Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13043


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Full Text
AANO XLIX. NllERO 218
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TE1CA FURA 23 DE SETEMBRO DE 1873

PAAA BBSVBO E FBA 1>A PBOVINCIA.
r ttea majes adiantados............
ts aitos dem.................
for iw dhof ............
For um aun idem.................
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MKktft
MPNO
PROPRIEDADE DE MANOEL FICEIROA DE FARIA & FILHQS.
**s Sts. Gerardo Amonio Alves 4 Filhos.no Par; Gonralves Pinto, no Maranho; Joaquira Jos de Olivara H, uoGaar; Anioaio de Leinu Braga, no Aracatv ; Jote aria Julio Chayes, no Ass; Antonio Marques da Silva, no Natal; Jos Jus
Pcreira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa ift'hpha; Belarano dos Santos Buido, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna; Joio Antonia Nachaeo, no Pilar das Alagdas j Alv A C, na Babia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio,'de Janeiro.
PARTE OFnCIAL
lieru da provnola.
KXPDIK.NTL DO MA 30 OR JUfHO lili 1873.
1' secefto.
Aclo :
O presidenta da pr*vncia, attandeudo ao
que roquereu Quirino Jos Mvieira, resolve con-
ider-lhe permisso para ir ao presidio de Fer-
H indo de or mhi Halar de negocios de seu par
tirular interosse; i;o:ii a eondQao, purera, de val-
lar para esta capital iii.tiidj o coronel Autaniu
. iud$ Leal regrossar da co.u misil a qus vai ao
mesmo presidio.
Officios:
Ao brigadeiro conmutante das armas.
I-'an*ii)ill> a V. Etc. para ter a devida execncio a
copia unta da tab -lia, que nesla data approvei
provisoriamente, arbitrando o valor da etapa Jpara
ai pravas do exordio e da guarda nacional des-
1 icada nesta provi icia, e da orrageru para a ca
vainada da comp.intiia de eavallaria, 110 se.n ;stre
da aili 1 a deze.nitro proxiin.* vindouro.
Ao commandante do presidio de Fernando
de Norouha. -Enve V. S. para esta cipitai na
p.iiueira opporlunidade, com a precisa seguraruja
o guias respectiva*, o sentencia los Anlouio Jos
de Sau'Aivaa, Jos Ferreira da Silva e Jo Je de
Franca Jacob.
Ao uiesiuo.-Transmiti a V. S. pira o de-
vidos lins as guias inclusas d 1* sentenciados cons
tautes di re icio junta p >r copia, que, segundo
0 ficio do juiz le direito da 1' vara, de 23 do cor-
Ao uiesmo.Transmuto a V. S. as Incluas
guias dos sentenciado- con-tantos da relami junta,
que, segundo offle do juiz de direilo da 1' vara
civel, ja se achara uesse presidio.
2* uccao.
Actos:
O prndente da provincia, de souonnidale
cora a proposta do Dr. chefe de polica, n. 1,157
de 28 do eorrente, resolve nomear para o lugar
vago de 3" supplente do subdelegado do 3" dis-
1 rielo do termo da Escuda o cidadao Augusto de
barros Correia.
O presideute da provincia a'tendendo ao que
requeren o capitao aggregado do 6' b italho de
infanlaria da guarda nacin.il de-le municipio
Jas Pereira da Cunha, ao parecer da junta de
-and 3 que o julou incapaz do servioe activo, e
menmelo do co-nman laule superior respectivo
em oUicio n. 631 de 25 di crreme, resolve trans-
i ir h dito capitn para o de reserva, de eounr-
midade co.n o dispnslo do ari. 69 da lei n. 602
di' 19 de selembro de 1850, licaudo agregado ao
2 balalho respectivo.
Officios :
Ao Dr. chefe de polica. Devolvendo a V.
S. os oiDcios juntos em original, do delegado de
polica do termo de Cimbres e subdelegado do
districlo da Alag oa de Bailo, tenho a dizer-lhe
que por ora Din pede ter lugar o augmento do
destacamento de Aguas Bellas, e nem ser tirada
pra^a alguna do de Buique.
Ao coinmandanio superior do Recife.So
leu lo comparecido a 26 do crrente o teuente-
eoronel Joo Valentim Villela e major Antonio
Jo.-> Alves do Brilo, para corapor a junta que
tmha de julgar em ultima Instancia varia< pravas
de polica, de novo designe V. S. 3 olciaes snpe-
1 lores para comparecerem neste palacio no da 2
de julho profano futuro ao ineio dia, atlm de ter
lugar a minino da dita junta.
Ao juiz de direit 1 da 2' vara.Desigu > o da
2 de juluo prximo futuro para ler lugar a reu
Dii da junta que em ultima instancia lem de
julgar varias pracas do corpo d^ polica, e que
diixuu de ter lugar a 26 do correule.
Ao juiz de direilo de Cimbrea. Inteirad >
das importantes diligencias feitas centra diversos
i ruinosos de que trata Vmc em seu officio de
21 deste mez, coreadas de feliz resultado, tenlio
a dizer-lhe que espero que as autoridades des-a
comarca, e em particular o subdelegado de Al.i-
soa de Baixo, continuem no louvavel empenho
de perseguir criminoso?, com o que bons servi-
5 [irestarao a sociedade.
Ao promotor de Santo Anuo.Envi a Vmc.
i- papis juntos para que, de confonnidade com
a lei, proponha acgo competente, ou pronnva o
que for de direito, em favor de Daymunao, que se
da hvre, e est como escravo eui poder de Ma-
uoel Antonio dos Sanios Das.
Ao coraraandante do corpo de polica.Dc-
volvo a Vmc. o processo do con-clho de julga-
iH'uto do iolJado Francisco dos Saulos Lilis,
atim de que seja cumprida a sentenqa do dito
conselbo.
Ao mesino. -Faca Vmc. substituir por ou-
tros o official e pracas que ?e acham destacadas
em Limoeiro, como solicita o mesmo offleial, se-
cundo seu olcio n 36 Je 23 deste mez.
Ao mesmo.Pode Vmc. engajar, sendo ido-
uco, no corpo sob seu commando, o paisano An-
tonio V'ieira de Macado Luna Filho, de que trata
u seu offleio n. 36' de 26 do crreme. ,
Ao mesmo. Louve Vmc. o sargento com-
1'i.iiidaule do destacamento de Cimbres, Joaquim
Beierra Cavalcanle, pela captura do criminoso
Francisco Antonio de Sales, que elle realisou(< se-
ga ado participa e juiz de direilo da.comarca,'
3.' s#cao.
Quicios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda.
A 9 deste mez enlrou o bacharel I0S0 Vieira de
Araujo, juiz de direito da comarca de Bom Con-
slho, no g.no da licenca de ires mezes qu^ Ihe
l 'i comedida pelo governo imperial por portara
de 2i do maio ultimo, o que cour.nuni a V. S.
para es devidos lins.
Ao mesmo. -Transmiti a V. S. as duas in-
clusas comas em duplcala, que me foram reraet-
tidas pelo director interino do arsenal" de guerra
com ollleios dn 8 de Janeiro e 8 de abril deste
auno sob ns. 336 e 395, a que alludem snas in-
f-rmacei de 28 do eo rente ns. 311 e 3l2, afim
de que mande pagar a Augu-lo Cao s a importan-
va dos medicamentos foniecidos por elle enfer-
mara militar dos menores daquele arsenal, se-
gundo inJicam as respectivas comas.
Ao mesmo. -Commnnico a V. S. para os
d*vidos fins que, segundo eclarou me o Exm.
o Rvm. bispo diocesano em officio de 26, a 23
do corrate fora nomeado para o cargo de viga-
no encommendad.) da freguzia de Garanhuus o
Rvd. Pedro Pacifico de Barros. "
Ao mesmo. Tendo ajiprovado provisoria-
nicnte a tabella organisada por assa thesouraria
arbitrando o valor da etapa para a tropa de linha
e da guarda nacional destacada nesta provincia, e
da forragem para a rcavathala da companhia de
cavallaria no semestre d j albo a detembro pr-
ximo viodouro, transmillo j, V. S. copia da re-
f r h lab'jlla, aSm lo que toaba a devida execu-
co.
Ao mesmo.- Transmiti a V. S. para os de-
,iids fins a inclusa ordem .o thesouro nacional
' 4e 15 do correte sob a. 110.
Ao inspector da thesouraria provincial.Com-
manico a v. 8. para sea coohecimento e devidos
fiasaue segundo consta de olDciosdo Exm. e Rvm.
bispo, diocesano, lora a 3 do correte exonerada do
cargo de coadjuctor pro-parocuo da fregneiia de
Noisa Senhora da Coneeleoio de Naureth, e no-
meado vigario eogmmendado de Garantiuas, o
Rvd. Pedro Pacifico de Barro s, e bem assim que aa
mesma dau fora nonwado para aqueile cargo o
Pivi Jos Fraaeisce da SiIv, Borges.
' Ao mesmo. -Annuindo ao que solcitou o
tenonte-coronelcommandante do corpo de polica
era oiDcio de 28 do correte sob n. 270, autoriso
V. S. a mandar abonar 2 mezes de sold a pra-
cas daqu^lle corpo qno va o destacar em Serinheip,
a contar do 1 de julhfl vindouro.
Ao mesmo. -Tendo o Exm. presidente da
da provincia do Ri 1 Grande do Norte participado
a esta presi leticia, cm otllco de 19 do crreme,
que ticavam expedidas as.convenientes ordens no
sentido di; ser paga ao fornecedor da casa de de-
teneao, bacharel Joaquim Jos Ferreira da Rocha
Juuior, a imporlaucia de 7J227, despendida com
o sustento do preso pobre Jos Ambpizio dos San-
tos, recoliildo quelle estabelecimento ; assim o
comiiiunico a V. S. para seu coahecimento e de-
vidos elTeitos.
4' sec^ito.
Acios :
= O presidente da provincia, attendenJo ao que
requereu a professora publica mineada para a ca-
deira da villa de Ingazeira, Mara Candida de Fi-
gueiredo, e teudo em vista a informago do Dr. di-
rector geral interino da inslrueeo publica, de 18
do corrento sob n. 175, resolve conceder-Ihe tres
mezes de prorogi'.-.o do praso que Ihe foi marca-
do pelo referido director para entrar no exercicio
ie sua cadeira, sendo a raesma proroga^o conta-
da do dia 26 do crrente.
Ollleios :
Ao Exm. Sr. Dr. Joo Capistrano Bandeira
de Mello Filho, presdante da provincia do Rio
Grande d > Norte. Accuso a recepeo do olllcio de
17 do corrento. om q ie V. Ec me communicou
haver na guama Bata prestado juramento e toma-
do posse do cargo de presidente dessa provincia
para que fora nomeado por carta imperial de 29
ie inan.-o ultimo. Aproveito a occaso para asse-
gurar a V. Etc. os protestos de miaa perfeita es-
tima edistincta consideraba >.
Ao mesmo. -Nao existindo niais ua secreta-
ria desta presidencia un so exemplar da colloc
cao das leis do anuo de 1866, onde se nena inclui-
da a de que trata V. Etc. em olllcio de 26 do cr-
reme, deixo por isso de satisfazer o pedido comido
no citado'ofticio. So entretanto julguei convenien-
te remoller a V. Etc. a inclusa copia da referida
lei.
. Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Cea-
rAccuso a reeapcSi de o:ii:io que V. Exc. di-
rigo-me em 18 do corrate, e bem assim de um
exemplar kanpresso, que a elle vcio annexo d) re-
latono c im que o Gxm. commendador Joo Wilkens
de Maitis abri no auno passado a I' sesso da 21'
legislatura la asseuila dessa provincia.
Ao Exm. Sr. presideute d 1 provincia do Para.
C im a remesa d 1 incluso exemplar improsso do
regulamento do colleg-o das orohis desta capital
tica satisfeita a requisifi contiJa m ofcio de V.
Exc. de 16 do eorrente.
Ao Exm Sr. Sr. bispo diocesano.Ficam
expedidas as communicac"osas reparticoes compe-
tentes acerca das noineacoosquofex V. Exc. Rvma.
dos Rvras. Pedro Pacifico de Barros e Jos Fran-
cisco da Silva Barges, o Io para o cargo de vigario
encommeudado la fregueza de Garantiuns e o 2."
para o da de coadjuctor, pro-parocho de Maesa Se-
nhorada Conceicslo de Nazaieth segundo declarou-
me V. Exc. Rvma. em officio de 26 do correte, a
que respondo.
Ao inspector di saiide publica. Communi-
co a V. S. para os tins convenientes que nesla da-
ta deliro a peti.a) de Alfredo Emilio Calumby,
cancedendo que abra balica nacidadede Nazareth,
visto ler elle provado nos termos da lei, permisso
que Ihe foi concedida para tal fuu pelo governo
imperial.
Portara :
A' cmara municipal da villa de Petrolina. -
Cim a inforniigj do inspector da thesouraria do
fazenda, de 20 do eorrente snb n. 229 serie D.,
junta por cooia, res|>ondo o o'Ucio da cmara mu-
nicipal da villa de Petrolina, de 21 de abril ultimo,
em (jue reprsenla contra a falta de urna collec-
toria de rendas goraos naquella villa.
5.' s?ff(7o.
Circnlar :
- A' commissio censlaria da paroehia de
Iguarass. Reitero a recommeudacjio feila a Vv.
Ss. da prompta e fiel execucao do disposto n. 8."
do artigo 9." do decreto n. 485Sde 30 de dezembro
de 1871. afim de poder esta presidencia remoller
directora geral da estatistica todos os elementos
or'ginaes do recenseamento, nos termos do artigo
13 do mesmo decreto, visto j haver decorrido
lempo mas que sufllciente para o cumprimento
da citada disposieo. Igual s commisses censi-
tarias das parochias de Limoeiro, Panellas, S. Ben-
to, Ganbaos, Ingazeira e Floresta.
Portaras :
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande transportar para o presidio de Fernando
de Noronha, por cunta do ministerio da guerra, o
coronel do eslado-maior de 2* classe Antonio Go-
mes Leal, que vae all em commisso do governa
imperial, e bem assim um seu criado, sua baga-
gem e varios gneros para sua dispensa.
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande transportar ao presidio de Fernando de
Noronha, por conta do ministerio da guerra, o ma-
jor Antonio Dornellas Cmara e o cap'tio Manocl
Claudino de Oveira Crat, os quaes seguem para
alli, aqueile como ajudante de ordens e este como
secretario do coronel de estado-maior Antonio
Gomes Leal, e bem assim um neto menor do ul-
timo desses oflciaes, e as bagagens de ambos.
EXPEDIENTE 00 SKCRETAR10.
/.' secado.
Officio :
Ao director do arsenal de guerra.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda communicar a
V. S. que nesta data expedio ordem thesouraria
de fazenda no sentido de serem pagas a Augusto
Caors as depezas de que tratam os seus officios de
8 de Janeiro e 8 de abril deste anuo, sob ns. 336 e
395.
2' ?<{ 10.
Officios :
AoDr. ebefe de polica.O Exm. Sr presi-
dente da provincia manda declarar a V. S., que
iicou inteirado pelo seu officio, n. 1158 de 28 do
eorrente, de ter ido nomeado guarda da casa de
delen.ao o cidadio Francisco Antonio de Oveira
Santos, em lugar de Jos Satyro Barbosa, que
pedio demissao.
Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. para os devidos fias,
que nesta data manda substituir por outro o des*
tacamente de polieia existente em Limeiro.
Ao mesmo De ordem de S. Exc o Sr. presidente
da provincia, transmiti a V. S. o titulo de nomeacio
do 3.a supplente do subdelegado do 3* districlo
do termo da Estada, d#- acord com a proposta
de V. S. em olllcio n. 1157 de 28 deste mez.
Ao mesmo.O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. que, segando com-
municou o commandante do destacamento da villa
de Granito, em virtude dr- crdem do delegado do
dito termo fizera seguir para Salgueiro 3 pracas do
referido destacamento, que com 3, que alli esta-
vam azeodo o n. de 6 que Qcam a disposicio das
autoridades policiaca.Igual ao commandante do
carpo de polieia.
Ao commandanlesuperior do Recife.O Exm.
Sr. presidente da provincia manda declarar a V.
S. que, por portara de boje, foi transferido para
o servico de reserva,.* aggregado ao .# balalho
respectivo, o capillo aggregado ao 6.* de Mama-
ria Jos Pereira d* Xktnha, de quera trata o seu
offleio. n. 63i, de 25 do eorrente.
Ao commandante do corpo de potteia.S.
Exc o Sr. presidente da provincia manda rom-
mnnicar a V. S. que nesta data expedio expedio
ordem a thesouraria provincial no sentido de ser
feito o abono, de qne trata o seu officio de
28 deste mez^sob n. 370.
Ae capitao Joaquim Albino de Gustlo. -O
Exm. Sr. presidente da provincia manua aecusar
o recebimento do officio de V. S. de 27 deste met,
em que participa terem se concluido os (rabalhos
do conseibo de reviso da qua incaeo da guarda
nacional da freguezia da Boa-Vista, de que foi
presidente.
3." secrao.
Officio :
Ao inspector da thesouraria provincial. 8.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda decla-
rar a V. S., para os fins convenientes, que o col-
lector nomeado para a eollectoria de Bezerros aoligas commissoes permanentes, e em quasi lados
chama se Francisco ApoloniojBezerra e Silva,
nao Francisco Apolonio Bezerra de Vasconcelos.
5.* seccao.
Officio:
A' junta de emancipa-So de eseravos do mo-
nicipio de Nazareth. -O Exm. Sr. presidente da
provincia manda aecusar receido officio de V. S.,
de 22 do eorrente, em que participara que nessa
data deram cornejo aos seus trabalhos.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE 20 DK SETEMBRO
DK 1873.
Anna Joaquina do Sacramento. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Alvaro Paulo Noblato. Como requer, dando se
sciencia ao conselheiro presidente da relacao.
Antonio Luiz de Oveira A-.evedo. -Como re-
quer.
Anna Bezerra Cavalcanle da Silva Osta. -In-
forme o Sr. director goral interino da instruecn
publica.
Benigno Rodrigues Lins de Albuquerque. -
Aguard o supplicante o njeessario crdito.
Cluistova) Xavier Lopes.Deferido com efflcio
desla data a thesouraria de fazelda.
O mesmo. idem.
Joo Luiz Vctor Lieutier.Deferido com officio
desta dala thesouraria provincial.
Jos Helchiades Bezerra da Silva Cosa la-
deferido.
Conego Joio Jos da Costa Hibeiro.-Encami-
nhe-se.
Jos Gomes de Oveira. -Informe o Sr. juiz de
direito da i." vara civel.
Mauoel Bernardo Martins. -Indeerido.
Manoel Gonctlves Barros. -Hforme o Sr. bri-
gadeiro commandante das armas
Noherto Alves de Lima e Jos Pergenlins de
Oliveira. -Informe o Sr. inspector da tnesouraria
provincial.
Pedro Cavalcanle de Alhnquerqn*. -D-ferido
com officio desta data thesouraria de fazenda.
Pedro Simoes da Silva. -Encaminhe se.
Guilhermida Morelra de Mendonca.Informe a
Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Secretaria da presidencia de Pernambuco. 22 de
setembro de 1873.
0 purlein,
SUvino A. Rodrigue
dj* pelo nurechal, este se decbrou a favor da
coovooaco simultanea dos collegios eleitoraet ac-
WaiaMBle vagos, ponderando os inconvenientes
quagroduiem as aaitieOea eieitoraes muiUs ve-
jes repetidas, bem como a conveniencia de offere-
oer i opinio publica ensejo de se manifestar 6
uns largamente possivel as circumstancias ac-
use*.
E nas, e foi apoiada no conselbo pelos Srs. llague
e Desoilligiiy, que representara o.partido bona-
parlista, e fortemente combalida palos Srs. itatbie
e Beul que nao lem presta alyuna cm reconlie
cer a opinio do paiz acerca da jornada de 21 de
maio. e das manobras que se Ihe seguirn).
Perte de vintc eonselhos geraes j termina
ram a sua miss-i, foram geralmente reeleitas as
Couaiuando Ia nrnaas.
JUARTEL GENKRAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 22 DE SETEMBR ) DE
1873.
Ordem do dit n. 763.
0 brigadeiro commandante das armas faz pu-
blico para os fins convenientes que, segundo consta
de efflcio que Ihe foi exped lo pela reparlieao do
ajudante general na data de 13 sob o n. 12,613,
o conselbo supremo militar de jiwtica por despa-
cho de 3, ludo do eorrente, conlinnou a sentenca
do conselho de guerra que absolveu o Sr. major
Sraduado do 9" balalho de infantaria Bento Luiz
a Gama ; pelo que deve o mesmo Sr. major ser
considerado em plena berdade.
(Assignado.) Manoel da Cunha Wandtrley
Lins.
Conforme. -O major, Jos B. d s Sanls Mcr
gulhao, ajudante de erden encarregado do de-
talbe.
IT101JE FEdN iMtU] JU
RECIFE, 23 DE SETE BRO DE 1873.
Noticias lia Europa.
O vapor francez VUle de Baha, ehegado no do-
mingo tarde, enlregou honlem pel manha a
mala no correio. As datas de Lisboa de que foi
elle portador, sao de 6 do crreme tarde. Eis
o que colhemos dos jornaes c cartas :
FRANCA.
Cmtnuam os commentaros e os boatos sobre a
fuso e sobre as probabilidades do futuro da
Franca.
Ha urna nova versao publicada pelo Pays :
O conde de Chamb >r 1 nao querendo fazer
concessoes e reconhecendo a impossiblidade com
o Syllabus, e o estandarte braiico, s pedera
assembla nacional o reconhecimento dos seus di-
reit is, e a restauraco da mona cha, para abdi-
car, depois de um curto lapso detempo, a favor do
conde de Pars.
c Este instituira -ento a monarehia constitu-
cional, e assim icanain logrados, tanto os repu-
blicanos e os bonapartistas, como os legitimistas
clericaes, cujo fanatismo nao poderia jamis levar
a bem tal arranjo.
t Como, porm, preciso ponpar os differentes
grupos, que actualmente desejam a fuso, julgu-
se a proposito deixar acreditar que a pMjectada
fuso est perdida, e assim faze-los inclinar ao
prolongamento da situa^o actual, ate se conseguir
a allianca dos centros sem a qual os de Orhans
se nao poderiam sustentar no throno.
Esta versao nao tora importancia alguma, e pa-
rece inspirada nicamente pelo desejo de explicar
a viagein do conde de Pars a Vienna, e de preca-
ver os bonapartistas contra qualquer tentativa dos
seus Miados.
Trata se de novas tentativas que ns legitimistas
fusionlas fazem junto do conde de Chambord. pa-
ra Ihe arrancarem pelo menos algumas promes
sas ou algumas deelaraeflej que possam soeegar
a Franca sobre as da monarohia do direilo divino,
relativamente s instituicoes constitucionaes.
Affianf.L-se que seria nomeala urna depulaco,
de que fariam parte os Srs. Kerdrel e de Frana
lieu, que para esse Ora se dirigiran) a Vienna e
apresentariam ao principe ama mensagem, expon-
do o peusamento deste grupo sobre a situacao po-
ltica da Franca.
Parece, porm, que alm das difficaldades de
bandeira branca ou tricolor, ha a receiar que o
Sr. de Chambord nao queira abandonar cousa alga
ma do seu direilo monarebico, pois, o seu ideal
em forma de governo se aproxima mais do rgi-
men desptico, sob a mascara de governo repre-
sentativo, tal como o tioha concebido Napoleao
III, do que da carta constitucional outhorgada por
Luiz XVIII, sem mesmo fallar na de 1830
A attijude do mareehal Mac-Hahon fas hon
ra tanto a sna lealdade, como ao sea lado polti-
co ; afflrma-se ler elle declarado categricamen-
te que em nresenca de senlimenios tao divididos
do paiz, e dos pertgoj que a restauraco monar-
chlea feria correr a paz publica, antes declinara
os seus poderes do que prestar-se execaco do
voto esperado pelos agentes da fUsao.
Dia-se qwe em um coasellio <"ninlstfes preal-
elles a sess.ao corren regular e pacificamente.
i No conselbo geral de Privas um dos conselhei-
ros propoz a adopoao de um voto tendente a que
se nde altenlaste contra o sytlrma de administra
flo geral t loe l, que tem por base o suffragi uni-
versal, mantidona sna itUeyridude.
O preleiio prutestou contra a adopoao desta mo-
(;.io e saino da sala ; alguns couselbeiros ftxeram
a mesma declaracao, senindu tambem da san ; a
maioria, norem, envin em acto continuo a pro-
posta enmmisso. que inmediatamente fox. o sen
relatorio, sendo j mn.-o'approvaua unnimemente
Selos membroi que ficaram na sala era numero
e 17.
Dizem alimns jornaes que o duque de Dtica-
zes fora convidado peto governo para aceitar a em-
baixada em Londres; o duque aceitava em prin-
cipio, igas julgou quedevia fazer algumas reser-
vas Sobre as iu-trurcoes que Ihe erara dadas.
J) governo nao aceitou essas reservas, e decidi
nao nomear o duque de Dcazes, a nao adherir o
duque pura e simplesmente ao programma do go-
verno.
N'uma das ultimas sossoes da commisso
permanente da assembla nacional, o Sr. I^eoii
Say interpelluu governo para saber se o gover-
lio tencioiuva supprimir a laxa adicional de ban-
deira, para os coreaas anles d i 1" de outubro ; o
duque de Broglie afflrmou que o conselho de mi-
nistras tinha decidido nessa manh mesmo (28 de
aaosto) a suppresso do imposto addicional de ban-
deira.
Tem corrido differentes vezns o falsa boato
de estar doente o marectial Bazaine.
A Preste diz que o nurechal nao est doente
e nem mesmo leve nestes ltimos lempos iucora-
iiioii.i aigum mesmo pa>sageirn.
O mareehal sabe militas Miwi de carrnagera fe-
chada e em companhia do offleial superior encar-
regado da sua guarda. Entra sempre ao toque
de retreta ; como Ihe imposto pelas autoridades.
Diz a Liberte que o projpcto de inobilisa;o
rpida do exercito. em caso de guerra, fun la-se
na crcaca; de d>*zoito rogioes militares ; que as
guarniedes de Pan- o de Lvon serio formadas de
duas divisoes d-- cada um dos c-irpos do exerci-
to. Na zoua militar de Pars as residencias dos
estados maiores p-rtencenies aos quatro corpas,
sero : Bnin para o corpo de exercito do norte ;
Amien* ou Cmipigne para o corpo de leste ; Fon-
Uinebleau ou Orleaus para o corpo do sul ; e
Mans para o de oeste.
A zona militar de Lvon deve conter tres corpos
de exercito.
mata.
O congre*so |>oslal geral que sedevia reunir em
B-rne no 1 de setembro foi adiado a pedido da
Rusia.
A Franca tnha -se recusado a lomar parte no
congresso ; e esta recusa trar contigo provavel-
mente urna alteraro do pr gramma, visto que o
projecto, quo havia sido redimido pela direccao
geral da< crrelos alleman*, e que devia servir de
base s discussoes. tinha sillo concebido de um
modo confuso, pela necessdade em qne se estava
de permiitir Franca o accesso unio postal.
O ministro das financas da Franca oppoe-se le
nazmente a qualquer melharauento das taxas
com o receio de diminuir os rendmientos do the-
souro.
O congresse deve talvez reunir antes de um
mez, anda que n..u se tenha tomado sobre este
assumplo deciso alguma definitiva. Alm das
quesloes puramente postaos, deve tambem tratar-
se no congrciso do melhoramento das rela^oes de
commercio inlernacionaes.
Pode se prever que o congresse ter mai< ber-
dade de tratar este assumpto, nao tomando parte
nestes trabalhos a Franca-
Parece que se tratar da aboliciio dos direito*
deyranjiM, direilos que pesam de um modo impor-
tante sobre as condicoes das taxas de inlernacio-
naes.
Acha-fe em Versailles Mr. Mermllord, que
foi expulso de Genebra, por conflicto com as auto-
ridades suissas.
Prega urna niisso, presidida pelo bispo da dio-
cese-e qual lem assislido mais de duzentos sa-
cerdotes da diocese.
Em Genebra o conselbo supremo votou no
dia 27 de agosto era terceira deliberarlo a lei so-
bre o coito eatholico com modilieacoes no sentido
la inteira berdade e igual Jade para todos os
cathocos.
O povo do caniao de >ante Gall, na Suissa, vo-
tou por urna maioria de 3.600 votos no dia i\
de agosto ultimo, a lei sobre oe enlerramentos, a
qual suhmette os cemiteros autoridade civil, re-
lirando-lhes a administracao aos padres. Na ca-
beca do dislricto bouve apenas 6 votos contra a
nova. lei.
Os oppositores foram assobiados sahida da
igreja ; e os jornaes liberaos cri.icam, com razio,
esta violacao contra a berdade das opnides.
ITALIA.
Diz a Nova imprensa livre qne j est com-'
idetamente decidida a visita do re Vctor Manoel a
B/jrlim e a Vienna, sendo acompanhado nesta ex-
curso pelo ministro presidente do conselho e
pelo ministre dos nogocios ostrangeiros
Constituio-se em Rom urna commis-to de car-
deaes encarregada da reviso do manaseripto da
historia do concilio celebrado no Vaticano, at
deQnico do dogma da infallibilidade.
INGLATERRA
A ultima recomposicio ministerial, e a entrada
para o gabinete do Sr John Brigbt produzio bom
efteHo no sem ment publico, que est~va em com-
pleta opposi^o com o governo.
A junta da liga de euucaco de Birmingham de-
cidi ha poucos dias, sospender ate nova ordem a
resolucao em que estava de combaler as eleicoes
os candidatos ubraes que nao adherUsem previa-
mente aos seus principios.
A liga conserva a sua orgauisacao, e preservar
nos seus eaforeos 'tendentes a fazer prevalecer as
snas donfrlhias as leis do ensino, mas coasente
em esperar as concessdes que Ihe fas entrever a
poltica do governo, e o seu desejo de manter in-
tactas e mudas as forjas do partido liberal.
Este accordo importaotlssimo, porque os lories
vo ganhando terreno, progressivamenle, e alem
disto O grupo d'is depurados IrlandezeS^Sjne, at
agora fazia eausa cemmum cora o ministerio, a mea
ca abadona-lo para se Ufar mi a associaco do
homt-rule. '
O gabinete eooeotra porem mffiooldades em es-
labelecer-se.
O Marning ndertim- depois de ter annunciado
a sahida do Sr. Monsell, raembro do gabinete e di-
rector gwai dos com*k feww qaeo Ir. LoWe
j acba ifae Ihe n*o eoavem o mioWerfo' do mu-
tior ,-k fae -a^aajua Argyft a.obrio qua o as-
tado da sua saudo Ihe nao permitte, desempenhar
as funcedes do ministerio da India de sorto que o
ex-chanceller do thesouro substituira o duque,
consentndo o Sr. Bouverie era assumir a pasta di
interior.
O Sr. Mon-ell vai ser nomeado lord, e parece que
o denotad) >rlandez o Sr. O' Donoghue ser
adjunto ao Sr. Fortescue no ministerio do com-
mercio.
Continua em Inglaterra o grande proeesso do
pretndeme Tichboine. Na ultima audiencia leera
deposto grande numero de testemunhas de de-
feza.
E' um dos maiores processos dos lempos mo-
dernos.
HOLLAN'DA.
as Lidias neerlandesas mencionara a grande
actividade que reina nos
expedicao do Atchin.
A esquadra do bloqueio acaba de ser considera-
velmente augmentada, e j aprisonou grande
porco de armas e municoes destinadas aos Atchi-
uezs.
A maior parte das expedices preparam-se em
Niigaptira e em Pcnang, portos inglezes, mas que
pela sna mpreusase nostrarasingularmente hostis
aos ulereases h'dlandezes n'aqueilas paragens.
pois, preciso anda que este pacto seja apprevado
por ambas ellas antes de se tornar lei do estado.
Em consequencia da fuso dos partidos croata
unionista e nacional, de piesurair que desta
vei ficar definitivamente reolvido o confcto
que agita ha muito lempo os (loas pases.
RUSSiA.
O Invalido Russo publica alj.nns pormenores da
campanha no khanato de Khiv.i.
Segando este jornal as trops s russas, depois de
terem oceupado a cidade de Khiva, tinham a mis-
f o de restabelecerem a ordem no khanato, domar
os turcomanos, que saqueavain a parte noroeste
do paiz, e reunir as provises necessarias ao exer-
cito expedicionario.
Havia, alm disso, interesse em explorar um
paiz at aqui desconheeido, e ts tuda-lo sob o iri-
preparativos para "a nova po aspecto da ethnograpaia, da lopographia, e da
estatistica.
Foi com estas ustruccoes que o exercito ex|
couario de Orenburgo foi envi ido a 19 de junho
a khounia-Ourghenteh, por Khazavat, Tachaouss
e Iiiainiua.
A marcha das tropas russas ata Kounia-Ourg-
hentch foi sem exageracao alguma urna verdadeira
marcha triiimphal. Os turcomanos vinham em
toda a parte ao encontr do corpo expedicionario
O sullo do Atchin, desesperando da nlercessao | e traziam-lbe pao, leite e fruets.
i!o sultn de C<>nstanlinopla, e da mediacan ingleza,
nao perd- o seu tempo em precaver-se contra a
tempestade que o ameaca.
Os agentes inglezes na India e no estreito de
Malaca receberam instruecnes para se mauterem
na mais stricla neutralidade.
Em Samarang a autoridade colonial capturou
algons espiOes rabes, que jiareciam estar in-
ca mbi dos de excitar revoltas as colonias neer
landezas.
Diz se que o sultn do Atchin j lize'a propostas
de paz a que o governador da Batavia responduu
fazendo conhecer as con lices mediante as quaes
consentira em celebrar um tratado que pozesse
termo ao conflicto: dizem outros que o sulto
fizera rodear a capital com novas fertificacoes sob
a direc^Sode engeuheiros cstrangeiros.
Allirmase que o miusterio hollandcz pedir a
sua demasi.
Ignoram-se os pormenores da cris* ministe-
rial.
AI.LEMANHA.
O impender Gqilherme sahio de Gastein no dia
27 de agosto, sem ter encontrad!) durante a sua
passagem pelo territorio austraco, o imperador
Fraaci*co Jos.
Nada ha de decidido relativamente visita do
imperador da Allemauha exposi'.o ds Vienna
d'Austria.
Na-ultima sessao do parlamento allemo, o
plenipotenciario da Baviera, tinha-se queixado n i
conselho federal de que a chancellara enviasse ao
exame do conselho, projectos de lei j redigdos, o
inteirarenle elaborados pelo governo prussiano.
O coutzresso den razio ao representante da Ba-
viera, e decidi que d'ahi em diante as proposta,
e os ante-projectos seriara coinmunicados a cada
governo allemo, e em caso de necesudade a re-
daceo definitiva seria confiada a urna commisso
em que lomassem parle s estados que mais direc-
tamente fossem nelles nleressadns.
Diz a Gazeta de Spener que o cbanceer. o prin-
cipe de Bismark, para res pe lar estas deliberaeSes
resolver crear na chancellara allem, urna seceo
para a legisla;ao, sendo os membros desta scc?ao
designados directamente pelos gorernos confede-
rados.
Dizem de Posen quo Mgr. I.edochowski foi
condemnado pelo tribunal do districlo a urna mul-
ta de 200 thalers, ou evenlualmente a quatro me-
zes de priso, por nomeaco de um cargo ecclo-
Siastico sem approvaco da autoridade.
Mgr. Ladochowsfci nao se apresent^u porania o
tribunal.
O ministerio publico pedio a imposicao de urna
multa de 500 thalers em consequencia da attitude
hostil do acensado.
Em virtude de una ordem do ministro dos cul-
tos o seininari) metropolitano de Posen acabado
ser fechado; e espera-se que a de Fulda nao tar-
dar a ter a mesma sortc.
AfOrma-e que o bispo de Fulda te ve tambem
tima multa de \00 thalers.
O govern prussiano vio se obrigado a usar da
represao, em presenca dos actos de manifesta rebel
li ;o contra as leis eclesisticas, depois do ter es-
gotado as advertencias e as ameacas.
A orrespoiideiicia provincial lembra ao clero
rc'nlcetrante que a? leis ecclesiasticas sao obriga-
torias tanto para o clero, como para o governo, e
que nenbuma consideraco pode dispensroste ul-
timo do de ver de as fazer respeitar.
a E' torcos^, diz a folba citada, que os bispot
renuuciem esperanza, quer de fazorem revogar
as leis anti-clericaes, quer de neutrasar a sua
accao. Perseverando na sua desobediencia nao
farao mais do que envenenar o conflicto entre o
estado e a greja, enfraquecer o seu prestigio e a
sua autoridade, e alienar as consoiencias das po-
pulacoes.
Diz-se ser brevemente appresentado um
projecto de lei abolindo as procissoes publicas.
O clero protestante em certas provincias do
imperio allemo nao promove menos embaracos ao
governo do que o clero eatholico. A sua Inorar-
cha ultra-orthodoxa tem-se distinguido por actos
de intolerancia e de despotismo que provocan) a
indignadlo publica.
No eleitorado de Hesse Cassel a aeco das leis
ecclesiasticas, tem encontrado grande resistencia ;
a violencia das protestacies do clero protestante
nao (lea aquem das do episcopado ultramontano.
O governo allemo no'tem hesitado em proceder
contra elle, fazendo j suspenler das sus fnne-
eoes o metropolita Hartwig de Waldkappel e mais
quatro pastores da igreja reformada.
Causo.) penosa impresso na Allemauha o
inesperado faeto de alguns eonselhos de dtstricto
na Alsacia-Lorena se nao padercm constituir em
consequencia dos seus membros se recusaren) a
prestar o juramento de fldelidade ao imperador da
Allemanha.
A impronsa ofllciosa tinha apresentado o espiri
to publico as provincias aanexadas como muito
favoravel ao novo estado de cousas.
Os jornaes independemos perguntain se era ne-
cessario submelter os sentiraentos das populacoes
aanexadas a urna pro va tanto mais intil, quanto
era corto que o juramento poltico que se exigi
aos conselhciros de dislricto, havia sido dispensado
aos membros eieito para os eonselhos muuicipaes,
ou coiumuoaes; o juramento poltico est hoje
abandonado na propna Allemanha, porque nao
prescrpto-pela constituico federal..
A Guzfa Nacional desapprova esta exigencia
do governo, e considera-a pelo menos como impru-
dente proporcionar aos descontentes ensejo de fa-
teretn demonstrabees e de manifestaren! at evi-
dencia qde es alsacianos e os lorenos esto anda
lomje de se reconciliaren! com a sua nova situacao.
A Qazela de Strasbourgo assegura officiosameiite
que o governo allemio nao declarar os ditos eon-
selhos Sneapazes de funecionarem seno qnando
tod is os membros se recnsarera a prestar o exigi-
do juramento.
Al'STRO-Hl'mRJA.
Akrio-se no da II de agiste em Agran a Diola
|o remo ua Croacia, fazendo o presidente da as-
aeinbte votos para qne s realise o accordo coa
[a Hungra.
As bases deste accordo haviam sido largamente
tevo flaalcaente adoptadas pelas duas deie- palroleo os fortes.
B 4 Dieta hngara, edaDieU croata, E',
a entrada de todas as cidades as tropas eram
recebidas pelos notaveis, qne as acompanhavam
at cidade seguate preparando a cada elapo as
forragens e o corabustivel neeessarios.
Os pacficos habitantes das cidades mostravam
urna alegra extrema ao ver as tropas russas.
Iteeonheceiido a victoria n:s-a os turcomanos
declaravam com toda a ingenuidad? que nao ti-
nham intenco de corabaterem contra elles.
Os turcomanos dizem quo durante a marcha do
exercito russo perdern) tres mil homens morios e
mais de seis mil feridos; masjuiga se que na exa-
geracao neste clcalo.
O despotismo do khan, neste paiz, tao ricamen-
te dolado pela natureza, nao lin'ia limites. -
Receiitemente anda, usando do direilo de justi-
ca que o general russo Ihe havia deixade, man-
dn enforcar na presenca dos russos, tres persas,
e encarcerar outros onze desgranados da mesma
naciooalidade, por ura derlcto insignificante.
E' fcil de com|Kehender a rajae porque os in-
dgenas considerara os russos como seus liberta-
dores.
L'm telegrainma de S Pet 'rsburgo de 29 de
agosto dis que se recebera all. um despacho, de
Tashkend de 26 dizeodo que h i va rebentado era
lliiva urna insurreico seria entra os russos du-
rante a ausencia do general IvatTman ; que fora
reprimida, sendo executndos 60C' insurgentes e des-
truid i u cidade.
Reina a ordem era Varsovia '...
SERVIA
O principe Miln da Servia ciegou a Vienna e
foi recebido no caes pelo governa lor e autorida-
des civia e militares. Nao foi camprimentado por
nenhum membro da familit imiterial, mas o gran-
mestre do p..lacio do imperador foi cumprimenlar
o principe Miln da parte do imperador.
Esta reserva, imposta pelos diclames da etiqueta.
nao impedir que o principe da Servia seja pti-
mamente acollado pelo imperador e pelo conde de
Andrassy.
O cumie de Andrassy inaugurou urna nova po-
ltica em rolaco ais estados vizinlios tributarios
da Tarqiria; e-ua poltica conciliadora e sympathi-
ca a que mais convem aos ititeresses da monar-
ehia austro-hngara, c ser ao mesmo tempo van-
tajosa para os estados limitrople:.
Tl'i 'OL'IA.
Vai-se reunir brevemente em Constanlinopla
urna conferencia internacional para regular a ques-
to da tonelagein dos navios que passam pelo ca-
nal de Suez.
Tem sido convidadas varias potencias europeas,
que tem annuido ao convite.
Eslabelsceu se um acco-do as questes
pendentes entre o sulto e o shah da Persia. A
queslio de fronteiras ser regulada por nma com-
misso mixta, sendo arbitros a Inglaterra e a Ru-
sia, em caso de duvidas. Os subditos persas resi-
dentes na Turqua gozaro das vanlagens da na-
ca mais favorecida.
Est em Paria, o Sr. Zuhdg Effendy, alto
funecionario do ministerio da fazenda do imperio
ot: imano, com oulros empregados do mesmo mi-
nisterio, para fazer a acquisirn do material neces-
sario para a conslrucco dos caminhos de ferro-
da Turqua europea e asitica.
HRSr-AMU.
A-'erca dosle paiz escreve nojso correspon-
dente de Lisboa :
t Os carlistas esto sitiando a notavel praca de
Castelln.
a Foi assaltada a povoaco d Malgrat, resistin-
do os voluntarios ao ataque.
Ha agitaco em Valencia e receio grande dos
carlistas. Estes tambem vo hostilisando Irn.
Tolosa tambem est em ve peras de ser ata-
cada. O chefe carlista Lizarraga quem est
frente do movimento. Esta povoaco defendida
pela columna de Loma e por umitas obras de
fortificaco, que a circuravalarr.
t O general Santa Pan teve crdem para se reu-
nir ao commandante em chefe, general Snchez
Brea.
o Os carlista avancaram para Tolosa, que es-
to a estas horas bombardeando.
O general Martnez, coraraandante do sitio de
Cartagena, insta por grandes reforcos. Elle nao
receia muito dos sublevados, oelo seu mo rgi-
men, e sem marinha; mas teme o augmento dos
guerras, que apparecem no campo e pdera en-
commodal-o seriamente.
o O contra almirante Lobo loi a Gibraltar para
receber as fragatas que alli toram entregue*; mas
parece que o respectivo governador receben, al-
ma hora, ordem para as nao entregar.
Adirma-se que as fragatas Victoria oAlman-
zu foram mandadas pelos raglntes para Gibraltar,
atim de serem entregues ao governo de Madrid.
Esta noticia causeu eensacao em Cartagena.
O general Martnez mandn cumprimenlar os
oflciaes da esquadra ingleza, os quaes Ihe corres-
iionderam, mandando dous offleiaes ao acampamen-
to de Palma.
a Os offleiaes do governo de Madrid, que vio
marchar para a Catalunha, pelem o resabeleci-
inento da disciplina.
a Continuam os incendios ruraes en Cordova e
Cdiz, nao asado poseivel descubrir nem associacao
nem conluio, nem individuo, so qual se possa dar
a responsabilidade dos incendias. Allribuera-se a
eslaco calmosa e a abundancia dos pastos. En-
tretanto a guarda civii e oa carsbineiros receacrau
novas instraacSea para vigiaran oom o maior cui-
dado as propriedades ruraes.
Ha grande miseria no caitpo de Cartagena.
Falu trabalbo aos operarios, alajitambroa do go-
laeia por causa dos
ledo algons navios
a inferir ser impoe-
ile algumas embar-
vnrao cantonal esto j
nonios 4a dafensa.
am Escombreras, do
sivel ao sublevad i>
cauoes que possam- aMaar.
< Segundo os dades mawcerto, o numigo de
carlistas em armas anda por 411:000.
4 praca de Vianna fot lomada pelos carlistas.
io era pequea, com (on lo-se da 1M vo-
iiussares de Pava, asad atacada
pelo groa das i >orregaray. Assim mas*
mo resist > final suecurabio, vista
los carlistas, ata Uweadarea com"

