Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13079


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Full Text

1.
i
!
I
AMO XLVI. NUMERO (49.
PABA A CAPITAL E IGAHK OIDE IAO SE PAGA POTI.
*w >es mezas adiaoados..... *,w*
-Por sewditos dem...... .......... .2255!
*r bb& mo idem.........'.'.'........... 'f^JJJ
"Cada niumere aguiso.. .......... 40OOO
.................. 320
DIARIO
Propriedade de Manoel Fi
Q1MBH FEIRA 6 DE JULHO DE 1870.
PABA DEJTBO E FOSA DA PHOVIICIA.
r Por tres mezes adiautados..... tjnia
Por seis ditos idem................... vliuki
Por aove ditos idem......j........... ln5S
Por om anno idem................... 27*000
MAMBIM
ira de Faria & Elhos.
Os Srs. Gerardo Antonio Al ves <
0 ASESTE!:
Filhos, no Para ; Gonfalves 4 Piolo, no Maranhao ; Joaqnim Jos de Oliveira, ao Cear ; Anfio de Lemes Braga, no Aracat, ; Joao Maria Julio Chaves, no Ass ; Antn Marques da Sva, no Natal; Jos Jnstii*
Pere.ra d Almeida, em Mamanguape; Antonio Alejandrino de Lima, na Parabyba Antonio *s Gome,, na Villa da Penh.; Nnfa *, Santos Bolcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
_______________________emNazareth ; Francisco lavares da Costa, em Alagoas ; Dr. Jos Martins AI>, na Babia;. e JosMtbeiro Gaspariabo no Rio de Janeiro.
PAETE OFnCIAl.

Govrrno da provincia.
EXPBDIENTE ASSISNAD9 PELO EXM. Sn. CONSELHMRO
SS.VADOR FREBKRICO BE ALMEIDV K ALBUQUERQUE,
PRKSIDE.YTK BA PROVINCIA, KM 24 BE FEVERtRO DE
1H70.
1' seccao.
N. 7o6.-Portari.-i ao Exm Sr. general comman-
dante das armar, Determinando nesia data ao
engenheiro das obras militares, qae mande caiar o
quarlel das Cinco-Pontas, recommendo a V. Exc:
que faca remover d'ali, como propoz, os prisionei-
ros de guerra paraguayos.
N. 637.Dita ao mesmo.Em resposta ao seu
ofticio de 14 do correte, sob n. 89, lenho a decla-
rar a V. Exc.que, segundo informou a thesourari
tle fazenda, nao ba por ora crdito para pagamento
d* gralicaco que tern direito o capello da for-
taleza de Itamaraca, sendo que para semelhante
despeza j se pedio ao Exm. Sr. ministro da guer-
ra o necessario crdito, e opportunamento ser sa-
tisfeito.
N. 738.Dita ao tenente de engenheiros milita-
res.Nos termos de seus offlcjos de 19 do corren-
te, autorisn Vmc! a aceitar, como mis vantajosas
a fazenda, as propostas eitas por Thomaz de Car-
valho Soares Brandao Sobrinh'i, para execucao das
obras dos quarteis das Cinco-PonUs e Hospicio,
sendo as deste pela quaatia de 4:68o\|000 e as
daquelle 2:980*240 com o abate de 3OJ0O0.
N. 759.Dita ao mesmo.Mande Vmc. caiar
com urgencia o quartel das Cinco-pomas.
X. 760. Dita ao conselho de compras navaes.
Ficam approvados o* contratos que celebrou o
conselho de compran navaes com.Jas Vicente Go
dinho e Gnilherme Ferrara Pinto, como me part-
cipou em seu offlcio de lo do corrente a que res-
pondo, para fornecerem por todo o tempo a decor-
rer.al dezembro vindouro os objectos menciona-
dos no termo pr copia annexo ao citado offlcio.
2* seccao.
N. 761Portara ao chefe de polica. Respon-
dido ao offlcio de V. S. de 22 do corrente, sob n.
233, teuho.a dizer-lhe que, em vista do que infor-
mou o inspector da tbesounra de fazenda em offl-
cio n. 867 de 18 de dezembro ultimo, devem os ven-
cimentos do destacamento de Ingazeira ser pagos
por aquella reparticao em vista dos respectivos
prets devidamente confeccionados e rubricadas.
N. 763.Dita ao juiz municipal da vara desta
cidade.Transmillo a Vmc. para substituir as irre-
gulares, que se acham no presidio de Fernando de
V.ronba, as guias inclusas dos sentenciados Fran-
cisco Martns Gomes, Antonio do liego e Silva, An-
tomo Jos de Oliveira e Jos Laiz da Motta, quo es-
to all cumprindo pena, os qaaes me foram en-
viados pelo juiz de direito interino da comarca
da Boa Vista em offlcio de 31 do mez tindo.
X. 764.Dita ao commandante do corno proviso-
rio de polica. Pode Vmc. eDgajar no corpo sob
seu cemmando os paisanos Manuel Lniz Francisco
dos Santos e Vicente Ferreira Gomes, de que trata
o seu offlcio n. 76 de 21 do ccrrente, se tiverem a
precisa idoneidade.
N. 765.Dita a niesmo. Pode Vmc. eliminar
do corpo sob o seu commando o soldado Jos Cou-
tlnho de Moura, de que ti ata o seu offlcio n. 78
de 22 do corrente, visto ler sido julgado incapaz
de servir.
3' seccao.
N. 766.Portara ac inspector da tliesourana de
fazenda.Tondo nesta dala autonsado ao tenente
de engenheiro encarregado das obras militares a
aceitar como mais vantajosas fazenda as pro-
oostas feitas por Tbomaz de G rvalho Soares Bran-
dao Sobrnho para execugo das obra do* quar-
teis das Cinco Ponas o Hospicio, sepdo as ueste
pela quanliade 4:683, as d'aquelle por 2:9803240
coiu o abite de 30J ; assim o coraraunieo V. S.
para seu conheciineuto.
X. 768.Dita ao mesmo.Transmuto a V. S.
para seu conhecmento e lins convenientes as seis
inclusas ordens do tribunal d. thesouro nacional
datadas de 3, 7, 8, H e 14 do corrente, de ns. 23
a 28, e duas em duplcala expedidas pela reparii-
ftio do ajudanle general de 20 e 31 de Janeiro ul-
timo, sob ns. 709 e 710, e betn assim um offlcio da
secratr.ria de estado dos negocios da fazenda de
'10 d'e?i'i mez, acompaubado das circulares ns.
3 e 4 e um outro offlcio circular da directora ge-
ral das rendas publicas 'de 9 do cilido mez ae fe-
vereiro n. >.
X. 769.Dita ao mesmo.Comraunico V. S.
para os devidos fins, que. segundo participou o
jui; municipal do termo do Ex, bacnarel Livino
Lopes de Barros e Silva, em offlcio de 21 do mez
lindo, nessa data reassumio elle o exercicio do
rea^eclivo cargo, por ler assumido o de juiz de
direito da comarca o bacbarel Manuel Branco Fer-
inndes Vieira.
X. 770.Dita ao mesmo.Communico V. S.
para os devidos lins, que, segundo participou o
promotor publico do Brejo bacnarel Francisco Do -
mingos Rrbero Vianna, em offlcio de 10 do cor-
rente, nessa dala deixou elle o exercicio do res-
pectivo cargo para vir tomar assento na assembla
pr Jvioc'ial.
X. 771.Dita ao mesmo.Communico V. S.
para os devidos (ios, que, segundo participou o
juiz de direito da comarca do Brejo em offlcio de
1") do corrente, tendu seguido a 11 do dito mez
pira esta capital o bachArel francisco Domingos
Ribeirs Vianna, promotor publico d'aquella co-
marca, a tomar assento na assembla provincial,
fora por elle nomeado para exercer interinameoie
o dita cargo, o bacnarel Cincinato Alves Cavalcanti
Camboim.
X. 772,Dita ao mesmo.Tendo nesta data ex-
pedido ai necesarias ordens lliesuurana pro-
vincial para, hgoque Joao Borges Cordeiro exhiba
procuraco bastante em que a professora publica
da cadeira da povoacao da Vicencia Henedma Flo-
resta dos Santos Car jeiro o autorise a pedir a
C'ssacao do descont de 3 por cento que olereceu
de seus vencimentos para as despezas da guerra, e
ikpois de descontada a quaatia de 69# que deve
da mesma porcentagem faca suspender c referido
descont a contar do dito mez de dezembro prxi-
mo lindo ; assim o communico V. S. para seu
conbeei ment.
N. 773.Dita ao mesmoTondo sido concedida
pelo governo imperial em 12 do corrente urna li-
omca por tempo indeterminado ao padre Agosti-
nho de Godoy e Vasconeellos, vigario collado da
freguezia de- Xossa Senhora do O' do Altinbo com
o vencimeaU) de duas terga partes da respectiva
onsrua, recomnfendo V. S., de conformidade
com o aviso da reparticao do imperio d'aquella
dala, que seja smente abonado ao dito vigario
aquelle vencimento. visto que a parte restaste deve
ser paga ao sacerdote que fr nomeado para o
substituir.
N. 774.Dita ao mesmo.Tendo nesta data ap-
pravado os contratos que celebrou o conselho de
compras navaes com Jos Vicente Godinbo e Gui-
Iheme Ferreira1 Pmto para fornecerem por todo
tetnae, a decorrer at dezembro vindouro, os ob-
jaotw constantes do termo junto por copia ; assim
communico V. S. para seu conhecmento.
. 775.Dita ao mesmo.Inleiraio do contedo
do offlcio que V. S. me dirigi em 21 o, corrente,
b o, 133, acompaubado da conta que devotvo em
duplcala, na importancia de 4*, e telativamente
a transportel dados nos wagn da estrada de
fe* do Reete S. Francisco, por conta do mi-
fltsieno da guerra do raez.de ianeiro ultimo, tenho
a lizer em reapos.u qne mar.de effeotuar esse pa-
jgainento quaodo o goyerao Imperial votar o netes-
ario crdito. ^
." lta ao '""spector da thesourari pro-
vincial.Tomando em ennsideracao oqueexpoz
uernardino de Sena Castro no requerimento em
que recorre do despacho d'essa inspectora de 30
de selembro ultimo, relativamente ao sello Ai doa-
cau que Ihe flzera D. habel Raymunla dos Santos
Pinheiro de urna casa, diversas pecas de ouro e
imagens, resolv dar provimento este recurso,
para que produza os necessarios efTeitos, e decla-
rando que so depos que o acto de doacao se tor-
nar .irrevogavel depois da morte da doadora, de-
ver a supplicante pagar o referido sello. que
declaro V. S. para seu conhecmento e flns con-
venientes.
N. 777.Dita ao mesmo.Recommendo V. S.
que_, logo que Joao Borges Cordeiro exhiba procu-
raco bastante em que a professora publica da
cadeira da povoacao de Vicencia Heoedina Flo-
resta dos Santos Cordeiro, o autorise a pedir a
cessaco do descont de 5 por cento que offereceu
de seus vencimentos para as despezas da gue. ra e
depois de descontada a quanta de 69J que deve
a referida professora, segundo consta de sua infor-
macao de 5 do corrente sob n. 69, faca V. S. sus-
pender o referido descont a contar do mez de
dezeirbro ultimo.
N. 778.Dita ao mesmo.Em vista do pret jun-
io em duplcala que me remetteu o comraandante
superior do municipio de Olinda com offlcio de 2J
do correte, mande V. S. liquidar e pagar os ven-
cimentos relativos ao mez de Janeiro ultimo, dos
guardas-nacionaes destacados na villa de Igua-
rassu.
N. 779.Dita ao mesmn.Annuindo ao que so-
liciten o chefe da repartijao das obras publicas era
oflicio de hontem, sob n. 48, recommendo V. S
que mande entregar ao thesonreiro d'aquella re-
particao a quanta de 1:763J300 rs., emque foram
oreados os reparos da ponte de S. Joao, os quaes
achando-se ein execucao por administrado, estn
quasi concluidas.
4' seccao.
X. 783^Portara ao dezembargador provedor
da Santa Casa de Misericordia.Declaro a V. Exc.
que ficam approvados os contratos dos entrega-
dos dessa Santa Casa de que tratam os termos que
por copia acompanhavam o seu offlcio de 14 do
corrente sob n. 2435 que Oca assim reipon
^ X. 784.Dita a cmara municipal da villa do
Oranito.Inteirado pelo offlcio que rae dirigi era
2o de Janeiro prximo flndo, a cmara municipal
da villa do Granito, dos motivos pelos quaes deixa-
rara de reunir-se na 3" dominga daquelle raez as
junia3 revisouras de quallflcacao das freguezias
do seu municipio, declaro a mesma cmara que
designo o da 1 de maio vindouro para a reuniao
das referidas juntas, cuinprindo-lhe expedir as ne-
cesarias ordens ao respectivos juzes de paz aflm
de que guardado o praso e ma3 formalidadjs da
le conveque as pessoas que devem concorrer para
a organisacao das mencionadas juntas.
N. 785.Dita ao inspector da saade publica.
Transmuto a Vmc. o offlcio junto por copia do
Dr. chefe de polica, de 22 do corrente sob n. 238,
para que d as providencias que julgar necessaras
P*ra atalhar. os estragosrque urna ebre da uwo ca-
rcter est occasionando no termo do Bora Conse-
lho, segando communicacao do respectivo delega-
do, tambem por copia, devendo em todo caso
mandar preparar e remelter cora urgencia urna
ambulancia com os medicamentes que forem ap-
propriados e o receituario respectivo.
Jo-e Augusto de Araujo.Informe o Sr. inspec-
tor da thesourari provincial.
Miguel Pinheiro de Vasconeellos e Aranj.In-
forme o Sf. general comraandante das armas.
Manoel Hufino de Carvalbo.Como reqner.
Sidronio Sydio de Oliveira Magalhaes.Xo pede
ser por ora deferido.
'iu2?a*) qn6' Cert' 80lri>e'bem enmprir sea j de 5 de-Janho de #868.OjUe se officie ao procu-
rador Dar proceder as desappropriaedes de Fran-
Commaado das armas.
QUARTBl.-OENKR.AL DO COMMANDO DAS ARMAS NA
PROVINCIA DE PERNAMBUCO, 5 DE JlJLHO>
DE 1870.
Ordem do dia n. 416.
O brigadero commandante das armas nomeia
para a comraissao que tem de examinar os Srs.
tenentes da arma d'infantaria de exercito Fran-
cisco Antonio de S Brrelo e Pedro Velho de S
Brrelo, as materias de que trata o art. 29 do
regulameuto de 31 de arco de 1831, os Srs. l-
ente-coronel Alexandre Augusto do Frias Villar
na qualdado de presidente, e seu delegado, capi-
taes Henrique Eduardo da Costa Gama e Leopoldo
Borges Galvo Ucha, enja coramlssao se reunir
para o indicado flm no quirtel da Soledade no da
8 do corrente pelas 9-horas da manb.
AssignadoJoaquim Jos Gongalves Fontes.
ConformeEmiliano Ernesto de Mello Tambo-
rm, tenente ajudante de ordens encarregado do
detalhe.
PERNAMBUCO.
PUBLICO.Obituario do dia de
EXPEBIENTE ASSIGNApO PELO SR. DR. ELIAS FIIEDERI-
CO DE ALMKIDA E ALBUQUERQE, SECRETARIO INTE:
RIO DO GOVERNO. EM 24 DE FEVE8EIRO DE 1870.
2" secjo.
N. 786.Offlcio ao Dr. chefe de polica.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S. em resposta ao seu offlcio n. 238 de 22 do
corrente qiie nesta data se expedo ordem ao ins-
pector da saude para providenciar, e com segu-
ranza enviar com destino ao terme do Bora Conse-
lho urna embulanci.i cara medicamentos apropria-
dos a febre de mo carcter que all grassa,
acomu,anhaodo ditos medicamentos o conveniente
receituario.
X. 77. Dito ao commandante superior da
guarda nacional de Olinda.S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, manda declarar a V. S. em
resposta ao seu offlcio de 22 do corrente que a
(li's jurara provincial tem ordem para pagaros
vincimentos constantes do citado offlcio.
X. 788.Dito ao juiz de direito da comarcado
Brejo.O Exm. Sr. presidente da provincia manda
declarar, que licou inteirado pelo seu offlcio de
13 do corrente, de ter V. S. nomeado u Dr. Cinci-
nato Alves Cavalcanti Cambaim para interinamen-
te exercer as funcc5es do cargo de promotor pu-
blico dessa comarca por ter o effectlvo viudo to-
mar assento na assembla provincial.
X. 789.Dito ao juiz municipal do termo do
Ex.O Exm. Sr. presidente da provincia manda
declarar-lhe que pelo seu offlcio de 21 de Janeiro,
flcou inteirado de ter V. S. nessa dala reassumido
as fuaccoes do seu cargo por ter assumido a de
juiz de direito da* comarca o bacharel Manoel
Francisco Fernandes Vieira.
X. 790.Dito ao promotQr publico da comarca
do Brejo.O Exm. Sr. presidente da provincia
manda declarar que pelo seu offlcio de 10 do cor-
rente, flcou inteirado de ter V. S. nessa data dei-
xado o exercicio das funecoes de seu cargo para
segnir para esta capital a tomar assento na assem-
bla provincial.
4* seccao.
N. 791.K)fficio ao chefe da reparticao das obras
publicas. O Exm. Sr. presidente da provincia
mana declarar a V. S. em resposta ao seu offlcio
de hontem sob n. 48, que a thesourari provincial
tem ordem para entregar ao thesoureiro dessa re-
parcao a quautia de 1:763*300 consume do cita-
do offlcio.
N. 782.Dito ao padre Agostinho de Godoy e
Vasconeellos.Pela secretaria da presidencia se
communica ao Rvm. Sr. padre Agostinho de Godoy
e Vasconeellos, tigario collado da freguezia de N.
Seuhora do O' de Altinho, que existe- nessa re-
particao para ser entregue depois de pagos os di:
reilps devidos urna portara do ^overno imperial
concedendo-lhe licenca por tempo indeterminado
com o vencimento de duas tercas parles 4e sua
congrua.
eSPACHOS DA PRESIDINCIA DO DIA 28 DI
il.NHO DK 1870
Antonio Francisco Martns de Miranda.Junto
este ao requerimento em que foi proferido o despa-
cho de 22 de dezembro de 1868. Volte ao Sr.
inspector da thesourari de fazeada para infor-
mar.
Antonio Joaquim dos Santos Andrade.Junte ao
requerimento anterior, volte ao Sr. inspector da
thesourari de faaenda para informar.
Abaixo assignado moradores dos lados do canal
do Riachinho esuas visinhancas.-Sora tomado na
devida considerado a representado dos sup-
plicantes.
Arsemo Arrellos Espinla;Seja iggregado ao
1 bataiaao deste municipio.
Candido Emigdio Pereira Lobo.Informe o Sr.
engenbeiro chefe da reparticao das obras publi-
cas.
Fulden Brothers.Dirija-se a thesourari pro-
vincial.
Juvencio de Barro Correa.Inforae o Sr. com-
mandante superior da guarda nacional dos muni-
cipios do Brejo e Cimbro-
Joaqum de Aimeida Pinto.Informe o Sr. n>
| pector da thesourari de fazenda.
EEVTSTA DIARIA.
EXVENE.VAMEXTO.Tendo mdicos da capital
da Baha; aoi quaes foram narradas as molestias
que suecumbirara dentro de pouco lempo os Srs.
tenente-coroael Joao de S e Albnquerque e Dr.
Victoriano de S e Albuquerque, declarado que
parecan) ellas produzidas por envenenamen.o,
apenas a familia do ultimo chegou esta cidade, pro-
curan verillcar oceurrencias anteriores, pesquizan-
do o procedimnto de alguna fmulos, e interro-
gando-as convenientemente.
D'essas pesquizas resultou ser hontem apresen-
lado ao Sr Dr. chefe de polica o pretoEduardo, es-
cravo do primeiro dos tallecidos, o qual fez impor-
tantes revelacdes sobre o meio empregado etc.,
que pdem trazer luz da verdade todo o occor-
rido e o nome dos mandantes, visto como Eduar-
do se declara mandatario.
O Sr. Dr. chefe de polica fez recolber casa
de dalencTio o preto, e prosegue as deligencias
necessarias aflm de descobrir o que ha de verda-
deiro nessas declaracoes, e serem punidos devi-
damente os autores d'esse crime bornvel.
FUXERAL.Pelo Rvm. Sr. conego vigario capi-
tular da diocese foi designado o da 8 do corrente
trigsimo da noticia do passaraento d nosso vir-
tuoso prelado o Exm. e Rvm. Sr. D. Francisca
Cardoso Ayres, para ter lugar na cathedral de
Olinda, com toda a solemoidadie, para o que nao
ba poupado esorcos, o funeral pelo mesmo tinado.
Foi encarregado oa oracao fnebre o illuure pr-
gador Dr. Pelinca. Sero prestadas as honras f-
nebres pelo 9. batalhao de infantaria da guarda
nacional, dando a fortaleza do Brum as tres salvas
do costume, e um tiro de quarto em.quarto de
hora.
Para esse acto foram convidadas as pessoas mais
gradas d'esta e da cidade de Olinda, ordens reli-
giosas, contrarias e corporacoes.
XOVO ATHEXEU.^-Esta sociedade reunile era
sessao extraordinaria no dia 3 e proceden elei-
c;io da commisso de redaccao da revista da socie-
dade, visto ter sido ann-liada nesta parte a eleico
feita em 19 de junho, e de theseureiro, visto ter
recusado esse cargo o Sr. Rodrigues da Costa
(reeleito).
A eleico teve o oeguinte resultado :
Commisso de redaccao.
Argemiro M. da Cunba Galvan (reeleito).
Feliciano Ezebio Diasrrazeres.
Joao Americo de Carvalho.
B?llarmino Carneiro Cavalcanti.
Alfredo Ernesto Vaz de Oliveira.
Thesoureiro.
Argemiro Martiniano C. Galvo.
Foram eliminados, como na sessao anterior,
alguns socios iniursas as dsposnjoes respectivas
dos estatuios.
Tomou Kssento o Sr. Anesio Augusto de Carva-
lho Serrano, socio apprav.ido ltimamente.
Hoje haver sessao ordinaria hora e lugar do
costume.
DIXHEIRO.O vapor Jequi tronzo horneo de
Macei 3:fJ00, para o Sr. Joaqnim Jos Goncalves
BeltrSo.
RECTFICACAO.-Xa acta da solemnidade cele-
brada na greja do Espirito Santo, no dia 2 do cor-
rente, que hontem publicamos,foi mencionado o
nome do Sr. Victoriano Palhares como tendo sar-
vido de paranympho menor Elpidia, qoando de-
via ser o do Sr. Joaquim Gilsene de Mesquita, o
qual nos pede para fazermos esta correccao.
THESOURARI PROVINCIAL.Perante ajua-
ta administrativa des reparticao, vai praca a-
raanha o pedago da ponte do Bujary, conloba-
le da quinta parte no respectivo valor do. or-
caraento, que cou reduzido a 445^600,. por
anno.
LIBERDADE.A Sr. D. Clara Clementica Car-
ila d Brilo, soltera,. maior de 60 anuos, talle-
cida no dia 2 do correte nesta cidade, deixou
em seu testamento livres noVe escravos que "pos-
suia.
NOVA PUBLICACO.Deve brevemente sahir
luz um volrae de poesas do Sr. Dr. Antonio
Rangel de Torres Baudelra, abrangendo cerca de
300 paginas, e cuslaodo apenas 5* o tem-
plar. Desejando ajudar an comprovinciano ds
mrito recoahecido, e polta notavel pela sua patij-
Hdad* e pureza de estylto, exponaos em nosso es-
cripierio urna lista para subscriptores, na qual
devera tomar pane toaos aquelles, que de veras
atuam as lettras patrias.
PONTE DOS AFF0GAD06.loformam-BOs, que
brevemente liear entopido por tal forma a saluda
do rio Capibar be na ponto dos AITogados, que eem
mesmo pequeas canoas podero passar, devido
isso a querer a estrada de ferro do Recife ao Sao
Francisco fortalecer as columnas da sua ponte
ueste lugar, despejando diariamente tres e quatro
carros de pedras do alto- da ponte, aflm de faaer
baso solida. Podar a reparticao das obras publi-
cas consentir era seraulhaoie abuso, com grave
detrimento publico ? Esperamos prumpto reme-
dio.
CARUARir.Escrevera-nos desta cidade, em 2*
do ipassado
A' 8 prncipiou a primeira sessao peridica
do jury deste termo, qne Hodou hontem.
Foram snbmettidos a jaltfamento 8 processos,
comprehandendo 10 reos, entre os quaes alguna
de requintada malvadez, como fbsse um que de
combiuacao com a amante, matou o marido desta,
e outro, voluutario da patria que aneaiainna um
seu compa^heira e irrao d'armas para rouba-lol
Ambos oftreram a peona de gales perpetuas, tan-
do protestado pofm p6r novq juigamento. As de-
oisoes foram regujares, havemo urna nica apella-
ca o por parte de Dr. promotor publico, de senten-
c a da reo j appoilado pelo Dr. juiz de direito. 3e-
melha,nte appeaeo, pelos grandes empeohos que
I havia sm favor do criminoso, multo honra aquelle
lever.
' ^Estamos em pleao invern, porm anda sof-
iMio de caresta de vveres, p s agora eqae
v appareceodo al?nm fejao verde.
WlERIA.A que se acha venda a 452*.
Beneficio da matriz da Escada, a qual corre* no
dia 7 pelo novo plano.
PASSAGEIROSDo vapor brasileiro Gtqut,
vindosdeVenedo por Macei :
Major fos Francisco Taboca,. Joaquim Jos de
Farias Phladlphn, Antonio do Reg fmenor),
Joao Antodo do Medeiros e Manoel Jos de Ol -
veira. \
CEMITEH
julio de 18'
Manoel, paVdo, Peraambuco, Baa-Viata; espas-
mo4 ao nascerl
Jaaquim, baaeo, Pernambuco, 4 mezes, S. Jos;
comrnlsdes. \ *
Violante, ^sq-avo, preto, frica, 60 airaos, sal-
teire, Boa-Vista; asoiie.
Mara, preta, Vernambuco, 3 horas, Santo Anto-
nio; apoplexia drrebral.
Jo- Joaquim fcol&o, branco, Pernambuco, 25
anuos, solieiro, S4nto Antonio; rheumatismo.
Manoel Luiz m Silva, pardo, Santo Aoto, 28'
anoos, casado, Boa Vista, bospHal Pedro II; infec-
rao purulenta \
Manoel Joao Ferteira Mariambroy preto, Crato.
42 annos, caBado, teaBto Antonio,
cao ; pthisica tuberlicosa.
Mana, branca, Petoambuco, 9 dvas, Boa-Vista ;
hemorrhagia.
Miguel Archanjo Honteiro, pardo Pernambuco,
23annos, solteiro, Boj-Vista; herysipella.
Joanna Nepomuceoa, branca, Pernambuco, 53-J
aneos, soltaii, S. Jos-; pthvsica pulmonar.
i
Joao, recem-nascido. branco. Pernambuco, Boa
Vista; ao nascer.
Maria, parda, Pernamluco, 2meses, Boa-Vista;
diarrhea.
Antonio Jos Moreira, pardo, Pernambuco, 77
annos, casado, Boa-Vista, hospital Pedro II; cea
gesto cerebral.
Urna prvula encootradafla travtssa da Palma,
Pernambuco, S. Jos-.
Urna prvula encantrodj na per do Corpo
Santo, parda, Recife: ao nasier.
Geirudes Senhorinba Tavares, branea, Pernam-
buco, 43 annos, sotteira, Boa-Vfcta; febre perni-
ciosa.
Francisca Maria Coimbr, branca, Peraambuco,
70 aonos, solteira, Boa-Vista; desinteria.
3
Manoel de Azevedo Santos, branco, Portugal, 56.
annos casado, Recife; molestia interna.
Franci-ico, braaco, Pernambiaco, 14 mezes, Re-
cife; espasmo.
Clara Clementiua Carlota de Brilo, branca', Per-
nambuco, 69 annos, solteira, Santo Aatoio; diar
rhea.-
Raymundo, escravo, pardo, Cear, 41 annos,
soltero, Boa-Vista; desinteria.
Jj^quim Jer nyrao de Sant'Anna, preto, Per-
nambuco, 60 anoos, eoltoro, Boa-Vista ; conge*-
to crebral.
Lanrindo Candido Carnairo de Vasconcllos,
bramo, Pernambuco, 39 annos, casado, Santo An-
tonio; encefali'e enronico.
Damianna Maria da Cooeeicao, prota, Parahyba,
31 annos, solteira, Boa-Vista; interite ebronco.
Ignez Maria da Conceica. parda Pernzmbuco,
60 annos, viu*a. Boa-Vista; nsufleieoei. das va>
vulas.
Pedro Cavaleante de Glivera, preto, Parabyba,
70 annos, viuvo, S. Pedo ; pleuns.
Miguel Raymundo, preto, Pernambuco, 60anr.es,
solteiro, Bo-Vsia,; congestao cerebral.
Pedro, escravo, preio, Pernambuco, 7 diasrSk
Jos; espasmo.
Joaquina Francisca de Barro?, parda, Pernam-
buco, 72 asaos, solteira. Boa-Vista; anazareai.
Josephina, parda, Pe;nambuco, 4 annos, S. Jos ;
cmaras de sangue.
Suzana, preta, Aaiea, 35 asnos, solteira, Boa
Vista: congestao.
Rosaliaa Maria d> Conceico, parda, Pernambu-
co, 18 annos, casada, S. Jos; febre porpurai.
Augusto, branca, Pernambuco, 6 mezes, Recife;
febre continua.
Barbina Umbelina Soares, parda, Pernambuco,
0 annos. solteira* S. Jos;. eatarrbo pulmonar.
Antonio Lopes Reg, bronco, Pernambuco, 64
annos, casado. Boa-Mista ; pneumona chronica.
^ptonio Pedro da Rocba, branco, Pernambuco,
22 annos, solteiro, S. Jos; queimadura.
Leomtsa, parda, Pernamhuco, 41 anno*, S. Jos;,
convulsoes.
Maria das Merece Cozra de Aimeida, branca,
Pernambucoy27 annos, solteira, S. Jos; tubrcu-
los pulmonares.
Joao, pardo, Pernambuco, 6 raezes, Santo Anto-
nio, easa dos expostos; tosse.
Um prvulo, o nomo ignora-se, pardo, Pernam-
buco, 8 dias, Santo Antonio, encontrado raorUi na
Roda; parecen ser espasmo.
5
Satyro, preto, escravo, Pernambuco, 5 mezes Boa-
vista ; miente.
Manoel, preto,'escravo, Pernambuco, 2 annos Boa-
Bua-xista ; ?ezoee.
Antonio da Sonza preto, Babia. 70 annos solteiro,
vista, hospital Pedro 11; bypertrophia do ca-
rasio.
Joao Vicnnla Ferreira Pocas, pardo, Pernambuco,
75 anuos, casado, S. Jos ; erisipela.
Custodio do Reg Baixc, preto, 80 annos, frica.
casado. Boa-vista ; reteneao de ourknas.
Jovina Maria da Conceicao, preta, Pernambuco, 22
annos, oasada, Santo Aatonio; tubrculos pul-
monares,
Jaciotho Pedro Ferreira, pardo, Pernambuco, 31
aunoe, viuvo, Recife ; paralysla.
cisco Xavier Carneiro da Cina" Miranda e Ma-
doel Jos* Dantas.
Oatro do mesmo,. transmittindo a cmara para
seu conhesimento e flns conteniente, a inclusa
copia da lei n. 923 de 23 de malo uWmo, autori-
*anAn a dttS)en<,er desde j at- a qnanti* de.....
4:0001 com a celebrado de um offlcio solemne
em suffragm s almas dos bravos- que en defeza
da patria, faecerara nw campos db Pwainiav.
Inteirado.
Oatro do procurador iscal .d> fazenda provin-
ew, com despacho da'presidencia- de 25" de maio
ultimo, mandando satisfacer, no- qnal a- mesmo
procurador declara a S. Exc. qae nao tendo a
canara municipal indicad os motivos qu deter.
rmnaram a rescieo do contrato celebra*) com
Maeoel Alves Cerra, ped para dar o seu pare-
cer que se exija>da cmara informacao mais cir-
cumstanciada.A' eoramissio d'arborisacao!
apa peticao do eirurgiao Fraaeisco Je* da
ni va, com despacho da presidencia de 24 de- maio
ultimo, na qual pede para ser apoaentado,
Mandn-se reraetier ao advogado, urna petipao-
do bacharel Francisco Jos da Foac3ca e Silva 'fin
que pede licenfa para fazer a exhnmac) 'd..^
resto mortaes de seu pai Jos da Fonceca rt
lva.
OSr. Dr. Moscoso, fez os seguintes reqnvri-
mntos que poste em discussao foram appm-
wdos :
4 Reqoeiro que se ordene aos flseaes que in-
formeni eom urgencia se elles reeehem o impost
da licencas para sottar fogo do ar,. ou so por seu
arbitrio tem dispensado os festeiros d aprsenla
rem liceos para isso, porque parece que nin-
goem maw tem otrabelhode lrarlicenca e- nag.ir
o imposto. Paco da- cmara municipal ui 1-
de junho de 1870.Dr. Lobo Moseoso.
2o Constando-rae que secretario interino d>
ta cantara fornece a algnem copias dos-pareceres
dados pelos madores, principalmente os que sao
relativos a egoe do cemiterio, requro que w
mande que o mesmo secretaria interino in/ormi
por escripto se isso verdad, e em ae lei ou
disposicao se Cuida-para assa procecir.Pa\.f
le Taanbs deServlcs;-A"coa.mi jSSSSS^ ****** *"
CMARA MUNICIPAL.
SESSAO EXTRAORDINARIA AOS 18 DE MAIO
DE 1870.
paasmifctA do sr. bameiro, continuada peta
BB. BOSTA 10N10R.
Proaentes os Srs. Dr. Moseoso, Costa Moreira,
Pessoa da Silva, e Dr. Pitanga, ibre-se a sessao,
lida e ipprovada a acta da antecedente.
Leu se o seguiDte
EXPEDIENTA
Um offlcio do Exn. vicepresidente da provin-
cia de 34 ds malo ultimo, aizeado que com a in-
formacao da eopia junta ministrada pelo chefe da
repattipio das obras publicas, responde ao offlcio
que Ihe dirigi a cmara cm 89 de abril ultimo,
sob h. 26, acerca da diflcaco que Jos Cordeiro
do Reg Pontos pretende fazer nos seus terrenos
na travssa da Ribefra.Ao engenheiro eordea-
dor. .,
Outro do mesmo de M de maio prximo pasfe-'
do, declarando acamara, quo segundo consta de
avio da reparticao do Imperio de 14 do referido
mez, a cmara dos diputados approvou a 14* le-
gislatura as eleicdes secundarias que se effectua-
ram no 1* drstrieto eleitoral desta provincia, para
preenchimento da vaga deixada pelo Sr. visconde
de Camaragibe.Inteirado.
Onro ,do mesmo, de igual data, respondendo
aoque Ihe dirigi a cmara era II do dito mez,
declara que wn vista do art. 26 da lei do or?a-
mnto municipal vigente, proceda de conformida-
de eom o disposlo no? t do art. 24 da lei n. 853
sao de-peticoes.
Ontra do bara do Ourieury, com despecho
da presidencia oVt de mato prximo passado,
mandando informar^ aa qual pede a 9: Exc. qne
se digne explicar em face deyarts. 2* 25 do-re-
gulamente do cemeri publieoro terreno de orna
c*sa de deten- sepultara a perpetwaade deve oi nao wmprehen^
der o destinado a quatro sepnltnras (art. 27).A.1
commisso respectiva.
Uro offlcio do Dr.J,fcnurai do Sorna Be, acen-
sando recepcao d outro que a cmara- Ibe diri-
gio,'coramuaicando-lhe o ter eieito para fazer
parte dh commisso qao deve apresenlar a S. M1.
o Imperador e a S. Alteza o Sr. conde #jjto, a te'
liciucao pela codclno da guesra coi a repa*-
blica da Paraguay, declara que aceita eom saiis-
facao e recoabec meato, a evidente prora-de coa-
lia nca que Ihe foi dada.Inteirado,
Outro do capltao de-porto desta-cidade, eomma
nicande baver entrado no goso d* mesaw cargo^
em 19 de maio ultimoQue se acense areoepcao,.
Outra-de Manee! Jes-Dantas, aeensandb a re-
cepcao do aflkio em ijue se Ihe panicipoai ter si-
do nomeado para fazer-parte da commisso ei>-
papregada do promowr na freguezia de Sv Jos
urna subscripeao para-nav monumento ove tem de
perpetua* os teitos da lampan do Paraguav ;
dec ara. qn agradecendo roa t9 subida- prova
de coaaideraeao, pedo desculpa por do poder
aceitar tio honrosa commisso pelos seu eocom.
modos de sade.Inteirado.
Nesa oceasfia foi nomeado o Se. Jos-lgnacb
Avila, a-qnom se mandou offlciarr
Outro-de Ptanclscode AUraquerqne Mello, de-
ctarandonao poder aceitar a noawae&o dee feita.
par. fazer parte da commssao da.fregqeaa de S..
Jos, em coosequeneiai do seu nato estado de saii-
de.lateirada
Foi Borneado o Sr. Man el Antonio 4 Santiago
Lessa.
Outro.dc subdelegado sopplenio do 9* ditricb
da freguez+a da Boaita, comronnicando achar-
se no axoreiriu do mesmo carpo.Inteirado.
Oute-do advogad, inforraand acerca da pro-l
tencodus herdeirosde Nicolao Redrigaos da Cu-
nha.Inteirado.
Outro domesmov dwendo qu para dar seu|pa-
recer acerca da preteneao do Dr. Joaquim Anto-
nio Oaroairo da Cunha Miranda e- Arsenio Anto-
nio Carneiro da Cunaa Miranda, reqaor que s"
junto o-Utulo ou eopia antnemi deste, do afo-
mento que foi feito pela thesenraria,. bera como
que o engenheiro informe se o terreno que se
pretende, foi aterrado e por quem, determinando
se forpossivel o seu estado anterior.
Quanlo a Io parte, qae os suplicantes juntera
o titulo c* copia authentica deste.
Quanto 2a qae o engenheiro informe o que
Ihe oceorrer.
Outro do administrador do cemiterio publico,
commuDicando ter eoostado-lhe existirem naqnel-
le estabelecimento alguns empregados sematulo,
e com effeito verifleoa que o sachristo Joirquim
Severiano Cavaleante que se acha exercendo des-
de 23 de agosto de 1863 o lugar sem Ipp titula,
bem como ojardineiro Agostinho Jos da- Silva,
exercendo desde t de agosto rin referido anno.
nanlo ao.l consta do archivo ter sido-nomea-
do pela presidencia em ti di setembro de 1868,
e acba-se osercend-.- o lugar co pontualidade, pe-
lo que deiormioou que continaasse at que a car
mar resolvesse.
Qaantoo 2p na'tendo titulo, resolveu despidi-
lo, o que communica para qu a cmara delibere
a respeito. Posto em discussao, resolveu-se man-
dar offlciar ao administrador para que determi-
nasse quo o sachristao solicitasse o mesmo titulo,
e approvando-se a deliberacao tomada quanto ao
jardmeiro, e ordenou-se ao mesmo administrador
que escolbosse dentre os aerventes o qne mais ha-
bilitagoes Uvesse para exercer o logar.
Oatro do engenheiro eordeador, inforraaBdo o
requerimento de Joao Luiz Vianna, declara que
nada ha que oppor, dando-so a eompetent cor-
dea^o.Mandon-se cerdear.
Ouiro do mesmo, informando o requerimealo
de Mariano de Castro Lea tem, a dizer que Do
ha inconveniente noque pede o suppllicante, dan-
do-se previamente- a competente- eordeacao.Man-
dou-se cordear.
Ouiro do mesmo, informando a peticao de Ma-
noel Ferreira da Cruz diz quo nenhuai inconve-
niente ha na concessao pedida pelo supplicante,
dando-se previamente a eordeacao. .Mandoa-se
cordear.
Outro do mesmo, informando o requerimento
de Manoel Joaquim Ferreira Estevas, cumpre-lhe
dizet que nada tem qn oppor a proteocSo .do
supplicante, dando-se a competente eordeacao^
Mandou-se cordear.
Oatro do mesmo, informando e requerimento
de Antino Moreira Reis, tem a dizer que nada ha
3ue oppor a preteneao do sepplicante, execulan-
o elle as obras de conformidade com as postu-
ras.Concedeu-se.
Outro do mesmo, informando a peticao de Jos
Francisco de Souza, diz que nada tem a oppor,
exepntando o supplicante as obras de conformida-
de com as posturas. Concededeo-se.
Outro do mesmo, Informando sobre o que pede
no requerimento junio, Miguel Ribeiro Pavo,
cumpre-lbe dizer que nada tem que oppor, dan-
do-se a cordeaca> respectiva.Mandou-se cor-
dear.
Outro do mesmo, dizendo que tendo encontrado
alguns embaracos para dar diversas cordeacoes
na ra da Hora, freguezia da Boa-vista, pede a
uomeaco do urna commisso que prooedendo ao
exame necessario no lugar indicado, determine o
que for mais conveniente.A' commisso de edi-
ca$ao.
Foi approvado um parecer da commisso de po-
lica, no seotido de nao tar lugar o que represen-
ta Belarmino Alves Arxa, a presidencia da pro-
vincia com referencia a arrematapo dos tainos
ns. 10, 11,12 e 13 da ribeira da freguezia de S.
Jos.
Foi igualmente approvado um parecer da com-
misso encarregada de emittir sea juizo, acerca
de construccoes dos edificios das Dorabas de esgo-
to nos bairros do Recife e Boa-vista, da compa-
nhia Recife Draynage com despacho da presiden-
cia de 6 de maio ultimo.
Foi tambem approvado dous pareceres da com-
misso encarregada dos negooios do matadouro
putyieo.
Despacharam-so as paticoes :
De Albino Jos da Silva, Afewe Mari Gabral
m Moura, Antoaio Moreira Rei, Angelo Dm de
Castro, Beraardtau Jos Martin, Belarmino Al-
ve Arxa, Gandidb- Martns de Araujo. CbrtM..-
vao Ferreira Campos, Euthimio Fabio de AY>n>.
Lima, Ferreira.Maia & C, (2). Francisco de-Pit*..
BOges e omros, ftaocisco Mrcaito do Aroaral,
Francisco Joaquim Ferreira Estoves, Guilherraina
Mara da Conceicao, Beitor & Sampaw, Ignaeto Ci-
raco do Espirito Santo, Jos Lucio Loiz. Joafjoim
Laetano da Silva,. Joaqnim Maila do Espirito-San-
to, Joaqnim Mhrtinr da Cruz Grreia, Joao Al-
ye endes da-Silvay Joaquim Maria do Monte.
Jos Francisco de Sonea Lima, Jos .Arres d Su-
va Guimares $), Joan Goncalves Ferreira e 3-
va, Jbao Antonio de MWIo, Joaamim- Aatonio C*r-
neiro da Cunha Miranda e oarw, Jos da Suva
Setto, Jos Pe ipo de Sant'Anna, Joattaim Fran-
cisco de Paula Bsteve Clemeate e ootro. Jos-
Franeisco do Reg, Jbo Lniz Vianna. Geroimaa
Jos de Albuquerque, Luiz Patio d'Aranjo, ua-
charel Lourenco Bezerra Carneira da Cuaba, Ma-
noel Jos Dantas, Manoel Jacinihe CoeH, Manoel
Joaqpim Ferreira Esleves, Mariano de CaMro
Leo, Miguel Ribeiro Pavo, Manoelide- Souza Me-
oezes,. Pocas & C Pedro Alexandrin Redrigue
Lins, Pntaleo Virginio Francisca da> ''osla, S-
tyro Serapbim da Silva, Sabino Bntno d Rosario,
Thoma- Rodrigues da Cunha, D. Tfcoreza de Jaso
Antones C, Urbano Vieente Ferreira, Tcente te-
s d*C'liaalra ; a levantou-se a sessao.
Eu,. Augusto -GenuiDO de Figteire, offloial-
malor servlndo de secretario, a eserevi.
Btito-Josda Cosa JWaior, pr-presidente.
Dr. Pedro de AthayeLob Moscoto-.he Maa
Freir Gamtro.Caetaw Cvriato-t- Goda M-
t eir.Ignacio Pestm di Silva. Dr. Praxette-
Gonmdi Souza Pilonga.Dr, Joa^Man Seve.
Pa.fecem.-tfse refere mosto.
A eommissb Horneada per esta samara para-
dar sen parecer a respailo do roqueriawnto da.
companbia Draina^e Rocite limited em qne se re-
cusa a aceitar o pontos qne per esta oawar.i fo-
ram indicados para- nelie edificar as casas neces-
sariaa para montar o apparelaos de-linados a
conduzr as materia fecaes e agaae servidas para
fora do arrecife ; quer no bairpo da.!Wa-Vista,
quer no de S. Fpb. Pedro Goncawes, vo^e obri-
gada a declarar a esta- cmara, qne grande <> &
importancia da materia para se tratar ella per-
funatoriamente e sem proceder um estude- profun-
do, do qnal podsse tirar-se conclozoes satisfai-m-
ria-; nao podendo- porm a commisso recusar-
se a aceitar o encargo e nem deixar d dar-kw
soluco em pouco. lempo, como se-exige- passaf
a fazer as seguintes consideracoe:
Nao infelizmente agora occaaio de. expender
a commisso seu juizo a respeito oV-> systoma
ajustado no contrato com a companbia Dratnagr,
quando apenas ha a executar o eonvencionadi-, e
nada por tanto pode dizer a respeito de>se e i! o:i-
tros systemas dfe limpeza das cidades-qe tem es-
tado em voga a tem sido despresado a seu turno,
por oncommodo e insalubres, sendqne na Eu-
ropa se e-tuda com mnila circumspeeeao como se
ha de obter o duplo resultad de aetiiralizar ns
gazes infeccionantes das materias feeaes e sppro-
veitalas para estrumes : sem os baonvenieaJrs
do derrammenlo dos gazes na atmoepnera limita-
se apenas a eommisso a declarar que o raieam.
deesgoto qse vai ser executao nesta cidadip, reti-
ne os dous mximos inconvenientes, a nao neutra-
lisa^o do principias deletsrios, e nao nppro-
veilammtn das materias como adobo para a Ierra.
A commisso pa-sar por> tanto a faaar nina
analyse succinta dos pontos sobre que versa a
questr, fundamentando a sua opini para .p*
nao pareca quo sem razao so opp> ao parn-ar
das obras publicas ou ao dexejo da compaohia
Drainag.
Primoiro ponto.Apesar de j ter es.cmara
por duas vezes se recusado a concordar eewi a Re-
particao das obras publicas, que insiste em indi-
car a praca do Xafariz, no batrro do Secife pata
nella ser coHocado o apparelho ou machini-w
quo tem de impedir as materias feces para o pon-
to central das Cinco Ponta?, v-se aisda urna vi-z
a comm-sso obrigada a fazer as seguintes rela-
xos para tornar patentes as rasoes em qat se
basea para se oppdr a semelhanto proposito.
A praca do Xafariz a nica, que temos no
nairro do Recife : nao muito grande, e^ rn
deada de edificios, entre os quaes e n'to mnito
longe o arsenal de marrana, suas dependonciaf,
inclusivamente o hospilal onde sao tratados os
menores do'arsoaal e os mannheiros dos navios
de guerra.
N.lo estar muito remoto o tempo em que s
possa ajardinar essa praca e torna la em ponto de
recreio e coDfbrto, onde principalmente na e-n-
cao calmosa muita gente procurar passar algons
momentos da noite aflm de gosar de nm ar mais
puro e lvre, em vez do rrofeilo e insalubre quo
se respira as casas desse bairro que consta >r
sua maior parle de ras muit estreita- e ea-as.
baixas.
Nao pode por tanto a commisso, sem faltar aos
seus aaveres de zelar pelo bem e sade publica,
consentir que se colloque no centro de urna popu-
lacio aglomerada nm foco de infeceao perraanan-
te que nao s encommodar incessante mente <<
seus habitantes, como podar ser causa, eena
sufflciente, ao menos conooraiante de qaatqtii'r
molestia que se desenvolva com o carcter epid-
mico.
Asseguram os agentes da corapanhia Drainaga
que as machinas podem e devem funccionar sem
seniir-se o mo cheiro das materias feces.
Qn os apparelhos oollocados as habitace*
nao exalem mao cheiro, cousa que a commisso
nao pretendo contestar porque sabe que exileiu
hoje apparelhos muito aperfeicoado para tal oV-
lino. e havendo agua em abundancia esta dissol -
vera os gazes qne exhalam as fezes. Nao podo
com ludo a commisso aceitar, com a siraplu
de com que promette a eompanha Drainagc, ;t
idea de que as machinas qae tem de revolver o
mixto e lanca-lo para tonga nao exhalem pessim >
e enoommodo cheiro. Apesar de haver gramil
quantidade d'agna e parecer que as materias fe-
ces tem pardido todo e fedor, a commisso deve
declarar que os gazes", com quanto suspensos cu
mesmo dissolvldos n'agya nem por isso lem per-
dido a propriedade de se dospreqjerem toda,
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Diario de Petnambueo Ouarta^feira *6 de Julho de 1870.

