Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13076


This item is only available as the following downloads:


Full Text

A
I' i
* ,
AUNO XLVI. NUMERO 146
------------------------:-------------------------';----------------- ,' "..->]-------------------------------------------------------------'
PARA A CAPITAL LGABES ONDE SAO SI PAGA PORTE.
Por tres raezes achantados "................ 6#000
l'or seis ditos idem.........*......... 12,5000
Por um armo idem.. ............. 240O0
Cada mamero avulso...................* ^
-Por tres aezes a^antaos
Por seis ditos idem.
Por nove ditos idem
Por em-aono idem
SB8IDU I DE' JHLRO DE I8*M.
PASA DEWBO E FOEA DA PH0VI5CIA.
6,1730
41*690
26*280
Propriedade de Manoel Figuira de Faria & Filhos.
SAO- ACSKTj
Os Sri. Gerardo Antonio Alves de
Pereirt d'Almeida, em Mamanguape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Jos Gom,
Dr. Jos Martfas Alves.lpa Bahia ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
em Nazareth ; Francisco Taviws da Costa, em Alagoas;
_ PARTE QrTIClAL.
overno da proTinrla
LEI K. 932.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vce-presi-
deK'! da provincia de Pernambnco : Faro saber a todos os seas ha-
bitantes, que a asserobla legislativa provincial decretou e eu sanc-
eionei a resolueao seguate :
Art. 1.' Ficam aperovados os crditos supplementares. aberlos
por .nanas presidente da provincia de datas de 28 de junln, 3,
S, 9. e 22 de jullio, 7 e SO de agosto de 869, II, 19 e 20 de feve-
reiro de 1870, todos na importancia de 65:6734973, sendo.......
60:672*836 supplementares lei do orcamento de 1868 a 1869, e
::OOI4t37 de 1869 a 1870.
Art. 2." Fcam revogadas as disposicSes em contrario.
primidas no art. 16 as palavrapredios, ouassim como os irts.
23 e Si, o corapromisso da contraria do Santi3simo Sacramento,
erecta na matriz de Santo Amaro de Jaboato.
Art. 2. Ficam revogadas as dieposicoes em contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades, a quem o conbeci-
inento e execugo da presente resolueao-pertencer, que a curanram
e fa?am cumprir tao inteiramente- como nella se contm. O aecre-
tario interino da presidencia desta provincia a faea imprimir, publi-
car e correr.
F*hos, no Para ; Goncalves & Pinto, no Maranbao ; Joaqaim Jos de Oliveira, no Gaar ; Antoni de Lemos Braga, no Aracat, ; JoaoUari. Julio Chaves, no Ase ; Antea*. Marques d* Silva, no Natal; tat-M
Ba da Penba; Belarmino do Santos Bulcao, em Santo At-; Domingas Jee da Cosa-Brasa,
L. & Frotase de Assis Pereira HotlM.
Se!iadae ptWieadia presente resolueao nesta secretaria da pre-
sidencia de Penmbufl aos 18 de junco de 1870.
G secretario interino
Etat Freerm de >Umeta e Alhuqtcrqut.
LE N. 937.
O desemtoailadorFrancico de Assis Pereira Rocha, vice-presi-
dente da propia dePernamooco : Fago saber a todos os seus ha-
Palacio urFeTidenci,aVdrP^ramVbuw.''7 'djunno hitante* <*ie a sembk legislativa provincial decretou, e eu.sanc-
conei rewloco seglltite :
Art. 1." Fija transferid* a sede da- freguezia de I poja a para
a capella filial JL^toveao! oe-Nossa Senhora do O'.
de 1870, 49 da independencia e do imperio.
L. S. Francisco de Asis Pereira Bocha.
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de pernambuco aos 17 de junho de 18?.
O secretario interino
Elias Frederioo de Mneida e Albuquerque.
LE! N. 938.
O desembargador Francisco de Assis Pareira Rocha, vce-pre-
Faco saber a todos
. sidente da previneia de Pernamhnco: Faco saber a todos os seus
Mando, portanto, a todas as autoridades a quem o conbecimen-1 hablten, ^ue a assembla legislativa provincial decretou e eu sane-
en execucao da- presente resoluto pertmer, que a^cumpram e; fa- cjOQeJ a ^^ seguinte :
Art. nico. Fica apprcvado o contrato celebrado pela presiden-
cia da provincia cora Jos- -Henriqie Trindade em 19 de maio de
1870.
Revogadas as disposieoes em contrario.
. Mando, portanto, todas as autoridades, quem o conhecimento
e execucao da presente resolueao pertencer, que a cumprara e fa-
cam cumprir tao inteiraraente como nella se contera. O secretario
interino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar e
lo
interino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar e
correr. Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junho de 1370,
k'.p di independencia e do imperio.
|,. S. Francisco de Assis Pereira Rocha.
Sella ii e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de Pern .albuco aos 17 de junho de 1870.
O secretario interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LE N. 933.
O desembargador Fnncisco de Assis Pereira Rocha, vire-presi-
dente da provincia de Pernambuco : Faco saber a todos os seus ha-
hitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sane-
Ctoaei a resolueao seguinte :
Art. nico. Fica o presidente da provincia autorsado a abrir um
crdito na importancia de 37:i23370 supplementar ao art. 18 2
da lei do orcamento vigente.
Revocadas as di-posicoes em contrario.
Mando, portanto, todas as autoridades, quem o conhecimen
revogadts as disposi^es em conlrano.
uto, tidas as autoridades, quem o conbecr-
da prestn, resolueao pertenr, que a^eumpram
tao inteirameate como nella se contm. O secreta
tsidenciade-ta provincia* a faca imprimir, publicar
da presfioncia de Peruambuco, 18 d junrtv de
" ndcnciedo imperio.
\ Francisco Assit Pereira- Rocha.
Sellada e pflblicada a fsente resolucJo MM*. secretaria da pw
sidenaia de Pernambuco aos*li de junho de 1870.
\ O secretario interino
Elms frederico d Almeida e Albxqmrqve.
1EI N. 938r
O desembaHador Franctico de Assis Pereira Rocha, vice-pre-
Paco saber a todas
Art. !
Mando,
ment e execn
e fagam cum
rio interino da
e correr. Pali
1870^ da i
US.
i
nbalga
dente da provincia de Pemanltuco : Paco saber a todas os seus
. habiantes. que # assembla te^lativa prov.ncial decretot e ensae-
correr. Palacio da presidencia d Pernambuco, 17 de junho de 1870, cone a resolugno seguinte ,
49 da indeoendencia e do imperio Art. !. Fica autonsda i camara.mumcipal desta.etaade de
49- da independencia "PP^.^ ^ ^ Pereim Rocha Recife,, contrahir um emprestmo que nao poden e.^ederde
Sellada e publicada aprsente resolueao nesta secretaria da 300*00*. os quaes nao veneer.o juros superiorjnove,por cento,
presidencia deternambuco aos 17 de junbo'de 1870. para applica-lo a construcc*. dt urna tm^nnn*to "J-'
O secretario interino, de, no lugar que fr conveniente ou contratar com- quem melho-
Elias. Frederico d'Almeida e Albuquerque. res vantagens elerecer a conslrmcao da diU casa de fo-
Art. 2." Para garanta deste. imprestimo e os respectivos jaros,
poder a cmara hypotheear o edflcio do mercado e os seus rend-
mentos pelo temp e sob as condi\oes que julgar mais vantajosas,
LEI 93&
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-pre-
sidente da provincia de Pernambuco : Faco saber
to esecucao da presente resolueao pertencer, que a eumpram e habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sane
U'\i!:: cumprir o inteiramente como nella se contm. O secretario] conel a resolueao segninte :
int'rino da presidencia desta provincia a faca imprimir, publicar e i Art. !. Fica o presidente da provincia autorisado :
correr Palacio da presidencia de Pernambuco, 17 de junho dt 1870, I.* A .mandar continuar a construccao da estrada de Munhe
49* da independencia e do imperio. | ca at a povoacao do mesmo nome.
k s. Francisco de Assit Pereira Rocha.
a todos os eus (~j'e^io da ,ppr8vacao desu aembia.
Art. 3." A desappropriacio do terreno necessar para
a cons-
Sellada e publicada a presente resolueao nesta secretaria da
presidencia de "Pernambuco aos 17 de junho de 1870.
O secretaria interino
Elias Frederico de Almeida e Albuquerque.
LEI N. 934.
O desembargador Francisco de Assis Pereira Rocha, vice-pre-1
ideare da provincia de Pernambuco : Faco saber a todos os seus
habitantes, que a assembla legislativa provincial decretou e eu sanc-
ctooei a resolueao seguinte :
Art. i. Fica approvado na parte civil, com as modiflcacoes
comanles do acto do ordinario de 16 de setembro de 1869, e snp
2. A reformar oregulamento do cemiterio publico da cidade
do Recife.
3.a
truccao da dita casa de mercado, s feita por conaa da provincia,
votando-se par esse fim annualmeao na lei do orcamento a qaan-
< de 25:0O0#O0O durante dous annfs.
Art 4 Ficam revogadas as disposieoes em contrario.
Mando portanto, todas asautordades, quera o conhecmiento
, .. ... v. .m i ecueo da presente resolueao pertncer. que a eumpram e tacam
AproveroproressorMarcolino Antonio Xavier, ero al- ^^tao inteiraijieDte ooroo neto si contm. O secretan mte-
guma cadeira vaga de mstruccao primaria, fleando sem effeito dea-, ^lrap'rn* sdencia desta-. provincia faca imprimir, puelicer
de ento-a jubilacao que foi concedida ao mesmo professor. i rmo aa v da deDcja % pernambuco, 18 de juaho de
Art. 4." Ficam revogadas as disposieoes em contrario rrer. r d ^ 0 do in,per0
Mando, portanto, todas as autoridades, a quem o conhecimen- > 1870, *^ oa ioqiu FrMttut ^ $sis Ptreira Rocha.
to e execucao da presente resolueao pertencer, que a eumpram e fa-1 -. ^,tcada a presente resolieo nesta secretai ia da pe-
cam cumprir tao inteiramente como nella se contera O Mereurio de peroambueo aos 18dejunhode 1870.
interino da presidencia desta provincia a faca Imprimir publicar sidencia oe mrw> -* j Q _aKVQ ^^^
correr. Palacio da presidmeia de Pernambuco, 18 de junho de 1871*,
49* da independencia e do imperio.
EJias Frederico de Almeida t Albuqmrq^e.
n'JjfiCfiuS DA
PRESIOBNCI.V 03
JUNHO OE 1870
OU 22 DE
Padre Antonio Generoso Raadeira. Iaforme o
Sr. inspector da thesooraria provincial.
t-.Mannino Alves Aroxa.Em vista da informa-
*i-i; tema enmara procedido bem, mandando por
DIARIO DE PERNAMBUCO
RECIFE, 2 DE JULHO DE 1870.
Noticias do sul do Imperio.
Chegnu Jiontem ao meio dia o vapor South
meio
a arana os talhos; j qual |>de o supplicanie' .^mrica, traiendo jornada do Rio de Janeiro de
concorrer 2i e -3- e da Bsh4a de 28 e 29 do passado, dos
J)a'iim Ti coiraJPeixoto e sua mulher.Infor- quaes extrabimos o que segu.
me o Sr inspector da thesouraria de fazenria. j rio\ prata
Bacharel Joao Cavalcante de Albuquerqae. Urna carta de Montevideo, em
V ttiewuraria provincial cjm a portara desta r diz o seguinu :
'data 0s erros
rente da empre/.a de illun-rnacao.J esta tle lem desgOL._
nnrlencia deelaron por despacho de hontem que parciaa que esses se conservara neutros ourazem
Eiin o Mitrado fez com Gustavo, e que nenhum deffeccao, como Mximo Prez, de trbe ja de. no- f*j^JjS
Sreili t"m aemprma, de que o supplicanie 6 ticia na anterior, madando-s* para Buenos-Ayres. fot agoraHBnHm
Kf"ena1adun1ciod,,coatra.o_lor30an- O governn est desacreditado. .Poucoteriamo goi ^no contra a,^
, prieurio no Sallo leve urna sentenca em favor de
sua propriedade, de que um oriental quena es-
bulha-lo. Vence a demanda nos tnbunaes res-
pectivos, e quando o rerirficuw* desse.tribunal ia
ter executado em favor do Brasileiro, urna carta
do presidente batle ordena wgefe po/iticoque
nao d execucao sentenc> do tribunal. Isto nao
s 9 horas da manhaa, o novio astava jqueima-
do at a liuha d'agua. '
c Entre os passageiros salvos as. mulhe-
res e meninos que ignorara a sorle- dos de-
mais membros de sua familia que eslava
a bordo.. >
O captto do-navio incendiado da boo-
d-Mrte video- *
se commenta.
| t Ha ainda mais outroa icooteeimeoios deqj terfl^>aaplania do porto
, tenho noticia. A estancia do baro de Mana, na ggg^rj^ declaraco :
rnargem do Rio-Negro foi invadida pelas lora abaiso assignado, capito- da barca
AfBrman,.n,e v* um a,""',J ,de^9o- Oeste do.Heridi.no4ePiri>. me
mais servicos prestou na campanha do Paraguay,
rente, se na i a
nos. de que
junio de 18"i6.
tr-'ta oUart542' d "ei"n'."363' "de27de que ver comlsses erros "da aiministrago^ colorada
jg' i se ella no meio de ssus desatinos, nao tivesse
G)rente"da illuminaeo.Nada ha que deiirir a como tem offandido ao Brasil a quem deve ludo
vi d de inachj d-wu presidencia lancado nes-desgracadamente
r iva em airo requerimento do supplicanie A intervencao brasileira a favor de Flores foi
Uiriima L'n* de Albaiaerque. Dirija-se a gravissimo erro ponteo,cujas consequeocias e-
I mos pago coii usura. Entretanto das 63 recia-
\ mages de que tratou o celebre ultimtum, apena*
i 11 pertencam ao lempo do governo que se acha-
va em 186ino poder. Todas as outras .vinham
'das ad:niniiracS3s anteriores. Eu nao sei se
. qualquer dessas reciamacJos j foi saliseita de
l6,i para c. Grioque ainla nao. O que sel
Ihes'juraria provincial.
CmoanWa de seg tros Liverpool and Londin.
V vista d*infinnc-i> con;eda-se o titulo reque-
rid" -e for dicltado, m\< nao tendoa suppluan-
p p >r obiecto oneraejjaa de banco, nao precisa da
declaracao de q'i-i Irnti o art. lodo decreto n.
2711 d" '19 'Ij dezarabrode 1860. .
J la i Rodrijues & Moura.D se a guia de que
trata o art. 45 do deereu n. 1130 de 12 de margo
l8^ 23 -
o Sr. ins-
Innandale de N>ssa Senhora do Livrame.nto da
matriz da Vanea.Dirija-se a llusouraria provm-
J iaqiim Pereira a Silva.Ao Sr. inspector di
thesourari:'. de f.izenda com a portarla desta data.
Bicharel Jjao B.iptista de Siqueira Cavalcante.
v>Sr.'in--pctor d;thisouraria de fazeuda com a
portara dista data.
Jjao Gregorio dis Santos.=Io[rrrae
uector da thesouraria provincial.
T.iomaz Antonio de Gmveia.Expeda se or-
dem para o supplicante ser submetlido ao novo
,U|?aI?cioBento-deLoola.-Vistoque o suppli-
canie nao foi prjvido 3- escriturario mediante
oinrurso, continu a servir no ln?ar que oceupa
at qiW sesubmetta a prova era exame legal.
Jes Crrela Pessoa de Mello.Junte-se aos au-
is qj >e refere o supplicante, e d-se_ delles
vista a3 desembargador procurador da corod, so-
berana e fazenda nacional, para dizer.
Antonio Ge i'tsNetto.-Detendocom a delibera-
cao desta data, que se Ihe dar por copia.
Auguslo Cesar da Rocha Falcao.-Informe o Sr.
enaenheiro chefedas obras militares.
Francisto Minosl di Rosa encarainhe-se.
Dr. Ignawe Alcebiadeg Velloso.-Ao Sr. tospee-
wr da ths5nraria de fazenda com a portara des-
ta data.
Manoel Joaqaim Pereira.informe o Sr. euge-
ohelro chefe da repartigo da, obras publiea?.
o "que se posso afflrmar que vo surgindo
outras na administraco actual como se vai ver.
Alni da guerra injusta qm- por esse governo
foi promovida contra baro de Man, a cujas ope-
ragoes bancarhs o governo de Batle creou
as maiores difflculdades, privando ainda agora de
inuitas garantas legaeso estab decimento daqnelle
honrado banqueiro que debatie pugna em_defe*a
de seu direito perfoito, outros factos se estao dan-
do que sobremaneira dosgostam os brasileiros re-
clamando a atteoco e a energa do governo do
imperio.
O primeiro e mais estrondoso foi o que se c
com nm brasileiro de nome *
reclamar elle proprio ao vi obrigado a abandonar o referido navio, da
depredagoM que tem fotoos rnatrcula de Genova, debaixo de meucom-
orientaes na sua estancia E'o coronel Amaro man(j0( por haver-se pronunciado 3 bordo
Barbosa- um jCendio, de que me salvei miagrosa-
v^r^^^*mtnte- ^racas ao aus-iliopd;barcLdrrs
tas alas fortes, muilas cabegas inteUigentes para dele et Lovise, capRao G, Mana Redox, que
saberem conservar trio o animo, para nao abdi- me con(juz0 a esie },orto.. assim como a meu
carera o_senso comum. Por isso entend| clm* jmmediato, meu contra mestre, alguns dos
ciSdlsTctos^ esseaa9mpt' eV0U tripulantes e passageiros, em numero de
. Cartas cliegadas boje do noticia de que ou- vinte e oito pessoa*, todas as quaes puz com
tro brasileiro fofa acontado no Salto recentemente. mn^a autordade Sob a protec?a> do encar-
Ainda mais. Urna das estancias no barao de negocos dt s. M. o rei Victor
Mau no Sallo foi invadida, tentando urna partida "" b .
Idados ori.niaes, ao servigo do governo sob Manoel, nesta cidade. It e i i ae Ji
' 1870. (Assigaado.)capitao Htnert
tino.
t. Muilos offiaes brasileiros que estive-
o mando de um alferes, ferir ao encarregado ua
fazenda, o qual soobe defender a propriedade.
Os bandidos vendo a atatude enrgica daquelles (
lloie II de junho de
Agosr.
adrede ^^^^^SiSSS^ respon-l ram em'Pv'ip no'Passo^da Patria e dm
ollicial ar-
Brasil continuar impassivel.
Quero cror que o governo actual nao tem
meios de fazer exeeutar as suas ordena. Tal e o
desprestigio em que cabio no seu paiz !
Vejo em tudo isso uma gradde semelnanra
iencadi ^RonnemTs- com o que est acontecendo na Grecia. Embora
o governo da Grecia nao tenha a cuipa desque fl-
e residente no Salto Oriental.
t Diante destes uuukiiiw >- -.
sabilldad nao quero fazer cahir directamente Tuyuty bao de lembrar-se de um
sobre o governo do estado oriental, nao poje o | genta0 fa aome Lucio Maurilla, correspon-
,, ^to&tozcinltoO^W -- DDTdos elaVleadores daquel.ei paiz
" 10 CSllipu
naneletad c dido br le ro. Tendo sido obriga- contra os .ogiva; que f.ram passeiar ,
BWSrktofr?l!iio do celebre general de Marathourao zovemo, .je.esta m.
a allianga Henrique Cast, a -entar pravas ^^^^n? se.foSrad
^nde uma
romanas
torgas orientaos que raarchavara agdra
operagoes contra Apparicio, recusou-se Ms*-
abalde apresentou .a sua papeleta de cidada
brasileiro : foi preso e agoutado. Tendo essf
mundo.
t Nao precisa oBrasil de levar tao longe o pun-
donor nacional. Mas preciso desde ja, e agora
-23
vero parece que nao de caso a imporlencta que
mereca. O que eerto que depois da reclama-
gj feita, foi de novo agoutado o mesmo brasilei-
ro como por acinte.
Esfe fado data de fovereiro deste anno, pms
de lo de feverero a dala da reclamagao contra
o alistamento brasileiro.
c Agora consta-rae qne tendo a legacao do im-
porto exigido a demissao do gefe poltico que com- monie.
metiera esses attentados, e tendo sido para esse
fim mandado.,offleiaes ao Salto, o portador f d eljes t F
hiba qu Brazileiros residam nos territorios do-
Prata, fazendo declarar por uma le que peto*
o foro de cidados brasileiros todos os que orem
residir fra do Brasil. Ao menss nao havera ne-
cessidade de tantas legaooes do imperio e de tantos
consulados, nem de tantas estaeSes da esquadra
brazileira. .
Ou somoj ou nao somos, como se diz vuigar-
a nao seiqnahtas leguas di-tante, na campanha. e^ Siglo a respeito do ^.^^Mem de
O governo do paiz est sem torga moral. Aquella Mana Barnt^,Mmwmirm^^e^
refposta me pfrece urna zbrabarla, quo nao deve Genova^ara gJjioJ. O^c p.uo da bjj JJ
aSarProDa-esse respeito como a raaxiraa antiga Ss^ul lbrev,ver Smjjai.. funesto
inopiis obsta. Se o Brasil nao tivesse deixado deu a; fegointesinformaete.
al-
sensagao lera causado boje nesta
v^oTcoraa^osuTe^
serresolvido pelo'general. Carabal.o quesera patoJ-^^Monh^^ ^ ^^
Ananias Misael Lobo.-Informe o Sr inspector
do arsenal de marmha.
Cjsaia Elvira de Arauj >.- Informe o Sr. con-
selhS director ferar inlerino da instruccao pu
ijsbaBrt*w6B3t: aS5r253s!S** 3g3*sBtr*
., ,,i en,.,. bu em >-, -^ SS^S^Jo,^.*. U do;
*%i nic M IT.U d. iommoci. nenhom. ere p^eijttd, I.! U'S M.m
de difflcil. ..,_ i, ..
i O mesmo navio Aile et Loui recolhen da es-
cuna inglezaif.irv,deUndres, dez passageiros
Francisco
P3pac4ico Joo de Barros Junior.-Passe poru-
ra na frmalo esrylo.
Francisca Maria da Silva Tararea.Dirija-se ao
Sr. desembarga lor proved t da Sanu basa ae
Misericordia em se.-?ao da junta.
Capitio Jwquim Cordeiro Ribeiro Campos.
J>assaadi. recibo, entregoe-se a patente.
IooRaptita do Amaral.^litulo do supplican-j
t^ foi remanido a tbesoufana de fazenda para pa
carnalo dos direitos. .
Joio Domingues da Silva Pmto t,uiraaraes.--Ao
Sr inspector da thesouraria de fazenda com a
^S^uSWe,ra.-Informe o Sr cora-
maote superior da guarda.nwtonal da capitalL
Marta Sibina da Coocf.ao e Mina Joaquina
da Conceicao.-Nio tem lugar o qne Yeqaerem os
^SVpranciseo Jos da Siln.-A' 'vista dal
jgg!, e deliberagao aposentando o!
sajT
qae se achav em viagem
reconhecidos pelo Brasil.
cas sao outras. Trata-se de pedir separacao
uraa offensa ao imperio.
As demoras sao projudiciaes em laes caso?. .
A medida qe os attentados de oriente contra salvo pm-o.i ultima,
brasileiros se fossem reproduzindo as .reaegoes para^^artralui. pa,9ageiros e 21
contra esse brbaro procediraeoto vio se pro- Barrav no i comm"V'J^ vlclima3
nao ter o trabalho de concorrer para apaga
ir a deslrnigao final.
Alera daqnelle faca ha outro n
eV^.raTqUu?acahaoutro menos clara,-
roso; mas igualmente injusto. Um Brasileiro
pro, sjlvou-e. enlao pelo bote de proa, fo da seguinte
dnt entao para a Tribuna, e que Unha
orna reputago de escriptor no exercilo ar-
gentino. Pois bem. Esse ollicial, que co-
ronel, eslava ltimamente commandando as
fronteiras do hdo do. rio. Quarto e Cab-
muchita (provincra de C)rdova). Como tal
espingardeou a um soldado de linha deser-
tor, com aquelle processo summario com
r^ue aqui se manda e>pingardear um sida
do, oa antes verbalmente por ordem sua,
mas sem dar aviso ao ministro da guerra,
como devia .
t Por essa execoc3o irregular de um
desertor estava seado proccessado, segundo
consta de um acto de 2i de Janeiro e da
vista fiscal de 17 de mareor do anno cor-
rente.
c Nesie interim o presidente Sarmiento,
recebe pelo correio uma petico datada de
8 de maio dos habitantes do Rio Quarto e
outra do mesmo mea dos de Cakumtchita
pedindo o grao de general para o coronel
D. Lucio Maurilla, em remuneracao. dos
bons secvifos prestados como commandante
da fronteira. y
O presidente Sarmiento, ndefertndo
essa peticao, dirige uma carta aos peticiona-
rios, em qae se excede eni culpar ao coro-
nel Mandila, justificando assim o indeferi-
ment que den ao tal pedido: Esta carta
publicada era folha sola, e dapois no Na-
cional, levanton uma grande celeuma contra
o presidente. Toda a imprenta ataca ao Sr.
Sarmiento, exceptuando o Nacimal que
a gazeta ollicial.
La Discussion. la Verdad, la Repbli-
ca, le courrierde la, Plata e La Nacioh di-
zem-lhes coosas muilo fortes. La Tribuna
que a gazeta dos Varellas, prometteu
fallar com a franqueza que a caracterisa,
mas at agora o5o ge diz uma so palavra.
c Ha tambem alguma cousa no ministerio
do governo nacional. Dizem que Gerostiaga
deixe a parte de fazenda passando para elle
Marianno Yarelta, e occopandi a pasta de
relacoas exteriores o Sr. D. R jqaePerez que
foi ministro plenipotenciario o anno passa-
do. 0 presidente Sarmiento dtspe-se a
fazer uma viagem a Cord'ova coto, o fim de
activar os trabalbos da exposicSo, que na
verdad vi atrazadasimos quando estive
n'aquella cidade.
Dizem mais que vaballi adoptar medi-
das concernentes a.admmistracSe das- ren-
das de estado.
RIOX>S>J*H81RO.
O senado n3o funecioao nn- da 23.
A cmara dos depotados oo*io- ao Sr.
Andrade Figueira. sobre o orcamento- do
ministerio dos eslreogefos, e aos Si-s. Go-
mes da Silva, Pdrdigo.Malheire AJ>drade
Figneira.sobrea ftKa., do ibroan-; fnrando
esta materia encerrada* e aqueHa. adiada.
Por decreta- de 15, conoerea-se ao
coronel reformado- do- exercito .J05o Fran-
cisco Menna Brrelo a semisso- que pedio
dto exercicio de coramaadante superior da
guarda nacional dosmunicipios de Algrete
e Uruguayaoa, dJ.proiocia d>Rio-Gra*de.
do Sul.
Por decreto- do 20,. bouve Sv 31. o
Imperador por bem-pedoar aSerafkPla-
cido de Mello Bezarr* a pena.de doas me-
zes de prisao e malta a quefoi'condemodo
em grao de appaltagS pelo juiz de direito
da 1* vara criminal da corte,, por crime de
injurias verbaes.
Por decrao-dB- 22, foiinomeado ebefe
de secc3o da tbesouaaria do- Amazooas, o
2* escripturario- da. *> Espirito-Santo Pedro
J}-me Lisboa.
Por carta-imperial de 22, foi Bornea-
do o bacharel Jro*jrmo Cabral Raposo da
Cmara 4o vice-presidente da proviaeia do
Rio-Grande do-Norte.
Por dearetos- de 22, em attea?io aos
relevantes servicos-prestados na gowra con-
tra o Paraguay, firam concedidas bMtras do
posto de alferea do exercito, ao aHeres do
23 corpo de vohantarios dt patria Maximi-
liano Von Randoer.
Por decrete da mesma data, conce-
deu-se ao capitio do corpe de eegenheiros
Hercolano Velfoso Ferreira Penn demis-
sao que pedio d servigp. do exerco.
Por portaras da mesma dala, foi eso-1
nerado o tenenie do estado-major de --
classe Joao-da Silva TSorres, do lugar de
ajudante de-ordena da,presidenta da pro-
vincia de Santa Gatharina, e nomeado para
0 mesmo lugar o capillo reformado e ma-
jor honorario do exaretto Antonio Neoes
Ramos.
Leaos no Joznat do Commerci-.
Desembarcou hontem (), s 3 horas
da tarde-, no arsenal de marinha, o batalhae
50 de voluntarios, denominado Piauby, e
composto de contingentes dosta provincia e
de outras do norte...
S. M. o Imperador, acompanhado de
seus semanarios e ajudantas de campo S.
A. oSr. conde d-'Eu, o Sr. ministro- da
guerra, diversos, generaes de mar e trra,
militas pessoas,gredas e povo allt espera-
vamosbravos defensores da honra nacio-
nal.
i Formado o batalho. S. M. o.Impera-
dor fallou-lhe oestes termos:
a Sr. commandante do batamo de vo-
luntarios da patria 1
Acceitai este abraco para vos e vossos
cantaradas. A gloria coroou vosso herois-
mo : vinde receber as acclamagoes de vos-
sos compatriotas.
f Vivam os voluntarios da. jwlria I Ve-
1 vam o exercilo e a armada nacional!
OSr. conselheiro Paranagu pronun-
ciou enlao o seguinte discurso :
Voluntarios ptauhyenses.Fostes dos
primeiros a acudir ao reclamo da patria ul-
trajada ; e, depois de t-la viogado nobre
mente, sois' dos ltimos a recolber-vos aos
vossos-lares. Sede bem vindos; a nacSo,
BAHA.
A companhia de segures martimo
AUianm > etegeu a sua nova directora que.
em assim composta:
' Presidente da assembea- geral, Joaqun*
Elisio Pereira Marinho.
Secretarios. Francisco Cardse da Silva,
e Diogo Happe.
Directores, Jos Pinto da SHva Morara,
Jo5odriardo dos Santos e Doaingos Goo^
calves-Rrreira Bastos.
0.s voluntarios de Sergipe seg i rara
sea destioo no dia 2(k
Achava-se no porto a corveta vapor
porlugueza Duque da Tfrroeim.
A alfandega rendeu de 1 a 28 dopas-
sado 778:3755310.
PERNAMBUCO.
REVISTA MAMA.
ASSEMBLA PHOVliHClAL.Hontem a assem-
bla anprovuu um parecer da commsso de cene-
tiliMcao e poderes coatra a iodieaijao apresentada
pelo^Sr H. Mamede, para que sereprezeotasse ao
governo geral sobre a eoDveoiencia de seren te-
vidas .treito o melhoramenio do porto desta et-
dade e ouUas Obra s, depois da onarem os Srs. Ja -
mede* A, tiivalcante, G. Drummond, Gusmao Lobo
e Pernambuco (libo.
Passand ordem do dia, approvou as emenda*
oeoido* wii 3' diseassio a pnojecto n. 108 des-
te anno, qoe manda admUtir como alumnos po-
bre* do gymnasio dwraos nenoces.
A ordem do dia para hoj -: continuaeso da
antecedente e approvacao de redaecoes.
Jl'RT DO RECIFE.Acb-s* designado o da.
2lfdo e-irrente para comegar a tereeira sessao
da ium da comarca do RaeiTei sob a.presidencia
-j_ o- '. uKnnKi r .t. cii..n v^i,.^ n.4 J& Hi_
de Sr. Dr. Manoel Jas,da Silva Neiva, jttk de di-
reno da segunda vara crioMnali
ALFASDEGA.Renden no. oaez.passado..
870:350*774.
MUDANQiDE'JOME*Em.se3so decmara,
municipal do Recife de 30'do passado, a estrada
deJwaode Barros passou a denomlnai-seEs-
trada ie Paulm Cmara.
AQARTELLAME.NTO*Itontem desa^nartelloa
o 2 baulhao de infantaria da guarda aacienal do
Reeife, entrando para oquartel o 3* de infanta-
ria do coramando do Sr. tenentecreoel -$ne.
MNHEIR0.-0 vaporrSonra America kfoa hon-
lara de nossa praca para a do Para W0t000*000,
DOUS DE JULBG.-^Ai soeiedade babiana Dous-
d Julho convida ao publico desta cidade a assis-
tir festa eommemoratiia da inspendencia da
Bahia, que manda oetebrar hoje na igceja do Es-
pirito Santo.
ASSASSNATO.No daa 13 de juuho, na esU-
cao de Frecbeirasdo te^mo da Ejcada, Joaqoim
Jos de San l'Anua assassinou a Adelo Gomes
dos Santos, sendo preso em flagrante^
HARONA AGADEMICA.-Reune-se aoje esla
soeiedade em sessao ordinaria as quatro horas da
larde.
SAHTA CASA DE MISERICORDIA. Hon-
tem a tarde realison-se a posse da nova jun-
ta administrativa da Santa Casa de Misericor-
dia, leudo o Exm. Sr. desembargador fwet um
bem elaborado relatorio sobre os irabaihos do
biennio que acabou a 30 de junho ultimo.
NOVA PvJBLICACAOAcabam de chegar s
livrarias dos Srs. Lal hacar A C. e Paula Montei-
ro, alguus exemplares do Discurso ie acra de-
Cfaras pelo faust succeso da victoria das armas
brasileiros, pronunciado a 3 de maio ultimo na
igreja da Eocarnaeo, em Lisboa, pelo Rvm. Au-
gusto Antonio Teixeira, no Te-Bmm maadadu
celebrar 'porama commsao de brasileiros *p.>r-
tuguezes. Becommendaiao-lo lailura dos apre-
ciadores da litteratura sagrada.
IM.VN DO VENENO.Remettem-no* o seguin-
te, pedindo sua publicr.o :
A humanidade tem como eondico e estado
natural a sale, perfoita e vigoeosa, para que |k>s-
sa caminhar. progredir e preetfcher o seu destino
ou misso que Ihe foi marcad;* pela Providencia;
de trma que qualquer transgresso ou desvio da.
lei natural, importa um abalo na sale, e por
conseguiote molestias, as quaes, apeaar do esfor-
co constante que a mesma natureza eroprega para
combate-las, muai vez-s ou quasi sempre es-o
erforco- impotante, infratephero ; i
e comespecialidade a nossa bella provincia, ella por assim duer imposibilitada de proiunr o
tpm'M7ln snheia nara oretllhar-se de ver effeto desejado ; dahi a nece.ss.dade imperiosa e
tem razao soDeja para orguinar w uc iinmediala de iavocar a COODeraeao 0u auxilio da
restituidos ao seu seto os poneos Ptaunven
ses que, reunidos a outros valentes volun-
tarios da patria, fazem hoje a soa entrada
solemne sob o- commando do denodado te-
nante-coronel Albuquerque Bello.
A provincia do Piauhy, que concorreu
com mais de 3,000 bomens para a guerra,
reconhece nesle punhado de bravos os res-
tos gloriosos dos batalboes que formara.
Sede bem vindos; o Brasil estremeci-
do vos acolbe no amplexo expressivo do
Imperador. E se a gratido nacional pu-
desse guardar-se, os ltimos seriam os pri-
meiros.
Viva a nacao brasileira!
e Vivam S. M. o Imperador e a familia
imperial!
* Vivam o exercito e a armarla nacional!
Nivam os Vblontarips da patria I
Foram nesta occasio 01161*601(138 ao ba-
talhao duas cortas de louro, que foram
pregadas na bandeira, uma por S. M. o
Imperador e outra por S. Alteza o Sr. con-
de d'Eu.
c Em seguida desfilen o batalbao, no
meio das saudaces do povo, pelo port5o do
arsenal, onde se achava postado nm contin-
gente de invlidos da patria.
Precediam-no uma banda de msica,
a eommissao dos piaubyenses, os Srs. : sa-
nadores Saraiva eParansgu, deputadopelo
Piauhy e Rio-Grande do Norte, conselhei-
ro Raphael Atchanjo Galvo, Jos de S Ba-
zerra e muitas ontras pessoas gradas.
c Chegando prafa de D, Pedro II, o
batalbSo fez continencia a S. M. o Impera-
dor, e dalli seguiov pelas designadas no
programma do possein, que se achayam or-
nadas com bandeiras, colchas de seda, e,tc.
Dorante todo o transito foi o bataihSo vtc-
loriado pelo povo, que enchiadas ras.
A alfandega rendeu da { a 24 dojpas-
sarjo i,mWM*39.
\

m

r
'
.. b


inmediata de avocar a eooperacao
arle. ,.
i Se assim deve-sa aproveitar o remed que
fr efflcaz, trazendo a cura quasi mmediau do
mal que se. quer comlxUer, sobretudo quando ersa
mal era enlao difllcil de curarse, e sujeitava o |>a-
eiente dores agonisantes e at mesmo ac; .-rela-
va a morte. ,
E deve-se ainda lottvar e estimular o descu-
bridor desse remedio, por ter. feito cora o auxi.io
da arte Wb til e proveitosa descoberia a, huma-
nidade sollredora. m .
Queremos tallar do Sr. Felippe aanoel de
Christb Leal, morador na ra daPraia de-h. l-ran-
csco de Olinda, o qual, vendo quei er-am e sao
[requemes os ea?os de hydrophobia, deseobno al-
guma peJras, as qu?es, mediante um dintel e
importante procosso ficam calcinada?, e app i.i-
dou-as com acertman do veneno. Ciro aeem,
sim, porque innmeras pess.;, quer de:U cipi-
al quer do centr, moradas de cao (jironado,
cascaveis e outros animaes. teem recorrido a ellas
e, o que para admirar, ainda cao deu-se o ca-
s de perecer alguma I
Alm de que, a dita pedra tem anda a pro-
priedade ou graude vantagem demostrar eviden-
temente se ha on nao veneno aa mordedura uor-
quanto, uma vez devidamente appbcada, chji-.l->e
a este conhecimento.
A cura alm de fcil, commoda, pois que
aualouer pessoa poder applicar sobre a parte
uTectada a mordida a dita, pedra, uma vez. quo te-
nha lido as>instruedes que acompanham-nas pelo
me qualquer, morador sobretudo no centro, e jino
sejam niores de engenao, lavradores. agnculio-
rei ele etc., dever munir-se de uma pedra, pa-
rajando alguma pessoa de suas familia, lor ac-
commettida lo mal"combate-lo immediatauLu'.e,
corto de que conseguir o effetto desejado, :--i ,
o re'tabelecimento completo dasaude.e eom este
a tranquilidade de emirito.
E' portanto digno delonvor o Sr Chr.^oLeal
descubridor do man do veneuo.-por ter com o
seTlrabalho, esforco e experiencia, fe.to tao ,.t,l
e KSrtante acquisiclo, apresentando a kamam-
Lde um Imitivo para aligeirar eexngmr a- et-
rivs dores e algumas vaos pernic.osus effeitos
oriundos dt mordeduras de cao damnado, cobras
mo ^odidade dos compradores harse-hao