Em Chinchilla entrou urna forte gi*sfriUta, sob o
A
-"
-fi
iM-^'-
* .i
-------_
----------
-t^


I

W4rl./iiEpniambuco J j^a ,23 de -Setombio de 1875.
u os lntpwrMNtortlH#ltitoln sbMljgti -pal**
glstro civil e'levou
l.\ pd
lio a lapida ta oonstilui-
acns validos-
i finlronemMa,drialejo
jrou 3:000 reates, o
nominando de Sames,
anuo, qncintett'
as espmg:
veacao, a guerrll
rio, c alliciou
O guerrilba
frente de S hofflens
ravallos e 30 hornea;
O general li
(o acalmou o de
ofJkialdade de'"
Continuara
ministerial, cspe
pois de accordada
us dolietos graves.
5* militar. Nisto
oraistros. > J^
- A' ntriralMr.
ileate :
Dizem 4o Madrid o segrate i agencia Ha-
rs:
a As cortes rejcitaram por 80 votos contra 8o a
emenda de .Vavarretn.suppnmndo a pena do mar-
te trimt!* wililiirij -fiea- qnosaio oatiitaliMi.
te dos telographos fl'a quetla na'.ureza.
' Paraca que tintes de nm iwu so v-Jo._
o* trabalhos I i mvo mrcalo qu
de Lisboa vai fuzer.coi,si
tinelo furto denominado do S' Paulo. Parece
:e vai ser urna obra digna d prtmero mttrtlci-
D loTlMoS, tlO pUp<*'
iw
ma.
Os ministros pediram a demissio <> Salmern
acelton-a. Salmern jemiMir-se-ba depois da ap-
lirpttpWi-a^nV ***y-Mar lnoz, restabeteeendo
a ordeaanca militar ein todo o rigor.
Castelar sera eleito cnefeUo-poder cxeentfoo,
depois da sabida de Salmern.
Hontem nonio chegon de Madrid outro to-
legramma expendo ;is 3 horas da tarde, commu-
nicaado fine CitfteHftr pedio na sess*o-secreta J'i
oaashoras para resolver a criso. Salmern de-
lirn rpi elle, stiMo mrfnrio pona de m orto,
ta* (*dd> e Os fundas fiearam a 1.1.6o, internos. Exter-
nos, nio vefy-eotncao. Biflefos bypnfbeearios
St,50. Donds do thesbura S',10. Cambio sobro
Londres 19,3*. Moni -sobro Pars 5^18.
Nmeros mais premiados da lulcrii do Ma-
drid que andan a 1 de s-vmliro :
Ks, Pesetas.
W17.............................. 160:00o
7*.............................. 80:000
*W............................... 30:000
tot...........c................ io:ooo
l'Mm 3:000 peseta* os seguintes nmeros:
15735, :|-j8i. 3127, 31, 61:17, 88, 13610, 13302,
1*03, 1512:, 13170, 8395, 707, 3013, SiCPt.
ir>
Hidalgo fui electivamente drmillido do posto
de capito general de Madrid. Fui nomeado La-
gotero para snhstltuil-o. Os decretos j foram
imWicados'oa Gmwftl de Madrid.
- tima carta qne tonta rista diz qne prova-
vei qu<> enirem rom Castellar (o qual j acceilou
a tnissao de Hornear mtftcitrio) Cervera para a
pasta; do nltramar; P'drognl, obras publicas;
e Cil Berso, jnstlca.
As fragata- Almtn-'t e Virt-iria chegaram i
(librattar portadas |ior duas fragatas brindadas
injlras. Km iv-nltado de a varias do paquete
t'uirini, neirrespnadeneia das Canarias clKfor
a (Jibraltar ni van ir in?l-z A'ltcmtitto.
rmtv.u..
Km 8 do torrente awMft noss) corr'jspondento
dH Lf4rt> :
A nos^a praca o aquella* da Saropa com (fba
estarnas reiacrioriai.x, apmrdaffl na (expeelanva,
a vtaelusao da grande nporarao QnanteiM ii" fio
ananneiada tem sido da CMUnlidac'n da divida
ilii'taanto p-ir nndii do slhscribro imlilica :.boita
e protegida polos hancos de Lisb&a o Porto, Braga,
Viaona e i> a i maraes, e abumas dntras casas ban-
caria<.
PhfMee que tomara n (pmbM* mil cotMOC o o
DrlM* nns, tend m.nada a m>ta-1o dt-sti som-
ni otos bin-H e lnom-irN de I.islxja, o a mi-
tra mota lo peiiM do Porto o rnitra pracas do Hon-
ro o Minh i. SA so rv-orvaram 2Jt cottt'>s para a
snbsrri.ocJo fmli!i':a.
As i/i ton-s a t, 1. 2'i drz-sc; mas nada di.ti llio- posio
aHrmr oi* o >;onlraio ainla
na et falto imhi m menos niinut nlo por parto
d goirorno. I*.*j- pasto Io< anoo; * lloutom himvo ainla hrga confi'oncia at
pana da orto m di* sb/m d > banco do Portoftl
em exittomoin ehegaram larde, c algoein dizia oat tnoa tele
grammas allu liaind rrrta'lillcalda(>s (uo Ul-
tima hora so :nanifi> Esta peraiio. ou seia feita lelos bancos n por
cna capitaes ostrangoiros 6 importantissima; por-
que Ota ronlribuir ao ei|iiilibrio dm receitas com
;i iMpeaa fazorrloTom, une dosapptweft o deftoit
orr.anieiital no prximo fntnioanno econmico.
Tainbein se nfllrma que cessarao do Jauto de 74
cin diante as dedaajdui oa decimas sobro os or-
dena las dos funcemnaries do estado, de todas as
eatJMforifts*
0> funds pdMatfaeaes externw ctavam hoo-
to.n rotados om Loadros i i27|8 e os internos e;n
Lisboa (eebaram a kS,Vi. Na vespsro os estera w
tinha ii ohooa 11 a io, un da para outro, aocMM a oscillaedo resultante
d i ItesitacSes imprdsiaa:
O averno, de-aeeursla com os bancos vai re-
duzir a o o moio por. onU o juro da divi la fluc-
tan'-.
di ci:iri"rr;.> c industria a aaaimissi encarrega-
ila de diriir os trabai>s di expssi.;ao portague-
/.a no Rio do iaueii'o, e.-i'ii I > presen!. o marqnez
VAvila e liolama, presidenta, Joao I'illia,..secreta-
i'iu Moilo Gnuveia, Ftoaacfecu Antijnio do Vascon-
eattsai Monta e *UaaeAaeaUos, Joaquim Moreira
Marques, Aguiar e Seixas, /ailan-lo apunas o Sr.
api.
Fui I ido o paroc.-j- -laborado pelo Sr. Joao
Palba subro a iran-ira de levar a efl'eito a exposi
cao. Discutirn) se alguns p mtos do parecer. A
comiaissao de opinio i;ue se deve dar uin sub-
sidio awdiaate cenas e deles.ninadas con liajea.
a Moje reunir so-liaoulra^voz a omnii'sao pa-
ra eoacor Jar no parecer que lem de ser proseu'.e
a grande connni-i i.
E-t j.i trabislhand i a oficina de ferrara da
direccao geral dias soit'rou bastete com o iacendie -que Iho foi
communicad.) |iela ixpfMio da olficina de cap lascomo noticiei ama das sninhas ultimas cor-
respondencias.
a Est se tratando lo n?goci*r a nova conven-
go consular entre o Brasil o Portugal. N> da 2 >
da prximo lindo mas de agosto Jevia ter terminado
a anterior; uvas em virtule desoiicitaoSes do res
pectivo ministro poriuguer, (oi acuelle praae alia-
do por ouis C mezes, que tindam cm fevereiro do
aono ptuximo.
Ni cidade do Fuiclia', prepac&vam se grandes
festejos para o da da cl'.egada ido vapor .S/c,
r.oulucloi do cao.) suuinirino e pata o d.a em que
o fio elctrico comocasso a fiinsciooar. O pr moi
ru ti-legramma que-'se expedir paia LisiMia baile
ser do govemador civil a el re, ernaaome dos ha-
bitantes do Funohal, >;omo coogcatulacao pelo
grande prog>rso do lio elctrico, jae ostreit-i as
relacdes com o continente. A praca da Constitu
ia fui faustosamente decorada, em parte con-
vertida n'om liado jardint
' Parece que se vai rcstabelecer a carreira do
vapor liara PU:, entre Lkbfo e a Hadeira. O
movimento e por cunta da compaahia -Sanltani,
que aceita o subsidio do goverao.
a TerminaraMisaalteadorasna india pertugue-
za. Qs tres RaaneS, chales m, salteadoras entre-
garam se prratrando-S'rtiOs ps do gnwemad*r. pe-
diadn-tbe perlo. Esontrarai^ie-lb* aias e di-
n-airo no valor d* Jk.lW0 xaraios, e uo relogio.
Na t opV) principal da capital rsente ubj Te
Dmm em aeoo de graeas por ajiclla, ekoccao.
Reuna s> honsrat'em sesso xtraordtaaria,
a junta consultiva de sati> publica, no eliScio do
icioisterio di reino, presidada peto cespoctivo mi-
nistro, aflm de se resolver oyomedidaB-de -canta
la c precatifia se devera 6r en* pratiea
mu nur c
o ST. feria do Foiifc Kbclrb, cipl
o o Sr bario Djireinei, enviado
ario o Ministro plenipotenciario de Ai
tria e Hungra cm Usbds. [
i Foi mandada construir a cctacao'do fcani
de fatro d) norte o Minho, <|oo se Jes star
filia*" "'' O- oreameato est caJcukdai
i- iOcontos de ris.
t Tem-se ngtado nm rade augmaute ern. to-
dos os rendimentos pubrfe* da Oro^caf dejfo-
Verde. E' aiiribuid* l irofa psram AduaUn-a
| mandada al i vigorar; a bol producto agrcola
dos ltimos anno?, acquivcio da llia de Bola-
ma, cuja Ifandega trouxeum notavel rendlraen-
to; o, Analmente ao sensvel desenvolvimento quo
se lera notado no comirwrcio e na industria.
Continuara em Lisboa os incendios nrtaveis.
NoPortodao.se casos idnticos. Tudo se dalgo
devdo ao propasito d'alguns desordeiros.
Foaam suspenta as sesioes do oouselhO' da
guerra paraojulgainentodos militares ( jtariore o sargentos) implicados ao processo da rc-
vulta, pirque veii o mez das ferias jadlclaes, e j fo-
ram no va menta paro os seus presidios aqaellos \n-
lolizos, atqaoas aodiencias recomocein eioou-
tubro.
Nao se tem tornado a fallar ein amnista, mas
ainda que o governo o proponha ao poder inede
rador, ou (por outra) anda que o chele do poder
moderador'bteoha dos ministros a annueucia '
este impolso beneaato do seu coratio, preciso
quo o julgamcnto se complete e ()ue baja urna sea-
tenca, a suacio daquolles i omens muiti pre-
caria, desviados do recto caminho por suggestiios
i>stranhas, vitem-se a bracos com o seu trisio des
tino, emquanto porventura os quo os hallucinaram
com perspectivas ridentissimas, o que tiuhara meios
de fugir acgSo dos tribuaaes, desappireceram.
E sompre assi n.
As foihas do Porto e de Lsba, neslc; uitimo-!
dias lem nnnuaciado mysterosamente o com mil
rodeios e precaucoes oratorias a proximidado da
pubhcpao do certo lalhel i curiosissimo, no qual
se lorao algunias cartas compromettedoras sorc
projectos do unio ibrica por oceasio dc^ tor-*e
tratado em llespanha, e nos con-elhos da Europa,
da candidatura do Sr. Fernando (pai do re d>
Portugal) ao tnronoda nacao vsuha. Accn-scen
tam igualmente queso tem feito os uiaiores esfor-
jos para que taes cartas nao vejam a lu da ou-
iliridade e que ha pessoas altamente collocidas
quo n?ste empenho (o do supprimir a publicacao)
Ion envidad o a sua influencia o mesmo outra es
pecio ilo sacrificio.
Talv.-z que isto nio passo de galqa.
Kii ad litamonto ai que cima deixo dito so-
l o a rcuniao da commissao que a grande junta ou
ommissao directora da cxposirii portugueza cm
Viemia d'Austra n nnooo para cstudar c dar pa-
recer sobre a proposta fea pelos cavalhoiroa que
estao promoviido a expsito de iiroductos portu
gnezes no tto do Janeiro, tedlin a accroscootar-lhe
qne sobre 0 parecer do cousolheiro Joao Palha de
l-'aria LaeordO, se resolveu 0 segante : 1' que se
aconselhe o governo a conceder o subsidio de
transporte dos objectos destinados oxposieo, sen-
do o prcQ i da uiesrao transporte al a quamia d*
20:0O0iO00 ; 2 quo o g-iverao seja ind mnisado
pAipoRiqnatmente do costo do transporte dos
oiqectos que forera rendid os ; 3* que o giverno
por nm slegada sen, fisealise esse transporta ; 4>'
que seja eoDCodid i a iseocio de diroitos da alfan-
dega ; 3." quo se declaro que o gowrno nao tem
responsobilidale do xito da exposicao, isto que
esta na-i seja con -dorada ollicial.
Alllrmaram-me, porem.que este accordonao
peflaitivo, por isso que a cjinmssai devo tornar
a reunir-sc para approvar a redaccao do oSofe
que, por parto da commissao ser expedido pelo
seu presidente ao ministro das obras publicas.
t Nao possivcl saberse, anda, se os promo-
tores da exposicao ticaram satisfeitos com a con-
sulta da commissao; parece, todavia, que ella sa
tis'az ao principal ompi-nlio dos raesmos promoto-
res, que era obterem o transporte dos obiectos,
devondo ser-Ibes iidirTereulc quo esse subsidio
fosso pago a dinheiro, ou por aquella firma
Tainoam parece justa a indemnisaco do
transporto, recahindo somente nos objectos vend-
dos, o que ser fcil, visto que urna pequea
porcentagem ou commissao exigida uo acto da
venda, dar, di sobra, para a mella indemni-
saco.
O que parece concluirse do tudo qnanto se
tem fe'o ltimamente a respeito desle importante
assumpto, que e exposicao cousa reasavol,
e que se os poderes pblicos de Portugal nao fo-
ram tai promptos como os do Brasil ( ni) obstante
serem de maior alcance os nossus interesses do
que os daquelle paz cm (ir.iteer e coadju,-ar esta
idea) comiuuo por sua parte o governo portugunz
fez o que poude para nao iicar perdida a inicia-
tiva do uns poneos de cidados que presam uir
ptimo servios patria, proniovendo aquella ox-
pos cao.
iz-se que para o lugar de governador de S.
Thom e Prncipe, qne licou vago pelo suicidio do
Sr. Joao Chinaco de Carvallto, foi convidado pelo
governo o Sr. Gregorio Jos Ribeira, capitn l-
ente da armada, qne esl cmbarcado'no vapor
Indi i, e quo por mu tes airaos foi secretario do
governo de Macau e Timo:.
Uiz-se tambera qne levar por seu secretario
o I.* leaonte da armada Luiz Aulonio Themudo.
E' dillicilimo o governo daquella nossi provin
ca ultramarina na actuil coujunctura.
Oecretou-se a aholicao dos chamados exames
de habilitaco que erara exigidospara prmeira ma
trcula nos' estabeJecimcntos de rastruccao supe
rior de|iendele do ministerio do reino, e que fo
rain regulados pelos decretos de 12 de agosto d i
I83i, 22 de raao de 18G2 e 30 de abril de 1873.
t Chama vasa-S0 emones de midnreza. Esta pro
videncia era ha rauo lempo reelamaua pala opi-
nio publica.
i Hontem venderam se na bolsa inscriproes i 3
por ceato consolidado interno ) de i>,20 a 45,30.
Fiearam a 43,1 o 45,40. Venderam-se bonds [ 3
por cento consolidado extern i) a 42,71 e 42,78.
Fiearam a 42,80. Venieram-se fundos hespa
nlies (c<*port corrale ) a 13,23 e accCes do bauca
Unio do Porto a 117*803 (lurtesJ.
a Abrio-se na croulacao at Torres Yedras o
tramtc iy .( a vapor) pelo systema Larman|at<
Foi grande o entliusiasrao e muilos brindes
se trucaroiB nos lunch com quo terminara a fasta
ila naugu-racn, ora quo todos os peridicos de
Lisfcfc esiavam representados. A afUuencia i!>-
passageiros para Cintra c ponlos intermediarios da
outra linlia pelo systema Larmanjat, continua a
ser eonsideravel Estaboleccu se na cilla Este-
pahua juuto estacao uJiumway um novo ho
le que milito bem situado eest com corto luxo.
Deve fazer fortana. Os botis que havia em Cin
tra rara j muitos, mas antes mesmo da vaco
aoeoierada, cm dias de maior concurrencia, no
basta van para Atender os concurrentes.
S as II horas e 3-5 ::oua|a^a- *o-x^afc*^a. A ao^ J4va--oaattooar o dL>
_ dilBclima de
istelar tem se recusad
gabinete. A maioria
ariiar fraccionada,
pin brove
tea a for
esso, apo/
Salmo-
(irjbflTbii
so varios generaes conserHrJwes residentes
Madrid ; mas ignora-se cora que objecto. Ao
que cunstitna goverift^TonTeni reun-
rtlWOTes
TOMa^flflt MSSSS^^B
Diz_um. telegrarain^ de Ney-York de 28 de
agoslo quo grande numero de ludios atacara o
territorio do fort
criancas o metal
ria.
iWt!b*w1i*regraienro dVrfflh*
.*. D ,an>i-H
REVISTA-DIARIA.
^vera '-'^fWf-P3^;' tos de Veis em'funccbes, .obre todo era qaantb
^ZT&T^?2tiZS^ -.has dos empreados publico, foretfeore
ebefue a manifeUar se nalga ponto. Esta pro-
videncia pal* prevmif ainraiaodO grumiefla-
gello, que mfeecldiianda rarimi^parteo importamos,
em contacte matar oo mmor con praoa* mt
ritilas furtugueas, pd de nm otoaieartopara o
outro fazer a sua insurretijao ao coatinente euro
pffli.
da cto-
do 00'
FUtia qoasi oooIb tes os irabatbos
mtsuo eoearragado do formolar o prorsew
Oigo do processo, de nao faotei' em tempo -. fiesta
lu|a*f\
A rnminha a>r,issadamento rMooosirabatriiij pato-j
pro lea r-rriso da pmoiifi^(rtdobwipoliao
balno. Vai *g*Oae a'dls-
<* d pomasp*tao*>
rior OOOnBO.
Aa/la1t>iu jmMthl i
pal*. v> Botatrae^lo da
LsMa, a OfavtoarooMea
da qoald aotaatak,- nosie higar,
O Sr. Guilhermo Thoras n solieitaii do res-
Ktrw iHMilb patiliiafljilwatojlli para faaor
ccionnr os cabos tflegrapbicos submarioos-
por trina portara honrossima.
A 7 do corrate a grande inaugnracao do
monumento patritico do Buasnco. O ministro
da guerra depois de visitar os trabalhos, com ar-
gn dos seas collegas, rosolveu qne se nao dizes
se o simulacro da baltalha commemorairva daqtol
la ein quo as aguas de .Naiioleo Bonaparte fu-'
girara espavoridas diauto da audac-csa coragcmdo
exercito angla-luso Aqpelle simulacro foi orea
do em 50:000, e um tbesonro que isa a eqf
librar quanto antes as sua; despezgs com as re
reitas publicas, nao pode estar a gastar cem con
as1
empregados pblicos Torera cerced-
las po|a obseurissita le da* deacjSos. Fezrrrui'
te bem o Sr. Fonte.
a A festa nio seta meno> patritica e significa-
liva por FWe faltar esse aficeswrto ruidoso. O Sr;
corsoei Costa ebrai d)'m nuraento, fui obgiaio na olha offlefal
Ne Diario do Goctrua veio konlem publicada
i nota do governo britannico agradecendo os bons
ser vicos prestados por F. C UrysdaJe, coosul de
Portugal am Ti mor, por occasao do a|ir da escuaa Jiolljodezp GUf.mseterehro de. 1872.
t P>.- um tleBfWlvna. fy J-uB fres, daiaSo d
hootom as Jt horas a Wroiulos da tarde, coasta
loe'a colheila ad a'godao da Amrica avallada
km 3.800000 bailas. Nao, teve aUeraco a Uxa do
dweaRto. O dwljeiro abundando e rauito firmo
lasolidados inglezts fiearam a 92 1/2- Os
nodos iteraos hespanhes a 193/8 e os portu.
g< guezes a 42(8.
tfca* do
das
illnislerlw da justicia.-Et-fi do eO?
rente :
Hecommcnda'u-s ao providente da retano cV
IVrnainbuco que informe que dseisao. tave a
appollaco interpoita ex-ottleio -da senteivia, la-
la qorit foi condemrta.l) a pena- de'gales perpetuas
o reo Joao Koberto de Saut'Anua, em sestaO' do
jurv do termo de Ouricurv, di 8 do iunho- de.
1881.
Prorogon-se por qnalro mesos coro ordenado m
lemea concedida ao juiz manicipal e do orphios
dos lermos do Goyannmha o Caogoaivaama, ba
charol Jos Alvos da Silva:
Em a do eorwmte:
i Commanieou.se ao ministerio da fazamla e ao
residente da provincia do Coar, que nostaI data
d prorogado por tros rnezei, sem vencimeoto, o
prao para o badurel Joao Salom de (ueiroga
assumir o-oxncioio do cargo de Jai de direito da
comarca da Maran^uapa; 'levando o prato asslm
prorogado lindar-so em 3 de jaaervy p.mxhu i fu
turo.
A presidente da prrwnea do Maranho, em
resposta ao olllcio n. SJ, do 2 do mez lindo, que-
lica approvado o acto peto qaal traosfario para a
villa de'Picos a sle da comarca de Pa^tosBins.
Ao do War, pie ful prorogado por dous meics
o raeio ao juiz municipal c de orphos dos termos
da Tolha e de S. Matbeus, bactiarel Aritarcho
Cavalijaule de Albqiorqm;, o prazo fixado para
assumir o oxorccio das respectivas funecoes.
Ao do Piauhy, que foi approvad i a proroi;to
de lcenca do juiz de direito da capital, bactiarel
Ur.au!ni > Candido do Reg Mendes.de que trata o
lllclo n. GV de 10 de junno ultimo.
Km 10 do crrante :
Coiimunicou-3o ao presidente ih provincia do
Pira, qhe nesta data foi prorogado por dons me-
zes ao jdiz municipal o da orphos do termo de
Porto de Moz, hacharal Manoei Francisco Honora-
to, o prazo fixado no art. 13 do decreto de 23 de
dezomhro de 1853 para aisumir o oxercicio das
respectivas fnne>;ci:
Doclarou-so ao presidenta da provincia do Piau-
iy em resposta aj uulcio de 14 da jun'io ultimo,
que visto so irhamm leapNoidoa de terca publica
muitos termos, e sem guarnioio as cadeias da
nvsma provincia, deve mandar aqnartular, por
cunta dos cofres provinciaes, a guarda nacional
quo julgar necesaria, em quanto for deficiente a
terca dep-ilicia, ipie oonvem nugmentar.
Ao do Ho Grande do Nurte, em reaposta ao of-
ficio de 30 de julho ultimo, que nio polo ser con-
ledi la a autorisacao que solicilou para destacar
Belo meo h 30 pracas daiguarda nacional, por con-
ta d 'Ste ministerio, visto que a despeza com a
guanla uacisnal destacada ou pertcnciao ministe-
rio da guerra, ou deve Bdtrer pelos cofres provin-
ciaes, conforme a natureza do servieo.
Foi indeferido o ri-querim -uto do bacharel Ma-
noei Amos Jacomi Pires, juiz municipal di termo
de Agua-'reta, rocorrendo do despacho da thesou*
rana do fazen a da provincia do l'oruambuco,
que Ihe iii-gou o pagamenti do ordenado do juiz
da direito da comarca do mesmo nome, quein
substitu o.
Em 11 do crrente :
A" requerimenlo do bacharel Herminio Francis-
co do Bspirito-Saulo, nomeado chefa de polica da
provincia de Santa Catharina, foi augmentada com
mais 4000000 a ajada de custo arbitrada para
.transporte do mesmo bacharel.
Passou-se ao bacharel Jos1 Moreira da Rocha,
diploma de habilitaco ao cargo da juu de direito.
Prorogou-se a liceaca do bacharel Aristados Jo>
de Loto, juiz de direito da comarca da Palraeira
dos Indios, na provincia das Alagoas, por dous
mosca, com ordenado, a coalar o 1* de agoslo
indo.
Remettorara-se : ao prci-idonle de Pornambuco
o titulo do escrlvao de capellas e residuos do ter-
mo de Goyaana Manuel IvJuardo Lns Wanderley,
e as patentes dos coronis Marcionillo da- Silveira
Lins, baro de Utraga, Francisco Antonio de Bar-
ros e Silva o tenante Manocl Antouio Alvares do
Brito ; ao das Alagoas a patate do major Fran
cisco Antonio Couttnbo ; ao do Piauhy a do te-
nente-coronel Norberto de Castro e Silva ; ao
do Maranhio as dos tanentes-coroneis Gustavo
Barbosa de Carvalho e Joao Maooel Gomes Tino
ce ; e ao do Para o ttulo do juiz de direito da co
martia do Monte-.V'egre bacharel Francisco Men
des Pereira.
Em 1 do corrente :
fifcommendoit-se ao presidente da provincia de
Parnambuco, om resposta ao ofcio n. 138 do o
de agosto ultimo, que mande louvar o juiz de di-
roito o delegado de polica do Buique polas diligen-
ciab empegadas para captura dos criminosos que
infestara aquella comarca.
Uemetteu-se ao mesmo presidente, para os fins
convenientes, urna copia da guia do sentencia Jo
Anaslacio Gomas Taxeira, do que trata o ofQco
de 20 de julho ultimo.
Sao foi agraciado o reo Podro Jos de Mallo,
condemnado em 11 de marro de 1871, pena de 6
raeze:e 13 das de suspens do emprego de sub-
delegado, e dous mezes, 7 dias e 12 horas de pr
sao, pelo substituto do juiz de direito de Mipib,
na provincia do Rio Grande do Nerte, por crirae
da raspousabilidado commetlido em 31 de agoslo
de 18*39.
\ntrlil;t(I>s policiaes. Por portara
da presidencia da provincia, de 20 do correnta,
furam borneados Antonio Ferreira da Mello, Mi-
guel Piulo 'JV'ixeira e Francisco Uibero da Sallas
Gouva, 1, 2" e 3 supplentos do subdelegado do
distriuto de Capoeiras, do termo do Bonito.
F'Kl-.iBui'al. IK-vi' realisar-se boje tar-
do o simulacro do combato naval entre as guar
ncoes dos navios de guerra surtos no po to, na
baca do ro Capibaribe entre a ponte Pedro II e a
fortaleza do Brum.
Carta do *>isrl lio -Carta da curte d;z
que o Sr. desembargaaor Innocencio Marques de
Ara ojo G i-s, presidente da cmara dos diputados,
foi agraciado cora o ttulo do conselho.
Companbia japoneza.-Na sexta-feira
(26) deve realisar-se no t eatro Gyniuasio Drama-
tico, um ospectacul'i concedido pela companbia
japoneza em aeneficio>do hospicio de alienados..
TclegraiuiHa eomiuercial. -Tela Slu-
dent veio um elegramma d*,casa commerctal do
Sr. F. Youle, de Livarpool, em 3 do crrente, di
zpndo :
Algodao regular da Peraambuco a d. 4a Pa
j-ahyba 8 1/2, e de Macet 9 1/4 calmo. Assucar
calmo. >
Beneditas La^grlama**.Acaba do ebegar,
ij'ua das Laraugeiros n. i e exeraplares da liada e aoiraosa qtiadrillta um-
do Sr. F. M. iiu-
faccoe
; alg
Fundo:
10,
r-Jf '
9ao.
'ano, de. 10
io de si
ario do
Silva.
ossa
ontem cele
Itvma.
ren
C10>O
aov \Tasa*i Km
cora espen-
de Juba*
'fff.' Ijtgrimis, de eoraposicao
lo. Aquellas pessnas quo dseiarem possuir esse
IrabaJOo devem proeura-io manto aotas.
Kaprriuo trilMinal ir astada.- Ni
sessoo da 6 do crtenla foi julaad a-fe-visU :
N. 8v36C. Priiambu'eo..fi77os lldefon'o Pe
reir Gomas, M. lleltlno-do Xascimeuto (ies. au
eonie(0.o por caber-.a>vater 4 ausa-o ola-
la d%rla*40.
Kmivoo d alma- Sob essa diiomiaagso
acaba o Sr. Guienoo Antonio Lupos,, atara! do
Maraohoov da publicar om peoomaa, toas luiaras-
lante cbilecQo de poesas, dividida era dos par-
te **''*'pxfiaom.varaos Hitamos, e,/^p-g, migo
tica, poesa escripias por occasto da ^natljci
oofceopo.mocoora, A' brrariaa dtu-oidodaaoa-
baai de abogar algaooocamidaMav
pirita Sano, ao Te-Deum o Rvd. Antonio do Mel
lo o Albuquerque. Hjuve ladanba solemne de
Wl>f*L *U M- e*
' AUrchestra eciitml o gTortdenominado Dog
ma da Immacolida Coaveiroo- e a Te-Dea -
Lima grande.
Duas msicas raaroiaes tocovam nos interval
los dos actos.
OiOcou na missa da fesla o Sr. conego vgario
de Santo Antonio, c no Te-Deum o Rvd. Fr. JoJo
Baptista do Espirito Santo.
A concurrencia dos tiei; foi immensa na assis-
encia dessa festividado.
Cathecisiuo cm S. Pcilro.Continuou
ante hontem, na groja de S Pedro, pelas cinco
horas da tardo, a explica ci do catitee sino quo
teve principio no domingo IV, polo Rvd. Jos Al-
fonso de Lima rS.
O ato lerranou com o tantum ergo, o bencao
do Sautissmo Sacramento.
Gabinete Portu^uez de Leltura.
Em addlamento noticia quo hornera doraos, acer-
ca do concert que vai ter lugar nos salos deste
estabclcciinonto, temos a declarar mais que urna
senhora de urna distncta familia dasta cidade se
presta graciosamente a cantar nesso brilhaute sa-
rao artstico.
Mais una associai-ao. Sob o ttulo
Amor ao Estadi installou-se na inanlia de 20 do
corrente mais urna associtflo Iliteraria, que se
propoa pugnar polos interresses da nstruccao pu-
blica.
Liuvamos o esforco do nimos tao bem inspi-
rados, e que a estrella precursora da obra do fu-
turo tenha tambera un raio de luz glorificante
para estes novos operarios da civilisaco.
ilissusi funebreo. PjaB oito horas da
raanhi de hoje colebrarase roissas na nialriz da
Boa-Vista pelo ropouso eterno de D. Josopha de
Meaezes Vasioncellos de Drummond Costa.
Pede puui^ao.-Ao iran anti-liontem o
Sr. Joao Jos da Cunha Lages o sua familia tomar
o Iram da lnhafcrea di Recite a Caxang que
parou na estaedo do 'danjuinha om viagem de
volta, s 7 horas e 23 minutos da noile, acontecen
que, resolvando o Sr. Lagos seyuir cora sua fami-
lia em umdos carros de 2' classe por j nao lia-
verem lugares vagos 003 di l", mal tnlia feito
subir para um d'aqucllos cirros algumas crian-
zas e duas senhoras, quanJo o conductor chefe
do trem, com assorabro de lodos, apila e larga o
trem, deixando o resto da familia coto os cava-
lheirs i|ae a acompanhavam. Estes correm apis
o trem gritando contra a violencia, no trem gri-
tavam as senhoras e oh irnvam as cr.mc/is que
so senliam arrebatadas sua familia I
O conductor, porm. a nada se mjvou; smen-
le ao chegar estadal inmediata e por occasao
de ah parar, fez desear, abandonando-as na es-
trada, as senhoras tronadas de susto e as pobres
criancinhas roncas de chorar. E >c;juio viagem
Bonito procedmonto; generosa acolo !
Foi no Caminho N'oro que veio a reunir-so to-
da a familia do Sr. Lag.'s dooois do tao angustia-
dos momentos.
I-Vios dosla orden, narraw se somente.
Rspancamento. So dia30 de agosto ul-
timo, Jesuiuo do tal, i-spaucou a Jaciutha Soaros
da C'iiiceir.lo, n > sitio d nominado lu da villa do
Exii. O delnqueme evadise.
Fea bem. '"oi recolliido cadea de Santo
Antao disposica-i do respectivo Dr. juiz munici-
pal Manuel Antonio de liveira, quo ao delegado
d'aquello rustrite so aprescutou voluntariamente.
confessando lar sido o autor da niorte de Manocl
Joaquim de Sant'Anna, qoa em das de jullio des-
le havia sido assassinado cora ura tiro.
Q er tratar de sua defeca : nada mais natural.
X tu.Recebemos o n. 3o des-e orgo da
imprensa dem crata, e como sompre agradecemos
a attenfio.
Aiovo Parthcnoii. -Na qaarta-telra da se-
mana ultima, reuni-i-se esta s icioda-le em sessao
O'diniria, sob a presidencia do Sr. Thomaz Cha-
ves.
O Sr. 2* secretario Ion a acia da sessao antece-
dente, a qual foi, sera dscusso, appravada.
De aceordo com a casa, o Sr. pies dente deca-
rou que, om a presente tessao, esto encerrados
os trabalhos do crrente auno.
De cor.foruiidade com o arl. 23, cap. 13 dos es-
tatutos, procedou-so a eleieao da nova directora
que tem do reger a s iciodada durante os mezes de
margo e abril do anno viudouro c obtevo se o se
guinte r sullado :
Presidente, Jos Porto ; l'vice-presidente, J-
ventino Thamudo ; 2' dito, Medriros Crrela (re
eloito) ; Io secretario, Bernardo do Mendonca (re-
eleito); 2 dito, Reg Barios Jnior (reeleilo);
orador, Esperido Filho; ihesourciro, Hygino
Mello (reeleito).
Em seguida o Sr. Thomaz Chaves, obtendo a pa-
lavra, disse qne findando-se este anno o seu curso
jurdico, nao poda continuar a ser socio elfectivo
o, depois do despedir-se, tenninou fazendo votos
peto progresso da sociedade.
Depois, o mesmo Sr. convidou a nova directo-
ra para tomar posse.
Occupando o Sr. Porto, a cadeira da presidencia
com as formalidades do estylo, oninuuciou um
discurso agradecondo a sua eleieao e felicitando
a sociedade pelo seu adiantamento.
Em seguida, dirgram guaes agradecmenlos
e felieilacoos os Srs. secreurio, Bernardo de
Mendonca ; orador, Esperido; thesourero, Hy
;ino Mello; 2o vice-presidente, Juvenlno; e o Sr.
'rado Pnientel, em ultimo lugar, abundou em
largas cousderacoes acerca da mesraa materia.
rindas as felicitacoes, o Sr. Juvenlno propoz so-
cios honorarios os Srs. Thomaz Chaves o Amerco
de Carvalho, pe relevantes servicos que leem
prestado sociedade.
Fui aceita a idea do Sr. Juvenlno.
inguem mais pe.lindo a palavra, o Sr. presi-
dente, depois de designar o da 15 de marro do
anno vindouro para a abertura .dos trabalhos da
sociedade, levaotou asesso as horas da urde.
Proclamas. .d'oram litios na matriz de
Santo Antonio no da 21 do. corrale, os se-
grales :
1" denunca?ao.
Manee! Marlins Madeira, cora Cosma Mara -da
Cunceigaa.
Zeferino Leite de Souza Alvos, cora Francisca
Alexandrna Caoiargo.
Jos Joaquim Ramos Lobo, com Mara Joaquina
da Concevao Villarim.
Jeronymo Eduardo Pereira Borges, com D. Ama-
lia Claudina de Moma.
Podro Amerco da Gama Duarte, com Carolina
Pontos.
' denoneiacaO.
^ Juvino Pereira de Hollauda, com Thereza Vir-
i geni de Jess Oliveira.
Cosme Guedes. de Araujo, com Mara Rufina
Cezar.
Joia Tiburcio Ribeiro, com-Mara Torquata da
Paixao.
Augusto de Castro PageJs, com Ca'ciana da
Suva Porte.
Camilla Ferreira Pires, com Leopoldina Joa
quina, ibi Xasciuiento.
Antonio de Pinho Borges, com Zebina Brida de
WarAlo.
M imPl Goncalvcs da Sfva, com .Margarda Pau-
la-de Moudoaca Ribeiro.
3J deounciacao.
Malhias Aives de Aguiar, com Mara d'Annun-
cia.'io da Silva.
i Paulino Paffc'ii-a Lapes com Joscplia da Silvo nata.
Maooel MonUiro da Silva Costa, com Eudocia
Hara do Jess.
Amar-rica U nmtm. fcate Por de Lisboa recobeoos a* segBkHii iMMb ^Oa^doosbo^.aatglipji, la1j|itj mttfi*- fia^iostu eperptono ra do Bom Josa n. 43.
leu da Peninsular
Latera.A <. so aclu a .venda i 67.*. a
beiwMcio da uova_ igrejo do Nossa Sanliora da
Pe, coja extraccio |o lugar no aja 24 do cor-
*LeUo.IIoje, 33, oouoa o aconto Pinto, q<
teilido fazendasuo irmaiooi dos Sr* Dastos la
SUvo-oa ajla Ca'Jai, d-vfcVeifa, a-------ii^ma
Teleyaiwowi puiHIw A teebar- do aba o da ddlerantes (kiaflauAivaradas, conforma
sta anhuncHado^aa locar coomeioote. jdoste Di'-
e em seguida no arioaiem don S. Bastos & Sirva
fa zondas limpas.
Cm de- ileleneo.-Movkneolo -do4a
21 do setembi'o da 1373;
Exstiam presos 317 cntraram 5, sahiram 5,
existem 317.
A saber :'
Naeionaes 218, raulheres 12, estrangeiros 40
ravos 33, esargna i.-*otei 7.
Alimentado cuSa%dos iMt publieos 205.
MovraemoaWenfowlaria do dia 4 de setembfo
e 1873 :
Teve baila :
llanoel da Rodaclicts. "
* Teve alta :
Francisco IftiBts dos Santos.
1 l'assugetros.Sabidos pora o uoi te no Ta-
Mor Bihia: -
Francisco J* da'Silva. Vicente Marques da
Silva Pexoto, Dr.'Bemvindo Gurge do Amaral e
um llio menor, cornmendador Jo- Cavalcante de
Mbiqtiorqio, Andr Rosas e um lilao, Camino
ffem Monoervo, los PisearHe da Silva Jnior,
Ncola Fix, Luig Capiloste e 8 pessoas da compa-
nbia Dramtica do Aracaty.
Cemlterlu public.-Obituario do da 20
Jo corrente :
Julia, brwca, Pcraambuco, 16 mezes, S. Jos ;
febre typhode.
Manoei Francisco do Assis, parlo, Pernarnbuco.
13 annos, sollairo. Boa-Vista; ttano traumtico,
Mari, oscmva, parda, (ignra-se A/naturalidade)
9 annos, Santo Antonio; ignora-so a molouia.
Pedro, pardo, Pernarnbuco, 32 das, Santo Anto-
nio ; espasmo.
Bibiana, escrava, preta, Pernarnbuco, 2ti annos,
soltoira, Boa-Vista; gastro enlerito.
Mara, brauca, Pernarnbuco, 5 mezes, Boa-Vis-
ta ; box gas.
CBROMCA JBZfiMIl.
I iUUl \ al- OA nBLAC.iO.
SESSaO DB 20 DE SETEMBRO DE*1873.
RRSIOBHCIA 00 EXM. SR. CONSKLHB1RO CASTAO
SAHTIAGO'.
Secretario Dr. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manha, presentes os Srs. des-
embargadores Loorenro Santiago, oria, procu-
rador da cora, Domngues Silva, Arante Jorge o
Nova, faltando com causa os Srs. dsembargado-
res Regueira Costa c Almeida Alba uerque, abri-
se a sessao.
iDLOASjurros.
Appellacoes civeis.
De Ipojuca.Appellante Joaquim di Silva Co-
ta, appcllado LuizGomes de Moara.-Conlrmada
a sentenca.
Do Recifa. Appellante Jorge G. Slarr, appolla-
do Walfredo Camello Pessoa. -Conlirmada a sen-
tencia.
De Garanhuns. -Appslhnto Joaquim Lo i renco
le Mello, aopellado Podro do Rogo Chaves.Con-
lirmada a sentenca.
Itecurs is crimes.
Da Escala. -Recurrente n juizo, recorrido Joao
Francisco Barbosa. Jaizes os Srs. desembarga-
dores Xeiva, Lourenoi San'iago, Araujo Jorge e
Domngues Silva Improcedente.
De Nazaretli. Recurrente juzo, recorrido
Luiz Jos de Castro. Jotaes os Srs. desymliar^adg-
res Lourenco Santiag, Nova, Domngues Silva B
Aranjo Jorge. Improcedente.
Rocorrenie Firmino Santiago de Vasoiuellos.
recorrido o juizo do Itocife. JateM os Srs. desem-
bargadores Loaronco Santiago, Aranjo Jorga, Do-
mingues Silva e Honra. -Improcedente.
PASSUKNS.
Do Sr. desembargador Ladroneo Santiago ao
Sr. desembargauof Almeida Albuquerque :
Dj jury de Uoyanninha.Appellante Francisco
Josa Montero Jnior, appellado Francisco Gomes
de Lima Sobr nho.
Do Aracaty. -Appollante o {trizo, appellado Ale-
xandro Pereira da Silva.
Do Saboeiro.Appollante Antonio Joaquim de
Souza, appeada a jnUca.
Do Sr. desemb.irgadorVoiia ao Sr. doscnibar-
gador Regueira Costa:
Do juizo de direito da lmporatriz. Appellante
Mareolino Barb)sa de Miranda, appellado Manuel
Pedro de Olivera.
Do Sr. desembargad ir Domingues Silva ao Sr.
desembargado!' Rtgueira Costa :
Do Bonito.Appellajles Manuel Antonio de Li-
ma e ontros, appellado Manoei Antonio Diniz.
Da Parahyba.-Apiellante Olegario Saraiva da
Carvalho Nolva, ap|iellada a justica.
Do Sr. desembargad ir Araiijo Jorge ao Sr. des-
emhargador Neiva .
D> Rocifa. -Appellante Francisco Marques da
Silva Mendos, appellado los ioaqnim Alves; ap-
pellante Antonio Valentim da Silva Barroca, appel-
lado Antonio Moroira Dias ; a|ipollanta Tasso Ir-
ma, appelladi a fazenda nacional.
Da villa do Principo. Appollantos Manoei Pe-
reira Balcont o outro*, appellalos Luiz, Lucas.
Sergio o ontros.
Appellacoes criraes.
Appellante Manuel Antonio da Silva, appellada
a justica ; appellante o juizo, appellado Jos Mon-
des do Lima ; appellante o juizo, appellado Gabriel
Ribeiro dos Santos; appellante Oetaviano Vieira
do Espirito Santo, appellada a justica ; appellante
Francisco Luiz Gong alvos Ferreira, appellado Pe-
dro de Alcntara do Nasc monto ; appellante o jui-
zo, appellado Antonio da Silva Campos ; appollan-
te o promotor, appellado Pedro Jos'; Francisco ;
appellante Crispim Alvos ds liveira, appjllada a
jostica ; appollante o juizo, appcllado Antonio
Avclino Soaros ; appollante Joaquim Baptista No-
grao, appellada a jusliga ; appellante o juizo. ap-
pellado Jos Vcuia ; appellanlo Jos de Souza
Santos, appellada a justica ; appellante Zacaras
Jos Tenorio, appellada a justica; appellante o jui
io, appellado Jo- Joaquim da Conceico.
Ao Sr. desombargador Regueira O'Sta :
Appellacoes criines.
Appellante o juizo, apyollado Caliste Lopes da
Silva; appellante o promotor, appcllado Pedro
Marques de Barros.
Do Sr. dosembargador Neiva ao Sr. dosembar-
gador Lourenjo Santiago :
Appellacoes crimes.
Appellante o juzo, appellado Manool Lete de
Carvalho Mudubim; appellanto o juzo, appellado
Manoei Lte de Sa e ontros ; appollante Mara
Josepha da Conceicio, appellada a jusliga ; ap
pe lamo Paulino l'zidro do Ilomlio, appellada a
justiga ; appellante Alexandre Antonio Tavares
de Almeida, appellada a justica.
Diligencia crime.
Ao Sr. desombargador promotor da justica :
Appellante Manoei Magdalino da osta, appella-
da a justica.
Assignou-se da para julgamcnto dos feilos
soguntes:
Appcllagoes civeis.
Do Recre.Appellanto Jos Mara Sodr da
Molla, appellado Dr. Symphronio Osar Coutinho
Da Lagoa Nova. -Appellanto major Antonio Jo-
s de Olivera, appellados Braga Gomes & C.
Do Recife. Appellanle Souza & Gumares, ap-
pellado Francisco de Paula Ucha Cavalcanli.
De Souza.Appellante Adedate Ferreira de
Souza, appbllado Antonio Raymundo Peros.
Appellacoes crimes.
Do Recif-.. Appellaute Manuel Felippe dos San-
tos, appellada a justiga.
Do Cabo.-Appellante Francisco Caetano Ribei-
ro, appellada a justica.
Do Recife.Appollante o juzo, appellado Pe
tronllo Cancio do Nascimento.
Do Buique.Appellante o juzo, appellado Ho-
racio, eseravo.
Do Teixeira.Appellante o jniio, appelladoo
Joao Ferreira da i Osla a outros; appellante o jui
zo, appellados Joao Luiz Pererai dofjSaiitus e ou-
tro ; appellante Manual Joaquim Slossoro, appella-
da a jusliga ; appollante o juizo, appellado Jos
Mximo da Hora ; appollante o juzo, appellado
Joso Coelho da Costa ; appellante Porfirio Jos de
Santiago, appellada a juatiga, appellante Claudino
Jos da Costa. Agr, appellada a jusliga.
BISTRISUIQKS.
Recurso do fallenca.
Ao Sr. dosembargador Lourengo Santiago.;
Recurrente o juizo do conimerco, recorrido
Joao Mara Cordeiro Lima.
Recursos crimes.
Ao Sr. dosembargador Lourengo Santiago :
Recrrante o juizo do Pilar, recorrido Manoei
Francisco de Sauza.
| Ao Sr. desombargador Almeida Albuquerque t
Do Recif^Recorronte o juizo, recoarid Vi-
centa Por aira Honorata.
Do Peucdo. Rocorreute o juizo, recorrido Jo;
Loureiro Hamos.
ao .-ir. desembargador Regueira Costa :
fio Bacila. Recurrente o juizo,. recotridos. Jo-
oayino e Joaquim, libertos.
Oa'.Paraha/ba. -Recrrante o pJao,lrati,riiJoUa-
nool.Jacinlbo da Costa.
Ao Sr. doaembargador Aranjo torga .
D'Areia. Recurrente o juzoj.rocorrido Toomaz
J. daS. Lisboa. p
Da Paralryb. Recorrenie o juizo^ recorrido Jo-
mos Oa
i4oSe-
s lfcivi'adlr*i.J |_] DCT
"Ao Si
Be NSrart
veinnJtan
Da Paraliyba. R acorre ote O jl). rc-orri*.
Manocl Fraiiuisco das Marcos.
Appetlaoos cflrrtc*.
Ao Sr. desombargador Lourengo Strttag;>:
DoaDouza. fmmemnlc GinMrtfaria da Ceo-
ceiglfclppelladaiTluslffir
[>e Campia. -AppcIlaMI o proojbtor. appeUad
Manoei Scares da Silva SamlMla.
AoSr. (li'-i'inbargailor Almeida Albuqucrrjoo :
Do Imperatriz.AprtHaato jajlk >, appellado
Lucio Soaros de Albufaer pie Eataquio a on-
tra.'
Do Saboeiro.-Appolkuai o jJivippoUado Jai
Ribeiro da Costa.
AoSr. deaoraaawgador fllfjaaiMEosU
Do Cabo. -Appellantes Joio. Paes Brrelo d>
Lacerda o outros, appellado Joaquim Carnoiro da
Cimba.
Do PombalAppellanto o juzo, appellado Jos
Romualdo da Silva. _,----------- .... ... -
Ao Sr. dosembargador Anujo Jorge:
De Caruaru.Appellante o juizo, appellado Jos
Alves de Couto.
Do Recite.- Appellante Feliz do Gusa' Borba-
Iho e outros, appellada a ju'tca.
Ao Sr. desombargador Neiva:
De Aqniraz.Appollante o juizo, appellado An-
tonio Bodrgues Montero.
Do Sendo.Appellante o juzo, appellado Ma-
noei Antonio Franoisco-das Cbegaa.
Encerrouse a sesso. ao meio da.
PARTE POLITI
PARTffDO COWSBRVABOn
RECIFE, 23 DE SKTEMBKO E 1773.
Quo (tal a floHti'nn t
O club da Agnia-Branca. sem e-ojaerer, defini-
se as segnntes patarras, que Icmos' cm o n. I'H
da" Prot i ncin.
Drzcm os familiares do Sr. Villa-Rolla:
c No rgimen reprcsenUuivo o partido deposte
do poder ora viga dos di citos do povo, ntre-
nles a direc.-ao do partido tovernsta ; este vgia
Je ve eslimuiar os seus zelos em raerecmento da
conllanca precisa, ao lempo em que a opiuiftft ti-
ver de proauncar-se entro as uclinaroes natoraei'
de eslabilidade ou deprogrtsso do viga c do vi-
ciado, o
Pondo do parte a motaphysica do introeentc pu-
blicista, vamos tao somonte analysar sua dmitrina
esdrux'ula o at perigosa.
Das palavras da Provincia segoe-se cmfmrn
sen$u, o isto muito lgicamente, que qtiando o pnr-
tilo ieposto assumo as rediasdo governo, no r-
gimen representativo, esse partido deva-so -ruar
um absorp;or, isto torna-so de pastor em lobo :
j nao vgia. o.-traga, consomm tudo! Hua **-
melhante Uieoria por sen:, duvidaj digna das co-
lumnas da Provincia que constantemente sane
do prlo rcehoiada destos e qiteijaajos dispa-
rates.
0 publci*:.i da provincia escreveu i.pilarra
citadas sem consccncia ; copioa-as tMm' d al-
2ii!ii cscriptor ante-diluvano e vco apresonfa-ra
o publico com ares de quera conhece da arie d
governo representativo.
E' verdade qne as palavras da PronrtPi't tfm
mulo boa applicacao aostempns do progresssrao ;.
e bem provavel, senao certo, qne, quando o Ben-
jamiin Coustanl ineirm da Provincia as rtcrovta,
deva estar leihbrandose d is saudosas e iinmoin-
douras pocas, em que despracadamente taes prin-
cipios j tiveram entro nos urna vida real, se bvm
que un pouco transitoria como a dessa iiga, que
gerou smente absurdo.
' i partido consonador seitato o calmo, so quan-
do depo-to viga os direitos dos cidadAos, quando-
no poder nao cessa de vigir.r e acautear os inte-
resses dos seus go ver liados; renoga e abomina a
deutrma da Provincia, dgra tao omento dos re-
dactores e sectarios das donlrna? desse fontal.
O partido conservador nao tem prelenroos sorver o anniquilar as garantas corrslitucionaes,
o milite pelo contraro, trabalha para conserva les
alacias, deixando a s uis adversarios polticos n li-
berdade de, quando donos do poder, conculcarom
as leu e os direitos dos cidados.
Bolla doutiina, por corlo, a do orgo da oppo-
sigao liberal Semelhanlo i heora nao pode deixar
de ser escripta com urna das pennas arraucada
das azas negras do demonio.
Felizmente para o paz, ura tal absurdo nao en-
contrar echo entro os brasileros e sempre ser
repelbdo como indigno de um partido grande o
sr.o como o conservador.
Q.ie liberaos sao os i omens da Provincia E
querem que o paz accredite nelles!
So no rgimen representativo, Sr?. redad' res
da Provincia, o partido deposte o guarda o viga
dos direitos dos cidados, quando no poder, esse
ino-mo partido devo com mais alineo proteger taes
direitos pera nao ser laxado de incoherente o sem
principios.
Me pregar vossa theora na China ou em a.gum
outro paz, onde se nao con'icce do mechanismo ad-
miravcl do nosso systema de governo ; nos os bra-
silelros abominamos vossa i doutrias c fazeraos
votos a Providencia para que nao resurjam mais
os lempos da fatdica liga, onde tao smente taes
anomalas e absurdos tiverim e podro ter sua
ralulade.
PHM.ICJi.COES A PEPIPg-
O importante c muito importante servp qne
acaba de prestar populacho desta cidadoo muito
digno gerente da companbi. dos bonds, nao deve
Iicar em esqnecmento, e j que outra voz mais
eloqttente nao apparece para fazer a esse distincto
cidadao os devidos encomios, a mais fraca d to-
das nao pode resistir ao impulso do coraco e
veni, pedindo a devida venia ao illustre cavallei-
ro, render Iho um preto de gratidio.
0 empenho que tem feito o Sr. AdoIpnoSchmidt
para elevar o servlco'da comoanhia, a ordem in-
dispensavel para que ella aproveite ao publico, se-
ria por si um poderoso motivo para nosso reco-
nhccimeuto, pois, no ha duvida que o bond hoje
'indispcnsavel vida ; e S. S. reconhoeen'lo os
grandes inconvenienles que resnltavam da priva-
o da ponte da Boa Vista envidou todos os es-
teros, c ajudado pelos dignos negocian'es da rna
do B iraoda Victoria, aeib i de fazer importantes
reparos nessa ponte, de maneira a ser ella fran-
queada ao transito, no que ganha muito a popu-
lagao dsta cidade e todos (],ne a ella vem para
qualquer motivo.
Aquellos que sSo dedicad >s ao bem publico nem
sempre sao lembrados ; e por' essb motivo qfle
faco estas toscas lionas part manfeslar, em nome
de muitos, ao Sr. Adolpho Schmidt os nossos voWs
do reconhecimento pelu relevante beneficio que
nos acaba S. S. de fazer tao generosamente.
m m a
V(liiuii*lrurif o da pi*ovlncin
J urna vez o dissemos, e cada vez mais nos
convencemos do que este o mais pesado e ospi-
nhoso encargo que pode oceupar o cidadao brasi-
lero amante de seu paiz, que procura benefica-
lo ; e quem com attcnco ti ver observado o modo
deseomnjunal e grosseiro |>orque te tem atacado a
benemrita administrado actual, pensar cra-
nos co. ,
. Nao que neguemos a necessldade do opposi-
cu, era a esta o direito de censura ; somos o pri-
mciro a reconhecer o pa,)cl importante (tur, no
organismo do systema representativo, llie est re-
servlo ; assimj conipenctrsda ella de sua fmssSo
vise antes e cima de tudc a felicidade da nagao,
lembre-se que antes de erraos polticos somos
cidados, e quo as raias da poltica sao mais limi-
tadas que as do patriotismo; ltente, nao os indi-
viduos, mas os factos;. gyrc emafta.6 elevaba es-
phera, c nao desga a calaainia, a injuria vil e
grossena impropria de car.'ictres que ?e jjresaa.
Se |he assiste o direito d( censura, tec-ltle por
Uto mesmo, e nao am grao menor, o dever de
louvar o quando nao o queja, de, respeitar ao me-
nos as i utengoes' e o bons servicos dus saus adver-
sarios.
No romem considerado qoer Individual qttor
soeialmflnte, a p>r do dirio? ergije-se o dever,-
duas ideas eooganilas, dous principios grandiosos,
sobre que assenla toda orjanisar.au sucial.
Parece, parm. nao gente da
Piviincia. Iluda a silenciosa aules de qualquu
providencia tomada pelogo'.'orno, chocamo a ba-
lar nos Quvidps da g< uxabidat
a despropositadks cei, t:id Consa alguma
Ihe agrada, soja o que ff,
S^j antes sincera e 1 iba.com fran-
queza as anas ideas, oftej. ou'ito ombor
ia> com as do?
seus adversarios, um a ja
nterosses, do pdVofqe 1 aBHKTtt
.u
C


