
para o servico interno de um estabelecimento, pa-
ca se bem agradando : tratar na rna larga do
Rosario n. 84, botica de Bartholomeu._________
Padarla da fu do Carnario
mere 13
Esta padaria tendo-se acabado ds montar con-
venientemente, acha-;e habilitada para apresentar
ao publico nm pao especial, tanto sela sua quali-
dade como pelo asseio com qne fabricado. Tem
pao quente de machia e de tarde.
Dma pessoa basante habilitada se oflerece
se encarregar de algums robrancas, tanto nes-
ta oidade eemo fra della, p>r mdica porcenta-
em, o qual di ftadnr i sna co.idaeta a contento
os senhores qne conarem seus dbitos; na ra
Bella n. 15. Esta megma pessoa ^.eba-se enear-
regada de nma cobranca bastante importante fra
da ,cidde.
aSioOO

1%
rf
^*
Os abaixo assignados declaran) ao publico,
com esnecxadaje ao corpo do oorapaarco que no
dia 30 de nuio fisioLverjm amigavelmento a so-
ciedade que gyrava sobre a razo de Teixeira dt
Almeida, fleando o activo e passivo a cargo do so-
cio Manoel Bodriguer Teixeira, retirando-se o so-
*.'/ ci Aatonio da Souv Almeida, pago n .capital e
iWS Jncros.
Reeife, Sdejulho de 1670.
Manoel Rodrigues Teixeira.
Antonio dt Son Ajmeida,
XAROPE IIYPNOTICO DE CHLORAL.
Ochloral um agente tberapeutico recen-
temente experimentado, mas cujos benefi-
cios v5o sendo largamente aproveitados pe-
los pratcos em qoasi todas as affecces ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
sempre empregado com vantagem nos
casos de dores nervosas intensas, e as de
insomma, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle reccmmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimdoras extensas, nos
accessos agudos de gotta, na asthma, na
tosse convulsa, e em muitos outros casos,
DOSB.Daas a oito colberes de sopa
por dia, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUININNO DE LABARRAQUE
Poderoso tnico boje to aconselbado nos
gozos de {debilidade geral, e mni usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADOR
UTi 1IILI1R
Vende-se tabelas compararativas de pre-
sos de metros covados e vice-versa, mos-
trando prJmafacie o valor de qualquer
fazenda, em relacSo s mencionadas medi-
das reciprocamente : em casa de Lailachar
C, ra do Crespo o. 9.
Pechincha
Vende-se dous bois e dou carros, todo em bom
estado : no caes do Ramos h. 20.
COMPANKIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
BECIFE A9 OLIXDA.
Por ordenf da directora sSo .convidados
os-Srs. accionista* pawr no praso de 10
dias cobtado do di !. de jillio vindouro,
effectuarero a 10. prestaco de suas accoes
rario de *0 a/0'.
Para esse fim ser encontrado o Sr. tbe-
snnreiro, das 11 horas da manfa3a as 2 da
tarde de lodos os das,, no escriptorio da
compnhia, ra Nova n. 35, 1." andar, en-
trada pela ra dos Flores n. (4.
Recife; 27 de junho de 1870.
O 1." secretario
Jmo Juaqtiim Alves-
ATTENCAO
Deseja se saber se existem nesta cidade ou pro-
vincia os Srs. Manool Jos Soares e Joao Jo.- Soa-
res, naturat das Ilhas dos Acores, os quaes, bu
quem delles ti ver noticias, sao rogados compare-
cerem roa do Brnm n. 96, arm&em, a negocei
de interesse.
Cozinlieira
Na ra do Commercio n. 3 Io andar pre-
cisa-se de urna boa cozinheira para a casa
de tres mocos estrangeiros em Casa Forte.
Alug
a-se
O armazem da ra do Imperador n. 57, denomina
do Allianca : a tratar na ra do Crespo n. 8,
quina
es-
Precisa-se de um
quista (Soledade) n. fi.
uzioheiro : na ra da Con-
Precisa-se de nina criada cosinheira, na
ra do Imperador n. 57, segundo andar, aseada
pelo lado da ponte Sete de Setembro.
Precisa-se (ie una ama para compSf e co-
zinhar para urna casa de puuca familia : na ra
Imperial n. 130, casa
lado.
com portao de ferro ao
Aluga-se nma preta escrava ba cozinheira:
a tratar na ra Duque de Caxias n. 14, antiga do
Queimado, loja de fazendas.
Alugase o Io e 2o andar do sobrado sito .na
rna Direita n. 93 : tratar na loja do mesmo*.
Ama.
Precisa-sede urna ama para
nhar para casa de duas pessoas :
Corpo Santo n. 25, 2o andar.
cemprar e coli-
na travessa de
Precisase de urna ama para lasa de peque-
a familia, do largo do Paraso, segundo andar de
sobrado em frente da igreja, entrada pela traves-
sa do Ouvidor.
Boleeiro.
Precisa se de um rapaz boleeiro no
eommendador Tasso.
sitio do
Oflerece-se urna ama de leite : a tratar no
pateo do Carmo, esquina da ra de Hortas, arma-
zem n. 2. ,
Na villa de Barreiros precisa-se de urna
ama : trata-se na ra de Hortas n 84.
ATTENCAO
A subdita portugueza desvalida, que ha poueo
ternpo fra esbofeteada em sua residencia rna
Imperial, de novo acaba de ser acommetida na
ra, pelo seu aggressor, com palavras injuriosas e
ameacas, tudo islo em menoscabo da lei, jamis
estando seu aggressor pronunciado no art. 201 di
cdigo cr.minal por offensas feiia mesma desva-
lida, cujo processo corre pela subdelegada de S.
Jos, e hoje se acha affecto ao Dr. juiz municipa
de qnem se espera fara just ca como cosiuma.
AMA
Precisa-se de orna ama para servico de dontro
e fra de casa de puuca familia, prefere-s escra-
va e paga-se bem agradando: na ra Velba nu-
mero 6o!
CRIADA
Precisa-se do nma moca decante e branca para
o servico da sala do hotel do universo, preferin-
do-se urna ailemaa: na Praca do Commercio n. 2.
Paga-se bem.____________________________
Padre Augusto Anto-
nio Teixeira
DISCURSO
De accae de gracas pelo fausto successo do-aca-
bamento da guerra, por occasiao do solemnissimo
T-Deun, celebrado na igreja de N. S. da Enear-
nacao de Lisboa. A' venia as livrarias: Fran-
ceza, Acadmica e Encadernacao Parisiense.
aswiisa woaAB
DE
Catao & C.
Precisa-se
De urna ama de leite : na ra da Senzala-velba
n. 140.
Precisa-se de urna ama
de n. 52.
na ra da Soleda
Escola primaria.
A professora particular Thereza G. de Carvalhu
trans ferio a sua residencia para a praca do Conde
d'En (Boa vista) n. 9, 1' andar, onde contina :
exercer o magisterio primario. A sua longa pra
tica no ensino garante o adiantamento de suas
discipulas. Alm de alumnas externas, recebe
lamben) como pensionistas algumas meninas de
familias residentss fra da cidade, dando-Ihe-, a
par da instruccao e educacio, um f alamonto con-
veniente. Exige mdicas remuneracoes.
Vendo no Diario de hontem (4) os nomes de
diversos senhores, incluido nelles o nome do mea
finado irmau An-onio Caetano da Mofa, tenho ai-
declarar ao Sr. annnnciante da ra da Cadeia n
30. Io andar, que esta fallecido ha 5 annos.
RA ESTBFITA DO ROSARIO O.
Joaquim Caetano da Motn.
ANA
Na ra da Cruz do Becife n. 19, 2o andar, pre-
cisa-se de urna ama p ira servir a tres pessoas.
N. 77- RA DA IMPERAT ZN. 77
Esforce-se muifo embora o facultativo laborioso,
empregnern-se as reaccoes mais fortes contra
quaiquor affeceio, e tudo ser baldado, infructfe-
ro, e at omminoso se os combinados pharnaceu-
ticos nao forem acrisolados, e oriundos dos medi-
camentos mais novos e puros.
Se a paihologja, a materia medica sao os dous
contribuintes para apiompta extioao dos pade-
cimentos mrbidos, se do seu perfeilo conhecimen-
to depende a vida as menores como mais graves
enormidades, a pureza do medicamento, a sua
forca real e prompta accao expnlindo toda dnvida
sobre sua efucacidade, em vez do sar a ultima so-
licitado a tomar o mais seguro garante da vida.
Esta pharmaeia paro isso emprega todo o zelo,
mandando vir seus medicamentos dos principaes
fornecedores de Paris. Londres, Hamburgo, Lisboa.
e America ; tendo la ni bem grande sortimento de
productos chimicos, pharmaceuticos, tintas, pin-
ceis e toda a qualidade do drogas, o preparados
especiaes desta pharmaeia.
Avia receitas com perie;a e promptidao, at as
10 horas da noite, altendendo a qualquer reccita
e a qualquer hora tambem da noite, por um pos-
tigo, e s abriodo a porta a fregnezes coniecidos.
Avista disto convidamos I s moradores da tre-
guezia da Boa-vista e ao publico em geral a con-
correrem ao nosso estabelecimento, que nos en-
contraras sempre promptos a satisfaze-lo? por
menos dez por cento do que em ontra qualqner
parl.
Agencia em Pernambuco
Do Dr; Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias co peito.
asa parrilha
Cura ulceras e cliagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pilnlas cal arl!c; Puramente vegolaes e sem mercurio, cura se-
zoes, enram e pnrilicam todo o systema humano
Vende-se efectivamente em casa oe Samuel P
hnston 4 C, ra da Sanzalla Son n. 42.
Furtaram do engenho Mumbequmlia no dia
de S. Pedro, 29 de junho do correte anno, um
quarto ruco de vermelho, grande, secco do corpo,
carnudo, aiuda novo, inteiro, com duas feridas de
cangalna as costellas, a pontinha da erelha es-
querda aparada por dente de outro cavallo, com
marca de raladura as juntas das maos, e o ferro
MC mal qneimado em ambas as pernas: quem
sonber noticia delle dirija-se ao engenho cima
dito, a tratar com Manoel Carneiro Leao, que sera,
recompensado.
SEGURA.
Fngij urna grande cachorra preta cora sobr'o-
Ihos e pintas amarellas como os caes rateiros :
qnem a levar ao sillo do corameodartor Tasso, na
Crnz das Alma, ou em sen escriptorio na ra
do Araorim n. 37. ser recompensado.
AMA
Precisa-se de ua ama qtieengomme com per-'
eicao : a tratar na ra Nova, casa a. 33.
AVISO
Precisa-se de nma ama para cozinhar e lavar
para casa do pouca familia : na ra de Hortas n.
30, sobrad.
Nos abaixo assiguados fazemos sciente ao
respeitavel publibo e com especialidade ao Ilustre
eorpo do commercio, que dissolvemos sociedade
que tiohamos n taberna sita ra de Aguas-ver-
des, hoje Lombas Valentinas, amigavelmente, fi-
cando todo o activo e passivo a cargo do socio
Joao Machado Evangelho at esta data.
Joao Machado Evangelbo
Antonio Teixeira dos Santos,
Carvalbo & Nogueira, na rna do Apollo n.
20, taccara sobre Portugal, vista e a praso.
HOTEL JOVIAL.
48-rua ds Trincheiras-48
Nesta hotel fornece se para casas particulares,
tantq avulsa como por assignaturas, ctmlimpeza ;
Precia-se de nma ama pra todo o servico de
urna pessoa : na rna do Vigario n. 33, segundo
andar.______________________________
PAUL CtiMJVIN
Mechanico conhecido ha 10 annos nesta cidade,
partecipa ao publico que tendo dissolvido amiga-
velmente a sociedade qne tinha com o sen cunha-
do Carlos Pluyn contina a so achar a sua dispo-
sicao para o que diz respeito a abertura de bur-
ras, machinas de costuras, armas, fechadnra?, col*
locacao de campanhinhas e todo qualquer concer-
t : praca do Conde d'En n. 24, ont'ori da Boa-
Vista.
Francisco Moreira Pinto Barbosa^onvida tanlo
aos seus amigos como aos do finado Manoel de
Azevedo Santos, a assistirein a urna missa que o
mesmo manda rezar por alma do mesmo finado
no dia 8 do corrente pelas 7 horas da manha
na matriz do Corpo Santo, e desde j a todos fi-
les confessa sua gralido por este acto de religiao
e caridade.
Gabinete Portuguez
de Leitura.
De ordem do Illm- Sr. presidente do eenselho
deliberativo, aviso aos senhoros conselheiros qne
sabbado 9 do corrente, as 6 1^ horas da tarde na
sessao ordinaria na salla das respectivas sessSes.
Secretaria do conselho deliberativo do Gabinete
Portuguez ae Leitura em Pernambuco 6 de julho
de 1870.
J. B. Fonseca,
Secrertano.
sorvete noute, ptima feijopda as quintas fei
ras e mao de vacca nos domingos de madrugada,
e apromptam-se cem brevidadeflualquer encom-
meuda. _______j__
- Gabinete Portuguez de Leitura
Troca-se nmt boniu imagem do Menino-Dos.
fetta em Lisboa : a* jwaca 4 IpdPendeDfji tj.
139, lojadic|lcdo
PjEIIIUO
Pela segunda vez tornamo-nos massantes, mas
com delicadeza, pedir ao Sr. n, Luz Casali, direc
tor do circo no pavilbio de Santa Isabel, para in-
cluir no seu programma de domingo 10 do cor-
rente, o trabalho da escada aerea pelos applaudi-
doe gynasticos Aldabo e Vicente. Esperamos qne
o Sr. Lniz Casali preste mais alguma attsncao aos
adidos qne se Ihe fazem.
O publico em geral.
ero Pernambuco.
Assenbla feral
De ordem do Illm. Sr. presidente" convido aos
senhores socios ffectivos reanirem-se domingo
10 do corrente. pelas II horas da manha, para,
de conformidade com os estatuto', proceder-se a
leitura dos reltenos do conselho deliberativo, di-
rectora e parecer da commissao de eiaoe de
contas.
Secretaria do Gabinete PortnguezUe Leitura em
Pernambuco 6 de julho.de 1870.
J. R, Fonseca.
2* Secretario.
i
"*


Diario de Pernambuco Sexta feira 8 de Julho de 1870.
5
Ama
i e.'iaa.ge de tima ama jiara cata d hrmem
soiteiro, qaeftaiba lavar, engomar e coxinhar;
o* roa (ialfatn, II. 1 infer. J*


Ama
Preciaa-ge na raa da Praia n. 33, S* andar, de
una am que saiba coiinhar com perteicJo, quer
seja IVT8 ou escrava, seadb tan Mnente para o
senrt$o daeotinha : a tratar no raerao sobrado.
COMPRAS.
0 nrazeo de joiaa
ama doGabag a. 4 compra-se ooro,prata
perw preciosas por prtcos mais vanujosos tk>
qu em ootra aualquer *parte.
t _
-TT-----
.
(jompram-se
Moodas de ouro de prata de todas as naces :
na da Caea do Recife n. 58, toja de azulejo.
ua
' Comprase ntna casa terrea boa, situada ein
Santo Antonio on Boa-vista: na roa da Florenti-
na a. 6.
Compra-se ama casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio: i tratar no arto da Conceicao nu-
mero 6.
