Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13042


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Full Text
AMVO XLL\. MUERO 217
i .?,
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l
1
PAKl A CAPITAL B JLVGABES OSOS SlO SE PAA
Jor tres metes diantados ........ .
Por seis ditos dem.................
Por uro anno dem......,.....,':
Cadi numero .avulso......... "'
FOBTE.
6000
129000
149000
130
SEGUNDA FEII 22 DE SETEMBRO DE 1873
PAB1 DK\TBO E FBA .l PHO% IVt'IA.
Por tro meses adiantados................
Por seis ditos idem.................
Por noTe ditos idem......-.......,,,.
Por um anno idem.........
69750
13.JM0
109350
179800
PROPHIEDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA & FILHOS.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------:- ------------------------------------------------------------------------------,_______________________
0. Srs. Gerardo Antonio Alves, FLos,no Par; Gongos & Pinto, no Machio; Joaqun, Jos de Oliveir.dFno. no Cear!* Antonio de Leu^ Braga, no Aracat, ; Joio aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marqnes da Sra,no5,Ul; JoseJui
Pereira d Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba { Antonio Jos Gomes, na Vi|da Penha; Bdarmino dos Santos Buido, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, em Nazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyannaj Joo Antonio Machaeo, no Pilar da|Alagoas; Alves d C, na Baha; e Leite, Cerquinho d C. no Rio;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
Miuisteri* do imperio.
Por despacho de 10 do corrente :
Foi nomeado inspector do s a Je publica da pro-
vincia das Alagoas o Dr. Luiz Vctor Homein de
Carvalho, sen lo exonerado desle lugar o Dr. Jos
Antonio Lope-.
Forara naluralisados e eidadao suisso Hermaun
Sruradler, o hespanhol padre Joo Jos de S. Mar-
tim eos subditos portu^ue/es padre Caetano AraH-
o Pereira de Mirauda, Francisco Joaquim de Vas-
concelos Abreu, Joao Marlins Coel iu, Jos Alves
Fcntes e Narciso Jos T-ixeira.
Foi enviada cmara municipal da corte a
seguinte porlaria:
t 3' seecao.-Bio de laneiro, em 10 de setem-
bro de 1873. Sendo conveniente tomar de pro.-np-
l<> medidas hygienicas pie, melhorand as conli-
caes de salubrida le da cidade do Rio de Janeiro,
piando nao obstan o desonvolvimenlode qnalquer
epidemia, tornara menos fune>tos os seos elleitos,
manda S. M. o Imperador chamar a aiteneao da
tilma, cmara mouxipal para as que indica o pre-
sidente da junta de h)gene publica e abaixo vo
transcriptas.
a I." Proceder com raais regulan Jado limpe-
za publica ; puntuante, polo modo como se exc-u-
ta hoje, pode se duer ijiie uenhuini existe.
o 2." Maudar bmpar as praias, desde a de D.
Manoel at a Fonnosa, assim como a de Bota-
fogo.
t 3.' Desobstruir a praia das manabas, deposi-
tando o lodo retirado de sen fuoio em urna ilha
das mais prximas, misturando llie cal bastante.
4.a Fazer di-sobstruir os riachos e vallas dos
suburbios da cida lo me serven) aos esgotos desses
lugares.
5.* Remover o lixo e as immundicias da cida-
de para ponto (lisiante e manda los incinerar.
a 6." Fazer com que haja a inaior fiscalisacao
sobre o estado doscirticis.obrigaBdo seus donse
locatarios a conserva-Ios mu o asseio posmel e
caiados.
7." Marcar a lotaeao para cada cubculo, nao
eousentindo que habite em qualquer delles maior
numero de pessoas do que |>crmitc a sua capaci-
dade, para evitar a agglomcracao prejudicial que
hoje se da.
8.* Prohibir o aterro dos terrenos acerescdos
a., mar, dos qumtaes, chcaras, e mangues com
o lixo e immundicias removidas das habiucdes.
9.' Nao consentir que as aberturas fetas nos
caaos de esjotis para os desobstruir d-morem-sc
de uraja-para outro, permi tirado se fazer s tan-
las quantas se ^>ossiiu fechar no mesino da.
o 10.* Obrigar a conduzir, sem demora, asoma-
lenas dolles retiradas, cobrindo-as com cal bastan-
te, e prohibir que priineiro sejain depositadas as
ras, como ora se pratica.
U.* Manter o maior asseio possivel no mata-
douro publico e todas as suas depeudenci s, lavan-
di-as, pelo menos urna vez por dia, tendo em so-
lueo o acido pheaico ou o selicato de soda.
12.* Aterrar os pequeos pantanos existentes
o i> immediac^es da cidade, vi*U> como para os
maiores preciso lempo e um plano regular.
13.* Fazer temar o atterro do matadouro com
lixo c immundicias.
ti.* Estabelecer grandes depsitos d'agua sal-
gada purilicada para a lavagem dos esgotos, em
quanto nao possivel obtera quanlidid; precisa
de outra agua para esse rabiar.
E vista da necessidade da adopeao das me-
didas que sao da competencia da (lima, cmara,
recommendar que leve a eifeio desde j as que
estiverem ao seu alcanae e couberem nos meios
de que dlsp5e, e declare com a urgencia que o as
Bumpto reclama, quaes as que os seu* recursos
nio Ihe permuten) por em Bieeueao, afim de que
o governo possa, de accordo com a mesma Illma.
cmara, tomar a si ou auxiliar aquellas para as
quaesnao se ache habilitada. -Joo Alfredo Cor-
ra de Oltceii'i.t
Sendo conveniente applicar nos estabelec
meatos particulares de nstrurcao primaria e se-
cundaria do municipio da curte as mesmas pena~
e raeios disciplinares a que esli stijeitas as esco-
las publicas, por decreto de 10 do frrente lizeram-
se extensivas iqaeUea estabelecimentos a? disposi-
coes dos ar^s. 72 e I lo do regn lamento que baixou
com o decreto n. 1,331 A, de 17 de fevereiro de
1854, ficando as penis 3* e 44 lo ultimo dos ditos
arligus substituidas pelas de suspensao do exerci-
co e de perda Jo titulo de capacidad* proilssio-
nal.
de submetter-se a respectiva adminislra*io em tu-
do o que disser respeito) operaeea eirecluadas
no imperio, as leis e rogulamentos que Bo ft'asil
regein, ou vierem a
natureza
leiros
coiros
lial e agencias.
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o alteres do balalhao n. 1 da infamara
laguardaiiai.-iou.il do inuui'ipio da capital da
regar, as a3sociaeSes testa provincia da Parahyba, Leoncio Pereira le Aave-
za e de sorem affectas aos tribuna MU TUrt vlsla do que nf-maou o co.iuniudanto su-
touas as questoes aqu suscitadas entre teP" Pmfdo desta capital em offlno n 613 de 20 do
e a administra?*) do banco ou da caixa fl- crrante, resol ve, de eonlormidade com o disposto
Mioisterio da guerra.
Por deeret'i de 20 da agosto, de conformidale
eom a immediata e imperial resoluco de 13 do
dito moz, tomada sobre consulta do conselho su-
premo militar, e das disposigoes do 1* do art. 9*
da le n. i8 de 28 de agosto de 1832, concedeu-
so reforma ao 2> uiieite aggregado arma de ar-
timaa Manoel Eleuterio Alvares de Araujo, visto
soffrer molestia incuravel ]ue torna incapaz de
cunlinuar no servico.
Por putarias de 29 daquelte mez :
Foram transferidos do 1* para o 5* regiment de
cuvallaria bgera o alteres Joao Jos de Oliveira
Freitas, e daste para aquelle o alleres Francisco
Vctor da Pontees e Silva.
Concedern) se dous mezes de lcenca com o
respectivo ordenado, na forma do art. 280 do re-
gulamento de 28 de abril de 1873, ao guarda da
escola central Prancisc > Xavier de Miranda Bas-
son, para tratar de sua saiide fra da corto.
Do 1." do correle mez :
Foi claqueado no 8.* baUlhao de infamara o
ileres Thomaz Rodrigues da Foaceca, que por
decret de 30 de julho ultimo foi transferido da
arma de e-avallara.
Foram transfendos :
Do 6.* para o i i. baUlhlo de infanta a a al
feres Mailiias Luiz Cesar de Mello.
Do 12.* para o 4." dito, por excederem o res-
pectivo qua Iro :
O alferes Lourenco da Silva Barros, Augusto de
Souza Dardeaux e Fraacisco Hibeiro (>)elho.
De 5 do correte :
Foi trausferido do 1.* regiment de cavallaria
ligera para o 2. corpo ile caladores a cavado da
provincia de Goyaz o teoeule Jos Pinto Freir.
Com-edeu-se ao alfere* honorario do exercilo
Bernar J > de Souza Barbosa a exoneragao que pe-
dio do luiar de ajudanto =)o director da colo-
nia militar Caseros, no provincia do Rio Grande do
Sul.
Foi exonerado Francisco Filegonie de Souza
Magalhes do lugar de alinoxarfe do hospital mi-
litar provisorio do Andaraby, visto nio ter pros
lado a competente fiaac-i dentro do praoa qne Ihe
foi marcado pelo ministerio da guerra,
Gjucedeu-se ao capito honorario do exercilo
Euclydes de Ca vrtlho tteis, a exoneraco que pe-
dio do lugar de vice director da colonia militar
do Gurupy, na provincia do Maranho.
De 0 do corren'. :
Foi nomeado o 1.* sargento reformado Eloy
Martins dos Santos Jacomt para o lugar de aju-
dante do porteiro e fiel de roupas do hospiul mi-
lita da guarnido da rrte. j
_sposto
no art. 43 do decreto n. 1,130 de '2 de inar;o de
1853, mantfctr que >eji elle aggngado ao r'bata-
Iho da mesniftarma diste municipio.
O pre*ideiite da pnvincia, altendendo a que
otiaharel Herculano Cavalcanti lUndeira de Mel-
lo nao qmz acceilar o cargo de 2* supplenie do
juiz municipal do termo de Xazarelh, deixaudo de,
no pra salve tran-ferir para o dito 2* lugar, que por este
faci considera vago, o aclual 3* supplenie Feli-
ciano J s de Mello, e para substituir a este no-
mearo bacharel JoaoSilvorio Marques Bacalho,
i qual dever solicitar o titulo e prestar jiiramen
to no praso de 3 mezes.
Para o conselho da julgamenlo do 2" sargen-
to Thomaz de Aquine Aleoca-tro e os soldados Vi-
cente Ferreira de Araujo, Paulo Jos da Silva,
Bernardo Jos dos Santos, Jos Barbosa de Leio,
Tertuliano de s0uza Pinheiro, Martiniaiio Francis-
co de Albuquerque, Manoel Quirino de Barros,
Damiao Flix dos Santos e Miguel dos An os Pe-
Uiiislfiu lajustica.
Por decreto de 10 do con ente foi designado :
O C'tado-inaior da guarda nacional da capital
da procincia do Rio Grande do Norte para a elle
ser aggregado o major ajudante de ordens do
coramando superior do municipi* de Marvio. no
Piauhy, Arislides Cesar de Almeida ; ficando sem
effeilo o decreto de 9 de agosto ultimo, que o ag-
sirogou ao commando superior da capital da pro-
vincia de leniaiiibueo.
Por decretos de 6 do crrente :
Foram nomeados :
O bacharel Francisco MenJes Pereira, juiz de
direito da comarca de Monle-Alegre, na provincia
do Para. 6 '
O bacharel Pedro Antonio de Oliveira Ribeiro
Jnior^ juiz municipal e de orphaos do termo da
C!iristina, na provincia de Miuas-Geraes ; fican-
do sem effeito a sua nomeaco anterior para o ter-
i > de Montes Claros de Forniiga, na mesma pro-
viucia.
Jos Antonio da Rosa, tenente coronel comman-
dante do 3* batalhao da reserva da guarda n-icio-
ual da provnuia do Rio Grande d.; Sul.
Foram reformados, a seu pedido :
Jos Joaquim Pjreira Maianibira, major ajinlan
te de ordens do commando superior dos munici-
pios de Santarui e Obidos, da provincia do Para,
no posto de tenante-coronel.
Norberto Soares da Silva, major ajudanie de
ordens do commando superior do municipio de Va
lenca, da provincia do Piauhy, no posto de tean
te-coronel.
Manoal da Costa ^ampiio, capitao crurgiii>
m*r di comm m lo superior do municipio da Gran-
ja, da provincia do Cear, no posto de capitao.
Fet-se merc di serventa vitalicia dos offlcias
para que foi pr jvisoriamenie nomeado pelo res-
jiectivo presjdairie :
A Manoel Eduardo Lins Wanderley, do oflico
de escrivo de capailas e residaos do term > de
C'oysuna, na p;ovincia de Pernambuco.
Por decreto de 3 do corrente foi declarada de
I* entrancia a comarca do Monte-Alegre, creada
ltimamente aa provincia do Para.
Por decreto d* 3 do correte foi marcado o
ordenado anaual de 80Q ao promotor publico da
'''marca di V.onte Alegre, na provincia do Para
Mni*torio da Ixc-iidi.
Por ululo de 12 do crrenle foi aomealo 3*
escripturario da racebedona da Babia o praticau-
ta Manoel Feliciano de Souza.
Por decreto n. 5,39^, de 10 do corrente mez,
foi conced da ao banco Allemao-Brasileiro, funda-
do em Hamburgo, autorisacao para funeciooar no
imperio, nmhniorsnilu uesla corte urna caixa fi
lial, com agencias as pracas de Beln), Recife,
RahiaJSantos, Rio Grande do Sul e Porto-Alegre.
As operaedes deste banco serao reguladas pelos
estatutos, que foram registrados em Hamburgo,
para regerem alli o dito banco, e sob i cUqjuU
rio da naarlaha.
- Por decreto de 2 do corrente foi concedida
ao chefe de esquadra Barao da Laguna a demissao
que pedio do lugar de inspector do arsenal de ma-
rinha da corte.
- Por decreto da mesma data foi nomeado" pa-
ra aquelle emprego o chefe de esquadra Barao de
Angra.
- Por decreto de 10 do corrente foi reforma-
do o capitao de mar e guerra francisco Candido
de Castro Menezes m posto e com o sold de
chefe de dvisao.
Por dec etos da mesma data foram promo-
vido} no cf>rpo de sade da armada :
A cirurgio de esquadra effectivo o cirurgiio
de esquadra graduado Dr. Bento de Carvalho e
Souza, a cirurgio de diviso effectivo o cirurgio
de diviso graduado Dr. Horacio Cesar, e a 1.*
ci urgio o 2.* cirurgio Dr. Joo Chaves Ribeiro.
Governo da provincia.
DE JUNHO DE 1873
EXPEDIENTE DO DIA
Acto :
O presidente da provincia, altendendo ao que
requereu Antonio Joaquim dos Santos, patrao mor
do arsenal de marinha, resol ve conceder-lhe dous
mezes de licenca para Iratar de sua sade, com os
vencimentos na forma da lei
Ollieios :
Ao brigadeiro commandanle das amias.
Transmiti a V. Exc. para os devidos efeilos] co
pia do aviso do miuisterio da guerra, de 21 do cor-
rente, do qual consta que S. M. o Imperador no
julgou digno de sua imperial clemencia o reo sol-
dado do 9 balalhao de infantaria Joao Raymundo,
que fra condemado morle pelo conselho su-
premo militar de justira.
Ao niesmo. Sirva se V. Exc. de mandar por
em lberdade o recruta Manoel Clemente Ribeiro,
que provou isenco legal.
Ao mesino.Tendo nesta data providenciado
para que seja recebido no hospicio de alienados
emOlinda o soldado do i'batalho de infantaria
Joao Bento da Silva, visto soffrer de alienacao men-
tal, correpdo a despeza com o seu tratamento
casta do ministerio da guerra; assim o declaro a
V. Exc, em soluco ao seu oflico de hontem sob
11. 648, e afim de que d suas ordens no sentido
de ser o dito solda'lo para alli remetlido.
Ao meSmo;Para satisfago do que solcita
o Exm. Sr. presidente da provincia da Parahyba
em oflico de 19 do corrente sob n. 1,599, trans-
mitta-me V. Exc. a nota declaratoria do dia, mez a
anno em que foi preso no termo da Sanio Asto
o soldado desertor da companhia de infantaria li-
gera daquella proviucia, Felippe de Santiago do
Nascimente, que eslava addido ao 2o batalho de
infantaria e depois recollndo mesma compa-
nhia.
Ao capillo do porto.Pode V. S. por em l-
berdade u raoruta Joao Baplista de Aralito, visto
ser incapaz do servico, segundo o seu oflico de
hontem datado sob n. 127.
An director do arsenal de guerra Resol-
ven lo o governo imperial, segundo me foi decla-
rado em aviso do ministerio da guerra, de 21 do
corrente, que ao pedagogo dos menores desse arse-
nal, Francisco Manoel da Rosa, se cont como lem-
po de servico aquella em que elle exerceu o mes-
mu lugar por nomeaco do presidente desU pro-
vincia ; assim o communico a V. S para seu co-
nhecimento.
Ao mesmo. Da conformiitade com a sua in-
fonna;o de 17 do correle sob n. 448, dada acer-
ca do requerimento de Luiz ClemenliBo Carneiro
de Lyra, autoriso a Vine, a acceilar a offerla que
faz o supplicanle de 2 '4000 pelos sellins coldres
inserviveis, existentes nesse arsenal, e que foram
sublevado commeltido em Buiqua, designo:
presidente, o major Joao Francisco da Cuuha; au-
ditor, o Dr. promotor publico da capital; vogaes.
lente Camillo Mach -do Freir, alferes Antonio
Joaqui.n de Barros Lima, Pergenlino de Miranda
Pnnentel, Francisco Ignacio e Moura Gondin e
Marcolino da Costa Raposo.
O lirios:
Aor. chefe le polica. -Com as copias do ofn-
cio do juiz municipal do Nazareth de 7 de abril
ultimo, e da certidao que o mesma se refere,
respondo ao do antece>sor de V. S., n. 27 de 12
de marco prximo pa Ao juiz de direito de Nazareth. -Pir portara
de hoje foi trausferido para o lunar de*' s ipplen-
te, vago por ni i ter prestado juramento no praso
legal o bacharel Herculano Civalcadte Bfhdeira
de Helio, o suppl-nte Feliciano Jos de Mello,
e para substituir a este foi nomeado o bacharel
Joo Silverio Marques Bacallao, que dever pres-
tar juramento no praso de 3 mezes.
Ao promotor uublico de Govanna. -Em rss-
posta aoolncio Je Vine, de 18do'eorrento; tenho
a dizer-lhe que deve funecionar no jury, cuja se*-
sao foi convocada para 2o do corrente, de vendo o
juiz de direito nomear um promotor ud hic para
servir na junta de que trata o decreto n 5,133 da
13 de novembro do anno oroxino pissado.
Ao commanlante do corpo de polica. -Man-
de Vmc. apresentar ao in.-pector da ihesouraria de
fazenda tres inferiores do corpo sob a seu conf-
inando, afim de se enrarregarem da cobranca do
peJagio da algumas puntes.
Ao juii fie paz lo termo do Rio-Formoso
T.iomaz Lins Calas. Em resposta ao oflico de
Vmc. de 18 do correte, tenho a dizer Ihe qua
a vista do posto n.is arls. 13 da le n. tV te
iaw e 29 20 do decreto 4,424 de 1871, ha in-
compatiblidade do exercicosimaltanao de posto
da guarda nacional e cargo de juiz de paz ; con-
viudo que a opcao seja pilo ultimo cargo.
3.* secco.
Actos :
O presidente da provincia resolv; nomear o
promotor publico da comarca de Santo Anto, ba-
charel Gaspar de Vascocellos Menezes de Druin-
mond, fiscal da collecto ia do muucipo da Es-
cada.
O presidente da provincia resolve nomear
Gaspar Acciali Santiago Ramos para o lugar de
cobrador da collectoria do municipio de Barreiros
Ofilcios :
Ao inspector da thesouraria de fazenda
Declarando o Exm. Sr. ministro da guerra em
aviso de 13 do corrente haver naquella data soli-
citado do da fazenda a expedcae das uecessaras
ordens, para que por conta do 14obras mili-
taresJo exercco de 1872 a 1873-se'a concedi-
do o crdito da quantia de 151 000, afim de oc-
correr o pagamento da despeza autorisada pela
presidencia, sob sua responsabilidad, com os exa-
mes a que se procedeu no encanainento d'agua
da fortaleza do Brum ; assim o communico a V.
S em soluco ao seu oflico dirigido aquelle mi-
nisterio em 20 de maio prximo lindo.
Ao mesmo. -Tendo nesta dala, de aconto
com a sua informacao de 26 do expirante mez,
autorisado o director do arsenal de guerra a accei-
lar a offerta que fez Luiz Clcmentino Carneiro de
Lyra da quantia de 20J000 pelas sellins existen-
tes naquelle ai seal, e dados em consumo por
estarem inserviveis; assim o communico a V. S.,
prevanndo-o de que ao mesmo orden i que fa
;a recolhe a dita importancia aos cofres dessa
reparlieao.
Ao mesmo. Nao havendo no hospital mili-
lar, segundo ponderou-me o brigadeiro comman-
danle das armas em offlcio de hontem datado sob
n. 648, priso sulBciente para conler o soldado do
9 bata I -o de infantaria Joao Bento da Silva, que
est soffrendo de alienacao mental, resolv que o
referido sol lado seja recolhido-ao hospicio de alie-
nados em Glinda, correndo a despeza com o seu
tratamento por conta do ministerio da guerra ; o
que declaro a V. S. para os luis coavenienle.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os de-
vidos lins que h)je entrou o jiz de direito da co-
marca de Ouricury no goso-da prorogacao de li-
cene que Ihe foi concedida pelo governo impe-
rial ein 16 de mez prximo passado.
Ao mesmo Attendamio ao que expoz o en-
genheiro civil em commissao, Julio Alvaro Teixei-
ra de Macedo, no incluso, requerimento, autoriso
V. S. a mandar pagar ao- supplicaute-, sob a res-
poneabildade da presidencia, a quantt de 1:2A
proveniente das gratificacoes relativas ao mea de
maio ultimo e a este ; devendo esse pagamento ser
effocluado no dia 3i> do crrante, em consequea-
ca de seguir elle naqpelle mesmo da para a pro
vineia da Parahyba. feo desempuiho da sua eom-
misso.
Ao mesmo. Annuinua ao uiie solicuon o
commandanle a, diviso naval do 2- distrieto em
offlcio de hijea 221, autoiiso. V. S. a mandar e-
ceber os saldos dos dinheiros a cargo don offtiiaes
de fazenda do-navios daquetia diviso, surto nes-
le porto, e bem assim entregar as quantia preci-
sas para a compra de verdura.
Ao mesmo. -Transmiti a V. S. para os fins
convenientes os inclusos atiestados em dnplicaU,
que me foram lemettidos pelo brigadeiro com
man Jante das armas com offiem da hontem sob
ns. 646 e 649.
Ao mesmo. Transmiu a V. S. a nnlusa
nota falsa de 20*000, apprehendida no ter no do
xo sob n. 1,313, com o distico Pastos Bons, -
ilendo pe*is do systema mtrico decimal, per-
oentes no municipio de Floresta ne-ta provincia,
l*1** seguido me communi ;a o Kxm. presidente
Marauhao era (fcio de 18 do corrente, devel-
ado para aqui a requsiejo de V. S.
-Ao inspector da theiourara provincial.-
Mande V. S. pagar a Andr de Abren Porto, ar-
njiiatanie da obra da ponte Je ferro do Tahyi,
J*ejtunda prestado na importancia de 23:0224120,
ue lein lireito, como se v do certifcalo an-
ai incluso requerimento
Ao mesmo. -Eui resiaosu ao seu offlcio de
Lwtitem sob n. 261, tenbo a dizer a V. S. que ap-
pr>iv, nao s as arremaa^s dos pidagios das
barreiras, constantes da nota que veo annexa ao
(Uto oflleio, mas tambera as respectivas llancas.
Ao mesmo. -Picando sciente de quanto ex-
pez em seu offlcio de hontem sub n. 26o, acerca
da arrematacijes dos impostes iirovnciaes das co-
marcas de Fl res e Tacaraltl, tenho a dizer a V.
S. pie mande annunciar novamenle a prai,a de-
sai imposuis com o abate de 10 por cent uos res
patitos prei-os.
i Ao mesmo. Annuindo ao que soliciton o l-
ente coronel commandante d, corpo de polica
era offlcio de 25 do corren'e sob n. 362, autoriso
V. 8. a mandar adiantar os vencimentos dos d.-s
Ao commandanle superior do Recife. -S, Exc. do paquete. Eram 10 horas da noite.
o Sr. presidente da provincia manda declarar a V. Na esperanca de salvar mais algumas vidas,
S, para os devdos flus, que por porlaria de hoje foi continuou o Bourgngne a adiantar-se vagarosa-
mandado acgrenr ao I* balalhao de infantaria da mente. I'ouco depois ouvio-se urna voz de crianca ;
guarda nacional deste municipio o alferes d; I* da arriou-se logo o escaler que levou para bordo
wpital da Parahvba, Leoncio Pereira de Azevedo, menino Jos Bernardo Csrdso, de 12 annos de
de que trata o offlcio de V. S. n. 633 de 15 do cor- 'dade ; era raeia noite. Proseguio-se na manobra
renle- ; em *rno d'aqueHe lugar, mas debalde consumo-
- Ao commandante superior da guarda naci- e nesto afn o resto da noite. No dia 13 as 6 e
nal de Santo Aotao. O Exm. Sr. presidente da nioia ho-as da manha, nao avistando os vigas
provincia manda declarar a V $., para os devidos, c"usa alguma uo hopsonle, perdidas as esperan-
hns, jue nesta dala se enviou para a thesouraria V**, o paqueteaproou para Cab-Fro, ondedeixou
rer, todos do corpo de polica, por crim; de taearaentos daquelle corpo, existentes em diversas
loealilales da provincia, sendo dous mezes a I of-
ficial e 7 pracas em Cirua i), a 1 offlcial e 20 pra-
vas em G iv inna, a 1 offlcial e 12 pracas em Li-
moero, a 1 nfiVial e 8 pracas era Grvala, a 6
pra;a em Timbad u, a I ofncial e 1 pracas em
Cruaogy, a I offlcial e 8 pracas em Bezerros ; 3
mnz^ a I offlcial e 36 tragas em Buique, a I of-
ficiai e 7 pracas em S. Bento, a 12 pracas em Cim-
bres, a l offlcial e 13 pracas em Bom Conselho, a
I offlcial e 12 pracas em Moxot, a 6 praoaa em
Panollas; 4 mezes a 1 offlcial e 6 pracas em Villa-
Bella, a 1 offlcial c 10 pracas em Salgueiro, a I
o'ieial e II pracas em .'lores, a 1 offlcial e 20
prscas ejii Floresta, a 1 offlcial e 15 pracas em
Taearatii, a I offlcial e *f> pra.-as em Granito, a I
ojfleial e 30 pra.as em Ouricury, a t3 pragas em
Cabrob, a I n'Hrial de diligencia era Aguas-Bel-
las, e |jein av Goit, a I offlcial e I praca em Itamb, a 2 offl-
ciaes e 1 pra;a em Nazareth, a 1 offlcial e 1 p a-
ca em Pimenteiras, tulo a contar do 1* de julho
vindouro.
4.' sereno
Actos:
6 presidente da provincia, tendo em vista a
pr |>osta da directora [irovsoria da suciedade
Cnio Cathilica rthod'ixa Pernainbucana, -con-
tilla em offlcio d hontem datado, resolvo, na con-
fmnidad-; do art. 32 5* do decreto n. 2,711, da
19 le dezembro de 1860, n >mer o Dr. Vicente
Vivir do Reg para oceupar o lugar de pres-
dante da mesma sociedade.
- O presidente da provincia, altendendo ao
que soliciton a directora provisoria da sociedade-
Unan Cathoca Orthodoxa Pernamtiiie ina, -orga-
msaa ue;* cidade, resolve, de confonnidade com
disposto no J I* do arl. 33 do decreto o. 2,711, da
11 de dezembro de 1860, approvar os seos esta-
tutos e conceller-Ihe permUso para poder fune-
cionar.
O ?reidente da provincia, usando da attri-
bucio que Ihe confere o art. 24 da lei de 12
de agosto de 1834. resolve convocar a assembla
legislativa provincial que tem de funecionar no
biennio de 1874-1873 para odia 1* de marco do
anuo prximo vindouro : devendo ter lugar a clei-
<;ao de seus respectivos membros no da 9 de uo-
veinbro do crranle anno.
Offlcio :
Ao provedor da Santa Casa de Misericordia.
Adiandoe o soldado do 9o Datallwio de infan-
taria Joao B- nio da Silva solTrendo de alienacao
mental e nio havendo no hospital militar prsao
sutllcente para eonte-lo, recommerido a V. S. a
expedicao de suas orilens para que seja elle recebi-
do no hospital de alienados em Olinda, corren-
do o seu tratament) por conta do ministerio da
guerra.
Portaras:
A* illustrissima eaniara municipal do Recife.
-Exoecaa illustrissima cmara municipal do Re-
cite as necesarias ordeus, de confonnidade com a
le n. 387, de 19 do asoslo de 1846 e mais dispo-
iirde* em vigor, afim de quena ultima dominga
de agosto pmximo vindouro se proceda a etei<;o
de remadora para a nova villa de Jab >alao, crea-
da p 4.1 le u. 1,093 de 24 de maio ultimo.
A' mes na.Teodo nesta dala resolvido con-
vocar a asspinlila legislativa provincial, que tem
de funecionar no biennio de 18741875, para o
dia i de marco do anno vindouro, e designar o
dia 9 de novembro do correle anno para lar lu-
gar a eleirn dos membros da mesma assembla;
assim o communico illustrissima cmara moni-
epar do Recife, afim de que expeca, na forma da
lei, as ordens uecessaras a lal respeito, tendo em
vista o disposto no decreto n. 2,633 do 1 de se-
tembro de 1860. Mutaiis mitttiHdisia demais-c-
maras municipaes da provincia.
5.* rceo.
Portaras :
O Sr. gerente da companhia pernamboeaua
mande dar passagem repara a Parahvbn, por
conta do ministerio da marinha, no vapor Ipujua,
aoentionbeiro civil Julio Alvaro leixeira de Mace-
il i, liscal dos pharoas do norte.
OSr gerente da companhia pernamimeana
iiiaiiil-t dar passagens, por conta do ministerio da
justica. prija do pri-neiro vapor que seg-air para
o prosidio de Femando de Noronha, a Lna Elias
d.u P-aixao e Pastora Mara da Concecao, mulher e
lilh.i do sentenciado Manoel Pinheiro Dantas, que
alli se acba eumprindo sentenca,
O Sr. gerente da companhia pecnambucana
mande receber e transportar para o Rio Grande
do Norte, por conta do ministerio da guerra, dous
caixoes conteni sapatos que vieran da corle par
ra terem esse destino.
Os Srs. agentes da companhia de navegaoao
brasileira mandem dar transporte proa para a
corte, por conta do ministerio da guerra, no pri-
meiro vapor que para all seguir, a ex-praca do
exercilo Gregorio Jos Camarinias, que leudo ob-
tido baixa, vat residir em sua provincia natas.
KXPfSDIKNTE DO SBCMtARIQ.
V seeto.
Oflico;
Ao Exm. brigadexo cotmaandante das armas.
O Exm. Sr. oresidente- da provincia manda com-
muncar a V. Exc. que nesta data rameileu the-
souraria de fazenda, para os fins con venientes, os
atiesados que vieram annexos aos seus ollieios de
hontem sob ns. 646 e 648.
de fazenda a patento de reforma do coronel Manoel
Goncalves Pereira Lima, afi u de seretn pagos os
Jiretos devidos.
Ao commrudante do corpo de polica.-O
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
n car a V*. S., para os fins convenientes, qoe nesta
data expedio ordem thesouraria provincial, no
sentid > de seTem feitos os adiantamentos de que
trata o seu offlcio de 25 deste mez sob n. 362.
Ao mesmo.Transmiti a V. S. para a-de-
vida execueo a portara junta, quenomeou o con-
selho de j igame uto de diversos soldados dqeorpa
sob o seu commando, devolvendo o processo do
conselho de invesligacio, do veio annexo ao seu
oicio de 26 do corrente.
3.' seceso.
Ollieios :
Ao inspector da thesouraria provincialO
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a V. S., para seu conheciinento e fins con-
venientes, que p o* porlaria desta data tesolveu no-
mear o promotor publico da comarca da Escada,
bacharel Gaspar de Vascocellos Menezes de
Druniuond, para fiscal da respectiva collectoria.
Ao mesmo -S Exc.o Sr. presidente da pro-
vincia manda declarara V. S., para seu conheci-
inenio e devidos lins, que por portara desta data
resolveu nomear Ga*par A cioli Santiago Ramos
para o lugar de cobrador da collectoria do muoi-
cipio de Barreiros.
5." seccao.
Offlcio :
Aos agentes da companfiia do navegacao
brasileira.0 Exm. Sr. presidente da provincia
manda acensar a recepijao do offlcio de Vv. Ss., des-
ta data, era que participara que o vapor Paran,
chegado dos portos do norte, seguir para es do
sul amarilla as 4 horas da tarde.
DESPACHOS DA PRESIDENCIA DE 19 DE SKTKMBR0
DB 1873.-
Companhia Recife Drainage. Informand i a
thesouraria provincial, que as cuntas a que allude,
aiuda nao Ihe foram apreseutad.is, nao tem lugar
o que requer.
Felippe N ry Santiago. -Indeferido.
Theodora Maria da Conceic i. Seja posto era
libenlade.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 20 de
setembro de 1873.
O porteiro,
Sitvino A. Rodrigues
dados emjcousuino pela companhia; devendo Vmc. Jardim, da provincia do Cear,p.;l juiz municipal,
mandar ivcolhtr a dita importancia aos cofres da alirn de que V. S. mande proceder nella ai conve-
thesouraria de fazenda.
Ao commandante do presidio de Fernando
le Noronha.Tendo Concedido a Quirino Joaquim
Madaira licenca para ir a esse presidio cora a con
dico de voltar quaudo regressar o coronel Anto-
nio Gomes Leal, que para ah vai em deserapenho
de commissao; assim o communico a V. S. para
seu conhecimento.
Transmiti a V. S. para ser entregue ao sen-
tenciado Manoel Cosme, existente nesse presidio,
a certidao junta que para asse flm Joi remelda ,.
pelo presidente da provincia do Maranho com oflV- devida execuco.
co de 11 do corrente. Ao mesmo.Expeca V. S. suas ordens para
3.* secc.ao, I ser desembarcado do vapor Paran, chegado dos
Actos ; 'portos do norte, e condolido aoeu destino, aa
pro .
nieute exame, seieulifieanOo-uie do resultado, para
ser transmittidn presidencia da mesma provin-
cia, conforma soliciton em offlcio de 18 d > corren,
te sob n.
Ao mesmo. Determinando o aviso do minis-
terio da guerra, de H do corrente, que ao peda-
gogo da companhia de menores do arsenal de guer-
ra, Francisco Manoel da Rosa, se deve contar co-
mo terapo de servico aquelle em que elle exerceu
o mesmo lugar por nomeaco da presidencia des*
la provincia ; assim o .communico a V. S. para a
Conamiando Ims aranas.
CUARTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 20 DE SETEMIiil 1 DE
1873.
Ordem do dia 762.
O brigadeiro commandante das armas faz pu-
blico para conheciinento da guarnido e fins ne-
cessarios, q.ue, segundo constou de ordem do dia
da reparticao do ajudante general sob n. 957, o
ministerio da guerra appiovou por portara d 4
do mesmo mez a proposta que fez o Sr. cirurgio-
mor do exercito do Sr. cirurgiao-mr de brigada
Dr. Luiz Antonio Pimentapara seu delegado nest)
provincia, e ao Sr. cirurgiao-mr de brigada gra-
duado Dr. Jos Zacharias de Carvalho, para ser
encarrilado da enfermarla de menores do arsenal
de guerra ue Pernambuco, e do Sr. Io cirurgio,
Dr. Jos Honorio Bezerra de Menezes para servir
no hospital da mesma provincia.
Nao se actuando precnte o Sr. delegado nomea-
do, e sendo o Sr. Dr. Zacharias o mais anlige dos
officiaes do corpo de saude aqui existentes, passa-
r a exercer interinamente o lugar de delegado,
que exercido pelo cirurgiio-mr de brigada gra-
duado Dr. Fortunato Augusto da SiUa, que re-
verter para o lugar de 1* medico que antes exer-
cia no hospital militar.
O Sr. delegado interino nomear o facultativo
que no seu impedimento deve substitui-lo no en-
cargo da enfermara de menores.
Assignado.) Manoel ia Cunh* Wanderley
Lins.
Conforme. O major, Jos B. dos Santos Mer-
gulho, ajudante de orden encarregadi) do de-
talhe.
INTERIOR.
Ao director do arsenal de guerra.De or-
dem de S. Exc. o Sr. presidente da provincia, de
oiaro a V. S. em resposta ao seu offlcio de 27 do
corrente, que fica expedida a conveniente ordem
para seretn transportados a seu destino os dous cai
x6es contendo sapatos vindos da corte para Rio
Grande do Norfe.
Aa commandanle da divisan naval do 2* dii-
tricto.-OExm. Sr. presideute da provincia manda
declarar a V. S. que nesta data expede ordem
thesouraria de fazenda no sentido de ser satisfe.Ua
a sua requisicao, comida em offlcio n. 221.
2.' sfCfdo.
OlBcio :
Ao Dr. chefe de polica. De ordem de S.
Exc. o r. presidente da provincia, devqlro a V.
S. o offlcio do delegado do termo de Cimbres, a
que allude o de V. S,, de 5 do mez Ando sob n,
Rio le Janeiro
9 DR SKTKMSRO DI. 1873.
Os kitores sem duvda se iembram anda da
tn-.ii! noticia que, sob o titulo -Lksashe -', Ibes
demos ha tetnpo quando, na altura da Ponta-Ne-
gra, o paquete trance:: Bourgogne abalro u com
o patacho Feliz Unido,
Segundo as primairas versos, o paquete nao
atienden aos signaes e gritos dos- tripulantes do
patacho, e, depois do abalroameato, seguir lran-
quillamente sua devrota, abandonando os nu-
fragos.
dais larde soube-se que esta versae era inex-
acta, e que, para honra da humaniilade e da han-
de ira franceza, o procedircento, do commaodaute
do B-urgogne nao fra aquella que se dizia que,
longe de abandonar os nufragos, eapregra elle
lodos os esforeps para salva-los.
Temos agora novos pormenores, que extrahmos
de um relatorio feito em S. Viente pelo comman-
dante do Bourgogne, e que continuara a segunda
versao.
A's 8 e mea huras da noite de 12 de agosto,
achava-se o Bourg/igne pequea distancia de
Punta Negra ; o lempo eslava cobertn e havia
muito mar ; o commandante sabia de seu, cama-
role (onde fra verificar em urna caria d:is costas
do Brasil qual a distancia em que se chava o
pharul de Cabo Fro) quando ouvio o signal de
que se avsiava urna luz a estibordo, e quasi im-
mediatament percebeu que as maconas tinham
parado corren para o passadico e reconheceu
que acabava de dar-se um abalroamento. J
lendo sido dada e executada a ordem de andar
para traz, mandn o commandante atrar ao mar
boias de salvacao c cabos e tomn o commando
da manobra, emquante o seu immediato mandou
arriar os escaleres. Ao mesmo lempo acendiam-
se fogos e atiravara-so ao ar foguetes com o d-
os nufragos. Tinha-se-lhes dado roupa*. bordo,
o cada ura delles levava a quantia de 133 fran-
cos, com que havam contribuido os passageiros e
Inpolaco do Bourgogne.
Os nufragos foram apresentados ao director do
pharol de Cabo-Fro por um offlci'l do Bourgogne.
O ccraraandantu deste paquete procedeu imme-
aiatamente a inquerito sobro o triste acontecraen-
to que acabamos de nar-ar.
O offlcial Azibcrt, que eslava de quarto quando
se deu o abalroamento, sendo interrogado, disse :
que apenas o viga commtinicou que se avistava
nasa lu a estibordo. distingui-a elle, notando qu9
era de cor verde desmaiado ; inmediatamente or-
denou ao homein do leinc que carregasse para
bombordo; mas apenas coinecava a virar, quando
de repente avistou-se urna luz encarnada; entio
deu as roses de : carregar para estibordo ; parar,
andar para traz; infelizmente nio foi possivel evi-
tar o encontr. Eslavam em seus postos todos os
homens do paquete, e as ordena loram executa-
das eom promptido. Eslas declaracoes toram
confirmadas [>elo inarinbero de viga, que aceres-
centou 1er o encontr cotnecado pelos ovens do
mastro grande do patacho, que, tendo prfido este
rnasiro, passot meio subroergido, a bombordo do
paquete.
O patacho vindo de Cabo-Fro para o Rio de
Janjiro Irazia naturalmento direccJo upposta ou
um pouco obliqua do paquele, que unucas horas
antes perder de vista o pharol da Raza ; o Bii/r-
gogne ia contra o venta, o patacho, pois, tinha
vento de feioio e portento, livres todos os seus
movimentos; para lastimar que, devendo avis-
tar com antecedencia as luzes do Bourgogne, to-
inasse tao fatalmente para estibordo.
Segundo o relatorio do coramandaute do Bour-
gogne, o marinheiro Flix Jos da Costa declarou
que quando do patacho avistarara as luzes do pa-
quete, jnlgaram estar em frente da ilha Raza, e
ento carregaram pan eslibordo. Suppoa tara-
bem o mesmo commandante que o patact (se-
guindo infelizmente nm mo coslumc da pequea
cabotagem) nao irazia os seus phares accesos, e
que a luz esverdeada que a principio se avistou,
era urna luz qualqtier de que se lancon mi na
occasiao, emquanto se acendia o pharol encarna-
do, supposicao que Ihe parece confirmada pelo
facto de nao haver bordo do paquete urna s
pessea que declare ter vislo no pataeh os dous
phares determinados nos regulamentos.
Os passageiros do Bourgogne assignaram urna
derlaracao em que reconhecem que o commandan-
te desla paquete fez tudo quamo era humanamen-
te possivel para salvar os desgranados passageiros
da Feliz Uniao, abandonando o lugar do sinislro
s depois de perdidas todes as esperanzas.
10 -
Na cmara dos dopfitados, hontem, o Sr. Cruz
Machado, depois da leitira do expediente, obten-
do a patarra, leu o seguinte discurso que elle na
qualidadi' de relator da commissao nomeada pela
cmara, pronunciou perante S M o Imperad>r no
dia 7 de setembro, anniversario da independen-
cia do imperio .-
Senlior.Completan) se boje 51 annos que o
augusto pai de V. M. Imperial nos campos doYpi-
ranga soltou o lirado da independencia.
t Esse bradj fibrou electrcamen'.e em todos os
eoraoftes, porque traduzia a aspracao de nm gran-
de povo, o qual, inspirndose na gratido e altas
conveniencias polticas, vendo n> here o predes-
tinado.da Providencia para reger-lhe os deslinos,
symbolisar sua ttniao e magestade, unnime e
accianiou -Imperador do Brasil.
Mais urna vez o sol da independencia Ilumi-
na o im erio de Santa Cruz, alistad pelo genio
do magnnimo principe entre as nafBes cmh'sa-
das d > globo.
a A luz esplendida desie anniversario, que rc-
eorda as tradieefes mais gloriosas, e firma as
mais gratas esperancas di Brasil, reverbera, se-
nhor, profusamente sobre o throno de V. M. Im-
perial, hoje que, pela constancia dos esforeps e
pela sabedoria do patriotismo de V. M. Imperial
eslao amplamerrte rasgados os horizontes do fu-
turo, e consolidadas as bases da grandeza na-
cional.
o E' por isso, senhor, que a naci cheia de ju-
bilo todos os annos consagra este dia para agra-
decer Divina Providencia 0> ter alliado a sorte
de seus destinos estrella fulgurante da dynastia
de Vossa Magestade, penhor seguro da paz, da
ordem e da civilisacao o Brasil.
o A cmara dos debutados, interprete fiel da
nacd, nao poda dexar d .andar a V. M. Impe-
rial, augusta personificacao do estado, como seu
prmeiro representante e defensor perpetuo, nes-
te dia, em que tanto se sohmraisa a fndaco do
imperio, recordando as gloras do augusto pai de
Vossa Magestade como as3gnalan>se os feitos
com que Vossa Magestade tem Ilustrado a histo-
ria, completando a obra da nossa emancipado.
E ueste proposito a caroara dos depulados nos.
neambio de vir ante o throno de- Vossa Magesta-
de manifestar p fervor com que- se dirige ao eo>
para que felicite a. augusta familia imperial, e dai-
mais urna solemne prova de amor e firme adhe -
sao a V. M. Imperial no grande dia da indepen~
deacia da patria.
S'ia Magestade dignou-se responder nos segua-
les termos :
o Associo-me cheio de-jubilo as congratulares
da cmara dos depulados.
Approvon depois a e-amara em 3' discussao o
projncto n. 460 deste- anno. dando aos vapores da
companhia de navegaeo Paulista o privilegio de
que goaam os paquetes, eom diversas emendas.
Em 2- e 3- discussao o projecto n. &10 de 1873,
que autorisa o hospital da Misericordia da cidade
de Campias a aceitar quaerquer legados ou doa-
cSes de bens, eonrertendo-*, pora, em apolices
da divida publica inlransferiveis.
Em 2* dita o projecto deste anno n. 480, que
abre ao governo um crdito de 600000* para se-
ren) applicados collocaco de phares em varios
pontos da costa do imperio, e bem assim as se-
gralos emendas:
Fica o governo autorisado a despender a quan-
tia precisa cora ura pharol na ilha dos Franceses,
situada na costa da provincia do Espirito Santo.
Heleodoro Silva. *
*t Ao artigo nico do projecto accreacente-se
e no lugar mais conveniente na entrada da barra
po Um de i luminar o spaco e de inspirar espe
raneas aos naufragas. Dous escaleres que foram de S. Seasao, dolada do sul na provincia de S.
arriados, percorreram durante algum tempo os Paulo.JtodrM Sika.-Lope* Chaves.
arredores do paquete sem que descobnssem vest-'] Ao artigo nico i Depois das palavras-ilha
gio algum. Entio ordenou o commandante que q, flo Arvoredo accrescente-se e na ilha
deS.
vapor seguiste vigorosamente na dir scao de esli-
bordo. Grabas a esta manobra encontr#ram*se
os destrojos do patecho; pouco rtecpos oavlrara-se
gritos no mar, na direo-ao ^j vento ; e ura escalr
das, consagujq
horneps e um ci ; o, homens eram os'tripolan
m iL1"^'* l'n'3' Pt,ix ,09* da Cwte e Ma-
noel Sort'.'uha e o nassageiro Joaquim Venancio
Bc'aa; eslavam extenuados, mas reoeberam
Joao, na costa da provincia do Maran'iao.-A. O.
Gomes de Castro. F. J. Carioso Jnior. Mello.
Em 3* dita, depois de -ar o -r. DuqueiEstra-
da Teixeira, o projecto n. W5 A de If 73, que con-
de novo lamjado, i, ondas, eqtao muito encapella- cede fabrica de lecidos e a*o, de Antonio Va,
levar para bordo do paquete tres lentim da Silva. Barroca, Isaogao C
importacSq, com as seguinti emenuaa
% Artigo nico. Fioa o *" : -.
Ll" ^^i^.V^^os desuado}* fa-
I

