Diario de Pernambuco

.
Alm diss-'', a Brande quartdarle i.'.(im qur
el les deilam'de 5 i 8 pipas per lua ceuktit* o
dimetro dos tubr., a arilidade cionm, a sin.p tirfade, peic.o pid*7. coat-
binada com a i lega cia de sua Ai nr, qie para ser
aprreciada basla vet-se.
0 annunciante tem urea pes><>a tsperi ln ente bart-
ulada, tinto na corcac'' dV;V, iobu na esioba
do leiren ou lupar mais [ropri.. qtc > cnoritga
de tes >eivC'S por piego ron:ni>do ; e, *i*lo caa-
Lio ser mais favoravel, rende:e tl por pnces
ma;s moderados, r< -hend-se a-in peruana 6 dc-
pt ii de collocado e funcionando a iti*f\ao do com-
prador.
Tara ei coinmendis e nibis C8-
clnrfcimeutf'8 a r^speito rjitt-se
i.a loja do Sr. F. J. Gevman, rm
Nova d. 21 enaclfi in d*> meta-
es do Sr. Ptiulo Jos di SilvaUVei-
e, largo da Goucoidia n. 7.
[Cofres de ferro
Prensas
de differentes tamanhos.
de ferro para copiar cartas.
VUttjJaS ,je ferro gavainjgarjas para lelielros.
laCHOS ,je ferro paraassucar.
**ritUUo americanos para vanea e ladeira.
Machinas
Estes artigos acbam-se a venia
casa dos importadores
Saw, Hawkes d C,
mw da Cruz n. 4.
vapor e de co lar fem.
VaITluilOS jq m20 para SaccS e atierros.
Venezianas para jalicl iM.
UalanOaS decmais e outras.
' FOgeS de fenu.
EnKOr sa!tre> de. eic.
COFRES DE FERRO
Prov de fogo
Em tasa de Shaw, Haukes & 0. a ra da Cruz n. 4,
LOJA
Rival sem segundo,
Rl'.l DIJQtJE DE CJAX1AM IV. 4
(Amiga roa do OueinsadoJ
DO
GALLO VIGILANTE
Una do Crespo a. 7
Os proprietarios desle bem conhecido estabel
cimento, alm dos muitos objectos qne tinham ei
postOs a apreciacao do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapo:
da-Europa um completo e vanado sortimento d*
fina e mui delicadas especialidades, as quaes es-
to resolvidos a vender, como de seu costn
por procos milito baratinhos e com modos para
dos, com taito que o Gallo....
Hnto superiores loarse de pellica, pretas, bran
cas e de mai lindas cores.
Mui boas e bonitas golliohas a punhos para s
ahora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos enfeitas para cabecas d
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihos e sem elles; esta fazenda o que pode havar
de melbor e mai bonito.
Superiores e bonitos loques de madreperola
marm, sndalo e osso, sendo aquelles brancoi
com lindos desenhos, e estes pretos.
Mnito superiores meias fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 30J0W
a dufcia, entretanto que nos as vendemos por fO*
aim destas, temos tambem grande sortimento di Lata com superior banba
Contina a vender tudo moito bom e
muito barato a saber:
Libras de aroia prela moito boo. .
Tesouras finas para unbas e costu-
ra a.........
Papis de agulbas fraucezas a ba-
lito a.........
Caixas com seis sabonetes de fruta
Libras de 13a para bordar de todas
as cores a .......
Carriteis de linha Alexaedre a. .
Frascos com azeito para machinas
Gravatas de cores muito finas a .
Grozas de botes ma de porsi a ti-
nissimos a.......
Novello de linba de 400 jardas a.
Caixas com 100 envelopes mnito
superiores a -.
Pentes volteados para meninas a.
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e
Pecas de fita elstica moito fina a
12
m
6C
i/tOOO
WOOO
100
500
500
500
60
outras quaiidades, entre as quaes algumas muit<
finas.
Boas bengalas de* superior canna da India
casto de marfini com lindas e encantadoras flp
ras do mesmo, neste genero o que de melbor
pode desejar ; alm destas temos tambem grand
Kantidade de outras qualidades, como sejam, ma
ira, baleia, osso, borracha, ete. etc. etc.
. Finos, bonitos e airosos chicotinhos de eadeta
de outras qualidades.
Liadas e superiores ligas de seda e borrad
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para men)
as de i a 12 annos de idade.
Nmlhas cabo de marfim e tartaruga para fai>
barba; sao mito boas.e de mais a mais sao g*
rantidas pelo fabricante, e nos < por nossa vea tan
bm assegurames sua qualidade e delicadeza'.
Lindas e-bellas capeHas para noiva.
Superiores agulhas para machina e para ero
Liana muito boa de poso, frouxa, para enanei
Son baralhos de cartas para voltarete, aasin
cerno s'tentos para o mesmo fim.
1 Grande a'^awa*) sortimeoto das melhora per
rrtatuiaa'.e i dos otalkorea o mais conhecido par
oaaatstaa.
COLARES DE ROER.
i Elctricos ntagnietico eotttra as- convuls3er,
ficitm a denticao das innocentes rianca. &>
desde amito raebedom destee pwdi|ico
i e ooBtiftuaraos a recabe-los por todos a
-aflim de que nunca faltem no mercade
------ tem; atontecido, assim pois poderlo aquel
lar detfiM preoiarenvv-'ao deposito do fia
100 e.
muito
600
240
100
200
200
O verdadeiro porfland: S se vende Ha'
rnadafiadre de Deas n. 22, armaian fe
JoSb MiHttra de arros.
i. ,-i .i ---------' ..-i
Bom e barato.
Dockinaos da Coala Berreira tem para- vender
da onta
irapria o> MIMante^aefMIiUo* Ma* laaaml
. i. IfsimimimViiBBBBBml
A dopra quadado dea*' Ucto. eitfrtnam^tHe- aprociavel, pp*a< quo vita que
etaa qoaifoor oswiptorie bajamoia do-oo^oa^ tinta para os diversos misteres.
Emqoaotooa durobiiidodo, fak*oi^Hmv>rfimidi,^. depoifl doossripta. soffpe o^ cbeqae dead^.tiW.*iftO, som- O docOmpor ora so o ^finie, aonde sempre encontrarlo deataorord
aciftoonao tem. ac*5o sobro-otta4. muito meofe-ac4SodO)tentpo a pdvdetinii:: .isto ~ --------------------------------
S iao a^qafnawwie im> ntli mmm||Ji>'> tmmrfah os naa*mr. dos
floilogiesf,mve*gio. todos oaaeiotr.pawjoadiaolaaonto dos-,......awM|ilo&, lew
a-provoitado esta Usia, que- onm. roriio aochaTm' apta. par*aesenvoiver o,gotosa>
doeandos, em consetwenow da> Detkso.4*- o/acilidade. de-correr na-pena^DOla-soa,
liquidez. H* oiemptos de orioooas qoo btfa< muitb-tempb-t^bam. sana re^gnancii
extrema, parata esorpa, logo,gas aoifiduittkn data 'nta.no.coyagto, apoderou>se deUa
a orio^dadeeo gosto,:0 Boooo^eapo ^oj^so-otm^adiinip^nlln, wa.marMlflfcto.
BaAaunta, par de tanta vaotefens, tom mussoo iaeonvonieote,, detriora-se
rio contacto d oatra qotquer; corvwav.pois l-Ja* em tnteiro aioi mw V.WA,fc
souHnr dOiinta que nao soja a-
'VI, v
A&m tandease *jr&
do ibok logo \fiit ttfiki)
masa attoao^nio-ao ao fc
~ms
i ty ai*it* dooofcjeotos fne
aaSi'tMilao ttsaSitiaiia o anfoa a vina
eOatjaraf poe preeoa moito razoaveis loia
vigilante, roa do Crespo n. T.
MMLIflM
piaa de lindos padrSes
fazWid*de 3 rs. vendo*' por
e cores I
m rs.
Frascos de oleo Pbilocomo
f.no a......... 500
! Ficos de extracto-mnito bonitos a 500
Duzia de sabonetes mnito fiaos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. Io200
Frasco com agua dexolonia Piver a 500
Dito de oleo babezaa...... 500
Caixas de lamparinas a. .. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores-a....... 240
Cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de boba sortidas de todos os
nmeros a,...... lf^tiO
Capacho Bmto*onita6 o grande* a W
Carriteis do retroa pealo* com 2.
oitvas,a. ....... 640
Agtriboirosdaosso etifeHados a, 240
Libra de Imam, frasee saperior
qualidade a....... 2*420
Ricas touqoinha de 616 pose me-
ninos a 2fi0
Botinas de conro para;meoinoi a 2#500
Caixas com agaibas de ramio
dourado a 240
Peca do trasi bordada mmt fi-
a 500, 000, 800 e WfQ

fln-de370, vende-ie a 310 r.
- Chitas-el--: i Unas a 360 rs. o covado.
La;-, 380 rs. o covado :
rlF, ru do Duque
ite Ca "en ?> Qra-imodo n. 1.
0-P;
A (}. Montetro.
i no aimazem d
sangue pela bocea,
^^e#onbaijo o nwloMiw ds |
do mampnma, m eo(*pa omaiopora
)ysiN laaorpaolmonto, Xf. om. noito rooom-
monda.
Todos egsesuPpa-rial m laiaiitam-----------
maoia e dr
posto ae roa^
SES, roa d*
to^ai:------u_ 'j
R rileaux, Bom
taoJmaaoa.
i^ttuci'jrf -*-j SB| B |B ^R| HHHHR


8
Diario de Pwnambuco __ Se*(a felfa
JOBISPRPEWG'A
!> Itifi t)Z

JULGAMENTO DO P
CASTRO, N<
DISCURSOS DE Af
ns. u;iz D.\ l
(MlfnSTEWO PUBUC' \D0U,HO DT.
1'IIKITAS (ACCUSAiMW PA
CONSTANTINO D!
son).
< Beijo as mios d
generosidade pin comigo. Nnn:a sarao .te,
raais todas as graiido-s, coro que a femri
more ss incesantes finezas, que levo a V.
S. Prmiita. porm, V. S. que en fac al-
gumas reflexSiS s saas palavras. O Tro
visqueira porton-se comigo infamemniite.
Qaando eu part para o Rio, elle foi a budo
do Oneida .lar me urna carta fechada, e den
tro delta um crdito sobre a sua casa. Lon
ge de mina esquecer nunca tamanha pr..va
de alT.cto, mas licito ponderar que, se o
favor delle, por d5o ter sido solicitado, me
imputiha mim duplas obrigacas mor^s,
tambera nelle, por esse raoiivo, redobravmn
os m livos de melindre para comido. Lera-
brame V. S que teria sido mais couveni.-n-
te ter amortisado alguma cousa com Ignmas
economas Tera V. S. muia ral), roas
offerece se me dizer-lhe o'seguinte : K-ia-
r V. S. lembrado de que eu fiz sciente a
V. S., quando lle mandei o mappa das pri-
meiras dospezas ?qui feitas, que en lir vi
de vendo, por saldo de comas, i: 400$ X)0,
droheiro de c. Ora, esia divida esl lije
em900f$000, porqua eu tenho tirado pira
ella alguma cousa de cada semestre. E'
pouco, bem si; mas a este respeito leudo
muito prazer em me abrir completamente
com V. S .tyoje a vida era Portugal mili-
to mais cari do que nuucafoi. Por este
motivo- nos s podenamos1- fazer maior eco-
n ma eliminando a despeza de trem, que
muito forte, e para o que vou todos os das
dispondo a Nene. E la, coitadinba, gosta
muito disso, mas eu por minha vontade, e
por meu conselho, deixava-o agora quando
sahissemos da aldea.
Aqu bem sei que era indispensavel,
mas timbera, sob o ponto de vista di re -
nomia, n5o paga vamos renda aorta" l de
casa, o que agora vae crescer, junto ou-
-tras cousas, qua sempre se poapam no
campo. Nene qner conservar o trem em
quanto est na Foz. e eu farei a sua von
tade, comquando nio desist anda de
convence-la a deifazeruio-nos delle. Con
seguido isto, pola economisar-se. V. S. d
cerlo apreciar o prazer justo, com qua ei
lie di^o qoe nada gasto exclusivamente
comigo. A t >do o tempo seus filhos Ibe
diao que isto verdade. Pondero sempre
No as vantagens da maior economa;
s vezes mesrao a afflijo, e nio tenho qua
respondor-lhe qaando ella se de de nao
ser ea taxbem rico, como ella mis nao
sei recusar-lhe nada do que e la ex'ge. E'Ki
muito ooa, tem muito juizo, as fui crea-
da nos mimosos regalos da ?badanca e
anda ama creancinha com todas as illusoss
innocentes da sai idade. Nao seise ea de-
nuncio pouca habilidade em nao Ibe ter sa-
bido dissipar algum Unto essas illusjs D
qulqoer modo coofasso que n3o sei.
Na segunda, no fim, diz :
Compre me agradecer mui reconbe-
cidamente V. Ex. o offerecimenlo, e re-
inessa, que me fez por este paquete, e que
eu junto, como pro va de distinecio, e aff -co;
s muitas que tenbo tido a honra de me-
recer V. Ex. Consola me a opin5>
unnime, de todo o mundo sob o modo
exemplar por que eu tenho procurado t -
hoja ser o mais digno e extremoso marido,
que a filha de V Exc. podesse encontrar,
e espero em Dens que nao bel da nunca
desmentir esta opiniio. "S
Nao tive infelizmente urna riqueza para
offrecer Nene, mas sei que, quando ella
um dia poder abracar saa mi, jub losa
mente he contar que eu a trajei sempre na
altura dos deveres, que me impunham o
seu nome, a sua educafio, onome di saos
paes, e o meu sincero amor ella, e tod *
de sua familia. Beijo as mio3 de V. Esc.
pelo fea generoso obsequio.
N'estas cartas confesa o R. que nao tem
meios, e lamenta mesmo nio ter tido ama
riqaeza para offerecer saa mulher ; no-
ta-se a humildad;, e os amores, e reque-
bros, com que agradeca seus sogros as
FOLHETW

i \'1U DirlIS DI Pili \
POR
Xavier de Montpin.
r mais, oa se
quem Ihe emprestoo i pedir- he f k
U\ mesma carta.
Hl esse tal nm tasaste. Assira cliamou
da TrovisqJira.
Vi do R. andava lastima
do, e all as divids qae o R. l con-
tr liiu, e nio qae entre os ere-
dores I te espeJH ^Ba Trovis-
d |.i li : que o bari leira se por-
ta\a infamemente com elle, que era .verdade
de ter o bar) i! i urdem para di-
nhairo sobre a swa casai dinheiro da que elle
tt.-se tinha apr vjitad i. qae Ibe tinha dado
i*ssa or.iera sem elle R. a solicitar, que uto
im. utiha elle R. duplas nbrigaces moraes,
mas ta nbem fazia redobrar motivos da me-
lindre do lm5o para comeil*. Infame ata
lionera, que lerabra ao R. o pagamento de
um dinlieiro que dou< nonos anislhe em-
prestara spm Ih'o elle hiver pedido I Eis o
carcter do R.l
\Y:-s ni i da caita do sogro do R. que
elle Innbrava scu genro que teria si Jo
mais conveniente ter amortisado slguma
011*1 rom algumas economas; mas o Rv
reponden-ld8 qno a vi-la em Portagil es-
tavri muita cara, q9 > polis fazar maior
economa oiunmand > despe a de trem,
pira .. quj \\ i'a dispondo sua mulher, e
qae, mesmo a alllig, mas qoe nao sabia
recusar-lhe-nada do que clli exiga.
Peco an Srs. jurados notem que o R
nas cartas a seu sogro dizia que sua mulher
era muito boa, e linha muito ju/zo, e na
cintra sua sogra dizia que ella tlnha edu-
ca.; o boa.
Ni) hi llovida, senhoreSrf que D. Claa-
.lina era muilo boa, tinha muito juizo, e
muito boa e.l.irar.5o. Per IS50 viva lastima-
da e flligi la. Via que seu marito no se
da va neuhum genero de occopacSo, e
consuma untecipadinente o capital das
legitimas, qoe ella haviara de penen-.er ;
vis o sempre desam .ravel para ella ; cnhe-
C'a bem o .euciricter; sabia por Hi'o
onvir,-e por ler seus escriptos, qae elle
alo tinha religiao nenhuma ; por isso
muitas vezes llie dizii : Tu o que qaeres
dar cabo do que ea tenho, e depon aban-
donarme 1
Ve se nestas duas carias sua sogr...
urna de tois que ella morreu o marido:
< No marido de V. Esc. morrea a maior
alma, que conheci no mundo >. A alma
morro! Outra depois qae el i tinha mor
rijo tara em um litho : A vali perita-
mente no mea coraco as dores d'alraa de
V. Esc. posta entrj dous tmulos onde se"
encerram duas almas das raiii formosas e
completas, que Deus se dignou crear.
Duas almas, cada tima dentro de um tumulol
Quanta raso tinha pois D. Claudioa para
dizer ao R : Tu o que queras dar cabo
doqie eu tenho, e depois abandonarme I
Fallecen o sogro dj R. em jolhvde H69.
e o R. bem ceno de que nada tinha que re-
ceber da legitima de sua mamar, antes era
ja devedor de muito, so ento n'uma carta,
que escreveu a sua sogra em fgosto de
18 >, indi :an lo urai e:onomia, qie fizera,
falln em ganhar diabeiro palo sea trabalho
E* de ver esta carta :
* Pois agora qae vejo a minba Nene sem
pai, inspirar-me-hei da mamoria d'elle. e re
dobrario as ira posicSes que faco mim
proprio. E' cedo para dizer V. Exc. o
qm tenciono fazer, mas a Exc. qae brevemente omegarei a preparar-
me para o trabalho, que tenciono dedicar
o ra-u futuro, e de que darei conta V.
Exc. logo qu3 sejara ultimadas as minhas
tlelarrainacds. Q ando V. Exc. um dia se
encontrar a sua filha, urna c rasa Ib > dir
ella, de que eu tenh > .grande orguho:
quo todos os gosos da*riqueza de seu p.i,
todos forara para ella, sendo este orneo
maior contentamento. Quando eu ganhar
dinheiro pelo meu trabalho, ha de succeder
lo mesm i modo... Nos j nao vamos para
a Foz. apesar de sentir eu muito que Nn'
dei.ee de tomar banhos de mar. Deus que-
rer que seja ti'outro anno. Mandamos
por escriptos na casa que tinhamos sin-
gada i. '
Os Srs. jora! s notam certamente que
em julho da 1839 o R., respondendo s
obsarvacS s de seu sogro sobre a convenien-
cia de fizer economas, respoodeo-lhe que
a vida em Portugal ora muito cara, que o
PAUTE ii:i( lili A.
A C01DESSA DE R.4H0N '
-{Conlinuacao don. 14;]
XLI
Vroniin galopa.
J sabemos que a ex-aarqneza de Cha-
\igny se decidir a fazer esforcos de au-
dacia e a abalancar-se a todo.
O sea principal desejo ao sabir da casa
do governador era saber em que estado
iam as coasas. Bor consegrante, fez-se
conduzir ao palacio de Annibal,' convencida
dessa Mara de Rabn.
Mas nao foi assim ; o porteiro, muito
admirado, disse que o conde e. a pessoa
qae o acompanbava s tinham estado duas
horas no palacio, onde orna das modistas
da cidade tinha levado muitos vestidos, e
qae depois tinham partido n'um trem de
alogue).
Est bom, responden a formosa
Oiympia. Eu fico aqol. Mandem buscar
o comer a ama casa de pasto.
"Olympii eslava em jejum desde pela ma-
ub3a; mas antes de e assentar i mesa,
pegou n'uma peona, e com a m3o febril,
tracoo ai sagaiales linhas :
f Marqoez : O senbof e en estamos no
caminho do patbulo ; o hospital dos dou-
doe largou a presa ; a condessa est livre,
e acaba de se juntar com o conde Aoniba1,-
em t perlado, s o senhor nos
'' salvar o se demore, aqui
bSo pela minha
mo temo
se
Hympia, e
o -orne e morada do
Depois de fechar a carta, tocn urna cun-
painha, apparecendo logo Frontn,'que j
de todo restabelecido da-sova qae Ibe
dra Joo Roberto, tinha podido acompa-
nhar iua ara i.
A seohora condessa chamou ? per-
gonlou o criado.
Frontn, volvea Olympia, creio que s
um bom criado.
Para servir a senhora condessa era
capaz de me dixar queima vivo.
Quer fazer sua fortuna ?
Pois nao bei de querer I
Pois tera agora boa occai3o. Aqoi
est ama carta e urna bolsa cheia de ouro.
Tome a toda a brida o caminho de Pars.
Arrebente, se fr preciso, dez cavalios;
mas chegue l em tres das t Sente-se ca-
paz de fazer isto ?
Cora toda a certeza, senhora con^
dessa.
Entregue essa carta a pessoa a quem
vai dirigida, e na volla promelto-lho qae
flear bnstante rico para vjver sem traba-:
lliar, gosando de lodos os prazeres.
Senhora condessa,. parto quanto an-
tes. ; galoparei dia e noute, e se nio rachar
a caheca pelo caminho, chegarei, a Paria
em tres das.
Oiympia vio o .sabir de Clerawmt, lar-
gando o cavallo a toda a brida; depois1
ceton sera appetite, deitou-se sem somno,
e podemos affiancar que uo pregn olho
em, toda anoule.
SupporSo talvez os nossos leores que
o conde e a condessa ao sahirem de Cler-
moni tomaram o caminho do castello. Pois
engan"ira-se, porque Annibal, nio sabendo
da partida de Olympia, n5o quiz que a sos
amada Mara estivesse nem um instante
sequer diante d'aquella odiosa mulher.
A seis leguas de Ctermont pissaia um
palacio, com formoso parque e extensas
terra9.
luella propriedade, onde o fidalgo ia
rafissmas vezes, chamava-se a Quinta do
Vou.' Erguia-se na'grimpa de orna colina
ra de carvalhos e castaoheiros, ao so-
p da qual se estendiam formosas planicies,
regadas por um bulicoso riacho.
Foi para ah que le vou a condessa.
Dpmingos, os parteiros do palacio e o
filhos de algoos doa^^HI Uaviam de
tinha muito juiz, nas
mimosos regalos da a
ainda orna creancinha
innocentes da sua ida
m i i boa,
creadj um
^ era
t as illosbas
oafes-
[BIZ
sava qae nio sabia dissipar-lb'as.
Um iS'Z depois ji nio havij nada disso.
q^^^Ki era prepararse para traba
em jhar dhheiro pelo seo trabalho ;
senhores, que o R. n'um folhao
ilou A Repblica, escreveu t qae
a repdi^^bio proclama senSa urna virlu- fallar
Je cvica, do trabalho j sua mulbor nfl p1
era causa de se nao fazerem economas, ji o
R. sabja dissipar he as illusOes, fponto de
mandar por escriptos na casa, que linha alu-
gado na Foz pira ella tomar biohos. e co-
nhecendo alias que ella ni i podia deixar de
os tomar.
E logo no mez segrate, em setembro de
1869. escreveu sua sogra urna carta, em
que diz:
Tenio varios projectos sobre o mea
futuro., mas s da capital polerej sssegurar
V. Exc. o que definitiaraente resolvo.
Com eleito, o R. veio com sua mulher
para Lisbi, e foi cora ella morar na ra
das Flores, n 109, 2." andar, n, pondo em
obra o seu projacto. assa3smoa-a na madru-
gada do dia 9 de maio deste anno/que vii
correado.
Mis este assassinio p le ao mans com
parar se aos om.nettidos por Diego Alves
e Millos Lobo, que no patbulo tiveram a
justissim punicio de seus crimes? E>ta 6
muito raais atroz, e muito mlis barbar. e
horrendo
O R. premedito, e t-Scou cora muita
antecipacio os ra iios de etecujUr o assas-
sinio. Oque elle, pira seasifinini> q teria.
que lic.sse vestigi i de qe atraorte. f-a
violenta. Por isso munio-se de cirtoroforraio,
e escolheu o tempo, em que tola a familia
eslava deita la, e dormindo. e'lamhem na
sua cama deitada, e dormindo abobre infe-
liz ; ( vou repetir a; formaas pafcvras, com
que R. contou ao juiz o molo par que
matara a mulher) pensando qoe e cbloro-
formio apenas destapado prxima' do nariz
produziria o desapparecimento da vida,
assim o fez, entrando no qaarlo di fallecida,
e approximando-lbe ao nariz um Vi 1ro de
chioroformio destapado. Ella, depois da
priraeira aspiracao, desviou-se, gritou,
En 5o o R. a agarrou, e a suffoco com as
mios, eroupa da cania, tentando poc baixo
desta vasar-lhe no oirlz o" resto d> cbloro
fo mi. Em seguida teve o R. por bastante
temoo as mos sobre o busto, que eslava
j-cooeno de roupa, sustentando a compres
sio para sustentar a offocaciov Depois fe
chou a porta e levoa a chave.
S) estas as formaes palavras com que
o R. tontn em juizo o modo por que ma-
tara sua mulher. E nio se sabe que seja
mais de raaravilhir, se a extremada barba-
ridade e ferocidade do R., coamettendo um
assassini >, e por tal modo, ,se o cynismo
cora que referi todas as circuaasUacias bor-
riveis.
Foram assim feroces Diogo Al m e Mattos
lobo ? E as victimas delles foram martyri-
sadas como a do R. ? De mais a mais, Diogo
Alves e Mittos Lobo nunca fallarara de si,
nunca pretenderam engaar o publico, qner
fallando, quar por seus escriptos; o R-,
j fallando, ji por seos escriptos apregoata-
se contra a pena de morte, e at quera ba-
nida a palavra executor.
Daas vezes foi o R. riscado da universi-
dade, sendo reitor de'la nm homam respei-
tavel, Basilio Alberto de Sonsa Pinto, qae
como reitor tinha obrigaejo de conter e fa-
zer pun r as demasas do' R tu lo em ob-
servancia da lei. Nio lerei aqui tantas e
tant-.s paginas qoa oR. escreveu, injuriando
atrozmente aquello homem venerando, por-
que curapria a sua obrigacio ; basta s lr
o que o R. escreveu, porque o reitor disse
que era executor da lei:
c Escravo dexai-o ser elle que a si pro-
prio se appellida tal. Executor da lei diz
elle que Executor! Pois nio tinha mor-
rido esta palavra com a inqaisicio ? Execu-
tor I quem se proclama tal luz deste cea
do reculo XIX, no meio destas maravilhas
immensas do christanismo, no mesmo anno
no mesmo dia e mesma hora em que o
padre Flix est chovendo catadopas de loz
do alto da cadeira de Norte Dame, e Vctor
Hugo, o apostlo do prgresso, o grande
hervida
' 'I*
laaaT mi
cono
^^H
huma:
\j
de morte ^H
feripto d i
ecucio em j^^H
); diz elle : aindi ha pouco a
de toda cobria o rosto, ern]nant
vanlado o triangnlo, e aperlado
canhamo justa-posto as garganta i
ipfelizes .
Mas, se ahumanidade toda cobrtal
era|uanto em Inglaterra er.m
dous criminosos, e oorUuto, emql
Lisboa eram enarcados Dbgo Alve
Lobo, e em Franca gui'hotinado
de Pantn, indabilavel qm a human
toda tem. econservar o ra^ta&oberto, por-
que o R, na propria alco?a conjugal, no
proprio tbalamo, que ergueu patbulo, foi o
executor, o c.rra-co de sua mnloer.
Os que moriera no pitibulo So pi-
decem, -lkes tirada a vida em ins-
tantes, a a pobre infeliz, quio prolongado
nio fai o sen martyrio, e o seu peoar I Di-
zara os facnltativos que seriara precisos
qu nzo vinte minutos para delta se deslia-
re m os espiritos vit.es. O mesmo R. con-
fessou que em seguida tave por bastante
lempa as mios sobre o busto, que eslava
coberto de roupa, sustentando a compressio
para susient r a sulocagio.
A infeliz debatia-se de cerlo em tanta
afflicCio, e o carrasc o executor sem da-
vid i p >z Ihe os jodhos sobre o estomago, e
o peiio Que horror !
Escreveu ede, Miando do reilor di un-
vertidade, quando foi riscado, que nanea
Ihe. perdoarii as lagrimas amargas, que sua
mii tinha vertido sobre a sua adversidae.
E como podemser per loadas ao R. as la-
grimas, que a pobre mii de D. Claodina
tem constantemente vertido desde jue leve
a noticia do assassinio de sua filha, lagri-
mas, qae nio mostrara esperanza de se en-
sogaren) jamis ?
Parece, senhores,qoe enrojeci era ma-
tar tambera a mii de D. Claudina, porque,
sem que ninguem a tivesse de algum mo-
do dispoto para recebar semelhante golpe,
fni-loe ter s mios, e ella abri a carta, que
ah est ros autos, e Ihe loi escripia pelo
irmio doR. emdata de lde maio.
< Cibe-me a triste missio de levar M
eoraci) de V. Esc.
fundo.
t Tenho vivido seclos
tres das, minba senhora.
t Encba de coragnm o seu espirito, e
alumie-o da inspiraci) de Deas, porque
venoodar-lbe ama noticia muito peior do
qs a mora de orna filba querida.
O cadver de sua desditosa filha, mi-
nha senhora, j iz encerrado em caixo da
chumbo, ao pe do irmio, no jazigo da nossa
familia.
a barbaridade e o cynismo chegou
tanto, que n'oulra cart qua o mesmo ir-
mio do R. escreveu ao aonwaandador Fei-
toza, cunhado da assassinada, nio lamen-
toa a son tristissiraa de I>, Claudina, mis
sim ter perdido o R. um occasiio de fa>
zer parte do ministerio de 1 de maio.
Lemb o i V. Esc. qne sie paqoete
Ihe levara a noticia da o> Jbs estar minis
tro da cora, se nio fra esta grande des-
ventura, que o esmagou.
O R. se ihores, nao contente de ha ver
assassinado sua mulher, pretendeu feri-la
tambern na honra e na reputarlo. Depois
de assassina-la deisou-se flear era casa.com
o cadver ali, at s onze horas da manhia
de 10, que foi apresentar-se ao commissa-
nado geral d* policio, declarando que ma-
tara sua mulher, e que o fizera por have-!a
[encontrado algum lempo antes em adul-
terio.
Con iuzido do commissariado de polista
Boa Hora, declarou l : < Que tendo adia-
do sua mulher ni tarde do dia 7, das qua
tro para as cinco horas, fechando urna car-
ta, e sendo esta carta prova do adulterio,
que foi confirmado pelas conftsses de sua,
propria mulher, e mais decktraedes de pes-
ser snfficientes para o servicio durante orna
oa duas semanas, qne, segundo pareca
ao conde, era o mais tempo qoe a sua es-
tada .n'aquelle sitise podara demorar.
Nio tentamos descrever as ternas ex>
pansoes d'aquelles dous esposos separados
pela mais inaudita fatalidade, por um crime
sera exemplo, e qae afina! se tornavara a
Juntar.
De qoe servira metter essa gloga no
meio das peripecias de um drama terri-
vel T... As aguas serenas e placidas pa-
recen! montonas quando chegam depois
das ondas tempestuosas... a fefietdade
qaando narrada cansa.
Era misier, todava, tomar urna decisSo
relativamente a marqneza,- e toma-la sem
demora.
A condessa Mara, como y
dizer, nio quera nenhnma viuganca. Na
saa anglica boadade conde que
pagasse o mal com o bem. a que dsse
perdi Ilimitado.
Poda negar-se Annibal' aos rogos con-
movedores, murmorados por ama vos lio
suave e tio amada ?
t Ceden.
O conde Annibal, inspirado pela con-
dessa, escreveu i senhora de Chavigny
ama carta en que nio transluzia aanbum
sentimenlo de colera, nenhuma recrimina-
cao.
< Coaeorde comigo, dizia aquella caria,
em fazer annullar judicialmente nm casa-
mento em que' houve erre. Coosinto em
admitlir a saa boa f. A senhora, tal qual
como ea, enganou-se e acredRod sincera-
mente na morte da minha primeira esposa
t Reapparece agora milagrosamente sal-
va, e a senhora, de mota proprh, apressar-
se-ha emlhe restitoir o lagar qoe a alia
pertence ; fa?a isto, minha prima, ejaro-
Ihe que nio se instaurar nenhom preoesso,
qae am veo eterno occaltar o aassada, e
qae nanea, em nenhama poca, jhe pedir
contas a justicia dos horneas, tanto se-
nhora como ao marqaez de Saint-Maixent,
pelos fados consurnmados. *
Esti carU, qae era muito extensa, mas
cajo sentido fie resumido nas H^^F
s
para o castello de Rabobra *
la em Cjernoot.
mais nm golpe pro-
de amargara em
aal assigaid, e oi joaa aoi autos ;
! em
sea irmio nio pres
os jara conuarar a tetra^H
-ida, nem dizia o labelliio, que r
nhec a letra.
Vejamos o o ira as testsmunhas,
e com acera o. je Sampaio,
smuito intiraos di
m cinco e meia horas da nianhii
eptou-se era casa Ramalho
creado do R. dizendo-lhe que sen amo
Mino aedlitara o R. Ibe
ia um ora ir, e tal es o
derradero a [ era f'-rposa-
menie preciso
noute em duello de n I ira
de Alrae da Garre >ava o Sr. R
raalho cumplice de linnu. i li \ se nio obti
vesse que o combate se realisasse como
desejiva ; que no caso negativo, jale bia
procurar Garrett, e mata-lo onde o visse ;
qoe, sendo um caso excepcioual, enten da
qua s a presenta do Sr. Ramalho basta va
para legalisar o proj^dadoenconro.
O Sr. Ramalho obsorvou Ibeque era pre-
ciso guardar as formilida les dos da dios, e
erarin foi procurar Garrett, e desafia-lo da
parta do R.
O irmio do R. s onze da manhia apre
seotoo-se em casa do Sr. Sampaio, pedin-
do-lhe da parte de seu irmio fosse urna da-
lestemuphos..
E quando, por volti do meio dia, o irmi
do R. foi a casa do S-. R tundi dizer-lhe
que o Sr. Sampaio era outra testen >ha
j l estava Garrett dizendo qua era sua
resolufio inabilavel nio se bater com o R.
podia mata-lo, porgue n'aquelli mesma
noute parta para Frasca a entrar n'uma o
dera religiosa, e hia para o caminho de
ferro a p.
Garrett escreveu is^ome.-mo n'oraa carta
ao Sr. Ramalho; e este senhor, e o Sr.
Sampaio foram a casa do R., conlaram-lbe
o que era passado com Garreit, e lida a car-
ta (diz o Sr. Sampaio), o R. comecou a
chorar, dizendo que seria urna cobarda ir
matar um homem, que, se ano defenda.
Nio passar d'aqui sem fazermos ama re-
flexio. Pois oRs.que poocas horas antes
dizia ao Sr. Ramalho que era forcoso, na-
ter-se antes da noute em duello de morte
com Garrett, alias ira procura-lo onde o
visse, agorar era cobarda da sua parte
matar um homem qoe se nio defende. E
cobarda matar um hornea que est acor
dado, mas nao se defenle, e nao cobarda
matar orna mulher, e par isso esperar que
ella esteja dormindo, par qae nio possa
defender-se f
Dizem af mesmas teslemonhas que mo-
mentos depois oR. declaroo que sua mu-
lher estava morta, e qoe doria parte po
licia, e qae de transferido do Liooeiro pira o Porto, ou
'se con via desap parecer.
O Sr. Sampaio nio acreditou que tivesse
havido a morte physica, mas s a moral;
disse-lbe comtodo que Ihe pareca naver nm
processo para os RR. ausentes ; ao que o
R. responden que nio fugia, qne se ia en-
tregar justica. porque fura elle que ma-
tara sua mulher.
Estas duas testemunhas sahiram com o
irmio do R. e s na escada tiveram a cer-
teza de que a mulher d) & estava morta,
porque Ibes foi asseverado peio irmio do
R.,.que disse qae. quando de manhia,tinhi
chegado do-Porto, j a achara morta. No
dia seguate s onze horas da mrnbia foi o
R. apresentar-se, e declarou no commissa-
riado geral de polica, como j disse, que
matara sua mulher por bave-la encontrado
algum tempo antes era. crime de adulterio,
e na Roa Hora, que a matara por bave-la
ene mirado no da 7 fechando urna carta,
que era prova de adulterio* Qual a carta ?
A que ahi est nos autos e que fsi apresen-
tada ao juizo pelo irmio do R.
Primeiro que tudo, nio posso cer qae a
carta seja de D. Claudina, p irnue nio est
asa assim hsa.
dos Sr*
Huios
^^p; ne
finia a crd

