Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13054


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Full Text

.s

\
ASA ti
* meas* atfesiad'

Propriedade de Manoel FigTieira de Faria & Filhos.
A*9 ACaNVEM :
Os Srs. G*rar*a Aatonio Altes d Filhos, do Par ; Goncalvea & Pinto, no Maranhao ; Joagnim Jos de OBwlr, no Cear ; Anfoni de Lomos Braga, do Araca? ; Jlo Maria Julio Chaves, no Aett; Antoeio Marques da SUra, no Natal Jet
Pereira d'Atoeida, m Manunguape; Antonio Alexaodrino de Lima, na Parahyba; Antonio Jos Gene!, n Villa da Penha; Belannino dos Santos Bolea, em Santo Antao; Domingos Jos da Costa Braga,
ftm Naxareth ; Antonio Ferreira de Agotar, em Goyinna ; FraociDo Tavires da Costa, em Aljgoas ; Dr. Jos Martina Alves, na Baha ; e Jos Kbeiro Gasparinho no Rio de Janeiro.
PARTE MTHJIAL
Cetrera* <1 proa-Inda
EXPSeiEKTK DO DA 30 DR UBUHBltO.
Actos :
O presidenta da provinai, em vista do nffl-
-cio do Dr. ct da polica n. l,7i'l de B do cor-
ren!, resnlve exonerar a sea pedf-lo, Thomaz An-
tonio da Costa Pi-ientel do subdelega lq di frcgueza do Paco da Pioella
desla fidn
Conimonicou-se ao chefe.
9 presidente da provincia, alfemlendo o qoe
representan o alfere* Jos Pereira Lelte em peti-
za* documentada contra o snbdelogado, o 1* e o
* supplemvs do mesmo no dMneie do Ganh >ti-
ulio, termo de S. Bento. Joaquim Pedro Alexan-
Aqano Wira, por exeso e aboso de autoridade
o exerdeio dos respectiva cargos, e trndo a vis-
ta as inforinacfies do Dr. choto de policia e dele-
gad) do referido termo, esolve exonerar aqndles,
e mandar qoe sejam responsabilisados na forma
da le, pelo-juiz de direito da comarca, qnemse-
to enviados a qneixa edof amentos a ella snnexo*
e por copia, ditas nformagdes.
Fez-se o necessario expediente, e recommeodoa-
e o processo ao promotor public .
OfOcios :
Ao Exm. presidente de S. Paulo, acensando
a recepgio de dous exemplarea do relatorio, eom
que o Dr. Amonio Candido da Rocha passou a ad-
niioi-trrrao dessa provincia so Ia vice-presidente
consclheiro Vicente Pires da Molla.
Ao general commandante das armas, divo-
do que, para o governo imperial poder resolver s-
cerea do reqnerimento, em qne o soldado do ^
batalhio de infamara Francisco Gomes da Hora,
solicitara haixa e orna pem-in, compre qne a jama
medica, em execugai do aviso do ministerio da
guerra de 13 do corrent*. declare se a referida
praca poder com difflcudade on nao provsr os
meios de sita subsislaneia.
Ao chefe de poliei, dizende flear inteirado
de quanto expoz- acerca dn incendio do predio n.
44 da ra do Bario da Victoria, de propriedade
de Ghristian & frmio, onde tinham fabrica e foja
de chapeos, e que compre averiguar a causa do
incendio, proceden do as precisas diligencias, como
sajan) interrogatorio Christiani, as pessoas da fa-
milia dtste e da vsrahaaea, adra de se saber se
houve crimina lidado no acontecimento.
Ao mesoio inHrando-o de haver o vice con-
sol da Hespnhi, D. Juan Bussou, passado no dia
29 do correte o exercicio das respectiva fue
Tea ao vicecnsul interino D. Eoriqne Rodrigues
y Cao, e recommendando que recooheca este na-
quella qualfdade, dnrante ? ausencia do mesmo
vice-consu', como determina o aviso do ministerio
de estraogeiros de 27 de agosto ultimo.
Fez-se idntica eoromunleaeso as repartiese*
competentes.
Ae nv*rao, recommendando em cumprimen-
to do aviso do ministerio da justica de 10 de no-
vembro ultimo, a Del observancia, na parte qoe
Ihe tocar, do capitulo 5* seecao 7' do capitulo 14
do rgulamento n. 120 de 31 de Janeiro de 1842,
e outrosim qtm laca responsabilisar os careere-
ros que deixarem de cumprir risca os arts. 158
e 159 do citado rgulamento, on derem entrada
a algum preso em cumprimemo de sentenga sem
a apreseotagio e a transeripgao da respectiva
guia, exigida pelo ar'. 159.
Idnticos mutolis mutandis, aos juizes de dire-
to e munfeipaes da provincia.
Ao inspector da thesouraria de fzenda,
transmittindo para os flns convenientes, oito or-
dena, sendo seis d > thesouro nacional sob ns. 242
a 246, inclusive urna reservada, e duas do minis-
terio da guerra datada* de 15 e 22, bera como um
offieio da directora geral de rendas publicas de
47 deste mez.
Ao mesmo, declarando que, segundo consta
de aviso do ministerio da guerra de 21 do corren-
te, foi appravada a deliberacao que tomn a presi-
dencia, de mandar pagar a Jos Pereira de Al-
cantara do O' a quaotia de 3910510 rs., impor-
tancia dos concerns no qnartel das Cinco-Ponas.
Ao mesmo, comraunieando que por aviso do
ministerio do imperio do 21 do correle, foi ele-
vado a 3:000*000 o crelito de 1:500*000, conce-
dido em outro aviso de 17 de novembro ultime,
pela verbaPresidencias de provinciasdo exer-
cicio de 1870 a 1871, para acquisrcio de mobilia e
decoracao do palacio da presidencia.
Ao me"smo, remetiendo, para os devidos fias,
as portaras de diversos agentes eum ajndanle no
meados para os correios de Paoellas e Aguas-
Bellas.
Ao me-mo, prevenindoo de que o lente
do 2* batalhio de infataria, Joaqnira Cardoso de
Agoiare Souza, quem mandn se adiantar tres
mexes de sold, fj.i promovido por decreto de 12
de agesto ultimo, e nao receben abono segando in-
forma o general commandante das armas.
Ao provedor de capells e residuos do termo
desla capital, declarando em resposta ao seu offl-
co que o escrivao Galdino Temistocles Cabral de
Vaseonceilos deve reqnerer licenca a autoridade
eampetenle, e sendo concedida, proceda esse jnizo,
de conformidade com a le, quanto a substitair^ao
do mesmo escrivao dorante o seu impedimento.
Ao commandante do corpo ne policia, appro-
vando o engajamento do paisano Amonto Jos Se
Siqueira Barros Leite, se for apto.
Ao chefe da repartieo das obras publicas,
determinando qne sejam feit9 administrativamen-
te e com urgencia as aberturas de qnartos, caia-
dnras e pinturas no edificio do gymnasio provin-
cial, conforme o orcameoto, que remetteu, e orga-
nise novo plano para o lugar de recreio dos alum-
nos n'aqnelte es.abelecimeoto, bastando urna
conslruecSo ligera com tecto de zinco e columnas
de madetra.
Communico'i-se i thesoucana provincial.
Portara:
Ao gerente ia companhia pernambucana,
mandando dar oassagem de estado a r, at Pa-
rahyba, Ignacio Ferreira Serrano, Ia escriptura-
ro do conanlado d'aquella provincia.
Despachos :
Antonio Cyprimo da Silva Fragoso.Janto ao
offlco n. 826, valle ao Sr. Inspector da thesoura-
ria provincial para dizer e que se Ihe ofTerecer,
t;ado em vista o desla presidencia- de 22 do cor-
reme, qne mandou prorogar o contracto.
Abaixo assigoados marchantes da fregaezia do
Poco da Panella.A' cmara municipal qa capital
par informar.
Cariota Lacia de Brito.Informe o Sr. Dr. ebeje
de policia.
Francisco Gome* da Silva Saraiva.Informe o
Sr. r. chefe de policia. -
Baobarel Jos Elisio de Carvalho Cont.Infor-
me o Sr. regedor 4o gymnasio.
Julio Pan Ferreira.Informe o Sr. engenbeiro
chefe 'as obras publicas.
Baeharel Joo Uodrigues Chave.Passe poru-
a i^^^^^Br enea, sead um
cea ordenado.
Uaf^^^^^^H vfaranbio.-In-
torra strnc-
ci) BBBBBBBSl ^m ^
ispee-
"ver eonemido os trabalhoa da junta revisora ios
jurados do* termos da Sacada, sendo apurados
316 na lista geral a 119 na especial dos supplen-
tes.
31 ^
Acto:
O presdeme da provincia, conformaodo-se
com s .pro tosa do Dr. chefe de policia em offleio
n. 1732, de 30 do crreme, resolve nomear para
o Jngar f*m dw debtgado do tormo do flowfto, o
baeharel Jos Francisco de Goes e Vaseonceilos.
Communicou-se ao chefe de policia.
Officies
Ao inspector da thesonrana de fazenda, trans-
mittindo, para os devidos llhs, as patentas de no-
meaco do coronel Gualier Uartiniano de Aloncar
Araripe, par* commandante superior da guarda
nacin** o municipios de Cabrob, Ex o Sal-
Sueiro ; do tente-coronel Joio Carlos Bezerra
avaleinti. para commandante do batalhio. n. 40
de infamara da guarda nacional de Ipojnca, e do
capiao Odilon Anslriellano Brayner para cirur-
gio-mr do ommaodo superior do Bonito.
Ao mesmo, declarando qne, segando eonsm.
de aviso do minisierio da justica de 15 do corre-
te, Dio pode er autorisada a despeaa com a com-
pra d movis e reparos de que carece a caa em
qoe faoeciona o tribnnl'da relacAo, por nio hi-
ver na lei do orcamento vigente quota para ella.
Communicou-se ao eonselbeiro presidente do
tribunal.
Ao mesmo, pr*veoindo-o de que, segando
consta de aviso do ministerio da justica de 19 do
crreme, solieiton-se ao da fazenda o fazer ellec-
liv* e-dfoiribaicao dos 64:480* para a verbaHe-
Ucfl*, de conformidade com a tabella que acom-
paohon o aviso circular de 6 de julho do anno
passado, dedazindose, porm, a importancia do*
crditos, cajo anguento ja Wra autorisado pelos
avisos de 13 de julho a 5do agosto nlti nos.
Ai inspector da Ihesouratiaprovincial, mandan-
do adiaOtar professora de instruccio primaria
da fregoezia de Quipap, Liliosa Silveira de Oli-
veira e Silva, a quantia de 4004, observando-se
para esse Um o disposto no art. 25 da le n. 598
de 13 de raaio de 1864.
Ao mesmo, para fazer pagar os vencimeoto
relativos aos raezes de selembro novembro d'esle
rao, dos guardas nacionae destacados em Bar-
reiros, visto nao diaeor respectiva eollectoria de
meios para -tal Im.
Communcou-se ao commandante superior do
municipio de Agua-Prtta.
Ao juiz de direito da comarca do Rio For-
moso, para que informe sobre a cadea d'aquella
eidade. que, segundo participa o Dr. ohefe do po-
lica, fdra por sea estado de ruina arrombada, fu-
gindo dous criminosos que nella se achavam, e
bem afsim acerca do que expdo o delegado do
termo, dizeodo que nao encontra ah urna casa
particular no caso de ser adquirida para cadeia,
de conformidade com a autorisaeo dada pela pre-
sidencia. '
Ao da comarca de Olinda, recommendando
qoe responda eom a possivel brevidade airela-
macio de anligaidade feita pelo jniz de direito
Francisco de Farias Lemo-, e do qne trata a porta-
ra junta, do conselhiro presidente do supremo
tribunal do justiri.
Ao juiz d direito Pedro Camello Pessoa,
transmiuiodo a portara do eonselbeiro presidente
do supremo tribunal do justica. para que respon-
da, na parte que Ihe tocar, com a possivel brevi-
dado. acerca da reelamacao de antignidade, qoe
parante aquella tribunal apresentou o juiz de di-
reito Francisco de Aranjo Lima.
Idnticos, mutatis mutandu, ao jniz de direjto
do Cabo, Manoel Clementino Carneiro da Cunha,
e de Olinda Quiatino Jos de Miranda.
Ao commandenle superior da guarda na-
cional do municipio de Goyanna, devoiveado a
propbsta para oQkiaes do batalhao 13 de infama-
ra, que se refero o seu on"kio de 13 do corren-
te, por nolar-so o seguinle :
Acha-se pres.ichil i o posto da 1' alferes da 2
companhia. do dito batalhao por Joao Banti*ta Leo-
nardo Sodr, a respailo do quai se est ausente,
como diz a proposla, dave-sa proceder de confor-
midade com o decreto n. 3533, de 25 de novem-
bro 08^865, da'idose o mesmo relativamente ao
da 7a companhia, Henrique de Paula Fernandas
Babel lo.
A'ser alferes#_da o1 companhia Joao Gualberto
Pereira, e nao Jo Alves Bereoguer, segando de-
clara a proposta, accrescendo qnanto ao da 8* qne
em 1866 foi nomeado Vicente Farreira Nunes de
Paula em substituicao de Jos Tavares Pessoa de
Carvalho, como consta da matricula da secretaria
da presidencia.
Cumpre jus infirme se tve paricipacao ofi-
cial da nomeagao do alfares da 4a companhia,
Jooo Alves Tavares, e qne os alferes Eustaquio
Constantino Hedivivo e Henrique do Paula Ferrei-
ra Rabello, marque praso para dentro dello se
apaesenlarem fardados, communicando presi-
dencia o multado.
Despachos :
Francisco Joo de Barros Jnior.Passe porta-
ra na forma requerida,
Commendador Jos Jacomo Tasso.Informe o
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Jos Soares Monleiro.Junto ao requerimento
anterior, volte ao inspector da thesouraria do fa-
zenda para informar.
Joaquina Jos Rodrigues Jaoior.Informe o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Loarenco Laarentino Cesar de Menezes. Infor-
me o Sr. Dr. director geral interino da instrucgao
publica.
Maria Cindida Vilella.Informe o Dr. director
geral interino da instruccao pnblica.
BUBDtBNTS 00 aiCRKTARlO.
Oficio* :
Ao commandante superior da guarda nacio-
nal do Limoeiro, transmitiendo de ordsm da pre-
sidencia, a patente do major Jos l'olycarpo de
Freitas, alim de ser ao mesmo oniregae.
Ao secretario do goveroo da provincia de
Malto-Grosso, dizeodo ficar aciente de haver no dia
31 de outubro ultimo, prestado juramento e entra-
do no exercicio do seu emprego.
A Francisco Marra Duprat, eommunicando de
ordem da presidencia, que segundo coosla de avi-
so do ministerio da agri ;ultura de 17 do correa-
te, nao pJe sor autorisada a assignatira de dous
a tres mil ejemplares do peridico Brasil Agr-
cola.
Repartidlo da polica.
2.a seecao.Secretara da policia da provincia]
de Peroambueo, 8 de Janeiro d 1871.
N. 13.Illm. e Exm. Sr. Levo ao conheci-
mento de V. Exc. qne, segundo consta das parii-
cipaopes rocebidaa boje n'esta reparHejto, foram
honiem recolbidos i casa de delengo os seguimos
individuos:
A' miaba ordem os e*cravos Joio, Lzaro, Fe-
lippe, Severiano, Amaro e Rayraundo, o de pro-
priedade de Lniz Antonio Annes Jacome, o f de
Eduardo Antonio de Miranda, o 3* de Bernardioo
Gomes de Carvalho, o 4a de Antonio Pinto Farrea-
ra, 0 8* de Joo Carlos Bastos de Oliveira,
ultimo de Vieira Baptista, por desordem.
A' ordem do subdelegado de Santo Antonio,
Simio Jos Correa, como indiciado em crime de
furto, e Luis Jos do Naseimeoio, por disturbios.
ordem do de S. Jos, M >vo de Ig-
nacio Paul Manoel Tib aze-
Monie, lfaei Belarmiao dos Santos, Aoceto Fran^
Joio Arsenio Sabor
Espirito Santo, Amnelo Francisco das Chagas,
Joao Francisco das Clngas, por desordem
A' ordem do da Boavsta, Mariano dos Santos
por desordena.
Dos guarde i V. Exc.
IHm. e Exm. Sr. conselhejtu Diflgo Velho Caval
einte de Albuqoerque, presidente da provincia.
O chefe de policia, Luiz Antonio Fernandas P-
n&iro.
-
DIARIO DE PERNAMBCO
Retrospeeto poltico to asmo
de 18e*.
nansa.
(Continaacao)
Estas questdes tinham fleado indeiisas, qur
depois do stnatus consultus de 8 de seterabro do
1869, qur dapois ro3mo da organlsa^ao do gabi-
nete de 2 de Janeiro, qne tanta luz taneou ni pol-
tica imperial. Ellas eram ootras tanta* somoras
para as discassoes do corpo legislativo, e o sena-
do as presflna e temia-as ao mesmo lempo, vis-
to como ellas pesavam sobre o espirito publico,
que, na sua impaciencia lgica, linha presja de
ver chegar essa reforma assignalada cojo antooe-
leuda.
Imprimir um carcter dedaitivo s reformas po-
lticas j realisadas ; restringir as disposieSes ver-
daderamente constluclonaes ao etrietamente ne-
eos*ario, collocando essas diposic5es fuadamen-
(aes sob a sanecio de plebiscito,on antea,dando i
naci o poder conslituinte ; coltoear Indo'o mais
na aleada das lea ordinarti; fazer do senado urna
cmara alta que partilhasse cbm a ontra assem-
bla todas as allribnicSes legislativas ; tal foi o
objeeto mltiplo da obra de qne o imperador In-
cumbi o guarda dos sellos, e eujo plano era tra-
cado na cart do 21 de marc\ I
No conselho de ministros houveram longos de-
bales proposito de*se senalns-consuUiu, e, de-
pois de nma laboriosa deliberacao, assemon-se no
projecto que 28 de marco o guarda dos u los
leu no senado, e que elle commentou em ama bri-
Ihante exposicao de motivos. Mr. Olivler nio po-
da melhor fallar e acooselhar a essa asserobla a
sua propria execneao do que o fez offerecendo at
aos mals raelancholicos senadore o etemplo d
Polybo, Aristteles, Parqja, Paulo Sarpi e Jos de
Maisire.
fi flm de comas era esse um novo passo da re-
velucao pacifica e liberal que so verilljava, e do
qual desprebia-se a constituido de 1870, fazendj
desapparecer a de 1852, emhora om membro da
opposigio declarasse qne era s*o um esforco su-
premo do poder pessoal para se concentrar e re-
erguer.
O que fado qne, depeito dawmperfei-
c5js que ainda cominha, essa constituieio era um
progresso definitivo, e realsava as condice* es-
enciaes de um governo livre, sobreludo pla de-jtQ Sr
* peafc ilo morle, a asse projecto fui enviado s
commiisbes, por i 12 vol a- contra 97.
Essa remessa a commssao Iraportava nma mor
tVssa^revolta de operarios indo pareca mysie-
sa pOde conhecer a son cansa, quo to-
la ames poltica, do qne econmica.
certu, urna exigencia de augmento
ea produzio, nem liopooeo nenboraa
idminlslracao; e a sna existencia,pren-
Im plano geral, qneNtendia-se mnito*
ndustriosos, sem dnvida manejados por
ajila orea poli leos e para lns pohteos.
* grtn e<:euJ8raia-ia por diverio deprta-
nlos, e isso canswi seras apprehensSes ao es-
ito publico, de ordinario sempre vido d'ellas e
Mrloso de se oocupar de tudo^ue iraz am cuoho
tais ou menos mysterioso.
Foi por esse lempo qne o alto tribunal da jasti-
cajalgou o prin:ipe Napoleao eompromeitido no
-aasassinalo da Auteo, absolveodo-o; e foi essa
ama variante pira as dijcussow mterminaveU da
Maprensa.
A poltica, eujo ded iniervinha em tndo, n'essa
poca rse tiOba env.ivilo m% oegodos de Autouil e
Cronsot, Uinbtm ingiri se nos negocios da
Academia, e foi por i**o que abi se declarou que
ella discutira em plana libertarte de snas sessoes
os*titnlos dos eandiditos s cinco cadelras vagas
pMa morte do* varom conspicuos que as oceupa-
rara, e que eram os 9rs. do Lamartine, Saint Bao
&de Pongerville, duqne de 8rglie e de Monta-
ban. A batalha trivou-se, 3 ai aventuras d)
escrutinio Acarara secretas, como pedia a boa po-
ltica, que indicava algn* o nomedo guirta dos
sellos para am d>s lugares vagos.
Servio isto de mai* una variante para as dis-
cnssSes da imprensa, qne pergnntava impaciente
iioaes os ttulos do Sr. Ohtier para occopar esse
lagar, e se esses ttulos pounia o* ello antes de
ser ministro do imperador. Em todo caso parece
que o desejo da academia era antes oasodo da
posicio polica do candidati.oo que de*seos mu-
los scientiflos e do sen talento oratorio, visto
como ante* dKso o nome do guarda dos sello* nio
lora tembrado para a academia.
A questao do Schleswig Holsleio, que tanto in
teressava Franca e s outras potencias signata-
rias do tratado da Praga, tambera Uve o sen mo-
mento de diicusso. quando, i de aiarc", decla-
ron o Sr. de Bismark ao em bailador da Franca
em Berlim, que a Prus*ia esta va resolvlda respei-
lar todas as esiipulacdes do referid) tratado, mas
que nao repelliria os estados da Alleinanha do Sul,
se elles quizessem entrar para a eonfeteracio do
norte.
Esta promessa, p>ra,*a, nunca foi cumprida no
qnedizia remeito ai Soktoswhf, deipeito da jus-
tica da causa da Dinamarca e das reclamacoes
da* potencia* siga tariis do tratado de Praga. A
Prussia bi protelindo essa clausula constante-
ment, e ainJs hija ella latir mora no tratado
de Praga.
. So pirlamanto francez, 'essi occilie, traton-
se de assqmpto ni) menos imeressanle,' o'qite di-
zia respailo ao progre3*o real para a hamanidade.
10 Sr Julio Simn apresentou um projecto abolindo
sapparieao 'lo poder eonstvfojpte ijn9tm49 t\0toj*mk ilo morte, a asse projecto foi
igualdane das doas cmaras, o que o caracte-
rstico do noM-comulfus d 28 de mwc>._
Para t-ido o espirito rellaclido a desapparieio do
poder constiluint e a transformacio do senado
era urna indecllnavel consequencia do* ltimos
acontecimentos. A' este respeto nao podiam ha-
ver duas opiniSes, dosdeqoe fiiraeneelado o regi-
taen parlamentar, visto como nao teria roavel
explicieao n'ama redniio de instituicoes livres o
funecionamento de uma'assembla especialmente
volada procreaQio eonstithinte por, m*io do se-
natus-consultus e sem o dimito de-confecdonar
urna lei.
Como conciliar, na verdade,.e*se poder irrespon-
savol, ora inerte, ora exorbitante, com um poder
ministerial raponsavel, sahil) de urai asscmbla
popular e apoiado em urna maioria vivaz e acti-
va? Como mover essa machina, sem que houvos-
se.uma explosao ao primeiro ?asso t
Dorante vinte annos teve o senado francez esse
poder conslituinte, e delle nao Ibe resultou gloria
alguma, visto como nada elle produzio que o Illas-
trasse, e ludo qianto fez f j por acto de inicia*
tiva alheia. Nao foi isso devirto ao proprio sena-
do, sem dnvida; mas sim sua mesmi razio de
ser, ao papel extraordinario quo Ihe foi imposto
Foi essa mesma a opiniio de quasi toda'a im-
prensa franceza que se pronnnciou favorivel-
mente ao senalus-consultus de 28 de marco, aja
integra a seguinle :
1." O poder conslituinte volvn naci
2.a O imperador, em virlude do art. 5 da con* 'obnieo possivel. A carta que o imperador diri
tituiclo, conserva o direito de chamamenlo ao ci
tado direito conslituinte ;
3.a O poder legislativo divide-se entre o senado
e o corpo legislativo ;
4.a O senado ter a iniciativa das leis, do mes-
mo modo que o corpo legislativo ; mas as leis so-
bre imposto* serio irameiataraenie submeltidas
este ultimo corpo;
5. O numero de senadores (lea reduzid i duas
tercas partes do dos deputado*;
6.a O imperador nao poder nomear mais de 20
senadores por anno.
Esse poder constiluint que volve naci, esse
ni/uj-consuf/iM, emfim, implicava urna derroga-
cio do art. 33 da constituieio de 1852, que aotori-
sava e ju-tifleava qualqaer medida extraordinaria,
tomada pelo imperador e pelo senado no caso da
urna dissolucao da cmara electiva, eestabelecia,
porianto, urna dictadura justificada anticipada-
mente.
Entretanto, essa nova constluicio, qae bnscava
alliar o imperio com a liberdade, e qae foi assim
dada sob una forma restricta, cominha defeitoe
e at inconsequencias, embera fosse nm grande,
am immenso progresso.
O seu maior defeito era esse appello constante
ao plebiscito, que s o imperador poda provocar.
O senalus-consultus consagra va o imperio, e do-
clarava que o imperador era o chefe do estado, e
como tal tmha todas as prerogalivas do supremo
poder execulivo. Mas o imperador Jesde eolio
era um soberano constitucional, ia ter junto si
duas assembias-, sem as quaes nada poda fazer,
e linha um ministerio responsavel cora um papel
natural e decisivo nos grandes negocios do esta-
do ; como explicar, pois, ese appello ao plebis-
cito?
Poderia elle asar desse direito s por si, sera o
concurso das assembias e sem o apoto do minis-
ierio, tirado da maioria de moa cmara legislativa
eleita pelo povo?
Se poda usar, era desneemsario tlo incluido
na constituico, porque nm soberano pode sem-
pre usar do appeito ao povo por sua propria can-
ta, sugeitando-se aos riscos e pergos dos golpes
de estado e das revoluedes.
Se nio podia usar deesa direito, sem accordo
de todos oe poderes pblicos, por que eolio nao
foi isso expraasamente declarado ?
Foram eesaa principalmente as davidas o os re-
'itituicao. que to-
da liberal na imprensa a n
Se easa dtseussao gerava desgostos, nao os
rava menos ontra ordem de faetoe bem signi
tiva que ia pela Franca. Qotremas
grites, o especialmente da reprodcelo
vi lug r na Creas I
Algunas iojnae.li dopoie da primeva, que not
ir '.'- dra^ a ser neniaada, rebealoa neu se-
to an'.Pcipad;i do projecto, *o por uso a disca-so
adianioa se em mostrar todos os benfico* e sala-
tares resaltados que provriam Frang, se ella
adoptasse a medida proposta pelo Sr. Julio Simn,
proposta quo ja lei em varios paizes, que nio
team a preienoao de marcharem na vanguarda da
civilisacio como a Franca. -
*Em todo caso um fado significativo ficou regis-
trado nos anote* do parlamento francez : foi esse
numero elevad) de vJlos qne obteveo projecto em
sea favor, e qoe proya que a id*a da ahal:cio da
pena de morle faz progressos em Franca, onde
talv.z muito brevemente nao seia a mais negra pa
gina do cdigo penal, como ainfa hoje em mui-
tos outro* paizjs, a vergonha da sociedade e_o
maior alternad) contra os foros j\ dvilisacio
moderna.
O que sa passava em Franca, por esse terapo,
com referencia poltica, tioha um qur qae f >sse
do assoubroso, qaa attrahia toda.* a* vistas para
ella. A paixaj) da lgica e' do drama arrastava-a,
e das diBenl Jadas secretas do momento, lodo*, go-
veroo e opposico, faziam brotar a centelha para
determinar a exptosao
Durante algumas semana?, todo* os oegocios ti-
veram ama certo tregoa, o repousaram no seio da
confia-jija ; o minUterio de 2 de Janeiro pareca
mai* do que nunca ao abrigo de qual )uer amea-
ca, e tmha por sj o sentiraento publico, que o dizia
gira no guarda dos sello* iucumbiudo-o do senatns
consultus juntamente co;n os seu* collegas, era
consilerada. apezar de seus defeitos, como urna
rialisacao snfcieole das condijdes essendaes de
um rgimen de liberdade parlamentar. Todosjulga-
vam ter dobrado o cabo das tormentas e ter toca
do e o ierra firmo, onde poderiam se oceupar dos
oegocios do paiz.
Nao foi, porm, assim. Em poueo lempo a face
das cousas mudou completamente.
Qnando~ menos so esperava, a proposicio de um
plebiscito rebeatou como urna bomba fulminante
e langon o susto por toda a parte.
0 ministerio abalou-se e baqneou em parte ;
as animosidades despartaram-se mais vivas e
crueis ; o corpo ligislativo descoocer.oa-se e o
senado apreseateu seu trabalbo de reforma cons-
litiicional em urna atmosphera eheiade tampesti
des. A potinca retomen sen larader laborioso
e obscuro, e os e>piritos lancaram-ie n'nraaimpe-
luo-a va de desconfiancas e perterbacoes.
A eaasa de tulo isso era o plebiscito, isto a
proposta de submettr a reforma constitucional
ratiticagio do suffragio universal.
Qual a causa d'essa resolacio, era. a primeira
porgnnta que se fazia. D'onde veio esse peosa-
ment ? 4ob qae lmpressio produzio-se elle ?
, Um appello ao povo sem dnvida um acto ou-
sado e grandioso, mas isso ni) era noNpotivo
para que se jnroeasse esse supremo voto sem ama
evidente necessidade, e essa necessdade nio esla-
va, nem era possivel ser demonstrada.
Nio *e pensou n'u n plebiscito quando, nos an-
nos anteriores; flxeram-se reformas, que nio esta-
vam nem na lettra nem no espirito da constitui-
r-) ; nao te pensou nisso dapois das eleicdes da
1869, quando o imperador responden interpella-
cao dos 116 p;!a mensagem de 12 de julho, nem
lio pouco se pensou n'iaSo por occasiio do sena
tus consultus de 8 de selembro. Tambem nio se
pensou nisso quando se apresentoa o ultimo M*a-
lus-consultus reformando a constitnicao, por uso
que, segundo as declaragoes de guarda do* sellos,
tinba-se tratado de combinar os artigo* da nova
titaicia, de modo i nio chocar directamente
o plebiscito, qoe fundou o rgimen imperialista
de entio.
1 avocar, por tanto, a necessidade de nm plebis-
era nada menos do qae coofessar indirecta-
raeoi'i se tinba o dimito de Uur o qne
nos meza* anteriores, o qne os sen-
os.do paiz nio eslavara, anda manifestados
ra-se consultar o novo e perguntar-lhe se
ra a constituieio liberal de 1870 constitu
ta^tSaSfia de 1852 l Man entio o qne sigoift
ts no correr de nm- auno
^Htam os (Unios mornes do
Uta ? I *'*
ir-se d'ess plebis-
a arena poltica, era
feilo at enano, reduzia-se
raples.plebiscito eccasio-
rtoao, opaco, valor tarta, iaao ;

