Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13057


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Full Text
I
)!
PA1A DOTBO E PORA DA PWVyffifi
Por tres mezes adianudo....... iU-irii
Por Mil ditos mT7V ................. ,3
***........:::::::: : SSSs


*
Os Srs. Gerardo Antonio Alves 4 Filhos, no Para ; Goncalvw d Pinto, no Maralo
PARTE OmCIAl.
ove rao da provincia
EXPEMENTF. DO MA i BE IAXEIRO DI 187!.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo ao que
reijerefam o capitn Manoel doNascimento \rau-
jo, lenles Jos Das Alvares do Quintal e Jos
Antonio de Paula Madareira, e o atieres Ignacio
Nery Ferreira da Silva Lope, todos do 1* bata-
Ihlo de infantina da guarda nacional deate muni-
cipio, e julgado* pela junta de sade iacapates do
servigo activo, com. informoa o commandante sn
perior respectivo em o/B :ios ns. 319 e 222 da 13
e 29 do mez Ando, reselve, de eonformidade com o
disposto do art. 69 da lei n. SN de. 19 de setembro
de 1830, transfer -lo5 pan servido da reserva,
fleando aggregalos ao 1 batalbo.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requeren, o tenanle-quartel-raestre do batalhio
a. 27 da guarda nacional do municipio de Carua
r, Clemente J >*6 de Oliveira, e ao que informou
o respectivo co nmandante superior ora offlcio de
24 do mez lindo, resolve que se Ihe d a guia de
que traa o art. 45 do decreto n. 1130 de 12 de
marco de 1833 para o de S. Joao da provincia da
Parabyba, aonde lera de tixar a sua residen-
cia.
Expediram-se as nocessarias communicagdes.
O presidente da provincia, tomanlo em con-
siderago o que expz o inspector da thesouraria
proviucial em offlcio de 31 de dezembro ultimo
sob n. 8*7, resolve nomear o cidadao Ignacio Mar
colino Bezerra do Amaral para o lugar de escrivo
da collectora do municipio de Igoarass, o qual
est sendo por elle exercido interinamente, em vir-
(ude de portaria di 10 le junln de 1869.
Commoaicou-se ao inspector.
O presidente da provincia, attendendo ao qae
requeren Francisco Joao de Barros Jnior, resolve
<:onceder-lbe permissio para embarcar com desti-
no ao presidio de Fernando de Noronha, no pri-
meiro vapor da eoropaahia Pernambucana qae
para alli seguir, os gneros constantes da relago
junta, assignada pelo secretarlo da presidencia,
nao podendo, porm, eflectuar o desembarque dos
tnesmos genero?, sem que, por parte do Comman-
dante do dito presidio, se proceda exaoe, afim
da verificar se ha agurdente ou outra qualquer
bebida espirituosa.
Offlcios :
Ao Exra. presidente de Sergipe, solicitando a
expedigio de suas ordons, no sentido de serem re-
metidas as guias dos sentenciados de juslica Joao
Themoteo, e Thomaz. escravo, qae existem sem
ellas no presidio de Fernando de Noronhaafim de
que a respeito desses sentenciados possa ser
observada a lei.
Ao general commandante das arma?, man-
dando por em liberdade o reernta Elias Jos de
Aojo.
Ao desembargador provedor da Santa Casa
da Misericordia para informar acerca do objecto
do offlcio do mordomo Antonio Jos Gomes do
Correio, e declarando-se que as oassagens de qae
presidencia dispod no3 inlhoa urbanos de Api
; Joaqnim Jos de Oliveira, no Gear ; Antonio de Lemos Braga, no Aracatr : Joao Mara Jniin r%.M ~ a* *.*. ^
m Nazareth ; Antonio Ferreira de Agotar, em Goyanna ; Franeino Tamos da Costa, esa Alagoas; Dr. Jos Martms Alves, na Baha ; e Jos Ribeiro Gaaparinhl
DIARIO DE PERNAWBUCO
Retrospecto poltico do aauo
de 18 JO.
FRANCA.
(Contiouac3o)
As primeiras derrotas da Franca, que reduziram
os carpos des generaos Me-Manon e Frossard e
deram Ingar invaslo prussiaua, demonstraram
qae a Franca ni) eslava preparada para a lata, e
portanto deram azo a julgar-se da leviandade com
que foi feita a declaradlo de guerra Prussia.
O exercito, porm, reanimen se com a marcha
que tiveram os acontecimentos em Pars depols
d'aqoellas derrotas, e com as medidas promptas e
enrgicas que tomou o parlamento, votando ere-
dilos, augmentando as forjas desfalcadas, reorga-
oisando o exercito, mudando de ministros e dando
o supremo mando do exercito ao general Bazaloe.
No primeiro impelo da invasao os prusianos
pucos e Olinda sao especialmente destinadas a era-
pregados pblicos, que liver necessidade de trans-
porte em desempenho de deveres inherentes aos
respectivos cargos.
Ao Dr. chefe de polica, recoramendando que
providencie, afim de nao serem chamados a servi
co pelas autoridades policiaes do termo de Santo
Ailo os moradores do engenho Piraentas de pro-
priedade Manoel Jeronymo Barreiro Rengel, visto
pertencer o mesmo engenho a comarca do Cabo,
segundo ioformages collegiJas pelo respectivo juiz
de dimito.
Ao inspector da thesouraria de fazenda, trans-
mittindo, em satisfacao ao seu pedido, copia do
contrato celebrado com Jos Bernario Galvlo Al-
coforado e oatros para a eaipreza de trilhos urba-
nos do Recife Api pucos e da portaria que appro-
vou a planta e perfil apresentados pelo respectivo
gerente para o prolongamento dos mesmos trilhos
at Caxang, como perrailte o 8 1" do art. 2* do
referido cootralo.
-r Ao mesmo, mandando pagar ao almoxarife
do forte do Buraco, 1 argento Jos Jeronymo de
Camino, a quantia de 331480, em que importou
a despeza feita com a compra d'agua para os em-
pregados e destacamento daquelle torte e do labo-
ratorio no mez de dezembro ultimo.
Ao in-pector da tbesooraria provincial, para
fazer adiantar ao thesoureiro da reparticao das
obras publicas a quantia de 7:850* para occorrer
as despezas, no corrente mez, com as obras por
administrado a cargo daquella reparticao.
Comrauoicou-se ao chefe.
Por essa thesouraria raandou-se pagar:
Ao engenhoiro civil Joaquim Pires Carnelro
Honteiro a importancia da 2' prestado da ponte
sobre o canal do Riacbuello, de que arrema-
unte.
A Agr 4 C. a qtnntia de 73*, despendida cora
os enterros dos soldados do corpo de polica Geral-
do Bispe di Silva, Luiz Bezerra.da Silva e Jos
Francisco Pereira.
A i jui deorphos do eriDo do Recife, trans-
miitmdo, para sea conhecimento, copia dos papis
acerca da representacao de Custodio Antonio Soa-
res, relativamente a ter esse juizo admittido e jal-
gado os embargos oppostos urna carta rogatoria,
expedid! pelas justigas do reino de Portugal.
Ao juiz municipal da vara desta capital,
para informar com urgeneia, se receben ama pre-
catoria do jniz municipal de Iguarass para ser
intimado aos reos Manoel de Vera Cruz e Jo.
Joaquim da Silva, que se achara na casa de deten-
ci, o despacho de pronuncia contra elles proferi-
do naquelle uizo, e no caso afflrmativo qae desti-
ne teve a mesma precatoria.
Ao engenbeiro encarregado das obras milita-
res, recommendando, que em vista do offlcio, jun-
to por copia, do general commandante das armas,
aprsente o orcamento dos coneertos de qne pre-
cisara as casas do commandante do forte do Bura-
co e do sen ajudante, e bett como dos melhora-
mentos indispensaveis, afim de a pequea casa,
qae alli serve 4e eesinba ser utilisada para resi-
dencia do almoxarife do mesmo forte.
Despacho :
^ajei Gomes da Silva Saraivav-4)eferido.
.roldan Brotben.Dirija-se thesouraria pro-
vmeal.
Igaaeio Nery Ferreira da Silva Lope.-Como
reqner.
nganheiro Joaqnim Pires Carneiro Mootelro.
Dirija-se thesouraria provincial.
Joto Pereira Dutra de OUTra.-Ioforme o Sr.
juiz municipal da 1'vara.
Tenente Jos Das Alves Quintal.-Como reqner.
Tenente Jos Antonio de Paula Madareira.--Co.
rao reqner.
Capitao Manoel Naacimeoto de Arauio.-Como
reqner.
Mara Delfina da Paixao.Informe o Sr. director
.4^^MBJ de guerra,
^fio.-Ceriiftfo-*e.
rme o Sr. inspector da
avancaram at Nancy, pouca distancia de Metz ,
a pra;a de Strasburgc foi iqvestida, e depois, sen-
do sitiada, ficaram suas commanica^oes cortadas
com o exercito.
A tirada franceza comsgou a organisar-se.-e
na passagem do Mosella, perto de Naocy, sendo os
franeezes atacados pelos prussianos, repelliram-
n'os com grandes perdas de parte parte.
Nao podendo o exureito fraocez sustentar-se n>
linha de Metz-Strasburgo, comecou a operar ama
retirada combinada sobre a linha de Chalons. O
exercito prussiano, operando de um e outro lado
do exercito fraocez, procuro i enrolve-lo e impe-
didlo na sua marcha, e repeili-l sobre a praca de
Met, para Ihe cortar as eommunicacoes eom a
resto do exercito francez e eom a capital.
Kis o estado das comas no dia 14 de agosto.
Pars desde logo habituoase l lea de ura as-
sed ; armou se, aprovisiononse e espern re-
signada os aconteaimeato.
No momento de pisar o territorio da Franca, o
re Guilherme proclamou ao povo francez, dizenlo
que s tinha traasposto a fronteira para repelllr e
ataque de Napoleao III eontra a naci allemaa
qne desejava viverem paz com o povo franeei.
Elle asseguroa qae fazia a guerra aos soldados e
nao aos cida los franeezes e garanti estes toda
a segu-anca para si e pira o seas ben?, com a
condicao de que elles se'nio entregassem a actos
hostis contra as tropas allemas e contrara aos
usos da guerra.
Entretanto a Alsacia e a Lorena tavam qaa-
si todas em poder dos allemes, que imounliam
populacao toda a sorte de requisicoes e al a em-
pregava as obra! de suas forlificacdes passagei-
ras eontra as leis e hbitos da guerra I
Nos das 14, 15 e 16 de agosto feriramse
importantes balalha*. na estrada de Metz Ver-
dn, em torno de Gravelotle, Vionville, Resonville,
Mara-la-Tonr e Doncourt, onde o marechal Bazai-
ne foi atacado peh principe Frederico Cario?.
A lula foi taorenhida, encarnizada e sanguino-
lenta como em Wojrth e Forbach, e as perdis fo-
ram enormes de arabos os lados. A victoria, po-
rm, ficoa indecisa, e arabos os exercitos bellige-
rantes atlrlbuiram-se as vanlagens dos combutes,
que por parte dos franeezes foram pelejados em
condic/oes detestaveis.
Depois da balalha de 18 o rei Gailherme, loa-
vando o ardor com qae sempre se batiam as tro-
pas francezas, nao pode deixar de dizer que n'esse
da ellas tinham sido bem commandada?, o que
equivalia a confessar a inepcia cora qae, ante3 de
Bazaine, eram ellas dirigidas pelo imperador, qne
o corpo legislativo depoz d'esse commando, embora
j um poueo tarde.
No dia 18 urna oova balalha fei ferida era torno
de Resonville, na estiada de Metz Verdun e 5
leguas oeste de Metz, e n'essa batalha o exercito
francez foi jiinda derrotado.
As consequencias d'essa nova victoria das
forjas prnssianas, que tiveram a ventara de ser
bem comraandadas desde o principio da guerra
por generaes dignos da sua bravura, foram cercar
n'um circulo de ferro o marechal Bazaine, que
acampava oeste de Metz, em cujo recinto s ba-
viara previsoes para 40 dias apenas.
Por sua habilidade e por sea genio e energa
nos combates, o marechal Bazaine consegaio du-
rante ama semana causar um mal terrivel ao
exercito prussiano, qae tinha sido muito dizimado
as ultimas batalhas, e assim consegaio dar tempo
que se organisasse ora novo exercito s ordens
do marechal Mac-Manon, o qual logo em seguida
poMoo-M no Meusa.
No combate de Metz haviam os prussianos con-
seguido cortar as eommunicacoes do general Ba-,
zaine cora o exercito de Mac-Mahon, o c mcentra-
lo sobre Metz; mas o general Btame, com um es
forco da sua potente vontade, cortn a linha, e
lomando a estrada que passa por Briey-Long'oyon
e Montmdy na fronteira da Blgica, tentn fazer
novajunecao com o corpo central do exerciu
Na batalha, porm, de 18, foi Bazaine completa-
mente solado, e repellido sobre Metz, onde se con-
cenlreu.
Em quanto isso se passava no theatro da
guerra, em Pars o governo punba um grande en-
nlio de actividade todos os negocios. O conde de
Paliko provia de armamento a capital e o ministro
do commercio abastecia-a. O Sr. Clemenl Du-
vernois, o novo ministro, mostrava as suas diffl-
cei9 e perigosas runcQdes to boa vontade e tanto
zelo e infatigavel actividade, que o Sr. Thiers elo-
giou o, e acabou por aceitar patriticamente um
lugar na commissa) de defeza nacional ao lado
dos Srs. Daru e de Tulhonet, sb a presidencia do
general Trocha.
O partido exaltado em Pars qniz aproveitar o
descontenta ment publico em favor da proclama-
cao da repblica. Mas isso seria urna revolnco e
a falta momentnea de goverao, quando elle era
raais preciso, seria talvez o triampho completo
dos prussianos.
O patriotismo vencen a paixo poltica, e os che-
fes nio permitiram qae se fisse seguimento
esta proposta, adiando todas as questdes polticas,
e portanto o ajaste Je contas com o imperio, para
depois de lirre a Franca da preSenca dos estran-
geiro?.
No entanto os raais exaltados dos vermelhos e
socialistas, anda nos priraeiros dias tentaran! al-,
guraas raanifestacdes.e, pouco depois, tiveram In-
gar as desordens de Vdletle, bairro de Pars, qne
pro va qae nesta escoria partidaria encontrn a
eorrapcao estrangeira materia para conseguir os
seas planos e introduzir a desordem em Pars. O
dinheiro prussiano espaltioa-se alli perfeilaraente.
No domingo 14, is 4 horas da tardV, nm bando
de 7Wa 80 borneas, armado de rewolvers e de
puohaes de nm taroanho desasado, atacou al
guarda do quartel de bonibeiros.
No mesmo dia houve tentativas d desorden
n'ootros bairro. Um grande numero de revoltosos
foi preso pe polica, pela guarda na^on! e pela
propria popnlacao, apezar da sn^ obstinada reeis-
2fcM^MC0brtM? am ^H punhae da mesma orm^ bandeiras vermelbas, a
wiK. f" "''^nldas pelos fortes de Paria,
e o mnete de -;d1u ja um lfenle jitornio, qqe
promotia ;s aesoraens em Pars.
r fcn.^e ai medidas tomadas pelo governo francs,
contou-se a expulsao de Parts de todos os allemes.
E, posto qae esta medida nao fosse applieada cora
, fueodo-se excepcao respeito dos qne eram
manifesiamente inolTenaivo bem afflancados, e
_^^^^^^^H violenta e desfavor4velmen
I te eomaeotada ootros paites. O governo
franez foi levado essa medida pelas lenta-
livas de pertnrbacao da ordem, qne se prora-
rara serem fomentadas e asalariadas por af eMes
alienaos, e porque no qoartel-general ailemao se
sabia ludo o qua se fazia" a se planejava em
Franca
O governo pmssiano someon o general Besoino
governador geral da Loneoa, e o tenente-genera I
conde de Bismark Boblen governador da Alsacia.
Neitas provincias francezas a administrado prus-
siana proceden logo cobranca dos irapostos.
ClA esquadra do Bltico por sen lado occa-
pou-seflesje logo em bieqnear todos os portos
prussianos a pirr d > Scbleswig at Memel, e o
sen primeiro combate naval com as torcas marti-
mas allemas teve lagar perto da iba de Rugen
(Pomerania) entre na fragata e tres canhoneiras
prnssianas e urna crrela e am aviso franeezes,
sem qae boavesswn resaltados definitivos por le-
rem-se retirado os navios prussianos.
Saa Saotidade o Pap, escreveo urna irla
aiithographa ao imperador dos franeezes e ao rei
da Prussia, ped ndo para ser admittido como me-
dianeiro, pan Wer a snspensao da guerra. A res-
posta do ra Gaberme foi ama evasiva escripia
com digneMe lancando as colpa; sobre apo
eao III. Disse que nao desejon jamis a guer
ra, e que estava disposto a depr aa armas,
com ante que Ibe fosse assegurada a inlegrid ide e
independencia dos estados confederados da Alie-
manha do norte.
Deps das batalhas de 14, 15, 16 e 18, os
exercitos allemes retomaram o? caminhs que de
Tnionville, Metz e Nancy podiam conduzi-los
Chalons e Pars.
A extrema direita, commandada por Steinmstz,
subi ao longo da fronteira belga e do caminho
de ferro que liga TbionVille Longuyon, Montm-
dy e Sedan. Mais ao sul, nm corpo de exercito s
ordens do prncipe de Saxe passon por Etain e Va-
rennes, depois de ter sido repellido n'um ataque
contra Verdn. O exercito principal, commandido
p\o re, deixando Pont--Moasson, seguio sacaas-
Mvaraente por Saint-Mihiil, Commercy, Bar-le-Dac,
Ssrat-Dizar, Vitry-le Franjis e Chalons. Emflra,
a extrema esquerda, commandada pelo principe
real, airavessoc Vancoolenrs, ao sudneste de Tonl,
Gondreconrt, Joinville sur-Marne, Donlevant e
Brienne le-Chateau no valle do Anbe. Ah o mo-
vimento incliooa-se para o noroeste, e Troyes nao
vie o inimigo que contionou a raargear o ro como
para ganhar o valle do Marne, pelo Fre-Champe-
oise e Sezanne.
Dahi se v claramente que todas as tropas alle-
mes marcharan sobre Pars, e, contornando os
desuiadeiros d'Argenne, avancavam sobre urna
linha parallela ao caminho de ferro de Epernay a
Reims, Retbel e Mezires, desde a rrontelra belga
e a estrada das Ardennas al o Aube.
Obrigadas a se affastarem do sorte per causa do
movimento de Mac-Mahon, o eslado maior prassia-
no nao comraetteu o erro de dividi-las, expondo-
se a v las cortadas.
Mae-Mabon, deslocando-se de Chalos, verda-
dera posicao fortificada, deixou descoberta Pa
ns, o que nao acontecera, mesmo no caso de der-
rota oaquelle pooto, por issq,que podera elle en
to retirar sobre Soissons e Laon, sem deixir a
capital entregue a seas proprios recursos.
Entretanto Metz e Strasburgo contrauavam a es-
tar sitiadas, e era Strasburgo o cerco cada vez
era mais vigoroso. O bspo desta cidade incura-
bio-se de entabolar negociaoes com o inimigo, no
intuito de proteger cidade e os habitantes. A
entrevista teve lugar em Schilligheira. O prelade,
depois de protestar contra o borabardeamouto, re-
quereu que ao menos permillissem que a popula-
Cao civil sahisse paja evitar os horrores do bom-
bardeio. Seu interlocutor, o major badense Le-
zinsky. chefe do estado maior da artilharia de si-
tio, nao acquiesceu isso, mas promelleu am ar
raisticio de 24 horas, cora tanto que, do espaco de
urna hora, o commandante de Strasburgo se dis-
pozesse a entrar em ajustes para a rendica i da
praca. Nao tendo sido acceita essa condicao,
continuaram o sitio e o bombardeamento.
Era Pars os ltimos dias de agosto foram pas-
sados em activar e concluir os preparativos da ci-
dade para o caso de am sitio; e no corpo legisla-
tivo discutise calorosamente os negocios da guer-
ra sob varios pontos de vista e igualmente a ques-
lao da dyranastia imperial e as cansas porque se
Dana a Franca.
Entretanto no thealro da guerra gravsimos
acontecimentos se preparavam, acontecimentos
que deviam levar nm golpe profundo ao coracao
da Franca, e provocar urna mudanca completa na
ordem de cousas e.-labelecidas.
O exercito francez de Mac-Mahon, sahindo de
Chalons para Reims, Mezires e Monlmedy, e in-
cendiando o sea. acampamento, procurou fazer
junecao em Montmdy com nma parte do exercito
de Bazaine, que devia sahir de Metz para Etain e
Longnyon
O exercito prussiano, observando esta marcha
para o norte e adviniendo a inteocap de Mac-Mv
bon, deixou o carainbo de Pars, e avancou sobre
o exercito francez e foi cerca-lo entre Mezires,
Montmdy e a fronteira "belga, tendo o cuidado de
deixar cercado em Metz o exercito de Bazaine.
' No da 29 de agosto o general Failly, comman-
dante do 5* corpo de exercito, estava acampado
as altaras de Beaumont, encarregado de defen-
der a passagem do valle de Nousrl; no dia 30, era
vez de se conservar as posicSes que Ihe haviam
sido confiadas, fez descer as anas tropas at o pro-
prio valle, e, julgando-se era perfeita seguraoc,a,
inaodou fazer alto. Horas depois o 12 corpo sa-
xonio que bavia occapado as altaras, escondendo-
le nos basques, abri um .vivissimo fogo contra o
acampamento franpez. Alguns regimenlos tinham
as espingardas desarmadas, oairos ensarilhadas ;
i cavallaria e a artilharia tinham os cavallos des-
arreados : ninguem estava a pereebido.
A desordem foi ao principio immensa, mas com
proraptidao todos cerreram s armas, e os saxo-
nios foram desalojados das poslcoes que oceupa-J
vam; repellldos, porm, os franeezes pela chega-
da de tres cornos allemes, iam suecumbir i tor-
ca numrica, quando Mac-Muhon chegou em sen
auxilio e restabelecen a siluacao depois de nm
combate longo e sangrento qne s a nonte aca-
bou.
3C
tli'J?OJC corP'* dos dizimado.
Dorante a nonte acamparan os franeezes em
posiooes qae exigan pela ana longitade, marchas
wwoaas; os soldados iiveram apenas ne dia 31
io no Rio de Janeiro.
Nao se sentindo em estado de arrostar contra a
onda sempre crescente do exercito do principe de
Saxe, cuja superioridade numrica era grande,
Mac-Mahon dea ordem de retirar sobre o Mensa
e esperar o inimigo em Varee entre Monzn e Ca-
rignan.
No dia 31 recoraecou a lata s 5 horas da raa-
nha, e dorante todo o dia os allemes procuraran)
assenhorear-se de Carignan e envolver a ala es-
querda do exerelio francez, de modo que ae col-
locasse entre elle a Blgica. Es( foi a mais
dispnUda das tres jornadas.
O terreno era defendido palmo i palmo. Bata-
ram-se todos com nm enearnicaovnto e nma he-
roicidade incrivel. Os franeezes resistiram at is
2 horas aquellas grandes nussas que n renova-
vam Incesantemente, sob o deafalqa/j das metra
Ihadoras.
A caroiflcina foi tal, qae o Mer.sa, vermelhe de"
aangoe, fieon atnlbado de caiiarere.
A' nonte os franeezes rtraar .M bbrigados a eflee-
taar ora movimento de retir i(ja MDre gdan, para
se garantrem contra atrk evolucao 4* inimigo
qne tinha consegrado s-aDr at Francheval. Esia
retirada foi triste, nv^ ^^ ^\tm qrfeo dia
"""i! Mti*ai0 :ivo, qne, apaNr'iM o
enormes perdas M allemes opporiam aos esfor-
co& d#ate HfJoa de mil homej, ja canaados e
No da da setembro esuvaro os franeezes re-
dazHlos a 90 mil homens cansados.. com fome e
somno, e os allemes eram 240 mil taomens de tro-
pas frescas.
O exercito francez estenda as soa? lionas desde
Nouvion al Lacbapelle por Donchery, Saint-Man-
ges, Sedan, Bazeilles, Doary, La feUueelle e Gi-
voone. Tinha na saa frente em Remilly o 4 cor-
po de exercito allomao commaodado pelo prncipe
de Saxe, esquerda o exercito do rei, estabelecido
em Francheval, e apoiado pela cavallaria do prin-
cipe Albreebet, e direita os cornos bavaros e
wurtemburguez6.
Empenhou-se a lata s 4 horas da manhaa pela
accao enire o principe de Sase e o centro es-
qaerdo do exercito francez em Doory, e em quan-
to o fogn e prolongava em quasi toda a lioha, a
cavallaria do Orincipe Albrechet e nma parte
do exercito do ni, marcharam rpidamente pela
floresta de S. Ceclle ganharam Villers, Cernay e
Lachapelle, alacand i as aliaras de Givonne. O
exercito francez foi encerrado em um circulo de
ferro.
A tormidavel artilharia eollocada as eminencias
que dominara a aidea de Givonne, crusava o fogo
com a artilharia do principe de Saxe.
Um bosque onde bascara lomar posicoes um
regiment de Inha, desappareceu completamente.
O exercito francez, denatia-se intilmente no
iBeioBtsta chva de metralha, que incendiara as
aldeialde Do-iry, Bazeilles a Moucelle ; a ala es-
querda estendeuse para a fronteira belga.
Dorante a nonte de 1 para 2 de setembro foi
horrivel e quasi inexplicavel o espectculo do
campo.
A cavallaria prussiana bata os bosques da fron-
teira, matando quera encontrava e procoraado ar-
rastar os fugitivos para o territorio belga.
Os bosques de S. Cecile toram no dia 2 thea-
tro de escararaocas soladas e sangrentas. Viam-
se de espaco a espaco sahir bandos de soldados
franeezes d todas as armas, e pelotdes de uhla-
nos.
Na lata foram ra ortos os generaes franee-
zes Failly, Lebmaf e CanroberL O general Mac-
Mahon, rerido no combate de Sedan, conservoa-se
frente do exercito lodo o dia ; aio podendo resis-
tir mais, eolregou o commando ao general Wimp-
fan, e cahe do eavallo devorado pela febre, sendo
internado na Baifica.
O imperadorBendou entregar a sua espada ao
rei da Prussia.
O rei la Prussia exigi que se constituase pri-
sioaeiro o que o parlamontario fosse o governador
OfraHif wimpfea assisnou a capitulado do
exercit*wnconlic3e*. Napoleao fi de carrna-
gem para o quartel general do rei da Prussia, le-
ve ama pequea entrevista com o rei Guilherme
qae Ihe flxoa a saa residencia em Hesse Cassel.
O principe imperial internou se na Blgica, e
dirigi se para Osteode, oode embarcou para Do-
ver (Inglaterra).
Era leda a linha que percorreu o exercito fran-
cez n'esses memoraveis das, em todos os pontos
onde elle se acbou, s encontrou por toda a parte
falta de muoigoas e de vveres.
A incuria e inepcia d'aquelfes que dirigirara
toda a carapanha desde o seu principio mais urna
vez ficoa patate, apparecendo luz do da essjs
faltas continuadas de muniedes e vveres.
O imperador, a despeito das delioeracSes do cor-
po legislativo, ejfle derrocou o de suas funccSes de
commandante em chefe, incumbindo desse mis-
ler o marechal Bazaine, foi a causa desse estupen
do desastre de Sedan, onde foi sacrificada ama
parte das melhoras forgas da Franca.
Sabe-se boje, est bem averiguado que Mac-
Mahon foi obrigado a seguir os planos do impera-
dor em combinacao com o governo de Pars, e
que por isso abandonou Chalons para ir tentar a
projeetada e difflcilima junecao com Bazaine.
So desse movimento vesse podido sortir bom
effeito, incontestavel mente a poslcao dos franeezes
tornar se-hia respeitavel; mas antes de tenta-16
era misler estudar-lho as consequencias no caso
de ama derrota, e esta, bem mostrou quo pergo
so foi o abandono de Chalons para Mac-Mahon,
que, descobrindo o caminho de Pars, facilitou a
iavaso prussiana.
Urna vez feita a marcha do exercito de Mac-Ma-
hon para o norte, e engajada a lula 30 de agos-
to, a conseqancia natural era a estupenda derro-
ta de Sedan, de oode foi desde logo impossivel ao
exercito sahir rom honra.
A readiclo de Sedan foi ura desastre enorme
qae a poltica do imperador prearon e qne as
pessmas condiedes em qne pelejou o exercito
francez completaran.
No dia 3 de setembro anda em Pars corriam
lisongeiras noticias, e as batalhas de 30 e 31 de
agosto eram consideradas se nao como nma victo-
ria ao menos como urna marcha feliz para ura
desenlace vantajoso. v
Na sesso do corpo legislativo desse dia o con-
de de Paliko annunciou que as noticias nao eram
satisfactorias e que Bazaine nao podera fazer june-
gao com Mac-Mahon, e lerminou fazendo am ap-
pello todas as torgas vivas da nacao.
Julio Favre, assenhoreando-se da situagao, na
caraara, pronunciou am discurso enrgico e pa-
tritico, nao s convidando todos s cuidaren) da
defeza naciooal, mastambem criticando aint-rven-
gao do imperador nos negocios da guerra, depois
do voto do corpo legislativo.
Termioou se a sosse sem maior incidente.
A' no uto do dia 3 Pars teve conbeci ment da
exieoso das desgragas da Fraoga no iraraenso de-
sastre de Sedan.
O governo fez publicar e affixar nma proclama-
gao dando coala das derrotas e convidando o povo
a ordem e ama resistencia digna da Franca.
O corpo legislativo abrio-e, e o Sr. Julio Favre
jnstificou o seguale projeeto de lei, caja votaeao
pedio qae s tivesse lagar no dia segaiote, domin-
go 4, e assim se resolven :
Art. 1.* Luiz Napoleao Bonaparte e a saa dy-
uastia sao depostos de todos os poderes qae Ihes
conforto a coosttuigo.
c Art 2. O corpo legislativo nomear orna
commisso de membros, a qoal ser Investida
de todos os poderes do governo, e ter por exprs-
sa missao resistir at o ni limo extremo invaslo,
e expellir o inimigo do territorio francez.
Art. 3." O general Trocha continuar as
as immediacSes do
reoniSo de tropa de linha
palacio das cortes.
O general Paliko deelarou qne todas as tropas
de Paris estavam sob as ordens do general ro-
ena, o qae tranquillisoa os interpellanies.
(r ministro da guerra conde de Paliko propor
gue se Doraeasse nma commisso de defeza Daeio-
nal, qae assignasse os decretos dos ministros.
Thiers pronos que o corpo legislativo elegesse
urna commisso de defeza nacional e governo, e
logo que fosse possivel se convocasse urna cos
litarais.
Jalio Pavre e Gambetta oppoxeram-se qae es-
tas propostas fossem examinadas antes da saa pro-
posta sobre a deposigio do imperador.
A cmara deelarou todas tres argentes, e resol-
vea qae fossem nma commisso, para dar in-
mediatamente o seu parecer.
Neste momento mnilss pessas que haviam en-
trado" no vestbulo do palacio do corpo legislativo,
gritarara :t A' itpoticto I Fioo o exercito I
,As tropas ouvlram silenciosas estes brados qae
eram repelidos por algons dos guardas nacionaes,
all de piquete.
A's 3 e meia horas da tarde a raultido, qae se
agglomerava na praca da Concordia, rompen pela
ponte. A gritara foi tanta, que mal se poda dis-
tinguir os gritos, acompanbados pela Marselheza.
A raullidao invadi as tribunas e vio-se tremolar
a bandeira tricolor. Apenas uns dez ou doze de-
pntadosWoltaram sala ; os oatros negaramse a
deliberar era tamanha agitaeao.
Gamneita intimou ento ao povo o socego, e
restablecido este, enlraram varios deputadoa no
salo. f
O Sr. Schneider arengou ao novo, mereceodo
applansos. Ponco depois houveram novas mani-
festoefles e agtago, e a sesso foi interrorapida no-
vamente.
Gambetta, reappareeeodo na tribuna, disse qne
era preciso socego para que os deputados podes-
sem votar a propoatt de deposigio.
As 3 horas foi a sala invadida sbitamente pela
maltido, qae tumultuariamente! gritava viva a
repblica I Os deputados tentaram oppor-se In-
vasao ; roas os sens esforgos foram innteis, e o
presidente pouco depois deelarou encerrada a
sessio.
Taes foram os oltimos momentos do corpo legis-
lativo que votoa a guerra I
Emquanto isto se passava na corpo legislativo,
a mullida* crescia no caes e praca da Concordia,
a polica era desarmada, e as espadas e barreti-
nas tangidas ao ro.
Ura bando de horaens correa i Santa Pelagia e
soliou Roehefort, Anhnr de Fonviele e outrbs pre-
sos polticos. A raullidao reunida na praca da Con-
cordia invadi e apoderon-se das Tulberias, ar-
rancando as agnias e arreando o pavilhio impe-
rial.
O palacio eslava completamente abandonado, e
s e secretario do general Lopic apparecen para
entregar as chaves dos qotrto?. A iroperatriz ti-
nha fgido s 2 horas n'um trem do caminho de
ferro qae parti para a Blgica.
Nos ltimos momentos, a imperatriz vio-se quasi
completamente abandonada, restandolhe apenas
alguns raros amigos na hora do perigo.
Emquanto estos acontecimentos linham lugar,
renniram-se n'uma das salas do- corpo legislativo
os deputados que nao hiviam sabido com o presi-
dente, para abi continuaren) a discussao violenta-
meote raterromplda pela multidio.
O assumpto era a constituigo do novo governo.
Um deputado do centro esquerdo declaron que a
cmara nao tinha mandato para resolver acerca
da forma de governo e qae o sea stricto dever,
nao quenndo usurpar a soberana nacional^ era
escolher no seio da caraara ama commisso de
defeza para mantor a ordem.
Etas palavras foram bem acceilas, mas lendo-se
noticiado que maitos deputados da esquerda esta-
vam reunidos no Hotel Je Yule, onde estavam or-
gansando nm governo provisorio, a cmara en -
cairegou ama commisso composta dos deputa-
dos Grevy, Lfebre Paetolis e Garnir Pags para
se eotenderem com os seus collegas do Hotel de
Ville e combinaren) entre si os meios de ebegarem
ura accordo, e de obrarera em commnm I
Eram seis horas.
Os delegados do eorpo legislativo foram recebi-
dos na ,*aia do Hotel de Ville, e alli expozeram a
saartnissio.
Julio Favre dirigio-se depois ao corpo legislati-
vo para cammunicar a resposta do governo pro-
visorio constituido no Hotel de Ville :agradecen
aos deputados a cooperaga que Ibe offereeiam ;
mas deciarou-lhes que essa cooperago nao poda
dar resultado algum. Em conseqnencia desta de-
ciso foi declarado dissolvido o cerpo legislativo.
Os deputados de Paris, excepgo5do5r. Thiers,
Acarara conslltuindo ura governo provisorio.
A' noutinha desse mesmo dia 4 foi publicada a
seguate circular :
< Aos seas prefetos, sab-prefeitos, generaes,
governador da Argelia e todas as estagoes tele-
graphicas de Fraoga.
t Repblica franceza :Ministerio do interior.
A deposigio foi pronunciada no corpo legisla-
< tivo ; a repblica foi proclamada, na casa da
< cmara, e um governo de defeza nacional, eom-
> posto de ooze membros Iodos deputados por
c Pars, foi constituido e ratificado pela acclama-
t cao popular. Os nomes sao : Manoel Arago,
Crraleaz, Julio Favre, Ferry, Gambetta, Gar
nier Pagos, Glais Bizoin, Pelletan, Picar 1, Ro-
ehefort, e Jales Smoo. O general Trocha ao
i mesmo tempo mantido nos seus poderes de go-
vernador de Pars, e os seus collegas conferi-
t ram-lhe a presidencia. Fazei affixar inomedialar
mente, e sendo necessario proclamar por pre-
4 goeiros pblicos a presente declaraeio.
t Pelo governo de defeza nacional.O ministro
t do ioierior on Qambetta. >
O jornal oficial da repblica franceza disse
n'uma proclamagio :
t O povo antecipou-se cmara, que], hesitava
em salvar a patria em perigo. Pedio a repblica,
e collocoo os sens representantes nlo no poder,
mas no perigo. A repblica vneta a invasao em
1792. A repblica est proclamada. A revolugo
Liao, Bordeau-t, Grenoble o em todas as grandes
cidaaes ^i*
O goverae de Pars pablicov ama prde^nMQo
dando contada saa missao e eonelqlndo porS-'*
*j si'ienes smHtar; nina nurade'jB r'a sat-
vacao da patria peto exercito e pe naga*.
Gambetta pablcoa tambern oaja-eirculr decla-
rando qae-t a repablica eraann^fovereo JaTIat
fcza nacional, urna repblica de combato seNsdSW
, s contra os invasores. .
O goveroo-tomou nanitas medida de inieresse
pohtico e econmico, e mandn sabir dos departa-
mentos do Sena, e Sena e Oise todos os allemes
munidos de autorisagao, no espaco de 24 lloras.
0> represeutantes de varios paizes reconlwee
ram o governo da defeza nacional da Franca, fof >
depols de receberem a circular do St., Julio
Favre, daodo conta dos ltimos acontecimentos de
Paris
Todos esses acontecimeDtos que lemos* narrado
suceederam-se com ama rapidez lio vertlgioosa
qae o espirito Mea assombrado ante ella.
A capitulagao do exercito de Mac-Mahon, de-
pon das batalhas de 30 de agosto 2 de setem-
bro, a pnso do imperador, a queda da dynaslia
e a proclamacao da repblica franceza, foram
actos lio cdfctmuados, to prximos, to estupen-
dos e admjamreis, que causaran) ura supremo cho.-
que na Eflrjpa, qae castou a eomprehender como,
apes um mer apenas da campanha, poderam el-
les ter loga-1
Tinha sidb a hora fatdica do segando imperio,
qae tanto 'mal causara Franea ; e elle baqwca
enchendo o mando de pasmo pelos desastres qae
cha moa sobre ella e pelas dores qne Ihe legn.
Na vida dos povos ba momentos solemnes em
que todos os etementos parecem conspirar-se para
persegui-los e aniquila-los. A Franea na occa-
slao do Sedan, tocou am desses momentos, qoe
foi o mais terrivel dos desoito annos em qoe so-
bre ella pesou o sceptro da brense de Napoleao
Mas, ordinariamente, n'esses solemnes momen-
tos, os povos como que se transfigurara e appa-
recera aos eraos d Deuse do mando ImmeosameD-
tes grandes e nobres.
Foi o qae acontecen com o pove francez. Sedan
foi para elle o monte da transflgnracao, de ono>
elle se ergueu bello e imponente, esmagando uh>
imperio, que o martyrisou por desoito annos, e
proclamando urna repblica, qae o sen futuro de-
D Denudes.
^ Cahido o imperio, e segundo i promess do rei
Gailherme, a pax enire as dnas potencias belli-
ferantes pareca ser a consequencia immediata
ogica das victorias da Prussia.
Era de natural coosequencia qoe, abatido o
o imperador, depois de pnsioneiro, dopois da ca-
pitolacao do exercito francez, depois de ter si-.t
harailhado Napoleao, e expulsa a soa dyaastia .
era de natural eonseqoencia, dizemos, que o re
Guilherme, que nao quera conquistar a Frang,
propozesse urna paz honrosa e acceitavel mes-
ma Franga, que lioha satisfeito s vistas com qu
a Allemanha invadir o sea territorio. i
Mas j assim nao penas va o rei Gailherme-, de-
pols que se achava de posse da Alsacia e da Lo-
rena, onde se falla alloman e que outr'ora, no di-
lavo secuto, pertencerara Allemanha.
A ambigo, a prepotencia e o orgnlho do chefe
da confederaco norte allemaa qneriam e qoerem
guardar para si essa porgo do territorio da
Franca.
Que importavam -as promessas? Que maior
proraes'a do que a clausula do tratado de Praga
qne diz respeito ao Sehtef wig e Dinamarca ? E
como a tem cumprido a Prussia ?
Nio, para Bismark, para o rei Guilherme nao
ha campromlscs de honra I Nao, para a Allema-
nha que importa annexar e annexar sompre,
embora saltando por sobre o direito dos povos,
embora cramettendo toda a sorte de attenladoj
cootra a liberdade e cootra as leis da honra e da
moral I
Por isso o re da Prussia ni qoiz'onvir filiar
de paz, sem a condicao de que a Alsacia e a Lo-'
rena fossem annexadas Allemanha. Por isso o
rei Guilherme declioou das tentativas interpostas
por alguma das grandes potencias europeas m
favor da Franca.
Por isso,-vencedor em Sedan, o exercito alterna"
continuru a sua marcha sobre Paris, para cercar
o corago do mundo I
O exercito allemo seguio por tres caminli i
differentes : o primeiro por Reims, Epernay, Cha-
teau-Tbiewry e valle do Mame o seguudo por
Laon, Soissons, Pontoise e valle do Oise ; o tereei-
ro por Troyes, Montreau, Meln o valle do Sena.
Em quanto estes corpos iam caminho de Paris,
novas forgas atravessaram o Rhno e iostallaram
se no territorio francez.
Em Paris os acontecimentos foram -segurado seu
curso, e nao so a capital, mas tambem as outra.*
cidaies importantes encetaram novos armamentos,
e iam completando os seas vveres e municScf.
As pragas fortes, qae se achavam cercad. **
sa poca continuaran) a resistir, e algumas del-
tas repelliram os assaltos cora um denodo c redor
de todos os elogios. Strasburgo, Verdun, Meiz.
Laon, Toul e Montmdy honravam o nome fran-
cez.
Foi por esse tempo que o governo de P;ir3 in-
cumbi o Sr. Thiers de urna missao especial junto
aos governos de Landres, Vienna e S. Peter.-hurgo,
nao s com o fim de dar-lhes conhecimento do es-
tado desesperador que legou Franca a impericia
criminosa do rgimen cesaran, e pedir-Ibes o
reconhecimento do novo estado de cousas, roa?
tambera com o Ora de sollicitar-lhes a interveiga
para urna, paz honrosa para a Franga.
Igualmente por esee tempo foi mandado Flc-
renga com nma missao especial o Sr. Senard, qu>;
figurn as scenas de 1848.
Foi anda por esse lempo que se espalbcu pe
Europa o boato de ama monstruosa e impos>vei
restauragao bonapartista, feita pelas armas prns-
sianas eom o concurso das cmaras francezas, dis-
solvidas pela revolugo do 4 de setembro, a pos a
jual tar-se bia a paz sb a base da cessao territo-
rial axiaida pela Allemanha.
Esse boato nao foi totalmente infundado, o nao
est feita em nome do direito do sal vacio pnbli- era de admirar qoe nma restauragao fosse eogi-
sjzas funegoes de governador geral da cidade de
Pars.
c Assignados.J. Favre, Cremlenx, Barthelemy
Su Uilaire, Duneau, Garnier Pags, Lorient, Ga-
sear, Stenackers, Magnin, Dorieo, Ordmaire, E.
Arago, Joles Simn, E. Pelletan, Wilsen, E. Pi-
oard, Gambetta, Gijot, Moni-Payroux, Jachar,
Lecesne, Rainpont, Grault, Manen, Jales Ferry,
L. Fonal e Beihraon.>
No intervallo da aonte da 3 para o meia dia de
4, a imperatriz reuni o conselho privado e o con-
seibo de ministros, para se tomarem as providen-
cias que os acontecimentos. pedium e salvagoar-
darem os direitos da cora.
No domingo 4, ahio-se a seasao depois do raeio
dia, porque gra^e parte dos depatodos se bavia
dirigido a 'Vnoeratriz expoodo-lhe que em vista-dos
sens 'atados poderes, d gtavldade das c\r^
c-imsiancias, abdicsssa i n
Abertss8o> esquerda protastott oomr^
ca. Cldadios : vigiai pela cidade, qae vos est,
confiada. Amanhaa seris co o exercito os vin-
gadores da patria.
O ministerio fieon assim coroposto :
GamsRAb Trochu, presidente do governo, com
plenos poderes militares para a defeza nacional;
Julio Favhe, ministro dos negocios estran-
geiros; ^
uou- AMnTTA, mioistro do interior;
G8NBRAL LBito, ministro da guerra;
vica-AmiRARTE TomKHon, ministro da ma-
rrana ;
ommiux. ministro da josoa ;
moard, ministro das fraanoas,
Julio simn, miniure dos coitos e da iastruc-
cao publica;
doman, ministro das obras pnblieas :
magnin, ministro do commercio e da agricul-
tura .
Foi nomeado maire, de Paris Etienne Arago, e
seas adjuntos Floqnet e Brisson. Foi tambem
nomeado prefeito de polloia Sr. de Keratry.
Oaroverno pnblicon nm decreto dissolvendo o
corno legislativo e o senado, ontro tornando livre
a fabricacioe venda de armas, e am terceiro con-
cedendo ai mplet todos os crlmes e
delietospolii
A repblica foi proclamada, logo dopois, era
toda pelo aomem que preparou e eseeutou o golpe
de i de deaembro, ba 19 annos, e qae, pouco
dias antes de ser aprisionado, obrigon os exercitos
da Franca a capilnlarem em Sedara.
A Allemanha se livesse feito a pos, eem honrn
para a Franga, depois de Sedan, feria gaobo in-
oootestavelmeoto a admiracao do mando, a amisa-
de da Franca e o respeiito da Europa.
Nio o tendo mito, abalon os sens crditos de
honradez e sizudei, fez pender a opiniao publica
universal para o lado da Franca e exeilou lodos,
os valbos odios da raga, de costamos e de crenr-a*
otra dous povos, que parecam destinados a s>-
amarem e correrera parelhas na civilisagao o n->
progresso-
Ter levado a guerra' alera de Sedan, nao ter
querido entrar tm neajociaeSes para urna paz
rosa, foi nm crtme qoe a Europa nao devia
sentir qne a Allemanha commettessa, e
ella nm dia se ha de arrepender, i
se arrependera de ter consentido ei
Os exercitos allemies iam marefeij^H
sobre Paris.
A missio da Sr, Thier
dres, nio aleaaeando
lianca das potar;
Allemes evs*^^^^H^^M
As r
: I #s;,