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3g '.::.-. .,
>et qae s atite on aqnecx a agua que o eon-
tm; demals na yode, Uavar til pwleijao nos n-
"toolm da* bombas que torne impassivel o escape
to pfcquonas quairtilades de gaz de cada vez qoe
ellrs solwii! ni cf#e. in ; e esta suecedenda.se a
cada oteen n' i > rcabar por ormar-se urna at
niptaere lufeeu que far sentir a graude distan-
eit. So a wmmissJo julga nfallivel esta aconte-
cimento ro principio, quaudo as machiuas ainda
nova* aijliara-se no mais perfeito estado, quauio
rmis (ruando ella* aelo eoatinno exercicio aqu,
sao dirigidas a se acharen) cotn oa. mbolos e de,
mais apparelhos, deteriorados II E'. porconse
juenci a coinm'r>> > de parecer qoe se nao con-
VfiiaTi nica praca que teme* no bairro do Keci-
fe em foco d; pennaneiiljB, uo se con-
seniiuii que ahi se fondem as nustunas oa apa
ri-ttiis Ja compaaBia prain'ge.
Quanto a >ua colioeac* > n> aicial do Rrum.
P'-, a commissao que <)) ineonvenmutes que,
acaln de apon'.ar, nao s tai."o abi sentir com
tanta iutensidade pela grande veiHlacao qae ah
h sempre, peta qud serio dispersos os gaics que
so desprendern d.is materias foces, como tam-
beni pirque n.";> liavenio habitaco alguma que
im-;> a ac$10 do vento, aa IBCI SnaJi enrgica
e iiuicua .
1 ; hi-M nao a praia on ai Mal do Braoa, allegando
que tj (lea tauti > distante d>. apparelbo ceairal,
i: "i i.- no plano de suas obras nao so contou com
eso lf*sado ii "'ir
: ,ne-;iijite. queisso Ihe e ni-
na grande Trejaiie oa translorna; e como nao
baja i;. bairro dn Recife ontro lugar que se possa
dar, sen iguaes. ou maiore* inconvenientes do
que m ad aa moaeianados, passa a aatmaiatld a
CSMUIerar o ontro alvitre que foi terebrad) na
conf.-ren a que houve em presenta do lxm. Sr.
anal ente da provincia, e fei serem laucados ao
r\'< recomidos no bairro do Recife, alvitre este
u<> impugnado pela repartieJo das obras pu-
?)I.M-,
i: it -de, oorm, a commissao qoe nao, sendo
fxv.Mvel a cille-cacao das apparelhos.no areial
doRium por licar muito difflcil o retorno da> ma
nenas excrementicias para appareRio central as
Cinco Poua-, que nao havondo outro lugar que
po^.1 ser concedido a comoanhia" Drainage, que
i se pi; leudo suppr Tasoaveluiente que. o go-
wn peral eonceda pane do arsenal d mariuii i
para !e>e os: vl.-cer un t:o permanente de
tiif t o ai pe de un hospital e do quartel de nma
mipnnhia de aprendices, o nico remedio que ha
* i'ii olnigr.r a ivitnpanhia a que transtorne o seu
placo trieado, n cooeederlhe qi.e as materias
d-' i- liaiirosejam Ihnr-tdas alm da fortaleza do
Bram a nmn tfistanoia convtniente afcaixo das
aguax e o m;-.is licge pnssiyel da praia, o passa a
dar as i O7.0 > n que fundamenta o sea jizo.
Os apjiarelhus .untsticos deven!funecimar cora
-pranoV. uantidade (Tagua, aqual ser augmenta-
da pr<'Vaveineie-com todas as aguas servidas !e
caa, ciiatapdo sal)o, cidos, e al mesma oinza.
K' >i'bid > qne logo qao se raisturam as materias
f.-raes c tm nma certa qnantidade "agua, esta
IH-olve x maii r parte do- ja, e ellas neam
b4oras ; ora eonlendo a agua principios tWroi-
isrspaz-s de decimipor os gazes e converte-los
eoi eiwip istoe de .hversa natureza. o que aconte-
e i qnequando as matorias chegarem ao lu
l-ar ati.li- tern de >er evacur.das, j se acham neu-
tr;il s;.Jas eoi pra.de parte seus prmeiws mal-
fi.-jK, purgue por effelto da afllnidade certos
corpos em n actos cun ontnos readem a se de-
enmpar mut VW* com !.!:;.. iedad = iriteirunf nle diversas ds
j>7 nitivos. a agua um dos agentes que mais fa
Yunce essa < tiatinaoSee facilitando o contrato da*
i4toler,:las. O.acontendo as, materias fecaes quan-
tidaJe de acido sulfidrice, (hydrogfiao salftirado.
uiriireto de liyrogeno) gaz ammoniaco, carbre-
te- diversos, s.ies eomo carb.uato, phoipoatn hy-
drueWorate de aolasaa, cal e soda niie de ad-
nirarnie se effectuem duplas decomposioeos,
per cff.ij das qnaes se desenrolva o cblsro,
que c : com algum dos outro? corpos,
pnid'iia principios innflenslvos. e eointolsso
rte.x. tr-se a tal respeita, porque fe^in
c-mtiecida na medicina e na bs'g.ene a aecao
ine tem u caloro cun puricador, ou antes como
SKstnndl r dos sites mephiticas.
Orna Ja rizoes que se aprsenla para comta-
ter a opimln aeiola emittida que sendo lanea-
das as.materias fecaes ao p da barra ellas terao
necessariamente de entrar para o porto e abi de-
senvolver seus miasma- e infeccionar toda aci
dude. Peasa a ommi-sn qne muito difflcil cs-
colher entre Sej l^a e (knibides.
A co4iuni<8ji cumijuanto ja tenha expoato seu
mod i ile pensar quacto a i '-t.i iem que chega-
rao as materias recaes .ao raiurarem se coma
ajjua i wat, uaa pode aoatttar q^e com efferto
> flialena-, dividda*^Blinitame:Ut pelo duque
forte da inaie na praia doBiu'R, e talvez em
granJe parle n.-utralisadas, entreut pelo porto e
anda mais subJevididas tenham da sabir para lo-
ra na vaza te^ mas quew tem tanto nceio deste
phen .nienu, nao ple aconselhar qno todas elli*
imiham sahiJa pelu lado-d^ ilba do Nogueira, por-
que alii m ih ha nmialha queseoppouha ao tras-
passo das pne^es por cima d> arrecife e sua dis-
timinacao pelo porto, nem ha tambero serras que
levanlem ob^t'culos passagem do ar athmosphe
rico, comeado todos os principios delelerios que
exhalam as materias fecaes, porque se ormos a
cm-iderar nos ventos que mais commamenle rei-
nam nesta cidade, nao sube a commis>o decidir
sobre a preferencia entre um igual fco de afee-
-cjioaosul ou ao norte da cilade, quaado ambos
*il's tenbam o mesmo ineio de transmissao de seus
miasmas, quer pela agua, quer pelo ar : mesmo
assim nao faitam raides a commis>o para provar
-qne nao ba muita razo da parte do director das
...bras publicas em pen?at qae o mal spde as-
o r do norte e nao do sul.
E' coiiheida como axioma em medicina, qne
-irais prejudicial um grande foco de iufeecao do
que mo iios pequoaos e diversos : tamben) o que
* mais recommenda em tewpo de epiderias e a
Issiiniiacao dos doentes par* nao ha ver aecumu-
la aodfl miasmas-em um s Jugar : parece por-
*nij que n ais temivel ser e despejo deodasas
materias em um s ponto do que a sua -divisao
,por rtous ou tres pontos affasUdos.
Ora, constando a popnlac.au do bairro do .Recife
-de 13 a 18 mil almas, o qae faz menos da sexta
arte da populacao total desta cidade, claro que
IKMieo prejuizo podar cansar o despejo de suas
lateras fecaes ao norte, quando as dos antros
cuco sextos vio ser fincados ein-um s ponto ao
sul a Acnoclu>o ser portanto deaccordo como
pfiaei^io e-tahelecido no oomeco !este parecer,
sto i, que nao se dewa ter feito o .-contrato se aao
m caadifi de nao serem lancadaa as materias
recaes ao mar, tao prximo ierra, em lugar em
que mfalivelmente ellas bao de paasar para o an-
corad )uro,*em que lambem nao aossivel, ab-
solutame ito fallando, se pensar que ella pelo me-,-
nos deiMffl de iiicommodar o-habitantes da cida-
de e de aiguns de seus suburbios.
A eonnlusao obrigada,.e que se se pode acredi-
*ar que as materias fecaes hatidas com a agua sal-
dada, podem perder seis principios nocivo?, ne-
utium mal podem causar, .-eu Jo laucadas em dous
ros ; e **> nao putua toraar-se iuoten*rtas pe-
ITeito d'agua salgada, entao o mal ha de ser
maior, sabindo todas ellas em um s lugar do que
em dous oa tres, porque mais prejudicial
grande foco de iofeccao do que dous ou Ires reu-
nid i* Que n^o eoncorda de forma alguma em ser,
estocada a machina oum> quer que seja da eom-
pjnhia Drainafe, pa praca do Cbafaris, porque a
amara nao pode alienar suas propiedades, por-
gue seria eollocar no centro de urna populaci
um foco de podriilao, porque em belleza como
mbellezar nm Ingar onde existe um apparelho de
seinelhante natureza, ninguero o escolaer para
pont i de recreio. .
. Que insiste na eolioca(ao da machina jio
areial do brnm, por ser ande ella menos prejudi-
cial se podo tornar.
3 Qoe se imp ssivel voltarem dahi as mate-
rias para as Cinco Puntas, se permita lauca-las ao
mxr aliante da fortaleza e longe da praia.
4." Que insiste aa designaeao Ho largo de Santo
Amaro, como o mais conveniente a salubridade pu-
blira.'
,' Finalmente, m possivel fendarse o esttbe-
iec.uiento nesse lugar ento se eonceda o-aponta-
lo por traz da rjoa do Pires.
Pac > da cmara municipal, 1 de junho de 1870.
r.' Mokmo. \
A eommitsao de edifieaeao, a quai fui presenta
.i nincio que presidenciadirigii a Antonio Gomes
Neuo, gerente da Draynage Compeny, informa-
- que foram ao mesmo Exm. Sr.. dadas pelo
oagenheiro ohefe da>reparlio das obras publicas,
como as considerares a este presentadas pelo
ngenheiro daqnella ampaabiaj acerca da rosolu-
cao tomada sobre as localidades escomidas no
liairro do Reeife e Boa-Vista, para as torres e of-
icinas daqoaila compaotna, e depois ds apreciar
hem as eonstderaees offerecidas, nio s pelo ge-
renl.1 e engeoheiro da dmpatihia, como pelo en
genheiro da reparteSo das obras, publicas ; de
parecer qae o ponto escqlbido no bairro da Boa-
Vista e o terreo j que-fle* o iWtdn'da residencia
d> Dr. Jos dos njos, aceiuvel, e pie Qcar
determinado, salve o>llreito de propriedade, mas|
que, quanto ao segundo, (fue nem pode ef riceu-
nada a prac.a do Cbatavii, uniea que possne a.ua:
mar do bairro do Recife, anda mesmo quo cera
as obras feitas podesse Bear ella'elegantB'e' tiota-
vel, porque em todo o cazo se darii a lunacao da
^Widao que a cmara uo pjeiazcr cn> yista
t. 41, que obriga a mesma a manie-la.inte
graUne/ite, b m como nao concordn a c irainiatao
com a idea de serem lanaa^s nd anceradonro as
materias fecaes, resultantes ,do bairro dj Be'ifr-,
na,i s porque poderia trazer mak-s a salobridad-
., ce no porque,entend qae nao podem ser
neutralisao >,-. pela massa d"a?ua qae II ^dentro
do arrecife < os effeito*. que podem prodaair estes
residuos ahi laacados, salvo se a camparte i1''-
i'va-bs em cano de esgoto ate trajtsfor os. a
arrecife laucar no largo mar, onde
poderiam ser arrastadss sem graves incommoda
daquella popnla^ao ; no enlanto sendo indisper.s-a-
vei que seja feito naquella freguezia, wml.rsi ia o
ladoida arsenal de aianuha,ios fundos corres-
pondeutos a niaigem da praia alli existentes, que
Asa na alt.ua correspondente a praca do Chafara,
onde paraca ha ver terreno sufficieate para urna
tal edificaran, >
Nestes termos a cmara resolver-corno Ihe pa-
recer. o.-
Paco da cmara municipal, 1 de julho de 18/0.
Dr." Praxtde.s Gomes de Souza MfcKplf
k eouimiasaj do matadouro publico desta eida-
ses desta cmara e de seus municipos, jolga-se
brigada a mauife-Ur o seu juizo sobre oes a! i
Ote e futuro desse esiabeleeime.-.t aLm que com lempo se tomem a? providemnas que te-
aliaui imbabilidades de melhora-lo.
Dir ainda urna vez a commis^ao que o mata-
douro na i pode uemdeve continua; uaqoelle lu-
gar por falurera todas as qpndieoes indi-pen-a-
veis a e.-tabelecimeutos taes, qu-r digan) re.?p'iin
ao gado que alli vai s.-r morto, quer sa encarem
a -hygiene e a sade publica que tem lli um ger-
mem porderosn de molestias.
E ludo iss. j.i f ,i dtscripto no relatorio qne a
commissao apreseatou-aesla cmara em O de mar-
J1 do 1869, e que ain la nao pi ser lido e me-
nos tomado em considerac'to.
O matadouro publico data cidade; um escar-
nen ao bun senso, cwilisacao e a todos os >rin-
cipios scintilico?, nao mediuos Ciimo arel
tonioos, e so de propo-ito e caso pensado
zesse crear um feo de infeceo capaz de
zir ou ajuar o rtes^-avoWimento das mais
epidemias, certameate njo seria possivel
A conta da despeza pie ser muito reluxlda nos
primeiros tempes porqae n administrador pede re-
0*)b :r 100* a 130* : pode baver sement es-
criptaracus, somento 15 magarefes to serem
logo qairo o- guardas.
-Feito n calculo cora maior exactida e amia
que so sela forcado a crear novas .-ieepuaas. alem
das que caru inJicadas, provavel q:ia em det
. e-teja amortisada a divida.
A commisjo exiremamente confiada qa bene-
vnjencia-d cmara o*era qoe, por tqMApniws
imperfeicoe1-. na' seja entregue ao esqnHiftito.o
sea trabalho, antes ertndcdp apeifeiMpdo attm
deque slica um senico|iaprtantikii|a ao mo-
nicipio.
dotado o matadouro nao ufflciente para com-
pensar a falta de-todas as ontras, e nem feliz-
mente nesta cidade e seo! suburbios cousa diCDcll
de encontrar. \
Quanto s dependencias do edificio a commissao
nada tem que duer, porque nada v que seja dig-
no do raen?ao ; apenas vio em nal telheiro um-
tacho grande- sobre uns tijoilofei.tbm agua fer-
er, e alli se escaldaren) os estmagos e tripas dos
bois, procosso este excessivamenie il"m,llnih, *
qoe parece o mesmo ^ne foi usa-lo a jjllrae|ia Vez
o genero humano traiou de escaldar..tripas
de gado.
A' vista do que acaba de relatar, a commmissa >
de parecer que se procure outro lugar onde se
Dr."Pedia di> Athnvk Itbo Moscos%T. Pm-
xedts-Gmnn de Sobm Pitonga.
Paco da nonra mimicipal do Rec|fo,da ifi70. construa uai matadouro, seguiodo-se o plano di-
A cammissaV do matadouro publico
vistalo por diversas ..lasare umifi J
com mais profanlez*. suas necessidade.q vem tra-
zeiMo conbeciineaia A'esUfemara l OBI
lliid'o ile suas obsenraco'fc. ^*9 do qnfcfgl
I atado no sea pnmetro parecer, Tem acunmissao
4rt*cpar iim-iUcce>so, qae nao nha-sido-previs.
to, qnal o do creiei-uento tal das mares Brtf pri-
meiros das deste inez, que traspassaaarfavsuaaa
que Dea ao norte do matadouro, flzeram-lhe una
grande escavcio, o tnnnddaram todnb oj'arrales;
e eerearam-oo n >r tai forma qu. era.redor delle
O ;.ndav.a en can/.as. e |* bm p hieo/mnls (fnt
o piesmo matadouro ncana
Paris on outro que se julgarmelhor e mais apro-
priado ao uosso clima, visti como o plano a lugar
que ferara escolhidos pira ae rrinelpiar o qne
nao pie preeocher os flns para que foi
creado -nem proporcionar vantairens, qne delle se
devem esperar nem susceptivel de melhoramento
ce- algum radical. f" r
A ejmmissao,hgaantaJmportaa a eet
jecta, e calcula que um estabelecimento destes
-b*m mentado e sttnado em logar spropm'arlo e
conveniente, dotado de agua abundante e pastos
xteliyWrar tantas vaotagens e melhoramentos
m
a vanta-
ar-se a esseque abi est. .
A coamissa) nao desoja canssr a paciencia qe<-
ta cmara,e p .r isso tocar apen^ nos ,nn-i-
. sotas cardiaes defeitos de matadouro,; el les
sao de, to simples iatuieo qae naoe pos^vel que
hala quern os nao omprehenda priaieira vi.-.ta.
No m.itadeiro alo ha agua potavel para o ga-
do e limpeza do estabelecimento, servem-se t,e
urna cacimba donde se tira a agua por raeio do
orna bomba ques mais dis vezes est desarran
jada, e preciso esperar maito tempo que algueai
queira ir alli concerta-la.
Alm dsso o gado pouea ou nada come em-
quanto chega a vez de ser marta.' sendo que ordi-
nariamente, como agora muito bem se poie ver,
aclia-se metilo dentro da lama ate o ventre.
O cano de egoio pouco declive tem, de maoeira
que e precisa arcaidar as matorias provenientes da
malana a fiirca.de bracos al a mat, o que se
consegue com auiiti di (fien I da de, e como ha.gran-
de falta d'agua e:>le servico seropre ml (pito, e
ficam restos de sangue e oulrcs materias qoe pelo
contacto imiuediato cem as j podres dos das an-
teri .res de pressa se corrompem e entretem a at-
mosplisra ptrida que se sent a mui grande dis-
b ncia.
Nao a falt de declive do cano o seu gr.n le
lefeito someale. tainiem a sua nenhuma pro-
fundidade e;n relacao ao terreno que nao permute
que entre a agua do mar senao as mares gran-
des a quai ne>tas tambein alaga lodos os enrrae-
e coQCorre com as outfas causas, como d agua
para beber, de alimento, de cubert para resguar
ila-lo das chuvas torrenciaes ou do? raioa abrasa-
dores do sol |ara delerioramento da sade do ga-
do, j rau.to inesquinlu pela grande yiagem sem
dascanso, que faz dos lugares onde criada ou
refeilo.
A vista dessa tarta de todas as condieoes bygie-
nicas.algumas das quaes possivel remediar com
muito dispendio e muito mal, acommissai de
parecar qae a ronservacao do mitadouro naquel-
le lugar um graaJe mal para esta cmara e
para o municipio, Io porque pide trau-r om-
quencias.rauito graves para a saude. publica, 2
porque obriga a cmara a constantes despez e
improflcuas como as que.se tem feito, as qwae.s
podem minorar temporariamente certos inconve-
nientes, mas nao remove-los para sempre, wndo
por conseguinte o matadouro a ser um servedi u-
ro dos dinheiros mnnicipaes, sem nunca prestar
aos marchantes o servico que ellos tem direito de
exigir, e maito menos ao publico que tem alli so-
mente nm fflcq.de .peste permanente.
Se a cmara pode contrabir um mprestimo pa-
ra edificar um mercado digno do municipio e para
furtar a vista da nacional e do estrangeiro o tris-
te quadro dokacluat, tambera o deve fazer para
afastar das vhinhancas da cidade um foco de in-
fereia por sis capaz de desenvolver .quantas
epedimias se conhecem neste mundo, e peasa a
commissao que e nao fura a grande correnleza
dos ventos que existe sempre em nossa costa, mal
seria da populacao desta cidade sujeita a seme-
ntante i'-xala ;ao.
Nao faltam, as proximidades desta ndade. na
distancia de urna ou duas leguas, lagares muito
appropriados para a construccao de om maladou
ro com as condieoes exigidas pe sciencia-
Havendo agua em abundancia e em altura sufil-
cieuto para se fazer o sorvico independente de
bombas ou de outro qualquer motor, est venci-
da a primeira diflloaldade, sabe-se muito be.n
que para quaiqoer lado que se lance a visia ha
eogenbos d'agua, tendo esta em quaniidade mais
que sufflciente para os mysteres do matadouro :
junte-so a isso os pastos extensos para o g.do na >
est*r raorrendo fome e o mais se conseguir
com facilidade.
Pensa a commissao que sendo feito o matadou
ro com todas as regras como deve ser e apto para
preencher os tina a que destinado, a sua renla
ser muita sufnciente para pagamento dos juros
e amortisaeo do emprestimo e que am 10 a is
anuo- e.-tava a cmara livre da divida.
Se at o presente por falta de eoramodos a Ba-
tanea dos poreos e carneiros tem sido fela fra
do Matadouro logo qne el'e tenba as propor^oe-
necessarias. ella deve ser Caita nello, porque isao
de iateresso publico, como est ao alcance do
todos, porque todos conhecem as vantagens dessa
pratica.
No mesmo caso est o sangue e restos animaes
que sendo perdidas agora, podero ser aproveita-
dos para estrume e constituir urna fonte de ren
da para a cmara, que nao ser tao diminuta que
nao valha pena arrecadar.
? cidade erosse todos o das espantosamente, e
hatendo as proximidades do actual matadouro
inutos terrenos desocoupadps e perto da estrada
m de torro ao S. Fraoeiaeo, naturalmente ser por
abi que ha ver maiores desej> s Je edificar e quan
to mais se estender a edicaco tanto mai^ pre-
judicial ser o matadouro m centro dashabi.lacoes.
A commissao julga que nao ser inleiramenie
fra de proposito apreseatar o calculo segrate,
pelo'qaal parece claro que era dez a doze annos
se pode amortisar o capital necsaaxio para a
construi,-o de pin muatadouro.cm regia,
fteeeila.
3000 bois por mez a 3*000......
300 pnreo?, abras e carneiros a
#00..........:............
Extrume.......................
D'.speza.
Com um administrador..........
Tres escriptiirarios a 100/......
Viote nii-garef-w a ai...........
Quatro guardas a 60*..........
Um carapio -mor ou feitor......
Dez.traba!hadoret a iO* para ira-
tarem do pasto...............
Conduelo de 3000 bois pela estra-
da de ferro..................
Diu de 300 pongos, e caraairos a
200 reis..........._.. .f......
Eventuaes...........'..........
ereeessem as a
debiiixo dellas
Seaaoram-sao podesse lcmbrar-.se, que c>n
nma mar mais tone o estabelecimento eormj*
n^ad*4fM d.,bajxi d'-agua/cirtaniente $&**>
delxara de notar est circnmstaflcia com /ama
ds que com mais ehemeucia se deve oppcr a
coiiuqii.icio i untadouro.era lo iaftji \Wr ]
A e ,.ii:.->:\o pedo permisso para aare#atar
outra= razoes em que ^e ba-a para.proVI .qao
ma-a Inoro nSo pdde c ntinuar rmne.'!? Pgar,
pWqua n'flft Wtam totWs aV con4fS migadas
indispensaveis por ngenheiro e por rnedicos, e
sem asqu.es se nao pode fowiar nn estarieleei
ment de tal importaneia e niaiuWtHW, admirndo-
se can) ellas fjssem ulgadas leiteif pe4o enge-
nheiro, quo den o plano da obra. A primeira qua-
lidadu -le qne dote ser dotado o majadouro e pos
suir agua em abundancia, e ter fstilidade de es-
gota-las deoois de servidas : i".,tko ediOcio om
lugar suficientemente ventilado a dB se nao.
;demjrarim. as miasma* que seesenvolvem oa
corrupcao das materias animaes/ 3*,. ter .acom-
e qui modacoes precisa* para oa divefas misteres pro-
roda- pri!> do cstsrtrleemento Jcomoisalgadeiras, fun -
ti'.vGi's !-.>.., imagen da iafeatinoi, cald ll-
oara > iser ni i s a estes como/os p dft bai:
poreos, earneiros eic. /
Cmiecar a eommi>>ao pnaltratar da pcimaira
condicci). Aiua em .biinda/cva, prarapto fSotJ
Jas aguas secnda. i Nem ni nem outra eondicc\fs se eocontra no-laar que foi esaelnio
para matadouro n'esta ciqlde. Sabe-se *l ella -abastecida d'agua pota/el pela conapaunia do
Beberibe e que a esta seria/imp0:*sivel MPeena
ao matadouro em quantidarle sutciente para be-*
bida do ga lo, para lavagefe o cosedura dos.twes-
tinos, e ainda mais para/lavagem do estabe vi-
mento, para todos estes faisteres talvez naQ.pa-
ta--se toda a agua, que SudUz o eacanamiWto da
companhia. /
Qaanlo ao esgoto da.agua servidas e elle ae
uuri diineuMade. exlrairdiuaria, porque sendo o
terreno muito baixa a7-'na3 foi evanlai1.n ,lU5 a
tres palmos, de fonua/l11"- n*-* maros eotra-n
no cano seno qaando/sio grandes, nem tem e-i-
.. .^. _^ .7__:- nnnJ,.p u^..<^:iriO
ara tanta; vantagens e
um dos generes de primeira necessidade, ,-oue,
thrtje' neB*iiirr;i atiendan tm'merecido da mo-
l.".de, que ao diurjda pronor, esta cama-
ra'qO^ na falla d"0 ineids para realrsar tao til em-
couiraia um emprestimo sobre asfQellior.es
c *di.;o-s que fii.ler, afim deque qnanto antes
se comece a cnnttrurcaa do matadouro com o que
far tao grande Senencio ao> seus municipes, que
impossive ealcnta-lo pols ?r base-para ou
tros esforcos que lero por flm o melhoraavmto
ala carne verde nao s quadade corno ao preco.
Paco da cmara munici:i:il do Kecife. em 9 de
marco de 1869.Dr. Pedro de Athayde Lobo ilos
coso.
Frete de algodio daqui para.Liverpool..-3i8 d.
Rorbraiamcapa.
on{allo Jos Affonso,
Pnosidante.
Pelo secretario,
A. P. de Leraos.
O ^3 *%ei|tV Ijsvtec)
Desfoata lettras da fraga i laxa a cod-
encioMP.
Recrtte dns)raro em conta corrente hia
l raso fixo.
Saca vi;!., oa a prasosohre ag cidadat
nr!nciDJsMda brop. tem correspondentar
la BahiaT^aenos-Afres, Montevideo, New
i New-Gr!eans, e emitte cartas de crdito
*V MnMmesmos logares.
A DO COMMERCIO N. 36-
ALFAND2GA
.tandojeuto do dia 1 a i .
di,5 ....
dem do
, r > ..
sJ,Qy!MENTQ DA AU^ANPEGA
Wnmes'eritn.s comfaindas 241
dem tdam com gneros
99:4014009
, 29; 178*493
128:579*412
/olemos sanictos com falendas
(dem idera com gneros
-----619
H
453
----- 563
SANTA CASAD5.MISERIC0KDIA DO
RECIFE.
A Illm.a. junta admins da ftmta Casa de
Misericjordia do untratar'eaaa
quem por menos de nm muro-
que feche os q ^^K6 D- |J* a a-
110, sitas ra do Pilar em Fofa de Portas pat-
leneeules ao patrimonio dos orphos, o quai de-
ter lnalH dej^HqpgfWire 4 de alicoree.
R preteaieate- i*l>m fpkpentar as suas pro-
poitas em cartas faadas Mata secretaria at o
5 3 do corrento palas 3 Boras da tarde.
Secrtearia da Salta Casa de Misericordia. V
Reei.'e, 25 de junho ra 1870.
O.escrivao.
Pedro Radrigues de Sona.
Pela sabdelegacia de polica da tregen de
S. Jos do Becife se fai publieo que foi appreben-
dido um carneiro na ra das Cinco ron tas por na
inspector de quarteiro, por ser encontrado sem
dono : quem se iulgar com direito, prnrando Ihe
ser entregue. Recife 4 de julbo de 1870.
O subiclegado,
Antenk* More ira de Hfcndmua.
Por ordem do lllm. Sr. Dr. Claudino de A-
raujo Guimares, cnsul de Portugal nesta pro-
vim-ia, so convidados de aovaujente os crederes
do finado subdito portaguez Francisco Joaquimde
Carvalho a apresentarem suas eontas d ntro o
pras de tres dias, a contar da data de hoje. nao
podeudo ser mal- admittidas (indo este pr .so.
Consulado de Portugal em PernambacoS de ju-
ina de 1370.
Arthur Aure'.iauo Fejejra Braga,
ChJalBu'
de
P8L1CAC0ES A HEDIDO:
' -
sano
a altura e por cons/guinte o pender Menea
para a aguas, que/se deitam nelles saoirem
^romplaiDiite, levapla comsigo o sangue e as
outris materias ani*aes. de forma, que e PMftW'
arrastar tuda isso f'rea de bracos o qun-ft de
ain (rabal-o insarp e sempre ioperfaita, jejam
quaes forem os b iij- desejos das trabaihadate,,
do que resullam qije Bcam sempre materia aemo-
radasque acibanipor exbalar utn fadar insupor-
Uvel. Em benelldo da saude publica, que em
outrus paizes oljecto que muito preoecupa as
autoridades encanvgadas de velar por ella, tem-
so prestado muiti attnocao a esse genero da ser-
vico e emoregade todos os meios para qno o es-
goto das aguas servidas nos matadouros tenham
prompta e'imeduta sabida pila facilidade .extrema
com que. se decampem as matarias animaes :
assim em Rouem cujo matadouro passa por um
modello de acei \ depois de vanas .tentativas m
fruetuosas, viram-se obrig.adop aooostruir.um poe i
artesiano com quinhenies o setenta ps de pro-
fundizle, o quai absorve eiuioenta pipas d agua
no espae i do liria hura. Eaoutro* inaiatoure?
ou porqae estejum hus prximos dos nos
mar ou dos canos .arad* de esgoto; o esciiaiien! i
das azuas servida-i nao tao onsioso, *as em
loJa a parte negocio a que se presta sin* e des-
velada attenco, convencidos como todos wtao da
pernicidade.da* exhaades.das niateriBS amma^
era putrefacto. Dizia Purente Dacbaleleie i E
preciso antes de encelar a construccao de am ma-
tadouro ler limito cuidado cara dua* ouss :
1", que baja nelle agua em abundancia; que
haja facilioade imu de_-oinbaraca-io dellas, depois
de servidas.
E' claro que todas as vezes que se poder obter
agua em abundancia e escuameoto fcil das ser-
vidas pelas meios naturaes, nao se deve preferir
um lugar onde se con igam estes dous tao impor-
tantes reqnesitos pelos meios qu a arte tem ensi-
nado como sejam as bombas a vapor, os pocos, os
canos, etc, etc. Obras estas cuja construccao
muito dispendiosa, e cuja conservacao absorve
grande somma de capitaes. E como s se poder
Imaginar, que o matadouro continu naquelle des-
granado lugar ocla razo e facto de ter elle all
tido principio, a commissao de parecer, que se
u/acure lugar, que rena todas a3 condieoes re-
queridas pela hygieiia a pela razao para se cons-
truir outro odideio cim todas as proporcoes em
tal caso requeridas, o que nao diCBcil em um
paiz deshabitado como o uosso e onde ha abun-
dancia de riachos, ros, eorregos, etc.
Tendo assim urna garautia certa para o bam
agasalno e trato dos animaes como para o aceio
e salubridade do estabelecimento, a que ser na
voedade muito proveitoso aos individuos, que se
erapregam no servigo de carnicera como aquelles
cujas habiucoes forem perto do matadouro.
Em ouiros paizes, onde o gado que vem para o<
matadoros creado ora estribaras ou palomeos
recolhido a lias o tempo necessario para refaier-
se e engordar nao se sent tanto como aqni a falta
de pasto e agua no matadouro,. e isso obriga os
donos dos gados manda-Ios todos os dias gran-
de distancia para pastar e beber agua, se que
achara urna e outra cousa, e voltarera noute
para passarem-na encerradas era estreitns curraes,
onde por todo abrigo e alimento encontrara lama
ptrida, que Ihe ebega at o ventre.
E portanto a falta de pasto, mais nma coodico
que se nio encostra no matadouro actual, onde o
gado chega de oito em oito dias, passando o tempo
que ahi vive, emquanto nao raorto, sem comer
e sera beber, sem abrigo e sem podar deitar-se,
respirando o ar infecto da lama e da podridao das
materias animaes, e portanto emagrqcendo e de-
finbando e tomando cada dia peior a quadade
da carne : e o resultado. que ella por muito ir
iue seja tam de ser vendida por um prego eleva-
Veoho agora tJo smeatc prevenir ao publico
de que hei de responder a publicacio que meii
irm) Joo da Silva Faria mandou fazer contra
mim com a as-ignaturade minha mi, nesta
Diario de 2 d-i presente mez, na quai sou infor-
mado da iianei.-a u>ai- miseravel por mea inna i
que ha de eenvencer-se de que lancaado mo de
minha mi-como seu .instrumento contra roim
pelara muito a sua posicii.
; Nessa publicacao meu irmo Joio convida me
para ir a sua casa aflm de ter a confereucia
i|que eu desejsva oooi roeus: pa*s na presenta
Je muitas pessaas -para a veriltagn das caluni-
ni..f. lujurias que me tem sido assacadas com as
suas assignaturas j em urna carta escripia pelo
praprio punha de minba mi, traiaado-me de ca-
luu-iniadof e j em urna publicacao que se fez no
Diario de Pernambuco de 31 de agosto de 1867.
Se meu irmo lo.Vo quera que tivesse lugar esse
conferencia deveria ter-me feito smente esse con-
rrrte sem o aparato daqnella puWicacao infa-
mante, e.eu o acMitana de.nraito bom grado, l
iria ; mis a, vista de fc.l publicacio a que son
farcaJo a responder tio pode ter lagar a confe
rencia por mim desejada, e hoje s os tribunaes
da opiuiia publica a os de jusca quem bao de
julgar. esta desgragada questo.
Prqmtti ao publico oceboar-me, se meu irmo
fo a isso desse lugar, com o depoimento do
3r. eapitao Manoel do Nascimento h Silva Basto,
nado' na ,qneslo sobr a escra\inba qu a Sr.
Lnf'Pttcu d?u em troca pel esrrav da meu
pal ; portanto ch^gada a uceasio de cumprir
s?a priWss'', pi's tendo ea de tratar dessa
qrrekfao, campre' ile-de ji ir orientando o publico
do qho se'dna.' Je-'frniao Joaa um cobarde
ivelfltie s mijjmna na- trovas; agarra
em me.i.- pa:s e I mbi-ns sobre inim para ferir-
roe com as armas da calumnia eda injuria,
e mderjo-s airas delles. Ea, mspeitss.ament*
afastande meas pa es, l.angar-me-hei a peito des-
cocerlo sobre uiPi irmo, e o ferirei mortalrnente
com a arma da verdade como tnho feilo, sen
que .elle .possa articular urna s p-alavra, de
sorta'que mslti!- fora qae meu irmo, se tem
dijn.alal' e hri), assumisse a responsabilii-lo
1 >a- rtlges qu" ti publicar em os Diarios
/> IWnamtnt'co de Ji de agosto de 1867 e 2 deste
inez, e po'r;honrar as assignaturs de nossos pai
ao oina urna vez, j que tantas as tem deshon-
rado em bflndalheiras, ao que en o provoco da
manoira mais formal, p tis que o quero arrastar
aos trihunanes e provar que men irm-i Joao da
Silva Faria um vil calumniador.
Recite 5 de julho de 1*70.
dnfonio da SUva Faria,
i Descarrcgan) boje 6 de julho.
Vapor inglesSapftirn=mereadoria;.
Brigue portaguez-r-Triutkpho dem.
Brigne inglez Dorabacaihao.
Uarca inglotaFaoiis mercadorias.
Brigue inglezJfw-faamereadori is.
Patacho nurte-allemaoJuciniwdem.
Brigue francezAngelinedem
Brigue ingleralerbaealho.
Eniporta^o
Patacho norte allemao elisabeth,. rindo de
Hamburgo, consignado a Cndido Andr da Motta
4 C, mnnifstou :
11 caixas mindezas e ferrageii3; a D. P, Wil J.
7 ditas tecidbs' dtt algodo, 4 fardos uo ; a Mo-
nhard, Mettler & C.
28 caixas b 10 gigos cerveja e vidros, 10 fardos
Qo ; a J. 1!, Palmeira.
50 sacros arroz, 100 caicas stearioas; a Rocha,
Lima 6t Guimares.
11 d)ito9 phoshbrbs; a i'.orga Irmos.
3 ditas chapeos ; a Arminio A C.
76 ditas steariuas a Magalhaes & Corval.
21 ditas plrjspbfos': a Carv.tlhd, Zenha & C.
20ditas dtos; a J. Ignacio da Costa.
4 ditas maehinas para costura ; a A. D. Carnei-
ro Vianna.
6 ditas stearinas, 20 saceos pimenta ; a Domiu-J
gas A. Mathens.
1000 garrafos vastas; a F. A. Moateiro J-
nior.
300 ditos ditos, 20 saceos pimenta, 420 fardos
papel para emhrniho ; a Foneeca & Santos.
50 saceos farello, 10 .caixas canella ; a Antonio
J. Dantas.
160 fardos papel para embrulho, 50 barris1 ce-
mento ; a Luiz I. da Costa Amorim & C.
10 caisas phosphoros e p^iudezas ; a A. Lopes
Rodrigues.
12 Citas dita?, saceos para viagem, louca, obras
le rime, vidros, ivros e movis; a Estevo da
G. Medeires.
100 ditas vii'.ro; para vidr.aja, 6 fardos phos-
phoros, cadarzo, balan;es, ramneas, esoiletas,
f'iragens, espadas e junco- ; a Prente Tlanna
&C.
20 toneladas earvo, 48 taboas de pinbo, 200
-aceos arroz. 100 caixas stearina-. 22 ditas papel
e obras de bri'iv. 100 ditas, 103 barricas, 200
garrafSes e 700 fra^qUeirasgeriebra ; aos con-
signatarios. ___
;KGElJEIH)!UA'-fE RENDAS INTERNAS <-
Por ordtm do hlm. Sr. l)r. Ctabdim de A-
raujo Gnimare-, consnl de Portugal em Pernam-
buco, io eanvidodos as oradores do unido subdi-
ta fxmuguez Alejandre. Teixeira Piulo, fallecido
na villa da Esoada, a apre^eiiurem sua cuntas
deniro de praso de oito dias, a centar da data de
hoje, para depois de verificada:! serem pa^s, nao-
podendo ser mais admillidas Ando este pra-o.
Consulado de Portugal em Pernambuco 5 de ju-
lbo de 1870.
Artliar Aureano Ferreira Braga
Cbanceller.
9i0!X'000
l^OiOOO
240*000
604000
4004000
1:500*000
100*000
250*000
47000*000
9:500*000
5:5J0030
6fi;000*00U
m oito aunos................. 328:000*000
Despeza...................
Receita...................
S-ldo a favor da cmara.....
Por auno.
Juros em oito annas............ 180:000*000
Capital....................... 3O9;000*000
dissima, porque os negociantes nao querem per-
der porque o pavo nio tem remedio senao com-
prar essa mesma carne preta, magra e hedionda,
nao podeudo, como nao. pode,, natrif-se somahte
Je carne do Rio Grande na bacalbio,. visto nao
haver abundancia de outras carnes, nem de.peixe.
Dahi a car^ua.. de.um, dos-nrmemaes gneros d
primeiranecriade, alide'WaVessima quali
dade.
Para :e fazer nma idea da agna que se gasta
diariamente em nm mata/iouco basta Jembrar, que
um dos quatro.da Pars emprega 5*0:000 litros por
da : o.de Rouen 36:000,,p asMm.por diante, e ha
300*000 matadouros,,m que ha unto .ctudado nesse servi-
co, que a agua que. servo para, coceo das tripas
alm de ser da'mais pura, filtrada. Compare-se
com isso o qne entre nos se pratica.
, A,comisso embora em ae primeiro relatori
houvesse tratado dos curraes a .da lama, que nel
las se ger dorante a invern,,sendo em tal quan
tidade que j tem succadidn pwrrerem bois alaga-
dos ou extenuados de torcas, dir ainda, que
mar, que ba poacos dias, como principio
disse, subi urna aUur nanea., vista nroduno
effeito idetico, porque alagando os curraes por
que alagando os enrraes por tres ou quatro das
amolieeeu a terreno dallas e tarnou-os em u
grande aloleiro.
Fica patente de todas estas considerigo>s qu
nao sera possivel conseguir melhorameato algum
e em outro qualquer ramo .tendente ao negocio
das carnes verdes sem que se.pri^cipje par me-
Jbarar o matadouro e sua& depo^deneia^
Que o lugar em qne se-prracwiou a.iSQastruir
o actual matadouro e ventilado basun temen te Ja-
mis ninguem o nadera negar e menos a com-
missao, que i tem em vistas coacorrer quanto
em suas farcas eslver paraomelhoramBtodiQs
480:000*000 seus municipes: mas assa condico nica deque
Coliegio de S. Pedro de A'cafltara, na ra
du Cadeia ,do Recife n. ti, sob a.direc-
i,;d .de Joaquina Te,\eira H^iiot) .Fho,
allumno da escola normal, exprofessor
publico das provincias deAlagdas e Pa-
rahyba. cotn cinco preparatorios na Fa-
culdade de Direit e competentemente
amorisadj pela directora de instrucco
publica.
Esto funecicuando as aulas de mstruccao pri-
maria, secundarias e as nocturuas, desde o dia 6
de junho prximo passado,
A aula primaria limitada a 30 alumnos, e o
methodo de ensina empregado a do Sr. Dr. Abi-
lio Cesar Borges, o quai nao admitte no ensmo
paimatoadas nos alumnos,, e sim conselhos e cas^
tigos moraes, que promov^m a emulaco e o gos-
to do estudo, estimulando os bros e a digoidade
da infancia : como .diz com muito fundamento o
mui ilustrado autor do. melhodo.
O coliegio adraUe em sen recinto externos e
meios pensionistas de toda aidade, e at 30 alum-
nos internos menores de lGanos.
Os pensionistas pagarn a mensalidade de qua-
renta mil reis, os meios peasionirtas a de vinte
rail reis, e os externos a de canco mil reis pela
aula primaria e seis mil reis por cada preparato-
rio qne estudarem, sempre por trimestre adian-
do.
DSTRIBU1CO DAS MATERIAS.
Director. Peixotu Filhu.Aula primaria, das 9
horas da manha as 2 da tarde.
Professor, M. A. Mindello.PoriugUz, das 9 as
10 horas da manha.
O mesmo.Latim, das 10 as 12 horas,da ma-
oba.
O mesmo.philosophia, das 10 as 11 horas da
manha.
Dr. A. Gama.Francez e geometra, das 4 as 5
da tarde.
Dr. Jos Austragesilo.Rbetorica, das 4 as 5 da
tarde.
Dr. E. Franco de S.Gcograpbia e historia, das
5 as 6 da tarde.
Dr. C. Peregrino.Inglez, das 4 as 5 horas da
urde.
Aulas nocturnas.
Guilherme fiegers. Inglez, das 5 as 6 horas
da tarde.
Director Peixoto Filho.Partuguez, das 6 s 7
da noute.
O mesmo.Francez, das 8 s 9 boras da neute.
.Qdcrico llamara.Eicriptnrago mercantil por
partidas dabradas, das 6 s 0.
Recife, de jnjhe.de 1870.
Joaqun Ferreira Pecla FiUio.
Oleo puro medicinal de Agu-
do de bacalbs de Laoinaa temp.
Como balsamo pulmonlco.torico, contra irritan-
te, fortificante e curativo e como meio de reparar
oa estragos produzidos nos systemas pela moles-
tia ; o oleo de ligado dO'bacalho, oceupa am lu-
gar preeminente no repertorio da profisslo regu-
lar. O grande objecto sl em atcnc>-lo debaixo
da forma'legitima e mais effleax, e s repetimos
aopiniao, da faculdad, qnando dissemos, que. a
preparacao feu pelos seobbres Lanman A Kemp,
preenche perfeitamente estes requisitos. Os liga-
dos frseos exUahidot dos methures peiaes da'es-
taco, o material deque se extrahe cuidadosa'
mente.
Existem duas qualidadesj ama seo cor e a ou-
tra negra, e ambas ellas sao perfeitamente puras.
O* mdicos auestam, qpe ,cam , las. teem logrado, as curas as mais extraordina-
rias, nos caso(da lisica apparente, feble i pulmo-
nar, pBenrnp,T>rnchitei, asthma, tosite chroni-
ca, anginas, pleuresa, i flechan dobgadodebilidade
gp!*!.
a
'SAES'pE PERNAo'BUC.
\t*me m ia4. .'
19din ai
da -li* 5 .
11:6755192
1:71257S
13:387*770
Rendimonl'i do di^
dem do dia S
i
CON-:"*V'O PROVIHC.
1 al
28:42o88l
li-.23i8l6
42-68060
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no da 5.
Rio Grande do Sai26 dias, escuna bollandeza
Maraarete Arendena, de 180 toneledas, capitio
H. II, Yange, equipagem -7. carga 10,000 arro-
bas de cann1 : a Amorim Irmo t C
Rio-Grande de S il2 das, brigue,norte-allemao
Juseplta, de 199 toneladas, capilo N. Bodige,
eauipagein 8, carga 11:318 arrobas de carne e
100 saccas com farinha 4c mandioca ; a Re-
zend A C i
Rio-Grande do Sul -21 dias, hiate potingues Dili-
gente, de 189 toneladas, capita Antonio Fiemo
da Trindade, equipagem 9, carga 9700 arrobas
de carne ; a Beseude C.
Rio de Janeiro14 dias, patacho brasileiro -.ton-
teiro, de 218 toneladas,, eapitao Joaquim Amo-
nio Cardoso, equipagem 10, carga farinha de
mandioca e outras gneros ; a Joaquim Jos
Honcalves Belf rao.
Qahia5 dias, brigue brasileiro Con.t(ant Uni&o,
,de 60 toueladas, capitn Valeriano Pereira Santos, equipagem 13, carga aiguns gneros e
lastro ; (Francisco Ribeiro Pinto Guimares.
Penedo (por M.,.!:.:j3 dis. v,ipor brasileiro Ge-
quii, de 223 I meladas, commandaote Cosa,
equipagem 30, e:n lastro ; a companhia Peruam-
bucana.
Nacios saludos no mesmo dia.
LiverpoolPatacho austraco Nicord, capilo Car-
los Donethe, carga algodo.
ParahybaBrigue inglex Vara, capilo Tostavin,
em lastro.
D< ordem do lllm. Sr. eonsjihiro inspector
da thesourari.a de fazenda desta provincia se faz
publico que no dia 9 de julho prximo vindouro
rio praca, perante a junta da mesma tbesonra-
ria, para serem arrematados por quem por menos
zer, os reparos de que precisara o pavilbao oecu-
pado pela secretaria da capitana do porto e a eo-
befta do edificio em que fanceioha o tribunal da
relaeao, oreados o Io em 14W90O e o 2 em
5i2#.Vi0, conforme os orcamentos qae serio fran-
queados aos pret.'ii entes na secretaria da dita
thesourariu,
Oihcitadtes se deverad hbilittr- previamente,
mostrndose aot-nucamente defemoaraca(Jos e
quites, tanto com a fazenda geral como com a pro-
vincial.
Secretaria da thesouraria ds fazenda de Pernam-
bueo 30 de junho de 1870.
Servindo de offiril-maior,
Manoel Jos Pinta._______
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A IHm.a. junta administrativa da Santa Casa de
Misericordia da Reeife, manda fazer publico que
na sal* de suas seseees, no da 7 de julho, pelas
4 horas da tarle, t>\-n de ser arrematadas a quem
mais vantagens offerecer. Dalo tempe de nm a tres
anuos, as rendas dos predios em seguida declara-
dos :
, ESTA8ELF.C1MEMTO RE CARIDADE.
Una do Padre Floriaoo.
Casa terrea n, 63........ 177*000
dem n. 47 ...... 71*000
Una larga do Rosario.
! dito do sobrado n. 24 A. 400*00!)
. Trevessa de S. Pedro.
Sobrado de i indares n. 2. 602*00
Uua de Santa Thereza.
Cisa terrea n. 4.......143*000
Una do Amorim.
Casa terrea n. 6. ... -304*000
PATRIMONIO DOS ORPRAOS.
Ra da Senzalla.
Sobrado de 2 andares o. 136 601*001
dem P. 18........' 340*000
itua do Raugel.
Casa terrea n. 58.. I-ti. .
Ra da Cacimba.
Casa trra n. 12.....
ilua do Pilar.
Casa terrea n. 101 .
dem n. 104.....
dem n. 102......
dem n. 103......
Casa terrea n. 110.....
dem n