!
'


.-


2
i Ditto B*i'?emambuco
S

la, wtabelerda na freguezia do Mwtelr) Graso
e> provins davinas Gente.
Sala da? sssGw, 9 do setembro de 18?.-
tgnach MarHM'fruz tkKhado. ai Itnke t-nu
jm.
m lgnnl favor, eej lodo o Imperio, As emprezas
oae se destinar a industria do tecer al(todo;
nio podenn, potro, esta conceaso exceder ao
prar-'i de dez afino. Joo Mendtt. tiuque Estra-
da Teixeira. ty. Campos de Mediros. IgHscia
Martin*. \
Artigo. Igual Iscncio le reiUf para todos
i materiaes nceossarios constrocefo do un
rhafariz na piara jo Conde d"iu (antigiuiieute da
fta-YisUi), na cidado dameife, ern Pernambuco,
devendo ser restituidos oa$n3 tm sido pagos pe
los uc j f. raa importante.
Paco da.cmara das deptitadus, 9 do tetcm-
tero de l8W.-Dr.'CaaajKis til Itedexras.
* A assembla geni resol ve :
ier isen.ao de diferios do itnportaeio a todas as
achinas e acce^orios destinados a fabrica de le-
ciui o IUiao da soeie.laUo taduSlria Machadense,
approvala noraecre-i do ti de maio do I87i, fi-
nando o gocrtw a qimritidade e qualidade dos
objectos isentes.
Art i* Ftcam revocadas as dspoMcoes em
contrario.
Sala das coinmissoM, em 7 da agosto de Wl.
Cruz Machado. Sv.zn Lefio.
t Acci-escoMo-sc nndecoubcr :
a lgn*l iscnco Wz dircitos sobre materias pd-
mas ii maclimisms da fabrica di! camisas de Ma
noel KesMas fco'Barros & C, estabeleeida na ea-
|)ital da Baha, -'f.v.napio Deir.
Igual 'avr a empnwm de navegapao fluvial a
vapor do rinUtapcinirim, na provincia do Espiri-
ta anio, para todo o material eotieernente a dita
empresa. -f>r.:iielcodoro Silv >. >
nt' rfita e projesto n. 486 de 187.1, que igna-
a os vencimrntos dos p imeros o segndose*
rripturatios da directora das obras da amara
nanicipal fci certa aos [irimeiros e seguidos n/Ii-
res d; swetana da mesma cmara.
Em atgni la, continuando a t' disousso do pro
jeett n. 352 de 1873, acerca dos eleiiores da pa
reeaia-iie S..ula Cathaniia, do V distrieto da pro-
vincia de Muas, e nao havondo nenhuin orador
Oertpoa-Wttejtoii acamante ** tnica da emenda do nado prepo-icao que au-
trtsa RlKinoa de juros s oomp.v.iinascnCit>*
4-adas Aa const cueca de vas frreas. .
K-Iraiam os Srs. Eufiazio Corren, tntaratro d
griculmra e Antonio Prado.
Encerrada discussao a requermento do Sr.
Gusmio Lobo, i'orara adoptadas as emendas e re-
luellidas commMo le redareio.
Pur utiino tratou-se do seguinte requorrmento,
para cuja discussao foi vencida urgencia no prin-
cipio dn'fesso.
t HeqdMro que esta augusta trinara c!cj nina
eommisso especial dectMCo 4e feos mombris,
quo estabeleca itm inqneri sobro o estado de
nossa agricultura, c indique os meios que devem
ser omprcgadns para promover o sen desenvolv-
ment e propresso.
Sala'du sosses, li de selembro de 87j\-
Duque E-trada Teixeira.
Orramos Srs. Duque Esfiad.\Te[xeiraConria,
ud a dis-
feira 22 lo Setembro de 18a
inscripto, liesa a dita dMrOaaio eneorraJa, por laina niaior o .lo? merlos eferitos que Bea>m no
nao tivor numen legal para votar-se.
Bepois oceupoQ-w a cmara coma |" discus
*o do projecto n. 518 de 187.J, que manda que
-ualieos da extincta irmandade da Misericordia de
Jtadamoiangaba fai.am liarle do patrimonio da c-
mara municipal des>a ciliado.
Omu u Sr. Jofio Mendi's, licand) a MmiHn
sa fiada.
Foi apr^sciiiado o si-gmnle requerimento :
t. pieiro que. ouviau o govern i sobre o pro-
jecti ii. 518 de IIS73, ie|a ludo submottido ao es
s*ido ii parecer las emnmissdes reunidas de wns-
-litui\-;Vi. a'semlilas pr ivinciacs. camarts mnnini-
pa* o jui:.-1 civil. -Jo.m M'tdes.
l'.ir iHi.u.i traten, etn I* discussao, do projecto
a. 433, dflsn aun i, quo autorisa a cr^agao do um
ilKviin.' nuriiial nesta capital.
0ara:n os Sis. Mariinlio Campos o r.ordosa de
Mrne -. lii-.ui li taaibr.'iii a discussao adiada.
ti
Hortera, a cam.ua' dis dejnta ios, aps a leiluru
do exuedirot", appwvua as duas sii'unit-s reda :-
/>-. cuja iiiiprc.-sao fui artes dispensnaa, a re-
q^criiiiento Jo Sr. Campos de Mciliiros:
A ass'-iilila geral rcsulve :
Art. I." E' antorisadn o soverno para ronce-
dr ais va;inns da Conpanhi.i 3e Xavegofio Pan-
(i-t i para qualqner porto de imperio, o privilegio
de quo goaaoi os piquetes a vapir.
Ait. 2." Pieam revqgadas as disposieoes cin
roatrario.
Sala da- euumi sities, em 0 do satembro d
1873. Cunlm Qvtmt Jiinior. Ruad e
Agui-iv >
A assemlil.i geni resolve :
Art. t. E' autorisado o governo para conce-
der C'impanbia de Satgafao a Vapor C.ilbari-
neiHc por espaco d?i 1.1 aauos, a subven ai de
12: Art. 2." Picara revogadas as dis -os uontrario.
S*ia das conimissoos, em 10 de setenara do
873. Cuiilt'i Figurina Jnior. Fnuslo de
Aguiar.n
Appi uvoj tambem em I* iJBODSSo o projecto n.
5i de 1873, que man la portencer ao collcgio da
dade da :!irMiiia, do 3-' districlo de Muas, os
eletup's das parecidas de Sama Calharina e Virgi-
nia, cui i. segoiute addrtivo:
a Art. Io Pisa creado um collcgio eleitorai no
municipio de S. Jos do Parte, composto dos
elciti.ics das freguoaas do-mesmo muniripio.
'rt. 2' Este coileajo ar parle do ;> districto
de Muas (cracs.
Sala da< sessSes, 29 de agosto de 1873.- Bal-
*H'> Ji i'i:u!i-i.a
Oeeiipou-se depok a eamira coni a discussao
nica i< erimnilas d i senado (shas proposiro
da cmara d- 15 de maio deste aun-), que regula
oresgato das notas des ancos dacirculayiloe pro-
roya a dura.au do bsico do Rrasil, sob determi-
nada- condivocs.
Oraram os Sis. RUuupIo Deir, Martinho Cam-
poa, presdanle do coimelbo, Duque-Estrada ?Tei-
xcira. Rodriga Sihra, Pereica, da Silva, sendo ap-
jprovada< as ditas fioondas
Pui a^resentada a iifuiole declararan de y^la :
Dechrf que v..tei coutra as emenJas do sena-
do, ubre o projecto roucedendo favores ao banco
.<;> Iirasil, issiui como anteriormente bavia volado
contra o inejiuo projer1..). -Jorio iienJes de Al-
-tmeido.
Leandro Betorra o Hndrjgo Sdvn, (ka
cussi adiada.
Em presensja de Sna Magestade o Imperador o
de numerosas pesafta^ convidadas, rcalisos-so hon-
t"m, s !l "oras da manha a inaugurac*o da fa-
bica do camas de lotidos elsticos-defama,e aio-
teitias de ptdhinha metlica pelos Srs. Dr. Joseph
Spyer e Morris N. Kobn.
O Sr. Spyer expz o mosirou orticamente o
n'"do como' se fabriram os colcties-elaslieos, gra-
bas ao emiuego de molas de rame cm opirtl. O
machinismo do que elle so servio ento oi fcito
em casa da viuva llaryjeavcs & C
Dopois da taoguracao foi offerecido un cope
d'agiw aos Benvidados
- 13 -
G paqoe franec Pu-irde, da liona do Mar-elha.
Imane nos lumtem fulhas do Rio da Prata at d*
corrente.
A< noticias te Entre-Ri.is referem duas victo-
rias importantes alcanzadas pelas armas lgaos.
Oma coliiinna expedicioiteria, saluda da cifiade do
Paran, bateu cumplelamento o exordio ferdanis-
ta, chimado do oilo, coinmaiidado por fjsiva, quo
lunio sc.uido apenas do uns 3d bomens, deiaando
em poder das (breas do governo a artilharia, gado,
cavalhaih e grande numero do prisionciros, sendo
jridos
nacional, c Qnalmeuto :ftfaJOrtlQ ftffe ~Ftoitt9 : "Aguitir.-A? os fus exercicioj do 3 4-1874 o 18T
1B#5 sao outrns tMitos^titulos, que vos ro-
te 0 e. toneiitu Marinos da
dcscoitjliudy ^o cr.tetlo. assumio a jn-
rts-iiecao n i,.oolo do l do corrate, den
as .providuucls* para a prisao do.afcassino,"
que pvaaiQ-siK o de-cobrimetito 'tl.v., se-
pultura. Da sua acttvidade e enorgia espe-
ra-seque esta mbnstro seja preso. sobresahindo a nafonn Iftitoral," sob
.< O nssaasiao ireonheciao peid nomb 4% qual u*a romnfiisno 4 icial desta casa
Jonquirt fjtdlo, Ham termo (fe beca vivar frofec.uni tu.-ninoaortmr.
assig.iado no eartorio da delegacia. Era presenta .fc rapo iboco, que
illios, todos mmioresOpjicabo dn faxer, fcil te coatwcer-s qu
^ VlllHHllf*.
MtJ 'i.iv. >
E
cotnuiendnm grati lojiacional.
Existna pendentes..outros inuitos as-
sutupies de intersse pblico e particular
a i HBawnfjar
campo de balalha.
Quasi a.) me-Hiio tompo o general Ved i a eom o
Mu exerettn de-correntinos alcancava em Imita
Muerta as pracas rebeldes do O.'ampos, e dc>tro-
Cava-as aps porfiada peleja, dorante a qual se
rouniram a este ultimo Querencio Lexano < ou
tros chefes jordamstas. ma.-> somonte para part;ri-
parem da derrota. Em consequoocia disto ac-
ccoscei;tiii as noticias, Lope* Jordn, embrenha
rae iias matas, fugmlo na direccao do Caale-
guay.
Silirc a mar?em do Drngnav nnaaoi sido refor-
ca los a Conrar lia c a Conceicao, 6 o exereito le-
gal do general Borges acossava os lebeldes. lies-
Uva ajrora ver se nem coni todos estes triuniphos
se abafava a rebelliio de Entre Itios.
b.i provincia de S. Lu? noliciava e nova inva-
sao dos indios, que j se ium retirando impune-
inenio enn a sua presai ,
O presi lente Sarmiento mandou ao congresso
nna raensagert. contestando llie u direito de exi-
gir que os ministros comparecam pessoalmente
pora- responder i inlerpellaea-i, o de insistir era
oiter mais informagoKs do que o governo j ha-
cia ministrado por esciipto sobre o estado das
provincias e causas quo haviam prolongado a
guerra civrl de Entre-los.
C-miinn-iva o processo contra os raos Guerri
por tentativa de assassinato do presidente da re-
puwlica. Unaauaiyse eliiraica reyelou a i-xislen-
,i.i de sublimado cuiiosiv i as balas que Ibes fo-
ram adiadas, e do sulfato de i-lrielmina as lami-
nas dos puilnes de que estavaol armados.
Tinliam sido |iresos em Rueos-Avies alguns
agentes de l^opez Jordn .munidos de.dLberu,
cartas e instrucQudS para compra de arma-
mento.
sondo 5.da assassin-ida, eom quein sou
oni segundas nupcias.
Pnlleceram: na capital o brasileiro
Bdopvo Joao Antonio Pereira, ein'Oam-
pinas o lavrador Trudente do Franca Ca-
Ittargi). -
Noticia o Echo Bananalense le 30 do
passado :
!1a noo do 28 do crreme. pela"s~7lloras,
ovadio-se dacadeia rlsta cidado, o acCusa-
do tcnenb:'JustiniHanode Paulbamos, que
iinha de responder ao jury quo estafa lanc-
cioaanilo ; para esse tim disiar;ou-so. coro
urnas barbas posticas c oculos, o do bra$o
cntn o pa.li-e Bretern Forrmra dftSovta Ew-
6a passo-i pola guarda. Desconfiando esta,
oMlm-ao oncaloo e conseguio pivnflo-lo
pequea distancia, vadindo-ao o .padre
rotoro montado mn um cavilo auUedo
enllocado no canto da ra do Cowmer-
cio.
BIO DE JANKtll.
Na sessn do 9 lo corrento, de sena-
do, o Sr. ntarquez deSapucahy, obteado a
pal.ivra pida ordem declara que a deputa-
(;ao eiicarregada de felicitara S. M. Impo-
dor no dia 7 do corronte, atniiversario da in-
dependencia do imperio, cuiaprira a sua
misso, pronunciando etfe orador da mesma
deputago o seguite discurso :
Senlior. <> aiuiiversiirio domeruque
foi roalis.ido o frito wrais importante e glo-
rioso que onnobrece as paginas da historia
patria, o iiinivcrsario natalicio da naro,
la c riquer accara^ao
Pfrin|pi(Jllllvo^ agora
ser infundada toda t
do esteridade do
cm seu ferino. '
Reaa-raeain^sewitores, cumprir nm
triste dever, em Waeb ao pssamento de
dous muito distinctos eoilgjs nouos, os
Srs. Honorio ..Earaeiro fce4o Joan do Rio-Claro, herdeiros de gloriosas
trarcIJes, eHs as cnnsBPvarao em toda sna
integrid*le. e pureza. (Apoiados.) Neste
momento honremos a memoria dos inesmos.
consignando um voto do profunda saudade,
c recpnhecendo quo bem mereceram do paiz
(Apoiados, muito bem.)
LUimnintoite, soAhoras, depois dos
nossns trabalios parlamentares tomos de
rogressar is nnssas provincias. Aqui, na
quulidadu de uuiii laiarios da nar;ao, pres-
tamos o servidos quo a nossa |iosii;o as-
signalava e proscrevin^ m8is tarde, na pro-
vincia, no municipio e na freguezia, tereoios
de prestar outros, de or leru diversa ver-
dade, mas de siimma importancia e valor e
aos quae o paiz tcm indisputavel diicito,
eom o nosso exemplo de moderar;o o jus-
tica para eom todos, respeito e obediencia
s leis, dedicaco e Hdelitiado s itistituifes
juradas, corn a nossa palavra, quitado fr
mistr, profligando as doutrinas perigosas,
a criminosa propaganda que surge contra as
instituices, quaudo estas constiluem o
symbolo da allianca entren ordem e a li-
bordado, e sao o mais seguro penhor de
engrandecimento e prosperidado deste paiz,
As filhas de Moni'vil.) ipenas Irazem noticias
de interesse local.
DIuOTirEi.V^sOuu
Consta nos que os Sr. gnarda-mr e 2o eom-
mandanu.' da eomnaaliia fies guardas da companbia
dos guardas da alfandega .^iprebendwam h ntem,
em poder de um paasageiro do paquete flio-GraA
4e, procedente de Bordeo, divorsas jeias e iiri-
llunte lapidados, avallado* sam mais de 30:000.
- li -
A Minara dos epatados approvou Jwntem, de-
pois do expediente, diversas redaccoes j. publica-
das e <; seguite requerimenle :
Jlequeremis quee crasigne na acta a satis-
-: Cacao.-ciii que acamara soube que no na 5 do
corrate liona coinecadu a couimunicaco telegra-
phica e:re os capitaes das provincias doi'ar e
Peniambuco
* Paco da cmara dos Reputados, li deaetom-
>ro de 1873. Munoel Frtmcisco Ctrreia. F. L. de
Giumao Ubo.-F. J. Cu-dos Jutior.Vr. C m-
fies rUtdtirax.- Pinti (te Campas.Theadmo da
itU't.lhtiunda Caralctn. kvetss tie&riques.
-tamex.thi /muralWilkeus de Mutlos. -Stytttfi-
ra ilendes.F-iuslo de iutu-.
Em s.'!jui>ia f iram nomeados para a deputacao
ipe ;eni de pedir a S. M. o Imperador a designa-
> do din, Iwra e lagar do enccrranwnto da *c
tual so-sao legislativa os Srs. Cerreia, Sobral Pinte,
'.arlo* da Luz, Bl de Carvalb', Foruu, Menezes
l'.-ado,i)!ive;ra Borges, Freitas Henriques, Cueiho
de MMteidi, Tkuia da io^ha, Salathiel, Ignacio
Manms, Paulino N'oguera, Mirauda Usorio, Car-
eiro da Cunha, ,Leal de Jdenez-a, Cunl Leito,
flaamo l^ib i. Mello Rogo. Hollanda CavaJcante,
Elias de AJoquiirque, fiellino Cintra, Cardoco J-
nior e Ck'tjo Danta?.
Depois U wjgiatla a urgeneia pedida pelo Sr.
Ploreaeio de Abreu para fundamentar o sguinte
requcriiiienio.:
RECIPE, 22 DE SKTEMBRO DE 1773.
Aloiiciaa do mu! lo jupero.
Chognu hontem s 9 horas da manh o
vapor brasileiro Bahio, tr zendo dalas : do
Rio da Prata C, de S. I'aulo 10 da Rio de Ja-
neiro.14, do Espirito Santo 8, da Babia 18,
0 das Alagoas 20 do corrente.
Alem do que damos sob as rubricas Par-
te oflicial e Interior, encontramos nos jor-
naes o que seguo.
s. PACI.O.
Hnvia ebegado a Santos, no da 6,
procedente dtfCardiff, a barca i ag eza //k^/i
Furtescue coro o primeiro cerregnineulo de
730 toneladas de trilhos para a estrada de
ferro Soroca liana.
Por urna carta que vimos, diz o Cr-
relo Paulistano de 10, escripia de S. Jo
dos Campos, sabemos que no dia 7 do cor-
rento deviam ser inaugurados os trabalhos
da estrada de ferro do Norte no municipio
Caeapava, apromplando-se grandes festejos
para esso. da.
A cmara municipal poz-so testa do
movimento do regosijo p polar, e expedio
convites para pessoas lo municipio e das
cidades vizinhas, pedindo o comparecimento
dolas para-o acto solemne da inaugurarlo
ras da tarde do citado dia, sendo servrlo
depois um sumptuoso jantar, na casa doSr.
ccmmendador Joo Lopes Moreira, e termi-
nando a festa por um esplendido baile.
Refere o iPaulita que o Crrelo de
TtuiiU ia intesromper a sua pubhcaco.
Em Pindamonhngaba, por occasio da
trasladacao-deuwn im;.gemdeS. Luiz.de-
ra-se um grave conflicto entre duas oorpo-
ra^oes n.usicaes, gue perturbara escanilalo-
sameato o acto religioso quo entao se pra-
ticava. e que a muito custo fdra acalmado
pelo vtgario e por outras pessoas. Varios
msicos licaram contusos.
* Reqii'iro ijue se peca eom urgencia ao gn/er-
a, p >r intermedio do Sr. minstro da fazenda, *6d
<)!a do aviso dirigido prudencia da provmcii
de S. Pedro do su/, mandaado entregar ao Ufe
fhomaz Lniireneo Carvalho de Campos e ootran
os terrenos (b> dominio d estado, sitos ra dos
Voluntarios da Calila, na capital da mella proaia-
cia, bem eom i da representado cmara municipal dirigi ao governo imperial a
doa documentos qneaaeomMnharam.
Rila das sessoes, m 11 de setembro de^lS?.?.
Flurenein di Abreu.'
At*pr rvou am la a cmara:
Em ter-cerra dlscuvw a p-ojeoio n. 52 -deste
kno. !|ue manda perlencer ao edtlegto da hri-li-
na, i> lerceiroditrieto eteitoral da [irovlacia de
Minas, OS eVtojft* las parqctiiai da Santa Calba-
rma Virginia, cmjunrtamiaMa Nm o aditivo do
>r Balbino .la Cinha, creamloaid vdiegio eleito-
ral no manosi*) He S. Jos lo Puraizo, cmnpost
dus el"i*>r- das frf gnewas Jo mesmo municipio.
Em :i.' diti o projeeti) n. t*0 A. de IW:j, quo
concede aog.Mrenw un erahtode 600:0jO para
seren arqilical-js ;oU icaeo de pjiares o ova-
rios poolM , coi'n as^eguJnte
Hiendas :
a Imo o governo ijualijh'tle aulofad a f*zer
* d*>i--za bi>cisa eom a a*jnuracge d um pha
rtd ea b-Hfti .b-s. nanao, na laga Ajs faips. pr -
Woe. i de S. Pedro d* MiH-Ura>ide do Snl. -Flures.
-*oaeio de Abreu.-Br.ique. S-lveira Mar-
t nrr^rovo MW) ampedp -o arpiecio n. 'jSO A.
ait \'' *!r Hrl,,?do,r* Sdva^ r^i.iu para
ira d i* deputs'
leoibro i tSM, A)T. Ca MedeTrds.
L-se uo Jorn 4 do Pooo de (uarotiu-
guet :
Ha 15 dias poueo mais ou meaos, foi
encontrada perdida no mato, duas leguas
8lein do Parahyba. quasi nua eom as unhas
eatraorJinariamento crescidas e em deplo-
.ravel oigreza, una nmlher do cor parda,
cun 35 anuos do idade, quo diz ser dos
I'inheiros.
Levada presenca do digtn dalegaao
de polica desta-cidado, capilo Cruz Velloso,
veritieou-se que ella padeoe do juizo, nao
s pelo que j ai dito, como, pelas res-
/postas lcseneonlradas que data, drzntdp
ora Cbatnar-s Carolina, ora Angelina.
Depois do prestados infeliz pelo dig-
no delegado os soocorros que recl.-nnava o
seu estado mtsifravel, fui Hla posta em cus-
todia na caJei ile^ta < da le.
Haviam sik) abortas uo dia 20 do
passado aafiiopostas para a constuuccao da
poinVda celflpiibia Sluzyann sobre o rio
Atibaia, e preferida a do 'engetoifo A.
Dias dos Sautos.
Refere o Ypanema* de 6 :
Joaqtim Antnnes Soares de Ofiveira,
morador rio bairro do Iliiiga, assassinou,
no dia 28 d passado mez, eom bordoa las
e urna lacada no peito, do lado esqnerJo,
a sua mulher Emiliana de tal. qoe, alm de
estar amamentarjijo u'rn.a .frapca.'dn li rrle-
zes, eLiva gravlja. O malvado "sepltiiu-
e, en [(articular, pelo concurso do circums-
tancins especiaes, sem duvida. fausiissimo a
V. M. Iinoerial.
> Esse, dia, anciosamento desejado, que
separando-nos da metropole ligou-nos mais
estreitamente aos nterosses dos povos do
novo mundo, esse dia precursor do magos-
toso roohuineiito de sabedoria, onde fu rain
Iwbihnenle laucadas as solidas bases da
n.,sa prnsperidade, modifican lo-se a libi r-
dade americana eom as vmtagens da mo-
narchia constitucional, o dia 7 de setembro
de 18 2, Senhor, nao teria raiado to lim
po e.to sereno no esplendido co da Brasil,
escapo dos remoinhos que tm agitado os
estados nossos conterrneos, se aos osforcos
patriticos dos Brasileiros nao so tivessem
assoeiailo volitada firme, acQio polerosa
de um priheipe philosopbo, c amigo e amado
dos povos.
JVilUo dnsso principe inaguanlmo, do
here fundador da moiiarcbia, vio V. M.
[naperial despotar a aurora de sua preciosa
vida na torra de Santa Cruz, e, por nossa
ventura empunba o sceptro de ouro desta
regido nbenroada.
Assim que por triplicado titulo cabe a
V. 31. Imperial o maior quinlio de jubilo
nos aci lamaooes unisonas que prorompein
espontameas do regosijo sem par deste dia
afortunado.
0 senado, seubor, em occa,sao t&o so-
lemne, ajuiUa sua voz ao J)raJo universal,
e, depois de vender gracas ao supremo da-
dor de tolos o; bous, tem a honra de tra-
zer ante o llirono cordiaes o respeitosas
congralulagoes, eom os protestos j muit. vezes repetidos de lealdado e adbeso s ins
tituicoesjuradas, ; sagrada pessoa de V. M.
Imperial, augusta familia, e imperial dy-
nastia.
S. M. Imperial respondeu: Associo-me
cheio de jubilo s congratulaces do senado
0 Sr. presi lento declara que a resposta
do S. M. o Imperador recebida eom muito
especial agrado.
Na soss.io de 13 do corronte, da c-
mara dos deputados, oSr. presidente pro-
nuncia-so nos segu ules termos :
liltimando-se boje os nossos trabalbos,
e, antes que nos separemos, permitti, senho-
res, que deste lugar anda vos dirija algumas
palavras do reeonhecimonto, assim pea ele-
vada honra quo me conferales, como
pelo auxilio e cooperario que rae prestastes
para o desempenho de tfio honrosa mis-
sao.
Successivamente re ebi inequvocas e
numorosas provas de vossa bondade e gene-
rosidade para comigo. Acoitai, portanto, a
mais franca e a mais sincera manifestaco
do seiiliinento de gratidao, que neste mo-
mento 'solemne acta sobro mim, pudendo
as^-gurar-vos que esta poca de minha vida
poltica, para mim a mais gloriosa, ser re-
cordada sempre eom intima satisfagao, por-
que aprecio no meis aRo grao a confianza
que vos merec, a importancia e a grandeza
do mandato que nao confiaste^.
Envidei todas as minhas'forcas para sa-
1sfaze-.lo de um modo digno de vos, sendo
corto que nunca faltaram-me a vossa coopj-
rai.o luzes, de sorte que a hpnra da exe-
cucotola vossa, o nao minha. Eu o
confesso eom jubilo ; porque nao rae con-
siderei nunca na altura de urna tal posi^o,
e merecedor de tantas provas de bondade de
vossa parte. (Nao apoiados.)
O Sr. Correa:E' modestia de V.
Exc.
OSr.Giismdo Lobo V. Exc. o mere-
ca eom os mais justos ttulos.
O Sr presidente:Agradece aos no-
bres deputados tanta bondade. Senbo-es, a
par tU meus sinceros votos de reconheoi-
nento, acuftai as mirihas alicita^oes pelos,
iinport^ntps trabalbos que se levram a e-
foilo nojierwMloqiiu hoje.fiada, muitos
dos quaos fortn j traduaidos Entre e9Sestflafh9#diBsacam-sealguna
de maior alcance, e vantagens incoiiU-sta-
veis para o p^tz. A nlfjfma. da.guarda na-
cnuui, a creacao de nais sete relacoes uo
A asenjbi.1 jpjral, rjue por decuplo de 10 do
corrale, foi prorogada ate lo, derla erteerrar seu
tralialhos uo da inmediato ao da auliida do vapor
Bahii.
So dia 9 do corrente fi iuslallada, a sesBao
d assembla provincial de Rio de Janeiro.
Bis as noticias commercias da ultima data:
t Nao l.euve alteraco no mercado de cambio,
que se ceoservon poueo activu sobre Londres a
d. papel bancarw, 26 1/8 o 96 t/' d. particular
e tovo moviminto importaate sebre Fraafla a 36o
e 301 rs.por fr .neo.
De soberaiios negockni-se um lote ioeignifi.
canto a 94390 a dinheiro.
As apolices geraes de 6 / conservaram-se
ponco activas, mas regularmente firnies a I:0t3>
e 1:0(>< a dinheiro.
t 0 mercado de accSes esleve boje meaos acti-
vo do que hontem. ;\as transaccoes realisadas re-
toiaram os segmiues precos: Bae do Brasil
tMt por accao a diuheiro ; R.mco Industrial e
Hercantil Si j; Banco Commercial do Pernambuco
2i ; Banco Nacional SI#.',00; Companbia loco-
motora ii0, a dinheiro; Companhia das minas
de Caeapava 1004 pagamento e trausforeocia
em maree.
t As vendade caf clfcetuadashoje loram iu-
siguillcantes as de assucar regulares para con-
sumo.
a Bealisou-sc o stimo leilao de caf da com-
panhia Uniao Agrcola. Vendeu-se a- lii3')0 um
lote de 2,040 saceos, composto de 14 saceos lava-
do, a2'i supejor, 706 1' boa; 733 1' regular e 1*
ordinaria e S6-'t segundas.
Desde o dia o do corrente at hoje vende-
rain-se 3i,30i saceos, OcauJo cm ser hoje cerca
de UO.UuO saceos
Colamos por 1 arroba:
a Lavado 10470.) a 12iO00
t Superior e fino 114600 a 114900
se^riff.-Be^to^s da Silva.
2* dito. ,01viupo ^:lv,4MpleiUi.)
t Tlicsottrslro. Fraicifco Nevos da Ilixlw.
(reelolto.)
ArchWlan.-'Jos Rodrtsoos Soares torrar*.
Viijaas. -Antonio Jus da Fnaseea e Franca-
coTeixeira Cezimbra.
t Coin uisso de c-mtas. i
Antonio TVirreira de RezeaJ'. Luz Tarquinio
dos Santos, Guilherme* H rges de Castro. >
O camiio regnlata nobraCondres 26 l>8 d.
''dLAiioaa
Nada occerreu dlgii > de licnco.
1' boa
1'regular
l'orduuria
2* b<>a
2" ordinaria
iinpro bem vin lo para todos os Brasileros, quer no presente, quer. no futuro. (Muito
bem, muito bem.) Varios Srs deputados
v!o ctimprimentar, ao Sr. presidente.
I'or essa cmara foram remettidos
sanecao imperial os dous seguintes projectos
de 'ei :
A assembla geral resolve:
Art. 1. A proporeo marcada no
3." do art. 1. da le do 22 de agosto de
1860 para o resgate das notas dos bancos
de circulacao, fiea reduzida a i 1/2 -/0
annuaes. sondo esta disp >sigo applicavel ao
banco do Brasil de conformidade eom as
disposieoes tiesta lei.
Art. 2." O governo fiea outorisado
para prorogar por mais quatorrze annos a
duraco do banco do Brasil, sondo este
ohrigado a empregar o capital de sua car-
teira 4iypothecaria, que nao ser menor do
2,9()0:0.;05000 em emprestiin-.s lavoura
effoctuados nos termos desta iui, denlro do
prazo que lbe for marcailopelo inostno go-
verno, e a estender o cireulode suns transac-
(;es bypothecarias alem do designado nos
acluaes estatutos.
Fiado esto prazo o resgale annual das
notas do banco, ser elevado a 8 0/0 sobre a
differenca entre o capital de 25,000:000?;
o a somma effectivainente empregada nos
emprestimos lavoura.
l. O banco oo Brasil, dcduzido o
valor representado por ttulos em liquida-
cao na sua repacticao do bjpotliecas, preon-
cher o capilal que lbe fixado por esta
le, como fundo exclusivo da mesma repar-
tigao, separando de sua carteira comincrcial
para a hrpothecaria urna somma igual em
apolicos da divida publica, ou moeda cor-
rete.
E do mesmo modo preencher ual-
quor desfalque que occorrer no referido ca-
pital depois do convertido em emprestimos
liypotbecarios.
2. banco do Brasil em sua
secgao bypothecaria nao poder nos em-
prestuius feitis lavoura exigir juro su-
perior a 6 0/0 ao auno, nem amortisaco
annual maior do 5 0/0 calculada sobre o
total da divida primitiva ; os juros c amor-
tisaco sero pagos por semestres ven-
eiikis.
3." Os emprestimos realisados neto
banco do Brasil antes da data desla le, sob
garanta do bypotheca de estabolecimentos
agrcolas, ficatn sujeitos disposigo do
paragrapho antecedente.
4. No resgate de suas notas o banco
do Brasil dar preferencia s que restarem
das caixas filiaos de Pernambuco, Bahia,
Maranhn e Para.
5.* Rec sando o banco do Brasil
acceder a qualquer das disposiges dos
parngraphos antecedentes, o governo fixar
a quota annual do resgate de suas notas no
mximo do art. 1. 6.' da le do 12 de
setembro de 1866.
Art. 3.' Fcam revogadas as disposi-
ges era contrario.
it-200 a U4'HX)
107'-> a 10*900
10*200 a K),ioo
94400 a 9*600
9*000 a 9*200
Apenas se ietou hoje um navio para carre-
ga: caf eom destino > Lisboa a ordem a 40 s. e S
/ de capa.
A aifandegad corle reuilcu do I a 11 do
corrente 1,303:108*280.
ESl'IIUTO SANTO.
Em virtude da ordem do presidente da provin-
cia procedera--e a exaine nos cufies da tlie^m-
raria de fazenda provincial, a cargo do respectivo
thesoureiro o lente Antonio llodrigues Fuieira,
e vorilicra-se um desfaiquo de I7:7i9*9i0.
0 inspector da leparligao requisiura kgo a pri-
sao do culpado.
Nanoiiode i'k do correle fora brbaramente
a^sa-sinaJo o coloiu Joiko lleule iig, era ca negociante Kplin, na colonia de Santa LeupolJiua.
Kis a coinmuiiicac;io da ociMirreiKa eila pelo
respectivo director a prosidencia :
t Tenbo a honra de coinmuuicar a V. Exc,
o\.e imiitem 2i do agosto o.u casa do uegoaiante
Kplin, residente no centro desta olonia, foi as-
swsukuIo o c iloiu Joa i H.oiteiing, inoi.'o, >olloiro,
e do 29 anuos de idade. mais ou menos, eom um
profundo golpe de Cacao descarregado certeira-
nieute sobre a regio jugular.
A autondade, a quem comniuniquei o acor-
rido, proeudeu hoje ao corpo de delicio, e deram-
so as providencias necessarias captura do cri-
minoso, que, pelas mformai;oes j dbalas, deve
ser um dos cinco trabalbadores de urna turma de
inedie.io, que alli se aerravuin, se nao sao todos,
comu parece, cmplices no mesmo acto.
t Creio nao existir te-temunlia algumi de vista
por le-se da.lo o crime uoite e- cautelosamente
lerem apagado a luz antes de pe petra-lo. Atlri-
buo este factu. alias raro D0.-U colonia, pois o
3, a ciiiioes e antigs rivalidades.
No da 27 eomeijar a inquir ao das tesle-
inuibas j DOtifleadas cm numero Je 8.
Dias depois fra remeliido preso para n capi-
tal, pelo .subdelegado do Cacboeiro de Sania Leo-
poldina, o individuo de nonie (Jiiilliorme Wol-
burgen, autor deste assassinalo
BAK.
Lomos no Joinil:
i Iloniem (UUjcorreu que seria nomeado presi-
dente de^la provincia o Sr. leneulecoronel Fran-
cisco Jos Caldoso Jnior, ex-pr&ideutede Sergi-
pe e de Matto-Urosso.
> Tinh.op sido lembrados tambera os Srs. con-
selbeirus Xlanoei Francisco Correia e Dr. Augusti)
(llyniMio Guinea de Cistro.
Euirou no da l em no?so poito, procedente
do S. Vicente e Porto Praia, a fragata a vapor iu-
gleza Ckultenger, de fcrca de. 400 iswallo-, eom
210 tripulantes e 2 pecas. Segu para o Cabo da
Boa Esperanza.
Falleceu e foi hontem sepultado no cemiterio
do Campo Santo o Sr. Luiz Francisco de Al incida
Junqueira, vereador da cmara municipal e depu-
tado assMiibla provincial na sessjki linda Era
filbo do finado barao de Jacuipe.
. A sesso da Cauu Ec Homka, do Ji.i 14 foi a
mais couconida de que ha lenibranca.
Levantoti-se a quesiao de saber-se qual o mo-
tivo porque foram eliminados da lista dos volan-
tes elegiveis alguns accionistas.
Depois de gr.iudo dis-'U-sao, foi approvado o
seguite r> querimento :
A assembla geral, confirmando precedentes
nunca contestados e a praxe seguida e.n todo? os
estabelecimentos, de accordo cora os respectivos
estatutos, resolve que estilo no caso de votarem e
serem votados na elebjao de din etores os nccio-
nistas possuidores de acedes' que representem en-
tradas de capital, urna vez que estas acedes este-
jam as condigoes dos arls. 30 e 43 dos estatutos
deste e-tabelecimento : e passa a procede e!e,i-
cao.Bahia, 14 de setembro de 1873. Antom
Euzehio (tinrulves de AlmeLla.
Procedeiido-se eleigao, oi o seguite o re-
sultado :
t Directores.
Dr. Jos Manoel Fernaivles llamos 212'
Francisco Jusliniano Castr itabello 122
a Supplentes.
Dr. Eloy Jos Jorge 106
Dr. Francisco Jos Teixeira 92
a i o.nmisso de cenias
Joaquim Jos Teixeira Leal ipt
Jos Ferreira Netto iob.
Francisco Jos Gomes IS4
Mesa.
Coronel Jos Lopes P. de Carvalho
aj. dascommissoes, 11 uVterabrorSSSB^t* **"
le 1873. unha Figueredo Juntar. (Salvador P. de Carvalho A. Sobrlnho
imperio, a pr.nni>r;ao ae armada, a elovagu
do sold do ex>rcjroe i armada que ten
dado ao paiz tantos dias de glora, decre-
taeo o um ,svslema de -**m|p Jarrea na
provioma do itio'Grande do-Sil,-importante
ipier sob < ponto de vista commercialnquer
sob o punto de vista eslrategico,-os "favores
concalidos Javonra pjediaato as coneos-
ses fotos ao banco do Brasil, a decretaeo
da-garanta dejnispara a eoaaUuegao de
estradas de ferro as'prdvincias coijo pm
Fausto di Aguiar.
A assembla .geral resolve :
Art. i. A le n. 641 de 26 dejunho
do 1852, ser de ora em diauto observada
eom as seguintes alteraces :
1. A's compannas que, na con-
formidade do act. 2. da referida lei, se
propozerem a omstruir vas forreas, de-
monstrando eom seus planos e dados esta-
tiscos, que estas podenadarde renda liquida
4 0/0, fica o governo autorisado para con-
ceder urna subvencaotlometrica ou garan-
tir juros, que nao excedam de 1 0/0, corres
poiiderrtesao capital empregado e pelo prazo
de tririta anuos.
2* Haveudo,g|%rantia provincial, o
governo se limar amon^al-a.
3." O governo s poder conceder
subvengo ou garantas de juros, s stra-'
das que senrr 194
I.Y
130
149
US
Leocadio Jos de Brito
a Falleceu o Bvd. Jos joaquim de Andrade, vi-
gario collado da freguezia de N'ossa Senhora d'A-
juda de Jaguaribe. lira um parocbo zeloso e mili-
to estimao pelos seu.- parocbanos.
i Honlem entrou em no-so porto, procedente, do
Rio de Janeiro a fragita a vapor americana Lun-
caiter, leudo 414 tripolantes, 4"j ofllciaes e mon-
tando 22 pepas. Traz pavilh.io de almirale e veiu
aqui estacionar.
a Deu costa em Olivenca no dia 7 do correle,
s 9 horas da mann. o patacho portoguez Mnria
Barbaia, que bavia sabido de Canuavieiras no dia
anteeedento s \ horas da tarde : a lripl.icosal-
vo use na lancha do navioe sallou na praia de lbeos.
Segundo declarou o capitn, ao sabir de Caana-
vieiras o patacho bateu na barra eabri agua, pe-
lo que nao podo mais pnvernar, indo dar a costa.
Falleceu e foi sepultado hontem o etlodanie
do I* anno de pita maeia Molino da Silva. Lona
Achaudo-se atacado de varila, quiz n'um mouieo-
to de deliiw, aute-honlein s 3 horas e meia da
madrugada, sabir rua fela ianella desceitdo pela
liii-.-i, que eom o pew qaebrou-se e lann.u mic
para seo coadjuvado por sua irme de ^no
mi Rita Soareseumnhode^n-nneAntonio,
onteado da affjadstnada. Assistio ao'acto
urna criinc.a, li.llio ia fiada, da nomo
Severiano d.-2 o ^,#Snos r'c dade, q k
mol prmuiieia as palavras e wrra o Ur.it
do un modo quo admira.
a atrz da casa, na urna capoeira, sendo maio oiTicaz de excita/^ nprouiover ioiK-
cess^tios e vautajusos couwnaUunfintos, o
melboramento tos voncimeutos de algumas
classes de fuuccioianosinal retribuidos,dua
resgliigoes pro rogando o orgameolo, '4^0
im do x.vao do,.foijasde oaar tfl'.w, t
apufovacfl'i de numarusas ponees iqisHIes
4w ra excesaivameute maguado. O Dr. Sfva
quedrra.iidi'emo'gueDadefesa>a'Bo-lbfo--de tm9,~'Omha Fiymrtiio Jnior.
i Cidra ftc namirm ^-.T.^. 4 "** CUO:>"I*OIIIO UlUOikUU. U W. 3lla
aowitre os centros productores o os da ^j.,. to do fallocido, foi im.ucdlaunente chama-
export.tco ; e bi conceder estes favores a
masde urna estrada era cada provincia, env-
quHBlo e-ta e^tr4d pa^produiir urna rema
liquida, quo dispon se os ditos favores.
a 8 *" souMaa do capilat, a que o1
governo por sta4i tea aulnrisado a con-
ceder subvenjii pn garanta tfe jn'ros nao'
poder excedoc de iO0.U0O:000-J00.
S 0. A despez.1 annual eom paga
ment da subwjtfrjjlo e dos juros garantidos
s estradas de ferr^depmadas pelas asswn-
blas provinciaes, ^jue o goveruo houvar,
feito appliuacio desta lei, ser effectuada
pelos meios'dfiinrips do orcamento,-e,
na deficiencia dflttes por operagoes de cr-
dito, para as qua*s fica o governo autorisa-
do, < la iiilo de tudf con la annualioente
assetn1bjea.gnr a An 2,.# "'"Plcam 'revogadas as disposi-
es oii fKU*t*ri).
Sala da eonuns^jes, em 11 doaetum-l
\oficias tita IJiirop,
'hegon tambem honteirro por tnf,\ei Sfuitmt,
trazendo jornaes de Lisboa dpi Has 3 e i do coi-
rente, adiantando portanto um'ilia s noticiastra-
zldas pelo vapor inglez Bcitanni.
Kis as noticias que traz qJJornal di Commerao,
de Lisboa, de 4 do ctrren|o :
FRA.vgA.
a Encontramos na Gn.ifta de Franca, nm do-
cumento curioso : 6 um tratado celebra'* rT.tre *
principe Luiz Jlapoleio Bonaparte, o ex lomera-
dor, durante o sen eaptiveiro naforlalo-a de Ham,
o o duque de Brunswick, destituido do seu llirono.
o ha poueo falb-cido.
O tratado foi as ignado cm nome do' prislo-
neiro de Ham, pelo conde d'Ursay, e nm nome do
duque, por mr. Stnith, administrador da sna for-
tuna,
o Eis aqui os dous principacs arR. :
Artigo 2* O primeiro de nos, que cli-par i*>
poder supremo |>or qualquer titulo ,ue for, rom-
pn mette-se a forneccr ao outro os ?nb-i'li" ne-
cessarioseni dinheiro e ev armas para aicaucar
0 sen Gm, c nao .- a antiiisar o empn-go de um
numero rombiuado de vidoiiiarios, mas lamben a
auxiliar o seu enr lamento por todo; os nn-.de*,
Art. 3o Em quanto durar o nosso f-xin, com-
promettemo-noi a ajudar-nos rnutuameiite, rjnando
so ms aprsente occasio de reeu.yr r a posse
los direitos polticos que Ofl* foram tirauos'vio-
lentarnentc. Se quaiquer de nos colfeegoir voltar
ao seu paiz, compr-mielte-se a -iitentar jwr todos
os meios a causa de seu afliad-i.
Que difTerenca se pode esi.li lecer entre dous
bandidos, diz o Sieclc, dando e.ies artifus, que
c librara um tratado para annullar as dihgimias,
que contra elle? Se cuiprcam, o aiiucllo dous
principes unindo-sc para annollar nacoes? Estes
ltimos nao sero anda mais criminosos, conclue
o Sicle f
Ha poneos dias diva a Indpendencia Ue'ga
como positivo que o marecbal Mac Mahnn de-
clarara, que, na situaca actual das cusas, Con*
a pr.funla divisio dos espiit <\ e eom os sig-
uaes evidentes que se tem prona leiado em todo
os esiTuiinios sobre as ledeucus repnbhranas
lo paiz, elle se nao prestara a um g"bw maioria que eslabelecesse violentamente a r'ateta.
Segundo a versan que a|ire.-enta a fullsa bel-
ga, na opinio do presidente da repblica ne-
cesario anda um cerro terapo para pacificar, os
espirito*, e rooiganisar a Franca em cunuTqees
que Iba perinilissem aceitar a uiiinarehia.
a Diz-se que o marcea! Mac ahou accTes-
ceuiara que se os iiiembros do^parlanienlo, qui-
se cotlocafam frente da usao, persisiissem
em querer fater eom que ella vingasse por meio
de nina maioria, p ir mais fraca que fosse, nao
oppuria pela sua parte obstculo algutn pessoa!
aos projectos da lisemblea da qual delegado,
mas que declinara toda a ua^licipaclfl no golpe
3ue se prepara, depondo o. poderes que receben
ella.
a Esta linguageru, se verdadeira, como >e
sup|ioc. ileiiioii.-tra bem qual o estado das intri-
gas en Fraila. As con:lusdes que se atirbuen
aomarechal, deixam certamente ver a necesshde
iLa c-oniiuua'.'iodo eslado provoro,qnando aquelio
paiz carece lixar bem os seus destinos futuro".
A Franca vale pois, por agora, a divisao tm que
esta a maioria e o desaccordo evidente em fl_ue
ella se acba eom as tendencias nacionnes.
t Os joruacs francezes de hoje piiblicam o texto
de una mensagem que a irpreusa raaSsta se
pripoe enviar em nome i< opimao ptibliin ao
ceade le Uiarabord. A oceupacao lo terrilorio
francez cessou, dzein os autores daquelie docu-
mento. No momento em que se retira o ultimo
soldado cstrangeiro levando a nossa indeinnisacao
de guerra, e duas Jas nossas roeJhars pro vio-
cas, os nossos oracSes de patriotas voflam se
cora indizivel eflioco para os herdeiros dos prn-
cipes que crearam a nossa nacional idade.
t Ja se por esta trecho da mensagem rea-
lula, que e na occasio da librrlacao do territo-
rii que a i prensa daquelie partido concebe o
a lmiravel pr ojelo do manifestar os eus votos
e os seus di-sejus an hospedo do ForbsdurlT. Tem
dito os jomaos francezes que. a colligaijao monar-
clnca revindicara para si a nielhor parle da obra
da libertario, e que s dexa dola ao Sr Tliiers
urna ptrte ined,ocre ; mas nunca ninguein i:na-
ginava que o conde de Chambord seria feritade
por aquello aconteciiuento !
Os autores da mensagem acredilara que a
assembla ha de inaugurar a sua prxima tsalo .
proclamando a mnnarchia e chamando para o
paii um re e que fura um pacto, de accordo eom
clK qoe ha de ligar de npvo o iudis>oluvelmen!
os destinos u.. uacAa casa de Franca. E' eato a
pKHuessa d 'S realistas. Falla a mensagem de der-
riba/ a repblica como de urna colisa elementr.i
e aeil ; falla de so fazer urna revulucio como se
fra um capricho ou urna sunples pliautasia.
Parece-nos esta urna flaqueza peutica da par-
te do nm partido que a maioria da Franca com-
bate. A impronta libe ai e republicana nao he-
sita dianto da publicidad)* d'sie documento, que
pode ser urna li>uienagein ao principe conde oV
Chambord, mas que nunca podo ser considerado
como a inatiifcalacan da vontaJo de um povo, bem comprehciide as suas coiidi^ues, e que apre-
cia o valor da hberdade que iho vem da rep-
blica.
I Ksta discu.-b.io i.h viva da iinprmsa frnnee-
za sobre a possibilidade do restabeleciraenlo da
repblica propnostica urna grando crise, e quera
sabe se nina terrivel lucia.
KttrAanA.
Os peridicos ln spanlioes na-i cessam de pe-
dir ao governo que se decida como cbnvm e f
necessario na questao da disciplina do exercicio, e
referem j a este respeito o que Imuve entre 03 of-
ficiaes do batalhao dislincto e o Sr. Hidalgo, jgo-
vcriiador de Madrid.
Sabida ue!n goverao a icsurrci;ao dos bata-
Ihi5es que se noparam a marciiar de Manrcza para
Berga, pretendendo retroceder para Barcelona e
confirmando o boato de que, os indisciplinados ea-
Sadores de Bejar e do Tarir* d.-ram morle a res
os seus ofOciaes c obrigaram a fugir os demai?.
do e preston Ihe es seccorros necessarios, qoe fu
ra baldados, pois o infeliz acadmico fallecen
hontem pela manta.
Falleceu na cidadede Valencaotenealeeorji-
nel Antonio Damasccno de Simia Figuerredo. eoni
mandante do btolho da vdla do Cair.
rt E'xh*? em urna ra*a ra da Lapa, Anna
Maria df Conceici nnsrirta em 1748.~e anda no,
gozo de tods as snas facultades, apezar de con-
tare seus l5 annos I
V Cose renda, quasi serbpre sem ocules, lava.1
roujra, ete.
liescrevo'sem discrepar todos os episodios don
acontecimentos mais imperantes que tem havido
Ba Babia e o faz e des que nao sio coobecido.
Levanta-e rgularmento s 8 horas da mi-
nha, coso al a tarde, e delta se nunca antes da
11101.1 noite ; o lempo que n leva i coser, dor-
mir ou comer, ptnsa-o a resar. *
Alimenta se bastante, servmdo-so sera eacolha
nen escrpulo de qualquer dimita, anda que seja
ded?mcil-4lij{it.to.-t
A eleici, aqae se procedea no,dia 16 den
o rcsultauo seguite:
determinou o ministro da guerra que o primeiro
e segundo corpo dos ofllciaes du batalhao distinelo,
cemposlo cada um dolles de 7ii Individuos, rnar-
chassein para a CalaJunha a prein-se frente dos
insurreccionados corpas.
O capitn general chamou seguidamente os 01-
ficiaes designados pai-a lhes coinniunicar a ordem.
iOs offlciaes mostraramse dspusios para logo a obc-
decerera ; mas impressonados rom a sorle que
coube aos seus companheiros de Bejar e Tarifa,
manifestaram an capitn general que desejavam
saber as garantas eom que iam tomar posse dos
seus lugares e os meios de que podiam di>p6r para
reprimir a usurreicao.
a 0 general Hidalgo respondeu lhes que podiam
contar eom os seus reifculvcrs e as suas} es|iadas, e
eom eltes leriam suficiente. Como natural, osof-
liciaes tizeram presento que sem a garanta que ha-
va, ue dar-Ibes a apoJicato da ordenanca. nao se
consideravain spfflcientemwnte sejuros, e que s
as>im, e para bem do exereito e da honra militar.
poderiam aceitar a.mjstw que se Ibes conllavii.
0 geueraJ Hidalgo teprefwndeu entao acre-
meute os ofJliia. 3 e ordeneu-'lhes que fossem pre-
-oa para S. Francisco. Aam. o lizeiam ; mas ape-
nas se espalhou a noticia antro os demaLs uflkJaes
nomearam urna eommisso para que fo*>e rallar
iao mmislro ttagnerr. Este negou se a recebe la,
e Cumquanto dopoU manda>st sobar os pre-os, es-
ls stavam lao dps^usibjjos qte a maior parle dl-
,les dicidram pedir as. bJN*as. Outms qui+raram
as espadas em lugares pblicos mal tiveram cophe-
cimento do que siuc0jlu'
Esifis tactos di>peaaam coasdeacoes, basta -
po-los taes quaes sjo paja Ve i-i-mprehender a gra-
v lade delles. O governo nio pu> di-ixr de de-
cidir se a este respeito e qun!oY:tes. O rxi>rti-
lo ao pode e>ur sem, ordenanza, de niais a mals-
',
o an yuua e>wji spn,utuenaiica. Oe mais a 1
ua suprema erisc-perqlre plrssa -a rl*., anha..
iTili nnmero 'do .rio 1> CamtSo Mmri.
qne se pnMwa em artagena e chet-ado a Madrid
no da i*, traf rar***?'!*^ ^ que wcr*n
naqaella-pragt.
Relallvamei.tc vlrapatas apresadas e S-
unadra mgteM.Vota-*meli t-Ma,aab.ooo jim-
ia Insurgnite que os-ftgteMss preivnavam vara
ealrenr asAag.-.l- maros e tum terrom n cojnodfri) la-
Y
i

V



.1

V-
i.
I,
.fieti'frvteBdendii Nnpen-m'He i-mpivra mroa-
.-n.-.'^vv r^uiTites.f d.i.do|,igara 9a,iqu'li> >e Mima-
P.esi leute.-Matheus A. .t eeltito \Mnm e os tratoi* camauraw, coacirnuo pvr


HKP
StKwb-.fri; 22 do Seleiakw^dB 1S&
?
' 1 vT
""i-
v


l IS3B vOmi XrSjVIUI aOVJ ,s, cara-
se preten-
hostilida
arrazariun a.pra-
faes. dizer i)!id e
priado a-i (iis:ni
desaeiu obM
de, q ciuUws da suawnuidra
Sda.Ortageaa.
< Os Ja junt-i luviam ja dad carias itistrucgoes
4e hastyiidaJe s torcas e forje fedcraes, mas a
resne/ta d\i ooiuqdoro esfriou u.- por forma tal, que
retiraram es O Cantan nao di* umr pakvra a respailo -das
caum, que qnrtgaraal a.Simipt:ia vfltar a Car-
tagena', limitndose a contar aos'wu* Icitores que
a fragata tintn andado correadc as agua* da cua-
ti dude Alicante at Almera, sera encontrar ura
navio du guerra aejpanhol.
c-Segundo urna carta datada de 29 recebida
pela polilir.i, d-de o da 26, de manb, que toda*
a gente eslava encerrada om suas casas Carta-
gena, diz o comuiiHrtcaula, causa medo; s se v
pelas ras gente ajinada, mabr parte sera ca-
misa e as calcas rTps. aml-sahi hontem de casa
oltei para ella, c oto B triste'a'e de pozar ao
ver o estado em que se eacpn'ra esta pobre c-
dale.
0; 4 junta anJam c nstanteraonte bulla,
a falta de vveres entra a dosanma-les. Era
necessario amoragar alguna murros para obtero
pi preciso as paarias: tantos erun a dis-
puta-to.
A carne eseas-seava, porque su se matavam
reres "'.'lia'sliae-oli'ti n|5 : o assuoar, o caf
e ostro* artgos mhamthsappnrecifl'o' Os insur-
gentes temiam mais a fa^la, depi do que as'
6omb..s.
UniiWl^rtsfedi .atojada, ty*M. .4 JtW-
r diariamente 13,000 _racjs. das qnaes se ais-
raninas dos yoluo-
'^Sflfceisfi fd* t'Xjsitar-
dad*.
minio, no
03 p^viuciaea # aana finaneel
873, livre de multa, qm nMaicJUQ VUtrtBm*' LelUa**
Fiado esse praio rao ai emitas para juizj, am *V Qulnu-feira, So Jo cerrante, lera lugar nos vastos
serem cobrados cora a malta do 9 ". saldos deste e.t.ib*lecmeuu> un brillianle coneer-
lJUII 1 bora da tardo, a reunan da awembl Jislinctofl art-las desta capital, bera como al-
dos accionistas desta cotnpauhia, pira so proc- gamas pessoa* gradas, que uiisequosamaola so
der leilura do parecer da commissao de cantas, prestaru a abrilhautar essa fasto, cajo prodi
Trpmnii nrUaoos de Olinda. -Ama- ser applieado ao ongrandecimonto dessa iisttai-
oii de ser lugar a wss->da asamblea geraldes cao, que tao bons servicos tem prestado ao adan
aeeionisNk desta. companhia, eom o numero que tomento intellectul desta revio :ia.
Je, Jy*J l'urii <^k>,. .***>** ^Harte *
mee*.cinco praa*.
9iPJ (tora o.rwrto,: .
Wtas*uuo C. T-varos. Bastos, Dr. AntoouNo
sflesSouzaJ-'reitas, Alvaro Cezar. Barrado, Alarico
Kurtadi, capia.) Maiiiol E. dos Santos Das e sua
sentipi, Mino-jl Casianbera, Valeriaao I'e/eira do
-_ Santo, Ju G. ;anl*o da CunUa, Joo Jos de
abnlhautor essa fasto, cujn pwducti Armfla, Manod Lopes do Almeida, Manoel Vax
-'g-f-^'rffiM
fVffiideril evwrtrti,* o ao.meto
8r
tribuirain, cerca do(n\eJlTO
uriR.'rda3'smpa). Xjftii
headrao'os sitiadores 4V careos de farinlu qaese
dirigan fiara a prca que "
ranea dqs uMqvadj's.
das qnaes
is deja
miite tinhara ppra
"j farinl:
unitulam a espe
v.s rarcas sitiadoras nao recebiam novas nem
manBados do goverio1 central.
Ctfitst^va qne o'%dferati-m quera levantar
no"ament; rabera e espalhou-se at e:n Madrid
rae Oircelona se deelarra cantao independento;
a noticia f n, porm desnrntida oficialmente.
Na Ailaluiacontfnlavain >s Incendios e na
baixa Anlaluaa augmonla o j^sassocego e o
alarma.
Mesmo porto de Madrid houve ten'alivas so-
cialistas. Os eididios de Berrueco prenderam os
membrns da cmara municipal de Sete Iglezias c
principaram a repartir entre si a trras, d
a Bcpirau n> ultoa.i da do mezpassa.b o pra-
zomircalo pelos offlc'iaes de artHnaria para se
dissolver a sua junta directora, cessando assim
entre elles todo o facto e podendo tomar cada
qual o partido" que mais Ihe convicr. Dizia-se
que m;.iiqs d'aqaelles ociaes iriam servir no
tereito de 1). Carlos, mas geraimenle nao se flivo
cred:to a tal boato.
O eariistas. animados pelos seas ltimos pro-
gress.sja aun im-iam que breve sera not'lkada
as pijtencias estrang ras a soberana de D. Carlos
as provincias do norte.
Parece que em E;tella atteniam contra a vida
de D. Caries e cmtraa do Donegary algun3 dos
teas partidarios; alguns fora;n logo fusilad is.
t Temta-sc Mu os .arlistas tenlassem alguma
foisa coatra Val-ncia.
Dos arred ires de Logram j o= Carlistas ha-
viam desapparecido Julgava-s) que essa antea-
>;.i tiver> por nico fim o disxahir. as forgas do
ejercito para cairem sobre nutro ponto, n
POCTt'C.VL
Osultimis telegra:iin.is recbalos em Lisboa
sao :
f.nnlre-. 3 de s.'tembro, s li torale 15 mi-
nutos da manila-. O rei de Italia vidtar Venna
o Berlim no li u do mez. A visita significa a mais
cordial ntejligonc OnJ/e a Italia, Austria e Alie
inanV.a.
LonJres, 3, s 11 boras e i'J minutos da ma-
iiwi. A reunido do club ropublinaij na Hayana
foi dispersada. II tuvo 40 prsSos. Hoje fui so-
lo.naeiiii'ie. hiaugacadj em Berlim o monumento
i :;i iratiro da victoria.
a MnlriI, 3, i< 10 horas e 2* minutos da ma-
nila. O general ili talgo fui dcmiilido. Esta reso-
lucao acalnt m a descontctaiQmtto em que se
achavaa oOcialidade de Malr.d.- Continuaran
prevalecer os b tatos de crise ministerial; mas es-
pera-se ipie se resol va depois de accordala a ap-
pliciro da pena do morte nos delictos gravos,
conforme prescreve a ordenanza militar. Nisto ha
graudu divergencia catre os ministros.
fe
i"
'-.. m^auww'TMHn iTi'M'iiiw*^-.

REVISTA DIARIA.
,\.-j li de ali-a;ili>s. Mais urna offerta
en seo favor : Illm. o E^m. Sr. commendador
Heoriqne Pefeira de Lacena.Itabo presento a
l de V. tu ., de 3 do crreme, na qual ma fez
a honra de Minar, para na qcJidade de para-
nvmph, assistir eoUoeaco da I.* pedra do asylo
los. Aciiau lo-uie fora Ja cidade emeon-
a :i i de Incommodos de saude, sinto dier a
V. Exe. qu nao me possivel comparecer, pelo
que peco dispensa Agradecend > a V Exc, pro-
valeco-me desta opp'orinnidade para incluir aqol o
pe i" i-' bolo de lu/.entos mil ris que V. Exc.
t ti aladi do mandar appliear pan as obras
do referido as I >. Sou cora toda a consideraeo
resoeito.De V. Exc. mnit > atiento criado e obri-
gado.Corhl'iivi Velloto di Silceira. S. C, 10
ilerabro de 1873.
Gjibinete da pr-sideacia d Pernamb'ico, 13 de
seteetbro de 18 3. Illm. Sr corond Carila-
no Velloso da ilveira. Acenso recebida a
caria de V. S, do 10 do crreme, remet-
tendo a quantia de daxentos mil i -t. para
a> ohras^ do asylo de alienados. Agradecen
do a Y S. o poderoso auxilio que generosamente
presta ;i execucao deste liuuiinitaro m-lhorameii-
to, o louvo por mais essa pro va dos seus senti-
mento- de patriotismo e do earlade. Sou eom
estima e sub la cans leracao, -De V. S. muito at-
iento venerador e criado. -Hemique Pereira de
l -na.
Coiiliouacaoda elacao daspess.ias que con-
tribnirain parau beneficio dadoao asylo de alie*
Had<, polo Sr. Francisco Lbame Colas :
Dr. Maiiod Franci-co Texeira 5/000
Jos de Vaseoncelios SOOO
P. Strykcr 1OJ000
Jos Joaqun Alvos liOOt
Jos Jeronymo Monteiro snOO
Antonio Luiz de Oliveira Axoved i o000
Bernardinode Vaseoncelios Sjjooi
Albino Jos Ferrcira da Cunha 54000
Al/redo Uodrigues dos Alijos 30oO
itao, Fonseca & C. 25O00
1
50M00
O cx-presidente dCei-.-Sexta-foi-
ra ultima, chegou esta cidade, vmdo do Cear,
i Exm. Sr. Dr. Francisco de As.-is de Oliveira Mi-
ciel, digno presidente que fui daqiiclla importante
provineia.
S. Exc. administren o Cear cora a raesma cir-
ean).--{iee*ao, inteireza e criterio que sempre o dis
tinguio cio magistrado digno d-1.--; u une
A despeito das diDBcullade; cora que leve de
latar ; a despeito da tremenda o por ventura insi-
osa opposico que soffreo, S. Exc beaeQcioq
> quaulo fui possiVel a provincia do Cear, nao sen-
do o menor dos beneficios da sua Ilustrada admi-
Bistraoio ter expo*gado o interior dessa provincia
dos muitos ertfainosos que o hibatavam, amea-
ando a ordera e a trauqullidade publicas, e faxen-
do perigar as liborlades indivi luios.
O Exm. Sr. Dr. Oliveira Maci ;l, Jepois de '.ao
afanoso lidar, volta sua honrosbsHna posiQo de
magistrado, e aqui, como todos se comprazem em
reeonbecer. c mtinu u aureolar o sea nome com
os louros que a magistratura' olorece ao juiz, se-
vero exesutor das leis, symboio di justica e do
4iroito.
Nao passar, porm, desaperceWd o sea estadio
na provincia Jo Cear, e a historia ha de re.-is
trar, cora o seu amor nflexivcl vordaJe, que S.
Exe. foi ura bom administrador, capaz de muitis e
nobres eommi-ttimcntos.
\rruiata<;o>s provineiaes.Forara
transferidas para o da 25 do crrente ('quinta-
feira ) as arrematadnos : do sitio dos Remedios'
avahado em 3:7o0?000; e o fornecunento de ali'-
moutaco e dietas aos pksjs pobres da casa de
detenc.to.
\dsniitistrafo du eorraio. -No da
49 de outnbro p.>roi;iino ter hl|.ar, nesta repar-
tidlo, o concurso para provimento'dos Ingares de
seis praticantes, creados pelo aviso de 25 de agosto
ultimo, devendo os candidatos apiesentarem olba
corrida e certidio que prove seren raamres de 8
o menores de 3 > anuos de idade, n prestaren) exa-
me de calligrapaa, orthographia, artbmelica,
uso do systouia mtrico, e nocoes geraes de gao
grapJiia. O eonhseimonto das lim'aas estrangeiras
daca direito preferencia.
aaapostuv prnvlaclnes.-No dia 27 do
Mrenle (aapbado) termina o prazo para o paga-
comparecer, aura de se proceder eleicao da nova
directora e dos domis faneciooartos.
Yaparos esperados. -Heje oa amanh,
o francez Ville de vahii, do Havree Lisboa ;~de 23
a 38 do correte, os ingleses Oolopaxi Boyn*
da Europa, Gallicia Diuro, do sal do imperio, e
brasileiro Goni-alves Mnrtms, da. Bahia e es
catas.
Vapores a sali.r.A 10 do corrate, o
Ciuunpe para Mamanguape ; a 30, o Ipojuca,
para Aearac e escalas, e Mundah, para Aracaj
e escalas.-
Anniversarlo.Completara so amanh 39
annos q.ue fallecea S. M. o Sr. D. Pedro 1, funda-
dor, do imperio do Brasil e sou priraeiro impara-
dor. Por osse motivo as esiacoe* publicas e na-
vios da guerra tero as bandeirai em funeral, dan-
do a forialea do Brura urna salva s 6.horas da
man a qutra s 6 da tarde, e um lira de dea
em dea minutos.
Novenas. Devem comecar na quarta-feira
as nuvonas de S. Francisco de Assis, fundador da
ordem dos Mmim s, c do Nossa Sentiora do Ro-
sario.
Causa VK|F&eiro.-rSendo remetlido pelo
ministerio da juxica ao supremo tribunal o ione-
rito policial a que se prdcedcu na cidade u> S-
Luiz. do Maratihao, sobre o assassiuato all com-
meitido pelo dosemhargadop tt>rUes Visgueiro ;
foi o respectivo pnocesso Sstriludo ao Sr. copse-
Iheiro Antonio Simooi da Silva, o,qual por despa-
cho de 10 3o corrente, ordenoa que se prosegus-
se nos termos da le, parr o que expedio-se porta-
ra presidencia da provincia do Maranhao.
Telegrapho submariulio eusiciro.
>eguudo o anuuncio da agencia da Western and
Br-isilian Telegr ph Company Limited, publicado
no lugar competente, acha se aberto ao publico o
servi'.o de transmissao de telegrammas entre Per-
narabuco e o Para, taxa de U0O0 por cada pa-
lavra. Os telegrammas, que tenham de ser trans-
raitlidos qaalquer outro porto do norte do impe-
rio, de S. Tilomas on do< Estados Unidos, pagaro
alera da taxa cima, mais o porte do correio do
Para ao sen destino. Nenhuma despeza ser co
brada pela entrega dos telegrammas aos destinata-
rios que residirem dentro do permetro de um ki-
lmetro, pagando-se 230 ris por cada kilmetro
que exceder, alm da despen de transporte ao
portador.
Presidente da Parahyba. Carta da
corte diz que acha-so nomeado presidente da pro-
vincia da Parahyba o Sr. depatalo Dr. Paulino
Nogueira Burgos da Fonceca.
Dinheiro. vapor BMa trouxo para:
Baro de Nazarelh 10:001*000
Jos IbJiigues deSoutt 600*000
Va par Para. -Devia sabir da corte para os
partos do norte do imperio no dia iO do corrente.
Vapor Duuro. Eslava annunejalo para
sahr da corte uo dia 2! do corrente.
Via frrea de Caxang.-Moradores do
Caxaug c Apipucos nos pcdeai para lembrar aos
Sr*. gerente e Dr. engenheiro fiscal desta liaba
frrea a graudu e urgente necessidade que ha de
ser augmentado o numero do trens do Recife para
Caxaug e vice-versa, visto como do Caxang
para o Recife -6 ha pela manb quatro trem, s
5 horas e mei.i, 6 a 3, 8 e 10 c 10 e 1/2, e do Recife
para Caxaug a tarde s i horas c meta, 4 o meia,
6 e meia e l) e 48; todas ellas inconvenientes aos
mistares da vida. Estando prxima a poca em
que grande numero de familias se retira para es-
ses arrabaldes, e que por conseguinte tem de aug-
mentar o numero dus viajantes, trazamos aos 9rs.
gerente e Dr. engenheiro fiscal pedido tao pisto
quio racoavel e fcil de ser alten lido.
Assinia-aa Caimnereial Benel-
ecnte. N .o se re ilsou no >abbado a rcuniao
da assorabia geral dos accionistas desta corpora
r.tn, por falla de numero legal, pelo que foi de
novo marcado o da 2i do orreato (qsarta feira),
para essa reuniao que se (ara eom o numero de
accionistas que comparecer.
Valle de Rahia. II internas 4 1/2 horas
da tarde fundeou ao I a mar o, procedente do Ha-
vre pot Lisboa, o vapor francez Vil le de Bahin,
nao tendo communcado com a trra por trazer
carta suja.
Saciedade Propagadora da ns-
trueeao Publica. A 18 do corrente reu-
ni se anda una ves o cooselho superior dessa
soeiedade, eo.n.arecendo done de seus inembros
quer do anligo quer do novo conselho.
Lida e approvada a acta dasesswi anterior. (20')
denlaron o Sr Dr. Pinto Jnior, que tendo rece
bido a soeiedade convites do Exm. Sr. presidente
da provincia para assistir ollocicao da podra
do hospicio dos alienados, e da socidade Patrio-
tica Duze de Seiembro para a sua sesso solemne,
nomeara para representar a sociedad" na I." fe*
la os Srs. DrS. Jos Soares de Azevedo, conego
Lino do Monte Carmnllo, e Dr. Antonio Drumnnm I
e para t* os Srs. Drs. Jacobina, Ruar pie e Di-
ais, O conselho Bcoa interado.
O Sr. bacharel J. Diuiz espoi que como Miem-
bro di coramissao nomeada para a fasta anniver-
saria da soeiedade Doze de Setembru comparecer
no lugar da reuniao. apresentando a felieitacao q it-
raesma soeiedade dirigi a Propagadora da Ins-
Irneeio O c insolho inteirado agradecen o ser-
vido prestado.
O Sr. Dr. Pinto Jnior declarou que recebera
dos conselhos paroehiaa* do Pojo e Varzea acora-
maaiaacio de taver sido no dia 7 de setembro,
anniversario da Indepen lencia, abarlas no lugar
l'edra Mola, pelo primeiro dos ditos conselho?, nina
escola diurna e outra nocturna, de ensino prima
rio, e pelo segunde urna outra diurna, sendo esses
actos assas c .-acorridos e festejados.
O conselho recebe jubiloso tao grta noticia, e
reserve que sajara elogiados aquellos conselhos pa-
rochiaes por mais essas provas de seu zelo c pa-
triotismo.
O me no mez de agosto findo se inscreveram mais no
numero das socios dando assim rnaior realce
soeiedade as seguimos Exmas. Srs. : D. Rita Pi-
re* Mchalo PorleMa Tamarindo, D. Alipia Mar
ques da Silva, I). Carolina Militana de i arvalho,
i). Julia Can lida do Reg Brrelo, D. Juventina
Amelia Carneiro Monleiro, D. Amelia Josephina
Nery da Fonceca, I). Genaro-!a Mara dos Sintos
Ramos, D. Maria do Ca-mo Pires Ferreira, D. Ma
ria rudencia da Silva Gomes, D. Ernestina Vic-
toria* Berenger, D. Maria Cliristina de L?cerda
e D. Firmina P. de Oliveira Cruz.
Em seguida declarou o mesmo" Dr. que es-
tando presentes alguus chis n >vos inembros elei-
tos para o eonselho superior da soeiedade no 2."
anno de sua existencia, -,s convidara a tomar os
respectivos logares, oque faltoe depos de empos-
sados, passon a sessao a ser presidida pelo Sr. Dr.
Manuel l'ortella, pre^idente eleto do conselho.
Prop n o Sr. Dr. l'ortella que as sessoes do con-
selho passassom a ser nosmesmos das (quintas fei-
ras) mas as i horas da tardo, sendo o lugar da reu-
niao a sala do primeiro andar do sebrado n. 83 da
ra do.lniperad >rque punha para esse tim a dis-
posicao do conselho.
Esle assentindo, agradeeeu ao Sr Dr. Portella o
offerBcimento que fazia.
O Sr. Vicente le Moraes pedio ao conselho dis-
pensa do cargo de thesoureiro interino, dispensa
que o conselho noquiz conceder, pediniJo ao dito
tliesurciro.interiuo contiuuasse a prestar seus bons
servidos, at chegar o effactivo.
O mesmo Sr. Afelio solicitou ordens quanto ao
rccebiiiicnto da quantia votada pela assombla
provincial para auxilio da publicaco da Re-
vista de InflruC'/i'. deliberando o conselho que
nesso sentido se ofli :iou a S. Exc. o Sr. presidente
da provincia.
Lembrou o raesma Sr. Vicente de Moraes a con-
veniencia de se reaietter aos conselhos parochiaos
tnia collecQao Ja Revista de Instruccao, o se pe-
dir aos mesraos consolaos se ejnpenhassem na ac-
quisicao de assignantes^ O conselho concordou.
Tendo se fin Jo o anno marcado para os diver-
sos cargos, resolveu o casela nomear nova cora-
missao de redaccao da Revista da InstrucQao, fl-
cando ella composta dos Srs. : -Dr. Jos Soares
de Azevedo, Dr. Augusta Carneiro Monteiro da
Silva Santos, r. Joaqojtm Jo. de Oliveira Fon-
ceca, orjfessores Vicente de-Moraes Melo.Rod--',.
go Lobo de Miranda, Francisco de Assis n.era
Pessoa, Augusto Jos Momricio \Yan(fe'"l(,v"
Possao*vo coose^no, duplto' ''j Uforeos
J\-lft?*01.
W.OO.'tOU
wmvm
2:000000
i:0Q'*tH10
8Uii40(kr
3ill, 425i,
2 1.8,
2739,
3278,
4299,
5141,
JfcOO'UOOO
10:000^000
4-."00*000
2:01)0 0>K)
1.0 0J000
800O00
4127, 5J62, 5819,
Ct>upresso Litterario -Na quinta feira
houve sessia ordinaria dasla soeiedade, presidida
[peto Sr. Theodoro Pachaco.
*' lida, posta em disenssao, a, sera": e*ta, appro-
vada a acta da sesio anterior.
Passanda-se 1' parte da ordem do dia, con ti
uuai.'o da diacusso da thesc sobra a pena de
morte, oram os Srs. Rosa e Silva e Moreira Alves.
E' encerrada, a discusso.
Em seguida o Sr. Vm^ dadiva, felicitando o
congrasso por nao ter^nado, d (cipnar urna
ves sa que;, o que denota o gr*ad#.JBiWJ*e <|ue
tomara os sx-ios pelo sea pragresso e eagraojoci-
mento, requer que se encerrem coaa a.pr'asauto
sessao os trabalhos do correnio anno, o que ap-
.provado.
Sr. Rosa e Silva finalmente- nropoot tando em
vista os relavantes s*rvi(.pristawa- paia-Sf. CIm-
ves Jnior soeiedade, qu&aia. ocnaMau otojtu
kaacio honararia, vi^to acabir atuanao o san corso
jurjdico e nao poder por oansoguinla coplinuar
oonja socio effai>u-iE'
vado.
Nada mais havando atr^taiiO.S/. prwteaia d>
clara encerrados^oe travamoa dp correte atmo.
Lotera du Rio ac Jaaveiro. is o
resumo da lista, da li.* lotera em banoil;io do
Ltndo d-i omaneipacaa, a qmtcoBuaa n corte an
dia u do correla-:
N. 3)08................,,..
H, 1 l............. .#.,
N- 9018 ................
Ns. 2709O31O6-......>.,
X*. 1311-2360 -3W*.-.wj3
Ns. 1% '816V 1653, 1797, 2-751,
4766, 4971 e JSU3.-2QIM cada um.
Ns. 975, 113-1, 1139, I3W, t3i. 25J4, 3018.
3289, 3398, 313,3, 347B, 3480. 371, 4426, 4471,
4563, 473, 5J27, 5754^-5773. 10t)i cada um.
'.04 cada ura des. ns. ti, 23, 1W. 196, 244,
60, 383, 458, 789, 802, 841, 953, W75, 1194,
1266^ 1410, J474, 1482, 1845, fO, 1933,
5447, 2492, i536, 2.O0, 2655, 27.4, *757,
2833, 2865, 2920, W, 3142; Ji7>, 3212,
3332, 3563, 370.'i, ioOO, 4027, 4015, 44>6\
4643. .472, 498, 5070,5083, 5 88, 5129,
5193, 2l5, 5268, 5306, 5^75, 5880.
Resarao dos premios da 108* loteria em be-
neficio do Munte Po Geral, a qual correu na corte
no dia 13 do corrente :
N. 212C ......
N- 5191.......
N. 4i87 ......
N. 4092- ......
Ns. 1490 c 2723 ....
Ns. 289-42*3-5015-3164.
Ns. 881, 2039. 230o, 330*.
5839, 5961, 3963. -2Q4 caln um.
Ns. 182, 322, 379, 394. 687. 729, 1006, 2276,
1738, 2038, 2080, 2107, 2270, 2Vi7, 2882, 30-Ji,
3I0, 3943, 5527 e 3631. lOOi cada no.
405 cada um dos ns. 26, 202, 242, 278, 331,
661, 770, 866, 961, T-29, 1064, 11 7, 1231, 113%
1335, 1747, 1912, 2022, 2074, 2136, 2183, 15,
2832, 3FJ8, 3233, 3339, 3W7, 3477, 369, 3638,
3646, 3682, 3817, .3923, 4063, 4117, 4199, 4263,
4302, 4356, 4448, 4478, 4687, 4743, 4823, 4843,
4874, 4899, 5054, 5142, 5149, 5614, 5305, 5160,
5481. 5561. 5675, 3803, 584o. 5836.
Gazeta Jurdica. O n 34 deste jornal,
vindo hontem no Bihia, para as livrarias desta
cidade, contara :
Gnzet'i Jurdica : O estudo o examo das quos-
toes conceraentes ao nosso systema penitenciario,
um relevante servco prestado ao pan o a causa
da humanidade (conlrauacV) dos ns. 3 e 33) -
lurisdiotflo Civil: Legado do usofructo, em que
se da ao legatario o direito de dis-poV d:i cous % se
Ihe (dr nrcessirii, sen auloris fo da Justina,
trausmitte ao mesmo plena c livr propriodade ?
2J Depende de formalidade a alienarao que o la-
gatario queira faser ? 3o A necessidade de que
falla a verba testamentaria, como deve ser enten-
dida : extensa e absoluta ou relativa e ao arbitrio
do legatario? lurisdiceao Comm'rciul: Sacio,
que foi de Cima fallida, nao se ple considerar
credor da massa respectiva embora allegue que a
soeiedade era, em conta de participa;ao, smente
uos lucros das mercadorias que remettia em con-
signacjio aos fallidos. Questdes sobre seguros ou
oportantas ponii.s de direitu sobre : l. Compe-
tencia de pessoa para a aeco ; 2.* Livros do na-
vio ; 3.* Os nao ter o de cabotagem ; 4." Falta de
pagamento do precio do seguro; 5. Protasto,
nAo ser substancial o da prora do sinistro ; e 6."
Nao =er o accordao nullo qnando s funecionam
don* d-putndos do tribunal sem sorteio.
superior a 400;, em aeijao comoiercial, pode ser
provado por qualquer genero de pro va, quandv
elle resultante de urna serie de transaecScs, cada
urna das quaesda valor inferior taxa do art. 123
do cdigo eoramerciaL -Aggracos: Embargos de
terceiro devem ser provados dentro de tres dias
da vista pedida para allega-Ios, segundo a dispu
sicao dos artv 597 e 598 do regulamento n. 737
de 1850. -Fallenra declarada por una das duas
varas commerciaes de comarca, em que cumula-
tivamente existan), nao torna a outra incompeten-
te para, parante la, sor intentada ac;5o contra
os administiad ira* -la mesma massa.Direit- Ci-
vil : A lei s veda, separar os Blhos de sejD* pas
e-cravos, m;srao em acto de partilhas, qnando es-
tes forem menores de 12 annos, devendo enten-
der se o 8J de accordo com o 1 do art. 4 da lei
de 4 do setembro de 1071.
Evasao. Da casa que serve de cadeia em
S. liento, evadio-se no dia 6 do orr nle, o preso
Jos Coriolano das Naves, indiciado em erime de
furto du cavados:
Tentativa de ruortc No lugar Nova-
Haixa do dstricto da villa de S. Beuto, Manoel
Cordeiro Manso desfe.-hou um tiro daespmgarda
em seu cimbado Herculano Quintino da Silva, no
dia 7 do andante, depois do que evadise.
Prises.Em 12 e 14 do corrente foram re-
polludo a cadeia de Cimbres Antonio Ferreira da
Silva, all pronunciado no art. 205 do co ligo cri-
mina!, Jos Antomi de -Gos, tambera allf pro-
nunciado por erime de roubo, Bernardo Ferreira
da Silva c Jeronymo Jos da Silva, presos m fla-
grante, por erime de furto de cavados.
Loteria.A que se acha venda a 67.*, a
beneficio da nova igreja de Nossa Senbora Ja
Penha, cuja axtraccao ter lugar no dia 24 do cr-
reme
Leilo. -Hoje, 22, deve ter lugar o leilao de
fazendas, por intervengan do agenre Pinto-, no ar-
mazem dos Srs. Bastos & Silva, ra do Mrquez de
Olinda n. 42, conforme esti annunciado no lugar
competente.
No dia 24 electuar o mesmo agento o da
ama caixa com calcados avariados, conforme est
annunciado no lugar competente deste Mario.
Casa de detesseao.Movimeuto do da
19 de setembro de 1873 :
Existam presos 314, entraram 7, sahiram 2,
existen 319.
A saber :
Nacionaes 228, mulheres 12, estrangairos 41
escravos 33, escravas 3.Total 319.
Alimentados acusta dos cofres publico* 267.
Movimeato da enfermar do dia 19 de aelembro
de J873 :
Tiwrim baixa :
Jos Joaqum de Menezes(bre.
Antonio, escravo, (sentenciado) -febre.
Passa^eiros.-Vindus do sul do imperio
no vapor Bahin :
Estafan Luiz Manas, Dr. Jos Bernarda Galvao
Alcoforado, sa senhora e tres escravos, r. Jos
Bernardo Galvao Alcoforarlo Jnior o nm criado,
tonente coronel Zeferino G. Pires da Motta, Jos
CJementDO do Monte, BarSo de Aracagy, sua se-
nhora. tres lilhos e cinco escravos, Aaxandn^ Jero-
nymo, Caetano de FraacQ, Pietrq Couti, Narciso
Jos Ferreira, Dr. Honorio Augusto Wbeiro, Fran-
cisco de Souza Das, Joaquim Vleira da Silva,
Francisco Xavier, Firmino Jos Mura, Hennqu'e
da Silva, Silvino Jos ds Costa, doi foguistas da
marnba, Eleodoro Francisco de Smiza Dias, Pau-
lina Francoiso Grapear, Arthur Cbogan, Jos (afri
cano), Esperanca (dita), Martinho do* Sanias Bas-
tos, Maria da Conceicao e um fimo, Deninio Dacio
omes, Jo? Antonio de Oliveira Costa o ana fami .
lia, Jos de Medeiios, padre -Francisco Piulo Pes-
ta, capilao Candido de Amorim Caldas, padre
Francisco Ignacio de Souza, Dr. Augusto 0. Gomes
de Castro, Dr. Fernando Alves de Carvalho, Jos
Miguel, spnador Thomaz Pompeu de Souza Brasil,
Antonio da Silva Costa, Dr. Manoel Faraandes
Vieira, senador llaro de Mamanguape a sna se-
nhora, alferes Salvador Mendos Machado, Antonio
Carloi do Carmo, Alfredo Augusto Borges, Dr.
Helvecio da Silva Monte e sua familia, JoSo Sedas-
tiao da Silva Lisboa e sua senhora, Antonio Fran-
ciscoiLldAt.aifei'a$ }m Zuferipo de II. Cavalcante
Ceiniterio publico. -Obituario do da 18
00 correle :
Manoel, pardo, Pernambuco, (ignora se a idade)
Bo*:Vis|a; fraqueza caageuit.-i.
Manarida, tscrava, preta, l'etnambuco, 44 an-.
nos,.softeira, Boa-Vista; tiexigas.
Maria, parda, Poroainbuce, o mezes, Sapto An-
tonioi. afpaamo.
, FrauMsoo, pudo,Pernambuco, 6 mozes, S. Jos!
coavulsfies.
Jojo,. pardo, Pernambuco, 2 annos, Boa-Vista;
OMoiBiemanta apjirn- heBatite.
Jos^, bac, Pernarabuea, 3 meaos, Bea-Vista;
Manoel, branco, Pcniambupo, 16 dias, S. Jos ;
catalepsia.
Ait; Mara lUConcoiclo, parda, Pernambuco,
33 annos, solteira. Boa-Vista ; apoplexia.
Josepjia Mwij da Coaceicao, parda, Pernambu-
co, 24 ajmoSj soHeir, Becife; bexigas.
ErailU branca, Pernambuco, 6 mezes, Boa Vis-
ta ; siil&fitQ srirrosi.
Joaoirim J.i.si; Gondinhn Jiujior, branco, Mara-
nhao, ?? anos, solteira, llecife; beriberi.
Josepha fle Menezes Vaseoncelios do Drummnnd
Costa, brajea, Pernambuco, 43 annos, casada,
Uoa-Vista, erysipela.
19 -
Manoel Antonio Bezerra, branco, Pcrnmbuco, 30
annos, casado, S. Jos; bexigas.
Minervina, branca, Pernambuco, 3 mezes, S. Jo-
s ; bexigas conflaentes.
Antonia Francisca da Conceieao, parda, Per-
namboeo, 30 annos, casada, S. Jos; varilas.
Thereza de Jess Maeedo, branca, Pemmbuco,
23 annos, casada, Boa-Vista; bexigas.
Rosa Maria de Oliveira Costa, hranca, Pernam-
buco, 46 annos, viuva, Boa-Vista ; layncegite tu
berculosa.
Rulino da Costa Pinto, branco, (ignorase a na-
turalidades 56 annos, casado, Santo Antonia; ery-
spda.
Maria, prela, Pernambuco, 4 annos, Boa-Visla;
bexigas.
PAKTIDO COmiSEBVADOB
'l Carvalho Gama, Felisraino Carvalho da Molla,
lA-SfS***1* **P*a ^r-,balharho-
'la.pnmva vez urna das afa -* ar"
listas das
IhQ Q|8?|
'4 ^fh^1"* *
amante novo para o nbsso
.. netas ar
enero de
tu
publico.
Francisco Salustiano O. ta Costa, Br. Ulyssas Ba-
tnga, Pedro Celestino de Miraaia, Francisco Jos
Muris, sua senhora a seis olhos, Josa Joaquim de
Souza, Jos Gomes dos Santos, Antonio Lopes
Vieira, Jos Francisco B. Fluminense, Raphael A.
Vaz da Silva, Flix Bemvindo da Oliveira, An.tooi'o
de G. Bastos, Manoel de Carvalho Pedrosa, Jos F-
lix do Reg, Andr B. Pereira Bastos, Gelario de
Oliveira Maia, Ladislao S. da Costa, Nathan FJeio,
I Jacques Bonnefoad, Francisco Alvos Agujar a ura
CW&ONJM JUIKt'MRU,.
Tributital do couaiueroic.
ACTA DA SESSAO ADMi.N'lSTItvriVA DE 15 DE
SETEMBRO DE 1->7J.
PRKSIDE.NCIA 00 KXM. SU. Co.NSEMISIRO ANSELMO
h'II AMUSCO 1'KlltrTI.
A's 10 horas da manila, presentes os Srs. do-
putados secretario Olilo Bastos e Lopoa Machado,
e os Srs. suppletitas S i.eitao o Alves Guerra,
S Exc. o Sr. ciisoliieiro presidente declarou abor-
ta a sessao.
Comparecen o Sr. Uesembargador fiscal.
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessao.
KXPEWENTR.
O.licio do conservador do commerco do Cear,
dando resposta aodo tribunsl com o fecho de 11
do passado.
Ofcio da junta dos corretores, acompanhamlo
o boletra das cotaedes otllcacs da semana de 9 a
13 do corrente. -Para o archivo.
dem dos inesnios fuuccionarios, communcaudo
o numero de cougoes fetas por cada um dos cor
retores no mea prximo passado. -dem.
I.ivro de registro da correspondencia offlcial
regularmente escripturado at o n. Ii3.
Foi rubrica o hvro diario de Francisco Ra-
mos & C.
DESPACHOS.
Requer lientos :
De Hennque Guilhermc Stepple, corretor geral,
para que se o adm.tta a juntar sua- razos dentro
di prazo legal, ao summario contra ello instaura-
do, e d. cujo ja gamento reoorreu o Sr desem-
bargado!- fiscal.-Diga a secretara.
O tribunal 'esolveu que s'ja ouvido o Sf. de;-
embirgador fiscal sobr> osefleiloadj reoarso.
De Francisco Jos Silveira, corretor geral, re
correado para o eanseiho de estado da sentenca
contra eile proferida, c raquereodo que sa tome
por (armo o seu recurso.Tomase por termo
Pedido com as formalidades lgaos.
Ue Jos Vital de Negreiros, brasileiro, de 37
anuos de idade, domiciliado e estahclecdo ra
d'rlmporador n. 30 eom toja de joias, pedindo ma-
tricula ite commerciaute Aprsente o supplicanle
attestado de dala mais recente.
Da Custodio Franci-co Marlins e Jos Francisco
Marti ns, reqnerendo o registro de sea contrato
s tal. Completem o sello, e camprido o disposto
no art 2 n 7 do decreto ti. 1,805, vollera, que-
rendo.
De Jo- Joaquim Carneiro, satisfaitndo o des-
pacho do tribua.il de 11 de agosto proxi H i passa-
do, para quo saja registrada a nomeacao de seo
caixeiro Vicente Jos do Cont.Como requer o
supplicante, o qual nao provou a nacionalidado al-
legada de sea caixeiro.
Da Gusniao <& Leal, solicitando o registro da
nomeacao de seus caiaeiros Antonio Tran piilino
b Araojo Rosas e Pedro Alberto de Magaltues
Seve Como requeren! os soapticantes, provararn a allegada- nacionahade dos caixeiros
nomeados.
De Vicente Jos da Silva, submettendo a regis-
tro a nomeacao de seu caixeiro Joaquim Antonio
da Silva Oliveira.'Vegislre-se nomeacao junta
pelo supplicante, >ae nao preven ser brasileiro o
caixeiro numeado.
Do- mesmo, t.mbem registro da nomescSo de
Antonio Jos da Silva. -Seja registrada a nomea-
cau apreseulada |iclo supplicanter quo allegou,
mas nao provou ser brasileiro o caixeiro a quem
se refera.
Do mesmo, igtiaimeate registro dr. nomeacao de
Ildefonso Jos da SUva.-Proceda-se ao registro
pedido pelo supplicante, que nao provou ser bra-
sileiro, com i offirifla, o caixeiro Ildefonso.
Do Saiaiva -A Machado, Iraieado a registro a
nomeacao de seu caixeiro Jos Francisco de AI-
neida ^Como requeren!.
De Ramos 4 Irniao, registro do documento que
juntara.Registre se a nomeac.ao junta pelos-sup-
plicantas, que nao provararn ser brasileiro, como
allcgain, o caixeiro uomeado.
Do Gustavo William Nicott, como prociU'aJor
da lima W. H. Wialt & C., para- registrar se as
procura^oes juutas.Sejam registradas.
De Suva Barrosa t Fillios, proeuradyres de
Antonio Valentim da Silva Barroca, registro da
inclusa, procurac.),legistre-se.
De Manoel Gncalves de Barros \Je.C, solicitan-
do o registro ue seu coaArato. Vista ao Sr.desem-
bargador fiscal.
De Pedro Jos Pinto por. seu bastante procura-
dor, declarando que- aeliandi-^o na Europa no
ojo da liceuca que Kie fora concedida, e que ti-
ualksa-se ainaali. uacessila quad'ta lijenga pro-
rogue-se por mais 3f>dias, continuando a tnnecto-
oar o- seu pruposto Jos Paustino Porto. Como
recaer.
Infirmacao da secretaria, nquisitaado a junc-
co-do pr curasao qpe den pxleresa Antonio Vi-
cente de Magalliaes para requerer o registro do
contrato de Vi coate Augusto do Magalliaes.
Procede a duvida da secretaria.
dem declarando que as sepias juntas peticao
dos emprezarios das obras ecapataaia da alfanue-
ga nao satisfazem o disposto no ar. 14 do decre-
to n. 8,711, l'"r nao cstareu* authenlicadas. -Pro-
cede a informado.
COM 0 P^aCEB FISCAL.
Requer lmalos :
De Jos Dativo dos Passos Bastos e Manoel Hen-
riquos Carneiro, registro do sen contrato.Re-
gitre-se, d couformiilade com o decreto n. 4,394.
De Pedro Bruno Saopiquer & C, regisiro do
seu contrato.ttegistre-sa, nos termos do decreto
n. 4,39*.
Da Jos Targiao G,oocalves Fialho, matricula de
commerciante. -Adiado, a pedido do Sr. supplente
Alves Guerra
Summarie ex-ofBcio contra o corretor Heoriqne
Guilherme Stepple, para imposicao das panas do
art. 18 do decreto n. 806.Foi julgado improce-
dente.
dem contra o corretor Leal Seve, para o mesmo
fim.Foi julgado imprecedente.
Nada mais havendo a despaaaar, S. Exe. o Sr.
RECIFE, 22 DE SETEMBRO DE 1873.
Nada mais engrapado do que a tctica, que,
neste .momento, esio por em pralica os nossos
adversarios provincianos.
Estiverara sempre ua estacada, durante a crise
religiosa, contra o governo quera uegavam pi
e agua. Suppundo-o em gravissimos apuros, ar-
remessavam, cada instante, mais lenua na fo-
gueira. pelo ineffaval prazer de atearem o incen-
dio.
Nao la inuites das escreviam elles na sua Pro-
vincia, da papal, u 100 :
Ou sai o bis,po escoliado* ou o Sr. Lucen a ti-
ca como espargo no monte, exposto ao riso das
muliidoes (como est acontecendo) a anda mais
doce schariainos o nctar dos acoses."
Donde, se v que os provincianos licarain satis-
feitisiiuos desde quo o Sr. Lucena fosse escarne-
cido das muliidoes, embora uao sahsse o bispo es-
coltado.
Depois, porm, que um orador importante do
Club Popular, pronuncou-se muito categrica-
mente contra a redaccao da Provincia, corrida e
envergoubada procura ella emendar o erro. Eis
as palavras do orador :
Prestar lodo o concurso ao govarno do paiz
na sustentago das leis que o regara. Reprova
aquojl-s que, saboreando o nctar dos deoses acon-
selham. ao'povo a indiilereuga as'medida-, que
o governo lera de lomar com o nobre intuito de
corresponder ao appallo, que Ihe fuera o mesmo
povo I
Depois deste terrivol remoque du orador do
Club Papular, que foi grandemente victoriado, cou-
ira os humeas da Provincia, eis que vom estes
pregar nova poltica, meatindo purera completa-
mente aos fados.
Eis o que duem elles em seu numero 104 :
Antes do aviso de 12 dejuulio, tirinas e cons-
tantes na li.-a, agitamos, como evitamos a ques-
tao.
t Depois desse vosso acto, levantamos por um
pouco as armas do combate, pais a vossa acc.io co-
megava ajuanifeslar-se e cumpria aguardar que
a lei. se pozesse era pralica, que fallare ella.
i Quizeraos vos dar toda a franqueza e desafo-
go- no cumprlmeuto dos vossos deveres, sem per-
der-vos todava de vista.
< Por menos que acre -itasseraos em vossa sin-
ceridade deixamos que vos manifeslasseis ao paiz,
que cuinprisseis a lei.
ullludisles toda a espectalva.
Cmnb'.aem agora os leiiores o que cima Ika
transcripto da Provincia com o quo ha pouco ha-
viara diio oestes termos:
No terreno pralico, no terreno das sgtaQoes po-
pulares para fortificar a opinio, por certo
que -a ajudando o governo do Sr Rio Brauco,
principalmente com o seu delegado Lucena, seria-
mos uos ineptos e uns iadignoj.
Ora, se vos coufessais que seriis ineptos e in-
diiui s ajudando o governo e o seu delegado, como
ments agora tao npuenleinentc, as^es'erau-
do que levantastes por um pouco as armas do
combate, aguardando a pralica da lei I Grande
a vossa cegueira I
Acuitados pelos orad >res do Club Papular, que
vos exprobaramtao de publico o vosso iudigno pro-
cediuiantu, queris juslilicarvos agora, era boa
hora, peranle o publico, que pensaes Iludir.
Dizeis quequizestes Uar-nosloda a franqueza
a desafogo no cumprimento dos uossus deveres -;
mas vejara ludes a mendacidafle da tal assevera-
ni diaule da trauscripcao saguinle :
Que saibam os oossos amigos da Pernambuco e
de todo o Brasil : da nossa atlitude contra o ul-
tramontanismo lesuitieo nao variamos; acon-elha-
inos sim ao povo pernambucano^=que as.-i-lsse
quedo a escarapela entre o Sr. Lucena c o Sr.
D. Vital
Pois so vos aconselhastes tao peremptoramenta
ao pov) pernainbucano -que aSsistisse quedo a es-
carapela entre o Sr. Lucena e o Sr. U. Victil, como
nao coraes de etUrmar : ique levaoUstes or um
pouco as armas do combate para nos dar toda f an-
queza c desafogo. Grande a vossa cegueira !
Com effeito, que f podem inspirar homens co no
esses provincianos que dizeui agora urna cousa
c daqui pouco a contrariam diante de lodo o
mundo e com a mesma sereuidade ?
AltenJam os leitores para o que ha poucos das,
disseram elles uestes termos :
t m nossa consciencia, com essa abstengo de-
mos Ihe o uo-so golpe mais profundo, tomamos a
melhor das vingangas Ciratra" o presidente e o
bispo.
a Ou o Sr. Lucena, que tanta forra basofiava
(ra da fbula) faria sabir escoltado o Sr. D. Vital, e
{cariamos vingados da pastoral e do offlcio desde
que os dos amigos de hontem se tivessem conver-
lido em algoz e victima...
Ou o Sr. Lucena licaria como espargo no
monte, exposto ao riso das muliidoes (como est
acontecendo) e anda mais doce achariam < o nc-
tar dos deoses.
Ora bem, se vos mesraos f.izeis alarde de nwid
abstinencia, a qual vos permlle tomar a melkor
das vinganais contra presidente e b>po ; se pre-
fer* ver apupado o presidente (exposto ao riso das
mullid' es) a ver sabir escoltado o Sr. I). Vital,que
chamis hispo exagerado e fantico, sendo que a
primeira das iypotheses para vos o actor d s
deoses, como viudas agora dizer. hypoertas, tartu-
fos c que levantastes por um pouco as armas do
combate ; que aguardasteis o cumprimento da
lei ; que uos lestes toda franqueza e desafogo, e
que deixasteis que nos maiiifeslassemos ao paiz e
cumprissemos a le ?
Vos nao .tandas ideas firmes, nem principios,
nem opinioes. Se vos regosijaes vendo sabir o
hispo escollado como dizeis, para viugar-vos da
pastoral e do oulc'o do bispo ; uem mais, nem
menos. A vossa poltica d; occasio ; de fin-
ganga, de odio peqnenino. Se, por outro lado sa-
boreaes o neetttr js deoses com e-carneo do Sr.
Lucena, porque, como confessais, lomis delle a
melhor das vipgacas, rendo os ilous amigos de
hontem convertidos em alguz e victima, uem mais,
nem menos.
Para vos esta ipiestao seria e grave redua-se a
quesillo de antipathia, ou antes a um ensejo fa/o-
ravel para galgardes o poder. Desde que o Sr.
Lucena tusse exposto ao riso das muliidoes, vs
estarais mais prximos das escadas de pahxio a
saborear o-ene bnante nctar dos deoses.
Pensara' esses provina in is que ludo Ibes qua-
dra bem no terreno das incongruencias e das Con-
trdiedes. Dizam que seriam ineptos se deixas
sem passar a occaeiao de mostrar aos conserva-
dores, que nada sao parante a maioria do paiz;
e por isto na questao do bispo eom o governo ebs-
tiveram-sa ; diziaro mais que seriam indignos se
con idassem o povo para aleutar a tantos arr,,n
eos do Sr. Lucena ; e por isso tambera se absl-
veram. Confessam em todo caso e sempre e de
publico sua indifferenca, o agora vera dizer-n^s
que levantaram um pouco as armas do com-
bate ; que aguardaram o cnnipri liento da lei;
que nos deram toda franqueza e desafogo c jue
deixaram qae nos uianifestassemos ao paiz e cum-
prissemos a lei ?
Bisnm tenealis !
Nos vos comprehendemo' perfeitamenta bem, li-
beracs falsarios da Pmvincii.
Quando vos abstivestes, foi ponptc acredilastes
que o governo suecubiria sem o vosso auxilio, t>
logo vos promptiheastes para rocompor as cousa
agitadas, ao statu quo ; turvasle* as aguas para
pestardes, e por isso insultastes a hypolhese do
conselheiro Nabuco, com a sua pausa reflecta
e a patritico e o mixto do grande Castellar.
Todo o paiz i vos conhece, alicantneires deio-~
das as pocas I
Agora viudos j com outra historia a saber :
Est j hoje pateme a todas as vistas a poli -
tica do ministerio na quostio religiosa : trazer
suspensa a opinio publica, illndi-la com prom is-
sas vas para domina la depois pelo causaco >
Atlribus ao governo o que exactamente preten-
dieis f.izer, e o declarantes bem claro, condeniuan
do a theso da igreja livre no estado livre, e pro-
Entendis que o governo'acii*#ei fulla
I;Tfdai'ra, porque quer QJfOtav ng inwos raoavai
o jiuiiiicar ante o inunde a pos*;fc>, que leulia Ai '
tomar ; -diroi, pois, se sois cpate*, o eme s dav
ve fazer 1
Se vos na leudes ideas firmo*, iwm princii
nem o)m5es, como haveis de di ier-oos o qne i
vm fazer ?
Nos vos esperamos aqai na estacada para.de-
nunciar-vos ao povo como iiuluis palraelotre,
st m f e san crneos quer politizas, qaer religio-
sas.
Teude ao menos, urna vez, nesa magna qaar-
lao do paiz, urna opinio- ipialqutr... sa sois ca-
pazos.
Corno ae esciww a khatoris.
Comee aremos agradecendo ae Hiostre kesr-
da Proti'ncln a attenao que nos di*penson, to*_.
do em consideraeo os arligos em ipae deroonslra
mos os erros crassos e as inoxnctitlees qu* cera-
metiera em rela;o ao uosso estaao Thnaceiro.
E agora que estamos convenc Jo *e que tetmi-
nou a sua afanosa e pesad tarifa de ins isfir a
erro, nao Ihe. ficaremos atraz em-materia deaiteo-
yoes e cortezias.
Voltaremos p-ns questao, a anda confia Jo aos
que ha vemos de provar que o Ilustre lioaooeiro
nao adiantou urna polegada, seqnr, do terreo*
quo Ihe marcamos.
Sentimos, porm, qua o autansado lirmncetr
dsse parte de agastado, atlribfliodo-nns a hiHb-
go de insnlta-lo.
Costumamos jOgar e medir armas de eavallen,
quando temos drante de nos un contendor >y\"
sabe calcar a luva sem mancha-la. Se a srle r
falla, e quem ao encontr nos sala um arri.
deixamo-lo entregue a si: nao nes imxliam coa*
elle.
Por esta razio, tantas vejes calumniado, injn-
riado eaggredidoem nossa repirtacao, e al* pe*
um espirito feroz, a quem o nervoso o val apros*^
mando da loucura. nos tamos anda aasfm akahV
do da lula vil e baixa que degrada o dWaiiiadore
nao o calumniado.
Em face de loncos, s nos compre fazer arden-
tes votos para (pie o Kxm. Sr. Dr Lacena na ar^
refsea nonobre empenho de reahsar a con-lrac
? io do hospicio, que mais tarde tem de os ifeeeher;
em face do calumniador vil, recitamos, confiado
que o muado o lia de ensiiuir.
Aiuda urna vez s : nem nos, nem os outros re-
dactores desta parte do Diario, tainos nos meltido
no charco inmundo da dilTamaio em que pat-
nhara os redactores da Provincia.' Se temos res-
pondido aos insultos e injurias jogados contra nos
e contra o distracto e Ilustrado a'drainislradar d
provinca, em liuguagem enrgica e vigorosa,
anda assim nao temos passado do digno terreno
da apreciacao do carcter poltico dos nossos ad-
versarios ; a honra e a probidaJe do individuo
anda nao accommettemos.
Desafirnosos nossas adversarios a que iudiquera
desta cclumn i em que baja urna palavr
a honra c a probidade de
raro o
curando transigir com a realidad*, isto com a
statu quo das rclases anteriores cmre o estaio e
a igreja.
E porque euto o que era licito e bom para vos
deve ser considerado Ilcito e mo para nos ou-
tros?
Agora eslaes sofreg* para verdes resolvida a
questao religiosa; poisbem apostamos que nio
sois capazes de dizi-r anda qual a vossa opinio
e o que devaJazer o governo, no caso final de re-
sistencia e contumacia extrema do poder eccleasti-
co era cumprir as nossas leis..
Nos vos provocamos, mui|o catbegoricamente, a
que pronunciis o vosso pensar esse respeito,
femaaiidos lib&raes da Proviacta, pescadores d'a-
guas turvas.
o artigo
ao menos que affecte
quem quer que seja.
Nao tem assim acontecido comaosco ;
numero da Provincia em que nao vem, falsa f
e cobardemente, urna alluso offensiva honra
dos seus adversarios, ou a recorlacao maligna e
torpe de fados amigos, j vautajosamente contes-
tados.
Em troca da nossa luiiganmiidade calumaiam-
nos e ferera-no* do modo mais pungente; e grilaui
depois que os Insultamos, que somos diuaina"
dores I
Nao nos arrependemos do u;s;o proceder, por-
que conforme cora o pudor e cun a dignidade
que sabemos apreciar. Se nao feriraos os uossos-
adversario* cota armas iguaes s que manejara,
nao certamente porque sejam inmaculados ;
porque lana armas sao armas vi-.
Portaato nao deve o Ilustre tioancoiro ver
insulto onde nao os ha, e d'ahi tirar pretexto para
insultar-uos; fai;a o seu go-to desuinbaracada-
mente, que tuJo quanto de nos disser, receberc-
mos como do quera vera.
Tambara nao procuraremos uestes arlgos des-
cortinar o competidor com quem discutimos. Nao
queremos coubecer nelle o finanairo que foi ao
honrado Sr. inspector da tlicsotii aria de fazenda
pedir ligues de liuancas, e inforiiugoes sobre a
permuta do sitio de Santa 4nna, e escreveu ao in-
talligeate inspector da thesouraria provincial,
pedindo esclarecimeiitos.flue por serem exactos,
nao servirn) para os artigos a que temos de res-
ponder.
Respailamos a declarai;o que fa'. no Jornal d*
Recife um dos redactores da Provincia, de que
nao escrevh contra o governo.
Aceitaremos, anda que contra a vontada, a
theoria da irresponsabilidad!' moral do anommo,.
que nos ean'nou o mesmo Jornal do llecife, e nao
embargaremos mais a palavra do eteriptor anonv-
mo, que diz, de peito Jimpo, nao ser autor do qe-
escreveu.
Assim, so os arligos sefori fin.ineas e questao
Miranda que ten publicado a Provincia, desa-
catara o goveruo e procurara a este crear seria
diffleiildade, depond-> do crdito da provincia,
quando so traa de una operaei de fundos do
grande soninia, nao ailribureiiio iiuais autora
desses artigos quelle que nega-lhes paterni-
dade.
Se, porm, toda a qua.-tio do Ilustre firanceiro
o lugar de inspector da thesouraria, que bem
Ihe pode convir, f iremos franca e sincera dtclara-
cao :nanea preteuJemos, nem queremos cssi?
lugar. .
Isto posto, apreciaremos a argiuientacao do il-
loatre fhumeeiro, relativamente sua opinio so-
bre o estado das Unaneas da pro\incia e dos co-
fres qai* nos deixoii a sitnacao linda, regorgilan-
tes de saldos.
Deploramos qae a nossa saude nao permita que^
levemos- de um jacto cada um dos tana artigos, e
que s aos poucos os poseamos apreciar. O escre-
ver muito nos fatiga e nos faz mal nctualmenle.
Nao iremos desta vez aos poucos, pelo desejo de-
dar ao Ilustre financeiro dses pequeas. Adis-
cu.^so j vai perdendo de inlers-se, e. conviria
ataca-la a tuda a foraa, mas no podemos isto
fazer.
O Ilustre financeiro vigoroso, nao d.i as costas
fcilmente. Em falta de bna< ra'.oes. mystifica os
factos, inverte e trunca os argumentos em contra-
rio, a insiste as inextrdes que aventurou, repa-
tao queja foi vantajosameate contestado !
Como nao temos per fim convencer o nosso
contendor, que nao s sabe Mr a escr como tambera engr.Jar palavras ; ma3 sim ex por
ao publico a verdade dos (nejos pan provar que
o Ilustre financeiro nao Ihe tem referido a ver-' .
dada, proseguiremos nesta discusso
Era artigos anteriores dissemos nos balances
da thesouraria provincial s figurara o producto
da renda e a quantia despendida ; os saldos que
elles indicam nao querem dizer estado prospero
dos cafres, que podem, nao nbslaute, estar opera-
do* o dividas. A divida passiva nao figura nos
mesm s bal ancos, a nao ser o resto a pagar que
passa para o auno financeiro segrate.
Deste nosso dizer. alias couforine a verdade e a
pralica fnanceira. tirou esta eone uso, (uie faria
iiiv.-ja at a Fre Gerundio.
i Da inaneira que na opinio d) celebre can
di'into a inspector, s pode haver saldo no orca-
uicto quando n'ao In divida passiva. .
Em verdade no ha ualor disparate, para n
i/Tmos saodice, do que semelhanta eonclu-a i '
Mas vejamos a lico, que rauito cheio de si, n->s
Jeu o filustre furanceiro:
Ajfiaidapa-siva naila tem com o resulta!)
dos onjaaeuto- encerrados e liquidados.
Em vaif de urna I i;'o, n) vimos nesta preten-
cioso tiecho sean nina charada, ([na o financei-
ro da mwes higo los que baja oo;> todo o mundo
nao peder decifrar.
Orr.'uiientos encerrados e In; i dad -. senao
ura puuhdo da palavras sera sentido, necessa-
ria-ii3ate urna cousa citre n ade.
Ist) que cousa ae fazer rir as gargalha las
aos Srs. Jos" Pedro e Sonreir
O que quema dizer rcnmenVs encerrados e
li |ii iidos que nada leni cA: a ilivi a passiva a
O orcamento a bise pruvavet, que se organi-
sa ei m o fim da sabr ola serem decrtalas a
renda e a desposa de cada auno flmneiro.
Se Pallando em orcamoato, refeo-se a lei annu:i
que regula 0 impo'to c a desj*za, a cousa
outra ; mas nem assim ha llqnidaino Oa lei: ella
regula a renda e a despeza do exeroicioj e as
coutas dete sao quo passam pela liqidacao.o
ludo tem com a divida pa-ivi.
Se anda nao foi isto o que quz dizer o Ilustre
financeiro, devoremos acreditar que quii dizer -
amor o a lingua nao o ajudou ; quiz dizer en-
fuen, dsse orcanieulo.
Se foi aos balamos que se quiz reforir, enll>
permita que Ihe oigamos nao tugmen'ou idea,
repeli precisamente o quo haviamos dito, rece-
Leu hcio que Ihe demdS.
Em verdade (cumpre dize lo), es artigo do il-
lustre financeiro estao tao misturr dos d banal
daes e de argumentaso ecus ida, que somos
5__.
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L
k* '





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rmsr
Diario de Pemambuco 2^mrik,ta 22 da Setembro d. 1873.
AstrangMos a por de parttt tuda qttan*) os pv1
ecer excrescencia da argBitwnt&cio.
O Ulustru fiuanceiro, ropelinde cortla! o pa-
pagaio o que lite ensinam, foi escreveado a esmo
mnita couki que nio vem a proposito ; tallo ero
divida fluctuaute, divida fundada, eratim fez una
preleceao tjai ao gosto do sabio como hu
poucos.
Poderiaroos apreciar esta parle do seu artigo,
fuer a verdadeira distioojo entre divida fine
luante.e divida fundada a publica; mas as-
sumpto-fora do plano da di 'cusso, nao o abor-
daremos.
Ge*iiiiua,en sua preter^ao, o Ilustre finan-
eiru:
_ Bisa* dividas fotuta) quando fluctuante sao
pagas so torrar do esttrttcio, e podero formar
kivii*s de mesmo carcter no exercicio futuro; e
quaado consolidadas ou fon Jadas so enlram nesees
orcamentos a importancia dos seus juros e a
mortisacio forjada.
Eis aqu urna licu mal repetida. Islo de di-
vida que p*dem formar divida do mesmo carcter
no exercicio futuro um en broglio terrivel.
Mas nlnguem contesta que pode organisar-se
nm orcamento ou bataneo, em que fique saldo,
nao obstante existir vericad.t a divida passiva.
O que contentamos que o pagamento de ama
dospea que nio foi hoje realisado, mas que o
sen anianb, possa ser considerada divida no
corrtr do exercicio quando o que constitue a di-
vida passiva c a despera au papa e verificada no
lim de cada exercicio. Divida fluctuate paga no
correr do nerekio, podende pass-ir para o futuro
orno divida d> mesmo canctur, cousa que nao
se entende, disparate, < moxinifada, tudo, me-
nos eio de (naneas.
Desta feita, facemos ponto aqui. Precisamos
tomar folego para continuar.
ERRATA.
O artigo que tero por tituloO Si: Buarque de
iiacedo -o foi honlem paginado como Publicacao
a pedido, p-rtence a essa parto do Diario, da
respectiva redaceao.
Por equivoca foi, e at com erros typographicos,
iropresso em outro lugar.
d i* cenJertote -F. da; Chagas Galvlo.
Q I* conferenW-Rayrnnndo F. Barbosa.
Approvo.Alfandega 10 do setembro de 187j}.
o inspector da alfandega
P '.'r'jMlWno de Cflrmtto fleii.
eonsir.ia|u *
Importacao.
Trieste, patacho austraco .Stoga,
Pbipps Brother & C nianifestn :
Farinha de trigo 8,531 barricas s^s consignata-
rios.
PUBUCACQES PEDIDO
O hachai-el Atisterllano Crrela
de Crasto, juiz ntiinicipal le
Bous Jartliua.
Heaueri em Juizo a exhbicSo do autographo
do calumnioso arg > publicado coutra inim no
Diario de 2 do crrente iivz, e de que o publico
ja leo conhecimento, e verificando que o respon
savel pela sua publicacao o seu signatario C. A.
de Lagos, que quandn o a^signou ja cnmpria a
pena de priso, que llie impiu como juiz de direi-
to interino, pelo chine de injurias verbaes -, en-
tendo nao dever proseguir nu processo; porquo o
referido individuo, no- termos da lei, nao poda res-
ponsabilsar se pela publicacao do mencionado ar-
tigo, attoDta a sua qualidade de reo condemnado
e que compro senteoca, o sena njustica prose-
guir no processo outra os editores deste Diario,
que nao tiveram a intencao de me injuriar, nem do
me calumniar, e que cortamente foram Iludidos
quand-j aceilaram a respmisibiliJade, de quem a
nio poda a-sumir perante lei.
O publico avalie de quo natureza sao o; meas
raluraniadopes.
Recife, 18 de setembro de 1873.
Anslerliano Correia de Crasto.
Loja Maconiea Segrcdo e Amor
da Ordena
Fabio Rustico, autor da obra Jesuitismo
e Catholicismo, que acaba de entrar em
circulaco, agradece profundamente so-
bredita loja o auxilio que Ihe prestou.
Fabio Rustico disso no livro e repete : da
Magonaria que depende quasi tudo na luta
contra o ultramontanismo; e mal de todos
se a Ma^onaria arrefwer no combato.
Eleicao de eleitores
A eleicao que teve lugar na freguezia de Una
no uJtimode agosto,deu o segointe resaltado :
Cainmendad ir Ji< Luiz di" Caldas Lias. .
Coronel Man >r>| Xavier Paes Barrote.
Antonio da Rooha Watiderlcy.
Major Paulo de Amorim Silgad).
Capitao --anoel Vicente d Hollanda Cavalcante.
Dr. Manoel Xavier l'aes Brrelo.
Luiz Bandera de Mello.
Teuente Leandro Cmlcante da Silva Guinurans.
Joo Lins Machado
Fraucisco de Vasconecllos Lins.
Joao Clemente de Lima 8 Mello.
Vigari Antn o Jacome de Araujo.
Capitao Pedro Cavalcante de Albuquerque Uclia.
Dr Henriqne A. Milet.
Joo de Barros Wandriey.
Francisco de llano- W-u/i rl >'.
Bernardina Alves Harhn I .
Flavio Angas) da Sil Freir.
Francisco d Paula Cavalcant e Silva.
Faustiniano de Oliveira Lins.
Daro Henriq:ie Wan lerley.
Raymundo de Freitas Pa lilha.
Antonio PtoHadelpbo IVieira Dutra.
Antonio Germano Alves da Silva.
Antonio Agostinho Duarte Cunha.
Aquilino Antonio da Silva Moraes.
Emygdio Camello Peesoa de Mello.
Antonio Pepeira do Si (ueira.
Antonio Gomes de Aguiar.
Joao Baptista Ca-tanha.
Flix Antonio de Si. jiieira Lins.
Antonio Camello PesSoa de Mello.
Iiiiclizus victimas lo rheiimn-
S3UO.
Porque solreis tantas dores, e porque gas
taes intilmente rosto dnheiro em medica-
mentos incapazesdo vos curar?
Vossa molestia nao tem outra origem se-
3o no sangue viciado.
Purificai o sangue "com a Salsaparrilba
Ayer. Se vos tomardes este remedio com
rogularidade u constancia, licareis curados.
Experimental.
viiMMUtfflO,
PRACA DO RECIFE M DE SETEMBRO
_______J)& 1873.
- "' ; A8 3 1/ HOHAS DA TAIWE
Algodo da Parativba 1* aorta 9I00 por lo
kilos posto a bordo a frete de 1|2 d. e 3
. 0|0, hontem.
Cambio sobre Londres a 90 d,v. 26 d. por
1*000.
JUDotircq
Presidente. -
i^al eve
ecretano.
ALPANUEGA
ttendimefito do dia 1 a l>. .
dem do dia 20 ... .
6ti7:14380
21:16^06(1
588:318*926
Descarregam hoi ti <\* selembro de 1873
Fapor inglez Student (esperado) mercadorias
para alfandega.
Vapor nacional-Ipojuca -gneros nacionaes para
o trapiche da coi apanina pernambucana.
Varea portugurza -Josehina //diversas merea
dorias para n trapiche Conceico.
Barca ingl^za //^r>ioennor e tj< los j des-
pachados nara o gm* do Apollo.
Barca inglez*. Pcrteetrance mercadorias para
alfanoVga.
Logar inglez Stflla bae.'Iho j despachado pa-
ra o trapiche Conceica i.
Carca sueea -C, D. W. a faa j despachada para
o caes do Apollo.
Vapor fiancez Ville de llanta (esperado) mer-
cadorias e tiagam t* para alfandega.
Vapor nacionaP.ir (e.-perado gneros nacio-
naes para o trapiche Dantas.
.A.TBKACO NA PAUTA DOS PRMfS_ DOS OKNEROS
flOKITOS 01REIT8S Dg KtPOHT*50, NA SEMANA,
m 22 27 Df srr mb o ok 1873.
AJfodioem rama ou la VIO rs. o kilo.
Carrio de pedra e>tran;*iro, tonellada
8*S00.
Carocodo algodio 50 rs. o kilo
Alfandega da Pernanihiici, y de
1873.
Lisboa, "barca portURuea Jostphina II, consi-
gnada a Rabcllo & C, manifestou :
Azeitonas 20 cillas a Bellran & Filho. Alpiste
50 barricas a Souza Bastrs C, 19 a Costa Amo-
rim & C
Ceblas 2'i meas caixas a Cardoso & Martin*.
Cal 100 barris a Pendra V. Si C, tUO a T vares
de Mello, 100 a P. Fonceca, luO a D. Matlieu*. 100
a S. J. Ramos, 30 a S. do Amaral, 60 a Rabello A
C 100 a Souza Bastos 4 C.,.10 a Leal & Irmo, SO
a Ferroira da Cruz. Cevada 80 barris a Times.
Carvo 5 barris a Seabra, 10 aos consignatarios.
Cera 7 barris a Fonceca & Snceessores.
Espelho i J Gomes.
Fejao 30 saccas a C. Amorim 4 C. Parello
250 saccas a S Leitao 4 Irraos, 250 a Beltrio r\
Filho, 23 a Tasso & C Folhetos t caixa a F. r-
reir Mala & C, 1 a M. Barbosa, 1 a Pereira V.
4 C. Folhas de louro 22 volumes a Th.-Times.
Mobdia 3 volumes ordem.
Obras de prata I caxa a V. Negrciros.
Peixe 10 barris a Beltro 4 Filho. Podras de
cantara 7 volumes a J. Gomes.
Semeas loOO saccas a Thomaz de Aquino Fon-
ceca 4 Successores.
Vinho 16 pipas e 10 quintos aos consignatarios,
34 ditas e 20 quintos a osla Amorim A C, 35 di-
tas e 35 quintos a Beltrio & Filho, 12 ditas e 15
quintos a Amorim Irmios & C, 21 ditas e 21
quintos S. Bastos 4 C, 18 ditas e iO quintos or-
dem, 6 ditas e 14 quintos a Olivera Filho & C,
20 caixas a Ramos Mantudo, 13 quintos a M. Bar-
ros Filhos 4 C. Vellas 80 caixas a Thomaz de A-
quino Fonceca Suecessore*. Vinagre i pipas e
10 quintos e 10 decimos a- Santos & Araujo, 10
quintos a Lebre & Re s, 7 pipas o 15 quintos a
Fonceca 4 Snceessores.
'm a'"7"'"^ ao wcrivio que este subscreVen,
crie, pas-^^-j,, 0 rospectiro manda lo de penhora,
', ^.a effeciuada na< partes da heranca que tem
"j tocar has partilhas dos hens deixados por D.
Anna Oertrudcs Cinleiro Cunha ao herdeiro Fran*
cisco de Paula Cordeiro Cintra a quem o execnta-
do compmu. em t-onseriueneia do ipie o solicitador
da faceuda provincial fea em audiencia do dia H
do cerrenle o requerimdntff do theor sejniinW :
Recife, em publica audiencia que aos f.-itos e pa -
t--^ fazia o Mr. juz dos felos da fazenda Jiaquim
(..iicalves Lima, pelo procurador da mesma Jniki
Fumino Correa de A'aujo fui aecusada a penhora'
que so segu, feita ao re* e reiiiiereu se passassie
cana -te edito com u prazo legal, allm de ser eita-h-
o ex-cuiadu, visto eomo se aclia ausirnte m Iti
gar inserto pr> -emitido se nos ult-riores tiTiiwfr
da exei'U';ao, guarda las as foriiialidades do styki,
o que ouvidu pelo jtuz as-iai> loi'orio. Cxtrab o
presente do protocolo das audiencias e junto o .*e-
guinte mandado.
Eu, Joo Vicente de Torres Bandeara, escrivo,
o e crevi.
B'por forea deste deferimenlo o respectivo es-
crivao fez pa-aar o prsenle, pelo theor do qnal
tem de ser citado Roberto Leashhoir para -que
dentro do predio prazo da lei de 22 de dezembro
de 1761 titulo 3 i 6* compareca ante este juizo,
a lim de allegar o seu direito ; portan to todas e
quaesquer pessoas, prenles, amigos e con nocidos
Ihe pode rao dar scieucia de lodo despendalo aqui
inserto
E para que o presente conste a qnem quer quo
fr, sera aflixado e publicado pela imprenta.
Dado e passado nesta cida ie do Recife de Per-
nambuco, aus 15 de setembro de 1873.
En, Joo Vicente de Torres Bandeira, escrivSo
o subscrev.
_________ Joaquim Gjncatccs Lima.
DESPACHOS DE EXPOUTAQAO NO DI A 19 DE
SETEMBRO DE 1873.
Para os partos do exterior
N escuna pertugueza Christina, para Lis-
boa, carregaram : B Olivera 4 C. 34! couros sal-
gados com 4,092 kilos.
Para os partos do intenor.
Para Mossor, na barcaca Varaguass, car-
regaram : J. A. Fcrreira Barros 3 pipas com 1,440
litros de agurdente ; Costa 4 C 2 barricas com
120 kilos de assucar refinado.
- Para o Aracaty, no hiate brasileiro Isonilla,
carregaram : Costa 4 C. 10 barricas com 600
kilos de assucar refinado.
Para o Rio de lanero, no hiate brasileiro
S. Paulo, carregou : A.. M. Machado Jnior 810
saceos com 60,750 kilos de assucar branco.
- Para Pirangy, na barcaca Silvina, caire
gou : A. de Mesquita 1 barrica Mffl 82 l|2 kilo*
d.- assncar refinado.
- Para a Villa da Penha, na barcaca G. Feliz,
carregou : J. G. Valente 1 barrica com 52 kil^s
de assucar refinado.
Para Mamanguape, na barcaca Boa Espe-
rance, carregaram : B. Fumes 4 C 1 caxa com
15 kilos de doce.
UAPATAZIA da alfandega
rteadimento do dia 1 a 19 14:819*554
Idu/D do dia 2i) 541*405
15:360*359
VOLUMES SAHIDOS
21335
Pnmeira porta uo da 20 81
37
92
d piche ConeeicSo . 148
22,693
SERVICU MARTIMO
M\arengas descarregadas no trapiclu-
alt.mdosa no dia 1 a 19. 37
>iUs ditas no dia 0......
Vawjs atracados no trap da alfandega 2
Uv.weugas........
"Jo trapiche Omceieao .
KECKoEDORlA DE
RAES DE
RenAutento do dia I a
dem do dia 2'i .
39
GE-
RENDAS INTERNAS
PliHNAMBDCO
19 25:7620
. :26*60
28.022*400
CONSULADO PROVINCIAL
tenoiiento dn dia
dem fio dia 20
i a 19
50:622*901
l:o38i366
52:162*270
RECIFE
Reudimtnto do dia 9.
dem do dia i1). .
DRAINAGE.
9:'i86*658
4611484
10:4'i9*2 2
MmviMgwTQ w gogrj
Naeio entradas no dia 20.
Tsie-te 79 das, pataca j austraco Stoga, de 256
toneladas, capitao Anluniu Cereirh, equipagem
9, carga 2,531 barricas com farinha de trigo;
Phipps Brothers C
Bahia 10-dias, patacho inglez G lathta, de 133
toneladas, capitao John Baile, equipagem 6, cm
lastro ; a Rabe Sclimmeltau & C.
Ni vi s sahidos no mesmo din.
Mossor Patacho allemao Lorenz, capitao Kro
g-r, em lastro de areia.
Cear-Patacho allemao Elise, capitao Steffens,
em lastro de areia.
Ohsercacao.
Suspendeu do lamaro para o Havre, a barca
franceza Norntandie. capitao Esmelin. com a mes-
ma carga que trouxe do Rio de Janeiro.
Navios entrados no dia 21.
Rio de Janeiro e portos intermedios 7 dias, va
por nacional Baha, de 1539 toneladas, com-
mandante capitao tenente Teixeira, equipagem
56, carga varias gneros; a Pereira Cameiro
4 C.
Liverpool por Lisboa 23 dias doprimero porto,
u 14 do segundo, vapor inglez Student, de 46t
toneladas, command gem 25, carga diversos gneros; a S. Brothers
S C.
Cardiff 61 das, patacho inglez Joseph Howe^ie
|_ 354 toneladas, capitao Thomaz Hulies, equipa-
gem 8, carga carvo ; a bauuders Brothers
Babia10 dias, escuna nacional Frotara, de 120
toneladas, capitao Jos T. de Azcvedo, equipa
gem 7, caraa carvo; a Wilson Rowe & t.
Observado.
Ate ao meio dia nao houve sabidas.
CITAES
0 Dr. Joaquim Goiif;alves Lima, juiz dos
l'ei'.os da fazenda desta provincia de Per-
nambuco, por sua magestade imperial e
cunstitucional o Sr. D. Pedru II, que Deus
guarde.
Paco saber que o Dr. procurador lineal da fa-
zenda provincial me dirigi a peticao do theor se-
giliille :
Illm. Sr. f)r. juiz dos feitos da fazenda. Diz a
azeuda provincial, por seu procurador fl-cal, que
sendo Roberto Leahsbolr, devedor da fazen la da
qu.mtia de 839*30.1, con-tante da cunta junta da
serie B, remeltida para a procuradura da lazenda,
requer que contra o mesmo ou eus uccessoies
se passe mandado executivo para em 24 horas pa-
gar o .-eu debito; e nao o fazendo se proceda pe-
nhora em seas bens qaantos bastem para soloeao
do principal e custas; e depoi- de depositados na
forma da lei, seja citado oexecutado para todos os
termos da exeeueio al final, lob pena de revelia.
Pxde a V. S. assim Ihe deflra.-B R. M (E lava
sellada com urna estarepilha oo valor de 2<0 rs. e
inutilzala da formaMguinio : Becife 26 de sc-
ateiidiro de (872. Gu<-d-s Aleoforado-)
N-sta pr-ticau dei o despacho segointe :Distri
buida e au hoada, deferido. Recife, 31 de uutn-
bro de |87t Lima.
O conselheiro. Anselmo Francisco Peretti, com-
mendador da imperial ordem da Rosa da de
Christo, desemhargador e presidente do tribu-
nal do commercio de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Paco saber que, sezundo coi sta de urna carta
patente da presidencia da provincia, de 16 do
cor rente, e que foi apresentada a este tribunal, se
acha constituida, por dispensa da mesura presi-
dencia do intersticio Je 60 das da lei, a compa-
nhia iugleza Union Marine Insurance, cujos esta-
tutos e carta imperial de autorisacio foram regis-
trados neste tribunal no dia 3 do preeente mez,
sob n. 71. de conformidade com o art. 14 do de-
creto n. 2,711, tendo sido mi da 5 do mesmo mez
publicados no Diario de Pernambuco, por parte e
custa dos interessados.
E para constar, mandei passar o presente edital,
que rara publicado pela imprensa.
Tribunal do commercj de Pernambuco, 18 de
setembro do .873. Joaquim Olinto Bastos, secre-
tario, o subscrevi. -0 presidente, Anselmo fran-
cisco Peretti.
Edital n.....
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
achando-se as mercaderas cuntidas nos volumes
ahaixo mencionados no caso de seren arremata-
das para consamo, nos termos do cap. 6" do til. 3*
do reguiamento de 19 de setembro de i 60, os seus
donos ou consignatarios devero despacha las no
prazo de 10 dias, sob pena de, lindo elle, terem
vendidas por sua emita, -em que Ihes fique com-
petindo allegar contra os effeitos desta venda :
Trapiche Conceico.
Marca SSAC 5 caixas vindas de Lisboa no va-
por inglez Arbitratar.
dem diamante L 6 ditas dem dem dem.
dem J. P. S. 15 ditas dem no vapor porta-
guez Lidailor.
dem circulo JPS I dita idem dem dem.
dem MLP 15 sa*cos idem dem idean.
Alfandega de Pernambuco, 18 de setembro de
1873.
O inspector
Fabio A. de Carvalha Res.
A cmara municipal desta cidade, faz pu-
blico para conhecimento de quem interessar pos-
sa os artigos de postura abaixo transcriptos:
Dus ralhadores, magarces, aprendizes e
capataz.
Art. 229. Ninguem poder exercer do I.' de
outubro vindouro m liante o offl io de capataz,
talhador, magarefe e aprendiz sein cenija deba.
Art. 210. Para obter esta licenc.i preciso pro-
var : l.* que de condcao livre ; 2. que tem
18 ranos ; 3 que tem bom comportamento ; 4.-
qnc esti habilitado a exercer o diio oflco, o que
justificar com attestados de tres marchantes.
Art 211. A licenca valer por nm anno, e a
falta della nos primeiros qninze das do anno mu-
nicipal que Drincipiar do 1" de outuhro vindonro
30 de setembro de 1*74 equivaler* a perda
do emprego.
Paco da cmara municipal do Recife, 20 do se-
temvro de 1871.
Theodoro Mchalo Freir Pereira da Silva.
Pro presidente.
Pedio de Albuquerpie Autran,
Secretario.
reeeMdas aW-s \l horas da manha, forneci-
mento no trimestre prximo vindouro de outubro
a dezembro, dos objectos de fardamento, seguin-
tes':
Para aprendizes artifiess.
Bonets do uniforme, rtooet* u fervlv, blusas
de brim branco, blusas de lgo-Vn azul, blusas de
panno azul, cale de brim bmnn' cal .as de al-
godio azul, camisas dn alg'"lii/.inh>, ejM.rloi\- de
li, ciberfoTes de algodo, ciai s de curo lualien
iiiverni-ado, calcas de panno a/.ul, iMtchdes de
linho ehejo' de patita, fronlii- I ..le-lao/inhi.,
leu os de seda preta para grav*i:<-, tpHWSen de
algodoznbo, sapatdes, sacro* ibi guanlaf loupi e
travesseiros de linho cheios *d >*:u i.
Para artfices avuli...
Rtiists de panno aznl, Mosm 1 algol&o azul,
<-aes Je brim branco, calvas !> p un i azn!. e.i
misas le algodaoziuho e ciiti- i- :ouro luanco
n*-rnis.-*li>.
ara noperiae.- in.iiinheiros, ,ifu>tdlzoi ditos e-
marrabagem.
Bonets de panno azul ferre'e. f-rilas da dle,
caica* de dito, camisas oe brim branco, calcas do
flanlla azul ferrete.- e.?mi*as d -lito, calcas de
brim branco, col oa de Hubo ehei.< ihj pxllia,
cobertores de li, lencos de seda i reta para grava
tas, sapatdes e saceos de imruhagcui
Adverlo se que os objeclu- de ardumnto sao
de conformidade com o plano de uniforme man-
dado ltimamente observar, o qual acha se nesta
secretaria para ser consultado por quem queira
proper*e ao forneciment.
Contrata mais o conselho o I. rnecimento em
dito lempo aos navios da armada e estabelecimen-
tos de marinha, de carvo proprio para ferreiro,
cemento, carvo c k, milho pilado, telbas e lijlos
de alvenaria grossa, hem eomo promove a compra
dos objeclos do material da armada, seguintes :
12 duzias de limas chatas, quadradas, meia ca
na, tr angulares, c"atas de meia cana, e muicas,
25 barras do ferro com 11 centimeiros de largo e
0,034 de grossura, 2 paos de emberiha preta ou
de outra madeira de qualidade, com 16,5 metros
de cumplimento, 22 centmetros em urna ponta e
33 ditos na outra, 50 > litros de azene de peixe, 20
aros de madeira, 1 batanea com braco, 400 metros
de baetilha, 10 duzias de brochas para pintura,
10,800 litros de cal branca, i-t varSes de cobre de
m.0,010, 20 varoes dito de m.0,oi:<, (5 vares dito
d> 0.010, 15 vardes dito de 0,019, 400 cabros de
Sualidade de m.6,6, 20.0u0 estopaies, 100 kilos de
o de vela, 2 kilos de fio de la, 200 kilos de gesso,
20 litros de kerozene, 25 livros em branco pauta-
do de 200 fumas, 25 livros dito de 50 dius, 25
Ivms dito de 2'i ditas, 12 moinhos para caf, 50
resmas de papel pautado, 50 ditas de papel liso,
40 notas de pennas de ac, 200 kilos de pregos
de ferro de m.0,38 a m 0.4 de dimetro, iOo kilos
de pregos dito dem.0,13, l,0cO parafusos de metal
sonidos, 40 duzias de ripas de emberiha, 3 rebolos
de m.0,38 a ni.0.44 de dimetro, 100 saceos de con-
dueco, 15 kilos de tachas de cobre, 6 duzias de
taboas de cedro de m 0.07, 20 duzias de tabuas
dito de in.0.02<, e 4 kilos de vermeiho da China
Sala das sesses do conselho de compras de
marinha de Pernambuco, 16 de setembro de 1873
O secretario
Alexandre Rodrigues dos Anjos.
(.avallo furtado
Pela subdelegara do 2 dL-trieto de Maranguape
ac a-se depositado um quarto russo pedrez, cgo
de um olho, que foi tomado na estrada de Maneo-
ta, ao ladro que o conduzia : quem for seu dono
veo ha reclama-lo.
O subdelegado
______Man le de Carvalho Paes de Andrade G.
Estrada de Ferro Pa-
rae use, no Para.
Tendo a assembla geral dos accionistas da
Cumpanlti'i Urbana da Estrada de Ferro 'araense,
autorisad a venda desta empreza, a commissao
eleita para esle fim recebera propostas para a
compra da mesma al o dia 10 de novembro pro
lino, no Para, podendo os prominentes obter des-
de j as circulares, e examinarem es estatutos,
bem como os rclatorios da eompan ia de 1870,
1871 e 1872, ni escriptoro do Englisb Bank of
Bo de Janeiro Limited.
Edital n. 68.
Pela inspectora da alfandega so faz publico
que au tendo sido effectuada a arremata.o das
nx readoria- atiaivn mencionadas, auuunciada por
edita) n. 65 por falta de licitantes, se transfere a
mesma arr'niaiaeao para as ll horas Ja manha
do dia 23 do corrale, porta desta reparticao.
Trapiche IJnrbosa.
Marca SB 1 pipa abatida, pesando lquido real
60 kilogrammos, avahada por 8680, rinda de
Lisboa no navio inglez Ariel, e consignada a Saun-
ders Brothers & C
dem PCC til caixas com 10 dunas de garra-
fas com vinho inuscatel, uiedindo liquido legal 76
litros, avhalas por 94*392, viudas de Barcellona
no navio hespanooJ S. jfartano, o consignadas a
Pereira t^irneiro 4 d
Alfandega de Pernambuco, 20 de setembro de
1873.
O inspector
F(i6/o A. de Carvalho Beis.
Edital n. 69.
Pela inspeclonia da alfandega *e faz publico
que nao tendo sido eil"--etuada a arremala^o das
mercadorias .-.iiaixo mencionadas, annuuc ada por
edital n. 64, por falta de hclanies, se transfere a
mesma arremataco para s II horas da manha
do dia 23 do i or'rente, porta desta reparticao.
Trapiche Cunha,
Marca EDPRIVT AGE i pipas com vinho
seceo. medindo liquido legal 951 litros, avahadas
por 341 281, vindas de Otic no navio francez
Mara Celne, entrado em 9 de dezembro de 1872,
o consignadas a Tasso Irmos A C.
Alfandega do l'ernambuco, 20 de setembro de
1873. :
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Res
Companhia de seguros utili-
dade publica.
Os senhores accionistas sao convidados a com
parecerem a reunan de sssembMl geral desta
companhia, em seu escriptorio ra do Vigaro
Tenorio n. 6, segunda-f-ra 22 do corren te, a I
hora da tarde, para assistiiem a leittira do pare
cer da conmssio de exame de emitas.
Ilecife, 16 de setembro de 1873.
Os directores
Candido C G. Aleoforado.
Francisco Joaquim de Brilo.
CQ1PANHSA
DOS
TRILHOS URP>
Recife
.S'-MlS^sSS
DO
(Huida.
Nao se tendo verificado
a assembla geral con-
vocada para hontem IC
do corrente, afim de
proceder-se a eleigo da
n va directnria o mais
Macarrto.
Pies de U4r,762 grammas, u.
Sal. -
Tapioca.
Toncinho de Lisboa.
Vinagre de J.isboa.
Viudo de Lisboa.
Vinho do Porto.
Ovos, li m.
Todos estes genen deveni ser da '. qnaiidadn ;
a ca ne verde nao deve conter no peso que se pe-
dir mais do 5* em ossos ; e todos sao medidos e
pesado* pelo systema nltimamente adoptado.
Contraa ..inda o mesmo hospital para u (..en-
tes o para n referido trimestre :
Sanguesupas de Hamburgo.
I.avagein e concert de roupa.
Contraa se i^iralmente o forneciiuenio dea ob-
jecios ahaixo declarados para o cxpedumte da re-
particao, a saber:
Peiras de ;.eo Porry, caixa
Lapes.
Caetas.
Caivetes,
Papel greve pautado e liso, renias.
Obr'-ias, paes.
Tinta vioicia da verdadeira.
li.....i arbica, frasco.
As pessoas que quizerem fornecer os objectos
cima mencionados, apresentem na secretaria do
mesmo hospital, no dia 22 do corrento pelas 11
horas da manha, suas propostas em cartas fecha-
das, e as respectivas amostras.
Hospital militar de Pernambuco, 17 de setem-
bro de 1873.
O escrivo.
Avelina Pereira da Cunha.
Edital n. 67.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
s 11 horas da manha do da 25 do corrente se
bao de arrematar, livres de direitos, porta testa
reparticao, as mercadera' abaixo declaradas, an
nuncadas a ennsumo por edital n. 27, que deixa-
ram de ser despachadas dentro do prazo marcado.
Arraazem n. 7.
Marca CL sem numero 4 caixas vindas do
Porto n> navio portnuuez Social, descarregadas em
28 d outubro de 1872, consignadas Carvalho &
Nugueira, contendo figuras de barro ordinario,
proprias para jardun, pesando bruto 239 kifo-
graminos, tara de 25 i'jO, liquido legal 180 kilos,
avahadas 3or 36J000.
Idem /CL sem numero 2 ditas idem idem, em
?9 idem, a J. M. Cordeiro Lima, contendo liguras
de gesso, obras nio classilicadas, piando bruto
239 kilo, tara de 10 i (0, li juido legal 216 kilos,
avahadas por I2'i00
Idem Vfi AFsom numero -18 ditis vindas do
Havre no navio francez lean Baptiste, descarre-
gadas em 27 de setembro de 1872, e consignadas
Lemos & Guerineau, contendo cada urna 12 gar-1
rafas com vinho champagne, medindo 10 litros por
dii'ia, total 180 litr avahadas por :i2i j.
dem JCM C JBM n. 101 i dita viuda de Ham-
burgo no navio allemao Alberto, dixcarregada em
27 de setembro de'1872. e ron ignada i J. L. Ma-
chado A C, contendo i2 pares de bolinas de cou-
ro de ruats de m.O. 2, avahada por 544000.
Alfaudoga de Pernambuco, 20 de setembro de
1873.
0 inwctor,
Fabin A. de Carvalho Beis.
funccionarios, em cons"queneia de no ha
ver comparecido numero legal; de novo
s<> convidados os Srs. accionistas para nova
reunido que se eTcctuar no logar j desig-
nado n> dia 23 do correte pelas 4 horas
da tarde, certos de que se constituir a ns-
se.nbla com o numero que comparecer, na
forma do art. 11 dos estatutos.
Escriptorio da companhia 17 de setembro
de 1873.
JoSo Joaquim Alves,
1. secretario.
Obras militares.
Em virtude de ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia acha-se de novo era concurrencia a
execuco das obras precisas na fortaleza do Brum,
e da catadura e pintura da casa, em que reside o
director do arsenal de guerra, servindo de base os
leos i offerecidos para estas,de 6504000. e para
aquellas de :t:7504000. A' 23 do corrente ao
m-io da devem, por tanto, os pretendentes apre
sentarem se com suas propostas em carta fechada
na reparticao das obras publicas, onde esto os
respectivos orcamentos para seren examinados.
Recife, 19 de setembro de 1873.
O engenheiro,
Chryssnlito F, do Castro Chaves.
Consulado de r*rluga!.
Sao pelo presente chamados os credores de Ma-
no*! Jos Pinlo e Jos Martins, para apresentarem
na rh m -ellaria deste consulado, dmiro do prazo
de 15 dias, la data deste, suas contas para serem
verificadas e nagas, segundo a fonja dos espolios.
Recife. 20 do setembro de 1873
- s/
IARACOESL
CONSLO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
O c selho conlata no dia 22 do corrente mei,
sob as coBdi.oes do envl >, vista da proposus
HOSPITAL MILITAR
Precisa-so contratar para as dietas dos dientes,
e raedes dos empregados do m-'smo hospital
fornecimeiiM dos gneros aballo declarados, du-
rante o trimestre de outuluv. a dezembro do cor-
rente anno, a saber :
Aletria.
Aranita.
Arroz pilado,
asnear refinado.
Batatas mglezas.
Bul..Cas. '
Bolachas ingieras.
Bananas.
Biscoutos.
Carne de vaeca.
Carne seres.
Carne de porco.
Cha hyson.
Caf muido.
Doce de g.iaha.
Farinha de mandioca.
Fejo inulatinbo ou preto.
Gal'inhas, urna.
Lenha, arhas.
' Laraujas, um*.
Mantei/a mgle/a
Mnnliga franceza.
Mannelad..
Western & Brasilian
TelegraphCompany Limited
Ksliu'o de Pcrnambnco.
Aviso.
O cabo desta companhia entre Pernambuco e o
Para est aberto ao publico para a transmisso de
telegraoiuus laxa de 14 por palavra.
Os telegrammas que tenham de ser transmitidos
a qualquer nutro porto do norte do imperio, S.
Thomaz, ou para os Estadas-Unidos serio acedos
taxa cima, alm dos poites ao eorreio do Pr
ao seu destino que sero previamente pagos.
At segundo aviso, os dias de sabida de, vapires
do Para para os portos cima indicados serao de
antemo annunciados na praca do commercio e
na entrada para o escriptorio da companhia ra
do Torres n. 32.
Nenhuma despeza ser cobrada pela entrega dos
telegrammas aos destinatarios ijue residirem no
perymetr de um kilmetro, mas os que excede-
reni pagaro 250 rs. por cada kilmetro, aleni da
despeza da con Juc.io ao portador.
Expediente do escriptorio, das 7 horas da ma-
nha, as 5 horas da tarde.
Associaqo commercial
beneficente.
AVISO
Nao se tendo reunido numero sufflciente de
socios, que constituissem a assembla geral da
mesma associaco, convocada para o da 20 do
corrente, sao de novo convidados os senhores so-
cios para se reunirem no dia 24 do corrente a 1
hora da tarde ; juigando-se constituida a assem-
bla com o numero de socios que se acharem
presentes, como dispde o art. 20 cap. 4 dos esta-
tutos.
Daniel Cesar Ramos
Secretario.
ADMTPFRACAO DOS CORitEIOS DE PERNAM-
BCO 22 DE SETEMBRO OE 1873.
Malas pelo vapor Baha da companhia
brasilcira.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (22) pelo vapor cima mencionado para os
portos do norte, ser recebida pela maneira se-
grate :
Macos de jornacs, impressos de qualquer na-
tureza e cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 horas, e estas at 3 1|2,
pagando porte duplo
O administrador interino,
Vicente Ferrara da Porci unrula.
Correio geral
llelaco dos objectos registrados existentes
na administrags dos crrelos desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
Antonio Fernandes M (i), Augusto Lobo Siquei-
ra Tnedim, Antonio Perra de Castro, Chain,
Chr spiniano Buarque de Macedo, Firmino Theo-
bmio da Cao.ara Santiago, Francisco Luiz Ozorio,
Francisc i de Paula Cabral, Francisca da Ri cha
Cavalcant0, Joaquina Maria do Nascimento, Joa-
qnira Marques Soares, Joo Coelho Monteiro da
Franca, lOM de Campos arvalho, Mana da do-
ria de Araujo, Mathias Carlos de Araujo Maciel,
Manoel Jo de iliveira Maia, Haneel Martina de
C. Ramos, Rodrigo Klviro de Mello, Telesphoro
Margues da Silva Jnior.
Administra^ilo do correio de Pernambuco, 13 de
setembro de 1873.
Jos Candido de Barros
Encarregado do registro.
Para Lisboa
pretende sognir eom pouca demora a esenna por-
lugucza Christina, de I' das*, capitao Loureira,
por ter a maior parte de seu carrtgamento enga-
jado; e para o resto que Hu falta tratase com os
ao asignatarios Joaquim Jos Goncalves Behrao
Filho, ra do 'loinmerno n 5.
Para o Rio-Graiide do Sul.
Pretende seguir e in muiki brev.tade e palha-
bote Rosita, ^>or ter alguma cirga tratada e para
a qne lite falla trata-se com os cnnsign*isrios
loaimim Jos Goncalves Beltro & Filho : rn
i Commercio n. 5
cmn\m
DE
NAVEGACAO BAHIAMA
iniiT\n\
Mneeiii, Peneda, 4rcsijt
e Bahin.
E' esperado at o dia 26 ou 27 Jo corrente portos cima o vapor foncalces Martins, que se-
guir para os mesmos no dia seguinte ao de sna
chegada
Recebe carga, passageiros e dnheiro a frete : a
tratar eom os seus agentes Antonio Luiz de OfeV-
veira Azevedo A ('.., ra do Bom Jess n. 57.
'V
,1
m
amm dramtico
PBX
' r >b...
'
ESTRADE .
Urna japoneza
Esnectaculo inulto variado,
DIVIDIDO EU
Tres partes.
PELA
Companhia Japoneza.
GOWAHIAnmTICA
A tlifflcil prova los arcos.
A corla nsngiea.
A pipajnponcza.
A pyramide encantada.
Aereo volante.
A rocada pendente.
Comedia em um acto :
0 lio orqualo.
Terminar o espectculo com a ridicula panto-
mima Japoneza de genio inteirameule novo e na
qual t muir parte
Urna Japoneza
Quem quizer rir a vontade venha ao Iheatro
no la noulo.
Depois do espectculo haver trem at Apipu-
eos to jando em todos os pontos.
~~4 VISOS MARTIMOS
CO.MPANHIA PKHNAMBICANA
DE
nveRitciio eooteira a vapor.
MACEI, PF-NEDO E ARACAJTj'.
0 vapor Mondah,
XjZT-^lA^s. commandanto Julio,
%i guir para os por-
tes arma no dia 30
o corrente, as f
horas da tarde.
Recebe caria at odia 27 dorvrrtule.encom-
menda> at o da 9. passaceiros c dini';iro a fre-
te ata i horas la urnv ;a aa *Slnda I
sixipiorio nu Forte oo Mattos n. 11
.
i
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM-
PARY
Liulia quinxenal
O PAQUETE
COTOPAXI
espera se do sul at o dia 26 do corrente, e de-
pois da demora do costume, seguir para Li-
verpool, va Lisboa, para onde recebera passa-
geiros e carga a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
liRA DO COMMERCIO14
Pacific Slcain Xavigali h Gmpaoj
l.inha nninzcnal
0 PAQUETE
s|,era ,-e da Europa at o dia 28 do corrente,
e depois da demora do costume seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, encommendas e dnhei-
ro a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RA DO COMMERCIO14
COMPANHIA PKKNAMBUCANA
DE
A'avegacfto costeira a vapor.
HAaUROBAM.
0 vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no dia 27 do
frrente, s 5 horas da tarde.
Recete carga, encommen-
das, piussagens e dnheiro a
(rete at as 2 horas da tarde do dia da sabida:
escriptorio no Forte do Malto- n. 12.________
Avisos maritimos
T
Naial, Muri e Miimnrt. vai sahir at 25 do
torrente, o hiale Flor d- Jardim. ja tem parte da
sarga, e para n rest>, nata-e na ma do \gario n.
13, com Jo.io Jus da i uniia Lagos, u com o mes-
ere no trapirhe Damas. ____________^_^
"I COMPANHIA PLUNAMBUCANA
DE
lave^aclo coste ira a vopor.
'ARAIIYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', AUAGA.
TY, GEARA, MANnAIl' E ACARAC'
O vapor Ipojuca,
commandaiite Moura,
seguir para os por-
tos cima no dia 3W
do corrente, s 5 ho-
ras da tarde.
Recebe carga at o din 27 do corrente, encom-
mendas at o da 29, pas*ag-ns e dinheiro a frete
at as 2 horas da tarde do da da sahida : es-
criptorio no For'e do Maitis o. 12
Real companhia de paquetes
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Europa
o vapor inglez Boyne, commandanto F. r.eeks,
i qnal depois da demora do costume, seguir para
Buenos-A\ res, locando nos portos da Babia, Rio
de Janeiro e Montevideo.
Ni dia 2S do corrente espera-se dos portos do
sul o vapor inglez .Vcii, commandanto H Bax.
o qual depois da demorado costume, seguir
para Southampton, tocando nos portes de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para Orales paasagens etc., trala-se na agencia,
ra do Commercio n. 'iO.
1_L__ A. ._

IIOES,
Leilao
-
-.
S
' i
s
' \

\
segimiles merca lorias viudas pelo brigue
sueco Olaus, rspitao linde.
Hoje
A' I 1 hora^ No armn/oni n. t. prava d i chafariz, Fra
de fenrtM.
A SABER: .
qnartulas vasas, laboas e pranchdes de pinho.
barricas cwn faiinba de Irlfo, saceos oem anos
e ditos com cevadinha.
O agente Hinlto Ronces levar a leilao as referi-
das mercaderes e. mais artigos cima, i or renta
risco de quem perleiteer.______________
r
DE
(alendas inglezas
Hoje
Bastos <5f Silva levarlo a U ilao, por iniervenr,*
do agente Pinto, um c rnidiMo-v van ida sortimeat
de fazendas ionb-nu, francivas, snisans e allrmiet,
existentes en wu ariuaario Oa ra Recife n. *2. as qtun-s serao vendid.is para echa-
mento de emitas, em lotes vontade di>s compra-
dores : esperaui a CvMcunvucia d-^seiis fnfuexei
e amigos.



t"
p

-'
f
Diario de Pemambuco Segunda felra 22 de Setembro de 1873.
O lelIaU yriaclplur* km bra,
LEILAO
DE
louj.i, vidrus, 2 latus '!' jicara la, 1 ''(vi
de mogno e nutras artigas do gosto.
QUARTA-FEIRA Sfc DO COURKNTK
s 11 horas da manh
O preposto dn .1 gante Pestaa far leillo, por
cunta risco da quem pertencer, de diversos tras-
tes ss'uIsds c I mohitia de janeo, e oatros muitos
rticos de gosto que; estarn patentes no acto do
leilao.
QUART.I-FEIRA SI DO CORRATE
A's 11 boraa da manh
A* RA DO VIGARIO .ti, ARMAZEM.
w
LEILAO
urna caia cora calcados do la.
AVARIADOS
Qaarta (era 24 do corren te
A'a f haru.
O agente Pinto (ara leilo por autorisacao do
Sr. grente o consulado de Franca, em presenta
de seu chanceiler, e por conta e risco de quem
pertencer, de urna cana marea B O & C. n. 69,
cantendo 7J duzias de calcados de la, avinados
abordo do vapor inglet Laande.
leilao ser efleetuado no escriptorio do referi-
do agente, a ra do Bom fesus n. 43, no da e no
ra cima mencionados.
LEILAO
DA
pharmacia 4a roa do Baro da Victoria n.
JO, perteficente i 'nassa fallida de Jos
Francisco Bittencnurt.
CONSTANDO DE :
Urna armaCao de marellj envidracada, 1 dita de
pinto, baca,, candieiro agaz, laboratorio, ba-
(anca, c fre (prova de fago), drogas eoais objec-
tos peitenrentes i efei ida pharmacia.
Urna mohilia de Jacaranda, 1 marqueza, 1 tapete,
18 csdeiras, i candieiro a gat, 13 molduras, 1
commoda, 1 lavatorio, 1 estante, e diferentes li-
TTOS.
Sabbadu il d > mata
Na raa Nova n. 30.
' 0 agente Pin o cumpr.ndo o novo mandado flo
Moa. Sr. Dr. juiz-ie dnvito especial do commerci,
levar novanente aleil&o a pharmacia e tais
-objectos cima mencionados, bens pertenoentes
massa fallida de Jos Francisco Bittencourt.
A venda dos movis principiara as 10 1(2 Doras
em ponto, e a la pharmacia ao meio dia.
Os pretendeates podero desde ja examinar o
mandado emmau do mesjno agente.
AmSOnnb
Manara!!
Prectsa-se de orna
runa qjtecriii11
Gjb-
f0fili;i n
ru:>
l>.
i'rerisr.sc *. nii.a fhu csecava \>n Ci'B-
'ibar c i:ns-li";u : na ru da lvt;l> a. 1'j.______
. iv-.-o -!3 un... .-una filfa
i* .ie iIu.i^s.m ..-. inn?.
vJH.'I": do l. Iil-;i, j!i,'|Io ii
16. 1.
FMAr
mular.
rHCISvM lo urna
que saiha enzinhar e
sirva para urna familia
de duns pessoas, pre-
fere-sfl m-ratra -. nn patn do Cornizo n. 28,
l. e 2. aa.|ares._________________________
Precisa-se de urna ama pa-
ra o ser ico interno de urna
casa de familia composta de
na ra da Cadeia-nova n. I i.
4MA
las pessoas
AMA
Precisa-so de
L'niao n. 47-.
urna : na ra da
Precisa-se de urna ama para todo o
servico de casa de duas pessoas,
preta, frrra ou captiva : na ra da
Imperatriz n. 10, 1* andar. __________
AMA
Amo t'recisa-se de urna para sozinhar : a
*-lU< tratar na ra do Crespo n. O, loja
AMA
Na ra de Hurtas, u. i primeiro an-
dar, entrada pelo pateo do Carme
precisase de urna que cozinne e
compre ou que cozinhe somonte.
MAi
Na praca da Independencia ns. 27
e 29 precisa-se de urna para comprar
e coz i ii liar.
\ H A
dados
Precisa-se de urna ama para
eosinhar e comprar, e um mole-
que de 12 a 44 annos para man-
na ra da Glora n 104.
A
I
gst encouracado!!
Ho-foa. lm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
eS'-rivau ia cida.lo >U: Nararetli desta provincia,.
iav>ir de vir n;a Duque de (Juia n. '-6, enu-
luir aqiulle negocio que S. S*A> coinpromctleu
realisar, pela terceira chamada deste jornal, em
os de deznmbro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevercim e abril de 1872, e nada enmprfo;
e por este motivo de novo chamado para ditt
!lm, |>ois S. S. se deve Icmbrar que este negocio
Je mais de oito annos, e qn ando n Sr. seu filho
tchava nesta rdada.______________________
A? pessoas que tem pretendido estabeleeer-
se no terreno devolnto que Ac nos fundos das
casas ns. 18 c 20 da na da Florentina, nnle exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limitase at
na de Santo Amaro, podem entender-se com o
droprieLnrio na ra do Hospicio n. 35.
0
0
0


MEDIC0-CIR11RGIC0
DO
1>r. J. M. Cari*

A \f A Precisa-se de urna ama para pouca
AiU"*- familia estraogeira : na roa Camba do
Carino n. 17.
Precisa-se ^e urna boa co-
cinheira, pagase bem: a
tratar na roa de Livraroento
n. 11, toja de calcado. _______.....
AMA
AttenQo
OSIMMI.
Prpcisa-se de nina ama para co^wtnh.-rr e
comprar para duas pessoas, preferindo-se
esclava, que seja perita cozinheiro, pa-
g-milo-se a quarrtia cima : a tratar no pa-
teo do Hospitat n. 28, i? e 2." br-
dares__________
ama : na ra da
AIA
Precia se de uma
Roda n. 44, 1* andar.
Ainda se precisa de orna ama esersva ou
forra para cotrahar e cnsaboar. para ir para Casa
Forte : a tratar ua ra da Penha n. 25.
i -||jr k Precisa-se <\ \ \% \ engomme para mas pessoas, e mais
-numero 50.
servico do casa : na ra do Hospicio
s, e m;
Kospic
-zas ama, pagando-se
de Marciiu Dius n. 127,
llaconxria, onde esa a tua religioe caridade?
onde o leu zelo peli< bem estar de leus meinbros f
ondeo leu amor fraternal, o tea desvelo, o lea
cuidado por teus truiio>?ll... Nao aehaste ainda
em Mas columuas. ha lautos m-zes, um assento
vago, de um dos tubos da vinca, ajoa gome no li-
to da dor 1 Elle, quo a ti se tem dirigido implo-
rando-te o bolo da candad*, para tratar de sua
saude c fazer nina Tiagem Europa, uuico recur-
so qe os mdicos achaiu para a cm.-ervaco de
sua-existencia 11-. Q.ial a tua respesta? Silencio.
Pobre infeliz, o silencio da maconaria bem
fraco batel de salv.icaj para o naufrago, que se
v entre os escottias da Mr no mar da vida.
Tem pacten ia, A. P. Goncalves; mandaste-me
chamar, para socorrer-te, eiubora conheca.que
por inim puiieo posso pr^star-le; mas acharas
um braco que te segure a descarnada man e diga
levanta te ir.na-, adiars um petlo amigo que
ha de, em leu boueicio, impioiitr a canda.le, a
qual espera encontrar uo pro^rio oseravo, que nao
sabe traduer a paiavra -MaCO.V.
Recife, li do set'iiitini ite 1673
4) m'tr-nn, t,*m je.xuitn.
I recisa-se alujar p >r nez um preto esoravo
para andar com iiul
bem : a tratar ua ra
loja de fundeiro._____________________________
'AO COMMERCld
Os abaixa assign^due seNi(iflcsui au re^peita-
vel publico, espec alnmote ao Corno commercial,
que amigavelmente dissuivenm a sociedade que
Uveram no eslabeleciment > de azendas site
ra do Livianjnto a S licando u>d<> u activo e
nassivo a cargo do'ex-socio Jutuio .Uauoel de S
Ramos, retiranio-se os deinaii ex socios, pagos
de seus capilaes e lacros. Recife, 11) de setem-
bro de 1873.
Por procuraco de Joo Evangelista de S,
Manoel francisco Pg.is.
Justino Manuel deS Hamos.
J.tj (ii- -i do* Santos Lima.
,____________i. V. Pimeutel._________
Banhos salgados em Olinda.
As pe-soas qu>- tiverem de ir passar o vero
em Olinda pod'-in facilinente ler agua e gaz em
suasca-as, visto a eompanhia Santa There a man-
dar fa/.er as canali-avoes respectivas medanle um
aluiu:l mensal muito mdico.
DilfiYil como em uunda o transporte d'agua,
Sorcausa das ladearas exi-tentes, alm da falta
e conductores e pou'o asseio na* vashas em
que geralnieute eoutiuida,acanalisa;ao nos pre-
dios ds grande vaotagein, reeultando anda nao
pequeua economa, leudo-se i'.'< baldes (grandes)
d'agua diariamente por 21) rs, quando no vern
vend lo umitas vezes por esse inesmo preco 1
pequeo balde I
Para laforma.oes e ajuste na fabrica do gazem
Olinda, toaos os dias das 7 horas d manhi s 6
da tarde. _________________
Urna pe*soa competentemente habilitada *e
offerece a easinar em pialquer cunenho prximo
via-ferrea do Recife a >. Fraucisoo, gratuiu-
meute : para.iiifonna;esneta t pog a_.hia. _
Aluga se a casa rua das Flores n. 33, pro-
pria para qualquer eslabeleciinenlo : a tratar na
rua da Umao n. 55.
Bom local.
A loja do predio da rua Mareilio Dias n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
presta-se a qualquer negocio de faiendas, miu-
dezas n molhados, em grande e peiiuena escala.
A safra do assucar est prxima, e e indubitavel
o bom resultado de quem all se estabeleeer. E'
coramodoosluguel e tambem se faz airendamento
como memor convier, tem gaz, agua e apparelho
p Drama ge, e nada deve de impostes : a tratar
erua do Imperador n. 8L__________________
^""A.aga-se metade de uma casa para punca
familia : na rua da Sotedade n. 28, a tratar na
mesma.
Rua do Mrquez de Olinda n. 28, pri
meiro andar.
Consulta das 9 horas s II da manhl. 9
Chamados a qualquer hora.
*.- ****$
Lices de piano.
Urna senhora portnguea, chegada ltimamente
de Lisboa, oflerece-se para dar h^oes do piano em
casas familia por pre^o rasoavel : podendo
dirgir-se rua da Aurora n. 5, primeiro andar.
Locacao de sitio.
Aluga-se um terreno, enm casa de moradia
que tem tinas salas, cocinha fra, e quatro miar
tos arejadi's, na rua de Paysandii, estrada da Mag'
da lena, defronte da estrada que vai para o hospi-
tal pertuguez : procuren rua do Duque de Ca-
xias n. 50, primeiro sudar, das 10 horas da ma-
nh s 3 da tarde.
0 Consultorio horaeopa- $
Wl Ihico
9 On r Santos Meno 0
m 41Rua do Impera lor------41 fi
5 ConsaMas todos osdiasas 11 a 1 Ja P*
Q tarde. !
Mt Griisaos pobres. IflJ
J ResiSencia rua Nova n. 7, segundo ~
9 andaj-, onde d consultas das 6 s O da
1L manh e das 3 as 5 da tarde. jfX
Chamados a qualquer hora.
*&0&&$ 00000 000
Boa casa para alugar.
Aluga se nma boa casa no Poco da Panella,
niado Rio n. 25, com t salas, 4 quartos e cozinha
lona, quintal murado c alpendre na frente, muitc
propria para passar a Testa por ficar prxima do
turno, tan apreriave. no verao, e preco commode :
a tratar na travessa da Madre de Dos n. 18.
mimo
Precisa-so de um criado para copeiro e_nais
servico de casa de homem solteiro : tratar na
raa to Mrquez d-i Olala n. 3 .______________
Aluga se um pri neiro andar oiohilhado : na
rua e.Ureila du Rosario n. :'>.
Aluga-se uma eserava para todo servifo do
casa : na rua d" Imperador n 50, '.i andar.
- G.Htrudes de Oliv.-ira e Silva, vi uva do fna-
do Tiau inelino Candido da Silva, p"de encarec
darnente ao< redores que aprrsjntem os seus.U-
tulos para serein verificados.
Aluga-se um t o na Kataneia, parto d.i rio,
e muito proprlo para micos solteir >s; e vende se
eu aluga-se neste n.e>mo siiio urna inoliilia com-
pleta, e ludo mai< neressario p.ra o u co, eonfinne se ennvencinnar a traiar na rua do
Marques de Olinda n 3o. armazem.
Aluga-se o sitio d. 4 na traversa do Cadei-
reim, freguezia do Poi'o da Pan-lia, todo murado e
portao da ferro, casa com salas e 4 quartos, eno
pavimento lerrpo I qoarto com escada para o so-
tao,c.i.m 2 janeilas nos oildes, i .alo e 2 qnartn
no dito soto ; o sitio e arveredos e-to limpos.
tem urna cacimba de boa ajua : a tratar na rua
d VUunde de Alhnquerqne n. 2", 2' andar.
Lniz Rpind la de Bistos tem urna carta na
rua dn Viganon. 7, primeirM and r
Aluga-se ou vende se nma ca^a com 3 ja-
neilas e uma p >rta do frente. 2 salas, 1 gabinete,
% ornarlos, ensoba, umae-tribaiia .|iiiuUl mura-
do com ponan, e teora aiin di*to dous copiares,
um na fenle e outri aira', situada na ilha do
Retiro, marg m do saudavel rio Capbarthe : a
tratar de Calla, loja n 75. ____________
r Pr^i-
Lavada e engommada
Roupa lavada e engommada com perfeico
toda brevidade, responsabilisa-se por qualquer
falta : lo pateo do Carmo, ca^a de banhos.
BIT BBPBPMBPMPIP)Pi-r
Manoel de Abreu Maeedo corJialmente agrade-
ce a M-us irmo* da matriz da Boa-Vista e mais
auuL' 'S que se dignaraui comparecer aos ltimos
sogragina dp sna presada consorte, acompanhan-
do-a ni cemiteiio, eao inesiuo i'inpo convida-os a
assistirem as missas do stimo dia (quinta feira 25
do crrente), s 8 horas da manh, ua mesma
matriz da Boa-Vista.
O desembargador os Nicolao
Itegueira Costa, scjs iiilios e nura,
agiadcceai a todas as pessoas que
se diiinaram a>sistr aos snffragos
e aconipauhar ao cemiterio publico
os re-tos mortaes de sua presadis
sima consorte, ma e Btgra D. Jo-
sepha de Menezes Vaacooaallos de Drummond Cos-
ta ; assim como Ibes pinlom o caridoso obsequio
de assisliri-ui as missas que se ho de celebrar por
sua alma na matriz da Coa-Vista, s 8 horas da
manh dn dia 23 do crrente. _____________
gL.TlSTii iaEgSfg?g3g
l!iu ouiem de idade, de una conducta, se
offerece para ir para os arrabaldes desta cidide
lomar conta de qualquer estabelecimento, pudendo
tambem ensmar a a'guns meninos as prsmeiras
latirs ; tamben serve para tomar spntido e ad-
ministrar algum sitio : quem precisar annuncie,
qu- se fax negocio c nmmodo.
A
. t.
Fugio do abaixo assignado, no dia 6 de Janeiro
do eorrente anno, um mulato de nome Miguel,
bem claro, cabellos, pretos sollos, olhos amarellos,
rosto Oomprdo, nariz alto, dente? perfeitos, altura
e coTBO regulares, .'buscando idade de 24 a 25
aunos, um tanto pacnola e ladino r>o comprar e
vender, levou algum din' airo : recommenda-se s
autoridades policiaes e capitaes de campo, espe-
cialmente a Joo Bandeira de Mello,, de Caruan,
sua apironeuso, e levaron no ou avisar ao abaixo
assignado, que soio bem recompensados S. Ben
t", eomarea de Porto-Calvo, cm Alagoas, 16 de
setembro de 1873.
________Francisco Ignacio de Paula Medeiros.
II! E na yer Se n:lo tendes feito urna refeico confortavel,
omio podereis adiar prazer nos passeios, nos es-
pe;taculvs, nos bailes e na sociedade emm ? I
E na verdade ves d'- que um estomago vasio
a peior recommeud que pedis levar para
o seiu de vossos eonli. ..ilentos t
E le^ibrai-v->s de que s o espirito torna agr
davel a convivencia, ainda a da mais imperl'eita
crea i ira material
Tomai pnis o nosso eonselho : uma pequeua
refeico, tomada Je preferencia na confeitaria do
Campo* vos pura ao nivel de qualquer Julet Janin.
E dito isto. vos tomamos em espirito para vos
dizer que temos um sem numero de pastis, doces
e bolos I Refrieos gelados e mais bebidas de
todas as qualidades c em qualquer quantidade I
E porque entramo* em quadra calmosa que
vos dirigimos este suppliea em bblico estylo, es-
perando que bem viudos sejaes
Confeitaria do Qampos
Na ruj do Barao da Victoria n. 36 precisa-se
fallar ao Sr. vfgario Andr Currino de Araujo Pe-
reira, a negocio de spu interesse.
Casa i >r,! iilugar
Na rua do Hospicio n. 31 :
rua, taveina n 26
a tratar na mesma
Alo a se urna rasa terrea rom granito ^to
dentro, no Recife, berco dos Burgos n. 22 : a tra-
tar na rua do Vigario n. 33 com Joo Jos da Cu-
n a Lapes. _*______________
0 Sr. Jjao Bapli>la Alve<. enipregado n
typographia do Jnrn l d: Recife 6 chamado "
rua Primeiro de Marco n. 1, tratar de negocio
que S. S. nao Ignora.________________________
boa n
il* um ciado f-ro nn ra tivo
para si-rvii;n xtenio de tnn site; muito pe iue-1 pc-ximo ao mesnm mijo
no : tratar na rua 'lo Brnm u. 51 i Madre de Dos n. 13,
- Aluga-se urna raa nova, muito fresca, na
Caponga, de 2 qu.rlo-, 2 salas, cpzfidu fra,
puntal murado c-m arvoredos. e hua cacimba :
ao largo doH-ispilal n. Ii st dir quem aluga
Alupa-lft
tnn sitio com bastantes arvoredos,
n'.i, e ni, hanfio i! ce e aleado
a fritar na iravi^aa da
Jos Jersnymo Monteiro faz publico que,
com quanto seu nome esteja comprehendido na
rclaeo dos devedores da massa fallida de Aino-
rim, Fragoso, Santos & C., pela quantia de 2:o00j,
como tendo tomade si assignatura de oatros, que
deixaram de realisar, nao se considera efectiva-
mente devedor. porqu; nao assignou o respectivo
contrato social pela indicada quantia, e nem
admissivel, em face dos julgrdos do tribunal do
commercio desta cidade, que se podesse operar
cesso dos primitivos socios prestadores de capi-
taes, e por conseguinte que o abaixo assignado po-
desse temar si assignaturas de oulros, (cando
por esse facto subrogado na responsabilidade do
socio primitivo e que assignou o contrato sobre
quem pesa exclusivamente a obrigacao. por isso
que esta pesaoal e intransmissivel; o que faz
publico para quem interessar possa. Recife. 13
de setembro de 1873.
'3G
%_*!
i PENHOBES
i Natravessa da rua
| dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
| nhores de ouro, pra-
' ta e brilhantes, seja
I qual for a quantia.
I Na mesma casa
comprarse os mes-
| mos metaos epedras.
:\?

I5fpe_ n*'HJ
tu JJ.V3J.:
- Rrecia-se de uma ama para t do o servico
de urna casa de comprar e c/inhar, forra ou es-
erava : na rua Duque de Caxias n. 22, f andar.
EiNGOMMADElRA,.
Precisa-so d'uma uscrava que seja bo
engommadeira. Em S. Jos do Mangui-
nho sitio a. 2, com portao e gradim de
ferro, antes da rua da Amisade.
Aviso
L'hmann freres vendem em seu scriptorio
rua Primeiro. de Marco n. 16. Io andar, libras star-
"nase nioedas de ouro de 81 e 164.
los Pinto Tavares, vulgarmente eonhecido
por Jos Aranha. avisa a seus freguezes de Goyan-
na o aos desta cid ide, que d'ora em diaate suas
viagens sero contratadas na travessa do Mrquez
do Herife, na cocheira das vaccas, onde tambem
contina a alugar carros para viagens, tratndo-
se com antaeeii ncia, nao s para Goyanna, como
tambem para Podras de Fogo.
Sitios para alugar.
Alogam se rtons vitos perto da estaco da casa
amarella, ladeira dos mudos, com commodos para
grandes familias : a tratar na rua Primeiro de
Marco n. 16 I* andar.
Gasa do campo.
Offerece ie, qnem quizer fazer os concertos
oecessarios, o arrendamente por algnns annos de
gfaca, da excedente casa sita na Porta d'gua,
que foi do flna'lo Dr. Jraquim Pires Carneiro
Monteiro, passando-se escriptura para maior se-
gu- anca. A locahdade muito salubre, e a casa
muito'fresca, tem magnifico banho de agua do-
ce em frent', e muito commoda, visto que o
trem para de.fronte : quera pretender pode diri-
girse ao Sr. Francisco Carneiro Monteiro, em
Apipucos ao Sr. Francisco Ignacio Pinto, rua do
loin lesos, oa ao Sr Cinuan. rua do Cutr.mor-
,io n. 50.
4lnga-$e
o segundo andar do sobrado da rna do Encanta-
mento n. 2, com coinm id >s para familia : a tra-
tar no annazem do mesmo.

MEURQN&C.
Hoa compradores do bem eonhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e moios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadero REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEUliON ft (I.
FUNDICAO DO BOWMAN
RUADO BRUH N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de engento e ontros agricoltores, e em pregado rea de ra
nmistno o favor de cma visita a seo eslabelecimento, para vereto o novo sortimcnto
omplet) qoe ati tem; seado ledo superior em qoalidade e fortidao; o qoe com a ins
wcdo oeaswl pode-ao verificar._______ T
ESP^AL ATTENAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
? _J_,M J^~r.A dos mais moeraos sVtemas eem la-
Vaporea e rOCiaS U'agUa maDbos convenientes para as diversas
-.ircomstancias -dos eDhores proprietarios e p,r descaror;ar algodio.
Soeadas de canna S_ "-** a,'melorM ,oe ,q'
Sodas dentadas !*->..--.
raizas de ferro fundido, batido e ds cobre.
Alambiques a fundos de alambiques.
achinismos r^^''
nOmOaS de patete, garantidas.......,
rodas as machinas #*-i-
Fa qualquer concert '""" a|>"t0 ireMOia-
** j_ r.-. tetn as molbores e mais baratas exisienles no mer-
lormas de ierro cal0
, -nrMumonrloQ lncnnnbe-se d mandar vir qnalqner macb'nismo vo-
'UU9mm&U-2a.B* la(je os dioaeg, lembrando-lbes a vaniagem de f?zer>m
ats compras per intermedio de pessoa ettteudida, e qne em qoalqoer necessidade pode
prestar aoxilio.
os ameriesms e iwtrnineatos 3grico!a?-
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& Dr. Americo Vespucio. 8
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CARDOSO IKMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e mclhorobra que tem vindo ao mercado.
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do Rosario n. 20.
Cura de hydmcelles sem injecco
com punecao api I lar.
Abertura do abcesos.eexlrarQo de
derramamento serosos, pelo aspirador
de Potain. _
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Regala Imperial.
Regala Real.
Riachnellos.
Demcratas^
Su>piros.
GobcIkwi
Operas.
.Principa de Bismarck.'
Trabucos
Bahas.
Deposito em Pemambuco no armazem de auna
& Manta. rua do Mrquez de Olinda n. 23
AInga-se o andar do sobrado da roa b
Vigario Tenorio b. 20 : tratase na rua do Ain. rim
n. ;)7, com Jorga Tasso.
Portuguez.
Precisase para um engenho perto da cfdni.
de um portuguez para servico do campo, a hi-
lar a Recife, rua da Cruz n."68, e nos Apipu-'os,
na casa junto estacao.
Por 300 vendi'-se um bom piano de aria-
no, usado, com muit) boa voz : na rua do Vis-
conde de Goyanna n. 149, das o horas da tarde era
diante.
Vendedeiras.
Precisa-se de mulheres livres ou eserava -rae
se aluguem para vender com taboleiro : do sitio
da capella, na Mangab rrai.it.
nenas.
PonPPrtoS c0"06118"1 wm promptidao qualquer obra ou machina, para o que teero
-/uiit/Cituo sug fabrjca bem montada, com grande ebom pessoal.
EnCOmmondaS man^am v'r Pur encommt-nda da Europa, qualquer machinismo,
uuv^umi \s para q ^ue ^ correSp0n(jem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
titas machinas, e se responsabilisam pelo bom trahalho das mestnas.
Rua do Baro do Triumpho (rua do Bmm) ns. 100 a 104
__________FUNDICAO HE CAR POSO A IRMA O.__________
Carros de luxo.
E' inquestionavel que a cocheira da rua do Bom
Jess n. 15, de Joai|uim Pies Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, mei.as ra-
lezas e victorias de luxo, proprias para qnalqner
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da ara-
Papel de linho viada
a
a resma, o verdadeiro papel de linho grosso mar-
para
demia, sendo os mesmos ajaezado* de exHIent s ra viado, propno para cigarros de polica
pan-Isas de animaes, arre.os nixnosfts e bofeeiros J ** fRa.e,e,ro*- para outros mu.tos mtsteres:
com fardamentos do ultimo g,.sto, para o que se *< f d Jf DomingaM do Carmo e
convid ao publico a vir pnFsr mimo Mirnlil- Sil* a rua da Mdre de Dous n. 10 A.
car-se da verdade do qued.ixamos dito, certos de (J VerdadeiTO IUmO do RO
que no encontrarlo pomada, e ?im realidade e
commodos presos.
Para
No armazem de Jos Doraingues do
Silva, rua da Madre de Deus n. 10 A,
evitar os ardores da nav Un, causados de fumo.
Para barba.
Novo.
Carmo e
armazem
- AInga-se urna boa casa bem mobi'iada e
om bonds a porta, no hal.-ro da Boa-Vista : a
tratar na rua do Bario do Tnumpbo n 56
Precisa-i- di mu caixmra de 10 a i annos,
com pralica de tav.-rna, que i fiador sua con
dii'-ta : a tratar no unten .la Smii Crnz n 4.
pelo sabao eommnm com que se faz a harha. re
& ben a nova esperanza na Duque da (Caxias
n. 6), uma nova prejiaraeio denominada oleo-
phane a qual 6 o melhor qnn se ple Jesejar
neste sentido; a ella, antes q dofrisco l*(r"0.__________s__________________
Aluga-se o 3' e 4 andares do sobrado da rua
lo Antn- n. 17 : a tratar na mesma rua n. 37, no
ascriiiturio de Taso Irmans 4 C.
Pre-i-a.-e i- un ea-'tr" rom bastante pra-
tca de tavartu e iiue d tia-J -r a ,sin conducta :
na rua Duque de Caxias o. U, V and*r.
Gaz
do D vois a J80') a lata no armazem de Jos Do-
mingues do Carmo e Silva rna da Madre de
Deus n. 10 A, armazem de fumo.
Boa casa para a festa.
Os abaixu assignado*, Joo Francisco L-ns
Ca Haca, D. Leopoldina Maria da Conepo o CaUa-
ga e Manoel Joaquim t'inheiro. filhos e genros do
linado capitn Alexandre Ferreira Calla-a. wndo
informadus de que se pretende fazer valer u>i.a
Bypotheea feita pelo dito capitao Callaca, nn anno
de 1863, rio valer de 15 contos de ris em favor
do Exm. Sr. senador Dr Jacinllio Paes de Men-
donca, comprehendendo nella com seus re-pecti-
Vts valores, escravos, a obra comecada doenge':!;<>
Terra Oca, e diversos sitios exclusive ao nova
contos e tanto, que tocn ao entao conjuge sobre-
viveHte no engenho Ilha do Bello, no caso de ai-
gnus dos herdeiros de segundo consorcio ore-
sentar duvidas ou questoes n inventario que a
vai proceler, agora, para dar partilha aqueus
e aos da 3." cama, assim como meia.I a corto-
ge sobrevivente. de cuja hypotheca nao fez men-
cao o tesumento do finido, por ter sido ella feita
cora o fim nico de dispor ao credor de cresa U
somma Bernardo Jis de Barros, a tor aipiima
contemplado na cobranza do dito firmado en, -uas
lettras assignadas pelo ora fallecido Callan no
anno de 1858, e na importancia principal di* s i
contos e tanto ; e tanto assim era que tmha en si
tres lettras, de cinco contos cada uma, e devora
estar em poder da viuv.i, e ludo de publi a uo-
loriedade ; protestara desde j e por moio do pre-
sente annuncio contra o uso indebito da me hypolheca, nao obstante consideraretn iin-apai
dete infame jngo o pal da vinva o Sr. lenw.to
coronel Juo Baptista Accioli, muito meno* que
a isso se preste o Exin. Sr. senador Atend-mca,
en respe'o sua dghiiade de homem, o a eleva-
da pisijao sociil que oceupa, sendo sabido i crio
que nao foi por ma f que teve Ingar a id. r.da
hyjiotheca. e sliim par ver se o credor a<, t.iva
em pagamento a paite do engenho Ilha do Mo,
, quan io tivesse de promover a cobranc judi-
cial ou amigavel, tanto 'jue o testador em sua vida
fez venda de diversos e-cravos sitio da hvp "i".-
ca, sem previa aiit"risacao ou duvida do Exn.. Sr.
senador
Engenho Ilha dn Bello, 15 de setembro de lt-73.
Joao Francisco Lins Callaca.
Manoel Jaqnim Pinkeiro.
Leopoldina Mara da C. Catitea.


:

Criado.
Precisase di um qne entenda de copeiro : na
rua da Imperatriz n. 37, andar.
Alkiitib.
Varrrinhl Alug-e nma excellente casa no Monteiro, tra-
k cfti una. veSM d Xhio, a q:ial se acha em muito b.m es-
Na rua d'AIeurla n. 40, pmtisa se alugar nma itado do limpcia : a tratar na roa Primeiro de' Precisa-se de nma criada, prefere-se
ni-gnnha de >f a l annos para andar com umx | Marco, anliga do Crespo n. 10 A, loja de GaraeJ r, para servico de duas pessoas: a tiati uo i -a
menina. do Amara! C. 'do Hospicio n. 59,
I

"


:
AfOBgae.
Alfa-it! o -bem conlii>riJ#e afreguezado acou-
gue do pateo do Pa raizo com balco-oe pedra
raarmore o qual tem rien tainos, batanea e ne-
xos : almiar na na do Urespo, loja/do Passo
. 7, iunto ao orco do sant. AntoWo.
Litfz
Es|)ind(hi
de Instas
Chegado ltimamente do Rio-Grande do Sul, tem
urna arta ua ritf do Vigario n. 7 primeiro an-
Precisase
unan oserava para todo o servijo de
J0 familia ; ua ra do Hospicio n. 49.
tuna casa
COMPRAS,
Apolices o acedes
Coapra-so apolices ger&ss da divida publica e
accftV* do Buinw do Brasil : a tratar cora Augusto
C. do Ahrvu, no armazem dos Srs. Souza Castro &
Almoi.la. ra do Mrquez do Olinda n. 37.
- C> n,ira-srt plices da companhia de Bebe-
Tibe : a tratar na ra do Imperador n. 44, phar-
macia.
A assoi-iac o comraoreial beiielioente compra
a ar. 10 drs Diarios de Pernnfahtco de julho a d-
se oro de 1861 : quem a tiver dirija-se mesma
assocurao, oh declare para ser procurado.
V
NDAS.
Vende-se
Hm exfolente cavado novo proprio para cahriolel
es-HIa, por prec-nrauito era conta : a tratar" e ver
na ra <|o Uruui n. 76.
- Na rn.i .ao n. v3ende-si> nm ter-
reno a aefe mil ris o palmo, tem 60 de frente.
Na mesma rara precisa se alugar un siozinho,
qua nasa tetina boa sala para aula ; embora
tenha doiis ou Iras quartos sooienlc.
Aguas mineraes
Acaba de :K-gar um completo sortimen'.o
dos B^IlHS fio
VAIS des f.-ntes
Si. .!nau
i'ominique
Des i roe
Higolette
l'roiieuse
Ma^daleine
VICIIY as fonlos:
'r;ni!e Grille
frlestins
. tauterive
Hopital
Mesdamos
Oateldon.
PASTII.inS DE VICUY
No deposito gi-ralcm casa de larismendy
& Lablle
u KUA
JNoduvidem
S na raa 4o do Crespo n.
20, .loja de Guilherme &
C. que se podei vender
as fazendas abfxo, pelos
pre$?s seguint$s:
Listonas escocesas a S40 o eovado
Ditas de Iistras padreesnovos a 280 o covado
Ditas cora lastras de seda % 400 rs. o covado.
Alpacat com litiras a 900 rs eovadb, "
Merindaasetinailo para 'roupas a 3f rs. o.cp-
Gbapeoa de sol de seda com cabo do osso a S
Algodio de lislras americano com pequeo de-
leito a 3*0 rs. o covado.
Brns pardos e de cores a 400 e 440 rs. o covado
Brim branco lona a l|600 a vara,
Cambraia preta co lislras e llores brancas,
propnas para luto, a S4u rs o cavado
Dita- finas de cores a S80 rs. o covado.
Cretone para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado.
Chitas rxas e de odre* a O e 1*0 rs o co-
vado. T
Grosdeoaples preto de cordao a 2*400 o covado.
Colchas adamascadas a 31300 e 4 J
Ditas de croch a 51.
Cobertas de chita adamascada a 31500.
- Cobertores do U escuros a ti.
Len^es de bramante a 2/.
Ditos de algod > a 1*400.
Toalhas alcochoadas a 6* a duzia.
Lencos de cassa com barras a 1J duzia.
Ditos ditos de abainhados a 2* a duzia
Ditos de esguio a 3M)0 a duzia.
Camhraia lisa a 3J e 4*300 a peca.
Dita victoria fina a 3i800.
Cortes de casemira fina a 6*.
Atoal adoa 23 a vara.
Camisas inglezas forrada?, cora peito de linho,
pelo diminuto prego de 38*000 a duzia e 3*900
cada una.
S na loja de Guilherme 4 C, eua do Gros-
po n. 20.
Fustes de cores.
Cortes de fusilo de cores nara calcas a 13000
so na ra do Crespo n. 20, loja de Guilheraa A
Diario do Peraamkico Segunda feira 22 de Seteiateo, de aia.
='i"WB,ri
Joacjuim Jos Goncalve
Beltro & Filhos
fleem para;eider qn set^scriptorio ru^^|
ACUAHD^,,drc$\5,&egdeinl2 garrafa
de larania, Hem idem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recenteraete chegada.
CHAPEOS de sol, para hpmem e senhora,
de uiarlhi e upo,
FEIXEf de ferro. paja por*.
WO daalgpdo da Bfhia, fc fabrica do comman.
Tnendaaor Podroio.
LINHA de roriz.
OBRAS de palr-eta.
a)e^i^p.de algodao da Bahia, da fabrica do
____ mendador Pedrozu.
PWW de toJai as qualidades, das fabricas
Peres e Eduardo Milito.
nOLHAS proprias para botica.
UALSAPARRILHA do Para.
VELA i de cera de todos os lmannos.
JHNHO eMarrafado do Porto, caixas de 12 g^v
c
4to Moscatel do Douro, dem idem.
dito SetubaL caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de f
rafas,
de C^llaes supappt, ew ancoris.
e eaj, caixas de Hgar-afcs.
Blajvasia do,Di(pfo, caxa* cura 12 gar*
Carcavellos, idem idem.
ENDIC10 DO BOWMAN
PASSANDO O CHAFARIZ
Recommenda a* attenejao dos* Srs. de engentyos
seus vapores de diversos sistemas com o& ltimos
melhoramentos em todo o tamanho, e pre^o regular.
\rende-se
trastes de Jacaranda e amarello com Booeoaeo,
em perfeito esudo, e tambera m raeio apparelho
le lonca para jamar eum dito de porcelana, fino,
branco. para alinoeo Vende se por ter o dono de
se retirar para Europa : na ra da nperalnz
n. d% A.
Chapeos para senhoras.
Amaral {fabuco & c receberam um eomptoto
jortiraento de chapeos, da. pajha de Italia, seda
e vooado, pretos para Jato, e de cores enreitados
com bonitas flores e fita : vendem no Bazar Vic-
toria, a tua do Barjio da Victoi n. 2, antiga roa
Insignias inanias.
Amara) Nabuco A C. vendem insignas roao
nicas,grars 3, 18,17. 30 e 33; no Bazar Vic-
toria n. 2, amiga ru Hora.
Capellas fnebres.
Amaral Nabuco & C. receberam um completo
sprtimento de capellas fnebres com diversas 1ns-
cripcoes e vendem por conunodo preco : no Ba-
zar Victoria, ra do Bario da Victoria n. 2, an-
tiga ra Nova.
BAZAR
UZIH m
Ra do Baro da Vkloria n. 22.
DE
preveilem!
em que a
DO COMMERCIO 9.
'or 200S
Urna m;t>lia de Jacaranda,'ainda bem conser-
vada, comosla de 1 sof, 1 mesa redonda. 2
eonsntos, 2 eadeiras de balanco, 2 ditas do br co e
12 il : le :!!';u) : a tratar no Io ant'ar dd
sobra lo n 13 a ra de S. Jorge, em Fra de
Portas.
\ moial de 2i annos de idade,
. Broj fazer o servigo de engenho, por ser
muil'. r e tambCB) cozinheiro : a tratar
ni. 11 osario n. 22
Aproxima se o mea de dezembro, v
Nova Esueranca, ra do Duque de Caxias n. 63,
tem de dar o sen bataneo ; e como sabido o
grande deposito do miudezas, que tem dito esta-
belecunento, nao s de arligo3 da moda e phan-
tasia, como lamb m do objecto de lei; o como -
realmente conhecido que muito mais massan-
te o conl.ir se miudeza do que cJnlar-se o cobre,
a Nova Esperanza tem resolvido vender por me-
nos 10 / do que o preco do costume, para desta
forma minorar o trabalho do bataneo : por esta
razao es apreciadores do bom aproveitem e ve-
nham ver como se vende bom, bonit c barato.
\ nJe^w a en-a torna na ra da Conceico
21, e 3 duzias de pao carga, de largura de
\ '.i ;i a tratar na ra de Pedro Alfonso,
itr'or.i. ria da Praia n. i'i
Ha s'Kiin'e par venderse a muito acreditada
n.ana.J i' V uoariaazera da ra do Apollo n. li
10, e urga-se inais assuetr com i barrica des-
BUT* fljque com duas d^ outra qualqucr,
I 6.....: j.' fei'.J.
tcS|
a
\erdadc.ro Liler hesperidina, superior e acre-
ditada: ;i .-.::.-Ja no armazem de Tasso lnaaos A
C. ra i! i imor'nn n. 37
Superior chocolate nacional
dos Srs. Brito do Iliu de Janeiro.
Igual em sabor e (tuidade s melliores marcas
c>tran..'.'ira.s : rende-se nicamente einHernam-
buco era casa de lieltrao Oliveira & C. ra do
Commeicio i. ift_______________ v
ai^MH)^ IfdhiJlOS.
I end '' ii' pxaga da Inde-
pen l m n. 39, loja de
Porto (* Bastos.
Bonegain nor cordMrio para
homeni a C3000
Ditos de 1 lantaaia par; senhora a 3*000
Ditos de dita para menina a 23000
Bil para nieoino a 33000
Ditos de iraqn prefci o d 1 o')r, cano
alto, pira cnl ora a 03OOO
Sapatos de & uro com alto, para se-
nhoia : 3 000
Sapatos de tpela aveluda s njtds a 25000
Bons terrenos.
Vende--se barato, terrenos proprios, em lotes e
vontade dos compradores, junto e as circunfe-
rencias da estadio da Boa-Viagem, lugar saudavel
e bastante roncorrido, muito proprio para edifica-
caeoes, por ter era seu favor nao so o vapor da
manlia e a tarde, como o privilegio que isenta de
pagar pas.-agem por dez airaos a uuera edificar, e
o estabelecimento dos bm.ds que se proiecta : os
pretenueotes entendam-se na ihesourara das lo-
teras.
- Vende-se dous escravos pardos, de 21 e 27
annos de idade, cozinheiros, 3 muleques de 10 a
17 annos, bouitas negras de 15 a 22 annos, com
h ibibdades, bem camo outras sera habilidades:
na ra de Hurtas n. 96. .
Ra do Cabug n. 11 A.
Vende-se um escravo aneo proprio para enge-
nho 011 padaria, por preco muito em conta.
Ang ks legjiiiiMS.
: Vndese em casa de kel Rindloss A G, na
ra, do Bom Aasus n. 11, os wr.l.i.leinw angolas,
Aa nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vera'a estemereado-
na toado Maruue/. de ulinda a. 51.
-r Vende-se o sobrado de un> andar sjto ra
Imperial, canto Si travessa do Lfcita, prximo ao
chafariz, oqual est'situado em lugac muito apro-
piado para.estabelecirnento commereial, a que se
tem sempre presado, tem bom quintai e cacimba
etc., e lambem se arrenda : a tratar na roa do
Hospicio n. 35, das- 7 s 11 horas do dj, e das 3
as 6 da tarde
Luva de Jouvin.
Muito frescas, cliegadas no ultimo paquete : na
loja do Passo, ra Primeiro de Marco n. 7 A,
antiga do Crespo.
Ra da Imperatriz. n. 72
Lourcnco Pereira Mendes Guiarles
Declara a seus freguezes que tem resolvidp veijder o,maisbartft que, for poMvei,
OGRNiE
Wivi.-.-e a taverna da roa da Santa Cruz n.
17, rom puncos fundse bem afivguezada para a
Ierra e para fra, a casi ln commodos para fa
milia : a tillar na mesma.
Crifkel m
E' pechincha.
Poupelina de cores a 800 rs. o covado, s a
ra Duque de Caxias u. 43.
Glande economa
MussePna branca a 2<0 rs, o covado, s ra
Duque de Caxias n..i3.
Fazendas baratas
KA LOJA DA MERICA.
Lences de bramante, a 23.
Brim de linho superior a I 600 a vara.
Colxas grandes a 43, para acabar.
Para toalhas de mesa
Tem a loja da America rico atoalhadr com mui
lindos desenos e vende a 13300 e 2* o metro.
Toalhas grandes a 500 ris, nma.
E' barato
Chpeos de p.| de seda trancada, muilo fina
meia cann i de parag.io, a 9.
Ditos de boa alpaca, a 3*
K. O RA DOCABUGA'-K. 10
. Loja da America.
Oi^
CURA
AS
DOENCAS
Que iio causaJas
Pela lufeecio
Venere a.
!;!ii:ri}\Tisiiii.
ERISIPELA,
Di: J.
rilItl-.MIAD') l'KLO
C. A Y Eli cC Co., de J.owcU,
lnSaUos "Uiiitlos.
EM FRASCOS PEQUEOS.
Carneiro Yiaua.
gA' este grande estabulecimento tem che-
gado urq bom. sormento de macbirws para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamentea Europa, cujas machinas
sao garantid^ yor um anno, e tendo um
perfeito artista- par ensinar as mesinas, em
qualquer part^ desla eijade, como ber is-
sirn concerta-las pelo tempo tambem d'utn
anno sem despendi algum do comprador.
Keste estabelecimenlof mbem lia pertenece
pora as mesmas macbinos e se suppro quaN
quer pega que seja necessario. stas ma-
chinas traba^am com toda o porfci'so de-
ure dous pospontos, trame e borde toda
quaquer costura por fino que seja, seus-
presos so da seguintequaklndc : pan tra-
balbar a mo de 30^000, 4C0OO, iJOO
e 5#00O, para trabalhar cotii o p .-io de
80>W0r 908000, 1005000, 11419000,
120J0OO, 130J>000, lSOCrtKil), 200-7000 e
2505000, etnquanto aos autoies nao lia al-
teraefio de presos, e os compradores jm Jero
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedade d otijectos que
ha seropru para vender, como sejam : cadei-
ras para-viigem, malas para viagem, cadei-
ras para- solas, ditas de balando, ditas para
crianza (altas), ditas para escolas, costurei-
ras nqoissirnas, para senhora, despensaveis
para criangas, detoJasasqualidatles, camas
de ferro para homem.e enancas-, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queirqs com cabo de metal e de marfun,
ditos avulsos, colheres de metalftn >, condiei-
ros para sala, jarros, guar la-comidas de
rame, tainpas para cobrir protos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objeclos para toilette, eoutros mui-
tos artigos que muito devem agradar a todos
que visitaren! este grande estubelecimento
que se acha aberto de de as G horas da ma-
nila at as 9 horas da noule*
Ra doBaroda Victoria n.
__________22^__________
Nao ha ms cabellos
W. R. OASSELS & Oa., Agentes Gejees no Brazil.
lagos
em
Alvcs flatos
seu eseriptorio ra
tem para vender
do Vigario n. 21
Formas de ferro galvanisados para purgar
assucar,
Potassa da Russia, em barris de 25 kilos
cada um.
Banhos em Olinda.
Camisas e calcas de fazenda de boa qualidade,
proprias para os banhos em Olind? : na loja dos
arcos ra Primeiro de Man; i (.liga do Crespo)
n. 20 A, de Gur-el do Amaral 4 C.
m
Sito
Vende se a taverna da travessa d i Livramento
i 28, bem afreguezada para a trra, e com pou-
a Iralar na mesma.
eos fundos
VENDER
Hesperedha a 1
Vende-se em caixas com 12 frascos, no arma-
era de Franco da Cunha & C, a ra da Moeda
n. 47.
barris com carne de varea e de porto, salgada,
para mantimentos de navios : no armazem de Tas-
o Irman & C. ama do Amnrim n. 37.
ra do Bavao da Victoria ns. 12 e 16, vende-se
vista? plioti>Ki':ii)hieas do jogo desta sociedade,
que teve logar este mez.
Vende se a palaria da ra dj Lima, em
Santo. Ama ii das Salinas n. 72. .
Voil se urna taverna sita nobecco doEs-
pinheiro : a ir.itar na mesma cora Pedro da Hora
Santiago.
a Inverna sita ra do Forte n. 10, com poneos
fondos, propria para um principiante : a tratar
na mesma.
Vemle-se por commodo proco a armado da
-sa da ra de Marcilio Das n. 114 : a tratar na
mesma
Vendase a caa sita ra de Vidal de
Neg oiro* n 143, aonde teve renarao e
anwazem de sal ; assim como, 12 cazl
nhas no fundo da mesma, sendo 6 de ti-
jol> e 6 d1 tabr.as, as quaes rendem 84J:
a tratar na mesma casa n. Ii3.
Calcado estrangeiro.
Aproxima se o mez de dezembro, tempo em
que o Pars na America, ra Duque de Caxias n.
39, 1 andar, tem de dar o seu bataneo, por este
motivo, os.proprielarios deste estabelecimento es-
tao resolvimos a venderem seus cale, dos pelo cus-
to, afim de minorarem o trabalho ; assim pois os
apreciadores do bom, e com especialidade o sexo
amavel, para qnem o Pars ua America, conserva
(com a devida decencia") o seu gabinete reserva-
do, para a escolha de calcado, auroveitem e ve-
nham munirem-se do que precisaren!.
(i iaile de (Hila.
Pa fabrica do gar de olinda, ha para vender :
ArandnUs.
Candial 11. para gaz.
Mangas de idro lisas e lapidadas.
Tornciras para agua.
Bepositrs on tanque penenos de ferro galva-
Bdo, para agua, do 50, 73 e 100 g;|o8.
Vero i z do gaz, a 700 n. a ranada.
V. mais ohjertiis precias pa'r paz e agua.
Vende-se tres casai de taipa, no lugar de
gna.-Pri.-i, terreno proprio, tendo rasis um quar-
. entre ellas, proprio para negocio quem pre-
nder dirija- so ao Camhho-novo n. tlj.
Vende se a casa terrea confronte ao sitio do
brigadeiro Joaquim Bernardo de Figueirede, sita
na irave-sa da strada de Joo de Barros, entrada
do beccodas Almas, edificada la pouco tempo e
embolo foreiro : para ver-se e tratar na mesma. "
Vende-se a armaco da loja da travessa do
Duque de Caxias n. IV, toda envidrafada e pro-
pria para qualquer negocio: a tratar na mesma.
AO N, SO ~
Ra do Sivramento
Grandes pecliiiichas!.!!
Superiores alpacas de'cores, de bonitos
280 res o covado.
Finas cambraias transparentes a 34 a peca,
Saias brancas com bbados frisados a 3000
urna.
Cort- de organdy branco a 3#. .
'-' -,' na rea do Livramento a. 30, loja de
t-aria Lessa.
Nova remessa de cha,.fumo
e rap.
Amaral, Nabuco & C, vendem cha preto e ver-
de, fumo ingle/, para cigarro e cachimbo, e rap
franeez e nacional : no Bazar Victoria ra do
Baro da Victoria n. 2.
Atienes],; t
Aos amigos rio boau o barato.
Grande liquidanao de fazendas e roupas
feitas, na antiga loja do Papagai.o, ra
da Imperali iz-n. 40*.
Os proprieta ros desto eslabelecimento, dese-
jando vender por menos de 50 00 do que era ou-
tra qualquer parlo, fazeni publteo s Exiuas. se-
nhoras e seanore* pie drsejam fazer boa acqnisi-
Qo de fazendas de,diversas qoaliilades, assim
como do grande porco de roupas feitas, venham
ou maniera na loja, porque a dinheiro torra-so
por todo preco : na da Imperatriz-u. 40.
i>
TINTURARA japgneza.
S e nica upprovada peUs acad scienrins, recouhecida superior a toda que
tem aparecido at hoje. Deposito princi-
pal roa da Cadeia do Rsetfe, hoje Mr-
quez da Olinda, ii.Sl, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.
CHITAS A 160 E 200 RS. O COYADO.
Vende-sc chitas fraacezas largas com to-
que de a varia, a 160 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 R9.
Yende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASINHAS A 200 RS.
Yendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 5O0 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400,500r
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CUITAS A 19600.
Vende-se cobertas. de chitas d<3 ceres, a
NP600 e 25000. Ditas de pello a 1&400.
Colsas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de'lS de quadros a 800
p:.-. e 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 6900O.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 29000 e 29500.
BONETS A 500 R9-.
Vende-se boaets pretos de seda para ho-
mensi a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pee,as de madapolao enfestado a
39000. Ditos inglezes para o presos de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pecas de algodao, a 39500, 49;
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com O palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SAB0NE7ES 280 RS.
Vende-se urna grande porco de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos franeezes c,m
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
j. CORTES DE BRIM BE COBRES A iffl>9.
Ynde-se cortes de brro. de cores pa/
calca, a lS0O, e StOjO.
BOTINAS A 99000.
Yende-se botinas para, senhoras, a 59000
39500, a ellas ante?qne s> atibem.
ROL^A F^TA SA(pIAL.
Yende-se eamisas brancas, ffCOO, 1
29500, 39000 e 49000. '
Caigas de casemiras de cores, 5f, 6*
79000.
Palitts de casenjw, *, 69, e 89900
Seroulas al|e 1,9600.'
BRIM DECORES A 440 RS.
Vende-se brim de todos as cores v v*
r>. o covado.
LENQOS BRANC& A WM A DUZIA.
Vende-se a duzi* de lencns brancos,. *
29000. Ditos com barras de cores a 3900*
Ditos de linho a 59000.
TOALHAS k 800 RS.
Vande-se toalhas para rosto, a 800 r. -
19000.
GRAVATAS DE SEDA RRT.TA A 600 RS
Vende-se gravatas de seda preta, a 50*
rs. cada urna.
CHITAS PARA C01KRTA A 280 RS.
Vemle-se chita para eoberta, 280 e 8i
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 19800.
Vende-se bonetes para meninos, a 1950c
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 395C0
Vende-se esparlilhos para senhora,
39500.
A 800 RS. O COVADO.
- Vende-se granadines. com listras de seda
para vestidos da senhora, a 800 rs. e 1900C
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 69000.
Vende-se ricas colchas de crochet para ca
masa 69000.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Venciese pannosde crochel para cadeirss
a l#>0Oe 29000
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vcnde-sei^ns de cassas para cortinados
com 20 varas, a 109000 e 129000, e outra
muitas fazendas cmliquidaco.

N. 4Ra do CabugN. 4
C.
di:
BICHAS DE HAKBOBGO
Asmis recentes e melhores.
Veadem-se na pharmaciu edrogaria de Bar-
tholomou & C, ra Larga dosario o Rn. 34.
SGMKDO ECONOMA E CELERIDAD*
Obtcm-se com o, uso
DA.
qsmni
ISJECCAO
nica, hygientca.ralkaleinfallival na cu-
ra das gonorheas, flores brancas e (luios de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
olerece como garanadesalutaresresultados
a continuada applicac.ao que sempre com a
maior vantagem ss-temfeito dclla nos hos-
pitaes do Paris.
nico deposito, para o Brasil, Bartholomeo
& C, ruxCargack) Rosacio n. 34.
COMES DE MATTOS & IRMAO
J^ P^SS parai!oa- 'dem-se por precos baratissiraos.
por pre^i commpdo : a tratar na ra1, j T i .1
le de Pelatas n. l!i, oulr'ora Aragao. tendentes entendam-se na thes
gostos,
pas
A01* seiihores rbequistas
i nunc
ore 51
hirjKS fl: 1 A, loja de airguelro.
\ende-se um caixao grande de amostras para
taverna, 2 Htelros para sigarreiro, 6 taboas de
louro do 26 palmos cada nina,
Iho, tudo pi
do" Visconde ue 1'euta.s n. l, oulr'ora Aragao.
Continua fgida a escrava Mara, cora os
signaes segura tes : cot parda, baixaj mal leiU do
corpo, barrign/la. cabellos earapinhos.usa aparados
e aberto ao meio, rosto comprido, sempre ver-
roelha, falta de -ous denles na frente, loma
muito rap e usa sempre traze-lo n'um chumpo ao
seio, maos e ps curtos, tendo os dedos ipiasi
igoaes, principalmente os dos pos, beata da
Pnha e fnge-se muito religiosa ; cousla estar j
na Capunga como ama n'unia casa de familia :
protesta-se com to.lo o rigor da lei con a quera
a tiver acollada, fazeadp pagar os dias de ser-4
vico e o prejuizo que Ten. causado. Roga-se s
autoridades poNeiaea que a ;'apprehendara, e le-
vera irnu da Imperatriz n. 6, aonde 9erao bem
recompensados.
Xarope d'agrio do Para
Antigo e conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto,
Bons loMs.
No lugar denominado Salgadinho,. e junto
a estaeSo da estrada de ferro de Olinda,
vendem-se bons terrenos em lotos ou peda-
eos a vontade dos compradores, com a fren-
te pora a wesma estrada e os lados para
outras, e bem. assim urna pequea casa-de
taipa nuiles situada.
Estes terrenos tem,diTerentes aores de
fructo e sao ptimos do plantacao e ven-
Os pre-
thesouraria das
lateras.
Avisara ao respeitavel publico desta cidade que o sormento de joias, de subido va-
lor, que existia em seu estabelecimento, est completamente reforcado com o mais ele-
gante sormento de novas joias, que receberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando elle do mais variado sormento de aderecos Boulevard, pulseiras de.
ultimo goslo com podras preciosas o sem ellas, brincos d'argola, agrades para relogio de
senhoras, delicados aderecos para meninas, meios aderecos de camafeu lindsimos, voltas
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro de platina, variada quanlidadu
de botoes para punhos e peito, com emblemas maconicos, de nix, tecido de ouro, cama-
feu, etc., brilhantes monstrosde rarissimas agoas, em anneis, rozetas, pulseiras, alflnc-
tes e botoes, e outros muitos ohjectos de ouro de melhores fabricantes de l'aris, que se
vendero com grande redueco de precos, por serem elles recebidos directamente de'seus
committentes.
Os propietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento aberto
at 8 horas da noute, convidara as familias que se quizerem prover de lindas joias, a
virem escolhe-las vontade, para o que estao-em expsito nos mostradores.
TASSO IRMOS & t
Milito.
Saccas com 12 cuiasa 45000 : Franco da Cu-
nta & C, raa da Mbeda n. 47.
Balncag grandes
do Rio de Janeiro
mazem n. 16.
Cat .
vende-se ra de Vigario, ar-
J. 0. c
t
tem para vender :
Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro.
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitters de Angostura.
Whisky.
Cha preto em lattas de 10 libras.
Todas as preparacSes ch'micas do Dr. Ayer : no
armatfem da ra do Commercjn n 38.
Vende-se nm porro muito novo e
nma cabra bicho muito boa de leite : a
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodo*
Tijolos encarnados sexiovos para ladrilho.
Canos de barro para oegoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descaroear algodao.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em parra foes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas era garrafoes.
Rhum da aJmaca.
Vinho do Porto velho eng; fado,
Vinho do Porto superior, diio.
Vinho de Hordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho nglei.
Barris cora repolho em salmoura.
Calcado barato
Loja do Arantes, praga
da Independencia ns. 11,13
el5.
Botinas de cordavao para homem
Ditas de pellica, canos altos, para senhora
Ditas de chagrem, idem idem idem
Ditas de pellica a Luiz XV idem
Ditas le dita, gapiadas, canos altos
Ditas ffaspiadas, canos altos o baixoe
Ditas de bezerro para menina
Ditas de cor, canos altos
COMO SAO LIMOS!!
ra do Visconde de Govanna n. 161.
pordo
tratar
Milho!
bom e novo, recentmente chegada do nerte, por
preco commodo e a vontade do comprador : oa
Vende-se duas de brheos- rotooe*; rompas com*raa do Amorim. armazem n. 3t
RrS noS?C^2S.a 3f?(I*r'fcdA *U)T J)es,0lmode"1os, proprias para qualquer arraaaemJ Vende-se um carro da alfandega em perfeito
T&ne^-4* KSj'-*-i?S? tta rua-jftt-fabrica ^deassncarjjjor^precp eommodo; t, estado
Os leques todos de madreperla,. brancos e de
cores e que trazem o disticoUNIAO- em letlra?
' tambera de madrepcrola era alio relevo, tor-
, nando-se por isto apropriados para noivas, a SO-
YA ESPERANZA ra Duque de Caxias n. 64
l (antiga do Queunado) quem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderecos, cruzes,
coracoes o cassoletas, que eslao oxpostas boa
escolha das Exrnas. (amantes do chique) vende-.e
na Nova Esperanca, ra Duque de Caxias
n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanoa ra Duque de Caxias n.
63| acaba de receber um lindo sormento de be
ecas de mudas qualidades, vindo 'ntre ellas as
engracadas bonecas de borracha, assim tambem
urna pequea quantidade de bonecas pretas que
se tornam aprecia las pela sua novidade.
Ebem til
A Nova Esperanza ra Duque le Caxias n.
I>3, lecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
rao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-se inteiramenle
! feio, somente por estar mal enfeitado : a Nova Es-
peranza ra i'uque de Caxias n. 63, remove
este mal; porque est bem provida los melhores
galocs e franjas do todas as cores, onde pode es-
col her-se vontade sobresahlndo entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sua varieda-
de de cores, Dea- bem em quasi todas as fazendas.
7000 A e"a an,es I11-0 se acahetD-
JSoo Cabellos brancos tem quem
8000 x
8ooo quer
A**Rki A Nov,* EsPeranCa a ra Duque dt Caxias n.
MOoO 63, acaba de receber a verdadoira tintura da Dea-
S' 00, nous para tingir os cabellos, o que sa conseje
(imprecando-a) com muita facidade, e por e&L
motivo, cabellos brancos s tem quem quer.
Estfio na moda
Os cinturoes de couro, proprios par?, senhoras,
I ra do Livramento 3T, deposo,
no
tratar com
Vende-se um excellente sitio em Beberibe de
Baixo, junto ertacio do Fundo, murado na ore receben a Nova' Esperanca "ra Duque de
frente cora portao de ferro, com urna bonita cas?, Guias h. 63, sto, sim, senhora, esto na moda I
de aedra o cal. tendo 4 quartos, 2 salas, 1 gran Se queris ter ou preparar um runalhete de
de soto, cozinha tora, com 400 palmos de freott ; cheirosoa cravos brancos para o vosso casamento,
e 4,800 de fundo, sendo de mattt, com accellante on par outro fim' apromiado, 4 neceasario ir 4
cacimba, agua de beber: quem o pretender diri- ;Nov. Esperanca ra Duque de Caxias n. 63.
largo de Santo Amaro n. 3, taverna, a ja-se ra de Pedro AHonso, anga ra da Prai{ aue all encontrareis- os memores aor'i favqutlt
Lui de Franca e Mello. 'n. 37. I que se pode desejar.
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Diario de Ponmnitmo Seguiida &ira 28--&#cfc!&bife 46 73.
BAZAS 8A 8A MITA
MiRcnio ums. Si
A aguia branca, roa Duque de Casias o. SO,
cabato recetor nova remese da aprecia vel agua
florida para fazer os cabellos pretos. J) bom re-
, sitado colhido por quera teui felo, use dessa
Kilo ftstabolecimonto .sempre solicito fn oferecr a concurrencia do rspettaVel t>u- *n*'v? P^epracao a tem altamente concefiua-
i um cofen'^ SOARES LEITE, IRMAOS
tmiCOS AGENTES
A*
Ra de Barao da Victoria n. 28
is mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Paris, era 1867, oi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
cio da LegiSo de Honra, por seren as machinas mais per.
feits do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Juntar, us
Estados-Unidos por sor o inventor da machina do cos-
tura.
A medalha de ouro na eiposicSo de Londres acreditam
estas machinas.
Mico um comp'i-to sortimento do rrd*as, calcado francez, chapeos e quinquiftarias
oreo<> o mali razoavejs possiveis, para o que recebo ouasi fclds os scus artigos de proJ
?ria encoihnh-nda da Europa e America, yem d> puWicula'de de alguns artigos por culos
rfijjos hem so podo avahar os procos de oulros raditos
ocar..
que se lomara eirtadoriho pu-
MIUDEZAS.
L para bordar, da raelhor qualidde, i
libra por 59500.
MlUDEZAS.
Brincos dito de dito por 29500.
Botes de stim pretos e de corea, a 800
Agulhas francezas, futido dourado.a cai- n\? 19000 a duzia.
tinha com 4 papis a-60 rs., 240 -;. "tujas brancas de seda de todas as lar-
Voltas de uta de vclhH com lindos co- 8ura^' a 'vOO'O o iftiOO o metro,
raides fingindo maareperola, a 500 rs. Ditas de cores e pretas a 800 rs. i&OO o
Voltas para o pescoco, ingindo camafeu, motf0- ,
corapanhadas com 1 par de brincos semo-, 9a cs Pret0? de s^a de muitogoto de
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
ura de ilowe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
mpregando urna agulha mais curta com a mesma qualidde delinhaquequalquer outra,
pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
>flerecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens deskis machinas sao as segumtes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
iroumstancia de nunca terem appnrecido no mercado machinas d Howe em segun-
< mo.
Segunda.Contera o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha ncllas menor ricco entre as diversas pecas, rnenos rpido .estrago
*o que as outras.
hante, ludo por 2#3t>0.
Linhu branca de 500 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
i duzia.
Dito de dita de Alexandre, numerario a
osto do freguez, a J-5100 a duzia.
Diademas dourados do 19300 a 3900.
Ditos de tartaruga com flures a 29000.
Ditos com borboletus a 19500.
Brincos encarnados 1 par por 50 rs.
Ditos do plaqut de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
29000.
Voltas de aljofares com brincos, a 25500.
Ditas do ditos c >m coraeoos a 49000.
Ditas de ditos de comas com cassoletas, a
800 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
(iravatns de seda para senhoras de l-?200
t 23000. W
"arures com 2 lagos para cabera e peito
39 o 49000.
iritremios e habadinhos bordados de 360
fs. #29400 a peca.
balos de seda trancos e de cores, de
IJ95O0 a 29500 a pera.
Ditos de algodo e seda, de 19 a 19400
i peca.
Ditos do algodao, a 100 c 500 rs. a peca.
Cuarta.Formara o ponto como se fra feto mao. j Trancinbas de cores, a 100 e 500 rs. a
Quinta.Pennitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu^- peca.
-Fazem ponto rniudo em casemira, atravessando o fio de um oulro lado,
seguida, sera modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
m outras.
Sexta.-
' logo ora
1na.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
i* agulha ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
cadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
udancas radicaos paTapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
ugmentado o seu fabrico, e hoje ne atiende a procura, posto que faga 600 machinas
or dia.
Cada machina acompanha livretos com instruegoes em portuguez.
A 90>000 A 90^000
' SOARES LEITE, IRMAOS.
A"
do Barao da Victoria n. 28.
" K*
3&
^Loques de marfim a 89 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelldcs a 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49.
Aderogos fingindo coral, co.mpondo-se de
alfinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, compondo-se de alfinete
e brinco, sendo de muito gosto, por 59000.
800 rs. a 19000 o metro.
CALCA DO'FRAflCEZ.
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
49500 o par.
Ditas ditas de duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enditadas, ultima moda, a
69000.
Dilas dita de cores, canno alto, enfeitadas.
a 59500,
Ditas para meninos, pretas e do eres, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calgado de case-
mira, Charlt, tapete e tranga, mais barato
|0 /o do que em outra qualquer parte.
CHAPEOS.
, tlicos chapeos de palha 'Italia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 169006.
Completo sortimento de cispeosinhos para
meninas e senhoras, de 29800 a 59000.
Chapeos de sol do seda, inglezcs, cabo de
marfim a 1C9000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim ja 99000.
DIVEHSOS ARTIGDS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de sedji, a 650 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadiiras, a 19800
e 29000 cada.um.
Ditos para sof, a 39 c 49000.
Toalhas de liriho para rosto a 19300 cada
orna.
Ditas de algodo alcoxeados, a'640 rs.
Colxas de crochet para cama de casal, a
G9000.
Agua florida, de. Guislain,
para faer os cabeHos'pre-
tos.
vamente deila preri-e e queira
sua utilidado. Tambero
olee florido para o
como aquella.
qwm
se aproveitar de
veio agua de touasio e
mosm'o uso, e tio acreditados
tll'OSi'iO- I'MVtJtS.M.
MlUHLrl OT f Cl^i
ALF.XA'IURRIOUE i

56.aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'ora ra da Cadcla)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima era ter das
raelhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas nnra algo-
desde 10 60 trras, e havndo em todos os tamanhos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarogamento ; tornam-se dignas de
>erem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontraro
tambem mais :
ppno.'ADo pela Ji-or!t nt lto:crN

0 Qiiiniun I.atarraqtie,
um vinho cminentcmenle t-
nico e fcliri'iT"'! rfoe h'w ?ct
perferido i todas as ulras.pYfi-
(.irarOfts de quin.
Os vmlios de quina ontiriana-
mente empregados na medicina
preparam-se com cascas do quina
cuja riqueza em principios acli-
\<-s extremamente variavcl;
parte disso, em razao de seu
nodo de prepnniefio, estes vin-
hos cohlem apenas vesligio* do
orincipios activos, et cn pro-
vireOcs sempre variareis.
0 Ou':mu I.ahnrraqiie,
i;iprovnd dicina, cotrstfiue prUo contraro
um medieauenlu de coiuj'u-i-
co detei'iliiiuua, ric^ ca pnn-
ei4ios acti^-os. e com o <;;ial os
i
mmum
TAfiZ
iloenfes
mdicos e os
sempre contar.
0 ^uitiiiu l..*r>Irr..;[u-
prescripo com grande xito s
pe.-snas Iraeas, deliililadas, sep
por diversas usas d"esgi>la-
ineitto, 9cja por antigs moles-
tits; aos adultos fugados j>or
urna tapida crescenra, s meni-
nas qui tem dificuMade era se
fermar e desenvolver s inulhc-
res depois los partos ; as v.iliius
tnt'i-ai|iecidos pela idade tu
doen/.a.
No cazo de crtlorcrsis, anemia,
cres plidas,*este vrinri i', um
r>de;:)S(iu\iliar t\ns lenono-
sos. To:iiaii(t junio, par excioplo,
c:it "as pftufr dt Vai.;.>:t, prdlii
effeitos maravilhosos, pela sua
WpMn accri.
Dt-j o Alo rru Pars, I,. FKMK, ru Jmeah,
Apurados YAPoaes LocoMOvKrs, deforga
de 2*/j Vfa cavaHos com todos pertwigas
precisos para trabalharern 4 machinas para
ilgodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
-ra.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madefras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhao.
Ditos com vavola para 'lavatorios.
Ditos de madefra para Compras.
Apparelhos para jrdhis.
Guaj-ils^coraidas.
tampas para cefrir "pratos.
Tarrachas para-fazr pararanos. de ferro.
Dita dita ditos de maderras.
Trens para cozinha.
Tornos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para'padarias.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fatfricantes para mi-
mo e caf.
Debulhadores para rhilho.
Azaite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estauhado.
Ditosjde chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferrefros.
VINHO
Errtflm 'maftoS otfrros artigos, que soavista e neste estabeleomoderaoentp sji o
tirmnados.
/
Samuel tWer Johae-
tifa to A{>r. n. 38 e 40
Fw scieale aps sera fre^liezas qaa tem
nrtrdaiJo o -ea 4epsrW d rtiihini' va
V't, aw^Hn- elasrfi milito acreditada
Jarirwt da Li^ifror fra r do Apollo n.
M f^jMrttf ,c^"4aaaater o me.uio sor-
Htm s.jo'fl tttnbff^ ice tomo feito um
aWMWiotti ^fijiidi^n ,>T3l, fio 'ijnp Mo-
dero offerer m pa,"1 '^W qualquer
m{foi Os proprieuriog da fun.iigio erallaiem
scieates ini rRobores de eDgeobo Dais
passoas, que tfttm egtahelecfdo uoirtuudi-'
c5o do frrro e brouze ra do Brum, Jan-
to a e*iacS qnalQuer ob^s de lucomiriond com pertei-
Qo e pronioiidao.
Os msoios rog&ro pajsoa que quei-
rra otlir se de ttv.s rem nfiommendes enn os dos fin. Sa-
muel Pov/er Johostriu & C a ra do Apel-
le o. 38 40, onii acNrSo pessoa
habili-
!d coi queus po.sam entendar-se.
/.^hop.r.^^a^^^^,
PTk traur va *a fi*iwfo a

Preparado por >B. BEJB, Ph* da Eschdla de Parie.
O VINHO AErnaATIVp BO DOTOR DLO* i0 mmJ
twB|>o me purilka a sanpue rl'um maseira enrgica a* o altera e lhe 1
conserva a sua thlcTclade pVnflUf. "I
Tal e a resumo dos -numero* aileslados e,nderpc>dos ao Doator DELOH
vpnit t prientias relias (idos pfltpe aaiaM t Vraua*. da -Haa*'
O Vinho Reparativo ) > UBLOB o irnic preducto, ^je, nao
elimina do saiigMO iodos o$ pricipijUorluJps qae o atteraq, eonjft
iaujliein lhe conserva a wia f^? **** PDstitinap priwiUva,
E por tsso aue os .Medico aresarao de ^pJ-cv oa preaarcat'
Uiernncui'ca do Doulor BlLOrt ,|
OVinlionn>nra!voaul)'KLORdeia1Wlre-aes<'at>fpTc<**
flepurniira. iev h>ip ranea, rnbs, attMasi l n |p|ll I ni ugjr^a j>#f5c4j|
uaariie eeak-aquecem, roajiM r*ilaaflnve npaivatt daajue uleis,
< W.dio(lii|mraifT*wW;D'.n6U)rV5ejopifa.lii v meiilaqnBiraas fiiera^Mfia.3
, Ulceras, Peridas ulurtsas, Tftmoru,'Acc^toi,'Poslkema,'\
, es, Setsngc n.jtiigOmt,-a^MiTiiAa; J^rtiV/aiMBaJ't*ro) f
L'l*latiisin!i?eHhi relia^tjfih'iHe, Tudaas^stoaiiaiB^laside^i-p^flti^ij^/^rijff/, $areo- [
ctle e de todas as molestias proTenwntetita Ltf*(pha po^iein em)iregat-o PARA KETAI.HO : ta, ruti de L^w
VENDA POR ATTACADO : 4, boulev/trd Si-^artin. PARS.
v. u <**iv> FliavrerriHt. 4* 0rsli.
Tnico deposito' pharmacade f, 'MaoW'4C. nja co Batto da!tlcto
YoTtas e brincos de grossos
aljofares de cores.
A aguia branca, i ra do Duque dj Caxias n.
50, receben novas e honitas vellas e brincos de
grossoa ljotares de cores, o como sempre couti-
,Dua a vende-las por preco coramodo.
Novos diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, na do Duque de Caxias n.
50, receben novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para* meninas
como para senhoras.
Colleccoes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, ra Duqoo de Caxias n. SO,
recebeu novas eolluegoes ou normas para as crian-
zas aprendercm a cscrover por si musmo, hoje tio
usadas as aulas e cclle-idos; e como sempre ven-
de-as por preco commndo.
Meias cruas finas para meni-
nas esenhoras
A loja d'aguia branca, rua Duque de Caxias
n. SO, recebeu novo sormento daijuellas to pro-
curadas meias croas pura senhora, vindo igual-
mente para meninas, o contina a vende-las por
precus cominodof.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, rua do Duque de Ca-
xias n. SO, recebeu bonitos veos ou mantinhas
pretas de seda com flores, e outras a imitacio de
croch, e vende as pelos baratos prc.os de 3J,
<'e 6J000. A fazenda boa e est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompla extrac-
co
Perfeita novidade.
Grampos com borboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A roja da aguia branca, rua do D^quo de
Caxias n. 50, recebeu novos grampos com bor-
boletas, bezouros o gafanhotos, o que de certo
perfeita uovid de. A quahtidade pepuena, e
loor isso era breve se acabar.
Novas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'aguia branca rea Duque de Caxias
50, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e novas guinchas, trabalho de la e seda, en-
neciadas com arminho, obras estas de muito gosto
e inteiramente novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, rua do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, brincos e rozetas dourados ; assim como
novos diademas de apo, e cumo.sempre conti-
na a vende-los por precos razoaveis
Caixinhas com pos dourados
e prateados, para cabellos.
Vende-se na loja da Aguia Branca rua do Dn-
que de Laxias n. 50.
Luvas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, rua Duque de Ca-
xias. n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores._____________
AKMAZEM
DE
nmm finas
RUA PftIMEIRO DCaMAKC0N.7i
E' esta casa, sem duvida, urna das que luje pode
com primazia ;, r.;-eniar !>ns seus freguezes um
variadissiino surliineiito de fazendas tinas para
grande toil<-i!t:;i*-\\u romo para o uso ordinario de
todas as classes e |>or precos vanlajosos para os
compradores.
Os donos deste importante estabelccimento con-
vidam ao respeitavel publico e particularmente
aos sens freguezts a (laiem nm passeio por seu
estabelecimento, a alim de verificarem a verarida-
de de seus annuncios,ecom vantagtm supiirirem-
se dos artigos que Ihes forem uiister, de cujos
fazem ura pequene resumo.
Mandain fazendas s casas dos pretendentes,
para o que tem o pe; su al necessario e dao amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
GorgurSo hunco e preto.
Setim Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos" e de cSres.
Granadinede seda preta o com listras e almas de
cores, lindissimos padroes e fazeuda de ultima
moda.
Fil de seda branco e preto.
Ritas basquinas de seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasileiras.
Cortes de cambraias branca com lindos boidados.
Capellas e mantas para nivas.
Podpelinas de lindos padroes.
Requisslmo sortimento de las com listras de seda.
Cambraias tic cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
Nansuck de lindos padroes.
Baptistas de padroes mui delicados.
Percalinas de quadros prelos ebrancos.
Brins de liado de cores proprios para vestidos.
Fustdes de lindas cores.
Casaquinhos de las de cores para senhoras.
Salas bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Dites para baptisadss.
Chapeos para ditos.
Toafhas'de cambraia de linho crii lindos bor-
dados.
Fronbas bordadas. 1
Cobras de-la.
Cortinado* bordados.
Camisas borddas para homens.
Meias de cures para homens e meninos.
Chapos com casto-de marfim para homens.
I'i toa para senhoras.
Hera do cores para vestidos.
"Ditos pretos.
Casemira, fttitas, madapotoes, eamkraias etc. te
a leja- do Pa* ru* Primeiro de Marco n. 7 A,
aaga .do Crespo.
DE
Cortleiro SiniSea C.
SITIASES :s :SI3!SS
PI LULAS
VEGEJAES
BRIST0L
Uns befes sadios e saos
Urna digestao vijorosa,
Um excelente app-!1*",,
sao alguns dos beneltcics que s. pn ...n de-
rivar, fazendo st;um usoregtihn ..os
PHula* vegetac f. .ol..
Urna cura certa e efficaz dos intestinos,
Um remedio admirivel para os rins,
Um tnico poderoso par.i u isUMnago,
Sao as inapreciaveis qualidadts medicas
que se podem encontrar, aswtdo-sa des
I*IhIh vegetae de Iti'istol.
Urna medicina que nao prodiz 6tm nem
clicas.
Um purgante que niodebrlitr. -nem en-
fraquece.
Um laxante que nao causa a menor
nausea.
Formam urna das muitas vi,hules que
possuem a s
Pilulas vegetuem de Bristol.
Um mediamento suaye e hv*MVel para
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarranjos do
systema.
Um remedio completo e seguro pan as ir-
regularidades.
Sao os etTeitos sem falta, resultantes de
us e emprego das
IMIhIh* ve|;etae< de Brisfo.
Urna complei^o ciara, alva e transparente,
Uina pelle macia e delirada o um
Hlito doce e ngrad.iv.!.
Sao os resultados cerloseinc'.livois, de-
pois de se
haver tomado aigumas dses deste
raelhor dos
Remedies as
PilulaM ve^etnei* de lirfsio!.
Em todos os cosos de molestias fuma na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou sibiltica ;
ou quando a massa do mangue --baja tor-
nado turva ou viciada pelo uso de ferro
mercurio, ou por outra qualquc suhstaiicii
mineral
Salsaparrilliade l5rMtoL
dever ser usada de conjuncto com as pi/u
las, e assim obrando-se, eir. ie::tricta con
formidade com as directes inserapt
envolto; os doentes podem icnr cortos que,
urna vez usada conjunctainenie ama com a
outra, ncnbuma enfermidade uu molt-stia,
por mais severa ou arraigada que se aehe,
nao poder resistir ao cotninao poder se-
cretorio e sanitario destes dous
GBHIiDfS, [ IHC0UPA3AVEIS
UEHEDIO^.
Ambas estos medicinas acham-so venda
em todas as principaes boticas o
lojas de drogas.
Acha-se a venda em todas as boticas.
H. Forster & C.
______________AGENTES.______________
Tem h aprsenla.. w fMtt
Durante o espaco
DE
4 0 AS OS.
S\1^S\Y\1U*UV.H V .
T)E
RBIST0L
i
ti
u
Anaazeni do fumo
Cl'RA OS CASOS MAIS DES''Sl'EH v'iOS l
A SAFSAI'ARRILHA iEMUSTOL puri-
fica o massa do sangue, expelie paw fora
todas as materias e fezes viciosas- c impuras,
regula todas as secrec,es, ri 'it.i'idade e
energa a todos os orgos e d fon.'.i e vi-
gor ao systema alim de poder metbt* resis-
tir a todos os ataques da pferm'ude. E'
pois este um remedio constikicio.td. Elle
nunca distroe afim de poder curar: porm
constantemente Assiste a rrnlu ezo. i'ortanto
em todas as doenc,as constituco,vies e em to^
das as molestias lomes dependente 'mn es-
tado vicioso e imperfeito do sy&luna em ge-
ral, achar-se-ha que a Salsapak.ui.ua de
Bristol um remedio seguro c t>:lirassissi-
mii, possuindo inestimaveis o inccnti-tuvois
virtudes.
As curas mjgrosas de
Escrfulas,
Ulceras,
Chagas a ni igas,
ERPERM.DADES SYHIIMTIUAS
RHKUMAT1SMO,
NE?R ALGIAS,,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangead e flado o arto rome i
S^lsaprrilha de Bristol
por to*ks as partes do universo, sao Uo so-
mente devidas i
NICA LB6IT1MA E OR'GINAL
Salsajparriffia 'de Jlmtol
i. htet k L
AGENTE.
y A ?rMrMACIA CltJTKA',
Agora sim
A rosa branca reMbea um Mudo *ni(nento de
ehapos de sol de tela eom i al'O e pnntcira
branca, os mais modernos que pirece marfim,
com o guardajiontas de metal, .t ,0r, tnia-_ ven-
dera por l : na loja a**|usm> portas a rua df
ImiM-ratriz n. 56.
M
SAM6EJ
rUa da aladre de I)eus n. 10 A.
Joa Uomisgues do Canno e Sva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazi.-m a
a da J*dre de Deus n. 10 A, se arda um com-
sdrtbn*nto de fumo em faH*H oV patenta 1 ,
W S^wirlBs.'doa-merhorea fa*ri"abt> a*a 5araa,
e bem assim a flwr de todos os Tumos de curda
em ralos, pacutes, latas granies e pequeiias, tam-
bem dos mui acreditados fabricantes Torre &
Araojo, Lizaur, Artolphn ScUhidl A C, Lizaur
SchmWt* C, Veigas A Araulo, Trindade A Avh-
lar, Teixeira Pinto & Pnrtetla (garantido pelos
mesrao) a e ontms ainde nao condecidos pelo
publico dosla capital. 0 atinuncianta declara qu
toflo ramo que lor vendido em fqa casa sera pjlo
'fa Justo valor, e noe quando garantir a reapees>
1 m- qaaKdaoV", ser suaiwro, moj partirularnienN:
ora aa pessoas qe piKicu enteu taro da materia ;
pois para bem servir a todos (em annunciaat
a tonga pratic* de 13 annoi deste commereio.
miperatrtz n.
tTlti
uno g
A rosa branca reobeu a* listo sertim^ato de
chapeos de sol de seda de todas as eres* para
senhora, os mais modernos, e rende por .V'OOj,
lodos wndem por 7*TI00 : na loja de qatro por-
tas rua (I* Impierarriz 0-.U8.
E'barato.
Camisas bordadas a 4JQ0.
Recebeu a loja da America etmlsus b..rdadis
para r*-mm, barato por lereni o peito to* < bor-
dado a agulha : na rua do Cabuga n. 10, loj.ada
America.
' r > '^ .1.......t 1 I! I M
Ra^p Rocha
a U'OOa libra : nVtta *o Viaano met-
ro andar. '



8
ario de Peraaiabuco Segunda feira 22 de Setemtro de 1S73.


JDMDWA.
Mrelte erlualau!.
t lodos sna ultima, para o qual
unanimidade, sao
precisos Os dous tergos dos
votos do convllio do* jura-
do para a imposto da
poca.
.Esta p\pre-sio na j -omprehende, oem
p le comjwcriender oirtra especio de maio-
ria sumo aquella, do quo trata o mesmo
artigo, isto duus (tifos dos votos.
Cm effeito, a maioria de votou pode s*r
mais ou menos ampl, mais ou menos res-
tricta, emqusnto ao numero dos sufTra-
gte,
Quando em uin corpo colloctivo tratamos
de apreciar as opinies exprossas na vota-
go, consideramos tres gradares :
Km pal
.Maioria
L'nanirnidade.
O empale a ignal lade de votos ; a nna-
nimlade a totalidado dellos ;
a maioria, porm, vai dosde metaJee mais
um atea unanimidade menosnm.
Empato e unanimidade s o teruus repre-
sent. ti os de i lea definida o invariavel; nao
acoutece assim porm com a palavra maio-
ria.
Ella urna expresso ilo ideas complexa
e relativarque represrnta-nos um numero-
i .iis ou menos extenso entro os dous
o>. ws empate o unanimidade.
/ -m... i le ora considera maioria o sim-
i! w ;ceso da um voto sobre a melado del-
.i outro qualquer xcesso antes de to-
car total dos suffragios ; sendo frequente
na nossa legislago cslabelocor-se a maioria
de dous tei'<;os dos votos para a deciso das
questes.-
A maioria, pois, todo o numero de vo-
tos que vai alm da metade, Ocan lo aquem
da unaniraidado.
Sufi legislador no principio do art. 332
do cdigo do processo firmara a regra de
que as decisoes do jury seriam tomadas por
dous tercos dos votos, visto que considerou
na numero como a maioria legal as ques-
tes di: que alti trata : assim nao poda no
lina! desse mesmo artigo variar do sentido
e considerar outra maioria que nao fosse a
desses dous tercos dos votos.
Logo, quando na segunda parte do artigo
so di/. havendo maioria, esta expresso
corresponde a est'outra : dous tercos dos
otos.
E' pois racional dizer que sem dous ter-
cos dos votos do conseibo dos jurados nao
pode ha ver rnposigo de pena 4 porque
sem esses dous tercos nao tica averiguado
facto algum da aecusago para ter lugar a
con l'emnaco. *
Vejamos se, desprezada esta intelligencia,
pode a lei cumprir-se sem absurdo.
Aceita a doutrina de que a simples maio-
ria de metade e mais um, e nSo a maioria
de dous tercos, deve obrigar rnposigo do
pena, seguc-se :
Que devendo o juiz impor a pena no grao
inmediatamente menor, acontecera, que,
quamlo a pena tivesse de ser applicada no
grao mnimo era consecuencia das respostas
do jury, verse-hia o mesmo juiz em coli-
sao ; porque
Ou nao applicana pena alguma, pois
alm do mnimo nao ba pena ;
Ou impona a pena nesse mnimo;
Ou ira procurar em outro artigo do c-
digo criminal a peua por elle considerada
immediatamente menor.
Mas, neuhuraa destas bypotheses admis-
sivel ; porque em qualquer dolas o juiz as-
sumira o carcter de arbitro da lei (dic-
talor legis), o nao de executor della {servus
legis).
A primera hypfithese nao admissivel,
porque a lei manda que, havendo maioria,
o reo seja punido ; e o juiz n> podo dispen-
sar na mesma lei, deixando de decretar cas-
tigo, ao reo declarado criminoso pelos ma-
gistrados populares ; pois que assim arroga-
ra a si attribuigo de perdoar, prerogativa
especialmente conferida ao poder modera-
dor pelo art. 101 8" da constituigo po-
ltica do estado.
A segunda hypotbese tambero nao ad-
missivel, porque toreara o juiz a infringir
o art. 33 do cdigo criminal, visto como
nelle se determina que nenhum crime seja
punido com pena maior do que a estable-
cida na lei.
Ora, no caso em questao a lei manda
punir o reo com a pena immediatamente
menor ao grao em que fr julgado ocurso
pela deciso do jury ; no entretanto juiz,
para salvar a impunidade, imporia apena
do grao mnimo, sem a r.ttenuago da lei,
isto sem ser a pena inmediatamente me-
nor.
Assim applica-se ao delinquente a pena,
que alias lhe caberla sem o favor da lei ;
por conseguinte urna pena mais grave do
que aquella que a mesma lei quer que elle
soffra.
. Pr ivaleceriam pois asregras communsde
spplicago da penalidade, quando o legisla-
dor fir-nou a excepgo clara e explcita.
Logo o juiz exorbita e procedo discricio-
nariamente, impondo castigo Ilegal.
A terceira hypotbese finalmente tambem
nao pode ser admittida, porque traria igual
violarlo do citado art,, 33 do cdigo crimi-
nal, quando manda que o reo ser punido
to smente com a pena expressa na lei.
Qual essa pena 7
E' certamente aquella que em cada artigo
do cdigo criminal corresponde nos tres
graos ao delicio nelle especificado.
Mas.se o juiz deixasse de parte a pena es-
tabelecida no respectivo artigo classificador
do crime pelo qual foi o reo aecusado, e bus-
canse em outro artigo pena diversa, esta nao
seria a da lei* mas a da vontade do juiz.
A lei de 3 de dezembro de 1841, no art.
67, terminante: ellaobriga o juiz sap-
plicar ao delinquente a pena no grao m-
ximo, medio ou mnimo, conforme as deci-
soes sobre os fados proferidos pelos jurados,
e as regras de direito.
Snhir pois do artigo especial do crime ar-
gido, e dos graos da pena nelle estabele-
da, um afastamento cas nossas leis penaos,
e um arbitrio condoionado pela nossa lei
constitucional, quande firma este principio :
a Singuem ser sentenciado seno na forma
prescripta na le. (Art. 179 11,.
A clausula mas ei.a todo o casorhaven-
ria, se impor ao reo a pena irame-
. -m'e menor, que se l no art. 332
do cdigo do processo;, nao creou excepgo
a respeito do principio regulador da deciso
das questde proposta ao jury, come pare-
ce, aos quij aceitajn a doutrina da simples

maioria ; pelo contrario, essa clausula voio das ditas operijoes.
rostabelecer a regra geral, e restrngese Assim, iom quinto os comroe!
nicamente em sua applioago aos esos, (fin uam na locadio mere
em quetrata-se do julgamento de crimes emp-eza de trabalhos, aiuda quii
pun veis como ultimo supplicio. pilcados agroultura, e considerera, oeste
Havia o legislador exigido que par a caso, o contrato como mercantil, a reli-
mposigo da pena demorte houvesse ua- {oo empresario aos que trabalham sob
nime accordo dos votos. as suas orden, alo podemos fazer otro
Ora*, se o citado artigo nao contivesse a" tan o, visto que oloha lei que o deter
mencionada clausula, seguir-se-bia, qu mine.
reo submettido a julganaento por crime de Sao licito ampliar 1 legislaglo com
homicidio qualificado, a que no grao ml- mercial a casos ora que nao appareca ete-
rno cabe a pena ultima,seriaabsolvido,,^- ment'eapecijl queme sOrve de base: por
bora tivesse contra si 8,9, 10 ou mesmo quinto, a jursdicc>6 commercal porsun
l/otos. ^ natureza restricta. (Reg. n. 737 art. 9)
Era desharmonico,, que quando em todos Esje segundo systema, que se corrobora
os mais crimes dous tercos bastavlm para a com asdisposisesparallelas doCodigoCom-
conde iinago, no caso de hoinciJio quali- mercial Port. arts. 515, 525 e diversos
ficado, gozasse o reo da seti$o do castigo, arosloo da relacAo do districto, o que nos
estando a sua culpa declarada por igual vo- cumpre adoptar; tanto mais quanto certo
laV*- que o primeiro importara considerar-se re-
Foi esta injusti^a relativa que o legislador vogada a lei do 13 de setembro de 1830,
quizobviar, e o conseguio mediante a sobre- que, alias, na praiica tem sido coostanto-
dita clausula, a qual nao importa urna ex- monte executada.
cepejio absurda, mas restabeloce o caractor Sem pro, pois, que o nosso citado Coligo,
de generalidade e de igualdade das regrao til. X, usa das uxpressoestmpreiUiros,
de punir. officiaes, artfices e operarios, devenios
fiessa generalidade a lei s quiz excep- entender que s se quiz referir aos indus-
tuar a pana de Marta, pena por natureza triosos,, cujos servaos tem carcter mercan-
excepcional, e j destinada a desapparecer til.
dos cdigos das nacojs cultas. Accresce que nos art. 2il e245 elle rofe-
Sei que a opinio m apiio di conde-n- re->e expressamento aos mestres e admi-
uago do reo, apenas baja simples maioria, nistradoresou directores de fabricas ou qual -
seguida por muitos magistrados ; d'ah quer uulro estabelecimenlo mercantil.
resulta a cou lemiac>j do aecusados, que era obsta a disposigo do art. 19 3.,
devesiamserabsolvidos. tiu un. do cit. Cod. e irt. 20 3/'do reg.
E" importante a especie ; ella merece o n. 737 : porquanlo. ella nao sujeita le-
estudo dos homens doutos, e a solcitude gisla^ao co-nmercial, como parece; tolas as
dos poderes pblicos. questes que so derivarem do contrato de
O erro na intelligencia da loi na questo loe igo, com excepeo smente dos que se
vertonte gravissimo por suas consequen- referirem locadio de predios urbanos ou
cias. rsticos.
Por um lado absolve-so a quom devera Pelo contraro, este artigo s se refero ta-
punir-se ; por outro lado conlemna-se a xativament- aos contratos de loca^o com-
quem devera absolver-se. prehendiios as disposicoes dotit. X do Col.
.Nenhum espectculo pode sor maisoffeu- do Commercio ; isto aquelles onde appa-
sivo da justica e da dea do direilo, do que rece o elemento mercantil,
ver em igualdade de circumslaucias um Assim, deve-se enien ler que, para classi
cidado sujeito pena de que outro ficar a locago de sorvicos co no mercantil,
exmese. nao sao b ist rates as duas conligOes do art.
Convm nao raanter cillante o direito ; 225 do cit. Cod.lempo teterminaio e pre-
mas se alei duvidosa, cumpre entretanto co corlo; n si -n ,w, tambem seexigecomo
seguir o arbitrio mais prudente. terceira e essencial con-lie/ioque o con-
Ensina um axioma jurdico : In panali- trato reccia sobre servidos que tenham ca
bus causis benignjus iiiterprelitidumest. Iracter mercantil, coiuo acuna expuze-
Inquestionavelmente mais benigna a mos.
interpretaran da nossa lei criminal, admit Consegu internen te. sempre que faltar qual
tindo que a coiidemnacao s possa dar-se quer destas tres cundieres, deve-se classifi-
antc os dous tercos dos votos do que ante car como civil a locago de servidos,
a simples maioria de metade e mais um. II.
Portanto, razao bastante' ha para susten- A respeito da legislaco appcavel
tar a these formulada na nossa epigraphe. locago de servigos civil, iguaes duvidas tem
T. Alencar Araripe. apparecido.
( to Direito) Entendem uns que a lei de 13 de setem-
bro de 1830 foi abrogada pela do n. 108
de 11 de outubro de 1837; accrescentam
outros que tambem cessaram as leis da Or-
denago, relativas a esta materia.
Mas, grave erro pensar-se que a lei pos-
terior revoga sempre a anterior.
Com effeito; essa rovogago s tem lugar
quando vem nominativamente decretada na
nov* lei; ou quando lguma disposigo
desta ou todas se acbam em contradirn
com as da anterior.
Em todos os outros casos se deve sempre
procurar harmonisar as disposiges da nova,
com as da antiga lei.
E" assim que ensinam :
Paulo (fr. 26 Dig. De leg.-l, 3). Noa
est novum, ut priores leyes ad posteriores
trabantur.
dem (fr. 28 Dig. cit.) Sed el posterio-
LocneSes le servicos.
*
! Em que a locaco de servicos mer-
cantil se distingue da civil ?
2o Porque leis se rege a lucaco de
servlgoj civil ?
I
0 cdigo commercial, arts. 226 a 246,
s diz respeito locago de servigos mer-
cantil.
Para que se considere mercantil a loca-
go de servigos, exige elle que se tenham
estipulado as seguintes condiges :
Tempo determinado e
Prego certo.
Na falta de qualquer d'esti>s condiges a
ri bilur.
Tertuliano (fr. 27 Dig. cit.) -Ideo, quia
antiquiores leges ad posteriores trahi usita-
locagao torna-se civil, e rege-sepor outras resjeges ad priores pertinente nisi contra.
leis que nao as do dito cdigo.
Cumpre observar que, em vista da forma
vaga por que se acha redigido o art. 226
do citado coiligb, dous systemas tem appa-
recido relativamente defingo de locago tum e*'
do servigos mercantil.
Uns entendem que c mercantil toda e
qualquer locago de servigos, sempre que
se rcunirem as duas sobreditas condiges,
sejam os servigos quaes forem, tenhaou
nao o contrato em si mesmo. carcter mer-
cantil.
N'este sentido exstem decisoes de aggravo
do tribunal do commercio.
Outros, porm, entenden que s mer-
cantil a locago de servigos, quando n'ella
entra, como constitutivo, o elemento especial
que serve de fundamento legislago espe-
cial do commercio (Merlin Quest. de
droit, vb. Trib. de Comm. 5").
Esto elemeulo a permuta de mercaduras
com o intuito de lucro.
'i Ao o acto, tendente a operar ou facilitar
taes permutas, commercial:comnu-
tatio mertium, segundo a phrase de Sca-
chia ; emendi, vendendique invicemjus se-
gundo a de l 1 pidno.
Assim, mercantil a locago :
I. De todos os servigos precisos para a
realisago das operages coramerciaes.
Entran u'esta classo: (Pardessus, Dr.
Comm. n. 31 e 531 ; Mass, Dr. Comm.
n. 2665).
1.* Os servigos daquellas pessoas que o
cdigo commercial (art. 35) denomina
agentes auxiliares do commercio. (P. 1.*
Til. III).
2." Os dos demais agentes nao mencio-
nados no dito artigo, e os dos serventes em-
pregados nos armazns, escriptorios e esta-
belecimentos commerciaes de qualquer es-
pecie.
3." Os dos arlifices, empregados no fa-
brico de movis, utensilios ou em quaes-
quer obras precisas para o trafico mercan-
til.
II. De todos os servigos relativos aos
ramos da industria manufacturara ou fa-
bril, nos seguin'es casos : (Pardessus, ns.
38 e 527 ; Mass, Dr. Comm., n 21) :
Esta tambem a doutrina dos juriscon-
sultos modernosestrangeiros e patrios
lachara Le Dr. iv. Fr. j27 ; Toullier
Le Dr. Civ. Fr.-tfc. 152 e 156 ; Eschbach
Introd. l'etud du Dr. n. 211; Merlin
Rep.V. Lois, Demolombe vol. l."n. 126;
Decret. de 6 dejulho de 1693 ; Aug. Barb.
in Lib. I. Decret. Proem. n. 46 ; Port.
De donat. reg. L. 2. cap. 10 n. 124;
B. Carneirot'a. Civ. Port. 13 v. 1,
Luiz Teixeira-r-tir. Civ. Port. T. Prelim.
Secg. 3.a; C. da Rocha Inst. de Dir. Civ.
Port. 9.; Dir. Civ. Braz, P. Ger. Tit.
III. Cap. 2. 3..
Applicando estes principios legislago
relativa locago de servigos civil, enten lo-
mos que esta se dever reger :
1." Pefa lei n. 108 de 11 de outubro de
1837, se o locador fr estraugeiro e o con-
trato celebrado por oscripto.
2.* Pela lei de 13 de setembro de 1830,
se o locador fr nacional, o contrato cele-
brado por oscripto e houver estipulago de
tempo determinado, ou empreitada e adi-
antamento de salario.
3. Pelas Ord. do L. 4 tit. 29 a 35 e di-
reito subsidiario, sempre que o contrato nao
reunir as condiges das citadas leis de 1830
e 1837 e, conseguintemente, nao cabir sob
a acgo dolas.
intento loaquim Ribas.
PROCESSO DE FALLENCIA.
EXAME CRITICO.
Sobre a deficiencia e vicios que a pratica
tem demonstrado, da legislago patria em
materia de fallencias ha muito que dizer.
E' a parte da legislago commercial que
mais reparo merece e onde justamente se
faz preciso um estudode reforma mais a pro-
fundado. Em urna informago succinta e
prestada em prazo curto nao se pode des-
envolver convenientemente to complicada
materia; muito perfunctoriamente direi,
pois, o que a pratica me tem suggerido
1.' Quando estas esprezas sao estabelecidas como mais notavel e digno de estudo e at-
tengo.
Livrodos fallidos.Conviria eliminar o
0 do art. 802 do Cod. e addiciona-k)
para o im de comprar mercaduras sob
certa forma, e vende-las sobre outra.
2.* Quando trabalham sobre gneros
alheios destinados ao commercio.
Sao considerados como servigos mercan-
tis os que se emprogam' as ditas manufac-
turas e fabricas, qualquer que seja a natu-
reza ou o titulo (Testes-servigos.
Do exposto segue-se que nio sao mercan-
S6.a
ao art. 800. E' dura e muitas vezes i-
que a disposigo do Cod. que considera
fraudulenta a fallencia smente porque nao
ha ou nao sao encontrados os livros.
E' preciso atteuter razio dessa fal-
ta ; se a natureza e forgis do neg-
j co os exigiera; se bouve intengo e dolo
tis os servigos :
1.* Dos artfices que trabalham sobre ma-1 na occultago da escripturago; se foi ella
terias fornecidas pelos proprios ooosami- feita com clareza e vordade nos borradores
dores;
2.* Os relativos industria agrcola ;
encontrados, etc. Este rigor da lei tem dado
motivo a qualificages de fraude em fallen-
3.* Os dos criados ou serventes domes- cias_de negociantes de manifest bi fr e
ticos, nao empregados em estabelecimemos que s negociavim em ramo de commercio
commerciaes ou fabns. |que dispensava de todo o copiador.
Nao basta, pois, que o locador ou loca-1 Accresce que ha urna notavel incerteza
tario dos servicos tenha em vista um lucro na jurisprudencia di religo quando trata
pecuniario ; tambem ndispeusavel que os deste assumpto.
ditos servigos ou auxilio. a reaUsaoodtS| Ni no(i 1251 da ultima edigio do Cod.
[operages commerciaes, ou, incorporados'(Dr. Orlando), ha um artigo escripto por
as mercadorias, tenbara de ser objectos. mim e transcripto do Jornal do Commercio,
onde se faz bera sensivel a desharmonia dos
julgaaientos sobre faltas diaTlivros dos ne-
gociantes.
Despeas para flns reprcados.0 art.
802 >levera considerar fraudulenta a fallen-
cia quando se mostrasse quo o fallido distra-
bio fundo efl-Spexas de tal ordem. Vi
ha pouco urn*fallido que "despenden iunno-
deramonte com amasias, orgias, bauquelos
e passeios.'
Sao se tratava de jogo (art! 8 >0 2.) e
s de outros viuios ; como (|ualificar a sua
quebra ? Sao ha disposigo relativa espe-
cie, e cumpre preancher essa I acuna.
Trstamenteiro fallido.Sera" o testamn-
telo depositarfo ou man latario ? ( 3.a do
art. 802). So rigor da direito nem urna cou-
sa nem outra (arts. I 40 e lij. Entretanto
palpalpavi'l a conveniencia de inclui-lo 11a-
quella disposigo ; e assim j o julguei um;i
vez.
Liaros rubricados e sellados com reoali-
daco. Quando o fallido a presen tasse seus
livros nossas circumslaucias, anda que re-
gularmente escripturados, n> deveria ser
considerado como se nao os tivesse? A ro
validago, combinada com a poca da fal-
lencia e cirouinstaueias quo a acoinpanham,
prova iuuitis vezes que s s tratou do pre-
parar os livros, quando tiveram de ser
trazidos a jui/.o.
Tem liavi io muila incerteza nos julga-
montos desto taso.
Qualifteaedo da quebra irejuh/atla pela
concessjoda morultiria.E' o cuso do urna
importante fallencia que aiuda corro no foro.
Era m ni i testa a culpa do fallido em quasi
todas as suas operages. Assim i roco-
nhecido e julgado posteriormente na 1.a e
i.' instancia em muitas das reclamages dos
credores discutidas em separado na li-
quidago; entretanto o juiz da fallencia,
considerando que os factos erain todos ante-
riores concosso da moratoria, que o
tribunal superior j tinlia reconhocido a
boa f do indiciado (art. 898), julgou a
fallencia casual, o com um voto vencido,
assim foi conlirma lo pola relagao.
Sao me parece justo o conveniej
le. o principio. E' de mistor recousilerar
esto p "Oto.
ttetfuertmento de creJor para abertura
da fallencia onn simples juncfdo decanta
delivro.Tem se entendida que o art.
11 i do Rog. n. 738 se da por sasl'oito
quando se junta conta mercantilmente ex
trabida de livros em regia.- Do que n
sao estes livros, do credor ou devedor ? Sao
sem dnvida do credor ; mas se esto os nao
tem em regra, deixa do ser por isso credor ?
Sople .1 divida constar dos livros do
proprio devedor ? Como crear urna pena
para o credor, quanlu nao tu disposigo
que a aulorse, e pode a divi la, conformo a
quantia, ser provada por tostomuiihas ?
Para a extraego da cont ser preciso
recorrer-se previamento ao juiz, para que a
mande levantar por peritos? Essa provi-
dencia, por si demorada, pode projudicar
o credor, quo tinha urgencia em abrir a
fallencia do seu devedor.
FaUencia de negociante ausente ou mor
to. Ajuslilicago previt ueste caso parece
que deve ser feita c >m assistoncia dos legiti
mos representantes do negociante. Entre-
tanto nao ha disposigo que o declara. De-
ver-se-ha dar ao ausente tiesta hypotheso
um curador? Seria colloca-lo em melhor
posigo que o proslito, podendo ser a au-
sencia devida calculada intengo de l'ugir,
fraudando aos credores.
Tem-se dado este caso e varia a pratica
no juizo.
L'oder o curador, o conjugo ou qualquer
outro representante do fallido ausente ou
raorto usar do recurso de aggravo ou de em-
bargo, quando o art. 808 s reserva esse
direito ao proprio fallido ? Como negar
ao credor o_ direito de embargar o despacho
que declara aborta a fallencia quau I o polo
esse acto couvir ao fallido e prejudicar ao
eredor ?
Materia dos embargos d declarando da
fallencia. Sao justa a reslricgo do art.
808 do cdigo, quanto cesso de paga
mentos.
Tudo quanto possa elidir o acto deve ser
materia do embargo. A incompetencia do
juizo, a incompetencia docrolor, o excesso
da divida, a falta de obrgago, a nullidado
do processo,.muitas outras circu nstanoias
pdem favorecer ao devedor, sem tratarse
da cessago dos pagamentos. Desde que os
embargos nao tem etfeito suspensivo do ver-
se hia ampliara defeza e nao rostringi-la,
sem fundamento razoavel que o autorse.
Recurso da senlenca sobre embargos a
deelaracao da quebra.Sao cabe aggravo
desta sentenga ; segundo o declarou o tribu-
nal do commercio, na collecgo de decisoes
junta ao relatorio da justiga de 1857, por
que o art. 734 do Reg. n. 737 prohibe da
mesma deciso o uso de deus recursos.
Sao me parece procedente a razo : no
caso que se figura nao ha dous recursos. O
fallido nao aggravou : embargou ; o embar-
go nao recurso ; quom dello couheco
mesmo juiz que proferio a sentenga embar-
gada; conseguintemente de sua deciso dever-
se-bia dar o aggravo ou appellago para
autoridade superior; do contrario nullifi
case a providencia por falta de reviso do
julgamento.
E nem se diga que po le o fallido aggra
var em vez de embargar, por quanto ha ca-
sos em que este meio deve ser preferido pe-
la possibilidade da deduego de prova, que
nao cabida na rpido processo do ag-
gravo.
Apposicdo de sellos.A attribuigo dada
ao juiz de paz pelo art. 8'1 do Cod. nuuca
usada. 0 juiz da. fallencia sempre qu-tm
procede por si nesuo inmediata arreca-
dago dos bens, ou seja feita em um ou em
muitos das. A importancia do acto e di-
recta influencia sobre o iuteresse legitimo
dos credores justifica assaz a modificago
introducida na pratica O que convera era
dar por cassada a attribuigo que s existe
intilmente na letra di lei.
Sao conveniente, e serie antes muitas
vezes perigoso, udiar-se a arrecadago para
depois da nomeago do depositario.
Avaliaco dos bens arrecadados.Deve
ser feita pelos avaliadores do juizo,**nomea-
dos pelo tribunal do commercio, sob desig-
nago do juu. A disp sigo do decreto de
23 de outubro de 1852, relativa s execu-
ges cammerciaes deve reger o caso de fal -
lencia,
Em alguns j izos ainda se observa o dis-
posto no art, 815 do Cod.
Venda de bens. A venda dos bens do
fallido, autorisada indistinctamente pelos
termos fiases do art. 816 do Cod. pode tra-
zar graves inconvenientes, como j tem tra
sido, e nullificar'de todo o favor de urna
concordata ulterior,
Sa marcha das fallencias convin atten-
der nao s o interesses do credores, como
tambem o do fallido. A le: Ibe d o direi
to de acompanhar a marcha do processo o
zelar do que possa caber-Ihe na liquidago
final da niss.i; quando nao lhe soja conce-
dida a concordata, por meio da qua< ter de
seoncarregar pessoalmente da liquilago.
Estendendo se a providencia relativa &
venda dos bens aiuda aquellos que nao sao
de fcil detoriorago e que, so contrario,
constituum a parle esseucial e mais impor-
tante do activo, cono sao por exemplo, ps
instrumentos, machinas e material de urna
grande faDiica, acontecer quo a massa, ao
tempo da segunda reunio dos credores,
mximo havendo credores no exterior (Art.
135 do Reg. n. 738) estar representada
apenas pelo prego da venda, sempre abaixo
do valor real dos objectos vendidos, e ne-
nhum iuteresse mais levar o fallido a pro
por aos credores urna concordata, que no-
nhuma wmtagcm lhe poder offertcer. Re-
sultar d'ahi o prejuizo dos credores o a rui-
na infallivel do fallido.
Foi o que aconteceu em urna das mais impor-
tantes fallencias desto juizo (Clavel, Reisem-
bcrgor & Hayden). (amvera om casos semo-
Ihantes har.nonisar, quanto possvol, o iute-
resse legtimo dos credores con o dos falli-
dos -o declarar desde logo qual o que de-
ve prevalecer no caso de conflicto entre
ambos.
Esame de livros.Inslrucpao criminal
da fallencia.-O exame de Utos mn-dos
actos de maior rosponsabilidade e alcance
no processo commercial, o sem duvila o
meio mais seguro que tem o juiz e os cre-
dores de COnbocer a regulan lade das trasac-
coos do fallido o ajuizar da sua aptido e
moral idade.
Man la o Cod. 110 art. 818 que seja feito
polo juiz o curador fiscal. .Nao obser-
vada esta disposigo, enein podo s-lo com
vanlagom.
Sem sempre est o jsiiz habilitado para
eonhecer de um trabalho que depende do
conlioci montos especiaes; a escrtptarauao
mercantil, varia e complicada na forma,
quao importante no fuu lors podo ser bom
apreciada por quom a cooliece o professa
UaLiitualmonte.
Quando ost o juiz habilitado para esse
trabilho nem por isso podo-por si mes.no
fazo-lo, porque o expediente da vara, na
parle administrativa e judiciatki, encho to-
do o tempo de quo dispon.
Est intioduzido o estylo do se mandar
proceder ao exame por peritos da nomea-
go do juiz, sondo por esto apresentados -s
respectivos quesitos.
Tem d'ahi resultado inconvenientes e nao
peque uos.
Anda assim contino a acreditar que
mpralicavel o preceito legal. O exame de
livros decididamente nao podo sor feito pe-
lo juiz.
Quanto formago de culpa, ou nstruc-
gao criminal da fallencia, enleiido que con-
viria separar e distinguir o procosso crimi-
nal do commercial, tirando a influencia
que pn.ressM excreer a deciso do um sobre
a do outro juuo.
Sobre os documentos e bases fornecidos
pelojuia commercial deveria a atrtonda lo
criminal instaurar o respectivo processo, e
julga-lode couforinidade com alei.
As penas comminadas tanto quebra cu!
posa como fraudulenta sao excessivas.
D'ahia a randado da sua elloctiva appli-
cago.
Sao vejo motivo para que deixem de ha-
ver cumplios de quebra culposa.
D-se tambem um crime, como na ban-
ca-rota. Est sujeita asregras geraes da le-
gislago criminal.
Se, pois, se prova que alguem concor
reo directamente para que o fallido prali-
casso qualquer dos factos que constituem
a fallencia culposa, o que to pnssivel
quanto a respeito da quebra fraudulenta,
dever-se-ha punir o cumplico, seno com o
rigor do art -63 do Cid. criminal, ultima
parte, pelo monos pola forma adoptada pola
loi para punigao da cumplicidade em go-
ral.
Podero ser os credores testemunhas na
instruego criminal ? Diverge a pratica.
Sao sem dnvida directamente interessados
na sorte do fallido. De ordinario ou aftei-
goados ou inimigos do devedor, conforme
as relagos individuaos e de commercio que
com elle entretem. Ou depom muito, ou
nada. Mas o que verdade que sao os
nicos que com pereito coubecimento po-
dem depr sobre os factos submettidos
apreciago do juiz.
Qualquer que seja o julgamento crimi-
nal, diz o art. 820, nao ficaro invlidos os
effoitos civis na pronuncia.
Mas um desses effeito nao poder o- fal-
lido propr concordata, sondo qualificada a
quebra com culpa ou fraude (art. 848).
E se ao tempo da concordata, come pos-
sivel. estivtr o fallido absolvilo no juizo
criminal, dever ainda assim ser privado
do favor da lei?
Sao tem desapparecido a presumpgo
da m f creada pela pronuncia ?
Sao contraditorio que possa ser o falli-
do al rehabilitado, quando culposo a que-
bra, ( art. 894) eno possa entretanto pro-
pr concordata, tendo sido absolvida da ac-
cusago promovida sobre o despacho da
pronuncia?
Soccorro ao fallido.Pelo art. 825 do
Cod. este soccorro s p le ser prestado de-
pois de Horneada a administrago; seria,
porm de equidade que se retratrahisse data
da abertura da fallencia, quando fosse reco-
nhecidaa boa f do fallido e se tivesse de pres-
tar o auxilio mensalmente como de costume.
O soccorro e deve ser tirado da massa inte-
gral, sem attengo classificago dos ere-
ditos."
Juros de crditos de dominio.0 art.
829 uofaz mengo dos credores de domi-
nio, quando pelo irt. 873 tem elles prece-
dencia sobre os privilegiados.
Vencimento de dividas do fallido. A
abertura, o nao qualificago da quebra,
o que devera determinar a poca era que
sao exigiveis as dividas do fallido. D' outro
modo lis desiguildide na posigo dos cre-
dores em relago fallencia.
Conccrdat /.Conviria adoptar-se exprs-
smente a concordata por abandono, do
incontestavel vantagem e da qual nao faz
mengo o Cod., estando alias j admittida
na pratica de alguns juizos.
Conviria anda declarar que as concor-
datas amigaveis, condemnadas pelo Dec.
de 23 de Setembro de 1859, sao somonte
as quo se roferem i negociantes cura fal-
lencia aberta ouTimJtermos de o ser; nada
obstando que baja accordos amigaveis ex.-
trajudiciaes entre os credores e o doY^i
eoi qualquer tempo anterior i k^j&l-*
E' ponto quo j. tem sido objecto de du-
vidas.
Para sor valida a co icordata exige, o Art.
87 que seja concedidii por um numero tal
de crodores que represente pelo menos a
maiorii d'esuss era nu mero di doas tergos
no valor de todos o* credores sujeitos aos
effeitos da concordata.
E' occasio de examinar a vantagem ou
inconvouierHe que resuitou para as fallen-
cias do moderno Dec. de 1 de Fevereiro de
1872.
Eutetido que a reforma nao melborou,
sutes peiorou o que ha.ia. O alvilie uni-
co. jurdico e proveitoso na pratica, seria
justamente o lembrado pelo voto vencido na
consulta da secgo de justiga do conseibo
de estado, annexo ao ultimo relatorio da
justiga com data de 31 de outubro de
1871.
Coraprehende-se fcilmente a convenien-
cia de tornar dependente a coneesso da
concordata, assim como a quitarn ou mo-
ratoria, da manifostagao da vontade dos
credores, representando dous tergos do valor
dos crditos.
Mas exigirse, para o mesmo fim, a
maioria do numero, subordinar os gran-
des interesses do commercio, vootade e
capricho dos pequeos credores, que com
milita facilidade podero obter urna liquida-
gao Vr.ntjjosa, solTivudi insignificante dai-
no em relago ao enorme prejuizo que rao
causar aos crodores de soturnas avulladae.
I. mais : acabar de urna vez para sem-
pre com as concrdalas e moratorias, e
privar o uogucianle do direito de rehabili-
tago para a qual sao precisos dous tergos
de credores em numero (art. 870 ) couce-
ilendo quitaeo, porque ser mpossivel
reunir credores para qialquer dessos actos
em maioria sufllcieifte, sempre que forem
numerosos.
E' imposibilitar qualquer accordo ou
Iransacgo sobre a forma da liquidago da
massa, como acaba de acontecer na fallen-
cia de Tertuliano iV C, sujeita mi os credo-
res a prejuizo corto, e delongas indefinidas,
quando, como all se iloa se propunba al-
guem a tomar a si a liquidac^ao de todo
o activo e passvo, mediante' condiges que
a juiz e aos interessados paF^cram razoa-
veis, mss que nao puderam ser acceitas,
|>oii|oe nunca se pode reunir a maioria dos
credores em numero, representando alias
quatro ou cinco credores presentes rauito
mais- dos dous tergos de crditos sujeito
'coueordata.
Sao so tratando da hypotbese figurada
no art. 86i do Cod., onde a simple, maiori
ile crodores presentes resolve sobre a pro-
posta de transaego de dividas- activas da
massa, es+m de urna transaego que afiecta
o interesse geral dos credores, versando so-
bre todo o activo e tambem sobre o passivo,
visto quo smente as condiges da con-
cordata pode ser acceiti a delibarago dos
credores com torga obrigatoria para os di-
sidentes, quamlo nao etitenda o juiz dever
repelhr in limine a prnposta; como con-
traria ac* systetna de liquidago- adoptada
pelo Cod., a saber: concordata ou unio.
Em casos tiesta ordem ou ha de prevale-
cer o interesse do numero ou o do capital.
Sa duvida entre um e outro. tenho por
mais attendivel o segundo. O art. 858 do
Cod. tornee um exemplo nesse sentido.
O modo porque foi sol vida a duvida do
tribunal do commercio de Pernambuco,
acerca da verdadeira intelligencia do art.
1. do Dec. de 18 de abril de L854, e a que
so refere i consulta, nem sa lisia* a justica e
nem resguarda os nleresses dos. credores ou
do fallido. Sacrifica a iodos sera vantagem
para ninguem. (
A pratica se encarregar do provar a ver-
dade do que levo dito. A dinculdade da
reunio dos credores em maioria numrica
aconselbou a providencia do Dec. de 1854.
A mesma ditiiculdade ba de- condemnar
a doutrina do ultimo Dec. de 1872, conven-
Icendoo legislador de qu na adopgo de
qualquer providencia desta natureza in-
dispeosavel attonder-se mais i pratica do
que toeoria, e ajuizar-se da conveniencia
da medida pelos resultados que della podera
provir na execugo.
Nem se diga que pode a divida depoucos
e grandes credores ser simulada; porque
tambem o podo ser a dos pequeos, e seria
iniquo que estes, para quom indifferenle,
ou pouco prejudicial a firma da liquidago,
submettessem ao seu capricho os mximos
interesses representados pela maioria quan-
titativa.
A formago da maioria em numero pode
e deve ser composta peta, tacita adheso dos
credores que deixaram de comparecer, com
o perfeito conhecimente- do acto que Ibes
interessava.
Quanto maioria dos dous tergos no va-
lor dos crditos, nenhuma duvida ha de que
deve-se fazer, effectvu |ielo comparecimen-
to dos respectivos ere lores.
Fra d'aqui, nao vejo vantagem, antes
embarago, na exigencia da maioria absolu-
ta do numero de credores e sobretodo croio,
como j disse, que ella tornar difuceis, se-
no de todo irapossivuis, as concordatas,
moratorias e quitages, sendo muitos Os
credores e parte desses residente ao ex-
terior.
E ntese ainda que se para a validade de
qualquer deliberago dos credores. presentes
sempre de mister a maioria numrica, e a
de quantidadede crditos, as condiges do
art. 847, nenhum valor tem a comminagio
de adheso aos credores ausentes que dei-
xam de comparecer. Que importa que
adhirara ou deixem de adherir maioria
dos presentes, se delicorago por estes to-
mada j por si obrigatoria e independente
de voto dos ausentes?
E' urna perfeita superftuidade que nao
encontra explicagio as regras de direito,
A adheso sim, ne-iessaru, mas para
formar-se essa maioria do numero indispen-
savel para que possa mo ostar-se a vontade
da maioria de capital.
E' como entenio a ([uesto de que se
trata.
Transaccio tom o fallido, fra da con-
cordata. Darer-s-he declarar que ne-
nhuma transaego poisivel entre os ere- '
dores e-o fallido, como a venda, por exem-
plo, da massa j a cargo da administrago,'
porque sendo o fallido uthabil para contra*
tar e representar em pho (arts.. 926, 893 a
897), nao pode feter offsetm o seu direito
e nem accionar os sew, devedores.
A transaego neste r,aso equivaleria con-
cordata.
C&ftfinwir-se-ha.
TYP.. -DO-UtotMHiDi' wigrjE DE Ss
fN
1


s

^.



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