* !
1
l
,


1
Diario de Prhambw L- Sabbado 2 de Julho de 1870.
t 4
#>
fletta benefl-os que r*sotUrm.,da dita pedra, e ao
^- f nimio se peder gastar com os facultativos e bo-
iita, uom vec que faca-ce abstenan do imn do
veneno,o qual recomo ao publico seo-
sal i e apreciador ifcts u iveitosa detco-
kerus, dignas porceru* de todo o a col tomento.
GAJ1ELEIUA.De Garaeleira nos escrevom a 28
do passado:
' t Celebron-se no (lia 16 na 'matriz d'aquella]
freguecia de Corpus curisii (esta pala irmudade
do SS. Sacranaeno, $u padroeiro, a qual estove
muito concurrida o briibaute, apocar da pinza
cQuva, que cabio. Na vespe-ra/oi logo ella anun-
ciad i por girndolas da fogo, que ao locar do meie
lo de matriz, posto que araahada, de pessima
conslrticco, e ein ruma, que a cada momento
antt-aca, Urnhava coui o ornato dos voltiles, al-
- califas e llores, com que eslava armada Asolem-
imlade foi completa. A ignj i estove liueralmenJe
repleta de povo : boa msica orctaostra, abun-
. ti.wi.ya do fogo, que subiodo aos ares,atroavam os
vuvidos; muita ordem, e un cloquale e edi-
cauto sermo foi reciiajlo da tribuna sagrada pelo
Itvm. Sr. Leonardo Jua (reg, ojo noraa basja.
para que timie cumlelo o elogio da sua obra. A'
aiouic bouve te Deum com loaos as formalidades,
e pumpa conipalivel com os recursos da tocalida-
te; e a concurrencia foi igual. Anda ahi foi ouvida
i. mesma orador, que dando mais largos desem-
Voiviuwatos a.i as oo mmi talento oratorio, tirmaudo cada vez mais
> o conecito do i|e tata.
Pelas quatro hora da tarde do mesmo dia,
co.no ja foi anunciado, leve lugar a benca solem-
ne da cruz,TJue' devia ser collocada no frontespi-
io da nova matriz. Esta solemnidad* esleve bo-
uila, e aparatosa.'
Feita a beagab solemne naigreja,queora ser-
ve de matriz,-foi a cruz Invada etuprocis.-opari
a tu.rfriz nova, ein cojo froutespicio licou colloca-
1, percorrendo algunias das ras do povoado.
^ Oouduzida pelos Paraniophos via'-se afrente
Telia duas alas de meninas, que trajavam vesti-
dos braitcos com fachas da Cu azul, e capellas
e, as quaes guiavam no trajelo a cruz ao seu
destino por*duas longas litas, que partlm do p
da mesina cruz.
A> irmau ladesdo SS. Sacramento, e a da Se-
nitor d da Penlia, formando ,ambem duas alas, se-
guan de cruz aleada frente d'aquelles aojos:
tuna mucica marcial aoompanbava a proci>so,
tocando Hjciiviimeuie mu liollo, e cadente dubra-
^ lo, e numeroso concurso de povo de todas- as clas-
ses, precedido da oirecialidade da guarda nacional
f act i >umiuamcute brilhante respeilavel.
allegado o prestito a ntva matriz, e entregue
a cruz ads operarius, este s alizeram subir ao sen
lugar aj meiu dos repiques dos sinos, dos sons
} da muzi a, e do entrpito das girndolas, que su-
liiaui, como que porfa, as regios aerias. Foi em-
Un colocad.i a cruz, e no semblante, de todo
o luelle povo se mauiestavaa alegria e praeer, por
verum ja colloe ido na frente d'aijuelle edificio o
o -yugulo da religii do crucilicado, primeiro
. j)*sso anunciador da b'r,eve inauguraeo da ma-
l. u\ a do xtasis de sea jubilo bem diaiam ao pa-
loclio na freguezia, coja perseveranea e zelo no
flesewipenho dos seus deveres paruchiaes ad
tniravel; pois qne alie, a elle smeule se deve a
-nelusao aV>sa obra lia tanto lempo comecada;
sa obra, que, para assim zer, anda va, e desan-
lava antes de lef a frente de sua aduiieistracao o
laeaasami rjgario. lloara e gloria por tanto ao
Rmv. Sr.pare Augusuj Fiautlin Moreira da Sil
-va ; encomios a esse perfuifj Sacerdote, o^e
verdadeiro pastor espirilaal. "v
< I) nada Valeria o auxilio dos parochiauno?,
comvjirendo, como lem todos coocorridocom seus
balos, obulos, que lera sido repetidos sempre que
algnma dfficuldade se apreseulava embaracando
o andamento dambra. De nada valeriam os ieus
b>i\i desejos e sacririos, senao encontrassem
mu vigario, como o que, felizmente, Ibes deparou
:i piovid"ii;id. O ntiulos dorfappareceriam impro-
Jic^ menle ; seus esforcos se nullieariam ; seus
il's-josse nao realisaiara; e a obra, paraisada,
cancana de resistir aecao destruidora do lempo,
<- por liin'se abateria e caria reduzda aos seus
alecerces.
< No da 17 j' las 9 horas da manhaa teve igual-
meute lugar na ino-ma matriz o ollicio solemne,
luo oi tambem aunuuciadu, com inissa solemne
do Rquiem, feito a expensas do mesmo vigario,
polo repotuo eterno do uosso virtuoso e sempre
horado prelado o Exm. Sr. D. Francisco Cardlo
Ayn's.
A igreja, j despida das galas da espera,
nostroti'se vestida de negro^ crep, o a solemni-
dade se fez com todo o esplendor, achando-se eri-
gido no nieio do seu pavimento um decente mau-
soleo : o Rvm. Sr. Grego anda esta vez se fez on>
vir d<> alto da tribuna sagrada domla recitou urna
bem elaborada e eloqoente oraQao fnebre, es-
cripta poucs horas antes, a cuja eitura presi-
dio um silencio sepalcliral.
< Descrevendo i biographia do tinado prelado,
fez bem (latentes suas eminentes virtudes e bem
saliente a perda da diocese, deixando os ouvinles
. compungidos e coreo que naufragando no meio
tantas e to serias consideracoes, que ao espi-
rito de lodos assaltaram ao mesmo lempo : o sen-
timento, que se esconda no coratjao de todos, se
revela va no semblante triste de cada um. O acto,
uja concurrencia defini bem o grao de estima e
veneracao, qne aquelie virtuoso hispo votavam os
habitantes da freguezia de Gamelleira, esteve to-
cante, e terminou com tres discursos, pronuncia-
dos pelos hachareis Pedro Gaudianno de Ralis e
Silva, Sebastian Cintra e o ultimo pelo major
J >se Pedro Velloso da Silveira, nos quaes signill-
ando os oradores consternados, de um modo
Macero, quanto eram amigos do finado prelado, e
manto o aprecavara, lamentaran) com toda a effu-
Nut de sentimeuto a sua ausencia eterna, e com
ella a piirda cnsideravel desta diocese, prodozln
i as suas palavras nos espectadores as sensacoes
jnopri is do assumpto. >
LOTERA.A que se acha venda a 152',
a beuoticio da matriz da Escada, a qual corre no
dia 8 pelo novo plano.
l'ASSAGEIROS.-Sahidos para os portes do sul
no vapor Arinos :
Tenente Miguel dos Anjos de Almeida Villa-
nuco. Roque, Francisco, Augusto, africanos liber-
tos, Jos Antonio dos Santos Andrade, Julio Pedro
da Silva, Francisco Jos Villa Verde, Joaquiro Jo-
s Ferrara Sobral, Jos de Oliveira, Angelo Ma-
n-iel da Guia, Ricardo Holden, Antonio, africano
Jiiierto, lente Maximino da Silva Gusmo, Fr.
Felippe de Santa Luiza Pain, Sebastiao, africano
liberto, D. Argentina de Alencar Araripe S filhos,
2 criados e 4 escravos, Antonio Mara de Castro
Delgado, Pedro d Sena Leal, tenente-coronel Pau-
lo Jnaqiim Telles Jnior e I escravo, Joao Alves
de Cirvalbo Porto, 4 reerntas de marraba, tenen-
le-corooaj loao Alves Branco, Francisco Ferreira
Bastos de Aroorim, Manoel Belsario Perer, Al-
cidi-s lloraes de Albuquerque, Francisco Moreira
da Costa, Francisco Pinto de Castro, Dr. Manoel
Rodrigues Leite Otlssica, 2 lilbps e 1 escrava. Ma-
noel Ferreira dos Santos Neto e I escravo, Fran-
cisco Goncalves de Arruda, Ignacio Ferreira da
Cunha; Joo Jos de Oliveira Prado, Ernesto F.
Lima, Jos Antonio Lourenco de "Souza, Antonio
Alves de S, Jos Eugenio de Campos Albuquer-
que, Domingos Ramos de Araujo Percira e sua
senhora, Francijco de Albuquerque Helio, D. Ade
laido Wanderley, Dr. J. Jos de Campos da Costa
-Medeiros, Francisco Jos Nunes Leite e 10 escra-
vos a entregar.
Vindo dos partos do sul no vapor South
America:
Clemente Paulino dos Santos Carvalho.
Sahidono mesmo vapor :
, Francisco Jos Loges.
CRMITE 10 PBLICO.-Obituario do da 28 de
junho de 1870.
Mara, Peroambuco,2 mezes, Boavista; sesees..
Manoel, Pernambueo, 7 das, Boavista ; espas-1
mo.
Til?reza, frica, 65 annos,solteira, 8. Jos; hy-
drophobia.
Manoel, Pernambueo, 9 mezes, Santo Antonio ;
espasmo.
Luiz Moreira de Mendinea, Portugal, 83 amos,
viuvo, Santo Antonio; diarrhea.
Hescemnascido Antonio, Pernambueo, Boavita';
fraqueza congenita.
Manoel Jos Lopes Braga, Portugal, 7 annos,
casado, S. Jos; bydropesia.
Francisca Januaria da Coucaicao, Permambuco,
4o anuos, solteira, Boavista ; pneumona.
Thereza, Marra do Jess, Pernambueo, 26 annos,
riuva S. Jos: berisypella.
29 -
Iznacia Joaquina Lopes da Silva, Pernambueo,
62 annos, viuva, Boavista; congestdea ceroza do
cefpbro. f
Mara Aguida do Coragao de'lesat, Pernambueo,
80 annos, sdti ; gasiro enterite.
Mara Marga rida Marti os Ribeiro, Portugal, 64
annos, riuva, Boavista; anazarca,
2 annos, Boavista; denu-
do
Flora, Pernambueo,
Quteria alaria da Coocoicao, Ro Grande
Niirte, 60 anuos, solteira, Boavista; apoplexk
fnffliinanle.
Gabriel, Pernambueo, 7 mezes* Boavista ; con-
vulso.
Sabino, Rio Grande Norte,57 annos, solteiro,
Boavista, hospital Pedro II; enterite chromca.
Vicente Ferreira, frica, 88 anuos, viuvo, Reci-
fe; dyarrhea.
Acacio, 1'ernambuco, 2 anuos Boavista ; hepa-
tite.
Antonio Hilario Rbeho, Pernambueo, 40 annos,' juiz dos feitos.
casado, Santo Antonio ; tumor.
Delllha da Luz dos Sanios, Pernambueo, 43 sa-
nos casada, Santo Antonio ; bydropesia.
, 7 Vi
le este
Nao cauvindo crear Juiz espacial 1os feil
fazenda em provincia de ce.rta ordem, nem tam-
bem ernflar as importantes ttribuifoV
cargo magistrados de inferior catbgoria,
rea o legislador, por especlaes motivos apiexar,
e*tas aitribaicoss a vara da civil da apita
(nao a havendu) do crine, onde nao heuver
Joio, Pornarubuco, 7 mTzes, Boavista ; espasoao.
Antonio, Pernambueo, 3 mezes, Boavista; coo-
vnlsoes.
Mara, Pernambueo, 20 dias, Boavista; espasmo.
Sara, l'ernainbu:o, 26 aunas, soueira, Boavista;
bronchite.
Manoel, Pernambueo. Bivista; nacimento
prematuro.
1 Manoel, Pernambueo 4 mezes, Reeis ; enterile.

