Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13044


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Full Text
I II! I J'HWM ,
...... ,."' ...
I -
-



AiV!VO XLIX. MINERO' 219
PAE.1 A CAPITAL B LUGARES OSOS M SE FAGA POBTB.
Por tres moze adiantados................ 6*000
Por sais di 106 itletn.................. 119000
Por um mito idem.................. 14SOO0
Cada numero avuiso.................. (20
CPARTA FEIRA 24 DE SETEMBRO DE 1873

i
.
DEXTftO FBA DA PBOVISCI*.
P*r tre mese* idiantado................. 750
Por seis dito idem................... 139 a**
Por aove dito idem..........,....... 10J1W
Por a auno idea................... 17)1000

r.-.i *+*
PR0PRIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA A FILHOS.

-
0 Srs. Gerardo Antonio Ai ves di Filos, no Para; Goncalves d Piuto, no MaranhAo; Joaquim Jos de Oliveira 1-ilLo. no Cefcr; Antonio de Leiuvj Braga, no Aracatj ; Joao ria Julio Chaves, no Ass; Antonia Marques a Suva, ao Jatal; Jos /at
Pereira d'AImeida, em Mamauguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahyba ; Antonio Jos Gomes, nadilla da Peutia; Belarmino do Santo Bulcao, em Santo Anto ; Domingo Jos da Costa Braga, emNaiarethj
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Machaeo, no Pajjdas Alagdas ; Alves C, na Babia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio('de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Goveruo da pt*a%luca.
KXPKDIE.NTE W WA I' Dk JULHO US 1873.
/.* teccao.
Offlcios :
A o Exm. brigadiiro commandante das armas.
~ Tendo se dado casos em alguns recrutas exhi-
birein, como suas, escusas pertencenlos a outros
individuos, rcomiuendo a V. Exc. que mande ve*
rificar a denudada do pessoa do recruta Pedro
Francisco Gomes do Oliveira, que apre-eutou bai-
xa, e acerca do qu.il versa a. sua iuformaco de
tontera sob u. 661.
Ao mesmo. -Visto serem incapazes do ser-
vico militar os recrutas Joai|uun Jas de Sant'An-
na e Jos Anacleto El-as, seguudo o terim d>- in<-
p icpao annexo ao seu oQlcio desla data sob a.
666, pae V. Exc. manda los por em hberdade.
Ao mesmo. Pode V. Exc. manda por em
lberdade o recruta Saturnino Luiz Moreira, visto
ser incapaz do servido, por saffrer de clepliantia-
ais dos rabes na erna esquerda, segundo o ter-
mo de inspeccao annexo ao seu o:Bciu de houlem
sob n. 639.
Ao mesin'). A' vista do que pondera V.
Kxc. em seu officio de honlem sob n. 638, relati-
vamente a falta de um mdico militar dispouvel,
que possa ir para o presidio do Fernando de No
ronha, autonso-o a contractar para esse lim un
facultativo civil.
Ao capital) do porto. Respondo ao seu
olQcio de hontem sob n. 129 dizeudolhe que j
foi providenciado no sentido de serem feitos os
reparos precisos as rampas dos cae* do Apollo e
la ra da Aurora, a que allade o citado oflcio.
Ad director interino do arsenal de guerra. -'
Mande Vine, recolher uesse arsenal, quanJo ah
forera apresentados por parte do commandante do
9* baialho de infamara, 26 ceroulas de algodo,
695 pares de meias, 5 de polainas e 333 de sus-
pensorios, constantes do pedido junto.
Ao conselo de compras de marinha. -Es-
tando determinado que dista daU em Jiaule cu
mece a vigorar o systema mtrico, a que refere
se o decreto n. 5,089 de 18 le setembro do anno
p tssailii, autoriso o conselho de compras de mi
rinha, nos termos do aviso creular do ministerio
da marinha de 21 de junho proxiniii liado, a Cuta-
prar os Jogos de medidas e pesos do dito sv-lem.a,
que forera neeessarios ao servico es|ieeial de cada
urna das reparticoes a cargo daquelle ministerio
nesla provincia.
2' .wegao.
Actos :
O presidente da provincia, c-informando-se
com a proposta do l)r. chele de polica em officio
n. I.16 de hontem datado, resolve crear mais um
districlo de subdelegado na freguezia de Pao d'Albo,
do terne do mesmo nome, a lerando a numera-
;o dos mesmos disthetos do modo segrate : U
I* Hcar do lado do sul do rio Capibarbe, com
piehendendo lo lo o territorio que fica la parte
do scente da estrada que passa pelo Bello Mon-
te em direeeo ao Desierro. 0 2 compreliender
t ido o territorio da freguezia do lado do norte do
rio Capibaribe. O 3*. finalmente, liear do mes
mo lado sul do rio, comprehendendo o terreno do
ponto da supradita estrada.
0 presidente da provincia resolve nomear o
baeliaiel Galdinu Eudoxio de Brito promotor pu-
blico da comarca do Btuque.
Offlcii:
A i presidente de tribunal da eommereio. -
Km resposta ao ufflcio de V. Exc, de 26 do mez
prximo pausado, tenho a dizer Ihe que deve o
oilieial que s"rve de thesoureiro deesa reparticao
niiinuar a recebar as qu aotias, que por elle de-
vera ser arrendadas, licauJo-loe marcado o prazo
de quiuze dias para dentro delle apresenlar a seu-
teaga de especial nado da respectiva llanca.
Ao Dr. ehefe de polica Louvo a V. S. pela
importan!*) diligencia que realisou, prndenlo di-
versos inlividuos inlicisdos uj crime de fabricj
e litro luecio de moeda falsa,aiprehendenlo untas
nu valor de 79:0 O, e papel, tinta e chapas em-
pregadas em seu fabrico, cora o que presura um
-relevante servico. E tendo V. S. nessa diligencia
sido em muito auxiliado oelo subdelegado da fre-
ftKt do Recife e delegado do i* districlo, lou-
vo os V. 5. tainbe.n em nome desla presidencia.
Ao juiz de direito da Ia vara. Oinvm qe
V. S. proceda a urna revisan especial di lista dos
jarados residentes as freguezias de Jiboato c
Muribeca, informan lo qual o numero total dos
apurados.
Ao juiz de direito dj BuiquePor portarla
J.-U data foi nomeado o bacliarel Galdlno Eudo-
xio de Brito promotor publico dessa comarca.
3.' tecfo.
Ofllcios :
Ao inspector da thesourana Je fazenda.-
i ^mmunico a V. S. para os devidos tlns que, se-
gundo participacao do ministerio dos negjcos da
l'azenda, foi demiUido Jo- Hereulano T .omaz de
A'mino do lugar de 4 escriturario addido da
aifaadega desta provincia.
Ao mesm >. Declaro a V. S. para seu co-
nnjcimeulo e flus conveniente-' que. segundo cora-
muuicou-me o Exm. e Rvrn. bispo diocesano,
tea lo fallecido a 11 de junto Ando o vigario col-
lado da freguezia do Buique, Rvd. Jos Teixeira
de Mello, fura nomeado no da 27 do mesmo mez
o Rvd. II.'reulano Marques da Silva para reger
aquella freguezia na qualidade de vigario encom-
mondado.
Ao mesmo. Estando ja determinado que
desta data era diante comece a vigorar o systema
ni nen, a que se refere o decreto n. 5,089 de 1S
de setembro do anno passado. autorisei o conso-
1tu> de compras de marinha, nos friis do aviso
circular do ministerio di marinha, de 21 de junho
pretrito, a comprar os jogos de pesos e medidas
do dito systema, que forem necessarios ao servico
especial de cada urna das reparticoes a cargo da-
quelle ministerio nesla provincia ; o que commu-
nico a V. S. para seu conliecimento e fios conve-
nientes.
Ao memo. Em duplcala achara V. S. a
c rata junta, que cora eOlcio de hontem sob n
130 me foi reraettido pelo capitao do porto, e em
que M'4tv>*l Figueira de Paria Fllhos, propie-
tarios do Muri de Peinuinbua,pedem pagamea
to de 234100, importancia de annuncios daquella
capitana, afim de que satisfaca o dito paga
uieato.
Ao mismo. Communieo a V. S. para os de-
vidas tius que a 16 do mez prximo passado as
sumi e I* supplente do juiz municipal de Naza -
i 'tit, Jos Francisco Lopes Lima o exer.;icio desse
cargo.
Ao mesmo.Transmiti a V. 8. para os fias
convenientes as inclusas portaras de 7 do corren-
te. pelas quaes Corara nomeados Joaquim Pinto de
'ninr j,, Snfyro Bsrtvm para os lu-
l>crs 3e amanuense du Uospiul miliur dcsu pro-
vincia.
Ao mesmo.-Incluso remello a V. S. a follia
'1 a officiaes e prets das arai.-as e calcetas, relati -
vos ao mez de Junio prximo Ando, afim de que
mande pagar os respectivos encmenlos.
Ao mesmo. -Coramuaico a V. S. para os de-
vidos fins que por officio desta data communicou
o hachare! Herraogenes Scrates Tavares de Vas-
coocelles ter deixado o exereieio do cargo de juiz
de direito da comarca de Igoaraes, por motivo de
molestia.
Ao mesmo.Represeafaado-me o brigadeiro
cotumaadaau da armas foi officio de bflWm da
tado sob n. 638 a falta de um medico militar em
di>poiiitiiidade, que possa ir para o presidio de
Fernando de Noronha, autorisei-o a ralractar pa-
ra esse lim um facultativo civil; o que commu-
nieo a V. S. p.va sea conheeimeuto e devidos ef
foilos.
Ao mesmo. -Communieo a V. S. para os de*
^vdos fins que nesta data ontrou no gozo de dons
mezes de licenc, que lite foi concedida por esta
presiJencia, o bacharel Manoti Qemeulino Carnei-
ro da Caoba, pr.jvedor de capailas e residuos des-
ta eapilal.
Ao inspector da Ihesouraria provincial.
Communieo a V. S.-nara os devidos lias que nes-
ta data foi uomcalo Galdino Eudoxio de Brito
promotor publico da comarca do Buique.
Ao mesmo. -Transmiti a V. S. para os de-
vidos effeitosa inclusa folha dos vencimentos dos
auipregados desla secretaria, relativos ao mez de
jnnho prximo passado.
Ao mesmo. Communieo a V. S. para seu
conliecimento e devidos fins que nesta data dei-
xou o exereieio do lugar de offical de gabinete
rata presidencia, o baaharel Jo< Augusto Fer-
reira da Cosa, p.ir ter sido uomeado delegado de
polica desta capital.
4* secqao.
Acto:
O presidente da provincia resol ve nomear o
bacliarel JeiTerson Mirabeau de Asevedo Soares,
para exercer u lugar de archivista da secretaria
da presidencia, vajto pela aposentadorL concedida ao
respectivo serventuario.
O presideute da provincia, atleudendo ao que
nquereu o archivista da secretaria da pr sidenca,
leueire coronel Joao Valentim Vilclla, e tendo em
vista o parec r dajunt medica que o iuspeccio-
nou, rosolve aposenlal-o com os voucimentos a que
por le t ver direito.
Oficio*:
Ai) Exm. Sr. presidente da provincia da Pa-
rahyba. -Com a inclusa copia da informacao do
brigadeiro commandanle das armas, datada de
ho.item sob ii. 662, ficara prstalos os esclareci-
raeutos que, com referencia ao soldado desertor da
companlii* de infamara des>a provincia Felippe
de Santiago do Naselmeato, solicitou V. Exc. em
seu olBoio de 19 de junho prximo lindo sob n.
1,599, a qu respondo. .
Ai Exm. Sr. bispo diocesanoEra resposta
ao officio de V. Exc. Kvma., de 27 de junho lindo,
teuiio a dizer que nesta dala commuHiquei the*
souraria de hienda o f.ill-,cinenio do vigarjo col-
lado dafregueia de Buique, rvd. Jos Teixeira de
\le lo, e a nomeagao do rvd. Herculauo Marques da
Sliva para reger a mesma freguezia, na qualidade
de vigario euemn nendaJo.
Ao director geral interino da instruego pu-
blica. -Constando-mi que o professor do latn de
Garanliuns LeopoMrao Antonio da l'onscca abando-
nara a sua cadeira, determino a V. S. que, verifi-
cado sto, proceda de confonnidade com a le con-
tra o referido professor.
Ao Dr. regedor interino dj gymnasio provin-
cial. -Em resposta aojolficio de Vine, de 8 de ju-
nho fiad, lenno a dizer-lho que por ora nao pode
ser feito pela thesourara p-oviucial o adiantanen-
io quo solicita para diversas obras necessarias nes-
so estabelecimeuto.
Ao juiz de paz, presidente da junta de qua-
fic. cao da freguezia do Poco da Panella. Infor-
me Vine. s ja leve lugar a 2' rouuiio da junta de
qualifieac/io'dessa parochia ; e no caso alHrmativo
remelU a secretaria desta presidencia as actas res-
pectivas.
Portara .
A' cmara municipal da cidade da Victoria.
Informe a cmara municipal di cidade da Vksto-
loria si a laxa do 20 O/y marcada para o aferidor
B a da tabella existente ; rom o que uo pode esta
presidencia conceder a approvacio solicitada em
seu offi-io de 19 de junlio lindo.
5." seceo.
Ofilcio :
Ao ongenheiio ehefe da reparticao das obras
publicis. -Autoriso Vine a conceder, independente
de onus, a peratasao quo pedio o gerente da com-
panhia Forro Carril do Pernambuco ei que
se refere a sua informacao de 27 de junho ultimo,
para fazur os reparos de que precisa a ponte da
Boa-Vista, afim de que possa prestar-se com a
devida seguranca passagem dos carros da mes*
ma corapaahia ; devendo ser o transito aberto de-
pois que os referidos reparos forem examinados
por essa reparticao.
Ao engenheiro das obras publicas geraes
Era additamento ao meu officio de 20 do mez pr-
ximo fin-i >, em que Ihe communique estar dis-
posicaa desta presidencia na Ihesouraria de fazen-
da desta provincia a quanlia de 1:3185886, appli-
cavel aoi repiros dos caes das ras da Aurora e do
Apollo, desta cidade; autoriso Vmc. a chamar a
concurrencia publica para a execucao de taes re-
paros.
Portara:
O Sr. gerente da cerapanha pernambucaua
manda transportar ao presidio A^ Fernanda de
Noronha, por conta do ministerio da guerra, o pa-
dre Jo i Baptista Raiberti, que vae all ser/ir de
capello.
EXPEDIENTE DO SECRETARIO '. ;
/.' teccao. --.'?
Officio:
Ao brigadero commandante das armas.-Sua
Exc. o Pr. presidente da provincia manda declarar
a V. Exc. para os fins- couvenientes que por des-
pacho desta data concedeu ao recruta Germano
Francisco Antonio Xavier o praso de 10 dias para
provar isenc/m legal.
2.' secgo.
Offlcios :
Ao Dr. ehefe de polica.-O Exra. Sr. presi-
dente da provincia manda transmittir a V. S. co-
pia da portara desta dala, que crea mais um dis-
triclo de subdelegado na freguezia de Pao d'Alho,
de conformidade cora a proposta de V. S. em offi-
cio n. 1,162, de 30 do mez prximo passado.
Ao Dr. Maooel Clementino Carneiro da Cu*
nha. i Exm. Sr. presidente da provincia manda
acensar o recebimento do officio de V. S., de dota
datado, em que participa ter entrado no gozo da li-
cenca de 2 mezes, que Ihe foi concedida por porta-
ra da presidencia.
Ao bacharel Herraogenes Scrates Tavares de
Vasconcellos. O Exm. Sr. presidente da provincia
manda aecusar o recebimento do officio de V. 5.,
de hoje, em qne participa ter nessa data deixado
o exereieio do cargo de juiz de direito da comarca
de Igiiaraasd.
Ao Dr. Jos Francisco Lopes Lima. O Exm.
Sr. presidente da provincia manda acensar o rece-
bimento do officio de V. S, de 16 do mez prximo
lindo, em que participa ter, como 1 supplente, as-
sumido o exereieio do cargo, de jaiz municipal do
termo de Naza re th,
Ao bacharel Galdiuo Eudoxio de Brito.-Por
esta secretaria se participa ao Sr. bacharel Galdino
Eudoxio de Brito que por portara de hoje foi S.
S. nomeado promotor publico da comarca de
Buiqua.
Ao presidente e membros do conselho de qua-
lificacao da guarda nacional de Bom Jardim O
Exm. Sr. presidente da provincia manda acensara
recebimento do officio de V. S., de 25 do mez fiado
err que participa se terem concluido os trabajaos
do conselo de re vi sao da guarda nacional desse
parochia do Bom Jardim, de que fizeram parte Vv.
Ss. Igual ao presidente e membros do conselho de
.alifleacio da guarda nacional da freguezia de
despezas secretas da reparticao da polica fritas
de 1 a 25 do uiez prximo passado na importancia
de !86 0; pelo que V. S. mand dar quitacao
cempetente a thesuureiro Candido Autran da
Malta e Albuqiierque, em poder do qual tica a
quanlia de i37OUO.
Ao inesin.i. -Tendo nesta dala, de acord
com a sua informacao de honlem datada sob n.
346 serie D, approvado os c-mtractos celebrados
pelo conselho de compras Jt marinha, segundo os
termos que pelo mesmo Ihe serlo enviados, com
o barbeiro AniMiii ruidrigues Ramallio e .s'phar*
maceuticos Brito e Saldanha, este para o forneci-
mento do ambulancia aos navios da armada du-
rante um auno, e aquelle para a prestaco dos
serviros de sua ari- enlermaria de marinha por
presidente da provincia, d V. S. providencia para| igual prazo; as.-iin o c-niiniunicn a V. S. para seu
estrada de ferro, da cstacao
5* secgao.
OIBcios :
^ Ao engenheiro fiscal da coiupanhu Ferrj
Carril de Pernambuco .Cominunicu a V. S, para
seu conhe :iinent i e deordem do Exra. Sr. prest-
dente da proviicia, que nesta data Oca o engenhei-
ro ehefe da reparticao das obras publicas autori-
sado a cauceder premisso ao gerente dessa epm-
panhia para (azeros reparos de que precisa a pun-
te da Boa Vista, e de que trata a sua informacae
de 21 do mez prximo passalo ; devendo, p.irem,
ser o transito aberto aos carros da mesina compar
nhia, depois de examinada a obra por aquello en-
genheiro.
Ao superintendente da estrada de ferro flo
't
Jue-siga nessa
i neo Puntas para a de Agua Preta, por outa
ministerio da guerra, o ex-recruta Simeao Goinps
da Assumpcao, qce vae para sua residencia, visto
ter sido julgado incapaz do servico do exercito.
BXPEOIKNTB DO DA 2 DE JULHO DE 1873.
1.' secQo.
Officios :
Ao Exm. brigadeiro commandante das r
mas.-CoTimtinicando me o reitor do collogio de
S. Francisco Xavier ter de regressar ao presi lio
de Fernando de Noronha o padre Jlo Baptista
Haibert, afim de reassumir as funecoes que all
exercia, asslm o coramunco a V. Exc. para seu
eonheciinenlo.
Ao commandante da divisan naval do 24 dij-
trelo.Tendo nesta data nomeado o capil.n de
fragata Francisco Jos Coelho Netto para, nos ter-
mos do artigo i.' do decreto n. 358 de 14 de
agosto de 18&5, fazee parte do conselho, que de-
'ver reunir-se na capitana do porto s I i horas
da manh do da 7 do correte, para o exarae o
approvagao das emitas do coire das inultas da mes-
mi capitana, relativas ao anno finauceiro de
1872 a 1873 ; assim o communieo a V. 8, afim de
que nesle sentido d suas ordens ao referido ca-
pitao de fragata.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Noronha. Devendo regr.;ssar para esse pre-
sidio segundo, communicou-me o reitor du colle-
gio de b. Francisco Xavier, o padre Joo Baptista
Raiberti, afim de reassumir as fuuccoes que ah
exercia ; afim o communieo a V. S. para seu co-
ndec ment.
Ao mesmo -Transmiti a V. S. para os de-
vidos fins as guias jimia- dos sentenciados Fran
cisco Cardoso d is ChagaseEpiphanio Flix da Sil-
va, que, segundo officio do juiz de direito da I."
vara civel, seguem para esse presidio a lim du
cumprirem sentenca.
Ao consclno'de compras de marinha.Ficara
approvados os contractos quo segundo, os termos
annexos por copia a* seu officio de 20 de iunno
ultimo, celebrou o conielho de compras de mari-
nha com os pharmaceulicos Iluto barbeiro Antonio Rodrigues Ramalho, este para a
prestaco dos servidos de sua arte enfermara
de marinha durante um anno, e aquelles para
fornecimenta de ambulancias aos navios da ar-
mada por igual lempo.
Ao mesmo.Ficam approvados os contractos
que celebrou o onsellio de compras -la tnarinha'ffWlrj im
com as pessoas mencionadas no termo annexo .por
copia ao seu officio de 20 dejuuho ultimo, para
o fornecimento, no trimestre de julho a setembro
do-le anuo, de ardatuento aos aprendizesarfices,
imperiaes marinheires, aprendizes ditos, aprend-
ses avulsos e marinhagem dos navios da ar-
mada.
2.' se"iao.
Actos:
O presidente da provincia, de conformidade
com a pmpn-ia do Dr. ehefe de polica m officio
n. lino, de honlem datado, resolve nomear para
os lugares de l.% i,0 e 3." supp entes do tabaola
gado do l.9 district) do termo do Liuioeiro os ci-
dado scguinles, na ordem de sua collocacao :
Joaquim Jos Gom^s da Silva, Antonio Rodrigues
da Costa Rovorelo, Autopio Francisco do Arairal.
0 presidente da provincia, vista do officio
do Dr. chufe de polica, n. 116o, deboniem datado
resolve exonerar do cargo de 1 supplonte do de-
legado do termo do Limoeiro, por nao ter pres-
tado juramento, o cdado Virginio d Medeiros
Silva.
0 presidente da provincia, de conformidade
com a proposta do Dr. ehefe de polica em officio
n. 1166 de 1 do enrente, loso I ve iiomear para o
cargo de 1." supplente do delegado do termo do
Umceiro o actual 2.a supplente Antonio Luiz
Byone, e para o Ingar que este dexa vago o 3.*
supplenle Antonio Gueues de M.mra, e para o de
3. o cidado Jos Guenes de Moura.
O presidente da provincia, vista do officio
do Dr. ehefe de polica, n. 1165 de 1 do correte,
resolve exonerar dos cargos de 2. e3. suppleu-
tes do subdelegado do districlo de Malhadioha,
por nao terem prestado juramento, os cidado
Francisco Felismno da Silva e Jos Gomes de
Moura
O presidente da provincia, de conformidad
com a proposta do Dr. ebefe de polica era officio
n. 1163 de Ido crrante, resolve nomear paraos
lugares de 2. supplentes do subdelegado do
districlo d Malhadinha, do termo de Limoeiro os
cidadios seguintes na ordera em que vo colloca-
dos : Joo Manoel Pereira Geraldes, Jos Bellar-
raino de Assumpcao.
O presideute da provincia, vista do officio
do Dr. ehefe de" polica, n: 1165 de 1 do corrente,
resolve demittir dos cargos de 1.* e2. supplules
do subdelegado do i.' msiricto do termo do Li-
moeiro os cidados Manoel Ftrino da Cunna e
Joaquim Francisco Bezerra Ginga, este por uo
ter prestado juramento, e aquelle por se haver
mudado do districto.
O presdeme da provincia, attendendo ao que
requereu o sargento quartel-mestre do corpo de
polica Antonio Augusto de Figueredo Seabra, re
sol ve conceder-I he 30 das de I cenca cora venci-
mentos na forma da lei para tratar de sua saude.
Offlcios:
Ao Dr. ehefe de polica.Em resposta ao
officio de V. S, de 30 de junho findo, remetiendo
por c -pa um outr do delegado do termo do Itamb,
tenho a dizer-llie que j foram dadas as provi-
dencias sobre as fe'bres, que grassam em Tira-
baba.
o commandante do corpo de polica. Trans
mitto a v'mc, para que teuhjm a execucaodevida,
as decisoes da junta, que em ultima instancia iul-
gou as pravas do corpo sob sea coramando, cons
tantes dos processos que devolvo.
Ao mesmo.Pode Vmc. engajar, sendo
idneo, no corpo sob seu cumulando, o paisano
Galdino Pereira de Almeida, de quem trata a sea
officio o. 374 de hornera datado.
3.' ecfda.
Acto :
O presideute da provincia resolve nomear o
bacharel Manoel Barata d'Olivefra Mello promo-
tor publico da cmara do tazaren, par o lugar
de fiscal da respectiva collectoria.
Ottkias :
Ao inspector da thesourarta de fazend. -
Inteirado do quauto expoz rae eai sua iufqrraavao
sob o. 345 serie D, e certo de d.n s por equivo
co deixou de ser tatisfeito o ofndo desla presi
dencia, datado de 3 da mar^o, que manda pagar
aos agentes recnseadores -la freguezia da Qatxa*
Verda, a remaaer*o>X que Ihes foi rbilr*da, re-
coraraendo a Y, S. rjue satisfaga Q pagamento au
tonsaon n'aqnetle officio
Ao ommbo,wfcarg approvada as cuntas de
conliecimento e drecgo.
Ao mesmo. -A' vista das contas inclusas em
duplcala, relativas s public-vdes fei;;is pelo con
seibo V. S. |igar a Juvenco Aureliano da Cunha, admi-
nistrador do Jomado Recife, a quana Je...
39l20, conforme sjilicitou o director interino
daquelle arsenal.
Ao masmo. Mande V. S. pagar a que n
mostrar-se autorizado, vi-la dos inclusos prets
em duplcala, os vencimentos das pracaa do bala-
Ibo n. 39 di guarda nacional,destacadas na villa
do Cabo, relativos aos dias i7 a 3i da mez de
maio |iroximo lindo, assim como a despeza fela
cora o forncciui-iitn d'agua e lu/. no quartel
d'aquella villa, ludo conforme solicitou o respec-
tivo en mi nanda ule superior.
r- Ao mesmo. Transmiti por copia a V. 8.,
para seu eonheciinenlo e devida execucao, o aviso
do ministerio dos negocios da fazenla, de 21 de
junbo ultimo, relativo venda do barracan que
em Santo Am ir. d.fs Salinas servia de quartel
compauhia de cavallara.
Ao mesmo.Tendo nesla data, de conformi-
dade com a sua iufonnacaj de honlem datada
sob n. 3ii serie D, approvado 03 contractos cele
brados pelo i.-onsel 9 de compras de marinha, se-
gundo o termo que pelo mesmo Ihe ser re-
iniltido, para o forneciment, no trimestre de
julho a setembro doste auu-i, de f.ud.imcii'.o
for.;.a naval e comnanhias de menores ; assim o
communieo a V. S. para su coiilieciin-nto e d-
rec^ao.
Ao inspector da luesnura'.ia provincial.
Tendo ido praca por tres vezes a arrematadlo
das mpresdes avulsas e publicacfl-s das diversas
repartieres sob a bise de 2:8 >64 M.K) pela primei
ra o segunda e de 5:000A 0>l pela terceira, sem
que teuliam apparecido licitantes, segundo c-mi-
muncou V S em seu offi-io de 27 de junho ulti-
mo sob 11. 262, remeti Ihe as tres inclusas pro-
postss dos Drs. Manoel de Figueira Faria, Felippe
Nery Colla/) e Domingues Ferreira das Neves
Guinaraes, atiin de que coiitracte c un o priineiro
dos proponcnlus as referidas impresso s e publi-
ca'.-oes pela quanlia annual de 8:5<)'>40<)0, no caso
de querer este abrir in lo du contracto feito cora
essa repartir lo {tan a publicar > de annuncios,
odlaes, lisias de duvedores, etc., o qual licar en
glohalo ao present-; o no caso cmirario V. S. acc
cuitar a proposta que ju!'ar ma;s favoravel.
recommeado Ihe que, alm de todas
essas ci indi .des, faca mencao no respectivo con-
tracto das que entender convenientes sua boa
exeeuaAu, assim como que a elle se ajante urna
tab.la minuciosa das impr-ssoes e publicacoes
cons'antes das notas junta-", das diver-as repani-
coes de modo que nao seja omittida urna s das
publicares que se tornera necessarias.
4.' teccao.
Acto :
O presidente da provincia resolve nomear os
Drs. Pedro de Atatvde Lobo Moscoso u Cosme de
S Pereira para nispeccionarein Luiz Francisco Viei-
ra du Luna, i' odicial da secrel.uia desta presi
dencia que requereu a sua aposenladoria.
Officios :
Ao Exm. Sr. bispo diocesano. -Accuso rece-
bido o officio de V. Exc. Rvdm., de 31 do mez Bu-
dojco inteirado de haverem sido naquella data no-
meados os Rvdms., fre Joojde Santa Tliereza para
vigario encoinmendado da freguezia de S. Pedro
Martyr de Olinda, e Juvenco Virissinio dos Anjos
eoadjntor da meauu freguezia, e exonerado a seu
pedido o Rvdm. Jo- Yaz Guilteres do cargo de cu-
ra da cath dral.
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Devolvendo as petiQe- inclusas que acompanha-
rauooffl.o de V. S, de27 de junho findo, tico ra
teira lo de ter ajunla administrativa dessa Santa
Casa mandado por em praca o arreniamento de
todo o predio n. 81 da ra do Imperador.
Ao reitor do collegio de S Francisca Xavier,
Padre Felippe Lattaria. -Em resposta ao seu offl
ci de 30 de junho ultimo, tenho a dizer que nes-
ta data expeco as necessarias ordens para que o
padre Joo Baptista Railerti seja recebido no va-
por Giqui, e trausportado ao presidio de Fernan-
do, onde val reassumir as funcedes que all exer-
cia.
Ao Dr. Pedro de Athayde Loba Moscoso. -
Communico-lhe para os devidos lins que nesta da-
la foi V. S. e o Pr. Cosme de S Pereira nomeados
para inspeccionarem Luiz Francisco Vieirade Luna,
2* offical da secretaria desta presidencia, que re-
quereu a sua aposenladoria.
Ao Dr. Cisme de S Pereira.Tendo nesta
dala nomeado V. S. e o Dr. Pedro de Athayde Lo-
bo Moscoso para inspecionarem Luiz Francisco Viei
ra de Luna, 2- offical da secretaria desta presiden
cia, irae -requereu a sua aposenladoria ; assim Ihe
communieo, esperando que acceite esta incumben-
[-ca de rntecesse publico.
5.' teccao.
Officio :
Ao gerente da compauhia pernambucana.
Declaro a Vmc, em additamento portara de 30
junho ultimo, que o coronel Antonio Gomes Leal
leva em sua compaohia para o presid* de Fernn
do de Noronha, alera do criado mencionado na di-
la portara, mais um caraarada ; curapre pois, que
Vmc. d suas ordens no sentido de ser este tambera
transportado a seu deslino no vapor Giqui.
Portara:
O Sr. gerente da compaohia pernambucana
d suas ordens para que sejain recibidos "a bordo
do vapor Giqui, e transportados ao presid i de
Pernando de Noronha por eont do ministerio da
guerra, os objectos constantes da retaflo junta por
copia, assignada pelo secretario-interino desia pre
3 .(Juncia,
EXPEDIENTE DO SECRETAMC.
8- teceo.
Officios :
Ao Dr. ehefe de polica O Exm Sr. presi-
dente da provincia manda traosinittir a V. S. os
ttulos juntos de nomeaclo *>s l3. 2" e 3 supplen-
les do delegado do tur,ro do Limoeiro, dos e 2*
do subdelegado do I; districlo e 2* e 3* do de Ma-
lhadinha do mestnp'termo.
Ao cwnraandante superior interino do muni-
cipio do Cabo.-Sua Exo. a Sr. presidenta da tro-
vincia, manda oommaniear- tV.i, que nesta uta
fot autorisado ao raspelo- da Ihesouraria de fe
zen'da a mandar pugar os vencimentos das pracas
do halalhio o ^ da guarda nacional, destacadas
na Yiria do Cabo, de 17 a 31 de nuio, e assim
tambera a despeu feu com o fornecimento d'agua
quartel da mesma villa, na eonfurm.
que participa ter nomeado o labelliao Vicente Fer-
reira de Albuquerque escrvao interino do jury.
Ao capitao Joo Francisco Lopes.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimento do officio de V. S. de 18 do mez pro*
ximo passado, era que participa terera-se concluido
os trabalhos de qualillcaQlo da guarda nacional do
curato da S, do qual foi V. $., presidente. Igual
o Sr. Joaquim Lopes de Almeida, quanto aos
trabalhos do conselho de qualilicacao da guarda
nacional da freguezia de Maranguape.
5'cfoo
Offi-io :
A" junta de emancipaco de escravos do mu-
nicipio de Palmares.0 Exm. Sr. presidente da
provincia manda declarar a V. S. que ficou intei-
rado, pelo sen officio de 23 de iunho ultimo, de
terem dado comeen aos seus trabalhos nessa data ;
nao o tendo feito antes petas razes expostas no
mesmo officio.
na
Sr.
DKSPACHOS DA I'ilkMliK.NiU \ DK 22 DK SgftMMO
dk 1873.
Antonio de Souza Campos. -Passe portara
forma requerida.
Americo de S e Albuquerque luforrae o
inspector da thesourara de fazenda.
Claudiua Mara da Cinericio. -Prove a suppli-
cante o que allega.
Carlota Mara do Sacramento. Deferido cora of-
ficio desta data Santa Casa de Misericordia
Fielden Brothers. Deferido cora officio desta da-
ta a thesourara provincial.
Francisca Maeslraly. Deferido com officio desta
data Santa Casa de Misericordia.
Joo Goncalves de Fretas. luforrae o Sr. Dr.
chefo de polica.
Jos Domingues Codeceira. -Certifiqese,
Jos Ribeiro de Vasconcellos. -Passe portara
coiic.edii'ido a lecnca pedida, nos termos da, infor-
macao. i
Manoel Gon.-alves Barroso.Informe o Sr. ins-
pector da thesourara de fazenda.
Manoel Claudino de Oliveira e Cruz. I se por
certdao.
Urania Nympha da Silva. -Deferido c mi officio
desta data thesourara provincial.
Secretara da presidencia de Pernambuco, 23 de
ietembro de 1873.
O porteiro.
Silvino A. Rodrigues
Rio, 97 de agosto de 1893.
A REFORMA DE POKTO-AXERE E OS VIS-
CONDES DE ITABORAHY, DO URUGUAY E DO
RIO BRINCO.
O Rio Grandentf transcreveu um artigo era que,
responJendo Refnm i desla corte, lindamos dito
que todos os actuaes chufes do intitulado partido
liberal e algnns j fallecidos, como Olinda, D. Ma-
noel u outros, haviam militado as fileiras do par-
tido conservador. Afflrmmos que os Srs. Zacha-
ras, Sabuco, Souza Franco, !*araiva, Paranagu,
Sraimb. Siiveira da Motta e tantos outros, como
os Srs. Porto-Alegre e Flores, no Rio Grande do
Sul, como os Srs. Dantas e Lelo Velloso na Baha,
como Paes Barreto e Villa Bella, em Pernambueo,
haviam sido nossos correligionarios, e, que, por-
tanto, nao devia a Reforma fulminar com a mais
severa condcmna.o o procedimentn de alguns dis-
tractos conservadores que, em seus primeiros an-
nos, combateram as fileiras do partido que se ar-
rogou o nome de liberal. E os partidos de hoje. o
partido conservador destes tempos, perguntmos
nos ento, o mesmo que em urna poca, anor-
mal, em um perodo ^e agitacaoe anarchia. Vas-
concellos, Paran e Olinda souberam crear ? Se-
guramente nao.
Qual foi a bandeira basteada em 1837 diante
das conquistas da revoluco de 7 de abril ? Nao
foi s a bandeira da resistencia s ideas exaltada*
do tempo, e que iam tiiumphand> : foi a bandei-
ra do rejresso. Vencedores na luta em que se
empenharam, os conservadores transformaram-se
lentamente desde 18oi. pois os partidos polticos
nj sao marcos]: as cumstancias do paiz passaram
a ser outrrs e todos os homens, todos os partidos
eslo sujeitas aceao do tempo, modiucando-se
segundo o progresso das ideas e a marcha das so-
ciedades era cujo seio se agitam e corabatem.
One ha, pois, de extraordinario que alguns mo-
cos liberaos, depois que o partido conservador, ven-
do consolidada a ordem e restahelecido o principio
ila autoridade, tornou-se um partido de progresso
e liberdade, se filiassem escola conservadora ?
Renegaram, por isso, as suas ideas ? Deixaram
de ser liberaes ? Pais ha homens de bom senso
|ue possa acreditar que um partido que tanto tem
Bito pelo desenvolvraenlo moral e material desta
trra, um partido que aceita em sua ntegridade a
nissa liberal constituicAo. seja um partido adverso
liberdade e suspeito democracia ? Examinem
os jovens redactores da Reform de Porto-Alegre a
historia dos domis povos livres, da Inglaterra e
do Chile, por exemplo. Nesses dous paizes ha
tambera conservadores, mas nraguem dir que os
(ores ingleses e os conservadores republicanos do
Chile, ni sejam partidarios das ideas liberaos.
Comprehende-se bera que um horaem poltico
possa comeear as fileiras de algum partido mais
adiantad e acabar nes de outro mais moderado.
A raocidade e o peri ido do enthusiasmo, da ma-
ginaro e do exaltamento.
(juando chega a poca da reflexo e da madu-
reza, todos os homens tendera a moderar suas
ideas o paixSes. 0 que poucas vezes, porera se
pode explicar, o procediraento desses que nos
primeiros annos propendem para a parte do arro-
cbo, advngam ideas retrogadas, mostrara se mais
empurrados que todos os seus correligionarios po-
lticos, e, depois vo na veraice eahir n extremo
opposto, defendendo cora calor ideas exageradas
que haviam combatido, na i so na raocidade roas
tambera no periodo da reflexo.
No artigo que a tal respeilo escrevemos dirigi-
raonos com todas as attencrjps aos Ilustres chefes
do partido liberal; nem urna alluslo offensiva em*
pregamos, nem urna s palavra desrespeitosa em
rola-ao a elles.
Sao perteuceraoa essa escola grosseira e igno-
rante que apena* sabe manejar as armas da n
juria oarva e do insulto vilao ; nunca procura-
mos amesquinhar e calumniar os grandes horneas
da nossa trra, s porque se achara nos arralaos
niraigos, e- porque as batalhas da tribuna e da
imprensa cruzara suas espadas d cavalleiros com
as dos thefae Ilustres da pareialldade poltica a
que nos. rulramos de pertencer.
Como, porem, respondeu a Reforma d
Alear ao nosso artigo '
tarara e curso de scieocias piysicas e oatbema-
tcas.
Quanto ao visconde do Rio Braceo, porm, o es-
criptor rio-granden.se commette al um escanda-
loso anachronismo, porque essa soeiedade secre-
ta diz-se que existin durante o priineiro reinado,
ao passo que anda era 1831 o Ilustre brasileiro
comeeava apenas a estudar piiraeiras letiras na
sua provincia natal.
E' anda falso que os honrados vizcondes de
itaborahy e do Uruguay houvessera perteneido
era algum tempo ao partido laboral.
S pi'ide escrever cousa t:.cs quera ignora a
historia poltica de nossa Ierra
O partido conservador constituid se e appare-
ret pela primeira vez na scena politica em 1837.
Nasceu da maiora do partido ealo chamado l-
ber ni moderado, a que se haviam aggregado al-
guns ruranttir-, os restauradores, como outros
caramur, entre elles os Andradas, e alguns >to-
derad tse unirain aos liberm exaltados.
O partido conservador nao pois, outra cousa
mais do que o partido liberal moderado de 1831
a 1836, nma 'raern do grande partido liberal do
primeiro reinado. Os nnmes actuaes dos dous
partidos ennstituconaes datara apenas da regencia
do padre Feij; s ento fui que os iberuesmode-
radot comecarain na opposico a chamar-se -con-
servadoret, e os exalt 'd"s, smp lesinente liberaes.
Itaborahy e Uruguay, como Vasconcellos, Para-
n, Olinda e Evaristo, pertenceram ao grupo libe-
ral moderado quando anda nao exista a deno-
minaco deconseroadoivs que elles crearara pou-
co antes de subirera ao poder, era 19 de setem-
bro de 1837.
Como, pois, confundindo os noraes, rasgando as
paginas da nossahisloria politii ar vera a Reforma
de Porto Alegre assegurar hoje que esses dous dis*
tinctos brasileros foram trnsfugas e opottntat,
desertores do partido liberal, se os dous partidos
histricos que amia hoje lutara constitu rara-se
em 1837 I
E' certo que o visconde do Rio Branco appareceu
pela primeira vez na scena politicarailitando as fi-
leiras do partido liberal, em ISia. na qualidade de
redactor do Novo Tempo. Nunca, porm, nem mes-
mo nessa poca, quando eslava na idade das pai-
xdes e sahia apenas dos bancos da escola, foi o
espirito exaltado que se augura gazeta liberal
de Porto Alegre. Da biographi?. desse eminente
brasileiro, escripta em 1871 pelo Sr. Alvarenga
Peixoto, tomamos como prova o me acabamos de
dizer, o segrale artigo do Novo Tempo, de 26 de
fevereiro de 1811, vrale e natrn dias depois da
ascenco do partido liberal ao poder. Erara con-
selhos dirigidos ao partido vencedor.
.. .Queris a prosperidade da oaco ? Derra-
mai o balsamo da conciliacao ; por vossos actos
inspirai ao paiz a raairr cnn'iarea possivel no seu
futuro : franqueza e justica cara todas as op-
nides, a par de fortaleza para com o delirio das
facedes ; alargai a esphnra dos cidados que p-
dem tomar parte nos negocios do estado; pros-
crevei o exclusivismo, que manda dar somente
importancia a um limitado numero de, pessoas;
usai de clemencia para com os vencidos ; i-cono-
misai o suor da nacao ; estHdei a espada da jus-
tica at os lugares un lu amoragados delapidado-
res estragam a riqueza publica; fazei cora que as
cmaras sejam realmente a exprussao do paiz
inteiro e nao conunisses de eerios potentados.
Assim conservareis coroa todo u seu brilho e ina-
gestade, conslituicao deixar de ser urna chiraera,
a vertigein dos revolucionarios desapparecer como
as nevoas da madrugada ao primeiro claro do
oriente.
c Queris a de>grai;i do paiz t Pois bem : oxer-
cei a parcialidade e a injustica para enm aquelles
cujas opinioes forem diversas ; sede desapiedados
com ns vencidos, coudeonai a fome, miseria o.
niorte os que so nao jungirem ao rosso. carro ;
eterinsai as dissensoes civis ; e a vossa obra esta-
r completa cora o desmn tela ment do imperio,
e o aniquilamento de ludo quanto tem de mais
caro a nacao...
E esse o jornal que ha dias se disse na cmara
ter sido una gazeta exaltada !...
Nao, nao pode a Reforma de Porto Alegre dizer
sem injusticia e paixo, que esae distinclo brasi-
leiro renegou suas ideas. Elle o mesmo liberal
daquelles lempos, e e, conservador desde o periodo
da conciliacao, porque desde entao o partido con-
servador deixou de ser o que fra nos dias agi-
tados da regencia e nos que se seguiram maiori-
dade, nao tem cessado no governo de pugnar pela
realisacao das reformas que a opinio publica re-
clama desde longa data, das refirmas que defen-
deu na imprensa era sua raocidatle, e i,ue os con-
servadores, mudadas as circumstanci as do paiz,
nscreverm de ha muito em sua bandeeira poli-
titica, como os liberaes dstes lempos inscreveraiu
em seu|programma ideas que nao advogavam ainda
em 1819 o que repudiavam mesmo em 1868.
O partido conservador, o jovem partido conser-
vador do Brasil, tem mostrado serapre, e ha de
continuar a provar que nm verdadeiro partid
liberal.
Essas recriranacoes serapre odiosas, essas ques-
tes pessoaes, sempre incandescentes e desagrada-
veis, devem ser banidas da nossa imprensa pol-
tica. Um partido, conro o liberal, cujos cheles,
em sua quasi totaidide, mililavam ainda ha dias-
em nossas fileiras, defendendo ilas que nunca os
mais atrazados e velhos conservadores se anima-
ran) a sustentar, nio pode decentemente fallar em
transfugas, em desertores e apostatas.
Em nosso paiz, sobre ludo once, como na Ingla-
terra, a linlia divisoria dos partidos quase m-
perceptivel, nao ara erro, ur. perfeita ufan
tilidade trazer a lume censuras i> iuvectvas dessa
nstureza.
Sabemos que frente da redacta/) da Reforma
de Porto-Alegre est um moco de talento, o Dr.
Antonio Antunes Ribas. Nio podem, porem, ser
do Joven e distinco ex-orador das festas luteranas
do S Paulo, do 'talentoso redactor da towr#tsa
Acadmica, que nesse lempo se roostrava tac ter-
sado na historia politica do seu paiz, o artigo o>
que nos oceupamo-. Elle nao oventaria, por cer-
to, as barbaridades que ah se eaeonwam.
(Naco.)
I;
P
Mw dec on loze linnas, onde cada palavra nm
insulto ou urna grosseiraTaUidade t
Nem luborahy, asm Uruguay, nem Rio Branco
pertenceram nunca a essa soeiedade secreta de.
republicanos a que alinde a Reforma de Porto
Alegre.
Honre, certo, quem diwesso que o visconde de
Uruguay havia perteneido, quando estiadaato, a
nma soeiedade secreta cuia 11*1? w **',.,,
REVISTA DliMA.
Annlvcrsarto.-Complctamse, bj>je 39 n-
nos que falleceu S. M. o Sr. D. Pedro I, (undador
do imperio do Brasil seu primeiro imperador.
Por este motivo as eslaces publicas e navios de
guerra tero as bandairas em funeral, dando a for-
taleza do Braro uro. salva s 6 loras da manh o
outra s 6 da tarde, e um tiro d? de e/q et Olt-
nutos.
Thesoararta jirovlo.?!! Por eaii
reparticao % tw pu/oeo que ,w bewrros que fo
re ferrados, a-da ^^uriil, pK,*laa, eom
m
o fyraww i fmoanoj sao to i-'
um inrent
dadu ) que r quisiteu V. S. em seu officio dq 13 isso nio passou de urna WsMsde, rV
de junho passado. de algumas gaiotaa politleat > igij"
- Ao jaiz de direito de Cmaro -0 Bxm. Sr. Roe 1isifhs de Baoorahy o do Rio Branca'
presidente da provincia manila aecusar reeeW- nunea se dar* tal, pois a soeiedade em mustio
metalo do offleto de V, S-, de M do jrrenle, *nnao tapetay nesu cor^ tiit ^ (TW*
p^. eli plica,
., nio parten;em i fazenda provra-
, s servtndo essa maica para designar
-quelles pelos quaes foi pago imposto decreudo
pelo i 17 do art 1S a le ento vigente.
it-taaeiavatl Caomnaoccial A^rioola.
~H>)\o s lu llura- v realisar-se a
reunio da assembl
corporacao, para trato
Assoeiacao Csmini rclal
tp.-i-W boK
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/JW^I^^^ucq Quaia feira 24 de Setembro de 187&,
j^^"*
a asamblea g
Jiijr.-i !
Cryimiaviiu*iAi -Convcott &t>!o
miera (22) og9 ftt Aaniltjua
dados dos au-- .:j pensionistas
externos lo a f> provincial,* ni Irhneetre
de outubro a MfflBK.
Sertti3ja.--$jb sita den vuinagao acaba
de publicar-se rt i Ra>-l%Janoifa. jetaa po oa! tina
"wwiifBRBrwminPBHHnJCrTWirJ Acanan
procurador da, era}}*,-e, Til 1" inlfiMlli >fcraji i| ji |g|i
tatA-itaros. ** trrr -
Recursos 'crime*- fBTlWb w< >'V.xpfmF.T8:
Do fclar. -fteeosrente a jala, recorrido Mau.n irtuuaj d'4fl*enhelro, tarca
Francisco do Souza. Inizes os Srs. desembarga- / de Manoel Ferrara Guiraarias, pedindo
" Al'
inte,
reco;
eml
c.itltc^ii) de p
Usliodmi, dig
lidaJe dos asso
pela interessan
tre as poesas
~fWM tetra, as qiues
vida campes
Campa _
do emp rezara ao tnonrnr o sr. yicenror a* nojff
cimpanhia ,'aponeza um importante espectculo
4* canto, doclamacaj, gymnastic, equilibrios e
irestidigitocao. 8 programma nao pode ser me-
ar, e o que mate ft,_<- grando equilibrista Sat-
xccYiiarTtoToTaDaTTiai' itJWaulBnte"no-
TOS.
Tudo chama a concurrencia publica.
r#Jr7*JfXarMfcl&._*v,,,?mu'J 4lp cha-
enrosa atRocaViK'Mistapam b.mi casida rtia
stre.
rio do
r-rTrUBTi
"jsa.