zir
aaaaaaaaaaaanaaTaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaal
i.ente owk!'! que a
nao tivera nunca aaaesso caraal
com I pessoa, quem a escrev
Saponado qae essa carta foi escripia por
D. Claodina oaaje, sendo ella tio
devassa e oaram a
dizer aos oread LaaaaMP' e i oa'
tros, ella mandava ett por
seos creados, e p asqoiaa ;
que recebia o 6.rrett^^^^^^^Ke o
quand b. para
cas ; devaisa a loDcarqne
amescami > por na a^^^^^Mlos
todos, se o creado nSo tiaj^H ^^Knrna
carta, que linha manda- dizeodo-
Ibes no dia ansa de
se despediram iarrett
podiara ficar, rrets
tinha acabado ; se ca e
devassi, digo. ^^^H tea-
do tido cm ^^^^Knio
m coosa com
referencia i h
Portanto, senhores. da cart, suppondo-a
de*D. Claodio, o q qoa nio
tinna havido aduh^^^H mes-
mo-um forte documento e re-
futar os depoimentos
rara de D. Claodina, e
qnaes ansinaram a dizer o i
podia ser; sendo o cumulo
e da ramoralidadff que o R. i P*
mulhar, e para ver se se b^^Hpoa qoe
a lei he Irape por seu graoi rima, i fira
assim na honra e na repotacio!
D. Claudina nio era o qoa depozeram
essas pessoas, porque o proprio R. nimia
carta, que ahi est nos setos, diz que ella
era muito boa, tinha multo juizo, boa
edocacio; e nao podia ser, porqne o Sr.
Sampaio, o Sr. JoSo Ignacio da Cunba e o
Sr. visconde de Paiva Manso e sua molber.
ntimos amigos do R., depdzeram que nun-
ca desconfiaram ao menos qoe D. Claudina
fosse infiel sea' marido; e se*ella nio
fosse de muiio juizo e exemplar comporta-
meato, oio era possivet (joe o Sr. visconde
de Paiva Manso e o Sr. Ramalho Com saa*
mueres continusssem tio freqoentemente
a casa e companbia de D. Claudina, e o Sr.
Sampaio com soa neta, aeontacando at dei-
xar l o Sr. Ramalho sea mulher, e o Sr.
Sampaio sai qnerid neta.
(Cbntinwr-te-ha.)
uaue
Pouco antes, teria sido taivez de muilo
peso para as suas determinarles futuras,
mas era j tarde demais, porqne- de um
dia para outro esperava o masquez de
Saint-Maixent, e urna vez que tinha insti-
gado o seu tarriv^t cmplice, nfo i^eiii
Olympia ficar atra^.
E di'pnis, esi*w preparando armas para
o combate.
Um astuto atfrogado, a quem ella eonfiou
os seos negocios, e qne de.lava para traz
das costas a leaidade e a probklade qnando
i Ihe apreseatevam algumas probabilida-
des deilludir ajostif.a, cora pito rae llera-se a
ganhar a causa, que a sua oliente devia
it e veaaar de um modo*ruidoso.
A senhora moca, mea e formosa,.
diza-lhe elttv e tudo isto pesa muito na
batanea de Tbemis. Niogoem repello urna
densa andante como a senhora; antes pelo
contrario todos porfta> se esforcam em
attende-la e obsequia-la. As saas mios
cheias de lizes, os seos abrasadores alba-
res e Suaves sorrisos, sio outras tantas ra-
zos excellentes, qae bastariam para ganhar
am meo processo, & este nio mi. Qae
juia por muito austero qae o supponhamos,
sera capaz de ditar ama sentenc* contra a
senhora, se com ama palavra hbilmente
calculada, como as molberes as sabem di-
zer, fizer brilbar aos saas oaos algama
leve esperanca f O governador, a quem a
saabora avassailon completamente, ha de
praslardbe todo o sea apoio. E por outro
lado, ole contamos com ama prova capi-
tal, que bastara por si s para decidir a
cansa a sea favor f Reflro-me. certido
de bito da primeira condessa, prova esta
qoa irrecusavel, se pelo menos nio foi
commettdo algum crime. Ellas poderlo
allegar esse crime, mas prova-lo difi-
rante, e os senhores do Presidia! reeuario
cheios de espanto ante orna accosacio in-
verosmil, destituida de todo o fundamento.
Aquella dextro advogado falln larga-
mente n'estes oa parecidos termos. A soa
eloquencia era inexg davala As jalavras
sahiam-lbe dos labios como a aga corre
da urna foota, e em sumraa, foi tio per-
saasivo, qae Olympia, convencida par elle,
dmiravel caria do conde com
doafl ctacoes, isto 6, inventando dous pro-
cessos, utn por supposKjiQ easurpaelode
has ama- Masivo, qi
norae aventureira chamada Simoa Ray-
mundo, que pretenda ser a condessa de
Raboa, e outro por adulterio ao conde de
Rahoo, que viva, publicamente com a mi-
sera oif, paito* de todas as teis di-
uias e numaoas, quera fazer passar por
sua esposa.
Ao recebes aquellas duas ctaseos, que
I ha- ordena vam" o comparecer no praso de
orna semana perante os juizes do Presidial.
o qift, sob a forma de autos jodiciaes, nio
eram outra cousa mais do que monstruosos
huellos, o conde Annibal estremeceu-se de
indignacin
Ahr.miserawl f infame I bradou eMe.
Porque nio a matei en, como tencionava,
oa noute em quo Domingos me revelou. a
verdade ?
A condessa Iravon das mios do soa ma-
rido, e aponUado para o cao com sorriso
adoravel, disse Ibe :
Daos tudo ve e todo jplga I- A men-
tira nio ha de triumphar I;...
Vo I te mas agora alguna dias atraz, e reu-
oamo-nos ao criado Frontn n'aquella via-
gem. a Pars, no fim da qual divisava elle a
sua fortuna.
Ficar bastante rico par viver sem
traba:bar, gosando de todos es prazeres,
tinha ihe dito Olympia.
O ocio e os gosos maleriaes I Nio era
preciso mais nada para inSammar a imagi-
nadlo de FrontiD.
Poz-se, pois, a- caminho com ardor sem
igual, cavalgando nos esculidos rocos da
quelles sitios, qoe estimulava iacessaote-
mente com a espora e o cbicoie.
Sem duvida seria realisado o prodigio de
chegar a Pars em tres dias com taes ca-
valgaduras; 'mas infelizmente para elle, ao
amanbecer do segundo dia, ao atravessar
o bosque de Massiac, depois da aldeia de
S. Judas, o cavallo meio arrebentado que
moiitava tropecou e cahio no meio do cbio,
atirando o cavalleiro a dez passos de dis-
tancia.
A almaria ainda se levantou cambalean-
do ponaos, minutos depois, mas Frontn,
ficou immovel, porque so cahir de cabeca,
linha quebrado a espinha dorsal.
Urna hora depois, Diooizio Robustel,
prebosti como sempre do mirecbalato,
VABIEBADE
BORDEO^ Installado em Brdeos o
governo francot oceupa os seguintes edifi-
cios e reparti(es:
O pessoa 1 e ministerio- da guerra, es tio
na parte baixa da cas do municipio, nas
mesmas casas que o Sr. Brochn preparou
em tempo para serem accepadas pela fa-
milia imperial. Nesgacasas secollocaram
230 empregado. O delegado do ministerio
oecupar nma grande casa na ra de Rohan<
e ao seo lado estar o tolegrapho.
As repartieses do ministerio do interior
estio na prefeitura.
O Sr. Ci-emieux alogou a casa n. 21 da
ra do Eiprt-dos Lois e oa immediaia, n.
20, estio os olciaes do ministerio da jas-
tica.
A repartifio central de telegraphos e com-
muicacdes est na parte, baixa da prefeitu-
ra. O Sr. Glais-Bizotfe oceupa uns quartos
da casa do Sr. Guepin qne Ih'os cedeu.
Lord Lyons, embaixador da Inglaterra,
vivia na hospedara da Paz, e a agencia
Havas, que segu o governo, iostallou-se na
avenida de Tournv.
passoo pela estrada frente dos seus
mens, e parou ao encontrar o cadver.
No corpo de Frontn nio havia o menor
vestigio de ferida..
almaria ajaezada pastava aili ao p a>
berva de om prado,, e nas joelheiras ensan-
grentadas tinh o-indicio de orna recento
queda.
De maneira que nio se tinha commetti-
Jo nenhom enme, e tudo se amitava a>am
accidente.
O pobite diabo parece que era cria-
do de alguna casa grande. E' preciso re-
vistado. Talvez encontremos- nas algibe-
ras alguma. cousa qne revele a saa adenti-
dade.
Dous bomens passaram logq retieta s
algibeiras de Frontn.
Urna bolsa I brado um d'eltes. E
bem recheiadioba, co'a fortuna r. O ma-
riola tem mais dinheiro que um fidalgo I..
lima caria, disse o segoado qnasiao
mesmo tempo.
Venba orna e outra cousa, ordenou
o preboste.
Dtonizio tomou o peso a botea com a
mi querda, enwoanto comv a direta le-
sa va a carta altura dos' olhos, leudo as-
sim o nome e morada da marques de Saint-
Maixent. .
Os nossos leitoca eee*ecam sobrada-
mente o horror qoa ao digno prooostaias-
pirava o MaMa^D preso, o homem qoa o
tinha borlado.
O semblante affegoeou-se-lbe da ratate
brilharam-me os olhos por baixo- do es-
pesso monticulo de sobraocel sa. e om
enrgico-Com Mienta mil i^^B Ibe
fugio dos labios sombreados pelo omprido
bigode.
O marquez de Saint-Maixent I mor-
murou com entooacao da rara a des-
prezo. E' para o marquez de aja&rt-Mai-
zent (
Conhece-o, sephor preboste 7 par-
guntoo um dos horneas,
Conheco-o al
i, Flaalin, pae essa ca
quelle cavallo : e li
esquerda, e a galope 1
rt"-
TYP fX> DlAuMSH
;
D

t.


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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13065


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Full Text


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AIKO XLVtl. NUMERO 16
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PAIA A CAPITAL E WGABES OIBE lTAO SE PA6A Win.
Por trae mesas adiaotados............. mv^
>or seis dito* dem ....... ......[ S^X
CjkU somero avulso........ ......* I
SEXTA FEIRA 20 DE JANEIRO OE 1871/
PAIA DOTO E POSA DA P10THOA.'
Por tres mezes aiaoUdos
Por seis ditos idea. .
Por nove ditos idea .
Por om inoo dem
6I7EO
ilUCO
aojaio
S7I0CO
priedade de Manoel Figueira de Fara & Filhos
SAO ACiBMVBS: ~
0. Srs. Gerardo Antonio AJva. Filhos, no Par ; Gonces A- Pioto, no Ma^ao ; Jwqoim Ja** Oliveira, no Cea* ; Al* de Leoo. Braga, no Arwaty ; Jlo Mari. Joo Chavos, M Am6 ; Antonio Marques da Hn. no Natal Jo*
Pweirt tfAhneida, em Mamangaape; Antonio Aleandrino da Urna, na Parahjba ; Antonio Jos Gome, na ViHa da Penha; Belarmino dos Santos Btelo, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,
_________________ n Nazareth ; Aptonio Ferreira de A PARTE 0FHCIAL.
CJorenio (t provincia.
KXPE. 1ENTK DO DA 16 DK JANEIRO D3 1871.
Actos:
O presidente da provincia, tomando em con-
siiteracio o que expoz o inspector da thesourana
de Uzea Ja em ofllem de 14 do torrente, sob n.
36, e de couf rmidaJe cora o di*i>o- n. 884 do l. de fevereiro de 1862, e circular do
iesooro nacional, o MI. de 13 de setembro do
mesmo anno, resolve abrir sob a responsabilidade
4a pre-idencia ara credit.i. na Importancia de___
3:IMJ1I6 reis, sendo 7:8131391 reis, par a as
despezas pertenceotes a rubricapresidios e co-
lonias raililarese 3iJ76 reis para as relativas
a despezas eveniuaes, ludo do ministerio da
guerra oo exereieio de 1809 a 1870, como e v
da deraanslraca, que veio annexa ao citado offl-
ci.
Expediram-se as neeessaras coramunicaedes.
O. presiden)-* da provincia vista do ofBcio
do d-jutor chefe Je polica, n. 50, de 11 do corren-
la, resolve conceder, ao baeharel Menelo dos San-
to* da Foaceca Lins, a exoneraco que pedio do
cargo de delegado do termo de 1 lambe.
G>muncou-se ao chefe.
Orados:
Ao general commandanle das armas para
mandar por era liberdade o recruta Man^l Fran-
cisco Ribeiro.
Coraraanicou-se ao commandante superior da
guarda nacional do municipio do Recito, em res-
posta a sua reclamacao.
Ao desembargador provedor .da Sania Cva
de Misericordia, remtenlo, em satisfacao ao sea
pedida, copia da decs-i dada na pelico de Ma-
nos! Ignacio de Oliveira Lobo, acerca de um ter-
reas sito no Forte do M titos, portencente apatri-
mraio dos orphos.
Ao cansa, mandan lo admitlir no collegio
do* orpuios o menor Francolino, filho de Ignez
Maria.
Ao inipector da thesaurara de faxrada,
eoramunicandii ha ver o bacharul Jos Francisco de
G03 Cmlcaate, deixado no dia 2 do corrate, o
xercicio do cargo de jaiz municipal do termo de
Serinnaem, por eocomraodo* de saude.
Ao meamo, declarando para os fin* conve-
niente*; que em vista do que expoz o juiz de direi-
(o da segunda vara lesla capital, baeharel Manoel
Jo** da Suva Neyva, toram-Ibe abanadas as faltas
que por encoramodos de saude dea nos dias 13 e
ti do crreme, no exercieio de suas funceSes.
Ao mesa, trausmiiiiodo para terem a devi-
da execac). duas. orden*, sendo ama do ministe
no daguerra datada de 9 de dezembro ultimo, e
oatra era duplicata, exped'da pela reparticio do
avadante general, sab n. 7i7.
Ao mesma, inisiraado-o de ter o promotor
publico desu capital, baeharel los Joaqaim de
Oliveira Faneea, entrado a li do corren:e no
goso da liceoca que lli foi concedida por portara
de 10 des te mez
Ao inspector do arsenal de marinha, decla-
rando era solucad-aoseu offlcio que, achando-se o
tercero escrptnrario da contadura de marinha,
Horacio de Gusmio Goelho, juramentado e empos-
sado na lugar de escrvo do aliuoxanfado desse
arsenal, esto prejudicadaa as duvidas comidas no
citado offieio.
Ao commandante superior da gnarda nacio-
nal de Olinda, recommendando a expedicao de suas
ordens para que seja dissolvido o destacamento
existente naquella eidade, logo que se aprsente
para substilui-lo oatrodo corpo de polica.
Ao commandante deste corpo offlciou-se para
fazer destacar all um oficial e doze pracas ; e
communicoa se i thesouraria provincial.
Ao do municipio de Tacaral, remetiendo
em respost* ao sea offieio de 13 do correle, co-
pia do parecer da contadona da thesouraria de fa-
zenJa com o lual concorda o respectivo Inspector,
quanto ao pagamento do* veaciraenlos da torca
que esteve destacada naquella termo.
Ao tenenie-coronel commandante do corpo
de polica, drtendo em resposta ao seu offlcio |n.
-113 de 7 de dezembro ultimo, que vista das in
torraacoes janlas por copia da tnesourara provin
cial, nao ha duvida quanto aos vencimentos que
corapetem aos inferiores desse corpo, os quaes, se-
gando suas graduacoes lero mais cem reis, que
as simples pracas de pret
. A director ao arsenal de guerra, commo:-
m cando haver recommendado ao inspector do ar-
seal de marinha, que mande desembarcar de bor-
do do vapor Paran, e conduzir para esse arse-
nal, tre* caixdes vindos di corte, contendo farda
ment para a msica do 1 batalhao de infamara,
M espadas de cavallaria para o deposito especial
(Vrinsiruccao, e urna bandeira nacional borlada e
oTerecida por diversas senhoras ao 9. balalhio de
infamara.
Fez-so o necessario expediente.
Portarlas:
A" cmara municipal do Recife, remetiendo
em satisfjcao ao seu pedido as acias da apuracao
da eleicao de senadores, procedida nos collegios
de Sanio Anlao e Flores, as quaes devero ser de-
volvida?, logo que nao sejam mais necessarias.
A Assoeiacao Commercial Beneflcente desta
praQa, traosmitiindo copia do aviso do ministerio
da agricultura, relativamente construeco da li-
nha telegraphica denominada do Norte, afira de
que exponha o seu pensamento semelhante res-
pailo. cerU de qae a presidencia est prompta
combinar os meios raais proprios i realisar melho-
ramento de tenia importancia, a prevenindo-a de
que o diiactor geral dos telegraphos acha-se nesta
capital, a sa entender com a assoeiacao.
Despachos:
Antonio da Paula a Mello.Pro ve o que allega
no prazo de oito desta date.
Antonia Maria Magdalena.Seja posto em lber-
dada.
Abdias Bibiano da Cuaba Salle?.Indeferido,
vista da informacao.
Companhia Brasilian Street do Repito a Apipu-
cos.Informe a cmara municipal do Reeit*.
Padre Francisco Virissimo Bandeira.Intocme o
ir. dreelor geral da instraceio publica.
Horacio de Gusmao Coelho.Pane porlaria^on-
cadendo 16 dia* de licenca com ordenado na for
ma do artigo 99 do regulamento o. 4364 de 18 de
qaete* a vapor, dzendo de ordem da presidencia
que podem faz^r seguir para es porto! ;do norte o
vapor Paran, procedente dos do sal.
Repartido da polica.
2.' secc-io. Secretaria de polica de Parnambo-
eo, 19 de Janeiro de 1871.
N. 85.Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheei-
mento de V. Exc. que, segundo coasta das parti-
cipaQue* receidas hoje n'este reparticao, foram
hintem recolhidos casa de detenca > os segaintes
individuos:
A' ordem do subdelegado de S. Jos, Antonio,
escravo da J*s Gamas de Lima, por andar fgido,
e Manoel Ayres Ferreira do* Sintos, por deser-
dem.
Mandi boje recolher casa de detencao o im-
perial.marinneiro Antonio Dias dos Santos, que
na manhaa do dia 16 do crrante, tsaassinou a
praca do mesmo corpo (zidro Professor Bispo, de
quem tratei em minna parte diaria d'aquelle dia,
tenlo ido o criminoso capturado na aoite do dia
17 na freguezia da Varzea, e remmettido esta
reparlicS) pelo respectivo subdelegado, com offlcio
datad) de h intem.
Deas guarde i V. Exc.
Illm. a Exm. Sr. conselheiro Didgo Val no Caval-
cante de Albaquerqne, presideate da provincia.
O chefe de polica, Luiz Antonio Fernandes Pi-
nkeiro.
>^-
0URIO DE PERNAMBUCQ
Relrospecto polHIro do anuo
deISIO
ii
(Continua rao)
Felizmente para o* povos do continente ame-
ricano, as graves quesides da poltica internacio-
nal, que aguara os espintas na Europa, nao pesara
sobre a America se nao de um modo indirecto as
suas relaces eoramerciaea com o velho continente.
Felizmente para os povos americanos, entra al-
ies nao sa observa era sa ateia o incendio desta
devoradora a por ventura tarrificante poltica, qne'
o constante pesadello das naedes da Europa, qne,
obrigadas a viver armadas para a paz, veem suas
nancas arruinarem se todos oa dias, sem pode-
rem oppor-lhe um dique, que nao Ibas acarraza
immedialaraenie a tempestade e faca ribjmbar o
trovao da guerra.
as duas Ameritas a vida poltica inlemacioaal
toda outra, a eorre placida e tranquilla, sem re-
ceto* de com. licaedes e livre das suspeilas a anea-
cas dos visinhos. Se alguraa vez um conflicto
obscurece o horisonte poltico de dous de seas po-
vo3 ; se t tempestada alpuma vez desencjete os
^?saaatt,ftggsgdrta
rilli
Coramendador-Jos Jacoroe Tas9o.Intorme o
Sr. inspector da ihesoararia de azenda.
Joaqolm a Gusnaao CoetooInorme o Sr. ins-
pector da akatotiraria provindal.
Maaoai Fefcf pa do Monie.-Diga o Sr. inspector
dajwawaria de fazeoda.
Maneel Clemenu'no Carnelro da Cooha.'-Coaio
Hr^dalaz^^06 **+**
i UPIDUnm DO SBCRETAiUO.
Offlcio* :
Ao eooaelbeiro director geral da secretarte
d*tedo dos negocios da manota, participando, de
ordam da presidancia, que o recruta Jos Eleuto-
rio da TriwMe daixou da seguir para a corte por
Mr tilo reqoisiudo pela Dr. chefe de polica, con-
forme fpi oommuaicado I asta tac
oOcio
Fehppe de Saeta-
bailado a merma-
segundo decJiroij o ea-
iniifirtte braiieira de pf
v esmeriliir a razao de ser das causas da lula en-
tre ellas, nemv iagerir-se em negados que Ihj
nao affectam. A poltica da America liraite-se
em tees occa*i5es a prantear a lata em nome da
bumanidade e a offerecer o* seus boos otcios em
irol da paz. Sua accio nunca imponente oem
amea^adora, e o lino poltico de seu* homens de
estado affugenta-os da lula, affasta-os das compli-
cac3*j e dirigo-os pela estrada do interesse doa
povos, que no de forma alguma um aniquila-
minio reciproco, mas sim um amistjso bem vi-
ver, ara anhelo constante pela liberdade.
Esse estado da America, que nao pode ser ac-
coima lo de urna filia de poltica, e que antes me
rece ser considerado como um estado poltico mui
|o promettedor, por sem duvda o resultado das
instiluicdes livre* por que se regem os povos ame-
ricanos a lera por cansa a o5i existencia dos an
tagonismos que excitara 03 odios recprocos das
naedes.
Se na America ha nacoe* que tenham alguma
vez se affastado dessa norma de proceder, essas
na5e*-s5o os Estados-Unidos do Norte e o Bra
sil.
Os Estados-Unidos, nos negocios entre Haspa-
nha a Cuba, assurairam ama posiQSo algum tanto
ameagadora ; e, se, nao forara muito alm as suai
veleidades da podero, foi isso devido no anno no-
do ao presidente Granl, que todava, curvando-se
a* determinaedes do senado de Washington, noli
Bcou H 'spanha em termos enrgicos contra o
modo por que se fjzia a guerra na rainha das An
tillias. Anda as repblicas de S. Domingo* e do
Hait o* Estados-Unidos fizeram valer asna influ-
encia, indo metter-se de permeio as revolu^des
intestinas desses paizes.
O Brasil tambem, mais de urna vez, tem-se affas-
tado da sabia poltica de nao intervencao as latas
intestinas de outras potencias, e os estados do
Prata dio testemaoho dessa poltica, que, em tao
boa hora o dizemos, tem-se modificado sensivel-
mente nestes ltimos auno?.
Nao pretendemos que o Brasil perca a sua in-
fluencia no Prata; queremos so neme que a sua
aceto seja leda'-pacifica e conciliatoria, e que, por
meio de una poltica franca, sincera e previdente,
elle augmente as relagdes de commercio e amizade
entre o povo brasilero e o p jvos platinos, sem crear
embarazos e diffl:uldades a marcha regular dogo-
yerno desses povos, sem se interessar directa ou
indirectamente as lutas partidarias que os agitam
e prejudicam.
E estado normal da poltica internacional america-
na, e pode-se afflrmar que nunca o ser, por que
oa America nao existem nem os profundos anta-
gonismos nem as complexas a interminaveis ques-
l5es geraes em que se debatem as naedes da fiu
ropa.
Por i*se o theatro poltico ialernacional da Ame-
rica nao offerece ao espectador o interesse que Ins-
pira o velho continente; por isso elle nao apre-
sema aos olho* da razio esclarecida esses estupen-
dos acontecimentos, essas latas titnicas, esses
corametlmentos gigantescos e essas apprehensoes
dolorosa, qne formam as constantes lides da Eu-
ropa e qne obrigam o mundo inleiro a palpitar
com o seu palpitar, estreme :er cora os seas es-
tremecimentos, e a sonbar com os seas sonhos de
equilibrio, serapre auspiciosos e nunca realisa-
veis.
Se a America, porra, oo tera essa assombrosae
eneanguentada poltica internacional; se no sea cea
nao pairam essas nuvens negras prenhes das tetn-
paetades que lancam as nacijes nos bracos daguer-
ra .; ella lem todava a sua poltica inierna, a po-
ltica inlestina e caprichosa de cada um de sens
estados, a abi que o seu coracio mostra a he-
dioodz de multas ulceras presentes e as doloro-
sas cicatrizas de rauitas feridas passadas.
Poreorrendo a historia desses ettedoe tocramos
nessas ulceras, sem todava offenJe-las e lize-las
sangrar.
ESTADOS-UKU*.
Apezar de abumas graves desorden* nos estados j
do Tenessee e Carolina do Norte, desordeos promp-
tamente >pasiguadas?a situajao dos Estelos-Uni-
dos, com referencia a paz interna, foi muito lison-
geira ao correr do anno Ando.
Gosando de paz na interior e sem alliancas com-
promelte Joras da paz exterior ; com um slo lr-
tilissSmo, sera rival, e cuja eitenslo permilte-ihe
sustentar com abundancia 500 mllboes de indivi-
a necassldadas de todos o entes vivos ; os Este-
dos-Uoidos da America do Norte, depois da lata
fratricida, qoo leva por origero a escravaiara, e
pwlTra a Iroerdde de bbmem de cor, oflerecam
aos olhos do mundo um povo esseneialmente ira-
balhador e intelligente, e om paiz onda a liberdade
se ostenta sob todas as formas a matizas, attraba-
da sectarios, convidando o bomem ao trabalh) e
prometieodo-lhe um lucro eerto e um bem estar
inesiimavel.
Os Estados-Unidos lem orna popalacao de (5
milhes de oidadios livres, fallando todos a mes-
ma lngua.
All todos tera as possivais faealdades de se ins-
truir ; as instiinicSet sao vedara ninguem o
camiuho da reputa-cao a da forana ; a cathedral
livre, a escola livre ,e a impreasa livre ; a*
receitas que affluem a* Iheseuro ultrapassatn as
neceisidades do govera ; em somma o accordo
reslabeleceu-se depois da gaarra e flrmou-se ara
bases solidas no anno fiado, tomando assrn o pa-
vo americano do norte esseneialmente feliz.
Diversas manufactura* all desconheeidas, jantes
s aotigas, de ha muito exploradas, foram creadas
por toda a 'parte e deram finalmente aos Estado
Unidos um grao de inlependencia nacional que
nenhum oulro estado possue.
Dotada com un goveroo eiseneialroente mora-
lisado e francamente inspirado pelo patriotismo, a
grande repblica americana vio eomptetar-se os
anno Ando a serie de medidas iniciadas depois da
Suerra, a cajos resultados foram: reatoear as er-
adas e villas destruidas na hita gigantesca ; abrir
novas e roconstruir as velhas estradas de ferr,
estradas derodagem e carnes; desenvolver as fl-
naocas ; augmentar o commercio, croar recurios
extraordinarios ao Ihesooro ; melhotar as Unan,-
Cas; e, era urna palavra, ragar cada vez mais
auspiciosos futuros ao paiz e promover todos oa
engraodecimeatos poisivs tente na ordam moral
a intelteclual eomo na ordem physea a material.
No anno de 1870 o governo da Uniio eoacao-
troo principalmente os seas coi lados na .vida in-
terior, e a measagera do seo pre-isato ao coa-
gresso, dea pleno testemunho da reoonitituicia
dos estados, da boa situaco das aanrtasda eoor-
meidimiDUcio, da mais da dazentos milbde* de
dofars, qne tev* s divida publica, da marcha re-
gular de todos o* pblicos negocios.
As sabias leis votadas pelo eongresso de Wat*
biagton, toado acabado os restos do Balasto anta-
gonismo da core* e da rais, deram lugar i otea
igoaldade bem entendida de direitos polticos e *e-
ciaes para todos os cidaiaos da repblica, a po
anno indo essa igoaldade tova a saa saoccio or-
tica sendo eleito senador om preto.
O senado de Washington, de accordo cora o pre-
sidente Grant, elaborou urna serie de msdldas oe-
cessarias ao desenvolvimenio da riqueza publica, e
fundn por ama tet especial toda a divi la da aoio,
oofltoaMaado-a, a anvolvendo-a a'aaaa so npsat**
I taiajillllii aa enmbto catar a execatou coi a pericia de aaa bom saio
pratice e;administrativo.
O* resultados dessa sabia poltica toram uma
sepjaate em Paris, reconheeendo a grande repn
blica europea.
Aiiultimas noticias dos g.todos nidaa daos
grande repub.ra em perfeito estado de tranquilli
dade, entregando se aos seu* trabaihoa ata prol do
bem estar do sea povo, que entretanto ia viveodo
saiisfaito no seto das liberdides da saa patria.
V -'MXICO.
A infeliz reooMica mexicana sin Ja no anno
prximo fiado fii o theatro de saogninolentas lulas
fratrecids d'essas lulas que se reprodurera ha
meio scalo n"ai|OBlle paiz, sam tregoas nem des-
can; i para o governo, e sera esgaiarem nem a ac-
tivdade revolucionaria do seu povo, nem os re-
cursos do paiz.
Ao findar-se o anno de 186T pareca que uma
epoja auspiciosa da paz e eagrandecimento don-
rav como rosea aurora os taoriwntes mexicanos.
Assim, porm, nao acontecen.
flos fin* d'esse anno apparecerara maitos dea-
eoolenle* era Querelaro e S. Luiz do Polozzi. As
tropas e os generaes da 3.* di visito, cajo eenlro
eslava em S. Luiz. proounciaram-se contra go-
vernador do estado, respetendo todava a autori-
dade de Jurez.
Tendo, porm, o governo central querido to-
rear medidas para reprimir este movimeoto insur-
reccional parcial, os generaos Aguirre, Pedro Mar-
aoez, Manol Laranaga e onlros offlciaes assigna-
ram um pronunciamenlo dirigido coaira o proprio
Jurez.
N'ejje pronunctanunto declararaio-os revoltosos
qne entraara immediatamente em luta, se o go-
verno central nao reconheesse o seu plano e se
elle nio fos.se approvado pelo eongresso.
No principio de Janeiro o general juarista Rocha
receben ordem de marchar sobra S. Luiz, onde
anda so aeh iva concentrada a revolta, maa nao
pola camiahar por lar echado e caramba intfttep-
lado pelos revoliosos. O general Equilux.Mual-
menta para all mandado, foj forgado a jper se
em retirada e a entrar em U terelaro.
O eongresso, logo qne soabe estes noticias, au-
lorisou Jaarez a mover 4,000 h imens da guarda*
nacional e volou 300,000 dollars pira as primeiras
de*pesas da guerra
Enceuda a lula no P,>tozii, faeilmanto ella es-
unden-te per outros sontos da repblica, e Zaca-
tecas e Q lerelaro foram, como S. Luiz, os princi-
pan* centros do raovraento revolucionario.
A rewJuoio tomou ineremanto e snas-propor-
ae o governo de Jaarez latou com as mai*
davois difflcnldad.es para reslabelecer a or-
dem, porajae a di visa o do* partidos e o grande nu-
mero do generaes postas em Campo, dafendendo
ideas diversas e diversos pretndeme?, Jamurara o
paiz n'um estado danimador.
As tropas do governo nos dntrictos revoltados
travaram repetidas batelbas sanguiaolemaa e com-
bates terriveis com os inaargentes, nos quaes cor-
laiLQMO abundancia o singue mexicano, sem on-
t-a prareao que nio a satisfjein droaprtchos mil
entendidos e falso* orgulhos acobpttados com a
capa de um patriotismo reprovado.
As latas foram segnindo saa cradelissmo ca-
grande dminuigao na divida "publica, uma alca | minbo e as tropas dos insurgentes foram sendo
nos ttulos dessa divida, ^im augmento da valor batidas, e aprisionado; varios dos seus chefes.
aflBaVHBr>D* e ^uos contendo minas de toda a especie, eapazea
de satisiazer as neeessidades do mundo inleiro, da
rapte maltas geraedes ; abundante em colheitas
laxuriantes a dividido em uma variedade de
iue Ihe permiti cultivar ludo q>:e a ierra
Hr?florecer e quo coqvia aos costames, goitos
para a moeda papel e um accrescirao coosderavel
Dos rendimentos do thesouro.
O papel moeda no anno nodo desappareoeu da
circularlo em grande epia, e o governo nao des-
cura do o substituir por ouro, abastecerlo assim
os mercados monetariosuda uniao com o precioso
metal que facilita as transaccdss.
O augmento progressvo das rendas e as abun-
dancias do thesouro facilitaram nnio ama aven-
tajada diminulcao nos direitos de importaco, pro-
metiendo o goveroo novas reduccoes, que nem do-
vida sao om indicio da volta ao anligo estado das
tarifas alfandegaes. anteriores guerra, tarifas que
as ciroumstencias peculiares do momento obriga-
ram a levantar como um meio de augmentar a
receita, de forma 4 fazer faee a dimiouicao prove-
niente da baixa da produeco nos cinco anaos da
luta.
O senado votou uma lei flxando o effeetivo do
exercito em 30,000 homens, e approvou um bil
do Sr. Summer garantindo todos os cidadaos de
todas as cores igoaldade complete de direitos na*
linhas de carainhos de ferro e de navegacao, as
escolas publicas, as insriiuicdes autorisadas por
lei, as igrejas, nos theatros e njs cemilerios, e
bem assim obrigando-os a tomaren parte no jury
lena magistratura.
O senado tambem approvou uma lei sobre na-
turalisaco de estrangeiros, na qual forara exclui-
dos os indios e os chinezes da admisso ao goso
dos direitos civis e polticos.
A sempre debatida qnesto do Alabama, entre
o governo dos-Estados-Unidos e o de Inglaterra,
oceupou anda no anno (Indo a attencao publica e
especialmente a do senado de Washington, sem
que todava se chegasse um accordo. Essa
ijuesta), que foi a de maior vulto para os Estados-
Unidos, depois da3 de organisacao interna, tem ti-
do seus periodos graves e mais de uma vez tem da-
do lugar serias apprehensoes de um rompimen-
to entre os dous paizes. Felizmente para amos
ella entrou em uma phase menos arriscada, e tu-
do leva a crer que ser resol vida ?atisfactoriamen-
le para ambos e sem choque prejudicial para a
bumanidade.
as suas relacOes com a Franca deram-se li
geras divergencias por causa do cabo transatln-
tico. Essa* divergencias, purera, nao liverara con
secuencias, e as boas relaco** entre es dous pai-
zes continuaram coma d'aotes.
A sitaacao da Uno Americana cam referencia
Cuba tambem tove no anno Ando um momento
de agilacao, provocado pelas medidas de rigor em-
pregadas de parte i parle na ilba, entre as torcas
legaes do gov6rno de Hspanas e os insurreccio-
nados da possesso hespanbola as Antilhas.
A intervencao, porm, dos Estados-Unidos limi-
tou-se um protesto contra o modo de fazer a
guerra em Cuba, guardando aunio a mais stric-
la neutralidade na luta.
Tambem no Hait interveio a Uniio Americana
na lata intestina, embora com o flm de levar
bom xito o paeifleamento ds repblica, que, sem-
pre em constantes guerras civis, anda depois da
derrote do presidente Salnave e dos seus sectarios
e depois da eleicao de Nirage Ssget para presi-
dente e conseqoeote paeifleamento do paiz, voltou
aos horrores da lata peto leventemente do pendi
revolucionario pelo, caudilbo Lifra, o qual en-
cetou novas' correrlas, pondo o incendio i) povoa-
coes e entregando-so pilhagem. *
A accao doa Estados-Unidos retrahio-se doaiia
da eleicao de Saget, com cojo governo poz-ee em
communtcacao,
Anda na repblica de S. Domingos izMerveio a
repblica americana no sentido de fazer arraigar
no animo do povo da peqaena repblica a idea de
sua annexaclo dos Estados-Unidos, aanaxaeio
que, volada favoravelmente pelo paiz pro-
clamado pelo presidente Baez em sua mensa
gom ao eongresso de S. Domingo*, foi todava
embaraado no senado de Waahingtoo, onde
uma eommissao espeetel pronuncioa-se pela nao
raciiflcaeo do tratado* que a determinou.
Qasndo rebentoa a guerra franco prussiaaa, o
governo dos Estados-Unidos apressou-se em da-
clararse neatral, sem todava deixar deosforcar-
te, eomo fez osearepreseataate em Paria pela

pola ie proclamada a repuboa francoza, zw-
^n -
Quando, a 31 de raaio, o prejideote Jurez en-
cerrau o coogresso, com quem alias marcha de
perfeito accordo, disse no ma discurso qne os re
volucioninos di S. Luiz do Potozzl e Zacatecas
estavam reduzidos pequeos bandos qu anda-
vam foragidos pelas m ntanhas.
Nio foi, porra, s no campo d i batalba que correu
o saogne mexicano : a espada da lei, movida pelo
odio e pelo rancor poltico, abalen muias eabec,is
feora o alfaoge do algoz, e as victorias dis for^is
regulares de Jurez forara denegridas pelo sangue
dos infelizes cab-icilhas da revolta, que cahiram
sdb o poder do governo.
E' assim qae as repblicas hspno-america-
nas se emende a bomeoagem lei, e que sao sa
orificados cidadaos, que, paternalmente dirigidos
por nma sabia poltica e por um governo raais
Ilustrado, podefiam ser mui ntes ao seu paiz
conquistar muitos louros para a America livre. __
Terminad i a phase mais aguda da revolta, nao
cou todava o Mxico isento de difficeis conjanc-
turas; e o apparecimento de bandos de salteado-
res em hiqiIjs districlos do paiz, causou serias
apprehensoes ao governo de Jurez, ainda atarefa
do cem os restos da revolta, annunciados na sua
mensagsra o eongresso.
Os governadores e as assemblas dos estado*
de Zalisco e'de Campeche, pouco depois de termi-
nada a primeira pbase da guerra civil do Potozzi
e Zacatecas, abriram uma renhida luta e um anta-
gonimo decidido, em que cada qual pretenda le-
var de vencida o adversario, ora marchando de
accordo com a le toreida ao geito de cada um,
ora afastando-se abrlamente dos dctame* da jus
ttoa.
O presidente absleve-se de eovolver-se n'essa
late peculiar quelles estados; mas nem por isso
foram menores ss suas difflcnldades de governo,
visto como, alm das causas j mencionadas, luta-
va elle com um enorme desequilibrio nos orna-
mentos, para restabelecer os quaes o ministro da
fazeMa propunba o lancamento de novos impostes
e uma revisa j as tarifas alfandegaes, augmentan-
do-se era alguns productos os direitos de impor
lacio.
A confederar! do Mxico este at hoje pobre e
arruinada pelas constantes guerras civis ; mas,
ainda assim, tal a oberdale do seu slo, tanta
a sua riqueza natural, que, se os mexicanos qai-
zerem dar tregoas aos seus odios polticos,e se abs-
liverem de lutas inglorias, o Mxico poder, em
pouco* anm* de tranquillidade e de trabalbo, re-
cuperar todo o lempo perdido as latas fratrecidas
e rasgar es brilbantes futuros que o destino pro-
melteu-lbe e de que os seas Albos nao se tem sa-
bido aproveiiar, com manifest detrimento da can-
sa da liberdade e dos principios humanitarios e de
progresso qne vigorara boje pelo mando.
REPBLICAS DA AVEBICA CKNTBAL.
Em sos totelidade as repblicas da America
Central gosaram no anno prximo Ando de 1870
de ama tranquillidade relativa, qae tem muito de
eloqaente em prol do sea fataro.
E' verdade qne em alguma d'elias a revolta er-
gueu o tea eolio terrificante, e quiz envenenar todas
as tomes de progresso, pando entrares marcha
regalar de seos governos.
Mas Corea eonsasar qae, comparativamente
outroa anno, o sea sitado foi mnito pacifico, posto
qae ainda algum tangos manchasse o slo livre
ia-America as regioas em que se assentem essas
rfpablicai.
Em Guatemala o governo, quando menos espe-
rava e ojiando se entregara pacificamente em me-
morar as vas de coramanicaoao da repblica,
concentrando snas vistas na estrada de ferro do
norte, que deva unila repblica de S. Salvador,
o n'oatra estrada qae dovia. unir os dous ocanos,
argnen o eolio a revolta : a Levapis Croa poz ara
campa os seos partidarios, mu foi derrotado e
inorio pelas iropas do governo.
A repblica entrn eno n'amapbate esperan-
rosa de tranqoillidade, e o governo prosegu na
obra do engraodecimento material da repblica,
que atrave aeno fiado o periodo ebiteral
em queb a tranqoillidade, etegando o
os dnate' gslaturaoonslitacional.
Era S. Salvaoob apparecerara suspeilaa da ama
roretacio, e o pratidente da repblica, enrgico e
expadilo em nao deixar medrar a hydra revoiu
iesterroa immedtsitaaaeaia TB
______________Jaaatp aaacUhkda e pro-
posto qoe sem retallado ?ia repabliea nafa* na missao que se impoz da
americana approvoa o f o di com tod a eene de nathoramsaKi
maleriaevcurando ao mesmo lempo das floancas
| consegrando organisar orcaxenjns. omquo a*
reutus excedem muito s despera.
A'* nllmas noticias o estado do paiz era lsoo-
geiro e prometledor.
EmJSictRMOA a tranqoillidade publica soffreu
tambem algara cheque com o lerantameolo de
uma revolta era Liio, onde felizmente eoneentroo-
se o movimento, sendo ahi mesmo derrotados os
revoltosos.
Costa Rica teve ainda a sua revoMa, sem qne
todava ahi eerresse o sangue.
Tr.omaz Guardia e mais doze mancebos toma-
rara por sorpren o quartel de anudara da cap-
tel, aprisionaram o presideate D. J. J. Jimnez, ,
desmurado o governo constituido, proclamaran D.
Bruno Carranza presidente da repblica.
O novo presdeme, que engeitoa o paiz k sorte
da revolta astucias, organisoa o sen gabinete
com os flrs. D. Lonreojo Montufar, D. rtephael
balleco, D. Jiaquim Lizarro e D. Ventura Carrazo,
ficanio o Sr. Guardia com o comraando gera das
forcu. i
A's ultimas noticias esteva a repblica tran-
quilla, e o goveroo empregava-se activamente em
organisar as fin inris e em ntroduzir varios me-
fhoramenlos materiae*.
Hordobas, no correr do anno fiado, tambera
prosegnio com iirmeza ns obra do sen engrande
cimento, entregndose o seu presidente, o capi-
tao-geoeral i. M. Medina, toda a sorte de me-
ihoramentos compaliveis com o estado llnaoceiro
da repabliea
REPBLICAS 00 PACW1C0.
Na Bolivia, o governo do general Melgarejo in-
cunietavelmenie lem feito mnito n'estea nimos
lempos pelo bem da repabliea, j cuidando da
raelbora-la no interior, j procurando alliaocu
honesta* e lazando tratados de coromereio e ami-
sade com varios paizaa da Amrica
E' verdade q ie s vazet este governo tem aba-
sado da frca, para calcar aos ps a tei e para
castigar aere e f artemente e vingar-se imetecarel-
mente de seos adversarios polticos; mas tambem
verdade qae o estado fioreseente da repblica
deviao energa d'esse governo, cojo chefe o
exercito serve e obeles* cora nm respailo, qu
quasi caega ao fanatismo.
A' despeito d'essa attitnde do presidente Melga-
rejo e da sua influencia na repabliea, a Bolivia
na a lcou isenta no anno de 1870 de movimento*
revolucionarios. O* indgenas de Omasnyos su-
blevar am -se cora o ora de depor o presidente, e
sob o eommando de Vilca neonnneiaram se em
favor de Horalis. Esaa revolta foi, porm, sufo-
cada pelo governo do presidente Melgarejo, qae,
s ultimas notieias, achava-ae doente.
A B iiiva gasa, ba alguns anuos, da Orna cons-
uiuicao organisada feicao do presidente Melga-
rejo e qne, ainda assim, oo sinceramente prati-
cada. D'ah tem nascido as diUculJade* que se tem
accumalado ao governo, diffleuldades qne is ulti-
mas notieias lindara reerudescido com o appareci-
mento de ama niva revolta no Potos, em enjo
suffocamento as torcas do presidente Melgarejo
achavara a mais sera resistencia.
Essas noticias apreseotam a Bolivia em am es-
tado doloroso, pelas consequeneas funestas qae
Ihe podem sobrerir da nova guerra civil, e esse
estado tamo mais para lamentar quanto o com-
mercio da repblica ia flareacendo a as rendas
publicas proraeltiara manter om equilibrio auspi-
cioso nos orcamenlos.
No rodador o anao de 1870 nio passou total-
mente senlo de revoltas, nio s por qne em Quilo
foi deseoberto am plano de assassioato do prest-
denlo Garca Moreno, mas tambera por que em
Cuenca rebentou uma insurreico, tendo como ca
beeilha om tel Suarez.
Ambas as tentativas toram suffocadas sem gran-
de trabalh >, a primeira pelo aprisionamento dos
chetos implicados na tentativa de assassioato do
presidente, e a segunda por urna contra-rerelta,
no dia inmediato ao da revolta, tendo aquella por
effeito soltar o governador da provincia qae tora
preso e o castigo immediato de Suarez a de seus
partidario*.
O presidente Garca Moreno, que se apoderara
porto sugeito aos seas ao veramos. Esta. volicaV>
importou n'uma intervencio directa as dis*enroes
intestinas de Venezuela, e assim o nteodendo o
presidente D. Gusmio, obron em consecuencia,
asando de represalias.
Essa pendencia com o governo neerlaodez de-
via ser resol vida em Haya, e as cmaras do* Pai-
zes Baixos j se tinham oceupado dalla. Todava
as ultimas noticias ella ainda nio esteva concluid!.
e bem nde ser que dabi ainda provenbam grave*
diniculdades ao governo de D. Gusmio e con/a-
derajao da Columbia.
A repabliea do Pkru', o mais floretente d9
paizes de*sa banda da America, depois que se
compeoetroa de que s Ibe vinbam malea da*
guerras civis e abandonou as lutai fratrecidas en-
tregando se activamente ao iraballio, lem progn-
dido de um mo.io notavel e apre*ente hoje ara
estado mui lisongeiro.
Na dia 1* da Janeiro inauguro i se a estrada d*
Ierro de Jauja e no dia S9 do mesmo mez, ani-
versario da independencia da repblica, foi igual-
mente inauguradas estrada de torro do Sul-irao-
sandino, cuja* locomotivas tem de transpr os An-
des para estender a civilisacio e o progresso, que
ostenta hoje a repblica.
Um conflicto rebentoa ns noute de 13 de mar-
ea entre bolivianos e peruanos por cansa de ser-
vos chinezes, empregados no cultivo dos campos,
em Huasamayo.
Esse conflicto motivou reclaraaces do Per
repblica vizinoa, reclamarles qae nao toram at-
tendidas com presteza.
Pouco lempo depois as fronteras peruanas to-
ram Invadidas por alguns trocos de tropas bolivia-
nas, qae perseguan) revoltosos passados ao ter-
ritorio peruano.
Essa invasio. contraria ao direto das gentes e
independencia territorial, foi vvanteme profli-
gada pelo governo de Lima, qoe exigi do gover-
no da Bolivia plenas salisfaces pela offen sa.
Como as outras, que estas se jumaram, as re-
clamaces peruanas nio foram bem examinida.*
pelo governo da B iliria ; e o Per pouco lempo
depois moveu (ropas era dreccao a* fronleiras d*
estado vizinho para Arequipa.
Immediatamente aetivaram-se a* communiea-
c5es diplomticas sobre o assumpto, e a Bolina,
recoohecendo a Justina da cansa do Per, deu-ihe
todas as satUfacoes pedidas, desassombrando as-
sim os espirito* que vira n uma guerra mmiaenie
entre os dous paizes.
Na imprensa peruana discutise a quesio a
regalar cora a Haspanna,.como igualmente foi
ella discutida no Chile, Bolivia e Equ dor.
Essa queslio, todos o sabem, nasceu de desa-
vengas entre os governos da Chile e d H spanha.
por cansa de exigencias pretensiosas derla poten-
cia. Quas todas as repblicas do Pacifico ligaram
seao Chile n'uraa allianca offaosiva e defensiva, a
dabi velo declarar a Hespsnba todas illa- \
guerra cruel, i eujas hostilidades pz termo a in-
tervencio do* Esta dos Unidos da America d i >orte
Foi eolio resolvido que n'um eongresso reunid
m Washington, coroposlo das potencia envolv
das na querella, se disentiriam as bases do tratado
de paz entre a Hespanba e eifleo.
E*e eongresso reuoio-se eftocuvamenie em
Washington, e provalmente o seu resultado sera
satisfactorio para ambas as partes contcodora*.
O eongresso do Per oceupou se, na se-so du
anno de 1870, com o confeccicnamenlo de leis ad
ministratlras muito importante*, e dotou o paiz
com muitos melhoraraentos, que o governa jaor
seu lado nao se fariou de auxiliar, mostrando as-
sim grande aclividade e mximo interesse pel-i
bem publico.
O Per todos os dias rasga novos horsoole* ao
seu engraodecimento, e no regaco da paz o seu
povo vive feliz e >atsfeto, desenvolvendo suas fon-
tes de prodcelo, creando bancos de crdito, faci-
litando e augmentando as transac(5es ccmmer-
ciaes e entregaudo-se, em uma palavra, todo*
os tmameos da civllsar,io e do progresso.
O Chile, bem como o Per, uma pro va Irre-
cusavel do quanto padem as praticas sinceras de
o alcance das tentativas dessa ordem, nao se fatiga
em Dalde por evita-las e esmaga-as poderosamen-
te quando ellas ebegam a rebenlar. A sua mi
de ferro alcanca todos os pontos da repblica ;
e, se o seu governo tem sido uiil repblica do
Eauador, tambera tem pesado cruelmente sobre as
libirdades publicas que elle vai comprimindo
quanto pode.
As ultimas noticias do Equador dio a repblica
em paz ; mas essa paz nem por isso era solida, e,
mais dia menos da, a borrasca pode solapar as
ierras desse paiz.
O estados unidos da columbia, uma das mais
bellas, feriis e ricas regios* da America, acha-se
quasi reduzida um monteo de ruinas, produzi-
daa pelas constantes lulas intestinas, pelas revo-
luces sempre nasce"tes, que trazein o povo co-
lurabiano em perpetuas agteces, sem poder seria-
mente cuidar de seus interesse? e cimentar as bases
de um engrandecmento que Ihe necessario.
Diversas revoltas succederam-se e ligaram-so
n'asse paiz no correr do anno liado.
Em Venezuela innmeras guerrilhas se levan-
taran) e levaram o susto e o terror a-provincia de
Carababo ; em Morn o general Borges ergueu o
pavilh&o revoltoso, e o general Sal. zar por sea
lado tambem se levantou com os seas partidarios
e comecou a fazer correras.
Acceso raais uma ves o tocha das guerras civis,
a re veri ocio propagou-se por toda a parte, telan-
do campo?, incendiando villas e aldeias e por to-
da a parte laucando a desorden) e espalhando a
mina.
As tropas legaes da confederado marcharan)
contra os revoltosos e estes, depois de fatiga-tas
em constantes correras por montes e valles, de-
ram liaalmente um combate em que D. Gusmao
Blanco fkoa vencedor com os seus partidarios,
rendendo-se-lbe Munagas, presidente da confede-
racao.
D. Gusmao, chefe da revolta, fez-se proclamar
chefe supremo da meio, e, logo ap* a posse ef-
fecliva das redeas do paiz, decreloa dimina^io de
imposto* de exportecio e importaco e ensanguen-
ton ainda raais a sua revolucao condemnando
vanos chefes vencidos ao carcere e marte.
Honre am momelo em que a guerra civil pa-
recen acalmada e o paiz como que se preparon
Eira entregar-se pacificamente is glorias do tra-
alho no remanso da paz.
Este momento, porm, desappareceu bem depres-
m. A guerra civil ateiou-se de novo, movida pelo
general D. Jos Mana Hernandos, que, sublevan-
do se em Zulia, proclamou a confederacao contra
Gusmao Blanco, e moveu tropas consideraveis
contra as o go verso, acabando a obra de destru-
fio comecada p?lo chefe revolucionario, cujas
victorias Ibe alcancaram o poder.
A's ultimas noticias as torcas do general Her-
nandos pmsseguia m as suas carrerias devaste-1
doras, e o paiz eontinuava bracos com as mise-
rias de tada a ordem qne a revolucio Ihe trazia
eomo uoico fructo da guerra civil.
A' esta estado de cousas foi addieionar se uma
pendencia com o goveroo da Hollanda, pendencia
qne quasi motiva nma late com aquella potencia.
O ministro aeertendez foi expulso da Curaco e
alguns navios bolteadezes foram aprisionados pelas
autoridades de Venezuela. Dea lugar i isso, se.-
ando declaren D. Gusmao Blanco, lar sido vio-
teda gola Hesnanba um bloquelo estabeleemo pe-
lo fovertw dg wnfederacio colombiana contra um
do poder por uma revolucio,cmprehenleuda lodo um rgimen de ordera e liberdade francamente
proseguido no seio da paz. O Chile das repbli-
cas do Pacifico talvez a mais flarescente.
No correr do anno de 1870 o Chile oceupou s
do* seus negocio* internos, desenvolvendo par to-
dos os meios possiveis suas torgas vilaes e plati-
cando uma poltica sem oppre-so, promeltedor
sem dnvida de uma tranquillidade doradora.
Fizeram-se all as eleicoe* de depntados e se-
nadores. Os partido* lularam sem se aftastnrein
do'campo da legalidade, e todos alcancaram tase-
rem se representar no eongresso, obtendo todava
o governo uma respeitavel raaioria.
Houve uma mudanza ministerial, sem que isso
prodozisse alteracio na poltica, que coniinuon a
marchar na mesma senda Irilbada de respeim
le, perfeita destribuicio da justQa e decidido amor
ordem e liberdade.
O Chile conquisten e encorporou no seu territo-
rio uma porclo da Araocaoia, onde desde logo u
trabalbo livre estabeleceu-se e ia colhendo (Toctos
sazonados.
As ultimas noticias dio o Chile continuando
tranquilla e efflcazmente sua ebra de civilisacio o
de progresso.
paraguay.
Depois do convenio assigoado h 8 do junho di
1889 entre os alijados e uma delegaeio d >s cida-
daos paraguayo* residentes em A*sumpcao para ;
organi*acao de um goveroo provisorio, a infeliz
repblica do Paraguay coraejou a ter uma exi*-
tencia poltica que nao era somenle a que Ihe (ora
garantida no tratado da trplice allianca do Brasil
com as repblicas platinas.
Poueo lempo ap* a assignttura do convenio
foi eleito nm triumvrato para dirigir os neg"cio*
do Paraguay, e a 15 de agosto esse triomviraio to-
monas rdeas do governo e entregou-se efilen e
acuradamente reorganisacio do Paraguay, de-
vastado e aniquilado por nma guerra qoo ja linha
qualro anno* de dnracio.
Ame esse goveroo, constituido de accordo cm
os alliados, fladou o governo e rgimen militar
estabelecido em Assurapcio pelas naefle* Invaso-
ras do territorio da repblica, e este comecou a
apparecer aos olbos do mundo como urna nao*
independente, contra cuja autonoma nenhum dos
alliados tinha vistes cupidas e de annexaco, co -
mo suppozeram varias nados da Europa e da
America. .
A missao dos tres honrados cinndaosBad ya.
Loysaga e Rivarollafoi desde logo ardas e di:li
cilio, e, se ella demanda va energa e perseve an-
ca, nio menos requera alto tino administrativo o
uma dedcacio sem limites.
O iriamvirato poz em campo todas as suas ac-
tividades, e es seustentaraons de reorgantsarjao po-
ltica, social e econmica do Paraguay toram sen-
do cornados de tolizes resallados, nao obstante ha-
ver ludo a reconstruir onde todo tora desfrutad-
pato spro incendiaria de uma guerra longa 1
crudellissima.
Para esse governo provisorio ludo foi difficulda-
de, ludo se mostrou sob cores escaras e pesada*.
e nio foi do numero dos sens menores embary--*
provr de meios de vida aos militare* da cidadit"
que. fogindo da accio selvtica do decahid > dle-
tedor Lpez, toram i Assumpcio appellar para
seu patriotismo.
Os miogoados recurso! do thesouro do Para-
guay accumularam difflcnldades sobre difflcuu
dados ao giverno, maso efl patrlotimo am re-
cuoa sale ellas o enes mimarus de cidalio geiva-
n Mfvkaaaw^ti^aaaii.
i


