Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13045


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Full Text
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AMO XLL\. AEIUEKO 220
. k -it ,'
., 4, ,
A CAPITAL K LIGABES OSDE SlO SE PACA POBTM.
mozes adiaotado................ 69000
19000
S49000
sao
Por
Por Mis ditos idem
Pov ura auno idem
Cada numero avulsu

M 25 DE MIEMBRO DE 1875
jf
PABA ESTRO E FBA DA PBO VIS CA.
Por tres motes adiantados................

Por seis ditos idem.
Por note ditos idem
Por um rao idem.
rrso
moo
vmto
9000
1
/
DE PEMAMBUCO.
PR0PRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.

.
Os Srs. Gerardo Antonio Alves A Fhos, no Tari; Gongalves A Pinto, no Maranhao; Joaquim Jos de Oliveira A Fiiho, no Coarj Antonio de Uiuue Braga, oo Aracatv ; Joio ria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marquas da Silta,ao Sstal; Jos Joiti
Pereira d'AJmeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Viil*da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Samo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyauna ; Joo Antonio Machaeo, no Pitar das AlagOas ; Alves 4 C, na Baha ; e Leite, Cerquinho A C. no Rio ;de Janeiro.
PARTE ornciAi
Ai
Gavera I proviuciu.
Ktl'KDIh.NTli DO DIA 3 DE JU1.I1.) DE 1873.
1' seccao.
Acto :
O presidente d.% provincia, altendendo ao ijue
requerea Bernardino da Silva Cosa Campos, re-
s'Hve conceder Ihe liceuca para embarcar cun
destino au pra iJio de Fernando de iNoronhu, no
primeiro vapor que para all seguir, a seren en-
tregues a Jos Euiygdo da Cruz, us gneros cons-
laute da relacao junta, assiguada pelo secretario
interino desta presideoca, os quaes nao poderlo
ser desembarcados sem que por parte do com-
mandauto daquelle presidio se proceda a exanie,
alim de se verilicar si ha aguardante ou nutra
qualquer bebida espintuo.-a
tlicios :
Ao Exin. brigadeiro commaudante das anus.
A' visla do que expoe o brigadeiro director Jo
hospital militar uo olllcio annexo ao seu de 3 de
juuho prximo lindo sob a. 57o, poje ulorisa-ki
a coulracur, nos termos do respectivo regulameu-
to, os medicamentos que nao exislirem na pliar-
niacia do uiesino hospital, segundo opina o inspec-
tor da thesouraria de fazenda na sua infunnacao
de hontem sob n. J59 serie D. Por esta occasiao
recommeiido a V. Exc. a expedicao de suas or-
dens para que a mesma pharmacia faca eoiu a
conveniente antecedencia os seus pedidos, para
serem remedidos para a corte e satisfe.las alli,
oude as drogas e medicamentos custain muito me-
nos do que nesta provincia.
ao uiesmi. .- TenJo nesta data reeommen-
dado ao director do arsenal de guerra que man-
de com urgencia por a disposirao do inajor Ale-
jandre Wood, encarregaJo da construcc.io da li-
nda lelegraphica submarina entre o norte e o -ul
torio pyroteehiiico, sendo este transferido para a
fortaleza do Brtim pelo lempo de 15a i) dias du-
rante os quaes deve lie.ir conclu la a casa que o
referido raajor vai construir para servir de depo
silo dos uteu olios pr oprios ao deseinpenio de sua
r-omraisso ; srvase V. Exc. de ueste sentido ex-
pedir suas ordens na parte que Ihe toca.
Ao mesmo. Expeca V. Exc. as precisas or-
dena, alim de que .>manh s 8 horas do dia se
aprsente ua casa de deteocao urna orr i sulli-
i'tente ao inaudo de un ollicial para escollar d'alli
al o presidio de Fernando de .Nornnlia 25 sen-
tenciados de justica que para all segiiem, sendo
que no caes do forte do Maltas estarn postadas
Mibarcacoes para transportar lodos para bordo
i i vapor que tem de ir aquelle presidio.
Ao inspector do arsenal de marinha. Mande
V. S. portar amanli s 8 horas do dia, no caes do
do Mallos, embareacoes suicleuie* para
transporte de 25 sentenciados de jnstie.a que tem
de ir para o presidio de Fernando de Norouha,
liados por torga de 1' linha.
Ao capitao Jo porto. Tendo nomeado o Dr.
j-jiz Je direit dos fritos da fazenda e o capitao de
trgala Jos Coelho Nelto para fazerem parte do
.u.-elho qne dever reunir-se s 11 horas da
maulla do Ju 7 do corrente, para o exanie. e ap-
provaco das cootts do cofre de mullas dessa ca-
pitana, relativos ao anno fiuanceiro 'de 1872 a
ts;;j; assim o declaro a V. S. em resposta ao seu
oBcio do 1" deste mez sob n. 131.
Ao commaudante do presidio de Fernando
de N.,ronha. -Para esse presidio tem de seguir no
vapor que deve ainauha para alli partir os 25
'alendados, constantes da relaciio junta por copia,
o* quaes s" escltalos por .-uUicientcs pracas de
1 nha ao mando de um ollicial.
Ao director do arsenal de guerra. Provi-
dencie Vine, com toja a urgencia para qae seja
p.isto dispoiieio do inajor Alexandre Wood, en-
carregado da construceao da linha telegraphiea
submarina ontre o norte a o sul do imperio, o fidi-
li ii em que fnneciona o laboratorio pyrolechni-
co, iransferindo-se este para a fortaleza do llrum,
s miente por quinze dias punco mais ou menos,
d'irante os quaes deve ficar concluida a casa que
i referido inajor vai construir para servir de de-
posito dos instrumentos necessarios ao desempe-
ihn Je sua coiiimissao.
2.' secuto.
Actos:
O presidente da proviucia, vista do olllcio
i) Dr. chefe de policia u. 1,167 de2 do corrente,
resolve exonerar do cargo de subdelegado do dis-
trelo de Capi.eiras, do termo do Bonito, crcidado
Manuel Vital de Mello.
O presidente da provincia, visla do oflcio
do Dr. chele de policia n. 1,167 de 2 do corrente,
resolve exonerar o alfe es do corpo de policia,
Flix Antonio de Alcntara, do cargo de subdele-
gado do districto de Piraenteiras do termo do Bo-
nito.
O presidente da provincia, attenJendo ao qae
requeren o coronel Jasliniano da Silva Freir,
, comandante superior da guarda nacional do mu-
nicipio de Itamb, resolve conceder-lhc um mez
ile-licenca para tratar de seus inleresses fra da
provincia.
O presidente da provincia, vista do offlcio
d i Dr. chefe de policia n. 1,168 de 2 do corrente,
resolve conceder a Igidro Ferreira Bolelho a exo-
nerarn que pedio do cargo do delegado do termo
de Panollas.
O presidente da provincia, de conformiJade
com a proposla do Dr. chefe de policia em offlcio
ti. 1,168 de 2 do corrente, resolve nomear para o
cargo de delegado do termo de Panellas o alferes
d corpo de policia Flix Antonio de Alcntara.
O presidente da provincia, de cenformidade
(oin o proposta do Dr chefe de puJiciaein offlcio
ii. 1,167 de i du corrente, resolve nomear o te-
nente do orp de policia Jos Carlos Vital para
cargo de subdelegado do districto deCapoeiras,
do termo do Bonito
O presidente da provincia, de cooformiJade
, un a proposta do Dr. chefe de policia em otTlcio
ti. 1.107 de i do corrente, resolve nomear o capi-
tao Joaquim Cordeiro Kibeiro Campos para o Car-
ito de subdelegado do districto de Pineuleira-, do
termo do Bonito.
(ifflcios :
Ao eoinmandante snperior da gnard nacio-
nal do Recife. Expeca V. S. suas ordens, alim de
que seja postada em frente da igroja do Paraso,
uo dia 6 do corrente s 10 horas do dia, urna
guarda de honra de um dos batalhoes sob o seu
commando, para asustir (esta que ao Senhor
om Jess das Chagas tem de fazer nes respectiva irmandade.
Aojuizde direito dos fe i los da fazenda.
leudo nesta data nomeado a V. S. para, nos ter-
mes do art. 4" do decreto n. 358 de I i de ngost i
de 1845, fszer parle do conselho que dever reu-
nir-se na capitana do porto, s 11 horas da ma-
Bh Jo da 7 do coi rente, paraoexam- e apo^ova-
cao das couUi.-. do cofre da* mullas da ine-uia ca-
pitana, relativas ao anno nanceiro de 1872 a
1873, assim e couununico a V. S. para sua intel-
ligencia e directo.
Ao coraouindante do corpo de policia. Pode
Vmc. engajar, sendo doeo, no corpo sob o seu
commando/) paisano Manoel Antonio de Oliveira,
de quem (rata o sen offlcio n. 371 de 1 do cor-
renta.
Circular:
Aos promotores pblicos, excepto o da capi-
tal. Anteriso Vmc. a nomear ama pessoa idnea
para os trabamos da jaita de emancipacao de es-
clavos deesa comarca, sempre que o respectivo
collo-tor e.-tiver legtimamente impedido, prev-
nimio a.-siw a hypothese de que esse cargo nao
esteja preenchido.
3.' seccao.
Offlcios :
- Ao nspestor da thesouraria de fazenda.At-
tenJendo ao que expot o inajor reformado do
exercitc, Antonio Dornellas Cmara, no incluso re-
querimento, a que allude sua infonnaco de hon-
tem sob n. 366 serie D, autoriso V. S. a mandar
abonar ao supplicante os veucimentos marcados
na tabella do de inaio Je 185S, visto ter elle de
seguir em commissao para o presidio de Fernando
de tNoronha.
Ao mesmi~A' vista da grande necessidade de
contractar-se miJicaineutos para a pharmacia do.
hospital militar, segundo representa o brigadeiro
commanJante das armas uo offlcio do 3 de junho
ultimo sob n. 580, sobre que versa sua informa-
cao il6 hontem datada sob n. 359 serie D. resolv,
de acorJo com ella, autorisar o d.rector do mes-
mo hospital a faz*r esse contracto, nos termos do
respectivo regulamento, quaulo aos medicamentos
que nao exislirem na i ofenda pharmacia. O que
commnnico a V. S. para seu coulieciiuenloe direc-
cao.
Ao mesmo. Commnnico a V. S. para os de-
vidos ftns que a 25 de inaio ultimo entrou o ha-
chare! Antonio Manoel de Medeiros Furtado no
goto da licen.a Je dous meses, que por esta presi-
dencia Ihe foi concedida.
Ao mosmo. Tendo nesta data expediJo or-
dens |iara que os promotores pblicos nomeem
pessoas idneas que subslituam os collectores em
seus legtimos impedimentos uos trabalhos das jun-
tas de einancipacao de escravos, segundo alvitrc
por V. S. lemhrado em seu offlcio de 27 do mez
ultimo sol) n. 299 serie D ; assim Ihe commuuico
para seu eonlicciinento e em resposta ao citado of-
licio, que Sea assim respondido.
Ao mesmo.Ai capitio reformado Manoel
Claudoio de Oliveira Cruz, que segu para o
presidio de Fernando de Noronha na qualidade
de secretario do coronel Antonio IJomes Leal, in-
cumbido de inspeccionar o mesmo presiJio, man-
de V. S. abonar dous mezes do sold simples, co-
mo propiie em sua informaQo de houtem dalada
sob n. 371, dada sobre o incluso requerimento do
referido captao
Ao Inspector da thesouraria provincial.-Na
conformidade do olllcio do Dr. chefj de policia, da-
tado de hoitem,e avista da conta e mappa inclu-
sos, mande V. pagar ao capitao Jos Firmo Pe-
reira do Reg a quantia le noventa o oito mil e
selecentos reis, em que iinportou a despeza feita
durante o mez de inaio ultimo com o sustento dos
presos pobres Ja cadeia do termo de Ouricury.
Ao mesmoMande V. S. aliantar ao tho-
soureiro da repsrtic&e das obras publicas a quan-
tia oecorrer s despezas com as obras da conservacao
e reparos no corrente mez, seguuJo sslicita o che-
fe daquea reparticao em offlcio de hontem sob n.
262.
Ao mesmo.Mande V. S. pagar a quem se
mostrar autori-.. lo a quantia de 8150, constante
da coqia inclusa e proveniente do fornecimento d*
luz e agua, feito ao destacamento do termo de
Iguarass, relativo ao mez de junho ultimo, con-
forme solicilou o Dr. clufe de policia em seu offl-
cio datado de 2 do corrente sob o. 1,170.
Ao mesmo. -Transmiti a V. S. a conta e rela-
cao inclusas,aHm deque mande, vista deltas, pa-
gar a quem se mostrar aulorisado a quantia de
73580 era que importou a despeza feita nos mezes
de setembro a dezembro do anno passado e jaueiro
do corrente anuo com o .-lstenlo dos cresos pobres
da cadeia do termo de Flores, conform pede o Dr.
chefe de policia em seu offlcio de hontem da-
lado.
4' stecao.
Offlcio :
Ao pro-presidente da cmara municipal
da villa de Granito Respondendo o offlcio de 21
de maio ultimo, em que Vmc. me participa nao
poder reunir a imita de emancipacao de escravos
dessa villa, na primeira doanga do corrente mez,
pela falta do respectivo clleclor, passo a deca-
rar-llie que nesta data autoriso os promotores p-
blicos a nomearera pessoas idneas que substi-
luam devidainente os collectores em sua ausencia
e legitimos impedimentos. Junto achara Vmc. ura
i-xemplar do regulamento approvado pelo decreto
n. 5,135, de 13 de novenibro do anno passado, cu-
ja remessa solicita em seu cilado offlcio, que assim
tica respondido.
EXPK01E.NT DO SECHETABIO.
J- seccao.
Offlcios :
Ao Dr. chefe Ai policia. Transmillo a V. S.
de ordein do Exm. Sr. presidente da provincia, o
titulo junto de nomeacao do delegado do termo de
Panellas, de conformidade com a proposla de V.
S. em offlcio n. 1,168, de 2 do coTeole.
Ao mesmo -O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que ficam expedidas
as convenientes ordens no sentido do que trata o
seu offlcio n. I,t7i, de h >je datado.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmittir a V. S. os titulo juntos
de nomeacio d-a subdelegados de Capoeiras de Pi-
raenteiras, de couformtdade com a proposta de V.
S. em offlcio n. 1,167, de hontem datado.
Ao juiz de direito de Garantan*, bacharel
Antonio Manoel de Medeiros Furiado.-O Exm. Sr.
presidente da provoca manda aecusar o recebi-
mento do offlcio de V. S., de 1 do corrente, em
que participa ter a 25 Je maio prximo- passado
entrado no goso da lieenca de dous mees, que
pelo mesmo Exm. Sr. Ihe foi concedida.
5' secco.
Offluios :
Ao engenhoiro inajor Alexandre Wood. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia determina-me
que de-laie a V. 5., para sua iiitalligencia e di-
recca.i. que nesta data providcnciou no sentido de
ser posto sua disposicao, para servir de depo-ilo
dos instrumentos proprios ao desempenho de sua
commissao, o edificio |ue demrea entre as forta-
lezas do llrum e Buraco, e no qual funeciona o la-
boratorio pyrotechnico, que vai ser transferido
para oulro local.
Ao engeaheiro chefe da repartipao das obras
publicas. -De crdera do Exm. sr. presidente da
provincia, remeti a V. S. o incluso regulamento
para creacao de um corpo de conservadores das
estradas de rodagein uesta provincia, approvado
pelo mesmo Exm. Sr. em 28 de julho ultimo.
EXPEDIENTE DO DIA 4 DE JULIO DE 1873.
/* seccoo.
Offlcios:
Ao brigadeiro commaudante das armas.-
Considere V. Exc sem effeito a ininha ordem de
26 de junho prximo finio determinando a baixa
do reruta Pedro Muir.
Ao mesmo.-Sirva se V. Exc. de dar uas
ordens para que amauha, s 10 horas do dia, este
ja postada era frente de eemiterio publico aforca
precisa para fanr as honras fnebres devidas ao
offlcial da imperial Ordem da Ro de Barros ; oerlo de que \o arsenal de guerra est
autonsado a fornecer o cartuxame para isso pre-
ciso.
Ao mesmo. -Mande V. Exc. p3r em liberda-
d o recruta Pedro Francisco Gomes de Oliveira,
visto ter pro vado isaocao.legal.
Ao mesmo. A V. Exc. ser aprosenlada de
parte do coinmand rale do corpo de polica, para o
aervijo do exeVcito, a ex-praca do dito corpo An-
tonio Jos Joaquim Carneiro.
Ao director doiarsenal de guerra.-Defera-
do o requerimento de Francisco do Panla Barata, feres Joo
autoriso Vmc nos termos de su infornaci de corte,
hontem datada sob n. 437, a permillir que os me-
nores Antonio Augusto de Panla Barata e os de
Paula Barata, lilhos do supplicante, vo tratar-se,
em companhia deste, da anemia que estao sof-
frendo.
Ao mesm).-Mande Vine, fornecer a qnem
se mostrar habilitado pelo brijradoiro eoinmandan-
te das armas o cartuxame preciso pare as non-
ras fnebres qne se tem de fazer ao cadver do
offlcial da imperial Oriem da Rosa Jos Candido
de Barro*.
Ao engenheiro das obras militares.Devol-
vendo a Vmc. as propostas qne vieram annexas
ao seu olllcio de Odejunh: ultimo, para a exe-
cucao da obra precisa na parte da cebarla de um
dos compartimentos do quartel da SoleJade, que
serve de casa di msica, aut irisoo a acceitar a
de Thomaz Antonio Maeiel Monleiro Jnior,que
se incumbe Jj fazer dita obra pela quantia de 2404,
offerecendo assim maior vanlagem para a fa-
zenda.
2.' seclo.
Acto :
O presidente da provincia, tttendendn ao que
requereu Sobastio Antonio do Reg Cavalcante,
resolve conceder Ihe dispensa do lapso de lempo,
alim de poder tirar a patente do nonieacao de ina-
jor ajndante de ordens do c tramando superior da
guarda nacional do municipio de Pao d'Allio.
Offlcios :
Ao juiz de direito di-comarca doNazarein.
Accusando a recepcao do seu offlcio de 30 de ju-
nho ultimo, ac mpanhado de mappas estatsticos
de alguns juizes de paz das freguezias dessa co-
marca, recommendo a Vine, que exija dos demais,
que at essa data nao remetlerara os referidos
mappas, que o facain com a pos-ivel brevidade.
Ao eoinmandante do corpo de p ilicia. -Pode
Vmc. desligar do corpo sob o seu com uando, as
pracas Antonio Jos Joaquim Carneiro o Quintilia-
no Paes Brrelo, dos quaes trata o seu offlcio, n.
377 de 2 deste mez, fazendj apresentar o ao
general eoinmandante das armas para o servido
do exercilo.
3- seccao.
Acto:
O presidente da provincia, tendo em vista
a proposta do liscal da olleclori.i do municipio de
Palmares, que se refere o inspector da thesoura-
ria provincial era niU;io de hontem sob n 277, re-
solve nomear o cidadao Jo tquira Candido de Mi
randa cobrador da mencionada collectoria.
Offlcios :
Ao inspector da tiies ranria de fazen la. -
Mande V. S. ajuslar comas e passar guia de sih;-
corrimento ao maior do 9 b italhao le uifautara,
Jos Cesario Varella da Franca, que vai inspeccio-
nar o 12 da mesma arma.
Ao mesrao.-Ao alferes Joo Evangelista do
Lima, que segu para a orle a reunir se ao seu
batalho 13 de infamara, ten lo o deixado de fa-
zer no vapor p.issadopurcirct'instancii* que sobre-
veram na occasiao do embarque, mande V. S
ajustar coulas e passar guia de s iccorriiueut >.
Ao mesm*. Teno sido *sp9n lapso-^teteinbro Je ^73
de tempe o inajor ajudante de ordem do coannau
do da guara nacioual de Pi d'Alho, Seo istia >
Antonio do Reg Cavalcante, que tem a respectiva
patente; assim o couununico a V. S. para os
devidos Iras.
Ao mesmo. -Ac alferes Antonio de Barros
Teixeira, que segu para o Maranhao a reunir-se
ao 5 batalho a,quo perlence, mande V. S. ajustar
cuntas e passar guia de soccorrimento.
Ao mesmo. -Tendo aulorisado o engeaheiro
das obras militares a contratar com Thomaz Anto-
nio Maeiel Monleiro Jnior, pela quantia de 280.
a exeouc/io da obra de que precisa caberla de
um dos compartimentos do quartel Ja Soledade,
que serve de casa da msica; assim o com milico
a V S. para seu conheciineut >.
Ao inspector di thesouraria provincial.-Em
resposta ao seu ollicio de hontem Jata lo sob n.
278, que se refere arrematar > do foruecimenlo
dos objectos precisos para o expediente Jas repar-
tieses provinciaes durante um iriennio, a coatar
do 1* J i corrate mez. tonho a dizer a V. S. que
approvo a mesma arrematacao feita com o abate
de 8 por cento, offerecido por Domiugos Ferreira
dasNeves Guimaros, assim como a flanea respec-
tiva.
4.' seceo.
Offlcios :
Ao Exm. Sr presidente Ja provincia do llio
de Janeirj.-Passando s mos de V. Exc. a in-
clusa conta na importancia de 29*314, provenien-
te da desi-eza feita durante os mezes de marco e
abril ltimos com o su-teuto do preso pobre des-
sa provincia Prancis.-o Pimentel, recolhido a casa
de detencao nesta capital, segundo indica a men-
cionada conta, rogo a V. Exc. a expodico de suas
ordens no sentido de ser a thesouraria de fazenda
provincial inderanisada daquella quantia. lguaes,
mntats mutandis, aos presidentes das provincias
das Alagas, Espiriti Santo, Parahyba, Minas Ge-
raes, Piauhv, Maranhao e Rio Grande do Njrle.
6.' secfo.
Offlcio
Evangelista de Lima, ambos para a
2.' seccao.
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras
iblicas. Inleirado de quanlo expoe Vmc. em seu
pnbl
Oilcios :
Ao euinmaodaiite superi ir do Brejo e Cim-
bres. -De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, coramunico a V. S. para seu conheei-
raento, que nesta dala expedirara-se as necessa-
rias ordens uo sentido de ser satisfeiw o pagamen-
to dos veucimentos das pragas da guarda nacional
destacados na villa do Breio, durante o rai*z de
junho ultim i, conforme soliciten V. S. em seu offl
ci datado de 8 do corrente.
Ao capitao los Antonio de Mello. -O Exra.
Sr. presidente da provincia manda aecusar o recu-
bimento do offlcio de V. S., de 20 do mez prximo
passado, em que participa terem-so concluido os
trabalhos do conselho de qualiiica^io da guarda
nacional de Agua Prela, do qual V. S zera
parte.
3.' CflO.
Offlcio :
Ao iu.-pecl.r Ja thesouraria provincial. -S.
Ec. o Sr. presidente da provincia manda cominu-
niear a V. S para os djvi los lias que nesta data
resolveii nomear, em virtude da portara que veio
aanexa ao sen offlcio de bontem sol n. 277, o ci
dado Joaquim Candido de MiranJa cobraJor da
ullecloria do municipio de Palmares.
OKSPACHOS DA PRESIDENCIA DE 23 DR SETKMBRO
D-: 1873.
(Antonio Fructuoso Lins de Alraeida. -Informe o
Sr1. Dr. chefe de policia.
Bernardino los Rodrigues. -C:rtiliquese, nao
ha .ren lo inconveniente.
Baro Je tilinga. -Deferido cora offlcio desta
data a thesouraria de fazenda.
Flornda Mara dos Prazeres. Indeferido.
Francisco Pedro Celestino.Passe portara no
sentido em que requer o supplicante.
Guilhermiiia Bazilissa de Oliveira o Silva.lu-
deferilo.
Dr. Gaspar di* Wcuucellos Menezes de Dram-
mon I. Passe portara coucedendo liceu;a, na fr
ina da lei.
Commendador Joo da Cunha Soares Guimares.
J foi providenciado uo sentido do que requer o
supplicante.
Jos Ignacio de Mello.-Deferido com offlcio
de-u data Ihesouraria de fazenda
Joaquim Virifsimo do Reg Barros.Deferido
com oillrio desta data thesouraria provincial.
Miguel Ferreira Velloso.Eulregue-se, mediante
recibo e nao liavendo inconveniente.
Manoel Francisco Duarte. -Concedo o prazo de
quinze dias que requer.
Salviano Jos de Almcida -Informe o Sr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Simj de Azevedo Campos. -Satisfaga o suppli-
caute a exigencia da thesouraria de fazenda.
Soeiedade Fniuceza de Soccorros Mutuos. -Pas-
se portara na forma requer la.
Thomaz Cielano da Luz. R-iqueira ao adminis-
trador do correio.
Secreuria da presideucia de Pernambuco, 2i de
O penetre,
SU vino A. Rodrigues
zer questao, inm vez quo o rigor das medida o
nao torne inacsitavel por lesivo aos logitimos in-
leresses do Banco do Brasil, semprc cerio qu
o prejecto votado pela cmara temporaria trar
inmediatamente a nina extensa zona agrcola reaes
beneficios, que nc- licito por em duvida.
Atiende com effeito o projecto a duas indispen-
saveis coodiedes de que nao podem prescindir os
Nem ist urna va sonorhfee. m trabal o
recenlissimo de ura Ilustre patriota americano e
superintendente da instrdecio no Tanefe, M. Joba
Eaton, organisado sobre dados offlciacs de irre-
cusavel valor, prova por urna conscienctosa con-
fr mtai.-a i, que taui i menor o numero de anal-
phabetes por cada grupo de mil habitantes nos di-
versos estados da Unio, quanto maior a proJuc-
einprestimos lavoura; e estas lio juro mdico e ^ calculada sobre cada habitante.
offlcio do hoje datado sob u 263, relativamente ao
desapparecimento do t esoureiro dessa reparticao,
teulio a rccotnnendar-lhe quecutnpra o que a lei
Ihe determina em taes casos:
Portaras :
o Sr. gerente da c impauhia pernambucana
mande transportar |iara o presidio de Fernando de
Norouha no vapor (lO'u, por conta do ministe-
rio da guerra, o 2' cadete 1 sargento do 9o bata-
lallio de iui.inuria, Antonio Valerio dos Santos
Sevos, que vai all tratar de sua sale.
0 Sr. gerente da companhia peruarabucana.
de suas ordens para que seja transporta lo ao pre-
sidio de Fernando de Noronha, no vapor que larga
hoje para all, o soldado sentenciado Manoel < Ive
de Oliveira, e betn assim um caixo coutendo a.-
tigos de fardamento ; correndo essa despeza por
conta do ministerio da guerra.
Os Srs. agentes da co npauhi i de navegaco
brasleira maudem transportar corle por conta
do ministerio da guerra, no vapor que se espera
do norte, o inajor Jos Cesario Varella da Franca
e o alferes Joo Evangelista de Lima, dos quaes o
i' vai liscdlisar o 12 batalho de infamara, e o
2 reunir-se ao 13' da mesma arma, a que p -rten-
ce ; ficando sem e-teilo as portaras que para o
transporte desses offlciaes (orara expedidas em 13
e 25 de junho ultimo.
Os Srs. agentes ila companhia de navegaco
brasleira uiandem dar transporte para a provincia
do Maranhao, por conta do ministerio da guerra,
no vapor que se espera do sul, ao alferes Aut.mi
de Barros Toixeir, que vai reunir-se ao *eubau-
Ibo, 5* de iutaatana.
EXPEDIENTE DO SRCHET.UltO.
1.' seccao. ,.. 4
Offlcios :
Ao brigadeiro commaudante das armas. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, tendo expedido
aa necessarias ordens sobre o embarque para a
provincia do Maranhao, do alferes Antonio de Bar-
ros Teixeira, assim o manda oointuunicar a V. Exc
era respola ao seu offlci j de houleui datado sob
n-, 674.
Ao mesmo. S. Exc o Sr..pre#Jeote Aa
provincia manda deelarar a V. Esc, em resposta
ao sen offlcio de hontem sob o. 675, que fieam-ex-
pedidas as convenientes ordens parg o embarque
do tuajor Jos Cesario Vafelu da Prauca o i S
lli t. seccao. Secretaria da polica de Pernambuco,
24 de >etembro de 1873.
N. 1665 lllm. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que, das eommunicaeoes receidas hoje, consta
que fram hontem recolhidos casi de detencao
os individuos seguintes :
A ininha ordem, Felisberto, escravo de Jovi-
niano Antonio de II Jlauda Duarte e unh 1, por
se ter ausentado ta casa em qne estiva em de-
posito.
A' ordem do Dr ielegado da capital, Antonio,
escravo de Victorino de tal, por suspeitas de au-
dar fgido.
A' ordein do subdelegado do Recife, o subdito
porluguez Francisco Plicide da Costa, a requisi-
fo do respectivo cnsul, e Joo, escravo de Jos
Cocih uio da Rocha, por andar fugid*.
A' ordem ao de Santo Antonio, Antonio Feli-
cio d t Hora, por disturbios e desobediencia ;
Anuncio Jo.- dos Santos por vagabundo, e Ale-
xandre Jos Carlos, sem declaraea) do motivo.
Nesta dala communicou-me o subdelegado de
Beb -ribo que, no dia 18 do corrente, Manoel Ben-
to e sua mullrer Joanna de tal, espancarara gra-
vemente a Luiza Mara da Couceico ; em conse-
queucia do que a ulTeuJida, que eslava grvida,
aboriou no dia 21, e que acerca de seraelhante
fado prosegua noi termos da le contra Manoel
Bento e sna mulher, que j se acha presa.
Segundo cotuinuuicou rae o delegado de C;tn
bres, fora recolhido a respectiva cadeia, Leonel
Francisco Rolrgues, indiciado alli em critne de
morte.
Finalmente, a ordem e tranquillidade publicas
nio solfreram altoracao.
0 que ludo coraraunico a V. Exc, como me
cumpre.
Deus guarde a V. Exc.-lllm. e Exm. Sr. com-
mendador Henrique Pereira de Lueena, dignissi-
mo presidente da provincia. O chefe de policia,
1 ionio Francisco Correa de Araujo.
Rio, SO de 50*10 de 1873.
QU&STXO DA LWOUllA.
Em se traanlo de que tiles que tosam ao des-
anvolvimento das Motes de produccao, e a outros
equivalentes inleresses, deveriara os partidos banir
de 1111.1 vezas vistas iuteressains da poltica para
instituir em terreno sinceramente ueutro o exarae
que demandara asMtnptos de tamiinha importan-
cia.
Por mais que esta raxi de ordem tenha sido
preconisada, e quasi se tenha tomado em um
verdaieiro lugar commum, nao sraeute nao
raro purera muiu frequente que o espirito de
partido se encarregne de ver taes qucsloos sob o
prisma da poltica e, exagerando os tactos, as
causal como os elToilos. d uiargera a apreciacoes
menos refleclidas que por um de seus naturaes
effeitos seiniara o Jesanim, a incerteza e a des-
conlianca
Os que disUrcam como os que encarecem os
nales do presente couspiram no inesino jro, uos
e nutros, contra a obra do futuro.
To ridiculas sao as preiaucfles com que se
evita encurar de frente o estado roal da soeiedade
como temerarias e imprudeatesas fllrinacoes abso-
lulas que aggravara a ituaiio, deleilaudo-se em
accumular reaeas dilliculdades difflcuidades ima-
giaarias.
- Estas reflexoes sao de lodo ponto applioaveis a
magna questao qne neslo momento se dbale na
cmara vitalicia a proposito do wojecto que con-
cede favores ao Bauco 'Jo Bia>il e.n troca de com-
pensacoes offerecidas por este importante estabe-
Uci rae uto i lavoura de um extensa ona.
A lumintsa discua desde alguas
das uaquella instruida assombia, e em que se
tem feita ouvir os ais Borneados oradores, deixa
sobresihir bem a imperiosa neoessidade d libertar
a lavoura aos pibiveis encargos a qne o estado
ke sua divida a traz obligada para cora o aqsso
priraeiro estabeteeimenlo de crdito.
Mais ou menos uioJiflcado, e nem disto de ta-
lo-i.'o prazo de am irfisaco.
Sao iudiscutivi'is as vantagens que dahi^resiil
tam. No momento em que a lavoura airavessa
um verdadeiro periodo de crise que de nao ser
irreinediavcl, nao se segu que nao deva inspirar
solcitos cuidados aos poderes pblicos, fcil
convir que abandona-la s actuaos con licocs da
sua divida, que a obrigara 10 pagamento animal
de 17 "jo, imputara votar iauvilavel oiu mu
hora aumero de agricultores.
Permittir lavoura qte possa refazer os ins-
trumento naturaes do tr.iballio, e deve ser o pri-
raeiro empenho de noSso lempo) aUend'do que
irnos em quadra de verdadeira Iransforiuacio das
forras productoras
Para jujear do alcance das novas pmviden-;
cias, advertio jutlici- smente o Sr. visconde u\>
Rio Branco no ultimo de seas discursos, basta
fazi:r o confronto dai condieo:s da lei de 1866
cora as que o projecto consagra. Sem fallar na
amortisaeao quw de nove li;a reduzida a 50| di-|
minuida assim lavoura urna responsabilidade
annua de 4 #|o, basta considerar uue o juro, de-
pendente pelo acto de 1866 das alternativas do'
cotntnercio, vacillante e incerto de periolo a pe-
riodo, ser lixado em 6 | o que quer dizer a
laxa mais mdica que as circunstancias econ-
micas do paiz permitiera.
No estado actual da divida hypothecari.i que
siimma a 18,00 :i(X), a reJncco de 3 -[, no
juro e oulro tanto ua amortisaeao equivale a le -
xar n 1 bolsa do agricultor urna valiosa somma
que, auno por auno encorporada ao capital, Ihe
(wriiiittira desinquietada renovacao dos instru-
mentos da prodcelo. A isto accrescente-se que
o Banco lera ainda de emprestar 7,01)0:000 J para
prefazer o adatase de 2),OO0:"OO3, e sentir sella
que grandes resultados proviro immeJiamenle
lavoura da medida que est a ser pacientemente
estudada no senado.
Encarece-se o valor das eompesaeoei reclama-
da- pelo banco do Brasil. Querer-se-hia que um
estabelecimento particular tentaste ompr iraeiter
em operaQes a longo pratn nina grande somma i
de eapttaes sem equivalentes pr.veilos ? Ha ahj '
algiiuia co::venien':ia publica em de-fivorecer um
respeitavel estabelecimento de crdito a que tan- i
tos inleresses de vulto sentem-se associados t O
Banco do Brasil nao pode nj futuro ser um ex-
ccllent- intermediario ua solucio do grande pro-
blema do inelhor.iineuto do m-Io circulante t
Se um erro econmico conceder f ivores ao
Banco do Brasil, comeeou por se-lo em 1866. Des-
de que aquello estabelecimento foi pennittido a
instituicao de urna caixa hypothecaria, urna gran-;
de somma d inleresses reclama que ella possi i
funecioaar em conoicoes que nao imprtenla ruina
da lavoura.
No mundo econmico como n mundo poltico |
nunca ura erro solado. Cedo 011 tarde, prximo
ou re utamente, a experiencia se
O eminente estatistico toma um cerlo numero
de estados e forma coin elles dous grupos, am
dos que lera feito pouco, e ontro dos ipne tem fei-
to muito pela instrnc;o.
Estes quadros nao sao someote cariosos; sao
grandemente instructivos e offereceui assuinpto a
mais profunda reflexao.
Inserimo-los como precioso documento digno
de ser medtalo :
Estados que tem feito pouco.
Prodcelo annual por Aualphabetos por sada
cabera mil habitantes.
DolUrs 501)1........Carolina do Sul.....
59i
W
480
47r
594
485
.*>') -72........Alaba na...........
. 54-77........Florida ..........'.
61-15.......Georgia ...........
. 4o -38........Carolina do Norte...
65-30........Luisania..........
Estados que tem feito muito.
Produccao annual por Aualphabetos por cada
calmea. rail habitantes.
Dullars 166-60........Massachussetls..... 38
9-66.......California......... B3
120-82........New Jersey........ 34
161-60........Rhode Islaud...... 34
112-00........New-York......... 31
. 136 -03........Conuccticut....... 18
117 17........New Hampshire----- 14
lirar do falso principio toda a serie de suas natu-
raes consequencias.
Nao o Banco do Brasil, convimos, que satisfir
todas as necessidades do ci edito real, uem por
sua orgaiii.ie. in o jolgamos adaptado a ooeraces
que dillicilmente se conibinam coin as de outra
uatureza.
Mas de lodo posto iucontestavel uue, tuna vez
instituida a carleira hypolhecina do Banco do
Brasil, seria impoltico e em parda de grandes in-
teresses condemnar urna certa parte da lavoura
ao severo rgimen que estn a pesar sobre ella.
Das difflcuidades que OStio sondo ain.mloadas
passagem do pr ijecto, nao o governo o respon-
savel. Os ha seguramente, mas o paiz Ibes far
a justica que merecerem.
0 que no meio disto singular, c d bom at-
te-iaJ i da harmona de vistas do partido liberal,
que, emquanto a Reforma clama exigente pela
Ralisaoo da idea de fornecer capilues a lavoura
a frtco baixo e condicSes facoruveis, insistindo
com ncarecimento na importancia o urgencia do
plano iniciado pelo B-rnco do Brasil, sao os Ilus-
tres chefe* desse partido que, sem advertir na es-
treiteza dote noo e na dtfflenldade Je uraa proro-
gaco, depois de um laboroso periodo legislativo
de 'mais de 9 mezes, estao a olTerecer ao projecto
una resistencia que pode ser sinceramente mo-
tivada, mas em todo caso grandemente improvei-
losa areies necessidades da lavoura
A medida votada uela cmara temporaria, se
nao irreprehensivel, nio olferece taes inconve-
nientes que possam justificar tam mha opposigao.
Ella a precursora,|di?se com razo o Sr. visconde
do Rio Branco, da fundacaode um verdadeiro cr-
dito real.
A lavoura ser bastantemente discreta para des-
cubrir os responsaveis de urna procrastinacio que
to afflictiva deve ser-Ihe.
4." de setembro.
LIBERALIDADES i INSTBUCQO PUBLICA.
E' decididamente um grato phenomeno de nosso
lempo o concurso da iniciativa particular na in-
I gente obra do ensino pahlico.
Tetno-lo por vezes assignalado, e nao nos tarta-
os de o fazer.
Nem ha osforeo mais nobre que esse_ que ah
seute-se despertado sob vigorosa impulsao de um
governo patritico. Prejnlgou-se em nossa idade
que sobre a base da educacao popular que re-
pousam lodos os grandes interesses de urna socie
dade bera orgauisada ; e era boa hora esta eleva-
da nooao do ensino parece gauhar o espirito pu-
blico e impressiona-lo sobre a uecessidade de fa
zer o povo instruido como condicSo de o azer ura
povo hvra.
Onde o governo da soeiedade pede o concurso
de todos os cidada >s, torna era uecessidade pol-
tica aquella ecessdade moral. Massa' ignorante,
adverte escrlptor de nota, de balde ter instnui-
.des, garantas, liberdades; se nao sabe usar
estes meios, haver ahi urna classe raais un me-
nos numerosa qm, mais ou menos instruid, fun-
dar o peior dos despotismos, o que se exerco
sombra das boas instituicoes.
Porm ha ainda urna ordem de inleresses que
pende era grande parte da instrueco popular, e
mais deste que de meios raateriaes pode reeeber
enrgicos elementos de prosperidade. A' sciencia
econmica de nos*os dias lita a honra de ter do-
tado o trabalho deste novo instrumento. Nao sin
os msculos nem sao os orgaos do corpo os raais
poderosos agentes da produec/10. Ha alguma eou-
sa que vale mais que o braco ;o espirito. Para
prova-lo esto ahi as estalishcas com as suas ca-
riosas revela .des.
Como uue os EsSados-Umnos'fcdepois o te-
rem despendido qaarenta e ciuoo mil milhoes de
francos na guerra civil, podem suppomt sem
brusca smponsSo do progrosso econmico urna
somma annua de nt>osto.s de toda a natureza qut
oreja por quatro. mil inilhoes, encargo fiscal qne
soria ite esmagar as mais ricas n.ie.3es europeas ?
E porque os americanos, responde Laveteye,
^tdui ospendido com a inslruccA) cinco ou seis
veata mais aue os europeas ; porque, enviuan-
ta a auerra mes devoraba mimares de rullhoes,
(**s inulcavam e trivjliclivam rom feHril iittpa-
teacia a dot icjia de soas escalas.
PURlQDEPEtaNiMfDOU
BECIFE, 5 DE SETEMBRO DI 1873
Anliciiii de Mer^ipe e de
AlapiMB.
Amanieceu bo'item em nos-o porto o vapor bra-
sileiro Goncalces Martina, trazeudo datas de Ara-
caii al 19 e de Macei at 23 do corrente. Eis
o que colhemos :
SEBGII'E.
Lemas no Conservad r, do Araeaj :
No dia 2 di) corrente renden alma ao Creador
0 Sr. oo de Barros, av de nosso amigo o Sr.
Etelvno de Barros, distinelo secretario de policia.
Era o finado lalve o homem mais idoso de nossa
provincia, o ealcula-se que viveu 112 annos, sen-
do notavel que nao houvesse n inca soflrido alte-
racao em suas faculdades.
< Laborioso e honrado coraecou a reeeber ainda
ne;te mundo o premio de suas virtudes descanean-
do tranquill.imente cercado dos atfectos da fa-
milia.
Ainda vive sna esposa em idade avanzada, e
em pleuo gozo de suas faculdades.
> Foi revendido por acto de 9 do corrente o
contrato celebrado com a empreza de Campos,
Cameron (Si C para a uavegaca1' a vapor dos nos
'ncar7eira"de! p"mon8a. e Japaratuba, canaiisados entre si. Os
einprezanos foram indemnisdss com a quantia
ibs 12.o96.i00\ ficando-lbes, porem, salvos o di-
reitos melhor imleiinisai^ao, que s poder ser
reclamada assembla legislativa provincial.
No dia 30 de agosto suicidou-se, ua cidade da
Estancia, dando um tiro de rewolver na cabera,
o lente honorario do exercito Francisco Clima-
co Salles Barbosa, distinelo voluntario sergipano,
que por mais de qnatn annos defendeu sua pa-
tria nos campos do Paraguay.
Antes de cumprir sua cruel sina, pessoas da
familia o virara chorar, cscrevendo um papel, e,
depois de tuerto, vcrificou-se }ae nesse papel es-
tavaa escripias as seguintes palavras :
Suicido-me I A razao porque minha mi
nao sabe apreciar um lilho que tanto Ihe ama, o
tambeni porque o meu irmfto mais velho o sou-
be cumprir o pedido qne o nosso velho pai na ul-
tima hora Ihe lizera.
t Mara, minha filha, nada possno ; apenas pos-
suias um pai, mas j nao o possuJrt, minha filha,
adeus !...
O infeliz suicida eslava allucinado, porquant >
inc ntestivel que nao teem procedencias as quei-
xas contra as pessoas da familia, que, como se sa-
be, o idolatravam, cercaudo-o sempre dos mais
desvelados affectos.
Era cavalhciro da ordem de Christo, e termi-
nada a guerra voltou para o paiz no baialho 40*
de voluntarios, na brigada commandada pelo ge-
neral Paria Rocha.
ALAGOAS.
u Dos quadros organisados pola directora geral
do estatistica, relativamente popnlacio da fre-
guezia de Ifacei, extrahimos :
a fopulaco gfral. Homons livres 5,391, mu-
Iheres livres ,5,417, somma 10,808 ; homens es-
cravos 716, mulheres idem 1,095, somma f,811 ;
-lotal 12.619 almas ; dos livres sao brasileiros
10,450, estrangeiros 358 ; dos escravos sao brasi-
leiros 1,567, estrangeiros 244; lotal: brasilei-
ros 12,017, t-straugeiros 602.
a Instrueco. Sabem ler e escrever.: homens
livres 2,726, mulheres idem 2,033; homens es- -
cravos II, mulheres idem 10 ; sao anatphabe-
tos: homens livres 2.665, mulheres livres 3,414
homens escravos 705, mulheres idem 1,085; to-
tal dos que sabem ler e escrever 4,750, dos anal-
phabetos 7,869.
u Popalacilo considerada em reiaco as suas r-
eos. Homens livrts : brancos 2,901, pardos
2,032, protos 361, cab'icios 77 ; mu eres livre<:
brancas 2,818, pardas 2,016, pretas 504, caboclas
79 ; homens escravos : oardos 193, pretos 5i3 ,
mulheres escravas : panlas 343, pretas 752 :
total dos brancos 5,719, dos pardos 4,60i, dos
pretos 2,140, dos cabocios 156.
lPi relacao ao estado cMI. Homens livres:
solteiros 3,642, casados 1.56, viuvos223: mulhe-
res nvres : soheiras 3,8*2; casadas 1,015, viuvas
540 ; homens escravos : solteiros 606, casados 18,
viuvos 2 ; mulheres escravas : solteiras 1,074, ca-
sadas 16, vinvas 5 ; total: soKeiro 9^274, ca-
sados 2,573, vlnvos 7W
En ivlaot sua religioi. -Horneas livres :
catholicos 5,378, aoalhulicos 12 ; mulhere livres :
acalholicas 0; homens escravos: cattaoNcos 716.
acatholicos O; mulheres escravas: catholica
1,093, aeathoeas O; total: cathotieos 12,607
acatholicos 12.
(( Em rrlactto sua nacionalid ide bratilsira.
Amazonas 1. Para 3, Maranhao II, Cear 11, R'
Grande da Norte 18, Parahyba 64, Pemamboff.
533. Alagoas 11,103, Sergipe iOl, Btiia-106, Bu-
pinto Sanio I, Rio de Janeiro 8, S. Paalo 3, Para-
n 3, Sr.ota Catharina 11, Rio Grande da Sal 19,
tioyaz. 1, Malto -Gr>>sso 3. Ha 4 brasileiros adop-
tivos e 4 estrangeiros (portustkee*) natarall-
sados.
Em itlaqao sua nactonali/lut tstranfeiru
-Africano S9V; aHemaes t% belga i, franeezes
9, hespaaboes 10, hoHaudez 1, i italianos
90, oriental 1, paraguayos S, poftBgues 148.
suissos 3; no numero dos africanos enio iaciui-
dos 244 escravos, sendo 99 homens e 154 mu-
llicie-
< Em refaci s sais darf*B* 1 11 meses
938, dp 1 a 5 annos 1:191, de 6 a 10 1-970. de H
a 15 1:06:?, de 16 a 20 1:110, de a 93'l:9t, do
16 a 30 1:540, de 31 a 40 1:914, de 4l a 90 I
de 51 a 60 601, de 61 a 701W, de 71 a 99 III, d
1