anli
iua fabricara diqueles
* v.srahaSc.' : crfm-
qnc averige e
en
le Domingo* Theomnio era
lagos coin fuligo eminoiite
primos o nsso. Jcvcr; ;. polica
proceda como entender.
Ks[i!K>itnsiit'. -Om individuo eonhecidu
fdt HMeai Ch; aoHOfiiiabado de mais tres snjei-
Jos espitnc u brbaramente ao pardo Joio Fran-
cisco, a proprleilaifa iMaftmina laContable, do
ilistnlo do Gamebara, en l'.l do crrente.
l"esta aaVl.Rvatisou-se li ratera, tardo,
csiw se achara aflhn"c!sd'o, o simulacro le con-
iiate naval cutre s J corveta- Ptiraense e
tcifr, guarnecHos por iva;s desses naftas, ter-
raitisnd > p ir ,t;wi bc^fi-e eirreiras. Amitos os ac-
tas c&rreranT ragtttavnent, e f>ram presenciados
-$ ir concurrencia etftranrdinaria, .me se apinliava
aos caes e patees ntoo circnlam a bacia de Santo
Amaro.
. Liaba ternm de Olfmla -Na sess.lo
^t assanibMa gomS dos accionistas dr tibia, real sala iMBtOni alarde', foram deitos:
A=seiiililaperai.
Presidente, tfr. Prxedis tomes de Sonta Pilan-
ca, por III vaws.
Se i retar", f.-. Luir Lopes CasteMj-Brnncr, p<*r
.
irechKcs. Major Laurcnthft los de Miranda,
rnr I2>, taft'Josfl Pinto da Costa, p.ir U3, c <9*a
Joajaim Alves, itor 11+
B)lnmis*io d coalas.
Mas-tel lost'Ctrneiro 113 retos
Joa.i'Jim F.'Tavares de Mello 91 *
Antonio F Corris Rardbsd 81
Lotera A que se acha agenda ( a 67.", n
beneficio da nova igrpji de Nossa Scnhora da
Pitilla, cuji exlracfao toi'lugar no dia 2i do'Mr-
Tcnte
te#a.Hojf, s 40 horas om ponto, fitas
t* o afate Pinto o lefia o de Taxen las, e ntaados
rariaowi; AxirfMtes rii seu cscriptorio ra dn
r.rn tews n. Y.l, vnto que s II horas lera de ef
ftclaarrm outro le.ilao de farendas no armazom
4 Sftj. Das tus iV Srtva, coafunne osla annun-
eiado.
tlasa de detengan.Movimento do dii
l >l*-8emlin> de 1871:
Vtfotam presos :17, entraran 1, sthiram 6,
xiraem .ti?.
A saber :
V* ton.-i.s 7, mulheres I', eslraugeiros 38,
es.-rato .t2. escravas t Total :II2.
Aliment.'i'Ji a cu.-t dos cofres pnhticos ?(*>?>.
Je I87:t :
SavwiUn :
Manofl t mealves Barroso.
Vaspitl PediM II. rt mniHKHU dsslo
MtidMMnHMM '.'le ri'mdiaii do sctewbro le 1873
1 sagointe : existiam i'i'i, entrarais :'i, sahi-
jutta, racarrio Ti
Ju i fes os g|* dseml
orje, Al a wida. .-VHm.urqe.o,
c Umreuc..i Santiago. laiproae-
NatarctS. -ITecdrtiJnw'ttiaSr fatfliTlfflft'-
verino Ramos da Costa, luaos os rs. desem-
bargaderes Neiva, AB*a% Ifllgea u4Bedj9Mbu-
quervas e Lourengp Saiag, prynl
DaParahyba. lleco rren le o 4 izo, recorrido
Maaai Pr nels&i das ercs. ahes os Srs. iw-
einhargadores Neiva, Almeida Atbuquerque, Bo-
miagues Silva e Laureneo Sauteigo. Iinnroco-
daate. ,
Recurso de falleaeia.
Recpi;reiUajuo de direito espaciaL d cuu-
mercio, recorrido' Joao Maria Cordeiro Lima. Jui-
aes os Srs, Usa|bargadares Lo^rt^, tttUjao,
Araujo Jorge, Almeida Albaquerque o Nifa.-Im-
procedente. ,
Habeas -Corpus.
Paciente Learenco tuades.Concedn-se ordera
para o da 39 do correitc.
Appellaoies crimes.
Dcrraipi.-Appellauto Jos Ffderico Dinit
Bomriado.-N,ullo o pfocesso Ja prenuncia.
' Da Imporatrit-Appelante o'jttir.o, appcllados
Jos Thomaz de Paria e oatro. -A novo jury. i
lia Anadia. -Appcllante ojuio, appellado Josj
Maxiao da Hjm. -A novo jury.
13a Bonito. -Appellante o joao, anpellaJo Ja-
auel Joaquim Mossor. -A nove jnry
^ Da Imperatriz. Appellanto Claudino Jos da
Costa Agr, appellada a jastica. -Absolvermut o
apelante.
Agua Prcta.-Appellante o preto Cesario, ap-.
peHada a justiea. -Iniprocedante.
J*o Bonito. -AppellanteFelis Justino Corneado
Miranda, appellada a justiea.A novo jury.
tte Mamanguapc. -Appellante o juizo, apiellado
Paulo Jos Itibiro e nato.A novo jury.
Da S.-Joto.Appellante Maria Vicncia de Oli-
veira, appellado Antonio Alves Feitoza.-Improce-
dente.
Ue Canguaretama. -Appellante o juizo,appella-
do Jos COelho da Cosa.-Aojttt do dimito para
dar a raedo de sua appellaeo.
De Goyanninha. Appellanto Joio Alexandre
Furreira, apptllada a justiea.Improcedente.
Da Floresta.Appellanto o juizo, appellado Ma-
noel Sebastifw de Souia. A novo jury
. Da Imperatrz. Appellanto eoda,to Ferrcira
Lima, appellada >a justiea. -Improcedente.
Do Sobral. Appcllaiue Antonio Francisco do
Pauja Ciixada. -Absolyerara o appjjlante.
AppcHaccs civeis.
D> Sobral.-Appellae Antonio Ferreira la Ro-
cha, appellado Jus Gomes l^drigui/s de AlOu
querque. -ltofonuadaa senleuca.
Do RecifaAppeilaiite Jos Jacomi Tasso, ap
pollad>) bao do Una. -Desprezoos os embargos.
Appellante liuilherme C. Cooiho Cintra, appella-
do Francisco Barraros Haugel. -Nao tomaram co-
dnecithento.
De l'ao dos Forros.-Appellante Luiz do Reg>
J.eitJ, appcllad) i'omingis Afronso Balallia.Cou-
liinia tu aseutenca.
licenea
,guasd**Sl
, litara n
ItoTiea por te
og m lo m rfo
o sempre a mais triste e
ndo e Ilustre enfermo da*
tanto exageram o
ros, ncm seqner alhj
meziuliciros da Piot^
. i que forain aproveitaL
utos, reduzio-so o enfermi>^f-grande desatento
e qnasi prostacio de morte.
ajar
39
deirus nunca
im *uas dpret,
m contrario,
US coaHeci-
"H;
m (Jorraia ae
*da estraia
. ralo constar
nao estfo
Offio da Manoel Baptiza ffjo
0|l*nc.\ p-ar* rehoaar a kmi q|nfe*ara uapatcoles para cuur im malaar*
"S
pela planta
Ino'rrnaeju do nlcil da freguezia de S. FroH
ro (opalves do Recife, cjrca da pticao da.
rsa.
mpihia"Ferro Carril d Perriambdco, pediodo
iiceiifa pjra, .assentar uii forja am seu estabele-
cimclfte a'raa do Bario do Triumpho.-Poi con-
cedida a licenea.
QIHQo do fiscal da fraguezia da Boa-Vista, re-
meneado tres vistorias dos jpredjos ns. 3, 5, 7 e
9 du roa da Atraec/io, perteacontes ao Dr. Joa-
quira Antonio Carnfliro da Cuaba Mirsafla,; n. 10
il mesma da Jesoino Nunes Vianna, e n. 8 de
Bregorio Francisco de Miranda, >s naes pelos
peritos foram jufgados em estado de ropa o pres-
tes a desabai >;m, e que c^ rferfdo's drln^s fora n
nesti data intimado* para ao prazo do 8 das os
demolr, como determina |o art 1* do tit. 8 das
posturas do .'JO de juaho de 1819.A cmara fi-
cou Inteirada o mandn que, findo o pran, nie
se leudo operado a demoBcj), se pro^edesse na
fbrma das posturas em vigor,
' ela.ao das multas impostas pelos ficaes, do 10
a 17 do crreme, e arrocadadas pelo procurador
n cmara, na importancia de 97000.A cama
ra leon inteirad.
Relaci)P3 reinettidas pelos fiscaes das freguezias
9es ri
Coi
tophm
represe
polilico
opria bocea es-
q'fl
andi c
r se de:
sa responsa
que declara
eesos:
moiiliaraiii peoal; islo cintr o
nm ierro de sroilo\, que ha l'eitoda
nacional um.\ bnrla c dos cosiumes
arremedo do balxo imperio; temos
corobat do e iremos coiubateudo. u
"Ora agora, esses Ubaraescuriosos-sjue se
li
acorrer todo o telhaio ua casa
Mo do hego.=Pot wmcedWa a licenea, asstg--tcnto; o que nunca atinararacom a curado'mesmo,
nando o requeesgle leria dfi oati"
"'CQt que elles lazara remontar um terco de se
laxrariaaeao, visto qeef deseabrira aanalo-remaio heroico, quo Unto
merm oasa lem d* a*hvam pepearan*) ? -
Veamos:
a Procuremos, e o que nos resta, converter
befes mals m proveilo do paiz, diseulindo u as-
sentando as refirmas, que precisara as leis para
evita-los. S assim a espera nca, que nos d aquel-
la lei da progress, pouer ser urna realiJade. >
Portanto, meas senbores. os liberaes da Provn-
ola anda andara procurando, e 6 s5 isto o que
Ihes resta, porque o mus j acharan elles... ape-
nas Ibes falta esse pouco, a saber- converter os
males do enfermo em proveilo deste.
,, E' quasi nada, um pao pelo ylho.
E nejta^ circumstancias, qundo Ihes falta anda
discutir e assent'i/- qs reformas que precisara as
Sossas leis para evitarcr os males, e quando a
iscusslo'nUo velo anda desvendar o arcano e de-
terminar os mcios de applicacao prtica dos reme-
dios heroicos, que v5s, liberaes patriotas da Pro-
Wncia, estaes sollregos para escalardes o poder e
tomantes vossa conta o grande commcltimento
da salvaeao do estado?
Cora o auxilio de qnem conlaes vs, quando nin-
uem sabe ainda qual o vnsso norte, o com qne
ento e mares aproaes veis para essa incgnita rea-
lidade, de que nos fallaes ?
Nao, v5s nao tendes urna poltica certa e defin-
#."?.'' flivrlafccfjpti. Mideacia-M qna o il-
lor- Ittstro redaetnr negou a ps juntos que hou,esso a
eihUQn nda lcgnd,>HvHlas' paesiras i actual ',
eyldeuciaSe que nos ai guio de prdigos, e, em no-
tltp dc-i vipdouros, qualiiicou-nos de desmora'ia-
los ocsbaujadoies dos dinheiros publici
Contestado, porm, o sfeu acert 6m trtnde do
dados irrecusaveis, recua agora algn paseos, e
declara quejiSo asseguroaae o 'mi rlna*jp|p nin
deixasse dWda. o que diaseloi qne era elUwsig
nificantuBm I ^
. F.nla peifuntaremos
fcil plhara cxo eu o
Ainda be .' Aqu vai o
ivtda pa$sira. o ex
prximo fln.lo, liqudala
do correle ruez, proveniente
de diversas contratos, que por
deficiencia de rendas tem deir
xado de ser pagos
Qa correte ejuruiu uluo
Do emprastitno contrahido com a
eahm de depceRee, sendo no-
venta cont09 pura occorrur a
dspota do oxercicio findo, e
10 0(0 a do corrente
leitorat, qual mais
liroso?
r.i.t: di. Tallece;-.:,i 5, existem :ill, smdo : r81
eraeai c no muRteras.
A:lc filena*.
Pirara visitadas a* enfermaras saritas dias : as
. 8, 8, 7 lii. 8. X, 8 l|i. p.lo De eltrao; as .11
8, 8, 8, 7 l|2, 8, i>"lo Dr. Andrade.
Fallecidos.
Clan lina Maria da Cmceieo ; tubrculos p tilmo-
nares.
Cliudioo ; fracturas e eontosiei mnltplcs.
JWanoel; hydropesia geral.
1 ala ; varilas confluentes.
J-lau PoneJaho Lopes ; varilas cunfiueales.
Fassajreiros..-Seguiram para os purtos
a norte no vapor, nacan O. Juan Burrasso, D. Joanna 0. de Figueiredo,
Dr. Antonio P- F. de Lima, Jos L. do Cauto e su i
seiiboni, Francisco C de Allmqiierquc Mello, e
urna '-riada, Alferes Jos II. de M. e S, Antonio -pa. appellado Antonio Moreira dos Reis.
S. Carvallm, Satyro Jos de Moraes, Ignacio N. do
Franco, 1). Nnpha C. Puntual, e 1 liHio, Primo
Pachaco liorges. Padre Fdx B. do Reg, Fran-
cisco Gomes, II Da La Grange, Toar Braascli. Mi-
piel B irboza Jnior, Damiano Barbede, Anspecala
4r
rrederico S T., llayniunJo Augusto de Suza, i
omtjvos a entregor.
Gfctwad-M da !; ir iii.i no vapor Villede.B hi>:
_ Di-. L;i de C. P. de ,\a Irad-, sua senhora o l
Ulw, '-rli;-) Leilein!i'i>', Aiualiao Broyfoi, Luiz
<;-iii-ii, A senliura Kranss e. um flika, Guillier-
rajen Mis-r, Mantel D Ubeiro, Luiz Tognarelli,
t. PeUegrini. L. Lencioni, Bened-lo Lippi.
gaguera para o Ra da Janeiro a> inesmo
Tapor :
AotHni.i Ferreira de SaBUi Jos de Mello, Agu-
da de Jess Pinto, Amonio Juayuira da Barros
lani.r, Dr. Luiz Gonzaga de Hrto Guorra. n:n so-
bnntio, e 1 criada, Augusto IVreirad. Santas
Ce:it-rio piil>lic. -Obituario do da 21
do corrente :
Maria, parda, Pernambuce, 4 dias,6. Jos; es-
piorno.
Meariiueta Barbosa de Lucera Pessoa, branca;
Peraaubuco, 42 anuos, casada, Santo Antjai.>,
varilas. ,
tris Francisca de l-iravs. branca, (ignora-se a
naturalidade) 21 aunas, solteira, P050 ; hydro-
pesia.
ioao, Lnciano Lopes, parda, Parahyba, 27 anno,
casada, Boa-Vista, liospUai Pedro U; bexgas.
Feliciana Mana da Coareiflo, ranea, Pernani-
lineo, 22 aunas, solteira, Jos; ulcera^oes.
Jas,Jjraaca, Poriwmhuro, Alagados;.ao nascer.
Manoel Saurnino de irsos, pardo, Sergipe, 20
annos, (ignora-se o estada) Boa-Viste, militar;
varilas. .
BaymuijdoJos Peroira., pardo, Pianliy, 4S an-
nos, sulteiro, Boa-Viste, laiur; cancro no osto-
inago.
J>*ao Rodrigues Cardaso, prejo, Pernambuco, 9
aaooa, S. lose; ttano traumtico.
Mauoel, escia*o, preto, {gaora-s* a naturalda
dte) 43 anuas, sotteiro, Bo-Vrbta; 4nftarama;j,
MaaaeL escravo, pardo, Rio Grando do Norte, t8
auna*, sol tetro, Baa-Vist; hjpoema.
Joa, escravo, preto, Paral))ba, 68 anaos, sollei-
ro, Boa-Viste; bexigas.
Pelm, escravo, preto, Pernambued, a anuos,
tuvo, S.Jos; Jiydrapesia.
Sabino, escravo, arete, Pernambuco, 32 annos,
solteiro, Santo Antonio.; amolecimenta cerebral.
Marcoliu Francisca da Silva Carvalhe, branca,
-(gnora-se a naturalidad-.') f aano-, casada, San-
to Antonio; eongestao.cerebral.
Honorio, pardo, Parnanibuco, 2 annos, fiecife;
oenticao.
Leopoldina, parda, Paniambuco, i mez, >Santo
Antonio; affecda da boca.
Mmervina, branca, Pernambuco, li metes, S.
Jo<; bexigas. ~ "!'*^*9,ra?^ra*^fc
-22-
Joaquina Felippa d'S Re'n, branca, Pernambu-
&, 60 anuas, viiva, S. osA ; marasmo.
Manoel Jos de Parias, tranco, ignora-se a na-
taralidade, 5Jrawgii4.e*ai 8*110.'jntonio ; as-
te.
loaqum, branen, Perna nbueo. 3 annos, Bea-
Vista ; hepatitc.
Antonia Maria da Coneeiejo. parda, Pernambu-
^, *0 annos, ignor^-se oeiad, |, los ; yir-
rha.
annos, Santo
PASSACfcrg.
Do Sr. de<':i>!iargad.ir Lareneo Santiago ao
Sr. descmliargaiiof Abiieida Albnqucrque :
D) jury de Mas oro -Appellante Manoel Fran-
cisco Carueiro Tclles, appellado Joao Francisco
das Chipia Co-ia.
Dolguarass. Appallaute o juizo, appellado
Pedro, escravo,
Appellacao civol.
Do Recife. App -liante aria, por seu cu ador,
appellado Francisco Bua-veotura da Luz Loureiro.
UaSr. dascmOargador Almeida Albuquerquo a>,
Sr do-embargagador Doria :
Di Recife.Appellante Jos Antonio Moreira
Dias, appellado Dr. Rulino Augusto do Almeida;
hppellante Joaquim Antonia Ganies Guiuiaraes.
appelladas Autuuio da Cunha Soares Guimaries a
outros.
Ao Sr. desombargador Regucira Costa :
Do jury da Encada. A|)pellaiite o juizo, appel-
lado Luciano Virara da Silva.
Da Lnporatriz Appellante Francisco Alves da
Cruz, appellado o juizo.
Do Sr. desembargador omingucs Silva ao Sr.
ieseinbargador Araujo Jorge:
Do Recife.Appellanto l-elijiana Maria Olyni-
tnpartaneia : a 1' de 173, a a 2* de 20J.
Os Srs. vereadores Jos da Silva Loyb'Jnior ,e
Joo da Cnnha Siares Guimaries,-reqnereram, e
foi appriva I s para que se offliasse ao ExtOi
presidente da provincia, pedindo providencias no
sentido do serem auxiliados os Jflscaes em suas
fre.uezias pelos subdelegados de polica, qundo
liverem aqaelles de fazer velar as postaras que
forcm transgredidas.
Foi ao fiscal respectivo para informar a petiejio
de Manoel Martins Jnior, despachouse a de
Bernardioo Jos Rodrigues, mandando-se requore
em termos; a de Joaonim da Silva Carvalho que
se apresentasse no dia da arrematacao; de Antoi
nio da Coste o Si, que e'porasse pela deciso do
presidente &\ proyocia reconhecendo a ntilidade
da.desaaropriaco; tram deferidas as de Anto
nio O. Martins, Agosvmhn de Castre Medeires, An
tenia Borges GaWao Qehoa Chaim, Francisco de
Paula e Silva, Francisco Mendes Martins, Andr
Ramprk, Joaquim Francisco dos Santos, Joio Va-
lentimda Gru, Jos Pirmno Alves Quintal, Joa-
quim Antonio Carnciro da CunliaJMiranda, Joa-
quim Domingos Po;a, Lcopo|Jo Ferreira Martins
Ribejro, Manoel Ant mo Beltrao, Maria Jos do
Sacramento, Manoel Martins Jnior,' Oliveira &
Ir nao, Traja no Jos Diniz, Virlato Centeio Lopes
e Vicento Pon tes de Oliveira.
Na la mais haveudo atratar-se, o Sr. presidente
levanten a sesso s 2 hot-as da tarde.
Eu, Pedro de.
de S. Fre Pedro Guncalves do'Recif e S. Jos.ftfa, c outros principias a reaRsar, que"nSo"sejara a
impastas de id a 11 do corrente, p^ |osse do poder pele poder; esse e que o vosso
A:.
Ao r. desembargador Ragueira "osta :
Do jury do Sobral,-Appeilante Francisco
Ionio do frado, appellada a justiea.
Bs Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gador Lourcueo Santiago :
Do jury de Goyaiina Appellanto a juizo, ap-
pellado Beued oto Correa do Espirito Sanio.
Da Fortaleza.- Appellante -.rispian Aires de Ol
veira, appellada a josUga.
Do Crato -Appellar^te Salustiano Correa Maia,
appellada a justiga.
Appellacao civol.
Do Recife.Appellante Francisco Marques da
Silva Mendos, appellado J )s Joaquim Alves.
Appellaeoes crimes.
Appellante o juizo, appellado Gabriel Ribeiro
dos Sanios; appellante o juizo, appellado Jes Jaa-
quun da Conceicao; appellanto Francisco Luiz
GuKcalves Ferreira, appellado Pedro de Alcntara
Vellaza; appellante loa iulm Baptista Negro, ap-
pelUda a justiea ; appellante o juizo, appellado
Jas Viceute ; appellanies Paulo Jos Ribeiro c
outr-c, appellada a justiea.
Appellaeoes civeis.
He Pao dos Ferros. -Appellante Luiz do Reg
Leite, a.mellado Domingos AfTou?n Batalha.
Da. Recife. Appellanta Guilhenne C. Coellio
Cintra, appellado Francisco Barrciros Rangel ; ap-
pellante Jo.- Jacome Tasso, appellado o bar?.o de
Coa ; .appellante Francisco Antonio de liveira,
appckado Aurelio dos Santos. Coimbra ; appellante
Tasso Irra o, appellada a fazenda provincial ; ap-
pellantas htrdeiros de Domingos Jos Marque-,
appellada a parda Cecilia.
De Glinda.Appellanto o juizo, appellado Ma-
noel Hionizio Gomos do Rogo ; appellante o juize,
appellado;; Francisco das Chagas Salgeiro e a
parda Fortunata.
Da Alagoa Grande. -Appellante Autanio Cirios
de Mello, appellado Antonio Ignacio da Silva.
Diligencia crime.
Ao Sr. desembargador promotor da justiea :
Apellante Francisco Maria a Costa, appellada
a justiea; appellante o juizo, appellado Manoel
Soares da Silva SamboJa ; appellante Manoel An-
tonio de Barros, appellada a justiea ; appellante o
juizo, appellados Lucio Sotres de Albuquerque,
Eustaquio e outr,as ; appellanto u juizo, apnelfio
Joao Ribeiro da Costa; appellante o juizo, appel-
lado Anteto Francisco das Chasis; appeilante o
Jju'rzo, appellado .\ntohio Rodrigues Monteire.
niSTniBrc5s.
. Recursos ciimns.
Ao Sr. desembargado/ Lourenco Santiago :
Do Ruedo.-Recrreme o juizo, recorrido (g-
Albuquerque Aulran, secretario,
a escrevi.
Tlieodor n Machado Freir Vereira dj Silva, pr-
presidento- Jos i da SUca Layo J"nior. Jos
Pedro dns Neces. BeUarmino do Rcni Barros, -r
Juo da Cnnha Sonre Guimaj-aes. -Dr Pedro de
Uhayde Ljbo Hoscoso.
THESOURARIA DE FAZENDA
22 de setembro.
Foram remedidos a--) Sr. thosourciro pira se-
rem pagos,.
OTicios :
Ha presidencia, mandando pagar ao hosoureiro
da Santa Casa de Misericordia a quantia de......
5GJ00O.
Da uiesiia, mandando pagar ao soldado do 9*
batalbo Mme1 Antonio a quantia de 8J000.
Da mesn, manijando pagar ao tejiente Ileurj-
que Tiberio Capistrano a quantia do 64000.
D) inspector d) arsenal de marinlia, com 11
contas do enfermeiro A.itonio Francisco da Costa
Pernamhiica na importancia de I2j5l68.
F! pteriraentes :
D Ioao F.-lx Ribeiro de Carvalho.
D- l-aqiim Francisco de Meleiros.
Secretara da thesourana de raznla de! r-
nambuco, 22 de setembro da 1873.
O secretario da junta
Jesuino Rodrigues Caldoso.
Lanrentino, pardo. Parnambueo, 4
Aotooio ; bexigas.
Laurentina, escrava, parda, Babia, 28 annos,
olteira, S. Jos ; fefcte pn#rperal.
Prancise Maria daCmictacao, parda. Ra Graa-
aedo-Norlivl'iaanos, sofirara. S. Jos"; "plityi
aica.
ra-io Carduzo da-SHra.
oSr. desembargadr Almeida AHroquerque :
Ua Parahyba.-Recorrente o juizo, recoreida
Ama Joaquina da Conceicao.
ApoglJacoss crimes.
Ao Sr. desembargador l/omngues Silva :
Do Pifar.Artpellante e Juizo, appellada Manoel
Francisco das Chagas.
Ao.Sr. desembargador Regueira Costa :
DO Cabo. ApuelTante o juizo, 'ppeHac
Alexandriuo da Casr ~n "'
' AggraVog de pelico.
Ao Sr, esembargador Neira;
Aggravaate Dr. A'ryooto Anies J. Pires.
Jos
fafu quo i que visarji os vossos doirados soahos.
Se vos estivesseis seriamente empenhados em
propagar doctrinas evangelisadoras em beneficio
do paiz, nao estais e-njt-imindo o pugilato da
descompostura, da calumnia e do enrolo contra
os vossos adversarios, porque vos beni sabis que
fro sao esses 03 melos de edfkac.io c ensino so-
cial.
. Podemos dizer que furgcaes a descompostura e
,p enredo, porque dizeis: que o presidente actual
h c commissarlo de um ministro, que qner fazer
nesta trra fortuna poltica.
Qucm este ministro, contra o qual se accende,
de preferencia todos os ministros, a vossa colera!
Se o actual presidente c esse ministro, de quem
fallaos, sio pernamhucanos, que uiuito que facara
elles fortuna poltica nesta trra, onde tantos es-
tranhos, c bem provavelmenle vos outros, que as-
sim fallaes, tm encontrado todo agasalho o au-
xilio?
Pois .nch.ies vos, que esta trra de Pernambnco,
que o terco do nascmento desses Ilustres e hon-
radsimos pernambucanos, nao possa ser igual-
mente o berro do seu engrandecimenlo?
Presidente commissarlo, sem prestigio; part-
a da rio apaixonado, que da por paos e por pedras;
a qne invade a propriedad alheia e derriba arvo-
a res; que faz traasaecoca indecorosas; que afTron-
a ta os bros de urna classe respei|avel, etc. ele.
Podis eneber constantemente as vos-as maos
de taes apodos e insultos, qne nao manchareis a
fice do hornera de berajpje faz o vosso desespero,
porque cada dia mais vos smaga com a justiea e
a severidade dos seos actos e de sna de licacao
causa do paiz.
Esbravejao, e como o escorpiio estorce-vos as
agonas das vossas culpas, que os respeitaveis
mancebos, da quem vos oceupaes, vo j caminho
alm de larga prosperidade, e os seus nomes nao
ficarao deslembrados, como os vossos, da eslima e
ingratidao dos nossos concidados.
Devoraos dzer-vos ainda, que o ministro, de
quera fallaes, nao precisa de fazer nesta trra for-
tuna poltica, a nao ser por sua Ilustraran, por
sen tal'iiio, por sna hDnradez de carcter o por
sua extensa e abastada familia. Sao esses, .enho-
t*es liberales da Provincia, os elementos legtimos
deseonliecMo-;, inteiramente desconhccidos por vos,
quando; por desgraca do paiz, sorprehendeis s
redeas do potfcr.
Podemos mais dizr que furgcaes o enredo, por
que dizeis que o presidente :
Desaconipaiihado dos membrns prestrnosos
do seu propio partido, vive em seu palacio so-
litario.
Usaes de todos os recursos, por mais indecorosos
que sojam, conitento que atireis" a pedra, falsa
f, contra o vosso adversario ; entretanto nao sois.
capazes de indigitar quaes sejara esses membros
mais prestimos >s do partido conservaslor, que nao
arompanham o presidente. Xao tendo tirado par-
tido das injurias e di llama.-oes, queris especular
agora com esse novo meio e mais degradante do
mexerico.
Nos vos provocamos muito terminantemente,
novelleiros da Provincia, para que venhais decli-
clinar em vossa follia, se sois capazes, os nomes
desses conservadres, membros prestrnosos do par
tido, que n5o acompanham a administracSo sabia e
recta do Sr. Dr. Pereira de Lucena, e que vai sen-
do pelo mesmo partido mais e mais applaudida,
para vossa ronfnso e desnorteamento.
Por igual vos incitamos em vossos bros de es-
criptores que devem publica opinio honra e
respeito, e a quem incumbe dar testemunho so -
le neda verlade, que declaris a quantia que
sabe do thesouro para a columna c Repets urna e umitas vezes essa infame calum-
nia, quando quasi publico e notorio o contrario
do que di eis; ms vos renovaes a mentira na im-
pa cunfianca de vel-a con verter-se em realidade.
Qne tal a vossa dignidade de escriptores, que
nao duvdaes arremessar ars vossos adversarios
una calumniosa mputacio pelo incriwl prazer
da^propria alTronta, que Ihes irrogaes?
polend.o resistir ao impulso das discussoes
e das verdades, com ne vos- temos esraagado, vin-
gaes vos com a ultima vinganca, que vos restaa
calumnia e a injuria.