--------" nm
Com muito aiaior vantagem compram-se
t>nro, prata e pedras preciosas en obras velbas: na
loja de joias do Coracao de Ouro a. 2 D, ra do
Cabngi.___________
Compra-se urna carrea e preparos para un
cavallo, sendo esta muito maneira e em muito
liom estado : na ra da Seniala-nova n. 30.
A BA IIAIMP3BRATRI2? M* *
Esquina da ra da Aurora, em frente do ef Imperatrfz.
-^ N'este novo e sumptuoso estabelecimento de (agendas encontrarlo as Exmas.
imillas todo quanto possam (tosejar, tanto em artigos do nwis rigoroso fuxo, como em todas
i mais qnaldades de fareridas,
Alm de se aobarem prvidos do que de meHior se eneontra neste mercado,
jor todos os paquetes da Europa, recebem directamente o que em artigos de moda e
lo mais apurad* gosto se encontra em Pars, o qoe vem cadadia augmentar s propor-
068 de que dispon este estabelecimento para bem servir sua numerosa freguezia.
AlgodaO largo para lences e toallias de Gase com listras de seda e flores, fazen-
odas as qualidades que costuma vir ao mer- da inteiraraente nova para vestidos de baile,
ado. Gravatas para senhoras e homens, o mais
Alpacas de todos os padroes e qualida- completo sortimento que se pode (tosejar,
les Uto variadas que se nao podem descrcver. Guipure preto e branco, diversas largo-
Albuns com msicas para coltocar retratos, ras e diferentes gostos.
lelicado presente para qualquer pessoa de, Gollas e punhos bordados para senhoras.
atima. Guardanapos de linbo pequeos e gran-.
Atoalbado de linho e aigodo, branco e des.
te cores proprios para toalhas. Gorgoreo de seda preto e de cores.
QB Grosdenaples preto ede cores, haven-
Basqaiaas de seda pretas e muito moder- do diversas qoalidades e gostos.
di
Compra-se na ra de Hortas n. 1, papel do
jomes para embrulho.
ttenpao
Gompra-se urna refloacao de asquear
ver annuncie para%er procurado.
quem
VrNDAS.
Estamfjilhas.
Vende-se na roa da Cadeia do Recife n. 58, loja
le azulejo.
Vidros para vidracas de todos os tananbos
e em caixas, vende Bartholomeu & C, em sua
pharmacia na na larca do Rosario n. 31.
Vende-se m boi e urna carroca de 4 rodas,,
m bom estado : a tratar na ra da Roda n. 4"
das 6 s 9 horas da manbia.
Vsnde-se
Sementes n :vas de bortalices, garantidas, da socie-
dade de Horticultura Lisbonense, ra do Amorim,
deposito da tabrica de cervejas e espirites da ra
do lirnm.
Ferro gaivanisado
Vende-se em casa de Adamson, Howle t C.na
ra do Gommercio n. 40, folhas de ferro gaivani-
sado de 6, 7 e 8 ps de comprimento.
QUEJ QUER VEWH
NA
Loja ingleza
Passcio piiblieo n. O.
Neste grande estabelecimento encentrar o res-
peitavel publico um grande sormento de lazeodas
de todas as qualidades e presos pnr menos do que
em ootra qualquer parle, com.' sejam :
Chitas tanto escuras como de cores, muito finas
a 240,260 e 280 o covado.
Cassas de cores, padroes rauito bonitos, a-280 e
320 o covado.
Cambraia "branca transparente p&ra vestido a
4* a pega,
Laazinlia para vestido a 360 o ovado.
Ditas para dito com listras de seda a 800-rs.
Ciseniira prcta para calcha a 54 o corte.
Ditas de cures a 4 o covado.
FustSo de cures para calca a 1/ o crtp.
Madaooloes finos com pequeo toque de avaria
a 4$ e S.
Algodoes brancas a 33, 33500 e 4 peca.
Paletots, calcas ecoileics da todas as qualidades
PASSEIO PUBLICO K. 00.
40$ 50$
Ricos, coeiros de casewiira bordados a crox e a
matiz ra do Crespo h. 25, loja da esquina.
CHARUTOS DE S. .FLIX
Ramos & Temporal vendeai no seu esrriptorio,
rna da Cruz a. 27, charutos do afamado fabrican-
te Manoel da Cesta Ferreira, de S, Feiix.
Cemento
O verdadeiro pnrtland. S so vend* na ra da
Madre de Dos d. 22, aruazem de Joo Martins de
Barros.
' TABERNA.
Vende-se ajtnnacao t penences de urca taber-
na a ra do General Victorino, bem afreguezada c
com poucos fundos : a tratar na mesma taberna a
qualquer hora do di a.
Farinha do iiia^iioca te Santa
Caiharina.
Da superior, vinda pelo patacho ififtiex Marg
Block ja ta parte ensacada para conimadidade dos.
compr.nwirs, c w nde-se nos armazens de Tssso
Irmos.- i'.., uo eaes de Apollo, e ra do Amorim
numero 37.
.!
JJOOO
Finos Grtes de cliii.v a 2Q.'
po a. 2">, ioja da e# loina
na ra do Crea-
Japoneses para senuras, o melhor gos-
to, e fazenda propria para as festas nos ar-
rabaldes e passeios a tarde.
Lazmhas de todas as qualidades, cores
e gostos, nao ficando nada a desejar, tal
o sortimento que existe para escolber.
Lencos, ludo quaolo pode baver desde
esguio ao aigodo commum.
Leques de madreperola e osso, o mais va-
tas, bea como de crochet, ludo de apurado
rosto e feitio.
Baldes de musselina, madapolao, brancos
I de cres, para senbora e meninas,
Bareges de cores variado sortimento.
Babadinbos ou tiras bordadas ein todas as
arguras.
Beibutina de todas as cores.
Bolsas de tapete para viagem, grande"
'ariadade de tamannos e gostos.
Bombazina preta de todas as qualidades.
Bramante de tinto de il palmos de lar- riado sortimento.
ttra, e todas as mais qualidades. Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bretanhas de Hnko e algodo, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por todos os va-
imento. pores, sempre novo sortimento, quer em
Brins de linho branco e de cores, do mais pellica para homens e senhoras, quer emjfio
ommodo ao mais caro em arialidade, affiao- d'Escocia, brancas e de cores.
ando o que ha de melhor na especie. d
Brins d'agodio completo sortimentB e Madapolle; indescriptivel o grande sor-
ariedade de pregos. timento que ha neste genero, desde o mais
es elevado preoo ao menor, que se vende em
Cassas de cores, o maior sortimento, pri- peca e retalho por menos do que em ou-
tiando pelo bom gosto e barateza, atientas tra qualquer parte.
ia qualidades. Mantas de blonde para noivas: o apurado
Gambraias brancas, tapadas, e traGsparen- gosto dos nossos correspondentes em Parte
es de todas as qoalidades e presos. habilita-nos a dizer que temos em nossb
Camisinhas de cambraia de linho e cassa estabelecimento o que de melhor s dese-
wdadas ricamente enfeitados para eras, ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para hofcens e meninos, to va- Mantas pretas de Wond.
tado sortimento que vai do mais ordinario Mantas para carros, com lindas pinturas.
NDE MVUtK
Mlag HlBNCA, mais precisa scieotitkar ao respfittavel publico era'
3 em
t tem recebi4Q> & justameBtefqaando ella menos o pode fazer e por^ue|ssa falta invo-
luntaria ella confia e espera ha benevotoacia de todos qie Ih'a attndero e relevario,
continuando portao'to a dirjgirem-se a bem conhecida leja da AGlA BRANCA ra do
Queimado n. 8, onde sempre acharo abundajicii em sortimento de supwioridade em
qualidades, modicidade em precos e o seunumaesmeottido AGRADO E8FNCERIDADE.
Do que cima fica dito se coubece que o tempo'de que a AGUIA BRANCA pode
dispr, empregado apezar de seus cusios no desempenbo de bem servir a aqnelles que a
honram procurando prover-se em dita loja do que nepessitam, entretanto sem ennume-
rar os objectos que por sua natureza s5o mais conheeldos aji, eUa rejmijaniente indi-
car aquelles cuja importancia, elegancia^ novidade os tornam recoramendaveis, como
bem seja :
Corpinhos de cambraia, primorosamente
enfeitados com fitas de setim e obras essas
cuja novidade de molde e perfeico de ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largas de diversas cores e qoa-
lidades para cintos.
Leques uesse objecto muito se poderia
dizer querendo descreve-los minuciosamente
por suas qualidades, coree e desenbos, tal
e o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se lhe apresentar o que poder de
melhor. .
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e desechos.
Ditos de algodlo com flores e lisos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escoria.
Costumas ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Tonquinhas" de fil, sapatinhos bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordadas para ditos.
nadapol5o ao mais porfeito bordado de li-
Camisas de meia, de flanella, braneas e
le cores para homem.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
{ue se pode imaginar, sendo d'isso a me-
nor prova o grande consummo deltas na
fiScina da casa.
Capellas de flores, para noivas e bailes,
4esde amis candida flor delaraagiraat
i mais ini-eressante trinalda.
Chapelinhas no melhor gosto.de todas as
ftres hoje preferidas pelas senhoras de
oais apurado rigor na moda.
Chapeos pretos develludo, para senioras,
ltimo gosto de Paris.
Chapos de sol, para senhoras e homens,
de todos os pre;os e variados gostos.
Cbaly com ricos padroes para vestidos.
Chales de todas as qualidades, avultado
omero e nao menos variedade de gostos,
Chitas, impossftel descrever o sorljmen-
o e variedade de padroes e novos gostos,
la neste artigo tudo quanto se pode desejar.
Cintos para seoberas o que se pode ima-
jtaar de melhor.
Coques, o meltoor no gosto e nos enfei-
'.es, varios tamanhos.
Colchas de seda eom borlas, o mais apn-
rado gosto elavor.
Capellas brana-s para meninas.
Grande sortimento de flores finas.
Fil de seda, preto.
PERFUMARA
Grande e constante sortimento de dita,
sempre melhor quajidade.
Lindos vasos com p de arroz e pinsel,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes dourados
para circular o coque.
Bonitos brincos de plaquee.
Aderecos e brincos d madreperolr.
Caivetes fiaos para abrir latas.
Ttaesooras para frisar babadinhos.
Aspas para balSo.
Novos stereoscopos com 48 vistas, as
quaes s3o movidas por um macbinismo
urnas substituem as outras.
Vistas para stereoscopos.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados cora
pedras.
Ditas de madeira enveroisada com vspe-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
enancas.
Diversos objectos de porcelana, proprios
para enfeites de mesa e de lapinhas.
LOJA
SORTIMTO COMPLETO
NOS GRANDES
AttMAZEUS DE SECCOS
E HOLHADOS
CONSERVATIVO
JX. 23Largo do Terco.N. 23.
DE
S1MA0 DOS SANTOS ft C.
Merinos pretos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lindos e va
riados padroes.
Pannos pretos e de cores, desde o mais
barato ao mais superior, por prego muito
commodo.
Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Ditas de casemrra muito finos para
mesa.
Peitos bordados de linho, lisos e de ai-
godo para camisa.
Princetas pretas e .e cores.
Popelina do seda e linho, com listras e
flores; fazenda lindtssima.
Pelherinas para senhoras, do ultemo
gosto.
Perfumaras; os mais finos extractos o.
que de melhor e mais agradavel se pode
encontrar neste genero, e de mais tragante
e euave no olphato, tem o PAVILHO DA
ACRORA, desde a verdadeira agua Flori-
da at o mais fino Bouquet d'Amour, final-
mente tudo quanto deve oceupar o touca-
dor de urna senhora de gosto.
sa
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sera elles, o melhor possivel,
Sahidas "Sedas pretas, de quadroe, lavradas, lisas.
10
PROGRESSO
Penha
GALLO VIGILANTE
Hua do Crespo n. 9
Os propnetarios deste bem conhecid* estaiele-
cimente, alm dos muitos objectoa Sostos a aprecigo do respeitvel publico, mao-
aram vir e acabam de receber pelo ultimo t^
da Europa um completo e vahado sortimento e
unas e mui delicadas espcialidades, as qaacs e-
tao resolvidos a vender, como de seu costme,
por presos nuto baraUnbos e commodos para to-
dos, com tanto qne o Gallo ...
Muito superiores, luvas de pellica, pretas; bran-
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punbos para s-
nhora, neste. genero o que ha de mais modere1;.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissiraos enfeites para cabcag d*t
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores eom vidri-
Ihos e sm elles; esta fazeuda o que pode nawr
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
marflm, sndalo e osso, sendo aquelles branca
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias o de Escossia pan se-
nhoras, as quaes sempre se veneram por 30*001
a duzia, entretanto que nos as vendemos por 30*,
alm destas, temos tarabem grande sortimento de
outras qualidades, entre as quaes algumas mua
finas.
Boas bengalas de superior canna da India
castao de marflm com lindas e encantadoras figo-
ras do niesmo, neste genero o que de meUwr
pode desejar ; alm destas temos tarabem grande
(juantidade de outras qualidades, como sejam. mir
aeira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos chkctinhAs 6e cadeia t
de outras qoalidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para ment-
nas de 1 a 12 annos de idodc
Navalhas cabo de marllm e tartaruga para fir
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tan:
bem assegurnmes sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capellas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para eroi.
Linha muito boa de peso, froa>:a, para- enehar
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assa*
como os tentos para o mesmo lim.
Grande e variado sortimento das iBelherea.per-
fumarias o dos melhores e mais coniiecidos pe-
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos magnticos contra as convnlsoes,
faeilitam a denticio das innocentes crianas. So-
mos desde muito rocebedores justes prodigiosos
colkres, e continuamos a rccebe-los por toaos os
vapores, aura de que nunca fal'.om no merca',
como j tem acontecido, assnn pois-podero aquel-
les que delles precisarem, vir ao deposito do galle
vigilante, aonde sempre encontuaro destes veroa-
deiros collares, e os quaes attendendo-se a/> to
para que ao applicados, se venderao com um rat
diminuto lucro. .
Rogamos, pois, avista doscbjoctos que deixamcf.
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virens
comprar por pneos muito razoaveis loja do galle
vigilante, ra *o Crespo n. 7.________^_^
10
Pateo da
DE
SANTOS & FERREIRA.
Os propnetarios destes bem sortidos armazens partiwpam aos seus inuumercs
freguezes tanto desta praca como do matto que tendo l'eito grande diminuifo de pre-
tos as suas mercadorias esto por isso resolvidos a vender por menos de SO e 20 \0,
do que eco outra qualquer parte, garantindo-se portanto a soparior qua'idade de qual-
quer genero comprado uestes dous estabelectmentos. Mencionamos alguns dos nossos
gijneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadonho seria meo-
cma-los.
Vende-se
Palitos do gaz a 330 rs. a duzia de caixinhas, ba-
rato : na rm do Raagel u. 3tf, taberna._______
Vende-se no apiazein de Kohert Lighlbown
& C, ra da Cadeia a. iii, o e barbante de todas
as qualidades, cores e ^rossuras, em grandes ou
pequeas porgues, estepas de todas as qaadades
e largar ts. __________^_
Vende-se ou aluga->e urna canoa nova, toda
encavilbada de cobre, que pega 400 feix es de ca-
pim : para ver tratar na camboa dos Remedios
com o capitn Bel lim.