m
*r
3
ti.
\
- >lMl I 11 I,


t

*.


lt#ff^fernambaco
..... .....
I 90 19, de 91 a 100 7, raak>r
i, sen lo i ho.IUUI*
** fttftt
Em relmc^^^^mfrossdt*.-Seculares 5,
religin 1, juitel JWMg t, notarios e es-
crivae 3. proctMNMKS, olBeiae* de justica 8,
medico* 16, cinimttjffc pharmaceutioos 5, partei-
ro profesin e hornea* de letras t, empre-
gados pblicos 203,
maritirans 45, pe*
prietaros 74, man
wn more antes, gn
liueins 66 ; M
10, em metae i 58,
15, em eonr >s e
dtios 3, de cal;
los a jornaleiros l
v.'in ppoflssJaJL
3:391, malMR8:V
19:308, eseramP I.SiTVjfnaeoi
siteiros 14:617, estnn^eiro? 602.
Popttlscao escolar de 6alnima. Ffoqaea-
lam as escolas : homens 505, mulheres 486; io
frequentain : homen< \8\, mulheres 501.
tfittia futicat -mLiUa.: horaeus 20, mil-
Hieres 20; surdo* mudos: honi-ns 2, mnlhore 2;
al.ij.idos: humen!* 25, mulheres 1*; dementes:
horneas 8, niul'noros 12; alienados : homens 2,
inulhares 9.
Aggtegtdot.Homons 113. mulheres 242.
Ha nesta parorliia 2:491 casos-habitadas, 218
deshabitadas e 2.4P8 fogos.
E" assim que o* estados da Nova Inglaterra, la-
tanto cwa o rigor do elim e puuea t'erilidade. do
olo, prudiuem duas vetas mais que es. oslados do
sal, ejo fiunndissimo terreno pr.dena assrgunr
as maLs ricas cotyclas.
No" momento em que a activMade social atra-
vessa no Ria-il um perodo .1; fraasorin n-o e as
c oudicOes do trabalho seiitem-sc da por dia apro-
ximadas'de urna grande revp|ucio W uiomica pela
uUstituicao do braco livro ao Imi.o escravo ;
de uui intoresse vjtai para a nossa soecdade pro-
pagar, ap pe.ioar e p ment de prodcelo que so chama o ensao popu-
lar.
Dir-se-haque o adviuhou este secreto malmeto
da* uaci3es que as leva a preparar co:n urna ni\ s-
teriosa e providenciar espontaaeidade a soluyn
dos grandi'S problemas do cada poca.
ftotm folheara de alguus anuos a esta parte o<
nossos documentosoficaos (este trabalho est an-
da por fazer) para por ellos marcar os rrogressos
Ualmitrucco publica no Brasil, havia sorpren
(ier-se de ato fado que as evidencias da estatistica
tir.iiu a iiiupo.
A le di'28 de selembro Je 18" 1 r|ir irania um
pinto luminoso nc-se movimenM i mancipa lor do
espirito a que. o concurso dos bons cidadaos veio
.awociar-se. Tant > c certo que urna emauepaciio
en oa OUtra, tod, av.uro oulro avanzo.
Coincidencia myster' sa Dissera-se que o
jm'u, a ver estancada toale da ren evi.-io d >
bnc i oYervo, re eber.i de tusi traca providencial
a ia da moilac; o corresponde ao da instrmvao.
Ka ii i"< uctere-uos indicar os fados que dito
tisl.'Miutilio'da n>va Ujnduria.
Ella ah est patente e njuito distinclamentc t-a-
flv/.iJa em actos para que anda ao3 espiritos me
id- confiantes, niin^a usjtHir duvidas sraaijgas.
Einnianlo o gi>orihi wtaerial ivvePa em doc
i:a;oi^s de teda amuieiia e n c,u prpjiden-
das de ponto I niva eis, o ntoresse que liga
.. n A stilW 8a in<;niccao popular, e por to-
llos os ortos ao alcance de ;,|io'.icad i< orcamentos
yramuwei foneab o ovlhoramento Jo ensino de
i lii- os (r.ios; por si e P'ir seus delegados nas
proviic.ias c.olloiM si i-om resoluta energa na van-
gjirJa i i niais generosa Jas propagandas ; n es-
pirito puntV.o sin ve. inii:i!'esia-so tralnl-lapdo
pe i obro preoctMinacjii >le il itar convonionlenwu
le ''.-i" gran le servie i.
A itar este rn tvuiROtA, dirig lo, premeia-lo :
ni i h i .ih: c- n;i'Mi i > lo u m'lo ir liuU deva at-
tra'r t aii'ii ;lo .|o indares pblicos.
Cmnumil-rtir a iuslruec puohoa tio genero
lmente emn > elh n\ ?.
o. ni i.io'< -i.- I il.s Si -non p -lia pira a ih-
lr:i-,:io nai os i-lia alie paraos eiupregar iupro-
I i.-t.v.i-n -He. M lis. iroluMiva ap;>lic.u;ao,_ con-
veu.-an--1 givtrnantes come givernad'M, nao p
8> o ter os dinliciros pn'ilicos.
O governo q i tovo a fortana de ver despertld
a iniciativa cid 11 i, t-i> umi alta missAj a cun
luir. Dep lude gran le part de seus esforcos, que
esta promissqra c irreMo n.io seja desviad de mq
eurs).
(\(/fo).
?s deiOjOyUjii.^, Jiaxctao Vidal, IfOBLl i" jlITl JMMMlMt f HJMTL' Lrr~*r"!"* Je Injustos
nao ffetVrVr m ^w^HHI mmit ^ q<
hn-ilHdando-so no hdtel do Sr. Francisco daSajiia ,Bgrac|idBSJx.*'sscs libell.is .
Bartlns. WWI ^SWiWcIrai'Wl'/rtr.-Mcifi, no
e mesoraveis in
que ainiram colllrn'
lillai:
. intu
Moutem, fiel nmnh, otando-o Sr. H.ittins 4tt*Mfe*|l<4ttiiMHa pessj\ d> Sr. DrT
que o referido D. Narciso nao appar,ecia, lepibrpu- Itliw4lt> t*n,ft y 1
se de espreitar para o interior do ijuarto q^ue elle ^P fi9fl|e|W4rY? oulros> 1Qc n0i
o'ccupav no sen hotel', e 5o vendo," e notando laennSraRfos fim a polilica conservadora, da qnal
que urna janella eslava aborta o cerrada, ontrou 6 S. Exc. um dortmigos mais siaauos, qual tera
por ena jauella t achou o -sopite :t yf* aldo o dipespi
Sobro a eaaaa, ama eru de papel, liasianto pretensos lb
graoflo, tendo no lugar d > croiamento das has
nma rosa, em calo peduneulo haviaru seto paliUM
de dente enflacados ; sobre ames urna cdula
10i o um bilhote concebido nos seguimos termos : guos dosh
fi" prtcim Utrar-iiM it mine, earella ipc fue me na corte
jin-seg.ie hn ana annoi. t'icam lOtfiQp java aa- partido
$ ir a* despezas dos toas diau Ajeza
Este bilhete e o desappancimec.^ do Sa, K vel, bros
Narciso ileixam suppur alguau allucinisao ana pacUipa
ensequente suicidio. At hontem, s 4 horas da "
tir-te, porm, nao se ^ba.-ai) f Vto a yfipi ajatkle-
vra o hornom, nao i btante os esftyc,o fias ^jo-
ridades locaes qiw 'tomarain coimecimenW*'do
cas.
Mlssa. Hoje, pelas sete horas do dia, ser
resada na matrit da Boa-Vista, urna missa por
alma do fundo acadmico Joaquina ks Godiuho
Jnior. Para csse acto de religiao e qarjdade o
padre Frederieo Rapoio da Cmara, celebrante da
missa, convida aos collegas, amigo* e prenles do

9*m
PERNMBUC8
REVISTA DIARIA.
\nv;i siei*irile. Par portara da presi-
dencia da provincia, de 2! do crrente, foram ai-
proradas, de coofuruiidadja cota "i Io do art. 33
00 .le-reto n. 2.711 du l'J de .lejomliro de 1860,
us i'siulutos da Socielade Frauc-ia de Soe-oros
Mu;uos do l'ernamliueo, e concedida permissao
para tunceiuiiar.
Cuar.la uai-ionul. -Por portara da pro-
sideuei i ,11 provincia de 23 do corrente, mahdnu-
-.- dar i."iii do pasageui para o municipio do
Jte.-ii'e, no alteres do.8' b.ittlho de iulantaria do
iiiuuxipio da linda, Francis-o Pedro Celesiino.
Arre ni la*,N;-s iniviiit'infs Hoe,
peanle a juuta da iliesouniria, vo liraca : o
si,idos licni'dios, a.aliado em -I:7o0!'0); os
reparos da ponte da Junqueira, oreados em......
5:72')i00l, c fornecimeuta deaUmentacJu e die-
tas dos presos pobres da casa ile detencao.
lii.spi--^:.i 1 siiude. Amanlia (26) ao
iik- i da dev reunir se a junta medica, no pi i-
jiieiro andar do sobrado n. 18 da ra Duque de
Canias, onde o quariel do commanJo superio-
da guarda nacional do municipio do Rocife, aflm
de proceder a nspejcao dos olciaes c pracas que
requeferam.
lltilidadc publica.-Nao se tendo reunido
numero sulllciente de accionistas das compauliia
de seguros Uiilida .assewbaia.gcral, fo de novo designado o da 29
du corrate (segunda feira) ao nie.'m dia, para se
xealisar essa reunio, que ser celebrada com o
numero de accionistas que comparecer.
Sautt Casa de M-.<-rieorcliu A
junta administrativa contraa hoje o foreciinento
de geneos alimenticios, de assiicar,-de po c bo-
laclia e de caree verde.
litt|Ktst que termina o prazo marcado para o pagamento,
no consulado provincial, dos imno.-tos ^rovinciaes
do anuo d-i 187 a 187 i, sendo as lisias dos deve-
il re- em seguida remetlis a juizu para seren
cobrados com a multa de nove por cenia.
Sueiedude Patritica Daze de Se-
crufer.Em a nnssa oa pagina pulificamos
boje o relatoro lido pelo Sr. Or. sccreUrio da so-
eiedade piUiotica izt de Stlemhro, na seasao
aagaa auniversaria do dia 12 do correte anno.
Chamamos para elle a atten-ao dos leiloree.
No dw 30 do corrale (terca eira prxima)
dere uaversessao .ordinaria desla sociedad", na
ra da Uoiao a 23, s 6 no as da tarde.
Compaiiuia Japuneza ReaUsa-se
amanUa, no lueatro Gym#LsJo Dramtico, o es
pectaeulo em heaefiau du Iwspicio de alienado?,
com um variado e osco).hido orograram.a, tocando
aos interrallos duas bandas de inusica mareial.
D.-pois do espectculo havu trem da ra frrea
do Caxaug, kicaudu em todo os. pontos.
Elrica de iruiajidade. Nq domiago
(28), s 8 huras d-i dia, de've reuuir-se a me*a
lcral da irmaadade de Nussa fienhora do Bom
Parto, erecta aa igreja de S. Josa, de Rba-uiar,
am de proeeier-se a eteicao dos oaviy funceio-
narios, que tem du regortssa corp^racao no auno
de 1873 a 1874.
VssiM-iaeiiu txiuust'ii-i;a Aj^rieula
Nao se realisou lioutem a reunio da assembla
eral.dasta corporncio, pur iaJta de miiero leaaf
e associado?.
DhiUeiro. -O vapo< G*naU:ei MfUtiiu trou-
xe para :
Jos da Silva Loyo Fillio 63347.10
Miguel Jos Alies 7a0t!K)
Ferreira Casca* k Filbo 643.^00
Club 99 de Maryt -Por se tereu do
concluir o* inelboraoienUs iaprclieaddosaa casa
onde fuaeeiona este Club, foi iranferida para
dia 4 de outubro a partida que devia ter lugar no
(qumla fr.aii.^aT^aj} as
pisto de directoffa >ioje as 7 horas' da nol'.e.
feaMe4r) Bfu-Uaguez de litara.-
Cp4H* ra sjoaiado aa. lagar^-moetente, effec-.
Olaje be o acert em fieaoncio desu institu-
gilHttas3sa_
inesmo finado.
Os Janoaczcs.Os artistas da eompaobja
faponea de mgica, physca, prestidigita;ao, equi
lbrio c gymnastica, que actualmente trahalham
no thc itro Gymnasio, fizeram hontem tarde urna
passeiata pelas ras da cidade, sahjndo em Ir
carros ornados com b indeirolas e tocando clari u
o d.sii ilmmdo pequen >s aunuucos dos seus tro-
balbos.
Foi mas um espectculo, c este gratuito, q,o.o
proporcionaram ao publico da Recite os utelli-
penics e ageis artistas asiticos.
Espancaaicnto- -No da 18 do correte Ma
noel Rento e sna mulher Joanna de tal espanca-
ram gravemento a Mara Luiza da Conceie.lo no
povoado de eberibe ; em consequencia do que a
ulfeadida, quo eslava grvida, aborlou no da 21.
A polica procede contra os delincuentes dos
piaes j 9 acba preza a mulher.
TacatrM Kiiiili Antonio -o beneficio
da ama orpha, que hoje devia ter lugar neste
llieatro, lica trausferido para quando for e novo
annuneiado.
Va pures esperados. De 23 a 27 do cr-
reme, o brasilero Pura, do Rio de Janeiro e esca-
las, o inglez Colup?.xi, de Camfl e escalas, o in-
glez Boy<\e, da Europa ; de 27 a 29 os inglczes
(lillicii, da Europa ; e era,,do Rio da PraU e
escalas.
Vapores a saliir. -A 28, o brasilero Cu-
ruripe para Mamanguape ; a 30, os brasileiros
Ippjuca para Acarac e .escalas e .uandihu para
o Aracajd o escalas.
O all'iate no inferno. Sonhou um
dia um alfaiale que havia morrido c ido para o
inferno.
(Jue ;i Ma ntrala appar-ceu l'ie satapaz com
u na baadera composta de retalhos de todas as
qualdades de tazenda, que aavia fu lado aos fre-
eue.'.es. ob ervando-llie queestavam n'aquella ban-
dera as unas culpas.
O pebre alfaiale, arrependido dos furlos que
havia i'eito, j se contentava em que o rei do in-
ferno se, conipadecesse delle, dando lhe algum lu-
gar niHiios penoso.
Parm cumo os sonhos sao sonhos, o alfaiale
ac >nlnu espavorido sem que lhe podesse sabir di
iinaginaco as scenas de i urrot que havia presen-
cia lo, e, tonilo de conlinu ir o su trabalho, cha-
im.u o seu cunlra-meslre, a quem cominuuicara o
sonhu que tivera, e recommenJou-lhe que ludas as
vetes que livesse de cortar alguma obra se pozes-
se a seu lado, para que, quando visse entortar, a
tesoura em pri-juizo do fregaos, 'be puchasse na
aba da casaca.
Assim o eumprio o conlra mestro, o vendo um
dia pie o alfaiato levava a tesoura cmi raa i d-
vi-rso, imcliou lhe a aba da canaca, ; mas 3 al-
faiale sem attender a-essa admoesta.ao, continua
va com u mesrao rumo; puchou-lhe segunda vez
o cunlra-meslre, e o alfaiale encolerisado. viran-
do-se |iara elle grtou: Deixft-me, com os dia
bns, que a liandeira do inferno nao tinlia d'Sll fa-
zeuda. >
Lotera. A que se aclia a venda a 68.*, a
bcneeJe da imperial capella da Estancia, a qual
so exliahir no dia 3.
Passageiros. Viudos da Rahia c escalas
no vapor Goar. tices Slarlins :
AJiodzio Vidigal, Seuhorinha Fausta de Albu-
querque, Adclayde Olympia de .TJbujueriue.
Casa de defeiteao.-Movimenlu do dn.
2 de selembro de 1873; ,.
Exisliam presos 312, entraram 7, sahiram 2.
existem 317.
A saber :
Naciouaes 229, mulheres 10, esirangeiros 33,
es-iavos 34, escravas o.Total 317.
Alimentados a costa dos cofres pblicos 203.
Moviineato da enfermarla do dia 23 de selembro
de 1873 :
leve baixa :
Manoel Joaqaim Crrala do Espirito Santo; dbr-
iliia.
C-einiterio publico.Obituario do dia 23
Jo corrente :
Alfndo, pardo, Peruambuco, 7 annos, S. Jos ;
bexigas.
Hara, parda, Pernambuco, 1 anno, S. Jos ; be-
xigas.
Juaquim Soarcs Pinto Correia, branco, Pernam-
buco, 23 annos, solieiro, Poco ; ictericia.
Amia, preta, Pernambuco, 10 mezes, Roa-Vista;
ttano.
Jos Rodrigues Soares, preto, Rio de, Janeiro, 0
annos, solteiro, Roa-Vista, hospital militar : bron-
chites.
Sataruiuo D> mingues Ramos, pardo, Pernam
buco, l i annos. solteiro, S. Jos ; bexiga.
Paulina, parda, Pcruambuco, 3 mezes,Santo An-
tonio ; convulsos.
Fraucisca Romana Alves Lima, pardo, Pernam-
buco, 32 annos, solteira, S. Jos ; amolecimento.
Mara, parda, Pernambuco, 31 anuos, solteira,
Roa-' isla, hospital Pedro II ; desinteria chronica.
Silvestre, escravo, pardo, Pornambuco, 22 anuos,
soltairo, Roa-Vista ; insufkiencia.
S-vero, escravo, pardo, Pernambuco, 23 annus,
solteiro, Recfe; varilas.
Joai|uina Mara da Conceico, branca. Pernam
buco, 88 anno, viuva, Recfe; velhice.
Francisca Joaquina de Satu Magalhaes, bran-
ca, Pernambuco, 71 annos, viuva, S. Jos ; ana-
zarca.
Augusto, prelo, Pernambuco, 3 annos, Roa-
Vista ; Dexiga.
Luiza Mara do Espirito Santo, preta, Pernam
buco, 60 annos, viuva, Roa-Vbta, hospital Pedro
II ; hemorrhaga.
Francolina Mara da Cunceieab, parda, Pernam-
buco, 34 annos, solteira, Roa-vista, hospital Pedro
; cachexia cancerosa.
Manoel recemnascido, pardo, Pernambuco, Roa-
Vista ; ao nascer.
* ili f '
4
do mal nao
spiracdes ;
se sobre a
eio, senipre
tido, vigoroso e cesiv
'variados primas |o-
iwculiarmento inters-
m de sa
o gr nde-
_ reali_
ciaes o polticos, que mais
su ^auga 4I1* bfljp.|ublico.
fli jue se. pas-a com n partido liberal,
dWdWb ret ia irern-toda parM, o'prt A aso-
servadorr s,eiiiuro solidari traca a larga estrada do
futuro desortinanJo, para a causada Tibcrdale,
novos horisontes^.*
A Provincia torn ditb e repeoBD o pe.irfBuo%i^ '
xerifo, a siiber : % que a. Exc. mu des<#m-,
panhadn dos membros presiimosos do sen proprio
partido.; que *%! de S. Exe. Al o seaeiorfa
sophissaas. Todos os mais importan,
vida dos povus, tem
griifta, lie suor e d sangue.
(acmente do suas tuneb:
ms a-sjtusa da caridade ha d
ytK* to grando monumento. )"
* as cinzas do voneravel uff^ambucano, que
dorrae o somno glorioso do martyno de snas eren-
cas, vem ser atiradas, ama e muitas veaes, aos
dado?. pJMRr e^fespeitasto, que
Llanto Kte fUsdo fuelles
a podra csae Mando mancebo,
ites os l.fiij los. s perseguido-
de saogue dk lw, agasalbam-se
de nnocL'utos cordeiros, prepa-
raente parapovas cunagens. O
habita haje a j'uiica do filho sig-
ila razo% ao direto contra a vio-
Capricntaa vingaofo do deslino I
que esmagasia os vencidos, ha
boje algoem que corrige os vencedores.
- -ujuexo 4e esbordoadoras de 48 reaelbi
greaiic dj- patriotas da Prcincia es-
idos a causa da democracia, que a
granasPICoa>-ePl itue os. onservadores couver-
tidos vio lavar as suas^randes maculas ; entrt-
t^fto as sempre Ihea Veip :
Quf sine pecalo esT veftrmm p
lapide mitiat.
i
dcsXje 4. i
to sVivertid
PARTE POLTICA
rio far
nota vel. Um
Jwoaj bastante cohecido esia cidade, o Sr. D.
PARTIDO CONSERVADOR
ECU-E, 25 DE SF.TEMBRO DE 177.
Res non vcrliii.
Os adversarios implacave do Sr. Dr. Poreira de
Lucena uxiloquecetu em sua odienta colera, quan-
do lestemnnhara, diapOr dia, as raanifestacoes lio
fervorosas quanlo espontaneas em favor' de sua
saliia e proficua administraran.
Vendo tehacadas' as sertas envenenadas, que
disparan) em sua Provincia contra o honestsimo
sarnambacauo, abrazamse enj ira, porque j nao
liodejo allin^ir S. Exc. na altiya em qile se
aek.
T-endo ^percorrido e es nado toda a escalla dos
improperios e lujaras, desce violenlamente s
calmamos mais refalsadas e ojientas.
Aute-v^em os ^a^des commettimenlo?, que es-
Uo a ser {auauncia suueriorei sorros
do genio afilado e perseverante o rigoroso' man-
cebo, o como que eathmecepi dlante das extraor-
dinarias eooseqoencias, que d'ahi tem de surgir,
inevitavlmente.
Nao tendo genio palavras de diffamagai, para
lanc'rema face do administrador, esses, que slo'
os seus verdugos, *
u. aue o.-
Tid^flj, enireanb), pea\f
ffnnjt'. que 'Res olTre-
Wffll M^1'^vW-w *n verba !
Aos calumniadores da honra dos cidadaos im-
poieraui as les, em lodo lempo, o onus indrspe-
arel das pro'W; entretanto victima expiato
I uranias, quem os npssoa adrersaxios
vem^iedr -factos e jiio palavns ?
Se n|a Talero .S. E%f. as adheses eaajjaneas
fepelllreot coro honra > fjffa o t^tint-*'
mxima parle Jos homens de bem de seu partido
etc. etc.; eotrettmlo temo* provocado ossu
redactores que declinem os nomos desses mem
Iros prestimos s, que formam a mxima oarie dos
homens do bem, de que fallaro, e temos lido miiw
reap^la, o vernouhoso, posto que aloqueme s,ileo-.
eio I '
Rem sabem esses dscolos que o Sr. comineo-
dador Lucena nao s tem merecido o quasi uaaui
me conceito, estima e consideracio do partido, con-
servador e de todos os seus membros mais.,proa-
mnenles na provmcia, seuo tambein, que a opi-
aip publica a mais pronunciada expndese, cada
dia mais exprossi* o acceutuaia em houra de siw
bemfazeja admiuisli ac>o, que tem .abdo maultr
uui nivel seinee igual de moralidade e jusliffa
Rsae enrejo, essa intriga pyis, que pretoiide^
substituir aos argumentos, que vas faltam, esta-
mos muito certos nap hade fazer fortuna em Mi-
sas fileiras, e uein sao os ubyraes da Provincia os
que aos podem lancir a pedra, desde que no^selo,
do seu proprio parlido retqa a discordia a ipais
gravo e piouiJa, quanjo na opposcao que b
das as fTirgas se cuugregam para a lata com-
mum.
Se livessemos necessidade de confundir do
urna vez a esses intrigantes mexerqueiros, nap
precisaramos mais do que insistir aiu la para qu.'
levintassem eom a su propria mao o veo qu oc-
culia essa chagaj do partido conservador, o que
sera um motivo de esperan;* e de an.raacio para
dispertar da lelliargia o munbundo partido liberal
da Provincia.
Deixa pos as condescendencias e generosida-
des, que possaes ter pata, comnosco, que neste
ponto, nao vus agradece, e:nos seuao a mxima,
publicidade.
AguarJaino? anda vez, a.-gossa resposta.
No inflexivel intuito de alncanbar o Sr. Dr. Pq-
rtira de Lujjiii, o orgaodo.Sr. Villa-Relia, israda-
nos: fados e nao palavras-e desee aos faclos,
da vida il i lloarado pe.-iiambucano, depois de d-
zer que os |>receleules de S. Exc. s servem para
irazer-lbe descrdito, como magistrado *e como ad-
ministrador.
E' digno porm de admirar que nao houvesse
encontrado, o orgijo opposicioLista oulros prpeo-
dentcs na carreira judiciara e administrativa do
eslimafW pernambucano, que nao f.-ssem us d
O-ar e Onrieurv, que fezmenle tem sido esclare-
cidos e publicamente apreciados por gregos c
trvanos.
J por mais de una vez tCVQ viudo a baila o fac-
i do Cear entre u r. Wilkens de Mallos e o Sr.
Dr. Lucena, mas sempre envolvido em taes reser-
vas, que ii.io se pode bem apreciar o ponto da ac-
cusacao, que por i~Sj> me.snio bem podaramos dcs-
prpsar; eniretanlo vamos eusaiar urna averigua-
cao.
Qual foi a grande Iraqueza diante da grande af-
fronla que passou no Cear o Sr. Dr. l'ereira de
Lucena ? I'onnulaes a ueJo {e naturalmente)
urna fal-a aecusacio.
Parece que, queris significar o seguate, a sa-
ber -que o expres'denit Wilkeas de. Malos, reo-
nhecei:0o que o r, Dr. Poreira de Lacena, ex-
chefo de i olida, trana os planos e as vistas Jq.
coverno, den lhe urna liccnca abrijitorin, obrigan-
ifo o Sr. Dr. Lucena a sabir dest'arle do C-ara ; a
que pois foram estas a grande flaqueza e a gran-
de apronta.
Pois bem, se eslo o vosso pensoment, n*
contestamos, limito positivamente, a sua veracfda-
de nesles termos:
E1 falso que o Sr. Wjfkcns do Mattos licenei.isse
o Sr. Dr. Lucent com ^ a voniade deste.
li' falso que o mcsriii Sr. Wilkens affioniasse,
por qnalquer modo, o Sr. Dr Lucena.
E" falso que este s mense em presenca de unalquer acio do mesmo
Sr. Wilkens.
E' falso que e*te senhor so vira tolhido secreta-
mente em suas vistas polticas e aJministralivas
peio Sr. Dr, Lucena.
E* falso finalmente, que 5. Exc. tenha sabido do
Cear. ten lo perdido a eonlanca do presidente.
Eslabelecidos assim franca e claramente os pon-
tos que serviram de materia alleivosa, da parte
dos esenptores da Provincia, nos os provocamos
muito explcitamente, para que venham denegar as
nossas a?sere5es.
O proredinento do Sr. Dr. Pereira de Lucena na
qualidade de chele de polica do Cear foi o mais
honroso de que possa dar testemunho o nobre ca-
rcter de S. Exc, que em vez de curvar-se a
urna desairosa imposicij, manleve n altura de
toda a sua dignifade a posico de conianca em
que se achava.
Se o cargo de chefe do polica um carg) de
inteira conlianga, fra urna falta de lealdade se
pretendesse nessa posicao subalterna tiavar luta
com o superior.
O articulista da Provincia ingendra urna histo-
ria nteirameiile falsa. 0 Sr. Dr. Pereira de Lu-
cena nunca esleve em luta com o Sr. commendador
VVilkeus de M|ttos, como pode este testificar ; e
portanto nao tinha S. Kxe. que aceitar tal lata
iinaginaria.
Se S. Exc. retirou-se do Cear por divergencia
de upiuies com o presidente da provincia, entao
6 forca eonfessar que S. Exc. praticou um acto de
admiravel bom senso e de nobre dedicarlo.
Sim, preferir a demissio ao opprobo de transi-
gir com os impulsos do dever, justo, nobro e
honroso ; saber a I liar a prudencia grande vir-
tude da coragem e do sacrificio.
A lgica desses provincianos urna lgica iri-
ginal, exiravaginte. Se o Sr. Dr Pereira de La-
cena livesse arcado, como chefe de polica, contra
o presidente, seria, agora a^eusado como violento
e insubordinado, que, faltando o respailo ao supe-
rior, estara boje impossibillado, pelo exemplo que
dera, de exigir a obediencia, que antps desconfe-
cora ; como, poreio, S, Esc. lave o bom senso de
assim nao proceder, os da Provincia o aecusam
por falla de homhcidade, e. de curvar-se urna
pungente hiumlhacaa I
Preso por ter can, preso por nao lar cao.
E sao actos desla ordem, que aatat exaiiam e
fazem elevar a fronte bam altiva, df Jj-naem de
bem, que bao de servir de assurapla- de mofa e
zumbara esses degenerados phaapbjos da Pro-
unci I
acio, ei
hinca a vi
len ;ia do
Se houve,
frimus
tu illum
A O publico tem o direito de ser informado do
moJo porque os embregados, que vivein do mor
do pjco, cumprem os seus deveros, para que jus-
lica Mies seja feta.
*Pdr esta razio daremos noticia do segunle :
O zeloso fiscal da estrada de ferro do *. Fran
cisco fez um passeio a Trombelas, ondo nao ia ha
uns do seis mezes. Vollou no mesmo dia, mas nao
leu jornaes na ida, ncm na volta.
Fez tambem um passeio ao Caxang. Como
ha qnatro mezes nao examinara a linha. fez a vi-
sit i em p na machina, para que nao ficasse du
vida de que aquella estrada tem fiscal. Para ser
mais proveitosa a ftcalisacao, a machina corra a
toda a forca.
/ Peto grando esforco jue fez nas duas visitas,
adoeceu, e pedio licenca para tratar de sna sade.
O.dcio lerrivel cousa...
Quando nao se esl habituado ao trabalho, qunl-
quer cousa fatiga e causa damno a sade.
Facamos todos votos pHo rcstabelechnento da
preciosa sade do zeloso liscal.
E' bom nao ir a matar...
Piano, piano.... E' o melhor.
Com etfeito, onde se vio que fbsse lioHo e hon-
roso a um chefe de polica provocar um conflicto
contra o seu legitimo superior, protegendo este os
futeresses de ama erla ordm, e contrariando a-
qelle esses mesraos Interesse de um modo des-
abrido ? 'r'
E a isso que chamis dedtir&a imposicao,
grande fraqaeza, pungente huwUkico e silenciosa
dociltdade ? I
Vos, Srs. provincianos i tendes perdjdo o bom
senso theorico e praUco das cousaa deste mundo,
porque a vossa eofer* eega Os Tbssosolhose offus-
ca o vosso esurito. Beus se ompade^a de vos
em tae-s iribaiacdes.
Quando mn alfonistrador to violeBlameBte
atacado, como o Sr. Dr. Lucena, pode-se diier que
os seus inimgoi batem j em retirada. O ho-
rnem forte ha d' ser eottihatHo-, mas ne ven-
cido
Vh? pedis que vos eontertemos oom-deeen-
eaie:com'sevi!pdade hjs voi deelararooa, qaa
'nao rvdhe> sobre eisa tnstHa do Ceart eom a eo
Tagem 'do cavaHtdrb qde sabe esgrimir no grtmde
caame dos principios ; entretanto ahi Seatn act-
mparavs-i -orffijsi-j os puntos de radical di-
verjrrfnfcra erh que nos adiamos.
O que afirma dp horrado perBameoeaw e
faln^* iatfjrao." Ao contrario o sea nebre-pro-
tedltaeirto fM l albelrb da mais nal-da-
__ cacao e supeBor dWititentos.' "* yorape*
ssma pleiade Si arpigos muife ,itt* yamos.
eVotodos, que se acharo Da' estacada; par ,0 grande commettimenlo do hosplek) de aliena- *s%id ao faror a> tempesladel
- des tero fornedoo eqcf]a p>r> w ni. gragdres' Ttwiai dasap^rwe wepmidaaeata
vIit-A' Provincia em sea odio opposicienisla nada
poupa com o fim de ennegrecer a illustrada adm-
aistracao do honrado Sr. oommendador Lucena,
ella abraca-se possessa a tudo quanlo em seus
s'ju':o- laucos ll parece prometer victoria.
Sempre derrotada, a Proclncta nSo re como nao
se peija de andan em basco de uavos e iudoooro-
dos meios de fazer uppusicio.
1 Fulamente para o ilustrado Sr. commendador
Lweu^a PfAtitci'i tem Ibe forseoido com urna
qppas.gio.injustae viruleala elementos pra mais
^-Kxc- fundar sua repalasao e mostra/rse supe-
rior as calumnias que diariamente lhe assa^aseus
apaixmnados adversarios,
Estieravamos que a Produca longe de oensu-
Tr como tem feito a S. Exc, so nao o applaudiss*.
'ao, menos se cooservasse muda em face do louva
vel procediiuenlo de S. Exc. tratando de dilicar
um asylo de alienados nesta capital; melhoramcn-
to este de urna uecessidade palpitante o qual resu-
mo ooisi urna synthese sublime dos seutmeuios
humanitarios do Sr. coimuendador Lucena. Pa-
rece inon vel que opposiicao liberal nesta provin-
cia leiiha ospocalado at com a realisaeo de urna
idea laouobre e generosa !
Rosgraoadamonte, perom, pira esses opposionis-
Us seai crlerio, o asilo du alenads tem ihes ser-
vido de roeio para aludo u proposito,morderem a
S. Exc.
To digno de attencoes e aespeitos urna oppo-
siro nos limites da raso e da decencia quanlo
n ijenla e despresivBl aqueiia que uoe lixos sociaes
procura enl.uiiear aos quo se acham em posigao
onde nao podem cliegar esses moiiluro- que ape-
nas servro para mais euchafudar aquellos que
todos os diae os revduem. sem ver que nellus
sujam as maos e.os rostus.
Se a Provincia tratasse de fezer urna posicao no
campo dos principios o estribada com a verdade,
por certo que sua altilude tena influencia no ani-
mo dos homens seusalos a do paiz moralisado,
mas descerni como tero descida al as cavalari-
cas dos quarteis, s diguga de despreso e cpm-
ffliseracio. Nunca p nou que o seu extraordinario inveulo teria de des
cer al o ponto de sentar so cm urna manjadoura I
E' da ordem, natural das cousas que exceptos
desnaturadas venham com sua existencia coroborar
mais a regra gerai; e isloda-se no mundo phsico
assim como no moral.
> Deixando de parlo oulros lacios de 'que diaria
mente a Provincia se oceupa vamos ao que diz
regpeito ao lente corouel Fras Villar.
O sr. lente coronel Fri.s Villa: era una de-
teta quasi e desfigurada, iuseiris neste Ditsrh
nao negu que liuesse pro-edo da maneira
porque proceden; procurou apenas juslicar o seu
acto.
S. Exc. o Sr. i iv.-i lente nao poda dispensar ao
Sr. teneute coronel onde a le nao o dispensa ; el
se o fueese a Provincia seria a primara a gritar
que u Sr. commendador Lucena j quer se uos-
liar al sonerior a le I
So o acto como diz a Provincia, insignificante
devy-se todava pesar sua moralidade.
Amanha o Sr. Fras Villar ou quem quer que
sej se julgaria com direiio a praticar urna deso-
hedieneia ou um oulro fado de ma s alcance ; i
bom que liquo esclarecido se no acto daquolla l-
ente coronel lia ou nao recu a ao cumpriruento
de um dever. Fazemos jnslica ao earacler do Sr.
Fras Villar, mas nao podemos deixar oe couecer
3ue, como s ii lado, S. S. afssteu-sc da seu da qne
evia trilla ir. mxime quaudj um concurso ala
pequeo de circunstancia veio por bem patente
essa falta do comiiundaulc do de linha.
Ma fados que parecendu pequeas na appiren-
ca, tem em sua moralidade e naturez i graude
alcance.
o toa sexo, de ama exem-
nina preclara mulher cat-
lica !!! ,
Eis a prova mais solemn; da misera coOi^H
da pobre" humanidade, da uovtarel e rpida ais-
sluco da materia e da immortalidade d'alma!:!
Sau nome, porm, alcavossar iramorredouro e
sempre respeitado, memoria dos coevos e ps-
teros.
on recedet mcnumki ejus.
E com elfeito um bom nome vale mais 4o que
posse de todas as riquezas da vida, como nos as-
segura o grande livro da sabedoria, ou alias na
bella phrase de um sabio s pela morte o homem
se pode mmortalisar.
Expirou, emfim, sua mi-sao oeste mundo I
E pois, apenas resta desafogarcm-se em saudoso
pranto todos aquellos que a cunheccam, e bem
apreciaran) esses seus raros predicados, suas ex-
eisas virtudes, bem como dirigir ao Senhor dos
seres, fervorosas preces para seu feliz repouso.
Piedade, ob meu eus, ante a cruz da redemp-
cio incesantemente vos imploramos para ella,
que, a despeito de lodas essas bem notorias e mu
caraclerisadas virludt-s era ii.isera mortal.
Dai-lhe a bemaventuranca feliz ; a luz pe-
renne III
Aujos do Senhor, recebe-a, franqueiai-lhe o in-
grosso ante a presenpa do Re da Gloria. Occurri-
te itngeli domini.
A trra lhe seja leve.
D. /
basa m Purinca o sangue com.
\ycr. Se vos toinordes
regularidade e^-ourtauwia,
ExpenmcnlW:
dalsaparrilb
leiiio con
curados.
COM
Assim ser
garantidos os
chara bem o e
dir o paiz d
prosperJade ;
sse partido, que tao impropriamente se
liberal, uao i um partido poltico, nao