Perante a cmara municipal desta cidade es-
tar em praca nps dias 2,4 e 6 de julho vindouro.
para ser arrematado por quem maior precy offe-
recer, o aluguel ce um taino i xi$tente no quar-
teiro do lado do sul do acougue publica da ribei-
ra da freguezia de S. Jos.
Os preteadeotes devero se habilitar na forma
da lei para poderem licitar nos mesuras talhos.
Pago da cmara municipal do Uitire 30 de ju-
nho de ,1870.
Beato Jo- (i i Costa unior.
Po-presidente.
Augusto G. de Figu'eiredo,
OfDcial-maior sgryjudo,de secrattrio.
COMMERCIO.
4ULHO.
rUCADO RJEI
Di
(iaiabio sobre LoadYes 90 /vf 34 d.
por 11
1
DECURACOES,
9P
^5o.novaroente coDVMa'os os Srs. ac-
ciQnistas desta copapantya para se wuoirem
ni a8setnbl,gral no dia 9 do brrente
mez, ao meio da,, no eacriptorio da mesma,
ra dn Cabug n. 1G, para, era copfprmi-
dade de seos e?atqtos, deliberar sobr as
cuntas noanoo fioanceiro, e approw o or-
oamanto vindouro ; devendo-se previnir qoe
nao tendo os Srs: accionistas comparecido
em ntimero legal na primeira reuniSo para
hoje convocada, realisar-se-ba a assembla
geral com o nuaaero de accionistas que
comparecer na nova renniSo, para a quai
ficam de novo convidados, segundo acna-se
;prescrjpU) ao arU,i3,dos respectivos esta-
tutos.
E8criptorio da companhia do Beberibe,
5 de jtilfto de 870.
0 secretario,
Dr. Praaedet G. ie Sousa Pitonga.
360*000
147*000
204*000
200*000
202*000
203*000
204*000
93. ........204*000
ua da Guia.
Casa terrea n. 27.......147*000
SiUo da Miruelra n. 4...... 107*000
Os pretendentcs devero apresentar no acto da
arreraataco dtp suas llancas mi camparecerem
acompanhados dos respectivos fiadores.
Secrataria da Santa Casa da Misericordia do Re-
cife, 2 de julbo de 1870.
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza,
Vai de novo praca na audiencia do Dlm.
Sr. Dr. juiz de orp;ios,quiuta-feira 7 do correte,
depois da audiencia, e por arrendaroento trienal
as seguintes casas : ra larga do Rosario n. 1 po-
700 ipianto se achou na praca passada, ra do
Hospicio n. 6, travessa da Mangueira n. 9, ra Im-
Derial n. 32, e a loja da frente do ssnrado n. 29 da
ra do Imperador, est pelo prego constante do
e>cripto edital em mo do porteiro: quem Das
mesmas quizir lanzar comparecam na referida
praga as horas do cosame.
CIRCO
NO
PAViLHAO DES. ISABEL
COMPANHIA
MIME GYMXASTICA E ACROBTICA
SOB A DIRECCO
DE
D. Lus Cnsali.
Grande funcr;5o equestre, gymnaslica e my-
tbologica, dividida em duas partes.
HOJE
PROGRAMMA.
PRIMEIRA PARTE.
1.* Urna linda symphouia dengnla pelo maestro
Martin?.
2." Seis escelhidos exercicies equestres, gim-
nsticos e acrobticos, scenas cmicas e burles-
cas, tomando parte) o artista pernambucano, eje-
cutando sorprendentes deslocacoes.
Intervallo de 40 minplos.
SEGUNDA PARTE.
Acto primeirn.
Eiecotar-se-ha o apparatoso quadro intitulado:
As pupilas sorprendidas pelos
No quai tomam parte as senhoritas Auna. Ma-
ra Luiz e Marieta, e os Srs. Rodrigues, Luiz a
Cesar.
Acto seguado.
A pedido, a sentimental seena, intitulada :
Caim e Abel.
Acto terceiro.
Quadro final, intitulado :
Orouboitas Sabinas.
No qnal tomara parte todos os artistas da com-
panhia.
Principiar s 8 1(2 da noute
Camarotes com 6 entradas........ l
Cadeiras...............,.......
Cadeiras avulsas para senhora.....
Geraes..........................
Os bilhetes de camarotes, cadiiras e
vepdem-se no mesmo circo.
5"
AVISOS MARTIMOS.
Aracaty.
i
*<
O palhabote Garibaldi, capilo
Vianna : a tratar com Tasso frmaos'd C.
**
ii't -


Diario de iVnambuco
Qiarla feira 6 de Julhr/ de 1870.
f
k
Di'
Mes3.^ers imperiales.
Ate^ da 10 do correte roez espera-se da Eu-
T(j| o vapor fraace Amatarte, o^urf depis- da
demora la costume seguir para Buenos-Ayres,
tocando a Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para comineas, frote* e pas?.-.gens, trata-se
t agene. rra do Comntereio n. 9.
At o dia 12 do frrente mez espera-se dos por-.'
tos do sal o vapor francez Gironde, commanda *L d Sotuer, o qnal depois da demora do enrome
sflpiir fiar* Burdos, Ikando em Dafcar (Goral e
Usboa.
Para pondirSe, frates e passageos, tratarse- aa
geneia, roa do Commercio o. 9.
COMPANHIA PElNAMBUCANA
ra
Mavegaci* cosiera por vapor.
Porto de GaHinbas, Rio Formoso e
Taaaodar.
O vapor Parahybdj seguir* para os portos aci-
aa no dia 10 do Crrente meia Quite. Receb
arga, eneommendas-, passageiros e dnheiro a fre
vs ----- ..
Baha.
Segas cora breridade para o porto acina o pa-
hanote nacional Joven Arthnr, tem a tnaier parte
do sea carregamemo engajado ; para o resto que
le faita trata-se rom >-s consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C., ra da Cruz n. 57,
* andar.
Para o referid* parto, pretende seguir cora pos-1
sivel brevidade o patacho portuguez Elephantt por
ter alguma carga tratada, e para o que Ihe falta
trata-se cerno eorisipmario Joaqnim JosGonpd-
ves Befaa. ra do Conypercio^n. {7-________J
MVEAWDA
vende-se o brigue oortnguez S. Jos, de Iota*!
gao de cerca de 1800 aarobas-; os pretndeme
podero examinlo so antjofadouro : na volta 4o j
Parte do Mallo, e tratar a respeito, com oapitiaj
a bordo, ou na praga do Corpo Santo n. 6, segn-
de andar.
iHi|iM.
LEILOS.
misos BrwRsw.'
Prev>a-ttf alujfu.
' na roa doCn
ara coziaba
..i
e engoamar
f i
t) DR. JOAQIltf' CORREA TE ARAJO
tem p sen escriplorie rna do imperador 1
onde pode ser procurado das 9 no