Vende-se um eabruiet raucez de duas ro-
das, em perfeito est.ido e bem conservado, com os
seus competentes arrotos : a ver e tratar ra da
Matriz di Boa-vista n. 28, loja de pintar carros,
Farnba de aadloca.
Da melhor qualidade e mais barata do que em
outra qualquer parte : venden) Amaral, Moreira
A C., no caes da alfandega n. 7._____________
Fazcndas barata?, rua do Ca-
Luon. 10.
Chitas rxas, covado, a 200 e 210 rs.
.Chitas de cores finas e bom panno a 30 rs. o
covado.
Ditas preeales, lindos padrfl -s 400 rs. o covado.
Lia com listras de seda a 500 rs. o covada.
Dita com ditas a 30 rs. > aovado.
Dita com flores a iOQ rs. o covado.
Chales de ganga bordados a i800.
Cassa lisa com 15 vara* a peca por 6$.
Graade percio da colchas de "cores a 2J100 e
4*800.
Dao-se amostras.__________
Vende-se um exceilenle cabriolet que traba-
lha co/n um e dous cavallos, eom os competentes
arreios. a tratar na raa larga do Rosario n. 36,
leja._______________ __________
' A' ra Direita n. 26 cbegoii itoy> sortimento
4ebalaios, eandecas, acaates, eostureiras, e cea-
tas de todos os tamanhos : vende-se mais barato
que em outra parte.______________________
Vende-se ama casa terrea na ra do Padre
Floriaao n. 8, terreno proprio, refleada de novo,
rende actualmente 16| mflwaes, pela qawtia de
2:000*, preco flxo; a tratar na ra da Imperatriz
numero 34.
Ditas de fusto branco
jrecos commodos.
Gorpiahosdecambnia, ricamente borda-
ios para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
ll,o qoe de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
uaior sortimento.
CD
Damasco "de la de 9 palmos de largura
indas cores e ricos padroes.
Esparthos branoos e de.cores, para se-
jhoras e meninas, o melhor neste ger.ero ;
enhuma Sra. deivjini por certo de muir
te de to precioso auxiliar i perfeic3o de
vn corpo delicado.
Entremoios bordados.
Escouilba preta.
Enfeit'.'s para caneca, ultima moda de
'aris, recebida no ultim paquete.
Esguio de linho, completo sortimento de
tedos os mimeros.
ja*
Fitas largas escocesas -para cintos, tarie-
iade de gustes e lindos padroes,
Fishs de crochet, modernos com dntos
i capas, o que ha de melfcor.
Fil de seda, linho e alsodSo, de todos
is gostos e padroes.
Fusto de todas as cores e qualidades
grande sortimento.
Flanella branca e de corea.
Flores, o que ha de mais rico, quer
lolta, quer era rarao3, tem o PAVILHaO
)A AROKA um permanente jardim a
sposicife das Exmas. familias.
ie cores por- de listras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sarcem de todas as cores o quafidades.
Tapetes grandes, indas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
vaos.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linbo e aigodo de todos os
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
pria tara baile.
Vistuarios bordados de fusto brancos e
Se alguem duvidar venha ver.
Gaz amerv>no marca Dcves a 8(5800 a
Vinagre branco mandado vir por conta
propria viudo de Lisboa, a 30 a garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figaeira, Lisboa e Porto a,
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300 garrafa em Por?ao faz"S3 6rande abamcn'
rs. o litro. r0, n n v
Caf em caroco a 220, 240 e 20. a h
l?.ta, 380 rs. a garrafa e 560 o
Azeite doce de Lisboa a' 900
tro.
e ltWOa
Viabo Figueira, Lisboa, Porto e Estreito ^"Ci1 c.ul u,lx
a 560, 500 480 e400 a garrafaltro a40^k''faffi^a <^{ f e 60' e
760, 720 e 600. 7 " Vinho branco puro de Lisboa a 646 5601, Milno a,P^c^? n- a 'ibra e 4i0- k'
a garrafa, em porgo ha abaUmento. 'gmma e 5>800 a arroba, em portan ha
res e mais acretadas marcas a 1)5000 e ii5200' e 35400 caHa C,
(^500 e 2(5 a garrafa. l "
iAnm d_j-, u.jA, ct i,,i;an v Aletria, macarro, talharim a 500 rs.
S !S2ST. J5ST. Iwrs. J*S **m k-'o^oe. M. ha
GeoebradefloHanda elaranja dow aro-|aLni- r ^ yA A aan
matica a 6,5500, Ifi, H500, a frasqueira. Sabao massa de Ia e f qualidade a 220
Serveja Bass, Illers 4 Bell a 9,5800 du-j ^0 rs- a 'bra m catxa ha abatimcnlo
zia em por?3o tra grande atiatimento. | Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
dem marca M e T e outras marcas aja 'Mbra e 880 o ti.'ogrammo, em arroba ba
S'500 e 6)5, a duzia e 500 rs. a garrafa, agrande differenca.
Assim como ha outros muitos gneros, vinho em anceretas, azeitonas,
passas e figos, charutos faos de diversas mercas, marmelada, bolachinhas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fincy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combination, Britania, doc de goiaba fina, cheuricas, manteigas finas
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-, franceza eingleza, banha de Baltimcr, phosf>boros de Syouryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Oanella, pimenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farnba de mitoo americana, grandes molhos de sebol-
las, nestes dous armazens existe tambem grande sortimento de loucas proprias para ne-
decores para meninos, de cambraia para go^ qrje peios eeUS commodos preco faz vantagem aos compradores,
baptisados, o que de melhor tem viudo a
este mercado.
Vestidos de la escoceza de 2 saias,
novidade pelo padro, gosto e forma; ditos
de lioho com bswras de cores, e de cam-
braia de cores eom 2 saias, tudo mteira
novidade, trazem os modeilos juntos para
mostrar a forma dos fazer.
Veos 4e blood para noivas e pretos para
foto.
Vestidos de blood para noivas: podemos
a6severar as nossas Eunas. freguezs, que
somos os nicos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao illastrado publico, o mais
apurado gosto em sememante materia, gra-
tas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Pars, podemos garantir que ninguem neste
genero o ^ossue melhor, nem mais em
Venae se nma morada de casa terrea n. 44,
raa da Semala-velha : a fallar na roa do Duque
de Casias n. 35. lo]a da verdade.
Farelo americano muito superior, saceos grandes,
caixas com gaz, primeira qualidade,, banha de por*
eo da Baltimore, barris pequeos, tado por precos
razoaveis : no armazem de Ibtbeas Austin & O,
ra da Senzila-velha n. 106.
E' disposdo d to grande e variado sortimeoto que os pcoprietarkw do PA-
OLHO DA AURORA se apresentam ao publico declarando desde j qae a uwnda-
te e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de todo e prompto; sempre a prover-se do que jpr ventura lhe
.eja necessario, os propnetarios deste sumptuoso estabeiecimeuto rec,oamendaai-se
iem receio de serem contradictog e protestam esforcar-se por continnar a merecer a
jrotecSo que se Ihes tem dispensado ; certos de que do seu estabelecimento nio santra
1 freguez descontente.
Contina sempre a oficina de alfaiate dirigida por um dos mais habis artis-
w, prompto ejecutar com promptidao e bom gosto qualquer trabalho qae lhe seja
onnado. Urna modista especialmente occqpada nos trabalhos do PAVILHAO DA A-
.IORA, dirige os que lhe s3o concernentes, garante por sen apurado gosto eprompdlo
1a execocSo e a mais completa perfeicao nos seus trabalhos.
A numerosa freguezia qne nos honra urna preva de que merecemos o con-
eito qne se dispensa ao nosso estabelecimento, conceito que procuraremos firmal" cada
ez mais. Para facilitar anda a con^-cucSo do fin qne nos proporaos, temos no aosso
istabelecimento os ltimos figurinos de Paris, qne recebemos por todos os paquetes, os
raaes enviaremos para serem vistos as familias nossas freguezs, afim de escolnerem,
om o padr5o da fazenda o gasto na forma.
Na officna de alfaiate, junto ao estabelecimento, na igualmente os figurines
>ara homens qoe por todos os vapores se recebem, .
E' oste o modo porqae nos apresentamos pedindo a protecc3o do llastrado
jublico e com o mais profundo respeito convidamos s excelentissimas Sras. a vis
arem o qosso estabelecimento, certas de encontraren! nelle pelo menor preco possive-
udo qne podem desejar. .
Mandaremos caixeiros levar as fazendas eamostras onde forem pedidas, vuno
tab nodermosjsspefiificar tudo quanto temos.
Jjfio Luix, Sobnnho & C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
BiZAR ACIDEMICO
DE
ULYSSES & IRMO
13 Eua da Imperatriz 13
Os seui numerosos freguezes tanto desta praga como de fora, e especialmente ao .lustrado
corpo ACADEMIOO, que este etabelflciumnto acha-se sempre bem prvido de todos os
artigo de sea gneros abaixo mencionados e que vendemos por mdicos precos, tanto
avarejo como por atacado para negocio,' para o.que se podem derigir por carta a nossa
casa que ser3o saptisfactora mente servidos.
CHARUTOS
superiores de Havana-, Hamburgo. Babia,
das acreditadas marcas Regala Britnica
Imperiaes A : do do Rio da bem conhecida
marca Opera e outras moitas fritas aqui de-
safamados. Beberibe e outros que se venden
m portees.
Cigarros
de palha de S. Paulo, de 30500 a 73O0,
o mlheiro; verdedeiros do afamado Daniel
do Rio Novo, Maurily, Imperiaes Visconde
de Herval, Duque de Caxias, Gaqdon etc:
de papel, de fumo de Daniel, General
Osorio, Conde d'Eu, aromticos, e peito-
raes, Rocambole, Radicaes. Acadmicos,
iMachambomba, Montevideo, Orientas, Bae-
pendy e mui tas outras qoalidades.
FIMOS
Afamados de BAEPENDY em caixSes de
20 libras 10400 rs. a libra, em pacotes
i20, e em porc3o 10500 dito em fata.de
quarta a 640, e a 500 ris; dito Daniel'do
Rio Novo, do,para de S. Paulo, Caporal,
ejmuitas outras qualidades.
FABRICA DE
VARIEDADES
PONTEIRAS de espuma finas para cha-
rutos 3 cigarros, completo sortimento.
CACHIMBOS do superior espuma, de ma-
deira (raizj de 30 al 3,500, dilos grandes
a 13,000, a duzia ditos finos diversas quali-
dades a varejo; ditopdegallnhajdos qui
ba no mercado a 2,800 e 3,200 a duzia;
ditos de louca, gesao, barro, ete, etc.
BOLSAS para guardar fumo, de borracha'
e couro de diversos modelos e gosto*.
CARTEIRAS de todos os systemas para
cigarros.
PH0SPH0R0S de cera, dos melhores que
ha, em caixas de 500 a 5,500 a duzia, em
caixas de 400 4,500 a duzia, em caixas
de 2,500 2,600 a duzia e militas outras.
PAPEL de milho, de arroz, san-rom, Per-
san, pintado, e palha de milho, de Fernando,
e papel de linbo.
CIGARROS.
3 cordeiro prevident*
Raa do Queimado 1-
Novo e variado sortimimo de perfumar
finas, e cutres objectos.
Alm do completo sortiinenio de per,'L
martas, deque eliectivnmente estp*ovi;
loja do Cordeiro Providente, ella acaba.'
receber um outro s&rfunento que se tora'
aotavel pela variedade ds objectos, superior;
dade, qualidades e cimniodidades da prt
eos; assim,pois,oCardeiroProvidente pea
e espera continuar a merecer a aprecia?*
do respeHavel pirolico em goraj. e d sn
boa freguesa om |ar% r, nSo se J
tando elle, de sua bem conhecida mans
9 barateza. Em dita loja encontrar *
ipreciadorcs dobcr.::
Agua divina de E. Gocdray.
Dita veiJadeira de Mnrraj '-
Dita | Gologne ingltera, americana, rt.
aeza,io3sdosnlhorc6 -^
fabricaat'
Dita de ifi dalarcageiraa.
Dita dos Alpes, evid .HA.
Elixir odoatatyico paca, e&avwej
sscio da bocea.
Cosmetiques do superior qualidade e ;..;,
.os agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, i
,3omada fina para cabella.
Frascos com- dii japycfiza, transparao -
i outras qualidades.-:
Finas extractos irttfezos-, arrancar ft:
franceses em frascos -i^D^sefinfeitdo;
EseriO3 imperial di radav*Ih**
o do vielta.
Outras :pncyhlradas :: :rT.s ',gp.
mente finos o agradaveis.
Oleo ph i locme verdario.ro.
Extracto d'o'eo de lida<
-om e'i'ltdesheros,om irascos eit
"entes tamanttos.
Sabonetes eai barras m^iesros e meapra
para mos.
Ditos transparentes, redondo e em fij^
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixmha pai'a barb?
Caixinhas com bonitos sabonetes imitani
fructas.
Ditas de madeira invernisada contente I
oas perfumarias, muito prpras para pr.-
sentes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, t-*
bem de perfumaras ffa.
Bonitos vasos de mtai coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p de aire
e boneca.
Opiata ingleza e franceza para dentes.
Pos de camphora e otrs differeu
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kerap.
Anda mais coque*.
Um outro sortimento de coques de j
vos e bonitos moldes com fiiets de vidrilho
algnns d'ees ornados de flores e fiu
istJo todos expostos aprecaco de qnw
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS BORDADOS >
Otras de multogosto e perfeicao.
Flve!las e Utas para eiatot.
Bello e variado sortimento de tees obj*
tos, ficando a boa escolba ao gosto do era
prador.
Cabellos
Vsnilem se Obellos de lixlas a? aoras, qiialqaor
comprimento, qualidade superior, em oaixa ce
poro niai? pequea : na ra da Cadeia do le-'
cife n. 31, Io andar
Com promptWSo apromptamoS qualquer encomraenda dos afamados cigarros de seda,
Baependy, linbo, f de ootras qualidades da nena bem conbecida fabrica, e bem atiesta
snperioridade o nossos cigarros, numerosa freguezia de nosso estabelecimento.
13Ra da Imperatriz13
Milho e fdrinha
No trapiche Bario do Livramento, boa farinu
de mandioca e excedente milho em saceos grao-
d;s : a tratar na ra do Vigario n. J6, t andar,
escriptorio de Jeaquim Gerardo de Bastos.
I
I l/Ulill
De da par' dia, mais doce.
De goiaba.
De laranja.
De banana.
Em caixoes e latas.
Fino e ba xo.
Caixdes grandes e paqueaos.
Proprio para embarque.
Vende se constan temente ra Direita n. 91
taberna dj Borges.




Diario de Pei-nainbuco Sexta feira 8 e Julho de 1870.
7
A VERDADE
Rna
de Caxiasn. 55
a 200 rs.
cabello, a
de
Duque
Na toja da VERDADE cootinna-se a ven-
4er por baratissimos presos iodos os a/U-
gos de miudezas e perfumaras do seo
grande e variado sortimento, garaotindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cra> e massa por ba-
ratissimo prego.
Espelhos doorados para pendnrar a
?60 rs.
Agulhas de osso para crox
Pentes finos para segurar
380 rs.
Chamias para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta alizarine a 10000.
Dita com agua florida a 1(5500.
Dita com dita dita a 10000.
Tnico de Jayme a 15500 o frasco.
Frasco comoleo expresso de babosa,
240 a 640 rs.
