Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13064


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Full Text
* mO XLVII. NUMERO 15.
f
PARA A CAHTAL E ifiAKS OIDE IAO SI PASA POMI.
I
Por tre meaes-adiantidos
Por Mis dUo$ iilem .
Pornmano iiim.. .
Ceda mamn trxjko. .
wooa
M4J00O
no

BURRA 19 DE JANEIRO DE 1871.
A DA PBOVUOA.
Por tres meiefi Un*
eis ditos idea. .
-ove ditos dem .
Por om taso dem
Propriedade de Manoel Flguera de Faria & Filfas, ^saiaas
---------------------------;-------------------------:----------------------ki---------------------
IAO AODiTM:
\N/n
Os Srs. Gerardo Antonio Alves Filhos, no Para ; Goncalves Pinto, no Maranhio ; Joaqun Jos da Oiiveira, n
Pereira d'Almeida, em Mamangnape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parahyba; Antonio
em Nazareth ; Antonio Ferreira de Agoiar, em Goyanna ; Francioe
i Antonio de Lemoa Braga, no Aracatj ; JoJo Mara Julio Chatos, no Aseo ; Antonio Marqtm da Suva, no Natal; JoM Jwtino
na Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bpleao, em Santo Antio; Domingos Jos da Costa Braga,.
Hagoae; Dr. Jos Hartins Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gasparinho no Ro de Janeiro.
PARTE OFFICIAL.
COTerno la provincia.
KXnBKNTE DO DA t DI JAMEIBO DI 1871.
OCBcios:
Ao Sr. general comman Jante das armas, con-
clenlo a permiwo, que >olicilou o sida Jo do
9* baulhio de Infantaria, Antonio Claudino da
Fraon. para esperar na povoapi) de Turra-Nova
pela decisao d) goveroo im|ierid|pcerca de sua
bata ou reforma, brgando-se, form, a respon-
der ai ferinas da anostr..
4" metHh, deelaraod) em resposla ao
seo offleto, sobre a trans'erencia de pracaajgda
eompanhia de apreodizes do arsenal de guerra
para a msica do 2* baulhio de infantaria, que
Mando submettido o assumpt) ao goveroo impe-
rial compre aguardar as orJens djquell<\
Ao inspector da thesouraria de fazenda,
communicaudo que 13 do crrente ojuit mu-
nicipal da 3' rara bacharel Armmio Coriolano
Tavires des Santos, assamio o exercicio das unc
tu de juiz dedireito daS' vara desta capital,
no sea prrneiro substituto, por harer dado par-
co de doeate o respectivo proprietario.
Ao m-urao, ioteiranlo-o de ter o juiz de di-
reite da comarca do filo Pormoso, bacharel Marcos
Crrela da Cunara Tamarindo, reassumido no dia
l* d> crrante o exercido das faaccooi do sea
lagar.
Per esta thesouraria mandn-se pagar :
Aii alteres Elias Jj- de Mello, a quaalla de
H0J5, ou a que so de ver, do f ornecimeoto de
lox a agaa ao quartel do destacamento da guardas
saeteases da cidade de Goyanai, dorante o
mezas da setensbro a Jezerabro* do anno pas-
eado.
Ae superintendente da estrada de (erro do Re-
cita S. Francisco a quantla de 23JW00, prove-
niente de transportes dados por eouta das rainls-
terics da guerra e ojarnlu nos Irens da mesma
estrada, durante o mes de deaembro nltimo.
Communieou-se ao superintendente.
Ao inspector da thesouraria provincial de-
ieraunando qae pagua a qaantia de 324/290, em
que importam os transportes dado por conta da
provincia boj tren* da strada de ferro do Reeife a
S. Francisco, no mez de deiembro ultimo.
Commuoicou se ao superintendente.
Ao eorainandante do corpo de polica, ap-
pravaodo o engajamento dos paisanos Francisco
Alves Bicerra e Manoel Antonio de Baroas, ae fo-
nal idneos.
Ao jaiz de paz da villa de Garanhans,
Jos de Barro* e Silva, declarando em resposla ao
en offlcio, que as ferias forenses esto regulada
pelo decreto o. 1133 de 30 de novembro da 1853,
e ah encontrar especificados os actos iudiciaes
njsn Boeemlerlugar dorante ellas, nao tendo
ser taaio, muameam enviase que apr-
senla.
Portara:
A cmara municipal da cidade do Reeife,
declarando qu, nao sendo possivel conciliarem-
ee as (cencas concedidas pela mesma cmara
diversas emprezas para estabelectmento de tri-
llas de ferro destinados a couduccjh de gneros
entro da eidade, como- se v de sna informacio
le 15 de dezembro ultimo, sob o. 116, compete a
assenbia legislativa provincial resolver sobre a
preferencia entre as mesraas liceucas, cuja raulti-
pliddadl embarazar a organisacao de qoalquer
empreza-ierii para aquello flm.
Despachos:
Bellarmino do Reg Barros, Jos la Silva Loyo,
Francisco Ferreira Bailar e Jas Joaqaim An-
tones.Recorra a assembli provincial, quera
compre resolver sobre a preferencia, e conceder
privilegio.
Candas de Souza Miranda Couto. Dirija-se
cmara municipal.
Francisca Liaf de Vasconcelos. Informe cora
urgencia o seohor]commandante Jo corpo de po-
Hermogenes Braulio Ferreira da Conha.Infor-
me o Sr. commandante superior da guarda nacio-
nal do municipio do Bonito.
Joaquim Jos Bello.Dirjase a cmara munici-
pal.
Dr. Joaqaim de Aqnino Fooceca. Reraettido
ao Sr. inspector da thesouraria provincial para
mandar passar a certidao que o sopplicante pede,
ae nio hoover inconveniente.
Jlo Gon^aives Torres. Versando a eerti-
dio requerida pelo sopplicante sobre negocio
pendente da decisio, nio pode serj dada por
,ra.
Jlo Francisco do Aroaral.-Requeira pelos ca-
ndes competentes.
Martinho da Silva Costa.Informe o Sr..director
geral da iosiraccio publica.
Manoel Ferreira Barbosa.Ioforme o Sr. com-
manlante superior da guarda nacional do munici-
pio deUanfro.
Manodatelotho da Purifieagao.Sim.
Raymando Felippe de Santiago Braganga.
Informe o Sr. commandante do corpo de po-
lica.
Silvino Claudiano de Albnquerque Sobreira.
Informe o Sr. inspector da Sjksoararia de fa-
zenda.
Petromlba Mara da Conceicio.Informe o Sr.
commandante do corpo de polica.
01MI0 DE PEBNbIbBUCO
Retrospccto poltico do auno
de i 8 JO.
(Continuafo)
. WCLATERBA.
tt Mino unido da Gra-Breunha e Irlanda, o paiz
cianwe a liberdade coustitucional, no correr do
anuo de 1S70 prosegoo aempre ufan* no caminho
trabado ao seu granee povo, dislendendo sua ae-
SpoiWCa e clvilisadora por toda a parte onde
Coa o sen pavHhao.
Ao Dudarte o anuo de 1869, quando a paz era
a palavra de ordem europea e cada um dos esta-
do do velno continente caidava de seas negocios
ianraa, a laglatorra, tranquilla espectadora dos
tarbWbdee.ameaoadorea ou frivolos qne passara in-
tervaHadaoiente bela soperOeie da Europa, dispo-
nb>t a eaevftr sua earopanba partamentar, e,
prMot gotetno, todos se prepuavaa para a
Jala
Para os lerjw, n fan a oppowcie em face do
annitlerio liberal do Sr. Gladstone, bavia desde logo
usH quesiio "a resolver depois da marte de lord
Difly. Bss* quesiio era a tefe do partido,
d Uder, u cmara dos pare.
Ka preciso que o Uader conservador na cmara
4oj.(tarea ivasm um grande n<>me, ama grande
sa, anta aptidao poltica sofflcienle, urna elo-
4iwocu reeonbeclila, e ove alea disto podesse
i>iar-ae om o Uaiir 4o partid) na cmara
11 riwmsni
bbjbm da cuefatura do partido foi reservada
__________k_ moderno conde de Derby, aue t-
^ptjtwiitV DO Ditimo gabinete
6b
---------~, tonra,
MU de aio a aebar (affieieoteaneBte
tares da po iUca,
BBBsl BBBBSI
ram as cmaras em favereiro do auno prximo
Qndo.
Ao abrir-sa o anm da 1870, 4 altencio publica
na Inglaterra era absorvida pelos egocios da Ir-
landa, que continuavam ameaeadores. O minis-
terio Gladstone armava-sa para a Iota parlamentar,
e a seas a Hs amaras come^nu % ser chliiaWt
isessao iriandeza.
A qoeslao da Irlanda era, cora effeilo, a qoestao
difflcil para a Inglaterra. Tinba-se feito muito,
abolindo a igreja do estado na Irlanda ; mas a Ir-
landa nao licou pacifica, e o fenianisrao cbtlinuou a
aguarse, e em principios de 1870 os assassinalos
se succediam at as roas de Dublin.
1 O goveroo tioha preparado um bil sobre os ne-
5ocios agrarios da Irlanda, e o parlamento, que
evia abrir-.e 8 de favereiro, oecopar-se-bia
cora a qoestao da reforma do rgimen agrario,
que i todos .os espirito se apresentava como o
mais elBeaz remedio para os males da Irlanda.
N'este seclo de rpidas e profundas transfor-
marle*, nenhora paiz escapa as difflculd.ides que
trazem essas mudanzas as ideas e as siloagbes.
Cada ama das grandes naedes da Europa, no
eomeco de* 1870, achou-se hragos cora om diffl-
c problema : a Franca trabalbava em fundar um
goveroo livrc, a Ilespanha debatase em procurar)
uifla dynastia, a Italia esforcava-se para resubele-
cer a ordem 00 paiz e o equilibrio nos ornamen-
tos, a Austria revolvia-se do mel de ama crise
parlamentar por causa da nacionalidades rre-
conclliavei.-, a Allamanha latan eom a sua unili-
cagao, e a Russia curava da mMcipacio dos
servos. ^
A Inglaterra nii eseapoo ao moviaento geral :
a qoestao da Irlanda Iraza all todos os espirilos
agitados.
A qaegtao agraria (land-questio) da Irlanda
era a lerna lata entre os neos e os pobres, entre
os possudores e os nao possuidoras de bens da
fortuna : nao era ama quesiio de alario 1, como
na iudastria manufacturera, era urna questio de
propriedade territorial como em Rema no lempo
dos G rceos.
A trra partencia na Irlanda i om pequeo nu-
mero de familias ; oas um grande Damero de pe-
queos rendeiros callivava-a.
Os paqueaos rendeiros queran) obter o dirwto
de conservar o bero qoe oecapavam, por um lempo
indefinido, e por um preco asado por maio de ar-
bitros. Sua palavra da ordem era : fixity of te-
nure at a fair rent, isto fixidade de oceupacio
mediante ama renda equitativa.
Os propietarios resistiam esaa expropriaco
disfar^ada. O goveroo devia ionrvir s queria sa-
tisfazer os cultivadores sen prejudicar os proprie-
tari os.
Eis a quesiio de que o parlamento devia oeeu-
par-se ; ella era grave, porque o dlreito de pro-
priedade estava em jogo.
As noticias da Irlanda reveiavam a mi situacao
do paiz. Cheaoo jal ponfo o pnico em Dablia,
ro escrivaes naram-se a expedir inUmanBes
lorapsreciineoto sos inquilinos que nie tinbara
pago o arrendamenlo das propriedsdes.
Em tao embarazosa situacao, os juites adopta-
ram a rssoluQio de mandarem inserir as citaQoes
dos peridicos, dandj-lbes a mesma forga das
mandadas ao domicilio.
Os feniaoos, comprebendendo a mpossibilidade
de darem um golpe ua Irlanda, comacaram a in-
citar rebelliao a classe operara do resto da Gria-
Bretanba. -
A insurreigo irlandeza segua seu caminho, ueu-
tralisando os- progreasos da Inglaterra e obngan-
do-a a distrahir avalladas sommas em tropas e
navios de guerra para eooter em respeito ama
insnrreico permanente.
A miseria, a ignorancia e o descooieotameoto
dminavam na Irlanda.
Em toda a Inglaterra agitava-se tambera por
esse lempo om morimeolo em favor da consagra-
cao dos direitos eleitoraes da molber, de que o Sr.
Stuart Mili linba-se oceupado briihanteraeote n'oa-
Iro tempo com remita vaotagem para a idea ini-
ciada.
Foi do meio d'essa agitagao que foi aberto o par-
laraeoto no dia 8 de fevereiro, lenio o presidenta
do conselho o discurso da cora.
No primeiro dia de sessao, depois de constituida
a cmara, foi disentida e approvada a resposla
ao discurso da coia, apresentada pelo Sr.
Egerton.
O Sr. Gladstone propoz careara a unnollacio
da eleifio do feniano O'Donnovao-Rossa, eonvo-
cando-se novamente os eleitores do Tipperney.'
O Sr. Hoore propoz que se enviasse essa pro-
posta ama commissao.
Abro-se um largo debate ; mas, depois d'elle, a
pfoposta do Sr Gladstone foi approvada.
Na cmara dos lords foi tambem approvada a
respostS ao discorso da corda, proposta pelo mar-
qoez de Koury e apoiada pelo conde de Fiogall.
No da 15 o Sr. Gladstooe apresenloo i cmara
dos commuos o 61// agrario sobre a Irlanda. No
dia 17 o Sr. Forster apreseotou outro bil sobre
a educacao popular na Inglaterra e no paiz de
Galles.
Por essa forma poucos dias depois de sua aber-
tura, o parlamento ingles tratou de doas d'esses
actos que caracterisam perfeitamente urna admi-
nistradlo liberal, e que atlestam o vigor com aue
se disteade o espirito de progresso em um grande
paiz.
O Sr. Gladstone, ao aprasentar o bul agrario,
desenvolveu durante tres horas, com verdadeira
elocuencia, sua poltica de pacificarlo ou de repa-
ra cao Irlanda. '
No anno aoterior traha sido resolvida a abogio
da igreja offlcial, da supremaca protestante em
um paiz perfeitamente catholico ; em 1870 o par-
lamento ia oecupar-se da qoestao das ierras na
Irlanda, quesiio que era tao delicada, tao difflcil e
porvenlura mais pressurosa inda 00 que a da
igreja, por isso que ella tocava na grande chaga
da miseria irlandeza, que levou a populacao ao
assas rilo.
O Sr. Gladstooe nio treptdou em declarar qoe a
Inglaterra fra negligente e imprevidente em nio
ter oovido eom attencio, em 1833, a n patriota Ir-
landas, o Sr. Crwford, quando pela prlraeira vez
asaignalou as desastrosas condices agrcolas
doseupajz; qoe fra. anda imprevidante, em
1843, espresando as sabias reco nmeodacSes da
commissao nomeida por sir Robert Peel para es-
ludar a quesiio agraria.
> Se & loglajerra livesse sido providente, ac-
crescentou o Sr. Gladstone, a Irlanda nao leria che-
gado ao estado em que s actia, a quesiio nio es-
tarla envenenada. >
O mal para os irlandezes provloba da dora con-
dicao dos qoe cultiva vara a trra, em face dos seos
posiuidore*. cercados de privilegios feudaas sem-
pre vivos. Nio s a difflcalcUde de adquirir toma-
nava a -propriedade inaccessivel, mas tambemos
rendeiros achavamse eempre expostos a >|otar
seas recursos em um f que lhe podia ser lo
mado sbitamente e sem compensioao.
Os melhorameutos feios e as despeis realza-
das, indo era em proveito do proprietario.
Essa ausencia de seguraoQa produsio perigosos
a inevitaveis resultados. Ella sgotou a aolividad
e o bem sur e gerou urna miseria 4 que os irlan-
dezes s escaparam emigrando ; ella deaanio*.ou e
irriten os rendeiros e creu entre as.d'iversas
aliases da poplenlo nm anlajonismo ierr;tel, qoe
desde logo se iradMio por nieio de '.lolendas
morios misteriosa,
ira I isso que'ae MOjmefeA remediar o Sr.
tone, que bem sabia.fltt* o remedio devia ser
TWlaciq rteial, jass. revotucia mm
estadista qaeria pUMimm tocar
propriedade, mas J modo a trans
diffusao da pmprieMe, *m intervr na
das condicSes el teuure, mas garantindo
deiroe contra as expalsoes iniqaa e iolereeudas
dw proprietarioi. jusJJH
Tof esse o espirito do land-m qne o SrTwaes-
tone apresenloo ao parlamento, bil que se reta-
ma n'oma dopla serle de medidas.
Urna parte do bil facilitav a venda das Ierras,
offerecendo. aos novos compradores om adiaata-
mento de fundos reerabolsaveis por annoidaJes ;
outra parte defloia as relaedes entre o proprietario
e o rendeiro, consagrando em proveito d'este al-
gnns osos admittidos em cenas partes da Irlanda.
O rendeiro lesde eolio nio poda ser expelhoo das
ierras arrendadas em curto praso e sem garantas,
e os meihorameDtos que introduzsse ser-lhe hiam
contados e pagos.
A lei agraria era nm eoajoncto da comsina-
edes enganbosaa, concebidas do intuito de retlisar
urna grande reforma, tendo por fim crear ara di-
reilo nove sem prejudicar o antigo direlo de pro-
priedade.
Mas nao era s essa a reforma que eaptivava a
atteocio publica na Inglaterra o'esia occasiao.
O bil sobre a oducacao popular, apresentado i 17
pelo Sr. Forster, vice-presideole da ioslroeci pu-
blica, tambem eaptava rauitos cuidados do parla-
metilo.
O Sr. Forster parta d'este ponto, que era pre-
ciso absolutamente cubrir de escolas o az e
que a nstrocco devia ser obrigatoria, onde hon-
vesse mistar Vana obrigaeio.
O carcter obrigatono era realmente oro na
loglaierra, onde o estado nao liona habito V car-
cear a liberdade individual. O bul do Sr. Sorster
anda encerrara outra Dovidade : era a Baa de
seenlarisar de algoma forma a iislraccao snbiiea,
cortando-lhe a soiidariedade eom a edncafb reli-
giosa.
N'esses pontos o bil do Sr. Forster era esteo-
cialmente liberal e aovo. Ninguem, por*o).se ad-
mirou disso, e pelo contraro esse bul, destinado a
desenvolver as forcea inteUeciuaes da Inglaterra,
parecen 0. complemento natural do-ultimo btll de
reforma eleitoral, qoe de urna s ves creou mais
de um miloio de novos eleitores.
O Sr. Forster, justificando o san Mil, exdamou :
< Ha pergnnlas sw redamara prompU Msposta,
ha problemas qoe pedem imroediata sdscio ; por
ventura esperaremos essas resposla seas sotu-
eres de collegios eleitoraes envoMos Jsa ignoran-
cia 1
E' por esse meio qne as reformas nascera na
Inglaterra ; assim que nm ministerio liberal foa-
da-se em bases solidas na Inglaurra, a 4o por
dispntas theoricas e por dedamaeoes ruidosas.
O movimento popular ia seguinio sa corso e
acceutnando se, e, se no parlamento ingWraiada
oao ba nm operario, elles j Ibe batsm isfortas.
Um dalles, o Sr. Odger, por pequea diffarenea
pene, soecumbio na Iota eleitoral so Sr* Beros
ford, que snbstiluio o Sr. Layard, aviad para
Madrid como ministro. nMUaJ
No dia em que um operario eotrar no parla-
mento britnico, a coostiioicio iogleza nio ser
alterad em nada, e os partidos continoario a
dispatar-se o poder a a guardar sua pJaura ;
mas isso ser ama novraade e o symptoma denma
singular iransformacio na soeiedade britnica.
Os acontecimenlos europeas nio provm do aca-
so, pro edem do passado, e 4 bastante curioso se-
guir, atravez do movimento dos povos, o modo por
qoe se.ligam os problemas da poltica europea.
Guerra, poltica, diplomacia e Qoaocas, ludo se
liga, tudo se encadis, e o interesse soberano da
histeria esla em desc'obrir esse encadeamento.
Na Inglaterra, desde alguns annos, esse enca-
deamento est patente, e o progresso real do po-
vo ioglez ostenta-se, pondo em evidencia todos os
grandes resaltados da sabia poltica dos seas bo-
rneas dn estado.
Quanto ao bil agrario elle nio punha os pro-
prietanos disposcio dos rendeires, como suppu-
nham os conservadores ; mas. tambem nio era o
fixity of tenttre como tlnbam reclamado os ren-
deiros irlandezes.
Esse bil foi geralmentebera acceito.e os proprios
torys, da cmara dos communs nio se Ibe mostra-
ram boitis e apenas -pretendiam emenda-lo nos de-
tathes sem prejudicar-fbe a essencia.
ento niH/distric-
obre as medidas
Varios deputados
bil como contrara
Os debates e;tavam prximos se abrrem, e
sappaoba-se que nio teriam maito interesse pelo
facto da doenca simultanea dos Srs. Bright e Dis-
raeli.
Como se es,perava, o bil agrario nio foi bem
acceito nk Irlanda, que o nio vio como urna me
dlda justa ; e a irapreesa nacional irlandeza gri-.
ton contra esse projecto de lei. Fallra-se tanto na
Irlanda no fixity of tennre, que a medida do Sr.
Gladstooe, garanlindo rnente os justos direitos
rendeiro e fazendo desapparecer a arbitrariedade
iniqua dos proprietarios, nao pareceu urna medida
sufflcienle.
O Standart criticn ao Sr. Gladstone ter alimen-
tado esperancas que eslavam em opposicio ao seo
projecto.
O Sr. Gladston, porem, respoodeu qoe elle nio
alimentara taes esperancas, e os jornaes mais im-
parciaes observaran) que nem o Sr. Gladstone era
o Sr. Bright tinbara prometlido mais do que con
ceda o projecto.
O Morning-Post dsse que o que o Sr. Bright en-
tenda por lara ivre (fre lana) para os Irlande-
tes era a Ierra desembarazada dos prevlegos que
Ihe davara as lais feudaes ; que o que elle que-
ria m consequencla era que a Ierra fosse fran-
queada de tudo qoe impedia ao agricultor o em-
prego dos seos recursos era melhora-la, sem exci
tar a cobiga do proprietario em apropriar-se dos
producios do irabalbo e do capital do rendeiro.
E' sso, disse o referido jornal, o que realisa a no-
va lei. >
O Ti"m, assignalando a immensa mdanos qae
operara a nova le, disse que ella franqaeava e
garanta perfeitamente o agricultor irlaodez.
O bil foi acceito em sna totalidae em primeira
e segunda diseussa na cmara dos coramuoa,
sem outra demonsiraeio bosiil que a do urna pro-
posta de addiamanlo por 6 mezes, Caita pelo Sr.
Brayn, membro irlands do parlamento^'
A segunda discussao durou apenas quatro ees-
soes.e no Qm dalla tol adopttdo 061/I por 4U voto
contra U. Esperava-se urna maioha mmensa,
mas ella foi anda maior depois da declaragde
do Sr. Disraeli, que se pronunciou do flra da dis-
cussao pelas medidas pwpo;tas pelo Sr. Glaislone.
Eutretaolo ia continuando o estado .de agita^ao
da Irlanda, e os orunes Se suceodiara eom usaara-
pidei.prodigiosa o aera que a autoridade podeJM
evia-los 00 reonun-los.
O goveroo oao pretenda suspender mais a bo-
bea* corpui, e por isso Irahm da obter um resalla-
do mais satisfactorio orsaado om corpo da ittec-
tivt (polica secreu) palo modelo de Londres. O
Sr.' Gladstoa e cuidava seriamente do assumpto e
espera va-su nada momento que um bitt fosa la-
tido cmara aesse sentido.
No dia de mareo o Sr. M.'Laren pronos i sa-
mara a segunda leitura do seu bM relativo ao
pagaraaata das uxas para as despesa da igreja
da Sseessia. Depois de urna enra ditensaao so
bre a assumpto, o bil foi ragaitado por S1& votos
ooo'.ra 108.
No dia 15 de marco tormiooo a diieussao ees
comit na amara das ojmmona, do bil desu-
ado a reaUbelecer a paa na Irlanda.
O goveroo eonseatto em ama. modHsasjM raw
tju.no poa% Whli4o ao **-** oral da tr-
de mndar
astoa os _
discusao mi
BaWHH
^ qti ni
lo apoto que merecen do Sr. O'Donoghne, e
as emendasmram regeitadas per 330 votos con-
Es bil foi geralonats bem aecelte na Ingla-
terra, exeapto na parto que se refere imprensa,
onde ranita gante vio um precedente perigoso pa
ra essa liberdade que se pode challar a salva
guarda de todas a oatras. O proprio Times, qne
nio traha eompaixao para eom a imprensa irlan-
desa, nio se pode eximir do dever de criticar o
61M nessa parte, qoe elle julgoa ser maito ris-
pida.
Na Irlanda por esse tempo o partido nacional
nio pareca disposto eurvar-se is medidas ex
cepcionaes. Ao contrario, elle pareca mais exas-
perado do que d'antet a jalgar pala linguagern
dos seos jornaes.
Entretanto a cmara dos lords e a dos communs
ia prosegnindo em seos Irabalhos. A dos lords
volou em seguoda leitura o bil sobre naluralisa-
o, segundo o qual os estrangetro* teriam o dl-
reito de possoir propriedsdes de qoalquer natura-
xa em Inglaterra, e a nainralisacao concedida
um ingles por nm goveroo estraogeiro importarla
renuncia de sua primitiva nalarahdade.
O goveroo apreseniou ao parlamento o orea-i
inento da guerra eom econemiw de 1,136:000 ,
nao provindas de diminaicio.no numero oa aba*
tmenlo no veocinMato das pracas, mas falla por
melos de timpliflcac/tes administrativas. A cma-
ra dos comraons approron as tendeadas geraes
do ornamento e volou as quolas pedidas.
O Sr. Jacob Bright, irmao do ministro ioglex,
apresentou ao parlamento urca pelioao para qoe
sa coacedesse o direlo eleitoral a mulhares. Se-
gundo o bil proposto, toda a mufner cabeca da fa-
mlia-podia ser elegivel para membro do parla-
mento. O Sr. Jacob Bright disse que o sen pro-
jecto aio era assnmpto de ponido, e que por esa-
saqueada todos o podiam votar hvremeate asm
comproraissos de especie alguma. e disse que se
se approvasse a leitura da sna proposta, no correr
dos debates exporia os motivos que Cjulgava im-
portaates para qne tal bil fosse approvado.
Fez-se a primeira leitura des*e bul.
A cmara, fot entretanto continuando com a ais-
csala m commissao do bil agrario. So da M
de mareo o Sr. Disraeli combalea a clansula tor-
ceira, a estipula va, em favor dos rendeiros es
buIhadBaj orna indemnisacio pelos mdaorameatos
introduzidos as Ierras e berdades ou pela perda
iue resallar-lhes-hia da obrigaeio da deixa-las aa-
tes de gosarem os tractos deesa 1 melboramantos.
O Sr. Gladstone manteve s clausula da garaatia, a
emenda dos torj,s foi regeitada por 296 votos 1
tra 230, sendo approvado o bil agrario.
A Irlanda nio pareca todava quarer ixanqmlli-
sar-se apetar dessa'lei.
Hoove no eondito *a tTpoerari nwSSmBBJFi"
mero e maito ealhusiaslico, onde foi adoptada
urna propasta de Sr. Bate convidando o povo para
assignar orna peticao nacional, para.se consegoir
am parlamento irlandez,
Em Cork honve um serio conflicto entre a tropa
e o povo, de qoe resollou algumas raortes e raui-
tos feridos. Os criares agrarios repelirara se cora
freqnencia. No condado Tipperari, foi morto as
pauladas Patrick Kirwao, que estava ao servico de
um rico proprietario do condado.
Em Kanlork bou ve ama nxa sanguinolenta en-
tre a tropa e os paisanos.
as minas de car vio de Wearmonib eooslitoi-.
ram se em grve 600 meneiros pedinpo augmen-
to de salario.
0 goveroo ioglez, teodo motivos para suspeitar
que ps leniano intentavara algura golpe atrevido,
ordenou qoe a polica revistasse toda a bagagem
e raercadorias que entrassem em Londres pelos
caminhos de ferro do Birmingham e Shefflelds,
para ver se continham armas.
A agitadlo moral ia augmentando lodos os dias,
apezar de todos se acharem accordes em que nao
seria perturbada a ordem ; a trsnquillidade dos
espirilos resseotia-se, porm dessb estado e as
traosaeeoes mercantis e indnstriaes coegaram
ser quisi oollas e occasionaram am estado afflic-
tivo para o paiz.
A cmara dos communs ouvodo dia 13 de abril
exposicio flnanceira do Sr. Lowe. Entre as re-
formas annonciadas pelo chaneeller do th sooro,
figurn um reoaixameolo do imposto sobre, a
renda e a reduccao de 50 % dos direitos sobre as-
socar.
Na sessio de 8 o Sr. Newdgate, que nm dos
mais zelosos defensores da igreja aeglicana, apre-
senloo ama moeo tendente formacio de urna
commissao, que deveria encarregar-se de proceder
um tnquerito sobre a existencia, caraeter e
augmento das institolcoes e das sociedades eon-
ventuaes e monacaes na Gria-Brelanha; de pro-
curar tambem conhecer as condiedes em qoe as
sociedades desto genero adquirem e cooservam
bens movis e imraoveis.
A discasssio foi addiada para 38.
A proposta, provocada pelos graves abuso di-
vulgados e apresenlados perante os tribunaes id-
clezes, exci toa ama grande ioqoielacao no partido
carblico, que em Inglaterra laz iucoutessaveis
progreasos. .
O Time* publicou um longo protesto motivado
contra a mooioda Sr. Newdgate, assignado por
grande numero da pessoas imoorlantes entre as
quaes figurvam os doqnes de Nofolik, caja famt-
lia aampre se lew toroado notavel pela sua adeu-
dada U catholica,os coadea de Deubtgb, de
Gainsboroagh, lords Araodell, Cliffor, Su>r e
oairos. a ,
Este protesto reiviadicava enrgicamente am fa-
or dos caiholicos de Inglaterra a liberdade reli-
giosa o o direito commum.
A cmara dos comman oecapou-se da primeira
leitura do bil de Mr. Leataam para a inerodneco
do voto secreto no systaraa eleitoral. Mr. Haruo-
looy como orgio do gavorao, declaro que era
ivoravel dopeo daojaalle melhodo de votado,
qne J tinha medidas para preparar am bil con-
fofme-com as eoneloaane da commissao de ioqoe-
rito; pedia s. addiamanto da discaasao al que
fosao presento cmara o relatorio da commissao.
A discussao do bil foi addiaXeom o assenti-
aaento de seo autor, para o dia 3,de maio.
A cassasa dos lord adopten ioalrontei 9 aa7/
icrea da Daturabsacio a dirfito de propriedade
para o atranneiras, que at eatao nio podiam
ser em Inglaterra Ualu holdts poqoilnor po um
periodo qne ezcedesse 21 annoa, e em oeahom
easo poda sar fruholdr (proprietario). A aova
lei coacedeu este dous direitos aoe estraagairu,
eom o que se deu um grande passo favor dos
, Que a eessao feila por Lula XIY k Inglaterra
em virante do tratado celebrado em Versalbe e
nao om Utreeh, como se acha aa historia da dita
pnea, carada de aatorisaeio de sen neto o mo-
nareha hespanhol Felippe V ;
"i-Trrniiii naiTIii. |a ssssnpaii ,_ ,_
clama com o concurso das mais QSm europeas
ou representa otes deltas ;
. Que j devia o goveroo de sua majrestade brl-
tandea ter levado esla importante qoestao s c-
maras legislativas para qne os representantes do
paiz deeidam;
Protestamos solemnemente contra o sen pro-
ceder e adherimos s declarares do honrado Sr.
Antonio Fernandos y Garda qne pedem a entrega
de Gibrailar incondicional mente.
Londres, maio de 1870. Segoera 3,538 assig-
nadas. Em commissao, Wilsset
Entretanto alguns salteadores hespanhoes apri-
sionaran) as proximidades de Gibrailar dons 'in-
gleses, que todava foram ponco depeis recondo-
zidos praca, grabas energa das autoridades
bespanholas, que, a ineetaedes do ministro do rei-
no de Hespaana, nio deseancaram em quanto ni r
consegairnm esse resaltado salisfastorio para as
boas relaedes dos dons paites.
Na Inglaterra por esse lempo tomn incremento
a discussao proprosito do MI do Sr. Newdgte
relativo aos eonvealos e ordens religiosas e seos
bens imraoveis.
A proposta do Sr. -Newdgte levanton ama
grande opposicio entre os eatbolicos; mullos pro-
testos afflniram da todos a lados e at as senho-
ras da mais torada aristocracia dirig ram peti-
ooes ao goverao para deddi-lo a oppdr-se i
adopato deOnitiva da propoata.
O Sr. Gldstene, ponen favoravel ella, por cau-
sa dos embaracos ue podiam sobrevr Ihe, espe-
dalmeote da Iran la, restringi a todava una
certa medida e, graos esse apoio, a propoita
foi adoptada pda cmara dos communs por urna
grande maioria. A proposto flcoa, porm, redoli-
da nomeacio da commissao para o ioquerito s>-
bre os bens dos convenios, sem tocar no sea re-
gimen interno. Foi essa a orneada do Sr. Glads-
tone, emenda que foi approvada despeito da eppo-
Jieio do Sr. Newdgte.
No dia A de malo a liga instituida na Inglaterra
em favor dos direitos eleitoraes da mulber obleve
um expleadido triumpbo na cmara dos eom-
!, adoptando essa assembla, por 134 votos
contra 91, esa segunda leitura, o bil do Sr. Jaeob
Bright.
M dia 13, porm, a cmara rebonsiderou o sen
ado, e, sob proposta de Sr. Bonverie e do consen-
so do invern, dis adopten por 230 votos contra
Si esa moeio addiando por f mezes a discussao
do 61'// em eomf. Essa daeisao implicou ama
regniro da medida.
Por esse tempo o crime da Harathoo, commetti-
alguns viajantes ingleses e italianos,
Atnenas, j oceupava a altead publica
da Barate, e na laajtatoria era
ameno parla-
Mn de gevWeo, passado o prlmdro
momento de exeitaeio, tornon-se mais moderado e
cooforrae s leis da honra e do respeito pelos di-
reitos da Greda,-contra a qual o Sr. Otway decla-
ren que o goveroo oao faria nenhuma demonstra-
cao naval e militar, come ped ram a1 gnns jornaes
e alguns membros do parlamento, por isso que
queria deixar ao goveroo de Alhenas plena liber-
dade de aecio no inquerito qne o goveroo inglez
solicitara, e jush'ca helnica lodos os nades de
curaprir o seu dever sem apparencla de compres-
sao.
"Entretanto iam continuando os manejos dos fe-
niano, e a polica nio deseaaeava do seu labor
incessante de vigiar por todos os meios possiveis
qne algum golpe atrevido fosse praticado em des-
provey da ordem e da tranquillidade publica.
O goveroo mandou ordem para o arsenal de
Woolerlch para se tomaren) as necessarias provi-
lenzolern a retirar sus candidatura, qne elle ni
acreditara na existencia de tratado teeretae atr <
a Franca a a Dinamarca, e, mim, mr a gabinete
de Londres taha oblide da ana pateadas bdii-
gerani* foraasl-eeamterd m da respettarem a
neutralidada da BWglea, da Hdllanda, do Lonem-
burgo e da Safas.
0 ebefe o gabinete foi Umbem chamado tri-
buna para explicar-se sobre ama proposu de
desarmamento oa preparativos de desarmameoto.
que gira falta nos sds mezas anteriora* oa pela
"ranea Prussia ou pela Inglaterra esas dnaa
potencias. Ello declaren que urna proposta seme-
ntante fra falta por tordOarendoa, mas qne aa
uvera resaltado satisfactorio, recusando-se expli-
car sais, visto lerem sido eonUeodae aa correa-
pondendas havidasl ttl respeito.
O goveroo. inglez, no 1 otare* de paz, encarre-
gou seus agentes junto s potencias belligeraates
de tentar am ultimo e supremo extorco rropon-
do-lhes nm conferencia europea para reaolver a
divergeoda.
Lord Lyons eumprio essa misaio em #aris o
lord Loflus cumprio-a em Berln, no dia 17 ver-
balmente, e no dia 18 por escripte.
A Prnssia dedaroo una poma pronnneiar-se
depois da Franca, e o gabinete das Tulherias re
geilou a proposu, declarando qae a situacao nao
reuna as condicoe previstas pdo tratado de 1856
para urna raediacio da poleadas aaaigas.
Eaireuato a goveroo ingles fei-ae aproveitan-
do do nterregoo parlamentar para levar cffilo
alguma reformas administrativas qoe se estendiara
todos os ramos da adrainistracio publica.
A energa do Sr. Gladstone era touvada e reoo-
nhecida garalmente.
O novo regulsaeato para oe ampresjadoa pbli-
cos, tend > par base o eonenreo para a admisaao a
todos oe cargos, foii considerado nm paeae a van
telado para a destrnicio do systema do napobsaao
e do favoratismo, qne tinha dorado aa lafialerra
mala lempo do que em outro quslquea paiz, eob-
servando a olyaareaia orno ferina de goveroo
Sob a influencia benetea e saoralisadora da li-
berdade, a legislacjao de chafo e o mono pobo ook
destinos pubuois serado pela ritrocaci mais
poderosa, o lalvex a mais illas Irada da ierra, te)
ser demolida no paiz mais conservado t tradicki-
nalista da Europa.
No da 25 de julbo a cmara doe eommoa
approvoa em segunda leitura o bil sobre ksiro-
duejao do escrutinio secreto na operantes otoiio-
rae, sendo retirado o projecto do goveroo, qoe
adberio ao do Sr. Latbao, qoe era mais eomplet
e pratico Ponco lempo depoit eaaa btlt foi aparo-
vado era comit.
Foi por esse lempo qoe o Tiawi publicou um
projecto de tratado entre a Franca ea.frusia, no
qual sa divida entre as duaa potencias alguns pe-
queos estados da Europa, tramando-se contra a
sua independencia.
Esse projecto que o Tm sem bou* tondamen -
toa aflheuui 111 lin prmsssn sds fras i Pr 1.....
t S. M. o
dos fraacsaesf jolgando
Imperador
til estrellar oa tacos dn
amisade ue os uaeo e consolidar as relaedes d*
boa visinbanca qoe felizmente exiatem entre o*
doas paites ; convencidos alm disso de qoe per*
obter esse resultado, proprio tambem para asse
gurar a conservacio da paz geral, Ibes importa
enlenderem-se sobre questoes uue ialeressam a*
suas relac,es futuras, resdveram concluir par
esse fim um tratado, nomeaodo por consequencia
para seos plenipotenciarios.....
t Os qoaes, depois de lerera trocado os seus ple-
nos poderes adiados em boa e devida forma, coa-
cordaram nos artigos seguiotos :
1." S. M. o imperador dos franceses admita e
recoohece as aequisiedos que a Prassia fez em re-
sultado da ultima guerra qne sustentou centra a
Austria e os seas alliados.
a 1* S. M. o re da Prussia promella facilitar i
continham armas oa plvora. Alm disso So Ta-
misa, em frente do arsenal, algumas embarcaedes
foram mandadas navegar eom polica bordo, eom
o fim de visitar todos os navios que sobiam o
rio. Policia e autoridades
S. M. o rei dos Paizes Baixos, para o determinar
a fazer ao imperador dos francezes a cedencia do
B, seos direitos soberanos sobre esse ducado, ate-
tares todos se eon- idiaD,fl a eompensacio que se julgar^suffleien^oo
interesse garae da humanidade.
Taaabaaa se declaren que eram ingleses os fl-
laos de pas eslrangdros nascidos em Inglaterra,
ao quaes sem embargo ae Ibes deixou o direito,
at os 31 annos de redamar a sua primitiva naia-
ralidsde.
Por esse tempo loraoo a oceupar a atteocio pu-
blica a cessio da fortaleza de Gibralta'r Ilespa-
nha, i proposito da urna daclaraclo (aUa por 3^00
inglesas residentes em Londres adindo e^sa ees-
sao, deciaracae qne os jornaes beepanhoes pabli-
caram a que do tbeor sagniote:
i Protesto aos noosos compatriotas.Ciaside-
rando qne a posassssn de Gibrailar palo reina un-
ba
. 1 de miro modo. Pela sua parle o imperador dos
servavam sempre prrmptos-para reprimirera ener- f comprcmette-se a tomar sobro si os eo-
gicamente quaesquer tentativas.
Em Londres foram aprisionados alguns viajan-
tes em cujas mala achou a policia 50 rewolvers.
Foi preso em Liverpool nm agente froiano, no
momento em que deserabarcava de um navio pro-
cedente de New-York. A policia recebera aviso
pelo cabo transatlntico da ana- sabida da America
e dos projecto que o traziam i Europa.
O goveroo mandou croteiro para os porto de
Dewnport, darenceport, Gosport e Chatham. <
Descobrio-se em Cork ura deposito de armas,
pertenceoles aos feniaoos, qoe se achava oceulto
na taberna de urna mulber chamada Goveney.
A cmara oeenpava-se novamente com o projec-
to de lei sobre instruccao, e, depois de agitada dis-
cussao, foi elle approvado em segunda leitura,
seodo regeitada a raocio qoe o adiava por 481
votos conira 60, Poueo depois igual e tao brilhao-
te maioria approvoa-oem teredra leitura oa dis-
eussio em comit.
Esse resaltado era esperado, oao obelante o nu-
mero e o lalento dos oradores qae se lhe oppu-
nham, porque o ministerio contava cora o apoio,
nao s dos seas partidarios, mas tambem dos con-
servadores.
A neeessidade do derramaraento de nstrnecao
publica era reconhecida pela maioria da cmara,
que qaeria v-la ir em auxilio da ioetruccio psi-
vada.
Arrancar ignorancia as geracees viodoosas,
t foi o pensamenlo qoe se quiz manifestar, lal
foi a neeessidade- qae se quiz dar provmeato
com essa lei, mperfeila seraduvida sob cortos
pona de vista, mas que corre;poadia primeira
expectativa, e dava, eom a possivel regularidade,
urna salisfacio, embora, parcial, aos escrpulos
das diversas saltas religiosas.
Na cmara dos communs a opioio democrtica
e radical ia-ee firmando vanlajosamenle, poslo que
nao podesse vencer a poltica reservada, do go-
veroo.
Na diseasen do projecto sobre- instruceao essa
opino reeiaanou a sepameo da igreja do esta-
do. Mas onde ella mais expansao leve, onde mais
forte se manifest, foi n'usna preposta do Sr. So-
marast Beanmoni, qne liaba por Qm eximir os
bisos da obrigaeio de assislirem aos Irabalhos do
Sariasnento *. on em ouiros temaos exbonera-le
os privilegios da digddada dn par > Esta pro-
posta, apdsda petos Sr. Klegesir W. Lawsoo,
foi combatida pel Sr. Gladstone, em nome do go-
veroo, oomo iooporluna e contraria aos ioteresses
do paii. Ella foi regeitada por 158 votos contra
103, e esto resultado eonstituio at certo ponto
urna victoria para os radicaos.
Ao iemp> em que isso traba lugar, deram-se os
aeoDleeimentos que levaram a Franca e a Alloma-
nba guerra, e a Inglaterra, depois de eer ssia
declarada, publicou a sna declaraco habitual oe
neutraUdade, lembrando aos snbdilos da rabitft
Vietoria as suas <>brlgnedes bem como as da auto-,
Na sessio de 33 de jalbo o Sr. Gladstone foi in-
lerpellado por diversos membros da cmara dos
communs aesrea dos negodos dessa guerra, o de-
daron que a Austria e a,Russia tinbam emprega-
osjadedirdto pertanca prnun
cargos pecuniarios, qoe essa trao5o possa ori-
ginar.
3. S. M. o imperad do francezes nao so
oppor a orna oaio federal da cenfederacao ox>
norte oom os estados do sol da Allamanha, a et-
cepcao da Austria, coja uniao poder basear-sr
n'um parlamento commum, respeilaado n'uma
justa medida a soberana dos allndidos esladbs.
4. Pela sna parte sua magostada o re da
Prussia, no easo em qoe sua magostada o impe-
rador dos francezes ae visse eompellido palas eir-
cumsiancias a fazer entrar as suas trepas m Bl-
gica, cu a conquista-la, conceder o aawl di*
suas armas Franca e sostenu-la-aa com u>d><
as suas forcas de torra e do mar contra qualqwr
potencia que nessa eventuaUaae kse fiaelara.-.-
guerra.
5.* Para assegorar a plana aneeneiodis pre-
cedentes disposicoes, sua agestade o re? da Pru*-
sia e sua roagestade o iaaperader do raneeze*
contriem peto presente tsatado urna albanca om*-
si va e defensiva que se eomproroeilem olananea-
te a sus tentar. Saas magestedes obngam-e, alen
disso, es, edalmeoie a ob*rva-la em todos o ca-
sos em qoe os seas estodos respecuvo, caja hu-
gridade se garaotem mutuamente, eslivessent aa-
acades de ama aggreseao, coniderando-ae coa-.
obrigados, nessa circomsianda, a adaptar *m e-
mora, e nao declinar sob nenhum pretesto -
preparativos mililares qne exigfas a sen intere***
commnm era eonforoatdade eom as elansulae *
nrevisdes cima enunciada.
Logo qae essa doaaaaanjs
niao publica, nao wi I .
a Europa, obo-exliS>s, e nmneaiasosa 1
sao ergoeu-ta na impreasa e un tnaoea .
maular de varios pai tes sobre o asasanpto, pi>a^-
se em jogo os ioteresses das potencias eile asm.l-
vidas, e pe*aodo-se as raxoes janlmarfas de ti
e ootro dos contrataote.
Na sessao de 28 da camaaa das saris, ana-
des Malraasbnry e Rnssdl isniatarainprin anws-t-
dsde de augmentar-te lateBnasumemanea hrr
iogleza de torra e mar, o *__ sncjae a
Europa e para qnaesqaer s 1 iiisaawanan. ___^
03 ministro BfcTnm-to o 1 ni nanss angranr
os consnlhos dosdesjs tosan. ^ .____
No dia i-deatt la n f--------
ra dos comman nm .
dous milboe de l P* *
tas navaes militaras, ps .
lo de vinte mil hooens paro enesnito. Ha c-
mara alta lord Russell api mull ana bM ifeamn
do s armas ss muidas.
Todos esses bh foram vetadas ss 42a J eei
urgencia.
o debate poltico, que se afersa par es
sin) na cmara dos eomasstsn, e tt*.
vidou o govoroo a traear aerante
do encerrament diana.ib, a
contava aguir no eonlkrte lnm>pvnsia*nv
egnrando desde ligo qae padm nsar mb e pa-
triotismo do pjrlamanto. Ao aasassn sseapo n sr
Disraeli exprimi o sen pesar par abo sar e am-
nislerlo empregado nm vigne sajsjssna
do, oo*ra"ln|Uterra, grandes mforce para ev4conservar a pss earopa,
on- t
albo do ntinutros que il^rava^seel^^H
oonselhara oa nio o prndpe
entendesse com
su potencia, pesarnm
potendM bsfljersnsm m
^^V
mOm