T
Farinha de mandioca
O agente Potual vender em Ieilo por manda
de^de lilra.Sr. Dr. jo de dirto especial#> mercio, 150 saece cora farinba de mandioca.
; rWJE* ,
No armazea alfarda^-do^am. Sr.^barao do
Livramento, no largo da Assembla as 11 horas.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
.\ a vegada o ceete!ra por vapor.
Macei ero (Arerrara e Penedo.
O vapor Jatuartbe, comman-
dante Guilherme, seguir para os
portos aciaa no dia 8 de oorrente
as 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 7, eneommendas
;assjgeirs e dinbeiro a frete at as 2 horas da
arde do dia da saluda : escriptorio no Forte de
altos n. 12.
COMPANHIA PEBNAUBUGAN&
DE
?Vavega;3o costera por vapor
Mamanguape.
O vaprr nacional Coruripe, eommandanto Sil-
va, seguir para Mamanguape no dia 12 do cr-
reme as (i Horas da tarde. Recebe carga, encum-
raenda?. iiassageiros e dinbeiro a frete at as 3
Sieras da urdo do dia da sahida, no escriptono
da companhia, Fort* do Matos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DS
Ka -r<;:-?aclo cosclra por vapor.
isba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
oaty, Cer, MandahA, Acarac e
Granja.
?%> O vapor Pirapama eoramandantt
j; Azevedo seguir par* os porto:
"?? cima no dia 15 do convnte asShorat
4a urde. Recebo carg at o dia 11, encom-
raer.'"-?,-e passageiros e'dinhciro a frete at a
"i horas da tarda do dia d?.
rio i Forte do Maites n. 12.
ca-
iu-
DE
um elegasrt orHlW on,
Um elegante eamnho francez de qaatro rodas e
assentos para duas e tres pessas, d nova inven-
cao e com todos os perfetees prettshs para traba-
I ha r con um oudoos cavalrof e com coberta ou
sem ella, et., etc.
qulufa-feira. de Jn1h<
Na ra do- Imperador n. 16 ao meto di, por in-
tervencao do agente Pontaa.
-------------m----
Attenefto'
Prpoisa-se fallar cota u Sr. A. A. P.'Alencar, ni
rwdo Vigario ft. II, a negne que j sefaJIou.
1 MUDAm
i O Dr. Garoliee Francidco. de Lima San-.
tos mudou su residencia e consultorio i
_, para' a ra Mimperador n. 57, 2o'andar |
W dobradofcu)0' armMm conserva afn- |
o da hoie o nome de Alianoa,-*- tendo a :
entrada, que pelo lado da ponte Sete ;
de Sotemaro, o mesmo numero 57, da
1-frente. Ahi tonaande o diie4)r; ne'
J'nerbttio* sui proflssao de ineda 8.J
de operador, pode ser prweora Jo a qual-
auer.hoi-a do dia e da noute
Pefgnnta-se ao Sr, Ricardo1 a pessea qne vio
eu Agostinho Jos de Barras Prata, que rae ofJe-
roceu para soltar apreso Joao Benedicto pela
qaantia de-40 para" po-Io em rinerdade-,- e wgo
assim qoere ewss provasdad pelo Sr. Ricarda
para o respeitavel ponlico arfer. e juntamente se
acaso o Sr. Rinardo o ne provar, que para eu
salva minha repulacau. ___________fc
n
saaida no escripto-
DE
uetes a vapor. ,
Dos portos do sul esperado
at o dia 9 do corrate o vapor
'--. \^ fiawir, C>mmandanle o capilo
a^M WWlie Pedro H. Duarte, o qual
^2sHHJb? dt'pt'is da i'.emora do costume
i para os portos donorf.
le j recebOB-ae pasiagrki e engaja-se ;
o vapor poder conduzir, a qual dever;
.(adano dia de sur.-llegada. Encommea
lianeiro a (rete at as 2 Loras do dia da su;
N? / se rucebem como eacommendas senao ob
: uo -*:\oT <.".rten'<>e: arr Faii ue pasear destes mites dever ser embar
Si I ROQW e;:r:ra.
>-Sj aas senhores passageiro que sua^
pass;iguns s se recebm na agencia, ra da Crui
P andat escriptono de Antonio Luiz dt
'ira Azevedo & C. '
fiiSPASil HISLEIM
DE
Paquetes a vapor*
Do? portos do norte s^peraoV
at o da 9 do crreme o vapor
Cruzeiro de Sul, eommandanto J
P. Guedes Alcoforado, o qual
depois da demora do costume se-
guir para os do sul.
isoe j reeebem-'w passasreiros e engaja-se
t que o vapor podsr coaduzir, a qual deven
*tt'Tubarcada no dia desuachegada. Encommen
i 'r-iieiro a frete at as daas horas do dia d;
*aa sahjda.
lo s recebem como encoramendas senao ob-
Sf; de peqaeco valor e que ur.o excedam a i
Je peso ou 6 palmos cbicos de medi-
cao.
fado que passar destes limrtej devera W
embitriiado coma carga.
le-se ios Srs. passageiros que soa.9 pa?sa
ie reoobeiu na agencia ra da Cruz n. ""
l* aiidr, esoriptorio de Antonio Luiz de Oliveir;
edo t C.

de movis
Quista- feira, 9 do correte
Augusto Seixas autorizado por urna familia, que
retirou-se para a Europa, fara Ieilo em seu arma-
zem a ra do Imperadnr n. 16. por nterveacao do
agente Pontual de diversos movis de gosto, come
bem : 1 mobilia de Jacaranda a Luiz A'V com
lampos de pedra marmore, 1 me-a para Cantar, 1
piano francez de armario obra nova e otrfeita-
mente acabada, diversos quadros, 1 secretaria de
amarello, 1 mesa com estante, 3 mezas para escre-
ver, 1 cadeira de ferro para recreio, 2 estantes de
amarello. 1 guarda vestidos, 2 camas de faia para
meninos, 1 bergo, 1 lavatorio de Jacaranda, 30
eadeiras avulsas para salla de jautar. diverso.-
pares de linternas, condieiro- a gaz, compoteras
e vidros, garrafas paravinho, copos, clice.*,jarros
figuras de porcelana ; assim como diversas obras
de ouro, nomo bem. pulseiras, aneies, relegtbs e
muitos outros objectos, que estaro patente w?
licitantes no dia do leilao.
DE
O agente Mataos levar novamente a leilao por
despacho do Illin. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio as dividas activas da maesa fallida de
Antonio Joaqoim Fcrnah:Ies na importaueia de
21:1073750 rs ,
Quinta-feira 7 do eorrente.
Em seu escriptorio a ra da Cadete do Recife
n. 9 as 11 horas do dia.
DE
Movis, louga e crystaes, e um carro ame-
ricano com arreios e cavallos,
Sexta leira. 8 de julho de 1870.
Xa casa n 39 e 34 do ^ortodo
Lasscrrc. na Capciaga.
C a?ente Pinto.. encarregado p ir urna familia
que retirase desta provincia, levar a eilo os
movis, louQa, vidros, e mais objeetos r.baixo de-
clarados existentes na casa n. .',e3i do Porto do
Laserre, onde se dTectuar o Ieilo no dia cima
designado, a saber: -- nm piano forte, urna mo-
riilia de faia com os tampos de pedra, 4 pares de.
jarros para flores, 2 lustees de gaz, 1 tapete, 1
candieiro de gaz, l espelho, i quadrps, 2 figuras,
1 rica secretaria. 1 estante, 1 relogio, 1 excellente
cama franceza. 1 gurda-roupa, 1 toilet, 1 espe-
Iho, 1 eoramjda, l lavatorio, 1 cabida, 4 estantes
de cantos, 1 costureira de charlo. 1 mesa elstica,
1 aparador, 12 eadeiras, 1 mesa de jogo, 1 caixa
com lentos, 1 quarnheira, louja.para jantar, dita
para cha, copos, clices, bandejas, garrafas, porta-
queijo: 1 salva de prata, fructeiras do vidro, gar-
ios, facas, culheres, trem de coiinha, e outros tb-
jectos que estaro patentes ad exame dos concur-
rentes.
Os concurrente? encontrarlo na e3}acae da ra
de S. Francisco, as 8 e 50 minutos, e 9 SO minu-
tos, treos para transporta-los. eslacao da Cipun-
ga, donde voltaria as 1|2 e 3 l[i horas da tarde,
ou mais tarde, se i es convier.
Foram appreboadiflos ba'doos dias dous boil
que vagavam sem pastor no sitio grande do Exm.
tirigiadeir Joaqun Bernardo, por traz do ceroile-
rio ; seu dona an os v buscar, que dando os
signaw Iha erSi enlregoes, medrante a paja
tu: anour.cio, comedoria, distmieSo de lavoilra
e do cercado, e a do jotnal deum trabalhador qne
os leem cudalo era.. soa ccoseryacao durante dia
e noito. Se porm duranie as 48 horas da puhli-
cacSo deste annnneio seu dono deixar de os ir
buscar, sero elles remettidos para o deposito po-
blieo afim seram arrematados como Dns de even-
tos, e de seus proipetoe ndemnisarse o aunun-
eiante das desnzal feit,s com taes animaes.
Ama.-
Precisase de tima ama para ozlnhar e com-
a tratar defronte da alfandega u.4.
ora,'
Precisa- sa de ous ama*sadores: na padaria
da ra do Rangel n. 9.
Os irmijs. sobrinbos eaflbados da fallecida D.
Clara Clementina Cirriota de Brlto, suramamente
oinh riajjbaram ao cemiierio publico, significam deste
inedo seus recohecimentos, e rogara de novo sua
.i>si-i ncia s mis-as que no stimo dia, 8 do cor
rento iot-z e julh >, se hao d- celebrar no conven-
to do Carmo pelas 8 horas da maaha, por sulfra-
e sua alma; ficaudo per somelliante facto
cada vez mais ralos.
Su da sexta-feira 8 do crreme mez de ju-
lho, por occasio da mise do stimo dia, em suf-
fragio, celebrada pela fallecida U. Ciara Cleraenli-
tim Carlota da Brito, no convento do Carrao, se
hao de daresmolas de tu eada urna s pessoas
ii:' 'es-iiulas.
Gonvida-se ios revereud s sacerdotes para
celebrarem n issas por alma da finada D. Clara
Clementina Carlota de. Brito, no dia 3 do correnio
mez, no convento do Carino, das G hor^iem diaa
te, coma esportnla de-3j pircvln una._______
Ama
Precisase de urna ama de boa conducta para
casa de poaca familia ; a tratar no largo da alfan-
lega a. 7._______________________
Ollerece se urna perfnta crzuiheira pira
casa de homem soiteiro : a tratar na ra da Ca
deia do Recito n. 29, 2 andar.
Pr^cisa-se de urna ama para cozinhar : a tratar
na na do Brnra n. 88, 2" andar, ou ra da Cadeia
:i. 55, Io andar
O dono dp urna loja de mojas na roa la
Imperairiz, pretendendo retirarse para tora a ti a
de tratar de sua aude, a veuue a dinluiii ou a
praso, sendo que a arroaeju tao elegaiue que
pode servir paraqualqnv outn estahelecimeijio.
segundo a vontade do preteuden:e : tra;a-se na
mesma roa n. 31.
Ama
MO (UN DO SIL,
Deve s-iiiiir de/jiro em poneos dias o brigne
nac mal intrpido pjr ler prompta a maior parte
i- -na carga, e para o quo anda pode receber a
commodo, traU-se com Baltar, OHvaira A
C.. roa do Vigario n. 1, 1 andar.
1
?-a o referidfl porto pretende seguir com bre-
l a pancho nacional Protector, por ter a
i: la carga prompta ; e para o res, a
frete mdico, trata-se com o conignatano Joa-
piira Jo- Goncalves Beltrao, ra do Commereo-
a. 17.
dos gneros existentes na loja de
miudezas sita ra largado
Rosario n. 24 a.
Henrique-de Maraes & Irrao faro leao por
interver.cao do agente Pontual da arraacao e g-
neros existentes em se*slabelecimeato de miude-
zas sito ra-larga do P.saffo a. 24?A, era diver-
sos lotes vootade dos licitantes e sem-reserva de
precjs.
Sexta-feira 8 do corrate
no mesmo estabelecimento, as 4' horas.
Precisa.se de urna ama
33, 2 andar.
na ra do Vi ario n.
Uma'seulvora bastante hiMlitadi se offerei-e
para encinar prlfneiras letras e toda a qualidade
de costaras ioclusive bordar a ouro, com tanto
que seja para fora da prac, qttem a pretender
dirija-.-.' a rna 6'ireiia n. 85, 2* andar.
Os abaixo assigaalos declarara ao respeia-
vel publico e com especialidade ao eorpo do eom-
mercio, qne nesla data dissolveram am|gavcl-
mente a sociedade que gyr a va sobre a raso so-
cial de Teix ira & i Sc*i e p >s-
sivo a >-*rcro do socio Justo Jo^ Gomes Taixeira
e retirando 88 o socio Jos Jiaquim Gimes Tei-
xeira, pago satisfeito do seu capital e Iucro.
Recife, 4 de julho de 1570.
Josto los Gom-s T.!ixeira.
Jos Joaquim Gomes Teixeira.
s>lso{ncao de sociedade.
Jos Joaquim Gomes Teixeira ds?olvu amiga-
'velmente a socied.ide que teve cora sea mano Jus-
to Jos Gomes Teixeira, no estabelecimento sito _
ruada Penha n. 8 sobre a rast social de Tei-
xeira A Irmao, fleando o dito Justo enrarregado do
activo e passivoda mesma lirm e o abaixo as-
signado Jivre de qualqoer responsabilldade. -
lUcife, 3 de julho de 1870.
Jos Joaqoim Gomes Tdixeira.
Fotograpbia imperial
DE .
/. Fmretm Vtkl*
Desde n \n 7 de abrtl piseaio adfc*-se aberto o
noto esbefcciraento photogruphico ito ra d
Cabog n. 8, canto do pateo da matriz. Os traba'
Rus qne dfedt entao, tem sahido de nossa ofBina
tem feralitaeati agradado, sendo-reeebldos por
>lgoncom adofrae peto extraerdlaarl j pro-
gresso qoe ltimamente tem tidb a photr graphia,
9 por outros eomai'pgria, por verem a provincia
dotada cora nm ebecimento digno d ella, e n-
contswvlBwnte t prmeiro que nesse genero
hojtpojsne : fambtmno nos ponpamosem consa
algnma psra montt-lo do p m que se aehs, es-
fjfiraroo qoe o pohlieo de Ternambnco saber
aptwia nossos esforebs e recompensar nossos sa-
crrel(
Ctotidamos a todalrto*flas pessoa, naiores
e eslrangelras que gogQr da* arte, on tivrem
necessidade de'trabalhns de photographia a visi-
ta reta e nosso- estabelecTmento, que estar sempre
abertee stta disposicio todos'os dias desde 3 7
ttores Aa mMih* ate as 6 d* rnW.
Pant'cs trabalhos de photographia possoimes di-
versas nraehmas dosmelhores antores francetes,
ipglezes e allmemes, cofno sqam : Lerebours et
8e%tB; 'ffrmh|is, ThOranz Ross; VofgtlaOder et
actth eWuff. ltimamente recebemos tres novas
[fcarhioAsrsendo nma oVIlas poprva para tomar
f(ire- mesmo- vidro 4 ou 8 imagens diversase
iBOBas, e mitra- de fl a 12 Imagi-ns diversas e
igualmente soladas, de sorte qne no caso de
grande ccncorrencia poderemos retratar sobre
orna'nica eb'apa at'Bpessoas diversas e sola-
das jHra-carlC*1 de viia, easslra em'menas de
um qtartri de hora despachaTmos 8 dirTeremes
pe mais ou meno, com os seus retratos smente, oa
em grupcom atras.
Encireginde-nos exetusivamente da direccio
e feitura ios' trabarios de photigraphi del-
xao allnfio) o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos te1 pintora, e smiarer, a olee, e a
lastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
nma eseriptura publica, e at1 o presente tem-se
desvellado na execocao de seus trabalhos
d nossoe-,jineQto.JU'bain-.seexposlos ou-
tros trabalhos nipurlantes do Sr." Roth, tanto em
miniaturas aqoarella cofno oleo, re ratos
leo, quadros sarros e diversos outrts trabalhos.
Tomamos eneorritoeodas de retratos oleo at o
tamnho naturil, assim como de quadros sacros
para oroamentacJo '.de igrejas ou capellas. Taro-
be m acatamos enedurmendas de quadros histri-
cos.*
Assegoramos que os preces dos diversos tra-
balhR aa nossa casa sio rnni rasoaveij.
CAUTOES DE VISITA XiO COLORIDOS A iOfOO A
DfJZIA
CARTOES DE VISITA CQM O COLORinO AO NAT-
k\l k IR8QBQ k vvzii
ReBUl. ea miaiaturaa uk-o ou aquarella de
16 lO^OO cada uir, ino cunvenietemente en-
aixiRiale ea inolrtur Honrada e regulando o
h:\-ti da pessoa retratada de :i 4 -polli-gadas e
todo o quairo palmo e mi de taraanbo >
Julgamos que bastarto o\ precos" cima para
darmos idea da batatera dys trabalhos do nosso
eslablecimento, quanto su p> rfeico cada um
venha julgar por. seus propri olhos.
As melhores huras para se tiraren retratos^ no
nosso eslabeecimeoto sao das Adoras da manhaa
l da lar Je; entretanto e urna uora s o da tarde
em casos especiaes pde-se tainnpm retratar ql-
quer pessoa.
Nos dias de chava, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos_que esses dias sao
os mais faVoraveis aos trabalhos je photographia
a^la doQtira e persi;tencia da iuz, e pi r termos o
nosso terr8

melhoramentoe, que anda chivendo ;i jorros ne-
huin inconveniente ba oara fazer-se bellos re-
Uratoe.
J. F rreira Vi lleta
*mmmmm~*
Nutrimento
MEDICIiA!
PEKPAHiOWO
Launa i,\j1mti
tk*\
Tsica e toda
qualidade de do-
encas, quer seja
na garganta, pei-
to ou bofes.
Expressa-
mente escolhido
dos melhores fr-
gados dos qaaea
extrabe o
no banco
jerra Nova,
purificado cht-
mfcalinente,
suas
propfiedades
conservada
coBitodo ocui-
dado,ein todo o
frWiO, se-garan-
to-lperfeitamen-
l puro.
Este oleo teta
sido submettido
a um exame
(*alfx muito acreditado estabelecimeoto sob a de-:
DomiDacSo BAZAR DA MODA, scientificam
ao respeitavel publico, e com especialidade
a seos innumeraveis fregueses, que conbe-
cendo a necessidade de > dar om acrescimo i
a seu genero de negocio afim de meihor sa-.
Msfter sua immeosa freguezia, resolveram^
fazer um melboramento importante em seo
estabelecimeoto, metamorpiroseando-o no
que pode haver der^nais bello e agradavel.
0 BAZARDA MOOA
um estbelecimenW'^' to ponhecido d'esta i
provincia, como,ds#i-' mais do imperio onde J
os r#mpradf's*npr$4em enoorrtrado-o'
queba de metoar e es^dal em artigos de:
miodezas e perttmaT>s,i conservando sem-
pre os proprietatoaBco-syWma de vendar'
por muito c>maosr presos, tendo para!
esse fim-recebiAo ttida*as mercadorta. di-1
Tectamente da Europa onde tem peritoft |
coirespondentes, e certos de serem stmpre
preteridos com animacao,.esJ4o resolvidd a
juntar ao genero de negocio existente ut-i
importante e sublima*orUtento de ricas'
fazendas para senhoas e artrjos da alta rouioseveTO, pelos* himicos de mais tale-n
moda de Pariz, onddo bello s*xo com es- otf Ao governo besparibol em Guba.foi de-
pecialidade encontrariNodpS'OS adornos ne- vulgado por elle e-conten
cessarios de que merecedor. MAIOR P0R#U> D'IODINA
Conservando se ;0 qae oulro qualqer oleo, que elle tem
BAZA R J A V MU lOblNO E*Wf PODE R SALVADOR
Z, ^ Em todo o oleo de ligado de bacaibo.
^TZ^VSLf\SiwX 'f ^aquelle no qual contera a maior po.-gao
breve reabnr com todo o brilhantismo, sa- ~ nvalrmid nrnnriA.ldA a maca
sfazendo Jejle modo a espectatiw publica. f*un "p^3e[t J1? J lftU
e apresentaodo aos concurrentes a eleWn.-^?"^^dg^g()
rnndft nppnfin a ssbflr- i rkvi fanr)a p maor0 4ue seJ9 Ciaren .1 vista,e Ud vigor i
m^S ?! nhVr^. v,ri^?! ff' lodo o corpo. Nenbum outro artigo co-
.?Z "S'l I a^iic o i nacido na medicina oo sciencia, d tanto
lo de rntudezas finas, 3. supenores e ver- \ { t encoramodando
dade.ras p numar.as, empregarSo sempre ^ oeJ^
todos os meios necessarios para salisfazerem 4 ,. ; n~r.:,,.,Pr,n tam Ac*
sua freguezia. ficando esta desde j scientejj^ asX? Ifdas
que como semnre. e^*r*. ^^r^^^^w^Timi
agratlo, sinee. -.dade ei^J-^ade nos P-ie todas aquellas cu)a TV U, h K?q"e T:pletamen*desarranjada.ilevem tomar
trado publico desta cidade continu a wn-/l()0LE0 DE FIGVDO DE BACUJIAO
ra-lcs com a sua presenca neste estabeleci-1 Dr
ment, em companhia tambem das excellen* j llaman k. Kemp.
Jssimas senhoras s quaes desde ji se re-f Se ^ desejam ver-selivres eexepasm
commendam, esperando e desejando a suaj^ enfennidades
benigna protecrao.
Pernambuco, 1 d3 julho de 1870.
Jote de Souza Soares A C-
Ama de leite
Urna senhera offerece-fo pai cozinhar e en-
j gommar cora tola perfeicao c limpeza, por preco
! mais commodo do qa- era ounlquei' outra parte, o
tambem obriga-se a mandar as casas : qnem
i pretender dirija se ra d S-icego n. 35.______
Contioua-se a precisar de urna ama de leite :
na ra torga do Rosario n 12, segundo andar,
junto botica do Pinto.
Pechincha
Vende-se dous bois e dous carro?, tudo em bom
estado : no eae< do Runos n. 20.
iiheifo
peniores
e brilhan-
Sa travessa da'ra
iizcs' % 2, pri-
aadar. da-se dU
sobre
de oaro. prata
tes, seja pal for a qaan
a. Xa mesma casa eoai
pras-se os acsas me
taes e pedras.
..... .. .... .,..
Imagen!.
i
Troca-se nma bonita imau'm de Mn;noDeos.
feita em Lisboa : rra prpea 4a i lepen lencia o,
36, loja '.< c.'deade, ____
Irmandade acndemiea
DB
N. 8. do Bom (Joaselho.
A mesa administrativa da irinairlade acadmi-
ca de R. S. do B m- Cyn-eilio, c invJd a todos es
irmaos para no dia 7 as il horas ia. se renni
eem no consistorio da nieson innandade, atrm de
tratar-se de negocio* ten lentes a mesma innan-
dade. ,
Con-i julho de 1870.
O secretario.
Camillo Crrela Dantas.
Aluga-se mu oiu cozniiieiio e um escravo
de todoservico = :t nia Direit" *^. i'-anrtar.
u lili bHi/ Afl ra I vi I
Em regar um homem puiisiguez de meia idadf,
noescolhe arrnnaco, e km muita pratica de
negocio, tanto para estari4l'> como para fra
dela ; rtraur na rna Yuva n. W;___________
A iiessoa .quo anuunciou co i.prar umareii-
uaflo, appa/e^a na ra Direita n. v2.
us baixo aaslgnados oeclarara ao publico,
com especialidade ao coVpo do commercio que no
dia 30 de maio diaMlveram amig_avelmento a so-
ciedade qoe gvrava sobre a razao de Teixeira &
Almei la. !canio o activo e passivo a cargo do so-
cio Manoel Rjdrignez Teixeira, retirando-se o so
ci Antonio do Seou Atmeida, pago do capital e
lucros.
Recife, 3 de julho do 1870.
Manoel lodrigues Teixeira.
Antonio do S.'uza Almeida.
Precisa-se de urna ama qai siiba co?mhar : na
praca da Indeprndencia n. ')'. loja de calcado.
Precisa-se de u-n priu^oea para leitor de
engenho : na ra do Ap '[< n. tf).____________
Jm>.
Quera precisar de urna ama escrava, boa cozi-
nheira, dirija-se rua da Matriz n. 28", i andar.
Sao convidad is os senhorea membros do Ins-
tituto Filial da Orde n dos Advogados para a ses-
sao que ter lugar na quera felfa 6 do corrente,
ni sala do jury, a 1 hora da tird.___________
PAUL CtAUVIiN
Mechanieo conhecl te ha 10 anuos nesta cidade,
partecipa ao publico que lendo dissolvkto amiga-
viimt-ate a sociedade qne tinha coro o feu cunha-
do Carlos PIiit conliaa a se achar a sua di=po-
scao para o qne diz n;eitaa abertura de bur-
ras, machinas de costuras, armas, fechadaras, col
(cacao de campinhinhas e ti di>qua|i|uer coneer-
tn : 'praca do Coude d'Eu n. i, out'or- da Boa-
Vista.
ocisiaj jjlureii a Piulo arto^a, couvida tamo
aos seus anngps como ao^ do finado Manoel de
Azevedo Santo-, a a>sistirera a nma missa que o
mesmo manda rezar por alma do inesrao finado
no dia 8- do corrente p!as 7 horas da manhaa
ua matriz do Corpo Sute, e desde j a todos ri-
les eonfessa sua gratidSo por este acto de religiao
e caridadp.

Paga-se bem.
Precisa-se de um trabalhador forro o i captivo
para o servico interno de um o-tabelecimento, pa-
pa se bem agradando : tratar na ra larga do
Rosario n. 81, botica de Bartholomeu.________
ATTENC.40
o
A subdita portugueza desvalida, que ha pouco
tempo fra esbofeteida em sua residencia rn^
Imperial, de novo acaba de ser acorametida ni
ra, peloeeu aggreemr, com palavras injuriosas e
ameagas, tndo isto era menoscabo da lei, jinais
estando sen aggrijssor pronunciado no art.- 201 do
cdigo cr.minal por ofransa? feita mesma desva-
lida, cu jo processo. corre pela subdelega ela los, e ho|e se aelia atlfetoiao^W. jui.mumciMl
de qnem se espera fjra> juat fa (orno ebstaina.
Precisa-se de um caixeiro platico par loja>
de chapeo^ : a tratar na rna da Gadia n. Kt
Reflna(jri .
Precisa-se de batidores : na ra de Hortasnu-
mero 7. _____ _________________i
Offerece-se urna essoa habilitada praen-
sinar primeiras letra?, assim como ensina mnsica,
piano, em qualqer lugar de>ta provincia on lora,
della : a tratar na ra do^operador ti. 8.______
Urna pessoa bastante habilitada se offereee
se encarregar de algumas cobranzas, tanto nes-
ta cidade carao fra della, por mdica porcenia-
gem, o qual d fiador sua conduela- a contente
dos seohores que conflarem - Bella n. 15. sta mesma pesso icha'-se enear-
regada de urna cobranza bastante importante fra.
da eidedp.
ATTE?l?A0
Alaga-se um primeiro andar do sobrado da roa.
larga do. Rosario n. 21 proprio para oscriptorm : x
tratar na loja do mesmo-sebrad-.-_____________
Precisa-se de urna ama : na riu ua Soleda.-
de n. 32.
ordo '.**
fatlurla da vu* de <
nanera 1S
E-la padaria tendo-se acabado de montar oon-
venieionente, acba-se habilitada para apresentar
ao publico um po tpeciaJ, -lantiv wla sna qwrt^^
dado-como peio. asseio cora que fabricado. Tem
nao quente de- manhS' 6 de tarde.
freeisa-se
De urna ama de leite : oa roa. da SenaaJa-velha
n. O.
Escola primaria.
A professora particular Thereza G. de Carralhu
tran-terio a sua residencia para a praca do Conde
d'Eu (Boa vista) 0. 9, a i ir, ondo contiua. *
exercer o magistei o primario. A sua long* pra-
lica no ensino garante o adtentiajunto de suas
discipulas. Alm Je alumnas exteross, recabe
tambem como pensionistas algumas memnas de
familias residsntss fra di cidade, dan.to-llws a
pac da instruccao e educacao, ura tiatimonto coa-
veniente. Exige mdicas remuneraeos._______
Vendo no Diario de bonlein (4) os iniinw da
diversos seahores, ijclni lo neiles o norae do mea
tinado irmao An-onio CaeUno da Mot'.a, tenliaa
declarar ao Sr. aonuceianie da ra'da Gaeia.
! -andar, que este fallecido ha 5 anuos.
AMA
Na ra da Crut d Hefif> n. 19, % andar pre-
cisa-se de urna ama nir.' '.rv r a tres pesaoot.
. Prech-se den.ia ama qnoenfamme com per-
leico-t a tratar na ra .Npva. easa a. 33.
a roa larga do
Bosnio.
* v
i* i ^H m1 '
ki ,! 1 m J
L^ 11 1 1 L
l Dfi
Este impprtante estabtecnato or%mgaitero, toa sempre un seriamente*wmsigml!,.. esqnina
e vende por presos que nerimma ontra casa pode vender. *-raa*Mw*daR
A vista da qualidade e do prepo das joias cada um p^er-se-ha convencer da verdade
Oarante-se ser tuda de lei. Comprarse ouro, prat e pedras nas per pretor muito ele- Rosarlo*
vados.
A loja es& abarte^ at s 9 horas da noHte.

HV^P



,1
J&
Diario de Pernambuco Quarla feira 6 de Julho de 1870

0 Sr. Manoel Dc-Giovanni queira
mandar esta typograpbia pagar o impor-
te de publicares de annuncios de espect-
culos, em somma superior cento e cin-
coenta mil reis.
ESMERALDA
J
i