mas havendo pra principio inscripto na constlioi-
Sio, qne ficava de p, como ama forea indepen-
ite, e como orna ameaca sem are suspensa dat
mae do imperador, mudava o oaso de ligara, e
esse plebiscito devia ser considerado, como foi,
como orna contra-reforma, ou peh> menos como
ama probabilidade para umaOolta ao amigo r-
gimen.
Esuva por-tanto demonstrado, de nm modo da
roe preciao,que honva lira oceulto em consa-
grar n'uma constituieio liberal esse direito de
appeflo ao povo que exista n'ama constiiuQ\o
autoritaria. Sem duvida elle nio podia ter nem
o mesmo carcter nem o mesmo alcaac qne o de
ootr'ora, visto como havia entio -aro ministerio
reeponsavel, sera coto concurso nm acto do sobe-
rano nao seria mais do que nma ressurreieio dic
tatorisl ;
estranha
ma CMstitugio
lares de consoii
trahalhava -se por fundar governo do
paiz.
Se o imperador quera conservar sen carcter
de soberano eleilo e deixar na constitnicio nm
traco de sua orgem popular, transtat ; mas en-
tio par que serva esse artigo final Aosenatus-
consultus, no qual se declarava qne, umi vez vo-
lada a oonslitoicio, nio poderia ser mais altera-
da seno pelo povo, mediante nma proposicio do
imperador ? Que motivo havia para subtrahir-se
um acto lio grave, eomo nma reforma da consti-
tuieio, deliberacao reflectad i de lodosos poderes
publico* ?
la es eram as apprenensdes raso* veis do povo
francez, apprehentes qne acharam echo no par-
lmanlo e na imprensa, quando se iratou de su-
getar sanecio de um plebiscito a non consli-
juicio tracida pelo ultimo senalus consultus.
U gabinete de 2 de Janeiro ehegon ao plebisci-
to, sem o saber, por unf dedive natural, por nma
espacie de consequencia fergada do sysleraa por
elle seguido, minisierio linha resolvido vencer
todas as diOiculdade* e ganhar mutas batalhas
parlamentares, sera todava curar de bem firmar-
se n'um terreno solido. Elle leve realmente das
mu felizes e ganhou muitos loaros no parlamen
lo ; roas qne utilidade tiren elle das commissQei
que eoesegnio eleger.
Entre estas baria nma incumb la de organsar
nm plano de reforma municipal de Pars. Essa
commiisio fez o seu trabalbo ; mas p qae aeoa-
tecea na occasiio da votagao ? O projecto foi re-
geitado /
A comnissio de descentralisagio tambem sof-
freujseu* revezes. Ella devido-se naqnesiio da no-
meagio dos tnmres : uns qaeriam qne a nomeagao
desees fuucconarios fosse feila pelo governo, ou-
tras par eleigao. O systema da eleigio triumpbou
por grande maioria mas surgiram as difficalda-
des praticas dessa eleigio, e por flm de comas o
ministro, me devia ter. oonueado por ahi, reto-
mando I MStplira, parecen disposto a a presentar
nma, lei que maierla provisoriamente i adminis-
tragan o direito de nomear os maires.
Foi aeslra qoe o ministerio riven ame laboriosa
vida, da expedientas, intando contra as diflcuHa-
des da situagio e raantenJo-se aniel pela palavra
do que pelas obras, mais pla seduego do qne
pela autoridade. Foi assim qae elle chegoa ao
plebiscito, sem se sentir, como om ultimo expe-
diente. Elle jnlgou sem duvida praticar um acto
simples, decisivo e proprio a aclarar a sjtuagio.
Infelizmente enganou-se completamente em duas
coasas. Elle ergueu com mi bastante firme ou
fr&ca essa qnestio ao direito plebiscitario e de'tal
forma que ferio-ss mesmo e sentio-se desde
logo abafado pela retirada de Mr. Buffet seguida
da do conde Daru, da sorle qae appareceu no ho-
risoote poltico um plebiscito de mais e dous mi-
nistros de menos.
Por esse lempo oceupava j a attengio publica
da Europa a questio da infallibilidade do papa ;
e a Franca, se nio fosse o seu plebiscito, oceupar-
se-hia mais do que se oceupou com a qaestio desse
oatro plebisciio-sui geAeris, qne devia ter e teve
com effeto lagar era Boma, concedendo a infallibi-
lidade ao successor de S. Pedro.
Fui lambem por esse lempo qae a academia
franceza preencb.au am sea seio os lagares vagos
pela more. de Lamartine e Sainte-Beuve, nomean-
do o> Srs. Emilio Olivier, guarda dos sellos do ra-
peri), e o folhetiosta Julio Jauin, para oceupa-
rem esses lugares.
A academia nio trepdou em dar esse passo que
levou o Sr. Oiivier ao seu seio, despeito da opi-
niio, que se manifestou em sentido contrario, e do
amor proprio do ministro, qae devia chocar-se pe-
lo fado de ser esedhido o poltico de preferencia
ao hornera de ledras.
Era essa a poltica da academia : cumprio-se o
seu voto.
Foi ainda por esse lempo que appareceram af-
iliados as esquinas das principaes ras de Pars
varios pasqun* incitando o povo urna revolta,
se at o dia 10 de abril o governo nio tomasse cer-
tas medidas nelles annuaciados.
A polica poi-se em campo para descubrir os
autores da conspiragio, e fez algaraas pri35es pre-
ventivas.
Fe i finalmente por esse tempo que apparece-
ram disturbios na escola de medicina, por eausa da
deelaragio do Dr. Tardieu, no processo do princi-
pe Napoleio. A faculdade de medicina resolveu,
porm, encerrar por algum tempo o* trabalhos es-
colares e os tumultos cessaram.
A magna queslio do plebiscito dominava a si-
tuagio. Todos os espirito* cogita vam do resaltado
desse appello ao povo,'todo o mundo seint ressa-
va no assumpto.
O senado expedo a nova constituieio e o go-
verno apressou-se em pubisr a formula do ple-
biscito.
Depois da'proclamagao do imperador lodos os
francaze*. es magao ministerial sob a apparencia modestissima
de urna circular dirigida todos os funccionaros
do imperio, e a essa circular eollectiva seguio-se
urna carta sentimealal e poltica do Sr. E. Olivier,
aos habitantes do Var que o elegerara deputado.
Em frente e aos lados do governo os partidos se
interrogaran! e anmaram-se para a lata, organi-
saram-se commissdes, a a propaganda sob todas
as formas apaderon-se da Franca.
O prologo do grande drama tinba comegado no
palacio do senado 20 de abril. Dous on tres
das apenas de urna discassao senfeffervesceacia?
tinham bastado para a sua conclasio. A veltu
assembla nao quiz embaragar a marcha rpida
dos acooteeimentos.
O plebiscito foi marcado para o dia 8 de maio.
a cmara temporaria a discussio foi immensa-
reenle agitada. Alm do manifest da esquerda.
appareceram tambora manifest
do centro esqnerdo e do
_
de voto. O partido republicano
toado este
Algn* ornees aeonselti
lacio, e algnns j
gir um manifest esotra o^^^^BI
O Sr. de Lagberrooire snstemon n
plebiscito, e disse:
c E" predio nao qoo a Franca sej
< que a Europa acredita na tu
exit
ga debilitada pal
HalSBB^BCSja reVol
A abstengao i votacio, apreftwda ekrade .
systema, equivala i rfacjio
que ella corapleuva. E avia razio
ra responder pala negativa. 2
Era com effsiio un asea rio e
da consiluigao esse appeito ao poro,
snprena da dictadura, e bera*%* o
xado ao imperador de jeMe prepir ao anea
visdes da constituieio. laso exista ao
redi-
consultus e fra melbor qne l L
cripto ; mas isso nio era razio para an* Bwpti-
va, que mporiava dizer nJ, Franca >*> mmn
bs rtfomas intreiuzidas, p$h fmt aV nm wroa
ellas cmplelas.
Bem considerado a naci, era
reside sempre a uberania, liaba o Wo o i
lar esse direito plebisdurio qoe lesjava a >
Um ana as* as rtfr-
slakae e 1851, e i*o *>
de 18t fosse no atmin la-
que motivasse a intarpaMeeie m ltS,p>
de
quemes aconteciatento*. Portaato, coavialM n*
pouder sim inlerrogagio govtvnaoiMial, nwr-
vando-se a naci o direito de cooapietar as refcr-
mas, eomo j linha usado do de as provocar ptU
inierpeHaco da 116.
A' essa qnesiio do plebiedlo lifarana se avadas
(ementa por tacos polticos oe alirirafloi ia-
dustriaes de qae loi a Franca theatre asis de ans
vez no correr do aneo Ando. A* rtm asaMttb-
earam-se. Em Pars constituram-ec ees grtro e
operarios da casa Pial e quasi todo* es da na
de Calle. Em Tourchambaull tambis resesu
ontra frene.
Esses movimenlos nada tinham das mritn erJ-
narias para as quaes sobra vam s vasas raaiei tm
operarios, e quasi sempre eraos icalmaae ceas
pequeas concessdes feilaa petes fabricaste* e sr*
primarios do* e*ubelecirosMos cade se raMaMei*
vam. Os que u'veram logar ao lampo esa ajaj o
plebiscito agitova o* espirito*, tirara da fsram di-
versa e generalsaram-se como nasa evtdaats **-
monstracao poltica. No Cronsot, entre es asara-
ros de Monlhuzon, Commentry e Fortsrua, sa ri-
dade de Laval, em Narbona. em Santo Eaivvis, sai
Tonrnon e n'ontros muitos pontos, a* grve* br i .
segurado sea curso natural, e ifaado-se entre -
por um fio commum, por umi i
cenle ou inconsciente para os i _
O* operarios eram minMnilaiasat* se'
desses noximentos, cojos ffeitos erara. saraijFJBr
as industrias francesas e datperdicar loase as l*r-
cas, toda a anividade, todos os jalare na* e loeV >
bem estar dessas classee laboriosas. Se c terr.
nio fosse Tundido em Parla, se-lo-bia aa Betejica ;
se o panno nio fosse tecido em Lyon, se-to-ha na
Inglaterra ; mas que iraportava isso ao* agitad
res? Para ellas a qnestio era o san fea twMie-.
embora soffresse a industria Iraaeeza, estbora bes*
votada aos horrores da miseria toda essa a llvelo
de homens que se oceupava dos asiste res da fcs-
d asina.
0 plebiscito, destinado a consagrar em Frasea a
imperio hereditario, nao poda levar se i cabo se i.
o concurso do drcumsUneia* extraordiaariis. Rv
momelo decisivo do poro e decidir a dizer sJat
ou nSo descobrtram-se tres ronspiragdas, latas eaa
conunuagio da conspiragi) de junhj de 69.
A primeira leve -por autor preeamptivo ana
ex-otncisl subalterno desert r no estrangsiro, chu-
mado Baanry. O homem foi preso por desaacia Je
urna rameira ; levava nm revolver carrspds, e
nio houve solugao mai* curial do qne declarar aue
o revolver era destinado a matar o imperador, e
qne obra va segando as ordena de Floores*.
Asegunda conspiragio foi abada mais grave; loi
o descobrmento de urnas bombas Orsist, aperfei-
goadas, com um poder terrivel, coa ejas ee esas-
piradores deviam fizer sallar Pars, egnao aSSr-
raou o Moniteur
A terceira conspiragio, menos aefaida, rasa da
mais largo* alcance, linba, segando ahVmon a poli-
cia, ramificagSes em toda a sociedade. Os euajn-
rados eram rnembros da asseciagio iniernariesai
dos operarios, inimlgos jurados da familia, ia er-
dem e da propriedade.
Das tres conspiracoas desoctas fes a solfea
ama so, e prenden todos ossuspeilos; tanto en
Pars, como nos departamentos a pe liria presaren.
visitoueameagoo: tolos os que mriraram es*a*& s
anti-bonapartistas foram posto* debaixo do gxato
de urna ordem de prisio.
No raeio de todas essas penpeci.^ de ns* gran 1
drama agitou-se a I uta vaga e incoherente catre
que exista e nma revolugao radical, rindo atsal *
conceolrar-se no duello decisivo entre es atas e >-
no, e nesse duello mltiplo, terrivel, foi o nds a* -.
foi decidido e soberanamente vencido, no du 8 ..
maio.
7,350,00<) sim apnrovaram aa reforma* it.trod;-
zidas; o os 149,000 rotos negativos de Par* e *
15,000 de Bordeaox, nada poderara cor.lra e*-
torrente em que Pars figurn com 111,000 sim
Bordeaux com 10,000. *
Foi isso sem dnvida nma victoria para o govrr
no; mas foi tambem evideniemcule o reparti d >
meios e do* process)s revolseionarioa, e a dern t
de todos aquellos que vivam imbuidos em a -
violentas polmicas, pensando qne expriman
pensamenlo da Franga, e qne deixaram-se cegar
ao ponto de trabalharem pelo trinmpao lo gos -
no, snpponio que trabalbavam pelo sen liiurapio.
De qnalquer forma o patudo radical peieyj-u
ama triste campanba, qne-se terminan o'arsa
amarga decepgio, e a esqnerda parlad*talar ofrru
as couse juenclas dos erros da sus poblici.
Xo dia em qne se elevou a qaestio do pkVui
lo, a mais hbil poltica eslava evidememeni
bem escolher a posigio no combate, e a e.-quard
nio o souba fazer, e consnrvon-se aoiseo'L*
suasbesitagSeS, deyaas duridas e de lodos o*_a
escrpulos. Era claro qae levando a qne*t
ponto de um duell > entre o imperio c a repastic.*
dava-se ganho de causa ao governo, e fu o aja
fez a esquerda Por isso acontecen que os dei>a-
Udos Grevy, Julio Simn e Ernesto Picaril, qn* ti-
nham sido eleitos por grande maioria no aan-i sa-
tenor, virara-se abandonad s por maules daqosae*
que Ihederam seas votos, donde se pode coadssr
que esses eleilores tinham escomido es seas saaa-
datarios como liberaes e promotores de nf .nsa-
progressistas, e nio para esubetocer orna qae*U>
de vida on de morte entre- o imperio e a repaz-
ca. A esqnerda foi, pois, ni tacas*, s bes* sset
cea essa derrota, porque desertando da lerr >
onde poda ter sustentado urna accio bastaste se-
ria, nao aonbe ou nio ousou dassniaiciabar-a a*
allisncas compromettedoras. e *tt*ou"9***^*'*"r
todas as paixdes ds usa ia*o*Jii*sa Isisalr-u-
do. S Mr. tiarabeU nrooancioa algnntu psJa-
vraade nm bom saafo enrgico em usa sacar*
reu urna caria piara criticar as Ensartas -
poiiadoras. Mr. Julio Favre lamhsm eserevcii e
mandou da frica nm discurso san ana rapeyaot;
as tentativas da torea. Mr. Jobo Perry, depota*.
do departamento do Sana, demonstroa ejas nab era
bem merecida a fama de que gassva >i bositr
de espirito, e nm outro deputado da Par*, a'
reunan publiea, aubordiaoo o sea HJn tro s m-
ao de om homem que a nsicaiiaammeaiioi* as
ia era o ter mono um isjaali da lares au-
.4* da derrota, a impreosa com;o-
ia
ari-

B^saaaaai

*&
H asi
rs* saaai


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,m.W iannnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnV111
"*i.uj".".!."'i:,'n!'.. ,.i .iiB.iHfiiniiflp
irio dt rernambuco
&
fira 6 de Janeiro de 1871
eom p
lasioqj
eadeia
assim fi
de uro _____
pela obra <** >
Mr. Picar.; disse bem, e seo verdad
Caen vencido oesse pleito foi sem duvida a es
qaerda la cmara, que t*Mo coaffl^H^
aecao perigosa, do
plebiscito, qae s ul;
pela i fallas e erros
0 paiz consultado
imperi > ; portanio o
vofta aos lempos di
acceitacao das reformas
quiescencia ao iros
beraes.
de ma
a bM
a a at>
0 governo gaalaaa in contesta velraente multa for-1 W em nanjnara
Janeiro, de 2*800 a .
a 3*150 ,em.marco,, de
de Ui00 a 54750 en
junlio, d 1*500 a ?(K)i
de-i
ff*

ca coro esse resaltado do plebiscito ; mas isso ni
o alliviou das dilHculdades qae se ntolhavam, en
Ue as aoaes figura varo as de orna reorgaosac<
ministerial, depois da sabida de dous ministros.
0 goverao declarou eolio que represen!
pairo que eslava fra dos partidos, e foi esse nm
singular meio de se collocar cima das coodcoes
parlamentares. Todos os governos representan o
paiz ; mas no rgimen parUroeotar, todos os go
vernos ou antes todos os gabinetes sao obrigado1,
se querem river, se apuiarem sobre a forca col-
lecliva e disciplinada que se chama om partido, e
que o verdadeiro istrnmento da aecao pol-
tica.
Por oao se apoiar n'um partido anido e com-
pacto (oi qae o Sr. Olivier, no momento em que
menos esperava, experimenten aiguns reveres no
corpo legislativo, especialmente proposito de
urna emenda que atrtorisava a publieilade'das ses-
80os dos con.elnoj genes.
Pouco depois verdade que elle lew urna vic-
toria, por occasio da questao levantada por um
membro da equerda Mr. Bethmont. a propo'ito de
liberdade de reunio publica aas vesperas das elei
coes. Mr. Olivier fes questode gabinete da pro
posta de Mr. Beilimonl e oblevo a ordem do da
para e simples por orna quesi unaoimldade, na
qual figuraran muitas abstentes,
Esse voto nao servio de moto algum a firmar a
posicio do ministerij, que difflcilniente achara
apoi i na cmara, e esta, extremamente dividida e
subdividida, deu lugar que se appeilasse at
para ama dissnlncjv), como meto de firmar as po
scos e bem definir a situaeao.
No dia 9 de mato houveram serios e numerosos
ajuntamenlos ooute noi boulevards e nos arra-
baldes do Templo e de Belleville.
Na terca feira 10 rebentaram novos tumultos
no arrabalde do Templo, mal graves que os da
vespera ; as tropas tomaram qaatro barricadas,
flcando muila gente ferida ; morreram tres popa
lares e um agente de polica.
No corpo legislativo, depois da approvaeio do
relalorio da ommissj acerca do plebiscito, oSr.
Schneider declarou que as opcrages correram re-
gularmente. O Sr. Jalio Simn quiz protestar, mas
nao o conseguio porque houve urna grande agita
cao e a canora resolveu passar ordem do dia.
No dia 22 houviiram festejos pelo boro sncsesso
do plebiscil), e veritl-,ou-*e as Tulherias um ban
quele offerecido palo imperador aos membros da
commissio do plebiscito.
O Sr. Schneider, presidente do corpo legislativo,
por occaso de apresentar o resultado do plebis
cito ao imperador, pronuBCion ura cloquete dis
curso, qae foi hem viso pela imprensa.
Finalmente, dep,is de mnitas tergivrsacoec, re
comtiluio se o ministerio, sendo nomeado o duque
de Grammont] ministro de estrangeiros, e o Sr.
Mge, ministro da instroeco publica ; em subs-
tituidlo ao marqnez de Talhouet, coja demissio foi
aceita, foi nomeado o Sr. Plichon, depurado, mlnis
tro das obras publica?.
O gabinete reconstituido flcoa'assirn organisado:
Emile Olivier, parda sellos, ministro da justira
e dos cultos ;
Duque de Orammin!, ministro dos negoejos es-
trangeiros ;
Mr. Segris, ministro da fazenda ;
Mr. Ltuvei, min;tro da agricultura e do com-
mercio ;
Mr. Chevandrier de Valdrme, ministro do in-
terior ;
Mr. Plichon, ministro das obras publicas ;
Mr. Mge, ministro da instrucclo publica.
Mr. Maurice Richard, ministro das bellas ar-
tes;
Marechal Lebocnf, mlnNtro da guerra ;
Almirante Roigautt do Cenouilly, ministro da
marinha ;
Mr. de Parilu, ministro presidente do conselho
de estado.
O carpo legislativo eotrou logo em segnida em
vas de trabalho mais proveiloso ao paii,e algumas
reformas foram discutidas, Ggurando ontre ellas a
que determinava que es deudos polticos fosseui
julgados pelo jury. Mas o principal incidente das
um projeclo de le rebaixando o subsidio dos se
nadores.'
t) senado flcou ecandalisado pelo facto de nao
ter o ministro da juslica previamente consultado
aquella assembla em urna questao em que ella
era to interessada; o conselho de oslado estranhou
que o ministerio, contra o disposto na constitnicSo
de 1870, apresentasse directamente no corpo le-
gL-ltivo um projeclo de lei sera primeiro o fazer
passar pelo examedaquella assembla.
as commifoes docrpo legislativo foi comple-
ta a derrota ; o projeclo de lei foi irremssivel-
mente regetado.porque nao tnha fundamento ra-
cional. Para qae se ha va de redozii" a roela-
de o vencimeoto dos senadores, que de ento em
diante fosaem nomeados e crear assim entre elles
duas catbegoras. de legisladores, om lagar de sob-
metter todos ao raesmo rgimen ? Porque se lhes
nao estipulara vencimenro igual ao que recebem os
depulados do corpo legislativo ? Ou porque, visto
que a maior parle dos membros do senado era
rica ou tinha penses e ordenados consideraras,
nao pas*ariam a ser gratuitas ai -suas funccSes,
salvos cortos casos excepcionaes qae urna lei espe-
cial determinara? Taes foram os motivos dessa re
geicao, que importou um obequo para o minis-
terio
N'uma das segualas sess5es foi abolido o apa-
rato brbaro e a escandalosa pubiieidade das exe
encois capitaes. A executSes passario a ser
realisadas de futuro no interior das prs5es e s
ni presenta doi representantes da jasliga e da
religio.
A opiniao que reclimoulessa reforma,por occa
slao do supplicio de Troppman, obteve-a, emqnanto
se nao consegue a abolijo completa da pena de
morle.
Ainda n'outra sessao o Sr. de Grammont res-
pondeu em am brilhaate discurso urna interpel-
lacao sobre a abertura do monte de S. Gothard,
ligando por um-caminho de ferro a Italia cora a
Prussia, dizendo que aqaelle caminho do ferro
nao a presenta va inconvenientes polticos ou estrat-
gicos.
Ferry lancou er roUo ao governo e maoria
ter consentido em quo a Prussla esmagasse a
Austria na balalha de Sadowa. Houve grande ag-
c.ao na cmara. Ferty foi chamado ordr-m,
encerrando-se a discu.sso lemhaver.votacao.
O imperador felicitou o 3r. de trammoot pelo
sen discurso.
O Sr. Reus, ministro da Suis-a em Parif^am-
bem agradeceu ao Sr. de Grammont a linguagcm
sympatica de que asara para cont a Suissa.
' Por esse lempo lerminara.m-se satisbCtr|aen-
te as elel$5es des conselhos gerae?, com ganbo pu-
ra o partido liberal moderado, tanto em Pan
mo nos depart mentos.
{Continuar-te-ka).
REVISTA DIAKUL
AUTORIDADES POIjr,' )r partaris da
presidencia da pr e 31 de de
zetcb'
;eo pedidrt. Tbomaz Aq-
tono da C
le da freg
do servir, i
trict'
r>:903|800
5:161*000
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4:3
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1:107*000
1:017*500
1:000*600
1:006*000
1:000*000
9:}8*000
798*000
30*000
600*000
690*000
519*000
473*000.
:iJ8*000
300*000-
157*000
vapo
D.N'HEIRO.O vapor Ipojuea trouxe
Srs.:
Gomes de Mtttos A Irmios
A. Alberto de Souza Aguiar
,n Anioni1 Syqutirt
Jos Lopes Davin
Luir. Goncalves da Silva & Pinto
A. Gaors
Joaquim Jos Gocelves Beltrio
Jos Duarle das Ne.ves
Parete Viaunai C.
Br^ga, Gimes, A C.
Alfreda & C.
Vianua & Guimaraes
Jos Perelra dos Santos
Silva & Alves
Fraga h Rocha
Ba/lh remeu Lourenco
Moreira Pinto 4 G.
Thareaz Times
Loyo Sobrinho & C.
Perchgao, Oliveira & d
S lailn k IrmSos
A. J. F. Mootftiro
Domingos Ferreira Maia
rt Leiden h C.
Caldas k 0.
Jos F. Moreira
Co-ta Maia & a
Jos Luii Goncalves Ferreira de C.
Jos Ferreira Pinto
Cauba 4 ManU
VAPOR IPOJUCA.-Chepu bootem este
da c.impanhi Pernambucana.
NJ recebemos jornaes do Geara nom do R i
Graade do Norte. Tamos, porem, ioformnr5es que
nada occorreu que mereca mencao.
Na Parahyba a presidencia da provincia come
Qava a dar execurao as leis da assembla respec-
tiva, no sentido de diminnir a despeza.
INSTITUTO ARCHSOLOGICO.-IIontem nao hou-
ve sessae, por falta de numero .-ufkeuie desocios.
EXPUGAC-O NECSSARIA.-Os offlcia* por
copia policadus homem sob a rubrica Parle
Ojfictalperteociam, como documento*, a publica-
cao pedi lo'O Liberal e o Dr. che fe de polica, e
foram ali publicados por engaso do pagioador.
ESTABELECIMENTO DE CARIDADE. Movf-
ment do hospicio de alienados na Misericordia
de Olinda, do 1* ao ultimo de dezembro de 1870.
Exsiiam 30 homens e 46 malheres, entraram
1 horneo) e 2 mulheres, sabio i hornero, existem
31 horneas e 47 mulheres.Total 7S.
Existen 10 empregados neste estabelecirar Jto,
homens e 3 mulheres, sendo:' 1 regente, 1 medico,
l capellao, porteire e sachristiw nteriBO 1; 2 en
fenneiros, 1 barteiro, 3 enfermeiras e 1 cos;
ateta.
Foi visitado o mesmo estabeJecimento pelo res
pecbvo medico o Sr. Dr. Errotr Cesar Coutinh*
aos das : 2, 6, 9, 14, 17, 21, 23, 2 e 30, as 6,
6 i/2, 7 7 1/2 horas da manhSa.
Advertencia.
Entraram :
No dia 19, duas mulhpres,mia*enomeLeopoldi
na da Veigare FigueirJo, branca, viuva com 30
aunes de idade e natural de Serinhaem. E a entra
de nome Rita Mara dos Prazeres, parda, casada,
com 22 aanos de idade e natural de Santo Amaro
de Jaboato.
No dia 24, um homem, de nome Amancio, pre
ti, solleiro, com 30 annos de idade natural de
frica.
Sabio:
No dia 4, urna auilher, de nome Mara Joaquina
do Espirito-Santo, solteira, com 22 annos de idide
0 natural de Buique, a qual enirou para eple esta-
Deleoniento no dia 6 de ontubre do aano prexhne
passad.
Existem neste estabelecimento, 78 alienados, 73
i casta da caridade n 8 que pagam a casa..
Hospicio de alienados em Olinda, Io de Janeiro
le 1871.
O mordomo do mez,
. A. J. Gomes do Correio.
O regente,
Luis do Reg Barros.
LOTERA. A qae se acha venda a 178*.
beneficio da igreja de Nossa Senhora do Terco, a
qual corre no da 12 do correte.
PASSAGEIROS.Viudos do Granja e portos in-
termedios, no vapor Ipojuca : .
Joo Cordciro, Jofto Jos Correa, Jos Bartholo-
riieu, Francisco Antmio da Silva, Jos Ferreira
Miranda e 2 escravos, Ciernen lino de Goes No-
gaeira, Nicolao Fecheni, Bulthzar de Moura e
Suva, Claodio J. Diogo, Francisco lldefonse G
China, Ricardo Weekes, Joo Henrique Pessoa e
1 errado, Francisco de Paula Barbosa,.II. J. Waa-
keuen, A. Mabruger, S. Suozeler, Frederico de
Almeida AlDuquerqne Flho, Manoel Francisco
Prxedes, Antonio Joaquim Goncalves Fraga, A.
Vicente ao Magalhes, Frederico liysses de Al-
meica e i criado, 4 escravos a entregar.
Sabido para o porto, no brigue porluguez
Juiilh :
Francisco Jos Ferreira Carmo.
acbar
veTW
m sua es,
incfcisa lodalaU, e diveria-se'trale^
^H ^^^B^^H>r;ir e a villar o nobre instrumento
^a a respoosabilidade
les iostitoKe. Nao
neera das leis o qae
' rejKpr; un formal daeser-
lira i sua forca o os seas elementos de
nfliunVia
Oen/raquecimentu e a deseonsderacao de
forca nao fazeni sono dar ganhi de causa forc.a
contraria. Us excessos de uina podem achar na
inpotenrla de ostra nma plaasivel juMlricacao.
Os que amam sobre ludo, o maito mal* qae aos
gt. jos i as delicias do poder, a ver Jado o nowo
rgimen, a praliea sincira (2:ts leis e a di.-trijroi
cao seve a e altanienie imparcial da justica, nao
podem ter visto seno com a mais ati arja e re.-
signada desiiruao qae a opposican liberal, boje re-
presentada e servida na provincia por um orgao
de laiga circulafo e da grandos proporcoes, es-
leja comproaielicndo-fa talmente, dia dia, o boo-
rado papel que pareca chamada em nome d s
graves problemas que enchin a atiiiosphera w
cial.
Nao s cancam nem sepousam, os pabliciatas do
Liberal, do questSes personajissimas. A injuria e
a difama(3o sao os sus muios de escolha. Nao
conhcceui uulros.
Verdadeiroj Beduinos polticos, dos de qae falla
em sea puz aa eminente escriptor portuguez, sal-
team ludas as caravanas ,em que preseolem ri-
queza. Nao sabem elles, ou (ingem ignorar por
amor poqueiunos e iaoonfoesaveis caprichos, que,
Jesemprogando e aviliaodo o mais nobre e o mais
poler.u.o iiistrumentu do pensamenio, esto ensi-
llando aos adver.-ari s que governem sem respon-
sabiliJade.
Deshonrem a imprensa desviera-aa de sa
misso augusta ; pi.nbam esta arma tormidavel>
servico de oilientos desabafos pessoaes ;quero, a
temar ? que ^api-l i lie lloara re-ervaio
l'en-cm n'wto os aossos ncoaciaveis adversa-
rios, lia um ponto era que estamos, ou pedemos
estar de record : liberaes ou emeervadores, aps
e outros amamos sobre lado a pratca sincera do
rgimen representativo, a oxooacao fiel das leis, e
respeito todos os direitos. Uas e outros nao po-
demos ver na imprensa sean nm auxiliar fecundo
e pre.-tanle de um bom governe Mas, reflietam
le imprensa moralisaJa que este nobre papel
est destinado.
Estas reQexoes amargas aeodem-nos ao espirito
quando ah se est vendo, cora reprovaeao de lo-
d)s os lameos honestos, o modo inslito com que o
orgao liberal tomou p>r esiylo referir-se alguns
caracteres irreprebensiveis de nossa sociedade.
proposito de am assento do tribunal do com-
mercio.euja doutrina nie eslreme de justa critica,
inveslio o Liberal contra pessoas altamente collo-
cada< que |>r neohum modo haviam cfferecido
pretexto una aggressao verdaderamente des-
comiunal. O veneravel jurisconsulto, sempre
distinguido o respeilado, que em longos anuos de
cstudo eoiiqnistou no importante foro d'tsta cidade
um lugar Je honra o cidado Harnele desinle
ressado, e desambitinso de elevaco politiea, qae
os proprios adversario* sempre prestaram boaie-
nagens de rjspeito, e de admiracao aos seus pro-
fuudos coniecimentos ; o amiguissimo advogado
Knglish llaak f Rio lie Ja-
neiro Limited.
Capital do Banco em
50.000 acetesele 2
cada urna...... 1,000.000
Capital realisado ". 500.000
Fundo de reserva. 120.505
Bataneo da caixa dial ero Pernambuco, en*
31 de dezembro de 1870.
Activo.
Letras descontadas. 1,080:7090250
Emprstitos e canias
caucionadas..... 30:2500590
Letras receber. 3*: 20845 20
Garantas e valores de-
positados....... 800:7890370*
Mobilia etc. do Banco. 17:508*670
Diversas cantas. .". 410:9130720
Caixa.......... 881:4780630
3,27^:8530750
Con tas
pies.
Poiro.
correntes sim-
l 13:4410890
Depsitos pws ixe.
com aviso e poi
tras 1,276:8540870
Letra pagar. .
Titulo em caucao e de-
posito .......
Diversas contas.*. .
1,890: 990760
W:82O0i7O
800:7890370
563:4440150
3,270:8530750
S. K. O.
Pernambuco, 8 tW-jaDeiro de 1870.
ro.a.ge.
tltolm, -Pro Accouutant.
r^v .
11',' :'' i
.op- jpaz d
***********que I aunea dai

obre o cri
so dar fi
pulid
Taes sao as arguicoes d _,
Exploram o silencio mjusflM
para phantasuw as mais '
E, por fin de contas,
eom ella o nobre papel
tida.
Compro
prometten
fia deviam ser solidarios comnosco.
\7arAi lettw\m
' -^"^^^^a^^^M^^par^^^^i
de
oppeeic^ao rtroc-
Oawa^
*(((((((
loe,
preso,
ligo na
aa prava
o sH^
ianuelle
*[||Hguido esta
em fuga, e nin*
se
onhaii
' Cartur, p
roorto, ou por
torio o
ipoplexia

>m difflculdades
no 'este nome.
eciaea po-
passagem de
1 inijircasa da oppoaif
qae, por mis de urna vea, foi chamado por espon
laneo Cuiivite do seos collega importante posi-
gao de presidente do lusiilutoTilial da Ordem dos
Advogados; devia de ser, em razo de na posi-
cao e de seus elevados mritos, a victima escolhi-
da. Seas illustres irmeos e nm de seas ftlhos.qae
comee apenas a sua vida publica, limpa de m-
pulacoes e muilo dietincto pela modestia que diz
tasto ao meiecimento real, deviam expiar a colpa
do prximo parentesco que os liga ao respeilavel
Dr. Jos Bernardo.
Nenhum dos membros d'essa illustre familia
Jera moiiv. aa^iarente on seal, a essa brutal ag
gressao qu>i os vei > sorpranender entre r-s coida-
cVjs da vida particular, no remanso tranquillo e
desorctencioso de sen* irabalhos diuturnos.
B'.ani que os publicistas do Liberal enlendem
o sea papel. E' assiin qae elles comprometer,
do alto do sua imprensa, i missao que Ibes altri-
buio urna parte da provincia. Nao se julgam os
deportarlo:- de um certo poder que Ibes foi dele-
gado e por cujo extrocio sao responsaveis ; sao
ou julgam-se os nicos arbitros da opiniao libe-
ral.
Omfirma o nosso pensameoto o ^ue, o como
se lera eseripto nos ltimos das com relaco ao
disliucto magistrado quo dirige na provincia a or-
dem policial com applauso de lodos os homens ho-
nestos.
Que julgassetn com'severidade, ou sem ella, os
actos do ebefe de polica ; que, guardadas as re
servas que a jnstiea e a cortezia pedem, o liiessem
responsavel pelos posiveis desaeerlos de seus de-
legados,ciiamaiido-os peia narraban el e pelo com
rneotariu dsapaixonadodo fados ao curoprimenio
dos seus dt'veres ; isto comprehende-se. Eslava
a apcosica i em seu pleno direlm e na aliara de
seu papel Que, levados por inf irmacdes desleaes,
e nunca de caso pensado, desnaturassera um ou
oulro facto, exagerndolo, o sobre esie falso fon
damento levantassem arguicoes procedentes ou
uo :ludo itlo Ibes seria deseuipavel.
Mas, o ^ue u tem visto de apreciaeoes injustas,
descabidas, contradictorias, as columnas do jor-
nal da opposicao.-primaodo sobre eilas as lurpi-
ludesda injuria mais grosseira, mais qae alta-
inenie lOfUSticavel.
Pondo de parle o nico facto, em que o Liberal
Jostra iusisitr e o da conservac do actual sub
deliigado da freguezia do Poco da PancHa, per-
iineute afirmar que o Sr. Dr. Fernandas Pinheiro
vai i-iiiii iiiTitlr non inultigiiiiiii o joaliQu.-a ad-
ministracao da ordem pcieial. Assiduo a adoso
no exercici de suas funccSes, de fcil aecesso para
lados, enrgicamente dis|>os o a punir e prevenir
o criine, o Sr. Dr. Fernandes pinheiro nao des
menlio os seus hoaradissinios precedentes.
Si fra de uiyster memorar aqu servicos que
|bs deve a provincia, lembrariamos as acertadas
providencias que tero dado em resultado a pri*ao
de grande numero Je criminosos em sua admi
nisiracao. A escolha-escrupulosa dos agentes po-
lioiaes no interior da provincia, a distribuicio dis-
creta e metivada de destaro?nios, a creacao de nm
ilestacainento volante que deve percorr r a pro-
vincia ero varias diiccc oes para auxiliar as auto-
ridades policiaes aa captura de criminosos ; san
oulros lanos ttulos que tem grangeiado ao chefe
!icia de Peroamauco a estima publica.
O Sr. Dr. Fernandas Pinheiro nao um homem
aovo. Delegado do galaneta de 16 de jaiba na
provincia do Espirito S.nto, soune atravassar o
periodo tempre difficil de traniecao poiiiica sem
excitar aes adversarios fundadas reclamacoes. A
sua adminiltracao pnmou pa modiracao, pelo
respe ja os direitos, pela maia severa isa
parcialidaje.
Chefe de polica em Pernambuco, o honrada e
iQtflIigeole magistrado nao Interrompeu a nobre
carreira que iniciou noH termos da Itaborahy e
Cantaaall', do R o d i Janeiro. Gozando nroito ota
reidamente da ronlauea da admiaisiracao, o Dr.
Fernandos Pinheiro tem sabido roanter-se em orna
nobro '.mido, pendo eai claro releva eminentes
quatidaecs de am espirito verdadei ramn te su-
A oppo>ieab liberal, oiie j leve oecasifio de fa-
r J1 nseraajpMotos do Sr. Dr. Fernn
ajla de ai ao paldieo.
Qaal e t- f^cie em po insiste o Liberal T Em
altar de ferim9ntos, reco
i beer es Inves, ama qualiraJa tanUtira de homi-
cidio ?
:>',* saliem-nooj pnbikistas do Ltberal, a
alnreza do* farimeHtos qae delerrn:na a qualifl
eniaiiva. E' pela aprec
reeetleram e acerapanharam o
safan**
c qi;e leva m. que (r runeaU
p.ideaa iastilnir a lear
rt. \\ \i ifit' -; i'i nililip ,;i.r r.-ora
l '11111.1 II IgWa^BffNMWg^ajBJBjajEg
puBLtcAcats a mm
Nao ti ve -noticia do qae publican contra mim a
Reforma, jornal que se imprime na corte, senao
maito tempo depois, e eer teto en tend que nao de
vera levantar ama questao j paasaila,-. e sobre a
qaal am mea aniigo se havia em mea favor pro-
nunciado no Diario do Rio.
Como, porm, o Liberal tomou a si o repetir as
arguicoes que me foram fela^e taz jogo com de-
clara{dea do Sr. coronel Camboim contra meu to,
a Sr. teuente-coronel Jos dos Sanios Silva, nao
quero que o mea silencio auiorie & suspeila de
que receio a diseusso sobre meas actos e vida
publica e particular.
Por esta razan direi ao paatfco algcmai pala-
vraa.
Na Reforma fui argido eorao autor de am as-
sassinato em 1834, e por haver, como subdelega
do desla freguezia, posto em liberdade uns ciganos
mediante a qaantia de 3001000 Repelise na-
qoelle jornal o que, em denuncia ao Illm. Sr. Dr.
chefe de polica, leve a eusadia de dizer Leoncio
Bezerra, homem de quera se dir. maito mal, e que
j estuve em Fernando cumprindo sentenca.
Esta Leoncio foi a corte, segando me dizem, es
tependiado por alguem para embaracar a nomeacao
do referido raen lio, de lente, coronel commao-
danie do batalhao o. 57, e lando perdido os seas
passos, recorren a imprensa para desacatar o sen
despeito contra mea to e contra mim, e nao ten
do o que mputar-me recorren a caumnias, i
servio-se de ama Carla qae o Sr. coronel Camboim,
ero hora azaja, havia eseripto ao Exm. Sr. sena-
dor Fiederier!
Ablennosme de apreciar esta cariare lamb
de entrar era conleslac,5e cora Leoncio, individuo
que nao me merece a mnima auencao. Explica-
re! apenas o que ha sobre os pontos da arguicao.
Apenas eonstou me que Leoncio havia submet-
tido ao Illm. Sr. Dr. chefe de polica a denuncia
de que trato, dei-me pressa em provar que no
processe Instaurado pelo assassinato acontec io
em 1854, na pessoa de am menino, nao se fallou
am raen nome.
Apresenlei ama declaraco feta perante o dele
gado de Caruartfc com assisiencia do promotor pu
blieo, pelo pai do referido menino, era que conlir-
mou nunca mo ter attribuido a mim nem a mu
to antora no delicto, e certido de idade de ter
eu em 1854 apenas 9 anuos.
Quanto ao facto da sullura dos ciganos, prove
com a correspondencia oficial que exista em meu
poder, oo ter eu uiterviado nsm na priso dem na
soltura dos mesroos ciganos, por nao estar ao tem-
po em qae se deram am extreicio da subdele-
gacii
Foram tao evidentes as prdvas qae aprefintei,
destruindo as calumnias, que at boje tenhj sido
conservado no cargo.de subdelegado de poli-ia,
que ainda o exerco bem a mea pasar.
Dado ao publico esta explioacao, creio nao care-
cer dizer mais, esperando que os meas adversa-
rios sejam daqui por diante mais justos commigo.
Panellas de Miranda, 16 de novernbro de 1870.
Jos Cordeiro dos Santos.
A publico.
Os meas desafieetos, despenados com a minba
mmr-eao 4e tstenle-eoroaei eemmandaate do ba-
talhao n. 57 da guarda nacional desta provincia,
o persaadielos de que nao surteriam effeito aa ca-
lumnias com que 'teatara me desoonceituar, servi-
ram-se da Reforma, gazeta que se publica na cor
te e nella com a mais requintada m fe, denun-
ciaram-me como um grande criminoso, fazendo
prava contra mim ama carta altribuida ao Sr. co-
ronel Cambe ai. a qual deacreve-roe de um modo
horroroso I
En sabia que para a corte baviam os meas ini
migos enviado o celebre Leoncio Bezerra, dando
se-llie uns 500*000, o Bm delle impedir a nomei
cao que afloal me foi conferida, sem que eu non
ea a solicitassee a devo a lembranga do um amigo
poltico, que incansavelem favor dos seus anig M
Nao sei Leoncio o que fez na corte, o que sei i
qae ra afna! nomeado.
Pense.i ento que os meas desafectos desenga-
adas de que os seas Morcos e tramas nao vin
gam centra mim, me deixariam de mo, ^e foi por
sto que com sorpreza li p que a Reforma ceir
mim publieoa.
Qniz dar-se pressa em responder a esse jornal,
mas tendo-o feito um amig i mea no Diario do
Rio entend deixar ficar-me callado, e desprezar
este ultimo e impotente esforco dos taes meus ini-
migos.
Apoz a Reforma appareceu no Liberal o Sr. ba
charel Vieira de Amorim, o delegado que un for-
gcou os processos to falladas, e ainda entend can
veniente nao tomar ero coesideracao o seu ararozei.
O que havia de dixer o Sr. Amorim, a autoridad*
que por motivos polticos mandn iaatanrar-me
de urna vez seis processos, o isto sraente quindo
eu ia presidir ama justificacao de aelos violentos
por elle praticados na elele de 1863 ?
Antes dessa justificacao era o Sr. Amerim dele
gado e joiz municipal, e tao se leoabrou de pro-
cessar-rne, nem msconsiderou criminoso
Ora, desde que por obediencia le, nio toraei
com o Sr. Amorim o desaggravo que mereca, oo
quero tambero com elle eatteter polmicas de
jornal.
Apoz o Sr. Amerim, veio ainda o Sr. coronel
Camboim eonrmar o costeado de sua carta, per
que emende que as formigjs sao pretas e nao
bromeas I___
A' vista d'isto trata re de ixpor os faclos, como
se paasaram, e o publico ajuizar.
Se a palavra do Sr. coronel Camboim, conserva
dor, deve condemoar me, porque nao me ha de
absolver a palavra do Sr. Dr. Joaquim do Reg
Barros, ex-promotor de Carutr, qne me defeaden
na assembla provincial, e accason o Sr. Amorim ?
Porque alo nao de absolver, os despachos de im-
procedencia da aecao, lavrados iodos pelo Sr.
Dr. Antonio Columbano de Assis Carvalho, liberal
tambera 1
Ma?, emita, como os meas desafieetos nao can-
saram ainda, son obrigado expr ao publico ero
pencas palavras, o qne valem as ceriidoes publica
das na Reforma, eom refereucia aos seis processos
que contra mim foram in.-taurados.
Al 1864 nunca soffri procesaos, nanea se aas
irnputou crimi's; mas acontecen que nease anno
fosse eu, como supplenle do jais municipal de
Caroar, chamado para urna jualmcacao, que por
parte dos amigos do Dr. Godoy, se pretandia dar
contra violencias exercdas pelo doutor delegado
de polica.
Eu era conservador, eslava am opposico, era
victima das violencias como ns Kharaes. e prestei-
me assistir a justilkacao, dusanchaudo a petioao
e marcando o dia daaudiencii. Na veapsra d'esse
dia, por bou*, cheiiuei cidade da Caruar, a com
poueo f ipreso pelo mas rao daeic**" I
Este a^J, pois ttnha por flai impedir que en
fuaecionasse na justificacao, e assiai evitava-se
que ella fosse dada, am para cohonestar-se a vic -
lencia de que fui vietim, aaou-se i indagar de
todas os criraes comroattMen am Panellas a da 5 a
desembro expeda o delegado
mandando notificar testeraqIws par* 4r-porers^B
roeessos que contra mea quera insuura^H
qae puf.
jrma, e seas indagar o desrexa nos proces-
aos, proclamou-me criminoso I
ias de lo
aaa*
S a calumnia o d como roorto,
n ama impatscio. U-
issassioato de nm menino acontecido no
oeitao. ID' o mesmo assassinato que
lambem querem hoje aUribuir ao meo sobrinho o
subdelegado d'esla fr^aazia I Sata- liana nova
araos incompletos quanuo se dea semelhante fac-
to, e ea resida no Recite. De mais este uro
caso que os meas inipogos teero sempre mo
para attribui lo i mim e i todos qaantos elles
querem calumniar I
4.* A tenlativa da asssssinato de Jos Bandaira.
Foi am aconleeimenlo muilo anligo, que nanea
'roa foi aiiribuido, o sim a Leoncio Bezerra. 86
por maldade lancam mo d'elle contra mim. Pa
reo qne os meas inimigos enlendem qae ea devo
ser punido per quanlo crirne se tem eommeUlde,
e se comraetter em Panellas, cajos autores oo fo
raro logo eonhecidos I
5.* O roao feito ao tenente Salgaeiro offlcial do,
corpo de polica. Este offlcial nunca foi roubado,
foi elle quero extravcu o dinheiro, qae Iho havia
sido confiado, e por isto respondeu i conselho,
(oi condemnado, e cumprio sentenga, o que deve
constar do archivo do corpo de polica.
Nem elle, era oatro, me turibulo a autora
n'esse delicto,e s asa 4864 lembrsram-se os meus
adversarios de me attr.buir, tal criroe I
6.* Furto de oro escravo de Jos Bu. Esta
senbor, mediante procuraeo bastante, denme am
escravo para vaader no Recife, o que fiz seo
contento, tanto que anda hoje se conserva mea
amigo, como era ento.
As tentativas de assassinatoe dos Srs. Dr. Ma-
chado Das e Laiz Alfonso sao factos imaginarios
O Dr. Hachado sempre leve contigo boas relaces
de amisade, e o Sr. Luis Affonao ah est vivo
sao para declarar se me auribue acto algum de
aggressao sua pessoa.
Do qne acab de expr fcilmeote se-coro-
prebende, qae nao roe forjaram processos por ser
eu criminoso ; qnizeraro fazer-me ama persegu-
cao poltica; quizeram impedir qae eu assislisse,
eemo juiz municipal, urna jusBcaco que djs
agradava ao delegado de Caruar.
Entretanto o Sr. Amerim faz grande cabedal
de um processo qne cabio por prescripcao. Este
processo existe no cartorio de Caruar, e en tenbo
delle certido. Nelle nao ha ama tesiemuulia qae
depozesse contra mim, nem aos menos, por oovir
dizer, e se o mea advogado. sem autorisaco
roinha, consenlio em faze-lo caliir por meio de
prescripcao, nao quer isto dizer que me fique mal
a^decisao, porque do veoire dos autos se v qae
ea soa mteiramele estranho ao crirrie.
A visia do que acabo de expr, para admirar
que o Sr. coronel Camboim, conservador, se
arme contra mim das armas que indignamente
jogarm os meas adversarios, para eastigarem-me
pela minha dedieaco ao mea partido I
Seja isto uro exemplo para os homens. qae fa-
zem do sacrificio o da dedicico poltica ama reli-
gio. No 6m de contas, sao es Iproprios amigos
quem atiram a lace dos mais dedicados as arma-
diihos deque foram victimas I
Ero poltica, j vejo, A preciso ser egosta, para
bem .merecer. Aos homens de actividede e dedi-
eaco confere-se apenas o triste papel do instru-
mento, que se aiira para o eanlo, quando nao
mais preeiso I
Seja eu e outros o espelho em qae as finaras
dedicacoes conaervadorss se tenhara de mirar.
Eu, por conveniencias qne devo guardar, e por
bem. do moa oarecter, nao quero jogar ao Sr. co-
ronel Camboim is armas qne contra elle tem ar-
renessado os seus adversarios, quero ser neste
polla mais cavalleiro para o Sr. coronel, nao que-
ro ceder ao despeito.
0 Sr. coronel quera qae o Sr. capillo Sirades
losse nomeado em ves da mim, o deu-ihe certeza
de que isto acontecera, eropennou-lhe o seu po-
der e a sua palavra de honra, quando vio que o
seu to fallado poder vacillava, nao leve envida em
tomar emprestadas aos nossos adversarios as ca
iumnias que rae arraram, a ver se assim conse-
gua afastsr o meu nome, e ter ganho de cansa I
Anda assim perdeu o pleito, e insiste no passo
errado que dea 1
Nao quero tomar ao serio este procedimento es-
tranho, at mesmo porque a minba nomeac) vio-
gou-me das iujusticas e offeosas qne me fez o Sr.
coronel. Nao importa qne agora so oceupe da cor
das forroigas, o despeno d para tudo.
O publico que me laca a devida justca, isto o
que quero.
Panelas, iS de novernbro de 1865.
Jos dos Santos e Silva.
Vistos os autos, nelle nao se encontra pro va al
guma que autorise a erer-se que fora e tenente
Jos dos Santos Silva Jnior, o autor da rfiorle do
menor filho de Jos Ignacio do Espindofa, por
-quanto as lesterounban de follias folbas, decla-
rando que elle f ra encontrado morto no lugar
Bujueiro do distrcto de Panellas lambem di-
zem qae nanea se conheeeu o a utor do crlme, e
nao ha vendo pravas nastes .autos e materias junta
mente, para proceder-so aecusaeo intentada
contra Jos des Santos : Julgo improcedente o
prsenle suramano, e paguo a municipalidade a*
custas em que a eondemno. Villa do" Bonito II
de agosto de 1865^Antonio Calurobano Seraphi-
co de Assis Carvalho.
Vistos estes antas jalgo improcedente o presen-
te summrio, instaurada coaira Jos dos Sanios
Silva Jnior, visto cuno nao consta nestes autos
que elle concorresie para o assassinato do infe-
liz Jos de Medeiros, cujo autor acha-ge plena-
mente canhecido qae foi Jos RoJnguej de Ma-
aajbans.
Pagas as cusas pela mnmcipalitado.Villa do
Bonito 11 de agosto -'e 1854 Cotnrebano Sera
phko de Assis Carvalho.
Vistos estes autos se conhece qae o portuguez
Jos Rodrigues de Mgalb>s, nao fra assassigna-
do, consta da portara, a follias; e por taBlo a ao-
cuaaco intentada contra Jos dos Santos Silva J-
nior, nao pode proceder em face das provas, e de
sua innocencia que nestes aulos so encontra, vis-
to nao existir o opposto crime, porque foi aecu-
sado, e por isso julgando improcedente o presen
te summrio, eoudemno a municipalidade as cus
US.
Villa do Bonito, 11 de agoslo de 1861-Anto-
nio Columbano Seraphico de Assis Carvalho.
Visto estes aulos. Julgo improcedente o pre
seute summrio, ca ftoa dos depoimenlas das
teslemuuhas, do folbas a folbas, interrogatorio de
fainas e documeuioi de (ulna-, qne claramente
demonstram nao ter Jo dos Santos Silva J-
nior, tido parta no roobo qae soffrea o alfc-
res Salgaeiro.
Pagas as castas pela muni'-ipalidsde.Villa do
Bonito, 11 de agosto o. 1865.Antonio Coiawba-
no Seraphco de Aisis Carvalho
Visto estes autos, os depoimeatos da lestemu
nbas, de folbas a folhas, interrogatorio e doeo-
roenlos de folbas, se ovideaeia qne Jos dos San
'les Silva Jnior, alo commetleu o crime constan
te da portarla de folha, por qnaato nestes autos
se e aheee, qae o referido Santos, nao urtira o
escravo de Jos Batt, e sim como procudor do
mesmo venden dito escravo e assim nao ha ven do
contra elle, por emelhanie acto, criminslidadei
algum a. Julgo improcedente o presente summa-
ondemno a aanieipalidade aas cusas.
Bonito, 11 de agosto de 1865.Aoto-
urobano Sarapaieo de Assis Carvalh
aiguiun. .
rio.e
Kumt
desfexo dos
i-orp',
mpilador Ac. lo
)s f oljes d- aaem que salte assim das maua de seos perseguido- J baldes.
|da festa do Santissimo Sacramento d fre-
guezia de Nossa Seoliora da Paz dos Afo-
garfos.
jingo, 8 do corrale, ao romper da aurora,
dar signal ama salva real de il aros, e a mnsica
iroeiro batalhao de Sonto Antonio tocar di-
versas pecas.
laanbia entrar a fasta com
^^iBBBaaBBBBBBBBBBBBM trUlBa
a saaatea tocar 4 or
por esta ncBMlio di versos
is conu'in[ioraiia^^HBawxon ea-
n imataosa grandeu da taftililntiravel um-
destia I
Foi am gigante da talento a de assoanbr<*a
virtudes, amesquinnado pela saaha das mediocri-
dades dos e tartufo I
i AfttR^^^^^^^^L fl# M^ fsfi ^MBBaaant VlAiVJai b>*^bsb>
homem verdatirmente grande, otea charo Apn-
gio, me fazem aborrecer de veras o ajan aa cas su
politiea.
Ainal.. .Deacaoca era paz o nosw boa ami-
go-----Ao menos libertou-se dessa ntis misera val,
e teraiinou a constante libacao do saa calu d*a-
roarguras I
Pernambuco, que nio quiz nunca engran-
decer -se^elevando-o TI
Adeos. *
Nada accfrsaeatarei estas varaV iras e alo -
qoentes liohas.
Nao sxtfanhei, nin'gnem exiranhoa, a inddk-
reoc i com qne foi recebi la entre nos a noticia da
morte do Dr. Urbano Sabinoama vardadaira glo-
ria pernambucana.
So nada fago contra essa indi liar ene, para
nao juntar mais aro alteslado, aos mnios ajua j
temos dado, de qae nio somo* o que j lomos.
O resoltado de qoalanar estirco meo, ou de aa-
trem, dara to a baixo do alvo...
O Ltberal e artiga eaUe-
torlal de 8 da carrate.
Urna oceurrencia, sem importancia poltica, ka-
vida entre um ajudante da reda-fao do Lierl
e om conservador, (oulr'ora seu bom amito) ajae
se acnava revestido do cargo da suppleoie a
subdelegado de ama das freguezias dos arratialisi
da cidade, dea lagar qne os redactores daqnatta
folha, qae se intitula orgao do partido liberal
nesia provincia, perdeesem compietament; a cana-
ca, e por couseguinte se ttirnanera verdariros
loncos da im prensa.
Nastas circumstaneias alo para admirar a des-
vio une tem tomado a discussao a respeito daase
insigaiOeante incidente entre don* simples cada-
daos, entre donsex-amgosquegoiam na socieda-
de de igual cooceito.
as diversas phases da vida lo homem seaspre
a boa ou m educarlo transpareee.
O homem de fina extraccao, qae receben s sura-
da educagi) de seas progenitores musir sesean
as suas excelleceotes qualidades, seja anal Me a
pjsicoem que se ache ntreos seus concdaos,
por mais afflictiva que ella seja.
Se offeadido em sen melindre, em sea honra
mesmo, roostra-se na altura das anas boas quali-
dades : repelle a offensa, sostena os seas diraita
cora certa dignidad?, osando de expre.sSes desala-
da', de termos respeiiosos e convenientes ao sndi-
lorio perante quem se defende : nio desee nanea
a topetar eom a gente da baixa rale.
Cim o maleteado, com o homem grosseiro por
natureza suecede o contrario. Dj sna bocea nao
sai seoai o improprio, palavra ferina, que asal-
tas vezes obriga o homem honesto a tapar os ou-
vidos para as nao ouvir.
A liuguageic usada pelo orgo liberal neste pro-
vincia, proposita da rilada desavenea partiaalar
enlro o immaculado ajudante de saa rednecio, a a
supplenle do subdelegado do Poco da Panella da.
muilo m idea da gente que presentemente a redi-
ge, e a colloca em bem triste posieo entro os ho-
mens de bem do propri i partido liberal.
Ahandonou-se a discussao seria e grava dV
assuroptos de importancia para a cansa liberal
para convergir todas as forcas activas dessa parti-
do contra um supplenle de subdelegado por nteti
vos da desavengas particulares,' e de exif ocia
desarasoadas em proveilo proprio, a contra as au-
toridades superiores, qae uo atiendero dsapro-
posilados caprichos pessoaes I
Desde certo lempo que cansa nojo lr os artifos
edictoriaes do liberal, e os do sen noticiario.
A questao Pinto-Jacmlko cenverten-se.eat vr-
dadeira Salsaparrilha de Brisloi, annuociaa seb
todas as formulas, com a oolavsl difieren ja, po-
rm, de que nos annuncios, proclamando as qnali-
dades derlaantesipki/tiltco, amoralidad pubtic
respeitaila.e no apregoaroenlo das imminentea qna-
lidaJesdo immaculado caricato vermeliw libe-
ralse tem saltado por cima de todas as leis do
decoro.
O publico ajuisar pela leitora dos finos e delica-
das artigas edictoriaes, e noticiarios do Liberal
sobre a questao Pinto-Jacintko, se tensos oa nio
razio de qualicarmos. eomo temos feito, oe e-
criptores liberaes do ioliiulado orgo libera!.
Nao ba exemplo nos annaes da historia dos
nossos partidos polilc.s de haver um orgao de
oppo;iclo descdo tao baixo.
Deixemos, porm, os escripteres liberaes regosi-
jando-se do papel de iosuludores dos homens de
bem do partido conservador, e vamos >o fhn ajoe
tivemos em vistas escrevando estas- lianas, as
inexactas apreciares do offleio do presidente da
provincia sobre o tacto do envenname nio de Mo-
ra Jos da Piedade, por troca de remedios.
Pondo de parte o grande invento da reptil anda
comida no oficio da presidencia, oceupar-aoe-he-
mos do accordo em qae diz o Liberal, se acha o
Exm. prestdeate da provincia con a doutrina
tantas vezes por ello (Liberal) sustentada, de
dever se instaurar processo em lodos os casos de
crimts graves.
Nunca o chefe de polica suetentou opiniao con-
traria, e muilo meaos o fez a isnprensa conserva-
dora, i
O que susteotou proposito da morle de nm
escravo de Joo Francisco Ollero, e ainda boje se
sbenla, que, am quanlo io nao verilear a
existencia de nm facto criminoso nao pode baver
processo, tiypotuese moito-niversa da que figu-
rn o Ltberal. .
Nos caaos de envenenaraeatos doniriqa car-
rente, e inconlestavel, que em quanto os perito
nao declaren), qae houve propinscao de veneno-,
nio ha base para o proiesso criminal.
Na questao do escravo de Ollero, oa medies*
declararam, em vista da autopsia, feta moa
depois do falleeimento do escravo, qae a i
fra natural, proveniente de soUrisneaios ai
devidos ao uso inmoderado de bebidas akwolieat,
e nao resultado do ligeiro fenmenlo qae soffrera
na eabeca, quando, ao ser preso, tentara fogir,
fermenio resaltante de ter batido eom a cabera
em am ngulo de am armario da casa em qne
(Ora preso.
Iustaurar processo contra o dono do esravv,
depois do resultado da autopsia, e juizo dos peri-
tos, seria um absurdo.
Na qne?:o do onvenonamanto de Mara da
Piedade, o chefe de polica limiten-se, easaa Ihe
r-rjmprin, levar ao conheeimeaao da presidencia
o facto occorrido, sem emiltir juizo algum sobre
a iliclaco do procedimento offlcial.
O Exm. presidente, respondeado-lhe, declarou
rme se devia instaurar a competente summsrio.
Pelo facto de ter a presidencia di lo qne se de-
via-instaurar processo, oo se segu neeessaria-
menle, que o chefe de polica pretenda mandar
qae o subdelegado do Recife o n.io instaarasce.
S um espirito tmauculnaV) pela togea peder
tirar to farcada coneinso. Nem o chefe de
polica tem obrigace da commtiniear aa presi-
dente da provincia os actos, quo sio praprios de
suas aiinliiiiioes jndieiarias.
Quanto ao que dis o Liberal com rf lacio a
questao do envenenamento eos irmos Sa, tiaiia
martello, para o caso de Mara da Pialada, da-
remos, que o eseripaor liberal est de m fe a
seientemente alterou os faclos.
O chafe de; oUcia ao jnsse ningaem, qae sio
instaurara processo no caso de vsrilaar-se
'facto A sopn-jslo en ven sna meato dos innaos Sa.
Nao passa de invenci salign Ube- -
nal.
O procedimento do ebe
ntrari* a aisereo do LuteraL
Apenasnhegou i-e:-
qne Eduai
oosesheiro See
sa, qae aewmpaahav-
:.:!-, que foi acei, rt il
mar a diau
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breve apresentar
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Mis da verdade.
senn-ires, que esta de ea
luminar, insaftir e alterar a verdade, alera de las
mera), aio lucrativo para a c eral.
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IECIDO AO DH. F. H. OTSBOA DB MBLI.O )
asorreu um cMadaV
Sin I ara lertoMro ciaiio.
irania e pe
Sa*
onra, o
ros;*
PortoBH,
Pinto da
Mrrpool
eari
carga
Ss em ferai ie i era denowiaacio todos o alace-
qne firem parte de ama soeldade poitlea, eum
pre reeoaheeer que ella cabe cora mais proprie
dade ao hornera que illastra patria QOffl soa in
Igencia, aaresoou-se em todas as nfaesee de
vida publica oomo ara tabre soldado da lber.
dade etem na hora extrema a fronte Hlnmnada
ao3 fulgores da idea, que sempre defender.
Ciaij stm l Qoantos poderlo dlze lo em face
de um peder s tocos ameacwlor, no mato do* in-
citamentos da ambieio, atraves das intrigas par-
tidaria", no embate das deeopedea da caa ha e
dos arrastra meatos inconsiderados de alcanas'
poeta ? -
Gnit vm: a expressio do dirello peraentn-
cado, a afirmativa solemne qne so a democracia
pede Inspirar, o brado qa s de liVres peitos
pode partir I
No tempo em qne Rema ostentara o brillo dos
seos comicios e o patriotismo dos sens tribunos,
s os romanes se dian e se pediam dizer ella
dios; e trabara razio : onde hatera outros, ea-
lao, em qnalqner pane da trra ?
Os tvranrros tem a seas ps o rebanho de esera-
?os, nio Boveraam ctdadio.; qaando eneontran
algam denles tem medo do futnro e s se sentem
segaros depois que o algoz cumprio mais uma
vez a sna mtsao de sangue.
Nos estados em qne a liberdade apenas resta
a sombra projeeteda sobre oro abysmo de corrup-
cao, de mmoralUade e de abasos, a cohorte sa-
grada pequea, mas sustenta sempre a honra
cvica, no meio dos gelos da indiffereoca publica
e dos ataques do nm peder sem f, eomo esses
heroe3 da Franca napoleonina defenliam passo a
passo a honra da sua naci sobre os gelos da
Rnssia, entre os succeisivos combates de ama re-
tirada gloriosa.
Cwis Iraagina-se-o irreeoncilUwl cono des
pottsmo e erguendo o punhil de Bruto ; filho da
liberdade e abra cando-se soberbo a essa bandeira
augusta ; tenaz, protestante eontra as degenera-
Q5es do systema constitucional e fazendo da tri-
buna o despertador dos brios pblicos, o foco de
lu no meio da eseuridio moral, o nico altar s
almas anda nao contaminadas I
Morreu um cidadio I Bem merecen esse titulo
na* Iotas da vida poltica, conservando se firme
lidador da sua crenca al hora do passamento.
Bem o merece a sna memoria na dr dos ver
dadeiros demcratas. Nao foi senador era mi
nistro da cora; talvex por teso a iroprensa nao
se tarja de luto e apenas dedica duas fras pala-
vras sua necrologa.
Tevo a escada da ambicio ao alcance do p,
mas nao Ihe subi os degros; elito do povo,
esleve sempre no meio do povo : ah que elle-
chorado com lagrimas sinceras, sem o estrepito
que acompanhon o foneral de outros morios,
mais Ilustres pelas poslcoes que liverara, mas
nao pelo devotamento idea.
E' um sepultado de ha poneos das : seu nome
lembra glorias da magistratura, da jurispruden-
cia, da tribuna parlamentar Nascera na patria
do Camaro e aues Machado ; morreu na trra
de Ledo e Monl'Alverne.
Foi smple9mente o cidadao Urbano Sabino Pes
soa de Mello. Na phrase do poeta, cobre Ihe a
campa a liberal bandeira : envol*a-lhe tambem
a alma o manto celestial I
Rio de Janeiro, U de dezembro de 1870.
Navio' nitrito, no dia 5.
ipor brjmir
^da commandjpie
jal
nunbti
tesnto dia
apito Joaquim
oOawpn,
inglez Cernios, caplo Davidoo,
T
arrem_______
___
nesna arrematadlo'
viffi
Urde.
Secretaria da thesonraria de faieoda de Pernam-
buco 30 de dezembro de 1870.
Servindo de ofBciaMsuior,
Msnoel Jos Plbao.
w

Ama
demora do costumei^eguir.
lOOMdo
t'-w---------------
a> agencia, rw do Gono>e*a>) a_a
e qual depois da
Tl-r un wn 0 s t* -j FTt ^* Bl
[osTTqueoe- igarnos sal5es do Gl
Portogn Ha terca-feira 10 di
l|i horas da tarde.
^do cenelho fiscal do Monte Po Pt*-
Pernan-bueo 4 de janeirro de 1871. .
Antonio Bapsta Nogueira,
! Secretario.
apega-k
Tila Illa 1 Xk
TfflSUI
MCM
iI^Bm
!O *i
l. a>
pt>r frrtfez ftroiiaVt
oqul epata.a deinon d ooemme
^*"Vto ammanr (Gofea)

ifj
''I' I"
De wrdfa^qSr..iafpector interino da airan
dega se faz (Xjbliao que a arremaucao dos dus
botes armiados qne foratn no serrico dos pontos
flscaef, flcou transferida para o da 4 do correpte
m*r, por nao ter comparecido licitantes do dia
marcado.
Alfandfga de Pernambiieo, t de Janefro de 1871.
O Inspector interino,
L. de C. Paes de Andrade.
O inspector interino da aJaodega fax p
bheoque, exislindo na me una o valones tbaixo
doclarados no caso de serem arrematados para
O Liberal de 4 deste mez diz o seguinie:
Marcou o chefe de polica os das para a for-
maco da culpa do envenenamento dos Ss e Al-
buquerque, em terapo am que ae acbava servindo
no jury o Dr. promotor. De modo que, formando
um processo contra a vontade e ex-offlcio, e
com a ausencia, na acquisico de testemuuhas,
do orgao da jostca publica, lera dexdo esta na
mate prejudicial revelia, e s hbilmente dirigida
pelos indiciado; e sens estrateglcc s advogados. >
Davo declarar que nao exacto o qae ah 9e
dix. Tem havido sete audiencias para nT|uirig3o
de testemunhas no alludido processo. S deixei
de assistir a uma deltas tenho visto deporem to-
das as te>tamunhas e informantes, excepcao des
Srs. teneute-coronel Luiz Paulino de Hollanda Va-
lenQa e Pelippe de Sie Albuquerque ; notndose
que, tendo en comparecido era um dia para o qual
tinha sido citado o mesmo tenente-coronel, este
nao compareceu, sendo neceasario transferir *
audiencia.
As pritneiras testemunhas foram inquiridas an-
tes de aberta a sesso do jury ; e depois que este
comecou a fnoecionar, a ioqairicao tinha lugar
mais tarde, qaando, pouco mais ou menos, ftnda-
vara os trabalbos do jury.
Notarei cmo examnlo qae, tendo as declara
C3es do Sr. Dr. JoSo de Ss, informante, durado
mate de quatro horas, en estivo presente desde o
comeco at o fim.
Nao me anima o goste de contradaer, teas de-
vo fazer esta recflcato.
Recife, 5 de Janeiro de 1871.
Jos Joaquim d'Oliveira Fonceca.
MOF1NA.
Na casa da residencia do finado commendador
Thoraaz d'Aqnlno FoncecS, foram encontrados
apenas seis wl ris em sedlas, dods quartos
Dg PATACAO, MA MOBDA DB DUBtriOS BIS E QDI-
NHENVOS B VtRTB BB|S- BH COBRE II I !..........
Na casa coramercial ( si; Houva cuidado com o
KOflo) se deve encontrar oals..........
ftulo de diciiai, hypothecM (inclusive as que fo-
ram encontradas na casa de residencia), accoes
de cmpanhias, que tafees fossfn rnenle o capi-
tal do finado) : di.whbo............
A casa contina ctmb cTantes f
Qae duvd; seo qae alH existir, qtrerem que
seja ronpa 4e traneea pra coreos bem talhados,
. ou antes para os descendentes do Bo & PMa, e
"Sna nobre estirpe!
Bolita aterra t
fi o S. julz de orphaas..........
0 publico e os tribunaos paaraaro com o reste
-ue eri patente I..... .....
0 neto da Pilla.
5P
ALFANDEGA-
Kandimanto de dtaS a 4 .
dem do dia 9 .
73:W#18
43:498*150
UC:99#348
fforlmento da airandeca-
Volames entrados com fatendae
* com panero* 391
fotoaaef safa ~~n
391
m
8za
aoeiro.
- varios cenaros
consumo, de eonfotmidade com o iepoto no eap.
6" lit, 3* do regulameoto de 19 de setembro de
1880, os seus donos ou copsigpaUrkis devero
despacha-los no^raso de 30 dias, sob pena de,
finaos eHeJ, aeren rendidos por sua conla, sem
que Ibes fique compelindo allegar contra os elfci-
tos 4es|a venda.
Arraazera n. 1.
Marca E A B 4 C,,n. 10664. Urna caixa viu-
da do Havre na barca franceza Solid, entrada am
30 de marco de 1870, consignada E. A. Burle
& C.
dem idem, n. 10714. Uma dita dem, dem,
idero, idem, idem, idem', idem. ~
dem quadrado H L, n. 9f,9..-Dus ditas viu-
das do Havre ua barca frauceza Mouss de Non-
tes, entrada em 30 i iem, idem, consignada E. H.
Niger.
dem, Idem, ns. 99, 90,91.Tres ditas, dem,
idem. idem, entradas em 31 idem, idem, idem.
dem triangulo H Z, n. 278. Urna dita idem,
idem, dem, idem, idem, Idem, idem.
dem E A B & C, n. 10663 Uma dita viada
do Havre na barca franceza Solid, idem, idem,
idem, consignada E. A. Harte 4 G.
dem quadrado H L, ns. 93, 95. Dnas ditas
vindas do Havre na bar:a franceza Mouss de Nan-
tes. entrada em 4 de abril da-1870, consignada
H. Liger.
dem Joao Quirino Agailar & C, sem nume-
ro. Um volume vlndo de New-York na-barca in-
gleza. O/inda, entrada em 8 de abril de 1870: nio
consta a consignacSo.
dem Msnoel Jos de Conde, sem numero.Um
volume idem. idem, idem, dem, idem, idem : nio
consta a consigoacao,
dem diamante M, n. 194.Um mbrulho vindo
de Southarapton no vapor iaglez Douro, entrado
em 25 de abril do 1870, contignado Joo Davie
dem S & E A Duranty A C., n.4065.-Umem-
brulho viudo de Liverpool no vapor inglez Kple
entrado em 25 de abril de 1870. '
dem quadrado B, n. 131|156. 26 caxas de
cha, vindas de Southampton no vapor inglez Dou-
ro, entrado em 25 de abril de 1870, consignado
Thomaz d'Aquino Fonceca & C
Wem F., o. 1. Uma dita vinda de Hamburgo
no patacho norte-aliemao Cato, entrado em 4 de
maio de 1870, consignado Antonio L. Oh'veira
Azeyedo.
Idera.C M C P, n. 349. Urna dita vinda do Ha-
vre na barca franceza Joao Baptista, entrada em
4 de naio de 1870, consignada Francisco Gon-
?alves de Oliveira Sobrlnho.
dem D R A, n. 301.Uma dita, vinda de Ham-
burgo no patacho iaglez Magdalena Ann, entrada
em 5 de maio de 1870; nao consta a consigoacao.
dem P. H.T., sem numero.-Um volume, idem,
idem, dem, dem, idem, dem, consignado P-
rente Vianna.
dem M E C 4 C, n. l|50.-Uma caixa vinda
de Liverpool na barca inglesa torriette, idem,
dem, dem : nib consta a consignacao.
dem diamante T. JefTeries 4 G., ir. 81r90. Um
embrnlho i 'em, idem, idem. idem, idem, idem.
dem J J B S A F, n. 234:235. Duas caixas
vindas do Havre na barca franceza Joao .Baptista,
idem, idem, idem, idem : consignado Jos Jea-
quim B. da Silva.
dem C M C, o, 346,347,848.-Tres ditas dem,
idem, inem, dem, idem, dem, consignadas Fran-
cisco Gomes de Oliveira Sobnnho.
Armazem n. 6.
Marca Martkn Durval30 caixas vindas-do
Havre na barca franceza Coligni, entrada era H)
de agosto de 1670, consignada a Robert Rotten-
burg.
dem idem10 barris Idem dem idem idem
idem idem.
Alfandega dPernambueo,3 da Janeiro de 1871.
O inspector interino
_________ L. de C. Paes de Andrade.
Pela inspeccao da alfandega se faz publico
que no dia 7 un correte, depois do meio dia. ser
arrematado em hasta publica o seguinte :
Marca C J 4 G. n. 138 Uma caixa conteni
12 tais, de caaarco de algodo avaliado o kil. en
U166, total 23*992.
26 ks. de-dito eom arara, avaliado em 1*083 o
kil, total 28*158.
Alfandega de Pernambuco 3 de Janeiro de 4971.
O inspector interino,
Luis de Carvalho Paes de Andrade.
COMPANHIA DRAMATIf
ETOZA DE JOO FERREIBi
.Sexta-fea 6 de jan
Subir acea peta primeira ves
moralijsimo drama em 3 actos,
guez do Ilustrado eecriptor Ca
co :
AbenQoadas
Finalisar com alinda comedia
0 marido yiotima
Sabbado 7 de Janeiro
Subir seena pala .primeira vez o excel
drama em 4 actos, origiral brasileiro do
Sr. conselbeiro Aleoear :
n. .
Galera
Este navio
Rio de Ja
ataran!
Miguel
Maranhfto.
Nova Amizade >
poneos diaa
revidade para
tratase
MAI
Finaiisar com uma linda comedia.
Tonan parte aeits esoaetaJa #s S*s. Peregri-
no, Augmto Cesar, Braga, Plriado, Pedro Aur
gusto, Taurino, D. Isabel Mara Candida E. Do*
rotliea Mara di
Nos jornaes de amannaa eer publicado o pro-
grmala dfstes eapaclaculos.
Fmaliear eem aliad comedia em um acto.
A mn das Cawelias
Os bilhetes acbam-se a venda sa estaco do
Recife e no eseriptorto do tbeatro.
No fhn do espeetatalo haver um trem especial
para o Recifa pelcpreco de 1* ida e Voha.
Principiar as 8 horas.
THEATRO
tNavtmyb costetropor vapor
Macefe; escalas >hnwdo>e Aracaj.
con.
lf taho, seguir para
M porvsatiana no da 14 do
correte as fi oras da tajjde.
ceie ffltga at o dia 13,
^najdas passaisla e
aVfHfras da tarde daaa-
do Maltosa.11
RNAMHQWA
^^mvegago costeira por vapor
Parahyba, Nata', Maco, Mossor, Ara-
caty, Gear, MaiidaLt, Ajcacac e
Gfmja.
O vapor Ptrpana commaQdan-
le Azevado, seguir.par os por-
tos cima noaia l4 docorrentf
as 5 horas da tarde. Recebe car
, a at o'dh 13, encomntfenda^
passageiros e dinbeirp a frete at as 2 horas d
tarde do dia da sahida : escriptorio no Forte dr
Mattos n. 12.
INGl'A POBTt
PiULOSOPIUA
i]GGt^iPHl
aHMOa--l POIA
^ Jos Soares d'zevedo
ifessor de lingua e litleratora nacional no-1
isio Provincial flo Recife, tem abetto
casa, roa Bella- n. 37, corsos espe-
de cada ama., das disciplinas cima
madas. Os atamnos qae quizerem
itar qualquer jola destas, podem Ji-
iffdicada midencii, para se infdr-
la hora e coodicoes. '
sino particnlarT
la Generesa de Figneiredo, competentemente
ida pelo director geral da instruccSo pa-
declara aos Srs. pas de familias, que abre
sna aula no dia 9 de jaajejro, na ra do Cotovello
fe 32 ; pelo que, prometiendo envidar aecurado
e se digoem conflarlhe sai dinas, dlspSe se a re-
eober alumnas internas, externas a seminternas.
_
| dra e cal ao p da i
vanlageos seguimos
para faser-aa
a\jBi

O Dr Joaquim de Asnino Fonseca voltou ao
axercicio de sua prollsso.
Paga-se bem
Precisase de ana ama para andar com urna
menina de palto : a-trtar na eidade de Olinda,
obrado junto a igreja do Romfim.
Peraate a cmara municipal o'esta cidaa>,
estarn em praca nos dias 7, 9, 10 e 11 do cor-
rente, para serem arrematadas por rfaem menor
preeo offereere, as segaintes obras :
t-"Da construc^io de um arco e atierro na
SeILes.S?a> d> Capansa, avallado em ris......
3:080*000.
2.*Dos reparos do maro do cemtterio publico
Santa Amaro de Jaboatao, importtndo em.....
594*000.
3> Da construcfao de um telbeiro pava 9ervir
de matadonro da fregnezia do Poco da Panelta,
avaliado em 2:882*.
As nessoas qne 'pretenderen! arrematar, com-
partan no paco municipal em osTeferios'fllas,
munidos de flanea.
Paeo da caara municipal do Recife, 4 de ja,
neirp de 1871.Ianaao Jttqutm de Souza Leao,
P. P.Auyiuto Genuino de Figneiredo, oficial-
naior servindo de secretario.,
GOMPANHIA
LY.1ICA ITALIANA
Sabbado 7 de Janeiro de 1871
LINDO E VARIADO ESPECTCULO
DIVIDIDO EM TRES PARTES
PRIMEIRA PARTE. ~
O segundo acto da novissiraa opera do maestro
Peirella
Jone.
SEGUNDA PARTE.
O segundo acto da celebre opera
Un bailo in maschera
0 muito
opera
TERCEIRA PARTE
linio e grande duete
da bellissima
La Vestale
o lindo e applaadido
Em seguida cantar-se-ha
quarteto Eigoleto
16*000
12*000
10^000
2*000
BKWBW1
Santa Osa de Mserieordia
do Recife.
A IIIma. junta administrativa da santa casado
liserico/dk d contina a rceeber propos
tas para o forneeimeoto do assocar que tlverej"1
de consumir todos os estabelecimentos pos a s
cargo inclusive o asylo de mendicidade no trine
[re de Janeiro a narco vindouro, na saladle anal
seasoee, pelas 3 horas da tarde do dia jflfaneiro
correte.
Secretria da Santa Casa de Miercordia
Recifa 2 de Janeiro de 1870.
O eserivao,
Pedro Rodrigue
PRECOS :
Camarotes de 2' ordem (na frente)
Ditos de 2" ordem (nos lados)
Ditos de ordem'
Cadeiras
N. B. Depois dos espectculos dosta companbia
haver um trem especial do Recife Apipucos,
tocando era todos os pontos.
Principiar s 8 horas.
Domingo 8 de Janeiro
Subir scena ura novo, lindo e variado espec-
tacolo dividido em 4 parles._________
AVISOS MARTIMOS,
GOMPASHA BRAS1LEIBA
DE
Paquetes a vapor.
Dos portos do sal esperado
at o dia 8 do corrate o vapor
Paran, commandante J. da Sil-
va Moraes, o qual depois da de
mora ao costume seguir para os
do norte.
Desde j recebem-se passageiros e engaja-se a
jarga que o vapor poder condozir, a qual dever
wr embarcada no da de sua chegada. Eneommen
las e dinheiro a frete at as 2 horas do dia da su;
ukida.
Nao se receben como encommndas sono ob
jectos de pequeo valor e que nao excedam a duai
robas de peso on 8 palmos cbicos de medigao
rodo qae p&ssar destee limites dever ser embar
:ado como carga.
Previne-se aos sanhoros passageiros qae sua:
I a.".sagens s se receben na agencia, roa da Crnj
a. 57 primeiro andar, escriptorio do Antonio Luis
d a Oliveira Azeveno A C.
Paquetes a Vapor
Dos poru do norte esperado
at o dra: tt JfleaSm*ro
TocantMs, ftfcaMaf te Jse li-
ria Ferreira Franco, b-qual de-
pois da demora' lo costme te-
reoefcs aUtjftrbs e eng
b vapor poder condazjr, a qual dever
ada no dia de sua chegada, encom-
inheiro a frete at as 2 horas da Urde
lida.
Nao se recetiem como encamnendas senao ob- J
jectos dofeojuen que nao eicedam a 2
arrobas d peso ou oito palmos cbicos de medi-
s passar destea limites dever ser
roadB como cari
pgpafefres qae soa pas-
cebem na i gen ca, ra da Croa n.
, primeiro andar, eeeripterio de Aatwio
de Oliveira Azevedo & C.
COMPANHIA I'EWSAAIBUCANA
DB
Varega^So costeira por vapor
Mamanguape.
O vapor nacional Cowrtpe,
commandante Silva, seguir
para poito cima no da 12
do corrento as seis boras da
Urde.
Ueee&e carga passageiros.
encommeadas, e dinheiro a frete at as 2 horas da
Urde do dia da sabida, no escriptorio do Forte
do Mattis n. 12.
Para o Potto e Usba
a barca portagneza Clementfna achs-se propoMa
f deve sabir com toda a brevidade : quem na
mesma quizer cregar ou ir de passagero, dirija
sa ra do Vigario n. 19, ou com o capitao na
praga.
Para Lisboa
Recebe carga a frete modice o palhabr te portu-
guez Pensanento : a tratar na ra do Vigario n
1, f andar.
Attentfao
. Na roa estreUa do Rosario n. 33 preparam se
bandeijas de bolos para bailes, cwamentos e bap-
tizados, (azen] se bouqoetes paranoivw, de muilo
geste, e- para analquer ellerla, faflm-sa deees finos
do seraedo e de ovo para presentes, pudina, bo-
los e pies-de-lo enfeilado-. flores de todas ai qua-
lidades, capillas e ranos para seahoras e meni-
nas, enfeitam-se velas com todo gesto para bap-
tisados.
Se potao op. na fej- >!
sim os meus merecinjeni
flaaidind. ________
Socledatjto Mcue< oui< oexeaete
ale ** aelro.
^ ^?f1 *)",n. St reslleme eonvido pelo
prvimt^s^AQrtkfmpv* a r.uoiaoordi-
naria da assembla geral. que deve ter lugar do-
mlngo 8 So corrate, as (I horas dd da, a 2*
andar do predio o. alto i ra do Mrquez de
llnda, oir'oM Ja Cadaia, tdln de se proceder as
eleieflM 4 nava tfanfms: ipaaciar os ac-
tos da panada,; tato de eMbraatefe aom o qn
presero ve o art. 22 dos estatuios.
Secretaria daasienblj g.ri da sdedade Be-
neficnte Dexesete de'anpiro i de janeira de 1871
O i" oereurio, .
________Chfy Precisa-se que o Sr Corblniano de Aquin*
Ponseea, inventanaate do caal d Tboraaz a> Aquino P^nseca, gracas ao etcruptUo-
tiuimo ex-juii das orphMS, casa mesmo qata Jul-
gon" demente o flnado nwj'jr r fj^mado Jos dos
Santos Huaes-J,iioa, declara ' paran as letras
datheoartria pR>vac*l;.-tio valor do mais de
8:000*000. doacontades p'lo referido cammenda-
dr effl 1848 e nao pagas ; jior quaol i tasas letras
aio podan desipparecrr, a ba interese
de tratar-se da^erdodira w loa logar
ao grande desastre que soflreram amell-n que de
boa f descontarara letras il-#a ui^sour.ria, da
qual entao era prucui al i u.fiuv ajvu-
gado de S. S.
O Ua.
LEILOES.
LEILAO
de 151 rolos de salsaparritha maca A R. quinta-
feira S do corrente.
O agente Pestaa far leilo por conU e risco
de quem pertencer, de 251 rolos de salsaparrilba,
os quaes seco vendidos em nm ou mai i lotes,
quinta-feira 5 do corrente s II horas da manhSa,
no trapiche BaraodoLivrainento.
LEILAO
(EM LOTES)
da armaqao, gneros e perten-
ees da taberna da travessa
Duque de Caxias n. 3.
O agente Martins far leilae por mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do eommercio da Uber-
na cima (em lotes, vontade dos compradores),
arrestada a Joaquim Femandes de Oliveira, por
Luiz J os da Tosta Amorim dt C. e outros
Segunda-feir 9 do corrente
s 11 horas do dia, na mesma taberna.
DE MOVIS
iouQa, vidros, crystaes, e dif-
ferentes livrofj, a saber:
Um piano forte, uma mobilia d Jacaranda, 13
quadros com finas gravoras, 1 candelabro, 4 cas-
tices e mangas, e 4 canflieiros a gz.
- Una cama, 1 lavatorio, 1 guarda-vestido com
espelho, 2 magnificas commoday de jacararia, 8
marquezas, 4 ro/zinbas, 1 berco, 1 cama de ferro
para menine.
Uma sedretaria. 1 estante envidracada, i espe-
lho grande, 8 nadpas e difieren tes livros.
Uma mesa elasllca, 1 guarda-louoa, 2 apparado-
dores, 12 cauoiras, lou^a para aJo?o e jantar,
copos, clices, farraf, 1 pona Jiedr e muitos ou-
'tf0 obeS?y,,r5,ldF,eB eaJI familia.
TraCAFEIRf i(rf>flr*TJrftENTE
Nosjbrado da ra do Principe n. 4, em frente aos
coqueiros, e perto da pente Sete de-Setenbro.
O ageBte Pinte, autoriaado pPr-ttn pestoa qne
retrou se d'esta provincia, Hl'lelNKr'dT objctos
cima mencionados, existentes no sobrado da ru,
do P, le se efectuar o Mtto, as
10 horas do da tert^ feira lQdo corrente.^l
Attencdo.
Na ra estreiu do Rosario n. 35 prepara-se al-
mocp, jantar e ceia para caixeiros e estudantes, e
qualquer pessoa que "queira tudo com asseo e
preco commodo.
Ama
Na ra do Tliom de Souza (antiga ra da Lln-
goet) n. 1, precisa se de uma ama para cozinhar
e comprar para rapaz solteiro.
CASA DA rMTUflU
Aos 5:000$
Bilhetes garantidos..
A roa Pi.ime'o de Mar?o (outr'ora roa di
Crespo) 23 e casas do costante.
O abaixo^ssignado, tendo vendido nos seas le-
lites bilhetes um meio. n. 1539 com 5:000*000, tres
quartos n. 260o eom 400*000, um quarto n. 1986
cou 100*000, quatro quartos n. 1400 cora 100*
e outras so<-ies de 40*000 e 20*000 da lotera quo
se acabou do extrahir (177"), convida aos possai-
dores a virem reeeber na eonfbrmidade do cos-
tume sem descont algum.
Achan-se venda os bilhetes garantidos da
i.' parte das loteras, a beneficio da igreja de
Nora Senhora doTergo (178.1), qne se extrahir
qulnta-feira 12 do corrente mez.
PRECOS.
. Bilhete inteiro 8*000
Meio bilhete 3*000
Quarto 1*500
Em porcao de 100*000 para cima.
Bilhete inteiro 5*400
Meio bilhete 1*700
Qnarto 1*350
Manoel Martins Pinza.
Precisa-se fallar a negocio que nao ignora
com o Sr. Augusto Casar da Cuuba, no patee do
Carmo n. 9.
Guimares & Luz peden aos seus devedo-
res, que leen comas, de mais de anno, venham
oa manden loge pag-las at o fim de marco do
corrente anno ; pois qne flndo o praso indicado
serlo chamados a juizo para judicialmente salda-
ren) os seus dbitos.
Recife, 3 de Janeiro de 1871. ______ .
Alugase uma preta escrava perfeita cosi-
nheira : a tratar na ra do Mrquez de Herval
n. 58 A, antiga roa da Concordia.
AMA.
A ra do Livramento n. 6 precisa-se de urna
ama que sej muito boa cosinheira para casa de
hornera solteiro, agradando paga-se bem._______
Manoel Jos da Silva Oliveira, subdito por-
tuguez, retira-se para a Europa a tratar de sua
snade, levando em sua cempanhia sua familia,
deixando por seus procuradores, para trataren
de seos negocios, em l9 lagar o Sr. Jos do Reg
Borges, em 2.* o Sr. Antonio Lopes Braga, e em
3a os Srs. Machado 4 Almelda.
Francisco Llbanio Colas, soa esposa e lhos
summamente gratos todas as pessoas que se dig-
naran assistir as exequias de seu prezado pai,
sogro e av, acompanhando-o ao seu ultimo jazi-
go, vera por este meio agradecer-lhes lio caridoso
obsequio, rogando Ihes anda o assistirem asnis-
sas do stimo dia que mandara celebrar por sna
alma, segunda-feira 9 do corrente mez de Janeiro,
na igreja de N. S. do Livraniento, as T horas da
raannaa.
'fin iijwaaaMaMatawanttajnaajaaBM
ATTENCAO
Para evitar quest5es e ,'iz publico que os es-
cravosllworato, cabra, Maria, crioula, Amador,
crioulo, Cincinato, cabra, 15 imo, cabra, Severino,
Angola, Benedicto, Angtla, c Olimpia, crioula, to-
dos pertencentes Jo- Luis* de Siqoelra Caval-
canli Jnior, ora residente cora sen sogro Manoel
Ignacio de Si^neira Cavalcan^ m engenho Santa
Cruz de Barreiroe, se aeli.in vendidos por uma
escrptura de hypotheca do triplicado valor, ven-
cida segundo suas clausuhs, como tudo se pode
ver da dita escriptura lavrada no cartorio do U-
belliao Almeida em data de 12 de abril de 1865.
Ilillltllllili
m as aulas
| do collpgio da Coacelcao estaro abenas jaj
de 9 do corrente era diante.
8
ROUBO
No dia 31 de dezembro prximo (Indo, de meio
dia para 1 hora da Urdo, pode slguem introdu-
zir-se n easa do abaiXo assigondo, na eidade de
Olinda, lugar dos Milagres, e approveitaudo-se
da ausencia do mesmo abaixo assiirnado e sua fa-
milia, conseguio roubar os seg lintes objctos : 1
palitot, 1 caiga, e t colete de casemra, 1 toalha
de labyrimho eom as inieae* I. S. P., 2 pares da
Uozeta., 1 didalj-de ouro, 2'alfinete! de ouro, 1
bracelete de menina, 5 boides de bertura, 6 au-
nis de ouro, 1 annel com as inniciaes M. E. C. e
1 porcao de obras quebradas tudo de ouro ro-
ga-se o favor a quera qner que por ventnra fdr
offerecido alguns dos referidos objctos, appre-
hende-los e leva-Ios, ou avisar ao abaixo asig-
nado, o qual alm de Ihe flear grato o gratificar'.
Olinda, i* de j?neiro de 1871.
JoSo SirnSes PinenU.
Precisa-se de uma ama para coser e engom-
nar en ama casa de pouca familia : a tratar na
ra Velba n. 8. Prefere-se a qae mere fra.
iJei
cttrga qt
ser emb
m en das
di) soa
PergunU-se
guinte :
MlBrieteJesi o estabalecido
eom casa de peghores praca da Independencia
n. 83, far Mar-
s Jbjectoa
de BOfOddbs -fn pni 3 das cntelas
tB.-)3"m, n ; C, 280 aK 103
115 n, 140
I.T52
i m. 234 n, i C.
228 m, 233 m, 236 to 91 rat 303
BBBBBBBBBBBBBaBBBBBBBBBBBBaBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBaK 308
BSBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBaBBBBBS^^Hra>. 296 m, 301
Lisboa
'das. procedentes
ipnAAet
innocentes.
Retcbild dea marchantes o se-
1
Poder o Sr. Rotchild comprar carne a 8000*
por arroba, e vendar 64, 8*, 4* e 3* sem pre-
judicar os seas cradares T
Poderao oa couros qae o Sr. tira iademnisar a
baixa, que d no preco da carne T
8
Sabe V. S. qpal a elasificacao que tem o nego-
ciante que compra per oito e vende por seis, pre-
co inferior anda praca, e falta depois aos sens
pagamentos
4
Os seus credoes aabaro deste se modo de
kuifcoeiarJ >
5
Sera licito, un mlionario furtar-se ao paga-
atento de seus dbitos, allegando prescripcae
credoxes iocaui
6
Nao Ihe aprjveitou a icao, que Ihe dea o gato
nontr
Alerta I (azendeires, Rotchild ten iatencoe si-
nstrast
Alerta I Folara da banaarrota I
Aula particular de instrnerjao!
primaria.
Manoel de Sonza Crdeiro Sondes avisa aos
films, senhores pas de seas alunos, que no dia
9 do corrente se achara aberta sao aalA.na nes-
iacaean. 16 e a resta dos Ex pos tos, ao
^^^^^^^^^Hantonio : tambora o
^ adnitte ala:
i sus,
aaBBBBBBBBBBBBaBBBBBBB^BatBB^^^^^^^^^^I
^^^^^H o
''Zerenj
, logo
ero qae
|ila sta deade muito
M pobli:.i, de quem
Sumio-seda campia do Chacn, no dia 2 do
corrente mez um cavallo alasao escuro, pnxando a
cabocolo, com ura ferro no quarto direilo, l>om de
carro ca : qoera o achar ob delle der noticia ser
pago generosamente, levando casa de sea dono
ruada Casa Forte, Beato Jos Domingues, e no
Recife roa do Rosario, hotel do Pedre.
UVA^URA
O Campos da ra do Imperador n. 28, de volta
de soa viageiu Portugal. escoltv.'U all um vinho
que se denomina VIiNHO DA IUIRRADA, proprio
para a esUcao calmosa que estamos atravessando,
e para que ahogue a TODOS tc-m resolvido ven-
de-lo a OO rs. a garrafa, aesmj parque nio
muito difflcil beber do tal nrotar, uma oa duas
garrafas, naos pela sua barateza eomo pela sua-
vidade do engnli-lo._______________________
aiqaer ostaoeiecimeau
u tilisa
SeOEDABE LOTRICA
ESPERANQA FEUZ.
A esusosledsde prtence-lhe o bilhete o. 2590,
e os meios ns. 2804 o 3104 da lotoria 340 da
Cftrte.
Antonio Joaqun de Bri'.o,
__________ .Secretario.__________
Rcubo
No dia I" do con )ico deeorndo
do meio dia at as 3 dii Urde, horas estas em que
icen ao o escriptorio ila rna da Midre de Dos
n. 3.2* andar, arrombiratt a porta da sala da
frente e depois a cartefera. roubando se a qaantia
de 1:500* a 1:690* eru sudlas, deixando Qcar
ontros ttulos de valor, pertencentes ao Sr. Ma-
noel Joaquim Gomes Rcaga : qnera por ventora
puss annuaciar o roubador, sera pel raesiao
aoaancUnte gaatideadOi cora genesosid:
Mrnoel Joaqokn Gomes Braga.
Anna Scb.*nna toBietro l>easa.
M, -:>.- -r M>*. i- -. J|
BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBTBBBBBBHBBBBBBBBBBBtfn^
fi4
SM

&t*k&lf-6>***i,: 11 .i I



'unid
^N de
flU
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PRIME
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JlUU
elo Dr.
MEL
LO
Dirigida
3ANT0S
habiunta^^^^^^^H^I
consultar por eaeripuj, no que leraa -
sfeitos eom prompdo.
Presta-se tamben chamados para o
Interior, a preco mdico.
Censalua, nc- eenttftorio das 10 horas
someto dia.
Chamados, a qualquer hora.
Aos pobres gratH.
43Roa do Bario da Victoria43
(AntgarDA^w).
BBMPHmHPl-a
laitwi do nronars lorio*
CHAPEOS OE SOL
DA
Ra do Bar&o doria, estria* da Camba, do Carnio, n. .23 (Antiga Kua Nova^
Temos a bonra d r a guaso mmmm irstsssss qo cea cbegadj de xm dos socios da Europa, seprio-se a
casa com um ct-mpi
orlmen\o dn chapeos de sel de todas as qualidades como tambem, de todos es maleriaes para os mesmos
tau e pannos, assm>c
"ot ceoto.domprenoo a diDhe:ro.
para caca, chumbeiros e polvaripoos. Os chapeos e sol lerSo
abatimeolo de 12, 15 e 25 pe
0 salao de pianos e de
msicas
arodou-se da roa Nova n. 58, 1 andar, para
roa da
Imperatriz n. H, loja,
onde contina reeommendando-se ao Illm. pu-
6. Werthelraer.
AOS 5:000^000
Estao i venda os felires bilhetes da lotera da
Bahia, na casa feliz do arco da Conceico, loja de
ourives no Recife. __________
Cozinheiro
Precisa-se de nm cozinheiro para grande coz-
nha : informar no armazem do Campos ra do
Imperador n. 28.
GRANITO.
Ao Sr. Manoel Mendos de Fi-
gtielredo.
Sendo dacorrido nm anno depois que encarre-
coei Vmc. da cebranca de 1:021/220 constante de
urna letra e de um papel de trato, e nao havendo
at ooje reeebido noticia algnma acerca dessa co-
bran apesar das repetidas cartas que Ihe tenho
dirigido e qae todas tem icado sem respostt, vou
rosar Vmc. qneira mandar-me a importancia do
que houver reeebido on restituir-me os meus do
comentos no caso de que nao teuha realisado a
cobranca. Vmc. dosculpar o uso desle meio, urna
vez que nao" tem querido responder as minhas
carias. Recife 27 de dezembio de 1870.
Jos Duarte Pereira.
Offerece se para hotel ou collegio um par
portagueze?, sendo o homem para comprar e co-
lindar e a mulher para engommadeira e copeira :
quem pretender contrata-Ios dirija-se a roa do
Amorim n. 15, taberna, para deixarem escripto
onde deve ser procurado. _____________
Fundi^ao da Auroro.
Nesle estabeleiimento se vendem taxas de ferro
batido mais bem construidas do que as que vem
de fra a 240 r?. a libra ; sortimento completo.
Precisa-se de urna, escrava ou li-
rre: na ra do i^aldeireiro n. 68
AMA
PreviBo-se ao Sr. Ihesoureiro das loteras
que nao pacue o meio bilhete de n. 939 da 2* par-
le das loteras da matriz de Seriohem n. 177*
seno ao abaixo assignado, visto ter sido desenca-
niinhado do poder do mesmo.
Manoel Jos Correi.
Ensiiio em casas particu-
lares.
Aos senhores pais de famllis econmicos
nos dirigimos.
Lecciona-se pessoa; de ambos os sexos as
segointes materias : lingo nacional, francez, la-
tir e geographia, todos es das utes, excepto as
luintas-feiras. Garante.n-se as habilitatSes, me-
tnndo facilimo, adiantamento rpido, e muita assi-
Juidade. Os professores sao doos mocos que es-
t'id.im nesta praca e muito conhecidos : a tratar
na ra da Cadeia do Recife n. 24, ou nesta typo-
graphia, devendo os pretendentes deixarem seus
u iraes e morada, Isto das 8 horas s 4 da tarde.
Educaqao primaria e secun-
daria.
Jcronvmo Pereira Villar faz sciente ao res peiti-
v.) publico e com especialidade aos lllms. pais de
- os alumnos que as anlas estarlo abertas a 9 do
vigente, prometiendo interessar-se no progresso
rie seus alumno : no Mangmnho, entrada dos
fflir-iosn. 37.
rVaixeiro.
Precisa se de nm caixeiro de 14 a 16 annos,
com alguma pratica de taberna : -tratar na tra-
vessa do Livramento n. 39.
Na praca da Independencia n. 33 se da di-
heiro sobre penhores de ooro, prata e pedrai
sreciosas, seja qnal for a quantia; e na mesm
f ase compra e vende objectos de ooro e prata
i igualmente se faz toda e qualquer obra de en
coaimenda, e todo e qualqner concert tendent'
i mesma arte
A o commercto
Os abaixo assigados tendo concordado dissol-
ver soa sociedade cemmercial ate o dia 31 de de-
zembro prximo passado pedem sos credores de
sna Orma, quer de coma dj livro quer de letra,
teoham a bondade de apresentar seus titulos at
o dia 10 do correte ern seu esoriptorio a ra do
Apollo n. 49,1* andar.
Recife, 4 de Janeiro de 1871.
Bezerra 4 Temporal.
Precisa-se de ama ama que compre e cosi-
nhe para casa de pouca familia : na ra Nova
de Santa Rita n. 41.
Joo Christiani, summameute grato a toda
as pessoas que procuraram prestar-lhe obsequiosos
aervicos, por occasiio do fatal incendio, que redu-
io etnzas o sen sobrado da roa Nova n. 44,
vem por este meto confessar-lhes e sen reconhe-
cimento, com especialidade aos cavalheiros que
conseguirn) slvalo de furor das charamas.
Deixa de declinar noraes para nao ferir soseep-
tibilidade; mas assegura que no intimo de sna
alma vota eterna gratido aquellos, qae to gene-
rosamente conseguirn) salvar-lbe a vida.
Outrosim, roga s pessoas com quem tem rela-
jos comrnerciaes o obsequio de o procuraren) no
estabelecimento dos Srs. Camino & Moura, ra
Nova n. 46, onde ser encontrado das 9 horas da
manha em diante.
Aproveita tambera a occasiio para pedir todos
os seos devedares, qur desla cidade, qur de f-
ra, o obsequio de virem saldar seus dbitos, o qae
espera elles farao como o tem feito maitas pes-
soas, eom o qae se tornaran) dignos dos maiores
elogios pela maneira delicada e i Bsequiadora com
qae procederam.
Recife, 31 de dezembro de 1870. ___________
Vai a qirm toca
Pede-se ao aavioAntonio que nos declare
Juanto ganharam na sna quesfao, os conselbeiros
ulinho e Manezinbo, e se os seos servicos foram
gratis, em pagamento do primeirofazer das suas
eseetilhas-trncbeiras para suas aparxonadas, e o
segando pelas paasageos gratis qae teve para o
porto de Valentinas.
O piloto
Eduardo.
Aos Srs. capitaes de campo, predaa'selaHar
negocio de sens interesses: na roa das Crines
n. 2, primeiro andar, das 10 horas do manlia is 2
da tarde.
0yt
m
oues I
_
geral da
Slica, contina a leceonar a srioodn
preparatoria, inclusive a lingna nacional,
das 8 oras da manha as I da tarde, nal
travessa da roa Bella n. 40.
SIMHM1.
j__H|_________
Aula- porticular de pnmeiras
letras,
Anna Tbeodora Simdes, autorisada pelo Exm.
Sr. presidente da provincia ao magisterio prima-
rio identifica ao senhores pas de anas alumnas e
ao respeitavel publico que se achara abena sna
anla particular de instruecJo primaria no dia 9
do corrente na roa Travessa dos Expostos, cas
n. 16, 2* andar, onde espera satisfazer os senhores
pais de familias, que Ihe oonflarem sosa Dinas,
tanto as materias qae constituem a sobredta ins-
truccSo, como tambem em msica vocal, e no que
for concemente as habilidades de agulha.
O
ns>
fazem os mdicos e oda mais freqoente
feito pelo publico sao proras irrefragavei* unto
como a quanlidade Hpmni* totopam. 8*
falla aperfeicoar cada vez mais O modo de admi-
nistratao, de mneira que conservando a so c-
elo, elle postan ser temado m repugna*
nen) asco e sobretodo cid rsceio neni petgo.
Mailos purgantes .limados f devem este dob
xito ao sea effelto intenso e exeestivo. D'ahi o
pengo, porque irrilatees de estomago, inflamma-
efies de enlranhas sio inevitavelmente o resalla-
i>
do seu emprego. Nada disso tem-se de UU*r
~Metivo.
Todos conbeeem por experiencia

Este antigo estabelecimento, acha-se hoje montado n'nma
escala de poder servir vantajosamente os seus freguezes, atien-
to o grande sortimento de joias d'onro, prata e brilhantes, que
sempre tem e recebem mensalmente das principaes fabricas da
Europa- cujos presos sao em competiveis e as obras garantidas
de lei. ^
UIOItEIRA DIJARTE .
* mi
S.L.PLUTO
Pertence mesma o biHiete n. 5108 e meio n.
3132 da 3W lotera da Corte.
F. X. Ferrera,
Secretario._________
Prestem attencRo
Aluga-se ou vende-se um sitio na Cruz de Al
mas n. 10 junto a estacao de Parnameiiim, com
muitos commodos para grande familia, por preco
commode. Vendo se a taberna n. 68 do pateo do
Terco, com poucos fundo*, afregnezada para o
mato, propria para principiante, tambero troca-se
por algnma propf iedale nesta praca : quem pre-
tender algum destes negecios dirija-se a mesma
taberna, que achara com qaem tratar._________
Trabalhadorfts
ap-
MANUEL &C.
Tem a satisfac3o de participar aos seus numerosos freguezes, que em vista de ser-Ibes mais commodo, tem
estahelecido urna nova fabrica de cbapos de sol, na ra da Cadeia do Recife n. 9, boje ra do Mrquez de Olinda,
onda achar5o os pretendentes, muilo avultado sortimento de cbapos de sol de todos os precos, quahdades e por pre-
cos mas'commodos do que comporla o nosso mercado: convidara especialmente aos Srs. compradores por atacado _
darem, sendo possivel suas encommendas, pois poder5o,assim serem mais bem servidos, visto poderem escolber as ar- g||
^5 macSes as iazendas que a demora da fabricarlo bem J:
Antonio Jos dos Res, eslabelecido com loja
de fazendas no eaes22 de ovembro, outr'ora
Passeio Publico, faz sciente ao respeitavel publico,
especialmente ao corpo de eommercio, qae desde
o i. do ci rrente deu sociedade em seu es abele-
cimento aos seus caxeiros Pedro Alvas Ferreira
Jnior e Jos Joaquim Marrocos Pereira, conti-
nuando a gyrar o mesma firma de
Antonio Jos dos Reis._____
JJrimeiras letras
Jos Bittencourt Amarante cordialmente agrade-
ce aos senhores pais de seus alumnos qae Ib'os
cenfiaram para os instruir as materias quanto
diz respeilo as primeiras letras ; participa tambem
aos mais senhores em feral que Ihe quizerem dar
a mesma honra, fleandb certos que far o esforco
possivel, sssim como o tem feito, para que elles
obtenham os flns desejados. Nao admitte decn-
riSes em leitura ; suppre esta falta com suas edu
candas que para isso esto habilitadas. Sua es-
cala estar aberta do dia 9 em diante, na ra da
matriz da Boa-Vista n. 16.
ti RUI DO BARIO DA VICTORIA 41
1 Nesle novo armazem tem um
variado sortimento de fazendas
francezas, mglezas, allemSas e to-
das todas se vendem por precos
mdicos, afim de acreditar a este
aovo armazem.
Casemiras inglezas,
francezas, de todas as
qualidades, brins de
cores e brancos, colei-
riubos modernos, cba-
pos de sol de seda,
finos.
DE
ARRUDA IRMAOS.
RA
Baro da Victoria
antiga rus
NOVA
N. 41.
Assim como tem urna grande
officina de alfaiate, montada com
todos os prepares que ba de melhor,
dirigida por "habis artistas, que
pela sua promptidSo e perfeicao
nada deixam a desejar.
ROopa de todos os
amanbos para bomeos
meninos.
Por todos'os "pique
tes recebem-se as me-
lhores e mais mode-
nas casemiras que ba
na Europa.
RA
IK.
Baro da Victo la
antiga roa
NOVA
M. 41.-
MOFINA
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio V.eira de Mello, -
crivo na eidade de Nazareth desta provincia,
favor de vir a roa do Imperador n. 18 a concluir
aquello negocio qae V. S. se compromettea reali-
sar, pela terceira chamada deste jornal, em fins
de dezembro prximo passado, e depois para Ja-
neiro, passou a fevereiro e abril, e nala cumprio,
e por este motivo de novo chamado para dito
fim ; pois V. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e qnanoo o senhor seo
filho se achava no estodo nesta cidade.________
Aluga-se a loja o. 55 da ra de Agoas-verdes
(hoje Lomas Valentinas) de 18* mensaes : para
ver, a chave est na casa de junto, e para tratar
na Ihesonrana das loteras._________________
MARA,
Aluga-se a padaria allema em Santo Amaro e
as condic&es sao favoraveis : a tratar cem seu do-
no na ra da Guia n. 56. ____
Este estabelecimento acaba de soffrer nma reforma radical em acceio, artistas e commodos, e em pontoalidade as encom-
mendas, finalmente em todo afim de melhor servir os seus numerosos freguezes deixa-se de annuncUr todas as fazendas, para
oo se tornar massante
Na travessa da roa
das Crazes n, l, pri-
meiro andar, da-se
nhelro sobre penhores
de oiro, prata e brilhan-
tes, seja qnal for a pan-
lia. Na mesma casa com-
pram-se os mesmos me-
taes e pedras.
Bw'-
O Sr. Miguel Candido de Medeiros
Pinto rogado a vir a esta typographia.
O collegio de S: Pedro de Alcntara acha-se de boje em diante eslabelecido na
ruado Commercio n. 3, com vastas accommodac5es e habis professores.
XAROPE SEDATIVO
ie catea* de Laranjat amarqa* So
BROMDRETB SE P0TA88IDM
D* J.-I. ULWLOmu, s, teumm IAmmBmtikt-rmul, Fartau
Todo os Medios eoneordio m que o Bromnrsft de Pouanm jmro tem sobre o
sistema nervoso, nma accio i*in m I**. Reunido lo Xarope Laroze de
Laranja amarga, coja aeclo regenera as ftoicfies do estomago e dos intestinos,
universalmente appreciado. Sem receto d'aedente se pode dar u pessoas adultas,
osando soffrem de fliit Mr^ao, ims via* difMti*M, *iiium m gfeal,
assim que para as Bolmly rmw ** ymh, Para aa creaneas, pm lw
DepaiD em Rio de Janeiro, Obllo; em Pernambuce, Ihw c;
em Mamo, rl*o ; em Pthtat, Auro itm; em fio Ato, WLokm;
forU Alegre, *<- BJlo; em Karonh&o, Trrtr C; em, Ouro Preto^
em
Casa na Boa-viagem
Aluga-se ama exceilente casa na Boa-viagem
para banhos de mar, com excellentes oo
2 salas, 5 quartos, coznha e todos os per
e at com orna grande palhoca para banhos
porta e chave, por commodo prego: na ra do
Vigarion. 19.
r*
VERDADEIRAS
AMA
Precisa-se de nma ama para o servico de por- i
tas para dentro, jae i*"'
na roa Bella n.
Caixeiro.
PILULAS de BUNCaR
C0 lODURETO DO FCPW INALTtMVCL
APPROVADAS PEU ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETCr
r Mudado U propriedades do lodo et do Mrro. convem especialmente na Arreccots
wenorTOOSA, a Tsica no prinerpio.a (raquetade temperamento e tambem nos casos de
Falta m coa, AMSRonmHtA. era qua proe&awuoni sonnn o sangue aoja para restituir
curso periodtoo
N. O tedaralo d. (erro imparo on alurao *\
ora de poma de theneldade das ""'*
KM erra, nqni rfproduiid, qM M ada MMt iri !
HtarmemMe,
Ifco:

MA PADARIA
americana ra dos Pires n. 50, contina a fazer
pao e bolacha de farinha especial de i* sorte para
melhor agradar a seus freguezes.___________
Primeiras letras.
Mara Barlholeza da Conceico agradece aos
senhores pais de suas alumnas que Ih'as confia-
ran) para as instruir no qqanto diz respeito as
primeiras letras, assim como* participa aos mais
sanhores em geral que Ihe quizerem dar a mesma
honra, cerf s de que far todo o esforco, como o
tem feito, para que ellas obtenham os flns que se
ileseja. Sua aula estar aberta do dia 9 em
diante. '_________________
Lav-se o i^gomma-se com perfelco roupa
de seohoras e de homens : na ra do Livramento
n. 33. i* andar.
Irmandade de Nossa Senhora
du Boaviagem.
Sao convidados todOs os irmos para compare
cerem no consistorio da irmandade: no domingo 8
do correte, s i) horas da manha, afim de, em
mesa geral, proceder-ae elelr^o da mesa rege-
dora.
Boa-viagem, 3 de Janeiro de 1871.
O juiz.
Joaqnim Jos da Fonseca
" Au belsexe
COLD CREAM OF ROSES.
Cette Creme doliciense, aniversellement rpin-
Jue en Angeterre, oii les tomates sent si renom-
qaes par la beaut et la transparence de leur
lent, doit sa rpntatlon aux lments balsamiques
et onctueux qnl la composent, ainsi qa' sa cons-
tante efflcacit pour adoucir la peau, la rendre
pas blanche, et contribuer ainsi la santo et a la
beaut, qni, toujours, sont inseparables.
On la recommaBde eontre les irrlations de
I piderme, telles que Boutons, EpnLroKS, Ta-
ches DE ROSSEUR, ROUOBCSS DE LA FlODRE, 6t
eontre les taches Ipatbiqes et les Efflokescen-
ces. Cette Crme convient spcialement aux fem-
tnee enceintes pour prevenir LE MASQUE, auquel
elles sont sutottes.On s'en sert encor pour em-
pcher la flgore de se hler par le froid ou la irop
grasde cbalenr.
Prix 1:500 reis
Sel dept an magasin Basar de la ModoSO
Rae do Baro da Victoria.
o cato purgativo.
' o aroma sna-
e o efleito ligeramente tosico e excitante de
caf Elle o melhor auiiliar dos paranles do
quaes disfarca o ctuiro o sabor ajada a accio
solliciUnio vagarosamente os movimentos perit-
ulticos de iniestino, e prevenioda o seo effeito
mallo intenso sobre o estomago. Mistursdo com
escamonea, facilita asevacuacSes eom prompudo
e sem clicas, e terna-so on porgante brando,
certo, fcil a lomar e preerlvel a todos os ontros
salvo nma iodicacio eppecial da qnal o medico -
o nico juiz.
A innocuidade do caf purgativo peimitte de
emprega-lo em iodos es casos moles. Desper-
tando a atonia do .intestino e activando a socro-
cio desle, destre a dureza de venlre, as vento-
sidades, as Oaluosidades e excita o appetite. Em-
pregado mais i miado, conveniente para eva-
cuar com vagar a bil e os homo es viscosos e
e fax dessa maneira desapparecer a enxaqaeca,
as dores de caneca e prev os ataques de sangae
as pessoas que a estes sao preditposlas.
MODO DK EMPREGO.
' to simples como fcil. 0 at purgativo
deve ser tomado fri, pur oa misturado com nm
pouco de leile fro assocarado, oa agua assuca-
rada. O vidro inteiro a dos ordinaria para
um adalto ; duas colhres de cat bastara paro
as seohoras e para toda e qualquer pessoa que se
pnr fcilmente.
. ara as criancas de 8 10 annos, a melade do
vidro suficiente ; de 5 a 8 annos, urna colber
de caf, e a quarta parte do vidro sement abai-
xo desta idade contra a gosma.
E' por isso d'uma administraco muito mais
fcil do qae es biscoutos, chocolates on bolo
purgativos.
Da-se immedialamenie depois leite quente as-
sucarado on caldo leve, e dnas on tres chavenas
de cha preto on de tilia. i
nico deposito na pharmacia e drogar a de
Bartholcmeu & C. : ra larga do Rosario n. 34.
Nao ha nals rabellu brancos.
Tintura japone a.
S e nica approvada pelas' as academias de
ciencia, reconhecida superior a toda que tem ap-
parecido at hoje. Deposito principal rea da
Cadeia do Recife n. 51. andar, em todas as bo-
ticasiecasadecabelleireiro:___^____________
Collegio de Santa Irania
Para educac3o do meninas, eslabelecido na
roa Formosa.
A directora deste collegio, abaixo assignada, fas
sciente nao so aos pais de suas alumnas como
aos de mais que quizerem confiar-lhe a educacao
de suas filhas, que no dia 9 do corrente comecam
os trabalbos deste estabelecimento, no qnal se en-
sina cora asseio e perfeice a ler, escrever, lingna
nacional, fracez, arylhmetica, systema mtrico,
geographia, msica vocal, piano, banca e desenho,
por professores competentemente habilitados. A
directora nao alga mais necessario aflancar aos
pais de suas alumnas e ao publico em geral a de-
dicajao, zello e interesse qae toma pela educacao
e ensino de soas alumnas, porque tasta o longo
espaco de 11 annos em que tem sabido manter o
bom norae e crdito ueste estabelecimento ; agra-
decendo em extremo a conflanca com que a hon-
ra m os senhores pais de familias, confiando-lhe a
educacao de. suas innocentes filhas. Boa-vista 3
de Janeiro de 1871.
rsula Alaxandrina de Barro?,
__________Directora._________
Casa no Monteiro
Aluga-se nma casa no Monteiro, porto do Xis-
to, baixa do rio : a tratar na ra Primeiro de
Marco, antiga ra do Crespo n. 17, loja.________
Precisase alugar urna preta boa cozmheira :
na ra do Rngel n. 9. Paga-se bm..________
Ama.
Precisa-se de ama ama de leite sem filho : a
tratar na ra estreita do Rosario n. 3, drogara
homeopathlea.______________________
Precisa-se de ama ama para cosnhar e com-
prar : na raa Wova n. 21, loja.______________
' Precisa-se de um cosinheiro : ne
commendador Tasso, na Crnz de Almas.
sitio do
Casa de campo
Alagase a do Bario de Ouricufy na Passagem
da Magdalena, situada a margem do rio Capibari-
ba : a tratar no largo do Corpo Santo n. 19.
Ama
Precisa-se de nma ama que saiba cazinhar e
engommar para casa de familia de duas pessoas :
na ra do Apollo n. 51, 1* andar
" InstruecJo primaria.
Escola particular do sexo femenino.
Anna de Qaeiroz e Albuqaerqne scientiflea aos
pais de suas alamhas que do dia 9 do corrente
mez de jaaeiro em diante estar aborta a sua es-
cola na ra Marsilio Dias n. 9, 2a andar, onde
contina disposicao daqnelles senhores que
quizerem honrar com a sna conflanfa, e

abi-
_fie0fin.Mii
juen-
i bem
CASA DO 010
Ra do Baro da
Victoria n. 63
( Outr'ora ra Nova. )
Bilhetes garantidos da pro*
Tela.
O abaixo assignado acaba de vender ntreos
sea; muito felizc bilhetes a sorte de 900/000 em
um meio de n. 2217 e a de 4004 em um.quarto
de n. 2605, a sorte de 200; em um bilhete inteiro
de n. 166 e nm quarto de n. 1986 com a sorte de
100#-, alem de ontros premios menores da lotera
(177) qae se acaboa de extrahir, podendo seos
possuidores virem receber, que promptamente
serio pagos.
O mesmo abaixo assignado convida ao respei-
tavel publico para virem no sen estabelecimento
comprar os felizes bilhetes garantidos, que nao
deixar de tirar qualqner premio como prova pelos
mesmos annuncios.
Aeham-se venda oa muito felizes bilhetes ga-
rantidos da 2' parte da lotera em beneficio da
igreja de N. S. do Terco (178) que ser extrabida
quinta- feira 12 de Janeiro eorrente.
jPRECOS.
Inteiro 6*000*
Meio 3/000
Qnarto 1/500
De 1004000 para cima.
Inteiro 5/400
Meio 2/700
Quarto 1/350
____________Joao Joaqnim da Costa Leite.
Ama
Precisa-se de urna ama para todo o servico de
ama casa de pequea familia : a tratar na ra das
Florea n. 37, 1 andar. _________
Ajudantt de coznha.
No Re3taurant de Pars roa das Larangeira*
n. 4, precisa-se de um ajndante de coznha._____
CAIXEIRO.
Quem precisar de nm eaixeiro com pratica de
taberna e mesmo para tomar conta por balanco
nesta praca ou fra della, deixe carta fechada nes-
ta typographia com aa iniciaos M. P. S.
mammmmmmmmmmaaeismm
Os amigos do finado Dr. Urbano Sabino Pessoa
de Mello, e os que o honrarais com a sna estima
e amiade, sao rogados a comparecer no dia 7 do
corrente, trigsimo do sen passamento, pelas 7
horas do dia, para assistirem a nma missa pelo re-
pouso de sna alma, na matriz de Santo Antonio.
Prabeir^nrve
preco
cniuioau
seroupad
ra do Col
"-_aneTSoares Pinoeiro 4 Ha o Sr.
gusto Marque Ribeiro o sea estboleclmento de
molhados sito travessa do Livramento n. 28.
Recife, 31 de dezembro de 1870.
DE
Santa Genove\a.

Ra do Hospicio casas ns. 2- 23
i.
Antonio Marques d'Amorica avisa
s pesso.
abrir-se-b5o teganda !-.ri 9 rio cor-
rente. O r
alumnos DrooMtdo dot feo di-
rector;coajo.ado por proNjom J
i
^
______
I ?* I .. WS _


f!?; k IpgW
II
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"S^f1^ J^yil
I -ycG^mr'y^ZFS
IV
iB^FJ!'spr*v JSj*5*^^^?
BEfl
ENTO DE MUSIC
LA PLATA.
mea do i'rt
S^ rancez, roa
^> Barao da victo-
ria (('era rua
!ffofal n. V.
Ao armazem do Va-
por Fraaccz, roa
do Bario do vieto-
rla (ootr'era
Nova) o. 1.
Perfumaras, quinquilharias e brinquedos
para meninos.
Esta esubtlecimeolo acaba de receber'pelos ltimos vapores e navios de vella chegados da
Kuropa todas as soas enoom meada do grande sortimento de festa, offerece ao publico em geral,' por
presos resumidos o mais possivel, os arugos segrales:
CALCADO
Ootinas para senhorasdnraque branco, preto
e de ootras matlas corea eseolhidas de ultimo gos-
ie da nada.
Botinas para meninas igual sortimento.
Sapatinhos de salto para horaduraque pre-
xo, brabeo e de coras, e de raro de lastro.
.Botinhas para criancas, proprias de baptisa-
dos.
Botinas de diversas qaalidades para homem.
Bolas russianas para montara, tanto inglezas
de conro da Rassia para viagem, como francezas
de Melier, bezerro fino, para passeios.
Melas perneiras para meamos de 10 a 16 an-
uos.
Sapatos de brim branco para homens.
Sapatos de vaqueta de lustro com sola de ma-
deira, proprios para banhos.
Sapatos de borracha para bomens e senhoras.
Sapatos abotinados, de diferentes modelos, mili-
to bons e fortes para meninos e meninas.
Sapatos de tapete, avelladados, Cbarlot, casi-
mira preta, de tranca portugnezes, para homens,
senhoras e meninas.
Perfumaras.
Extractos Anos, bandas, cosmticos, teos, opia-
tas, aguas de Cologne em garrafas de crystal para
presentes, agua divina, agua florida, dentfrico la
vande, agna de toilet, tintara para barba e cabel-
los, pomada hongroiee para bigodes, pos de arroz
e sabonetes, todo isto de primeira qualidade, dos
fabricantes Coudray, Piver e Lubin.
Quinquilharias
Lavas de pellica brancasJouvin.
Espelhos grandes deurados para salas, quartos
gabinetes.
Loques para senhoras e meninas.
Jolas de ouro, brincos, transelin?, pulseiras,
Otdes de punhos, de abertura, correntes e chaves
de relogio, tudo de onro bom de lei.
Brincos de plaqu- imitaeao de ouro.
Gorrentes para relogio.
Abctoaduras para colletes e para punhos.
Albnns de velludo e marroqu para retratos.
Mammadeiras de /idro para enancas.
Gaixinhas de costura, novos modelos com mn-
sica, proprias para presentes.
Quadrinhos oourados para retratos.
Toncas e sapatinhos de la para criancas.
CapeHas para noivas e para pastoras de pre-
sepios
Caixinhas com vidros de augmewo para ver-
e em ponto grande pno logra phia dos retratos.
Ps de vidro para pianos.
Thesourinhas para eos ura e Unhas.
Bolcinhas de seda e de velado.
Cestinhas para braco de meninas.
Balaios para costura.
Cesos d'arame pratiado para frutas e pao a
mesa.
Ricos artigo de phantasia necesearlos para toi-
Ihetea e proprios de presentes.
Jarros e oonqueu de porcelana para santua-
rios.
Registros de papel fino mu leiieados.
Quadros promptos para collocar vistas.
Molduras douradas para qua iros..
Estampas de bellas paysagens de cidadas, de
figuras e de santos.
Kspanadore> de penas e de palha.
Carteiras para notas e para dinbeiro.
Caixinha de msica de darse corda.
Pooteiras de espuma para cigarros e charutos
Grvalas de seda pretal e de cores.
Bengalas de cana com eastes de marfim.
Ditas de baleia. Janeo e de umitas qaalidades.
Pentes finos de marfim para caspas. "
Eaeovas para facto, para cabello e para dentes.
Lunetas ou penelnet de prata dourada.
Ditos de tartaruga e de ac-
Oculos de prata dourada e de ac.
Reverbero transparente para caadieiroa.
Ditos para laaternas de pianos.
Cotos econmicos para velias de spermacete.
Gordas para violao.
Port-pratos para mesa.
Caixinhas de diversos modelos e preeoi.
bjecios novos de mgicas o melhor possivel,
para divertir meninos.
Malas, saceos e boleas para viagens.
Estojos de viagens, completos com navalbas.
Esporas de metal branco para saltos.
Chicotes fortes com, martello para viagem.
Ditos de muitos modelos, de junco e de baleias.
Lavas de So de Escocia brancas, e de cores.
Ditas de camurca amarellas.
Machinas para fazer caf.
Globos do papel de cores para illumlnacSes de
festas campestres.
Baldes de cores, de subir ao ar fcilmente.
Jogos de domin, da gloria, vispora?, rodete?,
bagatela e ootras jugos alternas*.
Esterioscopos com as mais bonitas vistas, de
figuras destacadas e grupos de familias.
Armnicos ou accordi.ins de todos os taannos
e novos modelos com trmulos.
Realejos pequeos com novas msicas.
Cosmoramas de varios lamaohos, com difieren-
tes vistas mui pitorescas.
Para lapiohas.
Presepios -completo cora todas as pecas e sorti-
mentos avulsos de iguriohas, animaes, casas, jar-
din?, etc.
militar e sole
dade dos actos religiosos. H *
Todo pedido das provincias oaf dointerior serio promplamente altead dos.
Boa do Commercio n, 5
( Recife )
Jof Francisco Ribeiro de Sonza, professor particular de inatrucclo primara,
scienliea aoa Ilustres paisie ens diaeipulos e a quena mais possa inieresaer, que a
abertura de ana aula, lera lugar no da 9 de janfro de 1871 prximo roturo, na
casa onde meama foneciona h tres anuos, na rua do Commercio n. 5.
Tem retolvido admitlir nm eerto e determinado numero de alampes, os
qnaes serio leccionados por habis professore |M
A aula comecar em todos os das Otis as 9 horas da manbaa e termnala as
duas horas da tarde.
Pede como especial favor aos interassados, de examinaren o aceeio, ordem,
methodo de ensino e deicacio dos respectivos profeasefes.
Recife. 29 de dezembro de 1870.
verOTaeira armha americana viuda de coma
propria a 3*0 rs. o maco de una libra. "
Bolachinbas de todas as qaalidades e dos rae-
Ihores fabricantes.
Qaeijo da,liba especial a 880 rs. a libra, e ami-
tos antros gneros que se cnecntr: m por precos
ratonis e daf qualidade : na rua do Duque
de Caxias n. 4*, arraaaem de
PHAMAGIA AMERICANA
DE
FERREIRA MAIA a C.
RIJA DO 1>ITQ17E BE CAXIAS T. **
( Antiga rua do Queimado )
Acaba de ser reaberta a antiga pharmacia da roa do Queimado, pertencenteao
Sr. Jos Alexaodre Ribeiro, sob o titulo de Pharmacia Americana.
Tendo sofrido grande modificado esta pharmacia : cha-se he je me otada com
gosto e asseio, e esta certeza nos anima a convidar os Srs. mdicos, e o respeitavel
publico a Visita-la.
A mesma pnarmacia presta-se aviar qualquer receita que larde da noule_the
seja dirigida.
{'i i.: dCManOoca
B^sV0-
...
;jos flansengus uu
Biseclos em caixinhas de conuguraco
Vela-
ChocoUte de li a 11800 a libra.
Especial n nnleipa ingleza e franecza.
:Mis
fo de loo
a 2*800
Uval sem segu
(Antig
Tesouras finas para unhas e rotlu-
: ra a..... .
Papis- de agulhas francezas a ba-
13o- a.....
nara sopas denominadas Juiieiw, que Caixas com seis sabonetes de fruta
faltamente as mais frescaserv.i
MURMURE
Competencia
Bftamoa na semana em que se deve reebeiai
as dispensas (tanto em grande como ea pequea
escala) de bons e escoluidos gneros proprios para
os grandes das de testa. Por es?e motivo o CAH
POS.da rua do Imperador n. 28, tem por meto
dest annoneio avisar nao aos numerosos. fre
gueres e amigos, como tambera ao publico em pe-
dal que entra em competencia com os seus alle-
gas, no fornecimento dos gneros alimenticios pro-
rrios a taes dispensas.
O CAMPOS espera que seu armazem seja prefe-
rido para os fornecimentns.
POR QUE NELLE
, Encontrar-se-ha continuadamente um escclhi-
do sortimento de garantidos alimentos e diverso;
apipes tanto para mesa como para brindes.
. POIl QUE NELLE
Encontrar-se-ha n.uitas sisndeznos tratos.
POH QUE KELLE
Ha sempre a disposicao dos compradores, um
portador seguro para a crndu&.o dos gneros a
sen destinos, dentro da cidade e cita^oes dos ca
minhosde ferro.
Neste estabelecimento cncarrrga-se de mandar
aproraptar presamos e outrosqaaesiuer manjares.
ts
Attenpo
Todos os rtigos mencionados neste annuucio
vendem-se muito baratos, nao s pelos abatimen-
tos obtidos dos fabricantes em attencao as gran-
des e repetidas compra?, como pelo bom systetna
de vender muito anda mesmo com diminatissimo
lucro.
ESTABELECIDO
NA
ODAE DO RECIFE
SOB A VALIOSA PROTECgO
DE ."i
So SANTIDADES PI IX.
DIRECTOR E PROPRIBTARIO
BERNARDO PEREIRA DO CARIKIO JNIOR.
Este antigo estabelecimento de educacao e iutruccao achando-se actaalmenle no espa-
cioso, claro e bem vtntiiado edificio da praca do Conde d'Eu n. 32, para onde foi remo-
vido, continua a receber alumnos internos, sim'internos e externos.
Os bons resultados que" bao colhido e exibido os muitos alumnos que tem tido
este estabelecimento, devem servir de garante e animaejio aos paes de familias que de-
sejarem ter ahi seus-QHios.
Nos estatutos do collegio, que estio a disposiclo de qaem os quizer 1er, se
achara consignadas as condiccjes de entrada.
0 AOS PINTORES. $
$ Alvaiade de zinco superior 11(5000 fir
0 a arroba.
^ Tintas superfinas de todas as co- wat.
? res, e oleo de linbaga per prei;o w
' menor que em outra qualquer parle; S
0 na pbatmacia central-Roa do Impe- XK
rador n. 38. Os acredita-
dos cyiindros
para padaria ;
venda no aima-
zem da travessa
do'Corpo Santo
n. 25.
Roli-ante-rheumitico.
Remedio efflcacissimo centra as dores rbeuma-
ticas at hoje o'mait conhecido pelos seus mar-
vilhosos resultados.
XAROPE DE AGRIAO. ura dos medicamen-
tos que sua efficacia as enferraidades, tosse e
sangue pela bocea, broDchites, dores e fraqneza
no peito, escrobuto e molestias de ligado, que me-
lhor tem aprovado.
TINTURA DE MARAPUAMA A celebre raiz
de marapuama, coja energia e efflcacia as para-
lysias, jtorpecimento, etc. etc. muito se recom-
menda.
Todos esses preparados se encontrara na phar-
macia e drogaria de Dartbolomen & C, nico de-
posito na rua larga do Rosario n. 34.___________
60
15000
Libras de 15a para bordar ce todas
as corea a....... 8000
Car rilis de iieba Alciaodrea. 400
Frascos com azeile para macbioas 500
Grvalas de coresi-wuito finas a 500
Grozas de bolea madepcrsla fi-
nissimos a....... 500
Novello de linba de 400 jardas a. 60
Caixas com 100 envelopes muito
superiores a...... 600
Penles volteados para meninas a. 240
Tintemos com i nta preta a 80 rs. o 400
Pegas de fita elastira mmto fina a 200
Lata com superior banba a 400 e. 200
Frascos de oleo Pbilocomo muito
fino a......... 500
Frascos de maca?i perola a. 240
Frascos de extracto muido b olios a 500
Duzia de sabonetes muilo finos a. 720
Sabonetes ingleses a 600 rs. e. 4200
Frasco com agua de colonia Pixera 5C0
Dito de oleo babexa a..... B00
Caixas de lamparinas a. 40
Sabonetes a forma menino moito
superiores a....... 240
Cartilbas da doutrina fazenda nova a 400
Libras de liaba sortidas de tolos os
nmeros a....... 10800
Capachos muito bonitos e grandes a 700
Carriteis de retro preto, cem 2
oitavas a........ 640
Agulheiros de osso enfeitados a, 240
Libra de linba franceza superior
qualidade a....... 20420
Ricas touquinhas de fil para me-
ninos a 200
Rotinas de couro para men;nos a 20SCO
Caixas com r gulhas de futido
dourado a 240
Pecas de liras bordadas muito fi-
a 500, 000, 800 e 10000
M.
MO DE OUE
Nova loja de joias
Ainda esi para ser vendida armacao e per
tences da taberna do pateo do Terco n. 11, muito
propria para qualquer principiante e tambem
para qaem quizer collocar um estabelecimento bem
montado por ter a casa commodidades para isso,
a qual tem quintal c cacimba, e o seu alague!
razoavel, cedendo-se ao comprador a residencia do
sobrado de um andar por cima da mesma, urna
vez que precise detle para sua habitacao : a tra-
tar no mesrao sobrado._____________________
A sefta interesses
Deseja-se saber onde raoram os Srs. Ralduino
da Cruz Ribeiro, Dario de Barros Wauderley /que
morou na Escad.), Mancel Joaquim Pereira At-
thayde, Gregorio Aniones de Giiveira," Miguel Xa-
vier de Souza Fouseca.
Aluga se o 2* e 3" andar do sobrado n. 5 da
rua da Moeda, Forte do Matto, com muitos com-
roodos para grande fjmilia, as -chaves estao no
1 andar : a fallar na rua da Cadeia-velha n. 66,
leja. ____
Ao
comiiiercio.
Augusto Marques Ribeiro & C. declaram que
desde 31 de deiembro do anno prximo passado
effectuaram a compra do estabelecimento de fflo-
Ihados silo a travessa do Livramenlo n. 28 per-
tencente ao Sr. Manuel Soares Pinheiro, sendo di-
ta compra realisada sem outro compromiso mais
do que o pagamento de 9950000 de que se fie-
ram responsaveis para os credores da mesma
Soares Pinheiro. Se algaem se julgar com direi-
to a pugnar esta transaceo, queira apparecer
no estabelecimenti citado uo praso de tres das,
a contar d% data do presente, finio os quaes nao
ser attendida reclamacao alguma.
Recife, 4 de Janeiro de 187!.
Angusto MarquesRibeiro & C.
Aureliano de Pinito Borges, professor jubilada de
instruccao primaria, continua aleccionar em casas
particulares com assidoidade e aproveitamento:
quem inleressar fallar-Che, pode dtrtgir-se ao con-
vento de Santo Antonio desta cidade, eellnla n. 21
PRENSA IRC
James Ryder f C.
Rua de Apollo unuiero S5G.
SYSTEMA HYDR.WLICO 111
Dorante esta safra James Ryder & C. teem re-
. olvido enfardar algodao a razao de 500 rs. por
arroba, inclusive capas, arejs e marcas.
Rua de Apollo n. 26, pren-a bydraulica
de James Rvder & C.
AMA
Ama de leit
Precisa se de urna ama que tenba bom leite,
paga-se bem : na roa deQaeimadon.48, loja.
Preeisa-se de urna ama para comprar e cosi-
nhar.para homem solteiro : na praca da Indepen-
dencia n. 4 e 6.
Alaga-se um moleqae para servico de casa
tratar na rua do Rngel 7, ta-
de familia
berna.
Predio
Vende se ou permutase duas casas ha pouco
edificadas, em chao proprio, ctm 60 palmos de
frente e 300 de fundo, sobre o qual lera raais sfis
casinhas, com porlao indcpendenie, dando urna
crend de 76# mens.e*, na rua do Progresso ('.u-
tr'ora-Carainho Novo), margem da estrada de
ferro, por um sitio na freguezia da Boavi?ia, j.i
plantado : a tratar no Forte do Malta n. 2:t, tra-
abe. d
RUA D01CARUGA' N.9 A.
noel da Cnnha Saldanha & C
tuaes ve
COMPANHIA
DOS
. TRILHOS BBAOS
DO
RECIFE A9 OIIWjDA.
Por orden da directora convida os Srs.
accionistas para, no praso de 8 das conta-
dos do dia 2 de Janeiro prximo futuro at
o dia 40 do mesjno, reasarem a terceira
prestacSj de soas accoes (2a emissao) na
razao de 40 %
Para esse fina, o Sr. tbesoureiro, ser en-
contrado no escriptorio da companbia, rua
Nova n. 35 Io andar.
Recife, 30 de deterobro de 1870.
Joo Joaquim Alaes,
t" secretario.
W^^^^Ktf- te S Varejao abre XJ
lia 10 ate a sua escola p Ocular na dos Quarteis n. i%. As pessoas que quizerem approveitar-se M
de sua longa e proveitosa pratiea, pedem ^5
o desvenados e proveitosameple r
i Precisase de cura homem que nao
> seja maito moco, mas seja possanie para
I fazer coapanbia e tratar de outro idoso ;
dndose casa e comida, e o ordenado qne
se coovencionar, na rua da Cruz do Recife
D. 48.
_Precisa-se de urna ama que saiba engom-
mar : na roa da Cruz n. 13, f indar.
O abaiico assigoado declara ao publico que
ngoem faca transaceo alguma com urna letra
de 300J, passadaa favor do Sr. Mancel Monteiro
I Conrado, do engfnho Estrella d Norte, porque
i foi obtida com dolo ; vence se no fim de mareo
1 prximo.
_______________Aogaslo Faria Looreiro.
Precisa se de nm cozinheiro livre ou escra-
vo : na rua estrella do Rosario n. 3, drogara ho-
. meopathica.
COMPRAS.
ou aluga se os armazens, casa? e terrenos no Cm
da roa da praia nova de Santa Rita, que foram do
Sr. lente corenol Francaicom especo eedillca-
(oes proprias para se eslabelecer qualquer fabri-
ca cora embarque e desembarque para o mar : a
trafar cora o comraendador Tasso. ________
ATTENCAO
9
No armazem da rua do Brum n. 92, tem para
vender precos commodos, o seguinte :
Farinha de mandioca de Porto Alegre em sac-
eos grandes.
Vinbo fino do P rto, em caixas.
Bolinetes de ballanco para bia'tes e barcada?.
Bacas de lauca para cozinha.
Acedes da companbia d Bebe-
rlbe.
Vende-se 34 acejoes da companhia de Bebenbe:
na rua da Cruz n. 26, armazem.
Vende-se
Um boi de carroca com a mesma quasi nova :
tratar na Perla d Agua, junto casa do Sr. en
genheiro Carneiro Monteiro.
ATTEINGAO
Vende-se urna taberna sita na rua Imperial n
{7, com poneos fundos e muitos commodos:
tratar no pateo da Ribeira dn 8. Jos n. 7.
Vend-se
bucana.
Cimento superit r
no armazem da companhia Parnam-
Carrafas vastas novas e de
con! a.
Vendem se em gigos a 30*000 cada nm de 10
duzias : no armazem da companhia Pernambu-
cana.
Chumbo e estanho
velho.
Comprase em grandes e j
rua Novan. H.
(nenas porews; na
a
0
pra-se nr;
s deta cida
Carran. 13
Attettpao
em qualquer dps
s para
: a tratar no pateo do
COMPRA
-*>*
P
Ami
;.i do II
cont:
ia
\9K
Banhelra nperier com per-
tences.
Vende-se um novo ainda encaixota lo e que se
pode remover de urna para outra casa un incon-
veniente : no armazem da companbia Pernambu-
cana.
Vende-se
Vende-se biihete* de pasagem da via-ferrea
do Recife a A0ipucr.s, sendo de dez mil re; para
cima com dez por cenlo de abatiraento : quem
quizer annnr.ie.
Cutilarias fla's;
por precos mais b.iixo que em unir qualquer
parte, vende Eduarri Fenlon, em seu armszenj
rua do Commercio n. 22.
Uffl

Eival sem segnno
RA DO DUQUE DE CAXIAS fl 49
- Estou disposlo a continuar a ver.der ;o*M
as miudezas [lelos baralissinos presos aLai-
so declarados, garahiindo- ludo bom e pre-
cos admirados.
Duzias do palitos seguranza a....
Duzia de palitos segurarla caixa
grande a................
Frascos com rlcobaboza muito lino.
Pacote* com p"'s de arroz o me-
lbor que ba a............... 320
Na albas muito f.nas para fazer
, bart a a.......,............
Caixa de linha bran do gaz a..
Vara de franjas de lidbo para toa-
lhas.......................
Caixas com peonas d'aco de erry
superiores.................
Lencos de cassa brancos e pinli-
dosa......................
Caixas com 20 quadernos de papel
paulado .....~ .
Caixas com 50 novellos de linba
do gaz a.
Duzias de meias cruas superior
qualidade a.......34000
Pecas de tiras bordadascom 12
metros cada peca a I$500 e.
Pecas de fitas para eos de qcal-
quer largara com 10 varas a.
Pegas de tranca Usas, brancas e
de cores a.......
Duzia de linha frxa para borda-
dos a 400 rs. e.....
Pares de meias cruas par m.'
nos diversos tamanbos a. .
Duzias de meias brancas moito
finas para senhora a. .
Pares de sapatos de tranca do
Porto........
Pares de sapaios de tapete a. .
Duzras do baraibos para vultarete
Sylabarios portugnezes a. .
Cart5es cora colxotos i carreras a
Abqtoaduras para collete diversas
qualidades.......
Caixas com peona de .ac muito
boa de 320 a......
Caixas com superiores obreias a.
Duzia de agulha para machina a.
Libras do piegos franeczes lg
os tamauhos a, .
Pa:ote de papel cora 20 qui-
nos .
120
320
:<20
/jOOO
500
160
800
100
70 0
400
2,5000
500'
40
- 50O
320
4^500
20000
10500
30000
400
20
400
50C
40
20000



^

f^*^/:
{I
Sst^'Sr'K:
^H
i
>
-

6
i'i0 AVflAmhlli
Cayfa fair
GRAN
1
iU
ZAR DO
60-RA DA IMPERATOIZ-60
DE
PEBEIBA DA SILV
Neste imoe rante esUbelecioento encontrar* o respeitavel pubteo, um grande e tari
tpurado gosto e todas d* primera nea&ssidade, qae se vendem mala baratas do qp^fjpl>iiW
ros socios desta firma, adoptaran) o systema de s venderem DINHEIRO ; para poriarafa vender pelo
i gaobarem o descoci ; as pernoas qne negociam em pequea eaca'a, neata taja earmazem poderlo
pelos mesraos precos que compran as casas inglezas, (Importadora^ epara maior commodidade das
*mostras de todas as fazenda*,.ou Ihe6 levam em snas casas para escnherem.
TAPETES GR09DEKAPLES PRETOS
Chegon para o Bazar do Parto o mais Chegoja-para o Bazar do Patp nm gratj-
%legante sortimento de tapetes grandes, pa- de sortimento dos raelbeces grosdenaples
pretos qne tem vindo ao mercado, que se
vendem de 44600 at 55000 o covado ;
lo todoa mnito em conta.
ESPARTUHO.
No Bazar do PavJo recebeo-se nm elegan-
ieaiBre
!!
Bt_t_t_lBt_t_tHat_t_t_t_WM elegancia
di de recebar
^^^^H^^^^^H^^^Hfcitotamente convida
to tfl rern aqo|-
(idos toi-
fizeralgom pre^oe.Jpois qoeeiM V
nwlw* .ofviitjaiipj^mJIfcd e P
eos razoareis, e mesmo por que a Nova Espera:
(a olana-se em ojo le impacientar em dar a
a^BBHBB^BBK',reslando'e com O agrado
m de que
olarem oa
M
ra sofs, com 4 cadeiras, ditos mais peque-
oos, para doas cadeiras, ditos para
pianos, camas, portas ; etc. vende-se por
meaos do que em outra qoalquer parte.
ROUPAS PARA HOMENS
No accreditado Batar do Pavao encontra- te sortimento dos mais modernos e melbo
r o respeitavel publico nm grande sorti-' res espartilhos, qne se vendem por preco
aaeoto de roapas para booms tanto bra'n-! rnoHo emconta
cas como de cores, asaber
PECH1JCHAS

unaao n. 8, ontf
Camisas con: peitos d'algodlo e de linbo,
oara todos os precos e qna'idades.
CeroJas de liono e algodao.
Meias cortas francesas e inglezas.
Palitos sobrecasacos de panno preto 'e
asemira.
Calcas de britn branco e de cores
Dita> de casemiras pretas e de cores, com
colletes igoaes
De todas estas roapas ba para todos os
precos e qaalidades, e tem de mais mais
am perilo
ALFAIATE
Por quera se maoda fazer com prestesa
e ceio qoalquer pec^de.obra a capricho
on gosto do fregaez, tendo n'este importan-
te estabelecimento todas as qualidades de
pjnrjo fino, as aminores e mais moder-
nas casemiras, assim como os melbores brins,
qur brancos, qur de cor; e quando qoal-
quer obra nao ficar ioteiramente ao gosto
dos fregnezes dea por conta do estabeleci-
mento.
FUSTvES DE COR E BRANCOS
Veodem-se bonitos fostes brancos e de
cores, nroprios para vestidos e rcupas de
meninos, sendo de cores a 800 ris o cova-
do e brancos, a 400 e 640 ris, pe-
chincba, no Bazar do Pavo ra da Impe-
ra trizn. 60
CHITAS BARATAS
a 200 ris.
a 200 reis.
a 200 rers.
Veadem-se chitas largas com muito bons
pannos e cores fteas, pelo barato preco de
00 ris o covado ; corts das mesraas com
10 covados a S/OOO, pechincha, no Bazar
io Pavo.
AS CASSAS DO PAVAO
Covado 200 ris.
a 200 reis.
a 200 ris,
fendem-se bonitas ossas de cores miu-
iinhas pelo barato preco de 200 ris o co-
vado, no armazera do PavSo J ra da Im-
peratriz o 60.
PANNOS PARA SA1AS A 1*000, O METRO.
No Bazar do Pav5o vande-se bonita fa-
zenda branca eacorpada para saias, sendo
com babados e pregas de nm lado, dando
a largura da fazeoda o compri ment da
saia, a qual se pie-fazer com 3 ou 3 i|2
metros e vende-se a U, 1.5280 e 10600;
assim como tambem no mesmo estabeleci-
mento se vende bonitis saias brancas bor-
dadas, tando qnatro pannos cada orna, ditas
de 13a de cores j promptas, urnas com
barras differentes da mesma fazenda 45000,
e onlras com barras bordadas 65 e 750O0,
todo isto moderno e barato.
CARNAUBA.
Vende-se caroaaba em saceos, na roa da
Jmperatriz n. 60. Bazar do Pavo.
TARLATANASLISTRADAS CORTE A 65500
Cbegou para o Bazar do Pavao um bonito
sortimento de tarlatanas listradas, sendo
verdes, edr de rosa, lirio, tendo esta bo-
nita fazenda muita phantasia, e liquida-se
cada corle a 65500, pechincha ; na roa
da Imperatriz n. 60.
CADEIRAS
nm agrande

PANNOS DE CROCH PARA
O Bazar do Pavao receben-
sortimento dos melbores pannos,de croch, i&hasfno Jpap, c
proprios para cadeiras de bataneo sos, n
pianos, tamboretes e at proprios para cu-
brir almofadas e pratos; vendendO'Se ppr
menos do qae em qoalquer parte.
PARA LENCOES
No Bazar do Pav3o vende-ce aujerioiH
bramante d'algodo com 10 palmos de lar-
gura a 15800 o metro, dito de.linbo com a
mesma largura a 25800 cada metro, pannos
ds linbodo porto com 3 1/2 palmos de largura
de 720 at 15 a vara, assim como-img-ande
sortimento de H todos, os nmeros, preces ou qaalidades,
que se vendem mais barato do qoe em "ou-
tra qmlqer parte; aproveitem-
ATOALHADOS
No Bazar do Pav3o veode-se superior
atoalbado trancado, cora 8 palmos de larga-
ra a 15600 o metro, dito de linbo adamas-
cado o melbor que tem vindo ao mercado a
35500 o metro ; tado isto mnito barato.
FAZENDAS PARA LUTO
No Bazar do Pav3 veode-se constante-
mente o melbor sortimeato de fajeadas
pretas para luto, cerno sejam :
Laasinhas pretas lisas.
Cassas pretas de 13a.
Cassas pretas, fraocezas e inglezas, lisas
e com salpico?.
Chitas pretas de todas as qualidades.
Alpacas pretas lisas.
Ditas lavradas com branco..
Merinos, cantOes, bombazinas, que so
vendem maisbarat do q.io em outra qoal-
quer parte.
CACHE-NEZ A 65000.
No Bazar do Pav3o vendem.se bonitos e
grandes cachi-nez de para laa, pelo bara-
to preco de 65000 cada nm
PEIIICNCHA EM CAMBRAIAS VICTORIAS, A 55.
65, 75 850C0.
Vende-se am explendMo sortimento de
fiDissimas cambraias victorias, por precos
mais baratas do que -era ontra qualquer
parte, tendo cada peca 10 jardas a 55, 65,
65500 e 70000, flnissimas a 855O0 ; todas
estas cambraias valem muito mais dioheiro
e liquidam-se por este preco em reiacSo a]
urna grande compra qoe se fez no Bazar
do Pav3o.
RABAD1NH )S
No Bazar do Pav3o vende-se om grande
sortimento dos mais finos babadinbos borda-
dos tapados e transparentes, assim como
urna grande porcSo de ntremelos largos e
estrenos, que para acabar se vende mnito
era conta e mais barato do que em ostra
qoalquer parte.
SET1NSDE CORES E GROSDENAPLES.
No Bazar do Pav5o vende-se om sortimen-
to completo dos melbores setins e grosde-
Qaples de todas as cores, qae se venden
muito em conta.
CASEMIRAS A 75000
*rendem-se cortes de casemira iogleza de
cores para calcas sendo fazenda que vale
muito mais dioheiro e liquida-se a 75000
o corte de caifa, no Bazar do Pav3o a ra
da Imperatriz n. 60.
Ra da Imperatriz 60.
Para Tender depreaaa
LINDAS JAPONESAS PARA VE5HD0S A*
, A SOPA*. .
Cbejpu ,ara eJegaterisoiH"ieflJo m I3as-
#l>MiM$ep e de
jT tfwr =e renden
500 rs. o covado. pechincha, no Bazar
do Pav3o, ra fia Imaerair;
POPELINAS DO UrtO J j5l
.,begop um elggajite jorinejito^eLlin-
dtseimes poapaiiuaa ^Jkponezj, t mmmt
mais delicados gosto?,.tendo.mj^o luetre
e com lijtriqhas da seda, eniio esta nova
fazenda oua?i da Jargra <1j chita raove-
za e vende-se pelo baraio pretjo de IjJiOto
cada covado, no Bazar do Ha 3o.
AS POPELINAS DO PAVO A 25000, 0,COVADO.
Chegn para o Bazar do Pavo um bo-
nito sorti nenio das mais modernas e ele-
gantes ponpelinas de lioho e seda, que se
vendem pelo baratiscime prego de 25000
cada um covado. assim como ditas com
goftos escossezes a 25400, peehibcba no
Bazrr do Pavo..
CEDAS a 25000
Cbegou u n elevan te sortimento de boni-
tas seda* de listrintias,ornas corojmais.no
vas qua tem vindo ao mercado e-veodem-se
a 25000 o covado, na ra da Imperatriz
Bazar, do Pav3o.
CRETONE FORTE A 25000 0 METRO
S no Bazar do Pa3o.
Chego o verdadeiro cretone- fraieez pro-
prio para lengoes taido 10 pa'mos de lar-
gura, e moi'oencrpade, sedo preciso apo-
as para cada leccol 174 ou 1 '/i mejtros, atm
d'esti applicaco tambera esta larga e en-
corpada fazenda propriapara nallas( saias
ceroulas, etc. e liqmda-se pelo barato pre-
co de .25000 cada metro.
CASEMIRAS A 25500 CADA COWDO
No Bazar do Pavo vende-se um grande
sortimento de bonitas casemiras de orna 1
c6r, sendo asul, lirio, mesclada, sendo d
duas largura, proprias para calcas, palitos,
e roanas para menino, e vendem sb pelo
barato preco de 25500 o covado, roa da
Imperatriz n. 60.
DONITAS LAASJNHAS A 500 nSv O COTADO,
Vende-se delicadas lasinbas com diffe-
rentes gosto pelo barato preco de 500 rs.
o covado, no Bazar do PavSo.
ALPAGAS BRANCAS.
Vende-se um bonito sortimento de flnis-
simas alpacas brancas Irvrada?, imitacao
de seda, proprias para vestidos de baile ou
casamenlos do Bazar do Pavo.
ALPAGAS LAVRADAS A 400, 660 E 640 RS.
Vende-se um graude sortimento de lin-
das alpacas lavrada3 de todas as cores para
vestidos e vendem-se a 400, 550 e 640
e at mil e tantos res o covado, no Bazar
do PavSo.
BAREGES DE QADMNHOS A 600 RS. O COVADO
Vende-se as mais Indas e moderdas laa-
sinhas on barpges de qwdrinhos, proprios
para vestidos, tendo quasi largura de chita
frsnceza. e liqoida-se a 640 ra. o covado,
no B izar do Pavao.
MERINOS DE CORES RARA VESTIDOS.
Vende-se bonitos merinos de ama s6
cor com cores mnito proprios paja vestido
e roupas para creancas por ser urna fazen-
da de pnra ia e muito leve, vende-se a 15
o covado, no Bazar do Pav3o.
i Nova Esperanza para
sendo branca* e de
MOVIDA DE.
iff> *> *mm Mkt.WH> branco, a Nort E-
peraofii- soQuerni
ims para joias.
A Nova E*perw>$a recebea boas calxaa de un-
dale para gnwdar joiaf>.
Fitas lrgus par cintos.
IteceWtt a de ranflas (jaajidaile* a Nov Espe-
Para extinguir panos ou sardas.
A NoVa iBeritfca-tt leite d fosas brane.
Para tingir cabellos.
Ten a Nora Eiperabca a verdadeira tinta ia-
glea.
Para refrescar a pelle e aformozia-la.
_iAJ'0,afe*ralS,W Dniae WB- ^
venda yerfcdra |lbja branca de L
Perfumaries
As melhores, e do mais conhecido fabricante,
Uanlo francei como wtln, estao expostas venda
baxaa Doque de Cnxias n. 63, oa Nova Espe-
ADO. toJlci."
iGUU
espfina
sempre acbarao abundancia em sortid
qaalidades, modicidade em precos e o sea nave desmon
Do qoe aeima lea dito se coahe-
ipor.empfegadoipezai
booram procortodo provcr-se^^^^^^HB_
wr o HfeeiM abe por su teabedd
cari aqudes eofa importancia, ele vidade os tornara
ja, primorosamente
liaeobrasiBSM
e perfec3o de ador-
aa
ra
versas cores e qua-
se .poderla
Extra
sl)|nba, oleov sabonetes, agoas.de cd-
ijjl, florii,8 de lavande, etc.'etc,
.efTor qualia.-de : vende-se na Nova
KepfGtnca ra Du Agora sim !
A Nova Efperac, a ra Duque de Gaxia* n.
, receoeu u lindo sorlitnento de laa para bor-
ir, vindo as cores mais p'ocurada,'branca, pre-
li, escarate etc. etc. a >lla antee que se acabe I
Aos cigarreiros.
A Nova Esperanca vende papol para cigarros
(Mais) a 4'i00 a ca'isinha barato I
Corpinhos de ca
enfeitados com fita]
coja novidade de
nos os tornam api
Fitas mni largas
ijecto muito
dizer querendo descreve-los
por suas qualidades, coree
e o grande e variado sortimento qae acaba'
4,iGWgar, mas para nao massar o preten-
dente se lhe apresentar o qoe poder de
melhor.
ntremelos em pecas de 12 tiras.
Guipare brinco e preto de diversas qoe-"
lidades e desenhos.
Ditos de ajgodlo com flores e lisoa.
Veos de seda para cbapelinas e monta-
ra.
Meias de seda para noivas.
Ditas abertas de fio de Escossia.
Gostumes oa unfformes para meninos.
Enxovaee completos para baptisados.
Touqninhas de fil, sapatinhos bordados
e mera para ditos.
Camisiohaj bordadas para di toa.
para meninas,
de flores finas.
HKnHMPaWHnHKJHsKH
UMARIA
Grande e constante sortimeqto debita.
mm^orm' TU
; Oblos" wsos com pol de arrox e pineal
Qajtj9b|-s com ditos aromticos.
Sonitos e modernos pentes dourados pa
ra eirctilar o coqoe.
Bonitos i)fiDcbl .deplamip.
Aefcos' brincos de ffiadreperoi
Aspas -para bailo.
Novos stereoscopos cea 48 viaUf, fc
quaes a3o mpvijlas- Di q mynfrfni
amas substtue as outraa.
Vistas para stareoscopoa.
Bonitas caixiahas de vidro afeitado! co
podras.
Ditas de madeira envemiaad ceaa tiipo
ras e com domines,
Eolias de borracha para bringnetio i
cri ancas.
Diversos objectoa de porcelana, proprof
para enfeites de mesa e de lapinhas.
IRHnasaHniHHHnii
MACHINAS PARA
COSTWtA
Acabara-de chegar ao GRANDE BAZAR
UNIVERSAL, raa Nova n. 22carneiro
viannaara completo sortimento de ma-
chi aas para costura, dps autores mais co-
nhecidos, as quaes esto era exposicSo no
mesmo Bazar, garantindos-e a-sua boa qua-
lidade, e tambera ensina-so com perfeic3o
a todos os compradores. Estas machinas
8io iguaes no sen trabalbo ao de 30 costu-
reiras diariamente, e a sua perfeicad tal
como da melbor costurara de Pars. Apre-
sentam-se trabamos executados pelas ms-
mas, que muito devem agradar aos prelen
dentes
Caixilhos
Vndese 14 parelhas.de catxilhos de araarello
era bom estado, cora vidro : na ra Angustajiu
mero 78.
Bazar, do Pavao sito a ra da Imperatriz n. 60, esta' constantemente aberto
das 6 horas da manMa as .9 da noute.
FALSIFICARES
oasPILULASoeBLANCARO
DOLM)
(CAVE
A nossa correspondencia do Brazii nos faz
saber qne as pracas d'este paiz achfto-se
actualmente inundadas por urna multiddo de
falcificaees vit dos nossosproductos (textual.
Para garantir-se contra estas composicoes
mais on menos perigosas, que escondern-se
d'essa nwneira por detraa das nossas marcas
de fabrica e mesmo da nossa firma, rogamos
aqui com instancia aos mdicos e aos do-
entes de assegurar-se sempre da erigem das
Po-LAsque trazem o nosso nome, appellando,
entre outros meios prcticos, pela boa f dos
nossos collegas, os phannaceuticos. Nao de
duyidar que n'uma questao que intressa tai
seriamente a saude publica e a moralidade do
commercio, estes honrados intermediarias
nao se mostrem dignos da confianca des seis
fregueies; nao de uvular igualmente que
repudiando toda solaridade com os falcifi-
cadores e os seus cumptices, elles nao se fa- I
cfto um dever d'ori em diante de procurar'
as VKRDADKIRAg PlLLAS DS BlaNCARD em
origens certas, endereoando-se, quer a nfis-
mesmos em Pars, quer indirectamente aos ;
nossos principis correspondentes, ou ento
as casas as mais recom- SfS
mendareis da Franca jflfi.^
ou do seu paii. ^^&/ZO07c
Pkarmaetutko, nu Bonaparte, em Parts.
AjCUo-m m aottmt ViWaa nai prncipM* Vharmaou.
Q
1IEDALHA
Joaquim Rodrigues Ta-
rares de Mello,
TEM PARA, VENDER
era seu escriptorio, praca do Corpo Santo
Fnmo em folha
de e 2* qnalidade, e vende um on mais
fardos a vontade dos compradores.
Cal de Lisboa
ultima ebegada.
Potassadallussia,
Farlnha de mnndloea.
Vinho Bordeaux.
de i* qualidade. Tado de vende mais
barato do qae em ontra qualquer parte.
WIKWfOfglffl,
ESTERAS DO ARACATY.
Grandes a 6&0 rs. pequeas a 140 r.: veode-
se na raa da Sanuila Nova n. 30,
Canieiros e gaz eco-
nmico
Acaba de ebegar nova reraessa dos to desfija-
dos candieiros todo de poreolana gs qnae' multo
se neemnpdam pela segnranca, accio e economa,
e ainda pela excellente lur prefer vcl mil vetes ar
kerosene: venham antes qne se acabem, nico
deposito da ra larga do Rosario n. 34, botica.
BORRACHA
para limas
Vende-se da melhor qnalidade e por menos do
ue em outra qualmer parte : na foja da Lealda-
e roa da imperatriz n. 70.
Vende-se nm sobrado de tres andares em
urna das melbores roas desta cade : a tratar na
roa da Lapa n. 8, ou na ra da Gloria o. 66, dis
3 as 6 horas da tarde.________________________
Vende se ama taberna Ba Gapnnga, roa po
Lasserre n. t: quera pretender dirija se a mesma.
Vende-se
DE I0NAA
s*witev*a
horCherrie
BRANCO E ESCURO
Rl'kl'?!?1^ !o Bacalh,.'
iowprrpart'
gradareis
raneeoa a
s a
iodos
do ss em-
a cada
FERRQINEO DE CBBTMCR
O Senhor Chetrier eoapleten a sua detec
berta ajnn(aa-do* iodura de feri
Bacalhao itcsinf'tado. Este Oleo d
fc.cr.ido fcrru~iuco ten todas as ;
do olen 6 doferrn
causa priso de Tentre. Cortacto
s mais prepara
Grande pecMncha
| Lindas bareges de 19a e seda lisas,
com listas o com flores pelo ba-
ratissimo preco de 400 rs. o co-
vado, fazenda que se tem ven-
dido por mnito maior preco '
Na loja da Columna*, raa Priraeiro
de Marco (outrora do Crespo) n. 43, de
Antonio Correa de Vasconcelos.
Ps de roseiras de varias qaalidades,
assim como de sapoti, abacate, figueiras,
laranja cravo, e piDheira, por preco rasoa-
vel: a tratar na Bfta-Vfsta a roa do Viscond^
de Goyanna n. 51 (oulr'ora do Mondego.
Bartholomeu & C,
nmTmwxti.
para lim s.
J
AG0ST1M
Com este titalo acha-se aberto ioteiramente transformado este antigo
estabelecimentg de joias, onde os fregnezes e amigos encontrarlo todo qnanto
a moda e o bom gosto tem inventado na arte de ourivesaria, o Collar de Ooro
observar delicadeza no trato e senciridade e modecidade nos precos.
Espera qne o respeitavel pnblico venba ver o qne existe de melbor em
aderecos de briibantes, esmeraldas, robins e-perolas, meios aderecos, p-ol-
ceiras, brincos, alfloetes e anneis de todas as qaalidades, prata de le faqnei-
ros, colheres, paliteiros salvas e ontros mnitos objectos qne seria enfadonho
mencionar.
Compra-se onro, prata, briibantes e pedras finas, pormaior preco do
que em ontra qualqner parte, troca-se e concerta-se todo e qualquer objecto
perlencente a esta arte.
NOVIDADES
DO
TRIUMPHO
7 Ra doQneimado 7
DE
MIRA & BASTOS
E' chegado,a este novo estabelecimento o mais bello sortimento de fazendas
Inai, aendo sua especialidade enxovaes para noivado.
Vestidos de blond de'^sda ricamente bordados.
GorgnrSo de seda branco para vestido.
Colchas de seda pura, para cama com ricos'desenhos.
Ditas de lia e seda, idfm dem.
Ditas de crux, idm idem.
Cortinados ricamente bordados para cama e janellas.
Croxs para cadeiras e sofs.
Vestidos de cambraia branca hordades.
Popenes de lindos gostos.
Laas de diversas qualidades, lindos gostos e modernas.
Ricos b Turnos para passeio, com listras de setim.
Sahidas de baile o qae ha de mais rico.
Crotones para vestidos com lindos desenhos.
Carnizas bordadas e sem bordados para senboras.
Camisas bordadas mnito finas para homens.
Ditas inglesas para homens e meninos.
Seronlas de linbo, e nm grande sortimento d foopas feitas e de fazendas q;
< enfadonho mencionar.
Luvas frescas de imviii
Sortimento de tapetes para gaarnices de salas', alcatifas para forro de sala, e o
(rinde sortimento das acreditadas e verdadeiras
Esteiras da India
NOVO SORTIMENTO DE MISMAS
NO
SILlO OE PIANOS E DE MSICAS
Rua da Imperatriz n. J4 U>ja
contem :
MSICAS PARA PIANO das mais facis at s mais difliceis, toda dos autores ma
modernos as melbores edieSes da Europa e do Rio.
NCgIDADES gaadrilbas, polkas, valsa-s.
TANGOS, Habaneros, modinhas, cances brasileiras e bespanbola, romances francezes,
arias e cavatinas.
Operas inteiras proprias para presentes
todo para piano e para canto da opera
mais
GUARANY
Em breve se principiar a dar om catalogo do grandissimo sortimento deste es-
tabelecimento. Encarrega-se de encadernacoes etc.
Vendu-o da mei dade e per menos pro-
no dj un! a nutra onalmicr uarle. as?hn como
mesma
iwer.a,
VlNHO, PlLULAB., XAROPE B ToPEVRA
db jurbbba simplb8 b perruuimo90 j
Olbo, Pomadak Emplastro da mksmj
planta prbparados por
BARTH0LOME0 & C"
Pharmaceuticos-Droouibtai
PERM4HBIJCO
A Jnnbeter U plnnta hoj r-
tomo o nm pmtarc iho'
detobslruenle.e comoUl f; .>-, L.-,, pideciaentor
do UgiloB bo, bop
ptllu, eio.;
corti. chlorotM fl'. rntflo^ den-
jo* do ttiomf, ifemoi tiUfUi
_ [ .ate., I
I : .. ,
wtn nnm
Cal d Lisboa
dapoailoa diitribainoa mtii raUMtni n*
'ea roabr^ar i Jtrababa NM raMltaW
p pletelo.
"%'*}.
L

^ I
U-.'"1..'.3S4--,2S<-.


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kaiiiiiiiVhsSBB
j|H|u^0HHlMIUMBBHHHHHIIH
bb HsKt^HSn
Pernamb
7
se
I

*
I
M
J rt'' ~.. ...- .1 iXL
[Iswr
AS da India i rar sa!a.
CANOS de barro (ranee i para ospolo.
GESSO superior em barricas e as arroba*.
CEMENTO de todas as quaiidades baixos
ereooe.
MACHINAS de dewarncar algodao:
BAR.KIS grandes com peixe da Sucia.
LONAS.e brinzoes da Russia,
OLEADOS americanos para forro de estros.
FOGOBS americanos mnito bons e econmicos.
VINHO de Bordeaax m ewns.
COGNAC superior As (iaulier Frerrf.
HILHO de Feriando a 3* o sacco.
AGUA florida;
8ARR1S de Carne salptta de pnn;o e de vaeca
novas msicas para piano.
Danse des negros do maestro Gazalbore.
Margarida, linda schottisch.
Urna folia a Roma, q -ladrillta
LUNDS
Dansas paraguayas.
i* Habanera.
I* Los negros.
8a Noites de Loque.
4a Palomita paraguaya.
lambem reoebeu as seguales :|
k opera Guaran), e os welaures pedamos
da mesma para piano e piano encanto.
QQadrilhas
Walsa3 2
E polkas
Quadrhas:
Risetic.
SataD.
Jardiin das Fadas.
Heroica.
Capenga, Gareca C.
Homens do mar.
Juventudo Comraereial.
Rocambole.
Ponte do Diabo.
Tenonte do Diabo.
Imperial marinheiro.
A sultana como linda.
Independencia das sealiorss.
O Club X.
Regresso do conde d'Eu.
Caminho de toro,
Guarany.
Waisas :
Sonbo da virgem.
Voluvel.
Danga d'amor.
Ultimas waisas de um doido.
Anjo da ineia noite.
Carnavalesca.
Goaraoy.
Polkas :
Cabrio.
Gorgeio do sabia.
Bulicosa.
Capenga nao forma.
Querida por todos.
k rival.
Por todos querida.
Zas Trz.
Palomita paraguaya.
Bismark. ,
Moreninha.
Sorpreza.
Chora pitanga.
Gloria..
Guarany.
A venda no armazem e pianos e msi-
cas do Azevedo, ra Nova n. II, boje ra
do Bar5o da Victoria.
3>o- tas n. 33,
MiH/Hi
iv:'"'
* *.vc(W( o p 'ios n. D, oiiliu
foja di) Braga
cnto, tendo ero vista aproseoiar un
titnento de ferragees, miadaas e oolilepa, leu resolvido mandar buscar em
versee pomos da Europa os m?lbores objectos de seu ostabelt cimento dos fabricantes
mi oonbaeides; polo que convida ao- respeiiavel publico c a seus r, onerosos 'freguetc?,
a vtrem se unj des objectos no sna carencia, acodo eneontrarao per ntenes 10 OjO do ene
em outra qualquer parte, um sortimento completo de machinas cara descare-car algodao,
do bem conbecido fabricante Cottorr 6in &, C., ditas* para costura, motores para animaes,
ditos para fego, uwlnhos para caf de todos es lamanhos.- da fabrica do Japi, espingardas de
dona canos e de uro, Unto inginas como Itancezas, toeen de porcelana, facas e garlos
p>*ver8a qualidades e precos, bandejas obineas, salitre, breu, barbante, eniofro, papel e
uoialha de ferro ac, e agulha pan fagueteim ; aseara como eneontrarao eanstaiHs-
mente grande poroso de fogo do ar, e recbese encommenda de fagos de vista, alero de um
cem numero de objectos, qno se torrara enradosho namera-fos : vennara rna Direila n.
63, luja de Lenidas Tito Lourtiro, amiga toja de Braga.
GRANDE ARMAZEM
DE
CHMSTAES
DE
PE RE IRA, IR IMS OS
Ra Primeiro de m&rqo n. 15, outr'ora ra Ao tyspeitavel publico em geral e particularmfnte aos seus numerosos amigos
participam Manoel Joaqtiim Pereira o Manoel Jos da Co's a Pereira. que acaban de
fundar um rico e sumptuoso atmazem de louca, porcelana, vidros e cbystaes roa
Primeiro de Marco, outr'ora la do .Crespo n. IB, sob a razo social Pereira i
Irmos.
A longa pratica e conhecimenios de que disp5um os annuncianles neste ramo
de comraercio, a que, I muitos annos, se dedicam, os'tem habilitado a saiisfazer as
necessidades da populacio desta provincia e suas I mitropn.es, cfferecend-.) aos consu-
midores maiores vantagens do que qualquer outro estabelecimento deste genero.
O respeitavel publico, dignando se de visitar este novo esiabelecimenlo com
raercial, verificar por si mesmo o que os annuncianles vem de dizer.
ti
almiares d Abys-
Peniai
!tll
NOTICIA
.HONTEIBO
Veto operar urna completa fevoluqilo no aitigo
Tinta para escrever.
publico que ltimamente
rebido a quaita reme*sa det. ditos poco.*, c
os p s ci ui|iIcios e aperfjicoado3 para a collo-
cacao dVites em iiouco lempo, taBio t m terreno mole
come em ierra de barro, massap
As vr,t. geiis que clerece este systema de ad-
quirir agt'^ stbi quaiquej culro, o immecsas;
eniudo i So sixeuie n< nulas, (imo Umbim Das cacimbas ja feitas, aonde
inda ro Um b u.bas tu a agua uo e pura, ftAt
(ille Aio mud(s deum filtro qiie*e5o deaa en-
tra iotpniidades, vant8g m que n3o lem os < utres.
Aleai dis>', a prmido quEtidide 'agua que
d.'es d*itam de 5 8 j ip^s per b>ra conforme o
riatiie'ro dos lulos, a (atiiktade rom que elles fucc-
fkai;m, a sLnp iciditlc, perfe(o e solidez, com-
binada com a tltga ca de sua foiiu1, que para ser
ap reciada basta ver-se.
O afiiiiirnianio tem urna pessoa especialmente habi-
liaita. li.t') na "coih-cacao d'elle, como naesco'.ha
do teueno ou lujjar niis tropiio, que se encarrega
de L es i nv c s por pie%o commodo ; e, visto o cam-
tia ter mais f*vo rnu's niotU'ird is, rrrebcnd -se a importan* t de-
liiis de collccado e fmrcionando a satisfcao do com-
prador.
Faia eccouimendase mais es-
cliieciaipntrs a respeito trata-s.ft
i a loja do Sr. F. Jt Germanu, rus
Nova ]). 21 e Di oifi iuu de meta-
es do $r. Paulo Jos da Silva-Frei-
e, largo da Cv-Lcordia n. 7.
rjS K8SPITAES MILITARES NA MRlNHA IMPERIAL!
jVtpJHA,m& INGLE ZA
i.) |.ru!iu.in.i roulvi.lo |ior Mr Iticou.ivr com o wais feliz resultado na compositao deste
> paj>el loi ronservnr i ino.-:an!;i todas as suas prouriedades, ohteudo em poucos initautes,
e un Un-ili.liidc um elleilo .lecisivo com a menor quanlidade possivel j lf( _jJ-A-
deuiedicuuieaios. ( lhuthindat tAnutuiiridetterapeutijiut de 1&68 -,
Kiipr a hnmcimIii/ no 'ocio. p PAItlS, Hite \leillt-da-Temple., S6.
------------------.----------------
O Bazas da Moda receben novo sortimen-
to de fazendas do ultimo gosto para vesti-
dos, assim como chapeosinhos, casacos,
borns, coques, camisinbas, etc, etc.
Cootiuua sempre o grande e afamado sor-
timento de miudezas e perfumaras verda-
deiras, que ludo se vende por baratissimos
precos. *
Dam-se amostras e manda-so em casa das
Cimas, familias o que desejarem, i ra do
Baro da Victoria, outr'ora Nova.
w m m
Cogou ao antigodepo3ito.de Henry Forttar 4
C, ra do Imperador, nm carregamento da fai
te primeira quilidade; o qual se vende em pardoaj
a retalho por menee preco do croe n oatraffuJ-
fur parte.
Vende-se as egaintes obraf, em um so vo
lame:
Flores siogelas por Paos de Andrade, ultimas pa-
ginas por Pedro de Cal&sa.is, illuse parWa por
Cosario de Azevedo por Si.
Bonrgain 2 lomos eneaderiado por S#.
Cateu Iraacea eaeaderaada 34.
Vida de D. Joio de Castro idem 4*.
Codito do Bom iom idem l*OW.
rfethodofle jiisnno if.
Melhodo de sr>l|4ipjos para pranne %S.
A ti alar no 1* aadar desu ly pojriptiia.
CAZHEyflES.
Latas com torneira
TWANN
Quera comprar do gaz nessas iat. nao precisa
ira garrafas ou deposito, pi-is que pode
1 as veis que preci
m derramar ou perder urna gota : vende-se
miera do Joio Rosa, travessa da Madre de
Dos n. 8.
COFRES DE FERRO
Frov de fogo
Em ca4 de Sliaw, Haukes & 0. a ra da Cruz n. 4,
Nunca se vio um processo mais perfeito e que aitinja de tal forma a satis'azer as
exigencias mais severas da escripturac5o.
A sua cor lindissima e n9o precisa de cuidado algum para se conservar no
tinleiro sempre com a^mesm cor, sem borra crsla, bolr ou sem todas esaas mazel-.
las inberenles todas" ae tintas at agor coohecidas, anda mesmo doa melbores autoces
e8traBgeiro
Sobretudo, este esltmavel producto nao ataca as pennas do-ac, antes pelo con-
trario, a peona adquire um esmalte dourado que, seudo interessanle, aass proveitoso.
Esta tinta, n5o sendo especialmente para copiar, d comlodo duas, tres ou mais
copias um mez depois de escripia ; preciso, porm, deixar-lbe o papel bemmolhado
sem o enxrgar con o malta-borro, porque n3o ha o risco de borrar. Para se tirar
sais de urna capia, nlo se agglomeram taitas folbas %uantas copias se quere tirar,
mis vae-se com o original tirando ama urna tantas qoaatas ge destjam, sem que o
original fique prejudicado pelas extraeces. \
Occorre aqoi dizer que, para copiar importa mnila intelligencia e habilidade, sem
o que a melhor tinta nao satisfaz,, e o deleite recae sempre obre a tinta, que muilas
vezet quero menos colpa tem.
A dupla qoalidade desta tinta extremamente apreciavel, pois que evita que
m qualquer eseriptorio baja mais do qee urna tinte pena os diversos misteres.
Emquanto sua durabiiidade, nao na a oppr % menor duvida, pois que esta liad
depois de escripia aoffre o cheque de acides forueaimoa, sem se deceinpr; ora.ee os
acides nao tem aeco sobre ella, noito mcBos a aeeie do tempo a pode destruir isto
plausivek
Nao j ao oommercio que este meu producto veio sef jtliV; oa professoreerte-
caliegios, investigando todos oejawtDs para o adiaiitaicento os seus discipulos, tem
aproveitado esta tinta, que com la aebarr-m apta para defenyttlver o gesto nos,
educandos, em eoneeqeeAcia, M belleza da cor e ki idtn na ptnaa pela^sua
liquidez. Ua exenplus de criancas que havia mnito tempo linbam ata repugfiar.cia
extrema pare a e cripta, logo q*e foi ndmitlida esta i oilegiq, apoderou -se (tollas,
a curiafidadee o gosto, e pouco lempo depois o sen ailianlamento era manifest.
ata, par de tanta? vantagens, tem um tnico inconveniente, deteriora-se
#oeamsefo de outra quaiquir; eonva pei teda ero tir.tirosJwnt.Q doer-r nitem--
ra tinte, e evitar escrever com a nenas suja de urna preparjcao &ftereul# e
iCoii! verificando isto, nao ba razio para ee usar de tinte quenao spja a V
fiffl
ALCATRAO SI 60I0T
LICOB COHCENTRAOO E TITULADO
0 Sflr Guyot chegou a tirar ao alcalrao a
sua acrimonia e o seu amargor insu pporl a veis,
o que o terna mais soluvel. Aproveitaodo essa
feliz descocerla, elle prepara um licor con-
centrado de alcatrio, o qual, sob um pequeo
Tolume, contem urna grande proporco de
principios activos.
O A'catrfto de Gavol (Goudron de
Guyot) possue porconsequencia todas as van-
tagens da agua de alcatro ordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deilar d'elle urna
colher de cal n'um copo d'agua para obter
logo um copo de excellente agua de alcatrio
sem gosto desagradare!. Cada qual pode
d'essa nianeira preparar a sua agua-de al-
calrao quando dVlla precisa, o que ofTerece
economa e lempo, l'acilidadc do transporte
e evita o maHPJolao (csagiT.d.ivf !-:icalro.
O AleatrAo c. tmjrm* > i -i:u- com
vanl.igom muilas tiranas i:iaia <.'> menos
inertes, nos casos losses, catarrlios.
O AlcatrAo im finjot empregado com o maior xito as me l-.'si: Mtguinlea :
EM BEBIDA. Uma ceiher de caf para uvi copo d'o'juu ou duut colhere de
eopapara urna garufa :
BR0NCH1TES
CATARRHO DE CEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
tRRITAQSO OE PEITO
TOSSE CONVULSA
EH F0BEHTAJ6ES. Licor purotru com iim puco d'agua:
AFFECgflES OA PELLE
COMICHEES
MOLESTIAS DO COURO CABELLIIOO
El C(iOBS. Urna parle de licor equalro d'agua Ufflocu tttr -pidai.)
FLUXOS ANTIG08 OU RECENTES
CATARRHO OA BEXIGA'
i
O Aletr&o de Guyot foi experimentado com um verdadevro xito no
priupaes hospilaes de Franca, da Blgica e da Espunha. Foi reemhecido
que, ara os tempos'de calor, elle conslilue a bebida a mais hygienica, e so-
bretodo durante os tempos de epidemia. Urna iutrucco accompanha cada vidro.
Yeiid -se ua pharmaeia e chogaria de P, Mau-
ief^fecomp.,rttaBarao da Victoria n, 17
CURAS
ITCS
1
34,RUA LARCA JO ROSARIO.34
iiversas fateificacSei e semellteDeafl temapparecido, cow durabidade duvi
Os Srs. compradores podem evitar o eagaao dirigindo-se casas circumspect;
A, y. Montetro.
|M eeftMHmoa procam lUtfodot para creditir
^T, NfM
n-cr t; p.--------- ,
JaauMeraM |raiito$, t ell
mtH
mu pilHte pe MtWNa. tpmade *>** whia
um eerroiortr o concert, aceoiltcio qo mb mera-
o Mr o itrope Americano 4" i^E
: imo podix don
t*eorri o* teretira colher fui allivmdo, t d lo
-----------------------------"-..0 Mi
*l*^ maUado aoaaif
_. BB-W.W.
J
0. Pentaoradissimocom
1 (atar bm lariis da acoaaaltu w da taraa*

Teje! AjBtrieaao, da isa conposiclo, qaaada m
actova baalanta doeole da aau eoutipacto, m m
&^JW}*mto,mm < u*aa aa t*$*
Une. e me impossibilitoa decampriroi meot devtraf
ilor da emgrcia lvriea, toa agradecer-Itaet m*
ni da havar recorrido a aiitat
que otro* oomo reeornw
la, au urepe para m vama aliviados da Uo te
rSf eoMindo a atr STi!H. attmto, vea
Hada. Laix Craibaaa. Baeifa K da i
Iluna Sr. Earlholoaje. e0 xarope VieUl jm-
rieaao qoe V. Sa. Um eipotto I venda e da toda eM-
I 9Ut earativo-d'aaUuM, aafonM ekMrvti aa*
indo-o a mea lilho Joaqmm. aUMC da mim
ecedeaU i dona anooa aivU resiatido a ntrMaflpf
>ie (raoe -l .. Uoeirim pois Vv. Se. ueatau a
: reco.hMld^B.
ae Ibe presara eos iadtead*
GALLO VJOiLArSTK
lina do i
Os propnetarios deste bem cnnb^cnlo estabela-
cimente, alin dos muitos oLjecto qne tinliam m-
postos a apreci&eo do reapnitavel publico, taD-
daram vir e acabara de reeener pelo ultimo vaso'
da Europa um completo e vanado sortimeato d*
finas e mui delicadas especialidades, as quaes e*-.
tio resolvidos a Tender, como iun costum*,
r preros muito baralinhos e cotnmodoa iara;>
os, com tanto que o Gallo....
Huito superiores luvas de pellica, pretas, bras
ca e de mui lindas cures.
Mui boas e bonilla gollinhas e puchos para, ?*
nhora, neste genero o qne ba de niais moderno.
Superiores pentes de tartaruga, para coques.
Lindos e riquissimos enftriics p2Xa caLegas d>
Exmas. senhoras.
Superiores trancas pretas de (Ares enm vidjv
Ihos e ero ellos; esta (axeuaa o que pode nara
de melhor e mais bonito.
Superiores e bonitos leques do madrepeK-i.
marfim, sndalo e osso, sendo aqnclles tirana
com lindos desenhps, e estes fireios.
Muito superiores raeias lio de Escossia para m-
uhoras, as quaes enipre se voBttcrw por QiK*
. duzia, entretanto que n as vendemos por 20a
alm destas, temos tatnnem grande sortimento c
ontrae qualidades, entre, as quaes alpumas muiu
finas.
Boas bengalas de superior eanna da India
castao de marOm cun liuiias e euc.-r.:ndoras fipn
ras do mesmo, neste genero o qiie de melhor s
pode desejar ; alm oestes temos taweffl gtrni
quantdade de outras (uali-Ude.-, crino sejam, ma
deira, balis, osso, Lorracha. etr. ew. etc.
Finos, bonitos e airosos cmcot-Jibos de cadea
de outras quatidades.
Luidas e superiores ligas de seda e borracU
para segurar as moias.
Boas raeias de seda para sonhora e para mem
as de 1 a 12 annos de idadu.
Navaihas cabo de marfim e tartaruga para (azar
barba; sao muito boas, e de mais a mais sao c<
rantidas pelo fabricante, e nos por tutea vez taro
bem assegnramcs sna qualidade c delicadeza.
Lindas e bellas capellas para uoiva.
Superiores agulhas para machina e para croit
Linha muito boa de peso, frouxa, para enece'
labyrintho.
Bons baxalhos de cartas para volurote, aasia
como os teios para o mesmo Dm.
Grande e vanado sortimento das .ne!hore3 pe
fumarias e dos melbores e mais con nocidos per
fumistas.
COLARES DE HEU.
Elctricos magnticos contra as convulsoes,
fa^ilitam a dentitao das innocentes criancas. s 3
mos desde muito rerebedores destes prodleios collares, e continuamos a recebe-k3 por todes w
vapores, aflm de que nunca faitom no mercado.
como j lera acontecido, assim pota poderao aqui-
les que delles precisarem, vir ao deposito do galu
vigilante, aonde sempre eneontrarao lestes verdi
deiros collares, e os qua< attendeudo-se ao fin
para que l5o applicados, so vendero cora um mu
diminuto lucro.
Rogamos, pois. avista dos cbjec tos que deixamc i.
declarados, aos cossos freguezes e amigos a viren
comprar por presos muito rascaveis loja do galu
vigilante, ra o .Crespo n. 7.
Em tempos modernos nenbum descubr>
ment operou maior revoluclto no modo t
curar nteriormente cm voga do que o
PHTOim DE ANACAICiTA
TAJSTO NO TRATAMENTO DA
T08SE, CR0P0,
ASTHMA, TH1S1CA.
ROl'QUmAO, RF.SFIUAJIENT0S-.
RRONCHITES,
TOSSE CONVULSA,
OORES DE PEITO,
EXPECTURACO DE S.VNGUE.
Como em toda a grande serie de enferma
dades da ca,canta, do peito e dos oRGAOt
oa respiracAo, que tanto atormentan! e fa-
zemsoffrer a kumanidade. A maneira an-
tiga de curar consistia geratmente na appli-
cacSo de vesicatorios, sangrias.sarjar ou ap-
pilcar exteriormente ungentos forlissimos
compostos de substancias tesicanUis, alm
de produzir empolhas; cujos differetes mo-
dos de curar, nao faziam senao enfraque-
cer e diminuir as Jorcas do pobre doente,
contribuindo por esta forma d'uma maneira
mais fcil e certa para a enfermidade a des-
truigao inevitavel de sua victima I Quem dif-
jerente poisto o effei admiravel do
PEITOILU,' DE ANACAHUITA I
VM E EZ DE IRRITAR, MORTIFICAR E CAl'ZA!.
INAUDITOS SOFFBINENTOS AO DOENTE,
CALMA, MODIFICA E SUAVIZA A DOR.
ALLIVU A IRRITACO
DESKMVOLVE ENTENDIMENTO,
FORTIFICA O GORPO
e faz com que o systema
Desaloje d'uma maneira prompta e rpida
at o ultimo vestigio da enfermidade. (s
melhor es votos em medicina da Europa (os
Lentes dos Collegios de Medicina de Berlim)
testifieam serem exactase vordadeiras estas
leaces analgicas, oual m dissoa experi-
encia de militares de pessoas da America'
Hespanhola, as quaes foram curadas com
este maravilhoso remedio, sao mais que
suficientes para sustentarem a opinio do
PEITORAL DE ANACAHUITA!
Deve-se notar que este remedio se aclia
inteiramente izento de venenos, tanto mine-
raes, como vegetaes, em quanto que porm,
alguns d'estes ltimos, e particularmente
aquelles que sao dados sob a. forma de Opio
e Acido Hydrocianico, forniam a base da
maior parte dos Xarepes, cornos quaes tac
fcilmente se engaa a credulidade do pu-
blico. A Gomposico de Anacahuita Peito-
a acba-ee liada e curiosamente engarrafadas
m frascos da medida de cerca de meio*
quartilho cada afilie como a dose que se to-
ma so rpunia-colher peejaefla: basta ge-
rahnente a applicacao d'um ettdous fras
para a effeetaacSo de qualquer cura.
Paro agua.
Ganos de fcrr? gdvanisdos por fra c
por deDtro, j v'eai a por preco coinmodo,
qo arraatem aa Travessa do corp i Sanie,
.tH.
CEMENIO^DE POBTl-
O nico fresco e bom qo mer.
do : Tenderse no arauzcm di
hm Ifffllos
na praca do
axaquos: muito _
na melbor forma : na
a,,^
f* '&p<< :: irft?-' $&ik*. -
n
^m
rarann


%
'ernambuco
era 6 d Jai:
ae zombais
\
GUERRA FRANCO-PRUSSIANA.
c I.z rapro que Pars
'se agen ave se faria a paz
e que a sua replselo militar ficaria in-
ucU.
t Ales d'isso, Btzaine esp;rava ijii-
quando se tirana proclmalo a paz, pido-
na'sabir (JeMaza frente dosseus 150:000
homens, o mais escoloido do exercito fran-
cez, e fim acreditar ao paiz qaa era iim
here porque nao se tinha rendido e con-
servara Melz apesar de tudo.
< Vde agora at onde ebega a sua inca
pacida.de desde que Bazaine se vio hriga-
do a retirar se para Metz, no dia 49 de
agosto, ter Ibe-hia sido fcil daraate os doze
ltimos das de agosto, os Iriota das -le
setembro e a prmeira qainzena de outu-
bro, sahr atrevidamente com o seo ejerci-
to. lito um tacto positivo.
< Qualqaer que possaa um pouco d-3 ta-
lento militar dir-ves-ba islo mesmo. C n-
coenta dias se pssaram, denote os quaes,
150:000 dos nossos mais valentes soldados
teriara podido sabir de Maz, e urna voz
em campanha, o que se passou em Sedan
era impossivel.
E' notorio que em Sedan as tropas in-
suitaramos officiaes ; que se amotinar.i:n ;
n'uma palavra, que estavain muito longo de
ser o que s deveria esperar d'elUs; mas,
ao mesmo tempo, que tropas eram aquel-
las ? Em Metz, pelo contrario, os Solda-
dos eram submissos; toda a ordem era
executada iramediatameote ; verdade que
em Metz, era desconhecido o republicanis-
mo vermelbo oas ileiras do nosso ejer-
cite.
Como que Bazaine, com taes solda-
dos, boa ariilbffria, excellente cavailaria, a
nielhor infantina do mundo e todas as mu-
nices que dese/asse, nio pode sabir ?
Foi, cora i j vos disse, porque Bizai-
De um egosta, e imaginando que, em bre-
ve se faria a paz, julgava que se dina
d'elle:
roe; soube onservar Metz, eitiquanto que
todas as demais pravas fortes da Franca
caba m urnas apoz outras.
t Mas podis estar convencido d'Mo ;
durante os ltimos dias do cerco de Meiz,
as sortidas haviara-se tornado impossveis.
assim coraj qualquer ataque ou teolalivj
de fuga.
Porque motivo, pergunte eu, se lor
nara impossivel qualquer tentativa d'alaquc?
Porque n3o trabamos artlbaria uem
cavailaria ; e unicameote (10:001 homens
d'i ufa atara, que poJeriam fazer contra os
tres corpos de exercito prussiano?
Qua! ora, disse-lhe en entSo, o nu
mero exacto de soldados ao tempo da ca-
pitulado ?
S trabamos em Metz 135:000 sol
dados, dos quaes 25:000 eram feridos e
10:000 enfermos. A cavailaria e a artilha-
ria eslavam inuleis, porque n3o trabamos
cavallos, e a parda deslas duas armas re-
duza o effeclivo das nossas forjas a 60:000
homens de infamara. Em que estado esta-
vamos, santo Deus, quando capitulamos /
Todos os nossos cavallos liobam sido
comidos; faltava-nos completamente o pito,
e nao trabamos sal.
A caree de cavallo q5o m quando
est gorda, quando secme com po e sal;
mas os oossos cavallos eram magros, care-
namos de pao e sal: por isso a carne era
detestavel. Podiarn resistir ao inimigo tro-
cas de tal modo alimentadas ?
< E d'aoi, devo dizer-vos que durante os
oz uLimos dias do cerco os soldados an
rlavaia Q93J a Mma at aos joelhos. At as
r.huvas lorrenciaes estavam contra nos, e a
ome obri.rau i rendermo-nos. Mas como
i vos disse, cincoenta e oito dias se paja-
rara, durante os quaes Bazaine teria podido
jvar o seu brilbaote exercito ao campo de
batalba e salvar a Franca. Como somos
desgranados I (Aqm o general nao pode
conter a commofo. )
Examraai as sortidas de Bazaine ; nunca
fez am verdadeiro esforco para sahir de
MeU. Cada tima dellas foi apenas um si-
mulacro de sortida. Todas foram feitas para
Iludir e nada mais. Estavam em Metz com
Bazaine quatro oTficiaes superiores, que opi-
navam como elle pela inaccSo.
c Vi todas as manobras militares, e todas
foram ungidas. Bazaine e os seus amigos
respeito de como
sortidas. Disse-me aa
pre com forjas pora
menw com a i loa
rara nenbam resultado feliz, apezar
.-id -i b?m execotada cada sortida. O
en u:d verdadero herosmo ; n
ale. Voltemos Bizairie. N e na
bat Ib; de 18 de agisto ; ettava longe do
corabite, as-sim como o rei Guilberme. que
raandju ura djjpacbn a raiotr, dizeodolhe
que r-e'echan no c estafa, e dorm aquella noute debis.*) da
arvore, historie i *i-? hoje era danle, eonhe-
'ila pelo Dome de Arvorc dos mirlos. No
combate de 18 de agosto erara 300:003
orussianos contra 181:000 rancezes ; iB3S
Bizaine nao estere nelle ; eslava seguro em
Metz. ?
t Julguei que por esta vez e?lava j es-
cotado o assomplo de Metz.' Sabendo que
Ciangaroier era ora dos carnjiees do par
tido orlcanista, falleilbu di situacSo poltica,
e pergunte ao general se acreditara que o
par. il trios desli cau:a erara muito nuan-
rosos em Fran;.
Sm, respoideu, esse partido forte,
muito forte. Os departamentos esto lodos
em favor de um goterno tranquillo, pro
dente e liberal, com a familia de Orleans.
C milico a piltca pa-rhiense ; conheco a
Franca, o esta triste e desgranada situacSo
s p le sil varee com a r?tauragi5o da a
milra d'Orleaos*. Quem p^-ria reunir os
heler. geneos elementas do republicanismo 7
Aclnalmentj o povo de Parts n3o sabe
se quer repblica ou roonarebia / n3o sabe
o que qusr. A dynast'a de Oirfeans vira.
A repblica n> pode durar; islo um
FaclO c na i urna esperaaca. J esta dividi-
da, est j emfragmenl s, e a Franca1 arada
n3o tem governo. Tim necessidade de or-
ganisacSj, de harmona, a os orleanlas
podem dar tudo isto Franca. Um rei or-
leanista a tranquillidade, a p;/., a pros-, s
ridadtf e a felicidade geral.
Que diz de Ntpoleo ? pergunte eo\
E<^ moito, e bem m rio, respon-
den o genneral. Osprussiaoos podem que-
rer restaurar Nap tleSo no poder; mas
nun:a seri reconhecilo em Pars nem na
Fraoca.
* Reniler-se-ha Paris, general ?
v vOl 1

lana
srem
rairahas d'esta execacSo digoa da idad?
jsamente qu rra-'
ioi
guem se approxim
A minba peni
o boror d'aquelle
prusiann3s ticav
explicar todo
As msicas
do incendio, e
depois a soldadesca coma e beba.
Tiramos d'uma correspondeiria franceza
os segrales pormenores da batatn perdi-
da peto exercito francez do norte em i7 de
novembro nos arrvtoret d'Amien? :
* A acc> do doningo passado deu-sA a
curtajdistancia d'Amieos, capital da Picerdia.
O) franeezes commandados pelo general im-
provisado, que tinha substituido era m bora
Boorbaki, victima das syrapatbfas imperia-
lista*/ aporando-se sobre um acampamento
forteraente inlrucheirad'j, tinbarap estabele-
cido o aen'ffanco direito em VHlers-BreiQ.-
neuse, rw camnho de ferro d'Amieil p3ra
Boiras, o flanco esijutrdo em BoveeDury,
no caminho que vat Rreteoil, e de Amens
e Compigoe. Os Allemes tinham o eeolro
da tua pos ro em Wareviel, ManteufliH e o
excellente general Goheo eommaadavaw as
lro|s proceder/les du Mtelz^ e qne em grau
de parte eram veteranos.
c Contri 30:00 Allem* taaia 40:00
Fra-ocezes ; mas na* sua nom movis e
mj4
ie pode achar
ratoa esse fluid > h altaras
cabe to estrepitosamente ? E
globo scirrtillante, mas loflginquo.'sem
o q tal n3o houvra chova para enefiero
leito do rio nem humidade para alimentar
as fonles.
A raesma obsemei) cabe ao moinho de
vento. E' o mesmo agente que move o ar
e refresca a trra por, raeio dos zepbyros ou
a parifica por meio das tempestades e tu-
5es. Mas (>iirS>) o cavallo que pocha
aquella pesada carga, aquella locomotiva
que vai guiando o comboio, anda mais pe-
sado, esses desempenbam a sua tarefa, um
pelo esforco dos msculos e ontro com au-
xilio do vap r, e isso sera a menor ajoda
d*"?osso poderoso sol. Estai certo dsso f
M^s, sen3o fraose*,fallariam v^getaes para
Cimentar o cavallo e combustvd pan ac-
cemler a caldeira. Ao sol de ve aos tam-
ben a forca heeessafr para execntar os
mais siwples actos pbfSicos. AjooVnos a
apertar a m3o de um amigo; nosso1 cm-
plice qoando espancamo um adversario.
Era saman, remontai om pouco cima-, nao
muito, e ferers qua tgda actividade me-
cbanica, poc'nrn ou pop ouro- modo, efeve
ser altribuia- influencia ou- tnterven(So
* ;dsle ministro'rmrggior delta walitra.corm
^Oante chama ao astro oraniputente. A
iproprias mares,- que Unto pareccm perten-
cw no dominio di Ina, n5o estn exceptua-
gua:das nactonaes de* todo uflorfe' da Frao* j^ jesla |e
fa, que en mesmo .vi instruir kv doos rae-
ze em /tmem, Boulogoe, EIp tt ooiras ci:
daria tve
arvao, tal cal
co faria o trabalho de mais de 7,000 caval-
los.
Seraelbante idea assorabra o espirito
quando applicada ama superficie jotera
meteoro qo
Em
bro, noites!
t Nunca! nunca! respondea com ar-
dor.
A nossa palestra foi interrumpida p?la
chpgaja. de urna senbora qne, secundo
sonbe mais tarde, penence i mais alta so-
ciodade e lem grande influeacii no partido
dile.iniia. Encontrar de' eer-to no general
Changarnier um alliado til e adicto, por-
que a sua conversado fez-rae eompreheoder
que professa tapio amor aos orleanistas
como desdem pelos republicanos.- *
Es o que referem os peridicos franee-
zes acerca do procodimento dtos- prassiaoce
em Nemours :
, No domingo tarde, ti aianos obega-
ram Nemours e se alojaran no botel de
Saint Pierre.
< A' noute. c -rao sabara, grao>a uro gol-
pe de mo dos, movis em numero de 159'
atacaram os oanos, que anda quizaran
mostrar alguma resistencia, ooas tiseram 08'
se render, soffrendo tres perd*s. Os-res-
tantes foram c nduzidos comopysoneiros-
Montargis.
t Na manhSa seguiote, soganda-feira,
5:000 Prussianos cercaram Newowri^. N*
dades- que boje choram os resulMbs dessa
catistn'phe^ Alguns regrmenlos-fJe warinha
da esqdiadVa1 tfn em setemVo veio > Calais
onstituiam o1 aervo d'es'e fxercto'.
" A Iota raoio encarnicaa dUroi9odo o
dia %1 e acaborr > entrada da*noute eo a
derrota dos franceses. Esmapadbs na seo
flanco direito por fbreas superiores, repela-
dos era Bfoves. so eonservar3ra> as suas po-
sces em Dnry, sb* extrema esqiierda #
despacho aflemo afEttna que fram ci'.fci
dos-entre o rio Soma e Amiens^perdndo-
muila gente e 7M) prnioneiros. Os alie-
rales confessara que a sua perda foi tambero
considerare!, r que os bionbos solados da
infeliz Franca- se baten com heroico vi-
lor, Um regraento de moOilisados fai com-
pletamente dastrooado, poniendo aj suas
novas bandeiraa- ^
^endb o pefeiio-da meos qi era
impossirel toda a resisieneia ao exercito
prussiano depo d' derroto- das twpas
francesas na desgranada batltta do di 27-
denorerabro, pn^iton'a-se^iioteallocuGa:
t Cdadaos: Otagwo da>>da dor. Ape-
sar dos- meus esfrcos; Atniens vai cair em
poder di inimigo. Um coaseibo de guerra
decidi a retirada r> exrci d* norte e- o
desarraaoaento da goarda oacional. Tente
de vos dexar, masospero vakar em breva.
Permaneces tranqoillas ^ coofladOo na slv-
cio da Franca; t a repaWica o viva -
Franca r*
gan; cavallos, auxiliados com pecas de arti
Ibaria, penetraran) na povoacjSx Efa isa
possivel toda a resistencia.
Attravessarara a cidade de- sabr em.
punho, intimando toda a gente a. recolber
suas casas. Os co malandantes dirigiram-,
se para a mare, e apoderaram-se dos era-
pregados que all -acharara. Exigiam das-
horae de saque e o incendio do qua riel,
que foi theatro duas noutes ante* da priso-
e morte dos ulanos. Oueriam queimfw
tsmbem as casas de todos, os individuos
que compunham a commisso de defensa,
por julgarera que esses senoores tioham si-
do os inventores da scena bavida duas oco-
tes antes. A' forca de soppcas, podwam
conseguir as autoridades que sfosso o^eir
mado o quaitel.
c Cercaram n'o ento-e pozeram-lbo fogo
com petrleo e bombas iacendiarias. A duas
FOLHETIM
\ \\\\ DEPOIS DI M0RT.\
fh verdade, c diriatn s solicitacSes lunares, se esMvessem
ccwenidos em iems^s- slidas d* glo,
de um enorme globo de mais ne 880,000
milbas (ou 1,410,000 kilmetros) de diame- objectos.
tro, e n3o a um pequeo numero da^^^^^
escolhidos A idea de raoitos milbeirts de
machinas a vapor exercendo incesantemen-
te as suas forcas sobro cada pquadrado de
superficie de so! vai alera de t*>do o qoe a
im.nginacao pode inventar.
Mas transportemos superficie terrestre
a queslo de potencia solar ; o nosso globo
intercepta naturalmente apenas orna nfima
fraeco deatas emanares ardentes. USo
obstante, por peqnena que seja rsiafivanseB-
le, esa fracfSo inlrirrsecamente enorast.
0 Sr". Guillemio observa que a-qrjanlidade
que um sd hectare recebe, desenvolre de-
baixo de mH orraas diveVaes tanta forca
quanla darra- o trabalho coainao de k/.l&S
cavallos.
A immerrsw sorrnna de trabafho que o sol
pvderia eff^ctaer como agente mechanfso,
de qoe pensar a mw de um investigador.
Q> r. Mouchot reffw.t um bel* dia qiie_
em'Faris os raios solarw dando 30i>re urna
s'perfcie de un mtro quadrado eommn-
oicam por minute tanto lor quaute basta-
ra par elevar a WO gpaa nm litro d'agua
jgelad'-i ', por outros- trmw, que o effeito
:produzidc era igual1 theorioamente ao de
ama machina do vapor da torca de um ca-
vallo:
Ha logaren no nosso globo- onde o co
mais-claree dardeja raios-mear lories. N4o
aos mimares esse
coiao-infallivelmenft serm. osen se exiin-iserift pnssiver; pergontwra s> mesmo o Sr.
guisse os raos solares-? O prcfessop Tyn
dall fHz- que nos sernos, nao s n'uo sen-
tida 7!.0*l, mas at'meelawco, filbea do
sol.
Verle-este globo oValgom modo sobre
dos tro formas ilistincia* de influencia :-' a
inflaenciylominosa. a raflenev caloricar
influencia- ohimica. Por meio e sua acefe reflector de prata, lentoo fazer andar ama
Moiiebol, lancar m3o dessesraios e utilsa^-
losfBra 186f, o engensoso esptrimenla
raios solares fazer tra/.alho-r urna machina
de ar anente.
Mais larde, tecrJO podido prodtr 7 li-
tros de vapor pormnoto cun ajada de um
Ora, quando nma dessas njaesas erran
cahe ssbre o nosso globo, traz am tal grto .
de calor que sera impossivel pr-me a mo.
{pelossignis de us3o superficial que traz,
pedra oo ferro, se r qoe, ao cortar o ar.
hoove em volla detla-o desenvolvimeato de
urna hnmensa soombk de calrico.' O 9r.
Symonds que.presencion em 18i4 a qneda
de oras massa de ferro mtrteorico junto do
rio Mocorita, na Aaierica do Sol, correa
immediatamente ao logar, mas nSo pode
entrar a mais de 1> ou i i metros, por
cansa do calbr. O slo ferria em derredor,
e a parte da piedra de fkrfo,. qoe n3o es-
tafa enlerrada, brilhara com intenso fulgor.
NSo pode resaltar da combastao esse ea-
orieo, pelo menos em certa preporcJo;
fra o mesmo qovadmittir rgoal'pheuomeno
,em orna bala de artilharia ; tamben tt3o
pode ter sido importad) de entras regioes
pelo proprio corpos cerno aeootbci com
jaeroiltao laceados por rulcBes lunares, se-
gundo a cria de Laplare. Evidentenseo-
te a teraperatnra elevara des.es objectos*
devida IrtetSo experteaentada bb atraes"
pl.tr? e ao sleqne resnMWme da qneda: Po"
deremos dV por em dwrfda que e- choque^
de semelhanrs massas cahindo aos milhoes-
no sal'nao alimente em sera propsrcSo
fornalba' solar f
Tambera no- fado insijpaiflcante qne os
elementos desco&erlos oo se offerecam ca-
racteres-correspeadentes aos*qoe se dwco-
brem as pedras meteoricas.- Por ontros
dor d%monsirooqoe se podia-por meio doy iermos, qnando seapplica espectroscopio
A- forc>r Eis o graade prinoipio, a id>
central da sciencia moderna Suppde-s*
sobre as plsnUs pode \^r-se como a lu
itesenvolvr forca, come- se fa obedecer
ipelos corpoa. Boussingaoh mostrou quar]
.bata folha de lareiro ioK-odezida n'om re
oipiente de aen*carbonica*ede bfdrogeneoJ
nfio'produz eftrto emqoaoto a eowervam
en completa elemid3o ; mas-posta ao sol,
asame a fofte'uea papel actho i separa os
alimentos do asido, appropria o-crt>?ne ao
oso'qne Ihe particular, e poe ea'liberda-
de o'oiigeneo pava as oecassidade geraes
da erea(ao.
* Afolhas de uw vegetal, emqnant elle
conservado era profunda ascuridiov pare-
cen adormecidas",: afeoas podem eanalar
a:ioVHtarbonico. Prcisam ser poste sob
o estimulante d> loa para fiisarem stmiMi-
sarfaaf para sabim consuroflaar ama determinada-obra.
Pdde"iodicar-sa-rpfdamen5e como qoe
os raio ebimicoa^escaHam aacco raoloeo-
lar, dlBoado qua ero seu effso n'uma.flis-
tura do choro e bydrogene*. Postoa do-
rante rio temperaescuridao, esses doos
gazes, aioda qoe dfeposios a so combinarem
0 formarem o acWo eniorhydriao, Gcaaainer-
tes e separad s; mee dailbe-o beneficio'de
lira raio- do sol, segarse a etplosioy. o s
fcombiuacao se- fa eom lai'violenciB-^qa
pode v:r a quebrar o vaso.
Mas -o calor do eoique nos d os exan>-
plos roas familiares da toreado astro. Tem-
qae desta forca esiste no universo urna .
certa qusntdde qye n3o pode ser pbvsija-Dse representado -per varios modos a semma
terca pela manha, uns 1:500 infantes e an4aot daaooida nem aograeaUda. Pode de calrico emittrdo pelo sol-. Segando sir
ser- pass^,-ciimo a alectricidode qoe dor-
me, pora9im dio>;Vanj carpo nao exci-
tado,, o*.activa como essa nsnm- dade qaando se tradax pelo-raio que esbU-Kaa, altor.
Jj Hersenel, essa eaorico poderia Pndr
n'om segundo -uma>-nMSsa de--glo de l;50O
milhas-quadradao na base 8 com I94i6ft6
ra. Tda as frraiia da fof^a subeistem
,todas admittem amo conversSo mulla. Mas- Tllomettoa de eapessora, qne etivu**, >
ficari* em. um
Segundo Pouillet, liqoi-
croata de gola-de 17
qualqua que sejau> carcter deliao,obH
post-s. m circolaaii confiante, oadeposi
tadas desde seclos em algum roeeptacul
subteirraneo, a sonma total abselata e inr-
variawlraente a mesrna. S aqueile qoe a
creou. poder diminu-la cTlestra#-la.
Para nos, habitantes da- trra, o sol -a
ionio principal da fc-rga, t pradigioso o
trabalbo mechanico que o nos-o grande n-
mina* exerce bo mundo, o gentmente bem
pooeo se copiecium a ruspito da sua iotar-
veneao as cousas mais ordinarias. Ber-
guntai a um moleiro de aldea o que qoe
lbe faz andar o moinho d'agua, e elle cui-
Ipon
Xavier de Montpin.
>AKTE TBRCEIRA.
A CONOESSA DE BAflON
(Conl'raoaclo do n. 3J
XXXV
Os antigs servidores.
Condessa, bradou o governador, ap-
provo-a e admiro-a I E' incomparavel a
sua prudencial *A especaladora, aventu-
ture ira oa doud* que a. persegue deve
desapparecer, sem deixar vestigios. O
mandado de p isao principiar a obra. Um
bom calabooco, bem escaro, bem immun-
d, acabar com ella. Esse calabouco ba-
vemos de encontra-lo nos sobterraneos do
Presidial. Agora, est feito todo o que de-
sejava ; estoo prompto para todo o mais.
E a minba recompensa qual ser 1
A 8oa recompensa ser o praier de
me ter obsequiado,* responden a formosa
Wymp'a sorrindo. Coida qae pequen?
cousa ?
Certamente qoe moito, e tmmen-
so l. mas eu quera aioda mais alguma
cousa.
Moito insaciavel conde I...
E o amor o3o o tambem ?
Pois eotao, faca o seo requerimento,
e se nlo fr exigente far-se-ba o qae se
poder fazer para o contentar.
Preciso de orna promesas.
Qoal 1
Bem vf qae estou em brasa... Jre-
me ^n
de aaaaaaaaaaaaa\1
Isso um pouco .serio, conde...
Mas em snmma, sem rae compeometter
formalmente, sempre lbe quero dar alguma
esperanza. V pagar-me ao castalio de
Rahon a visita que hoje Iha faco e ent3o>
fallaremos.
Fallaremos em que ?
Em tudo o que quizer fallar.
Eol3o em amor.
Pois est dito, em amor.
E amar-me-ha ?
Sendo o senhor amare), porque aio ?
Reclamo um pentaor condessa.
Jal
Para eu ter forcas de esperar, quero
um beijo... s um...
Na mirja branca mo ? aqu a tem.
Obrigado, mas n3) basta isso.
Pois serio, qoer dar-m'o oa cara ?
Eu sou coodescendonte... aqoi tem....
ah I s om, s um, foi o que disse l E
agora, meu charo conde, adeus.
EntSo, val-se to depressa ?
NSo me vou, fojo O se.nb.or moito
perigoso, e eu lenho moito medo dos pe-
rigos. Anda urna palavra. O mandado
de prs3o em mea poder seria intil. Pe
co-lhe que pooha minba drsposicSo doos
agentes habis, qae se encarreguem, de
executar o mandado.
Quando volla para o seu caatello 1
Estoo a camioho d'aqu a urna bora.
Pois entSo amanha, ao romper do
dia, chegarSo os dous agentes ao castello
de Raboa, promplos para. executarem as
suas ordeas. -
Termin ra-se a palestra com estas pata-
rras.
O senhor de Octeville acompanbou a
visita at ao trem, beijou-lhe aioda ostra
vez as ponas dos dedos, e depois aparta
ram-se a formosa Olympia e o gorerpador
ambos contente om do outro.
trra toda.
Na-disiancia>rada -do-sol trra, diz
o Sf. 4iHemiOy quantidado de calor- que
o astro enva por minuto sobre un-metro
quadrado de 17.633 colorios. Claro
que a mesma qoeotidade- recebida por
cad um dos metros qoadvados que com-
pem. a superficie de ama espbera que te-
o por centro- o sol, e cujoraio seja a dis-
tancia da trra ao sol. Acha-se assim na
espbera toda,j*to na radiac.3osolar em ura
minuto, um minero de oalorios igual a 4,847
acerapanhado de vinle e sete cifras.
Has a consa pode ser apresestada com
pequea machina de vapor com ajada de
nm raio de sol captando. t Crtsegoto isto,
em 18G0, em pequeniesima escala; o ver-
Oade : rnaa-com o enbosiasmo-proprio dos
bsrentores^ percebe ja de longe a-posaibili-
ade de tirar proveio das tres qtintaa par-
W do calor' qae ca*a do sel? no nosso
grabo.
D\nde procede entretanto essa'csler que
o 'so-I emitie a*sim conr darJie 1 No noeao planetSvcombostSov isto
,-a eombinaoj cbimcast a principal feole
do> calrico que- lbe p?epvio. Se- bauvas-
se igaal proceseem relsca ao cater solar,
tarde on cedo ebegaria a- eegotar-se. flfes
aojan observa o-professor W. Thopaon,a
ibaarie cbimica- a- iosoflRiieale. Am8
enrgica acc3o caiaica qoe soobecemosv se
se rercasse enera substancias igoeee-em
vohme i mass total do sol;, nal prodnziria
tres- mi* annos di calor. Por conseqpencio
se onoseo lamiaor estivasse adstriete aoe
seus>-proprios tbflseoros de- materia ioflknv
mavalv earecer, .para existir atada boje, do-
ler sido inflamaado posteriormente- ao
tempe* bblicos. Oprofe>sor Tyndalfcoal-
cula que se o se* flora oma-imnsensa massa
de caaraa de pedt alimentedo por tanto
oxygenio quanto se precisan* para sesteo-
lar o-se actual grito de nadsecSo, o ooo-
juncto da sua substancia sari consumido
em neo mil annos; Acceso^ na poea-e
qaeaMWia faz naeeer Ado, a* as ciazas
delle estartam boje extinctis-.
C impre recorrer, pois, a*oa4ra qualquer
tbeorramais cfficsa que a da simples: com-
bustaa. Qoe o aetro brilba-om ririode de
algosa*. mysleriosa.propriedade que lbe seja
espesialv idea to iBadwiseivel como as
famosas tompadae-perpet.ua qe se amen-
tava*i ao ai maansts: encoitradas em turnar-
los antigos, segundo se prstanoe, senr-q*
todani nenhnm gabinete de antigaidada
nos. aprsente oaspeciraen dolas. Aida
mais- seductora Valvez a dos meteoro?.
Esiste evideotemenie no oniverso-uma
prodigiosa quantidade de materia livre, res-
to da Greacjio, sobra da materia prima.Dio
erop regada.
Em roda do sol, e pro*a#emente emroda
da trra, como- de cad planeta, pequeos
corpos voltea conlinoameale. Esees cor-
pe*-s3o naturalmente lio.pequeos que n3o
podem ser considerados na ordem dos sa-
inter-
Vimos sa Mara sahir do cas-
telK alli> por entre
os a; 1 cria i',~.
En. Heeofeae ,.u-i
Lraacc.3o foi violenta ; a.triste senhora, que
-pareca te? de passar por todos os pazares,
por todas, as injurias, por todas as vergo
nhas, deixon pender a cabeea sobre o hom
ibro da sua humilde companheira, e entrn
a solufiar dolorosamente..
A seahora de Rahon, aioda qua ampara^
da por Francisca, levom mais de orna hoaa
para chegar a granja to vagarosamente
caminhava.
Qaando chegou a casa desmaiou, e a
pobre rapariga teve kamenso trabalho para
a azer volver em si.
Entao a cousa n3o foi como sa espe-
rava ? pergontou baixinho Jg3o Roberto.
Naa me falte n'isso 1 respondeu Fran-
cisca ; se eu fosse o Nosso Senhor Todo
Poderoso* descandeava sobre toda aquella
gente a mais. furiosa trovoada'r Mas dei-
xa estar que n3o perdea com a demora. >.
mais tarde oo mais cedo, a justiga est
sempre do lado de quem est.
A senbora de Rabn, quando voltoua si,
sentio-se to desalentada, qoe chegou t
revelar o desojo do renunciar a qnalqoer re-
ciamacSo, e de ir encerrar-se n'om conven-
to, desappareceado para sempre
Fraocisca que se rebellou centra se-
melbante idea.
Nio taca tal, senhora condessa, bra-
dou ella naa tem direito a faze-lo I Rom
perdoer as injurias, mas deixar os la-
dtoes tranqoillamente na posse do roubo,
qnasi toroar-se cmplice no crime l E'4
prohibido pela relgao t E ainJa nio s
isto: cuida que lbe e licito consentir que
nm bomem honrado como o senhor conde
d o oome de esposa a urna desalmada,
que fez passar a senbora por morta, ten-
tando endoudece-la ? O senhor conde an-
da nao deixon de estremecer senhora.;
Todos os que o virara no dia do enterro
fingido, confirmaro o qoe endigo.Eeloo
certa de qoe ama a senbora condessa mais mar-rae e depois
do qae nanea, e que nenham apego tem i
ie a suppoe morta. E' dever
an -la
3 atmospbera solar^ nio se des-cobre subs-
tancia qarse n3o pos achar as massas--
dw combuatitei"denodas em camioho, e ca- '
bWas depois na terrav como querde propo^
sin para serem aoatysadas. A .Mngular
predominancia das fiabas de ferro no es-
pe jiro n3o pode deixwde despertar as ideas
ao'tembrar-nns-que o mesmo metal forma
o -jemento principal dbe nomerosoa corpos
qu> tem cabido do nosso co, posto que
esta elemento,.-diz p Sr; Meunier, caracte-
risaaaais as qaedas angque as>-aioder-
nas. O nikel,- o cobahe-, o cobre, a zioco,
o sodam, o patassium, oealcium, oalumi-
niumv-o hydro.aaoio e oaSrea elementos que
j seravelaram no sol.enram coamum-
meiwe aa compaatelo desea massas- erran -
les copinradas.
E' verJade qoe os meteoritos mes rara
anda mais pontee de semaPaanca com os
materiaes do nosso globey.primeir > porque
se resoobeceu noMesa praseaca de uns trrata
dos nossos corpe simples-, depois porque
nenbaaia substaraia absoalamente eslranha
se acea- nelles. Mas aa deScoberta no
mundeeolarainda>3oincarapletas, ea-eon-
joncto do materia-que reeonaamenle se es-
tabeleeeo snpgere- a idea de qoe pode ter
bandooutr'ora, como pdeha^er do fotnro,
algum>coosa mais-qoe uneo-retoco fortoita
entre aamassas errantes da^spac e o gran-
de globo, coja gnvidade- governa iodo o
systeaajk,
Observemos, todava, ao qne concome
estatheoria, qae alia n3o implica a idea de
combustas no sentido ordinaria da palavra.
Nao ssppoa a scisficia qae o sol receba car-
vo, nem coke, ou qualquer outra materia
inflammarel. Os- meieoroe- produzera calor
principalmente palo choqaev Esta origem
de caforieo parecer naiuralmente pouco sa-
tisfactoria mukos leitores. Um mrreiro
pode bater um pedaco de ferro al faze-lo
vermelbo; mas quantos cyclopcs nao seriam
precisos p.-ra elavar e coosenar durante
um dia. em tal grao de calor urna brigorna
inieira ? Entretaoio. se adoptarme certos
calculas como approximativameute correctos,
veremos que prodigiosos rebultados podem
nascor da simpies cessac3o sbita de movi-
raecto. Mayar, o grande patrono- da tbeo-
ra, caiculou que um fragmento csmico,
proGipitando-se sobre o globo central com.
a relocidade de 445.7SO a 630.400 metros.
por segundo,, produxiria quatro mil e seis-
ceatas nove rail e-duzentas vezes mais
calor com o-simples, choque, do que dacia
igaal quandade de carvao de pedra por
cembusto. (ifent'nnar-ar-Ao).
roa
yapia om
r A^f-
Tens razao. uem o imto, marmaroo
ico reara'
les e firmes palavrtt. Sm, desiliu-
; mas como ? Essa qae aioda agora
me tomn o passo, nunca me dexar che-
gar ao p do conde..
L a senbora condessa nao digo que
nio ; mas desafio essa senhora Olympia,
que se d-ares do estar em sua casa no
castello de Raboa desafio a fechar a porta
aos homens da jpstica I.... Esses entrara
em toda a parte, eqoanda elles qnizerem
ver e fallar ao senhor conde, bio de ve-le
e bio de fallat-lhe.
Os homens da jas-tica, repetio Mara,
sim, bem sei... Mas quanto. n3o dara, eu
para deixar de recorrer a esse expediente ?
Que ruidos, que escndalo roda do meo
neme 1
roda do san nome ? t carocho !
O escndalo ba de ser com a marqueza de
Chavigay, isso sim... e peior para ella.
Por conseguate, baver qua dizer a
toda a gente que estire douda, a que eu, a
condessa Mara de Rabn passei perto de
dous annos na Salpetriere ?
ta A vergonha cabir sobra os que l a
Incerraram, E demais, j qe me d li-
cenca para Ihe eu dizer livremente tudo o
qad pens, & mim parece-me que nio ha-
ver nem barulho, nem es:andalo. Que
proveito dara isso ? Os homens da jas-
tica irio simplesmente dizer ao senhor con-
de que a senhora existe ; em elle o saben-
do, nio perder am mnala e vira ter com-
sigo ; a senbon de Cbarigny, vendo-se
derrotada, tomar sem nenham espalhafato
o partido de se safar, e ate Ihe tirar o
iocommodo de a por na roa,
Ah I Se todo fosse como tu dizes,
balbnciou a condessa. ?
Ha de ir todo assim. dgo-lh'o eo.
Mas onde iremos bascar esses bo-
rneas da joslica ? Como bio de por as
maos obra ? A este respeito qae nada
sei.
Nem en tambem, mas hei de ofor-
lbe direi o qae se ha
de &zer. Por agora descanse, qoe a se-
nhora bem precisa de descanco. Ama-
obSa daremos principio obn.
O conseibo en prudente. A senbora
de Rahon tecertoo-o, e den-se bem com
elle.
No da segainte io descerrar os olbos,
depois de om prolongado e profundo som-
no,. Mara do- Rahon vio Francisca de p,
arrimada cama, e parecendo aociosa pelo
seo despertar.
Senbora condessa disse a Rapariga,
estio all na outra casa duas pessoas qua
pedem o obsequio de, fallar senhora.
Duas- pessoas- ? repetio Maria raga-
mente inquieta.
Obi socegpe, senhorcondessa,.
gente honrada Aquillo ra?a boa, fiel I
a senbora condessa ba de gostar de as
rer.
NSa m podes dizer os nomes V&ssas
pessoas ?
Se a senhora condessa m'o ordena,
direi... mas eu despjava tanto caasar-lhe
orna sorpresa I
Pois bem, seja assim ; n3o me digas
nada e vesle-me.
m instante depois, entrava Maria de Ra-
bn na outra casa, chorando enternecida,
aover Anastaca Cndin, a sua antiga cria-
da grave, e Domingos, o autigo criado do
conde ; os dous cabiram de joelhos diante
da condessa, agarraram-lhe as maos, e en-
cherara-nas do beijos e lagrimas.
Jo3o Roberto, logo ao romper do dia,
tinha ido previnir aquelles dignos servido-
res, profundamente dedicados, e trouxera-os
comsigo.
Domingos, refeito ora pouco da sua sin-
cera a tocante commocao, referi o grande
desespero do conde sea amo, qaando a
formosa Olympia e o marquez de Saint-
Maixeot levaram a Pars a noticia da mor-
te da enndesss.
Relatou as peripecias da viagem feita ba
rolla de Pars para a Aurernia, a visita a
casa isolada, a ceremonia da exhamaejo no
cemiterio da Chaise-Dieu, a abertun do
caixio feita a pedido do conde, e o seu
desmaio qaando a mo de om frade linba
levantado a mortalba para destapar o sem-
blante enegrecido e decompost-
Quem estar eolio por baixo d'essa
mort; baixinho a condessa, co-
mo qi insigo.
-soas re-
velicoes a faz '.riosas.
Travn relac&es 9m Parii com umi das
modernas camaretaas da formosa Olympia :
Essa roolher visitara-a de vez era quando.
e referiadhe a maneira eagenhosa. como
;sua ama exercia sobre o conde um dominio
completo, que oum elle mesmo percebia,
por viver completamente albeio a todas as
cousas. Affirmava ella aJm d'isso que o
senhor de Rahon cada vsz mais sel ado-
rada recordarn de sna. prmeira molber,.
s senta pela segonda nma especie de af-
fec3o patereal. A criadagem nio entenda.
como tal casamento se realisra.
Estas excellentes naticias fizeram grande
bem condessa, porque lbedavam a pre-
ciosa corteza de que Annbal nio fra com-
plico em nenhutna das infames tentativas
realisadas contra ella, e de que receberia
com inmensa alegra a nova da s.aa quast -
resurreicio.
Francisca trabe contado com Domingos
para dar om bom conselho senbora de
Rahon relativamente intervenejo dos ho-
mens da justica oos seas negocios, e do
processo qae se tratava de principiar quan-.
to antes.
O velbo criado estar perfeilameote ao
correte de qoe se doria fazer; conhocia
oa prxima aldeia um procarador por quem
responda como de si mesmo, e qne no
dizer d'elle en famoso pan dar os primei-
ros passos.
Sabio da granja e foi logo ter com o tal
procarador, e promettea lera-lo b da se-
guiste s dez da manbia pan se entender
com a condessa.
Domingos era tambem do opiniio que
bastaran) os prime i ros passos para levaren
o senhor do Rabn aos ps da sna mulher,
e que por conseguate o processo ficaria
s em principio. .
Esta conformidade de opinies entre Do.
mingos e Francisca parecen i condessa do
mais feliz agoro.
Espern, pois, impaciente o dia se-
gainte :
jyp.
ra
"M.-


Full Text
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