'ijeqacoes it nmn
l}iun\ Ittgiriiua obre o tiimiilu da
Illau. e ICviuii. Sra. D. Josie-
pba de'llciiozes Vascancello
lo Driimmnnd Costa.
Qae importa, que na terrea sepultura
Baqueie o corpo, victima do Mata,
Se trtnmpha nos ecos tima alma pura!
No embale da mais profunda dr e vivissima
saudade, com voz trmula, e minh'alma anda es-
tremec la pelos pungentes solucos, gemidos e la-
grimas, resultantes de urna eterna e para sempre
mu sensivel ausencia, venbo sobre a campa da
morte deplorar perda tao irreparavel I
rala cheia de vida, e vigorosa, com o esco-
lhido do Senhor, que esmagou o orgukio do gi-
gante Goliath, anhelante de colher o mais ventu-
roso porvir, por suas ineessantes supplicaa, para
wa familia, por quem tanto se desvelara sempre;
coma o cndor dos Andes, quo alando petde-se
nas nuvens da tormenta, curvou ante a le da mor
t stia fronte circumdada dos louros de anglicas
vi rindes!
Suas faces de improviso ficaram maceradas pelo
martvria de urna breve, inopinada e acabrunha-
dor Snfermidade, e batios seus vivaaes olho,
onde urna candida, pura o caridosa alma se os-
eptava.
Nella se distinguiam anda raaneras insinuan-
tes, e expressoes repanaadaijpelo espirito de verda-
deira religie plene nunsuetiide ; um coraco
expansivo, sMeero e lmodadoso; ama hnaginacao
fecunda e brlhaote; lude, lado porm, de repon-
te se exhaurio nas irevas do nada, -- jaz envolto
no p da eteraidaaV-HI
Oh grande Oeus I iiaparaaralaveis sao os vossos
decretes I
S a virtude impert alem de tomulo sem do-
arar sen vigor s fafttMadas dost atando enga-
ador I
|bhI como eHa-amava saos extremosos filhos
com amor de anjo, como a aaoter poeta que, a
Mtnbra da palmeira, incansaveljmodula os hymnos
de, srts sonhos t
Cdire aa alma era o syaibolo da verdadeira
imisade, um pleno tbesour de tedas as virtudes
evanglicas I
Sint, oh'l meu Deus, vos assim o quizeetes t
Ei-I de sobile prostrada, a evaaorar-se d'eatre
Ls nos estertores da morte, e a subir mansw
ettal en espirito, eprao da um verdadniro
I, oa qq.4 zsphyro ligeiro, que risoaho aAja
~ntmee da nelia, i nao deixa, se quer, um
um des
V oppoaiicao atlutinistraca a do
Exra. Sr. ruiiiiueiiilailor l.ii-
cena.
_ Una opposicao justa, urna opposicao constilu-
dona I, que se limite censura dos actos extra-le
gaes da administracio de mido serio e conve-
niente, para que g'yre ella dentro da urbila de
suas altribuices e deveres, nao s necessaria e
til, como tambem urna condicao cssencial do
systema representativo, sera a qual degenerara
era despotismo ; mas urna opposicao systemalca,
caprichosa, injusta e maligna com o nico fim do
desraorasar o governo, do o desconcatuar, nao
opposicao poltica, nao o meio de se fazer man
lor o equilibrb ndispensavel entre os aclos do
governo e a lei. Feliz do paiz cmslitucional onde
os desmandos e os desvarios do governo podem
ser comidos por urna betn ontendda e justa op-
posigo. *
a lei urna verdade ; assim seo
dreitos dos cidadaos ; assim mar-
overno ; assim finalmente progre-
csassorabrado, e attingir possivel
porque esta depende essencial-
mente do cumprimeut) fiel da lei, e o fiel cuinp i-
memo da li de ve ser o objecto e fim de urna op-
posigo legtima c bem intencionada.
Assim, quem deixana de applaudir c acompa-
nliar a Provincia (papel) era seus uivos, em suas
declamacoes descuiipassa las, se ella denunciasse
os fados com verdade, se ella com juslca ceusu-
rasse a adminisiraco da provincia ?
Se deste modo praticaise, se collocaria na altu-
ra de um partido poltico ; falla mesmo um ser-
vico relevante ao paiz ; porque urna opposicao
justa o legal a seutinella vigilante contra os ex-
cessos do governo, contra as violaees das le s ;
e porlanlo a salvaguarda dos dreitos dos ci-
dadaos.
Infelizmente nunca houve nesta provincia cabe-
C-a para dirigir o partid >, que era opposcio se tem
ostentado contra o partido conservador.
E' por isso que, na i obstante a sua decantada
popularidade, e forja numrica,* nunca se plc
conservar no poder pir mais de cinco annos :
por isso (|ue nunca pode rcaisar una s de suas
ideas liberaos ; por isso que se ha dcscancei-
luado o perdido a conianca do palf.
E' que csse partido,
den >min.i
osleoja de coracio o dosoio do'progrosso do paiz
csse patriotismo que inculca e aprega, falso;
essa poltica fementida : a espcculaco, os ar-
ranjos de barriga sao o sea dolo, o fazem a su
poltica, para cuja ascen;io ludo envidara, sem
trepidar na escolha dos meios para a consceucao
do fim ; os embustes, a mentira, a calumnia, as
injurias, os odios, a vinganra, tudo licito e ho-
nesto, c sao as armas com que ferem lodas as ad-
roinistracoes anda a mais sa e juslceira. E' por
isso que nenuum governo lhe agr la, nenhuma
adniiuislracao lhe convm, senao aquella que sa-
ciar a sede do mando, para do mando vrem os
arraujiis, as poscoes, c com ellas a satisfacao das
mais desordenadas pretoncoes. No desespero da
mpcssibilidade disto arrojam-se furiosos, como
caes hydrophobicus, contra s actos da adminis-
iragjo por mais lgaos, funestes e louvaveis que
sajara, procurando adiar em tudo urna iilegalraa-
do, urna violencia, urna aibitrariedade, urna con-
veniencia particular.
-Nao ha acto da presidencia por mais meritorio
e louvavel, que nao seja desvirtuado para ser cen-
surado virulentamente :. ap Da Idea por mais
grandiosa, til c imporlauto que nao seja repcili-
da pela gente da Provincia (papel) como cousa
prejudicial c contraria aos interosses pblicos.
Se assim lem sempre procedido o parado libo-
ral de Pernambuco desde o eomeeo de sua exis-
tencia poltica ; se a csse partido nenhuma adm
nstracao agradou anda ; se ncuhuin presidente
no dominio do partido conservador deixou de tra-
gar a taca amarga das calumnias, insultos e [li-
pirias por melhor que fosse a sua administraco,
nao poda o Exra. Sr. commendador Lucena ser
urna exeepeo ; era necessaria que elle bebesse o
fe I dessa laca ; por isto contra elle se ha voltado
cun furor satnico essa gente que s* consdera
salvadora da patria, conduzindo a para iraz.
Debalde, poro, trabalham : sem effeito algum
deiraniam por sobre o Exm. Sr. commendador
Lucena o calx de lao pegonhento veneno ; por-
que elle so manchar as vestes de quera o arre
meca. A populacao sensata la provincia e o go-
verno geral far Justina ao Ilustrado o incansavel
administrador. 0 Exm. Sr. commendador Luce-
na, enjo talento e lino administrativo se ha man
festado pelo modo por que S. Exc. so tem sabido
manter na altura de sua dignidade e do seu dever,
lem hoje firmado sna repiilava poltica ; nao lhe
fazem a meuor mssa os golpes das calumnias e
das injurias com que o insultara todos os das
seus nimgos polticos utsse papel desconcetuado,
que por ,.li curre com o ltalo deProvincia :
elle proseguir livre e tranquillo pela vereda que
lhe indicada pela lei ; elle continuar a mere-
cer a estima e consid rac-io a que lhe dao iucou-
teslavel direito suas belfas qualdades e seu com-
portamento poltico, assim como a confianoa do
governo, aue tao acertadamente o esa.lieu para
dirigir os deslios desla provincia, que lhe deu o
berco, e por cuja prosperidade tanto se ha elle
es (oreado.
S.
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niE LIVERPOOL A LOHQfrNA GLO^
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quer natureza, em vapores, navios vea ;
barcacas, a premios muito mdicos.
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martimos e terres-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,0OO:0OO.
Toma seguro de mercadorias e dinlK'iro
i .co maritimo em navio de vela e vapor
para dentro e fra do imperio, assim cura?
contra^ fngo sobre predios, gneros e fa-
rundas.
Agente : Joaquim Jos Gordal vus B< 'trao,
ra seguros
6UR0S
lilUTIMOS
CONTRA O FOGO.
Acoinpanhia Indemnisadora, cttabetecida
nesta pra(;a, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamantos e contra f"p>
uin edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario ti. 4, pavimento terreo.
PltACA DO IIECIFB 2 i DE SETEM8B0
DE 1873.
A.S 3 1,2 HORAS DA TARDS.
Cotactfc ofciacM.
Algodode S. Miguel sem inspccco 7*700 pi lo kilos.
Cambio sohre Londres a 90 djv. 62 Ifi pi.r
UOOO, hontem.
Dito sobre dito a 90 d[v. 26 d. por 1*000, par-
ticular e do bao.
Camino-sobro Pars a 3 d|v. 368 rs. por frace
do banco.
Leal Seve
. Pelo prrsidentr
A. P. de Lemos
Pelo secretario-.
tandimenip
la^m .lo .lia
ALFANDF.OA
dn di? 1 a 23. .
ti ...
638:I5*88-..
(f:7NyrtC8
6o6:386ir.87
Rio Grande do Sul, patacba brasiieiro Zorra
Correia, consignado a Goncalves Beltro 4 Filho,
manifestou :
Couros 60, graxa 2,732 kilos, alfazema 6 fardo--,
xarque 206,748 kilos, tudo aos consignatarios.
Macei, vapor nacional Goncalves Martinf,
consignado a Olveira Azevedo, manifestou :
Bataneas 2 cajxas, couros 66 a Goncalves Torres.
Oleo de ricino 30 lata ao mesmo.
Aos apiM>|i*alre do oeito la.
l*raviu-ia n.
Qiii, tristssinie exliities, eminenlssime baro,.
nepiiam tuam volens parts ducera mnibus viri-
bus esse f
Fons mullorum malerum fatuMas semfier fuit;
peccas, qua fatuos es, gravis Villa Relia I
Quo easu factus quod hode es ? Quomodo in
ponlonem, quam oeeupas, ascendist?
Hae el raullse alia; hujusmodi interrogatione fiunt
ab mnibus po'.itkis hujus civilalis. El nemo res-
pondere neseit. Res miraeulum repulatnr.
Sea baro semper est baro. Bt ecce coleberri-
mus Villa Beba passim sese osteodens baronem et
clamaos baronem natura, baronem semper fuisse
et baronem ad g+eri(im suam raoriturum. Sic vol-
vere Parcas.
Emphasi Villa Bolla dicit, usos verbis poota; VoU
laire, se barouem esse par droit de conqute el par
droit de natssance.
Ilaro est sicut sentina, quin, velut ea fcetids
exhalationbus, ille stultiliis el baatialitalibus ue-
nunUaiur.
Prosequi injuriis disiincluai hujus praviacifli.
l'r.esidem Bvu dosiait jornalis cacatos barnis
Villa1 Bellm sentina popula mrito dictus.
Quidni? Si Provincia baronis, necessari^aata
bar rn.au seriuunda est.
Provino* aua nos esl;nihil plae a gil n
publica opinioae, qu apornatur: eun. Ccala
cuarta aut sentina, ahud non at Prtoinria magni
barouu Villa- Bell*.
Daaiquft: PfiovMci* recepcuium odii et rabiei
est baronis Villa? Bella? a prajclaru aaeiaret Lu-
certam, wrum tt presenta prudaati* el ooBsibi
magoicu feliciter oommis oM oim. gka-io-sai
proAMcia adtniaistrati. Tinla?wa aimis brtro
os re I
17 septembri 1873.
Kic*-wMWrrflii'u.
Infeliz"* vicll ilo bImiimm*
lUmo.
taps intilmente vosso 4Mbetr ata medicar,
meatos incapaMfcda va curar'
Descarregam hoje 25 de selembro de 1873
Vapor nglez Student (atracado) mercaderas
para alfandega.
Vapor inglezBoyne (esperado) mercadorias e
bagagens para alfandega.
Barca portugueza Josephina 11 cal j despa-
chada para o 3* ponto.
Patacho austracoSloga-farinha j despachada
para o caes do Apollo.
Barca ingleza Hermione machinisnu j des-
pachado para o caes do Apollo
IniportacSo.
New-York, patacho allemao Mara & Sopluc.
consignado a II. Forstcr & C, manifestou :
Bolachinha 50 barricas a Soares do Amarai.
Barricas abatidas 3,481 volumes aos consignata-
rios.
t;ii 35 caixas aos consignatarios.
Farinha de trigo 150 barricas aos mesmos.
Kerozene 300 caixas a Soares do Amaral, :
Pocas & Iraios.
Milito 300 saeeas a Street Railway 4 C.
Objeclos de estrada de ferro 609 vohiuies a
Street Railwav Company. Ditos diversos 1 volu-
nta a H. Le;, den, 1 a Rartbolomeu & C
Tenidos 22 aos consignatarios, 10 a Malueu-, SO
a II. Halliday.
DESPACHOS DE EXPOUTACAO NO DIA 23 DE
SF.TF.MBRO D 1873.
Para os portos da exterior
Ka barca franceza Jtan Baptiste, p&ri Liver-
pool, carregaram : H. Lathan i C. 218 sacras
cora 19,186 1)2 kilos de algodo.
N escuna portugueza Ckristiui, para Li-
tioa, carregaram : B. Olveira 4. C. 300 couros sal-
gados com 3,600 kilos.
No patacho hespanbol Isabel, para o Rio da
Prala, carregou J. B. McUiUes 1,000 cocos
(fructa).
Para os portos 4o interior,
Para o Rio Graude do Noria, na barca;
Silvina, carrgaram : Moatoiro Juuior & Fernau-
des 4 barricas.eom 266.kilos de assucar branco -
M. J. Rodrigues 5 dita com 300 ditos de dito ; A.
Quintal & C. 10 ditas com 658 ditas de dito refi-
nado.
Para o Rio Grande do Norte, na barcada
Flor do Jaran, carragaum : faraaafo i Irmo
6 saceos con 450 kilo do assucar branca ; l.C
P. nrrelo (0 pipos cara 4,800 litraa w ajuar
dente.
Para, Mossory, ua h*rca(^. Pw-anuati, itf-
raMMW : B- Gomes, 4 C- 1 ujia cq 21 kilo4e
doce a 2 barricas cora .130 ditos de assucar ra na-
do ; A. G. da Costa e Silva U j^rrafoe* com 20*
litros de agurdente.
Parallaraanfuapa, ** Wpaca, Boa Eife-
ranea, carregou : A. Piras da Silva 12 caixas com
15 kilos de doce.
UAPAfAUA, DA ALPAWDBGA
Kemlimento cl<> dia l a 13. 17:3707M
IdMl da ia M-. iioAMAt
ii mi ii
WOLMES #MUDfi6.
.No-a UU......
"Priraeira*ortao dJ Ji.
Segunda porta.....
IWceira porta.....
fi^as Coacaifo .
Wk

f_ IlEfli
ti a 4
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I
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I.

p.
I
-


yHkdMV&m&bo^ Otrilii Mra 25 (fe ;BWftJrf&l?W3.
3
1 *
J


SERV1CO MARI
AlvifMM escarrecadas no
* alfandega bo dia I a 3.
iOLi ditas no da i\. .
ffavm atracados no traa^MfffiBdf a
alwengas .^
46
(JE-
N6CLADO PROVIi
do din 1 a 23
i ....
KTBRSAS
'*> '^
JI:fl)B603
2:6775IG
33:773*119
3------------
62:2'8J708
'^4:156*891
M:7i*599
RECIPE DltAi:
.KeHdiittGOlo ilo dia 23.
dem do dia 2i. .

:#T"
15:78ft*58>
1.717*00*
17:306*590
MOVIMENTO DO PQ8TC>
" IttfhKfintradi.s no dia 94.
tfacei -16 horas, vapor nacional Goncalpes l/*>*
/u, do 671 toneladas, commandante ilia Fran-
cisco ^uo^eauiaatieiq 29, carifa vacia gen-
eros''; & XdtnniA' t. de O Azevodo & C.
B Grande do SuU=26 dia?, patacho pojTMfuez
Joom Corrcia, de 229 tonelada?, capitao noel
C Sanios, eijnipagein 12, carga 14,000 arrota*
de carne ; a, loajuin Jos Goncalves Beltrao
S^--York-5$ij-t*-fataelioallimaO, Marid So-
ph\e, do IU tou*)blas oapo Feldhnse, equi-
jiageiu 8, carga differentes gneros : a Tenry
Ftfster 4 C.
Sur ios sahidonat mesase din
Kaltimore Barca ingleza money. Brothers, capitao
M. Vernord, era lastro de areia.
.ahiaEscuna ingleza Rice, capitao "Conlt, carga
urtt da .que iroiue do Genova.
.l.-ilil. I t ,J ----"mm
EDI
A cmara mmidpal desta oidade, faz pu-
2lieo para cctlbociinento de quem interessar pos-
.a os arligus de postura abaixo transcriptos:
Dos. talhadures, niagarefes, apreudizes e
capataz.
Art. 229. ifinguem poder exercer do l. de
.*HuU\j vindouro em diante o olfliio de capataz,
ialadur, inagarefe e aprendiz sem Hcenga della.
Art. 230. Para obter esta licen^a preciso pro-
var : 1.* que de emidcao Hvre ; 2." que tem
18 aninis; 3 (pie tem bom eomportamento ; 4.
qne est habilitado a exercer o dito olcio, o que
justificar com atteslados de tres marchantes.
Art. 231. A licoii'.-a valer por um anno, e a
faa delta nos primeiros quinze dias do anno mu-
nicipal que principiar do Io de ontubro vindouro
i 30 de setembro de 1871 equivaler a perda
do eraprego.
1 Paco da cmara municipal do Recife, 20 do se-
tetnv-o de 1873.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Pro presdeme.
Pedro de Albuquer |ue Autran,
____________Secretario.__________________
EdUal u. 9 O.
Pila i:t?pictoria da alfandega se faz publico que
i- 11 bufas da manh do dia 23 do corrente se ha
de arrematar, pona desta repariicao, livres de
direitos. marca AB sem numero, 63 canastras com
albas em mamitis, posando bruto 97a kilos, ava-
lladas por IfiidSOO, viudas do Porto na barca por-
tugueza Luztania. descarregada em 23 de julho
proxim passado, e abandonadas aos direitos por
Klysio Alberto Silveira.
Alfandega de Pernambuco, 22 de setembro de
1873.
O inspector,
Fabio A. de C. Res
SOililal ii. 91.
Peta inspeetoria da alfanlega se faz publico que
aio tendo sido despachado no prazo de 30 dias,
conforme u edital n. 39, dous escaleres peitencen-
Kc j. barca ingleza Enegru, naufragada em 1S71,
a 23 inil!as ao norte da Parahyba, se ha de arre-
matar, livres de direitos, avahados por 10*000,
porta desta reparticao, s 11 horas do dia 27 do
corrate.
Alfandega de Pernambuco, 22 de setembro de
1871
O inspector,
Fabio A. de C. Rcis.
O Ulm. Sr. inspector da thcsournria pro-
ial.em oumprtmciito do onletn do Exm.
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico que no dia 2o do corrcnle, perante
a junta da fazendl da mesma Ihesouraria,
vai a praca mu ser arrematada a quem poi
meaos Ii/.:r a obrados reparos da ponte d(
Junqueira, oreada em 5:7205000 esob a^
sulas especiaos abaixo declaradas.
As ppssoas qno so propozerem a essa ar-
rematando ootuparoQarn na sala das sessoe.
<) referida junta do uia cima mencionado
c^io meiu dia e compolentemento habilitai-
E para constar se mandou publicar opre-
te polo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de
tarabuco, de setembro do 1873.
O-olficial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Clausulas especiaos.
t.a Os reparos da ponte de Junquera se-
?3o foitos l conformidadecom o respectivo
jr^amento no valor de 5:720^000.
2.a U arrematante dar principio ai obras
-O prazo de 15 dias e s concluir no de 5
mezes contados da dala do contrato.
3.* A importancia da arrematado ser
paga em tres prestarles iguaes, correspon-
iendo cada uina terca parte da obra
feita.
4.* Em tudo o mais que nio estiver espe-
cifledo as presentes clausulas se observar
3 que dsioo o regulamento das obras pu-
ilicas de 31 do jullio do I8(6.
Conforme.
M. A. Ferreira.
i,800 raimaos ; 23 ditos eom
"e seda, pesando .iq.iido real 1,200 grammos;
toe com doze vemeqoes de chales de la e seda.t
ido 2,400 grammos; \ ditos cora 24 eastve-
e cMeiBtr; enfjilBin, pesan lo 't,t00 gram-
mos, e $ ditos com tajiMe fitas de seda, pesando
480 irammos, awrftadTwpr.r i:178o'V
dem idoia 2,S T Urna dita, ideitRdc;n iJeu,
conlendo merirtMR la, pesando 177 krro, aVahv
dos por l:63'#Hl. ^Otta
IdemMm2,J0 Urna dita, iJeiiTukm^o
tendo 20 cHapos de tecido de algodao, sfmpfc;' e
72 ditos de-fceidode la, simples, avahados porttt|.
dem Tdeltf,141. Urna dita, idem idera idem,
conlendo : llrapeos de palha iinitacao dos de
Malta, simple: 144 ditos de teeidodT, nao es-
po'cifitadosv Ripies, e 84 ditos de tecidu de sed*
nao -especificados, simples, avahados por 663*98i
IdeH*le casemirade-lfi, lingela, avahada por 1:379*862.
vinda dO*UivN|na barca franceza VeriiLuna, des-
carrcgad'a ertMS de culubro de IcW, aconsif-
nada aos AMMMe.
dem idett4|n4 Uina dita idera idem idem,
cam 104 kilos-de casemira- de la singela, avahados
por 693*!M4.
Idem dem 2,633. Uina dita idem dem idem,
contendo : 60 ilwpBUJ de tecido de soda, nao es-
pacificados, 120 ditos de tecido de la, simples,
nao especificados, avahados por 480*000.
Idem idem 2,642. Urna dita, ideim idera idem,,
aouMado : 41 kilos de cambraia propria para for-
ro ; 3 ditos de peitos de algodao lisos para cami-
sa, 5 ditos de peitos de algodao. bontados para
camisa, 10 ditos de peitos de linho lisos para ca-
misas 22 ditos do dito dito, 7 i/2 ditos de lencos,
tdercaateaia d'algodo, avahados por 692*893
Ido dem 2.332. L'raa dita idem idera idem,
couii7,7 kilos de brim de liuho entraado, iva-,
ti a* por 471*882.
(don idem 2,602. Urna dita idem no Rio Gran-
de descarregada em 21 de outubro de 1874 e
consignada aos mesmos, conlendo o seguinte : 27
kilos do cambraia abena de algodao, 73 ditos dci
dita de listan, adamascada, avahados por 679*932.
dem dem 2,634. Urna dita idem idem idem,
com 19 kilos de chales de casemira, avahados
por 9:9*977.
dem idera 2,396. Urna dita Idem na barca fran-
ceza Raou, desearrogada em 3 de novembro de
1872 e consignada aos mesmo?, conlendo 172 kilo
de brim de linho entrae ido, avahados por 344*.
dem idem 2,397. Uuia dita idem idem idem,
conlendo 130 kilos de brim de liuho eutuafado,
avahados por 300*000.
dem idera 2,664. ma dita dem idem Idem,
centendo o eguinte : 10 duzias de camisas de al-
godao, lisas com peitos de linho, 10 ditas de algo,
dio nao especificadas, e 10 Bitas eom peitos de li-
nho, bordadas, avahadas por 720*000.
dem idem 2,660 e 2,661. Duas ditas idem
idem idem, contendo o seguinte : 100 duzias de
carnizas de algolao lisas, nao especificadas, 10
ditas de ditas bordadas avahadas por : 4-0*000.
dem idem 2,662 o 2,663. Duas ditas idem idem
idem, contendo o seguinte : 20 duzias de camisas
do algoJo com peito de liuho ; 50 ditas de ditas
bordadas, avahadas por 2:280000.
dem idem 2.6G3 .: 2,fiC6. Duas ditas, contendo
120 duzias de corontas de algodao, nao especifica-
das, avahadas por l:20O*OW).
dem idem 2,667. Urna dita contendo 30 diuias
de ceroulas de linho, avahadas por 1:' Oto.
Idem idem 2,388 a 2,590. Tres ditas idem idem
idem, ciiendo o seguinte : 308 kilos depaoninho
de algodao lustroso para forro ; 104 ditos de me
tim de algodao, avahados por 877*128-
Marea L & G. por baixo A F, ns. 33, 32 e 8i.
Tres ditas viudas do Havre no vapor inglez Jurisl,
de-carregadas em 3 de dez-mbro de 1872 e con-
signadas a Lomos & Guerineau, contendo o seguin-
te : 435 kilos de brim de linho entrabado, ava-
hados por 1:159*710.
dem P O, por baixo L D, a. 1,099. Urna dita
idem idem a F. G. de Oliveira Sobrinbo, contendo
206 kilos de pelles do marroqulm, avariadas, ava
liados por 286 000.
dem T A F & G, 1,231. Urna dita, contend.
um espelho com moldura, avahado por 23*000,
vinda do Havre na barca franceza S. Luiz, des-
carregada em 13 de dezembro de 1872 e C(n-
signada a Thomaz de Aquino lonceca t C.
dem PU4C, ns. 2,353 a 2,553. Tres ditas
idem idem ; Pereira de Mello & C, contendo 425
kilos de brim de linh>, avahados por 1:133*050.
dem idem 2,677. Una dita idem idem em 8 de
Janeiro do corrente anno idem idem, contendo 600
pares de botinas de tecido de la de mais de 0m, 22,
avariadas, vahadas por 1:260 000.
dem idem 2,633. Urna dita idem idern idem,
contendo 48 kilos de taoeos de panninho do algo-
dao, avahados por 216O0.
dem idem 2,5-57. lima dita idem idem idem,
coateudo 73 kilos de pana) de la fine, avahados
por 4863068.
dem dem 2,31)3. Urna dita idem idem idem,
contendo : 113 kilos de lencos de morim e: lampa-
do, avahados por 508*300.
dem R R, n. 190. Uina dita vinda do Havre
no vapor ingle/. Jurist, descarregada em 3 de de-
zembro de 1872 e consignada a Lemos & Gueri-
neau, contendo : 210 chapos de pello de lebre o
12 ditos de feltro, nao especificados, avahados
por 8433930.
dem P M A C, n 2,616. Urna dita idem idem
a Pereira do Mello & C contendo o s.'guiilc : 32
kilos de casomira de la ; 160 ditos de panno de
la, avahados por 1:319*868.
dem idem ?,672. Uina dita idem idem idem,
contendo 138 kilos de casra' de algodao de listas
at 15 los, avahados por 919*908.
dem idem 2,673. Urna dita dem idem idem,
contendo 115 kilos de cassas abertas, lavrada?,
proprtas para mo.squeleiros, avahados por 766*590.
Idera idem 2,678. Uina dita idem idem, conten-
do : 132 kilos de casemira de la, nao especificada,
avahados por 879*912.
dem idem 2,639. Una dita idem na barca fran-
ceza ifyotf', descarregada em 5 de novembro de
1872, consignada a Pereira de Mello & C, conten-
do : 30 cartoes com chales de U entrancalos, pe-
sando 80 kilos, avahados pjr 1:060*640.
dem Sr. Wklarteni Emmtler Otlo. Sem nu-
mero. Um enibiulho vindo de Hamburgo no
navio allemao Marta, descarregado em 28 de no-
vembro de 1872 e consignado a W. Otto. con-
tendo 2 kilos de hvros improssos cota capa de pa-
pel, avahados por 30OD.
Alfandega de Pernambuco, 23 de setembro de
1873.
O Inspecl >r,
" Fabio A. de Carralho Reie.
maiitllhas ft&[ Commandita
social e q
Kstai' iwyami'ute em hasta publica, peran-
te a cmara municipal desta ciliado nos dias 25 do
^rrente e 2 irfe'oimibro prximo vindouro, o alu-
juel do sobrado ftecife, por 7-16*000 e os impostos de 60 ris por
p<: de coqueiro de producco exceptuados dez ps
laxa usodopreprietario, por 1:001*000; capim de
planti por Heoo, mscales e boeeleiras por
90*006, e 3O por carga de peixe exposto reo-
da no mercado piMhco poi t5000.
Os pretendentes devero comparecer habilitados
aa formada lei.
Par da cmara municipal de Olinda, 18.de se-
tembro de 1873.
Bario da Tacaruna,
Prsl denle.
Marcolino Dias de AraujO,
Secretario.
-----------
;.
uiueofcs.
8O0Q{o commerci'il agrcola de
Pernambuco.
Nao se tendo reunido numero sufflciento de so-
cios para que podesse ter lugar a assembla geral,
convocada para hornera, sao de novo convidados
todos os senhores socios para se reunirem no dia
26 do corrente, s 10 horas da manh, sendo que
funecionar com qualquer numero de socios que
comparecer, como preceitua o artigo II dos esta-
tales.
Recife, 25 de setembro de 187?.
Manoel BaptMa de Miranda
__________Secretario.__________
Iriuitiulade I Senhor Uom Je-
ss ds Chavas* ,
Tendo a actual mesa regedora de continuar na
factura das catacumbas, o comiterio publico, de
ordem da mesma convido os nossos irraaos, que
ji nao tenham feito a entrada de suas quotas
para cooperacAo das referidas catacumbas, para
faze-1o com urgencia :. podendo para esse fim se
dirigirem ao consistorio da irraandade, as sextas
feiras noute, ou se entenderem com o abaixo
a98igrrado no pateo do Terco n. 23.
Consistorio, 23 de stembro de 1873.
O secretario,
Domingo< di Costa Mcnleiro.
o contrate jf**"?
B9, cJi i
rara com 09
50 {, de suas signaturas, sendo o valor'
bao realisado o que aboiao se segu ;
Antonio Machado Gorma da Silva 14:000*000
Aatooio Yieeotado Nasoimeoto Fe-
tosa i 2:000*000
Antonio Alves Ferwlri 1:000*' OU
Antonio Eustaquio Goons 1:000*000
Antonio da Silveira Maoiel Jnior 7:900*000
Antonio Francisco deWuza Maga-
Ihies Jnior a ^ 1 000*000
Antonio Jos de Siqaeira 2:. 00*000
Antoui de Oliveira Antunes (aceitou
letra 1:666*666
Bento Jos da Costa (idem) 2:966*667
Candido Thomaz Pereira Dutra 2:000*000
Francisco Simoes da -Uva 1:000009
Fancisco de Paula *ndrade 1:000*000
Fraderico Miguel de Souza :O0OfO00
George Nestt %W9|00i)
Tsabel Mara da Costa fOflOiOOO
Ignacio Jos Coelfcoi 5:000*000
Jos Mamode AUus Fertuia l:OO*tOO
Jos Alexandro Guotao. do Verduu
(cessionarto, Bent Jos da Cosa) 4:000*000
Jos Cavalcante Lins 4.000JM)
Joo da Silva Ramos 2:50o*.-00
Jos de BarrosLihl' 1:000*000
Jos de Alenquer Smi8es do Ama-
ral 1:5 Jos Victo ruto d Pai va 4:000*000
J. P. Adouri oVDOStfOTJO
James Olimer k5O0BtO
John Lilly i fc^OUS.'
Jos Juaquim de Miranda 5:0b0*0u
Joaouira da Silva Castro 1:580*000
toaqun Francisco de Mello Santos 2:000*00 >
to laquim Jorge tSQOOi'O
Ltiiz tose Marqiws 33Q0*0OO
Manoel Buarque de Macedo Lima 4ttif0*000
Manoel Antoniados Passos Oliveira 1^0*000
Maaoel Joaq'uin de Oliveira (cessio-
nario Francwoo Guedes de Araujo ,3:000*000
Manoel do Azevodo Pontea ;Q'*000
MaxliflJio & Oliveira 2jD0O>0
Manoel Gon^alices de Oliveira 1*000*000
Ramos, Dunjat C. 2.000/000
Seve, Filhios- & C (admittido ao pas-
, moo da falleacja)
Tito A velino, de BarXs
Victorino Jos d Sojjza Travassos
Vicente Mendeo Wanderley
CessioooriQs de c^mmaadttaiios qu iMraram
com 50 fes aasignatun oq capitae.\"^u.
tes eslao obrigarlos pelo contrato social, o.mje tes-
tara ainda .:0 % para cosaptetar todo o fondo subs-
cripto o segtjiule:
Bento Jos da Costa Jnior, por Jos
Alexandie Gubia de Terdun 4:000*000
Francisco Guedes de Araj^i, gor Ma-
noel Joaquim de OfiveCT 730400")
Bntraram poroutros qne itoixaram do realisar
com 50 %o anda restam 50 '/ os segjiiati-s:
Juaquim Sakador I*Ossoa de Siquei-" _,-
ra Cavac;uite 2:560*000
Jos Jerouymo Monteiro J:30OflOO
Lista dijs devedorf s constantes de sellencas ju-
diciaes :
Fraucca de Barros Reg 4;li7*201
Joaquim Salvador Pessoa de Sique-
ra Cavalcante 8:930*000
Mello 4 h-mo 1.-903*670
Andr de Abreu Porto 15:000*000
Francisco de Paula Pereira 2:C0J*00O
Fraucisco Botelho de Andrade (em
appellacao) 2:5( 0*000
Oonallo Jos Affonso 1:463*100
Joao Luiz de Oliveira Azevedo 2:689*24i>
Joao Piulo Regs do Sooza 5X00*000
Joo da Cunha WanderJey 5:^18*526
Manoel Goaveia de Souza 2:484*520
Octaviauo de Soqza Franc.a 2 187*2'Jl
J5o Pinto de Lemos Jnior 2:2\"0'0d0
da lei do
art.
'ZSMpWS^MB, 22
rfttfmnteremm
Lisia de diversos detedores, proveniente
vales e recibos.
Letras. Ramos Dupral & C
Caetano Goncalves Pereira da
Cunha
dem. Os raesmos Jos Agosti-
nho do Pereira
dem. Os mesmos.-O mesmo
Idem. Os mesmos. O mesrac
Idem. Os mesmos. JoioRodol-
pho Gomes
dem. Joao Luiz Vianna. Jos
Caetauo de Magalhes
dem. Siqueira & Pereira.Ca-
mili Idepino Emerenciano
Francisco Jos Fernandes Gitirana
Faria & C, e Francisco da Cu-
nha Machado, t'edrosa
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os meninos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Victorino Jos Ferreira e Manoel
Jos Mendos Bastos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Antonio Joaquim Madeiro Branda)
O mesmo
O mesmo
O mesmo
Joo Rodolpho Gomes
O mesmo
Pedro Paulo dos Santos
O mesmo
O mesmo
Manoel Lins Wanderlr)
de letras,
973*386
992*725
891*150
493*000
1 0425392
98:*200
3:212*090
100*000
440*025
410*025
440*023
440*05
69o*70 i
733i'>80
733*908
733*908
733*908
733*908
733itt>8
17*600
1:
JKdital n. t*.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que,
M U hars da raauh do dia 29 do correte se
io de arrematar, livre de direitos, porta 4esU
njurtico^ asmercadoria^ abayxo rne.rjcjooadas,
aaoonoiaSas a consumo por edital n. 13, que dei-
saram de ser lespachada? .dtsotro do praac mar-
cado.
Armazem n. 1.
Marea P M 4 C. *. 2,626. -Una aixi, vinta
ii Havre na barca fran;eza Jean Baplistr, dexat-
regada em 23 de setembro de 1872 e consignada
a Pereira ita Mello A C., conteodo 114 kilos dca-
Mrorsiogeb, avahadoa por 82**Wi.
Ido idenv.^6M2. Urna klot de merino de la, avahidos por 1:203*937.
dem idem 2,-628. Urna lila dem idem em 24
dem idem, contendtad^segjjinte: '24 oartaaaf com
tatos e lacos de sA e aijwtaa, fcmvi fka_
do lquido real Ijitr gr'irnmos; lu aitoA conr
ios de fil de seda bordados, pesando liquido
Irraandade de \oss:i Kcunora do
Hora Par erecta na Mereja de S.
os? de Rikamar, ^S de Nfliu-
liro de 18?a.
Do.ordom do irmao presidente convido-a lodos
os Irmoa para comparaceren em uosso consislo-
rio no.domingo 28 do. corrente, pelas 8 horas da
maoha' aHjn 4e reunidos em mesa geral eteger-
raes os notos fanecionarios, que teera d rager a
irmariado%> anno de 1873 a |874 de conformi-
dade co tipa dispje o artigo 47 do nosso com'
promiss.
Q secretario,
Ulm'ati Merencia+o de Souza.
a.ua fallida v Arnorlm, t>o-
cove, Jauto*
Por detcfrrrrlfiad rio llm- SrTBr. "Jiift speotal
rio comrnereif sao Aiblicadas m listas abaixo, da
flivM* adiH. olidos e HAi, ainda existente
e que oprorronamente serio vendidas em leilao,
Manoel Pereira da Cosa
Joo Paulo da Silva
Joaquim Jos Medeiros
Jos Bento Goncarves Carneiro
Pedro Jos Costa Castello Brauco
Manoel Firmino da Silva
O mesmo
O me^mo
E. H. Wyht
Machado & Souza
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os raesmos
Francisco Moreira Dias
Joo Rodolpho Gomes
0 mesmo
Joaquim de Atouquerque Me""
Reg i C, Irmo
Ramos, Duprat & C,
Os mesmos
Os mesmos
Os raesmos
Os mesmes
Os mesmos
Os mesmos
Os raesraos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Francisco de Barros Reg
O mesmo
O mesmo
Joo Jos Medeiros Correia A C.
Joaquim Jos de Mello Jnior
O mesmo
Copia de letlras.-Joaquim Jos te
Modo Jnior
Oraesrao
Recibo.Joaaum de Albuquerqae
Mello
dem-Jame Ollver
Valos.-Joaquiuv-Salvadcr Pessoa
. de.8( nio GoDno'.ves Ferreira Casco
Daniel GumaAea & C.
dem. Fabrica do Monteiro
Gonzalo Kis Aflnso
O mesmo
Antonio '.'arqasde Amorira
Ttulos verifteados e tdnntfidt em
massas TaHiftas e Hriuldar**.
Lima & C, Martins & SebastuVi,
Jos da Silva,, stfda
Mesquita & BUtta
Viva Arnorlm &fWM8
^f^ffilS-li-ln ata)
387 AMO
387*330
387-53G I
114 000
212*330
144*800
297*600
115*0 0
430*760
430*360
13:00*640
742*640
742640
739*000
145*580
229*201
500*000
544*493
464*003
500*000
400*0'*)
400*00)
2O.3U*80
1880O0
412*418
i 80*000
284*000
85000
i: 7o*000
800*000
OOSflOO
1:000*0:0
250*00
11:418*270
1:404*500
3:690*000
lOrflOOCO
45457>'0
4:000*000
1:230*000
3:700*00
U:6OW0
10:000*000
3:700*000
650*000
. 490*000
4:270*126
1:134*208
793*330
104*000
363*640
705*530
300*000
18:504*400
mmamM mwfmrhir.
De erdera do Wlm.8r. corTaeltommaBdante ?u-
parior dLtuo, face pufclic. qiw ni dia XO da
corrate ao meta dia, no&la secretaria se reunir o
jauta, medica, alim do-inspeccionar de sade aos
Srs. kfflciaes e pravas qa requere*am.
Secretaria do enromando mpenr interino do
Recife, 23 de setembro de 1873.
O secretario gema-interino,
Capilo Josi'f Marcelino Aloes da Fonceca.
Ardem3.*du 8. Prancisco preeisajeontra-
tar um canello para celebrar as missas ni do-
mingos c dias sanios as 7 huras, na casa de deten-
cao : a tratar eom o irmo ministro > > consisto-
rio da nmsma ordem.
onnpairfiia de seguros Uti-
Hdade Publica.
itiptto de hontem eonfTme determina a primeira
pHfr do ;ir."i39 dos nosos estttritu, de novo si
Cpnriila.lus os Srs. accifmi?tas a se reunirem no ea-
rriptorio deshr companhi.i na do Yigario T*w>
rwn. (\ segntjd feirf 29 do corrente, ao mo
da, ruaccfsnsndo coi qaalqner trainero safOeen-
te,' de coiibrmidaV cortr a ujtirna parte do-art. 3*,
para Sssisrirem lekura do parecer da commH1-
sao de exame do cuntas e sua approvaco y as-1
tai como Kualmenh1 alrsiereii a cowmiea de li-
(juidav'io do sea priuteiro periodo.
ttootn, t ilc setembro, de 1873.
Directores,
C.udido C. G. Alcofondo.
Fcaaoisco Jwaquim Ribeir* de Brita
. pro-lTtWiqu'ri' pdttaa aqTWIa ctftitwSo nesta pro-
aqael-; viuda, de ni. Si, 116 e ll?, sitas ra de Hor-
15 6r!r, ftoje 'dV Coronel Snsssnita.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do'
de] Recife, 12 de etcmbfo de 1873.
O escrivio,
_____________ ipedro Rodrigues de Suuza. ,
Pela Tiiinc in des correis desta pro-
vincia se faz pbMtao qno ne da 1 de outubro do
torrente arU Ssr wiwr na mesma i epartico o
concurso para prorimento dos lugares de seis pra-
ticante, creados pelo atiso de23 deagi-sto do dito
anno, na conformidade do disposlo no artigo 2 do
regulamento aporirvad* polo decreto n. 4,743 de
25 de junho de 1871. Os candidatos devero -pre-
sentar at o dia 16 do dito mez, olba corrida, e
cei lido do baptismo, alim de provarem nao serem
menores de 18. nein maiores de 30 aaaos de ida-'
de ; o concurso constar de eaorcicio* d eal-
graphia, ortograpbia, arithraetica, eomprehenden-
00 o Oao- do sysiema metrieo e noces geraes- de
aoographia, como ludo disoem os artigos 38 c
40 do regulamento de 12 de abril da 1865. O.eo-'
itbecimento das Uaguas estrangeiras^ dar direiin
preferencia.
Correio da Pernambuco. 19 de setembro de
1873.
O adiniiitrador interino,
te Ferreira da Porciuncula.
GSM eeuformp
O w*fflr1n da r.^iri.-itiia
Deek dff Aquioo Time*.
Santa casa da misericordia
do Recife
Fornecimento de 28 000* annuaes.
A junta administrativa da santa casa da mise
ricordia do Rectte^coisaiconiraar o fornecimen-
to dos gneros abaixo declarados, que tein de
consumir todos os estabelecimen'.os pios a seu
cargo, un trimestre de outubro a dezembro do
corrente anno. Recebe propostas na sala de suas
sessoes, pelas 3 horas da tarde do dia 25 do cor-
rento.
Aletria, kilogrammo. 11 I
Aguardeut*,^^- -j|
Azeite docp, ln>m. w%* '
Arroz do Maninho, idem.
Baealho, kilogrammo.
Banha de porcp, idem.
Batata?, idem.
Cha hysson, idem.
'"af em grao, idem.
Carpe secca, idem.
Ceblas, cento,
Familia de mandioca, da trra, iitro.
Feiio mulatraho, idpi.,
Fareil o, sacco.
Fumo do Ro, kilogrammo.
Ga;, lata.
Milho, sacco.
Manteiga franrez.i, kildgramm.
Potassa, idera.
Rap, idem.
Sabao, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Tiiiicinlio, idem.
Velas de carnauba, idem.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, Idera".
Vinho branco, idem.
Velas stearnas, kilogrammo.
Fnrneci ment de 38:000* annuaes
A junta administrativa di -anta casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar u fornecimen-
to de pao, bolacha e asauosf que houver de con-
sumir o* estabe'ecimcutos |j:"s a seu cargo no
trraestra de outubro a dezembro do corrente an-
no. Recebe propustas na sola das suas sesses,
pelas 3 horas da tarde do dia 25 do crtente.
Fornecimento de 31:0001 mmuaes.
A junta administrativa da mesma santa casa
c nirata o furnecimenlo de carne verde que hou-
ver de consumir os eMabetecimentos pios a sm
cargo, no trimestre de ootobro a de!mbro. Re-
cebo propostas na sala das suas sessoes, pelas 3
horas da tarde do dia 25 do correnK
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 9 de .-etembro de 1873.
O escnvSo,
_________________Pedro Rodrigues de ?ouza.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa da misericordia do
Recito sao convidados os parantes das educandas
do coliegio das orph em seguida declaradas, as
quaes ja completaram a sua edueaco, para que
requeiram ao Rxm. presidente da provincia a sua
entrega, em vista do que resolveti a junta admi-
nistrativa, de conformidade com o que dispoe o
3* art. 48 do respectivo regulamento.
Candida das Chazas Coelho e Dionizia das Cha-
gas Olho, HinsMe Vital ib? Cha gas Coelho.
Mara Emilia.
Ignacia Ribeiro, lilla de Leandro Jos Ribero.
Mara Magdalena de Mello, fiiha de Jos lava-
res de Mello.
Valeriana dos Santos, fillia de Vicente Ferreira
dos Santos.
Einlocia.
Felippa.
Thereza dos Santos Torres filha de Jos dos San-
tos Toes
Sdanta Maria da Coneeico, exposta.
Secretaria cife, 27 de unbo de 1873.
O escrivo
Pedro Rodrigues de Souza.
SANTA' CASA DA MISERICORDIA DO
RECIFE.
A Hlnia. junta administrativa da santa casada
vtamAnpda do Recife. manda RUel publico que
na sala de suas sessoes, no dia 2o de_setembro,
pejasi b-iras da tarde, teiy de>er anejnatadas v
uom mais vantagans olVoreei-r, peje tempo de um
a tr s anuos, as rendas dos predios era seguida
declarados.
KSTAI'.ELECJMJiXTOS DF. CA'UDADE
Beeco rjo Alneu-
Ssbtado.de 4 andares n. i 480*000
Ra larga do Rosario;
Tereeiro andar n. 24....... 250*000
PATRIMONIO DOS OltPHAOS.
Ra de Gervazio Pires.
Casa terrea o 2 ...... l6*0tK)
Ra da Sen;ala-wlia.
Casa terrea n. t...... 209*000
Becco das Boias.
Sobrado n. 18....... 421*000
* llua da Craa* i, > i.ii
Sobrado n. 14.......1:000*000
O* prrltsJfr'-r dever'o apres irremataceas suas llancas, ou comparecerem
woii panhadon dos respectivos liauores, (leyendo
pagar aiem da renda, o piemio da quantia em
que for seguro o predio que cntver estabeleci-
mwito commercial, as>im como o ervico da m-
peza e procos dos appart}ihos.
Sacretari'a da;santa casa da iiUf^cicordia do Re-
ife. -2 de seteraoro de 1873.
O escrjvo
Pfdro Rodrigues de Souza, .
iHP
SANTA rffllB;EZA
1:600*000
001SV24
900*000
1:00000
5-OWWfiO
62:9a*)00
vr-
_____s*.
Consulado provincial.
Foco semte'aos dilferentes conrribuintes de im-
poslos previnflries, relativos ao anno flndo de,
1872-73, que fecha-se definitivamente no dia 27
do corrente o recebimento nesta roparcao das
quotas ainda n satisfetas dos mesmos mpostos;
e, terminado este otazo, ser a cobranca effec-
tuada por via judicial com a mulla de 9 0|o e
e ?ddi;io das respectivas cusas.
Consulado provincial, 5 de setembro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Ros
Hospital mHitar
Jlose tendo tiffectuaiU l^oje, por circumstania*.
o conirato de gneros almeaticios para dielae e
racoes dos empregados, saogueujas, lavag^BsJs
concert da roupa o uuis ulqectos rodispeasatei
paj-a o expediente da n*panno, para o trimestre
do outubro a dezembro,"uni consta dos aa
nuncios publicados neste Diario dos dras (8, 9,
20 e 22 ; fieou transferido para o dia 85 do cor-
retise? o Otto cobwaio ', pew iftw e^"06cwrs)^Be
as peesoas que a elle quizerem concorrsr. apre-
sea tem -se uo referido dia s- K> horas da teaajt o.
com as saaa jiropcsla*' feclud.v, a incstra.
Hospital militar de Pernambuco, 2i de setem-
bro de 1873. "
O crlvo,
________-______A+i'lhut Pmmm da Cunl/n.
Consulado provincial
Pela mesa do consulado provn-uilw faz publi-
co que no di 27 do crrente se bu do arrematar
porta desta repartila Aa 12 horas do dia, 25
barris com 2,400 litros de aguarde-ate, avallados
por 33360O, s quaes l.oujn a|ituli<^idi4os por
Manoel Ignacio Coelho Iftirique Frreir Poetes
Mesa do consulado provincial, 22 d^ setembro
de 1873.
Antonio Carneiro Machado Mos
Administrador.
Estrada de Ferro Pa-
raease, m Para.
Tendo a assembla peral dos accionista* da
Companhi.i Urbana da Estrada ie Ferro 'araense,
---------------------------------------------------------------- autorisad a venda desta empreza, a commissan
Santa Casa de Misericordia eIeita p es,e ,lm. 2>5 Lro'^J!?^
compra da mesma ale o da 10 de novembro pro-
A.\ Tlecife ximo, no Para,podendo os pioponentes obler des-
,.. ... ; de j as circulares, e examinarem os oatatHtos.
A junta administrativa da Santa Casa do Alise- bera como os relatnos da comuan ia de 1K70.
ricordia do Recife autorisada pela presidencia da
provincia, afora os terrenos da proprieda''e que
posnue o patrimonio dos orphaos, no lugar da
Tamarineira, por preco nnuca inleriar a 20j rs.
o palmo.
Os pretendentes devero indicar no requer-
ment o numero de palmos que rjuizerem c diri-
girse esta secretaria, onde serao declaradas as
condicoes do aforamento.
Secretaria da Sania Casa de Misericordia do
Recife 12 de setembro de 1873
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
1871 e 1^72, no escriptorio
Rio de Janeiro Limited.
comuan'
do F.nglish
Bank of
Obras militares.
Em virlude de ordem do Exm. Sr. presiden.-
da provincia acha-sc de novo em concurrencia a
execuc,ao das obras precisas na fortaleza do Brum,
e da caiadura e pintura da casa, em que resjtle u
director do arsenal do guerra, servindo de base os
bneos i offerecidos para ectas,de 650*000, e para
aquellas do 3:750*000. A" 23 do corrente ao
ni-io dia devem, por tanto, os pretendentes apre-
sentaremse com suas propostas em carta fechada
na reparticJo das obras publicas, onde eslao o
respectivos orcamentos para serem examinados.
Recife, 19 de setembro de 1873.
O engenheiro,
Cbryssolito F. dc.Castro Chaves.
Capitana do porto le Pernaiu-
huco '' de setenibro de 1^33.
Para scienca dos navegantes manda esta capi- .
tania publicar o seguinte annuncio hydrograpbie i,
relativo existencia de um banco' prximo as i
Ilhas liornas, no Rio da Prata :
MINISTKRIO DA ARIEHA. SJo elo presente chamados os credores de Ma-
Pelo iuiiii,teno da marmha se publica o <*pn- noel Jos pn|0 e Jos Martins, para apresentarerr,
te annunen Bydrographico arganisado pelo depo- ua chan,.e||aria deste consulado, dentro do ptazo
is e planos de Pars, relativo a exis de 15 dagi ja data de-le> SUiS contej ^ screm
0?' verificadas o Daga?, segundo a forr dos espolies.
(ioHsulaiio de : r3nai.
de
tencia de um banco prximo s Ilhas
no Rio da Prata
Annuncio hydrographico. Pars, 15 de setembro
de 1871.
Numero ''..
OCANO ATLANTCO DO SIL.
Rio da Prota (Ilhas de Hornos.)
( Tradcelo do original francez peto Io tenente j
Xascmento Jnior.)
O banco que existe ao O das Ilhas de Hornos,'
no Rio da Prata, foi examinado pelo capitao P. C. |
Shaw, do paquete Wasp (E. U.), o qual reconhe-
ceu que este escolho estendia-se mais para O da
poscao indicada pelas cartas.
Recife, 20 de setembro de 1873.
Qando se tem as tres ilhas tima pelas ontras,
o banco estende-se ai 04SO da tita que lica mais
ao O : o fundo, que de rocha e vasa compacta,
varia entre 3m. e tm,8na baxa mar, das mares
medias: a mar sobe e desee de 0m,9l a 2m. 1,
conforme os ventos.
Para evitar o banco, necessaro conservar a
cathcdnl da Colonia aberta pelo S da il: a Lpez
que lica ao O.
Estando sobre a ponta O do banco, marca se o
prarol da Colonia por 51 SE e a ilha Faralln ao
SISE.
Mrcateos ou rumos verdadeiros:
Variai.a 10'2" HE. (1871).
(Assignado) O chefe do servico das mstruc-
C5e3.-/1. Le Gras.
Western & Brasilian
TelegraphCompauy Limited
| Eslutao dorTiailiiic?.
Aviso.
O cabo desta companhia entre Pernambuco e <
Para est aberto ao puplico para a transrnissao de
i lelrgrammas taxa do i por na|avra.
Os telegrainmas que tenham de ser transmittidos
a qualquer OUlTO porto do norte do imperio, S.
Thomaz, ou para os Estadas-Unidos sero aceito^
taxa cima, alm dos portes ao correio do Pan
ao seu destino que serio previamente pagos.
j At segundo aviso, os dias do amida de vap mim
] do Para para os portes cima indicados serio d"
' antemo annnnciados na praca do c mimercio
na entrada para o escriptorio da companhia i;i
do Torres n. 32.
1 Nenliuma despeza ser cobrada pela entrega do*
telegrammas aos destinatarios que residirem
perymetr de um kilmetro, mas es que excede-
1 re pagario 250 rs. por cada kilmetro, alera da.
: despeza da condueio ao portador.
Expediente do escriptorio, das 7 hora? da niv
nba, s 5 horas da tarde.
Anlc-pi'imlliiia uncc
Ver o grande espectculo da
REAL COMPA
JAPO
I104
Ouiula-feira, 2a de setembro de \ 875
A's oito e nieia horas.
m
-0DUI0 A CHOCAR 0
A iiietliaHHirjfee k m
O ovo milagroso
O ovo admiravel
\ uiaior diffciildaflt ena uaaleriu
de essjaaitilsrlo.
E oui'os nmgiiifieos (rabaltas
Nova e extraordinaria urova
Pelo adnali-avel

A coni|nhia necommenda o eomprimento do ar-
tiga 24 4ki sea r^^olamarito, qoe poblisa para eo-
nhecimento de quem interessar :
Art. 1\. Quaesimer reclamaQoes acerca do
eerrlco (Mi.-o oo*itfio*lM-.qttf da ifaaoamsHP-
(r d>agaa, qaar rthtjvM ilnmiSjaoao. j**1
Wm-attenM ittem ser fttt*s prjseriftOr-
lado e assignado. dirigidas ao escriptoBOOtoiflom
pnrlliia Midas7 hora da rmablas J da tarde.
^SSisU.
aac.L.L*ans>4.
E seu Hi.uin. que tem obtWo aJmirsvvao lo nnndo
-Oe-maioorlististas s distingnirao em stus trabalhas.
\m:
wv, para'o koakoeisr-
0 bezerros que forem
eoikeeinastfo r
ferrados pelaa eoaw~-
w,ria8,
No entreacto a com
graciosa/opieila, intilalada
panbia drmaflet, [dirigida pelo intelligento-aWWa Viceato, oweirtsr a
com p ferro de forma elliptica, tendo no centro as f
m t-asa8aas fe 4sSrstoadiankrflAb>i
ebe proposUi pTa 'renda da." tees casas lar-
AS DUAS
(Tasa oViffijSaT A a&0^a ^ luar C0fa q^e^te,uiM,' dividida em
aasafe.: *~ "^
""^ftS&SMI ftasos. os do costme.
quatro- actos.
t a venda no esertatorto d
da nauh em liante.
ftK-ate Ov

M

1
1
-







*
Diario de Peraambuco QoinU feira 25 de.Setemwade Ifflff.
ADMMI^^^^b >S CORREI0S
Mala* pelo vapor Animan Mmtlns da companhia
A corn>sprm (25) pelo vapor cima rmeciunatlo para os portes
do til com encala ueh Estancia, Aracaju, Poneio
e Macei, ser recebida pola maircira segulute :
Maeos de jornaes, iuipwsos de qualquer nata-
rea e cartas a registrar, at ,2 horas da 'tarde,
artaj ordinarias at as 3 hot :) 1|2,
papando porte duplo. O administrador interino
Vicente Ferreia da Pcrciuncul.
HS
DE
LECTURA
Concert extraordinario
DE
Mr. Hugo Bnssraeyer
UOJa
Em favor do inesmo gabinete
* i| hr*s em punto.
I.1 parte.
Banda militar.
Marche du Cauroniieroen, piano
por Me a quatro mios Meyerbcer.
Srs, Wertheimer e Dussmeyer
Erna, grande pbtntasia na
Hauu Cndido rilho.
Sr. Candido Filho.
La Fontaine ox perles, ro-
matice para soprano B Arnaud.
Exma. Sra. D. .
Serenade, rabeca e piano Beehoven.
Srs. e Wertheimer.
Rigoletto, grande phantasia, Bussmeyer.
Sr. Hugo. Bussmeyer.
2.' parte.
. Banda militar.
Pernaubuco, grande marcha a
quatro mos Bussmeyer.
Srs. Poppc e Bussmeyer
Mara Stuarle, cavatino, opbc-
oleido Santos Pinto.
Sr. Henrupie Janeen.
A Hila, cavatina para baixo Verdi.
Sr. Falcao.
Hunguia, caprice )
Ave Marie, Scliubert. ) Bussmeyer.
Banjo, Cappricio americano Gottschalk.
Sr. Hugo Bussmeyer.
Africana, aria para soprano Meyerbeer.
Exma. Sra. D.
Africana, rabera, piano e or-
6*o Bussmeyer.
Srs. ..,, Wertheimer e Bussmeyer.
Banda militar.
: para completar
'
quem no

Real companliia de paquetee
inglzes a vapor.
Aii o dia 27 do Brrente espcra-se da Enrona
o vapor inglea Ilnyne, commandante F. nVek*,
o iinal depois da demora do tetunte, seguir para
Buenes-Ajrcs, tocando nos jwrtos ifa Baha, Rio
de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do correte espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Neva, commandante H. Bax,
o qual depois da demora do costnme, seguir
para Soutbatjipton, tocando nos portes de S. T-
cente e Lisboa.
Para frotes, passagens etc., trata-se na agencia,
roa do Commercio n. 40.
LEILOES.
?VISOS rlARTiMOS.
COMPANHIA I'LUNAMBCANA
DE
lavcRncflo coetelrn a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJ".
"O vapor Mandah,
commandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no dia 30
do correte, as 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 27 do corrcnte. encom-
mendas at o dia 29, passageiros e dinheiro a fre-
te at as 2 horas da tarde do dia da sahida :
escriptorio no Forte rio Mattos n. 12.
DE
72 canastras com alhos marca G, 22 caixas com
ditos marca G II c 3 barris com massa de to-
mate.
HOJE
A'SH HBASDA MANH.
O preposto do agente Pesua far leilo, por
cenia e risco de quem pcrtencer, de 72 cinarras
e 2t carxas com albos, e i barris com massa de
tomate, quinta-feira 25 do corrente, s 11 horas
da manlia.
Nc armazem do Annes, defronte d'alfandega.
tos* u mmi
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' rua Primein de Jfnpo (otltr'ar rua de
Cnspo) n. t31 camu d costume.
Acham-se venda os Whes bilheles garantw
da 6" parte das lotera* beneficio da Imperial
C^peHa da Estancia (B8^oe se extrahirna ses-
ta-feira, 3 do nez viudoWo.
PRE(/>8
Bllliete Intrir 400(1
Meio Itil hete .1*000
Quarto 1/50
su PongAo w. 10A9000 para cima.
Bilhi'te inteiro 5o00
Meio buhle 2*750
0 o arte l 375
. ___________Ma*oel Martin* Fiuta
(Merece se para caixeiro de taverna om
rapaz de 20 annos, chegado da Ilha, e d 'fiador
a sua conducta : em Santo Amaro ao p da fon-
dicao, roa do Lima n. 10.
Acba-se fgido desde o dia de corraata, o
eacravo Napolean. com os signaes seguintes : alto,
tem as canellas foveiras, e na perna direita tem
urna marca de ferida ; levou coinsigo camisa de
azulo, chapeo de palha com abas largas e pinta-
do de verde, calca de estopa, e tem os ps g andes
e mal feitos ; quem o pegar e lvalo ao Sr. Se-
nas tiio Jos Mendes da Silva, nos A fugados, sitio
do Bo, ser bem recompensado.
ATIWO
Deapparecen hnterri, 21* do erireote, indo
da rua da Crtues a do Bangel, orna molatinha,
chamada Eleuteria, cow U annos de idade : ia
de vestido amarello era pintas pretas, ama sex-
tinha e l5O0em dinheiro : quem achala leve
i cata de eu dono, na roa das Onzes n IB, se-
gundo andar, que ser gratificado.
Na rna do Rara,, da Victoria n. 36 precisa se
fallar ao Sr. vigario A mire Corcino de Araujo Pe-
Trin, n negocio de sen interesse.
I'iens.i.se de un piloto para ir al ll. de
la Prata em el brigue espaol * lar en la MRrina. ilel consulado de Espaa,
com el eapito en ca>a de Mam.el poito, rua do
Trapiche n. 20.
LEILAO
Bah
ia.
O hiate Garibaldi segu em poucos das para o
porto cima : para carga tratase com Tasso Ir-
maos 4 C. rua do Amorim n. 37.
Para Lisboa
pretende sognir com penca demora a escuna por-
lugueza Carotina, de 1* classe, capitao Loureiro,
por ter a maior parte de seu carrtgamenlo enga-
jado; e para o resto que Ihe falla trata-so com os
consignatarios Joaquim Jos Goncalves Beltrao &
Filho, rua do Commercio n. 5.
DE
100 caixas com massas marca ACt
QUINTA-FEIRA 25 DO CORRENTE
s 11 horas da marih
O preposto do agente Pestaa far leilo, por
eonta e risco de quem pertcncer, de 100 caixas
com massas marca A C ,. rindas do Bio de Ja -
neiro pelo vapor nacional Baha.
Hoje
A*s 11 horas damanh
N'o armazem do Annes defronte da alfandega.
LEILO
DE
movis, loin;a e viilros
SEXTA-FEIRA 26 DO CORRENTE
SEND9 :
Urna mobilia de Jacaranda a Lniz XV, com muito
pouco uso, 1 dita deamarello tambem a Luiz
XV, 1 dita de oilicica, 1 guarda roupa de ama-
rello. 1 guarda-vestidos, 1 mesa elstica de 6
taboas, 1 guardalouca de amarello, camas fran-
cezas de amarello, marqoezoes de dito, 1 secre-
taria de Jacaranda, cadeiras de amarello, avul-
sas, louca de jantar, dita de almoco, candela-
bros, lanternas, garrafas copos, clices, e ou-
tros muitos objectos de urna lamilla que mudou
de residencia,
pelo agente Martins.
No armazem da rua do Imperador n. 48, s 11
horas do dia cima.
Aloga-se ama lojinha com bastantes com-
modos, no largo da Matriz de Santo Antonio n. %
loja da esquina, propria para alfaiate, ourives, cha-
ruteiros, fabrica de charuto* ou qnalqner outro
estabelecimento, por ser em bom logar, muito are-
jado e ter bastante commodo para familia, a enten-
der-se com o proprietarie na mesma casa.
Precisa-se de urna a tres mulheres livres ou
escrava-, para o servico que se dir na occasiao
do ajuste : na rua da Imperatriz n. 6, segundo
andar.
Portuguez
pVeds-se para um engen'-o perto da cidade, de
uro |>ortuguez para serrifO d* campo a fallar no
Recife, rna da Crnt n. 68,- e nos Apipucos, na
ca* iunto a estaco.
- Preeisa-se de ura caixeiro cora pratiea de -
verna, de 1 a 18 annos, brasileiro ou portuguez:
na rua Imperial n. 9i.___________
- Alusa-se nestes prximos das duas boas
casas na Capunga, rna da Ventura, com comino-
dos para familia, as quaes foram concertadas e es-
le se pintando : a tratar na rua Dnque de Ca
xiai n. 44.
Pergunta-se
ao nem macnn nem jesuta A. P. Goncalves para
declarar se j tem ou nao sido soccorrido pela
loja a que pertence.
Um macn.
Attenco.
O abaixe assignado se apressa a declarar por
este Diario, que, com quanto o seu nome venha
comprebendido na relacao dos devedores da mas-
sa fallida de Amorim, Fragoso, Santos k C pela
quanlia de 2:50<)000, como tendo tomado a si
assignatura de outros, que deixaram de realisar,
nao se cousidera por modo algum devedor desta
quantia, porque nao assignoo, o respectivo con
trato social, e nem pode ser admissivel, em face
do que ja foi julgado por mais de urna vez pelo
tribunal do commercio desta cidade, que se podes-
se operar cessao dos primitivos soaos que pres-
taran) capitaes, e conseguiniemente que o abaixo
assignado podesse tomar a si tae? assignatura,
(cando por este fado subrogado na responsabili-
dade do socio primitivo que assigneu o contra-
to, sobre o qual tao somente pesa a obrigacao,
por isto que esta pessoal e intransmissivel; dis-
to faz publico a quem interessar possa ; ssim
como protesta demonstrar que nada deve a dita
massa fallida, nao s quanto a um vale menciona-
do cm sna relami, como tambem quanto ao de-
bito constante de sentenea judicial, pois tal de-
bito, nunca foi demandado.
Recife, 23 de setembro de 1873.
Joaquim Salvador Pessoa de Siqueira Cavbante.
PACIFIC STEAM UUN COM
Liulia quiizenal
O PAQliETE
COTOPAXI
espera se do sul at o dia 26 da cwreme, e de-
pois da demora do costume, seguir para Li-
verpool, via Lisboa; para oude recebera passa
geiros e carga a frete.
OS AGENTES
Wilsoii Ronvc A C.
14RUA DO COMMERCIO14
LEILO
. DE
dividas
na importancia >\& 52:293i?205
mas-a fallida de Duarte & Medeiros.
SEXTA-PER 26 DO CORRENTE
O agente Martins levar novamente a leilo, por
mandado do Illm. Sr. Dr. juiz especial do com-
mercio das dividas activas da massa fallida de
Duarie & Medeiros, na importancia de.........
52:03J05.
No armazem da rua do Imperador n. 4?, s II
horas da manlia.

COMPANHIA PEKNAMBCANA
DE
AiavegacSo costefra a vapor.
MAMANOIAPE.
O vapor Corurtpe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 27 do
corrente, s 5 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiro a
rete al as 2 horas da tarde do dia da sahida
scriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Pacific Steaw Xavigaliim Companj
I.inka quiizpnal
O PAQUETE
espera-se da Europa at o dia 28 do corrente,
t depois da demora do costnme seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, encommendas e dinhei
ro a frete.
OS AGENTES
Wllson Borne A C.
14RUA DO COMMERCIO14
una caixa de pinlio com roupa e diversos
objectos.
Espolio de Jos Martins.
O agente Nartins far leilo, por ordem do Illm.
Sr Dr. Claudino de Araujo Guimares, cnsul
portugus, r de urna caixa de pinho com roupa e
diversos objectos do espolio do subdito portuguez
Jos Martins.
Sexta-felra 2 do corrente
No armazem da rua do Imperador n. 48, s 11
horas do dia.
dous bahus de follia com roupa e diversos
objectos.
Espolio de Manoel Joo
Pires.
SEXTA-FEIRA 26 DO v.GRENTE.
O agente Martins far leilo, por autorisa^o do
Illm. Sr. Dr. Claudino de Araujo Gnimaaes, cn-
sul portuguez, de 2 bahus de folha com roupa e di-
versos objectos pertencentes ao espolio do subdito
portuguez Manoel Joo Pires.
No armazem da rua do Imperador n. 48, s 11
horas do dia.
:b?a
i. f^.^5
Para o Aracaty
t-gue nestes poucos das bam conheerdo hiate
D. Luisa, porque j tem parte do corregamento :
tratar com Gomes de Mello Irreaos rua da Ca-
eia n. 40, andar.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navegacao costeira a vapor.
PAIUHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACv
TY, CEAR, MADABU' E ACAftACO'
O vapfr Ipojuca,
commandante Monra,
seguir para es por-
tes cima no dia 30
do corrente, s S ho
ras da tarde.
Recebe carga al o dia 17 do corrente, encom-
iendas at o dia 9, pasjagens e dinheiro a frete
at as 2 horas dii tarde 4o da da sabida.-: es
criplorio no Forte do Mattos n. lt -
Para o Ro-Grande do Sul.
Pretende segttfr eom rtofta brevidade palha-
"boto Eolito, por ter algnma carga tratada e para
a que lhe falta trata-se eom os eeosfgnatariei
Joamiirn Jos Gcalves Beltrio A Filbo : roa
-4c Commercio n. 5
0 brigue portuguez Unido anda recebe carga!
LEILAO
DA
pharmacia da rua do Baro da Victoria n.
30, pertencente massa fallida de Jos
Francisco Bittencourt.
CONSTANDO DE :
Urna armacao de amarello envidracada, 1 dita de
pinho, balco, candieiro a gaz, laboratorio, ba-
tanea, cofre (prova de fago), drogas emais objec-
tos pertencentes referida pbarmaeia.
Urna mobilia de Jacaranda, 1 marqneza, i tapete,
18 cadeiras, 1 candieiro a gaz, 13 molduras, I
commoda, 1 lavtorio, 1 estante, e differentes li-
?ros.
Saltkdi 27 do trrenle
Na rua Ifova n. 30.
O agente Pi o eumprindo o novo mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commerci>,
levara novamente a leilo a pharmacia e mais
objectos cima mencionados, bens pertencentes a
masca fallida de Jos Francisco Bittencourt.
A renda dos movis principiar e 10 1|2 boras
em ponto, e a da pharmacia ao meio dia.
Os pretendentes oodero desde j examinar o
mandado em m5o do meem agente.
AVISOS OVFfJSOS
---------------------------
Caixeiro
Na rua di Rangel n. 1. precisase d um me-
nino vino no vapor Mador de S. Miguel.
Luiz Cristianno Vilcant tendo justo e con-
tratado a taverna sita na Entrada Nova, perten-
cente ao Sr. Jos Joaquim de Sant'Anna, ivre e
desembaracada por isso pede se alpuma pessoa
tem a fazer alguma nclama^o, dirija se rua
de Marcilio Dias, anti.'a Di ei'.a n. 2, no prazo de
tes dias._________
Aluga se um soto na rua de S. Joo es-
quina do becco das Carrocas, com banho d'agna
de chafariz em casa ; pie (ere se alugar a pessoa
casada ou dous mocos solteiros : a tratar na
mesrna.
SHERRY K1NA
(VINIIO DE QUINQUINA HIGINICO
EPAHADO COM OS MELHORES V1NH0S DE UES-
l'ANIIA DA FIRMA
CaLVAIRACA.G. CDESEVILHA
fornkcedr da sua 1iacfstabk a rainha
d'hkspanha.
POR
THOHMERET GLIS
Pliarniaccntico
EX-1NTERNO DOS HOSPITAESDE PARS
O SHERRY-KINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de bospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicarlo Disto
que offerece todas as garantas que debalde
se procuram nos productos desse genero em
que MITAS VF.ZES SESACRtFICAM AS QUALIDA-
DES TlO ESSENCIAES QUER DO VINHO, QUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da especulacAo (Ver Guia das Aguas
Mineraes. to Dr. CONSTANTIN JAMES,
7. edifio.
UiNICO DEPOSITO
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOMED & C.
Rua Larga do Rosario n. 34.
DROGARA HOMEOPATHICA
DA
ViuvadoDr. Sabino O. Lud-
Caw^

'
Nenhuma machina
Singer legitima se
nao levar esta marca
bracp da ma-
fixa no
china.
Para evitar
faccoes notem-se bem*
todos os detalhes da
marca.
MACHINAS DE COSTURA
A MACHINA
DE
MANUFACTURING COMPANY
Machinas vendidas em 1871. 181,260!
Excesso siflirc tudas as oulras companhias. 52,734.
De certo os nossos leitores lio de perguntar se isto nSo 6 jactancia e ostenta^r.
A sso responderemos que estes algarismoseos dados abaixo sao recompilados sob jura-
mento, pois foram tirados dos relatnos ofliciaes dos diversos fabricantes de machinas e
costura nos Estados-Unidos.
Em 1870 vendeua Siuger Mlanufacturing i ompany
126,(67 machinas mais do que a companhia Tarhom.
J. Dhibaut de Pars
Cnstrnc(or e afinador de pia-
nos.
Ex-afinador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das officinss da casa
Alfonso Blondel.
33Rua do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico
desta cidade, que tem aberto sua casa de concer-
tos e afnacSes de pianos, qualquer que seja o es-
tado do instrumento : rua do Imperador n. 33.
% Consultorio medico %
% DO $
125,413 Finlile e Ivon.
124,273 X Duas machinas imperiaes
122,027 <( Aelna.
118,921 a '.od Medal.
113,260 American Button hole.
110,173 ' n I'lorenee.
98,831 i< \> ilcot & Gibbs.
92,831 70,431 Grover & Baker.
52,677 Ilowe.
44,625 Wheeler & Wilson.
RUA HA CRUZ N. 26. 2^ ANDAR.
I

gero Pinho.
ce m
2
l
Recem- chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Especia lid-idej.=Molestias da pelle, de
crianra e de mulher.
Emprega no trataroento das molestias
de sua especialidade as duchas fras e
baaos a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em
jfl pregados na Europa.
Jf Tambem applica com grande proveito
s. no tra lamento das molestias do tero a *
'M electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
0 pier. Cura por um processo inteiramente G
J novo as blennorrhagias e sobre ludo a O
Q (gotta militar) dispensando as iujeccoes. \j
Attenoao
100^000.
Gratifica-se com esta quantia* qualquer pessoa
que agarrar urna mulata de nome Balbina, baixa,
eheia do corpo, cabellas cacheados e ralos, tendo
sido cortados ha tempos, e i resentemente amarra,
rosto curto, com urna pequea cicatriz em urna
das sobrancelhas e outra em urna das maos pela
parte de dentro que nao uude bem abr-la, e
tendo sido amasiada com um soldado do 2, foi
presa na fortaleza das Cinco Contas. e andou f-
gida em fioyanna, Iguaras e Itamarac com o
nome de Mara : quem a pegar leve-a ao Caminho
Novo, em casa do Sr. Joaquim Luiz Goncalves
Penna, ou rua do Visconde de Govanna n. 89.
Os algarismos que cima apresentamos mostram primeira vista o maravilhoso
crescimento da Singf r Manufacturing Company, e mostra que todos os seus rivaes fica-
ram muito atraz delles, e que a fama e popularidad^ destas machinas vai sempre cres-
cendo e estendendo-se mais a mais.
Sao possivel negar que esta superioridade as vendas devida superioridade d-
contestavel destas machinas, porque o publico, o juiz mais imparcial nesta materia, sabe
logo discernir a machina superior das inferiores e das imitar6es.
Tinguem recusou a estas machinas urna grande superioridade, porm muitas casas
de machinas tinham por costume dizer que estas s serviam para fabricas e que nio erara
proprias para costuras de familia. E' um erro manifest : Singer, Manufacturing &C,
fabricam mais de vinte qualidades de machinas, desdi* a machina que trabalha a mo e a
p at aquella que serve para o mais forte trabalho de selleiro e correeiro.
A machina de costura de familia tem sido o maior triumphoe a extracto destas foi
to grande que hoje vendem-se ellas por 80^000, quasi a metade do preco por que foram
vendidas o anno passado.
Hoje a Singer Manufacturing Company fabrica 5,000 machinas por semana, e ,
grabas a esta grande fabricado, que ella pode hoje satisfazer as importantes encommen-
das que lhe sao dirigid de todas as partes do mundo. No Brasil existem numerosas
agencias que a ella s constitue um importantissimo ramo de negocio.
NICA AGENCIA
EM
43 Rua do Bario da Victoria 49.
~v Contina esta antigarasa a ter sempre venda
os melhure* medicamentos hoineopathicos em gl-
bulos e tinturas, tanto em carteiras como em eai-
xas, de diversos lmannos, pelos seguintes precos
fixos :
Em glbulos Em tinturas
1 carteira ou caixa de 12
medicamentos
1 dita dita de 24 ditos
1 dita dita de 30 ditos
1. dita dita de 36 ditos
1 dita dita de 48 ditos
I dita dita de 60 ditos
1 dita dita de 120 ditos
Tubos avulsos de qual*
quer medicamento
Vidros avulsos rdem
Opodeldoc de Rhus, de Brvoni e para rbet
matismo.
I0J
IK
204
244
304
344
304
500 rs.
140(10
124
244
284
32|
40
M|
mt
14
24
A quem interessar
Pereira da Silva & Guimares, proprietarios da
loja do Pavao, previnem pelo presente a seus fre-
guezes desta prava, que se acham com seus dbitos
atrasados, que se nao saldarem os mesmoa at o
dia 30 de oulubro do corrente anno, trataran de
cobrar judicialmente, nao tendo contemplacao com
ninguem.
Recife, 24 de setembro de 1873.
A CASA AMERICANA
45 RUA DO IMPERADOR 45
""mmIsIbaratas
Na loja de Soares Leite Irmos, rua do Barao da
Victoria n. 28.
pellica com pequeo toque,' Espi-lhos de moldura dourada, de todos
os tamanhos e precos.
PEKFl MARAS E MIUDEZAS.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
Lnvas de
a 200 rs.
Abotoaduras para collete, grande sorti-
mento a 20 rs.
Caixa de linha de marca, a 200 rs.
Lamparinas gaz, dando urna luz muito 19000.
de cordo imperial, a
osso para calca, a
linha, 200 jardas, a
- Aluga-se a casa rna das Flores n. 33, pro-
pria para qualquer estabelecimenlo ; a tratar na
rua da Umo n. 53.
HiHOiria!!
-
4 commercio
Joaquim de fiooza Palva avia ao corpo com'
marcial que comprou a Francisco Paalino Lopea
de Altnetda, a na taverna sita i ru do Rosario
da Boa-Vista a.. 11, iivre esemliara{ada d qual-
quer debito. Se alguem julgar se eom direito a
v
qual nio se attender ntitmifi alguna.
Recife, 24 de setetu&ro de 187
Thesoaro homeopatalco nn Vatn.
aeeum do Horaeopatha, pelo Dr, Sa-
bino O. L. Pinho, 3' edicao accrescentada e me*
Ihorada.
rcejaen suia homeopnthico, cooten-
do as indieaedes neeetsaras para o emprege
dos principan remedios bomeopathico*
Defterip^aa e tratamento das febres
cxoatbeaaatieaa (baxiga, aarampas, es-
carialina), acompanado de um artigo sebre
erysip*la, te.
DeserlpfAo, hyprione m tratamento
da febro anaarella.
Bolas de borracha
Vendem-ae de toen 69 taaaohot A na Duque
de Cixias b. 63, n Nova Esperanca.
Respondenio aos senhores \lguns Maeons
que, o infelir A. P. Goncalves, Gr.-. 14, pertence
loja Seis de Marco de 1817 ; recorren s : Con-
ciliario, Uniao e Beneficencia, Realade, Seis de
Marc;o de 1817 e nio sei se a mais algumas. O an-
nunciante s voltar a fazrr justica -, e nio a
satisfazer perguntas ;-quera desejar esclarec-
raentos dirija-se ao paciente, roa dos Pires n.
10, ou referida loja Seis da Margo de 1817.
O caridoso Xem raagon uem jesuta.
Sociedade recreativa juven-
tude.
De ordem da presidencia convido os senhores
socios a se reunirem domingo 28 do corrente, s
6 1|2 boras da manha, afim de em assembla geral
tratar-se de negocios de infere'se da sociedade.
Secreuria da sociedade recreativa juventude, 2k
de setembro de 1873.
Vulpiano BaptisU
! secretario.
boa, a 19000.
Duzia de pe^as
240 rs.
Caixa de botOes de
200 rs.
Duzia de carreteis de
600 rs.
dem idem 60 jardas, a 240 rs.
Mago de fita chiheza, a 800 rs.
Caixa de linha com *0 novellos, a 500 rs.
Meios aderemos com camafeu, a 500 rs.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 19000
Potes com dita ingleza, pret8, a 100 e
160 rs.
Caixa de pennas Perry, muito boas, a
15000.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs
dem idem forrados, a 700 rs.
dem com tnico de Kemp, verdadeiro, t
19000.
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a lfOOO.
dem idem divina,.a 19000.
dem i'lem Magdalena novidade) a
19200.
Caixa de pos para dentes, a 200 re.
dem idem de pos cbinez, muito bom, a
500 rs. e 19000.
Pote com opiata de Kieger, Rimel e Gros-
nel, 19000.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 29200.
dem idem com Odres, a 19500.
Sabonetas Glvcerino transparentes, a
19000.
Caixa de papel amisade, beira dourada,' Caixa com sabonetes, formato de fructas,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talher^s cabe branco, 2 B., a
59000
Resma de papel -pautado, a 49000
e 59800.
100 e
Ahiga-se urna pequea casa nova muito
fresca, propria para pequea familia de 4 pessoas,
com copiar na frente, edificado deutro de um
grande terreno eom alguns arvoredos de fructo e
pato dos bon-ls. tudo per 17*000 mensaes, na
rna da Fundicao, em Santo Amaro, passando a
ria n 29 do Sr. Saldanha : a tratar na ra de
I '.Trmenlo n. C, loja, ou na rea do Lima c. 10,
j mesmo lugar de Santo Amaro.
a 19000e 19500.
Cosmticos, graudes e pequeos, a
800 rs
Frasco com agua de colagne, a 200, 8iO,
500 rs. e 10000.
Extractos muito fiaos dos milboresau-
Idem idem liso, a 29800, 39800e 59000. tores.
Coques modernos, a 39000. Lindas e elegantes caixinhas com perfuma-
Dnzias de pe$as de t-angas de caracol rias, proprias para presentes, dos autores
branca, a 400 rs. E. Codray, Rif5gr, GII Frer,etc.
Idem'idem lisas, a 200 rs. Quadros com santos e astampas separa-
Leques de osso e sndalo, a 29000, 49 das.
e 69000. Entrcmeios e babados transparentes e ta-
nta de velludo de todas as cores e laru- pados.
ras. Urna grande taboleta propria para qutt-
Microscopios com 12 vistasja 69000. quer loja.
BOHECAS.
Booecas de ora, idtm borracha e bolas de todos os tatsauhes, candieiros a fez,
objectos de porceilana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas de mae
para costura, transparentes para janeas e nm completo e variado sortimente do reiude-
zas, que se tonta longo mencionar.
Roa do Barao da Victoria n. 28.

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Icario de Pefnambuoo Quinta fofo* 25 de Setembro de 1WS.
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Madamo Potellwl, imAM '
R.iila (\i\ Pan-, a* >c*fM
'ln_lburJ||liiti;i ni i la, que i
r .iiewiruondnr 4* >*,(+*<<*
o &' nTf"us tRniRlis ll 1H1
a-.-nu ruin i de vi'-ii.!u>, |i.i!.ui"/i-s i- in u.ibji'.-l
qtM cumplUtB 08 vestuarios das eu horas.
\. II llim Nova14
SEGUIDO AtfDAR.
'ir : un
".* foriliti n.
'-Ofi*^ <\f&Z
iihar .- na rus 1 :>
Precia-se d urna
urn.T qnec^tinheocona-
'ii n
rpi
rir.i 149.
Cun-
Professor.
Orna pessftil comnetentemento habilitada pr.>-
poe-se a eiiinar priiiusiras letras r j>reparatri"s
m qualquer engenho: a tratar na ma Invita
n. 88, botica._________<______\
CASA DO OURO
.tas r>:OOOrOOO
Bilhetes garantidos
fua do Boroo da Ficorta (outr'ora Nova)
n. 65, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seos
muito felizes bilhetes a sorte de 5:000|(K)0 em
dous meios de n. 1801, e a sorte de '00000 em
quatro quartos de n. 1804, alem de outras sortes
menores de 10*000 e 20*000 da lotera que se ac
bon de extrahir (67*); e convida aos possuido-
res a virem receber, qne promptamente serlo
pagos na forma do costume.
0 inesrao abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
anouncios.
Achira se venda os muito felices bilhetes ga-
rantidos da 6' parte da lotera a beneficio da
imperial capella da Estancia, que se extrahir no
da 3 de oulu'ro prximo vindouro.
Frecaa
Inteiro 6*000
Mein 3*000
Quarto 1*500
c OO&OOO para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 2i de setembro de 1873.
____________Joo Joaquim Costa Leite.
Banhos salgados em Olinda.
As pessoas que tiverem de ir passar o verao
em Olinda podem fcilmente ter agua e gaz em
suas casas, visto a companha Santa There a man-
car fazer as canalsacoes respectivas mediante um
aluguel raensal muito mdico.
1 >i [li i 1 como em Olinda o transporte d'agua,
r causa das ladeiras existentes, alm da falta
le conductores e pouco asseio aas vailhas em
que geralmeute conduzida.acanalisacao nos pre-
dios de grande vantagem, resultando anda nao
rquena economa, tendo-se 15 baldes (grandes)
agua diariamente por 220 rs, quando no verao
vendido muitas vezes por esse inesino preco 1
pequeo balde I
Para informaos e ajuste na fabrica do gaz em
Olinda, todos os das das 7 horas da manha as 6
da tarde.___________________________
Criado
Na ra da Alegra n. 40 anda se precjsa de um
t'rado que d fiador sua conducta. _____
* ti r^'*"
* '! 1 do qu:!
ffi. L* adir..
iwrava para 't>ii
Tin luna ama par*
-.li: |.i-s-ua>: -'i..-
;::tel ili ; 'icw, .-i' :. n
Precisa-sc ilti una ama pa-
ra o ser i';'i interno lo urna
casa de familia com posta de
las pessoas : na ra da Cai'cia-nova n. H.
VMA
AMA
Precisa-so de um.'i
L'riio ii. '7.
n;i ra ln
Precisa-se de una ama para todo o
servico de casa de duas pessoas,
preta, forra ou captiva : na ra da
Imperatriz n. 10, I' andar.
AMA
Ama
Precisa-se de urna para sozinhar
tratar na ra do Crespo n. 20. loja
CRUDO
Precisa se de um criado para copeiro e mais
servico de casa de homem solteiro : a tratar na
ra ao Mrquez de Olinda n. 35. ^^^^^
Atienco
illSIIIHI.
Precisa-se de uma ama para conzinliar e
comprar para duas pessoas, preferindo-se
escrava, que seja perita cozinheiro, pa-
gando-se a quantia cima : a tratar no pa-
teo do Hospital n. 28, 1. e 2.' an-
dares
Ainda se precisa de uma ama escrava ou
forra para cozinbar e ensaboar. para ir para Casa
Forte : a tratar na ra da Penha n. 25.________
Precisa-se de orna ama que lave e
engrane para duas pessoas, e mais
ser vico de casa : na ra do Hospicio
AMA
numero 50.
Precisa-se de urna ama que saiba comprar
e cozinhar : a tratar ua ra Duque de Caxias n.
18, 2 andar.
Precisa-se de uma ama para casa de ho-
mem solteiro : a tratar na ra de Gervasio Pires,
taverna.
4tyi! Precisa-se de urna ama forra ou es-
luid crava qUe ensabe e engemme para
casa de familia : a tratar na praca da Indepen-
dencia n. 5.
AMA
Precisa-se de uma mulher para co-
zinhar em casa de homens solleiros :
i. na ra Duque de Caxias n. 75, lo,a.
Precisa-se de dnas amas, farras ou escravas,
tara cozinhar e eugomnar : a tratar na ra do
laro da Victoria n. 50 1 andar.
Ama de leite.
.Precisa-se de uma que tenha bom leite : a tra-
tar na ra da cadeia do Recife n. 37 armazem, ou
no Carainho Novo n. 155.
AMA Precisase de uma ama
ADA mar, preferndo se escrava
conde de Itaparica n. 32. ____
para engom-
na cua Vis-
Bom local.
A loja do predio da ra Marrilo Dias n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
presta-se a qualquer negocio de fazendas, miu-
dezas ou moldados, em grande e pequea ecala.
A safra do assucar est prxima, e e indubitavel
o bom resultado de quem alli se estabelecer. E'
commodo oaluguel e tambem se faz arrendamento
como melhor couvier, tem gaz, agua e apparelho
p Drai nage, e nada deve de impostos : a tratar
erua do Imperador n. 81.________________
Aluga-se um sitio na Estancia, perto do rio,
e muito proprio para mocos solleiros ; e vende-se
eu aluga-se neste mesmo sitio uma mobilia com-
pleta, e tudo mais necessario para o uso domesti-
co, conforme se convenconar : a tratar na ra do
Marques de Olinda n. 36, armazem.
uta*. Kk .-**'.vs*" *mwi
*Q, O tenente roronel Jos da
Silva Pessoa, seus filhos e
cunhado, agradecem cor-
dialmente a todas as pes-
soas que se dignaran) acom-
panhar a seu ultimo jazigo
os restos mor'aes de sua presadissima esposa, mi
e irm.i D. Henriqueta Barbosa de Lucena Pessoa, e
de novo convida os para que se dignem assistir a
missa do 7." da que ter lugar na igreja S. Fran-
cisco sabbado 27 do correute as 7 ho ras do dia,
pelo que se confessam desde j eternamente
gratos.
IIIIIII II II 'I I I
Laurentino Jos de Farias Siraoes, Secundi-
no Jos de Farias SimSes e Manoel Ferreira Diniz,
tilhos e genro do finado Manoel Jos de Farias Si-
mdes, convidam a todos os seus parentes e arnigos
e aos de sea finado pai c sogro, para assistirem a
missa de tequien que mandara celebrar no dia 27
do corrente as 7 1/2 horas da manh na igreja do
convento do Carino, stimo dia do seu fallecimento,
e desde j agradecem do intimo d'alma a todas as
pessoas que se dignarcm assistir esse acto de
caridade.
Manoel de Abren Macedo rurdialmenie agrade-
ce a seus irmaos da matriz da Boa-Vista e mais
amigos que se dignaram comparecer aos ltimos
suffragios de sua presada consorte, acompanhan-
do-a ao ceraiterio, e ao mesmo t !mpo'convida-os a
assistirem as missas do stimo dia (quinti-feiraSo
do corrente), as 8 horas da manha, na mesma
matriz da Boa-Vista.
MOMA
Est enconracado !!!
M.i-se m, lllm. :. i'idle do XaW^|i ri.in jiruviiicia, i
rf i'ir a un l)iii(W> (1^ .ixia" li. i'fi, con-
.uir a u -lie negocio que 8. S se couiproineUeu a
realisar, pela tereeira chamada deste jornal, em
ilns de dezembro de 1871, e depon para Janeiro,
passou i fevereiro e ahril de 1872, nada cnwprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
ira, (mis S. S. se deve lembrar que este negocio
ie mais de oito annos, e qnando o Sr. sru fillio s
vliava posta cidade.
A> ixusou que tem pretendido estabelecer-
se nq terreno devoluto que tica nos fundos das
casas ns. 18 o 20 da ra da Florentina, onde exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limilase at
ra de Santo Amaro, podem entender-se com o
droprietario na ra do Hospicio n. 35.
$*-* mmmmm-mmmmm
I CONSULTORIO
MEDICO-CIRRGICO
DO
Dr. J. M. Carla
Rna do Mrquez de Olinda n. 26, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas s 11 da manha.
Chamados a qualquer hora.
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ft
*
O

Liqoes de piano.
Urna senhora portuguesa, chegada ltimamente
de Lisboa, offerece-se para dar licSes de piano em
casas de familia e por preco razoavel : podendo
dirigirse ruada Aurora n. 5, primeiro andar.
Locado de sitio.
Aluga-se um terreno, com casa de moradia
que tem duas salas, eozinha fra, e quatro quar-
tos arejados, na ra de Paysand, estrada da Mag-
dalena, defronte da estrada qne vai para o hospi-
tal pertuguez: procurem ra do Duque de Ca-
xias n. 50, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nha s 3 da tarde.
^ Consultorio homeopa- $
thico
41-
Do
Dr. Santos Mello y
-Ra do Imperador------41 |
Consultas todos os dias das 11 1 da I
tarde.
Grati' aos pobres. i
Residencia ra Nova n. 7, segundo ^
andar, onde d consultas das 6 s 9 da
manha e das 3 as 5 da larde. IfS
?

^ Chamados a qualquer hora.
W
AiENCO
Fugio do abaixo assignado, no dia 6 de Janeiro
do corrente anno, um mulato de nome Miguel,
bem claro, cabellos pretos sollos, olhos amarcllos,
rosto comprido, nariz alto, dentes perfeitos, altura
e corpo regulares, buscando idade de 21 a 25
annos, um tanto pachola e ladino no comprar 6
vender, levou algum dinheiro : recommenda-se s
autoridades policiaes e capites de campo, espe-
cialmente a Joao Bandeira de Mello, de Caruar,
sua apprehensao, e levaremno ou avisar ao abaixo
assignado, que seio bem recompensados S. Ren-
to, comarca de Porto-Calvo, em Alagoas, 16 de
setembro de 1873.
Francisco Ignacio de Paula Medeiros.
!!! E na verdade vos digo !!!
Se nao tendes feito uma refeicao confortavel,
como podereis achar prazer nos passeios, nos es-
pectculos, nos bailes e na sociedade emfim ? I
. E na verdade vos digo que um estomago vasio
a peior recommendacao que podis levar para
o seio de vossos conhe 'imentos I
E lembrai-vos de que s o espirito torna agr-
davel a convivencia, ainda a da ir.ais impirfeita
creatura material
Tomai pois o nosso conselho : urna pequea
refeicao, tomada de preferencia na confeitaria do
Campos vos pora ao nivel do qualquer hiles Janin.
E dito isto, vos tomamos em espirito para vos
dizer que temos um sem numero de pastis, doces
e bolos! Refrescos ge'ado? e mais bebidas de
todas as qualidades e em qualquer quantidad*-1
E porque entramos em quaura calmosa que
vos dirigimos esta supplica em bblico estylo, es-
perando que bem vindos sejaes
Confeitaria alo Qampos
\ Ouem mais tmwk cflcrcce ?
lncontestavelmente a loja de calcado5Jestrangei-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexe, o PARS .NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (ar
tiga do Queimado) e a razao ? a razao simples
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
in:ommoda quando, para comprar um par de bo
tina?, v-se toreado a experimenta-la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma
carronico) nao podendo desla forma conhecer se
a bolina lhe lica boa, pois, nao tem espado para
experimenta-la, ao menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogo ao immun-
do ladrilho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, ento quasi impossivel, que utua se-
nhora (do bom tom) queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um baleo, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar : o
Pars na America nao resente-se desla falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alli poderao estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam a> i as vantagens ou commodos
do Pui-i' n America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tamben) no bom sor-
timento de botinas para hornens, dos melhores e
mais afamados tabncantes da Europa, como Me
lies, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapatos. assim tambem um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitas quatidades ijue poderao saiisfazer a esco-
ma da mais capichosa senhora (do bom posto) ;
pelo que fica expendido, est claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Pars na America, ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, amiga ra do Queimado
Precisa-se de um moco que tenha pratica
de servir mesa nos hoteis: a tratar no hotel de
Bordeaux. __________
luga-se
Aluga-se uma casa no caminho da Casa Forte,
com 2 salas, 3 quartos, cosinha fora, o um peque-
o sitio com arvoredos : quem pretender dirija se
a ra do Mrquez do Herval, n. 31, antiga Con-
cordia, que achara com quem tratar.
Olinda
No hotel da ra do Commercio n. 63, aluga-se
quartos para quem quizer passar a festa ou tomar
banhos, por precos razoaveis.
Ben'o de Barros Feij, como testamntelo
do fallecido Tranquelino Candido da Silva, pedeja
todas as pessoat que tem concertos na lojalde
chapeos ra de Marsilio Dias n. 61, que venham
busca-Ios no prazo de tres dias, do contrario pre-
dero o direito.
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Precisa-se de uma ama para t lo o servido
de urna casa de comprare cozinhar, forra ou es-
crava : na ra Duque de Caxias n. 22, 2 andar.
Jos Pinto Tavares, vulgarmente conhecido
por Jos Aranha, avisa a seus freguezes de Goyan-
na e aos desta cidade, que d'ora em diante suas
viagens sero contratadas na travessa do Mrquez
do Recife, na cocheira das vaccas, onde tambem
conlina a alugar carros para viagens, tratndo-
se com antecedencia, uSo s para Goyanna, como
tambem para Pedras de Fogo._______________
Sitios para alugar.
Alugam-se dous titios perto da estacao da casa
amarella, ladeira dos mudos, com commodos para
grandes familias : a tratar na ra Primeiro de
Marco n. 16, andar.
Casa do campo.
Offerece-se, quem quizer faier os concertos
lecessarios, o arrendamento por alguns annos de
gra^a, da excellente casa sita na Porta d'Agua,
que foi do finado Dr. Joaquim Pires Carneiro
Monteiro, passando-se escriptura para maior se-
guranza. A localidade muito salubre, e a casa
muito "fresca, tem magnifico banho de agua do-
ce em frente, c muito commoda, visto que o
trern para defronte : quem pretender pode diri-
ir-se ao Sr. Francisco Carneiro Monteiro, em
Apipucos ao Sr. Francisco Ignacio Pinto, ra do
tom Jess, ou ao Sr. Cannan, ra do Commer-
;io n. 0._______________________________
Aluga-se um sitio com bastantes arvoredos,
boa casa de vivenda, com banho doce e salgado
roximo ao mesmo sitio : a tratar na travessa da
ladre de Dos n. 12.
Attencao.
O abaii) assignado faz sciente ao publico em
eral qne nao faca negocio algum com o eseravo
cente, erioulo, de 16 annos de idade, pertenceo-.
te a Francisco Cimillo Linhares, morador no en
genho Garaelloira, do termo do Rij Formoso, por
se achar dito eseravo empenha lo ao abaixo assif-
nado, oela quantia de (:2O0000 e juro* a cor-
rer.
Rio Formoso, 17 de. setembro de 1873.
Manoel Affonto Aquintfe Atimquerque.
Eseravo fgido.
Desappareceu de casa do abaixo assignado, no
dia 23 do corrate, o eseravo pardo, de nome
Trajano, de estatura regular e bastante plido,
pois soffre de frialdade : quem o apprehender le-
Te-o A roa do Vigarfo n. il, que ser recompen-
sado.
Domingos Alves Matbeus.
Do engenho Tapugy de Cima, da comarca
do Cabo, ausentou-se o eseravo Joaquim, da idade
de 11 annos. cor preta, alguma cousa descorado,
olhos brancos, levou vestido camisa e ceroulas de
algoio azul, o mesmo eseravo foi comprado nes-
ta praca ao Sr. Ottoniel Ferreira de Siqueira Va-
rejo, quem o pegar dirija-se ao engenho cima
dito, ao seu enhor Manoel Joaquim Cavalenn'e
de Albuquerque ou no Recife, ao escriptorio
de Jorge Clem-nte de Borba Cavalcante. na ra do
Apollo n. 23, que ser recompensado.
Aluga-se uma boa casa bem mobiliada e
om bonds a porta, no hairro da Boa-Vista : a
jalar na ra do Baro do Triumpho n. 56.
Attencao
Quem precisar de boas amas, assim como de
criados, dirija-se ao pateo de S. Pedro n. 3, loja
Aiwa se uma casa terrea com grande sotao
deBtro, no Recife, becco dos Burgos n. 22 : a tra-
tar na ra do Vigario n. 33 com Joao Jos da Cu-
Lages._____________________
nla
Attencao.
Constando que se pretende vender ou hypothe-
car um terreno com oito meiaguas, sito no Cam-
Vcrde, previne-se a toda e qualquer pessoa, que
esse te reno com as ditas meiaguas sao bens de
orphos, e que por conseguinte ser nolla toda e
qualquer transar cao quo sobre elle se tenha feito
ou se pretenda fazer, e contra a qual protesta-
se desde j.
Recife, 22 de setembro de 1873.
Um dos interessados.
MEUROiW.

aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON Jfc 0., e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON a- C.
5.5/. ri
Hv-l
iS!
100#000.
Contina a eslar fgido o eseravo Manoel, que
d6 Joao de Souza Dias Vallado, que est em
Fernando de Nuronha, tem os seguintes signaos:
cabra, andar descancado e eabeca haixa, estatura
regular, intitula-se como livre e anda rom uma
guia falsa : quem q apprehender e o levar ao lar-
go da Assembla a. 17, tera a recompensa cima
Precisase fallar com os Srs. lente-coro-
nel Joaqnim Cavalcante de Albuquerque, senhor
do engenho Paulista, Vicente Bacellar e Dr. Luiz
Lopes Castetlo Branco, a negocio que Ihes inte-
ressa : na ra Duque de Caxias n. 44.________
Julio Gomes da Silva, commandante do vap T
Slandak. temi encontrado nome igual, para evi-
tar equvocos, d'ora em dianta assignar-se ba Ju-
lio Gomes da Silva Nevos. Recife 24 de setembro
de 1873.
FUNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRll H. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS enhores de eDgenho e outros agricultores, e empregadores de m
ninismo o favor de orna visita a seo estabelecimenlu, para verem o aovo lortimcnio
ompleto qoe ahi lem; sendo todo soperior em qoalidade e orlidao; o qae com a ins
necio pessoal pode-se verificar. .
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
iTAAiiAfl a wnAaa Alatrna do8 mais mo1ern08 sy^temas eem ta-
VapOrGa O rOUaS U agua maQho3 convenientes para as diversas
lircnmstancias dos senhores proprietarios e para descarofar aigod5o.
lf...j.. j_ de todos os lmannos, a^meloores qce aqni
Koendas de canna exi8tem.
Rodas dentadas -*'*
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
"noluVemno para mandioca e algodao,! Podendo'todos
iUaCulDlblJlUb e para ferrarmjdeira. (ser movidos a mao
nrtniLOB (por agaa, vapor,
"lOIflOttS de patente, garantidas........ lonanimaes.
rodas as machinas p ** *.
Faz qualquer concert *-** ** ^
Formas de ferro > "U>'"" i!"e' mw-
gnonmiMAnrlofi Incumbe-se de mandar vir qna'qcer machinismo von-
nCJinnioIluaB. tade dos dientes, lembrando-ihes a vantagem de azerem
cas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qoalquer necessidade pode
-'ti prestar auxilio.
Arados americanos WTmW0'grico'"-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
K m do Barao do Triiinipho (ra doBram) ns. 100a \U
CARDOSO dfc IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
Vapores de torca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
CaldeiraS de sobresalente para vapores.
MoendaS inteiraS e meias moendas, obra como .mnea aqai veto.
TaixaS '.fundidas e batidas, dos melhores fabricantes.
Rodas d'agua Com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
Rodas dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0g0S e apitOS para vapores.
JDOmbaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
FoimaS para aSSUCar grandes e pequeas.
nrvnnrrra concertara com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
VAHIU51WJH sua fabrca hm montada> com grande e bom pessoal.
tfTxnnmmonAn* mandara vir por encommendada Europa, qualquer machinismo,
CiU^umuieuutta q m couespondem com uma respeitavel casa de Londres
a com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
ditas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CA RDOSO & IRMA O._________
Ktesnllorio medico firargifo
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0 Dr. Americo Vespucio. ^
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Ra lo Rom Jess, auti^a
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da Cruz n. 'Hi 1 andar Xi
Chamados a qualquer hora, e para *
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Gratis aos pobres.
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Antigo gabinete de seu pai, roa
do Rosario n. 20.
Cura de hydrocelles sem injeccao
com punecao apillar.
Abertura de abeessos e extracorto de
t derramamento serosos, pelo aopirador
t de Potain.
G. A. Schnorbusch.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Rrianica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachuellos.
Demcratas. *>
Suspiros.
Conchas.
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Principe de Bismarck.
Trabucos
Bahas.
Deposito em Pernambuco no armazem de uiia
& Manta, ra do Mrquez de Olinda n. >

Aluga-se o 3o andar do sobrado da roa du
Vigario Tenorio n. 20 : tratase na ra do Amorim
n. 37, com Jorge Tasso.____________________
Por 300* vende-se um bom piano de arma-
no, usado, com muit > boa voz : na ra do Vis-
conde de Goyanna n. 129, das 5 horas da tarde em
diante. '_________________
Vendedeiras.
Precisa-se de mulheres livres ou escravas que
se aluguem para vender com taboleiro : no sitio
da capella, na Mangabeira, estrada do Arraial.
tlenco.
Precisa-se de uma criada, prefere-se estrange
ra, para servico de duas pessoas : a tratar na ra
do Hospicio n. 59.' ________________
Caixeiro
Aluga-se ou vende-se uma casa com 3 ja-
nellas e uma porta de frente, 2 salas, 1 gabinete,
8 quartos, eozinha, uma estribara, quintal mura-
do coro portlo, e tendo alm disto dous copiares,
um na (reate e outro airaz, signada na ilha do
R-itiro, margem do saudavel no Capibarihe : a
tratar na roa do Araglo n. 12, ou na do Duque
de Caxias, loja n 75.
Urna pessoa competentemente habilitada se
offerece a entinar em qoalquer engenho prximo
via-ferraa do Recife a S. Francisco, gratuita-
mente : para informacoe* nesia tvpographfa.
76 lotera das matrizes e alr
faias 188.
Perdeu-se o bilhete inteiro n. 3440 da lotera
cima : quem o achou e quirer restitu lo, pede-
r laze-lo na rna do Au.orim n. 37, escriptorio de
Tasso Irmaos & C, que ser gratificado. Tendo-
se j feito o devido aviso para a tbesouraria na
Corte ; no caso do ser premiado, s de valor
para ;eu legitimn dono.
Casa para alugar
Na ra do Hospicio n. 31 : a tratar ua mesma
roa, taverna n. 26.
Aluga se a padaria do Ohora-meuinos com
todas as pertehfas, por preco commodo, em boa
local idade, ptima nra principiante.__________
Saques para todas as Hades e
villas de Portugal.
Carvalbo Nogueira, saccam sobre O
banco commercial de Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades s illas de Portu-
gal, qualquer quantia i vista ou a prazo e
por todos os paquetes; i ra do Apollo
n. 20.
Carros de luxo.
E" inqnestionavel que a eochera da ra do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem ai melhores berlindas. caleras, meias ca-
leras e victorias de luxo, propras para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
parelhas de animaes, arreos luxuosos e boloeiros
Papel de liiilio viada
a
3*000
a resma, o verdadeiro papel de linho grosso mar-
ca viado, proprio para cigarros de polica, para
os Srs. fogueteiros, e para outros muitos misteres:
s no armazem de Jos Domingues do Carmo e
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se; ~.- ^rT'"dre de Deus n 10 K
convida ao publico a vir por s mesmo sc.ei.tifi- S!>va> a ra da Macire Qe ueus o. iu a.
car-se da verdade do que dexamos dito, certos de (J VerdaCieirO lUmO 0.0 110
Novo.
sim realidade e
que nao encontrarlo pomada, e
commodos precos.
Para barba.
Para evitar os ardores da Darjflti, causados
pelo sabo commum eom que e faz a tirba, re-
ceben a nova esperanza roa Duque de Caxias
n. 63, uma nova pre[>src.ar> denominada ole*)-
phane a qual o melhor que se p le Jesejar
oeste sentido ; a ella, antes que so aeabe Ire50
do frasco IJIQOQ.
Aluga-se o 3* e 4* andares do sobrado da ra
lo Amorim n. 17: a tratar na mesma ra n. 37, no
Hcrptoro de Tasso (raos A C
5*'
a.
Na roa d'Alefra n. 40, precisa e alugar orna
negrinha de 12 a 16 annos para andar com uma
menina.
No armazem de Jof Domingues do
Silva, ra da Madre de Deus n. 10 A,
de fumo.
Carmo e
armazem
Gaz
de D.'Vis a 3*800 a lata no armazem de Jos Do-
mingues do Carmo e Silva, ra da Madre de
Deus n. 10 A, armazem de fumo.
Boa casa
a festa.
para
Aluga-se uma excellente casa no Monteiro, tra-
vessa do Xsto, a qual soacha em muito bom es-
tado de limpeza : a tratar na ra Primeiro de
Mareo, amiga do Crespo n. 10 A, loja de Oorgel
do Amaral & C.
Precisase de um caixeiro com pratica para ta
verna, de 16 a 18 annos de idade, preferndo-se
portuguez ou hespanho : a tratar na ra do Ban-
gel n, 3.
ATTENCAO.
Os devedores ao hotel oriente, ra Nova n. 52,
comparecam a pagar suas eontas at o fim do mez
corrente, se nio verao seus nomes por estenso
publicados.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Ra do Commercio n. 6, I.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
A) Minho, em Braga, e sobre os seguintes
^gares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Ve*.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilhi.
Faro.
Guarda.
Guimarics.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella. i
MoncAo.
Ponte de Lima.
Porto. jtt| .
Tavira/
Valpassos1.
Vanna doCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalic&o
Villa Nova do Portimao.
Villa Real.
Vizeu.
Valen^a.
Figueira.
Aviso
Lehmann (reres vendem em seu escriptorio a
'ra Primeiro de Marcon. 16, i* andar, libra ster-
i Cuse moedas de ouro de H e **#

L


V


-----

aWfefaMmn&iift QititeJDSft 25 fcfiefcaiMb <-4e -MM.
Afwpe.
4o Parata ora li_
"Minore o qual lem cinco talhns, batanea e pe-
na: a tratar na na & Crespo, lo i a do Passo
a. 7, junto a arco de Santo Antonia
AJoga-se o bem |0 acou-
r a pateo 4o Paraito com balco de pedra
Precisa-se
de urna escrava ara todo o servro de ama casa
de familia ; ua rna do Hospicio n. 49.
Garanhuns.
Na coa do Bario da Victoria n. 36, precisa-*
Har tos Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto'i
Jos Ps da Silva, a negocio de particular inte
Toisollorio raedicwiranico
DE
g A. B. da Silva Maia.
!# Ra do Visconde de Albuqqerque n.
* .11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados ; a qualquer hora.
Consulta: Aos pobres gratis, das 2 s
4 horas da tarde.
g DEVTISTA DE PARS
19-RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame-
racer a confianza dos 2
clientes da casa, e do
respeitavel publico em
geral.
?:
*
.-."
i-''


...
5*

-v. .jm,
CASA.
ra
Noduvidem
S na ra do do Creeporj
207 loja de Ghiilherme
C. que se podem vender
as fazendas abaixo, pelad CH^M
preces seguintes: FwSRff
Lisinhaa escoceos a 2iO o eovado ^^
Ditas de listras padroesnovos a 280 o eovado
Ditas cora listras de seda \ 400 rs. o eovado.
AlpjMscomUfrasa.aoOruoeovaio.
Meno assetoado para roupaa a-3M re, o ca-
ndo. ^^
Chpeos de sol de seda cota cabo do essoa l.
Algodao de listras americano con paauena de-
feito 320 rs. o aovado.
Brins pardos e de cores a 400 e 440 rs. o eovado
Bnm tranco lona a lfi00 a vara.
Carnbrala preta com listras e ftores branca.
propnas para luto, a 40 re o eovado
Dita finas de cores a 280 rs. o eovado
Cretone para camisas e vestidos a 440 rs. o eo-
vadotat I*XS 6 dC Cre* m e ^ re- co*
Grosdenaples preto de cordo a 2*400 o eovado
Colchas adamascadas a 3*300 e 41
Ditas de croch a 3*.
Cobertaa de chita adamascada a 3*300.
Cobertores de li oscuros a 2*.
Leles de bramante a 2*.
Ditos d algodao a 1*400.
Toalhas alcochoadas a 6* a duzla.
Lencos de cassa com barrasa i* duzia.
Ditos ditos de abainhadoi a 9* a duzia
Ditos de esguiao a 31500 a doria.
Cambraia Qsa a 3* e 4*300 a poca.
Dita Victoria fina a 3*800.
Cortes de casemira fina a 9*.
Atoalbado a 2* a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de linno,
pelo diminuto prego de 38*000 a durta e 3160
cada urna.
So na loja de Guilherme
po n. 20.
Teem pi vendar e-iaeu eseriptor
CommeBo oA o sejrunti
AGUAlWsVTE difcajd,-
de lara
ARCOS tetjo para b.
CAL a Lisboa, recen
10
seguinte
ixa de 12 gar
em idem,
chegada.
ejn e senhora^e^io
ara fe.
Bah^Ba fabrica do cortmen-
meJadJsr p.
LINHA de rom.
OBRAS de palheta.
\eAMMO de algodao da Bahia, da fabrica do
L__,._ niendador Pedrozo.
fVlllOZ de todas as -qualidades, das fabri
Peres e Eduardo Militao.
ROLHAS proprias para botica.
3AAPARRILHA do Para.
,V.A.? de cera de todos os tamanhos.
VINHQ agarrafado do Porto, caixas de i
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Stubal, caixas de 1 e 2 duzia"/"
f da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
* de.Collares sanerjor, em ancor elas.
de cajrt, haiSTda 12 garrafas.
Malvasia do Douro, caixas com 12 gr-
rattjs.
earcaTellos, idem idem.____________
Hipos par sefkvra.
Amaral Na buco *;C."i*ceb*ram'mn-coiileto
sortimento do chapeos de palha do Italia, seda
e Tolludo, pretos pata luto.e de efire enfeltados
cora bonitas flores e- fita : vendem no Bazar Vie-
jona,, ra do Bario da Victoria n. 2, antip ra
4 C, rna do Cros-
Fustoes de cores.
Cortes de fustao de ocres para calcas i 1*000:
so na ra do Crespo n. 20, loja de GuHhertre 6,
fundido do mmm
PASSANDO O CHAFARIZ
fIMAL
M k Biinlo da Victoria n. 22.
Recommenda a attencao dos Srs. de engenhos
seus vapores de diversos systeMs^ com os ltimos
melhoramentos ent todo o tamanho, e pre^e'regular.
DK
hsignias nricjiw8.
Amaral Nabuco 4 C. vendem insienas
mea,,graos 3, 18, 17, 30 e 3*: no Baza
tona n. 2, anliga rna Nova.
Araga-se o primeiro e segundo andares da casa
a. a travessa da Lingueta : a tratar na ra
n .eiro de Marco, antiga do Crespo, na loja do
Passo ionio ao arco de Santo Antonio.
Aproveiiem!
Coulinaa fgida a ererava Maria, com os
signae? seguintes : cor parda, baixa, mal leita de
corpo, barriguda, cabellos carapiphos.usa aparados
B Iberio ao impo, rosto eompndo, sempre ver-
melha, falta de lo*9 denles na frente, toma
muito rap e u-a seropM (raze-lo n'um chumpo ao
seio, luios e jics curios, tendo os dedos quasi
isruaes, principalmente os dos ps, beata da
Penha e finge-se muito religiosa ; consta estar j
na Canunga como ama n'iuna casa de familia :
protesta-se enn lodo o rigor da le eon:-a quem
atver : itada, fazendo pagar os das de ser-
"?" e o prejuizo que leu. causado. Hoga-se s
antoridaaes policiaee que a .apprehendam, o le-
vein a ra da Imperalriz n. 6, aoude serao bem
re mipensadi n.
2. c
: :> = -3

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3 a c o ai
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- 5 O
. -- a -
* $4
Aproxima se o mez de dezembro, em que a
Nova Esperan.-a, ra do Duque de Caxias n. 63,
tem de dar o seu balaneo ; e como sabido o
grande deposito de iniudezas, que tara dito esta-
tielecimento, nao s de arligos da moda e phan-
tasia, como (amb m do objecto de lei; e como
realmente eonhecido que muo ma>s massan-
te o contar se miadeza do que contar-se o cobre,
a Nova Esperanza tem resolvido vender por me-
nos 1(1 % do que o preco do coslume, para desta
forma minorar o trabalho do balango : por esta
razao es apreciadores do bom aproveitem e ve-
nuam ver como se vende bom, bonit e barato.
Bons terrenos.
Vende-se barato, terrenos proprios, em lotes e
vontaue dos compradores, junto e ras circumfe-
rencias da estagto da Boa-Viagem, lugar sandavel
c bastante concorrido, muilo proprio para edifica-
cacoes, por ter em seu favor nao s o vapor da
manha e a tarde, como o privilegio que isenta de
pagar passagem por dez annos a miem edificar, e
o estabelecimento dos bonds que se projecta : os
prelendentes tntendam-so na thesouraria das lo-
teras.
kngti\99 leghifflos.
fiVende-se em casa de Okel Bindloss 4 fi
na do Bom Jess n. 11, os verdadeiros angolas,
As nicas verdadeiras**
Bichas hamburguezas qne vem a este meitade:
na rna do Mrquez de ulinda n. 81.
r sito a ra
Vende-se o sobrado de um anda. .
Imperial, canto da travessa do Lima, prximo ao
chafarte, o qual est situado em loptr nroito zpm-
priado para estabeleciiqento commereiai, a que se
tem sempre prestado, tem bor quintal e cacimba
ele., e tambem se arreada : a tratar na ra do
Hospicio b. 38, das 7 s 11 hora* do dia, c das 3
as 6 da tarde.
Luvas cleJouvin.
Mttite frescas, ebegada* o ultime paquele : na
loja do Passo, ra Primeiro de Marco n. 7 A,
antiga do Crespo.
Vende-so dous escravos pardos, de 21 e 27
annos de idade, cozinheiros, 3 moleques de 10 a
17 annos- 6 bonitas negras de 15 a 22 annos, com
1 h*m w* -* sem habilidades:
habilidades, bem cemo oulra
na na de Dorias n. 96.
E' pechincha.
rs. o eovado,
Grande economa
Poupelina de cores a 800
ra Duque de Caxias n. 43.
Musselina branca a 380 rs, o eovado, s a ra
Duque de Caxias n. 43. '
JjjS^
commcrcio.
Rogase aos erudores de Beiro \- C. para que
apresentem nci prazo de 8 lias, do armazem du
ra da M. Ir de Deas n. 22, suas contas, ailm de,
depoie conferida, umeeder-se ao rateio.
- Sauuadi i7_do correte mez val prajja,
depni> i! ii.ncia oo Um. Sr. Di', juiz de direi-
to di 1' \ i terrea n. 17 do largo da ma-
triz d< Santo \ il mi i avahada por i:3(X), a qual
vai A prac ti'4-i-xecur.o de Maooel i!e Azeveilo
Andrilr contra Gxldiuo Jos Santos Nunes de Ol
'' !.: II tlllll-r.
No c llcg Q
: ii ir.
da ConcCo precisa se de um
Lavada e engommda
Ro i e eujiDimiiaa com perfeigo e
VjJa bri:v:dmlef rMtW'N^abiM'je por qualquer
dta !' |i ittio do ilacm i, casa de banhus.
H\)0
u
Ofleretv-.- um rapaz d* maito boa conducta
para ci i n"''a qualquer casa: quem se. quizer
ulUisai" du .-. ,u servi^i-i pd; deixar nota nesta
typograi'hi, indicando a moradia, para ser procu-
rado
Fazendas baratas
NA LOJA DA AMERICA.
Lences do bramante, a 2.
Brini do linho superior a 160I) a vara
Culxas grandes a 4J, para acabar.
Para toalhas de mesa
Tem a loja da America rico atoalhadr com mui
lindos desenlies e vende a 1*500 e 2* o metro,
loalhas grandes a oOOr.s, urna
E' barato
Chpeos de sol do seda trancada, nmito fina
meia camn de parag.io, a 9*.
- Ditos de boa alpaca, a 3*
N. 10 RLA DO GABUGA' N. 10
Loja da America.
Cidade de OK
Na fabrica do gaz de Olinda, ha para vender :
Arandelas.
Candieiros para gaz.
Mangas, de idro lisas e lapidadas.
Tcrneiras para agua.
De,, 5 on tanque pequeos de ferro salva-
nisado, para agua, de 30, 75 e 100 gajoes.
Verniz do gaz, a 700 rs. a caada.
_E mais objeelos precisos para gaz e agua.
Vende-ye um mulato de 2ianos de idade,
proprio |aia fazer o servico de engenho, por ser
muito robusto, e tambem cozinheiro : a tratar
na ra larga do Rosario n. 22.
Vende so urna poreao de portas de lour"
novas, de todus os lmannos, e proco coramodo
DO sitio da eapella do Chora-meuinos.
A
DOENCAB
TJne 16 cn-al:is
Pela Iuc'S
Venrea.
MEl"I\IIi]iO.
ESTSIP2LA,
Di: J.
rr.KI-ARAI>0 I'KLO
C. AYKI .V Co., de Leuell,
Justados Unidos.
EM FRASCOS PEQUEOS.
Carnciro Viaiina.
gli' este grande estabelecimento tem che-
gado um bom sortmcnb> de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
s|o garantida!, por um anno, e- temi um
perfeito arUta'paraflnsinar as mesmas, em
qualq.uer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambera d'um
anno sem despendi algnm do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha perten^as
para as mesmas machinas e se suppre qual-
qtuer pe^a que seja necessario. stas in-j-
chinas treb&lham com toda a pereic.o de
ura.e dous pospontos, franze e borda toda
qualquer costura po fina quo svja, scus
pregos sao da seguinte qualidade : pttra tra-
balhar a mo de 300000, 400000, >0OOO
e 500000, para traballiar com o pt io de
800000, 900000, 1000000, 1IJX3000,
1200000,1300000, 1500000,2005000 e
2500000, emquanto aos autores nao ha nl-
tenj^o de precos, eoscompradorospodr-ran
visitar este estabelecimento, que nmito do-
vera gostar pela variedade de objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
rns para salas, ditas de balando, ditas para
crianza (altas), ilitas para escolas, costurei-
ras riqnissimas, para senhora, despensaveis
para crianzas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homom e crianzas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditosavulsos, colheros-de metal fino,condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar sa!as, lavatorios completos, ditos
simples, objeelos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitaran este grande estabelecimento
que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nha at as 9 horas da noute
Ra do Barao da Victoria n.
22.
BAZAR
Kua da Imperatriz n. T2
DE
Loo penco Per eir tafos fiij*fi*
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender o mafaH*fcaW qt fr tortive, *
5111) (^f
CHITAS
A 160 E 200 RS. 0 COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e 200 o eovado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o eovado.
CASSA8- FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o eovado.
LSLNHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o corado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o eovado.
COBERTAS DE CHITAS A 10600.
Vende-se cobertas de chitas de ceres, a
10500 o 20000. Ditas de pello a 10400;
Colxas de cores a 10200, 20500 e 40500.
W. B. 0AS8ELS & Ca., Agentes Geraes ne BraziL
Domingos Alves Maliieus
tem para vender em seu escriptorio ra
do Viga rio n. 21
Formas, de erro gaUanisa fas para purgar
assucar,
Potassa da Uussia-, ena barris de 25 kilos
cada um.
bladt* tanta.
Vende-se oa praca da Inde-
pendencia n. 39, loja de
Porto S(^($siosi
Nao ha mais cabellos
braoeos.
TI
Se nica approvada peLis academias de
sriencias, reconhecida superior a toda que
tem apparwido at boje. Deposito pi-mci.
nal 'rua da Odeia do Recie, hojo Mr-
quez de Olinda, n. 51, andar, e em
todas as boticas, e casas de cabellei-
reiro.
CORTES DE BRIMD60ftfiSA 1W0.
VettdiP-se cofts oalr;a, a 10500 e200&.
BOTtSASA^OOO.
Vende-se botinas para senhoras, a SfOOo #
30500, a ellas antes qe se-aeabem.
ROUPA FETTA NACIONAL
Vende-se camisas brancas, a 10600, 99
20500, 30000 e 10000.
Calcas de casemiras de cores; a 50, 69 >
70000.
Palitts de casemira. a 40!,. 60 e 80000.
Seroulas alfe' 106OOT.
BRIM DECORES A 440 RS.
Vende-se brlm de todas as eores 44*
re. o eovado.
LENQOS BRANCOS A 20000 A DILZIA.
Vende-se a duna de lertges brancos, .
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de 15 de quadros a 800! 20OOO. Ditos com barras de cores a 30Ot
rs. e 10000. Ditos de linho a 50000.
Ditos de merm a 20. 30. 40 e 5S000. TOALHAS A 800 RS
a 20, 30,40 e 50000.
CAMBRAIA BRANCA A 30000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 30, 30500, 40, 40500,
50 e 60000.
SAIAS BRANCAS A 20000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 20000 e 20500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
raens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 20, 20500, 30000 e 40000.
MADAPOLO A 30000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
30000. Ditos inglezes para os pregos de
i0, 40500, 50, 60000 e 70000.
ALGODAO A 30500.
Vonde-se pegas de algodao, a 30500, 40,
e 50000.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 10600, 20 e 20500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAQO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgao de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francozes e m
cheiro a 320 c 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Vonde-se toalhaspararosto, a 800 n.
10000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 500 RS
Vende-se gravatas de seda preta, a i**"
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Venda-se chita para coberta, a 280 e M
rs. o eovado.
BONETS PARA MENINOS A 10560.
Vende-se L-onetes para meninos, a 1050o
ESPARTLHOS PARA SENHOTU A 305C*
Vende-se espartilhos para senhora.
30500.
A 800 RS. 0 COVADO.
Vende-se granadinas com listrasde j..l
para vestidos de senbora-, a 800 rs. e 10000
o covatlo.
COLCHAS DE CROCHET A 60000.
Vende-se ricas colchas do crochet para c
masa 60000.
PANNOS DE CROCHET A 10500.
Vende-se pannos de crochet para eadeim*
a 15560 o 20001).
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se peras de cassas para cortinadas
com 24) varos, a 100000 e 120000, e outr.v
muilas fazendas em liquidago.
- } ende-se o re-to das casas que foram desa
prupnadas, com todo o material, sitas na Caa
forte, o ja lem porco Je cal e rea para reedifi-
ca-las, m a mellior localidade daquelle lugar por
nao naver Jcheia que l tenua chegrdo : a tratar
com Jos Antonio Marques, no Chora-meninos.
Potassa da Russia em meios
barris a 500 rs. o Uto
Desembarcada ha poucos dias vendse no
eseriptorio do Oliveira Filhos & C, largo do Corpo
Borzeguins it- lie'err a rofd wao para
homein a
Ditos de phanlazia para senhora a
Ditos de dita para menina a
Ditos de couro inglezes para menino a
Ditos de duraque preto e do cor, cano
alto, para senhora a
Sapatos do conro com salto, para se-
nhora a
Sapatos de tapete aveludadns tipos ,a
65000
3400')
JQM
3*000
SlOOO
HWO
24000
Vendo-e a casa sita.a ra, de \*dal'>le
Keg Piros n. 143,-apmlp tv' reiinafTib e
armazem de sal ; assim como, 12 azi-
nl(as no fundq da mesma, sendcUi da li-
jlo o G de taboas, as quaes rende'm 8iS-'
a tratar napiesn-a casa n. U3.
Cal de slioii,
PRAS-
A ..o o commereiai ueneficente compra
a serie dos Uinriot de Perwimbuco de julhw a de
xembro do 1841 : quem a ti ver dirija-se mesma
associacio, oa declare para ser procurado.
VrM0AS.
VonJe-so tres casas de taipa, no lugar de
Agua-Fra, terreno proprio, teudo mais um imar-
o entre ell-, proprio para negocio : quem pre-
tender dirjase ao Caminho novo a. 6.
Bom locaE~
Vende-so urna taverua bem afreguexada para
torra e pro.ina para principiante por tr poneos
fundos, na ra do Visconde de Patotas n. 19, ou-
Ir ora Arago: a tratar na mesma.
Toalhas- de labyrintho
Na loja,do Paso, ra Primeir* d Marcan. 7
A, vende-se,rica toalhas de ionvrintbo, pierias
ara haptlsados. e casamentos.
una do Batao da Victoria ns. 12 e 16, vende-se
vtaa pUolograDhieas do jogo desta sociedade,
qoe leve logar este me*.
Ha sempre para venderse a muito acreditada
marca J P F np armazem da ra do Apoltn. Vil
16, e purga su mais assucr com i barrica des-
marca, do que.cura duas-.do.outeafluajquet, e*
experiencia ja fena! ^
BICHAS DE HAfiBURGO
As mais recentes emelhores.
Vendera-se na pharmacia edrogaria de Bar
tholomeu & C, ra Larga dnsario o Rn. 34.
SEfiREDO ECpOMlA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
ISJECgAO* SHOST
nica, hygienica,radical einfallival nca-
ra das gonnrheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chr^nicas; e que
offerece.como garanta desabitares resultados
a continuada applieacao que sempre com a
maior vajjtagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
Unici deposito parao Brasil, Bartholomeo
L C.^ruaJ.arga do Rosario n. 34.
Xarope d'agrio do Para
Antigoe conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
cpmo a phtysiea, bronrhites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
JOS
AUSE ik C.
VENDESE
':
a taverna sita na do Forte, n. 19, cqq\ poucos
fundos, propria para um principiante : a tratar
na meslna.
ora sin
DI
GOMES M MATTOS & IHMAO
Avisam ao respeitavel publico desta cidade que o sortimento de joias, de-sabido va-
lor, que existia em seu estabelecimento, est completamente reforcado com o mais ele
gante sorlimonto de novas joias, que receberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderecos Boulevard, pulseiras do
ultimo gosto com podras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agraffes para relogic de
senhoras, delicados aderemos para meninas, meios aderegos de camafeu lindissiaaos, *volta.
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidad
de botes para punhos e peito, com emblemas masnicos, de nix, tecido de ouro,C8na-
feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseias.'alfire-
tes c botoes, e outros muitos objecto de ouro do melhores fabricantes de Paris, que se
vondcro com grande reduccao de pregos, por serem elles recebidos directamente de seu-
committentcs.
Os proprietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento
at 8 horas da noute, convidara as familias que se quizerem prever de lindas
virem escolhe-las vontade, para o que esto em exposigo nos mostradores.
abert.*
joias, .
liiiiis terrenos.
Vende-se por eommodb preco 4 rmacSo da
f*sa da ra du Marcilio Das n. M4 a tratar na
Mobilias
Cadeiras de guarn gao muito baratas.
2S-lina hnioei ile Olii-^J
CUMIA i MANTA.
mesma
\ ende-se um terreno cpm 200 palmos de
frente o seiscentos e lantos de-undo, sito no Porto
da Madeira em Beberibe, demarcando Qom o sitio
da Sapoeaia e com frente para a estrada d Olin-
AS,: a tratar na ra da Penha n. 9 2. andar.
*jgt------r
Vende-e o restaurant francer na Papagam da
Magdalena, por motivo da retirada do sen dono.
Alnga-se a uern consprar toda a casa para se
fazer um grande hotel.
Um terpono.
Vende-so umterrerKi-prorio para edificar, ni
argo de Rospvie : .tratar no mesa n. & or
anro andar. .
Padaria
i*
Vndese a nadara^* J&pa/rua do Meuteiro,
freguezia do Popo da Panella; garante-so a casa
a iratij aa.rua da Imperador n/&7. joja de poa.
A rosa branca r.obcu um-lindo sortimento da
chapeos de sol de seda.cpnvtt abo p ponteira
branqa, os mais moderaos, qije parece marlim
com o gfnarda-ponias le metal; a *0|, todos ven-
dem por H : na loja de qua*ro perlas a'rOa di
mn. 58.
imo gosto!
A rosa branca receben um lindo sortimento de
apeos de sol du seda de todas as cores para
aora, os mais modernos, o vende per 5:5001
lodos vendem por 7/000 : na loja de quatro or
tas a rna U Imnanlri, n KR '
tas rna da Imperalriz n. 56.
Banhosem Olinda.
Ne lugar denominado Salgadinho, e unto
a, esasp da estrada, dp ferro de Olinda,
vendem-se bous terrenos em lotes ou peda-
cps a vontade dos compradores, com a fren-
t para a mesma estrada o os lados para
outras, e bem assim urna pequea casa de
taipa nelles sifuada.
Estes, terreos tem diTerentcs ardores de
fructo e sao ptimos do plantado e ven-
dararse ppr pregos baratissiisqs. Os pro-
tendentes eutendam-se na thesouraria das
loteras.
do Rio de Janeiro
mazem n. 16.
Cafe
yeafc-se ra de Vigario, r-
I i Boye.
Minas
i W?CTn f-*HM 4* de
12, i. lo, 2p,23, 30 e33 serr?..
U^nka Jfr Manta
*3.rw H*r,M*r 4 l|lMi
Camisas e calcas de fazenda de boa qualidade
proprias para, os banhos em Olinda : na loja de
nl A ''dlnw^lil3''^F** d0 Cre8po) ^^ s Wt*t* hmicAs'diTpr. Av^r: no
n. 20 A, d^Gurgel do Amaral ic. _^ arinaMm-dlu^Mr&llWftrcfQ' n W- r
i
Tem para vender
Cogmc de RennessVj superior e wrdadeiro.
Vj)i}io Xec^s .(Jas melhores qualidades.
Bilters de Angostura.
Whisky.
Crj pr'eto em lattas do 10 libras.
TASS0M0S4C.
Em seus armazens ra do Amorira
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por pregos commodos
Tijoios encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulico.
Machinas de descarogar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Leutilhas em garrafoes.
lliium da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, diio.
Vinho do Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potas coro lnguas e dobradas inglezas.
Licorera finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toudlnho In^lez.
Barris com repolho em salraqura.
COMO SAO LIMOS!!
Os leques todos, de madreperola, brancos e d.<
cOres e que trazem o dsticot'NlAO em lettra*
tambem de madreperola em alio relevo, tor-
nando-se por islo apropriados para noiras a .\0
\'A ESPERANCA a ra Duque de Caxias n. to
(antiga do Queimado) quem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, moios aderegos, cruze,
coragOes o cassoletas, que eslao oxpostas bfia
escoma das Exmas; (amantes do chique) vnde-s*
ra Duqne de Casias
na Nova Esperanza,
n. 63. '
VENDER
barr com ara* de vaeea e de porte, salgada.
Sara manilmeatos e-navios-: a armaaeme Tas-
Jant Hesperlna
Verdadeiro bter hasperidina.^usenor e *cre-
lhdo' i vendanoarirtreradeTafeo Irmios &
ra%d.Aiaorim.n^ag"
I -l^hdaie a taverna* raa da Satta'Crttt-n.
I^.Si^llS^t8.^.-bi0^ i"' P!* uwt^eBbem tajraeuaia.para a
Cal^ado barato
Loja do 4xant^3, praga
da Independencia ns. 11,13
e 15.
Botinas de cerdave para homem 7*000
Ditas de pellica, canos altos, para senhora 54000
Ditas de chagrem, idem dem dem 5*000
Ditas de pellica a Luiz XV idem 84000
Das de dita, gaspiadas, canos altos 8*000
Dirs gaspiadas,'canos altos o b.alxos .1*0(0
Dit^ ae ozerrO para menina i0u0
Ditas de cor, canos altos 5|M0
* Na rna da ViracJe- n. v3ende-se tm ter-
reno a seis mil res o palmo, tem 60 de frente.
Na mesma casa precha-se alugar um siioziafao,
que a casa tanha boa sala pira aula ; embora
T#i3 sptnente.____________
Vende-te por compiodo preco ama das m&
orea oasas na^avftgem, de lijlo, cora tarrane
atoo para piaatacaae capim, peqogno skloi
jara pastagem d yaccas, e "com algumas frcfe-
.m ; a casa muiit ftesea, jfiis olb* ^ara o nas-
oenle : a tratar aa roa do Impacaior n. 83. do
^eiro andar. ^^ ,w m
Aos meninos
A Nova Esperanza ra' Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo sor lmenlo de bo-
ncas de militas qualidades, vindo;, entre ellas as
engraca'das bonocas de borracha, ssipi tambem
urna pequea quantddo de.bonicas preta? que
se tornab apreciadas pela sfla' novldade.
Eberrn til
A Nova Esperanca ra Du
63, recepeu Tcrddeiro cimento
cao para concertar porcelana
Vestido pf!"
Multas vezes um vestido torna-sc
de Caxias n
ez, prepara
rtj.
O
inteiramenu
Nova Es
__, TGTtlOM
... provida dos melhore
galpes e franjas de todas as bQres, onde pdde es-
colher-se a vontade spbres'ahtndo entre ests as
modernas franjas masticas, 'afee nelasa varleda-
ded cores, lea bem em qoasl td^ks asi'fazepdas.
A elx antes que se' Stcabem'.
Cabemos breos s^fn qu&p
gmer
A Nova Esperanca ra Duque da Casias n.
63, acaba.oe receber a verdadefra tintura d Det
nous para Ungir os cabellos, o que se consigue
(empregaado.-a) cora omita ailitUde, p por etta
piolivo, cabellos brancos s tem quem quer.
OteinturSos de couro. proprios par senho/Aj
ane receben iiai%, ^etejk*a^rna! Duque U
, Que all ene
JflueseBJWii*jar
-4




Diario e tfemanibwj Quinta tra 25 de Seteilibrode it3.
i'
HOWE
s
SOARES LEITE, IRMAOS
NICOS AGENTES
1'
Ra do Bardo da Yietoria n. 28
\.8 mais simples, as mais baratas e as memores do mundo!
Na eiposico de Pars, em 1867, fo concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
do da Legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicSo de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
Utk., estabeleceu nesta cidade ra do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
/"ral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem ns afamadas machinas de cos-
>' do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trahalho,
fnpregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
Merecer ao cxatne publico as melhores machinas do mundo.
As variiagens destas machinas sao as seguines:
Primara.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
jroumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
< mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fricco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
o que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mo.
Oainta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os os, o que se nao consegu^
es outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
' lago em seguida, sem modilicar-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
(na.
Stima.O comprcssr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
<. agulha ao comec,ar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
ecadeneia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
nudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
*doptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
acmentado o seu fabrico, e hoje ni attende a procura, posto que faca 600 machinas
dia.

T
Cada machina acompanha livretos com nstrucc,5es em portuguez.
A 90>000 A 90>000
SOARES LEITE, IRMAOS
A"
do Baro da Victoria n. 28.
Samuel Powor Johns-
.TA &0.
|[{na lo n
:8 e 40
K"!ij M-'uie Km s*u.-> (' gunzes que teem
mi .al i ii *fu -pos* l< loacblnas a va-
,..:,, :i. : i'..- laxas '' milito acreditada
Mine* d'' L v'ilo-tr imra ru.i da ApoHo d.
HA f 4ti. !o-i euBtMMUMU < inr i muwia sor-
Uili lUlu J I CWlflOltt.
aiiva SC3I-- umhtni qif i-*ii feiu um
amaju rom a fnndifo gri, polo Uh po-
J-iii nltaveer ?e Han assentar qualquer
iMehMM -uno e l-sui.' k.umui lo.
9
Os proprietarios di fundicio peral larem
scientes aos senuores da engenho e mais
pessoas, que tem esiabuleeido nma lundi-
co de ferro e brouie a ra do Bruro, jun-
to a eaco dos nocida, ou-e aprontarao
qualquer obra de en.mir;erida com perfei-
co e proroplidao.
Os meamos rogam as pe??oas que quei-
ram utili?ar se da seus servicos de eixa-
rem as eccooimendaa em casa dos Srs. Sa-
muel Power JoBoston 4 C a ra do Apol-
lo n. 38 e 40, onde aeharo pe.-soa habili-
tada com quem possam calendar se.
A^parelho para fabricar assucar, do ystema.
WESTON CENTREFUGAL
Uoieoa agentes em Pernaronuco a fuodigao geral.
Para tratar em seu escripmrio a ra de Apollo n. 38 e 40.
BAZAS DA
H01
mRCILlO das n. si.
Agua florida, de Guislain,
para fzer os cabellos prc-
tos.
A agola la-anca, rus Duque tie Carias 80,
ababa de receber tova remessada'apreci&vel agua
j florida para fazer es cabelles pretos. O bom re-
. auJtado colindo por quem tem feito uso dessa
Este afebotocinicnlo sembr solrc om oTerecer a concurrencia do respeiUT^Jfc- j&Hebstva preparaca a tem altamente cenceitua-
>lico um onfylrto >ioVtWw'WHvte-miil>fclliit>> caArNneii chpeos e qUn||uilhHas a do.'e tr isso apesai'ae" faz lembrar a quem no-
jrtwrs w tmiii rttoavoi poss4sj paM1*) queraaebeqaasi (odoi'o* seusartigos de-WO- vam*nW](eila precise e queira se aproveitar de
>ria e,r,orr:rm^a da EuV,pa aU; Vem dar publicidt*rd^n. ** por Mjt. ^ft^ "ara1"? S TaJ*tcrXa^
jrngmbcm se podo avahara rft-eeos de outros fitos -que'fie-tomara entWonh pu- ^0 aquella.
miudbkas. Voltas e brincos de grossos
Brincos dito de dito por 4*500. i aljofares de c6res.
Botes do setim protos e decores, fO A agna branca, ra do Duque dj Caxias n.
fs. eiffOOO a duzia. *0,"rcebeta novas e bonius voltas e brincos de
Franjas brancas de seda de todas as lar- groase* *rjofaros de odres, e eomo sempre confi-
gura, a 1000 e 19400 o metro. .a a wto-lai por feco commodo.
Ditas de crese protasa 800 rs. e 1*000 o NOVOS diademas UOUraQOS C
Oales pretos de seda, de nicho gosto de' COm PedraS.
800 rs. a 1*000 o metro.
CALCADO FRAIfCEZ.
ilicar.
M1UBEZAS.
L par boi dar, da melhor qualidado, 1
ibrt por 55500.
Agulhas fraueczas, fundo dourado, a cai-
unha com 4 papis a 00 rs., 240 t.
Voltas do fita de vellu-L Om lindos *co-
races fingindo madreperola, a 500 rs.
Voltas para o pesclo, fingindo camafeu,
cor/.panhadas com 1 par de brincos some-
tante, tdo por 255D0.
Linha branca de 200 jardas em carrifeis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
i duzia.
ito de dita de Alexandre, numerario a
$osto do freguez, a 10100 a duzia.
Diademas dourados de 1*500 a 3*000.
Ditos de tartaruga com llores a 2*000.
Ditos com borboletas a 1*500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de pla'qut de 500 rs. a 2*000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 1*500
i 25)000.
Voltas de aljofares com brjncos, a 2*500.
Ditas de ditos com coragoes a 1*000.
Ditas de ditos de comas com cassoletas, a'
$00 rs.
Hosetas do plaqut a 13 o 1*500 o par.
Gravatas de soda para sei'ihoras do 1*200
i 2S000.
"arures com 2 acos para cabera e peito
* 3* e 4*000.
Entremeto* e babadinhos bordados de 3G0
rs. 2*400 a pega.
baldes de seda brancos e de cores, de
1*500 a 2*500 a pega.
Ditos de algodo e seda, de 1* a 1*400
t pega.
Ditos de ajgodo, a 100 e 500 rs. a pega.
Tronerabas de cores, a 100 e 500 rs. a
ega.
Leques de marfira a 5* e 8*000.
. Ditos de sndalo a 4*500.
Ditos de madeira imitando, a 2*000.
Ditos de papelles a 1*800.
Coques para seiihora, a 3*, 3*500 e 4*.
Aderecos fingindo coral, compondo-se de
ilfinete e brincos por 2*000.
Dito dito pretos por 2*500.
Ditos de plaquot, compondo-se doalfmete
i brinco, sendo de inuito gosto, por 5*000.
. A agula branca, ra do Duque de Caxias n.
50, receben novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a como para senhbras.
4*500 o por.
Ditas ditac de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 5*000.
Ditas pretas enfaitadas, ultima moda, a
6*000.
Ditas dita de cores, canno alto.enfeitadas,
a 5*500,
Completo sortimento de calcado de case-,
mira, Charlt, tapete tronga, mais barato

Labviiiilhos.
^^:

No escriptorio de Gomes de Mattos, Irmaos, ma de Cadera
do Recife n. -'i0, 1. andar, o nico deposito do que ha de
melhor, e bem acabado, que vem a este mercado,Ttacrdad! do
Aracaty rio Oar, quem os comparara'coro OS ffiitos aqiii na
trra, fcilmente reconh cera a immensa irifferenga, que
do uus para outros, tanto em prego como era qtiatidade.
I.indissimns loalhas de labyrinllio.
Frondas 'e diversos tamanhos.
Lengos de todos os pregos.
Bicos e rendas em profuzo.
ColecQes de traslados ou
| normas para escrever-se.
A agula branca, ra Duque de Caxfas n. 50,
receben novas colleccfes ou normas para as crian-
i cas aprenderem a escrever por si mesmo, hoje tao
1 nsadas as aulas e collegios ; e como sempre ven-
I de-as por preco commodo.
s* eU,r*ooora meDH10S, pretas e 'a Meias cruas finas para meni-
nas esenhoras
A loia d'aguia branca, ra Duque de Caxias
|0 % do que era outra qualquer parte. n. 50, receben novo sortimento daquellas tao pro-
CHAPKOS. curadas melas eruas para senhora, vindo igual-
Ricos ohapos de paihad'ltalia, paro se- mente Para mminals, e contina a vndelas por
Ditos ditos paHia escura, da uitima moda, VCOS OU mantmhaS pretas.
a lGvOOO. | Aloja da agnia branca, ra do Duque de Ca-
Completo sortimento de chapeo ;inhos para ^ /ecbeu bonitos veos ou mantinha-
u j o/v meninas e senhoras, de 2*800 a j?000. ^h> e yende.as polns baratos prec03 3
Chajios do sol de seda, inglezos, cabo de 44 e 6000. A fazenda boa e est em perfeito
marfira a 10*000. \ estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
Ditos dito de merino, cabo de metal mui- ao % %
to bonito a 5*500. Prfeita novidade.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
madeira, a 6*000. chotos dourados e coloridos.
Ditas dito cabo de marfim a 9?000. i0a v, agua branca, ra do Dtique de
DIVERSOS RTICOS. 'Caxias n. 50, receben novos grampos com bor-
Granadine para vestidos, fazenda da clti-; holetas, bezouros e gafanhotos o quo de certo-
ma moda, cora listras de seda a 650 o co- Pj& ^tt ,$1** PePUena' '
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca n: a Duqne de Caxias
- 50, receben una pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de milito gosto
e iuteiraroente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebou novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de afo, e como.sempre conti-
na a vende-los por pregos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca ra do Du-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 1*800
e 2*000 cada um.
Ditos para sof, a 35? e 4*000.
Toalhas deiinho para rosto, a 1*300 cada
nina.
Ditas de algodo alcoxeados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
6*000.
*t-% f fir
II* u < t i l(i^9
E' barato.
Camisas bordadas a 4#000.
Recebeu a loja da America camisas bordadas
para homem, barato por terem o peito todo bor
dado a agulha : na ra do Cabug n. 10, loj ad.
America.
a 1JCOO a libra
ro andar.
Rape Rocha
na roa do Vigario n. 7. primei-
Vende-se a metaJe do sobrado de dons an-
daros e soto, roa de Pedro Alfonso, outr'ora
ra da Praia n. 3): a tratar na mesma roa, ar-
maziMii 11. 20 A. Br Tanlajosa a compra pelo im-
portante predio, bem conhecido e de grande ren-
diment pelos seu3 excellentcs commodo*.
Ra do Cabug n. 11 A.
Vndese um escravo moco proprio para enge-
nho ou padaria, por proco muilo em cunta.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. SO, recebeu novo sortimento do luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
aoTbo
Ra do Sivramento
Grandes pcriiimitas!!!
Superiores alpacas de cores, de bonitos goslos,
a 280 res o covado.
Pinas cambraias transparentes a .'l a peca,
Saias brancas com babados frisados a 3000
urna.
Cortar de organdy branca a 3.
Ist 5 at na ra do Livramento n. 30, loja de
Faria Lessa.
Ta\erna.
Vende-se a taverna da ra de Marsilio Dias,
Vende-te a armaco da loja da travessa do autr'ora ra Direita n. 72, bem sortida o afregue-
Duque de Caxias n. fV, toda envidrn.-ada e pro- zada, etem commodo para familia : a tratar na
pria para qualquer negocio: a tratar na mesma. i mesma.
DE
FAZENDAS F1VAS
RUAPRIMElRODEMAfCON.7 l
E' esta casa, sem duvida, nma da's que h. je pode
com primazia (presentar aos sens frtguezes nm
variadissimo sortimento de fazedas unas para
grande /o/7w/,assim eomo para o uso ordinario U
todas as classes e por pfecos vantajosos para os
compradores.
Os donos deste importante eniabelci-iinciito eot-
vidam ao rcspeitvel publico e pa iculaimeule
aos seus freguezes a darem um pa^eio por sea
estabeleclmento, a aOm de verificanni a veracida-
de de seus annuncios, e com vantagom suf i-rirem-
se dos artigo que Ihes forem mister, de cojea
fazem um pequem resumo.
Mandam ftendas s casas dos pretcnik-otes,
para e que tem o persoal necessario e dao .(rios-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdeuaple de
todas as cores.
Gorguro branco e preto.
Selim Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos e de core?.
.Granadinede seda preta e com liti is e jlmas de
c5res, lindissimos padSes e fazenda de ultima
moda.
Fil de seda branco c preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de seda para rioivos.
Mantas brasileiras.
Corles de cambraias branca com linios botuados.
Capellas e mantas para nafras.
l'oupelinas de lindos padroes.
Requissimo sortimento de las com li.-tras de da.
Cambraias de core, ditas mariposas brancas e de
cores.
Nansuck de lindos padioes.
Daptislas do padrees mu delicados.
Percalinas de quadros pelos brancos.
Brins de linho de cores proprios para vistido".
Fusloes de lindas cures.
Casaquinhos de las dej-res para senhora
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para lia plisadas.
Chapeo* para ditos.
Toalhas de cambraia de linho ev lindos bor-
dados.
Prniihas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homens.
Me.iaa de. cures para homens e. meninos.
Chapeos com ragto de marfim par; homens.
fiitos para senhoras.
Merino de cores para vestidos
Ditos pretos.
Casemiras, chitas, madapolocs, cambraias etc. etc.
na loja do f'asso ra Primeiro de Marjo n. 7 A,
antiga do Crespo.
DE
Crdeiro Slmgg A C.
Armazem do fumo
Ra da Madre de Deus n. 10 A,
Jos Domingues do ("armo e Silva pai i
seus freguezes e amigos qne no lea
ra da Madre de Deus n. 10 A, se acta
Sleto sortimento de fumoem fardos dr | .
.* e 3." sortes, dos melhores falftvaiite:- <
e bem assim a flor de todos os fumes
z aos
in a
.itn-
hia,
rda
cm rolos, pacotes, latas grandes e peqoei .i>
bem dos mui acreditados fabricantes loins 4
Araujo, Lizaur, Aduluho Schmdt fi C_ Licaor
Schmidt & C, Velga 4 Araujo, Trindaiie A'vo-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garantido \i i s
mesmos) e de outros alnde nao conliiTi'!.:s |*tlo
publico dcsta canital. O annuociante dil n.
todo fumo que for vendido cm sua eaaa wr lo
seu justo valor, e que quando garantir;. i : .'ii-
va qualidade, ser sincero, mui parHrularn to
com as pessoas que pouco eulendam da mati ta ;
pois para bem servir a todos, tem o aiun- ante
* longa pralica de 15 annos deste cmnurci"
Calcado estran^oiro.
Aproxima su o bh de dezemliro. lempo em
que o Pars na America, rua*uqiie >' Caxias n.
59,1." andar, tem 1 dar o seu Baiaaco, por este
motivo, os proprietarios deste aMabetecniento es-
tao resolvidos a venderem eus cale dos pelo cos-
to, afim de minorarem o trabalho ; aSSfm pois os
apreciadores do bom, e com espenadade o Jexa
amavel, para quem o Pars ua America, conserva
(com a devida decencia) o seu gabinete reserva-
do, para a escolha de cal(ado, aproveitem e ve-
nham munirem-se do que precisaren).
Vende se a casa terrea confronte ao sitio do
brigadeiro Joaquim Bernardo de Figueiredo, sita
na traversa da strala d'1 Jlo de Barros, entrada
do becco das Almas, edificada l a pouco tempo e
em solo foreiro : para ver-se e tratar n mesma.
Vende-se
trastes de Jacaranda e amarello com piuco uso,
em perfeito estado, e tambem um mCio .pparelho
de louea para jantar eum dito de porcelana, fino,
branco, para almoco Vende se por ter o dono de
se retirar para Europa : na ra di Imueratrlz
n. iii A.
67
o
1

:
>
DOS PREMIOS DA at^kr i'ARTE DAS LO 1'ERlAi ! CONCEI )IDAS l'OR Li PROVL SUAL N 040, A BUKF i:iO DA NOVA ......' .....- 10REJA DE Nu _______ SSA SENHC >RA DA PE SHA EX" :rahid 1 EM 24 DE SETEMBRO DE 1873. '
NS, PREMS.1NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS.' PREMS. VS. PBEMS. NS. PREMS NS. PREMS. INS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PREMS.
6 fi* 195 U 386 U 586 U 776 U 963 60 1185 Q 1326 60 1543 60 1746 60 1912 60 2090 60 2279 60 2435 60 2643 60 2842 '2O0
8 227 *o& 87 93 82. 71 MJ 90 t9 1O0 45 58 - 15 2101 86 43 44 43 60
13 29 6,5 90 95 89 73 U 91 41 60 46 60 16 . 4 90 63 49 49
4 30 96 600 91 . 76 1201 m- LO -^ 59 62 20 7 91 O0 77 _ 52 62
6 31 98 1OO0 3 98 97 2 . u 62 74 31 9 2308 60 82 _ 55 65
8 33 400 6 5 802 98 16 --- 66 64 m 34 31 16 85 __ 58 66
32 43 W 11 8 3 1001 18 69 68 - 83 - 38 46 21 86 67 69
34 -; 51 *w 13 11 11 7 25 71 w 70 10* .87 40 51 22 95 70 80
35 53 a 15 13 12 24 26 72 *T M 60 91 - 43 52 26 2504 m 77 86
41 55 17 14 18 MV 26 _ 29 --- 73 86 99 1*0 45 53 . 27 4O0 6 __ 80 89
48 57 19 15 19 tO) 29 __ 30 --- 84 94 - 1802 ft^HIO^ 50 56 35 60 8 f^ 88 97
Til 62 ~ 21 16 tOA 21 60 34 tO0 33 --- 99' O0 1694 SO0 7 60 56 60 37 9 89 2901
00 68 27 30 6 24 33 60 40 . -r- It4l3. iW 6 6A 8 58 63 39 12 m 91 2
C2 72 34 32 27 42 tm 42 ^ li Jm 14 23. m 66 40 14 270O 9OO0 7
69 75 39 40 31 54 60 46 F 15 18' -MI* 2* 67 71 41 16 16 60 1
74 76 45 52 i 33 57 50 ' . ^* 2J, 63: 26 27, 4 27. m 69 75 44 21 ~ 28 14 _
92 r. 77 49 60 60 45 * 58 l4, -H- 2S, ( 7i 80 46 23 i4V 29 17
100 84 54 65 46 61 IOO0 56 . l. TT: , 35 - 31 60 72- 94 47 30 m 38-' 20
3 88 63 66 60 62 60 57 38-, li io 34 ; 75 2*K) 54 31 60 48 25 _
15 ^Bf 90 82 67 65 O0 73 -| 60 36 O. i a - 3$ 98 18* 60 40 48 20 _
27 306 VPP 83 72 68 60 76 - M 37, ' --- Lt* 39 .OOi. - 20 61 \ 41 _ 52 33
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J




8
rnambuco Quinta feira 25 fy Setembro de 1673.

lose de
anniver-
*t polos esta-
asi i o relato-
ium-
^Hpezar de reco-
A>, que como cu
ile luzes e talentos,
eroas provcito ti-
i It-enip.uho.
Heress'o que sora-
Becleilail" Patritica
dembr*
thtorio aprc
sarin de
Senhores 1'
tutos apresan lar-
rio dos traba
pro-o cora pk
ohecor que a ootro
nao lutassc cora a falta
seria mais fcil a tar f i
raria a socie i
Entretanto1,
pre me merecen a Sociedade Patritica
Doze de Setembro, vencen os meus recoios
de nao corresponder a sua expectativa, na
confeceta diste imperfeitissimo trabalho.
Foi nos tempos em que o Brasil inteiro
fitava ancioso os olhos nos Qlhos que nos
campos da batalha dofendiara-lhe os brios
ultrajados :
A's hecatombes que se abriam as plagas
inimigas, correspondan-, novos contingentes
de bravos que voavam d aquella santa cru-
zada As glorias, custavam sacrificios enor-
mes, mas era de ollios enchutos que os sa-
crificios se faziam.
A' cada triumpho novo, sopitava-se o
pranto da saudade, para dar-se expanso aos
enlevos da esperanga e bater palmas aos
vencedores!
Caleava-se no fundo do coracao a aneie-
dado, o susto, a inquietarlo e a dr, para
se cantar os hymnos da victoria !
Com o herosmo da bravura nos comba-
tos, rivalisava no lar, o herosmo da dr.
O amor da patria, a conscienca do dover
tinham imperio absoluto.
O povo quem frenes do jubilo, saudava
a grande epopa de Riachuelo, chorava la-
grimas unientes nos funeraes de Pedro Af-
t'ouso I
Cantava as esplendidas victorias de Ita-
picur e llha lo Carvalho, o mismo pono
que carpa Cabrita e tantos outros I
As lagrimas eram os estriblhos dos hym-
nos eram os hymnos o conforto das almas
Foi nesta quadra de enthusiasmos e de
dores, de sustos e alegras, de triumphos o
de lagrimas, que, do harmnico pensamien-
to em ipin pairavam os assomos patriticos
nesta cidade, surgi a Sociedade Doze
do Setembro com o fim de solemnisar
as nossas victorias, de modo condigno ao
herosmo brasileiro e a santidade da causa
que defendamos.
Como ella desempenhou a sua tarofa, d-
gain os que viram as esplend las testas que
saudaram a terminaco da guerra; as co-
ras, as flores, as mil maniestaees com
que foram recebidos os bravos que volta-
ram d'a juella lula homrica, cobortos de
cicatrizeso de glorias; asjbrilhantes recep-
ooes de S. A. o Sr. Conde d'Eu, e do bravo
Pernambucano Baro de S. Borja a quem a
sociedade em nome de seus patricios oflere-
ceu urna riquissiiua coroa de ouro.
Entretanto, nao basta va m as festas para
commemorar as no.sas glorias ; era preciso
que o marmore ou o bronze as lemhrasse
;U geragos futuras, em perpetuo monumen-
to' ; assm o entenleua Sociodido Doze de
Setembro, assim o comprchendeu o povo
Pernambucano.
Em sesso de 27 de abril de 1870, a so-
socedadeem assembla geral resolveu eri-
gir, espensas do povo um monumento
commemorativo das victorias alcanzadas no
Paraguay escolhendo o Campo das Prince-
zas, como lugar mais apropriado a isto.
Foi mnensa aacceitago que esta idea
encoutrou na populago.
Sinto, porm, ter de consignar aqu ura
incidente, que contristando profundamente
esta sociedade, rio embaraga-la na reali-
zarlo de seu pfojecto.
Quando, approvado o plano do monu-
mento (que anda existe em nosso archivo)
aborta a subscripcao popular, que se en-
cina com pasmosa rapidez, *4a-se principiar
a realizar a idea, a Illma. cmara muni-
cipal desta cidade res lveu levantar um mo-
numento idntico, no Campo das Prince-
zas, exactamente no local escolhido pela
Sociedade Doze de Setembro.
Embado a commisso central desta socie-
dade instou coma commissoda municpa-
ldade para coder-lho a realizago da idea
por olla levantada e iniciada j, o resultado
foi a sociedade desistir de seu patritico
intento.
At hoje o monumento n3o se fezos
urna triste verdade.
Com a terminacho da guerra nao se ex-
tingui a Sociedade Doze do Setembro, ape-
zar de um fim especial.
Entendeu ella que o patriotismo nao so
limitara a defeza da patria naquella luta
cruenta ; a paz temtambern suas conquis-
tas, seus triumphos, suas victorias ; resolveu
pois, em honra de tantos feitos heroicos,
irabalhar em convergir as forgas do povo
para o nobre cerlame do trabalho, e pro-
mover o desenvolvimento da iustruccao
publica, commercio, industria, agricultura
e artes, armas poperosas com quenas lutas
do progresso, o paiz conquistar um gran-
dioso futuro.
Com estes nobilsimos intuitos, atirou-se
ella ao desempenho desta grande misso.
A distincte Sociedade dos Artistas Mcha-
meos e Liberaes, punhado do verdadeiros
hroes do trabalho, erguia-se para dar maior
desenvolvimento ao seu programma ; pro-
pagar a instrueco pelas classes operaras,
animar e desenvolver as artes, prestando
aomesmo lempo soccorro mutuo aosasso-
ciados, foi abandeira que ella levantou.
Collocara ella, a esforgos do conselheiro
Diogo Velbo, presidente da provincia, a
primeira pedra do Lyceu de Artes e Officos,
edificio destinado ao ensillo theorico e pra-
tico, base principal para a consecucao de
seus fins ; iutava, porm, com a falta de
recursos para proseguir as obras desse
rerdadeiro patudo do povo, na phrase ex-
pressiva do conselheiro Junqueira.
O Sr. Dr. Manoel Portel la, succedendo na
administrago da provincia ao conselheiro
Diogo Velho, convidou a Sociedade Doze de
Setembro a auxiliar a dos Artistas em seu
louvavel empenho.
Correspondendo ao appello, esta socie-
dade dodicou-se de brago e coracSo aquel-
la popular instituido
A's obras do Lyceu, applicamos o pro-
ducto da subscrita principiada para o
monumento, na importancia de cerca de
cinco cootos du res promoveu esta socie-
dade, festas, beneficios e subscripges em
favor do I.yceu de Artes c Officos, e con-
tina a trabalhar incessantemente por aquel-
lo, nos modestos limites de suas
Animado pelos primeiros laureis, ojovem jcanoa do mesmo aome.
tar*" u.*Jss,t
> ao* estfedo<4ff idUcia meiobro do Sohodft
tara no paiz e se offerecem como garantas
de um briloante porvir, nao podi aSocie- b;
dado Do: tembro ser indiferente sc
20i0 JWWtose- _
tembro de 1871. para a qual tlnha decedida vocaco e aoto-
A emancipaeta dos escravos era o mais rou-se na faculdade de medicina de Pars,
avantajado passo que o Brasil poderia dar em 4 de agosto de 1*4 mncenlo 06 mais
uda o progresso ; aquellesque escre- lisongeiros el os -lis prifesofe di ea-
veram essa pagina dourda da nossa his- cola. .,
loria impozeram-se a gratido da patria.. Chegara o tempo da volUr patria a m-
Assim pensando, a Sociedade Doze de 8e- tigar as sauda les da familia, e pagar ao seu
tembro proraoxou urna felicitago o gowar- paiz o inhalo do seu ervicoa.
no mponal, por parte do povo Peroambn- EOectvamento, regressando ao Brasil, de-
cano, o enviou-a ao ministerio, conferiojlo fendeu th>9es da Faculdade da Baha a 8 de
por esta occasio a cada um dos seusdis- outubro de dito aun* e habilitou-se a exer-
tinctos merabros, o diploma de seu socio cer em seu paiz a proflsoque foi para elle
benemrito. Um verdadeiro sacerdocio.
Ssbeisquena luta travada entio porocca- Foi hontem isto, senhores I muitos de
sio da discusso d-aquell le, o Norte do vos, conheceram o jovem e talentoso medi-
Imperio e notarelmente esta provincia, es- co e testemunharam os destellos e dedica-
quecendo pequonos intoresses, bateu palmas cao com que elle exeroicia a sua profissao.
a esta civihsadora e humanitaria idea ; a Por diversas vezes foi s provincias vizinhas,
Sociedade Doze de Setembro, pois, foi ape- praticar difficeis operacoes, com a pericia
uas interprete do pensamento quedominava que o celebrisava.
a populado desta provincia. Rosolveodo fixar sua residencia na corte,
FchcitaQo e diplomas foram Jeotregues depois da parda de sua extremosa rai, para
por uma^ commssao composta dos Exms. all seguio a 13 de abril do 1871. preced-
Srs. Baro de Pirapama. conselheiro Lopes do das auras percursores de seu talento, e
Netto, general Fontes presidente honorario era breve tempo tornou-se conbecido e apre-
desta sociedade, desembargador Parias Le- ciado.
mos, c Dr. Francisco Portella. i All, porm, estava-lbe marcado o tumu-
Todos estes senhores, sao socios honora- lo ; atacado de urna febre violenta falleceu
ros da Sociedade Doze de Setembro. no da 5 de junho de 1872, e delle resta
A' 5 de abril do corrente Janno, foi eleita hoje apenas as recordacoes saudosas e um
a nova Direcaopelaseguinte forma. 'modesto tmulo as agrestes e pytorescas
Dr. Manoel do iNascimeno Machado Por- montanhas de Frburgo.....
tella, Adolpho Lamenha Lins, Luiz Gon-, Pelos servigos prestados como presidente
calves da Silva, Dr. Jos iNcolo Tolentino desta sociedade, foi agraciado com o habito
de Carvalho, Jos Antonio Pinto, Dr. Fe- da ordem da Rosa,
lppe de Figueiroa Farias, Dr. Francisco Go- O que foi como cidado e como medico,
mes Prente, Joo dos Santos Perreira Bar- digam os quo o conheceram apreciaram,
ros. e Joaquim Dias dos Sontos. !e se utilisaram de seus snicos professio-
Nomeado o Dr. Portella presidente da naes.
sociedade, por S. Exc. o Sr. presidente da, O que era, como amigo, uo ha exprs
provincia, foram eleitos na forma dos esta-'ses paradze-lo, principalmente para aquel-
lutos, os senhores : j les que como o ente obscuro que vos falla,
Adolpho Lamenha Lins, 1." secrete- ^ributavam-lhe a mais sucera affeigo.
No dia 5 do julho, trigsimo de seu pa-
samento, esta sociedde mandou fazer so-
lemnes exequias por alma do to dedicado e
Ilustre consorcio.
de M.
tambera
selho de ns-
trvcco publica de Londres.
Este senhor escrevou j< urna obra muito
intereasante acerca das suas viagens.
seti biate o n aua canoa Rol Roy
te o Sr. Macgregor atraYessado muitos
mares e centenares de leguas nos nos da
Europa e Asia. Navegou tarubeta no rio
Jordo, da Terra Santa, e subi no. rio .Nilo
mais alto do que qualquer outn viajante
at agora conbecido.
NOVISSIMA ROMVRIA.-Em consequen-
cia do governo italiano ter prohib lo as ro-
manas, Pi IX dirigi aos seus liis um
breve, pelo qual lhes recommenda exercicos
espirkuaes em substituico daquellas excur-
soos.
A peregrinago, que nesle caso ser men-
tal, durar todo o mez de setembro, eser
dividida em tres partes. Na primeira dezer
za, os tl'is rezaro. para este fin, pie losas o
oppoitunas urages, figurando-se que fazem
meut.ilmente a poregrinaco dossautos luga-
res d.i Terra Santa, santificados pelo divino
Rodemptor ; na segunda dezena, figurar so-
ha a peregrnagao aos principaes santuarios
da Italia ; e na terceira aos principis san-
tuarios do estrangeiro.
DINHEIRO DE S. PEDRO.Segundo o
jornal o Correio de Milao, de 26 de ag isto
ultimo, o dinheiro do S. Pedro, produzio
de 1861 a 1668, as seguinles quan-
tias:
no.
2. secreta-
Joaqum Dias dos Santos,
ro.
Jos Antonio Pinto, thesoureiro.
Na mesina sesso de 5 de abril, resolveu
a sociedade nao s auxiliar quanto em si
coubesse as exposicoes das artistas mcha-
meos e Liberaes, como promover animal-
mente exposiges de pro Judos agrcolas e
naturaes.
Em um paiz essencialmenle agrcola, e
que na agricultura faz consistir a sua princi-
pal fonte de riqueza, as expjsiroes sao um
poderoso elemento de prospendade.
Convencida disto, faz a sociedade no dia
,2 do Dezembro do corrente auno a sua 1.a
exposigao ; nesta concorreram apenas pro-
ductos da provincia; esperamos no anno
viudouro, poder convidar as demais provin
cias coucorrerem para esta festa do pro-
gresso.
No intuito do auxiliar a sociedade dos
\rtistas, pedimos as pe.-soas a quem recor-
remos para a remessa de productos expo-
sigao, a propredade delles. para applicaro
resultado da venda depois da exposigao, s
obras do Lyceu das Artes o Officos, aufe-
rindo as-im um duplo proveito.
A exposigao ter lugar no edificio destina-
do escolas publicas, em Santo Antonio,
posto para este fim a disposigo da socieda-
de por S. Exc. o Sr. presidente da provin-
cia.
O nosso distncto consocio engenheiro
Iota Martns da Silva Coutitiho, prestimoso
cidadao e uotavel professional a quem o
pai/. deve relevantes servigos, demonstrou
perante a sociedade, em urna memoria pro
fecientemente escripia, as vantagens da
aclimago da Sinfona elstica (borracha)
nesta provincia.
Tomando em to la a considerago a lem-
branga do Dr. Coutinho, mandou esta so-
ciedade vr do Para porgo do sementes des-
ta planta, para destrbui-li pelos agriculto-
res que quizessem experimentar sua cultu-
ra ; b-evemente dever chegar a encommen-
da feita.
Um dos actos de que mais se ufana a So-
eiedado Patritica Doze de Setembro, ter
concorrido com muilas de suas irmaas e
parte da popu'agao desta cidarlo, ante o Au-
gusto Throno de S. M. o Imperador para im-
plorar-lhe a graga da commutago da pene
de morte imposta ao soldado Joao Raymun-
do, poupando-nos o espectculo de urna
execugo capital.
Tomando a nossa parte na gratido devi-
da ao mouarcha brasileiro, pela suspenso
da execugo a que me reliro, folgo de con-
signar aqui, com a devida venia, que a So-
ciedade Doze de Setembro, recebe com o
mais profundo reconhecimento, a graga qu
esse acto deixa entrever.
Tratamos, Senhores, de reformar os nos-
sos estatutos, dando a sociedade urna consti-
tuigoque so prestemelhorasdesenvolvimen-
to de seu vastissimo programma ; feito isto,
estabelecidas as conferencias publicas para
leitura do memorias scientificas; coinrais-
sSes habilitadas para apreciar e julgar as
deseobertas e inventos uteis; premios aos
melhoramentos de iniciativa particulare ou-
tros trabalhos, a sociedade assegurar um
bello futuro prestando bons servigos ao
paiz.
Pelos annexos a este relatorio veris que
a sociedade conta actualmente 7 socios be-
nemritos, 6 honorarios e 238 effecti-
vos.
Pelas contas conhecereis do nosso estado
financero quo felizmente lisongeiro.
Concilio este imperfeito trabalho, Senho-
res, com um voto pela prosperidade desta
associago.
Tenho f que a sociedade Patritica
Doze de Setembro ha-de prestar a este paiz,
relevantes e reaes servigos.
Tem ella no seu fim, os elementos de um
explendido futuro ; e sobre tudo vivifica-a
um sentimento que a perpetuaro patrio-
tismo quo nao se extingue na trra da Santa
Cruz.
Adolpho Lamenha Lins,
i." secretario.
1861...........
1862........... 9,402:000
1863........... 7,0*7:000
1861........... 5,832:000
1865.......... 6.445:000
14,184:000 francos


1866...........
1867'...........
1868...........
5.939:O0U
11.312:000
11,000:000

71,161:000
ou doze mil oitoceutos o oito coutos nove-
centos e oitenta mil res, ruoeda forte.
VARIEDAD-E
RAQAS EUROPEAS. A mais numerosa
das ragas europeas a latina. Eis aqui os
algarismos comparativos de todas ellas.
Haga latina: hespanhoes, 16:000:000;
fraiicezes, 36:000:000 belgas, 2:200:000;
suissos, 800:000 ; portuguezes, 4:500:000 ;
italianos, 26:000.000; romanos, 8:000;000
canadienses francezes, 1:0000:000 ; brasi-
leiros, 11:000:000; hispano americanos,
32:000:000.
Total 139:000:000.
Raga slava : russas, etc. 80:000:000;
slavas da Prussia, da Austria a Turqua,
25:000:U00
Total 105:000:000.
Raga ngleza ou celto-gennanica, ngle-
zes, escoceses e irlandezes, 31:000:000 ;
americanos do norte, 41:000:000 ; cana-
dienses inglezes, 2:500:000 ; austerlianos,
3:000:000 e 1:000:000 de varios.
Total 78:500:000.
Raga germnica e scandinava : allemes,
40:000:000; austracos allemes, 9:000:000
hollandezes e fia-engos, 6:000:000; suis-
sos allemes, 1:800:000 ; scandinavos,
8:000:000.
Total 64:800:000.
CATASTROPHE. Na baia Potomac se
CATASTROPHE.Deu se um horrivel si-
nistro na estago de Bedford, do camiuho
de ferro (ireat Northern ; naquelle sitio a
linha atravessada por outro caminho de
ferro que liga Manchester e Shellield. Um
comboio com 2o0 pessoas, quasi tudo ope-
rarios de Sheffield, que iam n'uma digresso
de recreio at Cleethorpe e Grimsliy, foi do.
encentro a outro comboio carregado de
peixe que vnha na outra linda. Tres pes-
soas fiearam moras e algumas vinte ou trin-
tas feridas ; destas, diz-se quo 10 esto em
perigodi. vida.
OS LADRES EM PARS. -Como se
falla tanto agora no servigo de polica em
Lisboa, vamos referir oque acabamos de
ler n'um jornal parisiense :
Diz elle :
Os ataques nocturnos parece que tor-
nara a recomegar em Pars ; felizmente a
polica, que viga activamente, quasi sem-
pre captura os autores
Anda a noute passada, Mr. (i... vol-
tando de passar a noute em casa de seu pai?
em Saint Mand, prximo da mea noute,
ao entrar na ra de Charenton, recebeu
urna pancada forte na uuca. Iraraedata-
iente volveu retaguarda o fez frente ao
aggressor. com quem lutou, clamando ao
mesmo tempo por soccorro.
Os sergents de ville appareceram e o mal-
fetor foi preso.
CARNE DE CAVALLO. Segundo dados
officiaes que a Frunce'1 publica, eis o con-
sumo que en Pars tem havido de carne de
cavallo :
No primeiro semestre de 1867 foram
consumidos em Paris 893 cavallos, muas
e jumentos, que produziram 166:030 kilo-
grammas de carne.
a Em idntico periodo de 1870 (antes da
guerra) consumiram-se 1,992 animaes, que
derara 366:440 kilos.
No semestre correspondente de 1873
inceudiou um grande vapor, que seempre-Mora,n batidos 5,186 cavallos, queforne-
Passaudo 2. parte deste trabalho des-
empenho o doloroso dever de fallar-vos dos
socios fallecidos no periodo que relato.
So, gragas a Divina Providencia, a morte
nao foi exagerada em sua lgubre seifa, foi
por demais severa na escolha; perdemos
apenas um companheiro, mas perdemos urna
de nossas brilhantes esperaugas, um dos
mais esforgados soldados da sciencia e da
humaaidade.
Aquello que abri al.' sesso da socie-
dade Doze de Setembro, seu 1." presidente,
Lr. Francisco Pires Machado Portella, des-
ceu ao tmulo no dia 5 de junho de
1872.
Nao lhe valeram mocidade, talento, virtu-
des, e as affeigesque o acariciavam ; o des-
tino o havia assigualado com seu dedo si-
ga va na navegago fluvial, entre vanos por-
tes. Chamava-se Wawassei.
Partir de Washington com 117 passa-
geiros, entre os quaes muitas mulheres e
criangas.
Quando o fogo se declarou, a embarca-
go esteva apenas distante da trra uns qui-
nhentos metros.
Em vinte e cinco minutos o fugo tinha
destruido o vapor e occasiouado a morte
a quarenta e tantas pessoas, sendo a maor
parte mulheres e criangas.
A bordo havia quinhentos cintos de sal va-
gao decortiga. O pavor que de todos se
apoderou foi tamanho, que meramente dous
horneas d'elles se aproveitaram, e assim
conseguiram livrar-se.da morte.
0 capito no seu relatorio aquello terrivel
sinistro, diz :
0 nico meio de salvar os passageiros
era continuar a marcha para trra. Fiz
langar agua para cima das cordas do leme,
afim de nos ser permittido dirigir a marcha;
o d'este modo cousegui que em doze ou treze
minutos tocassenios praia. Quasi ao
mesmo tempo a machina deixava de funu-
cionar. O vapor encalhou na areia, nao
tendo mais proa que cinco ps de agua:
Conservei-rae no con vez at que as
chammas d'abi me afugeutaram.
Fui ento proa para ajudar a salvar
os passageiros. D'entre elles muitos tinham
medo de saltar agua, porm eu lhes disse
que podara faze-lo sem medo de ficarem
submorgidos.
Ento um ou dous saltaran!, e todos os
que lhes seguram o exemplo foram sal-
ceram 883:840 kilos de carne, nao contan-
do com o corago, ligado, lingua, ole, que
foram consumidos como os deboi.
as provincias tambem se notam os
mesmos progressos.
Os cavallos destinados a tousumo sao
pagos, termo medio, de 125 a 150 fran-
cos.
SCIENfJIAS
vos.
Croio que todos os que aiorrerara se
achavam popa do vapor, para onde as
chammas os haviard feito fugir ; deviam
ter saltado para a agua afim de evitarem
ser queimados.
Alguns passageiros morreram, por te-
ram .sobrecarregado de mais as lanchas.
Urna d'ellas, que esteva cheia de homens
de cor, quando quiz siugrar, a popa raet-
teu-se debaixo de agua.
Havia a bordo dez ou doze criangas,
uistro, e a sua terrivel mensageira pairava as quaes pen60 terem perecido,
sobre a fronte daquelle distincto mogo I. a No momento em que eu ia abandonar
Nascido a 27 de 9utubro de 1837, Fi|an-!o navio, vi urna mulher de Alexandria, que
cisco Portella revefou desde seus primeinkjae agarrava ao leme. Foi salva por uiu
atmos-, decidido gosto pelas lettras ejoaflj escaler, que vinlu navegando.
ou e Unto,
sao medica, que mais tarde adoptoi
enohrece\j.j
4J0SPEDE ILLUSTRB. -Est era Lisboa,
Dedicada s idees grandiosas que se levan-' em
n 1S
de passagera dos Agorespara Londres, o Sr.
m lettras, I Macgregor, conbecido pelas viagens que
tem feito no Rob Roy, bate, e na pequea
PASSAGEM DO PLANETA VENUS SOBRE
O SOL EM 1874 E 1882.
As observag^s das passageus do planeta
Venus sobre o sol oempre tem dispertado
toda considerago dos astrnomos, em ra-
o das preciosas nogoes que a sciencia
moderna tem adquirido sobre pontos mu
importantes da constituicta do systema so-
lar ; pois que de taes observages o modelo
fundamental em se baseam que as distancias
planetarias, poder ser determinado de um
modo sufficicnte.
Estas passageus to celebres e curiosas
no ultimo seculo, foram por muito tempo
ignoradas; jamis alguem pensou que Ve-
nus poderia projectar-se sobro o disco solar,
tendo a forma de urna mancha negra e ar-
redondada ; ou que podesse formar urna es-
pecie de eclipse central do sol; embora no sys-
tema de Ptolomo, o planeta passando entre
o sol a trra devesse appresentar tal phe-
nomeno ; mas como o telescopio era igno-
rado, e Venus sonriente observada era suas
mximas digresses, nao podiara assegurar
a-existencia de tal phenoraeno como possi-
vel e. muito mais as conjuneges inferile-,
porque sendo Conbecido o pheuomeno, co-
nhecer se-hia que a rbita de Venun encer-
rando e sol era situada entre este" corpo e a
trra como no systema de Copernico.
Ninguem sonhava as vantagens precio-
sas das passagens de Venus, como base pa-
ra deterrainar-so a distancia exacta do sol
i trra, o portento como base das distancias
planetarias, quando Kopler predizendo tal
pheiioiueuo, teve de o encarar cmo raro e
inapercebivel; viudo a passagera de 4 de
dezembro de *639 da qual temos um co-
nhecimento vago, a primeira apercebida.
Halley fo o primeiro quo, annunciando
as pnsN-tgens de 1761 e 1769 fazia sentir
aos astronom s de seu tempo, as preciosas
consequencias qu* po liara obter de tees
observagas ^a Halley exorava posterida-
de de recordarse que era un inylez quem
tinha ido esta ideal...
Os leitores como posteros coucedaui a de-
vida venia para transmitlir-lhes este suppli-
ca do inglez no preaiqbulo de umu pr^
gao scientifica qu6 faz um astrnomo re
ro dos campos de Minas, principal mete
em urna poca que temos no paiz urna as-
tronoma oflical, e excelsa nos recessos do
morro do Casteflo, e inaccessivel curiosi
dadu popular, jpfincipi ^)to dej
deixou de publicar soiis ephe.ncrfdes, coli-
sa superflua na opinio do gowrno desde
que temos Coniiaissance des Terapse otras
ephemerides estranhas.
Arriscada e ousada a tentativa de escre-
ver se em questoes de Venus ;. mas nao po-
dendo nosso espiritoesquivar-se deiamiliar-
mente conferenciar com o leitor da Rep-
blica, e tiem a sciencia sendo-uos interdic-
ta ou reconhe.da como privlogio do obser
vatorio, pojemos oceupar toda atteneo do
leitor com o pht-nomeno das passagens de
Venus e principalmente daquellas de 187 4
e 1882.
Em astronoma, como em todas as seien-
ciasque tem em vista o estado da natoreza,
existe duas partes distinctas: urna versa so-
bre a observago dos factua, e outra forma
urna operago, da razo outros sobre
os factos ; isto existo urna physica e me-
llisphisica, queaindi se chama a philoso-
phia da sciencia,
Na primeira parte, os astrnomos moder-
nos em todo tenlamen scientifico marchara
com muito progresso ; podem pois predizer
com certeza e exactido o instante do dia
em que um planeta oceupar um dado pon-
to do espago celeste ; podem precisar o vo-
lurae. forma o peso destes corpos, pois quo
com exactido as relages em espag s vi loci-
dade, e tempo que esto estabelecidas entr^
esses diversos corpos, sao funegoes de seus
movmentos.
No estulo dos plienomenos geomtricos
e mecnicos dos astros a astronoma
urna sciencia admiravel, e eminentemente
mathematica ; conduz portante ao espirito
humano a obter coneluses exactas.
J na segunda parte nao succede assim ;
porque nao tondo-se era vista as observa-
ges celestes pelo la lo das equagoos geon.e-
tric.is, procura entretanto o espirito huma-
no de reconbocer a causa dos movimentos,
a combinago das forgas naturaes que ac-
tuam harmnicamente no universo, Qnutras
causas transcendentes que sentimos. Ora,
para estudar se esta parte seria preciso por
meio de numerosas experiencias da pliysica
e da chimica, experiencias delicadas, tra-
tar-so da descobert das causas accossiveis
do niovimento de pequeos corpos que nos
rodeiam, para olevar-nos pr indcelo
representago das causas do movimento
geral.
Nesta parte, convm dizer, temos visto
muitos sabios eminentes fallando com a
imaginago, ligando scuserros s certas ver-
dades, de modo qje, na i smente enga-
nam-se, cerno Iluden aos outros.
E' necessario quo o leitor circumscreva o
verdadeiro campo dos conhecimentos positi-
vos accossiveis ao hornera, principalmente os
conhecimentos quo conluzera a preliego
real dos plienomenos celestes, ab ndouaiido
o yago e imaginario que escapara ao do-
minio positivo da observago.
Assim no syste la sideral onde tantos as
tros obscuros, telescopianos, tantas nebulo-
sas resoluveis ou nao, e muitos outros plie-
nomenos que escapam da visito das medi-
das, etc. polendo-se apenas apreciar o mo-
vimento-e phenoineuos lucidos de cortos cor-
pos, mas nunca a determinado dos espagos
estellares, suas naturezas, etc., desde que
faltar urna iiivestigago positiva, evidente
que toda in luego feita nos levar a um es-
tudo conjec'ural.
O estudo dos spectro estellares nem por
isso derrama o a luz l onde os plienomenos
lucido? do-se e alravessam urna aihmosphe-
ra, cuja densidade, composigo chimica e
poder refrigerante nao sao incgnitos.
Nao succede assim com nosso systema so-
lar, que por si s capaz de constituir
una sciencia positiva, offerecendo-nos a pos-
sibilida le de determinar se as formas, gran-
dezas distancias e movimiento de seus corpos,
podendo por cortos phenomenos mesmo lu-
cillos fixar-so as atlimosplioras planetarias,
suas extenses, mas nunca as suas densida-
des, composiges chimicas, e estructura mi,
neralogica dos planetas, etc.
Os nossos cjnhecimentos astronmicos
esto limitados aos phenomenos geomtri-
cos e mecnicos, e para apreciago destes,
os nicos moios que at o presente conta-
rnos por instrumentos aperfeigoados, limi-
tam-se medigo do ngulos e do tempo.
A descoberta das leis que regem os phe
nomonos colestes fergosamente levara aos
astrnomos na prediego exacta do estudo
do co em um futuro mais ou menos distan-
te ; por isso as posiges dos planetas, do
sol, os eclypses, rollas de certos cometas,
etc., e outros phenomenos, podem com Cer-
teza serera previstos.
Nao pois de estranhar que os dias
9 do dezembro de 1874, 6 de dezembro de
1882 estejam destinados para as prximas
passagens de Venus sobre o sol, succeden-
do urna aps d'outra uo intervallo de oito
annos, e smente 14 para o anno de 2004
no da 8 de junho tero lugar outras pas-
sagens.
Considerando que as ultimos'passagens t-
veram lugar 1761 e 1769, conceber o lei-
tor ura periodo regular na produego deste
phenomeno, quo escreveremos deste modo
113 annos 8.
Poder ser em 121 annos; ou 105 annos;
por isto o signal algbrico
Permitta o leitor que expliquemos certos
termos astronmicos.
Chaana-se conjuneco, a situago de dous
astrosTjue tem a raesma loagitude, qualquer
que seja a latitude; dizemos, vi g., que a
"ua est em conjunegono instante em quo
sua longitude igual do Sol ; agora, se
no instante da conjunego a latitude me-
nor do que o semidimetro do sol, a la
projectando sobre este astro formar um
eclypse.
Demonstra a observago que Denus volta
serapre a sua conjunego inferior (entre o
sol e a trra) todos os 584 dias, mas que
nesta intervallo de tempo a trra tem feito
uma revotugo de 360* e mais 216, isto ,
365 dias mais 219 das.
Assim em cada revolugo a longitude he
liocentrica da trra, eaquella;de Venus serio
augmentadas 216 a lim de cinco conjune-
ges, temos :
5x2t6'=-ax3fi0
isto quer zer que 5.>84 8 anuos.
Portento, no fim de 8 anuos tolas con-
juneges do planeta Venus correspondem- a
um mesmo ponto do co, e todos phenoimt j
nes.quedepondeadesta^iwt'ga respectiva,
reproduzera-se na ousraa, or Jera,
Eis a razo porque as taboas de Venus de
te asaos voltam mesma poca e
certas orreecoes.
mego inferior tendo lugar em um
dos nodos, pontee onde a rbita do planeta
corta a orbtte da torra, precisamente dar
uma bassaaem porque o cautro de Venus
estaujk) (4 pao de ecfipti ,tanle da
conjuingao, far com que a linha tirada da
trra ao sol passe por Venus; ento Venus
ah projecaudo-se como Uma mancha ne-
gra, arredondada, formar ama especie de
eclipso annular do soL, o que se 'dizpas-
tagtm.
Ora, o nodo de Venus nWentklo ascen-
dente Vjii por um seculo sujeito ao movi-
mento uV-(r>,3r 09" 80; portento co-
nhecida que seja a longitude do nodo por
uma poca, dada, com a eorrecgo pre
dente, 'toreraos a longitude do nodo pelo
instante pedido.
Sabemos pelas taboas dos elemento do
systoiiia solar que a 1 de Janeiro de 1801 a
longitudo do nodo ascendente de Venus '
era de 40* 52' 39" mea noite de Pars.
A observago atienta do movimento dos
planetas em suas ellipses, faz ver que os
elementos destas, sao submettidos a certas
desigualdades peridicas e seculares; e que
as variages peridicas affectam simples-
mente s posiges dos planetas as rbitas,
tanto que as variages seculares affectam os
proprios elementos da rbita, de modo que
estas variages seculares affectaudo as d-
mei.ges e posiges das orbitis lentamente,
somonte em muitos annos podero ser ob-
servadas.
Sendo o movimento secular do nodo co-
nhecdo, isto -1869" 8'J, por 1 )0 annos,
temos por 73 annos e depois de 180 a eor-
recgo de O" 22' .4" 95 no nodo ascendente
de Venus, dando o lugar do nodo era 75"
15' 23", podundo com outras correeges
attingir em 75 20' o que pouco influe.
Logo que a trra achar-se em conjunego
com o planeta Venus, sendo 75* 20' a lon-
gitu lo do nodo, ponto da conjunego; evi-
dente, que a longitude geocntrica deste
ponto ser 75 O' mais 180*, dan Jo por-
tanto 255 20'. Nestas crcumstancias a
longitude geocntrica do nodo descendente
ser do 75 20'; mas succede que a rbita
de Venus faz com a eclptica uma inclina-
gao de 3a 23' 29", as passagens nao podem
ter lugar seno as conjuneges inferiores
nas proximidades dos nodos, e ainda mais,
as pocas em que a longitude do sol for
prxima de 253 ou de 73:
Cnsul tan do-se s taboas solares, vemos
que taes longitudes smente em dezembro
ou em junho podem se dar l para meio
das priinciras quinzenas desses raezes; e
realmente, sao os nicos uiezes do anno era
que as passagens sao observadas.
Consignaremos, que as passagens em um
dado auno reproduzera-se d'ahi a 113 zfc 8
annos; que tero lugar em dezembro se o
planeta estiver em seu nodo ascendente, e
que vice-versa estando no nodo descendente,
as passagens tero lugar em junho, isto pelas
razes que cima expuzemos.
O que succede com Venus applicavel
com Mercurio ; este planeta tem as longitu-
des dos nodos em 226' e 46', e por sso
suas passagens sao vistas somonte em nu-
vembro e em aiaio.
M. Delarabre na sua astronoma vol. II,
pag. 473, apresenta uma taboa das passa-
gens que tero lugar at ao anuo de 3000,
sendo a ultima d'essas pocas, observadas
em 2984, ouui total de 19 passageus.
Entretanto se na solugo racional do
problema das passagens, e apreciago das
consequencias quo a sciencia pode obter,
temos a considerar que a durarn de urna
passagera, nao poder ser a mesma por
dous observadores collocados era. differentes
lugares do globo, e isto pela raesma razo
quo faz variar a durago de um mesmo
eclipso do sol observado em regios disten-
tantes sobre a trra.
De facto o planeta na conjunego inferior,
estando mais prximo da trra do que do
sol, resultar, v. g., para um observador
collocado no Rio de Janeiro, de vl-o pro-
jectado sobre ura ponto do disco solar, em-
quaoto que no mesmo instante outro ob-
servador estando em Groelanlia, sobro o
mesmo meridiano ter a projecgo do pla-
neta sobre um outro ponto do disco solar, e
Venus durante a passagera para estes dous
observadores parecer descrever. cordas
mais ou menos lougas sobre o disco solar.
As ditferengas entre os tempos que Venus
leva a percorrer taes cordas, dependendo do
affastameiito do centro do globo, precisa-
mente sao sensiveis e medidas eutre as ob-
servages, e na passagem Je 1874 podem
dar 9', 43" de tempo, excesso suflieiente
para os clculos: portante, um meio seguro
e exacto para determinago da paralloxe,
ou ngulo em que a trra seria vista do sol,
resultando disto um meio precioso para
avaliar-se o modulo das distancias plane-
tarias.
Para termos uma idea deste method",
devenios notar, que as durages de uma
passagem seriara as raesmas, caso todos os
observadores estivessom collocados no centro
da trra : mas, a trignometria for eco um
meio seguro e exacto de refer r-se ao centro
do globo as observages dos astros feites em
outro qualquer ponto desde que a paralloxe
cogulla.
Parallaxe o ngulo sobre o qual o raio ""
terrestre corrrspondendo ao lugar do obser-
vador seria visto do centro do astro que
se tem visto.
A parallaxe uraa operago que recon-
duz pelo pensamento as observages celes-
tes feites em diversos lugares do globo, a
essas observages que seriara (bitas em ura
observatorio ideal, situado uo centro do
globo, como centre dos movmentos diurnos
appa rentes.
Tendo-se observado a durago de uma
passagem em dous lugares diversos do globo,
o valor da passagera en tempo sendo con-
cluido pora o centro da torra dever ser
idntico. ,mi
Segu-se que dando-se ura valor arbi-
trario parallaxe de Venas, e depois deste
valor ser referido ao centro da torra pelas
duas durages observadas desde que coin-
ciden! os resultados deduaidos, signal que
o valor arbitrado paxallaxe de Vein
exacto ; no taso que se uote uraa dillereuCa,
esta indicar um erro de calculo no- valor
supposto, e novameute encetando-se os eal-
culos coas outro valor, ehega-se por ensatas
successitos a determinar-se a parallaae
exacta.
(ConHnwu**e-ha)
?
V
*
!
V
TYP. DO DIARIO -RA DUQUE u& UL*L\
V,
tA.


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