Iil:ll4il83
13:128J160
qae- depzW tui-o lelHMfcn rasa do Mrate
jone era rir-
tude JrmaSa*) jtiHslfli dh^rava >rae ea-
cravo rocolliMo.il cadaia pablisa, o* oHV'iaes qne
pprelrandHtM>, aUmwraHritt' era deporto a
mesmo Monte Riso que assignou o respectivo ter-
om a
e dia"
Ootcump
cado por t
date de 7 da'
quaes, o nao apr
seria preso, na con
100:0:OJOOO
226:241 343
(Relatorio de 23 de junho de 1868, com que pas-
sou o Sr. Villa-Bella a adrainitracaoaoSr. Dr. Mi-
randa.)
Esta divida reunida de I;i2:0003 em apolices
emittidas para o calcamento, elevou-se naquella
date a 378:941*843.
K' visto, pois, que antes da liqnidacio do exer*
cico de 1867 a 1808, j o Sr. Villa-Bella consig-
nara em seu relatorio una divida avnlteda, que o
Ilustre financeiro nao se atrever a reduzir as pro-
porcoos de insignifirantissiiaa.
Em vista, pois, destas e outras inexaclidoes, era
que temos plhado o Ilustre redactor, acreditamos
que deve estar arrependido do que escreveu so-
bro o estado financeiro da provincia. B' assump-
lo em que nao se pode improvisar, nem mystilicar
a vi-rdade : ascifrasfrius e imparciaes nao tem
senao orna linguagem.
Alm disto deu com os burros n'agua sobre ma-
teria om que nao era menos altaniero do qne Dul-
camara com o seu elxir de amor; inostrou-se ig-
norante das cousas mais triviaes.
E assim, andando as tontas, deixou rastos inde-
leveis das suas contradiccoes, falta de criterio e
abandono da vetdado.
Fez um verdadeiro papel de cavalleiro de triste
figura. Nao pode dexar de estar arrependido.
A tabella que publieou o Ilustre redactor a mo-
do de canda do sen artigo, nao adianteu idea.
Copin dos balancos da tliesonraria provincial
as cifras da renda e das despezas dos annos de-
corridos do 1863 a 1868 : fez o mesmo qne j ti-
uha feito em seu artigo de 22 de agosto.
Nesta tabella anda insisti eui considerar sal-
do o que propriamente movimento de fundos.
Saldo incontestavelniente a quantia que no fim
do exercicio sobrepuja a despeza ; as quantias ab-
sorvidas por este, seja qual or a sua procedencia,
nao podem ser consideradas saldos.
Mas,por amor de argumentarlo nicamente,
adinittamos que o que pensa o financeiro provin-
ciano o que se deve fazer ; o diga-nos agora :
O anuo do 1864 a 186o receben por empreslimo
do anterior 148contos, e emprestou ao de 186) a
1866, a quantia de 13> contos. Pode este empres-
limo ser considerado saldo, apezar de ser inreriur
quelle em 18 confos ?
Nao claio e manifest que o anno de 1864 a
186a, era vez de saldo, por movimento de fundos,
devera ler um dficit de 18. coutos?
Admitteo Ilustre financeiro qne-quem toma
por emprestimo maior quantia do (jue aquella que
empresta, possa dizer, no ajuste d; s cantas, quo
licaram saldos r"
Faca o Ilustre financeiro reviso dos saldos que
andau a calcular nos annos decorridos de 1863 a
1868 e reconhecera que a sua opiniao insusten
tavel, um absurdo.
Acabe com as suas pomadas e veja as consas
como ellas sao.
E' fra do proposito discutir a especie da divi-
da que onera a provincia : escusa saber se lluc-
luante, se fundada, ou consolidada, basta que
tratemos era geral da divida passiva. Isto fare-
mos depois.
Por agora veremos o como se sabio o Ilustre
financeiro na demonslraeao do que "mocimenl
de fundos :
E bem achada I A qne vem inoiinumfo de
fund s por txercicies encerrados e liquidados, e
quando se trata de comparar receilas totees com
despena totaes ?
Pois bem, com que foi qne se pagou a despe-
za f llavera nesta tambera um movimento defun-
tte.?
lado Pedra
IM JWirjtfiii..
A WKIY*CtO
pBTE?MBRtfDfe*fS7
OBHO CATANO
I
sentes o 9rs. ees-
BtfiWgattere^WlW^faoago, Almeida AOo-
li.'
-ki Itf^ioras 4a 1
Mara Goncafvs Vietra GuimarSes.
Ap Sr desembargador Alraejla Albuquerque-:
DeCamaragibe.-Appellante o juizo, appfcda
Cesario, escravo l
Ao Sr desembargador Doria :
Do Recife. Appetlarire Jo.Vquira -Pereira dos
Santos, applalo-MoTartlus Ponas.
Epcerroiiia a iq^a$.a,i.jiora.
mmmi.
MARU EM 17 DE SETEM-
""*'. U71
THE00080 SILVA.
111 o.or, Raga Barrse
ecupou a ( tira da presi-
^nr.'TbaMonrWa, e declaroo berta'"a ^
CA.1
5- 6SSSAODAS
pnKsmtn:
Depois do meio
PARTIDO CONSERVADOR
RECIPE. 21'DE SETEMBRO DE 1771.
Os artgoode fino, que a Prooinc.a casturaa
estampar em sna prmera columna, o que, con-
forme parece, sao destinados esgrimir c grande
certame dos principios,, uaa padiam representar
liis fielmente, do que representara, o carcter po-
ltico dos sens redactores.
De balde se procurar encontrar nesses artigos
a coherencia e a sincen ia.le de suas doulrinas,
Niagaem pode atinar cara o intuito a que se diri-
gem seuielhantes escriptores.
Com elMita, unas vezes desenham em sua pti-
ca batnleira as cores mais vivas da republicanis-
mo.ora cam as propn'as tintas, ora com os arabes-
cos, que cucoutram retractadas pelo pincel de
mestre do seu grando Castellar, o sol da aemocra'
cia moderta, o Paulo do apostolado da liberdado
A Repblica foraeca-lhes tambera moldea os mais
aperfeicoados.
O poder pessoal vem constantemente ao secna-
rio da Provincia para representar um importan-
tissinio papal.
Njte iiioinente o fallado poder o grande pro-
togonista :
a Voltemos as costas a esta outra. fape, era cujo
fundo se deseabre urna magistratura supplicante
por for^a da sua ostituicao ajeelhda aos ps do
poder, que decida .absorte das juites. ,
Ora ninguem, de boa fe, pude negar que a ma-
Kislratura.actuaj qao esteja suBcieuteuiente relri-
buida c em urna, situacao de nJepeudencia 'tal
qual nunca, poderla esperar da partido li-
beral, o qual tenio, pouco deseado da poder, dei-
xon nos o nao pequeo legado, que atbamos de
euraprir e sal-fazer, elevando esse nobre raagis-
terte coadicotis tau elevadas* earaq nunca,passa-
ria pela memo dos lbarddoiras da Provjncja.
Tractanilo do regimem didiscentralisacao^qe
a Provincia nunca nos pode explicar, e nem.po-
demq* anda penelrar-lae 03 arcaoas, ahi.vojta a
baila d poder passoal quo os librdadeiros revest
tem .de mil formas.
t Descamas... descaraos, dizem elles, anda
maisaswisras: basta ura ponto nfimo do quadro,
.-c.)m.teajtemie.sttja acoberudo-pelo raapto im-
perial, que avasiJa,,tudo. ^
Mas nos temos tantea vetea interrogado esses
adversarios incorrigiveis qne aos declarara qual
a poltica o syjtenu de rganisaco adrarais-
trativa qno deeejam substituir aB,e,sjado de nossa
soeiedade actual; mas baldado erpenbo, por-
qne, nao so ai o disoutem seriarneute cun Basc,
eouto tambera nio foram capazes anda e nem o se-
rio de apresentar um programma poltico, a nao
sjar la la muito vago e indefinido.
Para denunciarera raale que. aJligem,a sora^-
dade sao. nao luja, .luyida, os prireiro mdicos,
yicioi e defeijtes, que ajerayem ;a nossa sltuacao,
Moi^ram.elles cada-aasee. Aiortge'ni deteds
esses males nao diSc. 4e doscartiqar. porque
na.opmwa desies ipedieuiros devoraos, rauntra^
Iglfrk^W aA.Awf* flf. daraSniV^.
ijajilulv ons-irvad^r.
Has nin basta o diagnwXico da molestia, oera
tea, oouc t, qua se. Ibo racoBea.a sede Ja existea- .No period,o.de 18fJ4a 1868, rao a na-.
ca, o que essencial -qoe,sfc indicada.o reme- mo's, um s exercicio nao deixou Oeut quasi
dio app/apiiajo para o restabeleciraeote. do en- todos regorgitavab"saldo* .eoosqjetarej. '
termo. f ... esws (diiia o redactor tallando pelas vin-
Pois Jjem, niOi/ja.ahi iJmediqo|.Y. gastevar qao tinliaui
iBuoiututes era.sua pratiea de curandeiros ,d que 'tmente, e at derxavaai pAT ps outros. '
os loeriespebas -da Proicia; s5o pa p'm 't Ao passo que nos diversos .exkrocios fivan-
Sraude partida, coma o Mascaros para a fgueira coros, do"dorainio liberal, a reesju sempre sabre-
n doeuteJ. ^e,o Joaete se obstina anwr pujou s despejas,'Mxaodo'swda mais ou meaos
04 granad Profl^aa*\'en- sobre lies una considera veis, depojs do dominio conserva or tem
noile eterna. A feilade porm e fjw irtafttm t dado sempre U eoatrano',
. Como se o.mtcvc a bstora.
\II
Em nosso artiga anterior Qcamos no ponto era
que o financeiro provinciano arranjou a raoxirifa-
da dasdividas que poderao formar dividas te
misino carcter. Por lauto continuamos hoja a
noasa. tarefa de resta arar a verdade, to framewe
daturpada no artiga da Provincia a. 103, escrpto
poro celebre financeiro da grey. ,.
,Mao careca fazer esfogeo para dumniii,.r que
OSjldos indicados n,,s. balances (insiste em cha-
m/ff orcament I.,'.).nao querem dizer quinao
rra divida passiv'. Foi isto precisamente o que
dissemos em nosso priraoiro artiga, no segrate
irertio :
foi,certarqeute por. ignorar este, c,ircumsten-
cja, que o estimavel redactor se equivocou com os
-'das era.numerario mencionados nos blncos
I86 a 1869. Este saldo em cada anno. nao
jer dizer, ausencia de divida passiva.
~ E' visto, pois, que.o redactor, para 0*0, se dar
por vencido, apr'eseniou cmo sua a argn,mentacao
qoeproduziHos e'llie'ensina.mos.
Per maii de urna ves temos dte. mais. fcil
Eilhar ura mentiroso do que um cxo.Vejara os
jitores se nao ba.um.certo fuado de verdade nes-
ta rifae.
0 Ilustre Gnaneeiro disse :
c Era 1863, quando deixou.o partido liberal o
poder, disse o presidente deste prayinci. o Sr. ba-
rfy,.d vii|a;tella a. issembie provincial que a
possa divida passiva f3uciu3nte erf de, .10IA8I9
(!) exclusivaaiiidadqs 2 OjO de estrada deTSrr
ra) o a consolidada de i2,000i0Q0. proveniente de
apolices erailtida para. 0, .calcamento. Total da'di-
vida iS2,3ol|8l.
.Nao disseraqs que nio navja divida, p que
e
t Nao lia movimcittu.t de fundos nominaes : to-
dos representan! urna operacao nal.
Em se tratando de mocimmtos de fundos, o no-
fawl financeiro nao diz cou-a com causa, descon
chava completamente.
Que consa tio incomprehensivel para o estima-
vel esedptor I
Apezar da ligao qne tomou na Ihesouraria, ficou
na mesma senao peior.
A que vem miviment) de fundos [ara exerci-
cios liquidados e encerrados, pergenia o linancei-
ro, e entretamo oa sua tabella encarta os taes mo-
tmenlos de fundos, e faz saldos com elles !
J urna vez dissemos, e lepclimos agora m vi-
ment de fundos- npera<;o fie-acia, em alcance
nem resultudo, pura exigencia do systemade
escripluraeaoadptalo as re|iartcues de fazen-
da. Por este razo, nao pode ser aproveitado des-
de que se trate da receita e despeza. real de um
exercicio.
Com que foi qne se pagou a despeza, pergunta
tambera o redactor !
E' realmente ignorar a materia a mais nao po-
de .
A despeza nao foi paca com os movimentos de
fundos, foi paga com a renda do exercicio.
As opcragSes de movimentos de fundos consis-
tem em pasear quantias, exclusivamente da pro-
vincia, de.um anno em liquiJacao pira o oulroem
comeco. E como todas as sobras daquellejso, no
fim 00 exercicio, convertidas em renda deste, an-
nullam-se as operaedes quo serviram para fazer a
passagera,de dinheiros, e ludo flea como se nada
honvesse.
_E' visto, pois, que nao pode lia ver operacao real
na passagem das quantias de um anno para outro,
do qual mais tarde ser recelta.
Nio confnuda o Ilustre financeiro movimento
de fundos com emprestimos. -quelle d-se em
rlacao a renda propriamente da provincia, e esta
quando se trata de renda estranba, ou depsitos.
O empreslimp operario real, porque tem de
ser paga.a qnanta lomada e operacao que no
se annrfci,Jqu4a-se apepas,: a primeira aunulla-
se forcoaaoieneno fim de cada exercicio, a segun-
da liquidare quando se cffeclua o pagamento.
Eatudo'bm mais alteneao estas difjferencas, pa-
ra evjlar r,jijja das. parVuicqs.
' un bararo era finangas esto Sr, redactor I
Coituureiuos.
ymundi no se-
er, foi-lhft mar
iz de diretfa, era
dia, Hock oe
o-depositado,
ladfiBleii
Monte Raso ara Ja zoodjou, e pnrvocanio "es-
l'arla a medida extrera:, ia ser preso, toando
apresenteu-st aUgaado inoliiaue Ihe vedaran
Mger entrega da escravo no plzo determinado :
o colhido, passando-se contramandado relativo pri-
so do depositario.
Esgotado o terapo necessark) para quem quer
que tivesse algnm direiti sobre Rajmnudo, alie-
! de raaio a soltura do mesmo, visto como tinba
provado com documentes ser elle de sua pro-
priedade
Foi Ihe de feito entregue o eseravo en* rroesio.
Mas, eis agora o que eipantose e o que (leve ser
tomado era consioerarao.
Monte Raso que peranle o juizo de Pao d'Albo
nada exhibi em favor de Raynmndo, nem jusiili-
cou-se do mo procedimento "do acoutar escravoe
fgidos, lembron-se depnssar urna carlade fibeT-
dade aj) dito preto, sob .. pretexto de ser. proprie-
dade sna quo fura esiorquida por Jet. Severrao
Cavalcante de Albnquerq.ie,Tlo jaal f. i bur leiro
Joaquim Militen, o vendedor de Ita^mund...
Assim obrando, diriga-e ao Exjn, Sr. aircsiden-
te da provincia, rcmetiemJo a alf.+rtr escravo,
por elle feJa posteriorraeote a todo aquelle movi-
mento que j referio-se, n nedidu [.rovidencias a
respeito.
S. Exc. como Ihe c'nqirn, transmitios papis
ao proraotir dcsta romaica,, Dr. Gaspar Drnm-
moud, para promover o que fasse a bem da jos-
tica.
Este requarao Dr. jui' municipal a apprcben-
sao e deposito da escravu que se achava no enga-
ito Jundia.
Assim s fez; e urna vsz depositado o escravo
em poder do lenle coronel Antuao Marques de
Hollanda Cavalcante, era de e porac quo o Di".
promotor, a quera foi daca a curadora .para pro-
por a competente accao, iropozc>se-a immediala-
nienle, mas assim nio sue-edeu. Porquanto esse
mago, nu por mal dirigido ou por mal inteniienado
entendeu dever levantar questao sobre o negocio,
dizendo quo nio incumbe a elle ptopor aacci., mas
ao senhor do escravo; e p? ra L-so tem iiibistido em
pedir aojuz a mauulencad do llaymaudonaposse
da liberdado, scm'qiie porem justillqut previamen-
te que o mesmo escravo sei^chava oes-a po^se. e li-
mitendo-se allegar que o titulo mandado per
Monte Raso presidencia, e por esla ao pruinotni-
u s'.luciente para dar direito a inanuten;ao !...
Nao so qucraqni discutir o mostrar o dispara-
tado deesa pretcncao do carador; o abaixu assig-
nala nao se juiga para usa competente.
Observa-sc, apenas, que, a prevalecer a opiniao
da Dr. promotor ou daquelles que o inspirara, te-
remos e vamos "ter, sera c'uvida, na pralica terri-
veis consequencias.
Se um titulo qualquer de liberuade, e donde
quer que provenha, baste para garantir a nm es-
cravo a posse de urna causa que nunca teve, e
da qual elle mesmo nao tem conscien.in, que dec-
ordem nio sai d'ihi e cemo eolao poder-se-ba
obstar ao? bandidos e trafieantes a reauaac^O do
suas ms intenses I
Mirera-se os proi'rietaiics neste cspelUo : quan-
do approuver .ora Monte Raso, ou qualqner ou-
tro libertar escravatura inteira da um engenta",
sob este ou aquelle oretoxto, verso-ha que em-
quanlo nao soprovar a faUidade du prelexlo, se-
gunda a opinio do Dr. pionwtwr da Bscada, de-
ve se conceder manutengan todos esses esersvos
assim alfarriadus, e obrigar o senara: accina-
los !...
E' um dislate que nao tem qualifief.cao, anda
que elle venha, como aqu apregoa 0 Ur. promo-
tor, seb a autordade dos melhores advagadus do
Recife.
Manutenir se nm escravo que nunca possuio a
liberdado, s parque um tor;eiro apparece dizendo
que elle forro, mostrando um titulo feito pres-
ta c do propria lavra, o cumulo da extravagan-
cia o da insensatez.
Mas, felizmente, a Justina da Escuda nao esi
muilo disposta a acceitar as theorias caihedralicas
do curador, e nio quer deixar passar um exem-
plo pouco vaiiiajow aos interesses da propria h-
berdade.
K natural qua, se o e-i ravj era quostao .leve
ser mauutenido, possa just.Llcar se que lera estado
lguin lempo como livre. Porque ainda uo ira-
tou di.-so o nobre proraot.r ?
Note-so anda quo o protexto de Monte Raso
passar a carta RaymunJo, fiitissimo, porque
esse escravo porten-ia i Jos Se veri no,
pea frita ao inesmo Manta Baso, *.'g< 1
va cora a respectiva escriptura.
E' consoquente i|ue a pretendida alorria na
pode ter a larga de apagar o direito de proprioda-
de, para .1 ir-su todo transe, ganho de cansa
una falsa liberdado.
O Sr. Dr. promotor medite ura pouco mais
cunipra melhai o seu dever.
Nao ceda lio de prompto ao eapriebo em ama
cousa que demanda toda diligencia e brevidade,
por bem mesmo do escravo, e por bem do seu se-
nhor real ou presumido.
Engenho Jundia, 20 do setembro de 1873.
Manoel Antonio d s Santos Dios.
N. B. Desafio o Dr. curador ou algnera por elle
para mostrar se ha alguma nexacudo nos iae-
tos que referimos.
por com-
a se pro-
Sempro proveitou.
NSO dorara em pura perda os reparos qua fize-
raos soVia mi fiscalisaco das. dnas ImUas de
Ierra cargo-do Sr. Buarque de Macado.
0 ser vivo dessas estradas lerao de melhorar
rauito, assim o acreditamos.
Ainda ha donsdias foi visto, o qne nanea havia
acontecida, o fiscal do governo metido, em urna
canoa examinando a ponte dajestrada do Caxang
que da passagera para o bairro da Baa-Vista.
Isto j alguma cousa. Temos engenboiro,ag-
ra.
- Milita tusas vio mal par falla de urna era-
braaca...
Honra ao. zeloso fiscal.
O bachnrel Aiiaterliaiao Covreita
le Orasto. Jniz nauraicipal do
Bom Jarilim.
Requeii em juizo a exbiLigao do antographo do
calumnioso artigo publicado contra mira no Dia-
rio de 2 do corrente mez, 3 de que o publico j
tem Ciihecimeulo, e verificando que o responsa-
vcl pela sua publicacio o seu signatario C. A. de
Lagos, que quando o assign)u j cumpria a pena
de prisio, que Ihe impuz cu no juiz de diieilo inie-
rio, pelo crime da injurias verbaes ; emendo
nao dever proseguir no pr.)cesso ; porque o refe-
rido indlvjduo, nos termos da lai, nao podia res-
ponsabilisar-se pela publicagao do mencionado ar-
tigo, atienta a sua qualdado de rea condemnado
c que cuuipre seuten.a, e seria njustga prose-
guir na processo conlra os editores e.ste Diario,
3ue nao tverara. a ntenjio de me injuriar, nem
e.me cajBinhay-, eque cenamante foram illudi-
dos quariOa ,iceiteram a resioosabidade, de quem
a qa poda aesumr peranto a le. ()
0 publico avalfe do que najureza sao os meus
calumniadores.
Recife, 18 de setembro dti 1873.
A usterano Cotreia de Crasto.
msn
mumm a pewwi-
\e^nci(ii da Escada.
VRJ.V O PUBUGQ, VUSM OS. TAlBUMAEfi E AS
AUTORIDADES SCPERHMES.
Mapoel Anteo dos.Santos.Das, senhor do en-
Escada, eran
eiu
do
genlio Jundl, do termo da
fit de. daaembeo. de 1871 a Joaqim'_.
Amaral, to lrmo de Santo Ailao, 3" es'cravos.
Depois deestarem do seu poder, aconleoeu que
um .delles de nomo Raymnudo; preto, suitejr, de
40 annos, matrlcnlaio sdb n. 17 da r. Ia;e, 9 de
ordeui a 536 da matricula geral^ se evadase jos-,
se refugiarse no termo de Pao d'AJho, no enger
W10 Paluieirnhas, onde mora o iodlvidno Antonio Crasto nos fgi Iraji
ten^
dnvida na sua
1
Depois da poblicajao do nosso artigo de 17 do
corrente, appareceu a Provincia, no Seu numere
segrate, com.urna pergunta uestes termos : Qucm
ser ?'
Proseguindq, estraphava o autor da pergunta
quo nao tivessemos a,ssignado o nosso neme debap-
lisrao, talvez cora leflor de serraos conheeidos ; e,
alm do outras expressoes graciosas, alludia ao
Exm. Sr. commenddor Lucona a paternidad e de
nosso artigo. Entretanto, para convencer ao ano-
nymo curioso ano nao recitemos ser cunhecdos,
basta quo Ihe digamos que autor do artigo, que
tanta omolestou, um.pernambucaoo, cuja vida
e precedente honrosos r un o fuerara. re-
cuar da responsabilidade. 4 seus actos seraprc
pautado? pelos devrres da jt^tica, louvando o m-
rito pe-soal a despeito das f aixoes polticas.
Conliccida assim nossa inilivdualidade nao jul-
gamos n,ecessaro a declarafao do nosse oorae de
baptisin 1, qaaud dei xa o anonymo de assignar o
seu proprio nome. '
J v o curioso autor da pergunla que nao po-
demos sansfaze-Io, urna vet (le nao o conheceraos,
nem mesmo desojamos saber quem seja sua pessoa
salvo se assim,o yuizer, mas que.nao nutrimos es-
se desojo, licanda em todo qua
nao temoso me or receto de oonfessar nosso no-
me.
Agora vamos ao qne importa.
Prestando nossa adhesin a4nmstrcao do
rata
ano
Caroeir de Barros Monte Baso.
, Chegando isto ao conliecmento d.o abaixo assig-
nad,i. ir.it u elle de fazer valer o seu direito de
logitinio senhor, requerend* era feweiro do cor-
rento, anno ae juiz de direta daquella comarca, Dr.
Pedro Camelto Pessoa, Aapufehfipsfc e deposito de
Raymrjndo, mediante os acuments que entao
apr'eseiu'ou, e seb o juramento de urna testemunha
Oera da verdade teios, i dodrar qc
p de que Jrai Austerl
^latones fra teazda jr ptssoa de nos-o ntelr
[dito, e estando ella assignada com a conot-
pelo tiSel-
.) do D >m Jardi: ,ra a menor
dos
mesmo parlador 1
or
1 *
rar
te-
1


I
1




I


1
V
%to&k tembate, Quarta feira 21 t'Mt&i'&Wti.
Eira. Sr. commendador Lucena, na
*eanaifestar nosso'Juizo de coi
fedu-eMimparci-it)* arospeito d,
S. Exc, e de ua boa adayaUtncii aa
*iviaeia.
Teaoj recooBeciddjBH *ce. un carador sin-
^^Jh^deteios JpHHM^r eoro jostica as
*X9H V** llia no inherentes, taraban raa-
Tirorameutos (fue projai^a-au. uanclbio da
parece S. Exc. incapaz de ser diri-
gencias estrauhas. 4\o pretendemos
Exc, quj n'io precisa di njssa da-
w's yuantj doto-taiifsjp logfc imme-
i ter respondid > a pergenia cario c!o
r, e f.-tzemos votos prl.i onsarvacia de S.
*- fove.no da nossa provincia.
Jtwaife, 22 de setembro de I3W,
cnatniuiti -n
^(jpH'.il.f o crneo prod
ralos e importles, requer e
se admiravel neni'> reunido n >
}aa nigwdioru.es sao por cndilo e natnrea frtn-
eceates e vigorantes, e com viudos elles sao es-
crupulosamente escolhldos do reino vegetal, nao
fooeni, comoessas preparados eompostas de mi-
eraes, fazor darano algum construcefu do ca.-
mmo, nem lo poucfc sanie, nem enveuethrf
ulis. Militas dolas ha que pretender posrnir
certas propriedades obseureceutes, e siu prejadl-
mes a s.nile, e m:ii frequentemento o resulta*)
d Me- tornu-se bailante pergoso a ate fatal,
NenUuma : preparaco do dia da oa outhorga
aate brillia. elastcidade, ou riqueza de -isla sos
cabellos con o Tnico Oriental.
?. Uari
632 112 kil is de assncar branca ; A. F.
dita* com 436 ditos de dito e 10 ditas con
ditos de dito mascavado. Para o Para, E. Du>
inx 15 ditas cora 706 ditos de dito brinco.
Para o Hwrflft* do Sul, na escuna nacio-
nal Amt'.ia, earreasraP* J. S. Loyo barricas eoui tS37 kilos de
ass
Obveira PiIboJB 25 barris cora Mi tfoi1
agurdenle. ^~^^?
- Para o Atacaty, na barcaca FLf t JaraW
carregarap : A-Quintal & C.' 10 V#Jtt^m
650 kdos m acucar refinad \ e parJTWfflre 6
dilas com U'7 ditos do dito.
Para ilMtor, na barcada P.iraguaui, ear
regou : l./kA Carvalbo 2 barricas com 137
kilos de *W branco.
Hft> Grande do .Norte, Al iifrn%
m : B. Gomes & C. 1 aceo com
ucarjbranco.
lio Grande do Norte, na barca ;a
S<7cini,1VrgSam : A. G. Pires & Jn*AJum3k
com 60 *mm assucar reflnado. '
(Al4fAZlA l)\ ALFANDEOA
rteadimento do rila 1 a 2 16:288*743
nta do di.i 23 ...... 1:081/978
miM
17:370*721
Aaacnliuita peiioi*aV
.Vicadeiiua medica de Berlitn leve perfeKjmoi-
fci razio ein s;:i judieiosojdlgametitoem prolNRt-
siare sueco da balsmica Anacahuita Mexicana
iiio hih espeiiioo posilivo eiufaHivel para todas
as irrilaooos ou inftammac.ies de garganta e dos
a*ss bronchios. -Nio ha aanhutn caso de rou-
qidao, losse, ealarrho, oxcoriaeao da garganta ou
ifritacao dos bronc ios que possa resalir as las
adiBiraveis qualidades ante'-irritaiHes. .Klla resti-
;,- a y,iz quaii .iecces ou sonsacos de asperesa no palato ; faz
echara cxpe.-loracio sanguinia e impede a aecu-
uwlaflo de uiucosididei nos orgaos da respi-
r.in qne partera db pulraoe-. fnteiramente dif-
/ereite ua sua composi^ao de todos os mais
jjftttoraes nianufacturad- do Tructas adstrin-
fene?, cseas, raizes, e etc., o mesmo nao contm
f.ahum acido prQMieoj opio ou outro qutesquer
.- agredientes venenosos.
VOLUMES SAHIDOS'
Vo lia 1 a 22.....
fnnieira porta no di* 23
egauda porla.....
l'uiceiea porta.....
firtpiche Conceiijo .
SERV1CO M.VIUTIMO
iivarngas denuarreadas' n trapicfce
d alfandega no ia 1 a 22. .
wfus ditas no dia 23.......
V'a\Ds atracados no tnp. da alfandega
Uvrengas........
N'o trapicho Cottci^io .
23,162
106,
a?
3,508
sent pelo j"
Secrelrialli llfeoirra provincial
Vnrob*co, $ dftsetowbro de 1873.
O'bfflciil-mior, ^^1
Miguel Alfonso Fetrtira.
Clausulas especules.
i* 0s reparos Ja ponto de Junquera se-
ro eitos lo onformidad oom o respeotito
ornamento no valoreo 5:720(000.
2.* O arrematante dax principio as obras
no prazo de 15lHas (TOS concluir no.de 9
mozos coatados da data do contrato.
3.a A'imporUnoia da arrematado ser
paga em tres prestaoes guaos, correspon-
dendo cada urna torga parte da obra
feila.
4.* Ein tudo o mais que nao estiver esp-
cfftcmto as presentes dansjalas so observar
o que dispofj ti$lU&to l das obras pu-!
blicas de 81 de jullio do 1668.
Cewfffttc.
M. A.Perrtira.
-rm
*Mua,
s Wandeey
Manoel Pereira da Costa
olo Paulo da Silva
Joaquim Jos Medetro
Jos Bento Gjncaf es
Pfdro Jos (ftlaJlastil
Manoel FirrnUilSilva
O mesmo w**
O memo
E. H.Wyht |
Maehado* teiza*
Os mesmiC f > |
Os roesmos
Os oremos
Os mestnos
Franeisco Moreira Ois
Joao Ilodolpho Gomes
O mesmo
Joaquitn de Albaquerque Mello
K'gO Ramos, Dtfpr.tt'tfC.
8
- PcU thcaonraxia fOjrtrnat & rai, publico
(joaXo* transferida para o,/ft Jo.4. corrate,,*
arrematacao do sitio dos Famedios pela oaaotia
de 3:750*000.
Secretaria d Pe*rirar1a provincial de Prnara
buco, de stembre de 18^3.
O AHeial-insfior,
__________ Migel .Adn Perretra.
nesmos
hiesmos
Os mesmos


4t

43
InVSziv* victimns lo rheanaa-
tJWMlO.
l'arqu i solTriiis tantas dores, e porque m
taos intilmente vosso dinlieiro em medica-
menl'S incapazes de vos curar ?
\ ossa molestia nao lom outra origem se-
aSo no MDgue viciado.
Purificai o sangue com a Salsaparrilha
Ajer. So vos turnarles este remedio com
cegaUridade e constancia, ficareis curados.
Esparimentai.
RKObiEDOIUA DE HENDAS LNTEHNAS GE
KAES UR PEBXAMBGO
ttend.^ento do rtia I a 2i 30:i86393
!d*ndodia23 603>2lO
31:095*603
CONSULADO PROVINCIAL
rteopiu.ento do-dia 1 a 22. 59:216967
dem do dia 23..... 3:0iU751
62:2o8i72.)
Estar novamente era nast publica, petan -
te i amara mtfnfefpal desta cldade nos dias 25 do
corrente i deoufribropMxitne riBfdewil), o ftfn-
guel do sobrado sito no largo do Corpo Srfhfo fo
Htifo, por 716J0O0 e os impostos dff-0 ris por!
p de coqueiro de prodcelo exceptud4ez ps'
para- riso do propietario, por l:00U000> planta por 634J900, mscales e BSceWtfas par
9*000, e 320 por carga de peixe BXpJW ven-
da no mareado publico por 13iO0D **T.
f>pretenreiiWsdevero eompafecer habililaJos1
m forma da lT.
Pt*o da acunara municipal de GUsdiVtt'de se-
tcmtrro de 1873.
Baro da facarri,
Presidente. __
Marcono Dias'do Aftujo,
Secretario.
:ac.jf_-3
i*-**
r m FE
Kendimcnto do di i 32.
dem do dia 21. .
DHAINAGE.
13:10-7M
:68J878
lo:789588
fot
?mUM\Q
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K IJVKIU'OOI. & I.O.NDON GLOB
FSLiNCE COIPAHT
SAUNDEttS BROTHERS *C.
IIl'.orpo SantoII
LNHTHERN.
-4...lal..... 20,000:0005000
?un,io Ai reserva. 8,000:0005000
Agilites,
Mills Latham t C.
\l\ DA CRUZH. 38.
COMPNHlA
Phe'.iix Poriiaitibucaia.
Toma riscos martimos em mercadorias,
retes, diaheiro a risco eQoaliaeote de qual-
: Rttarcza, em vapores navios vela ou
nrcacas, a premios milito mdicos.
Rl'A DO COMMERE10 N. 3i.
C9IPAMA ALLIANC.4
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAI'ITAI. V,000:0005000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro a
co martimo em navio de vela e vapore
-ura dentro e fra do imperio, assiin como
tnfego sobro predios, gneros e fa-
!as.
Agente : Joaquim Jos Goncalves Beltro,
-ua do Coiiunercio n. o, Pandar.
Navios sahiilos no da 23.
S. Thoma.zBarca nacional ldalinn, capi-
to Jos C. da Silva, em lastro de
ara.
Buenos-Ayrcs e port >s intermediosVapor
francez Villcde Uahi commanrlante Ho
bert, carga parte da que trouxe dos partos
da Europa.
Ob$erca3o.
Nao houve entradas.
i;gCLAMCOIl
iffmisa lallida (|c Amoriiit, Fra-
goso, S.ntos A (
Por determinacaodo Km- 8r. Dr. iftiz especial
do commeriao-so publicadas as Hitas rtafto, das
dividas attivas, direitos e acgoe.<, ainda existentes
e que oppoftunamenle serio vendida em- leilao.
Commanditarios que ftrmiram o contrato
social e quo anda nio entraram com os
5t>"[, do suas assignaturas, sendo o valor
i;o realisado oque abaixose segu ;
Os mes
Os mesm
Os mesm
Os mesmos
Os muimos.
Os mesmos
MMM de Barros Refo
B mesmo
0 tpstio
etio Jos edefros Crrela A C
Jwwjarm Jos de Helio Juntar
) rttrrP
Copia de lettrfc.-Joajoim Jos le
MoH<> Jnior
O mesmo
Ketibn Joaquim de Albiiquerquc
Mello
dem James Oliver
Viles.-Joaquim Salvadtr Pcssoa
de Sirjneira Cavalcante c Auto-
pio Gnn;.alves Kerrelra Csfcao
fdem. D.iRiel GairharJes A C.
dem, l'abrica do Miniteiro
Gonzalo Jos Alfonso
O mermo
Antonio \'arquesde Amnrim
Ttulos verificados e ndmittidos em
massas fallidas e liquidacoes. -
Lima & C, Marlins Sobfttiio,
Juada Silva, saldo
Mewiuita & utpa
Viera Amorra & FiHios
Joaqaim Jos da Silveira
Travassw Jnior & C.
Joaquim Francisco de Mello San-
tos
739*0)0
148*38*
119*101
00*000
541*498
461*000
500*000
400*080
400*000
20.i()980
188*000
412*418
80*000
28i*000
83OO0
H ,1:170*000
800*000
800*000
1:000*0(i0
Jffi
m
o
"fplifiWarla da Concelfjro, BKJtst.
Secretaria da santa casa dd unaricoidia do lio-
cife, 37 de unho de 187J.
O esctirld
Pedio Rodrigues de Sonsa.