PUBUCACOES A PEBIDO.
fenr, que estes magistrados estejam as col^
ettabeleciJas pelo decreto de 14 de julho de]
que a liase da coinpeteactStdmittida pet^
prios itiipugnadores.
O pensain.'tito consagrad* na letra e espir da -fiiho msu, que,
=
Ob.servales sobre projecto a.
119 deIStfO.
Pariendo a questio suscitada por este projecto
ser apreciada diversamente pele lado legal, e pelo
lado pratco, exporei singelamenie o mea hu-
milde peusamenlo debaixo desa%r-dotta pontos de
vista.
i 1' pnntn.
As assembleas legislativas provincias* nao tem
aattrihuico de crear juizes privativos para as
causas da facunda, provincial, como est expressa
(Dente declarado por diversas leiSifleraes, c tem
sido reconaecido por leis provinciaes desia assem-
hla.
A le geral b. 230 de 9 de noverabro de 1841,
revogou por inconslitucional um Im provincial
da Parahylia promulgada no anuo de 1840, por
havrtr creado juiz privativo para os feitos da fa-
zenda pcfvincial; e a de n 316 de 21'de outubro
de 1843 revogou por igual motivo o* arligos de
1 a 9 da lei provincial de Sergipe de 7 de marco
de 1839.
A inconstitueonalidade destas. leis procede da
incompetencia das asserrrbla? provinciaes para le-
gislar sobn materia de jurisdiro civil e criminal,
Entre as atlribuicoesque lhes confera alto addi-
cional, nenhiima Ibes d esta faculdade, que pri-
vativa do poder legislativo geral. A errnea in-
telh'geneia que, em sentido conirario, por algura
tempo, se Jeu a dsposicao do 7 de sen art. 10,
ere.ni desde que a lei de 12 de maio de 1840 de-
clarou, que a Jaculdade, de crear e supprimir em-
pregos, f.nenie diz re-peito_ao numero dos mes-
ms empregof, ,sm alt^raeo da sua natureza e
attnbui^oes, quando foren eslabelecidos por leis
geraes, relativos a objectos softre os quaes nao po-
den legislar as ansemblas proviociaes.
Ora, se a legitimidade das attrbuicoes jurisdic-
cionaes est dependente da competencia d > poder
que as de -reta, e se as assemWds provinciaes nao
sao competentes para legislar sobre jurisdiccoes ci-
vis e criminaos, nem para alterar a natureza e at-
tribuicoes dos empregqs creadas por leis geraej,
segu se que tambem nao sao competentes (vigoro-
samente fallando) para determinar o juico, peran-
le o qual devera correr as cansas da fazenda pro-
vincial, salvo se esterilizo j era competente por
lei geral ; mas se o nao era, a decretarjao das as-
assembias provinciaes nao o pode tornar comp-
lanle o legitimo para conhecer ae cansas que es-
li fra da esphera do suas attribuiges.
Posto isto parece-me claro que o juizo compe-
tente para conhecer das causas da fazenda pro-
vincial o orocommum, que o nico estele-
rid por leis goraes para todas as causas civis,
com excepeo nicamente das da fazenda geral,
para as quaes foi creado pela lei do S9 de novem-
bro'de 18^1, um foro privilegiado, um juica priva-
tivo, com a denominado do juizo dos leitos da fa-
zenda.
Desde que a ei, qne creon este juizo especial e
privativo, nao ampliou a sua jpfisdlccao as caucas
da fazenda provioeal, antes determinou no art. 4.
que o seu juizo era improrogavel, deixou betn cla-
ro, que a sua jurisdiccao fieava eirciimsciipta as
causas da facenda goral; e senda assim segue-se
que.as da fazenda provinciai era rigor do direito
uevem pertencer ao foro commum, que o unic*
competente pelas leis ge'rae* para conhecer de
todas as causas civis, em'eujo namero estao com
preUeadidas as de que se trata. Assim entendo o
acto addicional, e leis regulamenlares a respeito
desta questao.
2- ponto.
As freqnentes duvidas suscitadas a respeito da
competencia nesta materia, e a urgente necessida-
de de urna providencia que, lixando a competen-
cia das assembleas, puzesse termo a sua tenden-
cia para o arbitrio, deram origem ao dec. de 14
de julho de 1846, que, supposto houvessa de al
guin modo aialhado o mal. de que nunca caidi.u
a asserabla geral, era minha humilde opinio
excessivo das attiibuigoos do poder executivo, por
que autorisou as assembleas provinciaes a decre-
tar, que as causas da fazenda provincial corram
peraute o foro commum, ou porante o juiz dos
feitos da fazenda geral, como Ibes conzer Pare-
ce-rae fra de duvida que esta, atiribuicao s po-
dia ser exerciia pelo pjder legislatirn geral, e
nunca pelo governo.
Como porm, na poca em que estaraos, os fac-
tos consummados gosara de inaior prestigio do que
os mais solidos principios do direito, admittindo a
promulgacao desto dec, como um facto consum-
raado lia 24 anuo?, com sciencia e paciencia da
assembla geral, e tomando-o d'ora em diante por
ase da competencia das assembleas na materia
sujeita, passare a expander a minha opiniao a res-
.peito deste 2- ponto.
De conforpiidade cora este decreto, e no mesmo
anno de sua promulgacao, determinan a assera-
bla desta provincia, que o conhecmento dos fei-
tos da fazenda provincial fieava pertencendo ao
foro commum, como se v da lei n. I66de 17 de
noverabro de 1846, e n. 208 de 27 do julho de
1848.
O foro commum passou a ser entao o juizo das
causas da fazenda provincial de Pernambueo, al
o anno de 1849, em qne a le provincial n. 237 de
15 de maio desse anuo, alterando as leis anterio-
res, passou de novo o conbecimento destas causas
ao juizo dos feitos da fazenda geral. Por onde se
v que o arbitrio que anossa asserabla temexer
cido a esse respeito justamente aquelie que Ihe
deu o citado decreto, coja disposicao foi sembr
o termo regulador de sua competencia nesta ma-
teria.
O projecto n. 117 da o conhecmento dos feitos
da fazenda provincial aos juizes de direito da 1"
e 2* vara criminal desta cidade. Esta medida me
parece inconstitucional, e invas ira das attribui-
;5es do poder legislativo geral, nao s pelos funda-
mentos expostps era relacao ao 1 ponto, como
mesmo era vista da letra e espirito do citado dec.
de 1846.
Os juizes de direito, feralmente fallando nao tem
jurisdiccao ordinaria no civil. As s as funecoes
ordinarias sao meramente criminaos. O seu foro
s poder ser considerado foro commum debaixo
do ponto de vista criminal, e as causas crimes
sobmettidosao tribunal do jury; 3:no certamon-
le a esta especie* que se refere o dec. de 14 de julho
1846, de que, tratando de causas civis da fazenda
provincial c permillindo as assembleas provinciaes
sabmettero seu conbecimento ao foro commum, nao
poda daixar de ter feito referencia ao povo civil,
e ans juizes que pelas leis geraes exercem ju-
risdiccao civil, que entre nos sao os munici-
paes.
Ora, commetende o projecto o conhecmento das
causas de fazenda provincial aos juizes de direito
do crime desta capital, concede-lhes sem duviia
alguma, attribuicoes dejulgar no civil, que ees
nao tem pelas leis geraes, e isso importa o mesmo
que crear juizes privativos para taes causas, que
o que^oastitue a iucouslitucionalidade recono-
cida pelas leis de 9 de novembro de 1841, 21 de
outubro de 1843, e dec. de 14 de julho de 1846,
era vista do disposto na lei de 12 de maio de 1840
cima diada.
Tem se pretendido impugnar esta opiniao, e
sustentar o projecto com o art. ;4 da lei de 29 de
novembro de 1841, que deu o conbecimento das
causas da fezanda geral aos jpizes de direito das
capitaes dos provincias, onde nao houver juix dos
feitos da fazenda, e com o dec. de.30 de outubro
de 1861, que estabelecendo a ordem da substitui-
cao de alguns magistrados, manda qne o juiz dos
jeitos da fazenda seja substituido pelos res-
pectivos, juizes de direito da 1" e 2' vara, e do
comnaarcio.
Esta npugnacSo nao me parece procedente, e
nem da le, nem do decreto resulla urna ialelligen
ca que a justifique. Por maja que se procure
torcer a sua letra e espirito, delle se nao pode iu-
Notase nesta disposijao: 1* qie o legislador,
em atteiicao a natureza indoe desu; atfibui-
Vios, proferto o juiz do civil ao do crime, i
coQcedeu a ste mido nao hoprosse aquelie. Era
pido caso deixju be a consignado o pensafnento
de separar as l'unreoe* nivis fas crimioaei, e
as reuni no mesmo individuo nos casos en que
a utilidad publica reclamaa o emprego, desta
rapdida.
1 que esta providencia nao allerou~a jHrisdic-
cao dos jfims de direito v.m geral. A ejeepcao
do pequeo oam*ro de juizes, a qiem foi
da na capital de algunas provincias a attrbuicao
de conhecer dos feitqs da fazenda, todos f mais
'Icaram reducidos a jurisdiccao criminal, qle Ihes-j
confere a lei .de 3 de ezerabro de 1841, e Mitras.
Nem se pode dzerqi o conhecmento dosnggra-
vos, e os actos especaes que elles exercira >
riodicaraeote as oorrei'coes, dio ao seulforo o
carcter de foro commum no eivvl ; pon
foro exclusivo dos juizes do civel, boje
paes. pela le de 3 de dezembro de 1841,
de la de marco de 18*2, aos quies sera
se refere o Dec. do 14 de jnlho de 146.
Com relacao ao Dec. de 3!) de outubro de 1861,
anda mais distituida de fundanfenio a imtug-
nacao.
As mesmas rasdes de utiiidade publica que
aconselharam a crencSo de um juiz especia' com
a cathgoria de juiz de direito,para conheofl" das
causas da fazenda geral, estas mesmas actearam
para qne se desse por substituto a esl jut fun-
ccionarios de igual ca,thegoria, isto rs joizes de
direito da 1.* e 2.* vara, e do coraiereio, nos
termos da citada l;i e Dee.
Esta ordem de substtuicao porradenenhum
modo pode influir para dar aos juizifs stpplenles
a competencia que a impogaacao inxrga
O Dec de 14 de julho de 1846 s fficonhece
dous foros, onda as causas da fazenda rovincial
podem ser proceasadas e julgadas por Ifecreracao
das respectivas assembleas : o foro comnm, ou
o foro privilegiada do juizo dos feitos ia fazendi
geral.
Em qual destas hypntheses estar crtnprehendi
do o foro destes juizes ? Pareea-nre cliro que em
nenhuma.
Nao est coraprehendido na 1 Jelos funda-
mentos j expostoK, que se resume nos segura-
tes. Sendo as attribuicoes deates juizes mera-
mente criminaos,' s debaixo do tonto de vista
exilusivamente criminal poder o seu foro ser
considerado commum ;e mesmo tssim somente
a certoff respeitos; ma* sendo de jatureza mera
mente civil o conhecimento das caisas da fazenda
provincial, e p irmittindo o citad/ Dec. que esse
conhecniento possa ser conferir pelas assem-
bleas ao foro commum, parece-a evidente que a
letra e espirito desie Dec. refereae especialmente
ao foro civil, nico competen por leis geraes
para processar e julgar as causs civeis, como as
de que se trata.
O argumento de qne, nao tendo o Dec. feito
distinecao entre o foro civil e 4 criminal, compre-
tiende arabos, porque nao si deve distinguir o
qne a lei nao distingu partte-me nao ter aqu
applicacao.
S nos vedado facer distfieeo qne" lei nao
fez, quando a sua disposicao explcita ou impl-
citamente comprehensiva dW casos qie ella det
xou de destngir, o que noaconteoe no raso vr-
teme, em que a disposicio lo citado decreto nao
pode eomprohenner o f-'ro criminal.
Tratando-se da autoridale, que devia exereer
certos e determinados act93 de jurisdiccao civil,
e facultando o decreto sasserablas coimnettt-r o
exereicio desses actos aoforo commum, nao era
preciso especificar o fon civil para se deveren;
tender, que s este fro se referi, porque s
elle competente pelas leis geraes para conheeer
de actos daquella naturia.
Se se traiasse de orna aUrbuicao meramente
criminal, & o decreto a conferisse ao foro com-
mum, quera, em tal ca30 deixaria de afflrmar, que
elle referi se nicamente ao foro criminal? Lo-
go nao se pode duvidar que, sendo a attribuicao
meramente civil, o forocora.uum a que elle se re-
fera- somente o foro civil.
Na est coraprehendido na 2" hypothese pelas
seguiQtM razias:
Pelall*l829 de novembro de 1841 restabele-
ceu-se o previlegio do foro para as causas da fa-
zenda nacional, com jurisdiccao improrogavel, e
estabeieeeu-so o moda da substtuicao desies jui-
zes. 0 decreto de 14 de julho de 1846 autorisou
asassemb!a a decretar, que perante este juiz)
corram as causas da fatenda provincial. Esta au-
tonaciio, segundo a ndole dess dlsposico.js, o a
lettra do propiio decreto, refere-se ao foro privi-
legiado, ao juizo privativo, ao cargo propriamente
diio, enao pode ser ampliada pessoa quanSo
est idenlkada'cora o cargo pelo elTectivo e.\r-
cu-;o ; como sao os supplenles, que apenas tem o
direito de ser chamados substituir o juiz pro-
pietario em suas faltas e impedimentos; mas
que ningnera dir, que elles constituem o juiz pri-
vativo, a quera a lei de 29 de novembro de 1844
concedan o privilegio dojolgar as causas da fa-
zenJa publica, e a quera se refere o citado de-
creto de 14 de julho de 1846.
Nao se confunda o juizo com o juiz, e menos
anda este com os seus supplentes, que so sao
considerados juiz. quando se .achara uo efeclivo
exereicio do cargo. Fra do exer:icio elles nao
teem, a respeito do cargo, outro direito que nao
seja o que lhes d a possibilidade de exsrco-lo
nos impedimentas de propietario. Ninguem di-
r que taes supplentes sao o juiz, e muito me-
nos que constituem o juizo pri-ilegiado des feitos
da fazenda.
Em vista destas cousidaracoes parece-me claro
que os juizes de direito desta capital nao podem
ser encarregados por esta asserabla para" conhe-
cer dos feitos d fazenda proviucii!. e que o pro-
jecto n. 117 inconstitucional.
Recife 12 de junho de 1870.
Joaquim Gongalves IArntij
HENRIQUETA AMALIA DE FAMA E SE FILMO
ANTONIO DA SILVA FAMA.
Nada ha por certo mais doloroso, do que achar-se
a mai de um homem leviauo na dnra alternativa de
sauccionar com o seu silencio o que de calumniosa
diz e escreve este contra os autores de seus das,
ou de desmentir formalmente as injustas suspeitas
e falsas asseveraces fetas por um lillio, que cal-
culadamente atassalha a reputaco de seus irmos,
escarfdalisando o puWico com discussoes inconve-
nientes, que s. servera para desacreditar a quera
as proraove e alimenta.
Pois bem: por mais que me cn9te o sacrificio,
que me irapz raen filho Antonio no Diario de Per-
nambuto de 21 do correal*, forcaudo-me a esco-
Iher urna daquellas ponas, a optar por ura dos
dous caminhos por elle preparados, nao beslarei
de forma alguraa na escolha: dou preferencia
aquelie que deve coaduzr-rne com seguranza
verdade e jusca.
Isto imp irla dizer, que roeu filho faltou verda-
de na publicacao q e alludo, como tem faltado
sempre qae se ha occopado de semelbante assump-
to, o que affinno sob a minha palavra, e confirma-
rei com juramento se fr preciso.
Saba o publico.que fueu, enao meu filho Juao,
como, falsamente insina meu filho Antonio, quem
requeren ao digno Sr. Dr. juiz de orphaos de^to ter-
mo, que raandasse proceder exarae de sanidade
na pessoa de meu marido, o Sr. Antonio Joaquim o direito de mandar por urna pedir tumular so-
de Faria; e que assim proced, por estar conven- bre a catacumba de sua irraaa.
oda, em vista de remetidos actos praticadoj de cer-
to lempo para e pelo mesmo meu marido, de nao
achar-se elle infelizmente no inteirogoso de suas
faculdades maulaes, no uso completo de sua razio,
como foi depais reconhecido e verificado pelos hon-
rados e intelligentes Srs. Drs. Jos Joaquim de Mo-
raS Sarment e. Joaquim d'Aquino Fonseca, em
presenta do Sr. Dr. Francisco de Carvalho Soares
Brando e do um dos escrivaesdoseu juizo.
Poderi i declinar igualmente aqu 03 nomes de
ootrog mdicos disiinctos, que flzeram experiencias
decisivas, e rerfonbeceram e tlestaram o estado
de demencia de meu marido; mas, nao sendo isa
necesgario, limitartme-bei a diter, quanto. esto
ponto, que meu filbo irroga, talvez ineonscieoto-
raente, urna grande injuria pessoas tSo qualiflca-
das ein dependentes) suppondo-as, conloas supade,
capazos da s prestarem ao ignominioso papel de
instrumentos dos odias implacaveis de seu irmao
Joo. 1
Devo, '^entretanto, confessar ao publico que na
declaracao que fiz, de achar-se mea marido inter-
dicto e nao poder oinguem realisar trausaccoes
cora elle, tiv^vm vyta<, entre-outras cousas, pro-
venir e obstar a absorpeo de ama de minhas y
bscravms,maioies de40annos de tiqde, ou da.-todas
res, o que anda seria peor, por parle de algum
. por -seu carcter violoalo e
Ambicioso, emenda dever loaupletar-se desse nada
possiio, era seu preveito exclusivo com pre-
jnizo de seus irmaos, que Umbem sao meus fi-
lhos ; sendo que essa prevenco, ou prudente-cau-
tella, encentra perfeita jostiricacao no facto, que
se dra anteriormente, de xtorquir-se cora o
emprego de matos srtifleosos, e abasando-se da
boa f e imperfeita audicao de um velbo respeita-
vel fe que velho.......umpall........jasua
assignalura em um papel cheio de asquerosas
falsidades, come i declarei. junumento com mou
marido, na corfespondenciapublicada no Diario
de Pemamkuc de 31 de agosto de 1887.
Nao meu filho Juao, que tem servido de arri-
mo, bem como seu irmao Manoel, seus velhos
paii. e emcuja casa moramos e recebemos o mais
solicito, destellado ecarinhoso traiamento, quem
pode ter inleresse em perpetuar to fataes desio-
lelligencias, como as que actualmente reinam em
minha farrilia : elle nio precisa, felizmente, de mi-
nhas tres escravat, matores de 40 mnos de idade,
nem f^z alarde pelos jornaes de ter prvido a stia
casta a minutcnno, tratamento, enterro e exe--I
qums de sua irmSa, e de hacer esta pesado exclusi-
vamente sobre a sua bolsa, deixando, entreunto,
correr o lempo, por mais de 9 meces sem dar o
menor aavaco, c mu ou explkacao, relativamente
aos objectos que per'enciam nnada. e aos quaes
conserva anda era seu poder, esquecido lalvez de
que, nao havendo filhos, suc^dem os pas na he-
rani-a, coma henleiros toreados que sao I
Mas, como ha de r=peitar as leis, quem nao res-
peita seas proprios pais, quera uo respeitu e
presa a verdaJe ?!
Eotretanto, porm, son mi, e, como tal, devo
pedir a Deus que abra os olhos, e osclareea a ra-
zile meu fllho Antonio que eu considerara per-
turbada agora no exereicio de suas fuocces, se
nao estivesse habituada desde a sua infancia aos
assomos de sea carcter, que tantos e to profundos
deagostos me ha causada, dilacerando-me com a
.o.liorimpi idade os teiosd^lma, e amargurando-me
o resto da vida que a Misericordia Divina me con-
cede.
E anda por isso que eu perdo o criminoso
pensamento qne se encerra no oitavo para^rapho
de sua correspondencia, as palavra: c que no
meada curadora, apesar de sua arancada idade
de 70 annos, etc. quando meu filho sabe perfeita-
mente, que me acli) muito longe ainda de urna tal
idade I.....
E" justo que, tendo eu destruido as esperanzas
de meu filho Antonio, por haver promovido a in-
lerdicgo de seu velho pa, que est realmente
demente, solTra a pena de Talio, e seja por minha
vez privada da administracio de meus bens^pelo
mesmo meu fllho, que j- vai para isso preparando
9 terreno, cora a declara,ao de ter eu 70' un
nos II........
Nunca me recusei a ouvir meu filho Antonio,
apesar de mostrar elle por seu procedimento nao
ter por mm o amor filial, o respeito e attencoes
que affecta tere que me considero enm mconles
tavl direito; mas, depois de ter visto o mesmo
meu fllho mandar affastar-me do quarto em que
injnlia tilha estava ex liando os ltimos suspiros,
para poder ali entrar sem o pergo de encon-
trar-me, nao posso, por mais que queira, acredi-
tar na sinceridadedo dosejo de fallar-iBe por elle
manifestado ; e o publico reconhecer que lem al-
gum fundamento esta minha duvlda, se lizer repa-
ra as palavras do ante-penulmo paragrapho da
correspondencia citada,das quaes se evidencia que
meu fho 's quer conferenciar comgo napresenca
de mutas pessoas.
Todava, tal imperio exerea sobre o meu cora-
cao o sentimento da maternidade que, nao obstan
te as giarissimas offensas que teabo racebido de
meu filho Antonio, eston comilo taaolvida (00
intuito e enm esperanza de vti-lo rehabilitado
acs meus olhos, a is de sua fornida e aos do publi-
co) a ter com elle a conferencia, que diz desojar,
urna vez que o mesmo mea fiiho me prevtna era
a devda antecedencia do dia em que qniz-r appa
recer, para que eu me cerque de pessoas insuspei-
las e respeitaveis, que oucm o que se pausar en-
tre nos, e possamera caso de necessidade resta
beto-er a verdade dos factos.
Depois de haver scrlpto o que flea dito, vi com
maior cousteruaeao arada o que publicou mtM in-
feliz fllho Antonio no Diario de Pernambu > de
hontem, 28 do corrate.
Improba e insana por certo a-misso de que
se encarregou meu filho Antonio, pondo-se em
guerra aberta com a opiniao publica, no que es-
creve contra meus filhos Joo e Manoel, que teem
sen-crdito firmado na carrelra commreial que
abracaran), e aos quaes a msma opiniao nanea
retirou sua estima e consideracao.
Triste e ragloria e ser sempre, a tsrefa da-
queile que quizer descobrir sombras na vida publi-
ca ou particular de qualqufer delies.
Impossivel I
Elles.sim: elles ppderiam, se oo fossem filhos
de bencao, apresenlar-se em publico, 'endo em pu-
nho as pravas da improbidade de alguem; roas nao,
nao o faro, principalmente o Joo, que fot sempre
o bemfeilor de seus irmos, aos qaaes, nanea dei-
xou de ajuda.r a encaminhar.
Nao, meu fiiho Joo nao pratiea bandalheiras,
nao comette infamias, nam converle seu< velhos
pais em instrumentos doceis de suas paixoos.
Outros sao o- seus seatimentos;' foi outra a sua
edueneao.
Diz meu filho Antonio no lerceiro naragrapho
de sua correspondencia que credor de sua fina-
da irmaa Henriqueln,pela importancia de 1:433$,
constante de urna letra que a dito sua irmda Ihe
aceitou, por emprestmo que Ihe fez da mencionada
quantta, para compra de urna escrava, sendo elle
mais credr da importancia das despezas com sua
molestia prolongada e enterro, sem fallar das de
sua manulenrao, por espago de quatro annos, du-
rante o anal nao r&cebeu ella de seus pais nem um
novello de hnha, por efftilo de recommtnducSes ou
crde.n de stu irmao Joao.
Agora algumas reflexoes a respeito d'esse ponto.
_ l.1 Se minha filha Henriqneta nada possuia, e
viva s expensas de seu irmfio Antonio, como em-
prestou-lhe este a quaotia de 1:433/000 para
compra de urna escrava ?...
Qual era a garanta do pagamento que tinha
meu filho Antonio, quaes os bens que possuia e
as rendas de que dispsmha sua irmaa Henriqneta,
qne o animassem a tazer-lbe um empreslimo, to
cnsideravel para quem nada tinha com que pa-
gar ?
Nao teria antes meo filho Antonio, que fez to-
das as despezas com a sna manutengao, tonga en-
fermidade e enterro, dado a escrava de prsenle
sua irmaa, cjmo ra<.is presumivel, e livo mes-
mo occasio'de ouvir por mais de urna vei ?
A ser assim, e se meu fllho Antonio diz agora
que nao dra, mas emprestara semelliante quan-
tia, com receio de pretender eu eslabelecer plei-
tos judiciaes pam entrar na posse do pequeo es*
poto) de minha llia. declaro-ibe que nem eu, por
mira eeomo curadora de seu pal, nem meus fi-
lhos Joao e Manoel, cuja nobreza d alma e des-
interesse nao podem ser Ihe extranhos, temes
semelhantes vistas, pretendemos urna tal eouza.
2." Corao.pde meu filho Antonio dizer-se com
tanta coragem e leviandade credor da importancia
das despezas feitos com a molestia prolongada e
enterro de sui irmaa, sem fallar das de sua mo-
nutenco por espaco de quatro annos, quaodo o
mesmo mea filho no Diario de Pernambueo de 13
de setembro de 1869 declaren com a maior os-
tentacio qae a sua manutencao. tratamenlo, en-
terro e exequias tudo pesou sobre elle ?
Para confirmar naquella oceasio tao raraodes-
ti declaracao, fez meu filho Antonio os convites
para o enterro era seu nome, sera lerabrar-se que
nao o poda nem devia facer, estriad.) seus pais
vivos, e que um tal prosedimeoto importava una
offensa, urna injuria mesmo aos autores de
seos dias, aos quaes al aontestou por esse tempo
Gadaut e sea marido Hypoiito Gadaut, para onde
foi instancias d'estes, que nao eslavam as cie-
umstancias de alindar em sna mesa urna ca-
dera pata aquella sua irraa I t..
Pode mu fllho Antonio flear certo de qae meu
filho Joao nao pensa era preparar coma corrente
dasjlespecas que fez cora a mahutencao de sua
irmaa Henriqneta dnraatajp quatro annos que vi-
ven esta era sui-f.ifapauliia para despjelo de sem
direito e apodetw-se da escrava, piona- e roupa
a finada, ou mesmo das jolas, era que meu fllho
ano fallou.'
O mais que diese meu filr Antonia red^i-se
novas offensas a mm, a quem, para seus repro-
vados (ios, teiraa em altribnir a idade de 70
anno3; aos mdicos qae consideraran) meu ma-
jUo demento, estando este, em sua opiniao, per-
hitamente bom ; seu frmo Joo, a quem, para
ter o pretexto de continuar a injuriar,*iz respon-
savel por tudo qnanto tenbo escripto e possa ain-
da eserever; e finalmente a querer mpingir ao
publico, que e eipadnente meu marido,
vivemos enclausurados, e vigiados uo'ite e dia por
inacessivis e feroces guardas; qnando tud! qne
nos frequeptam sao teatamunhas, da perfeita Ti-
berdade de que gosamos em casa de oosso filbo
Joio, e que nao vamos toda .parto por nao ser
isso eoasmodo, nem agradav. sa- idade.
Paro aqu; mas, concluindo, convido todos
aquellos que liverem difllculdade em crer no que
acabo de expor, (levados por inainuacoes de meu
filho Antonio, de nio ser minha a presente cor-
respondencia) a apparoeerem na ra do Hospi-
cio casa n. 6; onde resido, allra de ouvirem a
confirmaeo verbal feita por mm de tudo quanto
fica dito. *
Recife, 29 de junho de 1870.
Henriqueta Amalia ie Fono.
Relatorio do Englisb Bank ofRio deJaaeiro, limited.
ACWVO-B pasvoem28drievebeiro be 1870.
A direcgo tem muito prazer em apresenlar aos
accionistas 0 balando junto, mostrando o aclivo e
pissivo do Banco e a conta de ganhos e perdas
do nno flnancial, lindo em 28 de fevereiro ul-
timo.
ACTIVO. ;
, s.-^.
Dinlielro nos banqneiros e em
caixa..................... 307,353 19 7
Letras a rece-
ber em car-
teira e de-
p o s i tadas ,
nos b a n-
queiros da
companbia. 1,605:326 8 11
Giras divi-
das activas
e saldos de
devedores..
PASSIVO.
Capital
Autorisado em 50,000 accoes de
libra esterlina 20 cada urna
cora faculdade de ser augmen-
tado libras esterlinas........
1,01)0:000 0 0
O lucro tota| do anno, depois de fazer proviso
ampia para dividas mal paradas eduvidosa?, mon-
ta a 61,3336-6, de quem tora de deducirse
o rebate dos Jaros as letras e saques por vencer,
e todas as despezas da sede, e das ssnsuaes no
Rio de Janeiro e em Pernambueo, ficando como
lucro liquido 11.531110, ioclnindo um ba-
lance de 6 5,35414, que veto do anno pas-
sado.
A diminuicao no lucro total no anno financial
que acaba de Andar allribuida grande perda
soffrida com a fallencia de Franghiadi & Rodoca-
nchi.
Pagou-je em dezembro ltimo um dividendo por
conta de 8 shillings por accao, que importen em
20,00000, e agora recomraenda sa que seja
dividida urna igual somma em 9 de junho p. f. viu-
do a ser o dividendo anoual 16 shillinga por accao
u 8 por ceuto sobre o capital realisado do Banco,
livres de imposto.
E' agrada vel para a direccao mencionar que a
subida do cambio no Brasil fez julgar desnecessa-
rio na presente oicasio prover para a depreciaco
de capital, ficando portante c crdito daquella conta Capm realisado libras 10 por
a somma do 120,50597. acc0..................yy
Depois de r .ver para o dividendo por conta j Dividas passtvas
pago, e p (amento do dividendo que agora (Quantia que
se recom icar um balara do S 4 534 se deve por
1210 do c; >. da cenia de ganhos e perdas,! contas cor-
qne passa para 1 ,..~ nova. rentes e de
Abrio-se no I" de marco em Santos urna suc- depsitos..
cursal deste banco ea direccjto espera que ha de Letras a p gar
se/ satisfactorio o negocio naquelle progressivo
porto.
Para este alargamento foi animadi a direcc,3o
pela confianca que o Rauco gosa eqrfevaiem
augmento, enre o publico coiumercal no Brasil,
e ella confia que o melhoramento da posigo li-
nancial do paiz, em etnsequencia da terniinaeo
da guerra do Paraguay, muito ha de contribuir
para o futuro bom resultado do Banco.
Adirecco deseja l.nibrar c> m satisfacac q zelo
e habiddade dos .'renles e de todos os enjprega-!
dos da sede e das suecursaes.
O; directores, que, segundo as disposicoes dos,
estatutos, deixam o cargo agora sao os Srs.
GeorgeT. Brooking, e Geiige A. H. Holl; ambos
como elegveis, olferecerainse para reeleeao.
381,385 18 2 1,986:606 7 l
2,294 :360 6 8
s. d.
500,000 0 (^
o outras di-
vidas pasas-
vas e saldos
de credores
559,501 4 10
1,084:173 19 1 1,C43:675 4 2
Depreciaco do
cupill.
Somma era reserva conforme o
balanco de 28 de fevereiro de
1869......................
Rebate nos juros as letras e sa-
ques por vencer...........
Ganhos e perdas conforme a con-
ta abaixo..................
120,505 9 7
5,345 0 1
2.534 12 10
2,294:060 6 8
CONTA DE C ANUOS E PERDAS DO^ ANNO FINDO EM 28 DEFEVEBEIRO DE 1870.
Deve ilaver
* s. d. s. d.
De ss Ido em 28 de fevereiro de
25,354*
A-importe do dividendo'- de 8
shillings por seo), declarado
pela assembla geral ordina-
ria de 24 de iiiiio de 1869...
saldo levado ;.b. ixo.........
20,000 0
8,284 1
despezas geraes na sede e nae
succursaei do Ro de Janeiro e
Pernambueo radiando a re-
TOunenca i o 15 directores___
dividendo pago'por'conta pelo
semestre Ando om 31 de agos-
. to da 1869.................
rebate de jaros as letras e
saques por vencer..........
saldo levado abaixr..........
25Y154 i 4
18,807 14 11
20,000 0 0
3.345 0 1
24,534 12 10
69,687 7 10
Loadres.^7 de abril de 1870.
George A Ilolt,
George T. Brooking,
Directores.
De ssldo em 28 de fevereiro
1869..................
1 4
De saldo quo vem da ciaja___
De lucros totaes eui Londres, no
Rio de Janeiro e era Pernam-
bueo, fetas as dedaccSes dos
juros nos depsitos, as divi-
das mal paradas, etc........
25,354
0,354
1 4
Saldo que vem de cima.
64,333 6 6
.69,687 7 10
4l34lr!0
Ha venios examinado os balances transraittidos
das suecursaes do Rio de Janeiro e de Pernam-
bueo, cuja exaclido certificada pelos fiscaes
locaes; e bem assim os livros e contas da sede
em Londres e acbamos o balanco e a conta de
ganhos e perdas cima, correciamente formados
em conformidade com elles. Os lucros as suc-
enrsaes no anno passado foi calculado pelo cam-
bio corrente na data em que se fecharan) as
contas. O capital em pregado as suecursaes
apparew as contas a 27 d. o par do cambio
como d'antes, e a somma reservada at 28 de
fevereiro de 1869 para fazer face depreciaco
da moeda mais que suficiente para cobrir a
depreciaco na data em que se fecharan) aa
presentes contas. Pelas explicacoes que have-
mos recebido somos de parecer que se fez
ampia proviso par? cobrir a perda que* socl-
enla proceder das dividas mal paradas durante o
anno.
John Youny,
John Silva,
Fiscaes.
Pedido.
Nao tendo o S-. Antonio Joaquim Machado, res
pondido a minha carta datada de 21 do corrente,
venho pela iraprensa pedir-lhe, que queira decla-
rar por esta folha, ou docnmenlar-me, a re-peilo
de 73 arrobas de carne, que era data de 2 do cor-
rente mez me foram remettidas pelo Sr. Jos do
Reg Mello, pelo preco de 45700 por cada arroba,
e por S. S. vendidas, no dia 20 do mesmo mee,
quando andou por c ao Sr. Manoel Gomes Leal a
razo de3500 arroba, em minha ausencia e
sem Ihe terdado estes poderes, S. S. no dia 19,
quando chegou a este povoado vio n armazem
do Sr. Leal ainda urnas 50 arrobas da mesma car-
ne, e exi<;indo-me a entrega d'ella, declarando-se
dono do armazem 6. 40 da ra da Praia, e que
eslava prorapto a documentarme; disse a elle
que aquella carne me tora remedida pelo Sr. Jos
do Reg Mello, o qual tinha urna carta minha, que
serva como docu nento, e que perianto s elle
dividas que deve Manoel Ignacio de Siquei-
ra aos herdeiros de Antonio Luiz Goncal-
ves Ferreira, cuja devida acba-se garantida
com hypolheca no mesmo engenho Cassoi.
Pode fazer o uso que Ihe convier desta mi-
nha resposta.
S. C 30 de junho de 1870.
De V. S. amigo atiento e obrigado.
Francisco Antonio de Barros e Silva.
Est reconhecida a Gima.
Mas, se as sobreditas despezas foram fetas a
eusta dos bens deixados peta finada, como se con-
clue da ultima correspondencia de meu fllho An-
tonio; que se dic por eiias credor do seu espolio,
que lleam reducidos os fallados, apregoados e
decantados beneficios prestados sua irmaa pelo
mesmo meu tubo f
Quaflto ridiculo tuJo sso ?
A que tortuosidades e dissabores pem con-
duzir o despert e a ra f I...
3.* Como podenamos eu e meu mando mandar
presentes nossa filha, se sabamos que havia pro-
posito formal de t aos devolver qualquer eouca
que Ihe remelles sernos ?
1 Como haviamos de apparecer frequeiitamaale
era urna casa, na qual existia mea filho Antonia,
qae s ia ver sua irraa depois, como j diase, de
se me facer retirar do quarto da mo/ibunda, on-
de elle nao quari* de forma alguraa eoeontrar-se
comtgo ?
Direito s despezas fetas com a manutencao de
miaba filha Henriqueta, quando se sabe que esta
morava ltimamente com sua irmaa Maria Emilia
Amigos meus me demoveram a nao me
oceupar de publicacoes, que ltimamente
tem apparecido, calumniando-me do modo
o mais torpe ; e como por tUnco a
elles, tomei afinal a resolutao de despre-
zar as calumnias e calumniadores, limito-
deveria prestar contas. Q.ie a carne por miai me a declarar ao Sr.J)r, Jos Gitirana, que
fra entregue ao Sr. Leal, para dispr d'ella, por, n5o set tambem porque quer divertir-se
quanto eu nao negociara com semelhanle genero. ComigO, que nao foi feliz na sua assevera-
Que o Sr. Leal tinha vendido parte d ella por di- Aa ,, f: uw-li m
versos precos, e que estava prorapto pregarme Sf> de Qu.e f liberal, e que o era em
contas, cujas eu como nico responsavel da car-, ,ioo7, quando arfxiliei OS meus amigos na
ne, prestara ao Sr. Mello. eleico. Nem eu, nem o Sr. Antonio Jos
O Sr. Machado nao ficou satsfeito, e promet-jpertJira entramos n'aquella eleico como
me documentos e declarar-oes, com tanto que a rnraoai.t_t J^ j a? ik- -?
elle prestasse aconta. No dia 20 eu uo pude representantes de ideas liberaes. Nb
sahir de casa, por acbar-me bastante doente, e quero noje, poca que vai ja muito longe,
neste mesmo dia, o Sr. Machado venden as 78 ar-! discutir a eleigo ae 1867, conteuto-me
robas da referida carne ao Sr. Manqpl Gomes
Leal, pelo preco de 35500 por arroba, e seguio
para esta cidade.
Portante, rogo e peco ao Sr. Machado de docu-
mentar-me a este respeito. para eu ficar exonera-
do perante o Sr. Jos do Reg Mello, pois o mes-
mo Sr. Mello (em documentes meus, e est per-
suadido que ainda a mesma carne est em meu
puder, ou o liquido d'ella.
Tenho a dizer ao Sr. Machado, que meu Om nao
de aproveitar as oecasies, mas loando certo
que nao documentando-me, seria obrigado a pro
ceder contra S. S como fosse de juatica, perante
as autoridades do lugar.
Povoado dos Montes, 27 de junho de 1870.
Thomaz Batth.
Para que ainda mais patento se torne
mentira que neste Diario se tem publicado
relativamente a venda do engenho Gassu,
publica-se agora a carta infra pela qual a
pessoa qne se diz tel-o comprado declara
inteiraroenje o contrario.
0 mentiroso pode continuar no seu lda-
no ; v mentindo.
A verdade Ao de afinal surgir brtlhante
e pura, como sempre.
Leia-se a carta.
Illaa. Sr. Salvador de S. Cavbante.
. Satisfazende o qu pede V. S. em sna
carta tenho a diaer-lhe que n3o comprei o
engenho Cassu, e sim tenho comprado as
em dizer, qne concorremos a ella com
forca de votantes dobrada a do Sr. Gitirana
e de seus amigos.
Quantu a calumnia infame e atroz, quo
me atirou o Liberal, defendo-me com a
tranquillidade de minha consciencia. Aquel-
es que me conhecom e sabem do meu
modo de proceder, me ho de fazer jus-
tCa, sem exigir que eu dessa a um lama-
cal asqueroso, para erguer urna luva, que
a minha dignidadenoacceita.
Julguem-me es meus adversarios impla-
cavis como qoizerem,, que repouso tran-
quillo na minha consciencia e no' conceito
que mereco dos meas amigos e dos meus
adversarios menos apaixonados.
'0 padre Joaquim da Cunda Civalcattte.
i
Apreciem
O aoaixo a&sigoado, deparando boje, com um
annuncio publicado no Diario o. 145 do l1 do car-
rente, assignado por sua muito digna mulher
do qual iiquei sororehenddo I Dixer ella que
estava-se devorciando-se de seu marido e que
estava depositada em poder da meu iuimigo ca-
pitel o Sr. Antenio Joaquim .Machado I
Taes sao as consas naste mundo I Sendo o Sr.
Machado a causa de toda esta falsa alegora as au-
toridades ecclesiasticas mandm facer ura deposito
fuma senohora casada sem o consantimento do
marido, como disposto no direito can., approvar
i
l i
.
t


a.
Diario efe Per/iamlwi> Sabba Ja 2 de Jlhc de 1870.
i
le deposito no lagar que
frn? 4ntes frente a que anda.' ,
-,!?** que PttNie fc?a-nie jastica e v depa-
rando com o bello drama de nova eonposicao, e
accos? ,PBBee *t*Pnmi8 de minha'lalaa
Declaro que, desde que a Sra. D. Josepha Hoza
Aguiar, vea, da .seu edgenho para a minha casa
no mez de toarloi nada Itve eotre no, e sim de
ambara com o Sr. Mathado.
O publico aprecie o digno proceder dessa digna
sanhora, e Ibes d a peso que metete ; do mostrar e a verdade se ha de -vericar.
Reeife 1 de julho de 1870.
Jos do Reg Millo.
Um remedio vegetal
assombroso.
Afinal chegoa-se desoobrir na esencia con-
centras! d'uiu producto vegetal, um efflcassimo
remedio positivo, contra todas as enfermedades
percursjras da phtysica. A rvore da sade, pota
que assim verdadeiramonte que se deveria cha-
mar, da qual eextrahe esle inestimavel thesouro,
a anacahuiu do Mxico, e o peitoral de ana-
cakuita de Kemp^totmi a preciosa composieao
que alcanza sempre a victoria sobre as enermida-
des mmicas dos orgias da respiracao.
Jamis bouve remedio lgum que se flzesse den- L, Cldade do Recrte, 30
tro em to pooco tempo tao umversalmente popu-"06' An'unes Correa,
lar. Os gratos teatemunhos dos corcSes agrade-
cidos, j-.ie padecern! de lonas, esquinencias, ro-
quidao, infljmmacilo do peito, bronchites, asthiria,
eatarrbos, eonstipaedes, pbthyaiea, etc., se rece-
ban cada dia os centenares de ledas as qnatro
partes do ranndo.
COMMERCIO.
j-RACA DO RECIFR i" DK JULHO.
DE 1870.
>S 3 I/} HORAS DA TARDB
Algodao de Pernambuco l sorte98 rs.por kil.
boncallo los Atlonso,
Presidente
Pelo secretario.
A. P. de Lemos,
Dr. Pedro a Atayde Lobo Mostoso.
Dr. J
ConseJhwp Fxaacisr ,. flaptuu.
Dr. Jos dos Anjos Vieira de Amorim
BduardfrFirmiuo da Silva.
Joaquina Goncalves Ferreira.
ioio Manoel Ribeiro de Castro.
Antonio Augusto da Cmara Rodrigues Setle.
Bario do Livramento.
Piegnezia dos Argados.
Dr. Antonio Justino de Sonza.
Joao Joaquim Al vea da Silya.
Jos Francisco do Rege Barros.
' Freraezia do Poco.
Dr. Jos Bernardo Ga vio Aleoforaco Jnior.
Freguezia da Varzea.
Jos Goncalves de Albuquerque.
A todos, os quaes e a cada um de per si, bem
como a todos os interessados em geral, se convi-
da para comparecern) no primeiro andar da casa
que fi eadda, na sal do jury, tanto no referido
da e hora, como nos demsis'dias seguintes, em
qnanto durar a sessao, seb as penas da le, se
fallaren).
E para que chegue a noticia a todos mandei
passar o presentee dital, que ser iido a afflxado
nos lugares mais pblicos, e publicado pela im-
prensa, e tambera remetter iguaes aos respectivos
subdelegados para pnbliea-los e mandaren) fazer
as notiheaces necessarias aos jurados, aos culpa-
dos e as testemanhas que se aoharem em seas
distrietos.
Cidade do flecife. 30 de junho de 1870. Eu
a, escrivo interino do ju-
ry, o escrevi.
Manuel Netto Carneiro d Souza Bandeira.
i-.-.ldead/ra<
de folba, 60 'arras
da
?fGuerreiros
Sala das aessoes do coaselho de compras nava
1* de julho de 1870.
O aecratario,
Aleangre Rodrigues dos Anjos.
ReJagau das cartas registradas, procedentes
existentes na
30 de joobrj
Peraote a cmara municipal desta cidade es-
tar em praca nos das 2, 4 e 6 de julbo vindotro,
para ser arrematado por quem maior precio offe-
recer, o aluguel de nm talho pxi*tente no qnar-,
teiro do lado do sul do acougue publico da ribei-
ra da freguezia de S. Jos.
Us pretendeotea deverao se habilitar na forma
da iei para poderem licitar nos mesmos tainos.
Pago da cmara municipal do Recife 30 de iu
nho de 1870
Bento Jos da Costa Jnior,,
Pro-presidente.
Augusto G. do Figneiredo,
Official-maior servindo de secretario.
do sul e norte do imperio,
repartirlo do correio em
de 1870.
Andr Avelino Pereira e Silva, Alexandre.Go-
mes Ferrao de Argollo (2), Emilia Cmara Wan-
derley (), Francisco Iglesias Lopes, Franciseo Pe-
reira Uchoa, Gllcerio Coeiho do Espirito Santo,
Joaquina Mara do Sacramento, Joaquim Jos dos
Passos do Araujo, Jos Pereira de Goes, Jos An
tonie>Gui Dares Netto, Manoel Baptista de Miran-
da, Manoel Vicente Barbosa, Thoraasia Maximia-
na Burralho.
Manoel dot Pastos Miranda.
O encarregado do registro
Srs. Rolrlgdes e T
/:ffi.r n L-ra.
ti. R!,/ e AfdatM.
Juan' e PloaJea.
Virgiuia.
a. B.As 8 Ij2 da nonte haver o jneamo
pentculo.
PREfiOS.
Camarote com 6 entradas 14000
CadeiVas 240Q0
Cadeiras avulcaa para Sras. JjWOO
p't 1*000
es-
\j de
ppderao examina-Io no anepradouro : ns volta do
Forte de Mano, e tratar a respailo, oooi o oapitao
a borda, ou na praca db Corpo Santa n. fl, segun-
do andar.
AVISOS MARTIMOS.
(MPANBIA IlASfllIU
DE
NO
ALFANDEGa. es:...'.':to dcilal . 44:837788
vTJEBNTO DA ALFANDEG." *ohi ioa com fa:endis 13i ; idea com gneros 340 -----474 ?" azendas 45 co;n, goneros 407
-----452
\k -.-rogar-i boje 2 de julho
Vapor i?I S !/i.,i>i=mercadorias.
Brigne p .;agic/. -L'iia /mercadjrias.
llrip a -Marih/i mercadariis.
Br i Mi-Triunipho dem.
Brigue mgl /.Cih/tosferro.
iX<.-;c;.LLau PROV1NCAL
Rend dia 1..... 11:37 35693
DE6URAC0ES.
MOVENTO DO PORTO.

