Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13069


This item is only available as the following downloads:


Full Text
*tM,"i t^tM
A, ixi
t '



f
b
tOk A CAITU E LCAUS OIBE 140 fA
^''O'-t' I jr^M lyl: BinJ

*iTMM' t".
ei;<
ano 4 rou n imiM
PAUTE (ffTICIAL.
oh* do E*ninho no *' districto, oreada era.....
99IW0.
C'.imiauoicoa-e a thesooraria provincial.
_ Ao oomraaodante do carpo do polica, auto-
sands o enga amento do paisano Mantel Pereira
da Silva, se fr iduneo.
Portara :
---------' ; ;----1-----rI---------------------------------4
?<** 4a provincia
BXPUKENTB DO W.\ 90 DI USURO SE 1871.
Actos:
0\i*esidentbda provincia, tomando era con-'" A caara municipal de Olinda, approvando
sideraca fue poto inspector da thesnuraria os contratos que remetieu por copia.; davendo no
demnm offi:io de h-mtem sob n. 35, e de de rendas o contratante renunciar todos o ajos
conformidad* > o decreto n 3,884 do l de fe- fortuitos, de cooformldde com a li de B de
vereiro de 1861, i dreular da ttaesoaro nacional n. dezembro de 1861.
431 de 13.de etembro do mesmo anno. resulve
abrir sub a responsabilidad* da provincia um ere
enM-e0,sa|.'0ffid88 que se DCybem do jalases, sotero, S. Jos; phtysica palmo- ao.de*nvolvi.,eoted4Mve,t,caot h&,nd0 ebegar
concertos da ordem di qae demanda o nosso wthnaLr r e*apor, .se et-meoio emita *. mir por trra,
dito na importaneia de 34245$) para as despezas
da rubrica Aisaoae & i" uiiniaieno da guerra
no ejercicio de 1969 a 1870, orno se v da de-
moastracfo annxa ao citad ofB-io.
O prndenle da provincia em vista do offleio
do Dr. ctiefe de pulira n. 71 de I* do corrate,
roselve xioerar o cidseao Venceslao Antonio
Duarte do cargo de 2* supptenie do delegado do
termo do Limoeiro, visto nao tor querido prestar
juramento.
O presidente 4a provincia, einformndose
eom a prooosta do Or. ehsfe de Alicia em offleio
a 74 de 17 do crrante, resol ve no near para o
Ufar de 2* sappfento Jo delegado do termo do Li-
rooeiro o iridaJao Jos Rufino de Miranda.
O pre-n lente da provihtla, couforraando-se
eom a prip-.su Jo Dr. choto de polica em offlci >
a. 74 le 17 lo corrate, revive noraear para o
lugar de 4 suplanta do >ublelo*ado do 1* dis-
elo do tefma da Serinliiem o cidado Jos Elea-
torio de S ral'Anu.
- Expediram-se as necesarias commnnicacoas.
Offleos:
Ao desembargador proveior da Santa Casa
de Minerieordia, aoprovaifio a dolioeraca>, que to-
uwo a respectoa junta, de aceeitar o offereciraeo-
to frito peto Dr. Eslava o Csvalcante de Albuq 1er-
qoe para substituir gratuitamente ao cirurgiao do
coliegio dos orph"s e casa dos expastos Francisco
Jos da Silva, durante o scu erapediraento.
Ao Inspector da thesouraria de fazenda, afim
de que mande pgar as pes.vus complanles, por
conta do crdito concedJo pela ordam di tbesou-
n nacional n 326, de 33" de novembro ultimo, a
quantia de 9811370, constante das cuitas juntas.
Ao inspector da thesnnraria provincial, di-
zendo que ple mandar realiaar, conforme propon,
o pagamento de 6:0004000, devido a Casimiro
Res Gome- da Silva, adi-mundo o cofre da the-
sonrana a quantia de 3:G7SiO. faieudo-se a re-
posicao pela caixa especial de fardameato do cor-
ito de polica, a proporco que f ir sendo possivl.
Ao mesmo, concordando na me lida, que pro-
por, de ser paga a importancia da i prestacio
das obras da ponte do Catinga, dep-ds que a as-
semb'.a legislativa provincial votar o preciso ere
dito.
Ao'mesmo autorizando o a proceder, de con-
ormidade eom a sua informacao ac rea do paga-
mento que pede a aX'prsca do corpo de polica,
Joaquim Jo^ Rodrigues Jnior, do premio de en-
gajamento oaqulfe eorpo antes d^ marchar para
a gueira do Paragnay.
Ao mesmo, rdoommen dan Jo, que, em vista da
informacao junta por copia do delegado do 3* dis-
Iriete do termo do Recife, mando efectuar, se nao
houver mais inconveniente, o pagamento da quaa-
tia 154840, dspeniida com o firnecimento de fuz
para o quariel do destacamento da freguezta de S.
Loureoco da Matta.
Por esa ih-;s mraria maoiiiose pagar :
Ao empreitairo d>caleamento d cidade a quan-
tia de 19:7234043, que -tem direito por havt-r
exeeotado no me de dezembro ultimo, servico a
ella correspondente.
A lvo Duarto de Seona Maura a de 108*000.
despendido no me de jullio ultimo com o su tanto
de ama forc de paisaons, i;mpregada pelo subde-
legado da freguazia da Floresta aa captura de cri-
miMsos.
JSxpodiram-.se as necessirias communicaedas.
Ao capito do porto, mandan 1o por em lber-
dado o reernta de marinha Jo i Moreno de Si-
queira.
Ao director do arsenal de guerra, recom-
mendande que faca rccolher aquelle arsenal os
utensilios das guarnas de palacio, Utolour.im, al-
fandegs enfermara militar c ca.-a de deteoco,
que por eslarem inserviveis Aram dados em con-
sume egna.lo coete dos incluios termos, e man-
de fornecer etn substituirlo aquelles o- vos utensis,
de ccpformidale com o pedido junio.
Communieou-se ao general commandante das
armas. .
- Ao eogeolieiro eucarregado das obras mili-
tares paqa ipaicUr coliocar um ferrolQo na porta
do xadrez do qtaartel i 2 batamao de intantaria
concertara.respectiva fechaduri.
Inteirgeneral ciHnmaniaitc dai armas.
. Ao chefe da reparlicao das obras publicas,
eracdendo a autors^cao que solicitou, para man-
dar executar poradministracSo a obrada pontezi-
Despachos
Augusto Grea.Infirme o Sr. provedor da
Santa Casa de Misericordia.
Bar) do Llvraraaato.A-thesouraria provincial
com offleio desta data.
Bario do Livraraento. r- Pasee portara conce-
dendo a prorogacao requerida,
Fr. neo de Sal Auna Rique. Informe o Sr.
inspector da inesouraria provincial.
Fr. Erico deSant'Aona fique. -^Jnforme o Sr.
mareebal commandante das armas.
Honn |ue Carnairo de Almeida. -Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Jos Mana Ferreira Braga.Oinja-sa a thesou-
raria provincial.
Jo.q um Jos Rodrigues Jnior. A' thesoura-
ria provincial com offleio desta data.
Miuoel Sezmo de Alnuquerque Maranho.
Concedo tnota dias com ordenado somante.
Manuel Teixeira de Carvalho Ralalo.Attestem
se quizerem.
Raymundo Felippe de Santiago Bragaaoa.In-
deferid.' vista da inf-irmaeio.
Dr. Sy.nphronio Coutinho. Informe o Sr. com-
mandante das armas.
EXPEDIENTE 00 SECRETARIO.
Officios :
r- Ao juiz de direito da primeira vara, dizendo
fiear a presidojrcia inteirada de haver nomeaJo o
bacharal Augusto Carlos Vaz de CHiveira para
exercor intennementa o lugar de promotor publi-
co la c<-marca do Recife.
Ao juiz ilo direito da comarca de Santo Au-
llo, declarando estar* presidencia certa de adiar-
se concluida a revisa dos jurados daquelle ter-
mo, leudo sido apurados 184 jurados na lista ye-
ral e 115 na espacial dos suptenles .
Ao capitao do porto, participando baver a
presidencia inJefertdo o requenmeoio em que o
recruta Raymundo Pelip, e de Santiago braganca
pedia ser alistado no exercito.
A gerente da corapanliia Pernamboeana
declarando, de ordem da presidencia, que pode
fazer seguir para os portos do norte e sul, os va-
pores Pirapama e Jagtiaribe no dia 31 do eor-
Kllfl|Ott i PIBAO
pealo mechapico de imprimir ofljirw
Na imposaibUtda le de realiar boatem
cansino o concert, que esperamos fique
prompto boje, tomamos a d^ib^aoSa da
imp itnir a'uma peqaoaa machina otijp*'
gioas apeoas do Diario, para nao dentar
de dar noticias do qae ha.
Relevem-nos os nossos leitSras e assig-
oantes de orna falta, qae n2o podemos ob-
viar, por maior que fosse a somma de es-
forcos qae para isso empregimos, e creiaai
]ue a sua contrariedade
oaior do que o desgoslo qae nos causa
'sse acontocimonto dolorosiseimt para
us.
Nos tralaremos quanto aolaf de obviar
'ios acontecimeotos mandaado Buscar outra
itiacbioa que nos poaba coberto de seme-
liantes faltas, facilitaodd-nos a impressSo
do Diariojita urna, qaando na outra n5o o
pdennos fazer.
Kssa protnessa eremos qae garantir o
futuro, e deve valer-nos de alguma forma
as desculpas qae boje somos forjados a so*
licitar.
AUTORIDAD!? POLICIAL- Por portaras da
presidencia da provincia, d JO do corrate;
r*ii exonerado'de sapplente do delegado do
termo de Limoeiro, Woncosl) Antonio uarte,
sendo nomeado para o substituir Jos Rufino de
Miranda.
F.ii nomeado i* supplente do subdelegado do 1*
districto do term^de SerinhSem, Jos Eleuterio de
Saat'Anna.
(NDKMNISADOlW.-Reunio-se hontem a assem-
bla geni dos accionistas da companuia de segu-
rosJndemnisiSora, e, depois da leitura do rala-
torio aauo e approvacao.das contas, proceden-
se eleico dos. novos funecionanos, qne sao :
Asumida g*ral. -Bario de Campo Verde, pre-
sidenta ; Autiinio Gomes de Miranda Leal, vice-
presidente ; Francisco Ignacio Tinoco de Souza, e
Manoel Jos aa Silva Guiarles, 1.a, e J. aecro- do de fazer seguir seos vapores nos das n
tarK>s. dos, ha sido" sto devid >, ou ordens supari.