itai 30 mmi 30 ei


f
l-i IMtl-
idos
conc,
oto p
V OS
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cootiouaWl dstar
ci|$)t!s seefetaslre
a l^tatffra soV
seguir : era manteF
. cujo lim era promover
ujaoileslaoeese exighr a reunio do P^jBejfqrir
O poverno prdmeMh qtie convocaraROliaL-
nanamente o parlasfuto, e entreunto foi contu
Iffynjfl afiliVsJttiJalt n ni nmpinlivni hullirr?
O Sr. Gltdstone oiprimio-se com ymifk Stfd serva, apeetalawBte em referencia ipIWW pq^nwv
do rKh"tlLMtf* n0 cs3 de uraa viol455 dos
traui^H Br*nt>am* "atavia a Blgica
e doUi^Hp ai sua' 'i9eiici*9 ^ van-
uraaajBaafl ifHi da opioip publica iqglet>, qe
com LWP0 de desconfianza e petar son
be das tet lo lord presidente Jo cun-lno."
O conde Ruasen fez-se interprete desses sent-
meatos dBtevo
voeou lorfi ran
amargas queixas
tra o gabinete,
car a prudencia
ueclaracees I4
ce-las os graves
Lord Kussell
perigos qua^
sai vita a
veladas pe >
halima liaba de gov..
snsTdeveree oemproraissos e defender av Blgi-
ca, e. por meltf de deelaracdes ferrases, flitrair'
as intrigas aaWeas o1 eltS? -"
-LofdM^^^WWjJidea que o governo apre-
cTSvTelff roa" i' ? xtensad as o6ng~agoes con
traludas pela Inglaterra ; qoe a queso dos tra-
tados, >jas) garaniiam Blgica e ao Luxeroburgo
troca deTJous entre a*s poieneaas signataria! des-
ses tratados ; do de tudo antes do eneerraraent da sesso
Toda a imprensa aeolbeu bein essas explican
edes, e fticos das depois o parlamento teve co-
objDOBOlo daasis nli3 e da satisfactoria *x-
plicaees das duas potencias inleressadas no as-
soropto. t '
Nao obstante, pof&o, a Inglaterra eoaimuou a
activar oa s*ns< preparativo! betWos, aposto que
fosse mamita, a dee-taragao de neutratlflade na
guerra que a debata o eoatinenM.
A quesie do projeut* de tratado entre a Prus
sia c a Franca continoou por multo tetripo a oc;
capar a sneaco pabKft;, e, por fu ue eonta, de
toda-a duoassfio hav-ida iieutium* las selapeeeu
completamwn* V asairmpto e anda Moje sta por
demonstrar guem leve a iniciativa desee pmjeeto
as ttgooiaefes' ou* houveram i tel< respis.
Duas coH*as, por, lic-ram demoaetradae :ami
f d.t Prussia do conde de Bismark, mandando
poUicar un document secreto, e a fraque de
espirito do-Sr. Banedeiii, emoaixador francs em
Berlin, que se deixoo lograr pelas astadas do
cbaacUeler da coofMetscfto da AUewanaa do
non*.
No dia 8 de agost T> Sr. Gladstooa fui ova
mente interpellaao eohre esse assampto na; cma-
ra dos communs, e, respondendo, disse que o go-
veriW*lnglei propozera separadamea*, nial m
terwjjf dentieo, franca e Prassla, un com
proniisso que se ebaniara om tralado em fue se
dir que se algaoi exerorto betigerEote tiatar o
lerritori belga, a Inglaterra se apresenlara com
airo exerorto pata defender a Blgica, raaa que
aio ee estipular que a IirglRterra fosee ofcrigade
a iniHar parte Bas eplracdes geraes do goro*i
que o tratado devrta Map em vigir pw tHC0.
4e dse mems, depois da ractiticacao do trando
de pai ettre os flons- ueliigerantes; dsse mais que
essa proposta Hnba, sido eiMnmunieada Russia e-
Austria qd a jlflolberam favorvetnwate, e que
o re da Prussia acclti a o tratado # Dem assim
a Fraaea, ebrri algumas modiflcagftes apenas, qbe
em na A'essetemboj Mohnchjado-ao gomera in-' ik:
gle as reelaniacber da Prassia soWe a eaaortiejie
lo carvae d pudra, e- a 'canwca doa oedaiont
occoprta-i* ttesse asstHkHit.
O Sr. Oladstoae declarou qne jariscoaenltos
da wrOi Iiiham sido ceawltadue eaib respeiter, e
que, Vaecefdo cjiH a auauplnra>>, e gwrno
continwria hio p6r obstacotoii i tlwa exjwia-
fio delce prodaetb, rbervafi(to-e todawiao drrW-;
to o euiprind o devet 4 pers*f nir es navios ia-
gletes que fe prestassem a ser fpetadiwpa*a pra-
vieionar queque das esqumras belltgewnleft e
pA-4tt titil em estad de ptMtfllvir as opera.-
r-i da guerra.
' Nesse uegoeis do carrD a Inglaterra fea o qae
lhf eumpna, pendo ambo os beOigerantes em
iieulidaile de eireunistadtiW) sfeBF-prejudYear o*
seus inlerc-sses commerciaes.
"Hemais Tdra eviaentemenl o acto hostil*
Pranca obtar a- sahida do oarvaoV>i6t como- por
essa fe^ma-agrande eiqaadra fraaeera^ a nio poda e nao pode igaalar-se da AHenuaba,
flearia privada de prestar auxilio b- da guerra.
Era isso o que 'pretenda a Allemanha,e par isso
aa explicares do gabinei* iogte* aa saasaaertw
o Sr. dft Misnaik, que iwv^rnid isetuit cm-o
governo br.innic pela medid requerida, sea*
que todava fbsse mais bem soccediao Bestia se-.
gnnda tentativa.
A Inglaterra, Be meio das affitncous geraes dai
poltica nai se dt 151 JoHtiiiuViild a armar se e a fortiicaii-sa, *
> pjrii de Cok meraeeu Ibe especial aiteueao. Oo
filies il" C'nlcn e Garlisle que domioaim a en-
da por Qiwostjrs foraoi' desde logo peparedes
di- firma a upporem ama seria rbstetncia qusrl-
qu-T i.'Mi'itiva!
A <'piuiao peblica ocoapounae- laaibem d todesi
os negociad militare*, e, dedit de loiifadisouBBStv
iri'ii-e cwiveneWa da utilidade o poTRahcia
da 'ir.im'iii a an.l*' qacstao da orgaoSsag mllitac1 agitaav
se. > espirito publico mosruu-se iocaa*j a/
ado^taV a ba*e da ergsra(l!\o que tigofnas
i'Yi l-r-i \ ; (kierneseV. Segundo esse syaiema. a
iii^: sterr* toria Um exercito liso d quaronta mil
' h.i ii- i- i-in pe.|ueno sacPilcio di nace, e pone:
rii niier, para casos extraordinarios, quatro mi
lbo>< de soldados uteis e promptos.
A*s queixas que tinha a Allemanha por causa do
carvao de pedra exportado da Inglaterra toram
juntar--e nutras, nio s pelo tacto de un piloto
ing'ez guiar a esqUadra francesa na" Mancha na
entrada do mar do Norte, mas tambem pelo faci
da compra de armamente qne fin a Franca em
iQirlalerr.-i.
A' e< vimento ; e, ao pssso que o tribunal do almiran-
udo ryuson proceijer ertnHaalmente oonwa o pi-
loto, por nio ter julgdo inf/hecao da neutral da-
de o seu prcieedimoiito ; o cbdfe do Foreing-Office,
le r I Granvle, respindeu Bola do ministro pros-
siano, conde ErernorTr, declarando que a exporta^
ci de armas nao era illiciu sob o ponto do rl^aai
do (lirciiointernircional, sobre tudo tenio' recom*
roen.Iado o parlamento ao governo que a deiaatw
livre.
O espirito pfebitoo na Ioglrterra doade o come-
(o da guerra franco prussiana foi evidentemente
contrario Franca; eorgffvWid britaanico fui o
insto orgo desse sen?Ben(dj- que partilbou tn-
bem o parlament.
Depois do fesStre de,:9tfan e da proclaniatja
da repblica Trncela esne dsptnto publico maol-
festou-se podercsimaent pela Franca, e o pwe in-
gf-r. mostron desdeWgo m vivo 'desejo de cor
rer em aoxilio do* ffanrte.
VernambiiCO t
que, com o Times
esapprovar essas demonatrai
davia intervirne cas
-----------x capi
lo Luxemburg
c )iBfc;i>M flWWenceudo a Inglaterra da sua poiil
pijr urna \$$f- (v^raoejuiteitJNniiiido no aniquilament da Franca;
sobre o ru^^^H
em*Tiemsiti. E?sa8. B^^^^^H_
proteslantee foran>,tambem desiruidas como
Ltbojica axisteotes.na cidade
A-piniao publicamanUpsieii ----------------- ---------------------------------------------------------------
vencao nos negocios da China, e fallou-fe em Lon- e Deus queira que a Russia e a propria "Prussia
feira 19 de Janeiro di 1871 2| QHMUH .UVJX (^
r pela cidade do Pendo pode cdbff f>,.^Wj ntnefcU
capuio Pmho urna caria de aprsenla- funccdes.-Inteiradi.
. Foi no mel dessa ja complicada suacao que
em principios de novembro chegou Londres a
noticia da nota circular do principe ie Gprlscha-
kWr,*fljrjid*an^eni.naflaa ai eliusutas de
tratado de Pars de 1856. que se refiriam a oeu-
'nlidM^tadoaar Sngwx Na Inglaterra a excitacaq produaida por, e?sa
bbuflja, liensiva e ajilada, foi inunensa. e na. imprensa c
nos elubs-eometl)n'e a dietutir freneiica v apai*
xonadameate a* caasasdu pr.)cedimeulo d*8us3ia.
Varios jerqaes dortn como cer'*a xlencb
da um ti atado secfet'.entre a Prusai a Bussia,
afflriparau) que neaae tratad) ai fiasia^brisara
se a inlervir na lula contra a Franca,, nao f-no
caso do a Austria ?e envolver nelln, ina> tambem
uo caso de reveie secessivos axperUoeqia*ts
pela Prussia, e que a Pru>sia se ibrig#ra por spo
lado 9 auxiliar a Bussia na sua polttiqa do-Oriente.
Estes rumores feraui eaergicamente desatenta-
dos eiu Berlin e ro Verialles pelo Sft, de Bismark,
que afflrmou o Sr. Odo Russel. embarcador n-
glez, que semalhante tratado nao exilia ; mas,
aimde que as afflrmativs do Sr. ue Bismark
mereetsm, pouca le acfrea^que-a.driiberacao'Ja
Rasiia bastante grave pan na> Ueixar de.p vi-
vas suspeitas de-.que ellarviuta com .luxiiiare pa-
ra mover se nadircc,o;(le ConslanUoopla.
. Como qor que s^ja ,a. logia larra akrmo-se e
0 governo aotivou de>.um> modo cxiraordinatii> os
seu> preparativos bellico?.
paede Mogo nolou-M por parta do gp wno.jnglea
uinaatiiiuuemais da accordo com at- deino&rlra-
(5es de sympalbia do pavo pela Franfia, e oi.pro-
va duj o modo porque se pronunciaran n'um
banquete dado em Londros pelo lord g*vernadur,
em iMvambro.oSe. ^addtaneeeobaaeeiladu.ie
soura, ambos es qunea. disseranv especialmcato
lord GraavUle, que a ^Inglaterra faaia *i)(os i elo
paz e que procurara obte-la de um modo hanrpso
uar* a Frapca, sana todava faier Iniervencao ar-
mida.
Por sm lempo. 9 panudo, caiaolico da aglaterra
promovau vacias Fenaiaes,- para demonstrar sua
adherencia curan rouaaaa e protesta ountra a
nvasao dos estados poniilicaoj pelas tropas ^lia-
nas e sua ooniequent annexagaa aos astadas de
Mictor Eoimanuel.
gQv$rai veudo a attitode da Irlanda a do par-
liatfaoMco na Inglaterra, partido, q*a cresce.
todos (s diaa', e ouveceu.,k)^e d- que muito ala-
ca seria e aea^poo, pnieadju-^e cera a MsOixk^
Wasinunster alV. de que, n.cjBO/de'Jrair*l.
uiivcoo rumana, fosse iord lluwa*dds Ulo>sop nuioeado
ejnuaixador inglez a es* caagrmso. .,
Em principios de dezembro a.io#rBceSe paWiea-j
inerecou a^ honras de tua esiiia>speoal aa In-
glaterra, o todos os epint*i oaidwaui dell* *i-
riamame. l) prpbleaa l<* dtscwiitu- ub IiUj.-<^
pmioe' de vista, n^.s ciavr^fareaejaiW dea*,-.
voivimentn da iotu-uceio, coaaa tombeai unt r.i-
(erenci as garautias que se ibe evia dar pata>-a<|
protecQaoda iieeedaqeide eJUS(eaMU eieguraava
d* prosporjdade da soaiodBde.
Todas as
progresjo. no* correr do aupo Qndo.e. dotad,
ltku5TBrr& vivr*HHfeWI8; \^x'
'sero,duviija para_uma, indejeaid/aqia_^iaces3aria
4|h>B daKr8em poUHk, efrftBra'sj'i dttrarta a
inleresse* da .metrnoole. queuseia dito em san
Nndeb^baa' s ore?a'em fe'fll>arfees; te'M
A' excepeo da rebellio annnneiada na
altera^o houve na ordena as diversas colooial
a positsoji ingleist
wiior nr "^wTwiOT>r
Azia, frica e America. % uiwa Piltl>tftffWara Liverpool com carga dealgodao.
posess5e3 caminharam nTmi" ^?NalHaMPdizia Jos Corroa aos negociantes de
por ujaa pra tica nao inlariompida .de concessoaa, timara a transacci
autonmicas.
(Contin u*r-t+M).
PERNAMBCe.


