Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13063


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Full Text
1
ANNO
NUMERO
Wh fEIRA I* 0 JANEIRO OE I87I
POBTE.
0
I
I
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figS
000
i WO
244000
320
PAHA DITXO E ro
, Por trpi CWjm adiaAtados .
Por seis ditos idom.....
Por nove ditos idem.........
Por -ara ano dem .........
BflatlA.
iOSSo
27I0C0
Propredade de Manoel Ilgraeitoa de Faria & Filhos.
AO AtWNTHt
r
aba
Os Srs. Gerardo Antonio Alves & Filhos,
p Gon$i!res Pinto, no MaranhJo ; Joaqun Jos de OIiveira no Ceari ; Antonio de Lemos Braga, no A
Pereira d'Almeida, ettfl nanguape; Antonio Alexandrino d Lima, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na VA da Penba ;
em Nazareth; Antonio Ferreira de Aroiar, era Goyanna; Francino Tavares da Costa, em Alagoa%j Dr. Jos Martin*
PARTE 0PHCIA1.
; o remo da pro vi acia.
EXPESIENTG DO DA i/L,DJUtHBW Da 187).
Acto :
O presidente da proviola.stieodenio aoqae
reiaereram os profesores |abii<*os de nstrucgo
fricara, Jos Mumz Teixcira Guimares e Joao
:*e iibeiro de Moraes, este da esleir d fre-
gpezi'da Luz, e aquella 4a do Capim e tendo em
vista a nformago di director geral Interino da
iotnicgo publica de 11 do correte, sob n. 6, re-
sol ve conceder-lhe liceuga para permutaren) entre
si referidas cadeiras.
Expediram-se as newssarqs comn)Uiicag5es.
OQicios :
Ao general commandanto das ama, docta-
rao Id, em respnsta ao oflcio d 4 4o rorreute
'.crea d > proe^dimento da thesourara defazenda,
mandando pagaraos nfllciae graduadas do 9 ba
talho de iafantaria os vencimentos dos postos e
feclivos fomento, (j'io semplhanie deliberacao foi
tomada de accordo coro a presidencia al ulterior
dei>o, que compre aguardar do Exm. Sr. minis-
tro da guerra, a cuj apreciadlo acha se sujeila a
materia.
Ao inspector da thesourara de fazeoda, com-
raanieando, para o d cansa do Diario Oficinl n. .1 do 4 do correte,
por decreto 4G6I de 30 dezembro ultimo, decla-
ro o (.'overeo imperial de 1' intrancia a comarca
do Bniqne, croada nesta provincia pela lei provin-
cia n. !)'6, e ptla de n. 4GG0 foi marerdo o orde-
nado de 8G0 annuaes ao respectivo promotor pu
Vaco.
Commumcou-se ao juiz de direito de Garantaos.
Ai iuspector da iliesooraria provincial, ap
provando o contrato celebrado com Bernardino de
Seona da Silva Guimares para execugo do ser-
vico atrazado d'aquella reparliga.
Por essa thesourana maoou se pagar :
Ao lente honorario do exorcito, Flavio Jos
dos Santos e Silva a quantia de 64*192 rs. que
se Ihe est a dever de seus vencimentos como of -
tidal addilo ao eorpo de polica, a cont r do 1*
a 24 le agosto do anno passado.
A' Bento Jos de Macdo Pocas os vencimentos,
relativos ao mez de dezembro ultimo, dos guardas
nacionaes destacados na villa de Agua Preta.
Ao mesmo, a qnantia do !S0*, proveniente do
aloguel vencido no semestre de julho a dezembro
do anno passado, da casas que no termo de Agua
Preta servem de cadeia e quarlel ao respectivo
destacamento.
Expedlram-se as necesarias eommuncagSes.
Ao inspector do arsenal de marinba, para
3ue, de eonformi4|J^(u a deliberacao da presi-
eneia de 11 de novajBro ultimo, mande tnrneeer
ao director do arsenal da guerra SO arrobas de
plvora grossa para opprimento das fortalezas.
Communicou se ao director
Ao ebefe da repariico das obras publicas,
reeommendando que, sem perda de lempo proceda
a avaliacio do predio que se referem os papis
juntos, e aprsente o orcamento das mndlfleagdes
indispensaveis para que nelle possa funecianar
provisoriamente a assembla legislativa provincial
Ao engenheiro fiscal da estrada de ferro do
Ilecifo a S. Francisco, remetiendo em resposta ao
sen offlcio de 9 de jolho do anno passado, copia do
aviso do ministerio da agricultura de 9 de dezem-
bro do mesmo anno, relativamente aos impostos
geraes e provinciaes, que est sujeHa essa com-
panhia.
Ao promotor publico da comarca de Palma-
mares, chamando a sua attenijao sobre o tacto,
que participou o Dr. chefe de polica, de ter Tho-
maz Galdiao dos Sanios no engunho Gmha do ter
co de Agua Preta, ferido gravemente a Cleraeoti-
no Jos Feitosa, e recomraenaJo que requeira
as deligeocias legaes, aflm de ter prompto e regu-
lar andamento o summario crinn instaurado para
a punicao do delnqueme.
Ao Juiz de paz mais volado da fiegoezia de
Panellaa, dizendo em resposta ao seu ofllcio que a
casa oTereada para servir d9 p<>go municipal ne3-
sa povoacao, nos termos da lei provincial n. 919 de
1S de maio do anno passado, nao pode ser acceita
sen) previa exibicao do competente titulo de acqui-
sqo, adra de verificar 9e est na9 coBdicSes devi-
das, e oportunamente ser considerada como pro-
prio municipal, o que satisfeita esta forntaiidade
e concluidos os reparos, que estavam em anda-
manto, a presidencia resolver sobre a installacjio
do ervo municipio.
Portaras :
Ao conselho de compras navass, approvando
o contrato celebrado com Je Luiz Gonfalves Fer
reir 4 C. para forneceretn c de la aos
aprendizes artfices no trimestre de Janeiro a mar-
*;> deste anno.
Cerafnonicou-se thesourara de fazenda.
A' cmara municipal do Recite reeommendan-
do que, atteolas as razoes apresenladas por Candi-
do de SoctfjA Miranda Couto e Jnaqnim Jos Bello,
mande pagar pela verba eventuaes es vencimentos
que Ihes competem no corrate exercicio, na qoa-
lidade de aposentados; o t* nos lugares de ama-
nuense e porteiro da mesma cmara, e o 2o.no de
fiscal da frguezia dos Afogados,' visto nao existir
quota para semelhanle pagamento.
Ao gerente da Companhia Pernamhucana.
mandando por disposico do Dr. Joaqnim Jos
d'Almeida Pires, juiz de direito nemeado para a
comarca de Pianc, na provincia d Parahyba, daas
passagens de estado at Mossor, sendo urna r
e outra proa do vapor que tem de seguir para o
norte.
Despachos:
Antonio Gomes Ferreira Leitao.Indeferido.
Alexandre daSlveira Lima VenenoEntregue-
se, mediante recibo.
Companhia Brasilian Street, do Recife Apipa-
eos.Informe a cmara municipal do Recife.
Demetria de Gusmao Coelho.Informe o Sr. ins-
pector da thesourara provincial.
Flavio Jos dos Santos e Silva.A' thesourara
provincial, com oficio desta data.
Francisco Joe de Monee Silva.Informe 6 Sr.
Dr. chefe de polica.
Guilherraina Tavares da Silva.Informe o Sr.
Dr. ebefe de
do, segando consta do diario offkia! n. 302 de 28
nomealo Severano Monteiro
i posto de commandaote do balalho n.
37 d |^K de Cimbres.
I^HtfU muanos ao commandante su
guarda nacional dos municipios de Ca-
Ex, communicando as nomeai:o8s do
capitao Ignacio Cactano de Alencar Rodovalho para
o posto de tenente-coronel chefe do estado-maior
d'aquelle commando superior e do capitao Jos
Soares de Moli Avelino p3ra o de tenente-coronel
commandante do balalho 48 da guarda naciona
b.
de direito da comarca do Pao d'AUto,
eMnllo, de ordem da presidencia, que por de-
creto d 21 de dezembro ultimo,, segundo consta
do ITario official n. 30 de 28 do mesmo mez, foi
aceita a desistencia que fez Francisco Xavier Ra
mos da serventa dos oulcios de partidor e conta-
dor d'aquelle termo.
desde logo urna efise, e o Sr. Cogolmceano e seus
collegas solicitaran) sua demissao.
Poneos das depois a crlse ministerial lerminou,
organisaudo um novo gabine'e o Sr. Alexandre
Golesco.
Essa
ta polo
conserva
A eco
Jo9o Marit Jnlio Chaves, no Asan ; Antonio Marques da Sita, no Natal; Jos Joitino
Bulcao, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
; e Jos Ribeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
O novo ministerwv ccaposH 4* tnembee de- dafisplfeb |m n palz spplanoT
DIARIO DE PEB1HUHBUC0
Retroopecto poltico do anno
de 18 VO.
(Cotitinuagao)
^^bfeea suBplieante o
^V do regimeato^iB--
rajtt 11 zrfji er>.|-Infarm|
teriD Sastraccj
o puJ
Jos Maniz Teixelra Guiaaarics e Joao fos Ri-
beiro -de Moraes.Coooedo a permuta requerida.
Jos Soares Monteire.amo reqner, pagos os
dreitos nacionaes.
Luiz Rei da Fianca.-Sim.
Hmo ideferido.
Manoel Pereira Lemos. -4ostra o supphcante a
su peueio com orna planu do (erren de que se
irala. -
Joao Carneiro Monteiro da Silva Santos.tnfor-
w* o : ; ; clor da thesouraria provincial.
azi' tJi.Informa o Sr. los
peetor da nraria proviocial.
--------------------------------*l
linesouraria provin
TURUUIA E miKCIPADOS TniniTARiOS.
N correr do anno fiado o imperio otiomano foi
o theatro de acontecmentos^ notaveis, tanto da or-
le n social e poltica, como da ordem religiosa.
Ao encerrar-se o anno de 1869 urna pendencia
entre os governos de Constantinopla e do Khedive
irazia os t-spiritos appreheosivos no Oriente, por
causa das reclamac3es do sulla) respeilo dos
armamentos bellicos doEgypto. Alm dsso a mag-
na questao do Orieuie leve sua ,wea de elTerves-
cencia em face da allitude militar da Russia, que
ouBca pode perJoar aos turcos terem-se firmada
na Europa.
No principio de 1870 ambas estas questoes oceu-
param a attencao publica na Turqoi e ellas
vieram juntar-se algumas desavengas entre o go
verno do sultao e os governos da Roumama, da
Servia e do Montenegro,-por cansa da administra-
cao pnbliea e de excessos dos governos sngeiios
suzerania do sultao.
Acalmadas essa? pendencias pela attitude enr-
gica da Porta Oltomana, e, tendo j rebemado a
guerra franco- prussiana, a Turqua tratou de ar-
mar-se para os effeitos da sua neotralidade no
convicto que ia pelo Ocjidenie, e n'eslo oslado foi
encootra-la a nota que o principe de Gortscha-
rkofl dirigi s potencias signatarias do tratado
da 1836.
Ao ter sciencia d'essa>nota, a Turqua ompro-
hendeuiodo o alcanee das prelenooes da sai ri-
val, eaugmenteu consideravelmenle o seu> pre-
parativos bellicos, aggravanjo assim anda mais o
estado desnas j tSo arruinadas n,ianc.as.
A raspeito das pendencias com os estaos su
geitos sua suzerania, pendencias que, felizmente
para todos, foram resolvidas satisfactoriamente ;
despeito das lulas confiantes por causa de direikos
e prerogativas religiosas, latas suscitadas entre as
diversas saitas do Orienie ; despeito do estrago
de suas respectivas Qaanoas e dos embarazos ex-
ternos; a Turqua e os principados tributarios
proseguiram no correr do aoao finio as refor-
mas iniciadas no anno anterior, e foram alargan lo
as bases do direito civil e i.ui.'.iandj reformas civ-
lisadoras, tendo orao alvo"a libordade e o en-
grandecimento material e moral dos seus povos.
Foi assira que a Turqua demonstrou ao3 povos
civilsados do occidente que nao era refractara ao
progresso e qus nao Ihi era extranha a evolugSo
liberal que so vai fazendo pelo mundo. Ella tam-
bem qaiz ter um lugar no grande banquete i ci-
-vilisacao; e, pois, caminhou de fronte erguida pela
senda do progreso, pedindo a.palavra de ordem
ao occidente para derrama-la no Oriente, e Ilu-
minar os povos d'esse lado com as luze; dj se-
cuto.
Logo no principio do anno a divergencia com o
Egypto leon resolvida, acquiescendo o sulla em
abrir mo da reclamacao sobre armamentos, e
contentando se com a entrega da e^quadra encou-
ragada que linha comprado o Khedive, pagando a
Sublimo Porta as despezas de construeco dos va-
sos de-guerra do seu vassallo.
A cpmmiuo internacional reunida no Cairo
para resolver a quesiao das capitulacoes e da re-
forma judiclana do Egypto, por esse tempo con
cluio sua misso, acceiiando as refirmas propostas
pelo governo em materia criminal e reclamando
urgencia para ellas.
, As proposlas dos commissarios austracos sobre
a creacao de tribunaes no Cairo, em Alexandria e
em Zagazig, foram acceitas pela commisso, que
deelarcu que esses tribunaes deviam ser mixtos e
compostos de jurisconsultos europeus, nomuados;
por seis anuos e retribuidos pelo governo egypcio.
0 governo da Roumaniaem Janeiro declaro pre-
ferir aquella designacio de Principados Danu-
bianos dada ao sen paiz,e'n'esse sentido o governo
austraco notifl^ou ao de Con3lanlinopla para que
o reconhecesse.
O governo do sultao procurou harmonisar-se
desde logo com o do principe Carlos da Rouniania
em tal raelamacao, e, reconhecondo a de-igoacao
na para o sen estado, eoncedeu-!te a
o de conferir ttulos honorlkos, es.tr-
tando-se assim o vassallo com o seu suzer.mo
'esio dos judeus por esse tempo tomou vul-
creou ao
graves quanto mais
irouo espirito il
O governo, ulerpt
sobre esse assumnto e instigado para que toratsse
precauedes no sentido de ugmento cons-
taste da populacho judaica, reawoa com firmeza
assumir essa attitude ja missao, de-
clarando todava que a inicutiva do parlamento
dava-lbe os meios de fazer o que o governo o -o
quera nem podia*d
Ponco tajM>p erelro, o principe
Carlos dea do seu patrio-
tismo, reejHbdo r litadlo consignada
par prtfceza sua mulher, e declarando que, no
estado nnanceiro do pan, noto o o gover-
no deviam esforcar-se por ;equilibrB* orcamen-
los, imtnamdo as despezas e bem destribaindo
os receltas
J :Q vice-rei do Egypto abri por esse teapo o
djfrj partimento creado ha poucos apoos, e pronuncian
-nm discurso que foi bem acceito, nao so pelis
ideas saasM emliiidas, mas' tambem' jfela' pro-
dentia com qaeelle se oceupou da poltica, tilo
fazendo allusdes acerca do conflicto com a Por la
Oltomana.
A Turquia, tambem por esse tempo, fez algnmal
demonstrarles militares as fronteiras da Srvia e
do Montenegro, por cansa das emoedes all cansa-
das pelas revoltas da Dalmacia.
Essas demonstraedes foram praticadas com o
ftot de proteger as provincias limitropbes ameaca
das do contagio revoltoso, e nao no intuito, segun-
do se disse, de ameagar os estados seus vassalloM.I dencia
urna vez que a Turqua nao deixava de respeitar elevado,
a attitude das potencias ocoi leniaes, que se roas-
travam dispostas nao lolerarem o rompimeuto
da paz oo Orienta.
nado roomano reagio contra as tendencia
IBfcas e reformistas do governo regeitvodo em
rav a
e ut >
partido moderado, apresenton-se cmara, onde
foi bem acceito, e o presidente do conselho leu o
seu programma poltico, que foi muito applaudido,
merecendo nm voto de conflanga.
Esse miniterio, porm, como lodos os da Rou-
inania, nao devia dorar muito, por que quasi
urna mana n'esse paz mudar constantemente d
ministerio em todas as sessrjes, do parlamento e
nao raro mais de nma vez n'nma mesma sesse
legislativa.
No da 19 de fevereiro a se3sao foi muita agita-
da. Um depntado da extrema esquerda, o Sr, lio-
setti, informado de que a sua eleigai fora julgada
valida e convidado a tomar assentn, notificoosua
Jemisso por meio de urna carta insultante para a
repressnlacao nacional. A mesa aprosentou a
idoa'de nao ser lida a carta; a cmara, porm, de'-
cidio em sentido contrario, instancias do Sr.
Braliano. A carta fai lida, e os dbales que se Ihe
seguirara foram apaixonadtssimos e deram lugar
retirada de seie depntados da esquerda.
A Turquia pouco tempo depois tambem vio-se
bragos com nma crise ministerial, nao provinda
de interesses polticos postos em jogo, mas de unja
intriga de serralbo. ) grao vizir, contrariado
pelo seu collega do interior, procurou desde lfb
formar um novo ministerio ; mas s o conegaio
depois de muito irabalho, por que por toda a parte
se Ihe antepozeram embaragos visto serem raros
os homens de estado na Turquia.
N'essa occasio j se fazlam sentir no Oriente
os resultados do concilio ecumnico. A sreja ar-
meno-calholica, peritamente bom tratada pelo"
governo turco que deixava-a gosar do urna posi-
gao privilegiada, alarmou-se e ameacou dividir-
se por nm schisma.
Proveio isso da conducta equivoca do patriarcha
Hassonn, que foi aecusato pelos seus correligio-
narios de estar disposto se deixar seduzir em
Roma pelo ultramontanismo em prejuizo das in-
munidades da communhio. Os dissidenles, qae
coniavam em seu seio os armenios mais conside
rados por sna posieao e fortuna, conslitniram urna
conmunho independente e o governo concedea-
Ibes para isso todas as facilidades de-ejaveis.
O conselho dj estado da Serva por esse tempo
elaboron algn? projectos de lei, de qne devia oc
cupar-so a tkuplschina, que eslava convocada
para junho, cujos projeetos eram urna eooseqaen-
cia da constituigo de 4869. Euire elles figura-
va, ama lei sobre responsabilidade dos miaistros,
urna outra sobre imprensa, outra sobre a creacao
da autonoma commanal, e outra finalmente sa-
br o jury.
A cmara dos depntados da Roamana receben
em margo nma carta do principe Cousa, na qual
o ex-soberano do principado recusava o. rataduo
de depuiado que Ihe tora conferido por ani ds-
tricto eleitoral.
Nessa occasio a questao do direito de naci-
nalidade dos gregosresidentes no imperio otioma-
no, foi regulada, continuando a gosar d'esse ilrei-
lo os ci lados helnicos, que all resMiara antes
de 186o, sendo tratados osoutros deonformidade
com o eonvenio celebrado n'essa data pelos dous
governos
Em abril o goverao do khedive envioa Nubar-
pacha CsnstajMiuopla para obter do sultao-a
approvago do-plano de reforma judiciaria.
A Poria prucipiorecusou approva-lo ; mas,
depois de longas disenssoes, ebegou um accordo
com o enviado do vice-rei,. consentindo este em
certas emendas proposlas pelo governo ottomano.
A noticia da appnmcio do projeelo de reforma
judiciaria causn grande ragosijo, nao s no Cai-
ro como em Constautnopla,
A igreja de Oriente creou por esse tempo s
ros embaragos Porta Oltomana, augmentando
assim as suas dilfhuldades relativamente igreja
catholica. Os blgaros do rito onhodoxo reda-
maraa do governo ottomano a creacao do urna
igreja nacional, sob a direegao de um exarchato
blgaro, independente do chefe da igreja ortho-
doxa. A Porta acquiesceu rectamagao ; mas o
patriarcha de Constanlinopla dirigi ao gov rno
um protesto, e.n devida forma contra o firman im-
perial qae creou essi. ex archa.
A Porta recnsou reeeber o protesto, e respon-
deu ao patriarcha que o firman seria exeeulado, e
que a sua opposigo em nada alterara a determi-
nago do sultao.
A poltica interveio na questao. A Russia qne,
embora o tratado de Pars, se julgava anda in-
vestida do direito exclusivo de proteger seu mo-
do a igreja orthodoxa na Turquia, tomou a defeza
das prerogativas do patriarcha. tduias notas fo-
ram trocadas entre os dous governos, e a Tur-
quia, disposta a fazer valer ce seus dreitos de so-
berana, nao alten deu s reclamagoos do patriar-
cha nem s notas do governo moscovita, levou por
d'avante o firman imperial, que estabolecau o
exarchato blgaro, e deierminou a organisagaa de
um conselho, com os mesmos privilegios do conselho
orthodoxo, eieito pelos armenios era divorgencia
com o patriarcha.
Maniendo com firmeza a communidade armena-
catholica o direito da salvaguardar suas inmuni-
dades contra as invasor do santo solio e contra
as manobras do patriarcha armenio Hassoun
e de seuaapplente omonsenhor Pluyra, a Porta
pronuncioa-se francamente contra o procedimen-
palriarche representou corte de Roma,
>que elle nlo tinha odireilo de renun-
goidade de que se achara inve tido na
teem o consent ment do sultao, que, s
elte tinha o direito de destitu-lo e ne renunciava
essa prerogativa.
segando firman imperial, ractifleando o pri-
a, imliiuio definitivamente a igreja orthodoxa
Ja R^Hia, independente do patriarcha ecum-
nico de Constanlinopla.
Em quanto esta questao se debata na capital da
Turqua, as crises ministeriaes iam contauaudo a
manifestar-se na Reaminia. O Sr. A. Golesco, nao
tendo podido resistir trrenle adversa da as*
sembla, retirou-se do p dor, seado incumbido da
organisacao de um novo miaisierio o principe
Ghika. Este, porm, nao tendo conseguido formar
am gabinete disposto a assumir a responsabilidade
de ama dissolugo de cmaras, resignen por sua
vez o mandato as mos do principe Carlos, que
contiouou a lular com seriasdifeuldades de ad-
rainistragao, diffleuldades provindas do fracciona-
ment das cmaras e da attiinde dos partidos po-
lticos.
Poucos das depois p x-mioistro, o Sr. Golesc;,
foi incumbido de organiflar nm novo minsteio,
com posto com algaos dos elementos do seu or
meiro gabinete, e, depois de atgum trabalho, fot
lr s cmaras o sen pregramma, qae merecea um
acolhimento desfavorayj'
Esse ministei
do Sr. Epureano, qae foi bem
videntemonte nao poda ad
nma cmara que Ihe
_re da dissoluga fez se
eora mais (ore*, e o ministerio nao l
~^-A
Serv, na
sim a medida do gabniele. As. novas cmaras fo-
ram convocadas' nos limites do tempo marcado na
constitnieao.
A\esse lempo j se tinha dado em Alhenas, na
Greda, o brbaro assassinalo de alguns viajantes
estrangeiros por um bando de salteadores, e o go-
verno ottomano poz em campo toda a sna actvi-
dade e vigilancia as f-nnieiras, para obstar a pas
sagnm do bando de Marathn para o territorio
turco. Essa vigilancia deu em resollado ser apri
sonado outro bando de salteadores no momento
em que elle pa&sava a fronieira.
Mais nm motivo d* divergencias appareceu as
relagSes da Porta Oltomana rom o governo do prin-
cipe Carlos da Reumasia. O principe mandara cu-
nhar una mneda com a sua efflgie, a o governo do
sultao proteslou cnnlra essa nsurpaeao dos dreitos
da suzerania de Constanlinopla.
. Em Botochani, na Roamania, em mato, huve
ama desordem promovida por estuJante, com fins.
eleitoraes, senl), pirm, levertid contra o.v ju-
deus, alguns dos quaes f.iram maltratado. A au
lordade reprimfo a desordem, sendo por isso lou-
vada pela commisso local israelita.
Em juoho a auit ida da foru Oltomana era do-
cididamente contraria tradiegoes de sua antiga
poltica, cora referencia s communhdes religiosas
nao musulmanas.. A Porta manifeston-se pela li-
herdade religiosa, Mmittinae qae os chrislaos or-
thodoxos, proiesiadt e eatholicos curassem de
sua salvagSo seu modo.
Depois de 1er mando os dreitos dos armenios
separatistas contra as preleogdos da Curia Roma-
na, a Porta obron com o mesmo vigor com refe
reacia ao patriarehalo grego, e o patriarcha, de-
pois de muitos protestos- sempra inuteis, deixou
Constanlinopla exilando-se na pequea cidad de
Chalis. .
Por e-se tempo apasguaram-se completamente
as divergencias do governo de Constanlinopla com
o do vic-rei do Egypto, dimouindo o khedive o
sea exrcito e rednzindo-o s proporgoes fizadas
no firman imperial qae conferio a investidura ao
vice rei.
O exercito egypcio fleon assim reduzdo 20,000
homens, e o sultao, como prova do sna amisade,
enviou ao vice-rei urna espada de honra e recebeu
em Constanlinopla com muita deferencia e lilho
mais velho do khedive, vendo na visita do hsrdeiro
presnmptivo do tbrono do Egypto um acto de sab-
misso do seu vassallo e do seu desejo de conservar
a harmona entre o sultao e a dynasfia de Me-
bemet-Ali.
O prncipe Carbs da Roamania enviou um agen-
te diplomtico Constanlinopla, com o fl-n > re-
galar o negocio da moeda roumana.
A Porla reconheeau ae governo de Bucbrtst
o direito de eonhar moeda com a efltgte do princi-
pe reinante, mas exigi que as moedas indicassem
ao mesmo tempo a sna suzerania. Era isso pre-
cisamente o que nao quera o giverno de Bucha
rest, e, pois, a roissao do agente roumano nao pro-
dazio resaltado algum, e o emissario retirou-se de
Constanlinopla sem ter solvido a divergencia.
As eleigdes para as novas cmaras da Roumania
flzeram-se no meio da maior excilago publica, e
haven lo serios conflictos em varios pontos, onde se
deram algumas mortes e lerimenlos.
O governo interveio na eleigio, e, entre outro i
lugares, em Pilesli, a forga armada travou lula
com o povo, resultando numerosas victimas.
O partido da acgo procurou desde logo explo-
rar esses acohteciraentos para tombater o minis-
terio.
O principe Carlos canservou-se prudentemente
afaslado (fessas lutas, e por essa forma ganhou
lana sympathia, quanla fai a que perdeu o minis-
terio Epureano, cuja posigo foi das ruis vacilan-
tes e vexatorias.
A siluaco da Roumania aggravou-se muito
u'essa occasio, e houve at um grupo exaltado
de polticos que ebegou a pregar um revolugio,
enjo fim era evidentemente a deposigo do pria
cipe Carlos.
No dia 9 de julho, no meio d'essa agitaeao, abri-
se a sesso extraordinaria da cmara dos depuia
dos, e o presidente do conselba de ministros a jres-
sou-se ora desmentir os boatos de nova dissoluga
da cmara e de um golpe de estado que se dizia
pruj-ciado. O Sr. Epureano dedarou mais qae o
governo se encerrara nos limites tragados pela
constituigo, dos quaes nao sahlria, quaesiaer que
fossem as crcurasiancias.
O norae do principe Carlos e o do seu represen
lante em Pars llguraram nos incidentes que pre-
cedern! renuncia do principe Leopoldo do Ho-
henzolern ao ihrono de Hespanha, e pretendeu-se
ver o dedo da Franca na crise interior qae agitava
a Roamania. O Consfwcwna/, porm, desmeBtio
essas noticias, declarando a que o goverm im-
perial via no principe Carlos um amigo da Fran-
ga, e no governo que diriga os negocios roumanos
um governo que tinha direito- s suas sympathia.
J ento linha rebentado a exptosa do Occi-
dente, e a guerra segua o sea curso material en-
tre a Frang e a Allemanha.
O Oriente alar nou-se em face da silnagao do
Occidente, e o governo ottomano, vista dos acn-
lecimentos que iam pelas margeos do Rheoo, to-
mou suas precaugSes militares, ponde-sa assim de
sobre-aviso para qualquer eventualidade.
Os armamentos da Turqua nao tinham manifes-
tamente por Ora aggresso, mas lio smente a pre-
fvengo defensiva para um caso desagradavel su 1
perveniente.
Em preseoga da ancielade qae se manifestou
povo, par causa da guerra que em Constanoop
ehegou a crer-se que seria europea, e gover
tloraano, temando os effditos desastrosos qae ess
(uta podara levar aos dominios do sultao, pelas
compltcaeoes que poderlam occorrer do lado da
Russia, Principados, Grecia ou Egypto, apressou-
ae em notificar todas as potencias da Europa a
tituio-o um g
ameagou
alguns das. Subs
oro do par-
apres-
nobre e
ordem
judeus;
'.relacdei
ciaron qpe a regencia a o governo da i
do prncipe Miln possuiam toda ^^H
. da skttpetschrwa nacional.
No du G de outubro. depois de "-'* utr *"*'
annos de duraglo, fc julirado o promVH
principe da Servia, Karageargeviich e de seos
cmplices no, assassinato do prracipe M%nel. O
tribunal criminal absolveu iodos o acensados por
falta de prova?.
A Porta Ottomana, aproveitando s*da9 iregoas
em qne a deixavam por algum tempo as eompli-
cagSes do Occidente, e virado restringido o con-
flicto entre a Allemanha s a Frasea ewas duas
nicas potencia?, tralou de regular os sen-s nego-
cios, chegando a am accordo-com o governo da
Roumania proposito da questao da moeda en-
nhada cora a eDgie do principe Garto.
Reservando eeus dreitos de smerania *
fuluro, a Pona reconheceu a emisso j fehed'esi
moeda como am fado consummado, sobro > .qual
nao mais disemina. As relagoesdo principe aom
o seu suzerano raelhoraram desde eato, e, twrcos
e roumano, ambos se deram por salisfeilos pela
rcpiproeilade de attengSes e defereoetas trocadas.
No interior da Turquia, ;s querellas religiosa*
dos armenios catholicos e dos greges orthodoxos,
continuaram, porm, a crear algaos embaraeos
Porta, que todavia, habituada essas Iotas qae fa-
zen muito ruido, Isvaniam ronitas intrigas, e ex-
cilammni vivas paixoes no seio Has coramnnhce;
christias de Constanlinopla, procurava sempre ir
conservando um justo equilibrio enire as diversas
seilas.
Os armenios separatistas continuaram a pedir a
desliiuige do monsenhor Hassoun, qae diziam
achar-i-e ligado aos ioleresses do Vaticano, e o pa-
triarcha grego orlhodoxo por seu lado continnou
a protestar contra a emancipago da igreja bl-
gara. A Porta foi a Miando sna resolu gao final
no conflicto, e o anno encerrou-se sem que as
questoes relig.osas liveasem um termino.
A assembla do principado da Servia terminen
sua sesso 5 de novembro, tendo feilo- muitos be-
neficios ao seu paiz. Entre outras medidas, a
skuplschma melhorou a instruccao pnbliea, crean-
do um seminario, urna escola de agronoma, nm
institaio agrcola e ama escola militar. Alm dis-
so ella aboli a censura previa da imprensa e ap-
provou urna lei que exhaurou-a de todos os en-
travs postos sua liberdade. Outro sim a skups-
china deu um bello exemplo de tolerancia religio-
sa, decidindo que o padre masulmano em Belgra
do gesaria do mesmo traiamento que os padres dos
outros coitos.
Estas medidas, que foram perfeitamente acolla-
das pelo povo, deram muito mais valia a Serva
que podenara dar-lhe as intrigas com os seus vi-
sinhos da Roamania uu es seas sonhos ambicio-
sos de om eof raodeeimento territorial do lado das
provindas tureo-slavas, intrigas e sonhos que por
algum tempo crearam animosidades entre os po-
vos desses paizes.
Ponco depois dlsso todas as desc mfiangas e te-
mores da Turquia toram despertadas ex abrupto
pela nota que o principe de Gortschackoff dirigi,
em nome do geverno moscovita, s potencias sig-
nalariae do tratado de Pars d 18S6, e a Porta Ot-
tomana eneetou urna serie de novos preparativos
bellicos que bem deixou ver que nao tolerara as
velleidadades da Russia em querer dispr seu
bel prazer dos negocios do Oriente.
No dia 37 da navembro o principe Carlos da
Roumania abri a sessio da cmara dos represen
tantea, pronunciando um discurso, no qual decla-
ma-se satisfeito palas boas relagdes que o paz
conlinaava'a manter com todas as potencias.
Alm disso o principe annanciou cmara qdfe o
orcamento para 1871 nao apresentava nenbura
dficit, e que estavam era vas de serem conclui-
das as convengdes relativas jurisdiegao consular,
que deviam preencher ama lacuna sentida desde
muito lempa nos principados.
Entretanto as ultimas noticias dzem que trata-
va-sede modificar anda urna vez o ministerio roa-
mano, e qae o principe Carlos declarara depois
disso ao parlamento que nao careca delle e que
assumria toda a responsabildade do governo,
dissolvendo por conseguate a cmara.
Diziase que es e golpe de estado era aconse-
jado pela Prnssia, e approvado por alguns dos i
ministros daquelle paz, que sao extremaraeole
sympathicos corte da Berln. Alguns ministros,
porm, se oppozaram, e respeilo destes anuuncia-
se que peiiriam sua demissao.
Em oasequencia desies boatos augmenlou a in-
disposigao contra o principe Carlos e lodos os seus
prenles; indisposico que j exista contra al-
guns actos pralicaio pela corte. Fallava-se em
operagdes ruinosas, em que lem parte homens im-
portantes da corte, influenciados pelo principe, que
se presuma nao ser completamente estranho
essas operagdes.
Dos outros paizes sugeilos suzerania do sal-
tan, as ultimas noticias sao satisfactorias c indi-
can) claramente que a raelhor harmona reinava
entre a Porta Ottomana e os seus respectivos go-
vernos, que am proseguindo na sua marcha regu-
lar e civilisadora, tanto na Europa.f como na Asia
e na frica.
De Csnstantraopla as ultimas noticias dizem qae
eslava reunido era Schumla um exercito comple-
to, cora ti bateras de artilharia, e que todas as
fortalezas j se achavam artilhadas de novo e bem
montadas e preparadas.
A' ultima dala licava tambem preparada a es-
quadra larca de evoluQdes para entrar eso cara-
pacha s ordena de Hobart-pach. e Ibrahim-pa-
incambido O raer-pacha de com-
ino* que se deviam adoptar para as
manobras de ambos os exercito s de ierra e mar.
Os tarcos conflavam na lealdade da Grecia, e
dizia se que os batalhoes da Iheasalia e do Ep-
ro havlam marchado em direegao Bulgaria.
Ao encesrar-se, pois, o anuo de 1870 a situagao
da Turqua nada tiaka de iranquillisadora nos ne-
gocios eaternos, que ella via cada momento
ameagadoe de ama catasirophe, e nem tao ponco
erara satisfactorios os seas negocios internas, nos
resolucio qae tornea de guardar a mais strela quaes ella va tambem a possibilidade de urna des-
O progra
aoinieriorerep I
quanto 4 poltica ext
com o Occidente.
Essa poltica era evidentemente contraria a do
partido revolucionario, e linha por efleilo vivar em
paz cora os vsinhos, repudiar ambigdm
e asegurar o deseo volvlmento 4o paz peta
dadd, e con ordem o arme.
nentraJidade no conflicto franco-prasslano,_prote8-
tandp que nao cedera i nennuma suggesio, nem
conselho que tivesse por fim inclinar a poltica do
imperio favor ou centra alfana daa duas poten-
cial beligerante, ama vez qae es aceatedment
nao ameagsssem a xislencia e sodarledade dos
estados ottomanos.
Enirtunto a Turquia proceden ao armmenla
das suas fortalezas, e f-jrmagao de acampamentos
eatriaclieijados, completando ao mesmo tempo a
organiaagao do exMoito, segando is bases que
pouco antes adoptara.
, Na Iloumapia a partido revolucionario, jolgan-
do a occasio alada para execatar os seus planu,
tentn ana golpe son o na cidad de Ploges, que
j liaba sido theatro de outras teotaiivas revola-
cioaariis. Nos fias de agosto proclaraou-se all
a queda do principe Carlos e iastituio-s am go-
verno provisorio eomposto dos Srs. Golesco, Bra
liano e Joan Ghika. O governo, porm, estando
Srevenido, dirigi alguma tropa para Piogesti;
cof preso e a iraquillidado rastabelecea-se
na cidade.
Na Servia o regenta, em nom da principe Miln,
abri a sesso da assembla nacional, pronuncian-
do am discurso, no.qaal fox. nour qae 0) negocio
internos do principado aobavamse na melhor or-
esiavam em bda siiuagio, e
^a.wipaiJkibiM!
organieaa pelas complieages que a Russia pro
carava levantar, denunciando a parte da
de Pars que se relere k neutralisagao de.
fia
Se a Rassia persistir as suas veleidades de
pactar a questao do Oriente e avsnear para Cons-
uolinopla, nao achara a Turqua desaparee oda,
verdade ; mas aos gigantescos meios de guerra de
qae ella dispfie diteil, se nio impossivel ser aos
turcos urna resistencia efflca, obra ludo na si-
tuagao em que se acba a Europa. *
GRKCIA.
No correr do anno fiado, es negocia*
helnico marcharan) na mesma seoda irilbada dea-
de a revolacao de 1862.
A Grecia incontestaval mente depois de 1833 lem
feilo muito para mostrar-te na altura da dvspa
gio moderna, e nesses ulnmos annos teoi sido
grande osea desejo de conservar-se em esudo de
bem merecer o apoio das potencias europeas pro-
locuras e garantes da ana independencia.
Mas a Grecia Oriente, o Oriente ha longos
annos que vive ama vi da afea** oes e de recaios,
latando com revolacdes e desordene continuadas,
vendo-se sempre i bracos com am desequilibrio
floanceiro notavel, e extorcendo-sa as intimas
oonvnlsdss de eus partidos polticos, cojo -ranedr
e odio redpro deslrem todo os germens de
lefios publicados em 1870 pdo ge-
ressiliam com evidencia as cnti-
circumsiancas desse paz, talhadb sem duvid.a
vastos futuros semelhantes i sen brilhante
Mmas sempre perseguido por dwgracas V
Sodaerem.
WsWn desses relatorios aclis-se- nma lisia
majezTTierrte mni longa de salteadores morios, pre-
sos ou dispersos, o o numero de condronagde.-
que foram pronunciadas no correr do amt> fiado
por actos de roubos com violencia e assas3Tato.
O nemere dos crimes des?a ordem, o numero d.;
pandos de safl-adores e revoltosos que in(*tam o
infeliz paiz da Grecia, sao uina prova iocuneussa
do estado de Asnioraltsaeao e fraquea dos diver-
sos geverno?, qne, i exemplo da Roumania,: teni
succedido rapida-mente as regides do poder, aeii-
ses ltimos annos, em deixarem oulra copia de i
akim de um certo abandono pelos nleres-e- n*i>
poyo helflnico, e sem mostraren) mais do qne nma
srande vrvtpdade poltica em perseguiros adW-
ios em eren gas, 1> orando assim o paiz nos borro-
tes de continuadas Iotas eivis.
O segundo relfltorio do governo deixou bera
clara a situagao finaneeroa da Grecia, que desdo
1862 se tem acbado sempre em pessimas circuir
tandas. Segando esse documento, diffkilmen;
eram cobrados os impostos, o seu producto na,
basta va para saiisfaier as exigencias dos orcamen-
tos, faltava dinheiro para as desperas, e estas aup
mentavam medida qoe resela a divida publi-
ca, que no arme lindo elevou-se enorme cifra-
de *0 mifhdes de drachmas para am pequea
paz como a Grecia.
Ainda segundo e^se documento o dficit d>cr-
eamento para 1871 era de 4 milhdes, os funeciona-
rios pblicos s recebiara seas vencimentos com
atraso e as pensSes de estado tinham sido suspen-
sas desde o comeco do anno.
Ninguem dir eerlamente que esse estado II >
rscenle e satisfactorio, e assim pensavara os pro-
tectores do reino helnico, quando reclamaran) d>
Soveroo mais cuidadoe dedicagao aos intereses
o sea paiz.
Entretanto, com referencia s questdes do Ori-
ente o procedimento do governo helenleo fel sem-
pre conciliador no aBno prximo findo, e- a Gtcci
conservou nesse periodo de lempo as melhores
relagoas internacionaes com os seus visinhos.
Ao comegar o aooo de 1870 a Greda lutoii e*i
orna crise ministerial, provocada pela retirada d>
ministro da jusliga, o Sr. Pelzolis, do seio do gabi-
nete Zaimis.
Depois de alguns das de um irabalho incensan-
te para constituir o ministerio, o Sr Zaimis consc-
guio organisar novo gabinete que ficou a-im
composto : Zimis, presidente do conselho ; Va-
laorittis, negocios estrangeiros ; Delyanis, finan-
cas ; Avetinos, instruegio publica ; Harabas, ins-
tiga ; Trompis, marlnha ; e Soulzos, guerra.
Depois de eoastituido o ministerio, o ministro
Valaorittis dirigi nma circular aos agentes dipla-
malcos da Grecia no eslraDgeiro, tragando a po-
lilica da governo, qae deeliroa ser pacifica e eoii-
crliante, como j tinha lfirmado ao corpo ^t(>!->-
maiieo residente em Alhenas.
O novo gabinete segnio realmente a polines *
seas antecessores no poder, u o estado pollito
financeiro do paiz continuou a ser sempre o m*?
mo, isto desanimador e doloroso.
O governo apresson se em tranquilisar as p -
lencias sobre suas inlengflas relativamente pro-
paganda panhelenica, que agitava algumas das
provincias do imperio ottomano, desmenliodo tor-
malmenie as intrigas forjadas parante o corpo di-
plomtico de Alhenas pelos emisarios-do partid)
revolucionario, os quaes diziam obrar em nomo
do governo helnico.
Essa declaraco do gabinete de Alhenas eslava
de accordo com a su declaraco anterior dn
alter-se ama poltica pacifica e conciliadora ;
mas de ficto ella so revelou anda mais a frique-
za dogjverno, posta em jogo pelos parlidos polti-
cos do remo helnico.
O governo foi entretanto segurado o sea cami-
nho aira vez da embaragosa silusgSo do paiz e ven-
do cada momento erguer se diante da si o cau-
sar-lhe graves aprehensdes a possibilidade de ama
revolugo que devia ter por fim desthronar o re
Jorge, contra quera se espalhavam noticias ponco
satisfatorias, dizendose que S. M. pretenda des-
fechar un golpe de estado em prol do poder pes-
goal.
O ministerio, todas as vezes que esses boatos u-
mavam vulto, apressou-seera demenli-los, e final-
mente declaro que o rei, de accordo com os seu*.
ministro, pr< tenda modificar alguna artigo* da
constituigo, mas disso e affirmou que essa raed*-
ficagao seria feita segundo as normas consume*)
naos, apresemande-se s cmaras um proje to d
lei previamente confecc onado nesse sentido.
Em abril vsrificaram-se aseleigdes comrcunacs
no mei > da maior tranquilidade passivel, a uodo-
se, ao contraro do que se esperava, urna (:rann>
indiferenca o muilas abslengoes. Foi esse rejp '
lado devido ao discredito dos parlidos polu.
qoe pelo seu fraccionamento e contantes hit;.-
ram lugar que em muitos lugares fossera el
candidatos eslranhos saa influencia perm-
O resultado pacifico da crise eleitoral,
costnmava ser sempre muito cruel ornVra i-a
Grecia, levou o rei a executar o seu projeelo aV
am passeio ao Archipdago, para onde se diripio.
sahindo de Alhenas a 8 de abril, acompanba*
pelo Sr. Zaimis, sea primeiro ministro.
Antes departir, porm, S. M. dea om lauto ban-
quete todos os vetaranos a injependerci.>
da 6, 49 auoivorsario dessa mesma iiidepon-
o rei Jorge dirig aessa occasilo ma na a<>
Sr. Sairals, inieieodo a Idea da erecoao d* *
mmumenlo commemorativo desse faotiose c n'i
cimento para os gregos, e convidando toda a na-
ci a subscrever para elle.
Nos fins de abril den-se em Marathn, p*rio d
Alhena?, nm aeootecimento bem trale e desag-a
davel e pe' tufe o poder de sobre-exdtar os ni-
mos em alguns paites da Europa, que viran u*t-
se aeootecimento criminoso a impotendad po-
verno helnico em manter sua soberana, obrando
de accordo com a lei.
Urna p queua eravana organisoa-se em Alhe-
nas para visitar o campo de balalha de Maiaihoe.
i caravana compunlia-se dejora Muoca>t
Eisposa, do Sr. Herberl,. secretario da L-gaga
noica na Grecia, do Sr. Ltoyd e aaa muihtf, *>
. F. Vyoef, do conde de Boy, secretario da le-
gio italiana e de nm interprete.
A ida Msraihon eorreu regularmente ; aa
volts, porm, o meema nao- aeonteeMS, ea orea
Isio em que os vtaJosar-airtvesMtas estro am
so bos^*swtlrieita^ierlsrrs ***
gendarmes, e maia de vate saUeadorea lanciram-
Ki viajanirt, preoderam-n'os e os eostdaarara
Ht a montana do Peaadtieo para os rraostdi-
seus eojrmclieirimentos.
Os bandidos grego* nio irabalham s peta
ra, e buscara sempre tirar proveiio da 11
auefazem. Por isso eothlou-se nasa rn
negociagoes entre olios t asas api iuiamsu.
aos quaes fiaalmenft foi nrassab aliberda*) *-
diantea sorama de lj^^^| ^^^^|^H
governo.
"tSaW
ama. fliW tilalfisH
m
rven-
>ai w W^&^^&pi&i^.^l. H ^fl


i';-
Pernaro.bfc.co
metro d 1871
.poste

jt Mkbor fofse el
jo o rrais
su. Intervir
nndH;ao de amnista, as alo em-
, pdr laso que os bandidos notin-
perseguissem mattriam os pri-
.c quw qat ew
70, os era das sais
viz e s bre a raaosrehia
osa a espada la revnrocie.
(Cbafinitur-jf-Jta).
pregando
caram que m os
sioneiros. '
O ministro aio cumprio a sua palavra. P^M
mndalas algamas (ropas con ira os bandidos, os
sas tropas eercaram a moetaaha, Ueeraa o
nandidos e ^estruiram-n'os ero parle; wat o
bandidos efe: er vararan n ? m*s*a<"
craram os tfrisioneir
morle horrlvel onde
Melcades, i ilgumas mil!
Senefcaotes apealaras ti
ciJo era ouiros pazos. Na Caber
montes de Tlelo era Uespatfl^^^^^^L
tVnas semelhantes; ina -ai nonc >
esse Oracter espeal. qae llie derau a gravJads
de ora acontec ment poltico interna!
AJUgUurra a Italia protestara*!
mete coutra o procediraento do goverao Wealco
neram enrgicas reclmalas. A opiaiio publi-
e*-exclou see fez expioso na ThgiaWTa, onde
alguna jamaos cliegaram a reclamar asaexped-
$ia miliar ean'.r a Grecia, afliu di aae a licia
ingleza fosse policiar a Alhica. .
i> general Soutzo deu sua d.-raissio de ministro
da guerra, o o gabioete helnico ticoa desde logo
em eri^e, porque nao pareceu bastante a demissao:
do ministro grege aos olhos do governo inglez
REVISTA DIARJJL
PROFESSOUiS PBLICOS.-Por portaria da
^^K da provincia, de 13 do corrate. !>
do, aos profetsores de iustmecao primaria
is da Luz e do Capuu, Jos&Muate Tei-
Guimaries e Joio los* Ribeiri oe-Soms,
tarem entre si as referidas eadeiras.
_ITBADA DE PERRO DR BEBBRlBB.-Por
portaria de 17 do correte, S Exc oUr, presiden-
'te-da provincia, approvou a planta para a ramifl
cacao da estrada de ferro de OllnSa para Beben-
be. Segundo essa planta, o entroocamento deve
fazer-se na encruzllhaJa de Bethlm, segurado a
liaha Terrea pela estrada aova de Bebenbe at o
lim do lauco fetto, e d*hi pela eacosta do morro
at a novoacio de Beberibe, -
SUICIDIO. Ante-hontem, 1 hora da tarde,
toa prola atirou-se da ponte de S. Francisca ao
no Capibaribe, sendo infructferos todos os arfor-
cos eun>regados para salva-la. O caJaver foi t*-
Irado h niem pela manhia junto rampa do caes
da Companha Pernamaucaoa.
ASSASSINATOS. No dia 7 de novembro do
anno priado, no distrcui do Pontal, do termo da
cora Anaa Candida -|
Amarico los dos Setle
Justino Lopes de Sant'Aun, com Mara Isaoel
do Coracio de Jess Seae.
Bemviado Casado de Arr vio, caza
Heitriqoets Angosta da S
Jatinlsao Gomes Saraiva, eoin Firmina Mara
da Onceicao.
LOTERA. A que so acha i venda a 1T9*. a
beneficio da matriz de Tscaril, que cirro no dia
SO.
LE1L0.Atainhia, 19 do correte, effectua o
agente Pinto, can forme est anaunctado no lugar
cumpatente oeste Diario, o leHo da predios, o
que ter lugar em sea escriptorio ra da Cruz
_^fc effecliia o mesmo gente o
;a e vidros, no segundo sa-
rna do Trapiche n. 8, casa em
-ricino, e em continua -
leUao "predio, vender carros e
que possa autorisar a a
lacroi ao digno Sr. Dr. anafe da po-
wa honrada da op-
ila acceilada desde
Uanoia
que
cavalOM
PXSSAGEIBOS.Sahidos para o norte no vapor
> de Aihaido Lobo Hoscoso Jnior e 1
^ Trtvan's da Cesta, Joaqnim Gon-
Jnior, Joau Jos Corrta, alteres do
i l* (le iofaauri* Manuel Jo* 4a Sirva e sua se-
nhora, Adelph Kraui, e i escravos do "Exm. Sr,
Dr.PoriaUa.
msesmmmmm
mmn
Ihe foraiu communicados pto Foreit*-Office.
Ira os d )CUiuentos encoiirou-e urna nota de lora
Clareodon ao Sr. Er.-kiue embaixador iDgl m
Alluuas, datada de 27 de abril, donde resullava
que o enbaixador in/leiesa GonsUolinopla rece
beu qrdni de pedir Porta que toraasse as.pro-
videncias nacetsaiias para que as- goerrilbas que
lenUssem procurar um refugie para aquem das
fronteiras, fo^sein immediatawenle presa- e eutre
gues ao governo grego.O erabataador da Turqua
em Londres maedou pela saa parte om telegram-
ma para Coristantin^pla, aim de apoiar o pedido
do miaisiro iogUz.
A Austria, a Franca a Prussia teeram saber a
toglafirra que estavatn dwposlas a una actao co-
lectiva ua Grecia, aflm de dcixar salvo, por urna
uniao eomnium, a susceplibiiidade da Uusia em
tudo que se refere ao diente e religiao grega,
e obrigar o governo grego a tomar disposiijoes ef-
ficaie* contra o bandoleirismo.
O gabinete helnico dectarno as potencias que
om cousequencia do inste acooieclmento de Mara-
thoa, reconheoia ter a obrigacao de dar todas as
sasfacoes qne se pedein dar i um governo, a
proposito de um aeto, que comprometleu sua res-
ponsabilidade moral.
O governo grgo manifestou ao raesmo lempo
a esperanca que unha de qne nenhum proced
ment bavoria que levatsa como cooseguencia o
eafraquecimento sua autoridade perante seus
proprios subditos.
O gabinete helnico completou se entretanto,
emrando para aiiai>tro qae eaeetou desde logo com muila aclividade urna
terrivel perseguicao contra os binddos.
Em Alhenas he veru graves recriminacoes en-
tre os partidos polticos, gao ^e aecusarara recipro.
c imeate de te: em pacluado com os bandidos, e
es-as recriminares o3.> deixaram. de ter slgum
fundamento que foi aitestado por varias canas
citadas eutre os papis dos bandidos, cjinpro-
vando a connivencia desses malfeitores cora algu-
nias pesds. influentes de Alhenas.
Muitos bandidos forara presos. Instaurou-se-lhes
procosso, e pouco lempo drpois foram coudemna
doa tnorte e executados uto do bando de Mara-
thn, em Liimia.
O m Jorge declarou s potencias protsetoras
que reiunci3ria cora helnica se alguraa poien-
cia europea invadisse o reino para vingar o ciime
de Marathou.
O Sr. tliitrique Bulw^r pronnnciou um discur-
so nolavol contra o governo heieaico co seio da
cmara dos cinmuns em Inglaterra, e por causa
desse discurso trocou-se urna, activa e mui viva
correspoodacia enire o diputado ingl i e o Sr.
Delyann;-, mmislro das linancas da Grecia, repel
lido este asceusura- feilas por aquello ao gabinete
de Alhenas, negando que em tempo algn} tnesse
o governo grego assegurado aos estrangeiros que
podiam viajar sem pango ni Grecia, e duendo que
anca as autori Jales gregas.so comprometieran! a
suspender a per.-eguic.ao contra os baadiJos.
O ministro afflrmou que as uegocia{5es nunca
deram esperancas d6 chegar-se urna conclusa)
satisfactoria.Vijue os bandidos, longo de>cqutes
cor propajw de deixareu a Grecia b rdo de
n ,i umj ingl z, senpre persistiram em reclamar
a amnwtti
O Sr. Delj muis QioLateu erasegsida a lingua-
gen la ii.iv:i-a iugleza, diieudo que nao se po-
<)i i n-.ir pe o reino helnico tiuha cumpndo
sin m.-sao ,idp.is de 183:1, vipta do estado real
da Gf dos seus orc.ament.os, do seu commer-
co, do.-ua pupulaco e do sua eslalistica ; acon-
clai. derivando que nao se podia acensar a Ore-
>-., ..I. iniii porque fazia a mprensa ingleza,
s n i- .i.oiei'.er grave InjustiQa, proposito de
aciiitecliiwtitoi que os gregos lamentavam com
ridade. .
0 Sr. IleuniueBulwer, respondendo 90 minis-
ti:* helnico, manteve indo quanto ayancou no :eu
o.-, o deeiarou ^ue acredilava nos jrogressns
da .cao gr*ga, sem todava modificar sua i.punao
iubio a integridade dos uccessivos governos da
Grecia, que aiuda no tinh un podido pagar In
glaterra o emprestinio garantido pelo governo in-
8le, sem o qual a Grecia nao tea levado a bom
111 a lula de que Ihe resultou a"independencia.
O que facto que, parte a responsabilidad!;
directa e effectva, o acontecimento de Marathn
carretn aj governo helnico urna grande res
pousabilidade mural peranle o mundo civlisado, e
que a Grecia durante longos anms nao poder fal-
lar com vantagem de sua nso civilizadora no
Oriente, embora ella se le^ha empenado forte
mente em destruir o bandoleirismo, depois do cn-
ine -do Marathn.
Depois de se ter completado cora a entrada do
Sr. Smoleusk e de ter asim removido urna pri
metra crifo, o ministerio beenicop.issou novan>en-
te por ontra crise, proposito do inquerito que se
tez subre a catastrophe de Oropes, sob o exame da
Inglaterrae dallaba. Apparecen a sciso enire os
membros do gabinete e o Sr. Zaimis pedio a sua
demissio e a.de seus collegas, sendo incumbido
da orgaoisacao'do novo ministerio o Sr. Deli-
PUBLICACOES A PEDIDO.
(2i do
georges.
O novo gabinete proseguio co--eiierBia Da "s-
truica dos bandos de salteadores, e a sua poltica
de moleracao graageou muilas sympathias. Ea-
treanto os bandidos contiouaram i. praticar gen
tilezas, penetrando em alguna povoados e arran
caudo viva Torca alguus habaniaspei liberda-
de dos quaes exigiam depois grandt-s quanllav gi
l'or esse lempojhivia rebentadoa gui-fra eu- panbia qno o Gequia
tr Franca ea Prussia, e as jymBatbias di Gre- irappcsi
cia se pronunciarara desdo logo peii Eroca, ha
vendo em Alhenas demnnsirac^HMavaraifei es-
sa potencia.
Bssa sympathia toenou-se mais psonuucivla de-
pois da proclamacao da repblica em Pars; e
grtnde numsro de regs.duram l9emun|io ihs-
so ujbarcando cora destino Marselha, onde fo-
ram alistarse as.flleiras das soldados da rep-
blica Entretanto continuaram na 6reci3 os ruovimen
tos politicos, e chegou se a suspeilar ue 99r. De-
ligeorges quera diswlvera cmara, que so Ihe
tornara multo adversa.
A more rou desd
solcao^.fagltudo as.ultj:. ^pw
que 'irsela, ameaca o g 01 uqi
nolo movimento que lanea'fla por tena os parti-
da lanaattfc e do poder aataeaJ.
.lutado da.oi^rsnsa a(da.ar.o,piz eaJoo,:
p irn, sen antate no piriludo govet
disMivar a* easoara
miiiislro Deligeojes con:eguio odavia addia-lasi
naral de dezebi
UilA razio foi eoMideraaattnn aa
it da jvpteastatS nacional, de
garaen te.
km ftca da Hitis Hastia no Orieni.
BoVisla, foram assassiaades tiros c cacetadas
Balotno Aives dos Santos e Francisco Alies dos
Santos, por um seu eseravo chamado Isidro, que
logrou evadirse, e por Francisco, eseravo de Mar-
eos da Cosa Marlz, que foi preso.
JUNTA DE QUALIFICVCAO.A mesa da fre-
Buezia da Uoa-vista fteou assim nrgtnistda : Joo
Francisco Antones, presidente ; J'>io Gregorio dos
Santos, Alvaro Pereira de S, Manoel do Nasci-
inento da Silva Bastos, Jos de Barros Correa
Selle, mesarlos.
DIN'HEIRO. O s'apor Paran levou de nossa
praca :
' Para a Parahyba o:0003000
. o Maranhao 4V.0*000
* o Para 51:660*000.
FESTIVIDABE RELIGIOSA.Domingo
crreme) ser celebrada, com lodo o bnlhantismo
na nutriz da Carica a. fasta de Nossa Senhora do
Livramento, padroeira da fregueiia, orando ao
Evangelho e ao Te Deun o Revm. Jos Esleves
Vianni. A'naute haver fandango no largo da
matriz.
VIKIBA DE CASTRO.Tendones sido remelti-
do pelo nosso reloso correspondente de Lisboa
um exeraplar do folheto all publicado, ciiendo
todo o procosso do ei-deputade portuguez Dr. Jos
Vieira de Castro, comeganios a publicar hoje, em
nossa 8.a pagina, os discursos de aceusscao per
parte da justica publica eda familia da assassina-
ds, e da defeca. A importa ocia da causa, a iHns-1
tracao dos oradores, e a meslria com que foram
elaborados esses irabalhos, levain nos a chamar a
attencao dos leitures, para essa puWicacao.
O SR. BABO DE S. BORJA EM PAO DO
ALBO.AcaeJcndo ao convitp, que Ihe Hzera o
Dr. Vicente Ferreira Gones, juiz de direito da
comarca de Pao d'Alho, seu amigo e compadre,
S. Bc. o Sr. bario de 5 Borja seguin para
aquella vla acompanhado de sua Exraa. famili,
de alguns parelas o amigos mais ntimos, e all
chegeu das 7 para as 8 horas da manha do dia
14 do crrenle.
O Sr. baro de S. Borja e sua Exma. familia
foram recebidos pelo Dr. Vicente Ferreira Gomes
e sua cstiniavel familia com a mais afectuosa araa-
biiidade, encontrando o mais benvolo aclhimenio
nao s da parte deste?, mas tambera de multas
pessoas gradas, que abi se achavam, e das*]ue-
logo dopois foram comparecendo.
Para curaprimentar S. Exc, com quem servir
na guerra do Paraguay, o roajor HypoliiQ Silva,
escrivao de orpftaos alo tormo, fazend-sn acompa-
nhar de muitos eidados e de urna excellent m-
sica de rapazes, pertencentes ma associaca de
artistas, todos vestidos de branco, apresent< u-e
em casa do Dr. joz de diri ilo, e como orgao da-
quella associaca profeno um pequeo, mas elo-
quante discurso, em que siudou o intrpido e I-
lustre general pelos servicos que prestou na luta
homrica, que tvemos de sustentar contra o dis-
peta guarany.
As paJavras do orador foram coberlas de inn-
meros e e-frondosos vivas, e seguidas do urna
grande quanlidade de foguetes que snbirara ao ar.
0 Sr. baro de S. Borja, com a amabilidade que
o caracterisa, agradecen tao sympathic e ospenta-
nea manifestaco de apreeaiora que o penhora-
vam os habitantes do Pao d'Alho.
Ao jamar que f i profuso e delicado, S. Exc. foi
anda eumprimeiilado por diffenv'tes cavalheiros,
ontra os quaes os Drs. Ferreira Gomes, Domingos
1'ioi'vArruda, rnajor Hypollto Silva, capillo Ma-
noel Maranhao e J 0 Fraaci-co de Aibuqnerque
.Mello, os quaes dirgiram ns mais enthusiasticos
brindes a S. Exc. e sua Exma. familia.
Depon de varias saudac5es, o Sr. bario de S.
Borja, dirigndo-3e ao Sr. Dr. Antonio Domingos
Pinto, como' um dos representantes do district 1
do Pao d'Alho a assembla provincial, agradeaeu
anda mais urna vez a prova de considerarn, que
recebia dos habitantes aquella villa na benvola
rnanifestac) con que o saudavam.
Ao Sr. Dr. Vicente Ferreira Gomes S. Exc. tam-
bera agradeceu nao a lina cortezia com qne o
recebara e sua familia, mas tambem o ter-lh.es
proporcinalo momeitos lo agradaveis de saiis-
facao.
Ao eoneluir o janlar, o Sr. Dr. juiz de direito
levantou o brinde de honra S. M. o Imperador.
Em seguida, sendovj noite, as seahoras e os
cavalneiros, presente?, bnlregaram-so aos praze-
res di danca, que corrett sernpre animada at
nina hora da madruga a, em que terminou a re-
uuio.
No dia seguinte.S. Exc. percorreu a villa, acom-
pauhado do Dr. juiz de direito, do promotor publi-
co o oulros cavalheiros distraeos, e foi wntaole-
raente procurado per muitas pessoas e senhores
do engenhe, que anda nao o tinhan visitado.
Nes-e dia du so a repelico das inesmas mani-
festacoes at s 6 horas da tarde, em qne S. Exc.
com sua Exma. familia e as pessoas que o acora-
panharam, se relijnu para esta cidade sincera
raenle penhorado pelo lisongeiro acolhiraeBto que
Uvera em Pao d'Alho.
COMPANHIA PERNAMBUCANA.-Safiio hou-
>|em para Goyanoa o vapor Mamanguapc da Com-
panhia Peroambucana, era vez da P.ariAft que
eslava annunciado.
I)-u-se a muDdanca sem previa sciejacia das
passageiros, porque ? ultima hora scube a com-
jm eslava na Barra Grande
irapo'sibiniaito de continuar a
Miando-a o Parakyba, que era mais competente
bslitoi-lo.
PROCLAMAS. Foram liona no domingo 13 na
.matriz da fregueua de Santo Antonio os proclamas
sgttiotefl:
1.* denunctcao.
Alvaro Uchoa Gavale.mie, com Amelia Leopoldi
na Wanderley Los.
Joaqun Jas do'Olivara, eom Carlota Ouadina
de Joio lachado Malheiro Braga, com Aguida Fer-
ia 6v3.
eraldo Alvos da Silva, com Donma Uipbelim
Ltonidas Simoes.
Mamias Jorge Luiz de Franca, eim Una da
Aisumptao de Souza.
Rodrigues Vianna, om Isabel Julia Fer-
reira
' J#*qiaa Pairo da CotU-ilfarmra, apa Mari
A retira da Sil .-a Aranjo.
Joaquim Jj*5 Gomes,.coto.Caadida Rosa Oliadi-
qa de Mello,
que com Joaquim da Siiva-Lops, eoos Prncioa ^M*ri-
le Jam Briodio.
icio Luiz Piolo Itibeiro, caa Maria Idalioa
do Soaz*.Flore
Joaqaim Falix Vianna, c-om rsula tactradas da
Veiga V'flD.
le
O Liberal* eOr. ehefe
pelleta. ()
flt
O Liberal nao quer Vir o brago torctr I
Depois de alguns dias de silencio, ei-lo, apaiar
de batido, como tera sido, insistir em snas injus-
tas e grsseiras accosafoes contra o Ilustrado
Sr. Dr. Feraaats Piatieiro,
Se fdra nobre a cansa do orgao opposicionista,
sera louvavel e cdincaute tauunha pertinacia I
Caber-lhe-Mam as palmas, qne, outr'ora sau-
daraat ao igante de Bojasdo, rsse de que falla 1
historia, que ntndti depoii de ntorto resista /
Mas, o orgao opposicionista, descendo da altura
de so* obsto, empenbou se em urna lucia pes
soal. e peqaeaina, e n'este terreno, sobremaneira
baixo. a sua insistencia sobre ser inconveniente,
infantil, e reieula.
Os partidos polticos, este instrumento necessa-
rio do governo representativo na fraze de um di-
tincto puWicisia franijK, e sem o qual a naci in-
terrogada sobre o uteresse geral, nao responde-
ra teid por opinuet individuaos, devem em sua
marcha e meiosdeaccio, respeitar-se mutuamente.
Senlnelas postadas i arca santa das liberdades
publicas, sna mistio- vigia-las e defende-Ias;
mas, sem qub> a do prestigio e dignidade, que.
devem, sempre caracterisa-las.
Quando, e-queeidos de sua alta c grandiosa
missao, descem, tomados de despeitos, e de pai-
xdes, i arana das quosides pessoaes, perdem de
importancia, e desmoralisam-se.
N'esse estado, forca dize-lo, acha-se infeliz-
mente o partido liberal na provincia.
'hi est, i vista de todos,denunciando-o,- o
Liberal orgao de suas Jas.
B isla, com elfeito, ouvi-io para que nio se pos-
sa duvidar d'esta triste verdade,
Lin^uagem altaraenlo inconveniente, adiscreta,
e muilas vezes abjecta, antes um tostemuoho
vivo do desespero, pela conciencia da propria des-
moralisacao, do que a expressao enrgica de justa
indiguacao.
Nn nos levem mal os Ilustres redactores do
Liberal por estas Considerable?, que, ainda urna
vez, nos forca a sua linguagem de hoje para com
o intelligente e probidoso magistrado, que derigo
a re| anicao da polica
O que ha, j urna vez o perguntamo?, que possa
explicar e justificar a vehemencia da aggressin,
cora que o accommettem ? Porque nao vm ao
nosjo cnconu-o, declarando as omissdes e os aba-
sos d'esta anWidade ?
Assim, o orgia opposicionista evitara, que se
visse na aecusaco o despeito contra a autoridade.
e o odio contra a possoa do funecionario.
AjnJa mais,preara importante servico
causa publica, despertando es zelos e actividade
da autoridade inerte.
Nao pretendemos, que o orgao liberal despenso
elogios ao Sr. l'r. Fernandes Pinheiro, como mui
merecidamente j.i o fez; vollamos-ne, apena?,
contra a iajusuc e grosseria da aecusacio.
.N'i-io, iicnhuma offeosa vsi Ilustre redaccao
do Liberal, onde talvez mesmo se tenha levantado
e anda so encontr mais de urna voz era favor do
actual ebefe de polica.
Ha, folgamos de reconhecelo, no seio da redac-
cao do Liberal, caracteres'respeilaveis que sabem
prestar coito verdade e a justica. e aos olhos
d'estus estamos certos que o Sr. Dr. Feroandes
Pinheiro conserva se no posto de honra, que tem
sabido conquistar or sua mleligencia, zelos, e
probidade.
As paixoe* partidarias, esvoaQam apenas, em
tcfno dos homens de bem, mas nao chegam a pon
.-ar era seu peim. Estes, os homens de bem, em
suas appre iacoes, em suas acensarles guardam
re-peiio ao carcter pessoal do adversario, acatam
as suas boas qualidades, e nao manejara nunca o
nsolto, arma ignobil, que s serveria de sujar-
bes asm'is.
Ame o juizo d'estes, repetimos, o actual chefe
de polica um magistrado sem maculas em sua
reputaco.
Assnma o Lon-aJ altara, em que sempre ds-
vera aier-)e ; de animo imparcial, e reflectido in-
teire-se dos actos do actual chefe de polica, e
apprecie-os face da le.
E' isio de melhor effeito, e mais digno de urna
oppo$igao bem intencionada, do que andar catando
pelos extractos do expediente da presidencia, pre-
textos para aecusacoes insultuosas, deso brindo
advertencias e reprimendas, onde apenas, se po-
deria verexcesso de zelo, em nada certamente
(Tensivo ao digno magistrado, que dirige i repar-
lico dtf polica.
E nao pareen alustre redaccao, que, por meio
de laeiinventos e tornando salientes as preten
das advertencias e censuras, presta servicos a
administracao.
Nof Com isto faz-lhe antes grave offensa, pois
importa suppr a S. Exc. o Sr. conselheiro Diogo
VeMio capaz de actos de deslealdade e vileza, con-
tra os quaes altamente protesta o sen carcter
Sira I Se laes censuras e advertencias se dessem,
como maliciosamente pretende o orgao opposicio-
nista. Seriam ante aquelles, que eonhecem o te-
lual chefe de polica, qne veem e applandem os
sen? actos, verdadeiros preparalivos de V/eaa* fu-
turas na fkrast do Liberal, e nao e licito suppr,
que S. Exc. o Sr. conselheiro Diogo Vtlho 'desea
da altura em que se acha a preparar defezas, com
^Bra do prestigio e forca moral da segunda au-
nde da provincia.
I-lo feria como bem, o dissemo?, e nao a duvi-
d-lo, um acto de deslealdade e vileza, que alo se
(Jrider em S. Exc. sera grave e revltaote
iujustica ao seu carcter.
Se pirfs, i alustre redaccao embala, eetno parece,
a supposicaode que por este systemade oppos^co
ao Dr; che^ de polica, larna-se agradavel e svo>-
palluca a admioistraceio, compra sshir desla doce
itlus'lo, para explorar minas mais flites.
Lio poste, vetamos se ha alguma precedencia na
aocoico de hfcie.
4ere de pretexio dialnbe o pretendido easti-
g de pslinateadat, infligido pelo subdelegado
Je S. Buito a pessaa do meaor Bella rroi no Ro-
zando- de Barrr,
Oqiieiflefc-iHapeitosedeaperpanedapoHeia,
dirlo o offlcio abaixo publicado.
ApenM 0 LMr*tm** Mtkj. ajino Sr,
o procedimento daverla v a autorida-
de, que nao, in(orraar-se do fac nio a auto-
ridad* poHeiar de logar, interrogando o offeodido,
e vistonando-o ?
Mas, a fglta grande falta do chafe da polica,
a (-1-------------
pstelo, ou ate, em
logo, e sem mais e;
Bom I Saja, por instai ^^H^HP1bL
posicionista, e ha de olnvir o qae avkta do auto
de vestoria, em que se nega a existencia de ves-
tigios da palma toadas, tendo-se na denuncia asse-
verado que o offendido ainda coniervaca vestiglos
desto castigo, alo o proced-
menlo do Sr. Dr. chafe de polica, tanto mais em
vista das cireumstaocias de que trata esta autori-
dade em seo offlcio, eom relacao i ehegada do of-
fendido Basta cidade, e seucompareeimento na se-
cretaria da polcia.
Por outro lado, o orgdo liberal devera attender
qua o Sr. Dr. cn*fe 4e polieia, 00 Saai de seaoffi
ci, dina que, todava, aguardava ulteriores infor-
males, a nio ha razio para suppor-se, que dadas
estas e verilkando-se por ellas a procedencia da
arguroo falta o subdelegado, nao tomasse o Sr.
Dr. chefe de polica de prorapto as provdeacus
pertinentes ao aso.
tito, coro eeito, nao seria de suppor-se era urna
autoridade, como o actual chefe de polica, que
tantas vezes tem sabido desiinguir sa e elevar-
se por actos de energa e independencia.
V portinto o Liberal, quo injusto, ainda desta
ve foi para eom o Sr. Dr. Fernaades Pinheiro
Recife 14 de Janeiro de 1871.
~Es o offlcio que ailudimos:
ig Copia.N. 1357.Seccao da secretaria da po-
lica de Pernarabuco em 30 da novembro de 1870
Illm. e Exm. Sr.Noticiando o peridico.Liberal
de segundafeira i8,do correte mez, que se acha-
va aesla cidade a ra das Cruzes n. 42, Bellarmi-
no Roiendo de Barros, que te dizia ter sido casti-
gado com palmatoadas pelo subdelegad) de S. Bea-
to, e que ainda consertava em sua maos os vesti-
gios desse castigo, mandei iroraedialamente vir a
esta reparlico o referido Bellarmino, aflm de pro-
ceder a competente vtstoria em sua pessoa e as
demiiis deligencias necessaria?, o que nio teve lu-
gar nesse da, por nio ser elle enconirado ra
das Cruzes n. 42, mas sim honiera, quo foi elle en
contrado em casa de urna sus lia no bairro da
Boa-vista, dizendo-u tao doente a ponto de nao
poder andar.
Pelo auto de vistura que junto por capia ver
Y. Exc que Bellarmino nao aprsenla vestigio al-
gum de ter sido castigado com palmatoadas e que
a doenca por ell eallegada, nao possa de urna far
ca para produzir effeito.
A historia por elle contada no auto de pergun-
las, que junto por copia, a raesma de que trata
a correspondencia publicada no Liberal de 17 do
correte, devo purera chamar a atlencao de V.
Exc, aflm de dar o valer que merece urna tal de-
claracao para o ftelo de que leudo chegado Bellar-
mino a esta cidade na terca-feira paseada eom o
nico flm de queixar-se ao ehefe de polica, nao
obstante, conservoo-se em urna casa.'e s velo a
esta reparlicao, quando chamado, e isto pelo ftil
pretexto de nao o traxer a esta reparticao Antonio
Ferreira, que com elle voio de S. Beato, oom tas-
truccoes do lente-coronel Luiz Paulino de Hol-
lauda Valenca, e que s depois da ehegada desse
teuente-coronel a esta cidade que foi publicada
a noticia dada pelo Liberal de 23 desle mez.
O Liberal de hoje publica ouuloib corpa de de
litio que se fea na pessoa de Bellarmino em S. Ben-
to, aguardo porm esse respeito a resposta
,do delegado respectivo, quem mandei informar
logo que f >i publicada a prmeira noticia sobre
es-6 facto no Ltberalo 15 do crrante, e o resul-
tado deesas diligencias, lovarei ao couhecraento de
V. Exc, como me cumpre.
Deus guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Diogo Veloo Cavalcante de Albuquerque,
presidente la provincia,
O chefe de polcia.
Luiz Antonio Fernandes Pinheiro.
lontHasJ
mas feitat feguodo dizem ao Sr.
Santos, locumen
der do inventarame, rubrica
juiz de orphos, e- outros
00 escriptorio era ama secreta!
fallecido.
B para qua ta
casa commercu
do fallecido?
cados pelo Dr.
auto.
E' qua todo isafl ator parla, pertence ao
Xapital d cas coJH fajlecido I
Os lvros, conffttM e outras pravas,
diro a verdade ; e a opl ft> publica meltior apre-
ciar, tendo sempra^^^^HK^^^^^HutTos
bis, encontrados era eata do fallec!
Se o Sr. inajor Jos Luiz Pereira, quizesse
repetir o quo ouvio i e ea de meu pai, que refe-
ri alguera, a respeito- do capital que o
da
letsa
_lasiia rabri-
jHbtam da um
azendo nova so-
les de morrer meu
nano pelo mesmo, afim
tde que se aao embrava
nio (^^^paacas
podii faltar est no
- a-atta en o ana-
o d'alma.
A Illa
ilo Recife.
P*rao
Saereiari
cife, 16 de jw
Pedro tu.
mesmo meu pai
cidade, sendo pol
pai, intrrpellado a]
de declarar a i
mu lo con veri*
disso; o Sr. Jo6
escriptorio; roas, isl
me como preieod
Sua aima sua palma.
Nao concluirei este sem lombrar ao Sr. Corbi-
aano que o sbralo da ra Nova, que foi dado em
dote, tem de ser avaliado; e qua os pens de meu
irmao Thomaz d'Aquino Fonseca Jnior, sao sepa-
rados dos do casal, porque nosso pai era apenas
usufructuario, urna vez que nio quit reconhecer
os Olhos de meu ralo irmao, obrigando-me que
eu, o mesmo flzesse; por dar-rae sua palacra de
honra, como deu a muitos Srs. desembargadores,
ao Sr. Dr. juis municipal da / cara, e a muitas
pessoas de consideracao, que nada do que deixou
meu finado irmao quera para si, e que tudo seria
para os fllhos do mesmo Fonseca Jnior, e que se
oppunha smente para no habilitar mais um her
deiro na casal.
Vamos tratar da espeeie, e queremos ver sa con-
segumos amparar os pobres iofelizes fllhos de aen
irmao, que traballiou e econoraisou, para, como
quereru, flear coto o que elle deixou e Ihe custou
tanto.
Terei ainda de voltar.
Recife, 17 de Janeiro de 1871.
Drcio d'jiouino Fonseca.
SAJtTA CASA DE^^^^HTOO^N
A lima, junta dnaiaur a ti va da ^^|
Misericordia do Recua, muUdiii
propostas para fornecunento dos
que tiver de consumir o Atrio
nos mezes de Janeiro narco dasa
eonsucb do annoncio piiblicao ao 1
de dezerabro de 1870.
Se'creUri da SanU Casa de lStanearCa do I
cife, 16 de Janeiro de 1871..
or
DE M! BOaJ
COMMERCIO.
Antoii Jos Peieir Brag, com Au4krla> denci

Kii rtiiiit tu
z.* donunaiaea').
Laoaula Franco-
B@B pobc^om^rUH^
roeataaeta da denuncia
trato de proceder ai aW^tPaTrf
ao atuito da vanfler a proeageai
da orgo oppesietal
Atsiffl. depoa de aV-ir ao retpeetivo dele-
gado pdiBo-lh/- ioform?io t respeito, ftlrr
Fepirtiio da polleia
do asugado, gtaairaad aiafa n*emAtswli '
das palmatoadas, laterrogou-o, e W lo vstoriar
dous mdicos, daado de tudo conbeeimeBio a
vfiar,
rSaatas.
Feilas estas aaligaaaita, e
inorawedes soiiriWdas da
^r. coejelheiro
11 seo zelo eTou
- 4 laf"
illcaado p
s^s^k^k^H mente ajH^^^aa
^^^^^^^
PROGR4V1MA
DA
Festa de Nossa Senhora do Li-
vramento, em sua igreja na
freguezia da Var^ea.
A's 5 horas da madrugada do dia 22 do cr-
reme, urna salva real e girndolas de foguetes an-
nunciaro aos habitantes desta. freguezia a solem-
ne festividade da mesma Senhora.
Pelas 10 horas do da, o Rvm. vgario, que de
boa v mtade se presta pedido da rrmandade,
beoxer as qoatro aovas imagens de Nossa Se-
nhora do Livramento, Nossa Senhora da Concei-
co, Nossa Senhora do Bom-Parto e S (oncalo.
Sendo padrinhos os Extas. Srs. prmidente da pro-
vincia, bario de S. Borja, Dr. ehefe de polica, ba-
ro de Nazareih, coronel Barros Falco, teaente-
coronel Fras Villar, rnajor Jos Antonio de Briio
Bastos e o negociante Antonio Goocalves de Aze-
vedo, e madriuhas as Exmas. Sras.: consorte do
Illm. Sr. Dr. chefe de polica, D Antonia de Brito
Bastos, D. Maria Joaquina Cleraentina de Lariz
Olveira, consorte do Ilim. Sr. Joaquim Antonio
de Overa, e D. Adelina da Assompcao Queroz,
ftlha do Illm. Sr, Joaquina da Assuirpcio Queroz.
Aos quaes todos desde j a rmandada antecipa-se
a dar os ;eus agradecimentos pela boa vontade
eom que se presiaro ao presente acto, lindo o
qual, principiar a lesla sendo o orador o Rvm.
padre Jos E-teves j bem conhecido na tribuna
sagrada : a orcheslra ser dirigida polo maestro
Amaro.Joaquim do Espirito Santo, tocando no fi-
nal, assim como era todos os mais actos e inter-
valos a msica militar.
A's 6 horas da urde, urna salva real indicar a
entrada do Te-Deum~ sendo o orador o Rvd. pa-
dre Vianna; nalisando todo o acto com fogo e
diversos baldes.
Haver s 10 horas da noite um primoroso fan-
dango, no largo da matriz, offereeido pelo Sr.
Amancio Jos Pereira.
00a Masa-Fcaaeitea doi
iaabir opeVH
0 Inventariarte nometdo pelo Sr. Dr. juiz de
orphos Soares BranXo, no inventaro que se est
procedendo, por fallecimento de men pai s com-
mandador Thomaz d'Aqurao Fonseca, nio obstante
dons aggravos, e urna appellaco para o superior
tribunal da relacao, teve immenso cuidado em
descrever quaotia superior que devo d alloguel
da casa em que moro, e na qual flz grandes con
certos por autorisacio de meu finado pai, de que
tenho documentos, pan encontrar com o que
realmente devo; mencionou mais um recibo de
duzentoe e tantos mil res de que ignero, e que
ven exigir a apresentacio; nao se lembraram,
porm de descrever o seguinte :
0 caira Jos, por alcunha Adnio, que est em
seu poder.
O cabra Izdoro qae foi maqdado para ser ven
ddo no Rio de Janeiro, bem como de um outro
ltimamente remettdo para o mesmo flm, o
deiro Pergeniioo d'Aquino Fonseca.
A hyptthecs do sobrado da ra da Imperatriz
n. 49, q'na est presentemente em valor superior a
10:000^.
A bypoibeca de nm engenho, e escravos, de
Paes 'Brrelo de Laceria, e de sua mulher; d
antiguissima, em valor superior a 20-.000A-
A hypetneca em outro engenho de Joio Eloy,
as mesmas cireumstaocias, e em valor superior
a 20:000*.
As tecoes da companhia de seguros Indemsa-
do.ra.
Aparte de um s brdo na ra do Crespo, de
patrimonio cannico.
pmpofeua Passtgem da Magdalena.
P* predios qae beldaran iodindamente o Sr.
Cdrbiiaae e M^L^LvLW P'>i" morta asua mii,
vistd ter meo pai cad" eom escripttir
krrae, tendo sido por semelhaote motivo aotrgflada
a partlma, a requerimento do fallecido, e peld joi-
a> municipal da 1' vara, prestndose depois o
neto 6Uee(do a dir 'ero, recii
guMMlo a eida tais herdiros, at aos que
a, e sido arremata-
dos; o que iwdwissi ', isso importa
a venda de predios iep
'Alante nullo; mesm recibos, segun-
do dizem, sao da i m^
eraj aue co
it ..'..: 1
das he
A C&ixa Filial do Banco do Brasil em
liquidagao paga o 34 dividendo de soas
acedes, inscriptas nesta caixa, a raz3o de
8dO0O: ra do Mrquez de Olinda
n. 49.
frtACA DO RECIFE 17 DE JANEIRO
DE iMI.
AS 3 1/2 HORAS DA TAKDB.
Gotaces officiaes.
As3uear bruto25400 por lo kilos (honteto).
Algodo de Goyanua 537 rs. por kil.
Algodao da Parahyba i sorle S92 rs. por UL
posto a bordo, (reto de 3|4 e 5 0|0 por libra.
Cambio sobre Londres 90 d/v 23 7|8 d. e 24
d. por i (honlem).
DUo sobre dilo-90 d|V 23 3(8 23 1|2 d. per i
Frete de algodo para Liverpool 1|2 e 5-0,0 por
libra.
Dito de dito para Liverpool3|4 sem capa.
Dito de dito dem7(8 sem capa.
Frete de assuear para Liverpool 20| e 25 0,0 de
capa.
11. G. fitepple.
Presidente.
P. J. Pinto,
Secretario.
ALFANDEGA-
Rendmento da da a a 16. .
dem do dia 17 .
383:9W96
46:434*995
430:377*491
floTlment ? da alfantlega
Volumes entrados com fazendas
1 < com gneros
Volumes sahidos com fazendas
t com gneros
64
154
81
64
235
Descarregam hoje 18 de Janeiro.
Barca ingieraG/iaVolujvarios gneros.
Jarea inglezaRedbreastvario gneros.
Patacho portugusSeixat fvarios gneros.
Barca suecaFos/r/anoVr.taboauo.
Barca inglezaCons/aitcebacalho.
Patacho inglezSndoiavatios gneros.
Paiacho nglezDourobacalbo.
Brigue hollandezJonge Everlfarmba de trigo.
Barca inglezaDolphimvarios gooeros.
Brigue portuguezDe7ipeuho varios generes.
Despachos de exportaf&o no dia 16 de
Janeiro
No vapor, ioglez Amazon, para Liverpool
carreearam : Saunders Brothers & C. 309 sacaas
com 22.630 kilos de algodao e 1,400 saceos cero
10,500 kilos de assuear mascavido.
i\a barca ingleza Helena Finlaysou, para Li
verpool carregaoam : Adamson Howie & C. 54
saccas com 3,638 kilos de algodao.
No hiate poriuguez Elrphante, para o Rio da
Prata carregaram : Pereira Carneiro 4 C. 50
raeias barricas cora 3,271 kilos de assuear branco.
No patacho norte allemio Corajina, para
o Bltico carregaram : Heorique Forster & C.
1,000 saceos eom 73,000 kilos de assuear masca-
vado ; Babe Schametteau it C. 700 saceos com
52,300 ditos de dito.
No palhaboie portuguez Michaelense, pira a
llha d S. Miguel carragou ; Joaquim de Almeida
Pinto 1 barrica cora 9 kilos do assuear branco e I
dita eom 2 1|2 kilos de doce secco.
B.ECE8ED0RIA DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCQ
Rendimento do dia 2 a 16. 45:371*616
dem do dia 17 1.34W639
SANTA CASA
O illm. Sr. thesooreiro interino,
Justino Pereira de Parias, tara paganteak a* 1
que so aeham encarregaaaa a anecia 4ta 1
tos, do trimestre vencido do aaaaaro i
(Indo, no sali 4o letaatlraa ertakwltiMaata, pa-
las 9 horas da atahiaiii di> 13 da cotraa, aW
xando, porm, de I Hagoellat aoe vaaae-
rem as eraaeas qae Ihe* foraai aaaaaaa.
Secretaria da SanU Cata de Mtattaatdaa aa
Itecile, 9 de Janeiro de 1871.
Oeaerivin,
______________Padre ftodngoe aa Saaaa.
SANTA CASA DE MLSERRXHUMA DO
RfcXJFE,
A Illma. junu administraiiva da
Miserie rdia do Recife ranada faier
aa sala de soas setsoM,ao dia 19 4a J
las 3 horas da Urde, tan aa ser arraaaaaaaaa a
quem mais vanUgeea oferecer pelo I taita da asa
a tres aaaos, as reaaas dea prataaa aa tegoata
declarados:
ESTABELECIMENTOS DE CARfDAHL
Roa de Sanu Roa.
Casa terrea n. 31.......
Raa da Matriz 4 Boa-Vhan.
Cas terrea o. 56.......
PATRIMONIO DOS ORPHAOa.
Ro de S. Jorge (eatr'ora Mar)
Gasa terrea n. 105........
dem dem n. 99..........
Os preteaeeates deverio
erremaucio as soas fiaacM, aa
acempaohados dos respectivos ~
Secretaria da SanU Casa de 1
cife, 16 de Janeiro de 1871.
O temi,
________________Pedro Rorigaaaaa
Flscallaaca* ata
f*mtm A
Fago saber aos moradores
s poderio deitar lio aaa roas
ooote al seis da manliia ata
em occasio que pastar a carraca
condiizir; assim como ta
verde do maladouro para ea
gados a trazerem as soas 1 rauta
toalhas limpas, sob neaa do
gundo as posturas da cmara
Re:1 fe, 15 de Janeiro 4a 1871.
Joaqnim Fraacisro de Tarara Q
De ordem do Illm. Sr. lu teatro
da thesouraria de fazenda detU
publico pan coaheelmento dos
tribonal do thesouro em ordem a tm) 4t
dezembro prximo Undo aolorison a
de dividas de exercicos fiados, cajos
os segu otes:
D. Mara Valerida de Paula Barros.
Joio Cesar de Lima.
D. Quitea Philadelpbia de Soaxa.
Olegario Martina Torres Barbota.
Secretaria da tbesooraria de (aseada 4e
buco 13 de Janeiro de 1870.
Servindo de aaVUI- wkr,
Manoel Jos Piaa.
S *i
r;
Pela subdelegaci do 1* distrieto
dot te declara que se araata legal
dos qualro cavallos qoe forata
mo furudos, sand4 um ruliaaa graaae, aaa ala-
sao, om casunbo escaro e asa atara*: fataa pai*
se julgar com direito ellas si presea
esle juizo' dentro do praso da 30 dias, >
dat dette, munido de stot docatacatoa, aaa na
serie entregues.
Subdelegada do i* Astricto dos Aftfzaat i* 4t
Janeiro de 1871.
O suadeiegado:
Manoel Gomes Peratra <
Pela subdelegara do 1* mese
dos se declara que foi achade eta 1
oho S. Paulo do mesmo distneto ai
Sleto, qne se suppoe pertencer aa
armo desta cidade ou ;i ordata
convento : quem pois s jnlgar cata 4ireaV> a 4Ma
habito seapreteate pnate sata joaao aaata aa
praso de 30 das, a 1 tajar 4a dau aede, aaa aaa
ser entregue.
Subdelegara do I* alstrieto ata Atipaae ti a>
Janeiro de 1871.
O subdeletdo i
Manoel Gonaa
tOITCf*
46:7144275
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento d* dia 2 a 16. 80:70O*M
dem do dia 17 .
824814972
MOVIMENTO DO PORTO.
.Xaot^L^L^L^Lm
Ralria13 dias,
neUdas. captao W^ti
tro; louston Patar
mt
Fundeou do lama
mais nao leva corna^^H
N5o ho uve rain S&J^H
l d,al7.
Kerelaw, de 319 to-
pa gem II, em las-
. Auatnaca,
fas terri.
-!-.

Pe1, recebedorla de- rendas
se faz papco que ueste toez enode
juro, que <49*4or**n, tt]
ora vos do cereteio correte da. 18JW-7
oaga.-ia livre de mult, e oro ,esi depeit dovele-
de Pernambuco 10 d Janeiro 4*
Receb
ecebedora
O administrada-,
Manuel Carneiro de Souza Laearda.
A cmara municipal desta cidade tendo de ^U segoada val a
proceder no da 20 do correte a apurapo geral ppJa4U tmMS
da lista sxtupla ,
eral
gro-
19 it^BM
816, aoscidad
ja-
Rolado das carias registradas,
do sul 6 porte do imperio, ei
reparticao do correio ea 14
de 1871.
Antonio Jo- da Antojo-Braga,
Itibeiro, Cesar Pereira 4a Silva,
Francisco dos Praiere*. Candido
meida, Francisco Martin* Raposo, tr
oo Cor rea Maciel, Franca Harto 4a Jnaa, tbm-
riqueta Mar a do Sacra meato, DaarijBt Jas V-
galhes Salles, Joaqun
Silva, Joo Jos Pinto Joator, Ja4>
Joaona Maria Sata Navarro, Jaaa aa
Jos RurlnodeAranjo, Porario 4a ivoira,
do, Thereza Rosa de Jeztu a Soasa
O.enean-aga 4
Manoel dos '
THEATRO
OOMPAMMA DR VMATICA NiflMHaV
EMPREZA DE
!? e Umm
QUINTA-FEIRA 19 DS
Subir i seea asa
hlme
ter

ao laiBBe do CsHeal
. Esa ata;; .
?a i aoje oMata 4t
WLWn
taarra jioa aVaskaasaa a kaaaaataaa
4o I
Ocaixcirt
Taza* pana m ejtk
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MXI-jr> t-JatoaaraM*-
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raquetes a* vapor.
>oa. porto' d^l ejparado
ai* o,W Mty&rBm, ncMo*
pon da companhu, qual
[ depon da demora do cosame e-
f tari pata o porto d aorta, '
.rsmu
gada. Enoommen
toras doditdaso)


10 016*1
a da Croa
__afMOiot ra* n Crtu
otfprtotoWkMkr, MrtfMrr. da AntoetaLuli
Cear pfet Ai^twaty
nw
trata-se c >m Gom
*|*no n. M.
Um ara
a saber:
&.
nra*)iApoHoo.
Um ofendo na .roa**ia D. 44.
Um dito no beoao Tapado a 3.
Qaiala-feira f) do.corrente.
>sm**mpmu>i irnhmGraa -m 38,
Por
s
Irruios roa do
Aracaty.
............. ''
Va'aaftir serte das, con escala per Maco e
*r pono m boovtr oarg o Mate S. Joto Bttp-
MU*i para freas o roo i Vagarto n. *, o pan
tratarle to&Gwm a> alato Irtoios.________
Maraiho.
Galera- portuguesa < Nova Amizade >
Este navio- que esperado fm poueos dias do
Hio de Jarjeiro^senecertf rujia breridade para o
Marauhan, e receba carga a frete : trata-se coro
MruoI Josa Altes, ral da Crea o. 19.
Para'
Para o indicado porte segu empoucos dias a
escuna allemaa Georgena, recebe frete de cmara
e paesageiros : iraiar com o capilao, na roa da
Cruz o. 7. .
Dfl
louga, Vidrs e vinhos
como ejam :
0 plato drMaMNd, urna rooblla de jacafan-
da com i sof, i jardineira, consol?, 2 etdeiras
do bratoso iSite ttrtieio,- 1 cana fraBcet* de
Jacaranda, I gnarda-roupa, 1 guarda-ve9iidb, 1 la-
vatorio, i toilette- J etearradeirat, 1 reloglo de
parede, (patente), jarros par* floro/ castices e
maogas.
Urna expeliente machina de costaras (perfeita),
i-mtaa elstica,,i alaria-lotea, 1 aptarador. 12
cadoiras, i marae, 1 armario, J commoda, diT-j-
renlos nasas. s> agaaiplho de porcelana parajan-
tar, vidros o. routos oatros objectoscon:ernentes
casa de familia
SexTafeira 20 do corrente
No segando andar do sobrado da ra do Trapiche
n. 8.
O agente Pinto levar lertto por conta e ordem
do Sr. major Samuel MoffeU (ex-consul dos Esta-
dos Unido.") os movis e mais objectos cima dea-
criptos, existentes uo segundo andar do sobrado
da ra do Trapiche n. 8, onde se effectuar o
leilo s 10 horas do dia cima dito.
Jituaa^^H mb Pell"f^^^Ha^^^H^|pa pas
seos alumno, que doade rente se
acha ella aberU e fuoccionando, como da lei ; e
e que todo aquello que tolla se ql
de ve apresen tar-se munido da p
delegado litterario, o Sr. Dr. O!1
Silva, residente nudo ImperadWft tS
mo professor contiMia em soas horas vagas a ha
Miliar aenhoras profesaorado, candidato
particulares as priroelrs letras,'o ram, o fracot,
tt* otMiMo-se a ettitar a faltar escrever esta
___^-i^'^WWl
Tetdo sido _
Si.atbdelogadodafreguezia da Boa-vista,
do-Mam seguida o memo Sr.
gOntas : se em miaha easa estove am
Baulha, oa se com efta/iuha algumas
amizade, deelarei por sor verdade que
nhecia por estar setentas junio na eaat
ci em marco do anto-f ndo, o o 1
sahi da casa de detenga, a 7 de mar
do 1870 nunca mais o^vi e aom
sollo ou preso ; portaMo falso
nuncio do Diario deamambuco
de 1871, que me aio rjRspreio resp
ter declinad > o meo tevte. Recife
de 1871.
Francisco Vidal
^ 1 J
>*sa
trocar aa tabella das partidas dos trens,
visto oiie fot sapprirnMo o trem que parte
da Apifre a: do Reafe a.fojo.
Gacrtptorio da conpanhia, 48 de Janeiro
.m 1874.
Wt
Coztnh<
G&UA'
A escuda Georgiana se'gU'nestes dias : a tratar
cora Tasso Irmaos i Q. }
COMVANHIA PgRNAMBUCANA
DE
Nftvegafo costeira por vnpor.
Porto de Gallinhas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapr r'Parahyba seguir para os
portos cima no da 20 do corrente
ameia noite.
Recebe carga, encortimendas, passagoiros e di-
nbalro a frete : no eseriptario do Forte do Mal-
tas n. 12.
f
. Segu cora brevidade para o porto cima o pa-
I ha bote porluguez Santa Cruz, tero a maior parle
da carga tratada: para o resto quo lbe falta tra-
ta-se cora os consignatarios Amonio Luiz de Oli-
veira Aievedo & C, raa da Cruz n. 57, andar.
LEILOES.
LEILAO
DE
Um cabriolet americano de 4 rodas e 1 cavallo
para o raesmo.
Unhcabrtolel americano de 2 rodas,
a caixa em correjas.
Um dito francez de 4 rmhs, coberto,
varaes e arreios.
Sexta-feira 20 do corrente, 1 hora
em ponto
na roa do Trapiche, em frente ao sobrado n. 8,
onde ha ver anteriormente lellao de movis, louca
e vid ros.
eiro.
Precisa-se de um epzinbeiro que cozinhe com
asseio e perfeicio, eslrangoiro ou nacional;
ga-se bem, agradando*r a tratar na raa Nova, c;
i":___________' ; ___________________
Vendo-seum cavallo castanbo bom andafl
para ver na cocheira da ra do Aporlo, e tr
oa rua-do Progresso h. 16.
imento,
molos
do rete-
animoo
ment,
fer por
o honra-
s fllhos.
mTWWWfnS
Na travessa da roa
ItaCrazes o, % pri-
eire andar, da-se di-
Bhclfo sobre pei*oMsi
de mn, prkla e krHi-
i:'iaftW'Nr:i(
ha. Na oesaia casa con-
\pm# os ahtfros rae-
epeiras.
M-Ria t
Ci) nde
nota e vdha, o|
fwmm* e de
tadoiTepfteii-
reaoaso do-
mestico.
incar ata
10 Chora
ff**V
UW M*
desea orando
com langa,
da tarde
Jl
DE
40 caixas. cam litecondensado, quinta-feira
19 do corrente.
O agente Pestaoa far leilio, por con'.a e risco
de quem pert-ucer, de 40 caixas com leite con-
densado, as quaes serao vendidas em 1 ou mais
lotes, quinta-feira 19- do correte s 11 horas da
manhaa, no arroazem do Aunes, defronte da al
fandega.

LEILAO
DE
17 barris com toucinho
HOJE
18 do correnf
O agente Pestaa far leilo por conta e risco
de quem pertertcer, de 17 barm com touciDbo, os
quaes serao vendidos em 1 ou mais lotes vonta-
de dos compradores, do dia quarta feira 18 do
corrente pelas U horas da mauha, no arraazem
do Aonep, defronlo da alhndoga.
DE
nmni
H0J15
18 de Janeiro
Augusto C. de Abren coulionar o seu leilo
de fazendas inglezas, por 4ntervencao do agente
Pinto, hoje 18 do correle, s 11 hora* da manhaa
em ponto, em eu armazem ra do Mrquez de
Olinda n. 37.
Urna mobiUa, de Jacaranda a Lvu'z XV com 12
cadjras de gn|rnicao, .d bracos, 2 de baJanco,
1 sota e 2 consolos com peora, 1 dita de amarello
com s mesmas pe^as, 1 mesa elstica com 18
palmos, 1 apparador, 1 cofre france.z, 1 guarda-
roupa, 1 secretaria, 1 commoda, 2 guarda-louca?,
mesas para escrever oora-duas gavetas,. J arma-
rios, 2 carteiras para esenptorio, 1 espalo irraude
com moldar"* donrada, 1 maehina para costura: 1
cama para wsil, 3 marflpezrjsij'l sof do jacaMD-.
d, 4 pares de consolof 'Ftaacr pat% jeg*, 3 mar-
5netas, t aofs, 38 a admiras-e 1 Jaauca de amarello.
mesas de pinho, ra4aatasr i licoreiro, porfo do
chicaras e pires de -----------
muitos outros obj
r^elapi; caadieiros a gaz e
16, s 11
a de trigo eom
toque de avaria
fl do cbrente
wQTwQWvvTt 08
farinha de IrjKd.
9 avaria,
ptlobrjgM
s II horas da
Una
itefa fari ieiio, por o
a risco
:0 barricas de
marcas, com toque
de Baltimore
em o armazem
do Mallos.
AVISOS DIVERSOS.
; .....
INSTITUTO ASCDIOEOGNO E fiEOGRAPU-
CO PEOTCCAXO
Tendo o Instituto Arcbeologrco e Geogra-
pbico Peroambncano d celebrar o 9* arar-
versario da soa lundacfio no dia 27 do cor-
rente Janeiro, pela i horadat^rde.'no salSo
da bibliolheca publica provincial, do con-
vento de Nossa Senhora do Carreo, s3o con-
vidados para similhanU effeito em assem-
bla geral todos os soc os qn se acharem
no Recife,effectivos, honorarios o corres-
pondentes.
Nao conhecendo o Instituto a sede das
differeotes a sociacoes litierarias, scientifi-
cas, artislicas e de beneficencia que existem
nesta cidade, tero a honra de convidar pelo
prsenle edital a ca 1a urna de taes associa-
Ces a assistir solemnidade do dia 27, ou
a fazer-se abi representar. E para conhe-
cimento'das corporaco89 ou pessoas que ti
verem de ornar a sessao com a soa palavra
autorisada, aqui ?e transcreve a ultima par-
te do art. 28 do regiment do Instituto :
* Se na sala existem socios ou pessoas
outras que desejam ler algumas memorias
interessantes, participara-no ao secretario
perpetuo, para este prevenir o presidente, o_j
quaLd a palavra aos autoras das memorias;
a leiiura de cada urna das quaes na~o pode
estender-se alm de meiabora. Porm ne-
nbuma m mura ou trabalbo pode ser apre-
sentado e lido em sessao publica, sem que
antes seja submetlid 1 a ima commisso'de
eicame para isso nomeada.a qual tem voto
decisivo sobre a conveniencia ouinconve
niencia da leitura.
Secret Ta do Instituto, 17 de Janeiro
de 1871.
J. Soares d'Azevedo
Secretario perpetuo.
Preciaa-sede u^aaraa qw.sar
ceatoiaf om perMeto^wj^c^J^ pou Wml j
lia, agradaudo nao se oloar a yrectf: no salo do
cabellelreiro Barretra1 rua'a|i jhnie--Amaro-
AsAOciafio Comirwfrcial Beiie-
fcente
A directora da Associacao Commercial RoneO-
cnte tendo recebido -do Exm. Sf. ministro da
agricultura commercio e obras publicas um ofBcio
em que participando a deliberado tomada pelo
governo imperial de construir um telegrapho elc-
trico, que partindo desta provincia V3i ler corte
do imperio, tocando em Alagoas, Sergip>, Babia e
Espirito Santo, para a construccao do qual pede o
auxilio dos capitalistas commerejantes, agriculto-
res e mais pessoas de posses uesta provincia, re-
solveu a mesma directora convidar, como pelo.
pre?eote faz, a lodos os capitalistas, commercian-
163, agricultores e pessoas Bleressadas no me-
Ihoramento material do paiz, para que se dignera
comparecer em a sessao que. para se resolver a
respeitft,- lera logar quinta-feira 19 do corrente ao
meio dia, na casa da mesma associacao.
Associagao Cemmeriial Beneflcente de Prnata-
buco 16 de Janeiro de 1871.
Jos da Silva Loyo,
Presidente.
Jos Henrique Trindade,
Secretario.
Os abaixi
I publico e
que dora
nque de
Mbioo Domingoi
11 de janeiro..o%871.
Bie, ao res-
e ao can
I sua
95, aos
oir e Bodi
jM&o ie panos e de
msicas
aoUMe da roa Nova nZ-S, andar, para a
roa A
Imperatriz n. 14, loja,
otina recommendando-se ao Illm. pu-
Ferreira Guimaries & Or
AMA.
Preeisatse de urna, ama forra ou-escrava que
satf>a- cozinhlr eom pferleigio o di arlo de urna casa
de p >uea familia : na ra do Hospicio n. 29.
. 8.
fffia^dohfpto.
ftilnta-feira 19 di corrate, as 4 horas da tsf
de, lera lugar a benclo rri^anilra ao CT.Rirj.
SO MARTYRS SEBASTIAOeldJLnagem de Saa-
to Aotenio, pwlroeiro-da fcegui. 86*> hastia-
da a baodeira do GLOIIOSO. S SEDASTlA as"7
horas da noite, principino no dia segnln e as
novenas com toda a pompa e brilhhtismo, haven-
da missa na madrugada do dia 20 acompanhada
de lindae etcalhioas pee d msica mareijl,
por ser o proprio dia 8o Santo : tocarac em lodos
os actos as insignes mn?icas'do 2' batalhao d^ in
fantaria da guarda nacional do Recife e do 54 da
mesma villa.
Pede-se aos moradores que illuminem aa frentes
de suas casas desdo o dia do levantamento da ban-
deiri at o da festa, que a 89 do correte, cojo
.programmaseri.com antecedencia annunciado.
G.
Wexthelmer.
i'tira
afallaraBrtt
Ama.
Predsa-mttma ats Mlmi
m perfeicio : na roa don Parta, late
P J
la* o penences tL_
i tratar coea Jos Antonio
da ten milito novo para
-? Jos Henrique da Silva Guimaries preci
b um bolielro qneseja de bom compommento
a fallar oa ra das Cruzes n. 38, 1 andar, das 10
toras da manhaa s da tarde, o antes ou dermis
ao. pjacete do Monlego.n. 101. ^
Jos Henrique da. Silva Guimarae*- declara
qoe- demedio desde o lia 18 d correife o sen
tuipregado Vicente, pelo que elle o dir.
O masoio cima pede i odas as pessoaB de sen
conhocmento e que com elle tepm transaecSes que
nada dera em seu nome,seja a quem for, pelo que
rao e TespensaMIifa.
Precisa-se de u n.1 ama para casa de fami-
lia: na r-aa estreita do Itoiario ti, 14.
Ama
Na loja de marcinefro da ra estreita do Rosa-
rio n. 28 se dir quom precisa, de urna ama.
CASA
. Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 30,
a roa do Bario da Victoria (outr'ora nova) i tra-
tar na loja do mesrao.
;.'..


UNGA PORTUQUEZA
Fft*NeEZA
PHILgS0PtlA;
GEOGRAPtfl
HISTORIA
RHETORICA E POTICA
Jos Soases d'Azevedo
professor de lingua e lieratura nacional no
Gymnasio Provincial do Recife, tem aberto
em sua casa, roa' Bella n. 37, corsos espe-
ciaos de cada urna das disciplinas cima
mencionadas. Os alomos que quizererp
frecuentar qualqner aula destas, podem di-
rgir-se indicada residencia, para se infr-
marem da hora e condicBes.
Escola nocturan da frgnexla
de Manto Antonio do Recife.
Situada ra da Detencio n. 41 ; esta escola se
acha abena a funeciouando desde o dia 7 do cor-
rente mez. 0 abaixo assiggado, professor encar-
regado da escola cima, convida pois qaelles in-
dividuos que por seus afazeres diarios uio podem
frequeotar entras aulas, virera matheular-se,
prevenindoos de que o Um de semelhante crea-
lio aomente instruir aos completamente
.'norantes, mas ainda aperfeicoar
n, em leitura,
cripta, cooUbilidade, grammatiea, etc, etc. Pre-
que, por leis geraes, os individnos
em aulas publicas e que as frequentam
uidade e aproveltamento, esli hentosj
racrnlamento como tambem do servido
uuarda nacional. Retlfe 12 de jaueiro
Aviso ao respeitavel
publico.
Mjinoel Alfonso Regelra mudan sua encader-'
nacao da roa das Trincheiras n. 5 para a roa do
Imperador n. 15 defronte da igraja de S. Fran-
cisco, onde espera ser obsequiado por seus fregu-
zes e amigos, tanto em encadernreoes e livros em
branco como em impresso?, conta?, Iiilhete? e rlis-
ticos, etaquillo que for tendente sua arle de
encadernador.
Estrada de ferro do
Reeife a Olinda e
Beberibe.
Domingo, 22 do corrente, deixsr de ba-
ver expressos para Olinda e mais pontos,
por ficar este trem trabalhando do Recife
al Jo3o de Barros, de ida e volta, nos in-
tervallos dos ontros trens ordinarios do
costume. Previne-se aos Srs. passageiros
que exceflendo da lotaco nao partir o
trem, e deixario de ?er salisfeitas as viagens
annunciadas; que tendo os trens completos
as suas lotacftesnas duas priineiras estacos
nSo poder mais receber passageiros,
deixa de parar nos pontos intermediarios,
at que ppgsa receber passageiros, o que
far ainda mesmo excedendo da hora.
Recife, 18 de Janeiro de 1871.
Pelo superintendente,
Manoel Domingues de Sant'Anna.
Eqso pa-ticular
SK. O professor publico Joao Landelino $9t
fi Dornellas Cmara, as horas vagas pros- |X
2 t-e |enatea||arculrtjntt as- disci- .3
J9t punas qta; flolst(tu^ $sttaaqEo pri-^
jtt maria : as pessoas intereesaia pn S J340^ ='W1 IfHlfRf^'ff,
S$ 0i 0 wwjinriiMaiiJ
B O compendio (Jo systema mtrico de-
cimal, que acaba deww|r venda as principaea Jvrjn^ jaijai |idaie|
onde podo ser procurado, assk cosooi'as t|-
belUs da reduccio dos pesos e medidas ao
ligas ao novo sjgteaa e
MARTIMOS
COfXRt POCO.
A companbia lndemnisadora. 1 llitejlnian
nesta prar, toma aetnrre atarA* teter
navios e ?eus cautg.uiitoa) t tet:n %aa>
em edificios, m rcarlori 5 e mobijat: aa
roa do vi?ar1n ni.- "ioipijo wrm.
Precisa-se de am uaixevv JeUaNaaiaw
de ida de, que letiha pr'>a Jt taanma, aja *
fiador a sua eoo laet- : u.. rta 4* BaapJ tv &
, AtOgMHM
o sobrado n. "1.1 rna iU> Imperacna
raca do 0>rpo Santo t. 19.

IMPERIAL INSTITUTO
D. Emilia Jalia Pires Peneira da Costa por si,
por sous fllhos e genros agradecem as pessoas,
que lbe teram o favor de comparecer no cern-
terio para aeompanharem ao ultimo jazigo o ca-
dver de seu marido Benio Jos da Costa e roga-
Ihes, assim como a todos os mais parentos e ami-
gos, que venham ouvir a missa do stimo dia que
se ha de celebrar na matriz da Boa-vista as 7 ho-
ras da manhaa do dia sexta-feira 20 do corrente
mez, desde j Ibes agradece mais edia prova de
amizade.
eaay__
Irmandade
Do Divico Espirito San.n crecan) -conven-
vento da Swit Antonio di cidade
do Recife.
Nio tendo podido coneluir-se a eleicio no dia
15 do correte como eslava annunciado por falla
de comparecimento dos irmaos, de novo sao con-
vidados para amanhia-18 do andante pelas 6 ho-
ras y tarde, reunirem-se no consistorio da nossa
irmandade para tratarmos de eleger um ir-
mio que substitua o cargo de primeiro diflaidor
discreto; visto ler vaga lo este lupar por fallec
ment do doso irmao Rento Eleuteno de Souza
Castro que oceupava.
Consistorio da irmandade de Divino Espirito
Santo erecta no convento de Santo Antonio do
Recife 17 de Janeiro' 1871.
Marcolino Aogu-to da Silva Villar,
__________________Secretario.
Gratidao ao mrito.
O abaixo assignado, faltara a um dos mais sa-
grados, daveres de gratidao, su deixasse de publi-
car os immensos beneficios, que recebeu do Illm.
Sr. commendador Jos Joaquim de Farias Ma-
chado, tenbo consciencia que o Sr. commendador
nio precisa de minhas pobres migalhas para o
engrandecer, porque.todo o publico est apar de
sea generoso coracio, sendo liomem probo, dig-
no dos mais puros elogios. Apello para Deas,
este lbe saber recompensar, sendo estes benefi-
cios que de V. S., tenho recebido gravados em
mipea memoria, cmquaoto Deus me conceder a
existencia assim, como- peco a Deus'que guie seus
passos, onde qaer qne seta seu deslino. Receba
Sr. commendador estas mesquinhas palavras que
sao uascidas do puro cora cao deste que se
confessa ser'de V. S. humilde servo.
Recife, 17 de Janeiro do 1671.
Antonio Tliomaz Silva Janior.

DIRIGIDO PELO RACHAHEL
Antonio Oblumbano Serfico de
Carvalho.
Assis
No dia.9 do corrente mez tura lugar a abertura das au'a? de instrnrcTo
'aria e fecundara deste Instituto.

Mandes 4 Almeida, partee!pam ao publico que
tendo abefto 'um hotel no grande sdbrado coa-
fronte a matriz, do Poca, convidam para fazeretn
seus lanches, onde achario todas as eoromodida-
dea e bom tratamento e como larabem qnartos
para alagar por precos commodos : quem qeizer
dirija se ao mesmo hotel que achara com quera
tratar.
Arronda-8e um sitio com baixa de caplm na
Torre : a tratar na raa do Imperador n. 57, en-
trada pelo caes JTde Novembro
Para urna- fav i lia alie
mia de duas pessoas pre
cisa-se de ama ana mo-
Ra do Baratada
Victoria BS
( Outr'ora ra Nova. )V ,
Bilhetes garantidos da pro-
Tlaiata.
O abaix assignado cafta de veoder entre os
seta omito-felizea bilhetes a sorte de 900/000 em
.um quarto de n. 1397, a sorte de 400* em.dtms
quartos de n. 622, a de 200< em am qaarle de
^Btj, asorta de l#0f.m traequartos den
tSflf.-e ontra de 400* em dousttfifirios de n.689,
e efes qaarloade n. 2632 com a sort de lOfil.
alem de outras serles menores da lotera (178) que
se atabou de extrahir4 podende seas possuidores
vire* "receber, qne promptaroeDte serio pagaa.
MU11"!"1 aasi|tato convida, aa reapei-
lavei DobJn para virem no sen eatafcfeeimento
comprar os felizs bilheles garantidos; que nio
deixar de tirar qualquer premio como prova pelos
meamos annaneios.
Acham-se a venda os rauto fellaes bilhetes aja-
rantidos da 1'parte da lotera era beneficio ^a
matriz deTacarat (179) qne sari extrahidn sez-
U-feira 10 da corrente mez
PRBgOB.
Inteiro (VOOOf
M* SaHIA'
Qnarto 1*500
De 100^000 para cima.
Iatoiro M4O0
r^tf*,^
Na rus <1
Cade:
A abar 9
0 MARAVILH0S0 REMEDIO DO
DR. CHAS. DE GRATH .
OLEO ELCTRICO
KIWG OF PAZZVT O RE DA DOR
PARA USO INTERNO E EXTERNO
CURA CHOLERA E CHOLERA MORBUS,
Oiarrhea, fluxo de sangui, em nm dia.
OOr de eab*;a, dores de oavido em
tres minutos.
Dor da dente, em om minuto.
Neuralgia, em cinco minutos.
Deilocacoe, em vint minntos.
Oargantai inohada, em doi minntoa
Colioa e convnliSes, em cinco minutot,
Khanmatitmo, em um dia.
Febra febie intermitente, em um da.
Dor mas eoitn e roa
autos.
Tonaa parietal a refriada*,
Pleuresa, rtn usi dia.
Burdez e asim.i.
Eemorrkoida e brtaeaitia.
Inflammac* >* ria*.
Dyspepsia, erythjwUa.
Moleitiai de flgada.
Paipitaca* de i
RESERVE SEMPRE ESTE REMEDIO EM SUA FAMULL
AS DOESCAS SE APRESEXTAM, QUANRO HENOS SE ESrEKAH.
OLEO ELCTRICO O "KINO OF PAIN" (O re da dor) aquieta e poaitlrameata diarias
molestia e dores, e alllvla mal os soffrimontoi o produi am mah perfelto equilibrio no ijileaaa
pode flectuar no ntestao tempo, eom qualquer outro remedio modeclnal.
Esta multo popular remedio est afora usnndo-sa gerahnente, pela ratio que mllkarta de
gratis ton o dito rntfdio pelo Dr. Orathe outros mata.
Este Importante remedio cao so offerece para curar todna ai doenfaa, porera tao 6mmU para
nal noaaej dlrec^oes.
Ert operando nos principios da cblmlca e da electrleldade o por lsao, est applieavel pan __
restauraOBO da aof io natural doe orgos que soflrem da Irregular oircula^ao dos flazos dea prlastaaaa
eleotrlcoO "Klng orPaln" opera directamente doj absorvuntes, faxendo Inaappatnnai a* lanhayaaida
em um tempo fflerirel, breve sem pertgo do seu uso ilebalxp, do qualqner clreumstancla.
O remedio, i una iaeteol na para o io externo e Interno, composto dos elementos euraovot,
taes, como se tam usado dos nosso autepassados, o das quaes tm grande exlatenela no Timf'. fia aa
molestias, somante saheado-ae quaes ellas sao.
Pol um graade o especial desojo da faculdade de modenlna durante malte* aaaes *e expeiieosta pata
meUiores moda ave se devtaui adoptar para otrar a segulnte* doenoas, a que proparoaaa DROGARA O]
EM PERIUAMBUCO
NA EBARMACIA E
BARTHOLOMZO &
W.-34 Ra Larga do
JCASA CAUVIN ijgw?!
Phannucev
H8VAS ESPEClALfOIBK ft.
Aprfsc Uails a MUttnn d-r aaMasar>
HaaUeCEAO *'
Privaalivi e cartttva
JECTORPBILTRO
ESTOJOS *
(iim Isaaniai'
con.
>. e
XOO
COLLYRIO O
preparado o a a
Depositarios geral
34. ra
.n


tw
*
Diari* de Pttnamhtco Qrta tra 10 da Janeo^de f&
kwo^ooo
. kiiu") bilhetee da lotera da
[o da Aurora.
-watt se vende m taixas da. *eno
_ msiruidas do qae aaqoe venx
O rs. a libra ; sormenl Mufle
ir v ta
i .
olvas, de (rano
Na roa etreita do Rosarlo d. 38
m
nciva, ----------
5oto, e para qualquer offerla, fazem-se doces finos
e seinedo e de ovo para presentes, pudn
los e pies-de 16 entehado, flores do todas as qna-
lidades. eipellas e ranos para senljojas e meni-
nas, enleitam-se velas eom lodo gosto pan bp-
tiaados.
Para eviUT qttf&iBes se fai publico qae os es
crioulo, CinciMW, cabra, amM^a;J,^rT:
Angola Benedicto, Angola e Olimpia, crtula, to-
dos pertencentes Jote Lms; de SiqodriQwil-
canii Jnior, era residente eom sea sogro Manoel
Ignacio de Siqneira Cavaleanti no engento SanU
0>uz de Barroiros, se acham vendidos por orna
escriptara de hypotbeca de triplicado valor, ven
cida segundo soas clausulas, como tudo se pode
ver da'dita escriptara lavrada no cartono do ta-
belliao Almeida em data de 11 de abril de IBoo.
Sr. Miguel Candido de Medeiros
Pinto rogado a vir a esta typograpbia.
H
Santa Genovc\a.
A
Roa do Hospicio casas ns. 22 23
e24.
Antonio Marques d'Amorini avisa
s pessoas qaetn possa interessar
que as aulas d'este estabelecimenlo
afirir-se-bao segunda feira 9 do cor-
rente. O maior desvello pela educa-
c5o moral e intellectual de seus
alumnos promettido por seu di-
I rector, coadjuvado per proessores
[ de reconbecido mrito e probidade.
DA
Ra do Barao da Victoria, afama da Gamboa, do Canto, n. 23 (Antiga Ra NovaV
Temos honra de participar a nos* numerosos fregueies qoe eom a ebegada de um des socio da Europa, opiio-se a
casa eom um completo MrtiiaeiM de chapeos de sol de todas as qoalidades como tambem, de todos os materiaes para oe meamos
fabrico como seiamannicM de todas a qoalidades, sedas, mirins, alpacas e pannos, assim como de especial cotbdina. armas
^^tZ^w^^'*r\M Os L^ fy> sotla/So abatimento de 12, 15 e 25 por eento^ cojffaada a- dinbyro.
PRENSA IKGLEZA
James Ryder $ C.
Una de Apollo numero e.
SYSTEMA HYDRAUCO I! I
Durante esta safra James Ryder & C. teem re-
solvido enfardar algodio a rano de 300 rs. por
arroba, inclusive capas, arcos e marcas.
Roa de Apollo n. 16, prensa bydraulica
de James Rvder & fi.
_ Precta-se de uro hornera de r*eoneida ca-
pacidade, be saina ler, escrever, e entenda de
Iraumeniode capim a fado, e qaequeks admi-
nistrar nm litio perto detla prajea : queat estiver
nestas circunstancias (sendo solleiro melhor), dan-
do garant*-de sua conducta, appareea a rna do
Qneimado, i* andar por cima da lija do Lavra.
jVerguntes innocentes.
Perguntase ao Retebild dasparchantes o se-
guinte :
Poder o Sr. Rotchild comprar carne i 8*000
por arroba, e vender, 6*, 5*, 4* e 3* sem pre-
iudicar os seus erederes T
1
PoderSo os coaros qne o Sr. tira indemnisar a
baixa, que d no preco da carne T
Sabe V. S. qual a classiflcacio que tem o nego-
ciante que compra por oito o vende por seis, pre-
co inferior ao da praca, e falta depois aos seos
pagamentos ?
Os seus credores saberio denle sen modo de
negociar I mJ
Ser licito i um millonario fartar- ao paga-
mento de seus dbitos, allegando prescripcao
credores incautos?
6
Nao lbe apnveitou a licao, que Ihe den o gato
montes t
Alerta I (uendeiros, Rotchild tem intencoes si-
nstrasl
Alerta I Fuiam da bancarrota t
Roga-se a qoaiqufl
canoa de carrt
do, filiando lbe u
tatoai.na paa^H
encalhada por alHI_
correles de alfuoi
JMira 4V parte s SaraWa qe se ti
Mo ka tala
Tintara
So e nica approvada T -------
sciencia, reconhecida sopenit a le ao usa -
parecido al* aoje. Deposito aorspaf rna U
3adeia do Rete n. 51, s>,aaaar, em Mae ant-
ucas e casa de cabeileireiro. fT
Atten&o.
Na roa estreiu do Rosarle a. 3
moco, jsnlar e eU par earxeira a
qnalquer pessoa qoe queira ana
preco1 eommodo.
Bolos

para c&pamentoB c
bailes
146Ra do Marqoez de Hyit--li
Preperam-se ka
oes, boiintoadei
enfertadas ao uhimo
e dsticos deoure ; ummtm
as qoalidades de botoe (ral
pao de-l e as de saab igaeriM, I
vos para caseanento, prepsweH pevseatoe e
Hambres e todas ae qnaieiaee e eesne. nav
bem se dio lodos estos prepare* a mee, i n
bons Dadores. Garsnle-ie a perteK*o e asaste per
preco eommodo.
Precisa-se de um menino de 11 a 14 annos
para caixeiro : na padaria da ra do Rangel nu-
mero 9.
margen do rio 4o
Pasadla
Aloga-se por festo ou por
soffriveis accommodacSes, l
lado, arvores frqctiferaa e danos
Na praja da Independencia n. 33 se da di
aheiro sobre penhores de ouro, prala e pedra;
ereciosas, seja qual for a quana; e na mean
asa se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se faz toda e qualquer obra de en
commenda, e todo e qualquer concert tendenu
mesma arte______________________
Joaquim Jos Gon ves Beltrao
Ra do Trapiche n, 17, andar.
Sacca por todos os paquetes sobre o banco di
Minho, ero Braga, e sobre os seguintes lugares en
Portugal :
Lisboa.
Porto.
Valen^a.
Gu maraes.
Coimbra.
Chaves.
Viseo.
Villa do Conde.
Arcos de Val de Ver.
Viannado Castello.
Ponte do Lima.
ViHa Real.
Villa-Nova de Famelicao.
Lamego.
Lanos.
Covilhaa.
Vascal (Valpasso).
Hirandella.
Beja.
________Barcello?.___________________________
Aula particular em Olind
O abaixo assignadr, professor particular provi-
sionado pela directora gcral da instruccao publi-
ca, da principio aes seus trabalhos lectivos no dia
16 do correte ; portanto oiTerece aos senhores
pais, tutores, curadores, etc, o disvello de sua
misso para eom os seus alumnos. Os senhores
que quizerem ulilisar-se de seu irabalho, dirijam
seladeira da ribeira no 2a andar do- sobrado
onde funeciona a secretaria do 9* batalhao da
guarda nacional ; advertindo, porm, que os tra-
bajaos pnneipiarao as 8 1|2 horas da manba e
terminaro as 2 da tarde.
Joao Francisco Pessoa de Vasconcellos.
Precisa-se de urna ama para coser e engom-
mar em urna casa de pouca familia : a tratar na
roa Velha n. 8. Prefere-se a que more fra.
Este antigo estabeleeimeiito, ach'a-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata e brilhantes, qne
sempre tem e recebem mensalmente das prncipaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
JUORjGIRA HUIRTE .
Precisase de urna ama livre ou escrava :
tratar na ra da Senzala-velha n. 110, 1* andar.
MANUEL de C.
Tem a sausfacao de larticipar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais eommodo, tem
estahelecido urna nova fabrica de cbapos de sol, Da roa da Cadeia do Recife n. 9, boje roa do Mrquez de Olmda,
onde Srao os pretendentes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, qoalidades e por pre-
ros mas commodos do que comporla o nosso mercado: convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel soas encommendas, pois poderlo assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar-
maces as lazendas qoe a demora da fabricarlo bem diminuta,
~ (v).vsiTi(''*><*irxix'j'"-
RA DO IMPERADOR
ns. 9 e 11.
Estabelecimento de carros f-
nebres,
Agr & C. scientiOcam aos seus amigos e ao pu-
blico em geral, que nio podem de forma alguma
continuar no sistema de faier enterros fiados, pois
grande parte das despeas sao pagas bocea do
cofre ; os enterros de hoje em diante serio feitos
na mesma conformidade, (recebendo tambera
bocea do cofre) para cao nos vermos em apuros
em salisfaiermos esta obrigacao, o que faiemos
sciente para conhecimento de todos. A ehmitada
conflanca e considerado que nos tem dispensado
o publico e os nessos amigos, nos pem na obri
gacao de darmos um voto de gratidao a todos, con-
fessando-nos eterasraente reconhecidos.
notiztiros, mangoeiras, UreaceiraB, w.
nbeiras, llgneiras e frucu-po, me- eammm} e
agua de beber, porlie e araste ete ten i
di mesma casa", e usa vito no loaste ete
sitio, cojo olha para a igresn de It S. ete
quem a pretender dirija-se ao
a tratar ecm o despachante _
ou no logar do Caldeireiro onde
41 RU4 DO BARIO DA VICTORIA 41
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, inglezas, allemaas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglezas,
francezas, de todas as
qoalidades, brins de
cores e brancos, colei-
riubos modernos, cba-
pos de sol de seda,
finos.
DE
ARRUM IRMAOS.
Attenpao
Troca-se nm Cruxiflcado de marflrano calvario,
obra de muito gosto : na ra da Madre de Dos
n. 34, 1* andar. ________________________<
Precisase de urna ama para casa de pouca
familia : na ma-do Cabog n. 1, loja___________
Aos influentes do carnaval,
para os bailes.
Na ra estreita do Rosario aluga-se vestuarios
de principe bordados a ouro e a laa tudo de gos-
to e por preco eommodo ; dminos bordados para
horneas e meninos, de todos os gostos e cures e
faz-se qualquer vestuario a gosto de seus donos,
per flgurinos e a phantasia, trazendo seus donos
as fazendas e os eofeites : quem quizer mandar
fazer avise eom tempo para fazer-se. Qualquer
enfeite proprio para o carnaval, de florea para en
feitar vestidos e capacetes; tudo acba-se promplo
xu mesma ra o. 35, prmeiro andar.
Luiz Nenhaus etfrere
Rclojoarla saiMat
Tem a honra de participar ao respeitavel publi-
co que abriram na ra Bario da Victoria (antira
-roa Novs)'n. 67, urna loja aende se vende 'e con-
certa-se todas as qnalidades de relogios, tanto de
algibeira como de parede. Nesse deposito de re-
logios estao dos melhores fabricantes da Enropa, e
ba nm esplendido sortimento de traneelins, caddas,
chaves, ete., de ouro e de prata : as pessoas que
quizerem honrar-nos eom a sua confianza, podem
fkar certos que serao seryidos da melhor forma,
porque garantimos as obras que vendermos, e
qualquer concert feito por nos.
RA
Bario da victoria
antiga roa
NOVA
N. 41.
Assim como tem tuna grande
officina de alfaiate, montada eom
todos os preparos qoe ba de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela soa promptidao e perfeic5o
nada deixam a desejar.
Roopa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os paque
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras qae ba
na Europa.
. RA
K
BarSo da;vlclor la
antiga na
NOVA
K. 41.
Etuino particular em
Olinda
Jos C. da S. Pessoa, professor publico do Cu-
rato da S de Olinda, partecipa aos Srs. paes de
familias que se propoe a ensinar s tardes por
casas particulares, tanto as materias que consti-
tue a instruccao primaria como lingo a nacional
e arilhmetica na casa de sna residencia, e bem
assim a habilitar para o magisterio, qualquer se-
ahora que para tal flm se digne escolhe-io, ga-
rantindo o maior disvello e assuidade no curapri-
ento de seus deveres.
AMA
Precisa-se de urna ama para casa de duas pes-
ca s : narua estreita do Rosario n. 35, cartono.
Ponteira perdida
No dia 15 do corrents perdeu se em um dos
wagons da estrada de ferro de Api pucos, pouco
mais ou menos, ss 9 I|i horas da noite, urna
grande ponteira de espuma para charuto?, eom o
sea eompeteete estojo, dita ponteira temxa parje.
na inferjoi
Este estabelecimento acaba de soffrer ama reforma radical em acceio, artistas e commodos, e m pontoahdade as encom-
mendas, Analmente em tudo afim de melhor servir os seus numerosos fregueies deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
aao se tornar massante_____________________________________
Companhia Allianpa
DE
seguros martimos estabelecida
na Baha em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. ,000:000*000.
Toma seguro de mercadohas e dinbeiro a risco
martimo em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Agencu i ra do Com-
mercio n 17, escriptorio de Joaquim Jos Gon-
calves Beltrao.
Aluga-se urna casa na iiha de Bemfica eom
sete quarios, quintal murado, cacimba, etc., por
eommodo aluguel : a tratar no escriptorio do es-
crivao HotU, n. 17, primeiro andar da rna estrei-
ta do Rosario.
PRTJIEIRE ANTIGO CONSULTORIO
HOHEOPATHICO
Dirigido pelo Dr.
SANTOS MELLO
Os habitantes do interior podem-no
consultar por escriplo, no que serlo sa-
tisfeitos eom promptidao.
Presta-se tambem a chamados para o
interior, prego mdico.
Consultas, no consultorio das 10 horas
ao meio dia.
Chamados,' qualquer hora.
Aos pobres gratis.
43Ra do RarSo da Victoria43
(Antiga ra Nova).
MOFINA

Rogaoe ao Iilm. Sr. Ignacio V.eira de Mello,
crivio na eidade de Narareth desta provinci"
favor de vir a ra 4o Imperador n. 18 a CM
aqnelle negocio que V. S. se comprometteo* reali-
sar, pe'a terceira chamada deste jornal, em
de derembro prximo passado, e depois p;
neiro, passou a fevereiro e abril, e nala
vra
ESTABEIiECIDO
NA
CIDADE DO RECIFE
SOR A VALIOSA PROTECgAO .
DS
a. SAWTIDADE FIO IX.
DIRECTOR E PROPRIETARIO
BERNARDO PEREIRA DO CARHIO JNIOR.
; vido contina a receber alumnos internos, sim'internos e externos. _
tvioo, nnnuii mMiios n5o colni(Jo e exibiao os mxuf alumnos que tem tide g^
este estabelecimento, devem servir de garante e animarlo aos paes de familias que fle-
seiarem ter ahi seus Albos.
Nos estatutos do collegio, que esto a
acham consignadas as condic$5es de entrada.
disposisao de quem os quizer ler, se
ROB LAFFECTEUR
Approvado em Fremelo. Bnssia, Austria e Blgica. 0 arrobe vegetal Laffecteur n autho-
ruado he mm superior aos xaropes de cuisinier, de Larrey e de salseparrilha. De facO
dicesto adasraved ao paladar, e ao al/ato, elle cura radicalmente aem suercnrloi as
a^es'dapelle, lplf* lir. tumor*-., ulcera*, sarna des-
erada, eeortn*i e oe accidentes provendos dos partos, da idale critica, e da acn-
monia hertditaria dofcumores. .
Q arr*Ue esppdflaente recomjsendada contra as doencas sypbilicas recentes, mvete-
raoWpu^PeBesitlliiisftiMaaiodoro de notassio. __,_.,,...'
TTpo^o p'ml o ve? rUfUFfECTT.-R, om casa do outor Gm.\CTEAU DE
san;
Ama.
de urna
Na ra da Imperatriz n. 58 preeisase
ama._______
Methodo Castilho.
Secundino Jos de Faria Sirnoes, professor par
ticular de inslruccae elementar pelo meihodo
Castilho, avi.'a ao respeitavel publico, e eom espe-
cialidade aos pais de seus alumnos, que no dia 16
do correte est aberta a sua aula na ra da Pe-
nba n. 25, primeiro andar, onde recebe pensio-
nistas por preco eommodo : o mesmo professor
promette muito se esmerar pelo adianiamento de
seus alumnos.
F. a
Precisa-se alogar urna._
pre, e engomme, para easa de taatiu,
ta de duas pessoas, dando-se .
mulher de meia idade ; qoer seja
era va : quem estiver aeetaa drca
ja-se a esta typographia a tallar qoe
quem tratar.
CONFUTARA
Agencia em Pernambuco
Do Dr. Ayer
Petoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peno
salsa parrllha
Cura ulceras e chagas antigs, impigens e dar-
tros.
Tnico
Conserva e limpa os cabellos.
Pllnlas cathartleas.
Puramente vegetaes sem mercurio; cura se
i5es, purgao e purifleam todo o systema humano.
Vende-se eOectivamente em casa de Samuel P.
iohnston 4 C ra da Senzalla Nova n. M.
- ma~ jf Precisa-se de urna para pouca fa-
AJyJL A milia : na ra do Caldeireiro n. 68
Companhia
DE
Santa Thereza.
De ordem do conselho de dlreccio s5o convida-
dos os senhores accionistas a realisarem at o dia
20 do correte a segunda entrada do eapital sobs-
cripte, razio de 10 0|0, no escriptorio do direc-
tor caixa o Bim. Sr. Bario da Soledade, pra?a do
Corpo Santi.
Recife 9 de Janeiro de 4871.
O gerente,
Justino J. de S. Campes^_____
Esirada do Chacn para o Poco.
Aluga-s urna meia-agua eom quintal, tanque
para tomar banho, cacimba con boa agua, muito
propria para pas;ar-se o verio, e alm disto flea
muilo peno da estaeio Chacn ou Casa Forte :
auem a pretender dirija-se ao sobrado do Calda
reiro em frente a ra da Mangoelra, que achara
eom quem tratrar.___________
Au'a particular de primeiras
letras.
Joanna de Siqueira Silva, aulorisada pela direc-
tora geral da instruccao publica e despacho do
Exm. Sr. presidente da provincia, participa aos se-
nhores pas de familias que tem aberto sua aula
particular de instruccao primaria na rreguezia de
S Jos desta eidade, no largo da Ribeira, sobrado
n. 19, onie espera satisfozer aos pais de familia
que lhe conflarem suas fllhas, tanto as materias
que consliiuem asobredicta instruccao, como tam-
bera em que for concernente as habilidades de
agulha, como sejam bordado de ouro, laa, irani e
crox, etc.; desde j protesta pelo multo cuidado
e boa educacio de suas alumnas.______________
t RA DO IMPERADOR N. tt.
0 propietario deste eslabf lecimenlo avis aee
seus numerosos e boas fregnezes, tw_
preparar nm grande sortimenlo das
eros do mercado para reebear se ;
quelles qne tiverem bom paladar i
ra gastar os cobres, no lempo da hela O)
Ahfeneontrarao ex alientes presentes de
vinbos, licores e cognac de lodos oe
boa cerveja, marroelada portogoesa,
caixinhas, conservas francezas e por!
ees de todas as qnalidades seceos
Tambem encontrarao bol rabos para ca
as qnalidades*, bolos franeexes e rofteeas, pie de a,
pudins, tortas, amendoas confeitadat, e r~"
do outros objectos que seria enfadosa
W /%*C/8K/-*\"*ex ""s>*eA^P\T**** ""e^
5 O bacharel Manoel Barbeta de Araoto
*J9 contina a receber na easa de sa
~M dencia, ra da Sandade a 33,
?S pensnislas, meio pensionisus e exlerswe
CASA DA rOITDlU
Aos 5:0001
Billietes garantidos.
A ra Primeiro de Marco (ootr'ora roa
Crespo) n. 23 e casas do cottOJM.
O abaixo assignado, lendo vida swe seo
lizes bilhetes dous qnaito n. 1397 cas
dous quartos n. 622 eom 400*000. ae
3321 eom 2O0J0O0, um qnarto a. IMI
um quarto n. 689 eom I00, as sjmait
cora 100* e ontras sortea de 40*000 e 91
lotera que se acabou de extrabir (178"),
aos possuidores a viren receber aa
de do costme sera descont algoos.
Acham-se venda os bilheies
1.a parte das loteras, a befflcie
Tacarat (179.'), qn xiraairi
do corrente mez.
PRECOS.
Bilhete inteiro 6J009
Meio bilhete 3J000
Quarto 1*900
Em pomo de 100*900 para dan.
Bilhete inteiro 9*469
Meio bilhete 9*790
Quarto
Manoel Vi
Ama
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na ra da Cadeia n. SI.
ATTENCAO
Precisa-se de um menino bwsileiro, de 13 a 14
annos de idade, que tenha ou nio pratica de taber-
na : na ra dos Pescadores n. 43._____________
A sociedade que nesta praija gyrava debaixo
da firma de Mendes A Coe'.ho, acha-se em liqui-
dacao desde 31 de dezerabro prximo passado, por
mutuo e amigavel aecrdo entre os socios, conti-
nuando a casa cora o mesmo negocio, debaixo da
firma e responsabilidade do socio Joao Jos Rodri-
gnes Mondes._________________________________
Ama
Precisa-se de urna ama eserava que engommei e
faca o mais servico de casa de familia : na ra do
Visconde de Pellas (Aragao) n. 37.
TS.
Um rioo faqueiro de Bec-
trocate
Acha-se venda na rna de Groo a. 19, Uja
de louca do Campos, nra rico fiaasirs e *"
pate, contendo numero erasdli da pejas, totee
que necessario para nm fraaa jaatar, estao*
todas ellas acommodadas a'aaaa asta
carvalbo guarnecida de metal o
genero ainda nio velo oo ra a
Preeisa-se de urna
bem : aa rna Direila a. 197.
Aloga-se um gra
Sroprio para qualquer
o Queimado n. 13,1*
Giatiduo ao ment.
0 abaixo assignado faltara um dos mais sa-
grados deveres de gralidao, se deixasse dei publi-
car os iraraensos beneficios imrwbia-
Sr comtnendador Jos Joaquim de Fanas Macha-
do, tf nhb consciencla que o Sr. commendador nao
precisa de rainhas pobres .ugalhasi par o sen
eograndecimento, porque .todo o pnblicc^ ests
pa? do seu generoso eoracaos sendo hornera pro-
bo, digno dos mais puros elogios ADpellopara
Den eMelhe saber recompensar, sendo ejles be-
mTic* aun de V. S. tenho rebebido, gravados
era nnha1 memoria, em quanto Dous me conce
der a existeccia ; sss.ra como peco Dms que
suie seus passes, onde quer qne seja sea destino.
Receba. Sr commendador, esias mesurabas pala-
COIRfMHIn
TimJLOSjnUaAHOS
RECIPE A' Ol.frfl.
Compra-se dortneoiea para a
de a'copira, oiticka 9 cedro, a f
deiras de conbecida anfo,
comprimenlo 10 pufcgadii, lar|M
gadas, grossora 3 1/1, para I
goes recebe-ae proposlaa ao
soperintendeDcia, de 6 bom da
6 da urde todos w das ao laara a nao
da Aurora.
Recife, 13 de Janeiro da 1871.
O srjpi hilannali,
i. di Abren H.
Por deliberacao da
Srs. accionistas de 21 do
sado, e orden da directora,
os mesroos Srs. a reonireai-se
fevereiro prximo fbtoro 9
C8o provisoria da roa d'Aan
horas da manbia, afim de
forma dos eslaUrtoi.
Escriptorio da f irnpanhra, 17


:Tr'*' *
BSMMBSB^BMBl
ti
10RTHE!
B Mi
& araaazeai do Va-
par Praatcez, roa
Bario 4a victo-
ria (tr'ort rn
Btor) a. .
armaieaa lo Va-
Sor Francs, rna
Bario 4a Victo-
ria (oatr'ora rna
Mora) a. f. n
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Este estabeleeimento acaba de recebar pelos ltimos vapores e navios de vella cagados da
Europa teda* aa suas eoeommeodas do grande soriimanto de festa, offerece ao pubflco em geral, por
preeoe resumidos o maia poeeivai, os artigas seguales :
CALCADO
Botinas para teohoras*-dnraque branco, preto
de ootras muitas cores eseolwdas do ultimo gos-
to da moda.
Botinas para meninas goal sortimenio.
Sapatiahos da salto para senhoraduraque pre-
to, branco a de cores, e de couro de lustro.
BoUnbas para criancas, proprias de baptisa-
dos.
Botinas de diversas qaalidades para hornera.
Botas russiaoas para montaria, tanto inglezas
de eoure da Rn'ssia para viagem, como francezas
de Melier, beierro fino, para paeseios.
Meias peraeiras para meninos de 10 a 16 an-
uos.
Sapatos de brim branco para bemens.
Sapatos de vaqueta- de lustro cora sola de rna-
deira, proprios para bannos. -
Sapatos de borracha para horneas e senhoras.
Sapatos abotinados, de differentes modelos, mui-
io bous e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapeto, avelladados, Charlot, casi-
mira preta, de tranca portugueses, para bomens,
lenhoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banbas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Cologne em garrafas de crystal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrica la
vaode, agua de toilet, Untura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
e sabonetes, todo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica brancasJoavin.
Espetaos grandes deurados para salas, quartos
gabinetes.
Loques para senhoras e meninas.
Joias de onro, brincos, transelins, pulseiras,
DotSes de punhos, de abertura, correntes .e chaves
de relogio, tudo de onro bom de lei.
Brincos de plaqu imitaeao de ouro.
Correntes para relogio.
Abctoadnras para colletes e para punhos.
Albur de velludo e marroqu para retratos.
Mammadeiras de rdro para enancas.
Calzinhas de costara, novos modelos com mn-
ica, proprias para presentes.
uadtiuhos dourados para retratos,
oncs e sapatinhos de lia para enancas.
Capellas para noivas e para pastoras de pre-
tepios
Caixinhas com vidros de augmeito para ver-
te em ponto grande a photographia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thesourinhas para eos ara e unhas.
Bolcinhas de seda e de velado.
Cestinhas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cesas d'arame pratiade para frotas e po a
mesa.
Ricos artigos de phantasia necessarlos para tol-
Ibetes e proprios de presentes.
Jarros e bouquets de porcelana para santua-
rios.
Registros- de papel fino rani delicados.
Qnadros proraptos para collocar vistas.
Moldaras doeadas para qualros.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espanadores de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de darse curda.
Pouteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de sida pretas e de cores.
Bengalas de cana com castoes de marflm.
Ditas de baleia, junco e de maitas qaalidades.
Pentes finos de marflm para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para denles.
Lunetas ou pencinez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Dito3 para laaternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Cordas para violo.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e precos.
bjectos novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de moitos modelos, de junco e de baleias.
Lavas de fio de Escoeia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amanillas.
Machinas para fazer caf.
Globos de papel de cores para illamiuacoes de
festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria,' visporas, rodetes,
bagatela e outros jogos afiemaes.
Esterioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordios de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos. ,
Realejos pequeos com novas msica?.
Cosmoramas de varios tamanhos, com differen-
tes vistas mui pitoreseas.
Para lapinhas.
Presepios completo com todas as pecas e sorti-
mentos avulsos de flgurinhas, animaos, casas, jar-
dins, etc.
rija o migue
DECA
XIAS M. S*
( Antiga ra do Queimado )
Acaba de ser reaberta a anliga pharmacia da roa do Qneimado, perteccenleao
Sr. Jos Alexandre Ribeiro, sob o titulo da Pharmacia AmericajJt.
Teodo sofrido grande modificalo esta pharmacia ; cha-s boje, moutafja com
gosto e aeseio, e esta ceriea nos anima a convidar os Srs. aicos, e o reipeitavel
pdbHco a visita-la.
A mesma pharmacia presta-se aviar qpajquer receUa qae tarde da nouteSthe
seja dirigida.
Atten Todos os artigos mencionados ueste annuncio
vendem-se muito baratos, nao s pelos abatimen-
tos obtidos dos fabricantes em attencao as gran-
des e repelidas compras, como pelo bom systema
de vender muito anda mesmo com diminatissimo
lucro.
MO DE OURO
Nova loja de joias
RA D01CABGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qoal tem grade sorti-
mento, de todas as joias de ultimo gosto, as qoaes vender o mais barato pos-
sivel. <
.s joias serlo garantidas onro de lei, pois os sens donos tendo em
idqnirir fregoezia alo olvidarlo, vender bom e por precos os mais
sis. '
nMco a vr a este estabelecimento, certo de qee
GRANDE SOMENTO DE MUECAS
SAlAO E PIAMOS JE 1K niUt AS
Kua da Imperatiri|n, 14 loja f 51
Para flauta, clarinetta, rabeca de pepena e grande orchestri, para banda
militar e harmonio, Uto proprio para este tempb de festas e pera augmentar a solemni-
dade dos actos religiosos.
Todo pedido das provincias ouf doioterior sero prompumente a Urdidos.

----------u.
4
ATTENCAO
LOJA DO PAPAGAIO
RA DA IMPERATRIZ N. 40
Esquina do beco dos Ferreiros
DE
MENDES ft CARVALHO.
Os novos propietarios desle bem conhecido estabelecimento fazem seiente ao respeltavel
publico desta cidade e fra della, e com espeeialidade s Exmas. familias da capital, amigas da eco-
noma domestica, que este estabelecimento se acha as melhores condicSes de poder servir bem a
qnem o procurar, e por menos preco que qualqoer oatro, e para isso sefacha bem montado com
um grande, bonito e elegante sortimento de fazendas de lia, seda, linbo e algodio, todas modernas
e ltimamente chegadas.
Os propretarios limitam-se a vender pelo custo, ganhando e descont, e s se vende a di-
nheiro ou 60 dias, a quem nos convier.
Chapeos de sol de seda de 8* at 20*.
Ditos de merino e alpaca de 3*500 a 5*000.
Ponpelinas de laa e seda, e de linbo e seda.
Alpacas de cores de 12a, e de seda.
Sultanas para vestidos.
Lias de listra de seda.
Gorgorees de lia.
Poil de chevre de differentes qualidades e gos
tos.
Barejes raescladas e de listras de seda.
Alpacas lisas de todas as cores.
Alpacas trancadas (Ivences).
Alpacas de flores..
Lias escocers de qoadros largos.
Lias lisas de todas as cores.
Alpacas brancas, lavradas e de cordio.
Cambraias brancas, tapadas e transparentes, in-
glezas e suisas, da largura de tarlatana.
Cambraias de cores graadas e miadas, a lodo
precio.
Metim da India de duas qualidades. -
Cambraia para saias, bordadas e com pregas.
Cassas indianas, flnissirozs.
Cassa lisa de differentes qualidades.
Cassas de quadro e adamascada para cortina-
4o*.
Fil de linbo liso e de salpico branco e preto.
Tarlaianas de cores, as mais bonita.
Toalhas de linho e de algodao de 500 rs. para
cima.
Guardanapos de linbo de 2*000 a duzia para
cima.
Colchas de fustio branco de differentes tama-
nhos.
Ditas de fustio de cor com franjas.
Cobertores de lia finos com listras largas.
Ditos brancos e encarnados.
Ditos brancos de algodio.
Cobertas de chita cbineza.
Ditas de chita encarnada adamascada.
Bramantes de linho e algodao de differentes
precos.
Aloalbados de linho e algodao trancado e ada-
mascado de diversos precos.
Pannos de linho e de Hamburgo.
Silecias de linho e bretanhas
Franellas lisas e de quadros de todas as cores.
Mussulinas e brilhanlinas brancas.
Pustoes de cores para vestidos.
Pannos da costa para cobrir masas.
Ditos de quadros, encarnado e largo.
Sargelins francezes e inglezes de todas as cores.
Camisinbas bordadas de cambraias transparen-
tes. .
Lencos bancos, chinezes, de caabraia, de linho,
de esguiio 0 de bretanha, havendo muia diver-
sidade em quaildades, gostos e precos.
Ditos bordados, branco e Anos.
Ditos de seda de cor, para homens e senhoras.
Peilos para camisas, ha de algodio e de linbo.
lisos, bordados e de pregas para todo o preco.
Grvalas, completo sortimento, preta e de co-
res, e seda e setira com mola, e brancas borda-
das.
Grosdenaple preto e branco.
Setins de cores.
Espartilbos de linho finos e baratos.
Esguiio de linho e de algodao.
Lavas de seda, braneas e de cores e de algodio
Ccrtes de colete-de gurgurae de seda.
Vestuarios de fustn branca e de cores para
meninos de S, 3 e 4 a naos.
Famos de seda elsticos.
Chales de chita, de raetim e de merino liso.
Ditos estampados de 4 at 10*.
Cpelas para noivas e veos de blonde.
Casaquinbo de seda dos mais modernos e ri-
camente enfeitados.
Chales de merino, pretos bordados e lisos com
vidrilhos.
Tapetes aveludados de diversos tamanhos, tanto
para porta como para soff.
Cortes de cassa bordada e de salpico.
Ditos de fil liso muito baratos.
Baldes de massalina branca e de lia de cores
eom anqninha.
Itedes de panno proprio, para dormir.
Organdys brancos e de cores.
Pnnhos de linho e colarinhos bordados e lisos,
de linho e de algodio.
Camisas brancas, francezas e inglezas, de linho
e algodio, com peito liso de pregas, e bordadas.
Lona para camas,, parda e branca.
Pecas de algodiosinbo de 2*800 o 6*.
Algodio infestado, liso e trancado.
Madapoloes de 24 jardas, de 4*500 at 10*000
a peca.
Ditos francezes muito largos de 34 e 45 varas
cada peca.
Relataos de chitas, lias e cambraias, que se
vendem jwr preco barato.
Chitas de 240 rs. at as mais finas que ha no
mareado. .ji .
Brios pardos e de cores, lisos, trancados e de
listras.
Bnns brancos de linho do mais barato at o
mais superior.
Fusioes brancos'e de cores para roupas^
Merino preto, verio, trancado e de cordio.
Merino verio azul.
Bombaxinaa, princezas, canto, liazinhas, cas-
sas pretas. chitas, alpacas pretas e pintadas, ten-
do um grande sortimento de fazendas de todas as
qualidades que sao procuradas para lato.
Roupas fetas na loja do
papagaio.
Um magnifico sortimento de roupas feitas de
todas as qualidades tanto para hornera como para
menino, um bonito sortimento de casemiras de
quadros de listras e lisas proprias para calcas,
paletots e coletea, cortes de gurgurio de seda
para colotes, pretos e de cores, pannos pretos,
azues, cor de caf e casemiras.
Paletots de casemira de cores, pretos, azues,
cor de caf, alpacas-prets e de core-., de brim
branco, brim pardo, gangas, brins de cores, etc.
Coletos de casemira e de todas as qaalidades.
Calcas, ba tao variado sortimento, que de
qualquer fazenda propr.a se acham feitas, e por
precos commodos.
Sobrecasacos de,panno fino de 15* at 40*.
Seroulas francezas de linho e de algodio.
Baetaa proprias para banhos, de todas as cores.
Estamenha a 160 rs. o covado, muito larga.
Roapa per medida na loja do
papagaio.
Mandase fazer qualqoer qualidade de roupa,
eom presteza e esmero, tanto para bomens como
para meninos, pon menos preco que qualquer
ontra offleina. que para isso o estabelecimento
aeha-se munido de nm bom mestre alfaiate e
acontecendo a obra nao ficar 4 gosto dos fregue-
zes recatar a responsabilidade sobre os proprie-
etarios.
Dio-se as amostras a quem as exigir, ou man-
dam-se levar pelos eaixeiros.
Acha-se abena das 6 horas da manbaa is 9 da
noute.
DE pivrtTt.i
TET DE
J. Fenetra Vtllda
Desde o dia 7 de abril pa?sao acha-se .iberio c
aove estabelccimenlo photograpbico silo ra d(
Cabug n. 18, esquina do paleo >la matriz. Ostraba
hoa que desda en tao, tem sabido de nossa oOkin
.era geralmenle agradado, sendo receidos por
ilgtjns eom dmiraco pelo exl.raordinarij'pro-
reato que ltimamente lera (Ido a phot< graphia
* sor outros eom alegra, par verem a prowwii
JoUda eom um esubelecimanlo digno d lia, e in
ionteslavelmenta o primeiro que nesse genere
boje possue : tamben nao nos ponpamos em coas;
ilgama para monta-lo no d em qne se ach, es
parando que o publico de Pernambueo 'satflri-
apreciar noeaos.esforcosa recompaniar nossos a
crifldos.
Convidamos a todas aquellas pessoas, nacionae
i eetrangeiras que goslam das artes, oo tiverea
ttofleepidade de trabalhos de photographm a vigi-
laren! o nosao esUboleciqeato, que estar sempre-
iberio e i sua disposicao todos os dias desde ai 1
aorag da manh3a ateas 6 da urde. "'
Para os trabalhos de |-boiograpbia pessulmos di-
rersas machinas dos melhores altores francezes.
n glezet e allmemiet, como sejara : Lerenoua el
Secretan, Hermagis, Themaz {tosa, Voigllandcr el
Sonta e Wnlf. ltimamente recebemos tres novas
maehiaasi sendo ama dallas propra para tomar
sobre o mesmo vidro 4 ou 8 imageos diversas c
soladas, e entra de 6 a 12 imageos diversas s
igualmente isoladas, de sorte que noa caso dt
rraide eonenrrencia poderemos retratar sobre
ama nica cbapa at 8 pessoas diversas e isola-
das para eartes de visita, eassim em menas de
am quarto da hora despaeharmos 8 difTerenies
pessoas qae pecam cada urna, ama duzia de eartes
mais on menos, eom os seus retratos smente, on
am grupo eom outras.
Encarregamos-nos exclusivamente da direccic
s feitnra dos trabalhos de photographia dei-
xando i pnela e talentos do distinelo pintor
lilemio, o Sr.
Jorge A. Roth
js trabalhos de pintura, a aquarela, a oleo, e a
pastel.
O Sr. Roth acha-se ligado a nossa empresa por
ama escriptura publica, e at o presente tem se
lesvellado na execucao de seas trabalhos.
No nossoestabelecimento acham-se exposlos ou-
tros trabalhos imiwrtanbs do Sr. Roth, tanto ere
miniaturas aqaarella como oleo, re ratos
oleo, qoadros sacros e diversos oulros trabalhos.
Tomamos encommendas de retratos oleo al o
tamnbo natural, assim como de quadros sacros
Sara ornamenlacao de igrejas ou capellas. Tam-
am aceitamos encommendas de quadros histor-
eos.
Assegnramos qae os precos dos diversos ira-
oalhos da nossa casa sao mol rasoaveis.
CARTES DE VISITA NAO COLORIDOS k 10500
DUZIA
CARTES DE VISITA COM O COLORDO AO NATO-
RAL 16|$000 A DDZIA
Retrates em miniatura oleo ou aquarella dt
16 90*000 eada am, indo convenientemente en-
aixilhado em moldura dourada e regulando c
busto da pesoa retratada de 3 i 4 pollegadas t
todo o quadro palmo e meio de tamanbo.
Julgamos que bastarao os precos cima para
iarmos idea da baratesa dos trabalhos do nosso
astablecimento, quanto sua perfeicio cada um
renha julgar por seas proprios otaos.
As melhores horas para se tirarem retratos no
O.OSSO estabelecimento sao das 8 horas da manhia i
I da tarde; entretanto de ama hora s 5 da tarde
tm casos especiaes pde-se tambem retratar qual-
iner pessoa.
Noa dias de chava, ou por tempo sombro po-
demos retratar, e asseguramos que esses dias sie
js mais favoraveis aos trabalhos de photographia
pela docura e persistencia da taz, e per termos o
qosso terraco construido com taes proporeSes e
nelhoramentns, qae anda chovendo jorros ne-
ahuin mconveniente ha para fazer-se bellos re-
tratos.
J. F-rreira Villela
Precisa-se -fallar aos Sr/! Antonio Avelioo
de Araujo Moura, Francisco Antonio de Maga-
Ihaes, Joaqnim Jos de Souza Lima : na ra do
Vigario n. 19.
Previne-se ao' Sr. thesoureiro das loteras i
provincia que nao pague o bilhele inteiro n. 439
da lotera 179 n. que se tem de extrair a 20 do
corrente por ter o abaixo assigoado seu legitimo
dono perd do-o.
Miguel Goncalves da Lut_____
Manoel Jos ce Almeida, pdeao ihesonreiro
das loteras desta provincia, que nio pague qual
uer premio que sahir no meio bilhete n. 1528
a lotera n. 179, que ha de correr este raez, por-
que foi perdido no dia 15, na povoacio de Una.
COMPRAS.
Chumbo e estanho
yelho.
Compra-se em grandes e pequeas porcoes ; ns
ra Novan. 11.
azeite de coco em qualquer quantidada: no ar-
mazem da Companna Pernambucana, no Forte do
Mattos._________________________
. Compra-se nma casa terrea que seja grande
e qae tenha bom qu nial, sen lo o solo proprio, na
freguezla da Boa vista ou Santo Antonio : a ira
lar no armazem da ra do Imperador n. IS, com
Jos Herculano de A. Seixas, das 8 as 4 horas da
tarde.
CASA CAUVIN 4-JSHBfL
Boolerrd
NOVAS ESPECIALIDADES
CLLYBIO
BARTH0L01E0 l C* DX,nTlarSrdo Bsario.-- PEiUSTAMBXJOO.
ficar
Pharmaceutlco privllestado
suocoseor
Betotopol, BB. PAB18.
A. MARINIER
Ijnniilirtil a Aetdemii de Scmcii e ao butituo ie Fnifa.
lUirnnin Sob i fom it PastUta, deredMt e doMadinra fuer d4
In JECUAu BOMDto nuiokKiorumnvA i ooaanvA du
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
do volume de um relogio, servindo
de Piiiltbo e Seringa sem oa
Oraros InconTenlontoa de fragillaade.
_.*_- i^no Coa 'orma, e do volme de um Porte-Moedi eontendo
ESTOJOS TOBO TRATAMBUTO.
Contra as affeccois da palpebras, preparado sob a mesma forma.
PORTUGAL
INSTRIJCCO PRIMARIA!
Ba do Commercio n, fi
(llecife)
Jos Francisco Rib.eiro de Souza, professor parcufar de ioslraqcio primaria, i
scientiflea aos Ilustres pas de seus discpulos e a qu}e|jfaaj? possa interaesar, .que a
abertura de sua aula tora tagarno dia 9 janetri de 1871 prximo futere, na
casa onde mesma funeciona ha tres annos, Ba ra do Cossrnercio n. 5.
Tem resolvido admitlir um certa e determinado numero de alumnos, os
quaes serio lecclonados por habis professoras.
A ma comecar em todos os dias uteia as 9. hars oa mantiaa e terminara as
duas horas da urde.
Pede como especial favor aos interesados, de exaannarem o aeceio," ordem,
mtlhodo de ensino e dedieacio dos respeelivo prdfessowe.
VENDAS.
n
13 A Ra da Iroper;
1111
S A
BE
JOAQW BEZERnA PESS^A.A
Os proprieiarios dtata oovj ettaM
bzendas vero, de m ~n jaamcayai aa i__
publico, e com e peciaMkto aaa afredeina J
bom e barato, qae iU eu Km rreM fttm
nliimos paquetes da Smifa. im eapanaVl* aert-
meito de fazendas. t*y cialasme para a qua-
resma ; como bem srjaa graagMpaa preaw, mr-
tlmento entupido para lod iawai
qiies pretos, fszrada inteirament aova t uttt*
larau ; bombazinas ; lias pretal baaa ; taa 4t
China, e muitas oulraa fazendas praftaw paa ci-
te fin a precos mdicos ; afa* e i
estabelecimento e apurar dinheiro f f
E para a lala 1* rf*t!!
iT {rara esta reato qne a Flor 4a boJ raed
grande qnandada da alpakas larran iaw d*
todiis- aa cores, precos e qaaMeiaaMt rayala,
600 e 1*000 o covado para acabar.
Lindisimo e bem eseetkida Mtiiewto 4a Bm
de vanados gestos, admira'na precoa vaca a a-
zenda-100, 300, 4CO e 900 r*... cavad, aa Piar
da moda, ra da Irapentru n. 13 A.
Quem gosta deeaehin i 4* e 3*000 v na
da Imperalriz n. 13 A, qae eacoairar da toda* a
cores; e tambem eamiamhas brancas de rrtt
para sonbora ; watjBiua, gohaks aaaaHa,* m
mais modernas grawiioas da diwrsM dale*
cores lindas ; ludo barato para acabar.
A Flor da moda lambem vedi para m ova-
I bel ros os mais mo>rB<> ealtriailiua,
grvalas fioas e manas -osa beM M*nr
modernas ; tudo barato e cwm 6
ver I
Chapeos de sol inglezes de arda e aleafta I3*
e 18*000 ; ditos du feliro da divenaa anaVIaa;
cambraias brancas de ti das aa eaaMadr*, Ira
prenles e upadas para 3*, 4*, 5*. t, 7* tai
10* i pe^a com 10 jardas; caitas Baa, parral**.
crelones e oulras qoalidadi s ; madapoliu e aajo-
des, e oulros mnilos objertM qae feria 1
mencionar.
Viva a fulia A Flor da IMa
Do Carnaval O perrum exacta
Nao tarda o da Vei.ham, frefavae,
Del le chegar. Veabaat vtaita-la.
Para o carmaval?
Lindas fazendas para v'tnari.i, an
estabelecimento encontrara os vesinarios 1
tos i venda e para ;e singaren ; do-ac as aaaat-
tras de todas as fazendas e maadaa-tt fevar as
casas das Exmas. familias que aos aavetajarm
com seus pedidos, para o qne temos ata aaswal
habilitado para esle lim.
O estabeletimento aeha-se ;berto das 0 as i ho-
ras d ooile, asnrdens do respeilavel pobtic.
N. 43 A RA DA IMPERATRIZ N. 13 A
/^
Vende-se nma casa ce taipa aas Arela*, $-
irada de Jaboatio, principio, lado es-ia^rJo : a
tralar na ra de S. Bom leza* das Creoala* u. 11.
IffiTilMR
Chitas e-cossezas de lindos padidr* a eore* -
xas, fizenda de 380 rs. vende-se par MO rs. a
covado.
Chitas r semas finas de 370, veade-r* a 3iO rs.
Chitas clarss mnilo linas a 340 rs. o a
Lias com listras de ftda a 3>* rs. o
na loja de Gaspar A. V. Cnim;.ra>, rna Aa 1
de Caxias n. 43 a amiga lo Qnriroado a. 1.
Na fundicio da Auiora vende-e par pree/i
razoavel, quanlidade de lijlo i* topo (6ra krik')
CHARUTOS
DE
uliimo vapor amen
Chegoa nova remessa pelo
cano, ra da Cruz n. 55.
AttenQo
Vcnde-se o hotel da ra da Seozala aova n. 10 :
quem o pretender dinja-se ao mesuw,i*ue achara
com quem Iralar. ________
Vende-se a lia do calclo aaeioaal aa rea
da Impera! iz n. 38, ba-iane afreguezad^ laato
para o mallo, eomo na praca : a tratar na 1
qualqner hora do dh_______________
Vende-se o palarbx nacional Palma, aja* se
acba tandeado no ancorad -uro da cama tarca
descarregando o carregameuto que Irooxe d-> Rio
Grande do Sol. Este na vi > se sena em boaa ala-
do, apparclhado e compie la mente primlo para
viajar : para tratar, os pretendeBles davtaa mr.-
gir-se Jos Victorino de Rezende A C, eserinu
rio ra do Mrquez de Olioda, oolr'ora Cadtia
n. 51________________-________________________
Farlnvia de santa Cainarlaa
Vende-se boa tartana de Santa CaUaria*. oasa-
cada : para tratar no eseripturn de Jot* Vieteri-
00 de Rezende & C, ra do Mrquez da Otada,
ontr'ra da Caricia n 5i._________________________
atTeRPo
Vende-se as casas secuntes aee Alonados, ht
por querer o actual proprielari. re rar se tara
fra:
Ba da Paz ns. 30, 30 a, 30;b, 30 c, e 30 d.
Ra de Motocolombo o. 51.
Ba de S. Miguel n. 31.
A tralar na rna larga do Rosario a. 25._______
LA PLATA.
Gaz da melbor qualidade a 7*S00.
Parinba de mandioca propra de mesa a 6*000
o sacco.
Dita de milho a 6*000, efm o peso de 100 li-
bras cada sacea.
Qnoljos flamengos do ultimo vapor a 2*800.
Biseoutos em caixinhas de configoracoes diver-
sas proprias para festas as criancas.
Velas slearinas a 640 rs. a libra. ,
Chocolate de 1* 1*800 a libra.
Especial manteiga ingleza e franceza.
Horialices para sopas denominadas Julienne, que
sobstitue perfeilamente as mais frescas ervas.
A verdadeira farinba americana vinda de coma
propra a 320 rs. o maco de urna libra.
Bolachinhas de todas as qualidades e dos me-
lhores fabricantes.
Queijo da Ilha especial a 880 rs. a libra, e moi-
tos oulros gneros que se encontrsm por precos
razoaveis e de 1' qualidade : na ra do D
de Caxias n. 42, armazem de
Popelinas baratas
na loja da Turqneza, i rna do Bario da Virturia
o. 9 (antiga ra nova)
Alpacas e las baratos
na laja da Tnrquea rna do Bario da Victoria
n. 9, (anliga roa nova)
Saias bordadas
Completo sortimento, na loja da Turqneza, a ra
do Bario da Victoria n. 9,^ (antiga roa nava)
Corpinhos
De combraias de aparado gosto, na laja da Ter-
queza, ra do Bario da Victoria n. (antip na
nova). __________
juque
MARMORE
Banheiro snperior com pertences, vene-se
um novo atada f neaixotado, eiqne se pode remo-
ver ,de ama para ontra casa, sem taconvonic nte
no armazem da Companhia Peraambucana.
VEJMI>E-SE
o hotel central, sito no povoado dos Montes, esta-
ci da Una, ra da Cuucordia 0. 10, e o motivo
de se veuder porqu3 o dono quer mudar de
precedente : a tratar na rna Direita n. 16, ou com
o dono no mesmo hotel.
Vende-se
TRIUMPHO
DA
Boa-Vista
N. SO-RUA DA IMPERATRIZ- S. 20
FARIA & LESSA
Esla loja de fazendas finas neo eoaheatfa da
respeitavei publico por sea systema da barato.
sem que outros possam competir em preeos, aca-
ba de receber ricos cortea de vestido braaeas
bordados Dngindo roopSes, variado orliaaral) de
basquinas de teda, grosdenaple prclo, popeftaaa
de seda, ditas de lia, variadbsimo sortimeato
alpacas lavradas, lisas e ootras qualidade,
braias brancas bordadas para vestidos, eaan
salpicos de cor, orgaady branco e de edres,
pleto sortimento de laaziohas de eOre, graad
variedade fin chitas, nwdapoUJes e algodictMof,
bramante (e linho para lences, paaao tranca*
proprio para toalha de mesa, grosdenaple preto
a l*8<.0 o co'iti, corpinhos e eamuiohaa borda-
das a 3*500 e 4*000, toalhas felpudas a 9*000
a duzia, madapolio fino proprio cara sala a I*
a peca, algodaoslnho largo "oprio tara IcMts
a o* e 6*500, chitas fin e 310, e leas-
simas a 360 e 400 rs. o c de fustio
branco para cama a 6*. 1 ismhraia Vic-
toria fina a 5*, tais-ira* a t.*oiO ei*500; aaafca
como mui tos artigos qne nio meMfcmazao, tato
o mais barata powiv.
do
superior cemento Porlland por prego
no armazem da Companhl P<
eommodo
ernambucana.

Calcado barato
Borzepninr riarn h mp?ri a *|000.
tal de Lisboa
Vende Manoel J. aquim G tac Baga, larg
escadinba n. 3, por menos qne em atra qualqu-r
parte._______ _______________ __
T
1 J), loja de Porto & Bastos.
I riotho feitos no Aracat
n*"iiif
a^'imiiwBA


BSj|fiiSHiHjHMHlfl g^^miiggi^gmgmm
-
i
r

60-MJA DA HPEMTfiffi-60
DE
PEREIRA DA SILVA -It
Neste importante estabelecimeoto Mortrar o respeitavel poblice, un grande e variado sortimento de faiendas do mais
inorado eom todtt d prrraeira necessidade que w vetdera mats baratas do qti?!irf^^^aR^pl^,fc,t^^Mrt^
ro socio* deata firma, adoptaram o systema da so Tendera DllfElRO ; para poderem vender pelo corto, limitando-se apenas
i ganharem descont ; as peasoas que negociam em pequea esoa'a, nesU laja earmazem podero fazer os seas sortimeatgs
oeios metanos precos que comprara as casas ingiezas, (importador) e pera maier oomaofidade das Burlas. faaJla se daro
iraostras de todas ftzeaas, oa toe. lev em soas casis para escotaran.
rmm GRfJSBfe^PLSS PBETOS
Chegoo para o Bazar do Pavao ornis Coegti para Bazar do Pavf*. am ajian*
siegaote sortimento de tapetas grandes pa* da sortimento: dos raetoore groMauaptos
ra so/as, cora 4 oadeiras, ditos mais$eqne- pretos qoe tea vindoao mercado, que se
nos, para doas caderras,-- ditos para Tendera de {OO at ttfOO o coart ;
pianos, camas, portas; etc. veode-se por sao todoa muito emsoota.
ESPARTILHO.
Na Bazar do Pato recebeo-se am degan-
te sortimento dos1 mais moderos e memo-,
res espartilhos, que se venden por preco
moito em conta.

jftlidade pre-
por que a Non Esperan-
impacientar era dar a Mr
pvMtadO^e com o irada
ruca** todas, afta' de qae
*#:#o*TrT*rPrawito .* fWUfeiB^k
mandaren) a mesma loja, logoqaepreciiem.de
qualqner artigo por pequeo
i"!1SI*'
menos do qae em ootra qualqner parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Bazar da Pav5o eocoatra-
r o raspaitaTal pnblico um grande sorti-
mento de roupas para borneas tanto bran-
cas como de coras, a saber:
Camisas con: partos d'algodao e de linho,
para todos os presos e qpalidades.
Garoulas de linbo e algodao.
Meias cortas franeezas e inglesas.
Palitos sobrecasacos de panno preto e
casemira.
Calcas de brim branco o de cores
Ditas de caserpiras pretas e de cores, com
colletes ignaes
Do todas estas roupas ha para todos os
precose qaalidades, e tem.de mais mais
am perito
LFAIATE
Por qoem so manda fszer com prestesa
e aceio qaalqoer pe?ide obra a capricho
on gosto do freguez, tendo n'este importan -
Ra da Imperatnz 60.
Mll|......yttt|.,JB|j1iiM, .
ranrTfinnrnfnaif
NUCA
Recebeu as de Lbboa a Nova Egpsraaaai pape
homens, senhora e meninos, rodo brancas e de
cores.
NOVIWDt.
i_recebeu boas calza* de san-
. i para autos.
U #ttl)m aNovaEspe-
maniBaa.
floras finia.
r&NP xtktttitr panos1 tro sardas.
A M* eriaza tem-Miawsaa brancas.
Para tiagrr cafceflos.
Ten era Eperauc*-. a wrdadetra tinta in-
^PWJirfrfflCff a peireelKrmziMir "
i ra Duque de Caxias n. 63,
PANNOS DE CROCH PARA CADOftftS' u 9\. A.f.k.1 J M
O Bazar do Pavo recebeu om granda ChWm om e,effiteJ023^5P- v*-e <*% branca de Lais.
sortimento dos melboros paonos de croch, mhas doJapao, com parPs*e}.Wa*, %. M. PAffn;mariaS
nrnnrina nara rdira; <1a haiatwn- if* mnilO boa qnalldade, que se VaMem a "* **% mwm
Ka^tomb^ 00 rs. O ovado. pechincha, no Baza* ^Ihoree, e do mais crecido fabricante
pianos, nmDoretes e a.e propnos paraca- D.Xn. a, iJC2ZL-. n ?j\ *htt francez como ingei, esiao expostas a venda
do Pavao, roa da Imperajru n. 60. g*^ D de c^Vn. 63, na Nova Espe-
* 10600 O covxrA. ^ca. -
NrtlBtlto da lia- \ Extrawat, ln4a, oleo, saatnetsi, iftjpaande oa.
Skna&M oetno lonia- ^ urja, nonda e ib larondiv^eie., ew,
2w'-';. i^f,! |ad o>suflBarf qualid?dar. vade- na N
.tattlo O'Ur fostr! fejperaacaTwa Duquo d Caxias n; 3.
e vcon JlttBMfc aoa%. wn ia esu no va if-.^-- '^ a i a
faienda ouasi da larjora da chita rrawa*L
brir almofadas e pratos; vendeodo-se por
menos do que am qu.-ilquer parte.
PARA LENCOBS
No Bazar do Pav3o vende-ae so^erior
bramante d'algodSo com 10 palmos de lar*
gara a lf$800ometro di tu de linho com a
mesma largura a 2(J80 cada toetro, pannos
ds linbo do porto com 3 i/2 palmos de largara
de 720 at i A a vara, assim como om grande
sortimento*de Hnmburgo on crogualla? de
todos os nmeros, profrfs OH qrjadad'es,
qae se vendm mais barato do que om o li-
le eslabelecimento todas as qaalidades de itra qnalqner parte ; aproveitem
panno fino, as melhores e mais moder-
aascasemiras,assim como os melhores bros,
qur brancos, qur de cor; o qoando qual-
5aer obra nao ficar ioteiramente ao gosto
os fregnezes fira por conta do estabeleci-
ment.
FUST^ES DE COR E BRANCOS
Vendeai-se bonitas fustSes brancos e de
cores, proprios para vestidos e "ronpas de
menioos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pavao ra da Impe-
ratrizn. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 rers.
Vendem-se chitas largas com muito bous
pannos e cores fixas, pelo barata prejo de
-200 ris o ovado ; cortes das mesmas com
10 covados a 20000, pechincha, no Bazar
do PavJo.
AS CASS\S DO PAVAO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
endem-se bonitas cissas de res miu-
dinhas pelo barato precode 200 ris o o-
vado, no armazem do PavSo } ra da Im-
peratriz n 60.
PANN'OS PARA SAIAS A QOO, O METRO.
No Bazar do PavSo vende-ae bonita fa-
lenda branca encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de oa lado, dando
a largura da fazeuda o compri nento da
sai-i, a qu 1 se pie fazer com 3 ou 3 1|2
metros e vende-se a 1)5,15280 e MfiOO;
assiia como tambem.no mesmo estabeleci-
ment s vende bonius*saias brancas bor-
dadas, teja lo qaatro pannos cada urna, ditas
de la de cores j promptas, urnas com
barras differentes da mesma fazenda 45000,
e oolras com barras bordadas 6S e 7^000,
tod i isto moderno e barato.
> CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, na roa da
iseratnz n. 60. Bazar do Pavao.
TARLATANA5 LISTRADAS CORTE A 65500
Chegou para o Bazar do Pavao am bonito
sortimento de tarlataoas listradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita phantasia, e liquida-se
cada corte a 6(5500, pechincha ; na roa
da Imoeratriz n. 60.
ATOALfUDOS
No Bazar do PaT3o vode-s snperior
atoalhado trancado, cam 8 palmos de largu-
ra a liJGOO o metro, dito de linho adamas-
cado o melhor que teai vindo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pavo veade-se constante-
mente o melhor sori neato de fazondas
pretas para lato, como sejam :
Lasinbas Tetas lisas.
Cassas pretas de ISa.
Cassas pretas, fraocozas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas.de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantOis, bombazinas, qae sa
vendem mais barat > do que em outra qual-
qner parte.
CACHE-NEZ A 6,5000.
No Bazar do Pavao vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de pura laa, pelo bara-
to preco >ie 6000 cada nm .
rEUICNCHA EM CAMBRAUS VICTORUS, A 5^,
65, 7l tfOCO.
Vonde-se um expleudi lo sortimento de
imas cambraias victorias, por preco?
mais baritas do qae em outra quslquer
parle, tendo da peca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 790O, floissimas a 8^500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinhoiro
e li juidam-so por este preca em relaoao a
urna grande compra que se fez oo Bazar
do Pavo.
BABADltffHS
No Bazar do Pavo vendse om grande
sortimento dos mais finos babadihos borda-
dos, tapados e transparentes, assim como
urna grande porco de ntremelos largos e
estreitos, qt:e para acalrar e vende mnito
em conta e mais barato do que em ostra
qualqner parte.
SET1NSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavo vende-se nm gortmwn-
to completo dos melhores setins e groerje-
naples de todas as cores, qae se vande-m
muito em conta.
CASEMIRAS A 75000
Vendem-se cortes de casemira ingleza de
cores para caigas sendo fazenda "qoe vale
moito mais dhheiro e liquida-se a 75000
o corte de calca, no Basar do Pavo a ra
da Iraperatrix n. 60.
un
za e veade-se pelo-barato, precoid flJSOO
adacovado, noBaiardo HaIb. > f
as poupelinas oo pXTXrTA 25600, rxcoTADo:
Chegoa para o Bazar do Pavo um bo-
nito sorjlnjento das miis modernas e ala-
gantes poipalinas e linho e jeda, que se
vendem pela baratjdmo preco do 2<$000
cada um covado, assim como ditas com
gottoa escossezes a 25400, pechiucha no
Bazrr do Pavo.
SEDAS A 25000
Chegoa vselefante sortimento de boni-
tas seda* de listrinhas, com as coras mais no
vas qua tem vindo ao mercado e veudem-se
a 25000 o covado, oa roa da Imperatriz
Bazar do Pavo.
CRETQNE FORTE A 25000 O METRO
S no Bazar do Pavo.
Chegou o verdadeiro gretone francez pro-
prio para lencoes tendo 10 palmos de lar-
gura, e muito encorpado, sendo preciso ape-
nas para cada lenc-ol 174 ou 1 l/t metros, alm
d'esta applicaco tambera esta larga e en-
corpada fazenda propri para toalhas, saias,
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
co de 25000- cada metro.
CASEMHIAS A 2^500 GADA COVADO
No Bazy'do Pav3o vende-se uu grande
sortimento de bonitas casemiras do urna >
c6r, sendo asa, lirio, mesclada, sendo de
duas larguras, proprias para calcas, palitos,
e roo.tas para menino, e vendem-S3 pelo
barato prego de 5500 o covado, roa da
Imperatriz n. 60.
BONITAS LASINIIAS 500 RS. O COVATK),
Vende-se delicadas llasiahas cOmjdifft-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covadOj no Bazar do Pavao.
ALPACAS BRANCAS.
Vende-se nm bonito sortimento de flois-
simas alpacas brancas iavradas, imitagao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bazar ido Pato.
ALPAGAS LAVRADAS-' A- 400, W E 40 HS
"Vende-se ura grande soTrrmerrt de lin-
das alpacas lavraaas de todas as onres para
vestidos e vendem-se a 4QP, 550* e 640
e at mil e tantos res o co.V'ado, no Bazar
do Pafo.
BARF.CES DE QUADRINUOS A 600 RS. O COVADO
Veode-se as mais lindas e moderdas 19a-
sinhas ou bareges de qaadrinhos, proprios
para vestidos, tendo quasi largara de chita
frsnceza. a ltqoida-se a 640 ra. o covado,
no Bazar do Pavo.
MERINOS DE CORES P.ARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de nma s6
cor com core muito proprios para vestido
e roupas para cranlas por ser orna fazen-
da de pura la- e mnito rere vende-so a 15
o covado, nd Bazar do Pav3>.
Bazar, do Pavao sito a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas damanh&a as 9 da noute.
Vende-se
Ps de roseiras de varias qaalidades,
assim como de sapoti, abacate, figueiras,
laranja cravo, e pinbeira, por preco rasoa-
vel: a tratar na Boa-Vista a ra do Visconde
de Goyanna n. 51 (oatr'ora do Mondego.
ou alaga-se os arnmens, casas e terrenos no fim
da ra da praia nova de Santa Rila, qae foram do
Sr. teoente coreool Franca, com especo e edifica-
coes proprias para se estabelecer qualqner fabri-
ca enm embarque e desembargue para o mar : a
trafjr cora o commendalor Tasso.
Os acredita-
dos cylindros
para padaria;
venda no arma-
zem da travessa
do Corpo Santo
n. 25.
valas muito finas para facer
barba a.................... 000
Caixa de linha branc do gaza.. 500
Vara de franjas de lidho para toa-
lhas ....................... J60
Caixas com pennas d'aco de Ferry
soperiores................. 900
Lencos de cassa braucoa e pinta*
dosa...................... 100
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado ....... 700
Caixas com 50 novellos de linba
do gaz a....., 400
Dazias de meias cruas superior
qoalidadea.......35600
Pecas de tirai bordadascom 12
metros cada pe?a a 15500 e. 25080
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largara com 10 varas a. 500
Pecas de tranca lisas, brancas 6
de cores a.......
GAZ GAZ GAZ
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e. ,
Parea de meias croas para me.'
nos diversos lmannos a. .
Dnzias de meias brancas mnito
Chtofon ao amigo deposito de Henry Fonur 4 finas para senhora a. .
fi., roa do Imperador, um earrefanwnto da (ai Pares de sapatOS de tranca do
i pnmeiraqnalidadejoqaal se rende am partida! pnrtn
a retalho por meaos preco do ipuam outra qual< ........
^"P*11*-________________ Pares de aapatos de tapete a. .
- Garrafas vastas novas e de conia, vendem- E?38 .de baralhos para valtareU
seemgigos 30# eada nm do te dnzias, no ar- Sylabanos portugnezes a. .
malemda Cdrapanhi Pernambucana.__________ CartSes com colxetes 2carreras a
Rival sem segando j "SSSSir. "?T""""'
RA do D43UE de gaxias n. 49 Caixas com penna de ac maito
Eston disposto a continnar a vender toda! boa de 320 a......
as miudezas pelos baratissimos precosabai- Caixas com superiores obreias a.
xo declarados, garanndo ludo bom e pre- Dazia de agulha para macbina a.
eos admirados. ybra8 de pregos {ncezei todos
Dazias de palitos segoranca a.... 120 os tamanhos a......
Dona de palitos segoranca caixa Pacote de papel com 20 anader-
_ 8nde a................... 320 nos ,..*........
leobaboza mnito fino. 820 Re?ma de papel panudo superior
W
KOO
320
45500
158O0
35000
400
20
JoafinimSori^aesTa-
vares de Mello,
TEM PARA-VEJBBR t
em sea escriptorio, praca do Corpo Santa
r*-A7:
Fumo em folha
de e qualidade, e vend um on mais
fardos a yontade dos compradores.
Cal de"Li^5oa
PotassaARussia.
FaritaiM d muratUnea
Vmtw-Bordeirax.
de i'quaiidade. Todo de vende mai^
barato, ao Vendwe
Agm-BOL
A Ifm ElSMncjr, -jP-tos Darme de Caxias n.
63, re*ebeiMiu lioao dar, vindo Wwres mais-pfoearada^ branca, pre
|a, escarate etc. etc. a lia" antes que se a:abe
Aos cigarreiros.
A Nova Eswrailpa veide: papel para cigarros
(Mato) a 4*400 a ^aginha "barato I _______
m
Qneimado n. 8, onde sempre acharlo abundancia em s
quaWadn, raodioi4bG precos e o senonea4esmenttii
Do que cima fica dito se conhece que o tempo del.
ajor, erapregado apezar de seus cusios no desempenho dtiH
h^aramrocarando prover-se em dita loja do qoe necessitam.eBtrtW
rar os objeqtot cara aquellos caja importancia, elefanca e noridade os tornam
bem soja :
v_ Corpinhos de cajaUMH prirjbitsaMIte
enfeitados com fitas di setini e obra essas
'caja nevidade de mold ofett<;io de ador-
nos os tornam apreciatk.
Leqnes oesse objecto mnito. se poderia
dizer qnerendo descreve-los minotiosaraente
rtr soas qaalidades, coreo e desenhos, tal
o grande eYariado sortimento. qne acaba
de chegar, mis para nlo massar o pretearj
dente se rae apresentar o qoe poder de
mehor.
Entremeios em pecas de 12 tiras.
Guipare branco e preto de diversas qaa-
lidades e bembos.
Ditos d algodao cora flores e Usos.
j. Veos da seda para chapelinas e montt-
Iria.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Costnmes oo tmiformes para meninos.
Enxovaea completos para baptisados.
Tonqnmbas de fil, sapatinhos bordados enancas,
e meis para ditos. | Diversos objectoa de
Camisinhas bordadas para ditos. para enfeitesdemeiedo
i -ti
d
m
m
MI
M
Linde* vasas con pos d arfo* e pioaai
CaitrhrJjfyfclm ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes doondM pa
ra ckaalar o oqpe
Bonitot brinoae dmpiaplot
Aderecos e brincos de ra'
ThesoaEparll
Aspas par bailo.
Novos stereoscopos cora 48
rruaes sfo movida* por nm
nias 8ubstituem as oatras.
Vistas para storeestopos*
Bonitas caixinbas devidro enfeitados
pedras.
Ditas de madeira envernisada. eoovvijpe
ras e com dminos,
Bollas de borracha pira bilurawdP'
COSTURA
Acabam de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, raa Nova n. 22carneiro
viannaom completo sortimento de ma-
chi Qas para costura, dos autores mais co-
nhecidos, as quaes est5o cm exposfcao no
mesmo Bazar, garantindos-e a sos-boa qua-
iidade, e tambem ensina-se com perfeic3o
a todos os compradores. Ests machinas
sao iguaes.no sen trabalbo ao de 30 costu-
reirs diariamente, e a sua perfeicSo 6 tal
corno da melhor costureira do Paris. Apre-
sentam-se trabalhos execulados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
deres.
Canieiros e gaz eco-
nmico
Acaba de chegar nova rcmessa dos lao deseji-
dos candieirQj lodo de porcolana os quao< muito
se acommodam pela segurang, acc io e esonomia,
e aindapela exeellente lu prefervel mil vezes ao
kerotijc: veotiam aulas que se acabom, nico
ftepofifo da ra laifia do Rosario n. 3i, bolca.
CEMENrO DE PORTL.U4D
O nico fresco^ bom qae ha no merca-
do : vende-se'no-aralaairo.de
Tasso Irmos C.
na pracvda caes de Apollo.
CAFE PURGATIVO
A' ESCAMONEA
De BIN Barral
Pharmaceutico-c h I mico
A utiliJade. des purgantes ala soffre demons-
tra ;ao alguma; a prescrpeo diaria qno delles
farem os mdicos e o uso anda mais frequente
feito pelo publico sao provas irrefragaveis tanto]
como a qnanlidade innnmeravel deslp genero. S
falta aperfeicoar cada vez mais o modo de adrai-
nistracao, de maneira que conservando a sua ac-
cao, elles possara ser lomados sem repugnancia
nem a;co e sobreindo sem receio nem perigo.
Muitos porgantes afamados s devera este bom
xito ao sen effuito intenso e excessivo. D'ahi o
perigo, porque irritacoes de estomago, iotlamma-
Soes de eniranbas sio inevitavelmente o resalta-
e do sea emprtgo. Nada diso tem-se de recear
com o caf purgativo.
Todos conhecem por experiencia o aroma sni-
ve e o efleito ligeiramente tnica e excitante de
caf. Elle a melkor auxiliar dos purgantes do?
quaes disfarca o chtiro o sabor e ajada a accio
Bolliciando vagarosamente,os moviraentos peris-
tlticos de intebno, e prevenindo o seu effeito
hraito intenso sabr o estomago. Misturado con:
escamonea, facilita as evaenae&ts com promptidao
e sem clicas, e tomase nm purgante brando,
certo,. tacita* tomar e preferivel a todos osouiro-
salvo urna iudicacio especial da qual o medico
i] o nnico juia.
A innocuidade do cat purgativo permitte de
emprega-lo em todos es casos simples. Desper-
parte : na ra da Linguota n. 1
240
400
44080
Grande pechincha
[' Lindas bareges de 12a e seda lisas,
com listas e com flores pelo ba-
ratissimo preco da 460 ra. o co-
vado, fazenda que se ten ven-
dido por muito maior preco
Na loja tarCotaBiw r Prtasl
:tsstsrstssa-
tando
'efcte'dessa raa
is dores de cal
mm\
E' to simpt
.., e activandp a secre-
f> ventrs, as veoto-
ita*o apfetite.- Bw-
eoMBte para eva
s viscosos e
a enxaqueca,
de sangue
tas.
cat purgativo
deve ser tomado filo, pura ou misturada com nm
Com este titulo acha-se aberto inteiramente transfrmado este antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tndo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de onrivesaria, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecjdade nos procos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, robins e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes o anneis d todas as qnalidades, prata de le aquoi*
ros, colheres, paliteiros salvas e outros moitos objectoa qoe seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior preco do
qo em ontra qnalqner parte, troca-se e concerta-so todo e qnalqaer objecto
pertencente a esta arte.
NOVIDADES
TRI
no
7 Ra do Queimado 7
DE
M01E14 & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fasenda
inas, aendo sua especialidad^ enxovacs para noivado.
Vestidos de blond de'tsda ricamente bordados.
Gorguro de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos desenhos.
Ditas do 13a e seda, idm idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs p^ira cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gojtos.
Las de diversas quaiidade?, lindos gostos e modernas.
Ricos bjurnus para passcio, com listras.de setim.
Sabidas de baile o que ha de miis rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas muito finas para homens.
Ditas inglezas para homens e meninos. ,
Seroulas de linho, e um grande sortimento d roupas feitas e de farendas q
i enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieres de salas, alcatifas para forro de saia, e o
(rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
de lato fra assQcarado, ou asna assnca
Borracha mnito naya mais barato do que em' **& 0 vfdro Mein a dos ordinaria pare
nm adulto; duas' colhsres de caf bastam para
as senaoraafi para toda e qnalqner pessoa que se
por faeilaente.
, ara as enancas de 8 10 annoa, a melada do
ridro suficiente ; de 5 a 8 annos, nma colber
de caf, e a qnarta parte do vidro tmente abai-
xo desta idade contra a -coima.
E* por isso d'uma aamintstracao mnito mais
fcil do que m bisenotos, cbecolales on bolos
pnrfativaa.
Da-te in
A bordo do palhabate
era Tas Irvaaa 4t C.
Venda: wm *Wf Oa-! wT7
Aventara, tose inania, coa portan de larra, ca
NOVO SORTIMENTO DE MSICAS
NO
SALAO DE PIAMOS E DE MSICAS
Rua da Imperatriz n. 14 loja
' contem:
MSICAS PAM PIANO das mais facis at s mais -difficeis, toda dos autores mais
modernos as melhores edifes da Europa e do Ajo.
NOVIDADES qaadrilhas, polkas, walsas.
TANGOS, Habaneros, modinhis, cances brasileiras e hespanhola, romances francezes,
arias o cavatinas.
Operas inteiras proprias para presentes
todo para piano e para canto da opera
GUARANY
inmediatamente depois leite quenle ae-
nrado ou caldo leve, e doas on tres et a venas
bprelo onde tilia.
Dniao deposite na pfcarciaoa. e drogara ie
: ra io n. 3^
mitos arvoredo qoe dio frnctos : on.
r de qun teris es:
UVAPURA
Campos da rua do Imperador n. 28, de volta
de ana viagem i Portnjal. escolhen all nm vinho
9 DA BAIHRADA, proprio
alai pan a eataete eaknosa qne esUmos atravessando,
* nara qui tem resolvido ven
lo a fH 0 r.. a garrafa, n esmo porque rao
** etar, nma ou doas
m s<> pHa su* baratera como pela saa,
Gr**!
: uarua t
TV.
34 rs.
3,
vende-
breve se principiar a dar am catalogo do grandissimo sortimento deste es-
tabelecimento. Encarrega-se de encadernac5es etc.
il



faiie


! '
if '
mi'ho pelo bara-
tle l' ->iriha
Vendo-se por barato (>r#co a propriedade na
cainba dos Remedios, que liu do Joao Aaastaeio
Camello Pessoa, cora urna erando alaria de po-
dra e cal, qu laura 16,000 lijlos, e forno que
comporta 25,000, cora expeliente barro para toda
6 qualqocr or, com dous' escolenles viveiros e
ora grande acudo d'agua do tcntk urna casa de
sobrado de uin andar cjsoiao; as pessoas que pre-
leoderem, din'jam-se a refunda propriedade a en-
lenrltr m rnm nri i-*- Delfn > Lins Cavaleante
Pessoa, consenhbr \ mesma nropriedade.
1.1
Uj
para limas
Vende-se da melbor qualiJado e por menos pro-
co do" q-ie em ou'.ra qual<|ur parlo : na loja de
miudeas da ra do Crespo n. 3. ____________
~ Vende se urna labarnn na Cipunga, ra po
Lasserre d. I: qnem pretender diri:i se a mesra.
Attenco.
A' ra do Cornmercio n. 10, era ca=a de Jos
Joaqun) da Cosa Maia, ha para vender alvaiade
e opeo em masa* a iW a "libra-_____________
fe Vende-se ura sitio em Deberibo, no lugar do
Porlo da Madeira, com dimei giles segninles :
urna casa terrea baixa d* laipa, com 40 palmos
ile frente e 61 de fundo, tendo 2 sala?, 4 quartos,
epiioha fra, cocheira, estribara independerse,
toado o sitio 160 palmos de freate inclusive a
largura da casa, c de fundo 419 palmos, cun una
pequea varzea de capim, cacimba proprla e em
moito bom estado, porto do ferr, sendo o mes-
aBOsitiodoladoquecoutinadin o do Sr. Jua-
gira Rodrigues Tmres de Mello, murado de
cerla altura e o mais cercado, cjnteodo algurnas
arr iros fructferas : qtem o pretender dirija-se
ao Hospital Portucuex tratar com Autonio Piulo
Oxorio.
Vinhos
Coegaram os dr ceos encapados do vinho supe-
rior, e o engarriado Lagrimas io Duuro, alm
oestes contina a haver vinhns de ciT-rentes qua-
lidade?, lano em barris de o ancoretas, como
engarrafado, por prec/n cuinmodos : no armazem
de Cucha Iriuaoi & C, ra da Madre de Dos nu-
mero 31.
Para agua.
Canos de ferro gdvanisados por fra a
por dentro, a ve ida por preco commodo,
ni* armazem da Traversa do corpo Santo,
n. *6.
ATTENCO
d
No armazem da ra do Brum n. 9i, tem para
vender precos commodo?, o sr guinte :
Farinha de mandioca de Porto Alegro era sac-
aos grandes.
Vmno fino do P. rio, em eaixa>.
Bulioetes de bailando para niales e barcacas.
Bacias de lauca para Bozinha.
Venle-se pedraa do marmore com cirsulns de
floras em alto relevo para se abrir inscrip.oes pa-
ra serem collccadas em catacumbas e iiiausnleus,
assim como capellas tambem de roarmorft no mes-
mo genero : na roa das Grate*, hoje Duque de
Caxia?, loja de G3milo n. II.
Ol JAPOi
NOVA AGOA
para o Toucador
IMPORTADA
POR RIGAUD E O
HirOMUTM
8, Mu Vlvlcnnr, 8
PARIZ
iKANANGA
DO
(Arlo
AGOA
VAHA
T*UCABOA
10
*0 i; i.uuu n quaiquer par
PQHTAS de ptnho almofada
?ARELLO era saceos grandes a J^^H
3RADES de ferro para cercad
S3TE1RAS da India para cama e forrar salas.
SANOS de barro francs par
SSSO superior em barricas a araNbas.
CEMENTO de todas as qualidades baixoi
recos.
MACHINAS do de?caroc.ar algodlo.
BARKIS grandes com peixe da Suecia.
LOMAS e briotesda Russfc.
OLEADOS americanos para forro do carros.
?OGE3 americanos muito bous e econmicos.
VINHO de Bordeaux em caixa?.
COGNAC superior de Gaatier Freres.
HILHO de Fernando a '.if o sacco.
AGUA florida;
BARRIS de carne salgada de porco e de vacca
S^potasn.^rua ireit, 3 p ri
oja do Bpaga
O abaixo assignado, deto des le antigo estabelecimento, ten a apreseular un]
completo sortimento de erragens, miudezas e colileria, tem resolvido mandar bascar em
diversos pernos da Europa os melbores objectos de sen estab to dos fabricantes
mais conbecides; pelo qoe couvida ao respeitavel publico ea scu* numerosos freguezr?, i
viren saiervir dos objectos de sua careBcia, asede enceolrarao por menas 10 0|0 to qnc
em outra quaiquer parte, um sorliento completa de macluoas para desean car algodao,
do bem conhecido fabricante Cottorr Gin & C, ditas para costura, motores para animaos, j
ditos para'fego, moinhos pTa caf de todoe os tamanhos, da fabrica do Japi, espingardas de !
dona canos e de um, tanto ingieras como fraccoas, tonca do porcelana, (aoas e garios 1
de diversas qualidades e precos, bandejas chinezas, salitre, oren, barbante, enxoiw, papel e j
limalha de ferro, ac, e agulha para l^etewo; assim como oacoatraro constante- ]
mente grande por^ao de fogo do ar, e recbese eocommeuda do fogoa de -viata, alent' de um 1
cera numero de objectos, que s tornara enfdonho numera-in venhara ra Direila o. j
53, toja de Lenidas Tito Loarairo, antiga toja do Braga.
ABMAZEM
aovas msicas para piano.
Danse des negrea do maestro Gazalbore.
Margarida, linda sebottisch.
Urna foiia a Roma, qoadrilba
LUNDS
Daosas paraguayas.
I* Habanera,
i* Los negros.
Ia Noites de Luque.
i1 Palomita paraguaya.
ambem recebeu as segumtes :[
V opera Guarany, e os melbores ^agos
da mesma para piano e piano e canto.
Quadrilbas
Walsas
E polkas
Quadrilbas:
tisetie.
>alan.
iardim das Fadas.
ereica.
lapenga, Careca & C.
Iomens do mar.
luventude Commercial.
Aocambole.
Punte do Oiabo.
lente do Diabo.
Imperial marinheiro.
V sultana como linda.
Independencia das senbora.
D Club X.
.\egresso do conde d'Ea.
^aminho de ferro,
uarany.
Walsas:
ionbo da virgem.
\'o)a\e\.
3ansa d'amor.
ultimas walsas de um doido.
\njo da meia noite.
Carnavalesca,
loarany.
Polkas :
i^briSo.
jorgeio do sabia,
iulicosa.
aponga nao forma.
Querida por todos.
i rival.
Jor todos querida.
s Trz.
Palomita paraguaya,
iismark.
Vioreninha.
urpreza.
Chora pitanga:
iloria.
uarany.
k venda no armazem-de-pianos e mus-
as do Azevedo, roa Nova n. H, boje roa
io Bar5o da Victoria.
CHRYSTAES
DE-
PE RER A, IRMAOS
Ra Primeiro de marqo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel publico em geral e particuiarmrnle aos seus numerosos amigo?
participara Manoel Joaquim l'ereira e.Manoel Jos da Gos a Pereira, que acabam de
fundar um rico e sumptuoso aimazem de louca, porcelana, vidros e thystaes ra
Primeiro de Marco, outr'ora tua do Crespo n. 45, sob a razo social Pereira d
[ruiSos.
A longa pratica e conbecimentos de que dispem os annoncianles ne.'te ramo
de cornmercio, a que, ha muitos snnos, se dedicara, os tem habilitado a falisfazer as
necessidades da populacho desta provincia e suas mitrophes, offerecendo aos consu-
midores maiores vantagens do que quaiquer outro estabelecimento desle genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar esle novo' estabelecimento com-
mercial, verificar por si mesmo o que os innouciantes vera de dizer.
MOMTKIRO
Veio operar urna completa revoluqSo no artigo
Tinta para escrever.
Esta Agos extra-
bid* das flores do
Piras Japnica,pei
sua suavidada 6
^suas proprieda-
des benficas,
exoedaos oos-
metioos mais oelebres; tendo sido a-
dopuda por todasooiedsde degants
Deitada no6 baohos. d'um perfume
delioio, consolida as carnes e fea de-
saparecer as eepinhaa, oomiohoos e as effloresoen-
oias da pella.
PREGO i 5500.
oaoico de;posiU> no Bgzar da Moda n. SO,
r do Bailo da Vicloria ot>tr'ora Nova.
Veodem se dous honilos burros (jumentos) de
raga ueapanhola, chegaun ulmamenlf. da Euro-
pa : para ver na cocheira da ra do Apollo n. 3,
e para tratar no cacriptorio da ra da Cruz nu-
mero 3.
Panno de algodao da
Baha
de dirersrs fabrican e das melbo e? cualidades :
Tendero Amorim Ir i aos & C, tai da Crue bo-
mero 3.
0 Baaarda Moda recebeu novo sortimen-
o de fazendas do ultime gosto para vest-
los, assim como rhapeosinbo?, casacos,
jorntrs, coques, camisinhas, etc, etc.
Continua sempre o grande e afamado sor-
.imenlo de miudezas e perfumaras verda-
leiras, ^ue ludo se vebde por baratissimos
precos.
Dam-se amostras e manda-so em casa das
Simas, familias o que desejarem, roa do
8ar5o da Victoria, outr'ora Nova.
Me.
mei em barris
aa roa do Vi-
Vwide-se'tt pipas de superior
d ? e de 5o por pr? razoaval:
gario n. ii._____________________________
Vende-*e aa sefuiotes obras, em aos s To-
tume :
Plores siogelas por Paes de Andrade, ultimas pa-
jinas por Pedro de Calasans, llnsoes perdidas por
fceano de Aiei4a por o*.
Borfaio-2 temoaenaadernado for fi*.
Celeta franeexa encadernada 3#.
Vida de'D. Jo2o d Ostro dem if.
go do Bom ton idea i 1500.
MeibododpJaiiiiofi.
i UeUM<>'d A tratar no 1 andar seta typographa.
O verdadeiro po/UaKl: s se vide a a
,roa iaMadre de Deus u. ii, rimma de
JiSo Martina de Barros.
Bom: e barato.
Dominga
Nunca se vio um processo mais perfeito e que altija de tal forma a sauYazer as
exigencias mais severas da escripiuracjo.
A sua cor lindissima e nao precisa de cuidado algum para se conservar no
tinteiro sempre com a mesma cor, sem borra, crsta, botr ou sem todas essas mazel-
las inherentes todas as Untas at agora coobecidas, ainda mesmo dos melbores autores
estrangeiros
Sobretodo, este estimavel producto nao ataca as peonas de ac, antes pelo con-
trario, a penna adquire um esmalte dourado que, sendo interessante, asss proveitoso.
Esta tinta, nao sendo especialmente para copiar, d comtudo dnas, tres ou mais
copias um mez depois de escripia ; precisa porm, dixar-lhe o papel bemmolbado
tem o eoxrgar con o malta- borro, porque nao ha o risco de borra/. Para se tirar
mais de urna copia, alo se agglomerom tartas fohas quantas copias se querem tirar,
mas vae-se com o original tirando urna orna tantas quantas se desejam, sem que o
original fique prejudicido pelas extracooes.
Occorre aqui iaer qoe, para copiar -importa, nuila intelbgencia e abilidada, sem
0 que a melbor liota nao satisfaz, e o mato cae sempre sobre a tinta, que umitas
vetee quem tenos colpa tem.
A dupiarpulidadedesta Unta tiernamente apreciavel, pois que evita que
em quaiquer escriptorio tajaanaia do que urna Unta para os diversos misteres.
Ejoaqaantp sua durabilidade, nlo ba a oppr a menor duvida. pois qae ata Una
depois a> escripia soffre o chomje. deracfdos. fortis^mn, sem se ecompr; era. se ot
ciW^tma^ibnri. t^-t^jsi^jkWt^tfim wmfrllfw: ist
plausivei.
Nao tao commercio que este meo. ptodnOo vioser otil; os prolsseores dos
collfigli, vestfgarrio tc/dog t tDeios paVa o adiabtamerto do; iscipolos,. tenl
aprovHado esta tirrt, qoe com atoaram apta par deicc gosto nos
educandos, em consequencia da oeWia da <6r efaciiidade de correr, na penna pela sua
liqrdel. jBa eiampM de errars qie hav* moit tebpo rtftanl ttAt repugnancia
extrema para a eferipta, logo que' rfndmfttida esta tinta no collegio, apod derlas
* curioidade e o gosto, e poiico lempo depois o seu adiantamento era manifest.
Esta tinta, .par de tautas vaofffWM, tem um cnico inconveniente, deteriora-se
ao coitacto de eotj qUtojor; ee*ps bre de outra Unta, **wtar sTeiWoefii a-fanna soja de 0a prepc ferente e
Hcwapatifal; vorliclndo teto, nao fea wao.pafaaeirsaT deliafa qqenSo sfa VIOLE-
lAtllU
pjiraeiio introductor dos popo*; tubulares
siui", em Pernambnco.
Participa ao respeitavel fmfclico que ultimame_
tem recebido a quaria rem?sa dos ditos |
os per tencas completos e aper f coados para
celo d'elles em pouco lempo, tauo como em trra de barro, massap-
As vantagens que cfferece "este ijstema de a quirir agua sobre quaiquer tu'ro, alo mujersas;
servindo n5o smente as cordir.r a mnc>
nsdas, como tambtm ras ctinlas I fchas, aonc
ainda n5o Um b- robas < u > agua tSo jera, po
elles estSo mnnid trar impuiidades, \antagtm qce cSo lem os i uirr s.
Alm diss", a rande quauldade o'ageaque
elles deitam de 5 i 8 pipas per hora ccufoiJBe o
dimetro do tuto?, a faciiidade rom que elles farc-
con?m, a sinp'icidade. peie,3o e n lidc. com-
binada com a el(gar cia de sua fo m\ qce para ser
aptreciada basta ver-se.
0 annunciante lem urna pessoa esprtela enle habi-
litada, unto na collrca(3o..d'l!e, do terreno ou lugar mais nroprio, qie fft eniarrega
de t;es terv^s por preqo con codo ; e, ^it .cait-
bio ser mais favoravel, vende-;e mas moderados, rrcebende-fe a irxpi rtanria i do-
ptis de collccado e funcionando a taiiif^ao do com-
prador.
Tara ercommendsse mais es-
clarecmeut na loja do Sr. F.'J. Germaun, ra
Nova i). 21 e na offi iua o meta-
es do Sr. Paulo Jos da Silva Frei-
e, largo da Concordia n. 7,
VireS 8 I6rr0 ,je diTerentes manhos.
i; i 6 ii Sao e ferr0 part COpar cartas.
V/ua>PaS e ferro gavalnisadas para* lelheiros.
XaUliOo q ferro paraassucar.
rUdO americanos para varzea e ladeira.
ilLBClllIlc^S vapor e de co lar fumo.
vi riUUOS ^e m-Q para saceos e atierros.
Venezianas para janes.
Estes artigos acbam-se a venda "RqIstipqc
casa dos importadores uaiallV* decimaes e oulras.
FogSes de ,erro.
JbiHX0tr6 sa|iio, etc. etc.
Saw, Hawkes & C,
nt'A da Chuz n. 4.
COFRES DE FERRO
Prov de fogo
Em casa de Shaw, Haukes & C. a ra da. Cruz n. 4,
IiOJA
DO
GALLO VIGILANTE
filiia do Crespo n. 9
Os propnctarios deste bem conheciuo estabel-
cimente, alera dos muitos objectos que tinham ex-
postos a apreciaQo do respeitavel publico, man- Toef.,ir.a ,~ra
daram vir e acabam de receber pelo ultimo vapoi Tesouras l
sol timento d>
Rival sem segundo,
RA DUQUE DE CAX1AS IV. 49
(Antiga roa do Oueimado}
Contina a vender tudo muito bom e
muito barato a saber:
Libras de areia preta muito boo. .
'
da Europa um completo e vanado
tinas e mu delicadas especialidades, as quaes es-
tao re80tvidos a vender, como de seu costumt.
por precos muito baratamos e commodos para
dos, com tanto que o Gallo....
Muito superiores luvas de pellica, pretas, bras
cas e de mui lindas cores.
Mui boas e bonitas gollinhas e punhos para s
nhora, oeste genero o que ha de mais moderno.
Superiores pestes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos eneites para cabecas da>
Exmas. sennoras.
Superiores transas pretas e de efires com ndri-
Ihos e sem 'elles; esta fazeuda o que pode havtu
de melbor e mah bonito.
Superiores e bonitos leques de madreperoli
marfim, sndalo e osso, sendo aquellos brancoi
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias flo de Escossia para se-
nnoras, aa quaea sempre se venderam por 30f00(
a duzia, entretanto que nos as vendemos por SO*.
alm dcstas, temos tambera grande sortimento di
outras qualidades, entre as quaes algumas muife
unas. I
Boas bengalas de superior canna da India
casto de marfim com lindas e encantadoras figo
ras do mesmo, ueste genero o que de melhor h
pode desejar ; aira destas temos tambera grandi
quantidade de outras qualidades, como sejam,ma
aeira, baleia, osso, borracha, etc. etc. etc.
Finos, benitos e airosos chicotinhos de eadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas de seda e borracha
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senhora e para mem
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marfim e tartaruga para tazet
barba; sao muito boas.e de mais a mais sao g
rantidas pelo fabricante, e nos por nosaa ves um
bem asseguramss sua qualidade e delicadeza.
Lindas e bellas capelias para noiva.
Superiores agulhas para machina e para crox*
Linha multo boa de peso, frouxa, para euch)
labwintho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assin
como os tantos para o mesmo fim.
-Grande e vanado sortimento das melhorea per
Aunaras e (dos. melbores e mais couhecidos per
umistas.
COLARES.DE roer.
Elctricos magnticos con-a as eonrulsoes,
faeilitam a dentigao das innocentes crianeea. $-0
moa desda muito recebedores destes prodiciMoi
ollares, continuamos a recebe-los por todos o
vapores, afim de que nunca faltem no mercado
tomo j tem acontecido, assim pois podero aquel
tos que delles precisarem, vir ao deposito do f ail<
mmiaie, aunde saapre encontrarlo destes varda
Am. nUm, os quaes auewhsnde-se sola
MrvqBoaSo appUcadoa, w vaaderio eom ummu
ftmkraio lucro.
i Rogaaios, pois, avista doaobjaetoa que deixaaaa
daciaradoa, aos optaos frefoaces tani|ot a ttntt
comprar por presos muito raxoaveis i loja do gaQr
vigilante, ra do Crespo n. 7.
-la Ferreira tetn para ven m da Babia- da coala.
ra a......... 300
Papis de agulhas francezas a ba-
lito a......... 60
Caixas com seis sabonetas de fruta i 000
Libras de la para bordar de todas -
as cores a....... 84000
Carriteis de linba Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Gravatas de cores muito finas a 500
Grozas de botoes madepersla fl-
nissimos a....... 500
Novello de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a ...... 6C0
Pentes volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a 80 rs. e 100
Pe?as de fita elstica uito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muilo
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 50O
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetas inglezes a 600 rs. e. 1)5200,
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babeza a..... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muilo
superiorea a....... 246
Cartilbas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de linba sortidas-de todos os
nnmeros a. ..... 14800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de rtroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de oso enfeiados a, 240
Librada linha franceza superior
qualidade a:...... 20420
Ricas touquinhas da filo para me-
ninos a 200
Botinas de ovo para meninos a 2 Caixas com agulhas dourado a 240
Pecas de tiras bordadas muilo fi-
a500, G00,8*0.e 14600
Rob^tnWriieiimitico.
Baadlo eSmmim wtM m dflws rbeuma-
ticaa at hoje i oafceeidl-paloa tona mar-
XAKOPE DE A'GBIAO. um dos medicaajea-
tos que su effleaci as eoermidadea, toase e
saagoe pHa beou,kroM, dores e fraoaera
o pea,sec*irato e moloaliat d flfido, ueme-
ItW^'^li^BAPaAMA.- ^ ceUhr mii
de marapnara, cerja-energa e Bci'ia as para-
lyalaa,. JBtrpetBeWt, etc. te. mui lo se rtooB-
metMla.
i ra
ropw
dC^H
uoeoto, o qu ha oeste
los

- "----- i ni nginifl
ielbft6te
XafMtq^
tatas com torneira
ULTIMA INVENGO,
Quem comprar do gaz nessas latas nao precisa
^^Hora garrafas ou deposito, pois que podo
partos esuulierros todas as vezes que preci-
!r sea derranwr ou perder tuna gola : vendu-ao
.arman-rr: ;sj, travessa da M
Todos essesp;
macla e drogara
psito na raaitfl*
Em casado1
SEN, rm^HH
e0bctiTamer
Brrdeaux, Bi
BfflEiO
anonntramnatnfcar-
i.ualco de-
jf, SfWttro,
i novas
seaaMe de ooontro' alfaoo BUit Lvato-^-^ *< H^M **' Wa do
. na ra da Guian. 7, taberna. J foetaaa ll> m



H I^B^^^Hua^K CQB
WmMttl a*:-
Tjr.wv.'V
^ap^w??*!" ipi,nj?.u!<'ipi,.jnii*
Pl,i, ui.fBjili|iM.L.l!.ij|iii..l4 III, JMMWilWilt
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mdfgnacao seriara
so genn
que re i
au
Goim
Seriara
suflicienle
quellcs qfce1
[O OVv
fl.1 s
rea do borivel as-:i:>-
Claudina Adc'.a.ie
um protasto solemne e
a manifestada.opini5o da
m orglos da opin^o pu-
blica, que prelendem viciar, detorpando os
/actos, poetisaudo um horrivel ciime. e
exliibindo so! as mais cerebrhas
aprecale-.
E' perm bem diversa a misslo do minis-
terio publico, e por isso en n'o excitarei
paixoes ;- n3o expre;sarei os proprios senti-
mentos, ou os sentimentos da socedade, li-
mitar no hei a pedir justica fria e in:i ar-
Sim, taeus sensores, en n3o protrsl ,
porque um 'protesto so acha fundara-ule
gravado na consciencia da lodos nos. m
enignidadc o docora doa costnmes poii-
goezes que contlnem a sin feicaV ca
ristica, e sua individua idade, que teem
o mais s-guiopenhor e garanta da
vario da autonoma deslo povo'port< .i:
parti em
Ilro, para fazer casa-
tas de recommenda-
arestiaiO, porque es-
fortunl, e, orna prova
antros documentos, no que
Sim; eu nao protesto, porque un pro
testo solemnsimo se acha patente aos
de lodos na nos-a -legislaci', da qml ba
muitos annos desaparecern as penas
crois e infamantes, ea pena de morte para
es crimes polticos; da qual ba alguns annos
desapp3recen o odiosissimo officio do car
rasco, e da qual desappareceu a pena de
morte para os crimes commnns, raesmo
para os mais hor/iveis; pena de morte-, qu
pela clemencia dos nossos reis, conforme
aos sentimentos geraes da nac3o, se nao
execotava entre dos ba muito mais de vinte
annos.
Nao, raeus senhores, en nio protesto
contra a assergao daqueJies que a um ase-
snalo framente resolvido, calculadamente
premedita'o, "cuidadosamente prepara lo ;
cobarde, dissimulada e traicoeiramenle eje-
cutado, e ostentosamente eonfessado, cha-
mam o resultado do excesso dos mais no
bres .sentimentos I Nio, meus senhores. eu
u'i protesto, porque fazc-lo seria rebaixai
a dignidade do povo portngu z.
Srs. jurados: o horrivel successo deque
nos oceupamos, tem sido para mira causa
de profundas c>romoc5;s da rainha alma, de
constantes preoccapaces do meo espirito,
de noites de insomnia, e de numerosissimos
desengaos e dcsillosas;. soffr, e tenho
por isso justos ttulos vosia indulgencia.
Nao podis duvidar da sinceridad': das
rxinhas palavras, lembrando-vos que eu l've,
por dever de posico, de ir 1er no rosto da
pobre victima os angustiosos tormentos dos
uitimos instantes da sua existencia; que eu
ti ve de reconliecer, dos fictos que me f/iam
patentes, que D. Claudina Adelaide Guima-
raes foi, durante a sua vida de casada, vic-
tima de muitas infelicidades, e de urna sys-
temtica perversao moral q*e o H. wt>r-e
ella exerceu intencional ou nao intencional.
Nao podis duvid ir do seutimento de pro-
fundo desgoslo de que eu me aelia possui-
do, vendo queumhomem, que, como o R..
se. inculcava filho predilecto da civilisacSo e
progresso ; que apregoava s vezes exage-
radamente as g; andes ideas da actualidade,
renegu todos os generosos sentimentos,
entrando na carreira do crime, na qual subi
ao mais al'o grao do horrivel e ao mais n-
fimo de indignidde I Sim, raeus senhores,
foi com summ i pezar que sobre este crime
eu passei da increduldade duyida, e da
duvida certeza moral de sua'existencia!
Relevem, pois, meus senhores, as nume-
rosissmas faltas da minha a legacio, pelo
estado do meu espirito, supprindo-as pe i
vossa muita intelligeucia c il'ustraclo.
Anarrag) do3 factos comprehender a
historia dos infortunios de D. Claudiua, du-
rante a sua vida de casada, e a exposicao
do crime com todas as su?s odiosas cir-
cunstancias.
A pimeira parle baseia-se em factos de
notoriedade publica, em depoimentos, e
completada por muitas presumpc5es racio-
naes e irrecusaveis; eu nio dissimulo q
le quem o presta >
cumprida! Saham, pois, todos que m
ira escia-l
^^m o*earac-J
esfurl
razaa^H
oceupam
puMico, que
na p;
J -s Cari
I8'J7 pan o
ment rico ;
do e-dinlieir
lava sem
disto eal, enln
jontei no principio desia audiencia, roos-
irando que a .iw quinta doErmo tinha sido
li}T thecada a om divida de 2:00t)$00.
Seguramente a venda oos seos discursos
mentares n5o poda ser negoc'o que o
determinasse a urna o dispendiosa viagem,
principalmente attendendo a que o assmplo
daquees discursos era quasi e nicamente
li.ti.-a estril; njnhum dalles se referia
a ipicstCes de verdadeiro inleresse social ou
!iu;natii a,io.
Imp en commercial se-
rii essa venda quWlo os livrrs erara offere-
'i.'o; aos sc-u compatriotas no Basil! A
vi n 'ac oferla obsequiosa eram ocorapa-
-cis.
*~ -O cus discursos eram, segundo jal^o,
fat
i filiar
pessoas, que le iac
> ioformir acerca d
3 lid t
gera
cios?
oolbtjo
fe^va
qoir. ver-
ortuens;
e levjva
de sua
cus discursos eram,
antes um meio para facilitar' a verdadeira
especularlo que o R. tinha em vista, mas
nao urna espcculaco lucrativa propriamente
de litros ; servan) elles de pregSo da con-
sidericao publica de que o R. foi objecto no
seu paz e dos seus talentos.
Levava o R. urna lisia de senboras de
orescida fortuna pecuniaria, assim O asse-
vera um falheto que tenho presente e que
nao requer fosse Junto aos autos, porque
n.lj obstante verosimilbanca de muitos
(actos que ;lii se narrara, eu divid as
apiccuoSes a paixao e dospeito de um noi-
vo preterido.
O quecerto, segundo o refere aopinio
publica e ouvi a alguns Rrasleiros, guo o
R. ratou de obter em casamento alguraas
herdeiras ricas, que rejetaram as propos-
Us, at que lancon as suas vistas sobre a in-
feliz D. C'judina Adelaide GuimarSes.
Esta menina, de dezesete annos, vivia fe-
liz no centro de sua familia ; mas j tinha
por nm individuo, empregado no coramer-
cto, lnclio?3) amorosa, que se traduzira
em solemnes promesas e juramentos de
constancia e lirnieza e de futuro casa-
mento.
Os protectores do R. lembraram-se de
desmanchar osles prcjeclos e de promove-
rem o rasameolo deile cora a infeliz. D.
Claudina.
Perante os iribunaes declarou *sta pobre
menina. qi:e nao desejava j casar rom o
seu piimeiro noivo, accedendo s solicita-
',ojs da familia, e depi>iiij(|eisou-se fascinar
pelo brithante futuro qtrt' Ihe prognostica-
vam e pelas declarac^us apaixonadas que o
R. Ilie faz, e voluntariamente annnio a casar
com oR. B*m caro pagou a infeliz a sua
[efldascendencia e levimdade. Fez-se o
-ordo, o suqj passou, a de cerfo em
Dreve para a 10/^*60uve os amargos des-
engaos do despertar I
I'agai me as dividas, disse Jos Car-
doso Vie:ra de Castro a seu sogro apenas
casou, e era necossarTqne a infeliz menina
ostivesse cga para nSovvr que fra a mi-
seria que baira $qf da riqueza.
A gentil senbora 9* certo conheceu logo
que u dote avnllado fra a mira do R.; a
oifensa era forte de mais e baixa em exces-
so para que o amor podesse abrigar-se no
coraco da infeliz.
O R. quiz viajar antes de regressar ao
paiz; a desventurada, vinculada pelo casa-
mento, leve de abandonar por elle os pais,
1 familia e a ierra natal.
Nao faltaram promo-sas de desvelo e ca-
linbo pela infeliz de que o R. ficou sendo o
nico amparo. Partirn) e fizeram larga
viagem pela Amrica e pela Europa, lendo
p r t-rmo da mesma a cidade do Porto.
Neos senhores, eu nao rce encarrego de
fazer a biograpbia do R., nem para isso te-
nho elementos; mas posso e devo pateo-
tear. aquelles factos tendentes a fazer apre-
c2r o procedimento do R., relativamente a
sua esposa, deque eu live conhe'cimento.
H'
gara
manif<
para
esposa, fuelle
n3o vio o pergo
um homem de m
innocentej piPI
podia conven i rrreit era digoo]
de estima e considerac3B, en3o de censura
e de exc'us3o da boa sociedade.
Querereis, meus senhores, a prova dequ*
n3o eram muito rigorosos os principios d
s cedade em que o R. fioTocra D. Claud
na ? Aqu a leudes nfljautos. Ne?sa carj
^0 R. ir fallar aquellas pes
duvidou, e
: Rimalno, c a jantar.
Ukadioo percebeu isio, e lava
se tambern. Entendeu o 3r. II a mal lio Mb
tigS, que aquil'o era ciurae,
me disse que ti vera mais tarde urna alterca-
oa 1 CUJH H. a esse Creio que
es'
ve que una
u respeito, ma?
dif
, 1 ri lud
CO
rer. n3o
enlos de
anlicis-
oes raani-
Gardoso
FOLHETIM !
4 wnmm n mu
Xa\ ier de Montpia.
PAHIE TERCKIlt %.
i CONDESSA DE RABN
-(ConliDuac3o do-n. 13;
XL
O ealabou^o.
A chave gyrou na (echadura ; mas antes
de se abrir a porla, o conde, que sentia
pulsar o coracJo coma se fra a sabir Ihe
do peito, disse :
De-me a lanterna, quero entrar eu
s.
Como queira, meu sennor; estou
aqu para ihe obedecer. Espera-lo-hei
iranquillamento assentado na escada, todo
o tempo que (6r preciso.
Primero que tndo pe/o que leia
isto: o governador erd^MHba que deixe a
presa em liberdade de me seguir, se eu
julgar op por tuno tira-I a d'aqui.
O carcereiro percorreu com a vista t
ordem assigoada pelo goyernidr JoSo de
Octetille
Maito em, diste. Com ordeus d'ea-
tas, enlregavalbe todos os meus presos,
se o 1 vesse o capricho de os levar.
O le Rabn pegoa na lanterna,
e diligenciando dominar a extraordinaria
commocSo que o agitava, entrou, fechou a
POf* 1 sephoraado pelo
>r pezar.
a?a de entrar eral
osparente
B bai
va um grande pedaco de p3o negro, anda
'ntacto
N'aquella dura tarimba, sobre aquelle
misero enxergo, estava estendida urna
forma humana com a cara voltada para a
parede. Ao onvir a porta abrirse e fe-
char-se, murmuron essa forma humana :
Que me querera ?, Deixem-me em
paz... o nico favor que aoco peco...
o nnico favor que Ibes pe?o tamiem...
E' a sua voz! dise comsigo o conde,
cujo opprimido corado se expandi sbi-
tamente. E' a sua voz I
Correu para o leito, tomou a presa nos
bracos, ergueu-a para lh& ver o semblante,
e n'um d'esses transportes que o hmem
s sent orna vez na vida, bradou : .
Mara I E' pois verdade i ests viva!
Apenas pronunciou estas palavras, to-
mou o rosto da condessa urna expressSo
de jubilo to infinito, que chegava a inquie-
tar, porque orna felicidade assim t3o im*|
prevista podia mata-la como um raio.
Urna luz singular (be transformou a phy-
sionomia; ler-se-hia dito que Ihe illumi-
nava a paluda fronte urna aureola celes-
tial ; todo o sea corpo palpitante vibroo, e
deiiou se cahir sobre o peito do conde,
balbuceando :
Anniba f.... E's tu !----- ests
aqu... ao meu lado f amas-me I.
torriei a verdle f... hfi 1 est5oj com-
pensados os,meas males. Nada tenho pa-
decido, e Deus pode agora dispor de
mim...
Depois fechou os olbos, mas pelos seo?
labios vagoo um sopro dbil e suava, e
aqui-Ue sopro dizia :
- Annibal... Anniba...
Nao, minha amada, n3o, redargaio o
senhor de Rali n abracaado-a phrenetica-
mente. Deas nio dispor de ti f Permit-
ie 11 s reonamos para nunca mais
1 os teus pa<
que se alir bue i
nhora que.^omo
que realmente
a consjderacSo.
iniciativa do R.
sua paixao por
discretos para i
f.3o, mas por m
essa senhora, p3o sa'oe c >
vale a pena, nao merece- os se
D. Claudina.
All vivia-so em permanen1
mo ; nao admira, atientas as
festadas em .-eus escriptos
Vieira de Castro. Alii est um livro que a
accusaQ) particular ]ontou,Com-> documen-
to em qoo o R. chama arim urna senhora
que abandonou o lar coojwal, e seguir um
amane, pelo que foi levara perante os Iri-
bunaes. A atmosph Ciaudma estava aframente ciada por estas
falsas doutrinas que eram'as proprhs don-
trinas de seu inari o !
A defeza, p-.li bocea de algumas testemu-
nhas, mostramos o R. como cumento. Se-
r crivel ? Pois a Providencia aprouve-se
castigar o R. dando-lhe sentimentos que con-
irariam os principios que avebtava ? Tai-
vez !
Eu n3o creio que fosso myslificado quan-
do me pintaram que o R. como zeloso em
extremo, elevando os ciumea at ao amigo
de infancia, e desceodo a t-Ios at. a um
criado; naa me tango a duvidar dos factos,
que serian urna simples variante na indg-
uidade. Ha chimes que avillana quem os
sent, levan o opprobrio sobre ai pessoas
que se teem, fazem nascer o desejo de \n-
ganca, e impellemirreslslivelmente infide-
ldade. O amigo da inf ncia, a que alludi,
era o Sr. Ramalho Orligu, que me narrou
um fado significalivo.
Ramalho Orligao.Ea peco o obsequio
de c-ntar essa historia. (
Del. Nao tenho u"uv la neohumt isso.
Ramalho Ortigo.JAai\o bem.
J.A testemunha n3o pode fallar.
Ramalho Ortigo.Mu refermdo-se a
mina directamente o Sr. delegado do minis-
terio publico, acerca de ama conversa, que
diz ter eu tirio rom elle", n3o posso deixar
de ihe pedir que declare que conversa foi
essa.
J.Nem orna palavra*
Ramalho OrigUo,Obedeco.
J.Peco ao ministerio publico que con-
tinu a sua allegacJSo, mas que se deixe de
contar factos estranbos.
Del.Ka nio posso deixar de satisfazer
os desejos do Sr. Ramalho Ortigan, con-
tando o caso que me refer.
Disse-me o Sr. Ramalho OrligSo, que es-
tando um dia a jantar com o R. e com a
Sra. D. Claudina, foi o R. procurado por
pessoas que tralavam de objectos cleitoraes.
O R. ostava empenhadissimo n'uma candi-
datura e n3o quera faltar delicadeza de-
vida aquellos que lb'a promovan.
Eu peco ao Sr. Ramalho Ortig3o que de-
clare se isto ou n3o verdade.
Ramalho Ortigao.Rain sabe que nao
posso responder-lhe.
J.O Sr. delegado n3o pode interpellar
quem n31 Ihe pode r'spotider.
Del. Rem sei; mas peco ao Sr. Rama-
lho Ortig3o que me diga se isto ou nao
verdade, e quando S. Exc. o nSo faga, est
aqu urna testemunha presente que o ple
confirmar.
Mo completamente exacta.
ir qua elle ti
: o Sr. Sampaio,
iamava ;is vezes ao K. o
mstincia raesmo
1 a consigno por
pnhora, como b baixel
Ht capricho -a furia
'amento QQfli-
RBtoteccj
gnobeis, podia
membros da pobre marlyr, mormuroa com
a voz surda e com indisivel entonarlo de
ira :
Oh I infames infames I Como te
fizeram padecer I Que sopplicio poder
faz-r-lbes expiar os teas tormentos ?
Nada de supplicio... nada de vin-
ganca... responden Mara lentamente e
com os olhos sempre fechados. Esquece...
faz como en... Tenho padecido ?... Nem
seques me lembro j I Como possivel
conservar sentimentos de odio, quando .0
corac3o transborda do alegra ?
Anjo do co 1 perdoas aos tens al-
gozes ?
Sim, perdo-lhes e at os bemdjgo,
porque Ibes devo esta suprema felicidade,*
que. sem elles nSq t9ria sentido... Saberi
quanto rae amava's se n3o estivesse no fu
do d'este calabonjo, onde descostes a bus-
car-me ?
Mara, nanea duvidaste de mim, n3o
verdade ?
Nanea! Acaso viveria se tivesse da-
vidado ? Pobre amigo, ta julgavs-dfe
mora, bem sei, e choravas-me I... Sem-
pre esperei em fi... Dia vira, pensara
eu, em que saiba que o engaoaram. e
n'esse da, anda que eu esteja o.colta de-
de saber ehcdntrar-
lucta de tres
a extenuada,
n quo fasse
al; porque njo abrig ivas
nhora?. Porque a pobre
lia lora ohjacto de nma es-
pooujaco, que dera fortuna que nada mais
tinoaque dar, porque o amor n3o se re
pcesent em cifras entre o valor de um
dote.
Moral philosop'iica;porque a n3o pro-
tegas ? Porqna ella incerta como a sorlo
da pobre folnioha'qoe os venios arreraes-
sam porque a moral tmli 1 ali no proprio
R. um falsissimo sacerdote, que em vez de
balsamo que sare ministrria veneno qae
mata.
R^ligio;nao sei se ali pedias ter acces-
so, porque nao obstante o que aqui se re-
ferio dos sentimentos religiosos do R., ni
ouvimos Ier um periodo das su?s obras, em
que elle caama carrasco ao pipa. E anda
que eu reprove a pena de morte, nao posso
adniiilir que se denomitrm carrascos os
imparantes dos piizes em que essa pena
existe.
Fam&ia;brauo prot-ecior da m3 e de
irmiios, poTqao a nio amparas ? Porque se
interpuz entre elles e a infeliz a immensi-
dade do Atlntico. Nem um lhinbo ella
tinha, que tanto a podia vincular vir-
tudel
Sem amparo algara, e impellida pelo
conseibo de falsas doutrinas e por ofensas
alrecissimas, acbava -se a infeliz beira d 1
p.ecipiclo. Se caisse, nnguem lancaria so-
bre Ha o opprobrio e a verg nba. Sim,
honrados ebefes 1e farai ta que ma escotara;
sim, senboras qoe me ouyis, se vivestes
sempre n'um ambiente em quo se respira
virtude e religiio, louvai a Providencia, e
respeitai em D. Claudina a desventura Que-
ris ouvir os conselhos que em tal caso
dava o R. em seas escriptos ? Ea vos
leio.
(Leu um notavel Periodo da biographia
de Camilo Cas le l lo Bronco, escripia pelo
R. O advogado da aecusacao particular re-
fere esta parte no seu discurso.)
Os tempe* madaram. O R. vio urna car-
ta na Mo da soa esposa, e por isse con
demnou-a morte. qae elle execuloa por
suas profii ias mies I
Comeca a historia do crime, a qual eu
vou narrar na sua verdade horrivel sem
carregar o qaadro com negras cores.
No dia 7 de maio, pelas 6 horas da tarde,
entrlo, o R. na casa conjugal e vio as
mos de sua mulher a carta que est nos
aulos. Eu podia negar-vos a genuioidade
dessa carta, porqua o proprio R., por mo-
tivos que ignoro, uao quiz dar seno nesia
aadioiicia atuographos com que podesse ser
confroi.tada; nao o faca porque perante esle
tribunal eu serei conscienciosa e verdadeiro
sem me soccorrer a quaesquer considera-
cos, anda que legitimas, que n5o corres-
pondan s miabas intimas conviegoes.
Dir-vos hei pois, meas senhores, que
assim como ea nio duvido que aquella caria
de D. Claudina, eu nao creio que ella sig-
nifique ou que baja qualquer prova legal de
que aquella senhora fallou aos seas uitimos
deveres de esposa. Dire aqai que nota-
vel, como se acha lisa e nao amarrotada,
ama carta que n3o poderia ser dada por
vontade, e deveria exaliir o R.J
Jos Cardoso Vieira de Castro vista
tiram se as vertigens de qoe acabava de
fallar, de modo que Ihe fe impossivel mo-
ver-se.
Annibal tomou-a nos bracos e levou-a do
calabouco ; mas depois de ter sabido com
a sua preciosa carga a interminavel escada,
tambem a elle Ihe" faltaram as forcas, e
leve de parar.
Domingos esperava felizmente na ra
ilbarga da porta da cadeia, e foi correndo
em busca de um trem de aluguel, para
ondeo senhor de Rabn fez entrar a con-
dessa, depois de ter dado ao carcereiro
novas mostras da sua generosidade.
Da vara dez horas da manhaa, quando o
irem entrn no pateo do palacio do conde.
Aquella era a hora em qae, segando os-
clculos de Domingos, faaviam de notar no:
castello a ausencia de Annibal.
Os clcalos tinbam sahido cortos. s
oito horas, segundo o costume, foi o novo
criado particular do conde aos psenlos de
seo amo para se desempenhar das suas
obrig^coes.
Achoa todas as portas fechadas, e sup-
pondo que estara anda dormrado, retiroa-
se para voltar mais tarde.
s nova horas tornoo a bater, de vag-
balo da trra, ha de saber encontrar- rinbo ao principio, depois- mais forte, e
, me... Este pensamoto que me ampa- vendo qoe nio' obtinha resposta, dea-3e
rava e dava forcas para viver... Rem vs | pressa em avisar a^fprmosa Olympia, cujos
qae tive razio em crer e em esperar. -eptos communicavam com os do se-
- Vera, miaba amida, partamos. nitor de Rabn por um corredor queja
To depress coobecamos.
NSqdesejas Sabir qoanto antes'd'esU A ex marquesa de Chavigoy entrqo
-am nessa nonte a tes-
Sampaio e a su 1 neta ; pelas
ulna desusa-am lagrimas
porm e seu marido dissi-
nns sentimentos.
inte oceupou-so o R. Nem se
prpal^ var a efeito o seo odioso
p-oj" miando novamente pelo teegra-
pbo seu rmio, e indo comprar o chlorofor-
raio.
A preoccapafSo do seu espirito nao llie
vedpu o oceupar-se em coasas de insignifi-
cante valor ; o R. foi ao sapateiro encum-
raendar botas de pulimento, e duas vezes
ao alfaiate por causa de urna gola de um
ca~aco que i:io cahia irosamente ; duas
vezes, meus senhores!
Depois foi a Beln. Dando ella a expli-
cado des'la ida, 'disse que liaba Jo all com
o m do dar urna satisfgai 3 um bol cario
cliam:d i Franco, de nio pude.r ser padrinho
de urna menina do raesmo Franco, para o
que tinba sido convidado.
Ora todos conhecera que esta descu'pa
se poda dar por urna carta; mas o R diz
que nio, por sur nm acto de delicadeza que
elle devia senhora do mesmo Franco.
Eitretanio o qua certo que o R. diri-
daLisboa Belm. casa de Fr n
0. podia, e'mbora este l n5 ostivesse, dar
a desculpa senhora, ms nao aconteceu
a sim Di/.endo-so jue Franco eslava na
Luz, d'attj mi ligua, mandn ao boleiro
que sogdi8>o para l cmn a sega; chegou
Luz, fallou com Franco, assislio urna so
lemnidade religiosa que al'i Hohi logar na-
quelle dia, e paden o voltar a Luz em di-
recc3o a L-sba, qua era caminho direitu e
mais perto, segoio outra vez para Bln na
companhia de Franco. Apara-se porta
da botica, mas nao eolrou, segando elle
diz, o que est em perfeita contradiegao
com o que affirma de um modo muito ter-
na nante, o boleiro, de que o R. entrara
na botica com Franco edelhsahira depois,
trateitdo um embrulho do comprimenlo de
um palmo e da grossura de um pulso, do-
brado as extremidades, accrescentando a
testemunha, que n3o podia indicar o que
era, porque nio vira.
Durante esse dia dissimulou o R. o sea
projeeio horrivel, fez proraessas de perdao
e janlou com a esposa' frente a frente : e
triste, mas tranquilla sobre a sua sorte, se
deilou'a infeliz D. Claudio.
Pelas quatro horas da manhia traton o R
de executar o sea plano; era adeqnalo o
en3ejo; os creados entregues ao soiano;
dorma a victima, e na sua cga confianca
deixou ella aberta a porta do qaarto. Com
silenciosos e Lves passos, 'que nao foram
presentidos, entrou nelle o R., lavando na
mi o instrumento da morte.
Eu nio sei se o R. agredi a infeliz
ainda dormindo; o que elle nos diz que,
esperando qae fosse rpida a aeco do chin
roformio, chegou o fosco que o continba,
destapado, aos orgios da respirarlo da po-
bre senbora, e que conhecendo ella estas
horrveis intencuas do R., gritn, e offere-
ceu urna tenue resistencia de que nos vimos
os vestigios as arranhaduras que o R. con-
servava as mos.
Surprehendido o R. por ver qua a aeco
lo chloroformio nio era rpida come sap-
punb), receianlo ser surprahendido e que
Ihe ;;mncas3em a victima das mos, mudou
de plano ; lancou sobre a infeliz a roupa
da cama, tendu-ltia vasado todo o chlorofor-
mio sobre o rosto, e com as mos manteve
a corapress3o, impedindo a respiracao aL
que a pobre deixou de manifestar os lti-
mos signaes de \ida!
Eolio saiisfeito deixou o cadver da es
posa, fecbou chave a porta do quarto, e
o5o sei se fui dormir tranquillo sobre as
suas aeces.
Depois foi engaar os creados e tranquili-
sa-los sobre a sorte de sua mulher, a qual,
segundo Ihe disse, bavia sabido da noute ;
mais tarde chegou seu irmo Antonio di
cidade do Porto, cora tile se abri, c
deu Ihe a chave para ir obiervar os vesti-
gios da sua obra, como aqui nos disse ter
ouvido o Sr. Tekeira de Vasconccllos.
Antonio Vieira foi, e vio oque nos t dos
veramos; era impossivel estar all urna
suicida, era impossivel que a morte da in-
feliz fosse natural; as violencias physicas
eram visiveis aos olhos de todos ; nao ba-
via facultativo que attestasse a morte natu-
naturalmente,

horrendo cal boacn ?
Desde que estamos juntos, parece-
me a prisio um paraso
O paraizq o sosso carinbo, a para
onde formos levamo-lo comnosco.
Pois bem, tana razi<
Podars andar T
Estou mu i
i nniiM ( V
n'a-
quella corredor, e dea com ama porta fe-
chada, cosa qoe nanea succedia. Ratea
repetidas vezes, e chamou de rijo, mas
sem resaltado. Aquello silencio tinba ape-
nas ama explicacio plaasivel.
- O conde morrea tstvez esta noute,
^1 Oljiapu. Oh I Como res-
a minha boa estrella se assim
iquietacio,
entraram no qaarto, onde
nao encontraran ninguem.
A senhora de Chavigoy empallediceu.
Os ferrolbos corridos por dentro e a sacada
entre-aberta provaram Ihe at evidencia
que Annibal tinba sabido a occullas do cas-
tello com premeditada intencio de oceultar
a sua fgida emquanto fosse possivel.
Que imperioso motivo o linba decidido
sbitamente aquella evasio, quando ate
ento se mostrara tio dbil, lio dcil e
lio incapaz de qualquer acto de energa ?
Aonde tinba ido ?
Que revelado viera sorprende-lo no
meio do seu abatimento ?
Tudo isto perguntou entre si a formosa
Olympia, qae o'aqoelle profundo mysterio
nada atinayjMt comprehender.
Ordenou -qae fossem s cavallarigas ver
se de noute bavia desapparecido algum ca-
vallo. O criado encarregado d'esta missao
voltou dizendo que o Kebir e o Mesrour
nio estavam nos seus reparlimeotos, e de
caminho irouxe comsigo o palafrenero es-
pecial encarregado dos animaos rabes.
Interrogado pela senhora de Chavigoy,
o homem affirrnou de principio que nada
sabia ; ameacado, porm, com a prisio im-
mediata por ladrao, ou, ao menos, como
oomplice no rqobo dos cavallos, acabou
por contar o que linba succedido.
Ao saber que Domingos ia com o conde,
o3o resto formosa Olympia a menor du-
vida,
Sabe ludo! pensoa ella. Estoa per-
dida, estoa perdida, se me nio salvar nma
vez mais' forca da aucacia I Annibal par-
ti para Clermont ; tambem ea l irei, e
se governador me nio vendeu, sustenta-
rei a lula al ao ultimo instante.
Urna hora depois, metteu-se a senbora
de Chavigoy, n'uma carruagera e parti
dando ordem a o coebeiro para exigir dos
volocidade possivel.
lumze leguas
iape: do conde,
uarreit 1
dizem-m
de r;
nio d
Seria e
as-assnou urna pl
tada, envolvida 1
porque eu be
recio perder Ir
Jote Cerdoso Vi
consoar os amigos i toa o sea
horrivel crime. r. soiveu artinqrar-se aos tri
bunaes e nio fugr; a epois de
dormir mais urna noute perto do cadver
da esposa I
Por volta do meio dia da 10 de maio
apresentou se em joizo, onde narroa os
factos, Ostentando o socego de consciencia
do b iiuem honrado e justo, ultrajando assim
a le e a conscien ia publica.
O R. preso mandou partecipar a soa so-
gra o fallecmento de I). Claadina, e orde-
nou que o enterramento se Qzesse corres-
pondente aos seas sentimentos.
(Continuar-se-ha).
YABIEBADE
HOLL.\NDA. O modo que a Prussia
victoriosa inspira aos seus visinhos fez com-
raetter ao governo di Hallanda um atien-
tado contra odroito dos genles,
Nio a primeara vez que dorante a guer-
ra Iranco-prus-iana, o tralKde Genebra
se infringe fazendo fogo sobre s ambulan-
cias e os parlamentarios; e que fe bombar-
deiam pravas ab rtas ou que se incendeiem
ou bombardeiam povos que nio fizeram re-
sistencia.
Mas o que al a .jora nio tinba succedido.
o de terem sido faitos no territorio da
Hollanda quatro presolneiros francezes, coo-
dozidos outra ve a territorio allemio e all
fusilados, segundo nos diz um telegramma
pablicado no Imparcial.
A nos parecemos que o acto do governo
hollandez, alm de anti-humanitardo, ini-
qoo, altentalorio dos principios do direilo
das gentes, e repugnante pelas conseqoen-
cias que tevo ; e tanto mais pode qualiflcar-
se assim, quanto que a opiniao o explicar
como temor ou como desejo de se congracar
a Hollanda com a Prussia, que tinha annun-
ciado o proposito de nio respeitar a neu-
tralidade do Luxemburgo.
CARNE DBR\TA. E' hija esta carne
em Paris objecto de lacrativa especulacSo.
O dono de nma das melhores casas de
pasto achoa maneira de fazer am prato de-
licioso (qae Ihe apfovei'e I) deales roedores,
preparando-o com vinho de Chanpagne e
muitas especiaras; tal o gasto qae vai
tendo, que nio pode satisfaze" todas as en-
commeqdas.
E' curiosa a maneira que os vendedores
empregam para entregar a mercadoria ao
comprador.
As ratas esto encerradas n'uma grande
gaiola, e al ti se escome entra todas o aDimal
que se deseja; por meio d'uma pequea
varinha, o mercador fa-la entrar para ostra
gaiola, onde fica s.
Traz se enlio um ci de ratos, sacode-se
a gaiol 1 e a rata foge ; immedialamente
agarrada pelos terriveis dentes do co, qae
Ihe atravessa os rins e a depoe cortezmente
aos ps do comprador.
Urna rata paga-se j pelo prego de 75
cntimos (135 reis).
Ca'lcnla-se que exislem em Paria viote
milbes de fatas.
IMPERATRIZ EUGENIA. A aldeia de
Cbiselhorst, onde reside a imperalriz Eu-
genia. no prnepado de Rent, (Inglaterra),
lem 1800 habitantes; a casa que a esposa
de NapoleSo habita do Sr. Strood, calho-
lico, rico e muito cavaheiro ; nao quiz ven-
der a sua casa, mas p'-la galantemente a
disposicio da Ilustre desterrada.
Os personagens que fazem companhia
desterrada sao na maior parte francezes,
contndose enire elles a Lebreton e ootra
formosa dama das qae companbam a sua
corte as Tuillerias.
Todos mostram urna reserva absoluta 9
cheia d'austera dignidade, a exemplo da
iraperatriz.
vio diante de si a formosa Olympia, deu
um salto na cadeira, e quiz principiar o
interminavel rosario de pbrases galantes e
arrebicadas, mas a fidalga nao Ihe deu
tempo.
Falln boje ao conde d Rabn ?
perguntou bruscamente.
Fallei, sim formosa condessa: fez-me
levantar de madrugada para o receber f
Safa I um homem despiedado I
E' de esperar qoe o governador ihe
nio dissesse nada ?
Que Ihe havia de eu dizer, se elle
sabia tudo ?
A senhora deCh.vigny estremecen desda
os ps at a cabeca, e perguntou com a
voz mal segura:
Qoe o que sabia ?
Sabia da amavel visita com qae a con-
dessa se digoou de bonrar-me, do mandado
de prisio pedido pela senhera e concedido
por mim, a prisio' da tal sogeita qoe, se-
gundo elle me dissse se cbama Simoa
Baymondo, e finalmente, a sua reclnsio
n'um calabouco do Presidia!.
Que desejava elle do governador ?
Urna aatorissclo para fallar immedia-
tamente presa, o orna ordem para a por
em liberdade, se o julgasse conveniente
depois de ibe ter fallado.
E deu Ihe essa autorisacio e essa or-
dem ? perguntou a formosa Olympia com
anciedade.
Diga-me se Ih'as podia negar.
De modo qae foi fallar a essa mo~
Iber ? e est solta ?
Desde esta manhia, e par no-
tar com desgoslo profondo qoe con-
traria.
Senhor conde, b^^^^H^^HI
do um gesto de inau Hfl
too-me a pen
E sahioj>rer
pois
estupefacto i
2-^-** **?* >-3'v?~ t>.>-k>*!^.:<*.-
repe-lchadora.


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