Directoraoio da Silfa Regadas, Antonio que nao pode deixar de obedecer, ona algon
Jns Leal Res, e Jos da Silva Loyo, directores; dif-ret maior, que esia fera de todo o alcance
Francisco Ferreira Bailar- e Jos Antonio de Car- das previsdjrs* humanas.
appmxme do moral m caoirot productores, d'onde
f"eris que veno hj- o mercado, quasl qde
MBom intsrpeee deixam ao lavrador por causa
da. careatia do transporte.
Bailo sim, cora o resaltad J'essas esiralas
__________ deesa navegaeo, final nenie eom a fa-Hilada da-
oetemnmcaceVs, viri< tambera o augmento da ren.
Km o artigo que tb-a epifraphe de oonraai- .9" *"a de sobra para fazeremse iardios.
caao aptareceu, flaatem em sen acreditado jr- ediflews poWicos ole.
MM, faz-je ama injusta insiauacao ao actual ad- Somos, poree, f-rgt confassr, e eatretam-
mtnisirador da provincia, contra a Corapaohia v"*os. no meio da abunlancia de riqueza*.ina'.
PemtBNana. oowa pbreu proven de nao termes sabido at
O communieante, principiando por tecer meriv; ',l' applicar eonteotenieraeaw na explora?!
DiO e cortamente idos encomios, no que oacompaohamos, ao Kxm d ellas oa pequtiQos recursos deque disp-Kn-.
Sr. couselkeiro Diogo Velho Cavaicanii de Atuu- Causa-nos estraneaa, p'ois, a mjmiica e anfre-
querque, que ha pouco tao iigaamanie oceunra B ^^ C0" qut o ommnnicante se atira compa
a pasta da agricultura, coraraerelo e obras publ- nl>i* eosteifi, q abo d-morar-nos nos el igjjs de
"V ^? otti* <,ireec*>. bei eonw na presiden- eia do Cear revelou a maior energa e ac ti vid de ao ommuoicaote, em ralaco a-ts eonv>itivo$ di-
a par dos mais saos principios de justica, parece videndos que esta companbia, cuj xi-ieueu data
querer assuralr o carcter de mentor de S. Exc_ r*n de ti anuos, nos ultimos 5 ana
indicando-lhe as neeossidades publica mis nrgen- Ia8 teT> repartido aquelles divid iodos, i-s quaes
tes da provincia, de que elle fez ama ligeira rete '"d' Md-> na rato te 10 p->r cauti ao anno, pre-
'iba, e na qual deixou vdr que a G-irapaahia Per- ,iUWn *> pef^ont do capital emitido,
aambucana nio Ibe mereca benevolencia. Mis a sora* la iodos asies di video 1 s reparti-
E asim qna o com nunieaote, locando de levo daraanto 0>r 19 anuos equivale a milito piuco
as est'adas, pontes, edificios appropriados aos va- n,<1!9 de i a mam por canto ai anoo
nos ramos do trrico publico', mdioa ora a mu ^ra diz que licam relu'.ido- e sublileta a aeejjssidade dajCoostruccio de um jar- \ 'ivl-lenlos, qj te>n dad > a oompautaia cosieira, a
di a publico aae, diz elie, corresp-inder aos votos Qaa> e.'ujr.-gi caolenare da pas oa's, move durao
de urna popalaclo de cam mil alnas, e salUud > te u anQJ. e d lugar a parmulta nasu capital de
por cima V caleamento (unlea maneira por tue 'nuitos mil cootns de reis, promove o desenvolv-!
n elle se pode andar) investe contra a compannia ,n''010 do o uuneroo e da agricultura com-i um !
de navegacio eosteira, cujo eootrato entende o P'^rosoauxiii-ir, ficmti as wama.-edw ewe to-
eommuoicautj, precisa desde j ser retocad., se J\'w ,cl*r** parcorrid-s pir saus navid*, e que
nao rescindido I flialraeoto ptt todos estes s*rvics raepeciaem wt
Para de algna modo cohodstar tao infundada Vn W'lwp Pa^,' aiteuSo a favores do gover-1
assercao, nai irepidou o coramuaicante em fechar a"> a!,8 d-ltir le-lho tam as subv-oc,J, dar se-
os olhos verdade para afflrraar, que o servico 'na'a 'oda a pr uaccli stlm de que alargasse lamo
irregular do* navios da corapaohU ea sna imp-n- iuntn p ide-se i ev.hera de sna n ivegacao.
tualidade sao afictivos ao commereio, ao pisso* -Bes nos. purera, unt cijnsoUc.io, e que a
olnd eeqaerdo, cujo mal soffria a oMo aaaoa. o
do qual me acho vre, venbo pelo prmiiti mi
mfesiar ao illustrado facultativo todo o meo reea-
nhecimento que anda sabio de ponto por ter ite
apena exigido urna dimmota remuneracio pela
operaciod que falto. '
Deculps Sr. Dr. Gnilherme laegeli, se por.
ventura com esta miaba aVcUracao posso de al-
gara modo offaoder a sua rao esla.
Recife 24 de Janeiro de 1871.
Rita-Marta da Natividade ilagaikatt.
Casos difoidosos.
Temos (ido em algn jornaea desta capital as-
lausiicas e ioforraacoes de alunas mdicos sobra
a febre amarella que na opiaio dos mesmos era
l faz crer qao de 58 casos s lbe morreram 8 a
,utro-z_te 16 ; e a respailo temos a rxindera
que duvidamos como essas coras se teem dado, a
nenos u,ue oo sejam por mllagre, por quanto
segundo abasados autores que escreveram sobre
s den?as dos eur ipeus nos paizes qoentes, como
Dutroulau, e outros das infeccionantes o contagio-
sas como Gnesinger e /. Lind e mesmo pelas obser-
vares dos medico praticos de nossa provincia,
sabemos que da feore amarella, como d'ealras mo-
lestias da masraa naturaza, morrom pelo meos
um terco dos accomettids no tempo de sua
erupcaj,
Logo que valor podemoa dar ana algariamM
des-es estatuticos o informantes, quando para
opp ir-lbas temes os verdadeiros homens da scien-
ciat
E n juaato ai) apparecerem melhoros explica-
cSes, permaneceremos noscasos duvidosos. "

rgle.
Repart?ao da polica.
seceo.N. 105.Secretaria da polica
valho, supplenies.
Commissao fiscal.Solo Quirino de
Jos de Si Leitio Jnior,- e Luiz Jos
Amorlra.
de PAi.LECIMENTO.Ante-hontem m
i.
Peruambco, 21 de Janeiro dt 1S7I.Illm. e Exra. ceu, victima de febre permeiesa, o pianista Em-
Sr.Levo a coahecimeBto da V. Exc. que, se- uianuei Casalbor". juea pouco raafe de seia mezee
gundo consta das partiepac,u>3 recebldas hoje 'e achava entre d.
nesta reparticao, foram h.ratera recolhidoa a casa ~-~-.-.~ ~
de detencao os segnintes individuos :
A' oraera do subdelegado de Santo Antonio, ,
Candi f Jos Cynaco, por espancamento, e Ray- com a galera ingiera Globe, indo de Nay-Port para 2J5!**2, SC ^ue.,Da,l0 l?rn .corndo
mundo Gomes de Andrade, por suspelias de ser s. Francisco da California, com 19 das de miera, f/^ tftsenvolvimento do eommercw desta pro-
cravo e andar fgido. ^ no da 7 do crrante mez. Tioe,a e 3ue a cooipanhia recebe vantajsissi no subsidio ^>em dos veMaimni intaressas d*a provinoi, h
os cofres graese provinciana e roparte convida- "'un juera pause de maneira diversa do co nrau-
fit-oi dividendos. meante.
Tive era Btenifftto erro o comraunicaate. Ono justilMao da opportaai la-te das obras
A corapaubia eosteira prima pelap-jntuaKdain/'ia^jndi.M, ->'nmunicant*apra'si- e faz timbre em curaprir eom a mai* escrupulosa qu ler-i que o palz atranessa desassombrado
i; e se porventura alguma ves tera deixa-; ** diflkuldadei ele.
marca-'. 0'*. o-o o nau-ernta qie -i un simples
...iras, o ja^J'-irtir, |nrace que decrahece, o qae sejam
que oo pode deixar de obedecer, ona algara caso diffl "U'dides
Onde ja vi > o eoraraomeante poci de m ores
diln.-,ullade 1
IgiMra p -r ventura o estado do commereio, os
baixos prce is dos gnr-s d plliz, qm tam produ
a-Jo urna verdadera crise finaocajra?
D-^conh-ie* as males causa 1 >s pela secca
agricultura .|ue ded-iha a faua da braon?
.N> saboqttil o estilo sanitario la provincia e
Mas factos rarissimo oodem jamis Armar prin-
cipio, estabelecar regra ?
O commuoicaate, se nSo est dominado de m
vontade pela compannia, revota talskiade Inde-cnl-
pavel da, sera conhecimeoto de causa, emiltir jui-
zos que eompromettem sea criterio.
Lea, examine os raapuss que acompanhara relatorios da companhia de navegacao qur a vi- mareo, para a sna prosperidat'-* T
A' ordem do da Uoa-vista. Mara Senoorinha da
Conceicao, por crirae de offansas physicas ; Ma-
noel de Soua Fernz, por desirdem, e Falismina
de tal, como indiciada era crime de furto.
Deus guarde V. Exc.
Illm. e Exra. Sr. canselhero Diogo Velho Gaval-
IIOSPiTAL PORTUGBZ.- No dia 14 exwtiam
em tratamento oeste estibelecimento 40 dueotes,
entra rara de 13 a 21 d correte 23, saJuraa cu-
rados 16, falleceram 7; ecaram existindoiS.
LEILAO.Amanbaa 26 do eorrente deve ter la
canti de Aibu merque, diguissirao presidente da! 8r, no primefro andar do sobrado da ra do Vi-
provineia.-Ltii2 An/onio "rnamf Pimleiro. Bario *. 'lio de ara vanado sortimento de
ferragens finas e francezas, as quaes fazem parte
do espolio do finado F. Dubarry.
LOTKRIA. A que se acoa a venda a 180' a
beuefl -io da igreja do Senhor Bou) Jetos dos
Martyrios, a qual se extrahir no dia 27 do cor-
ronte.
PERNAMBUCO.
REVSTADIARIA. .
