Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13075


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Full Text


: HMimwii.
^ttflHl^HH
i
ItfU A CAPITAL E iUGABES OHDE SAO SE PAGA ?0STE.
Por tres mfcs adiantados................. 6,5000
( seis d(it dem................... 12,5000
"wum atnr lem..................... 24AOOO
^d lumefi avuiso........[ [ ] [ \ \ \ \ \ 320
,^>.
&&&%,
PABA EMTRO E PORA DA PBOVIHCIA.
Por tres raezes achantados ............
Por seis ditos idem................
Por nove ditos dem...............
Por um anno idem.........
6750
13,5500
205250,
270000
*m
Propriedade de Manoel Ffjpieira de Faria & Filhos.


>**


>,
,s$i
i8
s'Srs. Gerardo A tomo Alves Filhos. no Para ;,Goncalves d Pinto, no Maranhao ; Joaqnim Jos de Oliveira, no Cear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracaty ; Jofejferi JaJio.Chaw, noTSsTTAntonio Marques da Silva, no-Katal; Jos Justino
Pereira d'Almeida, em Mamaqguape ; Antonio Alexandrino de. Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Penha ; Belarmino do* Santos Bolcao, em Santo Antao; Domingos Jos d Cosa Braga,
eTNazareth ; Francisco Tavares da Costa, em Aiagoas ; Dr. Jos Martins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinbo no Rio de Janeiro.
PERBAMCO.
ASSEMBLA PBOVEfClAL.
ICsriirs pronunciado prlo Sr. dr Hado Dr. Anto-
nio Luiz CiTalcantf de Albmji.rqnr, na smaa
dr .49 > nuio, por eerasio di diseussSe da
rorca policial, e que s agora i publicado, por
t r-nos sido entregue a 27 do m<% passado.
O SI!. ANTONIO CAVALCANTE '-Temoeclrar
n tao importante debate, Sr. presidente ; e espe-
ter de responder a algn dos taus dislmc-
collegas dissidentes, vi*m qu 0 ArWhante dis-
"' anunciado no Om da ^o ,J hontem me
mica ensanxaspara connuaila discussao.
alona nao esla espolada, porq;fe urna ques-
ea ordem sempre fortil e vasta, permitie
izer-se muila coala antes de que ailtima pala-
ra so pronuiucie. e anda assim fieaF a dizer ;
por outru lado evidente que no lerr.no em qu
tem cllorado o debate, difflcilliii, o encargo
aquelles que tem a Urea derespoudfer aos no-
-es deputadu que nao stop de acatrdo com o
ojelo. A tarefa sempre irdua quiulo se tem
responder a qualquer adversario, as sobe de
,nto <|uando nao sao adversarios poli.ieos aquel-
s a quem se responde, mas sim rnicas...
, l'it Sn. Uepiitado .Amigos muilosorestantes.
O Sit. A. Cavalcinte:Amigos e amigosmui-
prestanies ; como acabo de dizer o honrado
embroque se sema afronte de mim, auxilian-
-me com seu aparte.l
>e amigos prestrnosos mostrad d*gosto, ou
accordo na raaneim do ver oshego-os, quer
"- ativatuente ao governo, quer a partido em sua
rercio, nos cumpremais do que nunca rospon-
cr-lhes, desiludindoos, procurande tonvenee-
-. mas evitando o uais que lorpessivel mofes-
os.
teaho como regra Je conducta fio molestar na
ussao nem mn;m> a adversarios vercadeiros,
s isso que anula inais me embanca qnando
posso deixar pasar eertw pensamentc, cer-
palavras pronuneadas por raeus distinctos col-
as no recinto desa casa, em perfeito desaceor-
tnuitas veces coiras ideas que presidt-m as nos-
Ja deliberacoes, ceno as ideas que dominam o
^rtido a qu perteicemos ; e muitas vezes rela-
1- nicamente a.ateresses que se chocam, cuja
blicacao siinplesnenie j causa dr, qiranto
iais o desenvolvimnto de seu sentido !
Sr. presidente, 0: partidos nao podem str como
xercito.* cuja diciplina exige urna obediencia
iva e cega ; o >oidado nao pode deixar de
imprir ficlment as ordens do sej-iatur. au
uso que o homan poli*^- profede de diversa
aneira. Os panfos nao podeui sar entendidos
ao como nma jteociaco de homens pensada-
; que se agrupan em torno de urna idea para
" 'i tanto (Jpnto possivel. A idea que pre-
"tido )nservador a sustentarlo da
+t&0, da f al se nao deseja tirar urna vir-
lista gara ou das liberdades publicas to sa-
' promuada por no-sos maiores e to fe-
adopiadi pelo imperio entao nascente,
ra com t qual se devem abracar todos os
ro-, e da jual sao bastanlemente cos-js os
adores.,
senhore?, t< que dii respeito constittticio
fazemos votis para que sua conservadlo seja
ia realidade, jira que as medidas tendentes_a
a execugo, a nais resular, sejam elticazes, nao
pode entendero oiesmo a respeito das leis or-
laras retivasaos dilTereotes ramos quecom-
a administracio. Ahi, por isso mesmo que o
rtido se coinpo' de homens pensadores, as di-
rgencias se aproentam e as opinioes se deba-
11, sera que ludo isso embarece ao governo oa
narcha do partkp. Os inieresses tora, verda-
uina grande uaite em lodosos nossos negocios,
|n j ualural em urna socidade que se compile
lomens; mas etes inieresses quaesquer que
ame'por mais tem eiueddidos que parecam,
.'in ceder o seu lugar ao iriumpho, antes de
i>>. das idai que ustentjmo>.. Se as quesloes'
ticas de administrado ha divergencia, essa li-
gencia deve discuiir-se na tribuna, na impren-
nos comicios, nos clnbs parliculares, enire os
gos acnde qner ]aa elles se enconlrem, al
se resolvam de atcordo com os principios do
tido.
por isso. senhoras, que o partido conserva-
deixa livre nao ?o adosignagao, e escolha dos
os repretentanles |.giimos; como a nianeira
entender as questoe\ financeiras, as quesloes
inistrativas e mdo tais quanto diz respeito ao
;o publico ; mas we uao constitucional.
pjdeinos nesta asaqhbla, portaolo, deliberar
esaecord.) daquillelque lein decidido ootras
bla de correligicaarios, em desaccordo da
6 de um governo ol de muito governos nos-
amisos sem que esijamos era opposicao ou
goni.-ino, com o parta poltico a que penen-
Los i desde que no ionio capital exista ac-
do.
i' assim,' senhores, tae quando as queuoes
sam sobre ideas, se de-ert esclarecer todos os
los damaneira mais psitrva, clara e manifes-
; assim. senhores, qu o partido conservador,
enda de vida propria,io podendo deixar de
jQbecer o dlTeito que ;m o governo de apre-
.r e decidir taes quistos corno entender de ac-
1J0 com.'tyKin.-titueo 'o imperio ; as deixa li-
- a--discseto, para'querjet desenvolvida-, ex-
adas e-apreciadas de Qaneira clara se pos
.ara evidencia ao eonfiaimento de todos,
ihi pode-se bem eoncl*, que no partido con-
orvador a restricta intelhettcia dos principios
mstitucionaes a sinihesettas crencas polticas ;
n como seu apanagio ahberdado mais com-
a d'apreciaco, as qaeioes de ordera secon-
,ia.
Se a presente discussao v'rsasse sobre ideas s-
inte, se se referissem os ttbre&fraottdos aos
eios praticos de administrxof alMlaMtninis
itivos que quizessem proQigtro|^W)dar ; ni
o terreno se tornava moitomarrartl, e lim-
lo o horisonte, como me seria mais fcil a tarefa
responder alguns tpicos d s depntados, que porventun tivessem escapa-
'luelles que rae precedern. Entretanto Sr.
esideute, muito poaco dissq tenho ouvido por
rte dos nobre deputados juera vou resj)on-
:r...
0 Sn. Pedro Affonso :A nim ?
O Sr. A. Cavalca^te : A. V. Etc., bem co-
' aos outros.
Su. Deputado : -* A divergencia nao de
Sa. A. Cavlgante : Pdj. ser de opiniSes
ementes aos difTerenies ranos do servco pu-
mas forca confesaar, ique o desate nao
ar senao sobre Meas, o\ sobre manei-
de ver da administracao os njgocios publico^*
ida que em relacao as rjessnai. Quer n'uni.
|ter n'outro caso, quando nao as ideas capitaes,
menos as ideas praticas, concuscentes ao tim
|que nos dirigilos, devem ser o objecto da
itio.
[ o mea pensamento. ,
Uu Sr. Deputado :Mas nao tejo sido assim.
PKDfu* Arromo : Desentplv? o seu pen-
| ment.
O Sr tt% :Iofelinent nao tem
lio o debate bastante esclareci" neste ponto ;
ansviade a dsiiMao, carainbando para Kr-
0 Sn. A. Cavalgamte : e desconveniente.
(A pojados).
Se por parte do Wuslre preopinante, que me
nonra com osle aparte; nada houveque sn pnssa
dizer inconvenienle, touve comtudo, urna certa
confusao, que pretendendi o honrado metnbro en-
contrar as ideas dos oulros, deixou fazer sentir
nas^opiniSes q e manifpsiou.
Eu direi a respeito de S. Exc. que confundi
especialmente os motivo* que lintra para discordar
dos outros. o quanto mais disse, menos esplcou.
quanto mais explicou, menos se fez entender.
Um 8b. Deputado :De proposito.
O Su. A. Cavoxcante :N5o fui isso por falta
de inteligencia, que Ihe a 'reconheco ea bastaute
robusla ; mas nao h vendo; motivos bastos para
esa divergencia, qual naturalmente dao origera
divorsos inieresses, embnri mnilo legtimos e li-
gados a cansa do parlido : sendo a qaeslao a que
se referia o honrado membro, extranha as ideas,
como mesmo teve a franqiie de confessar, an-
da a estas idis em que a opiniao dos correligio-
narios nao tele deixar do ser livre ; era *nesmo
de sua dignidade, para nao tornar odiosa adisrus-
so, embaracar, confundir arada mais de ma-
neira a nos trazer dilQculdade-i.'
O Sr. Pedro Affonso : Essas difflcnldades j
passarara.
O So. A. Cavalcantk :Nao, trouxe-nos difB-
culdade? em responder s Suas brilhanturas.
O Sb. Pedro Affonso : V. Exc. est respon-
dendo taa b wn 1
0 Sr. A. Cavalcantk :Nao posso responder
perfeitamente desde que clarecjdo.de maneira satisfactoria. Desde que a
questo de poltica geral nao tem,urna base qne
nos sirva de ponto de partida ; nao lem como que
a guia qno nos ha de acompanhar no caminho as-
paro para que nos atirouonobre deputado, nao
possivel que, sera grande difliculdade, possamos
responder-lha.
Tomei alguns apontatcentos de tade quanio da-
seram os nobres depulados, i quem oovi, os quaes
infelizmente nao tive tempo de por eraordem ;
mas nina das maiores difflculdades com que luto
hoje na tribuna, a conveniencia de que preciso
uzar para responder aSs. Excs., de maneira qne
nunca possam ver 110 meu pensamegto o menor
vestigio de olTensa. Esse estudo tenho eu feilo,
esludo difflcil e mais dilDcil anda em nma ques-
tao toda poltica e. toda relativa as pessoas. como
veremos depos qnando fdr mais desenvolvido o
mea pensamento.. Felizmente, digo eu, para nos,
se a .vgutnentaca do nobre depuiado que rompeu
o dbale, nao foi clara bastante, de proposito sem
duvida. tambera nao foi ooio palavra por palavra, pensamento por pensamen-
to, me parece que nospodereraos entender. Ou-
iro tap[o_pu*w,n* tuu oulros nobres^epuiados.
1 )i'us permita _
Se, .-"enhores, nos aponuunentos qne tenho entre I
mos, puder encontrar guia sulciente para ros-,
ponder aos nobres depulados^ en espero fazer
acreditar casa que semelhante confusao en're
nos nao existes nem nunca exislio; que o descala-
bro do que >e tem feto tanta questo urna ver-
da leira phanlasia.
O Sr. Pedro Affonso: E' a opiniao do nobre
deputado.
Um Su. Deputado .Ha palavras que fazem
fortuna
0_Sn. A. Cavalcante :E urna bella'paotasia,
sepao para mostrar o frtil e-pirito dos nobres
depulados, ao menos com o lira de melhor conse-
guir o accordo entre todos, na maneira de ver os
negocios, o que quasi impossivei. Se esse o
lira que se drigein os nobres depntados, eu os
louvo; se o fin, tratando djsse imaginario desca-
labro, denunciando a confusao que os nobres de-
pntados encontrara, e que eu alias nao vejo,
coovidarraos a todos os conservadores, para que
nos unamos esqnecendo quaesquer pequeas pai-
xops, qnae-quer queixas, quaesquer inieresses
privados; entao dou parabens fortuna de se ter
succilado esta discussao.
O Sn. Pudro Affonso:Aceito a sua explicacao
0 Sn. A. Cavalcantk : Eu desejarei e e.-"tou
prodipto a concorrer, em tanto quanto me fr
possivel, para (ue um abraco seia o resultado de
todas estas queixas, de todos estes deagosto?, de
todas as inconveniencias, que porvenlura llzeram
suppdr confusao aos nobres depntados.
Um Su. Deputado :Assim seja.
O Sr. A. Cavalcante : Pfaza aos cus que
possamos chegar a es^e resaltado.
Entretanto sempre direi com Dastante sentmen-
to, que, espiritos pouco generosos, collocara-sa
sempre de permeio em todas as nossas quesloes
para trazer a divergencia, a dissidncia no,partido ;
e que esse. esprilos sao mais ou menos levados
as vexes pela;} ambicOe;, outras vezes por contra
riedadesem negocios de poltica geral. Felizmen-
te eu nao tenho receio desletnil, porque sejam
quaes orem os desgostes, estou acosturaado a sa-
crifica-los, e acredito que os ontros farao o
mesmo.
O Sr. Pedro Affonso :E acredite que nao ha
essa intervengo.
O Sr. A. Ca vlgante :Nao sei se ha, nao
acredito nem deixo de acreditar; digo que costa-
mam sempre em todas as quesloes das familias,
dos partidos 9 dos governos. aupareeer individuos
segundo nos foi proscripto p'lo acto addicibnal;
essa nossa attribuicao nao pode interessar a um
partido smente.
O Sr. M. Prrnambuco :E qual o lira dos par-
tidos t Nao o bem geral ?
O Sb. A. Cavalcante :E' nese sentido que
estou fallando. Todos os nossos trabalbos sao
terflentes ao bera publico, ao inieresse geral.
B' natural, reconheco, que a direco do partido
procure acercar-se de seus correligionarios, da-
qnelles que pensara. do mesmo modo, aflm de
por em execu$ao. snas ideas na decisao das
questiJes que se agitarem; natural que as pro-
va, de confianza recaiam sempre sobre amigos ;
raa$ d'ahi nao se conclue que a assembkk tenha
de discutir os inieresses de um partido, mas sim
os inieresses da provincia.' (Apolados).
Eu eliamo a alinelo dos nobres depulados para
esto ponto, que reputo o mais importante. Os
nossos adversarios tem tanto direito de obier jos
tica da nossa parte quanto os nossos amigos. E'
tal vez devido a m intelligencia desie ponto, ou
mesmo ao desejo de concorrer, denunciando o
desacord para que elle cesse.o que leva os nobres
depulados, (acredito que na tnelhor intencao e no
desejo commam a lodos n< de fazer servicos ao
paiz) a declarar-se em opposicao nesta casa, anda
que nao sysiemaliea e radical. Mas eu peco-lhes
encarecidamente que declarem com franqueza
quaes sao. as infraecoes de leis que os nossos
governos tem praticao^qaal 6 a razao era que se
fundam para afflrmar que a direccao do parlido
ou do governo lio tem sido inteiramente de acor-
do com as icas, cora os inieresses que represen-
tamos. Nao basta afflrmar qae existe confusao,
preciso como quelevantar urna ponta do veo, e
declararlal faci praticado nesta? ou naquellas
condic^Ses tem revelado que o partido nao con-
venientemente dirigido, que o governo nao tem
procedido beji. Quando nesta casa nis referimos
ao partido, nao podemos deixar de envolver o go-
verno ; porque, quando um partido est no poder,
ao governo a (lueofeompele a dpeccs de suas
ideas, a verdadeira Inlerpretacao de seas prin-
cipios.
Por consequencia se}a qual for o ponto sobre e
qae divergera os nobres depulados, a tal respeito
deve ser bem estabolecido o debate,determinndo-
se o erro da administrarlo, que onginon a discor-
dia.
Entretanto, observo que sao os proorios nobres
deputado? em dissidencia, que declarara confiar
bastante no governo geral, e na actual adminis-
iracao da provincia. O nobre deputado que en-
cetou o debate, o priraeiro quo se declara go-
veroista, e tal ver mais do que todos nos.
O Sa. Pedro Affonso :Tant) quanto podem
ser.____ 1
^3? *H- -l- ^'^'ISyj* V; ^--u4i.nys applau-
atnwMfl ver oa alrrniQi-
tods n3 nos enchemos de jubilo e satisfagao '
ver que aquelle que raontou o partido, aqulle
que comecou a governar quando subimos, 6 jus-
tamente o que hoje governa ; como (ue se col-
loom era dissidencia os honrados membros, alias
defensores, amigos e dedicados propugnadles
das ideas do actual vicepresidente ?
Como se pode combinar, Sr. presidente, esse
desaccordo, essa confusao, essa opposicao como
enihusiasmo levado sua maior essenci ?
0 Sr. Pjdro Affonso : -Ahi que est a con-
fusao de- V*. Exc-
O Sn. A. Cavalcante :Se a confusao que des-
cubri oj nobre deputado, confusao de que eu nao
posso daxar de participar depois de seu discurso,
se referi aos governos passados, deviara estar sa-
lisfeilos cora a mudanca, e quanto a esses nao ve-
jo motiv* para opposicao, desde, que se nao de-
nunciaran deeisoes irregulares a respeito das
quaes teihamos de dizer alguma cou.-a, no intui-
to de estjgihalisar o seu proeediraento. Se da par-
le desseJ governos passados, a quem nao podem
deixar < > referir-se os nobres deputados.se nao
apona I lia alguma, se nlo trata de urna que;iao
quali|ue determinada, em que se fuadem a/
queixas, estou convencido ,que a eonfuSo lonie
de sor u 1 facto averiguado, un phenonteno re/!o-
nhecido antes o resallado dessa dis-iiUnciatjue
de manir nenhuraa jsodenios corapreltender com
as expllafoes que deram os nobres depntados.
es^onlendo a cada ura, Sr. presidente, eu pro-
curarefdemonstrar que a argumenUcao dos 110-
bres diputados nao procede de modo algum.
Ess/confusao, essa falta de harmona de que
tallararn os nobres depulados, contrasla_coin o
apoio' que todos prestamos a administrarlo, con-
mista com a Bossa posicao na assemblr, onde
1 o passado fraternalmente diversas deliberac,oes;
venendo, ora a opiniao de uus, ora a de ou-
tro||conforme a maneira de entaiider, confor-
me espirito de cada um dos depulados que a
coippde. Nesia assembla, senhofes, se tem dis-
cutido diversos pontos da adiuiriistraclo, diversas
qiiestoes praticas, algums leis lera passado em 3*
cussao ; e se em toda se nao verifica perfeito
aecordo, por que isso impossivei intelligencia
humana. A maneira de ver as cousas diversifica
i seria impossivei em ama assembla de honens
ensadores haver em tudo nma so opiniao ; mas
e isto impossivtt,.v-se ao menos que tedas as
eses que urna medida passa, aquellas que Ihe se,
'adversarios nem por isso guardam reseniimentos,
I
*>
que explorara amina para estabelecer a divergen-fe ao contrario se conformara com o principio de
que se presume sempre mais sabia a decisao da
raaioria ; e nos nao convencemos, ficamos legal-
mente vencidrs, e supportaraos bera a derrota pa-
ra meihor reviyer a ia amanhaa ou em occasiao
opportuna.
Nos governos consltocionaes as niaionas tem
lodo valor, tem toda a preponderancia as delibe-
racoes, o mesmo acontece nos partidos; e se a
maioiia do punido nao encontra razao para esse
desaccordo a que os nobres depntados chamara
descalabro, os nobres deputados que esto em mi-
nora devem resignar-se.
O Sa.. Pe uno Affonso :ftuem diz que nao en
contra?
O Sr. A. Cavalcante :A assembla teste-
munha do fado, por qie a assembla representa
o parlido, e conseguiniemenle a maktna da assem-
bla representa a maioria do parlido. (Aapoiados.)
A assembla urna prova viva da sem razao
nos nobres deputados. e os proprhs jornaes sao
outra prova muito valiosa. Se nada tem appare-
,cido escripto de encontr marcha da- admiras-
trago provincial, prova, signal de que a dis-
sidencia nao existe, e se existe em pequea es-
cala.
Um Sr. Deputado :Falla da admiistraeao pro-
vincial ou geral ?
O Sb. A. Cavalcante :Reflro me a nos; nos
da* somos seoio deputados provinciaes, represen-
tamos os Interesses da provincia, e se temes attrt-
bnicao de velar na guarda d coMliroicao e das leis
nao senao no qne diz respeito nossa provincia.
Se estive9semoj na assembla geral, aonde o ter-
reno mais vasto, poderiamos ir muito alera, mas
aqui nao; apezar de que alguns dos nobres depu-
tados fallaram mnito em negocios do imperio, e
dipagaram como quem discute n'uraa questo de
resposta falla do ihroua S em alguns pontos
eu tocar nicamente para responder ais nobres
deputados, e fa-lo-n to levemente quanto possi
vel a respeito daquillo que excntrico de nosias
attribuicoes.
O Sr. Pkdbo Affonso :Mas nao se esqueca do
Sr. Figueira.
O Sb. A. CavaloanteTeaho notas a respeito
do discurso do nobre deputado pelo districto.
Esta falta de harmonia,. portanto, Sr. presiden-
cia. Nao quero difliir o facto, elle da ordera]
das cousas; e meu desidertum que esses male
nao apparecam, que essa intervencao nao surja,
e se surgir, espero que'da parte de todos nos ha
bstanle coragem para repeli-la.
Posso afflrmar a assembla que nlo me refiroj
pessoa determinada, nem tinha em vista, quai
fallei em semelhante iutervencao tazer alluzo
nao tenho pensamento algum reservado, reflro
aos tactos que era geral se dio entre nos. em t
as sociedades e at as familias.
.Um Sr. Deputado:E se os dissidentes
acredilassein que era esla a intencao do ni
deputado, j tinhara protestado.
O Sr.A. Cavalcanti :Anda bera, e deiovo
assevero que era minhas palavras nunca liapen
sanenlo reservado; tenho a falla de denuiiada
franqueza.
Um Sr. Deputado :E' ura mrito.
O Sr. A. Cavalcante :Que muitas veJ
tem prejudicado.
Esses desgosto?, senhofes, os quaes pVquem
quor que seja determinar, devem ser sempre es-
quecidos quando se trata dveausa publica; devem
ser sempre tratados era particular, e mica no
meio de urna-assembla. Nenhum dos n>fres'de-
putadps fallou do desgostos seus, que se lo refe
risse causa publica; mas deste ou daqptle mo-
do, por amor dos principios, por amor
melhor ser sempre que ellos sejam ma
e apreciados, procurando-se romover-lh
entre os amigos nicamente e nao aquiJ
Anda mesmo quando a marcha do
vai de acord com as nosss aspiracoe"
que da parle do presidente ou do gn
nao houve unja infraccao de le, nanjouve urna
decisao contraria justicia e o direv rpelhor
ser que a d scussao que sobre isso ufjty "e agi"
tar-se; e que a decisao contraria aosjosss inie-
resses ou s-razoes de partido, sejam ranhas as
nossas diseussoos publicas. (NIq ap#dos).a
Eu creio que a assembla'provfcial nao foi
creada para resolver as lides de {ar*). mas sim
para dicidir quesloes de interesse p
cies relativos aos interesses de
pete fazer lejs, interpetra-la?, revo
lo que diz respeito aos inteeeses
1 ideas,
, causa,
no no
[tuda VOZ
rno geral
t?, nlo lera base, nao tem fundam9nto, nao se
|.apresentou a respeito delta tima prova cabal.
Acredito que divergencia exist, por isso meino
que o partido conservador snbio cheio de Jorca,
por hso mesmo que graves intereses se agrupa-
ram em roda delle, se procuraran) fazer sentir
desde que lomamos o poder; as divergencias sao
as conseqnenclas da decisao que em favor deste
ou aquelle se verifica ; aquelle cuja epiniao nao
trlumpha Rea descontente ; cada ura procura na-
turalmente convencer de que a razao est de sna
pane, e que nao tem os oulros, anda qua ami-
gos sejam
Ora. esses predicados encontram sempre eco,
muitas vezes al em pessoas muito Ilustradas, por
que a sua maneira de ver as cousas diversa,
da que Se contm na solacio obtida; por isso
justamente que pao podem deixar de apparecer di-
vergencias em todas las reunies do homens, e
principalmente nos partidos.
A onde1 possivel que a harmona se d perfei-
tamente, de maneira que nlo haja um desconten-
lamento, r4>qltan(e da decislo, mais ou menos fa-
voravel, sello as pes-oas, aos interesses daquelles
que Ihe solmaii intimamente ligados ? Qual o
lugar aond se nao encontram divergencias desta
ordem, aonile se nao encontra as vezes at phre-
nesi por nnj principio que nao pode ser adoptado,
0 que est- muirs vezes era desaccordo das ideas
capitaes dnipulido,?
Estas divrgencia's, se encontrarlo sempre nos
membros de qualquer parlido, e deltas nos nlo
podemos livrar. Nao trato dos interesses priva-
do*., porque entao isto iria mnito longe, e devo
supprque nest assembla nao respiramelles; fallo
de interesses pblicos, e de razoaveis aspiraces.
' O lobre depdtado que encetou o debate bem
a meu pezar, fallou era desgosios meas, respon-
deodoia um aparte que Ihe dei...
Corrbuanto nao tenha necessida le de defender-
me, nj) posso deixar de demorar-me alguns mo-
mento* neste ponto.
rdade qae lendo lido desgostos e muito se-
as efles lem resultado em parte da soffre-
de alguns amigos, outras vezes da maneira
rar os negocios polticos ;' cuja aprecia cao
or (Arte de bons alhados e a pratica de ceos
actosnao me parecen) de accordo com os iuie-
resseldo parlido. Pelo que diz respeito a mira,
nascw dainjuslie* com que se me tem attnbuido
hosiilttade*, e pretencSes a pequea influencia ;
quami o lira ur.ieo de meu constante trabalho foi,
sempri o atcordo entre todos, para qne o partido,
que son duvida consiitue urna pessoa moral,
contena em si um s pensaraenio. E' essa vai-
dade, f uo de encontr a cellos interesses quasi
impossivei, de realizar-se o pensamento que tem
presidido sempre aos meus esforc,os. Os meue
dosgosBs leetn sido por tanlo, o resultado 4&J&-
sojo qne nutro de que oWitie rit
forca, jauiu moderaba,'? muita
macme em oppos^c>,->"ro^fOTern,).
OSr. rebwsApfosff-r-Mas eu ja disse quo
V. Exc. eta pvn)ao.
O Sr. A.yt0nio Cavaloante : Eu nao^com-
prehend bem- a phrxse, e se traduz a intencao de
V. Exc a interprefaeo que Ihe d o mea espirito,
entao todos' nos somos puritanos. Si a definilo
de puritas e a que deram na assembla geral os
conservadores qae faziam opposicao ao ministerio
de 4 de indio, era 1858 ; si puritano justamente
aquitlo qae se disse nessa occasiao, entao todos
nos sorais puritanos, e nlo smente eu. Mas
esta, p.ilava muito especial poden produzr des-
gosj ; quando nao em nossos collegas, em outras
pessoas aje, ligados comnosco, nao es tejara no
caso de ter ein sen favor essa qualificacSo. Pelo
qoe pee) to nopre deputado licenca para retirar-
inos al eijpressao da discussao.
' O Sr. idro Affonso : Satisfaco ac sen pe-
dido.
1 O Sr. A Cavalcante : Para prova desse de-
saccordo f confusao de que falln o nobre deputa,
do, trouxf a eloiejfc das commissdes, cuja combi-
'eila fra da assembla.
ebro Affonso : Isso foi accidental-
ice, e neg-
nos com-
-las,naquil-
a provincia
na^aj foi
O Sr.
mente.
O Sr. A Cavalcane :Foi urna das prova*
dos desgojtos, do il-sacordo entre nos. Commis-
soi's que ievtem ter sido feitas de eombinacao
Um Sr.IDeputahd : Ao menos prova o desejo
que haviaj de estabelecer divergencia.
O Sr. 4- Cavalcante : Um outro honrado
membro abundindo'has mesmas ideas, disse que
nao tinham combinado lodos, na distribuig) das
commiss5s, e accresceowu que as pretencoes de
ehefe erara a causa de semelhante proeediraento.
Tudo islo se prende de maneira tal que a res-
posta nao pode derxa- de ser urna s.
Acho qie nlo ha razio da parte dos nobres de-
putados m sfuieihantfi aseereao.
E' verdade qu as coramisses forara combina-
das na casa de unj.de uosso* collegas, mas nim
isso tinha por 'liip outra cousa alera do accordo
a que desejavaran* chegar ; nem poda jamis
produzir resultado, si dependendo de volacao,
aaui os cairos direrissora. as sesses difflcil
tratar de urna eombinacao desias ; fra do sallo
quer quando entramos, qi^er quando saimos, o
lempo nao sutrieute ; reumrara-se pois alguns
amigos, de moto propno, e sem que fizesse convi-
te; o nobre deputado que prestou sua casa para
aconferencia; evilando assim que se Ihe attribuisse
a preteneao do dirigir-oos. Eu foi convidado por
um dos nobres deputados que nao foi reaoiao, e
que est bem longe de pretender ser ehefe.
Um Sr. Deputado : Est bem longe de querer
ser ehefe.
O Sr. A.' Cavalcante : Digo isto,ora_o in-
tuito de fazer-lhe um elogio, porque esses sao os
raeus sen ti montos, dos quaes suppondo dominado
o nobre deputado, creio que Ihe nlo faco injustica.
(Trocam-se apartes).
OSe. A. C.WALCVNT11 :=Dizia eu que foi em
caza de um de nossos collegas que se combina-
ram as prova de modoialgum pretencoes a direccao, nem
excita desaccordo.
Na eleiclo das commissoes na se pode deixar
de attender aos desejos e aptid5es de cada ura dos
nobres depulados. Neste sentido convieram raeia
duzia de amigos, em que esse negocio fosse deci-
dido entre elles; para o qae eseolheram a casa
mais central,' a onde fosse mais fcil a reuniao, e
ahi discutirn! amigavelmente, aecordando nos
nomes era que abrtam de votar.
Un Sr.' Deputdo : Note-se qne essa combina-
cao foi profundamente modificada nesta casa. /
(lia um 601ro aparte.)
0Sr.*A. Cwacante :Houve anda modifica-
Slo nquiflo que se tihlia combinado, para me-
jor firmar o accordo entre todos, como se con-
clue do segrate (acto. Ped que se rae nao podes
sem dispensar de trabalbos de coramisso, com-
prehendessem o mea nome em algoraa, que fosse
relativa a questes de direito. Era vista dtsso,
convieraraos "nijSteS111'8 ea entrara tembem na
comrnisso de 4^^^Bjnas nao me surprehendi
de nlo ser eleito, tympje' sabia que aquella corabi-
nacao poda sdr alterada aqnt at volacao.
(Ha ura aparte.) ,
O Sr. A. Cavalcanti :Depois, nao estando eu
na casa na occasiao da eleieao respectiva, e que-
rendo saber por curiosidade a razao de minha ex-
clusao, explicaran)-rao a conveniencia que rece
nheci, de entrar para a coramissao urna outra pes-
de antemi para fazer parte delta.
O Sn. H. Mamede:Pertenco a coramissao de
legislocSo, mas bom drzer. tque nao disputei o
lugar,
Eu axpljcarep. este
irla orov.
O Sr. A. Cavalcante :Ningoem dlspuiou o
lugar e mesmo, na j:o*Btonac3o se me tivessem
feito alguma objeeeao, estaa inmediatamente de
accordo.
O Sr. H; Mamkdk :Pela minha parte deea-
ro que nlo querr nenhuma coramissao.
O Sr. A. Ca-valcante :Jtas foi justamente V.
Exc. o incluido na commisso em meu logar.
OSn. Hl Mamede :Nao ped a ningoera* de-
clare mesmo que tinha os meus afazeres, nao
ped para entrar em commissao alguma.
GtLA. Cavalcante :Acredito que assim foi.
O Su. H. Mamede:So me adoirnm nessa com-
rnisso ou n'outra qualqner f- sera me oovirem.
O Sr. A. Cavalcnte :Por urna prova de
conGanca na pessoa de V. Exc.
O Sn. H. Mamedb :Foi talvsx porpue me ti-
vesse manifestado con tra a comMnario habida;
porm deciarjiqae illudiram-se, porque nao acei-
to imposieaifTie qualidade alguma.
O Sr. A. Calalcinte :\5o houve irapo9ir;ao
nenhuraa ; combinaram-se alguns deputados em
que as commissoes deviam ser organisadas por
ial ou tal forma, sem se fazer disso questio; fi>-
cando a liberdade qae nao fe poda negar, aos que
nae accedessem eombinacao, de votar em quem
Ihes perecesse. Na votaclo sahiran> as commis-
soes com poncas excepcoes conforme o ajustado ;
e en appliudi a sabsiiluiclo do meu> norae na de
legislarlo, porque nao poda deixar de apreciar a
prqva de confianza e consideraeao quo se dava ao
honrado membro que se senla defronte de mim.*
O Sr. H. Ma-mede :Ea agradeca.
O Sb. A. Cavalcante :Essa |combraaoIo, por-
tanto est longe de fazer prova de confusao e des-
accordo ; bera ao contrario demonstra a harmona
que exiiia nesta assombla, por isso quo a vota-
cao correspnndeu inteiramente expectativa.
Um Sb. Deputad .:Apenas com urna pequea
alinelo.
OSr. A. Cavailcante: Alteracao que prova
aioda mais o accordo entre todos nos;:eupois
declare que a meu respeito eslavam autorisados a
fazer o que entndessem.
Um Sb. Deputado : Deixe esse campo.
O Sb. A. avalcante :S fallei histo para res-
ponder ao nobre deputado, qnando quiz dar a en-
tender que isto denun'.iava pretencoes de ehefe por
parte do nobre deputado 10I0 l' districto.
UmSr. Dkputado:A questlo tao pequea!'
O Sb. A. Cavalcante: Mas trooxe-se para pro-
va da confuslo, e para mostrar que nao ha essa
direccao nem pretencan a dirigir, basta ver que
ella nao tem apparecido al hoje.
O Sr. Pedbo Affonso :A respeito da questlo
de ehefe j onvi nma troca de palavras entre 0
nobre deputado'e um outro.
O Sb. A. Cabalgante : -
J4WM)ip
JUVUwifl 0> chafa m.qj
lira grupos divergentes h
se questae de deeidlrem-'se por eslo on poquelle
lado, peste ou naquelle sentido ; e isto al hoje
nos nlo temos visto, pelo contrario temos obser-
vado que milita* vezes as deeisoes contra a opi-
ra'io daraeirs qne s# arrrtbne semelhante preten-
eao, nem Ihes caasaTh abalo.
Un Sb. Deputado : V. Exc. lgora assume essa
posicao.
O Sa. A. Cavalcante lDos me livre Nao
lenho geito nem gosto para semelhante responsa-
bilidade.
OSr. Pedro Affonso :Est dando a ultima
palavra.
O Sr. Oliveira Pongeca :Qnem sabe se outro
nao fallar ?
O Sr. A: Cbvalcante Respondndo agora ao
aparte do nobre deputado direi qne o que houva^
entre mim outro honrado membro, quando se
discuta aqui urna questlo de creacao de munici-
pio, ou de comarca, resultou de um engao de
que eslava elle possnido; foi urna dessas njusli-
cas a que estou acoslumado, eque me tem dado
as vezes motivos de disabr. Nao attribui porm,
ao nobre deputado a preteneao de ser ehefe, nem
tanibem elle nutnasemetharnte idea a meu respeito;
suppmva o distincto collegrf a que me rellro, que
eu quera crear embaracos a suas ideas em reta-
co ao 4" districto eleoral, por estar conlra elle
prevenido ; o que muito ditTerente.
J v o nobre deputado que ainda ahi nao ha
confusao.
O Sr. Peuro Affonso :Eu trouxe a queslao
acidenlalmente.
Acabou o nobre depntado, meu companheiro de
districto,Tontristando-oos coma resolucao que lo-
mara de deixar a pelitre acliva. passendo a viver
e suas reiacSs partiediares. Por honra do no-
bre deputado, e por amor de sua posicao tao clara
e tao bem manifestada nesta assembla, nos lem-
pos crticos da adniinistracao do Sr. Silveira de
Souza; por bem dos servicos do nobre depujado,
e por honra do seu comportamento poltico, at
hoje nunca desmentido ; permita me que nlo
acredite nesse proposito. Creio ao contrario que
sempre qae os correligionarios 'care.rerem do seu
valioso auxilio, o nobre deputado se apresentar
na vanguarda a defende-los. (Apoiados.) Nlo pos-
so convencer-me de que ura conservador dedica-
do, por quem os principios que nos unem, lera
sido sempre sustenlado* nesla casa, bem como na
localdade era que reside, esqueca jamis a polti-
ca militante, quand* o paiz e nossos ailhdus pre-
cisaran dos seus servicos. Afferindo pelos meus
os sentmentos dos oulros correligionarios, nao fa-
co senao justca. Na reserva, como j disse em
aparte, estou eu a onze annos, e creio que conti-
naarei.
O Sb. Pedro Affonso :V. Exc. est na ac-
tiva.
O Sr. A. Cavalcante :Ka reserva.
S appareco de novo porque conservo o pro-
posito de nao crear embaracos aos meus alliados,
preferindo prestar-lhes sempre os servicos meu
alcance.
Essa reserva, que aliado, presta servicos,'
sempre que necessaria forca superior.
Um Sr. Deputado :Essa reserva urna milicia
activa.
O Sr. A. Cavalcante : Nao duvdo, roas 1
justamente como em poltica deve ser a reserva.
qne entendiam nao se dever fazer eoncesses ;
creio que o nobre deputado era de opiniao coolr 1-
ria minha.
O Sn. Pedio Affonso .-Aonde f
O Sr. A. Cawalcawtk :Em geral os politice
logo que sbem, entemkn que se atio deve conce-
der opposiQi cousa ahjnmi; os conservadores
porm, mais tolerantes admittem, quasi sempre.
algum lempo depois algumas conceseees.
Quera est fra desie grande turtHbao da vida
poltica, e pfle ver com calma esees negocios,
tembra-se sempre, quando governar os amigos,
qfle estarlo debaxn amanhaa, e reeonhece qu
para com os nossos adversarios se deve abrir lua
lea o decidida, e que nao se deve tazer transaeea
dos principios, mas-que se- deve fazer eoncessao a.-
peasoa, para que a poltica seja raais- moderada.
para que a opposicao possa ter tamben logar m
parlaraenlo, e discutir coraiosco os mleaesses pn-
bheos (apoialos). Esta opiniao lenho a sempre
susieotado, quer eslea de cima, quer era oono-
sicao.
(Hk) om aparte).
O Sb. A. Cavallmtc :Me conforme rom (*
aparte do nobre deputado, para allir mar que to-
das a vezes que o partido conservador esl do
da prova* desse desejo de que os adversarios nao
poder, d provas de toleraoea. sejam inteini-
raenle excluidos da poltica ; e se quando co-
mer a governar tem difflculdades em realisar
esta idOB, essas difliculdade vio pouco penvo
cessando cora a permanencia no poder.. Mu-
tos motivos de queixas- entre os nossos correli-
gionarios se referem este assnmplo, e justa-
mente esses motivos de queixas que eu desojo
qu desapparegam; convencendo-se de que nos
devenios ter muito ciume da pureza das ideas qu'
servem de base nossa comnwinhao politic;v; no
rem que (levemos consectir qne os adversario-*
discuiam regularraeule comnosco todos os interes-
ses o'ibMeos (apoiados).
Fallou ainda o nobre depuiado era nao poder
votar pelo projecto de forca.
Gausoa-rae grande sorpresa a aittude que to-
mou o nobre deputado nesla assembla. porqoanto
eu soppunha que sua divergencia se referia-oni-
eanionie ao projecto de forca policial. Nos esto-
vamos mais ou menos de accordo na idea- *
emendar o projecto aoresentado pela commtssao ;
e a propria comrnisso por bocea de sea relato:
quo declarou nao por duvida, si se tratsse nica-
mente da questo da forca.. Estovamos de acenr-
do em alterar o projecto, eonservaudd-se a id*
cipital, mas a discusslo poltica, no terreno em
que hontem foi collocada, obrigou os membros da
comrnisso exigir um voto de contianea ; ntzu
prova em seu favor da parte d6 lodos que eons-
iiiuom a maioria da assembla.
l> Sn.J^ao Affonso :Voto de conflanca -
.cymrnjssio;
> SR. a. Cavalcantk :A' admnstraeao^ ao
parlido, a coramissao, ou do modo qno o nobre
deputado melhor entenda.
O Sr, G. Driimmosd :A comrnisso expritm-
alguma ctonsa. *
Ol-tbo Sb. Deputado :Si s refere eoofuioc ^
com relacao comrnisso, declaro que teuho nella
plena conflanga.
O Sr. A. Cavalcante :Eu entendo que por
nos pe encerraos a um partido nlo estamos
adstricios votar por todas as medidas que sejam
apresentadas neste ou naijuelle sentido ; urna vez
que nao contrariemos os nossos principios, com-
priraos o nosso dever.
Nao admiti absolutamente que nossa mlelligen-
cja. possa estar sujeila a obedecer" ceganiente ao
desejo de um membro da assembla, oude qual-
quer coujmissao, para aceitar ideas que repugnara
ao noso modo de pensar, qu vio de encoutn.
absolutamente s ideas que temos. Por isso sem-
pre digo, que sou amigo livre em todcs os lem-
pos.
Nao duvidana concordar com a* emendas apw-
sentadas pelo henrado membro, que esli de ac-
cordo talvez com o meu pensamento; entretanto
a opposicao que surgi, e a^naneira de discutir
a queslao poltica rae obriga a volar agora pe"
projecto de forca policial, lal qual esla, reservan-
do-me ppraoa 3' disitassao acei ar ou apresen!r
algumas emendas.
.SiippwnJo ter respondido ao nobre deptxiado
pelo :l districio, que pnmeiro lallcu. e passo a oc-
cupar-rae^ do discurso do outro colega, quo so
senta defroute ie mira.
E' com bstanlo sentiinento que vejo meus com-
panheiros de districto ern dissidencia. Da maneira
|ioi(|ue se passou a eleieao me pareca que havi.v
entre todos o mais perfeito aecordo; e si algui
d ssidente se podia suspetar, era eu, que' por mo-
tivos imperiosos ella nao comparec; entreunto
vejo que os nobres deputados se mostrara deso l-
tenles, ao passo que eu nao me qaeixo d direc-
cao do pariido, nem do governo.
Bem pode ser, que todos esses que mencoram
a contianea dos desgoslosos do districto, o repre-
senten) inelhar do que eu (Noo apoiados). Itr--
pr;sentam melhor suas idea?, (nao apoiados) desil.-
que sao interpretes de sentimenios que eu deseo-
nhecia.

..


1
..
i

I

I 1

Vi,
Nao acredito que o nobre deputado faga absten
co de seus principios polticos, e, si1 o nao zer,
o coracao que o ha de dcidir, embora na reserva,
a apreseutarse no servco activo sempre. que lor
mster. '
Os servicos prestados aos amigos, as eecasipes
criticas nunca sao a parlilti
que esto sempre no poder.
Fallou anda o nobre deputado na falta de oppo-
sicao oa assembla. Eu sou o Io lamenta-la, de-
sojara que sempre as assemblas houvesse al
guns membres de opiniao politiea. diversa, para
que melhor serrasseraos as fllen-as, para gue me-
Iher comprehendessemos que noa deviara os esque
cer re nos em prol da causa do partida. Por se-
melhante falta que se notara mata desaccordos,
os quaes dao s desagradaveis coaaquencas de
exigencias superiores raaoavet aspiracao, por
parte de amigos livros.
Para obviar esse inco^voniMVe eu sempre en-
tend que; vigorando o actual processo eleitoral,
quando n'uma fregueeia qoalquer nao houver
raaioria considebave, nwor chegar acord
cora os adversarios, do qu/j veucer por meio da
forca.
O systema vantajo? 0, alera dos abusos qu
evita, justamente por que aos membros da oppo-
sicao traz-mais ora probabilidade de vir a esta
assembla. Estas -Jas, porm, oram quasi sera
pwB&mbaMaft po\ .muitos nosses correligionariosj
E' verdade qne eu nao me dirig aos leitores, c
aproveitoa occasiao para agradcer-l>es min.a
elSico, que nao foi solicitada; ag~-leciment>
tanto mais profundo, quanto eu nao pedia esperar
tamanha honra, estando a lanto temim fra da 00-
iilica activa; nao obstante meu frac > coinpareci-
raehto as lutas eleitoraesda localdade.
O S11. Pedro affonso : Isso prova 1 prostigi
do, nobre deputado. ,
O St A. Cavalcantu : Nao, prova confian-
ca e geoerosidade, du corpo cteitoral e nada
mais.
Trouxe este incidente para patalear o pezar
que me assiste, de vor mal satisetos alguns om-
panheiros de districto, cujas ideas polinc* me pa-
rece que sao as minhas, cajos sentimentos cre"
que eslo de accordo cora os meus, ao menos era
geral... ...
O Sn. PaesBabbbto :Segundo o principio peln
nobre deputado estobelecido, deve haver alguma
divergencia, por 1ue uns wram eleitos sem solici-
tar, outns fotam eleitos solicitando. Eu felizmente
fui umdestes.
O Sk. A. Cavalcante : A eleieao de V. Exc.
muito honrosa, mas devo lembrar-l.be que nao ad-
mira que a precisasso solicitar. Eu esiou forma-
do a 17 anuos, j fui a assembla geral, duas ve-
zes repceseolei a provincia, eraboia indigoaraenu-
(nao apoiados), nesia casa, e em todas as oecasies.
me teaho mostrado disposto a prestar servicos a.
causa conservadora, sou por tanto mais ou roeno<
conaocido. J v o nobre deputado que nao estan-
do as mesmas condicoes, pois sahio da academia
para esla assembla, precisava apresontar-se [wira
que o conheeessera ; e a prova dff considerae...
que recebeu, demonstra que os eleitores confiarain
mnito nos seus sentimentos polilcos.
Deixando a digresslo, direi ao qobre depntad.-
eleito pelo 3 distrieto, que os dous motivos quo o
levaram a crer na confusao e discordia do partidr,
nao podem jamis prevalecer.
Na analvse do discurso do nobre deputado,
entro com'todo receio, caminho as apalpadellas .
com a maior difliculdade ; pedindo-lbe desde ja
que. nao enxergue em minhas palavras citen
sua pessoa, po'isao contrario, reconheon no honrad.,
membro as melhores intences, os melhores dese-
jos ; e acredito nicamente que ha engao ffl su k
apreciaoao poltica, engao que procararei
dosapoarecer* sm* temo nao o consennir por
da minha inteWgencia, (nao apoiados).
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Lambut -,.- SextTfira 1 tf Julho.de 1^0.
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A talla da eleicAn J. gremio nao pode jaq
Mr motivo de : <> gremio* Toram
hra.. >-, as.im como s asssociacooj. c.:nirais.o a-
amasa par indo "' achava.im lti
ojfeosiraa, porq cetario qtie nos umsse-
m.* 1-.is tM d<< p.Prn.slatarcom o poder;
; w orr.i i.vm!iuj como que um celos-
.mu tura resist* M njusiicas qu cada mmenlo
softViam os no ;u n;*
ttv*w use u lado ch.im-da I/hj.'i
fttoaessa so-:-lado '"!" lamuacaeoei
i*eu- Cruel; pro i o o res-altado dessj
saaiitdo nos- :< i i i le", qa-? tinliamos a
essasn.-icdadeT novo gremio sena n paq
esmli ao atado, servira talvez para contrariar o
8.m'>, inra* causar lh > einh.tr -1a.Hi.-o ..ii :,, r dos amigos, nos todos I
Mwtat itra l.i ni palacio ; ftemosem qaalque
eatsiij ped:r ajadlo qai jalgrm<*.t c t. -
iii-me.
,i uru parte).
'_! So. A. f.\vu.;-..v|r:; :- N.i rorl. ennste-me
ai'**ianU oentrai uo.fapeci.ma, *esde qn
IM'M an p lar, n.s provino ;s deve acontecen.*
mesmo .> em toda pane, parque, OJfr.-.ino Conser-
va l ..- i i : w- i r i iserv Lll : i, jpandn temos 04
t*>..i-u< u pr.ijirici vonio-; p guma
neeessaria termo ura ouwo canter(p>ia-
maoros qus fossem as arovofiacSes r,anca.se ser-
la nnraas propnos, no* casa.
O Su. H. M v.i::d: : Eu disse qua o faria se me
proveo**! em.
O Sa. A. Cavalcantr:Eu expUjo.
Ma Marte, n iquella no&taiaa, nao tuvo, ou-
tfo li' sciia evitar aze.ia.ina na discusio.
Xa hypoihese, eu pens da mt-stua forera que
essa Uul'iento do partido qua oiwbro depnia-
do qaalillceu lo su-cUec, mas que eu all: rao,
rito ter seiiielliArito proumri.i.
&? oossa opiniao, qae o partido no-oder nao
tera. necansida Ib "e orgia subvcncioaaJo na ira-
p-onsa. Na> rae vllri a esta oa"-.qaella fola,
?ionJo une no prertsatiMB da orgio...
m Su. DstUTApo ;Nifl/a precii de~orgao na
mpronsa ? ,
O Sn. A. r,nv\i.r.AXTR :Nao a precisa da or-
gSu sitin'unitAiiada, pAdaiH te-lu. e (aesMW ut!
'ua o (enhaui os partienl ircs.
ITm Su I);/.--.'a:). :>:'ui.!i:'ias;.v,-!.
O ";,. A. UwAi-r.AiTE ; Rea, ns-o concordo
Difo que um pan, lo qaaado n < gorerao rtdo
ter. i/itsid. vantagam qaa.lpnha orgao na i n-
prensa im, na subveiiH-.iw.lai
.i. U. Mamsok:N:\oiifciem orgao t>ven-
hollado.
" S. Cavxlcasts : Orna das queixas
Passo agora a responder ao nob^ deparado
pe
!n i
disliisto qui [;v1i.-u era prianoiro lugar,
Iv'i i:,:; 3era3,noc.ia!U^eoria pailo-
Mpnic i ver pretoct-oas paUlioa, o nabre
depuudo caHsuroit sos aoiios jovornoj, on;i
niir o m vi ', teiii caf>adn itroviac
rcelo delles, em relaca > *.< oii);,rcv.s; Je:j,aila
com'rat;io da Ma' da pro^resio iaatorial o moral
do pai;a io\>'eiMiicii relioisafjiJrior tu s
niao unta do. cau-as 'ji\t)Mes da CaiU gra-jao strangeira. Pa* pri>. do pavor <]Jt> goverdi nmstra moro que so U'ai di nielli
meuios inatariaas irecxe coa xjmpta a qw
da estrada do LunoeH.
Lsmbmu-njs yiara comparaco -i grando \>r>)-
Uresso d* Ef.udvUaidos: tafloa i ngri-
cola, (is^uiipto qfo esl a cargo da CCKtd*ao a
qaa partoca); isse que senil* que a nossa i\i-
iif-a.J fossa f-nocjia o naa anglo-saxo'da, era
cons-jqueacia v.Jo desenvolvimonto s lulahis ideas,
mas dir, jede ia nao a oacH^Krie la, por maJ
&,por u-'
ej-a sempr*
o -,a.
norar. ijua su I ha desie
arei amia repondor usbi'a depulado
ps-^1 2-1 disrct. rpa f.illju por itiom.
i O liobre depulado Ja como raiao do des&isto
m Ja confuio du partidlo apoar.Ko:
/tto no Itio -o porque a puesta irs r
i Ri i Grande ia Norte, e por ctni9
6idra.esir.iaho, no p rque u j
era proprMdade da um ena*omdo: que o escre-
va por saa cjnta; emboca se chunasse jornal
eoosirvador, poda mnitobeo aSotraduairas ida^
do partid euns;rrador.
Um Sr. Dst'CT\no:--Ecesioa loga quo fui de-
mm.dj o presiente.
O Su. A. GavALCAMs:Aqdelle jornaltn i,
tava deigsto a raipeiiode ama provincia, e para

En procuiiicei responder a aigims tpicos de-s coro um ministro; Ovissio nao prova de modo al
dos).
Iwa falta de gre > n3o c-iRcarro para qoa to
d.<- nneiran se; che'e..
t:.! Siulsenv)): -UiTBMonou -pois qM
4B4.Mi(isoo pii.hr.
<# i. .v C.WA1.6.VST :FaneeiontHi atites da 1
Hir.:'...
n Sr. Dputa-jo : -E dop* tamosm.
O Sa. (..'.vAr.cvNn; :Puncvioi: nos pn-
meir* loicoes por |uo ns Itavlara inda dapua-
a etaBoi, depMs n-unirani-se a1(faas directores
do partido, que tinliam feiw parte ii, grenin, aom, prensa ; e subvai
k depUttdiM -e -enadores, peisoas notaveis do rece.-se ^j-.r* ul B:w, Q$0
psnilo. u diseajliram osdnteresses o mesmo par-jquein .obro depataa.
iid>. Ssta* peswoa* mH luiperliM*. s do partido,^ N'esw^ ideas eswa ao,
r..*\\ prap mdwancia nai pd<; fteis-ar de ser re- rio UwAem.
c.ahecidi,cfeioquee,jlaf> mfw no .-asi de
dar <-.msi'i;(*s ata amigos; soia qwo isso produia
d'^aceordi, ob divergencia.
Ua Su. Itei-CTAOO :Esi re;enaecendo a o-
ciModade
O S:; A. Caval-.av'tk : A nc:es!idade daeei-
JWi dt^f'nio ? N:i.;.
S iinv.-ndo o g'tietna tsrvir na elei^a^
c.. .iidoxela-!'.-amante aw parii<>a a escoma de
s-1* rofresentantes, em quanto nao wuva tuno
(KXMlfsad", e piinoipalinmiviw; qnanto n*ikavia
nrpo efldwral, (wtea c mv^ni-nte, qae da patte
r1:! ju-Kos qoe estiv-im actxtutnailos a dictgtr *
jwr;rl, parUL-sr um concho \wa regalar esfrs
<%m-a- ; foi isto-tique se Jen. Dopois*aerdada
loe unida se reacio o greato acompanhade de le-
iflbmos rei:eM>niutes das idai- do arpoeleito-
r*, K\'n de acorselhara seb'.ituic;io dos t seo i-
doies-^mas tonto fui aceita reconliecida a Mo
n.1.ide do Doaelhi' direotor qvie aelolco cerrpona xactaineato as |wo-
l>a K-s.. n'didn iIh ilir-coA) nao eviwa qo apre- c.ra orfrao de -uas ideas.
Mt'.assa .un r;n liitat.i* mjaal foi o primeiro a O Sa. H. SUmkcNao, seafe r,
' ilachigraoho.
, nublo dk*putad.j ara por ter um dos chufes no nar-
i; lo opinado c mira araclt de"um argaoT
Ifuforeasa ; h cu ciue tAnordo com aiaa, (*
tpIicUl.lu .. M! p lSHOi'jtO.
Nio toi .i nohro iieputadn ifue Yallou era soto-
venrio, un eu ; por sabor qoo ella oceupiva,
i|0ao2j .o ttatou do jornai, i pausai.w'two de to-
dos,
fa um 3,1,11 te)
sto uao em iipplicaijlo a V. Exc, a qoe^lao
era >e 9ea nu nao manco-ae um orgo aa im-
go annuia tsssa pessoa a
se referi.
a creio qu.i muilos esta-
Qaaljavrdo as poda para sustnnUr a dour-
na, li um peridico, oo diario, c ui.i tara os pnv-
ineunsos Uo Dwrii (Ir. \\rwm.hco, como tem \.
iixc^ itdopenJv'iite da akyencofaj sso, longe de
ser p.-ijud-i', til, < de vauugeb.
Asscm pasto,' o assiiu tie.qsa a p^ssoa a quem e
nobe dopatao se refitno, e assnn pen'i a uwor
parte dos n-i-s ,s auafos.
E. tanto casiim, que ii ^ ternas co.no or-,
gio* jornal do nobre dapOLaea .-queiii re.qwado.
Sll.H. M.MIEDK-.-PlHeS'*. j
ti Su. A. i'.vvalcakte: Xao_po.l-mos eoostae^
rar como arjsa'i do partido seoo o jornal qe no
.-ecido das idei-5 i-uaservadnnis esoreve o aobre
depulado pelo :i slciclo. WsHzmeate, par* mira
tpara iod.s nos, oa rar que o seu jornal nao -ergio'do paridv e
f.im de afeas ua* particulares.
Sa-il. Mamjwe::diubas ideas e dos amigos
juo me acooipaiitiaai na reitaeiy.o.
O Sn. A. CATAjacitTKCu aeceito a catreecao,
mas o nobre a.-puiado qa:tudo allou disse que
rc s-attfilt'lide. "Ultianto a o'irece'io A> partido,seljh-
JhiK'e aprivnni.i^a. e sau acolBimento,
prmain & iifcerdada cu< que os coset-valore-
i i sen vate ''in todas *_s '.ei\;oes.
Ai* um 'orle).
H 8. A. Oalrante .: Essa caadidata obtew
"< Mumem d- fotos c.j-itUTavvl, nao cunseauin-
ti iunona, .-iii duvi la porque O uutros inore-
Tini mais i,* oatrpn alaHanil:
.' assin que en estm <:rostumd-o receher
-as derrotas, alendo qne, raando qaalqaer de oo-
f.-d.Ti-.iiado em urna eleir.io entre amigos, de
si.o'x'ir que o ledo o BtUi* liabiliado.
Um Sa. W U Sn. A. Cavalc.a.vt;; Eu emendo que m
pte assim, einbora todos r.ao peasem do raef.mo
do. As v.'s o amor pfoprio cegaba interese
cnHrartado i-.-volta-se na oecasiao, ias pa**v!oo
>M"-'i-nto o'i-rt>nce'iio -non da verlade. -.
la Sn IpnriAM:Taitas naaoffl a modestia
do iiotiir deputadn. .
' t Su. a. C .valuaste: K" esta a refiexarqueme
iv-iicc. >i-i)^re que s>u derrotailp ; e tenho-me
:e. otmiselhaui qiw 0 fa; i.
Isto niiM ligo da mitiha pesaea, applicv*l a
t..l-i MCRautrus bowas ; ue alfrum resiste na ecca-
Kii>, pes indo dopois, rev.u*Uee.a que devia faier
(Troraia-S' aparte-

e assim esta
ua- jiotas di
O Sf. A. r.WALCANi-::Dise enlft *a apaasa
U :w. H. MAt: isse que era >uwa pfo-
piiedaue parncalar.
O Se. A. i;atau:.\nte:-E' runv admiti jar-
nal de parJo, eado propredade. pareicular.
As opiuirws lem variado a respeUo du uecessi-
dae ou dwn CVssj ld da mu orao ua iiupno-
sa, fea m;).-ni i quem ioid.. su'- u jraal nOkiai
desucCcssr;o corno j-w.al puflUco; eeu;c
i'roxcento que at, a- palili*io5ei dos acfps do gor
vario, a muiii uuis convn;, -ule qie, Ka lfajm
em .jornal oanwuiar. I>w,,prm, nao passa de
uina opiui,i-, aao soi .- i>oala, mas m -ted-j o
cas i nao a opiniao pei-.l.
Um Sr. Dkpctao:Eu o ae ipjpauho.
O Sr. A iIavalcantr: Estmi'), muito que istja
um nniiKio dessideaia da accorao coiKinigo.
Um Sr. epotado:Dessidente?
O Sn. A. aTAlCAOTu: Su, estimo amito que
e--.e aparte veuha em mea auxilio porque da
moosira que nao lia p.-rfeito acedrdo entre os nc>-
bra* debutados, quaoio a que.-tio da ueee>sidade
de impreusa Aiifiveneiimada,
Para prvida ininjia ijiercao ahi ed o Cnr-
mio Pernambucfino, p quem lodos reeonhecem
ue prestado relevaates senricu.
11 oobrn ie^ulair"T}UBtB rwpimaa *' nfrm Tn. UAjTALCAjT
I -vanec:r le or a nica ollia du partido can-
Se eu deicmheeo a eeaasidade da eleican de i servalor nest,i provmcia, por isso mesmo que nao
aramio .piando estamos ao poder, nao contesta que
hm sivn o,.que exiiUJa w oci:aiao *:n que >n-
Uwn i-, ii'ihauma certa Mituridafle, \mp* .i.i urna candidato! a por *He aposentada,
v-sfi a>ra !:--. greta repuiav,i-si; entio a direetoria a-
;:..,! 4 rtrdo ennpunij cor um Mta^ao qual-
iwer em 4t3aecordo du -seas id.A, claramente
laMif.'siadKs, como a eapreesao da maioru.; im-
ii jtinkloohie urna derrota, nao fosee desauterado.
atas nada jjisso s den.
NaeleiraOiprotineiaioi deixada a eloitjresa
MMPdaie ie-.'.scollierein-seas candidxtos, a l*i?ao
aarwrmetal correa livre, os obres depatadosforaui
fait.M por sen- propnos oi-forcos.
O Sn. WAiiCANTR de Ait;o/OF.n iire depulado du que a deieo correa -Irvre, mas
u pec-o licenga para contestar.
O Sn. A. AVAtcANTc : Eu cotapreheado o
fH'.isamentoilo honrado aiaajbro mas ta elcieaot
urna prova da minlia pro^esicao.
O Sa. Gav*.'j:antk du A^D'jqubrqgs -.Declare
ao nobre deputado qua eKvGuianna, teoda eu omi-
gs, .1 Sr. ci-renel Joo Jaaquim nao ciiisentio que
i.< met nome ntrasse na orna. Nao me obrigue
a >:i7..-r mals.
4 Su. A. a^ALCANTE : Oigo que m. prova
da luwrdade da eleigao qae nao obstante e:n al-
pomas fregueiies ter o nebre depuudo soffrido
inM;j, todavaoi cleiio.
tisin prova da liberdaie da e!eic,ao stjusta-
w oa uessa deasidoucia.
t'lroi-am se mnilos aparte;.
i Sn. A. r.AVAtsiANTK :-r* govern nio inler-
feio iess.i i-le^-jo por forma alguma.
fTnicam-se mais apartes).
Umi. PRKSiaaaaTB -.Peco aos nobres deputado?
qm< nao facain da disens-au ubi verdadeiro dialogo,
nao pusso consentir inso.
. valuante :Ea peco aos nobres
a-'puudo- i|Uo me dan esses apartes que nao flle-
nlo- i -ni |iessoa3 ; podemos ludo dizer seta decli-
nar nonas.
Um S*. DhPirrAM : Ea no caso do nebre de-
fMtkda {-.la fora desla dUcripcio.
O So A. Cavalca-tb :Mas(juero mostrar que
a as-mvtvracao do nobre depulado indica que a
teicao r*rrau livre.e i prova que tondo o no-
bre desolado soffrido guerra em urna fregueria,
segundo dis O Sa. CavALcoaTZ su ALBUQueftQui: Porque
uve afltiKos que rae Vadjuvaram.
.:m Sn. feceuTADO :iTrata-se da disciisse de
poiici.
O Sa. A. GAAAixANTr :Esta discussSo vela
ii.r incidente. Eu dizia, Sr. jiresidente, fallando
do cremio e da direegao Uo partido, que a eleicao
foi uteiramentelivre.joirovei edeiioeste ponto.
Tuiha-me esquecido de responder ao uobre de-
puudo pelo 3* districto que primeiramente fallou,
quanto conveniencia de nana linguagem especial
jjara com aqneKes qae tem o mesmo pegamento.
Qoando um partido cstemopposicao.ouqnan-
4o uuia corporacio qualquer perseguida, com-
preliende-se que so possa usar de palavras que
na i devam sor sabidas de todos ; mas qnando to-
dos a urna voz sustentamos o averno, qaando as
divergencias se referen a eonfueio do partido, e
um au< nobres epatados, quem se apressa em
declarar que todos clamara pela harmona ; para
qae essa giria, ou essa palavra mgica ?
Nao enehergo semelhante macpoaria, nem be
dscubn>utilidade, em urna poca eor.in a actual,
em qae podernos expor eom toda franqueza nos-
sas npidiSes.
(Jue razio de ser teriam as phrases convenci^
nae-, si podemos dizer sem reueio, aquelle acto
taao, tal diligencia foi bam ou mal feita, tal dis-
f.-o-ieio de le deve ser assim entendida 1 Quando
.levemos proceder deste modo, quando podemos
dtscottir francamente os aelos da nossa competen
ia, para que se relormo o que se faz de mo e se
Misin e o quede boro se tem feilo ; para qae
. palavfu oecolla? Uuando ao contrario deve-
juj.i convencer suciedade de que nos procura-
pugnar pelos melliores principios, de que afa-
ii-t-os sustentamos a ventado do systema ?
Derxfei no calor da diseussao, de completar a
reaposta ao nutro mou aullega de district, teudo-
uie limitad.) questao da falta de eleicao do gi
ibi. O ontro ponto que conviieeu ao honrad.-
meinbro da ma direee.'io do parado, foi a fal
ao naimprensa ; quiz at o cobre df^^H
i dente como se na flor dos anuos,
one de urna pessM que li
i. Sera que eu teraesse a pul
norae, de pessoa qae alias ma muito ligada jserv
parenteco, pedia S. Exc le, que por I nobi
subveucii.Ha ia.
O qobr.1 deiiuuda e-vreve no sentido conser-
r.iior, n i saaiido conservador tem sido aceeit3
s snas Ideas em i fa a parle, por todos lem -ida
Teconiecido o Onmio como o jornal conservador
da provincia. I<7 verdade que temos tambera o
J'urfo de PernaMtbuce, qua lera ideas onerva-
duras, mas o Diutip*
O Sr. F. de PiccEiafea.: E' um jornal essen-
eialmente mercantil,
Sr. A. avalcastf.: E" mais particslarpaen-
te-commcrcial, aiada ajee tarabemse oceupe cera
a poltica.
Portanto, sa ha necessidaoe que o partido tenha
urna folha, essa falla swieaiada por cm dos ai-
fiados ..ua custa, pre-ta servaos reievanUssi
mas: e sera duvida preenche perfeitatnente essa
lacur.a.
i tao necessaria a existencia de nm orgao
do partido naimprensa, a existencia ie.-se jornal
vera aiud pro\ar a esaecessidade quetiavia de
um outro...
O Su. H. Mmeos.-0 Correio nao um jornal
exclusivamente poltico, commercal. litlerari.i e
noticioso, tem urna parte poltica porque um dos
propietarios .juer que a/.enlia, mas se amanhaa
entender conveni-mie poda nao conliQuar.
O Su. A. Calalca.nte:--Ento se tratar denm
jornal, quando deixar de existir essa, se se jul-
gar necessario para ,-uppwr a sua falta.
O Sr. II. Mmeos:Apreveito p ensejo para de-
clarar que a maior parte d*is as-ignatites do Cor-
reio sao do comraercio a nio da poltica.
O Srt. A. Cavalcamte:Mas sso pouco impor-
ta, o que quero tornar uem saliente ,0 desinte-
resse do nobre depulado sustentando a sua, folha
no sentjdo das ideas con-eavaduras, o que deve
ser para o Vibre deputado um motivo de gloria.
Se, Srs., quando estataraos ua oppoficoip nos
servamos de um orgao naimprensa ; era pelas
dilBeuldades com que lutavamos entao, qaando.
justamente mais preciso era manifestar as aossas
deas.
Xs sabemos, por exemplo que o Diario em
certa poca, acceitou um contracto, cedendo nma
colamna s ordeas do partido; mas tambera sa-
bemos as dilflculdades com que lutirara os pro-
pietarios, em virtude do seu contracto com o go-
verno.
Nessa occasio foi o nobre depulado que se sen-
t defronlu de mira quem, dando provas deque era
um 'adiado dislinclo, procurou vencer essas diffl-
culdades, cortar todos os embaraces; mas aiada
as*im, era quas impo-sivel conseguir que algum
lempo as iUeas conservadoras tivessem aquella ea>
panso que era mister, n'uma olba qae nao s
commercal como mesmo linba es:e coutrato com
o governo. <
Sa. H. Mamede : Eis o que ea nunca faria,
nunca qnerera para orgio do partido um jornal ]
uili.-ial do partido contrario.
(Trocam-se apartes).
O Sa. A. CavalcaT8 :-O nobre iaautado pelo
:- districto em seu {discurso anda avancou urna
proposicio que me encummodou exeessivamente;
disse que a sua eleiaio era devida anieameute a
seus prenles e amigos. Ora, Sr. presidente, nos
conservadoras, eleilos por um eleitorado conserva-
dor, ahitos por parentes e amigea que parlencam
a> partido conservador, nimia podemos dicer qu.-
a nossa eleicao devida nicamente a parales e
inig is.
O Su. H. Mamke :.\os-esf.)P5ds dis eu.
O Sr. A. Gavlgante :Nos lodos estamos ara
ideticas circunstancias.
o Sr. H. Mameoe : Porque nao me apreseatei,
apcesentarau-me.
Sn. A. Cavalcante :E' o raeamo.
(O. Sr. F, db Fjqidi :Pos eu aodai solici-
tando da porta era porta.
O Sn. A. Cavalca.sti: :Era regraentendo que
sa deve solicitara eleicao.
(Ha um ararla),
O Sr. A. Cavalcabte :Eu mesmo nio faiia
muito euipenho era ser deputado nasta legislatura.
Mas oio se trata disso agora, refjro-rae nica-
mente as palavras do nobre deputado.
eleMores do partido conservador podem ser
paren oo do noli
conserva -se*]
reales da
.obre depulado
.res e o nobre
Uiiidato adversario,
rentas a amia
o justara.
y|e%.'rara a m:
discurro, que me pareen ca oppjs:i;ai ao qosjO
be ti e5tar.
Pnncipianei pola tolarsuda religiosa s que ral-
lan o n ibre. ',..:t:ido.
Creio q*c todos n* ftcsia assertjfcla te nos ciu
mes a ciameil iiuito serios quainl.ne trata ile
q-.leudasreligiosas; cama eatholfeos apostlicos
roipanos que somos, temos empre dBver de 4o-
feiiie." ae>a iutolerBttia quo >e nos attribue. A
uderaaeia religiosa -est eseripta na oonstimrao,
na. niwtaue ter tireUpiao eaihali^a;ipostiia* ro-
mana a reli!iaod estado.' -
E verdade qim em Franca or.de a ra-
giao do ajilado 6 "ctholica tem liavido
Lian e ser dirigida o paiz par miairos palastau
tes ; mas all inesaio, nos vemos a -frauda coutra
dieac, que resalta djs lar um mambro do noverao
uuiA opiuo religiosa couti aria s d^atriqs que
ieCcnde o atada. Nolirasii estatufjs livres ais.-..,
desie iue uio 5c pode ser ministro seni ser ca-
tolic. O fervor, o interese qae lem o indivi-
duo em susier.tar a ivl:;iao que segu, faz com
qae nao *. iir.aen'ie dev.daaiente pelas medidas
i .ilativas a religiao diversa com aqueHe zelo que
Obtura!menta distingue o liomem que prufessa as
iacsra.is_crofli;as adoptadas pela naci, o hornera
que p igna pelas suas eonvicrfts.
Essa tolerancia religiosa de que falla a coasti-
uycio 6 a uuca que *-- ser aduiiltida na legis-
layao de um paiz cataolico. (Apoiados).
I-;' pwcisj nao cliaar tolerancia a cinrusao.
Sa os pobres diputados santera a confusio poli-
tica, com'onao Mjutiiiaoiosus a confusa-) re-agiosa?
Assumpto muito mais importante, maito mais
craiiscoadento do que a poltica? O ya* ka ueste
inunda ip/a so compare a retigiio ? O ||iie seria
.mi um paiz calh dico um ministro .proVcstiute
teodo le decidir quesii5es religiosas?
O S*. -CAVAl-CAXt"? DE AliBt'QUSBQDB.. Loit"'
que .-e separe a i el-giao do estado.
O Sa. A. C.\YAfcCATa: Naal pOssi-.-el, ella
enteajo seuipra cam a.- quesloss do aiao.
('orna que o eath<4lco para uam i varialcira
rehuid s, a sua para quem tudas s atis re-
ligioes siio erras, pode adraittir qae se esUbele-
5.1111 |iraticas no govoruo civil que vio de encon-
tr i* suas arengas?
A tolerancia i a permissao quo cada ara tora de
peoW como quaer.
O Su. Cavalcante de Albuqucrqe :O uobre
denotado quer dizer que liavsmlo luierani-ia reli-
giosa o citholiclsmi lia de uerder m^ilo^
O Sr. A. Cavalcante :Nao.
O Sr. Cavalcante de Aujiciuercb : Se nio
Jo, qual o receip?
O Su. A. Cavalcante : A tolerancia ( a ad-
inissao na sociodade^, mas nio pJe'ser a adms-
sii no goverao, desde que a religiio considera
urna s a verdade, 9 lulo o mais falso.
Biz-se que se nao se tivesse joosiegnade.corno
dogma de nossa organisacio poltica a roli^ao Jo
estado, o Brasil poderia ser calholico, ssim cortio
protestnt?.
'0 S. CAV.ua:AfiT; bs Albuouebsce. : Estive-
mas iiiuio perto de ser protestantes.
(i Sn. A. Cavalcante :Dsinus parate-is afor-
tuua de pertenceruios a raca latiua quaiii
por ouira causa qualquer, ao meaos pela .
que rala mais que ludo quanto irtluiU"a.
(Anotados, arto bem).
Ci-eado. seniores, neslas ida3 de ajjarru a re-
ligilo caiDlu-... nao posso deixar cnasierai
como intolerancia quilloque nao senio tiaras
'e~ew-inilin;li,a distincea-.. ',
aCALBCOUEKSt'B' Todos OS
outros sao confusos a excWo do uolira'depq-
(i Sn. A. Cavalcante :--vu> .ikCentendera de
modo itiverse, se ellas nao .sa iitprt;iai de c.iii-
fuulir-se, sean duvida.
i as temo a elicidade de possuir una con*,
litiiicao que consagra a religiao catholicx com a
dr. estado, a pac de urna bein entendida pcrjni-
sio dos ouu'os cuito, lauto quauto sen pojjpizo
se pol exigtr, pao a intolerancia que aro bar ac
a.eoiigraeio ; ella nio v$p'por nutras ratoes.
I Su. Lari-cjT de Aliiuuuewue :C.'js ne-
gamos ao colaio at o diieito do ter familia. (Nao
ap-jiado^) /
O Sr. A. Ca-ali:a.nte :A nica excebeio que
se /. para os de religiao diversa,/ da n>o nler-
veajio no goverao ; nio porque se taiift. que a
religiao do estado possa perigar^ mas pique na-
da tenjos a receiar, nao se segae, quaklevamo
crearrlhe embaracos, ao contrario deveiios con-
servar a paz na procurar a lua.
O Sr. Cavalcantb de ALouerERQUE :Com a
intolerancia que us creamos a lula.
O Su. A. Cvalcante:Tolerancia ni signifi-
ca confusio de ideas.
Em poltica nos somos oteiramente tolerantes,
e daVamo-s-o ; mas ueohura ministro querer
servir no gjverno com outro de opiniat poltica
diversa, de maacira que enlre elles nio haja per-
feia harmona; e s no mod> de ver ospegoctos
polticos nos nao queremos admittir confusao,
muito meuos nos negocios do culto, que sao supe-
riores.
A tolerancia, tanto poltica, como religiosa, nao
pode Sigaifjcr senio liberdade de pensar; mas
nao deve servir de estorvo marcha da sociedade ;
nem pode ir-de encontr a harmona qae deve
existir no governo e entre os poderes do jaiz.
sso que o uobre deputado chama tolerancia nio
que lem contribuido para a corrente de emigra
cao .dos Estad is-Unulos : ella devida a outras
causas. Nos E-udos-Uoidos falla-se o inglez ci-
ma ua Inglaterra, e os colonos procurara da pre-
ferencia o paiz onda se falla a inj.sma lingoa, on-
de existe a inesma religiao, que tem os mesmos
costuraos e que e da masmi rara
O Sb. Cavalcaxtk de Albuquerqe ;Mas a
emigraco para all d iodos os paizes.
Sa. A. Cavalcante :Concordo com o nobre
desatado era um ponto, a quepis vas de cora-
mumeacao qae iBumeras aU se encontrara, tem
concorndo para que a emigracio augmente ; a9
facilidades de todo genero concedidas ao comraer-
cio e as industrias, a par dessaidentidade de
coslumes, de crenes, e de lingos, sao sem duvi la
o que cnncoi-re, "para a grande emigraco nos
Estados-Unidos; nao pos a falla de religiao de
estada que nflalo para sso. Tanto nao foi ella,
que o discurso ltimamente proferido na cmara
franceza palo dstioete ministro E. Olivier era sos-
lenteci do senalus consulto, falla das diversas
causas d'aqaella emigraco, sera referir a reli-
giao ; entretanto nos sabemos que o nobre deputado chama tolerancia, existo
em maior escala do que entre nos; as o citado
ministro attnbue raca lingoa e aos_coslumes
a correte de emigraco, qae admira, si na parte
religiosa ha luales entre nos, So elles devidos
tolerancia do casino.1
Sao concordo com o nobre depulado no pavor
pelos raelhoramentos materiaes qoe tom o governo.
O Sr. Cavalcante db At.BOyDEBQUB:Nao
dos inelhorameaios materiaes.
O Sr. a. Cavlgante :Talvez qpe o receio de
dspotas avultauas nessa ramo do ssrvioo publico,
Itasse a alguns joveroos, mas altimaniente
todos os partidos e3tao qaasi aceordas em que
s estradas sao indispeosaves para o progresso do
paiz; que ellas aarahem a emigrafio, que sao as
fontes princtpaes da randa pabiiea e particular,
da civisagaQ-elc. Hoje todos coacordam eraque
se romoam ai dilBeuldades; e si maito nao se
faz algunas vezes, por falta de cuidado ; em ge-
ral nao se tem feito por talla de recursos. Quauto
-abemos que a coipmissao de ornamento
nos prepara grandes qootas para o serrina de es-
tradas, c terenios de dar grande inpulso aos ma-
llioramentos materias*. .
(Ua um aparte).
is da ferro qae surgera em Peranm-
terapo para c, sao a prova dassa
;)rov de qae o nobre depulado nio
A respeito da escola agneol ouvi.com pesar
ore dopatado, que alias maaifestara o maior
pelos raelhoramentos do paiz, declara-la
olj onlentando-se cora urna fabrica cea
ico entender, uo poda produ
resultado esejado.
Quauio se discutir essa materia impamente
ootro
(Tr
ia A.
apartes, a .
suppo
A s
a mea
gu-n desaccordo no partido, tanto ass.mo.ue o jor
aal cesappatocea djsde que o ministro detxoa o
gnomo.
V d.ssideacia di ministerio qoa se naa 00a ne
gar, f.*da ociasiao, a dan lus';w a saluua da dous
ministros. 1
UmSii. DbpTado :Mas o joraal,dizia;se orgio
conservador.
(Trocaiq-se apartes.)
O Sr. A. Cavalcante :Suapohams msmi. ra ii: i os em snns erpregos. Isto revela clara
por momentos i] 1 o lo Je Julha era orgio con-1 mente que a palavra ados pblicos nij se
servador. silo iidlia-ss-que era'ergo da maior refero aosnfflriaes da (wpo da polica
OSR. A.'e.MtJUlNTE : O 001
trae polfa dtf?.-
. do .(<;.
^Br de ser |
[iar"e i.
r.'spn.lo mais s
au pode