4:000*009
l:t:t0*000
3:700*001
11:60**000
10:000*000
3:700*000
SOiOOO
490*000
4:70*1M
l:l5208
7W43R0
O4*UO0
363*640
703* 530
300*000
18:204*100

EDTAES.
A cmara municipal desta cidade, faz pu-
blico para conhecimento de quein interessar pos-
ea os artigos de postura abaixo transcriptos:
Dos talbadores, magarefes, aprendizes e
cajiataz.
Art. 220. Ningucm poder exercer do 1. de
outnliro vindouro em diante o ollkio de capataz,
lalhador, magarefe e aprendiz sem iicenca della.
Art. 230. Para ofoter esta lieeoca preciso pro-
var : 1.* que de condicao livre ; 2. que tem
18 annos ; 3 que nffl born comportamento ; 4."
qne esta habilitado a exercer o diio offleio, o que
justificar com attestados de tres marcluuMes.
Ari. 231. A Iicenca valer por um anno, c a
falta della nos primeiros ijuinze dias do anno mu-
nicipal que principiar do 1" de outubro vindouro
30 de setembru de 187.4 eijuivaler a perda
do emprego.
Paco da cmara municipal do Recife, 20 do se-
teinvro de 1873.
Theodoro Machado Freir l'ereira da Silva.
Pro presidente.
Pedro de Alliuquerque Aulran,
_________________Secretario._________
Tlital n. 9 O.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
s 11 horas da uianoa do dia 2o do corrente c ha
de arrematar, pona desta repariico, livres de
direitos. marca AB sem numero, 6a canastras com
albos em mauncas, pesando bruto 97a kilos, ava-
hadas por 162*300, viadas do Porto na barca por-
tugueza Luzlanii, descarregada ein 2a de julho
prximo passado, e abandonadas aos direitos por
Eiysio Alberto Silveira.
Alfandega de Pernambuco, 22 de setembro de
1873.
O inspector,
Fri A. deC. Ras
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
Acompanhia Imlemnisadora, estabelecida
testa praca, toma seguros martimos sobre
navios e sous carregamentos o contra fogo
'im edificios, mercadorias o mobias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
PKACA UO ftECJFEHS DE SETEMBRO
OE 1873.
as ', 1/2 fntu/a ia tarde.
Cotacttcs ofllciaes.
Algodao-de I* sorte 8*500 por 15 kilos, hoje.
AJgodio-do Goyanna sorte 8*300 por 15 kilos,
hoje.
AJgnuao de Mamanguapo 8*330 oor la kilos,
h mtam.
O.mtoo -obre Londres a 90 d,v. 26 d. por
I O09, do banco, hoje.
^mbio soi.re Hamburgo a 90 d|v. 460 rs. por
11. M do bancu, hontem.^
Gaabisobre Lisboa a :i d|v. 112 0(0 do pre-
mio, do banco, hontem.
<..niro-'-sudados seceos 566 rs. o kilo, hoje.
Leal Seve
Pelo prrsident/.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Pelo secretario.
a^Jtal n. 91.
Peia inspectora da tlfondega se faz publico que
nai tendo sido despachad i no prazo de 30 dias,
conforme o edital n. 39, dous escaleres pertencen-
tes barca ingleza Knp.jvi, naufragada em 1>7I,
a 23 militas ao norte da P.irahyba, se ha de arre-
matar, livres de direitos, avahados por 10*000,
porta desta repartirlo, s 11 horas do dia 27 do
corrente.
Alfandega de Pernambuco, 22 de setembro de
O inspector,
Fabio A.deC. Reis.
Antonio Macluulo Gomes da Silva
Antonio Vicente do Nascimento Fei-
tosa
Antonio Al ves Ferreira
Antonio Eustaquio Gomes
Antonio da Silveira Maciel Juuior
Antonio Fraiicwco de Souza Maga-
lliaes Jnior
Antonio Jos de Siqueira
Antonio de Oliveira Antunes (aceitou
letra
Rento Jos da Costa (ident)
("andido Thomaz Pereira Dutra
Francisco Simoes da ilva
Fancisco de Paula .indrade
[ Frederico Miguel de Souza
Georgo-Neslt
Isabel Maria da Costa
Ignacio Jos Col-Ido
Jos Mamede Alvos Ferreira
Jos Alexandre Gubian de Verdun
(cessionario, Bente Jos da Costa)
Jos Cavalcante Lins
Joo da Silva Ramos
Jos de Barros Lima
Jos de Alcnquer Simdes do Ama-
ral
Jos Victorino de Paiva
J. P. AdonrA C.
atines Olivier
John Lilly
Jos Joaipiim le Miranda
Joaqaim da Silva Castro
Joaqaim Francisco de Mello Santos
los Joaqun) Jorge
Lufa Jos Marques
Manoel Buarque de Macedo Lima
Manoel Antonio dos Passos Oliveira
Manoel Joaquim de Oliveira (cessio-
nario Francisco Guedes de Araujo
Manoel de Azevedo Pon tes
Martinho & Oliveira
Manoel Goncalves de Oliveira
Ramos, Duprat \ C
Seve, Filiios & C. (admittido ao pas-
sivu da fallencia)
Tito Avelino de Barros
Victorino Insde Souza Travassos
Vicente Mendos Wanderley
1:600*000
O0UV24
900*000
1:000*!0
5:000;0 O
62:912*000
4:584*906
4:448 070
93:461*610
3:438*330
5I:19800J
240:017*900
SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
RFCIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casada
Misericordia do Recife, manda fazer publico que
na sala de ej sessoes.no da 2$ de setembro,
pelas 3 horas da tarde, tem de'ser arrematadas w
quem mairrintagens offerecer, pelo tempo de um
atrs anuos, s rendas dps predios em seguida
dcelaraalns.'
ESTABELECIMENTOS DE CARIOADE
Beceo do Abren:
Ssbrado de 4 andaros n. 1 ... 480*000
Ra larga do Rosario.
rreeiro andar n. 4. .. 250*000
PATRIMONIO DOS OltPHOS.
Ra de Gervazio Pires.
Casa terrea n. 2 .
Ra da Senzala-velha.
U6a crrea n. 16......
Becco das Boias.
Sobrado n. 18......
Ra da Cruz.
Sobrado n. 14.......
Os pretendentes devero apresentar no acto da
arrematacao as suas bancas, ou comparecorem
ico-npannados dos respectivos fiadores, devendo
pagar alem da ronda, o premio da quantia em
que for segnro o predio que contiver estabcleci-
mento commercfal, assim como o servico da lim-
peza e prcos dos apparelhos.
Secret#ia da santa casa da misericordia do Re-
cife, 2 do setembro de 1873.
O escrivo
______^^ Pedro Rodrigues de Snitz 136*000
209*000
421*000
1:000*000
a
ocio Castro Porto, c o restadlo' pelo soW6 ftmert-
duran lo a sociedad. |wir tempude tres mh.
que tiveram principio en 31 de deidmbro prxi-
mo passado oflndar-seba em Ikual dia *o 1875.
O uso da firma compete a 3tH*7oTs*9.
dem de Costa ^ Alv.i*>s,de urfe to soeios Ma-
noel Pedro AlVares c JlanoH P?rreira da Costa
brasilciros, esubelecido nesta cidade em eoimaer-
ciade padana rua de Vidal do Negrearos # C3
sondo o fuudo social 1:3(0*, lornecido porambo'
os socios, competiodo ao socio Costa o asa 4
lirma social, e o tempo de duragao tresjaooos eoa-
Udos de 1 de agosto ullimo.
Em 5 do mesmo mcz.
Ditrato de Cruz Noguejra k r., celiird em
consequeucia de, fosturnjrmeute retiraba do so
ci Joa |Uim Baptista Xogueira, terse separado
socio coramanditario, que foi pogo de seu capital
e lucros, na importancia de 31:107*011, fleaud.
a ca/go do nico rcspous;.vel, Uouiiu^ai JttklUiP1
FrreTra Cruz, a liquidaoao do activo f Wa
social.
li:CO0*0(!O
2:000*000
l:00il*00
I:0i0000
7:500*000
1:000*000
2: i. 00*000
1:666366-;
2:966*667
2:0003000
1:00000)
1:000*0.0
6:0Oo000
3.ooo*;o i
l:00')000
5:00^*000
1:000*100
4:000*000
4:000*0)0
2:500*000
1:000*000
l:aT0i0-0
4:000*000
5:000*000
1:500*110)
2:()00it)0
5:01:0*000
l:tJ0i#000
2:000*1)0 i
2:500*000
2:000*000
3:000*000
2:000*000
3:000*000
5:00>*000
3:000*0 ;0
2.000*000
2:000*000
O inspector da Ihustiuram iirovineial faz pu-
blico para o eonbecDM>nto d os becerros que foruin f nados pelas collectorias,
coni o forro de forma elliptica, tendo no centro as
inician F P nao pcrieuccm faionda pro-
vincial o s serve esta marca para designar aq^el-
les, ciijo imposto, decretado pelo 17 do art. 15
da Iei do ornamento vigente, j fo pago.
Tuesouraria provincial de Pernambuco, 22 de
setembro de I8H.
________________Josf Pedro da Silva.
Coinanando superior.
De ordem (P> Hhi. Sr. cereclcomman lante su-
perior interino. fac;> publico que ni dia 20 da
corrente ao meloda, nesta secretaria se reunir o
junta medica, afim de inspeccionar do sado aos
Srs. tfflciacs c pr;n.as que requereram.
Seciet;iria do commando suMliir interino do
Recife, 23 de setemb'o de 1873".
O secretario geral nterin).
Cap!lio Jy*:Afiirclii*.4< COMPAlfHIA
SANTA THE REZA
A companbia recommenda o cumprimento do ar-
tigo 24 do seu regulamento, que publica para co-
nhecimento de quem nleressar :
Art. 2i. Quaesquer reclamado, s acerca do
servido publico ou particular quer do forneciiiien-
te d agua, quer relativos illummaeio, pura <
rem atlendidas decnm ser feit-w por escript<>, da-
tado e assignado, dirigidas ao escriptorio da com-
panhia (ofcinas do gaz nos Milagres^ diariamen-
te das 7 horas da manha as 3 di tarde.
Olindi, 17 de setembro de 1873.
O gerente.
__________ Justino I. S. Campos.
Banta Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise
ricordia do Recife, devidament" autorisada pela
mesa da Santa Lasa de Misericordia da Bahia,
recebe propnstas para a venda da; tris casas ter-
reas que possue aquella corporaejio nesta pro-
vincia, de ns. 34, 116 e It8, sitas ra de Hur-
tas, boje do Coronel Suassuna.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 12 de setembro de 1873.
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.
5:000*000
1:0004000
5:000*000
5:000*000
A orde o 3.a de S. Francisco precisa contra-
tar um eapellao para celebrar as missas nns do-
mingos e dias santos as 7 horas, na casa de deten-
cao : a tratar com o irmao ministro no consisto-
rio da mesma ordem.
Compaiiliia de seguros Uti-
lidade Publica.
Nao se tendo reunido numero sufljcien'e na
sesso de liontem, conformo determina a primeira
parte do ar. 39 dos uossos estatutos, de novo sao
convidados os Srs. accionistas a se reuniremno es-
criptorio desta companbia a ra do Vigario Teno-
rio n. 6, secunda- feira 9 do corrente, ao inrio
dia, funecionaode oim qualquer numero sufficien-
te, do coin'ormidade com a ultima parte do art. 39,
para as-dstirefll leitura dj parecor da comais-
s;to de exame de contas e sua approvaeao ; as-
sim como igualmente ebgerem a commissao de li-
quidaeio do >eu primeiro periodo.
!locife, 23 de setembro de 1873.
Directores,
Candido C. G. AlcoforaJo.
Francisco Joaquim Riheiro de Rrito.
Lessionarios de commanditarios qu entraram
com 50 das assignaturas ou capitaes, que es-
tes estao obrigados i.-elo contrato social, e que res-
tam ainda aO /. para completar todo o fundo subs-
cripto o seguinte :
Bento Jos da Costa Jnior, por Jos
Alexandre Gubian de Verdun
Francisco Gnedes de Araujo, por Ma-
noel Joaquim de Oliveira
A1.KANDEGA
aodimD'.o do d>'a 1 a 24. .
lem do d 23
601:268*372
35:350*517
638:615*889
Oescarregam hoje 14 de setembro de 1873
Vanor ingiez Siiden (atracado) mercadorias
uara alfandega.
arca portuguezaJosephina //diversas generes
par* o trapiche Concedi, para des-
pachar.
Patacho austracoSloga -farinha j despachada
para o caes do Apollo.
Barca ingleza Hermhne inachinisrai j das-
pac liado para o caes do Apolle
S3PACR03 .DE EXPosACAO NO DU i DE
SHBEW0 DB 873.
'*rm H fortos do extsrior
Ni sansa jMMuguua, Ckrisihm, para- LU-
a,earrefaram :E. R. Rabello ia 191 couros
aalgadoj com 3,4
Para
Para e Ma-
arregaram : Ai
os.
'OS 4 MlVOf.
ne p4 bntffein ialiia,
Irraaoi de C 1Q barricas
Edital n. 67.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
s 11 horas da manha do dia 25 do corrente se
bao de arrematar, livres de direitos, porta desla
reparticao, as mercadera* abaixo declaradas, an-
nuncadas a consumo por edital n. 27, que deixa-
ram de ser despachadas dentro do prazo marcado.
Armazem n. 7.
Marca f.L sem numero 2 caixas vindas do
Porto no navio portuguoz Social, descarregadas em
28 de outubro de 1,872, consignadas Carvalho &
Xogueira, contendo figuras de barro ordinario,
proprias para jardim, pesando bruto 239 kilo-
grammos, tara do 2a 0|0, liquido legal 180 kilos,
avahadas aor 36*000.
dem ICL sem numero 2 ditas idem idem, em
29 idem, J. M. Cordeiro Lima, contendo ligaras
de gesso, obras nao classificadas, pesando bruto
239 kilos, tara de 10 (0, li mido legal 216 kilos,
avalladas por 42*100.
Idem VG AF sem numero -18 ditis vindas' do
Havre no navio francez Jean Baptisle, descarre-
gadas em 27 do setembro de 1872, e consignadas
Lemos 4 Guermeau, contendo cada urna 12 gar-
rafas com vinho champagne, medindo 10 litros por
duzia, total 180 litr s, avahadas por 324*.
dem JCM4C JRM n. 100 -1 dita vinda de Ham-
burgo no navio alleno Alberto, descarregada em
27 de setembro de 1872. e consignada J. L. Ma-
chado & C, contendo 12 pares de botinas de cou-
ro do mais de m.O.t. avahada por 54*000.
Alfandega de Pernambuco, 20 de setembro de
1873.
0 inspector,
_______________Fabin A de Carvalho Ruis.
nilm. Sr. inspector-da thesourafia pre-
incial.em cumprimento de ordem do Eim.
Sr. presidento da provincia, manda faaer
publico que uo dia % do correle, parante,
a junta da fazenda da mesma thesouraria,
vaia pcafa. para ser arrematada a quem poi
aneaos fijer a obra dns reparos da ponte dt
anqoeir, orgada em 5:7205?000 e sob au
clausulas especiaos.aaixo declaradas.
As pesaoas que se propoiewm a es) a^
rematagio eompare^ata na sal a das xm*>t
da referid* juaia oo 4w ons. MW^oim^
pelo Deio&ae ^orapeteRHiB^lte habilita
E p*fi conste se maniu publicar o pre
4:000*000
750*000
Entraram por outros que deixaram de realisar
com 50 % e ainda res tam 50 Vo. os seguintts
Joaquim Salvador Pessoa do Squei-
2:500*000
ISOOfOOO
juim Salvador Pessoa do Siquei-
ra Cavalcante
Jos Jeronymo Monteiro
Lista dos devedors constantes de sentcncasiu-
diciaes :
Francisco de Barros Reg 4:247*201
Joaquim Salvador Pessoa do Siquei-
ra Cavalcante 8:930*000
Mello i Irmo l:903fl7u
Andre de Abreu Porto 15:000*000
francisco de Paula Pereira 2:GOu*00
Francisco Botelho de Andrade (em
appellafo) |. ojOOO
Gongallo Jos Alfonso :463*IO0
Joao Luiz de Oliveira Azevedo 2:689*240
Joao Pinto Regis de Souza a:000*000
Joao da Cunha Wanderley 5:918*526
Manoel Gouveia de Souza 2:484*520
Octaviano de Souza Franca 2.187**i0
Joao Pinto de Leraos Jnior 2:250*000
Lista de diversos devedwes, proveniente de letras,
tales e recibos.
Letras. Ramos Duprat & C
Caetano Goncalves Pereira da
Caoba
dem. Os mesmos- Jos Agosti-
nho de S Pereira
dem. Os mesmos.-O mesmo
dem. Os mesmos. O mesme
dem. Os tesmos. JooRodol-
pho Gomes
dem, lodo Luiz Vianna. Jos
Caeuno de Magalhies
dem. Siqueira & Pereira.Ca-
millo Idepino Emereociano
Francisco Jos FernandesGitirana
Faria A C, e Francisco da Cu-
nha Machado Pedrosa
Os mesmos
banta casa da misericordia
do Recife
Foroeoiraenlo de S-COO* annuaes.
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia db Recife precisa contratar o rornecimen-
to dos geueros abaixo declarados, que tm de
consumir todos os est-tbelecimentos pos a sen
cargo, no trimestre de outubro a dezembro do
cirren'.e anno. Roeobe propostas na sala de suas
essoes, pelas :! loras da tarde do dia 15 do cor-
rento.
Aletrin. kilogrjtnm .
Agurdente., litro.
Azeite doce, idea.
Arroz do Haraa'tio, idem.
Bacalhin, kilngrammo.
Han ha de torco, idem.
Batatas, id.-n.
Cha byssou, idem.
af em grao, dem.
Carne secca, idem.
Ceblas, cento.
Farinha de mandioca di to.-ra, litro.
Peijio muiatmfio, idem:
Fareib, sacco.
Fumo do Ri;>. kilogrammo.
Gaala.
Milito, sacee.
Mnnteiga franecia, kogrammo.
Potass3, idem.
Rap, idem.
SabSo, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilograinmo.
Toiicinho, idem.
Vela* de carnauba, idem.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, idem.
Vinho branco, idem.
Ve|as s.'eariias, kilogrammo.
973*386
992*725
891150
495*000
1 042*392
654200
3:212*000
100*000
)!!/
Os meantes
Os mesroos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os memas
Os mesnibs
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Victorino Jos Ferreira e Manoel
Joi.McQde Bat*w
Oa mesmos
Oamesmjs
09 m&fm
Antonio Joaofli m Madei ro Brandan
<\ '
440*023
446JM23
440*021
440*023
6H5#70)
733*080
733*908
733490
733*908
733*908
733l908
1:117*60-)
3*7*331)
mw*
387i
IWaMO
Obrder
ftut te fcto
OrteTOO
Forneciment de 38:001* anuuae
A junta Administrativa da santa cosa da mise-
ricordia do llccife precisa conhatar-o-fomecimen-
to dfi p3o, bolacha e assncar que houver de con-
sumir ot estnbc'ocimentos pos a seu carga no
tiiiuestfj de outubro a dezembro do corrento an.
no. Recebe proponas na sala das suasse3t5es,
pelas 3 horas da tarde do dia 25 do crrale.
Fnrnerinh'i^n da 38eO anuaas.
A junta idrainistraiva da mesma santa casa
contrata o fornecimento de carne verde qne hou-
ver de consumir os cstabelecimentoi pos a sm
cargo no trimestre do outubro a detembro. Re-
eob impostas n^ sala Has suas sessoes, pelas 3
horas da farde drf dia 25 do crtente.
Secridarte "da santa casa da misericordia de
Recife, 9 de .-eterabro de 1873.
O escnvSo,
Pedro Rodrigos de Souza.
Santa casa da misericordia
do Recife.
Pela secretaria da santa casa damiseriewd* do
Recife sao convidados os parentes das edoeandas
do coe^io das orfthas esi seguid* declaradas, as
quaes ja completnram a sua oducacao, para que
ro(|iieiram ao Exra. presiento da provincia n sna
entrega, em vista ce ije resolveu a jauta admi^
Blstrativa, de confow.fdade com o que dispee o g.
3' art. 48 do rcsprctivu regulamento.
Candida das Ffagu, Coelho e fiitmizia dai Cha-
gas^Coelho, 6^0as V'iWl thJ'ChugasCoelho.
Mana EraiHv:
jgy^a Ribeif^^a tk I^indro losa ro
Pela administraea dos crrelos desta pro-
vincia se faz publica que no dia 19 de outubro do
corrente aitno tora lugar na mesma leparticao o
concurso para provimento dos lugares de seis pra-
ticanles, creados pelo aviso de 2a de agosio do dito
anno, na conformidad^ do disposto no artigo 2 do
regulamento .-ipprnvad* pelo decreto n. 4.743 "do
23dejunho de 1871. Os candidatos doverSo ..pre-
sentar at o dia 16 do dito rnei, follta corrida, e
ceilidao de baptismo, aftin de provarem nai seren
menores de 18, nem maiores de 30 annos de da-
Al ; o concurso constar de exorcMoa de calli-
graphia, orlographia, arithmotica, eomprebenden-
do o uso do systema mtrico c noroes geraes de
geographia, como ludo disnoem o's artigos 38 e
40 do regulamento de 12 do" abril de 1865. O co-
nhecininto das linguas estrangeii as tlira direito
preferencia.
txtrreio de Pernambuco, 19 de setembro de
1873.
O administrador interino,
____________Vicente Ferreira da Porciuuciili.
Pela thesouraria provincial se faz publico
que foi transferida para o dia 25 do corrente a
arrematacao do fornecimeido de alimenlaeao e
dieta dos prezos pobres da casa de deteocao no
trimestre de outubro a dezembro prximo vin-
douro
Secreta-ia da tbeeou aria provincial de Per-
nambuco, 19 de setembro de 1873.
O olcial-niaior,
________________Miguel Alfonso Ferreira.
Consulado provincial.
Fojo sciente aos deferentes contrilmintes de im-
postos provinriaes, relativos ao auno lindo de
1872 -73, que feeha-se definitivamente no dia 27
do corrento o recebimento nesta ropnrticao das
quotas ainda nao satisfeitas dos mesmos impostos;
e, terminado este prazo, ser a cobranra eftec-
tuada por va judicial com a multa de 9 0y> e
e Pddicto das respectivas cusas.
Consulado provincial, 5 de seb-mbro de 1873.
O administrad'." r,
_________________A. Cameiro Machado los
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta adminutratbra da Santa Casa le Mi.e-
ricordia do Recife autorisada pela presidencia da
provincia, afora os terrenos da proprieda'ie que
possue o patrimonio dos orphos, no lugar da
Tamarineira, por prego nunca iuleror a 20j rs.
o palmo.
Os pretendentes deverao indicar no requer
ment o numero de palmos que quizerem e diri-
gir-so esta secretaria, onde serao declaradas h
condiQoes do aforaoento.
Secretaria da Santa Casa do Misericordia d^
Recife 12 de setembro de 1873
O escrivao,
Pedro Rodrigues de Souza.

mt.j*mim-*mt~
a*i los-fet, ff^a *{ft)H*t Forrei*
dos. Santos
T
tos Tr-es-
i ajiilaiiiu lo poi*to de Periinm-
buoo 99 de netembro le flH33.
Para sciencia dos navegantes manda esta capi-
tana pubjicar o seguinte annuncio hydrographico,
relativo existencia de um banco' prximo ai
lihas Hornas, no Rio da Prata :
MINISTERIO DA VARISHA.
Pelo ministerio da marinba se publica o seguin-
te annuncio hydrographico, ergani3ado pelo depo-
sito de cartas e planos de Paris, relativo exis
tenca do um banco prximo s Ilhas de Horno?,
no Rio da Prata
Annuncio hydrographico.Paris, 15 de setembro
de 1871.
Ntwuero 33.
OCANO ATLANTCO DO SUL
Rio da Prnta (Unas de Hornos.)
( Traduccao do original francez pelo 1 lente
Nascimento Jnior.)
0 banco que existe ao 0 das Ilhas de Hornos,
no Rio da Prata foi examinado pelo capilao P. C.
Shaw, do paquete Wasp (E. U.), o quat reconhe-
ceu que este esclito eslendia-se mais- para O da
posicit indicada pelas cartas.
Ojiando se tem as tres ilhas urna pelas outras,
o banco estcnda-se a< OiSO da illta que tica mais
ao O : o fundo, que de rocha e vasa ompacta,
varia, entre 3m. o 4m,8|na baixa mar, das mares
medias : a mar sobo e desee de Ou,9l a 2m. 1,
conforme os ventos.
Para evitar o banco, necessario conservar a
eathednl da Colonia aborta pelo S da ili a Lpez
que flea ao O.
Estando sobre a ponta O do banco, marcase o
pharol da Colonia por 51 SE e a ilha Faralln ao
S4SE.
I
Marcacoes ou rumos, verdadeiros:
VariatWJ 10 2 NE. (1871).
(As3ignado) O chele do servico das tnstruc-
S6es.-A. fe Gras.
Est couforme :
O secretario da capitana
Deelo de Aqnino Fonwa.
Dstrato e olo C^tr stdn doi Oliveira 4 C,
eslabelecendo se que ao socio Jeo CanrLtMW do
Oliveira flca'ria pertencen lo todo o activa e pasivo
social, c desonerado de toda e qulqur rfatns -
bilidade o socio commaiidlario* qUeVorpago n
satisfeito de seu capital o lucros da uuantia de
7:707*229; i
dem de Paulo Jos Gomos e JoWa Costa His-
po, absentando-se que ao socio Gom liMia per
tencendoo armazem n. 13, e ao soeftr BlpDodtf
n. 15, e estabelecendo-se que a ambos os socio*
pertenceria a liquidado do activo e pas-no s>eiat
Em 15
Contrato de P. B. Siupiquel 4 C. da ma! ti
socio solidarme responsavef Pedro Bruno sfcyi-
quet, francez, e um coimii::nditarin. s-nd i > ns
social o commercio do secios e nt-illiad >s l-;ii um
armazem e njjm hotel ni|Ktvoaco d.' Sanio Ama-
ro de Jaboatao, entrando o socio couiituadarH
com o capital de 4:001*000, c o respe nsaveTe*m
utensilios, na importancia de 3:500*.seudo o pra-
io social cinco annos, contados do dia em que tiver
o dito responsavel consegjido alagar uun casa
propria para o estabelecmnto.
Idem por escriptura publica, celebrado entre
\ cenle Augusto de Magalbese e Jos Rufino de
Souza Rangel, cidados brasRelft{ domiciliado
na cidade da Parahyha do Norte, sendo o gvre
conunercial o commercio de comprar e vender fa-
zeHdas importadas directamente da Europa, con-
tras negoeiagoes que convenham entreter, por
lempo de cinco annos, a contar do l de agosto
prximo passado, com o capital de 50:0000. forne-
cidos por ambos os socios, aos quaes fea per-
tenecido o uso da firma social Magalhies A
Rangel.
Secretara do tribunal Co commercio de Per-
nambuco, 20 de setembro de 1873.
O ofiicial-maior,
mi_______Innocencio Antunes de F. Torres,
Associacao commercial agr-
cola de Pernambuco
Os senhores socios sao eouvidados reunao de
assembla geral, no mesmo edificio em que fanc-
cion.% quarta feira 21 do correntc/s 10 horas da
manb, afim de se tratareni dos negocios que Ibes
forera apresentados.
Recife, 22 de setembro de 1873.
Manoel Baptista de Miranda
__________________Secretario.
Hospital militar
Nose tendo ollectuado boje, por circunstancia,
o contrato de gneros alimenticios para dietas e
rai.des dos empregados, sangiiesujas, lava^sni e
concert da roiipa e mais objectos indispensaveis
para o expediente da repariico, para o trimestre
de outubro a dezembro, como consta dos an-
noncios publicados oeste Diario dos dias 18, 19,
20 e 22 ; iicou transferido oara o dia 25 do cor-
rente, o dito contrato ; pelo que s declara que
as pessoas que a elle quizerem concorrer, apre-
sentem-se no referido da as 10 horas da inania,
com as suas prop.stas fechadas, e amostras.
Hospital militar de Peni mibuco, 2;de.-etcm-
bro de 1873.
0 escrivao,
_____________ Avelino Pereira da Cunha.
Consulado provincial
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
co que no dia 27 do correle se lia de arrematar
a porta desta reparticao, < 2 horas do din. 25
barris com 2.400 litros de agurdente, avahados
por 333*600, ts quaes foram aprehendidos por
Manoel Ignacio Coelho Henriquc Ferreira Pnntes
Me-.i do consulado provincial, 22 d setembro
do 1873.
Antonio Carneiro Macuado Ros
___________________Administrador
Estrada k Ferro Pa-
raense, no Para.
Tendo a assembla peral dos accionistas da
Companhi'i Urbana da Estr.ula de Ferro Pmense,
autorisad a venda desta einpreza, a commissao
eleita para este fin reeobera propostas para r,
compra da mesma at o dia 10 de lovembro pr-
ximo, no Para, podeodo os proponentes obter des-
de j as circulare-, e examinaran) os estatutos,
bem como os relalorios ta compan ia de 187i',
1871 e 1872, Do escriptorio dj Englisn Bank of
Rio de Janeiro Limited.
Obras militares.
Tribunal do commercio.
. .,Pla seerUria do tribunal do commercio de
Pernambuco se faz constar terem sido adioiltidos
ao re^slfo, Dos, termos do art. 2* do decreto n.
4311, os contratos e ditrats que se seguem :
Em data de 3 do corrate.
Contrato cada! sob a Urina Castro Porto_4,
Jne se compoe de Jos Antonio, de Cis'ro
ds GoncalM** PimntU', ftma,
nata etliae, tmo+Qm saaial
a> e*ra M nW"a sita i
oeaatai \o
53 fomcldo >ele
Em vit uide de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia acha-se de novo em concurrencia a
exrcujo das obras precisas na fortaleza do Rrum,
e da caiadura e pintura da casa, em que reside o
director do arsenal de guerra, sotvindo de base os
leos i oflerecidos pata c-t ts.de 650*000. par*
aquellas de ;:7a")*0lH>. A" 23 do correato *?
rnoio da devem, por ant\ os pretcnijitesajire
sentaren)-se com suas pr'tosas em carta feejigd;-
na reparticao das obras publicas, onde esta?, os-
respeclivos orcamentns para seren examinados.
Recife, 10 de setembro de .873.
O eiigenheiro,
___________Chryssoiito F. le Castro Chaves.
(IoiishIikI) de h rlngal.
Sao pelo presente ehamadrsos credores de Ma-
noel Jos Pinto e Jos Martn, para .presentare
na chancellara deste consulado, dentro do praz-i
de 15 dias, da dala de-ie, sims contas para sereta
verificadas e nagas, secundo a forga dos osjW&k.
Recife, 20 do setembro' de 1873.
Western & Brasilian
TelegrapbCompany Limited
lisli'aa de rernaniSme:).
Aviso.. ^
0 cabo desta companhia entre Peraaijibnr
Para est aberto ao publico pa.a a VaaMUis.-a > do
lelrgrammas tasa de 1* por palaw.
Os telegrammas <|nc tenham de sor transti)iut>
a qualquer outro porto do lurte da imperto, S
Thomaz, oa para os Estadas Unidos Jo aceitos
taxa cima, alm dos portes aa coSb do n
ao seu destino qne serao prev menle p:iv
At segundo aviso, os Oas do sabida de v*pxc-
do Para para os port os acimiu indicados mcm do-
antetnao annunciados na prafa do ctmncicia n
na entrada para o escriptori da companhia .roa
do Torres n. 32.
Nennuma des(teza ser estilada pela trega dos
telegrammas aos destinatarios que rvsidirem no
perymetr i de um kilmetro, mas os que excede-
rem pagarn250 rs. por eada kilomarOj aleada
despeza da con Ju.-ao ao portador.
Expediento do csciijttorio, das 7 hora? da 'ma-
doolif



nh, s 5 horas da tarde.
. St>ci3aJr.".-Pur esta secretaria so uoobfa a
quem interessa'- nossa, que aos 22 dias Jo Br-
renle mez foram confirmadas par S. Exc. o Sr.
presidente da provincia, e publicadas nesta secre-
tara, as senteoeas dos respectivos juizos commis-
sanos nos autos de iiiendi'.t e Ugifiua^f da-,
posses denominadas Engenlt) (Mrehto, Rarra do
Riacho Secco e Tombador perteecentes a I.*
a Joo Evangelista de ltel/(, Barreno, a f a
Joto dos Santos e Silva it.a 3.* a Antonio,
Lope Netto.
Ainda se deotara.que fteoJ (oafirmada a 5#a*s)
5a da presidencia n l mediei a gi
maflod pse denominad i l
termo d'Agua-Preta, perteneunte a D. Hara Jas
da Concomio, da wja sent s^a havia reeorri*x
Leandro SMad de Mello Cs valeajite
vero mparM, a
1





*f-

Ho de Pprnambuco Quarta feira 24 de Setenwro de 187?.
m$
m*m
flKiutiitA rwwWeoeta de Arnamltuco, !3
te Miembro de 4873.
O secretario interino,
_ AiLilphu L'infia Lilis.
Associagao commercial
beneficente.
AVIS
Na *8 lendo reuullo nnmero snfflciente dn
JHjefle, que eon^titui^em a aemb!a :ernl da
Htesena as^oclaelo, convocada para u dia 20 do
arreae, >;io de novo c...iieid;idns es fenhoivs su-
es para h; reunirem no dia 2V in corrente a i
horada Uidu ; }'.i't'ain)"-sr constituida a afem-
inen eem o numero do euci< que e acnarem
gradarte., como di?pde o art. 90 cap. 4 dos esta
tnMe.
Daniel Cesar Ramos
Secretario.
THEATRO
REAL
Goiupanhia Japoneza.
HOTC
trandc e extraordinario espectculo, euje pro
grama, o mais importante dcsta poca, ser lis-
tribuido em avulsos.
O rosto dos bilhetes estio venda desde j.
Principiar s 8 l|2 horas.
KP
VISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBL'CANA
DE
3avegaito costeira a vapor.
macei, i'km:no e aracaju'.
O vapor Mundana,
commandante Julio,
seguir para os por
tos cima no dia 30
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at odia 27 do corrente. encom-
nendas at o dia 20, pasageiros c dinheiro a fro-
te al as 2 horas da larde do dia da sahida :
escriptorio no Forte iln Mflttos n. 12.
Baha,
O hiate Garibuldi s?gue em poneos das para o
porto cima : para carga tratase com Tasso Ir-
maos 4 C. ra do Amorn n. 37.
Para Lisboa
Kelende sognir com ponea demora a escuna por
juera Christina, de 1 elasse, capitao Loureiro,
por ter a maior parte de seu campamento enga-
jado; e para o resto que Ihe falta tratase com os
eo asignatarios Joaquim Jos Goncalves Bel tro A
filho, ra do Oommercio n. o.
CMPAM
DE
NAVEUACAO BAHNA
UHT.4M
Macei, l*cnc v. Uaiiia.
E' esperado at o dia-20 ou 7 lo corrente o
portos cima o vapor Goucaltes Martins, que se-
guir para os mesmos no dia seguate ao de sua
hegada
Recebe carga, passag ros e dinheiro a irete : a
tratar com os seu^ agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo \ (',., ra di Bom Jess n. 87.
PJtCinC STEftM NAVIGATfDN COM
PANY
Linha (iihizciial
O PAQUETE
COTOPAX
espera se do til at o dia 2G do cwrente, e de-
pois da demora do costume, seguir para Li-
verpool, via Lisboa, para onde receber passa
geiros e carga a frele.
OS AGENTES
Wilson Uowe A C.
IIRA DO COMMER'.IOl
COMPANHIA l'EUNAMBUCANA
DE
!%'avega<;a" costeira a vapor.
MAMANCUAPE.
O vapor Corunpe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 27 de
corrente, s o horas da tarde
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida
escriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Pacific Steam Kavigatisi Campan)
I.inlia qtiinzenal
O PAQUETE.
-spera-se da Europa at o dia 28 do corrente,
6 depois da demora do costme seguir para o sui
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
oade receber passageiros, encommondas e dinhei
r a frete.
OS AGENTE8
Wilson Mi A C.
tiRA DO COM.\1ERf:if)14___
Para o Aracaty
segu nestes poucos das o bem couhecido hiate
D. Luiza, po-ue j.i tcm parte, do correitamento :
a tratar com Gomes de Mello Irmaos arua da Ca-
deia n. 40, i andar.
COMPANHIA PEK.NAMBUCANA
DE
favcgacilo costeira a vapor.
ABABYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', A*ACa
TV, CEAR, MANDAHU* F. ACARACU'
O vapor Ipojuca,
!imandante Muera,
seguir para a por-
tos cima no dia 30
do corrente, s & no.
ras da tarde.
Beceiw carga at o dia p do corrente, cncorn-
mmiM at o da 29, pas at as 2 horas da tarde 911
^Criptorio no Forte do Mallos
Para o Rio-Grande do SuT
Pretende seguir v>m muita brcvMade palh.v
itole Rosita, por ter alguma carga tratada e par
a que'Ihe falta trala-so eoin os consignatarirtf
Kaqtiim Jos Goncalves Bellro & Fillio : ru
Real companhia de paquete
inglezcs i vapor.
At o dia 27 do corrente espera-so da Europa
o vapor ingles Boyne, commandante F. Re*kx
o qual depois da demora do costume, seguir para
Buenos-Ayres, tocando nos portos da Rahia, Rio
de -Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-sc dos portos do
snl o vapor inglez eca, commandante H. Bax,
o qual depois da demora do costume, seguir
para Sauthampton, tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para (retes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Commercio n. 40.
LEILOES.
DOS
Movis, lout;a, trra de cozinha e mais per-
tencas do hotel Jila ra das Larangeiras
n. 30.
OIAHTA-FKIRA 23 DO TORRENTE.
O agente Martins far leilao em um ou mais lo-
tes, do hotel da ra das Lar;.ngeirasn. 30, o qual
?e acha montado para quera queira continuar com
dito eslabelecimento.
A's I I horas to d cinta.
3
fazenda avarada
fitendo:
madapoln, chita, cambrnia, brins, chales
de mirin e de ganga, la e marroquim.
Hoje
AS 10 HORAS EM PONTO.
Por conla e risco de quem pertcncer, por in-
tervencao doagtnte Pinto, em seu escriptorio
ra do Bom Jess n. 43.
DE
3MLC*WML.
loofa, vidros, 2 [ ianos de Jacaranda, 1 dito
de inogno e outros artigos de gosto.
Hoje
s 11 horas da maiiha
O preposto do agente Pestaa far leilo, por
conta e risco de quem pertencer, de diversos tras-
tes avulsos e 1 mohilia de junco, e outros muitos
artigos de gosto que estaro patentes no acto do
leilao.
(jUARTA-FEIRA 21 DO CORRENTE
A's 11 horas da man ha
V RL'A DO V1GAR10 N. 11, ARMAZEM.
LEILAO
Dr.
urna caixa eom calcados de la.
A V A U I A D O S
HOJE
A's lO horas.
O agente Pinto lar* leilao por antorisacao do
?r. gerente doconsnlado de Franca, em prsenca
de sl-u chanceller, e por conta e risco de quem
pertencor, de una caixa marca BOiC. D- 69,
contend! 7 dozas de calcados de 15, avariadus
a bordo do vapor inpl^z l.alandr.
O leilao s.'i eflectuado no escriptorio do referi-
do agente, rua_do Bom Jess n. 13, no dia e ho
ra cima mencionados.
J
ei
ilao
DE
FAZENDAS
Em continuaco

para concluir
Hoje
2-4 do corrente
Bastos & Silva cunliiiuam, para concluir hoje
em seu armazem da ra Cadeia n. 42, e por in-
terveneo do agente Pinto, o seu leilo de fazen-
das franceza, inglota, suissa e alloma, dando prin-
cipio s 11 horas em ponto.
DE
72 canastras com albos marca G, 22 caixas com
ditos marca G i! e 3 barris com massa de to-
mate.
QUINTA-FEIRA 25 O CORRENTE
AS 11 HORAS DA MANHA.
O preposto do agente Pestaa far leilo, por
centa e risco de quem pertencer, de 72 canastras
e 2J caixas om albos, e 4 barris com massa de
tomate, quinta-feira 2o do corrente, s 11 horas
da manila.
No armazem do Aune-, defronte d'alfandega.
LEILAO
DE
movis, loucae vidros
SEXTA-FE1RA 26 DO CORRENTE
SENDO :
Urna mohilia de Jacaranda a Luiz XV, com muito
pouco uso, 1 dita de amarello tambem a Luiz
XV, 1 dita de oiticica, 1 guarda roupa de ama-
rello. 1 guarda-vestidos, 1 mesa elstica de 6
tabeas, 1 guardalouca de amarello, cimas fran-
cezas deamaiello, marqoezdes de dito, I secre-
taria de Jacaranda, cadeiras de amarello, avui
?as, louca de jantar, dita de almorz, candela-
bro*, lantemas, garrafas copos, clices, e ou-
tros muitos objectos de urna familia que mudou
Jt de residencia,
pelo agente Martins.
No armazem da rua do Imperador n. 48, s II
horas do dia cima.
DA
pharmacia da rua do Rart da Victoria o.
30, pertencente massa fallida de Jos
Francisco Rittenccurt.
CONSTANDO DE :
Urna armacao de amarello envidracada, 1 dita de
pinho, balro, candieiro a gaz, laboratorio, ba-
lanza, cofre (prova de fago), drogas eraais objec-
tos perlencentes referida pbarmacia.
Urna mohilia de Jacaranda, 4 marqneza, i'tpete,
18 caiieiras., 1 capdiciro a gaz, 13 moldnras, i
commoda, 1 lavtorio, 1 estante, e dh>renles H-
vro.
Sirlibadi i? di corrente
Na rua Nova n. 30.
agente Pin o umpi^Wo o.novo randado do
mr. Sr. Dr. jutz de direito cipecial docomm
tejar nuvamentc a i, :. i,piiarftacii e mais
Rectos cima menoteiIMpiwn ptsttneente
massa falida de Jse1 Prandseo Biltenconrt.
A venda des movis priacipiar >i 10 1^1 boras
em ponto, e a da pbarmacia So meio dia.
Os relendentes prnVrao desde j examinar'o
mancado em mao do mesnio aretite. ,tr '
IBU0
dividas
U i! 31
n.t importancia de 52:2!i:t$9A5
ioas-.i fallida de imarte cV M-drir is.
SI.XTA-FKIRA 2(i DO CORRENTE -
O agente Martin kvar m>v;imeut.- ^ I. ilAi.. \nir
mandada do film. Sr Dr. oa e*pwuJ dn poni-
mercio das dividas activas da mas-a fallid., de
Duarte & Medeiros, na importancia de.........
5:i93l05.
No armazem da rua d Imperador n. 48, II
horas da man ha.
AVISOS DVfHSOS
Urna boa casa
Aluga se independente de outras, assobradada,
com eomtnodos para duas familias, grande quintal
murado, cocheira, quartos para criados, porto de
embarque, e hanhos salgados, est asseiada por
ter sido ha pouco pintada, n. 7 confronte ao hospi
tal Pedro II : a tratar na rn'a do Visconde de
G. yanna, porto do sitio daolaria n. 63.
Offerece se para caixeiro de taverna nm
rapaz de 20 a unos, chegado da liba, e d fiador
sua conducta : em Santo Amaro ao pe da fun-
dirn, rua do Lima n. 10.
- Aeha >e fgido desde o dia 2 de corrente,
escravo Napoleo, com os signaes seguidles : alto,
tem as canellas foveiras, e na perna direila tetn
urna marca de ferida ; levvu comsigo camisa de
azulo, chapeo de palha cm abas largas e pinta-
do de verde, caL.-.a de estopa, e tem os p. g andes
e mal feitos ; quem o pegar e leva lo ao Sr. Sc-
baslio Jos Meudcs da Silva, nos Afogados, sitio
do Roe, ser bem recompensado.
ATTM
Desapnarecen hnnlem, 21 do corrente, inda
da rua das Cruzes ai M Kahgel, urna mulalinha,
chamada Eleutciia, eo/n 10 a anos de idade : ia
de vestido amarello com pinfhs prelas. urna sex-
tinha eli'idOem dinheiro: quem achala leve
casa de sen dono, na rn da Crines n IS, se-
fundo aad - -
Na i'na do Bar i iia Victoria n. .'!ti precisa.
rallar ao Sr. vigario Andre Curcitio de Araujo Pe-
mra, _n/gono de sen intetyte.____________
lrrvts:Kc de tim^lotr^Jjjita ir a! Ki.."iie
l,i Piala .ni el bripiiij(spaiMl fJtnVf\jara tril-
lar enla olll.-iii,. ,|,-| ci.ii-ufad" Se Espaa.
com el capita.. en Ca*a do Mainel Torio, rua do
Trapiche n. 20.
1
Aluga-se urna lojinba com bastantes com-
modos, no largo da Matriz de Santo Antoaio n. 2,
luja da esquina, propna para alfaiate, ourives, cha-
ruteiros, fabrica de charutos ou qnalquer outro
estabelecimeut", por ser em bom lugar, mnito are-
jado e ter bastante commodo para familia, a enten-
derse com o proprietario na mesma casa. -
. Precisa-se de urna a tres mulheres livres nu
escrava-, para o servico que se dir ua occasio
do ajuste : na rua da Imperatriz n. 6, segundo
andar. _____
Aluga-se urna pequea casa nova rauito
fresca, propria para pequea familia de 4 pessoas,
com copiar na frente, edificado deutro de um
grande terreno com alguns arvoredos de fructo e
perto dos bonds, tudo per I7000 mensaes, na
rua da Fundicao, em Santo Amaro, passando a
casa n 29 do Sr. Saldanha : a tratar na rua do
Livramento n. 6, loja, ou na rua do Lima n. 10,
no mesmo lugar de Santo Amaro.
Pergunta-se
ao nem mac/m nem jesuta A. P. Goncalves para
declarar se j tcm ou nao sido soccon id i pela
loj a que pertetice.
Um macn.
Attenco.
O abaixe assignado se apressa a declarar por
este Diario, que, com (manto o seu nome venha
comprehendido na relacao dos devedores da mas-
sa fallida de Amorim, Fragoso, dantos 4 C. pela
quantia do 2 SO000, como tendo tomado a si
assigoalura de outros, que deixaram de realisar,
uo se considera por modo algum devedor desta
quantia, porque nao assignou o respectivo con-
trato soc.al, e nem pode ser admissivel, em face
do que ja fui ulgadn por mais de una vez pelo
tribunal do coinmercio testa cidade, (pie se |iodes
so operar cessAo dos primitivos socios que pres-
taram capilaes, e ciinseguiulemente que o abaixo
asMgnsdo podesse tomar a si laes assignatura,
fa-aiido por esto faci subrogado na responsabili
dado do socio primitivo que assignou o contra-
to, sobre o qual Mo somente pesa a obrigaco,
por isto que esta pessoal e iniransmissivel ; dis-
to'faz publici a quem int-ressar possa ; rssim
OonM protesta demonstrar que nada deve a dita
massa fallid}, nao so qoauto a um vale menciona-
do cm sua rela?o, como tambem qnanto ao de-
bito constante de sentei^'a judicial, pois tal de-
bito, nunca fo\ demandado.
Reerfoj 23 de selemhro de 1873.
Joaquim Salvador Pessoa rfc Siqueira Cacakanle.
Caixeiro
Na rua &> Haugel n. I, pTettsa-sfl de um me-
nino vmdo no vapor Lidudor de S. Miguel;
Luiz Cristalino Vileaot t ndo justo e con-
tratado a taverna sit na Estrada N> va, perten-
cente ao Sr. Jos Joaquim de Sant'Anna, livre e
desembaracada por isso pede se alj.ii.na pessoa
tem a fazer alguma r.'clamacSo, > irija se rua
de Maicillo l ias, .nti.^a Dimita n. 2, no prazo de
t es das.
Aluga se um solio na rua de S. Joao es-
Suina do becco das Carroeaa, com banho d'agna
e chafariz em casa ; prefere se alugar a pessoa
casada ou dous nmcos solteiros : a tratar na
mesma.
Pars, 36. Rua Vlvienne, D'
H:M:1 HFDEGIN SPfHt
DPURTIF
1? SAIVG
ras, euUt'
PLUS DE
COPAH
D*S ENPRUMIllAHa n5 SEXDAES, AS ..FICJ0E5
ALTT.B A^OPS DO SAJICDK.
li.OOOcuras Mimpitt-
e ns, pus lulas, hei pe,
monia, rulercoes,vi-
\ciosas do songiie, vi-
angxie. ;Xarnpe vegetal
si-i mcrcurioV Reparativa* Tefe laes
IMfN MIXERAES tomao-se dons por
semana, segaindo n tracumemo Depurativo : e
mprepartn mis mismas nmlestias.
I Este Xaropc Ciiracto de
ierro de CIU BLE, cora
mmdiatamenie qnil-
picr pwgacao, rela-
I cacao, e debilidad*,
e igudiiucmu us jiuuu< e flore? brancas das
mulheres. Esta ioieccao benigna empregasse
com o Xarope de extracto de.ferro.
eatarralda) Pomada que s cura em3 dias.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: as ajfeccoes cutneas e comixoes.
PILLAS VEGETAES DEPURATIVAS
do Cbabie, cada frasco vrai aecumpahade
de um folbeto.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cure caiarrhos, tottet
I coqueluche! irritaccj
I nervosas sai do brtn-
I chioi i loda ai doenca
I do peito; basta ao doentt
DO colhe rchdea deate uropti IV Korget.
Dr. CUAILI MI Part, ru VUleane, -
Sirop du
DrFORGET
Deposito em casa de Augusto Caors n. 22]
rua da Cruz.
"DE 10 PALMOS
E D'AHI PARA BAIXO .
Sapotiseiros muito bonitos esapoteiroi em gran-
de quantidade e preco ctmmodo.
Alm destas, as plantas du ornato e de fructo se-
guintes:
Abacate Jabotieaba
Alecrim Laranja travo
Ariticum p Lima da Parda
Canella > de timbign
Coraco da India Limio frasees
Carolina do priacipe Oity cor
Figueira Palmeira imperial
Flimboyanl Parreira
Frucia-po Pinheiras ,
Goiaba-branca Romanzeiras
Jaca Rtsed
Jarmim laranja Rozeiras
E nutras plastas tambem por pre;o c.'mraado :
naCapunga, rua da Ventura o. 20.
__ ]
F\& de FlandL
Estanho em verguinhas
Flele para bandearas
nem casa do Silva- Barroca A C rua
n.17,

Portuguez
Precisa-se para um engen o perto da cidade, de
um portuguez para Recife, rua da Cruz n. 68, e nos Apipucos, na
casa junto a estacao.
Precisase de um caixeiro com pratica de ta-
verna, de 16 a l annos, brasiletro ou portuguez:
na na Imperial n. H.
Offerece-se um hornera cora pratica para
feitor de engenho : a pessoa que precisar dirija-
se rua da Florentina n. 32.
Alnga-se nestes prximos dias duas boas
casas na Lapunga, rua da Ventura, com comino-
dos para familia, as qnaes foram concertadas e es-
lae se pintando : a tratar na rua Duque de Ca
xias ft. 44.
en
kfeatte
SLCd 3
t
H
*=
855
o o b=~
'
O
*'3U
CASA D\
AOS 5:
BILHETES GARANTIDOS.
I* rua Primeiro de .Marco (outr'ora rua di
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seos fe-
llzes bilhetes, tres quartos n. 2351 com 5:000J,
tres qnartos n. 001 com 8O0J00O, tres quartos n
336 com I00 e outras sortes de 10 e 20* da
lotera que se acabou de extrahir (66*), convida
aos possuidores a virsm receber na conformi-
dade do cnsiume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
la 24' parte das loteras a benelicio da nava
igreja de Huesa Scnbora da l'enlia (671), que se
extr.ihir na quarta-feira, 21 do corrente mez.
PHECOS
Bilhete inteiro 6000
Meiobilhetc 3*000
Quarto MODO
EM ~PRC\0 DE 100S>000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
Manoel Martins Fiuza
Saques para todas iseidades e
villas de I5, riii-al.
Carvalho & Nogueira, saccam sobre o
banco commercial de Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades e villas de Portu-
gal, qualquer quantia vista ou a prazo e
por todos os paquetes: rua do Apollo
n. 20.
J. Diiibaiil de Pars
Constructor e afinador lo pa-
nos.
Ex-atinaJor das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das officinss da casa
Alfonso Blondel.
33Rua do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeilavel publico
desla cidade. que tem aborto sua casi de concer-
tos e alinaeoes de pianos, qualquer que seja o es-
tado do instrumento : rna do Imperador n. 33.
s Consultorio medico
(I DO
Si r. lliirlo.
V RUA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
fJ Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
fu quentou os hospitaes de Pars e Londres
ffl pode ser procurado a qualquer hora do
O da ou da ndute para objecto de sua pro-
rj tissao.
(Oj Consultas do meio dia s duas horas
Jf; da tarde.
Gratis ans pobres.
Espft?('i//d<(i.=Molestias da pelle, de
criam.a e de mnlher.
Kmprega no trataroento das molestias
de sua especialidade as duchas frias e
twnni a vapor, para os qnaes trouxe
os apparelhos mais modernamente em-
Kados na Europa.
pre
Bja
Tai
Jf Tambem applic com grande proveito
'! no traismento das moflas do tero a S.
d electricidade, pelo processo do Dr. Tre- Jf.
y piar. Cura por um processo inteirarrente Q
rJ novo as blennorrhagias e sobre tudo a Cl
Q (gotta militar) dispensando as injeccoes. \
Attengao
100^000.
Gratitica-se com esta quantia qualquer pessoa
que agarrar urna muala de aome Balbina, baixa,
ebeia do corpo, cabell .s cacheados e raiaap.tendo
sido cortados ha tempo?, e resentem^Bt amarra,
rosto enro, cora urna pequea cicatriz em urna
das sobrancelhas*utra'ai orna ais maos pela
parte de dentro que nao oode bem abr-la, e
tendti sido amasiada com um soldado do 2*, foi
presa na forlalesa das Cinco Montas, e andn fu-
fjdaern 6oyanna, lgnaras,e:Jtatnarac- cora o
pomada Marta : quem a pegar leve- ao Caminnq
^K em casa do Si. Joaquim Luiz Gonc.
Peana, ou A rna do Visconde de Goyanna u. 8'.-
Nenhuma machina
Singer legitima se
nao levar esta marca
fixa no braco da ma-
china.
Para evitar
faccoes notem-sebem
todos os detalhes da
marca.
MACHINAS DE COSTURA
A MACHIMA
DE
SINGER MANUFACTURA C0MPANY
Machinas vendidas em 1871. 181,2601
Exccsso sobre (odas as (Iras riinpwMlf 32,734.
De certo os nossos lcitores ho de perguntar se isto nao jactancia e ostentarlo.
A isso responderemos que estes nlgarismos e os dado abaixo sao recompilados sob jura-
mento, pois forarn lirados dos relatnos olliciaes dos diversos fabricantes de machinas de
costura nos Estados-Unidos.
Em 1870 vendeua Sing*r llnnnfacturing Company.
126,1'67 machinas mais do que a companhia T.-nhom.
125,413 Finlile c Ivon.
124,273 Duas machinas imperiaes.
122,027 a Aelna.
118,921 Mold Modal.
113,260 American Button hole.
110,173 Klorenee.
98,831 '< < Wilcot Gibbs.
92,831 \V..ed.
70,431 Oro ver & Baker.
32.677 Howc.
44,625 Wlieeler & Wilson.
Os algarismos que cima apresontamos inostram primeira vista o maravilhoso
crescimento da Singf r Manufacturing Company, e moslra que todos os seus rivaes fica-
ram muito atraz delles, e que a fama e popularidade destas machinas vai sempre cres-
cendo e estendendo-se mais a mais.
Nao possivel negar que esta superioridade as vendas de-vi.la superioridade in-
contestavel destas machinas, porque o publico, o juiz mais imparcial nesta materia, sabe
logo discernir a machina superior das inferiores e das imitac/ies.
Ninguem recusou a estas machinas urna grande superioridade. porcm militas casas
de machinas tinham por costume dizer que estas s serviam para fabricase que nao eram
proprias para costuras de familia. E' um erro manifest : singer, Manufacturing C,
fabricara mais do vinte qualidades de machinas, desdi a machina que trabalha a mo e a
p at aquella que serve para o mais forte trabalho de selleiro c correeiro.
A machina de costura de familia tem sido o maior trinmphoe a extraerlo destas foi
to grande que hoje vendem-se ellas por 8O-JO0O, qnasi a metide do prero por que foram
vendidas o anno passado.
lloje a Singer Manufacturing Company fabrica 5,000 machinas por semana, e ,
grabas a esta grande fabricarlo, que ella pode boje satisfazer as importantes encommen-
das que Ihe sao dirigidas de todas as partes do mundo. No Brasil existem numerosas
agencias que a ella s constitue um importantissimn ramo de negocio.
NICA AGENCIA
EM
mmm
A CASA AMERICANA
m RUA DO IMPERADOR 45
_ MIUDEZAS BARATAS
Na loja de Soares Leite Irmaos, rua do Baro da
Victoria n. 28.
Luvas de pelliea eom pequeo toque,' Bspelhos le moldura dourada, de todos
a 200 rs. os tamanhos e presos.
tne^TltTs. ^ COllftt"' gran Caixa de linha de marca, a 200 rs. Frasco com oleo Oriza verdadeiro,
Lamparinas gaz, dando urna luz muito 1JJ000.
boa, a 19000. j dem com tnico de Kemp, verdadeiro, a
Duzia de pechas de cordo imperial, a 18000.
240 rs. Carrafa de agua flori la verdadoira a 1J209
Caixa de botes de osso para calc,a, a Garrafa d'agua japeneza, a 1J5000.
200 rs. Idemil*m divina, a 13000.
Duzia decarfeteis de linha, 200 jardas, a
600 rs.
dem idem 60 jardas, a 210 rs.
Ma?o de fita chieza, a 800 rs.
Caixa de linha com 40 ivivellos, a 500 rs.
Meios aderegos com camafeu, a 500 rs.
dem dem Magdalena 'novidade) a
W200.
Caita de pos para denles, a 200 rs.
ldum idem de [ios chines, muito rnirn. a
500 rs. e 1S000.
Pote com opiata de lliegcr, llimel e Gros-
Garrafa de tinta roa extra-fina a 190410 nel, 15! 00.
Potes com dita ingleza, preta, a 100 e Duzia de sabonetas de amendoa, a
160 rs. 35JGOO.
Caixa de pennas Perry, muito lwas, a Duzia s d'anjinho transpxren-
1-3>000. tes, a -28200.
dem idem, a *00 rs. dem idem com flores, a 18500.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs Saboneta Olycerino transparente, a
dem idem forrados, a 700 rs. 1800".
Caixa de papel arnisade, beira dourada, ggCaixa com nbonalM, formato de fructas,
a 800 rs a 18000 e I8it0.
Idem idem idem usa, a 600 rs. Cosmticos, grandes e pequeos, a 100 e
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a 800 rs
58000 Frasco com agua de colagne, a 200, 320,
Resma de papel pautado, a 48000 500 rs. e 15000.
e 58800. Extractos muito finos dos nv Ihores au-
Idetn idem liso, a28800, 38800e 58000. tures.
Coques modernos, a 38000. Lindas e elegantes caixinhas com pt-i fuma-
Duzias de pecas de trancas de caracol rias, proprias para presentes, dos autores
branca, a 400 rs. E. Codray, K.-k', Gell Frres.etc.
Idem idem lisas, a 200 rs. Quadros com santos e estampas separa-
Leques de osso e sndalo, a 28000, 48 das.
e 68000. ntremelos e babados transparentes e ta-
Frta de velludo de todas as cores elar^u- pados.
ras. Urna grande ttboleta propria para qual-
Microscopios com i2 vistas.fa 68000. quer loja.
BONECAS.
Bonecfls de ora, idom borracha e bolas de to-U candieiros a gar,
.>bjeet8de>porcellana, gaiollas de rame, moldures .oaehinas do mo
para cMura, transparentes para janellas e mu oom; aontdde n iude-
jas.quese torna longo mpncioneV.
Rua do Bardo d Vicloria 11. '28.
Uk
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I
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!&M d ftminfaoft Qarta^Wi#^#
de 1873.
3,.
.T~> i
Modas d Fk
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Pfiris
Madamc Pulcllerel. mu
|adu JMitt^U ; SJRr^'
tM&NHQr*i*, c a.mo*rtVi de verti!.-..-, bul<>u ifv "i = i N
que conipletam os vestuarios das s cuuoras.
SEGURO XflDAU
Precisa-se do urna
nm.-t rtyr-r. /lie e <*iiti-
pro t rtd i iis'ila Con-
i'nrdin n. 149.

u ii-ciav.t p..ra ivu-
Professor.
Urna pe*oa competentemente habilitada pr.>-
poe-so a en-in.ir prinudMS letras peep.irafcthos
ero qualquer engenho : a tratar na ra Dk.-it.-i
a. 88, botina.
ESCRIPTORIO
COMMERGIAL.
109, Ra da Prata, 2. t
IASBOV
Luiz Felippe Leile & .rutos
Execataro por eooimissio quaesqner ordens das
provincias do reine, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outroa palies estran-
tetros.
Recebem i consigna cao gneros nacionaes, co-
loniaes, hespaobes, franceses, infieres, allemaes
a do Brasil, ou mesmo de ontros aues, para se-
ren vendidos no reino ou fra deile.
Kxecntam ordena para compra e venda de fon-
dos pblicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobranca dos respectivos dividendos.
Promovei.i no mesmo escriptoho, inventarios,
liquidaces, causas cives e commerciaes, appel-
lacoes e recurso de revista.
Tem os memores advogados na capital.
Para os negocios de natareza especial, como
causas forenses, administraco de bens, etc., que-
rendse, pode proceder accordo previo conforme
a naturea do negocio.
Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer ontros breves apostlicos concedidos em Ro-
ma ou pela Nunciatura ero Lisboa, annullacao
de ordens, e quaesqner outras dependencias dos
tribunaes da Santa S.
Tratam da arrecadafio de herancas e adminis-
traco de bens no continente do reino.
Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
Fa>eiu adiamntenlos sobre consigoacocs de
quacsquer gneros que tenham prompt sabida
Dos mercados ingleses ou allemaes. Tamhem com-
pram aquelles que se offerecerem em condicSes
van ta josas.
Fazem trnsameles por consignacio ou compra,
sobre mnenos, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, on outros quaesquer, se convierem as
condinoes de rualidade e preces.
Dio-se boas referencias em Lisboa e no Porto.
Esta ca-a tem correspondencias senas em todos
os pontos do reino, em Pars, Inglaterra e Ham-
burgo, na frica portuguesa, em Mario (China)
reino de Sio, ilhas dos Acores e Cabo-Verde,
e aceita as propostas qu do imperio do Brasil
Ihe (orem feilas por correspondencia effectiva ou
eventual.
Na modicidade de saas commissdes, na exacti-
do de suas cuntas e no crdito tongamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom aco-
lbtmento.
Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
f as de Hespanha.
N. B. As commissoes sao reguladas pela praxe
desta praca
ifi.
,' d htUrii'i
(-: : uaz
f\ i \: II
Precisa -.-(.- i! una ama p-
i. u ser i'." interno du uaia
casa de familia conipnst de
trias pessoas : na ra da Cai'cia-iiova n. U.
AMA
. 1'recis.v se de
.litiiao n. 47.
una : nn ra da
Precisa-se de una ama para todo o
ser vico de casa de duas pessoas,
preta, forra ou captiva : na ra da
Imperatriz n. 10, I* andar.
AMA
A -yin Precisa-se da urna para sozinbar : a
*JU<* tratar na ra do Crespo n. 20, loja
AMA
Na prava da Independencia ns. 27
e 29 precisa-se de urna para comprar
e eozlnbar.
AMA
dados:
Precisa-se de urna ama para
cosinhar e comprar, e um mole-
que de 12 a 14 annos para mao-
na ra da Gloria n 104.
A TJf A Precisa-se de urna ama para pouca
Jl'IMM familia estrangeira : na ra Camba do
Carmo n. 17.
AMA
n. II, loja de calcado.
Precisa-se de urna boa co-
zinheira, paga-se bem: a
tratar na ra do Livraraento
AMA Precisase de urna ama de idade
A.I1.A. para casa ,je mocos solteiros, para co-
zinhar, lavar e engommar : a tratar na ra do
Rangel n. 3.
Atfenco
20$000.
Precisa-se de urna ama para conzinhar e
comprar para duas pessoas, preferindo-se
escrava, que seja" perita cozinheiro, pa-
gando-se a quantia cima: a tratar no pa-
teo do Hospital n. 28, !. e 2.* l-
deres
Ainda se precisa de urna ama esrrava ou
forra para cozinbar e ensaboar, para ir [ara Casa
Forte : a tratar na ra da Penha n. 2o.________
Precisa-se de urna ama que lave e
engomme para duas pessoas, e mais
servico de casa : na ra do Hospicio
m
numero 50.
Precisase de urna ama que saiba comprar
e cozinbar : a tratar na ra Duque de Caxias n.
18, 2 andar.
Prectsa-so de urna ama para casa de ho-
rnera soiteiro : a tratar na ra de Gervasio Pires,
(averna.
Ama Precisa-se de urna ama forra ou es-
JUMmm craVa que ensabe e engomme para
casa de familia : a tratar na praca da Indepen-
dencia n. o.
Precisa-se de urna mulher para co-.
trabar cm casa de homens solteiros :
na ra Duque de ("axias n. 75, loa.
Bom local.
CASA DO OURO
*.. 5:0002)000
Bilhetes garantidos
Ra do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do eos turne.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de IOOjuOO em
dous meios de n. IW5, alem de outras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se aca-
bou de extrahir (66* ; e cunvida aos possuido-
res a vircn neeber, que promptamente serao
pagos na forma do eostume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel pnhlico para vir ao sea estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmos
annunuios.
Acham-se venda os mnito feli'es bilhetes ga-
rantidos da 2i- parte da leleria a beneficio da
da nova igreja de N. S. da Periha, que se extrahir
no dia 2 i do crreme mez.
Presas
lateiro 6*000
Meio 3*000
Qu.irto 1*500
De 100-000 para cima.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recife, 6 de seiembro de 1873.
Jo'' Joagnim da Coxt Jjfite.
Precisase alagar p r mez um preto eacravo
para andar com miulezas na ra, pagndose
bem : a tratar na ra de Marcilio Dias n. 127.
loja de funileiro._________________________________
AO COMMERCIO
Os abaixo assignados scien'ifici.m ao nspeita-
vol puldic", espec alm^nte ao cortio commercial,
que arnigavelmente diSMjveram a sociedade que
tiveram no eatabeleoimento de fazendas sit >
ra do Livramsuto n. 6, Gnando lodo o activo e
passivo a cargo do ex-socio Justino Manoel de S
Ramos, retiran lo-se ns demais ex socios, pagos
de seus capitaes e lacros. Recife, 19 de setein-
bro de 1873.
Por procuracao de loo Evangelista Je S,
Manoel Francisco Pocas.
Justino Manuel de S Ramos.
Joaqnim dos Santos Lima.
___________ J. V. Pimentel._________________
Barihos salgados em Olinda.
As pessoas que tiverem de ir passar o verao
em Ohnda podem fcilmente ter agua e gaz em
suas casas, visto a companhia Santa Tbere ;i man-
dar fazer as canali-acoes respectivas mediante um
aluguel mensal muito mdico.
Difflcil como em Oliada o transporte d'agua,
por causa das ladeiras existentes, alm da falla
de conduct.res epoii'o asseio as va que geralmeute condu2ida,acanaiisaco nos pfo-
dios de grande vantagein, resollando amia nao
pequea economa, tendo-e 15 baldes (grandes)
d'agua diariamente por 220 rs, guando no rerao
vend lo muitas veze< por esse mesmo preco 1
pequeo balde I
Para informacSes e ajuste na fabrica do gaz em
Onda, todos os dias das 7 horas da manha as 6
da larde._________________________________^_
Aluga se a casa ruadas Flores n. 35, pr-
pria para qualquer estabelecimento : a tratar ua
ra da Umo n. J5.
A loja do predio da ra Marcilio Das n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
presla-se a qualquer negocio de fazendas, mu-
dezas ou moldados, em grande e pequea ecala.
A safra do assucar est prxima, c 6 indubitavel
o bom resultado de quem all se cstabelecer. E'
commodo otloguel o tambem se faz arrendamento
como melhor convier, tem gaz, agua e apparelho
p Drai nage, e nada deve de impostos : a tratar
ma do Imperador n. 8l.
n i i ii i i rirrmrin-T--r--
Manoel de Abreu Macado cordialmente agrade-
ce a seus irmaoj da matriz da Koa-Vita e mais
amigas que se dignaram comparecer aos ltimos
suffragos de sua presada consorte, acompanhan-
do'-a SO cemiterio, e ao mesmo t mpo convida os a
assistirem as missas do stimo dia (quiiiU-feira25
do crrante), as 8 horas da manha, na raesma
matriz da Boa-Vista. _________^____
Um i omem de idade, de Da oondoeta, se
offerece para ir para os anabaldes desta cidade
tomar conia de qualquer estabelecimento, pudendo
tambem ensmar a alguns meninos as primeiras
lettr.is; tambem serve para tomar sentido e ad-
ministrar algum sitio : quem precisar annuncie,
que se faz negocio commodo.
. MOMA
Est encouracado!!
lli-ju-i"t o lllm. Sr. I^uai-o .Vieii di- Millo
Jf.ivar. ft.-i nida/M de Na/JWi'lb di-la r ii.fi,
,.i\-..r .1^ vir'a mu l*ni|ii t tbfyh* u. M'i, euti-
:;ui a-|Mel; mfgtio que S. S. w coiupfometleu a
realisar, pela tereeira chamada deste jornal, em
;lns de dezembro de 1871, e depon para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 187i,e nada cumprio;
e por esta motivo de novo chamado para dito
ra, pois S. S. se evo lembrar que este negocio
le mais de eito moa, e mande o Sr. sen nllio s
chava Desta cidade.
As pessoas que tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoluto que Dea nos fundos das
casas ns. 18 e 20 da ra da Florentina, onle exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limitase at
ra de Santo Amaro, podem entender-se coa o
droprietaro na ra do Hospicio 1.-35.
S CONSULTORIO
I MEDICO-CIRURGICO
W DO
0, Dr. J. M. Curia
g Ra do Mrquez de Olindi n. 25, pri-
\ meiro andar.
W Consulta das 9 horas as 11 da manba.
( Chamados a qualquer hora.
Lines de piano.
Urna senhora portugueza, chegada ltimamente
de Lisboa, olTerece-se para dar lic.des de piano em
casas de familia e por preco razoavel : podendo
dirigirse ruada Aurora n. 5, primeiro andar.
Lofifao de sitio.
Aluga-se um terreno, com casa de moradia
que tem duas salas, cozinha fra, e quatro qnar-
tos arejados, ua ra de Paysand, estrada da Mag-
dalena, defronte da estrada que vai para o hospi-
tal portuguez : p roen re m ra do Duque de Ca-
xias n. 50, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nha s 3 da larde.
jg Consultorio homeopa-
# thico
O Do Dr. Santos Mello
m 41------Ra do Imperaior------11
3 Consultas todos os dias das 11 1 da
tarde.
g Gratis aos pobres.
Alt
CBUDO
Precisa-e de um criado para copeiro e mais
servico de casa de homem soiteiro : a tratar na
rna do Mrquez dn Olinda n. 3 ._________________
Aluga-se um primeiro anJar mobslhado
ra estreita do Rosario n. ->.
na
Alug.-e uma e-'crava para todo servico do
casa; na ra d" Imperador n 50, 3* andar._____
- tJejlrudes de Oliveira e Silva, viuva do fina-
do Tianquelino Can Ii lo da Silva, pede encartei
damento ao^ redores quo apressoteui os seus t-
tulos para s*rem verificados
Alaga-a* um sitio na distancia, perlo do rio,
e muito propri-epara mocos soltaros; e vende se
eu aluga-se neste aesoM do uma mohia .com-
pleta, e tnd.f mais necessari para o usadomesti
ro, eonforme se con vencin r a tratar lia ruado
M:rqu9'. Olinda a. 3. arman-m.
Aluea-ft o sitio n. 4'na travessa do Cadel
reiro, fregmfzja o Poco da Panilla, todo murado e
portao de toro, casa t;1"" M,as e '< quartos, e no
pavimento tarreo I auar'1 r"m ew**da para e so-
lio, om 2ianeilas n. oit5*. o 2 nuartos
no d etiuJ lmipo.
tando uma carimb. la .' a tratar-na rna
ao Viscbnde de Albtiquer.jne n. 28, r *odr.
Fugio do abaixo assignado, no- dia O ile Janeiro
do Brrente anno, um mulato d.! nome Uigoel,
bem claro, cabellos pretos soltus, olhos amarellos,
rosto comprido, nariz alto, dente? perfeitos, altura
e corpo regulares, bu-cando idade de 2i a 2o
annos, um tanto pacoola e ladino no comprar e
vender, levou algum din eiro : recommenda-se s
autoridades polieiaes e capitaes de campo, espe-
cialmente a Joao Uandeira de Mello, de Caruaru,
sua apprehe.nsao, e levarem no ou avisar ao abaixo
assignado, que serio bem recompensados S. lien
t.i, comarca de Porto-Calvo, em Alagoas, 16 de
geterdbro de 1873.
Francisco Ignacio de Paula Medeiros.
i
i
1
*
B
^ Residencia ra Nova n. 7, segundo ?S
andar, onde d consultas das 6 s 9 da
)X manba e das 3 as 5 da tarde.
25 Chamados a qualquer hora.
Jos Jerenymo Monteiro faz pnblico que,
com quanto seu nome esteja comprehendido na
relaeao dos devedores da massa fallida de Amo-
rim, Fragoso, Santos & (".., pela qnantia de 2:506*,
como tendo tomado si assignatura de outros, que
deixaram de realisar, nio se considera efectiva-
mente devedor, porque nao assignou o respectivo
contrato social pela indicada quantia, e nem
admissivel, cm face dos julg?dos do tribunal do
commercio desta cidade, que se podesse operar
cessao dos primitivos socios prestadores de capi-
taes, e por conseguinte que o abaixo assignado po-
desse tomar si assignaturas de outros, (cando
por esse facto subrogado na responsabilidade do
socio primitivo e que assignou o contrato sobre
quem pesa exclusivamente a obrigacao, por isso
que esta pessoal e intransmissivel; o qne faz
publico para quem interessar possa. Recife, 1
de setembro de 1873.
JPEMORES
I Na travessa dama
| dasCruzes n. 2, pri-
j meiro andar, d-se
I dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
I qual for a quantia.
| Na mesma casa
| compra-se os mes-
& mos metaesepedras.
!!! E na v-erdade vos digo !!!
Se nao ten les feito uma refeicio confortavel,
como poderois achar prazer nos passeios, nos es-
pectculos, nos bailes e na sociedade emlim ? 1
E na verdada vos digo que um estomago vasio
a peior recommendafo que podis levar para
o seio de vossos conlie imentos !
E lembrai-vos de que s o epirilo torna agr-
davel a convivencia, ainda a da mais imperfeita
creat.na material
Tomai pois o nosso consellio : urna pequea
refeicao, tomada Je preferencia na confuilaria do
Campos vos pora ao nivel de qualquer Juta Janht.
E dito lito, vos tomamos em espirito para vos
dizer que tem -um sem numero de pastis, doces
e bolos I Refrescos gelados e mais bebidas de
todas as qualidades e em qualquer quantidade !
E porque entramos em quadra calmosa que
vos dirigimos esta supplica em bblico estylo, es
perando que bem viudos sejaes
Confeitaria do (ampos
m
I -:
i
JBS* S t- .^9 feR...
Preci~a-sc de uma ama para t 'do o servico
de uma casa de comprar e o lanar, forra ou es-
crava : na ra Duque de Caxias n. 22, 2 andar.
- Jos Pinto tarares, vulgarmente conhecido
por Jos Aranha. avisa a seus freguezes de Goyan-
na e aos desia cidade, que d'ora em diante suas
viagens sero contratadas na travessa do Mrquez
do Recife, na cocheira d3s vaccas, onde tambem
contina a alagar carros para viagens, tratndo-
se com antecedencia, nao s para Goyanna, como
tambem para Pedias de Fogo.
Sitios para alugar.
Alugam se dous sitios perto da estacao da casa
amarella, ladeira dos raudos, cora comraodos para
grandes familias : a tratar na ra Primeiro de
Marco n. 16 1* andar.
m para aligar
Na ra do Hospicio-n. 34 : a tratar na mesma
roa, taverna n 20.
- Alu. a se uma casa terrea rom giauUe bOtao
dentro, no Recife, becco dos Burgos n. 22 : a tra-
tar na rna do Vigario n. 33 com Joao Jos da Cu-
O a I.ages.
- Aluga-se nma casa n.va, muito fresca, *ia
Capunga, do 2 quartos, 2 salas, cozinha fra,
quintal mralo cm arvoredos, e boa cacimba.:
no largo do HospiUl n. 14 se .dir quera aluga.
- Aluga se a padaria do iora-meninos com
todas as perlenoas, por prego commodo, em boa
Jocalidad, ptima pira principiante.
Rento de Barros Fij, como testamentaro
ilo fallecido Traoquelino Candido da Silva, prdeja
todas as pesa-iat que tem concerlos n* oia|de
chapeos ra do Marsilio Dias r i, qne venham
bscalos no prazo de tres dias, do contrario pre
derio o direito.
Do engenho Tapugy de Cima, a comarca
do Cabo, ausentou-se o escravo Joaquina, d? iiade
de 11 anuos cor preta, alguma eousa descorado,
olhos branros, levou vestido camisa eceronlasde
algo lio azul, o mesmo eseravo foi couuirado nas-
ta jiraca ao Sr. Dttuniel Fcrroira de Siqueira Va
rejao, quemo pegar dnijase ao engenno cima
dito, ao seu -enhor Manoel Joaquiu Cavalcante
de Mbuquprque ou no Recife, ao escriptorio
de iorg- Clemente de Borba Cavah-anle. na ra do
Ap"Hoa. 2 i, que ser recompt osado.___________
Oriacio
Na rna da Alegra n. 40 ainda se precjsa de um
criaik que d fiador sua conducta-
'
ttncao
Qne.-n precisar de b as roas, assim coma de
criado?, dirija-se ao pateo de S, Pedro n. 3, loja
Casa do campo.
Offerecese, quem quizer fazer os concerlos
necessarioSj o arrendamento por alguns annos de
jirac*, da excedente casa sita na Porta d'Agua,
que foi do tinado Dr. Joaquim Pires Cameiro
Monieiro, passando^e escriptura para maior se-
guranca. A loeahdade muito salubre, e a casa
muito tresca, tem magnifico banho de agsa do-
ce em frente, e muito commoda, visto que o
trem para defronte : quera pretender pode diri-
ar-se ao Sr. Francisco Carneiro Monleiro, em
apipnces ao Sr. Francisco Ignacio Pinto, ra do
lom Jess, ou ao Sr Canoan, ra do Commer-
io n. 40.
Aluga se uma boa casa bem mobiiiada e
om bonds a porta, no hairro da Boa-Vista : a
tratar na ra do Baria do Triumpho n. 56.
- Preeisa-se de um caixeir.i de 16 a 2 i annos,
com pratiea de taverna, e que, d fiador sua con-
ducta : a tratar no pateo da Santa Cruz n 4.
- Precisase de um caixeiro com bastante pra-
tiea de taverna e que d dador a sua conduela '
a ra Duque de Caxias n. 22,2' and.ir.
Aluga-se ura sitio com bastantes arvoredos,
boa ca>a de viv.iida, cora banho doce, e salgado
prximo ao mesmo sitio : a tratar na travessa da
Madre de Dos n. 12.
100#GOO.
Contina a estar fgido o eseravo Manoel, que
d6 Joo do sonta Dias VaHadao, qne est em
Peinando d*Noronha, tem ns segrales signaos:
cabra, andar descancado e caliera baixa, estatura
regular, intitularse como livre e anda coro uma
.guia falsa : quera o apprebender e o levar ao lar-
go da Assembla n. 17, tera a recompensa cima
Luiz K-pindi la de Kistos tem uma carta na
ra do Vigario n. 7, orinieiro amW
Aluga-se ou vende se uma casa com 3 ja-
nellas e uma porta Je frente, i salas, i gabinete,
8 ipiarlos, eozinlia, nma estribara, quilai mura-
do cora porto, e tendo~alm disto dous copiare,
um na frente e oirtro atra, sifuada na ilba do
Reiirn.' a rfiargim do saoifavel ro Capibaribo : a
irstar na rna do Aragao a. 12, on na do Duque
de Caxias, loja n. 75.___________________________
lTnwpe8oa competentemente habilitada se
offerece a ensinar mu ipialquer enjenho pmxrmo
via-terrea do Reeie a v Francisco, gratuita-
mente : para toformafdesnrtat)pographfi.
MEURON&C.
AVfSAM
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meics botes,
pois qne os ha de rap de ontra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, enjo desenhc 88 \?6e
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne qnizerem do veradeiro ASEA
PRETA, devem para n5o serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ft
i*.
FUNDICAO DO BOWHAN
RIJA DO BRM N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhorea de engenho e ontros agricultores, eempregadoree de m
oinismo o favor de nma visita a seo estabelecimento, para verem o novo aorlimecto
ompleto qoe ahi tem; eado lado saperior em qoalidade e fortido; o que com a ins
teccio pessoal pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIC0
7 ama wt\Aaa Alatrra dos mais moiernos systemas eem ta-
VapOrOa e rOuaS U agua maobos convenientes pata as diverjas
ireomstancias dos aenhore proprietarios e psra deacarofar algodSo.
MEoendas de canna MT 08laroanh09' a9-me,hore8 qne ,qo'
Rodas dentadas p*"**"*"
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
IffnArinifimno para mandioca e algoao.l Podendo todos
UaCnmiSmOS eparaterrarmideira. f ser movidos a m5o
p t [por agna, vapor,
nOmOda de patente, garantidas........ lonanimaes.
Fodaa as machinas w < q~ p.
Faz qualquer concert d*is. w -"-*
Formas de ferro j-* .-* -* *
AAmmotiflois Incnmbe-se de mandar vir qoalquer machinismo von-
Bi>nCuIilIUOUUio. tade dos clientes, !embrando-lhes a vantagem de fazerem
uas compras por intermedio de pessoa enteudida, e qne em qualquer necesaidade pede
aes prestar anxilio.
Irados americanos e intrD*Pn,M 3grico,a9'
RA DO BRUM N. 52
!>ASSAN1)0 O CHAFARIZ
9 m
0 Consultorio medico rirurgjco 0
S ">o 0
& Dr. Americo A; espucio. *
>^
Ra do Bom Jes as, nutiga w
A da Cruz n. 6. II andar AL
2 Chamados a (jaalquer hora, e par ^
9( fora da cidade. JBr
'/i Consultas de I hora s .'I da tarde.
** Gratis aos pobres.
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|gt Partos e molestias da uretra, operaco fiL
S dos cstreita memos pelosi precessos os *r
^? mais modernos.
W 9 #
9. Consiillrio medico cimrgico

DO
Dr. Ferreiira.
#
larga
FUNDICAO DE FERRO
4* ra da Barita da Triumplio (ra doBrom) ns. 100a 104
CARDOSO IGMO
RECEBERAM de Inglaterra completo sorlimento de ferragens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
Vapores de forsa de 4, 6, 8 e 10 mallos.
\j3 MoendaS lllteiraS e meias moendas, obra como .iunca aqai veio.
TaixaS fundidas e batidas, dos melhores fabricantes.
Rodas d aglia Com cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
Rodas dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
RelogOS e aptoS para vapores.
JjOnibaS do ferro, de repucho.
AjaOOS de diversas qualidades. ,
Formas para aSSUCar grandes e pequeas.
rV>nPM*tn<5 concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
vuuua uuo s(ja fftbrca jjgjQ montada, com grande e bom pessoal.
FWoiTimPndas nian(Iam vir Pr encommendada Europ, qualquer machinismo,
Lju^uiiauuiiuaio ^ Q e ^ gQpruspondem com urna rcspeitavel casa de Londres
a com um 4os melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
RuadoBarao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO D^E CARDOSO & I R M O.__________
Antigo gabinete de seu pai, roa
do Rosario n. 20. v
Cara de hydrncelles sem injcclo *Ef<
com pnnrcao capillar. >
Abertura de abeessos s extracto de \jif'
derramamtnto serosos, pelo aspirador ata
?& de Ptalo. ^##
G. A. Schnorbnsch.
Os melhores charutos da
Baha.
Regala Rrilanica.
Regala Imperial.
Regaba Real.
Riachuellos.
Ilemocralas.
Su>piros.
Conchas.
Opona.
Principo de RismamK.
Trabucos
Bahas.
Deposito em IVrnair,bue-> n > armaeetn de
& Manta, rna do Mrquez de Oliaia n. 23
Anga-se o <$ andar do sobrado d.i rna do
Vigario Tenorio n. 20 : trata ; na ma do Amcriin
n. 37, com Jorge Tasso.
Por 300 vende-se om tmn piano de arma-
rio, usado, com inuit. boa v> : na ra do Vi -
cunde de Goyanna n. t9, das 5 horas da tarde em
diante.
Vendedeiras.
Presisa-fc de mulheres livres ou escravas o,tie
se alugnem para vender eom taboleiro : no sitio
da capilla, na Mangabeira, eitrada do rraial.
Precisa-se de uma criada, preferc-se estrange
ra, nara servico de dnas pessoas: a tratar na ra
do Hospicio n. 59.
-
Carros de luxo.
E' inquestionavel que a cocheira da ra do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Pies Pereira da Silva, a
Papel de lindo va do
a3000
car-se Ja verdade do que d->xamos dito, eertos de {J VCrdadeirO IllIUO U0 KlO
que p3o eneontraro pomada, < sim feajidade e
com modos prados.
Para barba.
Para vitar os ardores da navlha, causados
pelo sabao eoramnm com que se fa a bnrJia, ra-
ci-beu a nova esperanca ra Duque ie Caxias
a. urna nova preparato di-nomiu.da oleo-
pbaii''. a neste -eniido ; a ella, antes qne su icaf e l'r^co
do frasco Uh). ________
Alnf'-se o V e 4- andares do mbrajlo da ra
lo Amorim n. 17; a tratar na, mesma roa n. 37, flo
wr-ripturio de Tasso Irmaos k C__________'
Ne&rinna.
I Novo.
No armazetn de Jni Domigoes do Carmo e
Silva, ra da Madre de Beus'n. 10 A, armazem
de fumo.
ir.:
Caixeiro
Na ra fAIejria n. W, precua se alugar nma
nina.
Ga;
de D vois a 3*80) a lata ao armatam de Jos Do-
minguea do Carino e Silva rita da Madre do
Deus n. t A, armatem de filmo.
Boa casa para a festa.
Aluga-se orna excellente casa no Mooteiro, ti
vesa do Xlsto, a qual se acha em multo boro as-
tado de Umpcza : a tratar na ra Prjnielro de
-
Precisa se de um caixeiro rom pratiea para ta
verna, de 16 a 18 annns de idade, preferind.' -<^
portngnez on hespanhot: a tratar na ra do Ran-
gel n, .1________________________________________
ATTENGO.
Os devedores ao hotel oriente, ra Nova n 52,
coinpare;am apagar suas coutas at o Gm do mez
correte, se nio vero seus nomes per estenso
publicados. ______________'
Joaquim Jos Ooncalves
Beltrao.
Rna do Commercio n. 5, 1.* andar
Sacca por todos os paqc.etes sobre o banco
*) Minho, em Braga, e sobre os seguintes
'gares do Portugal i
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
-Faro.
Guarda.
Guimaraea.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mongio.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavlra.
V'alpassos.
Vianna do'Castello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalidio
Villa Nova do Portimlo.
Villa Real.
Vireu.
Valeni;a.
Figu>'i .
l.ehmann fr
inda d \f a 16 annos para indar com umi Marco, amiga do Crespo n, 10 A, loia-da Gar|l ra Primeiro de M.ir;o n. 16, i anc
f. .-,nr>n1 P. P "nica mAnflio rio AnSA fio Qf <-. 1.
naral Si C.
i Qoase nioedas de ouro de 84 e 16*.
./



6



Aligue.
Ataga-se o bem
4ae do pateo do P >alcao. de pedra
ctos : i tratar na ra do Crespo, leja do Passo
. 7, Jumo ao ureo de Santo Antonio.
Liiiz
Espindiia
de Basts
Cbegado ulinamente do Rio-Grande do Sal, tem
umafeirtnarua do Virarlo n. 7 primeiro.an-
dar. v
Preeisa-se
de uma eferava aara todo o serv ?o da
de f|milia ; na ra do Hospicio n. 49.
ama
casa
Garanhuns.
Na rua do Bario da Victoria n. 36, precisa-9e
fallar aos Sri Pedro da Reg Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
rs-e.
I
Xosiillorto iiiedic-cirurgic $
3 A. B. da Silva Maia.
B\ '' Rita do Visconde de Albuqnerque n.
, H, on'r'ora roa da matriz da Boa-Vista
9 n. II.
Oriundos : a qualquer hora.
CoRSttti: Aoa pobres gratis, das 2 as
4 horas da tarde.
O-VUSA DE PARS
19-RA NOVA 19
J. M. Leroux, cirur-
giao dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar a me-
recer a confianza dos
clientes da casa, e do
respcitavel publico em
geral.
11 o
:rt-
,R-
gg*

:Noduv40gn
S na^do dgjf^spo
20, loja .de Galhrme
0. e que fie podem vender
as fazendas ahuxo, f)elo||
presos segui
Qrn^im*u tetomlm de M.
jne:
le rorz.
OBRAS de palela.
LRW) de algodao da Bahia, da fabrica do gjn-
. mendador Pedrozo.
MIZ de todas as qualidades, das fabricar de
Peres e Eduardo Militao.
. VELAS de cera do todos os tamanhos. I-
eararrafado do Porto, caixas de 1S Mfl
Moscatel do Douro, idem idem.
NHO engarra
t ifeMos
C4SA.
Alupa-se n priraeiro e segundo andares da casa
n. 3 'a tr.ivf;-sa da Linguete : a tratar na rua
Primero de Marco, amiga do Crespo, na loja do
Passo jauto an arco de Santo Antonio.
_ Continua fgida a escrava Maria, cora os
signa.' segualas : cor parda, baixa, mal leita de
corpo, bv.:-,,yy,;i, cabelloscarapinhos,usa aparados
e berl'j ao uieio, ro*to Mmpridd, suinpre ver-
mella, falta de Sons deutus na frente, toma
ni u rap e usa seoipre trazo-lo n'nm chumpo ao
aeio, roaos e ps curtos, tendo os dedos quasi
iguac .'-.Mmente os dos ps, e beata da
Perda e finge se muito religiosa ; consta estar j
na Capunga como a.v.i n'uma casa de familia :
protCMU-s.- c ioi todo o riger da lei con -a quem
a tver aculada, fazeoilo pagar os das de ser-
vico o o prejulw que tero causatlo. Roga-se s
iiciaes que a fapprehonJam, o le-
da Imperatriz n. C, aonde serio bem
-. >l..s. .
Lisiabas eccoeSML40__
Ditas de listras padrfiesnovos a t80 o corado
D tas com listras de seda 400 rs. o corado.
^'Pafllkcomgtgat a W rs 4n.av.d0.
Mengo ^ssetiwido para rounas a 360 rs. o gg-
Chapeas de sol de seda com cabo de osso a 90
Algogo de listras aaerieaao mi pefBegcSe- tOtAAS proprias para botica.
Uto 3 rs. o covado. *^ |HS>ARRILHA do Para.
erras pardos e de cores a 400 e 440 rs. o covado
Brim tranco lona a 1*600 a vara.
Cambala preta cm Ultras e layes branam
propnai para luto, a 140 rs o carado.
Ditas finas de cores a 80 rs. o covado.
Cretone para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado.
Chitas pkas e de cores a 200 e 240 rs. o ao-
vado.
Grosdenaples preto de cordao a 2J400 o covado.
Colchas adamascadas a 3*500 e 4*.
Ditas de croch a 5*.
Cobeitas de chita adamascada, 3#50jO
Cobertores de l escaros a 2*.
Lencas de bramante a 2*. *
Ditos do. algoda-i a 1*400.
Toalhas alcochoadas afila duzia.
Lencos de cassa com barras a 1* duzia.
Ditos ditos de abainhados a 2* a duzia.
Ditos de esguio a 3*500 a duzia.
Cambraia lisa a 3* e 4*fl00 a peca.
Dita Victoria fina a 31800.
Cortes de casemira fina a S*.
Amainado a 2*a rara.
Camisas ioglezas forradas, com peito de linho,
pelo diminnto preco de 38*000 a duzia a 3*300
cada ama.
S na loja de Guilherme 4 C, rua do Cres-
po n. 20.
Fustoes de cores.
Cortes de fastao de cores para calcas 41*000:
s na rua do Crespo n. 20, loja de Guilhera.e &
C
- i
fabrica do com-*- *
dito Setnbal, caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6 H
ralas,
de Collares superior, em anenretas.
de oajii, coUas de garaio.
Malva-ia do Douro, caixas com 12 pa>
' rrevWtos, idem idetn.
Chapeos pitra sdwras.
Aaaral Nabtico G. reeeberam tm completo
sortiraento de chapeos 4* palha de Italia, pb
e vofludo, preto par hita, a de toree afeitados
com bonitas flores e lita : vendem no Bazar .Vic-
toria,,4:ua do Bario da Viciarla n. 2, antigajaa
Insignias afonicis.
Amaral Nabuco & C. vendem insignas mago-
nicas, grrs 3, 18, 17, 30 e 33 : no Bazar Vic-
toria n. 2, artiga roa Nova.

Aljalas legitimas.
.^Vende-se em casa de Okel Bindloss 4
raa do Bom Jess n. 11, os verdadeiros an
Da
Vende-se
trastes de Jacaranda e amarello com poueo uso,
em perfeito estado, n tambem um meio apparelho
de lonca para jantar e um dito de porcelana, fino,
branco, para almoco. Vende se por ter o dono de
se retirar para Europa : na rua da Imperatriz
n. 54 A.
Aproveileni!
ao iijs;
1! iais*ci)iuBi6d) rferece i
: 'Irii'-ii.- a leja de cal^ado'resirangLi-
..: rommodo offerece em geral, com espu-
I ''lio sexe, o PaBIS NA AiMERICA
lite de Caxias n. 59, primeim anJar (ac
i i !>i Qiitimado) e a razo? a razan simples
ni i re (amante do chiqutj por certo se
nuda qnando, para comprar um par de bo
ri-se freado a experimenta-la sobre um
pequeo ueroso pedaco de tcete (syatema ma
carronico) ni podeado epata forma connecerse
a botina l'.e ica boa, pois, nioleut espaco para
eiperimei "i, ao menos que nao a estrague an-
do penis ubi passo, que ciiegarlogo ao immun-
do ladrilbu; o Atut do iiudc se passear vonladoe desta
fon:: i'aiierer-se se fica bom o calcado : para n
bello sexo, enlo quasi impcssivel, qnc urna se-
Bhura (do i n toml qneira sujeilar-se a experi-
meniai cateado BO lado de um balean, onde en-
tra |uim ini'r, ainda iiiesmo para comprar : o
Par,- imcooao rsente-?'' dcsta falla ; tem
tim bem ;f tarado {abtete reservado, para a
Exmas. q i**i p .rao estar em perfeito comino-
do para a i .-* Iha do calcado.
M i.n a i as vantagens ou commodo.-
do Pars n America rua Duque de Caxias n.
59, pnmeiro andar, consi>le tan bem no bom sor-
itimento de botinas para homens, dos inelhores e
mals afamados fabricantes da Europa, como Me-
lles, Su ex, I'olak, etc., etc., e grande variedade de
chin, ipatos, assim tambem um lindo sor-
timent de botines para schera, e sapatinhos de
BiRiLisqualidadus cue poderao salisfazor a escu-
lla di m?is capichosa Senhora (do bom gosto);
pele, ij fica expendido, tsl clan que a loja de
cale.-L istn:..'iro, que mais vanlagens offerece.
o Par n i Amerito, rua Duque de Caxias n.
50, prin liro iiid-.r. antiua rua do Qneimado
Aviso aecessario.
Aproxima se o mea de dezembro, em que a
Nova Esperan?, rua do Duque de Caxias n. 63,
tem de dar o seu balanco ; e como sabido o
grande deposito de miuezas, que tem dito esta-
belecimento, nao s de artigos da moda e phan-
tasia, como tamb m do objecto de lei; e como
realmente conhecido que muito mais massan-
te o contar se miudeza do que contar-M o cobre,
a Nova Espcranca tem resolrido vender por me-
nos 10 % iio que o preco do costume, para desta
forma minorar o trabalho do balanco : por esta
razao es apreciadores do bon aproveitem e ve-
nham ver como se vende bom, bonit e barato.
Bons terrenos.
Vende-se barato, terrenos proprios, em Iote3 e
vontade dos compradores, junto e ras circumfe-
rencias da estarao da Boa-Viagem, lugar saudavel
o bastante concorrido, muito proprio para edifica-
cacoes, por ter em seu favor nao so o vapor da
manh e a tarde, como o privilegio que isenta de
pagar passagem por dez annos a auem edificar, e
o esiabelecimcnto dos bonds que se projecta : os
pretenaentes entendam-se na lliesourana das lo-
teras.
Vende-se dous eseravos pardos, de 21 e 27
annos de dade, cozinheiros, 3 moleques de 10 a
17 annos, G bonitas negras de 15 a 22 annos, com
habilidades, beru camo outras sem habilidades :
na rua de Hurtas n. 96.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercgjio:
na rua do Mrquez do olinda n. 51.
Vende-se o sobrado de um andar sito a rua
Imperial, canto da travessa do Lima, prximo ao
chafariz, o qual est simado rm lugar muito apro-
priado para estabelecimento coramereial, .a uo se
lem sempre prestado, tem i>om qaintai. eariaba
tc, e tambem se arrenda : a tratar .na roa do
[ospicio n. 35, das. 7 as lt horas do dia, e das 3
s 6 da tarde_________
Luvas de Jourin.
Muito frescas, chegadas no ultiuto.parmete : na
loja do Passo, rua Primeiro de Marco n. 7 A,
antiga< do Crespo.



Rua do Cabug n. 11 A.
Vende-se um escravo moco proprio para enge-
nhoou padaria, por preco muito cm conta.
O akilxo asslxgaio vem pela imprensa decla-
rar ao resncitavl puMico, qiie perdendo em ju-
Iho .1 '.:.p, naga Mtia de papel assignada
em I Sr. I i loaquim Rlbeiro Cam-
|,-, :, ante e naradoi na ovaaatn de Guipa-
p, : ; Pan.iias, ninguein poder utili-
sar-i i, v-t'i q :.; o referi.l.i abaixo assig-
nado nai i .1 irn.- ..urnas eom o supra-
dito s*nli >r.
li !!, 2U le setembr de 1873.
Toiquato Laarcnnno Pin tira deMoraes
Lavada e eng&mmada
Ronpa lavada o engoiumada com perfei?ao e
toda brtv.uide, reponsabilis-e por qualquer
falta : no paleo do Carino, casa de baaos.
CRIAD!)
Offerece-se um rapaz de mjito boa conducta
para criailo de qualquer ca>a : quem se quizer
utibsai do seas servidos pdj deixar nota nesta
typographiv. indicando a miradla, para ser procu-
rado.
A plices e aeqoes
Compra-se apolices geraes da divida publica e
aecps do i.anco do Brasil : a tratar com Augusto
C. de Abren, uoannazem dos Srs. Souaa Castro &
Almci.h, rua do Mrquez de Olinda n. 37.
A ass nriac-o comraercial beneAoento compra
a serio dos Diarios de Peitoambuct de julho a.de-
zembro de !S6'J quem a tiver dirija-se mesma
associa?ao, ou declare para ser procurado.
if-r
NDAS
Vende-se a metade do sobrado de dous an-
dares e soio, rua de Hadro i^ffonso, outr'ora
rua da Praia n. 3*: a tratar na mesma rtia, ar-
mazem n. 26 A. E' ventajosa a compra pelo im-
prtame lo e de grande ren-
dimentii pe eoiM commodos.
Toalhas de iftbgrrintho
Na loja do P de Marco
A, vende-se r!ea< Uft** prrns
pan naptfeados e ca
Poupelina de cores a 800
rua Duque de Caxias n. 43.
E' pechincha.
rs. o covado, s a
Grande economa
Mussclina branca a 180 rs, o covado, s rua
Daqne de Cavias n. 43.
Fazendas baratas
NA LOJA DA AMERICA.
Lcnccs de bramante, a 2.
Brim de linho superior a IfGOO a vara.
Colxas grandes a M, para acabar.
Para toalhas de mesa
Tem a loja da America rico atoalhadr com mal
lindos- desenhos e vende a U500 e 2* o metro.
Toalhas grandes a 500 ris, urna.
E' barato
Chpeos do sol de seda trancada, muUo fina
meia canni de panga o, a 9*.
Dte boa alpaca, a 3*
N. 10 JU'A DOCABGA* N. 10
Loja da America.
Ciliado de Olinda.
Na fabrica do ga? de Olinda, ha para vender :
Arandelas.
Candieiros para gaz.
Mangas de /idio lisas a lapidadas.
Torneiras para agua.
Depsitos ou tanque pequeuos de ferro galva-
nisado, para agua, do 50, 75 e 1(0 galoes.
Veroiz do gaz, a 700 rs. a caada.
E mais objectos precisos para gaz o agua.
- Vende-jo tres casa-s de taipa, no lugar de
\gua-Fria, terreno proprio, tendo mais um quar-
> entre ellas, proprio para negoci> : quem pre-
tender dirjase ao Caminho novo n. 62.
MOLESTIAS
ESCROFULOSAS.
DOENCAS
Qno sSo c,lUf-:t.;.6
Pela Iufecrii-
Vcnerea.
KflKUMATI&SO;
SRYSIPB1A,
EIC.
IP.ri'ARADO PEU)
Dr. J. C. AYEll < Co., de LoivelV*
Kstaclos "Unidos.
EM FRASCOS PEQUEOS.
H. B. OASSELS & Ca., Agente Geraes do BraJ.
Domingos Alvcs Malhous
tem para vemler em seu escriptorio rua
do Vigario n. 21
Formas de ferro galvnnisailos para purgar
assucar,
Potassa da Russia, em barris de 25 kilos
cada um.
Calcados baratas.
Vende-se na praga da Inde-
pendencia n. 39, loja de
Porto & Bastos.
Borzeguins de beanjo e coriavo para
homem a
Ditos de phantazia para senhora a
Ditos de dita para menina a
r>ito9;de couro inglezes para menino a
Dito de duraque preto e de cor, cano
alto,' para senhora a
Sapatos de couro com salto, para se-
nhora a
Sapatos. de tapete aveludados finos, a
mam
SlftdoBA da Victoria a. 22.
DE
Carneiro Vhmiw.
U A' este gran Je estaLelecimento tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
"costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente nu Europa, cujas machinas
sao garantidas pqr un.anuo, e tendo um
perfeito artista para ensiuar as mesmas, em
qualquer parle desta cidade, como bem as-
sim coocertn-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despendi algum do comprador.
Neste estabelecimento t para as mesmas machinas e se supjire qual-
quer peija que seja necessario. stas ma-
chirtas trabalham com toda a perPigo de
una q dous pospontos, franze e bord? toda
qualquer costura por fiua que sej/i, sous
presos sao da seguinte qualidhde : p;r:i tra-
balhgr a mao de 305000, 405000, 5000
e SdJJOOO, para trabnllwr cora o pe -rao-de
80OW0, aoooo, 1001P000, 1105000,
12OSW00, 13050OO, 1503000, M*MH e
25OJJ000, emquanto aos autores nao ha al-
teraeo de presos, e os compradores poderao
visitar este estabeleoiment^, que muito de-
verao.gostar pela vnriedado de objectos qne
ha sempre para vender, como sejam : cdei-
ras para vkgem, malas, puta viagem, cadei-
ras para salas, ditas de- balanco, ditas para
crianc,a (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riqnissimus, para senhora, despensaveis
para crianzas, detodasasqualidailvs, camas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espolhos, dourados para sala, grandes e pe-
queuos, apparelhos de metal para cha, fa-
quoiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, eolheres de metal fin, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, lampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, o outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto dedo as 6 horas da ma-
nh at as 9 horas da noute
Rua doBaro da Victoria
_________22:_________
Mi) ha mais cabellos
FUNDIOM m MfflKAN
PASSANDO CHAFARIZ
~n BltLIll TV. s-
Recommenda a attencao do, Srs. de engenhos
seus vapores de diversos systenWs cofti- fc. "ifltihios
melhoramentos em too o, tamanho, e^preQp ceguiar.
' i
BAZAR
n.
brancas.
TINTURARA japqneza.
S e uri:canpprovada pelas academias de
sciencias, recoohecida superior a toda que
tem appareci pal rua da Cadcia do Recite, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.________________________________
BICHAS BE HAnlBRGO
As mais recentes melbore?.
Vendem-se ta phaiMnaciy e drogara de Bar-
tholomeu AC, rua Larga dosario o Rn. SA.
Rua da Imperatriz n. RUwjJ
DE
Lourenoo Pereira M en des Giii!iras
Declara a seus fregaezes qne tem resdUriilo Tender maisbtalo tie fcr peafref, *
saber:
CUITAS A 160 E 300 RS. O COVADO.
Yende-sc chitas francezas largas eom to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. D*
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o ovado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o eovado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores pgra vestidos,
a 200, 360, 400 e 300 rs. ocovado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A JS600.
Vende-se cobertas do chitas de cres, a
19600 e 25000. Ditas de pello a 15400.
r Colxas de cores a 19200, 25500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales
rs. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se peras de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chaposde palha, pello e
ranssa, a 29, 25500, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
35000. Ditos inglezes para os pretjes de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodo, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 15600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDADO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porgo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cm
cheiro a 320 o 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORTES DE RRIStDE CftR SS A t**0.
Vende-se cortes n btvm de coree par>
caiga, a 19500 e 5000.
BOTINAS A SSKK) 5.
Vende-se botinas para senhoras, a 19004
395001, a ellas antes qne se acabem.
R0WA TOTA rttClQ!L.
Vende-se ^mbds brancas, a .11600., U
25500, 39000 e 49000. .
Galeas de casimiras de coros, a 19, 69
75000.
Palitts de casemira, a 45, 05 a 99000.
Seroulas a 1,5 e 19606.
BRIM DE CORES A 44 RS.
Vende-e brim de tedas as corea a 44
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29600 A BL'ZlA.
Vende-se a duzia de fen<;es branco*, *
de l de quadros a 800 29000. Ditos com barras de ores a 890t
Ditos de linbo a 59000.
TOALHAS A 800 RS.
Vonde-se toalhas paca rosto, a 868* n. .
15000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 5.00 BS
Vende-se gravatas de seda preta, a 58
rs. cada time.
CHITAS PARA COBERTA A 296 RS.
Vende-se ebria para coberta, a 280 e W
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19300.
Vonde-se bonetes para meninos, a 1950o
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 39500
Vende-se cspartHhos para senhora.
39500.
OMIMU
A 800 RS. O COVADO.
Vende-se gransdines com listras de seda
para vestidos do senhora, a 800 rs. e 19000
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 69000.
Vende-se ricas Qolchas de crochel para c*
masa 65000.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende se pannos de crochet para cadeir.u
a 15500 o 25000.
CASSAS PARA C8RT1NAD0S.
Vende-se vegas de cassas para cortinadi-s
com 20 varas, a I09000.e 129000, e outrai
mimas fazendas em liquidando.
N. 4Rua do CabugN.
H RRASE
E
& C.
3
11006
34000
23000
3*000
SEGHKDO ECONOMA E CELEKIDADE.
Obtem-sa com o uso
DA
1NJECV0 SHOST
Unii, hygienica radical einfallival na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta de sal litares resultados
Ventlfi-se a casa sita a rua de-Vidal do
Xeg liros n. 143, aonde teve ralina^o e
armazem de siil; assim como, I2cazi-
nlias li i l'unJo a mesma, seiuto 6 de li-
jlo n 6 tic tftoas, as quaes reailem 84*:
a tratar na mesma casa n. 143.
Vndese um mulato de 24 annos de dade,
proprio para fazer o servico de engenho, por ser
muito robusto, e tambem 6 cozinheiro : a tratar
na rua larga do Rosario n. 82
Vende ss una porfi de portas de lourcv,
novas, do todus os tamanhos, e preco commodo :
no sitio da capella do Clioranieuiues.
Vndese o roto das casas que foram desa
propriadas, coui lodo o material, sitas ua Qasa
Forte, e j tem porfo de cal e ara gara redlfi-
calas, em a melhor loealidade daquello lugar por
nao taaver Jplieia ano la tenha chegrdo : a tratar
Jos Antonio Marques, no ('hora-nu
com
memnos.
Taverna.
Vendee a taverna da rua de Marsilio Dias,
outr'ora rua Direita n. 72, bem sortida e afregne-
zada, e tem commodos para familia : a tratar na
nwsma.
Potassa da Russia em meios
barris a 500 rs. o ko
Desembarcaba ha poucos dias : yend-se nn
escriplorio de vejra Filhos & C, laraa do tkwpo
Santo n. l. .
Cal (le Lisboa.
Ha sempre para venderse a muo acreditada.
marca J Y F no aroKuem da rua do Apollo n. 1^
16, e.purga s.' mais assucar com i barrica des-
marca, do que >n duas de outra qnalqqer,
experiencia ja feiia.
i
8.E
a taverna sita i rua do'Torta 13, corapaucos
fundos, propsia phra "drn.principiante : a tratar
na '"o-ma.
Agora
TT
Sim
A rosa branca rerebeu am Knd sortipiento de
chipos de so| dq.ppdft eora o cabo eonteira
branca, qs mais moderaos, que parece otaron),
com o piardapoiias de metal, a 10, todos ven-
dem por 14* : na loja tlfi quatro pp/U a rua Ai
Inippratrir n. 56.
mo
A rosa branca recebeu um lindo surtimento d*
I chapeos de sol do seda d$ tpdas as cores para
sennora, os mais modernos, e vende por 5:300*
todos vendem por 7*000 : na loja de quatro por
tas roa da Imperatriz n. 36.
5000 a continuada applicaijSo que sempre com a
maior vantagom se tem Jeito della nos hos-
3*000 pitKas de Paris.
^.^ nico deposite para o Brasil, Bartholomou
Xarope d'agriia do Para
Antigoe cooceituado medicamento para
.caira das molestias dos orgaos respiratorios,
orno a phtysica, bronchiies, asthma, etc.,
applicado aluda com ptimos resultadas no
escorbuto.
Bous terrenos.
No lugar denominado Salgadinhi, e junto
a esta<;o da estrada de ferro de Olinda,
vendem-se bons terrenos em lotes ou peda-
eos a-vontade dos compradores, eom a fren-
te para a mesma estrada c os lados para
outras, e bem assn urna pequena casa de-
taipa nelles situada.
Estes terrenos tem differenies arvores de
fructo o sao ptimos do pl&ntacfio e ven-
dem-se por precos baratissimos. Os pre-
tendente ntendam-se na thesouraria das
loteras.
GOMES DE MATTOS & IRMAO
Avisam ao respeitavel publico desta cidade que o sortimento de joias, de subido va-
lar, que existia em seu estabelecimento, est completamente reforjado eoa o mais ele-
gante sortimento de novas joias, que reeeberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderecos Boulevard, pulseiras do
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agraffes pira relogio de
senhoras, delicados aderemos para meninas, meios aderemos de camafeu Jmdssimos, voltas
de nogordios para senhoras, corrontes inglezas de ouro e de platina, variada quantidad
de boles para punhos e peito, com emblemas maconicos, de nix, tecido de ouro, can a-
feu, etc., ruantes monstrosde rarissimas agoas, em aunis, rozetas,- pulseiras, alfite-
tes e botes, e outros muitos objectos de ouro de melhores fabricantes do Paris, que se
tjvendero com grande redueco de presos, por serem elles Tecebidps directamente de seu
committentes.
Os proprietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo sen ostabeleci nento abert.'
at 8 horas- da noute, convidam as familias que so quiaerem prover de lindas joias, h
virem escolhe-las vontade, para o que esto em exposiejio nos mostra Bom local.
Vende-se nma taverna be aregueada para
trra- propria para principiante f or ter poucos
fundos, na rua do Visopgde de Pelotas n. 19, ou
ir'ara Arago : a tratar na mesma.
VENDER
Jigwrli cojn caree da v^cfi* d^.pofto, aalgada,
para >astagem de vaccas, e eum algumas fructei- para maotimentos de. navios : no_armaaern,do Ta*-
ras ; a cana raniio freaaa, pois Qlba iara o nM- o Irmarn & C. > rua 09 Amorinj n. 37.
Vfead*- per ooasnwe pteoo ama das me-
lhoren aaM na*oa*iafpim, Wtijolo, com tarrea*
fresco para planta tente : a Iratmr a roa
meiM andar.
5Vesm!t.
* *ier*jrJn. W, pri.
^Veoag-sB-jfcr eommodo praco a armfV da
I tW f"*areflo Dias tt rl : 3 tmaf na
Banhos em Olinda.
Camisas e raleas de fatenda de boa qoalidade.
proprias para os banhos em Olinda : na loja dos
arco i rea Primero de,Maic f.iutiga do Crespe)
n. 20 A, de Gnrfel de Amaral 4 (1
Ca*
,do Rio de Janeiro : vende-se rua da Vigario, ar-
mazem W.
I d. C. Boyte.
Tem para vender :
fognac de lj(ennessv, tnieriore vefdadejro.
Viohp Xeres d*s nvplbores qualidade?.
Bitters de'Angostura.
Qiuratoem lattas de iO libras,
fodas as preparacies cbimicas do l>r. Ayer: no
arraaaem da-ruh, no, Cpoimurciq, n ."tf.
TASSO IRMOS&G.
Em seus armazens rua do Amcrim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sexiavos para ladrilbo.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarecar algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Pbsphoros de rra.
Sag em garrafoes.
Sevadinha em gaiTafdes.
Lentnas em garrafoes.
Bhum da aJmaiea.
Yinho do Parto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dito.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores tinos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas detoncinho inglez.
Barris com repolho era salmoura.
jXg
aspej4aa, suRerior. g^gera
Veftfl^re Vgfd^s 4 tawrna da rua Ja' Sania.,jCwn.
nro ejicelljte ca vallo nqvo, pcofru) jaeaj^plet. ,17, cuoMMOfos/undos e bem afregu^iada,para a
,w^F^ 1ll6int0W ^ *toWetr,J|m|WtM,isi.iem commodos parala.-.
OS roa Jo Bretn n?f6. ^BT A C*ir w nwaw.
Calcado barato
Loja do Arantes, pra^a
da Independencia ns. 11,18
e 15.
Botinas de cordavae para homem
Ditias-de peHica, canes altos, para senhora
Ditas de chagrem, idem idm idem
Ditas de pellica a Luiz XV idem
Ditas de dila. gaspidas, canos altos
Ditas gaspaaas, canos -altos o balxos
Dita* 3e bezerro para menina
Ditas de er, canos altos
...... .. i
mi
' Vonda-se um excellento sitio em Beherlbo
aijto, junto esucto, 4 Fuadao, murado
de
aa
r?m n 37^ ** P*** e ^^A"J?a?3 !*g
de sotio, cozinha Mra, com 400 palmea de fftntt i
e i|N0 de fundo, sendo de malta, com acetente
taraba, agua de beber : qaem a pretender diri-
Ja-se A rna de Pedro Alonso, anilf m 4* Prai
mm s\o limios
Os legues todos de madrepcrelf,. brancos e d
cores e que irazera o disticoUNIAO era lettra-
tambem do madreperola em alio relevo, tor-
nandose por isto apropriados para aoivav*, a NO-
VA ESPERA.NCA a rua Duque de Caxias n. 63
(antiga do Qneimado) quem os tan.
Sao de tartrea
Os brincos, broches, meios aderecM, cruces,
coracoes e cassolelas, (fie estao oxpostas ba
escoma das Exmas. (amantes do chldju) vende-se
ha Nova Esperanca, rua Dairae de Cgxias
n. 83.
Aos meninas
A Nova Esperanza rua Dnquj de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo scfljnento de no-
necas de muilas qua!iddes, vindi entre ellas a?
engranadas bqneqas de borracha, assn tambem
urna pequea qantidade de bone se tornara apreciadas pela sua no-^dade.
Ebem ut
A Nuva Esperanca a rua Duquii da Caxias n
63, lecebeu veKkdeiro ciraeato-Dglez, p#epara
cao para concertar porcelana btm mil.
Vestido perddf
Mnitas vezos um vestido torna->o intewmentf
feip, somente por egtar mal enfoitado : a Nova Es
peranca rea Duque de Casias n. 63, removt
este mal; porque est bem. pro vid a dgs raelhore:
galoes e fraajas de todas as core;, oade pde.as-
colher-se i vontade sobresahlndo eatre ess as-
modernas franjas mosaicas, que w|te ssa varieda-
de de cores, nea bem em quasi Jo^s.'as faiendas.
A ella antes que se acabem.
Cabellos brtncos s tem gi*em
qmr
A Nova Esperanca a rua Dunuo da Caxias a.
63, ataba de receber a verdadtn liluia de Des-
nous para Ungir os caballos, e q je se coasegu*
(erapiveando-a) com milita acilidade, t por estes
motivo, cafcgHos brancos s lera quiera gjer.
Qs cintnroes de euro, iffmm para. BMhci,
ong gC6i?eu a Noy jfmnm 4 W
freate com pomo de ferro, com nma bonitacasiCaxias ^l63,-Miap,.aAsiv_sagt'ri
ou,pa
qug.g
m
*
.'
*.-


I


.
^.
V




'



r-

>--*
IMario dc*4toimii*u*> Cuarto feira 34^Plltbttfe *473.

da m%.
HOff,
RB~SM ei
SOASES LEITE, IBHAOS
NICOS ACENTES
A'
Ra de Bario da Victoria ii. 28
\8 mais simples, as roais baratas e as melhores do mundo!
Ka expsito de Taris, em 1867, fo concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
dlo da Legi&o de Honra, por serem as machinas mais per.
fintas do mundo.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
a E. Howe Jnior, nos
da machina de eos*
_ MKRGILI8 m n. n.
Ust***MUMuuv* ma\), solfeito m UuWar a cnicarrmr-hkio reapeitattf ptt-
>lico um completo sortimento de mlei4ta#j"*ld ?!#<* *uti-ntasttmpb<'f*t* o qwrueeJjfl tjuwi ttor os seo* artigo* drprd*
?na eiwow-muntia da PapaF Mtaetwi vortdar ouWicidad* d algor* artigos poFujos
irMCfe fcem-se pode avaliar os- ni..*/* de outros toditos- que'se ternaria enfadoele*' p*)
MIUDEZAR. MIUDEZA9.
L par-, bordar, da melfibr analizado, i Brincos dito de dito por 2J8O.
ibra por 55U0. BoWes do setlm pretos e decores, 8*0
Agulhas francezas, fundo doarado, a cai- T3' e HjOOO aduaiv
linha com 4 papis a 60 rs., 240 rs. Franjas brancas de seda de todas as lar-'
Voltas de fita de velluA. uom lindos co- B1"** 13000e 19*00 o metro.
aSOs ftngiado ma\lrepcrola, a 500 rs. Dltasde crese pretas a 800 rs. eljJOOOo
Voltas pa o pescoco, fingindo camafcu, n,*tr0
:4^A>-oridaf de Guislin,
$m fifer es cabellos pre-
tos.
r"A fiA-iltattil i roa- Dfcq-j* ae-Caxfeffi. 60,
ataba de rebeber no**a fernefeaa aprecia v) Una
-"i pan faz*ea cabelles- preio*. O bom re-
o colliido por quoni teni fui lo use dessa
"ilya prapracao a tem altamente coocoitoa-
m se fa-: lemerar a qnent no-
*e* pjfMM e qualra se aprweitor de
la uta-dade. Taartem veio pa de topaaio e
oles,florido par o mesmo uso, o to acreditados
como aquella.
Voltas e brincos de grossos
aljofares de cores.
uia branca, ra do Duque dj Caxias n.
:eUe novas e bonitas voltas e brincos de
grcksoi IJofar's de cores, e como sempre conti-
raa a vende-las por preco eommodo.
Novos diademas dourados e
Para aboadonservacao
DE
Y OSSO CABELLO
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditan*
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
dora., estabeleceu nosta cidade ra do BarSo da Victoria n. 28, ura deposito e agencia
/ral. para era Pernambuco e mais provincias so venderem as afamadas machinas de cos-
:** de Howe. Estas machinas sao justamente-apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
apregando urna agulha mais curta com a mesma qualidado de linha que qualqucr outra,
ela irrtroduegao dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
*Terecer a exame publico as melhores machinas do mundo.
As voiagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.rO publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
Mroarastancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
a mo.
Segunda.Conten*, o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Turceira.Ha nellas menor fficc,ao entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
* que as outras.
cor.'.panhad'as com 1 jar de brincos seme-
banto, tudo por 2$S00.
Linha branca de 200 jardas em carfiteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
a duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerac&o a
esto do freguez, a 1$100 a duzia.
Diademas dourados do 125500 a 35000.
Dilos de tartaruga com flores a 2JS0OO.
Ditos cora borboltas a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaqut de 500 rs. a 25000.
Ditos dourados, duzia do pares, a 15300
a 29000.
Voltas do aljofares com brincos, a 25500.
Ditas de ditos cjm coracoes a 1JJ00.
Ditas de ditos de contas com cassoietas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 19500o par.
Gravatas de seda para senhoras de 1?200
* 23000.
""arures com 2 laces para caneca e peito
39 e 49000.
Entremvjios e babadinhos bordados de 360
*s. 29400 a pera.
de
Sales de seda brancos
19500 a 25500 a pee^f.
Ditos de algodo o seda,
* peca.
Ditos de algodo, a 100 e 50 rs. a peca..
Trancinhas de cores, a 100 c 500 rs. a
cores, de
de 19 a 19400
Quarta.Formam o ponto como se fdra feto mo.
SarPCrmtle qUe e"mne trabalh d *mbS S fiS' qUe S6 nS CnSeg0i! Saques de marfim a 39 e 89000.
Ditos le sndalo a 49500.
Ditos de raadeira imitando, a 25000.
Ditos de papelles a 1580.
n*s outras.
Sexta.Fazem ponto miudo era casemira, atravessando o fio de um outro lado,
> logo em seguida, sem modiliear-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
Ins.
Stima.O compressor levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
** agulha ao comec,ar nova costura.
Coques para senhora, a 39, 39300 e 49.
Aderecos fingindo coral, conpondo-se' de
fT*^ ** ** *** ***** uvvu a t vj t y VvJ^U 4Ua j ^
Oitava.-Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e r5? ,?:. ^"^^^ 7^&
?adencia-. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
nudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
doptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
'agmentado o seu fabrico, e hoje nae attende a procura, posto que faca 600 machinas
w da.
Cada machina acompanha livretos com instrucc,5os em portuguea.
A 90>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Bar a o da Victoria n. 2 8.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, cumpondo-se dealfinete
a brinco, sendo le muilo gesto, por 59000.,
Galoes pretos de seda, de muitgost de
800 rs. a 190100 o metro.
i CALCADO FRANCI3.
Botinas pretatgaspeadas, para serArt,
49500 epar.
Ditas itaa de duraque, gaspeadas, cnno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfeitadas, ultima moda, a
6900.
Ditas' dita de cores, canno alto, enfeitadas
a 89500,
Hitas parameninos, pretase de cores, a
39 e 45000.
Completo sortimento de cateado de case-
mira, Charlt,'tapete e tranca, mais batato
IO /0 do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapos de palha d'halia, para se-
nlora, a 15000.
Dilos ditos palha escura, da ultima moda,
a 1155008.
Completo sortimento de chapeo3BftftS para
tnertnaS e senhoras, de 25860 a 59000.
Chapos de sol de sla, ingleoa, cabo de
marfim a 11)5000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mtii-
lo bonito a 55500.
Ditos 'Hito de seda para Selihora, cabo de
madetrt, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 09000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 19800
e 29000 cada um.
Ditos para sof, a 39 c 45000.
Toalhas de iiuho para rosto, a 19300 cada
urna.
Ditas de algodo alcoxwados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
tiOOOO.
com
pedr
as.
A a'uia branca, ra do Duque de Gaxi.is n.
6Q, receben novo aortimonto de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meninas
como para senhoras.
Coleccocs de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia'branca, ra Duque de Caulas n. 50,
recebe novas collecc.ocs ou normas para aa crian-
cas aprendern a escruver por si mesmo, hoje to
usadas as aulas e collegkts; e como sempre ven-
de-aa or prero commodo.
Meias cruas finas para meni-
nas e senhoras
A toja d'aguia branca, ra Tiuque de Caxias
n. 30. recubeu novo sorniento daqnellas to pro-
curadas meias croas para senhora, vindo igual-
mente para meninaj, e 'contina a vende-las por
prucos coininodos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loj'a'da apOia branca, ra do Dnqne de Ca-
xias n. 80, reeebeu bonitos vos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a mitaco de
croch, e vende as pelos baratos preros de 3,
it e 6000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que continua a ter prompta extrac-

LSTHAO DI 60YOT
LICOR CONCENTRADO C 1ITULDO
Bjl 1
* -jas
**Ul fA
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(onfr'ora rua la Gaileia)
LOJA DE MACHINAS I
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-!
oado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima era ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras niad-inas amcrioauaa para lgi-
da, desde 10 60serras, e havendo em todos os tamaitos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarogamento ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alora disto, enconlraro
tambem mais :
0 Sr Cuyot ohegon a tirar ao aicalrao a
aua acrimonia e o seu amargor in6upportaveis,
o que o torna mais soluvel. Aproveilandoessa
feliz descoberta, elle prepara um licor con-
centrado de aicalrao, o qual, sob um pequeo'
volume, contem urna grande proporcao de
principios activos.
0 Alealrfto de tujot iticm Iron de
Guyot) possue por consequencia todas as van-
tagens da agua de alcatrao ordinaria, sem ter
oa inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
colher de caf n'um copo d'agua pan obter
logo um cepo de excellenle agua de alcatro
sem gostn- desagradarel. Cada' qual pode
d'essa moneira preparar a aua agua de al-
catrao quando dola precisa, o queoffrrece
economa de lempo, facilidade de transporte
e evita o manejo tao desagradavel do alcair3o.
i 0 Alra-ru Gayt substilue com
vantagem mutas tisanas mais ou menos
inertes, nos casos de defluxos, bronckites,
tosses, eatarrhos.
O ai-Mraa < Gmjot empregndo como maior xito as molestias seguintea -.
EM BEBIDA. '?.i colherdc caf un um c.jp 'aijuanu dua$ coihert d*
topa para urna garufa :
BRONCHITES
CATARRHO OE BEXIGA
DEFLUXOS' '
TOSSE PERNITAZ
IRRITAgO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
EM F0MENT1(0E8. Licor mrocm com rm pouco d'agum:
AFFECQES DA PELLE
COMICHOES
MOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
EM INJECQES. PwlsjMMNii Mt FLUXOS ANTIGOS OU RECENTES
CATARRHO O A BEXIOA
0 Alcatr&o de Guyot foi experiwientado tom um verdadero xito um
principaes hospitae* de Franfa, da Blgica e da Espcmha. Foi reconhecido
que, par os tempos de calor, elle eonslitue a bebida a mais hygienica, o so-
bretudo durante os tempos de epidemia. Urna intruccSo ateompemha cada vidro.
Perfeita novidade.
Grampos com borboltas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A luja da aguia branca, rua do Dique de
Caxias n. 30, receben dovos grampo9 com bor-
boltas, bezouros e gafauhotos, o que de certo
perfeita novid por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A luja d'aguia branca ru a Duque de Caxias
- C0K reeebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de la e seda, en-
nritada- com arminho, obras estas de milito gosto
e inteiramentc novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque
Caxias n. 50, reeebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de ac, e como.sempre conti-
na a vendc-los por precos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-ge na loja da Aguia Branca rua do Dn
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
Elle um preventivo1 seguro e ceto centra
A calviee.
Elle d e restaura for$o c sanidade pelle d*
cabera.
Elle de prompto iai cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
FUedi grande riquea de lustre aol ca-
bellos.
Elle doma e faz preservar os qualquer forma ou pesic^o que o dese-
je, n'um estado formoso, lis e macio.
Elle faz crescer os eabellos bastos c compra-
dos.
Elle conserva a pelle e o casco da cabe~a
limpo e livre de toda a especie de caspa.
Elle previne og cabellos de se tornarem bran-
cos.
F.lle conserva a cabera n'um estado de fres-
cura refrigerante e agradavel.
Elle nao demasiadamente alese, gordu-
rontj ou pegadizo.
Elle nao deixa o menor cheiro desagrada-
vel
Elle o melhor attigo para os cbcilos- das
enancas.
Elle o melhor c o mais apnsivrl artigo
para a boa conserv-Qao e arranjo dos ca-
bellos das senhoras.
Elle o nico artigo proprio para o pentea-
do dos cabellos e barbes des smhores.
NENHUM TOICADOR DE SEMIOH4 SE
PODE CONSIDERAR COMO COM-
PLETO SEM 0
TNICO ORIENTAL
o qual preserva, Irmpa, fortifi.: jtiforroosea
O CABELLO.
Acha-si; vrnda nos estaDelecimentos de
H. Forstef & C, agentes. E em odas as
principaes lujas de perfumatias < boticaj.
Triumpho da
XHKG.I!
Apurados vapores locomoveis, deforca
de 2/ e 3*/i cavallos com todos pertencas
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos- para varzea e ladei-
ra.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madairas.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos com yalrula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardlns.
Cuards-comtdas.
Tampas para cobrtr pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para coziuha.
Tornos de bandeijas finas/
Correles para arrastar raadeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhes de diversos fabricante pera mi-
lho e caf.
Debulhadores para railho.
Azoite de sperraacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiroe.
Emfira muitos outros artigos, que soavista e neste estabeieamoderioentp i o
examinados..
Samuel PowfF Jotras*
tO.&.C.:
Rtua do Apollo ii. 38 e 40
Bepoalto feral en casa, X FKERC, 19, i
ItM Jr-jb, Dnponchelle < he.oXol. | laaamM, Fen-eira e* C*.
PavoTM, "iielro 1 Piwkbcco, P. Haorer e C".
IC*".
Ocao-Puro, Candido TTtillarm
Micw. Falo* Maa
-Pateo acieiuA ad ,aeus fr^gueie que taew
{. riidado o seu deposito de u.achipas a va-
'or, moendss.e taxas da muito aeraditada
abriea de- LairtfiM para raa 4o Apello n.
i-38 io, oari eosuauMba ter o mtsuo aor*
; ti (Ment ,4o (m\a^i
Paaem seienw tambem qce teem feo om
arranjo com a fuedieao geral, polo que po-
dera onV-rooer-M para -asestar qnalquer
roacnlniMoo e memo garant k).
nico deposito phinma No'accipori*tle ti.r3iieB*r- ^ffrrTrw, Hhim, $ r\i^'Cdt?a
'.o Keeifen. tivfiift.iradar^'e1 Vmh-rV^fep*#i.iMf4r4W hit d
raelhoryB*B!'i ui-uJi-Moiiqnujxr-f'a cst!tfrlSh:a;Jofa,ftdaae'dol
Araoabrvno Uw, ^Mrw utiMiomiibrkiil Oth os"ftSlft"flqu}'nB
tena, laootuciiuj eeowuilojta a' niVmo^),^it*retiga.',,;qa,e',,rn
deuns para ouo*>itanU..'w prt^o:toni-i0qudHaTj.
, \- y il B < >ali
Lindissimfls lo*.|hns do lhyrintho.
Fronh.i re djPrsps tainaulHsw
lingos de todos.os pingros. .i
Bicos e rendas mpiotii/.>|).-""
I
i 03 proprjetarios da fuodijao geral (aiom
scientes aos aenhores de engenbo tnaisi'
pessoas, que teem ealabelecido tuna fnndi-
cao la tarro brtuM a rua do rum, jsn-
to a eiiafao doa boada, onda aproo t rao
qualquer obra de encommeada com perfei-
cao e promptidSo.
Os me-mos rogara as peesoas qne qoai*
ram aullar -e de sena lecfiow de daixa*
rem as encommsndas em casa doa Sra. Sa-
muel Power Joboston 4 C a rua do Apol-
lo n. 38 e 40, onde aenaTo pessoa habili-
tad* eom qaero pos-am eut-Hr-9.
Appareino para tabnear assucar, ao ejwena.
WESTON GENTfrEPUSAL
Uorco agentes em Pernamnuco a fuadlcao geral.
Para trar em aen eseripiono a ruado Apollo o. 38 40. '
il
Calcado, estrangpjro,:
i APCOKima-ae o >mez do dzambro, lempo W
que o Parja no America, rua Duque lie Caxias h.,
Wf; 1 "andar, tem de dar o seo bilaBgw, por* este >
mrf>vo, os pmprif tarns deste eat)Ki(mi0bto>i*-
taoewlvidoa a veiiiorem euail(.dwi pe|d .tp,aak. morare,no trahaJltof.assira pdkps^H-
apreciadores do,bom, e com especialidadeOMij
amavel, para quem o Pris ta 4i* { eom-a dr-vida di aojparaa Bscoihi decaleadov aproveitem e-ve-
naaramunireHi-sa fio que precisaren).
Rila^d'Siffament
(imiiMfr*)mm\!!
Vende se a casa terrea confronte ao sitio do
brigadeiro-Joaquina Birmardo de PfgUfirdo, ita
na irave-isa da strada de Jilo de Barros, entrada
do boceo das Alma*, edifkada a poueo tompo e
! epi solo foreiro : para ver-se fl tratar n:i inestna.
T *'^,' '" frl-1-----i----------h-------, i, i ii,"J ** ^-i^ >'" ii iu W UD II mito.
,| Veode-e a armagio da l.ja da iravhssAdo Ta misma' oasa pretM'-)* ahigaT nm -itioimiio,
Duque de Caxias n. ti, toda env'f.lra*aya"e'pro- que a casa tenha boa sala {-aHKaota ; entrera
prla para qualquer negocio: a tratar na mesma. tenha dous ou trea quartos somente.
' SmW-rfoVf'afpfels-d* cMk: 'brthlts gostos,
'BO .
Fina oambraia-i trauarir** a i a peca,
. Saiaa brancas coi babaiios trisados a.3|Q0O
urna.
Corter de wgandy.branC) a i'.
!ai>. rn-ma^4lii>iimiiifla)k> b. 30, teja de
Faria & Lesaa.
----------" V ______ii ., i_____ w......
Na raa da Viia-4*) n., v3ende-se um ter-
reno a seis mil rfs o palmo, tem 60 de frente-.
A loja da Aguia Branca, rua Duque de Ca-
xias n. 50, rerebpu novo sortimento <,o luvaa jc
tiellira, pretas e Jo omras cores.
AUMAZEM
DE
nmm finas
RUA PKi.VlLlRO DE AIAHCO N. 7 A
E* esta casa, sem duvida, urna da's que hoje pode
com primazia a presentar aos seus freguezes um
variadsimo sortimento de fazendas finas para
grande toiMte.ns?im ctuno para o uso ordinario de
todas as abases c por pregos vantajosos para o
compradores.
Os donos deste importante estabclccimento con-
vidam ao respeitavel publico e particularmente
aos sens freguezes a darem um passeio por seu
estabclccimento, a afitn de verificarem a veracida-
de de seus annuncioa, e com vantagem supprirem-
se dos artigos que Ihes forem mister, de eujos
fazem um peqnem resumo.
.Mandan) fazendas s casas dos pretendentes,
para o uue tem o pe.soal necessario e dao amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortea de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorguro branco c preto.
Setim Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos o de cores.
Granadinede seda preta e com listras e almas de
cores, Imdissimos padrocs e fazenda de ultima
moda.
Fil de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasilciras.
Cortes de cambraias branca com lindos boidados.
Capellas e mantas para noivas.
Poupelinas de lindos padroes.
Requissimo sortimento de las com listras de seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
Nassnck de lindos padrdes.
Ha p lis tas de padroes mui delicados.
PercaMnas-de quadroa pretos e brancos.
Brins de linho de cores proprios para vestidos.
Fust59 de lindas cores.
Casaquinlios de las de cores para senhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisadas.
Chapeos para ditos.
Toalnas de cambraia de linho cin lindos bor-
dados.'
Froubas bordadas.
Colxas de I.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para bomens.
Meiasde cores para hmeos e meninos.
Chapeos com castao de marfim para homens.
Di tus para senhoras.
Merino do corea para vestidos.
Ditos ratos. '
Cajiij,''Chitas, madapoloes, cambraias etc. etc.
nataja doPaaso rua Primeiro de Margo n. 7 A,
antiga do Crespo.
DE
Cordelro Niinflrs & .
-

--W_---------1T*
11-
/irmazeni do fumo
Rua
da Madre de Deus n. 10 A.
oc'Domrages do Carmo e Silva participa aon'
seus freg'u'eis e amigte que no sen armazth' l
rta da Madre Deu n.'IO A," e aba wn ootn-,
Eeie-sortimento de fumoem fardos de patente t.'
e 3. Sortej dos melhores fabricantes da 3abii,
e bom assim a flor de todos os Tumos de cerd
em rolos, pawtes, latas grandes e pequeas, taW-
beta oV mw aeredlWtfes' fabrtesnasS Trtr*ai 1>
AHaJIT''LMtoir(> Adolpao SclHndt de C, Liaaur
SeoiM('4l, Veigas A Arauio, Trindade A Ave-
lar, Teixetra Pinte k Portella (garantido pelos
fte-Vnesl (Pdd'Outriis ainde nao condecidos pete
publieo desu capital. O annunciante helara que
lodo tamo que tur vendido em ana caaa aera pete
sea justo valor, e que quando garantir a respecti-
va quadade, sera sincero, mu particurannenM
eom as pesabas que punco entendam da materia ;
poli para bera aervir a Jodos, tem o annunciante
a ionga pratica de 15 anuos deste commercio.
Em tem pos modernos nonhun: de:,
ment opeuromaior revoluco y.o h, e
curar ant^rinrMontc-jiu voga do que o
lUluM OE iwm\'
TANTO NO TRTAME:;Til
DA
Tosse, Crupo,
Asthma, Thisiea,
Rouquidao, Resfriamentos.
Bronchites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peito,
Expectura<;o de Sangue.
Como cm toda a grande serie de cufermi-
dades da CJar^aii.a, do Peito e dos
OrgAosi da i'cspiracfiu. q i tanto
atormentam e fazem sotrer, a uuraamdade.
A maneira antiga de curar eoosi&Ua "'ral-
mente na applicagao de vesjeatorios, san-
gras sarjar ou applicar eiterionnente un-
gentos fortissimo compostos do substan-
cias vesicantes, afim de produzir empolbas ;
cujos differentes modos de cur.ar, nao faziam
seno enfraquecer e diminuir as forcas do
pobre doente, contribuindo por esta forma
d'uma maneira mais fcil e certa psra a en-
fermidade a destruicAo inivitavel de sua
victima I Quam diferente po' o effeito
admiravel do
FEIXOSAL. SI AVAUSVI7A!
Em vez de irritar, mortificar p cauzar inau-
ditos sol rmenlos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor,
Allivia a irritagao,
Desenvolve o entendimento,
Fortifica o corpo
e faz com que o systema
desaloje d'uma maneira prompta e rpida
ate o ultimo vestigio, da enfermidade. Os
melhores votos em medicina da Europa, (os
entes dos collegios de medicina de Berlim)
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relagOes analgicas, e alm disso expe-
riencia de milhares depessoas Hespanhola; as quaes foam (nr...-',.s con
este -naraxllheso rentedio, sio mais trae suffi-
cientes para- sustentaren* a opiniao lo
PEITORAL DE ANACAHE. l'A !
Deve-se notar qae este remedio se acha
inteiramente isento de venenos, tanto mine,
raes, corri vegetaes, emquanto que alguns
destes ultrmos,- e particularmente aquelles
que sao dados 9ob a forma dfl' opio, e aci-
do hydrocianlce, formad)-'-a batida maior
part'des XaropsV cora" os quaes to fa-
cilmeDto ge engaa1 a creduhdarie do pu-
blico. A composiejao d anacabuila peito-
ral atha-Jse linda e cure)9afriente engarrafada
em frascos da medWa de' cetca de. raeio
qurtilho cada urti,-e como' a dse que se
toma s d'uma colher'pequea, basta
gerahfteUte'S app'lica^ d'um ou deus fras-
cos pW a efiWSOacAOdeqWlqnr rara.
Acha-se *''VertdAM em tedas as b< ticas.
H. FYrjitters <1C., afefltes.
r-,---------------
Camisas bordauksg ft 400Q.
Reea9tt"k teJi'*('--4*Wrii eamisas bordadas
Sara bmern, barato por (eren o peito todo bar-
ido a agulha : na rua do Cabug n. 10, loj ada
America.
JRap Rocha
a JPOa KM : na rua d Vfgano n. 7. primei-
ro andar.
CrtfW tla
raa d Bario da Victoria as. i o >, lo-se
vistas photograohicas do jogo de=ta sociwlade,
' qae teve lugar este mes.
---i-


-
8
ijptfk. & Peraambuco
i
JSu
TURA.
---------------------r
* roEziA r. a P4iuoao|tii\ ou o FUTao da
POEZIA K tA -WWATCJA CM KELAgAO
PHILOSOPBU.
Li poetit tsl di tau*
wt c /t*i brtitot d&plus prs
lison.
9kaei
[Conciuso.j
O erro capital de Proudhon consisto,
alm de sua pessima i-uncepco do qde sa-
ja uin litterato, no deseonheeimeuto, nunca
assu lamentdvel, da propria natureza hu-
mana, bem como da misso da poeiia, e
sua condemnago se encerra na dea, que
tem elle dci poema, quando diz que est
morto, fazendo consistir todo o seu pensa-
mooto respeito sobw a associago do duas
iJas, que sao perfeitimente distinctas.
So foi possirel a F. Schlcgel classificar o
primeiro grande periodo da ovolugo huma-
na, nos quatro grandes povos das edades
primitivas ou tradiccionaes, polas grandes
faculdades-razlo imaginado, intclligencia
ou on ten I miento e vonta le, boje nos povos
modernos da Europa esta classificago seria
imposivel pela grande harmona das poten-
cias psychicas, que caracterisa a raga.
Sob este primeiro ponto de vista positivo,
a poezia, sendo a expresso phenomenal de
urna faculdade constitutiva da natureza hu-
manaa imaginado, tendo por baso a
intelligencia, nao est fra das mesma's leis
do 'tesenvolvimento progrssivo da especie,
e o caminho, iberio pela mo dos fados,
marcha do espirito philosophico, ser o mes-
mo, sob a lei de con'inuidade, o quo se-
guiu, segu e seguir a poezia as trans-
formaces conseqaentes da liistoria da hu-
maui lade. Ella se ir amoldando inselisi
vel e fatalmente s impresses cada vez
mais positivas da philosophia, o o que e,ta
chama na sua esphera de ndividadeposi-
tivismo, ter seu correspondente na esphe-
ra litteraria na palavra romaniisino (3)
O mesura Proudhon em perfeita contrahe-
cho disse ." e a novella s conservar valor,
approximando-se da realidad, e porque
anda reconhece a novella om tal altura,
qual ento a sua utilidad ? Como disse-
mos, se a poeia e a arto sao a expresso
phenomenal de urna gran le faculdade ( per-
doe-nos o eschulastico do termo) a imagina-
do, como nos podera explicar Pourdhon a
morte, o enfraquecimento e a nao razio de
ser, no estado actual do progresso phil so-
phco, da poezia e da litteralura? se a
poez urna face ila natureza humana, co-
mo, sem mutilar essa mesma natureza, ella
tender a aniquilar-se?
Se Proudhon roconheceu a necessidade da
poezia e da litteratura como um meio de
expresso entre o progresso philosophico o
iudustrial, na infancia o juventude da hu-
manidade, e se partiu desse fado smente,
sem mais aprofundadas averiguarles no
terreno seguro do positivo e do real, para
concluir da inutilidade hodierna da poezia
e d'arte, onto todo o seu methodo e toda a
sua lgica sao, permitta-se-nos a expresso,
soberanamente risiveis e anti scientiticos. A
ques'o nao saber o que tem sido a poezia,
era smente o qoe ella actualmente, mas
oabor en i poezia e a litteratura um ele-
mento natural e real, run t humana, o que nao s se polo averiguar
por um inethodo directo, como tambem
por um inethodo objectivo, applica lo ao
vasto terreno da existencia e das relages en,
tre i po"zia e as creagoes litterarias com to-
dos os outros elementos ficticios ou roaes,
principa mente com o desenvolvimento pro-
grssivo do elemento racional ou philoso-
phicu as suas tres immensas phases vitaes.
Seria portanto um vasto e fecundissinio tra-
balho o estudo da march' e desenvolvimen-
to da poezia e da litteratura cm relago aos
tres periodos da evoluego humana e so-
cial.
t Ora foi exadamantc a mutabilidad e a
apresentago do varias faces, que sao outros
tantos marcos do progresso e civilisgo hu-
manas, que fez Proudhon observar a
morte da poezia pica (segundo elle a com-
prehendeu) e da mythologia, concluindo
d'ahi a morte e a nenhuma razo de ser de
toda a poezia e de toda a litteratura ulte
riores, sem saber que a poezia pica mytho
lgica nao era m.iisdo que urna pliase de
transigo, anda o reflexo do modo theolo-
gico de ponsar que repercurtra nao s na
poezia como tambem om todas as outras
ordens de elementos sociaes. Foi por igno-
rar este fado que Proudhon chegou a di-
zerque chegaria um da, ondeo pensamen-
to, nao cabeudo mais dentro da lingua, se-
ria um sympthoraa seguro de decadencia
para a sociedade, onde a litteratura conser-
vasse seu antigo predominio, dando a en-
tender ser a poezia e a litteratura urna pu-
ra forma, um phantasina de linguagem,
sem nenhum fundamento solido o duravel
ni natureza humana. A poezia coraegou
exactamente por onde doria constar/ *>-
inegou pela natureza, pelo objectiro, eo-
mtgou, como todos os outros cohheciraen,
tos e expresses da nteilligencia humana,
dando vida e moviment aos objectos exte-
riores desde as flores at as estrellas, ce ne-
gou cantando o quo a inteligencia conside-
ra va ento cima de si mesma -os deuses :
os prlmeiros poetas gregos', 'Homero, He io-
d>, JSsohylo, canta n combates da douses e
gigantes, como na thoogonia, ludas e faga-
nhas dos hroes e semi-detises, como na
Illiada, Escbylo corapoe tragedias sobrehu-
manas, como (Kdipo, as divindades prote-
gen* js hroes, inspiram-lhes aogos, salva-
nos de desgragas, envolvondo-os, ora com o
escudo, ora com um v) invisivel, emfim a
poezia pagam urna poezia semi-divina.
Se 6 a pooza hebraica, sao os xtasis subli-
mes e delirantes dos prophetas em intima
aspirago para Jehovah finalmente a lyra
desses primitivas im.iginsges faz gemer, fal-
lar o soffrer a natureza ; depois a poezia
comegou a voltar se para a propria natu-
reza humana, e a ternar-sc subjectiva, co-
megou a grande analyse'dos sen ti montos e
das paixes. O mesmo tinha acontecido
philosophia, que so so tornou subjodiva,
depoi do conhece te a ti mesmo do S-
crates.
Comegou a phase metaphisica. Pouco
a pouco a anal)se foi se tornando mais deli-
cada, mais profunda, mais vasta e fecunda,
ainda que nao real e perfeitamente humana,
quando novas ideas foram-se ajuntando
metainorphoso da civilisag.l j progressiva do
genero humano. Tomava-se a poozia
mais metaphiica, isto da va corpo e vida
s propriis abstrages pessoaes, os poetas
le ento, como mosmo muitos de boje, fa-
ziam poemas, e poezias segundo as abstra-
ges pessoaes u portanto cauuihawi a banir
os deuses e os semi-deuses Ja scena da vida,
djudo lugar ao elemento mais puramente
humano. A natureza fei-se tornando urna
soliJo magestosa e solemne, e o humea
um phantasma eloquento no meio da crea-
go.
Proudhon anda enganou-se, quando dis-
se que ta edado viril de um povo a poezia
e a litteratura podem conservar seu primi-
tivo o exclusivo dominio. Aqu como em
outros pontos desconheceu quo a humani-
dadu camiidia para urna grande harmona
e para um grande equilibrio, nao podendo
a poezia e a litteratura conservar um pre-
dominio exclusivo, sendo um poder pro-
porcional e natural.
Antes de passarmos adianto, convm an-
da refutar o ponto cm que Proudhon enxer-
gou decadencia na poezia e n'arte- effeito do
sigSo: e eis aqu averiguado o^dizer de biamente o dito de Laugol:.... signe que
Coteu miso\i>o%leu*rmtoqiip/e dcompvitpn. daps la courbe ileimtion.demonstres
k phse s/rHhetiea pornto petie da salte rpport at\c4 qvX no*s entoure
litteratura, depois de terera mergulhax|pafOr Finalmente, para destruimos de todo a
funda e analticamente na natureza kma- ousada e supresficialissima proposigo de
na, encarando a par todas as faee% como Proudhon, nada me precisaramos senSo
se tem feito ultigiraanteBesie petioo, arin- mostrar que os fados, nica pro va irrecu-
cipahnente na Alleraanha,"sendo islodito por savel dos horaeus, fallam altamente con-
um propriofrancezVAeherut,; ce n'ast pas ira si.
seuleuient ditas les eludes philosophiquos et Os povos mais auiigus, que a historia ar-
tnorales qu.'oa vok ledfaut de seus psjeho- cheologicaft philolugica (6) (porque a chro-
logique de l'esprit francais ; on le retrouw nohgica s comega verda.leirameute para
dans les posies et dans les romans, si ros, como diz e prova o eminente Buchner,
sobres de ees dota ils da la vie intime qui dasOlympiadasgregasJtem roconheciilo.so
surabondent chez los poetes et les .romn- oschins, os indios eegypcios, otodossabem
cers de racesaxonne. 11 est vraiquequel- que a India nao so possuiu todos os systho-
quesuns de nos poetes et surto^t da nos mas philosophicos que a humanidade euro-
roraanciers ont abord en maitres la grande pea tem pensado, poisl existiram sem du-
psychologie, la haute analyse des passions, vida de um modosuccessivo n'um longo es-
dos mo3urs et des caracteres; mais en y re- pago de lempo, segundo as lois invariaveis,
garlant de prs, on s'apercoit que, dans ees quo regem o desenvolvimento do espirito
brillantes et fortes peintures, l'eloquence, la humano, a metaphysica, o racionalismo e o
logique, lo suntiinent de 1'ideal ont eucore materialismo sob todas as suas formas, como
plus de par que la representaron exacte et tambem o mundo iudustrial era ahi graude-
minutieuse de la ralit. En unmot, la crea- mente adiantido, e entretanto a poezia nem
tion y domine toujours plus ou laoins l'obser- mor ou o nem eulVaqueceu-se, pulo coutra-
vatiou depois de ter raergulh do, disse- rio seguio o movimento lento da civilisago
mos, no mais recndito do coragao humano, india (e s fallamos aqu du India, porque
chegar a reunir todos esses inmensos dados, a poezia na China mediocre, e no Cgypto
ejogar com ellos n'um s todo real, fecuu- quasi quo nao existe seno de envollu com
do, instructivo e civilisador. E' esta a os inysierosde Thebas eMemphis.) O poo-
grainle o esplendorosa misso, queja come-, ta Kalidasa, dos mats modernos e muito ce-
gou. da poezia e da litteratura no futuro hu- lebre na India, dista grandemente a todos os
mano. E tanto mais luminosa universal resueltos dos autores do vastos poemas gi
ser tamanha influencia, quautoo estado es- gautescos legendarios indios, c ahi existem
thetico for miis geral e uniforme, o que se dramas, que duviam ter viudo, por sua na-
deve esperar om vista das admiraves e lu- tureza, muito tarde,
cidas revolucg, philosophicas o sociaes, Daqui se infere duas grandes verdades
porque tem passado a po.ra humanidade, e i.l Que a bumaui lade asitica, muito
anda ltimamente passar, quando-une mais anllgHt S9m nenj.u,,,,, comparaco,
veine harmonieuse de sentinent penetrera Jo quo a humanidad europea ( fallamos
une fo.s do plus la masse toiit enere de la aqui quanU) a0 apparecirneuto histrico.
socol, crame aux jours d Homere d Es- porqiw quant0 ao geoloj (hyledePh.diasetmemedoDante. (ol En- vi,la Si:r 0 mes,no desde s tins do periodo
taocada poema, cada romance, cada poez.a, terciario, atravessando o diluvium ) passou
cada drama sero profun lamente humanos, antes :1-esUl polos mesmos graos era geral de
abrangoro d ura s lance de vista alto e desenvolvimento civilisa.Jor ou philosophco
philosophico ura grupo inte.ro de idease nos ,mm ,os d-arlt e (1() ,)etLsa.nento, priu-
sentimentos, o hornera ass.st.r (somo j vae cpa|inete a inJia> qUt ,,,;, ,1 ass.st.ndo sahir dasentranhas br.lbanles ou ra?itf mais ^ assemdha S(la civilisai.a0
terriveis das creagoes luteranas, sua pro- com ja Kuroa
pria historia, nao mais por partes e analy- 2. ue ,;'p0ezia t(!in aC0I ,
ses ma.s ou menos exclusivas, falsas e ac- to(las suas ultim ls ev0|a,0S *af
nhadas. mas por rae.o de syntbese narav- eU)ma cino a Hatun;za hamaMr eH
ihosa, real, profunda e completa de sua na- philosophia, tornando-se cada vez mais po-
sitiva, em lugar de matal-a e enfraquecel-a,
tureza.
O allemao e o inglez, tendo-se em vis a muil0 p3lo coutr,,rio dosenvolve, aprofunda
suas obras ma.s analyl.cas e raais exactas da e a wnMi. (NSo ^ ,1)jve e^uecer com
natureza humana como diz Vacherot, leudo- luj0 0 caracttr a, da^civiiisa,a0
se em vista seu alto espirito de synthese, sua Hmdhua.)
penetrago, como diz Taine, em descobrir, Descendo d'esta altura ou tomando outro
progresso darazaov.nl. iN.ugue.n obser- as leu geraes j n1 historia, j na nature- ponlo de vsta aiIlda infel2inente es.
va a decadenca da poez.a e da l.tteratura za, j na philosophia, j na sociedade, se- queceu Proudhon, a poozia e a litteratura
em geral, pelo conlrar.o o seculo de Prou- rao talvez chamados, como foiofrancez no no podein desapparecer do meio da civili-
lhon, o seculo XIX tem sido um seculo
grandioso, onde so elaboraran! as raaiores
't
(3) Quando empregamos a palavra ro-
nan'ismo, no seu sentido verdadeiro,
isto porporcional, humano e real. O ro-
raautisrao lera tido na historia litteraria :
seus tres va ros eallucinagdes, o que tem crea-
do urna escola ultra-romantica, falsa e pe-
rgosa, fado qne so tem repetido tambem
as escolas polticas-liberal ou conservado -
ra ; masesse abuso nao justifica de nenhum
modo a morte do romantismo, porque elle
c a expresso creadora da mesma humani-
dade no mundo d'arte. A palavra romance
no designa naturalmente cont de cousas
maravillosas, e a perverso do sentido pu-
ramente humano, como vulgarmente s* to-
ma a palavra, pelas tresloucadas produc
goes de cortas imaginages doentes e som-
bras. Pelo contrario a palavra romance,
significou primitivamente a lingua vulgar
de um paiz, assim escrever versos em ro-
mance, quera dizer screver versos em lin-
gua vulgar. O romantismo moderno pode
ser considerado oriundo da Inglaterra, em
Shahspeare, onde &em duvida o aprender
Goethe, e de urna conversa desto com Schil
ler, cincoenta airaos antes que o romantis-
mo penetrasse era Franga nos poetas da res-
taurago, que "data na Allemanha, e
portanto no continente, o seu apparecimento.
E nem se pode substituir outro norae para
caracterisar as grandes, variadas e mltiples
manifestagoes da imaginago humana era
toda sua tiberdade,
Verda.de que o romantismo tem atravessa-
do at aqui urna phase mais ou menos rae-
thaphisica, phase que a continuago gra-
dativa do periodo classico, laes o alegoris-
mo ...liano, asymbolica e e phantasphago-
rrsrno allemao. (Schlegel Histoire de la
litttrature ancienneet moderno.) Mas o ro-
mantismo tende adescer e j tem detci-.lo
taesmo i Tiya, realidade.
concepges do genio, onde se fizerara as
mais vastas e mais ou menos exactas analy-
ses e observages do corago humano, onde
brotaram finalmente as mais exquisitas fio-
res da imaginago. Como Proudhon, vi-
vendo sob a influencia de semelhantes ath-
mosphera, poude pronunciar to grande
leviandadefl
A razo viril, em vez de aniquilar ou en-
fraquecor a poezia o a litteratura, a chama
mais slidamente ao terreno de pura huma
nidde, par l'appel mixte, como diz Cra-
te, ac*j, aontnents et iintelligence. A
poezia o a litteratura teem portanto um fim
supremamente soeial : ao passo que a scien-
cia e a philosophia consolidara e esclarecem
com urna luz mais penetrante e trauquilla a
razao e a intelligencia, a poezia com todas
as suas creagoes, com todas as suas doscrip-
ges psychologicas das paixoes e da vida in-
tima, encanta a imaginago, instruce fecun-
da a intelligencia, desenvolverlo os senti-
mentos e elevando e espirito a urna regio
mais pura e ideal, e entretanto anda real-
mente humana, porque quem que, obser-
vando a natureza humana em suas mani-
festagoes sociaes no mun lo dos sentimentos
e da imaginago, que por sua vez assentim
sobre o fundo solido da razo, desconhecer
que a propria vida commum no mais do
quo um continuo romance, um continuo
exaltamenlo da intelligencia, da imaginago
e dos sentimentos a um ideal natural e
sempre desojado, que muitas vezes est em
antagonismo com os prejuizos e costumes
mais arraigados ? a vida do homem mesmo
o mais austero e posit vo no doia de ter
grandes o repentinos lances de poezia e ro-
mantismo.
No se canse portanto Proudhon em pro-
clamar a morte c o aniquilamento da poe-
zia c da litteratura, porque a propria his-
toria e vida do ho.mem o desmente inteira
mente.
Ataqui tomos visto do um modo analy-
tico a marcha parallela da poezia e da litto-
ralura em relago philosephia, marcha
que constitue a inmensa dynamica da vida
social.
(fallamos en geral perqu a poezia muitas
vezes na historia achou-se contradigo com
a philosophia.)
E eis aqui justificado o ponto em
que Corato considera a lei do progresso ap-
plica vel, em despeito das apparencias,
poezia e arte, bem corno aciencia e
poltica, c toda a distancia, que vae dos
primeros poetas e litteratos aos derradeiros,
foi determinada por Stael na saguinte pro-
posigo : os primeiros poetas foram nota-
veis pelo esplendor e pela variedad das
iraagens, mas no pelas relexes aprofun-
dadas do espirito.
A poezia, assim como a philosophia, par-
tiu na historia, como vimos, do complexo
ao analytico e seu ultimo termo de jornada
ser o synthetco, o o Fausto de Goathe e os
Miseraveis de Hugo sao talvez o primeiro pas
so para o transformismo no mundo d'arte.
E assim como a philosophia em todo o pe-
riodo, que comega em Scrates, que co-
mo o lo de transigo do mundo do com-
plexo e da tradiego ao mundo da analyse,
e se esteude at que E. Kaut, o imroortal
introductor da critica na philosophia (4) e
at Hegel, atravessa urna immensa e fecun-
dissima p >ca de decomposigo, e chega a
seu iesenvoivimento synthetco em A. Com-
te, assim tambem a poezia e a litte-
ratura desde Homero, o enthusiasta e inimi-
tavel pintor da natureza, at Shakspeare
(oprimeiro analytico do corago "humano
como o reconhecia ento Goethe) e at Hu-
go, o igual de Goathe, tem atravessado o
enormeperiodo de analyse e de deeompo-
(4) Bem sabemos que autos de Kant, al-
, na uu ron uranuudicrer uu llli'io na ClVIII-
raoviraentoouordemphilosophicanapessoa svi0f co,no inulil> 0 sa0 0 nslm.
do mraortal A. Crate, e que pode anda ser ment0 pjelo da mesrna.
continuado pelo alleraoe o inglez. a reahsar, Ellas animara, conservara e exaltara as
primeiros esse grande futuro luterano, e das e os sentimentos era relago quera
continuar no indefinido periodo da consoli-
dago artstica.
III
moral, quer s artes em'geral. Conservara
relages intimas, como demonstra Stael,
essa mulher phenomenal, com .1 glora, a
N.nguem poder negar tao grande evolu- Trtude> a |bt5rdad e a fe|cdade do ho-
go em todas as ordens de raovimentos hu- mtil> sem duda nao Sena dlffici| r
manos, n.nguera poder desconhecer, a, no ^ a nistriat ^^ as maiores ^ as
serum espiritoacanhadoeatrasadissirao,que virtudes mais subUmeSi as mais admiraves
to la a historia do homem urna grande an-abnega(.oeSt e as |orias mmortaes dos
tithese e um grande complexo, urna grande poVOSSao um.effeito quasi sempre da littera-
analyse e caminha toda inteiramente para ttlraf assira C(jma 0 raelhoramento e pi.rifi-
uma grande e indefinida synthese. c^0 dos costumftS> que pr sua vez ;.se
O movimento ja coraegou pela philosophia reBCtir sobrt3 as ,eis e as nsli[uc#s po|itl.
era A. Comte, e e continuado pelbs seus .1- cas A m,iijr Q mk sub|me revolui^0
lustres discpulos, principalmente pelo eru d is da u Jesus-etmsto, 89
d.tissuno L L.ltre, (no nos e desconhecida muit0 deveUj aIm das idas ^^y^^
adoutr.nadeKrause). Apoezia eahttera- edos pr0gressos da philosophia, luto-
tura no podiam e nem podorSo donar do ratura.
obedecer aonorme dynamica do progresso. ^ quererinos accuiaular fados, porque
E a poezia que ens.nou aos po- iramos lo|)Ke> dire,nos so|)re ^ pon^ u'ma
concluso final : so foss possivel morrer a
vos as edades primitivas, quando elles j
tiuliain sabido grandemente do estado pu-
ramente animal, a pensare.n e a engrando-
cerera-se, ser na ultima hora sua mais inef-
favel cons dago.
Como tinhamos dito, o erro capital de
Proudhon se resolva todo em querer muti-
lar a natureza humana. Nos primeiros tera-
pos, inncgavel, a imaginago dirigiu o es-
pirito philosophico, como a faculdade de ini-
poeza e a litteratura no meio dos homens o
com ellas a imaginago, a vida social apre-
sentaria o aspecto desolador do egosmo que
invadira do modo mais material e estril
todas as relages.
Mas felizmente nem os fados nem a lgica
nos authorisam a concluir o que Proudhon
temerariamente ousou aflirmar ; emquanto
o homem tiver lagrimas para derramar,
novas sobre todas
poezia o um li
extremamente sentimental e humana, sau-
dosa do passado, consoladora, calma e lu-
cida, e no obstante por vezes sombra edp
mais delirante ideal. t
A mulher, que ataqui tem sido, gragas
civlisacio, o idolo oo assumpto ijfcte-
roso d poezia e da Ifttratura em gtral,
no drama e no romance, adquirir u'ossa
idade (quando tiver urna educoeflo' propor-
cional e melhor um predominio exquisito,
divino c sumraamente esperangoso, ser
como a arca 'dtsalvago, o anjo tutelar das
sociedades. Todas as relages humanas
sero o dominio e a vastissiraa esphera da
nfluencia da poezia e da litteratura.
No so nos venha superficialmente objeo-
tar que urna poca caractersada pelas ideas
e as aspirarles da civilisago moderna nio
seja capaz d'essa suprema e exquisita delica-
deza, perfeigo e lucidez, porque seria dre-
conhecer, quem tal trivial pnsamento ti-
vesse, a reali lade, os effeitos da civilisago
hodierna, que sao o producto de todos os
elementos histricos naturaes ou ficticios,
eternos ou transitorios, sobre a educago e
a consolidago mais ou menos imperfeita e
falsa do espirito da humanidad Civlisada
actual.
No a forma, no a rae*hanica, nem o
habito quasi inconsciente que ha de lalvar
a humanidade, massim a conviego, a cla-
reza e a forga das idis. Todos os ele-
mentos exteriores e ficticios, que teem civi-
lisado o adiantado o movimento do progres-
so, teem desappareci lo e vio pouco a pouco
lespparecendo, depois de cumprir sua
misso, sem comtudo licarem perdidos
seus effeitos mais 011 menos sal uta res ou
funestos. Assim nao importa que a huma-
nidade seja umdia simplesmente positivista,
e no mesmo tempo nada perca da parte
salutarda educago accumulala at hoj, o
que a tem successivamente transformado
nos estadios da historia. (7)
Provados d'este modo a misso, a natu-
reza e os lins da poezia e da litteratura,
em marcha para'lela cora o dcseirvolvimen-
to 1I0 espirito philosophico, chegaremos a
um ultimo ponto das asserges de Prou-
dhon. No exacto que os homens da
sciencia, nem mesmo os cultivadores das
mais exactas e abstractas, nao apreciem o
no tenham o sentimento do bello das pro-
dueges do genio Iliterario, a no ser um
espirito exclusivo o cstreito, mais nunca os
ver ladeiros homens de genio, cerebros
completos, en le as faculda les se exercem
de um modo perfeito e harmonioso, seja
Newton, ou .eibnitz, Pascal 011 Kant.
Olinda, 31 do go to de 1873.
Thomiz Muniz.
ciativa (temos exuberantes exemplos na India dres par., aiIivia|.t ub1 seiisac0es Kralas
ena Greca), depois que o espirito Dh.losoph.-ou dolorosaS) t,iqualll0 tiver asprages,
co porem, no seguimento daedade de ferro, amor e jxoeSi a a e a itteratlYra torao
que atravessamos, coraegou a reagir e por n razaojle ser> e um alto a r(J.
sua vez marchama vanguarda da civilisago, presentar na vida
corrindoos transviamentos daquella, een- ^ M po,|osse c-om eia(.lida0 pr0phetisar
trou em novas phases progressi va*,, a ima-
ginago, auxiliada de novos elementos
histricos, producto gradual da asceoso da
intelligencia, atravez dos secutes, e jungida
mais fortemonte razo, deixou se guiar
pela philosophia, e a poezia, como j disse-
mos, de gigantesca, monstruosa e delirante,
foi-se tornando (e essa pasfcgem nio arbi
traria, tem sua le que i a que estabelece-
mos cima) mais proporcional, real e hu-
e descrever os caracteres da poezia o da
litteratura no futuro, teudo-se por dados os
progressos o as temlerfcias da philosophia e
da civilisago, ter-se-hia feito .um vasto
um harmonioso quadro, onde a luz mais
pura se combinara .sojumaemeute com as
mais delicadas sombras; entretanto tente-
mos ainda que por lgeiTos tragos bosquejar
na tela do futuro essa mesma reprsentaco;
que urna cousa real e vira, porque se
guns phihisophos e principalmente Hume,
de quem Kant era adversarin, tinham
aborto caminho u Kant, uus foi este, quem
*jiidilicou as bases da critica da aleuda, dos
conheetmeutos humanos,
mana, e assira continuar* oseu progresso. funda ^Dre a -, fl ,ei da ^^ ^ ,(t_
Mas isto no rmporta urna solugo de con- ^jm^
tinudade, seno urna simples transigo, o \ o historia.Ior-ph.losopho, dada-lhe qual-
quenoconhewuProudhon erro que, como rJa b8l()ra de um 0 CQm
j vimos, resultou para elle do desconheci- todas ^ suas das phiiSOpQcaSf soches e
ment de um simples fado : nenhum ele- KuB0Ms, pedera como advinhar o quo
ment que ontrou, que serym de base, e tem teria 8do a ae a ,itteralura '^ povo
caminhadoataquinaciviluac^o humana, lo g^^ a alma as aniraava ; e se
poder morrer, e antes tender* constitu- Cousin acredita va que. 1 he sendo apresen-
go de urna vasta e geral harmona estneti- {adM t Mlureza phvsca de um ^ a dls.
ca, philosophica e social, quando esse ele-. ^^ ahura de Mn raontanhas, a fo-
mento no tem urna existencia ficticia, e an-'cuoddade de Mll sol0( a qutnldade de
tes assenta radicaiipeftlMas proprias eutra- (MU8 rios e aes> a Mlureza de ^ cliin, e
nhas do homem, po^M elle nao mau oonfigu,,^ de ^ territorio, poderia
do qoe urna exprsala fbenomenal de urna pronosticar do futuro desenvolvimento de
grande potencia, elem^Ur, assim .a pcK^ a dvi|sa0o e ldas> aoto ma. col|.
z.a e as bellas artes, sao para a imaginago, fc^ 0 ph.losopho n'este terreno dez
o que as artes raechanicas, o direrto ea in |Tezes ^ ro? E (om e|et0> ten,,0
dustria sao para a razio e a intelhgen- ^ ^^ H influencia das idas philoso-
cia' ..... Iphicas, religiosas e sociaes de um povo so-
Desta observado philosophica e verda- bresua ,a e 1tleratura e vic^v^sa por
deira chega mos a urna concusao necessana, Mr e nAo S(j deterraiuar mais
que vera a justificar compleUraente o systhe- ^u nmo? a natureZa'( a aspiraco, 0 |an
raaComt.ano,e que o modo primitivo da e M caracteres da p()eza no fulur0 na0
lgica humana, que tem marchado atravez mul0 Ja huiaanJade ?
dos modos metapbysicos e mesmo positivo ( Tem-se dito muitas vexes, em face das
soba forma monotheuta, j nodulo j na ^for^ critic;is e tendencas da philoso-
pol.tica. e am todas *s outras orden do co- ha moderM que 0 ^^ actual 6 um
nhecimen.o.todo ficticio, pou nio tem raz ^ui0 de duvida e mesmo do descrenga, e
na natureza humana e por tanto tende a ani-
quilar-se
motu continuo
tiver curaprdo^sua" ephemera mi^o entre 9^tmto do ^ciar philosophico contem-
os homens, muslo qoe j est sendo suba- ^^ 0 ^ *0Q ^ nte as
tuuida e continuar a^l-o completamente ^ pb,iosophicas e os hbitos sciaes para
pela edocaglo philosoph.ea e jurdica da es- a a fl a ftteratur, assm tambemvir
pec.e. Sua passagem,como a dou rsele- S(, ,|lo M uraa idadfi humana> ^ ;a
mentes ficticios, tem sido no ceu da hut..- ^ a ^ cbamala de d.
na meteor.ca e transitara, e aqu cabe sa- creo^ede SynUltfsei onde a-p<.ezia e a lit-
is as cousas ser orna | c^p,^,^ de tos ,,;, M muiheres
tteratura triste, delicia ao ^^ daHnveolar. J i que nio
valora a peda ler a senhora a sua propria
obra.
O que me diz. perguntou a moga fin-
gindo-sa adurinada, ento o seu livro con-
tera ioilos os a|dls| atelutamante t
ToVlos.'sqto, Ifflrtudu *ct orgulho o
philosopho ; e nio fui seno altentaraente
estud f4*im livro bem singular, redarguio
a moga a son ir ; e creja-rae, senlior phi-
losopho, que patita. A impossivel : o
inesnio qne querer conservar agua n'um
crivo.
A rabes vial e vingativa, rodando d
conversa^ oomaeou a exhalar suspiros e a
laugar ao pretendido sabio to vivas olha-
dellas quo ello esquecti logo seu livro e
quanios ardiscontiha.
Breve moslrou-se o nossp hornera o mais
apaixonado dos raortat6, e,' aome iam-lhe
dando corda, no lardou a fazer urna de-
clarado era regra.
A rabe, encantada de ver que elle olTe-
recia-se sera deeza sua vinganga, finga-
se enleiada.e mostrava temer a tentagao.
O philosopho sentia desenvolver se I he o
calrico ; nutria j as mais luougeiras espe-
rangas, quando a joven dama, que lobn-
gara ao louge seu marido, disse-lhe visifel-
luente transtornada :
Estamos perdidos ; "meu marido vai
sorprende-lo aqui ; que ha de ser de mim ?
o homem mais ciumento e furioso qua
crahego. Em nome do propheta, venha
occult O philosopho, no vendo meio de sahir-
se doembarago, entrou com seu livro para
o cofre, que a dama fechou aprosadamen-
te chave.
Foi em seguida ao encontr do marido,
fez-lhe muitas festas e servio-lbe dejantar:
.\o lira da refe.go, vendo-a o esposo to
alegre, iuquirio-lhe o motivo de a vir en-
contrar assim de to bello humor.
E' preciso que eu te cont urna aven-
tura interessante. disse-lhe a joven dama.
Veio aqu boje minha teuda uraa especie
de philosopho, que inculca ter colecciona-
do emum livro quantas artiinanhas pode
por em pratica a mulher ; convidei-oa des-
cansar era nossa casa, tratei-o obsequiosa-
mente, e o pago que deu-mo esse ridiculo
sabio foi me fallar ora amor. Contesso que
fing escuta-lo cora prazer ; fi-Io nutrir e>
pertocae, ello ia-se ji excedeudo, quando
perinittioAlldh quechegasse tempo de pre-
venir qualquer violencia que elle tentase*
inintia rrtude.
Conjecture cada qual os transes do pllo-
sopho, quo tudo ouvia do cofre onde se
achava ; gelado, macilento, horripilado,
maldizia de todo o corogo o livro que tinlia
debaixo do brago, as muluores eos maridos
ciumeutos.
O marido esciiava a moga com o socego
da tora que arma o bote para de um s
movimento estrangular a pieza. Ao termi-
nar ella, rugi cora cavernosa voz :
Eonle est este patife, para que eu
o reduza a po e saeie-rae era seu sangue r
Nada de precipilago, volveu-lbe a
moga (ingindo muito raedo ; elle est occul-
to ueste cofre, cuja chave teuho no meu
bolso.
D-me I vociferou o sofreg marido.
A jyven, apparcutando sempre o intuir
terror, eutregou, no sem aiuda hesitar, a
cba>o ; mas. quando o marido ia mote-la
na fechadura, ella, soltando urna argentina
gargalhada, exclama :
Uanhei o diasdeule l gauiei o dias-
desie !
O marido respirou, como se Hie tirassem
dos peitos dez arrobas.
E era preciso isto t murmuren meigo
e j risonho. ,
Pague, meu amigo ; no disse que
no acreditava em nada que eu dissesse ?
Para outra vez seja menos curioso, accres-
centnu, to nando-lhe graciosamente a chave.
O mando achou se to feliz depois da
colera que ti vera I Tomou a osp..sa uos
bragos, ralhoudhe amorosamente por o ha-
ver mystilicado, deu-lhe em paga do dtas-
desle perdido quanto dinheiro encerrava sua
bolsa, e sabio prometiendo trazer-lhe um
iioiiito cacbemiro, sob condigo, porm de
no mais pregar-lhe semelhantes pegas.
l)t>pois que a joven perdeu de vista seu
esposo, veio abrir o cofre onde eslava mais
morto do que vivo o nosso sabio, e disse-
lhe :
V, Sr. philosopho, e escreva mais
esta em seu canhenho.
VARIEDDE
CHIME NO MAU. L-se no Jornal da
Noile :
Concluso
Era difiicil negar em presenga de laes
indicios para no dizer proras. O homem
porm confessou tudo.
Tinha subi'lo tolda a horas a dianta-
das era noite, e no encontrando o monge
russo imaginou que o capito o tinha aju-
dado a evadir-se, se o no roubra aliran-
do-o depois ao mar. Accusou o capito de
ter procedido deslealmente. Seguio-se a
a tercago vio'enta e o persa langou rao
do um inartello o assassiiiou o capito.
Tepois foi ao lugar o ule estiva dor-
mindo, espera do seu quartO, o outro ma-
nnheiro, uiatou-o igualuente e deitou-o ao
mar. No se atreveu porm trucidar a
crianca. Envolvou-a era una vt-la, sup-
pondo que assim morroria asphixiada.
Desdo que se vio s no cahique, apo-
derou-so de todo o dinheiro que havia a
bordo, tomou os papis para quo no se
soubesse o nome o a procedencia da embar-
cago quand fosse encontrado, e saltando
no escaler que ia a reboqae popa do
navio, cortou a amarra, e foi desembarcar
na praia mais prxima. A corronte levou a
Stnyrna o cahiquo desamparado, como se a
Providencia quizesse mais urna vez frustrar
todas combinages humanas para encubrir
ou disfargar os vestigios do crime.
Est era andamento o processo.
. secuio ue uuvtna e mesmo uo uescieuca, e
?za humana f por tanto tende n,ani- creraos na Mr difficiI achar4e nas
'.- P0" Pi0-e^ 8U8, le!, produeges litterarias do mesmo, na poezia,
itinuo progressivosocial, quando j draiD, e no romamje 0 nno%lV() e
(5/ Esquecemos de dixez qoe A. Comte, toratura influenciadas fatalmente pelas idas
alistando sa de.Saint Simn, seu mestre, _____________^
chamara a escola revohicctouarfa de nega-', (6) Vid. Maux Muller, o sabio philo-
(iva, mas outro pp.to. em que discord-|loge, especialmente sua obraEs sais sur.
ra.06 ao pensador, l'hUtoire des religloos,
QUE MULHCRINHA IPara intelligencia
lo caso que se segu convem saber-se que
os orientaes, cuja religo prohibe-lhes da-
reni-so aos jogos de azar, usam muito de
ura jogo a que do o nome de diasdest, o
mesmo que entre nos conhecido por phi-
lippe.
Certo mancebo musulmano, que inculca-
va-se philosopho e propalava quo odiava
as mulheres, fez urna ampia collecgo de
todos os estratagemas maliciosos que as mu-
lheres sao capazos de fazer ; trazia conti-
nuamente a obra comsigo, e acreditava-se
ao abrigo das artimanhas do sexo encanta-
dor.
Um dia, viajando, teve de passar perto
de um campo de rabes do deserto ; urna
joven rabe veio ter com elle, e convidou-o
to obsequiosamente a descangar em sua
leuda que elle no pode impedir-se de acei-
tar o convite. A moga disse-lhe ser casada,
mas o marido estava ausente.
Tendo entrado na sala da formosa rabe,
mal tinha-se sentado, abri logo o philoso-
pho seu livro e poz-se altentaraente ler,
inquieto e receioso de doixar-se prender
pelos encantos que va era tanta profuso.
A joven, offendida pela falta de delica-
deza do mogo, disse-lhe :
E' preciso que este livro seja muito in-
teressante para que prenda nicamente as
suas vistas, senhor. Ser-mn-ha permittido
perguntar-lhe de que sciencia trata ?
Fui eu quem o compoz, respondeu o
philosopho em tom de falsa modestia ; con-
ten segredos que no convm ser divul-
gados.
Eujulgavaque se fazia lvros para
torna-Ios pblicos ; de que serve ser sabio
para nio divulgar-se o quo se sabe ? m
roubo feito sociedade.
Convenho nisso, volveu o nosso phi-
losopho ; mas o assumpto deste livro no
da competencia das damas.
O senhor rebaixa sem piedade as mu-
lheres, retorquio a moga com prazer ; o
propheta foi mais favoravel para comnosco,
pois que nio nos excluio do paraizo.
A recusa do philosopho exoitou eada vez
mais a curiosidade da rabe ; ella instou
tanto, que elle disse-lhe atinal :
Sou cora effeito o autor deste livro,
mas o seu fuudo no perteuce-me ; urna
(7) Nio viemos aqu mostrar os modos
de organisacio dfl eduoagao infaplil e femi-
nina.
SATURNO. Filho querido de Urano,
Saturno era rei de Creta. Quando o mais
amigo dos deuses resolvou desfazer-se dos
ministros que engeudrara, Saturno, armado
por sua mi, a Terra, com una fouce fatal,
arremetteu contra o seu progenitor, e li-
bertou seus irmos, que eslavam a ponto
de ser precipitados no barathro.
Fez depois Saturno as pazos com seu pai,
e subi ao throno sob condicao de no
educar nenhum filho varo. Fiel sua
promessa, devorava todos os seus filbos
desde que nasciam.
Hhe.i, sua mulher, conseguio en:reanlo
salvar Jpiter, Neptno e Pluto. Expelh-
do depois pors u filho Jpiter, refugiou-
se na Italia, no Lati, cujos povos civili-
sou.
O tempo que Saturno passou na Italia
foi chamado a Idade de Ouro, porque todos
os homens vverara afortunados.
Saturno a encarnagio do Tempo, e para
alguns poetas a imagem da Morte.
SINISTROS MARTIMOS.A direcgo do
Veritas publicou a lista dos navios que sof-
frerara sinistros, durante o mez de julho
ultimo.
Os navios de vela completamente perdi-
dos foram 99 43 inglezes ; IS francezes ;
10 allemies ; 7 americanos ; 5 itelianos ;
4 portuguezes: 5 suecos ; 3 russos ; 2 dina-
marquezes e i hoUaudezes; 1 austraco ; 1
brasileiro; l nicaragua; 1 repblica ar-
gentina ; e 1 cuja bandeira ficou descenhe-
cida. N'este numero se comprehendem O
navios que se suppoem perdidos com os
carregamentos e equipagens em razio de
completa auscucia de uoticias acerca d'elles.
Asombaroages movidas a vapor tambera
perdidas totalmente foram 13 11 inglesas ;
1 americana; e 1 hollandeaa. Julga-se
perdida a equipagem de um d'esses barco,
pulo motivo de nao havor noticia algn.na da
sua paragwn.
TYP. DO DIARIO -RA W-'g'B UK C.V.

1
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V
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A
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