IIU
KM 30 GfliaNAL 30 0 18131 k1ti&>
de

kfcBo Sexta fera 4 de Janeiro de 1871 Ol riQIMflIf
Tm ora prometo acoluimento na capW
tlica e saas miserias o ddres forera '
^pr^Hlt 'opracees w'" sftrr^~
nindo e#*MPM o Lr pez. sampre batido e. sem-
pre fgtirWft esgaei/aodo Cuidadosamente de
fb ; vljISMlliaJo^ (jao todava nio desani
maram enTaafWe cac-i.-mostraudo-so fcsim da-
postos a eumprirem a clausula negra i
da allianca.
A serie de con.ba]
vembro de 1869 lev
de Sapacahy at o
do por Pirabeboy e
capital do tyranno"*
Netes allimos p
para refozer-se das fa
c, am
JS.-?oi
adidos;
exer tu allia
mire* elgate, pas
guatay, terceirt e qn
DV 1
, o (afeito allado ki alto
jga da loaga lorna^a aira-
vs de montes e florestas selvticas e anastecef-se
do indispensavd para continuar suas jornadas gio-
riosas as invita regida* des conloa do-Paraguay,
pura onde se retirara Lpez cora os restos das
suas desbaratadas tropas.
Nesta siluacao abri-se o anno de 1870 para a
repblica do Paraguay. O governo provisorio con-
tinuando a reconstruir, e Lpez acabaado .de.in-
ceaif as villas, ufando os campse levando a
ama morte ignominiosa o resto do povo para-
guayo, que ainda o acompanbava, ou por ser
perverso como elle, ou dominado pelo terror que
elle esplbava maos largis em lurao de si.
Os roetes de Janeiro e fevereiro forara passado<
pelo txercito alliado em procurar* o tyranno para
crcalo e aprisinalo, batend) entreunte algumas
partidas inimigas que ousavara di?putar-lhe os
pasioi e por bice ao eu ingresso as- extremas
onde acampava o cruel candilho.
Por esse tempo- *s governos adiados, compre-
hendeado a attRadeda guerra, comecaram a orga
nisar e'a effectuir a retirada de grande parte de
suas tropas, proeuraaio assim diminuir os eaca--
gos pesadissimos da campanba, e desembarazar o
terrirottO da repblica da presenta (!e Torcas nu-
merosas, deixando assim mnts livre, se era pos-
slvel, a aceSo do governo provisorio, que entretan-
to ia prosegaindo na sua delicada e difflcil miSsSo
reorfranisadra.
Em flns de fevereiro o general Cmara, tests
de uro eorpo de exercit", foi Incumbido de prose-
guir na perseguido de Lpez, e encetoo una se-
rle do hem eombiaadas op^racles que deratn em
resultado alcancar o acampamento do tyranno, de
forma a nao poder elle fogir antes de ser atacado
enrgicamente e qnasi por sorpresa era Cerro
Cera, na margem esquerda do Aqaidaban, no dia
Io de marco.
A preste-.a crn que se deu o ataque aquella
ultima posigo de Lpez, a impeluosidade das tro-
pas braslleirasnesse ataque, a energa do destinc-
Wgeu?ral Cimara, todo concorrea para que e-se
coubite de Cerro-Cor fsse a ultima palavra
Sierra que se peleijou no Paraguay durante cinco
Qgos anno.
O tyraono Lope e'a matara dos seus asseclas
aehoua roerte n'esse combate, onde as phalanges
brasileras canquistarara o ultimo louro para a
sua patria e um graods nome para si, fechando
cora a chave do tratado da allianca a portentosa
lata, que por tanto anuos trouxe a America do
sai cuidadosa e o Brasil apprthensivo pelos mul-
tiplicados encargos que della lhe ia resultando
todos os das.
Acallada a gera, os governos aHiados apresa
ram o regreiso das suas tropas e etis foram-se
eocaminhando para os seus paizes. onde recebe-
rain de s*ns compatriotas os morocldos eniomios
pelos seus brilhantes feitos.
Entretanto o governe provisorio foi eonthuanl
a desvelarse pelas Causas da nascente repblica
ds Paraguay, e sua acelo benena ia peuc
poneo fazendi a hiz n'aqoelte cano, animan lo
todas ai fontes prodactoras da capital para crear
recursos ao thesouro, e reconstruinlo oedifl fo
poltico da nac,ao, pela adopcSo de um coligo li-
beral pira reger o paiz, em quanto a soberana
nacional, pelo ergio de seus mindatarios campe
tente. nai sanectonava a constituir) poltica da
repblica.
N'o-se cdigo (odas as conquistas da liberda.de
foram con;aradas cono direitos crvis e pHIitic-s
dos Paragjayos; toav as crelas religiosas fo-
ram ifiloralas; o domicilio f)t declarado invtota-
ve!, o as cartas sagrado, a le igualaba
para todos, etc., etc.
Co::io t^gialaglo do paz, foram ado^fti*, ate
uhencr iL-iermtia^S-j do pof3r competente, o di
reito hsxinhn.1 das Sete Partidas, as lo CasteUa
e as de Toro, tanto no civeF como no crite. Co
rt! eoJi*i co-nmercial provisorio fot adoptadlo
da rcpnblra argentina.
A.aci;"n h govetno provisnrio f>i esteudenJo-se
por toi a ;i:rta e todos os negocios da repu-
fte.1.
Public, u-se urna lei eleftoral e fortm couvoca
dai cortes c.n-iuates, o es cidadaos paraguayos,
al eniao sem hberdade nem direilos, comecaratn
a agitarle por cansa dessas eleieCes, e a vida po-
liliea manifastou-se em tola a sua pteaKode.
' Dapois de terminada a guerra, cumpria ao go-
verno traUr da paz coni os adiados. IWe atte-
se logo s-o, entendendo-se com os miolstros.al-
lialos para o magno assum;:t% e omecou a veri
ficar-se era. Assumpcao urna serie de conferencias
entre os plenipotenciarios da* Dac3es interesada?.
Essas con/erencias forara interrumpidas por
cansa do mrai.-tro argentino, a quem f.dtaram al-
gunspoleres, o depoi?, coaiinuadas era Buenos-
Ayres, derara tn resultado um amistoso aeeonto
para esse tratadj provisorio de paz, que foi assig-
nado em Assumjtco, senlo a paz proehunada so
lemoemente e:n juntio, cora intima satisfa^ao das
potencias n'elle envolvidas.
Entreunto ainda restavam em Assnmpeao al
guraas tropas brasileiras, e fehanenre ainda resta-
vam, porque o governo provisorio vi:-se bridad>
a ped'r o sen auxilio para a raaoutengao da or-
den), que, em flns de junb', quasi foi alterata pe-
los meetings eleitoraes, que se faziam com exalta-
nient) dos partidos, utn dp3 cuaes ch'gou a tentar
urna revolncao, que todava nao r. beoton.
No dia 3 de jlho come^iram cm toda a repu-
ta ica as eleicSes para a asserabl i jonstitninte, lia-
vdiido, contra a espectativa. publica, uma granpe
tranquillidade e correnrlo o escrutinio no n'cio da
ma;or placidez e completaiwnte eai fiberdade.
No dia Rl de ag>islo abrio-so o congreso consti-
tuinje, e o Sr. D. Carlos Rivajolla pronnncieu um
importantissir.io discurso, onic fea aflusoes guer-
ra no -cutido favoravel^ a na^rjas alliada?, dspois
do que aualysou as ciroumitancias do paiz, e o
que em sen bein fkera o governo provi-rrio de'e
a sua 1'lei.cao, concluindo por pecir t da a alten-
sao da aSerobla para os raisteres para que fdra
convocada.
Aassembla constitointe, depois de-constituida
dcllaitivaji.eote, encetou os seus trabalhos; mas,
t;ndo mostrado tendencias de assunijr attnbpiC3es
3ue eram exercids pelo governo provi-orip, om
os membroi deste, o Sr. D. Carlos Lolzaga, eo-
tregpu a sua repuoca as mos do outro tnenbr,
o Sr. 0 Cyrillo.Ilivarla, q anal te?>u o occorrido
ao conbecimento da assenibla.
Pela r^nuocia que Qieram dpusdcs racrabfo*
do guverno provis^rio; fiio^,o,Sr, Rjvarola.iw
t-iio o poder coaoeDlfAaV e;o;SQ^.mos, nus.a
asseuiblea cqs.l^int-ewneroUfO do cargo e ele-
gen um presidente proVsw;w. tirado do seu,.seio.,
Houva sorpreza ueaia deliUej"ai;ao da assenibJ^a
repblica o Sr. D. Cyr
c-presMeote . O^Sr.^iwro, sec/etaii) do govar
java, eoneracfo desse post^ f
pelo Sr. Malbeus Colar. < presida ral!
de lOgoUe 'organlsar, \,in' ^u{
meares foram 6Uaj no jatijo eotnpl
'wlo o- faaecioaawe da adnrtnts
ntra di
letivo "-t -_i,
ar so

Per
asi
rf\tn a rusia '
lamento -Re'Tai
.ntqjr;da lAs
m urna pequea vari,
la primeira do reWMo
ila ui.m o ju
e em ge*
miff||||fa
revi ver
r.iat-,,
deeruiinada pji
lito.
ato criterio e
m coa taiagao a mira se diz nessa
'. P*r <*
^^^xio,
I^^^^^Wa.
ao publico \m^
me tranqL
pelidos reiterados de algnns
4 rr>rr- i wmfmr ttr t
alutul [uWl&Ju
'>, a rerda
9 C//?' W'rt %
tal qual
nFzo.
igos accetei
' Benedie
te tenho exsubdeiegdo do Recife co
Gomes de Miranda beai
crifttrio.de me finado pai
Seria conveniente que
Tea,
laclau-
-lituinte oeespeuse oom algunas
e administrativas, teoois do que
es-lo. -
Jr. D. CyrHIe Rearla foi o candalo
pataleo do Brasil, e
raguay. O futuro nos a
que todava parece qae ser favo
ruaca.do Brasil.
O*goverretalUaik*.asaMnau ftKieiaa,oecipa
varase em celebrar c:>m o d Paraguay o tr
definitivo de p z.
A' esta li >ra provavel que ji I^H Pl
das as conferencias dos plenipotenciarios sobre as seja favoravel construccao inmediata e prompU
lando os idWdHBtt^Bias e agrfeola*,
lo ieu oaweer ciemos tm serlaflolhiiie pet|
vfao,fjo maioreMpaulij OMWrBH-e
bases dj litado em Asumpcao, a assigrudo casa
documento politico, que esperamos que. satisfaga
as vistas do governo imperial, pondo coberlo de
complicaedes os dreitos e a influendia beqeflca do
Brasil naqndlla3 rfgWes e dando azn f uraaipMl-
tica internacional na altura.. da civilisacio mo-
derna.
Ao .Paraguay esto reservados rutaros asptcio-
s-v>, se o eu povo, eompenlr&nlo e da sua mis-, i
sao, entregarse activa e laboriosamente ao seu
enzrandecimento moral e material senrse envolver
em latas civis ideolca* s dos seus visinhos e qae
s daj em resultado ruinas de tola ordera para o
paiz e enfraqaftciraento para o governo.
Os paraguayos sao um povo que rewsen das
cinzas e ruinas accumuladtis pelo d.'spota ferido
de mort em Aqnidaban ; para que a sua rcaas-
cenga sej elBea'a e um lutur do Uberdades lhe
sorria prasenleiro, mister moito empenho ero
profligar pela iranquillidada interna, e muiU ner-
gia, patriotismo e coragem perseverante em traba-
Ihar no remanso da paz por desenvolver as suas
forjas vivas, e, sabondo aprov*ita-las, oonquisUr
a atiituda que lhe didiruito sua posicao geogra-
pbic.
Ao governo do pre.-iii#ali Rivarrla parees que
sobram as qualidaies requeridas par uma boa
admnisirajao, pautada pelas normas di ju>iia e
da lei. Saiba o povo paraguay* secndalo no
sea uobre erapenho, e a MpuWica prosper;ir,e a
felieidade coroar o soberbu edificio queda guerra
se ergeu sobre o dcabldo despotismo do h-irdei-
ro dos Francia.
(Continuar'te-ha).
exo
tro
ST resubelecer o
teto" ila micha jarisdicco,|
gavam as combas turcas,
mes.
Para
preciso
oarios,
pona.
r parte _
lula, at oam
bar con\-.,
tum en
>gl<
uso 4a faca-4*
o arraigado boje aas popu!ac* do enda continnar a lazer
Interior, qae se eonsidera uma faea de pona objec
pondeneta que respondo doeiare, ao menos por
consideracao ao publico, s^^^^^^^^^^^^K
que falt'
prova, o
ft&o den
ter eu
Pouco
tva a di
do, e
flear s
mas, qu
de todas asi
porta que;
que tetih j aHWtt^^P
em farei nos loto
los orphaos;
o pabHcj ispir. ial tgia scieocia
rtezas |iie se tenha fcito, e se pre
PERMMBUCO.
HEVE5TA DIAEIA-
TELEGRAPH9 ELETrUCO.Teve logar boo-
lero, ao meio dia, a reuniSo publica Convocada pela
benemnrila Asgocialo Comraerjlal d'esta provin-
cia, para o ftm de lmr-se < ITeito a idea j to
debatida da con'truccao de um letegrapho entre
o Recias o a corte do imperio, passando polis ca-
pttaes das provincias intermedia".
Reunidas cerca de 80 pessoas no sallo de hon-
ra do palacete da asaoBiadao, o Sr. presidente da
directora mriicou qr n#Mvb*se a reuniio o Exm
Sr. -preeieBte- da prouinaia, o qual ojcupou esse
lugar, organisaado era seguida a mesa eom ou
respectivo} secrettri
O Sr. pros*nteda AisCciaijao Commer^al ex-
pt eatSo o flm dareunia ewocaia e Jeuftjm-
municaoao assembta do oflteo dj Exm. Sr. mi-
nistro da agricultura pedioio o auxilio do eommur-
cio de Perosmbuo para obra de lana raagniade
jomo o o te'egrapho elctrico.
S. Bxe. o Sr. prostdeale dapraviuda, ractllcae-
de as asserc/Je do Sr. presidente da Asoeiaro
Commercial, deelaroa que abria um di bate obre
o assnmt.io ; mas nao hateado qu-i n qoizessu fal-
lar respeito, o Sr. eonselbeiro Diogo Vdho Ci-
vatoantedo Albuqaerquepro(ioz que fosse comea-
da ama coramisso, qe taludando a materia nos
limites de aecord*eora o repulamenlo dos telegraphos ni
timemente poMieado, esorewsse um reiatirio para
ser prosete a um nova reoniao da assen.bla,
ptovami>Bie annunciada, no qtwrt sa oxpeeilleasw
o malo ortico de levar ao g*>vecno o anxillo soli-
citado.
Posto a i Ida em dHcussio, o Sr. r. Maneel de
Barros Brrelo pedio que fosse envido o ooinmis-
sarto da geverao n'esta provincia, oSr. Dr. Gui-
Iherme S de Capauena, ceres do pensamej*
do gjverno e d i modo porque cjoiava leva* cf-
fefi > o projeetado Ktegrapho.
O 3r. Dr. Cipaaema, |re?enf rounio, oceu-
pou callo a tribuna, e, fazeodo ressaltar as vanta
gens de toda a ordem quo devem vir ao oiaraer-
ci e lavoora do estabel^imiuto d tolegnipho,
moslrou a aceessidade qoe tnla o goverao do an-
xino pedido na impossieHiade em que se aehava,
sem verba na lei do oreaninoto, de per si s coas-
trair a linlia telegraphica do aorte.
O Sr. Dr. Manuel Buarque de Macedo oble ve de-
pois a pal vra e fea Urg coasideracoes nebro
a materia, nsistinde enoarar a que.-tao polo lado
finenceipo, e considerando esse lado, j em re laclo
sb> exeqoibilidade de aceordo con o repula-
merJto das lelegrepUcs, ja em relacao ao esud
aetaal da pra^a, eonotuio per oppinar que a oom-
missio q e so a eleg'f e-limitaste apresen wr
no seu relatorio os raoios praticos d realisar um
eifarestimo ao gotero par a coustruccao da li
nha tejeeraphiea, flxaedo as eondi.oes de amor-
lisaca ti'e'so emprestimo o a taixa de juros res-
pectivos, condicSee qae tcdsvia Hcariam dependen
les da acquiescencia do governo geral.
Neese ponto iraron-se um debaie entro os Srs.
Drs. Banrque, OpavMma, ila.-,8l de Barros e couse-
Iheiro Biogo Velho, asscutamle- se rtoal>ente em
nomear a commrssio proposta peto Exm. presi-
dente da reunio.
A asseme'.a delibero po'is nomear para essa
eommiesio oe embros d directora da assooia-
50 comnierciat o mais n>>ve eeabros i, esoolha
da mesa que presidia os seus trabalhos.
A mesa norneoa o Sre. Pippe N?a hato, Barao
de ^ctcbo, Barflo de Tsbatinga, jBirao- do Livre,
meato, Henrique Bernardes d Ollvpira. Jos Joo
de *mori, G. O. Mnoo, lr. Mel de Barres
Brrelo e D* JlflBoel Bwrque de Macado.
A oommisfo freo poi cmaosla dosses Slw.,
o maie dos Srs. Jos da Suva Lno. Antonio V.
da Silva Barroco, Kisd Heortqoo Trinsado, Jos
Francisco d) Reg, Joc fatheos Pcrreira, Mi-
noel Jos Carneira, BerOrtrdina G-wnes de Carva-
Iho, Jos Ruarle das Nevos e Jo- Laatriam.
Depois di*so levatHoa-se a sesto, oombmiwndo
algn membro da oecnudssao q 1 a sua #*
meira reuniSn tiveme lugar no palacete da aese-
cMoo, araanba, W do carrete, ao meio dia.
A' es-a commisso eampre pma ctfudar a
qneslao, especialmenle pelo lado ttoanceiro e dAr
coma da sna missao nb mis erevo praso poesl-
vet:
O estado da praea de Peraambnco- ppesonle-
menle nao auspicioso, todos o sabem ; mes'
cou-tiiui*le,e iatafei^ dewastra| pJ'taco*teci- alada assim sobra-lhe' muia vitalidade para env
montos noateriores. eow o Sr. Rivarok acepd^ pehbar-se cobo deve em aesuropte do delrboracSo- d^assewit e teni-> osla le
adTeiiooseu piopefio. ci^a,.eleidp. iU um dt
seus membros, oSr. JFacpfcJn de Macha ira,- logo
ap; pbsse deste segoi'orae. uta msviuvnio pp,.
pojar, a que adhejo a maioriada-niesoiaassem-
blea, ecoiei-ret-aJiado7 revogar.eafa.iespoBWPWj
memo a uoaieace aoterior e proclaojaj.*; Sr. R*
varla presidaate,proiWQw A repubjUca,
O muvimenid pofloo, qae acia.. allyujG, roen|p.
opefOu-se^aeulro de-viniejjc qaUo lwrfe pft
uniao ios aags de Sr* Ri?4fo|:/r0 d^ cir-
culo do Se fiaurro,, que I djsplva,a futus
presidencia da repblica.
lorenla oiMeMi. e,a riwiqriaxJ^ as^fm^ica, r-
l're,enUveilMS|^Oiosii*da>*!par/ea.laadii, fu-
a1 ;i^l4,we^aesgriednroaijia-*e">o^ cawn rm
tal da, rsapWli.
O Sr. Rivarola eoniinuB^ no. ejerewik do
governo prDvisotp, dafeaunaa com o titulo de
presidenta eu retario ireral o
Sr. i, 1 de vario?
fuur.
iaesp-
uiu presidente de sua t-sedha, gnardnd
^b^b^b^b^bVI jlluJ>H, anda
os.naiereslplereeses patt eBa
B' de esperar por consequeac que ella aoima
iki',pee sed pfoprio interesa o mals do q ieso4
pel patriothml-*os illusires commarefame- qu
a compoem, naQ recuse o auxilio pedido peJ>
grjrerno pira a eousirureao\ de- iel*grepbo o W-
cihtc^^ uRp'aecjrdo raaeevel nyrtmpto par* se le
ver i'elIbNo ta til qu> neeMart reeinem*
o. telarapho, seria boa acea-pela opiiao pu
blica e pelo governo, visto como essa
s pule querer o beta publico, sera pre_
legtimos interesses privado,, e isso precsamen
to que todo queremos para a'prosperidad da
proyiocia.
FSA DA SffNfTORA BA SAD8 Nf>PC<.-
Segunuo 0. proarauma, aDDUflcijdp .uta Jugar
comr/etenie desfe Otario, deveser TuiTOJa se-
gunda-fdira prxima, 23 do eorrente, a bandeira
da Senhora da Sadde do Poco, qaeimando se apds
eeea ceremonia nm lindo fogo d aneflcio e ogos
de bengala e soltauio-se varios baldas aeresu
lieos.
vo dia subsequente c-imecarao as ooveaaa, rea
do a orebestra dirigida pelo maestro Colas e es
versos entoados pela Sra D. Beltramni Marinan-
gcli, Ueu oonbeoida enire 00 pelos applausos que
inereceu, quando se fez onvir no tbeatro ds Santa
Isabel. No lira de cada novena queimar-se-ha
oairpequeno fogo e arleflelo:
No dia da festa, 2 de Lvereiro, pregar ao
Evangelho o RvJ. padr* Joao Grego, e dirigir a
orcuesfta o referido mnestro Ol, cantando os
solos varios artistas. Pregar no LeDeum o Rvd.
padre Lino do Monte Cerjnello. Durante o dia e
noitinba soliar-so-nAo argons balos aerostti-
cas e varios fogos de ar.
e dia 3 de fevereiro ser arriada a bandeira,
depois do que quelmar-se-ha uta grande fogo de
artificio.
Os infl'ientes e devotos dssla festa esforcam-ss
para que ella sej feita cora todo o esplendor e
pompa.
A empresa dos Irilhos urbanos de Apipncos fa-
eliia o transporte por todos os raios ao apa al-
cadee.
EXAME DE HABILIT.vgO.-Hojfl s 10 hor#
da manba deve proseguir, perante a directori
geal da insirucijae publica, o"exarae de habilita-
co s canlidatas do prximo concurso para pre-
enchiraenio das cadeiras \"agas d" instrurjo pri-
maria. D.-ve ser dada a prova de trabamos de
agullta.
COMPANHIA SANTA THEREZA. Fina bJj
o prazo marcado pela directora, para a segunda
entrada do capital razio de 10 por ceoto, a qual
deve ser realisada no eseriptorio do Exm. Sr. ba-
ro da Solcdade, praca do Gorpo Santo.
ESCOLA 80RMAL. Acham-se abenas as iia-
trtcalas pera este estabateeimeato de iastruc*lo.
ELEJCAO SENATORIAL. E* heje que a c-
mara ruunjeipal do Recife 4eve proeeder apura-
cao dos votos para senador. *
B \II-Fi5 MAS "ARADOS. O propietario do
tlieatro Saato Autopio encetou, .qo sabbado ultimo,
a serie do baile* mascarada;, que cisturaa dar
pelo carnaval, e conlina om lodos os aabbados e
domingos prximos, nada poupandapara que os
seus salOoa sejan cooforlaveis, e para quo o di-
vcriimeate seja aprazivel e animador.
Os saldes achim-e bom armados e noa'.o tor-
oa^i-se sorprendentes.
LIMPEZA DAS GASAS. D'ora em dwnle per-
corroro as cuas da capital, nos das de segunda-
ftira, quarta fera e saucedo, rrocis para roce
ber o lixodas casas, devendo os moradores man-
dar fdr o qne tlvorem as portas do sute casas
e-M va silbas apropmdas s 6 boras da-minhaa
dess.'8 das, para ser connuz de pelas dras carro-
os, i
(MPTITRA. Pdo subdelegado da fregnezia d
Va zea f;i preso, na norte de 17 do correte, o
i nperial miriniciro, Antonio Dias dos Santos, que
assa?s:noa seu cosipanheiro Isidoro Bispa Pro-
fessor, no largo dosVcInntarios da fatria, ao ota
16 do correute,
FO TE DO MATTOS.Causa d eer o naihom
cudalo que tora a oossa edilidade pelo largo do
Forte do Mallos, onde em breve uao ser permit-
ido o transito, tanto 1; o lixo e immundicia qae
ah lia. Por ventura aquelles que tem ah casas
de commercij nao pagaro mpostos ? Acuda a
cmara municipal com. providencias em quanto
tempo, para evitar raaior despeza com a rcmcoao
da eslerqueira !
LEILAO.Conforme esl annuaeiaco, deve ter
lugar o lello de movis; louoa, orystaes e vrabos.
no segundo andar do sobrado da rna do Trapiche
n. 8, em qae morou o ex-consui dos Esltdos-(lai-
dos. .
LOTERA. A que se acba venda a 179'. a
benefleio da matriz de Tacaratti, qae c rre boje
PASS.tGElROS.Vin-los de Goyanna no vapor
itamangtiape:
Dr. lo Joaquim llermino e sua familia, Igna-
cio de Albuqnerqne Mello e sua familia, Erraiodo
Deocleciano de boyla o I sobrinho, Jos Kraase.
CEMITERIO PUBLICO.- Obituario do dia 15de
Janeiro :
Manoel J-ja iuim Paes Brrelo, branco, Pernam-
buoo, l apoiM, casado, Boa vista ; leea> orgnica
lo cora;ao.
Alfredo, pardo, Perosmbuco, 3 mezes, Boa-vista;
coovuifides.
Ahh;I-)U>, branc.\ Pernarabuco, II meaes, Sanio
A*teni>, eclaiuipeia.
Aurelio, branco, Peraambuco, 2 metes, Santo
Antonio; convnls
Silvino, pardo, Poruambaco, 3 mezes^Baalo An
ionio; eolieas.
Ame, parda, Percambaco, 3 abaos, S. Jos ;
ccftvqljtjes.
Emilia, preta, frica, 60 auaos, soUeira, Afofa-
do3; apoplexia.
Manuel Save ino, pardo, Pornambaco, 3S ameosi
s .lleir', Boa -visl, lv)spital Pedro U ; tubercutos
r>i)iiaoeaes.
Leopoldina Ananilia da Costa Lisboa, parda,
Persaeabucp, 17 an#o, soitoira, Repte; bypetro-
eha.
Lniza-, prvta, e* om va, Pe oambueo, U auno?,
solfeira, Recife; hy/izipol.
Ifanoel Ferreicci, braac, Peroai^buco, 73 eo-
003^ capado, Boa-,v(pta, hospital Pedjro 11; besifa
eoBluenies.
- 16
Estanislao, braajo, Pernambaco, 20 seeaec S.
Jos; cenvuls$cj!..
Benedicto Aaioeio, uarde, Maraahad, K3 aaooe,
Soitetro, RparViStt i. BUWlle.
Jos DowBOiYicipa-Baeros.MfiCPerflambado,
30 annos, *Jlwf., Po); w*. M+M-*
Amonio, pardo, Rerepjjibuco, 2 meos Sae*)^Al
Metes MPP0P-
Jouie, pardo, Reraambuco, 5 data,. Bet-eiMt;
espasmo. "Qf
Aliena, *^aw, BMaor Bcpopbupe> Reoif
a eMFroea pai.
0 publico bera tem visto qae nao tenho profa-
de mea pai, quem sempre res-
., e, smente, pelas reclamares jus
soas raandei sempre tomar facas de pdhtas, embd- ] lissfcsimas que tenho feito, poder enchergar, e
1 par fn/fv/o, o tiguatario da Cftrrsapndeaeia oue4
ffiswKws*iM AturYSF
ra deale mn pr/.^^r me rcsultasse jnjn|i m^|,
.uerencjs, como estas que diz o correspondente
Uto tenho eom os feridos pelo crimi-
noso Jos Valentim, proveniente de ter eu manda-
do, eradia de Mea. desarmar a Jote Lcmreoco So-
brinho de Manoel de Siqueira Passos, embora fosse.
o Beeam As Lourane mfj amigo, mu eoreb.
gionario e meu sappleale ao cario de subdele-
gado.
Sao Uve conbecimento do Acto, de que trata o
correspondente do Abtrat, seno depois de succe-
dido. A,chava-me Jora do exeroieie da sebdelega
cia, e vendo a pouea energa de meu substituto
diaote da alilude, que lomavam os amigos e pa-
rn reporto, seu socio e as figuras que o cercara
mas que de todos estos nennum caso faco, pode
tambero Gcar certo. e cala uro, por suavez.
Pelo qae tenhe vwto pretendem cosiaefaf, eu,
e meus irraos, como intruzos nos negocios da
caso de oosso pai, mas nao bao de eonsegai-lo.
Reci49 de Janeiro de 1871.
Dtcio de Aqumo Fonseca.
Cemlterlo das xlagoas.
O-Rf. vice^prtfeilo do hos^eiro da Pehha do
Reeife, Fr. Fidels Mana Fognano, raandou pnbll
car ero nosso jornal uma demonstradlo das quan-
rentes dos offeadiio, que a todo traiue queran ,ias recebidas e despendidas com as obras faltas
fazer jastica por suas maosvassumi o ejercicio; e fa cidade da* Alaas
(ISA /DlmiClAata mil^fl'.liaaa m,A A IaHa rtl. ^
das minuciosas indagsgoes, que com leda a cal
ra proced, resqllou que o tacto se den do modo
seguiute :
No dia 27 apresenlou-se na pevoaeio Jos Va-
lentim de Freitas ( quem nunca conbeci) aneado
eom uma faca de ponta o um cace, e aseim pee-
seiou todo o dia: a noute, sabendo o subdelegado
supplente em exercicio que ainda elle se aebiva
armado na vooda de Jos Pedro Maeambira, diri-
Sio-se pessoalraente aqaelle lugar acompanhado
a alguraa pessoas, rom e fin de desarma-lo e
paendd-lo: alli ehegande, eontrou varias pes-
soas, entre ellas Maaeei dV flqeein, qne acabava
de dor um copo de agoerAa*a a Jos Valentim;
o wlimaodp este para eatregar lhe a (ac, foi
desobedecido, iravaado-se uma lata ealre os que
o aconipanharara, e o mesmtf Valentim, que abri
caminho feriado a quaatos encontrou pela frente,
sendo preciso empregar-se violencia para o pren-
der aBiial.
Preso o delinqaeote, coacearam a exareebar-se
os nimos dos prente de Maneel de Siqueira, um
dos feridos, e procurou -se por em scena un acto
de verdadoiro canibalismo, qual e do assassinato
do preso.
Foi uestas circusiancias que eu, sabendo do qne
sepnjaciav, e vendo a pouea energa do raen
stabsuiuto, assumi o exercicio do cargo, e tralei de
garantir a vida do criminoso, quem quena
estrangular no tronco em que estar.
Esta miaba attitude, til ha tao smente da desejo
de nao ver reproducidas scenas de saogue no dis-
trelo em qae era autoridade, irritan o efiendido e
seu< amigos, qae voiiaran contra mim as suas
runas, aineacando-se-mo por todos os modos o dei
a de vi -la importancia a laes.lou curas, e contiouei
a garantir a vida do preso. D'ahi a suspeita, de
que falla o correspondente do Liberal, de ter sido
por mundo meu qn Yaleniim fizera os fenmentos
ji mencionados.
usca conheel Jos Valealim, quem pela pri-
meira rea vi na prisit). Mao son iuimigj de Ma-
noel do Siqueira, que apenas se raoslra aoje meu
desairelo, porque oonsidora urna desanoralisapao
para ti o para o seus prenles, o facio.de ter eu
mandado desarmar na reir o seu sobrinho :
Que motivos pnit leria a para mandar espan-
car ou matar a Manoel de Siqueira, qne nenbnraa
importancia pohtica tem, e que nenbum .mal rae
fez T
Repilo, o que se diz ao Liberal de 31 de dezem-
bro paseado, relativamente minba pessoa, nao
passa de uma calumnia, forjada par aquellos, qae
via:n em mira oro embaraco vivo todos os seo*
dejmandos, e desvarios que estavam acostuma-
dos, erque sabiam que eu nao pactuo com banda-
Ibairas, parlara ellas de qaean partir.
Devo declar, que lendo reoebido o eorpo de de-
licio feito nos offenddos, coraacnieacao do subde-
legado e interrogatorios, nao proced immeditta-
mente como me cumpria, a formaeao da culpa por
quo recebi um offlcio do juiz maniipai do termo,
Dr. Antonio Paulino dizendo-ae, qne sobreiiasse
en qualqaer procedrrlente, pois quera ser o for-
mad jr da culpa nesle crirae.
Sem 'azer a menor objecfo este aoto, abas
digno de serias reffexdes, ioconiinent fia-loe re-
raessa de todos os papis eaeerneaies a esie ne-
gocio.
Poderia aproveilar o eusejo para lazer certas
receincoes e certas contii'vqtee sobre a marcha
une leeam os negociepnbiiept e polticos daquelta
loca idade : nao quero prera, ser ejoafleado de
iraprudoate ; aguardare ulteriores aeontecimea
los, e melber opportunidade.
Apenas deeafio boje oe raeus ioimigos para
qne, a-samindo a respoosabilidade legal formo-
lew as saas aceusacoes contra mim : nao teanent
com;)aixo, digam iraaeiracate o que sooberea
de minha viJa publica e particular.
Abandodetnem a arma vil e nwjenu do iaimigo
traicoairo e cobarde que s ereeeontt as tro-
vae, e innonyme.
Recife, 19 de jaaeiro de 1871.
Mantel Simes Fenvira Braga.
mMHL
da M de]
^^LaT
aiiicjal
ciil, oral
pregadorl
Na m;,
e milagros
tros um
Sr. ArellerT
gaWa de o
Ae
o exln
Carmello, Qn
amor
um foge
ntsica mar-
^buveaao insigne
'. excelsa,'
esta aoncadada eom -
as raas e di-:
indo a ereneeta
hotos cantados
Evangeibo o
^ alm de ou-
bem conbeoido
urna immema

^rreo
{ Httros lempos, bn Mroa-de Ires anno, a-as-
lociacSo commrcir benetkente tere a-idea da
conruc?ae detsa liuha-telegraphtfla, eJsoHirth
dgovereto aateisaclo para fe-laiporJm#ic*'d ]
uma compsahia.-
0 governo imperial, mpetteadainenll e-
ratSdt pleivel, eda- ortops-a eeea ermoeM
vantti^sSsIWa pr elle, San'ae' bases -preptat:
A qttesl adormecen 0 o eepirtt^qB* enidW
a idi-rrefcu-s, jasiedriene e(Tmdii'pd'rs
recusa pouco cortez e at ante-patriii
Hoje o gevrnf imuer*a4'quem-fcoeitllo ao*e>
da associago coraarreiaK pnm'- os* obra imppey
: e a illastre eorper^ie do conraverio,
ciadera da d, nie nerir- pir cera esM rfl
cesta dejKedcile
eBrisde>
ftdrnemepwuk-i
Braca; ascite.
MepanlalaaViMii d
peeebncevr
Ibes
E' forga confessar que as obras fetas so cerai-
terio, bo convento e ordem teroeira do armo, s
poderiara ser conseguidas por lio diminuta quan
lia, pela adrainiatracao de um missionari capuebi-
nbo.
Os religiosos deeta ordem no Brasil tem-se tor-
nado por suas virtudes e zelo apostlico tao ama-
dos do nosso povo, que elle faz prodigios de aoti-
vidade s anas palavms evanglicas.
S assim se poder explicar o qae faz o Rev.
Sr. Fr. Fidelis na cidaie das Alagoas.
Beceba esse Ilustre varao nossos agradecimen-
tos em neniada popuheao cheMaa daqaella cida-
de; e crea que os Alagoanos, sem-discrepancia,
fazem votos pela sua volla, cuja perraanencia entre
nos attestada por monumento duradouros, pois.
sao ci mea lados coro a palavra de evangelho-.
Calhoeos apostlicos ramanos, censramos
os oxeemos do fanatismo, e' lastimamos algaraas
vezes qne os ministros de uma religio tao librri-
ma como a nossa, procurem por ara rnel entendi-
do lelo embaracar a liberdade religiosa,
Jeeue Ghriste nao imnz sua saata e divina reli-
gio : dirgio-'se oonviccio.
E os representantes de Dens na Ierra devem
seguir oa dictames da-ducuxa. e d* amar, sailados
coro o sangae do nosso Redpmpior m alto do Gol-
jvtha.
(De Jtrnl dur Magoaf).
Soneto