m
*
1
PHAB1CIA CENTRAL
Ra do Imperador n. 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
J le feira Vlliela foery dedod'Abbadie recommepdados,
PIIOTOCRiPHI t UPE 'MAL. como enmantes para os casos, em que se
18___RA- DO CABUGA-^W alo pode osar do opio e de seos prepara-
J entrab pehpQt^da:Watrz/^l^^^^ W
O trabathos da reedificaba desta i Aawgraphia.
acbaa-se
e que se prolongaram por lano temjw,
felizmente terminados e ella aberla a servio do
publico desde 7 de abril passado.
O predi) em qae est colocada feto paesogra-
phia acha-se mutlq augmentado, e^ asarle desu-
ada ao esiabelerimento coala cinco alas, ca-,
sive as do laboratorio. Todos os ceoeertos e aug-
memos lendo sido fetos expressamente ara se
montar convenientemente a phowgraphia, e nao se
podendo melhor modelo eseolher do que a PMo-
graia Imperial do Sr. Insley /Pacheco o Rio e
Janeiro, o prineiro pilographo do Brasil, e um dos
pnroeiros do mundo, segunda a opiaio dos ntaia
abalisados mestres, a nossa poetograptaa acha-se
dlsposto e reeiificada pelo mesme r.(
I. Pacheco, a qual fot montada sob todas as regras
recommendadas pelos mab destinctos profeasoros
de accordo com a modfioacoes noeessanas ao
clima do Brasil, reconhecidas e esiudada pelo ba-
bilissimo e pratico Sr. L Padheco.
LRU
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrio em capsulas, licor,
e jarope ferruginoso.
PHABUACIA CENTRAL ROA DO IMF
DOBN.38.
Pillas de Vallet.
Pillas de Htancard.
Pillas de Bland.
Xarope furruginoso de Blancard.
Coofeites de lactato de ferro.
Pilulas d carbonato de ferro, lactado de
ferro, iodure.to de ierro com magoezia.
Ferro de Qugveone.
Assocar ferruginoso.
LOJA DE MIS
DE
i
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado e novo, est as condi-
-es de servir vantajosausente os seus fre-
gueses, visto que acha-se prvido com um
izplendido sortimento de obras de ouro e
rata de lei, assim como brillantes e cu-
ras pedras preciosas; cujos presos sao os
:iais mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recebem-
os em troca ou compram-se com pequeo
redes interiores para se fazerem as novas sas,
edificaodo-se xxm novo terraco eavidraeadoan
espacoso e elogant:.
Como sabido, filenos urna wagem expresa-
metite corte para examinamos as melhores fbo-
tographias all, e foi a do Sr. I Pacheco, *que
melhor corresponden aos nossos flesejos e aspira-
eoes, e da qual troasemos os planos dejWjs de
all estaaos todo otj roez estudandoe apro-
veKando as Hc3es de tao dlstincto roesre. Pen-
samos que juntando os nossos estudfs e tonga
pratica de, 15 annos de pbctographia iotilissimas
Kcdes ultiman ente recebidas do Siy. Pacheco,
tendo montado a aossa photograpaa orno se
acha, podemos offerecer ao illuitpdto publieo
d'esta cidade e aos nossos nui-eros freguezes
irabalhos de photographja fio perritos, como se-
poder desejar, e disto convencidas, -esperamos
que contiuuem a dispensar-nos a mesoia pro-'
teccao com que ha 15 anuos nos te* honrado e
ajudado. ,________
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XAROPE
VEGETAL AMERICANO
ESA LIDADE
BARTHOLOMEOaC
fa a can certa 1 inin antigs e recules, eaUrrkts pnlmonar, ihaij Utti coBTiln, eiterrbac
Vonduas, en goral eootra tote m soffrimutos du tji restintorias.
DEPOSITO (.ERAL
34, BA LARGi DO ROZARIO, U
PERNAMBUCO
a tfcarapeutie* du diferut maletiiti do peito.detde
pterfugite os mil d garganta au a tubenfnlaco
elu diTersas bronohites caurrhaei
lo peito,<
- tnbcrtfb
yalaWMr, paauado pelu direrus bronohites catan
ephymi acaba de Mr enreqoacida coa man
* edicamento, qae toaar a primeira ordem setre
tote ai* boje eonbeeidos. O tarop Vegetal Americano,
ganMiado pnramate teaetal, Dio contm em toa
faafticio um ao atme de apio, e *im aemenle ene-
cea > planus indigeaae, cajea propriedades beneflcaa
a can la molestias q*e pertencem eoe orgo de re-
amele toram por aee obeerradei por longo tempo,
oern eftimos reinltadoe cade *et mus cresceate; pelo
qaeaee jilgamoa eatorieadoe a eompor o jarope qoe
1 apreaentamos, e e eOerece lo aos medicee e ao
tiee. Protamos com oe aUeatados abaiio o qae le-
w *ito, e contamos qae o eonoeito de que j gota
Vegetal Americano onecen de da a die,
Hite apos de si todos oe peitonee em oga.
, Sr. Bartaalomee t C.- nrope Vegeul Ame-
iieeaw. preparado em sos eoacettaadisaiau pharmacia,
sam srul remedio pan combater i termal sathma.
SeaUa a asmella moieetia ha qaatre m*as. eem einda
tarcaaelatieVo oeetaqaM aaessaw ao Uaka; este al timo
ja* tito foi fortiaeimo qna ate prostoa por I das, asei,
' 1 eea milagros xarope, torneado apeaae tres
, ate o preooato ato ful de boto atacado. Praaa
qae ea flqao netaaeletiae por ama m
loe, pois os meas agrdeeimeatos por me ter aliTiado 4>
Uo hormel mal. Com a mais signiScatiTa gratidi*
uhecreo-me de Vmce. aflectaoao e reconhecido criad
cetrino Durte.-Sm Can 14 de fereniro de 1861
IHme Srs Bartaolomeo t C. Depols de qaati sei.*
Btaos de soffrimeoto com ama tete incestante, fasti*
extraordinario, ecBeetonclo de ria catarrho amarella-
do, e peda total das torcas, qae o menor pasas
me (atigafa completamente, cantado it, tomar mais os
tros resaedios tea retallado tire a felicidade de saber ei<
Vmcs. prepararaa o xarope Vegetal Americano, e coa;
elle, grecas a Deas, ae sobo restabelecido ha mais a
doit meses, e robaste como se nada titease soffrido. i
Slidio ae lores a ate declsrsclo, qoe poderle Vmcs
ir o aso qse quizereen. Son com eetiau de Vmcs
aaitos respetudor
Cs/re s Stite. 1
e criado. ^ttieaio Jotquim i-
Recite de feTsreir de t6.
Atiesto qae asei do jarope Vegeul Amnese, it
eomposislo dos Srs Bsrlholomeo c C para can Ae aar
forte defini qae ae troaie ame roaqaidio, qae ae ai
teia dtader, ialsaasclo a dor na garganta, toase,
fraade blu de rtjepineto. o laaei completameaU res-
Ubeleeido coa aa so ridro do mamo xsrope; fl<
qae Ibes proteste etertM pstidlo. Recito iI de i*
neiro de 18*8. Jo^um fmtkt Armm$*Jmm -
E*Ue neeAhocidos.
DE FIGAtOS rht>8C0S
c: BACALHAO pe
PHcr 2RfcC&riGU0MEPARS I-
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DO N. 38.
Vinbo e x-irope de pepsina e Jdiarthare,
excelteme tnico para auxiliar as digestSes
difficeis nos casos de debikdade do esto-
mago
MOFINA
Roa-8e ao Ilho. Sr. Ignacio V crivau na cidade de Narareth dsta provincia, o
favor de vir a ra do Imperadffr n. 18 a < oncluir
aquello negocio que V. S. ?e esmpromettea reaU-
sar, pela lercetra chamada dsta. jornal, em flns
de dezerabro prximo passadq, e depois para Ja-
neiro, passoua fevereiroe abrilea la cumprio,
e por este motivo de nov* chamado para du*
fnn ; pois V. S. se fleve lembrar que este negoci
de mais de otlo annos, e quando o senhor sea
lilho se nchaia no estado nesta cidade.
O Campo9 da ra do Imperador n. 28 aprsenla
concorreacia do respeitavei publico os seguimos
gneros, que reputa o especialidades, nao > por
serem muto deejndo?, como pelo preco porque
est vendeado ; nao s os qoe abaixo menciona,
como todos os mais que existem no seu armaiem.
ESPECIALIDA&ES :
CamarSes seceos.
Pescadas em saine ura.
Presuntos de Lamego:
Ditos para fiambre.
Rap Paulo Cordeiro viajado e commum,
Velas-para carro.
Latas com legamos em concerva.
Ditas com gniados francezes,
Ditas com salmn e ostras.
Chocolate de diversas quaiidades e precos.
Precisa-se de urna ama para o servico interno e
xterno de urna casa de familia de duas^iessos :
a tratar na ra da Praia n. 47, 2o andar.
M N LU
CENTRAL ROA DO 1
DOR N. J8.
Agua bemostbalica de Lecbelle. mui re-
commendada em qualquer caso de hemor-
ruagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DNTRALRUADO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaco do iedo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
occorro contra as molestias da pelle, os
engorgitamealos escrofulosos, o racbitismo-
cachleroso.
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, sao recommendados para os mes-
mos casos, % encontram-se nesta pharma-
cia.
PHARMAQA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 3S.
Variado sort-mento de chocolate de ban-
nilha, salepo araruu, ferro, e de sade, da
acreditada olicina de Menir.
Sabonetes d'alcatrao, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de pel'.e como sarna, panos, em-
pingensetc., sendo o ultimo de muitauili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melbores vermfugos para crianzas
Paslilhas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug.
Tudo de melbor qualid-de.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadsimo soriimento de fundas de
excellente.quaiidade.
Gruida
Precisa-se Je urna criada hwe ou eicrava,
que saiba bem ecgomm r e tratar do servico in-
terna de um asa do i.iouc familia a iraur no
Mangutnho, casa nov. dos Srs' Carprnteiros, ou
ao eaet d'akaadega vetti n. i eBeriptofi, paga-
mtmmm !
iprUMEffiO R ANTIGO CaNSDLTQSIO
HOMiOPATHIGO
' it.kdado pelo dr. aauto
HOJE DIRIGIDO
PELO
SDR. SANTOS MELLO.
43Ra Nova n.-*3
O Dr. Santos Mello de volta da Baha
contina a ser encontrado todos os das
_ das 10 horas ao meio dia para consuKae.
Chamados a qualquer hora do da ou
B* da noute.
K Gratis aos pobres. aja.
M 43-Rna Nova n. 43. __
The Liverpool Lop."
don & Globe Insu-
rance Company.
Companhia ingleza de seguros contra-fogo,
establecida em 4839.
Capital r fu* de reserva
Hs. 3a,S86:J0#
Os agentes desta companhia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e fazendas rmazenadas,
mobilias, etc., etc., a saldarem aqui quaesqaer reclamacOes.
Saupders Brothers & C,
Praca do Corpo Santo n. il.
COMPINHIA
DOS
TRILHOS RBAHOS
DO
HKIFE A* OlilXBA.
Por ordem da directora sao convidados
os Srs. accionistas para, no praso de 10
das contados do dia l. de julho vindooro^
effectuarem a 10.a presHcao de suas aegoes
w.3o de 10 %,
Para esse fim ser encontrado o St tbe-
soureiro, das Ai horas da manhSa as 2 da
tarde ae lodos os dias, no escriptorio da
companhia, ra Nova n. 33, andar, en-
trada pela ra dos Flores o. U.
Recife, ti de junho de 1870.
O 1." secretario t
Joo Joaqnim Alves-
AMA.
Precisa-so de urna ama' para todo o servico de
urna casa de pouca familia : a tratar na ra de
Hortas n. 88.___________________________
Urna pessoa habilitada propoe-se a dar IfcOes
de latim e primeiras leltras em casas particula-
res nesta cidade, ou meamo arrebaldes : tratar
na ra AugusU, casa n. 12.
AMA
Precisa-se de urna ama de leite, prtferindo-st
escrava sem filhD : na ra larga do Rosario n. 12,
2o andar, junto a botica do Pinto.
O Dr, Sarment Filho m
mudou-se para a ra do imperador n. 29, jfi|
2o andar. g
Consultas e operares todo* os dias das ~
10 horas ao meio dia.
Chamados por enripio a qualquer 1mj
hora. 9

Prectsa-se de alugar urna escrava lara
o servido de ama casa de pequea familia,
que saiba engommar e cosinbar: na ra
da Mangueira n. 3.
ALUGA-SE
O primeiro e segundo andar com sotao do sobrado
da ra da l'adeia do Recife n. 60, com suficientes
commoics para familia, sendo era boa localidade e
rnu'to fresen : a tratar no armazem do mesm .
Os Srs. Franei-co Camallo de Paula Pacheco,
moracor na villa do Cabo, e Pedro Duarte Rodri-
gues Franca, morador em Trombeta (Ona), sao
rogadas a virem ra do Qaeimado n. G, toja de
Goes A Basto.
Precisa-se de urna escrava de meta idade
mesmo sem habilidades, para o servico interno de
urna casa de familia : na ra da Conquista (Sole-
dades n. 6.
O Sr. Joaquun Salvador P. e Siqueira Ca-
valcante, nSo pode vender o seu escravo Benedic-
to Sapucaia e nem oulro uialquer.
Joo Antonio da Silva tx-socio da Orina
Bastos & C. partecipa ao publico e especialmente
a corpo do coraroercio, que tendo encontrado algu-
mas pessoas com igual nom?, por is*o desla da-
ta em diante a.-signar-se-lu Joio Antonio da Silva
Bastos.
Recife, 1 de julho de 1870.
ATTENCAO
Deseja se saber se existem nesta cidade ou pro-
vincia os Srs. Manoel Jos Soares e Jlo Jo> Soa-
res, naturaes das libas dos. Acores, os quaes, ou
quem delles tiver noticias, sao rogados compare-
cerem ra do Brum a. 96, armazem, a negocei
fle interesse.
ATTENCAO
Previne-se ao Sr. Wanderley do engenho Uba-
quuiho. que ha mais de dt-us mezes mandou fallar
ao abaixo assignado para comprar um seu escra
vo de nome Benedicto Sapncaia aurente, e em sen
poder j ha dous metes, que o dito escravo livre
e desembaracado, como consta da* certid5es que
I be foram reniettidas pelo seu correspondente, a
quem mandou procuraran para effecluar a com-
pra. Roga o abaix assignado ao dito Sr. Wan-
derley que responda a e.ma de seu dito corres-
pondente no sentido de ser remettido cem seguran-
c_a dito escravo ao abaixo as ipado cora os dias
de servico, ou effecluar a compra quando assim o
nao qimesse fazer.
Joaquim S. P. Siqueira Civalcanti.
DO IMPE
Etna do Imperador n. 38.
Lamplouplis Pyretic Saline.
A preparation of well kuown utelity to the En-
glish Faiully, ns a cooling and refreshing beverage
in all cases of ft ver. The frequent use*of t^is sa
line preserves foreigners from many dist^es to
which lliey are leable before becoming acclima-
tisedt. May be obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
PA1.MAC CEN'TRAL3RUA
N. 38.
Paslilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho martimo, para as affeccSes chro-
nicas dos pulmoes.
Paitilbas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos dnranle o periodo da
gravidez, e qualquer affecgo nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
P-isiiihas de angico naf, e de Reguault,
de hortela, pimenta, e de Vicclej, de pe-
cacuanha e de Rermes.
~mm
AMA
Prccisa-ae e urna ama para cozinhar e com-
prar para tasa de pouca familia : a tratar na
ra do Crespo n. 18, 2 andar.
Precisase de urna ama para o servico nter
no de urna casa de pequea familia, preferindu-se
escrava : na ra da Amizade n. 21, Capunga, on
ha ra do Vigario n. 5, 3* andar.
o
No armazem Novo Mando, em frente a ra do
Vigario ji. 2, vende-se rap das seguintes quaiida-
des e vinhes, por todos os vapores, sendo a reta-
ifao e em grosso, a saber:
Rap G>se-gros9o.
Rap Gase-fino.
Rap Paulo Cordeiro.
Rap princeza da Baha meio-grosso.
Rap princeza da Baha fino.
Rap p pular da Baha.
P. MAimif\ et C", em Pcnwmbuco; JOSC BELLO, ou Porto Jitgrt\
SILVA LJPLS. mBuhi; 1 LUHIUIA el C'.ea Maranl.ao.
il iiIMPPWi i
Irmandade do 6S. Sacrameuto do Corpo
Santo.
Nao tendo.comparecido numero legal do irraos
para se consumir mesa geral no dia 3 do corrente
mez, de novo convido aos nof9os chirisumoe ir-
maos a compareeqreni o consistorio da irmanda-
de na quinta-feiraf o corrente mez, as o horas
4a tarde, para em mesa geral elegerem outros
membros que subsiuam oe que tendo sido eleito<
para regerem a irmandada no anuo eompromissal
de 1670 a 1871 nao quizeram aeeitar.
scrivio,
Manoel Jos dot Santos.
PHAR.MACLA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N.. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vez s sem irritar os intestinos.
XAROPE HYPNOTICO DE'CHLORAL.
Ochlorai um agente therapeulico recen-
temente experimentado, mas cujos benefi-
cios vp sendo largamente aprovuitados pe-
los praVcos em qwasi todas as affecroes ner-
vosas, calmante e somnfero poderoso, tile
sempre empregado com vantagem nos
casos de. dores nervosas inten>as. e as de
iiisomma, em que elle produz um somno
calmo e profundo.
Elle rec"mmendado as clicas, na cho-
rea, no ttano, nos partos laboriosos, na
clampria, as queimaduras extensas, nos
aceessos ugudos de gotta, na asthma, na
tese convulsa, e em muitos outros casos,
DOSE.Dhzs a oito colheres de sopa
por da, conforme o effeito que o medico
quer obter.
Encontra-se na Pharmacia CENTRAL ra
do Imperador n. 38.
VINHO DD QUININNO DE LABARRAQUE
Podeaoso tnico hnje to acunselhado nos
gozos de |debilidade geral, e mui usado
como antifebril.
PHARMACIA CENTaAL RA ^DO IMPERADpR
N. 38.
Precisa-se de urna ama para servigo. de dontro
e fra de casa de ponca familia, prefere>se escra-
va e paga-se bem agradando: na ra Velha nu-
mero 66.
"CASA DA FORTUNA
Aos 8:000$
BiHietes garantidos..
A roa do Crespo n.23 e casas do costnmfc
O abaixo assignado, tendo rendido alm de oq-
tras sorles, um meio n. HdJ- cora 8:000 da
lotera que do recolhimento de .Iguarass (151') convida
aos possutdores virem receber na conformidade
do eostume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da 6' parte da lotera beneficio da ma-
triz da Escada (152'), que se extrahir quinta-
feira 7 do mei vindouro.
PRECOS.
Bilhete inteiro lOiOOO .
Meio bilhete oAOOO
Quinto 2(XH)
Era porcao de lOOOOO para cima.
Bilhete iot jiro 9*000
Meio bilhete 4*500
Quinto 1*800
Manoel Martins Fima.
Ama
Precisa-se de urna ama para comprar e
nhar : ra dos Pires n. 29.
COS-
O Sr. Felisniino da Fonceca Gomes d'Aran-
jo deixou de ser caixeiro da Inji de raiudezas de
Manoel Jis Lopes 4 Irmao, desde o dia 2 do
corrente mez de julho de 1370, ra larga do Ro-
sario n. 38.
ozinheiiM
Na ra do Commercio n. 3 Io andar pre-
cisa-se de urna boa cozinheira para a casa
de tres mocos estrangeros em Casa Forte.
Alii
O armazem da ra do Imperador n. 57, denomina-
do Allianea : a tratar na ra do Crespo n. 8, es-,
quina.
Precisa-se de um cozinheiro: na ra a Con-
quista (Soledade) n. 6.
Precisa-se de urna criada cosinheira, na
ra do Imperador n. 57, segundo andar, escada
pelo lado da ponto Site de Setembro.
Joao Jo de Carvalho Moraes, Luiz AlfreJo de
Moraes, (auzenle) Jos Candido de Moraes, Can-
dida Rosa de Moraes Barros, e Belarmino de
Reg Barros, compungidos da mais acerba dyr
pela infausta nova do passameuto de sua mui
presada irmSa e cunhada D. Lnsia Candida
de Maraes Crmipello fallecida no dia 6 do mez
prximo passado, (na cidade da Fortaleza, provin-
cia do Cear) mandam celebrar urna missa de r-
quiem e memento pelo eterno repouso da mesma,
no dia 6 do corrente, trig srno de seu fallecimen-
to, e para este aclo que dever ter lugar na ma-
triz da Boa vista pelas 7 l|2 horas da taanha, sa.
convidados todos os seus prenles e amigos o ob-
sequio pelo qual protestara eterna gratida .
Precisase de urna ama para comprar e co-
zinhar para urna casa de pouca familia : na ra
Imperial n. 130, casa com porlao de ferro ao
lado.
Precisa-se alugar urna negrinha de 11 para
12 annos : a tratar na ra da Cambija do Carmo
n. 2, taberna.
CRIADA
Precsa-se de urna moca decente e branca para
o servico da sala do hotel do Universo, preferin-
do-se urna ailema : na Praga do Commercio n. 2.
Paga se bem.____________________________
Padre Augusto Anto-
nio Teixeira
DISCURSO
De accao de gracas pelo fausto successo do aca-
baini-ntu da guerra, por occasio do solemnsimo
T-Deum, celebrado na ijreja de N. S. da Encar-
narlo de Lisboa. A' ven ia as livrarias : Fran-
ceza, Acadmica e Kncadernarao Parisiense.
aoTOfii
DE
PAM SCIENG1A
A casa que se arha annunciada pelo Diario para
ser vendida, defronte do sobrado do tenente-coro-
nel Manoel Joaquim do Rpgo Albuqucrque, em
Aogados, dizendo que tem 60 palmos para edifica
cao, nao ha tal, por quanf estes terrenos esto
aforados ao Sr.. Francisco Simoes da Silva Mafra,
como se v de Urna escriptora publica pelo pro-
pietario da mesma.
Aloga-se urna preta escrava boa cozinheira:
a tratar na ra Duque de Caxias n. 14, anliga do
Queimado, loja de fazendas.
EscTava.
Na ra da Cadeia n. 7 precisa-se alugar urna
escrava para todo o servico de ama casa de pou-
ca familia.
Precisa-se
Ter^o n. 63.
um eaijejro ; no pateo do
lili 1LVILAR
Vende-se tabelas compararativas de pre-
sos trando primafaeie o valor de qualquer
fazenda, em relacao s mencionadas media-
das reciprocamente : em casa de Lailacbar
A- C, ra do Crespo n. 9.___________
GeneralVersammluog des deuischen Hn-
elfsvareins MosUag den 18. Juli Afeis flalbaeht
Uhz ; ra Nova 4, erste Etage.
Der Sekretaer
Qtt Bohres.
-t Ollerece-se Urna pessoa para criado de urna
casa para compras e mandados: na ra da Roda
n. 40, loja.
_ IRMANDADE
Do Divino Espirito Santo da igreja do
Collegio.
Usando das attnbuicoes que me confere o art.
68 do compromisso, convido a lodos os Illms. Ir-
ma que compoem o conseibo fiscal, a reunirem
se no consistorio de nossa igreja no da 7 do an-
dante pelas 4 boras da tarde, afira de darmos
execucao ao disposto pelo art. 83 do mesmo com-
promisso.
0 procurador geral,
_______ Thomaz Fernandes da Canba.
Alnga-se o 1 e 2o andar do sobrado sito na
ra Direita o. 93 : tratar na loja do mesmo.
Catao & C.
X. 77 RA DA IMPERAT ZN. 77^
Esforce-se muifo eniborB o facultativo laborioso,
empreguem-se as reacyoes mais fortes contra
qualquer affecca, e lulo snr.i baldado, infructfe-
ro, e al oinminoso ^e os eombioMos phariraceu-
ticos nao forem acrysobdos, e oriundos dos medi-
camentos mais novos e puros.
Se a paihologia, a materia medicoslo os dous
contribulntes para a piompta extin^o dos pade-
cimenios mrbido?, Se lo dependo a vida as menores como mais graves
eoferafidailef, a pare do medicamento, a sua
forca real e prtirapta accao expelindo lo la duvida
sobre sua effleackiade, em vi z de sar a ultima so-
liciiude a lomar 6 o maissoguro garante da vida.
E>ta pharmacia paro isso emprega todo o zelo,
mandando vir seus medicamentos dos principaes
fornecedores de Pars. Londres, Hamburgo, Lisboa
e America ; tendo tambem grande sortimento de
productos chimicos, pharmaceuticos, tintas, pio-
ceis e toda a qualuladu do drogas, e preparados
especiaes desta pharmacia.
Avia receitas com pericia e pmmplido, at as
10 horas da noiio, aitemleitdo a qualquer receita
e a qualquer bora tambem da noite, por um pos-
tigo, e s abnndo a porta a freguezes conhecidos.
Avista disto c invidams < s moradores da Ire-
guezia da Boa-vista e uo publico em geral a cpn-
correrera ao noss,o estabelecimento, que nos en-
contraro sempre promptos a satisfaze-lo- por
menos dez por cent j do que em outra qualqner
parl. _______________
Agencia Do Dr. Aver
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito.
t a sa pars'llha
Cura ulceras c chagas anticra?, impgens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pilutas catuartteas.
Puramenie vegeiaes e sem mercurio, cura se-
z5es, curam e puriram todo o sysieroa humano
Vende-se effectrvamente em casa oe Samnel P
hnston c C, rna da Sanzalla Vova n. 42.
Furiaram do engenho Muntbequinha no dia
de S. Pedro, 29 de junho do crreme anno, um
quarlo ruco de vermelho, grande, secco do corpo,
carnudo, aiuda novo, inteiro, com duas feridas de-
cangaiha as costellas, a pontinha da erelha es-
querda aparada por dente de oulro cavalle, com
marca de raladura as juntas das maos, e o ferro
MC mal queimado em ambas as pernas : quem
soober noticia delle dirija-se ao engenho cima
dito, a tratar com Manoel Carneiro Leao, que ser
recompensado.
Ama.
Precisa-se de urna alna para comprar e cozi-
nhar para casa de duas pessoas : na travessa de
Corpo Santo n. 25, 2 andar.
Precisase de'ama ama para tasa de peque-
a familia, no larg do Paraso, segundo andar de
sobrado em frente da igreja, entrada pela traves-
sa do Onvidor.
Boleeiro.
Precisa-se de ura rapaz boleeiro no
eommendador Tasso.
sitio do
Aluga-ae urna preta do servico de casa ej
roa, sendo para casa de pouca familia : qnem pre-
cisar emenda -se no cartorio de Sr. eerivio Motta,
das 10a 1 112'horas da urde.
.Na villa de Barraros precisa-ge de urna
ama : tratarse na ra de Hortas n. 84.
Em casa ~e THEODORO CHR1ST)
\NSEN, roa da Cruz n. 18, encontram-at
iflectivamente todas ai craalidades de viniw
Sordeii, Boargogqa ejo Rueo.
SEGURA.
Fugij urna grande cachorra preta com sobr o-
Ihos e pintas amarellas coao os caes rateiros :
qnem a levar ao sitio do eommendador Tasso, na
Cruz das Almas, ou em seu escripsjprio na ra
do Amorim n. 37. ser recompensado.
A' polica.
Pede-se providencias contra o modo escandalo-
so porque se porta urna mulher de m e pessima
vida, moradora ra das Larangeiras n... primei-
ro andar. E' tao immoral o proseder deesa filba
de Jerusalem, que as familias vizinhas nem as
janellas de suas casas podem chegar, para no
presenciaram o espectculo do vicio em toda a
sua nudez.
AMA
Presisa-se de urna ama p ra todo o servico da
orna pessoa : na roa do Vigario n. 33, segundo
andar. __________
Precisa -se de urna ama para cozinhar e en-
gommar para urna s peoa : na roa da Roda
n. 16.
<
/> ..


Diario de Pemambuco Qaarta (eir 6 de Julho de 1870.

I >


naffisr&aa nsmmitt&Knw

a
Cu
O
a
Com este titulo acha-se- abarlo e inteiramente transformado este antigo
, estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encoutrarao ludo qnanto
a moda e o bom gosto tem aventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeza do trato e senciridade e modecidade ros precos.
. Espera qae o respeitavel publico ventaa ver o que existe de melbor em
aderados de "orilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alflnetes e aunis de todas as qdaldades, prata de lei faquei-
ros, colberes, palileiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar. ivr
Compra-s ouro, prata, brilbantes e pedras finas, pormaior preco do
que em outra qnalqoer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
pertencente a esta arte.
0
l 34 BIABO UBICAN. 3 k
1
s
mmmmmmmmummwm
0 ABAVILIIOSO BEHEDIO DO
DR. CHAS DE GRATH
OLEO ELCTRICO
kl\l OF PAIN 0 RE DA DOR
PARA USO IMIIIVO i: EXTERNO
Cura cholera e cholera m rbus,
Diarrbea, lluxo de sangue, em um da. Dor as cosas e nos lados, en dez mi-
Dr de cabeca, e dorqs de ouvido em notos,
tres minutos. Tosses .perigbsas e refriados, em um da.
Dor de dente, em um minuto. Pleuresa, em nm dia.
Neuralgia, em cinco minutos. Surdez e asthma.
Destocares, em vinte minutos. Hemorrboidas e Bronchitis.
Gargantas incbadas, em dez raicatos. Inflammaco nos rins.
Clica e covulsoes, em cinco minutos. Dyspepsia, e^ysipelas.
Rbeumatismo, em um dia. Molestias de ligado.
Febre e febre intermitente, em um dia. PalpitacSo de corceo.
Reserve sempre este remedio em sua familia
AS DOENgAS SE APRESENTAM, QUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O c KNG OF PAIN (O rei da dor) aquieta e positivamente
dissipa mais de differentes molestias e dores, e allivia mais os suffrimentos e produz um
mais perfeito equilibrio no systema bumano, o que nao se pode effectuar no mesmo
tempo, com qualquer oulro remedio medecinal
Este muito popular remedio est agora usando-se geralmente, pela razo que
milhares de pessoas se tem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. Gratb e outros
mais.
Este importante remedio nao se offerece para oorar todas as doencas, porem 15o
smente para aquellas estipuladas nasnossas direcges.
Est operando nos principios da cbimica e da olectricidade e por isso est ap-
plicavel para o curamento e para a restaurado da acgao r.atur; I dos orgos que soflrem
da irregular circulacSo dos fluxos dos priucipaes ervos. Oleo elctrico O King, of
Pain opera directamente nos absorventes, fazendo desapparecer as inchaioes das gln-
dulas at em um tempo incrivel, breve sem perigo do seu u:^ debaixo de qualquer cir-
cunstancia.
O remedio, urna medecina para o uso externo e interno, composto dos elemen-
tos curativos, raizes, bervas, e cascas, taes, como se tem usado dos nossos antepassa-
dos, e das quaes tem grande existeacia no mondo, para curar todas as molest-as, so-
mente sa'endo-se quaes ellas sao.
Foi um grnde e especial desejo da faculdade de medacina durante muitos annos
de experiencia para aprender os melhores modos que se dsviatn adoptar para curar a?
seguintes doencas, e que proponte* de medecina se devia usar.
U^ICO DEPOSITO
EM PEMAMBUCO
NA PHARMACIA F DROGARA DE
BAHTHOLOHEO & C
N.=34 Ra Larga do Rosario.N. 34
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
I.7-M1MH.7
Acaba de chegar a este estabelecimento novas facturas com importante sortimento dos
artigos abaixo mencionados precos os mais resumidos qae possivel.
LVAS DE PELUCA
Do afamado fabricante Jouvin.
Sortimento completo de brancas e de cores, maito boas de se escolher, era qnanto esto bem
frescas e sortidas.
BOTIWS
Para aenhoras e nenlnas.
Botinas pretas, brancas e de muitas outras cubera sortidas e bonitas, do ultimo gosto da
moda.
BOTO AS, BOTAS E PEBMEIBAS
Para horneus e meninos.
Bolinas de bizerro, cordavao, lastro e pellica, butas rossianai de bizerro e de lastro, per-
uerns de lastro tanto para homens como para meninos. .
Sapatos
Sapatos, de borracha para homens, senlioras e meninas, sapatos de invern para horaens,
ditos de lastro com salto para horaens, ditos de tapete aveludalo, de casemira e de tranca fran-
cezes e portagnezes para humen?, paca sen toras e para menime.
COMPRAS.
.....
0 muzeo de joias
Na roa do Cabng n. i compra-se ouro, prata
t pedras preciosas por precos naii vantajosos do
que em ontra qualquer parte.
Uompram-se
Moedas de ouro e de prata de todas as nacoes : ua
ra da Caea do Recite n. 58. loja de alejo,
Compra-se urna casa terrea boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista : na ra da Florenti-
na n. 6.
Compra-se urna
Santo Antonio : trai
mero 6.
malor
asa terrea, na fregoezia de
Do arco da Concedo nu-
compram-se
dras preciosas e a obras vellias: na
Com mnito malor vantagem
ouro, prata e pe"
loja de Joias do Corarlo de Ouro n. 2 D, roa do
Cabng.________________________
Compra-se ama carrosa e preparos para um
cavado, sendo esta maito roaneira e em maito
Iwm estado: na rna da Senralanova n. 30.
ttenpao
Compra-se ama reflnacao de assuear :
^ *r annunci apara ser procurado
quem
Compra-se na ra de Hurtas n. 1, papel de
jornaes para embiulho.
PERFUMARAS
i, leos, agua divina, de cologne, d
iara bigodes, pos de arroz e saboie
Quinquilharias
Finos extractos, banhas, leos, agua divina, de cologne,de lavande, e de florida tintara
para- cabellos, pomada angrolse para bigodes, pos de arroz e saboketes.
Vende-se on aluga-se urna canoa nova, toda
encavilbada de cobre, qae pega 400 feixjs de ca-
pim : para ver e tratar na cambda dos Remedios
com o capitn Delflm._____________________
E-peJhos grandes e pequeos, leqaes, albuns e caixilhos para retratos, esterioscopes com
bellas vistas escolladas, bengalla?, chicotes, correntes de plaqu pira relegios, gravatas, oculos,
luneta?, caixinhas de costura ornadas com msicas, photographias. nagicas, coflresinhos mgicos
para desapparecer anneis, ditos ditos para relogios, jpgos de domin, Ipagatella, redetos, e outros
muitos joguinhos francezes e allemaes jarros com bouquels de flons de porcelanas para san-
tuarios, cestinhas diversas para braco de meninas, objectos de pbantasK donrado* para toiletes, ri-
cas escoras para cabello, para vestidos de senhora, para chapeos e para >arba, ponteiras de espuma
para cigarros e para charutos, abat-jur para candieiros a gaz e para lante-nas de piano, caixinhas de
msica de darse corda, ps de vidro para pianos, realejos grandes e peqienos, accordions, cosmo-
rama3 com as mais importantes vistas, molduras douradas para quadros, bonitas estampas de pai-
zagens, de figuras e de santos, carrinhos de 3 e de 4 radas para con&azr meninos a passeios, ma-
las e boiras para vugens, bercos de vimes os mais commodos que ha [ara criancas.
Para este artigo nao ha espaco nem tempo para a massante leitara d\ infloidade ds gene-
de brinquedos fabricados em diversos paizes da Europa.
ros
:.?$? :3