Dito com agua de Colonia de 300a 10OOO
' Dito com extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banha muito fina de 120 a
240 rs.
Sabonetas muito finos e diversas quali-
dades a 80,160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
DiU8 para fado de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brincos de cores, ioteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Peonas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de lauca e mosinha a 800 rs.
Lindos babadinhos e entremeios de 500
e-10500.
Grosas de botos de tonca de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para caiga a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com brelas a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costara a 240 rs.
Linha de marca caixa a 280. rs.
Garriteis de lionas de Alexaodre de n. 70
a 200 a 10 rs.q
Giampos muito finos, com passarinbos da-
ziaa 200 rs.
Cartas francezas para jogar duzia 30000
Ditas portuguezas, duzia 10400
Papel almaco superior qualidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar libra 60500
Fitas para debrum de sapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
cotes de 40 a 100 rs.
Fitas para cs, pega 480 rs.
Alfiueics de lato, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para cranla de 400
a 80 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta de 400 e808 rs.
Ditas decroxe, brancase decores 600rs.
Dita de^orgurio de cores a 800 rt.
NaYerdade rw Da^iie de Ca-
lla n. **.
COM FASOTHA
Maia Landelino ven Je saceos cora farinha de
mandioca : na roa do Duqne de Caxlas, traressa
do Rosario, loja n. 18 B *T -
LOUCA
Urande armazem aa roa da
lmperatrfz n. 6
Neste grande armazem venfle-sft louga Inglesa
linas e ordinaria*, apparelhos de. porcelana para
jaoiar e para cha, jarros para flores os man boni-
tos e de gestos modernos ; assim como grande
fortimento de vidros finos c ordinarios, qoe tudo
se vender tanto a retalbo como por atacad* pelo
mais barato preco que em outra pualqaer parte :
chamamos a attencao dos freguezes, que serao
convenientemente servidos tanto nos eommodos
pregos como na boa nnalidade das fatwHias.
DEODRO
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da
dega velha o. 2, Io anda.
alian
DOGE
De goiaba, laranja e banana
91, constantemente.
na ra Direita n.
Grande estabelecimento de tazendas e roupas feitas e por medida, I roa da Im-
peratriz n. 82 junto a toja de ourives.
Neste estabelecimento encontrar o respeitavel publico um bonito sortimento de
roupas de todas as qualidads.
Palitot de alpaca preta e da. cures a 30000, 30500 70000, ditos mirin preto
de 70000 at 255000, ditos de casemira de cores finas e ordinarias, de 60. 460000,1
ditos de panno finos de 60 &0105 e % 0000. sobrecasaco dito de 200 a 500000 }
Completo sortimento de cateas de brim pardo de 10600 a 60000, ditas brancas
de 20, 100000 o mais superior, ditas meia casemira, ditas catemira de 55, 120000,
ditas casemira preta de 80, a 160000 superior, dita da merino diversas qnalidades para
luto. Assim como um bonito sortimento de coljets de brim de cores, ditos braacos,
ditos de casemira de cores e pretas, ditos de merino para lato fazeoda superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algodo, de 10600 30000, e de
linbo de 380000 a 700000 a drjzia.
Sortimento completo de ceronlas francezas de algodSo de 10600 a 25500,
ditasde bramante a 10800, 20500 e 30000 ditas de Hamburgo. francezas, fazenda su-
perior de 250000 a 350OO a duzia. Sortimento de cojarmhos de algodo e linho, etc.,
assim como meias de algodSo para homem de 30, a 100000 a duzia, gravatas de umi-
tas qnalidades. Na rna da Impertriz n. 52, toja do
Sortimento de chapeos de sol do'alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
'Toalbas oara rosto. Sortimento de mallas para viagem.
v ATTiENCO.
Neste estabelecimento erwarrega-se de mandar fazer qualqner obra por medida
e para esse
com nerfeicao e pentualidade
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado ou 100000 a pessa com 42 covados, ditas miudes
para camisas e timo de menino 260, e 280 rs.. e outras muitasqualidades de 320, 360
e 400 rs. covado, neste mesmoestabeleciment chegarara, ornas bonitas chitas da'
victoria com barra, a qnal paraflhis ecompetente enfeite. para corpinbo. Cam-
braia lisa de 30, 40,50 e O0OO a pessa, e outras murtas fazendas de todas as quali-
dades.
MACHINAS PARA
COSTURA, ,
Acabara de ebegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, roa Nova n. 22cabnkiho
yiannaam completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nnecidos. as quaes esto em exposieao no
mesroo Bazar, garantindo-e a saa boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com perfeicao
i a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costa-
fim tem hbil mestreencarrfegadoda offleina, que seencarrega do trabalho como da melhorcostureira de Pars. Apre-
no armazem de E. A Burle dC. roa da
Cruz n. 48 o seguinte ;
\inho Bordeaux superior qualidade, pre-
cos de 70500 a 200000.
Cognac fino, differentes precos.
Licores de dierentes qmtoid fre-
gos.
Frutas e conserva em frascos.
Azeite doce francez, em caixas de 12
garrafas. ^^________^__
Alta novidade
NA
Loja do pago
Chegaram pelo ultimo vapor francez as ricas
cbapelinas de palha de Italia, ultima novidade de
Pars, chapeos de velado e palta tambem os te-
mos de muito gosto, postilhoes e basquinas de gor-
gurao preto muito superior com ricos lacos de
setim : ama 1* de Marco n..7 A, loja do paco.
Pecblctw a7# e 9$
Vende-se calcado franeer. obra muito boa plo
diminuto preco de 7* e 9*. assim como calcado
para criancas a 2*500, baratissimo: venham a el-
les antes que se acabero, na bem conhecula loja de
miudezas da ra da Cadeia n. 50 A, confronte a
ra da Madre de Df os.
A 5$000.
Vendem-se botinas de cores para senhora pelo]
Caes
Vinte e dorjs de novembro
i F MADAPOL&O WARIADO (oatr'ora armazem allianca)
A4OOOoal8oto.eM600oma4apol5o. e'.ambem CU, ora M. i 240 o X^^?"^?^^"
covado por ter grande porgo, na roa da Imperatriz n. 52, toja com portaes encarnados. manhos, soleiras e saccadas, assim como solei-
sentam-se trabalhos execotados pelas mes-
mas, que multo devem agradar aos preten-
dentes. _______________
Ofcina e armazem de
mamore
Farinha de mandioca
Acaba de ebegar o brigue brasileiro OOuUt,
acha se tandeado m frente do trapiche Bario 4
Livrament, eom fanoba e naadioca wm e ata,
de Santa Camarina, a granel ou ensaeead a w-
tade do compradores : seas consignatarios Aao-
rim Irmaos & C.; ra da Cruz a. 3.
MILHO
No trapicho do Bario do Livrament, ha para
vender superior milho chegado ulmaroente do
Bio de Janeiro : tratar cura Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao em sea escriptorio : a ra do Com-
mercio n. 17.
Milho e farinha
Vendem-se saceos com milho aovo a 5*300, s
sacros com fariona (ti cnias) a JIJOO, no trapiche
da Companhia : a tratar no Bwsmo.______
n. 57,
intitulado
Le&o de Ouro.
Sacaos de estopa
Vendem-se ptimos saceos de estopa, preprios
para assucar, nailtio, farinha etc.: no armazem de
Adamsnn, HverA C-, raa doCommercio n. 40.
Veitas de spermacet
Verdadeiro americano cada orna cana trinta
e cinco meias duzias de vellas, ou 2(0 veas, por
trinta e cinco mil reis. No armazem de Tasse lr-
maos & C. ra dn Amorim.
LOJA DOS ARCOS
Ra do Crespn. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida C.
Este estabelecimento de fazendas finas e grossas j bastante
conbeckio como
diminuto preco de 5i o par, sao cores bonitas e mas beffl sort,ios desta cidade acaba de rceber directamente de Paris alguns
^^^^rS^^^Rtv^eBtm^ que passa a mencionar.
Dos._________________
Farinha de mandioca
igual a de Mubeca,
Em saceos de doas alqueires e de panno de
algodao, cuja medida enrresponde de 5 a 8 0i0
mais do que a medida daqui e do Rio de Janeiro,
vndese a preco menor do que em qualqner ou-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao, em seu eseripiurio a ra do Coramer-
cio n. 17._______________________________
Mais barato do que em outra qualquer
parte.
No porto da travessa dos Coelhos acha-se cons-
tantemente lijlo grosso e fino, tapamento, telhas,
e grande porcao de area, que s? vedem a vontade j
Ricos cortes de vestidos de blond para casamentos.
Cortos de vestidos de seda de cor, de gostos ioteiramente novos.
Brochad, fazendas de la e seda propria para vestido.
Foulard de seda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda'para cintos, gostos escoceses e Usos.
Chapelinas de seda e de palha d'Itaiia.
Basquinas de seda e guipure.
Colchas de seda e de 15a e seda.
Cortinados de cambraia brdalos moito ricos.
Pannos de verdadeiro croch para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguies atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, baloes, cambinbas, sombrinlia.
i ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem con
! traU-se e faz-se qualquer obra, como monumen-
tos, tmulo?, estatuas, pias, lavatorios, mesas e
j tudo o mais tendente mesma arte, por mdicos
1 procos._____________________ _______
Farlnba de mandioca j
' Vndese farinha de mandioca chegada do Ma-
ranhao no ultimo vapor do norte, por menos pre-
co do que em outra qnalqucr parte : a tratar no
escriptorio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Vigario n. 16. 1 andar._________________
m gaz m
Chegou ao antigo deposito de Henry Forster a
o., ra do Imperador, um carregamento de ga:
de primeira qualidade; o qnal se vende em partida'
e a retaho por menos preco do que em outr* qua'
quer parte.
__Vende-se um terreno proprio. com 138 pal-
mos de frente e 160 de tondo, para o lado da es
trada de ferro, cajo terreno lera alicoree feito pa-
ra cinco moradas de casa*, na raa de Motocolom-
b do-; Afogados : a t-atar na mesma raa, ou na
ra Direita dos Afogadns n. 13._______________
Sahtias de baile.
Chegaram loja do paco as ricas sahidas de
baile, assim como os ricos enchovaes de cambraia
bordados para criancas se baptisarem, artiga este,. .
o melbor que ha no mercado, assim como temos c
grande sortimento de outras muitas fazendas de
gosto e navidades pir todos os vapores : na loja
do paijo ra Io de Marco n. 7 A.____________
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n.26
O respeitavel publico encontrar oeste
estabelecimento diariamente um completo
sortimento de pastelaria, boHos ingleie
podins, p3ds-del, prgsentos dos ltimos
chegados ao mercado, salame de lian, bo-
linhos finos de todas as qunlidades para cha,
amen loas cmfeitadas, confeilos, bomboins,
pastilhas, chocolate francez em libras, paa-
tilhas do mesmo .cartuxos e carteiras con
seis charutos de chocolate cada urna, esto
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e o melbor qne ato
Cantara de Lisboa
Soleira?, hombreiras e espitis para frentes de
ha de melbor : venda no arma
casas, o que na ce roemor : a
Madapoioes de varias qua'idades, saxos para viagem, mallas, tapetes, capa- lm Ja.,tra,ve!
do"comprad 'r por menos preco do que em outra I cj0S alcatifas e muitos ontros artigos que se vende por precos mdicos. Lopes ac a o------.------- ---------------
qualquer parte ; assim como se encaram de T t b constantemante um completo sortimento de ESTEIRAS !>A IN- 7ZJn'r^Zl\?S*l tntar na ruS
f>rneccr matenaes para as obras, para oque b? i umni, (Torre) em solo renaeiro a iraiarna ru
canoas e carrogas. DA para torrar salas. Imperial n. 233.
Vinhos portuguezes, figueira mnito supe-
rior. Os mais gemimos e superiores vinho
do Porto, moscatel e Setubal, o illoetrado
publico encontrar neste estabeleciipeiito
por commodos precos, fazendo-se abatimeo-
to a quem comprar em porcao.
Os donos deste estabelecimecto n8o m
tem poupado a despeza* para melhor me-
recerem a acoadjuvaco do illustrado pu-
blico.
60RA DA IMPERATRI
DE________ __________ ______
_TOG1JE9-RE-DCB!
_. .PP^"^ Jm __ -_-- ^aw^-r ^^^ W_^
ffrindfl llrar o respeHavel publico, ugrande sortimento de faiendas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade qne se ibes promette vender por precos muito mais baratos do m nntra mi.innor nart? visto oue os no vos socios desto firma adoptaram o systema de s vennderem DIXIIEIRO ; para, poderem vender pelo custo, lircitando-se apenas a ganharem o -descont. As pessoas que npgoc.am em menor escalla, nesta toja
rara^poRya' nS^V^ mesmo precos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das Eimas. familias, de todas as fazendas se dSo os livros das amostras, ou se mandam levar emanas casas, para melbor pe-
derem escolher.
0 ALTAS NOVIDADES |
no pavIo S
^ BONITAS FAZENDAS PARA A FES- g
& TA DE 0
SANTO ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO. g
Vendem se as mais lindas poopali- w
as de linho e seda com os gostos g*
mais novos que tjm vindo a este XX
mercado, pelo barato preco de ^
_3000o covado. <$>
Sedas listradas, de furta cores, fa- q
zendas de muita phanlasia a 20000 X
S^ o covado. S
K S. da bismark, larga fazenda muito
0 encorpada o covado a 25500. B
Bonitas I5asinhas largas com palma <^
de seda, covado a 10000, **
Lindas agraciando lavradas covado 5
a 10600. g
Alpacas lavradas de todas as co-
res, covado a 640, 800 e 10003 $
Bonitas 13asinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
56).
Finas alpacas lisas, sendo c6r bis-
mark lyrio, verde, roxo, cinza, can-
oa, azul etc., covado a 610.
Ditas furta cores com as mais bo-
nitas cores, covado 503 rs.
Lindas bareges lisas, e com lista
da musma cor, fazenda ioteiramen-
te nova, covado a 560 e 640 rs.
Bonitas I5asinhas tapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
Laasinhas lustrosas com lindas co-
res emitacSo de seda, o covado r
3i0.
indos cortes de anadine, sendo
f izenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 18 covados a
150000.
Fuiissimos crtes'de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 120000.
C rtes de ganga indianos, fazenda
nteiramente nova a 70000'
Ditos chineaos com duas saias a
70000.
Ditos.de laa escosaeza fazenda mui-
to b mita edm fios de seda a 70O.X)
Fmibsimoa organdys com lista de
cor e salpico, sendo fazenda de
muita phantasia, o metro 10280.
Organdy branco com listras lar-
gas e quadrinhos, a vara a 10000.
Todas estas fazendas, sao inteira-
S mente novas e se vendem muito em
conla, roa da Imperatriz n. 60,
^ loja e armazem de Silva e Figuei-
0 do A- C. ^
de 120000 rs. cada um, pecbiocha.
GASEMIRAS ESCOSSEZAS.
0 Pavo tem bonias casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao la Jo, sendo fazendo
muito jna que se vende mais barato, por
haver erande porco.
CORTES DE CASE MIRA PRETA A 4:500,
O Pav3o tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo barato preco
de 40500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. 0 CO-
VADO.
O PavSo venda excellente fazenda de pura
la com as cores escuras muito proprias
para calcas, palitos, colletes e roupa para
meninos qae frequ urna fazenda leve, escura e de muita dura-
cao, pechincha a 80J rs. o covado ou a
25800 o corte de calca para homem.
FINAS BAREGES A 640 RS. 0 COVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo meias transparentes, com urna
s c6r, tendo : lyrio, azul, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE MADAPOLO A 30500.
O Pavo vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato prego de 30500. .
PECHINCHA EM ALGODAO A 4*000 RS.
O Pavo est vendendo pecas de algodo-
! sinho francez, tendo 4 dalmos de largura e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 40000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
saccas, mais barato do que em outra quil-
.qner parte, na ru da Imperatriz n. 60,
loja do Pavo.
OS SETINS DO PAVO
Vende-se es mais bonitos sotins de res
e mais encorpados, proprioa para vestidos
tendo de diversas cores.
CROCHE'SPARA CADEIRAS E SOFA'S.
O Pavo tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodao eafestado.
Vende-se urna grande porgo de algodo
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para lences e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco muito em
conta.
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja.do Pavo, o mais
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baraiissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS D". LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o covado.
Chegou para a 1 ja do Pavo om grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para luto, e
vendem-se pelo barato prego de 20000 o
covado, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra e respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qnalidades, fazendas de la de todas que
tem vindo, proprias para luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por prego barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 40000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escuras pelo barato prego de 40,
ou a 20400 o covado, tendo duas larguras,
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 80, 100,120 e 160000.
Chegou para a loja do Pavao um grande
sortimento dos bonitos e rico cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se vendem de 80000 o par, at o mais
rico que vena ao mercado, e vende-se mais
barato que em outra qalqoer parte
GROSDRNAPLES PRETOS DE 1*600 AT 7*000
Na leja do Pavo encontra o respeitavel
publico um grande sortimento de grosde-
naples pretos de todas as larguras e qua- reSpeitavel publico um grande sortimento
hdades, tendo de 10500 o covado ate 70000 a Pnfina0 JnAn lilAa l ^m rf
e 8500), que se vende por prego muito
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas cassas francezas com delicados pa-
drees, tendo para todos os pregos e quali-
dades, dando-se todas amostras, assim como
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cores^fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LAASINIIAS A 320.
LAASINHAS A 320
LAASINHAS A 320.
Na loja do Pa^o vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a imitago de poupelinas de
seda e com as cores mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
maito mais dinheiro, e Iiquidam-se a 320
rs. o covado, pechincha,
*'ECIII*CIIA
EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
Vende-se am bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas com pei-
to e coliariobos de linho e puahos, pelo
baratissimo prego de 40500 rs. cada urna
e aos fregnezes que comprarem duzias se
rae far um abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
liquida-se por este prego por se ter feito
urna grande compra : assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tambem com
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panne preto e cazemira, caigas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timfnto de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
O Pavo "vende urna grande porgo de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos qu tem vindo. e liquida-se
a 55000, tendo cada um seu competente
figurino.
CASEMIRAS MESCLADAS A 30 0 COVADO
O Pavo tem para vender bon'tas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
ronpa de homens e meninos pelo bara-.o
prego de 30'JUO cada covado ou 50000 o
corte de caiga para homem.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
pega de obra a vontade do freguez, para o
gue tem um perito alfaiate, responsabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta que possa haver, quer por de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de* todas as fazendas
que desejar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lenges, dan-
peito de linho bordadas e ditas de algodao do a largura d'esta boa fazenda o compri-
para todos os pregos.
PANNO PARA SAIAS A 10000, 10280 e
10300 RS.
Vende-se bonitas fazendas proprias para
saias sendo com bordados e pregas a uro
lado, dando a largura da fazenda o compri-'j
ment da saia e vende-se pelo barato prego
de 10000,10280 e 10600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Vestidos tarantos a 18 rs.
O Pavo vende Bnissimos cortes de ves-
tidos de cambraia ranca, ricamente borda-
das e com muita fazenda pelo barato prego
ment s lengol, sendo preciso para cada
um apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
chincha pelo prego.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
Inores e mais modernos espartilhos tendo
do barato prego de 50000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais bonitos cachenez de
pura la proprias para senhoras, vendem-se
a 60000 cada um, na rna da Imperatriz
n. 60.
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 i
4,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimentt
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cures, qu
se vendem a 10, 800 e 640 reis o covado,
assim como um grande sortimento de sd
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquina,
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a vidrilbo, tranga e setim pretc
tendo de todos os modellos, os mais novo
que tem chegado e vendem-se por precoi
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 20000 o covado.
0 Pavo acaba de receber o mais efe-
gante sortimento das mais lindas ve>dadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
drees mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para-
alliviar luto, e vende-se pelo barato preco
de 20000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como trans-
parentes tendo de 30500 pega at a maia
fina que vem aq, mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A 4*000, A PECA.
S o Pavo vende pegas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara da
largura, com 10 jardas cada peca, fazenda
que sempre se vendeu a 70 e 80000, liqui-
da-se pelo barato prego de 40900.
FUSTES BRaNCOS A 640, 800 E 1*100.
Vende-se muito bonitos fustoes branco
muito flexivel proprios para vestidos d
senhoras e roupa para meninos e vende-
a 640, 800 e 10200 rs. o covado. %
Cassas a SAO rs.
0 Pavo est vendendo bonitas cassas d
eeres fixas a 240, 280 e 300 rs. o covade
Brilhantes lasinhas.
S o Pavao, 640.
Chegaram as mais birlhantes lasinhas com
as mais liadas cores, com pahninbas mror-
nhas, assentadas as mais delicadas cores de
lyrio', cor de canea, cor de ganga e brarjeo,
sendo estas novas lasinhas de mqito boa
qualidade, tendo largura de alpaca e vnde-
se 460 rs. o covado. a ra da Imperatriz
h. 60 loja do Pavo.
A loja lo Pavao est, constantemente aberta, das 6 horas da manha s 9 da noute
.


Diario de Pernambuco Sexta eira 8 de Julho de 8?0.

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fL 31HA M GAWG&H 3 A. I

HKfllWt
Com et& titulo acht-se aborto .e inieiraqieDte transformado este antipo
e*UbeleaMeutn de joias, onde.os froguey.es e amigos encontrarao todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de outivesaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato a senciridade e moflccidade nos presos.
Espera que o reapeitavel pnblice venha ver o que existe du melhrjr em
aderemos de oriikintAS, esmeraldas, robins e perolus. meros aderemos, pul-
eeiras, brincos, allinetes eianotis etodas ss ijunlidndes, prsta de lei faqnei-
ros. colharesvualitjiiris saltas e autroa muitos objectos que seria enfadonho
Mciooar.
Compra-s oWo. prata brillantes e pedras finas, pormaior preco do
croe em ootra qualquer parte* trccafse e ooneerta-se todo-e1 qmdquer objecto
pertencente a esta arte.
primeiro introductor dos pocos tubulares instantneos
d: Abyssinia, em Pernambuco.
Participa ao raspcitavel puolico que ltimamente tem recebido a qnarta rercessa dosdi-
los pogos, e os pertengas completos e aperfeicoados para a collocacjio d'elies em pouco
teaapo, lauto em terreno molo como em pedra ais dina quo buuvcr; como se pfle
verificar no sitio uo aiinuucante no Araial dos Coqueiros.
As vaotageas que oUeesce este systema de adquirir agua sobre qualquer outro, slo
immensas; serviado nosmeale nascondicoes cima mencionadas, como tambem as
cacimbas j feitas, aondo anda nao tem bombas ou a agua n3o pura, pois elles estSo
munidos de. um filtro que nao deixaentrar impuridades, vantagemquo nao tem os otitros.
Alm disso, a grande quantidade d'agaa que elles deitam de 5 8 pipas por hora,
conforme o dimetro dos tubos. (I 1/i, 1 1/2 e 2 pollegadas) a facilidade com que elles
anccionam, a simplicidade, perfeico e solidez combinada com a elegancia desua forma,
que para ser appreciada basta verse.
O annunciante tem urna pessoa especialmente habilitada, tanto na coilocacSo d'elle,
como na escolha do terreno ou lugar mais proprio, que se encarrega de taes servidos
por preco comraodo ; e, visto o cambio ser mais favoravel, vende-se elles-por precos
mais moderados, recebeado-sea importancia s desos de enllocado e funcionando a satis-
faci do comprador.
Para eacomaiendas e mais esclarecimeotos a respeito trata-se na loja do Sr. F. J.
Cermann, ra N va. n. 21, a na ollicina de metaes de Sr. Paulo Jos da Silva Freir,
argo da Concordia n. 7. "'________________

AO ARMAZEM
Acaba de cbegar a este osJnbelecimeDto novaj facturas com imprtente sortimento dos
irtigos abaixo mencionados precos os mais resumido qne possivel
LT1S DE FEUn
Do afamado fabricante Jouvin.
Sortimento completo de brancas e de cores, muilo boas de se escolher, em qnant estao bem
frescas e sortides.
BOTO-AS
Para acabaras e meafn.-.s.
Boliuas pretas, brancas e de omitas outras cobem sortidus e bonitas, do ultimo gosto da
moda.
BOTICAS, BOTAS E PEBMEIBAS
Para borneas e oieuiuo.
Bolinas de bizerro, cordavo, lustro e pellica, botas ntssiana* de buerro e de lastro, per-
neiras de lustro tanto para homens como para meninos,
Sapatos
Sapatos de borracha para homens, senhoras e menino?, sapatos de invern para homens,
dito de lastro com !to para homens, ditos de tapete ataludado, de casemira e de tranca fran-
cotes e poitugueies para homenf, para senhoras e para meninos.
PEBFfflARIAS
Fiane extracto, braba.*, leos, agua divina, da cologne, de lavande, e de florida tintara,
para cabellos, pomada angroise para bigodes, pos de arroz e sabonetes.
Quinquilharias
E-pelhos grandes e pequeos, leqoes, nlliuns e eaixilhus para retrato?, esteriojcopes com
bellas Tistes epcolhidas bengallas, chicotes, eerreiKes de plaqu para retegios, grnvatas, oculos,
lunetas, caixtnbas de costura ornadas com msica?, pfaotograpbias. mgicas, eolresinhos mgicos
para desapparer.er .'tunis, dito? ditos para reloiios, jugus de domin, begatella, rdelos, e outro
amitos jegninhos francezes o alientes jarros con bouquets de florea de porcelanas oara san-
tuarios, cestinbas diversas para braco de meninas, objectos-de phantasia dourados para toiletes, ri-
cas escovas para cabello, paira vestidos do sentiora, para chapeos e para bnrb, penteiras de espuma
para cigarros e para charutos, abat-jr para caooieiros a gaz e para Linternas de piano, eaixmhas de
raaica de dar-se corda, ps de vWro para tiianos, reaWjos grandes e pequeDO?, accordions, ccsino-
rama3 com as mais importanti s vistas, molduras douradas para quadros, bonitas estampas de pai-
zagens, de figuras e de santos, carrinhos de 3 e de 4 radas para conduir meninos a passeios, ma-
las e boleas para viagens, berccs de vines 06 mais commodos que ha para criaficas.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo par a roassanle Icitora da inflnidade ds e
ros de brinquedos fabricados em di tersos paizes da Europa,
Rival aem segundo,
aUAU4l^ UBI C AVIA* X. 4
(Antigarna do Oueiaiado)
Cont:nt'ia a '.u:.., tudo muito bpm e
muilo batato a sal
Libras de areia pela muito boo. .
Wooras finas para unhas e costu-
ra a. '.......
Papis tde agtrhas francezas a ba-
15o a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras" de 13a para bordar de todas
as cores a .......
Carriteis de lir ha Alexandre a. .
Frascos com azeite para machinas
Grvalas de cores muito finas. .
Grozas de boles madepersla li-
nissimos a....... 500
Pares je, uvas do cores muito fi-
nas a 320 e.......
Novello da linha de 400 jardas a.
CaUd con 100 envelopes muito
superiores a......
Pentes volteados" para meninas a.
Tinten os com t nta preta a 80 rs. e
Pecas de fita elstica muito fina a
Lata com superior banha a iOO e.
Frascos de oleo Philocomo muito
fiuo a.........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perol a a. .
Frascos de extracto muito b nitos a
Uuzia de saboneies muito finos a.
Sabonetes inslezes a 600 rs. e. .
Frasco com ugtia de colonia Pitera
Dito de oleo aboza a.....
Calvas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muilo
superiores a.......
tiiirlliasda doutiina fazenda nova a
Libivs do linha surtidas de lodosos
A20
500
60
1(5000
6fJOOU
100
.500
500
500
60
G00
240
100
200
200
500
1OO0
240
500
720
1200
500
00
40
240
400
nmeros a....... i 800
Bahados do Porto, largos a 160 e 200
Capachos muito bonitos e grandes a 7004
Carriteis te relruz preto, cora 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha franceza superior
qualidade a.
Caixas de palito
do gaz a.

2400
20
700
400
34G00
500
20000
' 500
500
500
40
Eivai sem segroado
ItA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou dHposto a continoar a vender todas
as miudezas pelo baralissimes presos abae
xo declarados, garaotindo tudo bom epre-
cos admirados.
Caixas com 20 cadernos papel pac-
tado a......
Caixas com 50 novellos d* linha
do gaz a.....,
Duzias do rceias croas superior
qualidadea......
Pecas de baba din nos com 10 va-
ras a........
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada p ca a 11500 e.
Pecas de fitas pana cs de qual-
quer la/Kara com 10 varas a.
Escovas para unbas fazenda lina a
Ditas para dentes a 240. 320,
400 rs. e.....,
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cores a.......
< aixinuas de madeira com alfine-
tcs fazenda superior a.
Duzia de linha fixa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias crua< para m#r'
nos diversos lmannos a.
Duzias de nielas brancas muito
tinas para senhora a. ..
Pares de sapatos d trauga do
Porto........
Pares i'e sapatos de tapete a. .
Livros de missa abreviados. .
Duzias de baralhos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartoes com ctdxetes :carreras a
Aootoaduias para colltte diversas
qualidades......
Caixas com peona de ac muilo
boa de :5O a......
Duzia de linha 200 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com superiores obreiss a.
Duzia e- agna para macnina a.
Libras de piegos francezes todos
os tamaitos a......
400
'soo
320
4^500
20000
1*500
10801
30000
400
20
400
506
10800
4o
20000
ATTENCAO
O dono dcste estabetecimento pede ao publico em geral que continne a
flcando as qualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos em
onta propna.
vistalo veri-
direitara e d e
___
SHAW HVUS t
F&filNH
le Santa Catharna.
YeuJe-se farinha de mandioca muilo alva e
na, a mais superior que ha no mercado, em sac-
eos de dous alqueires, por menos do que em ou
tra qualquer part : a tratar com Antonio Fran-
cisc > Martina de Miranda, ra njva de Santa
Rita ". 55._____________
Veade-se ama pequea casa sita ra Di-
reia dos Afogados n. Si : a tratar na ra de
Marcitto Das n. 7\.________________________
A l^OOOocento
de cebollas de Lisboa em bom estada : no arma-
zem de molbados da rna do Amorim n. 44 : quina
da roa do Gordoniz.
!!! I HA CillZ 11
rame de ferro galvamsado em rede para cercas, gaiolas, gallinaeiros etc.
Chapas de Trro galvanisado para cobrir casas.
Tachos de ferro stanbado para engentas.
Cofres de ferro de Milner e outros autores.
Chumbo em cano.
Dito em len^oL
Dito em barras.
Dito em enxadas.
Estaoo em barra e verguMia.
Folha de Flaadrs.
Arados amriaos para lodeirao vanea.
Carrinhos de mo.
Veneziasas para janellas.
Machinas de desearuoar algodao de facao.
Dita* de serra.
Ditas para cortar fumo.
Ditas a vapor de torca, de 3 cavallos e motores para 2 cavallos, para mover as
machinas de algodo.
Cadeiraa de ferro.
Camas de ferro.
Prensas para copiar cartas. *
Bataneas para pesar.
Oleo de liftha<;a em tatas de ferro.
Trthos de ferro para engentaos
Bombas americanas.
Macacos de estivar.
Balancas e pesos decimaes e outras.
Fogoes de patente.
Eoxofre.
Salitre.
Estopa larga e do boa qualidade.
Picaretas para caminhos de ferro.
_______Din granta sortimento de frtrragene e cutilaria._______________________
Boa morada
Vende-se umbom terreno em tima das mas l-
timamente abortas na estrada nova de Beheribe,
onde naasa a linha farrea, mu to parta do riacho
Jacar, com mattas e trra para espira e man-
dioca, tem de extencao 1500 palmos, porm ven-
de-se a vootade dos comprodores : entenderem-
se na ra da tiperatrii n. 31.
JoaquimRodDguesTa- g
vares de Mello,
Prq^adoCorpo Santn. 17$^
TEM PARA VENDER :
Cal de Lisboa.
Potassa paRussia,
VinJto Bordeaux.
Farello de Lisboa.
Farinha de mandioea.
Bichas hamburgnezas
Neete novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetee translanticos bichas de qualidade superior
e vendemse em caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
i na ra da Cadcia do Recite n. Si, t* andar.
240
LOLLl I PlIS.
20Rur\ da Imperatriz20
Farl & Lssa.
Acaba de clu gar a esta nossa nova fcja e (a-
sendas finas um vWtede sortimento de fazpndas de
lia e seda, cuino sejam : granadines do DttOBO
gosto, popelinas de cma f cor, alpacas e laaci-
ola* de cores, o que ha de mais moderno, tudo
por baratissimes prreos, brhantina- de core?, te-
cidos das indias, fazenda nova a imitacao de per-
calia.baloesde clin.' fingndo saia de cor com lin-
das barras, fustoes propik-s para .estiuo eroupas
de menim,s ; agora grandes e admirveis pechin-
chas, saias brancas com lindos frisados a 3. ri
eos cerpinhos bordados rauito linos a $$, baloes
modernos d arcis a H, ricas colchas para cama
alcochoadas, sondo brancas e de cores, a 5, 6| e
7J, cainbraia victoria lina a S, ditas transparen-
tes a 35,6 e 73,chita> Bnissimas escaras e claras
a 280, 300, 3201 3C0 o covado, cassas de cores a
240, lencos hranens de cassa a 5J500, ditos c*i-
netcs a 3500 a duzia, madapolao t.no a 6# e
6o00, e umita superu r a 7, 75600 e 8JI, algo-
daoziuho largo propri para lenjes a 6, panno
de algodo branco trancada proprio para toalhaf,
de mesa a I600a vara, mamante pata leneoes a
2000 e 3o00, o que hs de meihor, esguiao fi-
nissimo a 2*200 e 2300 a vara. Mandamos as
casas-das Exmas. familias para meihor poderem
eseother. Tambem tenias completo sojtimento de
perfumaras des primeiros fabricantes francezes e
inglezes; as pessoas que se dignaren) vir a esta
loja terao occasiao de rtxoohecer a rtalidade do
quo annunciamos para nos jnstificar.
ltenlo,
Vende-se urna casa de taipa coberta de telba.
na povoacao dos Montes, margem do rio Una : a
tratar na ra Imperial n. 38.
Farinha de mandioca
da Baha.
No escriptorio de Jraquim Geraldo de Bastos ;
ra do Vigario o. 16, primeiro andar, vende-se
farinna muito alva, lina e torrada, saceos de dous
alqueires, por menos do que em outra qualquer.
parle.______________________________________
Vende-se a padana da ra da Guia n. 56,
por seu dono querer retirar-se por se achar doente.
jFarinba de mandioca
No trapiche Bario do Livramenio, no largo da
asserasla, ha depositada superior farinha de man-
dioca para vender-se : trata-se no me?mo trapiche
ou no lareo do Corpo Santo n. 6, 2* andar.
LISTA GERAL
liili.
a
DOS PREMIOS D-(
3.
PARTE DA LOTERA CONCEDIDA POR LE PROVINCIAL N. 481, A BENEFICIO DA MATRIZ DA ESCADA, EXTRAHIDA EM 7 DE JULHO DE 1870.

NS. PREilS. US. PREMS. SN. PREMS. KS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
16J
8*
17 8i
18
M
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23
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28 -
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2205 -
U -
NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS.
2231
32
35
37
38
40
41
81
53
57
60
67
69
71
72
74
84
98
2804
11
18
22
16
1401
16 -r-
18. -
26 -
27 -
-
8*
29
36
41
43 -
46 -
66
64 40*
66 8*
81
96
99
40*
8*
2 -
5
10 -
22 -
29
30 -
46 -
i; too*
51 8*
84
2455
87
59
60
70
73
74
79
81
82
85
87
91
94
95
99
2500
3
8
11
16
24

70
8*
16*
8*
8*
27 -
29 -
40 40*
4* 8*
42 16#
44
45
46
47
49 -
50 -
56 -
59 ^ -
64 -
66 40*
8*
16*
8*
16*
8*
40*
8*
8:000*
8*
2598
2600
2
6
8
11
13
17
19
21
27
29
33
38
37
38
46
48
55
61
63
64
69
7*
74
78 -
85
86
94
96
1704. -
6
9
10
14
8*
71
77
81 -
81 -
89
91 -
93 -
16*
8*
17 -
38
42 -
43 -
45 -
46 -
49 -
53 -
61 -
2171
77
83
87
93
94
<2810
16
17
19
20
22
24
31
33
35
37-
42
43
44
50
52
64
8*
16*
8*
69
70
71
16*
J*
71 -
78
93 -
99 -
1900 -
17
36 -
39
41 -
47
46
81
56
68
73
81 -
84
91 *-


o de Pecnambueo Sexta feira 8 de Julho de 1870
T
ASSEBLEA 6ER4L


I
JAMARA DOS DEPUTADOS
(Continuopao)
O Sr. conselheiro Anto,. ex ministro da
agricultura, concordando- completamente
m os sentlmentns spressados por seus
antecessores a fa\or da estrada de ferr
Pernarnbuco, declaron que o governo eslava
determinado a promover seriamente a de-
ciso da queslo po poder legislativo.
O Sb. Antonio Pn.\no :Apoiado.
O Sn^ConiiEA:O actual j. miniitro
tto agricultura est dando testemuoho de
ne acceita a questo no p em quo a en-
eeirtr b, e procura desempenhar o governo
do eompromisso anteriormente tomado.
OSr. Andrade Figueira :O eompro-
misso traz-la ao conhecimento do corpo
legislativo.
O Sr. Correa :Est claro que o gover-
no nao se podia comprometter senao a sus-
tentar as cmaras o pedido da companhia,
e a esforgar-se pe i decis3o. A nos incum-
be- proferir essa deciso conforme mais
acertado julgarmos, para que nao se diga
qne como se determina que a garanta corra
da dala da resoloco, estamos protelando a
deciso final.
O Sa. A.idraoe Figueira:J o disse-
ram na reunio em Londres.
OSr. Correa :O nobre deputdd > re-
cords um facto qua vem em auxilio do que
stun dizendo.
Eis o estado da questSo com referencia
aos actos do governo.
Parece-me que com o aviso, do Sr. coa-
iefhero Domiciauo cessaram todas as duvi-
das acerca, do eompromisso tomado pelo
governo-para com a companhia. O proce-
dimento do Sr. Paula Souza foi nega-
tivo...
O Sr. Andrade Figueira : Nao a -
poiado.
O Sr. Correa :Posteriormente os mi
austros teera continuado a sustentar o acto
do Sr. Domiciano ; e nestas circunstan-
cias que temos de deliberar.
Se eu nao poderia consentir que se fizes-
96 companhiad a estrada de ferro de Per-
aimbuco qualquer con.'essSo indevida, em
detrimento do thesouro brasdeiro, tambem
ao desejo desatiender a sua pretenco na
pacte em que a julgaram fundada pessoas
competentes, incumbidas pelo governo do
ludo da materia.
G-nobre ministro da agricultura <*ompro-
wct!eu-se (e nao podemos duvidar de que
mantera sen eompromisso) a exigir a for-
maeio de um fundo de. amorlisaco, como
Unto convm ; e se desisto de votar para
que se inclua na resolugao ama clausula
neste sentido, porque o nobre ministro
deseja quinto antes resolver a questo, de
bmxIo que posse, se acaso nao ebegar a ac-
tordo com a companhia. pedir a revog'Co
da resoluqSo antes de encerrar-se a presen-
te sesso. Qnando o nobre ministro fez
esta deelarac>>. en e outrofi nobres deputa-
os a applaudimos, por ser conforme ao
3osso pensamento, votando, a favor do pro-
jecto.
Nao desejamos que esta somma seja en-
tregue companhia, ficando pendentes
quegtoes importantes (apoiados); desejamos
pelo contrario ver attendidas conveniencias
que o nao foram qnando estavamos ancio-
sos por dotar o paiz com os beneficios que
resaltara das estradas de ferro.
A exoeriencia adquirida ensina o que
umpre agora fazer.
Os interesses do estado nao ho de ser
esquecidos.
' esse o eompromisso do oobre minis-
tro ; este, segundo creio firmemente, o
pensamento da cmara. (Apoiados).
A' vista de tudo quinto tenbo tido a hon-
ra de expr, direi, condumio, que a pala-
vra que a cmara deve agora proferir, nao
como sopaos o nobre depotado pelo Cea-
r, a de 1860, qnando ainda nao existiam
r>s esclarecimentos'que hoje possuimos para
fundamentar nossa deciso.
A palavra de hoje deve ser inspirada pelo
que e.xpendeu o ministro brasileiro em Lon-
dres no offlcio-de 20 de agosto, de I8CI.
Apreciando usadamente a questo, disse
lie :
Parece me inopportuno conceder asora
om augmento de capital garantido. Digo
ora, porque stou conveatdD -de que
uwis tarde, quando a companhia ti ver cita-
prido as suas obrigages, quando a linha
estiver concluida, o governo imperial nao
sopor espirito de justica, ou de equidade.
como pelos interesses geraes do paiz terd
ir acceder idea de augmento do capital
'ntido.
O mais tarde de ento hoje agora ; a
palavra que devenios proferir, salvas as
clausulas que o nobre ministro se compro-
metteu a nao por de lado, : deferido.
'Apoiados; muilo bem. muito bem).
SR. ALENCil ARAillPE :Sr. pre-
sidente, nao espeje vir nesta discusso tra
zer luz alguma; a materia tem sido sulli-
tientemente discutida, quer este anno, quer
nos annos anteriores,- j nesta cmara e j
ao senado : ha dez annos que esta queslo
se ventila no parlamento e na imprensa, e
' quer de um, quer de outro modo, ella tem
sido esplanada de urna maneira assaz des-
envolvida : todos aquelles que a teem que-
rido estudar tiveram bases sufficientes da-
das por essa discusso, as quaes sufficiente-
mente esclarecen! a quem busca conbecero
assumpto do projecto ora sujeito nossa
deliberado.
Nao tenho, como j disse, Sr. presidente,
a presumpso de vir trazer luz sobre a ma-
teria que se discute: portanto, escusar-me-
hia de fallar; urna circumstancia, porm,
az-me tomar a palavra, e'esa circumstan-
eta o modo por que algnns dos nobres
impugnadores do projecto o discutirn! nes-
ta casa. Elles denominaran! a qnest5o de
esbarijamento e escndalo ; considerara m
que a approvacjo do projecto era a sancho
a mais torpe depredado.
Ora, Sr. presidente, eu que votei, e que
tenbo de manter o meo voto nesta causa,
approvando o projecto, nSo posso deixar de
dueralgumas palavras em abono domeu
parecer, n3o me limitando assim a, votar
ivmbolicamente. Entendo que quando urna
oestao discutida por este modo, e qnan-
do oradores t3o Ilustres como aquelles que
aesla casa teem impugnado o projecto, se
proounciam por semelhante maneira, aquel-
Jes que dSo o seu voto em sentido favora-
tcI devem justificar perante o paiz n razbes
. da sua convicc5o. E' ato* o que pretendo
Bdi brevemente fazer.
Comecarei, Sr. presidente, notando o
iBodo por que os nobres deputados, em
fncipio, quizeram levar a quesUto, d'onde
conclo que havia mais desejo de formar
que^ toa, do que de impugnar o pro-
u em us verdadeiros* fundamentos.
O Sr. -Pereira da Silva :Nao apoiado,
r3o tem raziij nenbuma para dizer to.
O Sr. Alencar Araripe :Tenho razSo
pela maneira insistente poique os nobres
deputados exigiram que o governo fizesse
quesode gabnetp, pedindo votado nomi-
nal, como se fez. (Apoiados
Os Sus Anosude Figueira e Pereira da
Silva :NSo apoiado.
O Sn. Ai.kncau Araripe :A pedido do
noore deputado pelo Rio de Janeiro fez-se
a_vot3c2o nominal; havia-se insistido, e in-
sistic-se ainda depois da primeira votac3o
para que se fizesse questSo de confianca.
Se o nobre deputado pela provincia do Rio
de Janeiro, que primeiramente me deu o
aparte, assim nSn-se exprimi, algons ou-
iros Srs. deputados que fallaram contra o
projecto muito terminantemente o (Jealara-
ram. (Apoiados).
Mas, Sr. presidente, o governo na^fa-
zendo questSo de gabinete de semelhante
assumpto, me parece haveeprocedido com
todo o acert e- criterio; o governo n5o
qoereria exigir de seos amigos um voto por
motivos polticos; elle, vinha trazer aqui
urna questo, que por si era justa, e que
exiga o voto da cmara independentemente
de qiiilquer ontra considerado que nao
fosse a de mera juftir,a.
Vem, poi tanto, os Robres Reputados que
o governo n3o tinba necessidade alguma de
estabelecer qnesto poltica, que s se faz
quando se receia que "b provincia, por pouco
fundamtntada, nao passe. ou qnando ha ne-
cessidad de conbecer e experimentar a po-
sicSo que o governo oceupa na cmara (a-
poiados); mas parece-me que nao havia ne-
cessidade nem pela primeira nem pela se-
gunda razio; porquanto pela primeira a
questo era justa e hem demonstrada ; pela
segunda, conhecido o espirito desta c-
mara em sustentado do actual minis-
terio.
Disse o oobre deputado pelo Rio de Ja-
neiro que nao havia procurado levantar a
questo altura de voto de confianca.
.Mas, porque tanto insisti pela votscao
nominal ? Parece-me que nenhum outru lim
linha o Ilustre preopinante sen5o conhecer
aquelles que se inteivssavam pela passagem
do projecto, e aquelles que contra elle se
pronuuciavam, nao obstante a explcita de-
clarado do nubre ministro da agricultura
quando manifest se pessoalmente nleres-
sado pela adopeo do mesmo projecto.
Ora, Sr. presidente, desde que o ministro
havia feito essa declarado, desde que o go-
verno implcitamente havia julgado conve-
niente urna providencia de tanta mout3,
tanto assim que tem procurado faier com
que ella seja discutida e passe nesta casa,
nao so pode deixar de entender que um
vol em contrario era desairoso ao governo,
era ora signal de desconfianza.
O Su. Costa Pinto :Nao apoiado, en
voio contra e presto o meu apoio ao gabi-
nete.
O Sr. Ale.ncar Araripe :Nao sao as
palavras que mauifestam as intences. sao
os actos (apoiados); ninguem p ie deixar
de ver na rejeicSo do projecto um vot de
desconfianza, ou ao menos de censura. Se
assim uao fura, nao se mostraran! os con-
tradictores do projecto to desejosos da
questo de gabinete, nem to insistentes na
votago nominal: se havia somente um es-
crpulo de. consciencia, tinham. elles 6 re-
curso de faztr declarar na acta o seu voto,
porqua assim o paiz poderia aquilatar en-
tre aquelies que votaram pro e os que vo-
taram contra. Isto bastava.
Nao era, pois, de maneira alguma neces-
saria nem a questo de gabinete, exigida
pelos nobres deputados....
O Su. Andiiade Figueira :Nao exigi^
questo de gabinete, interroguei so era. O
que ped foi a votaco nominal.
O Su. Alencar Araripe :Nem se con-
testa ao nobre deputado o direito de pro-
vocado dedaraco do governo, nem o de
pedir a votaco nominal; o que, porm,
sustento que o gabinete o unic > compe-
tente para conhecer so a materia envolve
tal importancia que possa a votaco tradu-
zir-se era desconfianza a seu respeilo, ou
trazer to grandes dilliculdades aa marcha
da a-iministrafo qii3 elle nao possa prose-
guir sem inconveniencia. Assim, pois, se
ogoverno havia declarado q:ie nao fazia
questo de gabinete, e quo apenas a consi-
erava como que>lo de conveniencia para
o paiz e de justi'ca para as partes interessa-^.
das, os nobres deputados nao podiam, sem
manifestar tendencias opposicionistas, que-
rer suscitar uccasio de um voto de confian-
za e por em relevo o espirito poltico desta
cmara em relaco ao actual ministerio. Fa
z-lo sem um lim importante seria adraittir
a inconsideraco da parte dos meus honra-
dos collegns.
O Sr. Pereira da Silva :O nobre de-
putado est fallando contra o vencido : a
cmara que votou pela votaco nomi-
nal. .
O Sn. Ale.ncar Araripe:Estou expli-
cando, como entendo, o modo porque pro-
cedern! os nobres deputados; e isto cer-
tamente nao fallar contra o vencido.
Alm disso, Sr. presidente, ha ainda urna
razo, e esta mu ponderosa, para justificar
o acto do governo, quando nao faz da ap-
provaco do projecto questo de gabinete, e
, que a materia desse mesmo projecto,
isl* a promessa da garanta de juros
pelo excesso do capital applicado aos traba-
Ibos da estrada de ferro de Pernambuco,
nao foi um acto dos*ctuaes ministros; os
ministros de hoje apenas sustentam aquillo
que os seus predecessores haviam pfatica-
do, e que nesta mesma casa j havia moti-
censura, arguindo-se que o ministerio assim
forcava o voto dos-amigos, aos qnaescons-
trangia por considerares estranbas justi-
Za, quando se tratava de zelar o dinheio
publico contra indebita exigencia do estran-
geiro. Nao devia o ministerio actual incor-
rer em igual censura, que alias parece-me
assaz fundada.
Vem, poi, os nobres deputados que a
responsabilidade do ^actual gabinete na ma-
teria nao immediata e directa, por se nao
tratar de um acto prprio, e que nao enca-
rando o mesmo gabinete a questo seno
como acto de justica, nao podiam os nobies
deputados exigir, como exigiram, que a
questSo mudasse de carcter e tomasse fei-
ces d voto poltico, embora o tenbam ago-
ra contestado. Para pro va de nimba a$-
serzao, abi eslo os seus discursos Desta
tribuna. Delxando de parte este incidente,
declararei, que os motivos qu immediata-
mente actuaram sobre o meu animo para
decidir-me em favor do projecto nascem da
apreciaco dos diversos trabalhos existentes
a respeilo deste negocio.
Vejo, Sr. presidente, que diversos e no-
taveis engenheiros, aos quaes nao sejxkle
negar o desejo de bem servir ao paiz
ram de parecer que tinba havido realmente
excesso do capital primitivo destinado s
obras da estrada de ferro de Pernambuco ;
de onde eu concluo. que a garanta dos ju-
ros desse excesso deve ser conced<
Louvando-me, poi, no parecer de peri*
tos e pessoas entendidas, creip que proce-
do ccnscieriDiosamente, visto como n5o sen-
do eu profissional na materia, de>o seguir
o voto daquetles que* o sao ; ao menos a
prudencia assim o etig\
Nao fotsfl o voto de" engenheiros e pes^
soas competentes nesta materia em relacSo
ao dispendio,' que me ha guiado: tomei
tambem em considerazan o voto e as opi-
nioes dos mais alto's funecionarios do esta-
do, daquelles que mais zelo devem mostrar
pelos interesses pblicos, e mais se empe-
nham em bem servir ao seu paiz.
Noto, que o nosso ministro em Londres
dizia ao nosso governo em agosto de 18/>l
o seguinte :** Mais tarde, quando a compa-
nhia tiver cumprido as suas obrigaz&es,
quando a linha estiver concluida, o governo
imperial nao s por espirito de equidade,
como pelos interesses geraes do paiz, ter
de acceder idea do augmento do capital
garantido.
Nao s isto. Se assim se exprima
este nolavel servidor do estado, manifestan-
do a justica, com que companhia mgleza
pedia os juros do seu dinheiro. o successor
delle, o Sr. conselheiro Almeida Aras,,cojo
patriotismo esta cmara conbece e cuja de-
dicaco ao paiz todos nos recoQhecemos,
nao tem emiltido voto em contrario. Elle,
como director nato ou ex-oficio. conforme
se exprimen! os relatorios da directora da
companhia de Londres, accedendo e cou-
correndo para que a compaphia insista na
sua antiga exigencia, nao pode deixar de
ser levaao p r motivos muito louvaveis.
O Sn. Andrade Figueira :Elle to
profissional como o nobre deputado.
O Sr. Alencar Araripe :Mas est em
condicSes de apreciar melhor a questo,
porque acha-se em Londres, onde est a
sede da companhia, onde existem todos os
dados necessarios, e onde a influencia d
deciso mais se far sentir e conhecer.
Ainda m.is, Sr. presidente, vejo que o
presidente da provincia de Pernambuco,
examinando este negocio na propria locli-
dade, tendo conhecimento-perfeito de tudo
quanto all se havia passado em relazo s
obras e aos trabalhos da empreza, foi tam
bem de voto favoravel ao assumpto do pre-
sente pr jecto.
O Sn. Andrade Figueira :Qual esse
presidente ?
O Sr. Alencar Araripe :-Todos os mi-
nistros, que se ho succedido na pasta da
agricultura desde 1853 ho concordemente
sustentado opinio favoravel ao projecto ;
sao todos de parecer que a garanta que a
companhia pede cousa de equidade e de
justica.
O Sr. Andrade Figueira :Nao apoiado;
de justica nunca ninguem disse.
O Sr. Pereira da Silva :Nunca nin-
guem sustentou isto.
O Si. Alencar Araripe :Nao duvdo
que os nobres deputados nao encarem a
questo por este modo; mas permittir-me-
ao que assim eu o possa fazer sem pre-
venco de animo, nem consnlta de alheias
opinies.
Se tantos e to qualificados ministros de
estado tem sido favoraveis a esta qoest ?,
e tem entendido como razoavel e justa a ex-
igencia da companhia, nao podemos deixar
de convir que elles tem sido levados por
motivos muito nobres e loovaveis. Nao sao,
pois, os nobres deputados que se devem
considerar nicamente senhores da verdade
nesto pleito, todos nos reconhecemos a boa
f C'm que. discutem; mas 03 meus Ilus-
trados contendores tambera devem presu-
mir que fuucciona os enllocados em ca.he
goria to elevada e to aptos para bem co-
nhecer da justica ou injustica da reclamaco,
nao podiam opinar do rrodo porque acabei
de enunciar, se nao fossem levados por sen-
timentos dictados pela razo, e pelo acura-
do "exame dos verdadeiros interesses do
paiz.
Sr pre&idente, se dos fonccionai ios sin-
gulares eu passo para os corpos colectivos,
vejo que igualmente se ha mantido opinio
favoravel ao ssumpto agora debatido ; tem-
se sempre considerado como devida a in-
demnisaco qu; a companhia pede pelo em-
prego do excesso do seu capital primitivo.
Observo que j nesta cmara, em urna
das passadas legislaturas, votou-se este pro-
jecto, que o senado tambem approvou. Ora,
depois da discus.o que teve o projecto,
nao podemos deixar de reconhecer' como
muito competentes e como dados muito
conscienciosameme os votos que ebe teve
em ambas as cmaras do parlamento.
Portanto, Sr. presidente, como em prin-
cipio dhse, se refliclo sobre estes fictos e
sobre o juizo de to esclarecidas pessoas,
nao pode deixar esta oonsideracio de influir
no meu animo, inclraando-me a volar a favor
do projecto, como o fiz, e como ainda o fa
re.
Umi questo se tem suscitado relativa-
mente promessa do governo. Os adver-
sarios do projecto negam a existencia de
eompromisso algum por parte do governo
doJrazil em favor'?da companhia. Este
foi o argumento Achules cora que os nobres
depntaJos no comeco da presente discusso
mais combatram o projecto. Diziam elles
que nao havia promessa do governo....
O Sr. Andrade Figueira : E nao ha.
O Sr Alencar Araripe :-----e que,
vado um voto politico. D'aqui seguio-se, portanto, nao havia razo parj ser aceito o
projecto.
Mas, Sr. presidente, eu pretendo iostrar
gue esta promessa existe desde o primordio
da questo, desde que se tratou deste ne-
gocio, e que ella est firmada em actos au-
thenticos, cuja autoridad nao pode ser re-
cusada.
O Sr. Perk^u da Silva : Nem ha pro-
messa do go erno, nem o governo poda
f zer promessa. y
O Sr. Ale.ncar Arabipe : Deixemos a
tbese da conveniencia, se o governo obrou
ou nao pbrou bem fazendo a promessa, por
que disto me oceuparei depois ; mas lanos
agora ao fcto da promessa do governo.
Eu nao farei, Sr. presidente, a historia
4a questo*, limitar-me-hei a dous actos po-
sitivos nesta, materia de promessa. Veja-
mos alguus avisos expedidospelo governo,
e.logo se mostrar que a promessa foi for-
mal e explcita desde o introito da reclama-
Z&o. S nm ministro rompen em decidida
e perettiptoria recusa,
Primeiramente ferei parte do aviso doSr.
Cansanso de Sinimb.
O Sr. Rarros Rarruto : Peco-lhe que
lea at o fien.
O Sr. Alencar Araripe : Nao importa
ao meu intento o final do aviso; todava
por comprazer ao neu honrado collega e
araigo, lerei esse final.
Oiz o ministro, dirigindo-se ao superin-
tendente da empreza, o Sr. Eduardo H.
Bramah, em data do tk de julho d 1862:
t Corre-me o dever de declafar:he, que
por esse* mesmo vapor acaba o governo im-
perial de rebeber de Pernambuco o relato-
rio da commisso enc'arregada de examinar
as conlas da compmhia da estrada de ferro;
qae de posse desse relatorio, como j o est
do que foi fflito em Londres, o governo im-
perial vae entrar no exame gerl deste ne-
gocio ; e que se o resultado desse exame
fr satisfactorio, como muito deseja o go-
verno, nao duoidar este fazer companhia
da estrada de ferro de Pernambuco o favor
solicitado, isto conceder a ga.antia oo ex-
cesso do capital j garantido, que fr abso-
lutamente ndispensave para a concluso
das obrs contractadas entre a companhia e
i governo, cumprndo todava advertir, que
esse excedente nunca ir alm do mximo
do capital garantido para a estiwda de ferro
da Rabia, urna vez que este valor tenba sido
exclusivamente empregado as obras da re-
ferida estrada, segundo os contractos sub
existentes....
Ora, Sr. presidente, quem dir que aqu
uSo ha urna promessa formal, desde que se
verifkoii a condico, isto desde que o
resultado do exame foi favoravel? Se o re-
sultado do exame foi favoravel, como nao
concluir-se inmediatamente a promessa po-
sitiva e formal da garanta, em virtude da
palavra do ministro ? Como nao ver aqui
empenhada a palavra do gowrno ?
O Sn. Andrade Figueira : O resultado
nao foi tal favoravel; leiam-se os relatorios
da commisso de Londres e de Pernambuco.
O Sn. Pereira da Silva da um aparte.
O Sr. Alencar Araripe : Eu l rei a
estas outras questes.
O governo nao se limitou a fazer urna
promessa vaga, incerta, e, para assim dizer,
inconsistente e fugaz ; elle foi definido, claro
e terminante, por tal forma que nao cingl-
se a manifestar o que faria por forza do
dever, mas o que esta va decidido a fazer
por acto de louvavel equ-dade. Se o resul-
tado do exame fosse favoravel companhia
j nao havia deliberazo nova ; a obrigazo
moral estava contrabida. As informazoes
que o governo linha ento, se nao erara
completas, eram todava bastantes para fazer
com que elle entrevisse o direito que ssis-
tia em favoi1* da companhia reclamante, e
estivesse certo de que nao. cootrahia um
empenho com quebra da justica de vida ao
paiz e aos que.com elle contrataran!.
O Sr. Pereira da Silva d um aparte.
O Sr. Alencar Araripe : Por isso nao
fez promessa definitiva, f-la condicional; e
desde que a condico realizou-se, a promessa
decisiva, e deve ser enmprida.
O Su. Pereira da Silva : Nao se reali-
sou.
O Sjn. Alencar Araripe : Tocarei adi-
anto na realisaco da promessa, isto no
resultado dos exames.
O gobern fez urna limitaco na sua pro-
messa ....
O Sn. Andrade Figueira :Sai tres as
condices, nao urna s.
O Si. Alencar Araripe :.... isto ,
que a garanta rnnc*excedera ao mximo
do capital garantido para a estrada da Dahia.
Esta foi a limitaco frita pelo governo
sua promessa. Dentro desse limite, era
incontestavel a promessa. dado o bom xi-
to do exame. Portanto, j se ve, que o
governo promstteu-----
O Sr. Andrade Figu&ira :Nao promet-
teu tal.
O Sr. Alencar Araripe :... garantir
o capital addiional, se o resultado dos exa-
mes fosse favoravel, e se esse resu tr.do foi
com effeito favoravel, a conseme^cia que
a promessa formal e explcita.
Mas Sr. presidente, nao insistamos neste
ponto ; supponhamos por nm momento que
pairem duvidas a respeilo da prome-sa co-
uda neste avisg. Vamos a outro aviso, e
veremos se os nobres deputados que me
contestam ainda aeham aqui sombras de du-
vida.
O Sn. Souza Res :Mas olhe que,nao
leu o aviso at o fim.
OSr. Alencar Araripe:Nao li porque
tenho de l-lo n'ootra iceasto.
O Sr. RarrosRarreto:Pe?o que leia
o fim do aviso do Sr. Causanso de Si-
nimb.
O Sr. Alencar Araripe :Lerei j, como
desejam os nobres depotaios, que me hon-
ram com seus apartes. Porsegue assim o
aviso em sua parte final: Cuupre-me fi-
nalmente declarar a V. S., que o governo
imperial, maniendo to benvolas disposi
Ces, est tambem no proposito de tornar
a nova oncesso, que delle se espera, de
pendente das clausulas, que a lico da ex-
periencia ha aconselhado como meios sala-
tares tanto ao bom resultado da empreza,
como aos interesses dos respectivos accio-
nistas. *
Ora, Sr. presidente, em que o trecho ci-
tado contraria a formal promessa feita no
principio do aviso ? A intenzo do ministro
est patente: elle concede a garanta dos ju-
ros pelo capitaladdicional, seosexames mos-
traren! a regolaridade da despeza; mas es-
tabelec^r clausulas em prol do bom xito
damprezi, e dos interesses dos acQions
tas da companhia. A promessa existe desde
que o ministro a enunciou, como fica-de-
monstrado ; as clausulas salutares sao in-
determinadas, e at podem nao apparecer
se a experiencia mostrar que nenhuma ne-
cessaria. Ufas dado o caso de termos de
estabelecer clausulas ou condices, de forma
alguma ellas podem fazer desaparecer o
facto ante ior da promessa: podero ape-
nas embaracar que esta tenha consequen-
cias.
Hoje trat-se de habilitar o governo cou.
a faculdade precisa para realizar a promes-
sa, e estatuir as clausulas que forem con-
venientes.
Portanto, j v o nobre deputado por
Pernambuco, que me deu d aparte e que'
pedio a letura do final do aviso, que este
final em nada contraria a promessa feita no
principio.
O Sr. Rarhos Rarreto:Contraria per-
feitamente. (Apoiados.)
O Sr. Alencar Ararjpe : Os nobres de-
putados tem neste objecto um modo de en-
tender interamente diverso daquelle qde
me parece lgico.
O Sr. SodzaReis :Contra isto protesto.
Diverso da iotelligenca do nobre deputado,
bem-.- mas da li-gica, nao
O Sr. Alencar An.vRiPE :Do qoe nu
parece lgico.
O Sr. Sopza Rus:Da que parecer
bem.
O Sr. Alenc* ARArare:Foi o que eu
disse ; do que me*parece. Respeto a opi-
nio dos nibres deputado1, e desconfiando
dos meus recursos dialcticos, nao ousaria
qualifica-lo peremploiamente de illogico,
Serei eu talvez quem erre; e9tou porm
persuadido de que argumento com os prra-
cipios exactos da lgica.
Ora, o que diz o final do aviso f Diz que
a garanta ser concedida mediante aigumas
condices.
O Sr. Souza Res :E nos concedemos
sem condico nenhuma.
O Sr. Alocar Araripe :N3o ha tal;
nos concedemos ai.torisaco illmitada ao go-
verno para garantir os juros, e por conse-
quencia fica o governo tambem autorisado a
fazer essa coocesso mediante as clausulas
vantajosas que julgar equitativas e justas.
(Contnuar-se-ha).
VARIEDADE
DE UMA FAMILIA IN-
F. PRISO DO ASSAS-
horrivel assassinato
teira.*-Descoberta
SINO.
No condado de Backs, perto da magnifi-
ca vivfenda senhorial chamada Denham
Conrt, na Inglaterra, est urna pequeua
aldeia que ten o nome de Denham. V se
all urna pequea vvenda solada, pttores-
camante cercada de verdura e servindo de
habitazo urna familia composta de um
ferreiro chamado Manoel Marshall, de sua
velha mi e de suas tres netas, de idade
de 4 a 9 annos.
Havia alguns das que a cunbada de
Marsnall fra vver cora aquella familia
Marshall era operario laborioso, e apezar
de ter familia numerosa, o producto de seu
trabalho chegava para acudir s necessida-
des de todos. Reioava na familia a maior
alegra e a melhor harmona ; a mnhada
estava para se casar.
No domingo ninguem vio abrirem-se as
janellas da casinha.
Ah 1 diziam os transentes. Os
Marshall esto-se preparando para o noi
vado ; estar horas andara todos por fra.
Veio a noute, e maguera appareceu.
s dez horas chegou da cidaieoma cos-
tureira, com vestidos pjra a futura noiva.
Baten porta ; ninguem responden. Per-
guntou visinhanca pelos donos da casa.
Ninguem vio os Marshall.
Todos entraran a nquietar-se. ReceU-
vam urna desgraza. Passados alguns ins-
tantes de hesitazo, decidiram-se a metter a
poria dentro, e appareceu ento um me-
donho espectculo.
Ao p da porta, banhada om sangue. es-
lava estendida a mi de Marshall anda ro
deada pelas tres crianzas, que tinham o cr-
neo esmigalbado. Mais longe viam-se os
cadveres da mulher de Marshall de sua-
irma, com os crneos tambem de todo esmi
galhados. Estas seis pessoas foram de
certo assassinadas oo emquanto dormam
ou qnando se iam deitar, porque tinham
vestida a roupa da noute.
A primeira consa de que todos se lem-
braram foi que oproprio Marshall, n'um ata-
que de loucura furiosa, teria coramettdo
aquella horrenda carnificina. Mas logo se en-
controu on olema o cadver de Marshall.
Tinha ainda o fato do trabalho, ao p d'elle
estava o machado cheio de sangue com
que Ihe haviam esmigalhado a cabeza. Foi
de certo morto do improviso, porque nao
ha nenhum nlicio de lula.
Qual o motivo d'este crimp ? O roubo,
nao.
Pouca cousa bava n'aquera inorada, mas
nada foi roubado. Marsnall nao tinha di-
nheiro junto. Suairma, tinha sido pedida
era casamento por um hornera que ella re-
cusou. Para este lado que se inclinara as
suspeitas.
A polica prendeu j um horaem, que se
desconfia ser o autor do horrivel assassinio
quedeixaraos referido. Parece qua esse
horaem, soJbre quem recahera as mais serias
suspeitas, s levara era mira o roubo.
um operario empregado algum tempon'uina
fabrica de caldeiras, e que j militas vezes
lera sido sen er ciado por diversos roubos.
Encontrou-se em casa das victimas algum
f-to ensangentado, escondido debaixo de
urna mesa, e segundo varios depoimentos,
parece que essa roupa do^omem preso
As iovestigaces c utinuam activamente.
Pesara as maiores suspeitas sobre o in
dviduo preso por i descoDarque oassas-
sino da familia'Marshall,
Dissemos que se encontrou em casa
das victimas algum fato que era d'elle ; acha-
ram-se depois no seu domicilio vestidos que
pertc-nciam ao:. Marshall.
O sujeito que est preso chama-se Jen-
kins, tem de idade 42 ou 43 annos, e er
se qu" foi sosinho na horrivel hecatombe
era que moneram sete pessoas. O assas-
s:no parece que realisou o crime pelas 2
horas da madrugada, quando comee a
romper o dia, tendo o roubo par nico in
tuito. J comparecen perante o juiz ; ne
ga o, crime que se Ihe attribue, mas sera
tratar de explicar de que maneira est se-
nhor do fato das victimas. polica custoo
immenso protege-lo contra as iras do povo.
A familia assassinada compunha-se das
seguintes pessoas : Manoel Marshall,. de
35 annos ; sua .mulher, tres pequenitas de
O, 7 e 4 annos ; Mara Anna Marshall, sua
mi, de 75 annos ; e Maria Anna, sua ir
ma, de 29 annos. Ao todo sete pessoas.
Os modos singulares de Jenkins que
fizeram desconfiar d'elle. Estava n'uma
taberna, quando alli levaram um jornal que
referia os pormenores do crmjfe um assis-
tente principiou a lar. Logo notaram todos
que Jenkins se .ponha muljo branco ; d'ahi
entrn a tremer muito, e deixou pender a
cabeca com modos aterrados. Pouco de-
pois levntou-se e^perguntou que hora
parta o primeiro comboio do caminho de
ferro ; dizia que tinha de partir, e mostra-
va nao saber para que sitio. O polica que
o prendeu era acompanhado por um indivi-
duo chamado Coombs, que o aponlra. O
tal individuo, mal que vio Jenkins, disse
ao polica :
Ah lera o homem.
Aq que elle responden inmediatamente,
e sem Ihe ter dito ainda qual era o crime
de que o aecusavam :
Eu c nao mate nem homem, nem
mulher, nem crianza.
Qaando avistq o polica metleu a rao
na algibeira para tirar uma pistola carregada;
segoraram-lhe, porm, o braca tempo, e
deixoo-se ento levar.
Jenkins tornou-se completamente socega-
do, e at j mostra, na appareacia, a mais
cynica indiSerenca.
As victimas de Denham foram enterradas
na lerza feira. Antes da ceremonia, os seto
caises foram [Kistos no campo, defroate da
humilde vivenda dos Marshall, onde se ha-
viam reunido os habitantes dos arredores.
Em todos os semblantes se viam estampa-
dos o ossorobro e o terror.
Jenkins continua a protestar contra a ac-
cusazo qne Ihe fazem, e declara que Ihe
ser fcil explicar como veio a estar de
posse dos objectos pertencences aos Mars-
hall.
Anda nao ha infornaazoes exactas cerea
do assassino. Muitas pessoas desconfiam
que elle o proprio irmo de Marshall, qoe
partir havia uns qnnze annos para a Aus-
tralia. Provou-se que tem usado soccessi-
vamente dos nomes de Jones, Reynolds,
Owen e afinal de Jenkins. Debaixo do pri-
meiro nome que foi sentenciado tres ve-
zes por cansa de roubo, e inscripto nos re-
vistos das prises de Oxford e de Rading.
Sabio d'esta ultima priso em 8 de Janeiro,
depois d'alli ter estado desoito mezes por
turto de carneiros. Parece que affianzoa
varas pessoas, quando embriagado, qoe
era irmo de Marshall de Denham.
Encontraram-se em casa das victimas as
viote libras esterlinas que a irma de
Marshall tirara recenteraente da caixa eco-
nmica por causa do seu prximo casamen-
to. Toraa-se, pois, evidente que o assas-
sino nio l>-vou i)e certo grande cousa da
casa onde'moravam as sete vctimas.
A horrivel tragpdia do condado de Bucks,
de qoe demos cireumstanciada relazo, con-
tina na Inglaterra a alimentar a iodignaco;
novas revelaces parecem provar qoe o as-
sassino effectivamente o irmo de Mar-
shall. Tinha dexado a trra da sua natu-
ralidad* bava quinze annos, depois de ter
j adquirido, apezar de moco, ainda, orna
detestavel repntaco. Vive ainda a poocas
leguas de Londres uma irma de Marshall,
e mandaram-n'a buscar para ser confronta-
da com o assassino.
Jenkins tinba comsigo a chave da casa
dos Marshall. Um agiota chamado perante
o juiz instructor recontvceu no homem
preso o individuo que tres dias antes, tinha
empenbado em sua casa um relogio e uma
cadeia, pertencentes orna das victimas.
Jenkins est vigiado mnito de perto, da
e noute, e nao Ihe tiram os ang.nhos desde
que disse aos guardas que bem sabia fazer
com que a justica nao o obrigasse a danzar
no ar.
A nslrucco do processo est terminada ;
o jury deu contra Jenkins, Jonb Jenes, Rey-
nolds, Owen, ou Marshall, um vertdictum
de assassino voluntario, envaodo-o por
consegrante, perante o respectivo tribunal.
0 exaspero da multido, depois da com-
parencia do assassino ante os magistrados
de Slough, era tal que, sem a intervenzo
enrgica da polica, te-lo-hia feito em pedazos.
Jenkins fra mettido n'uma cadeirinha, ao
sabir da audiencia, para ser levado priso
de Aylesbury,
Ao ebegar estazo do caminho de fer-
ro, mal teve tempo de entrar precipitada-
mente na primeira casa ; mas, quando qui-
zeram fechar a porta, o povoleu quebrou
os fechos.
A estaco foi invadida por centenas de-
operarios ; e como infelizmente o comboio
j se demorava alguns minutos, o perigo
tornava-se cada vez mais eminente.
Todo o pessoal da estazo se poz ao ser-
vico da polica e travou-se om verdadeire
combate quando o comboio rbegou.
A polica e os empregados que a rodea-
vam tiveram que defender as suas pessoas.
guardando o preso ao raesn.o tempo contra
o furor da turbamulta.
E' faze-lo em fanicos f berra va o
po^o.
Se eu sou criminoso, gritava Jenkins
enforquem-me vontade ; mas ao menos
deem tempo que me justifique.
Duas vezes teve a polica de se recolher
as casas da estazo. da qual todas as por-
tas foram despedacadas.
Emquanto a multido andava l por den-
tro, fez a polica uma rpida tentativa para
fugir pela parte de detraz com o preso, mas
essa tentativa foi tamb m mallograda.
Afinal foi a polica ajudada por grande
parle dos viajantes. Foram a, uma porta
que at ento estiren fechada, e que se
abri de repente, correram por entre duas
filas de policas, o comboio recuou um
pouco e d'alli um segundo parta da es-
taco.
Isso, porm. era apenas uma estrategia.
O povo despersou-se, cuidando effectiva-
mente que o preso tinha ido com os poli-
cas ; elle, poi.m, eslava ainda mettido
um canto escuro de um corredor, sempra
bem vigiado.
O chefe da estazo mandou chegar tran-
quillamente, minutos depois, ontra locomo-
tiva, seguida por uma carrungem. onde o
preso mettido, muito bem amarrado, e pou-
co tempo depois chegava a priso de Ay-
lesDury sem mais nenhum transtorno.
No da 31 de maio, os juzes procederam
um interrogatorio no tribunal dos assisses.
Tem recrudescido tanto a indignazo pu-
blica que os jukes, prevendo o perigo que
resultara de e*por segunda vez o assassino
aos furores da populacho de Slough, diri-
gjam-se priso de Aylesbury e abi o in-
terrogara m.
Jenkins sustenta com todo o seu sangue
fri e ioipassibilidade une asta innocente
do crima de que o acensara, mas affirma qoe
conhece o autor, e que*recebea d'elle uma
somma de ciocoenta sbillrags e olgumas
roupas da familia Marshall, para o nao de-
nunciar.
Uma testemunlia das que j. dapozeram
um oacheiro. que declarou ter encontrado
na vespera do Crime o accusa4o, o qual Ihe
disse que i a para Uxbridge, onde tinha um
irmo, de quem devia receber certa quantia
de dinheiro.
Foi oavida tambem uma rapariga que de-
clarou ter visto, na raanha emvjue o cri-
me foi prticado, sahir um homem de casa
da familia Marshall.
Convidada pelo juiz a ver se reconhecia
esse homem na> sala do interrogatorio, de-
pois de ter indignado um individuo que abi
se acbava como simples ouvinte, nao tardn
a reconbecer o acensado que pala barba se
pareca muito cemaquelle.
YP, Dtf D ARIO MA DUQUS PE CAX1AS


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