AOS NOSSOS LEirOHES E ASSGNAN-
TiS. E' com o maior peaar que vimos
sul citar boje dos oossos leilores e aisig-
'jantes muidas tlescu'pas pele falla iovolun-
taria era que. por torca das circumstancias,
somos obrigad s a cabir.
Hoje distribuimos o Diario canteado ape-
nas doas paginas, com o qae ha do mais
importante. *.
Obriga-nos i. isso o estado em que se
acba desde hontem pela manbaa a nossa
machina de imprimir, teado-se-lbe quebrado
urna peca muito importante, e da qual de*
pa ule o seu movimento. ri-. <
Ntnguem ignora quao mal moatadae sao
azulado, nariz encarnado, pmulos averme-
Ibados, e anda depois de ludo uto nao se
ter feito idea exacta da realhJade.
N'uma cidade, qualqaer polica teria pre-
so aquelles sugeitos, tomando-os sem besi-
lacjk por ladros; mas no logarejo n3o ba
va polica.
A casa nica da taborna era baixa de le-
lo, e bavia pella tres ou qnatro mesas de
pinbo, branco n'outros lempos ; all, s ao
domiogo, depois da missa, se enconlravam
algans oasados bebedores.
Osdous palifes installaram-so dianto de
urna das mesas, e um delles priocipioo a
bater epih um nodoso ccete que._le.yava na
imio, gritando com a voz colrica :
O' tabeiiielro do diabof 8*a'tabolata
nao. jente, das de comer-e de beber. Vira
o focitmo cS para e>da banda, e trata de nos
dar o que a gente quizer, qaando nao-fazo
mos-te as orelbas em picado.
O taberneiro, pobre aldetio, peqoeao,
CEMITERIO PUBLICO,
de Janeiro de 1871.
Mara, branca, Peroarabuco, 4 metes, S. Jos;
convulsoes.
Jos do Egypto, branco, Peruambco, 10 a-inc-s
so'teiro, menor do arsenal, Sanio Antonio ; cma-
ra de sapgo. .
Fraoci-co, branco, Pernambuco, & annos, Santo
Antonio; ceuvuUoes.
Mara Theodora da Ponceea Cunha, branca, Per-
nambuco, 80 annos viuva, Boa vista; velhlce.
Dt-IQna Gomes, branca, Portugal, 97 annos, casa-
da, Graca ; febie amarella. _
Jalla, branca, Pernaobueo, 8 meses, laa-vista
convutedes.
FrederM-o dos Santos, branco, Portugal, 23 sa-
nos, solteiro, Santo Antonio ; febre amarella..
Manoel Marques Ribero, Portugal, 14 annos,
solteiro, Boa-vi*ia ; febre amarella.
Jos Joaquim Ferreira Coelho, pardo, Pernam-
vapores. .
A manlra por que se aprsenla o autor do eora-
municado, qherendo-f3zer um jirdim castada
orna empresa de navegoeo, mostra bem claro,
qae se nao elle jai diueiro, comtud mf-m-i a
oda empreza da provioeia, concedeado se o-
nseiro lagar vis farrea do Recife S. Pran-!
Neste peas intento sappomos que ningaem
o acorapanaar.
Sem duvida todos applaomrao a idea de um
jardira publico, mas era toda parte sao elles fono?
e costea tos petas edilidades
Na Inglaterra, grande parte d'elles tras prac is
sao at prurieJado particular, e para os <|Oies con-
a corre esponianeamen:e a p i-ulacao qne u'elle se
"lOtilisa; ouoca, poru), pelas reodas praviocia-s
para este fin votadas pelas assembleas provin-
ciaes.
Sera. P-BS.JXS'* "npti-ir > pvt desalo nbrado
pre-entemonte d difficuida 1es T
Puja jiint-'zi de--ta apreciaci) p)da-se mu bem
iofe-ir a i ni i tic i com que o commuaicaata se
atostroa ini'.-is) a crapinhi eosteira.
, Nao quereuMS crer que o tlz* menle; peio confarii, supo-unos que foi elle vio*
Urna desua illi.n-ia-la boa fe.
Gaya ana.
F0LHBTH
i VIVA IPIS n MORA
; pob
Xavier de Montpin.
PA K TBaBip^IBA.
VOaHSSl 0E1W
(Gootinuaco don. 19;
XLV
Nof fcaos qae se steodtam oo sop da
001013 d# que j temos fallado, bavia um
logarjo ou, para j&elbor dizer, um con-
jancto de amas trtata chocas de pobre as-
peao.
Uou daqaellas cabanas, de aspecto anda
Sisravel que as oatras, era urna es- franzino e contrafeito, que eslava chamio
m ou, para melhor dizer, urna ta- com as costas para a ra, voftou-se aos gri-
tos, e ficou"petrificado ao ver.os freguezes
9er voilado meio dia, doas homens, vio- qae t saa m sin a Ihe enviava.
dos p. nao se sabe d'onde, entraram 0 primeiro impulso Ib i abrir a bocea pan
nessa Ubefna, depois de terem juntado pedir soccorro.
. Nao obstante, como era meid di e wtava
pass^ndo gente por diante da porta, disse
comsigo qoe nada tioba a reeeiaf, e dndo-
se ras complaoeotes, acercoa-se dotreeem-
ebegados.
Meus bons senbores, murmuron oom
timidez, bem vem que a taberna pobre.
Boa vontade n5o falta, o qae me falta 6 di-
nheiro; no posso fiar.
- Fiar! Quem la.pede fiado,-tabeniei-
ro do inferno ? redarguio o primeiro ban*
d do. Abt tens para i pagares, e tof i nos
dars a taaaia. accrescoutoaatirarj^part-
ama da mesa am esendo de tes libras.
EslJ escudo foi de
- A'
falta de outra cousa, conlenu-ie a taberna ao ano itecer, e tomando ostensiva-
gente com o qoe houver.
Vuo servi-los quanto aates.
Emqaanto o taberneiro apromptava a
mesa, doas oo tres aldees entraram na ta-
berna, desejosos de contemplar de perto as
ariosas tigoras qoe s tiabam visto de
passagem..
O taberneiro foi por diante dos seos fre-
guezes as annunciadas provisoas, com doas
pratos de barro, douscovilhetes deestanno
e duas facas sem cabo.
O marila, qae nao tioba dito na la anda,
empurroo desdenhosamente estas ultimas
com a mi.
Leve d'ahi esses bonitos, disse. Ws
c d comemos oom isso.
Ao mesmo temp > tirn de algibeira orna
gigantesca navafna cataln de cabo lavrado
e pintado- com vivas cfes.
O bandido abrio-a, fea reiosir ao sol i
si todos on rapases do.sitio, espan-
Utfor de eren os falos esfarrapados qoe
am e os excntricos modos qae ti-
A trttar-se de descrever aquelles typos,
a peona deve confeaaar a sua impotencia.
Pata os expikar dignamente, sena preciso
ispis de um
p'eta e ac-
io ciganos,
. de <5a!]ot d-
bandeira depois de
I tur a propra
farfapos, e por baixo das
ilude uns macbucados chapeos,
ornas incollas cabelleiras,
cyakas, alteradas pelo vicio e
pela ata vida, olbos encovadoa n*om circulo
H&s8
l'-irtanto a oiunioipalidade que o Ura, qae oos-
leie ; se nio tem recursos para sto', qu os pro-
rao va pelos raei-is qne Ihe d a le, se que en
teade preferivel um jardim mercados pblicos,
de qne abantamente carecemos, e ende o rico
como o pobre encontr a indispensavel alimpnta-
ei, da qoe nem um nem ouuo pode prescin lir.
Has querer iardins, aates Je mercados, estradas,
navegacio etc. etc., querer o laxo aates do sip
primento das primeiras necesidades da vida ;
quedar o saperfloo antes de iodispensavel.
O verdodetro patriotismo, qoe se inspira dos in
terases reaes e mais argentes do paiz, e desejo
sincero de quem aspira concorrer para a prosperi
dade d'eeta provincia, aeoaselba antes de lodo
que se procure empregar os reenrsas do thesouro
pfodnciivaraeate na abortara de estradas e eauae
-

mente o camioho de Clermont.
E' intil accrescentar qae neohom campo*
oh se lejnbroa de os seger.
Mal qae se viram fra do alcance de to-
das s vistas, um dos mariolas disse para
o optro:
Eston bem contente cojntigo, Lzaro.
Gonfesso-te que liaba alguma desconfianca;
mas representaste 6 tea papel admiravel-
meale. '
Imitando o Sr. raarquez, eslava corto
de nao fazer a cousa de todo mal, respon-
den o criado com ntufle.-tia de bom gusto.
AqoeJIa pobre geajle nSo se ha de es-
quecer de nos por muito tempo, proseguio
o rk Igo.
M, ai i E especialmente da famosa
navales. Como eltes a olbavam! aceres
centou Lnzaro.
E 'como (eremos todo o cuidado em a
folha d'aco atulado, grossa, afiaae de meia deixar fibeia desangne no parque, ningaem
vara de corapriawoto.
Produzio-se entre os assistentet um mo-
vimento de espanto, qoe pareceu causar ao
bandido orgnlboea sattsfacao. '
Isto navalba de lei J bradou elle;
boa compaoueira. qoe tira o dono de
qoalqaer aparo. Isto vale mais qoe utaa
espada, para qaem sdeber lidar com ella;
e assim cerno vai partir agora este pi, as
tora a menor dwvida, e todas'as brigadas
do marechalUo bso de correr toda a pro-
vincia em bus- dos doas-bandidos, inu-
ciosamenie dasTiptos pelos aldeSes. P-
rese qae nao pode ser mais hbil a combt-
aacio.
Ah I O Sr. marqnez um bomem de
^eo!...
Saint-Maheat a Lazare deHtiram a eatra
sim corijbqoaed preciso, o Descoco e 4a diretta e iniernaram-se n'om fewaque.qee
qaalqoest paroeiro. AAnirem ben, iasje-
i aldees, adroirem ; isto v-se de Depois do cropriacnlo ve a ooote,
U
UMae o taberneiro com oseos bodes; sbs
isso uSo c da miaba conta,
Ibes dar o qae pagarem.
ardoa a moeda e prosegtao t
Tenbo pao, presunto, viobo e frota*
Cbega-lbes sto, meus bons senbore T
grada.
E eo o obj*cto do sea enthasiaemo so
alalo qoe catara meia porto, de medo ejee
a tarrivel navatha paasou d Ale em mfe
aates de volttr ds de sea deqe.