1
d Pernambuco
de Janeiro di 1871 g 083'
conferencia
As duaa.
em um at
isso que al
garanta i
esforjos junto ao rei GuUherm
conseguir une le Bismark '
i-.i^'-dHtes bao coneorflarara
daraate as conferencia, por
ido ret Gailherrae. exigia-eorao
____i*io d> hijsiilldatlo a eptrega
inmediata de todas as foniueaja da Alsacia e
Lorena, istoe> Strasborgo, Meta, ThiflnviHe, Soi*
son, Tours e a el
UBcacao que eomi
Postas i ooJijaj ^|
sirel Frawja
mais (significa
Pela conferencia Wgjt oBle de
coaheceu o Sr. Julio Fa
da reduzir a Franja i* coudica de
aeguoda. ordeav exiliado a Alsotia
eaccepacao d fertalezas francesas ais imoor
Untes pelo exordio prnesiano, a entrada do exi
cito prussiaio em Paris, alera de ama forte in
^Kanisacao pecuniaria e em navios da escuadra
.wc-za.
O^foteroo franeei prefiri a guerra todo
transa, "tnr rln radar um palmo do terr'l"r'-' '*a
FraDca, a ter de ceder urna pedra de suas forta-
leza?.
A' es*e lempo j se acaava estabelecida em
Tours a sea* do gavereo da Franja, e apenas
tiahain lcado em Paris alguna membros d'essp
governo para melhor dirigirena m ooiMes e M
'. borneo* da capital, onde Trocho eropenhava toda a
sua actividade e inteUigeocia para tornar ama
praja iqexpugoavel, e oade era eiapregado indo o
qae a setencta moderna tem de eltw e mais
aperfeijoado para dificultar ao exercito sitame
m boragardeamento, e araenisar aos sitiados os
horeotes^'esse ffagello.
- A' jss% lempo tamben Laon tinba-se rendido,
havendo na cidadella urna explosao mortfera, na
oeca-i %m que exercito allanlo tomou posse
da fortaleza. Perecerem 368 guardas movis e
ruiianos a fqcam mallos ftido?, entre os
Lf princpe7aeecklembargo.
Bons foi inirrasda U par render-se, e o
commandanie de-joVou estar resolvido a fazer sal-
tar a fortaleza antes do que reuder-.-e.
Verdn, atacada pela segaoda vez, dedarou a
inteacao de resistir at o frn.
Montraedy e Toa! repeliram as tentativas iai
migas coptra suas muralhas.
A Iota foi vivjssima em ambas as pracas; e em
Tool, 10 e il os ataques orara muito renta-
dos.
No dia 3 Tonl capitulou sob as mesmas base*
da capitulajao de Sedan. Tool era urna posijo
mu imporiaote, por que dominara os caxohos
de forro quo commuaioam a Alsacia e a Lorena
com a Clumpagae e Isto da Fra.nse, onde se acha-
varo operando os Alletnaes.
No dia 27 Orleans foi evacuada pelos Francezes
e pouco depois occupadpor 23:000 AJremes.
No dia 28 de setembro Strasburgmcapitulou,
depois de urna heroica resistencia 3l^oit de se
achar a cldade quasi toda em ruinas e os habi-
tantes dizmados pelas bombas prusiana?, que
, foram laucadas fortaleza aro numero .extraordi
nario.
Strasburgo era urna das pracas fortes da Ffan
ca. A pervcrsidade dos siuantes qne all, como
em toda a parte, oio teve lirones, reduzio a bella
cidade da margero do Rheuo um.estaio deplo
ravel.
Por esse lempo j Paris se achava cercada 1
procurava communicar-se com o resto da Franja
por meio de ba!i3es e de poral/os-correros.
Em torno de Paris comecou enlao urna serie de
pequeos combates e reeoniros, era que ora co-
lhiam vantagens os sitiantes ora os sitiados.
O Sr. Julio Favre publicou o seo relatorio, diri-
gido ai3 collegas do goveruo, sobre a entrevista
que livera com o conde de Bisroark, e nelle expoz
(odas as peripecias das negociares tentadas com
o Qm de iratar-se da paz.
O conde de Bisroark poblicou urna resposta
esse documento, contestando varios pofitos da cir-
cular do ministro francez, e dize.ido qne nao exi-
gira como garantas para um armisticio nem a
rendicao de Melz nem a cccupaco do Monte Va-
leriano, mas Stm a rendicb de suasborgo e a de
Verdun.
Fosse como fosse, o que facto 6 que malo-
grou-se a tentativa por culpa da Prossia, e
quo o mundo vio ento um facto nico nos an-
naes da historiaurna cidade de 1,800:000 habi-
tantes, cercada por 300.000 horneas de tropas
aguerridas e bem disciplinada-, empentando todos
os seus oifurcos para urna resisteQ;ia todo o
trance t
O exercito que sitiava Strasburgo, logo que
a prarca capitulou, raarebou para o interior da
Franca, indo urna parte reforjar o sitio de Par"
e ouira seguindo caminho de. Lyon.
Em P.iris deraa-se, intramuro?, algumas
desordena provocadas pelo; revoltosos, mas sem
cjusequeneias. Os prassianos coaiaram, porm,
qae-as disseosSs intestinas facilitar-Ibes-hia a
o^upscio da capila!.
No da 2 do outubro os allemiei ociupararo
Le Mans.
Creil, no doparlamento do Oise, foi occapada
tambero.
Bitchc nao quiz render-se intimacio que ihc
foi feita, e no dia 1." coraecon a ser bombardeada
Brisach foi urabem iatiraada para render-fo e
nao acquiesceo, No dia 8 comecou a ser turo
bordeada.
O membro do governo de defeza nacional Mr
Lon Gambeta sahio de Paris em nm baln, diri
giedose em seguida para Tours, sendo alli aco-
Ibidj coro todo o enthusiasroo.
fiarabela poblicou urna proclamajao, diiendo
quo liavia 500,000 homens em Paris, que as for
lificscdes ttohain 3,300 pejas, que diariamente
se fabrava nm railhao de eartuxos, qae havia
ires liabas de defeza, sendo a ultima a das bar-
ricadas, alraz das quaes os habitantes de Paris de
fenderiam a repblica, qae Paris eslava inexpug
navel e nopodiarceoquistada por assalto, nem
toma Ja por sorpreza, e auo no era possivel a
sedij-j nem erar provayel que liouvesse fome.
OSr. Gambeta foi a Tours com ins'.ruccoss
do g.iverno de Pars para dar maior impulso e
mair harioni.i a aejao governamental no.i de-
partamentos. Chegado a Tiiirs, e quando a mul-
lida) o acclamava, foi jaoella e" annunciou
quu ia ser afflxadaurna prbclamacao coro asn-
teucois do governo de Paris : Vim aqu para
tralialhar, disso elle, deverao3 ser parcos em de-.
m viisirajoes; irabalhemo?, pois nao podeBos per-
der um minuto.
O essecial era arraoj ir um general hbil e ca
paz de fazer nos departamento o que Trocbu
coti blico meio enervado por nm rgimen de coni-
prooso, ti armar os brajos que esse mesrao re-
gitrom nao qaiz nanea armar, com reeeio deque
ellos um da se rolla orginisando ao mesmo tempo nm systema do de-
feza proficuo.
O exercito franeez do Loire, composto de
80,000 homens e s orden 1 do general Lamottc
Rouge, que fez a campa una da Italia, preparou-
se paca c-perar contra os prussianos entre Totirs,
Blois, Orhans, Viezn, Boarges e News. Estaa
manido de artilharia raiada servida por bastante
pineal.
Guibaldi desembarcou em Marsettia i 9
de outnbro-chegou a Toors.
O' francos-atiradres rwr esse tempo pres-
tavam valiosissimos serWioos, m a sorte os pruSsiafros nos afrederes das cidades
jindas e al fl? Alsacia e na Lorena.
Eiwrnon foi flce*p;'a no dia i petos a#owes
depois de hu renbklo combate valorosamenie
so tentad) pelos guardas movis e nacionaes
sysematica do nosso aniq
the t deshonra,-m; aTObc**retfclle*j
querem punir com a- marte; E
. t Preflro-, os.nosos pa-lccirnentos o 03
perigot i arabijio ioflexivel e cruj do nosso ni
ma
H
chai ilna;
^__
MM. foi levada i
tabodono em qae a* d<
Strasburgo I acto u durante dona mwea 4 he
roica 4aXeza,
hado rt-h
^
n pertr tumi ptira de uuu ftri
((kmti,mtka')
PERNAMf
nm_
pulmonar.
-aos, casada, S, lo ; phtysta
7
Houve Umbem Um combate em Tory, a 801 -m *ii ciilsada.
kilmetros ao sal-de Pars,' eMre PHrrivers e Jan-
ville, sendo Tonrv oceupa Ja pl< francez?s de-
pois oe abandonada pelos prouiiitnes.
Os prussiaOos oceuparam BeaUvais.
Nidia lO'aaforijas rrimeeaas, que o*eu|ia*am
Arlhetray, forhm'WtWi.
Os alimllwitaearatn Chtr9e;jpem'le Bnu,
e foram repellidos.
No dia 10 de
\ potencias
qual expdz varas
lidade da fem e da
-renJ
pode i
dap*i< d
gtvaraoadio
_ dou
Plourens, redactor da Patria em Perigo,
fea ama demonstrajao na praca do Ho
sem consequeocias porm para a tram
capital.
O oonde de Karatry eahie de -Pfi* a'aafcal-
lio, e, depois de ir Toors conferenciar com o
Sr. Gambeta e os membros do governo, parti
para Madri >, onde teve varas conferencias com
o general Prim na tros per *njg*as da tespa-
nha. O ftra de na misiao foi tpdo peltico e li-
gara se a inlrreiiio amistosa if aquel le paieiios'
negocios entro a Franca e a A|leraanru.
O revrraTOcnto da oplhito daEnropaemen
tido fjvuravel aosrancezes era por esse tempo
multo lisongetro, e na inglatrra, onde princi-
pio reinara o prussianismo, naes, tenJ : testa e Times, se prooueeiaratn aoer
laowBte contra a prepotencia da Prussia e a- ma
aofaijao do con^aiata. M'esse sentido houveran
vmtings em varios-pontos da Inglaterra e n'ou
tros paizes do c abnente.
No dia 14 de outubro -o Sr. Ganahirtia ptocla-
mou ao pavo, aaiunciaudo que Paris ae conserva
ria firme aoseu posto de horra e que os parisin
ses tintura faito urna surtida 12, comando mu
las vantagens pelas armas.
No da 13 houveram tambera combates em
Bagoeux e Clutiilua, oblando os fraacezes aigu-
m.is vautagens. O palaeio de S. Gloud ora io
cendiado pelas bomba* franeex-ts lanzadas contra
o exercito alli acampado.
N'ium orda feita^ li, os franceaes foram
repeliidos.
Os allamaes avaocaram sobre lilois, Tourae
Chaieaudan, e o governo tralou desde logo de
resolver eua raudanca para ostro ponto.
Na manlia de 16 S:>isson; eapituljo, .depois
da um cerco e de ama corajosa defea de tri se-
manas e depois de um activissimo 'bombardea-
mento de quatro das.
Os allewaes tomaram Chaleaudun, depois de
um cmbalo de iO horas com 08 fraoos-.itirade-
res e a guarda aaovel, que Bzeram orna heroica
resistencia.
No dia lo a guarnicao de Neuf-brisach (ez
urna sortida, e sorprenden os alleaies qu foraa
obrigados a abanlonar Heiderem e Viokelsheinv
Neuf-bmach situado na margem esqoerda 00
Rheuo, 15 kilmetros de Colmar.
N da 18 os prussianjs aiacaram o reduelo
de Haote-Bruyeras e o forte de Bicetfe ; a lata
fji renhida e durou 3 horas. Os francezes obti-
veram vantagens e repelliram os allemaes cora
omitas perdas.
Em Epinal os franco-atiradores Iwteram a
avaocada prussiana.
No dia il flzeram os franeetes orna sortida
do MoutB-Valeriano curo ronita Jorjas e cero 40
pejas; mas foram repellidos para o forte.
s allemaes tomaram S. Qaintio, que, no
departamento do Aisne, liii kilmetros de Paris,
urna das prineipaes cidades mnnulacttireiras da
Franja.
Vernoo, na frouteii da Normandia, foi bom-
bardeada.
Qhartres, capital et-Loire, 88 kiloaaetro? a sudoeste de Pars, foi
Hada por 25,000 a I lamaos e rendeu-e.
No da 21 os allemaes foram repeliidos em Gha-
ti:loo-lo-duc qaaudo marchavam sobre Be
anijoo.
No dia 21 eapituloa Schelesdadt.
Os francezes foram balidos entre Vesgual e Be-
sanepn.
O conde de Keratry foi encarregado do com-
mando da guarda movel em.bilisada do*.cor-
pos francos dos departamentos de Eicislerre, Mo-
nbihad, das cosas do norte, de Isle, Villaioe e
Loire inferior, e revestido de pleno poder1.
O general Bourbaki foi noroeado comraandante
do exercito do norte.
Garioaldi foi uomeado commandanie djs vo
luniarbs dos Voges e parti para Besanoon a
por-se sua frente.
Meta contiBuou a resi r heroicamente, repe-
lindo mnitos ataques feios i suas trincheiras. As
soriidas mais importanles loraiu as de 22 e 23 de
setembro e a de 14 em que Bazaine gtiiou i aejo
8(1:000 homens.
Em Marselha o partido exallado pez i cam-
po tima rcvolta e trouxe os espritus Bobre-excila-
d'js.
Esquiros, o commisfario do governo em Marse
Iha, decrelou a expalsao dos jesutas, a upresso
do jornal minarchico Gazeta io Meio-dta e a drs-
soinjio da guarda cvica.
Gamboia foi Marselha, fez revogar os alu-
didos decreto, o den a demissao a Esquiros, no-
meando para o substituir Mare-Dofrais, com-
missario extraordinario.
Rilas orden?, porem, do governo provisorio ao
foram obedecidas. Os clubs revolucionarios de
Marselha reuniram-se e inliroaram a Dnfrais quo
nao tomasse posse do cargo, sob peaa de nio ser
obedecido, e convidaudo Esquiros a coniinoir
frente do governo de Marselha. Este Jeelarou
que assumina o antigo lugar, so o governo Ihe
approvasse as suas determinaces passadas, pre-
sentes e finura?.
Os clubs nomoaram urna commissao de 30
membros, quederam o ululo de Communa
Jljal assnmio toda a anlorirlsde em Marselha.
c;ndo de Chambord 011 Henriqoe V.comoj
ilie chamara os orfeaoislsi, dirigi Franca nm|
manifest, dizeit'on que 6 a monarehra hereditl
ria e tradicional, unida todo o piiz, loria forja
bstanle para repellir e arrojar do territorio fran-
cez 03 invasores, ou para obter deiles ama paz
honrosa.
Melz capitulou no dia 37 de entubro, antre-
gandose a fortaleza, o campo fortificado, a guar-
ncao commandada pelo general CofBnirei e oex-
ercilo s ordens do marechal Bazaine. As toreas
eram em numero de 173:000 horrura?, enire os
quaes 20:000- ftidos, tendo i aa fronte 3 mare-
chaes de Franja e 6:000 offljiaes.
Penosamente impresionados com esea rendijai,
os esprttos dlvagaram era busca d) motivo que a
detrminou.
A entrega de um exercito de 173:000 homens,
apoiados n'uma forte praca i guerra, tendo na
sua Trente um exercito invasor "tte 200:000 ho-
mens, em paiz estrenuo,, cercados de diflleoldades
as suas communieaj5e9 e no seu municiamento
um facto urrico na historia das najoe, e veio
eslabelecer o parallelo eom a tremenda e-htetoosa
caiasirorihe de Sedan, ende pereceu o"*lmperio
f-ancez 1
Em presenja de aeohteimehtos de tal ordem,
fot e anda incrirel, corno o poro franat-z se
nao levantou como um s hornera para fazer ma-
sar a serie de horrores do que a sua patria tem
sido victimas para defender seus lares e sua fa-
milia, immolados s cruezas e ferocidade de urna
aeWadesca iafreae, que parece antes urna onda
de vndalos do que o exercito de urna naci que
pul, Laea
eremos horron'
1 o* estraga pr.)iutios
deatncnjf^aas entregft
Jrecursos. tem y*
i, aceitando as mais hurailh
nL 1 presid
cercano oT^emi4rVTB^TWWo* exdneri
zes, e,depoijjB algumas tentativas accei dp-MPt
rxlu"
U
"
ira ewniDaw, sein tontai itioiiiubiiutijiiu ja-ATOuq
mas tarabem, sem'que durante esses loogeadias Garanhons, eo
om-corpoTrancCT fse inqutottr os "slthrttons e
secundar aa sortidas tentadas por aqueHa. ge-
marca de GaraDhans 1 c"e > broacbi
wAi Tantn o lao eoawia4as*cai4tulajdes constitu
em um facto cruel para oa bros e para a honra
franceza que ellas macularan].
Mas o que menos se comprarwnde qae se ten ha
deixade entregues seos unjo s recursos essas
taatas pracas que se tem renajdo
Garobetta, annnneiando no dia 30 a c^rjiUtUjSo
de Metz, diaae :
O general cota Me a Fraoga eMttva, pecar
da campanea 4 Mxico, effndeado a
exercito, de-qun linha guarda,
de Bismark diri-
memoraum, Do.
sobre a posaibi-
ojlej 'entar sequer um esforjo supremo,