TIIATrtO DE SANTAlAliEL. rpresidqagia
dapfov^ia^ewberpritpoBta >al o dia 16 de fe-
ver.er,u,iip dentro do pra' de30dia.s par a
ubra da racoosiruecio di tbeatro de Sania Isabel,
oreada enf&jdiffll rs. pela .repaitioao das
obras publicas, sendo os pagaaaatos fejtos eos
apolice, provinciaes, di cooravilale com o art.
')8 da if4 do. oro.Hneptjvign>a.
A obra, ser comecada dentro de am mes e coo-
cluida no dedous anuos, contados do da em qoe
fr assignad) .1 cnitralo, so-) pe*a. de doos eonti.
da ri- no primeiro caso, e de dez no segunde.
No lugar, competente publicamos a* domis
clausula para o uootrato, podendo as plantas, a o
or?Sraento serem examinados na secretaria do go
vaifno.
rASSOClAfiOCOMItliRCUL BENBFrCENTE.
Hoje realisa se a rania ooatocada por esta eor-
pelracao, para se tratar doa mein* de -attiiKar o
goverao no estabelecimtat d'rjma ttnha telegra-
pbica, que una Paraambaco om o Rio de laBerre,
tocando em Alagas, Swgpe, Baha, e BepirlNi
Santo.
^.MANOiRSSO.Os fHhns do priibero le'rto'do
l'mado comntendador Tbomaz d'Atinino Fonceca,
rf/yrriaratn por suas qno^s partes a eserav. Lu-
za, ematten^So sos muits boris servict que tres-
ttra ao a**J crjnrm-ntfaa''r, e^eciarmeflie na
mMsHar*a'btts; uceum%io;" sendo : nde o mesido
coramendadw dflei>rbq por tezes que a referida
escrva srlairorra*t por sna marte, eate re-
' latrciade >en, ctisti
ra
, ,ctatufnl,
odd ^ passoas que /oram a bsmdeiea- p fesu.de
5, SL'uasiiaq.enconfiral-'io varedAde/je refrescp ot.
^MNIMIhO napuf Sequa trouxe kanteas
C*-<)sS>a..i .
ajuma -Jos onoalAes Reltro ::30*W
Jofti Migues daSoaza., kiOttiMW
Alfredo 4 C 7WJ60O
'Nogueira & Medeiros 3M*300
.A MAftSfcu BIAS.-lfcoradorn* deeto ra
ae-'nad qt6ixam do mcomraftdoquesolfreut oMW
us>:de. amo--de- pedra, quafcri m relitaiHff-dd-
..'k asTacar aM axs*ota, 4qw verdaaetr Hao
aram aso fs^ disoaasao- a^Jeiopes qpe^ev. ^pwuw,rt0nj8j^< ^
'tente/A DO MBfTE. lnformam-'nos qpe 3
cWdaT^o da< madiras fir os andaimes da
oBraTfgfPj.i Jo jfnol em Olirrh, do Vara.lmr)
FE*'. WFy rgWrt cunrifi a hagate,lla (le 800$
A'sHTm sera^ irecl'sHrhs' sdmmas fabbsa para
13 realisar e'ss obra de rS-i'urgeilifa^B5ees,sWade,
(tundo-a nuva lei 4 i-asArnc?ao papuda, ianai-veri-
liuw-se para a formaajio loe dinseUms da snsino.
0 dia da eleico chegou e tPd*!Usboni6a*d.8-
nanto-tftiHaEara pante aei>sft tata, 8Var**iao.8tto
uma honra ineaiunavul oceupar um. Ipfar >us
coauaissoo seolares, que, jgaad\)i ora le,
votada -na uliirniMesu, -deviam axa^er.uHsa.ae-
eap pxenanJeiaala Mbw a 0**<<#-a, d*r ,u> au=i-
00 dos lbns do pova.
Clrigos, aoylicaaos erthodosas, wHdaiaanWftjdfe-
sideates, calhuooi da diversas uredos; psiWo-
pnps athoos, dei-tas ou-crauta*; mulberes pugna-
doras da e/aancipa^ij pr>.Miuiial ou-P/iliav do
sen sexo.; defensores- dos,iaterasseeid9ropeMfiaai-|
e pariidarius ou adversarips 1 > enso roiajjaso;
todos entraraan na lio..leatoral o obuvaraui velas
dos eleltures. Qs soD'ragius populares- roeabir^ui..
pormt do preferencia s^aromens uotavoas pala
sus lulluenoia poltica, on designada attenjao
publica pala] serncos prestado* antariormeme ao
ensino publico.
N'asaas eloifloesi doue laolos curiosos a iHtira*
meato nf>os para a luglatirra, tiveram lugar;
fofam salas.: a esorutinipjsaerete, ontr'ora aomba-
tido nreino untdo) e o ewpnisio 0*0 diferto eleito-
raleo ncedido a mullior. pala nova loi da inslruecaa
publica, que aso f eleico dos conselbas. de mstruocao.
Aem d'iaso veMdcoose,a'essae elei^pes-o exor-
cicio da'-aalribuicao eleitoral que Ja lugar a r<;pre
sentaoao das uiiaaoraas. liada eteitr di>paz do
ckica votos qoe ella a.'cunKiluu sobro tunou divi-
dto oa/no Ihe approu-vo por varios candidatos.
8 tacto d'essa t*e}o, o interesse que a ella
ligou o povo ingle*, a pra da direilos e prero-
gativas novas dadas- so pavo, e uiai- que ludo o
objeclo raesrao d'essa eleicao^a tustruogao pabli
ca vconstituem ama lace n>va e muUo earacie-
risiica do progresso 1I0 fova mglez no c iminho da
domocracia, e da a justa medida' do seu dasajo de
ingerir-se em todos o ramos dos negocios publi-
co?, cortan lo assim 9 rosto das vi-.lbas tradii^od*
de classes, que por toda a parte .-ao um entrare
|la*n)trsodacimnSo do pova.
Esses fados, simples na apparencia, sao mata:
elocuentes e.dizem mais em pral da civilisaco, do
progresso. e da forca e faoidade do povo ingles,
do*(iue os aranmentos bellicos da Inglaterra para
0 caed possivel de urna lula ao Oriente.
Basas armamentos coniiina-vain, entreunto, s
allaas noticias, e a imprensa inglesa nao cessasw
da mostrar as suas iras contra a Russia*disaeriq
do aobre o valor dos trattdos e*obre/aa eo moncias ou o direito de es alterar.
Lord Russell publicou no Times urna- carta, ap
provaado o prooedimento de lord raadville. e
msistinde no cham|>mento da milicia para bav*r
eem akl himens mais, e disse qoe a nica poljiica
que' a loglaterra tinha a seguir era conservar 9
Ku-.-ia ionge de Conslantinopla; que se a Bous
quena alterar o tratado, pedisse s signatarias que
Srs. Barbosa 4 VasoneeflC^r^tssta prac>,
dacao que foi contrariad*por carta pos-
por saber depois o Sr. Pinna, api Jim aren-
relro squelle individu. uiWkas^
Estas infarmaedes nos foramOUaistradas polo
Sr. Viguas, commandante do vapor &*. Salvador.
*^esu cir"
OlOS Mi
rte Gui
presum
que
Manoel
ndo como ga;
roupa fe
hospedado nof | Cfllrrct^B
Outroda commisiao da freguezia de S Jes, en-
carregada de ageoiyar donativjj para conjlrupcie.
com memorativo do tnompho das
na guerra db PSraguay, aben*
do oficio qa a amara Ibe dirl*
novembro ultimo. Inl-irada.
regaoa ue agei
monumento cr
de 11 v
metiendo
La
tem re r. Dr. cliee de poli-
de seu cOHrif*, fe WnambnW; ns-
carta ajsieuada por'Jos Corroa da
'"df)safs
saceos com assncar, embarcados na
LiBo!^fift\eteVent
"a
crJess se verfftfarnV oinr (Mmlf que se po-
panera Trri per oxti m oarrd14di 6eH?>'ef*Mf.
No dia 2} de setembro' hnWe em HydfPark W
numerov nteting demucytr, coo nma d-
moflstrapSo de svirtprftnfa if frMaifii.
Todos os, meetUoi foMm Ttdfa^r sf/Utrf
aflm de felichat d po^JJ^fteipela proclmafc da
repblica, e no d*dttWlt*l**ji*iettfeb apel-
lo ao gveriri lfl|lei pdra e^re^he*ese,'(je,*tb
antes I repbWreVWa****!)'% eafere>sse pet ob-
ter urna pax fronfftsi Wre i Prlftl$B'e a Alt*-
msnha
Na Irlanda o euhtisiasmg pelas fraricezes lco'
o ponto exurapWrji o,eJeriji vj cantra inva-av/al^iosa .etBiiFranca.
Itazilio.Laiz 'GoeJh'A a AOgelo CuasodR Roarigaee
Pranqny meiario.
RIBEIRA DE S. JOSB.-Pedetrl-ires-^Bd ebams-
mo atteacia da auttridade comiielenl* paraos
busos ",ue se dao na ribeir* de-S. Jos, aspecal-
inenle BU" venda de pefee em ron estado ''T
RA O CORONEL SAKSfttA.-Teioos recla-
macd.es de .moradores desta ra contra 9 caixelro
d'txma taberna, qui n". pcjpa com soalingoi
> maldazenre as farrrrRa's que ahr morattf, alera do-
r} vivef prb^and) disturbios nos luaffi serapre faz
o primero papfl. Cbamidios'pari da ^nrbrloW <--
TR1LH03 URRAXOS' PA%QLUtfii.-'o do
< astaejo de
Joao it Barros^ pArtlrio flo Becit para esse pon-
to e nca-versa nos intervallos'dos irens ordinasio.,
JUNTA DE"QL;aLIFICACAO.-A daraguezia
>le-Sanu Antonio llcou assan: organiada : Auto
nio Angurtoda-Flomaqa, presidente ;.Jead daCn--
nlia Soarcs Guimare, Joao MaBeel de.Siqneira, appeJIar para os homens-^pjertos como elle a um
rO^r.Trr. ebefe *e-p'$l1eia. com" todo o fino,
procadaa as devisas infora*acoe -,. snube ne o
Sr. Aatoaia de Almeida. Moeiro ha qossi 8 a'n-
nos nao a Pornambuao, dWm qaqohegraba
noupo_da cidade da Reoifa seu pan o 8. vice-con-
aul Joaode Ainieida Manleiro, de quera o cor-
respondentes naquella praca os Srs. SiIta A Joa-
uuinvFolHpe, desobaiaeaend1 qaer mn, quer oulro,
qe oss* Joj 80 rra. :
< Continuando as pesquisas sanbe^i que Joio
Bapsta Oouee Rosa.empeobra-se com o eapilao
da: barca S. MiduL, despaobada para Liverpool,
paraquo Iba levases em sen camarote Um sanan
cota a arrobas da assoear de presaste ana Srs.
Pint Loite & Filaos em Inglaterra, enciendo para
isso eonheeimeoto de I sacoo eom 5 arrobas, pa-
gando da freta 4*000.
a bogo qne foi coabecida a origen do coobeci-
Bseat falso, e declarando o Sr. Antero, interprete
dos Sr?. Rocha & Rosa, que Joae Baprta era o
laospsde do hotel Coawvrcio, o Sr. A. do Almeida
M fea prender ordena da Sr. Dr. chefa de polica
trazado o em sua eompanhia,e maii aeompaaha-
dod Sr. Antero e do gerente da casa doSr. Ro-
billiard, que fdra o consignarlo daquella barca.
< 0 Sr. Dr. chefa de pilicia proceden a um anto
do peguntas em qusJoao Baptista declama nr
enebdo o eonhecimento a pedido de nm moco
qae passra em um vapor, negando ser autor da
falsiOeacfo. 1
rdTm o Sr. Dr. chefe de polica convencendo*
seeqnelora elle eautor da fraude-,pela conroa
UcaoOacaru dirigid; eas aoma o Jos Correa
com liversis papis assignados por Joao Baptist,
en Jo a mesma iettrado-conbecrmenso as pouco
mais aparada, nundou-o reeoitier a casa Oedelem-
eao e rae pmnedar criaainalBieate contra o aste
lioaatario.
Se o Sr. Antooio aa Aaneida laootairo nao
fojse tas vantajosamenta cenbecid, e se to fcil-
mente cae (osee' descebarlo o aveatureiro que pr p
curou lograr aos Srs. Silva & Joaquina Fellippe,
teria aoaelt nosso amigo de tkar eneoormodado
par nm aerode qm completamente innoeesrle.
. Sr. :Df. caefe de poricia, proseguiado tea
aait' pesqbisas sobre a rentava 4a arteHioaa,
ptatlcajdopan Joio Bapliata Gomes Rosa, depaisde
naaudar nmcednr a easae< bra oa docrnenlos
assignades com os orne; da Costa Leite ede Go-
ma Aosnve da'neeentaedap queamcenneciinento
era falso, 9 que z loitra de todos os doemmeato*
era seaelbante, parecando eeeripta por urna s
pessa,. awu-laa eaamiaar um baba stente
cuna depcisiao n casa des Srs. Manoel Fbntu
&C.
' Nobah^ alm de en tros ebjt-etost ha vi* Urna
I ata fechada,'aja fechada ra foi preei so; fardar, e
dentro dalla se meo aliaran) documentos .da Joa-
quim Amonto- Cwmeir SaUonha, eenlreedes
deusTatrata cato a irma da iaidiaba ene se re
conbocou logo ser oimsrsa que se abrasenava
camo nene tJodo Baptist ti Ganes Rosa.
infeliz !.'.
Aasko descobsrio, confasson. Jer j posaasdo
fantuna 00 Rio do Janeiro, onde fdra negociante,
r catado a lioha iim ti I no. Tinao ao norte por
ter allido, e^o poder Mtuparecer ante QS.qu o
ciiphecera.
Pai ayna scena caipuageute s^ua conlrtstou a
t.i'lo.s iis que. asiava presentes.
a Trists contingeucia da humanidad J
a Lastimamos a serle de&se iufaliz, qua s tem
Njmerosjisffif 1*^$$$* wiag *'* faesseai conceseSss, se podessem ; mas que
se arla entenda rasga-la par farsa, dgvia forca
ser repartida e quanto antes melhor; aecrescenlou
lord &ussbII que nao fallavam nato acraeos, iran
niesj* para a loglaterra se armar, pois que o bario
leftotschil, qnindo ellaera ndntra,lhe offereesra
saart^ulmdo fuaso neoessarii um emprestimo da
am mlhpas esterboes:
'ABfrhWatev as1 ultiaus Boticias dizem,qe, se a
mbtad do Oriente sa cempntaerev com ai eatigaa
ias do czar, o gabinete "seSta. a)sii&ando lahisdo
M 8T?. GiaaatoBe, flrrght, fiordvwal eChdenr^ A
jr*a1o para,o* substituir algons.immtros bimhev
hlot d partido ory.
O governo ia brevemente convocar o parlameat
!>**** qmttttm enearregasse da direaseao da sn
I O p^rUnri^tftp
-o goveTay,.reBQUftn leas, olssp miWMr&W..
dispuaijaa^i,^w*gPirt
va nutra opportumdade
le na Juta.,
snao
cb da.iuu, __
Eutbora as
tanto entre-as
omperen|e.
SIMSTilO NO, MAB.-A0 a^apitcer do da 7
do. correnlej oa altura da ijha ie Santo Atxo,,
foi abalroa ia a barcaca Triitmphanie, da qual ora
mo'tr.e Manoel Francisco Nunes, pelo vapor i*ora-
ajifca, da orapanhia Pernamhucana., A referid
barqaca vnh da Port Calvo com um carrega-
monto de cerca de 400 saceos de assucar qua con
duzi* para diversos negadantes nesu ptaca, e era
de propnedail,' do Sr. Joao L'jiz dos BJais. Caicu-
la-se o prejuio dq 12 a li cantos- de ris. Falia-
meqte pode ser.salva.a uipulaco, e dopa. passa-
gairos ime conduzia, os quaes seuto racebdoi
pelo vapor, este os deixou em Barra ffrande.
Acausa d'essa sinJsirOv. segundones a/armam,
mi o nao tor o poro pliarol no astro respec-
tivo. E|ge a capi'.ania o port ordanasse que as
pequeas en)barca{oe de cabougeta.'usassem de
iguaes phares, seria urna medida peventiva em
caso idntico.
SBRQtfE. Recebemos hontem ioraaes doAra-
oaj aip 5 do corrate.
Feiinomeade proraator publico da comarca
do Lajrarto, o Dr. Jos Dantas da Silveira.
\'o iia 30 db deaambro tahecru em seu en
genho Cnfete, dotesmo do RostuiOi o.oajor Ra?
mundo TeMaa Barrote. "
No logar Cedro; o termo daPropriyfei cap-
turado e celebre criminoso arcahoo Francisco
Freir, que ha 4 anuos assassinon a Antear di
Soisa. Base teoaora inqutia tanto terror nte
quer que se apresemawi qda se mal agravara todas
as defltpncaa* para a sua captara.
Na villa da Diviab Pastaba-, proraovia-se a
'inafl^ie de um Cewaea) 4rn/a Sc^ipanar, qne
auxilie o melhoramente e progreaso da agricnlto-
ira na provincia.
A.LAGOAS. Tambera recebemos ioraaes d>
'S>M!Bi9,-u> P.!fti-pVe>lderci da' pretmha'rbl;dslifrmdo o
da 2o de fevereiro nroxjrb*,o rtjtfa sb'brbeddrs1
'dleWode dedtttad*- r$mm^ fllvldelaf,'ehi
lo dsm fgW* laemthb CSnvJW *
lo dlstrlte, fl-W. aMda (ShBha>
Td'l."^'
de* vai ramea to da* razad, o
A alandega de' Macai arrejadqp, oj mez de
dezembro 20:231*022, e.no ann civil de 1870 a
quaulia; de, t8:798650.
LOTERA. A que se acha veflda. a 17.9', a
beneficio da matriz da Tacaral, que orre no dia
20.
PASSAGEIROS.Vindb e Aracaj e Hacei,
no vapor Gequi:
Adjuct Oc]usiano de Castro Osorio, Balbiua de
lesris Pinheiro e I criada, Amia M. da Rosario Ba-
liuga e 1 criada. Fr-Paulino, Aptoais Ftivre, An-
dr A. Xavier de Macado. Joan Lopes da Aguiar
Silva Moritiha, Antonio F. de Sooza. Magalhes, F.
Eugetiio Nogueia^falha,Ke>eior Dr.. Joao d.'AJ-
meida Lopes e 2 criados, Jos da Silva Rodrigue
Manoel a GueJes Nogueira, Thumaz de Aquino
Oliveira, sua senbpra a 2 lhos, Antonio dos San-
tos Barrearos, Ignacio Francisco do Barros Leita,
Manoel Lourenc> da Costa Pardira, Jorge Pinto do
Nascimento, Joao Moreira Letns, Dr. Antonio Pe-
reir Gamella, coaego Maraelioo Pacheco do Ama-
ral, Jos Ribero da Cuuha Guiaaraes, Francisco
Antonio Vieira-Caldas.
do
san
gira
O
V
Ribeiro
Outrol
rogando
cisamen
lando ot
nham d
sequencia
de,Ao en
" Ootro do
U, Decio
.sent
ntid
s 1
Iva.lateirada.
_uraflaTdo fazenda
s tlrta deieiarmar fre-
os terrenas de martona, quer es-
capados servidlo publica, t-
de ser assin eonsidarad,os en con-
alleraijsd felta aa planU desta ciJa-
. aheiro eordeador para iaforraar.
soTOsfegadoa frgdeii daTo-Vis
Aquino Fonseca, communicando ha-
o o exercicio da mesma subdelegaeia
de dezembro prximo Ando.Intel-
Telaejilej
B?cfiireMV
J9/J.Sil
Baciiarel F. Antonio
o TI
ante
\A
gaaca
^ t pro
aaflrro amli
jMawea nm
liouo maaei
javai
perdentBTiKraiHaajHB
Mas, certaraente nio ba exeotasd ia
atada atiingido ao estado detradaata a
que aelual.uente vemos a ieapream
por meio do Liberal qne sa_ diz orgiao 4 _
rnrdT" conDSHnla TiTiyiilge", dBJtrmnnr.-
Em vez da disenssio larga a usase dos aranei
aecusondo a recepcao de um offl:o desta caara,
em que propde a construego de mais dnas latri-
Sitl^itSlM^^l^*^ dos ,ajaa,tem- a
ratmi omlmBt/'orjrlga^Wtre construir, e cuja
,Oulro.doeenJiflirc,or(leadQr, remaiteodo pr-rtjas, tem aitingido a pmporfdes ti) aa
(amentos: i di constrccao de um-arco e at- que exeedem a toda medida
pios e dos grandes inleressee da
alf inx
epcab
-rai. i nveciU-a.in alia eeaiuaaJtia pariajaraaa ae-
do termo;' um respiradoor sjMsna-
L_
Dr.'JatntTiOT^W'fe*ottr
^Rgss^asssa^g^*1*^'-*
!*1W
Fr'an
i'raprias.asi
na observar a
curar af eonfere:
s.^)re :
j j d
Uaram, e n
irmea' Iffa
rntorb"
i SprellHa.'
a *u
imh* atgravadov aa aatanas daUs, o >aRr
naja* tomoa a loyera prapsiino ans negasatasi
.asdiBtItnt^daojaaissan Ucy ajaaaBu wpnqH
ido- mtala de .nao ra oBrajada
a.-** wetrarftv.
taaelr^> aparta as,
iBBjfia oa tm> ara bsr'eofii o tasMasifffo
itwexd-la aoianadaiMIatnia;oaa Liadres as-
sd*rtrva-e 'te h ItassM era ferirattl -eteas^
preTWrl*.
ledezenft^'lil'ntrnBlfs rMWra!BV[
o fiara alsrtlr a ojhbo;! eliaSSo
JdeVrio'41 fa 1 VaHr WtSMkW
rwprJi neutraHUleS
M5, p-TTm; 5p*
'lu rtrfetiaffe1 n
tanMWH* !federajH
a culpabililade,, ou jiicoccnc
mW#Tltfn-
ifltt-a- cr*-
<^^r
UlZ

CMARA MUNICIPAL.
SE3SA0 EXTRAORDINARIA AOS 4 DE JANEIRO
DB187!.
PirESmENClA DO SR. DR. S01TZA LBO.
Presentes os Srs. Dr. oscoso, Gameiro, Costa
Moreira, Dr. Pitanga e Cb9la Jnnler, abrio-se
a sessao e Toi fda e approvada a acta; da antece-
dente.
Leu-se o seguinle
EXPEDIENTE.
Um offlcio do Exm. S1-. residente di provincia
remellando a e?ta cmara copia do offlcio que Ibe
dirigir o vigario capitular em 20 do corrente re-
lativamenfe a execugio da lei provincial 9tfl de
19 de abril do anno prximo passado.Latirada.
Outrb do mesrad, designado i 2* dbfflraga do
toede feyereiro vmdouro para palla tor fugar a
Poco da
ffixdo
ajad dos elel-
tores e suppledtes d mesma fregeili.-'ln-
terda. "
Outrn do TBesto, declarando a cmara] em res-
strdecao _
ierra da nova estrada da Capunga.2 dos rapa-
ros do muro do cemiterio publico da fregu
ttVdajSaiiW' Amaro de lahotae,"J-e o 3* da
conslfuccao de um lelheiro para servir da mata-
dooro da fregBeiia o Pbco da Panel]t.Que
mandBsse aonuncTar1.
Ontro1 do rries'mo', informando ftoravelmente o
ftguerlmenee de Jos Mana de Mello Junior.-Con-
Oulro do ne9mo, inforraapdo favoratelmenled
rea^ieriraento de Jos Goncalves Frreira Costa.
Concedeu-se.
Ontro do mesmo, informando favoravelmente o
requenmento de Mana Clara Das.-Mandou-se
cordear.
Jutro do meSmo, informando' contra o reqneri-
menlo de Andr Ramp?.Indefe:io-se.
Outro do fiscal da fregaezia de 9. Fre Pedro
Gongalves, reroeltendo'um termo' de vestoria qne
proceder na casa terrea n. 16 da travessa do
Corpo Santo.Ad archivo
Ootro do fiscal da freguezia de S. Jos, informan-
do favoravetmente o requerimento de Damio da
Silva Cooiinho.Cooceded-se.
Dm parecer da comffliss'ae de edificacao con*
cebado nos seguintes termos r
'0 pagamento do foro que fez Andr de Abren
< Porto, Belos herdalros de Joio Kendan, Bao pa-
"e rece eonstitoir titulo e posse ; mas se por sijsd
c iste demotrsrra a cmara, dere fkxer desappro-
prlar, visto careeer do terreno para a prac,a dos
r Yo tentarlos.
t Paco da cmara municipal do Recife, 4 de ja:
neiro de 1871.-'Dr Prxedes Gomes da Souza
t P.tanga e We'Maria Freir 'Gameirt.Appro-
t vado.
0 Sr. Dr. Lobo Hoscoso, apresentoa o segumte
requeTlmnm '*'
'1 Requeiro que se pega ao^advogao urna relv
gao das causas qtre estiveram em juizo o anno
< passado e das que anda nSo se concluirn),
< mencionando quaes as que vencen ou perdeu a
< camar.1, e emittiodo seu juizo a respeito nao s
< das mesms eausas/como de qoae,squer provi-
t dencias qne Se de va tomar em respeito s ques-
< toes em que esta cmara figura como autora,
* Paco da cmara manicipal'do Racife, i de ja-
neiro de W?l.. Dr. Lbd Mos6so. Appro-
.vado.
Despcharam-se as' peticSes de Andr Ramps,
Adomson Houver C, Antonio Pareira Pimantt!,
Antonio Mprein rf tfenJonca, Antpo Jos Fr-
irejra, Antonio Josa Rodrigues de Sooza -(2), Andr
fe Abren Porto, Anna Augusta Hueite, Caroeiro 4
Tavares & C., Cassiarro Lope., Daniel Alvos da
Costa Leite,Daaiel Jos King, Frandico Fernandes
dos Santos, Jos Times Pereira, Joao Frreira Ra-
mos, Jnlio drC, Juno Valiente da Cruz, Joaqulm
Tbeolooio Soares de Avellar, Joao Lemos Leal pas,
Luiz Fr.inci-co, LeorjoimD8 Marta da Silva, Lacio
/os da lotta, Marfk"Clara Da* larciohilia Praa-
cisca Soares Brando, Maxinfraho da Silva, Manoel
CoeJbo Nano, Madoel Louvarriiho de OUyeira, Ma-
ra Benedicta Mascarenhas Jacobina, Manoel Pinto,
Manoel Francisco Marques, Dr. Manoel Francisco
Teixeira, Marta Joaquina de Jess e Paulino fler-
culano de Figueired 1 e levaTitou-se a sessao.
En Augusto Genuino fde Figasiredo, offlcial-
maior serviodo da secretario a escrevi.
Bento Joi da Costa Jnior, pro-presidente.
Dr. Pedro de kthayde Lobo Moscuso.Jos Marta
Freir Gameiro.Caetano Cyriaco da Costa Ma-
reir.Dr. Prxedes Gomes dt Soma Pitanga.
PPillCACOES A PEOIPO.
PROGRAMA
DaV
Feata de Nossa Semhora do Li-
vramentoi em sua igreja na
freguezia da Varzea.
A's 5 horas da madrugada do dra 22 do cor-
rente, urna salva real e girndolas de foleles an-
nunciarito aos habitantes desta freguezia a solem-
ne fcstlvidde da mesm3 Senhora.
Palas 10 horas do dia, o Rvm. vigario, qoe de
boa vintade se presta pedido da irmandade,
beozer as quatro Bovas imagens de Nossa Se-
nhoTa do Livramento, Nossa Sentiora da Concei-
gao, Nossa Senbora do Bom-Parlo e S Goncalo.
Sendo padrinhos os Exms. Sr?. prasideote da pro
vincU, narao de S. Borja, Dr. chefe de polica, Jja-
ro de Nazareth, coronel Barros Palcao, lenete-
coronel Fra? Villar, major Jos Amonio de Brto
Bastos e o negociante Antonio Gongalves de Aza-
vedo, e madriuhas as Exmas. Sras.: coasorte do
Illm. Sr. Dr. chefe de pohcia, D. Antonia de Brilo
Bastos, D. Marl Joaqnina Clementina de.Laraz
Oliveira, consorte do Illm. Sr. Jbaquim Aulonij
de Oliveira, e D. Adelina da Assumpgao Queiroz,
(liba do Illm: Sr. Jojquim da As?umpgao Queiroz.
Aos quaes todos desde j a irmandade anteeipa-se
a dar os leus Sgradecirnenros pela boa vontade
com que se prestarlo ao presente acto, Ando o
qual, principiar a I la sendo o orador o Rvm.
padre Jos Estevas j bem conhecido na tribuna
sagrada: a orchestra ser dirigida pelo maestro
Amaro Joaquinl do Espirito Santo, tocando no fi-
nal, assim como era todos os mais actos einler-
vatlns s-msica militar.
A's 6 horas da tarde, uma salva real indicar a
entrada do Ti-ewn, seado o orador o Rvd. pa-
dre Yiaona: adatando todo o acto com fdgo e
djversbs bslne.
llavera s 10 horas da noite nm primoroso fan-
dango, no largo da matriz, oftrcldo pelo sr.
AmbBcio Jos Pereira.
lea as qoalaawr
dubj' exarmnaitidS as rusr iBdrcadbj' nd CTtadb offl-
(Jio, intime a eomnanhia Dravnage a repor .60 seo
stlgo estado o eaigsniMto das mencioadaaruas
**jnm-mr- por1 elle fo- dssigdado.-te*iraeai
Outro do secretario interine da presidencia, re-
*tiew|a'BsjawBrai feoteam da SJ(K e 8r(.pr%-
sidame, copia dcsatraw Cebrado' cota Jesffbh-
^ A Irsattrl^te semtorW licdd aSsim brtat'-' * RJ'-a."^ \~Ul'l \'1L 'm deshuados^lgar e*u capital aos saw sabdrMe.
fc

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itos da
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Inteirada.
^'JWH^ ;oV anwaManw sprocurto desta
-nftftiuuidd ds Sonsa''Mehaes Gottto, com
etwda ansMenoM) msa^awW iafordrr, na
o pi^ioaatv'daflsnientb' >seus' ven-
ae sa latsm S He. .dvttti' ra
^dtesrsa casjsira aaa podWrfeenaf
ifaviibMo.
srjta4crSoanait*i Jase-Bella
^^^^lfJBe^'lBaa^
ur>Jj sathaBW db seas' ei<-
'<** wip.1 darcWade d*
Nos abaiXo assignados, passageiros do
Vapor aawiotaal Gaqui, com escala para Per-
risubuco, ofcresaliados e3lernorisados pdlo
terrrff shtlstrb d baver s partirlo nm dbs
eylimdros do rnarjainismo do mesmo vapor
Das pfsififlftarks d a praia do Aatunes, deiifdO navio edi
estado rateiraatanle ioavegavel pelas 7 i/i
horas da noit* de honMDH TmM pela bb-
f pr^ensf dar nm tesibrflutiHb dt) reambe^i-
meoto a distiocto coftnaradant Joaquim
Candido de Macedo, qua fim lio apurad
circumstawnas dwenrof*tB rjsjwadmiravel
itieporaia reTlt Wh&m< ?slbr-
numeres do IJberot e nao sa dir t
gerados.
Com efeJba1aa>|B3ia eai qs*i
offereVJld>y*tJlcilt MUKa |
honra e prooidade de bjmeaa r
honestos e conceitnads sem motivo algosa pa
vel a nad ser o eest ife defaBrar.
E' admira vel o saogne fri do Ltttrni
maneja o ultrage, o in-ulto redieate s t<
os aleves de toda a aorta contra oa
bem ; a o menes isto servir di
a turba n.ulta que em sea tsereaW
ja-fe cora a nuebra das reratac>*|
poras.
Para este jorM os advogados, qns l
parte de sua redaegad sao todas aas
que especulam com a ambade das jatses
torquirem o dinheir i das partes; OS raagatraaV
;> vinaes e corruptos ; a administragad aafta-
dana, absoluta, eega, parcial radenla; a asista
arbitraria e prevaricadora.
ltimamente a victima eseojbida para o saciaf-
ciq tem sido o Dr. chefe de policia L. A. Farsaadas
Pinheiro.
A linguagem insolente e dssaprida casi ajut a
Liberna' pretende censurar os actoi aa Dr. dasfc
da polica, por Ihe ser commnra a ataraataaiJa sf-
dinaria, nao proJuz effeo, alm ds aa raa sor h
s serla ba-unre para demostrar a aaa seas ra-
zao e que os motivos qoe levam o Aira/ a anaa*
desabr^raentos sao ponec contssaaveaa.
Servio dd thema para a defmalo sV> jorasi Ib
f i de-te rae; as palraaroadas qoe. diz o Uktf,
foram iollingitfas em Betlarmino Bonabas a tar-
ros, pelo subdelegado do 1* disirieto do larass a>
S. Bento, Jos Beotade Oliveira.
Narremos o facto:
Noticiando 0 LiorraJ que BtflarairaB kttli sUb
castigado corn palmatoaJas e Maeaaate 1 Casa
onde elle se achara, em conliBSjfJH|flr. ehafc BV
policia mandn o ir saa pTeaMp, NstsrrofBaVe
e mandou vistraa-lo.
Do corpp de delicio feito potos Drs. Adr*> a-JbW
Sorlano. qpe foi publicado, Tesa que Betleran**
nao apreseniiva o menor signal de fcrosenai r
apenas os purit. snuiaram qoeassjlos seacturfas
callozas, 3 isto ditero o*.peritos, ievido sras aWi
di algum i profls;ao de trabalhar eoaa aav
xada.
Por tamo ho hitU n monor TsatWo ie sja
IWIarrrnj liouvesse soffrido palmatoaoV, s a hh-
loria que ello contop, por iaverosistil a ceacra-
litoria, fazla crer que elle reprasaatava ata
farpa.
E" Wsiip que depois de ter decUradd que lajfca
sido amarrado a esbordoado, relraisai-se defoft *-
zendo que o castigo se limitara a boba f
0 que, porm, mais notavel qne saje!
declarou que Veio. esta cididepor maauvi
cas do jeoenle coronel Lnlz Paulino, quenas ->.
selhara para vir qaeiur-se do >uMe1efB, e qav
iii njesxo j se achaode nesta cidade asada Km
procurado pelo referido lenla curse!; aave
lanto Bellarmino nunca foi polica e prorave!-
mente senSo fjsse 0 Dr. jhefe de polica asaca 'a
iris I
Assim na ausencia de factos que prorasssa ar-
existencia de um critUe e em lata de usa (al ia-
lerrogalorio poda o Dr. chefe de policia dar cees
certo e verdadeiro o delicio T
Pois.um bomem da coudigao da BalarataeK, qaw
so queixe de uma autordade por Csaaaaoa ia sea
partidario exaltado, como o oleneaie-eorenst Laiz
Paulino, poda merecer lodo o crdito?
Nao se saba os meios de qne langa sai) a effu-
sigio com o m nico de desacreditar aos ssajats-
afrectos t
Foi nesias condigdes que o Dr. chefe e faJeta
offlcioB ao presidente da provincia esa 30 Vaa-
veuibro, noticiando o occjrrtdo a aVuliraajta ajas
aguarda va a resposla do respectiva delegada, a
quera' mandara informar, e qne levara ao coasari-
mento da presidencia o resultado de tedas 1
gencias.
NSo era possivel fazer mais, e
Couza a faser ; a aecusagao era grafe e
sacotepanhada de prova, a nao ser a
gglo contradictoria do pretendido
poda o Dr. chefe de policia deixar de,
tomar qualquer providencia, mandar
Eniretanta o Liberal leve o arrojo i*
fakos o corpo de delirio e anto de psrjsMtao, aar-
quo s ?. matorio no artiga que tem. per epagraplta Ocha*
de polica desmascarado.
XaS oude est a prova da falsidade ? A Basca
prova qne apreei.ta o Liberal consiste ras ais n
ter dado curador Bellarroiuo, aja aasssriaVsV
foi reconhectda pelas peritos.
Mas beral t
.Naturalmente aos que procedern ao corpa sV
delicio ; e assim vai o Liberal se contradadtaaV
misera val ment acceilando o corpo de datlcts aasaa
verdadeiro para reconhecimenlo da aaem-ridade 1
como falso para o que elle tem de mais
* Mas ser en vel qne os peritos (aereas el
policia smente para reconllecereai a
dade da Bellarmino. de que nao trataras:
E quando se trata da verifkaco de JBJB TiaSe
que vera a Idade do odivuduo ?
Foi e proprio Bellarmino que deelaroa ajas
tinha 19 annos de idade, e eBlretaato o Littrm >
vem dzndo que a. meiridade tai reeefahselBa
pelos peritos e peld^roprio Dr. chefa ie pihetat
Mas conceda-se que Bellarmino en cosa tsU
menor : cbmmetteria ama Olla o Dr. efte* Ja
polica por nao Ibe nomear curador ?
. Wier A amuildadu |BusallHPBaaBjBaB'dstBSjs>>
laxar ds
^m
ad va*

,epir
Jos Antonio da Magalhies Bas
jV*Wm^!|
mM
^m tfopt amiffmm bw1j|^^HH^^^H^H^^H_
iommuaj ton o poro. | proi da causa da Fraue^ jpesar a ataa> i do joTSfao.
tm
ni Baha em
lr^VIW
rMB*-i*lB
^^^af j^pjkjBjsulI CdadMt^BBBBTiaM
oos ram aocHflcios
i asivftio.
Csdetooi ao impuso*} nos* Midfmea
ravgd pelanobUtaeo de seas dios
cias e iaternigatorios par* sslhsr
deBecbrlmente de um eriine ; nio iamasars na
processo, e pois nesles preparatorios, sj
precedem a forma gao da colpa, alo
BovdhaV curador.
E' depois qne se i sala else-sfptaara aas ara-
oesse era que ligara um menor, qoe ss aas daros
dar carador e a Isl nos sdsMa qos s as das
instaurado o procesas eaisajaiinal anans sa
vutud deqiuix*ou aVaaBeiamr sxiaaW jn^sassjisi
nos termo U (onmatfa i 1
retpeioa asarsaVid* prtMtaV -
notificar ttslmmnkm eorh, t
dtnatern*. Poruoto na* '
Jbrmahdade pela nao nonwaca densara*
iberal oom,suaaxdPBtsaiss ,|itT^IWH''Wr
trinas oa flaatsraa de jbwipwiIibbh pasaste aV
,aaiar tasa qsas aras.
Nao i Mp para air
bea pomss laojao -
:i que taata das 11
w
Mete^aUvIfeni AvafOWj W de jaoeiro' 0^s^o1#y
. *B a recepajBVH
-^tJ waltimBi Ia-hser fnm y*y*^ jeajadh posab o^saiaMis*Jeto< p9dauro Antonio F. d ft. MsgMh369.
Ito da 3 de correte, eopimunicantM' asta Ignacio Francisco de Barros Leite.
*n*sado vBariennao do.jaisado Ailjuctn OeUviaorj de fiastrte' Owrw
KSaSgSSWSS-rSg, :yj^|*"
do cureme, (sc^uncaidTeriNeg
^BiplslaroaBte
itbdo o sen requinte.
dibMnUus Bd,1
rio dishwlb,
ooq*-ete
Ib^JWIl
'mes spparecar eos
IM tBLrLBl J eaKtv*>ej|"
SHaHrMI
I 3oflfsudo
BBBBBBBBBBBBBBBaaM



4
t
1*1
fin w'ftHfi: ftj
ItM de Imp
Mol. di
atHMflrrH!___
* 'lean t*1-
-
. 7Wak4B4ue
ociar-me no pro-
JMi^
que nMis
franca e desenvorldi^t^iat.,iro
formar e digoo jnniOT>hs d'esta capital.
i)e?o, anopor, aue 098 lianas que respondo,
n>u3Sk& ? (fe #ir, que o
_ icejolja lomado ab serio por algjwra que tae
sao Maten be, e ignore o estado de mloha
..^nsrattnaca.
O dH^Be-b^pii wtia 'borres*
MbMK^gi'^a.ttMl htados h^rfleiiwS do
r&U.coM^or'T
Mf oifarMi deecrielbs pelo abano
cofttoWWWtisrrte.
DetoropoV qilMdrstfjf ao' publico floe
todas oftMDj esafedesoriptoa, eqoe oaUos
*8erl opportoa6t, atteaeaio8>nBgi-
narioa d&qne tula dito corresponder.
fa #OMt akiefnci (tau Mntvitf da
correspoQdencJtU^MdSdever alm do que
**" MMMi felfa- -a' nuttiw-ifrma
acaa jm cartorkdo esw^RRto.
Seaeo intempestiva essa disceseSo pela
irnprebsiL eoa prompto a.sofcteota-la nos
^fes t^itivbS, trtra os qbrfBS me re-
Denota anrciaco do publico o modo
_ por que lo -trajades as cipza do tipasp
re'fepeit
Recifti *8 ' ufofueca.
CQMMERCI
- A Ga*a Fifia do B#Q 4o Bm
dtele pfM><) o'M dividendo de .isatis
TWH Majada CHtffi
FUACa DO RRG1FE .18 DE AWWP
Dg i87i.
AS 3 1/2 HORAS DA TAJUW.
Catatos officiaex.
Ansuesr e*ei*-J!lt06 rs. por-,45 tin-vasto a
bordo, (retede26i S'0^fR4*. Algodao i* 8orte-*8 b. por kll.
rM^'fe*dVltki^89W? per 'Ifll. -atstoia
bordo, (reto wSfl. 9-tf e^aaa ftmaasta
a hoifiV
Cambio sobre faeedrw-tO-a* -ia8|i:* pr
tlfndotenrV'
H. G. SMpple.
Preste*. 8q
' P. J. Pinto,
tosntarin.
KlJ
^_
de tel
obra!
dep:isaai eaBHnaW limp
ro, e a i' na concliiso da obra.
4.a-Teda a madeira festinada i obras ser re
eolbida em armaiens da mM|arh'J*ytAn
praxo de quatro meie* depois di^^^^Hlnda
primeira presta$ao, sob multa. dMu fcpW.de
ter ora engenheiro encarre-
obras em exeeucao, sendo da
Ufeai,q
ris.
5.a Oempreiteiro
gado de dirigir as
es
9W
ftotfarfdf
Bilo dis-
lera do'
EGA-
Hija
49i:9^0|0
11
VolUmes entrados com fenaas T
Gop,ftMop. 4
fWJJf'?tf6E( jos
Barca ingleM^o/iJ^TTW?Tfeneros.
Patacho ioglezfindotaUvarios gneros.
Paiaobo iaglezDourobacalho. ,
Barca inglesaDeipftmvarios generas.
Brige BorlugoezDtempenli. varias.'getjros."
38
-ir Por amor da verdade a para dosfazor ca-
lumnia declaramos qa os Sre. Sutmaries
ft'Alcfbrado tom tdo 'de loriga d'l'-tttt-
a4c(oe$. de grande impo: lancia coa) a casa
.joamercwi do Tlioraaz de A^oo Fonseca
A C., que^tempago em da suas letras, sen-'
do que daftiliinMH (Mtsgos?oaq existe
- "letra al^ma nsnciite, e ^Jb, ooi|nO'freguez
que 'fiejso, tem procedido -Ora toda a
tftcfintntto, laldade e 'honradez. Que
ltotjpras prazo as tem fito les com
as iMHrias coodisoes dos oulros frguezes
E assim o Joramos, se-preciso for.
Recife, 18 de Janeiro de 1871.
Thotnaz d'Aquino Fonsec & C. Successores.
MAN'OEL JOAOUIM FERRE1RA ESTEVS A
VIRGINIO HORACIO DB FREITAS.
Recorro boje as cataraas do Diario para dizer
alfuma coua ero respogia a ama corresponden-
cia, que Virginio Horacio de Freitas fea publicar
no Diario de 14 do correte, em quo acremente
envolveu meu nome e o di Sr. Antonio Moreira
dfc afendooca, Agno subdelegado da fregnuia de
S. Js, com o lim unieo de melborar a sua con-
dtyio ante a opinio publica. O termos em qne
loi coocebida a correspondencia de Virginia Ho-
racio de Froitas, extgem de miob parte wm ree-
posta seria, que ja naais seria, dictada pelo desejo
de eDtreter I uta pela Imprensa. Em o di 13 des-
te mez, publieou o Diario urna correspondencia^
na qnal se descreveu Virginio como nm homem
turbulento e crhcinoso, especificando alguos face-
tos ; estou bem lunge de afBrroar, que Virginio
seja o (fae all se diese, e tamben nao ouso con-
testar.
Motivas qne ignaro actuaran) no espirito d'este
homem de modo a me julgar aotor de tal corres-
pondencia, e sem pesar bem ars suas palavras, vo-
mitn cotilra raun no Diario de 14, ludo quanto
pode mais ou menos alTectar a mioha repulacib,
xhibindo-mo ao pobiico como desprezador dos
sent mentoe de honra, desrespeitalor da moral e
inrmigo da jnstica.
Assim juigoa-me Virginio era saa correspon-
dencia, por qne en felizmente al hoje tenho tido
daadlio eerto, anda nao fiz nem pretendo fazer
oateoiacao de aso de armas defezas, atada nao
comparec ante autoridade aiguma de revolwer em
punho para d'este modo coarctar a sua acco, e
por que qnaodo por ventura pesa sobre mira il-
gama calumnia, movida por intrigas polticas, ante
os tribunaes constituid 9 me deeodo de modo a
nao precisar recorrer as bandeiras verdes.
Assim mejalgou Virginio, por que eu nao me
recelo d9 transitar por esta on aqaella comarca,
'? psla certeza absoluta que teoho de jue culpa al
guma pesa sobredi* ; por tanto, evidente que
assim vrrendo, nao levo a minha vida pautada pe-
* lut preceoj da honra moral e Justina como va
meus graciosos inimigos.
Dizem-me, que ha em juizo urna queixa
contra Virginio Horado, por haver tentado contra
a vida da Feliciano Jos Jpaquim Gentes de "Arau-
jo, pelo que est sendo proc ssado ; lendo a sna
correspondencia exlraiibei que elle bem tongo de
s defender pelos mios ordinarios, lancasse mo
de meu noqie e co e+la )oasse de modo a fazer
crer, que o praetfimetno JoaVial, que centra elle
corre Qlho de perseguirao por mim tangida por
cansa de negosei de carne verde, como se en, o
mais fraco desigual latflIffj
Son o primffd J-rrtonftcW dtreito que tdm
ergado a quantidide de
r, vendendp-a pelo,
co'nV
Itlpli (uam
ora ells & malTtpi
ireotctar a-iberdle d Vltglnfc. se-
ria.dkrrta,pai'je deraaeUaa oawdia, fpr altr-
ate fabuloso ca#ital e os milhara* de- f.canhas.
crjoiiaosas de aue outros dispoe
Reconbsceodo, poi?, es drer^s dbs ccw*an-
rotna compra e venda das carnes'V#Bds,-ese-
jando arenlemente qs fc. boocurrenco aagmente:
laateo^-flue alpem d'eapa IUs .pao wssa mais;
et
p*tonoVnni*nl!g>;<
tolere suas lettras vagarem na praflnaainAcebito-!
Atnaaiidq de,s|r,excido dos ngdis as car-
nes vefffe }& pilo Virginio; espero am
Das enrobirar nraliSlt, que me aperle a mk>
cora dous contos de-re, -embora mais tarde
trt rffl#*bcatie8aa certeza'de qne
ji mutamm^mitomi a rwaDnsabidade,j*r
que nao quero nc^rwaw oijuizo cpra se-
-----
B semina prompt a
I
me aehare
"fadfe-iS 1871. "
Manuel Jqagvim FerreirasteVes:
qae
defender c*p'
IvdVKorfiu)'
das ao par,
anno sob as
{ Ia Todi_
plicacao especial, 1.* a contin
Victoria al a-povoacao de Grvala
ponte, > ide Goyaona at Podras
a de Trombeus at o povoado de
constraccao de aaiV ponte sobre
de ama dita sobra o rio Capibari
d'Alho, 0a a snbstJHfao da ponte
7a a rediBcacao do theatro de
construccao de amaneo para a
clal, 9a a de anunto publico,
fio da estradr dfcEscada pela
Ia a dita de MuribOa, e nma p
qund eoutra na {Rssaem da
Preta para a villa oJnesmo noi
&
ura dos
o qnal
. Tr8*^a*.
at odia 32 do crreme,
vapaVdp da eompanbia,
m
dBWii
iseracenemcomo encoinIBlUIU Rfti ob
l___
T\ DAS
J DIVIDAS
massa fallida de Se ve, Filhos de G
importancia dj^4jp72i5690 reja
:
) ^;' SSi^S awMoop massa, na niporunoa de 49.071<(
MaaaBummSssm
ado como carga.
Prevne-so aos senhoras passageiros qne ana^
passagens s se recebem na agencia, roa da Cru>
x 07 pnmeiro andar^^Htotorio de Antonio Lnli
d Oliveira
ti
D di.,
rterct, ;as dividas da rt*rtfa
de 49.071JR590 rls, con 1-
poder do mesn o
na ra da Cn a
as 11 horas i o
aeima dito.
DECLURACOES.
Uetpackas de exprtamelo no dio. 11 de
janeirn
No vapor inglez Amatan, ara :Liverpio|of|
atregon : Antonio Valntim da Silva Barreo u
saeeas aem 5,t80 kilos de algottao.
Xa burea wgleza Hekna Finlaysm, para Li-
verpool earrsgaram : Adanson llowie de 3i
saceos eoln ^,169 kilos de algodao. -.
Na barca inglesa Smiromm, para Liverpool
carregaram: Simpsb 4 C. ,100 saceos com
157,500 kilos de asnear rnascavado.
No palbabote portn'stuez Pensamento, para
Lisboa carregou : -Joae Marti ns de Barros 3 bar :
ricas enm 120 1|2 kilos de assucar oranco.
Na narca portuguena Cltmenlma, para o
Porto carregon : Soares >?rimoa 142 otnr.os sec-
eos salgados cora 1,694 kilos.
RECEBEDORU DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimente do diaS a 17. 46:714*275
Idean do da 18 1.898*611
SANTA CASA DEHIiSERICORDIA DO RECIF;
A Illma. junu Ha Santa Casa de Miserieo
do Reeife, na sala <|aa suas sessSes, pelas 3""
da Urda do da 19 do crreme, recebe pro
para o fornedmeoto^n pao e bolachas, qne
rem de consumir tSstabelecimentos pos
cargo inclusive o Asylo de Mendicidade, nos
zes de fevereiro e marco prximos viodouros.
Secretaria da Santa Caa de Misericordia do Re-
t4__.J>?.dro.R0Ill8 *-^oa
1 lima.Junta adminjpiratfra
Ool
cefl
*^Wrtaid Ais
Mtb7tofe
a safipr:
a roa do Apollo n. 37.
na roa da Oda n. 44.
no beeco TapadVn. 3.
HOJE
e marco prximos vioauuros. s._____ ----------... .- f-
Santa Casa de Misericordia do Re- P'ln'
oras da
TflM
normeies dejaneiro marco deste
de dezemro ae 187W
Secretaria da SaotaCasa de Misericordia do-Re
cfe, 16 de janairo de 1871.
O escrvao,
48:612*886
CONSULADO PROVINCIAL.
rttndimeato de dia 2a 17. 82:421*972
dem da da 18 4U05J999
86:527*971
MOVIMENTO DO PORTO.
-------------------j-;r-------------
Navios entrad/ano dia 18.
Af acaj e portos intermedios 7 djas, vapor bra-
sile'iro Giqui, de 223 tonelada, coromaudente
Macedo, equipagein.23, carga dilferentes gene-
ros; companhia pernambucana.
Liverpool46 das, barca fraoceza Arche da Al-
leance, de 287 lonelladas, eepitao Franei.*co
Henry, eqnipagem 12, carga oavvao ; Rabe
Schamettaa ftC.
Liverpool 47 das; polaca austraca Tiliki, de
328 toneladas, eapitao Brmenio Ferrare, equi
pagera 11, carga car vio ; Thomaa Jefferles
New-York84*a, brifae norte nllem* Ma-
zarte, de 220 tonelada-, eapitao Tietchens, eqni-
pagem 8, carga 500 barricas com farinba de
trigo eontros gneros ; 4 Henry Forster & C.
Navios sahidos no mesmo dia.
Liverpoolvapor Amashne, commandante Abram,
carga algodao.
ttsm
EDITAES.
Pela recebedoria de rendas internas geraes
se faz publico.qae neste mez e ao de fevereire
prximo futuro, que os devedores da taxa de es-
cravos do exercico correaje de 1870-71 teem de
paga-la livre de multa, e com esta depois do refe-
rido prasp.
Recebedoria de Pernambuco 10 de Janeiro de
1871.
0 administrador,
Manoel Garnetro de Souza Lacerda.
A cmara maniolpal desta cidade lando de
proceder no dia 20 do crrante a apuracao geral
da lista sxtupla para dous senadores por esta pro-
vincia, em conseqaeoeia do fallecimento dos Exms.
Mrquez de Olinda 6 Conde de Boa vista, convida
de conformidade oofn ankima parle do art. 85 da
lei 0, 387 de W da agosto de 1846, aos eidados
que quizeremasaistir a ntosma apracio.
Paco da cmara municipal do Recife, 12 de Ja-
neiro de 1871.
Ignacio Joaquim de Souza Leao,
Proiprestdentn.
Loorenco Bexerra Carpeiro da Canha
Secretario.
*J De ordem do IHm. Sr. Dr. director da escola
nortoal se faz publico que do dia 16 do crrante
em diaote estao abarlas as matriculas para o car-
so normal; devendo os candidatos matricula do
Io anno stisaaerem a? seguintes coudiQoes :
Ia saber lar e ecrever.
%' ser maior de 16 annos-
3" ser de oastomes por,os.
'4a Naotar aviq condflaviiadp por crice oubsivo
'" i do estado e i moral pblica,
fi da escola normal -de Janeiro de
1.
0 seereaarlo,
Ezeqtlll Ft|)go de S. | ;
1. 'Secretaria d*af)r
DE
\avega?ao conteira
Pedro RcTdfiglisl Sooja.-' I|Pf*d G|liilfis, ftio
(ao rrielb dia)
ntervenaaQ do agente
PiBo
sen escritorio ru* Crnm. 38.
escuna allemaa Georgena, recebe/rete de cmara
oiiro'^raaiap ob oJ
-
oiiWHkAr.toai ma
A escuna fieorgiana segu nestes das : a .ratar
MAitjfjANf ^l "TlWlr,rt'' t t?Me^?^iagdrtl 7r^
SANTA CASA DE M1SER1COKDIA 00 rtECIFE
O lllm.'Sr. thesonreiro interino, tenedte-eoronel
Justino Perelra de Parias, far p.amento s ama?
qae se acham encarregad.^s da criado dos exnps-
tos, do trimestre vencido de-oOlulpro dezembro*
flBdo, nosalo lo respectivo e'stabeletimenVi pe-
laa 9 horas da raanha do da 23 deorrente,de-
xando, porm, de iaz-la'qaellas qoe nao tronie-
rem as criaocas que IbeVdiram Mimadas. '
Secretaria da Santa* Casa do Misericordia do
Reciie, 0 d Janeiro de 187.1. :
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Sonza.
SANTA CASA DE NJiSERICORDIA DO
RECIFE,
A Illuia. junta administrativa da Santa casa de
Misericordia do Recife manda fazer publico; que
na sala de snas sess6es.no dia 19 de Janeiro, pe-
las 3 harn da tarde, 'ten de ser arrematadas
quem mais vantaftns Iftrecer pele Jempo.de um
a tres annes, as rendas dos predoe em seguida
declarados:
ESTaBELECIMENTOS DE CARIDADE.. -
Una da Sania Rita.
Casa terrean. 32. ....... 161*000
Ra da'JIairiz da Boa-Viita,
Casa terrea n. 06...../ **08
PATRIMUi> DOS oawslas.
Ra de Jorge (outr'nra Pdar) \
Casa terrean. 105................. 181*000
Mam idMi*- 0................... 365*000
Os pretndanles deverao apreseolar no acto da
orremataQa0 as saas flaneas, on comparecern)
aeompaflbados dos rospeetiwis fiadores.
Senrwaria da Santa Casa de Misericordia de Re-
cife, 16 de janairo da;1871. ,-
O escriv3o,
Pedro Rodrigues de Souza.
por vapor.
FofftOso e
Tanwndar. '
O vapi r Parahyba seguir para os
portbs aelrrla no dia 20 do correrte
_ atneia no
Recebe cara, eoH*nonda8, pataagoiraB e di-
jfteiro a frete?: no ^arjptorie tltn. 12.


Segu coaibreviJade para o porto cima o pa-
Hiabote pormguez Santa Cruz, iem a maior parle
da carga tratada : pira o relo que liie falta tra-
a-se ont os-edagignatnrios Amonio Luiz de Oli-
veira Azevedo A,6.,marta Ccoz n. 57. 1'-aunar.
Ven le-se o patache nacional Palma, que se
aha fondeado no anceradouro da carne seeca
desuauegand 1 o carrigamento que trouxe do Rio
Gran* do Sul. Esle navio se arha em botn esta-
do, apaarelbado e completaineote prompto para
vlijar : para #a*ar, os pretendeiites devera diri-
gir-se Jos VieJoriqd de otonde & C.,"eseripu
rio ra do Mrquez de Olioda, cnlr'ora Cadeia
n. 52. ^"* ^,-^--
PtecnlfciXio da fregnezla de
nnnto Antonio.
Faco saber aos moradores desta freguezia que
s poderlo' deitar lixo as mas das dez horas da
noute at sais da manhaa em vasilhas, ou entan
em oecasiao que passar a carroca que tem de
conduzir ; assim como os conductores de carne
verde do matadouro para os acongues, sao obri-
gados trazerem as auas carracas cobertas com
toalhas I i rapas, sob pena de serem multados, se-
gando as posturas da cmara municipal.
Recife, 15 de Janeiro de 1871.
Joaquim Francisco de Torres Galliudq.
THEATRO
COMPANHIA DRAMTICA NACIONAL
EMPREZA DE
JOO FERREIM BASTOS
Hovo e lindo espectculo
QUINTA-FEIRA 19 DE JANEIRO DE 1871
Subir scena pela primeira vez a su-
blime comedia drama em 3 actos vestida a carc-
ter :
A
ClAllA MIRA
DE
Paquetes- a Vapor
far
Qos portos do norte esperado
o dia 3 da evereiro o vapor
rana eommandante J. da P.
Ouedes Alcoforado, oqual depon
a demora do costme, seguir
para os portos do sul.
Desde jreeebem se passageiros e engaja-se a
carga que o vapor poder conduzir, a quai dever
ser embarcada no di de sua chogada, encom-
iendas e dinbeiro a frete at as 2 horas da tarde
de sua sabida.
Nao se recebem como encommendas seno ob-
jectos de pequeo valor, o que nao excedan) a 2
trrobas de peso ou oito palmos cbicos de med-
cao. Tudo que passar desles limites dever ser
embarcado como carga.
Previne-se aos Sr;. passageiros que suas pas-
agensfl se recebem na agencia, raa da Cruz n.
57, primeiro andar, escripia* io de Antonio Luiz
de Oliveira Azevedo & C.


*rr
: u
Jou.Ga, vidros e vjnhos
*J 1WC cbfnV ffjam : -'
iano de BlaudeJ, urna mobilia de iacaraa-
_ofi 1 jaWtfo, 2 cnpslto', f radeiras
de bramse 18 de gaarhicao, 1 cama^francza de
' la-
de
parede (patente), 6 jarros para flores, castices e
mangas. ,
Urna excellente machina de costuras (perfeita),
1 misa elstica, 1 guarda-louca, 1 apparador, 12
ca'deiras, 1 marqueza, 1 armario, 1 commnda, diffe-
rentes mesas, 1 apparaibo de porcelana para jan-
lar, vldros e mullos outros objeejos con :ernenles
casa de familia
Sax'a-feira 20 do corrente
No segundo andar de sobrado da ra do Trapicbe
*i. 8.
O agente Pinto levar leilao por conti e ardera
do Sr. major Samuel Moffett (ex-consul dos Esta-
dos- UnT*b ) os mover? e mais objeclos cima des-
crlptos, existentes no segundo andar do sobrado
da roa do Trepicbe a. 8, onde se ffectuar o
Itllo s 10 horas do dia aeima dito.
Um cabriole' americano e 4 rodas c 1 cavallo
Apira o mesmo.
llm rabriolei americano de 2 radas, descancando
a caixa f m crralas.
Um dito fraaeez'd' 4 roflas, coberto, com tanca,
vares o rreios.
Sxla-felra 20 do crranle, 1 hora da tarde
em ponto
do Trapiche, em frente ao sobrado n. 8,
onde hsvef'anteriormente leilao de movis, louca
e vidDS.
Si
Jos Henrij M*,
L'-^"J'" ...... ^ n\tJ m
vuo ao vBtpmm
publico.
Manoel Affunsn Regn'tra modo* na neaiar-
paciada ra das Triactteiras a. 8 para a raa a
risi^onde-wpera S^qniaa?parICa > zes eamgos, aaato mu racatavatafr*l
raneo como em imprnats*, aaata>, t*
ticos, entqurlln- qae f> teBdenai i
encnderaHor.
Estrada
Recife a
*
Beberibe.
ferr do
Olinda e
Dominen, 22 do corrente. rJeixara
ver expresaos para Olioda e
por licar este trem trabaflnado do
at Jo?h de Biyos, de Mi e wlta, na* >
ervailos dos ontros trem orrhaadas da
cos'time. Prcvine-?R ana Srs. fwsaaaairaB
iftie exeedendo da Iota?* nao aartird a
trem, e d.eixarao de ser utiaMtas u <
anounciadas ; qae teado os trena 1
as suas (otarles as duas prii
nao poder mais recetor
ileixa d parar nos pontos li
at qae possa reccher pasiagarn. o ;
far ainda mesmo exeedendo da tora.
Recife, 8 de Janeiro de 1871.
Pelo superintendente,
Manoel Dcmingues dt Samfm
na ra
LEILAO
t% 0 compendio do aysiffaa aaatrko aa>
cimal, qoe acaba venda as principa* Ivvrwia desla
onde pode aer procurad -i, ass
ball .8 da reducjio dos pesos a 1
ligas ao novo systema e vico-vena.
DE
40 caitas cem leitec ndensado, quinta-feira
19 to correte.
O agente Pestaa far leilao, por oon'.a e risco
de quem pert'ncer, de 40 caixas com leite eon-
densado, as quaes sero vendidas em l ou mais
lotes, quinta-feira 19' do corrente s 11 horas da
maoba, no arraazem do Annes,-defronte da al
fandega.
AVISOS DIVfRSOSt
UaTcgatjo
jai? i
OMPANHIA PEKNAMBCANA
na
etsteira por vapor.
Mamangaape.
O vapor naci aal Corurtpt.
, commandanto Silva, seguir
para o porto cima no dia 28
do corrente as cinco hora da
tarde.
Recebe carga passageiros,
encommendas, e dinbeiro a frete al as 2 horas da
tarde do dia da^sahWi, ui escriptorio do Porte
do Mattes n. 12._______
COMPAHHIA PEBWAMBQMi
DE
Navegando costetra per wpw>\
Parahyba, Nata!, Maco, Mosser, An
caty, Cear, Mandah, Acarac 6
GraHja.
O vapor PH'apama commantan-
vedo, seguir para os por-
tes ciraa no di 31 do oarrent
Recebe car
incommenda*
2 horas d;
no Forte de
notempo do Cardeal Ricbeliearkaj
seguida representar-seTO^*fo(hr
Em
em 1 acto
ornada de msica
3-"
pela segunda ^jragiindupuM ^jj\
as aPPl?*!
f,m-tt de jaiielTo'Be'1871.'
neaaoas que anjzerem contratar a obra da Mans*
trneco do tneatrq tj Santa Isabel, 'oreada em
238:795*427 a aprsitatem suas pro postas em
oarmacoada ao Btm. Sr. eonielhejr^PfnWetaa,
t provincia, ao. praao de trila diaa:#!o|*ds da
Se Dfr^pSMi&n^irtofffo que *uson efi- *J" sobTTTtmrsntas mrm-itwwst,--aap*i
laoaa, a%n^cie4ie< ., de conformidade cora o.art. 48 da lei do or-
camento vigente e respectivo regulameilto.'odan-
do'somente a larca parta de cada um dele- ser
satisfeita em dinheiro, se apparecerem comprado-
res s raesmss apolir
A planta e rorsamento respectivos sero fran-
queados na secretaria s pessoas que quizeretn
examina-ls, na intelligenca de que da importan
cia deste dedBzir-seh a quantia de 4.-790*000,
proveniente da mobis, (cando assim a sua tota
Iidade reduzida a 234:003|427.O secretario Elias
Predorieo de Alnteida e Albuquerqne.
Clausulas e artigo" que te refere o edtat supra
Clausulas especiaes para servirem de base ar-
rematago dos trabalhos da reconslrucgo do thea-
tro de Santa Isabel.
___, 1.a Os trbalhos da reconslruceao do theatro
de Santa Isabel, oreados em 234:005*427, serio
conformidade com o respectiv
approvado pelo presidente da pr
iigenheiro encarregado
N. i8t.^-C- ISA QUE TODO O MUNDi,
BEVE^AgE6.^vtB}OTje wuulJu das pilulas Ss
' perfeHamente ar
made mi lados do
em tonos
er-se no caso
- intestinos.
(p: 'eum esle
';'.'...! e caucaren

mmm
A pedido de umitas pessoas, representar-sajAPi
INSTITUTO ABCHEOEOGICO1GEOGRAPBI-
. GG PERMIBIMO
Tendo o lgstiluto Arcbeologico e Geogra-
pbicf! Pernambocano de -celebrar o 9"anai-
versario da stw on^aga no dia 27 do cor-
rete Janeiro, pela 1 hora da Urde, no sali
da bibliothec publica provincial, no con-
vento de Nossa Senhora do Carmo, sio con-
vidados pera similhanle elleito em asaem-
bra geral todos os *oc os ,qae se aeharem
no Recife,effectivoe, honorarios a corres-
pondentes.
NSo conhecendo o Iostitoto a sede das
differentes a sociaedes liUerarias, scientifi
cas, artsticas e de beneficencia qoe existem
tiesta cidade, tem a honra de convidar pelo
prosetlfo dtal caia orna de tacs associa-
cOds^ 9r*iir solemnidade do dia 27, oo
a faiepse abi repre'sen'ar. E para conhe-
cmento'das corporaofis oa pessoas que ti
vefeif de ornar a s.ess3o com a so palavra
abforfsada, aqtii se transcreve-a ultima par-
te do-art..28 do regiment do Instituto :
i S tr-sfti ltlstem socios ou pessoas
oorras.qne aitsejati iter algnm* memorias
inleressanles, jartioipam-no ao secretario
perpeintL pata'fflre grvenir o presidente, o
H21 AwM^bwffe dasjpenoriai\f
i ^iura^ada. orna das qnads n3o pode
steoderisa. altos dfc me hora. Porm vte-
1 flbulria ft*4ttforia butrbalho pbdeser apr-'
ientado-e lidoem sasso.. pulla, seiti e"
imraortal Penna :
O caixeiro da taberna
Toma parte no"
CamarSaitl
Ditos dea* (o* frdntel M 6 entrWas
Ditos de t{oos!lado)'*n*aitraoas
Cadeiras
Geral
4Alnas agiaf-caniiri)osslp|r>
uguez
revidade 1
falt&IOVtQ* carregar ou ir de passa.
'" se aos consignatarios Thomaz de Aquij
do Viga/io i
A Almeida, parteciprui ao .
tendo aberto um hotel no grande Atada
fronte a matriz oo P>p, covi lam para
tens lanches, onde aehare nlus a
des e bom -tratanent e asm > t:ta>Ma
para alugar por oreos cotamidos : ajaan
dirija se ao mesmo hotel qne achara cosa
tratar.
lo
Par* nma faena aat-
rr.ia O duas an:ar pr*
ca para iu*a|ira' hm
o mai servio ae caja .
In i nrgodti
Antonio o. 4, 2* andar.
AMA
Na ra do Marques de Olinda ontr'ara raa
Cadeia n. 50, preetaa-se U ana ana
nhar.
Engoinraad
Precisa-se para nma casa ae faaaaa tajasaa-
(;omme com limpea, paga-se beta : a tratar aa
nja de ratudezas rea da Cadaia da Raaaa aa-
mero 21. ,___________
Atten$ao.
Precisa-w da
reila n. 16.
urna ana A lein : aa raa
arrie? seja-sitonV' .ta ewdiTnssSp de
^aatft pan isso nteila, qual tem voto
decisivo sobre a conveoieBCi oa ioooave
niencia da lei tara. >
tuto, 17 de Janeiro
^iaftttvs d'Azevedo
S&lltat&iperpetao.
SANW
(jiarll/ES
LEI1A0
Bal
cuanto as o
Torios os stfbbadbs
o e

lamba & tfigo om
d
M de duus c
ao segando.
.IWH3A PORTDGWZA
FRANCBTA
PHILOSOPftlA
11GEOGRAPHIA
i HISTORIA
fetlETOEHCA E POTICA
im Soares d'Azevedo
professor de liflgtra e b'tteratora nacional no
Gymnasir lo Recife, tem aberto
era sua
casa.
ciaei
a ira
naflaa^nafl
la n. 37, corsos espe-
uma das disciplinas a
Os alumnos que quiz
pier ola a^L^afl
'.,.- ".'I' '"I
ibro
Perdeu-se urna poleein Je oara |
niaa, coaa podras le^iamanks, i
21 ate" a roa d Jaraageiras
achado e quizer restKnir recesa
&a: na ra N >va n. 21, toja.
?oBW MMaf af WalW tt
ENSIHO PARTICULAH
O prtilaeeor autlieo JofcLaaaalatl
nellai Cmara, ais horas vat
a ensfnar paitoularaiaaia as
que oavMitneai a iaatn
s patata ileraavadaa i
o mesmo, a raa do Raaati a. Ma,
iatiai-Mni'
sentlBdW
rraiar *a ta a
Aurora, em S
f-
Vicente Ferreira di alai "o kt
ra. aue sanio da casa do Sr.
Silva Goimaraas, o olivo cito o dir,
qaalo ao mesmo Se. derJarar aaa I
entregasse como ctmpra faka bar smim
mesmo Sr. dfga-me i|jal M e
fi, e onda se deve, nara tr mBiaatnai,
mi de saturnios d'alirnaw tonas m).
Precisa aa de ti^a^L^^^H^^^^^H
sn,a conduta, para libtroa
116._____________
Quem tiver para
todo o servil
n. M.'armam.
ingar
-. a. nam de
.
Casait
w'Ma'tafc.-jmiiiBBHI
fan
afl


mmm
wii

H
Darid de PernainW ri Qoidli ei f d Jtoeir3*la mi
AOB6KNXM0OO
Esli i reato ot felizes bilbetes da lotera di
Baha, aa casa Mi( do arco da Conceico, Ioja de
^ujtvas ^ lUetfs.________
Fundido da Aurora.
Neete estabeiemento se vendem taixas de (erro
batido mais bem coostradas do que as que ven
de fra a 240 rs. a libra ; sortimento completo.
ATTENCAO
Para evitar questSes se faz publico que os es-
clavos Honorato, cabra, Maris, crioala, Amador,
crioujo. Cipeiaalo, cabra, Romao, cabra, Severino,
Anela, Benedicto, Angola, e Olimpia, crioula, to-
dos perteneeotes a Jos Luis; de Siqueira Caval-
aun Jnior, era residente com seo sogro Manoel
Ignacio de Siqueira Cavaleaoti no engenbo Santa
Cruz de Barreiros, se acbam vendidos por ama
eecriptura de hypotbeju de triplicado valor, ven
oda seguido soas clausulas, como todo se pode
ver da dita eseriptnra lavrada no cartorio do ta-
belliao Aloeida em dau de 13 de abril de |*63.
~ O Sr. Miguel Candido de Medeiros
Pinto rogado a vir a esta typdgrapbia.

PBEKSA IWGLEZA
James Ryder fy C.
Ra ato Apello nHsnrro .
SYSTEMA HYDRAULICO 11
Dorante esta safra James Ryder & C teem re
servido enfardar algodao a razio de 500 rs. por
arroba, inclusive capas, arcos e marcas.
Roa de Apollo n. 26, prensa bydraulica
de James Ryder & C
Na praca da Independencia n. 33 se da di
andr sobre peunore de ouxo, prata epeira.-
arciosts, seja qual for a quantia; e na mesm;
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se fax toda e qnalquer obra de en
commeada, e todo e qualquer concert tendent-
* mesma arte________________________^_
Aula particular em Olinda
O abaixo assigoado, professor particular provi-
sionado pela directora geral da inslruccao publi-
ca, da principio aes seus trabalhos lectivos no dia
16 do torrente ; portanto offerece sos senhores
pas, tatores, curadores, etc., o disvello de sua
misso para com os seus alumnos. Os senhores
que quizerem utilisar-se deseu trabalho,. dirijam
e ladeira da ribeira no 2* andar do sobrado
onde fnneciona a secretaria do 9* batalhao da
guarda nacional ; advertindo, porra, que os tra-
ba! bos principiarlo as 8 1|2 horas da manbaa e
terminar*) as 2 da tarde.
_______Joao Francisco Pessoa de Vasconcellos.
Precisase de urna ama para coser e engor-
mar em tima casa de pouca familia : .a tratar na
roa Velba n. 8. Prefere-se a que more fra.
Precisase de urna ama livre ou escrava :
tratar na roa da Senzala-velha n. 110,1* andar.
Attenpao
Troca-se um Cruxiflcado de marfjm no calvarlo,
obra de muito gosto '. na ra da Madre de Dos
n. 34, 1* andar.
Aos influentes do carnaval,
para os bailes.
Na ra estreita do Rosario aluga-se vestuarios
de' principe bordados a ouro e a la tudo de gos-
to e por preco commodo ; dminos bordadqs para
liomens e meninas, de todos os gostqs e cores e
faz-se qnalquer vestuario a gr>sto de seus donos,
per Qgurinos e a phantasia, trazendo seus donos
as fazendas e os eofeites : quem quizer mandar
fazer avise com tempo para fazer-se. Qnalquer
enfeite proprio para o carnaval, de flores para en-
feitar vestidos e capacetes; tudo acha-se prompio
na mesma roa n. 35, primeiro andar.
Luiz Nenhaus etfrere
llelojoarla snlssa
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co que abriram na rna Barao da Victoria (antiga
roa Nova) n. 67, urna loja aonde se vende e con-
certa-se todas as qualidades de relogios, tanto de
algibeira como de parede. Nesse deposito de re-
logios e.-l) dos melhores fabricantes da Enropa, e
fia um esplendido sorlimento de trancellns, cadas,
chaves, ele., do ouro e de prata : as pessoas que
quizerem honrar-nos com a sua confianza, podem
ficar certosque sero seraidos da melbor forma,
porque garantimos as obras qbe vendermos, e
qualquer concert feito por nos.
BERTHOLI
ANTIGA, EfH
CONHEODA FABRICA.
DE
*c.
CHAPEOS M SOL
Ra do.Barao da Victoria,
DA
esquina da Caraba, do Carmo, n. 23 (Antiga Ra Nova")
Temos bonra de participar a nossos numerosos freguezes que com a ebegada de um des socios da Europa, snprio-e a
casi com om completo sortimento de chapeos de sol de todas as qoalidades como tambera, de iodos os materiaes para os mesmos
fabrico, como sejam armacoes de todas as qnalidades, sedas, mirins, alpacas e pannos, asiim como de especial cotbili ra armas
pira caca, cbnmbejros e polvarihbos. Os chapeos de sol terao abatnenlo del?. 15 e 25 por cento, comprando dinbeiro

Este antigo estabelecimento, acha-se boje montado n urna
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata 6 brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de Ig.
JflOREIRA IIUARTE .
MANUEL C.
Tem a sausfacSo de participar aos seas numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais*commodo, tem
eslabelecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na roa da Cadeia do Recife n. 9, boje ra-do Mrquez de Olinda,
onde acharao os pretendentes, muilo avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, qualidades e por pro-
cos mas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois podero assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
^/macSes as fazendas que a demora da fabricarlo bem diminuta.
,-------------=-------
Na roa estreita do Rosario n. 38 preparan se
bandeijas de bolee para bailes, casamentos a bap-
llsados, azem-se bouquetes para noivas, da maiio
lo, e para qualquer offeria, fazem-se doces unos
semedo e de ovo para presentes, pudins, bo-
los e pies-de lo enfeitados, flores de todas as qua-
lidades, eipeltas e ramos para senboras e meni-
nas, enfeltam-se vetas com lodo gosto para bap-
lisados.
Precisa-se de nm bomem de reconttecida ca-
pacidade, que aaiba ler, eacrever, e entenda de
traumento de eapim e gado, e que queira admi-
nistrar um sb perte desta praca : quem eetlver
nestas circnrastanelas (sendo solleiro melhor), dan-
do garaua de sua conducta, appareca na roa do
Qoeimado, andar por cima da loja do Lavra.
i^erguiitas innocentes.
Pergunta-se ao Retchild dea marchantes o s
gulnte :
1
Poder o Sr. Retchild comprar carne i 8*000
por arroba, e vender i M, 51, 4* e 3/ sem pre-
jadiear os sena erederea ?
Podero os couros que o Sr. tira iudemnisar a
bsixa, que da no sr eco da carne t
3
I Sabe V. S. qual a claasifkacao que tem o nego-
ciante que compra por oito e vente por seie, pro-
co inferior ao da praca, e falta depois aos sena
pagamente* 1
Os seni credores sabero deste seu modo de
netociar I
6
Ser licito um millonario furtar-se ao paga-
nenio de seus dbitos, allegando prescripeo
credores incautos ?
6
Ro lhe apnveitou a licao, que Ihe dea o gato
montes? _
Alerta t fazendeiroa, Rotchfld tem iatec nstras! .
Alerta I Fuiam da bancarrota f
Cano parecidas
Roga-se a qualquer pesoi qoe e|
eaoa d* carreira alaria, cea-
do, faltando Ine onj^^^^H
laboas no paoeiro 4a p
eorreaie* de algom navk
queira dar parta em SaaS
do Saralva qne e gratMaari
Ni* ka iBMdi~i1
Trntora japoi.a.
So e atea approvala pela* ai i
sciencia, reconbecida mperW a tadh Bm a*-
parecido at bofe. Dtfoato paftTk rta i
Cadeia do Recife n. 51, I* aliar, todto a la-
tirs e eaaa de cleileireire.
Atttnpo.
Na roa estreita do iftatali a. V
moco, antar e ceta para
qnalquer pessoa que
preco commodo.
queira late cate
RA DO IMPERADOR
ns. 9 e 11.
Estabelecimento de carros f-
nebres,
Agr & C. scientificam aes seus amigos e ao pu-
blico em gral, que nao podem de forma alguma
continuar no sistema de fazer en trros fiados, pois
grande parte das desperas sao pagas bocea do
cofre ; os enterros de boje em diante serio feitos
na mesma conformidade, (recebendo tambero
bocea do cofre) para nao nos vermos em apuros
em satisfazermos esta obrigaete, o que faxemos
sciente para conhecimento de todos. A elimitada
con|ianca e consideracao que nos tem dispensado
o pnblico e os nessos amigos, nos poem na obri
S;acSo de darmos um roto de gratidao a todos, con-
essando-nos eternamente jeconhecidos.
Ama.
Na ra da Imperatriz n. 58 precisa-se de urna
ama.
41 RIJA DO DARO DA VICTORIA 41
Easino particular em
Olinda
Jos G. da S. Pessoa, professor publico do Cu-
rato da S de Olinda, partecipa aos Srs. paes de
familias qu se propSe a ensinar is tardes por
casas particulares, tanto as materias que consti-
tue a instruc^o primaria como lingna nacional
e ariihmetica na casa de sua residencia, e bem
assim a habilitar para o magisterio, qualquer se-
nhora que para tal Om se digne eseolho-io, ga-
ra'ntindo o maior disvello e assuidade no cumpri-
ento de seus deveres.
AMA
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemas e to*
das todas se vendem por precos
modieos, aflm de acreditar a este
novo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
riiib^s modernos, cha-
peos de sol de seda,
finos.
DE
ARMJDA IRMAOS.
RA
BarSo da victoria
Precisa-se de urna ama para casa de duas pes*
oa s : narua estreita do Itosario n. 35. cartono.
Fonteira perdida
No dia 15 do corrente perdeu-se em um dos
wagons da estrada de ferro de Apipucos, poueo
mais ou menos, as 9 i|4 horas da notte, urna
grande ponteira de espuma para charutos, com o
sea competeete estojo, dita ponteira tem na parte
superior um ealnoga e sendo a parle inferior pre-
sa por dous anneis de curo : roga-se pessoa qne
- tenha achado de a trater a ra do Crespo u. 7,
eue ser recompensado.
AO PUBLICO
A casa terrea com sotao n. 22 i roa da Unia,
na qual mora o Sr. Dr. Apngio Justiniano da Silva
Goimaraas, pertence aos eonsenhores a saber : a
Tuoraaz Jos de Gustlo e sua mulher ; a D. Pbi-
lomeoa, solteira ; e a viuva D. Alexaodrina Mara
do Espirito Santo Seve Leal, sendo a parte desta
cemprada a Joaquim Clementino de Soma Hartlns
e sua mulher, residentes na provincia do Pianby.
Offerece-se urna mulher de bom comporta-
ment para eozinbar e engommar em casa de pon-
ca familia : quem precisar dirija-se ra da Im-
peratriz n.
antiga rna
NOVA
N. 41.
Assim como tem ama grande
officina de alfaiate, montada com
todos os preparas que ba de melbor,
dirigida por babeis artistas, qoe
pela sua promptido e perfeic2o
nada deixam a desejar.
Roopa de todos os
amanbos para bomens
meninos..
Por todos os paqne
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qne ba
na Enropa.
Methodo Castilho.
Secundino Jos de Paria Simoes, professor par-
ticular de instruccan elementar pelo methodo
Castilho, avisa ao respeitavel publico, e com espe-
cialidade aos pais de seus alumnos, que no dia 16
do corrente est aberla a sua aula na rna da Pe-
nba n. 25, primeiro andar, onde recebe pensio-
nistas por preco commodo : o mesmo professor
promette muito se esmerar pelo adianlamento de
seus alumnos.
AiUA
Precisa-se de urna para pouca fa-
milia : na ra do Caldeireiro n. 68
Compnhia
DE
Santa Thereza.
De ordem do conselho de dlreccao sio convida-
dos os senhores accionistas-a realisarem at o dia
20 do corrente a segunda entrada do capital subs-
cripto, raiio de 10 0i0, no esenptorio do direc-
tor eaixa o Exm. Sr. Bario da Seledade, praca do
Corpo Sant).
Recife 9 de Janeiro de 1871.
O gerente,
Justino J. de S. Campos. ___
Estrada do Chacn para o Poco.
Aluga-s* urna meia-agua com quintal, tanque
para tomar banho, cacimba com boa agua, muito
propria para paSsar-se o verlo, e alm disto fica
muito peno da estacao Chacn ou Casa Forte :
quera a pretender dirija-se ao sobrado do Caldei-
reiro em frente a roa da Mangueira, que achara
com quem tratrar._____________________
Bolos para casamentos e
. bailes
146-ftM o Marqoez dlhma t$
Preparan-se baadijaa i
ces, bolinbos.de diversas
entenadas ao nrthao goete i
distces de Mfa ; aaatai
aa qoadadea da betoe fe_________________
pi de-l e as de mais tfoariaa, btmmm da *-'
bem se dio lodeb astea prafrea a ara, Hiii i
bons fiadores. Garante-sea parleKaeaaaariaepe
preoo commodo.
A Marges da ria 4a
Aluga-e por festa oa per
soffriveia aecomaodacfiea,
lado, arvores fraetifaras a i
poti ;iros. mangoeiras, hfwiMfeaa, i
nbeiras, flgneiras e frucu-pao, ,
agna de beber, portio ai
da mesma casa, e um
sitio, cojo olla para a igreja da $. da
quem a pretender dirija se ao
a traur cem o despeenaafe Jedaiw F.
ou no logar do Caldeireiro
Precisa-se alogar urna ama, fat
pre, e engomme, para eaaa 4a
la de duas pessoas, daado-se
mulher de meia idade ; quer soja,
crava : quem estiver aesua drt
ja-se a esta lypograpbia a talar m a*
qoem tratar.
CONFEITARIA
'i
(RA DO IMPERADOR N.
0 proprietario deste eelabe
seus numerosos e bons fregueses, fM
preparar um grande sortiroeno dea u
eros do mercado para recbear ;
qnelles qne tiverem bom paladar
ra gastar os cobres, no tempo da hala
Ahi enconlrario ex .elleataa
vinhos, licores e cognae do
boa cerveja, mar melada porto
caixinhas, conservas francesas port
ees de toda as qoadadea seceos t esa
Tambem encontrario bolinDos para cafe ai
as qualidades, bolos francezes e sMitatm
pudins, tortas, amendoas coafeHidae, o
do outros objectos que seria

GASA DA rMim
Aos 5:0001
Bilhetes garantidos.
k roa Primeiro de Marco (ootr*!
Crespo) n. 23 e casas do
O abaixo assignado, tendo vcadafe
lires bilbetes doos quarto n. I3B7 eaa
dous quartos n. 62 com 4004000, aa
3324 com 2001000, nm quario n. 13M
nm quarto n. 689 com 100*, asa aarrl a.
>sde 404aNt2*aa
RA
K
BarSa da^Tletarla
antiga roa
NOVA
N. 41.
Attencao
Offereee-5e om rapaa com pratica de eopairo :
a traur na rna de Hortaa n. 39.________
A viuva de Manoel Joaquim Paes Brrelo man
, 4a no dia 21 do corrente, pelas 6 horas da ma-
nbaa, resar ama missa por alma de sea querido
esposo, na Igreja da Santa Cruz, 7* dia do sen pas-
samento; e convida para este' acto de caridade os
amigo!, collegas e prenles do fallecido.
Ama
Na rna de S. Francisco n. 48 precisa-se de urna
ama para todo o servicp de urna s pessoa.
Bom conselho.
Por nutrir mnita affeicio para cora o toen dig-
no amigo o Sr. Rolico, previno-o que seja mais
condesceodente com os passageiros, e nao aboso
lante da bondade do publico, alias temos o calde
ntornado e se Ion appliearfe o cadeado da tia
Mequelina, fijando des se modo bem garantida a
sua famosa maehambomba. Quem lhe avisa o
aeq amigo-Forinnato. .
Narua de Hortas n. 69 Uva-se e engomo
re pelo prerJ seguinte : ,
Calcas brancas a 160 rs,
a i 20 rs.
0 rs.
e de cor a 400 rs.
Este estabelecimento acaba de soffrer ama reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em tudo afim de melhor servir oa seus numerosos freiraeies deia-se de annnnciar todas as fazendas, para
cao se tornar masante ^
Compnhia Allianca
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15. da Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro da mercadorias o dinbeiro a risco
martimo em navios de vella e vaporea para den-
tro e fra do Imperio. Agenda i rna do Cora-
mercio n 17, eacriptorio de Joaquim Jos Gon-
calves Beltrio. ______________
Aluga-se orna casa na Una de Bemfica com
sete quartos, quintal murado, cacimba, etc., por
commodo alague!: a traur no escriptorio do es-
crivio Motta, n. 17, primeiro andar da ra estrei-
ta do Rosario.


s
s
aajMaajM|m|
PRIMEIRO B ANTIGO CONSULTOR
HOMEOPATHICO
Dirigida pela Dr.
. SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escriplo, no que serie ta-
tisfeitos com promptido.
Presta-se tambem a chamados para
interior, preco mdico.
Consultas, no consultorio-das 10 horas
ao meio dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Roa do Bar3o da Victoria43
(Antiga ra Nova). -
Aula particular de primeiras
letras.
Joanna de Siqueira Silva, autorizada pela direc-
tora geral da mstruccio publica e despacho do
Exm. Sr. presidente da provincia, participa aos se-
nhores pas de familias que tem aberto sua aula
particular d? in^iruccio primaria na fregnezia de
S. Jos de*ta cidado, no largo da Ribeira. sobrado
n. 19. onie espera salisfazer' aos pais de familia
que le conQarem suas Olnas, tanto as materias
que corstiiuem as>bredicta instruccio, como tam-
bem em que for concements as habilidades de
agnlha, como sejm bordado de ouro, lia, linba e
crox, etc.; desde j protesta pelo mullo cuidado
e ba eflocacao de suas alnmnas._____________
Ama
Precisa se de ma ama para casa de pouca fa-
milia : na rna da Cadeia n. 31.
Ama
Ha
ESTABEIiECIDO
NA
CIDADE DO RECIFE
SOB A VALIOSA PROTECCO
DE .
AITIDADE PI
DIRECTOR E PROPRIETARIO
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
Este amigo estabelecimento -e educacao e intruccao aehando-se aclualmente no aspa-
coso, claro e bem v. otilado edificio da praca do Conde d'Eu n. 32, para onde foi remo-
vido, contina a receber alumnos internos, sim'internos e externos.
Os bons resultados que .bao colindo e exibdo os muitos alumnos que tem tide
este estabelecimento, devem servir de garante e animacio aos paes de familias que de-
aeiarem ler abi seus fllhos.
Nos eetataios do collegio, que estio a disposicio de qoem oa quizer ler, se
acham consignadas as condiccSes de entrada.
Precisa-se de urna ama escrava que engomme e
faca o mais servico de casa de familia : na ra do
Visconde de Pelotas (Aragio) n. 37. ______
O abaixo assignado faz scienie ao respeita-
vel publico e com especial idade aq corpo eommer-
cial, que dissolveu amigavelmente a socieJade que
tinha com Francisco Goncalves Haia na taberna
sita ra da Saude da fregnezia do Poco da Pa
nella, Meando a dita taberna pertencendo ao abaixo
assignado, assim como todo o debito activo e pas-
sivo, o qne faz constar por nao ter o ex-socio
Francisco Goncalves lisia dlreito algn em dita
taberna.
Marcelino Augusto Paes de Mello.
com 100X e ontras sones i
lotera que se acabon dn extrabir (I7a%
aos possoidores a virem recebar
de do coetume sem descont ale
Achara-se i venda oa
i.1 parte das loteras, a
Tacaral (179.'), que se extrabiri sexJa-Mro
do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inleiro
Meio bilhete
Quarto
Em porcio de 100*000 para
Bilhete inteiro
Meio bilhete
Quarto
________________Manas!
Precisa-se de urna ama
bem : na ra Direita a, 117.
de Wat, aaaas*
Aluga-se um grande
proprio para qnalquer
de Queimado n. 13, 1*
ftesf nos Casitas
I tratar a nu
Sk
'
WIOFINA
Rogase ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, s
crivao na cidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aqnelle negocio que V. S. se comprometten realk
sar, pela terceira chamada deste jornal, em ttoi
de dezembro prximo pasjado, e dpoia par
ROB LAFFECTEUR
Approxado em Francia, Bossia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Lsffecteur sa autho-
rudo, he mui superior aos xaropes de cuisinier, de Larrev e-de salseparrilha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alfato, elle cura radicalmente aesaa merrarlo, as
affecoes da pelle, lmpl|(M, alpareaa. tumores, ulceras, sarajidfte-
erada. escorbuto, e os accidentes provendos dos partos, da idale critica, e d acri-
monia hereditaria dos humores.
0 arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphicas recentes, inrete-
rebetes ao mercurio e ao ioduro de potas;
ladeiro ROB LAFFECTEUR,
I do Ve
r, 12, i Paj
otassio.
em casa do douter GIRADDEAU DE
is.
Damiio Peieira dos Santos tem justo e con
tratado a taberna sita i rea do Paysand n. SI,
livre e desembarazada de qnalquer onas : quem
se jalgar com direito dirija-se mesma.________
O Sr. Braz Fernandas Feij, subdito hespa-
nhol, deixou de ser criado d > abaixo assignado
pesde o dia 18 do corrente.
_______ Antonio Jos Ferreira Alves.
Precisa-se na ra estreita do Rotarlo n. SS
1* andar, de nma criada para tratar dos servicos
domsticos de urna senbora, paga-se bom salario
agradando. __
Ama.
Na praca da Independencia ns. I a 3 precisa-se^
de urna ama para andar com um menino.
Ana
Na loja de msreineiro da roa estreita do Rosa'
rio n. 28 se dir qoem precisa de urna ama.
COMPNHIA
TWU0SJJB1AIOS
RECIFE A OLINDA.
Compra-s dormeotea nra a
de sicapira, oiticica e cairo, e
deiras de coohecida duraclo, ^
comprimeoto 10 polegada, largan:
gadas, grossora 3 1/, pan
Ces recbese propostas me i
soperintendeDcia, de 6 horas
6 da tarde todos os das aa U
da Aurora.
Recife, 43 de Janeiro de 1871.
O
A.* ierra


Ama.
Precisa-se de ama ama que lave e engomme
com perfetclo : na roa dos Pires, taberna n. 64.
Jos Henrique da Sil va Gaimares precisa
de um bolieiro que seja de bom comportamento:
fallar na roa das Cruzes n. 38, 1" andar, daa 10
horas da manbaa s 2 da larde, e antes ou depois
no palacete do Mondego n. WT_________
Por-deliberaeSo da
Srs. accionistas de SI de
aado, e ordem da directoral,
oa mesmos Srs. a reooaieai
fevereiro prximo futuro ao
ci provisoria da roa dV
horas da manhla, afim de
forma dos estatutos.
Escriptorio da c
de 187
. Jbo
I
<

ompaahaa, 17 de
Alldflt,
Jo! Henrique da Silva Guimaraes declara
que despedio desde o dia 15 do corrente o sea
empregado Vicente, pelo que elle o dir.
O mesmo cima pede todas as pessoas de seu
conhecimento e que com elle teem transaccSes que
nada d?m em seu nome, teja a quem for^pelo qne
responsabi
Precisa-se de um caixeiro de li a 16 anuos
de idade, que tenha pratica Je taberna, que d
dador a Sua conaucu : na rna do llagel n. 8.

Um professor de ii
para ezereer as soas fui
U-se a leccionar em algr esflagis, fesv di m.
3uer de outro sexo, a cnmicMo : a
o pateado Caray n. 3.
Urna senbora hab*
cionar primeiras letras* rm
prometiendo esmerar-sa no
proftaalo : a tratar no Recite, rna 4 T
3 andar.
m
>juli. U.
*


Diario &%V*num* Quinta eira 19 de
7!
r
:- -
1!
^i
*
a araraesa do Va
NT fceJ!, ra
da Baria da Vlcto-
rta (oatr'ora ram
liara) a. V.
lo arnaaeaa do Ta-
par Francez, roa
do Bario da fleta-
rla (ontr'ora roa
Neta) n .
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
tq (.
Este estabelecimento acaba de reeeber pelos ultimo. vaporea aavto de vella ofacate da
Europa tedas as anas encommeodas do grande gortimento de festa, offerece ao publico em ra, por
procos resumidos o mal possivel, os artigas seguimos:
Ricos artigos de phanlasia necessarlos para toi-
lhetes e proprlos de presentes.
Jarros e bouque de porcelana para santa-
ros.
Registros de papel fino mni defleaflos.
Quadro6 promptos para collocar vistas.
Moldaras douradas para qualros. /
Estampas dd bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palas.
Carteiras para sotas e para dinheiro.
CaixiDha de msica de darse curda.
Pooteiras de espuma para'cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e da cores.
Bengalas de cana coro castoes de marflm.
Bitas de baleia, janeo e de mottas agilidades.
Pentes Anos de marflm para caspas.
Eseovas para (acto, para cabello e para denles.
Lonetas ou penclnez de praia dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de seo.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para linternas de pianos.
Cotos econmicos para velias de spermacete.
- Cordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
Objectos novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de janeo e de baleiis.
Lnvas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para lazer caf.
Globos de papel de cores para illumlnaco'es de
festas campestres. ,
Baldes de cores, de subir ao r fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e outros jogos alternaos.
Esterioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos on aecordions de todos os tamaitos
e novos modelos cora trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios lmannos, com diferen-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapinhas.
Presepios completo com todas as pecas e sorti-
mentos avulsos de flgurinbas, animaes, casas, jar-
dios, etc.
CALCADO
Botinas para seoboras^-duraque branco, preto
e de ouiras nanitas odre, escolbidas do ultimo gos-
to da-fiod*.
Bolinee para meninas igual gortimento.
Sanarla hos de salte para senboraduraqne pre-
io, branco e de cores, e de cauro de lastro.
Botana* para enancas, proprias de bapiisa-
dos.
Bolinas de diversas qoalidades para hornera.
Bous rnsaianas para montara, unto ioglezas
de eooro da Russia para viagem, como francezas
de Melier, beserro fino, para paselos.
Meias perneiras para meninos de 10 a 16 an-
uos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de ma-
deira, proprio* para anbos.
Sapatos de borracha para homens e senhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos, mal*
10 bons e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de pete, avelludados, Charlot, casi-
mira preta, de tranca portuguezes, para bomens,
senhoras e meninas.
I^AfiMACIA \NA
RIJA DO ]UQITE DE CAXIAS IV. Y
( Antiga roa do Queimado )
Acaba de ser reaberla a anliga pharmacia da roa' do Qneimido, pertenceBteao
Sr. Jos Alexandre Ribeiro, sob o litlo de Pbarmacia Americana.
Tendo sofrido grande modificacao esta pbarmacia ;cha-se boje mentada com
gosto e asseio, e esta certeza nos anima a convidar os Srs. mdicos, e o respeitavel
publico a viiiu-la. -
A mesma pbarmacia presla-se aviar qualquer receita que Urde da nooleEtbe
seja dirigida. ,
GRANDE SORTIMENTO BE MSICAS*
NO. "
SAI AO DE PIAMOS E Bfi WDSIC iS
Ana da Imperatrix n. 14 loja
de paHaerif e grande' ajfchestrt, pan banda
ite teirno #'f
Para flauta, clarinetta, rabees
militar e harmonio, tao proprio para este tepo festaa e paraf-iugmeatar'a slenni-
dade dos actos religiosos.
Todo pedido das provincias oaf doioterior serao-promptamante atteodidos.
Titnpnm^os
Eecifeao Apipucos.
Pede-se sos Srs. passageiros que venham
trocar as tabellas das prnida dos trens,
visto qoe fot supprimiiio o trem qoe parte
de Apipocs a 9.35 e doRecife a 10.30.
Escriptorio da compaobia, 16 de ianeiro
de 1871.
WiHiam Bcftvlinson.
Gerente.
Perfumaras.
Extractos finos, banbas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Cologoe em garrafas de crystal para
presentas, agua divina, agua florida, dentifriee la
vande, agua de loilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
sabonetes, tndo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coadray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lnvas de pellica brancasJouvio.
Espelhos-grandes deurados para salas, quartos
gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Jolas de ooro, brincos, iranselins, pulseiras,
notos de punbos, de abertura, correles e chaves
de relogio, tudo de ooro bom de le.
. Brincos de plaqu mflacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abctoaduras para cohetes e para punbos.
Albnns de velludo e marroqu' para retratos.
Mammadeiras de /idro para enancas.
Caiilnhas de costura, novos modelos com mn-
lica,- proprias para presentes.
?uadrinhos dourados para retratos,
oncas e sapaiinhos de lia para criancas.
Capeiias para Ooivas e para pastoras de pre-
epios
Caixinhas com vidros de augraeiio para ver-
te em ponto grande a photograpnia dos retratos.
Pos de vidro para pianos.
Thesonrinhas para eos ura e unhas.
Boieinhaa de seda e de velndo.
Cestinhas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cosos d'arame pratiado para frats e pao a
mesa.
Attenpo
Todos os artigos mencionados oeste annuncio
vendem-se muito baratos, nao s pelos abatimen-
tos obtidos dos fabricantes em atienco as gran-
des e repetidas compras, como pelo bom systema
de vender muito anda mesmo com diminutsimo
lacro.
8

$*p>*
lis-I,
1 *& ti
i g MO DE OURO
Nova loja de joias
N.9 A.
BA D01CABUGA'
H DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
ba le'abri-se este estabelecimento de joias, o qaal tem grande sorti- S
de todas as joias de ultimo gosto, as qoaes vender o mais barato pos-
sero garantidas ouro de lei, pels os seos donos tendo em
freguezia nio olvidarlo, vender bom e por presos es mais
vir a este eslabelecimenlo, corto de qao ficar
LOJA DO PAPAGAIO
RA DA IMPERATR12 N. 40
Esquina do beco dos Ferreiros
DE
MENDES ft CARVALHO.
Os novos proprietarios deste bem coahecido estabelecimento faiem scienie ao respeitavel
publico desta cidade e fura della, e com espeeialidade as Exmas. familias da capital, amigas da eco-
noma domestica, que este estabelecimento se acha as melhores condicoes de poder servir bem a
qnem o procurar, e por menos preco que qualquer ootro, e para isso sejacha bem montado com
um grande, bonito e elegante sorlimento de fazendas de lia, seda, linho e algedio, todas modernas
e ltimamente chegadas.
Os proprietarios limiam-se a vender pelo costo, ganbando e descont, e s se vende a di-
nheiro ou 60 dias, a quem nos convier.
COLLEGIU
DE'
S. Francisco de Paula
TRAVESS* DAS BARREIRAS N. 3
(Cidade do Recite)
DIRICIDO PKLO BACHARBX
FRANCISCO JOS" RABELLO.
Estao abenas as aulas deste. estabelecimento,
ende confina a reeeber-se alumnos internos, meios
pensionistas e externos.
0*benigoo aoolhiroeolo, que no anuo (Indo rece-
ben do Ilustrado publico pernambucane, animon
sobre maneira o director deste estabelecimento,
que por iss-o mesmo procurar corresponder por
todoa modos a conllanca daquelles que o honra
rem Ihe comraettendo a educacao de seos fllho.
C.
Os abaixo asignados fareui scienie, ao res-
peitavel publico eeom ospecialidade ao corpo com-
mercial, -que deram sojledade era soa loja, sita
a ra do Duqne de Casias n. 98, aos seus cai
xeiros Albino Domingos Moreira e Rodrigo Lopes
de Oliveira.
Rife, 11 de Janeiro de 1871.
'______ Ferreira GuimarSes & C.
CASA
Chapeos de sol de seda de 81" at 20.
Ditos de merino e alpaca de 3*500 a 5*000.
Poupelinas de laa e seda, e de linbo e seda.
Alpacas de cores de laa, e de seda.
Sultanas para vestidos.
Lias de listra de seda.
Gurgnres de laa.
Poil de cbevre de differentes qoalidades e ges-
tos.
Barejes meseladas e de listras de seda.
Alpacas lisas de todas as cores.
Alpacas trancadas (Ivenees).
Alpacas de flores..
Laas escocezss de quadros largos.
Las lisas de todas as cores.
Alpacas brancas, lavradas e de cordio.
Cambraias brancas, tapadas e transparentes, io-
glezas e snissas, da largura de larlatana.
Cambraias de cores graudas e miadas, a todo
preco.
Meiim da India de duas qualidades.
Cambraia para saias, bordadas e com pregas.
Cassas indianas, flnisslmzs.
Cassa lisa de differentes qualidades.
Cassas de quadro e adamascada para cortina-
do.
Fil de linho Use e de salpico branco e preto.
Tarlatanas de core?, as mais bonita.
Toalhas de linho e de algodo de 500 rs. para
cima.
Guardanapos de linho de 2*000 a duzia para
eima.
Colchas de fustao branco de differentes tama-
nhos.
Ditas de fustao de cor com franjas.
Cobertores de lia finos com listras largas.
Ditos brancos e encarnados.
Ditos brancos de algnao.
Cuberas de chita chineza.
Ditas de chita encarnada adamascada.
Bramantes de linho e algodio de differentes
precos.
Atoalhados de linho e algodio trancado e ada-
mascado de diversos precos.
Pannos de linho e de Hsmburgo.
Silecias de linho e bretanbas
Franellas lisas e de quadros de todas as cores.
Mussulinas e hrilhantinas brancas.
Fustdes de cores para vestidos.
Pannos da costa para cobrir misas.
Ditos de quadros, encarnado e largo.
Sargelios francezes e inglezes de todas as cores.
Camisinbas bordadas de cambraias transparen-
tes.
Lencos bancos, cbinezes, de canbraia, de linho,
de esguiao e de bretanha, havendo maita diver-
sidade em quaildades, gustas e precos.
Ditos bordados, branco e finos.
Ditos de seda de cor, para homens e senhoras.
Peitos para camisas, ha de algodio e de linho.
lisos, bordados e de pregas para todo o preco.
Grvalas, completo gortimento, preta e de co-
res, ce seda e setlm com mola, e brancas borda-
das.
Grosdenaple preto e branco.
Setins de cores.
Espartilbos de linho Anos e baratos.
Esguiao de linho e de algodo.
Lavas de seda, branets e de ce res e de algedio
Ce res de colele de gurgurae de seda.
Vestuarios de fustao branco e de cores para
meninos de i, 3 e 4 anuos.
Furrios de seda elsticos.
Chales de ehita, de meiim e de merino liso.
Ditas estampidos de 4 at 10/.
Cpelas para noivas e veos de blonde.
Casaquinbos de seda dos mais modernos e ri-
camente enfeilados.
Chales de merino, pretos bordados e lisos com
vidrilhos.
Tapetes aveludados de diversos tamanhos, tanto
para porta como para soff.
Cortes de cassa bordada e de salpico.
Ditos de fil liso muito baratos.
BaMJes de mussulina branca e de lia de cores
com anqomha.
Redes de panno proprio, para dormir.
Organdye brancos e de cores.
Punhos de linho e colariohos bordados e lisos,
de linbo e de algodio.
Camisas brancas, francezas e inglezas, de linho
e algodio, com peito liso de pregas, e bordadas.
Lona para camas, parda e branca.
Pecas de algodiosinho de 2*800 o 6*.
Algodio infestado, liso e trancado.
Madapoles de 24 jardas, de 4*500 at 10*000
a peca.
Ditos francezes muito largos de 34 e 45 varas
cada peca. '
Retalhos de chitas, lias e cambraias, que se
vendem por preco barato.
Chitas de 2u rs. at as mais finas que ha no
mercado. .
Briqs pardos e de cores, lisos, trancados e de
listras.
Bros brancos de linbo do mais barato at o
mais superior.
FosMJi rancos e de cores para roupas.
Mermo" prtto,' verfo, trancado e dexordao.
Merino verio azul.
Bombazinas, prineezas, cantio, liazinhas, cas-
sas pretas, chitas, alpacas pretas e pintadas, ten-
do um grande sorlimento de fazendas de todas as
qualidades que sao procuradas para lato.
Roupas fetas na loja do
papagaio.
Um magnifico sortimento de roupas feitas de
todas as qnalidades tanto para bomem eomo para
menino, um bonito sortimento de casemiras de
quadros de listras e lisas proprias para calcas,
paletots e coletos, corles de gurgurao de seda
para coletes, pretos e de cores, pannos pretos,
azus, cor de cal e casemiras.
Paletots de casemira de cores, pretos, zoes,
edr de caf, alpacas pretas e de core-, de brim
branco, brim pardo, gangas, brins de cores, etc.
Coletes de*casemira e de todas as qoalidades.
Calcas, ha tao variado sortimento, que de
qualquer fazenda propr.a se achara feitas, e por
precos commodos.
Sobrecasacos de panno fino de 15* al 40*.
Seroolas francezas de linho e de algodio.
Baetas proprias para banhos, de todas as cores.
Estamenha a 160 rs. o covado, muito larga.
Roupa por medida na
papagaio.
Mandase fazer qualquer qnalidade de roupa,
com presteza e esmero, tanto para homens como
para meninos, por menos preco que qualquer
outra offleina. qoe para isso o estabelecimento
acha-se munido de um bom mestre alfaiate e
acflntecendo a obra nao fiear i gosto dos Trege-
les recabir a responsabilidade sobre os propi-
etarios.
Dio-se ai amostras a quem as exigir, ou man-
dam-se levar pelos eaixeiros.
Acha-se aborta das 6 horas da manbia as 9 da
noute.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 30,
a roa do Bario da Victoria (outr'ora nova) Ira-
lar na loj do mesmo._______
D-se 700* a premio >obre hypotheca : na
ra dos Coelhos n. 4.
- A
loja do
IMPERIAL INSTITUTO
D
IS. 10 BOM CONSELHO.
DIRIGIDO PELO BACHAREL
Antonio Columbano Serfico de Assis
Carvalho.
No da 9 do correte mez.ter logar a abertura das anlas de nstracc3o
primaria e secundaria deste Instituto.
INSTRCCAO PRIMARIA!
Ra do Commercio n,-5
(Recife)
Jos Francisco Ribeiro de Soma.'prufessor particular de iostroccao primaria,
scientifica aos Ilustres pais de seus discpulos e a quem roals possa interessr, que a
abertura db sua aula tera lugar no dia 9 de Janeiro de 1871 "prximo futuro, na
casa onde mesma fuocciona ha -tres anoos, na ra do Commercio n. 5.
Tem resolvido admiitir e determinado numero de alumnos, os
qoaes serio leccionados por habis professoree.
A ula comear em todos os dias otis as 9 boras da manliaa e terminar as
duas horas da tarde, .
~ Pede eomo e. de examinarem o aeeeio, ordem,
[jutth res.
D. Emilia Julia Pires Ferreira da Costa por si,
por seas lilhos e genros agradecen) as pessoas,
que lhe flzeram o favor de comparecer no cemi-
terio para acompanbarem ao ultimo jazigo o ca-
dver de sea marido Beato Jos da Costa e roga -
Ihes, assim como a todos os mais prenles e ami-
gos, qoe venbam ouvir a missa do stimo dia que
se ba de celebrar na matriz da Boa-vista as 7 ho-
ras da raanhaa do dia sexta-feira 20 do correte
mez, e desde j Ihes agradece mais esta prova de
amizade.
^sKasiaBiaBHHBHBKisavBiH^nBaiawflBL^
Precisa-se de aro am -c.eiie : u* .-a* -Jirn*
n. 7, 2*andai.
CASA
, Alaga se a casa de (obrado n. 20 era Santo A-
maro, aqual tem excellentes commodos para gran
de familia, e se acha prorapta cera as seguintes
commodidades : pintada ha pooco tempo, gat e
agua encanada, bem como tambem cano de esgo-
to : os preleodentes pndem dirigir-se na da
Aurora n. 24, ou ra Nova o. 22, que acharo
com qnem tratar.
% Alerta rapazeada,
Hoje levaota-se a bandeira de S. Sebastiao, na
villa do Cabo, ser com toda pompa este seto,
como consta do annuncio, e por isso fleai preve-
nidos que tambem ser aberto hoje um restauran!
na ruu da Matriz da mesma villa (hoje roa do
Doque de Caxias) onde encontrareis bons peliscos,
melhores bebidas, (algumas geladas) e o freseo sor-
vete. Este estabelecimento acha-se collecado ba
pouca distancia da matriz, em urna grande e fres-
ca casa, onde ba quartos para alagar. No dia da
fesla (29) haver mais um grande e fresco barra-
dlo dentro do quintal da mesma casa com grande
mesa. A casa se distinguir das demais pelo em-
bandeiramenio que conservar oa porta.
Previne se ao Sr. tbesooreiro das loteras da
provincia qoe nao pague o bilhete inleiro n. 439
da lotera 179 n. que se tem de extrahlr a 20 do
correte por ter o abaixo assignado -sen legitimo
dono perdido-o.
Miguel Goncalves da Luz.
Precisa-se de urna ama para casa de fami-
lia : na ra estrella do Rosario o, 11.
COMPRAS.
Chumbo e estanho
velho. v
porefes ;
Comprase em grandes e pequeas
ra Novan. 11.
na
azeite de coco em qualquer quantidada : no ar-
mazem da Companbia Peroambucana, no Forte do
Mattos.
Compra-se ama casa terrea que seja grande
e que tenha bom quintal, sen lo o solo proprio, oa
freguez a da Boa vista oa Santo Antonio : a tra-
tar no armatem da ra do Imperador n. 18, com
Jes Herculano de A. Seixas, das 8 as 4 horas da
tarde.
Ciropra-se urna casa terrea que nio seja
grande, na freguezia da .Boa vista, co de Santo
Antonio : i tratar oa ra do Cotovello n. 17.
V1NDAS.
LA PLATA.
Gas da melhor qnalidade a 7S00.
Farlnha de mandioca propria de mesa a 6/000
o acco.
Dita de milho a 6000, cera o peso de 100 li-
bras cada sacca.
Queljos flamengos do ultimo vapor a 2800.
Biscoutos em caixinhas de conflguracdes diver-
sas proprias para festas as criancas.
Velas stearinas a 640 rs. a libra.
Chocolate de U a 1*800 a libra.
Especial mantaiga ingleza e franceza.
Horialices para sopas denominadas Jlienne, qne
snbstitue perieitamente as mais frescas ervas.
A verdadeira farinba americana vinda de coma
propria a 320 rs. o maco de urna libra.
Bolaehinbas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Queijo da Ilha especial a 880 rs. a libra, e mui-
tos outros gneros que se encontr.m por precos
razoaveis e de 1* qualidade : na ra do Duque
de Caxias n. 42, armazera de
MARMORE
VEIE-K
o hotel central,-sito no povoado dos Montes, esla-
cio de Una, roa da Cuncordia n. 10, e o motivo
de se vender e porqu; o dono quer mudar de
precedente : a tratar na ra Direila n. 1, ou com
o dono no mesmo holi-l.______________________
Agua de Seltz natu-
Imper.itrs!
M
JOAQUIM BEZERRA PESS'A eV
Os proprietarios detle dov.
fazendas. vrm de novo putttiftu m> i
publico, e oem e-pecialliade aos apreC
bom e barato, qoe nesta data tea
uliimos paqneles da Eorapa. na wplfie i _
me-ito de fazendas. P>prcialmefte para ^su-
resmi ; eomo bem sejam grosdenaple atetea, sor-
limento completo para iodo* arefoi; bmrm-
qo/s pretoa, fasooda nieiranarM* aova e aradlo
barata ; bombazinas ; lias pretas lisa* ; Mfia da
China, e militas ouiras farrean praprla para -
lo flm a precos mdicos; alia de ate crean M
eslabelecimenlo e aparar dwtwlr11
K para afntad Vfmtlt
E" para esta testa que a Klor a aves laiahia
grande quantidade de alpakas lavraaa* lea* a
todas as cores, precos o qoalidaaa MJt rs,
600 e 1 00 o aovado para acatar.
Lindissimo e besa aecolbiaa aaraawaae a ate
de vanados gr sios. admiraos precoa a fiata da h-
zenda-200, 300, 400 e 500 f. o eovaa, aa Fiar
da moda, roa da lmneralru n. 13 A.
Quem gosu de eachioas 44 e 5JM0 vi rea
da Imperatriz n. 13 A, qoe eacaarrar aa feata* aa
cores; e lambem camisiabas araacaa a a cares
para sonhora ; manguitos, Miaba-, paalaa, aa
irals modernas gravuiinks a diamee aaaiaaa a
cores lindas ; lodo barato para acabar.
A Flor da moda tambem venda para
Iheiros os mais modernos colrriaboi,
grvalas finas e mantas com bfut
modernas; todo barato e mero vitar i
veri
Chapeos de sol inglezas de teda a alpaka A |.ti
e 18/006 ; ditos de feltro de diversna asearlas;
cambraias brancas de das as qoaldaaV, traaa-
parentes e rapadas para 3#, i#, 5#, a. 7# aa*
104 peca com 10 jardas; al
crotones e ouiras qoalidades ; madapolaea a
ddes, e outros mnilos object qoe seria
mencionar.
Viva a fu lia A F; r da Moda
Do Carnaval O perfuai* exbata
Nio larda e da Veih.m. trtfmnm,
Delle ebegar. Yealtam nsiu-ta.
. Para earataval f
Lindas fazendas para vestuario*, a aa
estabelecimento encontrarao ne vestnarm m
tos venda e para fe alngarein ; dao-sa a
tras de todas as fazendas e rcaadant-se Irvar a
casas das Exmas. familias que nci nbiaaaiaiisa
com seus pedidos, para e qne temo* asa pasaeal
habilitado para esle Dm.
O estabelecimento acha-se aberto das f aa 9 at-
rs d noile, as ordena do respeiiavl pobbeo.
N. i:3 A RA DA IMPERATRIZ N. 13 A
CHARUTOS
DE
- Cbegoo nova remessa pelo ultimo vapor
rano, rna da Cruz n. 55.
Attenijo
Vcnde-se o botel da roa da Sfruala aova a. IC :
quera o pretender dinja-se ao mrsato, aa* achara
com quem tratar.
Farlnha de asila ( albarlu
Vende-se boa farinha de Saeta Catbariaa, aaaa-
cada : para tratar no escriptorio de Jos* Vieran
no de Rezende & C, roa do Marques 4t Obrada.
outr'ra da Cadeia o. 51________________
ATTENCAO
Vende-so as casas segointes ana Afcpaaa, ato
por querer o actual propietario retirarse para
fra :
Roa da Paz ns. 30, 30 a. 30;b, 30 c, e i.
Roa de Motocolomb n. 51.
Ra de S. Miguel n. 31.
A tratar na rna larga do Ro*Jrk< a. 25.
Popelinas baratas
na loja da Tnrqoera, /tia do Baria da Victoria
n. 9 (antiga i ua nova)
Alpacs e lils baratos
na laja da Turqoea roa do Bario da Victoria
n. 9, (antiga rna nova)
Saias bordadas
Completo sortimento, na lja da Tnrejoaza, roa
do Bario da Victoria n. 9, (aoliga rna aova)
Corpinhos
De combraias de apurado costo, na loja da Ter-
queza, ra do Birio da Victoria a. 9 (aatiga tu
nevaf.

TRIMPHO
DA
Boa-Vista
N. 20-RA DA IMPERATItlZN. 20
FAMA & LIMA
Esta 1'ja de imadas anas tem ceahe
respeitavel publico por sen ^veraa de
sem que ouiros postara cumpcr eos preco*.
ba de receber ricos cortes de ves de
bordados Ongiudo roupdes, variado i
basquinas de serla, grosdenaple arela, i
de seda, ditas de lia, variadissitco -ortMaeto da
alpacas lavradas, lisas e ontras qnalidade*, cam-
braias brancas bordadas para vestidas, cseas da
salpicos de cor, organdy branco e de crea, tem-
pleto sortimento de laaziobaj de caras grande
variedade em chitas, madapoldn e algasataba,
bramante de linho para lencdes, pean traacad
proprio para toalba de mesa, grotdeaaass acato
a I810 o covado, corpinhos e camisiabas borda-
das a 35500 e 4/000, toalbas felpudas a MUS
a duzia, madapolo lino proprio para sala a t#
a peca, algodiosinho largo proprio para leaces
a G e 6*500, chitas finas a 280 e 3, a ate-
simas a 380 e 400 rs. o covado, colzas da stete
branco para cama a 6f, pecas da rasanraia Vic-
toria fina a 5#, finissima a MOOO e tJtUS; raasai
eomo muios artigos qne nio ~
o mais barato possivel.
Cal de Lisboa
Vende Manoel Joaqniaa
escadinha n. 3, por menos qne
parte.
Lencos de labyrintho.
Veade-se na rna da Cantes do BaaMa a. 7. em
casa de Chalaca & Neves, boaitoa toacas da laby-
rinlho feitos no Araratv.

ba
AttenpaS
Vende-se dons sitias aa Murada swa
ao Sr. Jeronvmo de
adlante do sobrado gran to. toado aaf $
ontro com una boa eaaa df vi venda a
a tratar nos masaos, oa para
veasa do Dnqne de Caxias (aadga travaaa
Queimado) n. 9._________________________
Bazar universal

Rata NTa
Acaba de chegar a este eslibeiaclatoato asa n-
quissimo SQriimeniO do* ; ejninies artiffos : traaa-
parentes de madeira com r is^gens aimpto* para.
portas e j.ncllas) ven-sia.is i
camas de f .innos e i
grande e variado si rtiotent. Je ai
tura de todos os autores, ditas paca lavar
ditas para fazer manleiga, ditas pan tazar eal,-
dilas para moer is para desearocar ala* -
dao ; bem eomo outros tnitos artigos qoe des*-
rio agradar a todas aa pessoas one vieren vi
il se arka aberto desde
as 6 I
V
t**:
iJe-te na-ra da Cruz n. 50, 1* andar.


#
Hf&r
*
#

w e Mh
GRJ
60-RUA DA IMP1MTMZ-60
DE
PE 11.114 Di SILVA & C
inorado gosto
Neste imx rante eslaboleuieBto oncntrar o respitavel publico, am grande e variado sortimento de azendas do maisj qualauer rt,
to e (odas de primaira necee sidade, que te vendam mais barata do queJem otftra-qualqar palft$j'lffifo W^^c? r -sfeei.
sua elegancia e
acaba de receber
ipeitosamenle convida
mprarginxmil-
tnistlq i 9SUfc*omirB :iwse!h'idov' t8 de quel
-lanaarem a ffisma loja, logo nueDrecisem, tfe
ualquerartigo porpcqnepo'qft'SHa
.pianos, cama, portas; etc. vende-se por
meaos do que em oatra qualquer parte.
ROUPAS PARA HOMNS
Wo acoredliado &a:ar do Pavio encontra-
ra o respeikvel publico om grande sorti-
caeolo de roupas para horneas tanto bran-
cas como de oncea, a saber:
Camisas cine peitos d'algodao e de linho,
para lodos os precos e qua'idades.
Cerollas de lindo e algodo.
Meias cortas francezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brimbraoco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, tom
salletes iguaes
De todas estas ronpas ha para todos os
precos e qualidades, e tem de mais mais
am perito
ALFA1ATE
Por quem se manda fazer com prestesa
e aceio qualquer pec de obra a capricho
oa gosto do fregucz, teodo n'este importao-
te estabeiecimento todas as qoalidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras,assim como os melhores bros,
qnr brancos, qur de cor;- e quan lo qual-
quer obra nao ficar inleiramette ao gosto
dos fregnezes fica por conta do estabeieci-
mento
FUSILES DE COR E BRANCOS
Vendeoi-se banitos fastdes brancas e de
cores, proprios para vestidos e roapas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe*
chincha, no Bazar do PavSo raa da Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 res,
a 200 rete.
Vondem-ae chitas largas com mnito bons
pannos e cores fixas, pelo barato preco de
200 is o covado ; cortes das mesmas com
10 covados a 2d0iM), pecbincha, no Bazar
io Pavio.
AS CASS.\S DO PAVO
Covado 200 ris.
a 200 res,
a 200 ris,
endem-se bonitas cissas de cores miu-
dinbas pelo barato preco de 200 ris o ca-
vado, no armaaem do Pavo .{ roa da Im-
peratriz o 60.
PANNOS PARA SAIAS A 1/000, O METRO.
No Bazar do Pavao veode-se bonita fa-
xeoda branca encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de um lado, dando
a lardara da fazeada o compri nento da
saia, a qaal se pode fazer com 3 ou 3 i \i
metros e vende-se a 14, 15280 e 1(5800;
ts :nent > se vende bonitjs saias brancas bor-
dadas, ten lo qaatro pannos cada ama, ditas
:e 13a de cdres ja promptas, amas com
r.arYasdifferentS da mesma fazenda 45000,
e ouiras com barras bordadas 65-e 75001',
>. d isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, na roa da
aiperatriz n. ti). Bazar do Pavo.
ARLATANASLI9TRADAS CORTE A 65500
Cbegou para o Bazar do Pavao um bonito
sortimento de tarlatanas listradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita puantasia, e liquida-se
cada corte a 65500, pechincha ; na roa
era Imperatriz n. 60.
1
tas de san-
tos socios desta firma, adoptaram systema de s vender) D1NHEIR0 \ para podeem vender pelo costo, limitando-se apenas ^
as nessoas que negocia* em pequea etca'afc efa Joja e arae poderlo"fazer os leonrfiniralos S u"",",u' u,liobnM*
'"^mMxIrh^ir&nbs^ sardas.
A Nova Esperanca'eftfeheae'r^te-!i*s.
Jf m TetWtfe^oabeHlps.
Tem aHova Espenmcx i Terdadetra thm lu->
a Hlres#r a pelleeaformozia-la.
raa Duque de Cauas n. 63,
na branca de Lais.
Perfumaras
conhecido
i ganbarem o descont
ek neuDM prepos-que ct.mpram oas casas inglezas, (imporudoUsj 1 |afak aior comnoillilaa^ jdafc 'tias^Ei
tmoetras de todas aw -fnendas, oo loes lenm em seas casas paat escr.lberen. r\ i u \xa 3 IL A
fAFWES V ROSBENAPLE&.PiRE?Xr -
CbegOQ para o Bazar do PavSo o mais Chegoa para o Baor dvft^lo-Bm grirt-
slgantesortimeat'de tapetes grandes, pa- de sortimento dos meUiori^ntteoaples
ra sofs, com A cadeiras, ditos mais peque- pretos qne tem vindo ao mercado, que se
nos, para oss cadeiras, ditos para vendem de 15600 at 55000 o covado ;
85o todoa mnito em conta.
ESPARTILHO.
No Bazar do Pavao recebeo-s* om eiegan- o..- A ImnmKtntefi
te sortimento dos mais modernos memo- nm wfc
ZSfStSS^nmAm pw mo lindaba" nS!S%&
PANNOS DE CROCH PAM CADEttA/S A 80(Wj
O Bazar do Pavio reoebeu om grande Ghegon nm elegante sortl
soriimeato dos melhores pannos de roch iahas do JaP5- com padroes de sed
proprios para cadeiras de bala?o son, mn,l boa qnal'dade. que
piaaos, tamboretes e at pr oprios paraca-5 U oxp
brir almofadas e prates;

\vi Miiwmh
do Lisboa a Nova Eatwond :DM
Qneunado n. 8, onde sempre achario abundancia em
Deprecse o
lea dito
rde
veodende-se twr
menos do que em qualquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do Pavee veode-se -anterior
bramante d'algoda'o coui 10 palmos de lar-
gura a 15800 ofmbtro, dito de linho com a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
dslinhodoportocom3 1/2 palmos de largura
de 720 al 15 a vara, asim como umg ande
sortimento de H--mburgo oja creg^jena? ie
todos os nmeros, preces, ou qwlidades,
qne se vendem mais barato do que em oa-
tra qnslquer part ; aprMeiteoa-
ATOALHADOS
No Bazar d Pavao vode-fe superior
atoalhadp trancado, amftpaQo.i de largu-
ra a 15600 o metro, dito-ilelmao adamas-
cado o melhor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; tudo isto mrrito barato.
FAZENt>AS PARA LUTO
No Bazar do Pavo ve>de-se constante-
mente o melhor sortimento de azondas
pretas para luto, como sejam :
L3asinbas ; retas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, francezas e inglezas,-lisas]
e com salpicos
Chitas pretas de todas ai qaaiidadas.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, canto's, b^mbazinas, que s
vendem mais barat) do quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do PavSo -vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pura lia, pelo bara-
to preco .te 65000 cada am
r-EHICNCHA EM CA1BRAIAS' VICTORIAS, A 55,
65, 75 85000.
Vende-se um esplend Jo sortimento de
fioissimas cambraias victorias, por preeo
mais baratas do que eai utra qualquer
parte, lendo cada peca 10 jardas a 55, -65,
65500 e 75000, fioissimas a 85500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e liqaidam-se por ste preco em relacSo a
orna grande compra que se fez co Bazar
do Pavao.
BABAD1NH)S
No Bazar do Pavao veBde-se ora grande
sortimento dos mais fiaos babadinbos borda-
dos tapados e transparente?, assim como
urna grande porcSo de entr<>meio* largos e
estreitos, que para acabar se vende mnito
em conta e mais barato do que em oatra
qualquer parte.
SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se am sortimen-
to completo dos melhores setios e grosde-
oaples de todas as cores, qne se vendem
muito em conta.
CASEMHtAS A 75060"
,rendem-se cortes de casemira ingleza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais diaheiro e liquida-se a 7,5000
o corte de calca, no.Bajar do Pavf r> a ra
da Imperatriz n. 60.
e do mais
inglez
Caxias}
fabricante,
4tf
e com liatrinhas
fazenda (juas^d^lar^rjLajfchia francae-,
za e vendewperobarti? '{fcecfPde 450^
pxfMT-;
por -sua l
cara aquellos cuja importancia
bem seja :
Corpinhos de ca
enfeitados com fitas
caja nevidade de mi
nos os tornam api
Leqoea Imim objecto moito se poderte iJndpMvasos com pos da arrea a pmaal
dizer qnerendo descreylos wk&Uit I CaBOKMlom ditos aromatcoa.
por anas qnadades, coree e desenhos, tal Bonitos e modernos pentes dodradoa ps
a a graade evacado ortiraentt> qtw aba- r dredlar e**aa-.
daehaaii.TB^pirtnlloiilass-a'r o-prttto- onitobrti
dente se Iba apresentar a qne poder de
melhor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
empowbranco eprato^frdrsaa qna-
lidades e asesos.
DitoitadjMl com fMr>t
Veos de para di^tei
Meias de saa para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Goatames on omformes para meDinos.
Enxovaes completos para baptiaados.
fbMf)cana Dataavae Caxias n. (
cada covado, no Bazar do Pa -5o.
AS rOUPELlWA* DOif AVjAO^A 25QO0, OXWADO.
Chejgrpara a Blzar fj Vajiaiam |o-
gito rfiaeHo aasinais/ nj) r#i p le-
gantes potrpeiiiaff de linno seda, qj&e.se
vendem pelo baratissm preco de 2^000
cada um covado, assim como ditas com
gOtMascasaetesa 25400, peehiucba no
Bazrr do Pavao.
sedas a^25000 .;
Chegou ua elegante sortimento de boni-
tas sedar de 1 i tria lias, com ^as cores ais no
vas qua tem vin lo ao mercado e vedem-se
a 25000 o covado, na rna da Imperatriz
Baear do PcHio.
CRETONE FORTE A 25000 O METRO.
S no Bazar do Pav5o.
Cbegou o verdadeiro cretcne francez pro-
priopara lencoes tendo 10 pa'mos de lar*
gura, e muito encorpado, seodo p*eci pe-
nas para cada lencol 1 */* ou 1 lf metros, alm
(Testa applicac'io tambem esta larga e eo-
corpada fazenda propria para toalhas, saias
ceroalas, etc. e liquda-se pelo barate pre-
co de 25000' cada metro.
CASEMIRAS ~A 25500 CADA COVlDO
No Batir do jPavao venderse wa gmnde
sortimento de bonitas casemiras d orna 5
cor, sendo asuT, lirio, mesefada, senda de
duas largura?, propries para.calcas, palitos,
e roupas para menino, e vendam-se pelo
barato pre?o de 25O0 o corado, i raa da
imperatriz n. 60.
BONITAS LAS1NHAS A 500 RS. 0 COVADO,
Veude-se delicadas lasiobas com di Efe-
rentes gosto pelo barato preco da 500 rs.
o covado, no Bazar do PavSo.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de' fiois-
simas alpacas brancas lavradas, imkacao
de aeda, proprtes para vestidos da baite ou
casamentos no- Bamr do Pa^3o.
ALPAGA* LAVRADAS A P0^66 BVty.RS.
Vende-se um grande sortimento de linr
das alpacas lavradas de todas as cor-es para
vestidos e vendeni-se a 400, 550 e 640
e al mil e tantos res o covado, no Bazar
do Paio.
BAREBEB DE QCADMNH08 A 666 K8. 0 COTADO
Veode-se as mais lindas e modaroaa la-
siobas oa bareges de quadrnbos,,prapyios
para vestidos, lendo qaas'i largura dfrobHa
frsnceza. e liqaida-se a 640 rs. o caado,
no B^zar do PavSo.
MERINOS SE CORES P.ARA VESTTOOS.
Vende-se bonitos merinos de amas-
cor com cores omito proprios para vestido
e roupas para creancas por ser orna fazen-
da de para la e muito leve, vende-se a 15
o covado, no Bazar do Pavio.
VdWfew
JNovVpeTW^**f,i-afe de Caxias n.
.63, receben um lindo sortimento de lia para bor-
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, pre-
tayeKarlatfetefefe. jai ella artesqfe Ib acabe i
Ace,itiirreirs.
;,.A Koiia Esperaoca vende pape) para cigarros
(Mais) i'40 a caixinba barato 1
MGHN4S PAH4
c
Acabad de ehegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, ra Nova n. 22carneiro
viannaora completo sortimento de ma-
chinas para costura, dos autores mais co-
nnecidqs, as quaes esto era eiposica no
mesmo Bazar, garantindos-e 'stia boa qna-
lidade, o tambem ensina-.se com perfeicSo
a todos os compradores. Estas machinas
sao iguaes no sen trabalho ao de 30 costu-
raras diariamente, e a sua perfei$fo tal
como da toefaor costurara de Pars. Apre-
senum-se trabahos execulados : pelas mes-
mas, que mnito devem agradar aos preten
denles
Adfirecos e
Aspas tfaraNBo.
rtovo liteYeoscopds ce* <
qaaes ata mondas por am
aam sobatitawaa as atiaa.
Vrttts^afaiietiJattqBdi.
Bonitas calirnbasfe^liflrc
pedral.
Ditas de nMdaJra'iaivaieiaatfcaaii|ii
ras -e com domiaos,
, .BoUaaoaboWa^p^i.bto^^
TooquiBbas da fil, sapatuabas bardados enancas. .
e meis para ditas. 'n Diversarabjeetosa-awwalaiia* ptaprl
?ara dftos. 'para enfr.ites domes e da.taphftaa.
WliVl
Caneros e gaz eco-
nmico
Acaba de ehegar oova remessa dos lio deeeja-
dos candieiros todo de porcotana os quae< muito
se acoinoK-dam pela seguTapija, ccio ee^onomia,
e anda pela excellente loz pre/erivel mil ve^es ao
kerosene: venharn" antes que se acaben, nnico
deposito da ra larga do Rosario n. 3, botica.
Basar, do Pavao sito a ra da Imperatriz u. 60, esta1 constotewnt aberto
das 6 horas da manhaa as 9 da nonte.
Vende-se
Pos de roseiras de varias qoalidades,
assim como de sapoti, abaeate, tigueiras,
laranja cravo, e pinheira, por preco rasoa-
vel: a4ratar na B6a-Vista a ra do Visconde
de Goyanna n. 31 (oatr'ora do Mondego.
ou aluga-se os aroiazens, casas e terrenos no fltn
da ra da praia nova de Santa Bita, que foram do
Sr. tenente corenol Franca, cora especo eediflea-
r-oes proprias para se estabelecer qualquer fabri-
ca com embarque e desembarque para o mar : a
indar com o commendador Tasso.
Os acredita-
dos cyliadros
para padaria; i
venda no aina-
zem da travessa
do Corpo Santo
n. 25.
GAZ SAZ GAZ
aegou ao anttf o deposito da Henry Forsttr A
'-, raa do imperador, om earrafamento i* cu
> primeira quaJiUade; o qtul se vende m partiM
a retalho por menos proco do qu em ootrqu)>
iur parta.
Vende-se orna casa de taipa as Areias, es-
trada de JaboaiaV, pnneipicr, lado esiuTdo :
tratar oa roa de S. Bom lems das Creoula*-n. 11.
Rival sem segando
RA DO DUQUE DE CAXIAS N. 49
Estou di8pQSto a continuar a vender todas
as miodezas pelos baratissimos precos abai
\ alhas moito finas para rnzer
barba a....................
Caixa de linba bran do gaz a..
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas.......................
Caixas com pennas d'aco de Perry
superiores...............,
Lencos de casaa brancos e pinta-
dosa.............:........
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ...
Caixas com 50 novellos
do,gaz a.....
Dozias de meias croas superior
qaalidadea.......
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1^3001.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largara com fO varas* a.
Pecas de tranca lisas, brancas e
de cdres a.......
Duzia de" linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias croas para ma,"
nos diversos tamanhos a. ,
Dozias de meias brancas moito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapete a. .
Duzias de baralbos para vultarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartoes com colxetes carreras a
Aootoaduras para collete diversas
qua lidades......
Caixas com peona de ac moito
boa de 320 a. .'. ; .
Caixas com superiores obreias a.
,5000
500
800
JoaqiiimEodj^ues Ta-
rares de MbM
TBM PARA VKNBBR
? era seu escriptorit, praija do Carpo Sarte-
Y a. 17 : -
Fumo em folha
de e a* qnalldade, e vende om oo mais
S lardos a tontada dos coniprtdf
400
JEf!: gar8Dlind0 tud0 b0fn Pr- O"" de agnlhV para machina a.*
eos admirados.
Dazias de palitos seguranca a___
Duzia de palitos segoranca caixa
grande a...................
Frascosom "Ipobaboza muilofino.
....
Libras de pregos francezes 4odos.
120 os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 quader-
3 nos ,......1. .
320 Re, ma de papel pautado saoerior .
500
. 40
500
320
4*500
20000
10500
3,5000
400
20
400
50C
40
21000
240
400
41000
Cal de
ultima' chegadi
Potassa dassia.
VM
CEMNTO !>E- PORTL.WD
O nico fresco eban que ha o merca-
do : vende-se no armazim de
de
bar
lis
Borracha
parte : na roa da Liogueta n. 2.

Grande pedncha
Lindas barges de 12a e seda li
com listas e com flores pato _
ralissimo preco de 400 rs. o ca-
vado, fazenda qua se tem ven-
dido por moito maior prego
Na loja da^Colomwa, ma Frioeiro
da Marco (ouJojijtoCVaw) i.l^ de
Antowo Corroa do f aKOKdoC-
A bordo do palpbate fturibaldi
cpm Tasto Irmios 4 G.
iralar
Vende se um sitio na CtMMa, roa da
Aventara, todo murado, com poruvo de ferro, ca-
cimba de pedra a cal cora boa agua de babor, a.
mallos arvoredos que dio frtictos : os pretenden-
1 > <- .i
-. -. i .*. \-
Tasso IfiJHfos C.
na. praea.do caes d A polio.
CAFE PURGATIVO
A' ESC4MONI2A
De BhN Banal
. l*2iarstiaeeotleo-eb4Biico
A utilrdade des purgantes nao ecifre demos-
trecao algam ; a proecripcSo diaria qne delles
azem os mdicos e o nso aioda mais frequente
feito pelo pnWieo sao provas irrefrgavefs tanto
como a qootidade kmnmeravel deste genero. S
falta aperfet^oar cada vee mais ojoodo de adroi-
nistraejio, de manelra qne conservando a soft ae-
^o, files possam se^ tomados sem repugnancia
nem asco o sobretudo sem reeeio neni perigb. '
Mailbs purgantes afamados s devora estobom
xito lo sea effelto intenso o excesivo. D'ahi o
pengo, porque irrtlacSes de estomago, inflamma-
oes de entranhas sao inevitavelmente o resulta-
do do seu emprego. Nada disso tetn-se de recear
com o caf purgativo.
Todos cenneem por experiencia o aroma sni-
ve e o efleito ligetramente tnico e excitante do
eatd. Elle e melhor aa-xilier dos purgantes dos
quaes disfarcav o eheiro o sabor e ajada a acgSo
ileftlid0!v*gari9*aiifen as movimentos peris-
talcos^e intestino, a Be*eBind o ea effeito
muito intenso sebre o estomago. Sfistorado com
escamonea, facilita asevacnaoSescora promptido
e sem colicasjrfe torna-se um.porgante brando,
certo, faett a 'tonar e ppeferfvel a todos os outros
salvo urna indicacio especial 'da qual o medico
o nico jui.
A nnocWdade- o af- pnhgiv4'>ewmt de'
e^pnega'lj aritoio*/Sjcasos simples. Desper-
^d# i sniMaVamasliio e activando a secre-
lab iaaSv swtle m nraVa de venlre, as vento-
sidades, as flatuosidades o excita o appetita. Era-
ado^mais miudo, convenhnta para eva
kVis e (^bumiAW viscosos e
desapfereceiSj enxaqueca,
preveis ataqtfl de eaogue
^(ifeiSiaipies como fcil. O cat purgativo
re_sr tonado fro, pujo oa misturado com nm
WVKrattriteS's;
O ; duas colhires de caf bastam paa
ras e para toda e qualquer pessoaana-se
pur fcilmente.
ara as wianca* rieig A 10 amos, a meUde do
ttMsofleksitajdaS a ri annos, nro comer
de caf4 e a quait parte do vidro smente abai-
^pu idad contra a gos'ma.
,sK or sso d'nma aiknkiistraco mullo mais
I do que es biscoutos, chocolates ou bolos
ajWrm.
a-aa immediatamente depois leite queme as-
sncaraflo. ou caldo leva, e duas ou tr#s chavenas
de'ba preto u da Ulia*.
! nico depoaito n< phaimaoia ,- drogara de
[BarthojoBiea & C..: ma larga do Hosario n. 34.
UVA PURA
O Campos da raa do Imperador n. 28, de volta
aosnaviagBtB Portogal. eseolhen all um vinho
qua se denomina V1NHO DA BA1RRADA, proprio
P* .o*', estamos airsvessaado,
Ma que haane a TODOS tem rejolvido ven
fc^aJW.|t.*famftt, nesmo poraa nSo ii
mono detl.-beber Arlal nfcur, urna BU duas!
pela ana baratexa como pela sua
Com este titulo aoba-se aberto 6 inteiramente transfarmao ata antigo
estabeiecimento de jolas, onde os fregnezes e amigos encontrarlo tudo abanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ouriresaria, o Collar de Cura
observar delicadeza no trato e swiciridadee modecidade -nos precos.
' Espera qne o respeitavel publico venha Ver o que existe de melbor em
| aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meros aderecbs, pnl--
cetras, brincos, alfinetes e anneis da todas as qualidades, prata de lei faquei-
ros, comeres, paliteiros salvas e ontros muites objecios qne seria enfadonho
mencionar.
Compra-se onro,-prata, brilhantes e pedrM finas, pormator preco da
que em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
perteneente a esta arte.
NOVIDADI
TRIUMPHO
7 Ra do Queimado 7
DE
R0REIB41 KISTOS
E' chegado a este novo estabeiecimento o nyis bello sortimento de fawoda
tnaii aendo sna especialidade enxqvaes para noivado.
Vestidos de blond de,sda ricamente bordados.
GorgurJo de seda branco para vestido.
Colchas de seda para, para cama com ricos desenhos.
Ditas da Ha e seda, dem idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamunte bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Veaffdos de cambraia branca bordados.
Popelines da lindos gostos.
L3as de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Rgoi bournus para passeio, com listras de setim.
Sahijn de baile o que ha de mais rico.
Crotones para vestidos com Rodos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bardadas mnito finas para bornees.
Ditas inglezas para bomens e meninos.
Saroulas de linho, e um grande sortimesto d roapas taitas e de azendas qm
t enfadonho mencionar. ^
Luvas frescas Sortimento de tapetes para guarnieses de talas, alcatifas para torro de safe, e o
(randa sortimento das acreditadas e verdadeiras.
Esleirs 4a India
1-4

M
wm mmwmw m sicas
m. : NO

SAUQ PIUCOS E DE MSICAS
. la da Imperakiz n^ 14 loj
^^^"^'^'^WBkaaa^^' I" ^
^^_^_^ contAi: ^q
MSICAS PARA HANO das mais facis at s mais difJQceii,. toda dos autores mais
.i^te. ^. mo4raqs as melhores edifoes da Europa e do. Rio.
ffiSr^y qnadrnMs, polflB, walsas. ..
liabas, canc5es brasaeiraa, e hespfclhoray rnnce francezes,
attas-eaa..
Operas inteiras proprias para presentas
tudo para piano e para cantcvda opera
?*
Em breve se principiar a dar mn catalogo do ijrandissirao sorttmaetotate es-
tabeiecimento. Encarreg-se de encadernac3es etc.
T* vcade-
ra -


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ario
ik'Psbdl3lJ!$iritert
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Frucfc
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*ra$t*9.m Mldfctfc nance *nH>t*p*<9*<


I''.'.' I
t uni.neas. iMn a>oorts
tto3;qne em,afc
.'
VeSe>sb por barato [Teco, a proprledada oa
eamW o* He awiNs, Carne* Mna, moto ama lfawta'ttlirio. ,tef>pe-
dea e cal, que. latir lo.OOO..li^olpijeJyriwnue
coroporta J[30Q0, com excelfenle ba;ro para
e cfolqaef flota, cVitn fl jis ce* 11 irme* vtveirok I
nra grande acu.lt! Tagua do.-, tes'k urna casa de
- 'j ilr.u hadar ia, dir^m,se.a re{w<4 p*iredadpia es-
Ddi r.avaeanle
com oca jfraj
Pessoa, conseqhordi iir-ini propr-
------L./ I ;____1 ...________________
n
Vnde-'se da neiifyr iftiaU lade
co-do qi eiwairs nual ucr p;ir
atud 8ur
rttaos pre-
a foja de
IV d*'paSW|lofa-da J.1!*. (i
ELLO eai face* 1 grandei a 8ja*
DES de.ftswe.parKierc.'iio,.:
da Iridia para cania e Jorrar sala.
^S de torro franeer. para ?goto.
1 superior r-m barricas e as arrobas.
OMENTO- de .'todas as -qualidados aixos
recos.
ACM\AS.;4e deicarocar algodao.
BARRIS eramfes cora peixn da Suecia.
OiVAS e briniSes da Russ*.' '
OLEADOS americanos para forro de-cotos.
QGESAmeicapps .muito. boas e-et^jomicoa.
7INBO de Bordeaun em caixas,
;0GNAR superior de GautierFferes.
1 Adopte femando a Qf -csiiew."
AGMA-flArida; >oJ
&ARBIS de caroe salgada de;porco e da .useaj
Tende-setu sitio un Ficboribe, ro lugar de
Porto da Madeira, aom as dimepc.oes !*j;uirtes :'
una caa .terrea baixa de taipa, cun 10 palmos
dejrejt e 6i Je. fundo, rendo Ssalas, 4 (partos,
corran a fera, cochira, e?lthra independeote,
tendo o sitia ICO palmo de r/rite iieitosive a
largura da casi, 1- de fundo i 19 palmo*, com urna
pequea varzea de capini, r-acimba proprla e em
muilo bom estado, portSo d ferro, sendo o ms-
alo siltr do lado que ceril>la t>m o do Sr. J>-a-
qnira Rodrigues Tvares ite SHIo, murado de
eerta altura e o m*i* cen ido, eonteud algtfinas
arvores fructferas: qnem o pretender dirija-se
ao Hospital Portugus tratar eom Antonio Pinto
L
*polf$V. 5S, ma Di
oja
Q.abajxo.assigjiad, di...
dfelQja.Qtiqo
rtas n.l>3,antiya;
:."'tr.'j|.
.astabel|BjafM)lMWMKef
imjftld,. taudoA epi vista, -aprsenla,!.
llr-1 (lrt n.*Af..!rlA M..*~-l.s_ l..<..*.-
ampiela fortmeato de ferragiis,.niui:e:as e ^!fiRlWteIP' j^1**0 mandar buscar em
, Versos pontds da Europa 05 neTboffs oljdo S sW laWffcnenV) dos 1. tricantes
jft3 Cfiirtiedidel-r Pelo que ctm*id< 60 re?pflv'P*N*c8|' efe^m'tinetesfs fregoeies*
tTJDent seaervir dos objecto&Je tu cEn-.ccia, mide.fi]coD(vtraqipr mefics i O do 1
,em out^a qpalquer prlp, um erliraento cooipWp ,o> mael^asj^jjrK; descantar aigcdao,-
! flito<-1iTTflgo,Tiofnt:d3 pira ae'de todos ofIMnhnl 'da'faHfici'fo JSpI, epltgardas do
dous canos ede nm, tanto ingieras con* 'fraucetas, frrea le 1 porcelana, (actfs e garfos
kiij dWersas qoalidaea eipfocee, bandejas diinetas^iajulraj broui.Mrbaotev dwrfre, papel e.
xa. aav. i ta F#gnete^,^,a^s^yj(|aQjooA-;.ao Cr.starue-
d* vista,, alcm de uro
Venharo 'ma Wrtfia n.
-. de ferro, aas e agailia pwa..fc
^me^le gja^d rwrcao desfogo do ar, hJfffm/6 efti
['cem'MrtjefVdYIJierfws; qu se tornarrW enfado^
83, loja de Lenidas Uto toureiro, anfiga^a ; de*B
msm
Ozorio.
___
Viuhos
Cbegmm os decimos encapados de vinho supe-
rior, e r> pnfbrrafado Liprinias do D /uro, alm
oestes conniU a hiver rintfiR.de ddfdrentos qoa*
lidade?, tanto emburis de o* -e ancoretw, eouia
eugarrafado, pur p;ecos c^mmodos ;. no armazem
de Contra Irmao & 0., ra da Madre de Dos nn-
mero 3i.
"rara- agua.
CaDos fin ferrrj ^iMfciBados por tra a
por dftntro, a vm'a por prfro commodo,
o arow'rtm da Tfaes'sa'- du ecfrpo Sanio,
d. iS. l
I-----r
. ,
# No armaiem d rn a do Brun> ti J 03/' pan
voadw llecos ccMMMd:^ rfoguwte :
Parinha da inamliuca de 'orlo Aiegre em sac-
aos grandes.
Vmho nnrt'rV Parto, emnixa-'.
l .liiiti..- de? hallHHjo para tkfles e barcadas.
Bacas de IqHCa-prtr.i coiinlM.

*- '
Venie-se iedWS'de maTmnr.! tttm <-FrctlM?d>'
floras em aito relato pata {'sVir.inserip'reiipa'
ra seren coceadas em eijuu>|paaHi ptaitrialfeu^.-
assira couio cppelies uoibuai da niannoiy iki rues-
mo genero : na rrra das Crfizes, boje Dtfque A~
-Gamito n;.''
Caxias,
de
2U J^POf
tmL" OVA AGOA
para o Toncador
mrfauD
por RIGAUD e G|
mMmm
mm -vivltaae,
- PARI2 -
Esta Agoa eztra-
' bida das flores do
I Ptub Jponioa,pelM
' Eua Buavidade o
picas' propneda-
des. bnefloas,
excedaosoos-
metioogmais oelibres; tendo sido -,
doptada por todaasooiadade alegante-i
Deitadanos banr^08, d'um perfume
delicioso, consolidase aarogs a faz de-
saparecer as eapinhts, oomiohSes e as efflor6cen-
cias da pella.
PRKCO ItQO.
oaUnicn dfposito nn Uazar 'la M.1a 11. 0,
r to Bsro rta Vi'-'ona n itr'o- ? N
iTO
aooa
PARA
VOUCAOO*
iwIdTc.
VfBdem-se doos- bonitos hnvros (jumentos)'de
tca hespeubola, clieVados ultHsaiwente da guro-
pa : para ver na cochira oa ra do Apollo a. 3,
e para ^ralar no eseriplurio da roa da Cruz nu-
Panno de algodo da
ovas msicas jara piano.
Danse des negrea do maestro Cazalboro.
Margarida, liad sebottisch.
Urna folia a Roma, qnadrillia
LNDS
Densas paraguayas.
1* Habanera.
i* Los negros.
!* Noites de Le que.
W Palomita paraguaya.
ambera recebeu as seguintes :|
v opera Guarany, e w melhores t&$os
da roesma para piano e piano e cacto.
Qaadrilbas
WtltM
E polkas
QaadrlbM:
sette.
Satn. 1
ardim das Fadas.
1roica.
:aptig, Gareca d- C. -
r.omis.(ki mar.
ioventude Gommercial.
locambole.
?H)to 4 iaboi
retreatedci Diabo. 1 .
(mpertaiimarraheiro.
I srltan; como bwa.
Independencia das senhort.
Hogressb do conde ri'Eu.
iami;iho de ferro.
oararjyt
Walsa-: n tai
Sonbo da- virgemi v Cl
VblnveL
dansa 'd'amor. ,;
ijttjmas walsas *> um oto.
ojo da iaeiaoe.
Carnavalesba.
Isarany.
Polkas :
Cabrio.
Jorgeio do aabi.

< ti
oiicesa.
Capeoga nao forma.
Joeria por todos.
V rival.
Jor todas jqoeridaj
las Trz.
Palomita paraguaya.
3'tsmark.
Vreninba. '
5urpreza.
:hora 'bitonga.
oria. '
iuara,ny.
venda'no armazem de pianos emtsi-
;sdoAzevedo; roa Nova Di fi, hojerte
lo -Barao da Victoria.
-----------------1
4e diversrsabrtcas erdas melho~es
vendem Amorim Iraos & C.,-. rtM "da
tero 3.
qnalidades :
Croa bo-
Calpado barato
Borzegwins para bomem a 4)9000.
Ditos > ieohora a 30000.
Vende-se na praC'da Ii.dcpendencia n.
39, lflja d Porto; & Bastos.
'"! t .~
#5to&
0 Bazar da Moda recebeu novo sorttmen-
o de fazendas do ultimo. $osto para vest-
ios, assiin como cbapeosinoos, casacos,
iornis, coques, caoisinhas, etc, etc.
Coriiinna stmpre o grande e afamado sor-
.imento de miadezas e perfumaras verda-
leiras, que ludo se vende por baratsimos
arecos.
Dam-se amostras e manda-so em casa das
Simas, familias o que desejarem, ra do
; Sar3o da Victoria, outr'ora Nova.
PEREiRfl, RIWAOS
Ra Friroeiro demarco n. 15, outr'ora ra do Orespo n. 15.
Ao resptavel >nhlirn em gefal e pariicularm'nite aos seos numerosos amigos
participara Manel JosquirUtereif fe MatuelJos da 'C.-js a Pfer*. qne acabam de,
im rico sumptuoso "armazem de lotira, porclitia, vidros e thystaes roa
:o,. otrtr'or-a ira do Crispo n.*'f8,'!b0b a razo social Perei
Primeiro de Marco,.
Irmao.

?!
tal Pereira

A longa pratica e cbntetaenis de ijse dispSem os annonciantes oeste ramo"
de commerch), a qcre; ha muitos anuos, se dgdicam, os tem habilitado a falisfazer as
necessidades da-poptiacao'dest-provincia o suas lunitrophes, offerecendo aos consu-
midores maicres vantagens do, tiife rjuljner outro eslabelecimento deste genero.
O respeitavel'pobfico, dignando se de visilSf este novo estaiielecimento cora-,
mereial-, veriBeart por si mesmo o que os aononciantes vem de dzer.
MOtEIRO
Vio operar*uioa HDoinpleta fferol^a no artigo
IJiit para esrever.
J^U

Mel.
>i,
Veude-se i\ pipas de superior mel em barra
de. 4 e de 3o por prego raioavel : ua jna do Vi-
'aho ri. ft1.__________________
-^ Venderse" as seguintes obras, em dio so vo-
,;ume
Flores singelas por Paei de Andrade, ultimas pa-
r Pedrc ,sans, illusots perdidas-por
dff.
BoWgsirPt tmDMetrewleniado der 5#.
Celeta franceu encadernada 3j.
DO
GALLO VIGILANTE
Ra do Crespo n. 1
Os propnetariqs deste bem conhecido estabele-
cimente, alera dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreciaco do respeitavel publico, man-
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapo;
da; Europa um comptetere vanado sorti ment d
tinas e rrrai delicadas especialidades, as quaes es-
tao resolvidos a vender, como de seu costuma.
por preco muito baratinhos e commodos par
dos, com tanto que o Gallo....
Muito sopericres lavas de pellica, pretas, bra
cas a de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas gollinhas e pannos para s*-
nhora, neste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques-
Lindos e riquissimes enfeites para cabecas da>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas e de cores com vidri-
Ihose sem elles; esta fazeuda o que pode hav
de melner e mais bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperola.
marm, sndalo e osso, sendo aqnelles brancoi
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores metas fio de Escossia para se-
nhoras, as quaes sempre se venderam por 3000t
a dozia, entretanto que nos as vendemos por 20*,
aim destas, temos tamben, grande sortimento di
outras qualidades, entre as quaes algunas moitc
finas.
Boas bengalas de superior canna da India
castao de marfim com lindas e encantadoras fign
ras do mesmo, neste genero o que de melhor
pode desejar ; alm destas temos tambem grand*
qaantidade de outras qnalidades, como sejam, ma
deira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Pinos, bonitos e.airosos chicotinnos de eadeia
de outras qnalidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracbi
para segurar as Bielas.
Boas metas de seda para senhora e para meni
as de i a 12 annos de dade.
Kavalhae abo de marfcn e tartarnga para fazei
barba; sa miito boas,e de vais a mais sao ga
rantidas pelo fabricante, e nos por aossa vez tao
bem assegurames sua qualtdade o delicadeta.
Lindas e bellas capailas para noiva.
Soperioree aguihas para machina e para croxi
Linha mtwo boa de pese, frouxa, para enchw
labyrntno.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assio
como os tontos nara o mesmo fim.
HM
COLARES DE BOBR.
Elctricos, magnticos contra as convolsoas,
facilitara a denticao das innocentes criancas. S-o
mee desde muito reeebedores destes prodigioso!
cota*, e oflntiaaaBos a recebe-tos por todes
Taporas, aflm de que nanea faltem no mercado
orno ja tem acontecido, assim pois poderlo aquel
Nucca se vio timprocsso mais perfaito e que altnja de.tal.frma a satisfazeras
exigencias mais severas da escoplorafao.
A su cor lindissima e nac precisa de- cuidado algma para se conservar -no
tinteiro sempre com a mesma cor, sera .borra, crsta, bolr ou sea. todas easas macu-
las nberenis Lsdas.as tintas at agora conheoida*. anda mesmo dos memores autores
estran^ei.ri
Sobretudo, est eslimavel producto no ataca as peimas de ac, antes palo-con-
trario, a pena adquire um esmalte douradoqw, pdoiowietiswt^ aseae proveitoso.
Esta tinta, nao endo especiatoenteBafacopiar.-d*omtododoas, t#ea ou,mai#
copias um mez depois. djt>.pigta; preciso,porm.dfib /> papel beanmolhado
sem o enxtgar com omrt-oorrao, porque n5o ba o risco de borrarj Para se tirar
aoai- 46 urna copia, nao se 3fgJwBm taita foiaae qwWa*M$m se qnerem tirar,
mas vae-e cpm o original tiraoda uaaa A
original fique prejudicado pelas extraccoe^.
,Occerre aqui dizer e abidede, aem
OQjue a ellior tinta nio sataz, a o defeito-preeae aeopr* soei a t4tKa, que mnitas
vezes i stuai mopf-, Mpt^fm.
dupla quaJniade desxa Unta extrejaiwnUe apteciafel-,. pois jue ejwtoqne
iBfroduetor do pocos UH\tiW d Abys-
siiu em Pernambnco.
Participa ao respeitavel poblico que. aliimamenle
Um recebido a quarla n'mfsa dos ditos pogo?. e
os peiteoCiS com,' lelos e a(jcrfe''foados para a colki-
caglo d'elles em pouro lempo, lar o em lerieoo mole
como em Ierra de barro, massaj -,
As vattagens que cfferece e-te ysleroa de ad-
quirir agn sobre qualqucr i'ny $Q. mmei.sas;
seniodo nao sisc-nie as cor.dii;fiS cima mt'np'o-
njdas, C(.mo lambfm ras cacinlas j ((i'as, aonda
inda nao l elles estao n.utit.8 ceum filuo c,uc r:io deJia en-
trar ittpuridades, vanlag iv qie t x> liu. os rir? s.
Alm dis*\ a RPi.rle quntdade n'^uj qut-
el!es dtitam c 5 Spips per lina cenforsoe o
dimetro dos luto?, a aciliiiae cionfm, a sin.pciiiade, peici.ao i-, m lida. com-
binada com a eltgai ci de sua fe m', qcepara er
apirecia.da basja ver-se,
0 ancunciante tem urna pegfoa espccwlnetlehati-
Ittada, t;nto na colir cacao d'ellc, ejeo na cscolha
do terreno ou lugar mais pr< pii<', qi. fa cmarrfga
de tes eivg.s por prego ros nulo ; e, \hio o cam-
bio er mais f.voiavel* vnle-.o (iks por pr ma:s modelados, r pcis de collccado e uuciQnando a u>u,3o do com-
prador.
Fara er commend^ e min es-
oIs"ciment s respeito tr^ta-se
ca loja do Sr. F. i Gwmau. run
Nova ii, 21 e na ofi iua $ meta-
es do Sr. Paulo Jos-da Suva Fiei-
e, largo da (\ucordia n. 7.
ofres de fero
Presas
de differentes Umaohos.
de ferro para corlar cartas.
vapaS ae ferro gavalnisadaspara telbciros.
XoCUCIb ,je ferro paraaisuear.
AlltliUo americanos para varzea c la-v
JuBCinaS a vapor e de colar ruino.
vamiiiios e m0 para sav.CC3 B ;:ucrro3.
Venezianas para mla<.
Bataneas-,
Fogoes de ferr0l
Enxofre 8alill
2sles nrligos acbam-se a venda
c?sa dos importadores
Sast, Hawkes & C,
ni*A da Cbuz y. 1.*

decimaes e outras.

OFRES DE FERRO
Prov de fgo
Em tasa de Shaw, Haukes & C. a ra da Cruz u. 4,
AOJA
'
ffeio ne ejiAlft
lesJOofl delles precsareni, vir ao deposito do fall
otilte, *od sampr enauotraro destes verd
ottmm^mnjtjm aarieadnd-se tote
^J ^BlMB** *BfM**y sa Mena cao bi
<"* do Milo lacro.
*amoe, pois, avista do objectos qne dettamoi
"*Rt, aOTBMMtfregmn e amigos a viren
^ar presos imito ruavreiB toja 4 "
" ia ntp a. 7.
Bival sem segundo,
RA DUQUE DI2 CAIUH M. 4tt
(Anliga roa do Qneimadoj
Contina a vender ludo muito bom -
muilo barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. 12
Tesouras finas para unhas e costu-
ra a......... 50C
Papis de agulbas france/as a ba-
13o a...... 6
Caixas com seis saboneles de fruta !
Libras de lia para burda- Orladas.
as cores a.......86K)
Carriteis de linha Alexaodre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Grvalas de cores mulo finas a '500
Grozas de botos madepersla li-
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400 jarda a. 60
Caixas eom 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Pentes volteados para meninas a. 24(1
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e 100
Pegas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 c. 200
Frascos de-oieoPhiiocomo muito
fia a......... 500
Frascos de macag perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Dozia de sabooetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. I#0<
Frase* com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babaza a..... 300
Caixas de lamparinas a. 40
Sabooetes a forma menino muito
superiores a. ...... J4G
Cartilbas da dontrina fazejida aova a 400
Libras de linha sorlidas de todos oa
nmeros a.......4 )f 800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, cot i
oitavas a........ 640
AgoilMH-os de osso enfeitados a, 940
Libra de linha fraoceza superior
qrjatiriade a.......2/420
Ricas touqumba da fil para me-
ninos a 200
Boimaa de couro para meninos a W800
Caixas com agetoaa de fundo
daoradoi a 110
Pecas de tiras bordadas nrarto fi*
a 500, 000, 800 e
fiob-ante-rlieumhtiD"
rtiBiiBiu( aaaMB4Be>naa Ootaeirf petos lettt lnBft-
.AGTUA0.-, um dps juedicaami-
wj sangoe .pela bocea, bMMHtt, tMNM tiMMSk
AtXftJXtLL. A celobre fit
krBhsv imetntrr**, *n Me. k
f
Vt-i*
4 C., oBieoa*-
nmm


\
8
Diario de Pernambuco QttinU fein 19 de Janeiro de 1871

1
JBISPRDEHCIA.
JULGAMENTO DO DR. JOS VIEIRA, DE
CASTRO, NO JURY DE LISBOA.
DISCURSOS DE ACCUSACO G DKFE/.A I'K 1.08
DRS. LOtt DA COSTA DK AZBRED0 COOTINHO
(MINISTERIO PUBLICO), KBNSTO ADOI.PHO DE
FRHITAS (ACCUSADOR PARTICULAR), E AY.UK
CONSTANTINO DE FREITVS NONIZ (DEFEN-
SOR).
(Coutinuacio)
Mmlou vender era almotda toda a-mo-
bilia e transportar para a cidade do Porto
algoiis caixoles com os objectos qoe Mo
quiz vender.
Que iraportava que ludo ou quasi tu do
fosse comprado com o dinheiro da infeliz
senhora ?
O R. que empregra as torcas obti las
com o sustento que a esposa Ihe bavia dad
por doui annm 6 meio, em Ihe arrancir
a" v da, tudo poda pralicar sem maior in-
dignidade.
Qualqner homem da mais bixa condi-
Cio, que asseverasse que sua esposa o des-
honrara, se fosse pobre sem os bens da as-
posa, pres'mdia d'eles e a.Nrnolaria de tolo'
o sustento, mas nio o recebia de qu-mo
desbonrava. O It. matou a esposa, e I in-
coa depois sobre el a o opprobrra, mas
nio fui pedir na cade>a o pao da candida,
antes se aproveitou dos diraitos de cabeca
de casa}, conservando em si o producto
do leilio da^mobolia, que nem todo por
lei Ihe podia pertencer, porque D. Claudina
tmia md viva I
Si > estes os fados borroriveis e odiosos,
do crima e das.suas circamstancias.
O R. confessou o crime perante a auto-
ridade policial, perante es amigos, e pa-
rante o juizo numerosas vezes.
O R. fez i sua sogra, por intermed'o de
seu irmo Antonio, idntica conliisso. Con-
tissas slo estas que convencem da verda
de g por si, porque nao sao obtidas pelas
tortoras ou pelas aladas inqusitoriaes ;
sao espontaneaos; ao R. ningoem prometleu
perdi para dizar a verdade do crime,
como se diz que elle fez esposa.
Testemonhas ah as tendes; s tres cria
dos, dizem-no que na noute de 8 de maio
se deitou D. Claudina com vida, que nin-
gaem poda ter aeccesso ao qaarlo senio
Vieira de Castro, e que do da seguinte os
veiu tranquiiisar sobre o destino da D.
Claudina.
Mas queris mais provas ? ah esli : D
Claudina. anda que fraca, alguma resisten-
cia bavia de oppor contra amorte, e t-lec
ti va me rite as mSos do R. l se encon-
traram pequeas excoriaces feitas com ai
un'ias d'ella.
Queris mais ? ahi esli os ezames qae
se conformim plenamente com as confis-
ses que demonstam a evideucia e verdad
da aecusacao.
Queris mais ? ahi esta a voz publica.
Nunca bou ve provas mais completas e
mais cabios.
Premeditoa o crime ? Seguramente,
porque se preveniu de chlorotormio, por
qae buscoa as horas adequadas para u
crime, porque chamba o irmio que h via
de ordenar o enterramento da infeliz.
Dissimalou os seas atentos e saspre'ien-
deu a esposa Os creados o dizem, a-sim
o diz o procedimento d'elle e a cega con-
fiauca da infeliz senhora, e o R. o confessa.
Traba sobre el a saperioridada de torcas ;
se nao virara a dbil e gentil senhora lem
brem-se re Srs. jurados das condic5e3 em
que ella eslava.
Emfim, todas as circamstancias aggra-
sanies que enumerei, team na evidencia
da prova a resposta atBrmativa que vos
Ihe nio negareis.
Agora vou oceupar-me da defaza possi-
FOLHETUR
ORIGINAL DO DIARIO DE PERWSBl-0
MINHA BOiLSA
Summario.Sirias e os crticos.Fins poli-
ticos'ji sinistrosdo folhetim.Um protesto.
Eu poliiicar ? / Qual sera minha po
tilica se eu politicr.Quanto prudente
virar se urna folka tempo. Ridenio
castigat mores.Um episodio de estrada.
Effeitos de um tnedo de cabra.Caras
dos trens de Olinda.Ledo e Urso.Os
palradores dos trens.A familia mons-
tro.As novenas da Estrada de Joo de
Barros.O ridiculo da festa.Duas
devotas e urna devotinha.Foguetes e ta
bocas.Urna taboleta fogueleada.Um
caso de modestia.A retiido do Club,
de 21 do corrente.Urna zarzuella ma-
cacal.
Mua gente do mea conhecimento, mas
que nao suspeita que eu seja o autor d'es-
te folnetira, tera dita na minha preseoca
moita diatriba contra smius. Eu faco que
os nao entendo, e nem me abalanco a def
feoder os meus escriptos dos ataques vi
rulentos d'essas gralbas litterarias, porque
na verdade a sua critica tanto pecca pela
falta de senso como pela deficiencia de cri
terio.
Responder que 1 A insultos e does
tos ?... Fra eqoiparar-me aos fundibo
lariog nogentos que colhem pedras na lama
-para atirarem aos outros, s conseguindo
enlameiar se si mesmo.
Responder crticos chenchens, que nun-
ca tiverarn senso nem criterio e que s
criticara' pelo gasto de a tirar pilherias in-
sulsas esmo e em torvelinhos asnaticos ?
Fra mais do que degradar-mo, fra pac
toar com esses magarfes da reputaco
alheia e dar pasto i suas eodiabradas lin-
gual, capazes de gastar em com as saas as-
perezas limosas at o mais temperado ac
de Krop. >
Por tanto contino no mea systeraa de
nao responder s gralbas, e deixar que
ellas percam por si mesmo as penas de
parlo coat qne se enfetam para viver na
sociedade dos litteratos.
Mas oltimamente oovi em orna roda,
alias destincta, dizer-se que swros tinha fias
polticos e sinittros.
Caspite I Fias politicn e aioistros, meus
sapientsimos doutores \\ Isto ferio
como .ama circular senatorial; 9, poli, ca-
reco de dizer-vos daas palavras, ilustrissi-
moe representantes dos almotacis do ve
Ibo rgimen.
o politicaf l Eu, singelo protoligg
honradez, envok#i|0 as arlimaol ^F
mais damaada de todas as poiitki
mondo l
Protesto intvMjntn contra semettoi-
vel, da qoe se deduz dj fictoi, e ped
ao utino'.o advugado qae a aceite como]
sua. Se assira for oto pe liret miis a pa-
lavra.
Ha circomstan-iis attenuantes que en ra-
conh co: a provocacio por injuria feita por
D. Claudina, eicreveado a carta juoti aoa|
das; veris
Uot
le que e
patria, Uncou ao
absurda qualific
autos, e anda mesmo a que resalta di par-, iste na teitura do sed discorso sol
suaslo em que o R. pode'ria eatar, de qae!
sua mulher Ihe tora infiel, sim s6 a persua-
sioe n3o mais Pergunlarse D. Claadioa
toi adultera nao lcito era til para o R.
NJo I-cito porque ser a irlancar jimaaf-
fronia sobre o tura i lo de orna infeliz qae
n5o delude ; n3o mil, porqu
valer a favor do R. a.rircumstai
como a suspeita tira, porqno o adulterio nao
lado co.no cirenmstapcia espee
.'172' do codito pen1, nem c odia ser em
vista dos factos Apreseototr'Se o R. 'vo-
luntariamente autondade. Eu poderiapor
alguma duvda sobreest circomsianeia, mas
est ahi na doiiiraento nos'adtot> que deve
dar ao jury a convincf-So pela affirma-
tiva.
Confessou espontneamente o cripje? Na
iiypothes dos autos podaramos duvi dar se
esta circurastancia atienuante; mas ea alo
qneri restringir defeza. ant s desejo que
o conjun'cio destas circurastancias possa vir
a o.ir mais tarde, quando bouver prova do
seu rrependimento, lugar a que en bena-J
lic) do l\. se exerc> o poder moderador.
A lircumstancia de bom coroportamento
anterior, aprecia-I hocouw entendam pela
prova dos autis. Infelizmente para mim
t^m hoje tido incremento ons factos que a
autori lade administrativa me nao r*tiflcou
pela declaracao de um cavalheiro honesto
e disiincto.
Porque praticou o '\. 83te crime ?
S) isto qaestao deioteresse. responde-
rei de mo lo diverso da aecusacio particu-
lar.
Eu nao digo que o ioteresse o instigan,
mas sim que a vida e o dominava, e que
o moveu o ciuaa. E queris qae vos d
ama prova convincente da mais estraaha
vaidade ? Eu a dou.
Nos dicarsos parlamentares do R. vi um,
sobre urna eteicao do crcojo de Mafra, em
qua o Sr. Mandes Leal nao tioba obti do
maura. O R entenda derer consolar o
Sr. Mendes Leal, dizendo Ihe, que Jos Es
tev3o, Passos Maooel. e muitos outros, ti-
nliain s do rejeitados pela urna. Pois bem ;
o R quaoda trata de si. pede a um ami-
go a protscio para conseguir ser eleito de-
potado, mas faz-I be a segointe revolacSo :
c Que sa aprsenla primeiro, como candi-
dato, seu rmlo Antonio, e que s hoover
certeza de veeimento, ser elle R. qaem
apparecer para ser eleito.
Todos podam ser rejeitados pela urna,
menos o R. Sao as-im tambem as saas
dou trinas em pontos de f conjugal, Slo
largos os seas principios, mas tem um ex-
cepto para o caso do marido ser Jos Cer-
doso Vieira de Castro. Eis-ahi a meu ver
perfeiamente sigiificado o carcter do R
N) vos cansarei mais. Idas ouvir a pa-
lavra severa do distincto advocado da aecusa
v5j ; ella ser forte e-vehementj, como ve-
hemente e forte tem sido a dor da pobre e
infeliz rali da D. Clauliaa; depois uraraiteo
ro luminoso, b.-itliante, esplendido, passar
por dhnte dos vossos olhos, ser o produc-
to da nao menos luminosa, brilhante e es-
plendida inteligencia d'aqoelle homem sym-
patbico (referindo-se ao Sr. Dr. Jayme Mo
niz) quera a m aorta destinoa a impos
sivel defeza de urna causa odiosa e peT-
dida.
Sercnai depois o vosso espirito, deixai
passar a luz da paiio qne cega e deslum-
hra e projectae sobre os factos a clarissima
luz da vossa intelligenci ; v los-heis hor-
riveis e cora todas as odiosas circumstan-
ssidade i<
10]
pela mi-
jeila, comp
=
bardada de iraprens1,. teas sim pela v na
consciencia, fria. imparcial e justa.
E sendo assim s vos resta condermar,
porque assim o reclama vehementemente a
Justina absoluta e relativa, porque mal iria a
sociedade se este crime passasse impone;
rque seria o signal manifest da comple-
ta dissoluc-50 social. "Sim, Srs. jurados,
demnie, porque a liberal institoif5o do
iry morria burailhada no nosso paiz por
urna escandalosa absolvic5o deste R.
Sim. Srs. jurados, condemnai, porque a
absolvic3) seria o restabelecimeoto do car
rasco cora poderes descricionarios e desp-
tico que nunca te ve entre nos, dispondo de
si, escolheodo a victima, e o genero do sap-
plicio, e substituido-os at lograr o seu
intento sanguinario.
Sim, meus senbores, que viva ohomem,
porque a lei, que representa os senfimentos
de justica u humanidade do povo pjrtnguez,
assim o ordena ; mas que de-appareca den-
tro nos o cruel algoz dessa infeliz senhora.
indo looge da patria, as nossas possesses,
expiar o seu crime, cumprindo a justissima
seotenca que Ihe seja imposta.
/.Tara a palavra o aqvogado da aecu-
sacao particular.
Adoogado da aecusacao particular.Se-,
chores:Como em todas as materias dizar
o j dito superfluo, assira na de qua se]
trata, e de que ea tenho obr gaco de fallar^
dizr o que anda nao esteja dito dilficul-
1080.
E quilo mais dificultoso para mim.'tendd.
de fallar depois do Sr. Dr. delegado!
Desejra offerecer como todo met dis
curso o proferido por elle, mas nao posso
deixar de vos tomar algum tempo, visto
como, vos o sabis, son aqu o represen-
ante de urna desventurada mai, que pede
se faca justica do assassiao de sua filha, 6-
Iha que era o seu doce amor, e o lame d
seas olhos.
De mais, cumpre-me defender a moral
publica que o R. tem gravemente aureolado,
te assercao.- E, se nao tora merecerem-me
corapaixao esses c-valheiros bobche da po-
ltica da minha trra, eu-cbamava-os pe-
rante o tr bunal da opiniao publica, afim
de responsabisados pelo improperio insal-
tooso mim dirigido.
Eu politicr n'uma Ierra em que qaem
menos v ama aguia e descortina mos-
quitos na India ?!
Eu politicr n'uma cidade, seu termo e
provincia, onde os innocentes expertos de-
tinao] o verbo unipessoal vir nos ?l
Eu politicr n'ura paiz de carabgueijos
polticos, onde todo se agitam n'um circu-
lo vicioso tracado com o raio do dize-tu
direi-eu, e cujo centro o statu qusans
peur et sans reproche ?!
Mais non, ventte de biche! coma dizia
um dos LuizeS de Franca.
Nao, meas seohores, nao faco poltica,
e, se a fizesse,seria um eterno conspira-
dor, porque havia de conspirar contra
mim, contra vos e contra elles.
Pobres tolos, que sois todos vos, poli-
ticoes da minha trra ; qae slmocais poli-
tica, jaotais poltica, ceiaes poltica e......
sonhais poltica, sera ao menos comprehen-
der o qae seja politicr I
O qae que chamis poltica ?
E'....-.....
Mais, faisons halle, e em todo caso di-
gamos com Cambronne : La garde meurt,
elle ne se rend pos!
..
No andar em que eu ia era milito capaz
de cabir desusadamente as armadiihas dos
taes polticos e dar com os os'sos no cemi-
terio da nossa poltica.
Felizmente virei folba tempo de provar
que s quero rir e brincar, e que de modo
algum techo pretendes a offender, quando
ao leve taino carapucas para algomas ca-
becas calvas, e barretes de todas as cores
e feitios, para as cabecas ponteadas mo-
derna oa adornadas com lustrosas cabel-
leras.
Sim, leitor, ea s desjo plaaejar as mo-
destissimas ospberas do riso da galbofa,
embora de vez em quando tempere o man-
jar eoBFalguna dse apimeotada de ota^
ceD?ur ben cabida.
Ridendo castigal mores, todos o sabem j
e rindo e brincando que ea qaero e so
mente desejo justificar essas poucas cen
suras que me cabera da peno* quasi sem
en rae sentir
Por tanto prosigo na minha missSo e qoe
ao menos reteve-se-me as faltas do estylo
pela sinceridade da ialengo.
Vou referir nra facto
munba na nouta de sexta
estrada da Torre, poi
Veja o leitor se n3o Vm
se nao achar aal, o reo^H
sassioar sua mulber, e pelo modo
o fez, o com as circamstancias
fez.
Ainda mais, senbores, corre-me a obliga-
cao de defender a honra da pobre infeliz.
O marido assassinou a, e, para fugir pena
que a lei Ihe impoe por seu grande crime,
ou aitenuir ao menos a graveza delle, nao
duvdou feri-la tambem na honra e na r-
putaco.
Direi menos que o Sr. Dr. delegado, e
n2o o direi to bem como elle, pois conbe-
qo minha pobreza e de meu estylo; roas,
como j samara minha poaca valia, quando
me derara cargo di procurado que ahi est
nos autos, e ea a accetei, porque ningoem
deve recusar-se a defender a moral publica
quinto em si for, procurarei tirar foscas da
fraqueza, e sere contente, emfira, se mere-
cer de vos o louwr que teve a velba do
templo pela bocea da summa^Verdade, que
dan mais que os ricos, qae levavam bolsas,
so com da; os seas doqs,ceitts, porque
elles davam das bolsas cheia e do qoe Ibes
sobajava, ella dava da bocM, e tirava da
sustentado daqaolle dia. .
Se tora permittido omttiieertas solemni
dadas qae a lei exige no jolgamento destas
causas, como leitora de todas as pecas do
processo, inquirilo de testemunhas, for-
malidades quasi sempre indiepensaveis para
instrucQio, e poder-se tomar ama decisSo
com accerto, esta causa era de certa das
em qu taes formalidades se podiam omit-
como os Srs. jurados esto, ba
em ao cabo das minimas cir-
ncias do horroroso erirae de qoe se
Ss ante bontem, depois de vos ter
lerido o Juramento, vot fossem pro-
pos s os qaesilos. a voisa resposta teria
1 como ha de ser depois de toda a dis
fOMiO. ^ f
,' eousa notaveL e notadume ao mesmo
10 de maio, que se derramou em Lis-
a noticia do assas>iuio de D. Claudina
Adelaida Gumaraes, ningnem b .uve qae
nio reconlasse o triste acontecknento com
todas aa ctreumstancias delle.' Todos os es-
tados de gente pranteavam a infeliz senho-
ra, e todos assignavam, a causa nica e
verdadeira de soa desastrada m'vrte, ter seo
marido dissipado totalmente toda sua for-
tuna.
E quando ao cerrar daqoee dia 10, quasi
noite, era levado para a comiterio o cada-
ver mutilado e realhado pela-eutopsa, por
todas as ras do transito o povo, este bom
povo portugoez. parava. lamentava, chora-
va, e muitos censurando a pobreza do en-
terro, apenas ama traquitana com o caixo.
qua tro criados com tocha*, e por todo acora-
panhamenlo o homem encarretrado do en
trro, diziam como respondendo a si mes-
mos: Mas elle nao casou com ella sendo por
causa do dinheiro, e gastou-lK'o todo, e 4
por isso que a matou. Nao verdade que
ludo sa passou assim, senhores ?
A infeliz senhora tem sido lastimada por
todp o genero e estado da gente, e tanto
mais lastimada quanto em todos grande a
certeza, a eonviccao Je que ella nio mere-
ca a sua desgraca.
Os templos ncherara-se de pvo para ou-
v.r missas por sua alma.
. las nao s tem sido grande o seotimen-
to ; tambam o te>ror. e tanto que desde
maio do anno passado al boje nao honve
quem qmzesse oceupar a casa da ra das
Ftores. L est com escriptos anda!
As casas da ra do Alecrira e do Arco,
onde Diogo Al vas 6 Matos Lobo lizaram tan-
las mortes, liveram immediatamenle quem
as alugasse ; na da ra das FleVes ningnem
ousa seqoer entrar!
Erafim, senbores, a toda parte onde toi
levada a nova deste asiassraio toi lvale o
sentimento e o terror.
No Rio de Janeiro, trra do nascimento
tantos anaos ha, al ebegar ao ponto d a* de D. Claadioa. e em- todo o Brasil, as igre-
por
jas por muitos das se eneberam de gente,
com que o que ou via missas por sua alma; disti netos,
(altores das letras e escriptores tiveram
como obligado emprego de saas pennas la-
mentar a desgraca nio merecida da pobre
senhora. Desses escriptores bafla-rae citar
um aio menos eoahecido que distincto Tno-
maz Ribeiro. o qoal no Boletim n govemo
Ido estado da India escreveu o sagointe:
O correio ultimo Woaxe-nos urna triste
aova; tap triste que ainda nio podemos re-
cobrar-* do assombro que nos toroou O
Sr. Jos Cardoso Viewa de Castro matou a
sua esposa! Me o ta de i I iodos, filha di
jovea America, onde entre flores e risoa Ihe
correr a mocidade, veio finarse ao'e-sasio
(So longe do sea berct> e dos seus naturaes
affectos! oa propria atcova. conjugal! que
de templo se fes inferno! no proprio tbala-
mo, que se erguea patbulo! Pobre flor mi-
mosa e teara, tio cedo queimada e arrasta-
da no chao dos morios pelo tufo das ruina
paixes qae te remomharam em torno! des-
cansa, mallograda esposa I tio acariciada
em vida e tio desamparada na morte I nin-
gnem qoe te acompanbasse do leo nupcial
ao leito fnebre, mais fri, porm mais pro-
tector e caridos.
* c Urna l vez nos encontramos nessa
casa da raa das flo*$s, que tio breve se ha-
viam de transformaran! cyprestes, e cnega-
me tiovivo distancia de doas mil leguas
o tea derradeiro gemido, que por ti e por
esse infeliz que daitaste, mais desgracado
porque vive, fias pavorosas solMoes de um
carcere, sinto o peil^j a trasbordar de la-
grimas.
Rem hajam os tro* corace* fiis que
te forana encontrar no emiteriei bem baja
a.amiga desvelada que I ^^^Br di la-
grimas a aridez cadaverii lea formoso
rosto, antas qae os epolcfcro
comecasiem a sna dest profanadora !
Se as-saudades que neste m iiam
sao heneaos as mios de ^^^H^tu-
rada s t.
Ga, 13 de jonho de 1870.Thomaz
Ribeiro.
Mas qual senbores, a razio por qae no
mesmo dia 10 da maio todos recontavam o
triste acontecimento com as mnimas cir-
cumstanciat delle, e cada um assignava a
cansa nica delle. ter o R. dissipado toda a
fortuna de sua mulher ? C>mo estavam lo
dos tanto a> cabo das cousas ? A razio
porque o R., por seo procedimento de mui-
tos aonos antes, tinha como ohruado todo*
a observa-lo, e a registrar todos os actos da
saa vida:
Sabido 1 que o R, no anno de 1866.
acbanlo-se de todo em todo sem fortuna,
assentou de se passar a o Rio de Janeiro
para l grangear casamento rico. E foi.
Sendo-lhe fruslados dous casamentos, qoe
pretender, coosegno levar ao cabo o ter
cetro em 28 de fevereiro de 1867 com D.
Claudina Adelaida Gumaraes, filha do hon-
radsimo Antonio Goncalves Goimares e
de D. Arma Marta Guimaries. Quem ni)
sabe que aquella'menina nio quera casar
com o R. ? E qoem nio sabe que o R. ca-
sou sem embargo de saber muito bem que
ella nio quera.casar com elle ? Qaem nao
sabe do muito, que se disse, e escreveu no
Rio de Janeiro, porque o R. ia casar com
orna menina, booesta a virtuosa sim, mas
que o nio quera a elle ? Mas o R. o que
pretenda era casar com a fortuna fosse de
qae mulber fosse. E finalmente, senbores,
tinha o casamento de fazer-se, porque Deas,
ao abysmo mmenso de saa ia omprehensi-
vel providencia, tinha determinado qne o R.
fosse o aconte, e calamidade; cora que Elle
quera disciplinare afOigir a familia de An-
tonio Goncalves Gumaraes, familia tio boa,
tio honrada, e qoe tem a sua vida registra-
da com todas as ragrai de virtude, nones-
tidade e recoihment.
Quando D. Claudina casou com o R, re-
ceben de seas pais boa somma de dinheiro,
e joias no valor de mais de 20:0005000,
devendo ser multas deltas as que constara
de urna relacio, qoe o R. fax publicar no
Diario Popular de 1 de setembro de 1870,
que toi junto aos au'os. Mas e R., em lu-
gar d\ com esse dinlifiro. pagar asmuitas
dividas que contrahira no Rio de Janeiro
ant-'S de casar, como consta da declaracao
do proprio R. no citado Diario Popular, e
do qae Iba sobrasse tirar o necessario para
se passar com sua mulher este reino,
poupar e capitalisar o resto, e trabalbaf,
bem ao contrario, comecou logo a triumpbar
a vida.
Passou-se com saa mulber Babia, e de
l aos Estados-Unidos da America, Franca
e i Inglaterra, como elle mesmo R. confes-
sa no referido Diario Poputar e sabido;
e finalmente, toroou-se este reino, onde
era. visto j em Lisboa, j no Porto, ou em
outros lugares daquelle diatricto, e sempre
vivendo como, se fra seakor de bens, de
qae afease- muitas e grossas rendas.
O certo porm que os meios para fazer
tanto, teve-os o R, nicamente pelos muitos
e avaltados supprimentos pecuniarios, qae
receben de Antonio Goncalves Gumaraes, e
depois do fallecimento deste, da saa viuva,
montando a 62:262#663 todo o diubeiro
que o R. recebeu, e gasto, nao se indura-
do nessa quantia nem o muito dinheiro qoe
Antonio Goncalves Guimaries deu a sua t-
Iba, quaodo cason, nem e muito com que
tawa
sayeu as drvMmv w
casar, nen muitas
n^lBo
elle
somansq amo Amonio Gooealves
(nimarJes n BSTmas de quenio
fez iancara^H ^H docomento.
E* de ver a < .da do Rio da Ja-
neiro, da
ventarlo
Calves (;
tos, qoe
do falle
elle
62:262468*.
vavel
nio -Gon^H
claro ser o
n.
barbas tem o ocano atlntico, colba algum
pnnhado d'esse clorureto soluvel e tempe-
re a historia seu sanor. ,
la eu caminho da greja da Torre, s '
e maia boras da noute da referida sexta
feira, quando encontrei-me com orna fami-
lia toda em sustos: dnas mocas cboravam,
tres meninos gritavam, um velbo gesticu-
lava irado, e um rapazito de cerca de 18
annos pinoteava em camisa e ceroola no
meio da estrada.
O que motivara essa desordem toda ?
Eis a pergenia qae vem ao labio. .
Altendite et videili t
O rapazito sentir bolir-lbe alguma coosa
as pernas, e, suspeitando qoe fosse alguma
cobra, voz a bocea no mundo e gritou
bom gritar.
D'ahi veio o alarma em qoe acbei a
desolada familia, qae, acalmada depois,
ajndou tranqaillimente o rapazito a enfiar
as caifas que elle despra para receber os
beijos da brisa da noute.
Quanto i cobra, advinha o leitor o que
era?
Nada mais era do qae ama......brin-
cadeira do rapaz !
O leitor j vajou nos treos de Olinda ?
Pois se ainda all nio foi, v, porque nio
se ba de arrepeoder.
V-se n'aquelles trens algumas caree real-
mente dignas' de figurarem nos mais por-
tentosos museos zoolgicos.
Sabbado toi na macbambomba do Sr.
Andr Porto para Olinda. Senxei-me n'um
carro e junto mim colloeou-se um res-
peilavel sacerdote.
Pooco depois entraram doas sageitos,
am alto, de paletot cor de aieitooa-e cal-
Cas e collete pardo. Trazia o chapeo in-
clinado para traz e ao ve lo lembrei-me tos-
tinctivamenle de am dos celebres leoes da
portara do convento de S.Francisco. O
ojitroera beixo, cheio do corpo eirajava
paletot preto e caicas e collete de cachemir
mesclada. A cara d"este era emtudo igual
i de um arto branco.
Os dous' indivwlnes seeUram-se n'om
mesmo banco, depois de sesaadaremcom !
agtaJ
Viajar assim com fras deve ser perigoso,
e a companhia da estrada de ferro deve
ter cuidado em fortificar as suas jaulas, do
contrario breve teremos novdada grossa.
Mas nio sao esses os mais incommodos
viajores dos trens de Olinda, nio. Ha-os
all de outras especies peiores, pelo menos
mais incommodos. *
Quero fallar dos parladores.
Venba o leitor urna maohia de Olinda,

linham-no
observa-lr
Ge
gttMBOS
.
tre elles e os
ir i&aatrot
observe altentamente.
Ha de ver um senhor bario sempre na
maior actividade. de lingua, contando, qoal
ontro Rocambole, a suas proesas passadas,
presentes e futuras, em todos os leiloes
havidos e por haver.
Ha de ver um negociante e proprietario,
de laille douce, referndo as anas viagens
por trras desconhecidas e os seos projec-
tos poltico socialagrcolacomraercial
industriosos, qoe slo ama das muitas ma-
ravilbas do universo, em que se resume o
sao eu.
Ha de ter um ex-negociante fallido dis-
correr sobre poltica interna, proclamndo-
se conservador entel n ultra montano,
pezar do sua" origem de alm-mar.
Ha de ver
Ora I ba de ver tantos e tantos parlado-
res eternos, que ba de ter cocegas de man-
da-loe todos plantar batatas, afim de me-
drar empregar o sea tempo e nio quebra-
ren! a cabeca de qoem oove as saas lame-
rlas, e inlerminaveis discuss5es pseudolit-
terariasecientificas.
.*.
Mas anda isso nio todo. Apparece
n'aqoells trens s vezes a familia mons-
tro.
Sabe o litor^a qoe a familia monstro ?
Pois vou dizer-lb'o, refcrmdo-Rie o que
testemonbei n'um d'eetes ohimosvdias.
ia en para a novena da Senhora da Con-
ceicio da estrada e Joio de Barros ou
moderna Paulino Cmara.
Nm n'um carro do Irem de Olinda
das 6 e meta horas da tarde':
:oa a montona, sinet da ee-
rti qae eommanica as
ti 0m plat forma, os pas-
"ramos cerros e enchefam
o sea'interlor.
3 minutos para a hora da par-
do chegou urna familia composta
eiaa, 2 veibas gordas, 3 meni-
S maicreados e ama enorme e bojada
mala
minba infelicidade a tal familia en-
troc o onde ea ettava* .a* emporrio
^BmL d^^H d beliscSo
indo t
quae:
na primera os sitiantes tomaram a praca
por assaito. *
Finalmente honve terceira ca'mpanha!
desta vez era preciso accommodar a mala,
a esta ainda vicraou alguns passageiros.
Entretanto passaram-se os. tres ltimos
minutos qae faluvam para a hora da par-
^ familia monstro (j sabe o leitor o qoe
?) desaranjxa muitos passageiros. Estes
claraaram poffjpm lugar, por isso que ti-
no trem das oito e meia ou nove e meia e, nhara paga ajlissagem e quariam ir senta
dos.
O Sr. Andr mandou por no trem mais
am carro. Mas ahi appareceram novas pei-
ticas : nio se achou logo um ferro de enga-
tar, faltou uma cajilba, etc., etc., etc.
Por fina de con'tas, o trem sahio 12 mi-
notos depois da hora II... Tudo isso por
culpa da familia monstro.
Ab eu desejo sinceramente qoe o leitor
nunca tenha de lutar com semelhante rara,
por que da lula s Ihe resultarlo desgos-
tos.
..
A novena da capellinha da estrada de
Joio de Barros nada tem de notavel. E'
urna novena como sio todas as novenas.
Resa-se o tergo e as jaculatorias e ladainha,
acompanbadas por msica de orchestra e no
fim das reas canta-se uns versos.
A msica dos versos nio feia; mas a
voz principal que os canta nada tem de no-
tavel, e os coros s sao supportaveis por
serem ouvidos na casa de Deus.
No fim da novena solta-se foguetes, lar-
ga-se um balio aerosttico e orna banda de
msica da guarda nacional toca algoma pes-
sa musical do seu escomido repertorio.
Eis tudo.
Entretanto tem havido grande concorren-
cia e a macbambomba de Olinda nio tem
desgolado disso.

Mas em toda parte anda o rediculo par
do serio, e ogrote co nio deixa de atiranir
atteocio.
Nessasympltasimanovena observei o povo
e nio deixei de tomar algumas botas, aj-
gumas das quaes vou por em publico.
Urna devota approximoa-se de am pe-
queo altar, ao lado da porta de entrada da
capellinha. para beijar a aagem da Rainha
dos Anjo, WlixdHocadaf-
bavia ums-aalva parao re- l -_
MMl de in-
> Antoaio Gon-
^kamen-
s remessas
de saa viuva
naquella qoantia de
im, sendo a legitima pro-
i oito Albos de Anto-
ntmariai 43:6401414,
llevador a o casal de
18:613d2i9, divida que pode anda aug-
mentar, ea porqie apparecam mais docu-
mentos contra o R., eu porque dimina o
valor do monte por causa do valor das ac-
etos.
No mencionado Diario Popular confessou
o Retado o que temos expendido, as avol-
tadassomraas, que recebeu do seos sogrot,
as dividas que contrahira no Rio, aa suas
viagens de longo curso, etc.; mas nio pos-
so acabar comigo dexar de 1er doas cartas
da It., a pezar de o terenxji sido com os*
mais documentos, qoe estao nos autos; nio
s porque confirman) o que teobo dito, mas
porque dio muita luz no processo do meu
discurso : orna escripta de Moreira sea
sogro em 11 de juiho de 1860; ootra de
Lisboa sua sogra em II de novembro de
1869. Na primera diz o R :
(Continuar-se-ha).
A PAZ
(H. Heink.)
.De brancas nveos no ethereo leito
Onde o co mais alto o sol pairava.
Sereno o mar corra.
Eslava eu recostado junto ao leme,
Mas nio sei se dormmdo, se acordado ;
Era entre os bracos de formoso scisma
Ou sonho brando e doce,
Quando vi Christoo Salvadordomondol
Tnica flucta nte e cor de nev
As formas Ihe envolva, normes, grandes,
Qtiaes formas de 'gigante t
Seus passos abraagiam mar e trra,
Sua fronte tocata o firmamento,
Ena qoanto trra e mar abencoavam
Suas maoe estendidas!
Por coracio no peito a sol continba,
O refero sol ardente ;
E desse corceo seceso em cbammas
Foco- d'amor e loase derramavam
Eternos raios de immortal belleza
Por sobee o mar e a tena.
Reboavam no ar os'sons d'am brooxe, m
Qae qaaes de brancos cysnes canto ameno,
Nosso barco atirabiam,
Em qoanto deslisaotoe brandamente
Junto da plaga florida e jocunda
De habitada cidade, rica e bella.
O' da paz maravilha !
Como todo aqoi bellb e socegado !
Nem ftil raido das mercancas,
E nem o martellar des oficinas,
Nada se escata aqoi, todo silencio!
Pelas ras de loa resplandescentes
Caminham homeae de* nevadas vestes,
Desalmas adornados.
Se acaso dois se encontrara no olbar fallam
Lingoagem d'amor e alma renoneie;
A fronte d'um ao seio outro estreita,
E os olhos elevam
Do salvador ao corceo radiante,
A esse coracSisol qae derrama
Em sea por pareo sangae a- paz no mundo
Em mystico transporte
Tres vezes repetindo:
< Bemdito seja Christo >
A. djc Soiua Pinto." .
de mo aspecto, ter/ton-se ; mas endirei-
tou-se tanto, artaajou tanto o cabello e lira-
p u-se e abanou-se tanto, quesqueceu-sa
de rezar, e limitou-se a olbar para a porta
de onde urn guapo cavalheiro Ihe lancava
oibares que nada tinham de religiosos.
Urna outra devotinha-----......Toisn s.
vou>t respectan l'innocenc f
Nio sei poTqae s hade soltar tanto fo-
guete nesla boa trra.
Por qaaiquer da cd aquella palha envia-
se s regios athmosphericas algumas gy-
randolas de logo do ar, e atordoa se os ou-
vidos de urna grande* porcio de pacficos
cidadios, alguns dos quaes correm is vetes
o risco de terem o crneo partido por algu-
ma taboca.
E' isso urna pratica semi-barbara, que
convinha que fosse banida dentre nos.
O furor pelos foguetes assume s vezes
proporces assustadoras as occasies de
festas religiosas ; e infelizmente ainda ba
quem diga qae festa sem foguete sino sem
badallo!
Ha tres dias am logista da roa Nova col-
locoa, s 7 boras da noite, ama taboleta
emblemtica no alto da soa loj. Pois que-
rem saber o que fez o homem ? Soltoo meia
duzia de foguetes III.....
E' at onde pode chegar o furor pelos
taes animaezinhos t
Urna pessoa, quem refer o caso, dis-
se-me com certo ar malicioso;
E' modestia do logista.
E o caso que eu me ri da pilheria e
acbei-a de um sabor tout-d-fa chic.

Duas novidades oceupam agora a minba
atteocio e eu quero prtilha-las com o lei-
tor.
A erimeira a reuniio de sabbado pr-
ximo no Club do Monteiro.
Diz se, affirma-se que sari non plus ul-
tra do bel o.
As modistas est) desde j atareadas
com seis centoe vestidos de todas as lor%^
ms modernas para as elegantes do salid
do Club.
RaalBa itgrj||ir ejimnliridutrt
abandd^^^B^ ecn d'aquellas
singellas r
A aegunda-aovkl
companhia

i depois ap- c
ilva. JblgSi-j
. n.ii mu
ao altar.
A-devota beijou a imagem e
proximou a mi lechada da salva
qoe ia deilar algnma esraola; qual!.
Dio ouvir tinir e a mi ma grande sur-
frise estava cheia de coosa nenboma I
cididainente a devota qtz lograr oa
(instantes; mas s pregou logro em ai
les n'ootro tolBetim; em
desde i* dizar qoe a companbia de zar-
ospMMfiroit
e novtrUma .outra devota, depois de dep<
camjflMfct abaaea oe eoioos, e como | peqaeoo altar am ora ramaJhetede flores
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