Os doas- descoohecioa atacaran! depois
os manjares, e deram pravas de am viaje-
ama
certo niobado, sede ineattogoiveL
Dopoiade comejwor e tibmauirpetrt
e ea hei e f daos borneas mi barateo e poicas*ee
a iogrv intereempeodo.se e vam qumi-
opara aear malta- pergeems i reapeite
do palacio qoe ficava oo cimo do monte.
Assim paasaram todo o dia, samado da
i
se prolongava atq so braro-o parque.
aara-ieciment ^
O abaixo assi/u-iJ.> sammaraente penhorado aos
habitantes de Q>yenna pt-Iis noiira* que Iba pro-
digalisaram pir casia i de sna retirada daquella
cidade, accimp-oJiaado-o a p al Jap iraira, ea-
mmho de tre* qu^rtos do legua, vera por mter-
Bedio da iraprea*h agr tecer tantas finezas. Em
uura^ro laive superior a cenio e cincuenta n/s-
-liiieo-< os g-iyaaeoses
p-irli -viiH era demonstragSes de e-tima ao abaixo
assiguado;
O -lia 17 de jaoeiro de 1871 fie ir para serapre
gravado n coracao do aba x > asnigaado, dentifi-
rando o cora >s babiuotes daqu-ll localidad,
para os quaes sua randa sera eterna, ao jo-
ven Sr. Panzio de Valladares, por cuja bocea f i
ram expressos os sentlmeotos da populacio de
Goyanna por a na bom impr->visada all-iencao,
rende o ab ixo assignado seus sinceros agradeci-
raenios, e votos de amisade.
Paze mais um esforco, mea Parizio, aproveita
.is dote), de que te enebea a providencia, e oceu-
para* am di-wneto logar eutre os oradores.
Era Macei, onde vai residir abaixo assignado
torio os govanon-es um ammo dovolado.
Recife, 83 de Janeiro de 1871.
Dr. Jo$ Joaqum-Firmino.
Grata ao Sr. Dr. Gnilherme Naegeli pela ope-
raco qne ero mim f--z da extravio da catarata do
Baile de smjtacoras.
Apparecerara no tbaalro de Santo Antonio os
bailes de mascaras, prenuncios do carnaval, as
coraraodidades que offjrece o ttieatro de Santo Ao*
tomo para este geajro de diveruamio ramio a
muito recoraraeada a concorreooia, j pela esten-
so do sali e bem preparado qoeeild se acba, ji
uelo pequeo jarduo que serve da recreio e muito
j|ir--prulo para descanco, j peta excedente ban-
la de msica di corpo de pjuea, e ja analmente
pela ordem, que proside aos mesmos bailes.
II t sera pouco terapo a cidade estiva cheia de
lisiraccois, taaatros de lodo o geajro, etc., etc.,
api'n a abundancia -;g le-so ordloaruuianle a ea-
cassoz, presoqtemente s nos restara os bailes o
poneos mais.
Teodo apreciado o segando baile de mascaras
rae tevo lugar neste ibeatru, vimos a bellissaa e
eseolbida soei dade que all se rene, adra de pas-
sar alguraas horas de distraeco, por isso .nos aoi-
nara is a fazer publicar estas duas lionas para
iue a sociedale que os aprecia nao se lurte a con-
currencia.
toqsnes.
C. 38. OLEO "Puli MBDICINat DE
P1GAUO DE BACALHAO DE LANMAN iKEMP.
Siugiera pode duer qaaaJo ura pntysieo
tem cbsga-1-j tal extremo que nao pode ser cu-
rad-) com o oleo d ligado de basatho. Ello
-empre produz alliviv. Anda mesmo aquellos j
desenga iados vivero muito mais lempoe cora
raeuos dorescom o oleo, do que sera elle. Con
quanto exi d-i tnesmo raudo, cora lado pode-so aleaacar o le-
gitimo, elle merece a cjufhnca qae neile se depo-
sita, quer ne^te pnz, quer ao estrangeiro. Ex-
lera oaas qujlij.id-s delle, branc i e negro, pora,
neuhuiii delles coutui urna gota d'outra cou>a qua
oo soja o fluido vivitcaJor e curativo exlrahido
dos flga los frescos e.sios da melhor escolha do
p-fixe.
O seu effrtito para alliviar e curar a toase a mais
bstinada, veriadeiramente pasmosa Os sao-
res nocamos cessam geralraente, depois de so
haver lomado algumis garrafas delle. 0 doen-
te adquire carnes e torcas, gracas ao seu benfico
inflaao.
Estes resultados sao uniformes e seguros. As
pessoas que soffrem de affdccdes putraooares oa
do figado, acbarao nelle ura auxiliar seguro e
ura remedio poderoso e efflcaz.
1
COMMERCIO
ALFANDEGA
EteadimenlododiatatS. 630:465*610
dem d-i da 31. .... 43.103*194
MOVIMENTO AALPANDEGA
Volames entrados com fazendas. -43
dem dem eora goaeros 3K
----- 340

repente a condessa. U na aoute lumnosa
e transparente como esta quaai preferivel
ao dia I Nao te parece tambera ?
Oe- certo, amada esposa, est urna
noute formo*issira.
Nao sehimos hoja cuno de costme ?
D'aqoi boradinho.
Oovio ae deus guiuchos de coruja segui-
dos. Annibal estremeceu brascameoie.
Era aajoeile o signal combinado. Os as-
^assinos acab-vam de penetrar oo parque.
Qoe fnebre gainch murmorou a
condessa; e a primoira vez qoe o ouco,
ou pelo menos anda nio liaba dado por
eHe.-
0 condeaoiboo para um relogto de pare-
de qoe iokava nov boros.
Em ooviodo o sitrrral, espere nm quar
to da hora, e aaia, tinha ditj o preboste.
An ibal enlrwa a fallar com volubilidade
de cousas indilarentes, para engaar os seos
angostiosos receios, O momele'nao poda
st mais solomo -tarrivel.
Nao i expor a vida da que amava mais
que o mondo todo ? Quem sabe se om
novo ardil I igraria a vigilancia dea agen-
tes f
A idea d leva* elle preprio a condessa
ao sitio onde a eaparavam ea assassiaos,
iia-o estremecer. Pensou om instante
em fi-ar em casa, ou pelo menea, ea sabir
atoamlM; man tinha promeuido, e era pre-
ciso camprtr a paUvra emi euhada.
O ponleiro do relogio Uobe paesado o
ama dessaa noulaa serenas e apraiiveis, de quar o de hora. Annibal veriflcou se tinha
extrairdiosrio -erjcaot. as pistolas bem ao e'c-.ace da mi, e, offe
H loa, ora o sen esplendor, man recoado o braco i condessa, mermuroo com
dava torrentee da ranea lacias arvora o a os commoviria:
parqao e i frooiari do paraaie. Qoando quiz res, querida Maria, es
Aqei e acoja, por baixo da sombra f >- toa s toas ordena. -
magom, algans pontos vivamente laminosos, A Sra. de Raeon encodton se ao b-aco de
ina*i aso Upo na elpsssora. oo apoe, qijeeka euforia va coima o pei-
Ba.p tmmovol n'usOa das aseadas d cum iiamooso amor, e mi> a esaoram
palaaei o-coa* e ftajM pau-ci. asporat. a esos :ioha o eutranm na eacui a alanwda
MaHa, inoUda A poeae- passeo- daHa. qe^mdia o parqoe em duas porcSes
eaa blhds utos m> baiiaojsso aaalad e aa^ &U. i: *
prese. permatMa abstvu em tnooa Coma Aombal aoboO eomprtda aquella
extase. alameda, onde cada arvore podia oceultar
Gomo est formse a ooote I disse da om asaassiaot
------------------------>-----------:----------------,
Palpita va Ihe o coragao com violencia ;
zuniam-lbe os oovidos; faltava a condesas,
e elle nao a ouvia, de modo qoe ebegoa a
admirarse daqaella extraordinaria preoecu-
paco, cujo motivo nao atinava a compre-
hender, e, om tanto inqoieu, acabou por se
conservar silenciosa.
0 conde e sua esposa cuegaram i amo
especie de meta laranja, onde se reuaiam
muitas ras, semelhaoclo os raios de orna
roda. ;>
De repente ouvio-se entre a tolbagem om
ruido sbito.. Leva atarasi-se o enie amas
sooibras negras, e Maria, sobando um gri-
to de terror agarroo-se toda tremola i An-
nibal, que tima as pistolas da algibeira o
sepreparoo para facer logo.
Na ramada erara densas as trevss, do
modo que apenas se destioguia am grapo
singular de sombros phantasmas. Cavia-
'se am faoso rodo de ps, produzido, se-
gando pareca, por ama lata sorda e ter-,
"rivel.
Essa lula durou algans segundos ; depeis
elevou-se orna >os vibrases e sonora, di-
zendo :
Sr. marqaez de Saint-Maixent, tenbo-o
afinal em meu poder, e joro peranie Dos
que desia vez nao me escapar. Venham
as lanternas I
Esta ordem foi ex acotada com mravi-
Ihosa rapidez, e abertss as Ualereas gurdas,
illominaram dous nomens, o marqoz de
Soint-MaiX'-nl e Lzaro, amarrados e soffo-
cados sob a pudorosa prsalo de Dionisio e
de Om dos agentes.
A na vaina catalSa est va no meio do chin,
mas com a folha virg m de sangos.
A condessa, espavorida, olhava para todo
'aquillo sem comprehender coasa alguma.
Annibal spproximou-se o maroe4*
murauroa sistmente :
Que Ihe tinbi eo reito, meif primo,1t
* (CmUismar-st-ka).


inanhbIneat.
',,M6idem.
_ ndiad*L
Ktacholi ]5 -AUiou-aniO;
Bares iugleza'
Despachos de
Na bares
earregarsm : Kel
.icooe quotidaias
Ms antes le panel
etfam d'este grave assumpt, Vmt9m
preceder d> que dizem das paixoes consi-
deradas son a relucjto da peaaLdade, d
fconafltas de grande maraento,
aurauMpelie.
(T-lvifi oatofsterio publico pr(
contra ofafe doulriaa de que o tribunal _
timar coafceciraeoo. Anda bem qoe Marx:
Iba responde.)
< Mguuus pessoas tem querido igualar
j,8whfiii>s de^lpRn i do *Wtal; o THror- do hornera qu e presa ao
ciuma cu da des sper*?So, ao furor dj
nado. TVm-se pergootad se urna
ibacalao.,,
i ;5o de dia 23 le
inairo.
; Gliiattu, para Hambprg
383 saccas col 21,98!
kilos de alg do.
Na barca BaUi fSM-oor, para Liverpool
sarwf aram : TsaMP ObnMlaoMa 170 sacca*
eom i,5-K) kilos le alg dio
Na barca portugus Qlmentna, t
Porto earreguram
C 31 saec-s enm ...
R*go Lima de Filho 100 saeco* eom 75000 kilo*
de assucar braoso, 100 saceos com 75,000 kilos de
dito mateavado.
No brifqy nac mal Ohnda, para o Rio da
Prsu earrorarsm : Baliar Oliv-ira & G. 47 bar
ricas com SJ33 kWs de as.-aear maicavalo, 800
Haveom tf,0*tjk'lO3 <\<> litohrnneo.
ffn v.ipof'lnjlp.z Gladiator, para Liverpool
JjrrpAr^n : Sautiders Broiho.s & C. 400 saceos
cota 30,000 k'los.d a-sacar mascando
No vapor iglez La Plata, para-Santhamp-
loncarregou: Eluardo da Co-t 0 veira 109
'Ateas com 7.4*0 kilos de aleodo.
f=s No ptarho hespanh i Tbonai, para Barcel-
tona carregara a : Araorlm traaos & & 317 sac
cas cora 2 >,118 kilo- de aigodao
No bi igiie hnllan-lez Jng Btertt para o Rio
da Prata canegaram : Ara^nio Irma >< & C. 200
barricas eom 2*,fi88 kfcn 6' assiiar branco.
Nj paiarh argentino Tkereza, para o Rio
da Pfata cairegarat : IVreira Carneiro & C. 350
barricas com 39.529 kilos de a-*uear branca.
i Zti barca iugleza Redbreatl, p.ra L verpx>\
carregaiam: Eduardo da Cxia Olivara 2 100
ssecM .-orn I5750kitns de a*sucar mascavado.
BEGE3EDPH1A SJtEXJlS INTERNAS GE
RAES DE PRRNAiBUO).
Bendimeoto o dia 2 a 23. 5^:962*3H
dem dodiai. (40*502
dos ius ractagai n e das suas ioda^oes, inifrnsKO do* bofe*, uaecnu
sobre o que ioteressa asta paixio, uaica
te oa priacjp'oa dictados por eau
=
podo jolgir sobra
lo sen3o na contormidade <
ella inspira. Deve poiai
_wtacionaea lodu
ao alcance da Qadtuomaft coea* beata to los oa deaejoa
etramos mais ad.|4c;..M iplMaialpiracao.
, ajuideve
* pB6meditacoes. as
daa pelas paiiSes. que nio
por.
ioe
A lefps:
4unJZOIR80S
leve pjjiflqzir i
aga|t o imraoraes.
r vir bomeni perfeitamooi
jB^Bas aa a^-abiaraaa,*
imaginar os motivos mais irracinaas em fa-
nio taoboa vista oa trata
re o meo.co lega ;
a jaellaj d mineas qee'iovocou,
oov< ler. tea li hu contrario umro
-m qaa mdicos dAlNMbs, iiem
______paixoes. ni dscal^Nf^e1 c im*.
ae para t* reprimir ndfjW^ Deus a
rasi); e ootroa dixem que a#"a paix3 ger
om tonco que mata, necessario eacernr
i
nx< luzivn e dominante b3o pode considerara los tanto maior ouatro le raciocioioa qu m-
C i'/im !ii\iUiaaa lu mAnAn*li4 a ort ab*s v^i Ia -tln" 7. mfiA nlnllmnnlA
53:602*813
CONSULADO PROVINCIAL.
Reademeoto do d.a 2 a 23. 104 9i44l
Hora do dia 24....... 4:i93*7.l
i09.242$l64
~M1MEXT0 "io" PORTO ~
Nucios entrados no dia 24.- .
Liverpool-38 dia". patache inglez Atalanta, de
138 toneladas capia> R. Ifc. MMIan, eipiipigem
8, carga diferentes gitoeros ; a 1-idoro Basto
Brusswiek30 das, ban-a insl^za Albro, de 394
toneladas, eapito D W. S K*s'*hra, e^nipagnm
9, carga msdeira, ordem. Veio refrescare
Mguio para Montovmo.
S. Mathi-us14 dias, biatM brasileiro Rios I, de 53
tonel las, capit i an-^i Francisco A Castro,
equ'pigom 7, carga 1590 aloueires de farinha
de mmdioea ;aC Ciltl! M .reir.
New Y ok-40 das, biate americano Pm Seavey.
de 169 toneladas, espita i Low-ll, cquipagnin 7,
earta 1045 barricas com tannba de trigo c
outrss gent-n* ;ji Amoritn Irmio & C.
Naoioi sahidus no nusmo dia.
MantevidoUrigQH. ingles Daisey, caoitao Butler,
carga a mesraa qu^ iMiiseda America.
Baha Bngue iogl-z Bniha, capillo John Braine,
arfa parte do mi trDX< d-New-York.
Oiiserpofio.
Pondioa no lamaraos barca pirtn^neza Zulmi
ra, e o bngue tamb*m poriugnez Tejo, mas na i
titeram communi *agao cum a trra.
JRISPaODENG A.
JLGaMKNTO DO DH. JOS V1EIIU DE
CASTRO, NO JURY DE LISBOA.
DISCt'BSOS DE ACCt'SAfO E'DKFKZA PELOS
DRS LIZ DA COSTA DE AZERBOO COUTINHO
(.MIMSrElllO PUBLICO), EII.VESTO ADOI.PH DE
JrKKir.\S(ACCUSADOR PARTICULAR), E JATMB
OONSTANTiNO DE TREITVS HOldZ (OEPEN-
SOR).
(Conlinuac5o)
Peranleo ciamentn nao lia jn>:ificaclo possi-
vel; se um momento de piedad* Ibefaz con-
Ct-di-rqual^uer tesiemuaric do anelo pa<-a a
pesaoa que elle acensa, este testemunhna i
a seos olhos mais que utia di.ssirauhc3'<
habm^t-^ calculada. E tao as suas su i
peitas redobratn, injuria, ameaca, ou se, ce-
do lo a em' movimeato de convieco e de
arrepentiiB'-nto, adtoitie as provas, que Ihe
dio, recae quasi immediatatnttnte tus seuS
teiM-aa imaginarios, a torna-.-nj nao menos
injuUo nem menos lurioso do qne antes.
t Em geral o -tainatito rferca-se por
oceultor a todas as vistas os tirmen'os que
o agitana".- Euvergonha-se de os sentir co
oto de ama raqueza vergonzosa. Na 6
mesmo raV Qftvi-lo fallar com desprei)
d'aqueiles. que% IbeBtregara. Cbmtuuo,
se elle pr^erve ai prupno e>la re erv
diante dos e^trantios, in<1eafiisa-se larga-
mente junto da sua victima, principalmete
ae tero sobre elladireilo de que possa pr--
valecer-se.
.W ordinariamente oes violencias ur-
das e escondidas da tyannia 'lomealica, que
os effwtos d'eata paixo sao toaii terrvei^.
porqea(i a lucia d se entre a forca e a
fraqueaa, a asta uluieano tem seuao lagri-
mas para se defender.
Mas quanlo para lastimar aqaelle,
cuja alma est snn lo presa d'esta borrivi
patxSo 1 Na saa dolorosa e contina i aneje-
dale, este desgracado sn^pira por s ber
que elle treme de cnbecer; e o que otie
liaba interese* tta ignorar. Paisa acaso da
dovi-la a certeza. O sentimento que o Or
mina va, cesas algema vez de rep-ute para
dar lugar-ao deaprazo.' aaas as mais das ve-
tee d'jg.-oara em odio, em luror. <> teroai
se \om avaee de mononjalia, o se esta pai
nao pule suscitar momentneamente um
estad d?. aenacSo. Estas q-estoea tein'
o lpvntaflo1 frequentemeate no interesse da
defeza nos tbunaes de primeira inatanci
(cours d'aaaim), para descolpar os" chotee
commetiidos n'um momento de arrebata-
memo.
< Ha, lii um celebre advogado, deas
especie* doudos oa de nsensatu; os
que a naiureza'C'jndfimnuu prda eterna
da rasSo, c OS queso a perdam instanta
acmente por effeito de urna grande or
ou de urna grande surpreza ou do todo e
qualquer golpe igual. A ilifferenca entre
as duas lonPdras es' na dqrco. E aquell
cuja inteftgsiicia vencida pela d sesp ira
cao, dorarjie alguns das tm por algemas
Ooras, tao o.....pletamnte dotido no pe-
riodo da sua agitacJo, como o que delira
por (Quitos anuos.
. c Importa repeilir urna 'lootrioa que nos
parece tan errnea quanto pengosa. Antes
te tuoV), nao verdade aos olhos'da scien
cia que um i paixo possa excitar om desar-
ranjo momentneo das faculd tuaes.
< Os annaes da. medicina ainda nao assig-
nalaram louenra temporaria, qoe naja aas-
cido e tenli.i cessado com urna paixlo d<>
minante. As paixSes podem ser origen* de
urna offccfdf tersisienie, e s3n at de todas
as cau-ias di i.tucura as mais nu nerosas <
3S uais poderosas; mas ninguetn ver
'ymptotnas de aMenaco real n'estas per
turbaces doespiri'O, por graves qae se
j.nii as qu.-es como qne velam a intelligen
oa com urna naveta, mas qae dasappare-
cem coma sua causa.
A isto e a muito mais que dizetn oa es-
cripto es macionadns, responde Marc:
Acabanrd dfe vr sob que aspecto cri-
minalistas osclarecidr considerara as pai-
x5es. Examnenlos agora se em psycholo
i,'ia madi-'.a ita alguma cousa a awrescentar
a estas idea*, so possivel precisar mais as
retacos entre as .paixoes e aliberdade mn
ral. Ora, o que dos tuteressa particular-
mente nesta iMJ&gacae determiuar quan-
to possivcl as circurastancias em que esta<
pux5ea, subindo ao mais alto grao, podem
iquiparar s' pirante os trbnnaes s Ies3e>
de eitwidimeut'j que exciuem oa pelo me-
nos altunuam -> iui;n.iiicau. Para .este flu
importa ostabeheer duas especies de pai-
xoes, urna composta das parns innatas ou
nitoraes. a outra das paixdes facUcias oo
Jlquirtdas. As primeiras nascem por as-
sim dizr.r comr-oseo, dependem da nosaa
organisaco moral, slo a consequoncia de
uecessidades reaes e nolam-se tambera mai
nu menos d sueltamente nos animaes. A-*
outras p<-lo contrario resultara de propen-
soes, de tendencias, oa de repamancia d^
males qm derivara do estado soeial em que
vivemos. Fallando no sentido mais abslu
to de certas moralistas, naabuma pa>x3o
seria perd avel. Oomo medico estamos
longo de adoptar urna mxima tlo'de.Cisiva-
mente definid i, antes pensaran* que as
p ixes innatas admitiera escusa em grande
numero i!e casos, ao passo que as paix6>
adjuiridas-nl) a admittem quasi nunca. As
primeiras, de feito, 6 raister lerabra-lo, do
i ivam a sua origeiu de ioclinacdes naluraes,
nascidas comnosco, inberentesao organismo
moral, ou de repugnancias nlo menos oatu-
raos, ao passo qie as outras surgem del)-'
dos os vicios, que a necessidade de viv*r
na soeiedade f z appareoer. Era mistares
tabelecer estes principios fnndainena.i so*
les de ebegar s applicacdes especiaos, latn
, antes de examinar separadamente cada
pa pstabelecidas. Entro as paixSea innatas, as
que o amor pro luz. devera occapar um dos
primeiros lugares.
E a pag. 1 H, diz :
Nio falkaret do cime no amor seno
para iazer observar que esta paixSo das
que se elevaos mais f<*eqanimenta a os
grao da intensidade capaz-de t coja aprectacio mord; sobre todo, parteo
ce aos tribunaes. Pode dtzer-se geraloeota
que o iuie dimiuua quaV a^mpre a cri-
ninalidade *>a actog que p-odaz, e at a
exclue alguma vez, porque, por um lado,
os seuUuientos apaixonados d'onde p rtem
estes aetof.aio en regra t5o nata raes, qo
s ole poderiamos co;tsiderr como resalta
do de perversidade, e por outrotato, esta-
senimento^ exaltam-se eom uma tal vivaci-
dade, que pertrbate a razao e coosequea-
tamentea vonlade. Portanto aqai tndode-
^pertao tfcrxSo, e afcbar^ara ap t qoVhT^^^minvft't af. s'vh-
a pela melancola, loucara e suicidio. O* pende da legttimidade dos motivos,
temores d> ciomento sao imagiari-s, ds-
pi.ios ie todo o fundamento! A paixSo.n'es-
te caso menos violenta nos seus accessos,
e p3o oboaate, a frrqu-ncia d'estes ases-
aos basta para envenenar toda a felicidade
domestica
E a pagina 472 accresenta :
Os soases dos furores do ciume altes-
tam qee quasi sea are a moler quem
expa a oensas feitas ti conj igal por
alta e pelo seo complica. A mulh r, de
feito, pertfoa ordioatiamente ao bomem as
mfldelidades, qa* ella descubre, e faz recair
o sen resentimento s >bre as suas nvaes. 0
bomem per .toa de melbor grado ao seo ri-
nl e retara toda a sua viogaoca aquella
>ja awiim d0^^is^ioiroilozir-lbe um estranoo
liare anda ass explcita, No sao tra-
toloo sobre a tocara, tamo i.s pag. 4i3,i
diz o sexiole:
Pode co^siderar-se como pax3o todo o
mmjiaeotawiudoD.s nossas (acuidades
orles por sen mentas fondados sobre a
procura, a apetencia de om bem. ou a
jWfrfrmsia e o soffrtraeatos de om mal.
Os priBBeiros coosiitoem as pait* eso*
talles: os potros as paites ndem oa
* As im a lei, artigo M' do coligo pe-
nal, concede etecipadamente a impuntdaov
ao espose qae, lenta surpretaendido a es-
posa e o cumpWce em flagrante delicio na
casa conjugal a aaatoo a ambos. E' o ni-
co caso bem precisado oa noasa legislacao
a respeit dos actas do ciume; mas ha om
grande numero de outro*, que as nossas
leis o3o podaram indicar deanlemSo, e qu
nem por taso sao menas igoos de escusa,
ou palo menos de aitenuacSo. >
E a pag. 29* :
Quando o cime sa junta ao amar, o
delirio a que esta complicaco moral arresta,
ordinariamente mais fogoso e approxima-
se mais da maoia. >
Seo tambem claras w segaintas observa-
c9ai de PM^per De>pioe.:
t Gomoprecedem as faootdades reflexi-
vas 00 estado apaisanado? A- obaervacio
lemonslra que iuoccionam sempre sob a to elle e'mafs intelligente.
Mi:
f Acnamos no estado apaixonado o carc-
ter p*ycboiogico da loucara rastmc4iva e
raciocinadora, delirante em todas as suas
variada oes de armar4e<**t>maaie da dui
Srs. orados Eo nje Wvntei estes
trechos pira o R. Felizmente eslao no jury
dois mdicos, Qae os recordem e Ibes dem
a consideacSo que mefecem t
Estou aummamente fatigado. As knpre3-
soes, os sentimentus deste dia, e o esforco
que tnno feito, impojsibiliwm-me de con-
tinuar. ,
" Mais do que nunca si ato quinto fallo
imraensa responsaoilidade que teohoa meus
iiombros; mas 6 para mira absolutam me
mpossirel proseguir nesta Iota enrgica,
iravada entre o meu dever e a miaba saude
1 Su;'p rabo que terei atada de usar da pa-
avra segunda vez.. Verei o que depoi< d^
um pequeo descanco podem ainda conse-
guir em favor do R. as minbas tarcas de -
bjis e j cansadas.
Srs. jurados 1 Sa todo quanto p-wdarei
aqui a axpressS da verdnde^ se as mi-
ohas palavras calaram no v^sso esp rito,
se Uve a fortuna de coa vencer-^os das mi
ubas ideas a raioha felicidade com-
pleta.
Da* 0 crime por nao provado, Srs. jura-
dos. Ab-o v. i o R porque s ha debelo
quando ha iutetligencia e lib-rdade no age i-
ie, eoR esta va inteirara-nte privado do
uso da i azao e da liberdade quando comme-
tu o faci por que acuisido.
Absolvei, Srs. jurados, porque acoadem
naci s justa para aqut I c a quem a fd-
talidade n cpg'U os olhos do espiutj.
para os que. vendo distinctounente o Oam.
segueta de sua vonlade o* mal.
Absolvei, Srs. jurados por .pie na hypo
these le haver duvida no vosso espirit ,
raais e melhores partes tem por si a absot-
ii;o que a condemnacao.
Absolvei, Srs. jdrads, porque o proc
duientu do R nasevu da loucura da nonr
j do delirio do ciume. Nao accresce-teis
i imntensa dor, qie para sempre andar
vincula-la sua vida, a pena que podara
para elle.
Absolvei, Srs. jurado*, vendo conamigo
nesta irameasa catastrophe, u5o dois' cn-
minosos, mais dois intoozas I A oda j
Ddus- pardoou no co. A ede, se t-nn \-
;uma culpa, perdoai-ihe vos na ierra I E
que a suprema justifi, que tambem o in-
tuito amor, Vos atramie e. esclarece para
urof^riiivs um veredictwn, que s< ja em ludo
o vota perfeito da raso eV cia I
(Applausoa prolongados.)
(O orador fot por vezes diffl'ilmeot "U-
vid na mesa dos ta^yg-aplviS, a a urg*n-
ctadotejnpo nao permit nem queS. Exc
supprisse tolas as lacuoas que ha va as no-
tas lachygraphicas, nem q te fiza se ama re-
viso completa.)
iota.Tem a palavra o mrnisterio pu-
bli "-
Reprwntante do ministerio publico.
Mussenh-jrrts:E depois d todo, tems,
aindn a yerdade dos factos, ti-gra e homvel
como o R. a fez. Ura io brdhw'e d scur-
so d5o a pode apagar da vossa lem-
branca,
E' que a verdade resiste provas do
fago e da agua, su intacta como o amianto;
nao a queiraou o impetuosissimo fo^o dn
eloqu-ncia do mu collega; B*a, como
rocha, mis clara, tendo-lba passado por
iraa a lmpida e rpida crranle. Nasceu
aqui uma dcfuza imprevista, aova e s usa-
da para os ltimos extremo?. 8m, meo
senhores, em todas as causas celebres era
que os defensores dos RR. nii tem out o
meta de defez-, emoregam este j salvo ou-
tem todo o respeit > qnt me merece e sjm
patata que si uto por t3o hbil advogado,
epaou me qu>< S Exc. traga livrbs'Vm vez
de peritas q;te av liem os factos. pela so
esocinl competencia ; qie era vez de pe
ritos Irouxesse para dar e>sa prova os arfli
gos do R.
cerli
ttHai ___________
dep5.ww sftjrfftijnts teta
ios
tmiZs tfal STO
v qft
nm
de Castro, imperta pooco o tala-
__
i |
caoe
losnit
qui
con
IUl|
reaolvida, qiwnd > a oeoa de murta fusie
no (Teilfaiha; aquella senbora que se t-m
uaae e o-^rgujU, mas orgolbo- i-ssivo ^r muito mais infeliz qae sua filha, porque
Se diz,
i
Tambem nntavel que 8. Exc. de-ceru
oor'indicaQao alheia, ho ivessi reieitado d--
jurado o Sr. Dr Beueydea, que era paritu,
e de mais a mais era ura das mdicos d -
cadeia desta cidade. O qte por6m f a
de tad i a llovida qu^e a dafeza ii^.i ap^e-
seutou fados co nprovalivos da fascinac'O
do R., e era defeza que incumba apresan
u lus. NiQtfite os vio, nem aoies/nera
depois d< crime; 9*Srs, Simpo e R*-
malh Ortiga taut nao viram. tsntp fh)
j,oo.)S4deraram o R. fruao l oca do etaui
pie dopots de ouvitem narrar o crjia s<
e o ciume, >e o K. o limu, como _
era ov'-qoe>jCS 'da exageradlo daqo'etle se
timenfo.
O R. otcapava-samii.- da frma d-i qa*
da substancia ; e e'u os cont um facto p ir
raiin pre^n-iado do dia to de maio ; em
casa ^otR. no sen escriptorta, d'onde ell
tmba Jtthi)J') pon-as oras antes, ura lin
que eslft^a snrta n'umt estante, era ura
licciooario.
Qneixa-se da mpr?o-a o meo diuiocto
whega e eu tarabnin lastimo q-'ie se iizi*srt
a publicaco qte vejo pasenta, mas ju-mi
tena a snciedade a q e;xir-se se colligt s
a grande qdantida ie de pub'tcac^s q >e
para def-nderera uR. i-ff-oderao pnncip os
antas de josttea + biimanidade. A s 1-
iedade 6 qaa lera a qneixar se porque to-
d s as 'proftwMh* q nz-i ara sublrahir, fu-
,
licairam os tacos e > us fictos; a mera na
da infeliz D. Claudiua 3o obtove que o se
l>resiaase a vir a mi rep eseoiar sympathta
pelos seus inf-.rlumos
O <| to eu d-sse sobre oio ser negocio
lucrativo ven-la d 8 di-cursos pirlimen-
ares do R p >rqne es-es discursos, juh
se nao o-'i'op m de q i*st5es de intere-*se
social ou m iHitarin, ni deveri-im ler ex
traccl:) nu fivasii; e assim porque, se
biim me recontai u onico dscursu que se
:25*i?5 de assu opta de iqtaresse pubi c
o discurso sobre bOerdade de impren-a, m
devo_tliz-)r aqui, floe toa tratada flcou a
questo, p*qu-i a lei t-ra alguas principios
aol-liberaea c na em orttris exepuvel
fm giav s i co i van lentes par a jus iCt, o
qae eu sei peh pratua Diz o R. que nao
quera Irata' a qi -stio de adulterio em lera-
Draoca -la infeliz senh-ra; nao oalur I
que o dislincto advogado o fa^a contra sua
vonlade.
i'i'iaunan'.e, Srs. jurados, necessarn
jasi a igual, eha temos f-dizmenie tam-s
feito pistica ais tri > mus crimes, sera dt-
ncgSu de claisjs, ermes de |ue sendo
iovigado' o ctimt se teem commetlid n<>
paz, e-i'S R-t. i^era sido om leraaad,
raestno sem-eX'Staocia de prerai litacao. Ha-
rec -rae qun sta j'iry julgou ha oooco ara
desses crimes.
Esteu mui o ean-ado e esgotado datada-
as forca*. Swo'i so ten vnto das ioi- s5es constantes; n 1 a-l.nra isto, pir-
que sio foriissiraa* as coran >c5es por que
teriho pausado.
Lemiro s aos Srs. jurados a v-rlade
sesurate :- S-'. no R. ha ira g nacat) ard ole,
'Xlrema sen-i -i 11 1e, as nutras facui lade*
leviam ser gran les pira Ih reprimirera o
rapeta da. paixe". L 'mb'o qm Me i -
lust ado e gu^ ti5o o sao mudos RR! qu
temo* j dgado'e cond m iado.
J .. Te a patarra o advogido da ac
cusa' par-i ular
Adegado daaecntacao particular.Vz-
rere-ine ler oivuta dter o meu 'Ilustre.
collega que o rara Inulta era de raaneira
lal que, se nao es..ucs-e as-ugnado, bearia
debaixo d sua cirteira.
Adctgada da defeza. Declaro que nao
fui mua nHica jITeid.r o raeu colleg-i,
qiera muiti re>pe;ta.
Q orador Aceito a xplicacS-, uorq te-
ta nutro mojo uso se ta-ia dado o rae 1
codeg aodir io< ra>d deresprader
ao meu ibe:l >, citando delle ariito por
art go.
Senhores: Nos vicios e imperfeicas mo
raea a gaitas vexes o* sublima e o be 10.
ao menos eraqural o< n suboettemo-
aexime da ra-1. A col-a-* de om brav,
luspirando ura seniira-at) de medo, mistra
o sub me Hi alguraa cu-a de grand-
o'uiua viaganca raamfesta e corajosa, dajoi-
de um grande utrage; e por mais tiliciu
qjia possa ser es^a viinuc, cans, ou
fia cwMar. ura se 1 ti ment misturado de
terror e de prazer.
No cri ne .nmmittido por esta R nada
ha de sanlta- laido horrendo ; n3< >ev
sena > a barbaridaita e a fe<- raiiihonco tiBba a seguir o advogado da
d'feza. n-p tir a-piiiio d Jtcob : Peccavi,
quid ftcium Ubi. o castos homntm ? E
s.-im devu o aaivog d > da d fea ditvr.
em buiuo do R aos Srs. jurad s : Cora
met um r uid-i cri ge. e que p ss faer
ji, se o bave-lo commettido:ralo tem re-
medio?
M-a o raeu idiistre collega preferio es >a-
lar aqui as fl res de sua eloq rancia, e f a
h al dd ai'Xtli 1 ti melindros 1 estad
de sua saude, cabildo, com succ-deu.
itasfatlecido e q tasi sera sentidos.
O uieu Khelta fonU-se to lo. com se v
em documentos e em provas, que acht
ti mtte^. 0* twomentos, desenvolv e
Hpliquei ao meu discurso A qo<* a > pnn
E errto, e depoz aqui bootem um ami-
go do R.,-que O, Cboiina, antes de casar
co a o *R.; tirffia ^atro cseimenw. E H 15o
^rei quera'iriiia'da'i cartas, que* o ilkfslrt
advocad mi apresotOa.*dizendo eserptat
P r ella ao R. antes de casar cora elle, pr-
ndendo arju-tre coflH' proalr cdMllia*
l-H 0. Qhol.ua asara'cora ele pori
uma dNKas cartas i eu que lie ellawta:
Non m tornes a repetir, tai xur de
croire m toi E.itiu porque Iba mzia isso o
-eiOeorjue a nio reputafa >egra?
Ni' pWuiso que o meu collega defenda
Sra. |jr. Acna M.na GmmarSes. Para
sso estou.eu aqai. E ^eerto que est em
mm umadvolado,que representa essa des-
KJryJinhora cfaraando contra o assassi-
ae*sinrl
A Ear pona
liiram, pediram na eacjtda, ejtfacde* a Ar dpti. iratet-a no libeilo e oi roma dtscors'.
os votos oa paixa dominadora, sobre o que
nteressa esu paixao. E mesmo nestea e>-
udos
tonio Vieira d:j Castro e retiraram sa. Na >
Toiiaram mraediaUmenta para prximo d
a uig, que eslava iouco a que poda suici-
dr-t-e I
Mas, meus senhores. as defezas para coo-
veacerem devora partir ios factos, os tu-
tos ci bem diversos. A morta de D. :r3a*i
boa tai juanea at boje a oio loucura, sa-
grado a opieii do R.; elle ostemou *am
pre matar aerdoidade d espirita do hornera
pie cumprira o m s agr 10 devr. No
elle s peQ*ava desse modo, quando ra odo
lazar o enterro sem o mais lev- nignal V
crasideracao pa (i ia la ; era a jtuoa Vi
eir i Outro qae um irmio d lie exocu-
sva, qua id quebrou a km?' era quo esaari
reejao, a por conseguate co f jrmemente o retrata de D Claadma, de que en p/e-
p jo vi vestigios.
' Jos dSj eslava lonco, io; assim o di
k apauonado que a tai, que subraaOe Luiz Lope* Vieira de >>atru 11 talaaram
faculdados reflexivas s facaldade jo-nos a Urna ente: Jbrt (u km ;
Uoetivas se torna4o ornaevtd-mcia nota m komtm de bem >. btt ra dita am
Eolio o Iwroem, imagin-ra.to a la coo/or- riwpo la i um.
* T-
midade da soa paia". tomando para baaelde Part a tai respete ; asataa w a defeu joaota oes aotoa ha tanto* doamoentaa,
Qjuf uauo 1 luslro coVga que ou repi a n
wo-diiKwr*, para responder ao sen ?
' F n pro forma qaa dei tasteuiuubas, aas
tijoe doi aebei as j 00 procesa, menos uma
o Sr. Stans, a qaal hootera, como fot pr
sflcuita pelo tribunal, negou ludo ojstiQta
una coolailo i mira uvaujo; na> se lera-
brava tta nuda, nem meaaoo de me ver a
apMii. Bio que dei- ne por aatisbt" : e
.attsfeita ft:o delta para todos os dus da
mtalivida*
Das outras tastemunha-, e qae toda
a Irt bh processo. ornas erara rea Ja lo
R. ao lampo do assas-dato uma loba si h
a um ara a mcutaa.|irat ata creadas. Toda*
-las veram aqi ds*r p .pie taesfot e.n-i-
a ida. Qhtfrs testamamas eram amg -
iatum e entranhatmis do &., seaita p>i
tsu sospeitas. Sa>.d ceno esta* mui rea
p-i>aves mas suspeilas de ptrcadid'ta.
E da (j aervem oa depumeotak -wa
taesaraan A t Para |oe i ergummi-a ai-
altafai com o dspoiraenio dta* a
a rasnos. esta raorreu em qninze ou vmte
raiuu'oi, que fui o tarapo que u assassin
le ou para Ihe tjrar a vida; ella vat mais
lenUrae U m rrendo pela dor de ter o R.
assassioa lo sua tilh.-i. E' a soa magua sera
remedio, sua dor sem consolarn.
E para que senhores. argumanlar cora
ess > cartas, tanto a primeira, que o R.
diss sera que ma malber est va escrevou-
10, com as que foram juntas bnnlem pot
oarte da d feza ? E' nntavel, senhores!
L/o n da 10 de maio, quando o Sr. jniz
fui ra das Florea, petguntou ao irmUo
do R. pela carta, que o R. dissera ter sido
a causa do assassiuo que commettra. O ir-
mio do R. apreseutau essa, que est nos
autos, declarando que por ordem de sen
trm o n d-z:a quai era o tabelliio qaa re-
conheca a le'ra, nem apreseotava aologra
iifty para exame por eomparacio de letra
Muit s mezas correram at ao dia do jolga
raeota; oR. deixou pasSir "S quinz-s dia-
que teve para contestar o libeilo, e no of-
lerecHii cjoteaiaci. E agora no julgamen-
lo dedu. oVfezi verbal, e ahi arti. ula que
todas essis cartas sao de leira de D. Clau.li'
na, e sao as testera 1 mas Srs. visconde de
Faiva Mraso. Octigo, e Sampaio qae diz-rai
que a letra. de D. Glaadina ? Sao estas
tesiemu ibas labalhae-. f Sao de ceno mm-
to res.'ettaveU esses sennores, mas nao s
tabell 3 'S. E os rec nbe'*iraentos nao po-
dein ser fetos s-nio por tabelles, que si
os qu Jeera > publica.
E' incnvel, vec^oaes, que sendo a primei
ra cada de -umoa irapi*;4.0C'a p*"*o B., e
d-v^nl ser para elle a sua d leza OUaot
a lelicto gravisstmo que corara-tteu, -*
leixase ficir sem reconhe ament -d hoje
a grado a ju-liga os metas de se poder fa-
or o recoohscimentn, e agir o Ilustre
cl ega^junt^ mais duas ou tes canas, pre
t en den l que valha o dito d'aquellas tres
testerauahas, que dizemserdeD Ctaulina
a letra de t>das. Pretand-r-se levar de
rep'llo um negocio tio seno I Parece a
r -presentac de um entremez! Isto nio
ibeatro, temlo da jostra.
Diz o meu ilustre collega qo\ quando <>
R. escreveu o livro Camdlo Castello Bron
o, era mais moc qae agora, e que as suas
teas nio p lera ser as mesmas de en< -.
i^orqu- n rec-dbeu o H. os exemplares
que <>a d'esse livr. venda as I 'jas do^
iivretro f. Ou eal >, porque ni prolestuu
'-.nutra essas saaa ideas a favor do adulterio,
lu'ilh lanto stfnlimi no lal livro ?
Diz o meu c- dlega que o R. nada Ihe quiz
contar acere te sua muluer. e qne chura-
va, e que ai qadri que se fallaase em soa
mulber. G un e explica tanta dor do R
e t atas lagrimas tendo-a elle assassin-du
e p-lo mono porque o fez, e contando elle
t pois corad o fizera ?
M ti o dis e o meu (ilustre collega sobre o
tempera nenio do R., a sobre o ca ae, e os
n e va lus lucidos do ciuraeoto, e o tem
jeramenio esp sa-bouvesse ama pena para cada hom-.md;
aira cerra temperamento, e para cada ho-
a-m no quii a ciume oba*s*e por um certo
1 id 1, cada cdigo pedal devta constar de
auitos e multas votamos. Eu vou saber
pa vivo dos anclo es qua o meu illu-
tro culi ga citan e vra nwndar-lhe, para
ju llar a tantas variedades, esta do tempe-
rara-rato e came do R. De maaeira que o
K n'um grande discurso de lempo, e nos
ratemiios nao lucid is, n'um ureparou se
com o c'iiorofonni >, n'ouiro escomea o lem-
po ra que a familia toda estava dormind,
n'outro espreilou para ver se sua raulhe.
eslava dormind >, e n'oat'O ra-too-a.
Sano )resr qual du vs nio tem filhts-
nio tem iras**? Si este R. fosse absolvi-
lo, o que ni> de esperar da vossa illas
tr ifio e da vossa consciencia, que exemplo!
que perig 1! Malber nenuoma se pedera
considerar segura. Fcil seria a qaalqoer
oa va o, por oiu-Ihe nio couvir qu) su.
raulher coatiouasse a vver, mata-la, e di-
zer que ella Ihe fora infi 1.
S nhores. ni fago raas que repetir-vos
as palavras do R. acerca do jury : a A mis*
sio do tury nio perdoar; ser m lioso, mas decid r conforme a matar con*
venrmi da sociedide.
Jmiz. Tem a palavn o advogado da de-
feza.
nu dever
recose!
le me
>*le
motivo,'e
etkk. Srata oito 5 Jk.,
)r|
r* Ufim hi toe
rejeHai om jarado,
lio me sappoobo
f>.apolMro porque o
porque 1
do jury;
_6J
da com
oa mam-
todo a asta
"Si cavalbeiros ne es jsryeexer-
em a medioma, alt em osgwtena ehoa-
radez iguaeaaa facalUuvo recusado. E ma-
ravilba-me que a dafesa seja ocrepada por
haver rejeitado um jurado.qjaaodo 1 accosa-
(9o rejeitou oatro.
Diz-se tambem que ea nio citei factaa
demostrativos da alieoacio mental do R.
nem se requeren exame da eaouade para
a comprovar.
Aqui ha confoaio, que importa evitar.
Trat-i-se de om astado vioieotP* da urna
tako, qae dommoa uma iotelligencia e
veaceu a liberdade por horas, per das,
nada oais. Nao se anega a alienaeao per-
sistente, duravel, conlipuada.
(.Gontinuar-se-ha).
ANNN ios
THEATRO
SMO ANTJMO.
GRANDES
Nos dias
sabbado 28 e domingo 29.
Havr nestes dias cima; grandes bailes da
mascaras, tocando a briibaote uanBa marcial a
corpo de polica, dirigida pelo sea habM inestre o
Sr Antonio Martina.
Principiar* aa 9 huras e terminar as 2 da ma-
drojada.
Entrada geral para damas, gratis.
CaTalhpirng ijOQ.________________
Vende e um sino em eo=ribe Je Baixi, na
trada.qae eatra para o Punlao, muit.i prtJ da
t*tai;ao da estrada qne segu para goberiue, com
seiecentos palmos de frente, com batxa para ca-
pra i'laatido e por plantar, Ca-*a para familia
grande e no niesmo sitio se vende Ujolos d al-
venari ; passoa qua preteoer derija-se ao
mSiiHi *ltlo .-.'..
i>tJeres-se uma rapariga soiteira para caa
de tarara, faz todo servico ezcepti corearas :
quem precisar derija-se ao boceo do Marisco ua-
mero 16, ______________
Has d-i Birj m Viciuna c&a de madama
Tueard, precisa de costureiras para coser em ma-
china.
------------------------a--------------------------
Casa
Alaga-e o 1* andar do sobrado n. 41 ra
Nova de Santa Rita : tratar a roa do Mrquez
je Ohnda n 62. 1o andar.__________
Ama.
Precisa-se do ama ama para casa de rapax
Mlteiro : tratar na raa do re*p*i o. 17, Injs.
AMA
Precisa-se de ama ama para comprar e cosi-
niiar para homem solteiro : na praea da lada-
pendKncia n. 4 o 6.
OoziniHiro^

No caes do Apollo o. 09 precisa se da um eo-
stobeiro a se pagar bom alpnel.
_
Precii>a->e de ama ma para lavar e oofom.-
mar: na ra de Hartas n. t.


Advoqadv da defeza. Srahores I Pro-
meti ser breve, b< evssimo, respoodendo
s observacSes do oonre representante do
mraist-rio publico e do ilustre advogado
,da A "
Das min as palavras proferidas n'esta
ca qual eu 'leva dar explicacSes aos meas cobe-
gas. Nio soltei aqu uma s exoressio
off-'nuva a presontes nem a ausentes.
Aotarisado pala lei a erapregar o termo
oroprto do facto, que arrastoa o R. ao tri-
bunal, jamis o uei. Tive o cuidado de o
sub tituir sempre. Discntrado em sessi
pnb.-a esta causa, sob certo ponto de vista
d Ificil. nio deixa escapar pbraaa reprn-
h-'n-iva ou que pulesse molestar o coracio
mais delic do.
Sou amigo digno agento do ministerio
pub'ico. e posta qae conhecesse o iilustrf
aiv.igado da parte, a convivencia de- res
diaa 00 tribunal deo-lhe eos?jo a tratar-me
i>im lauta bundade qaesabiret d'aqui, salva
a mpre a profunda pona que me causn a
forma da acousacio, mmussimo obrigado i
sua defenmoia.
O distincta delegado do procurador regio
m um telegrama do P'rto paraLisbua
ra que e irmao do R. dizia: Jos fea
b*w.
Nta diteauo a referencia d'esUs palavras
e *m seo sentido proprio o que loa
aiiribu ^ o miaiato''io piibHao- Co'no oa i
Srs. jurados team dejolgar Josa Cardoso Ityp- 00 DURie-BOA o, oguc Mijta*d
AMA
Precisa-se do ama ama para todo servieo de
ama casa de ama 16 p^soa: a roa da Palma
n. 50.
lUxllIfll
Precisa-se de ura bjra forneiro, mestre do mas-
seira e dousamassadores,: iniioa-se na roa da
Craz o. 3?, laja. Tambera se precisa de- d os as-
ertivos oa mnsmo pessoas livres, para -ervico ex-
tern de p&darta, paga-se bem e o trabalno e mo-
derado. ____^___^
Cozinheira
Na ra da Craz do Reeife, eon-itaria do Frei-
tas, se dir qiem paga 33fi mansaes a ama boa
cozinheira Dar paianm fiinilia.
Julio G. P. de Oiiveira declara uae ao da 15
de Janeiro batoa para fra de sua casa coramer-
cial o Sr. Js dos Santos Azarado.______________
"SLGA-SE
o segundo andar da ra do Imperador n. 17 : a
tratar na roa du Crazas a. 1.
Precisa so de um bom eopetro
rancez, roa das Laraagftiras d. 10.

no hotel
AMA
Precisa-se a ama ama para casa- de pausa fa-
naHta : a roa da Cdwla ti. ii, l-ja
Quem precisar de maadar fazer comidas om
uma casa particular, dirija-so ra So Tanibi na-
ojero 24.
IHIMIII
E' illimiuda a minhs sympattta para com o
digno Sr. Roliyt, e nio de**jiBdo par isso ver S.
Senkorria em aporos, previno a S Sntoma que
-ja mais condescendente eom os passag-ir a
nao abase Unto da boodade da zpablieo, alus toa
jeitar-.-e ha a nova pena Bofe exlabeteeida, ist
a appllcacio do codeado da lia Mequatiaa. Imnte
des-e modo bem garantida a saa Cimasa JfdUm-
bomba. Tome eauella com o Roberto, Senkorria ;
quem Iba ama o sen amigo
_ OHarece-se ura arbstt com o-st.ua piymuua
a qualquer pessoa que eafc-jjrajjiaa. %$$*
i>a pode adminlatrac.falaair aargo ajha iba a^a -
trague *.nb.a 4a caraotoa^.'lMaMMN%!
astrangeiro : quem precisar dirjase a travaasa do
Corpo Sratn. 3, qne n encoatrir com qoMi
traur. *
Precisa-99 de uma ama para.coataaar- am casa
Je pouca taaaiUa : a tratar na ma Non, lojas-
maro 7. _______________.
~ Foiieiro .
Precisa se de um parte nBalal e de algn eom
ortica para obraa rata*, eshn coao ajmwa
meninos para ensinara J na roa Ulatoerum
0.33. ___________ -
- rrmiu alagar t#eo atas** laata-
qne sei Bel: a tratar aa^adar da ra* do Raav
fel a. 9.
\


MUTILADO


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E7NSO5AVI_OP84IK INGEST_TIME 2013-09-19T21:34:47Z PACKAGE AA00011611_13069
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES