Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13055


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Full Text
MH] ^^M^M atea H3B ma bjbji
I____. ^^
I ^M
Propriedade de Manoe Figueiroa de Paria & Filhoa
.....
A Auranrt|
**"" -Os fin/ Gerardo'Antonip Altes & Filhos, no Para ; Goncalves Pinto, no MaranhSo ; Joaquim Joe de Oliveira, no- r
Perein d'Almeide, em Mamangnape; Antonio Alexandrino de Lima, na Parabyba ; Antonio Josf ornes
em Naurott. ; Antonio Ferreira de Agoiar, em'Goyanna; Franciw Tarares da Costo em Alai
Leaos firtga, no Ancaly ; Joao Maria Jorfe Chaves, no Ass ; Antonio Marques da Sha, no Natal; Jos Justad.
Ja Piaba; Belanamo dos Santos Btelo, em Santo Antto; Domingos Jos* da Costa Braga,
Jos Martins Altes, na Babia ; e Jos Ribeiro Gasparinno no Rio de Janeiro.
>-*-

1



B-
PAITE OITKIAL
GoTern da provincia
.BXPKMEKTB DO 'OA 3 DE JANEIRO Di 1871.
x Acto :
O presidente i)a provincia, atteniendo ao que
requeren o padre Vicente Ferreira de Siqueira va-
rejio, professor jubilado na eadeira de instruejao
primaria da fregue-tia de Santo Ajtpni d'esia ci
flade, o sin vista d > art. 59 da lern. 891 Je So de
iuoho de 1869, C da, infor iineSes ministradas pelo
inspector da ihe-onrari.i provincial em 56 deoa-
lubro ultimo, sb o. 701, e director geral da ins-
tiucca) mblica em 19 d dezembro prximo no-
do, resolve que seja contad) na sn.i jubilaja)
mais nielarte do ordenado que percebia, quaodo
em exercicio da mesma cadeirar
Communi-oii -se thospofaria.
O presidente da provincia, attendenao ao que
requereu Jos Belisario Mirinho Falco, 2.' enfer-
reeiro da enfermara do-arsenal de marinha, e tea-
do em vista a informara) do respectivo inspector
de 17 de deiemliro ultimo, sob n J076,3Molve
conceder Ihe dous meza< de lieenja coin ordenado
para tratar do na sailde.
O presdeme da provincia, em vista da infor-
macio do regedor do gvmoash provincial de 31
de dezembro prximo lindo, resolve conceder a
exooera jo que pedio o hachare! Jos Elysio de
Camino Gmto, d cargo de censor interino da-
q:ie!le e>tabelecmonto. "
xpediram-se as necessarias eommnaicajoes.
O presidente da "provincia, altendendo ao
qua reqasrou o eartarario da thesoararia provin-
cial, Antonio Jjsb Daarte. resolve nomear urna
juati mdica, cvnpxla d >s Dr-. Pedro de Athayde
Loba Moselo, Jos Sorian o do Souza e Alrio Luiz
Percira da Silva, pira, de conformidada com o dis-
posto no art. !. da lei provincial n. 176, de 7 di
abril do 1831) verificar so aquelle eropregado est
ou nao impossiblliado de continuar a servir.por
inhabilitacao physica, adqairida no exercicio do
Fizeram-se as necessarias eommualcaj5es.
Oficios :
Ao Exai. presidente do Rio de Janeiro, trans-
raittindo urna nelijS) do escravo Pedro, solicitan-
do a graja da ser-loe perdoada a pena de gales
perpetua, em qna (oi commutala a de mor im-
posta pelo jary do termo de Campos Rsijaella pro-
vincia, aflm de qne seja Instruida na forma da le.
Ao chefe de polica, para que determine ao
administrador da casa de detenjio, qae informe
' cravo, condemnado pelo jury de Itamb, por ha-
ver assassinado o sen senhor Antonio Co
Athayde Lobo Mocoso, Jos Soriano de Soqza e
Adriin Lniz Peteira da Silva.
Abaixo asswnados moradores e proprielsnos
em Catanga.Oiportunamealserao attendidos.
Racha re AirreJo Affonso Fefe'1"*- A lne'
souraria de fazendatom dlTlslo' desla data.
AlreJo Girc* & Irmao.-D-se por certido.
Antonio Joaqun Rarbosa haorme o Sr. ins-
pector da thesoararia provincial.
Claudino Jos de Mello.Concedo a licenca pe-
dida depou de pagos os diretes rucioaaes e satis-
(eita a exigencia do contador x thwourara de
fazenla..... _.
Bacharel Joaquim Cordeirc- Coelho Cintra.
Passe portara eoncedendo a licenca pedida com
venciroeotos. _
Bacharel Jos Etysio de Carvalho Cont.Passe
porlaria eoncedendo a exonerac.ao pedida.
Engeoheiro Joaquim Pires Caraetro Monteiro.-
Inf/rme o Sr. director das obras publicas.
Joaqiim G3ncalves Ayrw.-Passe portara coa-
cedendo a licenca pedida com vencimentos.
Maria Salom dos Saut03 Dacia^Informe o i>r.
inspector da the*ouraria provincial. ,'','..
Mara Aula de Jess Carapello. lodefeno a
vista da iaormacao. ..
Raymundo Joo Nepomuceuo.Dinja-s a tne-
sonraria provincial.
Padre Vicente Ferrera de Siqueira Verejao^-
Deferido quanto aos vencmento3 de sua jobiiacao.
IXPEOIKllTE DO SECRETARIO.
Ao Bxm. general commandante das armas,
parlicipjndo haver a presidencia autonsado o for-
uecimento a enermana militar dos cbjecte cons-
tantes do pedido que remetlea.
Igual tmUiilis mutandts, acerca do pedido^ ae
artigas defarlamato, qae lem direito ) soldado
Josquim Basilio Pyrrho. .
dem dem, relativamente aos dous pedidos de
obieclo para a fortaleza do lirum.
Bem idem, sobre os pedidos da fortaleza de Pao
Ao chefe de polica, acensando de ordem da
presidencia, o receb ment do offlcio, acarea oe
Fran-iscoSoares Lopes, que est pre.=o e sendo
proiessado, como indiciado no crime da turto ae
cavados.
1' scelo. -S. lO~SecreUria da polica de
Pernambuca, 4 de Janeiro de 1871.Illm. e Exm.
Sr.Tende offlciado ao delegado de Garuara cm
data de 18 do dezembro Ando para qae informas-
te sobre a-representacao do commandante supe-
rior di guarda nacional d'aquelle municipio
quanlo reuniao de forca da dita gurda naci
Sol p?lo subdelegado de Panellas sem previ a re-
jonea de
CHiveira Andrade.
Ao inspector di thesouraria de fazenda, en-
viando, para os ins convenientes, a ordem do
th?souro nacional, sob n. 147..
Ao mes"io, communicando haver o juiz mu-
nicipil do termo da Escada, bacharel Allredo Af-
ooso Ferreira, no da };* de (Jez^mbro ultimo, en
tradft'^fl'r fo da !fe>nea qne Ih'e fftra concedida
por portara da presidencia de 27 d'aqueUe nwx.
Ao niesmo, declarando, para os devidos nns,
ter abonado as faltas que, por loante, dra o juiz
municipal d> termo da Escada, bacharel Alfredo
Affjnso Ferreira, deixaad) de exercer a? funcedes
do seu eraprego desde 20 a 27 de dezembro Ando.
Por essa thesourariarniandou-se pagar :
A Antonio Jos Cabral a quantia de 87*500 r\.,
despendida com a condurcio de ntensis do arsenal
de guerra para a oDfermarii militar e quartel do
2. batalho de infamara.
A' pessoa competente, os vencimentos dos olH-
caes, pracas e calcetas, empreg dos. no deposito
de recrutas, sendo es dos offlciaes e calcetas rela-
tivos ao mez de dezembro ultimo, e os das pravas
segunda quinzena do mesmo mez.
Ao inspector da thesouraria provincial, ap-
provando adeseuho e condicesqua devolye, rela^
livas impresfio e enca^erngio de 12,200 apoh'
ees, que. teem de ser emiltidas para a realisacao
do crdito extraordinario de 1,200:000*, autonsa-
do pelo art. 48 de lei do orijamonlo vigente.
Ao mesmo, autopiando-o, de coafo/midade
cora a sua infgrmaco, a mandar processar, para
ser paga quando a awembla legislativa proyin
cial votar o necessario crdito, a quantia de 1051
3ue se est a dever ao cabo de e;quadra co corpo
e poliia, Raymundo Jov Nepomucene, re3to do
premio do seu engajamento n'a'iuelle corpo, antes
de seguir para a guerra do Paraguay, visto perten-
cer essa divida ao exercicio j encerrado.
Por essa thesouraria mandjn-se pagar :
Ao capitao Antonio Graciado de Gasmao Lo^o,
a importancia da despexa fe.ita com o sdenlo dos
presos pobres da cadeia dotermo di Floresta, a
contar do 1. de agos o a 11 de dezembro do anno
passado.
Ao Dr. Jo5)Thom da Silva, a quantia que fu
descontada, relativa ao sustento nos meies de Ja-
neiro a agosto do anno passado, do escravo Ma-
thias, qne esteve recolbido a cadeia. do termo do
Ouricury, visto ser ella preso de Justina, e segun-
do infornra o delegado d'aquelle termo.
A' empreza da illumioacSo' d'esta capital, a
quantia de 15.948*310 ris. oa a que se dever,
proveniente do gaz consumido com a illuminaca
pifbliea, nos mezes de outbro e novembro do
anno findo.
Ao commandante do corpo de polica, para
informar se j teve camonmento a ordem que Ihe
oi expedida em 8 de novembro do anno passado,
no sentido de fazer destacar em Granito nm offl-
cial e 10 pracas do corpo sob seu commando.
o chefe da repartico das obras publicas,
dizendo car inteirado de achar-se o arrematante
da ponte sobre o canal do Riachuelo, com direito
ao recebimento da 2* prestacao do sea contracto,
e approvando o accressimo de obra, quo autonsou
* na importancia de 24*ooO.
" Couimuaicou-se a inesonraria provincial.
Ao mesmo reoonimendo a expedlcao de suas
orden', para pao comecarem-se obras arre-
matadas sem os respectivos arrematantes exhib-
rem previamnte a essa repartico copia do termo
do respectivo contracto, que Ihes servir, de titu-
lo, visto asalra haver solicitado a thesoararia pro-
vincial.
Commumcoo-se a esta.
Portaras: ,
A cmara municipal de &Tyanua para faxer
exlraWr do lvro competente e reoetter a presi-
dencia ctm a possivel brevidade copia das actas
da todo o processo da elotcSo de senadores, i que
ae proceden no collegio dessa cidade no>da 10 de
novembro ultimo. _
A de Itamb,, approtando a rremaUcio do
Mrapoito de qne trata o sea oficio de 16 de dezem-
bro Ando.
A da Escada declarando em respoata ao en
offlcio de 17 de agosto ultimo, acarea da factura
e empedramento de uro i estrada, entre su villa
e a estaco da va frrea do Recife a S. Francisco,
ior
quinto, consonando o art. 6 j 8 da le do orea-
manto vigente 5.000* so para o empedramento da
airada, aeontaee ser superior essa qnantia o
repartico
kr apenas nm caminho
o invern'; pelo
o votado de nm
iportu
i da assombla le
quisicko dos respectivos chefes, aguardava a res-
posta do delegado para satisfazer ao qne me foi or-
deado'pr V. Exc. em offlcio de 27 do r
mez de dezembro; lando porem vindo a esta ci
dada o dito subdelegado de Panellas, deteminaHne
que rae nformasse respailo, o qua fez no offlcio
aue iunto remeti por copia V. Exc. .
Por esse offlcio, e pelo do do Dr, juiz mamepai
que tamben lemetlo por copU.vera V. tixe. qu
a (orea oi mandada requisicao do Dr. ja .mu-
nicipal, e relusitada ao respectivo comsMndante
do batalho, e nao sem scioncia dos chef-a da guar-
da nacional como declara aquelle commandante
?SUDeiisrgaard8 V. Exc.-Illm. e Exm Sr. con-
selheiro Diogo Velho Cavalcante de Albuquerque
presidente da provincia.O chefe de polica, kan
Antonio Fernandas Pinheiro.
Recife, 4-de Janeiro de I871.-Rlm. Sr.-E*
virtucle das infurmacSes verbaes que V. S. ex.gio
de mim relativamente torca da guarda naciona ,
que reun no dstricto de Panellas de que ou
subdelegado; entenlo do mea dever dar a \. s.
por escripto informacio exacta do que eccorreu.
ODr. juiz municipal do termo, estando proce-
deado a urna demarcaco jud.cial em PweUaa oi
avisado d que um.i das partes, Manoel Joao de
Souza, tratavarte reunir gente para impedir acoh
Ucacio dos marcos, e me requisitou uma_forca
para esur presente ao acto da collocaco d)s
inesmos marcos. Esi virtude d'este pedido, re
quisite ao commandante do batalbio do lugamma
forca, e com ella me aprsenle! ao_ mesino juiz
municipal, segundo a sua fequisicao O ollicio
em que me foi feta a requisito existe em meu
oader; e eu poderei remetter V. S.
Eis, pois, o que ha, e me parece que nao pro-
redi irregularmente. .:
Deus guarde V. S.-KIm. Sr. Dr.-Lniz Antonio
Fernandes Pinheiro, dignissimo chef< de polica aa
provincia de Peraambuco.O subdelegado, Jase
Cordeiro des Sanios.
Illm Sr.-Tendo Francisco Mendes Saraiva e
sna nrulher Francisca Rosa do EipintoSanto re-
querido perante este juizo a demarcaco da pro-
nriedade Curral-valho, sita na freguezia de i a-
oellas. na qual lera Maboel Joo de Souza, mora
dor Da propriedade.Curuanhas do termo ae &.
ento, urna pequea parle, succede que hoja ja
pelas 4 horas da tarde, quando linha-me retiraqo
do legar era qoa ?e corriam 03 rumos, appareceu
uro liiho do dito Manoel Joo, acompanhado de
gente armada para embaracar o respectivo ser-
vico ; dando semelhante procedimonlo era resul-
tado di, tersar* m se os trabalhadores, e retirarem-
se o es'crivo e o advogado dos demarcantes, que
communicaranvipe ooccorrido.
Nestas circumsiaucias, nao podendo nem- ae-
veado- consentir que eeja desacatada roinha aulo-
ridade, deliberei mandar suspender, os trabatnos
que ade para o da de amanhi, erequisuei ao
subdelegado do diaicto de Panellas doze pracas
para apoiar e roauter mioha autondade, se por
vontura tnto fr necessario.O que ludo com-
mnnico V. S. para sua sciencia.
Deus guarde V. S. Curral-velho, 9 de dezem-
bro de 1870.-Illm. Sr. Dr. Luiz Antonio Fernan-
dos Pinheiro, digao chefe d& polica de Pernara-
bucu.-Antono Paulino Cavaleant de Albuquer-
que, juiz municipal do termo de Caruai u.
lerosas adhesoes InfallibtWade, enviada*
Roma pelo clero franeea. k.c~.^
OSr Grammont dirigi serias .obseirvacoeao
nuncio, por causa da'pobeacao d aquella car.
O nuncio declaron qae tmha sido feta-aqoella
publicacao por engao e prometteu qne^ao torna-
riam i dar-se relos Idnticos. .*,
A situaco da Pranca f >i desenpta no senado
italiano pelo general Cialdini. qn*. ocenpando-se
incidentemente do ultimo- ptebucit), disse :
O imperador Napnlaao^iwaienvde genio a da
coracao, compreheodeu a necessidade Oe reior-
mas liberaos ; e os proorios qae n ootro tirapo
eram inimigos ternveia do imperador, team per-
maoecido inertes e aem fqrQa ante nm governo.
t que tendea liberdade.
Foi apresanuda do corpo legislativo umapo-
posta, para que fossem novamente chamados os
Bourbons, e para que se Ibes reslitnissera os be
do ramo de Orleans. Os principes d este ramo na-
viant dirigido ao corpo legislativo ama carta, pe-
dindo a derogicao do decreto que os expulsara.,
Foi raoto iiHeressante -a sesso do corpo legis-
lativo francez. era que se discuti a peticaodos
prineipea de Orleaos, taato pola atinada dos mi-
nluros, como pelas divsoes e lulas que por essa
occasio suriiram entre os Srs. Picard e Julio ra-
vre por uro lado, Arago e Grevy por outro.
O parecer da commssao conclua regeitaado o
pedido por 8 votos contra 1, tendo sido otwido
o governo. Depois de agitada discassao, a c-
mara regeitou o pedido por 174 votos contra si-
Urna grande parte da asquerda e do centro es-
querdo abstiveramse da voar. O Sr. Tbiers nao
lomou parte nos debates, porque, como- o s.
Guiz t, desapprovoa a pecio dos principes de uc-
0 discurso mais notavel foi o do Sr. Estaneelin,
defendenlo a pretenco. ai.-. .
Eis os perodos mais nolaveis d esse discurro .
t A monarchia em Franca revestio duas for-
mas : a forma hereditaria e de direo divino e a
forma horedura electiva. O conde de CbamDora
a representacao do primeiro principio, e ninguera
pode saber se esta tradiccao monarchica sera nm
dia para a Franca o sen ultimo recurso (agitado).
Mas o conde de Cbambord, segundo a phrase mo-
quete de Berryer, nao pJe entrar em Franca,
sonis como rei. Os principes de Orleans pelo con.
trario aceitaram as consejuencas do rgimen po-
pular, e, principos pelo sanaue, sao cidadaoe pelo
coracao. Vista-Ios nos bancos das nossaa escolas,
misturados com a geracio present, e um dos lti-
mos ministros, Daru, ora um dos seus amigos ou -
tro seu mestre, estando os seus condisc >nios no
exercito o na admioistracao.
t A revolucao de fevareiro vtiio sorprehender
em frica o duque de Aumale e o principe de
Joinvilie. O primeiro commandava um exercito
de 80,000-fiomens ; Jovsn e valente, tena podido
intentar o restabelecimento do ihrono de sen pai
porm surgi ante elle a iraagera da Frang, sua
palria e sua mai, e, nao quiz por sobra ella
ra) sangrenta e sacrilega (applaHsosfi. -Talvez
fosse urna falta, mas nlo possivel censura-lj,
a
ao
porque nasce da amor a/, siria o de aMt?''
OTARIO DE PERNAMBUCO
do amo
Retrospccto polltl
de 8
FHAKCA.
. (CopAinaacSo)
Falhuse muito e com grande agitacio no tra-
tado entre a Franca e a Hespanha, ^9****
Olvier e Oloagi. sobre* execucio dos jalgamea-
toS dos tnbunaas e audiencias baspanuoias a rran-
'fpraaia publicon um largo artigo atacando
esses tratados, e fazendo ver mnito particularmen e
o estado de agitacao e de incerteza em que este
P*NoS8senado*" e no corpo legislativo hou've in-
terpellacoes oeste sendo. urna pelo barao ae
outra palo Sr. Dbveraots.
OTcamen
puacaj
passimj
O erabaixadot de Hespaotaa em Pans redobrou
o sen zelo a ardor e empeuhou grar P
para adquirir adhesSes entre os homens polticos
dos diversos parados. A questao, porm, ao
m
do miBtslerio e especialmente da posicjo dubja do
Sr
0 Moniteur publicon uraa earta dosr. Mere-
nalll, secretario de Sua Santidade. ao Sr.
Sf*3
elevado (applattm). ,-,....
e escreveu ao exercito urna commovedora despeui-
da, na qual dizia aos saus soldados, que do runflo
do desterro nio essaria de fazer votos pala gloria
e pela felicidade dos fraucezes, recommendando-
Ihes qae permanecessem sempre fiis a patria.
Quando Luiz Felippe conheceu esta carta, ac-
centuando os seas paragraphos ao l-la, excia-
mou : E' a linguagem digna de um Awmai.
E despediodo-se de mira, recommeadou-rae que
dissesse aos seus amigos, que servissem laalraente
a Franca. Nao ba partido orleaoista, mas anda
que exista, pefraitlido honrar a virtude e o va-
lor da urna familia, da qual so disse com rasao.
que lodos os Uoraens sao valentes, e todas as mu
Iberas castas (applausos). _
t No desterro esses principes so sao fianezes,
e porque hoja se dir'igera ao3 representantes, ac-
cusara-os de esleril obslinacao. Os que nao esti-
veram no desterro, nao sabem o que a patria. O
pedido digno, e nao offende ninguem. A quem
podiam drigir-se, pedindoia derpgacao da le, S3-
no ao corpo legislativo ? mesmo fizeram o prin-
cipe Jeronymo e outros prncipes da dymu'astia
napdeonica, dorante os ltimos reinados. Mis fal-
lou-se da ordem em que esto as asignaturas, e
porque o coade de Paris as^ignava em primeiro
lugar, consideram-o como um pretndeme Mas
em todas as grandes familias, sobretudo as que
tem atraz de si dez seclos de gloria, o descenden
te do tilho primognito o primeiro representante
da familia. Pai da familia, quer que seus filhos
respiren) o ar da patria.
Aqai lenho o testamento da duque de Orleans,
t o qual, fallando de seu filho, dizia : tQnr seja
rei ou obscuro defeosor da causa liberal, pre
t cso que seja homem do seu lempo e da saa
nacao. ....
a Depois do conde de Pars assigna Joioville.
Conheceis a sua historia, e certamente. que por
ella mereca mais considerares do governo ac-
tual, pois foi elle quem conduzio Franca as cra-
zas de Napoleao I. Joinville eslava com Aumale
na Afnoa, a responden carta de Arago, dizendo
Ihequeamava. raaitoa sua palria pafa levar ao
sea seio a-guerra civil.
O duque de Aumale o lorceiro signatario do
pedido. Ao entrar ftfeu gabinete, v-se a espada
do grande coade, e por baixo d'esta arma do ven-
cedor de Rocroy esta divisa :*/: tietperare a
ju$tit;.a da Franca. Confio que nao esperara
muito tempo. Cappfnuios.^*
O duque de Chames o ultimo que assigna.
Os nossos soldados de Italia viram-no nas primei-
ras fileirasdo exercito pemontez. Um oa f ji ea-
viada urna avanzada ao exercito alli3do francez,
comraandada por um offlcial quasi menino : -Sr.
tenente, disse-lhe o general, fallis rauit > bem o
francez.i O duque de Cnartres podi diaer quem
era, mas nao querendo comprometter, nem o ge-
neral nem os offlciaes, reapondeu commovido :
General, oasci em Pars.i E com olnds mare-
jados de lagrimas, parti galope. (ApplauMs.)
A razao de estado nio pode allgame para
justificar urna iojusliea intil. A bisto-ia condem-
nou sempre esta poltica, de iniquidade, e, felizes os
governos que. em lugar da razae de estado, invo-
cara s o direilo o a lei >
Este discurso causn grande censaco.
O conde de Paris escreveu ao depulado francez
Estaneelin urna carta affectaosa; felieitando-o pela
exactidao com que interpellra no corpo legislativo
o Sr. de Grammont, aserea dos priocipes dester-
rados. .
Fot por esse tempo que chegou Paris a noticia
da insurreieio da Pekn, em 21 de junha, na qual
o encarregado d| negocioa da Franca, Mr. Roche-
chonart,o eonsnl frasese todos o padres e reli-
giosas francezas, forana roassacradas e a calhedral
completamente queimada. O* rosaos foram oom-
prebendidos na massaere.
Essa noticia, como todas as de mi carcter,
propagon se pela Ensopa, o cansn vivas a dolo-
rosas impressoas, Caaaodo logo apparecer o desejo
de que se tratasse de mandar urna expediclo a
China, se porr^aiara a noticia aa veriflcaesa,
como era de recelar.
opiniones em qae sa debatiam es negocios poltico.*
do paiz, que urna estupenda noticia pea ara alar-
ma e aobr'exeitou pungente a cruelmente todos oa
splritoa, nio s na Franca, carao es toda a Eui
ropa.
parte da Europa, a de faci accen-
da urna guerra davastadera a terri-
nca a a AUenanha.
' no captulo sobro a Hespantu,
_ iii essa guerra monstruo*, era que
europea tanta baqueou ao olboaeoos-
iaorimosos da Immanidale-
rontemporaueo sen duvw destinado
itos de estranhas s-.rprezas e ver
de dual aurorat desenciMh)arem-se
iis, (bu ludo dwtroem a qjaadap
exacu da rrac^dade da sp>iaeao d Eu-
ropa pela Ciciiidade era.'que *aqpvm e deslo-
cam as pedraa desse edificio poltico tan pouco
sondo qjiao atal e nervado. '. m
Desde 1869 que a Franca (nlv^to-la aj^aeti-
vidada concentrada na grande* obra da soaveeons-
iruccipoJitica, na* xias ta->firina?5e interio-
res, (vaco tempo Ibe restara desda ento para
coidarSe guerree de querellas diplomajtcas, de
campafha* da invern ou de campanhis ds es-
lio- ,.
Poneos das antes de surgir nos hor^ontes pol-
ticos a qaeslSo diplomalica, Mr. Olvier. interroga-
do no corpo legislativo sobre a situaco da Europa
a sobra as rdaedes exteriores da Franca, annun-
cira nina serenidada mperturbav.d, e concluio
dizendo: O governo nao t-m nenhiima inquieta-
c>j; em poca nenbuma a manuteucao da pama
Europa esteve mnis segura. Qoalquer que seja o
lado, tiara onde se ulhe, nennuma questio irritante
apoaraco......... .....
Mr.'Olvier eMava convencido de quetinha feto
muito lela tmnuleneo da paz, e que o pbiscito,
essa Sidowa raneeza, a tornara laeeis ao gover-
no quaosquer negoitaijes. Era tma palavra nada
appare'cia no horisonto que fosse suspeto, e a Eu-
ropa asnava se em calmara, como dssera na c-
mara dos pares de Ioclalerra lord Granville, suc-
cessorjfe lord Clarendo-.
PotJB dia* depois ludo eslava mudado A tran-
qulraBe da Europa achou-se repentinamente
ameacSa. A Franja tnha adormecido em plena
paz e Scordjra naa vesperas de urna guerra. Para
isso bastara urna dessas qnutSei. irritamos:
candidatura de um principe de HohentaTern
throno de Hespanha. '
As ngociafoes entaboladas. para esse nm flze-
ram-sa com tinta habilidade e to secretamente
que a diplomacia rraneeza nada poie saber nem
em Berlim nem em Madrid : ella foi sorprehendida
como a Franca o foi e como foi a Europa in
leira. ,
A eora hospanhola fOra offerecida i tora acei
ta. S faltar* o consenso das cmaras bespanho-
las, que c general Prim, como am heroo da dpto-'
raaeia, propuoha-se a obler, quando a Franca teve
seieueia desse atintalo contra as suas froateiraa
do lado,dos pireneos.
A Hespanha devia saber qua a oecopacao do
ihrono de Cirios V por um principe alteraSo seria
mal vista pala Franja; mas ella tambera sabia que
a candidatttra de um membro de qualquer dos
ramos da familia Bonrbon ora antlpalhlea Na-
poleo. .
Prim quera, torno toda a Haspanha, reaolver a
coma urna garanta para a eicolha e como ama
barreir a Franca: o oindidato allemao parecen
pois, s3Wsr;i7.er as exigencias diHaspanh, e *
Prossla ora inleressada nes.-a solu?p.
Fui uessa occasio que o governo francez, mfor-
mado da improviso desse uegoiio, loi tribuna
declarar o seu teto a combiuaco, mostrando a
pona da espada d-i.Fraotv se ella fosse adan
te. Foi s eniao que esse incidente, violentamen
te aclarad >, se apresentou coa esse carcter emi-
nentemente amoacador, envenenando-a a todo o
itKiaate, e tomando as proporcSes de uraa gaerra
fi-anco-prusv.ana. ,,.
Durante alguna das a guerra, depon de ter
rebentado como um raio, parecen suspensa nos
are^. Julgo-se mesmo que a diplomacia tinlia
removido o perigoso incidente, e que a paz nao se-
ria perturin la. Pjuco depois turbaram-se nova-
menta os horisontes.e a guerra f"Z explosao no
meio da. Europa pasma e estupefacta.
A caudidatura llohentolern .oascera, um tanto
espontneamente e um tanto artificiosamente, de
urna especie deaccordo entre os embancos do go-
verno de Hespanha, cata de nm rei, e a ambicao
da Prussia, sempre cuidadosa era esleeder sua m-
Erara j passados dous annos depois da revola-
cjio de setembro e a Hespanha nao tlnha anda po-
dido alcancar o rei que bascava. Os qae ella
quera recusaram a corda, os que se Iho otlare-
ciam ella nao dqsejava. As cortes tinham pressa
de ver resolvida a qncto e interpelaran! era ju-
nho o general Prim nes3e sentido. O presidnte
do conselho dfclarou eulio que estiva em vas de
e de nterpretaedes capiciosas. A prora disso est
em qae os tratados militares, qae eocorporarat
as forcas da Raviera, do Wurtemberg a de Badan-
as da nova eonfederacao do norte, nao se acha
ran nos limites da paz de 1866 e foram nm pe-
rigo paraba soberana e independencia da Alle-
manba do Sal. A piova eal umbem em
que a Prussia oecopon Mayense, qne aa aafcara.'
fra da eonfederajio. s pelo direilo de roa ronla-
de, i qae Bismark rio-se umitas vezes das-
bar reirs da Meno que. Iba foram oppoetas como
um lmite s suas atnbicoos. Finalmente, jinda
urna prava est em que ba qaatro anans qua a
Dinamarna parece ver reahsadas. a, ctansulas do'
tratado de Praga, que.dixem respeito alguna dls-
irictos do ScblAwig. *
A Prnssia, assira pratKodo,^aroriBllado-se de
todas as oceasi5es de mostrar e oftenlar a sua
prepotencia, empenhandpre em novas abstei
do-*e de eumprir obrigispes que contiahio
imperio e parat"
modo ou onir
as aatdraas eoate-
qoe a guerra foi- s
imperio, e esta crencaMi
ehegeu at Napo*ao, Wol
qaeneias.
A Franca nioflhsha o prenlej de sobre-
por-se aos nwaj|B>v'9 ; a impoasrval foi dea*-
rogolransformlram sympalhias a ftoslilidaaa *
nq?, a aentralidsde da outrore a Impaasibilidade
dos- paizes quo tanto sa- teressaraor. pala Pranca
eBW-pela Allenjanha. 4 -u^.^.
Laneada a lora por Woeokio, a rat wrtwme.
qae m)>de muitos anuos a desojara e pTocnrara
qae,Iba fosse atirada, apaanen-a saa raclac* e
cdmpraier. .^ ..,.*...
Deae desejo reciproco msaaj a mposs*ailoao>
fede um arranjo amigarel entra aa daoi je**ranc*
para suetar a guerra, arra^JriM Wteotadoian-
til mente por rarias poteoeiaa.-V
Por essa razio os esir^t dessas poieneas se
a! combinaran! a ercumserevo a lata entre oa den
penilu le daanM vlctopa^Minha evidentemente ; pjjxes, Talando entre si uraa liga do neairaiida*,
por fim levar tfFranca'ao exlretco de urna guerr, qae, perfaiSamente mintida, deixouos contendores
ora que ella podesse ajoslar suas velhaa 6onlas te estrangularem reciprocamente para ti [Uiflaf*
com a sna visinha de quam do Rheno.
Foi issp que levou o governo francez declarar
no parlamento a 6 de julhoque a Franja nao t-
leraria que urna potencia estrangeira, collocando
dm de seus principes no throno de Garlo* V, po-
desse desarranjar em sea daproveito o equillibno
das torcas da Europa pondo em pengo os inte-
resses e a honra da Franca.
Honre manifeatamenle assodaraento em alirar ao
up-^te da Europa nma tal provocacio Prussia, e
Franja nessa emergencia foi de urna impruden-
cia inqualifljavel, sobre indo trataodo-se, como
se traton, de rpsolver diplomticamente a pendeo-
ca entre os dous paizes.
As reclaraajes da Franca foram Ievada3 ao re
Guilherme que se conleotou em declarar que
conselharia ao prncipe a recasa cora de Hes-
panha. Mas nao era isso o que preleudia a Fran-
ja, que desejara urna prohbicio formal do re da
Prussia e ainda mais ama garanta para o futuro.
A's iossiencUs da Franja respandeu a Prussia
com urna recusa de se oceupar com a questao, es-
tranhando o procedimonlo do governo das Tulhe-
ras ao parlamento francez e negando-se a receber
o embaixador da Franca, em Eras, onde estavaeom
a sua corle. ....
O principe de Hobenzollern a es*e tempo ja u-
nha retirado a sna candidatura, e mais do que isso,
a Haspaoha tinba renunciado ao principe alle-
mao
A precpUacio da Franja levara a nra ponto,
do qual era diffkil se nao irapossivel recuar, e a
consequencia de ludo issofoj turbarem-se detintti
vamente os horisontes polticos da Europa e a
paz ser nie'rrompida por urna guerra, a
' unidas
lojbaerra, tetaram desviar, metlendo-3e do per-
erWbire os dons palwa. i..-- -
A Franja e a Prussia desde logo tornaram-se
duas poteucias travadas em duello urrivel. Entre
- -tnnncion o engo, e a
mediou
a"primeira palavra, aue anoanciou o pergo, e
ultim-, que desencadeou a tempestado,
apenas o espaco que sapata o relmpago do tro-
vio Tado nease fatal negocio caminoou com urna
rapidez vertig*nosa atrave da palioas sbita-
mente inflammadas de dous pavos e no raeio da
Europa atienta, commovida e impotente.
A guerra do Oriente em 18M cammhon duran-
te um anno, de negociajej em negociajes, antes
de rebentar. A guerra da Italia so se realisou al-
guns mtzes depois da primeira palavra hostil, na
guerra de 1866, Berlim e Venna trocaran muitas
negociajSa por algoni mezes, antes de se lan-
jarem no campo de btanla.
Em 1870 o tempo nao foi niodido por mezas,
nem mesmo por das : a questao foi de horas, e
minuto a minuto a situajao se foi complicando; as
mediajSes teotadas de manhaa cahiam por trra
tarde, e, quando apenas se supponha o nego-
cio serio, ji as duas potencias estavam em guerra
* No dia de juiho a Europa repousava no seio
da paz, e a Franja viva o'uoa seremdade que
ehegava ao optimismo. No dia 6 os horisontes se
larbarara, logo que o governo fez a declarajao, de
que j no* ocupamos, no seio do parlamento.
A' partir des36 da os aconteeimentos se preci-
pitaran), e as negociajo s se entabolaram um pou-
co confusamente. j..i..
A' lo islo,9 das depois, o governo decliroa
s cmaras que nada tinha conseguido, e que ao
embaixador francez fora recusada urna audiencia
rei Guilherme, ostentando se essa recusa em
as veltus eootas que os separavam desde longo*
anno?. embora fosse latente eaae astado de animo
sidade enire elles.
O'imperador Napoleo no aeo manifest a Ea-
pa, expressouda um modo ternaioanla o comporta-
meato que lencionava seguir na poltica inlernatio
nal, declarando aliamento que a poltica de anne-
xajoe vio)ea as armas -fraicetas triumphassem, oflm primcipal
da victoria sfia obrigar o gorarno prnssiano ao
desarmaraenlo, dando por sna parte a Pranca <
exemplo deste acto; a terminou-por estas palana :
Fanceiea:Na rida dos poros ka rooinento>
solemnes; a honra riolentameole excitada impe-
se cora forja rresistirel e domina todos o* nteres-
se* depeDdendorcorao depende dalla, os destinos
da palria. Chegou para a Franca urna des*as-hora
decisivas. A Prussia quem temos teslemunna-
do antes e anpols da guerra de 18M| as dispoiito-
es mais conciliadoras, aao lomando em-coala, u
nossos boiw desajos e a nossa sinceridade, desper-
K u todas as descooftaujas, preparaudu armamen-
tos exagerados, por toda a parle, e fiendo oa Eu
ropa um campo onda renava a incerteza e o reoeio
do porvir. .....
Um ultimo incidente velo revelar a io*Ubili-la-
de das ralacoes internaclonaes e mostrar toda a
gravidade'oa situajao.
as nossas reclaraajr>es fueram-seonvir e-n
preseoja das novas prelences da Praesia. Foram
liludidase da sceBaider.dap. .
< O paiz sentio urna profunda irrilajao, e rn
seguida um grito de guerra resoou de urna paria
a outra da Franca; nao nos resta mais do qua con-
fiar os nossos deatnos. son das armas.
Nao fazeraos a guerra Alleraanba, pois re-
pitamos a sua independencia, e desojamos verda-
deramente que os povos que compem a gtswK
naclonalidade germnica, desponhara l'^01^
dos seus destnoa. Qoanto a nos s reclamamos
o estabalicimenleda um estado de cousas que ga-
rant a noasa sagnranja e consolide o aosso nor.
- A gloriosa bandeira que nma vei
do
da
resolve-la p!a ifina que desejava o paiz, apresen-
tando-s- um candidato catholica, de estirpe real e
aior. O general recusou explicar->e sobre essa
candidatura mysteriosa. .
J entio tinham comejado asTiegociajoes para
esse flm, e duas vezes os rmi33aTios do principe de
Hjhenxolero tinbam ido Madrid cuidar disso,
retir..ado-se apressadamente avista.da attijade da
cmara constituinte. '
A' 11 de ju'ho ludo pareca abandonado mas
o general Prim nao se deu por vencido, e traton
de reactar o fio das negociacoes; e tao bem enea-
minhou-as que r.o 0 n do mez ludo pareca con
cluiio a a candidatura mysteriosa era a do orina-
pe de Hohenzolern, para a qual o re da Prussia
dar o seu consenso. _
A Franja, pezar da declarajao do seu gover-
node quo nao iuterviria nos negocios internos
da Hespanha, nao podia consentir tranqmllamen
te om ver-se cercada por urna cadeia, cuja chave
etaria nas mos da Prussia ; ella nao poda tole-
rar essa exteaso de influencia prussiana, ja mu
lo pfeponderinte na Allemanhi e querendo insta-
larle em Madrid sob a capa de urna realeza iade-
neadente; eMa nao devia finalmente pass*r em si-
lencio o modo porque foi enlabolada a oegociacao
com o principe de Hohenzolern, guardando-se um
segredo inviolavel, que sem dovila era o annanaro
jo que se traraava contra ella. .
E verdade que Unto o governo de Madrid come
ode Berra negaram a exislencia deaccordo en-
tre elles, o que foi urna satisfaejao dada a Fran-
ca mas ossa deelaracao nao passou de mais urna
rmadilha da tenebrosa poltica, de Bismark, que
foi e'ssr sempre ardillosa, e que nunca deixa
de'occult'ar-se era occasioes destas por trsz de om
repo*teiro para nao evidenciar o d?do da Prussia
era negocios que a possam comprometter parante
* AUgnerra entre a Franca e a Prussia era oevi-
Uval eslava desde longos annos resolvida, e espe-
cialmente depois de 1866. depois da preponderan
cia da Prussia, quando ganhou a balaioa de ba-
dowa. A qtiastio era de tempo; a, se nio fossem
os negocios da Hespanha, seriam outros quaesquer
os molvadores da luta, como qnasi que o foram
um anno antes os negocios do Luxemboug.
A rraestio de nm re para a Hespanha f.i um
nretexto ; mas forja confessar qae ba cirenms-
uncias ora que ludo serve inevitavelmente de pre-
las
cousas, e porque ha unta lgica desastrosa qua
orecimla os acontecimentos e occasrona lutts entre
povos qun devtara antes rairehar da comraom
accordo na vanguarda da clvllisaoao,
A Prussia fot feUt, ha quatrp annos, era urna

na
-----------*
a communicajio feta aos representantes
Prussia no estraugeiro. Moralmente ludo se acbou
pis terminado no dia 15, e a 19 a guerra foi re
gularmente declarada I .
Desde esse instante a diplomacia nada mais teve
a fazer a a febre bellicosa amparou-se de todos os
espiritos. Ambas as naooes mpelliram para as
respectivas fronteras todas as forjas di9pomve's-
Em quanto a Prussia traton de captar as boas
grajas dos estad-s da Allemanhs do Sul e foi mo-
bilisando suas tropas, a Franja precipitou-se para
o Rheno, concentraodo-se entre Strasburgo e Met.
O* governos dos dous paizes impediram que os
jornaes publicassem quaesquer noticias fl^"'
dessem elucidar os Ccotrarios sobre os planos, aa
guerra. A differenja, porm. consisti em que o
overno frapcez prohibi terminantemente a puuii
cacao da mais pequea noticia sobre movimentos
de tropas, corarainando penas rigorosas para os
contraventores, entreunto que p governo prassia-
no dirigi urna circular aos redactores de jornaes
rogando-lhes o espeeial obsequio de nao oarrarem
os fados que fossem ao eu contoeimento ara_
da quando lhes pareces^era msigniflcantes por
que taes publicarlas podiam transtornar os mais
bem combioados planos. .
Este tacto, simples na apparencia, de.xou entre
ver claramente o estado da opin.ao publica no.
tus paizes. A gaerra era impopular na f W;
onde, mesmo entro os Imperialistas, haviam nu
meroses votos contra, sobre tado entre os pro-
gressistas avanjados e rm gcral na gente MO;.
na Allemaohal guerra era popular, e, acceil co--
mo urna necessidade, todos se reumrara em rolla
do estandarte allemao, e os inimigos e os anexa-
dos de pooco antes foram os mais ntimos, e en-
sores da honra e digoidade da patria comnum,
quando foi amecada pela Franja.
A guerra exciten o patrlotismo.de todos os ane-
mias : os estados confederados do norte accaita-
ram unaaimeate o desafio e os estados do. mi-
collocara-se a par daquelles. A Franja teve (con-
tra si a Alleraanha intera -y teve umbem contra
si a ueutraHdade passivade aJgnmas najos e a ou-
ida da que fossera cansacommum eora os pros-
sianos; a indo isto, unido k reaejio que se produ-
zio uo aentimento franeea, dea margem a q
rolamos diante dos qae nos provocara; a niesma
qne atravez da Europa lavon as ideas cev.lisado-
ras da nossa grande revolucao. Reprsenla o
mesmos principios, inspira as mesmas sympa mas.
Franjezes:-Vou por-me a testa desse braban-
te exercito, a qaem anima o amor.d.1 dever e o aa
patria. Elleconhece o seu valor, porque vio- sem-
pre da sua parte a victoria nas quatro par es do
mundo. Levo cominigo o meu filho; apezar na
sua curta idade, sabe j quaes os deveres qu. o
seu nome Ihe irapSe, e esta orgulhoso de lomar
uraa parte oos perigos dos que combatem pela
patria. ,
Daos abenco os nossos eslorjoat
o Um grande povo que defende urna causa jus-
ta inveosivel.
- Namuao
Ese maofosto do imperador nio deixa de en-
cerrar algomas verdades, e, bem considerado, nao
foi s a Franja a provocadora da luta : a Allema-
nha, ou antes a Prussia leve tambera e qoija prin-
cipalmente a culpa desse rompimenio entre os dous
PaAPru33a sabia o desagrado da Franca na exal
Uco de um prncipe allemao aolhrono de H-.-spa-
nba. Quando era 1869 fallou-se pela pr.me.ra vez
nessa candidatura o embaixador franeel em Ber-
lim, Mr. Benedetti, lave urna inferencia c,m>>
subsliuilo temporario do Sr. de Bismark, o sr. ae
Thile, na qual Ihe expoz as vistas da Franca i o
ministro prusiano declarou enUo que.naase t-a-
lava nem se trauria do principe de Mnh>
para o throno de Hespanha. A Pros> a bt,
pois, o que fazia, quando se envolveu ne>sa. qnes-
tao do re da Hespanha, e pareee evidenio qm
tinha por fon obrigar a Franja ao pasan q-ie^ Na-
poleodeu, licaiido.se ella com.as >>
Europa, que, enleiada pela polK.ca de woiaik hi
vio como provocadora da guerra a briosa Fr.in^.
0 incidente Hohenzolern nada seria sew *-
se a situaco da Prussia, qne desde Sad-wi er,
urna Provcajao Franja. Poi o enM d.
perico intimo e irritante que a candidatura I,
principe allemio reviveu ; mas a causa rao i *
sem duvida a Prussia. .
Se Sadowa teve lugar, a Franja foi em g.anaa
parte a culpada, e o mesmo aeoateceu nos pm-
nares de Nikmabourg seguidos da p;z dePrga_
A Franca indubitavermente procur.m B**r
urna unio com a Alleraanha. esforcan lo aa em re-
mover as causas da aotipathia. A Prussin, po
rm, nio corresponden a esses votos.
A Prussia s pensoo, nos uilunos quatro ai. -*-
era dominar pelas annexajdes e gb" ^
forjadas imprimindo o canho pruss.ano em d
onde poda tou.r : ella engrandeceu-se pela con
rf f-
- -'"
lili
Urna s garanta resUva a D""^. h
M-la entrar oa posse de urna parte do Sclilesw.g.
uaudo os depbudos do Schleswig se aprsenla-
ram n parlamento da confaderajio do norte p=ra.
revendicar seu direilo de. autonoma e mdepen7
deacia, foram repelidos e ninguem os qoia.ow r
O que a Prussia tinha lomado, guardara o -mJ*
,j8 guarda, e s Ibe foi ultimamenU Sjomewdv
como um favor em troca da neuiralidade da. Di-
arda, e s Ihe foi nltimameote promei'jdv
vor em troca da neuiralidade d.i Di-
senda assim menospraiado o trata.
L^r:c ^5WaaWM?aw"
potencias mediadorasStraussem de otfoumscrever
dos dons povos belligarantes, serla funestsima pa
A gaerra desde a sen coraeep loi mal vista por
aquellos mesmo que a accaitarara como .inaviti-
vel, qnando a Franca surpreheadeu as iWoiMOea
da candidatura Hohenzollero No corpo legti-
lativo este saalimeoto foi manila amv a m.
Tbiers oceopou-se della sob um ponto fia^ vista
mni "
O partido avancado francez nio se de.xou arre-
baur pato eathusiasmo imperialisU. Houve am
Paria, aao se pdonagalo, e houve ew maitasjti-
dad S*
co-prusslaao devlaprodoxl eraura r,ovo que to vi-
vo tora o patriotismo e raoorda/jao 4a:suas. glo-
. m.a knu*a ir.iham a ereoca H
nanurca,
PrBsse tratado reconhecia tambara duas AJiem..-
nhas, noaa do norte, de que, a Prussa era o -
tro e senhor, e outra do sul, coja***&*?
era recoabeckla. O Menoaervia-lhM^da fronte,ra
Onda existe boje asea n*PendaiT Bja oun
ca deixnu de ser ameacada pela Prnssia, e, me.s
SnsaU r da Bismark nnha aonhado a ra ra-
SSS a grande ARTmanha i orna Prussia ma-
oada com o sello dos Hohenzolero.
Essa poltica de Bfemark, qna ella to,deeavol-
So por todos os meias, embora capciosos po -
rece qne ?6 tioha por flm provocar a Franf* ta
tando-a de nra moe pouco cortea. Par PW
basta clUf o que aenteeea poneo depou J"
un
zes tres tratado milttares qna
sia, lto *, wa tratado jaJ
dandestinan
co. Mas o
stradoilancadoiFr*i

SSU&rSUCSS iSS- .tSFimSSTWl S*i?--ia

i;*lt"-iv'-;/.-;:: I f*-


i^A^^^M&M^Mm% I


W^"--'---
IVII^HIFMV-U.ll.l
np^OWW"^"
^Ki"--^-f^ tw.j jj.iuiw 4 .* ."** '' ." I1"-, vwmipwr
31 Qh|^K Sol

ftituec I

JMB, TtJlj
dftCav
file permittja com
Em vez da tr* b
maolia por meio
conquista 6 a vio
toada A Hernn*-
lidades dos seos
soldados,- e de erl
meas o meto da
armar e por em
*Vei isso e que Mr. ThWrs deratrasirau no parla \
Denlo francs na* vesperas do* aeentecimeutos
Ht Thiers disse maisque era preciso nao illa-, victoria a Gberdade, que as Tingar
. ., ana pm*.. ... --*--- ._----. -_ -- ,. mII
A
0as v
Yambi
BodaHI^B_
de lodo o man lo civil isado reconhe-c
da nossa caasa e as nacaos amigas
dir o' pafe, dehaodo-o crer que o seus arma-
mentos erara extraordinarios,que tudo se tmna
mudado na Boropa nos ltimos anuos, e que
aquella momento, era vea de urna Allemanba
federal orgaatsada. para a pax, poderosisima para
a dufoia o impotente para o ataque, nsvia ama
formidavel potencia militar, tend > sua frente um
taomein que dispunha de 40 milhoes de h rtriehs.
Mr. Tniers disse aindt(Jo* -nao se devia pen-
sar n'um desarmarrienlo da*ru*4a, Dorque para
isso fra myster que esta potencia dissolvesse a
confederaejio do noslJrauciH9se aos.seus.lra-
ladoscjtii a Bavieri^adti o Wurtemberg.
Em resumo do* s%aEaoca foi a provocado-
ra appareote d'essa hfa |rc!ara>la 19.de juino,
a Prussia oi a provocadora fesj, encuberta pela
poltica capciosa e tenebrosa k-,Sr. de Bismark,
poltica que se defini pereiapaeote com a pu-
blicacio leila em Londres de um prbjeelo que se
disse proposto Prussia pela Franca e no qual se
tratava de partilhar aroigavelmele entre os dou<
paizes a Blgica, a Hollanda.a Allemanlia do Sul,
o Laxemboug e as provincias rhenanaj.
O que facto, que a pubticacao d'essa docu
ment conseguio distrahfr por algum terapo a al-
telo da jljsspa da vordadera causa da guerra,
como UesejartFo Sr/de bismark, e nao pouco con-
tribitio para a auimadverso que.de tuda a parte jj
erguea cot# a jtf Fiaicn. Mas a verdade qae,
nao obstante as iiumeras polmicas travadas a
esse respeito. nada se "|ude Unir liropo, des-
peito dos esforeos de varias potencias ioleressa-
das no assumpto, e que tanto aJPrussa como a
Franca se acharo compromettidas n'esse preten>n
projecio de tratado, que, qnando for esclarecido
devidamente, talves demonstre toda a negrura da
poltica do Sr. de Bismark.
Urna vez engajada a lula entre >s dous pas*,
es acontecimentos segurram sen corso : os exerci-
los dirjgiram-se para as fronteiras.
Tooaa as potencias da Europa e da America
deelaram-se neutraes na lata, e os vi-inhos dos
dous paites comproroetiide-s n'elb,- arnaaram-se
para garantir e-tornar efeetiva es*a "neulralidadu.
A Hespaoha, grajas diplomacia, foi cuidadosa-
mente Bastada da luta, que Ikou assim restringi-
da Franca e a Allemanna
A Prussia reuni em torno de si toda a AUe-
manha do norte e alguna dos estados do sul; a
Franca flcou (6 do ouiro 'ado.
O xercilo francez foi dividido em 8 cornos :
O 1 commandado pelo marcena!- Mac-Mabsn,
com 4 divisdes
O 2* commandado pelo general -Frossard com
a divisdes. ....
O 3* commandado pelo general Ladmirauli,
cora 3 divisdes.
O 4* commandado pelo marechal Bazame, com
4 divisdes. ... .
O 5o commsnlado pelo general Failly, com 3
divisdes.
O 8 commandado pelo marechal Canmbert,
com 4 divisSes.
O 7 commandado pslo general Flix Donai, com
3 ivi-od?.
O 8 co:nmandado pelo general Bourbaki com-
posia da guarda imperial e da reserva.
O general conde de Paliko, Ocou com um com-
mando especial.
Pars foi desdo logo poslo em estado de deieza.
Incetram-se enormes preparativos bellicos em
varios pontos o especialmente em Gherhorgo.
Urna esquadra f--sc lago de vella para o Bl-
tico, e possuia a Franca 2t navios encouraQados.
Poram chamados Fraaca to los os navios de
guerra que e estadj de entrar em combate, e todas as pracas
fortes prepararan!-so para i luta.
O corpo legislativo tomou tolas as medidas
urgentes reclamada- pelo froverno par i a9 opera,
cojs e mysteres da guerra.
O discurso- do re di Pruvia no Roiehstag
da Allemanna do nort-\ convocado com urgencia
f ouvido no meio do maior silencio, sendo por
vezes S. M. interrumpido com applausos.
O rei disse :
t Honrados membros do reichstag da confede-
racao da Alhsmanba do norte.
-Noda em que, a priuciplo de vos3a ultim
reunio vos saudei aqu era nome dos governos
confederados, pule com gratidao, clieio de alegra
' assegurar qbe o xito nio tinha deixado de corres
pomler aos esforeos, com o auxilio de Deu?. feilo*
por miin para eviur toda a perturbaco d P",
segundo os votos dos povos o as necessidades da
civlisacao.
rigo immmente impuzeramaos goVernos conoie-
rados>o dever de.vos convocar para urna reuna-1
extraordinaria, tanto em vos outros como em niim
se couserva viva a conviccao de quo a confedera-
cao da Allemanna do n irte pcocurou utilisar a
forra popular da Alle.nanha do norte, n5o em
comproraetter a paz geral, mas em ar-lhe um pq
deroso apoio (applauso-), c "que se oeste instante
fa-emos um cha namenio a esta forja pqpnlar para
proteger a nossa independencia, na^ =en5o obe-
decendo voi da honra e do dever. (Estrepito-
sos applausos. _
i A candidatura de nm principe allemao ao
throno de Hespaaha, candidatura cuja iniciativa e
abandono foram completamente estranhos aos
governos confederados, e que para a coofede-
raco nao offereia ouiro interesse mais do que
vef o governo de urna naci amiga realisar a es-
pranca de dar um governo regular e paciflio a
um povo tanto lempa maltratado, den ao governo
O imperador dos francezes uro pretexto para
utn caso de guerra (appUusos) tte um modo ha
rauito tempo descoohe-.ido nos usos diplomticos
e depois da desapparicSp desse mesrao caso de
guerra, com despfezo do djreito dos povos aos bs
nekios da paz, tacto de que nao fferece exem-
pl is a historia dos anterioras soberanos da Fran-
ca. (E' verdade I verdade i)
Se nos scalos pssado* a Allemxnha suppbr^
tou om silencio estes ataques no seu direto e
sua honra, fui s porque, fraccionada pelas lulas,
nao moheca toda a furerque tinha. Haje que o
laco de urna nniao legal e moral, la?o que princi-
piar i m a fundar as guerras -pela sua iniependen-
cia (applausos) une e apena n'uma f raga os
inembros da familia allema, laco lauto mais in-
timo, quano mais tempj lurjr; hojo que os ar,
mmenlos da Allemanln rj> ileixira ja abenas as
las portas ao inirnigo, a Alleinimha sent dentro
de si a mesma vontsda e a firca precisa para se
defender contra as novas violencias da Franca.
(Applausos e vivas Allemanha !i
Nao a jactancia que rae dicta estas pala-
vras. Os governos confederados, como nos.
cedem com profunda eonviccio de que a victo-
ria e a derrota esto as moa do Deus das bala-
ihas. (Applausos. Seosa;;ao I)
Qaantn mais prolbr. vccSo dos go-
verno. confederados to ludo o
sua honra e a ana dgrii'lade Ih-^s peitlitlialn faz3r
par.'- os da ja?,
mais flvidentement' todos
que nos poieram a espada t; or a
ni; oQtade-ad-
male dos governos ilfrnas fft|ipfaili(
i na dos ovr -nos ao
patri itismo e a k citando-o
~ tKi^edene
- Segando
eMrangeiras,
m senao asser
pz ilurailoura, V
issis pii
qne tambera commetteu eoatra ellas a arabieo
bonaparasta.
c O povo allemao encontrar a sua uniao no
terreno do suffragio lvre. Agora s se trata da
jjioara, da liberdade da Europa; atsim como do
iam estar dos povos.
O rea agradecen deputaco que Iheapreaen-
teu a mensagem da respostj ora as seguidles "pa-
lavras:
. Esta men*ageai convence-me de qu.e a missao
que a nicao se impoz, e que e& nao ceSsare de
proseguir com infaligavel perseveraaca,se ha de
enmprir. >
Grandes applausos sudaram estas palavras; e
per unammldade foram votados os promete* de. le
coocedeud i crditos, e a applieacSo dos trts. I e
iO da le acerca da solidariedade federal.
Quanj o conde de Bismark eonimunicou ao
reichstag, a declara jSo de guerra da'Franca os |
depurad->s levantaram se todos e prortioperara em
enthnslastcos barran* I
O governo prussiano ordenou que todos os sub-,
ditos da confederacao-gerraanica que servissem
no xercilo francez regressassem patria, e con-
celeu 24 horas aos subditos franceies para ssm-
res de Berlim.
. Todos ip agetyss diplomaucoy davAllemanha re-
cebarnf es seu passaporic-.
Interre'ptaranf'iB completamente todas as com-
mnnicaroes fatre os dous psiz"w.
At o'da 1' d* agosto, depis da declwacaO ue
goerra, nada se tinha -pastado de n tavel de rfm e
outro lado, rnente tihham sido feftos algnof
reconhecimentos volantes, e tinha llavido atgumas
pequeas escaramueas
dos.
O exerclto francez organisen-e pcrjrazdan
nha irregaial- e prolongada que se estende do du-
cado de Luxembnrgo frooteira suissa, tocando
as -provincias prnsslsna*, na Baviera rhenana e
em Badn. D-hidodeMefz formaram os corpos
dis genrraes Bazaine, Frossard e tamirauldj-do
lado de Strasburgo, -de Main'*-sa <*,e de Bel*
fort, pnstaram-se o marechal Mac-Mahon o o ge-
neral Flix Ddoav, emquarrto que o general de
Failly oceopoa'uma pstelo Intermedia do lado de
Birche. u
Toda a llnha era vigiada e defeadida pelos ba-
talhoes em grupas wdos as rdeos h sob o com-
mando sopeftor o imperador, eslabelecido em
Met, e tfndo como major-general o marecbal Ls-
Breuf
Por traz d'essa flnha, o marechal Canroberl or-
gnmso.i m oulM corpo Ce >-xercito, que devia
marchar sobro Hhrv; e e.-a a Imha Ruardada
pelas pracas fortes de Thioiiville, Met, PWalbur-
^go e Strasbnrsrn.
Por 3ea lado o exercito prusiano, caminhahdo
por Mavence. r so reunindo nm Trd>-fls, s ordens
*> principe Prederico Carlos. Um outro corpo de
exercito. engrussado pelos contingentes da Alte-
ntartna do -til e commandado pelo pWneipe real da
Prnsia, se reunia em Kasda, ao alcance do rio,
ew o int"ni)di! diriRir se sobro Lsndau, na Ba-
viera rhenana e araeacar a fronteira francea por
\Visemborg.
Elles oceupavam em frente dos irancez*s o qna-
drilatero irregular formado peln Sarre e o Latrter
ao sol, o Mosell a oeste, e O Rhmo lesto e nor-
te. O L'ixemtJUrgo entro cabria a saa direita ;
as fortaleza! de Sarreloais, Landsne GernWrjIt'i
sobre o Rheno, eram" os pottt09 fte apedo
priraeira linln ; Mayenca e dblenles pr
sua rfitagnar la.
Entre os doncorpos de exorcito, oncultos h-
bilmente p.or traz dos bsqae?, fazism-se ascom-
municneoSs por S.irrebrpck, ponto do juuecao das
linhts frreas qne ligam Trves Landan.
O rei da Prussia. acuava-se em Mavrnca, onde
eslava tambm o geioral Wolike, o grande tctico
que diriga do >eu quarlel general todas as forv)a
allemaes, como dirigi em 1865 os prussianoe sobro
a B iheiuia.
Eis a siluac no l9 de agosto.
No dia 2, principion o attaqne sendo os fracezes
o> iniciadores. O general FrossaTd tomou as al-
turas qne dominivam Sarrebrnck, sem encontrar
te-isteticia muito seria, e os frahezes fleirm
doraiuaudo c?in os seus canhSes a cidade de >ar-
rehrnck, o curso do Sarre e o .iminho de ferro
que hgava Troves Landau.
Durante dous das o exereit i fz alto e depois
abandonoa as alturas de que eslava de po Os prosins, vendo a immobilidade, supeila-
ram que os francezes nao estavam lio preparados
como dlziam, aproveltaram o lempo e avaosavam
em da'as grandes raassas para as fronteiras frao-
ces; o, emquiit-i "do lado di Metz se observa va
o que se nassav'an era Trves c Mayenca ou alm
do Rheno", a tcmpest.de formuusc o a 4 de agosto
rompeu o fogo na nutra 'extremidade da linln
[raneen. O general Abel Douay oi sorprehon-
dido com urna parte de "soa divisan porto de Wis-
semburgo, o um simples reconbecimento transor
man se n'um mortfero embate de cinco horas,
onle farc nnmeri-'a dos (jrassiabps saecumbio
pequeo corpo frabcoi compojfo de tres refji-
rnen'os e de urna brigada d- cavallaria, morrendo
a sua frente o bravo general Douay.
Mac-Mahon que nao p-le auxiliar o general
Dorfay, esperou dJ p firme o resaltado de M'rs-
sembrgo; o no dia > pela inahhaa trav a se a
tata'em Wccrt, Froistchviller e Reisch>ffen, qne
mais urna vez ^stemunharam horriveis combates.
O milano prussiabo m porm maia vasto ; e,
no mesma/di^ 6, por um esforco combinado e em
quanto o principe real eutrechocava > sea com o
exercito de Mac-Mahonro otrtro exercito prussia-
no, desfilando por Sarrebrnck e a:i'issanJo se da*
altaras abandonadas na tespera pelo exercito
franco:, atacan com tolas as suas fjr?aso exercito
neral "Frossard, que, como o de Mic-Mahoh
nao p'l ser soccorrido, e assim i bilgott os fran-
cezes ase retrahirem, retirando-se e deixanlo
abena a fronteira franceza a invasao inimiga.
N'es rea ondas do sangue e foram commettidas gran
do alrocidade's, espeeialmehte polo lado das tro
paspru.-sinnas, os generaos francezes deram m
ilo c.mo tcticoseeslrateglsfas.
E' verdade que a desproporco numrica foi
muito.em favor dos allmes, mas incontestavel-
rriente honve erro e erro maito p.ilpavel Uas ope
racoos dos francezes que d-.-poi- de se deixarem
sorprehsnder, nem se qaer pr>dei-aro mobifisar-se
.i toihpo do sereiQ auxiliados ffs corpo* qae se
binan) as extremas da linbi, de forma a ev
lar o seu rompimiento, que inporinu na franca
ntrala do exercito allemai no territorio fradeez.
K cnnseqaencla d>< enlbales de C, foi poli, a
Milu franceza interrnirpila e a retirada obrigada
de Mae-Manoo sobre Nancy e'do geojral Frossard
Mtz, isto MI a fr Wrta aos pras
seo a JiBlicalBOVos. qae, par raeiojL i
WfwBpr "fe sr.
Ignbra-riwt
exagerada eobioa per tu-
prapinm reaccao couira

03
de
_ El
-ser-privada pBtdrfaetos mais esta ra.
Queo: tara futeresse em ver resuscita'^ o
ro allemao? quera tosejar ver c
lagos pruasiaaos os maro* do Norte-e d.
omega, a Dinamarc eriam
ruffa trian iuisia,
mais interessada que nenhuma out a pdfene em
salvar o equilibrio o oone das mbiedw germa
oicas ? A Inglaterra, opposta na qdaliaada de
grande potencia martima e de proteetorada Di-
namarca, aos progressos da marinha prufwana ?
A Hollanda, ameacada ja p*s intrigas audaeiosas
de Bsniai'k ?
j Belalivainento~ a Austria, a restaurtmo do
imperio germauic) era proveito da casB'4|Pohen-
zollern era-guipe tatalissimo nlo s contra a dy-
oastia llapsburgo, mas igaalmeote contlia exis-
tencad.-i monarchia austro-hngara. -. Prussia
ha de certamen fazer promessas ao gabinete de
Veana ; mas que crdito se ha de darajWlavras
de Bismark ? E ha ver por acaso garanaiae seja
mais foi Id que os laoos pelffs quaes afrroia se
acba ligada a nnedafaoo germnica, r qnea
Prussia, co^mBtenospreio.Tre sens deveres t obri-
< hora
Keratrl
chamadol
Eor
suspendOT
Mx|
Franca est mi
saPa
lio a abd ccdo do imperador. M
Ido.'
tumultuariamenle a diseussao a
1 sessio.
Majs de 20:000 mil pejsoas se acha
aed>coea oteri
cuar* a prtea havendo cnfltrt

Capital fornecid.
matriz...
Depsitos:
Em conta cor-
888:888*890
f|
,,, espeda^au violuntaniente T
Ba UaJi* nao seria meoos*fuuesto qne
paraVAusiria deQaitivo Indmpho de HJhenzol-
lern. Vm imperio.germauie-j havia d exigir cos-
tas; por todo-o ipreco*; tamo havi de precisar do
sal como do norte, fiara de querer Veueza
Triaste, como quiz Kil a havia de quered Ams-
terdara. Picara compromettida a regeberacao da
Italia,
eotce os piquetes avan^a-j Appellamos clieos de conflan?a para a sabedo-
ria djis governos e dos povos, para arrancaren! a
Europa ao despotismo prussiano, para aos ajada
d rom, qaet sej por meio de amaneas, quer seja
por raeio de sympathias, a salvar o equilibrio
europea, i
Temos j razoes para indicar alguns sympto
mas hons
A laglatewa completamente sjtsfeita eom as
nossas to calhegorieas e ledes declaraces, rela-
tivamente neutratidade belga, cobre nossa
fronterra do norte e mo-tra-se alsposta a defende
povo qae gritaraviva a repblica
TurouTabrlr^saa lessio -petas 3" horas da1
dente d i conseltio de ministros, de
u (jua eTb preseoc/ da manifesuco da c-
mara contra o ministerio, este havia apresentado
-arrecio o conde de Pa-
liko da formaeao do novo gabinete.
O Sr. Ofivier decwfou qbe aporafia novo ga-
binete, com os seus araijHs polticos.
Foram approvadas toaas as propdstas entre ii
3uaes ae comprehenda o reerotaBieato imraed'iato
e i/esnlos mil harneas de tropa de Thna, e o
armamento geral do paiz.
.' O antigo ministro dos negocios estrangeiro, du:
que de Grammont fi>i vivamente censurado por
algn deptados, chegaodo a ser accommettido
por m dalles: Intervieram varios membros da
cmara.
Apresenlou-se a cmara o aovo gabinete qae
ficoO assim constituid >: conde de Paliko, pre-
sidencia ; general Montaubad, guerra ; Che
vreau, interior ; Magoe. rlnancas; Dnvernois,
commercio ; Rigaoit, manaba ; David, obras
publicas; D'Advergne, estraogeiros ; Bus-
son, coaselho de estado ; Grandoerret justi?a
Brane, nstrucco ptroliea.
O novo mihi>terio fleoH formado todo pelos par-
tidarios do poder pessoal; e por consequencia da
orjera de cousas anteriores ao g**atus consultos.
Forcade de la Boqaetle leu o realorh da eom-
raissao encarregada de examinar os projeCtos e
propostas apresentadas pelo governo. Foi acceita
urna emenda de Kerntry para chamar os soldados
que tinham baixa.
A eommissit propot alm' disso chamar todos
os cidadaos nao casados de 29 a 33 anuos, para
fazerem parte o exefdta, e elevar o crdito para
soceotrer as familias da guarda movei de 4 a 20
milhdes. Terminou com phrases calorosas sobre
a uniao dos partidos, que foram unnimemente
applaudldas. Pro'proz um voto de agr-'ecimento
ao exercito declarando-d a*ncen'fo da pafWa.
O parlamento deeitio que o presidente transrait
tisse esse voto ao etercrlo.
O projecfo foi approvado por ohanimiade.
A prjmeira questio para todos oi desde logo
a por aviso.
380:148*200
838:358*840
Crditos diversas, outros ba-
aos e caixas filiaos........
loica
I em eali1
dem em gela ou masna. .
dem seceos .
Espanadores de peonas gradea
dem pequeos .
, *.^ M^^ --.. tftm nalha .
070:461*910
te........ 2,777:887*840
S. E. 0.
Pernatribuco, 1 d Janeiro de 1871.
H. Prcbard,
Aetg. accountant.
kHog.
duzia.
canto
PUBlCaCOES A PUMPO.
M0F1NA.
Na casa da residencia do finado commendador
Thomac d'Aquiao Foneeca, foram encontrados
apenas seis mil ris bm seouxas, dous qitartos
OB PATACAO, UMA MO0A DE DUZENTOS RIS B QUI-
NHBNV08 B VINTB BIjIS EM COBRE I I II..........
Na casa commercial ( se hodvr cuidado com o
roo) se deve encontrar mal .-.........
Mulos de dividas, hgpothecas (inclusive as que-fo-
ram encontradas na cata de residencia ), accSes
di companhias, que talcez fossem somenle o capi-
tal do finado) : mnhriro. ..........
A casa contina como d'antts f
Qae duvlda; se o .qae alii existir, querem que
seja roupa de [ranees para corpos bem talbados,
oa antea para os descendentes do Boi Pilota, e
sua nobre estirpe I
Polica alerta \
E o Sr. juiz de orpbaas..........
la do lado da Blgica, se a Prussia quizesse viola-1 imbater a invasao. O uovd gabinetB oi forma-
la. ET eminentemente patritica a attitude da Sae- do para esse Bra e por isso foi chamado gabinete
cia, Noruega e Dinamarca. O impender d.\ Has
-..que se apressaram em invad-la, penetran-
do nos Vosge*' e na Alsaria, ao passo que nutro
corpo de vi atravesandi o Rheno
foi sitiar Strasbrgo.
: lo jnceo -
levan-lo ao Innge leus r
:tos,'levaram o desanima as BHelras fro-
o em Jlef
ma oc'casia



Ucoxio r
sta houra o nosso embaixador com particularissi-
raa benevolencia, e a lignagera dos orgis mais
autonsados da imprenta iussa desfayatavel a
causa prussiana. Aquelles* dos jornaes jBfcen-
ses que primeiro reveta'ram tlmidamen((rWertas
sympathias por Bismark sao obrigados a ceder
pfesso da opiaio publica, servara- de Togus-
gem coaforme com os verdadeiros interesses da
Austria. Testemunham-nos dlsposicoas cada vez
mais satisfactorias, o imperador da -Austria, o rei
da Italia e os seus governos. Armam-se-activa-
mente t3nu a Aastria como a Italia. Em Vienna
e em Pesth os ministros obedecem ao ^>cn?amento
commum, e aproxima-so o mjmento em qtie a
Prss'ia eocoritrar sle lado serios e gravissimos
embaraco'.
Nio ser menos activa que o exqjcito a nessa
diplomacia. A Franca faz um esforga supremo e
tem confianca. E-t a altura de todos os perigos
o no-so patriotismo, fjuaoto mais graves forem
as circamstancias, mais energa ier a naco. Ces-
sam todas as drseucoes. A imprensa franceza
expressa as ideas mais patriticas e mais nobres.
O concurso do senado e da corpo legislativo vae
prestar nuVa forea as nossas tropas. A Franca
de 1870 mostrar ao- povos da Europa qae nao
degenefanais.
(Js ministros por seu lado raandarara afflxar
pelas esquinas das ras, e publicar ama procla-
maeo cuj-> theor foi o seguate ;
* Francezes dissemos toda a verdade. Agora
[ferteneevoi cumprir o vpsso dever. Que um
mesmo grito sia de todos os pellos de um extre
no ao outro da Franca. Que o povo inteiro se
levante exaltado e dedicada. Para sustentar nm
rande combate suecumbiram ao numera alguui
os nossos regimeoios. '
t O nossa exercito na foi vencido; o raesma
sopro de intrepidez o anima sempre. Sastente-
mo-fo. A' audacia momeolaaeamente feliz oppo-
nhamos a t nacldads que doma o proprio destino.
Cone'Titremos os nossos esforeos, e qde os nossos
invasores venham embator de encontr o en-
trincheramento de peitos hum nos. Como em
179i e como era^ Sebastopol sejam os nossos reve-
jes o ensinaraenfo das nossas victorias. Seria um
crina davidar iiminslsnle da salvacao da' patria e
sobretu lo nao contribuir para ella.
t Sa, pols.! E v-,1 uabUantes do centro, do
norte e da meio da; sobre quem nao pesam os
horrores da guerra, correi com aa impeto unni-
me em auxilio de vosss irraaos do oriente. Que
a Franca, unida as victorias, fraternise ainJa
mais as pruvaedes, e Deus abencte as bossas ar
mas.
Depois desta proclamacao, o gabinete em con-
rlbo de ministros decretou o estado de sitio de
Paris, convocau os corpos legislativos, e chamou
todas os cidadaos validos de 30 40 annos para
formaram a guarda nacional.
Os trabalhos de forlificaco da-c3pital redobra-
rara desde logo.
Entretanto, no dia 6 espalhoujie era Paris o
boato de urna victoria gioha pelolcrcflo de Mac.-
Manon, que fizara 2o mil priionw* ; e por toda
a parte agitpu-se o povo, e ereueu-se vivas Pran
co e ao exorcito vencedor, despeito da polica,
qne declara va ser falso tsr reci-bid o governo te-
ierammas nes3e aeutido.
Soube-se depois que o lelegramma. datado de
Londres era falso; e o pov->, vendo qae tinha sido
victima de urna especulacao, encheu-se de furor
a che ou a accorametier lguns individuos conhe-
(ios como jogadore9 da Bolsa.
A' noit "cheRaram urgentes telegramraas e a
imperatriz, que ficra na capital como regente, re
-gressoo Pars, e logo na madrugada segrate
proclamou ao povo era termos brandos, peaindo-
Ihe que raan.tivesse a r8em,e ao3 partidos qsie se
colligassenj para repellir enrgicamente os inva-
sores.
O povo atarroa-se e pedio armas eul altas vu-
zis, e a effervesceacia foi sempre crescendo
No dia 9 rouuio.-se o edrpa legislativo, e o guar-
da dis sellos, o Sr. Olivir, leu urna commuoica-
qo em que o governo Oase que a imperatriz.Ea-
genia nao quiz espef ;r, pata reunir as cmaras,
que a gituaclo estivesse corapromettida. O Sr.
Olivier disse :
vencidos, a maior parte do exercito
jio com'bateu. E' para dar a victoria que-pe-
*^mo3 o recrotaraento era massa. Paris chj-
< se era estala de sitio e ple sustentar a ai largo
sitio. Os Prussiaoos esperam aprovitar as nos-
i sas dlfsenjjSes intestina-. Esta esperahea ba de
ser eaganad.1.
< Se ji orlein for-alterada, usaremos dos pode-
< res ((ue nos confere a lei, por Isso que a orflem
i salvacao.
lai.-tro Olivier accrescratou, para responder
as interrnpsOas da esquerda, que seria un mal
para a patria perder um minuto em que.-
soaes; que noliam accumular ceasuras contra oS"j
ocio, e S8i
stas. Pe-
; a eorifl-
ainlstros podiam me-
que na aetual-
or
da defeza nacional.
Lago qae assumio a< redeas do governo, o ge-
neral conde de Paliko imprimi urna actividade
extraordinaria aos negocios pblicos, e poneos
dias depois as leis votadas com urgencia peo par-
lamento acharam-se em plena execucao.
Bazaine foi Jionti&do commandante geral do
exurcito, Vtnoy foi encarregado do eommando do
exercito que se organisava em Parfs, e Trochu
foi nomeado govemador de Paris.
Por seu lado o nbvo ministro das financas nao
leon inactivo. Elle pedio as cmaras que ellevas-
se nm milharo emprestimo autorisado dr 500
milhSes de francos, e pedio tambem o curso for-
jado das notas do banco- Todo Ih foi concedido.
JlniJo dos Hidispehsavei meios, 6s ministros
nao deseanearam mais e trabalharam de utn modo
admiravel.
O corpo legislativo, nos dias snb sao tumultuosa, voltou a si das anas effervesCeo-
cas e procedoa edm calma e reflectfdameote.
(CorMnmr $eha).
1 '
O publico e os tribunaes pasmarao com o resto
-ue lera patate!..............
O neto da Pilota.
N. 37a -SEGRANgA NOS SITIOS E LUGA
RES INSALUBRESU uso da salsaparrha de
Bristol tem effeeluado casos adrairavefs de sezdes,
tergas, febret biliosas, calefrios, febres remlteotei
e outras molestias causadas pelas nocivas exhala-
coes dos terreno e aa agoaa estagnadas. Refe-
ferera se casos oceorridos nos vales do Mssisspi e
de Ohio em todas as partes da California, para os
quaes, depois de se haver empregado infructuosa-
mente os talentos dos mdicos os mais experimen-
tados, este grande 'restaurativo e eonservadsr da
sade, nao fomente desalojou a molestia, como
tambem regeneroa completamente o doente, dan-
do Ihe, segundo disse nm individuo que se havia
salvado das garras da raorte, novs vida, novo vi
gor, e lornindo-o mvulneravel contra os effeitos
da malaria, exposicoes e todas as mais hflaeueias
perniciosas de um clima insalubre doentio. Para
a cura das molestia ulcerosas e eruptiveis, o
anico e derradeire ramedio infajlive!.
f EKHAMBtJCO.
REVISTA. DIAEIA.
PRJfcSOR PUBLICO.Por portara da presi-
dencmn provincia, 'de 3 do corrotte, em vista do
art. 59 d le provincial n. 891 de 25 de juuho de
1869, foi mandado contar, na jabllacio do profes-
snr gubllo padre. Vicente Ferrira de Siqneira
Varejao, mais Thetade do ordenado que percebia
qaando em exercicin.
GYNASI3 PaOVlSCIAL. Por portara da
presidencia da provincia, de 3 do corre'nte, foi exo-
nerado, seu pedido, de censor interino do gym-
nasio provincial, oSr. Dr. Jos Elysio de Carvalho
Cont.
THESOURAR1A PROVlNCIAL.-Por portarla da
presidencia da provincia, d 3 do eorrente, fal m-
meada ama eomnv'ssao medica, camposta dos Srs.
Drs. Pedro de Athayde Lobo Moscos, Jos Soria
no de Sonza e Adrtao Luiz Pereira da Silva, para
inpeecionar o cartorario da theiouraria pmvin-
cial Antonio Jos Duarte, Verificando se se acha
elle mpQssibilitado physfcamente de continuar no
exercicio de seu emprego*
NOME VCO.Par portara de 5 do eorrente foi
nomeido o Sr. Dr. Joo Maria Seve para preen-
cher a vaga de medico do gymnasio provincial,
abarla pelo fallecimento do Dr. Ignacto Firma
Xavier.
REPETIDORES.Foram por portara de igual
data nomeados repetidores do mesmo estabeeimen-
to Iliterario os Srs. bacbarel em bellas letlras Elysio
de Meilo Albuquerque, Aurelnno Mamede Corde-
ro e Joo Feliciano a Motta Albuquerque.
Consta-nos, qae cenada foi a escoma desses
senhores para aquellos lagares, em que ba caren-
cia de aptidao especial ; visto como nos nomeados
coocorre, alm de outroa requisitos, esta circums-
tancia, sam a qual nao pode, por certo, ser o
lugar bem servido, anda menos aprovitar
insttuicao.
ECLIPSE.Nn dia 6 do eorrente noute vorifi-
cou-se o eclipse parcial da laa, que se acUava au-
nunciado, conservando se o eeu, durante todo o
tempo que duran elle, perfeitamente limpo, o que
mais fez sobresahir o phenomeno.
COLLEGIO S. PEDRO DE ALCA*TARA.--E*te
estabeleciraento de propnedade e Bireccao do Sr.
Joatjuim Teixeira Peixoto, acaba da ser transferido
para o espacoso sobrado TOm andar da ra do
Commercio n. 3, onde sero melhftrmente accom-
modados os altlnmos. O sea director prosegae
com zelo e dedieaflao tto empenho de fazer adian-
tar. eom aproveltamento, os seus alumnos, para
enjo flm nada tem paupado, qaer ha ac'qnislcio
dos melhores professore, o quer na escolha do me-
thodo db aastoo.
PRONUNCIA.Pelo subdelegado da freguezia
da Boa-vista, (ora proapnciadn o preso coma incur-
so na 2" parte do art. 116 do cdigo criminal Sim-
plicio Parnahiba, manaanio qu o respectivo pro-
ce'sao osse reraettido ao juiz municipal da Ia vara.
INSTRUCQJU) PUBLICA MMARIA.-O profes-
sor da 5* cadera desta frefaezia de Sinto Anto-
uio temsua aula iberia a ra do Bango! n. 40.
HOSPITAL PORTUGUBZ. -Est de seraam nos-
te estabeleei ment o Sr. raordamo Francisco Jos
Leile.
FALLECIMENTO. Hoiilera as sete horas da
manha falleceu. aps lodgs sourimentos em ana
chcara dos AflugaJJa, Jos Pedro Vel-
loio da Silveira, ua avancala dade de "5 nno'.
Era rio. da frgiiezia
de Gamenlra, e um'dosnumens que mais ser
prestou ao governo as pocas das diversa-s reVo-
s que iWeram cia de Par-
nambca. O a era" lugar hoje as 3
horas da tarde da igreja de S. Penro para o cern--
terio publico.
PROTESTO DE LETRAS.O esarivao dos pro-
s Jos Mariano. semana ; cartorio
ra Duque de Canias, amiga ra das Ornee, n. 39
l* andar.
N. 371.-SALVO DE UMA IIORTKIMMI.NENTE.
Entre as enfermidaUes produzidas pelos remedios
rcineraes, as mais terrrveis fo as mercurjaes. Al-
gumas vea'S ebegam a destruir quasi ioteramente,
o corpo humano, iocluindo ossos, medala e lado.,
Um dos casos mais horriveis desta ordem,. veio
narrado n'um diario da capital, e em muitos ou-
tros peridicosfaz algans annos. Este hamem
achava--se as portas da mane, qnando providen-
cialmente Ihe aconselharam que expeTimentasse a
salsaparrilhade Bristol. Qaanda elle principion
a toma-la, estava quasi reduzido um esqueleto,
e as poucas carnes que aioda Ihe restavam, esta-
vara cobertas da asquerosas ulceras mercuriaes.
de surte que todo o seu corpo era urna chagn vrva,
curtida de dures. Ao cabo de duss semanas de
haver usado este grande antidoto, pode j levan-
lar-se da>cama, sendo isto no entanto ama verda-
deira reaarreicao. As ulceras foeharam-se para
nanea mais se abrirem, e o doente recaperon o-
vas forcas, novas carnes e nova vida. Isto :o
lacios coraprovados, bem conbecidos pelo publieo,
e nnnea sao pastos era davida. A salsaparrilha
de Bristol cura immqdiata e promptamente todas
as mofestias ulcerosas e eruptiveis.
Estelras de carnauba ....
dem propria para forro ou estira
de navio....., .
BBtdpa nactonal......Vilog.
Farinba de araruu .'.....
Idi e 'aflfdca.....
Feijio de qualquer qualidade. >
fumo charutos......centro
dem cigarros.......
Mem em folha bom kilog,
dem em foma^ordinamoB rea-
tolho .........
dem em rol e eru latas, bom *
dem, ordinario ourestolho. >
Rap .........
Somma de mandioca (polvilho). >
Ipecacnanha ( raiz). ...
Angico (toro9)......duzia
Calbros ......v um
Enxams ......
Prechaes........
Jacaranda (eoucoeiras) duzia
Lenha em achas......canto
dem em toros......
Linhas e esteios"......um
Lour s (pranchdas).....
Pao Brasil.....".- kilog.
dem de jangada......um
Quirs ......duzia
Vinhatico costadiaho de 25 a 30
miliimelros de grossra. ... um
dem pranchdas ae dona costa-
dos at 50 millimetrosi de gros-
sra......... t
dem tabeado de menos de 25
mlllimetros de grossara duzia
Taboado diverso......
ratajuba........kog.
Iraves.........urna
Varas para pescar.....duzia
\ dem para aguilhadas <
dem para canoas.....urna
Cavernas de sucupira(em o' -a)
Eixos de cicupira para carro. par
Malaco.........kilog,
Mel de abelha.......
Mho.......... t
Ossos....... %
Palha de carnauba.....molhos
Pechury........kilog.
Pedras'de amolar ..... -
dem de filtrar ...... .
dem tle rebollo
Peanas de ema. ......
Piassava.........molhos
Pontas oa chifres de novbo ou
vacca.........cento
Sabo.........kilog.
Sal. ..........
Salsaparrillia....... t
Sapatos de couro bra neo par
Sebo ou graxa emraraa kilog.
dem em velas. ^
3ola e vsqueta.....,
Tapioca.........
Unlias de boi.......cento
Vassouras de carnauba duzia
dem de pias3ava..... >
Idm de Imbo. i
Alfaadega ae Peruabmbueo, 31 de dezembre de
1870.
0 1.' conferente.Manotl P. da Silva
0 2." conferepteJos Bapttsta de C. e Silva.
Approvo.Alfandga, 54 dedezerabro de 1870.
Pflf de.Afidrade.
Conforme.Joaqmm Tertuliano de iltdeiros.
COMMERCIO.
ALFAMDEGA-
Reudimenlo ds dia 2 a a .
dem do da 7 .
116:996*348
I6:58ti
133:292*159
Hovloieuto da alfaadega.
Volumes entrados com fazendas 24
t com gneros 141
Volumes sahidos com fazendas 34
com gneros
loo'
34
tifo bet;co do
la m
. Descarregam hoje 9 de Janeiro.
Barca inglesa6/iidioftsvarios gneros.
Patacho inglesOntario earvao.
Patacho americanoChotean farinba de trigo.
Patacho americanoCarolinafarinba de triga.
Brigue inglesBei'/a varios gneros.
Navio suecor Barca iaglezaflorM/earvao d pedra.
Despachos de exportacao no dia % de
Janeiro.
Na barca ingleza IWr--on,'para Liverpool
earregaram : Goncalves Irmos & C. 200 saceas
eom 17,311 kilas de algodo.
No brigae hespanhol Ntto Vigilante, para
Barceltona, earregaram : Amorim Irmos k C.
157 saceas com 11 782 kilos de algodo.
No navio p irtuguez Sensifel, para o Porto
earregaram : Luiz Jos da Silva Gulmaraes 300
saccos.com 2J,50i) kilos de assocar mascavado e
100 ditos com 7,500 kiios de dito branca ; Jos
da S.lva Layo A Pilhos 80 saceos com 7,500
kilos de ass'ncar macavado.
No hrigne rtiglez Jek, para Livarpool earre-
^g3ram : Johnstoo Pater C. 700 saceos com
52"">00 kilw de assacar mascavado.
No vapu inglez Amaton, psra Liverpool
earregaram : Roben > Lighsbon & C. 200 couros
seceos salgados com 24,000 kilos.
No brigae francez Sattfo Andr, para o Ha
vre earregaram : E. A. Burle & C. 495 couros
seceos salgados com 5;940 kilos.
TABELLA nos "WfHCea nos -ewmRos svjbitus -a w-
nKITO DB KXPOETAOAO. 9HMAKA DB 2 A 7 DB
'ANpmo na 1870.
Mercadorias: Unidades. Valores.
Abanos.........duzia 300
Algodo em caroco.....kog. M5
dem em rama ou em laa. > 500
Carneiros vivos.......um 4*000
Porcca idem..... 2*000
Arroz com casca. .... kilog.
dem descascado oa pilado >
car branca......
dem mascavado......
refinado.......
3allinhs........nma
_j.......
iraendoim oa men-
......litro
. .
dem de mamona.....
i mentidas. .... kilog.
^HbQ13
Bebidas fm as eftntiaritadas:
. llrr.
. 613
681
545
2*180
170
1*703
60*000
360
1*000
5*000
95*000
3*000
11*000
6*000
10*000
103
5*000
6*000
1GJ000
20*000
1444000
96*000
33
' 6*000
2*400
6*000
1*000
34500
16*600
50
320
68
16
1*000
817
31
18
34
4*796
160
2*400
348
10
2*043
800
340
476
1*200
204
380
768
1*200
960
RECEBEDORLV DE RENDAS INTERNAS
GERAES DE PERNAMBUCO
Rendimento do dia 2 a 8 8:974*876
dem,do dia 7 ... 1:937*152
10:912*028
KM
PRACA DO RECIFE
7 DE MfEinO DB 1871, AS 3 HORAS BATARDI.
REVISTA SIMI 1\Al..
Cambios.Sobr Londres efteetuaram-e tran-
sacoes de 23 3/i a 24 d. por 1*. Os-saques reall-
sdos durante a semana fai de 40,000.
Algodo.Vendeu-se o de Pernambuco esco-
ihido e regular de 8* a 8*300 por arroba ou os
13 kilogrammas.
Arhos.O pilado da India vendeu-se a 2*600
a arroba.
AzKrrE-DOCBO de Lisboa vendeu-se a 2*600
o galio.
Cafb.dem de 5*200 a 6* a arroba.
Cu.dem de 2*200 a 2*800 a libra.
Ckrvrja.dem de 5*000 a 9*000 a duzia de
botijas ou garrafas.
Iouca vendeu-se a inglesa ordinaria a 32
por cento de premio sobre a factura
Mantkiga.A inglcza vendeu-se de 950 rs. a
1* a libra, e a franceza a 1*050.
Massas.Venderara-se a 10* a caix.
Oi.ro de linuaija.dem a 2*250 o galo.
Passas.dem a 6* a caixa.
PnBsuNTOs.dem a 18* a arroba.
Queuos.Gs flamengos venderara-se a 2*400
cada um.
Sarao.Vendeu-se a 170 rs. a libra do qglez.
TouctKHO. Vendeu-se o de Lisboa a 12* a
arroba.
Vinagre.O de Portugal vendeu-se a 130# a
pipa.
Vikhos__Os de Portugal vnderam-se de 310*
a 240* e os .de outros paize a 200* por pipa
Velas.As de composicao venderam-se de560
a 580 rs. o pacote de 6 velas.
FrbtesDj algodo, carregando emjpsso porto
para o de Liverpool, a vela, de 3/4 T7/8 d. ses
capa, a vapor, da 7/8 a i d. dem;
i o ref
dem, jdem ;
., -f
Ses para o referido porto
atai
a 7/8"e 5 % a
de Guarara-
vcla; do
de Mossor idem, idem ; do
Cear idem, iuem. Do assacar d'aqui-para Liver-
pool, 15/ nominal e dos portes visinhos a 9>/ e
%; destes para o Canal a 42/8 a 45/ e 5 */,
lia grande falta de navios e ba tendencias para
melhores precos. Temos 15 navios allemaes ao
porto que-com as noticias da pas podem supprir
hossas% precisfles pelos precos actuaes.
MOVIMENTO DO PCRTB.
- i -........,
Navios entrados no dia 6.
Bio de Janeiro 28 dias, patacho brasileiro Mon-
teiro, de 218 toneladas, capillo Joaquina Anto-
nio Cardoso, cquipagera9, carga diffcrentes ge-
neres Jos Lopes Davlm.
Rio Pormoso 6 ooras, tapor nacional Parahma,
do 104 toneladas, commandante Oliveira, eiw-
pagem 14, em rastro; i Coapanha Pernamra-
cana.
Navios sahidos no memo dia.
Greeooek Brifue iaglrz Courtenay, capillo Pr-
riau, carga assacar.
Liverpool Barca inglesa Pvefito, eapitio Har-
ill. carga jssucar e algodo.
Nivios entrados no dia 7.
iNew- i'ork-SD diasBfigue ingles Btrtka, de 187
tonel .das, apila John P,r>m, eqnipafem 8. mr
gal geoaros; Jck-
Baha 14 dias. galera inglesa Alarm", da Wt
-od, cquipAgecn 14. *hb
l-iK'-
mis
t l/OStliOlJl1
I ni aosn presenea.
Id u (1(10 WO Uoii \)i33+\*\*v
H
wm
\ querda applaudio e a dixeiti protestoo.
I qual corre no da 12 do corrate.
I
B
n
omprehend
embarque.
47 .,-. .,.*n, J --r i ''..' .V
2041 Goyanaa oras, vapor brasUro Puramy
H^


njiM.jiwaf.WPwuB) timmfw'imm'm m^m
[flW'l'V'i ftlIWKP".'^ ipil.ll.lllf M] nj]
mww^iwwjwi ^juhvwrw

,
I
-
Nao houve
Pe
oj*a*o
a oper
^^^^Hdcipal a es ir ejf^H
atadas por qaem moaor
otoo :
de a roo o atierro a
v airada da Capan*, asaltado aa rois.
f. Dos raparos do aro do eemiterio ahito
fe$Mto Amaro de Jaboatio, importando on.
! Da construccao de om tefteiro para servir
de matadouro te fregueiia do Poco da Panela,
avallado ara *88J*
As pessoas qae pretenderes arrematar, com-
pardotm oo paco maoieipal en os referidos dias,
adidos de flanea. -
' Paco da cmara muicipal do Recita, 4 de ja-
notro d 487!.Ignacio Joaqum de Souza Ltio,
P. P.Ast^mto QtmiM t Ftgmreia, ofBoiai-
maior servindo de secretario.
._ por esta reparticlo se emtbdpiea ao Illra.
e Bvm. Sr. vigario collado da fregaezia de S. Mi-
guel de Ipojnca, padre Firrarao Jos de Figuei-
redo, qae ne--ta da se emtica theson-
rarla de fatenda, para loe ser entregue depois
" i paglos respectivo direitos, om titulo eonce-
mdo-lhe um aono de lieenca.
Secretaria da presidencia de Per.oarabo.eo, 26 de
deaembro de 1870.Antonio Aunes Jaame Pires.
OECUBACOES.
lnspecqSio do arsepal de
mar i n ha
Faz-se pablico qae a commissao de peritos exa-
aliando na forma determinada no regulamento
anuexo ao decreto n. 1314 de 5 de fevereiro de
1884', os cascos, machinas,- caldeiras, apparelbos,
mastreacoes, velames, amarras e ancoras dos va-
pores Moleque o Camaragibe da companhia Vigi-
lante de reboque, achou todos esses objectos em
estado de poderem os vapore3 continuar no ser-
vido em qaa se empregam.
lnspecco do arsenal de ccarinha de Peroambu-
co 5 de Janeiro de 1870.
O inspector,
H. A. Barbosa de Almeida.
THEATRO
Ultimo espectculo
DA
GOMPANHIA
LRICA ITALIANA
HOJE
LINDO" E VARIADO ESPECTCULO
Dividido em 4 partes.
PRMEf,RA PARTE.
Acto 1 da opera
Ernani
SEGUNDA PARTE.
O primeiro acto da bellsima opera .
Lucia
TERCEIRA PARTE
Cavatina flgaro. da lia la opera
BARBEJRO DE SEVILHA
Cavatina para contralto da nova opera
Fia dei Tolomei
O foemoso do de soprano o contralto do cele-
bre maestro" Campona
Mara e Bizio
QUARTA PARTE.
Duetto buffo da muito applaudida opera
O elexir de amor
A companhia tende de se retirar, para a Eu-
ropa, no prximo paquete, resolveu dar esic es
peclaculo como o ultimo, e desde j agradece a
todos os habitantes desta bella provincia o bom
acolbimento quo Ihe prodigalisaram durante a sa
estada nata ciiade.
164000
124000
104000
24000
Muito applandido qnart
Bigoleto
Terceira parte
Uitieae acto d* celebre opera
IlTrovatore
MARTIMOS.
Paquetes a Vapor
Dos portes do nerte esperado
at odia 10 de dexembro orapoi
Tocantins, comsaaodame Jos Ma-
ra Ferreira Tranco, qaal de-
pois da demora do costante se-
gura aarwwTOrtpo do sal.
Desde j reeebem-se passageiros e eagaja-se a
carga qae o vapor poder conducir, a qaal dever
ser embarcada no da de sua ehegada, eneom-
rawdas e dinheiro a frete at js horas da Urde
de sua sabida.
Nao se reeebem como encmroendas aano ob-
lectos de pequeo valor, e qae pao excedam a 2
arrobas d peso oa oito palmos cnbieos de medi-
co. Todo qae passar destes limites dever set
ambareado como carga.
Previne-se aos Srs. passageiros que sua pas-
*agens s se recebem na agencia, ra da Crnz n.
57, primeiro andar, scrlptorio de Antonio Lui?
le Ollveira Aievedo & C.
Para Lisboa
Sabiri poneos das depois de sua ebegada a
este perlo por lar parte da carga prompta p brigne
portuguez Cotte, o qaal esperado de Lisboa a
todo o momento: para carga trata-se com os con-
signatarios E. R. Raoello & C, roa do Commercio
numero 48._________________________
COMPANHIA PEBNAMBUCANA
' ni
\aves;aeo costeira por vapor
Porto de Glh'nbas, Rio Formoso e
Tamandar.
O vapor Parahyba segor para o
portos cima no da 10 do corrate
a meia noite.
Recabe carga, oncommendas, passageiros e di
nheiro a frete-: no escriptorio do Forte do Matto?
n. 12.
COJIP tJFHIA
DAS
Messegeries maritornes.
At o dia 11 do crreme mez espera-se da Eu-
ropa o vapor, francez Amazone o qaal'depois da
demora do costume seguir para Bnenos-Ayres,
tocando na Baha, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para conducOes, fretes e pas.-agens, trata-sf
aa agencia, roa do Commercio n. 9.
No dia 11 do correte mez espera-se dos por-
tos do sal o vapor francez Gironde, commandante
H. de Somer, oqnal-depois da demora do costme
jeguir para Brdeos, tocando enl Dakar (Gora) e
Lisboa.
Para condicSes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
Maranho.
{alera portogueza Nova Amizade
Este navio que esperado era poneos dias do
Rio de Janeiro, segne cem mnita brevidade para o
Maranho, e recebe carga a frete : trata-se com
Miguel Jos Alves, ra da Crux n, 19^___________
PRESOS:
Qaraarotes de t' ordem (oa frente)
Ditos de 2* ordem (nos lados)
Ditos de 1* erdem
Cadeiras -
Principiar s 8 horas.
THEATRO
SANTO AMO.
COMPANHIA DRAMTICA NACIONAL
E1PREZA DE JOO UlM BASTOS
Estra da companhia
Quarta-ieita H de Janeiro.
Subir scena pela primeira vez o sublime e
moratissimo drama om 3 actos, original portu-
guez do Ilustrado escriptor Camillo Caslello Brac-
eo : i
Abenpoadas lagrimas
Pergonage* Actores
Jorge de Lemos..........Peregrino.
Theotonio da Cnnha..... Angosto Cesar.
O Barao de Fanseres Flonrlndo.
Raphael................ Pedro Angnsto.
Antonio................
Augusta............... D. Isabel M. Candida.
Baronexa de Fanser. .. D. Dorothea.
Epoeb actndade.
E' tao moral e tso sublime este drama, que o
Exra. Sr. con^elbetro Mendes Leal qnerendo fa-
zer o sen elogio, cliou o seguinte (acto :
i Qias deais de ter ido cena no tbeatro
" d D, Mara ti. a, nm eminente pregador,
do alto da tribuna sagrada recoramenda as fami-
lias que forera ao theairo assistlr represeotaco
do drama Abencoadm lagrimas. >
Em seguida a actriz babel Mara Candida re-
presentar a brhadte scena dramtica
A descoberfca do Brasil'
Per Pedro Alvares CabraL '
Kinalisa'r com a mnUo >media em.l ac-
to, original brasileiro do immortal Penna:
O caxairo da tiberna
MtMr s 8 1|2 nona.
Camarotes de 1" or*K)8entradas 84000
Daos de a* (na frenteV ceta 6 entradas 124000
Ditos de 2* (aos lados) con 5 estradas 104000
Cadeiras 2J000
Oeral 4000
Cedendo ao pedido de omitas pessoas qt- dse-
jam ver o rrabalho Je sua companhia, na capital,
o empresario resol vea dar algn s espectculos
este tbeatro, pedinJo tio neeewarla protesto
do respeiuvel pablico.
THEATRO
DA
miUlL HESPA\HOLA
WW7w3VW^^,
W9*-\'--">'" *'-f* lkl,,,1?'T ."i!?3?i W^vT^-
>u
nYUCtt
s 11

i
OE movis
louc.. vino, fjrystaes, e 4f-
fej^ftte livros, a saber:
Um piano fuita, urna raobilia d jtaramd. 13
qaad>o^.e4m,flpa.'CcafWM, 1 caiWi1^p.ioasi
tiees e mangas, e S candiairo a gc
Urna cama, 1 lavatorio, tcoad*;vestido com
espelho, 2 raagniiMi omfiHl^^Saea randa, 3
para menino.
lima sedretaria, 1 estante envidracada, L .pe-
ino grande, 8 mappas e differenles livros,
Urna mesa elstica, 1 guarda Iones, 2
dores, 12 eaaeiras, lonja para almoco
copos, clices, garrafas, 1 porta lieftr e
tros objectos perlendajes ca-a de fa
TERCAFE1RA *) DO CORRE!
No sobrad da roa doJPrincipe n. 4,
comieiros, e perto di ponte Seto
O agente Pinto, atrarisado por
retirou se d'esta provafcia, fara l
cima mencionados, 'existentes
I ha dos Ratos, roa en frme a
Isabel, n) 4, aonde se effectuara
horas do dia terca feira 10 do correte.
LHLAO'j
Marca A 20 saceos om tapiocaA A M 3&
ditas coro milbo
Qaarta-fria AI do correte.
O agente Pestaa f^r leilo por eonta e riae/j
de qnem perlencer, de 20 saceos com tapiocas viu-
dos do MaraBho no navio nacional Emilia, e 3S
saceos com milbo. indos da mesma procedencia
do vapor tacional 4MMa. Todo seta vendido aa
qnarla-feira 11 do crrente, s 11 horasa ma-
nbia, ao trapicheBajao do Ltvrmento, Forte do
Mattos.
Grttpo) 0. 23 exasas do costme.
O abaiso asaigaado, laido vendido sos seus fe-
qdarttvSbrW' Xw'imi'um''
com 1004000, quatro quartos n. 1400 ooa 100*
a oatraa aortas de OJOQO H&QQ da (otaria qoe
aaaeabomdeei inir rr- j0vida ac
I ,!OOj.
bilheles
d.
nm BE ALEAI
ESTABE1ECIDO
A' RA DO GOMMEROO N. 5.
PRECOS.
Bilnete inteiro
Meto billiete
Quarto Tal.
64000
34000
14600
Ima.


'10
&&k
:0spr-9A^
Guimarfcs Lnz pedem aos seus
qae
la Cnnha, no

ignora]
pateo dt
, pal ivip avo
,EDQHRimo
s TsRIpBos ns
0 abaiso propriet.inc
'h/ de educac3o, participa aos pas ~6* seos alomos
~o passado leccionado "
admitte o reprovado i
a escola de Seo *
cido oa roa do Commercio o. 3, oode ten vastas acwainJatfts \#i ir
escolas, seodo cada ama de quarenta alonois, sob a direct*) t hahes pr-
ssores. pelo memo methodo do Dr. Abilio, e convida aos pas de faaita
examioarem o asseio e melhodo dos profess res, seodo uta tas salas
gida pelo mesmo director, o qaal tem looga pratica de pnsin > ft*:
Contina a recebar alomos internos, meio-peosionistas e estreos para
rcelo primaria e secundaria, por commodos procos, rarasts
e bom tratamento aos mesmos alumnos. Recie, 7 de
devedo
rH_
ou piandem loga paga-las al o fim 'de marco do
correota anno ; poh que flodo o pcaso indicado
serio chamado? a juto para, judicialmente salda-
ren) os atas dbitos.
3 de janajto tte t87L__________.
Joaqun Tiixeira Pkixoto Filmo.
niel
n. 58
ptflja strava perfeto
tratar na rna do Marqnez da
amiga ra da Cqniordla.
inga
: I
AMA.
IMPOMTMTfi
LEILO
O agente Garca, autorisado-pelo lilao. Sr. Dr.
jaiz do commercio substituto d'ejte termo empxer-
cicio, fara leilo por conta e risco de aneinper-
lencer, porta da ajfandena d'esta ciop, quar-
ta-feira 4 de Janeiro prximo xindonrp,^as 10 ho-
ras do dia em diante, de 160 saecos de arroz pi-
lado, 20 caixas de caoeUa, 14 barris de alcatro,
pertencentes aos salvados da barca noruegueuse
Sterling, naufragada praia de Caanra, e bem
asstm ter;a-teira'"18 d) raaaqto mes e horas j
referidas, em seguida lado o resto do carrega-
mento dos mesmos salvados, constando de om
sertimento variado de diversas raercadonas,.corao
perfumaras, lonas e brinioes, chapeos, raiudezas
de differentesqnalidades, couro de lustro, bizerro
e marroqeim, diversas ferragens e vidros, obras
de barro, calnogaa, paptl poUnba para cadeiras,
cadeiras de palmabas de diftrentes qnalidades,
cabos de linho de todas .'-s grossuras, phosphoros,
genebra de diferentes quahJadf?, vinho engarra-
fado, cerveja, potassa, velas stearinas e muitos ou-
trosartifos, os qnaes seacham emperfeito estado e
semavaria depositados nos armnzeosda alfandega
d'esta cidade, achando-se nos dias annunciados
explicadas todas aa mais clarezas para os termos
da venda.
COMPANHIA PERNAMBCANA
m
Navegando costeira por vapor
Maeei, escalas Pnedo'e Aracaj.
O vapor Mandah, com-
mandante Julio, segnir para
os porus aclma.no da 14do
crreme as 5 horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13.
eoccmmebdas, passageiros e
dinhelro a frete at as 2 horas da tarde da sa-
bida : no escriptorio do PorteitoMattosull^
COMPANHLA PERNAiMBCANA
DE
Navegando costeira por vapor.
Parahyba, Natal, Maco, Mossor, Ara-
caty, Cear, Mandah, Acarac e
- Granja.
O vaporPirapama commandan
te Azevedo, seguir para os por-
tos cima nouia 14 do corren*?
as 5 horas da tarde. Recebe car
;a at o dia 13, encommendas
passageiros e dlnheiro a frete at as 2 horas da
tarde do da da sahida : escriptorio no Forte do
Maitos n. 12.
COMPANHIA PEHNABUCANA
M
VaYegafio costeira por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Corurtpe,
commandante Silva,, seguir
para o porto cima o da 12
do correte as seis horas da
urde.
Receba carga passageiros,
ancommendas, e dinheiro a (rete at as 2 horas da
tarde do dia da sahida, ao escriptorio do Porte
do Mattes n. 12._______^___________________
Para o Porto e (Lisboa
a barca portugueza Clemenlina acha-ie proposta
deve sahir com toda a brevidade : qaam na
mesma qnlzer cirregar ou ir de passagem, dirija-
sa roa do Vgario n. 19, oa coa o capito na
pr?- ________________
Mauricio Jos dos Santos Ribetro, estabelecido
com casa de penhores praca da Independencia
n. 33, far leilo, por intervencio do agente Mar-
lins, no dia 10 do correte, de ledos os objectos
de onro dados em penbor, constantes das caaletas
ns. 13 m, 18 m, 119 m, 266 m, 56 C. 260 m, 103
ra, 36 C, 18 C, 114 m, 2i7 m, 138 m, 183 ra, 140
m, 152 m, 170 m, 33 C, 187 m, 49 C, 221 o, 204
m, 19 C, 211 m, 9 C, 212 n, 213 m, 254 m, 1 C,
228 m, 233 ra, 236 m, 237 '", 297 m, 291 m, 303
m, 251 m, 259 m, JW m, 264 ni, 23 C, 31 C, 308
m, 281 m, 285 m, 6 C, 108 C, 302 m, 296 ra, 304
ra, 5 C. 15 C, 16 C, 35 C, 39 C, 45 C, 52 C, 59 C.
69 C, 82 C, 70 C, 72 C, 434, 137, 126, 64, 229 B,
230 B, 176, 78 B. 184. 62, 66, 231 B, 232 B, 178.
95, 156,173, 306 B, 141, 193, 380 B, 316 B, 264
B, 195,196,198. 200, 203. 201, 204, 207,194, 210,
211, 129, 387 B, 197, 216, 389. II. 120, 217, venci-
dos e nao pagos, pudendo sens donos resgatar on
pagar os juros que esto devendo, ao acto do lei-
lo e vista da camella.
Para Lisboa
Recebe carga a frete mdico o paihaboie porta-
guez Pendmento : a tratar na ra do Vgario n.
LE1L0E5.
AVISOS DIVERSOS.
Monte pi portuguez.
Conseibo fiscal.
De ordem de Sr presidente sao convidados os
senhores membros deste conselho para a sesso
ordinaria que disp5a"o 8 do art. 32 dos estatu-
tos, e que dever ter lagar n9 loes do Gabinete
Portoguez de Leitura, no dia terca-feira 10 do cor-
rente, as 6 1|2 horas da tarde.
Secretaria do conselho fiscal do Monte Po Por-
tuguez em Pernam-buco 4 d janeirro de 1871.
Antonio Baptista Nogneira,
! Secretario.
II
A rna 4o Livramento n. 6 precisa-se de urna
ama qae sej muito boa cosinltelra para casa de
hornera solteiro, agradando"pag-se bem.
IMPERIAL INSTITUTO
DE
Manoel Jos da Silva Oveira, subdito por-
tuguez, retira-se para a Europa a tratar de saa
suade, levando em sna campanhia sos familia,
deixando por seos procuradores, para tratarem
de seas negocios, em Io lugar o Sr. Jos do Reg
Borgs, em 2.* o Sr. Antonio Lopes Braga, e em
3* os Sra. Machado & Almeida._________
Precisa se de urna ama para coser e enora-
mar em ama casa Je pouca familia : a tratar na
ra Velba n. 8. Prefere-se a que morera.
Ferguntus innocentes
Pergunta-se ao Retchild des marchantes o se-
guinte :
Poder o Sr. Rotchlld comprar carne 8000
por arroba, e vender W, 54, 4 e 34 sera pre-
fudiear os sen redares ?
Poderlo os coaros qae o Sr. tira ndemnisar a
baixe, que da ao preco da carne ?
3
Sabe V. S. qaal a classifleacio qae tem o nego-
ciante que eompra por oito e vento por seis, pre-
co inferior ao da praca, e falta depois aos sens
pagamentos ?
4
Os seus credores sabero deste seu modJ de
negociar I
5
Ser licito ft um millonario furr-se ao paga-
nento de sens dbitos, allegando pregeripcio
credores incautos ?
6
Nao Ihe apr jvettou a licao, que Ihe deu o gato
montez 7
Alerta 1 fazendeiros, Rotchild tem nteocoes si-
nstras!
Alerta! Paiara da bancarrota!
Aula particular de instrncijao
primaria.
Manoel de Souza Cordeiro SimSes avisa aos
films, senhores pais de seus alu.unos, qne no dia
9 do crrente se achara aberta saa aula na mes-
ma casa n. 16 e ra Travessa dos Exposlos, ao
oitao da matriz da Santo Antonio : tamben o faz
o respeitavel pablico que admitte aluroaos tor-
nos e internos, pensionistas o mel pensionistas,
cojo honorario ser por menos do que em outro
qualqaer estabelecimento ; que tambem dirige o
ensino de nmsua aos que desta arte se quizerem
utilisar, e dos rudimentos da, lingua latn, logo
que poderem accnroula-lo. O esn,ero que em-
prega na direccao 3e sna aula esta desde muito
no conbecimento do respeitavel publico, de quem
tem perecido o melaor conceif._______________
O Sr. Osmin La porte prie les personnes qui
ont sooscrlt des dons en nature au profll des vic-
times de la guerre, de vouloir bien remetro lenrs
offrandes dans les magasins de M. le Barn de Li-
vramento, au plus larel le 9 courant, afn qu'elles
.puis&ent etre embarquees. a destinatioo de Bor-
deanx, sur le .vapjur Gironde, qui passera
Pernarabuco le 11 de ce mois.
LmUA^PORTUGUEZA
FRAMCEZA
PHILOSOPHIA
GEOGRAPHIA
HISTORIA
RHETORICA E POTICA
Jos Soares 'Azevedo
professor de lingna e litteratora nacional no
Gymoasio Provincial do Rea}, tero alerto
em sua casa, roa Relia n. Th cursos aepe-
ciaes de cada ama da? disciplinas cima
uenciorjadas. Os alomaos que quizerem
frequentar qaalqer aula desias, podem di-
rigir-ae indicada- residencia, -para se infor-
marem da hora e condifSe.
O Dr. Joaquira de Aqu no Fonseca voltoa ao
exercicio de sua proflsslo.
Na ra da Viracao o.
ama de leite.
precisa-se de ama
S5o rogados a comparecer casa de
Alfredo 4 Rarbosa Jnior, os Srs. abaixo
a negocior-oue n8o podemignorar :
Francisco .Marques da Fonceca Pitta.-
Gamelleira.
Joaquim Cavalcaht de Albuqoerque.
Engenhd Canoa-Grande.
Anstricliauo Scrates de Moora Poggi.
Barraros.
Heliodoro Accacio. Raogel.Gamelleira.
-mMiwawe
A directora do Monte Po Portuguez
manda celebrar urna rolssa do stimo da
na ordem tercera do Carino, quarta-fei-
ra 11 do dprrente mez de Janeiro, pelas
6 1(2 horas Ja manhaa, por alma do fi-
nado socio Jos Domiogues Pereira, a
convida ao3 parentes e amigos do fallecido
a assistirem a este acto de caridade.
DIRIGIDO PELO BACHAREL
I Antonio Colnmbano Serfico de Assis
Carvalho.
No dia 9 do corrente mez ter lugar a abertura das aulas
primaria ,e secundaria deste Instituto.
ESTABTO MENELECIEM 1832
Salsaparillia de Bristol.
LEGITIMA "E ORIGINAL
FRASCOS GRANDES
mSMSt
Ulceras,
Feridas Ulcerosas,

Jl

Fe_o,
Nervoiidade,
Debilidade Gani,
Febra e Malg
Febre e Sexdes
Billous,
Colleglo do mm. coraos de le-
zas, ra da Imperatrlz n. 3
Josephina Benvinda di Cunha Sonto Mator faz
screirte aos pais de snas atumnas-qne abre as au-
las deste collegio no dia 11 do corrente.
90 caixas
DE
com superior cognac para fecbar
contas de flm do aono
Manoel Jos de Albuquerque Mello, profes-
sor particular de Instroec5 elementar, provistos
nado pela directora dawsirucco publiea, fa-
seteote aos pas de seus alumnos e a quem maz
precisar, qne abre a sua aula a 9 do corrente, rna
Direita n. 137 primeiro andar, onde se-reeebe e.
trata-se por nodico (releo pendonistas.________
HOJE
M
)E 1871
0 feote Pesua fara leilo por conta a risco
de qpem pertencer, de 90 dnzias de garafas com
superior cognac de dna mareas acreditadas oeste
mercado, e serie vendidas para fechar contas em
dons en mais lotes, hoja, s u horas da oMUibia,
no armazem da viuva de Paula Lopes, defronte da
eseadinha da alfandega. ^P
(EM L0TR<
Francelin
menores con
gos pira ass>
dizer pela alma de M
mai D. Anna Arg
feira, 11 do
que >
Paga-seo
silva e seas fllhos
as parentes.A_aoi
Manoel da Silva Bastos, sua mnlber D. Joaquina
C. da S. Bastos e seas Sitios agradecen) quelles
de seus amigos, que se prestaudo a acompanhar
o emiterio pnblico o cadver de'seu mui prf za
do fllho e irmao Jos da Silva Bastos; e de novo
rogam-lhes o caridoso obsequio de assistirem as
missas'do stimo dia, qae terio lagar no dia 13
do corsete, as 6 horas da manhia, as igrejas
Santa Crnz nesta ddade e capella da peveacao de
Dnarte Coelho, ontr'ora IArromba.d Para familia nuerosa.
Aluga-se a casa do sobratlo de' um andar com
sotio n i6 rna da aia, lado-do poente, eom
tres varandas de frente, bella vista, bastante fres-
ca e multas SfcommodacSes, de.41 palmos de lar-
ns d 169 de fundo, inclusive qoiota,
rarado, c. ira e porio para a roa da
a fallar n haptos da casa n.
ra da Cadeia do Beclfe, boje Mrquez de
Olinda.
OGRANDE PURIFICADOR DO SANGUEI
Esta excellente e adrrravel medicina, e
preparada d'tma maneira a mais scientifi-
ca poaWiimicos e Droguistas mui doutos e
d'uma mstruccao profunda, tendo tido mui-
tos annos de experiencia ao par d'uma lon-
ga e laboriosa pratica.
A sua composi?5o nSo coasiste d'um sim-
ple extracto d'trm s artigo; mas sim,
composta d'extractos d'um numero de rai
zes, hervas, cascas, e folhas, possuindo to-
das ellas, sua virtude especial ou poder
em curar as molestias as qnaes teem sede
ou essento," no sangue ou nos humores;
e estes differentes extractosvegetaes, achara-
se por urna tal forma combinados ponto
de conservarera em toda a sua forca, o cu-
rativo especial de virtude, que cada um de
per si possue. A raz da planta de Salsa-
parrilha, produzida as Honduras, a que
nos usamos nesta preparac5o, sendo a qua-
lidade (Jue todos os mdicos mais prezam
e estimam. Na composic3o da Malsa-
parrllha de Bristol entra mais de 50
por cento deste concentrado extracto. Ella
n5o eacerra em si epusa alguma, que pos-
sa por leve ser prigosa ou injuriosa
sade; e tanto n'este, como em quas to-
dos os mais respeitos, ella inteiramente
diversa de todas essas mais preparacSes,
as quaes debaixo do norae de Salsaparr-
Iha, s3o acondicionadas ou postas em gari
rafas pequeas, sendo receitada em doses
mui diminutas d'uma colher de cha por
cada vez. Nos pelo contrario engarrafa-
mos a
SALSAPARRIRA DE BRISTOL
em frascos grandes, e assirn.por este modo,
ihvicnnios com os consumidores, o grande
proveito e antagem alcancado por quelles
que acondicionam sua preparacSo em gar-
rafas pfquenas. Cada um dos frascos da
nossa SalMaparrllh de Bristol
oonem a messa quantidade igual porcSo
contida naqoellas garrafas pequeiras,e alm
disso, possue anda muito mais forca e
virtude medicinal do que aquella, que por
ventura se possa acbar contida dentro de
seis garrafas de pequeo tamanho. For-
jante mui natural, que aquellos, que sei
acham oceupados em preparar e, vender as
suas producBes, em garrafas pequeas,
murmurem e gritem contra os nossos fras-
cos grandes procratnaBdo, que a nossa Hal-
saparrilha de Bristol nlo possue a
Menor virtude; porm qu3o effectivamen-
Bao elies postos em silencio, quando indi-
com essas centenares de certidBes e tes-
temunhos authenticos, por nos recebidos
de todas as classes da tociedade, ns quaes
plenamente attestam o poder curativo e vir-
todes maravilhosas da nossa.
SALSAPARRILHA DE BRISTOL.
A vantagem de termos os nossos pro-
prios agentes naquelles lugares aonde as
differentes raizes, drogas, hervas, e plan-
Tumores
Abscessos Apostemas,
; Erupcoes,
Herpes,
Salsagem
Impigens,
Lepra, febres intermitientes e
hydropesia e ictericia, etc., ele.
Ontro-sim, achar-se-ha, que para ol
resultado eperfeito curativo de todas
las enfermidades cima apontadas o i
lamento da cura, grandemente
do e apressurado; usando s ao
tempo das nossas mui valiosa
vegetaes assnearadas ole
tomadas em doses moderadas em
eao ou conjnctamente com a
ellas fazem remover e expellir
quantidades de materias morbficas e hu-
mores viciados que se desprenden! e fina-
mente circulam espalhadps pelo sjstema.
isto causado pelo uso da Salsaparrflhi;
por esta forma facilita a volta e o exertieie
normal das operac9es funecionaes,
Acha-se a venda nos fstabelecaenlos oV
A. Caors, J. da C. Bravo & C, P. Manrer
AVISO
O Sr. professor Antonio Maxioio de Barro* LoiO
quoira apparecer no pateo da ribeira i. 15 a a-
gocio de interesse. _____^_____
Preetaa->e de ama ama para o servico
no de ama casa de familia, e que sata na
preciso : na ra da Palma a. 80.
Pedro Maurer tendo de fcaer
Europa deixa plenos poderes a vros o Sr. Aoolpbe Regard para administrar ss
ca^a durante sna soseneia. finado eaosoabaio
Sr. Jos Alexaodre Ribetro da direccao da sao
pbarmacia. _____________^______
Manoel deOlivera Juotor, raMot I
retira-se para Europa a tratar de saa i
xando flear por sens proeanoore : o Sr. Ma-
nuel Jos Guedes Magalhies, 2. Polix Pereira 4a
Silva, 3o Joao da Silva Perrelra. ^__^__
ndo
da massa f*>-
r3/> Aa 4 A.H i
4TTENCA0
Coafeitarla na rna do Ba ao da
Victoria n.
de aprooptar ban-
ra csame: estas do raelhor gos
Companhia
. DE
Santa Theraza.
De ordem do conselho de direccao sio i
dos oa senhores accionistas a realisares al
20 do corrente a segunda entrada do capital
cripto, rato de 10 0|0, no e-enptorio do direc-
tor caixa o Exm. Sr. Barao da Soledad, praca do
Corpo Santo.
Recfe 9 delaoeiro de 1871
O reate,
Justino J. de S. Cas
Aluga-se
ama boa casa acabada a aoaco, sita ao Usortrai
do Monteiro, junto a estrada : a tratar oa niiaa
on ra da Madre de Dos n. l._____________
&
COMPANHIA
pos____
TRILH0Sm0RBAH0S
ECIFE A* OlilMDA.
Por ordem da directoria convida os Srs.
accionistas para, no praso de 8 dia* conta-
dos do dia 2 de Janeiro prximo futuro at
o dia 10 do mesreo, reasarem a terceira
prestac33 de suas aeces (2* emissSo) na
razio de. 10 %.
o Sr. tbesooreiro, aera ca-
a prW
nda-se ora sa de capim aa
tratar na i iperador a. 57, oo-
caes 2i de Novembro.
Para esse fim,
tas de que se compoem as nossas medianas,] contrado no escriptorio da comps
sao produzidas, que aos habilita exer- Noya n. 35 Io andar,
cer aquelle constante cuidado e disvollo na
minuciosa escolha; e o que assegura e ga-
rante uniformidade de eicellencia.
Em quanlo que, por outro lado, nos nao
aos poupamos nem dinheiro, nem i dili-
gencias ; afim de alcancarmos o melhor
e nicamente o melhorde cada um artigo
ou ingridiente qu entra na sua com
co; pois levados e compenetrados da
mais firme e persuasiva conflanea; que po-
demos afoutamente dizer aos doeates de to-
das as uacoes, ede todos os pautes, que na
Salsaparrilha de Bristol. possuem
um^medio mais sffi. mro ; do que
nenhumoutri 'oba sido offere-
eido at boje, e o qual po hade
mailograr vossas expoctativas. mpta
[e effectiva cura das seguir
Escrfulas, i
Gbagas antigs,
Becife, 30 de desembro de 1870.
Joo Joaquim Anet,
! secretario.
i O podro VcentoV. de 8 Varejao abre M
no di
ticnlar na travessa
As pesoao qw qnierem approveitar-as
de saa longa e prove ca, paoora
para alli mandar seus lilho* on pnpUlos, |
qae serio desvonsloo o ptovellonmooilo
Instruidos e dcados. O mesaw pai
aoa resij
i-doncia Oo
grammatlea Bae*oo
oaaaaas^^^^^^^BHi^^^H^H
^^HH^k>aaaaassik>aaaaalaaaaB
1

mm
m

...Nst*jt**<'Vv^f,*a**: *'.



de t*i
al _
reoosulMir por eicrlpto, no 1 *f*' T
|,g rcoSSriodMiOhomi
P
Chamados, a qaalqaer hora.
r Aos pobres gratis.
I 43Ra do Bario da Victoria
' 11
VP.li'i \
B
pela direcV
t

(Antiga ru Nova).
HMM
CHAPEOS DE SOL
Kua ao Bario da Victoria, esquina da Cmba, do Ormo, n.
Temos honra de participar a oossos Mtoerosbs fregoetes qoe cota csgada de ornees socio da arropa, *upno-se a
travem
alrogua ac
1 da tarde, na
Aula
O salo de pianos e de
msica*
n.
! andar, para a
radon- da ra Nova
toada
imperalriz n. liloja,
onde contina recommeodande-se ao Illm. pn-
*Uc*" G. Wertbelmcr.
:000$000
Esli venda os felizes bilhetes da lotera da
Bahia. na casa feliz do arco da Conceico, loja de
onrives no Recite. __________
" (Merece se para hotel on collegio neo par
ortugueies, sendo o homem para comprar e co-
zrahar e mulher para engommadeira e copeira .
<,uem pretender contrata-Ios dinja-se a roa do
Araorim n. 15, taberna, para demrem eseripto
onde deve ser procurado._________*-__
Fundido da Aurora.
Neste estabelesimenlo se vendetn taixasde ferro
balido mais bern construidas do que as trad vero
de fra a i40 rs. a libra ; sortimento completo.
" Pruvine-se ao Sr. Ihesoureiro das loteras
ue nao patiue omeio bilhete de n ."939 da^X par-
te das loteras da matriz de Ser.nhaem u. 177
aao ao abaixo asonado, visto ter sido desenca-
minhado do poder do mesmo.
Manoel Jos Corris.
porticuiar;de pTiuieifasJ
Auna Thedora Sioroes, autorizada pelo Exra.
Sr. presidente da pretmela, ao magisterio priman
rioscientiflea ao*senhares pais de snas alnmnua
ao respeiiavel publico que se achara aben
.......^a
cat
mo

lo i
1 alaparficnlirrde fwtruele primarla t (Ha 9
Ido correte na na Travesa dos Btposios, easa
d. 16, i* andar, onde espera satis fea* os senbores
pas de familias, qne loe oonflarem mu albas,
tanto as materias que constituem a sobredita ins-
Irue^, como tamben em musiea vocal, e no que
fbr eoocermmte a habilidades de agnttia.
MOFINr
Ensmo em casas particu-
lares.
- Aos seahoros pas de familis econmicos
nos dirigimos.
Lecckraa-se a pessoas de ambos os sexos as
seguintes materias : lingua nacional, francez, la-
tim e geograi.hia, todos os dias uteis, excepto as
iminlas-feiras. Garantem-se as habilitares, me-
m, inodo facilmo, adiantamento rpido, e multa assi-
Z du'idade. Os profesares sao dous mocos qoe es-
todam nesta praca e muito corihecidos : a tratar
na roa da Cadeia do Reeife n. 24, ou nesta typo-
graphia, devendo os pretenderes deixarem seus
- ornes e moiadia, slu da? 8 horas s 4 da tarde.
-EducacSo primaria e secun-
daria.
Jerenymo Pereira Villar faz sciente ao respeiti-
-vel publico e com especialidad aos Illms. pais de
vigente, prometiendo interessar-se no progresso
de seus alumnes : no Manguwho, entrada dos
Aflictos n. 37. ..________
Este antigo estabeiecimento, acha-se hoje montado n'uma
escala de poder servir vantajosamente os sens fregnezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'ouro, prata brillantes, qne
sempre tem e recebm mensalmente das principaes fabricas d
Europa- enjos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei.
Roga-se a Illm. 8r. Ignacio V.aira de Mello,
erivao na eidsde deNazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a roncluii
aqoe(le negocio qne V. S. se coraprometteu reali-
sar, peta terceira chamada deite jornal, em flm
de decerobro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a levereiro e abril, e na la enmono.
e por este motivo de novo chamado para dito
fta ; pois V. S. se deve lembrar que este negocie
de mais de oito annos, e quando o senhor sao
fllho se achava no estudo nesta cidade.________
Aloga-se a toja n. BB da ru de Agoas-verdes
(hoje Lomas Valentinas) de 18* mensaes : para
ver, a chave est na casa de junto, e para- tratar
na thesonrana das loteras.
\\W\ PAMRU
americana ra dos Pires n. 50, connua a fazer
pao e bolacha de arinha espeeial de 1" sorte para
melbor agradar a seus fregnezes.
Lava-se e eogomma-se com perfeicao roupa
de senhoras e de tiomens : n ra do Livramento
n. 13, andar.
Qu inho
MOREIRA BU ARTE C^

sal" participar aos seus numerosos freguezes, qoe e* v.sta de ser ^ ^ J-odo^
Si
*' Tom a satisfarao ue Dan c par aos seus uumeiusuo ncguc, huv */ -----^ ~, ,,___ An ri;j
^^^XwW^ o nosso mercado : convidim especialmente aos Srs compr adores'por atacado
W fa em sendTpossiveTsuas encommendas, pois poder5o assim serem mais bem semdos, visto poerem escolher as ar- m>
W& macSes as lazendas que a demora da fabricacao 6 bem diminuta, ------------------------------K__^,.v!
(7aixeiro.
Precisa se de uro caixeiro de 14 a 16 annos,
com alguma pratica de taberna: a traur na tra-
vessa do Livramento d. 38^_________________
Precisa-se
de um moleque de 14 a 16 a anos para todo o ser
vico de urna casa : na ra d) Impera dor n. i
no Esuminet.
Ao comtmrcto
O abaixo assignados ttndo concordato dissol-
ver sua sociedade commercial ate o dia 31 de de-
zcriibro prximo passado pedem eps credores de
a firma, qner de conta da livro quer de letra,
i. r.ham a bonJade de apreseular seus ttulos at
o dia 10 do correle em seu escriptorio a roa do
Apollo n. 49, andar.
Reeife, 4 de Janeiro de 1871.
Bezerra A Temporal.
Tem paciencia, o novo anno te tem sido desfa-
voravel, consola-te, nlo te importes, deixa fallar,
olha a pequea, qner-te de bem, es bonilinho, s
moreninho, tens inlolligencia, embora eMeja por
acora engarrafada, o que queres mais ? PeQo-te
Sue nao te enforques nem te botes a afogar, se o
zeres apega-te ao leme do navio Antonio.
O pelotoEduardo.
ContramestreSoares.
-~ Vende-se ou permuta-se por casas no Reei-
fe o em Olinda um sitio com grande casa de pe-
dra e cal ao p da estrada da Boa-viagem coni as
vantagens segu otes': um vlveiro e commodidade
para fazer-se mais seis e todos de bom tamanho,
urna grande talina.muilas e boas trras para plan-
tajes, proporcSes para criar-se 20 at 30 reies,
sem ser necessario oceupar o terreno destinado a
plantagao, 300 pe de coqueiros e grandeunmero
de fructeiras de diversas qualidades : quem pre-
tender dirija-se Olinda na prala dos Milagros, a
tratar com Isabel Faancisca dos Santo.
Besposta ao Caceto.
Se posso on nao ser subdelegado da freguezia,
responda a pessoa que me nomeou, pois nao ped,
sim os meus merecmentos.
| Candinde.
Bo al
(Mo peto pul
como a qnantidade inoon1 l
niuracao, de neta ci, tiles possatn ser tomados semmHU*0*
nem aseo e waretnd.-mn^mtjm *^t*
Muitos pnrgaotes afamadni f* eiie *om
xito so seu effelto intenso e eiceaiivo. irm
perigo, porque Irritat8ea: de estonafot misBtt-
ndes de entranhas sao lanftralM o resoim-
Sodo seu emprego. Nada dlalt-ie de rttur
cora o caf purgativo .. *__<
Todos conriecem por exptrlencia o arara M-
ve e o efleito ligeiramente tnico anmmm
caf. Elle e meltaor auxHiar dos portantes doe
qnaes disfarea o cheiro o sabor e ajana a aajao
sollicitando vagarosamente os morimentos | talticos de Intestino, e preventado o seo tum
mnilo Intenso sabr o estomago.
escamonea, facilita as evacoacoes com prompuoao
e sem clica, e torna a um pargapte Brano^,
certo, fcil a tomar e prcterivet i todos os ontrw
salvo nma indicacS especial da tjaal o Bjedico e
o nico juiz. a
A innocuidade, do caf purgativo permute e
emprega-lo em todos es eases simples. Desper-
tando a atona do intestino a activando a secre-
cao deste, destre a dureza de ventre, as vento-
Made?, as iatnoridades e ieita o appetite. gm-
pregado mais I mlodo, convenirte para eva-
cuar com vagar a Wlis e es aamti as viscosos e
e faz dessa maneira desapparecer a enxaqueca,
as dores de cabeca e prev os ataques de sangue
as pessoas que a estes sao predi? postas.
MODO DE BMPREGO.
' to simples como fcil. 0 cal purgativo
deve ser tomado fri, puro on misturado com nm
pouco de leite fro assucartido, ou agua assuea-
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adulto ; dua3 colhires de caf bastara para
as senhoras e para toda e qoalquer pessoa que *e
pur fcilmente.
. ara as criancas de 8 a 10 annos, a metade do
vidro sufflciente ; de < a d annos, urna comer
de caf, e a quarta parte do vidro smente abai-
xo desta idade contra a gesma.
E' por isso d'uma admlnistracSo murto mais
fcil do que es biscoutos, chocolates ou bolos
purgativos.
Da-se immediaumeole depois leite quente as-
sucarado ou caldo leve, e duas ou tres chavenas
de cha preto ou de tilia.
nico deposito na pbarmaeia e drogara de
Bartholomeu 4 C. : ra larga do Rosario n. 34.
feral
icoa.
\o ha mata cabelloa
Tintura japona .
So e nica approvada pelas as academias de
jciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principal a roa da
Cadeia do Reeife n. 51. andar, em todas as bo-
ticas e casa de cabelleireiro.
41 RA 90 BMO D4 YICTORU 41
Trabajadores
Precisa-se de dous trabajadores forros ou cap-
tivos para o servco interno de um estabeiecimen-
to : a tratar na roa larga do Rosario n. 34, botica
-de Bartholomeu & C._______ ____________
Precisa-se de urna ama que compre e cosi-
flhe para casa de pouca familia : na fu Nova
de Santa Rita n. 41.
ATTENCAO
Para evitar questSes se faz publico que os es-
mvosH inralo, cabra, Maria, crioura, Amador,
crioulo, Cincinato, cabra, Romao, cabra, Severino,
Angola, Benedicto, Angola, e Olimpia, crioula, to-
dos pertencentes Jos Lnis; de Siqueira Caval-
canti Jnior, ora residente com seu sogro Manoel
Ignacio de Siqueira Cavalcaoti no engenho Santa
Cruz devBarreiros, se acham vendidos por urna
escriptura de hypotheca de triplicado valor, ven
cida segundo suas clausulas, como tudo se pode
ver da dita escriptura lavrada no cartorio do ta-
J.elliao Almeida em data de 12 de abril de 1865.
Neste novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, ingletas, allem2as e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
novo armazem.
Gasemiras inglesas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, eolei-
ritibos modernos, cha-
peos de sol de seda,
finop.
DE
ARRUDA IRM10S.
o
Siimio-se da campia do Chacn,
correte raez um cavallo alasao escuro, puxando a
aboclo, com um ferro no qnarto dreito, bom de
cairoca : quera o acbar ou del le der noticia ser
pago' generosamente, levando casa de seu dono
roa da Casa Forte, Bento Jos Domingues, e no
Heeife roa do Rosarlo, hotel do Pedro.
UVA PURA
O Campos da roa do Imperador n. 28, de volta
4e na viagem Portugal, escoltou all um vraho
4<>e ee denomina VINHO .DA BAIRRADA, proprio
para a estacao calmosa qoe estamos atravessando,
e para que chegue a TODOS tem resolvido ven-1
de-lo a 500 rs. a garrafa, a esmo porque nao
muito difflcil beber. do tal nctar, urna ounuas
garrafas, nao s pela sua barateza como pela sua-
vidade de eogoil-la.
S.~Pateo do Paraso.-8,
Anna Senhorinha Monteiro PessOa.
Materias de ensino.Todas as que com- SH
preheadem a instruiiQo primaria.To- S
j os trabalhos de agnlha, inclusive bordado. S|R
I de oure.Flores etc. :'+."
Prefo do ensino.. 0/000.
w Tambet itnse alumoas internas.
AMA
Precisa-se de ama ama que
lambem saiba
isa n. 11. "
cozinhe com fier-
^^^^^^Btfnbem jaiba engoramar: a tratar
>a ra va Lean tem
armazem n. 60. -
Atiifl.
. RA
Bario da viciarla
antiga roa
1VOVA
f
N. 41.
Assim como tem orna grande
ofcina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ha de melhor,
dirigida por habis artistas, que
pela sua promptido e perfeicSo
nada deixam a desejar.
Roopa de todos os
amanhos para homens
meninos.
Por todos os paqce
tes recebem-se as me-
lhores e mais moder-
nas casemiras que ha
na Europa.
RA
BarSo da Victoria
litiga roa
NOVA
Sociedade Eieneflcente Dezesete
de Janeiro.
De ordem do Illm. Sr. presidente convido pelo
presente aos senhores socios ara a rouniao ordi-
naria da assembia geral, quo deve ter lugar do-
mingo 8 do correte, as 11 horas do da, no X
andar do predio c. 39, sito ra do Mrquez de
Olinda, ou^r'ora da Cadeia, afim de se proceder as
eleicSe* da nova administracao, e apreciar os ac-
tos da passada ; tudo de cunformidade com o qu9
prescreve o art. 22 dos estatutos. '
Secretaria da assembia geral da sociedade Be-
nefleente Dezeseto de Janeiro 4 de ianeire de 1871
O 1" secretario,
Chrysolito Ferreira de Castro Chaves.
Collegio de Santa Imito
Para edocac5o de meninas, estabelecido na
' ra Formosa.
A directora deste collegio, abaixo assignada, faz
scieote nao s aos pais do su^is alumiias como
aos de mais que quizerem coofiar-lbe a educafao
de suas filhas, qae no dia il do correte eomecam
os trabalhos deste estabeiecimento, no qual se en-
sina com asseio 6 perfeiclo a ler, escrever, lingua
nacional, francez, arythmeiica, systema mtrico,
gograplia, musca vocal, piano, danca e desenho,
por professores competentemente habilitados.
A
directora nao inlga mais necessario aOaocat aos
pais de suas alumnas e ao publico em" geral a de-
dica cao, zello e nteresse que toma pela educacao
e ensino de oas alumnas, porque lasla o longo
espaco de 11 annos em que tem sabido rr.anter o
bom nome e crdito deste stabelecimenlo ; agra-
decendo em extremo a conflanca com que a hon-
rara os senhores pais de familias, conllando-Ihe a
educacao de snas innocentes filhas. Boa-vista 3-
de Janeiro de 1871.
rsula Alexandria de Barro,
Directora.
Casa no Monteiro
Aluga-se urna casa no Monteiro, perto do Xis-
to, baixa do no : a tratar na ra Primeiro de
Marco, antiga roa do Crespo n. 17. loja._________
As aulas
do collegio da Conceicio esta rao abenas
de 9 do correle era diante.
I
Attencao
Xa rnetreita do Rosario o. 35 preparam se
banJeijas de bolo.' para bailes, casamentes e bap-
Usados, faiom e licuqueles para noivas, de muito
gnto,e paraqualquer offerta, fazem-se doces finos
de semeJo e do ovo para presentes, pudins, bo-
los e paes-do lo en Mudos, flores de todas as qua-
lidades, cjpellas o ramos para senhoras e meni-
nas, enfeitam-sr velas com iodo gosto para bap-
lisados._______
N. 41.
Este estabeiecimento acaba de sofirw ama reforma radical em acceio, artistas ecommodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em tndo afim de melhor servir os seas numerosos freguezes deixa-se de annunciar todas as azenaas, para
q3o se tornar massante __________; ______^ ____
Na Iravessa da roa
das Crnzes n, i, pri-
meiro andar, da-se di-
nhelro sobre peohores
de ooro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a qnan-
fla. Na msma easa com-
pram-s os mesmos me-
taes e pedras.
hhhhhi ttm _
O Sr. Mignel Candido de Medeiros
Pinto rogado a vir a esta typoyraphia.
Casa na Boa-viagem
Aloga-se urna excedente easa na Boa-viagem
para baobos de mar, cora exeellentes commodos,
2 salas, 8 quartos, cozinha e todos os pertences,
e at com orna grande palhoca para banhos com
porta e chave, por commodo preco: na roa do
Vigario 1!. i9.
Dn r FALQ1E
N'ESTA ANTIGA E CRED1TATA
FABRICA
>
(9 S!^^3$3 5D3 3G)&
ENC0RTBA 81 tOSSIilTBIISTI 101 C0IPLET8 sOfiTIIINT
CHAPEOS DE SOL!
De todas as qualidades I
De lodos os fcitios I
De todas os precos I
RA DO CRESPO N 4 ,
Au belsexe^
COLD CREAM OF ROSES.
Cetle Creme d. iceuse, aniversellemeot rpao-
Jue eo Angclirre, o les lammes sont si reuom-
mes par la beaut et la transparence de leur
leiut, doit si rpulation 3ux lments balsamiques
et onctueux jui la composent, ainsi qu' sa cons-
tante eflkftcile pour adeucir la pean, la rendre
plus blaccoe, et contribuer ainsi la sanie et a la
beact, qui, toujours, sont inseparables.
Op la recommaBde centre les irrtations de
I piderme, telles. que Boutons, phlidks, Ta-
ches dk RonssF.ua, Roucbors d la Figorb, el
contre les taches patbiques et les ErFtonEscEN-
cbs. Cette Crme convient spcialement aux fem-
mes enceintes pour prevenir LE MASQUE, auquel
siles sont sujettes.On s'en sert epcore pour ero-
pcher la flgure de se hler par le froid ou la trop
irasde cbaleur.
Prix 1:800 res
Sel depdt au magasin Basar de la Mode50
Ru do Barao da Victoria.
1
Ama.
Precisa-se de nina ama de leite sem fllho : a
traur na roa estreita do Rosario n. 3, drogara
homeopatblca.
Sua do Baro da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. )
Bilhetes garantidos da pro-
vincia.
O abaixo assignado acaba de vender entre os
seu; muito felizes bilhetes a sorte de 'JOOjlOOO em
um meio de n. 2217 e a de 400* em um quarto
de n. 2603, a sorte de 200S em nm bilhete inteiro
de n. 16o e om quarto de n. 1986 com a sorte de
100*, alem de outros premios menores da loleria
(177) que se acabou de xjrahjr, podendo sens
possuidores virem recebor, qne promptamente
serio, pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem no seu estabeiecimento
comprar os felizes bilhetes garantidos, que nlo
deixar de tirar qualquer premio como prova pelos
mesmos annuncios.
Aehaoi-se venda os milito felizes bilhetes ga-
rantidos da 2' parle da lotera em beneficio da
igreja de N. S. do Tcrgo (178) que ser extrabida
qaintafeira 12 de Janeiro corrente.
JPRECOS.
Inteiro 6*000;
Meio 3*000
Quarto 1*800
De 100)5000 para cima.
Inteiro 8*400
Meio 2*700
Qnarto 11380
________Joao Joaqnim da Costa Leite.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo o servco de
urna casa de pequea familia : a tratar na ra das
Flores o. 37, 1* andar._____________________
Ajudantt de cozinha. .
No Restauran! de Pars roa das Larangeirai
n*. 4, precisa-se de nm ajndante de cozinha.
Precisase de urna ama para cosinhar e com-
prar : na ra Nova n. 21, loja. _______
Precisa-se de nm cosinbeir-: ne sitio do
commendador Tasso, na Cruz de Almas.
Casa de campo
Ataga-s a do Bario de Ouricnry na Passagem
da Magdalena, situada a margem do rio Capibari
be : a tratar no largo do Corpo Santo n. 19.
Ama
Precisa-se de nma ama que saiba cazinhar e
engommar para casa de familia de duas pessoas .
na roa do Apollo n. 81, 1* andar .
CASA CAVIN tJSBR
AMA
Preclsa-se de nma ama para o .servco de por-
tas para dentro, que saiba cosinhar hu
na roa Bella n.
Boolevar
NOVAS ESPECIALIDADES
Pharm*eentlco privilegiado
suoeessor
8btopol, 88. PABI8.
A. MARINIER
Ajiretjataiu Aeadeaia de Seoeiu a ao Imtiuw de Fraset.
ai iPflflill Sob i forma (le Pastilla, devedida e doseadijri fiser da
IH J tul AU momento urna solcelo PIUTUTIVA I OOBATIVA dat
MOLESTIAS CONTAGIOSAS
rji^rrifi-PHlTPOdovolumedt' nm^
ostrucqo primarin.
Escola particular do sexo femenino.
Anna de Queiroz e Albuqoerque scientiflea aos
pais de suas alumnas qne do dia 9 do corrente
mez de iaaeiro em diante star aberta a sua es-
cola na roa Marsilio Dias n. 129, 2* andar, onde
contina dispesielo daquelles senhores que a
quizerem honrar com a sua conflanca, entregan-
do Ihe snas fllhas para q referido ensino. Habi-
litada pela directora geral da natruccaa. pnolM
-em conseque ociado seu exame, e animada pelo
continuado esto lo que ha feito o pratica adquiri-
da ; tudo lato offerece ella como garans, e bem
assim -a mais devotada dedicacao e esTorcos no
flel desempenoo de seu dever -

Uravea iu
ua
feilor de
Caixeiro.
fiSTOJOS
lomera nbr
ia ca-
ja de
CAIXEIRO.
Quem precisar de nm caixeiro com pratica de
taberoa e mesmo p*Ta tomar coola -por balanco
nesta praca on fra della, deixe carta fechada nes-
ta typographla com as iniciaos M. P. S.
Manoel Soares Pirheiro 4 C.vendern o Sr.
gusto Marqus Rlbeiro o sen estabolecmento d
moihados sito i travessa do Livramento n. 18.
Reeife, 31 de detembro de 1870.
:HH!,SS,,IBl
w
Santa Genoveva.

Ra do Hospicio casas ns. 22 23
. ei4.
Antonio Marques.d'Amorim avisa
s pessoas quem possa intoressar
qne as aulas d*es:e estabeiecimento
abrirse-bao segutda (elri 9 do cor- j
rente. O maior desvello pela educa- B
c5o moral e intallectual do seus S
alumnos promottido por seo di- i
re iovado
8 derecoobecido meritoeprotodade. |
Na ru n- 38 prepara-!
mogo, janlar eeia pura ilxein> iodan w, e.
qnal'i
prec/>
unos
6 : 0 mercader alien-
e POITL*:,AL
nesta
doga
Que i'
V.

iiwmiiiBwt
H
RnPHraHi




,V
^
/
_
Pemambuco
f. Ii t i 1III
A* armazem do Ta-
Crancez. rua
da Viet-
ra (ontr'ora rua
Nora) a. .
HE
ATA
A por Franez, rna
do Bario da Victo-
ria (ontr'ora rna
Nova) a. *.
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Este estabelecimento acaba de reeeber pelos ltimos vapores navios de vella cbegados da
Europa todas as suas encommaQdas do grande sortmeoto de festa, offerece ao publico em geral, por
presos resumidos o mais possirel, os ariigos seguate:
CALCADO
Botinas para seohorasduraque branco, preio
e de outras nanitas cores escolhidas do ultimo gos-
to da moda.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinbos de salto para senboraduraque pre-
to, branco e {le cores, e de couro de lustro.
Boliahas para criancas, proprias de baptisa-
dos.
Botinas de diversas qualidades para bomem.
Botas russianas para montara, tanto inglezas
de couro da Bussia para viagem, cdmo francezas
de Melier, bezerro fino, para passeios.
Meias perneiras para meninos de 10 a 16 au-
nes.
Sapatos de brim branco para bomens.
Sapatos de vaqueta de lastro com sola de raa-
deira, proprios para bannos.
Sapatos de borracha para bomens e senhoras.-
Sapalos abotinados, de differentos modelos, mul-
to boas e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de pete, avelludados, Charlot, casi-
mira preta, de tranca portuguezos, paca bomens,
senboras e meninas. .
Perfumaras.
Extractos finos, banhas, cosmticos, leos, opia-
tas, aguas de Cologne em garrafas de crystal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrico la
vande, agua de toilet, tintura para barba e cabel-
los, pomada hongroise para bigodes, pos de arroz
e sabonetas, tudo isto de priraeira qualidade, dos
fabricantes Condray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Luvas de pellica brancasJouvin.
Espelhos grandes delirados para salas, quartos
gabinetes.
Leques para senhoras e meninas.
Joias de ouro, brincos, transelin?, pulseiras,
Outoes de puohos, de abertura, c Trentes e chaves
de relogio, tudo de ouro bom de lei.
Brincos de plaqu imitacao de ouro.
Correntes para relogio.
Abctoaduras para colletes e para punbos.
Albuns de velludo e marroquita para retratos.
Mammadeiras de Gaixlnhas de costura, novos modelos com mu-
*ca, proprias para presentes.
Quadrinhos dourados para retratos.
Toacas e sapatinhos de la para criancas.
Capellas para noivas e para pastoras de pre-
sepios
Caixinhas com vidros de augmeito para ver-
te em ponto grande a photographia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thesourinbas para eos ura 6 unhas.
Bolcinhas de seda e de veludo.
Castrabas para braco de meninas..
Bslaios para costura.
Cesas d'arame T)ratiado para frutas e pao a
mesa.
Ricos artigos de phantasia necessarlos pan tei-
Ihetes e proprios de presentes.
Jarros e bouquels de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mui ielicados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras donradas para qualros.
Estampas de bellas paysageus de cidades, de
figuras e de santos.
Espanadore< de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinheiro.
Caixinha de msica de darse corda.
Ponteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretas e de cores.
Bengalas de cana com castSes de marflm.
Ditas de baleia, junco e de mnitas qualidades.
Pentes finos de marflm para caspas.
Eseovas para facto, para cabello e para denles.
Lunetas ou pencinez de p'rata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac.
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para candieiros.
Ditos para lanternas de pianos.
Cotos econmicos para vellas de spermacete.
Gordas para violo.
Porl-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelo: e precos.
, Objectos novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalhas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com raartello para viagem. '
DKos de amitos modelos, de junco e de baleias.
Luvas de fio de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurga amarellas.
Machinas para lazer caf.
Globos de papel de cores para illuminagoes de
feslas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, vispora?, rodetes,
bagatela e outros jugos allemaes.
Esterscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupds de familias.
Armnicos ou accordims de todos os tamanhos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios tamanhos, com difieren-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapiahas.
Presepios completo com todas as pecas e sorti-
mentos avnlsos de figurinhas, animaes, casas, jar-
dins, etc.
Attenpo
SAfijAO DE PIANOS B IKE ISIPA
fina da Impera
Pira flauta, ciarinetta, rbica de pequer janda
militar e harmonio, 13o proprio para este tempo de festas e para augmentar a solemni-
dade dos actas religiosos.
Todo pedido das provincias ou/ dointerior serJo promptamente alteodidos.
primaria!
Rua do Commercio n, 5
(Recife)
Jos Francisco RIMro de Souaa, professor particular da tastruccio primaria,
scieoliflea aos Ilustres paii da seas discpulos e a quem mais possa interessarj que a
abertura de su anla tera lugar no dia 9 de Janeiro de 1871 prximo futuro, na
casa onde mesma, fnneciona ha tre* annos, na rna do
Tem reswvido admittir um erto e
qaaus sero leccfonados por habis professores.
A tula eomecara em-todos os (fias utels
djoas horas da tarde, '
Pede como especial favor aos ioteressado?, de examinaren! o acceio, ordem,
methodo de ensino e dedicacao dos respectivos profeasores.
- Recife, 29 de dezertbro de 1870.
m
dk
Com roe rcio
determinado numero
alumnos, os
as 9 horas da manbia.e tero
PHARMACIA AMERICANA
DE
FERREIRA MMA ft C.
RUA DO 1IVQVC2 11*2 CAXIAS I. 59
{ Antiga rna do Queimado j
. Acaba de ser reaberta a antiga pharmacia da roa do Queimado, p ertencenleao
Sr. Jos Alexandre Ribeiro, sob o titulo de Pharmacia Americana.
Tendo sofrido grande, modificaco esta pharmacia cha-seboje mentada com
gosto e asseio, e esta certeza nos anima a convidar os Srs. mdicos, e o respeitavel
publico a visita-la.
A mesma pbarmaeia presta-se aviar qaalquer receita que larde da noute.the
seja dirigida.
Uueijos flamengos di por a -f^^^H
liiscoutos em cat> lirer-
sas ppiprias para fes
>s staarmas a 6i i.r,
Chocolate de 13 a i #800 a libra.
Especial n anieiga inglea e franecza.
lionalices para Sopas denominadas Julicnne, que
substitu perfeitamente as mais frescas en
A verdadeira farinha americana vimia de coma
propria a 310 rs. o maco de urna libra.
Boiachinbas de todas aa qualidades e dos me-
Ihores fabricantes.
Queijo da tina especial a 8*0 rs. a libra, e mui-
los outros gneros que se eacontn m por precos
ratoaveis e de 1* qualidade : na rua do Duque
de Caxias n. 42, armazem de
MURMURE
AOS PINTORES. &
Aivaiade dezinco superior 1{K)00 &
a arfoba. g
Tintas superfinas de todas as co- m
I res, e oleo de iinhaga por prei;o J
X menor que em ootraqualquer pane; '
w na pharmacia centralRua do Impe- ^K
^ rador n. 38. 0
Os acredita-
das cyiindros
para padaria ;
venda no arma-
zem da travessa
do Corpo Santo
n. 25.
nr
Todos o artigos mencionados nete annuncio
vendem-se muilo baratos, nao s pelos abatiraen-
tos oblidos dos fabricantes em attencao as gran-
des e repelidas compras, como pelo bom systema
de vender muito anda mesmo com diminutissimo
lacro.

ESTABELECIDO
NA
CIDADE DO RECIFE .
SOR A VALIOSA PRQTECCO
DE ~
SANTIDADE PI IX.
DIRECTOR E PR0PR1ETARI0
iDaaaaiaai asa Ejaaasi^iiaft
BERNARDO PEREIRA DO CARMO JNIOR. v
ti, liste aatigo estabelecimento de educacao e intraccao achando-se actualmente no espa- -K
coso, claro e bem v ntilado edificio da praca do Conde d'Eu n. 32, >para onde foi remo- iV.
vido, contina a reeeber alumnos internos, sim'internos e externos. '*'
Os bons resultados que bao colbido e exlbfdo os muitoS- alumnos que tem tido
este estabelecimento, devem servir de garante e animacao aos paes de familias qne de-'
stijarem ter ahi seas filhos.
Nos estotutosido collegfo, Jueesflo a disposicao de quem os quizerler.se
de entrada.
o
Anda esi para ser vendida a armacao e per-
lences da taberna do pateo do TerQo n. ti, muito
propria para qualquer principiante e tambem
para quem quizercollocir um estabelecimento bem
montudo por ter a casa commodidades para isso.
a qual tem quintal e cacimba, e o seu alnguel
razoavel, cedendo-se no comprador a residencia do
sobrado de um andar por cima da mesma, ama
vez que precise delle para sua habitacao : a tra-
tar n mesmo sobrado.
COMPRAS.
Attenpao
A sefts Interesses
Deseja-se saber onde moram os Srs. Balduino
da Cruz Ribeiro. Dark) de Barros Wanderley (que
morou na Escad.), Manoel Joaquira Pereira At-
thayde, Gregorio Antuues de Oiivelra, Miguel Xa-
vier de Soma Fonseca. _____________
Aluga se o 2o e 3o andar do sobrado n. 5 da
rua da Moeda, Forte do Mallo, com muilos com-
modos para grande familia, as chaves eslo no
Io andar : a rallar na rna da Cadeia-velha n. 66,
"i. __________:______
Compra-se urna casa terrea em qualquer dos
bairros desta cidade, que Knha commodos para
I familia, quintal e cacimba : a tratar no pateo do
: Carmo n. 13, sebrado.__________
Chumbo e estanho
velho.
Compra se em grandes e pequeas porcSes ; na
rua Nova n. 14.
azeite de coco em qualquer quantidade : no ar
knazem da Companhia Pernambucana, no Forte do
Majtos.
Ama
Precisase de urna ama para comprar, cozinhar
e fazer o mais servicn de urna pessoa solteira : na
rua das Trinch 'iras n. 44, sobrado.
.-------------------------------------1----------------------------.--------------------------, .
Ao commercio,
Augusto Marques Ribeiro & C. declarara que
desde 31 de deiembro do anno prximo passado
effectuaram a compra do estabelecimento de mo-
lhados sito a travessa do Livraroento n. 28 per-
tence'nle ao Sr. Manoel Soares Pioheiro, sendo di-
ta compra realisada sem outro compromisso mais
do qne o pagamento de 995*000 de que se fize-
ram reponsaveis para os eredores da mesma
Soares Pioheiro. Se alguem se julgar com direi-
lo a impugnar esta transaccao, queira apparecer
no estabelecimento citado no praso de tres dia?-,
a contar ds data do preseniepnndo os quaes nao
ser atlendida reclamacao alguma.
Recife, 4 de Janeiro de 1871.
_______ Augusto MarqnegRibeiro & C.
Gompra-seum baldo em
seja envernisadoy de 20 a 30
ment, com volta-on sem ella
ratriz n. 58, loja.
"bom estado e que
palmos de compri-
: na rua da Impe-
ODAS.
RMnte-rhetirri n tico.
Remed,io eflJcacissimo couira as d6res rhennia-
ticas at hoje o roai> conhecido pelos scus mara-
vilhosos resoltados.
XAROPE DE AGRIAO.- um dos medicamen-
tos qne sua efflcacia as enfermidades, tosse e
sangue pela bocea, bronchites, dores e fraqueza
no peito, escrobulo o molestias de flgado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA.- A celebre raiz
de marapuama, coja energa e efflcacia as para-
lysias, intorpecimenlo, etc. etc. muito se recom-
metda. '
Todos esses preparados se enconirara na phar-
macia e drogara de Bartholomeu & C, nico de-
posito na rua lar<;a do Rosario n. 34.
ikhi
iipns
Tesoura? finas para en!
ra a. ...
is de agulbas francezas a ba-
ttea. v .......
Caias com seis sabooetes de fruta I Libras de 15a para bordar ce todas
as cores a....... 8000
Carriteis de linba Alcxaadro a. iOi)
Frascos com azeite para machinas 500
Grvalas de corestrourto finas a 500
Crozas de bolSeamadepcrsIa ti-
nissimos a....... 500
Novello de linba de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a .' 600
Pentes volteados para meninas a. 240
Tntenos com tota preta a80rs. o 100
Petas de fita elstica muitc fina a 200
Lata com superior banba a 100 o. 200
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a......... 500
Frascos de maca& perola a. 240,
Frascos de extracto muito b nitcs a 500
Dtizia de sabonets muito finos a. 720
Sabonetes inglezes a 600 rn. e. i200
Frasco com agua de colonia Fjvcr a 500
Dito de oleo babeza a. .... 500
Caixas de lamparinas" a. ... 40
Sabonetes a forma menino muito .
superiores a........240
Cartilhas da dootrina fozenda nova a 400 (
Libras de linba sorlidas de laos >-s
nmeros a....... i 800
700
Capachos muito bonitos e grandes a
Carriteis de retroz pelo, tem 2
oitavas a. ; .
Agulheiros de osso enfeitndos a.
Libra de linba franceza jqeiior
qualidade a.......2^420
Ricas touquinlias de fil para me-
ninos a
Bolinas de couro para meirnos a
Caixas com ; guitas de fundo
dourado a
Pecas de tiras bordadas muilo fi-
a 500, 000, 800 e
Predio
Vende se ou permuta se doas casas, ha pouco
edificadas, -em chao proprio, cem 50 palmo3 de
frente e 500 de fundo, sobre o qual tem mais seis
casinhas/ com pomo iodependenle, dando urna
crend de 76 raens.es, na roa do Progresso (ou-
tr'oraCaminho Novo), margem da estrada de
ferro, por um sitio na freguezia da Roavisia, j
plantado : a tratar no Forte do Mallo n. 23, tra-
a he. d
ou aluga se "os armazens, casase terrenos no fim
da rua da praia nova de Santa Rita, que foram do
Sr. tpnente corenoIFra.nca,com especo eedifica-
c.oeaj>roprias para se estabelecer qualquer fabri-
ca enm embarque e desembarque para o mar : a
trafar com o commendador Tasso.
KX'tf.
MO DE OURO
Nova loja de joias
RUA D01CABUGA' N.9 A.
DE
Manoel da Cunha Saldarllia & C.
Acaba de abri-se este estabelecimento de joias, Q qual tem grande sorti- '>
ment de todas as joias de ultimo gosto, as quaes vender o mais barato pos- ^p
rao garantidas ouro de lei, pois os seas donos tendo
idarao, vender bom e por
a vir a este ettabelecim
AMA
-: Precisase de urna ama para comprar e cosi-
nhar para homem soUeiro : na pra^a da Indepen-
dencia n. 4 e 6.
Em esa de THEODORO CHRISTIAN
SEN, rna da Cruz o. 18, encootram-se
effectivamente todas as qoaliddes de vmho
Bnrdeanx, Boorgogae e d Rbeno._______
ATTENCAO
No armazem da rna do Brum n. 92, tem para
vender precos commodos, o seguinte:
Farinha de mandioca de Porto Alegre em sac-
eos grandes.
. Vmbo fino do P> rio, em caixas.
Bolinetes de ballanco para biates e barcacas.
Bacias de louca para cozinba.
Precisase de num bomem que nao
seja muito mrco, mas seja possante para
fazer companhia e tratar de outro idoso ;
dando-se rasa e comida, e o ordenado que
se convencionar, na rua davCruz do Recife
n. 48.
O abaixo aasignado declara ao publico que
ninguem faca transacan alguma com urna letra
de 300|, passada a favor do Sr. Manoel Monteiro
Conrado, do engenbo Estrella do Norte, porque
foi obtida com dolo ; vence se no fim de jnarfo
proxino.
Augusto Faria Lonreiro.
1^ .r~~-' .. r 7-
Precisa se de um cozinheiro livre bu escra
vo : na rua estreita do Rosario n. 3,-drogaria he
meopalhica.
ATTENaO
Anreliano de Pinho Borges, i lo do
iostruccao primaria, coniioa
particulares cora issrduidade itamento:
quem interessar fallar-lhe, p.i
vento de Sabio Antonio i-
Gozinheiro
Precisarse d^ zinhecdm
i S Di) 4RACATV.
Aefes da companhia d Bebe-
rlbe.
Vende-se 34 accoes da companhia de Beberibe :
na rna da'Cruz n. 26, armazem.
'Vende-se
Um boi de carroca com a mesma quasi nova :
tratar na Perla d'Agaa, junto casa do Sr. en
genheiro Carneiro Monteiro.
ATTENCA0
Vende-se urna taberna sita na roa Imperial n.
(7, com poneos fundos e muitos commodds :.
tratar no pateo da Ribeira de S. Jos n. 7.
Ciiii^to superior
Vendi-ge ne armazem da companhia. Pernam-
bucana. i
. arraas vastas novas e de
confa.
Vendem se em gigm a 30000 cada no> de 10
duzias : no armazem da companhia Pernambu-
cana.
Bao!
Ven
pode i
ate :
.se
da R<>.
heir^ a
ra snperir coni per-
tences.
ncaixotalo.e que se
ui'ra casa sem incon-
I'ernarabn-
Vende-se
13- A Rua da Imperutriz
DE
JOAQUIM BEZGBRA PESS'A & C
Cero este litlo acha-se ubetto o estabe-
lecimento de fazenias, cnie o Musir o
respeitavel publico encentrar o ^ue de
melhor vem este,mercado ; apar do g,-a-
do,*sinceridade e commodiiad; nos preo- s
dos objectos : a Fli r da Moda tem sempre
um sumptuozo s rliocent de pap linas de
apurados g stos que por suas qualidades c
padrSes n5j deixai de agradar a quem de-
sejar um vestido, assim como, um Indo
sortimento de i5as de cores modernas e d.
todas as qualidades e larguras, desde 200
reis o covado at 800 "res, as cassas (la
Flor da Moda. na verdade de adral ar os
gostos e qualidades e precos das cassas de
que se acba prvido este estabelecircentc:
cambraias victorias de diffe entes qualidades
pr eos commodos, ditas transparentes fi-
nas centre finas; "orgaadys de cores e bran-
eos, largos e estreitos ; brilbantinas e n/os
sellinas [brancas e de cores; bramantes de
linho e algodSo com H palmos, para diver-
sos presos ; cbitas finas, cretOhes, pereales,
escuras e claras com ramagens e miudi-
nbas; alpacas lavr-adas finas com bonilos
padres; laas para bordar de todas as
cores a precos commodos ; balees de mos-
sellinas brancas e de cores para senboras t
meninas de todos os tamanbos; saias bor-
dadas e i pregas muito modernas, a pre-
cos commodos; punhQs e manguitos bran-
eos e de cores para senbora e meninas;
punbos e colarinhos para bomens; gravatas
pretas e de cores para taco e com elle e
mantas de gazi de cores; meias croas para
bomem) e meninos; ditas par senbora e
meninas; toaihas felpudas grandes e peque-
as ; carnizas inglezas e francezas de linho
e a!god5o brancas, para homens e meninos;
chales de merino lisos e eslampados de lo-
dasas qualidades.
Os lencas da Flor da Moda. E com ef-
feiio espanloso o sortimento de lencos de
esguio brancos e cambraia de linho e de
algodo de differen es precos e qualidades ;
ditos com barras de cores com calungas fa-
zendo gymnastica, que quem os vir pelos
pncos nao deixar do comprar; gri^aldas
e capellas para noivas, muito bonitas e ba-
ratas para acabar; chapeos de sol de seda
e alpacas gindes e pequeos; ditos para
bomens, de feltro e palba de differentes
modellos; colxas adamascadas com barras
brancas^ de cores; cobertores de algudo
lia finos ; rospas de casemiras e brins
para bornees e meninos, e outros muitos
objectos de gosto que deixamos de mencio
nar para nao se tornar nasssnte aos amaveis
leitores, assim como dam-so as amostras de
todas as fazendas u mandam se levar, em
casa das. Exraas. familias que ?e dignarem
fazer-nos-seus pedidos.
estbclficimenio, achi-fe aberto das
6 da manh3a as 9 horas da ik ule, as or-
deDS do illu;tre e respeitavel publico :
N. 13 A RUA DA IMPERATRiZ N. 13 A
ynaquim Beitrr Pessoa A C.
6i0
240
200
245C0
240
1 000
lf i > *! 3 O
!', r- -> a, w
3 ? n 5"
c
-n
o>
a
t via frrea
Gutilarias fi
Rival sem searnn^.o
te1
l'.UA DO DUQUE DE HAXTAS N. 49
Estou disposto a continuar a vender .odas
is miudc-z.is pelos baratsimos procos ibai-
xq declarados, garantindo tudo bom e pre-
cos admirados.
uzias de palitos s.eguranca a-----
Ouzia de palitos segoranca caixa
grande a................
Frascos com nlrobaboza muito fino.
Pacotes com p!s de arroz o me-
lhor que ha a-----.....:.....
'ralbas muito linas para fazer
baria a....................
Caixa do linha branc do gaz a..
Vara de fram>3 de lidho para toa-
ihas.......................
Caixas com pennas d'aco de f'erry
superiores.................
LeBeos de cassa brancos e pinta-
dosa.....................
Caixas com 20 quadernos de papel
pautado .......
Caixas com 50 uovellos de linha
do gaza.
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a 15500 o.
Pe?as de fitas para cs de qual-
quer largura com 10 varas a.
Pecas de tranca'lisas, brancas e
de cores a......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. c. .
Pares de meias cruas para me.'
nos diversos tamanhos a.
Dozias de meias brancas muito
finas para senhora a.
Pares de sapatos de tranca do
.Porlo.........
Pares de sapatos de tapete a.- .
Duzias de baralhoS- para vnltarete
Sylabarios portuguezes a. .
Cartes com colxetes 2 carreras a
\botoadoras para coilete diversas
qualidades......
Caixasi com penna de ac muito
boa-de 320 a.....,
Caixas com-superiores obreits a.
Duzia de agulha para macbina a.
Libras de pregos rancezos todos
os tamanhos a.....
Pacote dejiapel com 20 qu;
nos '.
Resma d
aia de pa;
dora.
120
320
320
32CH
000
500
160
800
(OO
7CO
400
3*600
2500a
500
40
500
320
45500
2,0000
1,5500
35OOO
400
20
400
50C
40
25OOO
210
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&frMt*t i'.*r^?--'
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- %?;>$<.
Pemarnbuco
UI
60-RA DA WERATO-&0
DE
PEREIRA DA SILVA & C.
importante estabelecimento encontrar o respeitavel publico, um gracde e variada s#r)m#nioli fa
<*
Le COD vida
npr^ram aquil-
n? ffova E*pe-
[lia.de e pre-
4 i -T.i>r-,p.
la uu." (

JIABRRT

Naste iaiDcrlante estabeeciment o encontrar o respeitavel publ afepdgs parado gosto e todas de primeira necssidade, que se veodem mais baratas do ira qualqi to goe o
ros socios desta firma, adoptaram o systema de so veoderem a DliNHEIRO ; para poderos) vender peio cns> pxw
ganbarem o descont ; as pessoas que negociam em cequena esca'a, nesta loja earmazera podero fazer os reos sortimootoi
Jos mesmos precus que compram as casas inglezas, (importadoras) e para maior commodulade das Exmas. famil.is se
jostras de todas as fazepdas, ou Ibes levam em suas caas para escolherem.
TAPETES GROSDENAPLES PRETOS .
Ghegou para o Bazar do Pav$o o mais Cbegoa para o Bazar do Pavie um gran-
legante sortimento de tapetes grandes, pa- de sortimento dos meibores grosdeoiples
ra aofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque- pretos que tem vindo ao mercado, qpe e
para oas cadeiras, ditos para veodem de 1(5(600 at 5/1000 o covado ;
jianos, camas, portas ; etc. vende-se por slo todoa muilo em conta.
senos do que em outra qnalqaer parte. ESPARTILHO.
ROUPAS PARA HOMENS | No Balar do Pavao recbenle am elegao-
No acreditado Bazar do Pavao encontra-, te sortimento dos mais moderos e mino-
ra o respeitvel publico om grande sorti- res espartilhos, que se vendem por prego
lento de roupas para horneas tanto bran-! muito em conta.
PECH1NCHAS
DO
Eua da Imperatriz 60.
Pan vender dea>rea
IRA VEST
sbali coi
rem* hidi

Nova Esperanca para
sendo braucas e de
para pintos.
qualidade a Soy* Bape-
como de cores, a saber:
Camisas coa peitos d'algodSo e de linbo,
^ara todos os precos e qaalidades.
Ceroulas de linbo e algodSo.
Meias cartas francesas e inglezas.'
Palitos sobrecasacos de panno preto e
.asemira.
Calcas de brimbranco e de cores
Ditas de casemiras pretas e de cores, com
molletes iguacs
De todas estas roupas ha para todos os
precos e qnalidades, e tem de mais ibais
am perito
ALFAIATE
Por quem se manda (azer com prestesa
a aceio qaalqu?r,peca de obra a capricho
ou gosto do freguez, tendo n'oste importan-
te estabelecimento todas as qaalidades de
panno fino, as melhores e mais moder-
aas, casemiras, assim como os melhores bros;
qur brncos, qar de cor ; e qaando qual-
quer obra nao ficar. inteiramente ao gosto
dos Jregaezes S:a por conta do estabeleci-
meato.
FUSILES DE COR E BRANCOS
Veuderu-se bonitos fustes brancas e de
cores, proprios para vestidos e roupas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincha, no Bazar do PavSo ra da Impe-
ralriz n. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 res,
a 300 rers.
Vendem-se chitas largas com muito bons
pannos e cores-fixas, pelo barato preco de
00 ris o corado ; cortes das mesmas com
10 covados a 2)5000, pechincba, no Bazar
do Pavo.
AS CASSAS DO PAVAO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
fendocu-se bunitas cassas de cores rniu-
dinuas pelo barato preco de 200 ris o co-
rado, no armazem do Pav3o ra da Im-
peratriz n 60.
PANXOS PARA SAIAS A 1*000, O METRO.
No Bazar do PavSo vende-se bonita fa-
lenda branca encorpada para saias, sendo
com babadas e pregas de as lado, dando
a largura da faze'ida o comprimento da
ua, a quaLse pie fazer com 3 ou 3 1[2
etros e vende-se a 1$, 10280 e 10600;
jsitn como tambem no mesmo estabeleci-
tent se vende bonitas saias brancas bor-
idas, tendo qnatro pannos cada urna, ditas
3 lia de cores j promptas, ornas com
arras differentes damesma fazenda 44000,
i oulras com barras bordadas 65 e 70000,
ndo isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se carnauba em saceos, na ra da
fmperatriz n. 60, Bazar do Pavao.
TARUTANASLISTRADAS CORTE A 60500
Cbegou para o Bazar do PavSo um bonito
sortimento de tarlatanas listradas, sendo
verdes, cor de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda- muita phantasia, e liquida-se
cada corte a 60500, pechincba ; na roa
da Imperatriz n. 60.
PANNOS DE CROCH PARA CADEIRAS
O Bazar do Pava> receben um grande
sortimento dos meibores pannos de croch;
LINDAS JAPONEZAS PARA
A 50DJIS,
Cfeegoj um elegante sorti
iohas de Jipio, com padafas
TIDOS A
e
do PavSo, roa da IjmpAairu
POPELINAS DO JAI-O A 1#600 O AOVADO.
C*egou um elegjpt ajrtimen* > dfssimas- poupelinas U^ponezay com es-J0' twaa florida .eivane,.eta,fc,
maia delicado* (m-ia-, -*Wa' mmi* A*tr&. Ludo de 8"P.erio| Ji^Udfe : vende-se^ na-Nova
de .
proprioe para cadeiras de baianco sofs^ nmito boa qnalidade^ que se vendem
pianos, tamboretes e at proprios para cu- ^XSL. covadoJ-11 Pficb^cb^,^Bazar
brir almofadas e pratos j vendendo-se por
menos do que em qoalquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do PavSo Vende-se sujerior
bramante d'algodSo com 10 palmos de lar-
gura a 10800 o metro, dito de linbo com a
mesma largura a 20800 cada metro, panDOS
ds liobodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 al 10 a vara, assim como umg: ande
sortimento de Himbrga ou creguellas de
todos os nmeros, prec/is ou quilidades,
que se vendem mais barato do queem ou-
tra qnalqoer orte ; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do PavSo vende-se superior
atoalhado trancado, com8 palmos de largu-
ra a 10600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melhor que tem viudo ao mercado a
30500 o metro ; tudo isto muito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do PavSo vende-se constante-
mente o melhor sortimeoto de
pretas para luto, como sejam : -
LSasinhas pretas lisas.
Cassas pretas de ISa.
Cassas pretas, francezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qaalidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco.
Merinos, cantOes, bombazinas, que so
vendem mais barato do que em outra qual-
quer parte.
CACHB-NEZ A 60000.
No Bazar do PavSo vendem.se bonMH e
grandes cachi-nez de pura ISa, pelo bara-
to proco de 00000 cada um
PEHICNCHA EM CAMBBAIAS VICTORIAS, A 50,
60, 70 80OCO.
Vende-se um explendiio sortimento de
fio8simas cambraias victorias,, por prefos
mais baratas do que em outra qualquer
parte, tendo cada peca 10 jardas a 50, 6/1,
60500 e 70000, flnissimas a 80500 ; todas
estas cambraias valem muito mais dinheiro
e liquidam-se por este preco em reiacao a
urna grande compra que se fez no Bazar
do PavSo.
BABAD1NH3S
No Bazar do PavSo vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinhos borda-
dos tapados e transparentes, assim orno
urna grande porcSo de ntremelos largos e
estreitos, que para acabar se vende moito
em conta e mais barato do que em ostra
qualquer parte.
SETINS DE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do PavSo vende-se um sortimec-
to completo dos melhores setins e grosde-
aaples de todas as cores, que se vendem
muito em conta.
CASEMIRAS A 70000
''endem-se cortes de casemirajngleza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais dinheiro e liquida-se a 70000
o corte de calca, no Bazar do PavSo a ra
da imperatriz n. 60.
NOVIDADE-
Bfeo de quipnre preto oofn braneo, a Nova Ks-
pef-Mca t quem leca !
,s R*! J0'as-
A Nova Esperan.? recefeeu boa3 palxas de M-
dalo para, r.
Receben as de
a|Ma>
Para eningoir panos ou sardas.
A Nova Epailufa lera loile te rosas brancas.'
Para Ungir cabellos.
Tem a Nova Eijieranca a verdadeira Una in-
piwa.
Para refrescar a pelleeaformozia-la.
A Nova Esperauca roa uijue de Gaxia n. 63,
vende vecdadcUa albina branca de Lai*.
Perfamarias
lerama b
^^^^^^^Hpo em-ae a
Queimado n. 8, onde sempre acharSo abundancia em s
Qua le em procos e o sai nunca desmenltid-
ca'ditoi------------------
^^^
'aaaj Ao prover-M!^
rtr os ^^^^^B^^^pa natun__
cara aquellos cap importancia, ele
bem sej :
Corpinhos de cambxaia, p/inore samante
enfeitados com fitas sotim o obras ess|s
cuja nevidade de mold e perfeiclo dfe ador-
nos os tornam apreciados.
Fitas mni largaa de diversas coros e qua-
^.-in cinloi.
Leques uesse objecto muito se poderla
dizer querendo descrove-los mipuciosamenle
por suas quadades, coree e dsenos, Uu
o, grande e variado sortimento que acaba
de cbagar, mas para nlo massar o preten-
dente se lbe apresentar o que poder de
melhor.
As meorej, e do mais conbecido fabricante,
tapio rancez como inglez, esiao ex postas venda
n%rua Duque de (ixias n. 63, na Nova E-pe-
rttc.i
Extractos, fiatiba, oleo, sabonetcs, agoas do co-
mis delicados go^os, Hed giaM
a com listrinhae do s6da, enio esta nova
fazenda cuasi da largara da chite rance-i
za e vende-se polo barato profo de 106OO
cada cavado, no Baear do va --5o.
AS POUPEU.NAS BO iAVA A'20O6O, 9 COVADO..
Cbegou para o Bazar do PavSo um bo-
nito Bortiseoto das mais modernas e .ele-
gantes ponpelinas de liobo e seda, que se
vendem pelo baratsimo preoo d 20000
cada um covado, assim como ditas com
gof tos escossezes a 25100, pechiucha no
Bazrr dePavt?. '
SEDAS A 20000
Ghegou un elevte sortimento di? boni-
tas Seda* rio listrinhas, om as cores mais na
vas qua tem vindo ao mercado e veodeose
fazendasT3 20000 o covado, na ra da Imperatriz
Bazar do Pavao.
CRETONE FORTS A 20000 O METRO
S lo Bazar do PavSo.
Cbegou o verdadeiro cretone franeez'pro-
prio para lenc-oe tsndo 10 palmos de lar-
gura, e muoencorpado, sendo preciso ape-
nas para cada leLCo! 1 '/? ou i '/.metros, alm
d'esti applicac5o tambem esta larga e en-
corpada fazenda 'pnopria para .'jaibas, saias,
ceroulas, etc. o liquida-se pelo barato pre-
co de 20000 cada metro.
CASEMIRAS A 20500 CADA COV VDO
No Bazar do PavSo -vende-se um grande
sortimento de bonitas casemiras de urna 6
cor, sendo asul, lirio, mesclada, sendo de
duas largura?, proprias para calcas, palitos,
e rouoas para menino, .e vendemos pelo
barato preco de 20500 o covado, i roa d
Imperatriz n. 60.
BONITAS LAASINHAS A 500 RS. 0 COVADO,
Vende-se delicadas lasinbas com diffe-
rentes gosto pelo barato preeo do 500 rs.
o covado, no Bazar do PavSo.
- ALPACAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimeoto de flnis-
simas alpacas brancasJavradas, imitaejio
de seda, proprias para vestidos de baile ou
pasamentos no Bizar do PavSo.
ALPACAS LAVB.ADAS A 400, 660 E 640 RS.
Vende-se om g. ande sortimento de lin-
das alpacas lavradas de tocias as cores para
vestidos e vendemrse a 400, 550 e 640
e al mil e tantos res- o covado, no Bazar
do PavSo.
BAREGES DE QOADRINHOS A 600 US. 0 COVADO
Vende-se as mais lindas e moderdas 13a-
sinhas ou bareges de qaadrinhos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de chita
frsnceza. e liqoida-se a 640 rs. o corado,
no Bazar do PavSo.
MBB1NS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de urna s
cor cora corea muito proprios para vestido
e roupas para creanjas por ser orna fazen-
da de pora 13a e. moito leve, vende-se a 10
o covado, no Bazar do Pavio.
Eipaifsea raa Duque.de Canias n. 63.

Agora
sim
A Neva'E?perao, a raa Duque de Caxias n
63, reocbeu am lindo sortimento de laa para bor
dar, vindo as cores mis p'ocuradaf, branca, pre-
ta, escarate etc. ote. a ella antes que se acabe I
Aos eigarreiros.
A Nova Esperaor-a vende papel para cigarros
(Mais) a 44400 a caixinha barato I____________
Capailas brancas para
Grande sortipepteae]
Fil de seda^H
Entremeio8 em petas de 12 tiras.
floipure branco e preto de diversas qoa-
lidadea e desenhos.
Ditos de algodao com flores e liaos.
Veos de seda para chapelinas e monta-
na.
Meias de seda para noivaa.
Ditas abortas de fio de Escossia.
Costumes ouumformes para meninos.
Enxo.vaes completos para baptisados.
Touquinhas de fil, sapatinbos bordados
e meis para ditos.'
Camiouibaa bordadas para ditos.
-d ___________________
meninas,
flores fini.
'pceto.
WRrBMARU
Grande 0 constante .sortimento de dita,
senmroiMlboTquadadfi.
Lindos vasos com pos de arroz e pinsal
Caijinaa? com ditos aromticos.
Bonitos e modernos pentes douradoi pa.
ra circular o coque.
Boratos brincos de plaqpo.
Aderemos e brincos do madrepero*
Caivetes finos para abrir Utas.
Thesooras para frisar fiabadinboi.
Aspas para bailo.
Novos stereoscopos com 48 viitaa, a*
quaes alo movida .por um mifhhtiap
urnas substituem as oulras.
Vistas para atereoscopoe.
Bonitas caixinhas de vidro enJeitadof co
pedral.
Ditas de madeiira envernisada com liapa
ras e com dminos,
Bollas de borracha para briaquedo 4
criancas.
Diversos objectos de porcelana, proprio1
para enfeites de mesa a deiapinhas.
MACHINAS PAR
COSTIRA
Acabara de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, S raa Nova n. 2carneiro
viANNA-t-ura completo sortimento de Tna-
cbinas para costura, das autores mais co-'
nbecidos, as quaes estilo em. exposicao.no
mesmo Bazar, garantindos-e a sua-ba qua-
lidade, e tambera ensina-se com perfeicSo
a todos os compradores. Estas machinas
s5o iguaes-no seu trabalho ao de 30 costu-
reiras diariamente, e a sna perfeic3o tal
como da melhor costureira de Paris. Apre-
sentam-se tranalhos executados pelas mes-
mas, que muito devem agradar aos preten-
den tes
Gaixilhos
Vende-se 14 parellias de caixho? de araarello
em bom estado, cora vidro : na ra Augusta nu:
mero 78.
Caniieiros e gaz eco-
nmico
Acaba de chegar nova remess dos lio deseja-
dos candeiros todo de pnrcolaua gs quac- muito
se acommodam pela feguranja, acceio e economa,
e anda pela exccllente Ini pfeerivol mil vezes ao
kerosene: venham ante que se acabem, nico
deposito da ra larga do Rosario n. 3i, botica.
Tos
O
J
N. 3 A RUADO C4BIIGA N
mm k
4
ti-
ce
>-
Com este titulo acha-se aborto inteiramente transformado esto antigo
estabelecimento de joias, onde os freguezes e amigos encontrarlo tudo quanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, c Collar de Ouro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos procos.
Espera que o respeitavel publico venha ver o que existe de melhor em
aderecos de brilhantes, esmeraldas, rbins e perolas, meios aderecos, pul-
ceiras, brincos, alfinetes e anneis de todas as quadades, prata de le faquei-
ros, colberes, paliteiros salvas e outros muitos objectos que seria enfadonho
mencionar.
Compra-se ouro, prata, brilhantes e pedras finas, pormaior proco do
qu em outra qualquer parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objocto
perlencente a esta arte.
NOVIDADES
DO
Bazar, do Pavao sito a roa da Imperatriz n. 60, esta* constantemente aberto
das 6 horas da manhaa as 9 da nonte.
JoaquimEodrigues Ta-
rares de Mello,
tem Para vender
FALSIFICARES
dasPILULASdeBLANCARD
(CAVE DQLM)
A nossa correspondencia do Brazo" nos fu
saber que as- pracas d'este paiz. achao-se
actualmente inundadas por urna multido de
faki/kaces vis dos nossosproductos (textual.
Para garantir-se contra estas composicos
mais qn menos perigosas, que escondem-se
d'essa maneia por detraz dasnossasmarcas
de fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqui com instancia aos mdicos aos do-
entes de assegui Pilulas que trazem o nosso nome, appellando,
entre outros meios prcticos, pela boa f dos
nossos collegas, os pharmacouticos. a de
dnvidat qne n'uma qoestad (iue intressa tafl
seriamente a saude publica e a moralidade do
aCita-n aa doihu FiluUi
commerci, estes lloarados intermediarios'
nao se mostrem dignos da confianca dos seos
freguezes; nao de duridar igualmente que, I
repudiando toda solaridade com os talcifi-'
cadores e os seus cumplices, elles nlo se fa-
co um dever 'or* em diante de procurar
as VE11DADE1RAS PlLULAS DE BLANCARD em
origens certas, enderecanilo-se, quer a nos-
mesmos em Paris, quer indirectamente aos
nossos prncipaes correspondentes, on ento
s casas as mais recom-
mendaveis da Franca
ou do seu paix.
Pharmaeeutico, nta Bonaparte, en Pari$.
" pm^M Pfaannariu.
MEDALHA
era sea escrlptorio, praca do Gorpo Santo
Firmo em folha
de i- e l* qualidade, e vende nm ou mais
fardos a vontade" dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima chegada.
Potassadafussia.
Farinha de mandioea.
Vinho Bordeaux.
de f qnalidade. Tado de vende mais
narato do que em outra qualquer parte.
ltimamente chegada, e mais barata do oe em
owra qualquer ^arte; raa da Cruz a. 52, eg-
criptorio de F. da Costa Maia.
para limas
Vende-se da melhor qnalidade e por menos do
3ue em ontra qualjuer parte roa loja da Lealda-
e ra da imperarrix n. 70.
Vende-se nm sobrado de tres andares em
ama das melhores roas desta eiade : a tratar na
ra da Lapa n. 8, ou na ra da Gloria n. 66, das
3 as 6 horas da tarde._______________
Vnde-se orna taberna na Capunga, ra po
Lasserre o. t: quem pretender dirija se a mesma.
Vende-se
Ps de roseiras de varias qoaHdades,
assim como de sapoti, abacate, Ggaeiras,
laranja cravo, e fioheira, por preco rasoa-
vel: a tratar na Boa-Vista a roa do Visconde
de Goyanna n. 51 (outr'ora do Mnde*go.
Bartholomeu & C,
TRIUMPHO
7 Eua do Queimado 7
DE
MIRA & BASTOS
' chegado a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
(nu, sendo sna especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de'^sda ricamente bordados.
Gorgor5o de seda branco para vestido.
Colchas de seda para, para cama com ricos desenhos.
Ditas de 13a e seda, dem dem.
Ditas de crox, idem dem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca bordados.
Popelines de lindos gostos. ^'
L5as de diversas qaalidades, lindos gostos e modernas.
Ricos bournas para passeio, com listras de sotim.
* Sabidas de baile o qne ba de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senhoras.
Camisas bordadas omito finas para homens.
Ditas inglezas para homens e meninos.
Sroslas de linho, e nm grande sortimento d roupas feitas e de fazendas q>
. enfadonho mencionar.
Luvas fraseas de Jouvin
Sortimento de tapetes para guarnieses de salas, alcatifas para forro de sala; e o
(rande sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
u
DE HONRA
BRANCO E KSCUttO
ile Bcalli,
u prepara-
i-tadaei
FERRUGIX-U RE CBBVRIKR
O Senborr Cherrier conpletou t i
bru aju'.jD-Jo a iodara de ferro
Bietlh;'
Ba.vhi' feri., ... i wn lodu wprjppj

do oleo i
causa p
s man;
8
Gpandfi pediincka
Lineas bareges de 13a e seda lisas,
com listas e com flores pelo ba-
ratissimo preco de 400 rs. o co-
vado, fazenda qoe se tem ven-
dido por mnito maior preco
Na loja das Columnas, ra Primeiro
de Marco (outrora do Crespo) n. 13, de
Antonio Correa de Vasccncellos.
mmmms mmmmmM mmmw
^^HMdi-
paoki esd
A bordo do pal nabo te Garibaldi : a tratar
com Taseo Irmaos & C.
NOVO SORTIMENTO DE MSICAS
NO
SAliO DE PIANOS E DE MSICAS
Eua da Imperatriz n. 14 loja'
contem :
MSICAS PARA PIANO das mais facis at s mais difficeis, toda Jos autores mais
modernos as melhores edicoes da Europa e do' Rio.
NOVIDADES qaadrilhas, polkas, walsas.
TANGOS, Habaneros, modinhas, cances brasleiras e hespanbola, romances ,francezes,
arias e cavatinas.
Operas inteiras proprias para presentes
tado para piano e para canto da opera
GUARANY
Em breve se principiar a dar om catalogo do grandissimo sortimento deste es-
tabelecimento. Encarrega-se de encadernac5es etc.
Vinho,-Pilulas, Xaropr b Tnrruiu
dk jurubeba simples i psrruqrfoso \
Olso, Pomada! Emplastro da mksm
planta prbparados por
BARTHOLOMEO & C
PHARMACKUTICOS-DROaUISTAa
Vend*
Aventura, todo mai

na Capuoga, ra da
m portio de ferro, ca-
l -Dili Vll'l-
sresa d Oli-
A Jurnbba : eiu pltau hoje reconhtcldi
como leroso tnico, como o atlhc!
d*oblriiente, t como ttl applieadi o pdseiaratM
do ligwk) bico, beptinti, dnrous, tnmeru inUr-
no a oipecialmenie do tltare, hjdropesi, trru-
pallas, etc.; a associad no farro atil bis pailiu
xores, chloroses a falla da di danma-
toa do aatoaugo ituiu<
anaoMna aura* imp udu ota aosao*
preparado ja )n coubtatdaa < aado palas mu
dissctoa madicoi do il. Ea todo* o
waoa dafoaitoa m alta Mkataa m
malhor iasaai coakaear JaraMM hea raailaJa
apaUeafao.
BiBjaHBajMBHmMnBiVMLMBl


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Diario de Prnammco S<
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Te;.; i. ved
*fcveB
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ndM Gsgeft
?m barricas e a? arroba?.
CEMENTO de todas as qtulklades a babeos
rSCOS.
MACHINAS de dee#ror;ar alfrodao.
BA* WS grande* com perxe da Suecia.
LONAS e brtzoas da Ba*i.
fflDOS americanos par forro de carros.
^^0BS americanos pinito bons e econmicos.
VfwHO de Bordean* em ealMrs.
COGNAC superior de Gaotier Frewe.
lliLHO de Fernando a 3< o sacco.
AGUA florida;
8ABRIS de carne salgada do porro e de vacca
i
mKT

2
[
pnmeiro
i '.\
intradncior ns
'SjWrldS
53, ra Diretta, 3 p ras ti. 53, antiyn
fj-a fu Braga
mu a m
novas msicas para piano.
Danse des negrea do maestro Cazalbore.
Margarida, linda schoHisch.
Urna folia a Roma, qoadrilba
LNDS
Dansas paraguayas.
I* Habanera.
2* Los negros.
3* Noites de Luquc.
4* Palomita paraguaya.
Tambera recebeu as segumtcs :|
k opera Guarany, e os melhores pedamos
da mesma para piona e piano encanto.
Quadrilbas
Walsas 3
E polkas
Qaadrilbas :
Risette,
Satn.
Jardirn das Fadas.
Heroica. j
Capenga, Careca A C.
Homens. do mar.
Juvntude Commercial.
Rocambole.
Ponte do Diabo.
Tenente do Diabo.
Imperial marinbeiro.
A sultana .como linda.
Independencia das senliora.
O Club X.
Regresso do conde d'Ea.
Caminho de ferro.
Guarany.
Walcas :
Sonbo da virgem.
Volovel.
Dansa d'amor.
Ultimas walsas do um doido.
Aojo da meta noite.
Carnavalcscr.
Gnaranv.
Polkas :
CabriSo.
Gorgeia do sabia.
Bnlicosa.
Capenga nao forma.
Querida por todos.
A rival.
Por todos querida.
Zas Trz.
Palomita paraguaya.
Bismark.
Moreninha.
Surpreza.
Chora pitanga. .
Gloria.
Guarany.
A venda do armazem de pianos e msi-
cas do Azevedo, ra Nova n. 41, boje ra
do Bario da Victoria.
*
0 Bazar da Moda recebeu fiovo sortirden-
to de fazendas do ultimo gosto para vesti-
dos, assim como" chapeosinhos, casacos,
borns, coques, camisinhas, te, etc.
Continua senjpre o grande e afamado sor-
timento de misdezas e perfumaras verta -
deiras, que todo se vende por baratissimos
precos.
Dam-se amostras e mandare em casa das
Eimas. familias o qu desejarem, roa do
Baro da Victoria, outr'ora Nova.
m m m
-go ao aatlgo deposito de Efenry Porswr
., roa do Imperador, tun earrefcameoto & m
pntUfliraqnalidaftejoqBal se vende m parttai
i a retalho por meaos praeo do que b crotra croa!-
nur parte.
Vende-se as sectales obfs, em ara so vo-
lme :
Flores singelas por Paes de Anfrade, ultimas pa-
(inas por Pedro de Catasaa?, illasSes'pffrfffdas por
esario de Atvedo por Sf.
Bonrgalo 2 Ionios enracternailo-por ffyi.
Celew fran? encadernada 3.
vida de D. Joao de Castro ide 5*.
Cdigo do Bom tm dem 1J30O:
Methodode pianno 8(.
, Methodode'3o1|rhejo$ para pnrnoo 8*.
A tratar no 1* andar destt lyoonraptiia.
Latas cora tornara
is nao precia
pcis que pode
x para os c todas as vezes que preci-
ama gota : vende-te
^1Ws.- a da Madre t)
aar aem denrai
eJLSh. *?? ,i ^Si darte i"5 estabe'o&"wo, taodo. em vista apronta* un
S^c^6mo^ferrageDs,ma2eKts e cotleria, trn resolvido mandar bascar em
r~LK?? "* tfnK>P|1 M "Hhores objefltos de sen estabecimerto dos fabrtrantes
coBheefcte pelo ana coMida a rwpeiuvel nnbNco e a sena ranterons fregaei.,
a virera se epir dos ol.jectos de siw croa3, a;-Dde OBcoatrarao por roeno 1 0O o ase
em ontra tnalqner parte, urosortimento completo de machinas para descarecar aleodio,
Lli r -'uriCatlle Co,t(2T GLn & C-jW|a8 P8' cos,r motores para anfraae',
ditos para fefco, roohihos p:-.ra caf de todo os njannos, da fabrica do Japi, espingardas de
dase canos eienni, tonto inglesas oomo Iraceeiae, looc* de porcelana, facas e garlos
de diversas qualklades e preco^ bandejas chineaa, salitre, Tea, barbante, enxofre, ps^et
nmama de ferro, a?o, e agollia para fogaeteiro ; assim como encontrarlo constaiite-
monte grande por cera nnmero de objectos, que se tornaria enfadonho nnmera-lns venhara roa Wreita n.
53, loja de Lenidas Tita Loareiro, antiga loja do Braga.
GRANDE ARMAZEM
DE
Ra
PE RE IR A, IRMA OS
Primeiro de marqo n. 15, outr'ora ra do Crespo n. 15.
Ao respeitavel poblico era geral e particQterrmnte aos seus numeroso; umete
participara Manoel Joaquim Pereira o Manoel Jos da Cosa Pereira, que acabam de
fundar um rico e somptuoso armazem de louca, porcelana, vidros e chystaes rn
Pnmeiro de Marco, outr'ora tua do Crespo n. 45, sob a razo social Perwra
Irmaos.
A longa pralica e coBheoJmentos de que dispem os annuRcianUas neste ramo
de comtnercio, a qu, ha muitos annos. se dedicatn, os.tera habilitado a atisfazer as
necessidadas da populacho desta provincia e suas Imitrophes, cfferecendo aos consu-
midoresi matores vantagens do que qualquer outro estabelecimente deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar esle novo esiabelecimento eom-
merctal, verificar por si mesmo o que os arranciantes vera de dizer.
IiOJTA
TWVfi
s tubulares di Abys-
mbi;
ira so rept-iUvel publico, que ltimamente
tcm Verebtd a euatta remesa des ditos pocos, c
os ptrt-re s C'-ropIc-tO!. e aperfjifoados para a collu-
caf3o dVltf>*JD pouco tempo, taoto era terreno mote
como era trra de bato, massap
. As vant^g^ns que oflVrece eite systema de ad-
quinr agua sobre qualquer oufro, sao immecsas;
fervfndo riso .rneme as condic&es cima mencio-
nadas, remo tambero as cacimbas j febas, aonde
ainda t5o t'm b' rabas cti a agua cSo pora, p'-ls
piles esto mufid's deum filtro que n9o deixa en-
trar irr.piiid;dcs,.fant3gnn'nae-no1emos(uirfs.
" A'm f!s ", a (rend quantidade d'agua que
H'es dfilam de 5 8 tipas por ncra conforme o
chice'ro do? tuos, a faciliiiade'com que elles fuDC-
doHMn, a sirr.picidailc, pprf|i{Io e solidez, com-
binada com a elegaicia de fu foim1, que para ser
ap'reciada basta "\c---se.
O annnncimte icm urna pes.oa especialmente habi-
Hiatla, t nt> na coiltcifao d'elle, como na esco'ha
rtoicireno ou lunar mais proprio, que se encarrega
de t es rrvf s prr piego rommodo ; e, visto c cam-
b fcr.mais f^vurvcl, vende-se elles por precos
tn.rs mortfl'fd-is, rrcebend; -se a iroporiancia f de-
m is te tallecida e uncianaDdo a satisf^ao do cora-,
prador.
Faia OLCoiiimendfis e mais es-
ahrfciment(s a respeto trata-se
i a loja do Sr. F. J Qermanu, run
Fovit i). 21 o na ofi ina d^ mftri-
es do Sr. P, ulo Jos da Silva Frei-
e, largo d,i Concordia 11. 7.
GALLO
NOTICIA
MOMTEIRO
Yeio operar urna completa revolurjao no artigo
Tinta para eserever.

to part-prtncJpijne, pot pw?o HMtwcommodc
mtunrnmo -
Nunca se-vio um processo mais perfeito e que attinja de tal forma a salis'azer as
exigencias mais severas da escriptoracSo.
A sua cor lindissima e c3o precisa de cuidado algura para se conservar no
tinteiro serapre com a mesma cor, sera borra, crsla, bolr ou sem todas essas mazel-
las inherentes todas as tintas at agora cor>becidas, ainda mesmo dos.melbores autores
estrangeiros
Sobretodo, este estimavel producto n5o ataca as peonas de ac, antes pelo con-
trario, a penna adqfiire um esmalte dourado que, sendo iftteressante, ssss proveitoso.
Esta tinta. n3o sendo especialmente para copiar, d comtudo doas, tres ou mais
copias um mez depois de escripia ; 6 preciso, porm, dfxar-lhe o papel bemmolbado
sera o enxrgar com-o malla. borrSo, porque nlo ha o rfeco de befrar. rara se tirar
mais de urna copia, nao se agglomeram tsrtas folbas quantas copias se queremi tirar,
as vae-se cora o original tirando urna urna tantas qnantas se desecara, sem que o
original fique prejpdjcado pelas extraeces.
Occorre aqui dizer qoe, para copiar importa multa intelligeacia e bbiHdad, sen
o que a melhor tinta n3o satisfaz, e o deleito recae seropre sobre a.tinta, quemuitas
vezes quera menos culpa ten.
A dupla qualidade desta tinta extremamente apreciavel, pote qoe evitatqoe
em qualquer scriptorio baja mais do que utna tinta para os -diversos-misteres.
Emqoat^to sua durabilidade, ,n5o lia a oppra menor duvida, poig qoe esta tinta
depois de escripia aeffre-o choque de cidos fortissimos, sem se decmpdr ; ora, se os,
cidos oo tem -accSo sobre Olla, omito raenos a acco do tempo a pode destruir: isto
plaosivel.
N5o s ao coramcrcio que este meo producto velo ser til; os prbfessores dos
collegios, iDvestigaoo todos os,, me tos para o adiantameoto dos seus discpulos, tem
aproveitado -esta trata, .que com raaSo^ a acharsm apta para desenvolver o gostonds
educandos, em consequencia da belletada cOr efadidade de correr na pebDa pela sua
liquidez. Ha exemplns de criancas qn hfeyia robto lempo tinbm .urda repugnurcia
extrema para a efcrqjta, logo qoe foiBdrailtida esta tinta no'colfegio, -se flelias
a curiosidadeeo gosto, e pouco lempo depois o sen adiantameoto era iLanifest.
la tinta, par de taiita? vantages, lem um nico inconveniente, de{er)ora-se
o outra qaUjper ; convm pois n tinterbs istmos 'do menr,r T'slurtJi
bre de ootra"tirita, evitar esTevpr com a penca soja fie qma preparado diffeTf
looompativel: verificando isto, nao fea mo paira se usar fleota qoeriSo seja a VIGUE-
TA EXTRAA DlONtElRO.
e duvid
sas circumspectas, e pedin-
. II |i;i'lil<>ii;i icsolvulo por M' Ii".ou/>t rom u iiiks Ii-!i/ resulude na composit^0 l^ste
|!;ijirl i'ui (-onsqmri a nlO^!anla Uyhs as s!ia.< jirojii ii liados, ol>lemlo,cm pouros instantes,
i; iiiii :::iili 4e uieiiK-amenfos. (.1 ItoiickaMM tAnnHair$ de thtrapeittiqart de IM8
Elipir o *i'.rTiaHHo ;i l;nlo. pnr (|ii lia falfiifiradore.
PARS, iiiur YieiUe-du-Templt, 36.

DE FERRO
Prov de fogo
Em mi de Shaw, Haukes & C. a ra da Cruz n. 4,
ALtATRAO 01 6DT0I
LICB CONCENTRADO E TITULAD*
O Sfir Guyot chegou a tirar ao alcalrao a
ana-acrimonia e oseu amargor insupportareii,
o que o toma tois soluvel. Aproveitando essa
feliz descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de alcalrao, o qual, sob um pequeo
Totume, contem urna grande proporcSo de
principios activos.
O Aleairfto de tlmyot (Goudron de
Guyo,t) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrSo ordinaria, sem ter
es inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
colher de caf n'um copo d'agua para obter
lego um copo de excellente agua de alcatrao
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira preparar a sua agua de al-
catPo quando d'clls precisa, o que offerece
economa de tempo, facilidade de transporte
e evita o manejo liio desagr.nl.ivi:! doalcatrSo.
O AleatrSo de to.i.i S'!!'-:;!iii' ot
vanlagem muita.s linimn un.-, on menos*
inertes, nos ca.-.os de .- w .idiiles,
tosses, catarrlios.
O AlrairAo de Gayot emjiregado como maior xito as moleslw M^ntnlea
EM BEBIDA. Uma colher de caf para um cojto d'uyua uu duut colheres de
topa para una garafa
BRONCHITES
CAtARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITAQO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
EH F021EKTAQOES. Licor puroou com m pouco d'agua:
AFFECQES DA PELLE
COMICHOES
nlOLESTIAS DO CO'P.O CABELLUDO
EB MiJECCES. Vma parte de licor e quatro d'agua (rtic1> iit>mu >*>,)
FLUXOS ANTtGOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
O Alcatr&o de Guyot foi experimentado com nm verdadeiro xito nos
princtpaei hospttaes 4e Franca, da Blgica e da Espanlia. Foi reconliecido
que, pan os lempos de calor, elle constue a bebida a mais htjgienica, e so~
bretudo durante os lempos de epidemia. Urna intruteo accompanha cada vidro.
Yend-se na pkaraiacia e drogara de P/Mau-
rep& comp.,ruaBarao daTictoria, n, 17
io esr- iit de BirtriolomcoC
.RA LARGA QSfiQSARfQ 34.
i e semalhar
lodem evitar o engao
ico
A. V. IffnteYQ.
MoA eoUMMaot proeanr meitulM pan acroeittr
Ae hariitMMao; Me->A eade afeadtr'
mmmima%mamtoi^amueJo^mmmmtM
i$ bhm xuop*. mAolomM A C.
Km. Sn. "hMMiSSTEl'fi m mi rtMt
m.
lOcacu Mtr.ordinri, poj* que Prendo hi diu do
2S? *"*' 0**" *" ** V0** iomir I* *
mmt:mmm d matitHMMM m MM*a,
i [ wy.-------
io ttje resUMMifdo com o uto emente de qnsl
|fctvrrte.- grato pois mm remitida nniblo
r.5s. bmb rtBhcim4ki. D,
TWAer-otelgMo.
- Sb ca 20 de abril Ulma. Sm. Dti Mamto A C Panheradiuiato cum
> flvtr tNtte flreram d acotiklbar We do xaropa
Amariano, da ana compeaiaAQ, aiatia m
va baatania dtate da una eoaitipac, n* mt
toriOD amptatMBMta roaeea qn traua aaa fam
tojM,.e imfaaubJliton aa camarir ai maM 4avara
M castor da emprau lrriu, von agradecar-liea a*N
completo reatibeleetmento, aaa obtrva eom em t n
iametmo aaroaw. dapott da haver ncornAo a maitaf
tratamentoa. Daaajarai aaa Mtroa coma aa neerraB
ao aee xarepe para u varam alivhtdoa de tae tarrivat
meommodo, lia bul aaM paix. Cam aaalor eamilea-
neto cmooo a eer de Vv. S*. auante, veaendor*
ebrieado. Laix Cramou. BaelTa K de aauaake
lUn Sr BartboUmee C.-0 xareaa Temal >
ricaeo qe Vt. Sa.Ua aipoau I vaada 4 da teda efi-
cacia para o curativo-d'aathmi, eanferma abaarvai ae-
BlmaMan a mee lilfco liamiim eer de pitia
anno; victima d'em Oaeilo, enaaU Maeaer eapeea
eicf dente a dous anoot kavia reaiabdo a ontraauraeaa
de aante aomaada. QawiMa> pela Vv. Se. aaaaitef a
ipraaMe aUameate siseara d me* racoabacimaeta.*
.ha preaUram eo
laroea, acredn.itd.oa f.r aeatpra da Tv.
tua 4*9 < rcft| b. 7
Os propietarios destw bPtu c*rt8ido wttbele-
cimente, alem dos rouiVos objaetos que tnrfcam ei-
postos a apreciacao do respeitavel publico, mai-
diram vir e acabam do rceeber pelo oltimo vapor
da Europa um cjiraploto Taado sorlimento d
finas a mui delicadas espe<-'.ilid.i.do9, as qtaes ea-
to resolvidus a vender, como de sen ensarna
por precos muito haralinhi s e coiumodos para
dos, coni tanto que o,Gallo.-.
Muito superiores lavas de pellica, prctas, bra
cas e de mui lindas cures.
Mui boas-e bonitas golohas e pnr.hos para s
nhora, oeste genero o (jite lia de mais moderno.
Superiores pentes de tarlaraga para coques.
" Lindos a riqoissimos enfeits para cabecea da>
Eiynas. senhoras.
Superiores iran^M puntas t de c6ros com ridn-
Inos e sem elle; esta feocna o que pode baTtv
de melhor e mais bonito
Superiores e^bonttos leirnes de madreperola
murfira, sndalo e os*o, sendo aqn^Hos braai>->
com lindos desenho?, o (s'.rs (.retos.
Muito superiores mpiaa fio de Bscoesia para tr-
nhoras, as quaes sempr so vrndrrain por OdOW
a duzia, entretanto que tos a* Vendemos p< r 20*
alm desta?, temos tambem grande ortimento d
outras qualidade, entre as quacs algumas muii*
finas.
Boas bengalas de itperior cann.i da India i
castao de mardm com li-n toril figo
ras do mesmo, neste genero o <;tv de melhor s
pode desejar ; alm detias Mmoa Cxnbett urand
quantiditle de outras qualivai!.e>, romo'sajara, ma
deira, baleia, osso, borcACha, etc. etc. etc.
finos, bonitos c airosos chicotinhos de cadeia
de outras qualidades.
Lindas e superiores ligas do soda e borracha
para segurar as meias.
Boas mcias do seda para senhora e para meni
as de 1 a 1% annos de idade.
Navalhas cabo de rrlrfirQ e tartaruga para fai?
barba ; sao muito boas.e de rnais a maii sio ga
rantidas pelo fabricante, o nos por nossa vez taro
bem assegurames sua qnalidade e delicadeaa.
Lindas o bellas capcllas para noiva.
Superiores agulhas para machina e par croxe
Linha muito boa de peso, frouxa,- para enehei
labyriutho.
Bons baralhos de cartas para voltarete, assin
como o% teios para o mesmo fim.
Grande e variado sortimento das melhores per
fumarias e dos melhores- e mais'conuecidos per
fumistas.
COLARES DE T.OEB.
Elctricos magnticos contra as convulses,
facilitam a dentigio das nocentes chancas. S)
mos desde muito rocebedores destes prodigioso
collares, e continuamos a recebe-los por todas o
vapores, afim de quo nunca faltem no mercada,
tomo j tem acontecido, assim pois poderSo aquei-
les que delles precisarem, vir ao deposito do galk
vigilante, aonde setnpre encontrario destes verda
deiros collares, e os quacs attendendo-se ao fin
Sara que sao applicados, se venderaa com um mu
minuto lucro.
Rogamos, pois avista dos objectos que deiamoi
declarados, aos nossos freguis o amigos a vkeo
comprar por presos muito moaveis loja do ga!l<
vigihinte, ra e!o Crespo n. 7.
W--Z&*
Em lempos modernos nenhum descubr-
ment operovunaior rovoluc3o no modo d<
curar anteriormente em voga do que o
PEITOISVL DE .mHl'JTA
TANTO NO TRATAMENTO DA
TOSSE, CHOPO,
ASTHMA, rilISICA,
ROCQUIOO, IU5STWA11F.NT0S.
BRONCHITES,
TOSSE CONVULSA,
DOnES DE I>EITO,
- EXPECTURACO DE SANGLE.
Como em toda a grande serie de enferm
dades da gaucanta. do peito e dos orgao
da respibacAo, que tanto atormenlam e fa-
zemsollrera humanidade. A maneira ar-
tiga de curar consista geralmentc na appli-
cacao de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
plicar exteriormente ungentos fortissimos
compostos de substancias vesicantes, alen.
de produzir empolhas; cujos difieren tes mo-
dos de curar, nao faziam sen5o enfraque-
cer e diminuir as forcas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneirs
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
truido inevitavel de sua victima Quem dif-
jerente poisto o effei admiravel do
PEITORAL DE ANACAHUITA !
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAUZAF
INAUDITOS SOFFfrENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVIA A IRIUTAfAO
DESEMVOLVE 9 ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O CORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rapid;
at o ulmo vestigio da enfermidade. Os
melhores votofe em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testificam serem exactase verdadeiras estas
leaoes analgicas, ou al m disso^a experi-
encia de milhares de pessos da America
Hespanhola, as quaes form curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
sufficientes para sustenkirem a opinio do
PEITORAL DE ANACAHUITA!
Deve-se notar que este remedio se. ach
inteiramente izentode venenos, lano min-
raes, como vegetaes, em quanto que porm.
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que-sjo dados sob a forma de Opi
e Acido Hydrocianico, formam a base di
maior parte dos Xaropes, com os quaes tSo
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Composc5o de Anacabuita Peito-
aacha-se linda e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meios
quartilho cafla,um, e como a dose que se to-
ma s d'uma colher pequea: basta ge-
ralmente a appiicaco d'um ou dous frasco'
para a efectoacSo de fjualqner cura.______
Para agua.
Canos de farro-'.^Irnisados por fra
por dentro, a tonda por pre,?o commadu.
no arnaaiem da Ttavetsa docorpo Santo.
nft
(EMENTO DE PORTLAWD
O nico fresco e bom qu
do : vertflei-se no -anzem
hm imjKo:
cope Aa i:
ne
a nrupji
lulff
il:i

SUfla^MaH
B*&*1 S^-'v^vV^'^V^--



d Pernambnco
.,1 ... ... IIW, gp,
S*
v~-~ .. *.* lfc feM tw'* '
o o
Pretor de um
sicos que se a ierra fosse parala
Uaejlte o sua crreira potlesae descer
pela forca do peso at o sol, o calrico
envoMdo pelo choque seria goal ao
rico desenvolv lo peca cn'mbnstao de
mil e seiscent< s mndcs de can 5o
O professor Tnompson calculon o efl
que prolsiria assim a mor parte dos pl>
mtas airados contra o asiro central, h*
passo que o c oque ocasionad > pela nossa
trra preeip lada em Ifnba rocta bastara
para en'reter, durante cea annos pouco
m lis oo meaos a erais 5o actual do calor
do sol. Marte dara apenas am nio para l
annos e tres qoartos. O pequeo merco io.
por causa da sui curta distarte a, apenas
deilaria ao fogo central um pandado de c-i-
va/os para, 6 annos e meio. Por menor que]
fosse, Satorno, gracas a medonha vel eida-
de que teria na sua qnda, aqueceria o -ol
dorante 9.650 annos, ao i asso que Jpiter,
cora a sua massa mais pesada, levara 4 f >r-
nalba solar calrico para maijrde322 seco-
los. Deste modo, osoito planetas donoso
sysleroa (seti fallar dos seus satelliles e ta
infinida le-ds asteroid-s), proyectados per-
jnuiicnlaimente sobre o sol, gerariam nrn
calor sullicisnte pjra loe conservar, dorante
perto de 50.0;)0 annos, o seu estado actual
entre ase.-trella.
Mas existe urna base solida desta hy,>o-
these ? E o todo caso, ama theori i se-
ductora, porqie lera o mrito de Indicar
urna pro.iso accessivel de combusiivH
(dando-se csta-p.lavra o valor scientirieo),
e ao mesrao tempo utilisar todos os detric-
tus dacreac.3) por um moda t5o impo; tanto
na econorp'a cosmic. EHa eavolve na sua
rede mulli >|fe de eonHas, e como observa
Kpl*r, estes corpos s3o mais numerosos.
Uo espaco d > que o< peixes no raa". To-
dava, por raai< sedoctora que possa ser,
cumpre lerobrar que rauitos sabios a con-
siderara, mais ou menos, como um castello
no ar, um simples sorho ^ientifico. Nao
existem provas da que os meteores sejim
Uncidos ao s I ora tal profusSo e regula
rd'.de, quj possara conservar a grande or-.
nalna. i entral em actividade. E alora disso,
ha mais de urna diflicoldade. Por exemplo,'
se o nosso laminar assim continuadam-nte
'investido, deve constantemente augmentar
o volme; o.-a, n'um systema 15o delicada-
mente d spostocomo onosso, esa constante
addiccao do materia nio perturbara o equi-
librio das Coreas, o n3o producira um dia a-i
desirojcSo otysteraa ? Respondem esta
objoccJo que o augmento deve ser 13o pe-
queo, em compungi com a'massa solar,
qu> nao se poderia dar nenhuma madanca
aprer.iavtl pelos ins runenlos humanos, e
que, alera disso, deve haver compensacao
n s principios em elaboracSo; po s ha para
o astro um dispendio corrente de forca ra-
diante.
A existencia da luz zodiacal tem sido s
vezes citada em apoio da theoria em quesl3o.
Que pbantasma luminoso esse, talbado em
r.one, que se v no horizonte apoiado no so!,
por occasi3o do occaso, e do nascimento,
no outomno ? Commummente se d z que
urna parte da atbmosphera do astro. Nao
se compor elle do materia cometaria Ou
meteorice, qoe, tornndose mais densa
propoffio que dimiuue a distancia do foco
da gravidado, se deixa perceber como um
apndice do sol ?
O spertroscopio, oestes oltimos tempos
{,.71 sido convidado a dar o sea parecer
peite daqoella magnifica apparic3o, e
nos
Bruna e Kep
nenio d
ve
danoo a esto mi
) que se ltu
obteria mais de ceW
do calor.
Mas se os limi
3o t3o a candados que
idum re
nos, nao p
~o, tirar algomas
conclusSes coiicernentes ars osos ecostumes
los srrs, pstndand -os em gri.ide eseala ;
i*te notando as alterarles que se podem
manifestar na? m'yriades do astros qae po
voarn o co ? E' notorio havor eslfelras que
crescorn. oulras que scinvillam por ^aolo-
notave', e dtscem depois urna luz libia,
outras qoe (nbitanaente sutgera b lojfO de-
poh pu'ecea desaparecer para serapre.
Para exj4icar estas particolardade?, suppoz-
se que o corpo assim affectado pode, apr-
sente akernarfaroente am'laifo escaro e om
lado luminoso, .ou que o aea estado nativo
pode ser eScurecWo pela inlerposc3o de
algum companheiro epaco, ow que em vez
de ser esfrica, a ua torma pde,ser ta'
que rao-tre ora tra?a faca cte'n, ora om
simples perfil, o'u que-em consecuencia de
algoma gr.mde con'vulsSo, o globo codo ser
rermente innundado e fogo e afea* de-
sa pare er depois de ler padecido lodw as
a.oui-.s de urna conflagrar;*) terrivef. Em
c trellas soTrerSo certas mudaneas- de cr^e
podem ser indicio de alteracoea da- soa tbr-
ca luminoaa.
F.m consegoencia, pois que h*' e sempre
hou e-no. co txemplos destes ses-cam-
biantes, pode acontecer que o nossi pr>
prio sol tsta.a sijeilo a eventualidades lae3
e destiiailu a passar por anlogas vicisitu-
des. Nao noi assuslemos, porm, diz o
Sr. Guillemin ; podemos dormir tranquillos
nos e as geracSes que vierem, durante
muitos mriheiros de seculos ; temos provi-
slo de ca'or e de loz por tanto tempo que
o nao podemos medi.. Qualquer, pois, que
seja a fraccao de tempo que anda tendamos
de vi ver, sem medo de errar se pode calcula-
la por milhes de aanos. Longo est d*
nos o fim do mondo por meio do esfriameo-
to e da extnc5o do sol.
Fal ando p rm das nossas fontes, de ca|
lor justo dizer que levemos alguma cousa
aouliossos. e lodos os cantos de co
desee calrico te'rra, pois cala astro tnvia
undantemente as soas lucidas influencias
Neslrs oliimos
Ibe era pro
referidas man
chas foram mol sludadas, -r>Jo 80' por
causa do interesae qoe despertaran) romo
pdenomenoe solare, mas tambera porque
moito seenperava deJfaJ^para se eiplicar a
eonstuico do so' Inglaterra, o 9r.
Carrington poWiat mrgnifico lvro
acerca dos resuriafl .eo estudoi le-
da perigo da. no lerribi-
> llores, como
i mlssio qoe recebra
Tto Sacramento da or-
ao divino ministerio qoe
Warreo de La Ru, BSalfoort-Sloart e Lo*y
escreretam orna serie de anteveis memo-
rias aerca do mesmo assumplo.
Se ae imaginarmos- collocacs i algnma
d'stancia de om globo Terrestre^ e oibarmos
para as graades ilbas es^argidas* peios ma-
res- trpicas, como outraw- tantas anchas
solares, notaremos mudaneas "de aiaacto
devrias lotalmeate rotaco da <**aera
Tomemos, por exemplo, MbdBgascar. Sa-
hiodo do horisooee, a ilha pavttte oiomm
com leMid3. jSdVjni.e maiof velocraMe
>o apprexiraar-st- 6o meridiana PtssBdo
este, desaparece ella gradustaenfe ai1
e desleal
em.
Devras, se pudesse pairar aobre meo
espirito, nm ligeiro ^ensamenlo, que de al-
goma maneira me assistisse com o direito
de acreditar, qoe estes a;e-.rloa poderiam
^er taxados cm de infundados, ou parado-
xaes, ou coosiJerados cono effeilo de om
fanatismo re gioso parochial, eu nio^BM a-
ria demorar em rJwlarar iraniamente, Com-
leaeopieos' naqutHf* rugues, e os Srs.- pulsera-se as sagradas paginas do cdigo
,porc3o, o abjecto caeiijilw le faro con-
tra o nosso* olhar ; rmr p rfes fentfaes
mais sensive*' porqur oajlcto a^avessa
divino, examinem-ss as venerandas obras
dos padres da igreja, coosullein-te as saans
doutrina dos codcIot, estodern-se as ra-
Wliveif-dfcises dadas aela divina aut-)rida-
fui
dr da igreja,
ti trida pela e
vira oci
se wq
ceno tjire
a-dovida .^endo subs-
pela evidencia,
ote recoahecer-
qoe se de orna parle 6
0 espinhos? a missto de
todo o i cerdote no mundo*pelas raaes
que ji icaram expendidas, dfe outra parle
doas vazes mais serlo que cstnraelie om
erro lamenta vel e rJigno de compwxo, todb
io- ;-acerdoarparocho, qe lemendfe'Os incom-
perder-se na sombra do lado npposto. iaorios do mpo, o Habalbos d*corpo, a?
razSo disto clrji. A principio* o roovHJpenlados bens desta Ierra,-as irasdomun-
mento nc4lo pira ixis, porque, em certa j!o, mais do qoe os towneiiios eUwnos, as
^.nw d'almavaexclosife-do paraizo*,-as iras
t Dos, transige'com prevaricarlo, tor-
na-sa om cao nodo qoe* .nao sabe ladrar,
o campo da w8ie'::ao ftmo (to-so, as coodHs se-M**, a marcha jw conseqdeia om laidor de Jsos
Es-
Angslrgjn acdou que em vez de deixar
pequeos listoes de cor, como deveria acn
tecer, se o cohe brilhasse por meio de ro-
11x3o da luz solar, dava orna s linda b:i
Ibaote, a mejma que figura do modo mais
claro no espectro da.nossa aurora boreal.
O que torna mais notavel esta coinciden-
cia qoe a linda era qiesto n3o parece
responder nenhom elemento spectral de-
terminado. Para angmentar o interesse
desta descoberta, irtdicacoas seraelhantes se#
obtiveram da cora do sol, durapte o ult mo
eclipse tota!, de maneira que existe om pa-
rentesco curioso entre a luz zodiacal, a co-
ra splar, as auroras boreaes, e provavel-
rne^itt c-uda los cometas. Ni o obstante,
nio est?mos autorizados a inferir deste fado
que o sol esteja cercado de om eoxame
de massas meteoricas, que se vo tornando
espessas propcrc3) que se aproximara
delle. As variacees dacone -em qusto
fazem suppor que n3o mais que um phe-
noraeno elctrico proprio do sol.
Outra theoria para tentar explicar a alta
temperatura do sol attribue essa tempera-
tura s operacoes internas da gravi lade,
Suppondo qae esse corpo representa "urna
substancia que existia originariamente oo
estalo de grande diffosao, a operaco da
condnsalo em volta de um ponto'centra!
ser necessariamente acompanhada de orna
emiss3o de calor. Encarando a operaco
simplesmente sob o seu aspecto mecnico,
o transporte das molculas para o eixo, Os
esmagamentos e as collisrjes assim produ-
zidas dariam um calrico constderavel, pro
vavelmente quanto bastasse para p6r o sol
em estado de dirigir om systema planetario.
Aos que recusar em acceitar semelhante
base, ou aos qoe, admittindo esta explica-
c5o da proviso primitiva de calor, pergun-
tarem com que se fez a provisSo subsequen-
te, depois de esgotada a primelra, respon-
demos que n3o se deve perder de vista oj
effeito sabsequente de condensac3o. Heim-
hollz calculou que a contraccSo de nm s
miWesimo do dimetro do sol, exprimirlo
tanta forca qaanta fosse nece?saria para con-
trabalancar todo o calor e luz, que o astro
tivesse'de despender, dorante vrate vinte
mit annos.
Compre citar outra theoria, e a de que
renovarlo do calor do sol seja prodaiida
pela fricc). Vottaudo obre o seu pro-
prio eixo, o globo roca contra o medio cir-
cumvisiobo, e esta operaco determina urna
continua emanacio de calor e at de loz.
Suposta, porm, se qoerem, a existencia
de semelhaote medio, e suppondo tambem
que esse medio tenha ama densidade suffi-
ciente para prodozir ama apreciavel somma
de fricc o, n3o deveria applicar-se o mestno
pr la planeta, especialmente
quelle. valsistas Saturno e Jpiter
bre o proprio
e pouco mais
~^^^^^^^^Hkeria
ao .espaco.
O Sr. Hnggins, e tambem o Sr. StdHe,
Ilzeram experiencias directas acerca da for-
;a calrica de algutras es relias, e o segun-
do verificou que Arcluros produzia.um
effeito igual ao que daria a face de umcubo
de Lese- edeio d'agua fervenle e posto na
distancia de 383 jardas, ao passo qoe o
alpha da Lyra produzia tanto quanto seria
representado pela face do mesmo cobo na
distancia de 800 jardas. Pequeas que se-
ja m estas qoantidades, algoma coosa sa-
ber que mudares de globos nos enviara
assim o seo contingente de calrico. Poillet,
fixindo em i 10 graos abaiio de zero a
temperatura do espaco, calcula que, aa pas-
so qm; o sol, pela forca que Ihe propria,
comtnunica annulmente ao nosso globo om
calor sufllciente para fondir urna crosta de
ge!o da espessura de 31 metros, as estrel-
las e o espaco nos d3o uta -supplemento de
calrico que godera darreter orna rosta de
2!) metros. AiTirmou at aquelle physico
que, se durante as horas da noite e apla-
cando, invern, fossemos privados-desse
supplemento, desse calrico obscuro como
Iho poderiamos chamar, a nos3a propria ir-
radiado no espaco seria 13o fraca que o- sol
mal poderia por si s desempenhar o tra-
baldo de vitalidade no nosso planeta.
Neste ponto surge urna questio. Haver
raz8e3 para soppor qoe o sol cODlionar
cternamenle a descender a sua luz e nunca
se Ihe esgotar o calor ? E' fra-de duvi.
que u) lia destroic-So absoluta de forca-
A forca, conforme os principios modernos,
n3o se extinguetransforraa-se apenas. Mas
seria escassa consolac3o para nos, habitan
tes da ierra, saber que as fo&cas solares
tOHiseqoeotea^ partMO demorada.
tediado a-i naaehas oV sol, lambeas se
notooque bavend* ranila**wsta, va>gs-
rafajeote pelo aMsino cananlio, trar^ado
eio-a-ppirencia lioWi par(4ela ou concea-
trieaa* como grates de >attt*4s no diaeo
do astro. Assim pareceran eattintiar,
ilbaado oosso globo, por depener a curva
da irmlioocao do pM em ra-njfio ao plaoo
da vfcao;
Este manchas axtevia pamceo dotada
de ua> movimeote proprio ; ooorariameiy-
te s twe-de que feUdmos, vartaaaas suao
distaoeia relativa*. O Sr. augier meo-
'.cionou-urna que se- afasia va da-qoa Ihe fi-
tava aope- aa razoi i 11 antcos-por so-
guodo.
Ms esees objeetc*- nao ayparoeam se-
meados^ao-acaso nodfao solap; preferera
certas daMues e editora ou*as. No se
deixou notar, atada parto do primei-
roe observadores, qpo-aa refeaid atanctlas
ran -ve aabiam a atn cinta>de 39 gratis
dt^da ktdx> do eqaadsr solar- Daa-algans
casos-faaaa vistas axiatkudea -moito mais
anas,
g'a;
Obrilo.
' 3f releva n oaqoecor qoe contiuw e
renaid a lata ata' que. alte deve empa-
utiar-ea, multpia^sao as dlfieildades qpe
elle dove superar, para que, aurao a Inz'do
mundo, o'Mi da Ierra e um ootro Chrrslo.
possa atingir o finvottimo de aaa elevada-e
divina rmesao, que, sem du-vitAy aera a glo-
ria de Saos, que oofiquissiroe'tSiesouro de
suas rJMaee- liberaadajes e da* ss celesta-
muailioono; achara a precisa recompensa,
isto ana vida etaraamente *g*wiosa na>
mansa* dao^ostos, cano pren- de seos
insanos trabeibos, d&uas conliaaao-fadigas
tiesta lefpo-caala de **a pro^ecaa. E a
r*z3o desta-han ofc: porque sendo
um dos descendentes o-AdSo snaoio pai
jcammonv e dtom, a
prerogalived impeccalidade %f orado, le-
vantado & trra como ara desvahdor lirado
[da immoarJieia romo Dolobre, e- chineado
eamos priacioas do porade Deosy receb-
n o indetoffl sacrameetn da ordora-o sa-
|serdote pareebev assim orno todo o Ilhos
* om pai^rtawaoso e aiada maisH) qoe
Gousa estraiaJ toda atlas evitara
e La Hire descabrio ana-no 70 tles, rigorosamente obrigado estar de
aebre-avisoi-pava que, aonpre fietsidisci-
qoasi taot o proprio eqaador Goaaoe ci/- ppina da ra3o, coberto- oan o divn es-
cotos polaaea. Ltandarte da.crax'hasieado.oabre a*inveaci-
Otrajr> raracterietico maia ^Igaficativo Mais muraraa* da f, defc'adido pela sagrada
desta muaefaas, o- aiena gerab oonelrocc3o. egide da graga, e posto envordem do bata-
Naa- tem" er uniferm. No nei ha urna
paataeseaaachamad asombra, oo o cen-
tro ;:era volta desso panto (toraiaa urna
crjr cinzoata. esfumada, chamada peaombra,
oujp foraaa em grandte parte dapende da
sombra central. Boda haver-, daos,
centros oscuros oama ; a penunara pode
p>necer (ora de toda propcrc3 <
partas cealraes, o contornos- padem ser- ca e pendor pora o mal
'fea, possa -queodo a bora-aoar, sabjracam-
po para debellar e levooi de veaaida, os
seus trea fornwaveis toongos : o auado,
com o se*, magno coriMj de escaadales e
bisas dootrina, o demeaioeom suos-nen-
tres tirosas promesoas e falsaaloarvores, qa s3o
sempre o prefeao da aeduceio, e a. propria
carne csis oa sua craninoaa conespiseen-
podem ser disseminadas por todo o univer te mais capakhosas. jcealro escuaa pode
dentados. Tamben se acb*m specimeaa
sem -o centro eseflo, e ouiros. absoluta*
atente privados do eontoraos. sombreados..
A vezes o escuro.eenlral tem.strios brilbaoi-
te,. ootras vezos- e atraveseade- por reos
ou.poatos luminosos. Tamben aconieoea
ipa apenumbraiencresBada, somo serian
as margens de un lago cercada de manta-
chas, e onde fossem dasagaar rauitos
riachos.
Mas, qualqsarque seja.e lorma da nan-
cha, sofre cortes mudaneas, ornas pticas,
ootras interna*. As primearas sao aa que
se veriam no exemplo de Madagnscar,
apanlado cima. As ootras sio natonahnen
so, sera que yenha a perder-se positivamente '
una ? partcula. Nao possivel deter-
minar claramente a qnestio da decrescea
ca da forca, impossivel dizer-se ; o sol ti
nha mais um tomo de forca photogenica ba
mil annos do q-ae hoje ; tem havi la mudan-
ca de climas do noss globo, e a geologa
registra numerosas vicissilodes de tempera-
tura, m3s e i ut 1 fazer observar que o sol
completamente estranho estas nvidifi-
caces. '
l'oullet, calculando o calor spacifico do
nosso luminar em cenlo e trifila e tres ve-
zes a da agua, concloe qoe o sol perde
calor na razio de i cenligrado por seculo.
Mnima que pareca esta quaolidade, cum-
pre n3o esquecer que em seis mil annos
constitue um abaixamento de temperavura
de 60 graos, o que comprehende todos os
degros que separara tira estio africano do
fri das zonas rcticas. Por sua parte, o
Sr. W. Tdompson (Age ol the Sun's Heat)
raciocinando pelos calclos de Herscbel e
Pouillet, admilte como provavel que o sol
deve ter sido sensivelmenle mais quente
ha om mlbo de annos do qae hoje ; que
se existi como laminar ba dez ou vinte
milhes de anuos, a sua forca inicial deve
ter sido milh5es e milbSes de vezes mais
consideravel do que a qQa Ibe resta boje ;
qoe provavel qae o sol nao tenba allu-
miado trra cem miihoes de annos, e
qoasi certo que o n3o fez ba quinhenlos
milhbes de annos. Pelo que respeita ao
futuro, acrescenta: pode dizer-se com igual
certeza qae os habitantes da trra nao po-
dem continuar a gosar da luz e do calor
essenciaes i eua existencia anda muitos
milhes de annos, a menos qae baja no
grande deposito da creacSo fontes at agora
descondecidas de nos.
Mas esse glorioso astro, brilbante e im-
maculado olhos ns, nlo deixa de ter
suas manchas. Um dia, no comeco do s-
calo dcimo stimo, um observador hol-
tandez, Fabricius, examinando o sol com
auxilio de nm telescopio, eapanton-se de
ver orna mancha de consideravel dimensSo.
Qae seria aqoillo ? A principio suppoz
qoe fosse ama nnvem. Nao podendo con-
os
propnospara moderar o fulgor da loz so-
lar adioi) o exame, cojn o pai, par o dia
o dia seguinle a mancha mu-
dara de posicio e de forma. Tres das
camohra para a orla
ocddfMal do d.-:.. a entra apparecia ao
emvwa evi-
alargar-se,.inas de osdioao a paanmbra
que parece* invadi-lo o faaer dell muitas
partes ou snbmergi-lo, totalmente a&vaindo-
se depo s, elle proarao ponco a pouco.
Algumats se quebram com grande rapidez
por causa d seu o or rae voiurao, porque
muitas dnllas sao infiuiamen'.e mais extoo-^
sas que- os nossos continentes, terrestres.
O Sr. fflamunarion.cita ama de que se so--
parou.outfa maj pequea por urna opera-
cao anloga, da geraco fissipara. (jGom-
ptes rendus. vol. LXV1I, p. 90.) A cw--
racao de certas raanc'oas tpdavia conside-
ravel. Em 1729 vio-se una grande man-
cha persistir seis mezes no-disco soter ; em
184,OSchxvabe osluJou oatra que nao voi-
tou menos, de oilo vezes..
(Cctinuar-#-ha).
VARIEDLE
S. P\ULO. .
Sendo por deraais certo* como fcil de
comprehender-se, que ardua e oepinhosa
a miss3o de que, pela vootade >icha-
se encarregado todo o sacerdote oeste mun-
do, porque sendo, elle o ministro de Deus,
o enviado do Senhor, o dispensador dos
mysterirjs do co, por iaaoahsmo rigoro
smente obrigado com todas as torcas de
sua alma, com toda a erga""de sua von
tade, a defender os sagrados diretloe de
Deus perante o mundo, e a advogar a im-
portante causa da bumanidade parante o
mesmo Deus, nio menos certo, que ebeia
de continuos sacrificios e cercada de 13o
enorme reaponsabilidade a misso do sa-
cerdote parocho, por isso qoe, alm de ser
elle o defensor nato, o conservador um
sal e permanente da divina o!*ada redemp-
cjSp, o substituto do: Filho de Dens, on an-
tes bem, outro Chrislo, na phrase do pa-
triartba da Constantinopla, saceros atier
(rittus, assim como o todo o sacerdote
en geral, accresco ainda de nm modo todo
particular, toca Ihe mu de perto o impres-
cindivel dever de vigiar as almas como seo
cora, de dirigir as oveihas cono sen guia,
de instruir o rebanbo como seu bom e ex-
tremoso pastor, apartando-as continuada-
mente do mortfero veneno das doctrinas1
pestilenciaes e dos erros corrosivos, urnas
vezes com a palavra, e sempre com o eio-
quente e persuasivo di lo santo
exemplo, to encarecidamente, recommenda-
do pelo Filho de Deus.
V8 081 dever tSo iadeclinavel e de
Mas -precisamente nolempo eaa-qpao
sacerdote. pa*ocho ach>M enpenhaila aest
(remeada roa, que, rao grado 30UV e s
vezes somi oslar preparad, ello do sor-
preza assaltedo por ool/os inimigosv qoe,
nao sendo meaos temweis que os peiraeiros,
qder por. saa naturez*,.. qoer por seas per-
nicij6o< eSaitos, e nao daado treguas nem
ferias-.roissao satnica^ ojoe recehsram de
Salaaaz, e> pai da meatiravtornara .combate
enzarpicado, longo e-geraJ.
tes kmig*os de qoem agora wiso de-
clinar o none sao, era mais nem nenos :
ocrimnososeutimenle de desresgsito, o in
Dame espirito de calamaia, a vertiginosa sa-
aba de perseguicSo,. qae nos lempos qae
correio, mais do qoe nos tempo qae l se
foram sabem dessas sociedades secretas,
dessas associaces .tenebrosas, que coberlas
com. a capa da hypocrisia, lar.aam mao de
todos os raeios, envidara todos os eslorcos,
empregam a mentira, recorrer calumMa-,
com o fira de le-varon avann o seu mal-
volo intento, que perseguir os sacerdotes
fiis suamjsso, em geral,. os sacerdotes
paroedos era.particular, quando estes, em
cumprimeoto de om dos sagrados deveres
do seo miaisterio parocbiaft e oppondo se,
pelos meios. os mais lcitos e plaosiveis,
invaso dp mal, quero diaer, propaganda
maconico>protestanle, em nome de Deus,
grilam 2 Alerta t Alerta b caros irraSos I
- O voeso ioimigo bate s vossas portas, e
este ioimigo, que tambera o de Deus e de
sua divina igreja, essaassociaejio dos Mu-
minados>maconico-ntdicaes, vardadeiros lo-
bos vorazes, hypocritamente cobertos com
pellos -de cordeiroa.
Em face d) qoe fica expendido, e era
presenca do occorrido neste cidade no dia
t-de setembro do corrente anno, por occa-
siao ra installacSo da escote nocturna maco-
nioa, fica claro, que nao me seria possivel
escapar das ferias da toja America a das
diatribes do Correio FauHstano, mrmente
depois qoe esta doixou-se infeccionar do
radicalismo, verdadeira utopia da razio em
delirio ; e aquella sob o Intil pretexto do
ensino gratuilo, constiloio-se a propagadora
do prolflstantismo, verdadeira alhado. do
communismo e o socialismo como demons-
tra o Ilustre padre Perrone*.
& a opiniao publica catholica bem ter
observado, qae o Mirto inptrdoavel, o
erime estupendo que sobremaneira provo-
cou e excilou o rancor, as iras da loja Ame-
rica contra minha pessoa, foi por eu ter, no
sagrado exercicia de um direito que n30 se
me pode contestar e na qoalidade de viga-
ro 'desta cid.de, convidado o povo para um
terco s mesmas horas em qoe as pessoas
gradas, no dizer do Correio, deviam con-
vite do filiado Antonio Joaquim Martins da
Cunba, assistir abertura da escola noc-
turna protestante, qoe, aquel prixqui ce
so, almejava fazer sua estra nesta cidade
no dia Io de setembro prximo foturo, em
casa do referido filiado Martins da Cunta,
que na qoalidade de professor publico da
2* cadeira de primeiras lettraa deste cidade,
estrictamente obligado a ensinar aos seos
discpulos (de dia, ealenda-ee bem) ajioa-
trina catholica apostlica romana, a
qae o Eim, Sr, Dr, Cota Pinto, presidente
esse mesmo dia
e hi tlpo e ahi com voz es-
tridente e trmula, pintei ao povo com as
mais terriveis cores a maconaria como urna
cousa m em si, t que no pude dar ^H
fruetos. E conven nSo esquecer, que
envoita com semelb nte accnsacSo,
bem feita orna acre ceesura
catbolico povo francanf, que ^H i pouco
Ilustrad, no diaer do correspondente da
Reforma, ammetteu o graciss{mo peccado
de, protestando contra o embaste da hy-
pocrisia, ter desprezado o convite do dito
professor pobtieo, para ir matriz rezar um
urco e cantar as ladainhas da Sanlisshna
Virgem Maria.
Est ben visto, e salta aos albos de te-
dos que o Cerreto e a Ma insepavavel con-
panteira a loja America, ocnsandc*me como
cima ficou destarado, averam por eerto era
mira, assim eu ereio-, iennnciar-m ao pu-
bli o, como uro sacerdote inimigo ins-
Iruccao popular oppos*>a maconariV.
AS) qoe responrt^- declamando ao p*blico
caftolico que alm1 de ser gratuita, irrfnn
dada-, e rirei mesmo enfadenba semell)>nle
a&:o?3}ao' no qoe atiinenft instrucijao
poporaf, ella va i rolaado por nm plano in-
clinado' o sobra om terreno 5escorregadio
flno por sf mesrna se desfaz-, er p ir isso n3
merece a-mais ligeira defeze.
Porquamtbv noito erabora eo pense com
lberaiore^qoe convercdebellar a ^ciencia
perversa mais do que a ignorancia4,- por isso
uae, se ctitu toe esta embola (M^spirilo
e abata a qrjr>> elle aliinjs* a perfei(?Bo que
Ido possivefj Hiquesticaavelmecte mais
cerfe que aquella corromp; a alma oom o
maia lorpe d vicios, eleva-a'aom extremo
demaeiadmen pernicioso "r fnientr qui
dem vfRorantiorest $ed mum magit- per
versa seiencia. Ufa mentein' bonitate e
tituil, m'iedilqu&quomimts ptrfectionem-'a*-
sequatitr; kac morbo fmrpissim contamhtal,
atque c&exitum fmezhtm perttueit; entre-
tanto esposando a doalrina do nesmo pfe*-
losopdo. direi que auniaho em non espirito
a profunda- covcBo de qae a sociedadfe
jamis so.-i aquillo que pode & deve ser, e
legitimo pregresso, a- verdadeira rivilisacao;.
S*r3o oolms tanto problemas inscluvei,
desde o mftaaaoto enqne se 'preowever da
soaerficie do trra e tfeoir do seio-da socie-
dade a cclfeara e o deseavolvimanto da
scieocias e das artes ? pornaanto -evidente
qtio nestf hfpothese terianas uestarmundo
snacovil de fieras, uraeardwna de vboras,-
em logar de- ana sociedad de entes racio-
aaes, de urna reunio de hnmens; soaeta-
ti*perfectio, omhsqueeulttim ex scienHarum
artUtmque ezspfkatiow resnllat : h que
rvmoeis, non* tmm homwum conaregalio,
qtuunpotius luetra ferumtm haberenter.
Dita isto, e certo de que para aaa bom
encendedor neia palavra- basta creio ter
eaktido o mennwdo oVpenoar sob? a su-
bltmidade, importancia eneceosidade da ins-
trox;!- popular* a qoal para< qoe sej*o que
deve ser, par qae possa inspirar cotfianca,
predUBtr abundantes frustos e ser a segura
garanta de un> porvir lieongairrr, espew de
ser regulada 9*-dirigida de- conformidade
eos, as saluterea doutjioas do Evaogplho,
de qiien a legitina interpreta e verdadeira
guarda a igreja, e a igarej* se e nao o- Cor-
retecom o seo radicafemov e nena a loja
Anenea eom o-aeo paatntaatismo, cem
quem ne acho aa mais compteta divergen-
cia*, e pelo quemuito ne loavo, exalto de
alegri, e beiodigo a Dos.
Nio tem, pote,- raza o de ser a acaasaco
letta contra miaba pessooy petes illinain.rlos
(te.maeonismo protestaote, ajoando donan-
ciara-e ao publico corflo-ura sacerdot ini-
migo da instruicao pupular. E can fiada-
mente esparo qae a opiaiap peblica eailkolica
lazoodo-uie a devida jostican3o s^dtepen
sas-me-ha de espraiaj-me em seoelbante
defeza, sen3r>tembera eenvira comig en que
para accosac?ds taes como a que aaabo s.ifrer puf pacte da ta>a Amrica, era pro-
fondo silencio, um enrgica desprezo* equi-
valen mais apodicaca, deleza.
Pelo que respeita- ao segundo p*Mto da
referida aeeusac3o, dovo declarar qoe, n3o
fcendo miaba intenea encarregarsme do di-
zer neste momento qua* o concsjto que o
mondo catbolico deve fazer da maconaria,
para o diaer logo mais de um modo irrea,
pondivel neste presenl> artigo, contento-ms
por agora, com enunciar qoe,.procedente
pela maneira que proce, quaodo no refe-
rido dia 1." de sotembro proaunciei-me em
opposiceo maconaria, nao fiz. mais do que
cumprir um sagrado dever, qae sem da-
vida nao me sania possivel eximir-me sem
inarrer no desagrado de Daos, sem mere-
cer urna jusl e severa reprovacao da opi-
niao publica Galholica, e sem tornar me om
sacerdote indigno da con&anca e do e-oceito
do povo francano ; porqaanto, sendo boje
una verdade orthodoxa, que, catholico ne-
nfeura. seja. qual for sua. posico na socieda-
de, poda vi ver e morrea tranquillo na ma-
conaria, eu nao poda sem transigir com
Salan .a, ficar em silencio, e como nm esta
fermo cruzar os bseos, em pres-nca da
instaJte$5o da escola .nocturna raaoonico (ro-
testanle, que sob o. ftil pretexto de di se-
minar a luz do ensino gratuito aos ignoran-
tes, eslremece de desejo de, primeiro que
ludo, plantar no povo o indiferentismo re-
ligioso, descatholisando as familias, e pro-
testaotisando a mocidade, para mais tarde
na hora dada, e quan lo estiverem amontoa-
das todas as materias combustiveis, dar
lugar terrivei e medonha expl' s3ox que
ineviiavelmente nao deixar pedra sobre
pedra, oo magnifico edificio social j e per-
raitla-se-me qae de passagem eo diga que
nesse horroroso momento que, ao que
parece, se avizoha de nos, os governos, os
res que viraran costas Deus e tornaram-
se desleaes i igreja catholica, hio de chorar
amargamente tarde e mas boras, a sua
propria ruina, hao de pagar bem caro e
com descomraedida usara, as funestes con-
sequencias de sua moieza, e do criminoso
erro qoe h3o commettido, por tornarem-se
cmplice cota os obreiros do mal, o ap-
plaodidores dos encarnizados e sanhudos
inimigos da divina religi3o do Calvario, a
quem a sociedae deve lado qaamo ella
possue de grande, de nobre, de sublime e
da elevado, q-ier na ordem intelleclual,
qaer n ordem moral.
E' claro, pois, como a loz do meio dia.
que n3o tem raz3o de er a accus^c9o feita
contra minha pessoa, por parte da loja Ame-
rica, pelas razos upra declralas.
E te-lo-ha, por ventura, quaodo censura
povo francano, pelo gravissimo peccado
que alie coinraettera de, em vez de ir ap-
to pavo
\ mere
^ea cm
rao gra
acaba de diapensj
Na v,
vd manei/-
da Franca cons
cedor de ser sempre lotivf
Itestemunbo publico e sol^m
Irdade s salrteres e amorosas dontrinas da
igreja catholica apostlica romana, a qoem
elle ama e venera de tonfto; testmnnoraa
este qtie o torna credor das sympatdias dw
sincero catholicos e digan de ser imitado
por oultos povos. E persoada-se de am;f
vez para todo o sempre a Irja Amrica ma-
snica, Ter quem o rreio raaHefamo pa-
trono, tutor, carador oo come- em direito
meldor corrrier, que profundanen'e convic-
to, de qae a soeiedade nao r om parto,
orna prodoc{So da pobre raiserav
humana, porm, sim a realizarlo de om
peiment, dv* nm designio divino; como
bea* declara o padre Ventara de Iftolica,
de arndosa reccalac3o, convicto qwe n9>
pode*existir soeiedade sem religlSo. religlao-
sem wencas, creafa sem *, e f cooi o
direiin-de- duvidar de todo, isto cemo'c-
protthfcoiismo qner a negaeSo de teda; a
religi3o>, a deificac3o* da raz3o. indi vidual ,-e
por conseguate a cwagraco' da dolida'
universa? em religi3o^ em poiitfaa, em pbi--
lisophi, cam.< mui wnmente affirma o
erulito paa>eGaome, aperauadirJb, emfinr.-
qpe aqueWe j>oe n3o tiwr a igreja par m3r.
iwmra poderfi ter Deus por pai, como de-
clara Santo- Agostmbo, o catbolpjO povo-
fraocano est)-o empto estera firmernoseu
posto de honra, e jamis nanea descera de
sua elevada dlgftidade paracommetter a \\\
e execranda bafaeta <'e barganhar, a'teme-
Uianp de algttt/m, a sacrosanta e divisa re-
iigi3o d paz e de amor, fandada sobre o
Golgotaa cusa- de torrentes do preeiesis-
simo saogue da victima do Calvario, Jsus
Cbrista verdadeipa Deus e vsrdadeiro ho-
rnera, pelo contradictori \ e revolocioDario
protestaatismo, qae se leve por apostlos
Luthero- na Alleannba, Zuinslo na Suissa,
Calvmo en Franca Henrique flll na Ingla-
terra, te a loja America coma seu ensino
gratui o h,S. Paaio,. e o nestre Cunda
com sua cacla nocturna maconieana Franca/
'^ N o, o religioso pavo da Franca sempre-
ab'ncoad>e bem quisto de Deas, sempre-
lavorecido-e amado db-Santissina Virgem'
.Senbora d Conceigao,, padroeia desta ci-
dade, jmate representara- o redieulo e e-
hodo pape* que acaba de repressater* o fi-
liado da loja. America naconica, Antonio Joa-
qpim Martin da Cunba, qoe tendo ba bem
pouco tempav dado laoatras bem- sensiveis
(mas nao so sabe, se eam sinceridade) de
ser eatholico apostlico romano, .guando, no
saodoso tempo das mteses aqu pregadas
pelo mui dislincto e virtuoso laaarista o
o- padre Goilherme Vand Sandt, confessou-
se, recebeu a sagrada communhao, e o
Santo Sacramento do Ckrisma*, agora..
Coitedo I culpavelmente deslembrado, qae
assim como deas o Pa falla-nos pela bocea
de Deus o Fho, Deas o Filho falla-nos
pela bocea de Pedro e Pedro pela bocea de
Pie* do mesmo modo desobedecer- Pi
desobedecer - desobedecer Deus Filho, o desobede-
csr> Deus o Ribo desobeder > Deas o
PaiyJKartins da Cunda, digo, voliou coatas
igreja catholica por ooosegninte ae mes-
mo Deus, contento desfarcamento, com
tanta impudencia, qoe entre ootnas mil as-
nearas por elle proferidas contra a igreja
do Deus, apptrece por ser a menos crimi-
nosa, a seguate : que a igreja decente,
obra estupida e nesciamente en suas de-
hbaracoes.
E ser acredita vel que desta, jnaneira.
Martins da.Cunha possa continuar no em*
prego de professor publico da 2. cadeira
de primeiras lettras desta cidade ? No caso
de Martins da Cunha.continuar no magiste-
rio, apezar cte odio entranbavel que elle
vota igreja, isto por ventora nao ser
um insulto atirado nface do povo francano
que essenwalmente catholico, e qoe por
conseguate n3o pode transigir, com os em-
bustes de Martins da Cunba, e muilo mo-
hos ainda eom a osela notnrna maconica
cujo fim, reprovado e criminoso, nem
mais nem menos,, perverter os espirites e
corromper os corceas Aos, incautos ? Os
responsavois que. devem carregar com as
funestas consequencias de temando insulto
nio ser3o>. por ventura as autoridades, por
terera concedido autorisaijo para Martins
da Cunda,, de conformidade com a.loja Ame-
rica, leccionar na escoja noturna* isto en-
ensinar aos seas discipojos as criminosas
doulrinas do protestantismo, inimigo figada!
da religio catholica apostlica romana, qua
a relig)3o do povo francano ?
Nio previram ao menos ia. cotrfuso que
Martins da Cunha no goso de semelhante
faculdade, ha e impreterivelmenie aprotei-
tar o. ensejo para dar expaasao ao odio en-
tranbavel que elle vota i-rtligo catholica?
Por que razio antes de conceder a dita fa-
culdade m3o se mandn que o inspector do
districlo desli cidade passasse a dac-lbe
iatormacoes sobre o occorrido nesta cida-
no dia 1. do corrente anno, afim de assim
obrar-se com menos sof reguido e com mais
acert ?
Pobre provincia de S. Paulo ? Desgra-
nada sitoacio em qoe vivemos 1
Confiio moito na independencia de carc-
ter e na sinceridade catholica das familias
Trancanas, que nio se farad demorar em
protestar contra a hypocrisia de Martins da
Cunha, e contra essa fraquexa das .utoii-
dades, quem tomo a liberdade de acn-
selbar qoe tome tenia no qoe acaban de
fiazer em f'elacio instruccao e aotoiisacio
que acaban de dar, para Martins Ja Cu-
nha ensinar seus discpulos, de naute, na
escola nocturna maconica, as dontrinas do
protestantismo, sendo que Cunba obriga-
do a ensinar de dia, a doalrina catbolica-
apostolica romana.
E espero do muito digno inspector deste
districto, o Sr. lente Felisbino Antonio-
de Lima, qae saber emprogar sen xelo e
dedicacao bem do desenvolv ment da
doctrina christaa, tanto as esco
como particalares, impedindo
Cunha possa 'a^^^^^H
seus innocentes discpulos o odi
sao contra a religiio catholica api
mana.
ro-
TYP- PQ 01AW0
v.
C
k
u
>;
t-


Full Text
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