l*#:gM
"
ATTENCAO
O dono deste estabelecimento pede ao publico em geral quo continu a
dcando as dualidades e es precos baratos de ditos objectos por serein vindos na
unta propria.
visita-lo veri-
direitura e de
GRANDES NOVIDADES
NA
TRIMPHO
PARA SENHORAS. Ricas poupelinas de padrees lindsimos, e gosto nevo.
Cambrias bran as bordadas para vestaos. Poil d'thevre de lindos padroes por
jarato preco de 530 rs. o covado.
Grande sortimento de las e alpacas de 320 rs. a {#500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j feitas con| barra de cor.
PARA MENINAS. Ricos vestidinhos de fusto enfeitados brancos e de cor.
Vestuar os de fust5o para meninos.
PARA HMENS. Camisas inglezas e francezas, de linho bordadas e de pregas,
:om collarinho e sem elle, ditas bordadas para noivas. Chapeos de sol de cabo de
narm e de cr.nna etc., etc., tovas de Jomin par scnhrras.
Grande sortiment- de cortinados para camas e janellas. Croxs para sof e ca
)1ras de braco e guarnirlo. Tapetes para sof 4 cama, para pianos e portas.
Goxas de croch para cama de noivas. Tpetes em pessa para forro de salas.
O nico e especial sortimentos das verdadeiras ESTEIRAS DA INDIA, s existe na
Loja do Triumpho.
Pdia Duqua e Gaxias n. 7.
CABELLEIMRO FRANCEZ
Eecife51
Chuna a attt;ncao dos seus ianumeros freguezes, e do respeitavel publico et
eral, para a seguate tabella dos precos de sua casa, os quaes slo vate por cent
nais barato do que em outra qualquer parte:
Cabelleiras para senioras a 250,
3& 355 e......405000
Oitas para bomem a 355, 405 e 505000
Coques a 125, 155, 185, 205,
255, 305 e ...... 505000
Crescentes a M, iU, 185, 205,
255, 305 e .... 325000
Cachos ou crespos a 35, 45, 55.
65, m'&, 85, U e. 105000
Tranca de cabello para annel a
500 e. .... 15000
Tranca para braceletes a 105,
Cadeias para relogo a 55, 65,
75, 85, 95, 125 e.
Corte de cabello, .
Corte de cabello com friccSo. .
Corte de cabello cm lavagem a
champou. .....
Corte de cabellopm limpez da
cabeca pela machina elctri-
ca, nica em Pemambuco. .
Frisado ingleza ou franceza.
1550H
50i
5(K
15001
15001
50(
25!
VENDAS.
Farinha de mandioca
da Baha.
No escriptorio de Joaqun) Geraldo de Bastos;
roa do Vigario n. 16, primeiro andar, vndese
farinna muito alva, fina e torrada, saceos de doas
alqaeires, por menos do que em outra qualqner.
parte.
Vende-se a padaria da ra da Guia n. 56,
por sea dono querer retirar-se por se achar doente.
Santuario
Vende-se um em bom estado, por nreco com-
modo : na rna Imperial n. 85.___________.
Taxo de cobre
Vende-se um grande, por prero commodo: na
ra Imperial n. 23._______________________
Vende-se por menos do que em qualquer
outra parte 100 moinhos de pedra chegados lti-
mamente d Ilha de S. Miguel : na rita do En-
cantamento n. II, venda.
Vende-*eem palmos acontento terreno mui-
to bom para edilicacio, sito na entrada da ra do
Principe, na estrada de Joao de Barros, no bairro
da Boa-vista : quem pretender dirija-se ra da
Imperatriz. sobrado n. 13.
ATTENCAO
o
Vendem-se as trras da fazenda de criar gados,
denominada Nuva Fazenda, sita na comarca de S.
Joao dos Cariris-velhos da Parahyba, ainda com
dous curraes e casa ordinaria, <:om basUntes tr-
ras, agua boa e permanente, e maito boas pastos,
dis'ante de-ta prac,a 30 legoas, vende-se por com-
modo prec.0 : quem pretender pode dirigir-se
ra do Rosario da Boa-vista n. 24.
Vende-se feijao mulatinho a 700 rs. a cuia :
na ra do Vipario n. 12.
Farinha de mandioca de Santa
Catharina.
Da superior, vinda pelo patacho inglez Manj
Block j ha parte ensacada para commodidade dus
compradores, e vende-se nos armazens de T sso
Irmaps & C, no caes do Apollo, e ra do Am rim
numero 37.
A 2*000 Finos curtes de chita a 25000 : ns po n.' 2", loja da esquina. ra do Crcs-
Cabriolet Na cocheira d > Sr. Balthasar ra 1, vende-se um cabriolet de 4 rodas, estado e por preco cornmodo. da em Guia n. perfeito
Vende-se um grande itio em Ierras foreiras, no
lugar denominado Arrala! n. 48 \, o qual fiea por
detraz do Mooleiro, e muito porto da estacao, ten-
do a casa 2 janellas e 1 porta de frente, 2 salas e
t gabinete, 4 quartos, e eozinha fra ; o si io alem
de diversas arvores fructferas, tem mata para ti-
rar lenha a tratar na ra do Imperador n. 54,
livraria uniwrsal.
Vende-se
4'r- _
A ra do Duque de (Jaxias n 21.
(ATIGA RA 10 0EIMAO)
Nao foi sem fundamento que a NOVA
ESPERANCA tem deixado de fezer os setM
annuocios, a razo simples, ella enteode
qne ludo cm demasa aborrece... por isso
como j tioba dito e scieniivado sua boa
freguezia o que constantemente ia receben-
do, ou tivesse feito muitas vezes, receiou
tornar-se mascante, assim pois recolbeu-se
um poeco ao silencio, mas nunca deixando
d'eapregar os verdadeiros tsforcos, j con-
tratando maior numero de correspondentes
na Europa, j descobrindo objectos do mais
apurado gosto e fioalmentu sssignando o
Jornal das Familias, o qual vem sempre
ornado com gurinos, modernos moldes para
vestidos etc.. etc. para desla forma melbor
servir a sua constante freguezia ; e com es-
pecialidade ao bello sexo, quem a NOVA
ESPERANCA ufanase em ofJerecer-lne
seus servicos, apressando-e dtsde j em
declarar que tem recebido ltimamente
entremeios e babados bordados transparen-
tes e tapados, chaposinhos de selim para
baptisados.
Finas toucas de cambraia bordada para
o mesmo fim.
Meiasde seda e fio de escoca para crian-
Cas.
Dedaes d'osso, marGm, ac e madrepe-
rola.
ptimas navalhas, afiadores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatiobos com biqueira, sendo
com salto, para meninos c meninas de dois
a doze annos.
Boas lentes com cinco Eclmetros, para
contar-se os fios de qualquer fazenda.
TesOuras para frisar vestidos.
Carretas para tirar atildes de vestidos.
Mollas para segurar costuras.
Bonitos tinteiros de novos moldes,
Meias de 13a para homens e senhoras.
Finas e bonitas ligas para meias.
Fil de linho e de seda, sendo preto e
braceo, liso e de salpicos, c outros muitos
objectos expostos a venda na Duque
de Caxias o. 21, na NOVA ESPERANCA.
ftabo d'alcittco.
Vnde-se na roa Duque de Caxias n. 2-1.
PARA LUTO.
Brincos, broches, vollas, pul eiras, fivel-
las, pentes, bot5es para pu los e cadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANZA, qmndo salisfa-
zersua freguezia, nSosmente un objecios
d'alegra ou de luxo, quer larobcm acom-
panbar aquellos, qn- infelizmente perdendo
alguem de sua familia, on alguem de sua
amzade, precisam de taes objectos, assini
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou viro
que lia de melbor neste geiscro, poique
sendo taes objectos de cor negra, sendo
de m qualidade. n3o omenie tornam-se
tristes como at repugnantes, o que uo
acontesce aos da NOVA ESPERANZA, por
que apenas exprime o sentimenio pela cor
porem como que traz um lenitivo pe gosto
e perfeico com que taes objetos sao tra-
balhados.
JoaquimPtodrigues Ta- ^
vares de Mello,
Ir/raqa do Corpo Santo n. 17J
v- 1
TEM PADA VE
Cal ds
Potassa pa Snssia.
Vinho Bordeaux.
Farello de Lisboa.
ParSaba e iuan;i B8G
$8
Palitos do gaz a 320 rs. a duzia de caixinhas, ba-
rato : na 1 ua dn Ranpel ir. 39, taberna.
Mais barato do que *-m outra qualquer
parte.
No porto da travessaTios Coelhos acha-se cons-
tantemente lijlo grosso e fino, tapamento, tenas,
e grande porcao de area, que so vedera a voutade
do comprador por menos preco do que em outra
qualqner parta ; assim como se ncarregam de
f 1: necer matenaes para as obras, para o que h>
canoas carreis
Milho e farinha
No trapiche Barao do Livramento, boa farinha
de mandioca eexcellente milho em saceos gran-
des : a tratar na ra d>> Vigario n. 16, Io andar,
escriptorio de Joaquina Gerardo de Bastos.
I
primeiro introductor dos pocos tubulares instantneos
da Abyssinia, em Pemambuco.
Participa a, resptate! pulicoque ltimamente tem recebido a quarta remessa dos di-
tos popos,. t os p.-rtericas completos e aperfeicoados 'para a coilocarao d'elies wn pouco
tempo, lano em terreno mole como em pedra a mais dura que houvcr, como se pode
verificar no >jiio no Encanamenlo na Amia! dos Coqueiros.
A vantagens que offerece este systema de adquinr agua sobre qualquer antro, sao
immensas : i^rvimlrt naosmenie as cmbeles cima mencionadas, caciinbastunb 'in uas
cacimbas j kiUt, aonde anda nSo tem bombas ou a agua nao pura, mois, elles esto
munidos de. titn llro que nao deixaenlrar impuridades', vanu.gem que nao tem os outros
i\m disso, a grande quanlidade d'agaa que elles deitam de 5 i 8 pipas por hora,
confera* o dimetro dos tnbos. (I \ i. H/i e pollegada) a facilidade com que ells
funcionam, a simplicidade, perfeico e solidez combinada com a elegancia de sua forma,
que para ser appreciada basta ver se.
O aanunciaute tem nma pesoi especialmente habilitada, tanto na coilocncao d elle,
como na escolha do terreno 011 lugar mais propro, que se t-ncarrega de taes servicoss
por pr^o commodo ; e, visto o cambio ser ma's favurarel. vende-se elles por 'precos
mais moderado, recebeodosea importancia i de pois de coltocado e funciouando .1 satts-
acio do comprador.
Para eocommendas mais esclarecimentos a respeito trata-se na oia do Sr. F. J.
Jennann, rna Nova, a. 21, na olcina de meta de Sr. Pauto Jos da Silva Freir.
argo da Concordia n. i.
15(3,200, 25 e.....30WOO. Barba. ,......
ASIGNATURAS MENSAES
Esnecialtdade de penteados para casamento
Bailes e soireA
O dono do estabelecimento previne s; Recomcenda-se a superior TINTURA JA
Simas. Sras. e aos cavalheiros- qne ha um PONEZA para negrecer os cabellos e bai
salao para tintura dos cabellos e barba, as- ba> nni 3dmi"id? fj Expsito Universal
Midu(idi >im como um empregado smente oceupa- lalil, analysada e approvada pelas acade
do nesse sen-ico. m'as <^e sciencias de PARS E LONDRES
PH4RMACIAD0 PINTO
RA IiJUSJL BO ROSARIO % 10
Jnnto ao quartel do corpo de polica.
(OUTR'ORA RA DOS QUARTE1S)
As especialidales desta pharraaoia s5i> os acreditados meMcaraentos indgenas
componos e propagados pelo seu proprie ario, o qual tem empregado os mais aturados
esforfos. afim de desenvolver a tberapeutica braiileira-
Acham-se, pois, os referidos medicamentos, bem como muitos outros de origem
estrangeira proraptos para satisiazer as prescripces dus Srs. facultativos e acudir s
necessidades de todos os enfermos.
TOSSE E MOLESTIAS DO PEITO
Xarope de fedegoso, rabo de tat, agriao, pao cardoso, juca, mulung, mutam-
33 CtC CtC '
RHEUMATISMO E MOLESTLAS SYPH1LITICAS
Arrobe vegetal, xarope de salsaparrilha do Para, ptlulas, xarQpe de veame, tin-
tura e xarope de sicopira.
Doencas do fisaJo e bofo, anemia, opilaro etc.
Emplastro, oleo, pommad tintara, pilulas, xarope e vlnho da milagrosa Juru-
beba.
Sezdes ou febres intermitentes
As pillas aflti-pnodicas do Pinto.
De dia par dia, mais doce.
De goiaba.
e laranja.
De banana.
Em caix5e< e latas.
Fino e baio.
Gaixoes grande* e pegenos.
Proprio para embarque. "
Vndese constmteraente i roa ireita, n. 91,
taberna dj Borge*.
Q# 50^
Ricos cnetros de casemira bordados a crox e a
matiz rna do Crespo n. o, loja da esquina.
' CHARUTOS* DE s. FKLIX
Ramo? i Tempo! vendetn no seu ewriiitorio,
ra ila C"oa n. 7, eharotos d'i afamado fabrican-
te Manopl da Cesta F^rreira, de S, Flix.
O verdadeiro
Madre, de Deo< d. 22, armazein
Barro?.
Cemento
portland. S se vend na ra da
de Joao Martins de
TABERNA.
de nma taber
bem afreguezada e
com poneos fundos : a tratar na mesma taberna a
qualquer bora do dia.
Vende se a antiaelo e pertenres
na a rna do General Victonn i
Allenfo,
Vende-', una casa de laipa coberta de tellia,
na povoa^ii dos Montes, margein do rio Una : a
tratar na ra Imperial n. 38.
Vende se una casa nos Affogados, siu de-
fronte do sobrado do teneqte-corooel Manoel Joa
quim do Reg e -Albuquerque, com chao proprio,
sotao e itidis sessenta palmos de terreno para edi-
ficado, perto i estacao, por preco commodo :
tralvr na roa ugu>t* n. 69. ,
jFannha de qjandioca
No trapiche Bario do Livramento, no largo da
assembla, ha depositada superior farinha de man-
dioca para vender-se : tratase no mesmo trapiche
oo no largo do Corpo Santo n. 6, S* andar.
Rival sem segundo,
(Amiga ra do Quciado)
Cont'nH a vender tuiio muito bom e
muito barato a saber:
Quadernos de papel peqtmio a. '40
Libras de artta ^rela muito bo. 120
Tesouras fi:.as para Bdtras b o Mu-
ra a......... 500
Papis de agulfaas fraorwas a ba-
ilo a......... 60
Cantas com seis saboneles d ruta 1-5000
Libras de ISa para bjrddf ce icd^s
as cores a .......OffOOO
Caivetes finos para aparar penas
laps a 500, id e. .
Carriteis de lnha Alexaudre a. .
Frascos com azeite prara machinas
Gravatas de cores muito tinas a .
Grozas de boloes madepersla li-
nissimos a.......
Pares de luvas de cores muito fi-
nas a 320 e.......
Novello de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes tnuto
superiores a .
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com l-nta prel;i a HOrs. e
Pecas de fila elstica muito ina a
Lata com superior banha a loO e.
Frascos de oleo Pblocomo muito
fino a. ........
Ditos ditos dito grande a. .
Frascos de macaca perola a. .
Frascos de extracto muito b niios a
Duzia de sabonetes moilo finos a.
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. .
Frasco com agua de colonia Piver a
Dito deoloo bnboza a.....
Guisas de lamparinas a. .
Sabonetes a forma menino muito
Superiores a.......
utrlillias da doctrina fazenda nova a
Libras de linha surtidas de todos os
nmeros a.......
Duzia de pomada do Porto muito
superior a.....
Babados do Porto, largos a 160 e
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz preto, com t
oitavas a........
Agulheiros de osso enfeitados a, .
Libra de linba franceza superior
qualidade a.......2#400
Caixas de "palito do gaz a. 20
Bonecas de cera muito bonitas de
500 rs. .^.......2#>00
Vende-se nm caliriol'-t fran--cz de dnas i-
das, em perfeito asudo e bem conservado, com os
Sus competentes arreios : a ver e tratar rna da
atrli: d Boa vista n. 28, loja de pintar carros,
Farinha de aaadloca.
Da melhor qualidade e mais barata do qae em
outra qualquer parle : venden) Amaral, Moreira
A C, no caes da alfandega n. 7.
500
100
500
500
500
5Cft
60
eco
210
100
200
200
506
iOOO
240
500
720
15200
500
300
40
240
400
1,5800
280
200
700
640
240


Diario de Petnambuco Quai^a eira 6 le Julho de 1870.
A VERDADE
Rna Duque de Caxiasn. 55
Na lojs da VERDADE continna-se a ven-
er por *aratissimos presos todos os arti-
gos da miudezas e perfumaras do sea
grande e variado sortimento, garantindo aos
compradores toda a sinceridade.
Lindas bonecas de cera e massa por ba-
ratsimo preco.
Espelbos dourados para pendurar a
100 rs.
Agulhss de osso para crox a 200 rs.
Pautes finos para segurar cabello, a
320 rs.
Chamins para gaz a 320 rs.
Garrafa com tinta atizarme a (000.
Ditacom agua florida a 105CO.
Dita com dita dita a MOCO.
Tnico de Jayme a 10500 o frasco.
Frasco comoleo expresso de babosa, de
240 a 6.40 rs.
Dito com agua de Colonia de 300 a 1)5000
Dito coi extractos finos a 15000.
Dito com sndalo verdadeiro a 1)5200.
Latas com banha multo fina de 120 a
240 rs.
Sabonetes muito finos e diversas quali-
dades a 80, 160, 240 e 320 rs.
Finas escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Ditas para facto de 500, e600rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Pentes para alisar com costa de metal a
320 rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320,
Pentes para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Brseos do cores, inteiramente modernos
de 160 e 240 rs.
Pennas caligrapbicas muito finas a 10400.
Ditas de lanca e miosinba a 800 rs.
Lindos babadinhos e ntremelos de 500
e 1,9503.
Grosas de botos de lou?a de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para caifa a 240 rs.
Caixa com papel amizade a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Ditas com obreias a 40 rs.
Ditas com agulbas fundo dourado a
280 rs.
Thesoura para costura a 240 rs.
Liaba de marca eaixa a 280. rs.
Carriteis do linhas de Alexandre de n. 70
a 200 a 10 rs.p
Grampos muito finos, com passarinbos du-
xiaa 200 rs.
Cartas fraacezas para jogar duzia 3^000
Ditas portuguezas, duzia 1)5400
Papel almajo superior qualidade resma
4,5000.
Lam muito fina para bordar libra.6)5500
Fitas para debrurn desapato, pessa 160 rs
Ditas de lam para debrum de vestido pega
400 rs.
Caivetes grandes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Roletas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lam de caracol branca e de
coi es de 40 a 100 rs.
Fius para eos, peca 480 rs.
Alfineies de lato, carta 100 rs.
Sapatinhos de lam para cranla de 400
a 800 rs.
Calcadeiras a 40 rs.
Gravatas de seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas#de croxe, brancase decores 500rs.
Dita de gorgwao" de cores a 800 rs.
Na verdade & ra Duque ce Ca-
llas n. 55.
COM FJlBUIMA
Maia Landelino vende' <.eco com farinha" de
mandioca : na rna do Dnqne de Caxia, travessa
do Rosario, loja n. 18 B

>
Grande arnazem na rr.a da
Imperatrtz n. _
Neste grande armazem vende-se tonga mflea
fioas e ordinarias, apparelhos de porcelana para
jantar e para cha, jarros para flores o mai boni-
tos e de gestos modernes ; assim como grande
orti ment de vidws fiaos o ordinarios que todo
se vender tanto a retaibo como -por tacado pelo
maU barato prego que era outra pualqner parte:
cbamamos a atleng. dos fregueies, que sero
convenientemente servidos tanto nos cemraodo
preces eonio na boa rtnalidadp das fatendts.
lEO be oro
Grande estabelecimento de fazendas e roupas feitas e por medida^ roa da Im-
peratriz n.'52 junto a loja de oarives.
Neste estabereeiinente encontrar o rllpeitavel pnblico um bonito sortimento de
roupas de todas as qaTidadefc.
Palitot-de alpaca preta e de cores a 30000. 35500 70000-, ditos mirin preto
de 70BPltf'255O(Kfc ditos de csemira-de cores finas e ordinarias, de C-0. 160000,
ditos depanbo finos d t$%$ 100 e 2' 0OOGvsobrecasaco dito d-AOjl a 500000
Completo sortimento de calcas de brim*tardo de 10600 a 60900, ditas brancas
de 20,- 105080 mais superior, ditas meia asemira, ditas camira de 55, 130000,
ditas casBlhfr"preta de 65, a IfiSOOQ'siiperior, dita de merino diversas qualidades para
luto. Assim coma cm bonito sorfimeto le colletes de brim da eres, ditos brancos,
ditos de casemira (Je core epwtate, ditos de merino para IrrWfft.-Kia slperior.
Sortimento computo de camisas francezas de algodlo, de 15600 '& 35000, e de
linho de .385000 a 75O00 a dnzia.
Sortimento completo de ceroulas francesas de algodao de 15600 a 25500,
-ditasde bramante a 15800, 20IKMU30OOr> ditas de rlataMtjjb^francPzas, fazenda su-
perior de 255000 a 355000a flozm. Sorthne.te de cplarmhjdealgodo e linho, etc.,
assim como meias de algodtb'para liomem de 35." a 105000 a duzia, gravatas de mui-
MACHINAS PARA
no armazm d4AMporiM & c. ra da
Croz n. 48 o seguinte;
\inbo Bordeaux superior qualdadei Pre
COS de 70Wa 2O0OO.
Cognac fino, differentes precos.
Licres de diferentes qnadades e pro-
cos.
Frotas e conserva em frascos.
Aserte doo france., em caixas dor Ijfcv
garrafa?.
Fariuha de mandioca
Acaba de ehegar o brigne brasHelro OtUHo, j
acha se fundeadoem frente'do trapMw Bario d
GRANDE BAZAfc > Livramento, com annbt de manioea nova e boa.
Fu Nova n. 22-CAWIEIRO! de Santa Catharina, a granel oo ensaocad* a oaff
Acabara de ehegar ao
UNIVERSAL,
vuNJu--um completo sortimento do ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes esto em exposico no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
tade dos compradores : seas consignatarios Amo
rim Irmies C._ rna i Crin n. 3.

Cigarros da imperial
fabrica de S. Joo
de Nictberoy.
nico deposito em Pernarabuco caes da alfan
dejra velha n. 2, 1* anda. _______^^
Vende-se
tas qualidades/. NaTw4amjttertri. 52,.k)ja-do'
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de' marfim. i llda- e tambem ensina-se coopaig ,
Toalhas para rosto. Sortimento de mallas para viagem. *?* SSn an te 30 rosto No trapiche do Barao do Livramento, ha par*
ATTBN5ASt | sio iguaes no sea trabalho ao de 30 costa veBder ^^ miVtM cheg>d0 ^nvto*
Neste estabelecimento encrregase de mandarfazer qualquer obra por medida;reirs diariamente,e a sua penacao e hi Rj0e j>niro: tratar emfoaqatm JosOon-
e para esse fim tem hbil mestre entarregado da' ofBcifia, que se encarrega do trabalho: como da melbor costureira de Paris. Apre-; calves fieUrie em eeu scripiorio % rna d*Con-
com per*it3o e pontoafidade. sentam-se trabalhos executados pelas mes- merad n. 17.
mas, que muito deven agradar aos preten-
dentes.
SORTIMENTO DE FAZENDAS. -
CbiladOs.o*rt*do ou 405080 a pessa com 42^;ovados. ditas miodes
para camisas e tiraSo de menirwWO?o280'r8.i eoutras raoitasquilidades de 320,360
e 400 rs. o covado, neste mesmo^trblecimento chegaram. urnas bonitas chitas da OffiCina e aiHiaZem W'T'S^m^v^S'SS^' n '""'^
victoria com barra, a qnal para flh i$ econTpetente' enfeite para corpinho.
Mrlhb: e farinha
Veocam-ae-BiWos cota miho novo a 5300, e
Sementes ntvasde hortalices, garantidas, da socie-
dade de Horticultura Lisbonense, ra do Araorim,
deposito da labrica de cervejas e espirites da roa
do Brnm.
Alta novidade
NA
Loja dopado
Chegaram pelo ultimo vapor francez as ricas
chapelinas de palha de Italia, ultima novidsde de
Paris, chapeos de vetado e pal lia tambem os te-
mos de muito gosto, postilhSe? e basqntaas de gor-
goro preto mnito superior com ricos lacos de
setim : na roa Io de Marco n. 7 A, loja do pa^o.
Pechinchtt a 1$ e 9$
Vende-se calcado france obra multo boa pelo
diminuto preco de74 e 03, assim et>m calcado
para crianzas a 2f 500, baratissimo: venham a el
les antes que se acabem, na bem conhecula loja. de
miudezas da ra da Cadtia n. 50 A, confr ote a
ra da Madre de Df os.
Cam-
hlala lisa de 35, 4J, 55 e iO^OO a pesia, e ourasmuitas f?zedas de todas as quali-
dades. /
ALGODA^E MADAPOLlO AVARIADO.
A 45000 o algodo. e^ilO^OBjailaTOiao. etamiem chin escora b6a 240 o
mannore
Vinte e deus de novembro
Caes Vinte e deus de novembro n. 57,
(ootr'ora armazem allianfa) ,
Ha para vender pera* marmores de toda M
covado por ter grande" porcao.o -ro* de-id^ewtriz n, 52, luja com portaos encarnados. S^oWrasTSwd^Jm tS%M-\
intitulado
Leaode Ouro.
Sacpos de estopa
Veniem-se opti.no? sacoo de estopa, proprios
para usurar, milho, farintn etc.: no armam- de
Adammi, Hawie & C, m> dCftcnmereio n. 40.
Yefas de spermacet
, ras e saccadas de pedra de Lisboa. Tambem ron-1 VrflSdro americano cada urna caixa trintt
' trat. -se e faz-se qualquer obra, como nsonun- (e eiaco metas duiia^ de veilasi ou 210 vejlas, por
tos, tmulos, estatuas, pias, lavatorios, mesa* e ^rinta-e clncd miUraiK* No armaze
I
A 5^000.
Vendem-se bolinas de cores para senhora pelo
diminuto preco de 5 o par, sao cores bonitas e
obra bem feila : venhara ra da Codeia u. 50 A,
loja de miudezas confronte a roa da Madre de
Dos.________________________________^_
Farinha de mandioca
igual a de Muribeca.
Em saceos de dons alqueires e de panno de
algodao, cuja medida corresponde de 5 a 8 00
mais do que a medida daqui e do Rio de Janeiro,
vende-se a preco menor do que em onalqner ou-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Gonijal-
ves Beltrao, em seu esenptorio a ra do Commer-
cio n. 17.
Vende-se
O engenho Bomir, provincia de Pernambnco,
districto de Agua -Preta, distante da estacan de
Una quatro legoas, cora bo^s ierras, moeute e cor-
rente : tratar com Jos Joaquim Dias Paredes,
no povoado dos Montes, (Una) ou no engento ca-
pricho com Joaquim Jos de Aroila.
Ra do Crespn. 20 A.
Alvaro Augusto d'Almeida C.
Este estabebeimento de fazendas Anas e grossas j pastante conbecido como
am dos mais bem sonidos desta cidade acaba de receber directamente de Paris algans
irtigos especiaes quepassa a mcn.-.ionar.
Ricos crti* de vestidos blond para casamentos.
Cortes d# vestidos de seda de edr, de gostos inteiramente novos.
Brocbad fazendas de laa e seda propria para vestido.
Foulardde seda de todas as eres, tambem para vestidos.
Fitas brgas de seda para cintos, gostos escoceses e lisos.
Chapabas de seda e de palha d'Italia.
rfasquias de seda e guipure.
CnlcAas de seda e dela e seda.
Cor/inados de camhraia bordajes muito ricos.
Pajinos de verdadeiro croeb para jardineiras, sof e cadeiras.
Toalhas de linho de superior qualidade.
Bramantes, selicias, sguioes atoalhados.
Guardanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Caohe-nefc bales, caminbas, sombrinha.
Madapoioes de vana* qua'idades, sjeos para viagem, mallas, tapetes, capa-
chos, alcatifas e mnitos ontros artigos que se vende por presos mdico?.
Tem tambem constantemonte um bmpleto sortimento de ESTEIRAS DA IN-
DL\ para forrar salas.
BRACO
todo o mais tendente mesnaarte, por mdicos-1mos & C, roa do Amorim.
pr;c Farinha de mandioca
Vende-se farinha de mandioca chegada do MaL
ranhao no ultimo vapor do norte, por menos pre 1
escripbrio de Joaquim Gerardo de Bastos, roa
do Vigario n. 1G, t andar.________________ I
m M m
Chegou ao antigo deposito de Henry Porstw *
., ra do Imperador, um caneganiento de sai
de primeira analidade; o qual se vende em partida
e a retalho por menos preco do que em eutr qnal
qner parte.______________________________
Vende-se um terreno proprio, com 138 pal-
mos de fenle e 160 de fundo, para o lado da es
trada de ferro, cuj terreno tem al'ceree feito pa-
ra cinco moradas de ea_>, na ra de Motocolom-
b dos Afogados : a tratsr na mesma roa, ou na
roa bireita dos Afogados n. 13. _____
armazem de Tasso Ir-
-------
go.*to e novidade^s pnr todos i
do paco roa Io de Marco n.
Sahtias lie bail?.
Chegaram loja do paco as ricas sabidas de
baile, assim como os ricos 'enchivaos de cambraia
bordados para criancas-se baptisarem, artig> este
o melbor que ha no mercado, anim como temos
grane soriiinento de outr.is muitas fazendas de
os vapores : na leja
7 A.____________
Cantara de Lisboa
Soloira?, hombreins e espitis para frentes de
casas, o qnc ha de melhor : vpnda no arma-
zem da travessa do Corpo Santo n. 25, de Joaquim
Lopes Machado & C.______________________
Vende-se urna casa de taipa. na baixa do
Zumbi, (Torre) em solo rendeiro : tratar ha ra
Imperial n. 233.
Ra do Imperador n. 2&
O respeitavel pnWro encontrar neste
estabelecimento diariamente um completo
sortimento de pastelaria, bollos ingleze
podins, pds-del, prgsentos dos ulttmoo
ebegados ao mercado, salame de lion, bo-
linhos tinos de todas as qnalidades para cha,
amen.oas confeitadas, cor.fe tos, bomboins,
pastilhas, chocolate fraocez em lbras> pas-
tilhas do mesmo .cartazos e carteiras com
seis charutos de cho-otate rada urna, este
sortimento de chscolate do mais acredita-
do fabricante de Paris e q melhor que al*
hoje tem vindo ao mercado.
Vinhos portoguezes, fi'gtieira muito supe-
rior. Os mais genuinos e superiores vinhos
do Porto, moscatel e Setobal, o Mostrado
publico encontrar ueste estabe'ecimento
por commodos precos, fazendo-se abatimen-
lo a quem comprar em porco.
Os donos deste estabelerimecto nSo se
tem poupado a despezar para melhor me-
recerem a acoadjuvaejio do 'lustrado pr>
blico.

60RA DA IMPERATRIZ
_o___wa,
Neste grande estabelecimento encontrar o respeitavel publico, nui grande sortimento de fazendas, do mais apurado gosto ass;a como de todas as de primeira noc.-ssidada que se ihes promotte vender por precos muito mais barato* do qns
am ootra qaalaoer parte, visto que os novos socios desta firma adoptaram o systema de s venndaram DISaiEIilO ; para poderem vender pelo custo, lixitando-se apenas a ganharwm o descont. As pessoas que negociam em menor escalla, neM lo
e ar.nnzem podero fazer os seas sormentos pelos mesmos precos que compram as casas estrangeiras. Para mator commodidade das E*mas. familias, de todas as fazendas se alo os livros das amorras, ou se mandam levar em.suas casas, para melbor vo-
derrtm escolher.
Befla*** mmmx
g ALTAS NOVIDADES
S DO PAViO
WL BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
m TA DE
> SANTO ANTONIO, S, JOO E S. PEDRO.
X- Vendem-se as mais lindas poupeli-
__> nas^de linho e seda com os gostos
maTs novos que tem vindo a este
mercado, pelo barato preco de-----
25000 o covado.
Seilas listradas, de furta cores, fa-
zendas de muita pbantasia a 26000
o covado.
S"da bismark, larga fazenrla muito
encorpada o covado a 2#500.
B juilas lasinhas largas com palma
de seda, covado a i $000,
Lindas agraciando lavradas covado
a 1*000. >
Alpacas lavradas de todas as co-
res, covado a G40, 800 e 10003
Bonitas lasinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
56). "
Finas alpacas lisas, sendo cor bis-
mark lyrio, verde, roxo, cinza, can-
na, azul etc., covado aiO.
Ditas furta cores com as mais bo-
nitas edres, covado 503 rs.
Lindas bareges lisas, e com lista
da mv.sma cor, fazenda inteiramen-
te nova, covado a 560 e 610 rs.
Bonitas lasinhas tapadas e trans-
parentes com grande diversidade, o
covado a 600 rs.
Lasinhas lustrosas com lindas co-
res emitaco de seda, o covado a
to.
Jndos cortes de anadine, sendo
fizenda nova e transparente e de
muita phanlasia, com 18 covados a
150000.
Fioiss mos crtes'de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 120000.
Curtes de ganga indianos, fazenda
crte;raraente nova a 70000'
Ditos chinezes com duas saiasa
70000.
Organdy branco com listras lar-
g.se quadrinhos, a vara a 10000.
Todas estas fazendas, sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conia, ra da Imperatriz n. 00,
oja e armazem de Silva e Figuei-
do & G.
0
*
0
Ditos de lia eecosseza fazenda mni-
to b mita com fios de seda-a 70OO
Finitsimos organdys com lista de
cor e salpico, sendo fazenda de
muita pbantasia, o metro 10280.
m
de 1_5000 rs. cada ura, pecbirjcha.
GASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavo tem boni as casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porco.
CORTES DE CASEUIRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeitadas pelo barato preco
de 40500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
O Pavo *ende escolente fazenda de pura
la com as cores escoras muito proprias
para calcas, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
nma fazenda leve, escura e de muita diira-
Co, ti pechincha a 800 rs. o covado ou a
20800 o corte* de calca para homem.
FINAS BARGES A 6*0 RS. O (.OVADO.
0 Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo meias transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, rosa Bisraarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqai-
da-se por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitaco de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PECAS DE MADAPOLO A 30500.
0 Pavo vende pessas de muito bora
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
barato preco de 30500.
PECHINCHA EM ALGODAO A 4*000 RS.
O Pavo est veodendo pecas de algodo-
,' sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
' com 1 i metros cada pepa, pelo barato pre-
[ de 40000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cora de carnauba em
saccas, mais barato do qae em outra qual-
j quer parte, na ra da Imperatriz o. 60,
loja do Pavo.
OSSETTNSDOPAVO-
Vende-se es mais bonitos setrns de cores
j CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
0 Pavo tem um grande sortimento dos
mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
mesas, almofadas etc., pruprios para co-
brir presentas e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
Algodo enfiestado.
Vende-se urna grande porco de algodo
sinho americano com 8 palmos de largura,
proprio para leaces e toalhas, tendo liso e
trancado, que se vende por preco mnito em
conta.
LAAS ESCOSSEZAS
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESGOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegu para a loja do Pavao, o mais
elegante sortimento das mais Iradas lzi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o msis delicado eetto, palia vestidos
de duas saas, e vendem-se pelo baratissi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA >
SEDAS DK LISTA \
SEDAS DE LISTA
a 20000 o covarto.
Chegou para a I .ja do Pavo ura grande
e bonito ortimento das mais lindas sedas
de listas com as mais delicadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para lato, e
vendem-se pelo barato preco de 20000 o
cova'iio, pechincha.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO
Encontra o respeUave! publico neste es-
tabelecimento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejara cseas france-
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qnalidades, fazendas de lia de todas que
tem vindo, proprias paja luto, sendo lasi-
nhas alpacas lavradas lisas, cantar), bom-
basioas, merinos, etc. qae todo se vende
por preco barato.
PARA BAPTISADOS
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados."
Cortes de casemira a 40000, cada um.
Vende-se bonitos cortes de casemirasi
claras e escaras pelo barato preco de 40,
ou a 20400 o covado, tendo doas largaras.
GROSDRNAPLES PP.ETOS DE 1*600 AT 7J000
Na loja do Pavo encontra o respeitavel
publico um grande sortimento de grosde-
naples pretos de todas as larguras e qua-
ROUPAS PARA HOMENS PARA TODOS ALPACAS
OS PRECOS.
N'este grande estabeliciraento encontrar
5Sr'tndoTe'oo".ovadoa'tS^JSoo LrS5_v_ Phb,Cr!f ** sor,imen,to
e 8*00, que se vende por preco muito ^^t^tJ^Z^
brim branco e de cores, que todo se vende
mais barato do que em oulra qnalqoer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroolas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAJAS.
LAVRADAS
em conta.
CASSAS FRANCFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
lindas c.ssas f.ancezas com delicados pa-
f droes, tendo para todos os precos e quali-
dades, dando-se todas amostras, ^ssim como
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
[ tas francezas escaras e alegres, qae se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 2 40 RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escoras e coresfixas
240 rs. o covado, e ppchincha.
LASINHAS A 320.
LASINHAS A 320
LASINHAS A 320.
Na loja do Pa-o vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas lasinhas lustrosas,
com listrinhas a mitc?o de poupelinas de
sida e'com as cores mais lindas que tem
vindo ao morcado, sendo fazenda que vale
imito nnis dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. ocovadov pechincha,
FEC5IIACMA
EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
finas e modernas camisas inglezas com pei-
to e coliarinhos. de linho e punhos, pelo
baratissimo preco de 40500 rs. cada ama
e aos fregaezes que compraren dnzias se
Ihe fiar om abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
Squida-se por este preco por se ter feito
ama grande compra: assim como se vende
um bonito sortimento de ditas tambem rom
basquina*
rieHMMi
O Pavo vende nma grande porco de
cortes de vestidos indianos, tenfio duas
saias e tendo bastante fazenda, cora os gos-
tos mais novos que tem vindo. e liquida-se
a 50000, tendo cada um sea competente
fisurino.
CASEMTRAS MESCLADAS A 30 0 COVADO
O PavSo tem para vender bon'tas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
roupa de homens e meninos pelo barao
preco de 30 JCO cada covado oo 50000 o
corte de calca para hornero.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazor qnatqner
peca de obra a vontade do freguez, para o
que lera um perito aWaiate, respoosabelisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta que possa haver, quer per de-
mora, quer por qualquer defeito oa-obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas
que desejar.
' BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
mos de largura, proprio para lenoes, dan-
peito de linho bordadas e ditas de algodo > a |argura d'esta boa fazenda o com
para todos os precos. ment0 io len(.o| sendo eds0 Dara ^da
PANNO >ARA SAIAS A 10000, 10280 e
10300 RS.
Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
saias sendo com bordados e pregas a uro
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 80, 100,120 e 160000.
Chegou para a loja do Pavio um grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
e mais encornados, proprios para vestidos h.ae w Tendem de 8*0(?) Par- ?t mais
tendo de divw _s mu IncD 1ue vem a0 mercado, e vende-se mais
que
1 barato qae em outra qualquer parte:
lado, dando a largura da fazenda o compri-
mento da. saia e vende-se pelo barato preoo
de 10000,102SO e 10600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Vestidos forneos a 114009 rs.
O Pavo vende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia tranca, ricamente borda-
das e com muita fazenda pelo barato preoo
am apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
chincha pelo preco.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
lbores e mais modernos cspa-tilhos tendo
do barato preco de 50000 at 8000.
Caehenez.
Na loja do Pavio* vende-se om grande
sortimento dos mais bonitos cachear, de
pura lia proprias para senhoras, vendem-se
a 60000 cada am, na rao da Imperatriz
n..60.
loja do Pavo est constantemente aberta, das 6 horas da manha s 9 da noute
A 640, 800 f
1,000 REIS
Chegoa para este grande estabelieimente
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, qn
se vendem a ltf- 800 e 640 reis o covado.
assim como am grande sortimento de sip
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Chegaro as mais modernas
ou jaqnetinhas de seda preta,
' enfeitadas a viarilho, tranca e setim prHo
te.do de todos ot modellos, os mais novo
que tem chegado e vendem-se por pfecoi
muito razoaveis.
POPFLLNAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 20000 o covado.
0 Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas ve-dadei-
ras poupelinas de linho e seda com -os pa-
dres mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias par
alliviar luto, e vende-se palo barato preco
do 20000 cada covado, pechincha.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das dm-
lhores cambraias tanto victorias como tras-
parentes tendo de 30500 peca at a mata
fina qne venf ao mercado.
CAMBRAIAS BRANCAS A' 4*060, A PECA.
S o Pavo vende pecas de cambraia
branca transparente, tendo mais "de vara do
largara, com 10 jardas cada peca, fazendo
que sempre se vendeu a 70 e 80000, liqni-
da-se pelo barato pre^o de 40800.
FUSTES BRaNCOS A 0, 800 E U200.
Vende-se mnito bonitos fustoes branco
muito flexivel pcoprios para vestidos do.
senhoras e roupa para meninos e vende-so
a 640, 800 e 10200 rs. o covado.
Cassas a C40 rs.
O Pavo est vendando bonitas cassaa da-
ceros fixas a 240, 280 e 300 rs. o covado
Brhantfs lasinhas.
S o Pavao, 640.
Chegaram s mais birlhantes lasinhas coa*
as mai* lindas cores, com palminhas mredi-
nhas, assentadas as mais delicadas cores da
lyrio, edr de canoa, c6r de ganga e braneo;
sendo-estis novas lasinhas de remito bol
qualidade, tendo largara de alpaca e vende-
se 460 rs. o ovado, i rna da tnperftnt
n. 60 loja do PavJo.^



w
Diario de Pernambuco Quarta feira 6 de Julho de 1870.
7
V
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li