A JI. F. etc.915.
Mentor ao Monte-po, deixa as lettras, t
Qae o mundo te conhpeo at ms oos;
A eompor desparates :p.5o te meta?,
Que por nfescio tmte os vossos.
Fecha a roja,club de penetras
Gosa 1 vida rasando Padre Nosso?.
Jamis srts da conta dos pateta*,
Se escutarem de ti vossos e nossos:

Esl fe alterando o rombo qne a chela do aano
passado fez entre as pontee do Caxang e Brunzi-
nho apezar da nossa reclamacao para qne se B-
zesan cepacvlacar ama sonta.
ftipercPpna) Vomitado, teg qas houver qaal-
qaer ciieia ira eme atierro ce as agaa e per-
der-se-ha o dioheiro qu* podra ser aprovettado no
feitio da bomba.
A parte da estrada qae de Caxaag vai para o
Ambolt (30 ou $0 brecas se tanto) esl ae mesraa
e oa baixa quo existe no CeMro delta, com a pou-
ea chava qne tem havido j oio di bdi passagem,
predi passar-se pelos maltes aodado, enirelaa-
to II esl ao raeie de rio a montaoba de areia
(que etidla ser aproveHada para esse Mterrb), aflm
de impedir o livre curso des aguas da cheles e
obriga-las a ionundar todo o Caxanfl como das
mals v.tzee.
Parece qne atade lem voatade de tarer e Ga-
xanfl desaaparmr de> Dame des a*rabalde*>,
9squecendo se que elle oro dos mais Maduris
que eeire 06* eatatet
Porque tanto o despreeam r
O Pofe, Mooteiroe Mpoee ja lem agaa e gas,
entretanto Caxaog* s dada dar agaa da* lama a
anea ah mora se naotlver quem va boeca-la a
mel |pfn a de dietencta/e sabem ledos quedo
sonrma graade da Passagem, lugar at oqde ebe-
gaa agua e o'gee,- Gamam omito menor do
que en Ptnte de Uenoa ao Meateiro oa Aprpaeose
ejotl(en se darla agua qaem ternslo e la
a quem quer ver, aprovuado-se es moradores
da (Mraia Nova, a'qaalee acha em qnasi saa to
tpNilnde povoada.
ial-se poveando todo o lado dtreito db Gaxaofi
sem licar uma sabida para o rio, ao serta pro
lente que o Sr. fiscal lovasse ao cpphecimeuto d>
earHra putn para el &
setrt alSnma cousa a respeftot
la. Vaned est om matto J nao se
por etle, porqtte os ei^^HHforma
_r ed
unes de sal nb%ui arre-
- ao Cngeoho* Po
Si
ese i., H onriar pnMi-
^BT do telegTap
no mea
pfrFUMl\
u grande agitaeio dos j por muitos Btaiee o que ae mostra -emoM^^MPe)
isaTSmmufMIaos-
leraneKiFTCTMBBPMB,
aba feM paral
desgrapa.
sao oolrrndos aataat-
nlb'aBtrMtapr ew da,
etti pera eobratee
Oenota.
1* a eonsMerefiio que nw^_
esponr-Me Oorbtntaoe do Aqaieo Fon-
a^^^^p ten dirigido- an
jw" PQHBVIe^W'VVr f^Be^P^rHIV"
< De erasso ignorante mo apregoam,
Verdade qae nao mais contradire,
e Pols escrevo ctmtnlo, oficio, coam (II
< Os meas fatos de brim postergarei, ()
Be parvo nao me accasem, que me asoaro,
< E hwopa'scia bas tbevas nao direi I >
O eamjm'mno das obrigctts.
No domingo ollimn (13 do corrate) tere effecti-
vameote lagar, na tgreja da Madre de Deus, a
fesia do Sebhor Bom Jesuseo Bom ftm,. mandada
celebrar pelos operarios "baliianr'S do arsenal de
nnrinha Raymaudo Agosti'nho Vieira, Manoel Fir-
mo do Sacramento, Jos Pedro de Santa Rosa, Jos
Marque- dos Santos Silva, Severiano Barbosa da
Silva e Luiz Jos Marques, assim como Manoel da
Croe Corte, Luiz Martins da Costa e Antonio Lou*-
renco do Espirito Santo, residentes nesta cidade, e
tarabem bahianos, os quaes muito se esforcaram
para obler os meids necessarios de poderem con-
seguir o flra que desejavatn.
Os mesaos encarregades da festvidade agrade
cem cordialmente aoi Exms. Srs. coaselheiro pre-
sidente da provincia e chefe de divisio Hermene-
gildo Antonio Barbosa de Almelda, chefe de polica
e os (Uros. Srs. capillo de fragata Augusto Cezar
Pires Ramos, teen te coronel Alexandre Augusto
de Frias Villar, e liem assim mutos outros de-
votos, pelo que Ihes dispensaram para o realce da
esta daquelle Bora Jess.
Foram lembrado p:.ra festejarem o Senbor do
Bom Fim, no anno de 1872, os segaintes senbo-
res :
Jues por eleicHo.
0 Exm. Sr. chefe do diviso II. A. Barbota de
Almeida
A Exraa. Sra. D. Jesuina Augusta Alves da Silva.
Jaiaes pordevocao
0 Illra. Sr. coronel Domingos Alves Matheos.
A Exm, Sra. D. Loiza, espoa do Sr. Dr. Ignacio
Alciltiades Velloso.
lliesourro.
OWm. Sr; J0S0 dd'Oeus Oiiveira Santos.
Procnrador geral.
0 Illm. Sr. Manoei da Cruz Cont.
Juizes proiectores
Os Illras. Srs. :
Joaqafcn OBseno de Mesqnita.
Joio Pantne Marqaes.
Jos Pedro de 'Saata Rose.
As Exm se. Sras. :
l>. Oertrodes Barbosa de Almeida.
Mara Joanna Nabnco.
EScrives por eleicao.
Os Illms. Srs. :
Bernardino Feltro do Nascimento.
Severiano Barbosa da Silva.
Mordomos
As Bxmas. Sras. :
D. teama Rodrigues de Oiiveira e ilva, esposa do
Blm. Sr. 1 lenle Francisco J?ronymo Gon-
B. Joanaa de Senna Pessoa e Silva.
D. Auna- Joaquina1 dos Saatos.
b films. Srs. :
Pompen Eduriges da PiedaV.
Germano Barbosa Luiz Barquee da Sitaa.
Fraatesco Sirvestre da Silva.
Raymundo Joaquira de Aguiar.
Jos de Sam'Aane-.
Srtverte Joannim da Silva.
Apalee Jos Chrispim do Rasarlo:
tuefa Gomes Barbosa.
Deiptz feita com a frtta.
M*ss cantada e serrao 7*KK|iB
Mosia fl&fOQW
rogo eogoflo1
Cera Mp"U80
Gratifleacie ao armador dt cera ItiSBB*
iieeaca para o fogo 100
Aluguel de arandelas e velas de eeperma-
aete- 8^790
MedMae ium
GraflBeacao ao guarda da (grja 8|0
.Cartetoa 4low
{bjeetos. miados l|3B0
, ^Deutn orando
regador o Rvtn. padre Lino
I se dar principio ao fogo de
artificio especialmente preparado.
Serio depois da festa destribuidos pelos devotos
regtatose vela bent
NOdfJr 3 4s7 Roras da~noTe""se pTrcedera
deseida da bandeira ser entregue respectiva
juiza SAodo o acto feito eom pompa e a devida de-
rc5ao(1.depqii du que queiiaaf4erh/- um impor-
ta nte, bellis.-imo e variado rogo, irubalho do noia-
vel -amista Lwacio Gomes da Foneeca.
Os devotos eleitos para jratarem desta feslirida-
de em honra da excelsa e milagrosa Nossa Senho-
ra da Saude esforcara-se em fate-la com toda' a
pompa, e assim prometiera ana lodos c*aUHT12-
tos relativos es^a fesx^ide, jU4 poasaou^baver
serio puCMieatos opportan [O
Podada Paaeil* H>dnjUeaW. tawUK P es-
crivio, Alfredo T C. de VaeeoneeHos.
Vi boje no cartorio do'ercrivlo Brit, onde re
se acha em eapoticao, posta pe invenlarianle dos
bons de meu Uado pai. ama publica forma de ara
bilhele em que pedia ao fallecido a grande seraraa
de duzkntos cicuekta mil ri, para pagamen-
to de dreitos do titulo de mea emprego, e era cajo
bilhetndizia en, qae, "nio era eiifento para eom
elle.
Cora quanto podetse eu allegar qae um simples
bilhele sem recibo, qae quando rVesse, estara
prescripto, que alo devia; nao o farei eu ; o que
nio suppunha era quo meu pai lomaste nota de
tao grande somma, e para o flm que foi, aoparso
que dava enxotas, mobitias, scratos, joiat, pia-
nos, etc., a suas entiadas, dioheiro para seas 1 mia-
dos fazerem casas, se divertirem, e at jogarem,
sem Ibe laucar em conta, ou se o tivesse feito nio
descrever o invenlarianle como dividas.
Mas, uma vez que o invenlarianle teve nieso
tanto cuidado a mea respeito, justo qae escre-
va n8o s os bens que mencione! em mlnba cor-
respondeaeia anterior, com > tambem as ntesatu,
dinhetr para pagamentos de allvgueis de casas n
campo, e outras eneotnmendas, que contara de do-
cumeotos, e assenlos feitos pelo fallecido, e qae
sao devedores alguns outros berdeiros predilectos
do inventariante, e qne ludo est em seu poder,
e mnito salbfeitos, sem ddviaV' pelas partimos
particulares ds sobras.
Recita, 19 de jaoeiro de 1871.
Dio tAqvino Pbncrea.
Censtaudo alHibaixo assimudo, qaa os Srs. Jos
Teixeira da Motta Cavalcank)? e loaqalm dos San-
tos Teixeira da Motta Cavalcaote. moradores no
termo de Iguarsss, 00 intuito do o prejudicar
proeuram vender, ot hypothecar as partes que
leem no engenho Nsivo, do roesmo termo, vem por
meio do presente, prevenir (allm de evitar ques-
i5es fotora-) a aem qoel1 qne seja faltado para
laes negocios, que nao os (15a ; porquan > o me?*-'
mo baixo assignaio lecdo-os accionado, por de-
bito, pelo jolzo mnalclpnl (!> mesmo termo, foratii
elles condemnadiw a jiagar-lhe o principal, jares
vencidos, e cusas, o que, e ludo com o final da
execussao dve exceder ao valor total daqUeF-
las partes ; visto como nenhum outfo bem pos-
saem elles que garanta o referido rJlifco.
Iguarass, 18 de ja'neir*de 1871.
Joo- Baptiita Teixeira Catteoste.
N. 7.-MA PALAVRA AQtTBLLES tjOE PA -
DECEM BE THISICA.A expeetoracSo de moeo-
idades, tosse fatigadora e continuada, pulso prici-
piado e pames nftaminado, sao sympiomas
desfavortve-; porm nem por tssb devpis deses-
perar, se acaso deposilardes toda a vossa confian-
ca ao Polmonleo o mais podteroso e admiravel
entre lodos os mais conhecidos, tsto o Peikral
Anacahvita de Kemp. Em milhares de cases se
meihantes, oe enfermos se rstabeleceram eadqoi-
rirara a sua sade. Assim como oazeite atoaada
as ondas do embravecido mar, pjlHBesma forma,
este remedio aplaca e acalma oijmptomas febril
que acompanham a losse, consllpacao, broncbiles,
pleuresa, asthma e catarihos. sal-o, pois, o
mais breve que vos seja possivel, -e. ainda mesmo
embora qne a enferraidade j tenha feito terrrveis
progressos, com ludo isso nao teobaes roedo que
"j seta demaseado tarde para usardes deste gran-
de e impagavet'remerhov; restaurador da villa e
sad* dos mortaes. Felrap daqnelles que q usam
59Meoo
Bapeftaaeia reeaBpin
flRaBa.
MOGBA
t'tndftfti* da Bxroia
2WIJKJO0
;vrMtt
e o sabem verdadeirarrwnte apreciar.
COMMERCI:
A Csixa Fiftal do Banco do Braail em
licpiidacio paga o 34" dividendo de anas
accSes, inscriplaa nesta cajxa, a rtgJto de
8^000: ra do Mrquez de Olinda
n. 49.
mACA DO BECIFsV Id DE JANEIRO
DE ft7l. .
AS 3 1/t BORAS OA TABBB.
Cotacties officiaes.
Algodo de Macei 1- sorte599 rs. por kil. pos!v>
a bordo frete de 7|8 d e" 5 0|0 por lib.
R. C. Stepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEG1-
Rendimentoda dia 2 a 18. .
rdera do dia 19 .
481; 9 79pvJv
27:340*489
309:51B4a9
Moviuienlo da alfamalega.
Volaraes enn-ados com azenda
c < ora gneros 462
Voluntes sabidee com narradas 3K>
.cnai raerc 430
3
74(1
Desearregam boje 26 a> Janeiro.
B>rca nglezaGladiattavarrae f ataree
3arca inglezaBibrMvario* geaena.
Barca ingleza-8/'p>4tel .S(ar-varioe gsteres,
Barca inglezaDelpmm. varios genero*.
Patacho egiezEndoiavarios geaesest
Brigue poriagaezDesemptnko generee de -ca-
tiva.
Batjmohos deewportafOo no Ai*to*1
janro
- N*'patatho argeiifrtto nereza. prf'ir'lfe
eom 7t,uuu 1111 o as agaaraenn;.
Na barca ingleza Kt-cln, para o frtfSlM-
refraram Rabe SChiiiueau C. 390 saccas em.
carreg JkC !3d saOMr com l^p>
ifMpiraTir: hmes rh der k C ffl
3,735 kilos de algodo.
m*n*i
verpool car
saceos eom
G. 800 con ros)
-- Ne= vap
carregon : Pereira Car ni ir I
IPrrirrlea d algodl.
ca^egWwr r
saccas oom T.fl
a biataj
Prata carre
'l meti de j () Seo termo favonio.
I metaa 0/
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anas una, o
iOW
9 papal de
d, 2 oaiaaa ca-
^^^^wreios, Idta ob-
datbMouraoaa taaeoda
pape ^^^^^H
rent oievl^^^^H
iMeatasutor"
oenr-
io-do
u mi-
,___________ ____________j i
M rrenie sem
Secretaria da thesouram de fazenda de Per -
jpawtco
r
poer;
bote e pertences
a Joaqnim Lopes Ma
lenees j*ao
13t pecas dr
Bara, i ; rameHo.
vlotWs macbieismo
97 ditos madeir; & Manoel Pernaades da Cos-
ta & C.
RECEBEDOWDE RANDAS INTERNAS
OERAKfpUPRNAMBUCO
lleadimeoto do d 2 a 18. 48:61*1886
Ide? do m 19 617/786
49:230*633
CONSUftOi joyincial.
Rendimeutoddia,2a 18. 86:527*971
Memdoal9. 2:7*98*589
msmw
08 PORTO.
Natos mirados no ia 9.
de Jaoetrc14 dias, galera portugoera Nova
imimt'Me 537 Meladas, capitio Manoel Frai-
ydXin^pafmHV etjoipaiwj W^nswjga difiereo-
tes gneros e lasjro; a Miguel Jos Alves.
Soutnarapton28 dias, barca franceza Corntille
de 422 toneladas, capitSo Percepied, eqmpagem
14, sarja diversos gneros; a Frederico de
Otiveica.
Rio de Janeiro-16 dfas, polaca haspanbola Te-
*0, de 167 toneladas, capitio Pedro, Pages Va-
lente, eqqipagem 12, etn lastro; a Amorim Ir-
Goyanna20 horas, vapor braslleiro Momangua-
pe, de 134 toneladas, commandante Oliveira,
eqnipagem 20; em lastro; comnanhia Pernam-
.bacana.
Natas tahuas no mesmo da.
LisboaBlpaoole< portuguez Peusatnento, capto
Fcaociseo Joaquim da Triadade, earga assucar
e coaras.
ValparasoBarca ragleza SilvAvraif-, capitn I.
Cobo, carga assuear.
Baitimore'Palrcho americano Clwwan, capuae
Fjrbaa, carga assucar.
eom
coJS
0*aaa aa -quatro freguezias deala cidada
zem scieote aos taaradoras das mesinas, que
d'ara m diaate as carrocas peroorrero as roas
das referidas fregueziu tres vazes per semana,
sendo as saganda, qdarias e $*t>, e que a
ninguem rar cisco ou {inmundicia di>
qaalidade alguma oas ra?, sob pena de pagareni
as maltas marcadas narposturas.
Decaram mais que os ciscos devem ser depos'n
lados em vasilbas proprias para melhor faciHdado
do transporte. Reare 19 -e Janeiro de 18j?l.
joo Man as Crrela.
J jaquira Francisea de Torres Gallindo.
Eroesiino Canlcaoti de Alb:querque.
Jeronymo Jas Ferreira.
ftorttlltwif8o 4a tregiuzfa de
ftUBtO AUtOBta
Faco saber aos moradores desta fregdena qu*
s poderlo deitar lixo as roas das del hora di
noate at seis da mantaa em vasilbas, oo ent*>
em occasiao que passar a carroca que tem de
condnzir; assim como os conductores de caree
verde do matadouro para os acoogues, 2o abri-
gados a trazerem as suas carracas cobertas con
toalhas limpas, sob pena de seren multados, se-
gando as postaras da cmara municipal.
Recife, 15 de Janeiro de 1871.
Joaquim Francisro de TorresQalHndo.
K saana nr ga, i
tra@l(j(fr
paraos
correte
XavegacSe eosieira
Porto de Gallinhas, Rio
Tamandari
^jl/ O Taper Parahyba
portes cima no dia 20 do
meia,aoite.
a, encommeaias, passtgtirc e di-
niieiru Afrete :.no eperiptorip do FerU^do MM-
t0S: C^A^ilA,-------------------------'
Parahyba, Nj
caty,
costeira por ifapor.
r, Ai-
Granja.
O vapor Piropfia
te Aievedo, seguir pan
tos cima no dia 31
as 8 totoras da tarde. R
a at o dia 30,
passageiros e dinheiro-a (rete at as
larde do dia da sabida : escriptorio no,
Uattosn.il
' M
>AI Ill.'V
r
msii
RHB^^p Potai
professor de ogaynTliUeralura nacional no
GypraiswPro^ja/AL fa %e(k, m.^q
em sua casa, roa^elia d. 37, corsos esp>
ciaes, le caaa urna das disciplinas wima
roeqfionaias. Os.alqoDOS goe qakorem
reqqentr qualqoer aula desta's, podet di-
natffm da i
i4incla, j>aia-e infer-
ilo dVor i
SATO MOTO.
GE&NDES
EDtTAES.
Pela reaebeoria de rendas intrnas geraes
se faz publico quo noste raez e no de fevereire
prximo futuro, que os devedores da taxa da es-
cravos do exercicio correte de 1870-71 teem de
paga-la livre fle mu'te,' com esta Itepois.do refe-
ni' praso
ilfcebed)ria de Pernambuco 10 de Janeiro de
1871.
O administrador,
______ Manoel Carneiro de Sonxa Lacerda.
A cmara municipal desta cidade tendo de
proceder no dia 20 do crreme a apuracao geral
da lista sxtupla para dous senadores por esta pro-
vincia, em conspquencia do fallecimenio dos Exms.
Mrquez de Oliuda e Conde de Boa vina, convida
de conformidade com a ultima parte do art. 85 da
lei n. 387 de 19 de agosto de 1846, aos cidadaos
que quizerem ssistlr a mesma puracao.
Paco da cmara mnniclpal do Recife, r2 de Ja-
neiro de 1871.
Ignacio Joaqum de Souza Leo,
Pr presidente.
Loarenco Bezerra Carneiro da Caaha
Secretario.
Todos os sabbados domingos
O emprozano desle theatro, em- conseqaeneia
de se aproximaren) os dias festivos do carnaval
resolven desde j, dar estes divmimentos aos
amantes de MOMO, nos dias cima mencionados,
principiando no sabbado 21 e domingo 22.
Principiar a3 9 boras e terminar as 2 da ma-
drugada.
Eatrada geral para damas, gratis.
Cavalbefros 2*000.
PiRA
PETO
Avi8 o reeyeikavel
Acba-se proposto o brigue portoguez Stixat /,e
pretende seguir eom a possivel brevidade : quem
no mesmo quizer carregar ou ir de passagem din
rija-se aos consignatarios Tbomaz de Aquino Foa-,
seca & C. Sacessore, a roa do Vigario n. 19.
Coziowro.
Precisa-se de un OMfefegiro que eozinhe com
asseio e perfeiciijnh'ij^i,cyi nacional: pa-
ga-se be, a|raai|o : Miar na roa Nova, casa
Wanoel
dacio da roa
Imperador
cisco, onde
es e amigos!
branco como
arq
>
O hiate D. Luiza seguir a 21 deste ;
carga pooca que lbe falta e passageiros, trata-s*
com Gomes de Maltas Irmaos na ra do Vkrario
n. 26.
ana encaden^
ira a ra do
de S. Fran-
seus fregu-
s e livros ea
bilbetes e dis-
sua aHWt
LILOES.
;f seccao. Secretaria da presidencia de Per-
nambuco, em 17 de Janeiro de 1871.
Pela secretaria da presidencia sao convidadas as
pesoas que quizerem contratar a obra da recons-
trnecao do ttieatro de Santa Isabel, oreada em
238:795*427 a apresenlarem su.is propostas em
carta fecnada ao Exm Sr. conselheiro presidente
da provincia, no prazo de trinta dias contados d-3
hojea as clausulas abaixo transcriptas, certas
de que os pagatnentos serio realisados em apoli-
ces, de conformtHde com o art. 48 da lei do or-
namento vigente e respectivo regulamento. podan-
do lmente a tei\n parte de cada um delle ser
satisfeila em dinbeiro, se apparecerem comprado-
re) as mesoias apolices.
A planta e ornamento respectivos sero fran-
qoeadoB-na secretaria s pesseas que quizerem
examina-las, na inielligeneia de que da importan-
cia deste deduzir-se ha quantia de 4:790*000,
proveniente da mobilia, Picando assim a sua tota-
lidade reduzida a 234:005*427.-0 secrelario Ellas
Frederico de Almeida e Albuqaerqoe.
Clausula e artigo que se refere o edital supra
Clsasulas especiaes para servirem de base ar-
rematado dos Irabalhos da reconstruccao do thea-
tro de Santa Isabel.
1." Os^rabalbos da reconstrnc$5o do theatro
de Santa Isabel, oreados ero 234:005*427, sern
esecatados de conformidade com o respectivo or-
namento, approvado pelo presidente da provincia
e sob as instracc5es do engenheiro encarregado
da fiscal isacSo.
2.a O arrematante dar come'co s obras dentro
do prazo de um mez e as concluir no de dous an-
uos, contados ambos da data da assignatura do
contrato, sob pena de urna malta de dous contos
de ris no primeiro caso, e de dez no segundo.
3. O; pagamentos sero feitos em seis presta-
coes iguae, a 1", quando dr comeco s obras, a
2', logo que ti ver recolhido toda a maieira desti-
nada obra, 3', qund) mostrar conbecimento
de ter embarcado toda a ferrgem, a 4*, qaando a
obra estiver na altara de receber a coberta, a 5a,
depois de coberta e liropa toSa a obra de pedrei-
ro, e a 6' na conclu?ao da obra.
4. Teda a roadeira destinada s obras ser re-
colhida em Irmazeus da md*ma ebra dedtro do
praio de quatro.mezes depois do recebimento da
primeira prestacfto, sob malta de cinco contos de
rL*-.
o.* O empreiteiro tera um engenheiro encarre-
'^aJV'Tfif'jf obras em execugo, sendo da
boni desta repariicao.
nalmente, em indo ntas, que nao vai aqui
eipeciaWdo,oh onea respeitc dts-
poe o reglame jul&o de 1866.
JaMBwBBBwMa, to*n\'
viada, dentro do
exe^f^B un, crdito ex-
traordinario 6 )000, em apotlees emitti-
piemip de 8 por cento ao
)guint's :
ortaucia deste crdito ter ap-
piioajao especial, 1. a conlinuaro da entrada da
Victoria al a povoacio de Grvala inclusive a
P'iOte^-jydMlg^yaftoa at Pedras de Fogo, 3*
a de T povoado de Capoeiras, 4"^ a
constrHept ue* urna ponte sobre o rie Una, 5 a
dita sobre- o rio Capibariba era Pao-
icwituic'io da ponte de Affogados,
^^^^^^^^^^wttg Is.ibel, 8r
la'provin-
contltfft-
Eseada pela amiga directo,
ibeca, e ama po te ao rio Are
aco de Agoa-
'mesrr
Um. 8r. Ur. d *&l da
da provincia de Sergipe, se faz
'asenta dias p
iscripcao dos caudi latos *
rhetorica potica e ingles
(Icar aborto aa data da
jal 'IB 'ial em
^j de outubru
mm MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
.Vavegafo costeira por vapor.
Goyanna.
0 vapor Parahyba seguir pa
ra o porto cima no dia 26 dr
correte as 9 boras da noute.
Recebe carga, encommenda.5.
passageiros o dinheiro a frete nr
escriptorio do Forte do Mattos n. 12.
C0MPA1IA BRASiliBIiy '
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos da sul esperado
at o dia 22 do correte, um dos
vapores da companhia, o qaal
depois da demora do costume se-
guir para os portos do norte.
Desde j recebem-se pas-iageiros e engaja-se a
:arga que o vapor poder conduzir, a qual devw
ier embarcada no dia de auachegada. ncommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da au>
lahda.
Nao se recebem como encommendas seno ob
lectos'de pequeo valor e que nao excedam a duai
irrobas de peso ou 8 palmos cbicos de medi^So
rudo que pasSar destes limites dever ser embar
:ado como carga.
Previne-se aos snhores passageiros que sua
passagens s se recebem na agencia, ra da Crui
a. 57 primeiro andar, escriptorio de Antonio Luli
do Oliveira Azevedo A C.________________
Cear pelo Aracaty
Vai seguir com brevidade o hiate D. Luiza, o
qual tem ptimos commodos para passageiros :
trata-se e >m Gomes de Mattos Irmaos roa do
Vigario n. W. ____ __________^^
Aracaty.
Vai seguir nestes dias, com escala por Maco e
oatro porto se honver carga o hiate S. JoSo Bap
tista; para fretes na ra do Vigario n. 26, e para
tratar-se com Gomes de Mattos Irmios.________
Maranho.
A galera portogoeza .Nova Amizadea
capitio Manoel Francisco dos Santos, segu do
dia 25 do corrente para o radicado porto, e recebe
earga a frete : trata-se com Miguel Jos Alves,
ra da Cruza. 19.
f
Segae con) brevidade para o porto cima o pa-
Ihabote porluguez Sahta Cruz, tem a maior parte
da carga tratada: para o resto que rhe falta tra-
ta-se com os consignatarios Antonio Loiz de Oli-
veira Azevedo & C, rria da Crhz n. 57. 1' andar.
Venle-se o patache nacional Palma, que se
acba fundeado no ancoradouro da carne secca
descarregando o carregamento que trouxe do Rio
Grande do Sul. Este navio sejeha em bom esta-
do, apparelhado e completamente prompto para
viajar:; para tratar, os pretendentes devem diri-
gir-se Jos Victorino de Rezende A C, scripto
rio ra do Mrquez de Olioda, outr'ora Cadeia
n. 52.
fiMffi \mm\
DB
Paquetes a Vap^r
Dos cortos do norte esperado
at o da, 3 de fevereire. o vapoi
Paran commandante J. d? P.
Guedes Alcofoado, o qual depois
da demora do costnme, seguir'
para os portos do sul.
Desde jreeebem-se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder condazh*, a qual' devert
ser embarcada no dia de sua chegada, encom-
mendas e dinheiro a frete at as 2 horas da tarde
de sua sahida. ,
Nao se recebem como encommendas senSo ob-
jectos de pequeo valor, e qae nao exeodam a 2
arrobas de pe30 pnoitopalmos cbicos de medi-
(;o. Tudo que passar destes limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Srs. passagniros que sua pas-
ixvensst) seTBcebem na agencia, ra di Cruz n.
577 primeiro andar, escriptorio de Antonio Lui?
de Oliv A C.
PEKrtAlBBGANA
Wtbt por vap,
eommai)
para o p
do erre
tarde.
i'unpe.
seguir
n da 28
Sr IG:

be uovi:is
louqa, vid ros e vinhos
como jejam : .
Um piano de Blandel, urna mobilia de Jacaran-
da com 1 sofi, 1 jardinelra, 2 consolos, 2 cadeina,
de bracos e 18 de guarnico, 1 cama franceza de
Jacaranda, 1 guardaroujja, 1 guarda-vestido, 1 laf
vatorio, 1 toilette, 2 escarrartairas, 1 relogo dr
parede (patente), 6 jarros para flores, castices e
manga?.
-Urna excelleflle machina de eostnras (perfeita),
1 mesa elstica, 1 guarda-louca, -1 apparador, 12
cadeiras, i marqueza, 1 armario, 1 commoda, dife-
rentes mesas, 1 apparelho de porcelana para jan-
lar, vidros e muitos oplros objectos con tenientes
casa de familia
Heje
No segundo andar d sobrado da ra do Trapiche
n. 8.
O agente Pinto levar leilo por conta e oTdera
do Sr. raajor Samuel Moffelt (ex-consul dos Esta-
dos Unido-) os movis e mais objectos cima des-
criptos, existentes no segundo andar do sobrado
da ra do Trapiche n. B, onde se effectuar o
leilo s 10 horas do dia cima dito.
4 rodas e 1 cavallo
descansando
cora lauca,
DE
Um cabriolet americano do
para o mesmo.
Um cabriolet americano de 2 rodas,
a caixa em correias.
Um dito francez de 4 rodas, coberto,
vares e-arreios.
HOJE.
Sexta feira 20 do crrante, 1 hora da tarde
- era ponto
na ra de Trapiche, em frente ao sobrado n. 8,
onde haver anteriormente leilo de movis, lonja
e vidros.
LEILO
DE
assucr
Osagente Pontual vender em leilo, por man-
dado dolllm. Sr. Dr. juizdo comMercio, a requer-
ment do Sr. Manoel Alves Ferreira, sessenta sac-
eos com assucar
Segunda-feira 23 do corrente.
no armazem sito ra do Apollo n. 12, as 11
boras. %
AVISGS BIVEKSOS.
r\ Subslituico de obrasvethas
LJllav* por nova, mediante urna
pequea quantia. C% i '
0 Jayme dJrige^e mu especialmente is Ex(. #r."
Sobsfitor qualqtjer o^Wfe de eatelloe, de orfliMerate e fra no un>r
oatro awderco, e cerabidave er naiorai, senda rjoecom islo se Qsttwavnoocv -
Diwr rj despender 20, 80, 40 e 50,0000 em um coque arewirrte oa>oi mo-
roa. para somerjle dlgpor de 3, 8, 8 e lOrJOGO (no>aaxQo-) E' MWTO EON0CO f
Sr." permittl qoe vos confesse qae i miirha divisa nSo lera sido id:olaMm-
Ipltaes; timbro tambem, e sobretudo em adquirir a gloria pelo cooceito a
:nz merecer, e, se por acaso tentao cabido em alguna deaagraao, a ra3o y afir-
mando s se encontra perfei(3o no sexo bello a quem praaeotaateaie tabo a
de me dirigir; confio pois qoe continnwdo a merecer vossa HlfmfcK
eis tambem a enderecar vossos adoros de cabellos ao bem conheei
intitulado (com-josta razJo) A TESORA D' ORO, qae'aleWdjifc m
qoe offerec sea proprietario, contai ^#ra eterna a gralioWW,er
o artista XME. t \
------"---------------------hna-flM
Na roa do lera leas (antip a trnz) n. 27.
prjwm-aadwatai ama para catn** a tprar
para honaem solK aro.
------------------------------------------------------------- ....
Precisa-s* de uica am para eos atareara
duatipaesoas : a tratar na raa da CMwaA ite-
cile n. 4, 9* andar.
na pwriada
otographia imperial
WI.KRIA
Estrada de ferro do
Recife a Otind* *
Beberibe.
Domingo, 22 do co-rente, deixar de ba
ver expressos para Olinda dms pontos,
por fiear esie'trem irabalhando do Recife
at Jo5i> de Barros, de ii e volle, dos in-
tervallos dos oatcos trens ordinarios do
cosiume. Previns-se aos Srs. passageiros
que.axcedendo da lotaca 5 nao partir o
frem, e deixaro de ser salisfeita* as viagene
annunciadas; qae tendo os trens completos
as oas lotaces as duas primeiras estafes
nSo poder mais receber passageiros,
deixa de parar nos pontos intermediarios,
at que possa'receber passageiros, o qae
far ainda mesmo excedendo da hora.
Recife, AS de jaairo de 1874.
Pelo superintendente,
___ Manoel Domingues de Sant'Anna.
to
Para urna familia alle-
maa de duas pessoas pre-
cisa-se do urna ama mo-
ca para comprar e faier
o mais servido de casa :
loo largo da matriz de San
Antonio n. 4, 2-> andar.
AMA
Na ra do Mrquez de Olinda outr'ora ra da
Cadeia n. SO, precisa-se de urna ama para cosi-
nhar.
"En
gommadeira
Preisa-se para urna casa de familia
gomtne com iimpeza, paga-se bem : tratar na
loja de miudezas ma a Cadeia do Recife nu-
mero 21.
e que en-
Precisa-se de urna ama para todo servico de
urna casa de duas pessoas : tratar na ra da
Aurora, em Santo Amaro n. 46.
AO PUBLICO
Vicente Ferreira de Mello Albuquerque, decla-
ra que sahio da ca^a do Sr. Jos Henrique da
Silva G'jimaries, e i; otivo elle o dir..........
quaBto ao mesmo Sr. declarar que nada se me
entregasse como eompra felia por mira para o
mesmo Sr. diga-me qial foi e o que foi que en
fiz, e onde se deve, para ser indemnisado, sob pe-
na de sahirmos d'alguma forma mal.
se acbarem
e cO'res-
IJSTTTO ARCHEOEOGICO E GEOfiRAPHI-
CO PERMiBCATO
Tendo o Instituto Arcbeologico e Geogra-
pbico Pern a tribu cano de celebrar o 9" anni-
versario da soa nndacaj no dia 27 do cor-
rente Janeiro, pela i hora da tarde, no sal5o
da btbtiottreca pobtica provincial, no con-
veoto de Nossa Senhora do Carmo, slo con-
vidados para similhante effeito em assem
bla geral todos os soc'os qne
no Recife,Jdffttivs, toMri
pondents.
Nao conhecepdo
differentes a sOcfar^es Ifnl
cas, artsticas e de benefice
nesta cidade, tem a honra de convidar pelo*
presente edital a cafafn2Srfterfssofta
coes a assislir sol^n^fdjBJd^faj27,fd)|
a fazer-se abi representar. E para conbe-
cimento das corporacQes ou pessoa
verem de ornarsess3i
aalorisada, aqNar*se"tran
te do art. 28 do regiment
Se na sata existenj soci
ootras qae desejam 1er
iritressanws-. participa
perpetao, para este pn
qual d a plavra aos antores da
a leiiura de cada ama das quaes nao pdej
estender-se alm de meia hora. Porm
nhuraa memoria ou trabalho pode ser aj
sentado e lido em sess5o publica, sem
antes seja sobmettid a orna commiss;
exame para isso nomeada, a qaal tem
decisivo sobre a conveniencia oainconve
niencia da leitara.
Secretaria do Instituto, 17 de Janeiro
de 1871.
i.
Precisa se de um caixeiro que d dador de
sua conducta, para taberna : na ra Augusta n.
116.
Quem ti ver para -lugar urna escrava para
todo o servico, dirija-se a ma da Madro de Deus
n. 24, armazem.___________________
Precisa-se de um j)om apeiro e tambem
ama boa cozinheira : a tratar na ra do Cora-
mercio n. 46. ___________^_^__^^_
Club do Montetro,
Sabbado 21 do corrente haver rnfo
familiar.
O empregado,
J P. Layine.
%
DE PINTURA
DE"
/. Ferretra Vtllela
Ogide o dia 7 de abril* passado acha-se aberto c
lOYo-estabelecimento photographico sito i raa do
Jlijg n. 18, evquina do ateo hos que desde eotao, tenHMhido de nossa offleina
In geralmente agradado, sendo recebidos por
nlgung com admiracao pelo extraordinari) pro-
zresso qne ltimamente tem lido a photc graphia,
i por ontros com alegra, por verem a provincia
fW& cora um estabeleei ment digno d ella, e in-
eontestavelmente o primeiro que nesse genere
aajeiossue : tambem nao nos poupamos em eonsa
igtfma para monta-te no p ein que ?e acha, es-
perando que o publico de Pernambuco saber
tpreciar nossos esforcos e recompensar bossos sa-
riflcios.
Convidamos-a todas aquellas pessoas, naeionaes
s estrangeiras que gstam das arte"s, on nverem
aecessidade de trabalhos de photographia a visi-
taren! o nosso estabelecimento, que estar sempre
iberio e sua dlsposiea todos os das desde as 7
aoras da manhaa atl as 6 da Urde.
. Para es trabalhos de ihotograpMa possuimos di-
versas machinas dos melhores autores francezes,
aglezes e allraemes, como sejam : Lerebours et
Secretan, Hermagis, Thomaz Bess, Voigtlander et
Sonh eWulf. ltimamente recebemos tres novas
macbinasi sendo urna dellas prepria para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imagens diversas e
soladas, e outra de 6 a 12 imageus diversas e
igualmente soladas, d orle que no caso de
grande concurrencia poderemos retratar sobre
ima nica chapa al 8 pessoas diveras e sola-
las para cartfles d visita, e assim em menas de
m qnarto de bor despacharmos 8 differenies
pessoas que pecam t'tda urna, urna duzia de cartoes
mais ou menos, com os seus retratos smente, on
3m grupo com outrus.
Enearregamos-nos exclusivamente da direcec
i feitura dos trabamos de photographia dei-
tando pericia c talentos do disiincto pintor
illemao, o Sr.
Jorge A. Roth
>s trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa poi
ama escriptura publica, e at o presente tern-se
lesveilado na execuco de sous trabalhos.
No nosso estabeleeimento acharase exposlos ou-
.ros trabalhos importanti s do Sr. Roth, tanto em
niniaturaa aquarella como oleo, reiratos
leo, quadros sacfos e diversos outros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo mi o
.amnbo natural, assim como de quadros sacros
para ornamentado de igrejas ou capellas. Tam-
bem aceitamos encommendas de quadros histri-
cos.
Asseguramos que os procos dos diversos tra-
oalhos da nossa casa, sao mu rasoaveis.
OARTOES nE VISITA NAO COLORIDOS A 10#00 A
CARTOES DE VISITA COM O COLORBO AO NATO-
RAL A 160000 A DCZIA
Retrates em miniatura i oleo ou aquarella de
16 201000 cada um, indo convenientemente en
:aixilhado em moldura domada e regulando o
busto da pessoa retratada de 3 4 pollegadas e
todo o quadro palmo e meio de tamanho.
Julgamos que bastarao os precos cima para
larraos idea da barates a dos trabalhos do nosso
istablecimento, quanto sua perfeicao cada nm
enha julgar por seus proprios olhos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
osso estabelecimento sao das 8 horas da manba
I da tardo; entretanto de urna hora s 5 da tarde
3tn casos especiaes pode-se tambem retratar qual-
juer pessoa.
Nos dias de ebuva, on por tempo sombro po-
lemos retratar, e asseguramos que eases dias sao
>s mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da luz, e per termos o
aosso terraco construido com taes proporedes e
melhoramentos, que anda chovendo jorros ne-
ahum inconveniente 'ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. FrTTtira Villela
Precisa-se da urna pessoa habilitada para
ensinar em um engeoho desta provincia, portu-
guez, latim, francez e msica, o engeoho dis-
unte da via-ferrea 5 leguas; quem pretender di-
rija-se ra das Calcadas n. 10, que achara com
quem tejfW
*4t> Jl?6 Bi<4yzio Vieira
ia Ido raefno a assis-
Ujeaa mes^oa mfndam cele-
seuTallecimento, na matriz do
ado 21 do corrente s 7 Boras
da manbi.
Gabil\ele;< J*ljguez de Leitra
x. *rambuco
Conseiho deliberatlTO.
" V presdante do conseibo _
W'.vCsen^lN^ conselheiroos
ra, qua deve ier lugar sejjln-
Manoel Luz Ribeiro e Mannel Ferreira Coe-
Iho fazera seiente ao respeitavel publico e com es-
Secialldide ao corpo do commercio, que no da 10
o corrente dissolveram amigavelmente a socieda-
de que tinhara na taberna sita raa da E$ peran-
5a n. 37, ficindo o ex-socio Coelno na posse do
estabelecimento com todo activo e passivo, e obli-
gado sua liguiiacao, retiraodo-se o ex-socio
Ribeiro pago e satisfeit de seu capital e juros.
HHHm
D. Rosa Francisca de flza Coerao, tendo de
mandar celebrar.algims aiissas por alma de seu
muito presado marido o Qua oJosb Antonio dos
in:
Santo segnnda-feira 23 do cirreota. 1*
inniveraarl do seu passaraenro, convida a toaos
es seu? prenles e tmtgos do floado, para quo se
dignemassstir a este act) puramente de religiSo
e caridade'que ter lugar rta Igreja do Divino E--
" n,n na dtiiifiima f P U'IA ,> ~
ter
horas da tarH^
rtivo do Gabinete
ambuco 19 deja-
45SJ?
Ima
ae saiba cozinbar e
de poaca ftmHia : a traur
17, andar da
raa aatreita do Rosar
ido no dopalffgo 22 e haver
{^^^^^^^^^^^^^^^^HKcramento
^^^^^^^B da Jaboa-
Inesta
n de
qne
invida
Ser clamar uo dasectcy ou ser.t quero
ndo e pesso, a lei minha vontadeT Mesmo
fintro des^.ciqaii.uq .ton cmara, capitana,
tgenhelr, e sobre tudo Exc, cusa a crer a
em nao v, a continus'CSo de materiaes f izen-
cora o nico guindaste do trapich do Ramos,
o lilifonfon, elle n>) mero era lugar do limao.
Aterra-se o porto do guindaste, priva-se com ris-
co da vida o sen livre trabalhar, at mesmo
aquelles que do caes tfsam para embarcar e des-
embarcar, mesno empegados das barcas de vi-
gas e dos navios ancorados neste porto, tendo
ffleu Deus, to bom o espraiado no fim do mesmo
Bes defronte da ribeira, que vira a ser metade
m la Penha, e ^ambf mais perto, di obra
^M*paz ligueiro o servo de Deus ? dizendo
Bfpa Dio tem, e por tal forma, anda menor
culpa ter quem di a chorar trabalhos
de Unta lama, \ m ffcar.
Em 23 de dez< 1
Anda oferente provincial,
'_____________ Francisco Ijrge ae Sonta.
Srad tot* na p-
voacao da Varzea
0 pr'priei

Prelsase de trabalhadores
roa do Rangel n. 9.
^luga-se
o sobrado de deas andares dama 4o Livraonnto
a. 33 : a tratar na mesma raa n. 4.
Compendio elementar
no
Adoptado para s aulas de instrucr,oes
primaria pelo Conselho Director du matroc-
CSo pubiiea o approvado pelo Exm. Sr.
presidente da provincia.
as priRcipaes livra.ias desta cidade a
1530Ocada nm volumenilidamente impres-
so e cartonado. .
Precisa-se de urna ama para cozinbar pirra ra-
paz solteiro : na ra Nova n. 24.
Precisa-se de urna boa cozinheira para cas*
estrangeira : a tratar nu orpo Santo n. 13.
Precisa-se de urna preta de boa conduela,
que saiba cozinbar, lavar e engommar, para rasa
de familia : a tratar na ra da Craz n. 49, ar-
mazem.
Ama de leit
Precisa-se de urna ama de leite r paga-se bem :
na ra do Rosario n. 26^, ou na' estacS* da Enera-
zilhada. ____________
No caes do Capibaribe, casa
ferro confronte a aerrari 1,
snhores capltiies de campo.
com pona) de
deieji-so falLr aos
Offereee-se ua mulher capaz para cozer
e engommar em casa do familia : quera precisai
dirjase arua da Imperairiz n. 63. '
PreVt>*e
pras e recados :
alugar nm moleque
rua do Cabuga n.
para com-
18, sobrado
Precisa-se de um menino^lo 12 a 14 annos :
na ptioiograp.h i a Imp-nal. rua-do Cabug n. 18.
Rna do Baro da
Victoria n. 63
.( Outr'ora rua Nova. )
Bilbetes garantidos da pro-
vincia.
0 abaixo assignado acaba de vender entro os
seus muito fclizc- bilhetes a sorte de 900/000 em
nm qnarto do n. 1397, a sorte de 400/ em dous
quartos de n. 622, a de 200/ em um quarto de
n. 3324, a sorte de 100/ em Iros quartos de n.
1361, e outra de 100/ em dous qnart >s d-> n. 689,
e.tres quartos de n. 2632 com a soi !> de 100/.
alem de outras serles menores da leteria (178) que
se acabou de extrahir, podendo seus posiuidoraa
virem rficeber, que promptamente serao pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem no seu estabelecimento
comprar os felizes bilhetes garantidos, que nao
deixar de tirar qualquer premio como prova pelos
mestnos annnncios.
Aeham-se venda os muito felizes biihetcs ga-
rantidos d 1" parte da lotera em beneficio da
matriz de Tacarat (179) que sor exlrahida ex-
ta-feira 20 do corrente diez.
PRECOS.
Inteiro 6/0003
Meio 3/000
Quarto 1/500
De lOOiJOOO para cima.
Inteiro 5/400
Meio 2/700
Qnarto i/350
Joo Joaquim da Costa Leite.
XAROPE
WGIBErVr
MElfElRO DA ACADEMIAS MEDICINA
Preparado por jeslauriers.ph
Suc* de BOUTfGtfr-lkMAIIIEL
^RuadeCl^Pafls ^
O Xurope ctepuraiivo Mu rajj
tor Giliert orTt*icco, nO u eflrifi
resultado bom, certoe const
das imnigens, fscrofuM, W/istia Bpel
vicio oo sanque, obsfr uccoc*. lympfmtie
truiliiieontagtosHsi IstfMMcl) le
su inveteradas,-e de toaos os accidentes i
a"ellas tiepatiern.
A recetta deste_CKt>lifi i as
ptel Acaflein
Paris,
Deposito nos principaeir^
mPe'mambuco: Al ;a^QDJI
Martikho du Chuz Cobbbia; Joo
CEigAO Bravo e C*; Aoc ms ;
Bartiiolomeo e C"; Alea,Mjijk Iubewo;
Abrext Ribeiro ; Jouo da S* Pama e IbmZo.
Joaquim Jos Goni?al-
ves Bltrao
Rua do Trapiche n, 17, Io andar.
Sacca por todos os paquetes o do
Humo, em Braga, o sobre o seguintes lugares em
Portugal :
Lisboa.
lo I
Vafr
Bu


de Pernambuco .' Sexta feira 20 de Janeiro de BII
AOS 5KXKM000
Esli venda o* felizes bilhetes da lotera 4a
Baha, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
QQrrXQSfSPr '
Vio da Aurora.
Neste estalMleetatiito se vendem taixas de ferro
batido mata bem construidas do que as que vem
de fra a ttO ra. a libra ; sortimento eompleto.
ATTENCAO
Para evitar qoestftea se fax publico que os es-
tratos Honorato, cabra, Mari, erioala, Amador,
crionlo, Cineinto, cabra, Romio, cabra, Severino,
Angola, Benedicto, Angola, e Olimpia, erioala, to-
dos pertenceates Jos Lnis; de Siquelra Caval-
canti Jnior, era residente com sea sogro Manoel
Ignacio de Siqueira Cavalcanti no engenbo Santa
vjrnz de Barreiros, se acham vendidos por urna
eseriptnra de hypotheca de triplicado valor, ven
da segando suas clausulas, como todo se pode
ver da dita escriptara lavrada no cartorio do ta-
belliao Almeida era data de 13 de abril de 1865.
O Sr. Miguel Gandido de Medeiros
Pinto rogado a vir a e,-ta typographia.
PRENSA IRGLEZA
James Ryder $ C.
Rhs c A pal lo numero *.
SYSTEMA HYDRAUCO 111
Dorante esta safra James Ryder & C. teem re
olvido enfardar algodao a ratao de 500 rs. por
arroba, inclusive capas, arcos e marcas.
Roa de Apollo n. 26, prensa bydraolica
de James Rvder & fi.
Na praca da Independencia n. 33 se da di
abelro sobre penhores de ouro, prata e pedrai
preciosas, seja anal for a quantia ; e na mesmi
asa se compra e vendo objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de en
tommenda, e todo e qualquer concert tendent-
mesma arte
Precisase de ama ama para coser e engom-
rnar em ama casa de pouca familia : a tratar na
roa Velba n. 8. Prefere-se a que more fra.
Precisase de urna ama livre ou escrava :
tratar na ra da Senzala-velba n. 110, 1* andar.
Aos influentes do carnaval,
para os bailes.
Na roa estreita do Rosario alupa-se vestuarios
de principe bordados a ouro e a laa todo de gos-
lo e por preco commcdo ; dminos bordados para
horneas e meninos, de todos os gestos e cores e
faz-se qualquer vestuario a gosto de seus denos,
per flgarinos e a phantasia, Irazendo seos donos
.-is fazendas e os enfeites : qnem quizer mandar
fazer avise enm lempo para fazer-se. Qualquer
enfeite proprio para o carnaval, de flores para en
feitar vestidos e capacetes; tudo acha-se prompto
na mesma ra n. 35, primeiro andar.
Ensino particular em
Olinda
Jos C. da S. Pessoa, professor publico do Ca-
rato da S do Olinda, parteepa aos Srs. paes de
familias que se propoe a eosinar s tardes por
casas particulares, tanto'as materias que consli-
tco a instrueco primaria como lingua nacional
e aritbmetica na casa de sua residencia, e bem
assim a habilitar para o magisterio, qualquer se-
nhora que para tal flm se digne escolhe-io, ga-
rantiodo o maior disvello e assaidade no cumpri-
ento de seus deveres.
AO PUBLICO
A casa terrea com soto n. 42 ra da Unia,
na qual mora o Sr. I)r. Apngi Jaslfnano da Silva
(uimarass, perteneeaos consenhores a saber : a
Tnomaz Jos de Gamo e sua mulher ; a D. Pbi-
lomena, soltcira ; e a viuva D. Alexandrina Mana
do Espirito Santo Seve Leal, sendo a paite de-ta
cemprada a Joaquim Clementino de Souza Martins
e sua mulher, residentes na provincia do Piauhv.
Offerece-se ama njulher de bom comporta-
ment para cozinhar e engommar^em casa de pou-
ca familia : quem precisar dirija-se ra da Im-
peratriz n. 63.
Ama
Na ra de S. Francisco n. 48 precisase de urna
ama para todo o servico de urna f pessoa.
Na roa de Hortas n. 69 lavase e engomma-
se pelo prec) seguinte :
Calcas brancas a 160 rs.
camisas a 120 rs.
oti .= 20 rs.
-:...> i .ineo e de cor a 400 rs. -
CorouUi 50 ts.
Au belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Cette Creme doliciense, aniversellement rpan-
due en Ang'.eterre, o les femmes sent si renom-
mes par la beaat et la transparence de leur
teint, doit sa rputation aux lments balsamiqoes
el onctuenx qui la composent, ainsi qn' sa cons-
tante efflcacit pour adbncir la peau, la rendre
plus blancbe, et contribner ainsi la sant et a la
beaat, qai, toujoars, sont inseparables.
On la recommande contre les irritations de
I piderme, telles qoe Boutons, fhlides, Ta-
ches DE RoCSSEUR, ROUGBCBS DE LA FlURE, 61
contre les taches patbiqdes et les Upflohescen-
css. Cette Crme convient spcialement aux fem-
les enceintos poar prevenir LE MASQUE, auqael
elles sont sujettes.On s'en sert encor pur em-
pcher la flgure-de se nler par le froid ou la trop
grande cbaleor.
% Prix 1:500 reis
Seal dept aa magasin Basar de la Mode50
Ru do Baro da Victoria.
roa
pri-
Na IraVessa
Oozes n, 2,
meiro andar, da-s
nhelro sobre penhores
de ovo, prata e brilhan-
les, seja qnal for a pan-
lia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
laes e pedras.
.
&C.
CHAPEOS DE SOL
DA
Ra do Baro da Victoria, esquina da Camba, do Carmo, n. 23 (Antiga Ra Nova")
Temos i honra de participar a nossos numerosos freguezes que com a ebeguda de um des socios da Europa, srjprio-se. a
casi com om completo sortimento de chapeos de sol de todas as qualidades como tambera, de iodos os materiaes para oa mesmos
fabrico, como sejam armarles de todas as qoalidades, sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como de especial cotbihria, armas
para caca, cbombeiros C polvarinhos. Os chapeos de sol terlo abatimento de 12, 15 e-25 por cenlo, comprando dinbe'iro.
Na roa estreita do Rosario n. 35 preparam te
bandeijas de bolos para bailes, estamentos e bap-
tizados, fazem-se botiqaetes para nova, de raito
gosto, e pan qualquer offria, fazem-se doces finos
de semedo e de ovo para presentes, pudins, bo-
los e paes-de l eofehados, ores de todas as qaa-
lidnde, eipellas e ramos para lenhoras e meni-
nas, nfeitam-sa vetas com todo gosto para bap-
tisado.
Precisa-se de um bomem de reconhecida ca-
pacidade, qoe uiba ler, escrever, e emenda de
tratamento de eapim e gado, e que queira admi-
nistrar om sitio perto detta praca : qaem estiver
nestss circamsuneias (sendo solteiro meibor), dan
do garanta de sua conducta, appareca na roa do
Qoeimadn, 1 andar por cima da loja do Lavra.
Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atten
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata 6 brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
JHOREIRA DIJARTE .
iwuBL&e:
atisfaclo de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
> estabelecido ama nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recite n. 9, he je rna do Mrquez de Olinda,
*2-b onde acharao os pretendentes, muilo avallado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pre-
' eos mas commodos do que comporta o nosso mercado : cenvidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim seren mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
marles as tazendas que a demora da fabricacSo bem diminuta,
yMmmmm mm
i{ RUI DO BARiO DA VICTORIA \\
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allem3as e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brihs de
cores e brancos, colei-
rihos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos.
DE
ARRUDA IRMAOS.
RA
Baro da Victoria
antiga rna
NOVA
N. 41.
Assim como tem orna grande
officina de alfatate, montada com
todos os preparas que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeigo
nada deixam a desejar.
Roupa de todos os
amachos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
BarSo da;Vlctor la
antiga rna
NOVA
JS. 41.
jVerffuiitas innocentes.
PergunU-se ao Retchild des aurchaotts o se-
guinte :
Poder o Sr. Rotchild comprar carne i 8|000
por arroba, e vender 6#, 5f, 4| e 34 sem pre-
judicar os seus crederes T
Poderio os couros qne o Sr. tira indemnisar a
baixa, que d no preco da carne ?
3
Sabe V. S. qnal a elassifleacao que tem o nego-
ciante que compra por oito e vende por seis, pre-
co interior ao da praca, e falta depois aos seas
pagamentos?
Os seus credores sabero deste sea modo de
negociar I
5 '
Ser licito um millonario furtar-se ao paga-
mento de seus dbitos, allegando prescripelo
credores incautos t
0
Nao Ihe apnveitou a licao, que Ihe dea o gato
montez ?
Alerta I fazendeires, Rolcbild tem nteocSes si-
nstras 1
Alerta t Potara da bancarrota I
Ca ida
Roga-teaqu rar urna
canoa de eamir ,-.uni ama uboa a o Ava-
do, faltando Ihe ah
laboa$ ao paneiro da proa, tapade-te que ti
eocalhada por alan mi ktira du
corrate* de algam navio : quera atacas
aueira dar parta em Santo amaro, na attaiifo
o Saralva que se gnfliflttr teaeroaaiaetHa.
Sio ha aaala cabello* bramcoa.
rutera japooe a.
86 e nica approvada pelas at academuu ae
Ceutia, reconbeeida spperior a toda qne Um ap-
parte-ido at boje. Deposito principal i roa da
Oldaie do Recite n. V andar, em todas a bo-
ticas e casa de cabelleireiro.
uttencdo.
Na roa estreita do Rotarlo n. 38 prepara-se al-
raoco, janiar e eeia para calxeirot e esiadaotee, e
qualquer pessoa qoe queira todo com assek)
preco commodo._____________
Bolos para casamentos e
bailes
i 46Roa do Mrquez de HervalH0
Preparam-se bandeijas com ditferentes srma-
ciies, bolinbos de diversas qoalidades, bandeijas
nfeitadas ao ultimo goslo com bouqueis, ligaras
e dsticos de our; assim como preparara-so todas
as qoalidades' de bolos THfselrfdgTt, WMfes,
pao del e as de mais iguarias, bouqui de cra-
vos para casamente, Brepara-sa presuntet e
Hambres e todas as qualidades de aseados. Tam-
ben) se dao todos estes prearos a oraso, dando-se
boas fiadores. Garanle-ce a perfekao e asseio e por
preco commodo.
RA DO IMPERADOR
ns. 9 e 11.
Estabelecimento de carros f-
nebres,
Agr dt C scientifleam aes sens amigos e ao pu-
blico em geral, que nao podem de forma alguma
continuar no sistema de fazer enterras fiados, pois
grande parte das despezas slo pagas bocea do
cofre ; os enterras de hoje em diante serio fe i tos
na mesma conformidade, (recebendo tambem
bocea do cofre) para nao nos vermos em aparas
em satisfazermos esta obrigacio, o que fazemos
seiente para conhecimento de lodos. A elimitada
conflanca e coosideracao que nos tem dispensado
o publico e os nossos amigos, nos poem na obri-
gac3o de darmos um voto de gratidao a todos, con-
fessando-nos eternamente reconbecidos.
Methodo Castilho.
Secundino Jos de Faria Simoes, professor par-
ticular de instrueca elementar pelo methodo
Castilho, avisa ao respeilavel publico, e com espe-
cialidade aos paU de seus alumnos, que no dia 16
do correte est aberta a sna aula na roa da Pe-
aba n. 25, primeiro andar, onde recebe pensio-
nistas por preco commodo : o mesmo professor
prometie muito se esmerar pelo adianlamento de
seas alumnos.
ma m Precisa-se de urna para pouca fa-
LlTMi milia : na ra do Caldeireiro n. 68
Compnhia
DE
Santa Thereza.
De ordem do conselho de dlrecco sio convida-
dos os senhores accionistas a realisarem at o dia
20 do crrante a segunda entrada do capital sobs-
crlptc, razio de 10 0(0, no e-enptorio do direc-
tor caixa o Exm. Sr. Bario da Soledade, praca do
Corpo Sano.
Recife 9 de Janeiro de 1871.
O gerente,
Justino J. de S. Campos.
Estrada do Chacn para o Poco.
Aluga-s- urna meia-agua com quintal, tanque
para tomar banho, cacimba com boa agua, muito
propria para passar-se o verlo, e alm disto (lea
muito perto da estacao Chacn ou Casa Forte :
aaera a pretender dirija-se ao sobrado do Caldei-
reiro em frente a roa da Mangceira, que achara
com qaem tratrar.___________________________
Aula particular de primeiras
letras.
Joanna de Siqueira Silva, autorisada pela direc-
tora geral da instrueco publica e. despacho do
Exm. Sr. presidente da provincia, participa aos se
nitores pas de familias que tem aberto sua aula
particular de instrueco primaria na fregaezia de
S. Jos de-ta citiade, no largo da Ribeira, sobrado
n. 19, on le espera satisfozer aos pais de familia
que Ihe conflarem suas Albas, tanto as materias
que consiiiura asnhredicta instrueco,como tam-
bem em que for eoncernente as habilidades de
agulha, como sej;im bordado de ouro, lia, liona e
crox, ele. ; detde-J protesta pelo muito cuidado
e boa edacacao A nargein do ri do Po^o da
Paaella.
Aragase por festa oa por anao ama casa com
soffriveis accommodacSes, tendo um jardim ao
lado, arvores fructiferas e dando frncto, como sa-
potizros, maogueiras, larangeiras, goiabeiras, pi-
nheiras, flgueiras e fraett-pio, etc., cacimba de
agua de beber, portan e grade de ferro na frente
da mesma casa, e um dito do fondo do mesmo
sitio, cojo olba para a igreja de N. S. da 9a oda :
quem a pretender dirija se ao Recife na alfandega
a tratar c.m o despachante Jeznino F. da Silva,
oa no lugar do Caldeireiro onde reside.
Precisa-se alagar ama ama, que cesinhe, com-
pra, e engomte, para casa de familia, compos-
ta de daas pessoas, dando-se preferencia a una
mulher de meia idade ; quer teja forra oa es-
crava : qaem estiver aestas circumstancias, diri-
ja-se a esta typographia a fallar qne achara com
quem tratar.
CONFEITARIA
Ama
Agencia ^m Peraambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito
Salea parrllha
Cora ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva o limpa os cabellos.
Plalas catoartlcs.
Puramente vegetaes sem mercurio ; cura se
ades, purgao e-purificam todo o systema humano.
Vende-se ee divamente era casa de Samuel P
Johnston & G. ra da Sjnzslla Nova n. 42,
Este estabelecimento acaba de soffrer ama reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
d5q se tornar massante______^^^
Compnhia Allianca
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercadorias e dinbeiro a risco
martimo em navios de vella e taporas para den-
tro e fra do Imperio. Ageocit rna do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaquim Jos Gon*
calve Beltrao.
Precisare na ra estreita do Rosario n 25
* andar, do urna criada para tratar dos servicos
urna senhor, paga-se bom salario
aerad:
/alta
PRIMEIRO E ANTK50 CONSULTORIO
HOMEOPATHICO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
eeusultar por escripto, no que serie sa-
ttafeitoa com promptido.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do BarSo da Vicaria43
(Antiga rna Nova).
MOFNA
E8TABFXECI10
CIDADE DO RECIFE
SOB A VALIOSA PROTECQAO
DE
So HA \ TI A DE PI IX.
DIRECTOR E PROPRIETARIO,
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
Este antigo estabelecimento de edacacao e intruccao achando-se actaalmenie no espa-
coso, claro e bem v-ntilado edificio da praca do Conde d'Eu n. 3S, para onde foi remo-
vido, contina a receber alumnos internos, sim'lnternos e externos.
Os bons resaltados que bao eolbifo e exibido os maitos alomaos qae tem tide
este estabelecimento, devem servir de garante e animacad aos paes de familias que de-
sejarem ter abi seus filhos.
Nos esttutos do collegio, que estao a disposicao de qaem oa quizar ler, se
acham consignadas as eondiccries de entrada.
Precisa-se de urna ama eserava que engorome e
faga o mais servico de casa de familia : na ra do
Visconde de Pelotas (AragSo) n. 37.____________
O abaixo assgnado faz sciente ao respeila-
vel publico e com especialidade ao corpo commer-
clal, qae diss; Iveu amigavelmente a soeieJade que
linda com Francisco Goncalves Mala na taberna
sita ra da Saude da fregaezia do Po^o da Pa-
nella, ficando a dita taberna pertencendo ao abaixo
assigoado, assim como todo o debito activo e pas-
sivo, o qne fax constar por nao ter o ex-socio
Francisco Goncalves Maia direito algn em dita
taberna.
Marcelino Aagnsto Paes de Mello.
Damio Pereira dos Santos tem justo e con-
tratado a taberna sita ra do Paysaod n. 21,
livre e desembarazada de qualquer onas : quem
se julgar cora direito dirija-se mesma._________
O Sr. Braz Fernandos Feij, subdito bespa-
nhol, deixou de ser criado d abaixo assighado
pesde o dia 18 do correte.
Antonio Jos Ferreira Al ves.
. Casalbore.
Por motivos de molestia, deixa de ir por estes
poneos dias lecionar as suas discipalas, i qaem
faz a presenta pa -tecipacao, continuando logo qne
sa acbe restablecido._______________________
Ama.
Na praca da Independencia ns. 1 e 3 precisa-sej
de urna ama para andar com um menino.
Ama
Na loja de marcioeiro da ra estreita do Rosa-
rio n. 38 se dir quem precisa de urna ama.
I RA DO IMPERADOR N. fi.
O proprietario deste estabelecimento avisa ios
seus numerosos e bons freguezes, que acaba de
preparar um grande sortimento des molbores ge-
neras do mercado para rechear ae despensas da-
quelles qne tiverem boro paladar e disposicao pa-
ra gastar os cobres, no lempo da festa do Natal
Ahi encontrarlo ex :ellentes presentes de fiambre,
vnoos, licores e cognac de todos os fabricantes,
boa cerveja, marmelada portagueza, ameixas em
caixinhas, conservas francezas e poriuguezas, do-
ces de todas as qualidades seceos e em calda.
Tambem encontrarlo bolinbos para cha de todas
as qoalidades, bolos francezes e inglezes, pac-de-l,
pudins, tortas, amendoas confeitadas, e qaantidade
do oatros objectos que seria enfadonho enomerar.
CASA DA FORTUNA
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
\. rna Primeiro de Marco (outr'ora roa
Crespo) d. 23 e casas do costme.
O abaixo assignado, tendp vendido nos seos fe-
lizes bilhetes dous quarto n. 1397 com 900*000,
doos qoartos o. 622 com 400*000, um qosrto o.
3324 cora 200S000, um quarto n. 1361 com 100*,
um quarto n, 689 com 100*, um quarto n. 2632
com 100* e outras sones de 40*000 e 20*000 da
lotera que se acabou de extrabir (178*), convida
aos possaidores a virem receber na cenfornda-
de do costme sem descont algom.
Acham-se venda os bilhetes garantidos da
i.* parte das loteras, a beneficio da matriz de
Tacaral (179.a), que se extrahira sexta-feira 20
do correnle mez.
PRECOS.
Biibete inteiro 6*000
Meio biibete 3*000
Quarto 1*800
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 2*700
Quarto 1*350
Manoel Martios Finia.
Precisase de ama ama de leite, paga st
bem :' na ra Direita n. 127.
Aluga-be um grande telheiro dos Coefkos
proprio para qualquer olficna : a tratar aa roa
do Queimado n. 13, 1* andar.
Ama.
Precisa-se de urna ama qae lave e engomme
com perfeico : na rna dos gires, taberna n. 64.
COMPNHIA
nos
TRILHOS JIBBAHOS
RECIFE A* OaLIWDA.
Comprase dormeotes para a
de sicapira, oiticica e cedro, <
deiras de conbecida duracio, qos
comprimeoto 40 polegadas, largara 9 pnb-
gadas, grossora 3 l/, para tata cMMtros-
coes recebe-ae propostai no aiaipaiiai ah
soperintendencia, de 6 horas da raaaMa m
6 da tarde todos os das m talbawo da m
da Aurora.
Recife, 13 de Janeiro de 1871.
O
A.daJftrsftj
Aluga-se
o sobrado n. 13 4 roa da Imperatriz
praca do Corpo Santo a. 19._______
a tratar na
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, ,
crivao na cidade de Nazareih desla provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio que V. S. se comprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em flus
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e naia enmprio,
e por este motivo da novo chamado para dito
flm ; pois V. S. se deve lembrar que esto negocio
de mais de oito annos, a quando o senhor sen
lilho se acbava no estado nesta cidade.
Perdeu-se lima onlceira ,1 nmn nrama-i
urna pnleeira do ouio
das I-
para me-
va n.
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Fraaela, Roana, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laflectenr sa antho-
ruado, he mm superior aos zarapes de cuisinier, de Larrey e de salaeparrilha. Da fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alisto, elle cura radicalmente aeaa anereart, as
afleederda pelle, Implarcas, iporoitaw (amores, ulcera*, urna cleare-
erad, eacorbuia, oa accidante provendos dos partos, da idale critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
0 arrobe be especialmenta recommendada contra as doencas syphiliticu recentet, invete- I
radas on rebeldes ao mercurio e ao iodoro de potassio.
Deposito gerajnoverdadeiro ROB LAFFECTEl
SAirrT-GER\7JS, rna Richer, 12, Pars.
UR, em casa do dontor GDUUDEAU DE
AIJ
Por deliberacJo da
Srs. accionistas de 21
sido, e ordem da direetoris, sio
os mesmos Srs. a rnoaarsm
fevereiro prximo futuro sto
(ao provisoria da roa d'
horas da maobaa, ata de
forma dos estatutos.
Escriptorio da compnhia, 17 de
de 1871.
Jc
sedera.
DYVETOT
14Roa Estreita do Rosario--l4
Compra o vendo rotipa feita
no\ le.
cosiriha e de n
-tudo que perten-
meslic
AUeifJt,
Um professor da fcaatrataii prianaria.
para exercer as anas raaceSea
ta-se a leccionar em algaai rnltagi, patr
Suer de outro sexo, a comento : a tratar aa I
o pateo do Carao a. X.
Urna senhora hstialadi tWe
cionar primeiras letras en aaaat
prorcettenlo esmerar k^^
irofissao
andar.
.r
a tratar ao Itat
KWM
t

'


*tomn>t<0 ice
de Pemambuco Sexta
Wd*M
i
PH
IA
DE
do Ta-
Praates, roa
do Bario da victo-
ria (outr'ora raa
aora) 0. V.
A araaaiena de Va-
por Fraacez, roa
de Bario da victo-
ria (outr'ora rae
Nora) n. 1,
! FERREIRA MAL
BA DO DUQUE DE CAXIAS I. 39
( Antiga raa do Queimado )
Acaba de ser reaberta a antiga pharmacia da roa do Queimado, pertencenteao
Sr. os Alejandre Ribeiro, sob o litlo de Pharmacia Americana.
Tendo sofrido grande modificaco esU pharmacia ;chase boje montada com
gosto e asseio, e esta certeza nos anima a convidar os Srs. mdicos, e o respeitavel
publico a -visita-la.
A mesma pharmacia presta-se aviar qualqaer receita que Urde da noutefitbe
seja dirigida. ^*
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
ate estabelecimenio acaba de reeeber pelos ltimos vapores e navios de vella eberados da
Europa todas as suas encommendas do grande sorlimento de festa, offerece ao publico em^eral, por
precos resumidos o mais possivel, os artigos seguintes: v w *, por
CAUCADO
Botinas para seohoras*-duragae branco, preto
de ootras maitas cores escolbidas do ultimo gos-
to da moda.
Bomas para meninas igual sorlimento.
Sapatinhos de sato para senboraduraque pre-
to, branco e de cores, e de couro de lustro.
Botinhaj para changas, proprias de bapsa-
dos.
Botinas de diversas qaalidades para homem.
Botas rnssiaaas para montara, tanto inglezas
de couro da Rnssia para viagem, como franceas
de Melier, bezerro fino, para passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 16 an-
uos.
Sapalos de briat branco para borneas.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de ma-
deira, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para homens e senhoras.
Sapalos abotinados, de differentes modelos, mul-
to boas e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapete, avelludados, Cbarlot, casi-
mira preta, de tranca portuguezes, para homens,
seuboras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Cologne em garrafas de crystal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrico la
vande, agua de toilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
sabonetes, tudo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica brancasJouvin.
Espelhos grandes deurados para salas, quartos
gabinetes.
Leques para senboras e meninas.
Joias de ouro, brincos, transelins, pulseiras,
ootoes de pannos, de abertura, crrentes e chaves
de relogio, tudo de ouro bom de lei.
Brincos de piaqu mitacao de ouro.
Crrentes para relogio.
Abctoaduras para colletes e para punhos.
Albnns de velludo e marroques para retratos.
Hammadeiras de /idro para enancas.
Caixinhas de costura, novos modelos com m-
sica, proprias para presentes.
Quadriohos domados para retratos.
Toncas e sapatinhos de la para criancas.
Capellas para noivas e para pastoras de pre-
epios
Caixinhas com vidros de augmeito para ver-
te em ponto grande a photographia dos retratos.
Pos de vidro para pianos.
Thesourinhas para cosura e uohas.
Bolclnhas de seda e de veludo.
Cestinbas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cesa d1
mesa
Ricos artigos de phantasia necessarios para toi-
Ihetes e proprios de presentes.
. Jarros bouquels de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino ranl delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras donradas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
Caixinha de msica de darse corda.
Pooteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castoes de marflm.
Ditas de baleia, junco e de multas qualidades.
Pentes fiaos de marflm para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para deates.
Lunetas oirpencinez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para oandieiros.
Ditos para laaternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Gordas para violao.
Port-pratos para .mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objeclos novos de mgicas o melbor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de baleias.
Luvas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e outros jogos allemae?.
Eslerioseopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou aecordions de todos os taraanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas. -
Cosmoramas de varios lmannos, com differen-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapinhas.
Presepios completo com todas as pecas e sorti-
mentos avulsos de figuriohas, animaes, casas, jar-
dins, etc.
GRANDE SORTIMENTO DE MSCAS
NO
, SAI,* O DE PIAMOS E DE MUSICAS
Una da Imperatriz n. 14 loja
Para ffaota, clarinetta, rabeca de pequea* e grande orchestra, para banda
militar e harmonio, t3o proprio para este tempo d festas e para augmentar a solerani-
dade dos actos religiosos.
Todo pedido das provincias o>if doioterior serlo promptamente Hendidos.
ATTENCiO
s
LOJA D0"PAPA6AI0
RA DA IMPERATRIZ N. 40 /
Esquina do beco dos Ferreiros
Bs Francisco de Paula
TRAVESSA D.tS A3 N. 2
DIRIGIDO PELO IUCHAREL
FRANCISCO JOS' KABEaLO.
Estio bertas as aulas deste estabelecmento,
enderontiaa receber-sc alumnos internos, meios
pensionistas e externos.,
. O benigno acolhlraeato, que no anuo fiado rece-
Den do illusirado pituco peraaubueaiio, animou
sobre maneira o director deate esiabelecimento,
que por iso mesmo procurar corresponder por
todos modos a con llanca daquelles que o hoora-
rem Ibe commetteodo. a educacao de seas fllhos.
A Ra da Impentri 13 \
f.
CASA
Aluf a-se o segundo andar do sobrado n. 30,
a ra do Bario da Vicloria (outr'ora nova) a tra-
tar na k>ji do mesmo.
e 700| a premio sobre hypotheca : na
Coejhos n. 4.
MENDES ft CARVALHO.
Os novos proprietarios deste bem conhecido estabelecmento fazem sciente ao respeitavel
publico desta cidade e Tora delia, e com especiaiidade as Exmas. lamilias da capiul, amigas da eco-
noma domestica, que este estabelecmento se acha as melbores condiedes de poder servir bem a
quem o procurar, e por menos prego que qualquer ootro, e para isso sefacha bem montado com
ara grande, bonito e elegante sortimeoto de fazendas de la, seda, lnho e algodao, todas modernas
e ltimamente chegadas.
Os proprietarios limitam-se a vender pelo custo, ganhando e descont, e s se vende a di-
nheiro ou 60 da?, a quem nos convier.
D. Emilia Julia Pires Perreira da Costa por si,
Pr us lithos e g?nros agradecem as pessoas,
qne Ihe Ikeram o favor de comparecer no cemi-
trio para acoropannarem ao ultimo jaiigo o ca-
dver de seu marido Bunio Jos da Tkista e'roga-
Ihes, assim como a t dos os mais prenles e ami-
gos, que venliam ouvir a missa do stimo di* que
se ha de celebrar aa matriz da Boa-vista as 7 ho-
ras da manhaa do da sexta-feira 20 do correte
mez, e desde j Ibes agradeco mais e3 a provs de
amizade.
CASA
Attentjo
Parame pratiado
Todos os artigos mencionados ueste annoncio
vendem-se muito baratos, nao s pelos abatmen-
tos obttdos dos fabricantes em alinelo as gran-
des e repetidas compras, como pelo bom systema
de vender muito ainda mesmo com diminutsimo
lucro.
Nova loja de joias
RA DOICABUGA' N.Q A.
DE
ffianoel da Cunha Saldauha & C.
este estabelecmento de joias, o qual tem grande sorti-
le ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos-
atidas ouro de lei, pois os seas donos tendo em
idaro, vi om e por preces os mais
Chapeos de sol de seda de 8J at 20*.
Ditos de merino e alpaca de 3*500 a 5*000.
Poupelioas de laa e seda, e de lnho e seda.
Alpacas de cores de 13a, e de seda.
Sultanas para vestidos.
Laas de listra de seda.
GorgurSes de laa,
Poil de chevrede differentes qualidades e gos
tos.
Barejes mescladas e de listras de seda.
Alpacas lisas de todas as cores.
Alpacas trancadas (Ivences).
Alpacas de flores..
Laas eseocezas de quadros largos.
Lias lisas de todas as cores.
Alpacas brancas, lavradas e de cordao.
Cambraias brancas, tapadas e transparentes, in-
glezas e suissas, da largura de tarlatana.
Cambraias de cores graudas e miudas, a todo
preco.
Metir
etira da India de duas qualidades.
Cambraia para saias, bordadas e com pregas.
Cassas indiana?, floissimzs.
Cassa lisa de differentes qualidades.
Cassas de quadro e adamascada para cortina-
dos.
Fil de lnho lisc e de salpico branco e preto.
Tarlatanas de cores, as mais bonita.
Toalhas de lnho e de algodao de 500 rs. para
cima.
Gaardanapos de linho de 2*000 w duzJk.
cima, n
Colchas de fusto branco de differentes tama-
nhos.
Ditas de fustao de cor com franjas.
Cobertores de la Anos cora listras largas.
Ditos brancos e encarnados.
Ditos brancos de algodao.
Cobertas d chita clneza.
Ditas de chita encarnada adamascada.
Bramantes de linho e algodao de differentes
preces.
Aloalhadoa de Hubo e algodao trancado e ada-
mascado de diversos precos.
Pannos de lnho e de Hamburgo.
Silecas de linho e brelanhas
Pranellas lisas e de quadros de todas as cores.
Mussulinas e brilhantinas brancas.
Fustoes de cores para vestidos.
Pannos da costa para cobrir masas.
Ditos de quadros, encarnado e largo.
Sargelins fraoeezes e inglezes de todas as cores.
Camtsinhas bordadas de cambraias transparen-
tes.
Lencos bancos, cbioezes, de caabraa, d> : .j,
de esgiao e dabretanha, havendo muila ,.'.n*
sidade em quaildades, gostos e precos.
Ditos bordados, branco e finos.
Ditos de seda de cor. para homens e senhoras.
Peitos para camisas, ha de algodao e de linho.
lisos, bordados e de pregas para todo o pro
Grvalas, completo sorlimento, preta e
res, ce seda e setiin com mola, e brancas borda-
das.
Grosdenaple preto e branco.
Setns de cores.
Espartilhos de linho finos e baratos.
Esguio de linho e d algodao.
Lavas-de seda, brancis o de eOres e de algodao
Cales d colete de gurguro de seda.
Vestuarios de fustao branco e de cores para
meninos de 2, 3 e 4 annos.
Furnos de seda elsticos.
Chales de chita, de metim c de merino liso.
Ditos estampados de. i at 10*.
Cpelas para uoivas e veos de blonde.
Casaquinhos de seda dos mais modernos e ri-
camente enfetados.
Chales de merino, pretos bordados e lisos com
vidrilhos.
IMietes aveludados de diversos tamanhos, tanto
par aporta como para soff.
Crtes de cassa bordada e de lpico.
Ditos de fil liso muito barates.
Baldes de mnssulina branca e de lia de cores
cora anqnioha.
Iledes de panno proprio, para dormir.
Organdys brancos e de cores.
Punhos de linho e colarinhos bordados e lisos,
de linho e de algodao.
Camisas brancas, francezas e inglezas, de linho
e algodao, com peito liso de pregas, e bordadas.
I^na para camas, parda e branca.
Pecas de algodosinho de 2*800 o 6*.
Algodao infestado, liso e trancado.
Uadapoloes de 24 jardas, de 4*500 al 10*000
a peca. ,
Ditos francezes muilo largos de 34 e 45 varas
cada pega.
Reulbos de chitas, laas e cambraias, que se
ven lem por preco barato.
Caitas do 240 rs. at as mais finas que ha ao
marcado. ;.
ros pardos e de cores, lisos, trancados e de
listras.
Bnns brancos de lioho do mais barato at o
Merino preto, verSo, trancado
Merino verao azul.
Bombazinas, princezas, canto, laainhas, cas-
sas pretas, chitas, alpacas pretas e pintadas, ten-
do um grande sorlimento de fazendas de todas as
quaildades que sao procuradas para luto.
Aluga se a casa de sobrado n. 20 em Sant) A-
maro, a qual tem ex'cellentes commodos para gran-
de familia, e se acba prorapta com as segnintes
commodidades : pintada ha pouco tempo, gaz e
agua encanada, bem como tambem cano de esgo-
to : os pretendentes podem dirigir-se ra da
Aurora n. J4, ou ra Nova o. 22, que acharo
com quem tratar.
Previne-se ao Sr. thesonreiro das loieriaTdj
provincia que n3o [-age o bilhele inteiro n. 439
da lotera 179 n. que se tem de extrahir a 20 do
corrente por ter o abaixo assignado seu legitimo
dono perd do-o.
________________Miguel Goncalves da Luz.
Precisa-se de urna ama para casa do fami-
la : na raa eslreta do Rosario n, 14.
Precisa-se de urna
n. 45, 2* andar.
cozinheira : na la .Nuva
COMPRAS.
Chumbo e estanho
velho.
Comprase em grandes e pequeas porcoes ; na
ra Nova n. H.
brancos e de cores para roupas.
$ de cordao.
eco.
de c-
Roupas fetas na loja do
papagaio.
Um magnifico sorlimento de roupas feitas de
todas as qualidades tanto para homem como para
menino, um bonito sorlimento de casemiras de
quadros de listras e lisas proprias para calcas,
paleiots e coletes, cortes de gnrgurao de seda
para coletes, pretos e de cores, pannos pretos,
azues, cor de cal e casemiras.
Paleiots de casemira de cores, pretos, azues,
cor de caf, alpacas pretas e de core'-, de brim
branco, brim pardo, gangas, brins de cores, etc.
Coletes de casemira e de todas as qualidades.
Cale, ha lao variado sorlimento, que de
quaf -mda propr. se achara feitas, e por
-ecoa ix. modos.
* Sobrec.: eos de panno fino de 15* at 40*.
Sern'^ francezas de linho e de algodao.
Baetaa proprias para banhos, de todas as cores.
Estamenha a 160 rs. o covado, muito larga.
Roupa p:r medida na
papagaio.
Mandase fazer qualquer qnalidade de roupa,
com presteza e esmero, tanto para homens como
para meninos, por menos preco que qualquer
ontra offlcioa. que para isso o estabelecmento
aeha-se munido de um bom meslre alfaiale e
aconteceodo a obra nao ficar gosto dos fregue-
zes recabir a responsabilidade sobre os propi-
etarios.
Dao-se ai amostras a quem as exigir, on man-
dam-se levar pelos caixeiros.
Acha-se aberta das 6 horas da manhaa as 9 da
noute.
loja do
IMPERIAL INSTITUTO
D
I. S. BO BOM C0HSBLH0.
DIRIGIDO PELO BACHAREL
Antonio Columbano Serfico de Assis
Carvalho.
No da 9 do corrente mez ter logar a berlara das aulas de instrucco
primaria e secundaria deste Instituto.
INSTRUCCAO PRIMARIAS
Ra do Commercio n, 5
(Recife)
J: Francisco Riboiap de Sooza, professor particular de instrucoo primara,
cJ)lilca aos illustrcs pa d !os e a qu nossa interessar, que a J
abertura de sua aula i dia 9 da januro de 1871 prximo futuro, na
casa onde mesma funeciona ha ir
de alumnos, os
quaes
ar as
azeite de coco em qualquer quantidade no ar-
mazem da Companhia Pernambucana, no forte do
Mallos. ____________________________________
Compra-se urna casa terrea que seja grande
e que tenha bom qu'nial, sen lo o solo proprio, na
freguez a da Boa vista ou Santo Antonio : a tra-
tar no armazem da ra do imperador n. 16, com
Jos Herculano de A. Seixas, das 8 as 4 horas da
tarde. ________^ ___________
Cirapra-se urna casa terrea que au seja
grande, na freguezia da Boa vista, ou de Santo
Antonio : tratar na ra do Cotovello n. 17.
DK
J0AQL1M BEZEHRA PESS' A
Os prourieiarios deMe
fazendas "in de n>vo Dutedpar a* tr*ft**%tl
publico, e com especialhudu as iprnladum \j
bom barato, que nesta data un
ltimos paquetes da Euiapa. um
me itn de fazendas. E'prrialrofkte para f-
resm ; como bem srjam grofdeiiJpte artlo, Mr-
tloiento completo para lodra m pir^m; mnamt-
ques pretos, fazeoda inleiraaeaa* ww e ntu
barata; bombazinas ; laas pru> lisas ; s* tiaa >'u
China, e militas oulrw fazendas pn prbs aara -
te fim a preos modko ; alim da dar rrralHaa
estabeteeimanto aparar OiaMr* 11
13 para a acata 4 r*? f f
fi' para esta festa que a FMr 4a a4a i
grande quantidade de alpakaa tavra4aa a I
todas as rres, precos e qoalMadea 400 ra, 1
600 e 1*000 o covado para artoar.
Lindissimo e bem escilhiito tartiawaM At Bu
de variados g- *ts, admira pcecae a viau U-
zenda-200, 300. 4C0 e SOU ir... evafe, a& F^r
da moda, ra da lmnerainz n. 13 A.
Quem gnsta de cachlr.s 4* e 54000 v i ra
<)a Imperatriz n. 13 A, 40c tnc airara o loau a*
cores; e tambem raoiw.nha branraa 4t r*r
para sonhora ; maognil-s, gobntta-, paaina.aa*
mais modernas gravutinhas u ivrr;os wuSm e
cores lindas; tudo barato para araaar.
A Flor da moda tamtxm mt para m tava-
Iheiros os mais mod>-rn>s coV-riaa*, paajK,
grvalas fina* e mantas com bees iaietraascaie
modernas; lado barato qoeaa davalar vtala
ver I
Chapeos do sol iaglez 9 de eda a lipa*. V *
e 18*000 ; ditos de Miro de diverso* atadrl* ;
cambraias blancas de t< da* as u,oalidte>\ uaa;-
parenlds e tapada pin :i*. i*, 5*,*. ** at
10* prca com 10 jarda; chito Oaa, pamks,
cretones e outras qualidades ; maapeftivs t aari-
ddes, e outros muitos eajecta que stria ctbd,
mencionar.
Viva a fulia A Plrr da M-vta
Do Carnaval o a#r(at eaauto
Nio larda o d.a Wtham, fr^n,
Delle chegar. V.uhaoi viia-a.
Para o ea raa val!
Lindas fazeurr&s para murarla, e ao afana
estabelecimeu'to enconlraro os vi-sraaria prrBt-
tos i venda e para ^e alniarrm ; dio se as anaw-
tras de todas as fazendas e a.adan-.-ae Wrar la
casas das Exmas. familias q>e n* etecaaMari^i
com seus pedidos, para o que temos aaa paaauaJ
habilitado para osle fim.
O e-labele:imento arlia-se iberio das C as 9 ho-
ras d noile, asrdeos do r^. N. 13 A RA DA IMPERATRIZ N. 13 A
CHARUTOS
DE
Chegou nova remessa pelo altlH. > vaper
ano, na da Cruz n. 55.
n-
Farluba de sant i i iiiaiiaMi
Vende-se b.
cada : para tratar no e*chpu>r> 4 Jos'- Viefcri-
no de Bezende & C, rui do aiarqu-.'z de Otaaday
outr'ra da Cadeia n. Si.
Vende-se as casas segrales nos Ahogados, i.-t
por querer o actual proprieiario retirar se para
fura :
Ra da Paz ns. 30, .'JO a. 30; b, 30 c, e 30 i.
Rua do Moiocoloiiib n 51. "
llua de S. Miguel u. 31.
A tratar oarua larga d 1 Moaar n. 11
%^-CSk.
rmhs.
LA PLATA.
Gaz da melbor qualidade a 7*<00.
Fariuha de mandioca propria de mesa a 6*000
o sacco.
Dita de milho a 6*000, erm o peto de 100 li-
bras cada sacca.
Queijes Qamengos do ultimo vapor a 2*800.
Biscoutos em caixinhas de configurares diver-
sas proprias para festas as enancas.
Velas stearraas a 640 rs. a libra.
Chocolate de 1* a 1*800 a libra.
Especial manleiga ingleza e franceza.
Horialices para sopas denominadas JulieDne, que
substitue perfeitaraente as mais frescas ervas.
A verdadeira farinha aniericana vinda de conra
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Bolachinhas de todas as qualidades e dos me-
Ihores fabricantes.
Queijo da liba especial a 880 rs. a libra, e mui-
tos outros gneros que se encontrara por precos
razoaveis e de 1* qualidade : na rua do Duque
de Caxas n. 42, armazem de
1VIARM0RE
VENDE-SE*
o betel central, sito no povoado dos Montes, esla-
ci de Una, rua da Cuucorda d. 10, e o motivo
de se vender < porque o dono quer mudar de
precedente : a tratar na ruaDireita n. 19, ou com
o dono no mesmo holeJ._______________________
Agua de Seltz natu-
ral.
Vend?-sona rua da Cruz n. 50, Io andar.
Popelinas baratas
na loja da Tarqueza, rua do Bario da Victoria
n. 9 (antiga rua nova)
Alpacas e las baratos
na laja da Tarqueza rua do Barao da Victoria
n. 9, (antiga rua nova)
Saias bordadas
Completo sortimeoto, na loja da Turqueza, rua
do Barao da Victoria n. 9,t(antiga rua nova)
Corpinhos
De combraias de apurado gosto, na loja da Tur-
quesa, roa do Barao da Victoria n. 9 (antiga rua
nova).
Lencos de labyrintho.
Veade-se na rua da Cadeia do Beci'o n. 7, em
casa de Chalaca & Neves, bonitos lencos de laby-
rintho feitos no Aracaty.
Attenpao
Vende-se dous sitios na Estrada-nova confronte
ao Sr. Jerooymo de Hollanda Cavalcante. Iqgo
adame do sobrado grande, tendo um seis casas e
outro.com una boa casa de vveoda e frocteiras :
a tratar nos mesmos, ou para informaroes na ira-
vessa do Du Queimado) n. 9.
Atenco

Vende-se a laherna do paleo da Penha n.
bera afreauezada para a "trra : a ira ar
mesma.
na
VRNDE-SE

Em tempos modernos nenlmm
ment operou maior revolurao no
curar anteriormente em vi-gadoque o
PEITOUVL DE AMGUDlTi
TANTO NO TRATA.VENTO DA
TOSSE, CHOPO,
ASTIIMA, TII1SICA,
ROl'Ql'lDO, llKSFniAMENTOJ.
aaoranatca,
tosse ootarauA,
doiiks de perro,
EXPECTUnAfAO DE SATOOT.
Como em (oda a grande serie de enfcrati
dades da gauganta. do peito e dos oaeai^
da nESPiRAfAo, qne tanto atormentara e fa-
zem soffrer a humanidade. A
tiga de curar consista geralmente aa
carao de vesicatorios, angrias.sariar m
plicar exteriormente ungentos
compostos de substancias
deprodnzirempolbas; cajos difkiaaHiMS
dos de curar, nao faziam senao
cer e diminuir as Torcas do pobre
contribuindo por esta forma (Toan
mais fcil e certa para a enteraaae a det-
truicao inevitavel de sua vicua f Qoeai M-
jerente poisto o cffei admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUTA (
VM E EZ DE IRRITAR, MOWTOTCAa E CAXX&a
INAUDITOS SOITRIMENTOS AO
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A
ALLIVIA A nWITACAO
DESEMVOLVF IIIHffPIII,
FORTIFICA O COP.PO
e faz com que o svateau
Desaloje d'uma maneira proaapta a
at' o ultimo vestigio da tnaniiia, Oa
melhores votos em medida da Earapa (
Lentes dos Collcgios de Me tcstieam serem exactase vtrdatirj
leacoes analgicas, ou al a disso^a
enca de milhares de pessoas 4a
Hespanhola, as quaes forana 1
este maravilhoso remedio, aa>
sufficientes para sustentaran a opirHb 4a
8EITORAL DE ANACAHUITA l
Deve-se notar que este raaedio M
inteiramente izenlo de venenos, tana
raes, como vegetaes, era quanlo qoa
alguns (Testes ltimos, e _
aquelles que sao dados sob a fonaa de
e Acido Hydrocianico, formara a
maior"parte dos Xai$r> qaaea
l'acilmcni. m' do
blico. A Compo. .\nacatata PJ
m fr