leu ^^^^^H
wfSuu; p
iaes, s.nn w e lie na 1 ;.
^^Bte :< mgio a
. es*es offlciaes que
dem s r a; mas que 1
bem podem se. diioildo 1 da uatu
do seu cargo. V
ale que ka um artigo na lei fallando de
empregados nublieos, que Ihes jaranta es seas
empregas voifaiulo da cuefTa; mas essa artigo dn
lei pela suaredaccao, e collocacio posterior a-.s
qM tratam do eorpj, nos conv".
[JeJserefere ais Outros empregados;
nao ij> offleiaos do copo Ofl p li
Um Sn. DxroTADo:A iei nao di
Sr. A. Cavalcah.nt:: : -A lei oiMiOguio, lr;
que fallou constantemente era corpa de poici, e
depoi?, em um arljg
aaton-ad) a darli-enei a.s en
que quizessem seguir para a gu
CO. -'Imuo^^^H
Drs.
spufa!
Baptisti e Kr**3 ^B*40-1''
E' :
Nao
tuo, o

le :A
pane dos consorvadords da corte,da geate qae d.
rljfia o partido no itio de Janeiro, nao obstante re-
iir-sa cspeoialiiieaie pfovracia do Bio tirando
do Norte, o ser propriedade de ilistin.to conserva
dor des>a provincia, mas retirado o ministro q ie
se f.iziaessa .eifkiscao. r >i,ibeloc-as' a harm >-
nia^e e-so f.co s poda pruvar quo o partido con-
servador tem a precisa coragara para combaler o
propno governo, quan.lo entender qae nao vai de
acord cim a suas ideas.
(Trocara se apart.-s).
O Sr. a. Cavalcante :Nao contesto qoe o
eooselheire Jos 4a Alencar, um carcter distinc
lo, mas o que ceno que nao eslava le accor
do liima.ueiita com seus collegas, d^vendo seaup-
por a razio di parle dos outros,que eoiibtiluiain
malaria, e nem mesmo a dis-ideaea pode quebrar
a harmona do partido.
Um Sr. Dspctado ;'E' o facto que obriga-
do a raconliecer e aceitas:.
O Su. A. Catal :amte : -O facto da divergenciv
de ura ministro, nao moslra dissidejwia no parti-
do ; pd mesmo dar-sa ue sua parta a dissidtn-
cia, a raspeite de certas questoes pralicas, sera que
a>t lias polticas divirjam.
i'ur c mseguinte o .-ippareoknenlo de to de julko
nao demonstra, senio que'se levo por flu evitar a
disidencia que ia comeando, a qiul disappare-
ceu cora effaito. apoc a dernis.ao pedida, por esse
ministro.
Eu conllevo muilo deporto o Sr. conselheiro Jos
de Alencar, acredito^m suas boas inlencoes, o le-
uho em coala de muito distideto couserva lor, mas
s i-to nio me leva a supocr qoe.houvesse razio
da sua pirte na dicidaneia, oem lio pouco. que
tal dissjdeucia alacasse o partido. A dissidencia
foi devida eshannonia .de vistas a respeito da
realisacio d<> oerini ideas, mas nao quanto aos
principios do partido, qhanto s saas Ideas geraes;
por;a:ito nao prava, como se quiz fazer crer, o
desmantelo do partido era lodo o impeiio ; unto
que a S de J1UI10 cessou immeJialauente.
FJm Sb. Deputado : Nao uzia opposicio s a
um Ministro.
O So. A. SaflVLCANTE :Eu reeebi uns .1 ou i
nmeros, fazia tambera oppa-ieio a outro milis-'
iro.
U Sa. Dei'ltado :Fazia, opposigaa ao mioister
lerio por considera-lo solidario com o ministro da
jUsiC'i.
O Sn. A. Cavw.cante .:A mestao pricnjipal
era a do presiilente do Itio Graude do Norle, e que
deu lugar gera feiU ao ministro do imperio;
i.as e-.dao)po.-.i..io cessou, desde que foi deraitiio
o presijeii!^, o que prova que longede haver des-
lunn ui.i. h rve da parte do governo a maior dis-
l'osi-'iodj.-.u ildvros amigos.ea consideraco mais
.da em favor dos .correligionarios dessa pro-
vincia.
Anda se iroux-> a falta de escolha dsse conse-
lheiro como proyado, 1W. 1 cr- "t" **!"
USr^^s^5\5NW0 regnaento nao permute
^TpiiiMiamMifl uuTa riiflaaw*'i nnlitira-ao-*
it&rtQ deiTupu Ja torga, esta issyjadraitl
ToVeslylos, poreai, era todo caso necessa
Mido pe
essario nao
abandonar co.TpteUimente a materia do artigo.
Chamo portanto a attcncao do nobre deputado para
a materia do artigo era discussao.
O Su. A. Cavalcante : -Eu eotendo tambera
qii" nos nao podemos discutir poltica geral, mas
nao se podednxnr passar sera resposU algunas
pi'.o-.siyass'trazidas Dar prova do desaccordo dos
no-sos principios polticos.
Ciusou surpreza ao nobre deputado a falta de
esc ilh do conselheiro Jos de Alencar.
Um Su. Deputado : 'Creio que a todo o
mundo.
O Sr. A. Cavalcante :A todo o mundo, naj.
A co.istituicao do imperio diz que a eseoiha dos
senadores attriboicao exclusiva do moaorcha ;
isto dogma do partido conservador, e a queda
do iniaisterio que deu lugar a subida do partido
actual foi justamente por nma questao desta ordem,
o ministerio entao quera intervir,,, quera fazer
valer a respoosablidade dos ministros peios actos
do p >der moderador; emisiderou um piincipio
aceito pelo partido liberal, agitoase a quastio na
tfjbuaa ana iuiprensa, e triumphou a opiaio dos
adores, fundada na constluicio, di que .0
governo intei ramate extranho a esses aps do
poder moderador. \
(Trocam-se apartes).
O Sr, a. Cavalcante : -O nobre deputad disse
qui tioaa havido iatorvenio do goverao.
O Sr- Barios Reg :O Sr. conselheiro^ Jos
de Alencar (oi juera o disse. \
O Sk. A. Cavalcante :Nj nao rmderaos'acre-
ditar que ogrverno in.erviesse nesse negocio, de-
vemos tuppor que a escolha foi lvre e foi a,me-
Ihor, porque tambera prucipio admittido qae a
cora nio erra. (Apoados). \
E' dogma conservador, que a escolha dos seca-
dores da exclusiva competencia do poder mole-
rador, e se os nobre* deputados gao conservado-
res, nio podem adraittir, ,que o ministerio inlar-
viesse nessa escora, porque sso vai de enGontto
aos onssos principios poltico*.
Passo materia do fproiecto.
J disse que accetava agumas das ideas con
signadas as emondas do nobres deputados, raa
ao era 3" discu sao.
(Trocam-se apartes).
O Sa. A. Cavalcante :Os nobres deputad
aecusarara a cpramissio, por nao comprehsnder o
projecto o reconhseimento do direiio Idos offlciaes
que voltaram do shl, e por tratar das" aposentado-
rias, ete.
A le n, 611 fallande docorpo de polica man-
dou issolver o provisorio, logo que o outro vol
Usse da guerra, e os nobre deputados entendiam
que essa dissoracao devia ter lugar immediata-
mento, formando as pracas que voltaram um
casco de Jiatalba. O presidente da provincia es-
crupuloso de mais, escrupuloso a ponto de nio
querer resolver a questao da estrada de ferro do
Liraoeiro, nao quiz dicidif por si tamham essa
que.-tao do corpo de.polica ; mandou addir todos
os offlciaes que veram, excepcao do comroandin-
te o coasultouassemhla a respeito do destino qae
devia dar-lne. Fez o mais que podiafater, por-
que esjaado a abrtr-se a assembla, e seado a lei
de xacio de forca por sua aatureza annua, a
nos competa tomar conhecimento desse negocio.
Portante nao pdenlos deixar de votar pelo art.
1 que manda dissolver oxorpo da polica actual,
de conformidade com a lei existente.
(Ha um aparte).
O Sa. A. Cavalcante : Nao sa faz mais no
ar. i; do que trausportar para urna lei annua, a
disposicao da le permanente; da raesma maneira
que se faz a respeito das despezas na lei do orea-
ment, aonda sao c asignadas as despezas vota-
das pqr outras leis.
Por consequenc,ia nao se pode de maneira al-
guma increpar a commisaao de ter infringido a
A coramissio propoi a concessio de alguns fa-
vores a esses offlciaes que prastaram servieas na
guerra, o que deve ser tomado aa de vida consi
deraijao indtpenderaemenla da quelao da saa ia-
clusio u nao inclusao no corpo de polica.
Um;.. Dputado :-rAlei garaate-Uies os postes.
O Su. _A. CAVAfa;A|TE :Nio garante tal, a le
n. 611 nio diz i'ssoal nem com razio o poderia
Um Sr. Dapufado* Podiam 1 capilaes do
corpo ter sido promovidos a coronis na cara-
pTnna.
O Sn. A. Cavalcante : O qae a lei quiz dizer
fui que os offlciaes de corpo de polica que mar
caaram para o sul, deviam ter prefei eocia nos
postos desse corpo. \ a
Um Sb. Deputado : O que quer dizer eorpo
provisorio ?
Um Su. Deputado : Fora11 ai;
O Sn. A. CavalcastbV Nio ser se foram, mas
esses nao podiam ser diinitlidos.
(Tr>cam-se aprtes).
O Sr. A. Cavalcante :A le diz isto : lira n
prende- ie autorisado a mandar o carpo de polica
pira a guerra; a depois diz, flea tambera autorl-
sa-io a dar licenca aos efflprgados pobiioes qm-
quzerera ir para a guana: est claro ixrtanto
qoe o genero nao podo deixar da excluir a e
ci de que j se tratoq.
O proje-to estabelererido favores para esses ufrl
ciaes, nao os privn do dirato de ser admittidos
aos postos, se o governo entender que os deve
aproveitar; acredito at que a providencia e
spplicar nicamente ao enramndome; os offl
eiaes estio ^odos addidos ao cor;.o, erprestando
sarvieos; e quanto aos soldados nos sabemos que
gente qoe >e nao recusa.
A' instancia do uohro deputado pelo tere 'ir >
districto, eu u;io posso deixar de dizer alguma coli-
za, man i festn do minha opiniao era relaeao nn
m-.do de pensar do nobre deputado pelo primeiro
districto, que manifestou neta casa simtimeiuo.
por nao serem atlendidas certas nece-sidades, re
lativas i publica admini-trigo ; queixas quo o
podem referir a diversos ^avernos, e quo nao tem
apnlicacio dissidencia dos nnbres tleputado-.
Tem razio Haoradn meinbro, e eu o aoimpa-
nho na censura ..n- noss.H goveraos era geral.
O Sr. ProbotArniNso Mesmo com relaeao
centralisaci". '
OSa. A'. Cavalcante :O partido f/mserysdor
s se oppe hoje a reforma da coni-u-a) : a
d.-sseotraPsacao :;ao se nppoo ; aigoos amigos
aossas talvez nao pancera as.-im, mis a-lao r mi-
aoria ; arredilo que o partido c>nse*t'dor lio
desceruralisador como o nutro, a questao das des
ceatralisaeSo entre nd nao mais qqednW de par-
Udo. Noduvido que outr'ora o panideeonserva-
dor fosse centralisador.
m Sr. Deputado :E.nimia .
O Sr. A. Cavbante : Em certi>s temaos,
mas nao de certa poca para c'; de (53 em difcu-
te as deas foram se niodilie.ini.., e a de^centr,-
lisaeao nio distingue linjeoma p. tilica.
Falln o nobre denotado- relativamente ao me-
Ihoramento do porto, estrada 10 Ierro dS. Fnn-
eisen, ote, ni-ste yunto estamos de .icrorlo, deve-
:no. recia nar providancias, si nada se liter ; mas
cuuipre reeoulieeer, qoe estn leudase a queixa,
que fez sobro o asta npto a todos ns povarnos, nai
pode o nobre doputado for considerado opposi
coiiista. Fazendo coro com o nobre dputadOj re-
lator da commissao 4 forca policial, acredito que
allimam'ent? nio mi tem tratado defsan qu>
iwrfdta de tempo, porque .1 gnerra absorvia to-
das as attmedes.
Concordo com o nobre deputado que preciso
cuidar j e ja da estrada de lerm d >. Frau.-i*oo,
o nrWfjl aiiioiill OirportO ; Cirio numn mg .
governo que conseguir mplliorar o porto de Vtr,
lAa. iii\tnbHe*n lain frrftTO mnter-narn'ro qoe lo Bio de
. a no
i 1 do /:
nomo fellf tara -s.
da guerra do Para
Outm do Exm.
! irysnstimo
a.-har
do Exm. o Itv.n.
Int-
0 na da diree
convidando > Ins.
fasta patritica, i
lera lugar na ig
ras da mr.nh.ia.
co- re<.-nle; a
Ouiro do Sr.
fallando una n.
Paraguay.Inte
. lo.
O mesmo Sr.
tes olTerta
co, pido <'oni
Amertc iv >
duteiro Ptrnoei
F.gi.'ire-
ira aaiia
aa qua reeebi-ra ae mrmbrn
'to, incumbida de em seu 1
.arador, pela conclu-io
pito lar, eonego
'res, conimunicando
fyfSBB' P''' fa.'lecimenlo
\ D- Francisco Cardoso l'.yres.
jja da aaeiedade Dout de Julho'
"- w a se fuer reoreseniar na
e em si mni- :|9 daquelle dia,
'"'Ptria. Santo, p.q s 9 ho-
0 Sr. presidente convi
ir a referida f,.-ti.
1 dn SasCimanio, <<
doMez pesos do Ih.wiuro .15
do, sendo recibida a oferta c m
secretario da cont das srgain-
no1 11 < Jo Otario de Penwmbu-
-" "r. Pignirw; alsuns li-
toral ie Atautas, fhunn,
Mairtsilra, 'pelas respacti-
Jauero podemos obter, pos dahi depende muito
nos-a grandeza, assim como o desenvolviinenlo da
coiumercio, agricultura etc.
Tanto respeito do meiiioramento do p.irto, co-
mo du estrada de,ferro, exslem esnadoa, e delles
cuida o governo actii.n. Aiada ha pouco tempo
me disse o engenheiro Gal vio, que as n.ssas re
lacoei para a Europa, se tratava o Um Sr. Deputado :Tudo fica eiii.escripto?.
Sr. A. Cavalcante :A censura, portanto,
nao pode caber au governo actual, cuja attencao
astiva toda voltaje para a gua ra.
O Sn.' Pedro Affonso :Mas esti perfetimente
de accordo com o nobre depatado ?
O Sr. A. Cavalcante: Nao podamos estar de
accordo era tudo Desde que pensamos, ha aeni-
pre divergencia era um ou oulroponto, nao con-
cordo con e nobre depulado, pr exeoiplo, na
queslio da cabolagem ; pos desejo qrie se manto*
nha semore o comraercio livre, qae nao existam
direitos proteccionistas, nem peas de qualdade
alguma.
Creio, Sr. presidente, ter dito, senio lude quau-
to dtsejavn, ou quanto devia dizer, lulo quanto
pude em favor do pr ijerio; e no intuito de respon-
der essas du vidas e confusio que os nobres de-
putado itnagnaram.
Concldo, pedindo casa descula de ter por tan-
to teuho abusado de sua altencao.
(Muito bem, muito bem).
REVISTA DIARIA
ASSEMBLE'A PROVINCIAL.Hontem a as-era-
phn approv'U em 3* discussao as emendas nlTe-
recidas ao projecto n. 91, que concede loteras
Santa casa de misericordia; em 1- o de n. 106
deste anno, mandando admitlir como alumnos po
bres do Gymaazio diversss menores; em 3 1
da n.* 13 deste anno, que crea comarca no Bo-
que; em as emendas olTerecidas em 3." lo pro-
jecto n.* HO, que concedo licenca diversos 111-
pregados; em 3.* o de n.# 63, 'creando lugares
de medien de polica; em 3.* o de n. 3o, que crea
urna companhia de bombeiros nesta cidade ; em
2.* urna das emendas offerecidas ao projecto n.*
bo desle anno, que manda remover a esta(jao cen-
tral da estrada de ferro do Berife a Olinda ; em
o de o. 112, que passa por os jalan de direito
crme desta capital o julgamento das cansas
fazenda proviacal ; e a redaccao de diversos
ojelos inclusive o do orgamenlo municipal.
A' ordem do dia por hoje : eontinuaeao do
antecedente, 3.* discassio dos projectos ns.'tfi e
iw deste anno.
ROROGACO. Nao tendo podo a commis-
siide redaegao concluir o trabalho de orcamen-
to Irovincial, e para a indispansavel approvacio
da fedaGao'de-si- projecto, foram hontem proro-
ate amanbaa os trabalhos da a-sembla pro-
vncfci.
DUS DE JULHO.A sociedade patritica ba-
hianDonj de julho, solamnisa amanhaa, s 9
hora*do-dia na greja do Espirito Santo, o anni-
versaio da independencia da provincia da Baha,
alTorando criancas.
SUIf RESSO.-'-Por doliberacao da presidencia
da proimeiaXie, il,do passado, foi supprimido o
distric de subdele gacia do Jupi, do termo de
S. Bena, fijando restabelecidos os antigo; limi-
tes. T
GUAINA-NACIONAL -Por detteraooes da pre-
sidenciaoa provincia, do 2 e 28 do passado:
Mandi*-se dar guia de passagom para o mu-
nicipio di Recia, ao alfares do 41batalhao de
infantera Jlo Rodrigues deMoura..
Foram comeados para o balalhao n. 31 do mu-
nicipio despique: tenante quartel ineslre o alfe-
res da 2* impanhia Victorino Jos da Rocha e
Silva; i'iimpanhia, tenento o alfares Antonio
Jos PereiA dos Benos, alfares Adriio Rodrigues
de Amujo ;C". companhia, captao o jeaente Jos
Antonio da vaina, lente o alferes da G Deodato
Rolainberg fe Albu^uerqne, alferas Antonio Sera;
piao da Roe*]'3" companhia, capilii o lente
da Jos ddMello Cavalcante; 4- corapanbia, ca-
pitio o teneufe Antonio Cableante da Albuquer-
qe Craveircd tenente o alfares Clarino Cava -
uerque, alfares Lonrengo Civalcan-
ue Marauhio, e Seveiino Rodri-
uquerqne ; 3' companhia. lente
"alustiano Cavalcante d9 Albuquer-
eante de Alb
te de Alb.u-'i
gues L
o alferes da 4
que Arac, alres Maaael da Silva Souto, e Ma-
Albqqadrque l'reuco; 6.eompa-
ncico Rodrigue- da Rocha; 7'
nhia, alferes Ffencisco Rodrigue
eompaahia, allfesBenigno Rodrigues Los de Al-
buquerqe.
ISSTITUITO RCHEOLOGICO E GEOGRAPHI-
vas redaeees jv.m fx.-mplardo rom::
palo Sr. Fnnc^rude Barja cOiiveira.a pelo mas-
no 1.Herrado ;-i as astas fft-rtas ao recebidas
cim agra'loe laaiiaani-sar-.rcblvar.
Vera mesa nma propujt p;ini a rJeri-
oimos c..rresp-iiideiues.A' coisuar. Bjfpeetiva
Enlra ein djscusa o balauco da ratita o des"
peza do iil^estre de Janeiro a marco, o qua!
apfirovado.
OSr. pre#iiente declara addiida 'a difcn-sio Jo
projaefo d^ftament para 3 segnite se-sao.
R' lido e ajir..vaiio o seguinle requerimrr.to :
Reqneirtl que se offlcia ao nosso di'.
emBerlim;4o6r. Afitonio Marques da Cos
re, padltrlollie que mande copnr, por m*
te Instituto,*- ri.-tas de Pernarnbnco, offe.
em oncinalpelo pMncipe Mtmrieio de Nassau
um pnncip* da raa real da Prnssia. Sata d:
sessoes. dnlln?ti:atn, 30dejunho de 1870.-.
Henriqne di lbuqurrqiie. 1
Sao disfutidoi e appnivado os segbate' prr
grammas presentados pelo Sr. Dr.Baptista I!
gtieira : '
1.*Fifn hmni pide no combate, ferido
forte de S. fcrje. ir ocmsiao da inensito holl*
drza nextaipr.^hicw y l
2'0udlo loca! do ce\iite)-iojs Jndeus 'etta
C'did'l.
S;io destiihiiidns n preViio ao mesmo Sr. Dr.
Bapiiia Iflrgoeira, e o seglndo ao Sr.-padre Lino
do Monte Carmel lo. I
No haviido mais a fr.iAr levanta-se

i sessao.
Jr^
de.-trihnilor do juffo dos f.it..s a fazenda, enea,
pela lei Vovmrial n. 026 lie 23 de mai" ultim
por nni'aeaodn rcspeclvo\jui, o o Sr. Theo
o Alvesda Silva.
AJUMANTE OE ORDSNS
Tendo j\ do exonerado, ase
riaopbjlo AI ven dn Silva
ja presidencia da pr vn;,a,jfoi nomeao para .-' >
er.'erjaierjiaaianta es>e cako o Sr. ten. ni.: li. f,
Horario dotxercilo FabricaL Napuleio do ReflT
Bairt/s. \ V
FL/NERAES.Deve ter lukr, na cttbedral i'1
Oluila. n. da 8 do eorrentelo fugeral
fizT peio Sr. vigario capitutajpel! almad Exm.
e Rvm. Sr. bfopa diocesaiio
Ayre.
Na igreja do Carpo San
dia l.S do crreme.o f moral
cmara uMMMiua| do Recifo
cas fallecidos nos camp** du
ultima campnnlu.
*ftT.VBEIRO.-0 'vapor br.si
inte-hontem as sejraintes'quaiii
Jl'IZO DOS FEITOS Di F.-tZi:\0A.-Acha.5
intriiianjenle exa/cendo b uQkio dt conlador
)A WESICENC1A
edido,
ijudante de order
i,
Francisoo Caroso
^deve ter logar, no
pandad fazer pela
|los offlciaes e pra-
kraguay, tarante a
iro Arinos bvou
70.000*000
4:700<)0O
692:SOO000
100,000 para o
Maeei 15:0004,
de
IRvdm. Sr. reitor
bolos para as
do Rvdm. Sr.
nadjutor da fre-
ras recolhidas da
lECIFE.-Em ses-
lico de partido da
Sr. Dr.-Joio Mana
Para Maeei
Para a R.ihia
Para o Rio de Janeiro
s a lo desla uliima parcella C
lliest firo nacional.
0 vapor Poenrji levou pail
e o Ipojuca para o Cear 00( 0 em bilheie
lotera.
VIA FRREA DE OL1NDA.ftifr
a directora de-la empreza pretende estabeleeer a
estadio terminal da ciliada de Olida uo largo do
Carino, fazendo urna estacad do jpiradouro eoutra
nos Arrombado?,
SEMINARIO DE OLINDA.-i
acaba de receber os segaint.
obras do estabelecimanto : 2f>
Dmaso da Assumpcio Pires,
gnezia da Varzea ; e 64000
Gloria.
CMARA MUNICIPAL DO
sao da hontem foi nomeado m
cmara municipal do Recrfe,
Se ve.
SAPADORES ROMBEIItoSA assembla pro-
vincial, em sua se-sao de hunlem, approvou, em
3* e u tima sessio, o projecto n. 33 do corrente
anuo, creando a companhia de sapadores-botnbei-
ros nesta cidade, satisfazendo assim urna neces-
sidade publica de ha muito reclamada.
CMARA DOS DEPUTDDlJS.Encetamos hoj^
em nossa 8' pagina, a publiacaoda discusao h
vida na cmara dos deputafoa sobre o augmen
do "juro de o 0/0 garantuloi pelo governo geral
companhia da estrada de ierro du Reeie ao
Francisco, para a qual chimamos a'attencan .
le i lores.
SOCIEDADE EMANCJPiDORA.Accedendo
pedido desla sociadade, Ksolvemos suspende! I
oublicacio dos annuncioj de escravos fojidos* I
incumbindos, eatrclanto, le promptificar qualquerfi
aviso semelliante respe, impresso em avulso
separado do Diario.
FESTYlDADE RELIGtlSA.Celebra-se domin-
go a feslividade religios do Seaiwr Bom Josas
das Chagas, na igreja da I'araizo, com vesperas,-
amanh a non te, sao dadores, do Dvangellwo
Sr. eonego Dr. Lurz Ferjeira Nobre Palmea. eV
T-Deum o Sr. padre Joi Estoves Vianna. Reg4
tr Jos Coelbo Barbos
ruiina hojo, houve a fe.'
tados os versos por mi
ao acto o lealce da sin
V
I
,
r a orchestra o pr.ifi
No septenario, que
lembranca de serrm l
nios ; o que tem dad
plicidade e innoeenela.j
"LOTERA.A que
\
6Chs renda
a 1.12,
OU
a beneficio da matriz /a Escada, a qpal corre
dia 8 pelo uovo plano.
LEILAO.Hoje effl* o agente Marhns o lef-
lo de ora excelfente iano forte, e de transposi-
co, mobiHa e mas nlvei de urna familia que se
retira pasa a EuropaTio 2" andar do sobrado n. 1
da ra do Raogel, s (1 horas do dia.

CHRONIfA JL'M HRIA.
raas uwai.
ACTA DA SESSIO
JU
?RESroRNCIA DO
slO horas da
tido-.. Miranda Le.
O COMHGRCK
DM1NISTRATIVA DE D
10 DE 1870.
SR. DBSKMBAROADOR ANSELM
COCO PB1XTTI.
iha, presentes os Srs. dept
,. Has e bario de Cruaagy,
?
faltando com parte ipagio o Sr. depatado Rosa,
seodo nomeado o f Mirand^ 1 para servir
sacrelarm ao imped iseoUi do Sr. Rosa, 8. Eic.
Sr. presideote declawu aborta a essio.
Foi lida e approg>VKa da sessio de
iitarra.
Ofllco do Dr. santuario do governo da provin
ca acompanbado
deeises >do govefo imperial do anno de 1868.
Accuse-se.
Offlcio do presj
eorretores, fina
o boletim coiami
daAo archivo.')
OlBcnm
raria d
ci de ajnfl^H
Joao 1
tribunao^L
cusaado-s o 1
reate. .'-
":
ate a secretario da jante dos
de 23 do corrente, remeneado
da semana prxima passa-
(elheiro inspector da thsou-
j a nomea-
u Mu na pessoa ido
uz.
H
mperu
i 9 da eod
DES
Reqogrimanto' de
Moreira
offere cendaJH^
tiahara sotFW

MUTILADO
PIBA,
Mal
amalaaami
c



fil
& 1370.
*
.l-'-i^X.., .
e S, para certifica*
uro coopta achara
o seu fllho Tiiomaz de

cons
De
inser
Lima
* De Mam;
'Ihe por eei
despacho, .
Exc. o 3r. presidente encerrou a sessao ? 11 ho-
ras 3 meia do dia.
Ten i
Dr. Jorge Do
Jastino Jos de
Jas Neves, para darJH |
ira de distnuo da linua
dem
-.' 6
tro,
imdo
intiliii
Panaa e

SESSAO. JUWCIAIUA 8M37 DE JUNHO DE
1870.
iHlln>EKCUA DO XM aMABGaDOR A. F. PB-
RSTTI.
Sernetario, Julio Guimrati.
Ao mete dia dlclarou-< abefta a sessio eUn*
-presentes os Sr9. diisembargadorcs Silva Guuna-
raes e Aea'oli. e. o* Srs. deorados Basto, Miranda
e bao de-CruangV, faltando n>m p..rteeipa-
cjto'o Sr. depotado Kosa e sera ella o Sr.aesem-
tergadorReiseSyj.
Lida, (oi aaprovada a acta da sassao anterior.
O escrtvao Alhuqmrrqu.- registran o uliimn pro-
testo de letra a 21 do presento me son o ti. 2Uto,
c o eseri! Alves de Brito a 25 do dito mez, sob
o n. 2028.
TOtOAMENTOS.
Appellante D. Mana Feliemina do Reg Costa,
appellado Manuel Pereira Hagalbaes.Adiado a
pedido de ura dos Srs. depiitad-'w. .
Nao estando presenta o Sr. desembargad >r Res
e Silva n<' n* W*** adiadosjias
precedentes wssie.s entre papo, embargantes
Jo FtancisOT H.beiro Mscnado e outrus, embar-
cad > Anuro Jo dos Prazeres; appellante Jos
Barbosa de Cafrafl, dDpellaJ s Harbo?a A Son-
7.x : appellante Paulo Guslphe, appellada O. Lu-
ciana Gertrudes Clara da Silveira ; embargantes
.h administradores da massa fallida de Antonio
di Figiieirdo, embargado Antonio Pereira de
Oirwlbo; embargante Salvador .le Siqueira Ca-
valcante, embargado Joaqnira Salvador Pesso da
Siqueira Cavalcante.
DISTBIBmflOBS.
Ao Sr desertiharq i Guimaraes: appel-
lante Arrhanj.. Soares da Silva, appellado Antonio
Jos de Olivewa.
Ao Sr. dwmbargndor Aeeloli : embargante
Jojtqnim de rtievwlo Jlala, embargado Jos-Anto-
nio de Almeida Gui maraes.
AGGBAVO.
Juizn esoecial do nroiiercio: aggravante Ma
noel Jos *Ui Miranda, aegravado Alexandro dos
Santos Barros.-O Exin. Sr. presidente negou pru-
Vlliieuto.
Enrerrou-se a sessao meia hira da tarde.
Porelh.'con-
'lo Njsc
fos Bodri-
Esmas. Sra;
inap'Fran
sorte o Exm. s
menloSJachado. Po
D. Marn, fillia do Sr i
gues de S"uza.
Escrwaes p elei?*).
Os lUms. Srs.
Josa Candido de Soaza Cistrtfc
Frandsco LvmderHW da S
Escriv3as por eC0-
As Exroas Sras.
Consorte do Sr. Maooel M* usFiuza.
A fiba do Sr. Antonio .Jotero de Vascon-
cellos.
EscrivSes por devoro.
Os Hitos. Srs.
Jos Mondes Salgao Guimaraes.
Francisco Ftrreira M>
Escrit-Sas por davoco.
As Exraas. Sras.
0. Feliciana Candida da Rocha, cohorte do
Sr. Albino IJaptista da Rocha.
D. .M iria, consorte doSr, Lenidas Tin Lou-
r*iro.
Mordomps e mordomas
Todos o devotos da Senbora Saot' Auna.
Oncwtorio, 30 de janho de 1870:
leiro Pvtmgi, caromaDdante Costa, carga
varios gneros. .
portos intermediosVapor brast-
ieiro Ipojuca, comnaaodiflte Moura, car- Btnc;)_
ga difftjren'ea gneros
/roacao.
N5o houverara entradas.
EITAES.
fa?o constara qucu convier, qneo-Exm.
Sr. co'selhif director gural interino, tem
designado o dia 1.' de agosto prximo vio'
dooro, para nesta secretaria, pelas JO horas
ttin SkanbSa, vx lugar o examo de .babilita-
^jo para ocom.-ur.^o a.cadeira de alletno do
gymnaio provincial, que se ada vaga pelo
fallecnenU> do professor qoe a regia, Carlos
Steober.
As pessol quequizerera presar diD exi-
me o>vero inscrev^r-se nesta secretaiia na
forma das instniccoes de i i de junbo ds
1839, al o dia 30 do co.-rente.
Secretaria da instruego publica de PeP-
Bambuco, i." de julho de r870
O secretario,
Aureliano Augusto Pereira de Carvaiho.
openbada pela signorita Anua e o Sr. Ro-
dr,.-""-
Acto terceiro.
4. O grande qnadro intitulado : O triumpho
Actores.
Sr. Rodrigues.
Signorita Anna.
Vicente.
Filomena.
Car.
Pereonagens.
Bacco
Sua espesa
O inventor do b9ro vinhtf
Deus-Lacco
Um tvarento pelo vinho
Nympha.-;, soldados etc.
Presos
Gamarotes com 6 ealradas.......* 12JICO0
CadeiM........................ 2*000
Gadeiras avulsas para senbora..... 2*000
Geraes...-....................... i*000
Os bilbeles de camarotes, cadairas t plajea?
vcidem-ae no mesoip circo.
Priipian 4 8 i|2 da nwtle.
Ao publico
A eoiipanhfa avisa ao respeitavel publica que
o repertorio dns qnadros vivos sao 68, sendo 60
mitolgicos e 8 sacres; pede-s-e a indulgencia do
publico se es intervallos dos quadros forera exten-
sas

I
n
ISfioate 3" o-Porusncz.
(Juairo annosazem boje que em m^mori"
de tantos servie )Vcsi-(,i nesti ciiv'.! o Illm. Sr. Jos Hn-
i-i te Fo,- -eir q-i m Jo coosn! de Poria^ ti
)r,)\>ii-.ia, Kte lugar a installacao d:s-
ta divin e:nma6J>cia?io. Quatro Tirios
Uz .n Iwjfl qu^ Os annaes so'iiaes no nn-
psri da Suda Crai contam tflls umi as-
soci.iro h.iminitirui-.vala por um punlia-
do d'aqi lli-s a qem o santo eryssoladj
amjr pelas causas patria* minen-foi des
mentido e qm\, desde cnii tem corraspon-
i nos lins fvn uiitarios de sua insiitui-
r'n, que o altes tem eses a associados in-
mte a quam a cerio me tem sido ad-
versa quando doenle, preso djsemprega-
dos, que o aitestem oatras tamas viuvas
desvalidas que c^oram a perda do esposo,
a qnetai tem servido de amparo pro
iecc;o com peosfos roetwaef, honra e lou-
vor a todos a i i.-s <\m oTicorreram para
to iuslo e 1 'do fim.
Smjs firmados WBbn a;ora a dizer,
quitro annovi'izem que p ir l*4a raosraa a
a 3;taal directora provisoria f# posta em
execofflo a lei randametai d3 socie.
moneo mate tendo esa misma le (-.rts. 22
e 28) irap^ a direstpria o inie: i;nv:l dj-
ver de oroueder a legalidada da cli'jctiva
admiiiisu-a.Ti poido termoassim "a sua di-
recgrio provisoria, ndilTenenle a directora
j Mtra'.do que rigorosamente Ihe jmpoza
doctrina dos mesrnos artigos nao s a me-
no-prezou na observancia, como se collocou
s -ierior a ella ; dirigir desde entSo e por
lempo ndJernimado ba destinos da asso-
ciaco sam ap io 3 oni olensa da lei fot
oa que pareo ama das soas primeiras re-
solufoes; tres annos sodecorridosI67, 68,
69 a 70 c rr ndo este-sem que tenba du
rante esse feriado observada a dontrinados
ar s. 22 e26 d^s estatntos, que manda em
lempo serto e arailmente proceder a le-
gal, dade das administracas, e quando o
far oj periender p: delinitivamente ter-
mi a sua dwcao provisoria oecessidade
ess altamente reclamada e que alias topo
nentem mte prolesia contra os adiaraentos,
taes sao os .escrupaios de que estam js pos-
suidos para "onde est o voitadas a atten?o
de muitos socios; somos decididos oppo-
sicionistas de directora no relativo a con-
tinuado da *ua provisoria direccao para o
Agradecimento,
N abalxo assign'ados, passageiro* que fimo
do brigue Triumpho, procedente do P.>rto, su inma-
nente ponbojadus para com o eapi&J o Ilim. Sr.
Manoel Francisco J.miur, devidoaos innmeros fa-
vores, bom tratamento e c.irinho* que esto setihrr
durante a viagem nos prestou, e alm dissopelo
seu comportamento exemplar, resolvemos unni-
memente deixsr-lbe escripto como testcmunho de
eterna gratidao njssos nmnes, como nica e per-
mitida offert qnc e;t n^sso alcance, e. lao in-
siunificanie parscompensacao de seus obsequios.
Tambera nao podemos deixar de narrar aqui o
noiiie da piloto o Iilui. Sr. Amonio FernanJe- do
Carmo Sampaio', por Ibe sermos summainente
alft;ii;oadu5 pnivqiii.'ute do seu elevada merec-
mema.
Qjtfiram, pois, os Srs. capitio e piloto aceitar,
aioda (|ue nial redjgido, .osso agradecimealo, o
qual lllho do que osas conciencias sspont-
neamente nos obngain dizer.Antonio M. i'. Cha-
ve-.Manool Pereira Baltir.Jos Maria de Va?-
concellos.A'bino Jo* Oa Silva.Arthur ftonfstl-
voi.Josa Antonio da Costa. Bernardin i ItoJri-
goes ll.tmos.\nti::io Alvcs.Antonio Colh" d
Silva.Wo d Fana.-Qandin i Coeihi Leal.An-
tonio de Almi!ld,i fium -.Manool G unos dos San-
|B#.Aotooio Diaa.-J-is Ant mi de Sonza.Joa-
qaim da Costa Uodello.Antoiiu J.aquim Mirtins.
Manoel d Panla Ribeiro.Manoel Martins.
Manoel Tavare?.Domingos J'is de Carvalh .
}oio A!T>;;s i Moreira.Antonio Lopes Ferreira.
Alfn-il i Jos Dia?.Joaquim Lopes do Ate vede.
Hearique Gancaivea Das.Paulino de Oliveira
Man.Jo< Rsrreira ds Aievedo.Manoel Das
l'ea-.'ia CrutIw e Castro Kedondo.Florio-
iii Marques da Silva.
BESLABACflES;
------------------------------ De ordem do Illm. Sr. conselbeiro inspector
da thesnararia de fa?enita, se faz publico qae, nao
tetn comparecido lie liante a nrrematacao do aln-
suel por um a res annos da cas qne servia de
cavallarce em Simo Amaro da fregoeiia da Boa-
\ista dcsta cidade, fi> a mesma transferida para o
di 6 do mez prximo vmdouro, as 2 horas da
tarde. ...
Secretaria da tbesouram ae fazenda de Pernam-
buco em "27 do junho de 1370.
Servindo de ofBcial-maior,
Manoel Jos" Finio.________
Tribunal do com-
mercio.
TBEATRO
GYMflSIO DRAMTICO
(No Montein;
SQB A DIRECCAO DO ARTISTA
DE-fiiOVAM.
Hoje.
BENEFICIO DE
Manoel Tarares Pinto,Ferio
Depois de urna escolbldn onvertura pela orche?-
tra, dirigida pelo maestro Martins subir scena
o .magnifico drama de grande espectculo, e 5 ac-
fol
fariilo Joaquim
Secretaria do t
buco 30 de junho
a
a
ama
Fabrica de c?rv?ja da ma
Florentina n. 20 t
AO PUBLICO. .
C nstando a Chaix & Gassier, socios
procelarios da (NIC'i) fabrica do cerv
qu- existe aa ra da Florentina, qu_
u-jsna tiiin espaitia.ii) > )oatoqu3 era corn-
Tffapdtt'rio rja dita fa rica, .lerendo ta'.vez
djsaa maaeira calcar seu cratlitu conncr-
is'abaixo asignados fazsm a presente
dc'nraca para fazar sciente ao publico de
Poroambuco. qae a5o d?vcm nado a essa
pe'ssoa neai dita pessoa s jaigar eom aigroin direttoa
sercredorana dita fabrica, tenhaeHaa b n-
dade de anno:ciar poresse jonul, que ellas
Ibe provarao qae stras as^crcoas sao to fal-
sas quanto mentirosas.
Chaix & G'Siier.
Eli R ATA
Na publicara) de houte.n, assignada pelo faca
que toma, onde diz qae o Sr. coronal Barros eoin-
prou a pjsse da Sra. de Joaquim Salvador-deve
dizer-se a posse da safra de Joaquim Salvador.
S Iva Castro.
nal do cammorco de Pernara-
4870.
O o:n i.-il-maior,
Juio Gnimaraes.
tos.
or-
I.UHPI
.Vsatnj cuijp l
OAgente Martfns far le/lt) pw p'/dem a nm
famHfa qae se -retira para a ?uropa, dos movis
cima, no segundo andar do sobrado n. 1 da roa
do Rangel, s H horas do dia.



Jtr* na
Wiftte *
Ama
LEILAO
HOJE
Oe un importwr>te panno^ for-
te kri'ac.spoaJtao
Pelo agenta Matins, ni segundo andar d.> so-
brido n 1 da roa do llangol, onde na leilao m
movis as boras d' (lia.________
Continuapao do leilao
no
fteita e Mhbado
Por deapacho do Illm. Sr. Dr. juiz mnnipal e
do commercwda villa doCab', : reiiueritnento
do curador fiscal da massa fallida de .Sewenno
Jos dos Santos Aoiar, foi designado o d^a sex-
U-fcira Io de jultio as I horas da manlraa
para na casa do mesmo estabslecimento te pro-
ceder em praca publicaba venda dos feoeros
e mais obje tys'e perteuces de padaria qu fazem
parle da mesma nss e sorio entregues- peto
maier preco. Convi^se os preiendentes para
essa praca podendojwm ver a avaliacao no car-
torio donscrivao Araojo.__________
Os frincipaes papis fao desempenhados pelos
ariislai megrino, Itahia. De-Giovanni, Braga eas
Sra. D. M~ria Babia e D. Olympia.
Tvrriinar o espectacn'l> com o chistoso dialogo
fifnebff. do distiiictn poe Maranliense o Sr. Joa-
quim $erra, iiUituiauo :
0 salto de
H-ta secr-Haria faz constar que. p>r engao, foi
iricluit'iuiabliensS:! de Vi do wrrente, do dis-
trato de Souv. Anlrale& C, de cuja firma raziam
,.u-.i M:i!i-ieltos d-- Souza, Seyerlnp Saraiva de
\n-lrade e-otoiim da Silva Castro., o nome de
Jo^ Juaqnmj A- '>s.a Maia, o qual figura no ci-
tar! li-tr.to uTV-vn.i," comn procurador do re- publjci) pern,,mh,.1.an0 resolver pe lido de mui
Pelos Sr Babia e Peregnn ;, ijue de com gra-
do se prestam a abrillantar.e*te especulo.
O bendeiado tendo (m grande ennsideracao o
1NHIA
s
ALFAN'DEUa. *
Asndtaiento ao di i a 28. 8i2.0Gf-'-i56
obi lo dia 30. U.503*bl8
876:569*771
MOYIaiUNTO DA ALFANDEGA
/olumas eciriios coti faseadaa
Idea tdoa com gaaeros
Maraes sabidos com f azendaa
(dem dem cora genoroa
Descarrogam hoj^ i" d Jnlho .
Vapor inglezSapWrn=mercadoras.
127
450
-----677
62
322
----- 384
Sao convidados o's Sr?kc:ionistas desta
conpanhia a reunir-:;e ornVssembla gera!
no dia 5 de jnlbo vindonwfV meio dia. no
escriptorio da companhia. roMo Cabugn.
lj para, em cnmprim;uto dWns estatu-
tos, deliberar sobre as cootas n>anrjo finati-
ceiro. *a"pprovar n ore .tiicniotwnrtoiiro.
Escriptcrio da companhia Ao Beberibe.
30 de junho de 18707" ~ __
0 s3cieWio,
Dr. Prxedes G. de Souza p\gnga.
S \NTA CASA DE MISERICOKUIUMT"
RBCIF.
A Iilma. junta administrativa da Santa Gisa de
Misericordia do Reeife, precisa contratar com
quem por menos preso ll'.er a obra de um muro
que feche os quintaes" das casas de 0. a n.
110, sitas ra do Pitar em Pora de Portas per-
tencfotes ao patrimonio dos orpliio*, o n' **
ver tur 10 palmas de altura sohre 4 de ilicerce.
Os pretentL-iiie- devem aposentaras suas pro-
postas em cartas fechadas nesta secretaria ale
dia 30 d.. corrente pelas 3 hora? da tarde.
Secrteana da Santa Casa de Misericordia do
Reci e, 25 de junho re 1870.
O escrivao.
Pedro Rodrigue- de Souza.
ArrematQo judicial.
No dia 2 de iulb fiad.i a audiencia do Sr. Dr.
prevedor de residuos, lera lugar a arrematacJo de
urna casa terrea na freguezia dos Afogados, I
da matriz n, 8-'i, pertenceate a testamentan
Jos Ribeiro da Cta, annnnciada por diversas
vezes para o da 2 de jumV. O escripto esta em
poder do peneiro do juuo. __
Arremataco de porcos.
Perante o juiz de paz da freueia de S. Jos
tem de ser hoje us 7 horas fla manba arremata-
dos diversos purcos qae foram apprehendidos pelo
fiscal da mesma freguezia, para melhor comrno-
didade dos licitantes ser feila no pateo da nbeira.
O fiscal,
Ernestino Cavalcanti de Albnqnerqne.
tas pessoas, levar scena o drama O Cejo e"Cor-
ctin-la, i ancioAoiente desejafc, deixando de
Hvar Cs Jlilagres de Santo Antonio como tinha
apnanciado, jul.rando assim s itisfazer o respeita-
vjl publico.
f) resto dos buhles est venda na estacao do
:-ife.
llavera trem 7 Ij2 e 8 hars da noute de
i e volta.
j Os passea acham-sc na inao do Sr. Zebeden, bi-
neteiro do tieatio, na ettaeao.
'! As 7 horas da nonio achar-se-ha na estacao urna
anda de msica, a expeusas de algnns cavalhei
os, qne se dignam b-inrar o spectacillo do be-
Bei-ialo, ea quem o raaaaQo dasde j sumraa-
tiente agradecer.
Principiar as 8 t|2 hora^.
Da casa com solea e soto sita a ra do
Rangul n. 16, em solo foreiro (papa ~
aonuaes) a Santa Casa de Misericordia de
Loan da.
Por despacho dolljm. Sr. Dr. juiz do commer-
io,a requerimento.e com ulterior informadlo dos
dministraores da massa fllida de Siqueira 4
Pereira, agente Oveira fer leilao do predio
supra oblr'ora pertencente a viuva e herleiros
ao Dr. Ignacio Nery da Ponsrca, e adjudicado
subsequentemebta referida oassa.
. Sabbgfe. 9 (Se jsilho
ao mfo da eniA, no nscnntorio do mesmo
agente a ra d;BR n. 53, Io addar, pojen-
do os pretend nte^htitr a chavo para pn
rom previo exa)u<', em mi do 3. RezenJe, com
padaria mesma roa do Raugel n. 9._________
hrieue p^rtnguez Afrigi sahir brevemente;
D rVsta da carga trata se coa Pereira Vian-
nft do Viaiion. 11,. 10 andar.
-
Prcclsa-se de ura ama qne saina eagoHMr
tozinhar Rara cuas pespna>, casa de familia : a
jai; de Apello n. 51, andir.
Precisa-se de urca ama de leile, preferindo-m
escrava sm ilha : na ra larga do Rosario n. t,
2o andar, Junto a botica do Pinte.
Alna-se o"V andar da casa n. ti da roa 4
Rangel: na mesma casa, ou ra do Queimaio
numero 2.
Precisa g de urna ama na ra estretto A>
Bosawji. 45; 1* pndar.
Dr. J. J. de Campos" ^la Costa de Me- a
! delro- e Albnqnerqne, tendo urgente ne- S
ctidade de ir ;r corte tratar de negocios ^Q
que alli o derero por poneos dias, deixa
^encrregados de sons rau*s. rs seo* col-
4 kjfae Drs. Jos Joaquim Tvares llelfort
\ e Anumio Jos Rodnfes doa Cotias, ft-
candoeste especialmente eucarregado de ^
Sen e-cnptorio. Jgfc
Ama
Precisa-se de ama ama para comprar e
rmar : roa dos Pires n. 29.
CMl
AVISO.
O vapor La platt teno levado para o Rkj da-
Prata a eaixa cunteno os j jrnaes da Franca
Allemanha, somente pederemos entrega-losaos s-
nnnres assigcanies, o volta do vapor em 28 d*-
jtllho prximo futuro.
Recife. 27 de'junho de 1870.
D> L ilhacar & C.
K
Prcisa-se de aiugar urna escrava para
o servico de uaia casa de pequea familia,
qqe stba engoraraar e cosjnbar: na ra
da Manffueira n> 3. "


DE TfM BOTE
O agenie Martiss far teilSo p>ar ordem do Illm.
Sr. Dr. Clandino de Araujo Gnimaraes, contal do
Portugal, de um -(bote Berteucwnte ao espolio do
i.hdito portugoez Joaquim Antonia.
" S.'jnnda-leira *, do errente.
No Caes do Ramos as 11 hora* do aia._______
Aracay.
ttc gemeros e de mobfiJs.
("jjnstaudo de cha, pho5ihorcs de seguranca, cai-
xas cjm licoreii linos, ditas com velas d- car-
nauba, ditas com cognac, anas com viqho Bor-
deanx. ancorante com azeit nus, al' zema, bar-
ris e pipas com vinho da Pigueira, e assim m^is,
carteiras. cadeiras. marqueta, banco?, etc.
Segunda-feira 4 do corrate.
O agente Pestaa far l-ilao por cont e risco
(Hrqii"'n-pBI l( nu i, mencionados, e outros que se acham nao puen-
tes no acto do IfHao. que ter logar si'guula-feira
4 do crrenle as 11 horas da manbia no armazem
que foi de Almeida Borgas & C. : iravtssa da Ma-
dre de Deas.
PAlTX.fl
. ROMN CE TE
POR
F. de Jtorja.
A" venda
Na livrnria encera
Nu Bseaderaacao P.irisfiwe.
Wr> 13000..
m
Jiovo Athescu.
Denrdom do Sr. presiden! desta sociedade eoo-
vid os senhores socios a i-.-pparrein a sessao
extraordinaria designada para o dia 3 de jnJho
vtoduuro.
( !U>EM I)') DA.
1" eleicao do thesoureir > e d commisso do re-
dacca ; '2' dfcROtso do plano do prual da se-
cieoade.
Secretaria do Novo Alheen 30 de jauho de
18.
Bellarmino Carneiro,
i* secretario.
U;i moc/) Inbibudo ou purtogaea e francef,
offerece-se p-ra ensiuar im qoMqov engenho
pero desta cidade : quem ijuiz-r m uti'.i-ar, deixe
carta fechajlu n - Perli-u->e Oa nu Cu Sanio Amaro para a
prai;a do Corpo Sant-j, urna carta der ordem da
quaatia de to. a>si{tnid i nof iuao Franeisen Al-
ve-, da Suva. 5 fa/or di> Dr. Irm iccncioSecapbico
de Ai Carvattio, e j om reci'-o deste, atado
de ^3 de junho p**ad quem ativcr achado e
quir.er restituir, poda entrega-la roa estiaHa do
Rosario n. 23, Io andar, es'-.riptorio.
palhabote Garibaldi. capitn Castoiio Jos
btta : a tratar com Tac Irinos & ('..
I *a o ref-rido porto pretcnae se?nir rom pos-
sivi brevidade o p.-!,.!; i portotfuez Elrphinte por
ter guma carga tratada, e para o que Ihe faita
tra se Como cmsirnatario Joaquim Jos Guacal-
ve? elirao ra do Commefi i n. 17.
que sentimos nao Ihe prestar nosso franco Brigue pnriuguez -Laia /-^mercadorias.v
e leal apoio ou tanto nao podemos fazer no.-Brigue Wiei-Martha-merci&Tns.
?elaUvoao?actQS de sua. interna admin.s- B e iag dem.
traco, a economia, a pratica, a mestria e
a iastca para com aquellos qu tem preci-
sado de socarro*, a qoe tem presidido
como coahecida* de um boa administracao
nada deixam a desojar, nos impe nao s
o mais" profundo silencio como nos aatonsa
a declarar que folguemss de o reconhecer,
Ul ser i con'.inuaco da norma da nossa
imparcial condu :ta que pretendemos seguir
emquanto-a directora nao fazer termo a
sua dIreccao provisoria.
Recife, 1 de jolito de 1870.
Um socio.
Brigue portugusTriumphodem.
Brigue inglezCitMroscarvao.
Patacho portuguezPortia bacalho. *
iECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS Ufc-
raes.de PERNAMBC.
tenimentodo dialat;-. -. *'-*7**50
dem do dia 30. ..... 4:a48978
63:8205479
CONSULADO PROVI3CA!. ;
Rendimeatodoaiala28. *35:8UW07
dem do dia 30. 8-.5i7#048
CIRC
Kelco dos Jnlzesjnlias e mals
devotos qe lfo de festejar a
excelsa enlura Sant' Anna.
do convento de 8. Francisco
no corrente anno.
Juiz por eleico.
O'Exm. Sr Commendador Joo do Reg
Lima.
Joiza por eleicao.
A Exm. Sfa. O. Taer,ez$Amalia BaloSq de
FigueirOa, consorte iorSf. Br. Felii de
Figoeira Faria. /
lurzes por devoro.
Os Wms. Srs.
Francisco Igoacio Pioto,
Dr. Francisco Pires Maebado Portella.
s por devoc8o.
As
D. Virgo]
142:093#lo5
ESCRAVOS FGIDOS.
' COMPANHIA I^RNAUIHJCANA
DE
LWcegago -costeira por vapor,
i-'ernanoV de Nuronhs.
vapor Giqui, A-ommudante Costa, segi-
ara o porto cima no dia 4 de julho. an
dia. Recebe carua at o dia 2 encaramen-
passageiros e diiiheiro a' fretf at s 10
hoi s da tarde do dia da sahida, So escriptorio do
Foi e do Matto< n. 12. _
I
r
me
das-
De move'S. lonea e cirlstaes
" A SABER :
Um cxcellentae forte piano (novo) do mais afa-
mado fabricante Pleyel, t mohilia do jaca/anda
com urnsof.-f nms; ova S nrfiaoloa. 2 "deiras
de bracbs, 18 *lit..s de guarniea-i a Lmz XV(J2 ca-
deiras de bel*co, 4 quadn-s com nas gravaras,
1 relikio de oedra, 4 jarros para flires, 2 esear-
radefras, 6 ftpflfcs, pauo de eruett e enleites de
mesa.
N4VI0 A VENDA
' nde-se o brigne portagnez S. Jes, do lota-
cac le cerca de 1500 arrobas ; os pretendentes
pj( rao examina-lo no ancoradonro: na volta do
Foi do Matto, e traUr a respeito, com o capito
a b do, ou na praca do Corpo Sante n. 6, seguu-
do indar. _______
sinha
W.
guarda -..
mogno, 2 guarnicoes para toikt, 1 cama de ferro,
2 halaios e 2 bahus de Flantres.
Urna mohilia de madeira branca com 1sofc, l
mesa oval, 2 onsolos com pedras, 18 caoeiias oe-
iluarnicao, 2 cadeiras de abrir, 9 ditas de halanco,
t reloau, 4 jarros para fie res, 1 excellente secre-
taria, 1 thar, i machina de costura (peneila), l
tabides e i berco. >
Urna mesa grande, 1 guarda louca. 2 aparadi,-
Jes, 18 edetra?, 4 qnadro*. 1 qnartmheira, 1 ap-
para al-
Casam'
D. Malina Pdn
doSr. Dr.Joo Bapysta
ittrrlio.
uos.
^Ho Catino.
orne de Maria.
r. Ermirio C.
CISCO Bapthta
3 de Moraes
Navios entrados no da 29.
Santa Catharina 20 dias, brigue brasileiro
Otlielo, de 197 toneladas, capitSo Manoel
Martins da Cunha equipagam 10, carga
.6,015 alqueires de farinba de mandioca ;
a Amorim Irm3os d CT
Paysand por Montevideo37 dia&, sendo
do ultimo porto 23, sumaca hespanhola
Joven Adele, de HO toneladas, capitao
Paolo Castello, equipagetn 10, carga
3,000 quintaos bespanhes de carne; a
Pereira Carneiro 4 C.
Paysand por Montevideo37 dias, sendo
do ultimo porto 27, patacho bespanhol
Miguel, de 208 toneladas, eapitaa Salva-
dor Marettany, equipagem 12, carga
4,630 qointaes de carne; a Pereira Car
neiqp Q.
Rio diJanefo ^ dias, brpue he^anhol
o, des503 tonJaas|ap|3* Jayme
inin-
Bel-
Gilpa, equipagem 13, carga 5,870 quin-
ues de carne ; a J. J. Goocalves
Segaio para Havana
NOttakidot no mesmn dia.
New-York por MaceiPatacho brasilefro
Jaboato, capitSo Duprat, em lastro de
assscar.
Rio-Grande do NorteEscana ingiera Mil-
fon.'cpit Hermn, em last
BirbadosPatacho inglez Isnyr, capitao]
Evans, em lastr i
Rio de J i e portos intermedias-'Va-
hraserro Arinot, comraandante
NO
PAVILHAO DES. ISABEL
COMPANHIA
EQLESTRE GYBLISTKA E ACROBTICA -
' SdB A DIRECgO
DE
D. Luis Oiisali.
Wabbado Si de Jinlfeto.
EXTRAORDINARIA E VARIADA FONCCAO.
Composta em dnas partee, a primeira de tjsco-
lbidos exercicios eqestres e gymnasticos a a se-
gunda'de vistosos quadros mitolgicos, erigidos
pelo Br. Rodrigues. :. .
O Director interino, visto a boa adeitacao qna
teve os qoadros vivos, e desejande satisfazer ao
illusitado publico- tom resolvido deetnpenhar ca-
da espectculo com tres escolhidos quadros vivos,
sendo uns variados de antros, execatados todos
com-o maior afttrate eVestoario qne reqner a
mytologia. ,
A funcco.estJdividi em onas partos.
PROGftAMMA.
PRIMEIRA PARTE.
1. ma linda gymphonia derigida pelo maestro
Martfas. .
i. Praefes.e saltos mortaes, por Vicente sobr
um cavallo. .
3." ra intermadio jocoso, petos clons da compa-
4. A ia#*neira, pela menina Joaninha, solnre
ubi cavaw.
5. O pao voador, potVicwHe.
6.' Mr. e Madama Owis, sqeoa jocnsa, pelos ar-
tistas Lu.*, C*are Aldaba sebra oos cavallos.
7. O Sr. Vlcenle do Rea, artista pernambuca-
no, far sorprendentes deslocacSes.
Intervallo de 40 mmOat- l nm_
SEGUNDA PARTE.
Acto primeiro.
i Syrapbonia.
! Grand qnadN em onposicao;
A Replica Oriental.
Personagens.
A repblica
O defensor
Idam
Nympbas
dem
Hateras
dem
Oficial
Idam
dem
PARA'
rjtendp seguir com a possivel brevidade o pa-
iac o portngnez Jos, por mr a maior parte da
ca ra prnmpta, e para a ptittea que lbe ftiUi, a
fr< 3 coaimodo, trau-se com o consignatario Joa-
qu m Jos Gonqalves Beltrao, a ra du Comtner-
cii n. 17. ^^__^_
Previne ao pnblico, especialmente a i;nem inte-
ress.ir possa, que separado de qieti row> mniUJo a
Sr. Jo> do Reg M lio. euntra o quski iott-nl* ac-
cau de divorcio perpetuo, nao lbe dixri ur-ura-
5o alguma para que pod-sse fizer qul' u-r ir:m
saccan cun os b-^i~ de rara casal. i>* i|uhs ahas
nao estro SBJellos dividas em faco-da i>i*riprnra
an'eoupcial. Asiim, portante, prV qne mngnem
se -chame a ignorancia, previno a qunlqorr pnsua
|iqne uo faca neuhunia trHO-.cc t'-mlento aos
benseme casal, dentro os qijaes pxist'-.i >s e-
eravusmnifacio, crionli, Nareisa pr.-ti o Be-
vlna parda, que je acham depositad* pm> jiros
eclesistico. Por este roei > taco s^Hil a to para evitar quesioes fu.nras. Recife 30 .kijnnhj
de 1870. .
Josepha Rosa le Arasjo Mvh*t.
Irmndade acadmica
Para Lisboa
Sgue pnra o porto cima indicado com a ponsi
ve' bretidade a e3cnna porlnpneza A^ttifl : para
i. resto da carga eme Ihe "falta, trata-se com o=
conigaabrios E. R. Rabello 4 C, ma do Com-
mercio o. 48.
Porto por Lisboa.
A bar^a Vetuxdwa dever seguir viagem em
poueos ias com a carga que- tera : por r-so o=
Srs. caffegadores e- passageiros qne qnizerem
aproveitiresta brevidade e comraodidade nos pre-
sos, pdam dirigirse ao escriptorio de Soares Pri-
mos, ru do< Vigario n. 9. .
0ootrata-se com (fiWB por menos i-
zeY para virar a brigantina aemaa Fules,
de amfcds os lados, send o contratante obri
gado'abromptar o navio sua cusa sem
uenWmai assistencia do capitao ou da tr>
polaco, e respoisavel por qoalquer avaria
ou damnp qoe possa causar no casco ou
appajelbdo mesmo navio. -Propostas em
carta feriada recebem-se no consulado da
cOTfederic~3o da Allemanha do Norte, boje,
i" de jalao de 1870, M-fe'-M horas da
manba.
ciinaparaer.rgalhotein, 1 porta- reme, 10
de
fa'-a:
taboa e cavaletes par
dejas-, mesas e trem de cozmha, ferramenta ao jar-
dim, e m'aitoe oulros objeetos que estarao pa-
tentes. .
Terca*fetra, & d corrente
Na Passagem da Magdalena, sobrado em frente da
chcara do Sr. commendador Manoel da silva
Santos. ...
O age'nte Pinto, autorizado por nm* familia que
retirase para a Europa, levar a leilao os mo-
vis e mais objeetos cima de-enptos, existentes
no sobrado da Passagem da Magdalena em frente
do sobrado do Sr. eoinmeudador Manoel da >nva
Os concorrentes ao leilao encontrarse as 10 ho-
ras em ponto, mnibus na ra d> Crespo e largo
do Corpo Santo, para transporta-los a aquello lu-
gar, donde voltario as dnas a meta horas da tarde.
O leilao comera as dez e meia horas
4>onto.
em
AVISOS DIVERSOS.
LEILOES.
ntituiaao
Actore.
Signorita Anna.
Sr.BIrlfoes4
Sr. Jjui-
Signorita Mara.
Filomena.
toaoin.
Ignacio.
Ceear.
Teien.
Aldab
LEILAO
de urna rooblfla de mogno com U cadeiran de
guarniao, % ditas de bracos, 1 de balanco, 2
censlos com jjedra e 1 sof com encost depa-
.carand para casal,

mmoda dej^H
relio. 1 lav
Urna pessoe da provincia das Aiagoas dse-
la saber da residencia nesta ciJade do Illm. Sr.
Dr. Jacintas de Mendonca Jaragu : nesta typo-
grabhia s ir quem a pessoa. ____
mmm-wmmmm wmam
MUDANCA. 8
O Dr. Carolina Francisco de Lima San-
tos gmdou sua residencia e consultorio
para a rna do Imperador n. 87; 2" andef
do sobrado cojo armazem conserva an-
da naje o nome d* Aliance,-T tendo a JT
entrada, que o .pelo, lado d ponto Seto g
de Setembre, o mesmo numero 57, oa |
frente. Abi continuando o dito Dr. no
exercicio de sna pro8sso d medico e
de operad*, pode ser procurado a qual-
quer hora do dia e da noute.
Mil HRB*
DE
, N. S. do Bom Oonselho.
De ordem do nosso irmao juiz convido a mes
administrativa do N. S. do Bom Censelbo a reuair-
^e. no da 3 do mez de julbo prximo futuro, aa 11
horas da manba, em o convento de Santo Anto-
nio, para tratarse de negocio relativo raesoaa
irmandade.
Consistorio da irmandade acadmica aos 30 de
janho de 1870. ,
O secreta rip,
CamilU Correia Dantas.
~^ Aluga-se una escrava de muita hanindade
para todo o servico de casa de familia, menos de
cozinba i a tratar oa ra da Conquisto (Soledad*)
o. 6, das 9 as 12 htras da manhaa.__________^_
__A pessoa que aaanua dar :t.50O* & juras
tsob hypotbeca de bens d,riz, dirjase a ruaDt-
teita n. 0.____________________________
flenri'iui! A JUevedn veem pelo presente
seientificar ao corpo do commereio e a quem mais.
possa inleressar, que do de jnlho proxi* vin-
douro em diante, sua casa commercial gyrara sob
a razio de Mendes, Azev-do & C passando elle*
a serem BOtnanditarios nesta firma de conlorni-
dade com o respectivo contrato registrada nome-
retissimo tribunal do Cumuicrcto. Recite 30 juoh^ de 1870._____________________________.
IRMANDADE
Do Divino Espirito .Santo da igreja d
Oollegio.
?;o tendo a nova mesa regedora tomado posea
no dia 9 do prximo passade como determ na o-
compromisso, em razSo de nao se ter reunido o
preciso nuqaero de raembrps da mesa que esta a.
flndar de ordem do irmao juiz convido a toaos
em geral para comparecer m ao consistorio de
ooisa igreja, no domingo 3 do corrente, pelas 11
horas da manhaa, aflm de que tenba lugar ase-
posiefies do art. 108 da nossa lei, cuja execocart
os eleitos de ambas as mesas devem ter por timbre.
O escrivao,
Lniz Kpiphanio Maorica.
lhinha
de
!
urna ama
nrfa
Aa ia^ara
de mogno, 1
relogio para cima

Precisa-se de u*i feitor portuguez : na rna
Angosta n. 43.__________^____________ ,
AMA
Precisa-se de urna escrava ou ama forra para
cozinhar somente : na ra do Impeador n. 83,
3 andar._______________________________
Socieiade Liberal UmrioBe-
nefleente
Cemmanice aos senhores socios que Mv logar
a Inamgnraca da aula no dia 29 do corrale com
foi aatmnciadx com assistencia do iln. Mn}-,
fessor Joaquim Teixeira Peixoto Filbo, que depoi* "
de proferir um bonito e oom wleboaada aeorso, -
dea ewwW aos tratalhds fTe2
fa3 fe #ro para lar principie lewnaaaeaaK
vido toe mesma sniores sectot,___
que qnierem InsctMef-se ema
Mado ao rforido di* aa a
retara da sticiedade Liben
IcetrteemJOaiJatthode I


I
,4
'
)
IXM 1


*
I
9>
Diario de Pernamfew Sexta feira 1 de J*lho de 1870

0 Sr. Manoel De-Giovanni queira
mandar esta typographia pagar o impor
te de publicares de annuncios de especta
culos, em somma superior cento e c
coenta mil res. -
e_
SMERALDA
<*
i
i
'

me
J Fe reir Yillela
PIIOTOCJRAPIU V inPERLiL
18----RUA^^BfctA48 jl
._ entrara jM&putej\ da matriz.
Ostrabatlws da reedicacao desta ptiotogrfckr
e que se prolongarsepor tajto tempo, ariham-se
felizmente terminados a ella aberta ao servico do
publico desde 7 de abr! passado.
O predi* em que est cblloeada esta photogra-
pbia acta-se rnuilo augmentado, e s a parte desti-
nada ao estabelecimento conta cinco salas, inclu-
sive as do laboratorio. Tolos os concertos e aug-
mentos tendo sido fetos ipressamente para se
montar convenientemente a pnotographia, e nao se
podeedo melhor modelo eseokier do qe a Photo-
grafa Imperial do Sr. Insley Pacheco do Rio de
Janeiro, o primeiro photographo do Brasil, e um dos
pnmeiros do mundo, segundo a opiniao dos mais
ablisados mestres, a nossa pbotugrphia acha-se
dtsposta e reedificada pelo mesino plano da do Sr.
L Pacheco, a qaal foi montada sob todas as regras
teoommendadas pelos mais de>ii netos prafessorea
de accordo coa as modifkacoes necessarias ao
clima do Brasil, recnhecidas e esludada pelo ha-
bilissimo e pralico Sr. I. Pacheco.
Todo o interior do predio em que est nossa
'photograpbiafoi mudado desde a soleira da.porta da
ra at a coberta, tendo-se demolido todas as pa-
redes interiores para se fazerera as novas salas,
edificando-** cm novo ierraco envidracado mni
espacoso e elegante
Como sabiao, remos urna viagem expressa-
PBARMACIA CENTRAL
, Ra do Imperador 38
Xarope de lactucario d'Aubergier, e de
thery decio d'Abbadie reeorjomendados,
como calmantes para os Cftsos, em que se
n3o pode usar do opio e de seos prepara-
dos, mu convenientes para as criancs
fias espasmos e convuls5e.
PHAKMAGIA CENTBAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Preparados d'alcatrSo em capsulas, licor,
e xarope ferruginoso.
PHAJ$J^ACE^AL-RA1DO ItP
DOR N. 3a
Pillas de Vallet.
Pillas de Blancard.
Plalas de Bland. ,
Xarope furruginoso de Blaucard.
Confeites de lactato de ferro.
Pilulas de carbonato de ferro, laclado de
ferro, iodureto de ferro com magnezia.
Ferro de Quevenne.
Assucar ferruginoso.
PHARMACIA CENTRAL RA DO MPERA:
DOR N. 38.
Vinbo e xarope de pepina e dtartharo,
excellente tnico para auxiliar as digestoes
^^^^^^"pS^^^^^^c^ de debilidade do" esto-
tA I melhor corresponden aos nossos desejos e aspira mago.