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.& iJKRP
^qiMua^ du.Auroia, em frente-do caf Imperatriz.
N | e soinpbuost3beleaaisnt de fazendas ncontroro as Exmas.
tamilu todo qoanto possam desejar.tantu eartigos do utais* rigoroso laxo, como em todas
i,,Oiaj.<]iuiiJ.i' ..-.adas,
a prvidos dci que de melhor so encontra Beste mercado,
JortOdoTos pa :1nw.s d* Europa, receben d> ite o que mi artigo* de moda e
o w.'.s apuado g^sio se.eucoatra em taris, o iu<. vsa cjdadia segmentar i propor-
fteiwi que diside elaesabeleauieat pa;-a bem servir Asta numurosa freguezia.
ttpttrlvfge pan lenees e toallas de Gase com.li'stras de seda e flores, fazen-
ad*s as quididades-iiiecostuniJ viraomer- da ifUejphle noy para wsijdosdebat.e.
do- G.-nvafes pji a sentaras e comeos,, o. ma6
Aipacas de tod os padrees' e qnalrda- completo so; tilinto que se, pode enejar.
** tH> variad i podemdscrcvor. Guipara preto e branco, .diversasiargu-
4MtKinscommusics pira coiloear retratos, a c delicado presente par; 'calq-.-.er pessoa de Gollas e puncos bardados para senboras.
una. Guarda,aapos do linho pcninnos e ran-
Ato-hado de linho e aig.jdo, braaco e das.
le cores proprios para t&a.bas.
Bas^uisas de teda petase muitomodor-'d diversasr(jualii*es gostos.
aas, b?u corno decrocht, tu lo de apurado ?'
Quaado a'AtiliiA btbKC\.,.mai8 precisa soienttfka* aairespeitavel publico em
geral. e em pai li i'i uezia, da, iaimensidade de objeoto qoealtimemen-
tetem nybido. j.usta,wtifc*qnari'.ia ella morios o podefazera porqeeessa falta invo-
luntaria ella confia e espe de todos que Ib'a-aunditro e relevaro,
oniauai.o portante era-se a Lemcbabecida U ja da AGUJA BRANCA ra do
Queimado n. S, onde wBpre aefearso abundancia.* sortimentu da supsrioridade em
qualidades, modcidade eia preeos eo seo-nonca desmetjttido AGUADOfiSINCERIDAD!-].
Do que cima tica dito se coinVceqoeotempo de i;oj|jAGUA BRANCVp'
flispfir, empregado apezar desees ouiios uodisempenho de benFservir a aqnelles que a
ana procurado provex-se em-diia loja do que neoeswiara, entretanio sem enname,-
rar os objectos que morena natuieza s~,o rnai^ eoahecidos ali ella resumidamente indi-
car aquellos cuja impotencia, elogiada &*ivdad o&toruam recommendaveis, como
b.m seja :
(Jorpilios de cambraia, primorosaiijeotei
enlejiados com litas de setim e obras essas
,c,uja novidade de moldo e perfeico de ador-
pe ;i;uos t grao-
Gprguro do seda prio o de cores.
Grosdenapies preto e de cores, baven-
i Japonezes para seofiaras, o molhor gos-
to, e fazenda propna para as instas nos ar-
rabales e fwsseios a.larde.
aas,
cosi e rcOv
Baloas de muselina, madapolo, brancos
a de cores, para seniora e meninas
Bireges de coros vtiriao sorimc-nto.
Babadiabos ou tiras bordadas era todas as LSazinhas todas as quadaes,, cores
largcras. [flgosfos,n5oijandonada a desojar, tale
Belb'iuna d todas as cores. o sortiini exi.-te para escoiiier.
Boba* de tapete pira viagem. grande Lencas, tdo quanio pode, Laver desde
ri*dde .de.tarar-hos e gostos. esgulo ao afgoifat)communsi.
BomoazHia prea d ;s qualidades. Leques de madrepcrola e csso, o mais va-
8ramanto de linho de '4\ palmos de lar- riado sortimento.
fera, e todas as rois qalidades. Ligas de sca, bordadas, para senhora.
_ Bretanhas de linko -e algedao, grande sor- Lttts de Jonvh, chegadas por lodosos va-
mento. pores, sempre novo sort-iaiento,. nacr em
Brins de Haba branco o d( cores, do mais peluca para liomons e senhpras, quer emfio
commodoao mais caro emqualjdade, aan- d'Escccia, brancas e de cores,
ando o que ha fle tnBpr na especie. fT
Brins d'alg'ido completo sor:i:aenlo e Madjpolao; -6 indcscn[t:vcl o grande sor-
ariedada pie timento que ba ueste genero, desde o mais
elevado prec no menor, que se vende em
Cassas de cores, o t^aior sonimeno, pri- peca e retalio por menps do que em'ou-
ando pelo bom gosto e barateza,'at\entas tra quaque'r parte.
u qnalidades.' Mantas de blondepara'noivas : o apurado'
Caubraias brancas, tapadas, e transparen- gosio dos nossos correspondentes e,m l'a.ri.
s de todas as qi^litUi^es, e procos. babili!a-ns a dizer que temos em. nosso
Cariinliasde cuii./aia da, liaho e cassa estabelecjmento o que de meliior se dse-
ordadas ricameate ea!etus para Sras. ja para vestir e ornar urna coiva.
Camisas para horn^us 6 meninos, to va- Mantas prelas de blond.
riada sortmeptp,gufl fiai do majs crdmario; Mantas para carros, com lindas pinturas.
aadapolSo ao mais pegfetto bordado de li- Merinos pretps, trancau.s e feps.
Camlsas de maia, do flaaoUa, brancas e.riadospadrSes. '
e cores para hornera. 2P
Ca^eiuiras prdas e de cores, omelbor1 pannos Pr:-'-03 e de c^s> fcs^e o mais
fnese pode imaginar, sendo d'isso a me-!ljaratoa0 iaais -Jpenor, por preco u^ito
.bor prova o grande consommo de41as na CoDioiodo.
stflcina da casa. Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
apellas de flores, para noivas e bailes, j Ditas ,!i! casemira muito finos para
iesde a ms candida flor de larangeira at raesa-
mais interessante gfrh&Ma. Peitos bordados de buho, Usos e de al-
Chaponhas no meraor-'gesto, do todas as-godao para camisa,
eores boje preferidas pelas senboras de I Princetas pretas e ue cores,
ais aparado rigor a moda. Popelina do seda e linho, com stras e
Chapeos pretos de velludo, para senhoras, Afires; fazenda lindissiraa.
iltHo" gosto d Pari*;. j Pelaerinas para senboras, do ultimo
Ctapos de sol, para Senhoras e homens,! gQSto.
de lodosos pre;os e variados gostos. Peifamarias; os mais fios extractos o
Ctaaly com ricos padroes para vestidos, i que de melhor e mais agradavel se pode
Chales da todas as qualidades, avaltado. encontrar neste genero, e de mais fragante
aumero e nao menos variedade de gostos,re suave no olphato, tem o PAV1LHO DA
Chitas, impossivel descrover o sortimen- \ AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
:o e variedade do padrees e novds gostos, da at o mais fino Bouquct d'Amour, fiaal-
la neste artigo tudo quanto se pode desejar. j mente tudo quauto deve oceupar o touca-
Gntos para senhoras o que se podo ima-' dor de urna senhora de gosto.
fiaar de melhor. *3 .
Coques, o meihor no gosto e nos cntei- saas bordadas, brancas, lisas e de cores
tes, varios tamanhos.
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
rado gosto e lavor.
Ditas do fusto branco e de c&res por
procos commodos.
Carpianos de cambraia, ricamente brda-
los para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
ll.o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o! manhos
aior sortimeato. vados.
^Ea Toalhas de
Damasco de la de U palmos de largura gn0 trabalho
andas cores e ricos padrees.
Espartilhos bransos e de cores, para se-
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sabidas de bac, de todas as cores.
Sedas prdas, de quadros, lavradas, lisas.
da lisiras de todas as cores e qualidades e
o mais barato possivel.
Sarcelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes granes, lindas pintoras para 8
I cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
desejavis, e em peca para co-
lbyrintbo, do maior e mais
ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
itaoras e meuiuas, o melhor neste- genero ; fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
aenhuma Sra. deisar por ceno de muir pria para baile.
M de to precioso auxiliar perfeico de *~y-
am corpo delicado. Vistuarios bordados de fusto brancos e
Entremeios bordados. de cores para meninos, de cambraia para
Escomilba preta. baplisados, o que de melhor tem vindo a
Jineites para caneca, ultima moda de'este mercado.
Capelias brancas- para meninas.
des sortimnto de flores" finas.
5'il 'd'Seda.-preto.
:FaiABIA
Grande e coasUmte wrttnxnto de dita,
sempr.) molhor quijdade.
Lindos>vasos com p de ?rroz e pinrel,
Caixinhas com ditos aroatioos.
Bonitos e modernos puntes donrados
para circular o eoqae.
Rc;dios bjioct!3 de plaquee.
Adereeos e brincos de madreperolr.
Caivetes unos pau-abrir lasas.
Thesnaras p:;t*rislr b;mrdinbos.
Aspas para balo.
Noves -storeoscopos com 48 vistar--. a-
quaes sS movida por ran macbinismo
amas snh;titueia as nutras.
Vistas .-ara so.re:.r--copos.
Bonitas caisinhas de vidro enfeitados com
I pedras.
Ditas de rsadeira envernisada com viepo-
; ras e com dotins,
Eolias de birracha para brinquedo de
uos os,tornara apreciados.
Fitas mn i largas de di versas cores e qua-
lidades para cintos.
Leques itssfl objdo muo se pedera
dizer q^erendo desc-reve-los miau
por suas qualidades, coree e desenbos, tai
o grande e variado sortimeato que acaba
da Segar, mas para n5o.massai a pretn-
deme se lhe apreseatara o qup pder de
melhor.
Entreiiieios em pec.-s do 12 tiras.
Guipure branco eprclo de diversas iv.r.i-
liddes e desenosl
Ditos de a!god3o com florar, c liso:..
Veos de seda para eh e niani-
ria.
Sietes1 de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Zscossia.
Costumes ouu:::rormes pi ioa.
Enx'/Ses completos para baplisados.
Toaquinbas de" fil, sapatinhos bordados ancas.
e meis para ditos. Diversos objettos de porcelana, proprios
Camisinbas bordadas paradito?. psrtf-enftHes de raesa e de iapinhas.
GAL
DO
VIGILANTE
i
o
NOS GRANDES
A2&OS
N. 23Largo do Terco.K, .23.
SARI

Ei
Fato un
bE
S li
Os papritanos desws,bem surtidos armabas parcipam aw>-sc-us innmeros
reguazes taato desta ])raca cmo do f4to que tendo feo grande diminuico de pre-
sos as suas mercadoi ias estn por isso resovidos a tender por menos de tO e 20 i0,
do que ea outra qualquer partft, arantindo-se porlatto a s pfrkir qua'idade de qual-
quer genero comprado nestex doas esialteleuiments. 'Mencionamos alguas dos nossos
geaeros a a vista dcstes sao comprehendidas os outros, porque enfadonho seria men-
cina-los.
Se alffaem duviar veaha ver.
Rasa do Crespo u. S
U>8 propricUiioi dosle bem cnahecido esub^&-
rlmeniH, al iCitos objectos que tioham ex-
.premeo do respeitavel publico, man-
il&ram vir *c;avm de recebar pelo ultimo vapor
da Europa um completo e vanado sortimnto de
finas e nrai delicada especialidades, as quaes es-
!ao esolvids a vender, como de sea costume,
por presos nraito baratinhos e commodos para to-
dos, com tanto que o Gallo....
Muo superiores luvas de pellica, protas, brau-
caa e do niui indas cores.
Mu bor.i e bonitas gollnha3 e punhos para se-
nhora, ueste genero o que ha de mais moderno.
Supriores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riqusimos en/eitee para eabecas das
lernas. soHboras.
Sunriores tran;as preta3 e de cores com vidri-
Ihos e se:n eiles'; esta fazeuda o que pode baver
ce meftor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola,
iirarlini, sau-Lilo e osso, sendo aquelles brancos
com lindos desenbos, e estes pretos.
Muito superiores ineias fio de Escossia para se-
altora?, ao qaaeS sempre se venderam por 30^000
a daaia, entretanto que nos a rendemos por 20,
ait-in dcstas, t^pos tambem grande sortimnto de
outras qaajiddes, entre as quaes algumas muito
finas.
Coas bengalas de superior canna da India e
cast;;o rio maram com lindas e encantadoras figu-
ras do raesino, w-sto genero o que de melhor s>
pode deejar ; alm destas temos tambem grande
rpaartidade de outras qualidades, como sejam,ma-
oeira, baleja, osso, borracha, etc. etc. etc.
Fi; e airosos cbicotinhos de cadeia e
Je rutras>;i-.;.;..'..Jes.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as tneias,
Dnns melas de seda para senhora e para meni-
nas de i a 12 anuos de idade.
y&Vflhas cabo de marfuu e tartaruga para fazer
barba ; ao vacilo boas,e de mais a mais silo ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vez tam-
bera asegnrarrw3 sua qualidade e delicadeza.
Lmdps e bellas c^peilas para noiva.
Superiores agalhas para machina e para crox.
Liha muito boa de peso, frouxa, para eneber
la'ivrintho.
tcas baralhor da cartas para voltarete, assim
eomo os teios para o mesmo im.
Grande e variado sortimnto das melhores per-
fumarias e dos melhores e mais conhecirios per-
(umistas.
COLARES DE ROER.
Electrices magnticos contra as convulsoes, e
bcJUtun a dcnlicao das innocentes criancas. So-
inuilo recebedores destes prodigiosos
i continuamos a recebc-Ios por todos os
res, afim da que nunca altem no mercado,
to*o j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
leHUiue dees preoisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, tonda sempre encontraro destes verda-
coliures, e os quaes attendendo-se ao flm
para djue s.3o appllcaaos, se vendero com um mui
diminuto lacre.
iuyinnii. pois, avista dos objectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por presos muito razoaveis toja do gallo
vigilante, ra do Crespo n. 7.
GENE
0 verdadeiro portland.
ra da Madre de Deus n.
Joo Martina de Barros.
se vendo n
armazem d
Vinagre branco mandado vir por conta
propria vindo de Lisboa, a-820 a-garrafa e
480 o litro.
Jdem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
30,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 300
rs. o litro.
Gaz amenc.no marca Deves a 8$800 a
h&, 380 rs. a garrafa e iitiO o Litro.
Azeitfi doce de Lisboa a 900 e Id'XKi
garrafa emporc9if8Z-s3 graade abatimen-
to.
Viqho Figueira, Lisboa, Porto e EstalloL.i?JL222 ", % *Sn !"anS
a 560, 500 480 e 400 a garrafatro a 840: ^k,^r0 a 480 4 e m> e
760, 720 e 600.
" Viho branco puro de Lisboa a 640 5G0
a garrafa, em porco ha abatimento.
Vinho do Porto, engarrafado das melho-
res e mais aereadas marcas a 1#000 e i200
t<>300 e 25 a garrafa.
dem, Pordeaux, Medoc e St. Jalien a>
7500 e 6)5500, a dozia e 640 rs. a garafa. I
Genebra de Hollanda e laranja doce aro- i
matica a 65500, 75, 445500,3 frasqueira. j
Sen-eja Bass, Illers & Bell a 95800 du-
zia em porcao ha grande abatimento.
dem marca HeT e outras marcas a
55500 e 65, a dazia e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha eutros muitos
ogzaono
e 85800 arroba.
Mrlho arpista 200 rs. a libra" e 440 o ki -
lograrama e 55800 a rroba, em porco ta
abatimento.
Qeijos frescos do ultimo vapor a 35200
e 30400 cada um.
Aletria, macarro, talharira a 500 rs. a
libra e 15A00 o kilogrammo em caixoba
abtimento.
Sabo massa de 4* e 2* qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ha abatimento
Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
a libra e S80 o ki ogrammo, em arroba ha
grande dhferenca.
generes, vinho em ancoretas, azeitonas,
Paris, recebida no ultimo paquete.
Esguio de lin'ao, completo sortimnto de
todos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
dade de gostos e lindos padres,
Vestidos da la escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto eforma; ditos
de linho com barras de cores, ejie cam-
braia de cores com 2 saias, tudo inte'wa
novidade, trazem os modallos juntos para
i mostrar a forma de os fazer.
passas e flgos, charutos finos de diversas marcas, marmelada, bolachinbas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynel, a, b, c, Mdium, mixed, soda FancjHnic-nac, pa-
lace de Varietes, combination, Britania, doce de goiaba fina, chouricas, manteigas finas
franceza e ingleza, banha de Baltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Ganella, pjmenta do reino, ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molhos de sebol-
las, oestes dous armazens existe tambem grande sortimnto de loucas propnas para ne-
gocio, que pelos seus commodos preco faz vantagem aos compradores. ,
Fisbs de crochet, modernos com cintos Veos de blond para noivas e pretos para
capas, o que ba de melhor. luto.
Fil de seda, linho e algodSo, de todos Vestidos de blond para noivas: podemos
w gostos e padr5e3. asseverar as' nossas Exmas. freguezas, que
Fusto de todas as cores e qualidades' somos os nicos em Pernambuco que pode-
frande sortimnto. i mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
Flanella branca e de cores. apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quer' cas ao bom gosto do nosso fomecedor em
ritas, quer em ramos, temoPAVILHAO Paris, podemos garantir que ninguem neste
OA AURORA um permanente jardim a' genero o possue melhor, nem mais em
Jisposico das Exmas. familias. I conta.
E' dispondo d tSo grande variado sortimnto que 03 proprietarios do PA-
7ILH0 DA AURORA se presentara ao pabHco declarando desde j que a sincerida-
b e ofeom gostoo movel nico de seus negocios,
Providos de tudo e promptos sempre a prover-se do que por ventura lhe
aja necessario os proprietaries dese sumptuoso estabelecimento recommendam-se
em reoeio de seren contradictos e protestam esforcar-se por continuar a merecer
proteead que se Ibes tem dispensado ; cortes de que do seu estabelecimento nao satura,
4 freguez descontente.
Contina sempre a officina de allaiate dirigida por um dos mais habis anis-
as, prompto execntar com promptidJo e bom gosto qualquer trabalho trae Jhe seja
confiado. Urna modista especialmente ocenpada nos trabalhos do PAVII^HAO D \ AU-
RORA, dirgeos que lhe sao concementes, garante por seu apurado gosto epromptido
a xecuco e a mais completa perfeico nos seus trabalhos.
A numerosa freguezia que nos honra urna prova de que merecemos o con-
Ho que se dispensa ao nosso estabelecimento, concento que-procuraremos firmar cada
*w mais. Para facilitar anda a concecucSo do fim que nos prppomos, temoi.no nosso
stabelecimento os ltimos figurinos de Pars, que recebemos por todos os paquetes, os
{naos enviaremos para sdrem vistos as familias nossas freguezas,.afim de escoljierem,
Na officina de allaiate, junto ao estabelecimento, ha igua.lmentej^s. figurinos
#an-homns que por todos os vapores se recebem.
W etteomedo porque nos apresentamos pedindo a protecc5o,,do fllQstradQ
toblico e com mais profundo respeito convidamos s excellentissimas. ras. a visi-
ttnno nosso estabelecimento, certas deencontrarem nelle pelo menor precopdssive-
todo que podem desejar.
Mandaremos caixeiros levar as fazendas eamostras onde fbrem pedidas, viste
lo podennos>speciflcar todo quanto temos.
Joo Luiz, SobrttAo & C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
ulysses & rm&o
13
Os
13 Eua da Imperatriz
proprietarios deste bem coahecido e a ereditado estabelecimento avisSo aos
\ numerosos freguexes tanto desta |W8ca cbbo de bra, e especialmente ao Ilustrado
:orpo ACADEMKX), que esie estabelflroeoto acha-se sempre bem prvido de todos os
artigos de sen peseros abaixo menciooades e qee vendemos poroodieos preces, tanto
ivarejo como por atacado para negocio, para o que se podem derigir por carta a nossa
casa que serio saptisfactoria mente servidos.
CHARUTOS o w
juperiores de ilavana, Hamburgo, Balua,
as acreditadas marcas Rgalia BrRanica
Imperiaes : do do Rio da bem conbeoda
marca Opera e outras muitas feitas aqui de-
safamados Beberibe e outros que se vendem
em porges.
VARIEDADES
Cigarros
ie palha de S. Peulo, de 35500 a 75500,
o milheiro; verdedeiros do afamado Daniel
do Rio Nevo, Maurity, Imperiaes Visconde
de Herval, Duque de CatiBS, Gandon etc:
ae papel, de fumo de Daniel, General
Osorio, Conde raes, iocambole, Radicaes, Ata^enteos^
Mwhamtwmba, Montevideo, Ovientaes, B
pendy e muitas outras qnalidades.
Finnos
Afamados de BAJJPENDY em caixoes d
iO libras 45400 rs. a libra, em pacotes
a1^, e em porcSo 45500 tito era lata de
quarta a 640, e ai 500 res; dito Daniel do
Rio Nevo, do para de S. Panlo, Caporal,
ejmuitas outras qoM.dadbs.
FABRICA DE
PONTEIRAS de espuma finas para cha-
rutos a cigarros, completo sortimnto.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raizj de 35 at 3,500, ditos grandes
13,000, a dazia ditos finos diversas quali
dades a v*reio; dito pedegallinhasdos que
ha no mercado a 2,800 e 3,200 a duzia;
ditos de louca, gesso, barro, ete, etc.
BOLSAS para guardar fumo, de borracha'
e couro de diverses modeles e .gostos.
GARTEIRAS de todos oa sytlemas para
cigarros.
PBXJSPHCmOS de cera, dos melhores que
ba, envcaixas de 500 a 5,500 a duzia, em
aixas- de 400 4,500 a duzia, em caixas
ile 2,900 2,600 a duzia e muitas outras.
PAPEL de mllbo, de arroz, san-nom, Per-
kan;pintado,palhadettlilho,de Fernando,
a papel de linbo.
rH.AKRO.
cordeiro. previdenti
Raa 3o ^ne!aiado n. 10.
Novo e variado sorthmento de perfumari
finas, e outros1 objectos.
Alm do completo sortimnto de perfi
marias, de que effectivamente est provida
toja do Cofdeiro Providente, ella acaba
receber um outro sortimnto que se torr
aotavel pela variedade de objectos; superior
dade, cualidades e commodidades da pr
eos; tssim,poi5,oCordeiroPre\idente pee
e espera continuar a merecer a aprecia?;
do respeitavel publico em geral e de se
boa freguezia em particular, nao se afa;
tando elle de sna bem conneaida mansidS
5 barateza. Em dita loja encontraro c
;preeidores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Mnrray & Lamman.
Dita de Cologne ingleza, americana, fra:
esa, todas dos memores e mais acreditada
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para toilet.
Elixir odontalgico para conservaco i
sseio da bocea.
Cosraeliquos de superior qualidade e en*
ros agradareis.
Copos e latas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparen
a outras qualidades.
Finos extractos inglezes, americanos
franceses em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino eagradavel cae
ro de violeta. .
Outras concentradas e de cheiros igua.
mente finas e agradaves.
Oleo pbilocome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad?
som escomidos cheiros, em frascos de dific
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em fbjr
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb;
Caixinhas com bonitos sabonetes imjtand
fructas.
DKas de madeira invernisada eontendo t
aas perfumaras, muito proprias para pr
lentes.
Ditas de papeio iguabnente bonitas, tai
bem de perfumarias finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e *
moldes aovse elefantes, com p de arre:
o boneca.
Opiata iagleza e franceza para dente!.
Pos de camphora e nutres differeati
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Kemp.
Minea nafa ewqpBag.
Um outro sortimnto de coques de st
vos e bonitos moldes com filets de vdrilhc
a algnns d'elles ornados de flores e fia/<
asto todos expostos i apreciaco de quer
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PUNHOS-BORDADOS.
Obras de moho gosto e perfeiclo.
Flvalla* e fita para cinto*.
Bello e variado sortimnto de taes obj
tos, ficando a boa escolha ao gosto do coi
prador.
Rival sem segtmdo
RA DO DUQUE Dl CAXWS N. i9
Estod disposta a continuar a vender todas
as miadezas felos baratisimos preeos aba-
eclarados, garaotinilo tudo bom e
eos admit
Pcete com SO quaiernos de pa-
pel amisade a. ... .
Caixas com 20 rodemos papel pau-
tado, a........
Caixas cora 50 novellos de lita
do gaz a.....,
Duzias de oeias cruas superio
qualidade a.......
Pecas do bbadinhos Cum 40 va-
ras a........
Pecas*de tiras hord.idascom 42
metros cada p fa a 45500 e.
Ppcssde litas para cs de qal-
quer arpara enm 40 varas a.-
Escovas para unhas fazenda fina a
Ditas para denles a 240, 320,
40(V rs. e....., .
Pecas de tranca lisas. brtraCBS e
de cores a.....
Caixiss de madeira com alfme-
tos fazenda superior a. .
Dazia de nln fixa para borda-
dos a 4 O r. c...-
Pares dtrmefttcrira' parante'
dos diversos tamanhos a.
Duzias d nieias brencas moRo
linas para senluira a. .
Pares de apitos de trasca do
Porto........S5000
Pares i'e tpalos fin tapete a. 5-}5(,'0
Livros de missa abreviados. 45800
Duzias de baralhos para vultarete 3.5O0O
Sylabarios pertegees a. .
Redes com contns m-nio boa qua-
Cart?>es com culxetes cwreras a"
A^oloaduias para cot-te diversas
qnalidades.......
Caixas com p-?nna de ac muito
boa de 320 a. ..... .
Duzia de linha 900 jardas Alexan-
dre de 40 a 200 e, .
Caixas com inferiores obre i s a
Dazia oe agulha para macninn a.
Libras de p:egos fnicc/cs lides
os tamanhos a......
Taicres para meninos a. .
Pares de sapa tos de tranca para
meninos a. 4?r/0
700
400
3*500
500
5600
500
500
BOO
40
400
500
320
453C0
400
20x
400
50ft
40
25000
940
320
li ViLLI li MIS.
20Ru. da Impt-rnLriz 2(
IPas-H & Lfssn.
Araba de clugar s esta noi nata bt}* <'' fn-
zendas finas um variad > mrtiotnio ( la, e sda, romo sejaoi : graaaines do >
gosto, pepelinas de urna ? cor, alpacas e Bt-
ohas de core?, o que I?: de mais lra#erao, to
por baratispimes prerns, Lrilianliiia- e i-i;c-, h>-
cidoe das indias, fazenda nova a ii.i;.i>o di- yn-
cala, bales de dina (hipido saia do cor enm lin-
das barra?, fusloes proprios para vestido e ronpas
de meninos ; agora grandes e idiplra*b pn-inn
chas, saias brancas com lindos (ruados a 3. ti-
cos crpinhos bordados muo iin-s ;i ;-. na
modernos de aro.s a 23, ricas colchas para r
alcochoadas. sendo brancas e de cn:s. a U>. li, cambraia victoria fina a S. itaa P m| -
tes ao, H e-7*,c!ias Iiismii as tscu: s e rinras
a 280, 300, 320 o 360 o covado, eaasai de fin
240, lencos brancos de casia a 23'iOO, ditos fPi
neies a 3|5G0 a dnzia, rralapolao bn a 6
6*500, e rauitj superu r a 7*. 76U0 e 8*, h
daozinhn largo propri para h-n^es i. pan:"
de al^odao br;mi-o IraBQMa pronrio para l" .
dp mesa a lCCa ara, Lrauwnto pata lpeles '*
23000 a 3S500. o qne lu de mellar, espia '
nissimo a SiOOeSoOO a vara. Mandamos ras
casas das Exmas. familias para melhor poifHa
escolher. Tambem temos completo sojtimento de
perfumarias des primeiros fabricantes franeles<
inglezes; s pessoas que se dignarem vir a esta
loja terao occasiao de reconhecer a realidado fio
qne annunciamos para nos justificar._____
n
Ferro gaivanisado
Vende-se em casa de Adamson, Howi;1 & C
ra do Commercio n. 40, folhas de ferro galva
sado de 6, 7 e 8 ps de comprimento.
-mmmsm &wmm\
i ATTI :NCAO
2 Fazendas b rete; com S
t que deavaria. I
P A" ra do Crospo n. ^.
ca| Chita fustaa de eores a 160 rs. o cva-
g do : na roa do Crespo n. 2.", loja de Mk- ^;
H noel Das Xavier.
QUEJII QUER VEMIU
NA
Loja ingleza
Passelo publico n. 60.
Neste grande estabelecimento encontrar o res-
peitavel publico nm grande sorlimento de laxenda
de todas as qualidades e preeos por menos do qu
em entra qualqner parte, com > sejam :
Chitas tanto escuras como de cores, muito fina?
a 240, 260 e 280 o covado.
Cassas de cares, padrdes muito bonitos, a 280 e.
320 o covado.
Cambraia branca transparente para restido a
4/ a peca,
Laazinha para ve>tdo a 3C0 o coado.
Ditas para dito com listras de seda a 800 rs.
CJsemlra preta para calca a 51 o corte.
Ditas de cores a 43 o covado.
Ftwtao de cores para calca a 13 o corte.
Madapoloes finos com pequeo toque de atara
a 43 e o'3.
Algoddes branco-a 33, 33500 e 43 a pega.
Paletots, calcas e colletes de todas as qualidade.
PA8SEI0 PUBLICO IC 60.
Bichas hambur gnezas
Neate aovodapesito reoebe*se por todoe ts pa
quetes traaslanticos bichas de qualidade superior
e vendem se em Caixa ou porcao mais pequea,
e mais barato do qne em outra qualqner parte :
na ra da Cadeia do Becife n. 51, andar.
Com promptidSo apromptamos qualqner encpmmenda dos afamados cigarros de seda,
Baependy, litroo, e de outras qoaltdadesda nessa bem conhecida fabrica, e bem attesla
snperieridade o nossos cigarros, numerosa freguezia de nosso estabelecimento.
13Eua da Imperatriz13
Cabellos
Vendenise cabellos de todas as cores, qnalquer
comprimento, qualidade superior, era caixa on
poreao mais pequea : na roa da Cadeia do Re
cafe n. 5i, Io andar.
Alten?ao
Vndese a casa da ra da Conquista n. JO : a
tratar na Estancia n. 18.
DOGE
De goiaba, faranja e banana ; na ra Direlt n
91, constantemente.
Estampilhas.
Vende-se na ra da Cadeia do Recite n. 58, loja
de azulejo.________________,
Veade-se urna casa com sitio, na ra do Gua-
dalupe em Olinda: tratar na roa dos Galos o-
10, com Liberato Rogero de Almeida.
Novas pechinchas
'NA
Loja flor da Boa-vista
DE
Paulo F. de M. CulanarSes.
ahitas escuras e claras, a 100 e 840 o cotado.
Laa com palmlnhas, OO e 320 o covado.
Seda preta de lisos mnildeaeorpada a 13, >m.
Corte de brlm para oalea a 1IW.
Fustoes {tara roupas de -menioos a 800 o covaao.
Grande sortimnto de ronpas feitas, assim cerne
se fazera per nedida, pre?os multo commodos.
Na roa da imperatriz n. 48, jnato a paoana
francs*.________________________\_______,
Vidro* para viflracw de, todos oa tamanios
e em oaas, feade Barthotomeu & a, em sua
Pharmacia na ra larga do Rosario n.^34.
vende-se um boi nma oarroea de 4 rodas,
em bom estado : a tratar na ra da RoJa u. 48,
das 6 s 9 horas da manhia.


Diario de Pernambuco Quarta feira 6 de Julho de 1870
ASSEMBLEA GERAL
CMARA DOS DEPUTADOS.

I


1 -

(ConUnuapo)
O Sn. Souza Res : -NSo sirva de arga
ment o fado da reproducn das mesmas
raz5as com que se combate a -materia d jecto desde,que della se trata no parlam uto
Em contraposico a isto eu offere?o, com)
urna consideradlo muito p derosa, o fajn
de n3o ter sido adoptado ainda o projecto,
do obstante se occnpar dello parlamento
ha seis anuos, dizendo os que sustentan?
que tu promessas, lia c rapromissos ; no
obstante ter-se conseguido introducir na
lei do orcamenlo disposic5o autorisativn da
materia do projecto obrigando-se o senado
a separa lo daqnella lei e a envia-to como
projecto seu a esta casa.
Isto demostra, Sr. presidente, que a roa
feria de lito grande importancia e sobre
ella ha duvidas to serias, que o proprb
s nado julgou necessario submete-la de novo
a tres discuss5i< nesta casa.
O Su. Anorade Figueira :Apoiado.
O Sn. Sqcza Res :Se o senado se jul-
gasse to esclarecido como pensa o noore
ministro, nao teria necessidade de separa
lo do orcamenlo.
O Sr. Ministro d.\ Agricultura:Sepa-
roa para d scutir.
O Sr. Soiza Res : Iocontestavelmente
isto responde ao argumento de reprodiKCo
das razoes e motivas com que o projecto
combatido. Se ha semelhante reprodcelo
porque se reconhece que a passagem des-
se projecto, tal como se aeba redigido en-
cara repugnancia.
O Sr. Carnbiro da Cunha :A maioria
tem-se pronunc ado a favor.
O Sn.Souza Res :Senbores, nao basta
que as maiorias se pronunciem a favor des-
ta ou daqoella medida. Eu respeito as
maiorhs; mas quem conhece a historia dos
parlamentos sabe que ellas formam-se as
vezea.
G Sr. Ferreira Vianna :E' melhor d-
zer que a verdade n5o est com o numero.
O Sr. Souza Res :.. .que*bem se pe-
de dizer quea verdade nao est com o
numero.
O Sr. Ministro da Agricultura : E'
urna offensa maioria. v
O Sr. Souza Res:Perdoe-me o nobre
ministro, nao ha aqni offensa alguma, o
nobre ministro sabe que isto um princi-
pio sustentado por muitos.
O Sr. Carneiho da Cunha :Mas nao
seguro. A prlsumpyo da verdade est da
parte da maioria.
O Sr. Souza Res:Insisto, senhores.em
declarar que nao posso comprometter nuu
voto a favor do projecto em discusso, sem
que o nobre ministro permita a emenda
que se acha sobre a mesa bu nos esclarece
precisamente sovre os motivos que actuam
em seu animo para se interessar pela pas-
sagem desse projecto.
O Sr. Ministro da Agricultura : J os
deiarei muito explcitamente,
OSr. Soitza Res :Sr. presidente a
questo encarada pelo lado da conveniencia
nao pode dar solucSo favoravei ao projec-
to, desde que as vantageos que se espera
tirar da concesso da garanta de juros nao
fossem assignaladas no mesmo projecto.
A qtiestSo pelo ladododireito, onse consi-
dere precisamente o direito. ou a equidade
na admitte discusso, porque est fra de
duvida que nem o dir to nem a equidade
liie aproveita, como foi demonstrado ja com
prnQciencia pelo nobre orador que primeiro
oxhdou lijjt a alteocio da casa.
E' verdade que o honrado deputado pela
provincia de S. Paulo entenden que, pela
argumentado mesmo do orador quem pri
meirome refer, se poda cencluir que era
de equidade que se concdase a garanta
de juros ?uorisato pelo projecto. Mas,
senbores, que razo leve o honrado depu-
tado para assim dizer Firmou-se era que
o orador a qoera responda havia assignala-
do o'erro como motivo at para aonullar
contratos, e por conseguate para se conce-
der urna garanta de juros, pirque era da
essencia do contrato da estrada de ferro de
Pernambuco a garanta do capital.
Quando qne o erro pode autor'i3ar a
annullaco de um contrato ? Ser por-
ventura quando commettido pela parte
que dello se quer aproveitar ? Nao por
cerlo. E de quem fui o erro reconhecido
pela commissao que examinou esta queslo
[ incumbida disto pelo goveroo ? Foi da com-
panhia, f<> dos seus prepostos; como
pois se pode admillir que a companhia diga:
por eqaidade concedei-me mais esta ga-
ranta ? Nragaem "assim o entender, e- por
consegunte a argumemtacSo do nobre de-
putado polo Cear subsiste.
O Sr. Carneiro da Cunha :Mas a
queso*' da ulilidade da medida ?
0 Sr Souza Res :Sr. presidente, com
refaci ao direito no poaso deixar de fazer
algnmas cons der c5es mais.
O Sr. Araujo Lima:Nunca niagaem
lOVocou o direito da companhia.
O Sr. Souza Reis : Sr. presidente, se
este prnje to passar c mo se acha redigido,
e fr convertido em lei, entSo eu direi:
Temos armado a companhia de um direito.
O Sn. Araujo Lua : Apoiado.
Uma Voz: Pois a concessio de am favor
d direito a outro favor ?
O Su. Souza Res:Vamos armar a
companhia de um direito.
O Sr. Ministro da Agricultura :Di-
reito, no ; favor.
O Sr. Souza Res : At agora, Sr pre-
sidente, temos a grande vantagera de dizer :
em que se funda a companhia ? em seu
contracto ? NSo, porque nelle est espresso
que qualquer que seja o capital que ella
despenda, tranca poder ter direito a garan-
ta de capital superior a Ibs^ i\200:000.
O S. Andrade Figueira : Quer lucre,
quer perca.
O Sr. Souza Res : Sim, senhor.
O Sr. Andrade Figueira : uma ver-
dadeira empreitada.
O Sr. Souza Res : Em promessas ?
Tambem nao ; porque ellas cifram-se em
estudos para se poder resolver posterior-
mente. Em compromisso do governo ?
Absolutamente nao, porque o proprio go-
bern nos diz que tal compromisso nao ex-
F0LHET1M
\ VIVA DEP01S DE MORTA
POR
Xavier de Montpin.
PARTE PRIMEIHA.)
' 0 14IQEZ DE SMSH.UIEST.
(ContinuacSo do a. 146>.
XIV
Un aldeo.
Para obter a soluco do problema encer-
rado as ultimas liabas do capitulo antece-
dente, era indispensavel que o marquez in-
terrogasse alguem ali do sitio, apezar de
firmemente resolvido a evitar primeiro que
todo que se prendessem n'elle as attences.
Por conseguinte, parou o Djali e deitou as
vistas em torno.
At onde os olhos podiam alcangar, nao
se a vista va na campia creatura alguma.
Era ainda raoito cedo. So l ao longe,
cousa de am quarto de legua, que appa-
recia um casal na encosta da colima, com
as suas casinbas muito brancas e os telba-
dos de taboa.
Saiot-Maixent encaminhou-se para ali. la
ehegando berdade, quando vio sabir de
l um ladeo, de seus trinta annos, que
levava na mo uma grnnde tigella ebeia de
sopas ;,assentou-se D'ambaaco de pedra,
porta da casa, e pnnci-piou a comer com
toda a sem ceremonia.
O vallado qoe ficava beira do caminho
encobria o viajante, que nao era denunciado
por nenhum ruido, porque o Djali ia
passo n'um verdadeiro tapate de relva.
Mal o marqaez saltn o vallado, erguen
oa Ideo a cabeca. reparoa no cavalleiro,
e mostrou-se repentinamente sorprendido e
al borrorisado. J elle se ergua para
voltar para casa, mas Saint-Maixent nao
Ibe dea lempo.
Pchio I patrozinho, faz favor?...
iste.
Mas, se passar est< le, fira-se no reco-
nhecido, sem duvida que estabelecido para
a companhia o direito garanta que pede,
sera a garanta das vantagens-que o Estado
traba o direito de tirar de sua concesso.
Um Sn. Deputado : E porque ? A con-
cesso nao se. realizada sem essa garanta.
O Sr. Souza Res : Se a companhia nio
qnizer corresponder confianca que o nobre
ministro tem nella, nao d essa garanta.
Deixa se estar com a lei, e mais tarde di-
rige-se ao governo e diza execuco desta
lei ? O que ha de dizer o governo mesmo;
o nobre ministro? Nao dou.execuco a esta
lei porque nao queris corresponder con-
fianza que eu tmha em voz, concedendo-vos
favores, poique como favor foi autorisada
a garanta ?
NSo, senhores, n5o se espere que assim
acontefa; a companhia procurar fazer valer
seu direito, em virtude da lei, e ser ques-
tio de tempo, a concesso da garanta ha de
ter effeito.
E se ha algara motivo para receiar outra
iniervenco neste negocio, ella s pode ser
prevista neste caso.
O Sr. Ministro da Agricultura : Mas,
qual essa ouira iniervenco que pode
baver neste negocio ?
O Sn. Souza Res : De maneira que,
Sr. presidente, nos vamos armar a compa-
nhia com aquillo que ella boje nao tem abso-
lut .mente, nos vamos dar Ibe o direito, ante
o qual nao se Ibe poder negar a execoco
da lei.
O Sn. Ministro da Agricultura : Modo
de ver.
0 Sr. Souza Res : Como disse o nobre
deputado que primeiro oceupou a atteoco
da casa boje, nao pode haver direito seno
em virtude fio que estiver estabelecido em
lei. O que falta, portanlo, boje compa-
nhia justamente o que nos vamos dar-lhe,
isto uma lei autorisando o pagamento de
juros que ella entende ser^m devidos.
O Sr. Ministro da Agricultura e oltros
Srs. Deputados : No ha tal; uma auto-
risacao no d< esse direito.
O Sr. Souza Res: Enlo, Sr. presi-
dente, se este projecio que se discute no
d direito. no sei que significaeo tenha
elle, porque no comprehendo que baja ama
lei qne nao d direito a alguma cousa.
O Sa. Carneiro da Cumia : E ao go-
bern que d.
O Sr. Souza Res : Diz agora o nobre
deputado que o direito dado ao governo
e no companhia.
0 Sr. Carneiro da Cunha : uma au-
torisaco.
0 camponio, muito bem di?posto a safar-
se, mudoa de tenco ao ver que o seu in-
terlocutor era por forca ura fidalgo, e com-
prmentou-o ainda meio constrangido, ti
rando o barrite de la.
Como se chama aqu este sitio ? per-
guntou o marquez.
r Isto o valle das Pegas.
O fugitivo ficon como d'anles : no co-
nbecia o nome. Proseguio :
Que aldeia tica mais prxima ?
Issoire.
Que distancia vai d'aqui at l ?
Seis leguas.
E a' so Mauriac, quantas leguas
sao ?
Ao certo no sei, mas quem l tem
ido allirma que sero urnas quinze.
Ensinc-me o camiono mais perto e
melhor.
V alm aquella torre, a terceira
direita, qne tem uma cruz a luzr como
prata ?
Vejo.
Pois aquella torre de S. Vial ; a es-
trada para Mauriac passa ilharga. Nao
ha que errar.
E essa estrada vai pelo meio de al-
guna bosques ?
Oh I l por esse lado nSo tenha receio;
toda ella cheia de arvoredo ; ali nem
mesmo hora do meio da faz calor, ape-
zar d'este bello tempozinbo que Deus oos
d. ,
Estas respostas, bem clarase terminantes,
eram dadas de m vontade, com hesitaco
e acanhamento, no que o marqaez reparoa
sem Ibe escapar tambem o elbar aterrado e
espantadico de aldeo.
Ora esta I bradoo Saint-Maixent meio
risonbo e meio zangado. O patrozinho,
diga l, porque diabo est voc a olhar para
mim d'este feitio ? Tenho alguma cousa
que faca horror ? Tem medo de mim ?
0 aldeSo, mal ouvo a pergonta, asso-
mou uns ares ferozes e proferio baixinbo
me i a duzia de palavras.
Pedazo da patife l< accrescentou Saint-
Maixent devras zangado. Voc est zom-
bando comigo ? Olbe que nunca tolero
semelhante cousa !... Responda, e res.-
0 Sr. Souza Res : Alei o qoe d ao
governo 6 uma faculdade. '
O Sr. Carneiro da Cunha :- Eis-aqai o
que se qaer con verter em direito.
0 Sr. Souza Res:Est engaado: o
direito que resulta desea lei para a com-
panhia nicamente. (Apoiados )
(Trocam-se alguns apartes.)
Sr. presidente, o nobte deputado por S.
Paulo fallando dos decretos de 4853 e 1853,
qoe aatorisram o contracto e o modificaran),
nao sei como vio ne$fa modificado cousa
que autorisasse prete'nco da companhia. O
que se modificou ou alterou no contracto
sobre a garanta do capital foi a condico
que estabelecia ser em proveito do Estado
a dille, euca para menos que houvesse no
d spendio do capital garantido, sendo o re-
soltado da alteracSo a garanta de todo* o
capital, quer fosse elle despendido todo ou
nSo, nao podendo porm em caso algum a
companhia reclamar nova garanta por maior
capital qoe por ventura despendesse, nem
o governo fiscalisar as despezas de construc-
co da estrada.
NSo posso, portanto, comprehender como
a essa alteracSo se possa soccorrer para
sustentar a pretenco da companhia, desde
que por ella ficou estabelecido precisamen-
te o contrario, eque tira connanhia qual-
quer fundamento oa razo que Ibe pudesse
aproveitar.
E ahi que se vae achar a razo da al-
teracSo a ludida. Era preciso tirar com-
panhia qualquer pretexto para pedir nova
garanta, estabeleceu-se qae nSo aproveita
ria ao EsUdo a circunstancia de ser des-
pendido menor capital, como pelo decreto
de 1852 ficam determinado e fixado. Por
esta razo foi que ento seestabeleceu tam-
bera que o governo no fisc:usara as des-
pezas.
O Sr. Andrade Figueirv : S tinba de
fiscalisar a despeza e a receita do casteio
O Sr. Souza Res :4- Sem duvida ; s.
nSO'fiscalisaria as despezas de construccSo.
Portanto, v a cmara que razo nenhuma
tinba o nobre deputadoquando quera tirar
'ab direito para que a companhia viesse
reclamar hoje garantdejuros pelo excesso
de capital que de no- pedio.
Disse o mesmo nobre deputado: a ques-
to reduz-se boje a solver-se este negocio.
Eu digo tamben isto; e justamente
onde vejo compromisso do governo, porque
efectivamente elle tem dito sempre que ha
de promover a solucSo da queslo ante o
corpo legislativa, mas no que ha de pro-
move-la do seotido que quer a companhia.
O governo nio pode ser censurado se a
garanta no fr dada; mas tem sido e ha
de s-lo sempre por no ter obtido j, por
no ler promovido officialmente solufo de-
finitiva da questo desde que ella foi agitada
O Sr. Andrade Figueira:J est de
cabellos brancos.
0 Sr. Souza Res : Eu direi, portanto,
como o nobre deputado cumpre resolver a
questo. (Apoiados.)
Mas Sr. presidente, no sirva isto de mo'
tivo para no se admiltir a emenda que est
sobre a mesa, quando o projecto passe,
como ao nobre ministro da agricultura pa-
rece, quando em resposta qaeile nobre
deputado as explcacoes que lhe pedio,
disse qae a emenda ia protelar a soluco
da questo, porque teria de voltar ao se-
nado, e perder-se-hia tanto tempo com isto
que o faltara para contractar com a compa-
nhia.
O Sr. Andrade Figueira :Como se o
governo no tivesse de perder tempo para
chegar a accordo com a companhia.
bre ministro da agricultura tem por parte
da companhia com quem contrate aqu, ou
nao ; se tem, e a companhia tSo interes-
sada em ver isto resolvido, no haver du-
vida alguma em fazer esperar alguns das
quera quer qne agoarda esta solucSo.
O Sn. Andrade Figueira :Em 10 ou 15
das o senado vota isto.
O Sr. Souza Res:Se, porm, no tem
aqui pessoa competente para contratar com
o governo, se tem de faz-lo em Londres,
ser porventura questo razoavel, questo
attendvel a demora que pode ter o projec-
to no senado, para se discutir e votar-se a
emenda que fr desta cmara muito prn
cipalmente, quando o nobre ministro no
deve esperar que o senado ponha duvida
em admtti-la. porque, como nos disse, ne-
nhuma duvida teve de adoptar o pr ijecto ?
NSo sirva, portanto, a nova discusso no
ponda quanto antes! Quero saber o que
lhe faz taraanbo horror.
o sangue !... respondeu o labre-
go com ar de to profunda repulso, que
o marquez estremeceu sem querer.
O sangue ? repeli elle/ Onde v
voc o sangue ? -
Em toda a sua pessoa... cara e fato,
est ludo salpicado de sangue. Eu c nao
quera faltar-lhe ao respeito, porque o se-
nhor um fidalgo, bem vejo, mas tanto
sangue... sem uma pessoa saber d'onde
elle procede... olhe qae mellemedo.
O fid?lgo esteve alguns segundos como
qne apalermado. Nem elle mesmo se lem-
brava d'onde proceda o sangue. Esque-
cera que pouco antes, quando o soldado
Andr caba mortalmente-ferido, um jacto
morno, que repuchou do crneo da victima
o fra molhar elle, o assassino.
Esta remeniscencia, de todo apagada
pelas angustias da fgida, avivpu-se de re-
pente, clara e dest neta
Effectivamenle, hei de estar mesmo
horrivel, disse o marquez entre si; pos-
sivel que d ares de algum carniceiro ao
sabir do matadouro. -
Depois de pequeo silencio, compoz me-
lhor o semblante, chamu aos labios um
sorriso, e disse em voz alta :
"NSo lhe d cuidado, honrado hornera.
NSo esiou ferido, oa pelo meaos a ferida
t5o leve qae mal a sinto. Tive a felicidade
de sabir so e salvo de ama emboscada
que esta noute me armaram.
O camponio nao. se atreven a fazer per-
gontas, mas abri muito o olhos e em
todo o semblante d'eile revelou se amis
ardente cariosidade.
Ora imagine, continuou Saint-Maixent :
se nSo fra a visivel protecco do co, j
eu estava esta bora no outro mundo.
Os olbos espantados do aldeSo continua
vara a pedir eiplicacoes, e o marqaez o
que quera era impragi-Ias; porque em
summa, dsse l por onde dsse, nao toba
remedio seno dar urna origem quelle san-
gue, quando nSo tornava-se dlvras sus-
peita a sua pessoa.
Eu viajava de noute, proseguio o fidal-
go, no para me recreiar, mas pelo raends
senado de motivo para nSo aceitir-se a
emenda.
E se esta sinceramente a razo da nSo
aceitafio da emrida, como devo acreditar,
parece-me que deve desapparecer o escr-
pulo do nobre ministro.
Sr. presidente, o oobre ministro julga
desoecessaria a emenda, porque coofla que
a contpanbia aceitar clausulas no interesse
do desenvolvimento e progresso di es-
trada. .
Tenho razoes a oppor ao pensamento de
S. Exc.; seja-me permittido, portanto, fa-
zer os respeitos e consideraces muito va-
liosas.
A confianza nS* se crea fcilmente, nSo
se crea a esmo, devem haver razoes muito
ponderosas, devem haver fados mesmo que
a tornem evidente, iocontestavcl; a todas
estas circumstancias se deve attender em
vista do conhecimento qoe se tiver de qaem
quer que ha suggerido a conanca.
Trata-se da companhia da estrada de fer-
ro de Pernambuco, de uma companhia que
tem sua sede no estrangeiro, de uma com-
panhia emlira que por mais de uma vez tem
dado lugar a pr-me em duvida a f dos con-
tractos. Assignalo estas tres circumstan-
cias, porque me parece qae ellas so mnito
notaveis e vem muito ao caso, tratando-se da
coofianca que posse a companhia' mere-
cer.
Devo dizer, em boira verdade. que no
confundo a companhia com a gerencia ac-
tual da estrada de ferro de Pernambuco.
E' fra de duvida que a gerencia actual
boa; tem melhorado multo o servico da
estrada, edeisa esperar-se crescimento pro-
gressivo de sua renda.
A companhia, porm, desde o comeco
da empreza no tem cessado de provocar
questoes, havendo-se cora tanta falta de
tino no tmprego de seus capitaes, que bem
demonstrou curar pouco de seus proprios
interesses, e nenhuma attenco merecer-lhe
a responsabilidade do governo do Brasil e o
sacrificio do estado pela garanta de juros
que lhe assegurou
A prova evidente do que acabo de dizer
est nos relatnos das diferentes corarais-
soes que examinaram as contas e trabalbos
da estrada.
Disse o nobre deputado por S. Pauto.
O resultado desses exames foi satisfacto-
rio. Satisfactorio porque, Senhores?
Porque se julgou a despeza feita bona
fide, excepto quanto quantia de pou-
co mais de 1,000:000)5 de despezas que
foram consideradas verdaderas delapida-
co camente o terceiro exame, no attendeu aos
dous primeiros. Mas ainda assim possi-
vel comprehender-seque um exame, cujore-
latarlo conclue com uma denuncia de dela-
pidacoes sej considerado contendo resultado
satisfactorio ? Nio pens assim.
E, na verdade, Sr. presidente, no baeta
que se tenha reconhecido ter-se feito despe-
zas bona fide, para que se considere satis-
factorio o resultado do exame e que isso se
veriflcoa; nao basta desde que sereconhe-
ceo tambem por esse exame que uma som-
ma avultida de dinheiro foi applicadaa des-
pezas que, por sua nature2a no deixam
ser consideradas como injustificaveis: desde
qae fcil comprehender como pode esca-
par vigilancia de ama commissao tudo
quanto convem verificar era contas compli-
cadas, como s as de uma empreza desta
ordem para que se conhega exactamente a
applicaeao dos dinheiros despendidos. Em
nosso espiito deve ficar a duvida a respeito
dessa outra quantia. que foi reconhecida
como despeza bono fide, e portanto for?a
confessar que a companhia da estrada de
ferro de Pernambuco, pelo que diz respeito
s suas contas, no pode inspirar esa con-
fianza que o nobre ministro da agricultura
pare;e ter, e que indispensavel, para que
ella corresponda concesso que se lhe quer
fazer, compensando com vantagensreaes para
a estrada effectiva a lei que ora se discute
Isto pelo que diz respeito aos trabalbos de
estrada e applica?o do seu capital.
Quanto ao modo porque a companhia exe-
tou o contrato ella no d melhores garan-
tas de confianca.
A estrada de ferro de Pernambuco ainda
nao tem todas as obras obrigadas pelo con-
trato,e conserva as estafoes provisorias, que
no satisfazem s necessidades do tra-
fego.
Alm disto, sendo certo que a estrada de
ferro de Pernambuco presta muitos servicos,
est eda todava muito longe ainda de pres-
, ------------------
para fugir ao terrivel calor do dia. Ahi
atraz, consa de cinco ou seis leguas ca-
valgava eu muito bem descansado da mioba
vida, com toda a confianca nos bons crdi-
tos da gente ali do sitio ; vai seno quando
cahem de repente sonre mira ons atrevidos
salteadores, e atiram-me abaixo do cavado
para me roubarem, e de certo p ra me as-
sassinarem depois. Vinha felizmente as
pistolas ali mSo. Agarrei n'ellas e fiz
fogo ; ora dos mariolas cahio, talvez raor-
talmente f-rido, e como a luta era corpo a
corpo, ensanguentou-rae todo, sem eu re-
parar. O que eu quera era- salvar a vida.
Mal me vi livre d'elles, saltei para cima
d'este valente animal, dei-lhe de espora,
e aqui estou. A rapidez da carreira que eu
trouxe, com a noute assim tSo escura como
breu, desviou-me do caminho direito, e por
isso lhe perguotei ainda agora que sitio era
este.
Esta pequea relaejo nada tinha de posi-
tivamente inverosmil, e o aldeo no pare-
cea duvidarda sua veracidade.
Aposto qae erara dous os taes saltea-
dores bradou elle passado ora instante de
reflexSo.
Tal qual, respondeu Saint-Maixent ao
icaso, eram dous."
Ainda mocos, nSo verdade ? conti-
nuou o camponio. x
Ia jurar que tem razo.
Um d'elles tinha os cabellos loaros,
como Vroc.'pois nio verdade ? E bigo-
des compridos assim como os seus ?
A escandio era cerrada como nunca
vi, mas mostrou-me um relmpago os bigo-
des e o tabello de que falla. Notet que
eram louros.
O camponio baleu com as raaos uma na
outra :
Ora ahi est! bradou elle. Pois olhe,
se o tal que Vmc. deitou tarra com um
uro de pistola era o dos bigotes compridos,
pode contar que temganhas. tres mil 2* I
Essa agora I tres rail s*, diz Vmc ?
Realmente, sempre quera que me conlasse
como isso arranjado ?
: Pois olbe, nSo co'sta l muito a adevi-
nhar t O sugeitnho qae ea digo, nem
mais nem rueoi -que o famoso bandido,
lar aquellos a que era d'Sftosda. Uma das
razoes priocipaes por que islo acontece a
falta de U-em rodante necessario. Ora f-
cil porventura de cempenetrar-se alguem
de qoe a companhia tenha deiadrj de ter o
trem rodante necessario bona fias, quando
ella propria reconbece qoe o augmento do
trem rodante, tanto quanto a experiencia
tem demonstrado ser necessario, devo fazer
com qne a renda da estrada crssca muito ?
Ninguem acreditar, ea propria compa-
nhia que se revela infensa ao progresso da
renda da estrada e menosprezadora da boa
f do contrato, no acudindo a essa neces-
sidade, ella declarou-se noobrigadr ao que
emama de interesse do governo por que
nada ganha ella, e sim o governo com aug-
mento de renda, porque este augmento n >
pode assegurar incluir os de 7 % e este
tem elle garantido pelo mesmo governo no
estado actual da estrada.
O governo reconhecendo a verdade desle
augmento propoz a companhia fornecer di-
nheiro necessario para o augmento do trem
rodante, e a companhia recusou-o, como
oos diz o nobre ministro da agricuUura em
seu relatorio, nos seguntes termos:
Como vos disse, a questo do aug-
mento do trem rodante, mediante o em-
prstito de 150:0000, foi resolvida. reje-
tando a directora as condipts equitativas
qoe para sua realizacSo foi pelo governo
offerecidas.
Pois, senhores, uma companhia que aca-
ba de dar ao nobre ministro a prova mais
evidente de que s quer que se Ibe conce-
dam favores, mas que no est disposta a
corresponder absolutamente, porque nao
admitte condic5es equitativas, pode inspirar
confianca de modo que votemos um lei to
clara como o projecto que se dis-
cute?
O Sr.Minstro da Agricultura:Estou
hoje convencido de que a companhia recu-
sou com alguma razo.
O Sr. Souza Res: EbIo as condicSes
no eram equitativas, como o nobre minis-
trnos assegura.
O S. Ministro da Agriculura. :0 em
prestimo erao fferecido a 7 %, quando a
companhia pode otiter capitaes por me-
nos.
O Sm Souza Res :Senhoaes, do que
tenho dito concluo que o nobre ministro
no tem base para dar como segura a con-
fianca que espera ter na companhia.
O Sr. .Ministro da agricultura : No
tenho, nem dexo de ter; o que digo e que
no usarei da autorisacao, se no conseguir
e que pretendo.
O Sr. Souza Res :Mas, desde que o no-
bre ministro pretende que esta lei passe
em virtude dessa confianca, fica demonstra-
do que no ha razo nenhuma para esperar
que seja correspondido nella ; desapparece
a razo da insistencia do nobre ministro e
fica subsistindo a razo da-emenda
Sr. presidente, preciso lembrar alguns
embaracos com qae o governo tem lutado a
proposito de estradas de ferro emprehend-
clas por companhias estrangeiras, para que
o nobre ministro no se deixe animar mui-
to da confianca com que est na companhia
da estrada de ferro de Pernambuco. Lerei
um trecho de um artigo, que officnl, re-
lativo a quest5es com a companhia da es-
trada de ferro de S. Paulo. E' um artigo
do Diario Official, em que se responde a
orna correspondencia de Londres. Nessa
correspondencia se fazem censuras graves
ao governo, e o artigo responde por este
modo:
t E' to vaga a censura do corresponden-
te qne no permitte uma resposta cabal
segunda hypethese figurada pela Reforma.
a nSo ser a simples negativa.
A companhia da estrada de ferro de
S. Paulo, diz elle, queixa-se de no receber
respostas s perguntas relativas a pontos
questionados.
Que perguntas sobre pontos questiona-
dos so essas a que allude ?
t O governo na tem dexado sem res-
posta nenhuma as perguntas da compa-
nhia. Todas as quesles por ellas suscita-
das foram resolvas, nenhuma pende de
deciso.
* A no considerar-se como no respon-
didas as questoes resol vi das contra as inde-
bitas pretencoes da companhia, nao se com-
prebende a censura.
Se a companhia no embaracasse cons-
tantemente a soluco de d vidas de pouca
importancia, suscitando loga outras, se,
abusando da cordura e benevolencia do go -
cuja cabeca merece at mais das tres rail *,
e a quem os soldados do niareclialatp fazem
montara por todos os cantos d'esta' trra,
sem encontrarem com el!e.
Como se chama ento o tal bandido ?
Oh I firma bem conbecida, e s se
o senhor vem de muito longe que nao
ter ouvido fallar n'elie como se falla do
lobos. E' o marquez de Saint-Maixent.
inteirinho e entregado, e o outro fgido
guillotina, que anda com elle chamarse
Lzaro e faz de criado.
O marquez fijou como se nada fra com
elle ; nao se urexeu, nem saquer um mus-
col da cara.
Conhecer Vmc. o tal marquez de
Saint-Maixent ? perguntou elle.
Eu c nunca o v, mas com certeza o
conhecia.
Sem nunca o ler visto ?. *. Acbo
extraordinario.
Nao tanto como he parece. Todos os
signaes d'eile esto pegados porta da
igreja. Ped ao senhor professor que me
lirasse urna copia d'elles, e lenho-a c em
cas"a ; s vezes pode servir para alguma
cousa. Olhe que apetece ganhar tres mil
'... Se quer entrar "comigo n'esta chou-
pana, eu lhe mostr o papellico, e de ca-
minho pode lavar-se d'essa negregada san-
gueira, que o desfigura.
Saint Maixent hesilou; mas discorrendo
que se recusasse pedera suscitar descon-
anga no camponio, resolveu-se a entrar
desafogadamente.
Aceito de boa vontade. respondeu ;
mas em me apeiando, quem b de segurar
no cavallo ?
Miguel !.. Miguel!.. gritou o al-
deo.
Apparece porta ara rapazto de seus
dez annos, de cara bonita, redonda e cora-
da, com os olbos anda meio somnolentos,
porque se levantara n'aquelle instante.
O' rapaz, disse-lhe o pai, segura ahi o
cavallo d'este fidalgo ; v l no o largues,
quando no bem podes fugir de mim t
0 pequeo agarrn cora modos decidi-
dos a rdea qae o marqaez lhe den; este
ultimo entrou mais q aldeo n'uma casa
verno, no tevasse suas pretencoes ao pon-
to de por em diavid* a lettra clara e positi-
va de seos conrratos, cortamente nao teria
occasiao para se queixar.
A estrada de ferro de S. Paulo de to-
das a mais favorecida... >
Noto o nobre depotado- pelo 4 districto
do Rio de Janeiro, nao a estrada de ferro
de Pernambuco, e sim a de 9. Paulo a mais
favorecida. E' o governo qaem o diz.
(Continuando a lr).
c A estrada de ferro de S. Piolo de
todas a mais favorecida, e entretanto a que
menos razoavel se mostra recusando aceitar
as decisoe equitativas do governo. As eon-
sequencias desta sitaacao correar somante
por sua conta.
, Sr. presidente, com companhias desta
ordfem que o nobre ministro espera chegar
a accordo de que resultem vantageni, eta
compensaclo do grande favor qwe o pro-
jecto em discossSo antorisa ? Contino,
portanto, a dizer que nao ha razo nenhuma
para que se acredite bem firmada a confian-
ca que o nobre ministro tem para esperar
que a companhia da estrada de ferro de
Pernambuco lhe corresponda.
y
^
s
O Sr. Minisiro da Agricultura rEu-
nSo disse que tinha essa confianca.
0 Sr. Souza Res :A no ter essa con-
fianca, o nobre ministro nSo tem razo al-
guma para pretender que o projecto passe
como est ; o nobre ministro devia por con-
sequencia acceder s razoes, sem duvida de
grande importancia, qae tenho apresentado
em favor da emenda que se acha sobre a
mesa.
0 Sr. Araujo Lima .Ou: aprsente elle-
outra.
O Sr. Souza Res :... ou aprsente S.
Exc. ontra que salve em todo- o lempo os
interesses do estado.
NSo teaho a pretencSo de indicar ao no-
bre ministro o caminho que deve seguir :
mas tenho razo, tenho necessidade, tenho
obrigaco de chamar a attencio do nobre
ministro para este ponto, e dlzer-4be se
quer que seus amigos votem com conscien-
cia, com vontade-, com dedicaco, propor-
cione-Ibes occasio disso, offerega mesmo a
emenda, redigindo-a de maneira qoe seja
digna da cmara e do governo.
Como se acha concebido o^projecto, no
comprehendo que a cmara e o govern0
possam ficar bem, se elle passar.
NSo devo cansar mais a paciencia da c-
mara. (Muitos no- apoiados).
Conclo, portanto, Sr. presidente, fazen-
do votos para qoe o oobre ministro possa
ver arada todos os seus collegas nesta casa
com um s peneamento sobre esta ques-
to, correspondendo assim confianca qoe
com toda a razo o nobre ministro suppoe
ter no meio deltes.
Agradeco summamente a atteneo qoe os
nobres deputados- me prestaran).
Vozes :Muito bem I muito bem I
O SR. CORREA: Sr. presidente, ha
questoes que entram. em disrasso nesta
casa com antecedentes que excitara preven-
Ces at certo ponto justificadas.
Abusos consideraveis se deram na admi-
nistraco da companhia da estrada de ferro
de Pernambuco, que todos condemnamos, e
que no podem deixar de acudir ao espirito
quando se trata de fazer-lhe concesses que
assentam na equidade ; tanto mus quanto
os ministros, que se teem occopado da ma-
teria, no teem tido todos igual proced-
ment.
Cumpre-nos, portanto, pesar maduramen-
te as razSes pro e contra, para os decidi-
rnos a votar'afinal de accordo cora as qne
preponderarem em "nosso animo.
Estou no proposito, Sr. presidente, de
confirmar na votaco final a .-.pprovacoque
em segunda discussSo dei ao- projecto com
a solemnidade requerida pelo Dobre deputa-
do pelo 4o districto da provincia do Ro de
Janeiro ; teodo entSo a fortuna de acompa -
nbar a maioria desta cmara.
E' verdade, Sr. presidente, que o nobre
deputado pelo Io districto da provincia de
Pernambuco, aquilatando o voto da maioria.
observou que nem sempre a verdade est
com o numero.
/ {Contiiutarse-ha)
grande, muio aceiada, e qne servia ao
mesmo tempo de cosinba e de sala.
No meio da casa estava urna mulber ainda
moca e gentil, de sia curta e bracos mis.
lavando em agua fra um pequenito de tres
ou quatro annos, que protestava cora toda
a forca dos pulmes contra a juelle banho
matinal, perfeitamente escusado. segundo
elle lhe pareca.
O aspocto mais que singular do fidalgo
produzio oa mulber o mesmo effeito que
proiuzira no marido. Larguu a enanca
re:uou espantada.
NSo tenhas medo, saBtinba, disse o-
camponio desatando gargalhada ; o san-
hue que tu ali vs a sujar este fidalgo o
sangue de um bandido, e pode muito bem
ser que nunca mais oucamos fallar c no
sitio do marquez de Saint-Maixent.
Deus o queira I disse a mulher. Ha
j urnas poocas de noutes que por causa
d'eile no durmo socegada I Este fidalgo
pa.recisa de alguma cousa ?
Precisa d'agua, moita agua, a ver s
quanto antes arranja cara de gente I
Emquanto a sabia pucha sobre a mesa
um enorme alguidar de barro, branco e
azul, e o enchia d'agua tirada de uma bi-
Iha de cobre mais luzida que o ouro, o
camponio mostrava ao marquea um espelho
oequenno, peodnrado na parede.
Oihe agora para si, disse elle, e veja
l se est bonito assim d'essa feitio I
Sainl-Maxent chegou-se ao espelho, e
teve de confessar si mesmo. que a sua
cara, toda cheia de grandes nodoas averm&-
Ibadas, s poderia inspirar medo e repul-
so.
Ahi ilharga estSo os signaes do tal
patife, pode ler ; ea c sei-os de cor, e se
por acaso ainda o marques anda vivo, se
esse diabo em carne e osso por aqui passar
tenho ali ao canto um mosquete velho,
caregadinho de proposito para elle, e, pa-
lavra de Medrado Taboureau, s se ea nio
lhe poder ser b -rn 1.,. Tres mil 2f uma
-ontinha calada*... EntSo que quer..
eu c no sou, rico I
(Conlinwtr-se-ha.)
-YP .DO DAKIO WJA WJQUE 8 CAXUS


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