Navios entrados no da 1.
Rio de J i ir i e Babia6 di'is, vjpor arae-
uth nwrica. do 2.000 toneladas,
comrtnndant Teoklepengb, equipapeii
60, carga caf e outwgencros: II n-
iy Fortef C.
Rio Gi1e do Sal26 di.-s, patacbo bra-
sileiro Leopoldina, e L207 toneladas, ca-
p!": i Fr qcsco Jis Pfates, equipagem
ii, carga 1I,7G0 arrobas do carne;
Rez nde & G.
-V irtoi ntidos no mesmn dia.
AracajyHat br; seiro Hara Amelia, ca-
p ai !";-:: ico Tbomaz deAssis, carga
diileren! : gneros.
New-Y americano South Amrica, commandanto
tepangh, com a mesma carga que
troi'so. doi p< rtos do sal.
Faco constar $ qaern convier, qaoo Exm.
^r. conselheiro director gerti interino, li'm
il.^ifriiado o dia 1. de'agosto prximo vin-
donro, para nesta secretaria, pelas 10 horas
da manh.1, ter logar o xame de hahiita-
Co para o concurso a cadeira de allemao do
gymnasio provinci;i!. que se 'cha vaga pelo
fallecinv!nto do professor que a regia, Carlos
Steuber.
As pessoas qao quizerem prestar i ito ex >-
me devero inscrever-so nesta secretaria na
frm das instriicr,o.?s de 11 do junbo do
1859, ateo dia 30do corrento
Secretaria da insruceM p;ilica dePjr-
nambuco, 1. do julho de i87o
O secretario,
Afireliano Augusto Perrrg dn Carvalho.
De ordei do lilui. Sr. conselheiro iosp-ctor
da thes'waria de faienda, se faz publie) que, au
tundo comparecu:! licianto arrematac"Ki ho alu-
gael por um a !re> annos da casa tfoo' garvn de
cavallariee em S*nto Amaro da freguezia da Boa-
vista desta cidade, Oca a mesma transferida para o
dia 6 do mez proxiato viud.iuro, as li iras da
tarde.
Secretaria da Ihesonrari di^ fazenda de Pernam-
bue > un 27 de junho de 1870.
Servindo Manoel Jos Pinto.
PAVLHAO DES. ISABEL
COMPANHIA
EQLESTRE TM1ASTIGA E ACROBTICA
SOB A DIRECTO'
DE
D. Luis Casali.
Safcbado t dednlh.
EXTRAORDLN'AUIA E VARIADA-FNCfAO.
Composta em dnas partes, a primeira de esco-
Ihidos exercicios equestre? e gymnasticos e a se-
gunda de vistosos quadros mitolgicos, derigidos
pelo Sr. Rodrigues. v
O Director interino, visto a boa aeeitacao que
teve os quadros vivos, e desejandn satisfazer ao
Ilustrado publico, tom resolvido desempenbar ca-
d* espectculo cora tres escolhidos qoadros vivos,
sendo una varjados de ootros, executados todos
com o maior aparato vestuario que requer
mvtologia.
A func;ao est dividida em duas partos.
PROGRAMMA.
PRIMEIRA PARTE.
1. Urna linda sympboaia derigida pelo maestro
Martin*.
2." Piruetas e saltos mortaes, por Vicente sobre
um cavado.
3. Ura intermedio iocoso, pelos clons da compa-
nhia.
4." A jnriinoira, pela menina Joaninha, sobre
um cavallo.
5. O pao voador, por Vicente.
6 Mr. e Madama Denis, scena jocosa, pelos ar-
tistas Luiz, Copr o Aldabo, sobre dous cavallos.
7. Sr. Vicente do Reg, artista pernamhuca-
no, far sorprendentes deslucacoes.
lotemllo de 40 minutos.
SEGUNDA PARTE.-*
Acto primeiro.
!. Svmphonia.
Paquetes, a vapor.
Des portee do norte esperad
at o dirO do eorrente o- vapor
Cruzeiro do Sul, eommandante J.
P- Gnedes Aleoforado, o qnal
depois da demora do costme se-
para os do snl.
Desde j reeebem-se passageiros e engaja-se i
larga que o vapor poder conduzir, a qnal deven
ter embarcada no dia de sua chegada. Encommen
las e dinheiro afrete at as duas horas do dia di
la sahida.
&o se receben como encommendas senio ob-
|ectos de pequeo valor e que nao excedam a
arrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi-
caa
Tudo que passar destes limites dever se?
mbareado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que suas passa
rs s se recebera na agencia na da Cruz n. 57.
udar, escripiorio de Antonio Luiz de Olivein
Azevdo & C.
\ COMPANHIA .BRASILES
\ DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sul esperadi
at o dia 9 do correte o vapor
Guar, commandante o capitao
tenenfe Pedro II. Duarte, o qual
depois da demora do costume
seguir para os portos do norte.
Dejdk ja recebern-se passageiros e engaja-se s
:arga ute o vapor poder coniizir, a qual deven
las e drnieiro a frete at as 2 horas do dia da su
aiiida.
Nao se Iceebem como escorainendas senao ob-
jectos de psinieno vaior e que nao excedam a daaf
arrobas do peso n# palmas cbicos de medicao
Tudo qite ptssar destes limites dever ser embar
sado como targa.
Previne-st aos >enhoros passageiros que suas
paasagens avse recebeid na agencia, ra da Criu
o. 37, 1* andir, escripiorio de Antonio Luiz de
Oliveira AzeHio & C.
PARA'
Pretende seguir com a possivel brevidade o pa-
tacho portnguez Jo carga prorapta, e para a poaea que Ibe (alta, a
frete commodo, tcata-se com o consignatario Joa-
qam Jos Goncalves Beftrao, ra do Commer-
cio n. 17.
LEILOES.
COMPANHIA
2." Grande quadr.i em- composifao, intitulado :
A Repblica Oriental.
Personasen?. Actores.
A repuhl;ca Signorita Anna.
0 defender " Sr. Rodrigues".
dem Sr. Luit
Nymphas Sign .rita H>r;a.
M'in Filomena.
K-!:ln;i- Jnanfn.
IJem Ifoaeto.
Offlcial Ce#ar.
l tora Tesan.
Ide Aldabo.
dem Pretro.
Soldados e C cumpa rsas.
Acta segando.
3. Qnadrc mitcloj ios intitulado : Dianna e
Continuado do leilao
no Cabo.
HOJE
Por despacho di Illm. Sr. Dr. joiz munictpaf.a
do commefoo da villa do Cabo, a reqnerimento
do enrador fiscal da massa fallida de Severino
Jos dos Sanios Aguiar,Toi designado o dia sex-
ta-feira f de julho as 10 horas da mauhaa
para na casa do i'nesmo estabelecme*to se pro-
ceder em praca publica a venda dos gneros
e mais obje. tgs e pertences de padaria qno fazem
parte da mesma manea e serao entregues pelo
maior prefo. Convidase os pretndeme para
essa praca podendolwm ver a avaliajo no ear
torio do escriv5o Araujo.
ICiTAES.
2' .-."c.-.. Secretaria da ore3dencia de Per-
nambuc-i a-: de junho ilj 1870. Por esta secre-
taria f.iz publico para conheoimeato de quera *
convi-r o edita! abaixo do juiz municipal e de
Tphos J termos reunido* de Calimb e Sal-
gueiro p ndo em-cooenrso a serventa vitalicia
dos olli:) de l.ibelliao e escrivo do civel orphos
e m ios do nJtiara dos sobreditos termos.
O prebndenles dever > aprwentar as sua peti-
cues d-vi.-lamente instruidas no praza de 60 dias
a contar d'esta data.
EDITAL
O Dr*. Vanni) Jos G-cna^a, juiz municipal e de
orpbaosdiis termos reunidos Cabrob e Salguoi-
ro da provincia de Pernambuco por S. M. i. e
constuci nal, etc.
Fac sib.T que, de conformidade com o de-
creto n. 817 de 30 de agosto de 18-JI. e aviso n.
253 de 30 de dezerabro do mesmo anno ; se acba
em concurso os oIBcios de escrivo do civil, crime,
orbaos, rezuma e capellas dj termo da Salguei-
ro reunidos em um s tibellionato pela lei pro-
vincial n. 632 de 23 do otaren do 1866 ; portanto
os pretendemos ao dito offlcio deverao se apre-
sentar denln do prazo, de 60 dias a contar da
data deste, manidos dos documentos qua sao re-
commendados por lei.
E para que chegue ao conhecimento de todos
mandei fazer o presente que ser afflxado no lugar
do cosame.
Passado n'esta- villa do Cabrob aos 17 de de-
zembn di l'3,48a da independencia do im-
perio.
Ea Deziderio Alves dos Reis, escrivio interino
do civel u escrivi. Agoello>Jos Gonzaga. E
nada 'mis. O secretario interino, Elias Frederice
de Abnuida Albuquerque.
O Dr Hanopl Netto Cirneiro" de Souza Bsndeira,
juiz municipal supplente da segunda vara e
preparador d.is prooessos do jury desta comarca
do Recife e seu termo etc.
Faco saber que pelo Dr. Manoel Jos da Silva
N'eiva. juiz de dirco da sejuna vara criminal
desta comarca, me foi eommumeado ter designado
' da 21 de julho prximo vindooro pelas 10 ho-
ras da ma*hhaa, para abrir a tercera sessio ordi-
naria di jury, que trabalhar en"j dias consecuti-
vos ; e have o hoje procedido a sorteio dos 48
jurados, que ln de servir na rae.-raa sessao,.era
conformilade do art. 328 do regulamento n. 120
de 31 de Janeiro de 1812, foram sorteados o desig-
nados os cidadaos seguintes:
Fregoezia do Recife. ,
Gedeo Forjas de Lscerda.
Chefe de diviso Hermenegildo Antonio Barbosa
de Almeida.
Jos Joaquim Dias 'ernandes Jnior.
Gustavo Naziazeno Furtado de Mendonra.
Caetan Cyriaco da Costa Moreira.
Jos Franci-ico de S Leitao.
Freguezia de Santo Aburara.
Antonio Bernardo Quinteiro.
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Leao.
Scveriano Bandeira de Mallo.
Dr. Henrjque Mamade Lina da Alaieida
Joo da Guoba Soares Guittiaries.
Jos Augusto 4e Araujo.
Dr. Gervasio Kedrlgues Campello.
Francisco de Paula MindeHo.
Dr. Francisco Augn*te da Fonseca e Silva.
Ramio Antonio da Silva Alcntara.
Franciseo Xavier dos Santos.
Agastinho Jos de Oliveira.
Jos Geosalves de Medeiros.
Freguezia de S. Jos.
Joao Paeheee Alves.
Dr. Aaloaio Silvio- Ferreira de Carvalho.
r. Galdino Perreira Gomes.
Dr, Francisao Aogusto da Costa.
Freguezia da Boa-Vista.
, Barao da Soleade.
Dr. Jos Honorio Bezerra de Menezes.
" de Mello Reg.
ima.
la de Mello Filho.
Souza Bandeira.
Sao convidados os Srs. aecionisias dasta
coiipanhia a reunir-se em assembla geral
no dia 5> de julho vinrlonro, ao amo dia. no
escrtptorio da comp.inbia, ra do Cabug n.
16, para, em cumplimento de seus estaiir-
tos, deliberar sobre as con tas noannolinan-
ceiro, e approvar o ornamento vindooro.
Escriptorio da rorpanhia do Beberibe,
30 de junbo de 1870.
0 secretario,
Dr. Prxedes G. de Souza Pitonga.,
Actores.
Sr. Rodrigues.
Signorita Anna.
Vicente.
Filomena.
Cesar.
SANTA CASA.DR. MISBMCOKDIA DO
RlsCIFi:.
A Man. junta administrativa da Santa Csa de
Misericordia do Rcie, precisa contra'.ar com
quem por menos preco fizer a obra de um muro
que feche os quiota> das rasv de n. 94 n.
UO, sitas ra do Pilar em Fora de Portas per-
tencent-s ao patrimonio dos orphaos, o qual de-
ver ter 10 palmss de altura sobro 4 de alicerce.
Os pretndante* devem apresentar as sna< pro-
postas em cartas fechadas nesta secretaria at o
dia 30 do corrate pelas 3 horas da tarde.
Secrtearia da Sania Casa de Misericordia do
Recie, 25 de junho re 1870.
O eserivao,
Pedro Rodrigos de Soaza.
Arrematarlo judicial.
No dia 2 de julho, fiuda a audiencia do Sr. Dr.
provedo- de residuos, tera lugar a arrematacao de
urna casa terrea na freguezia dos Afogados, largo
da matriz n, 8o, pertenceute a testamentaria de
Jos Ribeiro da Costa, annunciada por diversas
vezes para o dia 2:> de junh >. O escripto est em
pjder do porteiro do juizo. ____________t
Anteon.
Desempenhada pela sipnorita Anna e o Sr. Ro
drigues.
Acto terceiro.
4. O grande quadro intitulado : O triumpho
de Baceo.
Persooagens.
Baceo
Sua esposa
O inventor do bom vinho
Deas-baceo
Um avarento pelo vinho
Nymphas, soldados etr.
Carmrotes com 6 entra las........ It^OOO
Cdeiras....................... isfv.Vi
Cadeiras avulsas para senhora..... 20^!0
eraes.......................... I^OOO'
Os bilbetes de camarotes, cadeiras e plateas
vendem-se no mesmo circo.
Principiar s 8 1|2 da nonte.
Ao publico
A companhia avisa.ao respeitavel publica que
o repertorio dos quadros vivos sao 6"$, sendo 60
mitolgicos e 8 sacros, pede-se a indulgenci.
publico se os intervallus dos quadros forera exlen
sos
MPAMIIJL
, DKS
Mes* geri\s imperiales.
At o dia 10 ao crteme Anz ospera-se da Eu-
ropa o vapor francez mazone, o qual depois da
demora do costume sentir para Bnenos-Ayres,
locando na Baha, Rile Janeiro a Montevideo.
Para conducoes, freas e pas-.-.geuj trata-se
na agencia, ra Uj Comniercio n. 9.
At o dia 12 do eorrane mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francea Gironde, commandante
H. de Somer, o qual deiwis da lem ira do cosame
seguir para Burdeos, llcaudo em Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para condiQoe?. frates p passafns, trata-se na
agencia, ra do Commercie n. 9.
COMPANHIA PEK.NAMBUCANA
DE
Vrjwgaco casteira por vapor.
Porto de Galltnhas, Rio Formoso e
Tamanrlar.
O vapor Parahybu, seguir para os portos aci
ma no dia 10 do eorrente. meia nolte. Receba
carga, encommendas, passageiros e dinheiro a fre
te no escriptorio do -ve-t- att is n. 12.
Da casa com solea e sotao sita a roa do
Rangel n. 16', em solo foreiro (paga 2,5
annuaes) a Santa Casa de Misericordia de
Loanda.
Por despacho do Illm. Sr. Dr. juiz do commer-
cio, a raquerimento e com ulterior informacao dos
adminisfradores da massa fallida de Siqueira &
fereira, o agente Oliveira far leilao do predio
sopra oatr"ora pertsneente a viava e herdetros
lo Dr. Ignacio Nery da Fonseca, e adjudicado
subsequentemeote a referida massa.
HJE
ao meio da em ponto, no escriptorio do mesmo
ageutea rus da Cruz n. 53, 1" andar, poden-
do os-pretendentes obter a chave para procede-
rem previo exarae, em mi do S. Rezende, com
padaria mesma ra do Rangel n. 9.
DE UM BOTE
O agente MartisS far leito por ordem do Illm.
Sr. Dr. Claudino de Araujo Gnimaraes. confu de
Portugal, de ura -bute ^ertencentn ao espolio do
?ubdito p.ortuguez losqaim Antonio.
Segunda-feira 4 do erreme.
No-Cae do Ramos as fl horas do qia.
Ele um preventivo segur o e certo contr
Ela calvice,
fl d e restaura torca e sanidade a pell
da cabeca
Elle de prompto faz cessar a qneda prema-
tura dos caberlos^
Elle d grande riqueza de lustro aos ca-
bellos,
filie doma e faz preservar os cabellos en
tjuaquer forma e pogj^ao que se deseje
n'una estado formoso, liso e maeio,
Ele fazerescer os cabellos bastos e co-
pridos,
Elle conserva a pelle e o casco da cabeca
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne os cabellos de se tornarem
brancos-.
Elle conserva a cabeca n'uro estado de feaj
cura refrigerante e agradavel,
Elle nSo demaziadamente oleoso, gordo-
" rento ou egadico,
Elle nao deua o menor chero desagra-
da vel,
Elle o melhor e o mais aprasivel artigo
para a boa eonservatjo e arranjo dos ca-
bellos das senhoras,
EBe o nico artigo proprio para o pon-
teado dos cabellos e barbas dos senso-
res,
iNenhum toucador'de scnlwra se pode con-
siderar como completo sem o
0 CABELLO. .
Tonteo Oriental
o qual preserva, lnpa, fortifica e aformose*
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
\. Caors, I. da C. Bravo & C. P. Maurer
A C, M. Barbosa, Bartliolomeu C, e em
lodas as principaes tojas de perfumaras
e boticas.
LEILAO
e gneros e diversos objecos
_ de naobla.
Constando de cha, phosphoros de segoran^a, cal-
xa com li!-n< ii:i i-, ditas com velas de car-
nanba, ditas com cognac, ditas Vara vinho Bor-
deaax, ancoretas cora azeilunas, alf izema, bar-
ris e ptpas rom vinho da Figueira.e asiim niais,
carteiras, cadeiras, marqneaa, bancos, etc.
Segnoda-feira, 4 do correte.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quera pertencer, dos genoros c movis cima
mencionados, e outros que se acham nao paten-
tes no acto do leio. que ter lugar segunda-titira
4 o"o eorrente as 11 horas da rtianlia i no armazeiq
que foi de Almeida Dorges & G. : travessa da Ma-
dre de Dens
O Bario de Uoa.'Lniz Ama vel Dobour^q iunior,
e sua malher, agradcem a todM as paseaaa qna
se dignaram assi>:ir os ulmos sufragios e acom-
panharam ao cemiterjo < rtdaver desua'mui pre-
sa la man, sogra e mai !>. [guacia Joaquina Lo-
pes da Silva eom especialulad a Vneuvel Con-
fraria da Ordem_Iercoira de N. S. do Carm...
^)
De ordem do Illm. Sr. cousaiheiro inspector
da thesouraria de fazenda desta provincia se faz
publico que no dia 9 de julho prximo vindouro
i rao praca, perante a junta da mesma thesonra-
ria, para serem arrematado- por quera por menos
fizer, os reparos de que precisan o pavilbo occu
pado pela secretaria da capitana do porto e a co-
fa'ra do edificio em que funeciona o tribunal Ja
relacan, oreados o 1 em 1414900 e o 2o em
5i2joO, conforme os ornamentos que serlo fran-
queados aos pretendenies na secretaria da dita
thesouraria.
03 licitantes se deverao" habilitar previamente,
raostrando-se autnticamente desembarae.adoj e
quites, tanto com a fa;nda geral como com a pro-
vincial.
Secretaria da thesouraria de fazenda de Pernam-
buco 30dejuubo de 1870.
SerttnJo de offlcial-maior,
Manoel Jos Pinto.
Inspeeco do arsenal de
niarinha.
Faz-se publico que a commissao de peritos
examinando na forma determinada no regulamento
annexo ao decreto n. 1324 de 5 de fevereiro de
1854, o casco, maeina, caldeira?, apparelho,
mastreaco, veame, amarras e ancoras do va-
por Ipojuca da companhia Pernarabucana de na-
vegaco costeira, achou todos esses objectos em
estado de poder o vapor navegar.
Inspeeco do arsenal de mariaha de Pernambu
co 28 de junho de 1870.
O inspector,
>______ H. A. Barboaa de Almeida
Vai d novo a jiraca na audiencia do Illm.
Sr. Dr. jdiz de orphaos, quinla-feira 7 do correte,
depois da audiencia, e por arreodamento trienal
as seguintes casas : ra larga do Rosario n. 1 po-
700X quanto s achou ua praca paseada, ra do
Hospicio n. 6, travessa da Maegoeira o. 9, roa Im-
perial n. 32, e a loja da (rente do ssbrado o. 29 da
ra do Imperador, e*sta pelo preijo constante do
escripto edital em mao do porteiro: qnem as
mesmas quizar lanjar compar"eca| na referida
praca as horas do costume.
Conselho k cm\)m aavaes
Oconselho em 5 do-corrente mea, vista de pro-
postas recebid as at as 11 horas da manbaa e aob
as condiedes do estylo, proraove a compra dos ob-
jectos do material a arunda seguintes : 6 barras
de a(*o batido de popoea de 2 1(2 polegadas de lar-
go e 4j8 d grossura. B barras de ac bat(p*o de
I l|8polegadas de largo e 4(8 de grossora, 10
Domingo 3 de julho
latas escondas fesacees
QUE TERO LUGAR
Unias4 1|2 da tarde.
EM BENEFICIO
Da D. Luiz.
Outra s 8 l\2 da noute, como de costume.
o publico.
Em conseqnencia da copiosa chava que cahio
no dia e noute do bsneficto do director interiao
da companhia, anuunciado para o dia 2o de ju-
nho ultimo, por caja cir^urastancia o beneficiado
deixou de ter o resultado que espera va desse seu
da de festa, resolveu o mesmo artista e director
interino, de accordo eom o s>u empresario, e para
satisfazer ao desejo de muitos merabros Ilustres
do commrcio desta importante prac,a, dar o seu
verdadeiro beneficio na tarde, do dia cima menv
cionado.
O beneficiado reconhece que a maior parte do
Ilustrado publico desta cidade ba de eucommo-
dar-se cora mais este pedido de coadjuvacao ;
no entauto, aquelles que melhor {.ensareiu hao
de conformar-se que ^seu segundo appello para
a fyrapathia publica nao esl fra de riza >. vis-
to que a cansa provm do mo tempo, a'cujo re-
amen os homens nao podera antepor autoridade
possivel.
D'est'arte, pois, o beneficiado pede desculpa ao
publico em geral deste seu incommodo, e espera
na proteesao de todos.
PROGRAMMA.
PRIMEIUA PARTE.
1.* Svmphonia.
2. Orande festa cbineza, grupos pyramidaes
sobre dnas escadas perpendiculares, por sete ar-
tistas da companhia.
3." O naufrago, scena sentimental, sobre um ca-
vallo, pelo director.
4. Um jocoso entreraez, pelos clowns Cesar,
Aldabo e Rodrigues.
5.* A jardraeira, pela menina Juanita soire um
cavallo.
6. O trapesio areo, pelo Sr. Aldabo.
7.* Sorprendentes deslocaces, pelo Sr. Vicente-
do Reg.
Intervallo de 40 minutos.
SEGUNDA PARTE.
Apparatosos trabalhos sobre a mythelogia.
1* acto.
1. Grande quadro em allegoria, intitulado : O
triumpho de Calatea, nyrapba do mar, lilha de
Nereo e de Don
COMPANHIA FEIiNAMBUCANA
DK
tyeivegago costeira por vapor
G lianna.
O vaper Parahyoa, seguir para <
porto cima no dia 6 do corrent.
as9 horas Janoite.
I' icebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete no escriptorio do Porte doHIatto
a. 11_____________' _______________
COMPANHIA PfiRNAM&CANA
Savegacat coslera por vapor.
Mace/ em direjtnra e Penedo.
O vapor Jagumbe, comman-
dante Gubcrrae, seguir para os
portos aciiMa-nodia8 do eorrente
as 4 horas da tarde. Recebe car-
ga at o dia 7, encommendas
passageiros e dinheiro a frete at as horas da
tarde do dia da sahida : escritorio no Forte de
Maitos n. 12.
LEILAO
De fum sitio no Mocoto omb beira da es-
trada passando a p-nte, bem plantillo de- coquei-
ros novos, com metros e em situatjao amena, e-
um terreno no mesmo lugar sem b-nplicio, com
frente para a estrada, e no funda a estrada de
ferro do S. Francisco.
5 do correte
Por mandado do Illm. Sr. Dr. juiz do etimmercio
d'esta cidade a requerimento dos administradores
da massa fallida dp Antonio Mara O'Connel Jersey
o agente piiveira f.ir leilao dos %?n supramen-
eiouados e pertencentes dita massa
Terga-fira
ao meio dia em panto, em seu escriptorio, a ra
da Cruz n, 53 Io andar.
COMPANHIA
Savegaco
PERNAMBCANA
DE
costera por vapor
Mamanguape.
O vp-r nacional Corurpe, commandante Sil-
va, seguir para Mamanguape no dia 12 do cor-
rente as 6 horas da tarde. Recebe carga, encum-
raendas, passageiros e dinheiro a frete at as 3
heras da tarde do dia da sahida, no escriptorio
da ciunpanhia, Forte do Matos n. 12.
Actores
Signorita Anna.
Sr. Rodrgaos.
Isabel.
Mara.
Laura.
Julia.
Luiz. |
Cesar.
2. acto.
Grande quadro mimico, intitulado: Caim e Abel,
execatado pelo beneficiado e Jaaaia.
3.* a
Grande e ultimo qaadro apparatoso, intitula-
do : A Marselhesa.
Personagens. Actores.
A Marselhesa Signorita Anna.
Personageru
Galatea
Seu irraao
Nympa
dem
dem
dem
Remador
dem
COMPANHIA PERNAMUUCANA
DK
"avegaco costeira por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
Grania.
O vapor Pirapama comraandanu
Azewdo seguir para os porto1
cima no dia lo do eorrente as 5 hora
la tarde. Recebe carga at o dia li, encom-
mendas, e passageiros e dinheiro a frete at a;
2 horas da tarde do dia da sahida no escripto
.rio do Forte do Matus n. 11
Aracaty.
O palbabote Garibaldi, capitn Custodio
Vianna : a tratar cora,Tasso Irmos't C.
Jos
MARAMAO'
Para o referido porto pretenae^seguir com pos-
sivel brevidade o patacbo portnguez Elepkante por
ter alguma carga tratada, e para o que Ihe falta
tratase com o consignatario Joaquim Jos Goncal-
ves Beltro >rua do Coramercio n. 17.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DE
Navcgacdo costeira por vapor,
Fernando de Noronha.
O vapor Giqui, commandante Costa, segui-
r para o porto cima no dia 4 de julho. ao
meio da. Recebe carga at o dia 2 encommen-
das, passageiros e dinheiro a frete at s 10
horas da tarde do dia da sahida, do escriptorio do
Forte do Mattos n. 12.
Pa<-a Lisboa
Segu para q porto cima indicado com a
vel brevidade escuna portagneza kgta ;
possi
para
*. Rabello 4 C, ra o Com-
o resto da carga que Ihe falta, trata-se t
consignatarios E. R
tercio n. 48.
Porto por Lisboa.
A barca Vencedora dever seguir viagem em
peucoe dias eom a carga que tera : por isso os
Srs. carregadores e passageiros que qnizersm
aproveitar esta brevidade e commodidade nos pre-
cos, pdem dirigir-se ab escriptorio de Soares Pri-
mos, ra do Vigario a. 9.
AVISOS DIVERSOS.
Urna pessoa da provincia das Aiagoas dese-
ja saber da residencia nesta c iade do Illm. Sr.
Dr. Jacintbo de Mendonca Jaraga : nesta typo-
graphia se dir quem a pessoa.
mm-mmmwmm wmmmm
1 MUDANCA.
! O Dr. Carolno Francisco de Lima San-
ar* tos mudna sna residencia e con-ultorio
S para a ra do Imperador n. 57, 2 andar
| do sobrado cujo armazem conserva ajn-
j|g da boje o nome de Alianca, tendo a
** entrada, que pelo lado da ponte Sete
de Seterabro, o mesmo numero 57, da
2 frente. Ah continuando o dito Dr. no
g exercicio de sua prossao do medico e
tj^J de operador, pode ser procurado a oual-
E2 quer hora do dia e da noute.
3t.
- -'.*'.: :*-
Joao Jos de Carvalho *i ir-es, Luiz Alfredo de
Boraea, (anaepta) Jos C-.n-^lo de Morae, Can-
dida liosa de Monos Bwnis e Relarmino do
Reg Barro', compungidos da mai acerba dr
pela infau>ta nova dn p^s-umento de sua moi
presida irinSa e cnnnadai D Lala Candida
de Moraes Campello Calleada na dia 6 do mea
prximo passad (n:i cid uta da Fortaleza, provin-
cia do Cear) mandara colohrar ama'misja de r-
quiem e memento.pelo etern ropooso da mesma,
no dia 6 do crreme, irig simo de sen fallecimen-
ta, e para este acto que dever ter lugar na ma-
triz da Boa vista p !-s 7 l|2 horas da iuanba, .ib
convidados todos us aeus prenlos e amigos o ubr
sequo pela qual : i tenn gratida .
,.-. .Sr*
Rufino Luiz do Reg Braga Josephina Narci-o
de Braga Caldas e Ruviano da Silva Caldas, con-
t; sando-se sinceramente gratos a todas as pes-
soas que se dignaram comparecer e aeompairtiar
ao cemiterio n cadver de seu/ presado pai o so-
gro Manoel Jo- Lopes Braga, com humildad*
eonvidam a eatm ineemaa pessoas. queirara dijr-
nar se ouvir a missa do stimo dia, ijue ten de
celebrar-sena matriz de Santo Antonio, segun-
da-feira 4 do julho, pelas 7 horas da roanhaa ;
pelo que desdo j confessam-se et-rniimenie re-
conheci los.
AMA
Na ra Direita n. 33 precisa-se
para o ser vico de duas pessoas.
de ama ama
OlTerece-se unta mulner sem para o serv-
?o de urna casa de hornera solteiro, para todo ser-
vido menos comprar : rna da Guia n. 53, se-
gtind i andar.
O Sr. Joaimira Salvador P. de Siqueira Ca-
valcante, n5o pJe vender o sea eseravo Beuedic-
io Sapucaia e nena ontro qoalauer.
Sociedade Liberal Unio Be-
neficente
Ommunico aos senhores socios qne teve lugar
a inauguradlo da aula no dia 29 do correte como
foi annunciada. com assisteacia do Illm. Sr. pro-
fessor Joaquim Teixeira Peixoto Filho, que depois
de proferir um bonito e ber eleborado discurso,
dea coraeco aos trabalhos da aula, marcando c
dia 3 de julho para dar principio, ao leccionaraento,
convido aos mesmos seahores socios, para aquelles
que qnizerem ascrever-se camo alumno, compa-
recendo no referido dia as 9 horas da maahaa, na
sala da mesma sociedade, na rna do Vigario.
Secretaria da soeiedade Liberal Uniio Bene-
cente em 30 de junho de 1870.
Innocencio Xavier Vianna Sobrinbo,
^ _________;_______1* secretario.
Os administradores da massa fallida de An-
tonio Gandolfl (hotel nacional), convidan) a aeus
credores para no termo deoito dias, da publiea-
co deste, apresentarem sens crditos no escrip-
torio da casa n. 17 da rna do Comm;rcio, 1*
andar, aftm de proceder-se a verificacao e dassk
ncaalo-.doa.pmw
waneMipa,
O abaixo assignado como curador dos orphaos
do fina*) Jos Xavier Ronrigues Campello e como
advogado de um dos herdeiros do fiuado Sebastiao
Antonio do Reg Barros, faz- sciene a quera con-
vier, que a propriedade Patva ita neste termo do
Cabo, nao pode sen vendida pelo Sr. Es'evaoJos
Paes Barreto, vista ser dita propriedade foreira e
dominio til ao dito liaado Si-basti Antonio, per
aeto judicial, em praga publica requerida peto
ex-regente do hospital do S. Joao de Leos, sendo o
dominio directa da comarca de Olinda, hoje da co-
marca do Cabo, segundo o aviso em deciso do
ministro da fazenda de 27 de junho de 1865, tendo
apenas o Sr. E'tirvao Jos Paes .Barreta o direito
somonte em 130*. por quauto fui aforado aquelle
dominio til ao dito hospital, como todo cousU
dos ttulos e inventario que se acba no cartorio da
escrivo Araujo., Cabo 1* de jnlho de 1870.
Jos Paulo do Reg Barreto.
O ex prov.ne.al Fr. Alexandrino Jos do Ro-
sario Figueroa, relieioso Carmelita da provincia
da Babia, vfndo e ta provincia na qualidade de
visi'.ador do convento de Olinda, perteneeo'.e sua
ordem, faz sciente ao respeitavel pubiieo, que des-
de o dia 22 d? junho, depdz de Ingar da arior do
dito convento ao 'everendo padre Fr. Joao de-
Amor Divino por ordem do. seu Rxm, prelado, e
previne desde j an mesreo publico, qqe como
dito ex-pror nragaoin transija em negocio algura
tendente aos bens do referido convento, sob pena
de nullidade.qualqucr contrato. '
Desappareceu na noite de 29 para 30 de ju-
nho prximo passa do o menino livre de nome Joa-
quim, idada de 8 annos, pouco mais ou menos,
pretofulo.cabecagrande, pernas finas, olhos um
pouco grandes, e um pouco' atoleimado, deseon-
fia-se que fosse seduzdo para ser vendido como
eseravo : a pessoa que delie der noticia oa leva-lo
Santo Amaro das Salipas, sitio confronte ao ce-
miterio*vinglez, do Barbosa, s.er recompensado:
oatro sim reconvnenda-se polica.
Os senhores abaixo declarados queiraaap-
parecer ra da Cadcia o. 30, 1 andar, a nefo-
cios de interesses.
Francisco Antanlo Hnrao.
Marcelina de Souza Pereira de Bnto.
Miguel Esteves Alves.
Antonio Cae tan o da Motta. M
Manoc 1 D. de Carvalho. '
Alfredo Carlos da Silva.
Candido Rodrignes.Maris. 9__________________
Offerece-se ama moca para urna casa de fa-
milia para cozinhar : qaern precisar dirija-se a
rna Imperial n. 93. _______
precisa-se de um oozinhetro: na roa da Con-
quist? (Soledade) n. 6.
Precisase de urna escrava de meia idada>
mesmo sea habilidades, pa>a o servipo interno de
: na roa da Cooauista (Sote-
sede
arro oo captivo
abano
Cra fl rianAuli
stabei
' aSbj'Wfete!
i