l

I
3




MSo^w'^BtflbttlO *-dfeftja feta 2o ^(*f^WWWte*WW.
iropna das
E' assim a

a*rra otras.
' uin terreno que qaizeraiaos tur a Pro-
vincia, mas a oe* mMwm certc-s nunca ohesjar:
rque desleal como que era ter sempre
_ix todo qnatqae* acto do
tabeleeiJos, iddttttSMWadis totee coas adorna,
* to ser gstg aa-pfo-seja por que modo
Qu r sor ko% protesJaa/e, amanha catliolco,
lepis. je*ai:a, j^pBMarftir i l'ior sexora
gsc Zacaras, oca por Tabuco, ora pir Swwa
aace, emim por acuelle que inais probabilidade
aprcsentar do poder: -'.lio preciso fallar, mas
rfei*an4 o seaipre sabida pan retrala.
'ffl!*topalriotfemo, e- csta a snceridade
daP/vc^i I
B*hatraces sfft Mswimmto do syslcroa re-
presentativo, bora publico, amor da patria ete,, e
procede desle Born,_ c,
A suas c()ltmnHiAUjnls' vezes, 011 quas
aiuaca, abreiB-espaeo a tliscussd frauda e sincera
4*6 alte* ijaane polticas de viial in torese pu-
1Hisaae>sqna smb|MiO o.lm para calumnia,
a injuria, s improperios etc.i leva mezes o mezes
em que na) e mais, pagina, que mu diccionario de convicios, como
$or eeeasio dos acantee-intentos de tjisriu. Vcfdado
tjpioraaa-era a son parte, ou antea tola Iha
parteara em-taes aconfeeiment*, e grande de vis
ar .partaoio asna espiarlo.
\a ida Uui-ma ae ptMedcr da -Provincia, para com a
auiinet e 1 novado pernamoucauo, Bxm. Sr. DrJ
Lucaaa, que ti) digomite lera dirigido os des-
tinos le aHa provincia.
Na ausencia de factos, que merecara censura,
ltnie com urna gana e soffreguido meom
prebansiveis a vida de S. Exc; revolvem todo seu'
pascado ; mas, oh decepe)! ao contrario do que
steuwan, sd*oacontram bons servieoa prestados
aatAao a cusa dos maiores sacrificios ; recor-
dara a suspcaslo do S. Exc. de juiz muaicipal do
Ah vd-*e at onde chega a n.ibrexa, a inde-
tulonoia-e lirmeza do carcter de S. Eic. que
*bearrostar "com a prepotencia do presidente
i'onti*.
F. sao esL's os titules que a provincia est todos
os dias aaflereeer ao publico, e com -os quaes
ptrtende ad jutr a conlian.a do povo I
K fie ranle amor da patria/ quinto bem
pasivo nao vaj ah I
Jfyuo bcjlos sp^imea? que sao ellos para, reha-
tafUacao 4A ytema reuiWtlrtalivo I 1
Ccfnto grandioso o pYOgramraa dcaeifvolvido
pela Proc'uicitt '.
Mas, perguojamos nos, q que lurra com este
proced meato o-paiz? Oque hiera o povo? O
que aprowita ao menos o partido tabe ai de quem
e dizeiiiYepresenlantes 1
*Sxt, klAMlutameate nada.
O qie ,i4mira que boiaans, que aspiram ao
poder, t^fi^arn ul linjuajom para com adversario
poflfo, sj.-lii-iinples facto de ser adversario, e,
poHiii'.) iIa-uri K->mem ex conservador, ex-proi;res-
flitta e agir' pratense libtral, trilenieate celebre
no dominio iPoresssta.
E* es'.o o'patriotismo da Proviaciat I Causa-
llie dasespAi'o ter o Exm. Sr Dr. Lacena por sua
adajuistraca 1 fecunda, juta e imparcial, attrahido
a sj gramil' numero di defensores, os quaes se-
gHBtli o mizo da opposico, nao pa>am de vis
alul ".Jiires, mercenarios, etc., tem rano, cada um
ii o qui tem.
Jcixe-s:, pef.n, de si; a injrwtip produz
deses e/Wts excita a 11 lignario, e provocando
o amor da venlade c da jiivica, chama-o em de-
feza do mrito e da virto.de ultrajada.
Estourc de raiva muito embora a Provincia,
negocios publico, como at hoje os tem dirigido,
(* que estamos corto assim'o far) trazendoa bem
entendida economa fazenda publica, dando an-
damento as oliras da pnrrideia, associando sen
uome a iinp.irtanllssimas umprezas de graiuo al-
cance para o futnro d'esta e dasoutras provnolas
Jo norte, e nao ao pranto da viuva inonsolavel
pela perd do unim arrimo de sua velliice, da
irena desamparada e entregue aoa vai-vens da
sorl, perdido o nico sustentculo de sua honra,
i perscgui'.-ao ao terror derramado polas pacificas
populacoes campestres, a"s jardins, as serenatas,
tas contractos onerosos 'provincia com.. no do-
minio progressbta, lera senpre defensores dedi-
cado?, que ha mnito coraeio nobre, em que ainda
0 esQo extinclo? o amor da patria, da justica
. vrtude,
A quem pode deixar de causar indlgnacSo v
pie. ao pa*so que n-snlinm dos antecessores de
.S. Exc. ti oreceu tao acre- o virulentas censuras
da Provintiti, derrama ella toda sua njenla bilis
em injusta5 o infundadas aecusacoos contra o hon-
rado Sr. Dr. Lacena ; entretanto quo cm sua
administrarlo que assenU'se a primeira pedra
do asylo de* mea lindade, da estrada de ferro do
Linaoeiro, ervo principal do commcrcio e fu-
tura [pan I iza de Pernambuco, que r.diminue
e'tenue 1 dcsappareeer o furto, o roubo, que
-udacioso crfaia o eolio no centro d'esta capital,
e em pleno da ; por sua influencie que, dissol-
vem-se os oitMes de ladrees e rara o furto de
a vallos 4 fue a S. Exc. tem sempre merecido a
laais feria alten.a, e recebido a inais decidida
prot tercises e direitos, quer particula-
res, quer pblicos; e que emm, deviJo a seus
sforr.os particulares vai ser IVrnambuco dotado de
ota asylo de alienados, importantissimo eati b i
asta de naprceiavel vantascm onde encontra-
rlo alivio o iiic-ioiia de coodiclo os. infelizes a
luem a sorto mesqulnha conserva no estreito e
acanhaeo hospicio da Igreja da Misericordia em
Olinda.
E nao s r esta, alem de ontras mollas, urna
prova exuberanie dos nnbres sentimentos de S.
. Exc., do acrisolado amor que consagra ao seu
10 natal, Ja commiseracan, da eompaixio, da
-'"haridade, nao pregad 1 por" palavxas, mas tradu-
2da por E iito cm urna administracao
agitada, e a qae de iodos os lados se tem levantado
e bices, prcoccapada com : magna questao re-
;a, s por si sufficiente para ronbar-lhe todo
o lempo i
Entretanto esquecem ludo isto, e nao cesso a
sua grita contra a pessoa de S. Exc, sonara sa-
tifjeer paixoci me nm facto cui sua vida por quo se recommende !
E nao f.ierem que S. Exc. tenha defensores !
Continu a Provincia na sua ingluria missao,
queassim como o Exm. Sr. Dr. Luccna, superior
a tnveja, no firme proposit de beneficiar i nossa
provincia, Ibes tem respondido com a praticade
actos nobres e grandiosos, pautados pela inais rigo-
rosa justica e imparcialidade, nos Ihe respondere-
mos com a seguinte estroptie do poeta venusino
Virtns, repulsie nescia sordid;r,
Intaiuimtis fulget honrribus,
.\>c semit aut ponit secares
Arbitrio popularis^un.
faK.
esta rfv rae so
opponha o uimimu emtoftlacp, se lhe anteponha ama
iua ilixania aot todas as (rmalas,
na doutrina que prevarica, pos Tactos que nao ex.
Pe sem^dulterar, quhdo menos as consequen
le-lles deduz, sao os fwios coifque in
flamma is alma deste povq^tf
**$h i" rePar* para um*'
laoiolenta; de que n
jrca, coto as qaaeF
conquistar a sua presa, IRmar o seu imperWTaf
trra da Santa Cnis.
E tado em non de Jesas Chrlslo, do Corieiro
Pacifiee do seas apostlos, que venceram e qae
plantarara adivina doutrna pelas palavras ungi-
das e traspassadas-du amor e caridade, pela ab-t
negacao-c peto saffifieio ; *#l|me de Christo
que ellas premfea devKtwlaiaIerra, para res-
taurar as santas fogueiras da santa inquhicao, com
as quaerHe ser fcil bateptnoeda sobre" as mi-
serias do povo, accumnlar riquezas pelo eotrseq
da> fortunas dos herejes.
Para arguns s3o visionarios 'elte3 eoncltos, por
nSq ser mais posslvel neste secnlo, em qne a luz e
a cvlisai;ao se tem derramado com tanta abun-
dancia por todos os meios o pela imprensa, revi-
ver as monstruosidades enlistas dos tempos do fa
natismo e da ignorancia. Na> sao, porcm, par,
o ultramontano jesuitismo.

queci
pule" ^
flor que
team.
E mlm, qae tixe por infancia, nao o raaidoe
o risoolus das louga erm
tt
Httfanana:
onnria, on le esa a tita religue e caridade ?
ade t ::t lelo pelo bem estar de leus membros >
jBde o teu amor fraternal, o teu desvelo, o teu
oaidado pir teus irruios:'!!... IfiO aehisto ainda
*ru tuas columnas, ba tantos mezes, nm assent
vago, de um di>s urnas da vinca, que geme no le-
to aa dOr f BHe. que a se tem dirigido implo-
rando-te o obolo da caridade, para tratar de sua
saude e far.er nina viagem Europa, nico recur-
ro que os mdicos acham para a conservaeo de
sua existencia 11... Qual a tua re-posta? Silencio.
Pobre infeliz, o silencio da maconaria bem
fraco batel de salvadlo pira o naufrago, que se
v entre os eseolhos da wr no mar da vida.
Tem pacien ia, A. P. (loncalves; mandaste-me
baraar, para socc^rrer-te, embora conheeas que
por mim s pouco posso prestar-te ; mas acharas
ta braco que te segure a descarnada mo e diga
evaata-te irmao, acharas um polto amigo que
ha de, em teu beoefisio, implorar a caridade, a
^aal espera encontrar no propfio cscravo, quo nao
sabe traducir a palavraMACN".
J\ecife, 22 de setembro de 1873
O nem macn, ncm jesuta.
Pe4e-*e ao caridoso que nao morn nem jemi-
Ii,m digne de declarar a que loja maconica per-
aace a Sr. A. P Gonjalvce, e qoaes as lojas a que
Ha recorren.
Alqnnt macom.
A Uniao
1 .
Bate en oamiulio o pansa inclume o orgao'in-
ead*ark> db jesultsmo, O,o ultramonunismo nesu
ajunu os rombnstivit, prepara as
dos os meias com admiravel vanlagaai.
O numero dos tolos ainda nao deixou de ser io-:
Imit ; e nada mais fcil para veltmoos de uma
ordem sem goal, do ijue arrastrar um povo pela
maior parte eomposto d tantos ignorantes que
em sua boa fe, em seu espirito de niedade, -est
longo de ver em ministros do Filho de Deus, de-
positarios das chaves do co, os maiores iuimigos
do Redemptor. do sua obra, do sua doutrina.
Se contesta que elles qom -estes meios, cora a
milicia que erganisam, esta nova ordem de tem-
plarios que se intitula a calhoUca, possata arras-
trar este povo grande lula sanguinaria ? .E eu,
com muits outros, digo que ella certa.
E se estes hypocrilas por rucio das fanticos
veneerem t
Se contentar m, por ventura, com o derroearaen-
to da niaconaria ?
Nao porque esta sociedade desvair os fiis do
eauinhn do co, que elles tanto a odiam, que lio
furiosamente se levantam contra ella ; porque
ella urna barreira insuperavel ao ultr.imontanis
mo para plantar seus espadartes sobre a cpula
do poder publico, cllesmao podem dar um pas
so paraesio Snay donde ditarao a *ua lei, inspi-
rada por espirito infernal, sem arrasar a fortaleza
maconica, para livremeute marcharen trra
quejemanao leile e o mel, que para elles nao 4 um
symbolo do co, mas sim do dinheiro, do amordis-
solnto e de todos os prazeres e glorias infames.
Arrasada a fortaleza, conquistado o poder, o ul-
tramnntauismo senhor dos res e dos seuliores de
todos os poderes da trra, accesa est a fogueira
da laauHcao, para que sj restaure e viva o.paga-
nismo, fazemo se o nome e a doutrina de Christo
odiosos, s nao para os smpleees.reduzidos^ mais
cega o voluntaria escravidao por urna nova dou-
trina toda paga, temi s de Christo o eu nome.
E' a execucao do plano infernal, concebido des-
de os primeiros tempos em que a igreja foi mili-
tante, quando os poderes e os grandes do paga-
nismo, nao a podendo mais combater pela perse-
guicao, se fingiram cliristos, para fazer odiosos o
nome e a doulrina de Christo, prevarican Jo, ca-
lumniando essa doutrina, e confundindo, como n i
paganismo, a igreja com o estado, perseguir a hu-
nanidadc, em nome da doutrina christ e de quem
"revelou-a.
Depois de urna lula de tantos seculos, dos hypo-
crilas contra Christo e contra a huinauidade, a
quem elle veio salvar de toda a condemnacao, de
tedo o captiveiro, nesta hora a accio decisiva que
se trava no mundo : agora, quando o papa per-
dendo o throno de rei, o os bypocritas ven lo se
dissolverem os lacos que ao tirono do papa pren-
den! e sojeilam os imperios, oulra esperanca nao
lhe resta de sua derrota e desgraca .tremendas,
senao esta ultima batalha geral.
E vede como no s em Pernambuco, nao
s no Brasil. Na Italia, na Allemanha, na SuSaa,
na Hespanha, Franca, as repblicas do Pacifi-
co, em toda parle est travada a lula final, que
se torna universal para os povos christos.
Se vence.n os liypocritas a fogueira queimando
gente viva, sem a qual o seu imperio nao^pde sus-
tentarle, ser a mais aita manifeslapao de seu
regosijo, o espectculo cora que cclcbraro o sen
triumpho ante as vistas fanticas de seus cgos
insimulemos. J.
Nao detxemos, poi;, a imprensa ultratamontana
caminhar assim tio liviemente e rompendo csses
centros, csses sertes, derramar a mentira, a im-
postura com tanta hypocrisia, illaqueando a boa
f at dentro desta propria cidade; eorrompendo as
consciencias, sem contestaeao, sem haver quem,
lhes arrancando a mascara, mostr a tndaa gen-
te os seus planos de iniquidade.
Nao se tome em pouca conta o que tao grave,
de um perigo tao grande e eminente.
A luta campal parece que to certa, que poder
ou meto algum humano nos nao poder livrar
della.
Preprenlo nos, po8, para a batalha, sem des-
prezar a opiniao, o primeiro dos meios do bom xi-
to, e do qual tao hbilmente se prevalecem os hy-
pocrilas ultramontanos.
Em toda a porte acompanhemos a sua impren-
sa nao lhe deixemos pasear impunemente urna
s mentira, urna s intriga, embora nao a possv
mos acompanhar em todos os recanes por onde
ella tac ; rleiramente penetra.
Lcmhrcmo nos que elles lem, mais do que nos,
t:ibuna sagrada que profanare, que polluem, que
conspnream e o coniissionario, por meio do qual,
com inteira impunidade, muitos dos ministros de
Chr o, sopram as mais odiosas int igascoma une-
cao .pparente, mas evanglica.
Eu da minha parte intento fazer contra tudo isto
o que posso.
Entremos, pols, em contas com a Unida.
Hecife, 12 de setembro de 1873.
Alfonso de Albuqnerjue Mello.
nout daorphandad-
a stender rile a !
meu caminho a
So, e acular-rae
Elle sabe vtW miedos os taasaaa. usar de lo- *J refiiorJo Rvdm. FW Alberto, a elfe'rws *eri
._____ .____j_,____1___.r-_.il -rtmne _> iMirlimAj.fHo aclarando a ostrada cm o rsOjjipdjL.liU beaejlca
que ella derrinava sobre os'seasiilhos, seja
ijtdo agora Murar ama lagriroa cara a* de ina
inconsolavel familia.
Matriz de IVafaa Sesaor
Conceicao miVoguexia da Ja
eteit, na Parahyba.
Os abaixo assignados, moradores na fregue^ia da
Jaeoca, da provincia da Parahyba do norte, falta-
riam ao mais rigoroso dever se deixasaem de vir
do alto da imprensa demonstrar ao'R*dm. Frei Al
bario de anta AutifMr 'fOMMil '?a-wovwellos
daw) prior do conten*)-*} Qai sett we^nhechnento petos r*3taflW'S*rrl?os fii
etfe prestados maut-da mmr&tkHh:
Esta Igreja aehava^e'rio Wrfs'obttistldr >i\
lado; J*Jo tlnha sacrista e *ua tapello-nidr^
^ da mais era do que trm'perfteiW "rtorfM defriflj
tas:oe*te^M*W#rt^elWaK^'^icd
1 a reRplo do Rvdm. Wm Alberto, .a elW'ttos 11^
mos e pBdimosltreqWlomise ?ob 'seus-'cnida-
os a obra de que careeia a nossa matr; equq
povo estar djposto a ajttdato veamprtr ?oas!
rilens.
Apezar de sen^aiazefes, 'RVdm. frei Alberto -an-
nuio aos nlsstts'desejos, e em pouco lempo tivemo
o prazer de ver a aos** matriz reparada, uwtu a ca-
pel la- mor falla de novo e a capricho, o com urna
exreliente 'sacrista, obras esta Masele cal o ti-,
jlo; eotando-se-gque a eapeHa-mr est ja piala-]
da e perfeitamente acabada.
O zelo do Rvdm. carmelita foi lm : fez en-|
carnar urna imagem do'Senhor morte, que aqu'
existia, a emlirurorde'Suachsgjrda m'lebrada
urna missa cantada, leudo a imagem viudo da ca-
pital em procissao solemne ; a egria e & prazorl
do povo jacoquiauo lornaram esta festa esplendida
e de eterna reoordacio.
Se o nome do Rvdm. Xrei Alberto i nao eslive's
se tao cuhecido pala tua awratidade a relevantes
servidas prestados as matrtass de Alagoa-Grude.
do Mogeiro e Cruangy, e ao conralo se sua dig-
na administrara), a obra.'que acaba de oxerutar era
sullleiente. para lhe dar um nome invi javel e dig-
no da ordem a que perlence.
Aceite, pois, o nosso-siacero^econliecimenlo ;-e
crea que s o reccio deler-ir sftafsusccptibilidade
nos faz parar aqu.
Servicos como orqne'v. Rvdm. tem prestado
nao precisan) de commentos, basla sua simples ex-
psito para causar admiraclo aos desapalxonados
e um sorriso de grtidio aos beneflciaos.
Jaeoca, 13 de setembro de 1873.
Tenenle-corbnel Antonio Quirino de Souza.
Capitao Jos Alves de Souza.
Joao Agostinho-do Amparo.
Faustino Jo~ de Souza.
Tenente Manoel Qomes Marnho.
Tenente Manoel Francisca Xavier.
Tenente Joao Fulgencio dos Santos Mudeiros.
l'aiia lagrima Mobro o tmulo da
iwiw. Sra. D. Josepha de Me-
nezes Yasconcellos do lrum-
moud Cosa.
Chamaram-na mulher-ella era um anjo.
Julgararr.-na da trra era do co.
(Lamartine).
psmuea; apr os
rasas com quepreteadea os hypocrilas conflagr j virlaosos; mas os qut a coaaeceram
Ha bem poucos dias urna alma preciosa retira-
va se do mundo, emqnanto que um lugar de mais
vagava as archibancadas dos vivos; depois abra-
se urna sepultura, c em seu jeito depositava-se o
cadver de urna exlremosa mi.
Pois bem : ainda com a imaginagao vivamente
impressonada pelo te!rico c por demais logubre
cortejo, que segu a magestada da morte em sua
devastadora marcha ; com os olhos ainda hmidos
das lagrimac| que brotaram-me d'alma ao ver urna
familia immensa, repentinamente assaltada pelo
desespero da agona ; com a alma, finalmente,re-
volta pela tempestade de urna dr profunda, que
eu venho hoje, conviva no infortunio, que pesa so-
bre urna familia inteira, pagar com lagrimas o meu
pobre, mas sincero tributo saudosa memoria da
Exma. Sra. D. Josepha de Menezes Vasconcellos de
Drummond Costa.
Triste, mas ineviiavel lei da contingencia hu-
mana II wv
Hootcm, anda em meio da oxislenca, tao abun-
dante de vida, tao cheia de gracns, era ella a alma,
que povoava de venturas o lar domestico, porque
era o ideal de seu esposo, que nella encontrava a
companheira, que partilhav do suas alegras, e o
anjo, que o consolava n*s suas maguas/; porquo
era o idolo de seus extremosos filhosj que ah fl-
cam orphos noste valle de dores, privados dos ca-
rinos maternos, do seio. qu9 tantas vezes os aque-
cia, dos risos, que se am misturar aos seus risos,
e das lagrimas que se iam confundir com as aguas
de seus prantos.
Hoje corpo inerte o macilento, jaz no recinto es-
treito de um tmulo, sem mais ter a scentema da
vida, que outr'ora o animara.
Triste, mas inevitavel realidade, fllha da contin-
gencia humana!!
Alma, rasada n'um molde divino n'um dosses
momentos, em que o Eterno esforca-se por de-
monstrar robustamente a sua infinita bondade:
coraco vasto, aberto aos mais nobres e generosos
affectos, despresando sempre as miserias deste
mundo, e sobrancero a estes pequeninos senti-
mentos, que s nqgrejam em torno dos coracSes
arnnados pelos prejuizos mundanos, era ella boa
esposa, mSi carinhosa, verdadiira amiga, asylo da
vrtude c fonte inexgotavel de caTWade, onde os
pobres, que tambera eram seo* Mkas-. Iam'bascar
arrimo e proteecao.
Sua alma hoj demanda as regioes da eternidade
em busca dos premios, que Deus reserva aos seres
nao a es-
vi Mwm
A.eompanhia IuamnisadQra, eslabeleaidi
o#sza,pra{, toma seguros marilitnos' sobre
oaviaa e sepa carregetmBritas -e contra ogo
eajadrfc^oe^imerideriaa e mofiilias^ na
^^'Vi^afio n?'-t, p'tyvimeifto,terreo.
.M- -----
"V JhACA Dp ^CgE^DE SETEUCRO
jls 3 1/2-Hoaa* da tiuoi.
Algodao -J\fX AolWS!3 sabbado!
lito de dita froucJlA^aOOO por IS kilos, sab
Algodao^.do Mossor I^Sorte 8<6O0 por 15 kilosJ
TMMK.Vtt-**'*'
Daooureq
Presidirte.
-. A,eal Sevo ^
itecsmaria.
Mil .
_ ordem. Papel 8 ta'i
Qtto Roheres, 2 a Cosu A
[Caltas a Yaz Jnior 4(1. 3 1 J. Hamos k
do, 2 D. T. M. Marti ns, 2 a Sou
Ja-. Pregos iO barrts a
Aanda 1 caita a Rodrigues frmlo i dliaSKt
k)^kVr A C, i a Otto Boliers et C.
Tsattas i caixa a Cirneiro Nogueiri, 18 a Liveqool-Parca iaaim.^ae, carga
Rodrlsjoeafrmio 4 (uimaraes, O a Frey 6; (J. Obttruteno.
peaos dlvewos ft-volumes a M#t*lhie# Hstogel,
a L. A. de Siqueira, W9 a Simpson & 'C., 17 a
Monteiroregoro ftC, 31 aMonhard i CID,
M. Martins, 6 a D. P. WfM 4 C. 3 a Parias &
Irmao, Jl a Goncalros Ferneira & C, la iondes
Azevedo 4 C, 87 a Adriano Castro 4 C, U a
Gimcalves & Irmo. ti a Carneiro & Nojueira,
119 a Mills Lathan & C, 1)7 a alcoforaio V. 4
ti, 63 aPbipp 3 a Perdiga Olveira & C. 3 a Adamson nowie
v^ C 10 a Johnston Pater C.,57 ordom, t a
1. i. Silwia, ID7 a Ferreira Malheus, 36 a Okell
BliotUiMi 4 a liaterbee, 40 a Wiat, 4 aos consjg-
*M arios, 1 a Arruda & irmao, 8 a Borle ,C,3") a
L. A. de Squeira, Ib' a Mesquta
Keller. & C, iO a Cramer rrey.& CTou^inho
7 caxas a l'aula-Jaamos. Telescopio 1 a DeHro
& Filho.
Vidro I caxa ordem, 2 a S. P. Johnston, 3 1
Gnede de Araujo, 2 a Bartholomou & C, 1 a J.
Chrisuaol '4 C.
/.^Bco 1 caixa a Piutb Guiraares.
dante caniOo
Aracatylate naoiomi Uotm* d* Cm, eapi-
tao Manoel CaetnolJ|qp(>cacga varios feac-
asetMar-
N5o bou ve entradas.

. 89:3191926
li:93U44i
C0:26.5A372
Justa recompensa
Chegado ha poucos dias i esta capital, soube-
mos com prazer qne hava sido condecorado com
o grao do cavalheiro da ordem da Rosa o Ilustre
Sr. Jos Candido de Moraes.
Distinguir o mrito, premeiar o alto civismo dos
idados benemritos, regra de justica felizmen-
te nunca esqnecida pelo actual rabinel;.
O agraciado, sob eer nm moco intelllgente,
um carcter de rara nobreza, bastando-lhe o nome
para recommendalo estima publica.
Quando subdelegado da freguezia da Boa-Vista,
prestou relevantes servcos causa publica, me-
recendo espejialmen.'aoa approhensao de sedulas
falsa. em que-S. S., dominado de indignagao contra
o crime, snobe mostrar ainda urna vez pela resis-
tencia a pomposas seduccoes de espiritas peque-
ninos que cima de tudo est o curaprimento do
dever e a dignidade pessoal.
Honra pois, ao .actual governo que soubc galar-
doar o mrito.
Recife, 22 de setembro de 1873.
O amigo da justica.
Agua Florida de Hiirray o
Laniua 11.
Todas as preparacecs ohimicas envolvem em si
imitaces grosseiras de cssencias de flores extra-
hdas'de muita casta de ingredientes de urna natu-
reza acre c revoltanle ; porm o deleitavel aroma que dimana do natural incens
das verdadeiras flores da natureza, quando
do, por assim dizer, ainda n'um estado virginal de
adolescencia, sendo docoraente embaladas pelas
gentis brisas dos trpicos, jamis pode ser sima-
lada. D'aqui provm e nascc toda a superiorida
de desle admiravel e tao afamado perfume, a con
centrada essencia de Flores, colindas por entre os
enramados jardins da Flsrida, sobre todos os de-
mais perfumes existentes ; e finalmente dah nas-
cc cssa innata tenacidade com que ella se apega a
tudo quo toca, sem jamis variar ou desmerecer.
Nao conhecemos, pois, cousa alguma neste ge-
nero que apenas de leve se possa aproximar ou
comparar em delicadeza e persistente durabilidade,
excepcao dos extractos mais liaos de Pars; e
no enlanto a Agua Florida de boamente preferida
pelas senhoras d'America Central e do Sul, Mxi-
co e Aotiihas, at mes no ao melhor delles, e para
mais atada o seu custo segundo nos consta, nao
chega a exceder a metado daquelles outros.
Infelizes viclinaasi do rheuma-
tisuio.
Porque solreis tantas dores, e porque gas
taes intilmente vosso dinheiro em medica-
mentos incapazes de vos curar ?
Vossa molestia nao tem outra origem se-
no no sangue viciado.
Purificai o sanguo com a Salsaparrillia
Ayer. Se \s tomardes este remedio com
regularidade e constancia, Acaris curados.
Experimental.
Seguro coHlra-fogo
THE LIVERPOOL & LONDO.N & GLO
INSURANCE COMPNY
SAUNDERS BROTHERS* C.
11Corpo Santo11
l\T
Capital,
Fundo
de reserva.
Mills
Xa. \
20,000:0003000
8,000:000^000
Agvntes,
Latfiam & C.
UL'A DA CRUZ N. 38.
COMPANHIA
Phenix Pernambucaiia. <
Toma riscos martimos em mercadorias,
fretes, dinheiro a risco e finalmente de qual-1
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, a premios muito mdicos.
RA DO COMMERCIO N. 3i.
seguros
COMPANHIA ALLIANfA
Tharitimos e terres-
tres estabelecida ta Baha
em l de Janeiro em 18 7 0.
CAPITAL 4,000:0003000.
Tema seguro & mercadrias e dittheiro
^o martimo em navio' de vela e yaporw
paradentro a fra do imperio, assim come
contraf fogo sobre predios, gonoro^ a li-
rondas.
Agente': Joaquim Jos Gou5.1l -l Beltr^
ma do Camraercio n. 5, arpar,
'-entonto do di 1 t%\
Mate'o wa-Sj
ad o '
'
WtA-dfcm hoje 23 de selombro de 1873
rca IhgleM Permrrnnce mercadorlasoara
V.: aKandega. r _
Bara iaglea Hermiont iaeroadorias parp al-
fandega.
Vapor ngrez Sludit (atracado); mercaduras
para alfaudcga.
arca portuguesaJosepUtna //diversas gneros
para o trapiche Conceiqio, para des-
pachar.
Barca nacional S. Jos -x?ruue ja despachado
. pafalrra.
Lugar fngle -Navigator carvSo.j despachado
para'o caes -d*'ApHo.
ImimiTtiM'Ao.
Liverpool por Lisboa, vapor inglez Student,
consiguado a Sauader Brothsrs & C. manireslou :
LisbOa.
Al(azema-1 fardo a Abren- Ribeiro Alecrlm l
dito a Manee! ta Silva Faria & C.
flatatas 1S0|2 eaixas a Amoriin Irmaos & C,
MtOpn l'ereira V. & C. 30(ia '"arlos A. Barniza.
4( a Venes .JaeosMJ 56j a Lima & Sil va,- 50 1
85(5
Ha-
Itibeiro GuMuares, 150(1 a Babello & C. Bagos
de sabugo 10 anco'retas a Remira & C.
Ceblas 'i7 caixas a Franco da Cunha, 100 a
Monteiru Jnior & Fernando, 30. a Carlos Barboza,
51 a Lima & Silva, 30 a Ribero fiuimaraes, 50 a
Babello A U Cal U)J barrisa ltoJriaes Martins,
25 a Jo M. Palmeira. Carne ensacada 2 caixas
a Franco da Cunha. Chouri'.-a 7." ocoretas a Hi-
bello & C. Conserva 10 cajxas a lieltrai) A Fi-
j.lho, 70 a Pereira Vanna 4 C." COra branca 4
caixas a J. L. Ponceca Coutiuho. Calcado 1 cai-
xa a Porto & Bastos, i a 0. T. Bastos, 1 a Nunes
Fonceca, 1 a Pinto da Cunha, 1 a Paira Ferreira,
Cu telara 1 caixa a Cacneiro da Canlia.
Drogas 3 caixas a F. M. da Silva, 3 a Silva Fa-
ras & C, l a Silva R;uj, 3 u Caors, 2 a Areu
Ribeiro.
Ervas medicnaos 13 fardos, a A. Canrs, 2 a
Abreu i- ibeirn.
jl'igos 220 caixas a Lima & Silva, 10 graJes a
Beltrao & Filho. Fruclas 51 caixas a Lima & Sil-
va, 10 a Ribeiro Guiraares.
Linguica (i caixas a Goncalves RasLs e S.
Lavas 1 caixa a Papoula Walfrido t Souza.".
Macas 20 caxas a C Rodrigues Mendes, 18 a
Franco da Cunha, 4 a Albino Jos F. da Cunha.
Macella 1 fardo a Silva Ramos. Massas 100 cai-
xas a Pinto l> limantes, 10 a Bolirao & Filho.
Peixe 1 caxa a II. Leile. l'imenta 1 eacco a M.
de Barros Filhos & C. Pesos de ferro 1 caixa a
J. J. de Azevedo. Papel 1 caixa a M. Halliday.
Palitos 1 caixa a Lima & Silva. Peras 10 caixas
a Franco da Cunha.
ltolhas 10 saceos a M. de Barros Filhos & C.
Sabugo 1 caixa a Joao da Silva Ramos.
Touciuho 210 barris a RabellO k C, 40 a Del-
irio i Filho, 30 a Fraga & Itooaa, Trpos 1 cai-
xa a J. do Reg Lima.
Velas 7 caixas a C. Rodrigues Mendes. 10 a Sob-
res do Amaral, 10 a Delirio & Filho, 20 a Pereira
Vianna & >'..
Vinho 41 pipas e 110|5 a Beltriio & Filho, 10
ditas e I5|5 a RaOcllo & 20[5 aos eoosignaU*
ros, 10 a Pereira Vianna fe C. I0|8 a D' T. B.rs-
tos, 1|*> a M. S. Ferreira. Vinagre 5 pipas e
a Betrao & Filho, 525|5 a Oliveira A C.
Xarope de Jame 1 caxa a Joao da Silva
mos.
Liverpool.
Arroz 101 saccas ordem, 25 a Beltriio & Filho,
50 a Magalhaes Irmao. Agalhas 3 saccas a D.
T. Bastos- An'.imacassa 1 caixa a Rocha & C.
Aduellas 125 fiixes a Samuel P. Johnston. Ar-
reios 2 caixas a M. Halliday. Amostras 78 volu-
mes a Cramer Frev & C, la Basto & Oliveira :
C, 4 a Msnhard & C.
Barrilha 40 barris a FernanSes & Irmao, 5 a
.(. J. Leita Biscoatos 8 caixas a Cardoso & Mar-
tins. Botos 1 caixa < ordem. Brm do lnho 1
caixa a Pinto da Silva & Cascao, 2 a Monhard A
C. Bombas 2 caixas a Samuel P. Johnston. Bur-
ras de ferro 1 a Souza Juni|ueira.
Conserva o caixas a Otio Ilhrs 4 C. 30 a Paula
Ramos, 2 a Doyle & C, 3 a Wil I di C, 20 a Be-
trao Fillio, 1 a Bran & Son, 29 ordem. Cha
o caixas a J. Alves, 22 a M. Barros Filhos & C,
5 a Simpson & C, 20 a C. Martins, 10 ordem,
25(2 a Costa A mor m & C,0 a Millis Latham fcC,
3 a Fernandes da Costa, 8 o 10|2 ditos a Lebre 4
liis. Chales 2 caixas a L. A. de Squeira, 2 a
Cramer Frey & C Culelaria 3 caixas a Samuel
P. Johnston, 4 a Prenle V. St C, la Rocha 4
C, la Souza e S & C. Cindieiros 4 caixas a
S. P. Johnston. Ciiapos 2 caixas a J. Christiani
4 C, i a D. T. Bast s, 2 a Mendes Azevedo "&
C, 1 a Goncalves & Irmao, 2 a Camino Guima-
res, t a Vaz Jnior & C, 2 a Monteiro Gregorio
i C, 2 ordem. Dito de sol 2 caixas a Adriano
Casiro 4 C, 1 a Rodrigues Iroio & Guimaracs,
2 a L. A. de Squeira, 1 a Mjinhard i C, la
Piulo da Silva & Cascao. Calcado 0 caixas a
Arantes. Ganaos 1 feixe a Johnston Pater 4 C.
Couros 2 caixas a D. P. Wld 4 C, la Prente
Vianna Ji C. Cartas de logar 1 caixa a D. T.
Bastos.
Drogas 2 caixas a Darlholomeu A. C, 1 a A.
Caors, 2 a Maurer & C, 3 a Ferreira Ma'ia i C.
Ether I caixa a C. Starr, 1 a Ferreira Maia & C.
Estops 10 fordos a AlcOfOrado Vieira C, 20 a
Phipps Brothers & C, G a Alagalhes Rangel, 10
a H. Forstcr C. Esleirs 1 fardo ordem, l a
M. Gregorio & C.
Farnha de trigo 300 barricao a Simpson & C.
Forragein o ciixasaJ. 6'lirsiiani & C, 42-Paren-
le V. 4 C.,4 a Farias 4 Irmao, 43 a Shaw llwais
4 C, 3 a Duarte & Innos,2 a I). P. Wld, 1 a
Pereira de Mello & C, i a D. T. Bastos, 5 a S. P.
Johnston, 1 a Bel'rio 4 Filbo, 1 a Cardoso (i Ir-
mao, a Fernandas da Costa, 1 a S L. iS Coim-
lira, 1 a AlineiJa A Vanna, i a Souza o S & C,
2 ordem. Fios 4 lardos a Adamson Uowie 4
C, 1 a S. I*. Johnston, o a M. Halliday. Ferro 10
leixts ao mesmo. Fila 1 caixa a Bocha & C.
Harmnico 1 a Linden 4 C.
Linha 5 caixas a Carvaiho Guimaraes, 2 a Faria
6 Irmao, 25 a Prente X. & C., 3 a M. Halliday,
10 a Vaz & Leal. Lona 1 fardo a Adamson Ho-
wie & C. Limas de "ferro l csixa a P. Carnero
(VC.
Mantniga 80 tarris a Mills Latham, 2o a Cardo-
so Martins, t5 a Tbomai de Aquino Fonceca 4
Successores, 5*) aos consignatarios, 15 ditos e 8
caixas a MagalhSes & Irihao, 8 ditas a J. Azevedo,
20 a Beltrio & Filho, 12 aCorreia Braga, 18 a A.
F. de Carvaiho, G orden* 12 a lasso Irmaos 4
C, 8 a I.-Costa, 20 a Silva Farias SC, 12 a Le-
bre Res, 3 a Paul Damos. Mereadoaios diversas
J wdnme a D. P. Wilddr C., 1 ordem, 2 S. P.
lohaetoiit I a Rocha & C, 4 a Farias C, 25 a
Simpson 4 C. 25 a Phippi a & C. 4 a 3 -Casiro
& Alueiaa. Machadiuhas t eaixa aS. P. Jotmston.
Mussulina 4 carta a Keller & C.
afecto para esgut 44tt wlumas- Resife Drama-
fe. DUo pHraBaadilos.a Simpson 4 C. Dt^V
ra a^criptoro 1 capa aDiM. Jdartin*, 2 a**"
Oliveira & C, 1 atorante V. 4 C. OIm de
dea 3 caixas ordem, 1 Caors.
Presunto 2 caixas a Beltrio & Filho. S a Bragl
& Son, 2 a OUo Boheres & C, 2 ordenj. Peixe 7
Portos do sul, vapor nacional Haltiu, consigna-
do a Pereira Vianna & C., manifeitou :
Cigarro 6 barris a Gimes de Mattos & Irmao,
10 ordem.
Famo-35 caixas a Beltrao & Filho, 13 a Raaos
Machado, 2 a Bernardo dos Res. 10 a Antonio M.
do'Brrto.'ll a Bourgard di C, 32 al. A. Pereira,
12 rolos a Bernardo dos Res, 50 a Palmeira.
4,ivro 4 eaixa a Walfredo & C.
Massas 200 caixas a Aunes Jacoroe, 220 a Fer-
nandos Irmao, 53 a Rosa 4 Filho.
Panno de algodio 2 fardos a Th. Jefferies.
Salame 100 caixas Jos Saporite.
. Havre, vapor francez Ville di Bahia, consignado
a Augusto F. de Oliveira & C, manitestou ,
Agua mineral 2 caixas a Bourgard & C. Ar-
mas 2o caixas a Monhard & C. Artigo de escrip-
torio 1 caixa a De Lailhacar.
Batatas 300 caixas a M. D. Rodrigues, 200 a Bel-
trao & Filho.
Cerveja.50 caixas a E. Turpin. Calcado o ca-
xas a Gomes de Olveira Sobrinho, 1 a D. Bastos,
0 a Lyra 4 Vianna, 1 a Mendes Azevedo [ C, 3
a Porto Bastos, 1 a Amaral & Molla, 2 ordem, 1
a Damos & Machado, 2 a Monhard & C. 1 a Fa-
lias 4.C., 1 a Carvaiho Guimaraes. Camisas
caixa n Moraes 4 Irrar., 3 a Lentos & Gueri-
neau, 2 a Lopes Machado, 1 a Amaral & Molla.
Cartas de jogar 1 a Vaz 4 Leal Chap.) 9 cai-
xas a Cunha A C, 5 a Christiani & C, 2 a Vaz 4
Leal.'S a Pinto CascSo, 4 a Costa Maia, 2 a Leu-
mann'Frres, 6 a Lopes Machado, 4 a Lemns Gue-
rineau, 1 a Crsta 4 Irmio 2 a Adolpho Dryfres,
1 a Monhard & C. Crystal 2 caixas a Duarte Ir-
mio.
Droga 6 caixas a Caors & C, 1 a Ferreira Maia
& C, 3 a J. S. Ramos.
Espeiho 2 caix,s a M. Barroso.
Fita 1 caixa a Cunha 4 Manta Fumo 2 caixas
a Cardoso Ayres.
Graxa 1 caixa a Oliveira Sobrinho.
Limalha 3 caixas a M. Halliday.
Manteiga 20 barris e 30 meios a Prisco Barbosa,
40 barris o 60 meio<; a S. Bastos, 100 barris e 100
meios a Burle 4 C, 6 a Azevedo, 65 barris e 65
meios a Bellro A Filho, 40 barris e 80 meios a
Fernandes 6 Irmao, 30 barris e 30 meu a Costa
Irmao, 60 barris e GO meios a Duarte Rodrigues,
20 ba-ris e 20 meios a J. Leite, 20 barr s e 30 meios
a Monteiro Jnior A. Fernandes. Mercadorias di-
versas 10 caxas a Basto Olveira & C ,4 a M. C. Ay-
res, 1 a Bourgard & C, 3 a J. Chiistiani & C, 17
a Cramer Frev 4 C. Miudezas I caxa a Auianq
& Motta. i a Alfredo Gybson, 1 a D. Bastos, 3 a
S. S. Castro & Almeida, 1 a Rocha & C, *-a Vaz
Jnior A C, 4 a Vaz A Leal, 1 a Duarte & Ir-
mSo.JlO Linden A C, 1 a D. J. Ferreira Jnior.
Papel 2 caixas a Duarte Rodrigues, 2 a J. J.
Azevedo. Dito do msica 1 caixa a K. Robert.
Perfumara 4 caxa a Rodrigues Inno A Guima-
raes, l a Cunha do Coulo, 1 a D. Basto, 2 a D. M.
Martins.
Quinqulharia 2 caixas a Souza c S 4 C.
Tocido 2 volumes a Silva Cardoso, 6 a L. S-
queira, 1 a Perdigio Oliveira 4 C, 1 a S L. 4
Coimhra, 16 a Lopes Machado, 4 a Rocha, & C, 5
a Adriano Castro A C.,52 a Flix Canulce, 6 a
Geacalves Ferreira & C, 6 a Alcoforado V. A C,
3 a Burle & C, 15 a Limlen 4 C, 1 a Jos A. Oli-
veira, 11 a Monhard & C, 7 a Cramer Frey & C ,
'14 a Pinto da S. Caseta, 2 a Damos & Machado, 1
a Duarte 4 Irmao.
Vinho 2 caixas a Currha A Manta.
Cardiff, patacho aflea Joseph Hatee, consigna-
do a Saunders Brothers A C, manifesloii :
Carvao 480 toneladas e 33 quintaos aos consig-
natarios.
Babia, escuna ingleza Ventura, consignada a
Wilson Dowe A C, manifestou :
Carvio 136,479 kilos aos consignatarios.
dESPACHOS DB EXPODTACAO NO Dh 20 DE
SETEMBRO D 1873.
Para os portos do exterior
No navio nglez Duchess of Sulherland, para
EJambanto, carregaram : Keller 4 C. 200 saccas
com 14,670 kilos Je algodio.
Na barca inglesa Kate, para Liverpool, car-
regaram : M. Lathan 4 C. 20 accas com 1,773
kilos do algodao.
Na barca frneeza lean Bapliste, para Liver-
pool, carregaram: M. Lathan A C. 628 saccas
com 47,377 kilos de algodao.
Para os portos do interior.
Para o Aracaty, no hiato brasilero L'onilla.
carregou : J. Bruno 20 barricas com 1,804 1|2
kilos de assucar relina lo, c 4 ditas com 360 d'lus
de dito branco.
Para o Natal, na baratea Silcina, carrga-
ram : Fraga 4 Rocha 2 pipas cora 960 litros de
agurdente.
Para Mossor, na barcaea Paraguass, car-
regou : A. F. Barros 1 barril com 85 litros de
alceol.
UAPATAZIa DA ALFANDEGA
teadimento at. da 1 a 20 15:360959
Ide/u do da 2..... 927*784
Ll/> I '
- A cmara mttrcl|ia1' desu cidade, fas pa
buso para conhiahBsnto ge1 quem intercalar po>-
sa os artigos de.tasturaMxo4ra(nd*iasa:
Dos lalaadoMaraaaiaKrflsV alp#wis1iaat e
capitaz.
Ara 229. Nnguem pnaar xercer do 4. (!
ontabro vindouro em diarte o ofllrlo de eaps*iz.
tathador, niagareto e apiaadiz sesa MaetMa Ma
Art. 230. Pan obur >u lic^a arari*.>|sr<>-
[war : 4> que de condicao livrs; oao lem
Lardoso. GG^a 8 arnios ; 3 que tem tom- Mmaortainaas.); 4
qne est habilitado a oxencer-o 4iw OIIM*, o qu
justificar com alleslados do tres marchatMa
Art. 131. A licenea *iler-pr m as**) e a
falta della nos primeiros aoiatediasd tais Btu-
nieipal que principiara de 1* de oourbro staaar"
30 de setembro d li afsMler parda
do emprego.
Paco da cmara municipal do Recife, 20doer
temvro de 1873.
Theodoro Machado Fr%*Prrtra aa Ssha.
Rro pW8Watf,
PeaVo de ABwqsjewpje Aetr^i,
| _________SeerWtr
Edltal
Pela inspectora da alfaade se (u. jc.iU.r.j quo
s II horas da manlia do da 25 do crrente ba
de arrematar, porta desla repartidlo, livre de
diratos, marca AD sem niuiero, 6S cai.astras com
albos em raauncas, pesando bruto 97o kilos, asa-
liadas por 162.'R>0, vinda do Porto a barca por
tugueza Luzttania, descarregada em 25 de jaiho
(iroximo passado, e abanijuadas aos direhos pur
Elysio Alberto Slveira.
Alfandega de IVrnamb ico, 22 de setembro do
1873.
O iaaprflor,
_____________Fqbio A, deC, 6eu
EilHal ia. V1.
Pea inspectora da alTandeg *e taz pobUro'rae
nai tendo sido despachado no prazo de30dia,
conforme o edital n. 39, dous escaleres pertencen-
tes barca ingleza Entgry, naufragada em V a 25 milhas ao norte da Parahyba, s1 ha de arre
matar, lrvres de direitos, avahados por Id/MML'
poru desta repartlijio, ;; 11 Iwras do dra-2Tdo
corrente.
Alfandega de Pernambuco, 22 de setembro do
1873.
0 inspector,
Fabio A.deC. Res.
Edital 1. 68.
Pela inspectora da alfandega se faz publico
que nao tendo sido effectuada a arremataran das
mercadorias abaixo mencionadas, annanciada per
edital n. 65. por falta de licitantes, se transiere a
mesma arrematado para as 11 horas da manta
do dia 23 do corrente, perla desta repartido.
Trapiche Barbosa.
Marca SB -1 pipa abatida, pesando lquido real
60 kilogrammos, avahada por 8 630, vinda de
Lisboa no navio inglez Ariel, e consignada a Saun-
ders Brothers 4 C.
dem PCC -10 caxas com 10 dudas de garra-
fas com vinho muscalel, medindo liquido legal 76
litros, avahadas por 94*392, viudas de Barcelona
no navio hespanhol S. Miriano, e consignadas a
Pereira Carneiro 4 C.
Alfandega de Pcrnambuco.'20 de setembro de
1873.
O inspector '
Fabio A. de Carcalho Res.
16:288*743
VOLUMES SAH1DOS
No dia 1 a 20. .
Primeira pona no dia 22 .
Segunda porta.....
Tircera porta .' .
Trapiche Conceico .
SERVigo MARTIMO
AKarengas descarreeadas no trapiche
x alfandega no dia 1 a 20. .
DiUs ditas no dia 22......
N"a\us atracados no trap. da allandega
Alv^rengas........
No trapiche Conceico.....
22,693
130
42
25
271
23,162
a
1
41
ftECbiOEDODIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBU(X)
Renduiento do dia 1 a 20. 28:02400
dem do da 22...... 2:463*993
30:486*393
CONSULADO PROVINCIAL
.tenpiwmto do dia 1 a 20.
dem do dia 22. .
52:162*270
7:054*702
59:216*971
DECIFE DRALNAGE.
Reodimcnto do dia 20. .
dem do dia 2......
10:449JIH
2:363*588
~43~o"l4#7lO
MOVIMENTO DO PORTO
"> NaviK entrados no dia 21.
por Li*h.-20 diasdo primeiro porto c
jndjQk vapor francez Vilit de Bh
tonaladas, commandanto Robort, eauipagera
, carga diversas mercadorias, a Augusto F.
de Oliveira, i C.
Edital n. 60.
Pela Inspectonia da alfandega so fas publico
que nao leudo sido effectuada a arrematado das
mercadorias abaixo mencionadas, annuncada por
edital n. 64, por falta de licitanies, se transiere a
mesma arrematado para ss II horas da manh
do dia 23 do corrente, porta desla reparticao.
Trapiche Cunha,
Marca EDPRIVT AGE S pipas com vinho
secco, medindo liquido legal 951 litros, avalladas
por 341&28L viudas de Jette no navio franoez
3/ariVi Celine, entrado em 9 de dezembro de 1872,
e consignadas a 'i'asso Irmaos A C.
Alfandega de- Pernambuco, 20 de setembro de
1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalk" liis
Edital n. 67.
Pela inspectora da alfardega se faz publico *M
s 11 horas da manha do dia 23 do eet rente se
bao de arrematar, livres de direitos, porta desta
reparticao, as mercadoria' abaixo declaradas, aa-
nuncadas a eoasnmopor pdital n. 27, que defxa-
ram de ser despachadas dentro do prazo mareado.
Armazem n. 7.
Marca CL sem numero 2 caxas viudas do
Porto no navio porluguez Sattaf, descarregadas em
28 de eutubro de 1871, consignadas Carvaiho A
Nogueira, contendo figun.s de "barro ordinario,
proprias para jardim, pesando bruto 239 teto
grammos, tara de 25 0|0, liquido legal 180 kilos.
avalladas por 36*000.
dem JCL sem numero- 2 ditas dem dem, em
?9 dem, J. M. Cordeiro Lima, con'endo liguras
de gesso, obras nao classiticdas, pisando bruto
239 kilos, tara de 101)0, lljuidp legal 216 hilos,
avahadas p->r 42*100
dem VG AF sem numero -l'8 ditis viadas do
Havre no naviofrancez kan Baptiste. descarre-
gadas era 27 de setembro de 1872, e consignadas a
Lomos 4 Guerneau, contendo cada urna 12 gar-
rafas com vinho champagne, medindo 10 litros por
duna, total 180 litr *s, avahadas por 324*.
dem JCMiC JKM n. 10)-t diu viuda de Ham-
burgo no navio allemo Albcito, descarregada rio
27 de setembro de 1872, e con-ignada i. L. Ma
chado & C, contendo 12 pires de bolinas de cint-
ro de mais de m.0,22, aval ada por 54^000.
Alfandega de Pernambuco, 20 de setembro do
1873.
0 inspector,
Fabii) A de farralho Beisi
O lllm. Sr. inspector da tbe^ouraria pro-
vincial, em cumprimento de ordem do Exm.
Sr. presidente Ja provincia, manda feaer
publico que no (lia 25 do corrente, peranto
a junta da fazcmla da tnesraa thesourarin,
vai a prara para ser arrematada a quem por
menos flzer a obra dos reparos da ponte de
Junqueira, oreada em 5:720-5000 e sob as
clausulas especiaes abano declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa ar-
rematando cotnparerjam na sala das sessots
da referida junta no dia cima mencionado
pelo meio dia e competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou publicar o pre
sent pelo jornal.
Secretaria da thesonraria provincial d<;
Pernambuco, 5 de setembro do 1873.
O official-maior,
Miqael A/fonso Ferreira.
Clausulas emeciaes.
1.* Os reparos da po;ito de Junqueira sc-
ro eitos do coaformidadecotn o respectivo
ornamento no valor de a:720000.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de 15 dias e es coucluirA-no de
mezes contados da data do contrato.
Sa* A importancia da arrematao ser
paga em tres presta?oes iguaes, corrospon-
dendo cada urna terc^i parte Ha obra
feita.
4.a Em tudo o mais i|e nao estiver pe-
cificado as preserttea c^ ansulas se observar
o que dispije o regularrento das obras pu-
blicas de 31 lie juUio do 1866.
Atoosme.
M. .1. Ferreira.
i\ provincia
ji.^t
i..



-


vjpferio de Pernambuoo .IQ^fiba. 23 de Seteaiuro de Iggf.

j*


3=
ncni
Fr*
Mm*ii fallida JV m
, Mantn I .
n dMulilEsWMiV Sr. br.'Jnt especial
do commercio sao publicadas as listas abaixo, das
diWM activas, direfte*' arete j, teda existentes
que oportunamenteatrio vendidas oui leilao.
Omniatiditaros que viatitra o controlo
social o que simia hio etraram oom os
'0 *t., Jo suas nsBgntituras, sumi o nrior
uao rtsuisaJu .) que abaixo se segn ;
Anto Machado GottM *s. Mira li:WK>0Oi
Antesi Vicos* do Naaekneato Fei-
tosa 3:0001000
Antonio, Al ves Ferreira I-.000*1 00
Antonio Eustaquio Gomes 1:000*000
Antonio da Siiveira Maewl Jnior 7:300*000
Antonio Francisco de Souu Maga-
Ihaea Jnior 1:000*000
Antonio Jos de Siqura 2:100*000
Antonio de CMiveira Altanes (aceitn
letra 1:666*6615
Bento Jo da Costa (dem) 2:966*667
Gandid* Thomiz Petara Uutra 2:000*000
Ff anoco Simoes da Mi va 1:000*009
Faaciace >l fado adrado } :000*000
Frederico Miguel de Souza 6:000f000
GoorNesll .'1:000*000
Isabel Jlaria da Co-U 1:000*000
Ignacio Jos Goethe 5:000*000
Jos Matnede Alvo Ferreira 1:000*000
Jos Alaiandw Gubias de Verdun
(eessiouario, Benlo Jos da Costa) 4:000*000
Jo.- Cavalcante Lias 4:000*000
Joao da Silva Hamos 2:500*000
Jos de Barros Lima 1:000*000
Jos de Alenquer Simos do Ama-
ra! 1:500*00
Jos Victorino de Paiva 4:000*000
J.P. AdonrA C. 5:000*000
James vier 1:500*000
John l/illy 2:OO05O0i
Jos Joaquim de Miranda 5:000*000
Joaquira da Silva-Castro 1:5005000
Joaquim Francisco do Mello Santos 2:000*001
Jos Joaquim Jorge 2:500*000
Luiz lose Marques 2:000000
Manuel Buarque de Macedo Lima :<:(i00*000
Manpel Antonio dos Passos Oliveira 2:000*000
Mauoel Joaquim de Oliveira (ceasio-
nario Francisco Guedes de Aranjo 3:000*000
Manoel de Azevedo Pontea 3:00 >*000
Martinuo Oliveira 3:000*0K)
Manoel Goncalves de Oliveira 2:00o *000
Ramos, Duprat & C. 2.000*000
Seve, Filos & C. (admiuido ao pas-
sivo da fallencia) -5:000*000
Tito Avcliuo de barros 1:0004000
Victorino Jos de Souza Travassos S:O00jO0O
Vicente Mtndes Wanderley 5:000000
Cessionarios de commanditarios qu i etraram
-com 50 ". das assignaturas ou capitaes, que es-
tes esli obrigados pelo contrato social, e que res-
tara anda 50 /. para completar todo o fundo subs-
cripto o seguiute :
Bento Jos da Costa Jnior, por Jos
Alexandre Gubian de Verdun
Francisco Guedes de Araujo, por Ma-
noel Joaquim de Oliveira
O inspeeto da thesourwia provincial tu pu-
blico para o omheciBMRto dos intecassadea. que
oslurorros quewircm l irados pelas eolli-ciorias,
com o ferro da forma cili|iliea, tundo no euniro-at
iiHi-iaes V Pt nao pe leoflem fajeiMla pro-
vincil e s serte e.-ta marea para designar aq .sel-
le*, etijo jinpci-lo, decretado pelo 5 17- d.> art. 15
da la] du ureaioentn vj^eirto, ja foi pago.
rttussnnra provincial do Pernambuco, 22 de
^fsiubeode fftfi.
Joeefediod-i Sijit'i,
Travassos Juni.
Joaquim Francisco de Mello'San-
240:017>p6
t -Pela thosourana pruvincial faz publico
que foi transferida pora o dia 25 do coi rente a
arrematarlo do forneesmento de alimentadlo e
dieta dos presos pobres da casa de delencao no
trimestre de outubro a de-sembr prximo vin-
douro
Secretaria da theeoaaria provincial de Per-
nambuco, 19 de setembro de 1873.
O official-maiur,
Miguel Alfonso Ferreira.
4:000*000
7891000
Etraram poroulros que deixaram de realisar
com 50 / e ainda res lam 50 /, os segtrintes :
Joaquim Salvador Pessoa de Siqttei-
ra Cavalcante 2:500000
Josc Jeronymo Monteiro 2:5OOf00O
Lista dos devedores constantes de sentencias ju-
diciaes :
Francisco de Barros Bego 4:217*201
Joaquim Salvador Pessoa de Siqnei-
ra Cavalcante 8:9305000
Mello 4 Irmio 1.903*670
Andr de Abreu Porto 15:000*000
Francisco de Paula Pereira 3:G0u*000
Francisco Botelho de Andrade em
appellacao) 2:o Goueallo Jos Affonso 1:463*100
Joao Luiz de Oliveira Azevedo 2:689*240
Joao Pinto Begis de Souza 3:000*000
Joao da Cunta Wanderley 5:918*526
Manoel Gouveia de Souza 2:484*520
Oclaviano de Souza Franca 2 I87*20
Joao Pinto de Lemos Jnior 2.250*000
i/e letra.
73386
Lista de diversos devedores, proveniente
vales e recibos.
Lotras. Bamos Duprat & C
Caetano Goncalves Pereira da
Cunha,
dem. 03 mesmos Jos Agosli-
nho de S Pereira 9927:>."
dem. Os mesmos. O mesmo 891*150
dem. Os mesmos. O mesmo 1934000
dem. Os meamos. Joan Bedel-
pho Gomes 1 042*392
dem. Joao Luiz Vianna. Joc
Caetano de UagaHMes 98:5-200
dem. Siqueira & Pereira.Ca-
imito Idepino Emereuciao 3:2I2*(XK)
Francisco Jos Fcinandes Gitirana 100*000
Faria & C, e Francisco da Co-
sta Machado l'edrosa 410*025
Os mesmos 410^025
Os mtsmos 440*025
Os mesmos KU025
Os mesmos 695*701
Os me.-mos 73S4t>80
Os mesmos 733*908
Os mesmos 733*908
Os mesmos 733*908
Os mesmos 733 i908
Os mesmos 733*908
Os mesmos 1:117*600
\ r.torino Jos Pareirt e Maooel
Jos Mendos Bastos 3874330
Os mesmos 387*330
Os mesmos SI3 I
Os mesmos 11 i000
Antonio Joaquim Madeiro Brando 212*330
O mesmo 144*000
O mesmo 197*600
O mesmo 11310 0
Joao Bodolpho Gomes 430*760
O mesmo 43*i60
Pedro Paulo dos Santos 13:60*640
O mesmo 742*640
O mesmo 742 040
Manoel Lins Wanderley 739*000
Manoel Pereira da Costa 143*580
Joao Paulo da Silva 229*2"!
Joaquim Jos Medeiros 5oO(lOO
Jos Bento Goncalves Carneiro 5444498
Pedro Jos CosU Castello Branco 161*001
Manoel Firmino da Silva 500*000
O mesmo 400*080
O memo 100*001
EL II. Wvht 20,210*980
Machado & Souza 188*000
Os mesmos 112*418
Os mesmos 180*000
Os mesmos 284*00>
Os mesmos 85000
Francisco Moreira Dias 1:170*000
Joao Bodolpho Gomes 800*000
O mesmo 500*000
Joaquim de Albuquerqne Mtlto LOOOo 0
Bego & C., Irmo 250*0 0
Bamos, Duprat & C, IIAl 8*270
Os mesmos 1:404450(1
Os mesmos 3:690*00")
Os mesmos 10:000*000
Os mesines i.'>i7'6
Os mesmos 4:000*000
Os m.-smos 1:2305000
Os mesmos 3:700400
Os mesmos 11:60 *0 0
Os mesmos 10:000*Ooo
Os mesmos 3:700*000
Francifco de Barros Reg o 000
O mesmo 190*000
O mesmo 4:270*126
Joao Jos Medeiros Correia & d 1:134*208
Joaquim Jos de Mello Jnior 793*350
O mesmo 104*oOO
Copia de lettras.Joaqoim Jos le
Moli Jnior 563/640
O mismo 705,-530
Recibo.Joaquim de Albuquerqne
Mello 3004000
dem James Olivcr 18:204*100
Vales.-Joaqoim Salvadcr Pessoa
de Siqneira Cavalcante o Anto-
nio Goncalves Ferreira CasrSo 1:600*000
dem. Daniel Guimartes A i:0M*'.24
Ideni. Fabrica do Monteiro 900*000
Goncalo Jui Affonso l:(MNi*(K0
O metmo
Anu.nio > arques de Am. 62:912*0001
Ttulos veriBcados e arimittidos
massas fallidas e lianidaaSe
Lima ^ ('., Marlin* A Sebsstan,
Consulado provincial.
Foco sciente aos differentes contribuintes de im-
postas proviuciacs, relativos ao anno lindo de
1872-73, que lrha-se delinilivamente nrt_dia 27
do corrento o recebimento nesta roparticlo das
quotas anda nao satisfeilas dos mesmos impostos;
o, terminado este prazo, ser a cobranza effec-
tuada por va judicial com a multa de 9 Ojo e
e ."ddi.Jn das respectivas castas.
Consulado provincial, 5 de setembro de 1873.
O administrador.
A. Carneiro Machado Bios
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Becife autorisada pela presidencia da
provincia, afora os terrenos da proprieda^o que
possue o patrimonio dos OrphM, no lugar da
Tamarineira, por prego nunca interior a 2J rs.
o palmo.
Os pretendentes deverao indicar no requer
ment o numero de palmos que quizerem e (Hri-
gir-se esta secretaria, onde serao declaradas as
condigoes do aforamentn.
Secretaria da Santa Casa do Misericordia do
Herir 12 de setembro de 1873
O escrivto,
Pedro Rodrigues de Souza.
CONSULAOO PROVINCIAL.
De conformidade com o resolvid* em sessao de
4 do correnle pela Illma. junta da lliesouraria
provincial, e communicado esta administraco
por portara do lilm. Sr. inspector em data de 5
do mesmo mez, tapo publicar a nota em seguida,
chamando os individuos sella nomeados para vi-
rem recolher a dilTerenca do imposto sobre joa-
Iheiros. relativo ao anno^llndo de 1872 a 73, e cons-
tante da mesn-a nota, al o dia 27 deste mez; e
ca caso de omissao ou resistencia ser remetti-
da essa divida para ser cobrada judicialmente.
Cansulado provincial. 12 de setembro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
Relacao dos joalheiros que de menos pagaran)
o imposto de 2.000* por mascalearem na pro-
vincia no exercicio (Indo de 1872 a 1873 ; diffe-
renca que se deu em consecuencia da lei u 1061,
art. 16 41 publicada no jorual otucial, ter por
errol consignado o quantum dol:000*,quando fra
votado aquclle cima indicado, e acha-se na le
do orcamenlo colleccionada.
A saber :
Nomes dos joalheiros. Resto a pagar.
Pedro Allain 1:000*000
Phelipp Len Ploe* 1:000*00:)
David Hayen 1:000*000
3:()0*00
Primeira secgao do consulado provincial, 12 de
setembro de 1873.
O c^e'e,
Antonio Witru.io Pinto B. A. de Va con cellos
^Jngistaiiin do porto Etuco 33 i*o de 1-^*3.
Para sciencia dos navegamos manda esta capi-
tana publicar o iegointe aonuncio hydrograpliico,
relativo existencia do um banco prximo as
libas liornas, no Bio da Prala :
MINISTERIO DA VARIEIIA.
Polo ministerio da marinha se palmea o seguin-
le annonci] nydrographico, srgamsado pelo depo-
sito de carta? e planos de Paris, relativo exis
lencia do um banco prximo s linas de Hornos,
no Bio da l'rata.
Annuoeto hydrographieo.Pars, 13 de setembro
de I87i.
!%'UII!4*1'0 t 3.
OCANO ATLANT CO DO SUL.
Rio da Prnta {Mas de Hornos.)
( Traduecao do original francez pelo lenle
Nascimeato Jnior.)
O banco que existe ao 0 das libas de Hornos,
110 Bio da l'rata foi examinado pelo capitao P. C.
Shaw, do paquete Watp (K. L'.), o qnal reconhe-
eeu que este cscolho eslendia-so mas para O da
posicau iudicada pstas cartas.
Qando se tem as tres illias urna pelas onlras,-
0 banco cstendc-sc ai 04SO da ilha que lica mais
ao O : o fundo, que de rocha e vasa compacta,
varia entre 3m. e im,8|na baixa mar, das mares
medias: a mar sobe o desee de Om,9l a 2m. 1,
conforme os ventos.
Para evitar o banco, necessario conservar a
cathedral da Colonia aberta pelo S da loa Lpez
que lica ao O.
Estando sobre a ponta O do banco, marca-se o
pvarol da Colonia por 51 SE e a liba Faralln ao
34SE.
MarcacSes en rumos verdadeiros: .
Varia-o 10' 2" N'E. (1871).
(Assignado) O chefe do servieo das mstruc-
coes.-.1. Le Grat.
Est cou forme :
O secretario da capitana
__________________Pecio de Aquino Funseca.
Associaco commercial agri-
cola de Pernambuco
Os sebhores socios sao convidados a renniao do
assembia geraL no mesmo edilicio em quo func-
ciona, qnaita feira 21 do correute, s 10 horas da
manh, alim de se trataren) dos negocios que Ibes
bren) apresentados.
Becife, 22 de setembro de 1873.
Manoel Bptisla de Miranda
Secretario.
Recife Drainage
Acham e promptos para funcchnar os appare-
Ibes que foram colocados nos predios abaixo de-
clarados : Os Srs. proprietarios e locatarios s
deterjo delles fazer uso depois que receberem uln
eartao da compaobia que os autorice para isso.
FrcKiieeia deS. Fre Pedro .on.al-
ves do Recife.
Ra dos Guararapes do n. 46 a 98
Travessa da mesma do I a 5 e de 2 a 6.
Ba do Brum de 39 a 81.
Travessa da Prncii do Chafariz de n. 2 a 6.
Ba do Occidente de I a 13.
Becife, 22 de setembro do 1873.
O gerente.
Jnltn Bloi'tit.
Hospital militar
Xaose tendo offectuado boje, por circunstancias,
o contrato de gneros alimenticios para dietas e
racoes dos embregados, sangucsu:is, lavagem e
concert da roupa e mais rbjectos indispensaveis
para o expediente da repanicao, pa.ra o trimestre
Je oulubro a dezembro, cerno consta dos an-
nuncios publicados neste Diario dos dias 18, 19,
20 e 22 ; ficou transferido para o dia 2o do cor-
rente, o dito contrato ; pelo que v declara que
as pessoas que a elle quizerem concorrer, apre
sen tem se no referido dia as 10 horas da mam ,
Cjih as suas propostas fechadas, e amostras.
Hospital militar de Pernambuco, 2. de setem-
bro de 1873.
0 escrivio,
A velito Pereira da Cunha.
Consulado provincial
Pela mesa do consulado provincial se faz publi-
ne no dia 2/ do crrente se ha de arrematar
I pwla d'>-fa repartido, s 2 horas do dia, 13
I %n 2.^00 litros de agurdenle, avaliados
por J33*6l!0, s qiraes foram apurehendidos por
Muse, id Far.
Tendo a assmhlca feral do- aivimiiMas da
Cmmpanhia fh+tinn da mitr-dn de F>irn l'arnenxc,
atitorisad a venda dwla etnprea.-i. a cmntifc<3o
eleiU par este fin recetar. pr>i|nitas -para a
compra da mesma ate >> di 1 |0 de noveinino pr-
ximo, no t*ari, |>iliiilo m jH-o|mueiHes nbirr des-
de j as circulare-, < PSanrinirein i.s estaiui-is,
bein eoiiio iis rol.itorios ta r.mipaii ia de I87H,
1871 e 1872, no u.-cripU,rio du Ei^lish Bank ol
Bk) de Janeiro Limited.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Rerifp fllinda.
Nio se tendo veriOcado
a assembia geral coa-
vocada para buntem 16
do corrente, alim de
proceder-se a eleicdo da
______ -n-.-va directora amis
funecionarios, em consequencia de nlo ba
ver comparecido numero legal; de novo
sio convidados os Srs. accionistas para ora
reunio que se effectuar no logar j desig-
nado ii" dia 23 do corrento pelas i horas
da tarde, wrtos d que se constituir a as-
sembia com o numero que comparecer, na
forma do art. 11 dos estatutos.
Escriptorio da coiupaubia, 17 do setembre
de 1873.
Joao Joaquim Alvos,
1. secreta rio.
Obras militares.
Em virlude de ordera do Exm. Sr. presidente
da provincia acha-se de now aa -concurrencia a
exeeuglo das obras precisas na fortaleza do Brum,
e da caladura e pintura da casa, em que reside o
director do arsenal de guerra, servindu de base os
leos i ollerecidos para esta-,de 650*000, e para
aquellas de 3:750*000. X 23 do corrate ao
meio dia devem, por tanto, os pretendentes apre-
sentaren) se com suas propostas em carta fechada
na rep.-irtic.io das obras publicas, onde esta.) os
respectivos orcanientos para seren examinados.
Becife, 19 de setembro de 1873.
O engenheiro,
Chryssolito F. de Castro Chaves.
Consulado de Portugal.
Sao pelo presente chamados os credores de Ma-
noel Jos Pinto e Jos Martins, para apresentarem
na .chancellara deste consulado, dentro do prazo
de 15 dias, la data deste, suas contas para serem
verificadas e oagas, segundo a forca dos espolios.
Becife, 20 de setembro de 1873.
Western & Brasilian
TelegraphCompany Limited
Ksliio de Pemamliuco.
Aviso.
O cabo desta companhia entre Pernambuco e o
Para e*l aberra ao publico para a transmissao de
telegranimns laxa de 1* por palavra.
Os telegrammas que tenham de ser transmitidos
a qualquer outro porto do norte do imperio, S.
Tliomaz, ou para os Estados Unidos serao aceites
taxa cima, alm dos portes ao corrcio do Para
ao seu destino que serio previamente pagos.
At segundo aviso, os dias de sahida de vapires
do Para para os portes cima indicados serao de
antiinao annuuciados na praea do commercio e
na entrada para o escriptorio da companhia ra
do Torres n. 32.
Xenhuma dspota ser cobrada pela entrega dos
telegrammas aos destinatarios que residirem no
peryrnelr de um kilmetro, mas os que.excede-
r m pagarao 250 rs. por cada kilmetro, alem da
despea da conlelo ao portador.
Expediente do escriptorio, das 7 horas da ma-
nh, s 5 horas da brde.
A ssociacjlo commercial
benefiecnte.
AVISO
Nao se tendo reunido numero sufflcente de
socios, que eonstitobsem a assembia peral da
mesma as^ocia-ai, convocada para o dia 20 do
correnle, sio de novo convidados us senhores so-
cios para te reouirem po dia 2i do corrente al
hora da tarde ; julgandn-ce constituida a assem-
bia com o nuineiii de socios que se acharen)
presentes, como dispoe o art. 20 cap. i dos est.i-
tOtnS.
Daniel Cesar Bamos
Secretario.
ADMIXI TltACAO DOS COBBE10S DE PEB.NAM-
BUCO 23 DE SETE.HBBO OE 1873.
. Malas pelo vapor francez Ville le liahia.
A correspondencia que tem do ser expedida
hoje (23) pelo vapor cima mencionado para os
portos do sul, ser reeebida pela maneira se
guin:e :
Macos de jomaos, impressos de qualquer na-
tureza e cartas a registrar, at-i hora da tarde,
cartas ordinarias at 2 horas, e estas at 2 1|2,
pagando porte duplo.
O administrador interino,
Vicente Ferreira: da Porcinneula
IMN DLUL4T1C0
en
illifas funcc5es
DA
Goiiijiaiihia Japoneza.
Por ter de seguir no primalro va-
por rio norte.
HsUv;
Triple espectculo
Compoto de sorprehendentes trabdhosda com-
panhia japoneza e dramtica, com canto
pela artista
Mazziii'C' de Isman
Em beneficio do menino elstico
ALL-RIGHTT
Que executara novas e inleressantes scenas, com
o coocurso da Sra. Mazzucco de Isman, que por
obsequio se presta a eeadjuvar o beneflciadn.
Prograsuuia.
1." parto.
1." Ouvertura pela orrhtstra.
i. Grande torniquet elstico pelos artistas
Aguilera (jarria e o menino Codona.
3.* Os-trompos Japoneses, pelo gracioso Jasso.
4.* Equilibrio impoesivel e que se foz pelo be-
neficiado.
. Cavatina da opra Barheiro de Sevilha, can
tada pela S a. Mazzucco de Isinan.
-6.* Pela ultima vez a diluruitosissima prova da
triple cada, pelo innuiUv. I Salsumas e sen filho.
2.* parte.
1.* Ou verlo ra pela ordiesira.
! a graciosa e appland'da e&me>]is em 1 act>
ornada de msica:
Una
3. parte.
. Ouvertnra pela orrhestra.
2* Famosa prestidifitc-io, or Jahoszn.
3. O salt da agwha, peh menina japonez
JarsmatE.
t. AereoTolame pelo lstinrto artista mexlca
no Gsrcia."
5.* Brinde 1a "pera hncrecia Borjia, cantado
pela Sra. Mazzncco de. Isman.
0." O barril volante, por Sais ni
( Preens, o do eostnim.
\o imlilico
E'esta a fmiccio quo organi/.ei pata ene so-
lemne ill, eciordenaiiiln um .pe.l.i.'iilo variado
(ara satisfizer 1 cnrioshlade publua, e esper.
ipio-snasa Utm fes > rwpoilaveii pulilirn deslaci-
Oade curoe os esforcos do menino elstico.
Profundamente agradecido bondade com que
o illustrado publico desta ddade tem aceitado
meus imperfeitos trabalnos, nao posso deixar de
inaiiifesur-lhe minha gratidao no dia de uieu
beneficio, e com toda a confian? me colloco de-
biio de soa prolecfao especialmente das lindas
anglica iilhaj do Brasil.
Goadjuvado por meas companhairos de arte, e
peta minha especial amiga a Sra. Mazzucco de
Isman, espero que o espelacuJo em mea bene-
ficio seja digno do intelbgente publico que tanto
tem applaudido os trabalbos japonezes.
Sirvam se pois aceitar este voto espontaneo do
coraco do humilde artista menino,
ALL-BIGHTT.
VISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Have^ncAo costelra a vapor.
HACEI, PENEDO E ARACAJ'.
O vapor Mandah
eommandante Julio,
seguir para os por
tos cima no dia 30
do corrente, as 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 27 do corrente, encom-
mendas at o da 29, passageiros edinheiro a fre-
te at as 1 horas da larde do dia da sahida :
escriptorio no Forte rto Mallos n. 12.
Baha.
O late Garibaldt segu em poucos dias para o
porto cima : para carga trata-se com Tasso Ir-
raaos A C. ra do A mor i m n. 37.
Compnhia Franceza de Navega-
Cao a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio de
Janeiro, (Santos, somente na vul-
to I Montevideo, BuenosAyres,
(um baldeacao para o Rosario)
Vil lili II
\ll,L. W& \\\\\\\
t'oiiiniaitriaiiio. Robert.
Segu viagem hoje, s 4 horas da tarde, para
es portos do sul, de sua escala cima indicados.
Relativamente a fretcs, encommendas e passa-
geiros, para os quaes tem excedentes accommo-
daocs por precos reduzidos, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
A UGUSTO F. U OLIVEIRA & C.
V?-Ruado CommercioEntrada pola ra
do Torres.
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com muila hrevi.lnde e palha-
bote Rosigo, por ter alguma carga tratada e para
1 que Ihe falta trata-se oom os consignatarios
k squim Jos Goncalves Bellro & Filho : ra
1. Commereio n. "5.
.
DE
ICAO BAHIANA
LHITAI4
Macci. Pcnedo, Aracnj
e Baha.
E' esperado at o Aia 26 ou 27 Jo corrente tos
portos cima o vapor Goncalves Martins, que . guir para os mesmos no dia seguinte ao do sua
chegada
Recebe carga, passageiros e dinheiro a Broto : a
tratar com os seas agentes Antonio Luiz de Oli-
veira Azevedo & C, ra do Bom Jess n. 57.
PACIFIC STEAM KAVI6ATI0N COM
PUN
l.io'ia quinzenal
O PAQUETE
COTOPAXI
espera se do .-ul at o dia 26 do co.'rcnte, e de-
pois da demora do costume, seguir para Li-
verpool, via Lisboa, para onde recebera passa
geiro? e carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Riiivc A C.
14RA DO COMMERCIO14
COMPANHIA PERNA.MBUCANA
DE
\'av$acSo costeira a vapor.
MAMANGAPE.
O vapor Corunpe, eom-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 27 dr
corrente, s o horas da tarde
Recebe carga, encommen
das, passagens e dinheiro a
frete at as 2 horas da tarde do dia da sahida
ascriptorio no Forte do Mattos n. 12.
Pacific Mcam Jiavigali n GoinfaD)
Linlia qisinstonal
O PAQUETE
sspera-se da Europa ateo da 28 du corrente.
9 depois da demora do costume seou,ir para o sul
do imperio, Rio da Prata e cotia do Pacifico, para
mde receber passageiros, encommendas e dinbei
ro a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RA DO COMMfcRO- -14
COMPANHIA PERNAMBUCANA
PE
PUa vexaedo coa tetra a va|HHr.
fARAiBTBA, NATAL, MACXO, SKWSO**y, ABACK
TY, CEARi, M.VNDAHU' 1} ACAtAC'
O vapor Ipojuca,
eommandante Moura.
seguir para os por-
tos :,eiia no dia 30
do corrente, s 5 do
ras da tarde.
Recebe carga at 0 dia 27 do corrento, encom-
mendas at o dia 29, pasiagens e dinheiro a frete
at as 2 horas da tarde do dia da sabida' : es-
crip'nrio no Forie do Mallo? q. li
Para Lisboa
pretende soguir.com pouca demora a escuna por-
tuguesa Ckristia, de 1* classe, espitad Loureiro.
por ter a maior parte de seu camgamento enga-
jado; e para o resto que Ihe falta trata-se com o
so asignatarios Joaquim Jos Guucalves Beltrao A
Filho, ra do Commerciu n. 5.
Real companhia de paqueteo
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Europa
o vapor inglez Boyne, eommandante F. Reeks,
o qual depois da demora do costume, seguir para
Buenos-Ayres, tocando nos portos da Baha, Rio
de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez Atoa, eommandante H. Bax,
o quai depois da demora do costume, seguir
para Southampton, tocando nos portos de S. Vi-
cente e Lislwa.
Para fretes, passagens etc., trata-e na agencia,
ra do Commercio n. 40.
Ttois:
Leilao
DE
l'azenilas
(Em continuaqito)
Hoje
93 do coi'ronte
Bastos & Silva continuam hoje com o leilao de
fazenda franceza, ingleza, salsea e alterna, para fe
chamento de conta, por intervencao do agente
Pinto, em seu armazem da ra Cadeia n. 42.
Principiar s 10 horas.
i-
DOS
Movis, louc,a, trom de cozinha e mais per-
tencas do hotel Jda ra das Larangeiras
n. 80.
QLARTA-FEIHA 23 1)0 CBRENTE.
O agente Martins far leilao em um ou mais lo-
tes, do hotel da ra das Larungeirasn. 30, o qual
se acha montado para quem queira continuar com
dito estabelecimento.
A's I horas 'lo di;i cima.
3
fazenda avariada
Sendo:
madapoln, chita, cambraia, brins, chales
de mirin e de ganga, l e marroquim.
Qiiarta-fcii*a -1 do corrente
A'S 10 DORAS KM PONTO.
Por conta e risco de quem perteocer, por in-
tervenco do agfnte Pinto, em seu escriptorio
ra do Bom Jess n. 43.
.&*
din
mi
DE
louga, vidms, 2 ianos de Jacaranda, l
de mogno e outros artigos de gosto.
UUARTA-PEI1U 24 DO CORRENTE
s ti horas da manh
O preposlo do agente Pestaa far leilao. por
eonta e risco de quem pertoneer, de diversos tras-
tes avulsos e 1 mobilia de junco, c outros muilos
artigos do gosto que estarlo patentar no acto do
leilao.
QUARTA-FEIIU 24 1)0 CORRENTE
A's 11 horas damanh.i
aV RA DO V1GAIUO N. 11. ARMAZEM.
l
DE
de
la.
urna caixa com calcados
AVARIA DOS
Quarta feira 24 do corrente
A's O horas.
O agente Pinto far leilao por autorisaeao do
Sr. gerente do consulado do Franca, em prsenca
de seu chanceller, e por conta u risco de quem
pertencer, de urna caixa marca B 0 i C, n. 69,
contendo 72 duzias de calcados de la, avallados
abordo do vapor inglez Lalande.
Oleilo ser effeetoado no escriptorio do referi-
do agenle, ra do Bom Jess n. 4"!, uo dia c bo
ra cima mencionados.
L
E
x
DA
pharmacia da ra do Bario .h Victoria n.
30, pertonconle massa fallida de Jos
Francisco Bittencourt.
CONSTANDO DE :
Urna armaco de amarello envidracajbi I dita de
pinlio, baleo, candieiro a gaz, laboratorio, ba-
lanca, cofre (pruva de fago), drogas e mais objec-
tos periencentes refcnaa pbaraucia.
Urna mubilia de jacarando, I marqneza, 1 lapete,
18 cadeiras, 1 candieico a gaz, 13 molduras, l
commoda, 1 lavatorio, 1 estante, e dilft-rentes li-
vros.
Sabbado 23 d i correnle
Na ra Nova n. 30.
O agente Pin o cumprindo o novo mandado do
Illm. Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio,
levar novameme a leilao a pharmacia e mais
objectos aciifla mencionado?, ben pertencentes
massa fallida de Jos Francisco Biltencourt.
A venda dos movis principiara s 10 1(2 horas
em ponto, e a da pharmacia ao meio dia.
Os preiendentes podero desde j examinar o
mandado em uio do mesmo agente.
IHmDIftRSIK
. Urna boa casa
Aluga se independenle de nutras, assobradada,
com commodos para duas familias, grande quintal
murado, coelieira, quartes para criados, porto de
embarque, e bauf.os salgados, esta asseiada por
ter sido ba pouco pintada, n. 7 confronte ao hospi
tal Pedru U : a tratar na ra di Visconde de
Guyanna, poro do sitio daularia n 63.
- Offerece Se' para caixelro de taverna um
rapaz de 20 anuos, rhegado da Ilha, e d liador
sua cuuducta : e:u : .oto Arnuo ao p da fun-
dico, ra do Lima n. iO.
Desappareeeu bontem, 'II do eerrente, iadi>
da ra das Crnzes a do Fngel, urna mulatinha
chamada Eleuteria, enm Id annns de idado : ia
de vestido amarello com pinta* pn-tas, urna sex-
lioha e lSOO em dinboiro : quom aba U leve
casa de seu dono, na rn: dss Crtizcs n. 1*
gundo andar, que ra urai ideado.
Ka rna do Bariu da Vktorta n. 38 precisa o
rallar ao Sr. vi-ario Andre Curclno de Aranjo Pe-
reira, a negocio de ?eu bifei-fise.
Precisaba de um pil 4o paca ir al Bio do
la Prata em el litigue espaol Unbd : para tra-
tar cu la ofJk'iiia, del con-ul.ij du Espaa, o
com el capitao en casa de Manoel Porto, ra de
Trapiche n. 20.
Portuguez
Prpcisa-se para um engen o perto dacidade.de
nm portuguez para serviyo *e campo a fallar no
Mee fe, roa da Cruz n. ft-, e nos Apipoeos, na
casa junto a esta rao.
Prpcisa se de um caixeiro com pratica de ta-
verna, de 16 a 18 aunes, br.isileiro ou portuguez:
na ra Imperial n. 94.
Offerece-se um hornera com pratica para
fcitot de engenho : a pessoa que precisar dirija-
se ra da Florentina n. 3t.
Alnga-se ne*tes pro) irnos dias duas boas
casas na Capunga, ra da t'entura, c,..m commo-
dos para familia, as quaes foram concertadas es-
lao se pintando : a tratar na ra Duque de Ca-
xias n. 44.
cr^j
3 -2
'-- 3.i
t=a
CASA DA FORTIA.
AOS 5:000^000.
BILHETES GARANTIDOS.
4' ra Primeiro de jfarco ,'w.tr'oro ra do
Crespo) n. 23 e casas do costume.
0 abaixo assignado tendo vendido nos sens fe-
llzes bjjbetes, tres quartos n. 2351 rom 5:0004.
tresqarlos n. 601 com 800000, tres quartos n.
336 com 100a e outras surtes de 40* e 20i da
lotera que se ac bou de extrahir (66"), convida
aos possuidores a vir.?m recebar na conformi-
dade do costume sem descont algnm.
Aeham-se venda os felizes bilhetes garantidos
ia 24* parte das loteras ri benelicio da nova
igreja de Nossa Senhora da Penha (67"), que se
extrahir na quarta-feira, 24 do corrente mez
PRESOS
Bilheto inleiro 6i000
Udobilhett 33000
Qu.-irto lo-0
f.m rog.vo ur. lOO-JOO i-aha cima.
Bilheto inteiro oo<)0
Meiobilhele HUSO
(juarlo 1*375
Mihiiel .''arlins 11112/1
Sai
*;
para .das as fidades e
villas de Pertigal.
Carvallio d Noguoira, saccam sobre o
banco commercial do Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades villas de Portu-
gal, qualquer qiiantia vista ou a prazo e
por todos os paquetes: d ra do Apollo
n. 20.
J. Dliibiiul de Paris
Constructor o afiiintlcr do pla-
nos.
Ex-anador das antigs o afamadas casas
Ployel o Hortz
e antigo director das oflicinss da casa
Affonso Blondel.
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeilavel publico
desta cidad". .ue tem alerto sua casi de concer-
tos e alinaroes de pianos, qu; I-iuer que seja o ts-
lado do instrumento : a ruado Imperador n. 33.
Consultorio mki
no
Br. Sliirlo.
BA DA CBUZ N. 26, 2.. ANDAB.
Becem-ehegado da Kurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de l'aris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para obji-cto de sua pro-
Sssie.
Consultas do meio dia s duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Especiilid rfe.=Molesi,ias da pelle, deS}
crian.a e de mulliT.
Kmprega no iralamenti das molestias
de sua espe.'ialidade as duchas fritu e'
banlios a rojnr, para os quaes trouxe
os apparellins mais modernamente em-
pregados na Europa,
Tarabem applica com grande proveito
no tratmento das 11 do nteeo a
electricidad.', pelo precet^u do Ur. Tre-
pier. Cora por um proco:.-^ inteiran-cnte
novo as bli nnorrhagias e sohre tudo a
(goUa militar) dispensando as iujVcvoVs.
Atten^ao
100$000.
Gratificase com esta qnntii qualquer pessoa
que agarrar urna mulata de nm Hall na. baixa,
eheia do corito, cabe
sido cortados ha tempos, e vesentern-rie amarra,
rosto curto, c>m um nm orna
das sobrancelhas e 1 prla
parte de dntro qne n bri la, e
lendo sid amasiada com do 2", foi
presa na fortaleza in ;ind..u fu-
gida em Goyanna, 1guar:> t a
nome de Mara : quem a pt-a;
Peuua,ouru 1 n.'W.

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1
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1
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$)gio de Pejnambuco Terca feira 23 de Setmimh* HB-
5
mi.
Madame ra
Jada rasjijiipjgnfU^
trajar ulti mi tMntpta
assifu cmn i: utu ot>j
|UC CNMlMtM os vestuarios d* .-eiibom;.
X. 14-Rm Y.va-14
SQUNDO ANDAR.
mejaa-se de ama
com-
Professor.
Uma pessoa competentemente habilitada pro
poe-se a ensinar nrimejras letras e preparatorias
era qunlquir engeqM|: tratar n rui Djruti
n. w, botica.

mafia C
MI. I ).
i&f:i;ii:
fin-
ora CfZi-
:u:i rserava n
la Iviilt.-t i!. i:i.
T ..Ti^,, .; ?Tr:.T-;.Ti-W
Est
a
0
CQMMBRCI4L.
IS, ha da Prata, l.
IASBO\
Lniz Felippe Leile 4 Irmos
Eiecutam par coohsbo quaesqaer ordeos das
provincia do retao, ilkas e provincias nltrama-
rnas, bem como do Brasil e outros paires estran-
geiros.
Recebera eonsignaclo gneros nacionaes, co-
loniajM, hespaabes, fraiceaes, inglezes, allemaes
do Brasil, oq mesmo de outros paizes, para se-
ren vendidos no ivino ou fra delle.
Executam ordena pare compra e venda de fon-
dos pblicos, aacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobraaca dos respectivos dividendos.
Promoveiu no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidares, causas civeis e comraerciaes, appel-
laces e recurso de revista.
Tem os mel|ores adrogados na capital.
Pan os negocios de natureza especial, como
causas forenses, administrado de bens, ele., que-
rendo-se, pode proceder accordo previo conforme
a natureza do negocio.
Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer outros breves apostlicos concedidos em Ro-
ma ou pela Nunciatura em Lisboa, annulaco
de ordens, e quaesquer outras dependencias dos
tribuna da Santa S.
Tratam da arrecadacio de herancas e adminis-
traco de bens no continente do reino.
Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
ilbas e provincias ultramarinas.
Faretn adiantamentos sobre consignaedes de
quaesquer gneros que teuham prompt sahida
nos mercados inglezes ou allemes. Tambem com-
prara aquelles que se offerecerem em condiedes
vantajosas.
Pazem transace* por eonsignaclo ou compra,
sobre mnenos, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
condiedes de qualidade e precos.
Dlo-se boas refereneias em Lisboa e no Porto.
Esta ca-a tem correspondencias senas em todos
os pontos do reino, em Pars, Inglaterra e Ham-
burgo, na frica portugueza, em Maco (China)
reino de Sio, ilhas dos Acores e Cabo-Verde,
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
lbe forera feitas por correspondencia effectiva on
eventual.
Na modicidade de suas commissoes, na exacti-
do de suas cuntas e no crdito tongamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom aco-
Ibimento.
Tem correspondentes em Sevlha e outras pra-
cas de Hespanha.
N. B. As commissoes sao reguladas pela praxe
desta praca
CASA DO OURO
Aos 5:000-^000
Bilhetes. garantidos
Ra, do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do costume.
O abaixo assignado acaba de vender nos seus
muito felizes bilhetes a sorte de lOOiOOO em
dous raeios de n. 1815, alem de outras sortes
menores de 40 JOOO e 20*000 da lotera que se ac-
bou de extrahir (66* < ; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente sero
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com-
prar os muito felizes bilhetes,que nao deixarao de
tirar qualquer i remio, como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se venda os muito felires bilhetes ga-
rantidos da zV parte da lotera a benelicio da
da nova igreja de N. S. da Penha, que se extrahir
no dia 2i do corrate mez.
Precos
6000
3*000
PIWfcl?H: rfe-Mfca
quo faib cozinhnr e
sirva para urna familia
de duKS pessoas, pre-
fere-S ser iva ; n<> >.-itio l/ 2.Hitaras.
4MA
loas pessoas
Precisa-se de nma ama pa-
ra o ser-ico interno de nma
casa de familia composta de
na ra da Caeia-nova n. II.
VPreciaa'se de urna
Uoio n. 47.
na ra da
im m Precica-se de urna ama para todo o
AMA serv' > ca3a de lluas pessoas,
preta, rrra ou captiva :
Imperatriz n. 10, P andar._______
na ra da
Ama Hrecisa-se de urna pera sozinhar : a
AI" tratar na ra do Crespo n. 20, loja.
AMA
Na praca da Independencia ns. 27
e 29 precisa-se de urna para comprar
e cozinhar.
AMA
dados
Precisarse de urna ama para
cosinhar e comprar, e um roole-
que de 12 a 14 annos para man-
ila ra da Gloria n 104.
ilfi Precisa-se de urna ama para pouca
"-"----*- familia estrangeira : na ra Camboa do
Carmo n. 17.
AMA
n. 11, toja de calcado.
Precisa-se de urna boaco-
tinheira, paga-se bem: a
tratar na ra do Livraraentol
\ Af \ Precisa-se de urna ama de idade
i-JlJLri. para casa e mocos solteiros, para co-
a tratar na ra do
zinbar, lavar
Rangel n. 3.
e engommar :
Attengo
20$000.
Precisa-se de urna ama para conziobar e
comprar para duas pessoas, preferindo-so
escrava, que seja perita cozinheiro, pa-
gando-se a quantia cima : a tratar no pa-
teo do Hospital n. 28. 1." e 2.* au-
dares.
Anda se precisa de urna ama escrava ou
forra para cozinhar e ensaboar. para ir para Casa
Forte : a tratar na roa da Penha n. 25.________
Precisa-se de urna ama que lave e
engomme para duas pessoas, e mais
servico de casa : na ra do Hospicio
AMA
numero 50.
Precisa-se de urna ama que saiba comprar
e cozinhar : a tratar na ra Duque de Caxias n.
18, 2 andar. _______
Prectsa-se de una ama para casa de ho-
rnera soiteiro : a tratar na na de Gervasio Pires,
taverna.
-iiri'i ra
favor tl Mr
Av.it tliile
real
llns
ucoHrapjado!! !
ii iu Wir.. dn rlJo
ili .loia iinvim-.. <
[C.xias fi. M, i roo
Jr. se cuwpromeueu;.
peia terceira chamada deaie jornal, em
---------" nV 1871, e aVnois para Janeiro
iiiw o Taanvic ai; io/i, o cotik/io hu* .utiiu,
passoa i fevereiro e abril de 1872, e nada cumpli:
e por este motivo de novo chamado para dito
ihn, pois 8. S. se deve lembrar qne este Asocio i
le mais de oito anuos.e ojiando o Sr. sou tillan v
ictiava nota cid.ide. _
A> |ietsoas i|iie tem pretendido establecer-
se m terreno devoluto que flea nos fondos das
casu ns. 18 e 20 da ra da Florentina, onde exis-
te a fabrica de serveja, cu jo terreno limita e at
ra de Santo Amaro, poden entenderse coa o
droprietario na ra Ao Hospicio n. 38.
00 99*0
i
MEDICO-CIRIJRGICO
DO
^ Dr. J. M. CurI
Q Ra do Marques de Olinda a 25, pri-
2 meiro andar.
J9t Consulta das9 horas as 11 da manha.
{ Chamados a qualquer hora.
^A O 000000 00090
Lines de piano.
Urna senhora portugueza, chegada ltimamente
de Lisboa, offerece-se para dar li;3es de piano em
casas de familia e por pre^o razoavel : podendo
dirigirse roa da Adrra n. S, primeiro andar.
Locado de sitio.
Aluga-se um terreno, com casa de moradia
que tem duas salas, cozinha lora, e quatro quar-
tos arejados, na ra de Paysand, estrada da Mag-
dalena, defronte da estrada que vai para o hospi-
tal portuguez : procurem ra do Duque de Ca-
xias n. 58, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nila as 3 da tarde.
S Consultorio horaeopa- 0
m
m
*

0
thico
Do
0
0
0
Dr. Santos Mello
41------Ra do ImperaJor------4i
Consultas todos os dias das 11 1 da ^
tarde. W
Gratis aos pobres. A
Residencia ra Nova n. 7, segundo 35
andar, onde d consullas das 6 as 9 da 9
manha e das 3 as 5 da tarde. MC
Chamados a qnalquer hora.
Ama
casa de familia :
dencia n. 5.
Precisa-se de urna ama forra ou es-
crava que ensabo e cnginme para
a tratar na praca da Indepen-
AMA
Precisa-se de urna mulher para co-
zinhar em casa de homens solteiros :
na ra Duque de Caxias n. 75, loia.
Bom local.
Inteiro
foeio
Quarto
De 1003000
Inteiro
Itaio
Quarto
Recife, 6 de
U500
ara cima.
52500
2750
U375
setembro de 1873.
Jut Jnaquim da Cost Leite.
Precisa-se alugar pjr mez um preto escravo
para andar com miulezas na ra, pagndose
bem : a tratar na ra do Marcilio Das n. 127,
loja de funileiro.
AO COMMERCIO
Os abaixo assignados scieatifleam ao respeita-
vel publico, espec almente ao corpo commcrcial,
.ue amigavelminte nssetveram a sociedade que
liveram no estabelecimento d: fazendas sit)
ra do Livraniento n. 6, ficando todo o activo e
passivo a cargo do ex-socio Justino Manoel de S
Ramos, retiranio-se os demais ex socios, pagos
de seas capitaes e lucros. Recife, 19 de setem-
bro de 1873.
Por prociirac.ao de Joo Evangelista, de S,
Manoel Francisco P(,-as.
Justino Manoel de S Hamos.
Joanuim dos Santos Lima.
___________J. V. Pimontel.______________
Banhos salgados em Olinda.
As pessoas que tiverem de ir passar o veno
em Olinda podem fcilmente ter agua e gaz em
UM casas, visto a companhia Santa There a man-
dar fazer as canalisacoes respectivas mediante um
aluguel mensal muito mdico.
Dilflcil como em Olinda o transporte d'agua,
por causa das ladeiras existentes, alm da falta
de conductores e pou:o asseio as vasillias em
que geralmeute conduiida,acanalisaco nos pre-
dios de grande vantagem, resultando anda nao
pequea economa, lendo-se 15 baldes (grandes)
d'agua diariamente por 220 rs, quaudo no ve rio
vendio muitas vezes por esse mesmo pre^o 1
pequeo balde I
Para inorma;Ses e ajuste na fabrica do gaz em
Olinda, todos os dias das 7 horas da manh s 6
da tarde._______________________________
Aluga-se a casa ra das Flores n. 35, pro-
pri?. para qualquer estabelecimento : a tratar na
ra da Uoio n. 55.
A loja do predio da ra Marcilio Dias n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
presta-se a qualquer negocio de fazendas, miu-
dezas eu molhados, em grande e pequea ecala.
A safra do assucar est prxima, o c indubitavel
o bom resultado de quein all se estabelecer. E'
commodo oaluguel e tambem se faz arrendamento 1 ^
como melhor convier, tem gaz, agua e apparelho
p rainage, e nada deve de impostos : a tratar
erua do Imperador n. 81. _____
Lavada e engommada
Roupa lavada e engommada com perfeicio e
toda brevidade, reponsabilisa-se por qualquer
falta : no pateo do Carmo, casa de banhos.
MjwMiiiiii'!! > iu* mym&mmi^
Manoel de Abreu Macedo cnrdialmentc agrade-
ce a seus irmo* da matriz da Boa-Vista e mais
amigos que s dignaram comparecer aos ltimos
suffi-agios de sua presada consorte, acompanhan-
do-a ao cemiteiio, e ao mesmo t -rapo convida-os a
assistirem a* missas do stimo dia (qainti foira25
do eorrente), s 8 horas da manha, na mearas
matriz, da Boa-Vista.
U de-i mbargador J's Aieotao
Tegueira Cosa, seas filhos e ora,
agiadecem a todas as pessoas que
se dignaram a-si e acompanhar ao ceniilerio publico
os re-tos mortaes de sua presadis-
sima consurte, mai e sogra D. Jo-
sepha deMenezes Vasconcellos d* Drnmni'.ndCos-
ta ; assitn como Ihes pedem o caridoso obsequio
de assistirem as missas que se nao de celebrar por
sua alma na matriz da Boa-Vista, s 8 horas da
manh do dia 21 do eorrente.
000000 00000 000
Jos Jerenymo Monteiro faz publico que,
com qoanto sen nome esteja comprehendido na
relacao dos devedores da massa fallida de Amo-
rim, Fragoso, Santos & C, pela quantia de 2:o09,
como tendo tomado i si assignatura de outros, que
deixaram de realisar, nao se considera effectiva-
mente devedor, porque nao assignou o respectivo
contrato social pela indicada quantia, e neme
admissivel, cm face dos julg?dos do tribunal do
commercio desta cidade, que se podesse operar
cesso dos primitivos socios prestadores de capi-
taes, e por conseguinte que o abaixo assignado po-
desse temar si assignaturas de outros, licando
por esse fado subrogado na responsabilidade do
socio primitivo e que assignou o contrato sobre
quem pea exclusivamente a obrigacao, por isso
que esta pessoal e intransmssivel; o que faz
publico para quem interessar possa. Recife.
de setembro de 1873.
13
p-iffr*) r a i/: ^i .TVJ3
i.BIAO
Precisa-se de nm criado para ropeiro e mais
servico de casa de homem soiteiro : a tratar na
ra do Mrquez de Olinda n. 3 :. __________
Aluga-se um primeiro andar mobdhado : na
ra estreita do Rosario n. J5.-
Alaga-te urna escrava para todo servido de
cata ; na ra d" Imperador o 50, 3* andar.
- Geitrudes de Olivcira e Silva, vfnva do fina-
do Tranquilino Candido la Silva, pede encarec
damente aos credores tjue aprcsiitem os seus ti
tulos para'serfin virifieados.
Alagfl-w uo e muito proprio para mocos solt.'iros ; e vende se
ea aluga-su ueste loe-uno sitio ama mohilia com
pleta, e tudo mais neeeseario iwra o uso domesti
co, conforme se convencioaar a tratar na ra do
Marques do Olinda n '.M, armaaem.______^^
- Um i omem de idade, de oa comlncta, se
offereco para ir para os arrabaldes desta cidade
tomar conta de qualquer estabelecimento, podendo
tambem ensinar a alguns meninos as primeiras
lettras ; tambem serve para tornar sentido e ad-
ministrar algum sitio :. quem precisar annnncie,
que se faz negocio commodo.
Tattgao^
Fugio do abaixo assignado, no dia 6 de Janeiro
do corn-nte anno, um mulato de nome Miguel,
bem claro, cabellos pretos soltos, olhos amarellos,
rost? romprido, nariz alto, dentes perfeitos, altura
e corpo regulares, buscando dado de 21 a 25
annos, um tanto pachola e ladino no comprar c
vender, levou algum dimeiro : recommenda-se s
autoridades policiaes e capitaes de campo, espe-
cialmente a Joo Uandeira de Mello, de Caruani,
sua apprehenso, e levarem no ou avisar $o abaixo
assignado, que sera bem recompensa los S. Ben-
tn, comarca de Porto-Calvo, em Alagoas, 16 de
setembro de 1873.
Francisco Ignacio de Paula Medeiros.
!!! E na verdade vos digo !!!
Se nao tenles feito ama refeicao oonfortavel,
como podereis achar p'razer nos pasoios, nos es-
pectculos, nos bailes e na sociedade cmfim ? I
E na verdade vos digo que um estomago vasio
a ppior recommenda^o que podis levar para
o seio de vossos conhe-imentos !
E lembrai-vos de que s o espirito loma agr
davel a convivencia, ainla a da mais impeneita
creatara material.
Tomai pois o nosso conselho : uma pequea
refeicao, tomada Jo preferencia na confeitarla do
Campos vos pora ao nivel de qualquer Jutes Janin.
K dito isto, vos tomamos em espirito para vos
dizer que temos um sem numero de pastis, doces
e bolos I Refrescos gelados e mais bebidas de
todas as qualidades e em qnalquer quantidade I
E porque entramos em quadra calmosa que
vos dirigimos esta supplica era bblico estylo, es-
perando que bem vindos sejaes
Confearia do Qampos
Casa para nlujar
Na ra do Hospicio n. 34 : a tratar na mesma
roa, taverna n 26.
PENHORES
Xa travessa da ra
B dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de uro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.


';.
i/JSt
Precisa-se de uma ama para t do o servico
de um casa de comprar e coziuhar, forra ou es-
crava: na ra Duque de Caxias n. 22, 2" andar.
Jos Piulo lavares, vulgarmente eonhecido
por Jos Aranha, avisa a seus freguezes de Goyan-
na c aos desta cidade, que d'ora em diante suas
viagens sero contratadas na travessa do Mrquez
do Recife, na cachi ira das vaccas, onde tambera
contina a alugar carros para viagens, tratndo-
se com anteced'ncia, nao s para doyanna, como
tambem para Podras de Fogo._______________
Sitios para alugar.
Alugamsc dous sitios perto da estacao da casa
amarella, ladeira dos mudos, com commodos para
grandes familias : a tratar na na Primeiro de
Marco n. 16. 1* andar.
Casa do campo.
Oflercce se, qncra quzer fazer os concertos
aecessarios, o arrendamento por alguns annos de
graca, da encllente casa sita na Porta d'Agna,
que foi do finado Rr. Jcaquim Pires Carneiro
Monteiro, passando-se escriptura para maior se-
gu'anra. A locahdade muito salubre, e a casa
milito fresca, tem magnifico banho de agua do-
ce em frente, e muito commoda, visto que o
trem para defronte : quera pretender pode diri-
girse ao Sr. Francisco Carneiro Monieiro, em
Apipncos ao Sr. Francisco Ignacio Pinto, ra do
Jom Jess, ou ao Sr. Cannan, roa do Commer-
;io n. 40.
Ahina se uma casa terrea com grande Mito
dentro, no Recife, boceo dos Barcos n. 22 : a tra-
tar na roa do Vigario n. 33 eora Joo Jos da Cu-
n a Loges.
Aluga-se o sitio n. 4 im travessa do Ca dei-
relm, fregueda'dn Poco da Panella, todo murado e
portao de ferro, rasa com 2 alas e 4 quartos, eno
pavimento ti-rreo I qaartn com esesda para o so-
&\ com 2 janeilas no oites, i clao e 2 quartos
n<> dito ota ; irrereilos estn lirr gasea pdaria do
teodo nm.- P'ifimb-i tratar oa rna I toda* as pertencas, jur preci commodo, em boa
io Viseonde d Albnqnerqoe n. J8, J andar, i localidade, ptima para prinsipiantc.
- Aluga-se uma casa nova, muito fresca, na
Capunga, de 2 qurl >, 2 salas, cozinha fra,
quintal mundo Cum'Arvoredos, e boa cacimba :
ao largo do Hospital n. II se dir quem aluga
Aluga-se urna boa casa bem mobiiiada e
ora bonds a porta, no bairro da Boa-Vista : a
tratar na ra do Baro do Triumpno n. 56.
Precisa-se de ura caixeira de 16 a 2 com pratica de taverna, e que d fiador sua con-
duna : a tratar no pateo da Santa Cruz n. 4.
Preciase de ara csixetru com bastan te.pra-
tica de taverna e que de fiador sua conducta :
na ra Pugne de Caxias n. 2f,2* andir.
Aluga-se um sitio com bastantes arvoredos,
boa casa de vivnda, com banho doce e salgado
prximo'ao mesmo sitio : a trataf na travessa* da
Madre de Dos n. 12.
IOOSOOO.
Contina a estar fusido o eservo Mafoel, que
de leAq de Soma Dias Valladao. que est em
Fernando de Nomnha, tem os segrales sipnaes:
cabra, andar descansado e eaheca baixa, estatura
regular, inlitnla-se cuino lvre e and* com ama
guia falsa : quera o apprehender e o levar ao lar-
go_da Asscrabla n. 17, lera a recompensa cima
Luiz Espindoia de Basles tem ama carta na
ra do Vigario n. 7,'primeiro and r
.Alaga-se ou vende so urna casa com 3 ja-
neilas e uma porta le frente, 2 salas, I gabinete.
8 quartos, eozinha, uma estribara, quintal mura-
do com poriio, e tendo alm dito dous copiares,
um na fieme e mitroatcar, simada na ilba do
Ketiro, i margem do samiavel rio Capiharibe : a
tratar na ra do Arago n. 12, ou na do Duque
Urna ternemente habilitada se
offcr- r engnho prximo
Kmoi'iseo, grataita-
WN : para ioformaedes nesta t) pographia.
MEnRQN&C


/% m/ ** Al mm
i .. --
aos compradores do bem eonhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois qne os ha de rap de ontra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cnjo desenlie se pode
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores qne qnizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nSo serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de DEEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ft C
FNDICAO DO BOWMAN
RUADO BBUIH N. 52
(Passando o chafariz)
0 m. SHMf
0 Consultorio medif o cirurgko )Sf
S o &
0 Dr. Americo V'espucio.
0 Ra do Rom Jsus, antigua *3f
A da Cruz n. ZK 1 andar *%.
PEDEM AOS aenhorei de engenho e ontros agricoltores, e mpregadoret de m I 0 foSWdade* '^^ '^ Pa" #
omismo o favor de orna visita aseo estabelecimento, para verem o lovo sortimento 0 Consultas de i horas.i da tarde. a*
ompleto qoe ahilem; sendo todo soperior em qualidade e fortidio; o qoecom a ds Gratis aos pobres.
lecclo pessoal pode-se verificar. M Tn
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
i7rtftfts a Ailaa til arma dos mais no'lerooa systemas eem la-
VapOtOo 8 rOUllp U agua manhos convenientes para as diversas
ireomstancias doa senhores proprietarios e para descansar algodSo.
ttoendas de canna aj-^"-* **- *>+
para aDimaes, agoa e vapor.
Podendo.todos
ser movidos a mao
'por agaa, vapor,
loo animaes.
Bodas dentadas
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
WftftlllT.QTT10S para ,Eandioca V'&0d50,
U tJ-ililiIUUO e para errar nudeira.
rodas as machinas .w-* **'-'.
Faz qualquer concert "'cfei-'- w. mimmm.
Formas de ferro S,3' me"""'M m,is birius ex,'6(e, no mer'
^ttAnmmanrlao Incumbe-se de mandar vir qoalqner machinismo von-
'nCmiUOllUtiS ta(je ,jos C|ienteg, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
as compras por intermedio de pessoa enteedida, e qne em qualquer necessidade' pode
oes prestar auxilio.
irados americanos e iDtr0Dien,0S riM,M-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
Gratis aos pobres.
Especialidades :
h Partos e molestias da metra, operacao -~M
S 'Ifs e?treitamcntos |ielcs precessos os '
mais modernos. 3r
@ Consultorio medio eirurgico^
l D0 O1
S Dr Ferreira.
?? Antigo gabinete de seu p i. roa larga i?.'
do Rosario n. 20. ~*
Cura do hydrocelles sem injeco v'#
i com puncho capillar. -ptl
m/ Abertura de abeessos o extracto de Ik
/a derramaniento serosos, pelo aspirador /r
Vw dePotain. 9
FUNDICAO DE FERRO
V ra do Bario do Trianpho (ra do Ir) ns. .00 a W
CARDOSO RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhor obra quetem-vindo ao mercado.
Vapores de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
LalClGiraS de sobresalente para vapores.
MoCdaS nteirS 0 meias moendas, obra como .iunca aqui veio.
TaixaS fundidas e batidas, dos melhores fabricantes.
Rodas d agua COm cubaje de erro, fortes e bem acabadas.
Rodas dentadas de todos os tamanhos e qualidados.
Rel0g0S e apitOS para vapores.
JDOniuaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
Formas para aSSUCar grandes e pequeas.
PoilPPrf OS concertam com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
L sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
PflOOmmPndaS man(^am v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondera com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMA O.
Carros de luxo.
E' inquestionavel que a cocheira da ra do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
leras e victorias de luxo, propinas para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da ac
Papel de liiiho viudo
a
a resma, o verdadeiro papel de Ifnho grosso mar-
demia, s-ndo os mosmM ajaeaados de exVeFle"nt"s' ***<>> W^J^A*** Poli,ia' para
aandWa- convida ao publico a vir por .i m-smo sc ntifi- ^, a ra da M.dre de Deus n. 10 A. #
car-se da verdade do que d^ixamos dito, certos de (J verdadeiro IlimO 00 1\10
que b3o encontrarlo pomada, e wm n-alidado e
commodos precn.
Para barba.
Pira evitar os ardores da nav Un. causados
pelo sabio commnm com que se fai a : ba, re-
ct bmi a nova esperanca na Dnqua no Caxias
n. &'t. urna nova prepamcao denominada oleo-
phrnii" a qual >; o melhor juc se p.)>' Ji'-ejar
oeste endo ; a ella, antei icabe 1'rec.o de D-v
do frasco f *OitO.
Novo.
No armazem de Jos Domlagues do (irmo e
Silva, ra da Madre de Deus n. 10 A, armarem
de fumo.
G
az
Alu^a-se o 3o e 4 ^andarea do obrado da roa
lo Amorim n. 17 : a tratar na mesma ra n. 37, no
sscriptrio de Tasso Irmios 4 C.
N.egrinha.
Na rna ri'AI|rria n. 40, precisa se alugar nma
negnnha de It a 16 aunas para andar com uma
menina.
a "i/1800 a lata no armazem de Jos Do-
mingues do Carmo e Silva, rna da Madre de
Deas n. 10 A, armazem de tamo.
Boa casa para a, festa.
Aluga-se nma encllente casa no Monteiro, tra-
vessa do Xisto, a qual se acha em muito bom es-
tado de limppza : a tratar na ra Primeiro de L^hmann frer
Marco, antis* C
do Ama ral & C.
6. L Schnorbnseh.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Dritanica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachuelo .
Demcratas.
Suspiros.
Conchas.
Operas.
Principe-de Bimart f..
Trabucos
Bahas.
Deposito em IVinambuco n( armazem de anl
& Manta, ra do Mrquez de Olinda n. 23
Alaga-se o :( andar do sobrado da rna do
Vigario Tenorio n. 20 : trata-ae na rjja do Ani'iriin
n. 87, com Jorge Ta.sso.
Por .'too* vende-se um bom piano de arma-
rio, osado, com muiti boa vtn : na ra d" Vis-
conde de Goyanna n. 12(1, das 5 horas da tarde em
diante.

Vendedeiras.
Predsa-so de mulheres livres ou escrava que
se aluguem para veuder com taboleiro : no sitio
da eapella, na Mangabeira, estrada do Arraial.
Alicato.
Precisa-se do uma criada, prefore-se estrange
ra, para servico de ttas pessoas: a tratar na na
do Hospicio n. 59.
iixeiro
Precisase de um caixeiro com pratica para ta-
verna, de 16 a 18 annos de idade, preferindo-se
portuguez ou hespanlioi : a Halar na ra do I!iv
gel n, 3.
ATTEfW.
Os devedores ao hotel orien'.e, ra Nova n 82,
comparecam a pagar suas codas at o fin do mez
eorrente, so nio verao seas nomes por estnse
publicadiis. _______________
Joaquim Jos Goncalves
Bltro.
Ra do Commercio n. 5, f .* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
*> Minho, em Draga, e .obre os seguintes
'gares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
luarda.
Gn im a raes-
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Moncio.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doXastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalielo
Villa Nova do Portimtio.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Ftgueira.
Avise
i um sec
Margo, antisa do Crespo n. 10 A, loja de Gurgel rna l'nmeiro de Martou 16, andar, libras st.
, Jnae moedas de ouro do 8,1 o 16*.


LM 1
NkjBHl



6
mUb^mmmt^m ife^$* 28 a*g*m& &

AJoga-trt o beiji coafeiu Jo e arcfswiado acou-
gue o patea "tir "iBr* n-WU de pedra
aarmiMe o quat lemtcfeu) talha, balanza e pe-
M : a tratar na ra do Crespa, loja do Passo
b. 7, junto an meo de Santj Antonio.
7
Nao
Liiiz
j.
Espinduli
de Bastos
lo ltimamente do Rio-Grande do Sul, tein
ferta ua ra do Vigario n. 7 priraeiro an-j
Precisare 1
nm eiL-rava para todo o serv;o de urna casa
de familia ; na ra do Hospicio n. 49._______
Traranhus.
Na ra do Rarao da Victoria n. 36, precisare
lallar aos Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto e
fco Pae* di Silva, a nefoci de particular into-j
msa
Til nsuioro Bedico-cirurgico g
A. B. da Silva Maia. |
Ra do Visconde de Albaquerque n.
11, outr'oi* ra da matriz da Boa-Vista
n. i.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas: A09 pobres gratis, das 2 as
4 Loras Ua larde.
Raymundo e Luiz.
No da de agosto prximo passado, fugio o
balan U.ivmundo, que representa ter 24 annos,
de cor al.. :'ijada, cabellos estirados fazendo al-
fumas vi ii.;.-, eabeca redonda, pescofo grosso,
ps soncos e canellas finas ; este mulato natu-
ral do sertao e foi visto no Recife ha cerca de 4
dias. onde se presume andar anda junto com o
mulato Luiz, natural da Parauyba, cuja fuga se
tem annnnmado neste Diaria, e enjo melhor sig-
nal ueste, KT o dedo pollegar da mi esquera
cor:; > quasi ao meio. de de um golpe do bice
descastando nm cuco. Rnga-se a apprehensao de
Alus weraom ronduzindo os ao engenho Mega
de Uaixo, na v(uezia de Tejueupapo, ou nesla
prai.a rna do Bom Jess n. :i, que se dar boa
SratiCu-ai.au. Pm/esla-sc empregar todo o rigor
a lei contra qiiem os tiver acuitado.
iM
KCSnSTA BE PAMS
19 RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
giao dentista, succes-
sor ft F. Gautier, es-
ra continuar
S na raa
20,laja
C. que se
as fazendas]
presos1|eg
EtsIrmM' ecoottSs a ..
Ditas de listras padreesnovos a 280 o eovado
g--
erme &
em< vencer
aix, p"
s:i
ovado v
[va
LINHA
Cjjjado. OBRAS de palheta.
rs. o-OO-
oaso a 8 J.
_ rtm pef>Bo de-
fefto a 30 rs. o eovado.
Brins pardos e de cores a 400 e 440 rs. o eovado
Brtmbranco tena a 1*600 rara.
dbraia preta com ristras e llores brandas
propris para luto, a 2M rs. eovado. ~
Ditas finas do cores a 280 rs. o eovado.
Cretone para camisas e vestidos a 440 rs. o eo-
vado. _
Chitas rxas e intaii o rio g.' o co-
cordao a 21400 ojotado.
JW80.


pera continuar a me-
recer a confianca dos
clientes da casa, c do
respeitavel publico em
graL
-
-

*: m
fl-;! B#M!J
51
'*'
i-
M
vado.
Grosdenaples p;
Colchas adama:
Ditas de croch a f J
Cobertas de clrifci&Wnascada a
Cobertores de M eacnros a tt.
Leoces de bramaste a Ja.
Dito* de algodivaJ4400.
Toalhas alcoefioadas a 6* a duiia.
Lencos de cassa com barras* U doria.
Ditos ditos de abainhados aTf a dnzia
Ditos de esguiao a 3*360 a dazia.
Camnrai lisa a 3* e 15500 a peca.
Dita Victoria fina a 3i800.
Cortes de casera ira fin a 8f.
Amainado a ti a vara.
Camisas inglezas forradas, com pello de linho.
pelo diminuto preco de 381000 a dazia e IjoOO
cada urna.
S na loja de Guilherme 4 C, fna do Croe-
po n. 20.
Fustes de cores.
Cortes de ustao de cores para cal#s i 1*000:
s na ra do Crespn. 20, loja de Guilherme 4
NO de algodao da Babia, da fabrica
- mendador Pedroio. ,
PVROZ de todas as qualidades, das fah^
Peres e Eduardo Militao.
MLHAS proprias para botica.
SttSAPARRlLHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamanhos.
VINMO engarrafado do Porto, caxas de
dito Moscatel do Douro, idera id
t dito Setnbal, caixas de i e 2 duz
da Italia engarrafado, caixas
. SS
r
fi
Vende-se
trastes de Jacaranda e amarello com poneo uso,
em perfeito estado, e tambem um meio apparelho
de fouca para jantar e um dito de porcelana, fino,
branco, para almoco. Veode se por ter o dono de
se retirar para Europa : na ra da Imperatriz
n. 5'i A.
Amarantnbnco A C. reefoer*!
sortimenlo de chap do patha da J
e vollWte, pwtos pera loto, ^'d c*ei
com bonitas flores e fita : endem no
torta, ra 4o Bario di Nova.
Insignias afincis.
Amaral Nabuco & C.. vendem msignalMBKo-
nie, grao 3, 18,17, tOe 33 :l*r/Ba5?Tlc-
toria.n. 2/ amiga ra Nova.
h
na
M,
\|rov(Ml(!in!
Aproxima se o mei de ^lezembro, em que a
Nova Ksperanca, ra do Duque de Caxias n. 63,
tem de dar o seu balanco ; e como sabido o
grande deposito de miudezas, que tem dito esta-
belecimento, nao s de arligos da moda e phan-
tasia, como tamb m de objecto de lei; e como
realmente conhecido que muito mais massan-
tc o contarse miudeza do que contar-so o cobre,
a nova Espcranca tem resolvido vender por me-
nos 10 % do que o preco docostnme, para desta
forma minorar o trabalho do balanco : por esta
razao os apreciadores do bon aproveitem e ve-
nham ver como se vende bom, bonit e barato.
CASA
rWSJ
i prinieiro e segun.lo ajidures da casa
i vi.s-a da Lingucia : a tratar na ra
i de Marco, a miga do Crespo, na loja do
. i u!i ao arco do Santo Antonio.
fufo
Vplices e accoes
apolicos peraes da divida publica o
" 'I" Brasij : a tradr com Augusto
" no innazem dos Sis Souza Castro <
a ra do Mrquez de Olinda n. 37.
: o commercial beTficete compra
j i' lj Uy.iios de Pgrnamtmco de julho a de-
obro le 1863 : quera a tiver dirija-se mesina
->:-, ou declare par., ser procurado.
CHEB9B9HBaaSHSSS "^^^i-?-aa.
Bons terrenos.
Vende-so barato, terrenos proprios, em lotes e
vontado dos compradores, junto e nai circumfe-
rencias da estaco da Boa-Viagem, lugar saudavel
e bastante concorrido, muito proprio para edifica-
cacoes, por ter era seu favor nao so o vapor da
mauha c tarde, como o privilegio que isenta de
pagar passagem por dez annos a ouem edificar, e
o estabelecimento dos bonds que se projecta : os
pretendeutes tntendam-se na tbesouraria das lo-
teras.
Vende-se dous escravos pardos, de 21 e 27
annos de idade, cozinheros, 3 moleques de 10 a
17 annos, 6 bonitas negras de 15 a 22 annos, com
habilidades, bem c&mo oulras sem habilidades :
na ra de Ilortas n. 96.
Atibas lejKiwoi.
fiVende-se em caa de Okel Bindloss
rna do Bom Jess n. 11, os verdadeiros
As nicas verdadeiras
Bichas hamburiiuezas qne vem a este riKado:
na ra do Mrquez do uliada n.gl.
Vende-se o sobrado do om andar sito 4 ra
Imperial, canto da iravessa do Ltea, prximo ao
chafariz, o qual est sjtuado em lugar multo apro-
priado para estabeleoiment commerfial, *que se
tem sempro prestad \ tem Doro qointai e cacimba
etc., ovtambeei se arreada : a tnltar na ra do
Hospicio n. 35, das 7 s 11 horas-do dia, o das 3
s 6 da tarde
Luvas o Jouvin.
Muito frescas, ChegM tro "dHrmo paquete : na
loja do Passo, ra Primeiro de Marco n. 7 A,
antiga do Crespo.
Ra do Cabug n. 11 A.
Vende-se um escravo moco proprio para enge-
nho ou padaria, por preco muito em conta.
\reii(e-se
nm exeellente cavallo novo preprio para cabriole!
es'' oHo em conta : a tratar e ver
na na do Rr uj n :'..
- Xa :. ..i v'iracu u. UeuuWe mu ter-
renoa .- mil ris opalino, ha 60 de frente
-M m [iraeisa se alagar um siu'oiinuo,
11 n!'a b a sala parq aula; embora
lennajimis oti tros quartos ^olllentfi.
E' pechincha.
Poupelina de cores a 800 rs. o eovado. a
ra Duque de Caxias n. 43.
Grande economa
Musscliua branca a 260 rs, o eovado, s rita
Duque da Caxias n. i3.
Sup
enor chocolate nacional
dos Srs. Brito Carneiro,
do Rio de Janeiro.
'- i I e sil.or e qualidade s iikInores marcas
e-"'' vende-se tnicamente em i'ernam-
bueo e ii rasa de Beltrao Olivoir
Coniiii' re b. O.
ira & C. ra do
SiiiiJe ilc Olinda.
riMW do paz de olinda, ha para vender :
Araii i us>. ,
' ; 'ara caz,
Iro lisas e laudadas.
. u a agn.a.
"I""' pemreuos de ferro calva-
ba, de S). 7o e 100 galoes.
-. a 700 ra. a ranada.
_L hjpi'iot preciaos para gai e agna.
- !'-* IM asas de taipa, no lugar de
reno proprio, Uido mais um quar-
proprio par., negocio ; quera ore.
I *o ao Caminlm novo h. 62.
um multo"'de"2Taimos de idade
proprio para lazer o ser vico de engenho, por ser
muitdfubti tambem cozinlieiro : a tratar
na ra larga do Rosario n. 22.
Fazendas baratas
NA LOJA DA AMERICA.
Lcncoes de bramante, a 23.
llrim de linho superior a 1^600 a vara.
Colxas grandes a la, para acabar.
Para toalhas de mesa
Tem a loja da America rico atoalhadr com rani
lindos desenhos o vende a l*5i'0 e 2 o metro,
loallias grandes a 300 ris, urna.
E' barato
Chpeos de sol de seda trancada, muilo fina
meia canna de para gao, a 9.
Ditos boa alpaca, a 3
N. 10 JIUA DO CABL'GA' N. 10
Loja da America.
VENDE-'?E
barris com carne de vacca e de porto, salgada,
para mantimentos de navios: no armazem de Tas-
o [rmSos & C. ra do Amorim n. 37.
l)r. J. C.
EM
[SEPARADO PBLO
A Vlili litados Unidos.
FRASCOS PEQUEOS.
ha-d Bardo h 'Victoria n. 2i.
DE
imam Viaima.
fV este grande estabelecimento tem che-
gado, um bom sormeiito de machinas para
costura, ete todos 09 wtores mais acredita-
dos ultimainento na Europa, cujas machinas
sao garantidas por um anne, eteidoum
perfeito" artista paM ensinfr'as mesmas, em
qnaiqoer parte desta eidade, como bem as-
sinj. concerta-las pelo lempo tambem d'um
anno sem despendi algum do comprador.
Neste estabelecimento tambem ha prtenlas
para as mesmas machinas e se suppro qual-
quer pega que seja necessario. Kstas ma-
chinas trabalham com toda a pe feico de
em e dous pospontos, fratize e borda toda
qnalquer costura por fina que seja, seus
prcQOSSoda seguintequalidad : p.v 1 tra-
balhar a mao de 3OJ80OO, 40JO0, ^iJOOO
e 505)000, para trabalhar com o pe -10 de
8O5JOO0, 9OJJ0OO, 1005?000, H0?00,
120JOOO, 130SJ080, 1505000, 2005T00 e
2503000, emquanto aos autores nao lia al-
teracSo de presos; e os compradores podero
visitar este estabelecimento, que muito de-
?ero gostar pela variodade do objectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balando, ditas para
crianza (altas), ditas para esoolas, costurei-
ras nquissimas, para senhora, despensareis
para crianzas, de todas as qualidades, camas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparellios de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fino, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cabrir pratos, esteiras
para fuerar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objeclos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradnr a todos
que visitaran este grande estibelecimento
que so acha aborto de-do as G horas da ma-
nh at as 9 horas da noute
Ra do Baro da Victoria n.
22.
FNMflto'MWtofilil
PASSANDO, O CHAFARIZ
xja no twr'UMi g.
Recommenda a attqjj^ao dos Srs. de pngenhos
seus vapores de diversos systemas com os ltimos
melhoramentos m tojofl tamanho,. ie^pite?6i regular.
......
Q 1AHA

Ra da lttteratriz
D
Loorcflco Perek Initsitinti
b mais barato que or possirel,
Declara a seus freguezes que tonUrtsolvido vender
saber:
CHITAS A H0 E 200 RS. 0 COLADO.
Vende-sc chitas francezas largas oom lo-
que de avaria, a 160 e 200 o covao. Bi-
tas limpas a 240, 2S0 e 320 rs. o covaflo.
CAS9AS FRANCEZAS A 320 tS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o eovado.
LASINHAS A 200 "RS.
Vendo-se isinhas de cores part restltos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o corado.
ALPAGAS A 406 US.
Vende-se alpacas para vestidos a 400,500,
640 e 800 rs. o eovado.
COBERTAS DE CHITAS A W00.
Vende-eo cobertas de chitas de cores, a
15600 e #M>0. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 1JJ200, 2JS500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
COftTES Tm BfJrfWWijWrtSJ'rtSW.
Vende-se cortes' coica, a i500 e0A0.
OTNAS^AfOO.
Vende-s^boWrMS para SBOhoYas, a SJOW
3?)5O0, a ellas antes qae se acabem.
ROUPA TEITA JACIOMAL.
Vonde-e camisas brttica, i 19600, ti
39500, 39W0 e'49000.
Caigas de casemiras de cures, a 59, 65 .
79000.
Fahtots de caeemira, a 49, 69- 89000
Seroulas a W e f9601).
BRIMDEC0RESA44ORS.
Vende-so brim do todu os ooree *
rs. o eovado.
LENCOSBRAffCOBA^OOOA DU2U.
Vende-sc a duzia de lencos braceos,
Vea.t!5:!!Pchales" de l de (IuaJros a 800 29000. Ditos com barrasde cores a 390M
Ditos de linho a 59000.
TOALHAS A 00 RS.
^Y^e-se toalhas,para.-osto, aSOO rs.
y.B.OASgEL^ & Ga., Agentes Gerae3 no Brasil.
Doiniagos Alves Mkm
tem para vender em seu escriptorio i ra
do Vigario n. 21
Formas de ferro galvanisados para purgar
assucar,
Potassada ilussia, em barris de 2o kilos
cada um.
Hesperedina a 16$.
Vende-se em caixas com 12 frascos, no arma-
em de Franco'iJa Cunha & C, a ra da Moeda
n. 47.
Calcado estrangeiro.
Aproxima se o mez de dezembro. lempo em
gue o Parts na America, ra Du(|ue'de Caxias n
o9, 1. andar, tem de dar o seu balance, por este
motivo, os proprietarios deste'estabelccimento es-
tao resolvidos a venderem seus calgidos pelo cui-
to, alim de minoraren) o trabalho ; assira pois os
apreciadores do bom, e com especialidade o sexo
amavel, para rmcm o Pars na America, conserva
(com a devida deceneia) o seu gabinete reserva-
do, para a escolha de calcado, aprovoitem e ve-
nham niunirem-se do que precisaren).
-Continua fgida a erar Maria, cora os
signaes seguintes : cor parda, baixa, mal feita de
corpo, barriguda, cabellos carapinhos.usa aparados
e aberto ao meio, rosto eompfido, sempre ver-
melha, falta do ioas denles na frente, loma
muilo rap e usa sempro traze-lo n'um cliump.) ao
seio, maos e ps enrtos, tendo os dedos quasi
igunes, principalmejite os dos ps, beata da
Penha e finge-so muito religiosa ; consta eslar j
na Upnnga como ama nuina casa de familia :
protesta-se com lodo o rigor da lei con1 a quem
a tiver acoitada, fazendo"pagar os dia< de ser-
vipo e o prejuiz que tem causado, ftoga-se s
autoridades poliches que a .'apprehendam, o le-
vem ra da Imperatriz n. 6, uondo serao bem
recompensados.
VeD'te .-1 urna poivio do
novas, de i,id-a ostamanho, e
no sitio da r inetla do CboraToeinM.
portas de louro,
irogo conimodo :
- Vende s o re-lo das ca^as que foram de propna-la com todo o material, sitas na Casa
forie, e ja I n porco Je cal e ara para reedili
ca-las, em a mdhor localidade daquello lugar or
nao h.-.v.rS-'iMia r,ae l tenha th-rdo : a tratar
cojnjoso Ai.t.Miio Marques, no ( hora-meni nos.
Taverii;.
Vonde-so a taverna da ra do Marrillo Dias
ouu a i-ua DireiU n. 72, bem sirtida e atrege-
zaiii un comraodos para familia : a tratar na
ines:
Potassa daRmsiaem meios
barris a oOOrs.pkito
Desemliarca la ha poucos dias: veude-e no
escnpipio do Qilreira Pilhos.4 C, largo do Corpo
santo n. 49. r
Vende se a casa terrea confronte ao sitio do
bngadeiro Joaquim Bernardo de Figueiredo, sita
na iravessa da strada de Joao de Barros, entrada
dQ becco das Almas, edifieada ta poueo lempo e
em solo loreiro : para ver-se e tratar na mesma.
Bom local.
Vende-se urna taveroa bem a/reguewda para
trra e pro, .na para principiante por ter poucos
fund*, na ra do Visconde de Pelotes n. 19, ou-
trora Aragao : a tratar na mesma.
Vende-e por commodo preco una das me-
JAores casa^ aa Boatriagr- ,m *ntw
fresco para plMUffcxi.- ;ueno sitio
Vende-se a arma?o da loja da Iravessa do
Duquo de Caxias n. li, toda envidrarada o pro-
prta para qualqucr negocio: a tratar na mesma.
aoHo
Ra do'Sivrameuto
Grandes pcchinelias!!!
Superiores alpacas de cotes, de bonitos gostos,
a 280 ris o eovado. '
Finas cambraias tcansnarenles a 3 a peca,
saias brancas cora babados frisados a 30O0
urna.
Cortee deorgandy branco a JL
Isj) s na ra do Livramento a.
Faria & Lessa.
Calados baratos.
Vende-se na praca da Inde-
pendencia n. 39, lofci th
Porto Bastos.
Borzeguins de ezerro e cordavao para
homem a
Dit(j&de phaoiazia para senhora a
Ditos de dita pan menina a
Ditos de c.onro'tnple*8 para menino a
Dito de doraquo preto e do cor, caso
alto, para seniora a
Sapatos de couro com salto, para se-
nhora a
Sapatos de tpete aveludados finos a
6*100
3*000
25000
33000
SOOO
3JO0O
2,5000
No lia mais cabellos
braucos,
TINTURARA JAPOHEZA.
S e nica a|iprov,v!d pelas academias dt
sciencias, reconhecidu st-ncrior a toda que
torn apparecido al hoje. Deposito princi-
pal ra da Gadeia do Recifc, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, i. and.ir, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
rf.iro.
~BEBAS DE HIBRGD
As mais recntese melhore?.
Venlem-senapharmncin edrogara de Bar-
tholomen &C, na Larga insano o Rn. :t4.
SE(,lli:)0 HCONOMIA E CELKRIDADE.
Obtem-se com o uso
ISJECgAO SHOST
nica, hygienica, radical einfallival na cu-
ra das gonorheas, llores brancas e fluios de
toda especie, recentes ou chmuicas; e que
otereco como garanta de salutares resultados
a continuada applicano que sempro com a
maior vajitagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Paris.
Union deposito paca* Brasil, Bartholomeu
& C, ra Larga do ilosario n. 34.
. Xarope d'agrio do Para
Antigoe conecituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica. bronrliites, asthma, etc.,
applirado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
rs. e 1W00.
Ditos de merino a 2JJ, 3$, 4JJS e 5JP000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000'.
Vende-se pec,as de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 3, 3^500, 4, 4JJ500,
50 e 69000.
SAJAS BRANCAS A 2J5000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAP0L0 A 39000.
Vende-se pe^as de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500, 59, 09000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodao, a 39500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com O palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQIDAfO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porco de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos franeczes c^m
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 3-20 e 500 rs. o
frasco para liquidar, a outros extractos
muito barato.
19000.
GRAVATAS DE SEDA i'RETA A 500 fi
Vende-se gravatas de soda preta, a 50*
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBEMA A 280 RS.
Vende-se chita para ooljorta, a 280 e Si
rs. BONETS PARA EMNS A 19500.
Vende-se bonetes nara meninos, a 195to
ESPA'RTILHOS PARA SENHORA A S9M<
Vende-se espartilhos para senhora,
39500.
LIJA
A 800 RS. 0 COVADO.
Vende-se granadines cduj listrasde sed*
para vestidos do senhora, a 800 rs. o 4 jWOf
o eovado.
G0LCHAS DE CROCHET A 69000.
Vendo-se ricas colchas do crocbtpara cu
masa 69000.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende-se pannos de-crooht para Cadeiras
a 1.5500 o 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se pegas de cns
com 20 varas, a 109000 e 129000, e oulra-
muitas fazendas om liquidarlo.
K 4--Ra
SEPA
Cabug
aJSE
IB 1
c.
i?3
COMES DE MOTOS & IRMAO
Avisam ao respeitavel publico desta eidade que o sortimenlo de johs, de sabido ra
lor, que existia em seu estabelecimento, est completamente reforcado com o mais d-
gante sortimento de novas joias, que receberam directamente pelo ultimo vapor da En
ropa, constando elle do mais variarlo sortimento de aderemos Boulevnrd, pulseiras de
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agrades para relogio de
senhoras, delicados aderemos para meninas, meios aderemos de camafeu indrssimos, robas
de nogordios para senhoras, corremos inglezas de ouro o do platina, variada qua'ntidadi
de botes para punhos e peito, com emblemas maconicos, de nix, tecido de ouro, cama-
feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em atinis, rozetas, pulseiras, atni-
tos o botes, e outros muitos objectos de ouro de melhores fabricantes de Paris, que se
vendarte com grande reduegao do precos, por serem elles recebidos directamente de seus
committentes.
Os proprietarios do acreditado MZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento abert
at 8 horas da noute, convidam as familias quo se quizerem prover de lindas joias, a
virem escolhe-las vontade, para o que esli em expsito nos mostradores.
TASSOIRMAOS & C.
Por m$
l ma mobrlla de jncsraudVaind.i bem conser-
vada, composta de i sof, i mesa redonda 2
consolos, i cadeiras desatanco, Sditas de br;o e
12 ditas de gua/ni^jp : a tratar no t -anear dn
fobradon. 131 a ra 40 S. Jocgo, om Pora de
Portas.
30, loja da
Aoi senliores rabequistas
Veode'se urna rbica nunca servida, do autor
Bretn, por baratsimo preco : a tratar Da rna
das Tnncheiras n. H A, loja de siwieiro.
Criiiet CI1I1
para re vacw, e ea,nalgumag fructei-
para o as
ras ; n c.i.i muiio fresca
coate a trair oa r*
meiro andar.
'.n alguti
ar n. 83, pri-
a ra do Bario da VTctoria n3.12 e Iti, vende-so
vistas photojrraphicas do jogo. desta sociedade,
que teva lnir este wt. _______ m
V^nde-so a PAflUeia da ra do Lima, enr
banto .Vmaro das Saiinas n. 72.
V^ade-ge uma taverna sita^pOecco do-Es-
pinheiro: a tratar na mesma com Pedro da Hora
Samugo.
Ven.de-se por fcommodo prco armacao da
da raa-de Marcio Das n. Hi
finesma.
\eud-se a .asa: Sita ra de Vidal 1c
I\eg eiros n. Ii3, aonde teve renacjo c
armazem de sal ; assim como, f2 cazi-
nhas no fundo da mesma, senJo 0 de li-
jlo e 6 de taboas, s qes rendem 844;
a tratar na mesma casa n. 43.
- 7, Ven,dKe"\e a.ca* ^a ua ra a Conceir-o
n. 2 e lo duius.do pao carga, de largura de
2 a .) palmos: a inferna fna de Pedro Affbnso
outrora, ra da Praia ?. 49.
Bous terreos.
No lugar denominado Salgadinho, e junto
a estaco da^estrada do ferro de Oliuda,
vendem-se bons terrenos em lotes ou peda-
eos a vontade dos compradores, com a fren-
te para a mesma estrada e os lados para
outras, 0*bem.assim uma pequea casa de
taipa nelles situada.
Estes .texfOOQS tem dilfereies arvores de
fructo o sao ptimos de plantaco o ven-
dem-se poNr presos baratissiiaos. Os pre-
tendntos enteodam-so na thesouraria das
loteras. y^.
do Rio derJaneiro
mazem n. tfj.
Caf
vende-se r.i \ -i-j Vibrio, ar-
Doyle.
Cal de Lisboa.
Jla sempre para vender-se a muito acreditada I
nurca J P F-no armazem da ra do Apollo n.-.ii
16, e purga-se mais assucar com 1 barrica es-1
mana, do que coro daas de outra qaitooer
experlancia ja feita. 1
J. 0. c
Tem pa,ra vender :
Oogoae de Honnessy, superior verdadeiro.
Vidho Xeres das melhores cualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha pretoein latas do 10 li
Tedas as prapara$3es chirnieas do- r. Aver : no
armazem da rea do.<]ommorcio n .ts
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 o caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Tanos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydrauliec.
Machinas de descarocar algod.lo.
.Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Pbosphoros de cora.
SagU em garrames.
Sevadinha em garrafSes.
Lentilhas em garrafoes.
Khum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho do Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho iuglez.
Harria com repolho em salmoura.
COMO SAO LINDOS!!
a taverna sita 1
a tratar naj-fundos, propri
I na mesma.
Forte n. i9, eora poneos
fe.
Vardodairo bter besperidina, superior o cre-
ado:- enda ao armazem de Tasso Irmios A
ra do Amorim n. 37______._
Vando.se a.-4aoroa4al roa d> Santa Gnu *.
r7, oom poocw landos c
: a tratar 4aMpara ion, a caa tem ra fa-
milia : a tratar na mesma.
4
Os leques todos de madrepcrola,. brancos e d,
cures e qua trazem o disticoUNIO cm leiu-a.-
j tambem do madreperola cm alto relevo, tor-
nando-se por isto apropriado3 para noivas, a NO
VA ESPERANZA ra Lucne de Caxias n. C-T
(antiga do Queimado) qnem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderecos, cruzes
coracoes e cssoletas, que elo oxpostas i
escolha das Exmas. (amantes io chique) vende-sr
na Nova E9peranca, ra Duque do Gaxia
n. 63.
Aos meninos \
A Nova Esperanra ra Duque de Caxias n.
63, acaba de receber um lindo sortimento de bo-
necas de mnilas qualidades, \indo entre ellas as
engracadas bonecas de borracha, assim tambem
uma pequea quanlidade de bonecas prelas que
se tornara apreciadas pela sna novidade.
^,, Ebem uiil
"A Nova Esperanca rna Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento mlea, prepara
cao para concertar porcelanao bem ntil.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido tor.ia-se inteiramente
fio, somente por estar mal enMtado : a Nova Es-
perance ra Duque de Casias n. 63, remov-
osle mal; porque est bem provida dos melhores
galoes e franjas do todas as cores, onde pode es-
coluer-se vontade aobrosahiado aire estas as
modernas ft-anjas mosaicas, qat< pela sna varieda-
de de cores, fiea bem em qnasi todas as fazendas.
A ella antes que se acabem.
Cabellos brancos stem quem
quer
A Nova Esperanca ra Dujua do Caxias n
63, acaba de recebor a vcrdailcira tintura de Des-
nons para tingir os cabellos, o que se consegu
(empr^aando-a; com muita fac I idade, ptir este
motivo, cabajlos brancos s tem quein quer.
$stoiimm)da
Vende-si um exeellente sitio em BefietAe de Os eintnrees de conro, propri is para senhora-
Baixo, junto esta?io do FnndSo, murado na qne recebeu aJfova Esperanca raa Duque dV
frena com portao de ferro, com uma bonito cas? Caxias n. 63, esflo, sim, senhora, estiona moda l
de padrae cal, tendo 4 qnartos, 2 salas, i ran ; Se iniereis ter ou preparar va ramalhetede
BPi coznha fora, com 400 palmos de freoUJcheirosos eraros' brancospara o vossocasaraeato
e W00 do modo, sendo de malta, com exeellente on para oritro 'flm ajroprlado, necwsarto Ir i
cacimba, agua de beber : quera o pretender diri- Nora Esperanca a me de Caxias n 83,
ja-Ma-roa-do Pedre Affonso, aniiga ra da Prai? ]qne alli encontrarelj os meihor.w ports hcuqtu
que se pode desojar.
Calcado barato
Loja do Arantes, praca
da Independeiicia ns. 11,13
e 15.
Botinas de cordavao para homem 7|000
Ditas de pellica, canos altos, para senhora S|000
Ditas de chagrem, dem idem dem j<000
Ditas de pellica a Luiz XV idem 83OOO
Dilas do dita, gaspiadas, canos alfs SjOOO
Ditas gaspiadas, canos altos obaixos '(joto
Dilas de bezerro para menina 400O
Ditas do cor, canos altos Sjt'00
n. 37.
A

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Diario de igftmnufio Toi^a. iaira 23 d*,iii*nbii> de itt
id
'X
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DE
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N.5i
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SOASES LEUS, IRM0$
NICOS AGENTES
Roa de Bario da Victoria n. 28
Vs mais simples) ornis baratas e as melhores do mundo!
Ifa expsito de Pars, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
cao da legiao de Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de orno, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de
tura.
cos-
A medalha do ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
Este estabele.cirufin.tQ soaij^oUcito m ptTerecer a copeurrencia-do respeilavel par
ilieo um cometa aViraenjLy.^miu&Ms, calado franc, eha^os. e. quwquiU*ariaa *
pwpf* os.iijju. r.iaavci.|>'i^sA^,tp^H a que rfcej*) quasi todps, os sesarhgos de pro*
pria cnco/fmuida. di Europa u .inania, ver d#;.jujblicidade de abjura artigos por cujos
presos bem se pode avallar os |Oj$cs de, ouW>s muitos que se tornara en/aduaho nu:
-'.car.
MIUDEZAS. | MJJJDEZAS..
Upara bordar, da mcllwr qualidado, 1 5rto*os, dit0 de Por ^5o-
librapor 5$&0G- i W^es.dc setim pretos e decores, a 800,
Agulhas franoaaaa, fondo doando a..aduzia,
sinha con ipapis*.G% re** a40 r>. i "Mr" brancas deseda de todas as lae-
Voltas de lita de velludo uom-lindos co- fiurW. UMM.e 19400-o metro,
-aedee fiogindo majreperolav a 500f-s. i DlUs de c'es e pretas a 800. rs. e 19000 o
Voltas para o p60oso, figindo anafe, ra^r(l ,
corapanhadas com 1 pe* de brincos sen- (,aWes PW4c..de seda, de mu gosto de
:hante, tudo nw >2*M*. 800 rs. a 100# o metro.
CALQA0 FRANCEZ.
Botinas, pretas gaspeadas, para.senhora, aj
49500 o p*x.
Ditas dites.,cU .duraquo, gaspeadas, canno
alto, a.000.
Ditas pretas, enhiladas, ultima moda, a
C$000.
Ditas dita de cores, catino alto, enettadas,
a 5JSQ0,
Ditas para meninos, pretas e de cores, a
A 90S000
Cabo-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
lork, estabeleceu nesta cidade roa do Bardo da Victoria n. 28, um deposito e agencia
ral. para em Pernambuco e mais provincias so venderem as afamadas machinas de cos-
" -a de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
'Kipregando urna agulha mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
pjaintrctfuccaodos mais. aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a'
Herecer ao esame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as segmrdes:
Primeara.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova iucontestavel, a
Mroamstnttade nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha neltas menor friecdo entre as diversas pecas, o menos rpido estrago,
" que nas entras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mao.
Linha branca de- 200 jardas era carrito,
propria para costuro de machina, a 800 rs.
i duzia.
Dito do dita de Alexandre, numeracao a
?osto do freguez, a 10100 a duzia.
Diademas dourados de 1?>600 a 33>0O.
Ditos de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borboletas a 19500.
brincos encarnados 1 par por 500 re.
Ditos de plaqu! de 500 rs. u 29000.
Ditos dourados, duzia depares, a 19500 3** 49000
Voltas de aljofares com brincos, a 29500.; mira Charlte tappte e transa, mais barato,
Ditas de ditos com coraces a 19000. 1 % o que. ca outra qualquer parte.
Ditas de ditos do conta* coracassolcias, a CHAPEOS.
800 rs. Ricos chapos do patita d'ltalia, para se-
Hosetas de plaqut n 1-5 e 19500 opsr. "baraja-MSOOft.
Gravatas do seda para senhoras do 192001 )lU)s ditoa-paUa escura, da .uluma moda,
23000.
"arures com 2 lac,os para cabera1 e pcito
39 e 9000.
Kntremeios ebabadinhos bordados de 360
rs. 29400 a pera.
tiales de serla braiicos fl de cores, de
15500 a 29500 a po'.a.
Ditos de algodio o seda, de 19 a 19400
pe?a.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pe;a.
Trancinhas de cores, a W e 500 rs. a
oeca.
^a.. florida, d$ Guislajn,
pftisfazor os cabellos pre-
bHMa,4f Duque de Uxiaa n. 50,
-*
!*'
tfuinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu rrijeqUCS je niarfim a 59 e 89000.
us Sexta.Fazem ponto raiudo em casemira, atravessando o fio de um i outro lado,
logo em seguida sem modificar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
loa*.
Sethna.O compressflr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
- agulha ao comerar nova costura.
Oltava.Muitas companbias de machinas de costura, t5ra tido pocas de grandeza e
/^cadencia. Machinas outr'ora populares, s8o hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
nadadlas radicaesparapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de How
idoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
agmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
-ir dia.
Cada machina acompanha livretos com instrucedes em portuguez.
A 90^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Baro da Victoria d. 2 8.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos do madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelldes a 19800.
Coques para sonhora, n 39, 39500 c 49.
Adcrecos ingindo coral, coiipondo-se de
alfinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.'
Ditos de plaquet, compondo-so de alfinete
i brinco, sendo de muito gosto, por 59000.
a 1JAO00.
Cotapleto sortimento de chapeo -inhus paral
meninas e senhoras, de 29880 a 3JJ00O.
Chapeos de sol de seda, ingleses, cabo de
marfaa 1U900.
Ditos diu>.d.e merino, cabo do metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a C9000.
Dits dito cabo de niurfim a 9JJ000.
DIVERSOS AUTIG0S.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
: ma moda, com distres.de seda, a 650 o co-
', vado
Pannos deetochtpara eadeiras, a 1980O
je 29000 cada iu,.
j Ditos para sof, a 39 c 49000.
. nova'reroesa da *|irecia\el apa
norida para f^zer os cabellos pretos. O oom re-
saltado eolhido por quem tem fcitb nao dessa
hwfcmiva prepararlo a tem altamente cenceitua-
do, poiisso apew, o faz lnmfcwr a quem na-
vameate deih irccise e queira se apryveitar de
sua ntilid.ide. Tambem veio agua de tonasio e
oleo florido para o mesmo uso, e to acredudos
como, aquella.
Voltas e brincos de grossos
alioares de cores.
A agwa oO, recebeu novas e bonitas voltas e brincos de
groeso aljofare* de cores, e como sempre conti-
nua a venda-las por,prego commodo.
No vos diademas dourados e
com pedras.
A agqia branca, roa do Duque de Caxiaa n.
30, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas doaraos e com pedras, tanto- para meninas
como para senhoras.
Collecqoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, na Duqne de Caxiaa n. 60,
recebe nova cclleccocs ou normas,para as enan-
cas aprendercm a escrever por si mesmo, hoje to
usadas as aulas e collegios; e como sempre ven-
de-as por prece commodo.
Meias cras finas para meni-
nas e senhoras
A toja d'aguia branca, ra Duque de Caxias
n. 60, recebeu novo sortimento daqnellas tio pro-
curadas meias cruas para setihora, viudo igual-
mente para meninas, o contina a vende-las por
precos commodo.1-.
Veos ou mantinhas pretas.
A Joja da agaia branca, ra do Duque de Ca-
xias n. 60, recebeu bonitos veos ou mantinia-
prftas de seda com (lores, e outras a imitacao de
croch, e vende-as pelos baratos prefos de 3J,
M e COOO. A fazenda boa c est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrac-
o
Perfeita novidade.
Toalbas d inho para rosto, a 19300 cada
urna.'
Ditas de aTgodSo alcoxeados, a 640 rs.
Golxas de crochet para cama de casal, a
69000.
-
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'ora ra la i 'adela)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conheeido como principal e recommen-1
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas anterieaia para nlgo-
mas e melhoramcntos o'ara perreito e rpido descaroc,amenta ; tornam-se dignas de
erent vistas c apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaos, alm disto, encontraro
'.ambem mais :
Apurados vapores locomoveis, deforma
i 2!/j 3'/ cavallos com todos pertancas
precisos para trabalhafem 4 machinas para
slgodo, oupara utro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos' para varzea e ladei-
ra.
Carros de mao para atierros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferr estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardns.
Cuards-comidas..
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas paty fazer narafuzos de.ferro.
Dita dita ditos* de madeiras
Trens para cozinha.
Emfim muitos outros artigos, que savisti e neste estabeleomoderioentp si o
xaminados.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrestar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
rertences avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debuihadores par milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Dita americanas.
Cofres de ferro patente.
' Cannos de ferro esmaltadoe/
Ditos de dito estanhado.
Ditos de ohambo.
Ditos de borracha.
Folies para erreiros.
0 Qcititum fvMharrafiue,
um vinliociiiKitiMiieiite to
nico e febrfugo que dcVe ser
perferido-i todas ai outras pre-
para*;0es de fias*
Ug viulios de quina oinuinu-
menle cniprogados na medicina
preparam-sc coiri cascas de quina
cuja riqueza cin principios acti-
vos extiemainente vaiiavel;
parle dissoj em razao de seu
modo ds pre^nrafaii, estes vin-
ios conten apenas vctigioide
principios activus, el em pix>
porcOes sempre varinveis.
appfovads [ntla>AMdaini ule itie-
dicina, eoiu-tilu.' pelo e.,:ilr,.rio
uin modicuucnlo de CAnnjJn.-i-
ci"o dtenninuiia. iic-.i ;m prin-
cipios activos, e com o rnnl oS
i
Y
mdicos e os docntes podem
senijre conlaiv
0 Qialiritana Ijibarra(;;ic
:v-.i;.!() cuu.unnulo oxito as
pP?Sfi:is f.-j'rr por diversas causas d'esguta-
menlo, seja piir antigs m lias? aos atolles- fatigados- por
urna rpida crescenra, !is mciii-
tas qui ten dificullade em se
formar o desenvolver: as m :!;,,-
res Abpot dos prrtte ; aos vellios
nfraqnccidos pela dai! an
dotnra.
Kb*icazo de clilurosis, anemia,
cures p:;lijas, este viulu um
pofbAnMHMssiliar dos K'Bfogiai
sos. To-iiin junto, [rjr escmpl),
com as piluluv de Yali.et, prdiii
cVeilot, mar.iV'itliuiO, pela sua
rapidui aceito.
Cciua!lu CIU
i'uii, L.
IUi:t!l-:, ru Jacob, 19.


Samurf Power fohw
|Rut do Apollo n. 38 e 40
?ia reante aoa seos (rgueia que um
mndalo o a, deposito de maoajnas ,a va-
por, mofndas e taia da mnito acrefltuda
Mrfea de Lowtfoot' par na do Apollo a.
38 e M, ono? eaatiMMSt a ter o istsmo sor
lmenlo de toeiim*-
faiem sciepH tatabem v* tettp ffiito nm
arraojo cth a'rajwicao ger^r.'pbk) que po
evo offereeer-it rara MMsr qnalqaer
OMKbioiMBo mt$roe furanl la

O RTprietarioa 4a undifii |nl lairnu
ieates aos aeahores de egenijo quu
pasteas, qne toem e,tabeiedffo tMOa fonal-
cao de ferro e brome a ma do Brum, un-
to a enalto dos toada, esttiaamstaris i
rfmatajMr obra de anconi inaoda oom perfsU
Cao .prompiido.
Os tne^mos rogam as pessoas que qnci-
rwfi ntHttar se de sea ger^yO* M deixt-
rea u oaimniandaa.em eaaa, dos. Srs. 8a-t
ujuftl Power Jobostoa A G. a roa do Aaoi-
lo n. 38 e 40, onde acbrao pessoa Bablli-
tada cotn qaem powsm entendtr-u.
Appirelho pea fabricar assnear, do sistema.
WESTON CENTKRFOAL
gaieae g*>Mea>wn Pcrnambaco a funqicio gejpK
Para tratar ein sea escritorio a roa do Apollo p. 38 ifl.
3
O MAIS 2Q-BSaOSO
TNICO E: FEBRFUGO
UBO
IIS
IeMi
n
G.UJNA
LABOCHE
Prl#

mm r-
BUXIE TOWCO, FEBRWGO, FOfiTIFICANTE E REPABADOB,
qNrteMtads eon plena mmmmm hoaprtiBtv a Oewi Lineen (oBrftwt* cerneo}
44 Q*U*) nm, preparas, wtjrtm.l^yw privada.leanurge A (Juh* Arada por
aonaegtfnte n petsou u mak>IMMiHnt e aotfaladiMSioi-nis oetfcadea, poto oem <'
mm, doce a aralts rtocoe., mi$ ae wm apl*Woa.ta,* Ettpre^N eea maltt '
pretet tm *m*ti,m*+fm, **+p*kr +***>>,**>**, ,*****. dterto,'
m*tr"*, f**' tem emm mnm+m, mmv4m^im^ait^ eklbrm* **Hpktim'
10 MnCUBOO MI MflIllMll
QDfllt LAROCHE
Iftiiti Uias u prepriedadei do tan et i
Granrpos corn borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Daque de
Caxias n. 60, recebeu no vos grampos com bor-
boletas, bezouros e gafanhotos, o que de rerto
perfeita novid-de. A quantidade pepnnna, e
por isso em breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A oja d'aguia branca re a Duque de Caxias
- 30, recebeu una pequea quantidade de boni-
s e novas gollinhas, trabalho de l e seda, en-
neitadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inleirameute novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
Dovos diademas do 3f0, e como.scmpre conti-
nua a vendc-los per precos raioaveis
Gaixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-fe na loja da Aguia Branca ra do Dn-
que de Caxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras ct>res.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas do
pellica, pretas e de outras cores.
KDRTlfiNT
0
tffr 1 C I K A
Preparado por
Lanman & Kemd
para tliisiM^
toda a qutlijado
do doeneaa, quer
soja na garganta,
peito ou bofes.
Kxpressamenta
es<(illii'lodoine;
Ihores ligtdos dos
quaes se extrahe
o oleo no banco
da Ierra Nova
pu lineada chinai-
caiuicito,e suas
^raluavci.spropri-
edadus conserva-
das cein todo o
cuida lo, om todo
o fraseo se garan-
te pe re harna-
te puro.
Lste oleo tem
sido subiaeltido
aHmoxainojxsji-
tO severo, pelo
cwvoo de mais
talento, do go-
vernu hespatifio]
em Cuba e foi
pronunciado por
elb a coiitcr
MAIOK rKCAO D/IODINA
do que outro qualquer oleo, que- elle tona
.xaminado
10D1M0 1- UM l'ODIT. SAI.VaDOR.
Fm todo o oleo de ligado de bae;dluio, e na-
quelle no qual contem a najor fo.^i< lcsta
invaluavid propriedado, ounieo u;eio ,,ra
curar todas as deencas de
GARGANTA, PIJ'iO, LO IS, FIGAOO,
l'htvsica, broucliistes, astbnia, cathairbo,
tosse, resriameitos, i-ie.
L'ns poucos frascos di carns ao muito
magro que stja, clarea i vista, e d vigor
a todo o corpo. >i-iiiiuiu outro artigo co-
nheeido na medicina ou scicncia, d tonto
nutimento aosystcma e incomti'.u'landoquaai
nada o estomago.
As pessoas cuja drgauiacao tem sido des-
truida pelas nlTcor;6es das
ESCROPTJUS OU KHEO1ATISM0
e todas aquellas, cujadig'jstai. se aelia com-
pletamente dcsarranjada, deveni lomar
0 0LEO BEFIQADO DEJJACAUllO
LANMAN li Ki:.MP
Se que desejam vor-sj livres c sontas do
enfermedades.
Acha-se venda em todas as boticas e
drogaras. II. Forsler ..t C-, gentes.
0 INEXTlKUIVliL .
n.
DE
fAHMAS PINAS
rl;a phimliro de mauco n. 7 a
E' esta casa, sem duvida, urna das que hoje pode
com primazia apretentar aos seus freguezes um
variadissimo sortimento de fazendas finas para
grande toilelle,asim como para o aso ordinario de
todas as classes e por preco3 vantajosos para o
compradores.
Os-donos deste importante estabelecimento con-
vidam ao respeilavcl publico e particularmente
aos seus freguezes a darem um passeio por seu
estabelecimento, a alim de verifcarem a veracida-
de de seus annuucios, e com vantagem supprirem-
e dos artigos que Ihes forem mister, de cujos
fazem um pequenc resumo.
Mandan) fazendas casas dos pretendentes,
para o que tem o patatal necessario e do amos-
trae mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorgnrao branco e preto.
Setim Macan preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos e de cores.
Granadinede seda preta e com listras e almas de
cores, hndissimos padroes c fazenda de ultima
moda.
Fil de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de seda para uoivos.
Mantas brasileas.
Cortes de cmbralas branca com lindos toldados.
Capellas e, mantas para noivas.
Poupeliaas de lindes padroes.
flequissimo sortimento de las com listras de seda.
Carnfcraia* de cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
Naasuck de lindos padrSes.
Baptistas de padroes mui delicados.
Perealltias de quadros pretos e branoos.
Brwg de lioho de cores pronrios para vestidos.
Fustdes de lindas cores.
Casaquiahos de as de cores para senhoras.
Salas Bordadas para senhoras.
Vestuarios- pan meninos.
Dito pera baplisadm.
Chapeo-para ditos.
Toalbas d cambrala de linho txo lindos bor-
dados.
Fronnas bordadas. [
Coteandel.
Cortinados bordados.
tomtoM ,hnrn>aas para tornen*.
Meias de cores para homens e mentos.
CbapOis com castao de marflm para hornea.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestidos.
C^tf%fn1tas, mid&polSes, camhraias etc. etc.
a'Wa-ddiltsso rt* Prhneiro de Margon. 7 A,
U^Oo-Oreepe.
C*rdeiro fikttdeo C.
/

ArniaiWifli k Ihmw
ftia-^e Madre de Deus a. 10 A.
Jos^Bimli|aa.>'Canee Silva paiotaipa aos
*an>trfvamm4 anotes ue ne um anneiepi a
ma de MafceideJieB*., }it v,se ha.mm
pjetosortimento de tomo em fardos d patliw f.',
tF 3." sortes, des mimore faUrfeantw d* ?te,
e^betr'asste a ftr *'4o)"oa-/6B-4a ca*
em rojoiv ptes,;l^anjJs e peMMS>ia>
tona^ niui aeredtioos fabncante Torrea #
XJrajo, Lizaur, Adorpto SthmH 4 C, La'
SfiiidV* C, VtttmUnabr -W***; Ai.
tai NKttre Pino Naaj (gafaotide ata
fqwi) n de ou tros ainde nao coaheados peki
publico desta capital. 0 annunciante declara qxx
toao'fqmo que for vendido em sin cava tere pelo
sM justo valor, e eee- quando garantir a napea*
va< qaakeaee, sera liacero^mui paniculanaeaUl
ced atfaiwoas que poseo entenlam da materia,
pois para bem sarvir a todo, tem o annunciante
a loaga pratlea de f nads deste conrmerek
i.-i
; -''
fe'
m
III ItllVV ImiMMillT
Urna pura distillacio das mais raras Q -
res dos trpicos Contem, para assim uj-
ier, quasi o odor odorfero das flores uo.
trpico da America, esua fra^-ncia quasi
inexhausta ainda mesmo por conti 'iada
evaporaco e dilTuso. N'oste rcspi-ho
incomparavcl a qualquer outro perfume
qne ha de venda para :
DES.MAIOS, ATAQUE NEIU-iSOS, D0R
DE CABECA, DEB El DA DE E
HYSTER1C0S.
E um certo e ligeiro al ivio. Com o bom
ton, tem conservado si a influencia pira
cima do vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, as Indias Occidentaes, Cuba,
Mxico, America Central, e do f>ui e nos
com toda a conlianca c recommeiidamos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza do odorepermaum-.-ia, nao
pode ser igualado. Tambem faz remover
da pello:
ASPEREZAS, EMPOLAS,
QUEMADERAS DO SOL,
SARDAS E B0RBUEHAS.
Sendo rednzida com a^ua, se torna urna
excellente mistura para banhar a pelle.
dando um aroseado e cor clara a complei-
5o nublada, sendo appbcada depois de
barbear, evita a irritarlo quo gerabnente
occorre, assim como tambem gargantendo-
se, o cheiro do- cigarro desapparece, o me-
Ihora a condicae dos lentes e gangivas.
Como ha muitas mitacas, as quacs nao
possuem nenhuraas d'estas prOpriedades,
deve-se tomar cuidado contar sometite o
o famoso perfumo o cosmtico do sul da
America, cham da:
tfif iFLOKIBA
M
MIHRAV )LAi^.ll.4^.
Se acha venda em .odos odroguistasS
perfumarias da moda.______
Agora sini
A-rosa branca reeeheu oa lindo surtimento de
.etapos de setdeeeda.com o pelo epmiwia
Urajea,, _os mais moderno, qne parare marlim,
com o guarda-pontas de melaf, a 10/, todos vn-
dela por 144 : na ioja de qaatro portas a ra da
Imprratria n. fl*.
ultimo gosto!
A rosa branca receben un I meo sortimento de
chapeo de sal desadeuda toda aa core pan
teehara,ea.tav> P*W>* ? vende u*t 6:.:00<,
todos vendem por 74000 : na loja de quatro por-
tas A ra da Imneratriz n. C8.
E'i>arato.
Cftitti^ brdalas a 400.
Kewtoo a,i
aar4boinfni,.e
adoaagulfia :
America.
daAM|n
" iior tenem
:abni
uga ii
ada
indo bor-
10. loj ada
^JBap locha
a UC00 a tinca : na roa do yigar n. 7. primei-
ro andar- -:-'_______, -~
Baiiosem Oiinda.
' Gaon^iaraiMtde'fazaiida de <*+
propria pan oa banhos en Olmd toa
arirtiPrttBetro*f1la'-^ av SO A de Gurfefcde AtaUi tC.






^B^F"-
Diario de Peraambiwo ~*- Tanja...{eir 23 da^Setembo e vl&3&


i
JDBISP&ODEGA.
de **rvlr-
* E i 3 servicos mer-
cantil w awlfotftie da ciril ?
f* Porque ife se rege a locacio de
serviros civil '
Lembro est-; f te de outro modo
j so procedeu en com an-
nuencia do juiz (boje ento no tribu-
nal lo cominero ;; jritgada culposa a
qn bra pela relago, s nomtoda a adininis-
irnco, proa ;ng tantos por
eento bos crteres, invocando o ai t. 86 i do
Cod.; ouvidos os crotores, e sendo concor-
des, autorisou o juiz a transacco.
Liquidando pnr venda da massa toda.
E' duridoso se podi ser admttidaa lqui-
go da massa por meio de compra e venda
de tolo o activo e passivo, porque os nicos
meio>que a lei consa,zea para esse fim sao -
concordata ou adnnnistraco. Em qual-
quer desses rueios esto resalvados os inte-
resses dos credores c dos fallidos, o que se
nao ii na venda da massa.
O art. 864 trata s das dividas activas n-
eobraveis. E' hypothese especial.
Entretanto tem-se dado na pratica, e
anda por ultjm>. houve urna proposta de
transic?f) sobre a massa tola, presentada
por tvreeiro, em urna fallencia importante.
A respeito opinou um dos nossos inais
esclarecidos advogados, que fra de duvi-
da pn erem os credores transigir sobre todo
o a, oda massa fallida, porque esse activo
o a garanta do seu pagamento, e tondo in-
tere*o em nao reduzil-o ou perdel-o, s a
tilas compete aproar os sacrificios que a
transar.go exige, e sujotar-so ou nao aos
res'i'ta los da opr-rago.
k ti) direito est comprimen lido na gene-
ralato le do art. 836. Para exercel-o, alm
das minios ordinarias dos credores mar-
cada-', no Cod., quaesquer outras poJum ser
conrocadas, quando pareg.im convenientes.
o modo e effeitos da votagao, como
i-jt J; prejuizo, reduego e renuncia de
di ruto, o mais segur applicar-se por
ana; -i i a disposgo relativa i concordata,
porner a que melhor consulta os interesaos
da falencia e mais fortes garantas offerece
aos credores.
observa na Dstica.
sido mierpostos *> aeeitos
cursos no tribunal superior. Exemplo. T
roanas.
lrfl se p
. nos El callo "He Te palabra,' demasa*
julgamenos de classtfica?lo de credtoV. y lenta para los espritus impaciento?
Desde que as appellagees sao recebidas desatendido, y sus artificios pierden ca
em um s effeito, nenhua inconveniente ha vez ms sus encantos>Ju lattua del sirio
era ostender-se o.(racnrso a todo.OS casos XIX se compone. Srtfahotpde Cifras, v
do sentengas definitivas ou intartocutorias el ms elocuente entre nos otros es el que
.^------, .,._ ^, ,..UJJ>,( .i0rejja,m 5ui iiiisc ibunim mil re IOS
quitado e outros incidentes que de perto eos: se dice de l que no tiene ideas.
i nteressam os credores e passam era juizo Era una sociedad nuciente, el progres
som recurso Jgum. de las letras se adelanta necesariamente al
Quanto aos aggravos, dizaquelle artigo, progreso filosfico Industrial, y durante
que podera ser interpostos de todas as mais mucho tiempo sirve de medio de expre-
decisoes. sion entrambos. Pero llega el dia en que
Confereo disposto no art. 72 $ do de- el pensamiento no cabe dentro de la lengua,
Teto do i de ma.o de 1855. Cumpre po- en que por consiguime llega ser para la
m declarar que tanto um como outro ar- sociedad nn sntoma seguro de decadencia
seguro
literatura conserve su antiguo
tigo devem ser entendidos de harmona com el que ..
o decroto.'de 15 de julho do 1857, para o predominio. El lenguaje, en efecto, es pa-
cffeito. do s seren adraittidos os aggravos ra cada pueblo la coleccin de sus ideas na
quaudo coraproheudidos era qualquer dos tivas, la enciclopedia que le revela por -le
casos j previstos e definidos expressaraen- pronto la Providencia ; es el campo que de-
w a a a ibe cultivar su razon llles d abordar direc-
Piso 6 de toda o qualquer deciso pro- lamente la naturaleza, valindose dla obser
fonda nos autos que cabe tal recurso. Ain-Jvacion y la experiencia.' Ahora bien, se
da assim ha muito aggravo nlerposto sem puede decir sin temor que una sociedad es-
nttengao esta essencial discriminaco. jt perdida, cuando despus de haber agota-
Hehabihtacto do fallido. A concordata do la ciencia contenida en su vocabulario
logalmentehomologada nao rehabilita ipso.m vez de continuar su ins'ruccion por me-
facto o negociante fallido- O principio em' dio de la filosofa superior, se envuelve en
contrario, estabelecido no aviso de 10 do su manto potico, y juega con sus perodos
julno de 1863, absurdo e tem trazido con-
fusao e em baragos na pratica.
Basta alteuder-se a que a concesso da
concordata nao induz necessariamente qui-
tacfio dos credores ; pode ser revogada oa
annullada ; e sraeute quando frjulgada
cumprida peder ser satisfeita a condico
ila quitago exigida pelo art. 893 do cdigo.
Taes sSo as observares que ma occorrem
e que ligeiramente enuncio sobro o impor-
tante assumpto das falleucias.
De proposito calei outras que po loria ad-
pouto importante do processo de
fallen ia merece ser considerado em qual-
quer nforma que se tenha de intentar.
Nomca[MO de administrador. Assm
como ao juiz cabe a attribuicio de nomear
curador liscal fra da relacao dos credores,
no cas i do art. 70 do Dec. do 1 de maio
de 1S55, do raesmo modo deve nomear o
adjninistrador, quindo, destituido o da
esoolbfl dos credores, nao haja entre estes
qn i bem possa servir o cargo, ou se ne-
" gu>" os uomeados a exercel-o.
L)is^uto-se este ponto na Itev. Jurid.
lt(683.a vol. pag. 84.
Numero de administradores. 0 Keg.
Coma,, n. 738-no art. 140, exige, sem
fuu lamento plausivel, que sejam sempre
uomeados dous ou mais administradores.
Rio se observa este preceito sen3o muto
raras vezas e em fallencias de subida im-
portancia, prevalecendo a doutrina do Cod.
art. H'i8, quanto ao arbitrio da nomeaco
de un, dous ou mais administradores.
llMjivisallidade da admintrafo.
Os administradores devem ser equiparados
O depositarios, para o effeito de carem
sujeitos s penas a estes impostas, quando
rom sos na entrega do que lhes houver
sido confiado.
lia ./ligamentos n'este sentido, mas con-
tina a duvida, que desapparecer ampli-
aido-so a disposiyo do art. 158 do Iteg.
n. 738 ao caso proposto.
l>c'i.to-se esta questo na Revista Jur-
dica de 1868, vol. 2o pag 92. Na collec-
$!o das mesmas Revistas umitas outras
.quistos da algada commercal se acho de-
senvolvidas mais largamente.
llxlamag-o de crdito.Acedo sutnma-
na do Art. 860Ha muita variedade e
incerteza no modo de processar-se esta ac-
go e cora essa. variedade do forma tem
nuil.. subido por appellagao ao tribunal
superior. Ora se permiti a deduego de
articulados, com dilages, provas e razes,
ora se limita a sustentago do direito ar-
guigo e defoza, cora simples juncrao de
documentos. Tonbo visto empregar-se o
meio summirio at annos depois de julga-
da a classificagao de crditos, e adiantada a
liquidagao, com o fundamento de que s en
tao tova noticia o credor do que foi res jlvi-
do p.;'a administrago, em relago ao seu
crdito. Convm definitivamente fixar o
sentido das palavras peremplorio termo
de cinco dias de que usa a le, e determi-
nar a forma do processo ; solvendo-se ao
iiiosuio terapo urna duvida que por mais
de urna vez se tem suscitado, a saber : so a
dociso proferida pelo juiz n'este meio sura-
raario tem forga de cousa julgada, que au-
turise a opposigo da respectiva excepgo,
quando por acgo ordinaria se pretenda
mais tarde reviver a questo.
Inclino-rae aflirmativa. Considerando
que tanto a deciso ama sentenca defini-
tiva, que at se d d'ella appellagao, nos
tormos finaes da 1* parte d'esse artigo,
onde e de mais se l a phrasejulyard
definitivamente. '
Hateio entre os credo-res de dominio.
E' dvidoso se eutre credores desse ordem
se pode estabelecer o rateto. i
i crditos de dominio roferem-se direc-
tamente cousa ou aoseu valor (art. 881) ;
parece pois que nao sao susceptiveis de ra-
teio, nem mesmo entre os de igual gradua-
do.
Mas se estiver a massa liquidad e reu-
zid j diuheiro, nao sendo posslvel a resi-
tu gao em especie, e amm a*aiio valor
sullicienle para pagamento integral de to-
dos os credores de dominio, cono effec-
tuarse qualquer pagamento, sem ser por
meio de rateio entre os que estiverem em
igualdede de condiges 1
J se tem dado esta duvida na pratica.
Credor por mandato. 0 cdigo nao
tonbece esta ,qualidad do credor, de que
trata o Reg. n. 737 art. 626 1% mas sem
ombargodoque seacha disposto no art
618 d'esse Reg., tem-se admittido no fr
soinelbante cUssieaco, e assim se v jul-
gado pelo tribunal na reclamago dq con-
selheiro Magalhes, contra a massa fallida
de Silva Pinto e Mello.
Seria bom que se regu larisasJB este ponto.
A, >ellagoes e aggravos. Dii o art. 18
do llg. n. 738, e o confirma urna das
decioes impresa* do tribu opmmer
ci, que s se d appellagao nos piocessos
de fallencia nos caso s. 851 e 860
do awligo. (Coi
crditos). Slo., i, pon.
duzir da comparago da legislago estran- desde el momento
ge.ira cora a nossa, e dn analyse das duvidas
suscitadas pelos presidentes dos tribunaes
do commorcio, constantes dos relatnos
juntos aos da justiga n'estes ltimos annos.
Tratei s de apuntar o que na pratica de
algutis annos tenbo lido occasio de consi-
derar como defectivo ou prejudicial aos iu-
teresses da justiga era geral e do commer-
cio em particular.
Nao coucluirei sem dizer que, na impos-
sibilidadc ou difficuldade de tentar-se urna
reviso geral do cdigo, na parte relativa
s falleucias, o que mais poderia convir seria
a adopgo da reforma apresentada pelo mi-
nistro da justiga cmara dos deputados
na sessodo Io de junho de 1866.
Alii se acha a exposigo fiel das necossi-
dades mais urgentes, firmada pela reconhe-
cida autoridade do jurisconsulto que, no
meu ver, melhor conhece a theoria e pratica
do nosso direito commercal.
Rio, 4 de agosto de 1872.
bc.Oleyario Herculano d'Aguino c Castro.
( Do Direito)
y sus hemistiquios. Todo en ella ser sutil,
mezquino y talsj ; no tendr siquiera la
ventaja do conservar en su esplendor esa
lengua de que est locamente enamorada; en
vez de marchar par la senda de los genios de
transicin, de los Tcitos, de les Tucidides,
dlos Maquivelos y de.los Montesquieu.
caer irresistiblemente, de a magostad de
Cicern, las sutilezas de Sneca, las an-
titesis do San Agustn, y las retrucanos
de San Bernardo.
No nos hagamos por lo tanto ilusiones :
en que el espritu, que
UTTERATIIA.
A POEZlA E A VIIH.OSOPHIA QC. O FUTURO DA
rOEZIA E DA LITERATURA EM RELACAO
I'lIILOSOPHIA.
La poesie est de taus
les arts c lui qui ap-
partient de plus prs d,
la raison.
(Stael)
O benvolo leitor deve prestar attengo
ao artigo presente, que encerra um assump-
to tiansedoiite, para cujo desenvolvimeulo
sentimos unc'inenle a debildade de nossas
forras intellectuaes, o a exiguidade de nos-
sos conhecimoutos.
Quando o genio aberra, raoust.-uosamen
te como o traiisviamento elliptico dos come
tas. Os genios sao como as grandes naturezas,
ou brilham como o sol no zenith das regios
equatoriaes.ou precipitam-se era mares de
trevas, como o Lucifer da lenda, mas anda
assim irnmensos na rnesma queda.
Immensos, porque um grande erro do
genio obriga a intelligeucia a meditar pro-
fundamente, como se estivesse dianto de
um facto monstruoso, auermal ou fra de
toda a lei conhecida. Isto, que acabamos
de proferir, diz respeito sobre urna idea ex-
tranha, omitlida por l'roudhon na sua gran-
de obra Si/stema das coniradurOes econ-
micas ou philosophia da miseria. E' nada
menos do que n negago absoluta da exis-
tencia da poezia e da litteratura no futuro
da humanidade, em sua edade viril, em
que a philosophia dominar t .das as ordens
de ideas, nada menos do que a afirma-
go de ser a poezia e a litteratura ura facto
de transigao, de tor um desenvolvunento
real e til smente n'uma poca de prepa-
rago do ter urna existencia epheraera evo~
lutiva na historia, nada menos finalmente
do que a armago de poder a philosophia
na edade viril da humanidade, em que j
entramos, excluir como intil e sem ue-
nhura valor, a poezia o a imaginago bu-
mana.
A leitura d'essas terriveis palavras prou-
dhonicas foi o que depois de nos mer-
gulhar em serias meditages, nos moveu
a escrover o artigo seguinte, comoprova de
confirmagao das ideas expendidas em outro
escripto j publicado, e cujo desenvolvimento
submeltemos ao juizo imparcial e intelligeu-
cia esclarecida do leitor.
O assumpto de sumroa importancia e
de dillicil tracto, por isso pedimos desde lo-
go a benevolencia devida.
1
Transcrevereraos primeiramente, para
maior apreciag&o, toda a parte mais frisan-
por de pronto est todo en el verbo, pasa al
terreno do la experiencia y del trabajo, el lite-
rato propriamente dicho no es ya ms que
la personificacin mezquina de la menor
de nuestras facultades ; y la literatura, de-
secho de la industria intelectual, no encuen
tra despacho sino entro los ociosos quie-
nes divierte y los proletarios quienes fasci -
na, entn los juglares que asediau el poder
y los charlatanes que en l se defienleu, los
hierofantes del derecho divino que embocan
el porta-voz del monte Sinai, y los fanticos
de la soberana del pueblo, cuyas ya raros
rganos, reducidos ensayar sobre sepul-
cros su facundia tribunicia en tanto que
puedan derramarla desde lo alto de la tri-
buna, no saben ya dar al pblico sino
parodias de Graco y de Dmostenos.
Eis-ahi as terriveis palavras com que ura
genio poderoso ousou langar o estiga d
morte sobre a poezia e a litteratura. Para
bem, porm, da poezia edos poetas, desde
II uero a Hugo, da litteratura e dos Ilite-
ratos, procuremos refutar completamente
to absurdas quo superficiaes asser^es,
indignas do grande lgico.
Antes de proseguimos nosso fim, oppo-
reraos face face ao genio de Proudhon o
genio do syinpathico e immortal A. Comte,
e a erudgo espantosa do grande critico e sa-
bio allemo F. Schlegel, e poderiamos an-
da alm destes, para honra e gloria da poe-
zia, oppr alguns outros, mas nao ser pre-
ciso. A. Comte diz pela bocea de Stuart
Mili as seguiutes memora veis, eternas e pro-
fundas palavras, que sao como tragos de
luz forte e pura no fundo de um quadro
escuro, sao phrases seculares : Et sa con-
ception de l'excellence hmame n'est point
une notion bornee et rtrcie qu ne se sou-
cie que de certaines formes de dveloppe-
meut. Non seulement il apprcie person-
nellemeut les cratoos des poetes et des
artistas dans tous les dpartements, mais il
leur accorde une baute valeur inrale, les
jugeant admirablement propres, par l'appel
miste qu'elles font aux sentimentset a l'in-
tellgence, taire l'oducation des sentiments
des penseurs abstraits et largie 1'borjzon
intellectuel des gens du monde. Chegando
aqu Mili fa urna observago era nota, que
a seguinte: II va encor plus loin et
plus profondraent dans un ouvrage subs-
queut: L'art ramne deucement la
ralit les conteinplations trop abstraites du
tlu ricicn, tandis qu'il pousse uoblement le
praticien aux spculaons dsintresses.
(Systme do Politiquo posive) Conti-
nuando : II regarde la loi du progrs
commoapplicable, en dpit des apparences,
k la poesie et l'art autant qu' la science et
a la politique. 11 attribue l'irapression com-
mune en faveur do l'opinion contraire,
ce seul fait que la perfection de la creaton
esthtique requiert pour condition l'tablis-
sement narrai les hora mes d'une conformit
de sentiments, dont l'existonce dpend de
l'tat fixe et stable des idees: tandis que
les cinq derniers stcles ont t pour les
croyances le plus genrales e pour les sen-
timents le plus gneraux du genre hu-
main, une periodo, non d'affermissement,
mais de bouleversement, et de dcomposi-
tion. Les nombreux monuments du gnie
poetique et artistique qa'a produit 1'. prit
raoderue, en dpit du dsavantage insigne
de cette situation, son: (soulient-lj une
preuve sufiisante dla grander desproduc-
tions qu'il sera capable d'enfaater, quand
une.veiue harmonieusa des santrnents pe-
netra une fois de plus la mase tout entiere
plus la masse tout entier
de la socit, comme aux jours cTHomre,.
d'Eschyle, de Phidlas, et mme dfe balite.
Tudo isto que urna grnde'^tria para
a poezia e as bellas artes, osU parwUmeal
de sccordo, quanto idea capitai, com o
trecbo d ugo, que tomamos para texto
ente.qaindo ,is ;essas VfroAcos DWoftpbicas
dando nqprf farsa i peas, assen-
__ urna vez torrente dos sent montos,
MMperisamontos em um vasto, solido e eter-
no* teilo detranquiliidadeefelicidade huma-
nas, iafluiodo ou se rafiactindo sobre todas
as tdW de totividado, eorao as sciencias,
as bailas artes, o direito, a poltica, a indus-
tria e o comtnercio. E A. Comte son du-
vida de va pensar que essa voia harmoniosa
de sMitimento, quo penetrar na massa in-
leira da socie lecida do um modo vivifica lor e universal,
sein que primeiro a musma sociedade nao
estivesseassentala sobre urna solidbase,
onde a harmona em todas as ordens de
ideas, produzisse o equilibrio, a que tn-
dem as aspiragoes e toudencias naturaes e
fataes da especie. (2) Esse grande facto
nao se podo dar na sociedade seuo por
maio de urna natural e enorme revolugo
as deas, que sumpre em tolo decurso
sombro da historia teeiu mudado de face
pea vehculo d'essas grandes counnoges.
A. revolugo natural, harmnica paci-
fica seria sem duvida iieuhuma preferi-
vel, e eremos quo ella se ha de elToetuar pe-
las razes seguintes : nos lempos passados,
no progrosso da humanidade, onde diversos
e esseucaos elementos erain poderosos, as
rovolugns deviam necessariamente ser ve-
hementes, porque os elementos tinham to-
do seu vigor primitiv >, e esta va m enraiza-
dos profundamento no seio *>cial, mas pou-
coa punco ellos Uem ido poniendo de sua
forgn e vig.ir, as ideas luminosas teem der-
ramado .clareza, a harmona o a solidez
nos principios, e dado urna direcgo mais
firme e recta s aeces sociaes, e por tanto
as novas ideas, echando para sua perfeita
elaborago e florescencia, um terreno muito
mais seguro e proparado, mais fcilmente
penetrarlo nos espirito em geral, o mais
fcilmente chegaro a fructificar por urna
vei. L' s assim que, nao mais distrahidos
os OSpiritOS polas grandes commogoes politi-
oo-so.aaos, podero achar um ineio equili-
brador de repouso natural, onde reinar
as faculdades urna harmonia tranquilla,
producto do mesmo equilibrio dos sentimon-
tos e das ideas ; e enlo, s eutao pinler-se-
ba realizar a previso exacta de \. Comte,
oque nsj tnbamos em mente, seno de
um modo igual, pelo menos muito anlogo
A conlinr.agao do que acabamos de dizer
estem um tacto e mais outro facto.
A Allemanha, sempre mais tranquilla
pelo seu espirito altamento tradicconal e
conservador, tera sido o paiz, onde essa veia
de sentiinento uniforme se conervara mais
estavel, e por ah se explica sua maravi-
llosa fecundidad o produego artstica, e
profuodeza scieutfica, abstrahindo de sua
natural aptdo, Um sabio como E. kaut,
e ura poeta como Gcetbe passaram quasi to-
da a sua villa no silencio continuo do gabi-
nete de estudo.
No lempo oe Homero, de Phidias e de
Eschylo a alma helleoica estava impregna-
da com effeito do urna torrente fecundissi-
ma de poesa tradicconal e vrgera, e foi
por sso que nos dissemos no artigo referido
e Homero jamis teria escripto a libada-,
se a historia de sua patria nao Ihe offere-
cesse um manancial inmenso o poderosoe
mesmo notempode Dnnto.daComte.concor-
damos, porque n'esse tempo, queso chama
da renascenga, a humanidade cansada j de
tantas e tam prolongadas lulas de romanos
o barbaros invasores e das crusadas, tnlia
ento acalmado seu espirito en efervescen-
cia, e anceiava urna hova ordem de cousas,
quo s as lettras podiam satisfazer, e cuja
restaurago comegou cora.um affan sem
igual, frente da qual acharam-se os vultos
de Dante, Petrarcha e Bocacce.
A mesma grandeza o raultiplicdade de
produegesr, que observou Comte no mun-
do d'arte, foi a mesma no mundo da phi-
losophia, nessa rede inmensa de systemas,
que se ostende desde a Grecia at Fichte,
Scbelling o Hegel, porque os periodos de
decomposigo sao, por sua propria nature-
za, activa e febril, immensamente creado-
res. Nesse enorme cabos e n'essas enormes
aeges e reaeges os espiritos fecundara-se
do todos os elementos quo so acham ero
ebuligio, e a poesa dessa poca vastissima
uraa poesa, como tem sido, eantimon-
ca e mltipla coma o reflexo do moi
gentico, em quo se olaborava.
O eminente critico e erudito ". Schlegel
no seu curso de philosophia da historia faz
tao grandes elogios, to profundas observa-
ges sobre o poder e a influencia da poezia
sobre a philosophia, a civilisagao e grande-
za da humanidade, fallando do velho o in-
mortal Honnro ou da poezia hellenica, que
dispensara toda a prova e desenvolvimento
ulterior; mas as proposges do Proudhon
merecem,apezar do tudo, maior attengo
o prego.
Proudhon desconhecendo (o que im-
perdoavel em ura pensador de sua estatura)
agrande providencia e raisso da arte o da
poezia as evoluges fataes da historia da
humanidade, missoque toda deelevago,
engrandecimenio raoralisadr da natureza
humana, desconhecendo, apezar de ser em
seu tempo a sociologa traca e balbucante,
as leis biolgicas da vida social, era como
o elemento esthetico urna grtrtdte determi-
nante da grandeza o civilisagao do hornera,
nao coraprehendeu o alcance, superficie/
lidade, o absurdo das proposiges emitlidas
sobre a surte da arte e da poesa (3J. Guian-
do todas as cousas atravez das machinas e
das leis di riqueza, toruu-se completa-
Isto tanto mais naturalkjuan-
spiritos orfgiriaes e poorofeos
tal Crate.
to lguns espir
j tinham t do a mesma dea antes de Com
te, que era o primeiro a confessa/ dever
suas ideas aos germens, que encontrara de-
positados tas doutrinas de seas antecessor;,
como Kan, Turgot,' B;icou, Newton t.
Mas nao ousUutefsaas vistas quanto aos das-
tinos e desonvolvmenlo da poezia e da lit
teratura s3o nteiramento ditlureptes. Prou-
dhon v n'ellas urna simples''transija!,
Comte urna contjnuidado fecunda o euii-
nenteraento progressivu.
D'ondo procedo esta divergdnaia decvn*-
cepgo ? smente de'um simples facto : do
modo exclusivo e imphilosophico, porque
encara Proudhon o problema. A humani-
dade nao vive smente, como observara o
genio doXhristo, do pao do corpo, o homo ti
3o se move nicamente, para construir
machinas de toda a especie. Em Proudhon
a philosophia -vira afinal matar a arte e a
poezia, em Comte a.arte o a poezia sao^cha-
ma las a corrigir e a alargar as coucopgjs
abstractas dos theoricos e dos philosophos.
Qual dos dous tora porm razo leo que
vamos ver.
(Continuar-se-ha.)
VARIEDADE
Ivmento pelo immor-
te, que vem no capitulo da diysao do tra-1 de nosso escripto anteriof, e gostamos gormen das tros grandes phases estabeleci-
balho... (i) Gracias Dios, se acab ya la sunemamente de ver as deas, queali ex- das aoniesrao Uesenvoivmenl
elocuencia parlamentaria, como la poesa pendemos, altamente sustentadas pelo'maior
pica y la mitologa; el teatro no atrae sino penjador talvez do secufo. Com effeito
raras veces, los nombres de negocios y anda nao trabamos lido a opinio, que nos
los de enca, y jal paso que los inteligen- refere Mili, do grande pbilosopho sobre a
tes se espantan deMa decflenefa del arte, appicago da lei do progresso poezisy es
el observador filsofo no ve enasto sino el. bellas artes, como todo espirito agudo e ju-
progresode la razn viril,' la que ms dicls poder inferir da leitura attenta do
bien importunan que divierten esas difici-, nosso primeiro esaripto'Palavras sobre a
les bagatelas. No conservasulnters la no-. litterutum brasileira. ,
vela sino en cuanto se aproxima la reali- A dwmos DS) ^^ fajJamS J
dad ; ett reducida la historia una exage- drralliioriii gao in tem abeprvaAa m iIitiihi
(t) Citamos em hespanhol por nao en- 'paizaj, da tteratura e |te^|iJb Pioiefa>j
contramos aqu as livrarias a mesma obra mais prudente a pbilosopbico chatnarmita
escripia uo original fraucez, o que saa estajelo uraa poca de suspensaor repon-
preferivel, nao s porque nao temos um as- $0? fecremos que logo mais adan te dsse-
serioda litigue, aMNflla sua inleira raoad^*f'e)aju que quasi estavamos
similhaTiga cora a o tam- adiv^hjudo ef! {knsament do alto pensa-
ban por ser o te sa- dor)* ovas revefgoes pbilwophica e so-
uutretjnt. iieipanhok ciaesA eme se-fra>aram e incubara no pre-
norsde tw hdmm 0 wubecjjf. Pi y MitrgJJ!, I ideas, fario
mente rayope sobre o iraraeuso quadro de
que ha'dw mais elevado, divin o ideal na
naureza' BflBH!* *
E' adoiiravel 1 a marcha que Proudhon
aesigna aodeseuvolvimento dojespirito huma-
no aa historia, por assim dizer o fraco
(i) Sabemos que A. Comte nao segu o
fatalsawHk historia, mas, apesar de tam
grande autoridade, oda sustentamos o
pensamento da escola contraria, o qual
abragamos.
(i) Como sabem os iniciados, diversas
tentativas particulares foram feitas mesmo
artte de Comte para reduzir os pbenorae-
nos tociaes a leis, principalmente na .parte
econmica, o que smente executou mais
sjjtisfactorianeota. A. Comte quanto dy-
aamiea da vida soaial,saguno o, testemn-
aho do Mili. Apeear de ser Prou-
dhon eonte^iporeneo de Gemte, com
iodo agrande obra d'este s colliegou a tor
curso publico de pou os annos para c,
primeiro a dar tesiemunho du graasi>Si>
ador foi Stuart Mili, como al!
e por isso ere-nos que Proudhon nao tfria
IlilU'.J V I.NtiLKZ.V. Lomos na corres-
pondencia de Londres para o Jornal do
Commercio, de Lisboa :
0 clero inglez da groja de Inglaterra
elva-se a cerca de 20,000 sieerdotos. Kntre
estes, urna fraegao de 4,000, isto a quinta
parto do corpo clerical, acha-se empenliada
era um pronunciamonlo, que tem por firn
promover a adopgo ua mesma greja da
coulisso sacramental; o que tem excitado
grande sensagao e, alm da ropiovago do
episcopado, vivas reclamages dos secula-
res
as pastoraes a este respeito publicadas
pelos bispos, os mnsmos fazera notar que a
igreja anglicana s reconhece dous sacra-
mentos, isto o baptismo e a com.nuuho
ou eucliaristia; quo os sous caones era
vez do acorogoarem, polo contrario impug-
nara a conlissao auricular e sistem-
tica ; autorisando-a apenas em casos es-
pecaes, em que a conscienca s por si
invoque este recurso, buscando allivio
a qualquer poso interno; mas nao julgaudo
necessario este expediente era raesmo
hora da morte.
0 bispodo Londres respondemlo a urna
representago que a este respeito Ihe dirigi
o corpo secular da maior parochia da me-
tropole, expende o seguinte:
E' da obrigagao de todos os mombros
da groja anglicana, opporoin-se pretengo
que nesto sentido ora se manifesta ora seu
seio; e que ao mesmo tempo que constituo
um erro, araeaga converter-se ora urna pra-
tica perniciosa. Aflu de se evitar esto mal,
que se acha impendente sobre a igreja, nao
sao as prdicas o melhor recurso. Lilas
raras vezes convencora a outros seno quel-
les que jase acham convencidos; e que
possuinlo as premissas, aJinitlem os eorol-
arios. E' mistar que por todos os rao06
que estao ao alcance do clero, assuuundo a
mais minuciosa das trelas, o sacerdocio an-
glicauo explique o-ex-ponha a cada instante
e era todas as o.'easies, que as doutrinas
da nossa religio e da nossa groja nao per-
mittem que o individuo possa por intorine
dio'da confisso exiinir-se da responsabili-
dade moral dos seus actos, dependen lo a
sua reliabilitagao essencialmenle dos attri-
butos da sua regeneragao interna.
A nao ser assim, a imputabilidade pes-
soal para cora Deus perdurara sempre, nao
pudendo ningucm deixar de ser por si pro-
prio o educador da sua consciencia. E'
preciso que o espirito, que se dexou abetar
prostrar, por si autonmicamente so eleve
a Dous, e por suprema aspirago para
o bora, iiitervindo os divinos merociiiientos
de Chrislo, recupero os primitivos ttulos
bondade do Celeste Omnipotente l'ai. A in-
tervengo de um medeador terrestre no ca-
rcter de coufessor nao supre nem ressarce a
falta de qualificagao interna; ao mesrao
tempo que o indulto divino nao carece de
ser proferido por labios humanos. Seguu-
do entend), a opiuiao contraria a esta dou-
trina provem de urna falsa nterpretago das
sagradas escripturas, e importa urna deroga-
gao boa intelligenca das instituig.s da
igreja de Inglaterra.
Mauifestam estas ideas as tendencias d*>
partido ultra-clerical que so tora desenvol-
vido na greja inglza, e cujas pretengdes
augmentam de dia em dia ; cada vez mais
caracterisadas pelo espirito reaccionario e
intolerante, que o seu principal distinctivo.
A sua nueucia coraega a assumir propor-
gos nocivas, e coinqiiauto baseando-se era
urna agitago puramente espiritual, a diffu-
sodos seus principios nao'poda deixar de
ir do encontr s vistas governamentaes do
gabinete. Vio-so, pois, o Sr. Gladstoiie,
apesar de propender para as rnesraas ten-
dencias, obrigado a nomear para a recente
vaga na grande diocese de Winchester, o
bispo de Ely, notoriamente opposto a estas
doutrinas. Tolavia para esta ultima cadena
episcopal, na vacancia que assim so uperou,
levo de ser escolhido ura sacerdote de raere-
ciraento, verdade, porm, addicto s mes-
mas opinies ultra clericaes, que se procu-
raran! reprovar no proviment da impor-
tante sede diocesana de Winchester.
Por tratar-se de materias religiosas,
occorre qui mencionar o donativo fra do
coromum e verdaderamente excepcional,
feito por um grande proprietario do forjas
na Escossa, igreja escossaza, e que se
eleva extraordinaria somma de '.....
500,000. Este acto de~ liboralidado sem
igual foi praticado pelo Sr. Raird, o qual
nosto intuito constituindo o necessario com-
proraisso com os fins religiosos, dotou-o
pela maneira que acabamos do narrar, su-
jeitando esta instituigo administrago da
referida igreja.
bastante os que, loe licam ao lado.
dotoat prod izio nm sacudimento
terrivdl ate toda a'ma. Todoaos morado-
res, resiito M dVY:remos da rua.fugirara
assustados podindo soecorro.
Algups nidadas le engeubeiros, um
guardefcivR "e varias ptrlbas da ordem
publia) foriri otpriiieir. s! que prestaram
grandes servicos, soccorrendo os feridos e
contusos sepultados nos entoldos.
jirarain-se das ruinas trae cadveres e
treze foridos, eutre nstes um era estado
muito grave.
Entro os cadveres eaconfM-se o de urna
criada que tere urna mr^^angustiada e
horftvel; lutarara alguns homeus para a
tirar do entulho, erai o poder conseguir ;
bebeu agua por tres vezes o descanoou um
pouco, e quando a julgavam j salva, des-
moronaram novos eiu illios, asphixiando-a s
pondo em risco o vida dos que diligencia
vam sal va-la'; quando acudiram era tarde :
tinha o crneo desfoiio, despedagados os
puilos o vasados os olhos.
l;m outro morto era um bomora que es-
tava dormndo o que tcou completamente
esinagado.O terceiro cailaver era o do criado,
cujo descuido origiuou esta desastre.
Osbouibeiios tiraran! urna menina, de 4
mozos, com os olhos visados, que sobrevi-
vcu apezar do to grande fonda ; tratara ra,
em ciniipnineiito do seu dever, os guardas
da ordem publica dea transportar prxima
casa de soccorro, porm sua mii, cheiade
dr, so oppoz do tal maneira, que nao foi
possivel tirar Ib'a dos bragos.
lulga-se que existe maior numero de ca-
dveres.
O batalho de voluntarios da Latina
prestou importantes ser ricos, assim como a
guarda civil e Torgas de cavallaria, que ve-
laram pela consorvago da ordem.
A hospedara de Ocaua, sita em frente do
predio derribado, servio, nos priuieiros mo-
mentos, de casa de soccorro, onde sefize-
rain os priineiros curativos os Feridos.
As 7 e meia da nouto reliraram-so as au-
toridades. Ficarara {mardaudo as casas-
deshabitadas 40 ageute. da ordem publica
o t guardas civis.
DLELL0 FATAL. Houve em Putte,
prximo de Anvers, um desafio, uo qual ura
dos adversarios, ollicial de artilharia perdeu
a vida.
TERRIVEL EXPLOSONa raa de To-
ledo, 95, em Madrid, bou ve no da 20 de
agosto de tarde uraa eatastrophe, resultado
deexploso de urnas tres arrobas de pl-
vora.
Um dos moradores, o senhor Quintana,
guardou em um dos quartos interiores a
plvora que destinava para a venda publica;
e ao entrar all um dos criados com urna
luz para buscar urna podra de afiar nava-
Ihas, atirou p*ra o chao com urna ponta de
cigirro, que proraptameota incjwniioiml-
gUjait plvora que estava espulhada, com-
tennicando-se loo uos barrsera que esta
a o resto.
eDONMa>noviu mmamism ZL Ineirns dafiNnlt
e por ssocreuos que rrouunon nao ovia i ya o rosto.
conbecifllento dos gandes trab ot-j-i Foi tala violencia da exploso, que des-
i/ffkM toQMtoi ay ] i luvido 0 ra'.en,; do predio e damnifico
INCENDIO NA AMERICA. Os jornaes
estrangeiroe chegados boje trazem tolegram-
inasdo Nova-York noticiando o grande in-
cendio t-m Belfast, estado do Maino, do qual
o telegjapho j nos falln.
0 fago destrato 125 propriedades, fican-
do 130 familias sera*abr,go.
Calcula-se as perdas u'ura ralio de
dollars, equivalente era raoeda portugueza
acerca de 940:000>000.
CRME NO MAR. L-se no Jornal da
.\oile:
Em um domingo do niez que finJou
hontera entrn sem direcga no porto do
Smyrna um grande cabipie, e foi bater no
caes chamado dos Cerigotos. Acudi gente
a bordo, e encontrou exunme sobre o con-
vz o corpo de um homem idoso que pore-
ceu ser o do caprtao do navio.
Estava mutilado o cadver; a cabega
quasi separada do trono>; a roupa despe-
dagada com evidentes sijmaesde luta. e al
perto um martello ensangu^ntado, e tendo
anda adhorentes mu tos cabellos e pedagos
de carne. A um canto do navio descebri-
ram urna criauga que poderia ter 10 annos,
envolvida em urna vela, e por tal forrar
assustada que mal pOde balbuciar alguraas
palavras iuintelligiveis. Havia a bordo o
que so encentra em todos- os navios, excepto
os papis, sem os quaes nenhura pode na-
vegar.
Charaou-se a polici que em Smyrna
om ver lado nao se apura ora exceder a das
outras nages, e dopois 49 muitos inqueritos
feitos pelos habis, e pelos que anda nao
ginharam seraelhante denominago, conse-
guo-se afinal... nao uVscobrir cousa ue-
nhuraa.
L como c. A autoridade toraou
posse da erabarcago por conta de cjuem
pertencesse, o cada qual procurou para o
caso a bypotliese que Ihe pareceu mais
prova vel.
N'esse mesrao dia,perto da noto,fo um
barco de pesca a Cordel o, e recolheu a
bordo um cadver tambera horrvelmente
desfigurado.. Duplicara m as conjecturas,
crescoram as suspeitas sera objectivo deter-
minado, e acumularaoi-se uus sobro otros
os boatos mentirosos, at quo appareceu no
consulado russo um frale, pedalo com
instancia para fallar ao cnsul. Foi rece-
biJo por este funecionaro e narrou-lhe o
seguinte que se re' *io iramediaiamonie a
escripto, como dev^ ser :
Tinha embarcado em Chio em compa-
nhia de um persa en um cahique tripulado
por dous homeus e um rapaz, e seguir
nelle para Smyrna. Algumas horas antes
de terem dobrado o Jomes Castle o persa
disso em lingua turca o capto qn > o pa-
dre levava 300 e diversas notas do banco
e convidou-opara oajular a assassnal-o e
roubal-o, repartindo-se entro ambos o es-
polio do frade.
0 capto aceitou a proposta, e recom-
mendou ao persa que, para evitar descon-
fiangas descesse para a cmara e se deitasse,.
o que elTei'tvamcnte ello fez, mas o frade
que fallava diveraas lnguas, e a turca per-
foitainonte, tinha ouvido o entendido toda, a
conversago.
Nao se assustou. Foi collocar-semui
socegada,mento proa, e depois de se dfespir
quasi de todo disse para o capto que estava
ao leme : Ha tanto calor Id em baix*
que eu pre/lro dormir na tolda. O ca-
pto respondeu-lhe qoe dormisse 4. vontade
porque o acordara quando estivessem perto
de 9myrna.
Pouco tempo depois observando que
o navo ia perto de trra e que o capitao
dormitava, saltou ao toar 5em que ninguem
desse per tal, e sabindo a nado na praia do
Avio Georgio Zeflik, segua por trra para
Smyrna.
Foi logo communicado polica pelo
cnsul este depoimenk e o ebefe polictai
mandou gentes .seus Agora kan, ponto
de reunio dos viajantes pei-sas. All leseo-
briram que nu domingo ebegra aquella
paragem um persa vindo rio Chk, e conse-
guirn! prendel-o. O raie reconheceu-o
fogo, e a polica foi murada do
tomou contn do diulieiro voulvtdoioii
qual estavara o papis du na\
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MUniADO
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