LOJA DE JOUS
E
Este antigo estabelecimento, completa-
mente reformado de novo, est as condi-
#ces de servir vantajosamente os sens fre-
> aezes, visto que acha-se prvido com um
xplenido sortimento de obras de ouro e
rata de lei, assim como brilhantes e ou-
tras pedras preciosas, cujos prepos sao os
mss mdicos que se pode encontrar.
As joias compradas tiesta casa recebem-
os* em troca ou compram-se com pequeo
.bate.
j melhor corresponden aos nossos desejos e aspira
cSes, e da qual trouxemos os planos depois de
all estarmos todo nm mee esiudandoa apro-
veitanao ai Iic3es de tao distincto mestre. Pen-
samos que juntando os nossos estudos e longa
pratica de 15 annos de photographia s utilissiraas
licScs ultiman ente recebidas do Sr. I. Pacheco,
tendo montado a nosa photographia como se
acha, podemos offerecer ao illuslrado publico
d'esta eaade e aos nossos nuu.erosos freguezes
trabalhos de photographia lo perfeitos, cerno se
poder desojar, e disto convencidos, esperamos
qu9 contluuem a dispensar-nos a inesnu pro
teccao eom que ha 15 annos nos tem borrado e
ajudado._______________________._______
Precba-se alugar um e=cravo que seja co-
peiro, esperto, e que entenda ^ comprar : no
caes de Santo Amaro n. 42, ou na agencia jgeral n.
21, praca do Corpo Santo,
:V
ji
amigan. :>
B
':-
LYSSES

- Ra da Imperatrz
Os [,i .'viotirios deste bem coahecido e a creditado estabelecimento ayisao aos
seu* nuifusi r freguezes tanto desta praca como de fora, e especialmente ao i lustrado
GOipo ACAD2MC0, que este estabelecimento acba-se sempre bem prvido de todos os
artigo i de >vu .'eneros abaixo mencionados e que vendemos portaodicos precos, tanto
avarejo romo" pur atacado para negocio, para o que se podem derigir por carta a nossa
casa que s-ro saptisfactoriamente servidos.
CHARUTOS
.aperioivs ie Havana, Hamburgo, Babia,
das acreditadas marcas Regala Britank-;
Impn i.ics & : do do Rio da bem conhecida
marca Opera o nutras muitas feitas aqui de
safamados tcberibe e oulros que se vendem
em porc5es.
Cigarros
depaU de S. Paulo, de 3500 a 7,5500,
o milheiro: verdadeiros do afamado Danie
do Rio Novo, Maurity, Imperiaes Visconde
de Herval, Duque de Caxias, Gandon etc
de papel, de fumo de Daniel, General
Osorio, Conde d'Eu, aromticos, e peito-
raes, ftocambole, Radicaes, Acadmicos,
Machara bomba, Montevideo, Orientaos, Bae-
peodv e umitas outras qualidades.
4 FUTIOS
Afamados de BAEPENDY em caixes de
SO libras 10400 rs. a libra, em pocotes
a$g, e em porco 1500 dito em lata de
quarta a 10, e a 500 ris ; dito Daniel do
Bio Novo, do para de S. Paulo, Caporal,
e muitas outras qualidades.
FABRICA DE
VARIEDADES
PONTEARAS de espuma finas para cha-
rutos e cigarros, completo sortimento.
CACHIMBOS de superior espuma, de ma-
deira (raz; de 30 at 3,500, ditos grandes
a 13,000, a duzia ditos finos diversas quali-
dades a varejo: dito p de gallinbas dos que
ha no mercado a 2,800 e 3,200 a duzia;
ditos de lenca, gesso, barro, ete, etc.
BOLSAS para guardar fumo, de borracha,
e couro de diversos modelos e gostos.
CARTEIRAS de todos os systemas para
cigarros.
PH0SPH0R0S de cera, dos melhores que
ha, em caixas de 500 a 5,500 a duzia, em
caixas de 400 4,500 a duzia, em caixas
de 2,500 2,600 a duzia e muitas outras.
PAPEL de milbo, de arroe, san-nom, Per-
san, pintado, e palha de milbo, de Fernando,
e papel de linho.
CIGARROS.
Com promptid3o apromptamos qualquer encommonda dos afamados cigarros de seda,
Baependy, linho, e de outras qualidades da nessa bem conhecida fabrica, e bem atiesta
superioridade o nossos cigarros, numerosa freguezia de nosso estabelecimento.
13Ea da Imperatriz13

NAUilll M MOTO
RIJA LARGA DO ROSARIO M. 10
Jnnto ao quartel do corpo de polica.
(OUTR'ORA RA DOS QUABTEJS)
As especialidades desta pharmacia sao os acreditados medicamentos indgenas
cos&pof tos e propagados pelo seu proprieiario, o qual tem empregado os mais aturados
esforcos. afim de desenvolver a tberapeutica brasileira*
Acham-se, pois, os referidos medicamentos, bem como muitos outros de origem
strangeira promptos para satisfazer as prescripce dos Srs. facultativos e acudir s
necessidades de todos os enfermos.
TOSSE E MOLESTIAS DO PEITO
Xarope de fedegoso, rabo de tat,agriao, pao cardoso, juca, mulung, mutam-
ha etc., etc.
RHEL.MATISMO E MOLESTIAS SYPHILITICAS
Arrob vegetal, xarope de salsaparrilha do Para, pilulas, xarope de veame, tin-
tara e xarope de sicopira.
Doenpo* do figado e fcapo, anemia, opilando etc.
Emplastro, oleo, pommada, tintura, pillas, xarope e vinbo da milagrosa Juru-
' Sezes ou febres intermitentes
As pilulas ant-penodicas do Pinto.
Aos 20:000^000.
Bilhetes do Rio venda
'ende Vieira'4 Rodrigues.
ra do Cabag n. 2.
Precisarse d.e qma ama (iara todo servlco
de duas pessoas : na ra 4o Duque de Cadas en
irada pelo becco do Ouvidor n. 22, 2o andar.
MOFiNA
Rogase ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, es-
crivao na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir a rna do Imperador n. 18 a oncuir
aquelle negocio que V. S. se comprometteu reili-
sar, pela terceira chamada desle jornal, eni ins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a (evereiro e abril, e na la cumprio,
e por este motivo de noVo chamado para flito
fim ; pois V. S. se aeve lembrar que este negcio
de mais de oito annos, e quando o senlior aa
filho se achava no estn !n nesa cidade.
Jim m
Acabam do chegir do celebre auuW das Pu-
pilas, da Morcadinha dos canaviaes ote...
Os novenos da tia Phpm^la
0 espolio *-L_Gyj>rauo mpressoes do
campo. ^~^__^^
1 vninme em 4o. brochado 23000.
1 diito dito, encadernado 33000.
As apprehensfles de urna j0
Urna flor de entre o gelo.
1 volume em 4o brochado 23000.
1 dito dito, encadernado, 3000.
GUIMAEES
(J.M.Dias)
O poder do ouro
Drama em 4
1 volume em 4'
actos, original portuguez.
200O.
Drama em S actos, por nm escrlntor portu
1 volume era 4o, brochado 1300.
Livraria Franceza.
Jjivros aiioptados pelo de-
ceton. 4468 de i defie-
vereiro de 1870.
Arithmethica.
Goqneiro.Curso elementar.
1 vlum.i encadernado 23000.
Grammatica.
Solero dos Reis. Postillas de grammatica gtal.
1 volume encadernado 31000.
Leal.ocoes gramroaticaes extrahidas da gr n-
matica portugueza de Solero dos Reis.
i volume encadernado 13000.
Livraria franceza.
0 Campos da ra do Imperador n. 28 aprese)ta
concurrencia do respeitavel publico os segnicles
gneros, qneroputa-os especialidades, nao*> por
serem muito desejados, como pelo prego porque
est vendendo ; nao s os que abaixo mencoia,
como todo os mais que existem no sea armazem.
ESPECIALIDADES :
Camaroes 'secos.
Pescadas em salmoura.
Presuntas de Lamego:
Ditos para fiambre.
Rap Paulo Cordeiro viajaio e commurt,
Velas pra carro.
Latas com legumes em cooeerva.
Ditas com guizados franetzes,
Ditas com salmn e ostras.
Chocolate de diversas qualidades e precos.
JSa rus da Madre de Dos n. 3 pretisa-se de
urna criada para todo o ervico.
Precisa-se alugar um criado forrot eu cap-
tivo, para servico de casa de pouca (nilia : a
tratar na ra da Cadeia do Recite n. 39.
PHARMACIA CENTRAL RA DO
DOR N. 38.
Agua bemosthalica de Lecbelle. mui re-
commendala em qualquer caso de hemor-
rhagia, eprincipalmente na thysica pulmo-
nar, e ns hemorrhagias uterinas.
PHARMACIA DENTRAL RA DO"ijffl
' DOR N. 38.
Xarope de rbano iodado excellent com-
bina?5o do iodo com o sueco de plantas
anti-scorbuticas.
Este xarope empregado com grande
soccorro contra as molestias da, pelle, os
engorgitamentos escrofulosos, o fachitismo-
cacbloroso.
O vinbo iodado de joly, e oleo iodado de
Personne, s3o recommendados/para os mes-
mos casos, e encontram-se vsta, pharma-
cia.
PHARMACIA CBNTRAL RA fO LMPERA-
DOR N. 36.
Variado sortimento d/chocolate de ban-
nilha, salepo aramia, f^ro, e de sade, da
acreditada offieina de/lenir.
Sabonetes d'alcatrp, d'acido phenico, en-
xofre e camphora recommendados para as
molestias de pel aomo sarna, panos, em-
pingens etc., sendtfo ultimo de muitauili-
dade para o uzo /o toilette, por preservar
a pelle de ser minchada das maculas, que
costumam accovettel-a.
PHARMAC1A/ENTRAL RIJA DO IMPERA-
DOR N. 38
Os melho*es vermfugos para criancas,
Pastilba/de sanctonina. (
DitasjjKemp. _-- ^_
Oleo fo(Bifug.
Tudo d melhor aoalid*de.
PHARM/CLV CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Variadissimo. sortimento de fundas de
exce/entequalidade.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERADO
N. 38.
Pastilhas de balsamo de tol e de seiva
de pinlio martimo, para as affecges chro-
nicas dos pulmes.
Pastilhas de therydocio e louro cerejo
para as tosses agudas, e de carcter nervo-
so, e para os vmitos durante o periodo da
gravidez, e qualquer affeccSo nervosa.
Pastilhas de bypophospheto de cal mor
uteis na thysica pulmonar.
Pasti-lhas de angico naf,' e de Reguault,
de hortelaa, pimenta, e de Viccley, de pe-
cacuanha e de Rermes.
PHARMACIA CENTRAL RA DO IMPERA-
DOR N. 38.
Cha purgativo de Chambard, excellente
laxativo, e refigerante, que se pode usar
repetidas vezes sem irritar os intestinos.
Escrava.
Na ra da Cadeia n. 7 precisa-se alugar urna
escrava para todo o servico de urna casa de pou-
ca familia.
Offerece-^e urna pessos para criada de urna
casa, para corapr as e mandados : na ra do
Caldeireiro n. 2, toja.
Precisa-s'e de urna boa cozinheir e Se urna
escrava para todo servico de orna casa : na ra
das Crmes n. 22, segando andar, entrada pelo
becco do Ouvidor.
Precisa-se de urna ama para o servn
terno e externo dextma casa de tres pessa
tratar na roa esireila do Rosario n. 35, carlono.
rvico in-
sois : a
Ama de leite
Precisa-se na estrada de loao de Barros, sitio
da Viscondessa de Goyanna : ra lana do Ro-
sario n. 26,1* andar.
Os administradores da massa fallida de Ma-
noel Miranda da Prtia convidam aos redores da
referida massa, para que no praso de.oito das da
publicacao deste,apreseatem seus ttulos no arma-
zem da travesa daMadre de Dos, afim de serem
verificados e classikados, fiado o mencionado
praso. Recife 28 de JMihb de 1870.
Precisare de am rapaz de 14, a 16 anuos de
idade, conf praiiea de taberna, sendo, portuguez e
}ue d conhecimeoto de su conducta : no pateo
o Cajmo n. 13.
; i... ---------------------------------------------------'
Precisa-se de.ama ama qe saiba cozVnhar
n a roa do Qnejmado n. 50.
Cozinheir o
Precisase de ara cozinheiro para casa de utr.a
familia : a tratar na pr$ do Coliogio'n.
AMA
f isa.se 1e Rma i para servico de dootro
a decasatje ptrnlamilia, prefere-se eac-
va e paifajerbem ajrwndo: fia ra yeih w
(66.
Amn
Precisa-se d urna ama para cozinhar : na ra
da Praia n. 5^__________________________
Precisass,e de um criado que entenda de ser-
vico de quarto e de copeiro : na ra da Impera-
triz n. 9, 2 andar. ______^______
7- Aluga-se urna escrava para todo servico de
urna casa de pooca familia, paga-se1 bem : tra-
tar na roa Imperial sobrado n. 1, andar terreo.
O abaixo assignado declara que desde o da 2a
do corrente mez deixou de ser caixelro da pada-
na do Sr. Bernardo Fernandes.
Santiago Baviera.
CASA DA FORTUNA
Aos 8:000$
Bilhetes garantidos.
\ ra dorespo n.23 e casas do costme
O abaixo assignado, tendo vendido alm de ou
ras sones, nm meio n. 1463 com 8:000| da
lotera que se acabou de extrahir a beneficio
do recolhimnto de Igaarass (181') convida
aos possuidores virem receber na conformidade
do costme sem descont algum.
Acham-se a venda oc felizes bilhetes garan-
tidos da 6* parte da lotera, beneficio da ma-
triz da Escada (152), que se extrabir quinta-
feira 7 do met vindoaro.
PRECOS.
Biltiete inteiro 101000
Meio bilhete 5*000
Quinto 2*000
Em porco de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 9*000
Meio bilhete 4*500
Quinto 1*800
Manoel Martins. Fiua.
Precisa-se de ama ama
de n. 32.
na ra da Soleda
Advogacia.
0 Dr. i- Coma de Araujo tem o sea
escriptorio roa do Imperador- n. 67,
onde pode ser procurado das 9 hars da -
manbiaas 3 da-tarde.
Precisa-se de nm moleqne <^ t5 atmos pa-
ra vum frabalbo leve : na ruaj^0 I* de Marco n.
7 A, 1* anda
igual
Ao Sr. Jos Francisco de
interesse apparecer no
n, 69.
da Praga ser de
le, caes do Apollo
DOS
Ausenou-se nm ro**'"0 livre, 4a Id
14 anno4bamado Fransco, com cabeos
cor decanella clara, pa compridus e nei
los, nariz abalo, cara comprida, ga;
talca branca, jqueta de briio fl
baiia'j usado, julga-so lor t* : sde-
se a quem o ti ver era S|ia casa queira entrega-lo
no sitio do MoBteiru, iravessa de Bellem, pessoa
que est por elle rawonsavel.
Precisa-se alog-'f ama escrava para o ser-
vico interno e eiW0? do ama casa de familia:
quera tiver annoncie o dlrija-se ao largo do
Terco n. U.___________ ________
OSf. Dr. iosmiro da Suva Galro cora-
pareca para <*gocio de sen intoresse, na ra
larga do Rosario 44,___________________ >
D-sequaotiade,3:fi00* a premio, sob hy-
potbeca em x*ns de rail: qaem quizer annnncie.
AMi
Preeia-se de urna ama que saiba cozinhar bem:
a tratar na praca da Independencia p. 39, loja de
calcado
-i- Perdeu-se um quaderno com diver-
sas^preleccoes manosenptas de portuguez e
litieralura nacional. Qaem o tiver achado
e quizer restitui-lo. ter a bondade de man-
dar leval-o ra Bella n. 37, sobrado de
duus andares, que ser gratificado.
Jra sacerdote se propoe a ensinar la-
tirn e francet, nSo s em casas-partcula-
1 tes como em algum engenho perto da
Ninha ferraa ; pod. ndo ser procurado na
ra das Cinco Pontas n. 152, das 9 horas
s 5 da larde.
0 ALB
Jornal de msica para plano.
Publica-se em Lisboa, e r^cebem se assignatu-
ras na livraria econmica, defronta do arco de
Santo Antonio. Prego da assigualura 4* por si-
niestro (ou 12 numero?).
Pede-se a quem acbou ou a quem souber
dar noticia de um relogio de ouro coberto, paten-
te snisso, n. 84368, que foi perdido na noite de 23
do correle, desde a enguia do hospital portuguez
at a ra i!e Bem-lisa 3 7 (Passagem), que queira
restitui-lo. pode oirigir-se a mesma casa da'ra
deBem-Oca, que ser generosamente recompensa-
do, ou casa da esquina do hospital portugus
Criada
Precisare de urna riada livre on escrava,
que saiba bem eegommar e tratar do servico in-
terno de urna casa de pouca familia : a tratar no
Manguinho, casa nova dos Srs Carpnteiros, ou
ao eaes d'alfandega velha n. 2 escriptorio, paga-
se bem.
TRILHOS URBANOS
RECIFE A' OM\DU
Por ordem da dejctoria sao opTidados
o Srs. accionistas para, no praso de 10-
dias contadosldo dia 1. de jullio vfadowo.
effectuarem a 10.a prestaclo de suas accSes
razo de 10 %.
Para esse fim ser encontrado o 9r. tbe-
someiro, das 11 horas da manbia as 2 da
tarde ue iodos os dias, no escriptorio da
companhia, ra Nova a* 35, 1. andar, en-
trada pela ra dos Flores n. U.
Recife, 27 de junho de 1870.
O 1." secretario
Joao Joaqnim Alves-
AMA
Precisase de urna ama intelligente, livre
ou escrava. de muitos boas costumes, para
o servico inierno de urna casa de'familia.
Dirigir-se ra Bella n. 37, sobrado de
doos audare. ______
Precisa se tao comente para engoramar : na rna
da Senzala velba o: 96, padaria, achara cora quera
tratar.
AMA.
PRIMEIRO E ANTIGO CONSULTORIO
HOMEOPATH1CO
FUNDADO PELO DR. SABINO
HOJE DIRIGIDO
PELO
DR. SANTOS MELLO.
^ 43Roa Nova n.43
O'Dr. Sanios Mello de volia da Baha
inmma a ?eT enfoTltrafl todos es dias
das 10 horas ao meio da para consultas.
Chamados a qualquer hora do d.a ou
da noule.
Gratis aos pobres.
43Ra Nova n. 43.
Gamelleira.
Os Srs Antonio Augusto Maciel e Manoel de
Sonza Ribeiro sao convidados a coraparecerem no
Recife, caes do Apollo n. 69.
Precisa-se de urna ama para lodo servico de
urna casa de pequea familia : na ra do Ara gao
n. 38.
Na roa Primeiro de Marco n. 15", escriptorio,
recebe-se propostas para a collocac^o de vidros e
pintura no predio n. 23 ra da Cadeia.
Farinha de aaudioca:
Da melhor qualidade e mais barata do que em
outra qualquer parte : vendem Araaral, Moreira
& C, no caes da alfandega n. 7.
Precisase de um cri;>do ou criada forra ou
escrava para casa de hornera solteiro : na ra da
Cmnba do Carmo n. 21, 1" andar.____________
Te Liverpool &Lon-
don & Globe Insu-
rance Company.
Companhia inglesa de seguros contra-fogo,
estabeecida em 183.
Capital e fundos de reserva
Rs. 33,380:30.
Os agentes desta companhia tomara seguros so-
bre propnedades, gneros e fazendas armazenadas,
mobilias, etc., ele, e eslao igualmente autorizados
a saldarem ajui quaesquer reclamagoes.
Saunders Brolhers & C,
______Praca do Corpo Santo n. II.
Ama de leite.
Precisa-se de urna ama de leite sem flhns, a
qual se far boa paga, tendo as condicoes exigi-
das : tratar na ra Augusta n. 45, casa terrea
junto ao sobrado._________________________
O vapor La Plata tendo levada para o Rio da
Prata a caixa comendo os prnaes da Franga e
Allemanha, somonte poderemos enirega-los aos
senhores assignantes, na taita do vapor m 28 de
julho prximo futuro.
ATTENCAO,
.o
Deseja se saber se existem nesia cidade ou pro-
vincia os Srs. Manoel Jos Soares e Joo Jo.- Soa-
res, naturaes das Unas dos Acores, os quaes, ou
qaem delles tiver noticias, sae rogados compare-
cerera roa do Bram n. 96, armazn, a negocei
de interesse.___________________ '______
A ttenQao
Os amigos offlciaes do finado Francisco Pinto
Ozerio, estabeleceram-se na* mesma ra n. 6 de
fronte do becco do Rosario, e na mesma alugam-se
e applicam se bichas de Hamburgo.
maarasBSWMwn
O Dr. Casanova pode ser procurado a !
qualqner hora em sea consultorio espe- |
cial homeopathico, no largo da matriz de |
Santo Antonio n. 2. Neste consultorio 25
tem sempre sortimentos dos acreditados 1
medicamentos de taomeopathia de Weber
& Catellan em tintaras, e em glbulos, e
todo quantoe necessario para as pessoas
que seguem esle systema. '
Os ppbres foram sempre e continuara,|
a ser tratados gratuitamente.
qaiatio

Previne-so ao Sr. Wanderley do engenho ha-
iho, que haouls de doos mezes mandoa fallar
baixo assignado para comprar nm seu osera
nome Benedicto Sapucaia ausenta, e em sen
jr j ba doos metes, que o dito escravo livre
sei
foram femettidas pelo sen correspondente, a
mandn procuracao para eTectuar a com-
Roca o abariJ assignado ao dito Sr. Tan-
que responda .a carta de seu dito corres-
te no sentido de ser remettido cam seguran-
-- eecraVo ao abaixo asignado convos dias
servico, oa effeetoar a compra quando assim o
Joaqaimi.J'. Siqdeir CavalcantL
vo de
poder
e de
Ihe
qaem
pra.
derley .
pond&nt
dit
aao
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
nma casa de pouca familia : a tratar na ra de
Ilortas n. 88.____________________________
Ama de leite.
Precisa-se de ama ama de leite : na ra do
Pugne de Caxias n. 49. loia do Rival sera segando.
_ verdadeira farinka peito-
ral de S. Bento
Esta farlnha usada com vanlajosos resultados
nos padecimentos dos orgaos do peito, como as-
thma, ou pucharaenio de catharros, inflamara.'
de bofe, pleurizes e na phthisica. Recomroenda-se
cem igual proveito as passoas convalecenles.
nico deposito era Pemambucn
NA
Pharmacia e drogara k
DE '
Baribolomen & C.
3iRa larga de Rosario34
Rob- inte- neumtico
Remedio efflcacissimo contra as dores rheuma-
ticas at hoje,o mais conhecido pelos seus mara-
vilhosos resultados.
Xarope de agriao,
E' um dos medicamentos que sua elicacia as
enfermdades, tosse e saogue pela bocea, bronchi-
tes, dores e fraqueza no peito, escrobuto e moles-
lias do ligado, que unlhor tem aprovado.
tTintura de marapuaina.
A telebro raz de marapuama, cuja encrgia e
effleacia as paralysias, iinlorpecimento, etc. etc.
muito se recomenda.
Todos esses preparados se encontram
llalli' NA
i-' Pharmacia diog&ria
DE
Bartholouieu 4 C.
_______34Ra larga do Ho>ario34_______
Urna eng mmadeira
Precisa-se de urna eegommadera : na ra da
Cadeia n. 4. _____________
0 CRLRGIAO DENTISTA
Frederico Maya
a Tem a honra de scientificar aorespeita-
vei poblico era geral, e aos seus clientes
em particular que elle mudon o seu gabi,
netede consultas da ra Direita n. 12 para
a do Queimado n. 31 primeiro andar, com
a entrada pelo pateo de Pedro II, onde po-
de ser procurado para os misteres de sua
pronsso, todos os dia* uteis das 9 horas
da maohaa s 3 da tarde.
Tambem previne, que contina a prestar-
se a vontade dos clientes nao s na cidade
como nos seus suburbios, para onde as
idas sero precedidas de ajuste. Elle ga-
rante o bom desempenho e a perfeico de
seus trabalhos, o que j bem conhecido,
issim como as commodidades dos rjrecos.
yr_i,
ozinheira
Na ra do Commercio n. 3 Io andar pre-
cisa-se de urna boa cozinheira para a casa
de tres mocos estrangeiros em Casa Forte.
Da-se 1:0004000 a juros sobre hypotheca :
quera precisar falle com o empregado da estacao
do Chacn.
Hennqueta Josepna- Jacome, seus ios e
robrinhos convidam aos sem prenles e amigos de
seu sobrinho e irmo Jo Annes Jacome, fallecida
em Villa-Bella, para assistirem as missas que
mandara resar por sua alma no dia Io de julho,
pelas 6 horas da mauhaa, na igreja da Madre de
Dos. E desde j agradec m s pessoas -que as-
sistirem a este tao caridoso acto.
aaw
Troca-se orna imagem de Chnsto mono bo-
nita, no Corredor do Bispe n. 55, tambera se ven-
de urna mach na muito boa, nova, de costura,
urna cama de cas.il m meio aso, e o especial xa-
rope contra molestia de peit), vindo do serto.
CAVALLOS
FUMADOS.
Furtaram do engenho Capianna do Porto Calvo,
no dia 7 do crrante, tres cavallos com os signaes
seguintes : um eastanho amarello, bom andador
baixo, dous ps calcados at o meio da canella, a
mo direita calcada at acjma do'peador, a roo
esquerda preta com. nma sobre canna7pelo lado do
dentro encostado a junta e j queimada, ama es-
trella na testa em forma de coracSo, ama beta, e
da estrella da testa para a beta um signal a ma-
neira de linha, cauda comprida, dinas meio apa-
radas e deitadas paraba direita, signal em baixo,
com o ferro segrateS no lado reilo, esta es-
camando para a ultima muda.
Outro eastanho grande e comprido. facca, canos
pretos, canellas de viado, olhos grandes, grande
estrella na testa, ama grande tomadura na bechi-
ga, cauda, cima e topete mnito grande:-, signal
em baixo, bom eaqnipador e pouco carregador
Uaixo, igualou ha podeo, o tem no qoarto ireito
o ferro segunleS
Outro finalmente alaso, dons pea caletfos ale
o meio das canelUs, eefeeca descarnad* Ifcos de
parco, anda baixo obrigado, cauda nmpada, fren-
te aberta e aignal em baixo. Roga-se a qne
apprehender oa delles souber, avisar ou Ma-
los entregar no engenta cima dito to ca|
ionio da fiocha Wa_erk>
pensado.

SBki

"T

l


Diario de Pernambuco < Sexta eira 1 de Julho de 1870.
v\
I
>
1
K.3AHI4MCAHJ6AN.A.
S

3
33
Com este tit3aVacba-se aberto e* inteiramente transformado .^ste antigo
estabelectaento de jbias, ende os freguezese amigos encootrarao tudo qnanto*
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ouro
observar delicadeta bo trato e senciridade e modecidade nos precos.
V Espera que o respeitavel publico venba ver o que existe de melbor em
aderemos de brilbantes, esmeraldas, robins e perolas.meios aderecos, pbl-
ceiras, brincos, alfinetes e anoeis de todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enadonho
mencionar.
Compra-se oaro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qu em outfa qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objeto
pertencente a esta arte.
0 MARAYIIMSO REMEDIO DO
DR. CHAS DE GRATH
OLEO ELCTRICO
hl\( IIF PAR 0 RE DA DOR
iari uso i\ i;ii\<> i; EVTJtxo
Cura cholera e cholereTm rbus.
Diarrbea, (laxo de sangue, em um da.
Dr de cabeca, e dores de ouvido em
tres minutos.
Dor de dente, em um minuto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Deslocacoes, em vinte minutos.
Gargantas indiadas em dez minutos.
Clica e coivulsoes, em cinco minutos.
Rbeumatismo, em m dia.
Febre e febre intermitente, em um dia.
Dor, as costas e nos lados, em dez mi-
nutos.
Tosses perigosas.e refriados, em umdia.
.pleuresa, em um dia.
Surdez e astbma.
Hemorrhotdas e bronebitts.
lnflamma;ao-nos rins.
Dyspepsia, ervsipelas.
Molestias de ligad.
Palpitacao de crlelo.
Reserve scrapre este remedio em sua familia
AS DOENCAS SE APRESENTAM, QUANDO MENOS SE ESPERAM.
OLEO ELCTRICO O KNG OF PA1N (O rei da dor) aquista e positivamente
mais perfeito equilibrio no systema humano, 'o que no se pode effectuar no mesmo
lempo, coai qualquer outro remedio medecinal
Este muito popular remedio est agora usando-se geralmente. pela razSe que
milhares d pessoas se tem curado gratis com o dito remedio pelo Dr. .Grath e outros
mais.
Esto importante remedi nao se offerec para curar todas as doencas, porem to
smente para aquellas estipuladas as nossas direccoes.
Est operando nos principios da chimica e da electricidade e por isso est ap-
plicavei para o curamento e para a restaurado da aceito natural dos igaos qug soflrem
da irregular circulaco dos fluxos dos principaes ervos. Oleo elctrico O Jting o
Pain opera directamente nos absorventes, fazsndo desapparecerasinchacoes das gln-
dulas at em um tempoincrivel, breve sem perigodo seu uso debaixo de qualquer cir-
cunstancia.
O remedio, urna medecioa para o uso externo e interno, composto dos elemen-
tos curativos, raizes, hervas, e cascas, taes, como se tem usado dos nossos antepassa-
dos, e das quaes tem grande existeacia bo mundo, para curar todas as molestias, so-
mente sai-endo-se quaes ellas sao.
Foi um grande e especial desejo da faculdade-de medecina durante muitos annps
de experiencia para aprender os raelhores nudos que se daviam adoptar para seguintfls doencas, e que proporcoea de medecina se devia nsar.
UMICO SE PSITO
EM PEBHMBIICO
NA PHARMACIA F DROGARA DE
BARTHGLOMEG k C
N.=34 Ifu
a Larga do Rosario.N.
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t-
r
I, M 1H, 7,-.
Acaba de che?ar a este estabcleciment novai facturas rom importante sortimento dos
artigos abaixo mencionados preQos os mais resumidos que possivel.
LUYAS DE PELLICA
Do afamado fabricante Jouvin.
Sortimento completo de brancas e de cores, muito boas de se escolher, em qoanto estao bem
frescas c sortida?.
KOT1 \V^
Para aenhoras e meninas.
Botinas pretas, brancas e de rauitas 01 s cbem sorlidas e bonitas, do ultimo gosto da
moda. ___ *
BOTIIAS9 MOTAS E PERM2IRAS
Para homenie menino*.
' Botinas de bizerro, cordavio, lustro e pHSa, botas russiana de bizerro e de lustro, per-
aeiras de lustro tanto para homeM como para meninos.
Sapatos
Sapatos d borracha para homens, sonhdras e meninos, sapatos de invern para homens,
ditos de lustro com salto para homens, ditos de tapete avelulado, decaseraira e de tranca ^fran-
ceses e portuguezes para horaenf, para senhoras e para merinos.
PERFUMARAS
Finos extractos, baflhas, oleosjragua divina, de colofne, de lavande, e de florida tintara
para cabellos, pomada angroie para biodes, pos de arroi e sbonetes.
Qttinquilharias
Epelhos grandes e pequeos, leques, albuns e caixilhes para retratos, esterioscopes com
belfas vistas escolhias, benga|s,. hicotes, correntes de plaqi para relftgios, gravatas, oculos,
lunetas, caixinhas de costura ornadas com msicas, puotograpbias. mgicas, coflresitmos mgicos
para desapparecer aoneis. ditos-ditos para relojios, jogos de doaio, bagatetla, redetos, e outros
amitos joguioho? francezes e a4leniae<, jam s com bouquets dt flores de porcelanas para san-
tuarios, cestinhas diversas para trraco de meninas, tbjectos de plantasia dourados para toiletes, ri-
cas escovas para cabello, para vestidos de senhora, para cbapos e para barba, ponteiras de espuma
para cigarros e para charutos, afcat-jor para candimos a gaz e.paia huiteraas de piano, caixihas de
mn*ica de darse corda, ps de vidro para-pianos, realejos grandes e pequeos, accordions, cosmo-
rama3 com as mais importan! s vts.tas, molduras douradas para quadros, bonitas estampas de pai-
zagens, de figuras e de santos, carrinhos de 3 e de 4 radas para conduzir meninos a passeos, ma-
las e boleas para viagtns, berros de vimes os mais commodos que ha para enancas.
* Paroste artigo nao ha espaco nem lempo para a mascante'eitura da infinidade ds gene-
ros de brinqnedos fabricados em diversos paiies da Europa.
Psde-seaoSr. Luiz Casali,director A
vallinhos'no pa?\
admita no -rfu prog ulho
o tranalho u Allano
e Vicei
MONTE PI l'PF^AR HKRNAMBLl^A.NO.
De ordam da directorio loa os so
dos para se reuniremein as'einblea g;ral, dom n
go 3 de julho, an d se tratar sobre as contL
receita e dcspezi da inesma sociedad^.
lido 'is deGoes Tjos,
| aeaylano.
Jus un Rf^o UjrgtJ tendose remirado para
Enropa e na) sendo possivol de-pcdirse de stus
amigos pela breVidade de sua sabida, fa-lo
?ffiente, e offereee sen preslimo aonde o destmo
BvaT.
rrenda se a olaria dos Cojlhos ij. 7.xeom
i'jdos os ulencilios, em estada de perfeio trabalho,
mais duas canoas tambem em bom es,tdo para
uroducao de barro : quem pretender dirija se a
Ama.
Preeisa-se de urna ama para comprar e (
nhar para duas pessoas : a tratar na ra da Prai i
do Caldeireiro n. 4.
l'ergonta-se ao Sr, Ricardo a pessoa que vio
cu Agostinho Jos de Barras Prata. quc.me ntTe-
recen para soltar o preso Joao Benedicto pela
quantia de4f)5 para polo em liberdade, c logo
assim quero estas provas dadas pelo Sr. Ric^r'l"
para o respeitavel publico aber, e jnntamentii sr
acaso o Sr. Ricardo o nao provar, que para eu
salva roioha reputacaV).
Aluga-se m Saut'Anna do dentro uma.cjsa
com bastantes commodos para,familia : a tratar
cora Joao Francisco Machado da Silva.
* ----------------
Ao publico e ao comiuercio scieotilica Fran-
cisco de Paula Ramos, que assiguar-se ha d'ora
m (fiante por Francisco Ramos._______________
Muita att uco.
Acaba de'chrgara esta cidade um dos mais ha-
bis artistas na prothsao de cahelleireim, e a.-han-
do-se prvido de todo o necessario, propd-.' se a fa-
zer qualquar encommenda pertencente mesraa
arte ; assim como tem as mais elegauts modas,
como sejam, coques de tranca, cacos de cabello
ultimas modas de Pars, tintura que tcrna'o carel-
lo branco a seu natural ; offerec se para ir em
qualquer casa usar de sua arte ou tomar qualquer
encommenda, e precos os mais razoavei* possiveis:
na ra de Sanie Amaro n. A.
ATTENCAO
O dono deste estabeieciraento pede ao publico em geral que continu a
fleando as jualidades e os precos baratos de ditos objectos por serem vindos em
onta propria.
visita-lo veri-
direitura e de
GRANDES NOVMDES
Roa do Imperador n. 3S.
Lamplouhs Pyretic Snline. ,
A preparalion of well known ulelity to the En-
glisb Faculty, as a cooling and refreshuiK hovera?"
ni all cases o/ ft-ver. The frequent use'of ihis sa
line preserves foreigners" from many diseass to
which they are leable before becoiumg clima-
lised. May be obfained at the Pharmacea Central,
jua do Imperador n. 38.
LOJAD
IMPHO
P.^AV bENHORAS. Ricas-poupelinai de padrSes lindsimos, (4 ?osto nevo.
Cambr. is bran.as bordadas para witkios.' Poil d'ehevre de lindos padrees por
barato preco de 530 rs. o .covado.
Grande sortimeoto de laas e alpacas de 3O rs. a 1^500 o covado.
Saias bordadas, ditas lisas j fcitas cok barra de c6r.
PARA MENINAS. Ricos vestidinos4< fuslao enfeHados brancos e de cor.
VesUiar os de fusto para meninos.
PARA HOMENS. Camisas ingldzase francezas, de linJio bordadas e de pregas.
:om collarinbo e sem elle, ditas bordadas para noivs. Chapeos de sol de cabo de
marfim e de canna ete etc., lovas de Jouvin para senioras.
Grande sortimeat 1 de cortinados para camas e janellas. Croxs para sof e ca
f)4iras de braco e guamicao. Tapetes para sof e cama, para pianos e portas.
Cohtas de-croct para cama de noivas. Tapetes em pessa para forro de salas.
O -uaico e especial sortimantos das verdadeiras ESTEIRAS DA INDIA, s existe na
Loja do Triumpho.
Ra Duquo e axis n. 7.
ETF'NtWDADE
AM0 A IiCE
a linda polka para piano.
1DMERVA
Composta pelo distinelo professor*
. Calas Filho.
e oSerutida por sou autor ao distincto
Corpo acadmico
da Facutdade do fiecife.
Cadaeiemprr fOOO. Vende-se na IMPRENSA NACIONAL DE MUSI-j
CA e grande, armazem de pianos e Antonio Jos de Aze ve Jo.
Cooiinca venda a linda polka, compasta pelo insigne pianista
INNOCENCIO SMOLTZ.
Ra Nova a. 11.
T > '-
.i; ir. i st '.v*n"1?
)
fr1!
lkh'
%*
Do xarope*%?et3f Aniercsno ;ialfe 34,RA LARCA DO ROSARIO.'1*
GUSTAVE
GABELLEIREffiO FRANCEZ
51Eua da Cadeia do Eecife61
Chama a attenco doi sene innmeros freguezes, e do respeitavel publico el
eral, para a --seguinte tabella dos procos de sua casa, os quaes sao vinte por cent
sais barato 9 que em ostra qualquer parte:
diJabelleiras para senhoras a 250, Cadeia. para relogio a S, 60,
7 30, 350 e. .-. WMOOO' '74, B, H, m e. .
para botoem a 35,5, kGS e 50W00
!* toituAtmoi procurar ttMtadot prt Mrtdittr
etso preparados, deiiimoe qae w ipplitaelo a M
rcnluuoi obtidos pls pettotique e,di|Dinmctlu-
!*. lhei detia endito e ogi; porqio soo tempro ot
ttetudot contidradoi fraloiloo, t o delle que tanoa
to o charlatanismo; mas ni qierendo offeoder aa pu.
eaf q*Mfponlaneamente nos offtreeeraB,os qoe aballo
*o traotcriptoa, oa tazemoo pnfclicar Miftltudo-lbea
awMM gritidlo pela aUoncto, esparando qa>e Tenbam
altea corroborar o cooeeito. a acceiteeeo qia tem mere-
aiaV mouu laropa. Bankolmto t C
amar**.
Ola*. Sr>. Bartholomeo t C. t con a mais sobida
alistaeao que declaro eer o xaropc Aataricano da urna
fAcacia eilraordioaria, pois que aoffrendo ba das da
lMaM tese, 4 nonio de olo poder dormir a noite a
aapeilo nwrao de medicameaiuSs que tcmava, a elle
recorr c na terceira colher fui Jb, e s todo me
aCaat boje p da qaasi
aae irasco.- (rato pola** ese* reouludo aanifette i
ionior.
Soaea
Usar cu-
Vegetal Americano, da aaa eomposicao, qnando m<
kchara bastante doeoie da ama constipclo. qne me
torhou completamente rouco e qni trooxe orna torta
toaae. a ma rnpossibiliioa docampriro* meas dererer
da cantor da emprexa lyrica, ton agradecer-lhes mea
completo reslibelecimenlo, qne obtWa com ma s Tiara
do mesmo tarop, depeis de harer reenrrido a moitot
tratamoatoa. Deaejarei qoa ootroa como en recorran
ao aea xarope para aa verem aliados de lio tarrife!
incommodo, to fatal aesie paix. Com malcr conside-
raclo coaaao a atr da Vr. S*. atiento, Tenerador a
brindo. Laix Ciamona. Recite 25 de setembre
Ulna Sra Baribolomoo *CO xarope Vegetal Ama-
ricaaa qae Vf, Sa. tm posto feoda de toda efi-
cacia para o curativo d'atlhma, cantarme obferrei ap-
plicsniio-o a mea lilho Joaqnim, menor da qaatra
annos; fictima d'esae flagello, qne ale entoper aspaaa
ejceilenle a dona annos baria reaiatida ontroa xarope
de grande nomeada. Qoeram pois- V. Sa. aeceitar a
^^pc altamente sincera de mea reconbecimeoto ar
;ue Iba prasuram eom o indiada
aa para samara de Vt. Ss. criada,
Americo luiide Meodccca. -
da M.
J
Oius
I5j500
Corte de cabello,
Corte de cabciio com friccao.
50
501
Goqas a liS, iU, 185, --
3S4, 30($ e.....50*500(1
>e$eeDte3 a i3*5, U, m, VH. '^
25| 30 e 32(5000 ^rte de cah*"0 com lavagem a
Cachos ou crespos "a W t "E ( -a' im
U,7, 85, 95e. JMOOo!^^^. ^L T",
rranca de cabello para annl a *"*. Pe'^ th electn- e ^
500 1O0O ca, nica em Pernam.bcco. lifrOOt
rranca para braceletes 'a 0 Jdo D?ieza S "franceza. 50*
itf, W, 25 e...... 30^000 Barba. ,...... 231
ASIGNATURAS MENSAES
Especialidade de penteados para casamento
^BLfiJ BaH 9 lores
0 doao do esabelecimento s Recommendafse a scpkior TINTURA JA
Exmaa. Sras.o aoe valheire*; yeto ba uralPONEZA para edegrecer os cabellos e bar
fiO-para tintura dos oabellos e Irnbj, as- j^. Wa 'adniWdj. ni r^posicfUJntvers;
cowo oao prejudicial sautie,, por ser ve
din como um rapregadd smBte ftasapa- lal, aoalysad'a e approtada pelas acade
lo ne80 servico, .ma de iencias de PARS E LONDRES
Agencia em-Permunbuco
Do Dr. Aver
a>
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do pcitc.
asa parrSIha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
TonSco
Conserva e limpa os cabellos.
Punas catrticas.
Puramente vegelaes e sem mercurio, cura se-
i5es, curam e purifieam todo o systema humano
Vende-se eleetivamente em rasa oe Samuel P
Jtnston 4 C, ra da Sanzalls Nova n. 42.
Na praca da Independencia n. ,l se da di
theiro sobre uenhores de ouro, prata- e pedrat
jreciosas, seja qual for a quantia ; e na mesm:
:asa se compra e vende objectos de ouro e prata
) igualmente 9e faz toda e qnalquer obra de ea
;ommenda, e todo e qualquer concert tendecti
i mesma arte.
l ilVIl a^l
A ruado Duqut
(ANTitiA4 ra ro opimas:
N^o foi> sem fundan'
ESPERANZA tem
annuncios, a razSo 6m\ -a
que ludo cm detnaisia ab.inece.. por
como j tintia dito e s.ienlitkadu sua boa
freguesa u que cons:antemei: 'mu-
fiil i umitas vejes, re
tornar-sa massantL, ussiih pois ncolheu-
un\ poseo ao silencio, mas nunca deisarv.lo
il'e i'prcgar osvenladeiros i-sfotcos. j
tratando Biniof numero de corresponden
ua Europa, j (Ies(.-briii.o.il'jectosd.om!
'pprado gosto e finalmente assigffando
Jornal das Familias, o qual vem sempre.
ornado com igurinus, modernos moldes para
vestidos ele,, elo. pera desia forma melbor
serwr'a sua cenis'.ant'1 fiefiue/ia ; e com e;
pecialidade ao bello sexo, qutm a NOV
ESPERANZA ufanase em offerecer-:
seus servicos, apiessaiMlo-se desde j ea
declarar que tem reeobido ltimamente
erftrtsmeios e babadbs bordados transparen-
tes e tapados, cbaposiajios ds sciim paf|
baptisados.
Finas toncas de cambraia bordada para
o mesmo litn.
Meias.de seda e fio de escocia para crian*
Cas.
Dedaes d'osso, msrim, ago e mad
rola.
ptimas navalhas-, aiadures e mass,
as mesmas."
Finas esponjas para o rosto e para ba-
nhos.
Bonitos sapatinhos com biqueira, sendo
com saltj, para meninos o meninas de deis
a doze anaos.
Boas lentes com cinco melimelros, par;
contar-se os fio's de qualquer fazeoda.
Tosouras para frisar vestidos.
Carretas para tjrar moldei de vestidos.
Mollas para segnrar costaras.
Bonitos linteiros de dovos moldes,
Meias de 13a para hotnens o scnlioras.
Finas e bonitas ligas 'ara ..i-:, s.
Fil de linho'e de seda, sendo preto e
branco, liso e de salpico?, e oottos msi
objectos expostos a fpnda roa Duo/ie
de Caxias n. 21, na NOVA ESPERANZA.
&aK*, i'aeatro.
Vtode-se ni roa Dnqnede Caxiasn. 21.
PAR* LUTO.
Biincos. brqclies, voitai. pul eiras. fin!-
Ias> entes, b.nes para pu; lios e cadeia;
para rolopios.
A NOVA ESPERANCA. qumudo satisfa-
zer sua fregue/.ia. nismente cm objenns
d'alegria ou de luso, quer tambem arot'i-
panhar aquell.s. que infelizmentepcrdebdn
alguem de sua familia, ui a'gtiem de sua
amizade, precisam de Lies objectos, assim
pois a NOVA ESPEBANCA, mandou -viro
o,ue ha de melbor neste enero, porque
sendo taes objectos de cor negrf, sendo
de m qualidadc. nao somenie tornam-s#
tristes como al repodantes, o que naV
acntese* aos ds NOVA ESPF.RANCA. poi
que apenas exprime o sentimen'.o pela cor
porem como que traz um lenitivo pelo gosto
e perfeico com que taes objectos sao tra
balhados.
Joaquim R< drJ?ues la-

0 muzeo de jolas
Na ra doCabug n. 4 compra-se ouro, praia
i pedras preciosas por precos mais vantajosos o
rae em outra qualquer parte.________________
Ifillill III-SI
Comprara-se o vsndem-se diarianienre para ora
t dentro da provinca cscravo8 de todas as idades,
:ores e sexos, com tanto que sejam sadios : no
'.erceiro andar do sobrado n. 36, ra das Cruzes,
freeucxia de Santo Antonio.
Compram-se
Moedas de ouro e de prata de tud.'.s as nacocs :
ra da CaJeia do ltecife n. .*8, loja de azulejo,
oa
Compra se uina casa terrea boa, situada em
Santo Antonio ou Boa-vista : na ra da Florenti-
na n. 6.
," Compra-se urna casa terrea, na Ireguezia de
Santo Antonio : tratar no arco da Conceicao nu
mero- 6.
-Com muito Hiaior vantagem couipram-sc
ouro, prata e peJras preciosas e n obras vclhas: na
loja de joias do Corayo de Ouro a. 2 D, ra do
Cabng.
Compra-se urna earrl^a e preparos para um
eavallo, sendo esta muito maneira e em muito
bom estado : na ra da'Senzala-nova n. 30.
^>^
r
MOAS.
Vende-se urna negra de 16 annos, engom-
madeira, ou trocase por una que co;iabe e com-
pre : na ra de Santo Amaro n. 6, 2o andar.
Vende-se
O engenho Bomiri; provincia de Pernambuco,
districto de Agua-PreU, distante da estacao de
ITna quatro legoas, com boas terra, moente'o cor-
rente : tratar com Jos Joaquim Dias Paredes,
no povoado dos Montes, (Una) ou no engenh* ca-
priclio com Joaquim Jo' de AroHji.
Vende-se urna escrava de bonita ligura com
habilidades : a tratar no armazem do :al da Boa-
vista.
Vende-se urna casa nos AITopados, sita d-
fropte lo sobrado do tenentecoronel Manoel Joa
qun do Hego e Albuquerque, com chao proprio,
sotao mais sessenta palmos de^terreno par,edi-
ficagao, perto da estagao, por preco commodo : a
tratar na rna Augusta n. 69.
ATTENCAO
Vende-se nm grande 'itio em trras foreiras, no
lugar denominado Arraial n. 18 \, o qual Mea por
detrai do Mooteiro, e muito prtQ da estacao, ten-
do a casa 2 janellas e 1 porta de fronte, 2 salas e
I gabinete, i quarlos, e cozinha Tora ; o sj io alem
de diversas arvores fructifera*, (em mata para ii
rar lenha a tratar na raa do tmp rador d. 54,
livraria universal.
Fariuha de mandioca
Acaba de chegar o brigue. brasileiro Olheto, e
aeba se fondeado em frente do trapiche Bario do
Livramento, com taaba de mandioca nova e boa,
de Santa Catharina, a granel ou ensaccada a on-
tade dos compradores : seus consignatarios Amo-
rim Irmaos A C.\ ra da Cruz n. 3".
~m
vare- de -3Iel[o, |'
|f ra K TEM PAllA VKNiiEli : ^
l Cal a Lisboa. 1
| Poftassa i'u fin i ^
S.FarelIo d^Lish
Fai'lnha .*

Vmde-se nma armado b).i rom shis denjiii t
para taberna, om podens (teneros, nmprJa i
um prineipi;iuie. .. i< ,- i. -;i .; casa con:
commodos para lamitia, r claytiH u ir-ii?. barat"
possivel : a tratar -:a ra v- lei '.'. rnande*-Viel-
ra n. 2'.
QlTKi?2 QVKtl ^fi^'BIA
' NA ,
Loja mlm
aPSSCio |>G3"-t*r> 1. OO.
Neste grande estaueltdtiie4i eiicntraro res-
peitavel publico un: gr;.n le auriiiiKnto de azendas
de todas as qnali la li frrctjs por menos do qu>'
em ouira qualquerparle, com i sejam :
Chita. tanto escuras c.mo decore, muito finas
a 240, 260 e 280 o covado.
Cassas de cares, padroes muito bonitos, a 280 e
320 o covado.
Cambraia branca trassparente para vestido a
4 a pe^a,
Laazinha para veyudo a 360 o cjvaSo.
Ditas para dito com lislraa de seda a 800 r&
Cscmira preta para calca a o corte.
Ditas de cures a ': 5 o covado.
Knsto de cores para calca a I* o erT>.
Madapoloes finos ce ni ie.i!:i-no toque de avarc
i 43 e 8J.
Algodoes brancos a 3$. 3/300 e 4 a peca.
Paletots, calcas e cohetes de todas as quadade-.
PASSEIO PUBLICO N. 60.
Farlnh.1 le .vlMg
Vende-e em saceos grandfs : no arhiazem da
trave s.i do Carioca n. 2, cae< do Ramos.
Vndese una escrva cuzmheira : a tratar
na ra Velha n. 20, 2 andar.
DOGE
I
De goiaba, laranja e banana ; na raa Dirila n.
91. constanlemenle.
Cemento
Na ra de Santo Amaro n. 28, vende-se .o ver-
dadeiro eem^nto portland.
Vendemse tres toneis de madtira amarillo
vinhatico, feitos em Lisboa, cada nm composto de
5 a 6 pipas : na ra nova de Santa Rita, ribeira
do peixe n 19.
^OO, baraUssimo, vi>nde-sj nm escra-
yo preto, bonita gura, de SO anuos, com um pe-
queo detwlo em um braco : na ra de Hortas
n. 16.
Estaminlhas.
Vende-se na ra da Cadeia do ltecife n. 58, Ioja-
de azulejo.^___________
Farinha de mandioca
da Baha.
No escriptorio de Joaquim Gcraldo de Bastos ;
roa do Vigario n. 16, primeiro anar, veno,
fariuna muito alva, fina e trrela, saceos de .i
alqueires, por menos do que em ouira, qualquer.
parte.______ _________________^^
tarro ptira Tender
Vende se uro burro : na fabrica do gaz.
Vende-se urna escrava moc com urna
fllhinha de tres annos: e sabendo coser,
cnsinhar e emgommar com perfeico; na'
ra d cadeia n. 5.
Vendeni-je 12 eVcravos, sendo o pretos de ffl
a 30 annos, proprios para todo e qrrtlqur servico.
tanto de casa como para agricnjiura, assim n
um ijioltinho de 17 annos, [lerfeto
cravas de 14 a 30 amos, todas prendad : na ru?
estreita do Rosario n. 43.
2
i:
"Mho e feriihi
i
Veudeni-se ss
accos com l'.uinlia (i
da Conipatiliia : i ir;
100.
pen;
HEdH


T-'l..
uiano
Pernai-buco
Scxla
fe ira
^

ii f lilil
tina Ouque de (
, Na loja di VERDADE contin
ler por b.fratis^imos prec ;irii-
gos de miuilezas e perfumaras do seu
grande e variado sortimento, gara tindo aos
compradores toda a sincr;
! 800 rs.
Dije de gorgorito d,e cores a 800 rs.
a Verdade ro* Duque de Ca
xlas q. a_.
/
i
VE%UE-K
Farinha e railho
qnalqncr parte : no Ira pie h?
m outra
Venden! se cliv 9* viudos
do Cear, proprios para e tsaira eomo
Lindas honecas de cora e massspor ba.-1 "ma c;.broha por i-.OOOS, de 18 annos de idade,
, nrP.ro. i bouila figura, est um p-.uco J*'1 <* J*;
Op, e diversas mulatas coa W3e3: a iratar
na ra da Crui n 5i,
i
y

i prego.
Espelhos donrados para pendurar a
160 rs.
Agulhas de osso para crox a 200 rs.
Pontos Anos para segurar cabeHo, a
320 rs.
Chapines para gaz a 320 rs.
G-arrafa conr tinta Jlizarine a 10COO.
- Dita com agua florida a itf5G0."
Dita cora ilita dita a &O- 0.
Tnico de Jayme a <105(K) ofrasco.
Frasco comoleo espresso de babosa, de
240 a (540 rs.
Dito com agua de Cotona de 300 a 1)5000
Dito cora .extractos finos a 10000.
Dito com sndalo verdadeiro a 10200.
Latas com banna muito fina de 120 a
240 rs.
Sabonetas moito finos e diversas quali-
dades a 80, 160, 240 e 320 rs.
f, Finas escovas para dontes de 320 e 509 rs.
IjlDitas para facto de 500. e 600 rs.
Ditas para cabello a 5C0 rs.
entes para alisar com costa de metal a
rs.
Ditos ditos ditos de bfalo a 240 e 320.
Pentes p3ra tirar piolbo de 160 e 240 rs.
Pavios para gaz, dazia a 240 e 320 rs.
Rrinco3 de cores, inteiramente modernos
de 160 e 243 rs.
Pennas caligraphicas muito finas a 10400.
Ditas de lauca e-mosinha a 800 rs.
Lindos babadinbos e ntremelos de 500
e 1^500.
Grosas de botoes de loaga de 160 e
200 rs.
Ditos ditos para calca a 240 rs.
Caixa com papel amizado a 700 rs.
Ditas com envelopes a 480 rs.
Dit?s com obre-ias a 40 rs.
Ditas com agulhas fundo donrado a
280 rs.
Thesouaa para costara a 240 rs.
Linba de marca caixa a 280. rs.
Carriteis de tahas de Alexaadre de n. 70
a 200 a 10 rs o
Gfampos muito Cnos, com passarinhos du-
zia3 JO rs.
Cartas francezas para jogar duzia 30000
Ditas portuguezas, duzia 10400
Papel a'.mago superior qualidade resma
40000.
Lam muito fina para bordar libra 6,3500
Fitas para debram desapato, pessa 160 rs
Dias de lam para debrura de vestido peca
400 rs.
Caivetes grndes com molla a 400 rs.
Ditos grandes com 2 folhas por 320 rs.
Rosetas pretas para luto, o par 100 rs.
Trancas de lm de caracol branca e de
cores de O a 00 rs.
HidS para cs, pega 480 rs.
SlfioeusS de lato, carta 100 rs.
Saiwtinhos* de lam para creanga de 400
a 800 rs.
Calcadoras a 40 rs.
Grind.
peratriz n. 52
Ntste es
ronpas 'de todas1
Palitol di
.'0-73800
dito da
s feltas e por medida, ra da Im-
nyel publico um bonito sortimento de
de 20*
ditas e*.
Grande arnazm aa ri?a da
imperatriz a. 8
Neste gande armazem vende-se lonca ingleza
tinas e ordinarias, apparelhns de porcelana pa/a
jantar e para cha, jarros para flores os raais boni-
tos e de gestos modernos; assim como grande
f oimento de vidros finos c ordinarios, qne todo
se vender tanto a retalbo como por atacado pelo
uiais barato preco qae em outra pnalquer parte :
ctianumos a attoneao dos n;ejraezes, qne serao
convenientemente servidas tanto nos cimmodos
preces como na boa wMidadt* das fazendas.
Cigarros da imperial
fabrica de S. Joao
de Nictheroy.
lmeo deposito em Pernarnbuco caes da alfau
dega velha n. 2, Io anda.
Vende-se
Sementes n:vas de hortalice?, garabtidas, da socie-
dade de Horticultura Lisbonense, roa do Amorim,
deposito da tabrica de cervejas e espirites da ra
do Brnm.
Alta novidade
NA
Loja opaqo -
Cbegaram pelo rltimo vapor francez as ricas
chapelinas de palha de Italia, ultima novidade de
Parto, chapeos de velndo e pallia tambera es te-
mos de mnito gosto, postilhoes e basquinas de gor-
gurao preto muito superior coro ricos tofos do
selim : na ra 1" de Marco n. 7 A,_loja do paco.
Fechiucha a 7$ e 9$
Vende-se calcado francer. obra maito boa pelo
diminuto preco de7f e 9^ asim note calcado
para criancas a 2c00, baratsimo: venham a el-
le antes que se acabem, na bem conhecida loja de
miudezas da ra da Cadeian. 50 A, confronte a
roa da Jadro de llfos. -
000. 30500 70000, ditos mirin preto
inaa e onlinanas, de'60; 180000,
10 e 2( 0OW.'obrecasaco dito da i'00 a 500000
,iu de calcas de brim pard de 10600 a 60OO, ditas brancas
^pnp": is meia casemira, ditas casemira de 50, 120000,
superior, dita de merino diversa q^lidades para
lulo. Assim como um sortimento de cllelas de brim de cures, ditos-brancos,
ditos de casem^a s e pretas, ditos de merji para lato .izp ida superior.
Sortimento completo de camisas francezas de algodao, de 10300 30000, e de
linbo de 380000 a 7q00 a dszia.
Sortimento campleto de cetonias francezas de algodSo de 10600 a 20500*
ditasde bramante a 10 .3300 e 35Ofl ditas de Flamburgo. francezas, 'fezenda su-
perior de 250000 a 35800 a duzia. Sortiniento de culannhos de algodao e linho, etc.,
assim como meias de'ajpwlao para^homem de 30, a lOfilOOO a duzia, grvalas e mui*
tas qualidade. Na roa da Impwatra n. 52, roja do
Sortimento de chapeos de sol de alpaca, e seda, ditos inglezes cabo de marfim.
Tualbas para rosto. Sortimento de mallas para *iagem.
ATTasgAo.
Neste estabelecimento encarreg-se de mandar fazer qualquer obra por 'medida
e para esse fim tem hbil mest acarri?j ido da offlana, que se encarrega do trabalho
con> perfico e pentualidade.
SORTIMENTO DE FAZENDAS.
Chitas de 240 rs. o covado oa 1*0000^ pessa,; com 12 covados, ditas mitides
yasa camisas e timo de menino 260, e280 rs.. e outras murtas qualidades de 320, 360
e 400 rs. o covado, neste mesmoestabeicimento chegaram. urnas boaitas chitas da
victoria com barra, a qnal paraflhos ecompetente epeite para corpinho. Cam-
braia lisa de 30, 40,50 e 10000 a pessa, e ostras muitas fazendas de todas as quali-
dades.
ALGODO E MADAPOLiO AVARIA0.
A 40000 o agodo, e 4500 o madapolo, e tainbem cbila escura b6a 240 o
vado por ter grande porfao.na ra da Imeratriz n. 52, luja com portaes encarnados.
Sacaos de estopa
'Adamsoo, Hjwie & (' ;erei*i
Telias de mcet
Verdadero americano cat xa trala
e cinco meia* duiias de villas, ou 210..-vallas, por
trinta e cinco mil res. No armazem de Taeso Ir-
mo & C. rua do Amonm. v ________
'. Gi'aude. peohincha
Na roa do Doqoe de Caxias, antiga r do
Queimado n. 19, vendeiD-se alpaca de-todas as
j cores emanadas pelo precede 500 rs., chita de
, bons pannos a 210 r.; assim como te rtoos
cortes de cambraia*bordadas ,de cores a 700t> o
corle com 'fu varas", baratissimo.
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAn
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneibo
viannaom completo sortimeto de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
necldos, as quaes est5o em exposic5o no
mesmo Bazar, garantindo-se a sua b6a qua-
lidade, e tambem ensina-se cota perfeicao
a todos os cotripradores. Estas machinas
s5o igoaes no seu trabalho ao de 30 costo- sortimento de pa
reir%> diaramerite, e a sua perfeifo tal podins, pds-del,
BRACO DE OURO,
Ra do Imperador n. 26
0 respeita,vel publico encontrar neste
estabelecimento diariamente um completo
de pastelaria, boHos inglezes
prgsenios dos ltimos
como da mefeor costureira de Pars. Apre-: chegados ao marcado, salame de. lion, bo-
sentam-sd trabalhos esecutados petas mes- liobe linos de todas as qualidades para cha,
mas, que muito devem agradar aos preten- amnJoas onfeitadas. confeitos, bomboins,
dentes. pastilbas, chocolate francez em libras, pas-
tillas do mesmo .cartuxos e carteiras com
cqv
intitulado
Leao de OurOc
A 5
Vendem-se botinas de eores para senbora pelo
diminuto preco de 53 o par, sao cores bonitas e
obra bem feila : vcuham ruada Codeia n. 5Q A,
luja de miudezas confronto a ra da Madre de
Deu?.
fifffnnc agrm()7fim a seis cb"utos de chocolate cada urna, este
1/lUUiU.ct t tllUct^rJill UC sortimento de chscolate do mais acredita-
ma,,mni,0 do fabrican tu de Pars e o melbor que at
ULfXi WVIU Hjgje tem vindo ao mercado.
Caes Vinte e dous de novembro n. 57, Vinhos portuguezes, figueira muito snpe-
(outr'ora armazem allianca) rior. Os mais genuines e superiores vinboa
, Ha para vender ped ras marmon-s da lodos'os. do Porto, moscatet'e Satubil, O Ilustrado
i tammbos e .w-**^.J*$*to d'v^p9A,ta-' publico encontrar neste estabelecimento
munhos, .ileiras e sacadas, assim como solci- "^ .- '.
i ras e saccadas de pedra m> Lisboa. Tambem con- Pr commodos precos, fazendo-se abatimen-
'trati-se e faZ-se qualquer obra, cotiK) monunen- to a quera comprar em porpao.
| tos, uimuios, estarnas, pias, lavatorios, mesas e Licores de tudas as qualidades, as maii
todo o mais tendente a raesma arto,1por modwos fiBaSj enlre ^s 0 afamad0 Aiapana, este
- licor o mais saboroso e superior at
lioje'conliccido. Xarop::s de groseHe, rosa,
maracuj, caja etc., vinhos de Bordeauz de
Crespo n. 20 A.
Alvaro An^nsto d'Almeida 4 C.
Este estabelecinento de fazendas finase grossas j bacante conheciclo como
am dos mais bem sortidos deslH cidade acaba de recebar directamente de Paris alguns v d .
irtigos especiaes que passa a mencionar.
de vestidos de blond para casamentos.
Farn^a de mandioca
Vende-se fariuha de mandioca chegada do Ma-
ranhs.o no ultimo vapor d (') do que em hwra qnalqner parte : a tratar no
i scriptirio" de Joaqnim Gerardo de Bastos, ra
! do Vicario n. 1C. l^ndar. _________
m m saz
Ghegon ao amigo. dflpeto da Henry Powter t
C, roa do Imperador,.'um carregamento de ga:
de primeirquslido;oqual se vende em partica;
e a retalho por menos preco do qne em outra qnal
Ricos cortes
Cortes de vestidos de seda de cor, du gostos inteiramente novos.
Brochad, fazmdas de aa e seda propria para vestido.
Foniardde sdda de todas as cores, tambem para vestidos.
Fitas largas de seda para cintos, gostes escoceses e lisos.
Cliapelidas 3e seda e de palha d'Italia.
Basquinas de *eda e guipure.
Colchas de seda e de 13a e seda.
Cortinados da cambraia bordados mnito ricos.
Pannos de veniadeiro croch para jardiueiras, sof e 'Cadoiras.
Toalhasde linho de superior qualidade.
iSr.mants, seiicas, sguioes atoalhados.
Gu;irdanapos, colchas, aaias bordadas camisas,
Cache-nez, bales, camiinhas, sombrtnha.
Farinha de mandioca
igual a de Musbeca.
Em saceos de dous alqneires e de panno de
algodao, cuja mecida conesponde de 5 a 8 0|0
mais do que a medida daqoi e do Rio de Janeiro,!
vndese a preco menor dv qne em qu.lqner ou-
tra prtete : tratar com Joaqun Jos Goncal- '
ves Beltrao, em seu escnplorio a ra do Commer-
ci n. 17._______________________________[
Farinha de mandioca
de Santa Ctharina
1 CQO-
tASSfftSXi! S/; ft^tar el" Tem tambem cus iptem.nte um completo sortimento d ESTEIRAS DAIN-
Tasso Irniaos t G. ra do Amorim n. 39. DA para forrar calas. 9?
com i'.i pal-
mos d frente*e 'fiO de fondo, para o la^o da e*
trada de ferro, cujo terreno io;n al eeree flto pa-
ra ctoco morada de casa>, na roa delloocolom-
b ds ATogados ; a tratar na raesma ra, ou na
ra Direit;i do Afogados n. \'.________
Sahidas Chegaram loja do papo as ricas sahdas de
bail?., assim como os ricos enchovacs de cambraia
bordadas para crianzas se baptisarem, artig este
o melhor qne ba no mercado, assim como lenos
gran e sortimento de OOtras moit's fazendas de
gosto e novidades por todos os vapores : na leja
do paco rna Io de Marco n. 7 A.______
Cantara de Lisboa
Sok'ira?, hombreiras e capiteis para frentes de
casas, o que lia de mellior : venda no arma-
Madapoies de varias quaidades, saxos para viagem, mallas, tapetas, capa- zem da traves-a d Corpo Samo n. .5,'de Joaquim
alcatifas e mnitos outros artigos qae se vende, por precos mdicos. Lopes Machado & c. |___________________
Vende-se una casa de taipr. na baixa do
Znmni, (Torre*, em solo rendeiro : tratar na ra
Imperial n. 233.
tod;- as marcas, o mais superior qne se
pode ene ntrar, champaguu d Chevernt
muito superior, os miis uu,-is e soperiore
cognacs franeszes, old-tom, de todas as be-
bidas alcuosas, este* a mais salutar para
(juem soffra do estomago,
Conservas de legumss, portuguezas, fran-
cezas e inglezas, mlbos mostrada etc.,
fruclas seccas cristalisadas e em calda, na-
cionaes e estrangeiras de todas as qualida-
des, charutos dos mais acreditados fabri-
cantes da Babia e Bio de Janeiro, cigarros
de S. Paulo e Bio do Janeiro, meitos so-
pt'riores. e finalmente tudo qaanto se deso-
jar tendtnte a este genero de negocio com-
promete_oQ09 a satisfazer toda e qual-
quer ehecinmenda com a maior promptiSo
e asseio : Como sejam para casndolos,
bapsados haiies etc., tambera se-recebem
enc-ioimendas de pbS de l ou bollas de
qualquer especie enfeitados e decorados,
bandeijas de bolinhoi com armac3o de as-
sucar, assim como de papel. pe?as monta-
das", gellatinas de ructas, a -jendoas, leite
etc.. x
Os donos deste estabelecimecto nao se
tem ponpado a despezas para roelher m<>-
rcerem a acoadjuvaejo do Ilustrado pu-
blico.
ff I J
60RA DA IMPERATRIZ
_____ DE
s]_jn___R___DO k<.a
Neste grande establec ment encontrar o respeitavel puoheo, u u grande sortimento de fazendas, do mais apurado gosto assim como de todas as de primeira necessidade que se lhes promette vender por precos mnito mais baratos do a
em outra qualquir parte, visto que os novos socios iesta firma adoptaram o systema de s vennderem D3S_I_aRO ; para poderem vender pelo casto, lUitando-se apenas a ganharem o descont. As pessoas que negociara em menor escalla nesta k
e 'armazem poderSIo fazer os seus sortimentos pelos mesmos precos que compram as casas estrangeiras. Para maior commodidade das E^mas. familias, de todas as fazendas se dao os livros das amostras, ou se mandam
derem escolher.
CROCHE'S PARA CADEIRAS E SOFA'S. r GROSDKNAPLES PRETOS DE ^600 AT 7J000 ROPAS P\R\ HOMEXS P\RA TODOS
O PavSo tem um grande sortimento-dos I Na loja do PaVo encontra o respeitaveli nq PRP^nc
mais bonitos crochs para cade/ras, sofs f publico um grande sortimento degrosde-1
ALTAS NOVIDADES
no pavIo
BONITAS FAZENDAS PARA A FES-
TA DE
SANTO ANTONIO,'R. IOO E S. PEDRO.
Vendem-se as mais lindas ponpeli-
nas de linho *e seda com os gostos
mais novos que tem vindo a este
mercado, pelo barato preco de-----
2000 o covado.
Sedas letradas, de furta cores, fa-
zendas de muita phantasia a 2#000
o covado.-*
Seda bismark, larga fazenda muito
encorpada o covado a 20500.
Bonitas laasinhas largas com palma
de ;eda, covado a 15000,
Lindas'agraciando lavradas covado
a 10600.
Alpacas lavradas de todas as co-
res, covado a 640, 800 e 1,5003
Bonitas laasinhas escossezas com
quadros e litras de seda, covado a
560.
Finas alpacas lisas, sendo cor bis-
mark lyrio, verde, roxo, cinza, can-
na, azul etc., covado a 610.
Ditas furia cores com as mais bo- 0
nitas cores, covado 503. rs. *v
Lindas bareges lisas, e com lista c|5
cto raesma cor, fazenda inteiramen-
te nova, covado a 560 e 640 rs. 9
Bonitas I3sinhas Upadas e trar^s- jg
parentes com grande diversidade, o /&
covado a 600 rs.
Laasinhas lustrosas com lindas co-
res emitac3o de seda, o covado a
30.
lindos cortes de anadino, sendo
f.izenda nova e transparente e de
muita phantasia, com 18 covados a
15)5000.
Finissimos cortes de vestidos bran-
cos bordados com todos os enfeites
francezes a 120000.'
Curtes de ganga indianos, fazenda
inteiramente nova a 70000'
Ditos chinezes com duas saias a
70000.
Organdy branco com listras lar-
gas e quadrinhos, a vara a 10000.
Toilas estas fazendas. sao inteira-
mente novas e se vendem muito em
conta, roa da Imperatriz n. 60,
ija e .armazem de SHva
do & C.
e Figuei-
de 20OO rs. cada um, pechincha.
CASEMIUAS ESCOSSEZAS.
O PavSo tem bonitas casemiras escosse-
zas com quadros grados e midos e outras
lisas com listras ao lado, sendo fazendo
muito fina que se veade mais barato, por
haver grande poroso.
CORTES DE CASEMIRA PRETA A 4:500,
O Pav5o tem os superiores cortes de ca-
semiras pretas en feitadas pelo barato precio
de 40500 rs. o cort,
CASEMIRAS RASPADAS A 800 RS. O CO-
VADO.
O Pavo"Vende excellente fazenda d pura
la com as c&res escaras muito proprias
para caifa?, palitots, colletes e roupa para
meninos que frequentam a escolla por ser
urna fazenda leve, escura e de muita dura-
cao, pechincha a 800 rs. o covado ou a
20800 o corte de calca para homem.
FINAS BARGES A 640 P.S. O OVADO.
. O Psvo tem as mais lindas bareges de
la ^endo meias transparentes, com urna
s cor, tendo": lyrio, azu!, rosa. Bismarck,
roxo, etc., tendo muito boa largara e liqui-
mesasf alraofitdas etc proprios para co-
brtr presentes e vende-se mais barato do
que em oatra qualquer parte.
Aig3:*3 enfestado.
Vende-se urna grande porco de algod5o
naples pretos de" todas as larguras e qua-
PRECOS.
N'este grande estabelicimento encontrar
lidades, tendo de 10SQO, covado at 70000? resPelavd pbeo1.|.m rane sortin>ento
Ditos de 13a escosseza fazenda mui-
to b mita com fios de seda a 700.0
Finissimos organdys com lista de
cor e salpico, sendo fazenda de
moita phantasia, o metro 10280.
to urna grande compra, assim como ditas
mais estreitas de ama s cor com listras
imitacao de seda a 560 rs. o covado, e pe-
chincha.
PEQAS DE MADAPOLO A 30500.
0 Pavo vende pessas de" muito bom
madapolo, tendo 12 jardas cada ama, pelo
barato prego de 30500.
PSCHINCIIA EM ALGODAO A 4*000 RS.
O PavSo est vendendo pegas de algodao-
sinho francez, fendo palmos de largara e
com 11 metros cada peca, pelo barato pre-
de 40000 rs.
CERA DE CARNAUBA.
Vende-se superior cera de carnauba em
gft suecas, mais barato do que em outra qual-
quer parte, Da ra da Imperatriz n. 60,
Toja do Pavao.
OS SETINS DO PAVO
Vende-se es mais bonitos setins de cores]
e mais encorpados, proprios para vestidos
tendo de diversa* cores.
trancado, que se vende por preco maito em
conta.
LAS .ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
LAS ESCOSSEZAS
A 560 rs. o covado.
Chegou para a loja do Pav5o, o mais
elegante sortimento das mais lindas lSazi-
nhas escossezas com fios de seda, as quaes
fazem o mais delicado effeito, para vestidos
de duas saias, e vendem-se pelo baratissi-
mo prego de 560 rs. o covado.
SEDAS DE USTA
SEDAS D LISTA
SEDAS DE LISTA
a 20000 o covado.
Chegou para a hija do Pavo um grande
e bonito sortimebto das mais lindas sedas
de listas com as mais delicadas coros, tendo
entre ellas algumas que servem para loto, e
vendem-se pelo barato prego de 20000 o
covado, pechincba.
FAZENDAS PARA LUTO NA LOJA PAVAO
Encontra o respei-tavel publico neste es-
e 80003, que se vende por preo muito
em conUt.
GASSAS FRANCEZAS.
Chegaram para a loja do Pavo as mais
^TSrs:_K_te%s:^-5---^
da-se por 640 rs.^p covado, -por se ter fei- tabelecimento um grande sortimento de fa-
zendas pretas, como sejam cassas france-
zas c inglezas, chitas pretas de todas as
qualidades, fazendas de la de todas qne
tem vindo, proprias para lato, sendo laasi-
nhas alpacas h\ radas e lisas, canto, bom-
basinas, merinos, etc. qae tudo se vende
por prego barato.
PARA BAPT1SADOS
Na loja do Pavao vende-se bonitos en-
chovaes para baptisados.
Cortes de casemira a 40000, cada am.
Vende-se bonitos cortes de' casemiras
ou a 20400 o covado, tendo duas larguras,
CORTINADOS PARA CAMAS E JANELLAS
de 80, 100,124 e 160000.
Chegoa para a loja do PavSo om grandfc
sortimento dos bonitos erico cortinados
bordados, proprios para camas e janellas,
que se vendem de 80000 o par, at o mais
rico qae vem ao mercado, e vende-se mais
barato qae em outra qualquer parte.
quali-
dades, dando-se todas amostras, assim como
um Bonito sertimento das mais lindas chi-
tas francezas escuras e alegres, que se ven-
dem muito em conta, e tambem se do
amstras.
CHITAS A 240 RS.
Na loja do Pavo vendem-se bonitas chi-
tas francezas claras e escuras e cres'fixas
240 rs. o covado, e pechincha.
LAASINHAS A 320.
LAASINHAS A 320
LAASINHAS A 320.
Na loja do Pa.o vendem-se elegante sor-
timento das mais lindas laasinhas lustrosas,
com listrinhas a imitaco de poupeliuas de
seda e com as cores mais lindas qu tem
vindo ao mercado, sendo fazenda que vale
maito mais dinheiro, e liquidam-se a 320
rs. e covado, pechincha,
FISCHnLVCSIA
EM CAMISAS DO PAVO A 40500 RS.
Vende-se" am bonito sortimento de maito
finas e modernas camisas inglezas com pai-
to e coharinhos de linho e puahos, pelo
baratissimo prego de 40500 rs. cada urna
e aos r'eguezes que comprarem duzias se
Ihe far um abatimento, garantindo-se que
fazenda que vale muito mais dinheiro,
liquida-se por este prego por se ter-feito
urna grande compra : assim como se vende
de roupas, sendo palitos e sobrecasacos de
panno preto e cazemira, caigas e coletes de
brim branco e de cores, que tudo se vende
mais barato do que em outra qualquer parte;
assim como um grande sortimento de ca-
rnizas francezas e inglezas, e ceroulas tanto
de linho como de algodao e abundante sor-
timento d meias cruas. .
VESTIDOS INDIANOS COM DAS SAIAS.
levar e_suas casas, para melhor po-
ALPACAS LAVRADAS A 640, 800 I
1,000 RES.
Chegou para este grande estabelicimento
o mais bonito sortimento das mais moder-
nas alpacas lavradas de todas as cores. qn
se vendem a l#, 800 e640 reis o covado,
assim como um grande sortimento da aip*
cas lizas de todas as cores
Basquinas.
0 Pavo vende urna grande porgo de
cortes de vestidos indianos, tendo duas
saias e tendo" bastante fazenda, cora os gos-
tos mais novos que tem vindo, e liquida-se
a 50000, tendo cada am seu competente
figurinQ.
CASEMIRAS MESCLADAS A 30 0 COVADO
O PavSotem para vender bonita* case-
miras meacladas e bastante encorpada para
ronpa de homens e meuinos pelo bara:o
prego de 30.JOO cada covado ou 50000 o
corte de caiga parax homem.
Roupa por medida.
Na loja do Pavo manda-se fazer qoalquer
pega de obra a vontade do freguez, para o
que tem u_ perito alhuate, responsabesan-
do-se os donos do estabelicimento por qual-
quer falta que possa haver, quer por de-
mora, quer por qualquer defeita na obra;
e para isto encontra o respeitavel publico
um grande sortimento de todas as fazendas
que desojar.
BRAMANTE A 1800.
Vende-se superior bramante com 10 pal-
claras e escaras pelo barato prego de 40, ias sendo com bordados e pregas a um
um bonito sormento de ditas tambem com mos fe largara^ proprio para lences dan.
peito de hnho bordadas e ditas de algodao do a largura d'esta boa fazenda o comprn
para todos os pregos. jmenl0 o len?oI sendo precjSo para cada
PANNO PARA SAIAS A 10000, 10280 e
10800 RS.
Vende-se bonitas fazendas Jproprias para
lado, dando a largara da fazenda o compri
ment da saia e vende-se pelo barato prego
de 10000,10280 e 10600, cada metro sen-
do preciso penas 3 ou 3 1/2 metros para
cada saia pechincha.
Vestidos orticos a 1 *AOOO rs.
, O Pavlo vende finissimos cortes de ves-
tidos de cambraia tranca, ricamente borda-
das e com moita fazenda pelo barato prego
um apenas 1 e 1/2 metros ou 1 e 1/4 pe-
chincha pelo prego.
ESPARTILHOS A 5*000.
Vende-se om bonito sortimento dos me-
more* e mais modernos esparuines tendo.
do barato prego de 50000 at 8000.
Cachenez.
Na loja do Pavo vende-se um grande
sortimento dos mais bonitos cacbenez de
pura Qa proprias para senhoras, vendem-se
a 60009 cada um, na rea da Imperatriz
n. 60.
A loja do Pavao est, constantemente aberta, das 6 horas da manhaa s 9 da noute
Cbegaro as mais modernas basqoinae
ou jaquetinhas de seda preta, ricamente
enfeitadas a viarilbo, tranga e setkn pretc
tendo de todos os modellos, os mais novos
que tem chegado e vendem-se por prego
muito razoaveis.
POUPLINAS DE SEDA
POPELINAS DE SEDA
POPELINAS DE SEDA
a 20000 o covado.
O Pavo acaba de receber o mah ele-
gante sortimento das mais lindas veidadei-
ras poupelinas de linho e seda cora os pa-
drees mais delicados que tem vindo ao mfif.
cado, tendo entre ellas cores proprias par
allivir luto, e vende-se pea barato prego
de 20000 cada covado, pechincba.
Cambraias brancas
Vende-se um grande sortimento das me-
lhores cambraias tanto victorias como traoe
parentes tendo de 30500 pega at a maii
fina que vero ao mercado. i >
CAMBRAIAS BRANCAS A 4/000, A PECA.
o Pav5o vende pegas de cambraia
branca transparente, tendo mais de vara de
largura, com 10 jardas cada pega, fazenda
e sempre se venden a 70 e 80000, liq_-
a-se pelo barato prego de 40000.
FUSTES BBaNCOS A 640, 800 E 1*200.
Vende:se maito bonitos fustes brancos
amito flexivel proprios para vestido d%
senhoras e roupa para meninos cp vende-te
a 640, 800 e 10200 rs. o covado.
cassas a *40 rs.
O Pav5o est vendendo bonita cassas dt
cares fixas a 240>280 e 300 rs. o covado
Brilhantes laasinhas.
S o Pavo, 640.
Cbegaram as mais birlhantes laasinhas com
as mais lindas cores, oom palminhas misdi-
nljas, assentadas as mais delicadas cores de
lyrio, cor de canna, cor de ganga e branco,
sendo estas novas ISasinhas de maito boa
qualidade, tendo largura de alpaca e vnde-
te 460 rs. o covado. ra da Imperatriz
b. 60 lojadoPavJo
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Diario de ^ernambuco Sexta feira 1 de Juio
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es.
-AlgoSo .taPrcj para ienroes e Ralbas "de Gae oohi$tras Te s.-da e ores, fazertr
.odas as f^hdauts que costura* vir ao mtu- da i ;.le nova para vestidos de baiie.
M Alpacas Je todos o
p '. a sriioi-.is e homens, o mais
Wa?o pretcue paA .ualqaer p.x.sua de iGollas e pnbua bordados para senhoras.
Guardauapos d Jinho paqueaos egran
branco e des.
Atochado le liaap e algodo,
le cores proprios para oaias.
Bas-juinas de seda prelas e muito moder-
as, bem como de crochet, tuJo de apurado
foto e ffko.
Gjargnro Je seda preto ede cores.
Grosdwiaples preto e de cOres, bavea-
do diversas ipadades o gostos.
japoaezes, para senhoras, o melhor gos-
ftloes de mOASalma, ir.adrpoiao, brancos to, efwenda projria para as testas uosar-
de cores, para senhora e meninas, raba|dis e msseins 3 larde.
Bareges de cores variado sortimenlo. i v^
Babadinhus ou tiras bordadas um todas as Lioelnhas de todas as qaa'.idades, cores
'"FL3*5'- c te*f;u fiando nada a desejar, tal
be butma de todas as cores. o sortmento otie existe para escolhor.
Bolsas de tape* para viagem, grande Lencos, tudo quanto pode- baver desdo
'anadade de tamanhos e gostos. esgoio ao algodcommum.
Bombazraa p.-eta de todas as qualidades. Lequi da madjeperola e osso, o mais va-
Bramante de lioho de i 1 palmos de lar- liado sortimenlo,
tmj e todas ;.s mais (nulidades. Ligas d seda, bordadas, para senhora.
Bre.tanb.as de Iink e algodo, grande sor- Luvas de Jouvin, chegadas por lodosos va-
!Dt0- pora, sempre novo sortmento, quer em
* a
imtaria e
ruando \
Queimado n.
qualidades, raoi.
Do que Scitaa
dispar, einpreg.ido apszai i
honrara procurando prote;
wr os-objectos que por sna na'
oir aqueiles cuja importancia,
seja :
inhos de camiiri*; primorosamente
.lados com fifis de set-m e'obrfs essas
novidade do molde eperfeicodeador-
s toYnam apreciados,
itas rai largas de diversas cores e xfaa,
lidades para cintos.
< Leques nesse objacto multo *e p
dizerquerend tente
les, corete de
o grande eta#iado- sertitaento que acaba
de ebegar, malpara nao massar o preten-
dente se lhe, apresi otar o qae poder de
aelltor.
Entremeios em {Jecas de 12 tiras.
Guipura brapco e preto de diversas qua^
dades e deseqhos.
Diios de algodo -com flores e lisos.
Veos de seda
ria.
MeijvS de seda para noivas.
Ditas abortes de fiada Escossia.
Coatumes ou uniformes para meninos.
Ensovaes completos para baptisados.
Touqoinhas de fil, sapatinhos bordados
a meis para ditos.
Cimlpinha hordsdas para ditos.
publico e
'imameo-
a falta tovo-
DADE
\ pdc
lies que a
n ermume-
can conhecfdps ali, ella resomlamente indi -
dale es tortram recomaiendaveis, como
Capelfas brancas para meninas.
Grandes sor! , de sedal prets.
FUMARA
Grande c constante sortimento de dita,
sempro melhor qnajidade.
Lindes v? rrcz e pinso!.
C^; >rn ditos aroffintii
orrii -odernos penles' dourados
para-circular o coque.
Bonitos brinenj de plaquee.
oros e brincos do madreperolr.
Cam'tctes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar babadir.hos.
^pas para balSo.
O
por j;r
do, r
c:s o de ni
e u,
jb. i a -- .-------- *
para chapeiinas e monta-'ataas stibstituem as oulra?.
Vistas para stcrccscopos.
i estable-
le tir.li
' publico, man-
ar pelo nltimo vapor
nado sorrjiento de
M*es,' as quaes es-
ie seu eos!
.'ios e ctsrnrcodos para to-
depellie, p/olas, braii-
edres.
tas goliinhas o pnnhos para ae-
o que ha de mais mo-lprno.
lentes de tartaruga para coques.
_ Li( Hssitnes eaeiton para cabecas da"?
Exmas. seflhor
Superiores traagas pretos e de cores com vidri-
lljos e sem ellos; Mu fazeuda o que pode taver
de r.ielhor e mai> hdBito.
Suporioros e bonitos ieqr.es do madrenerol.
i;, jndalo e o3^o, sendo .uiuelles branco-
wai ii. e estes, prctos.
Muio superiores meias to de Escossi para se-
nhoras, as qnaes sempre se venderam por 305000
a diwia, pnirtnn!o que ios as vendemos por 20/,
aim distas, lomos tambeiu grande sortiraonto de
ouliag qualidades, entre as quaes' argomas muito
finas.
Boa? :1.^ de superior c#nna da India e
oasfc.io'wTBarlIm com lindas e enratitajtoras tifru-
rasdomesmo. r.esin frenero o nuo de melhnrs'
deira, baleia, o
i lUlil
xo dec
le pa
.....
a. ......
do liaba
quaes sao moldas por um nachinismo
tnboade 8e pre;os.
Cassjs de cores, o m
cnpuvqi o gr
timento ipie.a ueste gener, desde o rnais
elevado prego ao menor, que se vende em
Cas33S de cores, o maior scriimento, pri- p^ca ea reteilio por menos do que era ou-
aaado pelo bom grjsto-e barac.a, atientas traquaiquer p1e.
i qualidades. amas Jp b!ojldl. para Riv.!s; 0 apUrado
uaabraias onmeas, tapadas, e transparen- goslo dos nosacs correspondentes em Pars
;es de todas as qoaftdades e presos. habilita-nos a dizer que temos em nosso
(aMsranas de caaiTiraia de lino e cassa estabclccisenio o que de meliior se dese-
>ordadas ncamente enditados para Sras. ja para vestir e: ornar orna noiva.
Camisas para horneas e meninos, tilo va- Maatas prelas de blond.
.lado sortimeato que vai do mais ordiaario Aanlas para carros, com lindas pinturas,
oadapolo ao mais pereito bordado de li-. feriaos pretos, trancados e lisos.
Camisas de meia, do flanella, brancas e r'3dos padioes.
te cores para hornera. 33a
Casemiras prelas e de cores, o melhor i Pannos pretos e' de coras, desde o mais
jue se pode imaginar, sendo d?isso a me- barato ao mais superior, por preco muito
&or prova o grande consumm dellas na camodo,
iflciaa da casa. Pannos de crochet, para cadeiras e sofs.
Capelias de flores, para noivas e Bailes,! Ditas l?e Caseiira muito finos para
iesde a uais candida fior de iaraiif eir at mes-
mais iateressaute griaaida. i Peitos bordados de linho, lisos e de al-
Chapelinhas no melhor gosto.de-todas as gooo para camisa,
.ores aoje preferidas pelas seaboras do: Princcias prelas e e cores. ,
aais apurado rigor na moda. Popelina do seda e linho, com listras e
Chapeos pretos de velludo, para senhoras,; flores ; fazenda lindissima.
iltimo gosto de Pars. Pelherinas para senhoras, do ultimo
Chapeos de sol, para senhoras e borneas,. gosto.
de todos os presos e variados gostos. Perfumaras ; os mais finos extractos o,
Chaly com ricos padroes para vestidos, que de melhor e mais agradavel se pode
Chales de todas as -qualidades, avultado 'encontrar oeste genero, e de mais fragante
laiiiaro e nao menos variedade de gostos, esrfave no olpaato, temo PAV1LH0 DA
Chitas, impossivel desorever o sortimen- AURORA, desde a verdadeira agua, Flon-
o e -variedade de padroes e no vos gostos, da ate o mais fino loiiquei d'mour, final-
a aeste artigo tudo quaato se pode desejjir., mente tudo quanto deve oceupar o touca-
Ciotos para senhoras o que se podeima- dor de urna senhora de gosto.
AttJAZIStfS
NOS GRANHBS
ftsitas caixiubas de vidr'o er.feitados com
pedms.
Ditas cV nade ira eovernisada com vispo-
ras e cora dminos,
Bollas de borracha para brinquedo de
crianzas.
Diversos objeclos de porcelana, proprios
p^ra or.fcites de mesa e da lapinhas.
?OLIIAOS
N. 23Largo do Ten?o.N. 23.
10
10

ruar de melhor.
Coques, o melhor no gosto e nos enfei-
;es, varios tamanhos. -
Colchas de seda com borlas, o mais apu-
'do' gosto e lavor.
Ditas de fusto branco e da cores por
prejos commodos.
Coipinhos de cambraia, ricamente borda-
ios para senhoras.
Cortinados de cambraia bordados e de
li.o que de mejhor se pode desejar.
*3
Saias bordadas, brancas, lisas e de cores
com folhos e sem elles, o melhor possivel,
Sahdas de baile, de todas as c&res.
Sedas pretas, de quadros, lavradas, lisas.
de listras de todas as cores e qualidades e
vo mais barato possivel.
Sargelim de todas as cores e qualidades.
Tapetes grandes, lindas pinturas para 8
cadeiras, mais pequeos e de todos os ta-
lisos, o'maohos desejaveis, e em peta para co-
vados.
Colarinhos (ie linho bordados
naior sortimeato.
^_____-, ,_ J-^ Toalhas de labyriotho, do maior e mais
:_?amaf.?.de i?Ade_9,^l!aos de larSura fino trabalho ao mais barato.
Toalhas de linho e algodSo de todos os
ondas cores e ricos padroes.
aa
Kspartilhos branws e de cores, para se-
ihoras e meninas, o melhor neste genero ;
lenhuma Sra. deixar por certo de muir
se de to precioso auxiliar perfeico de
un corpo delicado.
Entremeios bordados.
Escom!ha preta.
Eoleites para cabeca, ultima moda de
Pars, recebida no ultimo paquete.
Esguio de linho, completo sortmento de
iodos os nmeros.
Fitas largas escocesas para cintos, varie-
ade de gostos e lindos padroes,
Fixhs de crochet, modernos com cintos
i capas, o qae ha de melhor.
Silo-de seda, linho e algodiJo, de todos
m gostos e padroes.
Fostao'de todas as cores e qualidades
crande sortmento.
Flanella branca e-de cores.
tamanhos, lisas e felpudas.
Tarlatana branca com palmas e de cores,
fasenda muito nova, e gostos delicados pro-
pria para baile.
Vis'.uarios bordados de fusto brancos e
de cores para meninos, de cambraia para
baptizados, o que de melhor tem vindo a
esto mercado.
Vestidos de 15a escoceza de 2 saias,
novidade pelopadro, gosto eforma; ditos
de linho cora barras de crese e de cam-
braia de cores com 2 ^saias, tudo inteii a
novidade, trazera os modellos juntos para
mostrar a forma de os fazer.
Veos de blond para noivas e pretos para
luto.
Vestidos de blond para noivas: podemos
asseverar as nossas Exmas. freguezas, que
somos os unieos em Pernambuco que pode-
mos offerecer ao Ilustrado publico, o mais
apurtidogosto em semelhante materia, gra-
Flores, o qae ha de mais neo, quer tas ao bom gosto do nosso fornecedor em
Mitas, qoer em ramos, tem oPAVILHaO Paris, podemos garantir que ningnem neste
DA AURORA om permanente jarditn a genero o possue melhor, nem mais em
isposico das Exmas. familias. rata;
E' dispondo d tSo grande e variado sortmento que os proprietarios do PA-
VTLHAd DA AURORA se apresentam ao pablico declarando desde j que a sincerida-
4e e o bom gostoo movel nico de seos negocios.
Prvidos de todo e promptos sempre a prover-se do que por ventora lhe
aeja necessario, os proprietarios deste sumptuoso estabelecimento recommendam-se
Mm receio de serem contradiotos e protestam esforcar-se por continuar a merecer
pretexto qne se mes tem dispensado ; certes de que do seu estabelecimento nio sahira
i freguez descontente.
Contina sempre a officina de ajfaiate dirigida por ara dos mais habis artis-
as, prompto execntar com promptdSo e bom gosto qualqter trabalho que lhe seja
confiado. Urna modista especialmente occopada nos trabalhos do PAVU.HAO DA AU-
RORA, rtirige os que lhe sSo concernentes, garante por seu apurado gosto e promptidSo
u execncafl e a mais completa perfeico nos seus trabalhos.
A numerosa fregnezia qne nos honra um,a prova de que merecemos o con-
3Ko que se dispensa ao nosso'estabelecimento, conceito que procuraremos firmar cada
vez mais. Para facilitar anda a concecucjo do fim- que nos propomds, temos,no nosso
stobelecimento os oltimos figurinos de Paris, .que. recebemos por todos os paquetes, os
fnaes enviaremos para" serem vistos as familias nossas freguezas, ahm de escomerem,
com o padrSo da fazenda o gtsto na forma.
Na ofiicina de alfaiate, junto ao estabelexuneoto, ha igualmente os figurinos
para homens que por todos os vapores se reoebem.
^^^_ E* ieite O oradoaporque nos apresentamos pedindo -a proteccSo do ilostrado-
pabHetre coa o mais profaado respeito convidamos s excellentissimas Sras.' a visi-
:arn o nosso estabelecimeto, certas de encontcarem nelle pelo menor .preco possive-
lodo que podem desejar.
[daremos caixeiros levar as fizetjdas e amostras onde forem pedidaj, visto
to pdennos especificar todo quanto temos.
Jwo Luiz, Sobrwho & C.
Aberto das 6 s 9 horas da noite.
Pateo Ja Penha
DE
SAJtT.' S & FERR IRA.
Os proprietarios dest^s bemsortidf*' armazeas participam aos sens innmeros
reguezes tanto desta prafa como do matto ,qoe leudo foito grande dimouico de pro-
cos oas suas mercadoiias esto por isso reaoivdos a vender por menos de U) e 20 i0,
do que e outra qisaqucr parta, garanado-se portaoto a s perior qualidade de qnal-
quer genero comprado Leste- dous estabelecimentos. Mencionamos alguns dos nossos
gneros e a vista destes sao comprehendidos os outros, porque enfadenho seria men-
Se alguem cfavidar vei^ha ver.
Gaz americano marca Deves a 8<9800 a
ciua-los.
l-.ta, 380 rs. a garrafa e 560 o litro.
Azeite doce de Lisboa a 900 lsj(iX)0 a
Vinagre branco mandado vir por conta
propna vindo de Lisboa, a 320 a -garrafa e
480 o litro.
dem tinto Figueira, Lisboa e Porto a
320,280, 240 e 200 rs. a garrafa e 480 30ft %Tafa ern Pf^ fi,z-se rande abat'men-
rs. o litro. l*-
Vinho Figueira, Lisboa, Porto e Estrello Caffiem.raco a 220, 240 e 2*0, a li-
a 560, 500 480 e 400 a garrafa litro a8W2^nk,I<&r 760, 720 e 600. 7^000, 7)$5C0 e 85800 arroba.
Vinho branco puro de Lisboa a 640 560
a garrafa, em. porco ha abatime'nto.
Vinho do Porto, engarrafado as memo-
res e mais acretadas mascas a 1^000 e 4^200
1*500 e U a garrafa. /
Idpm Bordeaux, Mcdoc e''St. Jalien ari ,t
7)5500 e 6,3500, a duza e 640 rs. a grafa. \
Genebra de Hollanda e laranja doce aro-
mtica avt^SOO, 7i5, i\5500, a frasqueira.
Serveja Bass, Illers A Bell a 9(5800 du-
zia em porc^o ha grande abatimento.
dem rasrea H eT e outras" marcas a
5#500 e 6-5, a duza e 500 rs. a garrafa.
Assim como ha outros muitos
Milho alpista 200 rs. a libra e 440 o ki -
logramma e 5)5800 a arroba, em porcao ha
abatimento.
Qeeijos frescos do ultimo vapor a 3)5200
e 30400 cada um.
. borracha, etc. etc. etc.
Finos, botutos e airosos chicotin'aos de cadeia e
de orars quulkiados.
Lnd.:s e suj ligas de seda e borracha
parascgi?ar uieiaa.
Boas mohs de -"..ipra sonhora e para meni-
na? de 1 a 12 annos de idade.
Navalfcas eslo de raarfim tartaruga para farer
barba ; so uifo i>aas,e de mais a. mais sao ga-
rai.iid.-s pelo aLri-..nte, e sos por nossa vez tam-
bera asseguram^s sua qualidade e dccadera.
Lindas e bens rapeflas para noiva.
Superiores guilas para machina epara crox.
Linha muito boa de peso, fruuxa, para encher
labvriniho.
Bor.s taralho? de cartas para voltarete, assim
como os teKtos'p;ra o mesmo flm.
Grande e var:ailo sortmento das raelhnres per-
fnmarias e dis nielhores e mais conhecidos per-
famistaa.
COLARES DE ROER.
Electrices magnticos contra as cnnvulsjJesj e
fa/"i!it3n a denticap das innocentes crir.ncas. So-
mos desda muid 'recebedores destes prodigiosos
bollares, e continuamos a reee.he-los por toaos os
vapores, afim de (ue nunca aJtem no mercado,
como j tem arrmfeeido, assim pois.'po<1erao aquel-
es tfce delles precisaran-i, vir ao deposito do gallo
vigilante, aonde sempre encontrarao destes verda-
dcircs collares, o os quaes attendendo-se ao fim
para que .5.0 applicados, se Tenderilo cora um mui
diminuto lucro. <
Bogamos, pois, avista dosohjectos que deixamos
declarados, aos nossos fregnezes e amigus a virem
comprar por precus muito razoaveis loja do galle
vigibee. ra "do Crespo n. 7.
nu tas croes superior
......
Peras (Fcrb'ibsdiulios com 10 va-
rasa.........
t^?as-)e tiras cora [>
metros cada p <;.( a 10500 6.
ara cs
qaeHiriSra com 10 vafasa.
rthasfaeflida li" a
Dilas jiisra denu-s h -2
00 rs. e. .
Pecas de luinga- Jifas, brancas e
ile cor^s a.....
' aixinlias 'de t.; iom alfine-
tes f. zonda i a. .
Dnzia fi x; par.: borda-
400 tf

' M !.
e.
i- par:unu>'
nist^; snos a. .
Duv.ias df n r milito
tinas para senhora a. .
Pares de sapstos de tincado
l'Olll......'. .
Pares t'e sapatos de a--'.- a. .
Livn.'S (ie missa s.
Dorias de baralho- para *llarele
Sylabaros porlii|u'ze.s a. .
Redes com (sontas minio boa qoa-
Cr-ries com crlete : carreras a
Arotoaduias para coll-le diverjas
quididades. .' .
Caixas com peana de ac mnio
boa de 320 a. -. .
Duza de linlia 200 jardas Alexar.-
dre de 40 a 200 e, .
Gaixts com snperioies obreirs a.
Duza oe agolha para marrona a.
Libras de pVegos francezes loos
os tamaiiln s a......
Talhercs para meninos a. '. .
Pares de sapatos de tranca pa:a
meninos a.......
*0tor
3.5000
. 400
20
400
506
10200
40
20o
240
sao
! J50O
iilllUl
da Imp-ralnz20
0 verdadeiro portland.
ra da Madre de Deas n.
Joo Martns.e Barros.
S se vende n-
22, riaazeaa d
Aletria, macarrao, talharim a 500 rs. a
bra e 10100 o kilogrammoem caixoba
abtimento.
Sabo massa de 1* e 2* qoalidade a 220
e 240 rs. a libra em catia ha abatimento
TouciBbo de Lisboamuto alto a 400 rs.
a libra e 880 o kogrammo, em arroba ha
grande differenca.
gneros, *inho em ancoretas, azeitonas,
passas o figos, charutos finos de diverses marcas, marmeiada, bolachinhas de todas as
qualidades, perola, Francy-cracynol, a, b, c, Mdium, mixed. soda Fancy-nic-nac, pa-
lace de Varietes, combinaton, Britania, doce de goiaba fina, chouroas, manteigas finas
franeeza e ingleza, banha de Baltimor, phosphoros de Sycuryt, Cognac, cha de diver-
sas qualidades, Oanella, pimenta do reino, .ervadoce, pomada, enxofre, breu, peixe
em latas.de tedas as qualidades, farinha de milho americana, grandes molhos de sebol-
las; oestes dousarmazens existe'tambem grande sortimeato de loucas proprias para ne-
gocio, que pelos seu* commodos preco faz vantagem anscem'pradores.
i
1
m
i*
Di NOVA-5
A
UMA PRENDA. Lindos objectos dourados de delicados gostos, proprios
^ para meninos, vende-se no BAZAR DA MODA.
BAPTISADOS. Ricos chaposinhosde setim branqps, lindas toncas de fil
<$ e se tira, sapatinhos etc. M
S CUIPURE. Ou croch em .pessa, branco e preto, com lindas ramagens cm
w qualidade muito snperior.
PUNHOS. Para cimisas de homens, fazenda superior com duas faces, o
Sx par 640 rs. (pechincha !)
0 PERFUMARAS. Finos extractos para lencos, aguas de diversas qnalida-
<"f& des, sabonetes, olos, pomadas, pos, tnico etc.. etc.
x PZRFUME.S. Lindas caxinhas para luvas contendo urna preparacao em
w qne Ibes d am agradavel aroma, por 1(5500. (
Gravatas, cinto?, flores, plumas, coques, trancas, fitas, botoes, bicos e pen-
^ tes etc., etc., e muitos outros artigos proprios do estabelecimento' vendendo-se
Q tudo por commodos precos, no BAZAR DA MODA, ra Nova n. 50, esquina da
de S. Amaro.
Jos de Soum So,ana & C.
Novas pechinchas
NA
Loia flor da Boa-vista
^ DE
tPanl* F. de M. Gatearles.
Chitas eseura olaras..a 800 e 240* o corado.
Laa com palminas, 300 e 320 o covao.
Seda pretat de listas muit> encerpada a ii, dem.
Cortes de brim para calca a !280.
Fostoes para roupas de meniaos a 800 o corado.
Grande sortimeno de roupas feitas, assim cobo
se fazem per medida, precos muilo comuwdos.
Na ra da Imperatriz n. 48, junto a padaria
francesa.
OM FA OHA
Maia Undelino vende saceos com farinha
rmandicca : na roa do Duque de Caxias, travessa
do Rosario, toja 18 B.
de
Jacaranda i
de Jacaranda de muito boa
Vende-se
Calilos 4o,ga 320w..*duzia de cainnas, ba-
rato : na toa do Rangel a. 39, taberna.
Mais .barato do qne em outra qualquer
parte.
No parto da travessa dor Coelhos acha-se cons-
pelobrigue Confianfa: L4ngelo, e iralar.na nuDireMa a gwB.po^ ^m^k Y^m a^oBU^
_______i,, do compradoepor menee prevo de que em oulra
r^ '
as, vende Bartholomn 'it C, em sua fornecer matenaes para as obras, pera o qae h?
puarmacia n ra larga da Rosario n. 34. canoas e carrocas. -
3cordeiro previdentt
Una. do ajueima^o u. 4t.
Novo e variado sortmento de perfuman
finas, e outros objectos.
Atm do cmplalo sorlimenio de perfi
ataras, deque eSectvarneuto eslprovids
loja do Cordeiro Providente, ella "acaba c
receber um outro sortmento que se torr
iotaval pela variedade de objectos, superior
iade, qualidades e commodidades de pr
?os; assim,pou,oC&rtleiroPrevidenle peo
e espera conmuar a merecer a aprecia?
do respeitave publico em geraJ e de wi
boa freguezia em particular, nao se afai
lando elle de sua bem conhecida mansid
a barateaa. Em dita loja encoatraro o
apreciadores do bom:
Agua divina de E. Coudray.
Dita verdad eir de Mnrray Lamman.
Dita de Coiogne ingleza, americana, fra>
ceza, todas dos melhores e mais acreditado
fabricantes.
Dita de flor de larangeiraa.
Dita dos Alpes, e vilete para to'ilet.
Elixir odontalgia) para conservacio
ssseio da bocea.
Cosmetiqu-es de superior quahdade e cha
ros agradaveis.
Copos e iatas, maiores e menores, coi
pomada fina para cabello.
Frascos com dita japoneza, transparent.
d-outras qualidades.
Finos extractos inglezcs, americano!
francezes em frascos simples e enfeitadoi.
Essencia imperial do fino e agsadavel ch
rt de violeta.
Outras concentradas e de cheiros goal
mente finas e agradaveis.
Oleo phocome verdadeiro.
Extracto d'.olao de superior qualidad*
com escolhidos cheiros, em frascos de difft
rentes tamanhos.
Sabonetes em barras, maiores menor*
para mos.
Ditos transparentes, redondos e em figt
ras de meninos.
Ditos muito finos em caixinha para barb
Caixinhas com bonitos sabonetes imitand
frnctas.
Ditas de madeira invernisada coatendo f
as prfomariss, muito proprias para pr<
entes.
Ditas de papelo igualmente bonitas, tu
bem 'de perfumariae finas.
Bonitos vasos de metal coloridos, e i
moldes novos e elegantes, com p de srro
0 boneca.
Opiata ingleza e franeeza para dental.
Pos'de camphora e outras differeoH
qualidades tambem para dentes.
Tnico oriental de Remp.
Alada anua? eeqaea.
Um outro sortmento de oque* da n
vos e bonitos' moldes comfilets de vidrihie
<> alguns d'elles ornados de flores e fita:
esto todos expostos i apreciacio de qotf
oa pretenda comprar.
GOLLINtt\S E PUNHOS BORDADOS.
Obras de muito gosto e perfeiclo.
Fivell&s e fitas para cfntoi.
Bello e variado sortmento de taes objw
tos* ficando a boa escoma ao gosto do coi
prador.
liJ
Roa
Faria d S.esstv
Acaba de ebegar a >sta tioss < mira luja <\r (a-
zrndas finas um variad* sorlimenio de fazenda- de
laa e seda, como sejam : pn aadines do nltioto
gosto, p'<|clnas de urna s cor, alpacas e laazi-
nha* de ceres, o que ha de niai< inoil^rno. tudo
por baraiissimos preco-, brilhantina- de eiOB, te-
cidoa das indias, aztndj nova a imilafio de per-
calia, balee- de dina Ii.li do saia 6-- cor c- in lia-
das barras, fust5es proprios para vestido e roopas
de meninos ; p..ra prand?s e aiinaraeis pecl.in-
dias, saias brancas com lindos irisados a 3. ri-
cos C( rpinhos tu rdadns muito linis a i, talues
modernos de are s a -1. ne-.s colclias jara cama
alcoehoart.is sendo brancas o de (mes. a ;>, ti
7, cambraia victoria tina a .">, titas transparen-
tes a.*j, 6$ e 73,c'iiia> BniMdwH etcoTi e claras
a 2S0, 300r 3i e 300 o covado, cassa., de coies a
240, lencos brancos de cas>a a 25o00, ditr.s ebj-
neies a 33S00 a duzia, madapoln fno a 6 e
CiiOO, e muiti supere r a ~:\, "CO e 83, algo-
daozinho Iftrgo pMprki para li'nces a fi^, [ianno
de aludan I.raneo -trancada pirujo iar* toalhas
de mesa a (000 a vara, oratnanto i ais Icncoes a
fCOO e 'S-SOO o trae h< de melhor, esgoiSo fi-
nissiino a 23200 e2o0() a vara. Mandambs as
casas das Exmas. finias para mellior poderera
e.-collier. Tambem temps completo sojtm.ento de
fperfum.iri.is des primeiro"; fabiican'.is francwes e
inglezes; es pessoas que se dignaren vir a esta
leja terao.ceasio de reconliecer a raltdade do
que annunciamos para nos justificar.
Ferro galvanizado
Vende-- em casa de Adamsni, H..wi? & (',., na
ruado Commercio n. 10, folhos de ferro gatvaci-
sado rie B, 7 e.8 ps de coiriprimenlo.
eode-se ou lroca-se por ca.-as nesta praQa
o sitio denominado dos Bontiz, antiga <:a>ada la-
vagerade roupa, com grande casa de vivenda,
senzala para pretos, e-tribari.i, banbeiro.de pedra
e cal com agua eorrente, baiu pia capim e
grsnde terreno para plantacSes : quem o preten-
der dirija se rae.i da tndenemleiiBia n. 33.
'Vende-so
Ps de laranja de umbigo, seletra e da china, ps
de sapoti, sapota, palmeiras e cafs ; tan.bem no
mesmo sitio vende-se orna vitella e urna garrota
tourina : na Ponte de Ucha n. 10,
Vende-se a casa terrea n. U, em chaos pro-
prios. sita em Olind ra do largo do Ampary,
com 4 quartos, corredor ao meio e duas salas : a
ratar no 1 andar n. fi ra da Cadeia do Recite.
Vndese a padaria da ra da Guia n. 56,
por seu de.no querer retirar-se por se achar doeote.
ATTENGAO
o
Vendem-se as i artes dos engenhos Ra-
mos e Inhama, sendo a do engenho Ramos
de 9:0004a iO:000: os preterjdentes qee
desejarem negociar queram entet;der-se
cem o seobor do'engenho Carauba da fre-
guezia de Tracunli3em, ou com o Sr. Dr,
Laurino de Mofaos Ptnheiro, morador no Re-
cife, para escrever o ftndamento do nego-
cio que pretende fazer. O mesmo senbor
do engenho Caranba offerece a fazenda de-
nominada Minpuai de Gravat, para o Bre-
jo da Madre de Deus e Carato do Bom Jar-
dm, a dita fazenda mn-io acreditada pelos
habitantes do lugar, t varios tanques pelo dito senhor, e temal-
gum gado na "dita fazenda, os quaes entrara
na venda que se contratar com qualquer
protendento.
Bichas hambnrgnezas
Neste novo deposito recebe-se por todos os pa-
quetes translanticos bichas de qualidade snperior
e vendem-se em caxa ou porcao mais pequea,
e mais barato do que em outra qualquer parte :
na ra da Cadeia de fteeife n. 54, 4 andar.
\ /
Cabellos
Vndem-se cabellos de todas as cores, qualquer
comprimento, qualidade superior, em caixa ou
porcao mais pequea : na ru* da Cadeia do Re-
fen. 51, I^afldar.
Superior vinho Bordeaax
da Cadeia do
St. Estephe & St. Julien: na ra
Recite numero 5.
Firzendas barata com
, t que de avaria.
A* roa do Crospo n. 95.
Chita-(nslia de cores a 160 rs. o cova-
do : na ra do Crespo n. 25, loja de lia-
noel Dias Xavier.
Fazcnda8 baratas, Srua do Ba-
bugn. 10.
Laa com Jistras de seda a 540 o covado.
Dita com ditas a iOO rs. covado.
Chita de cores finas e bom panno a 310 o co-
vado.
Bita precale,lindos padroes 400 rs. o eovado.
C lebas adamascadas de 24*00 e 1*800.
Cambraia para cortinados com SO varas a peca,
fazenda fina a 12*000.
Cam sas inglezas bordadas para homem.
Grande perco de chales de ganga, um 1*800.,
Dao-sc amostras.
Attengo

i
Vende se a casa da ra da Conquista n. 20 : a
tratar na Estancia n. 18.
IIICaaB



Diario de Peraambuco ^exta feira 1 de Julha- de 1870
f *
ASSEMBLSA SERA
?
--------------------
quem q-w qu antar-
inercia, na dissipago, E' a




CMARA DOS DEPUTADOS.
Enira em 3a discussao o projeclo d
aafto aulorisando o giverno para i
garanta de juro de 5 por e^nto ao capital
adicional da ompaoh a da estrada de fer-
ro de Pernain:
Vem mesa, lid*. apoiad e entra
ijunct-nienie em daeussao, a segrate
emenda : /
Se passar o projecto :
t Depois das palauasrefeiida garanta
accrescente-se :* obligndose 1 -cimpa
ihia a prolongar sua cusa a estrada d is
Cmco-Ponias ao Reeife; a destinar d >s di-
videndos provenientes da receita urna qi
ta pira fundo de araortizaco, reverteod?
ao governo sem indemnisago, passados 90
aonos da concess3o, a propriedade das
obras; a formar igualmente um fundo de
serva deducido dos dividendos; a con-
vencionar novas regias
toada de contis, e escripturac3o ; e ajiesis-
r de suas reclamages contra alguma> dis
posiges do decreto n. 1,930 de 26 de abril
de 1857.Pereira da Silva.
O Sr. Abaujo Lima :Sr. presidenta, em
.partes e na discussao' do adiaraento do
projecto de lei Me que se trata, proiiiineiei-,
mcontra olle enrgicamente, como pro-
prio das convieces profondas. Compre-
>de a cmara a necessidade em que eslou
undameniar o meu voto. Fa-lo-hei com
a a clama, para que fiquem bem paten-
tes os motivos do meu proceder ; com toda
a brevidade. parque nao desejo abusar da
altengao desta augusta cmara com discur-
sos que nrnhum mrito teem, alm do com-
primenio de um dever. (Nao apoiados).
Senliores, o que o projecto que se dis-
cuto ? Qual sua origem ? Que pbases tem
alravessado ? Ea que p se acha ? Exami-
r.a-lohei fazendo o seu histrico, desde sen
tomeco at o ponto actual, divdrado-o em
diversos periodos, que assignalam sua exis-
tencia ; porque esses periodos teem condi-
ryes de vida especiaes, e merecem um exa-
me tambera especial.
Mas, primeiro que todo ama obser-
vago.
O projeito, em vista de suas disposiges,
tontm mais de um equivoco. Garante
eile o juro de 5 por cento ao capital addi
eioaal a que se refere. E' um erro. N5o
sao Tt por ceoto, mas sim 7 por cento, por-
que a provincia de Pernambuco responder
por miis 2 por cento, alm dos 5 por cento
que pesam sobre o estado.
Suas disposiges, dfz o projecto, vigorar
rao da data delle em dianle. E' outro en-
gao. Este projeclo tem evidentemente a
i-atireza de urna lei declaratoria. E' pro-
prio de leis semelhantes retrahirem-se ori-
gem dos fados, de que se occupam. As-
sim os juros garantidos nao nao de contar-
se da data desta lei, mas sim da em que fo-
ram os capitaes effectivamente empreados
:ja constrocgo da via frrea de Pernam-
buco.
Assignalo estes equvocos para que a c-
mara saiba o que vota.
Agora o histrico do projecto.
Senhores, em I85 concedeu-se privile-
gio para a coostruego de urna via frrea
em Pernambuco. Em 1853 fixou-se o ca-
pital da empreza em 875,123. Em 1855
levou-se o capital a 1,200,000. Em
1857 concedeu-se companhia um em-
prestimo, com abono do governo, na im-
portancia de um terco de seu capital, ou
400,000.
E' este o primeiro p?riodo da companhia.
Consiste de actos do governo, de actos do
poder- legislativo. Est tudo legalisado,
est tudo completamente findo. Nada lia
que dizer a semeiliante respeito.
De 1859 a 18G0.com?ca o segando pe
riodo. Em 1859 requereu a companba a
elevaco do capital garantido. Em 1860 o
r. Almeida Pereira indeferio francamente a
semelhante pretendo. Como aquilatar o
acto do Sr. Almeida Pereira ?
Sr.- presidente, approvo com applausos a
rmducta nobre e franca desse honrado ex-
ministro (apoiados), porque consultan a jus-
tiga, bem como as conveniencias do es-
lado-
O governo, ciara naturalmente o Sr. Al-
meida Pereira companhia, garantio-vos o
apital de 1,200.000; Sol sua pala-
.ra. Obrigastfs-vos a construir a va fer-
ie de Pernambuco, cumpri tambem vossas
obrigages.
Alm de justo, este proceder era de alta
conveniencia.
Senhores, a responsabilidade pessoal a
grande lei da humanidad*. Conta-se com
-os proprios recursos? Desenvolve-se intel-
igencia, actividad*, conomia para sopera-
rem se todas os obstculos. Est-se es-
pera, constantemente do braco do governo
.ftia compauhia de Pernambuco, como
lie todas as outras que se teem formado
no imperio,.
As.-wn, recito, honra e glora conducta
i do Sr. Almeida Pereira.
Do 1861 a 1863 entra J. triodo
da companhia, que qooli ;%studos
prom no'qual figuran os Srs. Ma-
Felizardo, Siinmh e Beliegarde.
Ivn 1861, com urna tenacidade maravi-
i, pedo de novo a companhia ao Sr.!
Manoel Feizardo a elevagao do *eu capital
garantido. O que respondeu o Sr. Manoal
Fcliurdol 0 governo, diz elle, textuaes
palavras, vai entrar no exame do negocio
pan, com conhecimento de causa, resolver
sobre a conveniencia de alt-nder ou nao a
pretencSo da comp-nbia.
O Sa. Prado :Desisti do direito de re-
pelr as redamages.
O Sk. Ar.vuo Limv :-No mesmo anno
expedio ele ordens a commissanos que no-
de fiscalisaco, lo- meou ou fez nomear om Pernambuco e Lon-
dres para procederem au exame das contas
da companhia.
Em 1862 vnlta *<-arga a companhia con-
tra o Sr. Sinmb : O governo, responde
elle, vai entrar no exame da materia, e se
o resultado do exame for satisf .ctorto, tex-
imis paiavras, nao ter duvida em conce-
der a elevacao do capital garantido que
pedido. ...
Em 1863. com Tima perseveranca inlati-
mamente celebrado. Onde est esta fe ?
Onde est e3te contrato ? Em parte neohu-
ma. S tanto assim que desde 1859 a
companhia, cora urna heroicidad* espanto*,
Lpede ess i contrato. A questo, por-
tant tai elmcnte n3o de direito,
ser quandomuito d equidad*.
Mas. senhores, o que equidad* ? A re-
grSpvariavel, inflexivel, applica-so a um
de factos; mas, por sso mesmo,
e muita* vezes, dura, cruel, desapiedada,
porqo^s rircumstancias do complexo de
factos podem variar. Vem entao a equida-
de, que tempera o rigor da regia; branda,,
flexivel, accommodando-se s circumstan-
cias especiaes, imprevistas do factos, das
pessoas, pos, dos lugares. Assim
que, a rgra a justica em abstracto, a
equidade. a justica em concreto.
Fagamos applicago destes principios 30
pedido da companhia.
Obrigra-se a companhia a construir a
via frrea de Pernambuco; Esta a regra,
da qual pretende atlastar-se. Que circums-
tancias especiaes, imprevistas, invoca a com-
panhia para que se Ihe applique a equi-
dad* ?
Houve guerra, forae, peste, naufragio,
nundac5o, ou qgaesquer circumslanpias es-
peciaes e imprevistas que tornem dura,
cruel, a execugao da regra ou contrato ,ai
que a companhia sujeitonse ? Nada tenho
visto allegar-s*.
, portanto, a equidade sem fundamento.
Apenas vejo alhidir-se a erros de esti
^ndalos as contas da compa-
niillpriaes, ou ohjectos remetdos
buco que aqu chegram ; ou-
'retes; at inglezes 'passeando no
BraKil. Tudo laucado coala da* despe-
vii ferr de Pernambuco Est
liqprso do nobre depitado pelo Rio
aneiro que fallou em 13 d outubro do
i passado. ao quarat o presente nlo
se deo resposta.
(Jue juizo emittiram os commissarios do
gqverno em Pernambuco? Apontram igual-
nenie esbanjamenlos numerosos, depre-
dages verdadeiras: cerca de 1,500:000(5
no contracto, Fumis a respeito de que nao
a explicacb aguma nos livros da compa-
nhia ; 200:0004 para obras escusadas, para
casas de morada de empregados. em villas
oo.cidades, gastos juiiciaes cima de toda
a necessidade ; viagem de empregados ; re-
|,eepcoes offlciaes ou presidenciaes; at do.
nativos feitos a matrizes! Tudo est langa-
ao Sr. Beliegarde. O governo,
nccessor esUr obri?
ia.iedade d IConlimur-se-ha)
irTTERATMA.
8J,T ^tS5irS(S&i.Wb como 3 favores cocidos i -
diz elle
com a concisTio de um m iibemalico, refere-
se s disposiges benvolas do Sr. Sinm-
b, isto i, vai examinar o "negocio, e se o
resultado for satisfactorio nao ter duvida
em attender ao pedido da companhia.
Senhores, como .aquilatar este periodo .
["aliando comtranqueza foi um erro fatal.
AffStoii-se o governo da liona do con-
ducta nobre e franca do Sr. Almeid* Perei-
ra. esqueeeu se do precedo que ensinam os
bdiiqueiros inteligentes. Quando se Ihes
fazem pedidos infundados de dmhe'iro-res-
pondem sem discussao : nao. Debateis com
interesse ? Estis perdido. O interesse e
tito sabio, tao eloquente, lo cnsnuante e
pathetco. que leva t-ido d vencida. Foi o
que occorreu nesta questo.
Mas, senhores, seja dito em honra dos
administradores a quem alludo : at aqui so
ha estudos prometiidos, exames autorisa-
dos, nao ha promessa, nem compromisso
algum. k
Referir como procedeu a semelhante
respeito o Sr. Manoel Felizardo.
Conslando-lhe que o presidente da as -
stmbla eral dos accionistas em Londres,
com os'estudos decretados, se julgra au-
lorisado a annunciar aos accionistas a pro-
messa de elevacSo de capital garantido por
parte do governo brasileiro, o que fez elle ?
Disse ao presidente da assembla geral dos
accionistas, officiou elle ao nflsso ministro
que nao ha promessa alguma da parte do
governo brasileiro ; que apenas se fazem
estudos para resolver-se como for conve-
niente aos interesses do imperio e nao aos
da companhia.
Cumpre anda fazer urna observarlo em
defeza daquees administradores.
Os estudos decretados muitas vezes nao
encerram o pensamento de atlender-se a
solicitages importunas; mas sim o de dar-
se urna solugo contraria esclarecida e fun-
dada.
Assim, pois, urna vez por todas fique as-
sentado : neste periodo n5o ha promessa,
nao ha compromisso algum.
Senhores, somos chegados ao qnarto pe-
riodo da companhia que aquello que vai
de 186i a 1870. *
Em 1804, o Sr. Domiciano Leite Ribeiro
remette cmara dos Srs. deputados pa-
pis relativos ao exame das contas da com-
panhia : declara-se obrigado a elevar o ca-
pital garantido at % 4(55,660, e pede fun-
dos.
No mesmo-anno discute-se nesta cmara,
a materia que approvada por fraca maioria,
levada ao sead \ em cujos archivos jaz
sepultada at 1869. Em 1869 o Sr. Antio
adhire ao compromisso do Sr. Domiciano
Leit) Ribeiro. Volta o projecto a esta c-
mara onde discute-se em outubro.
Em 1870 o honrado Sr. ministro da agri-
cultura d seu assentimento ao compromis-
so do Sr. Anto ; contina a discussao de
maio a junho.
E' este, senhores, o ultimo perodo da
jompanhia, em que ha compromissos da
parte de tres ministros.
Cumpre aquilata-lo.
Em que ordem de ideas se fundam as
pretenges da companhia ?
E' direito ? E' equidad* ?
Examinemos estes pcntos.
Senhores, o direito resulta do texto ex-
presso de urna lei ou de um contrato legiti-
. FOLHETIM
i m\ DEPOIS DE DRA
POR
Xavier de Montpin.
PARTE PRfHElHA.
0 MAROLEZ DE SMMAIBOT.
(Continuago do n. 143).
XI
Precan^es do preboste;.
Apenas o marquez e Julia haviam trocado
aquellas rpidas paiavras, voltaram-se Dio-
nizio e o tio Guilherme para elles ; mas
iain-Maixent j tinba largado a rapariga, e
esta, bailando a cabeca para melhor occul-
tar a perturbaco, fingi estar completa-
mente cecupada em retirar da mesa as
garrafas vazias.
O fidalgo entrou a retorcer c*m modos
dUtrabidos as guias do bigode, e a canta-
rolar por entre denles urna cancao da mo-
do, como para espalhar o somno. Os sol-
dados continuavam a jogar na extremidade
opposta da sala, sem fazerem o mimmo
ruido, em alinelo ao chefe, e especialmen-
te ao Ilustre preso.
Senhor marquez, di se a preboste
adiantaado-se, est prompto o seu qaarto,
e s* m'o permitte, eu mesmo Ihe ensinarei
o caminho.
- la agora pedir-lhe esse favor... pon-
ieron Saint-Maixent ; o que deveras sinto
9 o, ncomraodos que Ihe estou dando,
uianizio Robustel pegou n'uma luz, e
panhia da Babia.
O Sit. Al-glsto de Oi.ivi.inv :0 nobre
depulado n5o examinou bem os papis ; al-
legam-se mais algumas cosas.
.0 Sn. Aii.ujo Lima :Errw de estudos!
Senhores, semelhantes erros nao podem au-
torisar o. emprego da equidade. A razio
simples, a equidad* bebe suas in>p;rag5os
em circumstancas especiaes, imprevistas
do contrato, das pessoas. dos lugares, dos
tempos que lornariam dora ou cruel a ap-
plicago da regra. Mas os erros de estudos
sao inherentes a materias de semelhante or-
dem, a ornamentos e. plantas de estradas.
E' o que ensinam todos os horaens profis-
sionaes que se occupam do assumpto.
As oondiges, portanto, que aconlpanham
ordinariamente os contratos que est3o as
previses dos contratantes, n3o podem au-
tonsar. o uso da equidade.
Ainda mais. Reputis os erros de estudos
como condigo que fundamente a equidade ?
Abala-se a f dos contratos; torna-se tudo
inoerlo, vacillante e confuso. Nao ha con-
trato que nao esteja sujeito rescisSo por
semelhantes erros.
OSn. Andrade Fwceira : Tanto mais
que erara imputados esses erros aos agen-
tes da companhia.
O Su. Aracjo Lma : Favores, concedi-
dos companhia encarregada da factura da
via frrea da Bahia.
Senhores, j se disse nesta casa que a
posigo da companhias de Pernambuco e da
Bahia era diversa. Ponho, porm. isso de
parte, baseando-me em outras considera-
goes.
Semelhantes favores n5o podem autonsar
equidade. A equidad* tira seu fundamen-
to do contracto, das coodicoes especiaes
das pessoas, dos lugares, dos tempos que
Ihe dizem respeito. Ora, nada tem com
isso favores conferidos a outras companhias.
Admittis semelhante theoria ? Vede bem
os perigos a que vos expondes.
Se os favores oulhorgados a emprezjp
diversas autorisam a modificago dos con-
tractos, cahese em nma incerteza e vacil-
iagao espantosa, em um verdadeiro cahos
O Estado Qca de mos atadas para celebrar
novos contractos, porque todas as compa-
nhias se julgaram aotorisadas a pedir a re-
ciso dos seus contractos.
O Su. andrade FiouEiRA: o que se
tem dado entre nos.
O Sr. Aiuuo Lima : Senhores, notai
be n o perigo de certos principios. Em
1861 autorisaram-se estudos para que o
governo decidissq, com conbecimento de
causa, sobre a conveniencia de attender ou
nao ao pedido da companhia de Pernambu-
co, relativo elevagao do capital garantido.
Deste principio tito simples deduzio-se a
con'sequencia de promessa de -.oraproraisso.
Acceitaes hoje erros de estudos, favores
a outras companhias, como fundamento de
equidade ? Nao ha thesouro que resista ao
assalto, que resulta naturalmente de taes
principios.
Assim. nad ha que, fundamente a equi-
dade. E bem ao contrario, consideragOes
de grande peso combatem o pedido da com-
panhia com forga incontestavel. E aqui
tempo de dar conta do resultado dos exames
que o governo mandou fazr, ea Pernam-
buco e Londres.
Que disseram. os commissarios de Lon-
dres, apezar de inglezes ? Assignalram dis-
do contadas despezas da estrada de ferro.
0 Sr. Teixeiha Jnior : E d-se 'ga-
ranta de juros!
0 Sa. Araujo Lim*: Est no discurso
do honrado deputad pelo Rio de Janeiro,
que at o presente nao te** Tesposta.
Os Srs. Ministro da Agricultura k Au-
gusto de Ouvi-.in.v: Essa's despezas foram
glosadas.
Su. Abaujo Lua.-* J vistes, senho-
res aue m pme alguma do mundo dissi-
pgSes, depredaces do semelhanie ordem
possam autorisar a equidade ?
O Su. Ministro da Agricultura : Nin-
guira quer isto.
Sr. araujo Lima : Mis. dizem os no-
bles deputados, j foram glosadas as des-
pezas indevidas.
ver:!ade que o Sr. capitn Viriato, cuj
intelligenca e proficiencia reconbego, dando
o sen parecer sobre os reltenoslos com-
jnissarios encarregados pelo governo de ex-
aminar as contas da companhia em Pernam-
buco e Londres, glosou despezs na^mpor-
tancia de 1,425:000(5! verdade, confesso ..
O Sn. Araripe : D.'pois de exame
muito minucioso.''
O Sn. Araujo Figueira : N5o podia ex-
ammari 'as obras ainda nao estavam feitas.
O Sr. Araujo Lima:Sem me juagar
autorisado a emtlir um juizo definil vo
acerca do trabalho do Sr. capil3o Viriato,
deploro sua ausencia 5 porque" a estar elle
presente Ihe pedira explicag5es que tran-
qillisassem minha conscionca. Mas duas
consideragSes mostram, que ainda glosadas
como estao as despezas da companhia, nada
ganbam cora issso suas pretences.
Glosadas tedas as dissipagoes escandalo-
sas da companhia, ficariam as despezas ef-
fectivas reduzidas a Ibs. 465,660.
Em que p, portanto se 'acharia a ques-
t5o ? Pagai companhia lbs. 465,660 que
gastou realmente ; porque errou em seos
estudos, porque favores maiores sefizera'm
companhia da Bahia.
Voltamos ent3o aos erros de estudos, aos
flores feitos Bahia, cuja improcedencia
j demonstrei.
Taes erros e favores nao autorisam a
eqdade; reduzem os contractos a um cahos.
xpera o thesouro a assaltos sem lim.
0 Sr. Andrade Figueira : Muito bem.
O Sn. Araujo Lima : Senliores, a
honra um patrimonio sagrado que urna
vez perdido, difcilmente sa recobra. (Apoi-
ados.) Depois das delapidag5es. depre-
daces verdadeiras que estao probadas,
que a propria companhia aceitou na im-
portancia ae 1,425:000/5, podemos deposi-
tar f as contas de orna tal companhia ?
(Apoiados.)
Senhores, as contas da companhia estam
inquinadas de um vicio radical; a infideli-
dade s leis da honra, sim da honra, qu
faz o brazo do povo inglez. (Apoiados.)
A companhia nao tem direito a ser acredi-
tada. Semel malus, semper malus. (Apoia-
dos.)
O Sr. Andrade Figueira: Dspzas
que nao se podiam mais verificar.
O Sr. Araujo Lima : Sao. pois, de
todo infundadas as reclamacbes da compa-
nhia. x
Mas, a palavra, a hon>-a do governo ?
Ha aqui alguos equvocos que cumpre
tirar a limpo.
0 ministro, ou antes a fucg5o de minis-
tro, o3o tenho duvida em reconhece-lo,
urna Dessoa moral; perpelua-se em seus
successores; trmsmilta-lhes direitos, e obri-
gaces ; produz a solidarieJade ministerial,
e al nacional.
Mts, sniores, que direitos e obrigaces
refere-se a solidariedade ministerial ? Refe-
re-se aos direitos legtimamente adquiridos;
s obrgages legitimamente contrahdas.
(Muito bem.)
O ministro Yola todas as leis, as leis or-
gnicas, como leis funda mentaes do Estado,
POTTCO DE TUDOf
CABELLEJJUS.Succedeu ltimamente
em Londres um caso que a mnitos ha de
tirar os desejde de p6rem cabelleiras em-
prestadas. Um tal Sr. Hughes, couselheiro
de justiga.'tinha urna respeitwemibelleira
guardada na competente caixa, e um dos
seus amig' s pedio-lh'a emprestada por um
dia. O Sr. Hughes nao pode negar o fa-
vor ; o amigo sahio com a sisuda cabelleira
de couselheiro, que Ibe licava a matar.
Pascado algum tempo Joi o Sr. Hughes
visitar o seu amigo, que eslava dimocando
com alguns individuos de distinccSo. Es-
tavam-se desfazendo nos comprimentos do
estvlo; quando o co do consetbeiro conhe-
cendo a cabelleira de seu dono noutra ca-
beca saltou sem mais ceremonias aos hom-
bros do amptitriam, tirou-lhe a cabelleira.
deitou a correr, e po-la na cabega do seu
primitivo dono.
z com-
> Chlele t,
fiasco.
Sr. Bouchardy era, no s genero, um
ariisia e um escriptor sincero e tinba em
alto grao o instincto dos grandes effejtos
scenicos.
abri caminho, depois de fazer sua gente
um signal que foi perfeitamente compre-
bendido, porque logo se levanten um d'elles
disposto a formar a retaguarda. Ao mar-
quez, que era bom observador, nao Ihe
escaparam aquellas providencias ; nada dis-
se, porm, e fingind'o o passo vacillante do
homem dominado pelo somno, seguioatraz
do preboste, que era tambem precedido
pelo pai de Julia.
A estalagem das Armas de Franga, como
auasi todas as de aldeia, especialmente n'a-
3"ulle tempo, tinba s loja e primeiro an-
ar. Compunha-se este de urna correnteza
de quartos destinados aos viajantes, todos
com janella para .urna comprida varanda
cora grades de mdeira, que deitava para
o pateo. Ao fina- do pateo havia um te-
Iheiro, que fazia as vezes de cocheira, e
do outro lado, deronte do telheiro, urna
cancella que dava para o grande cercado
que servia de horta.
0 preso conhecia eslas disposiges muito
melhor do que Dionizio poderia suppor,
porque o viajante quem o tio Guilberme
hospedara dias antes,- e cujas feigoes Ihe
pareceu concordarem com as notadas no
prego, era o proprio Saint-Maixent.
Chegados ao corredor do-primeiro andar,
o preboste, guiado pelo tio Guilberme,
abri urna das portas lateraes, e arredou-se
para deixar passagem ao fidalgo, que de-
pois de sorrir-se em ar de agradecimento,
entrou n'um qnarto bem grande, guarnecido
s de cama, quatro cadeiras e mesa.' As
paredes eram caiadas, e o leito e_ janella
tiobam cortinas de lona com figuros estam-
pados, qoe-desejavam representar scenas
pastoris. O sofcrado era de .taboas de pi-
nito mal desbastadas, que estremeciam ao
menor abalo, rangendo fortefflente.
0 qaarto pobrito, observou Dio-
CATASTROPHE.Quasi todas as folhas
francezas do conti da que occorreu no
caminho de ferro deVienna d'Austria.
0 comboio do correto mixto, vindo de
Limoges, que chega estaco de Poitiers
s 0 horas e 47 minutos da manh5a, tinha
chegado a urna distancia praco maisou me-
nos de 100 metros antes da entrada do
lunnel de L. IBento, ultima estag5o antes de,
Poitiers, rf'ura sitio chamado Mauroc, onde
avvh tragada sobre um montculo, quasi a
pique, domina o valle de Clain d'uma altu-
r?. pelo menos de 5 metros, formando urna
especie de precipic) no fundo do qual se
esteude um prado ssaz estreito, que ter-
mina em poma. Alen, do prado, o mon-
tculo prolonga-se directamente no Clain,
Eram nerto de note horas emequando
o comboio ebegou a esta passagem Dengosa
de Mauroc, onde a va, dominando o preci
picio que aponamos, forma, alm disso,
orna curva Dastante pronunciada antes de
entrar no tunnel.
De repente partio-se o eixo d'um wagn
de carvao, n3o carregado. Resultou d'aqui
um descarrillamenlo, que separou da cabe-
ga do comboio esse wagn e cinco carrua-
gens de viajantes qae o seguiam. Todiesta
ultima parte do comboio foi empurrada para
fra da via e despenhou-se do monte.
Um wagn de terceira classe chegou
abaixo do montculo inleiramente despeda-
gado ; por cima deste wagn e sustido por
elle, pararam as outras camugens, o wa-
gn de carv3o, urna carruagem de primeira
classe, urna ^le segunda .e dois outros wa-
gons de terceira classe.
Os alumnos do grande seminario de Poi-
tiers, que andavam passeando all pelos ar-
redores, ouvindo a. bulha daqueda do com-
boio, e instantes depois os gritos dos fori-.
dos, correram logo em auxilio das victimas,
activamente secundados por dnVentes re-
ligiosos de S. Bento, e pelos viajantes do
comboio que tnham ficad > saos e salvos.
. Debaixo do entulho das carruagensescan-
galhadas lraram-se do< mirtos e mu'pas
pessoas gravemente feridas. Destas ultimas
morreram ainda no mesmo dia mais tres.
Um dos passageiros, JGustavo Guallon,
vendo que os wagons estavam quasi a
precipitar-se, quiz sallar pela portinhola;
tcou-lhe preso um p, e arrancou se:lhe a
perna por cima do artelho. O corpo eahio
no abysmo, e a parte arrancada ficou sobre
a va." J foi amputado.
O Sr. Guallon homem de raro sangue
fro, porque nem um s instante perdeu a
presenga de espirito, e*cohiava elle mesmo
as sensages que Uvera n'aquella tertivel
occasiSo.
No primeiro wagn de passageiros, que
levava muita gente, nao honve nem um s
desastre.^
JOS BOUCHARDY.Falleceu em Pars,
na idade de 59 annos, o popular autor dra-
mtico Jos Bouchardy, os seus annos
arte da gravura, e depois prncipiou a es-
crever para o thealro. onde alcangou ruido-
sos trurnphos nesses dramas d* grande es-
pectculo, que. gracis a um estylo particu-
lar a tal genero de litieraura. e o babil
aproveitaraento de historias tenebrosas, fez
n'outro tempo as delicias do que entao era
Chamado o bouleoard do crime.
As suasobras mais applaudidas foram :
Gaspar o gondol\ro. O sineiro de S. Paulo,
Lzaro ou o pastor de Ftorenca, e Joao o
cocheiro.
Nestes ltimos annos, o Sr. Bouchardy,
que continuara- trabilhando com toda a
convieco neste genero de drama9, que
passou de moda, vio-se desprezado pelo povo
e o seu ultimo drama, dad) no theatro do
CASO CMICO.Deo-*e em sKrten, na
Blgica, -ltimamente o segrate :
c Dois noivos que andavam em viagem
de recreio logo depois do casamento, para-
ram n'aquella cdade ; como tinham o dia
todo por seu, deu-lhes a phantasia para de-N
sejarem ver a nova prislo cellular, ainda
sem nenhura preso. Foram ter cem um
agente que se encarregou de arranjar a cha-
ve ; s 0DZ8 da manhSa entraram no edifi-
cio, percorreram os corredores, os presi-
dios, a capella, a escola, entraram a urna
celia, mecheram nos ventiladores e jas bo-
cas de calor, e dtpois occorreu ama das .*
visitas a idea de empuar a porta da celia
que se fecho immediatamente.
c Por desgraga, aquellas portas, s se
abrem pela parle do fra, de maneira que
os noivos se viram colhidos como que n'uma
ratoeira.
Baterara, grilarara, choraram, ninguem
appareceu, ningueralhes respondeu, senSo
o echo da infernera que elles faziam, re-
percutindo-se nos compridos corredo-
res. '
Passaram-se duas. tres, quatro, cinco
horas, e nada de novo.
t Estavam j deveras horrorsados, por-
que demais a ais o cicerone, especie de
lapuz muito crai 3o, nao fazia sen3o dizer
que tinha fome, e olhava para a joven e
terna noiva como um naufrago da Medusa
olharia para um bife com batatas.
t Imaginem as angustias que n3o soffre-
riam aqneiles riesgragados, sabendo que a
prisSo s principiava a receber presos I
t Felizmente, por volta das 7 1/2 ho-
ras da tarde, foi um operario fazer a ron-
da do costnme, ouvio os gritos dos noi-
vos e acaboulhes o sopplicio.
t Juraram que nunca mais iriam ver pri-
ses ceilulares.
nizio, mas a cama parece famosa, e por
urna noute nao fia remedio senao contentar-
se com isto.
Ora, adeus Eu c nao sou exquisito,
e em qualquer parte me accommodo, vol-
veu Saint-Matx.ent.
O meu qnarto aqui pegado, conti-
nulo preboste. Tenho'o somno lo leve,
que basta um sopro para me acordar ; e se
por acaso o senhor marquez precisar de al-
guma cousa esta noute, nao tem mais que
chamar, e, sem que precisa gritar muito,
nuvirei atravez do tabique, t3o grosso.como
urna fojba de papel. Terei grande satisfa-
c3o em'poder obsequiar o senhor marquez
n'alguma cousa.
Esteja descangado, mea amigo, de
nada precisarei 1 isto agora pedra que
cae n'um pogo.
Ainda bem, nao c 'por mim, mas
pelo senhor marquez/ quem respetosa-
mente dou as boas nouies.
Dionizio, que, segundo vemos, era bem
educado em todos" os pontos da cortezia,
poz em cima da mesa o castigal que levava,
comprimentou e retirou-se aos reoues,
para n3o voltar as costas ao importante per-
sonagem 'confiado sua guarda. O prebos-
te, ao sabir, fechou a porta, e confiado ns
precauces que ia tomar, o5o julgou neces-
sario passar a chave para a parte de fra, o
que seria offender o preso. O marquez
ficou escutando com o ouvido attento e a
respirag3o suspensa. Estremecen de ale-
gra ao certmear-se de que a chave nao
gyrra na fechadora, e disse entre si :
Tudo vai bem Gragas minha boa
estrella escaparei sao e salvo d'este Jlporo.
Punco Ihe durou todava o regosijo, e
um instanle depois o semblante do fidalgo
mudou completamente de-expressao.
Dionizio deixou provisoriamente orna sen-
ASSASSlNATOlNa roa de Montorgueil,
Pars, commetteu-se um assassinio provo-
cado por um motivo singular.
Dous mogos, Estev3o A... e Luiz R.
tinham passado a noute alegremente, e vol-
lando j cada qual para suas casas, urna
hora da noute,. pararam om instante no
passeio.
All estiveram um pedacito conversando
com certa animag3o. porque os dous n3o
tinham giKidado letra as cegras da sobrie-
dade.
De repente abrio-se por cima d elles urna
janella. no primeiro andar.
N3o farao favor de se calar, pedacos
de mariolas, grita urna voz de mulher.
Durma e feche a janella, minha se-
nhora ; Vmc, est em soa casa, nos esta-
mos na ra. Passa fra, sua velha relba !
berraram os rapazes.
Fortes desavergonhados responden
a mulher.
E atirou para cima dos seos interlocu-
tores as mal cheirosas materias cuntidas
n'um certo vaso branco.
Os mogos ensopados no desagradavel li-
quido, entralam em alta vozera, e no sea
desespero, dirigiram tal mulher uns epi-
thetos deveras grosseiros...
Esperem que eu os ensino, gritn
urna voz de homem.
E fechou-se a janella.
Mas abrio-se a porta da ra.
Sahio um homem que se atirou ao Este-
v5o e encheu-o de facadas; volton depois
para casa ; em quanto a victima cahia no
chSo, toda cheia de sangue, que corra a
jorros.
Os agentes da polica vieram aos gritos
de Luiz ; levantaram o ferido, levaram-no
para o posto medico, onde Ihe prestaram
os primeiros cuidados, passando depois para
o hospital n'um estado muilo serio.
Oassassino foi preso.
CURIOSO ANNUNCIO.O Seguinte
publicado dor um jornal americano :
t Um rapaz, que possua a experiencia
dos negocios, que recebeu urna educag3o
liberal, deseja obter urna posigo que Ihe
assegure o ncessario para viver, e na qual
possa ir subindo a forg de energa e activi-
dad". Sabe de costura, de esgrima, de
lavar e engommar, o latim e o grego, as
linguas vivas, e em tendo a penna na m3o,
tanto Ihe imoo.ta escrever de economa po-
ltica, corao.da domestica. Offerece os seus
servicos para director de hospedara, moco
d* casa de pasto, ou secretario intimo.
tinella no corredor, defronte do quarto de
Saint Maixent, e tornou a descer a escada.
Meus filhos, disse elle aos seus su-
bordinados, com a amavel condescendencia
que usava paoa toda a gente depois de fes-
tejar o deus Baccho: nao lhes oceultarei que
o preso meu ver, un perfeto cava-
Iheiro, e tio innocente como a pessoa mais
innocene c d'este mundo ; mas isto nao
faz ao caso Innocente ou culpado, repre-
senta para nos urna quanta de tres ml *,
que n5o m pechincha nos tempos que
vo correndo. preciso, pois, guarda-lo
com todo o cuidado. Fabricio e Thoraaz
vopostar-se no meio da ra por baixo da
janella do quarto do marquez ; Gilberto de
viga escada, e Jacob e Andr que fiquem
de sentnella no pateo, sem perderem de
vista a varanda. As ordens sao eslas :
suppondo que o senhor marquez tentasse
evadr-se(,qoe de mqdo algum acredito),
Ldiligeociar3o agarra-lo, pedir3o auxilio, e se
infelizmente, surtisse effeito a sua tentativa,
e n3o .heuvesse meio pacifico de o capturar
agarrem ajuma pistola e desfechem sobre
elle muito respeitosaraente, mas sem d.
Julia, escondida ao canto da casa, ouvio
dar estas ordens terriveis, e inclinando
tristemente a cabeca, entrou a chorar amar-
gamente. Todava, quando Fabricio e Tho-
raaz se Jispunham a sabir para o seu poste
na ra, cobrou a rapariga algum animo, e
s escondidas, dea Fabricio urna grande
garrafa de agurdente, dizendo-lhe em voz
baixa :
Urna noute ao relente nSo nada
agradavel : tome l iste para Vmc. e para
o seu camarada, mas ao preboste nem
po.. '
A garrafa, apeiar das colossaes dimen-
ses que tinha, desarjpareceu como por en-
canto na algibeira de Fabricio, que, para
demonstrar a sua gratido. levou a mo
bocea e alrou um beijo mocinba. Dio-
nizio j sahira da casa de jantar com Jacob
e Andr ; collocou os seus horaens nos seus
poslos respectivos, e satisfeito com as dispo-
siges que tomara, tornou a subjr a escada,
metieu-se no quarto contiguo ao do marquez,
que reservara para si, e disse ao tio Gui-
lherme :
Agora nos. Ainda espera alguem
esta noute ?
O estalajadeiro fez com a cabega um sig-
nal negativo. .
Eolo de suppor qae nao ter in-
conveniente em fechar a porta da estallagem,
nao assim ? ,
Nenhum inconveniente, e j eu lena
feito isso, se o senhor c nao estvesse ; or-
dinariamente, em sendo nove horas, dor-
mimos todos somno solt.
Ora bem ; quantas portas papa a ra
tem a estalagem ?
Tem duas.
E o pateo quantas ha ?
Duas tambem.
E para o campo ?
Ha urna s, nao contando 3 cancella
da horta, que um cercado sem sahida.
De maneira, qu ao todo sSo cinco
portas, por consegonte cinco chaves;
tire-as quanto an:es das techadoras, e tra-
ga m'as.
EntSo que vai faer com ellas ?
Nada, absolutamente. Mas diz lo
dictado: homem prevenido... em summa,
cautella e caldo de gallinba, nanea fizeram
mal \ doentes; est-me parecendo que dor-
mirei melhor com as chaves debuxo do
travesseiro ; imagino que s3o as tres mil t
promettidas, e. ponho-me a sonhar com
toda a casta de felicidades.
Obedeco ramediatamsnte.
t
/
* 1
Vmc. um homem de bem, seu com-
padre ;-em eu estando com o govemador
civil, hei de fallar-Ib* seu respeito.
Cinco minutos dep is d'este dialogo, esta-
vam em poder de Dionizio as chaves de
todas as portas./ O preboste descalcou as
botas de montar, despio a fardeta, pez em
cima de urna cadeira a espada e as pistolas,
enfiou-se pela cama com sentmento de pro-
funda voluptuosidad* ; e d'ali a pedacinbo
j dorma e roncava como o tubo de um
orgo.
de notar que minutos antes do no
Gu.lherme interceptar toda a com>nuicag3o
entre o pateo e o andar terreo, a linda
Julia achou maneira de offerecer aoshomens
alli collocados, nao s urna, m9 at duas
garrafas de agurdente, .que os soldados
gexitaram como, se fose o mais benfico
man cahido do co.
Pelos modos, coxixou um dos homens
em ar de profunda convcgo, de que os
outros camaradas parteciparaui, esta rapa-
riga sabe e comprehende que o sexo fraco
deve prestar aos militares toda a casta de
favores, boa parte, toda a vez que enes
os merecam... Esta agurdente hade
ajudar-nos a passar a noute alerta sem nos
aborrecermos ; despejar as garrafas
saude da elegante fidaigole, como as leis
da galantera prescrevem todo o bom
soldado.
Julia j se recolhera ao seu quarto, que
era no fim do corredor do prjmeiro andar.
O estalaja leiro mandn Collassa e Jacubio
para os seus respectivos sol3os, e encai-
xando na cabeci .0 barrete de dormir, met-
teu-*e pela cama abaixo. Toda a casa ficou
em profundo silencio, perturbado umea-
meute pelo estrepitoso roncar do preboste.
"* r r {Continuarse-ka.)
TYT.DO D Ako r~ RUa"JQS 0B CAXIA
I
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*


m
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Full Text
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