a quem poder
>la Exma-
'" da
anaeai-
effettopor
neta.
-.-


,*
Diario de Pemambuco Sabta 2 de Julho de 1&70
1
I
I
*r

__0 Sr. Manoel De-Giovanni queira
mandar esta typograpta psgar o impor
te de pubiieujoes de anairiioios. de especta
culos, em somma superior ento e
coenta mil res.
Villela
SMERALDA
LOJA DE JftUS
&E
Ese antigo estabeleeimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
-oes de servir vantajosaraente os seus fre-
guezes, visto que acha-se prvido com um
plendido sortimento de obras de ouro e
-tata de lei, assim como brilhantes e ou-
bas podras preciosas, cujos presos sao os
mis mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas nesta casa recbem-
m m troca ou compram-se com pequeo
abate.
HA DO CiBUGA It 5
J. Fe? reir
PUOTOtltAPIII i IMPEMAl*
,18I\A 00 CABUG- W
A mirada pelo pateo da matriz.
Os irabathos da reedificaba desta pfcotograrWa,
e aue se prolongara .por tanto lempo, *a?""
felizmente terminado* ella aberta *> servid o
publico desde 7 de afcrii passado
O predio em que est collocada esta pnotqjra-
nhia acha-se muito augmentado,^ s a parte festi-
nada ao esubeletfmeoto conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Todos os coneertos aaug-
menios tendo sido fettos expressamente par se
montar convenientemente a pholograpfaia, e iao se
oodendo melhor modeloescolber do que a mto-
grafiic Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro phstographo do Brasil, e um dos
pnroeiros do mundo, segundo a opraiao dos mais
abalisados mestres, a nossa photographia acha-se
dlsDotta e reeJificada.-pelo roesroo plano daoo ar
I Pacheco, a qual foi montada sob todas alegras
recommendadas pelos mai detinctos proessorei
de accordo com as modikacSes necessartas, ao
clima do Brasil, reconoecidas e estudadas peD na-
bilissimo e pratico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em aue esta a nossa,
photographia foi mudado desde a soleira da portada
ra at a cubera, teado-se demolido todas a3 pa-
redes interiores para se fazerem as novas las,
edificando-se um novo terraco envidracad mai
espacoso e elegant?. /___
Cor.io sabido, zemos urna viagem expressa-
metiie corte para examinarraos as melhore pno-
tocraphias all, e foi a do Sr. I. Pacheco, a que
melbor correspondeu aos nossos desejos t aspira
coes e da qual trooxemos os plaoosa epoe de
all estarmos todo um mez estudanfl*e apro-
veitando m lifSes de tao distincto mestre. ten-
samos que juntando o> nossos estu/os e longa
pralica de 13 annos de photographia as uhlissiroas
licdes ultiman ente recebidas do Sf. I- Pacheco,
tendo montado a nossa photographia como se
acha, podemos ofi*recer ao Ilustrado publico
d'esta eidade e aos nossos nuu.erosos, ireguezes
trabalhos de photographia to perfeitts, como se
poder desejar, e fisto convencidos; esperamos
aue coutluuem a dispensar-nos a pesma pro
leecao com que ha 15 annos nos \op honrado e
ajudado._______________________I_________
Aos 20:(J00*MK>a
Bilhetes do Rio venda : ra 4> Cabug n. t
vende Vieira"* Rodrigues
PHARMACIA GERTRAL
Ra do Imperadop n. 38
Xarope de lactucario d'Aobergier, e de
thery decio d'Abbadie recommendados,
como -calmantes para os casos, em que se
no pode osar do opio e de seos prepara-
dos,-e mui convenientes para as enancas
nos-espasmos e convulsSes.
Ausentou-se um menino livre, de rdtde 13 a
14 unos, chamado Franoisco, com cabellos ruiyos,
cor de canell dar, ps eempridos e meies tor-
ios, nariz chalo, cara coroprida,.gago, jestraao
calca branca, jaquel de brira de cor, chapeo ae
bata j usado, julga-se ter sido sedorido : peae-
se a quera otver em soa eask qneira entrega-io
no.sitio do Monteiro, travesa de Bellera, a pessoa
qne est por elle respbnsavel.___________
INTRALMJA. DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'aicatrao m capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
"RAlTi
DOR N. 58.
Pillas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Pillas de Bland.
Xarope farraginoso de Blaocard.
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de-carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro ci magnezia.
Ferro de Quevenue.
Assucar ferruginoso. ____^_^
SmaSacentralruado impera-
dor N. 38.
Vinbo e xarope de pepsina e gdiarthare,
excellente onicQ para aoxiliar as digsles
difficeis nos casos de debilidad^ do esto-
mago
AMA
n
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar bem:
a tratar na praca da Independencia n. 39, loja de
calcado. <
mmm-mm-mmmmum
Um sacerdote se propoe a ensinar la-
lim e francez, nao s em casas articula-
res como em algum engenho perto da
linha frrea ; poaVndo ser procurado na
ra das Cinco Pontas n. 132, das 9 horas |
as S da tarde.
mmmmwmwmrmmm
Criada
Precisa-se de urna criada ivre ou escraya,
qne iba bem eegommar e tratar do servico, ,n.
temo de urna casa de pouca familia : a trar no
Manguinho. casa nova dos Srs Garpinteiros, ou
ao caes d'alfandega velha n. 2 esenptono, paga-
se bem.
C0MPAHH1A
DOS
TWLHOS UBBAROS
DO
RECIFE A OUXDA.
Por ordem da directora s3o eonvidados
os Srs, accionistas para, no praso- de iO
dias contados do dia i. de julho vindonro,
effectuarem 10.* prestacao de soas aeces
ra*) de 10%- 4 '
Para esse fimser encontrado o Sr. tbe-
soureiro, das 11 horas da machia 5s 2 da
tarde ae lodos os dias, no escrjptorio da
companbia, ra Nova n. 35, L andar, trada pela ra dos Flores n. 14.
Recife, 27 de junbo de 18/0.
O l." secretario-
Joo Joaqnim Alves-
Mn
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Veira de Mello, es-
crivao na eidade de Nazareth (fcsta provincia, o
favor de vir a ra do Imperad* n. 18 a oncluir
aquelle negocio que V. S. se mprometteu reali-
sar, pela terceira chamada dete jornal, era nos
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e ajril, e nala curaprio,
e por este motivo de novs chamado para dito
fim pois V. S. se aeve lemirar que este negoc
de mais de oito annos, e'quando o senhor
lilho se achava no estudo esta eidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA
DOR N. 38.
Agua hemostbalica de Lecbelle, mui re-
commendaia em qualquer caso de taemor-
rbagia, e principalmente na thysica pulmo-
nar, e as hemorrhagias uterinas.
PHRMAaA~DNTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellente com-
binaco do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com granae
soccorro contra as molestias da pelle, os
engrgitamenios escrofulosos, o rachitismo-
cachloroso. .
O vinho iodado de joly, e oleo iodado de
Personno, sao recommendados para os mes-
mos casos, e encntram-se nesta pbarma-
cia.
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATHICO
FUNDADO PKL0 DR. SABINO
HOJE DIRIGIDO
PELO
DR. SANTOS MELLO.
43Rua Nova a43
| O Dr. Santo Mello de volta da Baha
contina a ser encontrado lodos os mas
i das 10 horas ao meio dia para consultas.
Chamados a qualquer hora do da ou
[ da nonte.
Gratis aos pobres.
43Roa Nova n. 43.
AMA
Precisa-se de orna ama inteligente, livre
ou escrava, de muitos bons costumes, para
o "servico inierno de urna
Dirigir-se rua Beila
dous andares.
casa de familia.
n. 37, sobrado de
AMIA.
Farlnha de oandioca.
Da melhor qualidade e mais barata do que em
outra qualquer parte : vendem Amaral, Moreira
& C, no caes da alfandega n. 7._______________
Precisa-se de orna ama para todo o servieo de
urna casa de pouca familia : a tr.itar na rua de
Hortas n. 88. ___________, .
seu
1?
13
LYSSES & IRMAO
- Sua da Imperatrz
Os pp.prietarios.deste bem coahecido e a creditado estabeleeimento ayisio aos
, n-i-'-Tosf s freguezes tanto desta praca cerno de fora, e especialmente ao i lustrado
corpa CDFMICO, que este eslabelp.cimento acha-se sempre bem prvido de todos os
ariigoii >eii gneros abaixo mencionados e que vendemos por mdicos precos, tanto
The Liverpool & Lon-
on & Globe Insu-
rance Company.
avarejo como por atacado" para negocio, parao'que se podem derigir por ca
casa que serlo saptisfactoriaaiente
servidos.
CHARUTOS ni
apenores -le Havana, Hamburgo, Baha,
das acreditadas marcas Regala Britnica
Impwices & : do do Rio da bem conhecida
marca Opera e outras muitas feitas aqui de-
afamailos Beberibe e outros que se vendem
em porQes.
Cigarros
depalha de S. Paulo, de 3500 a 70500..
milheiru: verdadeiros do afamado Daniel
do Rio Novo, Maorily, Imperiaes Visconde
de Herval.iDuqoe d Caxias, Gandon etc
de papel, de fumo de Daniel, -General
Osorio, Conde d'Eu, aromticos, e peito-
raes, Rocambole, Radicaes, Acadmicos,
Machambomba, Montevideo, Orientaes, Bae-
pendy e aiuilas outras qoalidades.
HIMOS
Afamados de BAEPNDY em caixes de
80 libras iiHOO rs. a libra, em pacotes
a 24, e em porcSo 1^500 nito em lata de
qnarta a 640, e a, 500 ris; ditefianiel do
Rio Novo, do para de S. Paulo, Caporal,
e muitas outras qualidades.
FABRICA DE
VARIEDADES
Acabara de chegar *) celebre author das Pu-
pilas, da Morgadinha dos canaviaes etc.-..
Os novellos da ta Phiiomela
O espolio do Sr. Cypriano impressoes do
1 volume em 4o. brochado 2^000.
1 diito dito, encadernado 3000. t
As apprehensdes de ama mi
Urna flor de entre o gelo.
1 volme em 4 brochado 2S0OO.
1 dito dito, encadernado, 35000.
GUIMARAES
(./. M. Das)
O poder do ouro
Drama em 4 actos original portuguer.
1 volume em 4o 2$000.
M i T
Drama em o actos, por um escriotor portuens-
1 volume em 4, brochado loOO. .
Livraria Franceza.
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N.-33.
Variado sortimento de chocolate de ban-
nilha, salepo araruta, ferro, e de sade, da
acreditada officina de Menir.
Sabonetes d'aicatrao, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de peU como sarna, panos, em-
pingens etc., sendo o ultimo de muita uiili-
dade para o uzo do toilette, por preservar
a pelle de ser manchada das maculas, que
costumam accomettel-a.
Companhia ngleza de seguros contra-fogo,
estabelecida em 4839.
Capital e fun -os de reserva
Rs. 3&,SSO:9SO^.
Os agentes desia companliia tomam seguros so-
bre propriedades, gneros e faiendas arraaienadas,
mobilias, etc., etc., e esiao igualmente autorizados
a saldarem aiui quaesquer reclamares.
Saunders Brclhers & C,
Praca do Corpo Sanio n. II.
PONTEIRAS de espuma fina para cha-
rutos e cigarros, completo sortimento.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raiz; de 30 at 3,500, diles grandes
13,000, a duzia ditos finos diveras quali-
dades a varejo; dito pdegallinhasdos que
ha no mercado a 2,800 e 3,200 a duzia;
ditos de ctica, gesso, barro, ete, etc.
BOLSAS para guardar fumo, de borracha,
e couro de diversos modelos e gostos.
CARTEIRAS de todos oa systemas para
cigarros.
PHOSPHOROS de cera, dos melbores que
ha, em caxas de-500 a .5;500 a duzia, em
caixas de 400 4,500 a-duzia, em caixas
de 2,500 2,600 a duzia e muitas outras.
PAPEL de milbe, de arroz, san-r.om, Per-
san, pintado, e palka demilho, de Fernando,
e papel de Hubo.
(tiimoN.
0 Campos da rua do Imperador n. 28 apresenu
concorrencia do re?peitavel publico os seguintes
gneros, que ropula os especialidades, nao c por
seren muilo desojados* como pelo preco porque
est vendendo ; nao s os que abaixo menciona,
como tidos os mais que existem no seu armazem.
ESPECIALIDADES :
Camaroes seceos.
Pescadas em salmcura.
Presuntos de Lamego:
Ditos para fiambre.
Rap Paulo Cordro viajado e eommum,
Velas p ra carro.
Latas com legumes em concern.
Ditas com gui2ados franceies,
Ditas com salmn e ostras.
Choc ilau? de diversas qua'idades e presos.
Com promptidSo apromptamos qualquer encommenda dos afamados cigarros de seda,
Baependy, linbo, e de outras quaJidades da nessa bem conbecida fabrica, e bem attesta
soperioridade o nossos cigarros. oumerosa freguez de oseo estabeleamento.
13Rua da Imperatriz13
niUMGU DO PINTO
JUJA LARCil DO ROSARI 10
Jnnto ao.qaartel do corpo de polica.
(OlR'ORA RUA DOS QUACTEIS)
As especialidades desta paarmacia sin os acreditados medicameotos indgenas
covpottos e propagados pelo seu proprieiario. o qoal temempregado os ais aturados
esforcoe. aim de desenvolver a tnerapeutica brasileira-
Acbam-se, pois, os referidos medicamentos, bem como muitos outroa de origen
strwgeira promptos para satisfazer as prescripcSes dos Srs. facultamos e acudir as
neeesstdades de todos os enfermos^
TOSSE E MOLESTIAS DO PEITO
Xarope de /edegoso, rabo de tat, agrio, pao eardoso, juca, mulong, eiutam-
bi ele,, tx,.
REUMATISMO E MOLESTIAS SYPHILITICAS
Arrobe vegetal, tarop de salsaparrilha do Para, ptlulas, xarope de veame, un-
tara e xarope de sicopira.
Doeuftu do figadb e baco, anemia, opila$o etc.
Emplastro, oleo, pommada, tintura, pillas, xarope e vinho da milagrosa Juru-
beba.
Sezes on febres intermitentes
As pillas anti-penodicas do Pinto.
PILULAS
DE PEPSINA OE.
pa\r i s
HOGG
P. MAUREIt et Cu, em Penumhi.w JOS BCJ.LO, ra Parlo AUf*\
8ILVA LOPES, em Bak*; |*EKBEJBA t. C", PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Os melhores vermfugos para crianzas,
Pastilbas de sanctonina.
Ditas de Kemp.
Oleo vernifug.
Tudo de melhor quali-1'de.
PHARMACA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38. .
Variadissimo sorliment9 de fundas de
excellente qualidade.
FARMACIA CENTRAL
Rna do imperador n. 38.
Lamploughs Pyretic Saline.
A preparation of weil known utelity to the En-
glish Faeully. as a cooling and refreshing beverage
in all cases of fe ver. The, frequent use'of this sa
line preserves foreigners from many disea^es to
which Ihey are leable before tiecoming acclima-
lifed. May be obtained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38. __
PHARMACIAtEiNTRAL RUA DO IMPERADOR
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinho martimo, para as afecces chro-
nicas dos pulmSas.
Pasiilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affecco nervosa.
Pastilbas de bypophospheto de cal mui
uteis na thysica pulmonar.
Pasiilhas de angico naf, e de Regnaolt,
de hortelaa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
ATTENCA
Deseia ?e saber se exislem nesta eidade oa pro-
vincia os Srs. Manoel Jos Soares e Io5o Jo> Soa-
res, llatura das Ilhas dos Acores, os quaes, ou
quetn delles ti ver noticias, sao rogador a compare-
cerem rua do Brum n. 96, armazem, a negocei
de interesse.________________
Ama de leite.
Precisa-se de uma ama de leite : na rua do
Duque de Caxias n. 49, 0|a do Rival sera segundo.
A. verdadeira tarinh peito-
ral de 8. Bento
Esta farlnha usuda cora vanujosos resultados
nos padecimentos dos orgaos do peito, como as-
thma, ou puchamento de catharros, inflama{ao
de bofe, pleurizes e na phlhisica. Recomoienda-sf
cem igual proveito as pessoas convalecenles.
nico deposito era Pernambuco
NA
Pharmacia e drogara
DE
Bartholomeu & C.
34Rua larga de Rosario2'i
Rob-inte-iheumatico
Remedio efflcacissimo contra as dores rhenma-
licas al hoje o mais conhecido pelos seus mara-
vilhosos resultados.
Xarope de agrio,
E' um dos medicamentos que toa effieacia as
enormidades, tosse e sangue pela bocea, bronchi-
tes, dores e fraqueza no peito, escrobuto e moles-
r lias do figado, que mlhor tem aprovado.
Tintura de raarapuatna.
A celebre'raz de marapuama, cuja energa e
eficacia as paralysias, iuitorpeciraento, etc. etc.
muito se recoinenda.
Todos esses preparados se encontram
NA
Pharmacia e drogara
DE *
Bartholomeu. & C.
31Rna I* rga do Rosario3't
H1*?"!
^tteneflo
Os antig03 offlciaes do finado Francisco Pinfc
Ozorio, est.oeleceram->e na mesiM rua n. 6 de
fronte do beceo do Rosario, e namesinaalugam-se
e applicam se bichas de Hamburgo
O Dr. Cafanova pota ser procurado a
qaMqner hora em seu consultorio espe-
cial homtfopathico, no largo da matriz de
Santo Antooio n. 2. Neste consultorio
tem sempre surtimentos' dos acreditados
medicamentos Je homeopathia de Weber
4 Catellari em tinturas, e em glbulos, e
tudo quanto necessario para as pessoas
que seguem este systema.
Os pobres foram sempre e continuam
a ser tratados gratuitamente.
Irmandade acadmica
DE
N. S. doBom Uonselho.
iflnHi
.::;& 3
"H^i
Os atliimii-traJiiros da uias.-a lallida de Ma-
noel Mirand? da Preda convidara aos credores da
referida TOiSsa, para que no praso de oito dias da
publicacao deste.airpsentem seus titules no arma-
zem da travessa da Madre de Dos, atim de serem
verificados e classilicados, Prado o mencionado
praso. Rtscife 88 de jnnho de t870. ______
Preci:a-M de um rapaz de 14 a 16 annos de
idade, com pratiea de taberna, sendo poftuguez 4
que de conhecituento de sua conduela : no pateo
do Cajmo n. 13.________________________'
Preci>a-se de urna ama que sama cozinhar
na rua dg Queimado n. 50.___________________
Cuznlieir
j>recisa-se de n cozinheiro para casa de urna
ATTENCAO
Previne se ao Sr. Wanderley do engenho Ulia-
quinho, que ha mais de de us mezes mandou fallar
ao abaixo assignado para comprar um seu escra
vo de nome Benedicto Sapucaia ausente, e em seu
poder j ha dous meies, que o dito escravo livre
e dt-sembaracado, como consta das certidoes que
Ihe foram rtmettidas pelo seu correspondente, a
quem mandou procurado para effecluar a com-
pra. Rogaoabaixi asMgnado ao dito Sr. wan-
derley que responda a cria de seu dito corres-
pondente no sentido de ser remetlido cem seguran-
ca dito escravo ao abaixo as-ignado com os das
de servico, ou effectuar a compra quando assim o
nao quizesse fazer. .
Joaqun S. P. Siqueira Cvalcanii.
De ordem de nesso irmao juiz convido a mesa
adminiftrativa do N. 3. do Bora Conselho a reunir-
se no dia 3 do mez de julho prximo.futuro, as 11
horas da manhaa, era o convento de Sant.i Anto-
nio, para tratar so de negocio relativo mesma
irmaudaile. ,
Consistorio da irmandade acadmica aos m ae
janho de 1870.
O secretario.
Gamillo Correia Dantas.
lleaiique. & Azevedo veem pelo prsenle
scientificar ao corpo do commercio e a quera mais
possa ineressar, que do Io de julho prximo \\u-
douro em diante, sua casa commercial gyrara sob
a razao de Mendes, Azevdo & C, passando.elles
a seren commanditarios nesta firma de conformi-
daie com o respectivo conlralo registra jo no rae-
retissimo tribnual do commercio. Re:ife 30 de
junhidet870. ___________
PHARMACIA CENTRAL RUA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de -Chambard, excellente
laxativo, e reSgerante, que se pode usar
repetidas vez^s sem irritar os intestinos.
EscTava.
Na rua da Cadeia n. 7 preclsa-se alugar uma
escrava para todo o servico de uma casa de pou-
ca familia.
PEDIDO
AVISO
O vapor La Plata tendo levado para o Rio da
Prata a caixa coniendq os jornaes da Franca e
Allemanha, somonte poderemos entrega los aos
senhores assignantes, na volta do vapor em 8 de
julho prximo futuro.________________________
OozinheiiM
Na rua do Commercio a. 3 i andar pre-
cisa-se de uma boa cozinheira para a casa
de Iros mocos estrangeiros em Casa Forte.
' Da-se 1:000*000 a juros sobre hypotheca :
quem precisar falle com o empregado da estaco
do Chacn._________-__________
Psde-se ao Sr. D. Luiz Casali, director dos ca-
va! linho9 no pavilhln de Santa Isabel, para que
admita no seu programma de dominge 3 d julho
o trabalho da escada eroa pelos ginasticos Aldabo
e Vicente. Esperamos ser ouvios.
O publico em eral*
familia : a tratar na ura<;a do Collegio n. 6.
Milita att-uoSo.
Acaba de chegar a eMa eidade ora dos mais ha
beis artistas na profittso de cabeljeireiru, e a:han-
do-se prvido de todo o necessarie, propoe-se a fa-
zer inaifluar encommnda pertencente mesma
arte ; assim como tem as mais elegantes modas,
como sejam, coques de tranca, cachos de cabello
ultimas modas de Paris,tintiira que terna o cabel-
lo branco a seu natural ; oerece se para ir em
qualquer eaaa usar de sua aiCe ou tomar qualquer
encommenda, e precos os mais jazoaveis possiveis:
na rua de Sante Amaro n. A.
Precisa-se de um criado que emenda de ser-
vico de quarto e de copeiro : na rua da Impera-
triz n. 9, 2o andar. _____________________
Alugase uma escrava de muita habilidade
para lodo o 9ef*ico de casa de familia, menos de
cozinha : a tratar oa rua da Conmista (Soledade)
n. 6, das 9 as 12 tioras da manhaa.
r0GACL
ADEV0GA1A.
O DR. J. CORREIA DE ARAUJO tem o
senfescriptorio rua do Imperador 67,
onde pode ser procurado das 9 horas da
manhaa s 3 da tarde.
Do
IRMANDADE
Divino Espirito Santo da igreja
do
Espirito Santo
Collegio.
N5o tendo a nova mesa regadora tomado posse
no dia 39 di/ prozimo passade como delerm na o
coropromisso, ra razao de nao se ter reunido o
preeiM numero do raembros da mesa que est a
Andar; de ordea do irmao jaii convido a toflos,
em geraJ para coravarecerem ao -consistorio de
no*a igrja. no ommgn 3 do corrente, petas 11
doras da naobaa, adra de que tenha lugar ac dia-
poeicoVs 4o art. 108 da nossa lei, cuja execucao
s.^leitos ie aljabas as mesas devero ter por timbre.
O ercrlvao,
Lniz Epipbanio Manrica.
Aluga-se urna escrava para todo servico de
uma casa de pouca familia, paga-se bem : tra-
tar na rua Imperial sobrado n. 1, andar terreo.
CASA DA FORTUNA
Aos 8:000^
Bilhetes garantidos.
i rna do Crespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou-
ras sorles, um meio n. 1263 com 8:000 da
lotera que se acabou de extrahir a beneficie
'io recolhimento de Iguarass (151a) convida
aos po3uidores virem receber na conformidade
do' costume sem descont algum.
Acham-se a venda os felizes bilhetes garan-
tidos da.6' parte da lotera beneficio da ma-
triz da Escada (152*), que se exlrahir quinta-
fejra 7 do me: vindouro.
PRECOS.
BHuete inteiro 10^000
Meio tiihete 3*000
Quinto 2*000
Em porcao de 10000 para cima.
Bilhete inteiro 9*000
Meiobilbete 4*500
(Quinto 1*800
tfanoel Martins Fiua.
Arrenda se a olaria dos Coelhos n. ,7, com
todos os utencilio?, em estado de perfeo trabalho,
mais duas canoas tambem em bom estado para
condueao de barro : quem pretender dirija-se a
roa da matriz da Boa-visU n.' 11.
Ama.
Precisa-se de uma ama para comprar e cozi-
nhar para duas pessoas : a tratar aa rua da Praia
do Caldeireifo n. 4.
Y
AJuga-se em SantAana de dentro uma casa
Com bastantes commodos para familia : a tratar
com Jlo Francisco Machado da Silva._________
Ao publico e ao commercio scienlilica r-'ran-
cisco de Paula Ramos, que assignar-se-ba (Tora
em diante por Branbisco Ramos.______________
Precii-$e df u eitor portugnez : na rua,
Augusta a. 43.

H
S
PAULO
ROMNCETE
pon
F. de Borja.
A' venda
Na livraria franceza
Na EncadernaQao Parisense.
Preco 1*000.
Novo Alheen.
De ordem do Sr. presidente desta sociedade con-
vido os senhores socios a comparecerem a sesso
extraordinaria designada para o da 3 de julho
vindouro.
ORDEM DO DIA.
1 eleicao do thesoureiro e de comraissao de re-
daccao ; 2" discussao do plano do jornal da so-
ciedade. u J
Secretaria do Novo Atheneu 30 de junho de
1870. n .
Bellarmino Carneiro,
Io secretario.
Um moco habilitado no portuguez e francez;
offerece-se para nsinar em qualquer engenho
perto "desta eidade : quem quizer se ntilisar, deixe
carta fechada nesta typograpbia com a letra Y.
AVISO.
O vapor La plata tendo levado para o Rio da
Prata a caixa contendo os jornaes da Franca e
Allemanha, somonte poderemosntrega-lo aos se-
nhores assignantes, na volta do vapor em 28 de
julho prximo futuro.
Rcife, 27 de junho de 1870.
De Lailhacar & C
Ama
Prfleisa- de uma ama para comprar e cosi
libar : f rna dos Pires n. 29.___________.
~ A jjeasoa qae annuacion 4ar 3:800* }Q9
aob hyjwtfceca de bens de r>ia, dirija se a rua ui-
reita' n. 9._________________^__----------
AMA
Precisase de uma escrava ou ama fo
cozinha i lmente
3 and ir.

oa rna do Imperador n. 83.
CAVALLOS .
FURTADOS.
Furiaram do engenho Capianna do Porto Calvo,
ao dia 7 do corrente, tres cavados com os signaes
seguintes: nm oastanho amarello, bem andador
baixo, dous ps calcados at o meio da canella. a
mo direita calcada at cima do peador, a mao
esquerda preta com uma sobre cannarpelo lado dp
dentr) enconado a junta e j queimada, urna es-
trella na testa em forma de curacao, uma beta, e
da estrella da testa para a beta um signal a ma-
neiri de linha, cauda coroprida, cimas meio apa-
radas e deiladas para a dirclta, signal em baix",
com o ferro segninte--5no lado direilo, cs! e-
caniaodo para a ultima muda.
Outro castanho grande e comprido, facca, canos
pretos, canellas de viado, olhos grandes, grande
estrella na tesia, uma grande tomadura na bechi-
ga, cauda, dina e lupete muito grande?, signal
m baixo, bom esquipador e pouco carreffailor
Daixo, ignalou ha pouco. e tem no quarto direilo
o ferro segrateS
Outro finalmente alasao, dous ps calcados ate
o meio das canellas, cabec descarnada, olhos de
porco, anda baixo ubrigado, canda nmpada, fren-
te aberta e signa! em baixo. Roga-se a quem os
appretender ou delles sonter, avisar ou mnda-
los entregar no engenho ema dito ao capitao An-
innin A Rnr.ha Wanirlav. aue sera bem reeoBi-
tonio da Rocha Wanderley,
pensado.
ATTENCAO
Previne ao publico, especialmente a quem ral
ressar possa, que separada de meu mo marido o
Sr. Jos do Reg MrHo, contra o qual intento ac-
qao de divorcio perpetuo, nao Ihe deixei proenra-
ao alguma para que podess* faier qualquer tran-
saeco com os bens de meu casal, os quaes alias
nao esto snjeiios dividas em face da escriptura
antenupcial. Assim, portanto, 'para aue ninguem
se chame a ignorancia, previno a qualquer pessoa
qne nao faca neuhuma transaccio tendente aos
bens de meu casal, deMre'os quaes xistem os es-
cravus Bonifacio, crioulo, Narcisa preta, e Ben-
vlnda parda, que se acham depositaos peio Jnizn
eecleslastico. Por este meio taco sciente a toilo^
para evitar queslSes futuras. Recife 30 de jnnho
de 1870.
Josepba Rosada Aranjo Machado.
AMA
Precisa-se de uma ama para servico de doctro
e fra de casa de pouca familia, prefere-se escra-
va e paga-se betn agradando: na rua Velha cu-
mero 6o.


Diario de Pernambuco. Sabbado 2 de Julho de 1870.
t*
i
.
sHccari aapaa*^l8^li*,Blll!
0 COLLAR i Bul ~
co
t
,03

o
C5-

s
N.3AMJ4MCABIJGMHI
j mm k imos i
Gom este titulo acha-se aberto e intevYamentc transformado le antfgo
estaoefecimento de jolas, onde os freguezes e amigos ^ontrara^lodo qnan o
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ouKwana, o Ollar de Oui o
observar delicadeza no rato e senciridade e rnodeciaade nos precos.
Espera que o respeitavel publico veoha ver o qne existe de melhor em
tderocos de brabantes, esmeraldas, robins e perol as. raeios grecos, pol-
ceiras, brincos, alflnetes e anneis de todas as qmMades, prata de le. faque.-
ros, crneres, paliaros salvas e outros muitos objectos que sena enfadonbo
me0CS'ra-se ouro, prata, brilhanaes e pedras finas, pormaior prego Jo
qs em prtencenle a esta arte.
O MAR tVILHOSO REMEDIO DO
DR.CHAS DE GRATH
OLEO ELCTRICO
HNG *F PAIN O RE Di DOR
PARA USO INTERNE EXT3RXO
Cura cholera e chotera m rbus,
Diarrhea, floxo -de sangue, em um da.
D6r de cabera, e dores de oovido em
tres minutos.
Dor de dente, em um minuo.
Neuralgia, em-cinco minutos.
DeslocacSes, em vinte minutos.
Gargantas tachadas, em dez minutos.
Clica e cotvulsoes, em cinco minutos.
Rheumatismo, em um dia.
Febre e febre intermitente, era um dia.
em dez mi-
Dor as costas e nos lados,
utos.
Tosses perigosas e refriados, em umdia.
Pleuresa, 'em um dia.
Surdeze asthma.
Hemorrboidas e broncbitis.
InflammacSo nos rins.
Dyspepsia. erysipelas.
Molestias de figado.
Palpitado de corceo.
Reserve sempre este remedio tw Ma familia
AS DOENCAS SE APRESENTAM, RUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O KNG OF PAIN (O re da dor) aquieta e positivamente
dissipa mais de differentes molestias e dores, e allivia roais os soffnmentos e produz um
mais perfeito equilibrio no sysiema humano, o que nao se pode effectuar no mesmo
temno, con qualquer outro remedio medecinal
Este muito popular remedio est agora usando-se geralmente. pela razao que
milturres da pessoas selem curado gratis cota o dito remedio pelo D.r. Gratb e outro^
maiS' Este importante remedio nao se offerece para curar todas as doencas, porem to
somente para aquellas estipuladas as nossas direccoes.
Est operando nos principies da chimica e da electricidade e por isso est ap-
plicavel para o curamenk e para a restauraco da accao .natural ios wg3o queisollrem
da irregular circulacao dos fluxos dos principies ervos. Oleo elctrico 0_ King o
Paia .opera directamente nos absorventes, -fazendo desappareceras mchacoes das gln-
dulas at em um lempo incrivel, breve sem perigo do seu oso debaixo de qualquer c.r-
CUmStaoCrraedio, urna medecina para o uso externo e interno, composto dos elemen-
tos curativos, raizes, torvas, e cascas, taes, cerno se tem usado dos nossos antepassa-
dos, e das quaes tem grande existencia no mundo, para curar todas as molestias, so-
mente sFaofn^-s3*eseeSaeSciSal(iesejo da facuidade de medecina durante muitos annos
de experiencia para aprender os melhores nudos que se deviam adoptar para curaras
seguintes doen^as, e qoe proporces de mrdecma se devia usar.
UfICO DEPOSITO
EM PERNAJMBUCO
NA PHARMACIA F DROGARA DE
BARTHOLOHEO & G
N.=34 Ra Larga do Rosario.N. 34
m* nmmm moaammua
" m -. -i. J2 a. e--------
a ilpfi
AO ARMAZEM
VAPOR FRANCEZ
I.HMIOM-U .
\caba de chegar a este- estabetecimento nova facturas com importante sort.mento dos
artigos abaixo mencionados pre?os os mais resumidos que e possivel.
LUYAS DE PELUSA
Do afamado fabricante Jouvin.
Soriimento completo de brancase de core, muito boas de se escoiher, em qnanto catao bem
frescas e sortidas. Y __
, BOTINAS
Para eataeaa e meninas.
Botinas prttas, brancas e de multas opitras cbem sortidas e bonrtas, do ult.mo gosto da
BOTI]f AS, BOTAS E PEBWEIBAS
Para boawas e meninos.
BotiMS de bizerro, ordavao, tustro pellica, hotas russianas de b.ierro e de lustro, per-
aeirr.s de lustro tanto para hemens como para meninos.
Sapatos
suatos de borracha para homens, senhoras e tneninos, sapatos de invern jho|J
ditos ddlatuTcomSS-a'hSmens, d.ms de t^ av,ludado, de casem.ra e de tranca fran-
ceies e portuguezes para*omens, para senhoras para meninos.
PERFUMARAS
Finos extrac*, banhas leos, agua divina, de cologn de lavnde, e de nonda t.ntura
para cabellos, pomada angroise para bigodes, posada arroz e^sabonetee.
Quinquilharias
Fwlhn rendes e owuenos, leques, albunse caixilhos para retratos, esterioscopes com
ALUGA-SE ,
O primeiro e segundo andar com .otSo do sobrado
da ruA da Cad.i fa n. 00, oom sufflciente.-
commodcs para familia, sendo ein boa localidadj e
muito fresco a tratar no armazem do mes''1-
J. B-ltloxhain tendo pa:tdopara Europa
sem haver podido despeJ r-se'iie-solmente de to-
dos os .os amigo-, pede Ihel por es.; meta de.-
culpa desta falta involuntaria, e Ihes aprsenla as
suas despedidas._____________________
Precisa se'te urna ama para eozinhar e lavar
para casa ce pouca familia, hvre cu exrsn : na
ra de Hortas n. 30. sobrado.
Qs Sr* Francisco Camallo de Paula Pacheco,
morador na villa do Cab\ e Pedro Doarte Mrl-'
gues Franca, morador em' Trombeta (Ona)
Fogad^s a virem ra do Queimado n. 46, lja de
Goes & Bastos.
Aluga-sfi o -primeiro audar do sobrado da
na Direita n. 8, edificado de" novo : a tratar na
loja do mesmo. ,_________________________
Ama
Precisa se de nma ama para eozinhar e cotn
prar, para casa de peuca familia : na ru du
Crespo n. 18, i* andar. :_________.
Ama
P.-ecisa-se de urna ama que saiba engoram:.r f
eozinhar para duas pessoas, casa do famtia : n^
ana de Apollo n. 51, f andar.
Precisa-se de ucra ama de leite, prefenndo-st
escrava sem fill : na ra larga do Rosar n. 12.
2o andar, junto a botica do Pinto.
eakinhaH de costura ornadas rom mu>icas, pkotograpbias. mgicas, co
i'~m?8eIB8o1
oara desapparecer imeis, ditos ditos^para relo^os J^v,de,kmr^glpel''Sm \ari "an-
Em?S^^
Para ^ artigo bo hf espaco nem tempo para a matante lettara da infinidade ds gene-
r< rinquede; fabricados-em dtwrsos paizes ila Europa.
. Albuquerque, .
4& ressidade de ir corte tratar de negocios .
&( que all o deierao por poucos das, deixa J.
** encarregados. de bus om. ls seos col- ^
r# legas Drs. Jos Joaquim Tavaris Belfurt V
e Antonio Jos Rodrigues dos Colias B- ^J
^ cando este esfecialmenie enoarregade de C&
K seu eferiptono._____, ^.v_^s-.^
wm&0& ^^ ^^^
Precisa-se (Je alogar urna escrtivapara
o ser'vico de urna casa de pequea familia,
que saiba engommar e cusinhar: oa ra
da Mangneira n. 3.
__ Precisa-se de urna ama
de n. 52.
na ra ua Soieda
liwrsos paizes 4* turopa.
ATTENCAO
O dono deste estobelecimnnto pede -ao publico era eral que continu o. visitlo veri-
tkamio as qaalidades e os precos baratos de dbos objeclos por sern vindos em oireitu
onta spropna.
0 muzeo de joias
Na ra do Cabug n. \ compra-so ouro, praia
. pedras preciosas por precos mais vantajooe
rae em outra qualquer parte
Compram-se 9 vendemsc diariamente para iora
identxo da provincia escravos de todas as idades,
ores e sexos, com tanto quo sejant sadios : no
:erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Ijuzes,
fregnezia de Santo Antonio._________________
\ ra do Duque de t xh s n 21.
(ANTIGA RA r.O QDEIMAL0)
Nao foi aera fuinJaniBi.Ui une a .\OV.\
ESPKRANC.V tem deisaxio annuncios.'a razao simpl s. ella enlende ,
que Uido cm demasa abiHnf%.. .por isso
como j tinha dito o identificado a soa boa
freguezia o que oonstanU-mt n!e a rec-bf d-
do, ou livt-sse feitu mtias wae, receou
tomar-se massante. uasira P< ncolheu-se
tira pobco ao suena \ ma* t^uca deiRando
d'eaprrgar os vcr&ideirus tsorcof, j co!-'
tratando maior naraero de co.nspondeiiles
na Europa," j desaobrindo t.l'jeoi-sdomai
purado gosto e analmente assignando o
Jornal das Familias, o qual vera sempre
ornado com figurinos, (Bodernoa moldes para
vestidos ele,, ele para de.(a forma melbor
servir a sua coaslantc fregot'zia; e cora es-
pecialidade ao bello sexo, quera a NOVA
ESPERANQA ufanase em offerecer-lhe
seus servicos, apress.:ndo-e. desdi j em
declarar que tem receido ltimamente
enlr^meios e babadobon'ados transparen-
tes e tapados, cbaposiuhus de eiim para
baplisados.
Finas toncas de cambraia boidada para
o mesmo fim.
Meiasde seda e fio de escoria para crian-
Cas.
Dedaes d'osso, raarfim, v \ e madrepe-
rola.
ptimas navalha?, afiadores e massa para
as mesmas.
Finas esponjas para o rosto e para ba-
uhos.
Bonitos sapalinhos cotn biqufir; s(nrto
com salta, para meniooa e nierunas de dois
a doze annos,
Boas lentes com cinco teelimetros, para
contar-se os Gos de qualquer Eazeoda.
Tesouras para frisar vestidos.
Carretas para tirar moldes de vestidos*.
Mollas para gpgunr co!ras
Bonitos linteiros de nmoi m< Ides,
Meias de la para lmeos e senbopas.
Finas e bomias ligas ar.i meias.
Fil de linlio e da su>, senjto prtto e
branco, liso e de salpico?, e ouiros muitos
objectos expostos a wnda a ra Duape.
de Casias n. 21, na NOVA l-.Si'ERANa..
MAS* Qj'acatrao.
Vtnde-se na roa Duque de Casias n. 2lv
PARA LUTO.
Brincos, broches, vallas, poleiras, fini-
tas, entes, botOes para pmhos e oadeias
para relogios.
A NOVA ESPERANGA. tjaerendo satisfa-
zer sua freguezia. n3osp>ente cm objecos
d'atigria ou de Uno, quer lambem acoin-
pnhar sqaeHcs, qni oieRmeotiperdeoao

i
i!t
Compram-se
a 50
o 5 ~
cb
- co S
3
ta|l|l
S S ,. ct
56
-1
cj ai
is
0 U C
3-t;
itF.lf
3
g 5
o 5.
o
o >
|S
o
&3
a."
O -
O U
Q,?
%"%
cu C
1
M
CB
3'
2 ? ri
1 CB O
1.1 2-i
3 CD cd o> S. rr
co ui
3^3 0 3 _.
S o*3
a-L3 w 2-2.
3 ~l O*
7S
Ti
l
CO
18

3 a 3'
|SgMcT
g o 3 s o
3 ?2. O CB
ai
4 cu "> "~
co
CB
a
O a
2. 3 J2
a> g
a> Cu- ..

1
1
P-
o

1
LOJA DO TRIMPHO
P\RA SENHORAS. Ricas pottpelinas de padres I indis; irnos, e gosto novo.
' Cambr ias brama bordadas para vestidos. Poil d'drevre de lindos padrSes p<
^rato preco de 530 rs. o eovado. ,
Grande sortimente de as e alpacas de 320 rs. a ItfoOO o covado.
Satas bordadas, ditas lisas j feitas com barra de cor. '
PARA MENINAS. Rices vestidiobas de fustao enfeiUdos branos e e cor.
Vestoar os de rastio para meninos. ^_ .. .... .
PARA-HOMENS. Camisas inglesase francezas, de brthe bordadas de pregas,
rom ollarioho sem etie, ditas bordadas para noivas. Chapeos de sol de cabo de,
arfira e de tanna eto etc., lavas de 3o8\m para seah. ras.
Grande sortiment de certinados para camas e janellas. Croxes para so e ca
*ir-as de bfas.- e gtrnic5o: Tapetes para sof e'cama, para pianos e portas.
G'Hxsde crochparacama de Bokas. Tapetes em pessa para forre de salas.
O"tnica e especial sol-tinentos das erdadeiras ESTEIRAS DA INDIA. 40 existe na
Loja do Triumpho.
Ra Daqua e Oaxias d. 7.
Moeda-i de onfo e de prata de todas as nac/Sas : ua
I roa da Cadea do Recife n. 58, loja de azulejo,
Compra-seuma casa terrea boa, situada era
| Santo Antonio ou Boa-vista : na ra da Flurenli-
na n. 6.___________________________
Compra-se urna casa terrea, na freguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Cunceicao nu-
mero 6. _________
alguem de sua familia, ou a'guem de sua
amiaade, precisam de taes objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou* viro
que ha de melbor neste. genero, porque
sendo taes objeclos de cor negra, sendo
de m qualidade, nao omento tornam-se
tristes como at repinantes, o que n3a
acontesce aos da NOVA BSPERANCA. por
que apenas exprime o sentiminto pela cor
porem como que traz um lenitivo ptlo_ gosto
e perfeicao com que taes objectos sao tra^
balitados.
torn muito Maior var.tagem compr^in-se
onro, prata c pedras preciosas e n obras venas: na
loja de joias uo Co.a^o e (Juro a. i 1), ra do
Cbng._________ ^_________________
Compra-se urna carrea eprepans para xun
caralto, sendo est: muito maneira e em muito
bom estr.do: na ra da Scnzala nova n. 30.
%8&


JoaquimRcdr^uesTu- |
I vare* de fiel-o,
U i^rr.Qn to Ccn>o Stttto n..l.7^
sv
Vende-se una iera de 1C annos, enpoui-
madeira, ou troca-se por urna que co: iihe e com-
pre : na ra de Santo Amaro n. 6, 2o andar.
Vende-se
% Gal
TEM PAfl \ VESOER :

-->
O engenho omir, provincia de Pernamlmcn,
distriU) de Agua-PreL-i, distante da estacao ie
l'na qualfo ^s, com boss trras moenie e cor-
rente : tratar com Jo, J '.iijuim Dias Paredes,
no povoado 'ios Montes, (UnTttTTio engenha ca-
pricho com Joaqun Jos de A rol la.__________
Veode-se urna escrava de bonita tipura com
habilidades : a tratar no armazem do al da Boa-
vista.
* AHIO A lili
a linda polka para piano.
Poiissa pa Sussia.
Viiiho IJorileux.
Farello (l Lisbon.
$
a
mm
-i
s^-y^'i.y^
MMMMHMrm^m.