je
I

I
4a
On
av-
n



w
Diario. de. l'eniamb-aco
feira i Je J de 1871

li\
-j-
BE
60-RUA DA MPERATR1Z-60
E
PE RER A DA SILVA A
Neste imprtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, otu grande, e variado sorlimento de fazendas do mais
aparado gosto e lo'das do primeira necssidade, qbe se vendem mais baratas do que eflUoutr qoafqaer patta-, v4to qwos-Do-
ros ocios desta firma, adoptaram o systema de s venderem DINHEHRO ; para poderem vender pelo costo, limitaudo-se apenas
i ganbarem o descont ; as pessoas que negocian em pequea .esca'a, nesta loja e armase podero lazar"os seos srtimeafos
pelos meuBOs preeos que compran as casas inglezas, (portadoras) e para oaior commi^de Ha JUJnfcs. r,*fi|t
uaoatras de todas-ae fatends*, oa Ibes levam em suas casis para scolbefom.
TAPETES GROSDENAPLES PRETOS
Gbegon para o Bazar do Pavao o mais Cbegon para o Bazar do Pavfo um fran-
elegante sortiment" de-tapetes grandes, pa- de sorlimento dos melbores grosdeoaptes
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque- pretos que tem vindo ao mercado, que se
aos, para doas cadeiras, ditos para vendem de 10600 at 53000 o covado ;
pianos, camas, -portas ; etc. veode-se por sao todoa mnito em conta.
menos do que em outra qnalqner parte. E8PART1LH0.
ROUPAS PARA HOMENS No Bazar do Pavao recebeo-se nm elegan-
No accreditado Basar do Pavao encentra- te sor tmenlo dos mais modernos e naelbo-
r o respeitavel publico om grande sorti- res espartilhos, qoe se vendem por preco
G
la na elegancia e
acaba de recetor
litosimente convida
de comprarem aquil
upa q uifqtter Uijeen ptft
ment de roupas para bomens tanto bran-
cas como de cores, a saber:
Camisas coa peitos d'algodo e delinbo,
w todos os precos e qualidades.
Ceroulas de linbo e algodao.
Meias cortas ffancezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
asemira.
Calcas de brim braneo e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
colletes iguaes
De todas estas ronpas ha para todos os
precos e qoalidades, e tem de mais mais
ara perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com preslesa
e aceio qualqu*r pee* de obra a capricho
ou gosto do freguez, teodo n'este importan-
te estabelecimento todas as qnaiidades de
pznno Gno. as melbores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores bros,
qur brancos, qnr de c6r; e qnanlo qoal-
quer obra nao ficar inleirameate ao gosto
dos fregnezes fi *a por corita do estabeleci-
mento.
FUSTv/ES DE COR E BRANCOS
Vendetn-se bunitos fust5es brancos e de
cores, prqprios para vestidos e ronpas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 610 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavo rna da Impe-
ratriz n. 60 '
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 re'rs.
Vendem-se chitas largas com mnito bons
pannos e cores filas, pelo barato preco de
200 ris o covado ; cortes das mesmas com
10 covados a 24090, pechincha, no Bazar
lo PavSo.
AS CASSAS DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
fende.n-se bunitas cassas de cores miu-
dinbas pelo barato preco de 200 ris p o
vado, no armazem do PavSo } ra da Im-
peratriz o 60.
PANNOS PARA SAiAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pavo veode-se bonita fa-
tenda branca encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de um lado, dando
a largan da fazenda o compri nenio da
saia, a qual se pJe fazer com 3 on 3 (j2
metros e vende-se a.A&, 14280 e 1,5600;
aspiro como tamhem no mesmo estabeleci-
ment > se vende bonitas saits brancasbor-
Jada*, tendo qoairo pannos cade ama, ditas
de la de cores j promntas, urnas com
barras differentes da mesma fazenda 44000,
e ontras com barras borda las 60 e 70000,
ud i isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, oa roa da
moeratriz n. 60. Bazar do Pavao.
ARLATANAS LISTBADAS CORTE A 65800
Chegou para o Bazar do Pavao um bonito
sorlimento de tarlatanas listradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita phantasia, e liquida-se
cada corte a 60500, pechincha ; na roa
da Imoeratriz n. 60.
Eiia da itnperatriz
Para Tender depveoga
gend,;
te tem
m
^pconaeci
os- que 'lB|ataf
le
frexateu Jooiftthebid Non Espe
r^|p*af*>ifcMwWtai|rl faoalidade e pre-
gos razoaveis, e njesroo por qoe a Nova .Esperan-
ea BfaBa-e em no se impaetejitar em *ar a es-
oottier os objeeto?, prestando-re om o f ralo
i:B) que coMiimt leeeber a todo?, ata de que
saibajn com .o.ijrma proposito de voltjre/n oa
inaOTarera a mesma loja, logo que pjreisem. de
qualqaer artigo por p>qneno qneseja.
Recebeuas de Lisboa a Nova E$peraaf* par*
Jioawns, seaiora e umtiaos, sendo brancas e de
cares.
Caixas parajoias.
^fcHI^ec^ecalIkrt'bosealxas de san-
. lWO,fiaragwrdar,J0as.
Eitasviaigas paca eiotos.
Rccebea.a8de.nflitos.qaalidadea a Nava Espe-
ranza.
Para eitmgoir panos oa sardas.
A Nova Esperanza (em leede rosas brancas.
Paratngir cabellos.
-Tem a-Nova-Esperanca a ventadeira tinta tn^
moito em eonta. LINDAS JAPONEZAS^*" j SlfajQSA 9pa|B refrescar,a pelleeaformozia-la.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS ^ ? 500 W.l 1 K Nw Esperaba .ra Duque de Gaxias n. 63,
O Bazar do Pavo recebeu um grande Cbegou um elegante orti^u^pe faas"- Vende vrdadeira albina branca de Lais.
sorlimento dos melbores pannos de erecb, ian?8 ^ JapSo, com padrSes de seda-e da Pfirfr maHaS
proprios para cadeiras de balanco sofs, mutto boa qnahdade. que se vendem,a I .. ^T: ,. lfl
nianos timboretes e al oronrios Dar cu- 8^ vado. pechincha, no Bewf Asjnelhores, e do mais conhecido fabricante,
pianos, uraporeies e aie propnos paca ca pjn ^n. Hurtm^rairir^n n **m tnaeeiAma ingle, estao postas ^ vala
bnr almofadas e pratos; vendendo-se par _.._ ^ _^ ".? r^J^; na raa Daqae de Casias a. 3, na Nova Espe-
rcenos do que em qn^iquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavo veode-se superior
bramante d'algodSo com 10 palmos de lar-
gura a 14800 o metro, dito de linho com a
mesma largura a 24800 cada metro, pannos
ds liobodo portocom 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 14 a vara, assim como umg ande
sortimento de Hmburgo ou creguellas le
todos os nmeros, precos ou qoalidades,
que se vendem mais barato do qoe em ou-
tra qnslqner parte; aonveiiem-
ATOALHVDOS
No Bazar do Pava-) vende-se snperior
atoalhade trancado, com 8 palmos de largu-
ra a 14600 o metro, dilo de linho adamas-
cado o elhor que tem viod) ao mereado a
34500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavao vende-se constante-
e com listrinhas de seda, sanio ejta nova
fazenda quasi da largara darchiU .rance-
za e vende-se pelo-barato pneco-ie I460O
cada covado, no Bazar do fa-5o.
AS POUPEUN,AS,0 PAVAO A 24000, 0 COVADO.
CliegUipan o Basar do Pavio um bo-
nito sortircento das mais modernas e ele-
gantes ponpelrnas de Unto e seda, que se
vendem pelo baratissimo preco de 24000
cada i un .covado, assim como ditas com
gottoa escossezes a 24400, pechiuoba no
Bazrr doPavBa.
SEPAS A 24000
Chegon u n elegante sortimento de boni-
tas sedas do listrinhas, comas cores mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veudem-se
POUPBUHASdW) JAPAO A 44#W) .0 CBVA*0 faaM
. Cbegou urj etaaate aortina9ptO.de lin- Exactos, batha. oleo, sabonetas, agoas da eo
dissimas ^Donvfcaa iaooneaas. com os lonia' *e *m!b> nrid'< e dc 'vwde, etc., ew.,
veae-M na Nova
Esperanza a roa Duque de Casias n. 63.
mente o melbor sortimento de fazendas '2*00J covado, na ra di Imperatriz
pretas para lato, como sejam :
Laasinhas i retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, frneeza* e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com hranco.
Merinos, cantes, bombazinas, que 89
vendem maisbarat) do qie em ootra qual-
qaer parte.
CACHE-NEZ A 64000.
No Bazar do Pavio vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pura laa, pelo bara-
to preco de 64000 cada um
PEHICNCHA EM CAMBRAIAS VICTOBJAS, A 54,
64, 74 840: 0.
Venderse um esplend io sortimento do
finissimas cambraias victorias, por presos
mais.baratas do que era ootra qurquer
parte, teodo cada peca 10 jardas a 54, 64,
64500 e 74'XO, fluissimas a 84500 ; todas
estas cambraias valem mnito m-iis dinheiro
e liquidam-se por este preco em relaco a
urna grande compra qne se fez no Bazar
do Pavao.
BABAD1NH)S
No Bazar do Pavao vende-se nm grande
sortimento dosmai3 finos babadinbos borda-
dos tapados e transparente, assim como
urna grande porcao de entrmeios largos e
estreitos, que para acatar se rende mnito
em conta e mais barato do qne m oatra
qoalquer parte.
3ETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do.Pavio vende-se um sortimen-
to completo dos melhores setins e grosde-
naples de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
CASEMIRAS A 74000
vendem-se cortes de casemira ingleza de
cores para caifas sendo fazenda que vale
muito mais dinheiro e liquida-se a 74000
o corte de caiga, no Bazar do Pavio a roa
da Imperatriz n. 60.
Ba^ar do Pavao.
CRETONE FORTE A 24000 O METR>
S no Bazar do Pavao.
Chegou o verdadeiro cretone francez pro-
prio para lencoes tendo 10 pa'jmos de lar-
gura, e uwito encorpado, sendo preciso ape-
nas para cada lenco!' 1 '/* oo 1 '/> metros, alm
d'esti appli:aco tambem esta larga e en-
corpada fazenda propria para toalhas, siia%
ceroulas, etc. e liqnida-se pelo barato pre-
co de 24000 cada metro,
i CASEMIR AS A 2,4800 CADA -COVADO
NoiBazando Pavio vende-se um grande
sortimento de bonitas casemiras de un
cor, send'jasol, Krfo, tnesclaBa, sendoVle
duas larguras, proprias para calcas, palitos,
o roupas para menino, e vendem sj pelo
barato preco Imperatriz n 60.
BONITAS LAASINTAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas liasinbas com diff
rentes gosto pelo barato preco de 500 r.
o covado, no Razar do Pavio.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de finis-
simas alpacas brancas lavradas, i imafqp
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bazar do Pavio.
ALPACAS LAtRADAS A 00, S60 E 0 RS.
Vende-se um grande sorlimento de lin-
das alpacas lavradas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tartos < res o covado, no Bazar
do Pavao.
BAREGES DE QADRINHOS A 600 RS. 0 COVADO
Vende-se as mais lindas e moderdas Ha-
sinbas ou bareges de qaadrihhos, proprios
para vestidos, tendo qnasi largura de chita
frsnceza. e liquidarse a 640 ra. o covado,
no Bazar do Pavio.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna s6
cor com cores muito proprios para vestido
o roups para creanCas por ser urna fazen-
da de pora lia e moito leve, vende-se a 14
O covado, no Bazar do Pavio.
Bazar, do Pavao sito a ra da Imperatriz n. 60, eista' constantemente aborto
das 6 horas damanh&i as 9 da noute.
Joaqnim Rodrigues Ta-
rares de Mello,
Vende-se
Ps de roseiras de varias qua'idades,
assim como de sapoti, abacate, figueiras,
laranja cravo, e pinbeira, por preco rasoa-
vel: a tratar na Boa-Vista a rna do Visconde
de Goyauna n. 51 (outr'ora do Mondego.
' alhas muito finas para fazer
barba a.................... 000
ou alaga se 09 armaiens, casase terrenos do fim
da rna da praia nova de Santa Rita, qne foram do
Sr. lente eorenol Franca, cora espejo eedifica-
cSes proprias .para se es^betecer qualqoer fabri-
ca enm embarque a desembarque para o mar : a
trafar com o comraendador Tasso.
GAZ 6AZ6AZ
hegoa o an tifo deposito de Henry Forstar 4
i, ra do Imperador, om earregamento da ca
' prmeira qnalidade; o qnai se vende am {kartiaai
1 a reuiho por meaos preco do qn am ontra qua!'
Caixa de linha bram do gaz 1..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas .......................
Gaixas com peonas d'aco de Perry
superiores.......*.........
Lencos de cassa brancos e pinta-
dosa...............l......
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos de linha
do gaz a........
Duzias de meias croas superior
qualidadea.......
Pecas de tiras bordadscom 12
metros cada peca a 14500 e.
ta- Peca8 de ^Us Para cos de Qal-
dos cylindros quer l,r^ura com ,0 varas a-
para padaria ; Pecas de tran?a Usa8- brancas e
venda no arma-' ^e c^re8 a- -^- .
^zem'da travessa Dozia de liaba frxa para borda*
do Corpo Santo dos a 400 rs. e.....
Pares' de meias croas para me, *
nos diversos tamanhos a. .
Dnzias de meias brancas milito
finas para senbora a. .
Pares de sapa tos de tranca do
Porto....... .
160
100
34600
TEM PARA VENDER
era sen escriptorio, praca do Corpo Santo
Fumo em folha
de e S* qualidade, e vende om on mais
lardos a vontade dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima chegada. | | /
PotassadaEussia.
Agora sxm !
A Nova f^peran^a, a raa Doque de Caxias n.
63, recebeu um lindo sortimento de lia para bor-
dar, vindo as cores mais procurada?, branca, pre-
ta, escarate etc. eu. a ella antes quasa acabe I
Aos cigarreiros.
A Nova E*peraoca vende papel para cigarros
(Mais) a 4 PARA
COSTURA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, roa Nova 0. 22carnero
viannaum completo sorlimeoio de ma-
chi aas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes estao mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qna-
lidade, e-tambem ensina-so com perfeic5o
a todos os compradores. Estas machinas
s3o iguaes no seu irabalho ao da 30 costu-
'reiras diariamente, e a soa perfeicSp tal
como da mlrror costureira de Pars. Apre-
sentam-se trabamos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten
dentes
miau
e ftper;
i di*prem-e M ida. _
leimado n. 8, onde sempre achario abundancia em sortimento
g^ajidades, mo4cidadfi em precose o sep nunca-desmenUido AGR
pi ima fita dito se conhecO-qne o terapo de oue J
|Jj empregado apezar desm.c lesempenho^^^M
os 0DjecU)s Oue por sua natureza sao mais conhecidos aTi, ella
cara aquellas cuja importancia, elegancia e novidade os tornam
bem seja :
Corpinhos de cambrfia, primo re samare
enfeitados com fitas a& setim e obras essas
coja novidade de molda eperfeicSc de ador-
nos os tornam apreciados.
Filas mni lanas da diversas cores e qua-
Leqnes rJesse objeeto muito se poderla
dizer querendo descreve-Ios miootosaaiente
por suas qualidades, coree e desenhos, tal
o grande o variado sortimento qne acaba
de chegar, mas para nio massar o preten-
dente se lhe apresentar o que poder de
melhor.
Entremeios em peeae de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qua-
lidades e deenhos.
Ditos de algodao cem flores e lieos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
ra.
Meias de seda pan noivas.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ou uniformes para meninos.
Enxovaes completos para baptisados.
Toaquinhas ^de fil, -sapatinhoa bordados
e meis para ditos.
Camisinhas bordada* para ditos.
\
flores finas.
ds com pos d arras paral
G.ran Lindos vasos
Caixiobaacpm ditos aroraaticta.
Bonitos e modernos pontea don
ra etreolar' o cojpie.
Bonitos.brincos de pt*qpq.,
Aderecos e brincos MsraNMNf
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos cora M
quaes sin novidas par ora
unas substitiNin as orara*.
Vista" P>r stereascopra.
Bonitas caixinha devidro
pedral.
Ditas de raadaira
ras e com dminos,
Bollas de borracha
enancas.
Diversee objeetra de
para enfeites de mesa e
paca
de
Can lieiros e gaz eco-
nmico
Acaba de chegar nova remessa dos to deseja
dos candieiros todo de porcolana os quaes mnito
se Acommcdan pela seguraba, accio b economia,
e anda pela excedente luz prefervcl mil veres an
kerosene: venham antes que se acabem, nico
deposito da roa larga do Rosario n. 3', botica.
.----------------------------------.----------------------
CEMENTO DE PORTLAND
Ounico-fresco e bom que ba-no merca-
do : vende-se no armazem de
Tasso limaos 0.
na praca do caes de Apollo.
n. 25.
novas
Pares de sapajos de tapete a. .
___ Dnzias de baralhos para vnltarete
.T":6:!! *Ff]ZDy> de.cnentro e alfece mnito Sylabarios portuguezes a. .
vas: na roa da Guia n. 7 tahwn r. *
CartSes com colxetes i carreras a
A -otoaduras para rollete diversas
qualidades ......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a. .... .
'^r.W,Df Pre ados, ginntiodo tudo bo0 e pro- D.r,,a oe agdha par, maenoa a.
Borracha mnito
pane : na ra da Lingueta n. i.
Rival sem segundo
ROA DO DUQUE DE CAXIAS H. 49
Estou disposto a continuar a vender toda
i seguranca a____
palitos seguranca caixa
gn id-i
baboza muito fino,
me.
LihT's de pregos ir.oc.ezns todos
120 os lamaahos a. .... .
I' ile de papel nnm iO iiiiader-
320
326 le papel
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De Bw Barra!
Pharnacentfleo-C blmico
A utiliJado dos purgantes nao soffre demons-
trado alguma ; a prescrip^ao diaria qne delles
fazem os mdicos e o nso aioda mais frequnte
feito pelo publico sao provas irrefrajaveis tatito
Como a qnantidade innumeravel deste genero. S
falta aperfeicoar cada vei mais o modo de admi-
mstracao, de maneira qne conservando a sna ae-
qo, elles possam ser tomados sem repugnancia
nem a?co e sobretodo sem reeeio nem perigo.
Muilos purgantes afamados s devem este bom
xito ao sen edetto intenso o excessivo. D'ahi o
perigo, porque irritacSes de estomago, inflamma-
c5es de enlranhas sao inevitavelmente o resolta-
do do seu emprego. Nada disso tem-se de reeear
com o caf purgativo.
Tsdos connecem por experiencia o aroma sua-
ve e o efleito ligeramente tnico o excitante do
caf. Elle melhor auxiliar dos purgantes dos
quaes disfarca o cheiro o sabor e ajnda a accao
sollicirando vagarosamente os moviraentos peris-
tlticos de intestino, e prevenind o sen efleito
muito intenso sebre o estomago. Misturado com
escamonea, facilita as evacuaces com promptido
e sem clicas, e torna-se um purgante brando,
certo, fcil a tomar e preferirel a todos os outtos
salvo urna indicacao especial da qaal o medico
o nnico jui.
A innocuidade do caf purgativo permiUe de
emprega-le em tddoi, es casos simples. Desper-
tandp topA do intestino e activando a secre-
ta Gaste/ eti a duVea'de ventre, as venlo-
idades, as flatuosidsdes e excita o appetite. Em-
's agflliado, conveniente para eva-
gatffibnis e os hamo, es viscosos e
ronlrg desappairecer a epxaqaeca,
'cabMaprev oa-ataques de sangue
qniMrgi sofTedispogtag.
--------------------------- ,' tao-iragt^ como fcil. O cat purgativo
V arta QmOxU. 5ve sw" tomado fri, puro ou misturado com um
- J *3Tel7ynfildC5 C flJrKfePttlf IO ys,,carcl0. W agua assnca-
o nova mais barato do qne .em Tfdt""W*vTJffd* TbfWro S a dos ordinaria para
i'WHH|J*^; duas colhires de caf bastara para
>w slBboris e para toda e qoalquer pessoa qoe se
pur facilmenie.
. var? criancas dc 8 0 aWos, a metade de
vidVo snfflcinrte ,* de 5 a S annoe, ama colher
ae caf, e a quarta parte do vidro smente abai-
lo desu idade Contra a gosma.
E' por teso d'uma administraco moito mais
racil do que es biscoutos, chocolates ou bolos
porgativoi. W
Da-8e immediatamente depois leita quente as-
anearado oa caldo leve, e duas oo tres chavenas
de cba preto oa de tilia.
nico deposito na pbarmacia e drogara de
Birtftolomen & C.: roa larga do Rosario n. 34.
0 COLLAR 1M l
!\. .1A ISLA DO C4BUGA N. 34. f
II
P4
Com este titulo acba-se aberto inteiramente transformado este aangt
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontraran tudo qnanlo
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Coliar de Oort
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade dos precos.
Espera que o respeitavel publico venba ver. o que existe de Babor
aderecos de brilbantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecoa, pad-
ceiras, brincos, alfnetes e anneis de todas as qualidades, prata da le faqoai-
ros, colheres, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria eBsa4eebe
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilbantes e peoras finas, pormaior preco de
que em ontra qualqoer parte, troca-so e concerta-so todo e qualqaer objeeto
pertencente' a esta arte.
DO
qoe em
.oj
TRIUMPHO
7 Ra doQueimado 7
DE
P8EIRA & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento da
tnai, tendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,sd i ricamente bordados.
Gorgur3o de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenos.
Ditas 9e 13a e seda, id-ra idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Laas de diversas qualidades, lindos gostos e modernas
Ricos brarnus para passeio, com ristras de setim.
Sabidas de baile o qne ba de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenbos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas muito finas para bomens.
Ditas inglezas para bomens e meninos.
Seroulas de linbo, e um grande sortimento de roupas feitas e de
i enfadonho mencionar.
Lvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro e sata, e *
rande sortimento das acreditadas e verdaderas
Esteiras da India
Grande pechincha
I Lindas bareges de ISa e seda lisas,
com listas e com flores pelo ba-
ratissimo preco de 400 rs. o co-
vado, fazenda que se tem ven-
dida por moito maior pre$o
Na loja das Columnas, roa Primefro
de Marco (outrora do Crespo) n. 13, de
Antonio Corroa de Vasconeelloa.

itiiHirior
upe-
500
320
4/1500
20000
14500
30OOC
400,
20
400
5(X.
40
24000
240
Aventura, todo murado, com portao de ferro, ca-
400 cimba de pedra e eal com boa agua de beber, e
44000 mm'tos arvoredos qoe ''^ j tes dinjam-se Soledade, roa de Feroandes Viei
_ B A. ra u'. di : ,a tratar eom-Fraucisca Thereza de 0!i-
ira de quem tero espeocoes precisas.
A bordo do palhabote
com Tasso Irmaos & C
Garibaldi : a tratar
WVO SORTIMENTO DE MSICAS
NO
SALI DE PIANOS E DE MSICAS
Rna da Imperatriz n. 14 loja
contera :
.MSICAS PARA PIANO das mais facis at s mais difficeis, toda dos autores
moderaos as melbores dicoes da Europa e do lio.
NOVIDADES qoadrilhas, polkas, -Valsas.
TANGOS, Habaneros, modinhas, cancoes brasileiras e hespanhola, romances
arias e cavatinas.
Operas inteiras proprias para presentes
tudo para piano e para canto da opera
GUARANY
Em breve se principiar a dar um catalogo do grandissimo
tabelecimento. Encarrega-se de encadernac5es etc.
Vende se o m sido na Capoesa, roa da
enlode I
OVA PURA
O Campos da rna do Imperador n. 28, de volta
le sna-rtagem Portogal. eseolhtu all nm vinho
,qoe se deoomiaa VINHO DA BAiftltADA, proprio
para a eatafio calmosa qn estamos atravesando,
b pira qne cheroe a TODOS tem resolvido ven
6'!? *J !$ } lar/*fi. rao oorque
mntw Bren beber do ul n< ciar, nma ou dua
garrafas, nio s. pela soa barateta eomo pela sua
tidade de eejMI-lB. ___________
ESTEIRAS I
Grand*3 a 6i
na ral da Ssoxaa Nova n.
_______^
% m'


'.?-;* vv**^:*
r
'


Cfltt
I
Dffl
eobj
leo|
1
Para agua.
Canos rts ferr ira a
por Antro, a \eaaa por prego eommodo,
ov armazeia Ja Trvossa do corpo' Santo,
n. 25.
X# srtMtem 11 Bnim n. !>!, lem par
tender a presos eommudce, o srgainte :
Farinha de \U-sro es sac-
os grauJ
Bolioelos de p.tra ltales o barca;
Bacas do lauca tamtrnafnu-t.
<\ tn circules de
afta relevo liproes pa-
r serem collccadas era catacumbas e mau.'uleu*,
atsim coma capelln tamben do marinare n j me-
mouenero : o rao das Cruies, h'ijo Duque de
I OVA IGOA
para o Toucador
IMPORTABA
ort RI0AUD e O
turuiurit i
a, maa vtvicaaw,
PARIZ
Eeta Agoa extra-
hida das flore do,
Pirua Japnica, p
- Ba Euavidada e
guaa propritda-.
daa benficas;!
excede oe cos--
maucofi miBf>el*breE; tendo sido e-
dQpiada por toda, sociedade elegan
. DaitadaaqBbaohop. doporfume
deiioioeo. consolida aa catees e faj de-
aapareoar as espiabas, oomiohes e a* eflomoen-
oaa da palla.
PRECO 1500.
naUnico deposito no Bazar da Moda n. 50
r dn'Bario da Victoria ootr'ora sN *v*.
-------

Vwdom pb daua knnHnt
rara hespar,lid, fih
pa : para verja "
e para tratar m i
mere 3.
1W (JHHUJIllMI-d
annute iU Kuro-
l.j Apollo d. 3,
da Cruz nu-
Panno & algodo da
BkM
de dlversrs fabrica* o dis metti i es nnaliiiados :
vender Aawritnilrj aos & C, ra da Crur nu-
mero 3. .
DA
Boa-Vista
R. SO-RA DA IMPERATIMZ-N. :0
FAMA A LESSA
Esta lrja de fazemlas lioss bem contienda do
respeitavel publico por seu vMoma do barato,
sem quo cutros pussam competir ern prtco<, aca-
ba da receber ricos cortes dt vestido braneos
bordados fingiodo rcupo-s, variado'rortimnl\de
basquina de feda, orosdenaple preto, popelinas
do teda, ditas de la, variadifirco ortimeiilo de
alpacas lavradas, lisas e outras qualidades, cam-
braias brancas bordadla para vestidos, cassas de
salpicas de cor, organdy branco o de ere.*,-com-
pleto sortimenlu do laazinh* de core-, grande
variedade em chitas, madapnloes e algcilaizinho?,
bramante de linho para ateces, paitno trancado
proprio para toalha de mesa, grosdenipIS t'reto
a ldU) ocod->, cerpiebfl- eamn-ioha bnrda-^
dasa 3*500 e 43000. loallus felpudas a !'000
a duzi, madapolio linu iroprie para fala a 6.
a per-a, aigodoslnlio largo pn-pno para lenc,es
a 6 e 65500, chitas linas r. 20 e 320, e lin>-
simas a 360'eOO rs. o covado, colxas de fustao
branen para cama a O, pegas de ranibraia Vic-
toria fina a b, linissima a G#O00 e GSOO ; assim
como muios Biligoa que nio ranoiOHtimo>, tudo
omais barMo po.*ivci. ^
Bazar universal
Rita IVtvra n. 2*
Acaba de enejar a este estabtlecimerto un n-
quissimo jortimemo dos segrales artigo? : trans-
parentes de madeira com paisageos e sfrtpIM para
portaj e jaieflas, vanearas pintada de verde,
canal d forro de todos 01 tamaitos e qualtdades,
grande e variado scrliment de mach as de cos-
tura de todos os autores, ditas pira lavar roupa,
ditas para fazer rnanteiga, dita* para fazer caf,
ditas par moer milho, ditaa para desea rocar algo -
o ; bem como outros muios artigos que deve-
ri* agradar a todas at-pessoas que vierem visitar
este estabelecimenio, o qoal se acha abe- t desde
as CTioMs da mantra at as 9 da nollc : rra rta
ja d*
>
li
!m<
ta, 3 p Mas rr. b',
hja do Brega
anh
* Kl_
ilNAS de dewari.'car alg;>
3ARRIS crandes com peixe daSdecil.
AS e brinzdes da Iluss'a.
OLEADOS, amf ricanos paa orto de carro?.
VINHO de Bordeaox1 emcalxis.
:OQXAC superior de Gaater Preres.
MILHO a Fernaao t3|o i'aeo. "
KGUAflor^B
3ARIUS da^^Hkada de poruo o de
e.-latclecraiinto, toado em ,vu anre-ieal.-.i
1 e fc-rrai n coplera, lem 1
diver 1 Biiropa os memores objetaos de sen esta;
heridos; pai).qBe c-nWda ao re.-peHavffl publitO' e a ees numerosos T
ir doiohiecius.de.sun carencia. at.n a viren e aenrir dos.objfctu
por menos 10 0|0 d
Ultra ttbaquar parte, utn sortimeoto completo dt> machraas para descartcar al|odau,
. conhecido fabricante CollorrGin jk C-, ditas ura, mgtores para aptrnac,
ri fego, molirbos'p.-.ra caf'de todo? 6s tamanbos, da fabrica d^Japi, e?pfngr.rdas c
dous canos e de otn, tanto ingleza* cotoo de divorcia quadades e precia, bandejas Cbinczas, saJitw, breu,. barbante, enxofre. papel e 1
ago, e aguiha ^f;f&giotero ; assim como cncontrarao consiaat- {
fogo do ar, e recebe-se incnimeptla de logas-&j visla, alem de ura |
rcemHmero de dnjecloa, quo se tornarla enfadonho nmera-i^ venham ra Direita n i
53> tojada-LeoBidkTito Loorrtro, aog*k-ja doliraga, iX'tu I


novas msicas para piano.
Danse des negres do maestro Gazalbore.
Margirida, linda ssiioHisch.
Urna folia a Hoina, quadrilha
LNDS
Dansas paraguayas.
i' Habanera.
!* Ls negros.
'' Noites de Luqne.
i* Palomita paraguaya.
Tambem recebeu as seguintes :|
v opera Guarany, e os merbores ^aoos
da mesma para piano e piano e canto.
Quadrilbas
Walsas
E polkas
Quadrilhas:
tisette.
iatao.
'ardim das Fadas.
sroiea.
^apenga, Caroca C.
A orneas do mar.
lu^ntnde Commereiaf.
\ocambole.
Jonte do Diabo.
Pnente do Diabo.
Imperial marinbeiro.
V soltara comeas-rada,
independencia das senhoias.
1 Club X. !
tegresso do conde 'E.
}ao>inl)o de ferro.
Juarany.
Walsas:
io.'iho da virgem.
Voiowel.-
^ansa d'amor.
ultimas walsas de am-doidA
,\nje da meia noite. _
Carnavalesca. 1
r.arany.
Polkas :
"abriao.
iorgeio do sabia,
iotieosa.
Capenga nio forma.
Querida por todos.
K rival.
or todos querida.
VA Trz.
'alomita paraguay.
i-niaik.
doreninha.
iurpreza.
Chora pitanga.
iloria.
iuarany.
A venda no armaaern de pianos e mnsi-
:as do Azevedo, a roa Nova n. \\, boje roa
lo Baro da Vittoria.
-
DE
PER EIRA, IR Mi OS
Ra Primeiro de raarc^) n. 15, outr'or ru o ^iespo u. 1>.
Ao respeiiave publico m gerr.l e partictilarm-nite aos ?eu3 nuraerosrs amigo?
partlcipam Manoel Joaquim Pereira e Manoel Jos da Cos a" Pcreira, que acabam de
fondar om rico e sumptooso aimazem de louca. porcelana, vidros e cbysfees ra
Prhneiro de Marco, cutr'ora ra do Crespo n. 15', sob a razo social Pereira d
Irmaos.
A longa pratica e coRhecimectos de qie dispem os annnnciantes neste ramo
de comaercio, a que, lia omito annos, se dedicam, os lem habilitsdo a faiistazer as
necessidades da popttlacao desta provincia e snas lijiitropbes, oflerecendo aos consu-
midores m^iores vantrgens do auo qnalquer outro eslabelecimento dcste genero.
O respeitavel publico, uigoandO se de visitar'este novo e-staDBfedmenlo -:om-
mercial, verificar porsi mesmo oTjue os annunciantes vero de diz-r.
V^io operar urna completa revote*;? no rligo
para escrever. *
Caf de'Lisboa
Vedfc Janoei Joaqoim Gunae- Braa, largo da
escadinha n. 3, por menos que em nutra qualquer
m
0 Bazar da Moda recebeu novo sortimen-
o d fzetidas do dltimo gosto pafa'vesti-
los, assim como chapepsinbos, caicos,
)ornis, coques, caffiisinbas, etc, etc.
Continoa st-mpre o grande e afamado sor
imeiuo de miodezas e perfumarlas varda-
ieiras, que tudo se vende por barassimos
jrCos.
Dau-se amostras e manda-so em casa das
Simas, familias o que dsejarem, roa do
Sarao da Victoria, olr'ora Nova.
Mel.
Veude-se 2i pipas de saperior
de i* o de 5 por preco rVoatet :
gat-io ti. !*.-
mel en barris
na rn. do vt-
Vende-se as segainle obras, em nm s v-
uwe:
are sngalas perPaes de Abitad, ultiaaea-
jias por Pedro de Calasan, illusfee perdidii por.
iesario do Azevedo por 8/.
Bonrgain ibrroeneideraib-poT'S.
Geleta fram*! eUeadeniadtt 3*.
Vida de D. Joo de Castro idern tav.
[o do Bon.tomdaa OStb.
de piaaaa 8f
de solpheibi raraptalA H-
A tratar r I waW*3 tyabgiafJW.
Nunca se vio uroprocessontais-perfeitoe que attinja de tal forma a satis'azer as
exigencias roais severas da escripteracao.
A sua cor lindissima e nio precisa de cuidado algum para se conservar no
tinteiro sempre com a mesma-cr, sem borra, crosu, bolr ou sem todas essas mazel-
las ioberentes todas as tintas atagoraoohfecidas, ainda mesmo dos melhores aueres
estiangeiroa
Sobretado, este eslimaveJ. producto nio ataca as penna* deseo, antes peto con-
trario, a peana adquire um esmalte dourado que, sendo interewaBle, asss proveitoso.
Efiia tinta, nao sendo especiakMnle para copiar, d comtado daas, tresou mais
copian una mez depois dt-esci-ipt* sea o enxrgar com o maita^btwro, porque nio ba o risco-de borrar. Para se tirar
dwif de urna epiaj nao. se aggkMBeram Utis>fblba6 qoantos copie se qnerern tirar,,
itas-vae-se cn-o originai tirando urna Mil tantas quantas se desejam, sem que o
drifiMl fique prejudkado pelas extracedes.
OecCTQui ditsr qe, pare copia* Kpwia mnita intoUigencia e banidade, sem
o que a:me*or-tirtauo veies quem menos cokoa lem.
A1UIIU
iui;, em Pernambui
Participa ao retpeita
tem recebido a qoarta reaaHaa apa ditos pofa. e
oa perter>c3S erMpletoe e aperfipTo ptra
cacao d'elles en pouco lempo-, twto en terreno mU
como em trra de barro, natsape
As vantagens que cfferece ele tysttma do ad-
quirir agii sobre quaiquer tulio, iao ina.aa;
servindo nip smente as coi;di;6es cima mmcfi-
nidas, como iambira tas caiinj.is j fi'.af, smate
ainda nao l elles esto munids deom lilao ue lho teia,en-
trar iupuiidades', vantag- r& <|..rJoUmts
Full Text
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