lidade de
nflMB) pftr
2 mllhos de
'rauca nao tiresae
H^Bea wlas para o armistkrto
Sr. Jutio ftarre,
^^^Hhporj^aliiudadt da* coose-
aacez.
Se BUmark qoeceu-? de
condijOes
aeio
mens, rime mil fertdo, espngard*,'
deiras, e a mais ratete etadWia
Para tal en rae nao tem a jus^ 1 punido
Gambeita terminan a proclan:
patarras !
' R*un6s proraptos para a ubi
em face do inimgo que tudo fa
>s readermos. A nossa-,
ood-ioa
a inde;.uJ.-n.-,.i a
neral.
'.o o velhu ginar*I Coaogarnier, n repuhcano
tnlmtgo impfacavel do imperio, quo acudi na!
.bara^do^iierigo apelejar pela Franca, quera aego-
cuu a capilulajo; e ss generalaboo >a a"con-
ducta dn.Baaiiw, atjaurpoblicaaa.fije faz.
Knborai-so; Bazaine oi pusilnime ero'BO
twttar um supremo eater), qtie.a!< Suas trepas
desejaram e pediram.
Por esse tempe, e auxiliado pelos bons dul-
cios da Inglaterra, o Sr. Trers foi incumbidode
entabofar no*R3ni'gociav8es^^ira : e^nsfcncSo de
ara armisticio, tendo par tin facultar Franca a
eli'iad d; urna .asjemba crVnstiainte, a quera o
governo prov3oii>eiitiegasse as rMeas da^diree-
jSi) dos negocios pbbHos.
Gom esse Intento foi o Sr. Thiers i Versaillee,
onde se achara quartel general prussiano, n
Idia 31 de outubro ao meio dia, para proporas
bases d'esse armisticio. base3 qae o general Tro-
chu no dia 1 de novemhri anxou em ama pre-
clamacio e qad eram as seguidles :
i.4 Durajao de 23 dias pelo menos para o ar-
misticio ;
< 2. Aprovisionamento de Paris, durante esse
tempo;
3.* Blretto de votar as eleij5es da assembla
nacional aos cidadaos de todos os apartamentos,
sem excepjao. t
Essas ires condijiles eram inafienaveis e sm
tilas o governo dectarou que nao aceitera o ar-
misticio.
O Sr. Thiers leve varias conferedNUs com o con-
de de Bismark, e a negoeiacao foi segarodo o seo
corso.
Entretanto no dia 31 de outubro rebentou em
Paris urna revolia, que por algumas horas troaxe
os espiritos assorabrados, mas que felizmente foi
strffocada, com ganho de cansa pelo goveroo que
achou um poderoso auxiliar na guarda nacional.
Trochu e 09 minisiros foram aprisionados pelo
revoltosos no Hotel de Vrlle, e pouco depoi* foram
sollos pela guarda nacional. Areroiia oou en-
lao suffocada.
Os membros do governo declararm entiB qne
nio pofliam tratar do armisticio, sem que a popa-
lacio de Paris sepronuoel.isse, depois dos aeonte-
cimenios havidos. O povo foi, pois, convidado" ao
saffragio universal, declarando por sim ou n3o,
se contiquava a manter conQaoja no governo da
defeza nacional.
O comicn leve lagar no dia 3 de novembro, e
urna niiiorta immensa, imponente, sem replica, de-
claroa qne sim que tinha comianja no governo.
A' vista d'esse resultado, expresso por qaasi
500,000 votos contra W,000 apena?, ogovemo
tomn medidas repressfvas contra os revoltoso?,
que assirn nerderam a occasio de auxilarem o
exerc^o sitiante.
Sim* perderam a occasiao de prestaren auxilio
ao exercito inimgo rpie sitiara Paris, porque Ju-
rara 90bjagados pio poro sensato, pelos homens
amigo. do seu paiz.
Tudo lera a crer que essa revolta foi feita de
combinajao com os inimigos da Franca. No cam-
po p'russiano sabia-so d'ella dons das antes de re-
bentar, e Bismark nao so peljnu- de confes3ar que
as desordens que deviaw rebemar era Parts erara
um f>rte auxilio qom que contara para mais de-
presa penetrar na cidade o dictar a paz como Ihe
approrvfsse. ,
A Providencia, porm, e o bom senson maio-
ria dos tillados frn-traram es9es planos d negra
poltica de Bismark, quo s tveram como resolta-
do empecerem as negociajSes e fazerem mais urna
voz ba'quear a iJa de um armisticio, que fosse o
prenuncio de urna paz honrosa para a Franja e
de amisade entre os dous paizes em Iota.
Cora effeito o Sr. Thiers, comroissano do gover-
no provisorio para as nrgociajdes do armisticio,
nao pode chegar h nm accordo cora o conde de
Hismark; e, jamaos dias depois de enceladas as
conferencia a, leve elle ordem do govefoe de Pars
para deixar o campo prussiano.
O abastecimento de Paris foi a pedra angular
que fez baquear o edificio do armisticio, porque o
general Molike nio quiz consentir nesse abasteei-
mento se nao com a condijao de ser entregue ao
exercito sitiante um equivalente.eslralegico,nm fer-
ie de Paris, por exernplo.
Com taes conJicSes vtl-se bem que era impossi-
vej o accordo, e que a Prussia procurava evta-le,
'alim de coutirmar su.is atrocidades sem exernplo
oa historia univeisal dos lempos modernos.
Exigir um forte de Paris como equivalente ao
abastecimento, era pedir, era exigir antecipada-
menle, a rendicio da praja; por que, depois do
armisticio, sem duvida a Prussia faria exigencias
lao exorbitantes para assignar a paz, que o gover
! no ou aassemblea eonstituinfo nao poueria accei-
ta-las de boa vontade, sendo isto obrigada pela
posicao do inimgo, que eniat teria a chave da ei-
d.ide.
Acceitaro irmisiicio por 25dias .samo aproyi-
sionaroeaio.'fra evideni^radule adjalar de 25dia?
a possivel rendigao de Paris, lesfafcaodo os sens
eje/ros e pr lano dirainqmdo as probabilidades i
I de urna maior rasislenria.
Com umt tal condijao, no flm do armisticio as j
cousas nao eslariam un p anterior, nio haveria
o tlalu quo oecessario para que os dous exercitos
si achassem em coniijoes idnticas s que manti-
abatn no cornejo dessa suspensio de hoslili
da des.
P. r tanto o arraslicio seria, como disse o Sr.
Julio Favre, urna capilulacad. praso flxo, por
que, ao passo que os sitiados se desfalcavam, 09
sitiantes se poriara em melhores circamstaocias de
obrigarem a cidade a capitular.
A ruptura das negociajoes foi commanicada
oflicialmeute a agentes diplomticos francezes
junto s potencias estrangeiras por urna circular
do Sr. Jnlio Favre, em que o llustre estadjsta dis-
cuti e analysou tod?s as pretenjSjs do "governo
do rei Guilberrae.
O Sr. de Bismark por seu .urm dirigi a seus
agentes diplomticos urna circular sobre as confe-
rencias de Versa'hee para o armisticio, na qual
o chaocellerjprussiano fez Iongas considerarles era
apoto das exigencias para a concessao do armis-
ticio.
Maa foi o Sr. Thiers, o proprio negociador desse
suspirado armisticio, quera desvendoo, no leu no-
taril.m0tm>randum sobre as conferencias de Ver-
salitas, todas as peripecias 4essa negoeiacao, fa-
zen do ver Europa e ao mundo alnale im as
exigencias do conde de Bisroark, do homem mais
perigoss que o continente encerra. O Ilustre e
notuvel e-udisU n'eese impartanii.-simo documento
nada deixou a de-ejarsob oa varios pontos He vis-
, ,Caaiai>o B:rnardino dos Beis Im>.< Prel
rreo^aTTamnBT etaBroho: 'y***
'*^ym,tM, ENDIClDADE.-Por portarias da
PrM'dejK da provincia, de 5 do correte : foi
? ''W *mm*to,-4e ^feetnr. huetino do
Asylo de Meodicidade o Dr. Jos Mara Moscoso da
Vaga Patada ; foi. naraeddUpura m subftUhir,
tambem inlerinaraente, o coronel Agoslinho Bezer-
ra Cavafcapte.
GUAailAiiA10NAL.--Por ponatiada presi-
dencia da provincia, de 3 do crreme, manou-se
dar ima de pasatgem para o municipio de Caba-
ce?, na provincia da Parabyba, ao alfares da 5.*
eeapaahia do S3. batalbao de infamara, do mu-
nicipio de Liaioeiro, Joan Gorreia de ^ueirot
AOTOtlDAOE POLICfAL.-Por portarla da pre-
sidencia da provincia, de 5 do correte, foi exo-
nerado, bem do servieo pubhco, Jos Beato de
Oliveira de eabdelegado do termo de S. Beato.
PROPESSOR PUBLICO.-Por portara da presi-
dencia da provincia, de 5 d correte, foi Hornea-
do Aquilino do Mllo Caruelro, professor publico
da cadeira de insiruejao primaria do pDvoado da
Malhadinha.
CORPO DE POLiaA.Por, portara da presi-
deoj'a da provincia, de 5 do eorrente, foi arbitra-
da a graiiricacao measal de 30*000 res, ao segun-
do sargento do extracto corpo provisorio de poli
cia, Jos Felippe de Santiago, viato ter rebebido
em diligencia policial feriraeoto que e roposslbili-
la de prover sua subsistencia, de accordo cerno
artigo 88 do regnlamento de 2 de dezembro de
ia3.
INSTUQAO PUBUGA.Ach-se fuocoioon
do desde o dia 7 do correte, na Cr das Almas,
a cade ira de iostruecao primaria do sexo femlni-
no, regida pela profeseora a EXraa. Sra. D. The-
rea Emilia de Souza Gomes.
FERIMENTOS.As 10 horas da noite de 27 de
dezembro, na povoac>j de S. Benedicto, do termo
de S. Bento, dous individuos teotaram assassinar a
Manoel de Siqueira Passo*, ferindo-o mortalmente,
eendo presos em flagrante, apezar da forte resis-
tencia que opposeram, e da qnal sahiratn feridos
um menor fllho de Paasos e um outro filho de
Joao Promeni N n.
AFFOGAMENTO. Na povoa^o do Caxangi
morreu affogado casualmente no rio Capibarioe o
erioulinho Alfonso, de 3 annos de idade, escravo
da Exraa. Sra. D. Clara Mara Seve.
DINHEIRO O vapor ToeaiUms levou desta
para as pracas abaixo as segrales quaatlas:
Macelo 500*000
Baha 1:838*450
Rio de Janeiro 620:170*521
Sendo da ultima quantia pertencenies ao thesouro
nacional 6004)00*000.
O Cururtpe procedente de Mamanguape,
trouxe para os sanhores abaixo a eeguintes quan
tas :
Angusto F. da Silva Leal & G 1:668*000
Gonjalves Irmaos k C. 383*000
VIA FRREA NO CE ARA.Leraos o seguinle
nos Jornaes de Lisboa :
t Urna compantiia denominada Cearense ria
farrea Balurit testa da iaal ?e achara como
emprezsrios, os Srs. senador P. Pompen de Souza
Brasil, coronel Joaqun di Guaba Poreira, Drs. G.
Baptista Vieira e Jo Pompea de Albuquerque
Cavalcamo e E. Brocfctehurst, va emprehender a
conslrucjo d'esta importante via na provincia do
Cear, coinrauuicaudo coi^i as ricas povoajoes de
Acarape, Pacarnba e Maraognape, lado poatos de
valiosos depsitos de algodao, caf, borracha, o>u-
ros salgados, etc. Segundo o prospecte e descrip-
fao que o emprezarteefkeram imprimir e publi-
car, a empieza nao s promelte ms assegura lu-
C103 considerareis. A empreza tem o privilegio
por 9) anuos e o saterio de 4:000*000 res, per
legua durante 10 aunas.
O Sr. Autonio ;da Malta Marque?, amigo nego-
ciante do Para e boje residente em Lisboa, adia-
se encarregado de distribuir algumas acedes d'esta
empreza, a qual consideramos eoraoam excellenie
eraprego de capital.
t Um dos emprezarios, o Sr. Brocklehorsl, o
Rila Mar i a n Espirito Sanio, parda, PernaniDu-
eoi 4 anB08,.Tmya, Boa -tis y hydroperioardKo,
. hqap,tl Badro H. V .. ,
dro Lniz, prelo, frica, 4o annos, aolteira,
relia.
Manoel,
Antonio ;
F Mara B;
B2 annos,
ral.
Emilia, prel
cife ; bronchite.
escravo, prelo, Pernambuco, 45 ao-
Boa-vista ; molestia no eoreeao.
Peroambuco, 6 mezes, S. Jos ; de-
Santo
parda, Pernaeaboeo,
amoleeimento eere-
irobneo, Made ignora -se, Re
an-
S.
Victorino, escravo, prelo, Peroambuco, 38
nos. Santo Antonio ; coqueluche.
aria, screra, parta, PeHwmboeo, 1 anno,
Jos ; broochjte.
eowneto,'escT!fvo, preto, Pernambuco, 28 aa
nos, solteiru, Santo Antonio ; hydropesia.
Gatharioa, escrava, preta, Prnmbnco, 4S an
oon, aalteire, Boa-vista ; laelrite.
Thdoro Jos da Silva, pardo, Baha, 55 annosv
sonetr<\ Bua-vita; laringiti
Manoel Jpsa. da Olveir.1, pprde, Pernarabnco, 36
annos, aoeiro, Boa vista ; apoplexia, hospiul Pe
dro U.
Mara Joanaa, preta; Afriea. 66 annos, sohef,
Boa-vista ; entorile ehronlco, hospital Pedro II.
Prudencio, pardo, Peroambuco, 2 annos, Boa-
vista ; hydrocepbalo.

da ver
mmm*
ejp
PUBLICACOES A PEDIDO.
Ao publico.
JOAO LUIZ BODOVALHO, RENDBinO, E ANTONIO
GCNfALVES FEHKF.IHA, POSSEIRO E AIIRE.N-
OATARIO O ENGENHO CMANGUEIKA*, SI-
TUADO NA mEGUEZIA DA ESC\DA, RM TER-
nENOS PERTENCENTF.S AO ALDEIAHENTO DOS
INDIOS DA MKSXA FnBT.URZU.
Acudi o Sr. Amonio Goncatvea- Ferreira a s-
Eora, viodo i imprensa, pela qual eu levei ao p-
tico o conbeeimeato de sen mo procedimeoto dos
oossos negocios, e do objecto e fundamento das
demandas que contra elle eu iatentei ; ras.nao
veio explicar nada nem defender se ; veio diz t
em seu conoeituado Diario de 3 do correte, nao
se se nira ou ao publico, que nao ha conve-
niencia era discutir peia imprenta e que j est
sendo discutido no fra e pertHce ao dominio do
ptder judtei no ; e que por isso deixa de dar
desenvolvida reepoeta por ora s arguicoes que
Ihe taco pela imprema na falta de direito para
alterar os actos ; nao porque, tprotesta o mesmo
Sr.)ielle pretenda tirar partido aos trenas e.confu-
sao; mas porque orelende defender o seu direito
nobremtnte.
J eu estoa quasi dando razao ao Sr. Antonio
Goacalves de nao querer defender-se e explicar-
so pela imprensa, porque cora effeilo esta nao
oero a arma nem o campo da nobreza, ao contra-
ro a nobreza nao gosia e tem razio de nao gestar
d'ella ; roas eu nao sei bem se o Sr. Antonio Gon
jaivas j est oobihiado pata ler raza > de votar
este horror ou despreso ao tribunal mais alto da
opioiao publica, e por istp aeho que nao esta a
razio por qn? elle horr.ri-.i a imprensa, e iwr-
tanlo sou forjtto a crer, e pens qne todo mundo,
que a razao disto aquella "mesma contra a qual
prolesy-q Sr. Antouio Goucalves, e sem se Ihe ler
nislo fallado; 6 porque elie pretende tirar partido
ii confusao edu tirvas, pois s os nobres, e da
nobreza do Sr. Antonio Gonjalves, e os que proteo-
dem tirar partido da confusao e das irevas tem
laoto horror iroprensa ; e a ponto de dizer-me
que na falla do direito que eu recorro iroprensa
para alterar os tactos.
Ora, lodos os que oonhcem o Sr. Antonio Gon-
jalves, sahem o quanto elle vivo e esperto ;
como elle sabero Uinbom ludo emurulhar ou dea-
embrulhar, seguodo Ihs coovm. E nao islo s :
de presente est com dwn advugados tabilisti
mo3 e d'esles um dislincto jurisconsulto. A im-
preasa o campo onde com mais franqueza e se-
guran ja ple-se ventilar os fados, desfazer os en-
redo*, e intrigas, romper as irevas coni a raaior
luz que ella derrama, e patenlear leda a verdade
ioteira e ma. Como posso eu, porlanto, recorrer
i ella na falta de direito para alterar os fados f
Parece portaalo que o Sr. Autonio Gonjalves lo-
ga della. porque da faci pretende tirar partido
da confuido e das trevas.
nao i
CoaflWM
' Por isto S. .
vate i lia a
[gravar aa
H .
l
_
nem meter-se
mente.
Nos sos negocios como ji disse sa i
artigo estad nm poaco ooaaplicados, t
s desfilando as trevas de qae ae
L
evitar algoraa carambola ir qae S. .
apprebenioes; ou a eotrada do auis
Os epiheWdedemndlU e e*rf#iar poafica,
non) ajaaea 8. S. si dignou raaaws3ar-aM, ala
podem ser coosideradps por saini ao
recejo de S. S.; nio posso acekar eosaatoaot
dadiva; nao quero glorias aihelas. E isto
porque S. S. bem sabe qna esta a |
que teaha occajo da rec.!rrer. aojjrt
meu oaiz, o astou convencido de mi.
occasiao nio ras vario pronominada ao
Codito S. S. em meu camiobo; a S. S., |
eabe alm de oatras a gloria de miaba
Paree;, porm, qoe S. do propoto
demandisia par? eu devolver Ihe o epitomo por
que tem gloria aislo, pois eio peqneao o i
das demandas i qae S S. tem eos rtt>
dido; por que nunca deu lagrr de ter >
aer autor, e mais ganha execuloado 00 i
promissns coagido judicialmente do qaopotoi
prmente voluntarlo; por qoe nao obstaol
pezas qne faz com sens patronos aa soa
resistencia, sabe e emprega a arte do ao tm \
de a lean jar pelos conchavos grandes atases, pac
isso que tambero se jacta, de que nio pereV la-
manda.
Nao posso tarabem ser utor Ao goverao o qoni
apenas me devo considerar lutelado, por ser bro-
sileiro e nascido em Pernambo.ee, soa ler pedoft
at agora ter em raen poder boas io saosow go-
verno, do qual tenha de dar coala?.
Eagenlio Mngaeira, 7 de Janeiro de 1871.
ioaa UiU ttenuOm,
S
ea-
Oo tataiena) el* Liberal e sa>r.
chele ele po>lieia.
Os horneas do Libera!, o-) proposito do fcrir
insultar aos caracteres mais dfeMaeUo o pofloV
conservador, rao, armados da calumoia o ouotn,
que j'gira coro profesciencia, soso respeit a sao-
raiidade publica e reeeio das prajottoee eojfo-
quirarias, qne resutum de sea prweedtaMOi 00
criterio da imprensa opposicioaista, >
u-,ir do orgao de sea partido, tao eonuais l
sultnrem os adversarios polticos esa oaantajoaa
raesquinhes rdios.
Por essa forma o jornal daoanaado Lasorelojoo
se diz orgao do partido desse boom aesea prona
cia, desee cada dia mais da posijio eoarooeeoar,
grave c reflectida, em qoe dere eotloear-so a isa-
prensa oppo'i'cionista, para 400 posso snereorr
cooflanja e fazer calar no espirito pobtieo o ac-
eusacSes e censara, qne por reatara Moa do ftv
zer aos adversarios e a proporjio oda sorvaOjo,
qae presta, com > instrnmeoto cgo i ira o saao-
quinhos odios de alguns tarjlas poliaao,
dos sem merecimeoto, drame o doiatoio i
rula jai poltica qae se dea o ootoe o Ufa, o*a>
quista a inJiffercnja e desprez) de too* baooNO
sensato, de qualqoer credo poMieo, oa* ooi> p*o
dar sinceramente impurtaneta os coosoros Mb
per um jornal, que despresa a veroaoo o rr-
pira odio e despeito pesanal.
Pcrfeitos esgrimidores da arma da eaeoaania, eo
senhores do Liberal nao cessant de osaoaial-a, -
nestes ltimos lempos o teem feilo o proMl
ludo e de modo i causar a mits viva 1
at ha mnitos d seas correligionarios, a 1
raos ouvido manifestarles de reprovaea a
procedimento.
Nao ha dia em que e Liberar o|o ot an pefr
da calumnia e insultos caracteres teopekl
partido conservador, ijuer sejam fa
bliers, quer simples particalares,
consigam prejudical os ante a opima > 1
isso que a calumnia dosapparece a taz da
e os insultos reverter lolaetos i faca dos
madores.
Baldos de fados em qae possaot honor ao ae-
cusajrjes que dirigero contra oa dilioaaoi o sob-
delegados de polica aos quaes oe proteaoV oov
presiigiar a lodo trame, os homens on LaVrof aa*
trepidaro era ailribuir-fhea faisaovow, o auo oab-
'lartr
jornal olllcial da repblica : 1 Poderla ter
ta das discussjjes entabDiadas as conferencias,
anal-. o seu alto criterio w preleheSm des
arrasoadas da PrnssiU, emana j se tradnalatn
eambi(iio, despreso pero direito e deseje de
Depois, de reconhecida a impossttiihdaaa da
ira arntrstlcto. o conde Oc Brarobrlt
dclarou que e-uva prompto a conseniir qne se
Uzessem as eletjOes no dia previamente tixado pe-
lo governo trancen um'toda a floertade.
Esse offrecimento, eotttnttnleado pelo Sr.Tbwos
aos Srs. Jubo Favre e general Trocha, em wha
con!- K aviBcados, foi guarniente
e uaseava na exciitsao da Alsa-
cia d da Lorena do direito de eleger os seos de-
puudoe, rjermiftldo ao gero pro-
[eoro blotTviaori 1 designar os etdadios daquettes lagares,
Ibo parecessem no caso de repreenu-los no
aacrifiei- j parlamento.
|)^BiH^^^K -.esmo
a AUeraanha
neor;
I!
BJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^OJ^BJ^^Oj^Oj^Oj^BBjr
mia'e -'-,!'. ahaddoaar ft eua sor-
bordad* a
ae.
ate,posto foi
preoedisoeato do go-l
do auee- i wnwj>ri)vjoDriq,Jin *3 vt*3 ceitr m palm.
rpresentant- do Cear da acreditada casa cora
me cial de Liverpool, Siogtehurst, muito conheci-
da em Lisboa.
Consta-nos qae o Sr. Molla Marques se diri-
gi para o flm de que esta encarregado, a diver-
sos capitalistas de Lisboa e Porto.
HOSPITAL POMTUGEZ -Na semana de 1 a 7
do crrente tveram as enfermaras desle estabsle-
cimento o seguate roovimento :
Exiliara em iralaraento 36, entraram 12, sahi-
raro curados 10, morreram de anemia 1 e de fe
breamarella 2. e fijaram 33, sendo 4 deprimei-
ra classe, 4 de segunda dita particulares, 10 so-
cios pobres, 1! de lerceira classe (desvalido?), e
de quarta classe fescravos).
LOTE1IA. A que se acha a venda a 178',
beneficio da greja de Nossa Senhora do Terjo, a
qnal corte no da 12 do correte.
LEfLO.O de joias annunciado para hontem
em coosequencia da anegada do vapor, foi iransfe-
[rido para amanhaa qninta-feira 12 do corrente.
Conforme esta arrannciado deve ter lugar
amanhaa por mlervenjao do agente Pinte, um
grande leilo de movis, louja e crysues no so
bradoda ra do Livraraento n. 33, ero que morn
o capitao Olympio Gonjalves Rosas.
PASSAGEIR03. 0 viom- nacional4Curnpe,
viudo dos pcopos do trortHrouxe os segulntes :
. Antonio Pereira Vilella, Amcrico J. Franjo, Jo-
s Luiz Pereira Lima, Maqpel Memies de Carvalho,
Dr. Benjamn P. Oliveira Miraohao e 1 criado, Jo
s Ramos Catao, Affojo Prancisco Chanttenbre,
Hermenegildo de Soaza Lobo, Manool Francisco
Moreira, Mara Alexandrina da Conceijao, Isabel
Maria da Conceijao.
CEMlTERIO PUBLICO. Obtuario do da 5 d
Janeiro :
Joanna, escrava, preta, Pernambuco, 15 annos
solteira, S. Jos ; apoplexia falniiuante.
Pornucina, escrava, parda, Pernaraboco, 20 an
nos, solteira, Boa-vista ; tubrculos pulmonares.
Francisco, braoco, Pernambuco, 3 mezes, Boa.
vista ; colite.
Maria, preta, Pernambuco, 7 dias, Boa-vista ;
ttano.
Jos Doraiugues Pereira, branco, Portugal, 46
annos, solteiro, Recife ; gastro tnterite.
Vicente Vieira Barbasa, prto, Pernambuco, 70
"annos. solteiro, Boa-vista, ulceras ; asylo de men-
dicidade.
Coroello, preto, Peroambaco, 40 annos, solteiro,
Boa-vista, interite chrouica ; hospital Pedro II.
Joao Jos do Prado, pardo, Pernambuco, 66 an-
uos, solteiro, Boa-vista, trpame; hospital Pedro II.
Flix Nogueira, braoco, Peroamhoco, 53 annos,
eassd, Boa-vista, cancro uo labio tenor ; hesp
tal Pedro IL
Jaeimho Joaquim Pretre. preto, Pernambuco,
3* annos, casado, 8 de Otinda ; wiaao trauma-
neo.
Miguel Aatonio Gaimaraea Pinto, branco, Per -
nambaeo, 93 onooe, aeltelro, Sonto Antonio ; be-
morrhagia anal.
-g~
Joaoulm UrbBo Lumaebe e Metto, branco, 09
annos, casado, Poco; ftaaro hepaiite.
Flix, pardo, Pernirnooro, i aanos, Gapooga ;
convulsdes. .
dot, pardo, Poraaotlajoa, i nanee, Bea-vku ;
ttya#naa.
Maria, parda, 2 aoaos, S. los; bronchile ca-
pilar.
Benta, escrava, prea, Pernambuco, S3 annos.
soheira, Bja-vista ; aoazarca.
Jos Moniz.Gletaeoto, branco, Portugal, 40 aoaOA
May S. S. d-me liceoea para continuar a oecu-1 vara acostumado* a ver pralieado prta* lOarlea
par-roe de no-sos negocios pela iroprensa asse- (des do sec partido epara esse flm ibas sor*
guraodo-rae que elle nao voltar. Aeceilo, pois,
agradecido sua permisso, nao soibem9e eslimando
que cumpra, ou se temando que nao cumpra a
sua promessa.
" Elle proroette, porm mais, quo quanda as de-
mandas esiivereo lin la-, d^r, su eu quizer, sciee-
ciaao publico do queoceorrer em relaj.io aos.ne-
gocios de que me oceupo.
Nao sei a viata disto, se o Sr. Antonio Gonjal-
ves esi zombando coraigo ou coro o publico.
Nio porm, s para alterar os fados que en
ven lio a imprensa, e Ihe proroovo demandas, asse-
gura o Sr. Antonio Gonjalves ; porque quero
novo airenJarueulo de sen eugenbo fundad > as
trras arrendadas ao governo, e protesta que tal
novo arrendaraeiito eu nao bei de conseguir.
O Sr. Antonio Gonjalves fope de explicar os
fact'is de que argido, e que tem confundido, fo-
ge da imprensa para isto, e serve-se nao obstante
della, horrorisando-a tanto, para ess.is banalida-
des. Quero oo sabe que S. S. nao me faz novo
arrendamenlo, quando nem cumprio eom as con-
dicde.s do primeiro, tendo-lhe en pago por ells as
suas dividas, adianudamenie'na importancia dflj
trinla cuntos de ris? Eu s peso por tanto es-
perar da ju9lioa o pagamento do que S. S.'e aV
ve, d i iiHiitissinio em que me tem prejudicado, j
com os ooim arreojes que foz era meu beneficio que
ficaram parte em toa algibeira, e em parte..... n'a-
quelle njysterio qae o faz horrorisar tanto a im-
prensa, j coma falta de cninprimento das rondi-
j5es do arreiidamenio do engenho.
S se S. S. emende que roe deve tanto, ou se
tem anda tantas dividas, que seus escravos nao
cheguem para meu pagamento ; ou ser por roe
nao consentir que em caso de roen vencimento,
eu faja penhora nos seus esoravos sem o engenho.
N sie caso, estando S. S. resolvido a dar seus
escravos a penhora sem o engenho, nao ple asse
gurar que-eu nao coneguire novo arrendasen-
o ; porque os tribunaes nao Ihe prometieran)
vencimento de causa qae anda nem condecora.
Se esta a*severacao para mlm, eu j de ha mai
to eslon certo que, nao ser per sua boa vonto
one, de nonhura modo me pagar; se para o pu
blieo, manifestand-j-lbe a conflaEoa que toni em
seu dtreito, como pode S. S. ser crido, quau.lo nio
se digna a dizer e explicar os fados, senao depois
de joigadas as causas, eotrincheirando-se apenas
em urna negativa constante.
Diz S. S que entregou-me o engenho conforme
contracto do arredaraento, one Ihe movo ai de-
quer pretexto anda roesmo o
indigno. Como, porm, essas ceniora,
tal modo, nao podiam deixar d> ser.
base a verdade, e as
f
Mar por
completamente refaladas, pois qoe oio liohooj a 1
autoridades a oaeoo ar-
gam, conservadas e susteotadas polo Dr. 1"
sulteir
.os
raUdad
poJmoaaM.
"
tOt !--> .. .:. H
hopa lite
ssae, ^ardt
eepasmo.
toraoco (ignora-se a natu-
mandas porque um seu adversario cago roe en-
envolver nella ; por qne S. S. ao qoiz acceder
aa mmhas propeftae.
Havia eu de Iho mover demanda em juizo an
tes de Ihe pedir amigavelrneme o que me dar 1
j Porque S. S. nunca deu-me errata, uem qner
d ir dos negocios de qne to ioeombio f
Porque na mais de um roysterio. Oeu-oae S.
S. a casa que eoniractou dar-me f
- E o ataos ? "Atlrvaa qae deu todo, e nao falla
la casa.
Qoe aa prora, porm, da que me ootregou o
qoe cotiirauou entragar-me ?
A j-espeatlva esenptura resa que o redoar do
ejoetm do qoe S. S. me entrega se faria parto del-
ia. Esse recibo nunca Ih'o pos sei, porque nooca
roe foi entregue o odniraeMdo.
Ja qoe S. S. veio irapreuea porque nio explico
sao maior mysterio la ano autor?
Nunca fin devi nada, por que o arrenda
meoto paguei-llw tomenoo para mim as sur
vidas.r-S. S. irwumbio se de vender oro prodio
meu para pag ivido o* importancia do
ireoo qde nao figura
polica, carcter honesto, magistrado inortrao o
respeitador da lei, o que al eatio recoonaca) o
Leer ai despeitados, alirem-se contra ola do onse>
descomrounal, como se o rtefe de prlicia. ajo* oio
lera vaeillado em propr a detaissao las ai
des, contra as quaes as roclomajdes oio |
les, entre ootras as dadas nrraaroeole a i
legado do districto de Canbotiooo e seos c 2
supplentes, deresse promover lawbou, s poja dar
arrbas aos senhores do Libenil enm recow oV
seus insultos1, a demissao de antoriooore, ojo caao-
prem bem os seus deven e contra as caaes 1
existo a nao s.^rem as falsas
ral plenamente refutada/.
Tobada a deliberajao petos boowosn osroJ
de insultar o ebefe de poticia, toda o
convm, o ssim fingindo deseaaaeeer 00
nheiro as qualidadcs de raaglrado i
Ilustrado e jsti'reiro, qoe antes I
cido, sem respailo opioiao
reconhece os serricos per elle prestados i pro-
vincia na direejao da nolicia qoer pola ww
Iha de autoridades moralisidas qoer pifa
das providencias dadas do modo a terse
do ariso ?s de celebres eriaiaoooe sjne a
rerias traziam em alarma a popoUcaodei
provincia e mesmo de perto derta rapitai pro-
texto de ama desiotelligencia havida oauooaaa-
delegado do Pojo da Panella e not dos
do Liberal e de nSo ser atioaiJa a 1
demissao dessa autoridade eooweaoa eso osaa
da de insultos o calumnias esotra aa
rio publico a respeito de qotm
conr'o ennho da verdade, qne posea
dito e respeito de qoe digno.
Geosuram o Dr. ebefe de pola
cao do subdelegado do Pojo, M
crime de prevanaaeio, per m
de oa val los, preso em flagraoie, por 1
a um dos redactores do Uberai, qoe par 1
mente se iotereesava.
Quera ler a deexa (Meada p<
e a confronur com o qat dase o 1
nao pode ler a menor dovidt Ae 1.
nao existe, por isso qae o ladrad de nvaaaa par
quero se interessava o rciaetor io JUotnaT, i oa-
1
maculada honestidade dio (ora I
rio, lando sido preso do da 29
&
no passado, passoo recibe 00 ata 30 4a osos
tilocional do crine, porque ia sor
foi conservado na ; "oco
iostaaracao do processo at u di
em que foi rocolhido a casa d
SeosuBdelegadodoPoooa
procedencia di aeeasaeio, q
Libernl, devtarer I
pois qneproveoeo) soa I
nimbuco, e ninguem oteaaar Jo 4
d'esse jornal, ano viraotoot
Lopes, sabe que este, preso em 9a
to de cava tos, nir foi so:
pri-5>, prncessadoeprooooeol^^ta
sei som mil 4, qoe o clseis do ppooooooooooooooooooooooooooooooojj
por conservar e su
a-ejonl
de um rime
aprciajio errnea doj
leve ess.a aotorW
ne dej
^^^^^
se q
oaao-
j eessaodo
3 o prend
1
aaaoiymoV viO WU vid | \
|
^SfJ*K


Xliario de P
*rno ni
ku
>
f

r
i

t da qual ;. ;i Ti. 1
^^^^^M que lio
rato da vi
'j de ser criminse.
completamente ira terreno das ira-
pataches falsas atiram*se i exDtonifcio de odtoo
terreno os horneas do tubera!, e proeoraro tozer
crer, fajando nao. dos offlcios do presidente, e
lfrpretands-os a sea talante qne elles in volvem
censuras e descotieeite da parte da presidencia,
para com o befe de polieia, e qoe portanto exis-
te desintelligeccia entre estas autoridades ; quan-
do o contrario o que resolta da apreciado d'es-
tea officios, pois qne n'elies se v que ambas as
autoridades esto sempre 4e accordo, e ambas ser
mfem aometmo flm peles nietos legaes, podando
apenas ser tomados corno exeessivo zato os ter-
nes dos offlcios da presidencia-serapre erares-
poeta aos do chefe de polieia, eommunieando 01
aeaptoesseatoe aune* come censaras a feffbxap
a das procidencias a dar, ppis que pata serera
|Merado?Tle tal triodo serta newssarto que o
Dr. chem de polieia ao levar ap eonheetnwolo da
presidencia os acomeeimentos, nao toimsse logo
por ai as provi lencias legaes, oo eotSo deellrasse
(e (ae afto fi) que nao se azia processo ou que
esas "Blo era preeiso no caso do erwenenamento
de Mara Jj.- da Piedad?, por troca de remedios,
qne ni) se procedera as delligeocias Iegae3 para
canfteedr-se a causa do incendio da casa da ra
Asslra sao todas1 as apreciaras e censuras dos
horneas do Liberal, qu acortamados a faltar a
verdade, a poni de dizerem qoe o chefe da poli-
ca foi o ultimo a ehegar ao incendio da easa do
Gnrfstiani na ra Nora^qaando todos observaram
ter elle sido das priraeiras autoridades, que ah
comparecerm, procucam por lodos os metoa des-
prestigiar o l)r. ebefc de poKcl, o qoe por certo
nao cosegniro.
Continua o Sr. Dr. Pioheiro a proceder como
tem ate hoje precedido no ejercicio dos importan-
tes cargos, que Iho tem sido conftados. que nao
sero os haraens do Liberal, que faro mossa ao
eunoeiio de magistrado justieeire e Ilustrado, de
que S. S.' gosa ante a opinio publica.
W.
f *V1?J*- D.- "
rr&i?^ eaitonnar
pretdra, e esta e fi aavptiahenftao, (fiando este, Iba daelarou
* qne ne havla mandado reformar a dita folba, sera
o senbor quartel-raeslre se o senlur quartet-
mestre Ihe faUr emeoota alcana; avista do no
'-wnwndanu surpaeSeosiao na quella repati-
cao aooseahar saartetaaeetre qu.' divia ah se
Mhr para cenfereoeiar eraeebimeoto da irapor-
taaota da Mha, mas ta ae havia retirado de ipodo
qoe fol mistar qae o muma i cemraaodaota a^sw-
tise a conferencia da folba a qu.il a penas pjde
flor ceaferida por se ter de eorrigir oa.erroa qae
n ella eoatinha por todos estes motivos manda o
mesmo teaeate caraaal eaMaenie qoe seja re-
colnldo preso ao estado mawr o referida senlior
alferqomelTO3trertHrrno Peine Brrelo Mo-
niz Telles, e dspeasado do exeMMIo desse carao
para o qual ta^ jaetri|Ufl|a inaptida.-
Assignada Alsscandw Augusto estras Villar
Pernarabuco 8 de jasetro de 1871.
ra Farreira Franco, o qua) de-
COMMEhCIO.---------
MtACA DO KEC1F* 10 DE JANEIRO
DE 1871.
AS 3 1/1 BOBAS DA TAJU*.
Cotacoes officiaes.
Cambio sobre Londres, 90 4/v 33 3i4 e 24 d.
por 1*000. '
H. 6. Stepple.
Presidente.
P. !. Pi
marinha.
Faz-se publico qoe a comml
minando na forma dte
aonexo ao decreto n. 13% de
1884, os cascos, machinas, caldeiras, appreli
mastreaeoes, velames, amarras e ancoras dos va-
PQT&tMmueaCamaragibt da conjpanhia Vigi-
lante de reboque, achou todos esses objectos em
estado de pderem os rapores centiriuar no ser-
vioeera-pu te empregam.
JotpeeeiodoarseBasteffariniadePerBambn.
jo n iHwrola 1870
O inspector,
_____________M. A. Bajapaaj^AJraejdj,
Sibpelegacia^
Boa-viajp
A' .easa de detescio aeham se
fgidos Eufrasia, eterava de Francisco i
Benedicto, eseravo de Domingos Ro
to ; e Pedro, escravo^do Jos Fernandos
Os senhores dos'referidos escrav
quanto antes apreseniar-se nesta
munidos de seus ltale* de dominios,
ceconbeciraentos de taixa,,aQra de serej
ra^vos pastos em libpcdade.
O snbdelefflK
Deciode AqnB|||avt,
SSP
mentase djnheiro a fti at as % horas durte
ae sua sahlqa.
Nlo se rcebm conn eneoraraendas senao ob-
leetos de pequeo valor, e que nao excedan al
iwoMii fin. Todo que pasear daates U^|^t?E
io_compC)ar|4. ^ "*
passageiros que suai pas-
ajencia, ra da Crnx o.
Je _Amon;
aDareapomgneMCmiitifia acha-se proposta
lle "f w toda a brevidade : qbenTna
S iT!,qS,Mv cuTeF,?-de Pem, dirija-
nr^" V,g*^ Vli~pcom o capitooa
Pea recebedoria. de
se faz publico qne enes
ALFANDEGA-
Rendimento de dia x a 9 .
dem do dia 10 .
tarto.
156:293*386
50:88ijt4i6
207:1774832
A' roa eslreita do Rosario n. 3 est aberto nm
estabelecimento de dngaria homoeopatbiea.
A loeslrdade, a elegancia e o asseto deste esta-
belechnent'i, sua provis? de remedios escolhidos,
viodjsda Kuropa, a indiganas, hbilmente aqu
preparados, merfcem curiosa attencao, convidara
os amaiores du svtema de Hanneman, e excitam
a concurrencia.
AMi se encontrara ruis de 400 medicamentos
em tintaras e triturares, manipuladas na pbar-
inaria i,'e mai. r crdito da nflate-ra; lindas e
magnificas carieiras de i i at 120 tubos para glo
bu
e outras tant s de vidros com rolhas de
esmeril para tinturas; grande porcio do frascos
com rolhas tamhem esmeriladas; ludo trabalhado
con gesta e muita perfeieao.
A' frente dos trabalhos inherentes referido es-
labelecimenloest o profssor hummipathico Jos
Alves Tenorio, j muito conhectdo nesta capital,
n provmei e mesrno fra delta, como hbil e de
tonga pratica no exercicio de >ua proflssao
E para se avahar de seu merecimento e di
confianza que deve inspirar o profes.or Jos Al
ves Tenorio, ba-ta I- r o annuncio, que a seu res-
peitu paUicon no Diario de Pernambuco 18 de
de-setembro de 1863 o muito Ilustrado nadies e
de sandosa memoria Dr. Sabio > Olegario Ludgero
Piubo. Diz assim aquelle annuneio :
LABOnATORIO HOMOBoPATHlCO, BUA-N0TA N. 43.
O Dr. Sabino Olegario Lvdgero Pinko tem en-
carregndo di sub-gerencia de seu estabelecimento
o Sr, Jos Alves Tenorio, profssor em komao-
puthi, o cvmpetentemente habilitado para subsli-
tui-lo em quulquer ausencia.
O Dr. Sabino, medico de reconhecido talento e
avantajda scieocia theurica e pratica par de
urna reputaco inexcedivel, nao arriscara sua
dioica aos cuidados do profssor Jos Alves Teno-
rio, ee neiljnao reciihecesse iptido, proflcieneja
e amor ao Iraballio.
Se ha sete para oito anuos o director e socio
do novo e.-tabeleeiraenlo da ra estreita do Rosa-
rio u. 3 merec unto, o que dever merecer hoje,
encanecido no esludo e na pratica ?
O estabelecimento e seu chefe tem direito as
atteoGoes do publico, que p r certo os apreciar,
utilisaodo-se delles com os resultados sabidos.
Mor!meato U alfanuega.
M
87i
Voluntes entrados com fazendas
com gneros
Volumes sabidos com fazendas
' com gneros
84
775
1063
859
Teodose-me communicado que o Sr
Gorbioiano d'Aquino Fonseca, oSerece...
100:000^11300, pela heranca qoe me perten-
ce, e a me us irm5os do 1. leilo, e que tem
propalado ter entrado em acommoda5o, de-
claro soldrunemente que falso que tenba-
mos annuido a tal p'roposia, n3o s porque
queremos tudo disputado perante os tribu-
naes do paiz, como tambem porque jalga-
moa que, nao ter cabido das telhas seme-
Ibante quantia para o mesmo Sr. Gorbenia-
no, oo para o seu socio, que duvidamos le-
galmente a possua, quando at o fim de
agosto do aono proxim, fiodo, eram esses
Srs. socios de industria da casa do nosso
fallecido pai tendo apenas um terco dos
lucros da raesma casa, que gyrava segundo
se qu r fazer crer com tml* de dividas,
Kypothtcas, emprestimos, adiantamenlos etc.
etc. e de presumir, jolgar pelo que fui
encontrado em casa do aosso fallecido pai
seis mil b tantos reis que com effeito o
seu capital era aquelle que ora se quer
descrever.
Yolto i impreosa, porque OBtendo que
com semelhante proposta, se nos qaer fazer
am mnllo que repelliraos soberanamente
Continuem esses Srs. que' est5o no goso
da fortun de nosso pa4 insultar-nos, pois
que recorreremos aos meios proprios e le-
gaes; pudendo se quizerom neste terreno,
oa em qualquer outfo, e quando lbea apro:
ver, procurar especialmente mim, ou
mesmo a cada um de meus irmSos, que
lhes nfo volaremos as coHfs, ainda mesmo
aculados por seus camtlheiros e amigos,
que a su. turno gosaram, e atada vao ye-
tando dn fortuna de nosso pai I
E' possrel que possamos encontrar jai
ze que cumpram o seu dever, que no m
deixem levar por pedidos, nem mesmo de
senkoras, como temos scioncla, oupor mes
quinhas vingancas potitkas, ou de seus pa-
rantes. m
remas fe em Deus, e quanio nos basta.
Keeifo, 10 de jaaeiro de IS74.
Decio de Aquino Fonseca,
Pata o publico apreciar a lin-
da redacqo desta ordena do ~zi
dia.
Descarregam hoje H de Janeiro.
PaucTiS ioglezOntariocarvo.
Patacho poriuguez-Seear/w varios gneros.
Barca inglezaGfoA'o/uivarios gneros.
Brigue inglezBnf Aovarios gneros.
Paueho americaaoCoi-olmafarioba de trigo.
Patacho americanoChotean farinha de trigo.
Barca ingleza Stlver Craig varios gneros.
Vapor inglezGladiatordem.
Barca inglezaBedbreastfazendas.
Barca suecaFlMifr/awfertaboado.
Brigue bollandezZona* .Bear* -farinha de trigo.
Despachos de exportaco no dia 9 de
Janeiro
-y No vapor ioglez Amazon, para Liverpool
carregaram : Rabe Pehainetteau 4 G. 50 sacens
com 3,638 1|2 kilos de algodo : Keller & C. 100
ditas com 6,251 ditos de dito ; Joio Pinto de Mat
tos Lemos 100 ditas eom 5,879 i\i ditos de dito.
Na barca inglez Helena Fmlayson, para Li
verpool carregou : Ferreira Loureiro 30 sancas
com 2,470 kilos de algodo.
No briguo bespaohol Novo Elisio, para Rar-
cellona carregaram: Ambnm lrmos 48 ssccas
com 3^758 kilos de algodo.
No brgae bespaohol Nno Vigilante, para
Barcellona, carregaram : Amorim lrmos A C
6 saccas com 244 kilos de algodo.
Na sumaca hespaoholn Mara, para Barcel-
lona carregaram : Pereira Carneiro & I* 100 sac-
cas com 792 kilos de algo.i .
No navio portoguez Sensivel, para o Porto
carregou : Joaquim Jos Goncalves Beltrao 70
saccas com 6,487 kilos de algo ja ..
"o palbabote portugO'-z Pensamento, para
Lisboa carregaram :^)liveira & Pidos 30 sarcos
com 2,250 kilos assucar branco e 70 ditos com
5,250 ditos de dito mascaado
No brigue franepz Sanio Andr, para o Ha-
nrre carregaram : E. A. Borle 4 C 196 couros
seceos salgados com 2,352 kilos.
RECEBEOORK DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNA.MUUCO .
Rendimento do dia 2 a 9 15:256*620
dem do dia 10 2:5107i
le rendas i
Peste mez e
prximo futuro, que os devedores
cravos do exercicio correte de 1870 71 t_.
paga-la livre de multa, e com esta depois do"
rido praso.
Recebedoia de Pernambaco 10 de jansiro de
1871.
O administrador,
Manoel Carneiro de Suza Lacerda
efe-
^7nSegul#^o**.^l^do SmTa
escuna nwwk&qgHfma, r tem parte
jjien c#rTfgraei,> e^o; para o-
m^o qua Ib- dH Francisco,
m>ro Piwo Gpj. ,a do Bara>:
8p Trinm|ho n. 9g, armaieo
PI
nrn
DE
oija e crystaes, como
sej&m :
Um piano novo e forte do fabricante A. Btonr
lt t i oua o mesmo 1 mobllia de iacaran-
1 jardintirai 2.odsolot cqm pe
arav 4 cadeiraa d bra.
rtoos espeHo* dnes, V candieiros a Sz, 4T00.
'"i. **". ^eto grande 0 paqueaos.
ruma cama traacez.1 d Jacaranda, 1 mesa cora
Ira, l Mlau* lavatorio com pedr* e eneJbo,
goarda-vesdu, l gnardLronpa, 1 ^^M
marqueziQ de amarelto, loucj, jarros e eofeites
paMtohette, e*^sti5ese mangas
a- moTBfe amarelto, 1 mesa elasUca, 1
ww-loaj,- f-apptradores, 1 marquesa, II ea-
s. 1 quartinheira, 3 baodeijas Anas, 1 appare-
porcelana para jamar, 1 dito para aimoco,
tiras, garrafas, copos e clices, 1 porta-
i,l porta-licor e araitos outros objectos em
e perfeito estado
Qpiinta-feira
No primeiro e segundo andares do
rna do Livramento n. 33.
?ato Pinto levar Jeao o movis e mais
objectos cima descriptoi. existentes no primeire
e sagitado, andares do sobrado da ra do Livra-
eopMi, 33, sendo qoe ditos objectos se tornan
**?! W*""108 P6'0 0*1". e poueo nso qne teera.
OtoUip principiar as 10 heras.
^ .j a. --------------- j.________
2 do corren te
sobrado da
MiU
PHfA
TORTA
ITORICA E POTICA
Jos Soare d'zere*
profssor de liogua e liMcratora naaMal a
Gyamasro Provincial 4o RerJfc, m a^B
em sua casa, roa Bella n. 97, cu
ciaes de cada urna du I
mencionadas. Os aUiiaooa
frequentar qoajqaer aula 0V1
rigir-se indicada rtfiimc>K pira m
i
Em^n*alk
qaando um aprndenU
carro-obre ?pf qo
meradi, perdeu-*e.u leqp* d
urna seriboraq por trra ; e cobm cuneta qw a peeaMapi
o acbou. no eiicontrira a doaa para aW
ser eniragae, roga-ae qoe o r aMrtpr a
escritorio deste Diario ao Sr. Farrean.
De ordem do lllm. Sr. conselheiro iiispenor
da ihesouraria de fazenda desta provincia 34 faz
publico que tem de ser cent ruado perante a janta
da raesma tbesouraria por quera por menos o flSafc
o foroecimento de medicamentos enfermara mi^
litar desta capital no correle semestre.
O* prtoadentes devana dirigir suas propostas
era cartas fachadas ao mesmo Illin. Sr. couselheiro
at as 10 horas do dia 18 do corrate e ser-loes-
ha franqueado na thesooraria o reccitoario qae
contera os' medicamentos. preparados e os seus
prceos, aliiu de qoe possam regularse as res-
pectivas propostas.
Secretaria da theaouraria de fazeoda de Pernam-
buco 10 de Janeiro de 1870.
Servindo de offlcial-maior,
, Maooel Jos Pinto.
17:7664891
CONSULADO
Rendimento da dia 2 a 9
dem de dia 10 .
PROVINCIAL.
. 53:6754338
. 7:663*015
63:3384373
MOVIMENTO DO PORTO.
Navios entrados no dia 10.
Mamaoguape18 hora?, vapor nacional Cururipe,
de 223 toneladas, commandante Jos Henrique da
Silva, equipagem 17, carga algodo ; Compa-
nhia Pernambucaoa.
Terra-Nova 27 dias, brigue ingle Glaucus, de
227 toneladas, capito Heory BowJen, equipa-
gam 12, carga 2875 barricas com bacallao :
Saunders Brothers 4 G.
Nato sahidos o mwmo da.
Portos do Sal-Vapor nacional Tocantins, com-
mandante Jos Maria Ferreira Franco, carga
vanos gneros.
Pedro Augusto.
I). I-abel M. Candida.
D. Dorothea.
THE/VTRO
SANW ANTSISMl.
COMPANHIA DRAMTICA NACIONAL
EMPREZA DE JDO FKRRE[R4 BASTOS
Esua da companliia
Quarta-ei a 11 de Janeiro. .
Subir scena pela primeira vez o sublime e
moralissimn drama era 3 actos, orlgioil portu-
guez do illcfctrado escriptor Caraillo Castello Brah-
co :
AbeiiQoadas lagrimas
Personagens Actores
Jorge de Lero"s. ....... Peregrino.
Thpotooio da Cacha..... Augusto Cesar.
O Bar,ao de Fanseres___ Flonrindo.
Raphael...'......'.......
Aolonii................
Augusta...............
B^roneza de Fanseres. ..
Epoeht actu ilidada.
E' to moral a tso ioblime este drama, qoe o
Exm. Sr. con-elheiro Mendes L*ai, querendo fa-
zer o seu elogio, cltoe o seguinl (acto :
t Dias depois de ter i4> scena no theatro
de D Mara II, am Lisboa, um eminente pregador,
do altu da tribuna sagrada recommenda s fami-
lias que forera ao theatro assjstir represenlaco
do drama Mtmcoada lagrimas.
Em seguida a actriz Isabel Maria Candida re-
presntala a briuutte scaaa dramtica
a' dascoberta do B asil
Por Pedro Alvares Cabra!.
Finalisar com a muito jocosa comedia em 1 ac-
to, original brasilero do immortal Peona:
O caixeiroda taberna
Principiar s 8 Ii2 horas.
PRECOS
Camarotes de 1* ordem com 5 entradas
Ditos de,:* (na frente) com 6 entradas
Ditos de 2' (nos lado.') com 5 entradas
Cadeiras
Geral
Cedendo ao pedido de omitas pessoas que dse-
jarrrver ) irabalbo dp sua coropanhia, na capital,
o emprezario resolveu dar algnns espectculos
Deste theatro, pediodo a tao necessaria proteceo
do respeitavel publico.
THEATRO
wnpanhia ameneana e brstM-
ra depares ayapr.
Ateo dia 15 de Janeiro esperado de, Naw-
York por S. Thomaz e P^r, o vapor americana
SoulA America, o qual depois da demora do eos-
turne seguir para os potlus do sul.
Para retas e paasageiw, trata- eom- es ageo-
ley Heory Porster & C, rua do Cqmmercio n. 8.
GOMPAJIA PEHNAMBGANA '-"
DE
Nctvega$o costeira por vapor,
Parahyba, NaUl, Maco, Mossor, -Ara-
caty, Coarl, Martdahu, Acarae e
Granja.
O vapor Pirapama oommaodan
te Azevedo, seguir para os por-
tos cima no dia 14 do crreme
as 5 horas da Urde. Recebe car-
ga at o dia 13, encommenda
ros e dinheiro a frote at as 2 oras *d
dia da sabida : escriptorio no Forte d(
r. 12.
jassa;
tarde
altos
8#000
12/000
104000
24000
14000
EDITAES.
Quartel do coraroando do batalhao de infanta-
riadelmhana onias em Pernambuco*
de Janeiro de i .
crete se apre^enUdo ao
into o Sr. alfares gra-
nes, que serve
o a folha de pa-
fSoiaea
iupor-
havia
us al -
2a Seceeo. Secreta ia da presidencia de Per-
nambuco, era 9 de Janeiro de 1871.-Por esta se-
cretaria se convida aos Srs. Antonio Deocleeb
Gozaga, Amonio da Costa e S, Cicero Rodrigues
de Oliveira, Eduardo Bessoni de Alraeida, Fran-
cisco de Paulo Carvalho Ucha, Joo Baptista Go-
mes Penna, Tooi-az Antonio Miciel Mootelro
Luiz Manoel Rodrigues Valenca Jnior e Ahlonio'
Franctsco de Oliveira Roselis, a irem ou manda-
darem a reparticio do correo pagar os portes
ae seus requedmentos, para que tenham o conve-
niente desuno, O secretario, Elifu Frederico de
Aimetag,
Antonio Moreira de Mendonca jais de pu do 3a
anno da freguezia de S. Jos do Reefe, era vir-
tude da lei ele
Fa?o saber a quera convier que as audiencias
esto joizo contnuam a ser dos dea segundas e
quintas-feiras de cada semana, as 10 heras da
maobaa, em: casa de minia residencia rna do
Aiecrim.e que despacho em atiaba casa a esa
qoaiqner pane. E para qne chgne ao conheci-,
ment de todos mandei pastar o presente que ser
publicado pela imprensa.
Dadoe pascado nesta arsguezia do Recife aos 10
de Janeiro de 1871.Ku Jos Gongalves de S,e.
envao o escrevt
__ _Perapie a cmara municipal d'esu cidade.
estarao em praga nos das 7. 9, 10 e 11 do cor-
rente, para serem arrematadas por qaem menor
preco pfferecre, as seguimos obras. :
1.aDa con3trqccJo de um arco e arierro na
5^SA8J*da da cl"wa, aliado em ris-------
j:waaj000,
2.i^-Dos reparos do muro do ceinlterio publico
de santo Amaro de Jaboatio, importando em,...
5944000.
Da eoastrncelo de um terheiro ptra servir
d roatadouro da frdgneaia do Poco da Paaella,
avahado em 2:882/.
iderem arremalar, com-
uicipal em os referidos das,
Je ja-
de 1871.Ign um de Souza Ledo,
Figueireda, c
GRANDE
Sabbado 14 de Janeiro de 1871
- O emareiario e proprietario deste theatro, acee-
qendo ao pedido dos amantes e frequealad,ores des-
les divertiraentos, resolto, segundo o costme
das grandes eidades da Europa, e d licenoa con-
cedida pelo Exm. Sr. Dr. abete de polica, prin-
cipiar .neste dia eom os bailes raasearados peste
theatro, o qual nao s coraprehender a sala de
espeetaimlo como o grande aaJo de 60 palmas de
largo ti 47 de fundo que o mesmo proprietario
aeaba de proraplilicar, bera como o jarrino, o que
tndosera i hNntaado a Jiumo e ornado eom todo
RtM e primor.
0 m8mo theatro tem to*w as commodidades
necessarias- para os frequenladores, havendo um
toiipue eom cabjdes para aquellas pessoas qoe se
quiierem mas-arar, penaurar as suasroupas, ten-
do para es.se Qm un entregado que lome coma
de ditos objecto?, tem iguafmeme un sala com
mesa jiara aquellas pessoas que estando mascara-
des nao quairam ser connecidas, lomarem os re-
frescos c u bebidas qoo desejarem.
Tocw nos bailes ama hanJa marcial, a quat
sera ccllocada no camarote da prestdeneia, afim de
sasaner ao. parea dancantee dos dpis sloe
Parias amilis qae qaizerem frequentar este
divert meatos ha eajuarotes de 2" ordem ao preco,
de lOtfQO cada um.
As tenboras que vieren mascaradas, gratis.
Senltoras sem mascara 2|000.
Cavalheiros 2JW00.
Ser* rigorajameote observado o regolamente*
polici.
Principiar as 9 hora* e terminar as 2 da ma-
0 theatro achar se-ba aberto desda as 8 hora-
da uoiile.
GOMFANlilA PEMKAMDGANA
DE
VaregacSo cote!i*a par vapor.
Goyanna.
O vapor Parahyba seguir pa
ra os portos cima no dia 16 de
crreme as 9 horis da nonte.
Recebe carga, eneoraraendas.
passageiros e dinheiro a frete nr
ascriptorio do Forte do Maltes n. 12.
LEIMO
DE
uma casa terrea sita na rua da
Senzarta Velha n. 26.
O agente Martins far leilao requerimenlo da
comraissao administridora dairmandade de S. Be-
nedicto do convento de Santo Antonio, e de Vctor
Antouio do Sacramento Pessoa, testamenleiro in-
ventariante dos bens deixados pela f/tllecida Rufi-
na Mana da Coneeic,ao, e por mandado do lllm.
sn. Dr. juiz municipal da segunda vara, da casa
terrea n. 28 da roa da Senzala Velha edificada
em terreno proprio. sendo a venda feita por apoli-
ee d|#d,ivifla. publica do juro de 6 por cento ao
anno, segando a cotaco do dia
Sexta-feira 13 do correte
Em sen eserlptorio rua da Oadeia,n. 9, s 11
, horas do dia.
6RH1IBE
LEILAO
COJUF
D
Mes-^g^ries ma-item^.
DAS
Al o dia II do crreme mez eupera-se da Eu
ropa o vapor fraocez Ainiz >ne o qual depois da
lemora do costume seguir para Baenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para conduedes, frotes o pasjagens, trata-se
na agencia, rua do Commereio n. 9.
No da 11 do corrate mjz espera-se dos por-
tos do soi o vapor francez (uonde, cojfiroa,ndante
H. de Somer, o qual depois ila demora do co?tnme
teguir para Brdeos, tocando em Dakar (Gora) t
Lisboa,
Para condicSes, frates e pa agencia, rua do Commereio n. 9.
Maranho.
Galera porlugueza Nova Amizade
Este navio que esperaoo em poucos dias do
Rio de Janeiro, segu cern rr>uita brevidade para o
Marauhao, e recebe carga a frete : trata-se com
Miguol Jos Alve^, rua da Cruz n. 19.
COMPANHIA PERNAMBCANA
DB
Navegando costeira por vapor
Macei, escalas Penedo e Aracaj.
O vapor Mandah, com-
mandante Julio, seguir para
os porf s cima no da 14 do
crreme as 5 horas da larde.
Recebe carga at o-dis 13,
enccmmenda?, passageiros e
nhelro a frete at as 2 horas da tarde da sa-
bida : no escriptorjo jo Forte do Mapos o. 12..
Para Lisboa
Recebe-carga a frete mdico o palbabote portu-
uez Pensamento : a tratar na rua do Vigario n.
, andar.
A escuna Georgiana segu uestes dias
QOra Tasso lrmos & C.
a tratar
LEILOES.
AVISOS MARTIMOS. '
COMPANHIA PERNAMBCANA
01
Kavega?So costeara por vapor
Maraarigaape.
O vapor naejooal CorurtptA
nte Silva, i
cima no da 12
horas o
be carga passageiros.
Marca A 20 saceos com tapiocaA & M Z&
ditas coa milho
HOJE
O agente Pestaa farrleilao por cbnta e rfsee
de quera perteneer, de 20 saceos com lapiocas tin-
dos do Maranho no navio nacional mifiai e 38.
saceos cqm-milh j, vitados' da nwsma precede
no vapor nacional Armo. Todo ser vendid
quatta-feira 11 do crreme, s U horas da raa^1
nha, no trapiohe-.BarAo dj Livramenlo, Forte do
Mattofc *
DE
a machina de costora perfeita e quasi
nova
QUINTA FEIR i 12 DO CORRENTE
sobrado da rua do Livramento n. 33.
No
DB
li caixas com cha n. 131 a 141, 15 ditas
com dito 142 a 156.
Qniula-feira 12 do crreme.
O agente Pestaa far leilao por conta e risco
de quem perteneer, do 25 caixas cm cha da India
da superior qualidade, a sahr da alfandega, as
ijuaes sero vendidas era dou? Ijtes na quiuta-teira
12 do crreme, 11 zuras da manha, debaixo
d% arcada da alfandega.
RDA DO UPERADOI
m. 9 e 11.
Estabelecimento de carros fu
neltr'*.
Agr & a seieatlieam aos m
blico em geral, que nao podes de
continuar no sistema de fazer catarro*
grande parte das despezas sao patas s
cfr*.; oa enterra de boje ea
na mesma cenformidad, (ret
bocea do cofre) para nao na
em salisfazermos esta obrigaeao, o ojos
sciente para conheeimemo 4e ln4oe. A ti.
coDaoca e considerado qoe aws tem
o publico e os atasos aoi'gos, tos pitosn ia
gaco de darmos nm voto de grati j> a l
fessando-nos eteraarafnle reermhe*S>.
* TRABALH'DOBE
Precisa-se na reflnacao da roa o
mero 43.
Fraokhn Velloso Jea previas as
qoe nao facam transacrau algonm staa m
sua aceita era fav r de IVdro Igi
qual foi passada por (0 dias (seseo 3S >
oalmenle) era S. Bf dio peto learsat eorssri Lsn
Paulino em ccDseqnfncia de 44 boit nn~ lili na
prei ao mesmo Pedro Ignacio, recebraa ese '
avista, (iranio Ihe a restar 1:130*:
esses gados foram garantidos prto m**
dor de serem livre do mal inste, eom w v#SS
declaracao na propria letra, sscceses esnXh-
ruar at a freguezia da Escasa, lagar a> aSafe
re-idencia, perd todos T-ses gados 4 stal-trsa,
isto mesmo est jostiticado peraale o Dr. jota asa-
nicipal de Caruara ; e para qoe aisgami sa rfea-
me ao engao, previne-se por e't*> liabas.
vinte
jLEIIAO
DE
e cinco saceos
to
com
O agente Peslana far leilao por coma e riscoj.
de qnem perteneer, de 23 saceos com feijo. dej
pisilados no trapicheBaro do Livramento
quinta-feira 12 do crreme, ao meio dia.
LiiSAr
BRAZ1L1AN STREET
Rai'way Com pan y (Limited)
Do dia 1(5 do corrente em diaato asa
supprimidos os seguales trena, vala jm
ponca concurren' ia tem h?\idn para eHa:
De Apipucoa ae Rtcit as O hora* 35
minutos da noile.
Do Recite Apipucos as 10 bons e 3t
mioulos da nite.
Escriptorio da comparihia, 9 de iaoeiro
de 18!71.
W. Roiclinsoa,
Gereeie
Mauricio Jos dos Santos Ribeiro, estabelecido
com casa de penhores praca ua Independencia
n. 33, far leilao, por interven^io. do agente Mar
tins, no dia l "
de ouro dados
Gratiao
O abaixo assignado vem io alio da irepreas].
patentiar a sua gratido ptra tempre byro'hen<1a>
ao distinelo medro, o lllrr. Sr. Dr. Pateara *
Csrmo, pela- maneiras affiv s e b adasw, wa
que foi tratado, peln illostre I):. di.rauta a *aa aav
fermidade, na se pmipando n> m lanaie a qsal-
12 do corrente^ de'lo'dos "os "objetos 1uer hora da P0'?1'' {*? si"vr
js em penhor, constantes das cautelas jpaf momeo, do qual rao jnlgi-u esc|
esc par.
ns. 13 m, 18 m, 119 ro. 266 m, 5 C. 260 m, 103 !desla8 reM!De a* Dou n"s l"1" ***
m, 36 C, 18 C, 114 ra, 247 ra, 138 ro, 183 m, 140 |e comJ 'rnao n.w labios Qoein o lls. ir
m, 152m, 170 m, 33 C, 187 m, 49 C, 221 m, 2Di r Pen,oir sa oBfeodo a sua modestia, mas
m, 19 Ct 211 m, 9 C, 212 m, 213 m. 254 ra, 1 C, i'om mea restabeleetoiemo,
atar sjas
ata a btts
228 m, 233 m, 236 m, 23~7 m, 297 m, 291 m! *303 fde cumprir este sagrado dever qu.) asassv
VOllOJ
m, 251 ra, 259 m, 261 m. 264 m, 23 C, 31 C, 308 Deai e a0
m, 281 ra, 285 m, 6 C, 108 C, 301 m, 296 m, 304 4re' Bral-
m, 5 C. 15 C, 16 C, 35 C, 39 C, 45 C, 52 C, 59 C, i
69 C. 82 C, 70 C, 72 C, 134. 137, 126, 64, 229 B, I -------
230 B, 176, 78 B. 184. 62, 66, 231 B, 232 B, 178.
95, 156, 173, 306 B, 141, 193, 380 B, 316 B, 264
B, 195,196,198. 200, 203. 201, 204, 207, 194, 210,
2I, 129, 387 B, 197, 216, 389 B. 120, 217, venci-
dos e nao pago?, podendo seus donos resgatar ou
pagar os juros que esto devendo, ao acto do lei-
lao e vista da camella.
mundo e de que s,:mpre me ruearia-
Joaqaim Fran:i-c Jan lueira.
Caixeiro.
Preci^-se de nm caixeiro rea pratici da
litados, ni travessa do Lirrarrienlo o 28.
Precisase alupar urna eserava qoe saaba i
gommar e eonduzir a roupa nn easa de
nos, no Chora-menino, na ultima case i
OTI
m
?
iistssai
COLLEGIO
mi'oaiivTu
LEU A
O agente Garca, aotorisado, pelo Wo. Sr.W
jmz da comraercto subsiitulo d'este termo era exer-
cicio, far leilio por conta e risco de quem per-
teneer, porta da alfandeha d'esta cidade^ qoar-
u-fetoa 4 de Janeiro prximo vindenro, das 10 ho-
ras-4e dia em diante, fla 169 tacaos de arroz pi-
la ie, 20 caix.19 da canalla, 14 barra de alcatrao,
perlencentes aos salvados da barca norueguense
Sterling, naufragada praia da Caissra, a bem
assim tercA-teira 18 d> mesin.j mez e horas j
referidas, em seguida todo o resto do earrega-
raent dos mesmos a i siendo de nm
sertimento variado de diversas mercadonas, como
perfomarias, lonas e 4>ia, mindetas
de dif
emarroqnii L9j 0DrJls
d' barro, carangas, papel polinha para cadeiras,
radeiras de palmhas de diff-rentes qualidades,
eabos de linln de tul is, pbosptiaros,
genabra, de difT-renlt vnbo engarra
e martes ou-
tresart gos oa qoaea te a.-hara em pertetto estado e
sama varia depjattados nos armazeaida alfandega
l. FUS BE ALCNTARA
ESTABELECIDO
A" Mi DO COMMERCIO N. 3
O abaixo assignario, director e proprietario deste novo est betetimenlo
de eiucacJo, participa aos pas de seos alumnos e ao poblko r>rt' cidaar,
;\? que teodo o anno prximo passado leccionado pelo metbodo do Dr. Ab*o vK
:t* CsarBorgec (o qoal nlo admita o reprovado castigo de palataloada), e ce- ****
^>,|bido grandes vapugens na escola de sea estabelecireento, acha-ae eaUbsie- ;ri
l-^zido- fia na do Commereio n. 3, onde lem vastas aceooiBodaefs pera tita
>* escolas sendo cada urna de quarenta alumnos, sob a direccao d: babnis pm
;V fssores, pelo mesmo meinodp do Dr. Abilio, e convida aos p lis de tasajea
Av* para examinarera o asseio e meibodo dos profess res, sendo cria d*a adaa sSx
^ dirigida pelo mesmo director, o qoal t3j ioqga pratica de ensico.
Cirtinia a recebar alamcos internos, nTefo-pensionistas e externos para
inslrucco primaria e seeundasia, por commodos prece, e farante adali "1
menta-e lyore tratrBentn aos mesmos alumnos. Recite, 7 da i>neiro ds
f Is7i
Joaquim Teixeira Pkixoto Fhho.
INSTITUTO
DIRIGIDO PELO BACHAREL .
konio Columbario Serfico de Ama
Carvalo.
2 P^L^I
9 do corrente mea
I


irrimiflqBWWWi^y n -.wt .um/Wi**
r
fhario de f ernambuco Qui
leir de Janeiro de T 8*1
! NTO
HDMEOPATHICO
Dirigido Dr.
santos mello
Os habitantes do interior podeVN
consultar por eseripto, no que serie sa
Presu-se tambem a chamados para o
interior, a preco mdico.
Consulta, no consnltono das le horas
o meio dia. =-
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobre gratis. ,1
43-Rua do Bario da Victom-43 1
(Antiga rn Nova). __JP
CHAPEOS DE .SOL
O salo de pianos e de
msicas
radon-seda roa Nova n. 68, andar, para a
*u ....
. lnperalriz n. 14, loja,
jnde contina reeommendando-se ao Illm. pu-
G. Wertheimer.
DA
Ra do Barao da Victoria, esquina da Cainba, do Carmo, n. 23 (Antiga Ra Nova^l
Temos honra de participar i nosaoa numerosos fregnezes que cora a cbegaa.de um des socios da Europa, suprio-se a
casa com om completo sorttmenlo de cbaposde sol do todas as qoalidadea como tambem, de todos os matenaes para os meamos
fabrico, como sejam armacbes do todas as qoalidades, sedas, inSrins, alpacas e pannos, assim como de especial cototria, armas
para caca, chumbetros e polvarinhos. .Os chapeos de sol terSo abaiimento de 12, i5 e 25 portento, comprando dinbeiro.
AOS 5:000^000
Esto venda os fel'iies bilhetes da lotera da
Babia, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
ourives no Recife.___________________________
Fundido da Aurora.
Neste estabelesmeato se vendem taixas de ferro
batido oais bem construidas do que as que vero
de fra a 840 rs. a libra ; sortimento completo.
Ensino em casas particu-.
lares.
Aos senhores pais de araiHs econmicos
nos dirigimos.
Lecciona-se pessoas de ambos os sexos as
seguintes materias : lingua nacional, francs, la-
tim e geographia, todos os dias utes, excepto as
uintaa-feras. Garantem-se as habilitacSes, me-
modo laclimo, adiantmemo rpido, e muita assi-
luidade. Os profesfores sao dous mocos que es-
tudam nesta praca e muito conhecidos : a tratar
oarua da Cadeia do Recite n. Si, on nesta lypo-
%raphia, devendo os pretendentes deixarem seus
nemes e moradia, tsto das 8 horas as i da tarde.
B o novo programraa para exan
Epla directora geral da utroecio pn-
Jica, contina a leccionar as scienclaa
preparatorias, inclusive a lingua nacional,
das 8 oras da manhia as 2 da tarde, na
-m ,r m~
Aula porticular de prioieiras
letras,
Anoa Tbeodora Simoes, anlorisada pelo Ex.
Sr. presidente da provincia ao magisterio prima-
rio identifica ao* senhores pais de snas almonas e
ao respeitavel pnblleo qne se achara aberta sna
anla particular de insiruscae primaria no dia 9
do correnle na ra Travesa dos Expostos, casa
n. 46, 2 anar, onde espera saisfazer o senhores
pais de familias, qne Ihe con fiare m sna filhas,
tanto as materias que constituem a sobrediu ins-
truccao, como umbem em msica vocal, e no qne
for eoncernente a habilidades de agolna._______
u
Bilhet
a roa Prime
Crespo)
O abaixo asignado, J
Usas bilhetes Mmelo
quartos o. 86081
-
L
se acabon de extrahir 177-),
dores a virem receber na
tnrae sem descont algom.
Acham-se i venia os
i.* parte das kitfrtas. a
Noaea Senbora do Terco (171a), jas
qulnU-feira 12 do corrale mu.
Bilhete inteiro
Meio bilhet*
Quarto
Em porcio de 100*000 para eam.
Bilheteiateiro
MOFINA
Quarto
Precisa-se
de nm moleque de Ji a 16 amos para todo o ser
vico de urna casa : na ra do Impera dor n. 32
no Etaniiru?t- ____.
ATTENCA
o
Para evitar questoes se faz publico que os es-
cravnsfljnorato, cabra, Maria, crionla, Amador,
crioulo, Cincinato, cabra, Romao, catira, Severino,
Angola, Benedicto, Angola, e Olimpia, crioula, lo-
dos pertencentes Jos Lnis; de Squeira Caval
cann Jnior, era rosidenje (^ra seu sogro Manoel
Ignacio de Stqueira Cavaleauti no engenbo Santa
Cruz de Barreiros, se acham vendidos por urna
scriptura de hypotheca de triplicado valor, ven
id* segundo suas clausulas, como tndo se pode
ver da dita escriptura lavrada no cartorio do ta-
l.ellio Almeida em data de 12 de abril de 1865.
Este antigo estabelecimonto, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os seus fregyezes, atien-
to o grande sortimento de joias cTonro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
JflOREIKA HARTE C.
Rogase ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, >
crivao na cidade de Naiareth desta provincia,
favor de vir a ra do Imperador n. 18 a concluir
aquelle negocio qne V. S. se eomprometteu reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em nnt
de dexembro prximo passado, e depois para Ja-1
neiro, passon a tevereiro e abril, e naia cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
flm ; pois V. 8. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito annos, e quando o senhor san
fllho se achava no estado nesta cidade._________
Aloga-se a loja n. 55 da ra de Agoas-veries
(hoje Lomas Valentinas) de 18* mensaes : para
ver, a chave esla na casa de junto, e para tratar
na thesonraria das loteras.__________________
Lava-se e eogomma-se com perfecio roupa
de senhoras e de homens: na ra do Livramento
23, I1 andar. __________________________
Vende-se ou per muta-se por casas no Reci-
fe ou em Olinda um sitio com grande casa de po-
dra e cal ao p da estrada de Boa-viagem com as
vanlagens seguintes : nm vlveiro e commodidade
para faier-se mais seis e todos de bom tamaito,
urna grande salina.muitas e boas trras para plan-
tajes, proporefos para criar-se 20 at 30 reres,
sem ser necessario oceupar o terreno destinado
plantacao, 300 ps de coqueiros e grandeuumero
de fructeiras de diversas qoalidades : quem pre-
tender dirija-se Olinda na praia dos Milagros, a
tratar com Isabel Faancisca dos Santos.
MttMM-MHMMI
As aulas
Ido collegio da ConceicSo estarlo abenas
. de 9 do corrente era diante.
Collegto crafi ele
zm. raa da Isa^eratrb aa
Josephina Benrinda da
sciente aos pais de soan ai
las deste collegio no dia II de
Aula particular de instrnca^ao
primaria.
Manoel de Sonsa Cortan '
lllras. senhores pais de a
9 do corrente se achara aberta
ma casa n. 16 e roa Travesa
oitao da matrir de Santo AMonie:
ao respeiuvel publico ejpe ;
nos e internos, pensinelas e
cojo honorario sera per aaenoa do eja_
qualquer esubelecimento ; qne tanaf
ensino de musita aos qne desta arla
utilissr, e dos rudimentos da Hagan
que poderem accunnla-lo. O isiin eW gen-
prega na direceo de sna anla aatn, 4aain aaa
no conhecimento do respeitavel .
tem merecido o methor eonceao.
UVA PURA
O Campos da roa do Imperador n. 28, de vdta
de sna viagem Portugal, escolheu all um vinho
qne 9e denomina VINHO DA BAIRRADA, proprio
para a esta^ao calmo.-a que estamos atravessando,
e para que ohegue a TOBOS tem resolvido ven-
de-lo a 509 rs. a garrafa, nresmo porque nao
muito difficil beber do tal nctar, urna ou duas
carrafas, nao s pela sua barateza como peta sua-
viiade de engali-lo.
AMA
Precisa-se de urna ama qae cozinhe oom per-
feicao e que tambem saiba engommar: -a tratar
ni roa Nova, casa n. 22. __________
Ama.
Precisa-se de urna tima para cozinhar: na ra
da Imperalriz n. 58, loja. _______________
Agencia em Fernambuco
Do Dr. Ayer
Peitoral de Cereja
Cura a phthysica e todas as molestias do peito
Nalsa parrllha
Cora ulceras e cagas antigs, impigens e dar-
tro?.
Tnico
Cocserva e limpa os cabellos.
Plalas cattiartlcas.
Puramente vegetaes sem mercurio ; cura se
oes, purgao e purifican) todo o systema humano.
Vendo-se efectivamente em casa de Samuel P
Johostnn & C ra da Senralla Nova n. 42.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
aheiro sobre penhores de ouro, prata e pedrai
vreciosas, seja qual for a quantia; e na mesm
f a se compra e vende objectos de ouro e prata
igualmente se fax toda e qualquer obra de en
ommenda, e todo e qualquer concert tendent>
a mesma arte
O Sr. Miguel Candido de ffledelros
Pinto rogado a vir a esta typographia.
Manoel da SHva Bastos, sua mulher D. Joaquina
C da 6. Bass e seus fithos agradecem quelles
eseusamigos, qae se prestando a acompanhar
ao eemiterio pnWieo o cadver de seu mni prela-
do fliho -e irmao Jos da Silva Bastos ; e denovo
rogam-lha o earidoso obsequio de assistirem as
missas do stimo dia, que terao lagar no dia 12
ele corrente, as 6 horas da maohaa, as igrejas
Santa Crur cesta cidade e capella da povoaco de
Coarte Coefho, outr'ora lArrombados.
Ama
.Precisa-se de ama ama para todo o semee de
ta asa de pequea familia : a tratar na roa das
fiaras a. 37, i* andar.
8
COLLEGIO
DR
Santa Genoveva.
A
fina do Hospicio casas os. 2% 23
e 24.
Antonio Marques d'Amorim avisa
s pessoas qaeaa possa iteressar
que as aulas d'esie estabelecimeato
abrir-se-bio segunda feira 9 do cor-
rento. O malor desvello pela educa-
da seus m
alumnos promettido por sea di- 1
rector, coadjuvado por professores 1
~~I da reeonbecidomerito e probidade. j
em ," .-.' IMMM WWaWSaaWmam m
sa no Monteiro
:a casa no Monteiro, prrtodo Xis-
Mar' > Crespo o. 17, loja.
MANUEL & C.
tfcm a satifacao de participar aos seas numerosos fregaezes, qae em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
stahefecido urna nova fabrica de chapeos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, beje roa do Mrquez de Olinda, g
onde achar5o os pretendentes, maiio avultado sortimento de chapeos de sol de todos os precos, quahdades e por pre-
cos nas commodos do que comporta o nosso mercado : convidam especialmente aos Srs. compradores por atacado
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poderao assim serem mais bem servidos, visto poderem escolher as ar-
mac6es as taieodas que a demora da fabricacao bem diminuta,
Nao ha mala eafcdlss
Tintura japooe a.
S e nica approvada petas as aeadeatas dk
ciencia, reconhecida superior a toda aw Mi ee-
parecido at boje. Dtposilo prtactaM a rea. fe
Cadeia do Recife n. 51, I* andar, ea
ticas e casa de cabeUeireiro.______
Alterado.
Na roa estreita do Rosario a. 38
moco, jantar e cela para ealieiroe
qualquer pessoa que qneira
preco commodo.
\\ RU4 DO BARIO DA VICTORIA 41
Neste nove armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, ingiezas, allemaas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, ama de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras ingiezas,
francezas, de todas as
qualidades, bros de
cores e brancos, colei-
rinbos modernos, cha-
peos de sol de seda,
naos.
DE
ARRIJDA IRMiOS.
RA
Sarao da victoria
antiga roa
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
oficina de alfaiate, montada com
todos os preparos que ba demelbor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptidJo e perfeic^o
nada deixam a desojar.
Roupa de todos os
amanbos para homens
meninos.
Por todos, os paque
tes recebem-se as me-
mores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
Bario da?i ictoiis
antiga roa
NOVA
N. 41.
Attenc&o t
Na raa estreita do Rosario n. 35 preparam se
bandeijas de bolos para bailes, casamentes e bap-
tlsados, faremsebouquetesparanolvas, de mnito
goto, e para qualquer offerta, farem-se doces finos
de semedo e ae. ovo para presentes, pndids, bo-
los e paes-de l enreitados, flores de todas as qua-
lidades, capellas e ramos para senhoras e meni-
nas, enfeitam-se velas com lodo gosto para bap-
tisados. ________________
m
Este estabelecnento acaba de sofirer na reforma radical en acceio, artistas e commodos, e m pontoahdade as encom-
mendas, finalmente em todo am-de melbor servir os seos numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as fazendas, para
Dio se tornar massante
Iravessa da ro
Craies n, % pr-
eire andar, da-se di-
Aelro sobre penhores
de ouro, prata e brilhao-
tes, seja qual for a quan-
tia. Na mesma easaeom-
prai-se os otesmos me-
taes Precisase de una ama para cozinhar : a tratar
oa :rua dos Guararapes n. 2, oo do Barao da Vic-
toria n 3i, loja.
/Francisce da Silva Vaz e'Joaquim de Soaza
Uma-farem scieoie 40 respeiuvel publico e com
espocialidade ao capo do consojercio que em 19
de deiembro prximo finio dissetveram aesiga-
veemenle a socieade que liaba* do estabeieci-
meoto de molhados, sito i raa dornm n. 65, sob
a Irma^ocal de VacJc Lima, icaado a carga de
socio Lima o activo e passivo tda referida finta,
o socio Var pago e aatitfeiio 4e todos os seas
eapitaese lacros. _______
Caimares* Luz peden aos seus devedo-
res, qne teem contas, de mais de auno, venham
on mandem loge paga-las at o flm de marco do
corrente anno ; pois qae fiado o prato indicado
serao chamados a juiro para judicalmente salda-
rem os seus dbitos.
Recife, 3 de Janeiro de 1871.
Precisa-se de urna ama para comprar e 00
tinhar paca casa de pouc familia : na roa do
Duque de Caxiaa, oatr'ora raa do Qneimado n. M
Oa afcaixo asignados declara a quem in-
teressar passa, lerem dissoivido amigavelmente a
sociedad* qne tinham na renaci da roa da
zala-nova n. i, e qne f^rava sob a firma de
iqneira A Borge, fleaodo e activo e passivo da
referida firma a carga do eoeio Jos Antonio da
Cesta Siqueira, e o socio Borges exonerado de
todos os compromissos, pago e aatisfeito de en ca-
piud e lacroi. Recite Io de Janeiro de 1871.
00000 **$** mm
Obacharel Manoel Barbosa de Araujo c
contita a receber na casa de sua resi- 9
dencia, ra da Sandade n. 35, alumnos a
pensionistas, meio peasionisus e externos S
00000 000000000
oclcdade Beaefteeaite Dezesete
de dfauMlro.
Nao se Sendo reunido domingo prximo passa-
ttV numero suficiente de socios para se proceder
ae novas eieicdes, como eslava annnnciado ; orde-
nou-me, pertanio, o Illm. Sr. presidente, aue, ten
doem visa o que prseme o artigo 56 dos esta-
tutos, eonvMa-se de novo pelo presente aos senho-
res socios para o mesmo flm, quinta-felra 1S do
rrente, as<6 horas da tarde, no 2* andar do pre-
dio n. 99, site ra do lartuez de Olinda, ootf -
ra da Cadeia.
-''Per ordem tambem dotffim. Sr. presidente de-
claro que a assembla gerl inlgar-seha consti-
tuida funeeiooar as horas do referido dia, com
o numero de-socios que comparecerem.
Secretaria da assefflMea {eral da sociedade Be-
eflceate Dezeaete de Janeiro t) de janeire de 1871
O secretario,
ChryeolitoFerreira de Castro Chaves.
Au belsexe
COLD CRBAM OF ROSES.
Cette Creme dalicteuse, unlversellement rpan-
due en Anglelerre, o les bmmes sent si renora-
mes par la beant el la transparence de leur
teint, doit sa rpulatioo aux lments balsamiques
el onctuenx qui la composent, ainsi qu' sa cons-
tante efflcacil pour adoucir la peau, la rendre
plus blanche, et contribuer ainsi la sant et a la
beut, qui, toujours, sont inseparables.
On la recommande centro les irritauons de
I piderme, talles qne Boutons, Ephlides, Ta-
ches DB RODSSEDR, BOUGEURS DE LA FlUBE, et
contre les taches patriqces et les fflobbscen-
ces. Cette Grme convient spcialement anx fem-
mes enceintes pour prveDir LE MASQUE, auquel
siles sont sjettes.On s'en sert encor pour em-
pcher la figure de se hler par le froid ou la trop
grasde chaleur.
Prix 1:500 reis
Senl dept au magasin Basar de la Mode50
Ru do Barao da Victoria. ______.
InstracQo pnmarin.
Escola particular do sexo femenino.
Anna de Queiroz e Albtfqaerque scientiflea aos
pais de suas alumnas que do dia 9 do corrente
mez de Janeiro em diante estar aberta a sua es
cola Da ma Marsilio Dias n. 129, 2* andar, onde
conlina disposicio daquelles senhores que a
quizerem honrar com a sua condanca, entregan-
do Ihe suas filhas para o referido ensino. Habi-
litada pela directora geral da instruccSo publica
em con.-enuim-ia do seu exame, e animada pelo
continuado eslu lo que ba feilo e pratica adqneri
da ;.tudo lato offerece ella como garanta, e bem
assim a mau devotada dedicacao e esforcos no
fiel desempenho de seus deveres.___________
Lava-se e eogomma-se roupa de homem por
prego c mmiido : ua ma do Colovello n. 6.
Precisa-se e> um homem de reconhecida ca-
pacidade, que saiba 1er, escrever, e emenda de
tratamenlo de capim e gado, e que qneira admi-
nistrar um sitio porto desta praca : qnem estver
netas circum^tancias (sendo solteiro melhor), dan-
do garanta de sua conducta, appareca na rna do
Queimado, Io andar por cima da, loja do Lavra.
Fer^untas iunocentes.
Pergunta-se ao Retchild des marchantts o se-
guinte :
Poder o Sr. Rotchild compar carne i 8000#
por arroba, e veedor i 6#, 5*. 4 e 34 sem pre-
udicar os seus crederes 1
2
Poderao os couros que o Sr. lira indemnisar a
baixa, qne d no preco da carne ?

Sabe V. S. qual a classificaco que tem o nego-
ciante que compra por oiio e vende por seis, pro-
co inferior ao da praca, e falta depois aos sena
pagamentos ?
Os sens credores sabero deste sea modo de
negociar I
Ser licito nm millonario tur lar-se ao paga-
mento de seos dbitos, allegando prescripglo
credores incautos ? .
6 '
Nlo Ihe aproveitou a ficio, que Ihe den o gato
montee ?
Alerta I farendeiros, Rotchild tem intencoes si-
ostras I
Alerto I Fujam da bancarrota I
Antonio Je
Jos Antonio
Borges Costa.
Costa Siiueira.
Ma padaria franeexa, em Santo Amaro, ra
do Liman. 2, preeisase alngar nm moleque de
16 a 18 annos.
Precisa-se de urna ama para coser e engom-
mar em urna casa de ponca familia : a tratar na
ma Velba n. 8. Prefere-se a que more fra.
A directora do' Monte Pi Portniznex
manda celebrar nina missa do stimo dia
' na ordem terceira do Carmo, quarta-fei-
ra 11 do correnle met de Janeiro, pelas
6 Ij2 I: manb, por alma do fl- a
nado socio convida aos prenlas e amigos do fallecido |
a astist'fim a este acto de caridade,
i*-aiiiiiai
S9o rogados a comparecer i casa de
Alfredo & Barbosa Jnior, os Srs. abaixo
a negocio -que nSo podemignorar :
Francisco Marques da Fonceca Pitia.-
Gamelleira.
Joaquim Cavalcanti de Albaquerque.
Eogeoho Gana-Grande.
Ausiriclano Scrates de Moura Poggi.
Barreiros.
Heliodoro Accacio Rangel.Gamelleira
Aos Srs. eapilaes de campo, precisa-se fallar
i negocio da sens inieretsos: na roa das Crazes
n. 2, primeiro andar, das 10 horas do mannaa As 2
da tarde.
(jozoheiro e en^ommadeira
Na estrada da oate de Ochoa, sitio de Jes
Duarte das Neves, precisa-se de nm cotinbeire e
urna engommadeira, paga-se bem agradando.
Ama
Precisa-se de nma ama que eoctone com per-
eice para casa de pojiea familia : na roa da Pe-
nfaa n. 8. ____________
Precisa-se de urna ama ou
rindo-so escravo
n. 84,2* aunar
moleque, prefe-
na ra do Bario do Trnmpho
Francelino Do mingues da Silva e seas Albos
menores convidam a todos os sens parentes e ami-
gos para assistirem algumas missas que mandam
dizer pela alma de sna sempre enerada esposa e
mi D. Anna Argemirade Oliveira e Silva, anana
feira, 11 do corrente mez, pelas 7 horas dama-
nhia, na igreja matriz da Boa-vfstaj primeiro an
niverstrio do sen fallecimento, e agradeefta desde
a todos qae assistirem este acto de eardade e
religio.
75TT
Preeisa-se de ama ama para o ser*ico fntH--
2 de urna casa de familia, e qae saia roa sendo
preciso : na roa da Palma n. 80.
Casa de campo
Aluga-sea do Bario deOnricury na Passagem
da Magdalena, situada a raargem do rio Capibari-
W: i, tratar no largo do Corpo Santo n. 19.
iula particular em Olinda.
O abaixo assignade, professor particular provi-
jitiiiado pela directora geral da instruccao publi-
ca, da principio aes seus trabalhos lectivos no dia
16 o corrente ; porta Bto offerece aos senhores
pais, tutores, curadores, etc., o disvello de sna
missao para com os seus alumnos. Os senhores
qup quherem ntilisar-se do seu trabalho, dirijam
se iadefra da riheira no 2* andar do sobrado
onde Jnnccioni '*' batalhio da
guarda jitclonal; advertido, porm.nue os tra-
balbos^saacipiaraoas 8 1*2 horas da manhia e
terminarao- as t da tai
J*i Francisco Pessoa'de Y.i-concejlog. -
voltou ao
ODr 'oaquim de Aquino FoBseca
ewrcicio de sit profi
Fotograptaia penal
calera db pnrmu
DE
/. Ferrara Vtilda.
Desde o dia 7 de abril passado acha-se atora
aovo eslabelecimento pbotograpfeie su raa de
abng n. 18, esquina do paleo ita 1
thos que desde ento, tem nudo de i
.era geralmente agradado, seade 1
ilguns com admiracao pelo extraui*raii> pra-
gresso qae ltimamente lea lido a pao graetia,
s por outros com alegra, por verea a prawawfca
lotada com um esubelecimreto diga* d aisa, a-
sontestavelmente o primeire ejM
boje possne : tambem ni)
ilguma para monta-lo ao p em e)H so 1
perando que o publico de
apreciar nossos t sforcos e 1
criflcios.
Convidamos a todas aojaeias
s estrangeiras que gostom das artes, en
aecessidade de trabalhos de
tarem o nosso estabeieeMneano, ejne
aborto e sna disposicao todos en di
horas da manbia at ss 6 da urde.
Para os trabalhos de pbotograpeia
versas macbmas dosmeihores
nglezes e allmemaes, ermo seaas :
Secreton, Hermagis, Taomaz Res, Vi
Sonh eWulf. tlltimamente
machinasi sendo urna deltas
robre o mesmo vidro 4 on 8
isoladas, e outra de 6 a 12 i
igualmente soladas, de sorte
grande concurrencia
ama nica chapa al 8.
das para candes de vM,
V
,
nm quarto de hora
pessoas que pecam cada nma, dc
mais on menos, com os sens re
sm grupo com ontras.
Encarregamos-nos excrosiva
) feitura dos trabalhos de
rando penda e
illemio, o Sr.
Jorge A. Roth
os trabalhos de pintura, a aejuareta, s 1
pastel.
O Sr. Rotb acha-M ligada a 1
ama escriptura publica, e al o
desvellado na exeeu^e de
No nosso es tabelecimerto 1
tros trabalbos imi ortana a de Sr.
miniaturas i aqnarella como i a
Meo, qnadros sacros e 1
Tomamos oncotaaieadas e rearasoe <
tamnho natural, assim eeaa de
para ornamentacao da i _
bem aceitamos eneomoeadM de
eos.
Assegnramos qne
balboa da nossa casa 1
CAKTOES DE VISITA NAO COUMHMi lOfOt A
rau
cabt5e3 de visita coa 1
RALA 1|000 A 1
Retrates em miniatura ola* ea i
16 204000 cada om, indo <
jaixilhado em metnra doaraea. e
busto da pessoa retratada de 3 i 4
todo o quadro palmo e ose de l
Julgamos qne hestario en pe
larmos idea dabaralesa doei
stablecimento, qoaUo i tan
tenha Julgar por sena |
As meliores horas pan ea araras
iiujju Lwlahulm hwi ra das therse i
I da tarde; entretuto de rasa kan asi ra
wn casos especian pera an l
Taer pessoa.
Nos dia de chava, ea par 1
Jemos retratar, e 1
x mais tavoraveis ara 1
peladocnra e perrateana da Ira, par
nosso terraeo eowtraUe ara tras pra]
melhoramentos, qae atara
ahum inconveniente Tha paral
tratos.
I,
vlHa efe
O teaeote Severine tai i
na David de Novara Aguur,
Agniar, Tbereta M Jeras Afafar,
ra Leite e Mara de Agniar Leste,
aran
dignaram icompathar ao
moraos d> seu prelado irae
tos Agniar ; e da novo es
missa do stimo Ma. qne
desta villa, pelas 7 hora* 1
feira 12 do correte.
Casa para alagar
Aloga-se nma
lia em un da
nella, pro timo 4
caeimba Palma n. 31
ai


Ubbm
i
I
Diario de Pemambuoo Quarta feira 11 de Janeiro de 1871.
HOYOS SORTIMERT

>!'* .>"
ruin
A amuMi < Va.
Pr Francez, roa
Baria da Victo-
ria (oatr'ora raa
Nava) 9.
Aa araaaieaa da Va-
par Fraacez, raa
da Baria da vicia-
rla (outr'ara raa
Kara) a. 7.
Perfamarias, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
0 .*?* lb*lec"neoto acaba de recebar pelos ltimos vapores e navios de relia chocados da
Europa todas u mu encommendas do grande sortimento de testa, offerece ao publico em geral, por
preeoe resumidos o nula possivel, os artigos seguintes :
CALCADO
Botinas para senhoras^-dnraque branco, preto
e de ootras muitas corea escolbidas do ultimo gos-
wda moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinhos de salto para senhoraduraqae pre-
to, branco e de cores, e de couro de lustro.
Botaban para enancas, proprias de baptisa-
dos.
' Botinas de diversas qualidades para hornera.
Botas russianas para montarla tanto inglezas
de couro da Russia para viagem, Como francezas
de Melier, beterro fino, para passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 16 an-
uos.
Sapatos de brira branco para homens.
Sapa tos de vaqueta de lustro com sola de raa-
deira, proprios para baohos.
Sapatos de borracha para homeos e senhoras.
Sapatos abotinados, de diferentes modelos, mul-
to bons e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapete, avelludados, Cbarlot, casi-
mira preta, de tranca portuguezes, para bomens,
senhoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos finos, banbas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Cologne em garrafas de crystal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrico la
vande, agua de toilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
e sabonetas, tudo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lnbin.
Quinquilharias
Luvas de pellica L-ancasJonvin.
Espelhos grandes asurados para salas, quartos
gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joias de onro, brincos, transelins, pulseiras,
ootdes de punhos, de abertura, correutes e chaves
de relogio, tudo de ouro bom de lei.
Brincos de plaqu iroitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abctoadnras para colletes e para punhos.
Albuns de velludo e marroquim para retratos.
Mammadeiras de /idro para enancas.
Caixinhas de costura, novos modelos com m-
sica, proprias Dar presentes.
Quadrinhos dourados para retratos.
Toacas e sapatinhos de la para criancas.
Gapellas para noivas e para pastoras de pre-
tepios
Caixinhas com vidros de augmeito para ver-
te em ponto grande a photographia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thesourinhas para eos ara e unhas.
Bolcinhas de seda e de veludo.
Oestinhas para braco de meninas.
Balaios para costara.
Cesas d'arame pratiado para frutas e pao a
coesa.
Ricos artigos de phantasia necessarlos para toi-
Ibetes e proprios de presentes.
Jarros e bouquets de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mni delicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para quairos.
Estampas de bellas paysagens de cidades, de
figuras e de santos.
Espanatores d penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caizinha de msica de darse curda.
Poateiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castSes de marm.
Ditas de baleia, junco e de muitas qaalidades.
Pentes Unos de marfim para caspas.
Escovas para facto, para cabello e para denles.
Lunetas ou penclnez de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para laaternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Cordas para violo.
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e preco?.
bjectos novos de mgicas o melbor possivel,
para divertir meninos.
Halas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com martello para viagem.
Ditos de mullos modelos, de junco e de baleias.
Lavas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para lazer caf.
Globos de papel de cores para illuminacOes de
festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, visporas, rodetes,
bagatela e outros jogos allemaes.
Esterio?copos com as mais bonitas vistas, de
flgnras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordions de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos cora novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com difieren-
tes vistas mni pitorescas.
Para lapinhas.
Presepios completo com todas as pecas e sorti-
mentos avulsos de figurinhas, animaes, casas, jar-
dins, etc.
Attenpo
Todos os artigos mencionados neste annuncio
vendem-se muito baratos, nao s pelos abatnen-
los oblidos dos fabricantes em alinelo as gran-
des e repetidas compras, como pelo bom systema
de vender muito anda mesmo com diminutsimo
lucro.

M
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O
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o
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MO DE OURO
m
Nova loja de joias
RA DOICABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldanha & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, o qaat tem grande sorti-
mento de todas as joias de ultimo gosto, as qaaes vender o mais barato pos-
Todas as joias se rao garantidas ouro de lei, poja os seas donas tendo em
ir fregaezia alo olvidarlo, vender bom o por presos os mais
bblico a vir a este estabelecimento, certo de qae ficar
I
LOTE SGRTMNTO DE MSICAS
NO ,t
ana da Imperatnzn, 14 1
Para flauta, ciarinetta, rabeca de peqaei i, para banda
militar e harmonio, to proprio para este tempo de (estas e para augmentar a aolemni-
dade dos actos religiosos.
Todo pedido das provincias ou/ dointerior serio promptamente attendidos.
Eua do Commercio n, 5
(Recife)
Jos Francisco Ribeiro de Sonsa, professor particular de instrneco primaria,
scieniiQca aos Ilustres pais de sena discpulos e a quem mais possa interessar, que a
abertura de sua aula tera lugar no da 9 de Janeiro de 1871 prximo futo.ro, na
casa onde mesma funeciona ha tras annos, na ra do Commercio n. 5.
Tem resolvido admittir unt certo e determinado numero de alumnos, os
quaes sero leccionados por habis professores. najan
A aula coroecar em todos os das mea as O horas da manta e terminar as
duas horas da tarde,
Pede como especial favor aos interessados, de examinarem o acceio, ordem,
methodo de ensino e dedicacao dos respectivos professores.
Recife, 29 de dezembro de 1870.
PHARMACIA AMERICANA
DE
FERREIRA MAIA ft C.
RA DO 1>ITQCE DE CAXIAS J. 51
( Antiga ra do Queimado )
Acaba de ser reaberta a antiga pbarmacia da roa do Queimado, pertencenteao
Sr. Jos Alexandre Ribeiro, sob o titulo de Pbarmacia Americana.
Tendo sofrido grande modificado esta pbarmacia ;ctia-se boje mentada com
gosto e asseio, e esta certeza nos anima a convidar os Srs. mdicos, e o respeitavel
publico a visita-la."
A mesma pbarmacia presta-se aviar qualquer receita que Urde da noute.the
seja dirigida.
! ranino nmmw i gwpoi-
co mmm
faversessSocrd:.
Cimento snperi r
corrente Janeiro, pela
nbaa.
OBPEM DO DA
Pareceres e mais trabalbos de commis
s&es.
Diicussao sobre os preparativos para a
fest do aniversario.
Secret ria do Instituto, 9 de Janeiro
de 487,.
J. Soares d'Azevedo
___^_ Secretario perpetuo.
AVISO
O Sr. prefessor Antonio Mximo de Barros Leite
quoira apparecer no pateo da ribeira n. 15 a ne-
gocio de interesse.
ESTABULE! IDO
NA
CIDAE DO RECIFE
SOB A VALIOSA PROTECCAO
DE
S. SANTIDAD PI
DIRECTOR E PROPRIETARIO
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR.
Este anligo estabelecimento de educacao e intruccao adiando-se actualmente no espa-
coso, claro e bera v.ntilado edificio da praca do Conde d'Ea n. 32, para onde foi remo-
vido, contina a receber alumnos internos, sim'interDos e externos.
Os bons resultados qne hao colindo e exibido os mnitos alumnos que tem tide
este estabelecimento, devem servir de garante e animaco aos paes de familias qae de-
sejarem ter ahi seos fllhos.
Nos estatutos do collegio, qne esto a disposioao de quem os quizer 1er, se
acham consignadas as condc$5es de entrada.
CAS
9
Anda esi para ser vendida a armacao e per-
lences da taberna do pateo do Terco n. 11, muito
propria para qualquer principiante e tambem
para quern quizer collocir um eslabelecimento bem
montado por ter a casa commodidades para isso,
a qnal tem qnintal e cacimba, e o sen alognel
razoavel, cedendo-se ao comprador a residencia do
sobrado de nm andar por cima da mesma, urna
vez qne preci.e delle para sa habitadlo : a tra-
tar no me;mo sobrado.
O abaixo assignado declara ao publico qae
ninguem faca transaccao alguraa com urna letra
de 300*, passada a favor do Sr. Manoel Mon'.eiro
Conrado, do engenho Estrella do Norte, porque
foi obtida com dolo ; vence se no flra de mar$o
proxiao.
Augusto Faria Loureiro._______
ATTENCAO
Anreliano de Pioho Borges, professor jubilado de
Instruccao primarla, contina a leccioner em casas
particulares com assiduidade e aproveitamento:
quem interessar fallar-lhe, pode dirifir-se ao con-
vento de Santo Antonio desta cidade, cellnla b. 31.
Precisa-se de ama ama forra ou escrava para
coziohar : na raa de Hortas n. 30.
Precisase de urna ama livre oa escrava : a
iratar na ra da Senzala-velha n. 110, 1* andar.
Collegio de Orancisco
Xavier
Raa do Hospicio n. 38.
Conforme o costume dos outros annos, este es-
tabelecimento funecionar tambem no corrente
anno lectivo, as aulas de instruccao primaria e
secundaria.
^BmmmaaammmmmmmmgmaBBB'
Cozinheiro
Precisa-se de nm cozinheiro qae cozinhe com
asseio e perfeicao, estrangeiro ou nacional, pga-
se bem agradando: a tratar na rna Nova, casa
0.21.
-< i >>
Jos Pedro Velloso da silvelr.
A vinva, tilbos e netos do coronel Jos Pedro
Velloso da Silveira, agradecem cerdialmente a to-
das as pessoas qae se dignaran) assistir as ultimas
exequias feitas a seu prezado esposo, pal e av,
acompanbandoo at o cemiterio publico ; e de
novo convidam as roesmas pessoas para assis.irem
ao offlcio solemne qae tem de ser celebrado sab-
bado 14 do corrente, stimo dia do sea passamen-
to, pelas 9 horas da manha, na matriz de Santo
Antonio ; e desde j anleeipam-lhes o sea eterno
reconhecimento.________________
PRENSA INGLEZA
James Ryder fy C.
Raa de Apollo aamero 8.
SYSTEMA HYDRALICO 111
Dorante esta safra James Ryder & C. teem re-
solvido enfardar algodao a razio de 600 rs. por
arroba, inclusive capas, reos e marcas.
Ra de Apollo n. 26, prensa hydraulica
de James Ryder & C.
Companhia Allianca
DE
seguros martimos estabelecida
na Babia em 15 de Janeiro
de 1870.
CAPITAL..Rs. 2,000:000*000.
Toma seguro de mercaderas e dintieiro a risco
martimo, em navios de vella e vapores para den-
tro e fra do Imperio. Ageoci i roa do Com-
mercio n 17, escrptorio de Joaqm'm Jos Gon
calves Beltrio.
Pedro Maurer teodo de fuer ama viagem
Europa deixa plenos poderes a sea guarda-li
vros o Sr. Adolpbe Regard para administrar sua
asa dorante sua ausencia, ficaodo eneombido o
Sr. Jos Atandre Ribeiro da dirccao de sua
pharmacia.
Furto de cavallo
Fnrtaram do sitio de Antonio Alves Barbosa, n.
8, na estrada de Santo Amaro para Beim, no
dia 26 de dezembro de 1870, um cavallo do ser-
vico de campo, lazao, com crinas e cauda mais
claras que a cor da pelle, sendo as raesmas apa-
radas, e bastante magro, tendo no qnarlo e perna
dirella o ferro A e quadrado.etem differentes feri-
das na saroeia, sendo a maior por cima das
roaos. Moga sa as pessoas, assim como as auto-
ridadas polwiaes que dalle tiveren notiela o favor
de avisarem ao annuociante qae pagar qualquer
despeza.
Reeife, 10 de Janeiro de 1871.
Antonio Alves Barbosa.
Desappareceu da casa da ra do Mondego
b. 11, dous mallos, ara alasii, marea pequea
bem feilo, com os dons p3 calcado?, tendo o fer-
io quario ; o oulro gazio, grande,
fez*a segunda moda, tendo o ferr 4 no qiiarto
direito ; quem delle s>uber ou troaxer dita ea-
r genera smente gratificado.
Ama.
Precisarse alagar ama escrava qae cozinhe e
engomm para pouca familia : na raa do caes do
Capibaribe, casa com porto e grade de ferro, e
tambem se alaga urna negrinha. ____
Precisa-se de ama ama para casa de pouca
familia : na rna do Cabug n. 1, loja ________
Precisa-se de ama ama para casa de rapaz
solteiro: na roa da Praia n. 56.
ATTENJAO
Coafeitar U na raa do Bario da
victoria n. 65.
Na mesma se encarregam de apromptar ban-
deijas para casamento, sendo etias do melbor gos-
to possivel, por precq commodo.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
RECIFE A9 OIIMjDA.
Por ordem da directora convida os Srs.
accionistas para, no praso de 8 di conta-
dos do dia 2 de Janeiro prximo futuro al
o dia 10 do mesmo, realisarem a terceira
preslacSo de snas aeces (2* emissSo) na
raz3o de 10 %.
Para esse fim, o Sr. tbesoureiro, ser en-
contrado no escrptorio da companbia, roa
Nova n. 35 Io andar.
Recife, 30 de dezembro de 1870.
Joo Joaquim Alves,
. _____________1" secretario.______
Ama de leit*-
Precisase de ama ama que tenba bom leite,
paga-se bem : na rna do Queimado n. 28, loja.
Manoel deOliveira Jnior, subdito Poriu^uez,
rtira-se para Europa a tratar de sua sande, dei-
xando flear por sens procuradores : o Sr. Ma-
noel Jos Guedes Magalhes, Flix Fereira da
Silva, 3 Joao da Silva Ferreira.
Companhia
DE
Santa Thereza.
De ordem do conselho de dlrecco sao convida-
dos os senhores accionistas a realisarem al o dia
20 do corrente a segunda entrada do capital sobs-
cripto, razo de 10 0|0, no escrptorio do direc-
tor caixa o Exm. Sr. Barao da Soledade, praca do
Corpo Sano.
Recife 9 de Janeiro de 1871.
O gerenle,
______ Justino J. de S. Campos.
Aluga-se
ama boa casa acabada sonco, sita .ao lameiro
do Monteiro, inuto a estrada : a tratar na mssma
ou rna da Madre de Dos n. 14.
Aula publica de instruccao primaria na Pas-
sagem da Magdalena.
O abaixo assignado faz se ente que desde o dia
7 do corrente se acba aberta a matricula desta
aula, que fuccionar na mesma casa em que lec-
cionava o seu antecessor.
O professor,
_________Angosto Jos Banricio Wanderley.
Precisase alugar urna negrinha de 12 a 13
annos: na roa das Flores n. 9.
Ama
Precisa-se de ama ama para o service de duas
pessoas : na rna Augusta n. 90.
AMA
Precisa-se de nma ama livre ou escrava
cozinhe e lave : na rna da Palma n. 31.
que
y Ama
Precisa-se de urna ama eslrangeira para andar
com ama crianca : na ra do Imperador n. 32,
1 andar, das 10 horas da manhaa as 3 da tarde.
Precisase
alugar ama escrava para o servioo interno e ex-
terno de ama easa de familia, sendo fiel e sem vi-
cios : no largo do Tergo b. II.________________
Precisa-se de um menina de 11 a 16 annos,
qae saiba cozinhir e comprar para casa de pouca
familia em um arrabalde : na ra do Imperador
n. 88 se dir quem precisa. ________^__
Precisa-se de servente forro ou captivo : ao
hotel francez, roa das Larangeiras n. 10.
Caixelros.
Precisa-se na ra do Rangel n. 43.
O Sr. Sabino Mauricio Saraiva Leao tem
ama carta na ra do Amonen, armazem n. 60.
ATTENCAO
Alagase metade da loja da ra Imperial n. 98,
a qual tem bons com modos : iratar na mesma
raa n. 133.
Attenpao
Aluga se
Vend-se no arruten
boeau.
110
3
JJO
no
10
7 b
Rival Bem segundo
ROA DO DUQUE BE CAMAS X 49
Estou disposto a cot tonar a i
as miadetav pelos baratsshBoe presos ato-
ro declarados, garantindo todo boa t pro-
cos admirados.
Duzias de pautes segoraoca a
Dozia de pilitos segoranca caixa
. grande a...................
Frascos com oteotebozamaelao.
Pacote con p "> de arras o bbo-
lhor que ba a...............
\';it albas maito fina pan lanr
barba a....................
Caixa de linha brao. do gas a..
Vara de franja* de lidho para loa-
lbas.......................
Gaixas com peonas d'aco de rerry
superiores................
Lencos de casia braocoa a piata-
dosa..............%.......
Caixas com 20 qoadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 novellos da baba
do gax a. \ .
Duzias de meias cnuis snpeor
qnalidadea. ......
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 1*500 a.
Pecas de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 vana a.
Pecas de tranca lisas, brancas a
de eflres a.......
Duzia de linha froxa para borda-
dos a 400 rs. e. .
Pares de meias croas para roa.'
nos diversos tamanhos a. .
Duzias de meias brancas zoilo
finas para senbora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapatos de tapeto a. .
Duzias do baralhos para vultarete
Sylabarios portngnezes a. .
Cartoes com colxetes 2carreras a
Abotoaduras para rollete diversas
qualidades.......
Caixas com penna de ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obrcias a.
Duzia de agnlba para macnina a.
Libras de pregos -francezes todos
os tamanhos a......
Pacote de papel com 20 qi.-tier-
nos ...........
Rema de papel paulado soper or
Resma de pa-pei liso mnilo -une-
riora........... $(0
31600
HBOO
m
40
500
32f
1000
IIBOO
3#000
m
20
m
50C
40
240
400
Para agua.
Canos de ferro gjlvanisados por fra a
por deotro, a venda por preco cotr-jtodc.
no armazem da Traversa do coipj Sanio.
ATTEJVCAO
o
No armaiem da raa do Brom a. 99, tem para
veuder precos commudcs, o fguinle ;
Farinba de mandioca de Porto Alegre ra su-
cos grandes.
Vinno lino do P. rio, cm tataa.
Bolinetes de balianro para niales e barraca*.
Bacas de louca para rozinba.
U PLATA.
Gaz da melhor qnalidade a 71ff0.
Parinha de mandiu-a propria de ama a i>[
o sacco.
Dita de milho a 6J000, c. m o p?io dj 100 la-
bras cada sacea.
Queijos llameBgos do ultimo vapor a iitiA).
Biscoutos em caixii.bas de c-ogararoi l
sas proprias para festas as crianca.
Velas slearioas a GiO rs. a libra.
Chocolate de IJ a 11800 a libra.
Especial a anteiga ingleza e fran.'eza.
Hortalices para sopas denominadas Jnli-- at,
substitue perfeitamenie as mais frescas er-aa.
A verdadeira farinba americana viada de coca
propria a 320 rs. o maco de ama libra.
Bolacbinbas.de todas as qualidades a nos i e-
Ihores fabricantes.
Queijo da liba especial a 880 rs. a libra, e an.-
ios ontrds g. eros que H enconinm p:r pre- -
razoaveis e de 1* qu .lilade : na ra do Daqae
de Casias n. 42, r-rni.iz. m de
MARMORE
Na travessa do Ouvidor n. 11 compra-se um ni-
vel para trabalbos grapbicos.
20^000
Alagase a casa da roa do Progresso, acabada
de nove c na roa da Hortas n. 30.
Paga-se o segundo dividendo da massa fa I-
lida de Siqueira Ferreira razao de 4 0[0
vista des respectivos ttulos, rna do Mrquez de
Olinda n. 49.
Para familia numerosa.
Alaga-se a easa do sobrado de um andar com
solio n 16 roa da Uniao, lado de poente, com
tres verandas de frente, bella vista, bastante fres-
ca e multas acommoda$5es, de 41 palmos de lar-
gura e mais de 309 de fundo, inclusive quintae?,
tudo murado, com cocheira e'portao para a roa da
Saudade : a fallar na toja de chapeos da casa n.
53 roa da Cadeia do Recife, hoje Marques de
Olinda.
Arrenda-se um sitio com baixa de capim na
Torre : a tratar na raa do Imperador n. 57, en-
trada pelo caes 12 de Novembro.
SEGUROS
.MARTIMOS
E
k COWRA FOGO.
- A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta praca, toma segaros martimos sobre
na tos o seas can
em edificios, raer
roa do Vigario n. 4, pavimento terreo.
O lerceiro andar do sobrado n. 8, ra da Im-
peratrix : tratar com J. I. de M. Bego, ra do
Commercio n. 34.
Co9tureira.
VNa chapellerie des Dames a raa do Cabng n.
11, 1* andar, precisa se de custnreiras. Na mes-
ma casa precisa-se de ama ama moca para andar
com meninos.
o engenho Gamel letra na povoacao da Lapa, i
perlencente nova comarca de Iiamb, cap
todo de tiji lo e pedra, feudo de ama twberta
caas de engenho, caldeira, porgar e ewaumta-
to, tem estribara, senzala, casa de farinfca, es-
tilacao, boas trras para cuitara de earea e raca,
milho e fijo, tem tres quartos de leg< a de faado
e meia legoa de largara : qoea o pretender poe
dirieir-se ao propnelario no eacenho Diaaaate
em Goytnna. on com Leal dt Irmao ao Btife.
Bichas.
Aeabam de chegar pelo vapor fraaeos Amaxmt
bichas nova* de Hamburgo : vende-so na raa a
C ruz n 21, botica fraacou.___________________m
Mal.
Precisa-se de ama ama para cosinhar 9
comprar: na raa de Hortas n. 1.
COMPRAS.
Chumbo e estanho
velho.
Compra-se em grandes e pequeas porc,5es; na
rna Nova n. 11.
-SE
Vende-so 14 pipas de superior met en aarris
de 4* o de 5* por proco razoavel : na roa do Vi-
gario n. 14.____________________ _
Vende-se
superior cemento Portland por preco coaoo4o
no armazem da Companhia Peraamboeaaa.
Baratsimo.
Chitas esco?sexas, padrSes novos e
to boa, covado 200 rs.
Ditas escaras e claras, fazenda de 310 a a n.
o covado.
Laas com listras de soda a 380 rs. para hqai-
dar: na loja de Gaspar A. V. Gaimaries, roa do
Queimado n. 1.
azeile de coco em qualquer quantidada: no ar-
mazem da Companhia Pernambueana, no Forte do
Mallos.
Compra-se om bslcio em bom estado e que
seja envernisado, de 10 a 30 palmos de corapri-
mento, com volta ou sem ella : na raa da Impe-
ralriz n. 58, loja.
COMPRASE
Apipuco?, sendo eom algum pequeo
quem tiver annu
. ~o engonno Pedreiras, na cidadld.
vende-s .. e desembarazado, moealo o eerraa-
Goyanna, IIvk .^ CM do viveoda, tnae
te, eom boa e grau. % tnM ^^d,.
senzala e casa de purgar .-. --, ,..^i.
perador n. 12, andar, das 9 .. ,
as 3 da tarde.
Vende-se
Borracha muito nova mais barato do qae em
parte : na ra da Lingneta n. 1._______________
Piano
Vende se nm piano por I50000 : na rna
Queimado n. 17, loja.
Borracha para lfin
Vend
rO do nue em o ira iualiin-r parto, luioi eom
>
jmirJi*P>wx''iL.,y.m^


h i_______________
_H
-I ~>
-mwjK'H?!iww

i

i sr,-< flagancia e
eceber
ta ote eoBTida
60-RUA DA IMPEMTRIZ^68
DE
PIHUA DA SILVA ijj/,.,
Nsste imprtante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, am grande e variad* strnlntoii fme&f d mais
ipnrado gosto e todas de primeira nectsidade, que se vendem mais baratas do que ern outra qualqoer parta yistg o
'oe socios desta firma, adoptaran o Tatema-de so veoderem D1NHEIR0 ; para poderear vender pelo costo, HajUt*.ip
i ganharem o descont ; as pessoas qae oegociam em pequea esea'a nesta loja e armazem poderlo fazer os seos sortimentps;
pele meamos procos qne corapram as casas inglezas, (importadoras) e para maior conwodidade das Exvas. fiBMl.is se dafSo
mostras de todas as fatndas, ou Ibes totam em snas cama-para escolbewii.
TAHTE8 GROSDBNAPLHS PUETOS t
Cbegon para o Bazar do PavSo o mais Chegoo para o-Bazar do Pavtf ud gran-1
alegante sortimento de tapetes grandes, pa- de sortimento dos melhores grosdeoaples
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque- pretos que tm vindo ao mercado, que 'se
qos, para doas cadeiras, ditos para veodem de 40600 at 55000 o covado ;'
pianos, camas, portas; etc. vende-se por sao todoa muilo em conta.
meaos do que em outra qnalqner parte.: ESPART1LH0.
ROUPAS PARA HOMENS No Bazar do Pavao reeebeu-se um elegao-
No accreditado Rasar do Pavao encootra- te aort ment dos mais medirnos e melho-
r4 o respeitavel publico om grande aorti- res espartilhos, qae- se vendein por preco
mnio em conta.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
lo lete
%i
kJItWajdMl
;smo por qae & Nova
ea ufana-se em alo se impacientar era
eother o objecto?,
com que eos turna
salbafc coa o>
ae* artigo;
pre-
o agrado
*ora Esperanza para
sendo brancas e de
PEcmncms
do
manto de ronpas para bornees tanto bran-
cas como de cores, a saber :
Camisas cok peitos d'algodio e delinbo,
jara todos os procos e qna'idades.
Cerollas de liobo e algodao.
Meias cortas (raneezas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto a
asemira.
Caigas de brlm branco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
eolletes iguaes.
De todas esta3 roupas ha para todos os
precos e qnalidades, e tem de mais mais
um perito
ALFAIATE
Por quem se manda fazer com prestes
a aceio qaalqo*r pepa de obra a capricho
on gosto do freguez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qnalidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
nas casemiras, assim cmo os melbores bros,
qnr brancos, qur de cor; e quanlo qual-
quer obra nao flear ioleirameote ao g09to
dos fregnezes fica por conta do estabeleci-
meot'o
FUSILES DE COR E BRANCOS .
Vendem-se bonitos fustes brancos e de
cores, proprios para vestidos e roupas de
meninos, sebdo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do Pav"o roa da Impe-
ratriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a'SOOreis.
a 200 re'rs.
Vendem-se chitas largas com muito bons
pannos q cores fizas, pelo barato preco de
00 ris o covado ; cortes das mesmas com
10 covados a 250^0, pechincha, no Bazar
do Pavao.
AS CASSAS DO PAVAO
Covado a 200 is.
a 200 reis.
a 200 ris,
endem-se bonitas cassas de cores rain-
dinbas pelo barato preco de 200 ris o,c>-
vado, no armazem do PavSo } roa da 1ra-
peratriz n 60.
PANNOS PARA SA1AS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pav3o vende-se bonita fa-
xenda branca encorpada para saias, sendo
com babados e pregas de um lado, dando
a largura da fazeoda o comprioento la
saia, a qoal se p le fazer com 3 ou 3 i|2
metros e vende-se a U, 1,5280 e 11400;
fsMcn como tamhem no mesmo estabeleci-
ment i se vende bonitas saias brancas bor-
dada*, tenio quairo pannos cada urna, ditas
de la de cores j promotas, urnas com
barras differentes da mesma fazenda 44000,
e ouiras com barras bordadas 65 e 70000,
tud isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se caroaaba em saceos, na roa da
. moeratriz n. 60, Bazar do Pavao.
TARLATANAS LISTRADAS CORTE A 60500
Cbegou para o Bazar do Pavao um bonito
sortimento de tarlatanas listradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita phantasia, e liquida-se
cada corte a 60500, pechincha ; oa roa
da Imperatriz n. 60.
Rua.daImperatriz6Q.
LINDAS JAPONEZAS PARA
A 500 RS.
horfletrt, sendera
et>res.
NOVIPADE.
BicodeqaiwprffCooi braaco, a NovaJfe-
pena s4 Csixas para joias.
A Nov Esper anca receben boas catxas de ian-
dato piragrdarioia?.
Fitas largas para cintos.
Receben as de murtasqualidades a* Nova Bs~-
rDca.
Pira extinguir panos on sardas.
A Nova Esperanza ten teite de rasas brancas.
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Esperanca a Verdadeira tinta, in-
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
H_______|H
i._
lades, modicidade em procos e o seo nunca desmenttido
le/
inedeattmpeuhode
iflM^ rifes ojertos que por sua natureza alo mais conhecidos aH, ella1
cari aquelles cofa importancia, elegancia e novidade os tornan recomme
bem soja
li primorosamenle
setia e obras essas
e perfeicac de ador-
doAGRAXKIB
jtaW, eitretW
id
Corpinhos de camt
enfeitados com fitas
cuja novidade de mol
nos os tornam apreciaj
Fita* noi larga* de
O Bazar do Pavto receben om grande. Cbegob uj cleaP^St,SlSB ,**?'
sortimeBto dos melbores pannos de croch,
proprios para cadeiras de bataneo sofs,
pianos, tamboretes a ate proprios pan cn-
brir almofttdas o pratos; veodendo-se por
menos do que em qualqoer parte.
PARA LENCOBS
No Bazar do Pavao vende-se so wrior
bramante d'algodao com 40 palmos de lar-
gura a 08OO o metro, dito de lioio con a
mesma largura a 20800 cada metro, pannos
ds linhodo portocom 3 f/2 palmos de largura
de 720 at 10 a vara, assim como um grande
sortimento de H -mburgo oa creguellas de
odos os nmeros, precos on qualidades,
qoe se veodem mais barato do que em ou-
tra qoalqner pirto ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pav3o veode-se superior
atoalhadu trancado, com 8 palmos de larga-
ra a 10600 o metro, dito de linho adamas-
cado o tuelhor que tem vindo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENAS PARA LUTO
No Bazar do Pavio vende-se constante-
mente o melhor sortimento de fazendas
pretas para luto, como sejam :
Liasiohas retas lisas.
Cassas pretas de la.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpicos.
Chitas pretas de todas as qnalidades.
Alpacas pretas lisas.
DitS lavradas com branco.
Merinos, cant-*, bomb*zinas, qoe se
veodem mais barat do que em outra qual-
quer parte.
CACHE-NEZ A 60000.
No Bazar do pa*2o vendem.se bonitos e
grandes cacbi-nez de pura lia, pelo bara-
to preco de 65000 cada am
PEIIICNCHA EM CAMBBAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 80Ot Vende-se ora explendi lo sortimento de
floissimas cambraias victorias, por presos
mah baratas do qoe em outra qoalquer
par"o, .endo cada peca 10 jardas a 50, 60,
60500 e 70O.X), flnissiraas a 80500 ; todas
estas cambra'as valem multo mais dinbeiru
e lifjidam-se por este preco em relacSo a
nma erando compra qoe se fez co Bazar
do Pav5o.
BABADINH1S
No Bazar do Pavao vende-se^ om grande
sortioiento dos mais floos babndinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porcao de entr meios largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
am conta e mais barato do que em ostra
qualqoer parte.
SETINSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pavao vende-se om sortimen-
to completo dos melhores setins e grosde-
aaples de todas as cores, qoe se vendem
muito em conta.
CASEMIRAS A 70000
Vendem-ae cortea de casemira igleza de
cores para calcas sendo fazeoda qoe vale
muito mais diiheiro e li juida-se a 70000
o corte de calca, no Bazar do Pavao a ra
da Imperatriz n. 60.
A Nova E
vend vtrda
inhas do Japto, com pitoes dSsta^,de
muito boa qnalidade. que se vendem a
500 rs. o covado.. pechincha, no Bazar
do Pavio, roa da inpewfriz n.-6i. '
POCPELINAS nO JAMO* A 01JOO O COVADO.
Cbegou om eteontn sortimento fiM
dlsslmas*- pouptlSs ^l^ifewisf eoA^w
mais delicad ia gostb*,' teodd muito lustro
e com listrinhs desoW, 7ti+ot8 on
fazenda auasi da largona da' chita (ranee-
za e vende-se pelo barato preco de 10600
cada covado, no-'Ba? do fa8.
AS POUPEHNAS 00 PAVAO A 20060, 0OTA0.
Cbeg u para o Bazar do Pavio um bo-
nito sortimento das mais modernas ele-
gantes ponpelioas de linho e seda, qoe se]
vendem pelo baratsimo preco de 20000
cada nm covado, assim como ditas com
gO'tos escossezes a 20400, pecbiucha no
Bazrr do Pavev
SEDAS A 20000
Chegoa ao Helante sortimento de boni-
tas seila do listrinhs, com as cores mais no
vas qua tem vin 1o ao mercado e veudem-se
a 20000 o covado, oa roa da Imperatriz
Bazar do PavSo.
CRETONE FORTE A 20000 O METRO
S no Blzar rio Pavo.
Chegon o verdadeiro cretona francez pro-
prio para lencoes tendo 10 palmos de lar-
gura, e moiio ancorpado, sendo preciso ape-
nas para cada lercol! '/tou 1 '/i metros, alm
d'esti apph;ac3o tambera esta larga e en-
corpada fazenda proprra para toalhas, saia<,
ceroulas, etc. e liquida-se pelo barato pre-
co de 20000 cada metro.
CASEMIR\S A 20500 CADA COVVDO
No Bazar do PavSo vendase uro grande
sortimento de bonitas casemiras de urna s
cor, sendo aoI, (lo, m^sclada, sent del
duas largora?, proprias paraxalrjas, palitos,
e roupas par menino, e venckra-se pelo
bamto preco do ^0500 o covado, i roa da
Imperatriz o. 60.
BONITAS LASINUAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas llasiobas com dife-
rentes gosto pelo barata preco de 500 rs.
o covado, no bazar do PavSo.
ALPACAS BRANCAS.
Ven1e-se um bonito sortimento de fiois-
simas alpacas brancas lavradas imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos oo Buzar do PavSo.
ALPACAS LAVRADAS A 400, 90 E 640 RS.
Veode-se ora gfando sortimento de bo-
das alpacas lavraaas de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do Pav3o.
BAREGES DE QUADRINHOS A 600 RS. O COVADO
Vende-se as mais bodas e moderdas lla-
siobas ou bareges de qnadrinbos, proprios
para vestidos, tendo quasi largara de chita
frsnceza. e liqoida-se a 640 r3. o covado,
oo Bazar do Pavio.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de orna s
cor com cores moito proprios para vestido
e reupas para creancas por ser orna fazen-
da de pura 15a e muito leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pav3o.
eran^a1: rpa Duque de Cixlaa t. 63,
lirl/albfoa branca da Lais.
Perfmarias
As melbores, e do mais conhecido fabricante,
tanto francs c?n|o ingle, eatao exposus venda
na rua Daque da Canasr n. 63, na Nova Espe-
rn^ff.
Extractos, banba, oleo, sabonetes, agoas de co-
ioflkV BfnJ, floridsie d lavande, ete., etc.,
tudo de superior aualid?de : vende-se na Nova
Esperaoe roa Duque de Carias n. 63.

[venas cores a qoa-
se podBril
memnas.
florea final.
dbjecto muito
dizer querendo descreve-los mi;
por snas qualidades, coree e de'sefi^T'
o grande e variado sortimento qne acaba
do chegar, mee para nlo massar o proteo-
dente so me apresentar o que poder de
melbor.
ntremelos em pecas de 12 liras.
Guipare branco e preto de diversas qna-
lidades e desenhos.
Ditos de algodo com flores e lisos.
Meias de seda para noivas.
Ditas abortas da fio de Escossia.
Costumes on uniformes para meninos.
Enxovaea completos para baptisadoa.
Touqumbas do fil, aapatmhos bordados
e meis para ditos.
Capellas bra
ra
Grao4e e constaala.sortimento de dita.
aennfa melbor quaWjs.
Lindos vasos com pos d'stfrol^ms.
Cixinbn com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes domados pe
ra circdlar o coque*
Bonitos brincos do ptaqoe.
Aderecos e brincos de madireperoi
Caivetes finos para abrir latas.
Thesouras para frisar bolwdinkoa.
Aspas oara balao.
Novos stereoscopos com 48
quaes alo movidas por um
Agora sim
A Hova Ejperanca, a rna Doqoe de Caxias n.
63," recebeu um lindo sortimento de lail para bor-
dar, vindo as cores mais procuradas, branca, re-
la, eserlate etc. ete. a H\ antes qo& se aaoe I
Aos cigarreiros.
Nova Esperaoca vende papel para cigarros
(Mais) a 4^400 a caixinha barato I
-*
Camisinhas bordada para ditos. para enfeites de
t .
Bonitas caixinhas devidro
podras.
Ditas de madeira envemisaa eoWvi^e
ras e com dminos.
Bollas de borracha para briaqusdo I'
criticas.
Diversos obiectos de porcelana, proprle
Ur
MACHINAS PARA
COSTURA
Acabam de ebegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, rua Nova n. 22carneiro
viannaum completo sortimento de ma-
chi aas para costura, dos autores maisco-
nnecidos, as quaes esto em exposicao no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua boa qaa-
lidade, e tambem ensina-se com perfeic3o
a todos os compradores. Estas machinas
s3o iguaes oo seo trabalho ao de 30 costo-
reirs diariamente, e a sna perfeico tal
como da-melhOr costureira de Paris. Apr-
sente m-se trabalbos exe6utados pelas mes-
mas, qoe muito devem agradar aos preten-
dentes________________________________
Caixilhos
Bazar, do Pavao sito ama da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aborto
das G horas da inanhaa as 9 da noute.
FALSIFICA^OES
dasPILULASdeBLANCARD
(CAVE DOLM)
A nossa correspondencia do Brazil nos faz
saber que as precas d'estc paiz achao-se
actualmente inundadas por urna multido de
falcificaces vis dos nossosproductos (textual.
Para garantir-se contra estas composicos
mais on menos perieosas, que escondem-se
d'essa maneira por detraz das nossas marcas
de fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqui com instancia aos mdicos e aos do-
entes de assegurar-se sempre da origem das
Pillas que trazem o nosso nome, appellando,
entre outros meios prcticos, pela boa f dos
nossos collegas, os pharmceulicos. Nao de
duTidar qne n'uma questaB que intressa ta6
teriamefite a sande publica e a moratidade do
commerci, estes honrados intermediarios
nao se mostrem dignos da confmnca des seas
freguezes; nao de duvidar igualmente que
repudiando toda solaridade com os falcifi-
cadores e os seus cumplices, ellos nao se fa-
co m dever d'ort, em diante de procurar
as VERDADEIRAS I'ILI'LAS "Dg Bt.ANC*BD em
origens certas, nderecando-se, quer a- nos-'i
mesmos em Pris, quer indirectamente aos
nossos principaes correspondentes, ou ento
as casas as mais reconv
mendaveis da Franca
ou do seu paiz.
Pkarmacentico, rva Bonaparte, em Paris.
*">-" noisai PiluUi ni prinsipaei FhiTatclu.
MEDALHA
Q\.Q
|IGA0U#: lAUlFIGADOcrACALHAU
! '*
BRANCO t ESqRO.
-I o Oleo ir. Figido de Baoo'hJ^
P'he*ttrrrifr den a 'irs-
adavais
o

e em-
medi-
- qw*c*( :*pi l u .> as* ta on.i-a:iks cade
FEnRU61KU DE ClIEVRir.R
0 Sflhr Chetrier eoiapletna i su desca-
fcsrt l iodnra de :eo de
Btetll
i todas t prr. l**x
do ole c->( fMifanentr t :. sa

JoaquimEodriguesTa- J-
vares de Mello,
TEM PARA VENDER
em sen escriptorio, praca do Ckiroo Santo
n. 17 :
Fnmo em folha
e e 2; qnalidade, e vende nm ou mais
iraos a vontde dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima chegada.
PotassadaRussia.
Fartaba de -laadloea.
Vinho Bordeaux.
[ede qoalidade. Tnae de vende mais _|
barato do que em ootra qualqoer parte. Ifc
----------------- j ^^asOair_^_r_r^i
ltimamente ebegada, e mais barata do qae em
ontra qualqner parte; i rua da Cruz n. 82, es-
criptorio de F. da Costa l -,
jgjW-W WHKWMlMMa
Grande pechincha
_J Lindas bareges *te lia e seda, lisas,
com listas e com, llores pelo ha- j
ratissimo preco de 400 rs. o co-
vado, faienda qoe se tem ven-
dido por moito maior preco
Na toja da Colamnas, roa PrfmeTro
deMao (outrora do Crespo) n. 13, de
Antonio Correa de Vasconcelfos.
:^3
2
O
*3

N. 3 A RUA DO CABUGA N. S:A.
Iffllt IR10S
Vende-se 14 parelhas de caixilhos de amarello
em bom estado, com vidro : na rua Augusta m-
mjero 78.
Canlleiros e gaz eco-
nmico
Acaba de chegar nova remessa dos t3o deseja-
dos caodidiros todo de porcelana os quae* muito
se acommodam pela seguranca, acc?io e economa,
e anda pela excetlente lz'preferivcl mtt vzes ao
kerosene: venham antes que se acabem, nico
deposito da rtra larga do Rosario n. 34, botica.
CEMENTO DE PORTLAND
O unic fresco e bom qoe ba do merca-
do : veode-se no armazem de
Tasso Krmos C.
oa praca do caes de Apollo^_________^^
Vende-se ama taberna na Capunga, rna po
Lasserre n. i: quem pretender dirija se a mesma.
Vende-se
Ps de roseras de vanas qna'idades,
assim como de 6poli, abacate, figoeiras,
laranja eravo, e pinhwra, por precjD rasoa-
vel: a tratar na Boa-Vista a rua do Visconde
de Goyanoa o. 51 (ontr'ora do Mondego.
Vende-se sement de coentro e altaos muito
novas : na rua da Gafa n. 7, taberna. "i
Bartholomeu & C,
SHJftffl
om Ta?fo irmus & C
iGaribaldiB : a tratar

na
roa 4a
Caponf,
com por lio de ferro, ca-
los* Ieiio. H_
se tn
do nnr
a agaa
k* q" tftoTrnetos os pretenden-
raocisca Tbareu de Oli-
pliaacjtes precisas.
0
CO
__r
Com este titulo acha-se aberto e inteiramente transformado esta ango
estabelecimento de joias, onde os fregnezes e amigos encontrar*) todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado oa arte de ourivesaria, o Collar de Onro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel publico veoha ver o qoe existe de melbor em
aderecos de brilbantes, esmeraldas, robios e perolas, meios aderecos, pnl-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as qnalidades, prata de lei faquei-
ros, colheres, palileiros salvas e outros muitos objectos qne seria enfadonno
mencionar.
Compra-se onro, prata, brilbantes e podras finas, pormaior pre?o do
qne em ontra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qoalqner objecto
pertencente a esta arte.
r
NOVIDADES
DO
TRIUMPHO
7 Eua doQueimado 7
DE
MOREIRA & BASTOS
E' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
fnai, endo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de,seda ricamente bordados.
Gorgurao de seda branco para vestido.
Colchas de seda pora, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, id-m idem.
Ditas de crox, idem idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxes para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos.
Las de diversas quididades, lindos gostos e modernas.
Ricos b turnos para passeio, com listras de setira.
Sahidas de baile o qne ba de mais rico.
Cretones para vestidos com {indos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas moito nas para homens.
D'tas inglezas para homens e meninos.
Seroulas de linho, e um grande sortimento de roupas feitas e de fazendas (,*
( enfadonho mencionar.
Luvas frescas de Joiivin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sal, e o
crande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
NOVO SORTIMENTO DE MSICAS
NO
_- SALO DE PIANOS E DE MUSICAS
Rua da Imperatriz n. 14 loja
contem :
MSICAS PARA PUNO das mais facis at s mais difficeis, toda dos aotores mais
modernos as melhores edicoes da Europa e do Rio.
NOVIDADES quadrilbas, polkas, walsas.
IAWGOS, Habaneros,.rnodinhas, can?5es brasileiras e hespanhola, romances francezes,
arias e cavatinas.
Operas inteiras proprias para prsenles
tudo para piano e para canto da opera
GUARANY
** lr^ _^
Em breve se principiar a dar um catalogo do grandissimo sortimento deste es-
tabelecimento. Encarrega-se de encadernacSes etc.
Vinho, Pimji^s,Xaropb\. Sarruiu
DI JURUMBA SIMPLES FERWJOW080
Olio,' Pomadas Emplastro da mjrbmj
planta preparados por
RTH0L0ME0 & C"
Pharmace uticos- Droguistas
PRRlfAMBUCO
A Jwabebt : e*u planu koj raccahacdi
como otnaia paderoao tnico, sota o owllie!
d8btrunw, como tal applicada noa paducisunlu
do Bgsdo bao, hepalitat, dureaaa, UBSIW hltr-
no* e espccialmenu do atoro, yaVfaalls, srM.
polka, ele; o aaaociada ao rorro 0 Bill M* polliai
COtOf, chloroaes o (alu do meaiKrotco, deaorrai
joa do otiosaofo, ote., a o qu ioosm alUaU
ionon)em coras impanaatea obtidoa aosaat
priparo o j boa eoub'.eidoa o oaodaa polo* mi'i
uoioM do pal o Porusal. S_ lodo*
saaoi dtp asnea du
smIdot hsosa naanaor JsnMM too* nsvtaaW
awlitaf**.
w
HL-S


i
I


Diario de Pernanibuco < (uarta (eir 11 de Janeiro de 1871.

m ou
(Vejysfccot grande a-MSOO.
i de faro para ercadc.
para cama a torrar ala.,
fruncer par cCoi
ESSO auperiol' em barrica* c as rroha?.
CEM8KT0 de todas a quah'dadei i baixo*
^^Hfc^AS de de>r.aroc,ar algoJax
MMB grandes cdrh pcixe da Suecia.
LOSAS brindes da Russia.
OLEADOS araericaw para torro de carros.
FOGOES americanos muilo bon econmicos.
VINHO de Bordeanx era caixas,
COGNAC superior de Gautier Freres.
MILHO de Perntndo a H o sacco.
AGUA florida'.
BARRIS de carne salgada de porco e de vacca
tafcBterr=s:
......... "'"W
r+

ypo tas n. 53, ^ua Direita, 3 p rtas n. 53, antitjai
lja 'do Braga
Q afceixo assignado, loco des te antigo Msbeocimento, tendo era vista ^presentar tn
completo sorlimento u ferragens, minaeras e cotileria, tero resolvido mandar buscar em
diversos pontos da Europa os melhores objectos de seu esUbejecimento dos fabricantes
mais conhecides ; pelo sue copvjda ato rtspeilayel publico e a seus numerosos
; pelo que convida ao respeitavet put
des objecto3 de fus cretcia, snde <
qtialqaer parte, um sortiioerrto completo de machinas para descarcear ale
cor.hecido (abridme Cotlorr Gin & C, ditas $ara costura, motores para anfi
encontrarlo por menea 10 0[
uezev
o que
odio.
I virem se errlr
em oatra
do bem cor.hecido fabricante Coitotr Gin & C, ditas far costura, motores para anlmae?,
ditos para fago, nioinhos pura cat do lodos os u.nanhos, da fabrica 4o Japi, espingarda de
dous canos e do uro, tanto i
como tranceos,
w. iouca de porcelana, facas e garlos,
de diverea Calidades e presos, bandejas ehineas, salitre, bren, barbante, enxojre, papel e
limalha de ferro, ac, e agulha para fguetero ; assim como encontraro constante-
mente grande porcao de tofo do ar, o recbese encommenda do fogos de vista, alera de um j
cem numero de objectos, qae se tornara esfedonho numera-las : veobaru rna Direita
53, leja de Lenidas Tilo Louroiro, aottga loja do Braga.
I
prhM 'ifit5t8t&!8os focos tubulares (h Abys-
tirY, tem Trambuco.
mam
GRANDE
IIA LUZ
novas msicas para piano.
Danse des negros do maestro Cazalborc.
Martarida, linda schoKiseh.
Urna folia a Roma, quadrilha
LUNDS
Dansas paraguayas.
r Habanera.
t* Los segros.
1* Noites de Loque.
I* Palomita* paraguaya.
Tambom recebeu as segowtes :| "
4 opera Guaran/, e os melhores pedamos
da mesma para piano e piano e"canto.gj?
Quadrilbas
Walsas | i
E ?>*fca9
Qaadrilbas:
Risetle.
Satn.
Jardim das Fadas.
Heroica.
Capenga, Caroca C.
Horneas do mar.
Juventud^ Commercia!.
Rocarubole.
Ponte do Diabo.
Tenente do Diabo.
Imperial marinheiro.
K sultana como linda.
Independencia das senhoras.
0 Clnb X.
Regresso do conde d'Eo.
Gaminho de ferro.
Gaarany.
Walsas:
Sonho da virgem.
Volavel.
Dansa d'amor.
Ultimas walsas de nm doido.
Aojo da meia noite.
Carnavalesca.
Goarany.
Polkas :
Cabrilo.
Gorgeio do sabia.
Bulicosa.
Gapenga nao forma.
Qoerida por todos.
4 rival.
Por todos querida.
Zas Trz.
Palomita paraguaya.
Uismark.
Moreninha.
Surpreza.
Chora pitanga.
Gloria.
Guaran*.
venda no armazem de pianos e msi-
cas do Aaeve do, ra Nova n. 11, boje ra
do Barao da Victoria.
CHRYSTAES
DE
PER EIRA, IRMAS
Ra Primeiro de margo n. 15, outr'ora rua Ao respeitavel publico em geral e particularmfnte aos seus numerosos amigos
participaos Manoel Joaqaia reir o Maaoel Jos da Cosa Pereira, que acabara de
fandar um rico e sompluosu armazem de louga, porcelana, vidros e c'aystaes roa
Primeiro de Marco, ulr'ora la do Crespo n. >, sob a Tao social Pereira .&
Irmaos.
A longa pratka e conhecimentos de que dispoera os aonuncia^es oeste ramo
de commercio, a qae, ha muitos annos, se dedicam, os tem -kabilitado a tatisfazer as
necessidades da populacho desla provincia e suas limirophes, offereceodo aos ooasu-
midores maiores vwitagens do que qualquer outro estatoelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dgnando se de visitar este -novo estaibetecimento coro-,
inercia), verificar por si mesmo o que os aonunciaates vera de dizer.
NOTICIA
IH\ II I Eli M R I
I I i I II I I
^VBimTrrK:mB
Veio operar uttia completa revol Tinta para escrever.


O B?zar da Moda recebeu novo sortimen-
:o de fazendas do ultimo goeto para, vesti-
dos, assim como chapeosinbos, casacos,
bororrs, coques, camisinbas, etc, etc.
Continua senpre o grande e afamado sor-
limento de miodezas e perfumaras verda-
eiras, queUnda se vende por oaratissimos
precos. \
Dam-se amostras e manda-so em casa das
Exmas. famlias o que desej;.rem, rna do
BarSo da Vidtoria, outr'ora Nova.
GAZ AZ CAZ
Chegon ao antigo deposito de Henry Foriur *
4., rua do Imperador, m carregameftto d ca
4* priBsiraqui;idde:o a retalho pormenoa praoo do ne ai ontr fmal>
mar parte.
.------------------------------,-------------------
Vende-se as wgttates toras, m am s vo-
tme : s
Flores singelns por Paes de Anlrade, ultimas pa-
ginas por Pedro do Galasaos, illosoes perdidas por
Casario de Atento por 5*.
B*orga*oi loflioaeav-ademado por H.
Celeu francera encadernada 2i.
Tida de D. loio de Castro1 (detnlf.
Cdigo do Rom tom KJem U500.
Methodode |4anno 8*.
Melbodo de solpUcjaa r paono 8f.
A irar no 1* andar de?.ta typogaantoia.
Lfitas oa tonaira
OLTMA INVBKCAO,
Qnem compr tas nao precisa
pusa-lo paca g pi is que pode
rar ineprei-
Mrtem derran veade-?e
so armazem do ,* Madre de
Beosi..
)0 ABACATY.
Grande {tieMs a 140 rs.: vende-
e na rua da Saaialla otr a. 90,
Prov de fogo
Era ta a de Skaw, Haukes & C. a rua da Cruz n. 4,
Nunca se vio um processo mais perfeito e que' aitiaja de tai forma a satistozer as
exigencias mais severas da escriptoracao.
A sua cor lindissima e nao precisa de cuidado algum para se conservar no
tinteiro sempre com a mesma cor, sem bom., crsla, bolr ou sem-lodas essas mazel-
las inberentes todas as tintas ate agora conbecidas, ainda mesmo ios melhoreg autores
estraiigeiro8
Sobretudo, este estimavel producto nao ataca as pennasdeaco, antes pelo con-
trario, a peona adquire um esmalte dourado que, sendo interessante, asss proveitoso.
Esta tinta, n5o 6eodo especialmente para-copiar, d comtudo duas, tres ou ais
copias um mez depois de escripia ; preciso, porm, dear-lbe o papel bemmolhado
sem o enicgar com o malla'borrio, porque n3o ha o ritco d borrar. Para se tirar
mais de urna copia, n3o 6e agglomeram tsetas tomas quaotas copias se querem tirar,
mas vaese com o original tirando urna orna tantas quantas se desejam, sem.que o
original Oque prejudicado pelas extraeces. .
Occorreaqui dizer que, para copiar importa muiia mWligencia e babdtdade.-seiB
o que a melbor tinta .n5o satsfaz, e o defeito recae sempre obre a tinta, que naeife
vezes quem menos colpa leu.
Aduplaqualidade desta tinta extremamente apreciavel, pojs que vita que
em qnaquer escriptoxio baja mais do que urna tinta para os 4iversos misteres.
EmqHantoisua dorablidade, nao ba a oppra .menor duid,jwi*!qo esta tinta
depois de escripia soflre o cnoqoe d cidos iortisf irnos, em se deeompAr ; ora, se c
cidos o tem accSa obre ell, sito maaos a acoao do tempo a pta-destroir: isto
pJanpivpl
N3o s ao comanercio que este en producto vejo ser til; os professore* dos
coIlegio8, investigando todos osjpaeios para o adiaptameoto dos seus dUcipulos> tem
aproveitado est Upta, que com raz5o a acharm apta para desenvolver o gosto nos
edueaDdos, consequenoia da belleza da cor eaei4ade de correrla pennapela sua
liquidez. Ha ejemplos de enancas que bavia moito tempo linbam orna repugnancia
extrema para a es tripla, logo que foi ndOJittWa esta tinta m coilegio, apoderou-se ellas
axuriosidade e o gosto, e pouco lampo depois o sen adiantamenta era manifest.
Esta tinta, ..ntnsjens, tem u tnico inconvenjente, de.teriara.-SB
ao contacto de 1er; convm poi t-la em tintemos isentgs do-jrDenff vislum-
bro de outra Unta, e< rever com a penna suja de uma.preparacao differentee;
iocomnativel; veri8cando isto, n3oba razio para se usar de unta que nao sejaa VJ0LE-
TA EXTRA FINA DE MONTEIRO.
O)serva^.
Diversas faJsiflcacBts e semelbancas tomapprepidip. cuja 4nrabilidade duvidosa.
Os Srs. cmpraor#.poam vitar o enganadrigiQdo-se i casas dreomspectas, e pedio-
do a tinta que eu fabrico __ .
A. p. Monteiro.
Participa ao respeitaVel publico que ltimamente
Um recetado a qualta remess* dos ditos poco?, e
os pertf ro>'s completos e ap'erfelcoados para a collo-
eac5o d'elles em pouco tempo, tasto em terreno mole
como era trra de barr, massap
As vantagens que (fferece este systema de ad-
quirir 9gu;< sobre qualquer outro, sao immecsas ;
servindo- d3o smente as eoodicbes cima mencio-
nadas, 'ctmo lamotm lias cacimbas j feitas, aonde
anda n3o Um b- rabas (U a agua nao pura, pois
elles esto munidrs deura filtro que ci deixa en-
trar noputidades, vanUgtm qae Dio tem os cutres.
Alm dis;p, a grande quantidade d'agoa que
elles deitam de o. t 8 pipas por hora conforme o
dimetro dos tubos, a facilidad com que elles fucc-
cionj-m, a stirpiicidae, perfeicio e solidez, com-
binada com a fclegat cia de sua forma, qoe para ser
aprreciada basta ver-se.
O annunciante tem urna pessoa especialmente habi-
litada, t?uto na coilrcaciq d'elle, como Da escolha
do terreno ou lugar mais proprio, que se encarrega
de tes tetv <- s por preco commodo ; e, visto o cam-
t'io ser mais favoravel, vende-se elles por precos
mais moderados, rrcebende-se a importancia t de-
pt is de tollocado e funcionando a satisn,ao do com-
prador.
PaTa eBCommendose mbis es-
clarecimentos a respeito trata-se
La loja do Sr. F. J. Germann, rua
Nova d. 21 e na offi iua de meta-
es do Sr. Pulo Jos da Silva Frei-
e, largo dn Concordia n. 7,
OreS Q lerrO ^ dilTerentes umanhos.
X XC ti SUS ^e ferr<) para COpar cartas.
VuapaS ^e -{ero gavalnisadas para telbeiros.
AdCilUO q ferro paraassucar.
XillUS americanos para varzea e ladeira.
JABCnillES a vaDor e de cortar fumo.
L>arriQI10S je mo para saceos e atterros.
'Venezianasparaianeiia8.
UalanCaS decimaes e outras.
Fog5es de ferro.
Enxoire saitre, etc etc.
VDESE EM CASA
TE Sa"W, HaWKES & C,
HUA.DA CllBZ N. 4.
COFRES DE FERRO
1$ A Rua fia Imperatru: 13 A
DE
JOAQUIM DEZERRA PESSOA A C.
<'/ m este titulo cha-so aberto o estabe-
leoiento de facen las, ende o Illnstre o
resoeia^el publico encontrar o que de
melfeor vem .este mercade ; apar do agra-
do, aincendade e commodidde nos precos
das objectos : aflrr da Moda tem sempre
un fcompiuozo s> rtimento de papelinas de
apurados g stos^ue por suas qualidadese
padres nao deixar de agradar a quem da-
tejar sortimeito de laa de cores raoderoas e di
todas ae quaiida les e larguras, desde 200
reis o covado ate .800 reis, is cassas da
Flor da Moda. na \erdade de admiar os
go.-tos e qualidades -e precos das cassas de
que se acha prvido esto estabelecimento :
canrbraras victorias de dille'entes qoalidafles
pr eos commodos, ditas transparentes fi-
nas eenlre-nas ; organdys do cores e bran
eos, largos e eslreitos; brilbantinas e mos
seMinas ^brincas e de cores; bramantes de
linho e algodio com II palmes, para diver-
sos precos ; etitas Dnas.cretones, percales,
escuras e claras cora ranagens e miudi-
nhas; alpacas Javradas finas com bonitos
padrees; las pira bordar de todas as
cores a precos commodos; bales de mos-
sellinas brancas e de cores para senhoras e
meninas de todos -os lmannos; saias bor-
dadas e d i pregas emito modernas, a pre-
cos eoKHuados ; puchos e manguitos brac-
eos e de cores para senbora e meninas;
ponhos e colarinhos pata horatns; gravatae
preas e de ores para laco e com elle e
mantas da gazi de cores ; meias croas para
hoowui "eai80s-; ditas para senbora-e
meninas; toalhas felpudas grandes e peqne-
oas; carnizas inglezas e francezas de lindo
algodio brancas, para bomens e meninos;
chales de merino lieos e estampados de to-
dasas" qualidade?.
Os incc da Flor da Moda. E com ef-
feito espantoso o sorlimento de lencos de
esgoiao brancos e cambraia de liobo e de
algodio de deferentes precos qualidads ;
ditos oos barras de cores com calingas fa-
zendo gyamatica, que qen os vir pelos
pncos n8o deixar 4L& comprar ; grinaldas
e capaila para oivas, moito bonitas e ba-
ratas para acabar ; chapeos de sol de teda
e IpaoM agrandes e pequeos ; ditos par
bojaen?, da /eltro e palha de differentes
modeJlos; cobtas adamascadas coro barras
hnaftcs e,de cores ; cobertores de algodio'
e lia fios; rospas de casejaira* e brins
para homens e meninos, e outros muitos
objectos de gosto que>deixamoa de mencio-
nar para n j>o, se tornar tt aisanie aos ama veis
leilores, assim como4am-se as amostras de
tm as f*aeo#s -,e maneara ee levar m
casa das Exmas. familias que se dignaron
a*j-as ata* pedidos.
O fitaMeciafito, acha-so aberto da
6 da manhia as 9 boras da noute, as or-
dena do illutre e respeitavel publico:
N. 13 A RUA DA IMPERATRIZ N. 13 A
DD
Joaquim Bezerra Pessoa & C.
Rival sem segundo,
RUA DUQUE DE CAXIA* M. 4
(Angarua do Queimado)
Contina a vender tudo moito bom e
muito barato a saber :
Libras de areia preta muito boo. 12
Tesouras finas para unbas e costu-
ra a....... 500
Papis de agulhas francezas a ba-
fea....'..... 60
Caixas com seis sabonetes de fruta 10000
Libras de lia para bordar de todas
as cores a....... 80000
Carriteis de linha Alexandre a. 100
Frascos com azeite para machinas 500
Gravatas de corestmuilo finas a 500
Crozas de boloeSrmadepersla fi-
nissimos a....... 500
Novel'.o de linha de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Penles volteados para meninas a. 240
Tinteiros com tinta preta a 80rs. e 100
Pecas de fita elstica muito fina a 200
Lata com superior banha a 100 e. 200
Frascos de oleo Philocomo muito
fino a......... 500
Frascos de macaca perola a. 240
Frascos de extracto muito bonitos a 500
Duzia de sabonetes muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rs. e. 10200
Frasco com agua de colonia Piver a 500
Dito de oleo babeza a...... 500
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino muito
superiores a....... 24G
Cartilhas da doutrina fazenda nova a 400
Libra? de linha sortidas de todos os
nmeros a....... J08OO
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retroz preto, com 2
oitavas a........ 640
Agulhciros de osso enfeitados a, 240
Libra de linha francesa superior
qoalidade a....... 20420
Ricas touquinhas de fil para me-
ninos a 200
Botinas de couro para meninos a 20500
Caixas com gottas de fondo
dourado a 240
Pecas de tiras bordadas muito fi-
a 500, 600, 800 e 10000
Jtob-airte-rheumatico.
Remedio efflcacissime contra as dores rheuma-
ticas at boje o mab conhecido pelos seus mara-
Thoaoa resoltados.
XAROPE DE AGRIAO. am ios medicamen-
tos que sua eficacia aag entermidaies, tosse e
singue pela bocea, bronehites, dores e flraqueza
no aefto, escroboto e molestias de flgado, que me-
loor tero apretado.
TtNTUaA DE MABAPUAMA- A celebre raz
de jmarapuama, cuja nergia e eficacia naa para-
lysias, tatorpecmenlo, etc. ato. moito se recom-
menda.
Todos asset preparados aa encootram na pbar-
macia e dMgaria da Uartliolomeu C, nico de-
posito na ma larga do Rosario n. 34.
GALLO miLANTf
Rua do Crespo
Os proprietan
cimenie, loi dos 'muitos o u ttnham
postes a preclacao do respoMavet publico, ma
daram vir c acabara de recitBr peio oitiiBo var
da Europa ora eomoteto e vanado sortimento
finas e"mai delieais especialidades, as quaes <*
to rcsoltidos a hender, eofio de seu costura,
por precos muito baratinhes .; commodos para
dos, oom tanto que o Gallo:... __
Muito superiores luas do pellica, pretai; bran
cas e de mui lindas cores.
Mu boas e bonitas golllnhM e punhos para n-
chora. ueste gebero o que ha de mai9 moderno.
Superiores pentes de tartaruga para coques.
Lindos e riquissimos e&oitos para caberas a
Exmas. senhoraa. ..
Superiores trancas preus de cores com vicn-
Ihos e 9em elles; esta faeuda oque pode nav>
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos loquee de madreperoi.
marra, sndalo e osso, sendo aquellos bratcci
com lindos desenhos, e estes pretos.
Muito superiores meias fio de Kscossia para se-
nhoras, as quaes sempre se vendor.tm por 30*000
a duzia, entretanto qne nos as vendemos por 30*.
aim desUs, temos mbem grande sprtimento
ou"as quadades, cutre as pitaes algmas mnitt
finas. .
"Coas bengalas de .superior canna da mcu
casta de marlim com lindas o encaiailoras ligu
ras do mesmo, neste genero o que de mellicr s*
pode desejar ; alm destas temos tamben grano
quantidade de outras quadades, como sejam.m
deira, baleia, osso, borracha, ele. etc. etc.
Finos, bonitos e airosos cbicotinhos de eaea
fde outras quadades.
Lindas e superiores ligas do seda e borract
para segurar as meias.
Boas meias de seda para senbora e para meni
as de 1 a 12 annos de idade.
Navalhas cabo de marlim e tartaruga para fazci
barba; sao muito boas.e do mais a wais sao ga-
rantidas pelo fabricante, e nos por nossa vea tai
bem asseguramKs sua cfnalidade e delicadoia.
Lindas e bellas capeUas para noiva.
Superiores agulhas para machina e pan crou
Linha muito boa de peso, frouxa, para encho;
labyrintho.
Bons baralhos de cartas para volUreta, asso
como os tent03 para o mesmo flm.
Grande e taado sorlimento das melhores pr
fumarias e" des melhores e mais ednhetidos per
fumistas.
COLARES DE ROER.
Elctricos, magnticos contra as convulsSes, "
faciiitam a denticao das innocentes criancaa. S i
mos desde muito recebedores destes prodigioso
collares, e continuamos a rccebe-los por todes w
vapores, abra de que nunca falten no mercado,
tomo j tem acontecido, assim pois poderlo aque-
les quo delles precisaren, vir ao deposito do galn
vigilante, aonde sempre encontrarlo dostes verda-
deiros collares, c os quars attendendo-se ao fin
para que sao applicados, se venderlo com um nan
diminuto lacro.
Rogamos, pois, avista dos objectos que deixamc >
declarados, aos nossos freguezes e amigos a virei*
comprar por precos muito raioaveis loja do ga.t
vigilante, rua do Crespo n. 7._______________
Nutrimento
MEDICINA!
Preparados por
Lanman cV Kemp
para tsica o toda
qualidantadedo-
engas, quer si j;
na garganta, pe;-
lo ou bofes.
Expressa
mente escolbido
dos melhores li-
gados dos quaes
se extrae c
oleo, no banco
da Terra Nova.,
purificado cbi-
micalmente, e
suas
p ropriedades
conservadas
com todo o cu
dado, em todo o
frasco, se garan-
te perfeitamer.-
te puro.
Este oleo tem
sido submettido
a um exame
muitosevero, pelos chimicos de mais tale-r.
ot, do governo hespanhol em Cuba.foi de-
vulgado por elle e contera
MAIOR PORCO D'IODINA
do que outro qualquer oleo, que elle tem
examinado
IODINO E'UM PODER SALVADOR
Em todo o oleo de figado de bacalhc,
e naquelle no qual contm a maior porcSo
d'esta invaluavel propriedade o nico
meio para curar todas as doencas de
GARGANTA, PEITO, R0FES,FIGAD0,
Tsica, bronebites, asma, catarrho, tosse,
resfriamentos,etc.
Uns poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a uista.e d vigor a
todo o corpo. Nenbum outro artigo co-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutrimento ao systema e encommodando
quasi nada o estomago
As pessoas cuja organisaco tem sido
destruida pelas dffeccDes das
ESCRFULAS OU RHEUMATISMO
e todas aquellas cujadigeslo se acha com-
pletamente desarranjada.devem tomar
O OLEO DE FIGADO DE BACALHAO
laniuau lcmp,
Acha-se a venda nos estabelecimentos de
A. Caors, J. da C! Bravo, & C. P. Mau-
rer 4 C. A. A.Barboza Bartholomeu, C.
0utilarias fiu8s
pgr pregos mais balxos qne em unir qoalqner
parte, vende Bduard FenioD, em seo armazem i
ruado Commercio n. 23.
ou aluga se os rmazens, casai e terrenos no fim
d roa da praia nova de Santa Rila, que foram do
Sr. tenente corenol Franca, com especo eediflea-
coes proprias para se esubeleeer qualquer fabri-
ca enm embarque e desembarque para o mar : a
Tafar^.o^Mdjorl^^.
A08 PINTORES. 0
Atvaiade eioeo wperwr 4*mO 0
a arroba.
Tintas saperteae de todas as co-'
res, e oleo de linbaca por prec
meBor^oaem oofrg^uer parte;
na pfaarmacia central-Ra do tepe-
Os acrediu-
dos cylindros
para padaria;
venda no anua-
em da travessa
4o Corpo Sante
,). 25.
Em c*sa oe TftoOOalJ CHHK'H&N
SEN, roa da Croi n 18 eMOBtrin
effectivaen4e tooai as NpikdM Bordeaux, Bourgcgae e do Rt

m


MES I
8
Diario de Pernambuc Quarta feira 11 de Janeiro da 1871

i
m. PAULO.
E eu direi, soppunbamos ua macn qu-
olo faz caso da excoromunho lancada con
tra a maconara, e que aflriaa que a igreja
excomraungndo-a, commetteu nm eiro
obrot estpida e nesciamenie a igr*ja allir-
ma : que mancon nega : ligo a igreja on
macn sa eogano. Suppoohamos que soja
a igreja; logo a ig'eja nio infllival; lo-
go Jess Obrizo nio Ihe deu a iofallibi'i-
dalo ; se nio a dea igreja, nio a dea
ninguein; se nio a de ninguem, Dio pro-
videnciou a conservacio de sua doulrina ;
se n3o provideneiou a conservocao de sua
doutrina, nio obrou sabiamente ; se nio
obrou sabiamente, nio Deus; senio
Deas, elle nos enganoa ; se nos engaan, o
verdadeiro Deus nos enganon on nos deitou
engaar permittrado a Jisus Cbristo que fi-
zesse milagros, que s o verdadeiro Deus
poda (azer : ora um Dos que nos engaa,
oo que nos deixo engaar nio Deus; logo
nio ha Deus. Eis a consecuencia fatal a
qne devem chegar todos os raacons que
quizerem ser consequentes. E. pois. a mi
Conaria, se por consegainte a loja America
de S. Paulo para ser lgica e consequente
deve ser atha, ficando por isso rigorosa
mente obrigada a carregar com o pesad*
fardo das monstruosas, absurdas e mino-
raes conseqoencias do atheismo. Concluin lo
devo ainda declarar, que nada raais direi
<.m resposta s diatribes da loja America,
j porque o que cima fica dito nio pode
soffrer seria contestacio, j porque esiou
resolvido a nio mais perder terapo em po-
lmicas com S. S. Por isso von metter-ms
no silencio, porque o silencio s vezes diz
mais e mais persuasivo que o mais elo
qnente discurso. Silemtium verbis, facun
O padre Candido Martins da Silvkira
Rosavigario encommendado di Franca.
i.la pafa
ira a cor
^B^BH^BBI- 5B-
TURQUA.
Damos em segaida os ltimos despachos
ssfcre a questo do Oriente :
< Tzarskoe-Selo 13 de novembro.Com
este despacho recebereis copia de onlro que
por ordem de S. M. communiquei s poten-
cia* signatarias do tratado de Pars de 30
de'Barco de 1856.
Esse despacho expe as razes que
obrigaram nosso augusto soberano a ex-
mir-sedas restriccoes impostas Bossiapor
certas -clausulas do dito tratado.
< Alada que o governo que so acha
frente dos negocios da Franca considere
que o cuidado da defeza nacional deve ob-
servado exclusivamente, o governo imperial,
attenla alta posicio que a Franca occupa
na Europa, nio julga dever demorar-se em
commonicar a esse governo as modificacoes
que devem introduzir-se n'ura tratado, do
qoat a Franca foi urna das potencias signa-
tarias.
c Por consequencia ficaes autorisado a
commonicar esse despacho ao governo
rancez.
Limilar-me-hei a poucas palavras de
explicacio.
< As guerras de 185i e o tratado de
1856 assignalaram os primeiros passos de
urna poltica de intervencio qae nio lardn
em transtornar toda a Europa e que leve as
mais desastrosas consequencias.
Qualquer que seja o governo que se
estabeleca em Franca dever considerar
como um dever o consagrar-se a curar os
' males causados por ura systema poltico tio
pernicioso.
Esperamos que o governo existente ac-
tualmente em Franca saber apreciar o es-
pirito em que est concebida a declaracio
do nosso augusto soberano.
< O que pretendemos restituir Rus-
sia o se indisputavel direilo de allender
sua propria seguranca.
A medida que nos vimos na necessida-
de de adoptar nio ama ameaca para nin-
guem : pelo contrario contm ama nova ga-
ranta da tranquilizado do Oriente, tranquil-
lidade que, como a experiencia nos ensina,
nio poderia ba$ear-se de urna maneira es-
tavel em relacoes contrarias natureza, en-
tre potencias que 'directamente estio nella
interessadas.Gortschakoff.Ao Sr. Ok-
mien, representante da Russia em Toors.
Tzarskoe-Selo, 13 de novembro.Por
ordem de S. M. o imperador transmitto-vos
copia de um despacho que ser levado ao
conhecimento de t^dos os gabinetes que as-
signaram o tratado de 30 de marco de
1856. Estaos autorisado a commonicar
esse despacho a Ali-Pach. -
Tratareis de fazer com que S. A. ser-
nissima aprecie o espirito em qne est con-
cebida essa declaracio de S. M. Nio im-
plica effectivameote ameaca alguma contra a
Turqua : pelo contrario, quaoto mais con-
vencidos estamos de que esse tratado esia-
belece entre nos e a Turqua relacoes tio
ponco naturaes, qae soffre por causa deltas
grandes prejoizos no Oriente, tanto maior
a nossa conviccio de qae a sappressio des
sas restricces olensivas poder fazer talvez
reviver entre os dons imperios relacoes de
intimidado qae mais de orna vez existiram
no passado.
Nio depender senio da Porta qae es-
tas antigs tradices se renovero.
c Fazemos com toda a franqueza um
appello Porta para qae renuncie esses
sentimenlos de desconflanca queultimamen
te nos manire8toa-e adopte nosso respeito
ama poltica de maior confianca.Gorischa-
koff.\Q Sr. Staal, represntente da Russia
em Conslantiooph.
c Tzarskoe Selo, 20 de novembro de
1870. Sr. bario.O Sr. embaixador de
Inglaterra leu-me, e deixoa copia de um
despacbo de lord Granville relativo s nos-
sas communicaces de 31 de oatabro.
Apresso-me a sobmetter o sed conie-
do s. M. o imperador.
c O nosso augusto amo dignou-se notar
oelle, desde loge. a expressio do serio de-
sojo qae o gabinete de Londres tem de
manter orna cordial intelligencia entre a In-
glaterra o a Rassia; depois a seguranca de
que Dio se negara a um exame das moa*
ficacoes qae as circomstancias tem introdu-
zido nos effeitos do traUdo de 1856.
Quanto ao ponto de vista de direito
stric por lord Granville, nio
-queremos entrar em nenhama dicussio,
ne: r nenhom precedente, nem ci-
um sene-
Iba 'lligencia
qua appe tacemos.
^^^^^^HHo amo ana exua -

par* Yfonsclen
dada.
f s ntimos
prncipemente na frm
nicac5es. Nio estffVa n
goramento nada le
qoe chegar ao resulta
accodo com os signat,-: 58. Mas
o primeiro secretario de estado de S. M.
britnica bem sabe que todas as tentativas
leilas em differentes occs5es para reunir
as potencias, com o proposito de deliberar
era coraraum, alim de alTastar as e usas de
complicacio qae pprturbam a paz geral, fo-
ram sempre estere. A prolongacio da
erise actual e a ausencia de um poder rega-
lar em Franca affastam ainda mais a possi-
bilrdade de semelhanle accordo. Entretan-
to, a po>ic3) creada Russia por esse tra-
tada foi se tornando cada vez mais intole-
ravat.
Lord Granville ba de conrir em qae a
Europ de boje moito differente da qae
assignsu o tratado de 1856. Era impossi-^
ve! qne a Russia ronsentisse em permane-
cer, s ella, indefinidamente ligada a urna
transaccio, que, j onerosa qoando foi con-
cluida, perda de da para da as suas ga-
rantas.
< O nosso augusto amo comprehende
moito bem o que deve ao seu paiz para Ihe
impr por mais lempo urna obrigacio,
contra a qual protesta o sentimento na-
cional.
f Nao poderiamos admittir que a derro-
gacio de um principio theorico, sem appli-
cacao immediata, que nio faz mais do que
restituir Russia um direito de que nenhu-
ma grande potencia poderia ser privada,
possa ser considerada como nma ameaca
contra a paz, nem que a annullacio de um
ponto dj tratado de 1856, impliqoe a an-
nullacio do todo.
Nunca foi esse o pensamento do gover-
no imperial As nossas communicacSes de
31 de outubro declarara, pelo contrario, do
mod ) mais explcito, que S. M. o impera-
dor mantm inteiramente a sua adhesio aos
principios geraes do tratado de 1856, e que
est disposto a entenderse com as poten-
cias signatarias dessa transaccio, quer seja
para confirmar as suas disposic5es geraes,
quer para as renovar, quer seja para as
substituir por qualquer outro ajuste equi-
tativo, qne se jnlgue proprio p n assegu-
rar a trahquillidade do Oriente e o equi-
librio europeo.
t Nada parece desde entio oppor-se a
qne o gabinete de Londres, se assim Ihe
conv.r, entre em expcaces com os sig-
natarios do tratado de 1856.
t Pela nossa parte, estamos dispostos a
associar nos toda a deliberado qae tenha
por fim as garantas geraes destinadas a
consolidar a paz no Oriente.
Estamos persuadidos de qae este asre-
ceberia n ivas, se, descartado de urna causa
permanente de ir itacio entre as duas po-
tencias mais directamente interessadas, se
aflirmassem as suas mutuas relac5es sebre
a base de urna boa e solida intelligencia.
Convido-vos, Sr. bario, a que deis le
tura, e deixeis copia deste despacho, se elle
a d sejar, lord Granville.
O primeiro secretario de estado de S.
M. britaonica maDifestou-vos o sentimento
que experimentar, se esta dscussio de-
vesse alterar o accordo, que o governo de
S. M. a rainba se esforcou por manter em
ambos os paizes.
* Dignai-vos manifestar S. Exc. quanto
participara o gabinete imperial desse senti-
mento.
Queremos o accordo dos dous gover-
nos, essencialmente til ambos os paizes,
tanto como para a paz do mundo. Com
viva satisfago o teriamos visto nos ltimos
annos, tornar cada dia raais intimo e cor-
dial.
As circunstancias geraes em que nos
adiamos, parecemnos proprias para torna
la mais appetecivel do que nunca.
Recebei, Mc.Gort rio de Brunnow, embaixador moscovia em
Londres.
Ministerio dos negocios estrangeiros,
28 de novembro.Senhor.O embaixador
da Russia lu-me e deixou copia do despa-
cho do principe Gortschakoff. datado de 20
de novembro. O governo d? S. M. britan-
nica nio carece de discutir novamente a im-
portante questo .de direilo internacional
suscitada pela circular do principe; nio
tendo nada que accrescentar declaficio
que sobre este ponto j fizemos.
S. Exc. leve a bondade de informar-
me dos fictos que, segando elle, impediram
a consolta e o accordo com as ontras parles
signatarias do tratado, e que a Russia teria
preferido. Sei que efectivamente se fize-
ram inuteis tentativas para resolver n'um
eongresse nutras questes europeas. Tam-
bem me disseram que tinham sido preveni-
dos os meus antecessores de que, na even-
iualidade de certas contingencias, que Dio
occorreram, taes como a oceupacio dos
principados pela Austria, a Rnssia teria so-
licitado a immediata revisio de algomas das
clausulas do tratado de 1856. Porm ig-
noro que em alguma occasiio a Rassia, a
potencia mais interessada, propozesse In-
glaterra a annullatfo do dito tratado.
t NSo posso admittir que o governo im-
perial qoeira justificar este acto pelo mo
xito de esforcos que nunca se realisaram.
c A cortez lioguagem em que est escrip-
,lo o despacho do principe de Gortschakoff,
'a seguranca que nos d do modo como teria
e
Ao
UMI tu %Jf
SIANA.
- 6 de de-
nte allococio :
za nacional faz sa-
o governo
maior,
zembro publica
t Ogovern.
ber o seguinti
< II ntem di Urde rwebeu
ama carta do tne<
Versalhesf 5f||HB|bro de 1870.
Julgo ser til ii Exc. de que
o exercito de Lon m derrotado
porto de Orleies, ;a cidade
est occopada peta tro
c Se, todava. V. Exc, jnlgar opportuno
conveocer-se d'isso por meio de algum dos
seus ofliciaes, faciltar-lha-bei om salvo
condneto de ida e volia.
c Recepa, meu general, a expressio da
alta considerarlo com que teoho a honra
de ser de V. Exc. muit'o humilde e obe-
diente criado. O chefe de estado
conde de MoUke.
f O governo responden :
c Pars, 6 de dezembro de
Exc. julgou que poda ser til i
me de que o exercito de Loire f
do porto de rleles, e de que esta
est oceupada pelas tropas allentr
c Tenho a honra de a cusar race ti-
fio da soa carta, qoe nio julgo de
ver comprovar pelos meios que V. Exc.
me indica.
Receba, meu general, a expressio da
alta considerado com qoe tenho a honra
de ser de V. Exc. multo bumHde e obe
diente criado. O governadjr de Pars,
general Trcbu.-
t Esta noticia, que nos vem do inimigo,
anda que a supponbamos exacta, nio nos
priva do direito de coatar com o grande
mov'menio da Franca, acudindo em nosso
auxilio. Ella em nada muda as nossas
resolucSes, nem os nossas devores. Urna
s palavra os resumi : combater. Viva a
Franca Viva a repblica I Segaem-se
as assignaturas dos membros do governo
da defeza uacional.
cidade occa-
preferido qoe esta questio se propozesse
a soa declaracio do ardente desejo de ver
confirmadas as boas relacoes entre os dous
paizes, especialmente importantes nos ac-
tuaos momentos, alentam o governo de S.
M. na crenca de que nio serio interrempi-
das estas boas relacoes.
c Notamos qae S. Exc. descreve a de-
claracio feita pela Russia como a derogado
de om principio theorico sem apphcacio
inmediata. Se estas palavras significam um
annuncio de qoe a Russia formou orna de-
terminada apreciacio dos seui direilos,
mas que nio tenciona proceder de accordo
com ella, sem a devida acqaiescencia das
ootras potencias, nio preciso ir mais
longe e devoraos, pelo contraro, terminar
a controversia eotabolada entre os dous go-
vernos.
* O governo de S. M. nao tem obstculo
em acceitar o convite que Ihe fez a Prnssia
de asslstir a urna conferencia, sob a condi-
cao de qae es sem nenhum as-
seos resuludbs.
Neate pooto o goveroo de S. M. considera-
O Courrise de l'Ain publica a seguinte
carta :
Cbanx (Cote d'Or) 22 de novembro.
Mea querido superior. E' a vos que me
dirijo para fazer coobecer, qoanlo possivel,
quero sio os homeos, que a Franca com-
bate ha alguns mezes. Al agora nio quiz
acreditar em todas as atrocidades prussia-
nas de que nos davam noticia os jornaes ;
boje qoe sou testemunba de om^Jacto re-
pugnante, nio posso dovidar, e com pro-
funda dr qoe alcancei a evidencia.
f Esta manbia celebrei o santo sacrifi-
cio da missa pela alma de um joven atira-
dor franco de Arbois (Jora) que eslava de
corpo presente. Assistiam a esta ceremo-
nia mais de 2,000 atiradores francos. Esse
mancebo, que centava apenas 19 annos e
era filho nico de viuvo, nio tendo podido
por doente, seguir o movimento de retira-
da, ordenado pelo capilio chegada da ar-
tigara prnssiaoa, que nos alcanrava na
montanha cima de Nuits, escondeu-se
atraz de um muro meia encosta,
< Foi al.i qae os prussianos o encontra-
ran) para o condazirem... aonde ? Con-
duziram-n'o ao proprio lugar, onde nma
bcra antes socebrri nm cavalleir prussiano,
que tinha um joelbo fracturado por orna
bala, e depois fiz conduzir a urna ambulan-
cia de Nuits.
t Foi n'ess9 proprio lugar, testemunba
da magnanimidade dos atiradores francos
(porque o nosso capilio tioba vellado por
que nada acontecesse ao prussiano, antas
qoe en ebegasse ao p d'elle) foi all repi-
to, que elles conduziram esse pobre man
cebo, que chorava epedia que Ihe poupas -
sem a vida.fem respeito a sua veiha rnai.
Os prussianos collocaram-n'o entre duas
bayonetas e traspassaram-n'o de modo qoe
as bayonetas se crozaram as ilbargas ; de-
pois quaodo o desgracado perdeu os sen-
tidos, as espadas fizeram o resto : divkti-
ram-llie o crneo em quatro ou cinco par-
tes, o por pouco que a cabeca nio ficav-a
separada do corpo. Acabado este acto de
crueldade, os prussianos deixaram na es-
trada o cadver do pobre moco, que era
condazido pouco depois n'um carro esta
cidade.
Note-se que o coronel prussiano sabia
bem como tinhamos tratado o cavalleir
prussiano que cima me refer; sabia
que as bayonetas estavam -quasi a cruzar-se
sobre o peito do cavalleir, quando o capi-
lio dos atiradores francos de Bugney pro-
hibi que Ihe fizessem nenhum mal, ordem
que toi cumprida.
Que dizeis d'esle contraste ? NSo pa-
rece preparado- de proposito- para mostrar
aquellos que, como eu, duvidavam dos tac-
tos anteriormente referidos, qne nio esta-
mos em luta com soldados, mas com bar-
baros selvagens qoe s de humanos tem a
forma ?
c Bem sabis que nio posso, que nio
quero dizer-vos senio a exacta verdade ;
pois bem, ei-la ah.
c Ser bom que publiquis esta carta,
para que a Franca e a Europa saibam co-
mo os prussianos, que se inculcara como
os promotores da civilisacjio, tratara os seus
prisioneiros no campo de batalha.
Acceitai, etc. E. B. Descotes, supe-
rior dos missionarios. *
A carta circular, dirigida pelb re da
Baviera aos soberanos allemies, convidn-
doos a offerecer a digoidade imperial ao
rei da Prussia, concebida nos seguintes
termos:
c Mea querido primo : As racas allemias
condolidas victoriosamente pelo heroico rei
da Prussia, estio de ha muito tempo uni-
das poli coramunidade da lingua, do pro-
gresso as sciencias, e boje peta fraternida-
de das armas. Animado do desejo de coo-
perar para a prxima oniio allemi.collo-
quei-me em relacoes cora a cl>Mceu>i ei
deral, e estio terminadas as bases preli-
minares d'este soccesse. Dirijo, pois,
todos os prncipes allemies, e principal-
mente V. M. a proposta de convidar o
rei da Prussia a juntar o titulo de impera-
dor' ao exercicio dos direitos de presidente
da Contederacio da Allemanha do Norte.
para propnetis
Sr. e
ma del
om soldado prussiano n'uraa
pada pelotnimig
, n Roiandreck, 20 de outubro de, 4870-
Meu querido Frederico Ha muito terapo
que nio recebo noticias tuas ; vejo de todos
os lados miis cboraudo seus Sitios, nume-
res chorando seas maridos, e todos os das
pergnnto i mhn propria se terei de juntar
as minhas ligrians is d'ellas. Se ainda
les d'este mundo, meu querido esposo,
apressa-te a escrever-me, a tranjuillisar os
dossos charos fiihos, que todas as horas
perguntam por seu pai. O mais velbo, se-
gurado o exemplo dos seus queridos com-
panbeiros, sola a cada instaste impreca^
efles contra o rei da Prussia, e nao onso
manda-to calar.
< Qae fez a pobre Franca ao rei Guillar-
me ? que tbo fizemos nos para nos tornar
tio desgracados ? NSo ter entrnhas
esse mo hornera i Esquece-se, pelo qoe
vejo, de que ha um Deus, e a rainba nao
ama o rei, pois qoe o nio fiz renunciar as
atrocidades que se commettem. E, toda-
va, ella sabe o mal que a guerra causa ;
o seo palacio assaltado quolidianamenle
por pobres ranlheres vestidas de preto, de
velbos e de orphios, que pedera paz o pi.
* Grabas i Deus al boje nio nos tem
faltado nada, nem mim era meus fiihos,
mas com que condenes t J vend as mi-
nhas joias. Nio me restara senio dous o>
jectos bem queridos : a cruz qae mioha
mii me legn ao morrer. e o meu annel
de casamento. Que ser de nos quando
tiverera desappuecido esses objectos ? Se
voltares breve ejqaecerei tudfi, e creio que
ainda terei a genorosidade de perdoar ao
rei o mal qne nos fez.
< Cnegam aqui orna mullidlo de objec-
tos arrebatados aos francezes. Nao sei se
lado isso legitimo : a guerra nio o
roubo Nio duvido que part hes dos meas
sentimentos ; nio te deixes cabir em seme-
jantes baixezas. Seriara estes os conse-
Ihos que te dara ten bom pai se ainda
tivessemos a fortuna de n possuir.
< Ha moito que nio temos noticias de ten
cunbado ; sua mulher est inconsolavel, os

aomos lam d>
coa facho
alm metbodicamente
a soa dbtTdevistldora.
Etrepagny aprsenla o aspecto mais
Mor r i das minas fomegantes,
vem-se amontoadas algnmas porces de
cavados raorto-, durante o combate do dia
anterior, ou estripadoa no seguinte.
Nio ces8ani do correr boatos no es-
trangeiro sobre orna connivencia tacita en-
tre Napoieio III e o imperador da Allema-
nha, Guilherme I.
Por monstruoso qne pareca o facto de
ser o proprio Guilherme 1 quera restaure a
dynastia napolenica em Franca, a noticia
comraooicada por tio diversas fontes, lio
repetida nos circuios officiaos, que quando
Ihe falte o carcter de aathenticidade nao
poda deixar de nr os francezes de sobre
avio.
esto respailo receben o Diario do Ha-
vre ama cana*de Berlin, escripia por om
individuo qae est em posicio de ver e ou-
vir cuitas cousss e da qual vamos extrahir
as principaes passagens :
c Apesar da profunda alegra que cansa
na Allemanha a grandeza dos resoltados ob-
lidos pelos nossos exercitos naeionaes, al-
guns eapiritos elevados preoecupam-se ra-
roavelraente cora as tendencias polticas que
se manifestam as altas esoheras do poder.
Nio tratis com muita indifferenca o boa-
tos que circulare sobre os projectos secre-
tos concebidos por Luiz Napolaio e os sous
sequazes de connivencia com o governo do
rei Guilherme.
lucia puramente militar contra a
Franca que toca neste mom-nto o sea des-
enlace, veris socceder urna reaccio geral
do espirito autocratico contra o movimenlo
liberal democrtico, que comefaa a agitar
toda a Europa. Assistiremos liga dos rei
contra.os povos. O nosso rei estar frente
desia lia. Nenhum.mio ser desprezado
para chegar a om systema geral de reaccio
e a enorme preponderancia que acaba de
adquirir a Prossia tornar a sua influencia
rresistvel. J por habis negociaces ad-
quiri Guilherme I o concurso do papado
qoe, pela soa parte nio conla senio com
elle. Sem se compromelter a respeito do

sens recursos diminuem e a doenca de sua captivo de Willelmsbohe esl prompto para
novas inquietaces. Se nio
depressa, ve-la ba anda seu
Havre
4
da 5 de
L-se no Jornal do
c Ctiamamos a atteocao de todos os nos-
sos leitores para a.admiravel carta qoe Tai
ler-se.
filba dame
regressardes
pai ?
Adeus, meu querido Frederico ; teas
fiihos enviam-te as suas mais ternas cari-
cias, e eu abraco-te dizendo-te : at breve.
Luiza.
A reedicio de Metz, as capitularles
de Strasburgo, de Soissons, de Verdn e
da Fre, tem feito esqoecer por um pouco
urna pequea e heroica fortaleza, sitiada
desde o comeco da guerra e contra qual
tem sido inuteis todos os esforcos dos al-
lemies, segundo se deprehende da seguin-
te correspondencia dirigida Gazetla de
Wurtzbwrg :
< Desde que se evidenciou que peque-
a gaarnicio de Bilche nao se renda fo-
me, e que nio se poda bombardear a for-
taleza com vantagem alguma, retiroa-se
d'alli, ba algnmas semana, toda aartilbaria.
< O intelligente general von Butz> qoe
commandava o ceno, relirou-se tambem.
Trata-se eom todo de entreter a guarnicio
afirn de a impedir de etacar os coraboyos
de municoes e de vveres.
< Para este fim, a fortaleza est somonte
cercada de tres lados.
< As coamonicdces da popolacio da ci-
dade e da dos campos com as tropas da
guarnicio esli completamente livres. Nio
se dispar am nico tiro de fortaleza con-
tra as tropas allemias e nos interrompemos
igualmente as hostilidades.
Dous batalhes do 4o e do 8o regimen-
t de infartara bavara fazera alternadamen-
te o servido diante de Bilche.
As cndices sob as quaes se effec-
tuou a rendicio de Roio foram as seguin-
tes :
< Ia lademnisaco de 17 milhoes.. dos
quaes 7 serio entregues no acto e os ou-
tros 10 em objectes de valor.
21 Entrega de todas as armas e muni-
Ces ; desarmameoto de guarda nacional.
t 3* Achando-se mobilisados todos os cl-
dadios de 20 a 40 annos, ficara prisioneiros
de guerra e poderioser coadoaidos Prus-
sia no caso de que o general prussiano o
jolgue conveniente. >
c 4* re-peilo a propriedade particular.
5a As tropas prussianas serio alojadas
nos quarteis, e em caso de necessidade.nas
Casas tos habitantes ; os vveres requisita-
dos para o exercito prussiano deverao ser
dados conla dos 10 milhoes que faltam
para completar a indenmisago.
O Ostsee Zeitung refere que has pro-
vincias polacas da Austria e da Prussia se
est promovendo urna subscripcao com o
fim1 de comprar provisdes para os polacos
encerrados em Pars. Qoando chegar o
momento da capituiacio, as pronses se-
rio para all mandadas de Vienna. O na-
mero de polaco em Paris de 1,500 ; a
maioria d'elles toma ama parte activa na
defeza, tendo j perecido muitos as sor-
tidas.
Na logiio estraogeira, organisada em
Toure, ha va tambem 171 polacos dos quaes
150 ficaram morios ou feridos na batalba
de Colmiers. A legio (Dotan ao todo
1,600 pracas, e s 300 sahiram Ilesas da
Iota.
O engajamento de voluntarios para o
exercito francez vai tomando grandes pro-
porces na Polonia austraca. Os volun-
tarios, que na maior parte sio nobres e
artistas, passam por Vienna e pela Suissa, e
procuram entrar no corpo do general Bosak
sen compatriota. Ao engajarem-se rece-
bem 50 francoe e as despezas da viagem.
c L-8C o seguiQW 00 Nouvelliste de
Rouen :
A preciosa cidade de Etrepagny est
redozida a um montSo de ruinas.
f Em conseque'ncia da marcha do gene-
ral Briand em Etrepagny, 150 saxonios sa-
hiram de Gisors na quinta-feira, e s tres
horas da tarde lancaram fogo aquella loca-
lidade.
f As casas de campo dos Srs. Gervais.
Florentin, Poret e Mazurrier foram quei
madas ; os cavallos dos caseiros erauH
expressamante condolidos a roas da cida-
de para serera degolados, Muitos habitaa-
faciliUr urna restaurado deste ultimo n'um
sentido favoravel s suas proprias vistas, e
o imperador Napoieio perfeitamente conhe-
cedor da sitnacio benigno para com as
ideas polticas do seu adversario, j de ba
muito tempo preparadas as coasas para se
aproveitar da erreomstaneias. Qae importa
qoe nio baja contraeto escrrpto, ratifleacio
official, como podem affirmar as folhas of-
ficiosas ? Os factos abi esli e melbor que
os actos diplomticos sio urna garanta do
desejo reciproco de executar o projectos
secretos. O governo prussiano est alera
disso convencido de que o governo inglez
antes favoravel qoe desfavorave) dynas-
tia cabida.
< No Leste tora e seu poderoso visinbo
de S. Petersburgo que nio aborrece mais
que elle as inaovacoes democrtica. Todas
as intriga que se urdera neste momento
estio de tal modo arraigadas no espirito da
siluacio que quer crear o roi Guilherme,
que at o pequeo estado da Blgica, tio
prospero e lio feliz, partecipa desta veni-
dero de um comeco de reaccio. O governo
clerical da Blgica est animado desias dis-
posicQes e pde-se ter a certeza de que at
a imprensa catboliea, tio anti-pruseiana,
capaz de mudar senswelmente de linguagem
e entoar o hocanmh a favor dos herticos
de Berlin, protectores do papa, defensores
da sociedade contra as utopias revoluciona
ras. etc. etc.
Entre os diversos estados allemies, a
Austria ti cara n'ama posicio emharacadissi-
ma. Minada j por diversos partidos que
teem interesse essencialmente oppostos, a
Austria nao sabe que resolucio lomar em
frente do movimenlo reaccionario que dio
impulso oeste momento o vencedor e
vencido de Sedan. Continuar ella a desen-
volver as suas bordarles internas ou preci-
sar de* Ihe oppor obstculos ? Quer por
nm quer por nutro caminho encontrar ella
numerosa difiieuldades.
t Das potencias continentaes s& a Italia e
a Hespanba sio toreadas a persistir franca-
mente no movimento liberal a qpe obede-
cern) nestes ltimos annos. O povo desses
dous eslados soffreb tantos e tio profunda-
mente sob o rgimen absolutista, que apesar
da sua devoco tradicional, tem pouca f
verdadeira; o goveroo precisou de se iden-
tificar de tal modo com as asptraces naeio-
naes que qualquer tentativa reaccionaria
seria all recebida, especialmente em Italia,
como um contra-senso odioso, como urna
provocacio e daria logar a urna commocio
de que ninguem poderia prever as conse-
quencias. Do excesso do mal sahio o reme-
dio para estes dous paizes. E ainda sob a
prossio da Prussia veris o rei Vctor Ma-
noel congracar-se com a santa s.
< Das ontras, urna por motivo de inte-
resse, outra pela prostracio da derrota, oo-
tras ainda pela embriaguez da victoria, todas
pela vontade bem decidida dos seus sben-
nos nio entraren) n'uma pbase cujos funes-
tos effeitos nio s fario corar os futuros
reis mas s podero ser sanadas depois de
terriveis ludas civis.
c A nossa gloriosa Allemanha ter um dia
decidida vontade de realisar o progresso na
liberdade, mas nio acontecer isso senio
depois de ter feito retrogradar a Europa no
excesso do seu reconhecimento para com
aquellos que dirigiram a campanha militar
contra a Fraoga.
c Pelo que toca ao presente, repito, o
que vejo surgir no borsonte o rei Gui-
1 erme, Pi IX e Napoieio III de mos da-
das, a Rogsia braodindo a espada da auto-
cracia ; a Inglaterra encerrando-ae proen-
temente as suas ilhas, a Austria procuran-
do eqailrorar as soas torcas polticas sem
carac erbar a sua liaba de procedimento, a
Italia e a Hespanba atormentadas de difficol-
dades internas* com grande satisfacio dos
ultramontanos, protegidos pela Prusia.
iimente nio se prev um successo
que p IdUsiparj iente. e8ta ce"
goeiraidos povos. ^tes iucensatos
projeclos do* soberanos! Tanto sangoe ver-
tido deveria condozir-nos a esta triste con,-
clusio ?
seqn
qne lea
do meu devei
que d ^p
logar^^^^^T
< Comparado o actual trimestre da con-
tribuido territorial cem o a presen-
ta ama diminuto a maior
parte das provincias. Os domis rendi-
raentos pblicos tambera pela toa parte te
resantem d'este mesmo atado que, se tem
explicacio como regra feral n'um periodo
revolucionario, quaodo ordem se altera
freqoeotemente, e a autoridade se nio ejer-
ce com amputado, nem soffi ientemente.
deve ir diminuindo medida qoe aquellas
causas desapparecem, e nio tem sobretudo
explicacio satisfatoria comparado o actual
trimestre com o anterior.
E' preciso, portento, qoe V. S. dedi-
que seria attencio cobranca de todas as
coniribuices e proenra, sa j o nio tiver
feito, os meios mais adequa ios para fazer
com que os rendimentos subam parcella
oreada.
A este respeito convir qoe V. S. note,
que nio s o facto material da arrecada-
Cio, isto o actd de entregar o contribu- '
inte a quota que Ibe corresponde, o nico
que deve chamar a sua attencio. Tanto
como isio. se exige o conhecimento dos
abusos que n'essa provincia se oommettem,
o discobiimento das fraudes, que diminuem
o producto dos rendimentos, e todas aquel-
las cansas de miooracio, que nio s na
acta lidade se presenten), mas que antiga'
mente exisliam, por isso qae os abasos sio
inveterados, e acontece com freqoencia, por
essa mesma antiguidade e pela especie de
carta de naturalisacio que teem adquirido,
que nio se perseguem, nem mesme se re-
parara, aggravando-s d'este modo.por mo-
mentos, urna das principaes causas, se nio
fr a primeira, das que motivara a preca-
ria siluacio do Ibesooio, '
c Estas observacoes teem especial appli-
cacao aos rendimentos eventuaes, cujos pro-
ductos s crescem costa da vigilancia e
do zelo do administrador.
< Pelo que toca as dfflcaldadcs mate-
riaes da cobranza, V. S. cuidar em tra
zer ao meo conhecimento todas as qoe se
Ihe apresectarem; mas procurar tambem
dizer-me os meios que empregou para as
vencer; tendo entendido que este- mioiete-
ro nio considerar sufficiente n'este ponto
ontra desculpa senio a de ter carecido dos
meios necessaiios para realisar a eobranea.
S) estes nio estiverem ao seu alcance, e
sim ao d'este ministerio, V. S. os achara
immediatamente sua disposicao -r e se
ainda nio forem suficientes, o poder legis-
lativo Dio negar cortamente ao ministro da
fazenda os meios de exercer a soa autori-
dado.
c S> a energa pode re3tabelecer a ad-
ministracio, e V. S. dever nio aseassear
n'ella em consa alguma.
< Depois de chamar a attencio de V. S.
sobre este interessaate extremo, ae qual ha
de applicar a sua attencio, deve ebamar-
Ih'a a tambem para o estado da adeainistra-
Cio, e preveni-lo deque s urna vigilancia
constante e urna assidnidade incansrvel po-
dem remediar os defeilos qoe V. S. certa-
raqnle ter encontrado na gerencia d'essa
provincia. O numer de bomeos de tra-
balbo dever ser.portanto.fixado pela im-
portancia de attenc&es d'essa dependencia ;
e a distribuicio dos negocios dentro das fa-
cilidades de V. S:, o qne dever deter-
minar os empregados que bio de occopar-se
d'elle. Acerca d'este, nenhum i considera-
Cio dever deter V. S. em > uunciar-me
taes faltas, pois qae d'ellas ser V. S. res-
ponsavel.
Depois d'estas prevencoe, e pelo qae
no publico se refere, som prejuizo das me-
didas de carcter geral qae o ministro pre-
para, V. S. cuidar, com o mais escrupulo-
so esmero, em que sejam sempre oavidos e
a Hendidos, quanto-: procura rera a adminis-
tracio, e despachados com a promplidio
possivel todos os assnmptos que estiverem
na sua competencia, evitando toda a demo-
ra, ou lodo o expediente que nio fr legal-
mente indispeasavel. Se n'este ponto V.
S. tivesse de ter alguma preferencia, ser
esta para attender, em primriro lagar,
aquellos que pela sua falta de illustracio,
pela ignorancia dos processos administrati-
vos, ou pela desconlianca que ambas as
circumstancias produjera, ignoran a ma-
neira de fazer marchar com rapidez os ex-
pedientes, e vem-se obrigados a confia-los
HBUPANHA
Eis aqui a circular qoe o Sr. More!, mr
nistro da fazenda em Hespanba, dirigi aos
chafes econmicos d*f provincia*. Este
mios estranbas, com prejuizo de seus in-
teresses, e sem proveito para a adminlstra-
Co, qnal se altribuem cora notavel injus-
tica faltas e mesmo delicto que proveem
dos intermediarios.
t Por ultimo, como V. S. est a frente
dessa provincia, c ne lia representa, segando
a actual organisacao, o ministro da fazenda,
cumpre-me dar a V. S. algumas instrueces,
para que, em preseaca della, possa respon-
der natural anciedade com que se bio do
aproximar desse centro todas as pessoas
que dependem do Ihesouro, ou se interes-
sam. na sua siluacio, numero na verdade
mnilo consideravel, por isso que a prospe-
ridade de om paiz depende, era primeiro
logar, da situacio e do futuro da sua fa-
zenda poblca. *
t A essas pessoas poder V. S. dizer
desda logo, qoe o ministro da izeiida dar
perante as cortes m explicacoes mris termi-
nantes acerca da sitoacio do thesouro, e
que ao faze-lo apresentar tambera os meios
e as soloces, qoe, segando este estado,
forem n dispensa veis para mudar de ama
maneira tio completa, como possivel, asna
sitoacio ; poder V. S. accrescentar, sem
receio de se equivocar, qoe, quaesqoer que
sejam estas medidas, o ministro da fazenda
est resolvido a que ellas deem em resol-
tado assegurar ao thesouro a vida normal
iadependente, afirn de qoe, cobrindo com
a regularidade as suas obrigacoes, possa sa-
trsfazer com equidade a todas, as classes
que dalle dependem, sem ver-
dar preferencia a amas sobre ontras, per
isso que considerando todas egualmente
justas o ministro da fazenda, assim da
pital como das prevmcias tanto
ses activas con
administracio civi as dos
ecclesJasti
egual eju
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