Composla pelo distincto professor
Oohls, Fiiho.
e fferecida por seu autor ao distincto
Corpo acadmico
4a faculdade do Recife. :
VMa exempiar 4W00. Vede-se na JMPRENSA RACIONA. DE MU
CA ejerande eraiazem de pianos c"e Antonio Jos de Azevedo.
Oncua venda a linda polka composia pelo insigne pianista
NNOCENCIO SMOLTZ.
Paia Novan, 11.
i
S-siHi^ww mmmmmmm
20 PMRli A RIA DA MATRIZ 20
O pao que se fabrica neste estabelicimen-
to.conhecidopelopaode Eamonda, vende-se
nicamente neste estabelecimento, por con-
cequencia qualquer pao que se venda debai-
xo deste nome na ra, ou outro estabeleci-
mento 6 falsificado, pelo que nao se responsa-
bilisa.
O propriehrio, Ramo na.
GUSTAVE
CABELLEIREIR FRANCEZ
51Ra da Cadeia do Eecife51
Pergunta-se ao Sr. Ricardo a pessoa que vio
en Agostinho Jos de Barras Prata. qti me ofTe-
roeu para*snltar o preso Joao Benedicto pela
quantia de 40$ para po-lo em liberdade, e Ioro
assira quero estas provas dadas pelo Sr. lticardo
para o respeitavel publico saber, e juntamente se
acaso o Sr. Ricardo o nao provar, quo para eu
salva minha repuiacao.___________________
TTTEMO
Veode-se um grande itio em trras foreiras, no
lugar denominado Arraial n. 48 \, o qual Oca por
detrai do Mooteiro, e muito porto da estacao, ten-
do a eaa 2 jaoellas e 1 porta de frente, 2 salas c
1 gabinete, 4quartos, e cotinha fra ; o si io/alem
de diversas arvores fructferas, tem mata para ti-
rar lenha a tratar na ra do Imp. rador d. 5i,
liviana universal.________________________
Fariuha de mandioca
Acaba de chegar o brigue brasileiro Olhelc, e
acha se fundeado em frente do -trapiche Barao do
Livramento, com fariuha de mandioca nova e boa,
de Santa Catharina. a granel ou ensaccada a von-
tade dos compradores : seus consignatarios Amo-
rim Irmans A C^ roa da Cnu n. :>.__________
Cemento
Na ra de Santo Amaro n. 28, vende-se o ver-
dadero eempnto porlland.
Vende-so urna arniaro boa-rom si .:s uK>n ?i.i s
pan taberna, com ponri-o grneiw, propria par;i
um principiante, pi i-; a b pi r >!*, asa con
commodos para tamil > -I o ala barato
possivi'l: a tratar na ra !a i'.'i F mandas Vici-
ra o. 2 V.______ ____,________
QJKM QUE ?i VBlf ttA.
NA
Loja m-
Pnssclo pns ico a. Oa.
Xeste grande esiabel cimeaj) i n -nnirai o tps-
Pfitavtl publico um gr:nde sortimt-uto de azendas
de tpdas as qaalidad e presos por menos do que
em ontra qualquer parlo, BOffiO sejam :
Chitas tanto escuras Ci.mo de cores, muito Una*
a 240, 260 e 280 o covado.
Cassas de cares, padres muito bonitos, a-290 e
320 o covado.
Cambraia branca transparente para vestido a
4 a peca,
Laazinha para vestido a 360 o cavado.
Bitas para dilo eom lislcas de-seda a 80-0 r?.
Cisemira preta para calca a 3| n corte. v
Ditas d cires a 'i o covdo.
Fustao de cores para calca a t o crlp.
Madapoloes finos eorn roqueo toque de avaria
a 4 e .'i 5.
Algcdoes brancos a 3, 3o00 e a peca.
Paletols, calcas ecolletes de todas a* qualidade1.
PASSEIO PUBLICO R. 60.
n, ti 9i m
Corte de cabello,
Corte de cabeilo com friecao.
|t)HiO,
FI6AD0S FRESCOS
BACALHAQ DE
PHC- 2 RU CASTIGUONE.PAPJS
LVA IJOPA, fmBJ.'- rKBBEIBA ct C". em Mai-anha
Chama a attenc5o dos eos innmeros fregoezes, e do respeitavel pablwo e
/eral, para a seynte tabella dos preus de sua easa, os quaes slo vate por cen.
mais barato do qoe em outra qualquer parte:
Cabeeiras para senhoras a Mi ^ Cadeas para relogjo a 50, 6*.
300, 350 e......i0*000
Ditas para homem a 35 Coques a l0, 150, tt&, 2C0, ^^
250, 30 e.....^t000
Grescentes a 120,150,180,200, crte rje cabello com lavasen) a
250, 300 e .... 320OOOi ^ ^
Gachos ou crespos a 30, 40, o0f ^ | crte de cabelIoeom ijmpet ^
'60, 70, 8*. 93 ... 1O0OW cabe?a pela machina electri-
Tranca de cabello para annel a ^ | ^ unica em P8niamDC0. .
e" L' ..' it\s Frisado ingleza ou a franceza.
Tranca para braceletes a 100, ^
$0 200, 25e.....300000 Barba.........
ISSIGNATUBAS MENSAES
Especialidacle de penteados para casamento
Bailes e solres ,
0 dono do ertabeleeimento previne s I Recqmmenda-se a superior TINTURA JA
?xmas Sras. e aos cavaheiros qoe ha um PONEZA para enegreettr os cabellos e bar
unas. aras, o ^ ^.^ admiltda pa ExpoiSo,aiyers3l
salao para untura dos cab aroa, as i ^mQ nf preja(jidal a gaude) por ^ v0(
m oomo ufr) empregado sinwte oceup-] lalil, analyaada e approvada Vf*rjj*
. -,n iwwsde ciencias de PARS E LONDRES
lo nese sem<;o. imi*
15000
501
501
1000
40001
501
2W
W.ndem se Ires loneis vinhatico, feitos em Lisboa, rada nm composto de
5 a 6 tipas : na ra nova de Sania P.ita, ribeira
do peixe n 19.
Por 800; uaratissimn, veude-se um escra-
vo prelo, bimita ligura, de 20 annes. cora nm pe-
quto defeito em um braco : na ra de Hortas
J. i-
Fariuha de Mag
Vende-fe em saceos grandes : no armazem da
trave sa do Carioca n. 2, cae do Ramos._______
Vende se urna escrava euinneira ; a tratar
na rna Velha n. 20, 2 andar. ______
DOGE
qo armazem de E. A. Burle 4 C. ra da
Cruz n. 48 o seguinte;
\inho Bofdeaux superior qualidade, pre-
cos de 70500 a 200000.
Cognac fino, differentes precos.
Licores de differentes qiiaiiddes e pre-
ces.
Frutas e conserva em frascos.
Azeite doce francez, em caixas
gan afas.
de 12
Attiicilo
Vende-se ama casa de taipa coberta de telba,
na povoado dos Montes, na margecn do rio Una : a
trauma roa imperial n. 8._________^_______
Vende-se ama taberna no Camlnho novo n-
81 \ qaem pretender dirjase a rea do Progresso
numero 16. _______________"
CARAPINA
Vende-se am banco de oarapina e nm lerno de
ferramenta prao me;mo : na ra da Concordia
numere 4.
De goiaha, laranja e banana ; na ra Direita d.
91. constantemente._______________________
Estami>ilhas.
Vende-se na rna da Cadeia do Recife n. 58, loj*
de aziilrjo.
Farinha de mandioca
da Baha.
No esciptorlo de Jraquim Geraldo de Basto? :
ra do Vigario n. IG, piimeiro andar, vndese
farinna muito alva, fina e torrada, saceos de dns
alqueires,. por menos do i|ce em entra qualquer.
parte._________________________________
Bnrro para Teadr .
Vende se nm burro : na fabrica do gai.
Vende-se orna escrava mf^ com nma
filliinha de tres nnos: e saber.do coser,
cosinhar e emgommar com perfeicao ; na
rna da cadeia n. 5.
Vendem-se 12 escravos, sendo a (retos de IS
a 30 annos, proprios para todo efmalqetr servir",
tanto de ca=a como para agricultura, assim como
nm mulatinho de 17 annos, perfeito copeiro, 6 es-
crava* de t4 a 30 annos, todas pry;dadas: na rr i
estreita do Rosario n. 43. ________________
Milho e tirinha
Vetidem-?e sancos com milho novo a r.l00.
saceos com farinha 01 roas) a 61500. no traftii
da Companhia : a tratar no mesm..


Diario de Peinambuco Sabbado 2* de Julho de 1870.
,*
i
a oja da VERDADE continna-se a ven.
jer barassimos presos todos es art-
e> miudezis e -perfumaras do seu
o variado sortimento, garatitindo aos
dores toda a sinceridade.
Ltikhs bonecas de cera e massa por ba-
Ibwb preco.
laspulhos dourados para peudurar a
mn. ,
Iftihas de osso para crox a 200 rs.
ffetis finos para segurar cabello, a
Wrs.
Cbsoaios para gaz a 320 rs.
Carrafa com tinta ajizariue a 10COO.
Bacomagua llorid a 10500.
Ma com dita dita a 1-50.0.
-Ynieo de Jayme a 1 5500 o frasco,
liraeeo com oleo expresso de babosa, de
a640rs.
ftoeom agua de Colonia de 300a 10000
Dito com extractos finos a 1)5000.
U> com sandilo verdadeiro a 1(5200.
Latos com baoba milito fina de 120 a
atOrs.
&,uaetes muito finos e diversas quali-
Ate 80,160, 240 e 320 rs.
loaa escovas para dentes de 320 e 500 rs.
Jfcfcis para facto de 500, e 600 rs.
Ditas para cabello a 500 rs.
Faites para alisar com costa de metal a
Srs.
itos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
feto para tirar piolho de 160 e 240 rs.
Bwios para gaz, dtizia a 240 e 320 rs.
trneos de cores, inteiramente modernos
A 460 40 rs.
Pfennas csligraphicas muito finas a 1)5400.
Dfeas de lanca e mosinha a 800 rs.
Liados babadinhos e entremeios de 500
Gravatas de seda preta de 400 e 800 rs.
Ditas decroxc, brancas e de cores 500 rs.
Dita de gorgurSo de cores a 800 rs.
\JUVerdade ro* Duque de Ca-
________xlag n. &&.
. VEflDE-SE
Farinha e milho mais bar-te do que em outra
qualquer parto : do trapicha Cunha
Vendem te diversos encmoa pe^as vindos
do Cear, prourios para engenho, assim como
nma cabrocha por i:000J, de 18 anno3 de idade,
bonita figura, est um pouco dcscorada de fruida-
de, e diversas mulatas com habilidades: a tratar
na ra da Cruz n 53, 2 andar.
LOUCA
Cirande armazem na risa da
Impetatrlz a. 6
Nestj grande armazem vende-se louca ingleza
linas e ordinarias, apparellms de porcelana para
jantar e para cha, Jarros para flores os mais boni-
tos e de gestos modernos; assim como grande
tortimento de vidros finos o ordinarios, que tudo
se vender tanto a retalho como por atacado pelo
mais barato preco que em outra pualquer parte :
chamamos a atteneao dos fregueze?, que- serao
convenientemente servidos tanto nos cemmodos
precos como na boa onalidade das fazendas.
OIRO
(Brosas de botoes de loaca de 160 e
Os.
Ihis ditos para calQa a 240 rs.
Ca-ixa com papel amizado a 700 rs.
tas com envelopes a 4S0 rs.
l>.tas com obreias a 40 rs.
DiviS com agulbas fundo dourado a
a.
oora para costura a 240 rs.
a de marca cxa a 280. r3.
Caniteis de liabas de Alexatjdre de n. 70
a 20o a 10 rs.o
& .-cipos muito finos, com passarinbos du-
aaa ioo rs.
Cutes franeezas para jogar.duzia 30000
portugueziis, duzia l54QO
P.ijel almaco superior qualidade resma
m
Lam muito fina para bordar libra 65500
Fitas para deruin desapato> pessa 100 rs
Ditas de lara para debrum de vestido peca
Calvetes gr ndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
teselas pretas para luto, o par 100 rs.
Trencas de lam de caracol branca e de
Ai> le 40 a 100 rs.
lites para cs, peca 480 rs.
l es de latao, carta 100 rs.
tumos de lam para cranla de 400
rs.
d!cadeiras a 40 rs.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
nico deposito em Pernambuco caes da alfaa
dega reina n. 2, 1 anda.
Ve^de-se
Sementes n.vas de hortalices, garantidas, da socie-
dade de Horticultura Lisbonense, i ra do Amorim,
deposito da labrica de cer vejas e espiritas da ra
do Brnm.
Alta novidade
NA
Lojadopaqo
Chegararo pelo ulljmo va|H>r francez as ricas
cbapelinas de pama de Italia, ultima nnvidade de
Pars, chapeos de veludo o palaa tambera os le-
mos_de muito gosto, postillwos o basquinas de gor-
gurao preto muito superior tm ricos lacos de
sem : na ra 1 de Marco n. 7 A, lojado pajo.
Pechinch a 7J e 9$
Vende-se calcado francoz obra muito ba pelo
diminuto preco de 7 e fli, asMtn Curao calcado
para criancas a 2500, inratissimn: vcnhamel-
les antes que se acabem, na bem condecida I >ja de
miudezas da roa da Cadeia n. i>0 A, confronte a
roa da Madre de Dfos.
A 5$0.
Vendem-sa bolinas de cores para senhora pelo
diminuto preco de S& o par, sao cores bonitas e I
obra bem bita : venham nada Coeia a. 50 A,1
loja de miudezas confronte a ra da Madre de
Dos.______
Farinha de mandioca
igual a de 4/u:'ibeca.
Em taceos de dous tlqnetttl e de panno de
nlgodao, cuja medida con t'Spnade de 5 a 8 Q|0
mais do que a medida daqnl o do Rio de Janeiro,
vende-se a preco menor do que em qualqner ou-
tra prtete : tratar com Joaquim Jos Goncal-
ves Beltrao, era seu escritorio ra do Coramer-
cio n. 17._________
Farinha de mandioca
de Santa Catharina
O que se pode desejar de bom, a garnel a bor-
do do patacho ingles) Mary tock : i tratar com
Tasso Irmaos & C. ra do Amorim n. 39.
Grande estabele/imento de fazendas e roupas feius e por medida, roa da Im-
peratriz n. 52 junto a loja de ourives.
Nrtte tabetecimcttp encongar o respeitavel .publico nm bonito sortimento de
roupas de todas as qualidades.
H.71W ^^lSTrte de c-fes;'' *&*:u m'ditos mirin i**
,de7A0QO a^e 2^3000, ditas de casenyrade coivs fina3 e ordinarias de 6 16OOO
ditos de panno finos do 6 85 10^ e 2( OOO.^brecasaco ditu de 20& I 500000 '
a Q* Complejo soitimento de calcas debrim pardo de 1^600 a 6000, ditasArancas
de 2^, 105000 q mais superior, ditas nieia caseJira, ditas cafemira de 5 12000
diUs casemira preta de 6&, a 10*000 superior, dita de meriu, diversas analdades para
luto. Assi come jumbonuto prumento de colletes de bnun de cores, ditos brancos,
ditos de ca%emira de cores e pretas, ditos de merino para luto fazeoda superior
o to^Xmr^ "r 'im,'de o *
Sorbmento completo de ceroulas franeezas de algodo de ditasde bramante a perior de 25J000 a 35^000 a d,uzia. Spitimeoto decolannhos dealgodo e linho ate ,
assim como meias doUgodo |va boaem de 35, a lOtfOOO a duzia, gravatas de mui-
tas quahdades; Na ruada Imperattizln. 52, loja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo" de marfim.
Toalbas para rosto. Sortimento de mallas para viageni
ATTEXgO. '
Neste estabelecimeoto encarrega-se de mandar fazer qoalqaer obra por medida
e para esse fim tem hbil mestre encarregado da oicina, que se encarrega do irabalbo
com perfeiQo e pontualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado on lp.5000 a pessa com 42 covados, ditas miodes
para camisas e timSo de menino 260. 6280 rs.. e outras muitas qualidades de 3^0 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabelecimento chegaram, urnas bonitas chitas da
victoria com barra, a qna! para flb's ecompetente enfeito para corpinho Cam-
braia lisa de 30, 40,50 e 10000 a pessa, e ouLras muitas fazendas de todas as duali-
dades. ^
ALGODO E MADAPOLiO AY.\BIADO.
A 45000 o algodao, e 40500 o njadapofao, e tambem chita escura boa 240 o
covado por ter grande porejo, na ra daamperatriz n. 52, loja com portaes encarnados,
intitulado
MACHIAS PAA
COSTURA
Saceos de estopa
Vendem-seopti.no gMprio*
para, asucar, mifiw, fanoha etc.: no arwaie d
Adanyon, Howie Vas de gpermacet
Verdadeiro aiuericana cada nma caixa trinta
e cinco meias duzias de vellas, ou 210 veli, por
trinta e cinco mil res. No armazem de Tasto Ir-
maos & C, ra de Am ria.
Graade pechinch
Na na do Duque de Caxias, antiga nu do
Qneimado n. 19, vendem-se alpaca de todas as
cores e lanadas pelo preco de 500 ra., chitas de
baos pannos a 2i0 rs.; assim coa- taai rico
cortes de cambraias bordadas de cores a 7J000 o
corte com 10 varas, baratsimo.
Acabara de chegar aa'. GRANDE BAZAA
UNIVERSAL, ra Nova ti. 22carneiro !
vunnaom completo sortimento de ma-1
chinas para costura, dos autores mais co-
onecidos, as quaes estao em exposicao do
mesmo Bazar, garantindo-se a sua boa qua-
lidade, e tambem ensina-se com pereicc
a todos os compradores. Estas machinas estabelecimento diariamente um completo
sao iguaes no seu trabalho ao de 30 costu- sortimento de pastelaria, bollos inglezes
reiras diariamente, e a sua perfeico tal podins, p3ds-del, prgsentos dos raimos
como da melhor costureira de Pars. Apre- chegados ao mercado, salame de lion, bo-
seDtam-se trabalbos executados pelas mes-! liobos 0nos de todas as qualidades para cb,
mas, que muito deveai agradar aos preten- amen loas c-jnfeitadas, confeitos, bomboins.
BRACO DE 0110,
Ra do imperador n. 26
O respeitavel publico encontrar oeste
dentes.
pastilhas, chocolate francez em libras, pas-
lilhas do mesmo .cartuxos e carteiras com
seis charutos de chocolate cada orna, este
sortimento de cbscolate do mais acredita-
| do fabricante de Pars e o melhor que at
hoje tem vjndo ao mercado.
n. 57,: Vinhos portogueaes, figueira muito sope-
! rior. Os mais genuioos e superiores vinhos
t^niSf vfder^ras,..nrmres,,8o ^\ZJlTJgLsm tSTJt PqWIco eTntw De8le ^belecimento
ras e saccada3 de podra de Lisboa. Tambera con- Por commodos DfefOS, fazendo-se abatimen-
traU-se e faz-se qualquer obra, como monunen- :tO a quem :omprar em porc3o.
nHvlou'?l0S; W9-' pia3' lava,lorios- mesa.9 e| Licores de todas as qualidades, asmaii
:e a mesraa arte, por mcd.cos I finaSj entre e|fes Q zo Aiapana, ese
licor' o mais saboroso
Ofcina e armazem de
mamore
Caes Vinte e dous de novembro
(outr'ora armazem allianca)
primos.
Ra do Crespo n. 20 A.
. Alvaro Augusto d'Almeida 4 C.
Este estabelecimeito de fazendas finas e grossas j bastante conhecido como
jm dos mas bem sonidos desta cidade acaba de receber directamente de Pars al^uns
artigos esppciaes que pass a mencionar.
Ricos cortes de -estidosde blond para casamenlos.
Cortes de vestidos de seda de cor, de gostos inteiramente novos.
Brochad, fazenas de laa e-seda propria para vestido.
- Foulard de sea de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas Je seda para cintos. ?ostos escoceses e lisos.
Gliapelinas t sedare'de palha d'Italia.
Basquinas i seda e guipure.
Colchas de *eda e de la-e seda.
Cortinados de canitraia brdalos ra.iito ricos.
Pannos de verdadnro croch para jardineiras, sof e cadera.
Tochas da linho de superior qoalidade.
Bramantes, selicias, sguioes atoalhads.
Guardampos, colchas, aaias bortladns camisas,
Cache-nez, baloes, camifinhas, sombrinha.
Madapoioes de varias qua idades, sa;eos para viagem, mallas, tapetes capa-
chos, alcatifas e muitos outros artigos que se vende por precos mdicos.
Tem tambem cmstantemjnte um completo sortimento de EST2IR*3 D\ TN
DA para forrar salas. w
Prfaa^a de maad'oca
Vende-se farinha de mandioca chegada do Ma-
rahhao no ultimo vapor do norte, pnr menns pre-
co do que em nutra qualquer parte : a tratar no
escripnrio de Joaquim Gerardo de Bastos, ra
do Yigario n. 16, Io tgdar.
GAZ likl m
i Chegon ao antige deporto de Henry Forster t
., ra do Impeicdor, um carregamento de ga:
de prfOMiraqiialidae;oqaal se vende em partda-
e a retalho por menos preco do que em outraqua!
qup.r parte.______
Vende-se um terreno profiri, com 138 pal-
mos de frente e 160 de fundo, para o lado da es
trada de Ierro, cujo terreno tem al'eeree feito pa-
ra cinco moradas de casa*, na ra de Motocolom-
b dos Afogaios : a fatir na mesm ra, ou na
ra Direiti dos Afigados n. 13.
Salarlas lie bailr.
Chegaram loja do paco as ricas sahidas de
baile, assim como os ricos enehovaes to camhraia
bordados para erianfU se baptisarpm, artig) este
o melhor que ha no mercado, assim como'temos
gran e sortimento de ontras muitas fazendas de
go.n e navidades p->r todos os vapores : na bja
do pa;o ra 1 de Marco n. 7 A.
Cantara de Li boa
Solriras, honibrciras e capiteis para frentes de
casas, o que ha de melhor : venda no arma-
zem da traves do Corpo Santo n. 25, de Joaquim
Lopes Machado & C.
Vende-se nma casa de taipa, na baixa do
Zumbi, (Torre) era solo rendeiro : tratar na ra j recerem a acoadjuvaco
Imperial n. 2.33.
mais saboroso e superior, at
hoje conhecido. Xarop^s de groselhe, rosa,
maracuj, caja etc,, vinhos de Bprdeaux de
todas as marcas, o mais seperor que se
pode ene mirar, champagne de Ghevernt
muilo superior, os mais tings e superiores
cognacs francezes, old-tom, de todas as be-
bidas alcuosas, este a mais salutar para
quem soffre do estomago,
Conservas de legumes, portoguezas, fran-
eezas e inglezas, mlhos mostrada etc.,
fruclas seccas crisiasadas e*em calda, na-
cionaes e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Rio de Janeiro, cigarroi
de S. Paulo e Rio de Janeiro, muitos su-
periores, e finalmente tudo quanto se dese-
jar tendente a este genero do negocio com-
prometemo-nos a satisfazer toda e qual-
quer encommenda com a maior promptidJo
e asseio : Como sejam para casamenfos,
bap'isados baiies etc., tambem se.receben
enommendris de pSes de l ou bollas de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhos com armacio de as-
sucar, assim como de papel, pecas monta-
das, gellatinas de fructa-, aaiendoas, leite
etc..
Os donos deste estabelecimecto n3o se
tem poupado a despezar para melhor me-
recerem a acoadjuvaco do Ilustrado pn-
J buco.
60RA DA IMPERATRIZ
^MCiCJEMjsWjEJOtB
! SOrttmenlo dfl fa/.endaa. rln mui inn^Hn n-------' ___,,' -MU.*' ^_ij^
c
.Veste grande estabelecimento euootitrjr o respeitavel publico, u.u grande sortimenlo de fazendas, do mais apurado TwilRiSrHJTS *-*M-MP^J0 Wm~ WL>m
entra qua'quer parle, visto que os novos loctos desta -fir.ua adoptaram o systema de s venndersm DIX2I32iao ; para poderem vender nSTiiS H n?ta?ri,r"neira neces,dade q,Jf se lb8S Prom3tte vnder Por PCos multo mais baratos do on.
^ SC* f3Zer S SC'S SOrtimenlS PQl0S pre5S ^ Cmpram as ^ ?** ^ aidadoPdas EsmaTtS S^UTZL <^S fflas, ou T^Z V^T^XC S
i
ALTAS JNOVIDADES g N
S0 PAVlO
BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
TA DE
SXXtO ANTONIO, S. JOAO E S. PEDRO. S
Ven Jem-se as mais linda- poupeli- s^
as de linho e seda com os gostos
raiis novos que t5m vindo a este
mercado, pelo barato preco de___
OOOo covado.
Sedas listradas, de furta cores, fa-
zendas de muita phantasia a 200
o covado.
Seda bismark, larga fazenda muio W
encorpada o covado a 2^500.
Bonitas lasinbas largas com palma a
de eda, covado a 15000,
Lindas agraciando lavradas covado ^
a 13600.
Alpacas lavradas de todas as co-
res, covado a 640, 800 e 10003
Bonitas laasinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
560.
Finas alpacas lisas, sendo cor bis*
raark lyrio, verde, roso, cioza, can-
rw, azul etc., covado a 640.
Ditas furta cores com as mais bo-
atos cores, covado 503 rs.
Lindas bareges lisas, e com lista
da mesma cor, fazenda inteiramen-
te nova, covado a 560 e 640 rs.
Bonitas laasinhas tapadas e trans-
parentes com grande dif'ersidade, o
covado a 600 rs.
Laasinhas lustrosas com lindas co-
res emitac5u de seda, o covado a
320. ~
flr. Lindos cortes de anadine, sendo
fazenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 18 covados a
155000.
Fintssimos cortes de vestidos bran-
eos bordados com todos os enfeites
francezes a 12000.
Cortes de ganga indianos, fazenda
inteiramente nova a 7<$OO0'
Ditos chinezes com duas saias a
173000.
Ditos de 13a escosseza fazenda mui-
to b mita com fios de seda a 73Oi,0
Organdy branco com listras lar-
gas e quadrinhos, a vara a 10000.
Todas- estas fazendas, sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conla, ra da Imperatriz n. 60,
loja o armazem de Silva e Figuei-
do C.
* ---*. -"-V-*--.rf W-"-~4 >^*^-*-\ -^
de 120OUO rs. cada um, pechmcha.
CASEMIRAS ESCOSSEZAS.
O Pavao tem boni as casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras 30 lado, sendo fazendo
muito fina que se vende mais barato, por
haver grande porcao.
CORTES DE CASE IRA PRETA A 4:500,
O Pavo tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas enfeita Jas pelo oarato preco
de 40500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 8C0 RS. 0 CO-
VADO.
O PavSo vendo excellente fazenda de pura
lia com as cores escoras muito proprias
para-caifas, pautte, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
nma fazenda leve, escura e do muita dura-
co, pechiocha a 80o rs. o covado ou a
20801. o corte de calca para homem.
FINAS BAREGES A 640 RS. 0 (.OVADO.
O Pavo tem as mais lindas bareges de
la sendo meis transparentes, com urna
s cor, tendo : lyrio, azul, "rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largura e liqui-
darse por 640 rs. o covado, por se ter fei-
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de urna s cor com listras
imitacSo de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chinch.
PECAS DE MADAPOLAO A 30500.
0 Pav5o vende pessas de muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada urna, pelo
: barato preco de 30500.
PSCHINCHA EM ALGODAO A bOO RS.
OPavio est vendendo pecas de algodo-
sinho francez, tendo 4 palmos de largura e
i com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 40000 rs.
CERA DE CARNAUBA. .
i Vende-se superior cora de carnauba em
I saccas, mais barato dp que em outra qual-
quer parte, na ra da Imperatriz n: 60,
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S.
0 Pavo tem nm grande sortimento dos
j mais bonitos crochs para cadeiras, sofs
j mesas, almofadas etc., proprios para co-
brir presentes e vende-se mais barato do
que em outra qualquer parte.
.%!%o1o enfestado.
Vende-se urna grande porc5o de algodo
GROSDRNAPLES PRETOS DE 15800 AT 7*000
a loja do Pavo encontra o respeitavel:
publico um grande sortimento degrosde-
naples pretos de todas as larguras e >qua-
o 251'teDdo d3 mo covado at 7^000
e 80OOJ, que se vende por preco muito
em conta.
CASSAS FRAN'CFZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
sinho americano com 8 palmos de largura, I,- 5ne?aram -
proprio para lences e loalhas, tendo liso e J liass,as f'ancezas com delicados pa-
trancado, que se vende por preco muito em res' ^eDd, para todos os PreCos e quali-
conta. | aaaes, dando-se todas amostras, assim como
i, na ra
loja do Pavo.
-j OSSETINSDOPAVO
Finissimos organdys com lista de g f Vende-se es mais bonitos setins de cores
car e salpico, sendo fazenda de iemais encorpados, proprios para vestidos
muda pnaotasia, o metro 10280. m tendo de diversas cores.
LAAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pavo, o majs
elegante sortimento das mais lindas lazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baratsi-
mo preco de 560 rs. o covado.
SEDAS DE LISTA
SEDAS DK LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o covado.
Cbegou para a 1 ja do Pavo om grande
e bonito sortimento das mais lindas sedas
de listas com as mais deHcadas cores, tendo
entre ellas algumas que servem para lato, e
vendem-se pelo barato preco de 20000 o
covado,' pechinch. .
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVO I
Encontra e respeitavel publico neste es-
tabelecimento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas franco,
zas e inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas que
tem vindo, proprias para luto, sendo laasi-
nhas alpacas lavradas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. que tudo se vende
por preco barato.
PARA BAPT1SAD0S
Na loja do Pavo vende-se bonitos en-
ehovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 40000, cada om.
. Vende-se bonitos cortes de casemiras
claras e escaras pelo barato prefo de 40,
ou a 20400 o covado, tendo daas largaras,
CORTINADOS PARA GAMAS E JANELLAS
de 80, 100,420 e 160000.
Chegou para a loja do Pavo ora grande
sortimento dos bonitos e ricos cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se vendem de 80000 o par, at o mais
rico que vem ao mercado, e vende-se mais
barato qne em oatra qoalqaer parte.
um Bonito sortimento das mais lindas chi-
tas franeezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
. CHITAS A 240k
m loja do Pavao vendem-se bonitas chi-
l&Trancezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechinch.
LAASINHAS A 320.
LAASINHAS A 320
..... ^ LAASINHAS A 320.
Na loja do Pavo veadem-se elegante sor-
timento das mais lindas laasinhas lustrosas,
com hstnnhas mtaco de poupelinas de
seda e com as cftfes mais lindas que tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
maito mais dinheiro, e lfquidam-se a 320
rs. o covado, pechinch,
PECHMCHA
EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
Vende-se um bonito sortimento de muito
unas e modernas camisas inglezas com pei-
to e coliannhos de bnho e puahos, pelo
baratissimo preco de 40500 rs. cada urna
e aos freguezes que comprarem duzia,s se
loe far um abatimento, garantindo-se que
e fazenda que vale muito .mais dinheiro,
hquida-se por este: preco por se ter feito
urna grande compra : assim como se vende
om bonito sortimento de ditas tambem com
peito de linho bordadas e ditas de algodo
ROUPAS PARA HO.MENS PARA TODOS
OS PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
o respeitavel publico um grande sortimento
de roupas, sendo pats e sobrecasacos de
panne preto e C3zemira, calcas e coletes de
bnm branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas franeezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodo e abundante sor-
timento de meias cruas.
VESTIDOS INDIANOS COM DUAS SAIAS.
ALPAGAS LAVRADAS A 640, 800 I
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimente.
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores, m
se vendem a 10, 800 e 640 res o covado,
assim como um grande sortimento de sdi
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
Chegaro as mais modernas basquinas
ou jaquetinhas de seda preta, rieamenw
jenfeitadas a vidrilho, tranca
a vidrilho, tranca e sethn preto
,0 Pavo ..vende urna grande porejio de teBd0 de todos os modellos, os mais novo
cortes de vestidos indianos,' tendo duas''
saias e tendo bastante fazenda, com os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 50000, tendo .cada um seu competente
figurino.
GASEMIRAS MESCLADAS A 30 0 COVADO
O Pavo tem para vender bonitas case-
miras mescladas e bastante encorpada para
roepa de homens e meninos pelo baraio
preco de 30OUO cada covado ou 50000 o
corte de calca para homem.'
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qualquer
peca de obra a vontade do fregnez, para
que tem um perito alfaiate, responsabefisan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta que possa baver, quer por de-
mora, quer por qualquer defeito na obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas
que desejar.
para todos os precos.
PANNO PARA SAIAS A 10000, 10280 e
.10600 RS.
Vende-se bonitas fazendas proprias para
saias sendo com barajados e pregas a om
lado, dando a largara da fazenda o compri-
men.l!Lda.saia e vende-sepelo barato preco
de 10000, 102SO : 10600, cada metro sen-
do preciso apenas 3 ou 3 1/2 metros para
cada sara pechinch.
V?tM*8 bpanco* a 11400 m.
, O Pavo vende finissimos cortes de ves-
idos de cambraia >ranca, ricamente borda-
BBAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
raos de largura, proprio para lences, dan-
a largura d'eata boa fazenda o eompri-
raent Ao leocol, sendo preciso para cada
nm apenas 1 e 1/2 metros-Ou 1 e 1/4 pe-
chincha pelo preco.
EfcPARULHQS A 5J000.
Vende-se um bonito sortimento dos me-
lhorea e mais modernos espartilbos tendo
do barato preco de 50000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais bonitos cachenez de
pura la proprias para genhoras, vendem-se
60000 cada um, ha ra da Imperatriz
bara, ~--^- Ji7-,,- o. c*. m. M da Iwrk
a toja do Pavao est^ constantemente aberta, das 6 horas da manhaa s 9 da noute
que tem chegado e vendem-se por precos
muito razoaveis.
POUPELINAS DE SEDA
POUPELINAS .DE SEDA
POUPELINAS DE SEDA
a 20000 o covado.
'O Pavo acaba de receber o mais ele-
gante sortimento das mais lindas veidadei-
ras poupelinas de linho e seda com os pa-
dres mais delicados que tem vindo ao mer-
cado, tendo entre ellas cores proprias para
alliviar luto, e vende-se pelo barato preco
de 20000 cada covado, pechinch.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das mo-
lhores cambraias tanto victorias cpmo trans-
parentes tendo de 30500 peca at a mais
fina que vem ao mercado.
CAMBRAIAS BBANCAS A 4#000, A PECA.
S o Pavo vqnde pecas de cambrsi
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada paca, fazaada
que sempre se vendeu a 70 e 80000, liqni-
da-se pelo barato preco de 40000.
FUSTES BRaNCOS A 640, 800 E 200.
Vende-se muito bonitos fustSes brancos
muito flexivel proprios para vestidos da
senboras e roupa para meninos e vende-at
a 640, 800 o 10200 rs. o covado.
tusa* a 944 ra.
0 Pavo est vendendo bonitas cassaadt
ceres fixas a 240 280 e 300 rs. o cttao
riJhantes laasinhas,
S o Pavo, 840.
Chegaram as mais birlhanteslasich'aaim '
as mais lindas cores, com palminbas nriudi-
nhas, assentadas as mais delicadas cores de'
lyrio, cor de canna, cor de ganga e branco,
sendo estas novas lasinbas de muito boa
qualidade, tendo largura de alpaca e vende-
se 460 rs. o covado, roa da Imperatru
n. 60 loja do Pavo.
I1


' ft
i
!

#
Pernambuco Sabbado 2 de Julho de 180.
Esquinaba ra da Aurora, em frente do caf mperatriz.
ten. tn^mf^T0 e ^P^^oesi^ftleciment de taeodas cncontflrao as Exmas.
?2S ^S^SS8^^ em rtlg8 mas rigoroso luso'como todas
r n. A 'n prwMca do rnie do melhor se encontra ueste mercado,
ff 2 "s ?9"'*5 da Bmopa.'>ecahem dfrcttmeie o que os de moda e
lHfr"g!? M e'c;"itra ?* l'2r*' 1,> ^ c'daaia augmentar s propor-J
oea d que diapoe osle estabelecnaefito para bem servir sua numerosa freguezia.
AJgodSo largo paraFanges e toalas de Gase.com lsiras" de seda e flores, fazen-
das as tran.idade.s que costuraa \ir ao mer- da inteiramente nova para vestidos de baile.
T" Grvalas pvra senhoras e bomens, o mais
A pacas de todos os padroes c quaiida- corapioto sortimento qoe se pode desejar.
af VanaiJa5 q'': s,! nri [>om 6f*W**- Gaijiire pieto e branco, diversas largu-
Aibuus cora rausiws para colocar retratos, ras e diferentos gestos.
m2a presgte >ara oalq-jer pessoa de Gollas e poanoe bordados para senhoras.
iSf *,,, ,. ,. Guardanapc3 de linbo pequeos e gran-
Atoalhadp de linho e algodo, branco e des. fa
e coros prppnos para toaihas. GorgurBo de seda preto.e de cores.
Ras-nina? ro ca/T -. ^ Gn*daiapl8s prelo e de cores, haven-
? E?L!fdd Praste muito moder- do diversas qualidades e gostos.
s, bem como de crochel, todo de apurado j. 8
'lltio- Japoneses par* sean iras, o malhor gos-
las
tost
. KerS,edMnaS&d3' madaPoI!' braceos 'to, e fazenda prupVia para as festas nos^ar-
de cores para sepliora e meninas, rabaides e passeios a tarde.
Bareges de cores variado sortimento.
Babainbos ou tiras bordadas em todas as
arguras.
Belbutina de todas as cores.
a
Bolsas de tapete para viagem, grande
'ariatiade de lmannos e gostos.
Bombaziua preta,de todas as qualidades.
Bramante de linbo de i i palmos de lar-
pira, e todas as milis qaalidades.
Bretanhas de linho e algodo, grande sor-
mento.
I Lazinhas de todas as qualidades, cores
j e goslos, nao ficando nada a desejar, tal
I o sortimento que existe para escolber.
Lencos, tndo quanto pode haver desde
esguiao so aigodSo comuanm.
Leqnes de madreperola e osso, o mais va-
riado sortimento.
Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Luvas.de Jouvin, chegadas por todos os va-
poros, sempre novo sortimento, quer em
orins ae linno branco e de cores, do mais pellica para homcr.s e senhoras, quer em:flo
ommodo ao mais caro em qualidade, aian- d'Iisc'jia, brancas e de cores.
tan do o que ha de molhor na espp.cie. i sxi
Brins d'algodSo completo goriiaaato e MadapoKo; indescripvel o grande sor-
ariedade de pre;os. tim:nto que lo neste genero, desde o mais
-I ____
Quaado a AGUIA BHRNCA, mais-prepiea .sdeotiOc^r ao resptitavel publico em
geral, e em particular a sua boa freguesa, da immensidade de objectos que ultimamea
te ten recebido, e justamoetefqaando ella menos o pode faer e porqae-essa falta invo-
luntaria ella confia.e espera ca benevolencia de tedoec.Be Ih'a attendaraa e relevarlo,
continuando portanto a uirigirem-se a bem conbecida Ir ja da AGUIA BRANCA rea do
Queimado n. 8, onde sempre acbarSoatoindancM em sortimento de soperioridade em
qualidades, modicidade em precos e o ara nunca desmeuklo AGRADO BSNOERDADEi
Do que cima fica dito se ccAece que o tempo de que a AGUIA BRANC v pode
dispr, empregado apezarde seus eustoi nodesempenbo de bem-servir a aquellos qu3 a
bonrsm procurando prover-se em daToja*do.que necessitam, entretanto sem ennume-
raro3 objectos que por sua 03tureza sor mais conhecidos ali, ella resumidamente indi-(
cara aquellas coja importaucia, elegncia e novidade os tornara recommendaveis, como
bem seja :
Corpinhos decambraia, primorosamente Capellas brancas {Jara meninas.
Grandes sortimento de flores finas.
Filo de seda, preto.
PERFUMARA
Grande econstante sortimento de dita,
senjJr molhor quajidade.
Lindos Vasos cora p de" arroz e pinse!,
Caixinhas com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes domados
para circular o coque.
Bonitos brincos de pfaqae.
Aderecos e brincos detoadreperolr.
Caivetes finos para abrir (alas.
Thesouras pnra frisar babadinhos.
Aspas para balao. '
Novos_ stereoscopos com 48 vistas, as
quaes sao movidas por tira macbinisrao
I Mi
(JALLO TIGLAJNTE
enfeitados com fitas de setim e obras cssas
cuja novidade de molde tyereicaq de ador-
nos os tornara apreciados.
Fitas.mu largas de diversas cores e qaa-
lidades para cintos.
Leqnes uesse objecto muito se poreria
dizer quereiao dcscreve-losminuciosaraeme
por suas qualidades, coree e desenlio*, tal
o grande e variado sortimento que acaba
de chegar, mas para nao massar o pretn-
deme se Ihe apresentar o qoe poder de
melhor.
SCa 3 Crespo o. %
Os pippnctarios def4e ben coohecido esubcle-
nimente, alm Jos muitos objectos que tinham ex-
poatos a apreciarlo do respeitavel publieo, man-
darnm vir o acanam d receber pelo ultimo vapor
da Europa nrn completo e variado sortimento de
finas e mui delicadas especialidades, as quaes es-
So r a vendor, como de seu costu&ie
por grecos multo iaratinhes e commodos para vy-
dos, com tar.oii'.io Gallo....
. :rfori'
Gas
Entremeios em pegas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qaa-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Veos de seda para cuapelinas e monta-! nmas snbstituera as outras.
ria. Vistas para stereoscopos.
Meias do seda^ara noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costamos oa uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Bonitas caixinhas de vidro enfeitados com
podras.
Ditas de madeira envemisada com vispo-
ras e com dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
Teuqainhas de fil, sapatinhos bordados crianzas,
e meis para ditos. Diversos objectos de porcelana, proprios
Camisiohas bordadas para ditos. para enfeites de me^a e de lapinbas.
oa
elevado prego ao menor, que so vende em
ri- pega e retalho por menos do que em ou-
Cassas de c.-es, o maior sortimento, pri- pega e a retamo por
mando pelo bom gosto e bai-ateza, atientas tra qualquer parte,
a qualidades. Manan de blondo para noivas : o apurado
umbraias brancas, tapadas, e traesparea- gosto dos nossos correspondemos em Pars
es de todas as. qualidades e precos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
Camisaihas de catnbraia de linbo e cassa estabelecimetUo o que de melhor, se desc-
ordadas ricamente enfeitados para Sras. ja para vestir e ornar urna noiva.
Camisas para bomens e meninos, tao va- Mantas prolas de blond.
."iado sortimento que vai do mais ordinario
nadapolo ao mais perfeito bordado de li-
Camisas de meia, de flanella, brancas e
e edres para hornera.
Casemiras pretas e de cores, o melhor
Mantas para carros, com linda? pinturas.
Merinos prtos, trancados e lisos.
Musselina branca e de cores, lmdos e va-
riados padrees.
5
Pannos pretos e de cores, desde o mais
rae se pode imaginar, sendo d'isso a me- baralpao mais superior, por prego muito
hor prova o grande consummo dellas na, ^mmodo.
jfficina da casa. Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Capellas de flores, para noivas e bailes, ^lias ^e casemira mnito finos para
lesde i mais candjda flor de larangeira at mesa-
mais imeressante griaalda. Peitos bordados de linho, lisos e de al-
Chapelinhas no melhor gosto, de todas as godao para camisa,
-.ores hoje prefer las pelas senhoras de Princetas pretas e ^e cores,
aais apurado rigor na moda. Popelina do seda e IoIku com listras e
Chapeos pretos de velludo, para senhoras, flores; fazenda lindissima.
ltimp gosto de Pars. Pelberinas para senhoras, do ultimo
Chapeos de so!, para smhoras e horneas,! gosto. *
de todos os pre;os e variados gostos. Perfumaras; os mais finos extractos o
Chaly com ricos padroes para vestidos, que de melhor e mais agradavel se pode
Chales de todas as quididades, avultado encontrar neste genero, e de mafe fragante
uero e nao menos yariedade. de gqstns, e suave no olphato, tein o PAVLHO DA
Chitas, impossivel dscrever o sortiien- AURORA, desde a verdadeira agua Flori-
o e Yariedade de padroes e novos gostos, da at ornis finoBouquet d'Amour, final-1
aa neste artigo tudo quanto se pode desejar. mente tudo quanto. deve oceupar o touca-
Cintos para senhoras o que se podo ima-' dar de urna senhora "de gosto.
pnar de melhor. ^j
Coques, o melhor no gosto e nos enfe- Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
ws, varios lmannos. com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Colchas de seda com borlas, o mais apu- Sahidas de baile, de todas as cores.
*ado gosto e lavor. Seda^ pretas, de quadros, lavradas, lisas.
Ditas de fustao branco e de edres por de listras de todas as cores e qualidades e
precos commodos.
Corpinhos de cambraia, ricamente borda-
Ios para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
il.o que de melhor se pode desejar.
Colarinhos de linho bordados e lisos, o
oaior sortimento.
Si
Damasco de 15a de 9 palmos de largara gn0 trabalbo
:indas cores e ricos padroes.
Espartilhos branios e de cores, para se-
o mais barato possivel.
Sareelim de todas as cores e qualidades.
O*
Tapetes grandes, lindas pintaras para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
manhos desejaveis, e em peca para co-
rados.
Toalhas de labyrintho, do maior e mais
ao mais barato.
Toalhas de linho e algodo de todos os
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
inoras e meninas, eo melhor neste genero ; fagenda muito nova, e gostos delicados pro-
aenhuma Sra. deixar por certo de muir ;pria para baile.
le de to precioso auxiliar perfeic5o de! *^y
im corpo delicado. Vistuarios bordados de fusto brancos e
Entremeios bordados. de c6res: para meninos, de cambraia para
Escomilha prota. | baptisados, o que de melhor tem vindo a
Enlete3 para cabera, ultima moda de' este mercado.
Pars, recebida no ultimo paquete. Vestidos de 15a escoceza de.2 saias,
Esguio de linho, completo sortimento de novidade pelopadro, gosto e forma; ditosj
iodos os nmeros. de linbo oom barras de cores, e de cam-
5* \ braia de cores com 2 saias, tudo inteira
Fitas largas escocesas para cintos, vari-' novidade, trazem os modellos juntos para
lade de gostos e lindos padroes, mostrar a forma de os fazer.
Fiihs de crochet, modernos com cintos Veos de bload para noivas e pretos para
* capas, o que ha de melhor. luto.
Fil de seda, linho e algodo, de todos Vestidos de blond para noivas: podemos
js gostos e padroes. asseverr as nossas Exmas. freguezas) que
Fustlo de todas as cores e qualidades somos os nicos em Pernambuco que pode-
pande sortimento. uaos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
Flanella branca e de cores. apurado gosto em semelhante materia, gra-
Flores, o que ha de mais rico, quer cas ao bom gosto do nosso fornecedor em
ioltas, quer em ramo3, tem o PAVILHaO Pars, podemos garantir qne ninguem neste
DA AURORA am permanente jardim a genero o possue melhor, nem- mais em
lisposicao das Exmas. familias. conta.
, E* dspondo de to grande e variado sortimento qae os p^roprietarios do.PA-
7ILHA0 DA AURORA se apreseotam ao publico declaraado desde j que. a. sincerida-
4e e o bom gostoo movel nico de seus negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do qne, por ventora lhe
eja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
lem receto d serem contradictos e protestam esforcar-se por continaar a merecer
?rotec3o que se Ibes, tem dispensado ; certos de qae do seu estabelecimento nao sahira,
o freguez descontente.
Contina sempre a officina de alfaiate dirigida por am dos mais habis artig-
as, prompto execntar cem promptdSo e bom gosto qualquer trabalbo que lhe seja
jonfiado. Urna modista especialmente occapada nos trabalhos do PAVILHAO DV AU-
RORA, dirige.os que lhe sao coocernenies, garante porsen apurado gosto e promptid5o
aa execucao e a mais completa perfeifo nos, seas trabalhos.
A numerosa freguezia qne nos honra orna prova de qoe merecemos o con-
cito qne se dispensa ao nosso estabetecimento, conceito que procuraremos firmar cada
re mais. Para, facilitar anda a concecoclo do fim a ae nos. propomos, temos no nosso
istabelecimento os ukimos fignrinos deParis, que receoemos.poi todos os pagueies, os
fuaes enviaremos para serem vistos as. familias, nossas fregoezas, afim.de. escolherem,
wm o padro da fazenda o gisto na forma.
Na oificiua de alfaiate, junto ao estabelecimento, ha igualmente os figurinos
para horneas que por todos os vapores se recebem. <
E' esto modo porque nos apresentamos pedindo a proteccSo do Ilustrado
;abco e.com o mais profundo respeito conviamos s excellenssiraas Sras. a visi-
aremo nosso estabelecimento, certas de encontrarem nelle pelo menor preco'possive-
tudo qne podem desejar.
Mandaremos caixeiros levar as fazendas e amostras onde orem pedidas, visto
*ao pdennos,especificar todo quanto temos.
Jmo uiz, Sokntiho. &C.
Abarte das 6 s 9 horas da noit*
AR1AZEKS DE SECCOIS 310LHAD0S
CONSERVATIVO
N. 23Largo do Terco.N. 23.
MAO DOS SANTOS & C.
PROGRESSO
10 Pateo
10
da Penha
DE
S A H T f S & FERREIRA.
Os proprietarios destesbem sortido* arniazms particpala aos seus innmeros
fregaezes tanto desta praca como do matto que tendo feito grande dimnuifo de pre-
sos as suas mercaduras esto por isso resolvidos a vendar por menos de O e 20 j0,
do que ex outra qualquer parte, garantindo-se portanto a s perior qualidade de qnal-
quer genero eomprado tmfc* dous estabelecimentos.' Mencionamos alguns dos nossos
gneros pa vista destes sao odmprehendidos os oujros, porque enfadoaho seria men-
cina-los.
Se alguem duvidr venh ver.
taz americano marca Deves a 8&800 a
Vinagre branco mandado vr por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a garrafa e
480 o litro.
Idom tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240e 200 rs. a garrafa e 480 3Q0
rs. o litro.
Vinbo Figueira, Lisboa, Porto e Estreto
a 560, 500 4S0 e 400 a garrafa litro a 840
7G0, 720 e 600.
Vinho branco puro de Lisboa a 610 560
a garrafa, era porco ba abatimento.
l?ta, 880 rs. a garrafa e 560 o litro.
AzeK 4oce de Lisboa a 900 e 10000 a
garrafa em por$ao faz-sa grande abatimen-
to.
Caf e*n carolo a 220, 240 e 2 0, a li-
bra o kilogramio s 480, 540 e 600, e
70000, 75C0 e 85800 arroba.
Milboalpjst 200 rs. a libra e 440 o k-
logramma 8(J800 a arroba, era porc2o ha
Vinho do Porto, engarrafado das melho- abatimento.
res e maisacretadas marcas al,J000 e 1*2001 fl ffiM'gfP* do ultim vaPor a 3^
I^OO e U a garrafa. e um caaa um-
dem Bordeaux, Medoc e St. Julion a ]...AIe^ *wrrSo'ta,harm a 50 rs\a
7^*300 e 6,3500, a duzia e 6i0 rs. a garafa. I '{J" e m kilcgrarorao em caixao ha
Genebra de Hollapda 6 Iaranja doce aro- aI
maticaa 6So00, 70, 110500, a frasq'ueira.
Seroja, Bss, Illers & Bell a 90800 du-
Muito snpcrfoFos Ijivas d* pellica, pretas, brau-
e c mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e-pnnhos para se-
nhora, noste peero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coqnes.
Lindos e riqusimos enfeites para caberas daf
Exraas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
l.hos c sem elle*; esta fazenda o que pode haver
de melhor e mai> bonito.
Superiores e b.Kiitos leques de madreperola,
rnarlim. sandslo e osso, sendo aquelles brancos
comliijjo desarihos, e estes pretos.
Muito superiores moias to de Escossia para se-
nhoras, as qtiacs sempre se venderam por 303000
a duna,entretanto quens as vendemos por 20,
aira dcstas, temos tambem grande sortimento d-1
outras quadad^s, entre as quaes algumas muito
finas.
Boas ben?,!*1' de superior canna* da India e
castao de ui.'iriim com lindas e encantadoras figu-
ras do mesmo, oese genero o que de melhor s i
pdc desejar ; a;.';n deslas temos tambem grandi
quantiilade de. nutras qualidades, como sejam, ma-
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos. Ilcitos c airosos $hicoiuhos de cadeia e
de oiitius q;.:nli '.'idas.
Limks e su;.- lores ligas de seda e borracha
para segurar as metas.
Coos mehft de seda para senhora e para meni-
nas do 1 a 18 r.nnos de idade.
NavaJlias cabo da maclim e tartaruga pora fazer
barba.; sao muilo boas.e de mais a tuas sao ga-
rantidas pelo fabricante, e na por nossa'vez tam-
bera aas^nram-iS sua qualidade e delicadeza.
Lindase bellas capellas para noiva.
Superiores agalhas para machina e para crox.
Linha muito boa de peso, frouxa, para encher
Isbyrinio.
Bous bralho de cartas para voltarete, assim
cemo os teios para o mesmo tira.
Grande e variado sortimento das mclhores per-
fumarias e des nielhores e mais conhecidos per-
fumistas.
COLARES DE KOER.
Electrices magnticos contra as convuUSes, e
fantam a denticao das innocentes criancas. So-
mos desde muii recebodores destes prodigioso?
collares, e coniinuamos a recebc-los por tnaes os
vapores, afim de quo nunca faltem no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderao aquel-
les que delios precisarem, vir ao deposito do gallo
vigilante, acode sempre encontrarlo destes verda-
deros collares, e os quaes attendendo-se ao fim
pasa que tan ;.pp!icados, se renderao com nm mui
diminuto tacto.
Rogamos, pois, avista dos cbjectos que deixamos
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virem
comprar por pregos1 muito razoaveis loja do gallo
vigilante, ra dn Crespo n. 7.
wm
O verdadeiro portland. So se vende n
ra da Madre de Deus n. 22, armazcm d
Joao Martns c Barros.
Sabao massa de 1* e 2a qualidade a 220
e 240 rs. a libra em caixa ba abatimento
zia era porco ha grande abatimento. Toucinho de Lisboa muito alto a 400 rs.
dem nmea 11 e T e outras. marcas a a libra e 880 o kogrammo, em arroba ha
50500 e 6& a duzia e 500 rs. a garrafa, 'grande djfferenfa.
Assim como ha ontros muitos gneros, vinho em ancoretas, azeitona,
passas e figos, charutos finos- de diversas marcas, marmeiada, bolachinhaa-de todas as
qualidades, perola, Francy-cracyneJ, a, b, c, Mdium, mixed, soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combination, Britania, doce de goiaba fina, chouricas, manteigas finas
franceza e iagleza, banha de Baltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, CanSHa, pimenta do reino, ervadoee, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas de todas as qualidades, farinha de milbo americana, grandes molhos de sebol-
bs, nestes dous armazens existe tambera grande sortimento de loucas proprias para ne-
gocio, qne pelos seas commodos preso faz vatagem aos compradores.
BAZAB BA MODA i
-MI.4 NOVA-58 I
UMA PRENDA. Lindos objectos dourados de delicados gostos, proprios 9
para meninos, vende se no BAZAR )A MODA. 0
BAPTISADOS. Ricos chaposinbos de setim brancos, lindas toucas de fil &
e setim, sapatinhos etc. >
GUIPURE. Ou croch em pessa, branco e. Dicto, com lindas ramagens e f*
g qualidade muito superior.
PUNHS. Para camisas de' homens fazenda superior com" duas faces, o 5
par 640 rs. (pechincba J) fvt
. PERFILARAS. Fiaos extractos para lencos, aguas de diversas qualida- $
des, sabonetes, qlos, pomadas, pos, tnico etc., etc.
PERFUMES. Lindas caixinhas para.luvas contendo unja preparac5o. em.
que lhesd um agradavel aroma, por i (5500.
Gravatas, cintos, flores, plumas, coques, trancas, fitas, D^tes, bicos e pen-
W tes etc., efe, e muitos outros artigos proprios d estabelecimento' vendendo-se
^.tudo por commodos precos, no BAZAR I)A MODA, ra Nova n.' 50, esquina da
ol de S. Amaro.
0 Jos de Souza Soares & C.
Novas peemuchas
NA
Ltfja.flor da Boa-vista
DE
Paulo JP. te M. Cinimarea.
Chitas escuras e claras, a 200 e 240 o cavado.
L6a com Dalminhas, 200 e 320 o covado.
-Seda pret? d listas mnito eaeorpada a U, dem. da Bogftnp' ^a *.**
Cprtes de brim para caiga a 1280.
Fuatfles para ronpas.domeoinos.\ Ofl o covado,
Grande sortimento de roupas feitas, assim como
se fazem pr medid, preces multo comiupdoa.
1 Na ra da Imperatriz n. 48,
fjancesa.
jnnto a padaria
J^caraEd
Maa Landehno vende saceos com farinha de
mandioca : na ra do Duque de Caxias, travessa
------------!----r------------------
Vejide-se
Palitos do gaz a 320 rs. a duzia de caixinhas, .ba-
rafo : na roa dc^Rangel u. 39, tkberpa.
Mais barato do que em ontra qualquer
parte.
No porto da traveisado CoeUios acua-se con.
jtemet:tij<*|o giosso e4 uno, taparaento, telhas,
grapde porco de area, que se vedem a vontade
Vendem&e 44 toros de Jacaranda de muito feo,
qbaiidade, vindo pelo hrigpe Con/wnca : ara
ver, no trapiche do Angelo, e tratar na ra Direita
n. 31, armaMtn. d"comprador por menos".p'recp do q em outra
Vidros para vidracs de todos os' tamahhbs qualquer parl ; tssim c6mo se encarregam te
e em eaixas, vende Bartoolomeu & C, em sua f jnecr materiales para a obras, para o que h?
pharmacia na ra larga do Rosario n. 34. canoas e carrovas.
3 cordeiro previdenti
Una So Qnelmado a. Id.
ovo e variados sortimento de perfttmari
finas, e outres objectos.
Alm do completo sortimento de perii
carias, de qu effectivamente est provida
loja do Cordeiro Previdente, ella acaba
receber um outro sortimento que se ton
aotavel pela vanedade de objectos, superior
iade, aualidades e commodidades de pn
?os; assim, pn3, o Cordeiro Previdente pee
e espera continuar a merecer a apreciaci
do respeitaye! publico em geral e de sn
boa freguezia em particular, nao se afa
tando elle de sua bem conhecida mansidi
barateza. Em dita loja encontraro c
preciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdadeira de Murray & Lamman.
Dita de Cplogne ingleza, americana, frai
ceza, todas dos memores e mais acreditad*
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para teilet.
Elixir odontalgico para conservaco t
isseio da bocea.
Cosmetjqu-ss de superior qualidade e cha
ros agradaveis.
Copos e latas, maiores e menores, co
pomada fina para cabello.
" Frascos com dita japoneza, transparente
a outras qualidades.
Finos extractos inglezcs, americanos
francezes em frascos simples e enfeitados.
Essencia imperial do fino e agradavel che
ro de violeta.
Outras concentradas e de ebeiros iguai
mente finas e agradaveis.
Oleo pbiloeome verdadeiro.
Extracto d'oleo de superior qualidad*
om escomidos ebeiros, em irascos de difr
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores e menor*'
para muios.
Ditos transparentes, redondos e em fi
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb:
Caixinhas com bonitos sabonetes imitanc"
frac tas.
Duas de madeira invernisada contendo f
oas perfumaras, muito proprias para pr
sentes.
Ditas de pap^lo igualmente bomtas, tas
bem de perfumaras finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e
moldes novos e elegantes, com p de arre
a boneca.
Opiata ingleza e franceza para denles.
Pos de camphora e outras diffarentc
jaalidades tambem para dentes.
Tnico orieiar de Kemp.
Anda mais coques.
Um outro sortimento de coques de m
vos e bonitos moldes com filets de vidrilk
e alguns d'elles ornados de flores e fitas
estSo todos expostos apreciacSo de qnti
os pretenda comprar.
GOLLINHAS E PNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeicao.
FI ve 1 las e atas para elatos.
Bello e variado sortimento de taes obj
tos, ficando a boa escolha ao gosto do eos
prador.
Sival sem ^egimd
nu.A no DbtjOi de caxias s.
Eslon disposto a r a v as mbdezn pelos h;iralis-imos pre?o
xi delarados, garlbHndo tudn bom
eos admirados
Picote rom O qua1ertus de pa-
pel aatede a......
Oixarcom 20 cadernospjjel pau-
tado a.......i
Caixas -orr; 50 noTellOS de linha
do gaz a....., .
Duzias de meias Croas superior
qualidade a.......
Pecas de bibadinhos com 10 va-
ras a.........
Pecas de liras Imladascom 12
metros cada p p ;' I 55(10 e.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Esaivas para mihasfaztinla fina
Dil* |i.:ra denles a 240. 320,
400 rs. e.....
Pecas de nanea lisas, brnoa-s
de cores a. ......
'.aixinhas dn madeira com alfinc-
U's faaenda snrwri'r a. .
Dnzia de linha fixa pan borda-
din a 4 Ifl rs. o. .
Parps da n;cias trua para tn"'
n.-^s diversos taiaaifbos a..
Duzias de matas branew mnito
linas para senhora a. .
Pares d sapoios di* traxfa do
Po.-lo......'. .
Pares de sapatos de tapeta a. .
Livrcs de nissa aBw'viados. .
Duzias de batamos par.i vuarete
Sylaliarios porlupuezt'S a. .
R-dcs ci.-m cunts moilo boa qua-
Cartees com colxetes i catreras a
Arotoadora* para eolito diversas
qualidades......
C.ixas comp'nna do'ac mnito
boa de 320 a.......
Duzia de liaba 200 jardas Alexar.-
dre de 40 a 20o e, .
C.iixs com snparidrea obrei^s a.
Duzia Oe sgolba para rnacnina a.
Libras de pregos francezes lodos
os tamanhos a......
Talherea para meninos a. .
Pares de sapatos de trafica para
meninos a. ..... ,
I550P
Wm


20Ra da In> ratrlz
J'ar & E>ssa.
Arab.i de chegaf a 'sta nou-i nota Ija 6eii-
zendas finos Din variad soriinienro de f.i/' laa e eda, cuino sejam : granadinos d almu
gofio, popelinas d urna ? ror, asacas e Sa6-
oha de c(.ies, o quo-ha de nia do'. iKV*ai
por baratifsinn-s |ireri\s, bii'lianna- Ge c; cidos das indias, fazendi nova a imit: i_ao ii|BF-
ealia.bale-de lina fing dn saia do cur *-
das barras, fusioes proprii s pan veMiao eraap
de mininos ; agora grand?s e admiraieis pecta-
rlias, saias liraucas com lindes frisados a 3at-
eos eerpinhos burdadn* im:iu fin** a .', jafc
modernos de mivs a 2j, ricas michas para eaon
alcochoadas. sendo brancas $e >rps. a fi#,4
7, cambraia vi-t tos a 5, 6& e "h.chitas fliiissin as i scor; s <"acat.
I 280, 300, 320 e 360 o covado,pssas do ma
240, lencas brancos de easta a 25"00, ditos nt-7.es a 3500 a duzia, miiapolan ti a 4#
CSOO, e muiti s;ienrr a 7, 7.' UO < 8, alg*-
daozinho largo ppri para lenjeft a (i. p&anc>
de Ri^d" brsneo trancado pi'priir'para toaMS
de mesa a I600a vara, raQian'fl p.aia b-nnieca
25000 e 300, o que h? de nn4h?, esgu&a -
issimo a 23i0 e2."00 avara. MiioaiiK sjm
casas das Exma*. familias para melhor podaron
^scalher. Tambem temos romplelo siulimento Se
perfumaras dos pr:meiro< fabricantes frimeaieB.*
inglezcs; ss pessoas que sedignarein vir Se
leja teraooccasio de recoohetvr a r.aidaa tf>
que annuociamo* para nos juslilicar.
Ferro gaivansado
Vende-se em ca;a de Adamson, Hi-wie t C, *j
ra do Comnu rcio n. 40, folbas da forro gtaai-
sado de 6, 7 e 8 ps de comprimento.
Vndese urna casa nos Afttgattos, si as-
fronte do sobrado do tenente-coronel Manoelfa*-
qii'in do Reg e Aibuquerque. com chao praaSi,
.oto e mus sessenta palmos de terreno paraaaV
licacrio. perto da estaban, por preco cinmod: at
tratar na ra Augusta n. 69.
Veiide-se
Ps de Iaranja de umbigo, seletra c da china, pes
de sapoti, sapota, palmeiras e cafs; tainheaiao
mesmo sitio vende-se urna vitella e urna ganas.
tonrina : na Ponte de Uchoa n. 10.
Bichas hamSorgnezas
Noste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade superior
e vendem -se em caixa ou por cao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na roa da Cadeia do Recife n. Sf, i* andar.
Cabellos
VendejD-se cabellos de todas.as corea,- qualquer
amento, qualidade superior, em caixa ou
) mais pequea : na ra da Cadeia do Re-
a. st, i*iT.______________________
Sapefior vinho Bordean
St. Estepbe A St. Julien: na ra da Cadeia do
Recife numero 5.
Vende-sa a casa terrea n. H, em cbSos aw-
prios, sita em Olinda roa do largo do Ampara,
com 4 quartos, corredor ao meo e duas salas; a
ratar no 1 andar n. 5 ra da Cadeia di Itecfe.
Vende se a padaria da ra da Guia
por
ea dono querer retirar-se por se adiar doeaae.
ATTENCAO
o
Vendem-se as t artes dos engenhos te-
mos e Inliama, sendo a do engenho Baaas
de 9:000la 10:000(5 : os pretendentes aae
desejarem negociar queiram entender-ae
com o senhor do engenho Caraiiba da fre-
guezia de Tracunliem, ou com o Sr. De
Laurino de Mi.raes Pinheiro, moradoraofce-
cife, para escrever o fundamento fio nega-
do que pretende fazer. O mesmo seohor
do engenbo Caranba offerece a fazenda de-
nominada Minguaide Grvala, para oBm-
jo da Madre de Dos e Curato do Bom Jar-
dim, a dita fazenda mnio acreditada pelos
habitantes do lugar, tem um acude feito *
varios tanques pelo dito senbor, e tema-
gum gado na dita fazenda, os quaes entran
na yenda que se contratar com qualquar
protendepte.
ATTENCAO
Fazendas torataj com
t que de avada.
A' rna do Crospo a. a.
Chita -fustaa de cores a 160 rs. o cova-
do : na ra do Crespo n. 25, loja de Na-
ftas Xavier.
Fazendas baratas, a ra do B
bugn. 10.
*-
Laa com listras de seda a 540 o covado.
Dita com ditas a 408 rs. o covado.
Chita de cores Anas e hom_ panno a 330
vado.
Dita precales,lindos padroes 400 rs. o covaae.
C lchas adamascadas de 2*400 e 4*800.
Cambraia para cortinados com 20 varas a (M,
fazenda fina a 12*000.
Cam sas inglezas bordadas para bomem.
Grande porcao de Chales de ganga, um ij
Dio-se amostras.
Atiendo
Vende-se a casa da ra da Conquista n.
traur na Estancia n. 18


Diario de Pernambueo Sabbado % de
Julho
de 1*70-

i

-
ASSEM8LM CERA
i!
todjs
CMARA fcOS DEPUTADOS.
(ConlinuacSo)
T enorm-dade 15o absurda que
condaranam.
Qual pois, a repra culminante qoe do-
mina esta materia? E esta. O minie tro
juandatario da n fo ; pelas lefs do manda-
do regen seus di:- os e obrigac.'s. Des-
de qae p oeecto nos limt.-s do ni in .-to,
dentro e suas ;,Ur,buic;s, o ministro prp-
duz, C.*du5 actos, a sodariedade mi-
nisterial ; e at aacional. Vai alin do man-
dato, de suas a'.Vr&uicoes ? E' e.\:e30 de
poder, tud|> millo-, uio obriga o govr-
no, nem mcio.
Isto posto, sent jres,. desde que se trat
de palavra, de honra e de solidariedade
ministerial ou de nacional, .a questio cipi-
tal a ventilar, esta : procedeu e governo
relativjifcW.e ao compromisso que totnou
d elevar o capital da companbia, nos limi-
tes das soas attribuicoes? (Apoiados.)
Pio-v.iig que ... palavra do governo est r:-
gshrmaute empenhada ? Mea voto est
wossa disposicio. eu vo-lo assegaro ; por-
que a palavra do governo comprmettida
regulrmete, a palavra nacional.
Vovq por minha parte que o governo
excedeu o maniato qua Ibe foi conferido.
Paj-me vos30 voto, en vo lo peco em i.mne
des altos ateresses nacionaes, que minis-
tros indiscretos comprometiera.
O Su. A.nduadf. FiGfeiRA : Apoiado.
O Su. Ahaujo Lima :Procedeu o go var-
n regularmente tomando comproiuisso
de elevar o capital .garantido que a com-
paoliia exiga ? Examinemos este potito. '
Senhores, nos pales fivres nio se pude
dispr de um real d i bolsa do povo sem o
voto do povo ou do parlamento, que o re-
resenta. Nos paiz 'S livres a missi >op
governo consiste em exceotar e fazer eje-
cutar as leis.
Q e valor tm, portante, o impremissos
do governo relativamente aos dinbeiros pu
blicos, de que so pode dispr o povo ou o
parlamento, que o representa? Semellianie
acto excede evidentemente 3 attribuicoes
do governo; nioguem obriga.
isto sabido em todo o mundo, no Bra-
sil como ao estrangeiro. Sabe-o, no Bri-
At, o nagocianta, o logisto, o procurador
que elra no foro, o mancebo que cwnvaca
a abrir os livros em qualquer faculdaito d
davalo.
O Sk. Anwwde Fioueiiu : A laglate
o sab'? pracamente.
OSn.AftAiJoLiMA:Isto sabido ,
esirangeiro (apjiados), principalment
Iiglalerra. n)sse paiz assombrosu,*
systema representativo funcoiona cr
a'sua pureza. Perguatai a qualqo
m te besuntado de breu (risadas),
Bistros desua graciosa ratona px
de um penny da bolsa do ingles
do parlamentos elle vos ip
carnetenio.
Pergantii aos ricos caprta'
que foraecem dinheiro ao r
se os ministros ingiezes por"
penny da bol lamento : e elle*, comu '
dir-vos-hiooio, e sjgc
(Apoiados.)
Senbores, a empala
saague ou o imposto
tos fundaraentaes do'
Mjs diz-se linda: / O crdito do BrasilJ o qaal fazem parte alguns membros da-
votou contra este
i'sti empCnhado. *
Sen llores, pon lo de parte a profunda
qu'ostao ; se os loucos ou prdigos, que
a'orem as suas bolsas avidez dos especu-
ladores, abalam ou consolidan) seu crdito:
fca apena< uma observ.-cao. Desejo que
ella seja lida e rejida na America e na Eu-
ropa toda,, porque a expresslo.creio o.fir-
memente, d)sentimento universal d)s bra-
si'eiroB
Os recursos do Brasil sio inexhauriveis
para cumprir saus empenbos legtimamente
conli-jhiJos; os re:ursos do B>a! jamis
se porao ;i merefi de especuladores, que
se jbrucam om promessas vas de ministros!
indisiTct is.
S.'nitores, o que o projecto de que se
trali ? 0 bomem civilisade julga-sc com d-
rajto de empalmar os cabedaes de que nio
sabe fizer U30, aquello, que nio e civilisa-
do, ou o menos do que elle. E' o caso
da companhia. Os no sos ministros quando
tratam do dinheiro do estado, acreditam que
dis oam do patrimonio qap, herdaram de
seus pais, on que aJquirin.m com o seo
trabdbo. E' nm pequeo equivoco. B^^ta
saber se nos teremos a co ndescendoncia fa-
tal de adherir a semjlhar aes considracoes,
a qaal mais abstorda.
O qni! o project>, perguntn ainia, s
quella opposifao, que
proieclo.
OSh.'Asobads Fwukiiu.:-No senado1
nSo ha queUSes de gabinete, eabi folram
contra. ..
O Sr. Antonio Prado :- Urna vez coito-,
cada a questSo no terreno da coofianca, ve
a cmara que. se os amigos do gabinete
sacrificavim as suas opinibes individuae
para dar um voto de confianca ao goveroo,
nao para estranbar que. os membros d<
opposico votassemtam^m inspirados pelo
pensamento opposto. -L^u
O Sr. Andraw Ficum* :~^to senado
nao ba qaestbes de gabinete.
O Sr Antn Prado:- A questSo de
Esse decrefo foi acoopiBdo das con-
dicSts com qaes fVo governo o con-
tracto com os concesswoario da referida
0tr2(l
U na vez faito o contacto,- tratram os
concessiooarios de incorporar a companhia
em Londres; porm cedo descobrtram qie
jamis eMa se poderia orgaoisar, a vistt das
base* do contracto primitivo-
Reclamirsm nesto sentido, e em vista
deta refelamaco apparecea a lei n. 7
3
gabinete foi establecida aesta casa, ono-
bre depotado na sua estranheza refcrio-w
sera duvida ~, facto de baver naquella oc-
casiao votado cojitra este projecto o actual
Sr. ministro da joStica, qoe arada nao volou
a favor desle projacto. mas qae, como o
nobre depotado declaroo, naturalmente
acompanha os seos illustres collegas.no seu
aP0SR. Andrade Figueira : E com isto
tornam se anda mais Hiustres.
O Sr. Antonio Prado :- O nobre dipu-
tado anda estranhou que o actual gab'0e
tivesse
nhored ? Da p3rte da Cl)mpanbia uma pe-
de odtubro de 1853, a qol aulorisou o
governo a alterar as condicoes do decreto
de 7 de agosto, em orden* a que essa tm-
preza-podesse ser levada a fteifo
Autorisado por esta le, o governo fez-
baixar o decreto de 13 de oolubro de 1853,
que modificoo as condicoes do contracto
primitivo e fixoo o capital garantido emlbs.
875.3.
Quaes foram as alteraces prmcipaes
feitas por este decreto aocontraclo primiti-
vo ? para este ponto que cbamo especial-
mente a attencao do nobre depuUdo.
S6men.e considerare aquellas alteraces
que dizem respeito oo que podem influir
na questSo de qae sa trata.
Peto contracto primitivo estabelecia-se
que, se Da execuco da estrada as daspe
zas fossem menores do qae as do mximo
O Su. Araio Uma :?f5o apoiado : eon
sideral como favor feitoa companhia.
O S Sota Rets :Na sommo.
O SR. AfciISlHO DA AGBUMURA :; SOBI-
mon: e tanto qaeelcvoo o capital a lib..^
1, 00,000. gn.
O Sr. AjuujoLwa :ftetert apenas o Tac-
to como um favor.
O Sr. Antn Pbajjo : Essa openco
fot a mais vaotajosa possivel.
O Sr. ANDRADEFiiuiEinArMas nao aei-
xou de ser om favor.
O Sr. Antonio Prado :Sanav ora favor,
mas eslava na lei; e nem o governo podra
deixar de aUender reclamacao da com-
panhia. .
O S. Andr.u Figueira : Arlis tam-
bera concedem favores. ^
O S. Antonio Prado:-* Calculada a
amorlisacSo destas lib. 40&.00Q peto-modo
porque o de ve ser. no auno de 189 estar
completamente amortado esse emprestimo
e, por consegointe, redolido o capital ga-
rantido somma primitiva de bb. 80J,ouu.
J v, perianto, o nobre doputado |
Bio de Janeiro qne exageroo o s
calculo
quando coosiderou a concessao da garanta
para o capital addicional da estrada de fer-
io
.vo.
ANTONIO PRADO:-
.mar parte na discussSo
s que corrmpela psta
i, commercio e obras
tratar-se do orcamento rts
permisso cmara para
- Ten;io-
de varias
da agri-
oubli;as,
peco
Hcar o mea voto nesti questSo, powqae
utende como important.ss.mo as^ump o
rra
' no
,: na
iiide o
>m to ia
er gru-
se os mi-
jem dispr
sem o voto
andera brus-
istas inglezes
aundo inteiro,
,em a p plicar um
,m o votb do par-
a perguntas vas
rao seu caminho.
tnlancia, da parle do governo uma sem ce-
remonia : de oossa parte, se o adoptasse
mos, sena a bocel.' d0 Pandora, aberta
be e Brasil, com um cortejo espautos de
males, ou da as? j|l0 contra o thesouro na
cional.
OSr-Andw 0E Ftr.uEiRA :Apoiado.
O Sr. Arai- LlMX -Senhores, conho
bastant* era SSa sabedoria e patriotismo ;
naveig de m ^^ dig,>o cheio de te, a
grande pal? vra e isso indeferido. (Maito
bem.)
O SR.
nando Xi
nu'.eri?
cuitar
quan'
pect;
}us
el)
d J estradas de ferro do W"o. assumplo
' ,r sem duvida muilo mais P^h
,,ue essas 13o precooisadas reformas que boje
Jmdia tanto preoecupam o espirito pa-
W?qaestio da garanta de juros ao capi-
tal addicional da estrada de ferro de Per-
nambueo tem provocado grande celeama em
ambas as casas do parlamento ; a poltica,
Jo-m. tem cm grande parte coatr.butdo
PdA cmara deve lembrar-se de que em
186i, qiando pelaNprimeira vez foi traziaa
ao tapete das discussoes esta queslao, to.
ella collocada pelo ento presidente do coa-
telbo, o Sr. conselbeiro Zacaras, no lerreno
da conQanfa poltica.
O Sr. Junqusiua :-Depois de se ter ve-
rificado o empale na votacao.
O Su. Antonio Prado :Perdi ; o no-
bre deputado, comjuanto flzesse parte aa
cmara nessa occasiao, parece estar, algum
dos factos. Se o nobre
da cmara
ornado a re^nsabufdade de pro- fi.ado. isso aproveitaria ao governo para a
S5* dSS materii. qae desde verlficacio da garanta; e. se excedessern.
.^^lSvn^nado. Aonde o correra oexcesso por conta dacorapaabia.
mover a---------
136 i jizia esquecida no senado,
nobre deputado Dio descobrio seno moti-
vos de censura, eu encomro so mo .vos de
lo-ivor. So. orno o prono nobre deputado
aheceo, esta materia de grande i
rec-"-
nortaacia7 o"governo nio pie" resolve-la
si, qia't o dever. senhores, de um go-
inte-esse do paiz senao
: E eu cen-
v)s livres. (\poiadf
abd.casse esse dir-
execul. dejied-'
timidadt!, meiBee
sentos que puof-'
O Sr. Aiemc
disto; o imni'
dc> necessari
O Sr. Aa
promisse d
unte para
(So.
Quai
e a bolsa, o imposto
dioheiro, sio os direi-
i parlamentos d )S po-
s.) O parlamento que
jilos as maos do poder
.g.arii seus titulo de legi-
,ia ser ex peludo dos as-
nasse.
vr arawpr:Nemse trata
4.0 que vem pedir os fon-
JS.
\;\o Lima : Isto posto, o com-
, governo nao ten valor algum,
o governo, como para com a na-
no? O
cretM'
gado '
prac
canr
ver
o
d
, pois o valor da palavra do gover-
ministro ifie comprometteu-se mais-
tate om quelod dinheiro est obn-
a solicitar do parlamento os fundos
sos, a empregar os meios a seu ai
e para obl tos. Faito isto, seu-de-
as estao c mpridos. Quer levar muitp
lZe,sem razio bastante, as dalicade.is
, sua.honra? B-signar o podar e -o o
que Ihe resta fater. Nao ha porm absolu-
tamente, nem soLdariedade
menos nacional.
ministarial, e
tanto esquecido
deputado consultar os Annaes
verificar que, contestada a neces-idade e a
conveniencia desta medida por um memoro
da opposico, o Sr. ministro da agn ultura,
o Sr. conselbeiro Domiciaso, estabeleceu a
questSo no terreno da confianca poltica, e
foi secundado pelo Sr. conselueiro Zicina-.
Eni, os amigos do governo tiveram de
sustenta-la, e os membros da opp9^^
onsequentemente vouram contra a medida
proposta. ,
Verificar tambem o nobre deputado qae
o finado consalheiro Paula e Souza, provo-
cando ao Sr. Octaviano para definir a sua
posico na qiest), visto que bavia babida
os p'rincipaes argumentos com que combi-
na o projecto.nos artigos de fundo do Cor.
reio Mercantil; o Sr. Octav.ano declarou
que, com quan o tivesse combatido este
proi'Cto como redactor daqualla fo.ha, en-
tretanto, uma vez posta a q estio no torre-
no da confi nca pelo governo, nao hesitava
em sacrificar a sua opiaio individual pira
sustentar o gabinete.
Ja v, portanw. o Ilustrado deputado
pela provincia do Rio da Janeiro q ie ence-
oii esto debate na segunda d s:ussao, que
nao teve razio para admirar-se de que este
projeclo seja apoiado pelo actu.il governo,
por
verno que preza o i
o de promover o mais promptimente pos-
sivel uma solocio do corpo legislativo O
actual gabinete nao poda de.xar do erfot-
C,r-se para qne esh qae.uo fosj dgcou-
da as cmaras do parlamento afira de ser
ou nao approvada.
\ O Sn. Andradk Fiooruia
^^SonXdo:- O nobre^
lado a qie me refiro estranhou anda que
o partido conservador, que na oppos.ca,
combateu uesta tribuna este pro;ecto, ve-
nhahoje sustntalo; mas, como j d.^e,
em 1864, a opposic-io conservadora nesto
cmara votou nesta qaestio sob. i inflaen
cia de uma questio de conflmea poltica
que poda impo:tar a queda do gabmeto.
O Sr. Pinto LiMA:-Eotao tornou-se
questio de partido.
O Sr. Antonio Prado :- Bem, ma tor-
nou-se qaestio de partido pelo facto de ha-
vela o governo considerado uma qaestio
de gabinete, e ni) parque o partido con
servador, ou os seus membros, que en 5o
se achavam nesta casa, enlendessem deve
consiaera-la como Ul pela sua ^PJ^J J
administrativa, o que por certo nio sena
muito razoavel. ,. .
O Sr. Jnqceira :-Antes disto tinha-se
fallado contra. -&L.
O Sr. Andrade Figueira:-E desxut-O-
se o mrito do projecto.
(Hi outros apartes.)
O Sr. Antonio Prado :- O nobre depu-
tado que acabou de oceupar a alteocao da
casa tio agradavelmente com a sua palavra
eloquente, es'abelewa as Pfem^sas de^st
a
. FOLHETIiW
\ \IU MUS II MU
POR
Xavier de Montpia.
rgomeot ci fazendo o histrico da estrada
de ferro de Pernambueo, com especialidaae
a respeito da garanta do capital addicional;
entretanto, o n(bre deputado, permitj
que o diga, foi incompleto na sna narracio
4 Adoptauto o mesmo systema do nobre
deDutado, peo permissio -casa par i fazer
de nova essa narracio, porm mais deUlha
damente, nio esquecendo nenboma das c.r
cumstancias que foram em grande parte
preteridas pelo nobre dapntato.
A ai n. 5611 de"26 de junho de 1854
deu ao governo autorisaca) para contractar
com as companhias que apparecessem a
consiruceio da caminbos de ferro em qual-
quer ponto do Imperio, fioando esses con
tractos dependentes da approvagiojlo corpo
legislativo. .
O Sr. Araujo Lima :-.L exacto.
O Sr. Antn Prado :-Em virlude
dessa autorisacio legislativa, banou o de-
creto n. 1.030 de 7 de agisto /MW
eoncedendo a Eduardo e a Alfr. d) da M )rnav
privilegio exclusivo por 90 annos para cons-
truirem uma estrada de ferro na provincia
de Piruambuco, da cidade do BiCife po-
voacio denominada Agua-Preta.
por
Esta condicio foi altrala pelo contracto
posterior do segunte modo: a garanta
seria sempre a mesma, qualquer que fosse
a quantia em que importassem as. obras.
Segunda alteracio. Pelo contrato de 7 fle
agosto, o governo linha o direito de verifi-
car as daspezas de construc?ao. de custeio
e de receita, e a companhia era obrigada a
franquear ao governo o esame de todos os^
seus livros. Peto contrato de 13 de Outu-
bro, o governo ficou ;s com o direito de
fiscalisar o custeio e a receita para calcular
o rendimonto. ,
Eis o ponto para q e chamo principai-
manto a altenco da cmara. O governo
desisti do direito que tinha pelo
contrato primitivo de fiscalisar as des-
pezas feitas com a construccio da estrada,
limitando apenas esses direito fiscalisacio
dos Irnos- quanto ao cwteio e a receita,
para calcular o rendimento liquido da es-
trada.
Fixado o capital da estrada, comacaram a
apparecer emtwraeos, uma vez iniciados os
trabalhos, porque reconhecen-se que a som-
ma primitiva nio era suffioiente, e que hou-
ve erros no orcamento das obras. Essas
erros nio devem ser estraohndos, porque
foi a estrada de ferro de Pernambueo a pri
meira que se tratou de realisar no paiz por
meto de uma companhia estrangeira.
A' vista deste estad j de cousas, o gover-
oo, allendendo s reclamagoes da compa-
nhia, resolveo por um decreto alterar os
decretos de 7 de agosto e de 13 de outu-
brq, e essas alteraces toram feitas doi se-
guinte modo: o capital de lib. 875,190 foi
elevado a lib. 1,200,000; o governo so se
obrigava por esta quantia, quaesquer que
fossem os gastos que se fizessem, os quaes,
importando emmaior cifra, seriad fetos por
conta da companhia. Foi restabelecida
tambem a fiscalisacio plena do governo,
mas nicamente para o excesso do ca-
pital. ,
Ficou, portanto, estabelecido claramente
que a companhia nao teria o direito de f*-
zer quaesquer reclaraaces, embira o capi-
tal que novamente se flxa^a fosse insufci-
ente para a execuco da estrada.
Fixado o capital em lib. 1,230,000, nio
pode a :ompanhia levanta lo na praca de
Londres, porque as saas aceces j estavam
muit depreciadas. Entio, otihsaodo-se da
lei n. 912 de 26 de agosto de 1857, que
autorisava o governo a proporcianar as com-
panhias de estradas de ferro os meios de
levantar um terco do capital fixado, porum
emprestimo, dentro ou fra do paiz. a com-
panhia da estrada de farro de Pernambueo
reclamou o beneficio d-ssa lei.
Em vista dasta reclamacSo, o gov >rno.
so como um accrescimo constante do lio
485,000 sobre o capital de lib. l.suw.wu.
Se passar a garanta pedida neste projec-
to, o accrescimo da garanta sobre o capital
de lib. 1,800,000 ser apenas atoo annode
1890. Deve-se tambem atlender que 3
estrada vai prosperando, e que ha toda a
probabilidade de qne esto garanta seja em
parte nominal.
OSr. Andrade Figrira : Nem eu ar-.
gumentai por libras, argumantei com a le-1
tra do projecto. .. ,
0 Sr. Antonio Prado :-Esta 6 a histo-
ria da companhia da estrada de ferro de Per-
nambueo. .
A' vista desta exposc*>, a cmara \e
que a compannia realmente nio tinha di-
reito de exigir aogmanto do capital; ye
mais que o governo nao tinha o direito ae
exercer a, fiscalisacio do cantrato primitivo
sobre o emprego do oapital na constroccio
das obras. .
Passemos agora, estabelecido este ponto,
questio que nos eccupa.'isto a conces-
si. da garanta para o capital addcionai.
Concluida a primeira seccio da estrada,
aberta ao trafico, e proseguirdo os traba-
lhos na segunda e terceira, i.rMonheceua
companhia que o capital de lib. l.OJ.two
era ainda insofficiente para chegar a con-
clusio das obras. Lulando com a mpos-
sibilidade de levantar com os seus propnos
recursos novos capilaes, sobretodo sera a
trarantiado governo, representou el a ao
aoverno pedindo Ihe que por equ.dade se
Ihe concedesse garanta de juros para o
capital addicional de lib. 600,000.
inaooes'- diferentes sio entremeadas de coo-
demnafas por falsificacin e tr4antice.
A primeira vez. f i sentenceido em Bra-
xelias, no di 18 de dezembro de 1828, a
des annos de trabalhos toreados e marca,
sobo nome oVAmyas Deane.
Emil841, o-tribnnal correccional do Seos
condemoava-o, -em C&'de dezerabro, a'tra-
balbos^toreados por toda vida, sob o nome
de lloraos Belraore. #
Em 1847, pelo mesmo motivo, condem-
noa-o o tribuna* de Brabaot a dei annos
da- mesma pena. Beconbeceo-se eotio qua
j fra coodemnado e estygmatisado com
a mi rea em SainUOmer, no dia 4 de de-
zambro de 1819, sob o nome de John Kser
Teve entio uma-sratenca a trabalhos tor-
eados sob o nome de William.
Agora est preso em BruxeUas, sob o
nome de Convw S yraotjr, e perseguido
por falsficacSes e burlas.
O que ha de curioso no c so desle aven-
turero polynymo. que de cada sentenca
mtervem a familia, Wellington cora a sua in-
fluencia para obter o perdi' d'elle. Pnas
vezes foi 'estygmatisado pela mi do carras-
co, e o seu. hombro nio tem marca nenbu-
ma. I>uas vezes foi comprado o carrasco,
que applicou o ferro ao de leve. D'abi. e
isto muito sragular, o coodemnado fam
desapparecer a marca apptkando sobre ella
um arenque escalado.
O processo de Conway Seymoor ba de
abundar em revelacSes extraordinarias.. L.
uto vardadeiro romance, que vae desenvol-
ver-se perante a juslie, decidindose o cul-
pado, como de crer que se decida, a con-
tar toda a verdade da, sua vida e aventuras.
(C CABIDADE. Para que se veja de que
modo o fervor religioso aproveita todas as oc-
casi5es de fazer alguma coisa boa, copiamos
os segumtes paragraphos de orna corres-
pondencia de Pars :
t Nos saloes aristocrticos do bairro do
S. Germano j se nio danca nem se canta,
mas imag nou-se uma distraccio lio nova
quanto engenbosa: a de pratkas piedosas
paia excitar a caridade.
c Allia-se d'este modo a orna reuniio
mundana o mrito de orna boa obra.
A iniciadora d'esta idea foi a duques
de Bochefoucanll. .
Formava o auditorio um ensarno de
mulheres formosas: pronuncioo a allocuoso
monsenhor Bauer, e depois rauitas damas
nobres percorreram o sali com bandejas
de prata. que se eneberam de notas do
banco e de moedas de oiro.
Viarase al os falos mais elegantes e
destinctos. Que harmona as cores e nos
6 t Poderia dizer-se de certos trajes que
sio na elegancia o que na msica uma
opera de Mozart: um conjuncto de gracas
inimitaveis.
ia
MlATuA.
POTJCO DE TUDO.
CLEBBE BIBLIOTHECA. Actualmen
prende muito as attenc5es era Parts a venda
da bibliotheca do marques de Astorga.
Algumas obras teem obtido um preco fa-
buloso : citaremos entre outras a
era, manuscripta
de
pelo decreto o. 2,183 de 5 de junho
1858, aulorisou a companhia a levantar um
emprestimo de lib. 400.0J0, com a garan-
ta di 7 00 e cora aamortisacio del 0|U.
Neste ponto, parece que o n^bre deputa
do eq-iivocoii-se considerando as lib.....
400,000 desse emprestimo com o accresci-
mo ao capital.
PARTE PRIMEIRA.
(Oonlinuacao do n. 143;.
XII
A evaso.
Voltemos agora ao marquez de
Bobustel
Maixent. .
bissemos que, apenas Dionizio
deixoo s o fidalgo, se operara na physio-
nomia desle ultimo repentina e competa
mudanca. Alteraram-:e-lhe as fecoes, e
contrahiram se-lne as l.nhas regulares e bar-
montosas do semblante ; foi-se-he o sorriso
dos labios, e apparecea em lugar d el e
urna expressio de amargura ; enrugou-se-
Ibe a testa, como se em poucos segundos
bouvera envelhecido vinte annos, e ahnai os
seus olhos zoes, ternos e'sympalhicos,
tomaram a fra rigidez do ac, e revelaram
no fundo om abysrao de perversidade im-
placavel e calculada.
O marquez nio se despio ; so o que fez
foi apagar a luz e atrar comsigo para cima
da cama. ,
Ficou, po:s, esperando, e os pensamentos
iue Ihe agitavam o espirito n'aquella noute
sombra foram qual d'elles mais desconso-
lador Ao encarar de frente a sua situa-
rlo, acbou-a espantosa. Sznho e desar-
mado ti'uma casa toda cheia de sentinellas,
ra em Julia que punha a sua nmea espe-
rance ; mas saberia a rapariga cumpnr o
que prometiera ? Atrever-se-hia a sabir
3o qnarto m;ia noute ? Conseguira
atravessar o corredor, sem qne os seus
assos pelo sobrado acordaron o prebos-
te, para o qae bastara apenas om sopro,
secaado elle mesmo dissera 1
Pois anda nio eram estas as nicas even-
tualidades possiveis.; mesmo dado o caso
de que a rapariga triumphasse da toaos os
obstculos e conseguisse levar ao marquez
uma chave pira elle se poder evadir, sem
capaz o fidalgo de sahir da esta'.lagem sem
encontrar alguma Sentnella que, por muito
embriagada que estivesse, dina "a voz de
alarma, e o obrigaria por torca a entre-
i?ar-se. ,,
Ora bem: se nao fugisse dorante aquella
noute, se chogassem a levado i Clermmt
e a mette-lo na cadeia, nem por sombras
du%idava da morte que o esperava : se
com o s u fiogimcnlo e semblante hypo-
crita havia po ido engaar Uioaizio Bobus-
tel e quasi convence-lo" da sua. innocencia,
nio succederia o mesmo com o governador
civil e cora os juizes. E tantos eram os
seus crimes e por tal modo comprovados,
que o maior favor que poderia esperar, era
attencao sua elevada nobreza e sua fi-
lustre parentella, seria o commutarem-lhe a
pena de morte na de prisio perpetua.
Assim discorrendo, pareciam-lhe as horas
seculos ao marquez de Saiot-Maixent que,
cheio de impaciencia, nio poda supportar
semelbante espectativa. Deu afinal meta
noutno relogio da aldeia, e cada ama das
sonoras badaladas fez palpitar angustiosa-
mente o coracio do moco.
Ainda os sons vibravam no ar, qnanuo
uma luz averraelbada allumiou por instantes
o quarto do marquez e se ouvio um rmdo
longinquo, -volvendo tudo em seguida
escurido e ao silencio. O clario e o ruido
eram os annuncios de uma tempestade pro
kimaarebentar. O fidalgo sentlo renas-
cer-lhe as esperabas, assentou-se repentr-
namente na cama, e murmurou :
Oh I Bebente embora a tempestade I
Venham trovoeS e relmpagos I Uns safio-
carao a bulha que eu fizer, e os oatros
mostrar-me-hio o caminho as trevas. hs-
pero ainda um qaarto de hora,
o intervallo oio vier o rapariga
gir semajuda-
Pas^aram-se dez minlos, ao cabo dos
quaes, ao tempo de ribombar um trovio
muito mais peno e mais strondoso que os
anteriores, parecen ao marquez ouvtr para
o lado da porta nm ruido quasi mpercep-
tivel. Poz o ouvilo escata com dobrada
U3U..KVO, com glosas latina? e ca-
racteres de oiro do secuto XII. arrematada
por 3,000 francos; Poesas de Jmo Molmet,
um volume 1,500 francos; O Uvro da ju-
risprudencia civil e eclesistica, do secuto
XII 1 900 francos; Historia sagrada e pro-
fana, secuto XV, 4.000.
0 total da venda e:eva-ss at agora a
50,000 francos. .
Entre as obras que esli anda por ven-
der flguram algumas manuscritas do sec-
lo XII e XIII, taes como o Procesionum,
que prinripiou em Sevilha ; Chromca de
Suremberg, e muitas outras obra* de gran-
de mrito.
NOVO B0C\MB0LG. Est de presente
em B-uxellas. segundo onta o peridico
fraocez La Clochc, na prisa > dos Petits-
Carmes, um aventureiro, cuja vida poda
dar om curiosissimo romance ao vsyinde
Ponson du Terrail. '
um velho de 74 annos. Filho natural
do duque de Wellington, tem sid ora um
diplmala, ora um correio de gabinete, e
gante for
de inglez, <
CAMAL DE SUEZ. A total receita co-
brada no Canal de Suez desde o da da sua
abertura, at 30 de abril de,1870 futo
1 933:395 francos, a verba Imposto soDre
o transito de navios 1,303:653 francos
Sobre mercadorias e passagetros 519:9b7
francos. De renda de popriedade e casas
109:775 francos.
Os dois mezes de mveo e abril produ-
ziram o triplo do rendimento de Janeiro e
fevereiro. .
attencio, e logo se, convencen de que nao
fra engao, porque o rpido clario de um
novo relmpago mostrou-lhe a pora de
querto aberta e no humbral uma forma
branca, immovel, como ,.um phantasma.
Era Jaita. a
_ Onde est, senhor marquez ? per-
gontoa amocinhi com voz liobaixaque
pareca um sopro. -... ,
Aqui... respondeu Saint-Maixant.
Um instante depois, e sem a ter ouyido
aproximar-se, porque a pobre menina an-
dava descalca e com infinitas precaucSes,
sendo o fidalgo uma mi ardente pousar
na d'elle que estava de gelo.
Fiel aos seus costumes de galaitena,
apezar da\errivel sitoacio em que se yia.
quiz o marquez abracar a raparigai ; ella,
porm, afastoa-o bruscamente, e balbuc
com ama especie da pudor offendtdo
Ah senhor marquez
pensando t
Em si, minha amada, volveu
M.ixent. Nio sabe que a adoro ?
E ser esta a occasyio para dizer taes
d oudices ? .n
sempre occastio de a gente
qae me promet-
Nio trago I
gante forasteiro, engenhairo civil, professor
Aa nni/.7 a udas estas profiss5es
e si-
PEDB\S QUE ANDAM.-A Australia, diz
o jornal Naturaliste Canadien, esse paiz de
maravilhas e de proteotos, entre o numero
de suas curiosidades, conta boje pedrasque
andam. Sio paqueaos calhaos arredonda-
dos, desde o lomanbo de urna ervilha at
ao de seis pollegadis d" dimetro, que,
postos no sobrado, em cima de uma mes>,
ou sobre qualquer superficie lisa e horison-
tal, aumou dois ps da distancia urnas
das outras, entrara logo em movimentoreu-
nindo-se a um centro commum, dispon-
do-se pouco mais ou menos como ovos n'um
ninho. Sa entio d'ellas destacarem uma
para distancia de trila a trinta e seis pol-
galas, vae mmediatamenle reunir-se s
suas companheiras, mas se a afastam para
a distancia da quatro a cinco ps, fica sem
movimanto. '
Essas pedras acham-se no fundo de pe-
queos charcos com alguns pos de dime-
tro, e n'uma regina esterii.
em que esl
Saint-
se
am Nio toe disse'que a sua vida est em
pe-De certo ; mas a morte'qae importa *
Com a cabeca deluda no cepo e o cotel o
suspenso por cima de mim, repertir-lhebia
com toda a verdade que a amo.
r Que fez entio pfa se arriscar -a i
E'
se-
tenta re fu-
castigo ? disse Julia interrompendo-o.
realmente criminoso? Nio acredito
melbante cousa.
E faz bem, minha amada, porque sou
de todoem todo innocente-, tenho, porm.
terrives inimigos, que juraran dar cabo de
mira, ese conseguem encerrar-ma na xa-
deia/hio de tirar-me todos os meios de
defesa, bio de fazer-me. saccdmb.r sob o
oeso das suas calumniosas aecusacoes e
das falsas prvas prfidamente accumuladas
Lcontramim, n'ama palawa.hio de fazer
Sir a minha cabeca no patibalo. Por tsso
'L%t\ balbuciou Julia com a voz
afogada pelos solocos. Fagir I E como?julios.
Nao traz ah a chave
teu anda agora ?
Ah de m:m!
Porque ? .
O preboste pedio meu pai todas as
chaves da estallagem e tem-as no quarto.
Saint-Maixent mordeu os l mos para
c nter nina blasphemia que la proferir.
Maldito preboste! murmurou elle.
Que hei de fazer ?
Nao sei.
N'aquelle instante salcon as trevas um
relmpago. O raarqiez estendea a mao
para a janella e disse :
Vou saltar por ali.
Seria a sua perda, volveu Jalia aba-
nando a cabeca; esto doas sentinella
ra, mesmo por baixo desta jaoalla.
Saint-Maixent tinha agarrado um dos
bracos da moca, e ao ouvir as ultimas pa-
lavras cravoa-lbe as anhas, n'am involun
tario e ruda movimanto de raiva ; a pobre
pequea supportou a dr sem soltar nem
um gem do. .'
Mas emfira, vejamos sempre, conti-
nuou o marquez no auge do desespero : en
nioposso aqui car, como o lobo colbido
no laco pelos aldeios. Nao posso tolerar
que esses desgracados me levdm para'Cler-
mont amanhia de madrugada. Preciso fu-
gir, sifl, preciso fugir. O-pateo esta guar-
dado ?
Esto nella doas homens e am na
escada.
Nio lhes den vinho, como eo pedi ?
Ainda fiz mais: dei-lhes agurdente.
Nio estario embriagados?
Hio de estar, mas quando ea agora
passei certa distancia delles, oavios
fallar.
O marquez refiectio profundamente do-
rante alguns segundos.
S3 bem me lembro, disse afinal, ao
p do pateo ha orna horta.
Ha, verdade, senhor raarqaez.
E a horla nio tem nenhuma aberta
que deite para o campo ?
Nada ; toda ella cercada por um
alto ripado ; mas l nd fim, esquerda, ha
ama brecha mal tapada com vides e espi-
Poder saltar por cima d'elles om
cavallo ?
P le, se for bem guiado.
Pois bem, fujo por ahi. A coeneira
onde ? ,. .
No pateo, debaixo do telheiro.
Obrigado, m8u amor. E agora, tca-
me ootro favor... o ultimo... o maior de
todos...
Qual ?
D-me uma faca.-
Uma faca Para que ?
Para me defender se me atacarem,
para me matar se fr agarrado.
Ah l senhor isso lio impossivel
para mim, como dar-lha a chave As facas
esto na cosioha, e a porta ficou lechada
como as demais. Esta noute nio somos
nos os donos di estalagem. O preboste
manda, e preciso obedecer-lhe.
Como ha de ser raumurou o moco.
Bastar-me-ha o mea valor e o meu deses-
pero. Vou fugir immedtamente.
Espere que rebenta algara trovao,
para que nio odca o preboste.
O marquez deteve-se, e tirando do dedo
um annel de bastante valor, entregoa-o
Julia, dizendo :
- Guarde isto, por amor de mim, que-
rida ; lembre-se de q te a amo, e fique certa
que se esta noute me nio matarem, breve-
mente me tornar a ver.
Ao mesmo tempo que dizia estas pala-
vras ia abracando a pejuena, que desla
vez nio teve animo nem vontade para o
.it jet *Jp
Ribombjn alfim a poderosa voz da tor-
menta, e o marquez aprove.too a occasiao
para andar com passo rpido a distancia
5ue o separava da varanda, para onde Julia
o seguio Debrucoa-se o fidalgo na grade
de mdeira, olhou para baixo, e presin
attencio, esperando ouvir os soldados a
roncar. Mas a esperanca foi baldada ; os
homens do marechalato, aguerridos e que
se nio embriagam fcilmente, estavam acor-
To oaves, camarada, o*sarrabulho
pelo frequente b icejar. Parece que todos
os diabos sahiram do inferno para fazer ba-
rulbo esta noute. Is30 afinal de contas
vem a dar n'uma valente chuvada, que ba-
vemos de apanhar em cima das costellas,
eque nos pbe ahi como dois pintos
calcudos!
Pois olha. o melhor a gente prev-
nir-se contra o aguacetro, que nio tarda.
Vamos nos molhando isto c por dentro,
em quanto a chuva nio nos ve n molhar por
fra. Dac a gar.afa. .
J est quasi vazia. Espera, pn-
meiro'beboeu uma golada.
Ao menos deixa uma pinga para
mim. A agurdente da rapariga nio
m as garrafas que eu acho pequeas.
Mal a gente as p5a bocea, esli logo no
fuodo. ^
Os-dous homens, um aps outro, deram
um prolongado beijo na garrafa, e e.la ul-
tima libacio foi como a goto d'agua que
faz trasbordar um copo..; de sorte qae a
embriaguez nio tardou a produzr nenes
um somno pesado e irresislivel. .
Andr e Jacob faziam a sua sentnella
commodamente assentados sobre uns sac-
eos de palha. Um e outro^ perderam o
equilibrio e deixarara-se cah.r para traz
semfazerem nenhuma tentativa para se
levantar. Dal poaco estavam adorme-
cidos, e o marquez. qae na varand. espe-
rava impaciente, leve afinal o prazer de os
ouvir roncar com o mesmo estrondo que
o preboste, cousa que Ihe pacecea do ma.s
^'iKfat vista disse o fidalgo
^Efe'nni movimento para saltar por c-
majapgente._ ^^ segrea0u a rapariga
tma viveza, colhendo o marquez por nm
hraro por aqui, nm pqueo mais esquer-
Sa porque n'este sittohi l em baixo um
gSnPde monte de.palha. Nio corre assim
r seo de se molestar, e a queda far ,menos
. _,,_. i mKro.ci "nna a cancella para a
que anda l por cima ? disse ama voz
agurdente a. ^, Inlaglnas qae estoa
? redargaio outra voz entrecortada
sardo
balha. Lembre-s -que ">" PJ
borla "fica dlreita e- a oatra sahida es-
querda. Salte agora, v...e Deas o pro-
^ e giei (C**>*r **)
fTF^DO PAHIO -OA UUU15 0^ CAXU
'


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EOK9IZ6L1_YAKNY4 INGEST_TIME 2013-09-19T22:29:32Z PACKAGE AA00011611_13076
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES