Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13041


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Full Text

AMO XLIX. MUERO 216
1A*A .A CAPITAL B l.UGABES OXIbE KAO SU PAA F<
Por tres' me adiaiitailo*.................
Por seis dito* idem ..............'. 110000
Por um nuo idem..............*.... 149000
Cada uumeru ivulso ^.................. fgft
'; "

PROPRIEDADE DE MANUEL
8ABB4D0 20 DE SETEHBKO DE 18.73
PAR UEMTBO rBA A PBOTISCIA.
Por tres mese* sdaUdos...............
Por seis ditos idem. ................
Por note ditos idem................
Por um anuo idem. .".'. w -. .
6*T0
1SWI0
soti*
tTfftl

0E FARIA & FILHOS.
.>
Os So. Gerardo Autora Al ves d Flihos, no Para; Gonnal ves Pinto, no Maranho; Joaquina Jos de Oliveira A Fiio, uo Cetra; Antonio de .einu Braga, no Aracatj ; Joio aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques a Suva, no &Ul; Jos Jasti
Pcreira d'Almoida, em Manianguape ; Augusto Gomos da Silva, ua Parahyoa ; Antonio Jos Gomes, na Viitada Peulia; fielarHDX) dos Santos Bulcao, em Santo Antao ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Govanna ; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das Alagoas ; Aires d C, na Babia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio,de Janeiro.
FMTE OFFICIAL
Governo da prov.incia
le k. itm
* l Cimclusfto )
TITULO Vlll
Sobre edificio*-ruinosas, excuvficoes, armaccs c quiiesquer
precipicios que prejudiquem o publico,
Art. IIV Tndi u ediiicm. muro au binan, ento que so aehar om
talado daafreacar ruma sit demolido cusa > proprietario,
.procedemlo o fecal a promp MttiNO Dor dous peritos, afuu de co-
u ecer si eumpre denudir uu repralo, c. feito o termo de exame
j cusa do mesm i iiMprimario, aviar a este para proceder log a
ue ii ou repac, no pra-o determinado no inesmo termo, finio
o qual sera o d"iin, procurador ou dcp ostiario iimliado em I040J0,
e o iiiiMim liscal avisar an procurador da cmara para mandar a-
ser a ileindican ou reparo cuida do proprietario.
Ari. 12 i. Todo 0 mostr do obra que trahalhar em qualquer
Meto que i|ue amearaiido ruina, porinalaprumado e construido
ou por fali.i de bous materiaos, profundidad* e largura dos a'icer-
Cfts, -(Mohecido isto por exame de pontos, na coufonuidade do artigo
aiilecedenie. sin mltalo em tO.OOd, proceden lo so a dcmolicao
a c uioruudade do nia-inn artigo, qiundo a obra anicular ruina.
Arl. lid. Muguen piil-ri a irir buracos, lazer exeavacoes as
ras ou em paredes ile eddicios pblicos ou particulares, sem li
GMsa da cmara quando for para objecto de festejo, pudendo a li-
cenca ser concedida s ib a ntirigacao do se conservar luz ein lainpuo
uas iMiti de escuro, para arto do publico. Acabado o festejo, do-
ver-) ser tapados os buracos, de medu que a ra ou paredes fl-
o.ueni como d'anies estavam, sol pena de 2400) de multa ede so
WN os reparos costa do autor ou autores dos festejo. Da mes-
ma iiianeir.n n.ui se pjdera abrir valas as ras para esgto das
aguas empopada*, sem que os abridores das ditas valas as fceliem
logo que ellas se lenhain e<;otado, salvo permissio da cmara.
I' i o'i'Mii nao ser peruiittido abrir buracos para andaunes de
predi.is, sem que os mestres se obrig ie.a a tipa-Ios i.iimeiiatameiite
depois da obra termina la : os infractores iioaiu sujeitos as puuas
acuna indicadas.
Art. I ?7. .Ninguem poder sem licenca fazer exeavacoes nos ar-
recifes ou delles tirar pedias, sob pona de ser multado em 30 400 J
Ai: soiTrer 8 dias de prisao.
^ Art. 128 K' pro iludo l'i?.t excava.Ses nispragas, ruis, estra-
das "U qu lenjuer ou! \u lugares de tra isito publico, SOS pena d
l'l 0 de inulta e dous di Art. li'.l. Kieam prohibidos y fal>ro;o de logo artificia1-, venda
dn p-ilv.ua o deposito desses objectos leniro da cidade, seja qual for
a i|uanlidad.j: w infractore-iiw>rrerao uaspeius de mo das de pri-
sto e multa de lijo > i. d ipca la no caso I reine, leucia, ficand i
ibsde.j di'signados os lugares seguintes para a venda dos fogos : as
iVevtueiias de S. I.oureuco da M tita, J-diiato, Mirib-ca, Afogados
o Var/.oa, eoi casas isoladas fra dos povoados ; na da Boa Vista, na
estrada de Joan ile tarros at Belem, na estrada de Olinda at a pon-
te de Tacaruna; na do Poco da Pan da, na estrada d i Arraial.
Art. UO. As casas de guardar plvora s poler.io ser estabele-
"das as proximidadis dis tres estradas publicas que dirigen! des-
ti ci lade para a da Victoria, l'.n il'Aliio, G ivanna e (labo, obser-
van lo se :s disposiQoes seguiules:
$ !. So pide rao ser estiln.-locid is na distancia di cincuenta
bracas da estrada e de qualquer edificar m, nao pidn! i hivor nel-
as um deposito do mus de 501 libras d plvora, nem cooservar-se
den'ro pess >a alguna depois de seis tinas da urde.
g i.' I'.i lera-i ser fitas de tai a com barro puro ou parede de
lijlo simples, sendo cuberas coin laminas de tinco pregadas, ou com
llua, sol.re as qnaes se podar lanzar um carnada de cal, e nao
lero inais rio que ama porta.
% :>. S.>r pertniuido faaar-n urna pequea cas do mesmo
modo da.pi-lia. que drtve servir de deposito margein aa estrada
publica, para nella elTecluar-se a venda da plvora, sendo que nessas
osas nao se poderler mais de nove libras de plvora em latas ou em
almoiolias de folha, aferidas pela cmara e carimbadas pela po-
lica
Art. 131. os miradores mcorrerao na multa de 364000 e oito
li i- de prisao. no luplo na reincidencia.
Art 131 E'prohibido o trxnsiio de pol vora dentro da cidade,
aendo esta conduz'da por agua : os eontraveutOBgs solfrero 30|0O
do inulta e oito dias di prisao. !
Art. 133. Pica prohibido o uso de fogo do ar, sollo na cidade,
pie nao for em girndolas e pela syslema Morel, adoptado pelo art.
id g I." da Ini provincial n MV, precedendo o pagamento de.....
UOKipor cada licfiica declarada na le n. !>65 : os infractores
p .garata nm'.a de :{H*i h.
Art. IM. Os fogueteiros serie obligados a ir ou mandar par
pessoa habiliuda soltar o fogo que lumverem eito ou vendido para
uso dentro da cid,]- o seus suburbios : os infractores serao incur-
rs na mulla coiu niada uo ai ligo antecedente, que ser duplicada
ras reincidencias.
Art. 4'i4. Nao se poder sollar fogo algum seniio em pateos
e-p-jc nos ou quintaos ; nunc em lugar de adjuntos : os infractores
incorrero na mulla de I0JO00.
Art. 13C. Kicam igualraenle responsaveis por quaesquer iufrac-
coes, e^mprenheriilidas nos tres artigos anteceileutes, os ehcarrega-
dos das fesiividades ou luneces, e bem assim sujeitos mulla de
UUOO.
Art. 13?. PTmgujm poder ter sobre janellas ou varandas vasos
e caixoes com llores, plantas ou uiitro qualquer objecto, sob pena
de pagar 2OK d multa.
Ai L 138. I'ieaai prohibidas as varandas dos sobrados os ante-
paros de madeira. de Ierro u de outra qualquer materia, que toineni
a vista dos predios laieraes : os infractores pagaro a mulla do
l Art. 139. Ficam prohibidas as empanadas de madeira, lixas so-
bre as portas das lujas, seudo soinenle permiuido o uso de empana-
das tiioveJic.is ou volantes quando liouver sol ou chuva, as quaes
nao sero baixas de modo que embaracem o transito publico : os
infractores iucorrcro na multa de V*O00.
TITULO IX
)> dr.ifmp ich'Miu'iiio dos lugares pblicos da cidade e
procidencias contra o abuso nos conducces de carros e animaes.
Art. UO. Toda a pessoa que, sem licenca da cmara depositar
as ras, praeas e oulros lugares publicas do seu termo qualquer
objeeto, ser multada em 34000, sendo os objectos removidos sua
casta pira os lugares designados pela cmara.
Art. 1VI. Os pr> prietarios das casas que se concertaren! ou re-
edificaren! nesla mi- de nao poderao uiancbr laucar as ras, a seu
arbitrio, os eutulnos resultante das respectivas obras; e. farendo-o
i ciiusenlinvuio dos respectivos liscaes, sero obligados a remo-
vel-os dentro de 2i horas'para os lugares que os mesmos Habas
daigoarem ; pena ile 204000 de mulla e de fa7.er-.se a remojio
Sua cusa.
Art. 14. Prca ur hibido tr as portas das ras ou calcadas
baes, caixoes JMtas uuaesuuer armaedes e lab dlas depositadas
ou p-'ii turadas do sli'tal para lora, sob de 4400j de mulla.
Art. 143. Pica prohibido ler cavallos ou outros quaesquer ani-
maos ajados as porlis, janellas ou argas nos passeios, sob pena de
24000 le multa.
Art. 14V .\inguem, a cavado, poder gallopar ou correr pelas
ras e pontns da cidade, excepto as ordeoaacas e officiaes em serv-
-co, sob pena de 8*0X1 de multa.
Art. 14-5. as ras on lugares da cidade, onde henver lama ou
agua empocada, os cavallos iro a pxsso os infractores sero mul-
tados em 64000.
Art. I4S. NiHguem poder montar a cavallo em pello, ou que
tiver carga, devendo co'iduil-os pedos cabreslos : os infractores se
rao multados em i 500.
Art. 147. Sobre o* passeios ninguem poder carregar fardos,
eaixes, iialaoqu ns ou outra quiquer causa que por seu voliuoe
tussa iocominoilar os que por elles transiiarem : os infraciore se-
f*o muliarlo.i 0111 24t.|O0, e sendo ascravosjos seus senhores.
Art. I4". Ninguem poder andar a cavallo sobre os passeios :
s infractores pagartm a multa de 04OOO.
Art. 149. Todos os lotes ou comblos de aunnaes de carga que
"trarem nesta oidatle serao couduzidos a pass o.is un* airar dos cir w. de dous a dous, e levados pelo meio da ra
ate o iatqutm seu destino.
Logo que se i-oiver feito a descarga ou novo carregamento, se-
ra 1 eonduxidos para fora da mesma maiimra : os infractores sarao
limitados ein IO4OOD; e se atot escravos, seus senhores pagaio^a
inulta.
Art. 1S0. Toda a pessoa que tiver gado vac:um ou cavallar e
outros sofmaes, sett.es em lagares visinhos de terrenos destinados
Uvoura, ser obrigada a ter o logar cercado, 'pasioradores sufflcieo-
tas com as devidas cautellas, para que os animaes oo offendam as
lavouras dos viainhoi. O coniraventor ser multado em 44000 por
cada um animal.
Art IM. Os cairos que servirem para a conduccio de quaes-
quer objaetos, paxaios por bois oa cavallos, serao.guiados por pos-
seas fas irao a tu treote, salvo aquelles u,iw, puiados por cavao,
nao poderem ser guiados seno de dentro delles : os infractores pa-
garo a mulla de 44000
Art. 131 Pica prohibido eonduxir, dentro da cidade. carros que
facam chiados em sua marcha: os carreims oa conductores dos
mesmos carros pagaro a mulla de 1#000; e se forem escravos, "seus
senhores a pagaro.
Arl. 153. Nenhuoi eocheiro ser admittido ao governo de car-
ros, seges, mnibus ou outro qual |uer vehculo de conduccao publi-
ca 011 particular, sem estar matriculado na reparliro da'polica.
I. Para que possam ser mairiculados, devera pravar a sua
pericia e idoneidade, por meio de exame failo penle ama cowinis-
so de peritos uomeada pelo,chefe de polica, e munir-se de um ti-
tulo que Ibes sera conferid 1 (tela amara, em vista da oertidao de
um exame, rubricada pelo referido chefe de polica.
Arl. 154. Todos os cslabelecimenlos de vehculos de aluguel se-
ro obrigados a execular o regnlamenio que fdr confeccionado pela
rupariifo da poiicia, ao qual se dcnir a naturea do servico a que
serio obrigados ns cncheires o boleeiros.
Art. 155. O* cocheiros nao traiaoos animaes dentro-da cidade
seno a troto curto ; fora della poderao trazel os a gallope ou car-
reir, nao Ibes seudo periniltid > abandonar os carros ein caso algum.
Art. 136. .Vas < squinas das ras ou travesas nao licito audar
seno a passo.
Arl. 157. Os carros que se recolberem sem passageiros anda-
rao tambein a trole curto. As excepcoes sero marcadas uo regu-
lamenlo policial.
Arl. 153. Os mnibus ou outros quaesquer vehicdlos de conduc-
cao nao poderao admiitir maior numero de passageiros do que
aquello que fdr lutado pela polica, para o que tero escripto em ca-
racteres minsculos e em lugar bem visivel o numero de sua lo-
taco.
Art. IS!, Nen'-um vehculo de condcelo poder estacionar as
ras e praca. publicas espera de alugadores, sem licenca da c-
mara. A repartteo da polica designar os lugares em que deve
estacionar.
Arl. 160. E' prohibido a todo e qualquer eocheiro ou conduc-
tor de carroca maltratar os animaes com castigos barbaros e im-
moderados:
0 regulamento policial providenciar de modo que os animaes
dos omuibus, carros, ele, nao s estejam co trados, mas anda que se conserven! em estado de robustez tai que
possam prestar se ao servil.. .
Arl. 161. Km as nuiles de ineatro e-bauVs, tanto puldicos como
particulares, se postar., os carros nos lugares designa>ls pela au-
toridade policial, e d'ahi nao poderao sabir sem ser chamados.
Art lr)l. 0 ensino dos animaes que se desiinarem ao servico
das seges, carros ou outro qualquer vehculo de conduccao, bem
como o dos cocheiros, ter lugar smente fura da cidade.
Art. tf3. Todo e qualquer vehculo de conduccao, quer publi-
co quer particular, sera obrigado a trazer ianternas accezas das 6 '/*
horas da larde em diante, e os de aiuguet serio obrigados a ter, alm
disso, n is vidros das laniernas os alguhsuios de sna nu neracao, a
que j se acham sujelos. O re/ulamauo policial designara os ca-
sos de excepeo.
Arl. i. Has ras em que enconirarein a Saiitissiini Viatico,
levado a a'gum enfermo, ou em procissio, nao passaro os carros
adiaute, nem entre o prestito, de vendo se parar imnie-Lataineiite 4
c nter os animaes pelos freios durante a devida reverencia.
Ari. 163. A tienhum carro, sega, mnibus, cabriole! e outros
vehculos smi-Iiantes, sera licito transitar de qualquer luaaeire
que seja, p ir alguma nt> da cidade, na quinta-foira santa e aa sex-
ta-feira ila Paixao, salvo com permisso da polica.
Arl. 166. Os carros e outros vehculos de conduccio e trans-
porte seguiro a marcha determinada em edital da cmara.
Art 167. Nenhum carro ou mnibus ser puxado seno por
parelhas certas, e estas de dous a dous animaes. podeiido ser pu-
xado por tres cavallos as ras largas e as estradas, ou em via,-
gem para fra da cidade.
Art. 168. Tod is os propretarios de mnibus ou qualquer veh-
culo de co idueco, em que fr admitiidu m or numero de pusagai-
ros do que o determinado pela polica, sera, multadas uaeaaulia de
304dOe iiodjplo da reincidencia.
Art. 163. E* prohibido lavar carras n is ras, devendo osle ser-
vico ser feito em quintaos ou dentro di* estabeleciuientos.
Art. 170. As infraeces dos artigos antecedentes, nos quaes
nao se cammiua outra pena, ssrio punidaseom a mulla da 104*00
ou tres da? de priso.
Art. 171. Em geral as multas serio satisfcHas pelos donas de
carros, seges, mnibus, etc.
Arl. 17i. As carrocas ou quaesquer outros vehculos que se
presum conduce 10 de objeelos nao poder 1 transitar das 6 */t
horas da tarde por diante, sem trazer um lampeo accezo, visivel ao
longo.
Art. 173. Os animaes que puxareirt laes vehculos traro urna
campa ao pescoco.
Art. 174. Os donos das carrocas ou vehrcuf-H que infringirn!
ns artigos antecedemos pagaro a multa de 10000 e o douro na
reincidencia.
Art. 173. Nenhuin carro, carroca ou qualquer vehculo da
conduccao de gneros para os estabelecimeotes e casas desla cida-
de, ou de fra d'ella. poder lovur inais de 40 arrobas seudo de 4
rodas e coniuzido p ir um boi, e de 10, si, teudo o mesino numero
"de rodas, fr conduiido oor um cavallo; si 9 vehiculo lr c >ndu-
zido por inais de um boi ou cavallo levar smente inais um terco
do peso establecido na razio de cada an'aul ; si, porm, o vehi-
cul fr do duas rodas, nao poder conduzir mais do que dous ter-
Sos da quantidade eslabelecida para os de'quaro rodas. No caso
e contravencio os donos de qmlquer vahicodo serio multados em
IO4OOO e no duplo na reincidencia ; licando prohibido sob as mes-
utas.peas s o costume ue laema os mencioaados vehculos mpetu' las
ou auxiliados no seu movimento por escravos ou pessoas livres, e
o boi impedido forca de ferro. Pica prohibido o uso deste ins-
trumento, exceplo aos corifructores de carros de engenho.
Art. 176. O ferro em barra e vario de qual uer grus-ura aao
poder ser conduzidO om carros sanio amarrados e.u fe-.xes sobre
camas de palha, de modo a nao produzr ejitaiito : os infractores
pagaro a multa de 54o00 e o duplo na reincidencia.
Art. 177. Pica prohibida a pratica de seren potados por pes-
soas livres ou escravos os carrinhos de quatro rodas, ero que se
conduz gneros, fazendas e quaesquer objeelos movis : os eoolra-
veuloros, dono- de taes carros, pagaro a multa de oiO) e o dobro
na reincidencia.
titulo x.
Sobre vozerias, obscenidades que se praticam em lugares publhos
polica reica js escruoos.
Art. 173. E' prohibiduo fazer vozerias e alaridos pelas ras : os
nfractores pagaro a multa de 14000. ,a; <
Art. 179. A uenhum individo livre ou escravo acra permittido
andar uas ras da cidade e povoafes do municipio sem calca ou
com camisa fra da calca ; as escraras s poderao san ir ra, es-
tando honestamente vestidas : os infractores pagaro a multa de
24000, seudo a dos e era vos paga polos seus senhores.
Arl. 180. Toda a pessoa que fr encontrada Umando bao o
cora o corpo descebarlo, ou sera a devida decencia, sera multada
em 24000, sendo paga a intilt 1 em que ineorreram os escravos pelos
senhores. ,
Art. 181. Picam prohibidas as farijas publicas em que se apre-
sentem individuos rmalos com insignias ecclesiasticas, arreme-
dando as furtfodes do sagrado ministerio : os infractores sero.mul-
tados e;n 30|0r)n, e si forem escravos soirerao 4 dias de prisao.
Art. 18.'. Pica prohiDida neste municipio a construcclo do ni-
chos fra das casas : os infractores sero muladas em 20*000 e os
ditos nichos tapados sua custa.
Art. 183. Picam prohibidas as brigak de gallos; seus denos se-
rio multados em 104000 e soffrerao 5 dias de priso, cujas penas
serao duplicadas na reincidencia.
Art. 184. Todo o escravo que for encontrado as ras desla
cidade depois do loque de recoiher at o de alvorada, sem escripio
de mu eeiihor, sera recolhi lo casa de detencao e se dar parla a
seu sanhor, o qual pagar a mulla de 34009' Exceptuam-se oa es-
cravos que forem ou vierem das fazendas, engorabas ou sitias, por
mandado de seus senhores ou feilores, com cargas ou outros objee-
los, que niostrem que vio ou vean de vagem.
Art 180. Pea prohibida nscrever dsticos, figuras ou palavrss
sobre as paredes de edificios ou unir >s : os infractores serio mul-
tadas em .04000, e os propretarios avisados para manda-Ios apa-
gar, tvb pena de 44000 de inulta
Art 186. Sus prohibidas ai casas vulgarmente conheddas por
casas de batuques : os infractores, ebefes dos divertimentos os
danos das casa* sero muPados em 304000 e aa dupla ns rein-
cidencia. -
T.TUL0 XI.
Da poltcia dos mercado*, casas ie sumco e partos de embarque.
Art M7. As casas publicas de bebidas, tavenm on barracas,
que venderem oaolbades, serio {echadas t 0 horas da noite, e du-
rante o lempo em qne estiveroea abarlas de da ou a noite, os seus
donos ola consentro ajuntamento de eseravos ou de vaos dentro
dellas, logo que elles estiverem prvidos da mercadoria os fario
immedUamente sabir, sob pena de pagar o dono da lveme, Iqia
ds bebidas ou barraca a mulla de 54OOO. As tavernas e casas de
raolbJIo se fecbarae nos dotoiogos e dias santos es l horas da. tai-

de : os infractores pagaria a mosma" mulla, que ser duplicada as
reiucideaaras.
Art I8H. TnIo* a* que venderem geuwos OU fazendas de qual-
quer natnreza que seda, sujeitos a medidas ou pesosL serio abri-
gados-a ler todas as meJidas e pesos aferi ios dentro do anno Unan-
coim, o que se praticara nos mezes de oulubra a dezembro, sendo
igualmente obrig idas reviso nos mezas de abril a jun 10 ; deven-
do, porm, os pesos doi ai; ligues ser revistos de tres em tres me-
te* : os conlra anfeiras p-la falta de afericio pagaran 2*000 de mul-
la por cada nina medida ou paso nao aferido, a i4')0) por cada urna
medida ou pe-o que nao tiver sido revisto Si, porm, as medidas
011 pesos, antas 011 depois de aferid is 011 revistos, se acliarem falsi-
ficados, paitar o infractor a multa de 301 por cada peso ou medida
falsificado, e lotTreri oito dias de priso e 0 duplo as reincidencias
Na pena de 20 0M i acorrer por cada peso ou mella o alendar
que afer.r pesos 00 medidas inferiores aos marcados no padrio da
caara 011 negarse a prever logo a aferic > que Ihe tr pedida, 011
deitar de a documentar.
Art. 18 1. Pica prohibido as afe ces de posos o uso de fa-
zar-se aocrescim -s por arbolas ou ganchos, que pewsM fcilmente
s-r'seoarados, d-vnido estes accrescimos ser soldados e cada peca
individualmente mencionada nos hilhetes do afercao, sob pena de
pagar o aferior 14090 por cada peso.
Art. 190. As bataneas de todas as casas do negocio, que deltas
necessitarein, e-tarao conslanteineiite sobre os mostradores e sem pe-
sas as conchas : os infractores mcorrerao na multa de 54000.
Arl. 191. Picam prohibidos os alravessadores e correctores de
farinii.i. legumes e outros gneros, que forem levados para os mer-
cad'is pblicos da cidade e povoaces do municipio : os infractores
serao multados em 30400 ou soffrerao oito das de prisao.
Art. "lili O* d mu (las halancas e pesos que os falsiBcarem cora
accre*cim e soffrerao oito rjias de prisa, cujas penas sero duplicadas as rein-
cidencias.
Art. 193. Nmguem pid-r vender mel, leite, azete ou qualquer
genero falsificado : as infractores pagarn 600) de mulla e o du-
plo lus rcinrdeaeias, alm de sutTrerein cinco dias de priso.
Art. 194. Os padeiros s.io obrigados a ler no mabr asseio e lira-
pira a manufactura e deposito de pi. assimeomo a fabrica locera
fannhas sis : os infractores serio multados em 144000 e perderlo
as farinhas que e-verem arruinadas.
Arl. 193. O pi, baleaba, ou qualquer objecto preparado as
pa larias ser vendido a paso.
Art. -96. Fica prohibida a venda de garapas e bebidas que pos-
sam arruinar a sande : os infractores serio multados em 304000 e
as reincidencias no duplo.
Art. 197. Fica prohibida a venda de aguardante aos escravos,
M'.ia que apresenlem hilhetes a*signados oor seus senhores, que au-
torsem semethante venda : os infr iclores Gcam sujeitos as penas
do artigo antecedente.
Art. 198. Nenhum vendedor de couros poder mandar expo los
ao sol seno no areial do lirum ou em lugares designados pela c-
mara : os infraclop-s serio multados em 12*000
Arl. 199. Nenhum vendedor de carne secca poder expo la ao
"l a horda dos navios, em trra s o poder fazer nos lugares in-
dicados n 1 artigo antecedente : os infractores incorrerio na mulla
de 304000.
Art 20. Pica pMhibilos fressureiras ou qualquer pessoa
que nze deste trafleo lavar e preparar a fressnras dejlro da cda-
d>, sendi-lhes somanto permifti k> as immediacoes do matadouro
ou aos lugares designados pola cmara : os contraventores soffre-
rao 104000 de multa e o dobro na reincidencia.
Art. *)|. Os partos de e enarque se oonservaro I nipos e sera
embaraco que HCommode a concurrencia das pessoas que se desii-
narem aos "embarque, sob pena de pagar o administrador ou capa-
taz d porto a multa de i $000.
Ar'. 21 Pica prohib lo a qualquer mestre ou dono de navio,
qualquer soja a sua denoiiiatcao, amarrar au dar espas nos es-
teios das puntes : os infractores pagaro a multa de 204000 o o do-
bro n reincidencia.
Tira. xn. -
Sobre diversos mer* de commoiid'de, mmulenco da sande e sega-
ranea das habitantes.
Art 201. Sao obrigados osad nnistrad-ires dos depsitos d'agua
a pre-tar pro.npta e gratuitamente toda a que fr pedida e se fizer
neeessaria para apag ir meen lios: saotaiubem obrigados todos os mi-
radores das casas em que h>averem cacimbas as immediacoes do
quarteirooule se dr o incendio, a franquear a entrada para tirar
se a agua precisa, req lisitaudo todos ao juiz de paz ou autori-
dad ;s uoticiaes as medidas de precaugo para nao seren prejudi-
cad is : os infractores do prsenle artigo pagaro a multa de 44"O0.
Art: 20i. Ne se podor vender os objectos abaixo declarados
senio nos logaras seguimos : lenba no porte das Canoas e praca de
Santo Amaro ; capim uos referidos lugares e no oitio da igreja da
Omcei.aodos Cuqueiros ; h >rlalicas e 'rucias na ra da Cruz, largo
do Panizo, praca da rbeira de 5. Jrse e arco da rbeira da Boa-Vis-
ta ou outros lugares pla cantara designados.
Art 205. E' prohibido o uso de armas contundentes, cortantes,
perfuraules a de fogo, seo Jo permittido o uso de bengalas.
Art 206 As autoridades polieiaes s poderao permittir espin-
gardas de cacar, pistolas, espadas e floretes. 0 uso de quaesquej
ouiras armas olfaosivas ser punido na forma do arl. 297 do cdi-
go, combinado eom o art. 3* dalei de 26 de outnbro de 1831.
Ar. 207. As lcene,as para uso de eviogarHas de cacar e flore-
tes s serio concedidas a peoas eslabelecidas no paiz com genero
de vida honesta, dee!iran 1 impetrante a naci a que pertencer,
9%i idae, smprego e residencia.
. Art. 808, O uso do pistolas e espadas s se conceder aos via-
jantes, dando estei urna justicaijio de sua capacdade por tres pes-
soas conceituadas e estabciecd is no lugar. as licengas se desig-
nar o destino da viagein e os signaes das pessoas que as obliverem.
Art. 209. Para andar armado dentro da cidade s se dar li-
cenca a cidadios estabelecidos e de resoohecida probidada, que jus-
liliqueo! achar-se a sua vida ameacada. dando Hadar qne se res-
pousabilise pela quantia de ura cont res, no caso do impetrante
abusar das armas concedidas e nao sor logo capturado, quando pelo
crime perpetrado o deva ser.
Art. 110. Os olflciaes mchameos poderao conduzir. para as
suas offleinas, ou lugares de sitas uceupaces, a ferramenta indis-
pensavel para o seu uso, mas nunca a trarao depois das seis horas
da larde.
Art. 211. E' prohibid 1 apagar a luz dos lampeos a gaz, fe-
chndoos registros, ou por qualquer modo altera-la, quebrar os vi-
dros dos lampeos, ou de qualquer forma damnificar os postes ou
bracos em que sao reeothidos: os infractores lestes artigos soffre-
rao a multa d 3O4B0 ou oito dias de priso, e o duplo as rein-
cidencias.
TITULO XUI
Sobre a m do por que debem dirigir as rompanhms das es-
trdis de ferri do Recife a Catanga e. d fecife a Olinda eBebe-
ribe na facturis ie suas obras, e outros provideueiu*.
Art. t't Toda e qualquer obra que fherein as companhias de
estrada de ferro do Recife a Caxang e do Recife a Oliada e Babel.
ribe et sujeia observancia das posluras municipaes : os infrac-
tores inenrrerio as raeorois'peius aHi comminadas.
Arl. 213 Pica prohibida a enllocacio do estacos rus vas per-
manentes, de maneira a diminuir-lhes a sna capacdade, sob multa
de 304000 e a obrigacio de pagas a aa A-y de sua deraobcio.
Fica mascado o preso de seis mezes para a execucio de presente
artigo. .
Art. 911. Pita antead* para a totacao dos carros de passagei-
ros a indicada petos engeufwiios liscaes, de conformidade eom o
artigo 10 do egabxmalo em vigor, do que a cmara municipal ter
coohecimento : os infractores serao maltados ein 304000 no dobro
as reincidencias
Art. 215. E' expressam-nte prohibida a qualquer passagsiro a
exigencia de accommodajio nos trens das vias frreas, quando es-
ujver completa a sna lo'arjo, sob pena de 34000 de malla e do
dosm na reincidencia.
Art. 216. A venda de hila*tes por proco superior ao mercado
as tabellas estabeteeidas, e a demora dos tren as wtsedes alm
do tempo marcado nos regutameotos, daraolugar multa de IO4OOO
e do dobro na reincidencia.
. Art 217. A infraepio de qualquer dos artigue do regulamento
em vigor, quer da parte dos passageiros, quer das oompauhias,-fica
sujeita. multa de 104000.
TITULO XIV
OtutoeHmpexa publica.
118. Do I.* de inoho 'do corren aneo por diante, todos
' 1 qualre fcegueiias da capital fteirie sujeitos a um
do tata catWa, qne dever ser laxado segundo a ra
Wrw eaocadoi, q alaguet e o aumero de andares. 0
ron lmenlo deste imposto ser applcado exclusivamente liir.peza a
asseio das ras das mesmas freguezias e conduccao di lixo de todas
as casas.
Art 219. Ao fiscal de cada freguezia ser incumbido fazer o
arrolamento de todos os predios de sua freguezia, com as competen-
tes declarares, sob a direccio de um vereadar, para tal lira moneado
pelo presidente da cmara.
Art. i\). 0 imposto nio exceder de 1400) por cada predio,
nem ser menor da tresenlos res, guardadas as devidas pre-
pare, oes.
Art. --1 O imposto ser cobrada do proprietario semestralmen-
te ; exceptuara se, purera, os predios da Sania Casa, occupaoYs por
eslabeleciracntos comaierciaes, onde se cobrado dito imposto do in-
quilino.
Art. 222. As mas devero ser varrids diariamente, e etn dias
e horas certas ser removido o lixo.
Arl. 223. O lixo das casas ser removido em carrocas.
Art. 224. Todo o proprietario, ou inquilino, que deixar ele pa-
gar o imposto, licar sujeilo multa de dez por cenlo.
Art. 225. E' expressamente prohibida a conservacm de lixo
as portas, sob pena de 34000 de mulla e do duplo na reincidencia.
O vaso que coulivero lixo que deve ser transportado as carrocas
ser irazido para esse lira na occasio em que :irer de u tregu.
As-t. 226. 0 servico da lirapeza poder ser feito por arremata-
(oes, mediante condicoes previamente estipuladas.
Art 229. Pica creado o lugar de cobrador do imposto para o
asseio e limpeza da cidade, percebendo urna porcenlagein que for
estipulada pela cmara.
Art 227. 0 procurador da cmara ato lera direito porcen-
tagera sobre o que se arrecadar do Imposto laucado para o asseio e
limpeza da cidade.
TITULO XV
Dos campias e migarefes.
Art. 229 Ninguem poder exercer o otncio de magarele nos
matadouros da cmara munici|ial sem licenca della.
Art. 230. Paraobter esta licenca preciso privar' I. que
de condicao livre; 2. que tem 18 annos; 3* que lera bora cora-
parlamento ; 4." qae est habilitado a exercer o dito offlcio, o qne jus-
tificar com atlostados de tres marchantes.
Art 231. A licenca valer por um anno. e a falta della nos pri-
meiros quinze dias do anuo equivalen perda do emprego.
Art i'M. ll.1v.-1a um capataz nomeado pela cmara municipal,
sob proposta da commisso do matadouro, escolhido entre os tnaga-
refes, conforme sua aptidio e comporlamento.
Art 233 Cada magaref-* poder ter dous ajudanies ou apren-
dizes, os quaes lerdo direito de entrar as vagas que appareccrera,
conforme suas aptidoes e comporlament 1.
Art. 234. Nenhum servico ser feito, relativamente ao preparo
da carne, snao pelos magarefes e seus ajudantes.
Art. 235. Haver na cmara municipal um livro especial para a
matricula dos magarefes e seus ajudantes, era que serio notadas to-
das as oceurrencias a elles relativas, quer quanto falla do ser-vico,
quer quanto falla de respeito aos erapregados, ou por qualquer
outra iufrarrio.
Art 236. O inagarefe que fallar ao servico por mais de 3 dias,
sem causa justificada, ser suspenso por oulros, tantos dias e no do-
bro na reincidencia. Si a falta for por mais de um raez, o lugar
ser preenchid <.
Arl. 237. O inagarefe que desobedecer s ordens do capataz
ou dos erapregados da cmara, ser pela primeira vez reprehendi-
do, pela segunda suspenso por oito dias e pela terceira vez privado
do lugar.
Art. 238 Ao capataz compete velar pela limpeza e assei> do
matadouro e vigiar que os magarofes e seus ajudantes nao se re-
tiren! antes que esteja peritamente lavado e limpo o matadouro.
Arl. 233. E' prohibido aos magarefes andar as ras cora as
facas e utensilios de seu offlcio, sera ser dentro de urna bolsa atada
por tres livellas.
Art 2i0 O magarefe que for encontrado na ra com as facas
fra da b dsa ou con as rlvllas desatadastjsera suspenso por 8 dias,
a oa reincidencia perder o lugar.
Art 241. 0 inagarefe que, na occasio de esfjlar a rez, ronhe-
cerque ella tem alguma doenea e oceultar ser suspenso por 8 dias,
s na reiucidearia perder o lugar.
Art 242. E' prohibida toda e qualquer assnada, gestos e voze-
ras no matadouro.
Art. 241. Os bois serio couduzidos ao lugar em que deven ser
abatidos com todo o socego e orderu, sendo so e exclusivamente
concedido e jarretaraenio quando elles. oppozerom grande resis-
tencia : os magarefes que fueren o contrario perderio o lugar.
Art. 244. A carnagam.principiar s 6 horas da raaiiha 0 ter-
minar ao meio da, deveneo logo coraecar a lavagem e asseio do
matadouro.
Art 245. Pora dostas horas ser permittido o esqu.irtejaraento
de rezos em caso de imprevista necessidade, com licenca da com-
misso, e na falla desta, do administrador do matadouro, que dar
parte do occorrido commisso.
Art. 2-46. O administrador dar parte diariamente commisso
de todas as oceurrencias havidas no matadouro, declarando o nu-'
mero de rezes carneadas, moras por molestias, assim como das que
forem regeitadas depo- de esquartejadas, por se conbecer que ostao
alTecladas.
Art 247. Serio applicadas aos trabathadores todas as dis os-
cees dos artigos antecedentes, na parte em que Ihes possam ser ap-
plicadas, e as seguintes :
Art. 248. Os talbadores, alm das oulras obrigaces que Ibes
impees as pesiaras nwnieipasi, nao poderao fazer o servico nos
acougues, sem estarem tirapos, decentemente vestidos cobertos eom
avental brinco que cubra o paito at os joelhos.
Art 249. 0 lalhador que nio se apresentar convenientemente
reparad j sera suspenso por 8 das, e na reinr'dencu perder o
ugar.
Art 230. A carne ser talhada conforme as inslrucces que a
cmara der, licando desde j abolido o uso do machado ou de
qualquer oulro instrumento, a titulo de quebrar ossos, assim como
sero iminediatamenle removidos de todos os acougues os cepos.
Art 231. Os donos dos acougues em que forem eoconlradcs ce-
pos pagaro a mulla de 304000, sendo estes apprehendidos.
Art 252. Os talhadores que nao talharem a carne conontie as
instraeodee da cmara serio multados em 104000, e na reiaeideocia
perder o lugar.
Art. 253. Ninguem poder abrir talho, sem que assigne na ca-
raira um termo em que se obrigue a observar e fazer observar fiel-
mente as disposices do presente regulamento, e na falta feeaa-to
immediatameule.
Art 25i Nenhum acougue ser aberto sem estar na fruui das
posturas de S de abril de 18 >4 (lei a. 570).
Arl. 2 >5. Os que estiverem j abertos serio obligados a pr-
se na conformidade das posturas, no praso improrogavel de lies
meaes,
Art 256. Os que nao forem conservados no melhor asseio e
limpeza sero inmediatamente fechados.
Art 287. A carne ser talhada sobre taboas movis de lama-
nhos suracientes, as quaes serio lavadas eom todo o cuidado, logo
que Ande o trabalho, e os seos cortados serra.
Art 238. Os ganchos em que. se pandurapem as canes serio
pedidos e movis, para se rom lavados e esfregados diariamente.
Art, 159. Os magarefes e talhadores, assim como oscapalazes, nao
poderao exercer seas lugares sem ha ver pago os esaoiumentos mar-
cados oa seguate tabella, os quaes serao annuaes :
Aprend! 24(00.
Talhador ou magarefe 4JO00.
Capataz 64OOO.
Art. 260. Os contraventores pagaro a multa de 304000, e M
reincidencia serio cassalas as I cencas.
Art 26!. Na mesma multa incorrerio os marchantes que cha-
maron! a sen servico os magarefes ou talhadores que nio tirina
batana.
Art *62. O art J30 das presentes posturas s ter exenucie
depois de concluido o contracto, actualmente existente sobre os ta-
inos pblicos.
Mando, portante, a todas as autoridades a quem o conhec men-
t e execu;ao da orsenle resolncao pertencer que a cumpram e
faeam enm'prir tiemeiramente como aeUa se coatm.
0 secretario raierino da presidencia desta provincia a faca im-
primir, publicar e correr.
Palacio da presidencia de Pernambuco.Mde junho de 187J, B.*
da independencia e do imperio.
L. 9. Uenfue Nreira ie Uteena.
Sellada e publicada a presente rsaoluca aesU sacretaiia da
presidencia de Pernambuoa, ao M de 4uw d> 1873.
secretario interino,
Aioipke Lamento Lmz.



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Ulitt/dfe Pernarabuco Sabbalo 20 Je Setembro de 1873.
ESTsCnoS
18 DK SETtTVtHO t
"Deferido com
? provinoial.
Alraeida.Concedo
C enri legal.
oto. -Informe o
nfco
Amonio J
offlcio tiesta
Amonio Fi
a (lias ile
Cvpriano
Sr. I>r. chele de pi
Oaudina Maria i
Dr. ihefe de poliei
francolino Kerreir;
rio Jesta daca i tb
Florind aria d(
r.'dor inli'i i no do
Hiplito Casiano
supplicaiite o do^utr
Jrmandade do,
'A.rpo Santo. I
ra provincial,
-dos Morda do MenoV.ic.- Informe o Sr. ins-
pector da thcsouraria do f tienda
Jos Fernandas da Silwira Daltro. Sim, para o
* natalhio do servico da reserva.
tus liuwru *m Neuni lili fwido, vkln nm.iet
jSose Jjaiitii. c ?'..ii'.Aiin.\ Guerra.- Informe
r.T.r. inspector ilaJhsoar.irja de faionda.
lojfvil

IllSVISTA DIARIA.
, turln ancional.-Por portara da,pre-
sidencia da provincia, de 18 do corrento, fui trans-
ferido, a sen pedido, para o ser vico da reserva,
tirando.aiRreuatlf ao ttataMr dcBH*rvieo,
Jos Kfuiidej ck,Silv Deliro. capiteuV8' ba-
talllo d nfattaria do muni ipo do Itecifi.
Anda porportara da presidencia da provin-
cia, de 18 do earrente, forain llameada potu o 9*1
hatalhao de infantina do municipio de Olila J
alfares da i" eoninanhia. -O 1" a->ur*uio Jost t5.->n*
calves Se Oveir Fnli >; lente 'da I, o alfaret
Astolpho Adolpho Je l'aiva Vianna"; eaflfcaoda %',
lenoiSe Manoel {gii teio da Silva 11 rafa.
/ JIM I Rea, >pareeeu*na cidade de 5. Imis o")irw
. Jo Marankao, jornal oatr'or fundado pelo Dr i
h* Mv >***' Dr. A. yarVsW*
WWfWi ,., i "I
'JtM QlHMPEfc1** ofensivos os
SA-tWtftf a le Barros Lima, Joapiim Antonio Luiz da 'ai e
E3S5=:
e
U- ir hita va
te iyV>gr
los C irlfefro ~ u tefr' frutea.- pefrrido oein
ffrio desta data thesonraria provincia1
jjistro (Jo hypolhecas
| dffreti'lo continuar na da Vctor o qu t-n na f-'
i meada antes di creaban desla comarca, por all
residir.
tolloetoihi provineial.-l'or portara
loaquim Tlieodoro do n'ascoiwWH' Atyfo
Uiriji-o ;io Sr. inspector do arsenal de mar::
Manuel Bernardo. Comiedo o praso de 1
Manot-I Antonio Romes. Deferido com ouT:i.>
desta dala 5'llK&Hraria do fazenda. ,
Manoel Ferretea Escovar. Informe o sr. ins-
erter ila thesouram do luedda.
*car DeslliVaox.-Teiido de ir nnvaraeote a
-|ira;a as obras de que se trata, concorra a ella a
iiftplente, <| .lerendo. >
Sebastian Afltonio do Rogo Cavalcantc.-ofon-
*t con o.iici deta data thesonraria pr*in-
Vicenti LIcMg da C>-h .i:np?llo. -Infwnlo o
Sr. (Kiovcdur fe eapwtss.
Si-cetaria da nrwidencia do Pernarabuco, 19 do
ctembru de lK7J.
O porttMro,
Silnnn A. IMrignet.
Ilejiartlo-ito I |ioliein.
4.* 'xtcao. Secreiaria da polica, de. Pernarabuco.
lll de. sctemb:o de 187:.
X IfiV). U|m. e liitm. Sr.I'arlicip-i x V. Kxc.
pe, das minunicai.-oes rccebtdas hoje, consta
<|i,e Frani li.iMiniH ivc.olnidos caa e detencao
os iwlivid'.t'H seHntes :
A" miaha (ir.l'n, Une 4a Suva, por sospeita de
ner scravo c andar futido.
A' ordein rin sitMelefRiJo do caio Antonio. Ha-
w*dL e.ravn l A*"w Ferrcir do Urna, a re-
^I*s,i.'n:ii dcsle,
a* i-iiii .lo d |* distrcto do S. Jos.'-, Mignel,
Bff-ai'it de Andr 4c. Sonza talo, por andar fu-
jHdn, e VI.ii-encia, cscrava de, Anna ltaymunda de
.oh, a rf.iYierimeiKo desta.
FtKil iienn-, nrdein e irn |nillidade publicas
suo (OiTreram aftemeo.
o i|i(e tudp comniunic) a V. Iis<;., cirno me
i tupie.
h-.i> (i:ii.le a V. KxcUlm. o Exm. Sr.com-
*e.tla.lor W'nri|iie Pereira de Liiceftia, .ligni>si-
no |iiv..-i-Iimi..' da provincia. -O chote de policia.
Mal mi Fi-nnHkc ('!' i ft I i;'/".
,w>,n la nl'RsiiIeni-ia'da provincia, de 18 do mrwnle, f>
U.Uoado Francisco Leao da Silvera cobrador da
; f rortecWia provincial do nvinicipio do Donim.
ai::iin. Bttnheiro.-O vapor Ipojuai trouxe paM :
'_m S verino Irmo "
ciitroJk .
lo ibdsTio j
rlanlnt
na re i
.es.
amo
u|dou i
enea
owp^.10, j junue
juo (m\ son *a"
raoabalbj>, *"
lelroa io*v -*
mte
ueni serao essa cum
i. escripias daqui e esliMHMl .^! ,?n
Seria nielhor dize lo lojo, e *}. _^,
em de bostilisar abertamenle o *1
a vempeir^aut. n.i
>r Ora. publicaca.
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sin
das
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uceo
gwewto que o Sr.
illa loiiga e feliz ex^sien.cia.
.Hoilistu. U.na nova ca de abnr--e ii> mJtr Jo ipredte n. ^'.'acaba
do Bao da Victorft, sdtido direCtor '*- **
cimento Uiit^ Pojellarot,-.recaute a'-'estaljele
Paria, "de nnle trouxo os mais
e rico objerlos tW,iiiods. >
l.nleria -A que se a
b'enecio ila nova igf' -^j **a^ i '. *
Peuha, cuj exlracco ** w-.VfuM benhpra Ax
rmo Cera lagar o da 2'i do cor-
) MMi.i, rtiJefir ju. ?u,,,' 1S
o alto' grao |i5*) ,' SS
a te..4 estoco, SSE
ido al-.impartas "y*. & j*, |. _
rpX 0H*ec'|3iar siaNMc (Wqf revjsli
M4hiiMri**p*ifcf nifr ftsfarcc, "^sto wi
artigo a
ra cala
profligad
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uenna, e a attilude da coluuma can.
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4dcT*1
vinda'de
ligurinos
emam de ^ .
18 de selembr ^***,f ai.Movunento do di
uiilMA ? pr*sos 3,8> Tarara i. sahirm 8,
, A\. I I M
^"' *^f *. "NU-. .'-,-
4 0. 70#
los Duarie das Neves :U0i>50t
Antonio A. >k Soiua Acuiar l:8!ViiO
Uuuum .le Mallos & C. I: IV.)300'
Airaoida 4 Van .a ^i00^
Fraga A. Rocha I'-O."'*0"0
lo Garcia & Irm.lo Sl*!S2
Allicir; Offrefrr* C 4W*SlSi
Prente Viauha&f. JlNitO Montes 2iS, mulhtres lf,' MMnreirot 41
Mals urna. -Por acto de S. Kxc. IWma. o .ovos 3J, scravas Total :14.
Mirlmeito da enfermarla do di a 18 de sclombro
de I87S-:
Titirtuiaixa : ., .
NtafM (i^nenlve* B.itosorhournatismo
gra- Amaneio da Silva pleafodvnia.
Francisco Alvrs d os Santos o.|entat(?ia.
Jos Antonio de Farucephalalgia.
Di Miii) Dti-EN iWMM)
RgCIFB -2A Bfi ,-iKTE .iBKt) DE 1873.
otcSas Amaulieceii honVM e;n iW*i porto n rafinr
leasil.'ir.i Ip jnr', tntienJ datas : do Usar l,
1j liio Graudt) 17 da'Pa'aliylu 18 do cureme.
CIAC.
So de A ioii iracio h provincia ao !. vice-pre.-ideiite
eoui'ueji.lsdor Joatpttn d.\ Cunlu Kreire.
A Coitslituico publica a seguinte felicitaban
enviada ao Kxm. Sr. desembargador Maciel :
lllin. e Exm. Sr. A-cmara municipal da ci-
laleda F.nttleza, temi cienciado decreto impe-
rial pulo i|tial BraV. Exc, a seu pedido, exonera-
do do cargo de presidente da provincia, vem hoje
ante V Exc enmprir o grato dever de dingir-lbe
un t llel tlemonstracao do ma.s alto nprei,'o em
que e-ia-i lea os servicos prestados por V Exc, a
ansa puliliea no decurso de sna benelica adini
uislr.-i.-ao.
i:-t.i eanAM ut"ana-se de reconliecer que \'.
Exc, durante o lempo em que dirigi os destinos
lo toar, atienden cun oliciluja nolavel a lodos
o< t. ie.-ses qnenspaKtM a publica adminislra-
rao. revelando V. Exe, ao lado da mais pura jus-
tica ;i -mi- actos, a illiistracao consumada .que
Km .t. ra a prestigio d.> nome.
So d.I huso pensar no oslado pooo lison-
geiio. i :.| que V. lxc. eneoiitrou a seguranca pu-
Mira ne?la or.Kiiioi, ti glori iso pira V. Exc. que,
r.ii i luiiurtr.-ieai. a onlem fotM manlida as
milis de pjaveis r(.n.lier's : assmi (pie os crimi-
HNt, ante aflceAo enrgica da ju-tica, s leeni
|iodiiio <-nciiitrar refugio fra da provincia, cou-
\enci los de que o principio de antoridade de qu
oubc armar se V. Exc, constitninilo o primeiro
lemeulo de respeito a lei, um escolho conira o
lii.ii se quebrtm as ppixli desenfreadas.
A insiraceio publica fui tambem objecto dos
mais serio- cuida.los do V. Exc, que prncurnu
dar l.e todo o impulso necessano, bem certo de
<^ue o inelhorament) do hnmein social repousa
*"bre o dos cosiumes, ou no progresso de urna
solida mstnici.o. E so V. Exc. nao vio contadas
le soc.-e-so tat lonvaveis inleneoes, deixa ao mo
nos gravado no coracao dos cearenses o tentimen-
t< da mais viva grttido pelo interesse, que V.
-Kxc hgou, i-onsiantcmente, a esse importaulissi
mo ramo da servico publico, e a tudo mais que
p"rt.'nt'.' ao ilitininio da administrapao
xj lino' administrativo com que V. Exc. gerio
os negocios pblicos na provincia do Cear ; o
Merlo das deescs (ta. proferio ; a prudencia
imparcialidad! que presidirn) a cada um dos
acto de V. Exc, sao ttulos muito seguros da
mais jusia cmsideraciw que vo;a esta cmara a
pettat de V. Kxc
Dignse, pois, V. Exc aceitar esta manifes-
tara) c mo a mais fiel expressao dos senlinieuio-
de que e-tr |)ossoida eski cmara, e do profundo
*e*peito e venei-acan que Itie inspirou a illustrad.i
admini>ru;i.)HlH V. Kxc
Pago da cmara municipal da cidade da For-
Jalea, li ilesembrndp l871.-Illm. i; Exm. Sr.
Dr. Ei anei- o de Assis Otiveira Maciel, pre-id.-nte
4a priivimti. -Francisco Coaihn da Fonceca, pre-
sidente. Jus! Francisco da Silva Albano, Bernardo
Unto C-ijllio, Vrenle'Alves Maia, Manuel de Mou-
ra B-iliui, Joao da Cofta Bastos, Joaquim da Bocha
Moreira. It i\ iiTnnilirfloh'.alvs de Souza Siqueira,
ios Antonio 'MartiTIs.
S. Exc responden da seguinte forma :
Sis.- Miembros -da ootmnifsao Agratlecn inii-
eito c.itpara municipal desta capital o honroso
oto de louvor'fiela ntiuha adminiatracao, que en-
erra a mepsaiert vad neste momento medisiin
fue e sobremodo me peanora.
As xp i'fles ,c_h>ias_ Jo 'heUtaolstjrLi, -qnc
generosamente me sao .!-isp"nsads, sto muilo
alm dos raewiiererimeittos e dos servicos por
lim prestado<*Ttol' to ardua cotnrnlisad que S.
M. o-luii era lor condou me, nao Bif mais rts que
r.umpitr e fazer nrapnr a le, procurando proce-
der c i* ju-tica e moderaclo recommenddas pelrr
fcenemtfito gabiHet de 7 de marco, o que fi bas-
tante parareiWvferos'cldsas a ^uB Scattnbuia o
estado pouco lisonjeiro em que achei esla.pro--
rjncia.
* Rogo-rostir: '-Mmbi'ds da mmfs!<.ao, qae
.aceitis p. Icvei^ ao seio da cmara municipal da
ap.tal as prtfcsiactscs dio nteu prifOrido '* im-
morredouro rttrlricinMf}.
Palacio do enverno do Cear, era i de setem-
bro de 1873; Fra-tcisco #e ajsfc -o|**jra' Ma-
ciel. 'V"" ''I
Ostrabalhos da assenblfci TVrfrviaeta fu^am
jprorogad.w atCTte'dh-e^rTfeHW':11
Kie cn-.NDjt.
Nenhum jonal' ofi'cata:r*H!elnes da capital.
()Sei!meo, jornal que se publica .no Assu',
noticia achar-ve onVtelH -6 IWWHt*6>sln<
jury desse ter'rfto.i#WWliaM.) WtH,1 snh a
otesi leoca do jniz de direis{X'ctTV*,'t)r.. Mr.
Cuiizagade Bnto Guerra.
Fallec- u em Santa Anna de "
agosto, o anciio J .Si 'l.wo tdc.lh,
cante.
\ li
* ^-r.t

so de s'uas nedens o Bvm. Luis Ignacio de Moik
coadjutor da freguezh de X05M S-;iMiora d 'fa
Conselho de Papacaca.
Conscllto Saprem Militar _pe5!nj
viuda da corte informa-no3 que o Sr maj,
duado do excrcilo Bento Luiz da G^nta foi aosolvi-
i d no consellui sujiremo militar, sendo assim con-
'nejadas as senionvas dos consein is de investiga*! i
c de guerra a que foi snbmeltilo por causa tos
acontecimentos do li de t.iaio ultimo nesta cidade.
Multa louvavel A acelo generosa cons-
taute das cartas que abaixo publicamos, dig-
na da consideraco publica, nao obst inte ter
ella do ficar em effeito altalas razes de onlem
superior.
IHni. e Exm. Sr. presidente r. Uiiirique Poroj-
ra de Luceua. Constando me que V. Exc. nao
effei-tuou a compra do terreno para o hospicio de
alienados, vou scientilic.tr a V. Exc. que desejo
olf.Tecer ao govemo um terreno era, minha pro-
priedado Villa Vieost, nurgom da'entrada de
ferro do l.imoeir, para nelle rcalisar-se a hu-
manitaria itleia de V. Kxc.
A distancia de 11 militas dossa cidade a Villa
Vicosa desapparecer brevemente com a abertura
di via-fer os, o ser compensada pela salu'in-
dade da reguezia, i; por nutras vautajens que se-
an p tientes ao esclarecido criterio de V. Exc.
Ja t ve ,i honra de fallar a V. ?xc acerca do
collcgi.) dos orpuio, para o qual eu detejilVa
offerecer t"m no limitrophe do collegio que os
padre- pretenden! fundar nesta freguu.
No di i O terei a honra tic ir reeeher as SrVhs
de V. Exc. e jitlgand > V. Exc aceitavol mea
oll'ereciment i. ahi ine-m i olH-i.irei a V. Exc.
poiitl a sua disp i-ii'o o terreno necessario para
funla.-i do hospRio de alienados, odoc, dlegio
.le orph.tos. Tambem porci a dsposifVi do V.
Exc ininbas maltas, afini do lirar se d.'llas roa-
deira para es ednicins, exc'pc.to do taboado.
A estrada do LimtrHro pa propriedade, o entre dna estrada e o r.aplbaribo
mandarn V. Exc escomer terreno conveniente
liara fundar o hospicio o o'enllegio
Desojando a V. /-'.x.-. t idos os iii'tivos de satis-
fagan, rop) Ihe me de occa*fts 1e oceasioos de
privar que preso ser con subida etnsidraca, de
V. Exc. mui'.o aliento venerador e erndo asigna-
do Jone Fr.ncisco do Barros Reg.
10 ile seternbru de 18*:).
Illm. Sr. major Jos Francisco do Rarros Rtgft.
Accuso roeeMda a car|a que V. S. diri-
me em dala de 16 do corn-nic.
Por ella coiisulta-me V. S. se aceito o offereei
ment, que est disposto a fazer-me, de parte de
sua propriedade Villa Viro-a, para fundacao do
coilegio de o pitaos e do hospicio de alienados.
Em resposla devo dizer a V. S. que applaii lo
de coracao a sna espontanea lombranca, que fal-
la mui alto de seos generosos e patritico- senli-
montos; mas que nao mo possivel aceitar o seu
ouvave offerecimento pela grande distancia, ni
que oca desta cidade o terreno de sua proprei-
dado. '
V S. bem eompreh"ndo que de muita con-
sideraoao a' cir.iiin-lancia US distancia, tralando-
se de estabelecini.oiios da ordem -dos deque cj
gto Vai na cscolha de Ontlocul apropriadn pa
ra o flm, que t"itho c:h ?ista, em pe plena dis-
tancia dtsta cidate gr.-Af4e eeouumt de lempo e
de tlinheiiu
A nao ser o que -det dito, muita migara de
aceitar o polerosa riuxil'o de que traa V. S.
na carta, a qu! ora respondo. No entretanto
confeso-me grato a V. S-., como se de faci o ac-
ceiisee.
No mais sou com estima e consideraco le V.
S. muilo ltenlo venerador 0 criado. (Assignado)
llenrique Vertir de Lurenn.
Presidente do Cear. Chegnu hontem
da Parabyb, onde excr.-eu o cargo de presidente
da provincia, o nosso dislincio amigo e comprovin-
ciano, Dr. Franisco Teixeira de Sa. a cujos, intel-
ligentes cuidados conliou o governo imperial a es-
pinltosa mVuso do almini^trar a provincia do
Cear.
S. Exc, no curto lapso de lempo em que di igio
o destinos da Parahyba, deu provas de elevado
criterio e revelou dotes singnlares na dilicil soitn-,
cia de gove nar; e, por essa rtziw, creou all mui
tus e dedicados tmigos, e deixoa um nomoada,
que nao se apagar na tristona da siluacd ac-
tual
Fatigado pelos irabalhos que Uie pesaram sobre
hombros. S. Exc. o'spera poder aqui descancar aU
guns das, para ao deprus seguir para o Cear,
o'ide no .'os e por ventura mais vastos campos se
OlTerecem Sin activida'le.
Campanilla jupones: Grande lem
sillo a concurrencia aos espectculos tiesta cora-
panlna, rojos maravilhosos Irabalhos tem a todos
admirado.
Para hoje anmincjain duas grandes nnvulades:
o equilibrio de ir* eradas e cincoeirta agnlhas
do ac engulidas peki'Mmpathico prestidigitathtr.
0 pi nucir d.stes irabalhos sdr exeeutado pelo
grande equilibrista da coinpanhia e seu rilho.
E' fcil acrediiar que a concurrencia fiujser
extraurdinaria. '
Fcstividade religiosa. Com todo o es-
plendor lera luga* ManliA, na greja do Nossa
Senliora da Paz dosAfogados, a ftia tft mrtyr
S. Sgbastio. ''
Pregara ao Evangelhojte urna ladainlia i noi-
tc, o Hvd. padre Gregn tes Itiver jnais ptociseio
tarde e ogo xle aitilloi.>, coui que terminar a
Mav
Durante o da all war a ntusica to 9.a bata-
Itaan le mfanuria de liana
verses baldes.
SoeledBMle 1 JUeraria c Aiiviliwd*-
nt la InMtrHcea* Neciiodariu.Hote.
(sabbado) ba srs-.au ordinaria s 11 miras da na*
uliav no lugar do custume.
luKUtatu Historien e Philosopliieo
-No domingo (21) reuilir-se-ha estasociedadt s
horas e no lugar do coslume.
S. .las do Uaitfiiubo. Aataflha (do
minga)- Ce meia luirs da tare priiiij)iar
nesta igfaja o telunario de Nossa Seohbra das'
Dores.
Bem lemhrado. Coasta nos que as lotB-
ciaes d is uavo> de guerra natloiOs surtos na porto
desla cidaJe> pri!tesfenii#aiian!i;i(doii)inga)iB)ela*4
horas di larde, na baca de Santo Amaro, execu-
tar com alguns e^caleres as manbbca'de.uinoci-
bate naval, pie ternlinnr por dina regala., Jiio
ftltaro esneelaJaros. 11 '
1 ?nirenifit diari .-!?? lera -nos a publica
c.io do sogiunta: U _
o A provincia do Maraafeq, talvaz, uloeseas
da corte d > ioiperio, aquella em qaaiii4>r*B:-i
patenteia mais tila, etnitb fin c.mdi;Qes mais
normaes. A pubcaeojni'ssa pr.ivinei*. '^Halt.
u|:neuto-t'acil, j)ort> B*iin;ire*oas san ntidas
baratas.
excitantes jornaes que alli se publicam,
ve'n agora juila;- se mais o OiBi'io do Miranhao,
'jlieado por una associacio de alguos artistas
gfapliH.
Moraos Gomes Fer-
e escalas
fveram alta :
Mara Tnereza de Jess.
Antonio, e cravo de Jos de
reir.
Passaseirtis -Vindos do Cear
no vapor lpajnr.it:
l"raiici.-c li ttelho do Amtral, Elvira Garcia Pa-
checo e tres lilhos menores, dijseinhirtr'i'lor Frnn-
riaco de Assis Oiiveiri Maciel e sua familia, r.
ledo Zotertftu Pir<;s le Lyra o ir.n cri:ido, padre
Anizio de Torres Bandeia e um criado. Jo*c B-
drifluea Ufas, Joaquim deil^rtio.'.hirl.-s Simn,
padre ld;thno Pernandes de Souza, Dr. Luiz C nia-
ga de Brito Guerra, ManoeJ BatiHo de Unto Gu-r-
ra e um criado, Luiza Amaba de Fr.ict, Andn
Ntpoceiio Barbosa, Manuel Antonio Saraiva de
Moima o I criado, Julio da Costa Araujo, anreiia-
noCleinentino de Medeiros, Bodolpho Ameri<:o da
o-
CTflfO'
'. na apreciacao das 1 .las partidarias aqui na pro
vincu revela se pela carga feita ao partida con-
serv.tdo oais mi i;ytafga^ peder nao ) do que
uta censor calino o unpareial 'de excessos igual-
mente condcmnaveis de parte t parte.
Com effeit), o partido oiuervadur, com o qual
rtaot podi'ria transigir u arliculifl i, se eslivesse nal
c indiedes do Sr. Buarque de lueddo, entretanto
uno osle cominu a prestar ao governo conserva-
dor servidos do conli-iuc-i, pelo incsmo articulis-
ta qnalifleado de acento sem forga m ral.... que
prerUt pitra mtiiler-se decondetcendr com es-
cndalos c de laier ointlageut indignas.
Ora, se o govern conservador como lo igno-
miiiwsaiuentj foi descripto ; & o Sr. Buarque ,
coma disse o urcalista. um dos mem/oros mais
disimulos do partido liberal, e tambem dizemos nos,
um dos mais a.'tivoi redactores da Provincia,
como se explicar a po-i; i > do na em face do
ouiro ? ,
O governo conservador a tolerar o Sr. Buarque
e esta, qiid vive de. sen emprego, aggridi-lo emi-
ver-lhu crua guerra I
Q.te nos etmtesle o Sr. Buarque :. dganos se
rasoavel aiu lioinem grave o .gtmderado mor-
der a man de que recebe o favor 5
Se, ooreiti, o Sr. Buarque einllora liberal, por
sua mo.lera.tiio do carac r, ou por ser tolerado
pelo govorno conservador, nao umopposieioiiisia
uesaurio e encarnizado, entao porque uo define
sua imsico am face dos ilaus partidos, um dos
quaes o latera, ni) Ibe tirando os meios do viver,
o nutro o api. ca e coala no numero de seus ex-
for.;ad..s eiinpeoes ?
Quereri o Sr Buarque ser o janus bifronte f
Bealtuenlc um i posuvi > uigloria u insuporia-
vel essa em. que est o distincto liberal.
De certo. em rinanto nao tivermos couviccaode
que o Sr. Buarque nao esse adsersario de-abrido
que tem descido al ao manejo ila calumnia con-
raa adminislraco do Sr Pereira di Luceua, que
Blo lem com knptwtei incnvel deturpado a ver-
dade ferindo S. Exc at em sua probi Jade, nao o
podemos deixar de argir, quer como homem par-
I Iva. F. Holms, padre Antonio Baptisla Espinla- lieular, quer, o que mais serio, como emprega-
e um criado, Jesuuio Francisco Correa Lima, pa-
dre Flix Hermeto de llego, brigadoro Pedro Maria
Xavier ta lastro, sna senh ra e deus fihos, Primo
P.ih.To llarges, Dr. Santno da Costa e silva, l)r.
Abdoii Felmio Mitanes e urna lilha, Antonio Joa-
tjoiin Teixeira, Dr. Francisco Teixeira dn Si. sua
senhora. urna irm* e dous eseravos, II. De lagran-
ge. Armiro Jos de Paria, Fr. Alberto de Sauta
Augusta Cabral, F. Siqneira Ferraz, Manoel Virgo-
lino Cesar e tr.s e-cravosa entregar.
- Veto de Lisboa na barca porthgueza Jos-
phinn :
Antoni t Luiz da Costa.
Veio de Macei no vapor inglez Formnsn :
Alzernon Ozaniie.
Ceiniterio publico.-Obituario do uia 17
do crlente :
Manuel tiro, lloa Visas ; ttano.
ManOel, braneo, Perna;nbueo^2 anims, S. Jos +
bexigas.
Manofl, pardo, 1 mea, RoarVala; convnlsos. \
Mari.i, parda, Pernambueo, nserava, .10 anuos,
solteira, Graca ; enlerite eolito chronica.
Claudino, paito, Bio Grande, ti annos. snlteiro,
Di.iV'i-ta. iimjiiial Pedro II: fracturas e oiituse
mltiplas.
Claiuin.'uMariA-da Concicio, parda, l'ern.imbn-
co, Sanhos. viuva, Boa-Vbta, hospital Pedro II;
tuheriiUtts piilmjtrares.
Cecilia, >i reta, Pernambueo, 6 mezes, Santo An-
tonio ; denticao.
"HROMr* JWWMBtt.
Triliuiinl So coiiimercic>.
StiSAO JUDia.VBlA EM 18 DE SETEUBKU
DE 1873.
PIIKSIK.XCU DO 8XU. SU. COXSBLHtinO AX8EUV
MBIdaOO i'KHKTTI.
Secretario interino, o o/ficial Torrrs.
Ao nieto dia, es'ando reunidus os Si'jj des-
embarg.adores Silva (uimaraes. Beis e Silva e
Acctoli, deputatlos n suppleules o> Srs. Oiinto
Basiios, Lupes Machado, S Lcito e Guerra, S.
Exc. o Sr. conselheiro presidente abri a
sessao
Foi Bda e approvada a acta da precedente
sessao.
ACr.OHDuS.
Poram assignados depoisdo litios os quehaTiam
sido proferidos, ein sessao de 15, nos seguintes
feitos :
ppellantes appellados Bernardino Jos da Silva
Maia e Francisco Jos Ferreira Ginmares. ap|iCl
lados appellantes Francisco Jos Ferreira Quima-
raes e Bernardino Jos da Silva Maia ; embr-
game Jtiao ChHstiani, embargados Carlos Pinto de
Lemus & C, em liqtiHIaco.
JULOASrenTt'S
Juizo especial do commercio. -Appcltantc em-
bargado oaduel Rddrgues Teixeira, appellados
embargantes viuva e herdoiros de Henrique de
Miranda Henrique, o tutor do menor c o curador
geraj. Jnites 03 Srs. \<-tMi e Silva Gairaaraes,
OlinlO Bastos e Lopes Macnado.-Dcspreliadds os
embargos. '
Sendo proposio o feifo rom dia assignado entre
partes embargantes J0A0 de Azcvedo Ramos e
suanlulher, embargado Antonio Goflaves Fer-
reira Cascao; leudo se considerado do nenhum
eireito o sorleio do Sr. de pillado Oiinto Ba-tos, e s
sim o doSr. spplente Guerra em subnilnicao do
Sr. Candido Alcoforado, atlion-se o julgamento a
pedido de unidos dous juizes commerciantos.
Nao tendo sido ipiinniaitol pelos Srs. juizos,
em cujo poder continuara adiados, dcixarara de
.ser propostos os seguimos feitos :
Appellante P reir da Cuuha k Irmo, appella-
dos Pranc.-co Bezerra Borges e os admiuistrado-
vs da massa fallida de Mariins & Leopoldo ; ap
pellantes Jayme Eneas Gomes da Silva, appellados
Jeronymi Delsuo eD.rsula Cordolioa-ilaRocha
Afmeida.
SiGCHAVOS.
Aggravsnie Jos, Muuteiry de Siqueka, agsra/fa
b Emilia Mara l'prwra da Costa augravantc o
icoeiile-coivnri Manuel Jvaqnitu do. llego AJbu-
SerquoAggrltvailo o Dr. CulutitiStares Bapso da
mar.
O Exm. Stujcaaseibjeiro presidente negou provl-
mento.
t I
e subirao-ar< nekitatq, ciirtorio os
\o di imprrnsa tyfcfi"Hi^f,
ras dignos empr sanos, al Jl^ (fspcrjr.gifc^
".na ion a-j g .riosa car
o m|h n TrUbalh peri
erca desla foi na :
Unir.-
nal do coitynercjo
parle- :
teunrfenle^p teneate^cprnid i^snar. Cavalcanti
dq.yjjjpiquurque tytityi,ffi)&>^'j). Anna'Vlc-
torta de S Albuqutjrque.'viliva rhri hrdeiros
do Usnente-cornnel J0A0. de ? e Albdquefqrje,'
E^errou.se^a sessao f.hofa^^rt
a anjiijL J inh
3JTT,------- ..;?-
RECIFE, 20 DR smiR^lffS.
Sob* eaieraphe ^/i^/a^^jVia^tbparecea
nns columnas da redacca^i Jo Jr.fl. dd-Ttecife um
atligo, loudo en, jiuior, ptoenr itfcder 0. .Sr.
Buar(|ue de Macedo da tutora dfttnigos via'ro-
- t W 4n fctn'-.it ^r. J'artira^jije L|te*ua,
r^sinajdeatias. iufaifl MHM'. iwiuus nesta jiOe1
publicadas na fle/orfli/i,(,geralimitle. a'tiribuaij
~m.f
m> dUo Vi BqfUM. .1
|E')rdaide-qdji^scsHaflJi. tmf/m
guns sonr Imaricas da pjnffkiojt,, nao /d
signados pelo Sr. Buarque;'ms da *
assignatura
mrttrir
nreui>Wirs.
0 Sr B'tariiuo,
Oiem
ternidade dos mes-
nina
ate da reforma ao ln nJSiin^ AlwMel^niWfcs^lircvra sd^e/ Ifraltem ^tie nhoi
ralo e intelligonte administrador, lo zeloso o iu-
idressado orno se terft mb tirado, pela softe dos tn-
felizcs, antes de dar esse passo procurara* ^alu-
da e medir as forca* do patrimouio.de orphis.
, E' incrivol oue. a Procincft procetja dessa forma
para com o Exm. Sr. Dr. Lucen, que aeabou de
anecionar urna lei provincial autonsando contra-
uiiuas) mk itt-se o servico noHaiario desta cidade dando o
as Hlageti lontralante utaa certa quautia para o patrimonio
santa casa.
5 -i' incrivel aiida qne as-im se proceda, quando
artigo* e a hnralo administrador ceenw aos pulsos te
1 bem; seu corac. traa de crear urna e-cola agrila
para a orpkanade alli es-ludar e educar se !
e jal ludimos Wjfc qae l' n admnlstrailor queteirt ess-s sentlroeutos, no
amek^ssMatr uiat tiieuder da gente ila Prwi;iitj/ii,nj cura da sot-
os Aafsos UopptV ftjdns orplio l .
'onartet_jjBi -*Jio s isso-jue devora deter a Prutincia ante
essa caridade sui generis, ante ossa enrid >de que
oapSe obicas a pro'pria caridade ; mas ha anda
ofliri "r.rza* eeooomica que aconseiha a impug-
nneo do "taha desvelo da Trotinan, pelo patrimo-
nio de orphos.
Se altendermos para a pe muta quo so fez do
sitio da santa casa, e que Vroc neta seafflgurou
um crime de losa caridade, veremos, que as van-
tageas desla pifmuta sao rail vena superiores as
que dar o pequeo silio que em Sant'Annapos-
sue o patrimonio dos orphio*.
Assim temos que o sitio do Dr. Miranda, permu-
tado pelo da santa tata, al m de ser seis vezes
maior e de muito mais valor, tem um grande ter-
reno cora boas balsas de capim e tirado o chao
necessario para 1 fundacao do asylo de alienados,
alugada a outra parte dar cortamente urna ren la
superior a 500000, que qnanto produz actual-
mente o poqueuo silio da santa casa.
Ora, por euiro lado a sania casa recebe o predio
onde eslo oe douuos em Oliuda, o qual alugado
augmeutar a reu ia do palrimooit.
Ji se v, perianto, que esse prejuito tito consde-
ravel, que suHocju os sentimonlos de ctridnde da
Provincia (pajiel) nao ji.issou de arma de oppo-
sicao.
G quera a Provincia (papel) quo a Santa Casa
se oppozesse a essa grande e magnnima idea, que
o Ilustrado administrador pretende, a seus esfor-
5090 itparticulares, realizar, quandoaSanta Cata
onoarregada de velar pela sortc d .s miseraveis s
tem o motivo para luav.tr c animar lo grande
commettim nto.
Fora preciso que a caridade da Santa Casa se
pareeesse ton a caridade da Provincia (papel).
Se os sentimentos da caridade da Santa Casa se
oonfundissem cora os da Provincia eolio ella con-
sentira que se despissem es es para veslir-:-e
uniros.
Pelo que diz respeito a legalidad.', sao impro-
cedentes es motivos quo a Provincia pretendeu
dedozir da lei.
Vejara s; iraascravem>s taraliem a] legisla-
ra-i o facamos applicaeAQ a Itypolhose.
t CAPITULO 1
Dos cisos de detitpropriaciio.
Ail. 1." A desapropriaco por utldade pro-
vincial tora lug-r nos casos seguales :
l. hdilicac'io e instituiclo de igrejas, e
casas de soccorrot pblicos, de priso, de correcjo
e de in-truccao.
a %' Abertura, alargamento e concert de es-
tradas, coiitruC'.-oes de puntes e aqoeduclos.
CAPTULOS.0
Da verificacao dautilidade.
Art. 3.' A verilcaca 1 da utilidad.! nos casos
do art. i0 1* s compete asamblea provine al.
t< Art. 4." A veriticac/io da utilidade nos casos
do art. Io 2 c impele ao presidente da provincia.
Quizerainos que a Prot>(*acia nos respondesse
se anda se trata de verilicar a uiidado da cotiza,
quixerauaoa que nos respondesse mais se o caso
s tle uididido ou se tambera do necessidade.
Nao se trata da voriicacao da utilidade de um
eslabelrciiiienlo que cjrrendo por conta dos cofres
ila provincia, a assemblu tenho do ordenar essa
despeza, e para o que deva a mesma avahar e
verilicar se ha utilidade na desapropriaeo.
Trata-so, porem, nao de urna simples desapro-
priaco por utilidad,', o sim Je 11.11.1 .lesaprpria-
eao por necessidade publici.
A lei para ser bem coinpreliendida, exige as
vezes que se facam certas diOerettcas.
Urna desapropriaco por nulidado provincial,
luer dizer desapropriaco para fuudar-se catas
do soocorros a cusa dos cofres da provincia,
piui difireme de una desapopria. o a costo de
esforcos particula'res, e por necessidade publica.
Dep-iis, a jai o que da a assembla simples-
uienU a verulcac) da utilidade, para assim eviur
despozas com estabelecimentos inutes. Ora, nao
so tratando da 'vorificacao da utilidade da cuza,
porque nem o eslabeleciraento ti feilo a cusa dos
rofies da Pr'vieta, cuera rosta mais duvida
sobre a sua utihl.t.le e uoces-idadj. seguese que
nao vem ao caso a le cit ida pela Provincia (pa-
pel).
Du a lei no art. 13 : A verieacao da uti-
lidad) (noto a Vrovinctji UM^ uVr) nos casos do art. i T s competo a as
seiqbia provincial.
Ve-so pois_ que a le inandi verilicar nao a
dcsapropraao por utiliJale, mas sim a u lili Jad j
da creayt) da co.izi, o q.uudo a l.-i assim raa.idt
compreliende se que tora ora visto na i con-
seuiir que se desaprapriem casas particulares,
coiuiiespeias dos Cofres du provoeit, para fon
darse urna casa de secorros, cuja utilidade
nao estoja recouhecida.
Mas so no caso varente luinitesta a
uuli.la.le .Ir. lo im.orlante c-tabeleciraeulo ;
jS inaufesta a sua necessidade urgente,
as des|>ezas quer da desapropriaco, quer
da fundacao, nao cerrera pelos ofres da provin-
|6ia, a razan, .a lgica da propria lei, nos diz
que um absurdo e contra-senso dar especie a
applicacao da rilada lei.
Uesapropriar p^r, qiIidjide provincial o ras-
mo que desapropii^r por com nodidade provht-
cial,. mas, nio. s,er, o mesmj que ssapropriar por
neeessidadoproviuci.il.
e,lfa es,sa differenea real, entre essos movis
de mapjrnprji.-ao, convinha que a Provincia a
lzetpaiilcs de escrever o artigo a que respeu
demos.
Alada mai:
Se peruiettiio a urna erapreza cuja utilidade
est recouhecida, intentar urna aeco de desapro-
priaco para facilitar o sen desenvulvltnonlo, sera
ser necessario que a utilidade da desapropriaco
seja ordenada pela assembla, porque a ulilida lo
da empieza envulve a utilidade da desaprupriaeSo,
uo vemos razan para que compita a assembla
desapropriaco no caso em quesio, era que a
utihdaueuo precisa de ser provada. A provincia
ja a recouheeeu do.de que foi era linda estable-
cida urna casa de di.udos. e a assembla subven-,
ciuna Santa Casa, sera fazer exeluso desse es-
labeleciraento.
E se a lei permute quo una erapreza desapro-
pie por utilidade publica, porque que est emnde-
se veriQcada desde que esta reconheci la m.lidade
da empieza ; no caso em quesio, que alera ite j
estar reotmhecida pela provuca a utilidade Ja
couza, li,a mais a uei.-essidaJe pmvada o evidente,
como a propria Provincia a iconfessa, confessar
lamboin que se deve fazer a desap priacao sera
ser necearia a 'varillcapo dessa Jespropriaco
por parte da assemola.
Quanfo, pur n, aaUenago le que falla, nos di-
remos 4\ieKa Pr vinciu bem sabe tquo urna das.
primiras observa;es que a pre-itlencia da pro-
vincia fet ao Dr. Miranda fui JepeiiJir a alienacao
dos poderes geraes. do estlilp..
do publico.
partido conservador nao quer especular com a
psitjao de empiegado publico do Sr. Buarque
para amordazar seos correligionarios, nao, diga-
mos do urna vez : oque o partido conservador tem
o dimito de exigir que os emprogados pblicos
iiheraes nao trainera nem hosbliscmo goveruo os-
leiMvamcnte ou mestno acobertando-se cera ares-
poiisahihdadedaquellrs liberaes que nao exercem
funcedes publicas.
Como pmlora por exemplo o Sr. Buarque, dado
que seja elle o autor dessas vernuas, que se ilie
attribue, conira o Sr. commendador Lucena, cuja
adininisiraco tem sido, entretanto, muilo toleran-
te, entender-so com S. Exc, e juntos conferen
ciarem s> 1 b re obj ocios deservido publico, se aquello
Sr. toui-so toruado iui|tossivel para continuar
merecer .a-plena confianca tle S. Exc. ?
Quem quer que se reserva o direito de dizer
alt 1 e bow sora, justa ou iii|uslau)en!o, moderada
ou desabridamente ludo que pensa e sent ;e de
tomar as hitas pariinaiiasa pajiato que mu bem
Ihe aprouver, uo pude oocupar certas posi^es,
que, ipso ficto, excluem tanta lberdade e isen.o
na norma de iiirooeder.
Faca um exiiin.ro de memoria o Sr. Buarque e
seja mais justo.
Era materia do intolerancia poltica nao pqdein
os liberaes atirar-nos a priipeira podra.
Nao vo mulo longo os lempos em que os era-
pregados pblicos conservadores ertni espionadns
as eleioocs, e compellidos por lodos os modos
a aceilar'ChatKi do governo.
Protesta contr.. seuielhanto arguit/u de intole-
lerancia atira.la ao partido couservjdor o pro-
prio Sr. Buarque nanlido em suas sinecuras em
bora, como malignamonte se insina uo artigo a
que respondemos, entre os advogados do partido
conservador baja algumao qual conviri* a sine-
cura.
,?e os arranjos de amiios o. vindictas partida-
rias leauom os movis do governo conservador,
nitii. couTenaa nisso o Sr. Buarque, S. S. ha
muilo que estara deraittidn.
Coito une aconteca no dominio dos progres-
sistas, adversarios do governo tem sido chamados
a posi^ooi importantes, e nem urna tdeunsso foi
amia ad por moiivo du des.'ii.itio dos eraprega-
dos polticos.
Ms nao msta o razoaVel a crusada dos i'uo.-
cionaaws pblicos xitr*o governo, nu uiestuo
anisa oue deva ser tolerada.
Copreiieiida o Jornal do Rer.tfe que o tacto de
escrever ora aiiooyin, nao iseula da responsab
dade moral o carcter leal e honrado ; do con-
trario seria justificar a guerra de emboscaba,,
como principio salvador dos empregados remissos
,Na se aflija, purera, o Jornal do Recife na sua
sofreguidao em defender a cansa do Sr.' Buarque
que -tambera a sua ; Oe nao insuuaiuos oem
pregamos o recurso tas deraisses ; exlranhamos
apenas o proced ment repreheusivel o iusohto d>s
erapregado- pblicos, que conspirara e rilara a
bora gritar coutra o governo- que os tolera.
E' bora que o Jornal do Recife nao tenha razao
era dizer que o governo actual nao tem forca
'moral. ,.
ft*!tadV/d' V^cflctr1 c .llitH cfse horawi qua
Quom Ut*, poD; qtie jVWa UDMa''* illn lir ca
a h.ypocriia epuarisaiji.dAVictui!donrv.>so t
Pois ha ainda homem de bem e sincero, qae
rcToD* con-
ao ponto de
dorribou ar-
ita de cttaca.
he mus fo-
prcsiiloncia sa
s ahi se fi-
mo neulcaes,
acto de igreja
-O !i(tsjil los letitloav
Com este titulo a Provincia (papel) traz um
artigo, no qual, depois de fazer praca de senii-
meutos philantropicos e humanitarios, procura
provar o s^gainte : que prejudicial a condi-
co dos orphos, e perianto contraria aos inters-
ses da Sarita Cata de Mserioorda a fun 'aco de
um liospiclode alienados ; que a desapropria-
co que se fez no sitio do Sr. r. Miranda ille-
gal.
Quanto a este ultimo ponto cumple notar, pn
natura que tudo, que desapropriaco, posto que
com todas a exigencia.(la. lei, f >i feita de combi-
narlo com o proprio Dr. Miranda. Elle o ponera
allirmar.
IE quando o proprietario a isso nao p-es'.asse a
sua adqnssceocia;*- por essa razo a desapropria-
co fnsse forrada, au a embargara a lei a que a
Provincia se socoorrau.
Com iwforencia a peiineira cavillacao da Pro'
vieta, diremos que se entre nos as colisas fissem
estuJadas sem paixat). poltica, se os actos da pu-
Liiir.a Adminisirnen nao fossi-in ob|eetos de opposL
i;ao e'guerra pubtinv, os redactores da Provincia
uo teriam convertido a fundacao de um hospicio
de alienados em arma de opposico, nao teriam
sphtsuiado a caridade a ponto co desviriua-la,
etibargnnilo sol prefacios futeis os impulsos .ge-
nisos>bcRetieiMde um/p)o.ehrito-. n.) .
'E' cerlamente imcomprehensivol o sentimento
de caridade coinias eonslderacoee que se suggeri-
rtm ao espirito do autor do alludido artigo.
? Sea eaffciad fosseo inesme qua o excausivis-
oto, se naotivesso tos (argos e esitheras (impla*
seria desculpavel o prorediment> da Provincia,
masdesde que a ctridnde ao pira, desde que
nao aprnveiu s a un rlasee, ni) vaiane motivo
para qu Qaae sitavtse.aeitiitenas de todoe ,para
que-taeo<-daritNia-a pao tut aecessitado* por
jue'a^catiuaa nao est sujeita asoonronian-
ctisaotdaes. J
Acharaos, pois, que a caridade de qne a senVioJ
^Pravnnia, urna endde, quatwaliaina odio
pphtieu, taloutodeinieresse e que purtanto o objee-
it desssenuataatae pcutontropieiM da Provincia
Se, pois, S. Exp. fez ver que a permuta teria
de se/ aporovadai pelo governo jjeral. nao vemos
era que" se funde receio do caridso' escript"r
Parque velo a Pruvihcia, que tao bee/lcente e
qnelaitt'S applausos dir a presidencia 110 corae-
jj da empr.aa caritativa, fazer tiiiestio de um
pomo qua^a presidencia previo e 'is.-rjtio?
A Provincia EaD as vezes extravagancias, que
Sslho applicando o liberhssirao -ora bolas-d
Sr. AJToaso.Cebo..
O publico hade rir so ia caridade de quera an
,da cogitando ews para embara.iar a orondeiuM
na reahsaco de ama grande idea do beneficencia,
sopuisuiar as disposieoes da lei, e reduzi la a
elfaos que narp da love patsaeain pela Imagina-
nte lo Ivgiaratior. '
Nto adn re qae a gazeta da Sr. commendador
de Villa Vioosa se pronuncie assim contra, o de--
lendo.a Provinciu niu so
Ira o mentir caV HCplaii
assererar que a JWWid
vures da'proprlelal al
Ide, s*, que vos c
ao propria Dr. Jfiral ls
rain afarv .res qua pV .11
dcrribaraie. en seu sitio e
zoram. '
Se leudes umi coi ciencia
ouvindo misa o asslstindn a
-Wa f9r ahi, pedH dele ja perd'at^f*1Jbus Jo Idea
lestemunho que levantaste s.
Oh I que doulnnas nao sero proferidas pelos
labios de cortos hypocr.tas l do alto da cadein*
de inestre I
H1 naquetlis iwverdadwi a e.miriiia.;n Jo nasa
observadlo que temos feiio, e que de ordinario
todo homem que tem olhar baixo, o que nao levan-
ta a cabeja para encarar os entras, como que
se envergonzando de vvr en> sociedtMe ^''sse
hornera tem mos bofes, capaz de todo odio a
especie humana.
Hospital Portiiguez de Be-
neficenefa, e^i Pernam-
bueo. M
ni
s generosos servicos qnt; o Hospital l'or-
tugnez em I'ernnrnbucu t.n fcito u liuina-
nitladc uo so liinitam nos seus enfermos in-
ternos, nem zona tTaccAo qiu que os seus
Kstnlutos o encerram. As iiiciuisaveis Jun-
tas A'lmitiistr.itivas U'ein id* muito alen em
seus actos ilo caridade, ou antes em sou
vos ila amor polos desvalidos.
O art. 2* dos seus Kstnlutos li va no modo
seguinte o lirada instituido :
0 Hospital l'ortuguez ila Benruieer.cia
om Pernambueo um oslaboleci nc.ilo du
carida le, destinado issem.-i.il rn-nt-j noira-
taiDODto gratuito dos subditos Ui-inijue-
es indigentes 4'ambos os sexos, de qual-
quer dade, domiciliados nesta jirovtii-
u ct'i.
Pois bem. Os portuguezes sem oitunn
que caem doentes em suas casas, e que, lia-
vetido ti lo ti'iiutra poca tal (fl qual decen-
cia em seu trato, se pejam de ir pecupar as
enfermaras communs no Hospital li'urtuguez,
lem recebi lo em seu domicilio lodos o
soccorros que necessit.ni. !>o meSmo mo-
lo quo (sin sua babtlaco recebem o auxilia
de mdico e remedios muitis nfulizes que
adoecem, porque o Hospital Portu^uoz, por
falla de sulficienles recursos, nao toui podi-
do sitada alli estabelecer enfermaras" para
mulheres.
Mu i tos de seus compatriotas wdigentes
que, na opinio dos dignos indic.is da casa,
nao podem obter salo s nosso clima,
sao man lados pura l'ortug.il cusa da ins-
titiiic.io e da JutUa Ad ninislr.itiva, a qual,
alm das respectivas passagens, lem for-
neci.lo aos enfermos tudo que Ibes ne-
cessario para seu agasalho e conforto,
at regressarem patria. J no torren-
te anuo a Junta Administrativa para l euviou
oilo, inclusive um alienado.
[Mo tem perdido o Hospital occasiao algn-
ma de auxiliar a seus trataos brasileiros nas
grandes erises quo entre nos se bao dado.
Ainda ltimamente, durante a guerra com
o Paraguay, olfereceu a honrada Junta d'a-
quelle teinpo aonobre Presidente da Pro-
vincia recebar 110 Hospital Portuguez os
guardas naciouaes aquaitelados que caliis-
soui enfermos. O offereciinento foi acceito
o l fram tratados grande n mero del-
los.
Mas no meio de torios esles aclos, que
tao alto f.llam. o patrimonio do Hospital
delicien(e |>ar o un roso cos io que tem
n seu carga, como se pode ver .los balance-
tes annuao e relatnos dos diversos llove-
dores. I!' lecessario, [loriante, elevar este
astabelocimelUo altura a que elle chama-
do, e dar-lhe o evplein.or que c brio nacio-
nal reclama de to los os porlilguetes aqui
resilientes. O aspecto de ordem, de abun-
dancia e de completa decencia que o Hospi-
tal Portuguez aprsenla, devilo simples-
mente ans sacnlicios pecuniarios das diHe-
rentes Administrado q.ie se tem succe-IL
do, o a algumas esraolas d|>s caridosos ha-
bitantes desta cidade e provincia.
O circulo porm dos portuguezes que, por
sua piedade e posigo independente, se acham
no caso de fazer parle das Juntas Adminis-
trativas deste instituto, por ora tao restric-
to, que quasi sernpie hn necessidade "de ree-
leger aquelles que se lem prestado a ser-
vir nas anteriores Adutinistrar5os; e que ja
huo feito graudes sacrificios, obrigados desta
maneira a carregar repetidamente com at
nao o hJi.aera. tlesgra.-alo sobre a trra,:n.is aavolvan^mo do amor Jo proxi 111, porque ella
rj)dir^eIl*tltaiid)rtM!Bp t'despwta:
l l^etir-seti'tHifmYtistna'-iedavectuisidertronio-
ael cto*ti|fB a.que rm ini4amu .pa o do varaos qu.-
a Provincu, p.ra tnnlhjr roveito seu. tra- para
j go urna eorpuracao respeiltvel erque-isite cum
I nr o teuilever, -iouioi nnjnnas da *ibu (Jasa da
I Imliiltii ad ..
A Vrentavta de asra*aufUBal jUak caaai
tlmeat'dti.S.mli Ca^a. etaooatlerandH^
di *hi)Jirno..as Oararas aUlehtar .* nun*
ia(v .'i>rphatnbU*'iqeje efetra 'inq *:tn?..->d
itMr .pjishai ladnu. naat) it/ria>/qirBfm
pei; ai to.pdjtati tiaivjixul'i puctcudo^eM'il
a feu/programina ednbaraca ludo que tenda a
pMtHtrer o baraam infeliz, ua vez que essa era-
prea saja .lilh dos senmeaios oaridosus do Exm.
Sr. Dr Cocona^.sustentada cora ia-it.j e dsiiea
cauda populacao.
fMadmira que um mestro ttnedeve
i*** awwr a urd-tda,. ipie U-v>- enstear
j.eo> Lhan.rivutt'iua. .f > .ipiu8no
tsap-ae FaMIestp 1 >, ,: j chufe .'da
K
vira
n
1
111
.
Prrwmciii im 6 1
iq. a\t **
Tr'nide.iton-hi
K) 1* i imettiid'.*;
vMaWiktK
inv
itd rl
rae
tea: i
4.
' .' c.iW.la
i-ifieiti.'itl" lir ;rfa>ea$ei'),-
W.ilJa*J)f,qUi
ser tv.ti ar
quotas atmuaes necessanas para occorrer a
muitas c intlispensaveis despezas imprevis-
tas.
A indesculpavel indillereucn do que j.1 fal-
lamos em nosso primeiro artigo uo pode
nem deve continuar. Seria vergonhoso para
a colonia portugueza em Pernambueo, que
o sou primeiro e mais honorilioo estabeleci-
mento decahisse pouco e pouco, e desappa-
recesse afinal, pprno haver mais quem qui-
zessede causado c uxhnurido tomar aos
hombros tao santa mas lio pesada tarefa.
Fazemos, pois, um segundo appello a to-
dos os portuguezes Q o fizemus em nosso
primeiro numero), para que curran) a auxi-
liar esta grande obra de misericordia, que
sua mesma, nscrevendo-se'comn socios efl'ec-
tivos do Hospital; p os qu j sao seus so-
cios pondo-se em dia con o seu Ihesoureiro,
excitando-so mis aos clitros, para se exce-
derem eingenerostdade
A tara'(Tagua dAda'ao.'ri>bre' capital pos-
to a juros nasinoas tle l ou, e derrama se
depois em orvalbo beniiee l sobre a cabeca
ilo misericordioso. *
__,-------
O Sr. Huarqne ilc Murcio
-Parece quo as nossa ebje/rareas em relacio
ao rir. Uuitrqito d iUcsdu aeu|)ra Apro vi tarara
ao tervioo sujeito a su* fi&ialisapu. ie, como dit
esse cavalheiro eMeve autclioutam oetupad em
inisleres dos seu emjiregea, e ejjo escreveudo o
artigo do Jornal do. JUcife, o sefweo puhlico ga-
nliou sem duvida algema iuu6a
l'urltut 1, tura 1110 eiB4ai'a;iai'.n 1- o Sr lio.tr-
qiw de 1101:040 e til estradas que liscalis, puucu diremos em.
resposta sua publieato.
Importv-pottca a*rjciar 01 graniWs.sefri.os que
> Sr. Uuafque ile Uatceeo ittm, petalado a- mes-
mas estradas ; Isto sera ceust para oaaininarraos
emf iHltwr ocoasianqj99 UDuiT|^eca.
oEaireUalfl irit*tuu.)-ej,^aijV esi^tucer muitos
ofcios,e wio*rcer nnUes (*.3Cvieo^ >em valor
real, ..tuU. Rtuv*. -JiS4ei.iti).itf i*r a^apreciaco
da aularitlAe tupostiejWa* a iw^rUra nunca
prova nconl 'stavel de l>vii> w^sitins
...S/w-sun^itita, 4MPttniti*^.qajsv\'i-ac.V}dj Sr.
iBnuirtu,' d..: >t*eo.ljte o pe-
jt'iin.Jt'V-ftfWllJli'i .^. *a|ra n..met-
i fllcal da cjmj'anhia dos boJ; Fio podeada
I^B
"
.
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.
1

?-
1





**
tft nhnutofeu^ *- sMtit- 26 fa4mhy&^ e %
lualo su-
sto diremos que
t ur
auTrmativa de
(o as suas. H-
o nao diz a ver
i"
doSr. Buar-
^00) re-
Irlirou nao ser redactor la chronica daqueflo
nada disse, fez-se aioila.
|ilo escreviajnara a lieforma, n fazia myslt-
tdisto ora afras occases; e modo deudo Si
jcittso porque- (ratoja cas quesloes de estradl
Mff, assiunio que. o Sr. Buarque de Macede
aeompanhado cora de da attenco. confirfnv
ver de todos, aquella sua conQsso.
i.^eje retraa >e....
icra ( Serve nos a sua.'recente dcelarai.'ap.
sso juizo est firmado, e os seiis amigo-; e cor
W dia 1 4 18.....
Pnmeira porto oo dia 19 .
Segunda porta .....
ruceira porta .... ,
rupiche Concecio .
m diamanto h f ditos dem i tem ideo
m J. P. S. 11 ditas idem no vapor porta*
I.idador.
lem circulo JPS -1 dila idem idem idem.
m idem idem.
18 de setembro e
a
9
Wmil!^T!%t
Je.
rfm.
. Fot-talez'i, 12 le selttnko tle 1873.
_ ekxa ho|e a ahuinislraeio desta provincia o
Kxiw. Sr Dr. Francisco de Assis Oliveira Mane!,
a ao zdlo a pairio^wo fura ella Lio sainara nle
eooliaJa pelo goverpo imperial.
Gu#ta e summainunto curia, foi por certa a ad-
injaiiraco do Sr. Oliveira Maeiel, mas feeuudis-
siaja mi\ benW os, que cu ai verdadeiro ciismo
procuro u Exc espargir por lo Ja parte, deixaodo
no mnlliplos e variados ramos da publica admi-
nistraco ineontcstareis mellioraraenios.
A ordem e i armona que reinam cm toda a pro-
vinci em suJostiiulcao da anarehia que a lagella-
va, (juauli S. Exc. aporten s plagas cearensos :
acintura do um cresciJissino numero de crimi-
nosa! que nfe-tav ira o seu solo ; a estricta e ri-
gorosa economa dos dnheiros publbos, que S
Etc. rex observar como o ineio mais seguro para
arrancar a provincia das criticas emergencias de
su|s financas; o inexcedivel zelo e salicitude des-
pendidos com a instrueco primaria, j extirpando
abuso- inveterados, que omito concorriam para o
sc ifeliuliamento, c j procurando anima la e des-
enVolvc-la* coufornu permitiiam as forjas provn-
ciaes ; finalmente a escrupulosa mparcialidade
e austera reclido que S. Esc. sempre revelou na
distribuie.o da justica publica, ludo teso atiesta
que o Sr. Oliveira Maeiel foi un administrador do
vistas largas, que s se dexara guiar pelas nor-
mas iia justica, e pelos legtimos interesses da
provincia.
Se j houve pr' si denle que, ao dexar a geren-
cia dos pblicos negoijios, tvesso jus s heneaos
de seus a Iminisirad-js, e graldo do guverno
*iac o omatl, ( certamente o Sr. Oliveira Maeiel
ura deil's.
E nao era para menos.
S6 a paz e lian milliJado que nos legara S. Exc.
quaudo a provincia se acbava cm estado desespe-
rado e contristad r, quando j nio havia seguran-
va de vida e piopneJade, noii tudo eslava mer-
c dos tic arios, er un por Kistajites para gran-
jear as sj!iiialliiai e a gratido dos bons cca-
reases.
Gr" niuit i embora urna opposic*) sysleinatiea.
desvainada e sein erite'io, que S. Exc. foi reactor
e esbanjaior dos dmlieiros publico?, que tonspur
cou a lei e a. lili -i'Jad.-s individuaos; e-lurja
ni .ii i e leiupra, ^oe l-.-r eai resposU o de-preso
esaiajad ir da opinio publica, e o desmentido o
mais .s iiemue nos inmensos beneficios, que aps
;i retirada S. Exc. ficirai para attestar quo
p.weilo>a foi sua adminislraQo.
To te, porlant >, o Sr. Oliveira Maeiel retirar, se
b-asso!nliralo e convicto de que no Cear deixa
verdadeira- e sinceras symjalliias e profundo re-
rnahorinirnlii pelos relevantes servicos prestados
ansa pabiica, ua quadra mais delU-.-il, e cala-
juitosa.
Oala qii aquellos que tiverein de assentar-se
na cabera presidencial dista provincia saibam
imitar ai n dne e glorioso proceder de S. Exc
que no desempeuqu de sua ardua e elevada inis-
sao foi sempre u dever.
(Da ConstUuigCto.)
+mrJA* SER VICO MARTIMO
>h *"?* fescarregadas no trBicbf
a alfamlesa no dia 1 a 18.
XfUi ditas no dia 19. .
WM atracados no trap. da alfa
UmtngM......
^jxapicbo Gmeeijo .
OrtEDORlA i)R RENDAS
W AE5 DE PERNA
rlend.^ienti* do dia 1 a 18 ,
'dem dodis 19
IXNSULADO PROVINGIAI
itenpi^mto do dia 1 a 18
Idem di di 19 .
O inspector
Fabto A. deCarvt
KEGIFE
Kendimnto dn dia 18.
Idem do dia l'J. .
ada provi
contribuinles do imposto da
i eflttitos L-gaos, te seguida
Iterares verificadas no tanga-
imposto no crrente ano fijtttil
874, ficando abertpprazo as
por venlura possain 1er a fater
forma da le e regulamentos
MMnno. IfiotflfrM Ferrer faros o> madera, I balan/a (
urna ntf
N. 1 O
da por
lancamenlo da decima urbana
Afogados, no exeraktaaffM
t Isidoro Ttieodu^tie MHUM
a
le Bar-
sobrado ava-
o Horaes, urna
ciHMerTea arrendada por
75:U3dd iJI.JS. O mesruo, urna dita, arrendad;
anoel Rento de Meadon^a,
arrendada or
i idada do: San tiss rao Sa>
dos A (ligados, urna dita
tfOUiMSNTO M
Inrdizos victsuas da i*lieu3u-
tisiuo.
l'orquo siifrcis tatilas dores, c porque gas
taes imitilinento vusso dinbeiro cm inedicu-
msotos incapiizes do vos curar ?
Vussa molestia nao tem outra origen se-
nao ni s.ingiio viciado.
Purificai o sanjju! com a Salsaparrilha
A) :r S-^ vos touiarles este remedio com
icguiaridade e constancia, Rearis curados.
Cxperimcnlai.
MtMm
PRAl'.A DO RECIPE 19 DE SETEMBRO
DE 1873.
AS 3 1 IMI1AS DA 1ABDB.
('>(nci Cambio-sobre Paris a 90 djv. 363 rs. por franco,
do banco.
Descontde letras 10 OO ao anno.
Uuiourcq
Presidente.
Leal Se ve
secretario.
Navw diad-jS no dia Id.
Granja o portes intermedios9 das, vapor na<;ie-s
na! lpojuca, de 360 toneladas, commandante
Moura, equipagem 30, carga vanos generuo ;
Ciiipanhia Peruambucana,
Macei17 horas, vapor iaglez Muosa, de 602
toneladas, commandante T. Mctclrell, e |uipa-
gem 13, carga zlgodo o assucar; Smpson k
C. llecebeu ordom e seguio para Liverpool
Lisboa41 das, barca portiigueza Josephinu, de
400 loacladas, capitn Joao M. dos Santos, eqm-
pagem 13, carga vinlte e eulros genero* ; a
Euzebio 11. Kabello & C.
Obseioagao,
Nio houve sabidas.
EBITAE1
O conselheiro Anselmo Francisco Peretli, com-
mendador da imperial ordem da Rosa e da de
Crtalo, desembargador e presidente do tribu*
n-il do commercio de Pernambuco, por Sua Ma-
gestade o Imperador, a quem Deus guarde, etc.
Fago saber que, secundo coo&la de urna carta
patente da presidencia da provincia, de 16 do
crreme, e que foi apresenlada a este tribunal, se
acba constituida, por dispensa da niesma presi-
dencia do intersticio de 60 dias da lei, a cumpa-
nhia ingleza Union Marine Insurance, cujos esta-
tutos e carta imperial de autorisacao foram regis-
trados neste tribuual no dia 3 do preeente mez,
sob n. 71. de conformidade com o art. 14 do de-
creto n. 2.711, ten l-i sido no dia 5 do mesrao mez
publicados no Diario de Pernambuco, por parte e
dista dos interessados.
E para constar, inanJei passar o presente edita!,
que ;er publicado pela imprensa.
Tribunal do commerci j de Pernambuco, 18 de
setembro de i873.ioaquim Obnto Bastos, secre
tario, o subscrev. -0 presidente, Anselmo fran-
cisco Peretti.
mesmo, urna dita arrenda-
0
ALKANOEGA
tVendimento do da 1 a 18. .
Idom do dia 19.....
oo"i:o6U096
12:5"4j76i
567:li5860
Descarregam bei* 20 de elembro de 1873
Barca ingloza Uermiom me.cadorias para al-
fandega.
Lugar inglez Nacegalor mercadorins para
alfandega e niaehinismo j despachado
para conferir, no trapiche Conceicao.
Barca bgteaa Persearano* plvora ja des-
pachada para o forte do Brum, e part
deposito no mesmo forte.
Barca suea--C, D. W.-alfaa j despachada para
o caes do Apollo.
Iiii|ortucito.
Granja, vapor nacional lpojuca, consignado
companha l'ernambneana manifestn :
Algodaj 9 saccas aGoncalves 4 Irrao, 96 aCor-
valh Moraes, 76 ordem. Assucar 14 1/2 bar-
ricas a J. V. Soares.
Cafe 10 saceos a Cnnha 4 Manta. 91 a M. A.
Lima, 20 a Harismand rS La'iille, 10 a Goncalves
Beltro & Puta i, 2o a Pereira Vianna & C, 6 a
Jos B. de Castro e Silva. Cauros 52 a Bailar &
Oliveira 193 a S Leilo & limaos. 4 ordem, 15
atados c 7 OMMM a Moraes & Irmo.
Esleirs lifl masso? ordem.
FdjJo 10 saceos a Alheiro Oliveira & C.
Gomma 42 saceos ordem, 10 a Alheiro Olivei-
ra & C, 3 barricas ao i mesmos.
Sola 137 meios a Gomes de- Mattos & Irmios,
2,6% a x'oraes & Irmo, 260 a Carvallio Moraes,
280 erdem.
DESPACHOS DE EXPORTACA NO DtA f8DF
SETEMBRO DE 1873.
Pira os partos de exterior
No navio ingles Duches*, of Sulherland, para
Hamburgo, carregaram : Kelr4C. 219 sacca*
com 16.161 kilos de aljrodao.
Pa barca ingleza KMe, para Liverpool, car-
regaram : M. Latina 4 C. 498 *oaaa com. 17,322
kilos de algodao.
Ni escuna, pertugueza Christnt, para Lis-
hoa; carregaram : B Oliveira ik C. 10 euros sal
gidos com 12(1 kilos
Para os portos do interior.
Para S Lnh, na barraca. S. Lniz, carregon .
A. P. Barbosa I birrica com 30 kilos de assucar
CMMl
Para a Bahia da Tralajlo, na barcaca 6.
Kttz, earrepiram : A. P.artesa 1 barrica com
60 kilos de assucar branco ; B. J Coolho i bar-
ris com 19? litros do agurdente ; B.'Overa 4
C. 1 sftfloo im 75 kilos de asmicar branco.
Para Alajroas, na barcaru Abnmo, carrega-
ram: Gomes 4 C. 12 canas com 9 kilos de
doce; T. T. de Albuquerque i Bara:ica.com60!
kilos de asquear branco.
Para a Villa da Penba, na barcaca Unitto,
rregaraiTi: B". Oliveira & C. 1 barifl com ti
fitrns de agurdente.
tAPATAZlA DA ALFANDEGA
Readimento do di*. a 18. ., 13:9301729
Id*u do dia 19 888JU5
i4-^19>55i
Dr. Joaquina Gongelves Lima, jui/ dos
ffitos da fa/en la desta provincia d Per-
ianibiico, por sua magestade imperial e
constitucional o Sr. 1). Pedro 11, que Deus
guarde.
Paco saber ene o Dr. procurador fiscal da fa-
zenda provincial me dirigi a pelico do theor se-
guiute :
lilui. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazenda. Diz a
"azenda provincial, por seu procurador fiscal, que
sendo Roberto Leabsboir, devedor da fazenda da
quantia de 83930;>, constante da conta junta da
serie R, remetlida para a proenradoria da fazenda,
requer que contra o mesmo ou seus successores
se passe mandado execntivo para em 24 horas pa-
gar o seu debito ; e nao o fazendo se proceda pe-
nhora em seus bees quantos baslem para soluco
do principal e custas; e depoi- de depositados na
forma da lei, seja citado o executado para todos os
termos da execucio at final, sob pena de rcvelia.
Pede a V. S. assim ihe delira. -E 11. M. (E-tava
sellada com urna estampilha no valor de 200 rs. e
inutilisa Ja da forma seguinte : Recfe 28 de se-
atembro de l_872.-Gued.-s Aicoforado.)
Nesla petico dei o despacho seguinte :Distri-
buida o au'hoada, deferido.-Recfe, 31 de outu-
bro de 1872. Lima.
Em cumprmento a este despacho flora dita peti-
cao distribuida ao cscrivao que este subscrevea,
que, pascando o respectivo mndalo de penhora,
foi esta effectuada as partes da heranca que tem
de tocar as partilhas dos bens deixdos por D.
Anna Gertrudes Cordeiro Cunha ao herdeiro Fran
cisco de Paula Cordeiro Cintra a quem o executa-
do comprou, em eonse.juencia do que o solicitador
da fazenda provincial fez em audiencia do dia 12
do corrente o requerimento do theor seguinte :
os 12 de setembro de 1873, nesta cidade do
Recife, em publica audiencia que eos feitos e par-
les fazia o Dr. juiz dos feitos da fazenda Joaquim
Goncalves Lima, pelo procurador da mesma Joao
Finiiino Correa de A'aujo foi aceusada a penhora
que se segu, feita ao r >, e rei|ueren se pasesiaste
carta de edito cora o prazo legal, afim de ser citado
o executado, visto como se acba ausente em lu-
Sar inserto prr-eguindo se nos ulteriores- termos
a execucao, guardadas as formalidades do eslyto,
o que ouvido pelo juiz assim o deforio. Extrahi o
prc-ente do protocolo das audiencias c junto o se-
guinte mandado.
Eu, Jlo Vicente de Torres Bandeira, escrivo,
o e crev.
E'por torca (leste deferimento o respectivo es-
crivo fez pa-sar o presente, pelo theor do qual
lera de ser citado Roberto Leashboir para que
dentro do predio prazo da lei de 22 de dezembro
de 1761 titulo 3* 6o compareca ante este juizo,
alim de allegar o seu direito ; portanto todas e
quaesqner pessoas, prenles, amigos e conhecidos
Ihe podero dar -ciencia de todo despendido aqu
inserto
E para que o prseme conste a quem quer que
for, sera afllxado e publicado pela irnprensa.
Dado e passado nesla cda le do Recife de Por-
nambuco, aos.lo de.setembro de 1873.
Eu, Joo Vicente de Torres Bandeira, escrivo.
o subscrev.
______'_________Joaquim Gjngakcs Lima.
O Dr. Scbastio do llego Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do commercio nesta cidade
do Recife de Pernambuco, por sua Magestade o
Imperador, que Deus guarde, etc., ele.
Fnco saber pelo presente que nos termos do ar-
tigo 1. do decreto n. 1,6 lo de 13 de setembro de
1869, dentro do prazo de 30 das, contados da pu
bliiafo 'deste edital, receber este iuzo proposlas
por cartas fechadas para arrematacao por vendado
escravo de nome Francisco, com quinze anuos de
idade poueo mais ou menos, crioulo, sera offlcio e
sem achaqu, avahado por 8'K)1000. O qual es-
cravo pertencente massa fallida de Magalhes
Irmaos, e se ach dito escravo em poder de Luiz
Goncalves da Silva & Pinto, administradores da
referida massa fallida.
E para constar mandei passar o presente, que
ser publicado pela irnprensa e aDQxado nos luga-
res do costune.
Dado o passado nesta cidade do Recfe, aos 18
de agosto de 1873.
Eu, Sccundino HHiodoro da Cunha, escrevenle
juramentado e escrevi.
Eu, Manoel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
crivo, o subscrevi.
Sebastio do Beg Barros de Lacerda
Bditai
n....,
Pela inspectora da alfandega se .faz publico que
aehando-se as meccadorias contidas nos velones
abaixo mencionados no caso de serem arremata-
das para coasumo, nos lermo do cap. 6" do tit. 3'
do regulamenio de 19 de setembro de 1860, os seus
donos bu consignatarios devero despchalas no
prazo de 10 dias, sob pena de, lindo elle, serem
vendidas por sua eonta, sem ene Ibes ftqe eotn-
pende allegar contra os effeitos desu venda :
Trapiche Concelelo.
Marca SS&C o caixas vindas de Lisboa no va-
por inglez Arbitrattr.
DRALNAGE.
. 8:93J
... W>
3. duna, una dil- arrand-
FW. /jOfrancico Caraeiro Machad
'Bia.^linror, uia telboiro-queaerve
HAATIk' k -e-foxeira avahado por
"l IT^ F- Arehias Lindolplio da Silva
Mafra, moa meia-agna, arrendada
por
I. 1 G> Oaiesno, mee (a arm-
dadajior
N. 1 II. O mesmo, urna dita arren-
dada por
N. i I. O neaaio, urna dita arren-
a ri
da por
N. i K O mesmo, urna dita arren-
dada por
N. t L. O mesmo, wn dita arrenda,-
dapor
R! i M. O mesmo, orna dra arren-
dada por
N. 1 N. O mesmo, urna dita arren-
dada por
X. 7. Manoel Das da Silva Santos,
urna casa terrea arrendada por
N. 17. Iruandadedn Sautitwime Sa-
cramento los Afogados, uina dila
arrendada pox
N 23. Manoel Alves Lima, urna dita
arrendada por
Ni 27. Joao Tetxeira de Souza Lima,
urna dita arrendada par
N. 35. Bernardino Jos Leitao, urna
dita arrendada por
Largo da Malrz
N. 1. Herdeiros de Joo Cardse Ay-
res, uina dila arrendada por
rt. 3. Os mesmos, uina dita arren-
dada por
N. 5. Os mesmos, urna dita arren-
dada por
N. 7. Os mesmos, urna dita arren-
dada por
N. 9. Os mesmos, urna dita arren-
dada por
N. 15. Joaquim Teixcira Bastos, urna
dila arrendada por
Motucolomb
X. 10. Chriasto Estaucio de Lima,
urna dita arrendada por
N. 12. Jos Joatpjim da Silva Gui-
mares, una dito arrendada por
N. 18 Maria Bernardina Monteiro,
urna dita arrendada por
.N. 20. A mema, urna dila arrenda-
da por
N. 28. Arehias Liudolpbo da Silva
Mafra, uina dita arrendada por
N. 34. Guilhermina Francisca d'Oli-
veira Souza, una dita arrendada
por #
N. 36. Antonio. Jos Rodrigues de
Paula, urna dita arrendada por
N. 'i2. Maria Isabel Cavalcanto de
Albuquerque, urna di
por
N. 62 B. Jos Lucio Lins, urna dita
arrendada por
N. 62 C O momo, urna dita arren
dada por
X. 13. Maiuelfieoto de Mendonca,
urna dita arrendada por
X. 23 A. Ignacio Jue da
dita arrendada por
X. 33. Joo Saraiva de Anujo Gal-
vao, urna dita arrenda la por
X 37. Amonio Moreira Reis, urna
dita arrendada por
N. 41 Coriolaao Velloso da Silveira,
uoia dita ai rendada por
X. 45. Antonio Jun di Silva Santos,
una dila arrendada por
N. 51 Ant mi<) Francisco das Chagas,
nina dita arrendada por
.V. 51 A. Padre Joaquim Pereira
Freir, una dila arrendada por
N. 51. B. O mesmo, urna dita arren-
dada por
N. 59 B Antonio Das Caneca, urna
dila arrendad:! por
X. 59 C. Bernardino Jos Goncalves,
uina dita arrendada por
N. 67 A. Joaquina Mara da Concci-
c>i, uiua dila aixoudada por
X. 69. los da Silva Costa, urna dita
arrendada por
N. 69 A. Joaquim Jos dos Santos,
una dila arrendadada por
Travessa do Motocolomb.
N. 3. Ignacio Jos da Luz, urna ca a
terrea arrendada por
N. 5. O mesmo, urna dila arrendada
por
Ra da Paz.
N. 10. Jos dn Nascimento Albn-
querque, urna casa terrea arren-
dada por
N. 14. Joo Teixcira de -Souza Lima,
urna dita arrendada por
N. 18. O mesmo, urna dita arren-
dada por
N. 30 F. Ricardo Pantaleo da C-
mara, urna dita arrendada por
N. 30 A. Paulo Gomes de Almeida,
urna dita arrendada por
X. 30 E. O mesmo, urna dita arren-
dada por
Ra do Bom Gosto.
X. 17 F. Jos da Silva Araujo, urna
mea agua por
N. 17 G. o mesmo, urna meia agua
arrendada por
N. 17 H. Manoel Jos da Costa Ca-
bral, urna dila arrendada-por
S. Miguel.
N. 12. piphanio Mauricio d'Olivei-
ra, urna casa terrea arrendada por
X. 20. Francisco Bernardo de Carva-
Iho, urna dila arrendada por
N. 26. Antonio Moretea Reis, urna di- -
ta arrendada por
N. 64. Herdeiros de Thom Pereira
Lages, uma dita arrendada por
X. 74. Joo Barbosa Maeiel, um so-
brado arrendado par
X. 88. Padre Luiz d'Araujo Barbo-
sa, urna casa terrea arrendada .
por
X. 94 A. Francisco Luiz dos Santos, j
uma dita avahada por
X. 106. Luiz Ferreira d'Almeida, uma L
dita arrendada por
X. 108. O meamo, uma dita arrenda-
da por
N. 110. Ojnesmo, uma dita arrenda-
da por
N. Il4. Jeito Francisco da Carvalho
Andcade, uma dita arrendada por
X 114. Francisca Uuilhejmiaa da
Luz, uma
iiheruoiua da
Co , dada por
H. t. Beftarmma Mtrf daCnoei- .
cao, uma. dita arrendada, por
X. 422, Jos Januafto.CatvalUo Paes
d'Andrade, uma dita arrendada
per-
N. 148 F. Francisco Ignacio da Cruz
Mello, um lethfro qne serve da'
olaria avallado p>T.
N. 1 A. Jos de Souza Nunes Braga,
600,5000
300*000
9MU0O0
468*000
Afref. uma
420*000
444*000
444*000
72*000
72*000
72*000
72*000
72*000
72*000
72*000
72*000
60*060
2t0000
192*000
2i0*000
300*000
261,5000
420*000
420*000
420000
itojooo
120*000
240*000
12O000
180*000
192*000
2i0i0O
400*000
14i;00Q
1201000
da-
arrendada
492*000
18\000
180*000
200^000
16S*UO0
168;000
144*00
168*000
' 96O0O
144*0 0
111*000
411,000
111*000
120*000
120*000
120*000
168*000
84*000
84*000
BUSCO
96*000
C6:6oo
144*000
84*000
81*000
wimad1to.amafcdap9r '
% t* ama dtu ftrwttdwla por
N. 2^Joae.rw.MaeladoBpiritoSart>
to, a jm dita-avrendada por
43 A. Gnberme- Angosto Rodrigues
Sette, mm dila-arrendada por
N- S7.Canwllo Ljns Clieves, uma di-
ta arrendadid por
V. Francisco Borges das-GHafas,
na dita arrendada por
N. 7. Bernardino Cnpitono (yoii-
va ra, uma dita arrendada por
N. 119 F. Jos Buarque Lisboa, uma
diA^rrudada.iw^ >
L ..t Tfavejaaje S. !igue!.
N. 4 E. Jos Joaquim. C el o Braji-
do, orna ca^a terrea arrenfsl
; 4 f. O mesmo* duLdtt^af ren*-
1 da por
X.ttth**! Bermrrdtoo
dita ariendadapor
y. 8 1). O mesmo, lima dita arren-
dsrta por
\. 16. Manoel Jos'Pefeir, urna di-
ta errendadn por
N. W. O mesmo, unia'foita jlrrcnd*-
da 'por
N. 20- O mtjrft), uma dita arrenda-
da por
X 3 !>. Manoel f!y|irianoPerreinlRa-
bello, uma dita'arrendada por
N. i O mesmo, uma dila arren-
dada por
T. 3 V. O mesmo, uma dila arrenda-
da por
.Ra do Quiabo.
N. 31. Amonio Marcira Ikis.urna casa
terrea arcenda la por
X. Si. Josephjna Amelia de Moraes,
S. uma dita arrendada por
\ 56. Manoel de Cuvalho Moreira,
uma casa terrea arrendada por
X. 0. Joaquim Francisco das C
pase Silva, uma dita
por
X. 21 B. Herdeiros de Jos Francisco
do llego Baone, uina dita arren-
dada por
O. 2J D. Os mesmos, uma dila ar-
rendada por .
N. 21 E. Kauocl Metan ta. de Barros
Wanderley, nina dila arrendada
_ por
X. 21 F. O mesmo, uma- dita arren-
dada por
Ra dos Pocos.
N\ 21 G. O mesmo, urna dita arren-
dada por
N. 2. Antonio Moreira Reis, uma ca-
sa terrea arrendada por
N. 4.0 iivsuio, uina dila arrendada
por
N. 22. Luiz Manoel Rodrigues Valon-
ea, ma d ta arrendada por
X. 24. O mesmo, nina dila arrenda-
da por
N. 2'"- A. Joo Paes Brrelo, uma di-
ta arrendada por
N. 21 B. 0 niesmti, uma dita arren-
dula por
N. 21 C O mesmo, uma dita arren-
dada por
X 21 '). u mesmo, uma dita arren-
dada por
X. 32 A. Paula Maria do EspiritoSan-
to, uina dita arrendada por
N. 31 A, Antonio Correia, uma dila.
arrendada por
N. S A. Thereza Maria de Jess, uma
dila arrendada per
N. .o II. Manoel Jos Per-ira de Car-
mino, nina dita arrendada por
X. 7. JuAo liento Lagos, urna dila ar-
rendada por
N. 9. 0 niesmo, uma dita arrendada
por *
X. II. O uiesno, urna dita arrenda-
da por
v'l* teceo do consulado, 19 de
1873.
0 chefe,
.4. W.IP. a.nJrira A. de Vasconcellos.
mtenn
M8J8O0
14**000
84*000
240*000
120*000
321000
965000
IfOjOutft 3T turras do fatatom # eeniioM-os de lorflH
i aaJS' dc 8"M** i fioiiiaHlbcriba nreto ou
Bae outra madeira de qualidad, com 16,5 mctriwi
Iros em uma peuta c
de azele do p#ixi', JO
_ com braijo, 400 melrea
de-baelifh, 10-duias d bmhas para pintnra,
OOWHHrnj'^-eal brande, t vefoes de enere de
m.0.010 20 varoes dilo de m.O,43#-15 vares dKo
1 '.W 'l? var6w mt"de -019' W caibr09 *
rjOelidadc- le m.OJB, ao.OOO estotiarr, 100 kilos dc
fto de vela, 2 kilos de fio de t, 200 kiKis de gwso,
r 'rosJe cerozene 25 livros em branco pauta-
do de 200 folbas, 23- livros dito de 50 ditas, 25
h\Tos dito do 2"? ditas, li moinhos para caf, 50
resmas de papel pautado, 50 ditas de papel liso,
40 grosas de pennas do ac, 200 kilos de eraoos
de ferro- de m.0,88 a m.0.44 de dimetro, 200 kilos
de prego dito de m.0,13, 1,000 parafusos da metal
"rudo*, 4u de m.0,38 a m.0,44 de dimetro, 100 saceos de coo- -U(l0 8 *
duegao, 15. kilos dfe tachas ae cobre, 6 duzias de panbia (o!
David "Hift
Pnmeffal^^l
setembro de 4873.
: 000*00
3;ooi>*i!&T
rffcial, 1? de
60*000
60/000
120*000
120*080
oaooo
60*00
6OJK100
0*090
60*00
60*000
72*100
300*000
264*000
120*000
96*000
1414*000
120*000
121*000
2401000
1(8*000
108*000
4i 85000
109*000
72*'00
*2*0 .0
72*000
72*000
408* 00
210000
964000
120*000
72*000
72*0 0
72OO0
scleinbro de
A compa|
ligo 24 do^
nhecimento de
rrecoamvala
refnlarrrenro
i MI
THEREZA
mto do-af-
quam mteusar .
Art. 24?O&aiiqWr^hmfcM acerca v
servico publico rw partleeii1 qherTnofort*Hillii
te d'agoa, quer relativor**- illuniinar-n, jn w-
rem allerniidaH determ ser- itai vor eikrM), oV
See.o 2\ -Secretaria ia presidencia de Per-
nambuco em 19 de setembro de 1873.
EDIT-L.
Por esla secretaria se f*s p-iblico a quem inte-
resaar p^ssa, qne serventa dos o.Tl'ios de 2o ta-
belo e esenve do civel c mais tnnexos, do ter-
mo de Harrearos, concor -..-rain os -. oadaos seguin-
tes : Bernardino de Senna Wandorley, Benjamn
Ismael Alvares des Santos, Francisco Antonio
Lopes, Jos Antonio Pereira Jnior, Manoel Ac-
cioly autiago Ramos. %
A cama a municipal desta cidade palo presente,
convida aos pr-;lo,id'"i'os ^rrcmalajo do im
posto de 60 rs. por caaa pe de coquer i ao prj
lacio, exceptuando ps para o uso do proprieta w
pela quantia de 450*0 0 ; C bern assim o rnposto
de 12(1 rs. por cada carga de farinha o L^gumes
vendidas nos mercados pblicos das freguezias de
S. Jos e Roa-Vista pela quanlia ar.nual de ....
3:051*000 para anreantarein at o dia 21 do
c nenie, as suas hbil '..toes, afim de poderem 1-
cilar.
Paco da cmara municipal do Recife, 15 de se-
tembro de 1873.
Theodoro Hachado F. Pereira da Silva.
Pro presidente.
Pedro de Albuqueri/ue Altra*.
__________ Secretario.
Pela thesouraria proviu -ial se faz publico
que foi transferida para o da 25 do corrente a
arrematacao do sitio dos Remedios pela quantia
de 3:750*000.
Secretaria da thesouraria provincial dePernam
buco, 19 de setembro de 1873.
O oicial inaior,
Miguel Alfonso Ferreira.
Pela dMkOoraria provincial se faz publico
que foi transferida para o dia 25 do corrente a
arrematacao lo fornecimei.to de almienlaco e
dieta dos prezos pobres da casa de detenco no
trimestre de oulubro a dezembro prximo vin-
douro
Secreta-ia da thceou aria provincial de Per-
nambuco, 19 de setembro de 1873.
O offlcial-inaior.
Miguel Alfonso l-'erreira.
Ueoas de cedro-de m 0,07, 20 dBzis de ,Taboa:
drto de m.0080, e 4 kilos de verottlhe da Chi
Sala das sesses do conselho de compras
marraba de Pernambuco,^* de seterobr > de
O secretario
___________Alexandre Rodrignes dos Anjc^*~'
Masillado de PrlugaE
Sao pelo presento chamados es credorea de Ma-
,noel Jos Pinto e Jos Martina, para apresentarem
na chancellara desto consulado, dentro do prazo
de lo dias, da dala deste, mas contas para serem
verificadas o nagas, segundo a (ore dos eBOofios.
Recife, 20 de Miembro de 1873.
'Companha Ferro -Carril de
PemambiiQo.
De amanhl em diante o servico dos earro
(bomfe) desu cumpanhia para as hnhas da Mar
dalcaa, FernanJes Vieira e Sanio Amaro, ser fe-
to p la ponte da Boa-Visij.
ftecife, 1'7 de setembro de 1873.
O gerente,
.____________________G. A. Sclimidt.
HOSPITAL MILITAR
Precisase contratar para as dictas dos doentcs,
racoes dos empregodos do mesmo hospital, o
fornecimento dos gneros abaixo declarados, du-
rante o irimcsoe de outuhro a dezembro do cor-
rente auno, a saber :
Aleiria.
Araruta.
Arroz pilado.
assucar refinado.
Batatas mglezas.
Bolachas.
Bolachas inglezas.
Banuias.
Iliscoulos.
Carne de vacca.
Carne secca.
Carne de porco.
Chi hysoa.
Caf muido.
Doce de guiaba.
Farinha de mandioca.
Feijio mulatinho ou preto.
Gailinhas, uma.
Lenha, achas.
Laranjas, uma.
Manleiga ingleza.
Manteiga franceza.
Maruieladi.
Macarro.
Pes dc 114,752 sraniuias, um.
Sal.
Tapioca.
Toucinho de Lisboa.
Vinagre de Lisboa.
Vkiho de Lisboa.
Vinbo do Porto.
Ovos, um.
Todos estes gneros devem ser da 1/ qualidade ;
a ca ne verde nao deve conter no peso quo se pe-
dir mais do 5." em ossos; e todos 4o medidos o
pesados p-|o system.% nllimamente adoptado.
Contrata anda o mesmo hospital para os doen-
tes e para o referido trimestre :
Sanguisugas de Hamburgo.
Lavagem e concert de roupa.
e-mrala se igualmente o fornecimento dos ob-
Jectos abaixo declarados para o expediente da re-
partico, a saber:
Penas de ac Perry, caixa
Lapes.
Caetas.
Caivetes.
Popel greve pautado e liso, resmas.
Obrejas, paes.
Tinja vilela da verdadeira.
Goma arbica, frasco.
As pessoas que quizerem fornecer os objectos
cima mencionados, aprosentem na secretaria do
mesmo hospital, no (lia 22 do corrente pelas 11
horas da raanb, suas proposlas em carias fecha-
das, e as respectivas amostras.
Hospital militar de Pernambuco, i7 de setem-
bro de 1873.
O escrivo,
A relino Pereira da Cun'ta
id
to das 7 horas da rae
01 inda, 17 de seteiBtirv
J
M
orfc da enm-
iiagres,* fllarianf-
V*dai*|de.
fpjftTi-.,..,-
?4KfiP,e:
(.ampo.
Balita Casa de Misericordia
do, .%fij^
*~
A junta administrativa d> AMa' Caaa de Me>
ricordia do Recife, devj^niehle aulorisada pela
jnesa da danta Csa.de Misericordia da Babia.
recebe pripostas panAiViMid. lar irw <-:Ms ter-
reas que-ponto aiaflat oWfMailM<>-%> pro-
vincia, de ns. Bi, Ufo e 118, sitas na dc U-r-
tas, luje do'Coronel Suassutia.
Secretaria da Sania- Gasa de Miser;<-.lrdw Ja
Recife, 12 de setembro dc im.
O e>t**..
_______ Pedrq Rodrigti..s do S,Ma.
Eslratla de Ferro h-
raense, u Para.
Tundo a assembla geral dos aeeienMlM da
t'ompanhij Urbana daEsfrcxia Ferro Pararme,
autorisad a venda desta, empreza, a cummiss.
ebria pata et tim metiera poipusfae ptfr
compra da mesma ale o dn !0 -fe eveatr prn
ximo, no Para, podendo os pioponentes obter des-
de j as circulares, e OxaminarenY :os estorato^
bem como os relatnos da rompan' i, de W,
1874 e 4872, no escripli'to do L'"gl'-h Cank o
Rio de Janeiro mited.
Companha de seguros utili-
dade publica*
Os senhores accionistas sao convidados a com
parecerem a reunia de assojiblca (feral desl
rompanhia, em seu Cscriplorio Vrua do Vigar
Tenorio n. 6, segunda-feira ti' do curren-te, a I
hora da tarde, para assisiirem a leilurs do pare-
cer da commissao de exame de contas.
Recife, 16 de setembro de 1873.
Os directores
Candido C. O. Al-adorado:
_____________Frani-i Hospital Portuguez der Be-
neficencia
buco.
em Pernam-
cUBACOES,
CONSELUO DE COMPRAS DO ARSENAL
HE MARINUA.
O c ii i m-I lio contrata uo dia ti do corrale mez,
sob as coadi.oes do cstylo, e a vista do proposta
72*000 rrcebidas al s 11 horas da uiaiiha, o-forneci
ment n-'trimestre prximo vindonro de outuhro
72000 a dezembro,- dosobjoctjs de fardameuto, segnin-
tes:
444000 Para aprendizes artiaces.
Bonets do uniforme, bonets 'o serv {o, blusas
de lirim branco, blusas de algodo azul, blusas de
2i000O* panno azul, calca* de briui branco, caifas de al-
Sodao aaul, camisas de algodaminho, cobertores de
i, cobertores de algodo, oinlus de cauro branco
invemisado, calcas de panno azul, colcho* de
420COO Hnho cheio- de pallia, fronhas d..- alg idiffldnho,
ten os d"seda prela para grvalas,. lencdes de
12)^000 algodozinbq, apattk'S, saceos de guardar roupa e
travesseiros de Urtbo clieios "de palha.
240*000 Para artfices avulsos.
Blusas de panno auil, blus lo azul,
calas de brm hraRco, cuijas de panno azul, ca-
i44#000 misas de aigodaotinho e cintos de coure branco
nvernisa
600*000 ara nperiae* nturinlmros, apreiidzeik ditos e-
rjpbagem,
408*fO> Booet de pao azul ferele, farlas de dilo,
calcas ikdito, cvnisas oe brim braueo, caloa* de
96*00) llanella azul ferrete, camisas de dito, calca* de
bra branca, colc oes e Imlao cheios do palha,
96*000 ooberiure de la, leo-.-os de seda iieU paragrava-
ta, saoaloe* saceos de mariohaiem.
72/000 Aikertose ijue os objectos ii; Tai di,uento sio
de conformidad eoia o plano da uniforme nio-.
da lo nliunauttftte observar, o qual.acha-so nesta
1201000 sei;retaria.pani ser consu quem queira
-pfonnrte ao foroecuflH
96*000 Contrata mais o coanoft e fi rnecimouto em
^^Rnavios da armada 6 siabelecimeo-
de carvlpj)roprio [jara ferreiro,
Hoflado, telbas e tijotot
_____H0 promove a compra
JBHS da armada, seguales:
limas chatas, quaYadas meia. ca
71*000
i20*000
Consulado provincial.
Foce sciente aos difieren tes coniribuintes de im-
postes provinciaes, relativos ao auno lindo de
1872 -73, que feeha-se definitivamente no dia 27
.do corrente o recebimento nesta roparlicao lis
quntas ainda nao satisfeias dos mesmos impostos:
e, terminado este prazo, ser a cobranca enee-
tuada ptjr va jud cial com a mulla de 9 0m e
e rddi.o das respectivas cusas.
Consulado provincial, 5de setembro di 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Bios
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junto administrativa da Santo Casa de Mise-
ricordia do Recife autorisada pela presidencia da
provincia, afora os terrenos da propreda^e que
pos-sue o patrimonio dos orphos, no lugar da
Tamarinera, por preco nuuca interior a 20j rs.
o palmo.
Os pretendentes devero indicar no requer
menlo o numero de palmos.que quizerem e diri-
gir sea esla secretaria, onde sero declaradas as i
condicoes do aforan.euto.
Sejretaria da Santa Casa do Misericordia do
Recife 12 de setembro de 1873
O escrivo,
Pedro Rodrigues de 8ouza.
Pela administraco dos correins desta pro-
vincia se faz publico que no dia 49 de oulubro dol.
corrente anno ter lugar na mesma ieparlicao o
concurso para provimento dos lugares de seis pro-
denotes, creados pelo aviso de 2o de agosto do dito
auno, na conformjdade do disposto no artigo 2 do
regulamenlo approvad'i pelo decreto n. 4.743 de
23 de junh de 1871. Os candidatos devero a pre-
sentar al o dia 16 do dito mez, folha corrida, e
certido de bautismo, afim de provaiem nao serem
menores de 18, nem maiores de 30 annos dc ida-
Je ; o concurso constar de exercicios de ealli-
graphia, ortographia, arilhmeuoa, cnmprcliendcu-
do o uso do sysiema mtrico e nocoes geraes de
geographia, como tudo disooem os artigas 38 o
40 do reculamente de 11 de abril de 488S. O eo-
nhecimenio das lingnas estraogeiras dir direito
a preurencia.
O.rreio de Pernambuco, 19 de setembro de
1873.
O administrador interino,
Vicente Fereira da Porctuncui.
A unta administrativa, solemolsando o Ift*
anniverssrio hx instatfocao iie>to hoopitaL onroa
celebrar no Aimingo 21 do .frrente, s 1k^
da manila, uma missa canradn em a -rHo de va-
cos e em louvor a S. J.o -e Deus, pairene-oY
hospital.
O estalielecmienlo estar franco a l da as pes
soas que o queiram visitar, desdo s 9 horas dai
macha at as 6 horas da tarde,
Secretaria do Hospital Portuguez de BencGaen-
cia em Pernaml.uco, 16 de setembro de 1873.
I. /. l).:,-iat
Secreiari'.
~COijWUIIA
dos
TKILHOS URBANOS.
DO
p Olinil.
Xdo se loado verificadu
a nssembla gerirl con-
vocada parn hoHtem 16
do ccrrenlo, afim de
proceder-s a eleiolo da
n va din ctoria o milis
em coiisequeiii ia do nao ha
numero legal; de novo
na, triangulares, chatas de niela cana, c rameas,
faoccionanos
vr comparecido
sao coirvidados os Sre. acciotiistas para nova
rounio quo se elTccluar no logar j (lesio-
nado )) dia 23 do rorrentu 'pelas horas
da tarde, certos de que se constituir n as-
sembla com o numero que comparecer, na
forma do art. 11 dos estatutos.
Escriptorio da compiilna 17 de setembo
de 1873.
Joo Joaquim Alves,
1." secretorio.
Obras militares.
Km virtude de ordem do Exm. Sr.< presidenta
da provincia acha-se de novo em concurrencia a..
execucao das obras precisas na fortaleza do Bnim,
c da caiadura e pintura da casa, em que reside o
director do arsenal de guerra, tervtndo de base os
leos offereeidos para estas.de CoOiOOO, e para,
aquellas de 3:7500OO. A' io do corrente ao
m*io dia devem, por tonto, os pretendentes apre-
senlarem se com suas propostrs em carta fechada.
na repartico das ohas publicas, onde estn *
respectivos ornamentos para serem examinados.
Recife, 19 de setembro do* 1873.
O engenheiro,
Chryssolito P. de Castro Chaves.
Correio geral
lclaco dos objectos registrados existe,
na administraco doscorreios desta pro-
vincia, para as ^pessoas abaixo desla-
vadas :
Antonio Fernandes M, (2), Augusto Lobo Sqo>i-
ra Thedim, Antonio P-rsira. de Castro, Ciain.
Chr.spiniano Buarque de Mando, l'irniino Thpiv
tonio da Cmara Santiago. Francisco Luiz- Otorio,
Francisco de Paula Cahral, Fiaoc.i-.o da Bocha
Cavalcanle, Joaquina Mara o Nascmeato, Joa-"
iuim Marques Soares, Joo Coelho Monteiro da
Franco, loao de Campos .arvalho, Mana da Gl -
ra de Araujo, Malinas toarlos de Araujo Mae. I.
Manoel Jos de Oliveira Maia, Manoel- Manins de
O llamos, Rodrigo. Flviro de Mello, felesphoro
Marques da Silwa Jnior.
Administraco do correio de Pernambuco, 15 d-
setembro de 1873.
Jos Candido de Barros
Encarrepad do registro.
|
m


II

CONSIJI.AO PROVINCIAL.
De cooformidade com o resolvdo era sossao de
4 do corrente pela Illma. junta da thesouraria
provincial, e communicado esta- administraco
por portara do Illm. Sr. inspector um data d S
do incsmo mez, fa.-n publicar a nota em seguida,
chamando os individuos nella nomeados para vi-
rem recelher adifferenca do impnslo sobre joa-
lheiros,.relalvo ao aonoMlndo de 1872 a 73, e cons-
tante da mesu a ota, at o dia 27 deste mea ;.e
era caso de oooisso ou resistencia ser remulli-
da essa diiida para ser cobrada judicialmente
Cansulatlo provincial. 12 de setembro de 4S73.
O administrador,
m A. Carneiro Machado Ries.
Relaco dos joalbeiros qne de menos pagaram
o ifnpato de 2:UOU por mascatearera na pro-
vincia no exercic Codo de 4872 a. 1873 ; difra-
renca quo se deu em c usequencia da lei n 1081,
art. 16 $ 41 publicada no jomad offlcial, ter or
erro! consignado o quantum de ^OOO.qnandr-, fora
votado aqueUe cima indicado, e acha-se na le
do orcameuto colleccionada.
A saoer:
Poraes dos joalheirosv Resto a pagar.
Pedro Altlo 1:0004000
Phelipp Leen Ploo 1:000/1000
T1EM10
empsisa
Quinto espeeiaeilo
DA
REAL
CompaMliia Japoiieza.
COM O C0NCUR5I0 DA
mmm mmm.
DIVIDIDO EM
Tres partes.
c
-
-*-.......
J.....



Diario de Pernanibuco Sabbado 20 de Setembro do 1878.
\
Artistas japn
Para Lisboa
exccatada ja
cooi presteza
y.
restitulado-as depou lodu enfadas.
A escada trplice
Sorprehendenfe trabamo de equiffcrle,
lado pelo primeiro jbWmtsU ^
t Satsuma's
terminar o espectculo eom a comed ein t
MI:
0
i
OH
0 morlo embargado.
Principiar s 8 l|S horas.
AMAH
Domingo 21 do correte
Na. Imperial fabrica de eerveja ra do Baro
des. Borja, hovera s i l|2 horis da tarde urna
extraordinaria func.-o, tendo direito o ex peda-
or a um copo de ipjalquer bebida que a fabrica
eoetoma expor venda.
Entrada IJ000.
Reservados OOO.
Assim como outra s 8 l|i da noate
GIMSIO DRAMMIO
Bm tres acto* e funecionando com qnalquer
.r
1
O
tempe.
AVISOS MARTIMOS
prelenlf sogn'r c < < iic demora a escuna por-
-tCkii.>, -. i ciaste, capitio Loureira
por ter a inaior \< no jado; e para, o icsio que Iho falta trata-se eom o*
oo asignatario Joaquim Jos Goncalres Betaio 4
Pilbo, 4 ra dojiaiiiiiiercio n. 5.
.Rio-
Para o J$o-Grandc do Sul.
Pretende seguir com milita brevUade e palha
bote Rosita, por ter alguuia carga tratada e para
a que Ihc falla traa-se com os consignatario:-
i-.'JMiukii Jos (fOUQ.ilves eltrao & Fiiho : ra
di CoBimcrci n. 5___________________
COMPANHA l'KHNAMUI.t^.NA
DM
liaver;arSo coteIra a vapor.
MACEl, PENKDO t ARACAJtl'.
vapor Munduk,
e.ommandante Julio,
seguir para os por-
tos cima no da 30
do rorrente, s 6
horas da tarde.
Recebe carga al o da 27 do eorrente.'encom-
mendas at o da 29, passageiros e dinheiro a fre-
tc at as 2 horas da tarde do dia da sabida :
escriptorio no Forte no Mallos n. 12.________
tX)MI'ANHIA PERNAMBLCANA
DE
Wavcgncilo costeara a vapor.
ARArlYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACk
TY, CBARA, MANDABU' E ACARACU'
O vapor Ipojuca,
commandante Moura,
seguir para es por-
tes cima no dia 30
do corrente, s S ho-
ras da tarde.
Recebe carga-at o da 27 do corrente, encom-
mendas al o dia 29, pasagens e dinheiro a frete
at as 2 horas da urde do dia da sabida : es-
criptorio no Forte de Mallos o. (2
Escraw fagi.
300$000 de, gratifica^
Auaeniou-se desde o dia 13 preto d nome Alfreda rtpreiwnu ter de 30 40
anuos de idade ; eate pitle purfeil coininholro.
bUMH alto e bem magro, pouca bario, onV-
graodcs, e mullo ladino; cousta-meipie lem pai oo
enflMno do Sr Lul de Catar em S. Lrurerteo da
Malta, este pre|o foi eoozinlte.ro do negociaiit.-
ftalHano A Catroe o Sr. Jos Joaquim liincalrvs
Bastos :i|iier me paiecrr que este pretu etejaalii'
pado em alguin hotel on casa parbcuinr nesta c-
dade, n.ii>o forro. Pede se a todas as autoridades
6 eapities de camp> qno o deseohrindo o t agam
ra Duque do Caxiae n. 91, loja de iiiimieu do
Rival Son Segundo une s.-r gratificado e>n
quantia cima.
- COSE-SE, LAVA-SE E ENtiOMMA-SE eom
nerfeicao e barato : no pateo do Paralizo n. W.
Y
ugio
Acha-se fgida desde o dia 12 do correnu a
escrava de mmie Justina, com os signaes seguin
tes : altura regular, cor bem preta, bem parreida,
denles alvos, olhos prelos e um pouco grandes,
tem ol ar espantado, ps um pouco redondos e
indica ni lerein em lempo mo trato; fui escrava
de Manoel Soares Piubeiro, desta cidade, e natu-
ral do Rio Grande do Norte : quero a pegar le-
ve-a rasa de seu senhor, na Capunga, ra das
Pernaroiiucanas n 12, donde se ausentou, e no
Recite, arco da Conceicao, loja de o un ves, que
er generosamente recompensado.
Ompanli
;ii\
iu Franceza de navega-
Cao a vapor
Linha nienml entre o
Havre, Lisboa, PerUan huco, Rio de
Janeiro, (Santos, soniente na vol-
ta ) Montevideo BuenosAyres,
(eom baldeaco para o Rosario).
STEAHEU
WAAM lla BAHA
Commandante, Robert.
E' esperado al 22 do corrente, e seguir depois
da demora precisa para os (torios do sul cima
indicados, entrando denlro do porto, quer na vin-
da da Europa, qo'er na volta.
Relativamente a frete?, eneoumeudas e passa-
eiros, para os quaes lem MceQentes accommn-
aeoes por preQos reduzidns, traM-M com
OS COttSIGNATARIOS
AUGUSTO F. U'OUVEIHA A C.
42Ruado r.ommerco Entrada pela ra
to Torns.
mmk\m -
DE
NAVEGACAO R.AHIANA
UHTABA
Mnecia. Pncelo, Aracaj
e Babia.
E' esperado ate o dia 26 0u 27 Jo corrente tos
portos cima o vapor Goncalres 3httn$, que . guir para os mesinos no dia scgun(c ao de toa
chegada
Recebe carga, pasaageiros e dinheiro a frete : a
tratar com os seas agentes Antonio l,uiz de OH-
?eir Azevedo c C, ra do Boni Jess n. 57.
Real companha de paquetes
inglezes a vapor.
At o dia 27 do corrente espera-se da Europa
o vapor inglez fioyn, commandante F. Reeks,
o qual depois da demora do co'stume, seguir para
Buenos-Ayres, tocando nos portos da Bahia, Rio
de Janeiro e Montevideo.
No dia 28 do corrente uajara-se dos portos do
sul o vapor inglez Neva, commandante H. Bax,
o qual depois da demora do costme, seguir
para Southampton, tocando nos portas de S. Vi-
cente e Lisboa.
Para fretes, passagens etc., trata-se na agencia,
ra do Cummerck) n. 40.
Alugase um grande, sobrado com grande
quintal murado, cacimba c fructeiras em bi-m es-
tado, em ulinla, no pateo de S. Pedro-novo,'sendo
o meihor local para o recreio da festa : no Recife'
na travessa de S. Jos n. 35, 2 audar.
Saques para l'idas ;s ciilades p
villas de Pfrlngal.
Carvalho Nogueira, saccant sobre O
banco commercinl de Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades villas de Portu-
gal, qnalquer quantia vista ou prazo e
por todos os paquetes: ra do Apollo
n. 20.
Nenhuma machina
Singer legitima se
nao levar esta marca
fixa no braco da ma-
china.
Para evitar
faccoes notem-se bem
todos os detalhes da
marca.
LEILOES.
Lfl
DAS
seguintes mereadorias viudas pelo brigue
sueco Olatts, rapito Linde.
SEGUNDA-FETRA 22 DO COBRF.NTE
A's I I horas I i mntiha.
No armazem n. 6, praga do obelar, Fra
Je Portas.
A SABER:
quartolas vastas, taboaa e pranch5es de pinho.
barricas com farinha do trigo, saceos com arroz
c ditos eom eevadinha.
O agente Pinho Borges levar a leilao as referi-
das mereadorias e mais arligoa cima, i or conta e
risco de quem pulencc-r. -
J. Dhibil de Pars
Constructor e aflnador de pia-
no*.
Kx-afinador das antigs e afamadas casas
Pleyel e Hertz
e antigo director das oflicinas da casa
Alfonso Bloudel.
33Ra do Imperador33
Tem a honra de declarar ao respeitavel publico
desla cidade. que lem aberto su* casi de concer-
t e aGna<;5es de pianos, quaLiuer que seja o s-
lado do instrumento : ra do Imperador n. 33.
Criado
Na ra da Alegra n. 40, precisa se de nm
criado que d fiador de sua conducta.
Aluga-se o sitio n. 4 na travessa do Cadel-
reiro, freguezia do Poco da Panella, lodo murado e
portAo de ferro, casa com 2 sala? e 4 quarlos, e no
pavimento terreo I quarto com escada pan o so-
to, com 2 janeilas nos oiloes, i salao e 2 quarlos
no dito solo ; o sitio o arvoredos esto liinpos,
tendo urna cacimba de boa agua : a tratar ua ra
do Visconde de Albuquerqne n &, 2* andar.
Leilao
DE
as
zas
$eguiida-!crn *8 de Nctcmhro
Bastos i\ Silva levaro a leilao, por ntervencio
do agente Pinto, um completo e vanada sortimento
de fazendasnplezas, franceza?. solssas e allemaes,
existentes em seu annaze'm da na da C-idda do
Recife n. 2. as qoaes sarao vendidas para fecha-
ment de, eonlas, em lotes vontade dos compra-
dores : eaparam a concurrencia de scus freguezes
e amigos.
O leilito principiar s O horas.
PACIFIC STEAII HA VIGATIOH COM
PAHY
Linha qninzcnal
O PAQUETE -
OOTOl'AXl
esperase do sul at o dia 26 do corrente, e de-
pois da demora do cnstume, seguir para Li-
Terpool, via Lisboa, para onde receben passa
geiros e carga a frete.
OS AGENTES
WHson Rowe A. C.
tiRA DO COMMERC.I14
(l
.lVH'SO >
in^ao
Offerece se uirra sentwa nortugueza recente-
mente chegada para ensillar meninas em algum
engrano, mi nesta cidade, ensinando instruccao
primaria, bordad >s de todas as qualidades. flores,
etc. : qnem precisar dirija-se a ra da Impera-
triz n. 'i, loja.
Anua Emilia Casco
Pedro G. I'ereira Cascao, cumprindo um grato
e piedoso dever, convida as pessoas da -loa ami-
sade ara faserera o caridoso ibseqnio de assis-
lir as missas que, por alma da sui presada e
chara esposa, Anua E. Casco, manda celebrar
na igreja matriz da Boa-Vista, as 7 l|2 horas da
manila do dia 20 do corrente m z,.!" annivers;,-
rio da seu fallerimento.
Pacific Mean. XavigaliuD Cumpa)
l.inlia |iiinzenal
0 PAQUETE
.\
espera-se da Europa at o dia 28 do crreme,
e depois da demora do costme seguir para o sul
do imperio, Rio da'Prala e cosa do Pacifico, para
oade receber passageiros, encommendas e dinhei
xo a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
14RA DO C.OiMMERClQ14 _
COMPAMHIA i'EHMMBUCANA
DE
Naveajactfo costelra a vapor.
MAMANGDAI'E.
O vapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o porto cima no" dia 27 d<"
corrente, s 8 horas da urde
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiro a
Trete at as 2 horas da tarde do dia da sabida
sacriptorio no Forte do Mallo? n. 12.__________
Avisos martimos
Natal, llaco e Mossor, vi sshir at 25 do
torrente, o hiate Mor da Jardm, j tem parle da
carga, e para o resto, trata-se na ra do Vigario n.
33, com Joo Jos da Cunda Lagos, ou com o mes-
are no trapiche Dantas.
r
Joaquim Rodrigues da Costa San-
ios manda retar una missa pelo
eterno devaneo da alma de seu
soc'o Manoel de Araujo, segunda-
feira 22 do corrente, s 6 horas da
mauba, no convenio de S. Francis-
co, e pede ao> seus amigos c do
finado que ihe honre este acto de religao e cari-
dade.
O desembargador Jos Nicolao
Hegueira Cosa, seos filhos e ora,
agradecem a todas as pessoas que
se dignaram assislir aos suffragios
e arompanharao ceniiierio publico
os re-tos morlaes de sua presad-
sima cunsurle, niii e sogra D. Jo
sepha de Menezes Vasconcellos de Drumraond Cos-
ta ; assim como Ibes pedem o caridoso obsequio
de assistirem as missas que se bao de celebrar por
sua alma na matriz da Boa-Vista, s 8 huras da
manh do dia 2:1 do corrente.
PK0GRAMMA
DA
Festa do Glorioso S. Sebas-
tio
Que se enera na matriz de 1W.
S, da Pas, cna Afogades.
Domingo 21 do erren te s tt horas da manha
entrar a festa com a pompa e brilhantismo cos-
Inmadoa, endo pregador o Rvm. padre Grego.
A' tarde sahira em procis.'Ioa veneranda ima
gem, qi.'e percorrer as principacs ruaes da fre-
guezia.
A's i hi ras da ooute entrar a ladaiuba, sendo
o oregaJor o mesmo Rvm: da festa, flnalisando
u da a festa com um pequeo fogo artificia I.
* Urna banda de msica losar em todos os ae-
lo da festa.____^ _______^_
JTra lomem de idado, de roa conducta, se
offerece ,oara ir para os anahaldes desla cidade
tomar ft.nta dequa'quer e^talielecimento, podendo
tambetn ensinar a .--guns meninos as primejras
iettras; tambein serve para lomar sentido e ad-
minisffr slgm iiHn : (.''i'm drejsar anrruncie,
que se faz negocio commodd.
Cjisfillono uu'
DO
I>r. lluiilio.
RA n,\ CRUZ \. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chcga lo da Europa, i.nde fre-
quenlou os hogpitaefl de Paris e Londres
pude ser iimcarado a qualquer hoiado
- Luiz Espindola de Raslos tem urna carta na
roa do Vigario n. 7, primeiro andar
- Aluga-se mi vendo se urna (asa com 3 ja-
neilas e urna porta de frente, 2 salas, 1 gabinete,
8 quarlos, cozinha, urna estribara, quintal mura-
do cun porteo, e tendo aim disto dous copiares,
um na frente e outro airar, situada na iha do
Retiro, margem do uadavej rio Capibaribe : a
tratar na ra do Arago n. 12, ott na do Duque
de Caxias, loja n ".'>.
- Aluga-se um sitio com bacantes arvoredos,
boa casa de viv-uda, com banbo doce e salgado
prximo ao momtu sitio a tratar na travessa da
Madre de Dos n. 12.
8
.......
iba ouda iMute para ohjecto de sua pro- *L
Q fiss.o. M
F\ Consultas do meio dia s duas horas p,
M\ da tarde.
rft. Gratis aos pobres.
g Especiutid sr.=Ho1estiafi da pelle, de
rrf crian'.a e de mullier.
"J Emprega do tratamenlo das molestias
F?i do sua especialidade as duchas fras e
hanhns a vapor, para os ipiaes trouxe
r' os appareihos mais modernamente em-
'f*\ pregados na Europa.
M, Tambem apuiiea eom grande proveilo
p. no traiimeiiio das nv.lotias do tero a
jf, ejectrieidade, pido processo do l)r. Tre-
V pior. Cura por um processo inleirareenle
rJ novo as bmiuirrliagias e sobre ludo a
VBoita militar) dispensando as injeceoes.
O abaixo assignado declara, que ninguem fa-
ja negocio sem se entender com o mesmo abaixo
assignado, acerca da taverna da travessa do Livra-
ment, esquina da ra do Fogo.
Francisco lavares da Costa.
MACHINAS DE COSTURA
A MACHINA
1)E
SINGER MANUFACTURA COIWPANY
Machinas vendidas em 1871. 181,260!
Excesso soiire todas as oulras companliias. 54731.
De certo os nossos lehores ho de perguntar se isto no jactancia e ostentarse
A isso responrleremos que estes algarismos e os dados abaixo sao recompilados so!) jura
ment, pois foram tirados dos relatnos ofliciaes dos diversos fabricantes de machinas do
costura nos Estados-Unidos.
Em 1870 vendeua Nin^er Manufaeturing Company.
126,t 67 machinas mais do que a companha Tarhom.
125.A13 Finlile e Ivon.
12i.273 i Duas machinas imperiaes.
122,027 Aelna.
li8,921 Gold Meilal.
113,260 H American Button hole.
!l(i,173 K Florenee.
98,831 H W'ilcot & Gibbs.
92,831 l< Weed.
70.31 lirover & Baker.
52.677 llowe.
44,625 1 Wheeler & Wilson.
Os algarismos que cima apresentamos mostram prime-ira vista o" maravilhoso
crescimento da Singtr Manufacturing Company, e mostra que todos os seus rivaes fica-
ram muito atraz delles, e que a fama e popularidade destas machinas vai sempre cres-
cendo e estetidendo-se mais a fhais.
Nao possivel negar que esta superioridade as vendas devida superioridade in-
contestavel destas machinas, porque o publico, o juiz mais imparcial nesta materia, sabe
logo discernir a machina superior das inferiores e das imitaedes.
Ninguem recusou- a estas machinas urna grande superioridade, porc-m militas casas
de machinas tinham por costume dizer que estas s serviam para fabricas e que nao cram
proprias para costuras de familia. E' um erro manifest : Singer, Manufacturing C,
fabrican) mais de vinte qualidades de machinas, desde a machina que trabalha a nio e a
p at aquella que serve para o mais forte trabalito de selleiro e correeiro.
A machina de costura de familia tem sido o maior triumphoe a extracc,5o fiestas foi
to grande que hoje vendem-se ellas por 80JP000, quasi a metade do preco por que foram
vendidas o anno passado.
Hoje a Singer Manufacturing Company fabrica 5,000 machinas por semana, e ,
gracas a esta grande fabricado, que ella pode hoje satisfazer as importantes encommen-
das que Ihe sao dirigidas de todas as partes do mundo. No Brasil existem numerosas
agencias que a ella s constitue nm importantissimo ramo NICA AGENCIA
EM
I
I
Alnga se urna casa rom sala, dous quarlos
e cozinha, propria para pequ-na familia ou carro-
ceiro, ua ra da Fundido em Santo Amaro : a
jralar na roa do Lima n. 10.
fcoeiedade Recreativa Ju-
ventude.
De ordem da presidencia convido os Srs. socios
a se reunirem domingo 21 do corrente pelas 7
lloras da manha, alim de em assembla geral da-
rem solncao a urna peticao dirigida a irona pre-
sidencia.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude.
17 de setembro de i87;i.
Vulpiand Uaplista,
l.* secretario.
A CASA AMERICANA
45 RA 0 IMPERADOR 45
55a
'^% Labyrinlhos, bicos, rondas.
V^iT*3 ^ Pscriptorio de Gomes de Mattos, Irmaos, A ra da Cadeia
do Uecife n. 40, t. andar, c o nico deposito do que ha de
mellior, e bem acabado, que vem a est.; mercado, da cidade do
Aracaty no Cear, quem os comparam com os feitos aqu na
trra, fcilmente reconh cera a inmensa difTerenca, quo vai
de uns para outros, tanto em prei;o como em qualidade.
I.indissimas toalhas de labyrintho.
Frouhas de diversos lainanhos.
Lencos de todos os presos.
Bicos e rendas em profuzo.
O Sr. Antonio Pedro de S Brrelo tem urna
carta viuda do Per : na ra estreita do Rosario
n. 3, pharmacia oriental.
Aluga-se urna caa nova, muito" fre?ea, na
capunga, do 2 quarlos, 2 salas, eotiaJa fra,
quintal murado eom arvuredos, e boa cacimba :
no largo do Hospital n. lt se dir quem aluga.
Andando no Recife quatro ruceas, e nao se
encontrando o dono e querendo este vend-las, di-
rija ao armazem da Bola Amarella, on declare ende
pode-ser pr. curado.
Attengao
100$000.
Gratifica-sc com esta, quantia quahuer pessoa
que agarrar una :nu&ta de nome Balbina, baixa,
cheia do corpo, cahell s cacheados e ralos, tendo
sido cortados ha lempos, e reseotemnle amarra,
rosto curto, com urna pequea cicatriz em nma
das sobrancelbas e outra (m urna uas maos pela
parte de dentro que nao oode hem abr-la, e
tendo sido amasiada com Hm suldado do Jh,'foi
presa na fortaleza das Cinco fontas. e andou f-
gida em Go>anna, Igiiarassii e Hamarac com
nome de Mara : qnem a pegar leve-a ao Caminho
Novo, em casa do Sr. Joaqnim Luiz Goncalves
Penna, ou r ua do Visconde de Govanna n. 89.
.:kMi!f\
,. Hitm. pl,M-ni>trn:'<-<:. *. rus- Id (nllc!liir. n J'arit. ;:ti!:o prsprletftrlo.
1 i?'jv* !sr*.:^/,r^:i
t m>* -nr-,--.1 --***&** t".iiiw.i.3Mgai
r? gal ; QTi TJT71
,a,^*:_."U''
Di-; KIOADOH KltRSOOS D UACAtltAO
4TW. lrccf -:..:("' Ara; .;. :' rrnqtiran
V ll:i*. .'i!t :i;.to K>l;ri';:i.
< ., J t::'ai!:;.t.::A s" indienda 1-1 acHi>im (
'-' X> '-"!:i r'i iia i!.-ir.
M JWfKMito >in /'.-.-/. n'i/cfl. A. REGORD. e itos j r:-. :- phnrmarliM.
p^w^p^WM'i^.....yt' i vJ'^>aj
ZiistSirm
Tinta Inalteravel
Para escrever
de P. ilALRER & C".
PKIWi\!WBU<:0
Continua a estar fueido o eservo Uanoei, qn
d6 Jo de Souza Dias Valladfto.-que est em
Femando de Noronha, tem os segure-
cabra, andar descansado e eabeea baixa, w
regular, intitola-se como l|vre e adA coa' urna
guia falsa : quem prapprehtnder e oWUlo lar-
go da Assombla n. 17, lera a recompensa cima.
Esta tinta recommenda-se pela nua com*
posicad e fluidez como a meihor e a mais
segura de todas as tintas at hoje conheci-
das. Nao atac-.a as penna&de. co, d at
tres excellentes -opias, mesmo muitos dias
depois de escrever, e prefevivel a qual-
quer outras timas particnlarmente para
livro de commercio, documentos etc de
que se careca longa conservaca.
Unioo depsito, a onde se aoha avenrla na casa de P. Mauror '(ua lo baro da V
Alhnqoerqne &
Roa-Visto
Chamados : a qnalquer- hora.
Consultas : Aos |.obres gratis, das 1 s
4 horas da tarde.
Garanhuns.
Na ra do Bario da -Victoria*n. 56, predUMM
fallar aos Srs. Pedro d* Reg Chaves Peixotse
Jos Paes da Sil va, a nei oci de particular rato-
resse.
O
/Consultorio lucilif o-cinffgico
% A. B. da Silva Maia.
0\ Roa do Visconde de ARmqof
m II, oulr'ora ra da nutria da Roa
Esrravo fgido.
Do engeiibo Tlise da coiiuirra do Bonito, x
senlou-se em 9 de seteintiro de 1873, o esrr
Joaquim, pardo laranja, dade X> annof, pon
mais on menos, altura regalar, olbos braneo*,
a menina acarbanhada e fundas como olhts o>
porro, bem empernado, h un ci.rno, cabetlos b>n>
crespos e corlados, pouca barba," narir, grande,
lem pannos preos, p p<>qoenos, calcanlires rv
rhados de calor : quem o pgar e o levar a dito
engenho, ou rna do Imperador n. t>, a Corre
A C. ser reconqieiisado.
Raymundo e Luiz.
No dia ) de agosto prximo passado, ragto #
mulato Raymundo. que representa ter 24 anno,
de cor alaranjada, eabelfcs estirados faiendo al-
gnmas voltas, ealieca redunda, peseoco grosso,
ps seceos e canellas finas ; r*U mulato natn-
ral do sertao e foi visto no Recife ha cerca ta 4
dias, onde se presume and ira anda junio com o
mulato Luiz, natural da Parah tem auntinciado ueste Diaria, e cojo melhoj ig-
ual desle, ter o dedo pollegar da mo esqnerda
corlado quasi ao meio. de de nm golpe de foice
descascamlo um coco. Roga-se a appreheusao de
ditos esciavos condiuindo-os ao engenho Megao-
de Bixo, ua rcgueiia de Tejucupap<>, ou nesta
pra<;a ra do Bom Jess n. 30, que se dar l.oa
graliflcaeo. Profesto M empregar lodo o rig<-r
ila lei contra quem os liver acuitado.
M0LEQUE.
Precisa-se de um >le \i a lannos, para
servico domestico, pa^a-se bem, em S.
.Ins do Manguinho sitio n. 2, com portao
e gradim de forro, antea da ra da Aim-
sade.
CASA.
Alnpa-se o primeiro e segundo andarus da casa
n. 3 Crimeiro de Mareo, anliga do Crespo, na loja do
Passa ionio ao aren de Sanio Antonio.
Modas de Pars
Madame Potelleret, m>-dita recentemente cha-
gada de Paris, faz scimie s senhoras que gostam
de tratar ultima mola, que ella e>t prmnpta a
satisfazer qu.dipi r eneonineada de eufeiies de
eabeea diversos, e de chapeos dos mais moda,
assim cornil de vestidos, natOnozef e mai< cbjectos
que complea-n e< vestuarios da* estioras.
M. 14-Riin \:v-14
SEGUNDO ANDAR.
Negrinba.
Na rna d'Alegria n. 40, precisa se alugar nma
negniiia de 2 a 16 annos para andar com urna
menina.
Profesor.
Urna pe.- a co;ni -t. uljnii-iite habilitada pro-
poe-.-e a HDsinar priineira" letra* e pwpaMerloi
em qualqmr engenho : a Irator na na Direita
n. ^^', botica.
-
-
-
fe
...
-.
r-
-
:
'
i.: ;;; v SV'A
.1. M. L gio rieutista-, succes- "
sordo F. Gauor, es- :^
pera continuar a me-
recer a coniAiica dos
clientes da casa., edo
respeitavel publico em
geral.
fffftfflffft! "
m
m
-
tt
re
.tu
.-4
Ah a se nma casa terna com grande soto
dentro, no Recife, becco dos Burgos n. 22 : a ira-
lar na ra do Vigario n. 33 eom Joto Jos da Cn-
u a Lngi's.
O Sr. Jo.1o Raplista Alve< empregado n
typograpbla do Jomtl i Recife chamado^
ra Primeiro de M.ino n. 1, tratar de negoci;,
que s S. nao ignora.
Caixeiro
Precisase de um caixeiro com pratica de taver-
na : no paleo do Terco n. 30.
Peitoral de Cereja
do Dr. Ayer.
^
Ftn Molestias da Garganta, Peito,
Pulmf n, taes como Tosas*,
Constipacies, Defluios, Coque-
luche, Bronohitis, Asthma, Con-
iumpca ou Tsica pulmonar, Xe.
Antes do appareccr o pjsrrOB^*E_nnnca a historia da
medicina vira preparaco alguma que to universaje profun-
damente ganhasae a confianca do genero humano, como ete
excellentisstmo remedio para infeimidadaB pulmonares. Du-
rante tonga serie de anuos, entrn quasi todas as nicas do*
homens vai gozando cada vez de mais alta reputaco e ro-
me, como o meihor protector contra estas molestias.
Ao passo que so adapta perfeita mente as formas mais bran-
das das molestias, e as enancan e meninos, ao mesmj
tempo, o remedio mais efficaz quc se pode produzir para ira-
pedir o progresso da TUiem ineipUnt* e todas as perigosas
alTecces do peito e pulmes. Cono antidoto contra attaquev
repentinos de Croup, todas as familias devem o ter em suas
cazas ; e em geral, como todos sao sujeitos *> constipacee e
tosses e bom estar-se sempre pniveuido com tam poderom
remedio.
Posto-que a Tttiem Derlaraita tida como sem cura,
ha portante grande numero de casos em quo esta molestia
pareca ser declarada, mas que se tm curado radicalmente
pelo uso d'este VEITORAL Dtt CEREJA.
Milhares de casos de Molestias da Garganta e pulmCes
que tinham baldado todas as expedientes di pereca humana,
teem cedido a influencia do PJjroJt^Z DE CEREJA.
Os Cantarte e os Orakarem t harto o Peitoral um en-
cllente protector contra molestias, e de glande serventa
para ajudsr a voz.
Sempre allivia a Atthma, e fh qnentamente a ht desap-
parecer nteiramente.
Em dotes pequeas e repetid u, regularmente otra a
JtrnnehtHe.
Para ConmHpaeXr* e toe, nto possivel encontrar-e
milhor remedio. Toma-se em iset pequeas trez vezes
por dia, e a noite nm escalda, ps, nte se curar a molestia.
Para os Uefluxoe, quando efRctam a garganta, deve-e
fazer o mesmo.
Para a Tornee etgana ou Com 'tuche, da-se em pequea*
doses tres ou quatro vexes por (fia.
Para o Croup, doses grandes repetidas, at se vencer a
molestia.
Eflectivamente nemhumn familia deve pascar sem o PJPX-
TORAL, para te defender eon'nt os Maques repentinos
das molestias cima mencionadas. O seu emprego eom tem-
po, militas vezes poupara ao inferno muitos soffrimentos e
perigos que occorreriao se vesso ile esnerar pafa ontro aux-
ilio. Paes e mees, conservas este remedio tempre em caza.
Vidas preciosas te vos poden) salw.
As virtudes d|esta preparaco tem se tornado tam vul-
garmente conhecidas, que no* dispensamos de publicar aqu
attettadoa de algumas de usas erantes curas, e nos limitmr
a assegurar ao publico que stas vtrtud quu o posta*
empre se conterrarao.
rUPARADO POB
J, C. Ayer & Ca., Lovrell, Masen E.V.
VSaiUBJ 8E, POR
V

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,.)
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IXario e Pernambuco Sabbado 20 de Setembro de 18,73.

.,
i arr*fiiiw>zirtrice fnl i na rSa
-da
11. 149.
f'rens.vse de um;i ana diorama p..k o*
uba e cn$jthff>r : na ra, da Pe
1M
lia n. U
im i
i, sccrfn ilc (lii.-i.< pcs*ii;u: aimz
do qaariel ilc,pt3icia,sU>rai'i n
ron
f,,n-
i- > < M
VO AHMApM
TO
fere-se escrava :
1. e 2. andares.
WUXlSA-MO le uma
que saiba coainhar c
sirva para urna familia
de duas pessoas, pre-
ntm do*Paraizo n. 28,
m
AMA
4nas peway ; na rea daJ
AMAj tenltj
de ama ama pa-
ra o ser-leo interno de uma
can de' familia composta de
l^adeia-noya n. II..
isa-se da uma : na ra da
4o n./Vf. ; ." __________
Precisa-se dj uma ama para todo o
AH A servico de casa de duas pessoas,
prtta, ferra ou captiva : na ra da
Imperatriz n. 10. I* andar.
Ama
anda
-**-
rteoita-ae e mi para sozinhar: a
tratar m raa do Crespo n. 20. loja.
AMA
Precisa-se de urna mullier
rsarba eozinhar, para casa
homem solteiro: a tratar
defronte da al fandeja n. 7 A.
AMA
Na ra de Hortas, u. primeiro an-
dar, entrada pelo pateo do Carmo
precisa-so de urna que eozinhe e
compre ou que eozinhe somente.
AMA
Na praca da Independencia ns. 27
e 29 precisase de uma para comprar
e eozinhar.
AMA
des: na ra
Precisa-se de uma ama para
cosinhar e comprar, e um mole-
que de 12 a ti anuos para man
4aies : na ra da- Gloria n 104.
Atten^o
20S000.
Precisa-se de uma ama para conzinhar e
comprar para duas pessoas, preferitido-se
esorava, que seja perita cozinheiro, pa-
gando-se a quantia cima : a tratar no pa-
teo do Hospital o. *8, 1.' e fj an-
dares________________________________
m Precisa se de uma ama: na ruada
Roda a. 44, V andar.______________
Aiuda se precisa de uma ama esorava ou
forra para cotinhar e ensaboar. para ir para Casa
Forte : a tr^iar na ra da l'enha n. 25.
vapor mmaz
Rl'A DO IMftAO DA VICTORIA
N. 7Outr'ora Novatf'.
Calcado
AM4
numero 5>.
Precisase de uina aiua que lave e
engomara para duas pessoas.e mais
servico de casa : na ra do Hospicio
Bom local.
A leja do predio da na Marcilio Dias n. 120
confronte lamben) para a de Lomas Valentinas.
Sresta-ee a qualquer negocio de fazendas, miu-
ezas ou molhados, em granee e pequenaecal.
A safra do assucar est prxima, e e indubitavel
o bom resultado de quem alli se estabeleoer. E'
comino Jo oaluguel e tamben se faz arrendamento
como meihor convier, tem fas, agua e apparelho
p Brama ge, e nada deve de irapostos : a tratar
WM do Imperador n. 81.______________________
Joaquim Jos Goncaives
Beltrao.
Roa do Caunnaereie n. 5, i.' andar
Sacca por todos os .paquetes sobre o banco
<*o Minho, em Braga, e sobre u> eguint-^
^gares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda,
tiuimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianua doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de FamaHcSo
Villa Nova do Portimo.
Villa Beal.
Viseo,
Val enea.
Figueira.
Artigo** de dTcrcntos
Aluga-se metade de uma casa para pouca
familia : na ra da Soledade n. 28, a tratar na
piesina.______________^^___-__________
AlteDtfo.
Preeisa-se de uma criada, prefere-?e e^trangei
ra, para servico de duaa pessoas : a tratar na ra
d Hospicio n. 59. ___________
Aigaso uma casa terrea emn commodos
para grande familia, pintada e caiada de novo,
em Santo Amaro, estrada Luiz da Rogo n. 43: a
tratar na me.sma ra n. H8.
No dia 17 do corrale vem um protest em que
se acba contemplado o nome do abaixo a-signado,
o qual palo presente mamfesta, que o nao ag'ig-
nou e era autortsou pes-oa alguma para usar de
sua asignatura no referido protesto, e desafia a
quem quer que o fez, que aprsente a respectiva
prova para assim ficar desmentido o mesmo abaixo
signado.
Epiphaaio de Suata Freir.
laneez.
Para hornean.
BOTINAS do beaerro, cordavao, perlica, lustra e
de dnraque com biqueifa, do clhores
fabricantes.
SAPATES de be;erro, de oerdavio a de case-
mira.
S.lPATOS de lastro com salt.
SAPATES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca
francezes e portugneees.
Para enhara.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salt, branco%
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninas.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo.
ABOTINADOS e sapatea de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca franceies e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleao e a fJuilherme, perneiras
meias perneiras para tomen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor franeez, i roa do Bario
da Victoria n. 7.
Mobia de vimes.
Cade'iras de bataneo, de braco, de gneraifoes,
sofs,}ardneiras, mezas, conversaderras ccostu-
reiras *udo ist tnuito bom por screm ortes e
leves, e os mais propines movis para ssiletas e ga
binrttes de recreios.
No armazem do vapor franeez, ra do Baiao
fia Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabara de chegar maito bons pianos fortes e
de elegantes modelos dea mais notaveis e bem
conhecides fabricantes ; como sejam : Alphonse
BUoML Henry Hers *> Pleyel Wolff A C.: ne
vapor franeez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora TCova n. 7, a precos multo commodos.
Perfomarias.
Fiaos extractos, baihas, leos, epiata e pos des-
truir, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetas,
cosmticos, muitos ariigos delicados em perfuma-
ra para presentes-com frascos de extract, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes tama-
naos d'agua de cologne, tudo de primeira ouili-
dade dos bem conhecides fabricantes Piver e Gou-
dray.
No armazem do vapor franeez, ra do Barao
da Victori?, oulr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
gostom e
pliantnzias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Lcques para senhoras e para meninas.
I.uvas de Jouvin, de lio de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para patato*.
Caixini as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu maito bonitas para relo-
rjos.
Brincos a sracao e botoes de punhos de pla-
qu
Rolsinhas e cofres de seda, do velludo e Je rinho de cores.
Novos objectes de phanlazia para cima de mesa
e toilette.
Pineinez de c6res, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarnieses.
Bengalas de iuxo, eanna, com castSes de mar-
fim.
engallas diversas rm grande sorliment para
homem e meninos.
Chicotinhos de baleia c de mallas qalidacs
diversas.
Esporas de tarracha para Bailes de botas.
fotiteiras de espuma para ehamtoa e eipvrros.
l'entes de tartaruga par.i desembaracar o para
barba.
Ditos de marfm muito finos, para limpar ca-
beca.
Ecovas para roapa, cabellos, ur.lias e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para din'-eiro.
Metas para bonens e para menin'w.
Grvalas brancas e de seda prcta para homens
e meninos.
Campainhas de roela para eh mar criados.
Jogor, da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes jogainhos alle-
mes e francezes.
Malas, bolas c gaflcfls de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolin'ias de marfim para as crkincfcs morde-
rem, bom para os denles.
Bercos de vimes paraembalar eriaueas.
Ce-tinhas vimes para braco de meninas.
Oarrinlu)* de qualro roda?," para passejos de
ianeas.
ezianas transparentes para portas e janelhs
Reverberos transparentes para candieiros de
gas.
Esterescopos e cosmoramas com csealHdas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidroa
Vidros avulsos jiara cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
festas.
Baloes a?reostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systcmas para caf.
Espanadores de patha e de ponnaf
Tesounnlia* e caivetes linos.
Tapetes com vidrhos para mangase lante'nas.
- Tinteiros de loiea hrnwa, modelo bonito e bom.
Tiras de moldaras douradas e pre'as para
qiiadro8.
Quadros j promptos cora paysagens c phanta-
zia.
Er-tampas avulsas de santos, paysaeens e phan-
taska.
-Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
i milia.
Bealejns pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos Larmenicos ou accordions de lodos os
Unannos, e outros muitos artigas de quinquilha-
rias iilDeeis de mencionas-se. No armazem do
vapor franeez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desojar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das rrianeas tudo
precos mais resumidos que possivel: no ar-
mazem do vapor franeez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Ccslintas para distara
Grande sortimento de bonitos modelos che^ados
ao armazem do vapor franeez, cua do Ba-ao da
Victoria (ootr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleado bonites e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapur franeez, rita do Ba-
rao da Victoria ottfr'ora Nova n. 7.
Est, ijnaayiaicado l! !
fUga-af i'. Ilbii. Sr. tcnwio Vi-ira de Mello
-.!!*> i; Ir Nayrudesta ptwinHa,
fa-..r i> vir r. |fs4|iu<;iie ?ri'.x.ias l.. M, c:
''".:j a |iieii> uej.ieio que S. se ciimprotnetteu .
roalUsr, pela lerceira chamada deste jornal, em
tlns de dezemhro de Il7t, e depois pan Janeiro
passou i fetereir! e abril do I87t,e nada aisiprio:
e por este motivo e de novo chamado para Ale
flm, pois S. S. se deve lembrar que eate n^goeio t
de mais do alt anuos, e quando o Sr. sen lhq *
icliara nesta cid ide.
A> pi-ssoas que tem pretendido estabeleeer-
se no terreno devolnto que flea nos nindne das
casas ns: 18 e SO da ra da Florentina, onle exis-
te a fabrica de serven, cujo terreno limitase al
ma de Santo Amaro, podem entenderse aom o
dro|trirtario na rna do Hospicio n 35.
m
MEDICO-CIRURGICO
DO
Iir. J. M. Carla
Rna do Marques de Olinda n. Vi, pri-
meiro andar.
Consulta das v horas s II da manhft.
Chamados a qualquer hora

*
Lic,oes de piano.
Uma seahora portugnea, rnegada ltimamente
de Lisboa, offerece-se para dar Ucoes de piano em
casas de familia e por pre;o rasoavel : podendo
dirigirse ra da Aurora n. 5, primeiro andar.
Locado de sitio.
Alngase nm terreno, com casa de moradia
que tem dnas salas, coritiha lora, e quatro aliar-
los arejadoa, na ra -ne Paysand, estrada da Mag-
dalena, defronle da estrada que vai para o hospi-
tal porluguez : procwem ra do Duque de La-
xias n. 50-, primeire andar, das 10 horas da ma-
nha s 3 tki lardo.
*$-****-**
Consultorio homeopa- $
* tilico *
# no Dr. Santos Helio
j vi------Ra do Impera tor------41 Q>
^ 'CoBStas todos os dias das 11 1 4a 5
0 larde.
jsk Gratis aos pobres.
J 'HesiSencia ra Nova n. 7, segando Jj
S andar, onde d constatas das 6 s 9 da
manlia c das 3 as 8 da tarde. 0
^ Chamados a qualquer hora.
08$$ 03008 008
Boa casa para akgar.
A luga se uma boa casa no Poco da Panella,
ra do Kio n. 83, com 4 salas, 4 qnartos e cozinha
fra, quintal murado -e alpendre na frente, muitc
propria para passar a festa por ficar prxima do
banho, tao apreeiavel no verao, e preco commodo :
a tratar na travessa da Madre de Dees n. 18.
os Jeronymo Monleiro faz publico que,
com quanlo seu -nune esteja comprehendido na
relajan dos devedores da ssassa fall Ja de Amo-
rim, Fragoso, Santos C, pela quantia de 2:508i,
comolendo tomado si assignatura-de outros, que
deixaram de realisar, nao se considera effecliva-
mente devedor, porqn i nao assignou o respectivo
contrato social pela indicada qoantia, e nem
adsstssivel, em face -dos julg.-des do tribunal do
commercio desta cidade, que se-podesse operar
cessie dos primitivos ocios prestadores de capi-
taes,-e por conssfSMMS que o abaixo assignadn po-
desse temar si assignaturas de outros, Meando
por ese facto sutirogado na resnansabilidade do
socio primitivo e ique assignou o-contrato sobre
quen: pea ixelusivamente a oMgacjao, por isso
que esta pesml e intransmissivel 0 que faz
piibUrj para quem interessar possa. Reeife. 13
de-seleiobro de *73.
v- r" /-tvrjrY*Tt
Na travessa da ma
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
linheiro sobre pe-
iliores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesilla casa
coiapra-se os mes-
mos metaesepedras.

V.^ S>----, 'J
Preeisa-se (le uma ama para t do o servico
de-uma casa de comprare ozinhar. forra ou es
erara : na ra Duque de Caxias a. 22, z* andar.
ENGOMMADEIRA,
Precisa-se d'uma sertas, qe seja bos
engommadeira. Em S. Jos do Mangui-
nhoshto n. 2, com pirlo o gradim de
ferro, antes da ra da Amisade.
Aviso
Lehmauu freres vendem em seu esciiptorio
ra Priiueko de Marco n. 16, Io andar, libras ster
^nase nuedas de ouro de 8 e 16J.
Jos Pinto Tavares, vulgarmente conhecido
por Jos Aranha, avisa a seus l"reg*;zes de Goyan-
na e aos deata eidade, que d'ora em diante suas
agen* sero contratadas na travessa do Mrquez
do Reeife, na cocheira das vaecas, onJe tambem
cou'ina a alugar carros para viagens, tratndo-
se com antocedi-neia, nao so para Goyanoa, como
tambera para Pedras de Fogo.________________
Sitios para alugar.
Alugam se dous litros peno da estaeao da cusa
amarella, Udeira d*s mudos, com commodos para
grandes familias : a tratar na roa Primeiro de
Marco n. IB I* andar.____________^_
Casa do campo.
Offreee-je, quem anisar fazer os coneertos
neeessarios, o arrendamento por alguns annos de
i.Ta-;a, da exeellente easa sita na Porta d'Agua,
que foi do finado Dr. Jcaquim Pires Carnciio
Monteiro, passando-se escriptura para maior.se-
giranea. A loealidade muito salubre, e a casa
muito fresea. tem magnifico banho de agua d-
ee em frente, e muito coinmoda, visto que o
trefn para defronte.: quem pretender pode diri-
gir se ao Sr. Pranciseo Caineira Monteiro, em
Apipncos ao Sr. Franei-co Ignacio Pinto, ra do
tutu Jess, ou ao Sr. Caimn, ra do Commer-
;io n. 40.
Aluga-se
o segando andar do obrado da ria do Encanta-
mento n. 2, com commodos para familia : a tra-
tar no armazem do mesmo.
Aluga-so barato urnas mei-agnu novas na
travessa das i)arreir*s (l>eeeo do Aqain ) n. i e5 :
a tratar na ra do Culovello o t3.
MERQN&C.
aos compradores do bem eonhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e neme diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlie se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON a- (1
2#l
P^
Lavada e engomrmda
l'.onpa lavada e eugeimu-Ja con :> p
to.la"brevidade, reponsabilisa-se por rjualquer
falta : ao pateo da ("anuo, casa de banhos.

Aluga-se urna boa casa bem mobiiiada e
om bonds a pom, no halrro {Ja Boa-Vista : a
j-atar na ra do Rano do T-inmph P. 86
- Precisa-se i nm e-aixeira 4e 16 a 1"i nn-s,
com pratica de taverna, e, que di Bador sua COC
duela : a tratar uo paleo da Santa Cruz n. 4.
FUNDICAO DO BOWMANi
RUADO BRUH H. 82 |
(Passando o chafanz)
PEDEM AOS senhores de engenho e ontros agricaUores, e mpregadjres de m
Qwismo o (avor de nina visila asen estabelecimentu, para verem o novo sortimento
onDleu qoe abitem; seado todo soperior em qoalidade e (orttdSo; o qoe coro a iris
*ccio pessoal pode-se verificar. .-!! p.mniptn
^^ ESPECIAL ATTENCM) AO NUMERO E LUGAR DE SLA FUNDigAO
t ^J A^r^r,n dos roais moderos systemas eem t?-
Vaporea e rOClaS (Tagua maohos convenientes para as diversas
H-cumstanciaa *s seDhores froprietarios e psra descarocar algodao.
loendas de canna 08l,manh09' a,-me,hores qne ,qn'
Rodas dentadas p*^-w^
raixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 8 fundos de alambiques.
SachiMsmos "*-.**"
Tomb^
0 0^00 i Consnliorio medico rinrgirft *
i Dr. Americo Vespucio. 0
0_ Ra da Bom .Ifcsus, nntign
da Cruz n. *. 1 andar '&.
_ Chamados a qualquer Hora, e para ^
H fora da eidade. *t
C ConsulUs de i hora s 3 da tarde. n
2 Gratis aos pobres.
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m dos estreitamentes pelos prieessos os ,
0 mais modernos. **
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Podendo
ser mondos
por agos,
de patenta, garantidas..... loa animaos.
rodas as machinas -** --
Pas qaalquer coneerto '**
formas de ferro <-orM.,b.r..Jsi,ul M ~-
'AftiMwfln^i! Incmb ^nC0inniOll*lctb. lao8 dr* cuentes, Jembrandn-lhes a vaniagem de faierftn
c compras por intermedio de pessoa -eatendida, e qoe em qoalqaer neessidade pds


Antigo gabinete de seu pai, rna
do Rosario n. 20.
Cura de hydrocelles sem injeceao
com pnnecao capiltar.
Abertura de abceo? e extiaccSo de
derramamento sero?cs, pelo aspirador
de Ptalo.
m
ms prestar *oxi!o.
I
es
e instromentos agrcolas.
amernsanDS
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFAB1Z
FUNDICAO DE FERRO
A' na do Barao CARDOSO A IRMAO
ftECKRKRAM deoglatern completo sortimonto de forragens e machinas para on-
gorihos, as mais modernas e meihor obra que tem vindo ao mercado."
Vapores oe forcA de 4, 6, 8 e 10 cavnllos.
(.alderaS de sobresalente para vapores.
MoendaS nteiraS e meias moendas, obra como .niea aqui veio.
TaixaS fuildidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
Rodas d'aglia Com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
Rodas dentadas de todos os tamanhos e qualidados.
RelogOS e apitOS para vapores.
)ODlDaS de ferro, de repucho.
AraClOS do diversas qualidades.
Formas para aSSUCar grandes 6 pequeas.
nnnppr*r)q concertam com'promptido qualquer obra ou machina, para o que teero
^uuLt/i wo sua fabrca bem montadat Com g.ande e bom pessoal.
Fnnnmmndq mandam vir por encommendada Europa, quahquer machinismo,
uuuv7imiiuuvatt.o a q ^ue ^ C0rr0Sp0ndcm com uma respeitavel casa de Londres
a com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Barao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO IR O^___________

G. A. SchnoAosdi.
Os melhores charutos da
Regah'a Brilantca.
Regala Imperial,
RegaUa Real.
Riacho ellos,
Dernoeralas.
Sn.-piros.
Conchas.
Operas.
Principe de Ri^irarcK.
Tra liuros
Rabias.
Deposito em Pejnambao no armazem de
& Manta, ,i roa do llarqnei de Olinda n. 2;t.
cnn!:s
Alng.vse o ;! andar do si>brado da ra do
\igario Tenorio n. 20 : tratase na ma do Amurtm
n. .17, rom Jorge Tasso.
Portuguez.
Precisa-se para um ei genho perto da cid ida,
de nm portuguez para smneo do campo, a fal-
lar ni Reeife, roa da t'nu n. 6f, e nos Apipucos,
na casa junto estaca.
Por 30U vende-se um !iom piano de arma-
no, usado, com muitj b.a voz : na ra do Vis-
cunde de Ooyanna o. IS0, das o horas da tarde co
diante.
Vendedeiras.
Precisa-se de mulberes livres ou escravas que
se alugnera para vender eom taboleiro : no lio
da capellada Mangabeira, estrada do Arraial.
Carros de luxo.
Papel de linho viado
a 3?000
E' inquostionavel que a cocheira da ra do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Pies Pereira da Silva, a
que lem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de cruentes ca viado, proprio para cigarros de polica, para
parelhas deanimaes, arreoi loxuosos e boleeiroS 5\^"^'^^ISln^^?^J
bom fanlamentos do ultimo gesto, para o qne se ?^ i? J^f tT?n I
convida ao pahlico a vir por si omino se., nti- j!". > "a M^dre de Deus n. 10 A. pagamento a parte doeogeaho Ilha do Bello,
car.se da verdade do que d.'ixamos dito, eertos de (J .VerdaddrO IUmO dO Kip -, quanuo tive*se de promover a cobran, a Indi-
que no epcontrario pomada, e sitia realidade e ___ ca, ou |mgawl> tanl0K(|Ue 0 (esUiior em sua vida
commodos presos. J_\OVO. | ei venda de diversos escravos e sitio da bvo..thc-
i No armaiem de Jos Domingues do Carmo e c*.sm previa autorisaoo eu duvida do t;.\ n. Sr.
Silva, ra da Madre de Deus n. 10 A, armazem, M
Os abis* asignados, Joaa Fran'-isco Vas
Gillaca, D. Leopoldina Hara da Conceic o (ilia-
ca e Manoel Juaiuim i'inheiio. filhos e genros do
linado capitao Alexandre Ferreira Calla.;: -
informados de que se prelende fazer valer un a
hypi.tlieca feila pelo dito eapito Caliaea, no annu
de I86J, uo valor ..'c t j con tos de ris em favor
do Exm. Sr. senador Dr Jacinlho Paes de Men-
donfa, compri'li. mlendo nella eom seus re-pee ti-
vL8 valores, eseravos, a ob,-a comc.aJa doeng.r!.o
Tena Oca, c diversos si.ios exclusive ao nove
cootos e tanto, .pie tocou ;.o ento conjuge sobre-
vvente no ongeuho liba, do Bello, no easu de al-
f-guns dos Lerdeiros do segundo conspreio anre-
sentar dividas ou qiualoes no inventario que s?
vai proccier, agora, _fara dar partilha aquclle
e aos da 3." cama, assim como mcia.o a onju-
ge subrevivente. de cuja hypotheea nao f.i mea-
cao o testamento do finado, por ter sido> ella feita
com o fim unieo de dispor ao credor de erescida
somma Bernardo J s de Barros, a ler alguma
contemplado na cobranca do dito fumad', em suas
letlras assignadas pelo ora fallecido Caliaea o.
anno de I8'8, e na importancia principal o seis
contos e tanto ; e tanto as.-ini era que Unha em si
tres letiras, de cinco coir.os cada uuia, e devom
estar em poder da viuva, o tudo de publi a n ;-
loriedade ; prole.-tain desde j e por nieio do pre-
sme annuucio contra o iso inuebito da mesma
byputbeca, nao ol.lante consideiarem nirapaz
deste iufame jogo o pii da vjva o Sr. lenle
coronel Juao Baptista Ac;iuli, muito menos que
a isso se preste o.Exm. Sr. senador ilendonca,
en respeito sua dignidace de homem, c eleva-
da pnsieao social que occu ia, seu. I o sabido e -rto
i|ue nao foi por da f que "teve lugar a refi-rida
hypotheea, e s sim para /er se o credor a. eitava
Para barba.
Para evitar o ardores da nav.lba, causados de fumo,
pelo sabio commn.n co.n que se faa a barba, re-
ctbeu a nova espemnjja a ma Duque de Caxias.
n. til. uma nova preoaracao denominada oleo-
pt'Hiie a jual o uielhor que se ple deaejar
Unte seiui.lo ; a lia, antes que se acabe Pivco
dofrisco UOiiO.
-- O alfero* 'gfljtmho Pe'x^to de SohrT rei
den'e na p>oVSn de Quipa*>, comarca d" Pa-
nillas, scient;ti<-1 ao r speilavel publico, que d'ora
em diante awignar-se ha por Agostinho' Joviniano
de Si PhixoIo
G
az
Eogonlio Ilha do Bello, 'IS de setenfbro de 187.1.
JoSo Franciicj Lins Callaga.
Mu noel i> leopoldina ikria daC. Callea*
de D itoil a 3*800 a lata no armazem de Jos Do
mingues do Carmo e Silva, ra da Madre de !
Dos n. 10 A, armazem de fumo.
Criado.
vessa
Boa casa para-a fsta.
Aluga-se urna excellenle casa no Monteiro, tra- {!*" 0,t!!?'I0.,.
ssa 3o Xisto, a qual se acha em muito bom es-!no 'tratar "a
Precisa-9e de nm que ntenda de copeiro : na
; ra da Imperatrii n. 37, I andar.
rVecisa se de um criado forro on captivo
externo de om sitio muito peque-
ra d.. Brum n. l.
Aluia-se o 3* e andares do sobrado da ra lado de limpeza : "a tratar na roa Primeiro de' Prci ve d ir ra- .
lo Amonm n. 17 : a traur na m-'im ra n. 37, no Marco, anliga do Crespo n. 10 A, loja de Gurgel, tica de taverrw e que d 8idor a sos coi,.,
scripturio deTasso Irmios & C
do Amara! & C
lna ma Dogue de Caxias o. J1, andar.
1
fc
k
i


fr
DiMfib de Pwnamkico Sabbadtr, 20 te iSetcanbrti ib IK2&
Uongue
Alog.v>e o bem o n^rtf^lii o alrcfgpzado acou-
gue do pateo d<> Parane dW bates de podra
marmore o qnal tem neo lalhos, balanca c pe-
208 : a ti lar na rua do Crespo, loja do Passo
n. 7, iufitt.i a urco de Santo Antonio.
~Tn2
spifldola
ilc Basto
Chegdo ltimamente do PJo-Grande do Sul, tem
nu caria na ra do Vigario n. 7 primeiro
S na ra do do Qrespo~ti.
?/?(?, loja de Saherme.A
C. que se pdem vender
as azandas *baixo, pelos)
presos: seguiates:
Lslntm -ealXW a 2W o covado
Dilas do lislras padrdesnovos a 280 o covado
>ta&comJiaUaade seda a 400 rs o co
cov
BelUo & Fito
AllDE
Teem
AGUJ
a
a escnptorio
:o ttML o segiiintc :
cajirreaixa de ii garrafas.
Prefisa-se
d>5 uma-'escrava para todo o servi.o de uina*
de familia ; na ra do Hospicio n. 49.
COMPRAS.
-' poli
nces e accoes
Compra-*' apolles g/c*a da divida publica e
atoes ilo han. i dor Brasil : a tratar eom Augusto
C do Abren n > armaiem dos Sis Souza Castro AJmeiJa. ra do Mafquet de ttlinda n. H7.
- 43'> o iri-;i! apolicos da companbia de Bebe-
rse : a tratar ua ra do Imperador n. 44, paar-
naca
a vrro- o opmmereial bcneGeentn compra
a aeric r b-ifios Ar Pernambuco de julho a de-
ier*"- I8ijt : quem a tiver dirija-se mesma
aasooe.V>, ;i.-. .ieelare para ser procurado.
VINDAS.
Yende-se
nmcxc'HcnlH c.vallo novo proprio paracabriolet
aelli, i-,r iiieu muito em couta : a tratar e ver
n roa di llruro n. 7.
seda con cabo do osao
riiao com pe
Na ni i ila Virai.n n. vitende-s" uin ter-
rena ,, s"i< ,:iil ris o palmo, tem 60 de frente.
Na n;: smr. casa precisa so alugar un sitiozinho,
que a as* tenha ba sala para aula ; embora
tarda di.us m tres guarios somonte._____________
Aguas mineles
Aeaua ilf chugar um completo sortimento
da aguas Je
VA S dos fon les
St. Jean
Do ui i ique
Desire
Rigolette
Precieuse
Magdaleine
VM'.IY Ata Ponte:
Grande Urille
!' IcslillS
Hatrttrwo
Hopilal
Vestamos
Chateldon.
PASTlLIivS DE V1CUY
X "' 'pusitogeral em casa de llafismondy
di Lbil le.
_______9 RIJA DO COMMERCIO 0._____
vV;nIa-*e o dominio do terreno do liospital
in::! /. ffento .Amaro : arralar na estrada Luiz
do li'.. n. ."8.
.eos d
Alodio df~Ti$aus ame
feito a 320 rs. o covado.
Brins pardos e de edres a 400 e 440 rs. o eovado.
Hriaa branco lona a MtiOO a rara.
Cambraia pre* com stras e flores tirancas,
proprlas para luto, a 2W* rs o covado.
Ditas tinas de cores a 280 rs. o covado.
Cretone para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado. .
Chitas roas e de cores a 2W e 240 as. o co-
rvado. r ^* T'*%
urd&deiaples, preto do cordo a 2400 o fioyaqo.
Colchas adamascadas a 3MJ0 o 4.
Ditas de croch a 54. *
Cobertts de chita adamascada a 3B69.
"UODeribres de la oscuros a 2.
Ceiicos de bramaBte a 2.
Ditos de alg...d a 14400.
Toathas alcochoadas a 6/ a duzia.
Lencos de cassa rom barras a 14 duzta.
Ditos ditos de abainhados a 24 a duzia.
Ditos de esguiao a 34;-0 a duzia.
Camhraia lisa a 34 e 44300 a peca.
Dita Victoria lina a 34800.
Cortes de casemira fina a 54.
Atoalnado a 24 a vara.
Camisas inglezaa torradas, com peilo de liolio,
pelo diminuto proco de 384000 a duzia e 34500
cada una.
So na loja de Guilherme & C, tua do Croa-
po n. 20.
Fustes de cores. LJ
Cortes de fustao qe cores nara calcas !400:
so.na ra do Crespo n. 20, loja de fluUherine A
Ka.
ve id
PCommcl
IE.VTE d
* de I ara aja, dem idem,
ARCOS de pao para bacr.
CAL de Lisboa, rocenlWette ehegada. I
S de sul, pari: fcomera e senhor;
e marfmaofeso.
rrqlparaHRa.
Flftfcjalgodko A* BahR^da fabrica do co^mtin
-^ maWalor Jalroo.
LINUA de roriz.
OBRAS de palr.eta.
10 de algodo da Baha, da fabrica di
mendador Pedrozo.
HOZ de todas as qualidades, das fabril
Peres o Eduardo Milito.
AS proprias para botica.
iAPABRILIIA do Para.
vBLAS de cera de todos os lmannos.
VINHAgMgarrafadb do Porto, caixas de
^Tafas. *
< dito Moscatel do Douro, idem idei
dito Selubal, caixas de i e 2 duzia:
c da Italia engarrafado, caixas de
rafas,
db Callare Mtpuiftf, emxnAoretas. -
t> J^x VtwjiA ciH8d 12 gr
MaJvai3r4o-Dourg, caixa* cum 11 gv
Carcavellos, idsm dem.
r '2008
"m:i ib i i fin jac '.randa,; anda bein conser-
va .. i ta Jo I sof, i moja crdonda. 2
I !! n il balanco, 2 ditas de br co e
12 .- : -ii: a tratar no Io andar do
sobra i o. I2i i na (ic B. Jefge, em Fura de
Portas.
V. i um ntulato o> 2i tonos de idade,
propci > para fau-r o 9rvieo de engonho, por ser
tato r .i' lambom cozinbeiro : a tratar
a roa lai. i lo Rpstri i n. 22
Viv ii a ca-a terna na ra da Conceicao
0.21 i' ''/.ias do |ia> carga, de largura de
S a 3 p".lnins : a tratar na ra de Pedro Alfonso,
outi'.nM. r .i da Praia n. 49.
C I de Lisboa.
. Hasemprupari vender-sea muito acreditada
mal i .1 P roa.mazem da ra do Apollo n.
10. e purga se nais assucar com i barrica des-
mar^a, Jo H im a a f'ita.
ilssordiiii
Verdadeiro hitar lieeperijiaa, superior e -'Te-
ditado: .i ve da noarinazem duTassu li-maoa A
(J, roa do \.'irini n. 37
{Superior chocolate nacional
dos Srs Briio & Carneiro,
do Rio de Janeiro.
Igual em a.ior e qnalidade s melhorcs mareas
estraogerai : vende->e nnicamenfo em i'emarn
Luco em easa de UeNrao Olveira & C. ra do
Coniinoii i n. '.ti.
lij S il SPl'O
Ven'ein mi em pon i o a nt.ilho, Amorim A
(^ : roa do Rangel n. i,. _
(/m.^k bralos.
Vndese na praca da Inde-
pendenda n. 39, loja de
Porto & Bastos,
Borzi ;nina do oezerru e i-or.hvao para
liomein a 64000
Dito de |ii.anazia para .-eiiliira a 34000
Ditos de dita para menina a 2
Ditos de Cotifo inglezes para in.QO.ii 1 a 34000
Ditos Je dtiraqae preto e de cor, cano
alto, para senbora a 54000
Sapatos de couro com sallo, para se-
nh ira a 34000
Snalos de lapete aveludaJos finos a 24OOO
Wnir-o a taveroada ra da Sania Cruz n.
17, com poneos fundse bem ^freguezada para a
trra o pira fura, a casa tem commodos para fa
milia : a tratar na mesma.
^9
barato*
Camisas bordadas a 4$000.-
Riv.-ii -ii 1 loja da America camisa* bordadas
para hornera, barato por tercm o peito lodo bor-
dado a agulha : na ra do Cabug a. 10, lobada
America.
Rap Rocha
a I4OOO a libra-: na ra do Vigarn n. 7. primei-
ro audar.
ra do Barao da Victoria as. 12 e 16, vende-se
vista photograpliicas do jogo dnstai soCiWade,
que teve, lugar este roe-t. _
Veuiie-so a padaria da roa do Lima, em
Santo Amaro das Salina 72. _^_________
Vende e itma tsverna sita no becco do Es-
plnhpro : a tratar na -aesma com Pedro da,Hora
Santiago.
a taveroa ?iu rus do Porte n. t), com poneos
foylo, proiiria para ntn principinnte : a tratar
11a mesma. ^^^____
por commodo prec/i a armafao oa
tua da ra de MarefllD Dias n'. Hi : a tratar na
awMt
Vende-se
trastes do Jacaranda e amarelln com poueo uso,
em perfeito estado, e tambem um meio apparelho
do louca para jantar e um dito de porcelana, flno,
branco, para almoeo Vende sa por ter o dono de
so retirar para Europa : na ra da Imperalriz
n. 5i A. T
VproTeitciu!
Aproxima se o mn de dezembro, em que 4
Nova Esneranca, ra do Duque do Caxias n. 63,
tem do dar o seu balanco ; e como sabido o
grande deposito de miudeza?, que tem dito esta-
brl.ciinento, nao s de artigos da moda e phan-
tasia, como tamb 111 do objorto de lei; e como
realmente couhecid que muito niais massan-
te 11 contar se miudeza do que c.inlar-se o cobre,
a Nova Esperanca tem res.ilvido vender por me-
nos 10 % do que o preco do cosiume, para desta
forma minorai o trabadlo do balanco: por esta
razio os apreciadores do tom aproveilom e ve-
uliam ver como se vende bom, bonit e barato.
Bons terrenos.
Vende-se barato, terrenos proprios, em lotes e
vontade dos compradores, junto e na* circumfe-
rencias da esta.ao da Boa-Viagem, lugar saudavel
e bastante concorrido, muito proprio-para edifica-
cacoes, por ler em seu favor nao so o vapor da
mauha e tarde, como o privilegio que isenta de
pagar passagem por dez aun is a quem edificar, e
o esiabelecimeuto dos bonds que se projecta : os
pretendentes entendam-se na thesouraria das lo-
teras.
Vende-se dous esrravos pardos, de 21 e 27
annos de idade, cozinheiros, 3 moleques de 10 a
17 annos, 6 bonitas negras de lo a 22 aunos, com
habilidades, bem cern ouiras sem habilidades :
na ra de Portas n. 96.________
Ra do Cabug n. 11 A.
Vndese um escravo iiqo proprio para'enge-
nho ou padaria, por piejo muito em conta.
FUNDIDO DO BOWMIN
PAS8ANDO O CHAFARIZ
Recommenda a attenqo dos Srs. de engenhos
seus vapores de diversos systemas cop[i os timos
melhoramentos em todo e tamanho, e precc^
r
ni -
I

Ra da Imperatri o. 72
rCliapos paro .senhor.
Amaral Nabuco & C. receberam um c#nplelo
surtimemo do cbapos do paitia.de Italia;' seda
e vollndo, preins para luto, e de cores enfeitados
cora bonitas flores e fita : vendem no Batar Vlc-
loria, i ra do Barao da Victvria n. 2, auja roa
Nova.
Insignias sua^iMins.
Amaral Nabuco & C. vendum insignaS maco-
nicas, grrs 3, 18, 17, 30 e 33 : -no Basir Vic-
toria n. 2. amiga ra Nova.
Capillas fnebres.
Amaral Nabuco & C. receberam um completo
sorlimenlo de capellas fnebres com diversas ins
cripcoes e vendem por comuiodo proco : no Ba-
zar Victoria, ra do Bario da Victoria u. 2, an-
liga ra Nova.____________
Anglas legiliaios.
*5Vende-se em casa de Okel Bindloss & C, na
ra do Uom Jesus(n. 11, os wrqailpiros angolas,
que foram da^ casa dus -frs. T. Joffcte<= & C.
E' pechincha.
Poupelina de cores a 800 rs. o covado, s a
ra Duque de Caxias n. 43.
Grande economa
Musselna branca a 2-0 rs, o covado, s ra
Duque de Caxias u. id.
Fazendas baratas
HA LOJA DA MERICA.
Lences de bramante, a 2.
Briui do linho superior a lf600 a vara.
Colxas grandes a *. para acabar.
Para toalhas de mesa
Tem a loja da America rico atoalhadr com mui
findos desenhos e vende a loi'O e 24 o metro.
Toalhas grandes a 500 ri, urna.
E' barato
Chpeos de sol do seda trancada, muito fina
raeia canni de paragio, a ).
Ditos de boa alpaca, a 34
N. 10 ROA DOCABLGA' N. 10
Loja da America.
Banhos cm Olinda.
Camisas c calcas do fazenda de boa qualidade,
proprias para os banhos em Olin : na loja dos
arcos ra Primeiro de Marc :" (autiga do Crespo)
n. 20 A, de Gurgel do Amaral & C.
Vende se a taverna da travessa di Livramento
n 28, bem afreguezada para a trra, e com pou-
cos fundos : a tratar na mesma.
VENDE-PE
As nicas verdadeiras
Bichas hambuiyuozas que veto, a e.-te mercado:
ua ra do Mrquez dtfuluda'n.5t.__________
Venle-so o sobrado do.um andar sito ra
Imperial, canto da travessa do Lima prximo ao
chafariz, o qual es,i situado m lugar muito apro-
priad para estabclpcimento commercial, a que se
tem sempre prestado, tem bom quiotai e cacimba
etc., e tambem se arreada : a tratar na rua do
Hospicio n. 35, das 7 As 11 horas do dia, e da 3
as 6 da tarde
Luvas de Jouvin.
Muito frescas, cagadas no ultimo paquete : na
loja do Passo, rua Primeiro de Mari. n. 7 A,
amiga do Crespo.
AS
MOLESTIAS
ESCROFULOSAS.
Ac Molestia
DA PELLB.
EmpeSes,
Ulceras,
Hinchas,
Etc.
AS
DOENCAS
Que D CHU.ul.lJ
Pela Iufeaete
V .crea.
lllltOATIS]!,
EBYSIPBLA,
BAM I1WAL
Kh;hIo Bario da Y\m n. 22.
DE
Cawiro Vlanna.
QA' este grande eslaboleciment tem che-
gado um bom sorlimqnto do macLjinas para
costura, de todos os autores roais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao RuraBlt perfeito'artista para ensinar as mes-mas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo lempo tambem d'ura
auno sem despendi algum do comprador.
Neste esiabelecimeuto timbem ha pertejas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pcc,a que seja necessario. Estas ma-
chinas trabolham com toda a perl'eii.o de
um e dous pospontos, franze e borde toda
qualquer costuro por fina que seja, seus
precosso da seguintequalidade : par tra-
hnlhar a mao de 305000, 40?000, 43K0
eSUJJOOO, para trabalhar eom o \>-': s-io de
80O0U0, 90O0OO, 100J5O4O, HCOOttO,
1203000, 130^000, 1505000, 200?000 o
2505000, cmquanto aos autores i>>> lia al-
tcraeSo de presos, e os compradores poderao
visitar este estabelecimento, que omito de-
verao gostar pea variedade de objndOf que
ba sempre para vender, como sejain : eadui-
ras para viagem, malas para viagem, eadei-
ras para salas, dhas de balando, ditas pan
crianza (altas), drtas para escolas, costarei-
ras nqnissimas, psvra senbora, despensa veis
para crianzas, de todas as quididades, camas
lie ferro para hometn e criungas, capaclios,
cspelhos dourados.pwra sala, grandes e pe-
queos, apparclhos queiros com cabo de metal e de marfnn,
ditas avulsos, colhercs-de metal fin >,con liei-
ros para sala, jarros-, guarda-conidas raue, lampas para cobrir pratOS, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objoctos para toilette, e outros mul-
tes artigos que muito devem agradar a todns
q.ue visitrwn esto grande estabelecimento
que seacha aberto de-de as (i horas da ma-
nha at as 9 horas da netto
Rua do Barao da Victoria n.
22.
Declara a seus freguozes que tem resolvido vender
saber:
CHITAS A 16 E 200 RS. 0 COVADO.
Yende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o corado.
C.ASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LSINHAS A 20H) RS.
Vendo-se lisiabas de cores para vestidos,
200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A40ORS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1&600.
Vonde-se cobertas do chitas de cares, a
19000 o 25000. Ditas de pello a 15400.
Colxas de cores a 152011, 25500 e 45500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales do la de quadros a 800
rs. e 15000.
Ditos de merino a 25, 35, 45 e 55000.
CAMBRA1A BRANCA A 35000.
L_ Venderse pecas de camhraia branca trans-
parentes e tapada, a 35, 35500, 45, 45500,
55 e 65000.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 25000 e 25500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos-de palha, pello e
massa, a 25, 25500, 35000 e 45000.
MADAPOLO A SUOOO.
Vend-se pecas de madapolo enfestado a
35000. Ditos inglezes para os presos de
'?5, 45500, 55, 05000 e 750O0.
ALGODO A 35500.
Vende-se pecas de algodo, a 35500, 45,
e 55000.
BRAMANTE A 1500.
Dr. J.
MUU-AJMDO l'ELO
C. A VER 9 Co., d* Lowett,
is.-(tos Unidos.
EM FRASCOS PEQUEOS.
W. R. OASSELS & Oa., Agentes Geraes no BraziL
Dictaos Alvos Nanus
tem para ve oler em seu Cacidplorio rua
do Vigario 11. 21
Formas de ferro galvanisados para purgar
assucar,
Potassa da Russia, cm barris de 25 kilos
Cada um.
Hesperodina a 16$.
Vende-se em caixas com 12 frascos, no arma-
em de Frauco da Cunha & C, a rua da Moeda
n. 47.
Nao ha mais cabellos
bramos,
IIHIIIH H. iJLun,
S-e nicaapprovada pelas academias de
scieucias, reeonhecida superior a toda que
tem appareculo at hoje. Beposito princi-
pal a rua da Cadfiia lo Roeife, hoje Mar-
qu8z de Olinda, n. 51, i." andar, e em
todas as boticas o casos de cabellei-
r6U.
barris com carne de vacca c de porto, salgada,
para mantimentos de navios : no armazem de Tas-
o Irm'ii & C. na do Amorim n. 37.
Calcado estrangeiro.
Aproxima se o mez do dezembro, lempo em
que o Paris na America, rua Duque de Caxias n.
59,1.* andar, tem dj dar o seu balanco, por oste
motivo, os propietarios deste estabelecimento es-
tao resolvidns a venderem seus cal< idos pelo cus-
to, alirn de minoraren! o trabalho ; assim pois os
apreciadores do bom, e con> especialidade. o sexo
amavel, para qnem o Pars ua America, conserva
(rom a devida decencia) o seu gabinete reserva-
do, para a escolha de calcado, apruveitem e ve-
nham munirem-.se do que precisaretn.
Vende se a easa terrea confronte ao sitio do
brigadeiro Joaquim Bernardo de Figueirede, sita
na travessa da strada.de Jop de Barros, entrada
do becco das Almas, edificada la pouco tempo e
em solo tbreiro : para ver-se o tratar na mesma.
Vende-se a arujacao da loja da travessa do
Duque de Caxias n, li,toda envidrtfa4a e pro-N
pria para qualquer negocio: a tratar na mesma.
AON. 30
Rua do Svramento
Grandes pechiiiclias!!!
Superiores alpacas-decres, de bonitos gostos,
a 280 rls o covado.
Finas cambraias transparentes a 34 a peca,
Saias brancas com babados frisados a 3000
urna.
Cort' de organdy-branc) a l.
'" na rua do Livramentp n. 30, loja de
y ai,a Q Lessa. -
Aos senhores rabequi&tas
Vndese urnarabecanunca servida, do autor
Bretn, por baratsimo preco : a tratar na rua
paS TrlcMirw o 11 A, loja de siriueiw.
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amaral, Nabuco A C, vendem cha preto e ver-
de, fumo ingle; para cigarro e 'achimbo, e rap
francoz e nacional : no Basar Vrcteria rua do
Barao da Victoria n. 2. .
Aieii^m !
Aos amigo dobeute brato.
Grande liquidaco de fazendas e.roipas^
feitas, na ulica loja do PapagaitX raa
da Imperalriz n. 40.
Os proprieurios deste eslabeleeimnto, deso-
jando vender por menos de oU D|0 do que em ou-
tra qualquer parle, (a/."in publico s Exilias, se-
nhoras esehoresqno d'sejam fazer boa acqoii'i-
co de fazendas de diveoas qualidades, asslm
como de grande porrao de roupas feitas, venham
ou mandein ua loja,' porque a dinlieiro torrase
por todo prece : roa da Imperalriz n. 40.
AVISO
BICHAS DE HAMBURGO
As mais recentes e melhores.
Vi 'i '.i'.in-senapharmaci:i odrogaria.deBar
intdoin ii ife C, rua Larga dsario o Kn. 3
SGEDO ECONOMA E CELE1UDADE
Obtem-so com o uso
DA
INJECCO SHOST
nica, hygienica, radical einfaliival na cu-
ra das goHorheas, flores briincas e fluxos de
tuda especie, recentes ou ohrouicas; e que
oQerece como garanta desahitares resultados
a continuada applicaeao q^ie sempre com a
maior vantagem se tem feito della nos hos-
pitaes de l'aris.
L'nicf- deposito para o Brasil, Bartholoraes
& C, aa Larga do Rosario n. 34.
Xarope d'agro do Para
Antigo e conceituad medicamento para
cura das molestias dos rgos respiratorios,
como a phtysira, bronchites, asthma, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto.
Bons terrenos.
No lugar denominado Salgadinlio^e-junlo
a cstaeao da estrada- do' ferro de Olinda,
vendem-se bons terrenos em lotes ou peda-
lees a vontade dos compradores, com a fren-
te para a mesma estrada e os lados p.ira
outras, e bem assjm urna pequea casa de
tapa nelles situada.
Estes terrenos tem differeutes arvores de
fructo o sao ptimos de plantario e ven-
dem-se por preeos baratissirsos. Os pre-
taodentos eatendam-se na thesouraria das
loteras.
Vende-se um caixo grande de amostras para
taverna, Stlteiros para sigarreim, 6 tabeas de
louro de 26 palmos cada urna, pvopria-para soa-
11)0. U*do por proc conunpdo.: a traur na roa
do Visconde de Pelotas n. l'j, onlf'ora Arago.
Continua fugiaa a e*orava Mari, eom os
signaes seguidles : eCr parda, kiixa, mal leita rio
corno, barriada.cahellodCftrapiahog.ttsa aparados m rq, de Janeiro : vonde-se i rua do Vigario, ar-
ebertoao meio, rosto emiiprid), sempre ver-i majeia B t6.
melha, falta de lous denles na frente, toma
Cat
%

M
AMA
Lonrcnfo Percira PendesGuifliares
el.ir
p ma5,brrto que ^>r paspvel,
40 RS.
as cores tt
Vende-se bramante com 1.0 palmos de
largura para lencol, a 15600, 25 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACO DE SABON'ETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcao de sabone-
tas inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c-^m
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, c outros extractos
rauito barato.
CORTES BftUI DE-CORES A ROC
\'ende-se cor.taa.de brtm de cores par
calca, a 15500 e22000.
BOTINAS A 35000.
Vende-se botinas-para-ser inoras, a 350004
35500, a ellas, antes que ROUPA FE1TA JW.C10NA
Vende-se camisas braaejs, a MQO, i
25500, 35000 e 4500o.
Calcasde casemira* de corea, a 85, 65
75000.
Palitts de easeraira, a ^4G*e 85000
Serouksi* \&
BRB DtCORES
Vende-se brm,4a todas
rs. o envado.
LENCOS BRAMC08 A 2JM0O A DUZIA
Yende-se a duzia de lencos brancos,
25000. Ditos com barras ds cores a 3500*
Ditos de linbo a 55000.
TOJl.UAS A 800 RS.
Vande-se toalhas para rosio, a 800 r.
15000.
GRAYATAS DE SEDA PRETA A 500 U
Vende-se grvalas de seda prt-ta, a 60
n. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 KS.
Vende-se chita para cobeita, a 280-e 34
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 15500.
Vende-se bqnetes para meninos, a 1550c
ESPARTILHOS PARA SENHORA A S#5N
Venderse espartilhos para senhora,
35500.
A-8O0 RS. O COVADO.
Vende-se granad mes com listras de sede
para vestidos d' senhora, a 300 rs. e i5tM
o covado.
COLCHAS DE EROCUT A 65000.
Vcndc-se ricas colchas de crochet para c>
masa 65000.
PANDOS DECI>0f!HKT A ?00.
Vende se paunosde crochet para codeiras
a 1 (5.100 e 25000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se i com 20 varas', a 105000 e 125000, eoutra-
muitas fazendas em liquidando.
N. 4Rua do Cabug^-N. 4
JOSEPK RBAUSE C.
s"EJ^c:
-,.-.
DE
<;0MES nE MVTTOS & UltlAO
Avisam ao respeitavel publico desta cidade que o sortimento ds jotas, de subido va-
lor, que existia em sen estabelecimento, est completamente reforjado com o mais ele
gante sortimento de novas joias, que receheram directamente pelo ultimo vapor da Eu
ropa, constando elle domis variado sortimento de aderecos Boulevard, pulseiras di
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agrades para relogio de
senhoras, delicados adorecos para meninas, meos aderreos de camafeu lindsimos, volta
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro o de platina, varala qnantidad
lu botes para punhos-e peto, com emblemas maconicos, do onistccido de our, cama-
feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas aguas, em anneis, rosetas, pulseiras, alfine
tes o botes, c outros muitos objeetos de ouro de mellares fabricantes de Taris, que se
wndero com grande reducto de presos, por serem cues recebidos directamente do seus
oomtnittentes.
Os propietarios do acreditado-MUZEU DE JOIAS,'tendo se; estabelecimento abertr.
at 8 horas da noute, convidara as familias que se quizerem prever de lindas
vireca escolhe-las vontade, par o-queesto em exposi^ao nosm istradores.
TASSO1RMA0S 4 t^stoJM i
joias, a
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tea para vender por preeos comraodos
lijlos encarnados sextaves para, ladrilto.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraubcc.
Machinas de descarocar algodo..
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garraoes.
Sevadinha cm garrafoes.
Lentilhas cm garrafoes.
Rhum da aJ..,;.,i\i.
Vinho do Porto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, dito.
Vinho de Bordeaax, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com tinguas e dobradas inglezas.
Licores lisos sortidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho era salraoura.
muito rap e usa sempro traze-lo n'um ehumpo so
seio, inaos e ps curios, tendo os dedos quasi
iguaes, principalmente os dos ps, beata da
Penha e finge-se muito reHgia-a ; consta estar j
na Capunga como ama n'uma casa de familia :
protesta-se com todo o rigor da lei con,,-a quem
a tiver aeoitada, hiendo pa^jar- os dias de ser-
vico e o prejuiz i quo teic cansado. Roga-se s
autoridades peiieiaes niw a-i'appreliendam, e le-
vem rua da Imperalriz n. 6, aonde serao bem
recompensados. .
Hilho.
Saccas com 12 cuias 4*090:- Franco da Cu-
nha & C, rua da .Mooda 47.
Ikflc.
! J. o. c
Teni para vend r :
Cognac de Hennessy, superior e verdadeiro,
' Vinho Xeres das melhdres qualidades.
Bilters do Angostura.
Whisky.
Cha preto em latas de 10 libras. "
ToJas as preparafijes chimicas do Dr. Ayer: no
armaseio da na do Commercio n 38. I_______
'_! Voude-se um poro muito novo e gordo e
nma cabra bicho muito boa do leite
rua de Viicoade de Gwyanna n. 161.
a tratar a
Balaneas grandes
Vende-se duas de bracos romdes proragtal enm |n> do Araorinr annajom n, 31.
MUIaoII!
bom e novo, recentBraente-ehegado do nerte, por
preoo eommodo a a vontade ao comprador : na
peso modernos, propriai para qualquer armaiera I = Vendo-so um carro da alfandega em perfeito
ou fabrica de assucar, por preco eymmod: oa estado': no rargo de Santo Amaro n. 3, taverna, a
rua do Lrrfttmehto n. 31, deposito.
i tratar cpm Luiz de Franca e Mello.
Calcado barato
Loja do Arantes, praca
da Independencia ns. 11,13
e 15.
Bolinas de cordavao para homem "000
Ditas de pellica, canos altos, para senhora 5*0*10
Ditas de chagrem, idem idem idem 3*000
Ditas de pellica a Lni XV idem 8*000
Ditas de dita, gaspiadas, canos altos 8*000
Dilas gaspiadas, canos altos o baixos .1*0.0
Ditas-de beierro para menina 43000
Ditas de cor, canos altos 3*000
Veada.se um oxcellente sitio em Bebeiibe de
Baixo, junto estaco do Fundo, murada na
frente com porta de (erro, eom urna bonita easa
le pedra e cal. teudo 4 quartos, 2 salas, 1 gran
de solo, cozinha fra, com 400 palmos de frentt
4,880 -da toado, sendo de malta, com oraetleat
cacimba, agua de beber :. quem o pretender diri-
ja-se a rua de Pedro Alonso, auiiga rua dja Ptaif
B. 37.
Os leqnes todos de madreperoia,. brancos c d-
cores e que tnem o distico UMAO em leitn>
tambem de madrcpcrola em alio relesa, tor-
nando se por islo apsopriados para noiva, a NO-
VA ESPER ANCA a rua Duque de Caxias-n. 63
(antiga do Quenuado) quem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderece, cruzes,
coracoes e cassoletas, que eslao ^xposas boa
estollta das Exmas. (amantes do chique)* vende-se
na Nova Espetanca, rua Duqae de Caxias
n- 63.
Aos meninos
A Ntiva Espcranca rna Duque de Caxias n
63,ncalia de recelior um lindo sortimento de bo-
necas de mullas qualidades,. vindo entre ellas as
cugracadas nonecas de borracha, issim tambem
urna pequea quantidade de bonecas pretas qm
se tomara apreciadas pela sua nnvidnde.
Ebem idil
A Nova Esperanca rua Duque da Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento irglez, prepara
cao para concertar porcelana bem til.
Vestido perdido
Militas vezes um vestido torna-sc iateiramente
i feio, somente por estar mal enfeiadn : a Nova Es-
| peranca rua Duque de Caxias a. vJ, remove
j este mal; porque est bem peovida dos metbores
gjtoes e franjas de todas as cores, onde pode es-
coiher-se vontade snhrftsa.ulB'l" entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pela sus varieda-
de de cores, Oca bem aa quasi lois as /aseadas.
A ella antes quo se acaHem.
Cabellos brumos s tem quem
quer
A Nova Esperanea rua Duqae de Caxias itf*
63, acaba de reoebor a rerdadeira iHura de Des-
nou para Ungir os cabellos, o qu se consegue.
(empreRapdo-a) com multa acilidade, e por esta,
motivo, cabellos brancos; sp" tm qnen qoer.
JSst&o w moda
Os ciaturoes de eonro, proprios p;ir\ seniora?,
Jne receben a Nova Esperanea 4 roa Duque e
axias n. 63, esto, sim, senbora, esHoaa, anda l
Se queris ter or, preparar nm rasMthete d
cheirosos cravos brancos para o Toena easamento. -
ou para QOiro fi.m apropriado, leeessara ir
Nova Esperanea rua Buqu, de Caxias n. OS,
que all encontrareis os memoees aord 'wvqvelt
fue se pode desojar. .
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Baro de Peraaitbco Sabbao 2a dfr'JMlltffot'to'fJiife.
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BAZAR DA
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jijas n; .
j^gUSkMflprida, de GlslS,
rter os oabeltofrpr**
A aguia branca, i ra Duque .d> Casias n. 60,
I "aja, QOiteceM noMa-reyessa da'apreciayel afua
- boin re
.'
a
flOlS IOS
LETE, IRMAOS
UNIGOS AGENTES
Roa do Baro da Victoria n. 28
Va mais simples*,- as mais baratas e as methores do mundol
Na exposicSo de Pars, era 1867, foi concedido a
Elias Howe. Jnior," a medalha de ouro e a condecora-
cAo da Legio Se Honra, por serem as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Junier, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditan
estas machinas.
PM-
{
A 908000
Cabe-nos o dever de nnunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
'urk, ostabetceu nesta cidade ra do BarSo (la Victoria n. 28, um deposito e agencia
tura do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
napregand ma a'gulha mais curta com a mesma qualidade de linhaque qualquer outra,
osla introdcelo o', rnais aperfeiceados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
Berecer ao exame public.0 as melhorey, machinas do mundo.
As vantagens deskts machinas sao as seguirdes:
Primeira.O publico sabe que etica s&o duradouras, para isto prova incontestavel, a
sireumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe om segun-
da mo.
Sogunda.-'-Contem o material preeiso para reparar qualquer desarranjo.
Tereoira.-Ha nellfs meuor friccao entre as diversas pecas, emenos rpido estrago! i peca
'O que as outras. Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a peca/.
Cuarta.Formara .> ponto como so fdra feto mo. I Trancmhas de coros, a 100 e 500 rs. a
Ouinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se n8o consega w^
Esto eat*l>clecmeBta atiranta solicito em ^oflerecera concurrencia do rcspcitav4 po-
tico um competo sortiiaenta de. miudeuw, calcado rtncez, cllaue'qs e qui^uilharW a
areno os niii riuavms possivuis, pura o que recebe qnas jodos os seus axtigc* de pqo-
jria encomrnonda da Europa America, vcmraar*oubliudade de alguns artigos por cujos
jrwjos bem se podo avahar os 'procos do oulroa mitua que se tornara etifddouho
Jbcar,
N11DE7.AS. i c MIUDEZAS.
L* para borda*, da melhor qaaKdado, 1 {riucos dito e dito por 25500.
'tbra por 58500. Botos de selim pretos e de cares, a 800
Agulhas francezns, fundo ttourado, a cal- e f5*000 a ,ll,zia-
tinha com 4 papis a (i0 rs., 240 v. i Franjas brancas de seda de todas as lar-
Voltaa de lita de TelU^. **m lindos' co- Su",.s.a I*>0D e *<**<>& melr0'
raijOes (lngindo utifepyrola,a 0 rs. l),las de cores e pretas a 80 rs. e 1^000 o
Voltas para opescoep, ingindo cemafeu, melr(J
or.panhadas eom 1- par de hrineps seme-, GalOes Ptus do seda, de muite gosto ue
hante, tudo por 2JS00. 80 ** a IvMO o metro.
CALCADO PKAfCEZ.
Botinas pretas gaseadas, para senhora, a
'.oOO o par.
Ditas ditas de duraque, gaspoadas, canno
' alto, aoJjOO.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
GJfOOO.
Di las dita de cores, cahn lto.enfeitadas,
!a >50,
)itas para meninos, prctas e de cores, a
-Lmha branea fio 800-janks m carritots,
[>ropria para costura do machina, a 800 rs.
' duzia.
Dito de dita de Alexatndre, numerario a
$osto do freguoz, a i^lOO a duzia.
Diademas dourados de 13)500 a 3C000.
Ditos de tartaruga com flores a 29000.
Ditos com borbollas a JSO.
Brinc rs encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos de plaquct de 500 rs. a 2$000.
Ditos dourados, duzia de paros, a IJHSOOJ3 e ^p00.
* 29000.
Voltas do aljofares com brincos, n 23500.
Ditas do ditos com coradnos a 1^000.
Ditas do ditos de cuntas fon cossoletas, a
800 rs.
RotiM ile plaqu! a 15 a I^SOopar.
Grvalas doaeda para .senlmr.is de 1C200
'8000.
Maruri'S rom ftjafts para-eabee,a e poito
.35 e 'i^OOO.
Untromeies o babadinhos bordados de 3G
rs. a -3'00 a pe<;a.
balos de soda 1 blancos e de cores, tic
13500 a 25500 9 pera.
tites de algodo e seda, de 15 a 18400
a^ nutras.
Sexta.Fazem ponto raiudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
j logo em seguida, sem modificar-so a tensio da linha, cozem a fazenda mais
mr
Stima.O compressor levantado com a maiorfacilidade, quando se tem de mudar
t* agu ha ao eomecar nova costura.
Oitava.Muitas eompanhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
ecadeneia. Machinas outr'ora populares, s8o hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
nudancas radicaes para|Kxlerem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a op i ni.10 do Elias Howe, mestre em artes mecbanicas, tena constantemente
agmentado o seu fabrico, e hoje ne attende a procura, posto que faca 600 machinas
vr dia.
Cada machina acOmpanha iivretos com instrucedes em portuguez.
A 90^000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMAOS
A'
: gLeques de marfim a 58 e 88000.
Ditos de sndalo a 48300.
Ditos de madeira imitando, a 28000.
Ditos de papcllesa 18800.
Coques para senhora. a 38, 39500e 4-8.
Adereros fingindo coral, compondo-se de
filfinete e brincos por 28000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, compondo-se dc&Hmote
e brinco, sendo do omito gosto, por 55000. i9000.
Completo sortimento do calcado de case-
mira, Charl!, tapete e tranca, ms barato
|0 % do que em outra qaqucr parte.
CHATCOS.
Bicos chapeos do palha d'Ilalia, para se-
phra, a 115000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
a 1G5000.
Completo sortimento de ciiapoo meninas sonbor'as, de 298W0 ,1 35000.
Chapeos de sol do seda, inglozes, cabo de
marfim ;. l5000.
Ilitos difo de merino, cabo do metal mui-
to bonito a 55500.
Ditos dito de soda para scrihofa, cabo de
madeira, a G500.
Ditas dito cabo de marfim a 05000".
_ DIVERSOS RTICOS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a G50 o 60-
I vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 15800
.e 25000 cada um.
Ditos para sol, a 35 o 45000.
Toalbasde linho para resto, a 15300 cada
!nma.
Ditas de algodlo alcoioados, a 640 rs.
Coisas de roeht para cama de casal, a
do Baro da Victoria
PARS
GARVAO .. BELLBC
APPRWAOO PCLA CAOCMIA IMMRUL f*
tm 97 dezembr* de 18
MKOttlN*
ri\ RIS
-Ra do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'ora na da Cadeia)
LOJA tE MACHINAS
Sendo esto amigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-}
dado polos grandos depsitos e bons sortimentos com que semprc prima em ter das'
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machina* auicricauaa pora algo
dio, desde 10 60 sorras, e ha vendo em todos os taannos diversidades de syste-
mas e melhoramontos paTa perfeito e rpido deacaro?amcnto ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, enconlraro
tambem mais :
PARS
E'eobretudo fis siiaa prnpripiJnit.-iq emiivcnteiiionte absorvente,
que o Cm-Tfto de Keiio deve a sua granJe efficacia. Recom-
menda-se-o espedalemenfe contra as afTeccoes eguntea-;
GASTRALGIA
OYSPEPSIA
PVROSIS
AZIA
DIGESTOR 0IFFICEI5
ORES OE ESTOMAGO
CONSTIPADO
CLICAS
OIARRHEA
OVSSCNTERIA
MOLEItlNA
HODO DE ENPBEGO. -oc-r.oBeuM(CaarkatltllM)
fonia-se antea ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
irslilhas. Gcralmente o bem esta* ente-se logo depois das pri-
meiras dase. Urna informacao entensa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilha.
PARS
Apurados v.vpores locomoveis, de forca
de 2 Va e 3'/a cavallos eom todos perton$as
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodo, ou para outro Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de no para atterros.
Tinas de rnadeiras.
Baldes de dita.
Ditos de fero estanhaio.
Ditos com vlvula'para davallos.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jafclnd.
^oards-oomidas.
Tampas para cobrir praios.
Tarrachas para fater pwafui de ferro.
Ditardha ditos de maderras.
Trens pata coinha.
Ternos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos paca padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado,
fireu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
Iho e caf.
Debulhadores para inilho.
Azaito de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cauuos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditps de chumbo. .. i
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
florida paraitao'os cabellos pie
uludo ccmld por (juein tem 'feto uW dessa
ItMUtensrra |ireprapio a tem i\lamente cencelta-
,'4K)r <9so ajieaat se faz learitrar a qumi ao-
Taminiedcila prati-e e queira, se auroveitar do
oa ul|Jjuad,u. TiuikeM veio agua de topasio e
olfeo florido paj- o memo uw, ello acreditados
como aquella.
Volts e brincos de grossos
aljfares de cores.
A afmia hrawa, ra do Duque <1: Caxias n.
30, recebeu novas e bonitas vollas e brincos de
grossof > Ijofarts de cores, e como sempre conti-
nua a yeude-las cor prejo commodo.
Novfl diademas dourados e
com pedras.
A aguia branca, ra do Duque de Caxias n.
."0, recebeu novo sortimento de bonitos diade-
mas dourados e com pedras, tanto para meuinas
cuno para wnlioras.
Collec^oes de traslados ou
normas para escrever-se.
A aguia branca, ra Duque de Caxias n. flO,
recebeu ayvas collcccoes ou normas pa-ra as crian-
S3 aprcn'direm a escrever por si inesmo, hoje to
usadas uas aulas e colleeios; e como sempre ven-
de-as por preco ccnr.inudo.
Meia craas finas para meni-
nas e senhora s
A loja d'agoia branca, a ra Duque de Caxias
n. 5), reci'lK'ii nove sor'.imenlo daqueilas lio pro-
MaflM meias eruas para senbora, iodo igual-
neme para menina.-, e contina a vende-las por
prepa cuinipoaos.
Veos ou mantinhas pretas.
A loja da aguia branca, ra do Duque de Ca-
sia* Ji. 50, recebeu bonitos veos ou manlinlia-
prelas ue seda com flores, e outras a milaco de
cYode, e vende as pelos baratos prcos de 34,
M 060. A fazenda boa o est em perfeito
estado, pelo que contina a ter prompta extrae-
':"
Perfeita novidade.
Grartpos comborboletas, bezouros e gafa-
nhotos dourados e coloridos.
A loja da aguia branca, ra do Duque de
Casiaj n. 30, receben rovos grampos com bor-
ioletaa, bezouros e gafanhotos, o que de certo
perfeita novid de. A quantjdade pepnena, e
por isso em breve se acabar.
NoTas gollinhas ornadas com
pelucia ou arminho
A loja d'agula branca rn a Duque de Caxias
- 30, recebeu urna pequea quantidade de boni-
s e aovas guiliahas, trabalho de l e soda, en-
MiUdas com arminho, obras estas de muito gosto
a intciraireutu novas.
Grampos, brincos e rozetas
dourados.
A loja da aguia branca, ra do Duque
Caxias n. 50, recebeu novamente bonitos gram-
pos, trincos e rozetas dourados ; assim como
novoB diademas de ac, e como.sempro conti-
na a vende-los por precos razoaveis
Caxinhas com pos dourados
% prateados, para cabellos.
Vende-so na loja da Aguia Branca ra do Du-
que de c axias n. 50.
Luyas de pellica pretas e de
outras cores.
A loja da Aguia Branca, ra Duque de Ca-
xias n. 50, recebeu novo sortimento de luvas de
pellica, pretas e de outras cores.
Para a boa conservadlo
BE
vesso (MELLO
TLMW
Ello um preventivo seguro e certo contra
a calvice.
Elle d e restaura forja o sanidade pclleda
cabera.
Elle de prompto faz cessar a queda prema-
tura dos cabelles.
FUed grande riqueza de bistre sosia-
bellos.
Elle doma e faz preservar os cabellos, em
qualquer forma ou posteo que s dese-
je, n'um estado forrroso, liso o nidrio.
Elle faz crcsceV os cabellos bastos e rompri-
dos.
Elle conserva a pelle e o' easco da cbeca
limpo e livre de toda a spe e de caspa.
Elle previne os cabellos de se toinarem bran-
cos.
Elle conserva a cabera n'um estado dfrea-
cura refrigerante e a<;radavel.
Elle nao demasiadamente (deosn, gordu-
rento ou pegadizo.
Elle nao dcixa o menor cheiro dc.cagraa-
vel
l'.lle o melhor artigo para os cabellos das
crianzas.
Elle o melhor e o mais aprrivc-1 artigo
para a boa conservarlo e arranjo Jos ca-
bellos das senlioras.
Elle o nico artigo pnprio par," o ppiuea-
NENIII'M TOL'CADOR DE SE> MOA 8E
PODCCONSIDEp.VH COMO (OM-
rr.ETOSKMo
TNICO 01F.:\r"AL
o qual preserva, limpa, fortilica o ..fon..osea
O CABELLO.
Acba-se venda nos oslabeleutnentos de
H. Forster & C, agentes. E em todas as
principaus b.jas do perfumaras e boticas.
Triumpho da
'lM
t laminados.
Emfim ntuitos outros artigos, que sdavista e noste eatabelemodeMoentp sji o
.
i o
Samuel Power Jolms-
UKftft
Kua fabnea de LowMoor para ra. do Apello n.
3e.A,0,.fi
t.'mBti d
iu^o continua*.us
o d^surae.
ter o uiHsUii' sor-
_ >ijtAiBu iifuic,i**ral, psl qu po4
ag d.a*wa%*a>wi;.iJiw -ami4Mn
"lacbiiifiBO ,e aiwma, ga;aati lo.
$Mt '"* A^WfwAK't tabicar
Os propritarios da' fandiclo gerat fateui
scMOtes aos senhores de engenho* mais',,
(afm sceote aos sonTregueies qneteem pessoas^ qne teim estabileeldo urna Itmdi- *.
mtlado sen iepdiho Ue loaetaina a" va- cao de forro e brouH ra do Brum, jun- *fc
por, - .qualquer obra de. ancommenda cum purfci- >*,
cao e prora oiidao.
Qs me-mos rogam as peasoas que QUei-
t-'an-iD sianw tarnU;i.qco tsein teiiBumjara olitHiar c* de mju.- servaos dadeixa-
aem.as eDCiom*ndas.e;a wi do &.-*-.,
.muel Power Joiiusiuu t C a
11 n. :8h 40, onde ich \
V i N H O
w
.'I

TDD.D5UEL0H
Preparado por H. M5H8R, Ph> da Eschola de Parle.
O VIKHO DEPOKATIVO P aiIUM i
lempo jup ptirdh-a o sbihmw (!' maoeira eaorgiM khm o tar e ib* j
conterva a sua tiiiciiMQpnmi|4<
lil' cunio iiwt murium atestados enriff*eM)M-o4>Mtd*MtOttl
depojs d* experiencias, feilps uclos principad Mdicos de Franca, da Italia, ]
da Bus!*, Uj Alliurjilia c da'BiMgica.
OVililu) Dopur.Hivo (M-D*EUOR o unii
| elimina do s.iiinic (ortos OS p%Aipios mrbidos que o alterad, como
lamiiem Ihecmisrtica sda fs*W e ab(d'prairtia.
K por isso que es MrdWw tfn>*!*ito -#t^lela(ipicr..ma pteptrarto I
aoDuioraHi.OR. ui .,.i ,. ,J
QMWtDUupuraitiodO'D' Djy4M|dtu longedesl ai [wpMi*iej inA|n)a,dM,
'^wfut'/Miiio^, Vlcett.i, Yi*it.':.-**lctvatim,.l>tmwnti4tomM* 9*tm>m'

DE
nmm finas
RL'A P KIM El RO DE Mi li f;.0 N. 7 A
' e.-ta eau, sem duvida, urna das que hoje pode
com primazia apresentar aos seus freguezes um
variadissimo sortimento de fazendas finas para
grande rfl/Wi>,im como para o uso ordinario de
i ii.i-.as classes e por presos vantajosos para o^
compradoras.
Os donos dcste in.portante estabelecimento con-
vidan ao respeiiavel publico e particularmente
aos seus freguezes a darem um passeio por eu
esiabelecimento, a alim de verificarem a veracida-
de de seus nnnuneos, e com vantagem supprirem-
-e dos artigos que I lies forem mi.-ter, de cujos
fazem um pequem resumo.
Mandan) fazendas s casas dos pretendentes,
para o que tem o pesoal necessario e do amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdenaple de
tedas as cores.
Gorgurao braneo e preto.
Setim Macan preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos o de edres.
Granadiuede seda preta e com listras e almas de
cures, liudissiuios padroes e fazenda de ultima
moda.
Firo de seda branco e preto.
Hicas basquinas de seda.
Colxas de seda para noivoa.
Mantas brasileiras.
Cortes de cambraias branca com lindos beldados.
Capellas e mantas para noivas.
Poupetloas de lindos padroes.
Roquissimo sortimento de las eom listras de seda.
Ca*bra de coros, ditas mariposas brancas e de
cores.
Naasuck de lindos padrSes.
Bapristas do padroes mui delicados.
Paradinas do quadros pretos o brancos.
lirios de lmlm do cores proprios para vestidos.
Fustoes de'lindas cores.
Casaquinhos de las de cores para senhoras.
Saias'bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Dito* para bapUtadag.
Chapeos para ditos.
Toalhas de cambraie de linho cu lindos bor-
dado*'
'Frouhaa bordadas."
afiolxa>da la-
Cortinados bordados. ,
Camisas bordadas para homens.
'Metes Aeore para hunsons e meninos.
Chapeos eom callao de marfim para homens.
Ditos (para senhoras.
Merino ,de cores para vestidos.
DrJs pretos.
I0aaamra$,' ( nasp hiKaso ru Priuteiro de Marcu n. 7 A,
, AUlaga^uCiiespo.
Coideiro *lm,Ms C.
-i >., w ...
^^fc--tr^

Em tem pos modernos nenhum doscubri-
menlo ope uromaior rcvolu^^o no modo de
curar anteriormente em voga rio que o
ij HE mm h I
TANTO >(") TRATAME.sTO
DA
Tosse, CfUpo,
Asthma, Tliisim.
Rouquidao, Reafriameiitoa/.
Broncliites,
Tossc Convulsa,
Dores de Peito,
Expecturae/io di Simjrn.r.
Corno em toda a grande s'vn- .-.v ;.-nfu! i-
dades da
4>rH*
tana Cum qi
Mira .i/ii ni.
UrtWp-'M i
Pa-

PAflA RETA'f.lMf.- tJfhA POR AiTACADD : 4, bouMar 8t'MrUH. 9IM.
' 'n rt ais l'lmriH'lii o lr&xH,
T- \i ,u^ f

M
.cHS:
t r.i,t<<
_ Lm *-
nipo (loposito^raiatia^e t^i|aiuirsjAsst. !

Arniazcni do uiim
Ra da Madre da Deus n. 10 A.
, ios.Ujuitiiigues 'do Ca/mo o SU va participa ao(T
seus freiuezes e amigos qo no seu' rmazem a
ra da ftifle deDeiis i'WA, se Mha um on-
pleto sortimerUo d fnmoem fardos .de patate I.',
t.* .e :t.* ataos,*is.eliorcs fahrieantes da Baha,
^bemassiip Uor de todos os fiunos'de corda
em rolos, pacotes, latos grandes e peqoenns, tam-
bera dos mu acreditados fabricantes rorres a
Ar;mjo, fczaar, AdMpko Schindl 4 C,-Lizaur
chanitltA U, Vesgaai* Affije, Irindado 4 Av.-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garantido pelo*
iespiuslt; de.outros ainde nao ophecidos pe
public aesta apital. 0 annunclahfc decl
todo famo que for ventdn env
euljueto *r>rr>r, e que ipiau
va i%ua|i
ion/-'
CJair^'iii., do r**- ts
sla resjjirneslc, i_ i- tacto
atormentam e fazem solrer a bju a*"'.'! .
A maneira antiga do cur.ir eon.-i-...i fn.-
mente na applicao de vesicic is. Si- :-
grias sarjar ou applicar extcnoi'H!c., un-
gentos ortissimos compostos 9t substan-
cias vesicantes, afim de produzir *.'>.poihas ;
cujos dilTerentes modos de curar, nao fazian
seno cufraquecer e diminuir as orcaa do
pobre doente, contribuindo por i-la forma
d'uma maneira mais fcil e certa para a en-
fermidado a destruico inivitn\(l c!(! sua
victima 1 Quam differente pois o effeito
admiravcl do
FSITOEAL11 wimim
Em vez de irritar, moitilicar e cauvir inau-
ditos soflriment06 ao doente,
Calma, modiGca e suavisr. ;<
Allivia a irritaejio,
Desenvoive o entondimenlo,
Fortifica o corpo
e az eom qtic o svstema
desaloje d'uma maneirt prompta o rpida
ate o ultimo vestigio da enferi ; Os
melhores votos em mdieina da Ehk .a, (os
entes dos collegios de testificam serem exactas verdodeii :>s estas
relagoes analgicas, o alm diso' a oxpe-
riencia de miltiares de pessaas da America
Hespanhola, as quaes foram 11 radas com
efitemaaraxilhoso remedio,so rnaisquosuffi-
cienies para sustentarem n oj ii ... o
l'KITOUAI. ht: AfA(.AH! M.\ I
Deve-se notar que est fMsedio se acha
inteiramente iseiltts'Sja.'viiwir-s, uu,,o mine-
raea, como vegata5sV lam^nui-quo alguns
destes ltimos,' re psupiflolprm.'iiie r-quoiks
que sao dados sob' a tama* de o; do hydrooianico,- fernwitt- a L da maJor
parte dos Xaropes, cDt os qnae.s tab fc-
rilmente so engaita a'cvodulid;, :o do 'pu-
blico. A composi^o de anacabuita peilo-
ral aclia-ae luid* ^curj)^uiti*e engarrafada
em /rasos da .inadida e cerca de meso
quartil lio rada umvie c9n& adosa que se
toma s d'uma calhar pe^uttua, basta
gerahneute npp^icato.d'um 0u dous fras-
cos fra a efiwHuac.&o.de qualijutr rma.
Aoba-se a venda am (odas as u-ticas.
U. Erooters 4C, agenten.
-----
,
Agora sj
A rosa branca receben urajn^lo si-rtimento de
chapos de sol de seda'com c uonldira
branca, os mais pwfleTfds, qtre pfrrd marflai,
com o guflrdt-ponM'de-ffiMal, -ie, leas'w-
dein pr lia : na, ioja.de q tro pastas a roa 4
Inunratriz n. 56.
,...,_._ mo m&U)\
ia era pelc-4 "O
>oda da Uil
modrt^
7/WW :' na
i ra ii, Imperatrli a Cfl,'
\


8
VAaiEDADE
Parla**!. laeaamnhol.
Discurso de Emilio Castellar no dia 25 de
a fasto, logo em Mgnidi d'mua eleiciio
p/tra pr'bi4enled.a-iieinbla.
(jjKolusao.,
Desarreigada-|8a rabAarcHia de 20 seeu-
lo5 ; abysmadoe oiii Ha os restos aristo-
ciaticos do sonado \talicio, do laso privi-
> da burocracia iuvasora e obser-
vaide; pro-dainado o Jogma da soberana
popular; regida-a h/m;o por assemblas
oh, ana las du euuVftio uuivewal;' declara-
dos os direito^ individuaos anteriores o su-
periores a toda a legislado positiva, a fr-
gil, anda que boma la mouarchia, que se
levantava sobre aquella obra como para a
. preservar da colera das iras dos poJaro-
sos du inundo, tiuba brevs que perder-se e
que abysnar-se uo forte e tempestuoso on-
dear das no>sas grandes, luminosas, hu-
manitarias idea*.
Por isso en creio quo nos ni) somos os
inimig >s da ravolng > da sutembro, sena >
os continuadores da revolugo de selembro;
que nos nao somos os iinplacaveis adversa-
rios daquelfes partidos, sena os que vio-
los nivelar a formula que tinbain no seiu
do seu uoracio o da sna conscieueu, e que
[aviara ia?Uucvameuta implntalo sem o
quurerom, sen) rep.irarem uisso, som pen-
saran, Lisie o proprio momento em que
des-rnigarem de um sA ciieio do tantas
tradicoes! a arvore secular da antiga, de-
W Q j ento abominavel mouarcbia.
alem disto, o que somos nos ? No
di/i ;m ^unos a tradico liberal, somos s
a tla% i da revoruco de setembro ?
Na unos a conlnuago d to las as tra-
dfefles .iberaes, da traiioao liberal de 1812,
da tradujo liberal de 1820, da tradico li-
beral de 183 5, da tradico liberal de 18il),
da tradico liberal de 1854 e da trali-
o liberal de 1869; porque todos es-
tes esforgos que se dirigem para a mo-
uarcbia constitucional, tarde ou cedo con-
verliam-se em esforgos favo-aveis re-
publica.
Representainos pois a democracia, que
nao neiihum partido, que toda urna sa-
cie lade, que toda urna historia, que toda
urna epopea secular ; a democracia, presen
sentida, e anunciada pelas amigas re-
publicas classicas ; perdida nos sulcos san-
grentas das nvasoes germnica-, como o
trigo na trra depois da semeadura; evoca-
da pela voz 'las communidades e dos muni-
cipios da idade media, e fortalecida pelos
foros o pelas cortes ; iliumiuada pda revo-
lugo iniellectual 4o sculo XVI como pri
tneiro tiuha sido ungida e baptisada pelo
Mugue fecundante do Calvario ; Iluminada
por aquello livro de rail folbas que se apre-
seutava ante os svus olbos com a invengan
maravillosa da imprensa; levada ao direito
pelas antigs revolugtios j'jevada ao poder
pelas revoluges modernas : obra de qua-
renta seculos, que se estende desde o mo
ment em que apparecem as primeiras fede-
ragoes no solo hieratico da Asia, al ao mo-
mento em que apparecem as ultimas fede-
rales no solo vrgera da America ; obra do
quarenta seculos que ninguem pode iu-
terromper que ninguem pode acabar,
porque o processo da vida procurando o
seu ideal, e levautaudo-se plenitudo do seu
direito no seio quasi divino da humana justi-
ga. (Graudes applausos )
Na. somos nicamente a democracia, que
a igualdade de direito ; somos alguma cou
sa mais : somos a liberdade; a liberdade 1
esta palavraque nao pode pronunciar se sem
que so siuta todo o orgulbo ila nossa raga ;
a liberdade, que nos distingue dos demais
entes creados e que nos eleva cima de to-
dos el les ; a liberdade, que nos toma dig-
nos ao recordar-nos que somos responsaveis ;
a liberdade, que nos torna, ueste pequeo
mundo, nao effeito, sen io causa ; a liberda-
de, que separa os povos adormecidos no
somuo da.materia, como os povos da Asia
oda frica, dos outros povos animados pela
civil^aro ; quo nao estende a zona da cul
tura humana seno onde brilha a luminosa
zona da liberdade. (Muitobem.) alen-
dan boin, este um pbeaomeno que tem
mudado todos os dados do problema poli-
tico.
Desdo 11 de fevereiro a causa da liber-
tado em todas as suas pbases, em todas as
suas nianifcstages, em todos os seus graos,
est indissoluvelmeute unida repblica.
No da em que morrer a repblica morrer
a liberdade para vos, para nos e para to-
dos. (Applausos.) .No dia em que morrer
a liberdade morrer cora ella a repblica ;
e como a liberdade s o que rosuscita no
mundo com a liberdade, resuscitar amanh
tambera a repblica. (Applausos.) Au I
Se ha partidos (iberaes, em qualquer grao
que seja, eu nao o creio, porque uo creio
na demencia do suicidio; porque creio
no instincto da conservaco de todos os se-
res, o especialmente dos seres collectivos ;
se ha partidos liberaos que couspiram con-
tra a repblica, conspuam tambera contra
a sua liberdade, conspirara tambera contra
a propria idea : e se conseguissem ama-
nh arruinada, se conseguissem amauh
destruir a repblica, da sua destruigo, das
suas minas sahiria o que sabio em Franca
depois do 18 Brumario e do 2 de dezembro ;
urna immensa, urna Tergonbosa dictadura,
no termo da qual estevo a perda da digni-
dade e o desmembra ment da Franca, me-
recerlo assim as raaldigoes das gerages que
se adiantam, por que nada ha mais triste
nem rnais odioso na historia do que urna ge-
raco que teve forga para conseguir a liber-
dade e nao teve sabedoria nem prudencia
para a salvar e conservar. (Grandes ap-
plausos.)
Sira ; somos republicanos porque o orga-
nismo mais porfeito dos democracias ; por*
que a repblica a autoridade no povo, o
direito em cada um dos cidados ; porque a
repblica a forma de governo que renova
todos os poderes como se renovara todos os
sores na natureza e que nao dispensa nin-
guem da responsabilidade por maior e mais
forte que seja, em que nao ha ninguem to
forte, to poderoso, nem to sabio como a
naeo, inmortal na sua vida varia, serena
na sua magestosa soberana.
Nao somos s a repblica, senhores de-
pu lados; somos alguma cousa mais; somos
tambema repblica federal (applausos). So-
cios a repblica federal, porque julgamos
que deGue mulhor que oeubura oulro todos
osdiroitos, que ovita nelhor do que ne-
'itro todas as dictaduras; porque
>. olas as autonomas, porque deixa a
cada um dos organismos no seu proprio
direito, submettendo-os uns os outros por
leis to naluraes como sao as leis da m-
chame!, rjuo rege a immensa machina do
universo.
.fiwo. de Pernambuco Sabba^u 20 de Sej-em^o^de^STS.
"' -*>.
* nerga aftaos campos de Vergura para sal-
Mas, senhores deputados, o raestoo tempo var coe quistas da ciiilisacao moderas ; o
queaoraos repblica, a repblica federal oxatelo kesfaeblo gui en* 18*6 salvou a
(daremos dize-lo mui claro, e mu ato* para libi*dadf mrMpl'e era 68 salvou to-
que lo Jos nos enteudam), somos a udidad das as liberdades ; esse exercilo sobrio, so-
aaeiiMMl somos a mtegridade nacional,-so- fredor, modelo de todas as virtudes milita-
mos a tolalidade mdestructirel da patria, res, pareceter perdido a cabeca asombra
(Grandes applausos/. Oh! Se alguma forga \ da baudeira do delcb da, bao I oir da re-
,hca, se alguma idea poltica,fossa capaz publica ; e uecessario rostabelecar a todo
laabntar^ritra a mudada uaaMaal, cua- o cusi a disciplina porque assim" tereinos o
a da patria, o movimoWo Jqure maisoecessita a repblica, a segurauca
bonitos engenhos contiguos uns ao
e ten do quasi todo vistosas aais- <,
venda; \ J
Na cidade do Campas toaukitt* alojamen-
to do hotel Brasil depois de fazermos um
ligeiro passoio, foraos ao tbealrondo repre-
senta va urna soffrivel companhia de zar-
zuela hespauhoia.
Essa cidade, cuja popula^u, S'guudo me
iifor,Durara, lalvez ntlinja a 13 i olmas,
est quasi toda luramada _ revolver as fezes e espumas.
Nesias condicoes va i ser defecado I
da epininjnblica o abaferta ; por nao ^de da sua existencia e as garantas do furca qiiefsaas p'riocipaes ras empedra fav e.'alem de
nao na nada uo forte, nem to grande no se exigom para que se conserve autori la-
nosio solo, C0!O0 a uago hespanhola. de social em todas os nacOes cuftas
(Applausos.) > piausos). ^
Que tremenda noute para a historia I que E
noulc para o mundo,
(Ap
urg, Srs. deputados, que o gover-
se agora que se or- no acu la a remediar este mal cora medidas
lT.l"",d^e.llaI,ana'88or"clue.rea^ceu Prndenles e enrgicas, quo.estad na ,ua
co
nos
por
ie uos
aquella que desporUu da sua somnolencia Vcucau Ilose er anda desarmada, e nao
povos asiticos, chamndoos nave- est anda desarmada de suas esperancas ; e
gacao o ao cominero com o reralenJor da urge> urq,tt a3 jjuiUr0 ^J m^ an.
rn,8 ,a t '' "^fa ?" mmUi'"i dU" t,8as' '""histricas, de carcter uia.s iude
ranle um seculo a civd.sasao romana com peudente, ,1e liberdade mais tradicional,
os seusph.losophos, com os seus poetas, com posUs os CUU1M B lll)S desliladeiros dos Py-
os sous oradores e com os Cesares, aquella rneus, para serera u que pnmeiro que nen.iuma outra civ.hsou trangeiras, e um baluarte da nossa nacioiia
barbaros, entregan o-os ao jugo brando |jd(jt, sio eutrgues por supersticoes u-
da c. v.l.sa.;o latina, e educago enlo na crivis a todos os horrores e a todas as de
cetaria e s.dutarda igrej. cathohea ; aquel- predagoesdoabsolutis.no; e urge, porque
fe que maniere na sua influencia a sc.encia, as quwr0 provincias Ulvoz mais laboriosas,
o hltro da m la o eslu lo da natureza em ulttl in,is li(|ustriaes dt loJil a 110Sit fr.
,Z: I !*' ."' '1Ua 0.mU"d Ulte,r0 ",USd P^. pwViacias caulas, vem
pare la gemer s,b a maceracao e a penden- nterro.npidas as suas vias frreas, qeima-
cia, e debaixo dos terrores do juio Qual ; das as suas fabricas, esfomea Jos
expeJicAes martimas fez desappareeer as etas hordas que devastara, que iucendeam.
aguas de Lepanto a rae.a la. imped^o que as^ssiuam e sobreludo desourara; o
que o Mediterrneo fosse o lago dos serr- urg0> por aillda esU recente a caUstr.
^iJS0' 'i*"* T" **. eKXWdl' Phe dt "*. VW ainda est fresco o
SSl d*-Vlagalhaes descobr.o os sailgUe de J purque HnJa j,)0(J
fAr^nl I' "' t Ca'nmi EsU3llrt' Parque ainda jazdebaixo .feW
Flen^T temP?qUtt atraYeSS*1Va? ^ ""suicidio, a heroica, a imuorUl
?ri^!Jall?!^^,?.:!>a.ra.df Bilbao, porque baque-, pnme estpida-
a guerrada independencia, se levantoucorao
s hornera, e, qual David a Goliat, der-
coragoes, prepara as suas maldigo -s para lau-
gar as n ssas almas livres ao im placa vel iu
rubou o gigante da fortuna, e quando pare- frno (|a lllrtUarchia dd sJli0CTMa.
ca com meos m.c.at.va pelas suas gran- (GraJes, u ooe
SeJfSlTr 10PaeS qUe S,m- s,'"': *. tenho inconve-
despertase a dn-cia, aue se infuudtssem as n;an,.. a -i .,
i- i-i i, """"""" mente em declarar aqu que o oernto e tao
a ne-
idas
sempre revolugo franceza sympathiea ahum partido liberal pdecaber em res-
sempre revolugao hespanhola; nacional,- po,,blidade ne.nglori.de salvar n ,s sones
noa mai, porque e o nosso lar, porque todos nao a repetir as tristezas do poder, por
n;j'SS0SepU,uhr0: eale,nd'ssoPor4u que o poder deve estar hoje vinculado Eas
enecessano que se conserve esta nac.onah- roaos do anligo partido republicano histrica,
dade pa a que de levadura Je arte e herosmo nau a particfardas tristes do p der. se^
dirf,/.i?;' Pa7 qff leVad?rdKde o respira? na vida publica, que hoje
rZ HT V* d0eSPr,l ,U- um combate ; tomar parte na? eleigots e
aDmauso SS> ^ pr0lngadS.obter n'esta cmara e fra desta Zara,
e!_ .'V j i j eiB todos os cargos electivos, a reores
S;.'," ? PU,d0S: WP120S Coquelhe corrWponde dedireito H
mSL. rP untamos a federago, mprtailca 0 ^ mmto J
. n Inc? V'l gn a 6da J,al"l' rePre- cendo, emlim. que nos somos a coat,,,
IZZ A ,,aC'nal'' ^ Pr,' das tradiVOes liberaos e a salvaguarda de
gamma do governo. e o progr.mraa da todos os interesses read^s pela damortisa
nTXSLePTam,M famarfi aS t iZ m? ar/FreSenl;r, faS qUe a,neaad0S I Pr Wmo. proclaraendo
ZZ iZlliJ 4Ul abstraCtaS' P,a" q^ nao pdeenvolver-se o monstro do ab-
5SnM?.. V. i n!':8Sa? aP solutismo era outr sudario que toseja a
tamben,deas e; solugoes praticas. bandeira da repblica. 4 J
Eu Srs. deputados. aprsente, sempre a. Tenho concluido, Srs. deputados; eso
on ,l S ."" H7 ma'S .COnven,enle- vos pego que me auxiliis Jmiuh. Lh.
z respeto deraocraca ; mas nes- ein gj \ ^ que m ^ ^ uyssa
>.
membros da
a
represe
represen ta-
a sua
recouhe-
te pomo muita autoridade;. muda ordem e berdadce ,((S ^ d ^
r,u,i,ss,mo governo. Porque. Srs. deputa-( ReoonheSis voToutros. r
L, gnhaS SUSdS C,,a0 US 2 repit maioria. 1^ a miona tem direito criti-
TTS^JPVTTJS fanCS ; ca acerb"' teherneute. ao jui-
se a repblica esla unida liberdade, nao Z apaInaJ. 8 J
,tlSr!e['r!t4Pf ^SarSe;t I Recrecis vs outros, merabros da
de ecl.psar-se mudo breve, e tal vez que por miauri quaesqUer que sejam as re-
mullo teoipo.se a repblica demonstrar que soluges tomadas pela maioria desta cama-
6 ncap.z de constituir aqu una ordera per- ra ^ resolugel poderlo nao ser justas,
^ZJ3S1SL!7!T!: r g0" Po, essas reso ugoes Jo a legalidade
2 J 8 T n 1"riU-e'ioinUmPara todos os hespanhoes. Uns
sensores, a qu da da repub ,ca, se esta nao outros co1Q"eorjar|o em Jaio fundamos
ajangar a ordera est decretada por leu so- 0 rflo de am d em ^ f ^ s
ees tao in.llud.veis, como as leis da natu- no8va (orma soca, d'efinitJva nos JJJ -
| lisados; una nova forma social que nao
homcm um ser individual e social aotem outra mais avangada, mais perfeiu ; e
mesmo tempo. \ sua perfeigo consiste em reconhecei tambera que esta forma social
que a natureza individual, e a natureza so-*nao pode ser patrimonio de nenhum par-
cial se achem em perfeila barinonia. Mas tido que deve ser ampia como a Ierra, li-
como o homem primeiro que tudo e sobre vre como o ar. diffusa como a luz ; porque
tudo um ser social, por sso que dentro da a condensago mais augusta da couscien-
sociedade a mais forte das creaturas, e fra' cia humana.
da sociedade a mais dbil, o homem re-1 Com estas deas, Srs. deputados, levare-
>ncia a tudo quanto ha nelle de indivi-! mos a cabo uossas tarefas, e remataremos
dual, a tudo que ha nelle de liberal, a tudo 'a obra da emaecipagoo do nosso povo e da
quanto tem de progressivo, a tudo que ha' dilinitiva affirmago dos nossos direitos.
nelle de democrtico, a tudo quanto tem del Eu, que respeito todas as crengas, que
republicano, quando a sociedade lhe nao ^ respeito todas as philosophias, tenho direi-
assegura a sua vida, a sua propriedade, eajto a expressar neste momento urna crenga
sua independencia dentro das leu, e som- individual, minha : eu creio em Deus ; por
bra do direito. Collocai urna sociedade na que tenho encontrado sempre Deus no'fun-
dura alternativa de renunciar ao que tem o' do da historia, porque tenho encontrado a
hornera de individual, que a liberdade e o Deus sempre no fundo da sciencia, porque te-
algumas grojas nolaveis, possuo duas gran-
des fundigoos de machinas e urna linda e
curiosa fabrica de licores o agurdenle.
No dia segundo ao de nossa chegadafo,
mos, a carro, era companhia do distincto
baro do Piraptinga ao engoiibo Ooeimadas
que fca dist-utto da ci lade cerca de ura
quarto de legua.
Pertenco esse eogouho ao commcudador
Julio Ribeiro de Castro, ura dos ricos pro-
prcLirios do,municipio.
Obs.jquiosment recebidos, deraoramo-
nos illi- algumas horas, durante as quaes
exainiuainos us seus edificios c machinismos,
e percorromos a carro, as plautagos mais
prximas.
Trabalha elle com 60 a 70 escravos, e
produz annualmente de 20 2 i mil arro-
bas de assucar, alera d diversos cereaes o
loguraes que sao vendidos na cidade ; tem
um motora vapor de forga de 5cavallose
urna excellenle moenda toda de ferro, do
48 pollegadas sobre 2.
Collocada a moenda pouco cima do ni-
vel do cbo, medida que o caldo la taima
vai sendo exlrahido, guindado por meio
de urna bomba, tocada pelo motor, ha dous
depsitos com peueras que seachau, a ib
palmos de altura pouco mais ou menos,
dos quaes desee para urna balera de ferro
do syslema girnart, onde se concentra at
23 graos ; depois do que passa por dous ap-
parelhos pelos systeinas wl/uil e vulpain
afm de receber o ponto.
Terminado esse processo, passa o caldo a
resfriar em uus cochas chatos de lo palmos
sobre 7, todos do ferro ou smente de fundo
le ferro e bordas de madeira ; e, ten lo res-
friado por espago de 24 hor..s, conduzi lo
e.n quautidades de lid libras a duas tur-
biuas, sendo una trabalhada em quanto se
descarrega a outra. Essas turbinas sao in-
jertadas a vapor para clarificar e seccar o
assucar.
0 niel que se extrabe volta a tomar pon-
to no vulpain, e, resfriado, sofl're segunda
e terceira turbinago ; e o resultante desla
ultima operago destinado deslillago.
0 assucar, produziio por esse processo,
fica com a gr rauilo fina e to lo da cor do
nosso somenos da melhor qualidade.
Seguudo, porra, as informages que m-
uistrou-me o coinmeudador Julin, sao in-
mensos os resultados praticos que, com esse
syslema, tem obtido pela economa do tra-
balbo, celeridade do fabrico e apr iveita-
mento do mel.
No mi-S'iio sentido se exprimi o baro
de Piraptinga que tambem unidos ricos
proprielarios do municipio, e cujas f.rzendas
deixei de visitar por licarem a grandes dis-
tancias.
Uuanlo plainago da caima achei-a as
melhores coiidiges. Eu, um vasto terre-
no, perfeitamente plano e dividido e.n qua-
dros, estavam lavraudo dous arados puja-
dos a qua tro boiscada um, ficaudo os sul-
cos mudo recus e espagosis entre si. A
limpa tambem feita por meio de pequeos
arados couduzdos por cavallos. 0 systema-
o mesmo j conbecido entre nos e intro-
OtuLla pelos norte-americanos.
De volta desse eugeuho, destinamos a
tarde para em companhia do baro visilar-
mos as fundiges e fabricas da cidade.
Attrabio especia I, non te a nossa attengao a
vasta ecuriosa fabrica de iiquidos de pro-
priedade do barao da l.agoa Dourada e di-
rigida por um hespaiihol de nome Paschoal.
Ainda em cotuego, essa fabrica provoca
todava a maior coriosidade pela ordem,
profuso e lu com que est montada.
Contera todas as ollicinas que lhe sao pre-
cisas, e dt-stina-se fabricago de aguarden-
tes, vinhos, licores e perfumaras. Para
todas essas diTerentes destllages tem alam-
biques prnprios e dos mais aperfeigoalos
modelos ; toequados depsitos
de pipas e garrafas e urna custosa adega
subterrnea.
-_ era urna
kpleria de gimarl, toda de cobre, da qual,
entrando cora 9 a 11 graos, deve sabir oom
25 o na razi de 30 arrobas por hora ; e
d'ahi segu para dous apparelhos wtsel com
tubos torcidos em espiral. Era contkiuagi
a esses proeessos soffro p re;friameidq tan
paies de rorro e turblntr-so em qaafro ap-
parelhos.
Conformo veriCcou o meu empanheiro
todos os m icbinismos desse iigeuho, parte
dos quaes himfa nao se achavam assenta-
dos, sao os mais eporfeigoados entre o| de-
rmis quo viraos;- Sendo, poriauto, da es-
perar que o propretarfe aufira as vaota-
gens com quo conta.
'A batera assentada pelo systoma iutro-
duzido n-ssa provincia pelo -Sr. Scbmalt,
ten-lo o boeiro ou torre 80 palmos de altura
corneo de vo em toda atua exlensao.
"D'esse engenho drigimo-nos para a cida-
de, onde chegamos s 9 horas da noute,
tendo feilo durante o da urna vagein de
cerca de 10 leguas.
No dia seguiuto, afini de aproveitarmos
a volla do vapor Ceres, regressainos para a
corte.
Para completar a succinta descripgo do
passeio que emprehendi a Campos no iuiuito
de conbecer o estado mais aperfeigoado a
que, em nosso paiz, tem chegado a fabri-
cago do assucar, vou referir-lhe oulros es
clarecmentos que oblive.
Todos os fazendeiros d'aquelle municipio,
com quem converse, assegureram-me que.
ha poucos auno passados, a cultura da
caima reduzida enliga rotina, quer quan-
to a o planto, quer quanto d fabricago do
assucar, quasi nao compensa va as despezas
com o seu trabalho. De sorte que, em
feral, cllesse achavam onerados de dividas,
e nao raras vezes via-se antigos e ptimos
engenhos passarem successivamenie de uns
para outros proprietarios por prego muito
inferiores aos seus valores. Enlretanlo que,
cora o perfeicoamento do trabalbo, com a
substituigo da enxada pelo aiadoe princi-
palmente com a adopgao de machinas aper-
eigoadas para a fabricago do assucar,
Campos toriiou-seem poucos anuos um dos
municipios mais opulentos da provincia do
Rio de Janeiro.
Com quanlo o seu aspecto pbysico todo
baixo e plano e a natureza de seus terrenos
de massap e pal o tornera vantajosamon-
te adaptado cultura da canna, o seu clima
mais fri que quelite nao deixa todava de
influir sobre a qualidade sacbarina dessa
planta, de sorte a torna-la menos produc-
tiva do que as provincias do norte.
E sendo felas as moagens no periodo
,mais fro do auno esla circunstancia deve
jurisprudencia, que sra isso seria sempre
iucertae orbitaria.
Mullas vezes aconte descobrirem-so an-
tinomia fie deoisoeg dos nossos tribu-
uaes, s por que nao sao ellas motivadas:
fica se ua ig^oraucia de dual umba sido o
facto, e a apreciago ^ua elle mereceu por
parte dos jalgaJores, na uapossibildade,
porliito, de ajui/ar se sobre a devidr, OU
impropria adplicagio que se fez do di-
reito.
. Nesias condicoes, ojiuWieo, ao qual fica
o lai>or de aiiiviuhar du^klBth&m sido as
razies de decijir Jbi$ usuf Aso dado, ou
vaoilla em seu jurro i: mis da incerteza
dos dados, qae teui paia julgar, o que ser
mais prudente : oa entrega se s aventuras
de uma apreciago, quo pode ser errnea,
pois que nao dispoe dos raeius de conhcer
as relegos das causas com o effei'o.
No Io caso a duvida, no a contingencia
do erro, em ambos o dsseredilo da jurispru-
dencia com detrimento de lodos; dos jui-
zes porque nao preeucbenf'a nobre e eleva-
dissima inissao, a pue sao destinados ; do
publico, que tica sem normas'certas para gu-
iar-se as prelenges que buuver de levan-
tar para seroiu julgadas pelos tribunaes.
Certo que os julgados dos trb naes nao
sao leis : Exempia iu coHcilium ddhiben-
tur, non uttquejnbenl, aul imperant; mas,
na ausencia da le, e nos casos duvidosos
nao ha outra norma para a deciso dos plei-
tos, o tem ellas ento toda a autoridade.
Inamb'juttaltbus qua ex lege pro/iciscun-
tur, rerum perpetuo simliter judicaturam
auctori'as, vim legis obtintt D. de le-
gibus.
E' manifesla, pois, a conveniencia e a
necessidade de seren todas as seideogas pro-
feridas segund j as formulas prescriplas pe-
las !eis citadas.
tambem influir desfavoravelmente sobre a
fabricago do assucar.
Alera disto nao est adoptado n"aquelle
municipio, assim como em" toda a provin-
cia do Rio de Janeiro, o systema deaggre-
gados, ou parceria, que existe no norte, e
principalmente uessa provincia. Em iodos
os engenhos que 'visitei, abas vastos, exis-
ten, smeute os respectiros proprietarios
com suas familias e escravos. E emnde-
se que, em quanto liQverem escravos na
provincia, ser nraossivel estabelecer-se o
trabalbo livre, especialmente com os nacio-
naes.
Apenas no engenho Queiraadas vai o seu
proprietario enraizaudo um ncleo de colo-
nisago estrangeira. para o qual man lou
vira sua custa, de Portugal algumas gou-
cas familias, a Ihes entregeu uma certa ex- que dea dito.
Mas | > I e-so pensar que. quando a seu-
teuga de 2* instancia eoufirmalora da "de
1*, basta que os seus autores inaniestem
sua adiiesao aos fuudamentos da sentenga
dojuizaoud. declarando-os conformes ao
direito. e prova dos autos.
Quer-rae parecer, porm, que nos tribu-
naes de 2a iustaiuia e no supremo tribunal
de justiga sounjam illudracoes e bastante
sabedoria, a par de urna lunga piatict de
julgar que aulorisam a diztrf que difDcill se
uo inipossivel, que os dignos magistrados
que ooinpoem esses tribunaes, disponham,
ao menos na maioria do; casos, de mais soli-
das razos para cor robora rem o julgados de
Io instarcia. ou de recurso sutilmente para
d.irem nova forma a esses nesmos julgados,
en orden, a tornar mais palpitante eeviden-
te a justiga de suas deusoes ; impriiniudo
assim, ua pbrase de D'Aguesseau, o sello
.da eteruidode sobre as oi>ros de sua juslica.
E quando, peraule O tribunal de 2a ins-
tancia, a,na das partes presenta razos de
ordem elevada, e argumentos mais ou rae-
nos procedentes, todos ponderosos u dignos
de attengao, cora o lira le justificar os fun-
damentos um que descansa sua causa de
pedir, e iludir as bases da sentenga de Ia
instancia, como que se mauifesta uma ex-
pressa violago das leis citadas ua omisso
de urna su tenga motivada, por parte da-
quelle tribunal,
Nesta mesina caderneta a pagina 86 e se-
guintes acbara-se insertas as decises profe-
ridas ua aegao rescisoria, proposta pela Ir-
maiidade do Diviuo Cspirito-Sanio de Matta-
porcos contra Luiz Tavares Guerra, as
quaes corroborara melbor do que quaes-
quer outros argumentos a prudencia do
direito, e ao que tem o homem de social,
que a autoridade, a ordem, a justiga, e o
governo, e renunciar a imprensa, e renun-
nbo encontrado sempre a Deus no fundo
da natureza; e nao estranheis, nao tomis
a mal que eu levante os raeus bracos para
ciar a tribuna, e chamar rhetoricos a-^s o co e pega a Deus as suas ben$es para es-
seus oradores, e pedir urna raordaga para ta cmara, afn de que feche a poca, aber-
elles, e pedir um golpe d'estado, e beijar ta to gloriosamente pelas cortes de Cdiz,
os ps de um dictador, porque as socieda- que affiance a liberdade, que effiance a re-
des querem primeiro qu tudo a seguranga, publica, que affiance a democracia, e o que
a tranquillidade, a autoridade e o governo, estremecemos mais do que tudo,' o que es-
todas as garantias, e todas as forcas so- treraecemos mais do que a nos raesmas, este
Claes' solo, onde aslao as ciuzas dos nossos maio-
J o disse ; collocai ura povo na dura al- res ; que affiance e salve a uuidade e jute-
ternativa de optar entre a diotad ura ; e a gridade e a totaliuade da patria. (Applau-
anarcha. e opta sempre pela dictadura ; col-"1 sos repetidos prolongados.)
locai um povo na dura alternativa de optar ------1i-----------------
entre urna revolugo sem termos sem tregua,
e uma reaego inmediata, e opta sempre
pela reaego inmediata. E' por isso que se
tle boa fe queris a repblica todos ou quasi Capta s-|>pe abje#to %-e d|,
lodos os que estaes aqu reunidos, procura, ele i iLJilim mr ^^
que a repblica seja a ordem, seja a autori-1 *^ "*^ a?-
dado, seja a sociedade, seja o governo ; e Santa Catharina, 28 de meio de 1873.
por isso, seahoresdeputados, necessario Mea caro amigo. Conforme prometli,
occorrer ao grave mal do nosso tempo, ao vou agora dar-lhe noticia da viagem que
AGRICULTURA.
mal que nos perdeu na opinio do mundo, fiz ao municipio de Campos,
que demorou mais o reconheciraento da re- Munido de algumas cartas de recommen-
publica hespanhola; necessario curar dagio e acorapaubado pelo iulelligento en-
prompta e radicalmente a indisciplina do geubeiro ingles Albert Grewy,parti da corte,
exercilo. Nao receieis as impresses indig- no vapor Ceres, s duas horas da tarde do
as de boraens varouis e graves ; nao re- dia 11 do mez passado e 24 horas depois
ceieisquea disciplina doexercit) seja um achavarao-nos na fez do soborno Parahyba,
perigo para o republicano ; o que um ondo uos baldeamos para ura dos pequeos
perigo, o que una desbonra, a indis- barcos a vapor que navegoiu aquello rio.
ciplina. D'alli por diante at a cidade de Campos,
0 exercilo hespanhol que em 1808 nos deu i qual aportamos s 7 horas da noute do dia
a libjrdadae a patria f o exercito hespouhol 13 lornou-se a nossa viagem cbea de inle-
que, em 1820 nos vingou do perjurio do re resse.
absoluto, restalielecendo o rgimen democra- tic todo o trajelo que fizamos pelo rio
tico ; o exercilo hespanhol que em 1846 re- vimos que sao as suas margene muito bai-
gou com o seu sangue, desde os muros de xas, inteirameote planas e oceupadas por
Emlim, a maginago artstica e industrial
para satisfeita dame d'aquelle profuso e
apparatoso estabelecimento.
No dia li, o baro de Piraptinga tendo
uos proporcionado ura phatoii, puxdo por
possantes cavallos, apezar da excessiva ebu-
va que cania, subimos da cidade a visitar
outras fazendas, e assim chegamos, depois
de uma penosa viagem de 3 horas, ao en-
genho Cambaiba, pertencente ao Dr. Fran-
cisco Coelbo de Alenla.
Desse engenho, onde alias lomos perfei-
tamente acoiindos, pouco teuho a dizer.
Achando-se nelle ba pouco tempo o seu
proprietario, agora que est tratando de
proraover-lbe alguns melhoramentos, entre
os quaes j sobresahem uma excellenle
moenda, uma turbina e ptima deslillago.
A respeito de tudo o mais est as condi-
ges dos nossos engenhos communs.
D'alli partimos a cavado eera companhia
d'aquelle doutor a visitarmos o engenho
Lirao de propriedade do major Jooode
Carvalho Cerdoso.
Era caminho tocamos no engenho Quinta,
do qual s fago raengo para diaer que
tora por motor uma grande roda de madei-
ra, se mel h ante as nossas rodas d'agoa, d 'en-
tro da qual se collocam quatro burros que a
fazem mover. Alera de uma turbina ne-
nhum outro melhoraraento possuo elle que
, em tudo o mais, a triste expressao da
velha rotina.
O engenho I.mo, que reputado um
dos melhores do municipio, e que eflecti-
vemente tem excedentes terrenos, trabalba
com cerca de 90 escravos e produz por sa-
fra* de 1* a 15 mil arrobas de assucar. Na
occasio ero que o visitamos estava passan-
do por uma completa treasformago em to-
dos os seus machraisiaos, depois do que
deveria tornar-se o mais aperfeigoado. J
tinba asssentada uma ptima machina a va-
por de forga de 20 cavallos e uma bonita
moenda de 43 pollegadas sobre 20.
Segundo fomos informados pelo filbo do
proprietario que, frente dos artistas, diri-
ga os melhoramentos que estavam sendo
adoptados, o caldo passa primeiraraente por
tanques de 350 palmos cbicos de conte-
o, onde quecilopor meio de uma ser-
pentina servida a vapor da caldeira do mo-
tor al 96' [pharenloU), e, receben do ah a
tempera de cal, descanga e resfria 20 minu-
tos, para ser deoautado, o que so oblen,
por meio de um tubo boia que o faz sabir
tensa o de terrenos, separados do engenho,
para culuvarem cereaes e legumes..
Assim, pois, debaixo de todos estes pon-
tos de vista a nossa provincia est incoutes-
tavidmente em melhores condicoes para a
cultura da caima ; e quando introduzirinos
os melhoramentos j adoptados na do ilio
de Janeiro, au.irir superiores vantogeos.
Oiueu companhiro de viagem o iulelli-
gento engenheiro Albert Crewy que, como
sabe, o gerente da fuudigo Bowman,
uessa provincia, seguio da corte para a Eu-
ropa, d'ondo dover regressar at o fim do
correte anuo; e seguudo rae disse, preten-
de trazor para o sou estabelocimeulo os mais
aperfeigoados modelos das machinas que
vimos.
Praza a Deus que o couhecimento dessses
melhora-lentos determine a sua adopgo por
parle de alguno dos nossos senhores de en-
genho. Estou certo de que, quando fo-
rem praticamente conhecidos.jjiro sendo
adoptados.
*
JOiJlSPRODEJTC'A.
Dnufrina.
E' de lei, e conveniente que
sejara motivadas todas as sen-
tengas.
No iuteresse da admiuistrago da justiga,
das partes, e dos proprios juizos, manda a
Or Jenago no Lv. 3a til. 66 7 que estes
(desembargadores e quaesquer outros julga-
dores) declarara especi/icadamente em suas
sentengas defiuitivass assim na Ia instancia,
como na 2a e no caso de revista, as causas
em quo se fuudarem a condemnar ou absol-
ver, ou a confirmar ou revogar.
A portara de 31 de margo de 1824, cor-
roborando esta ordenago, declarou, com o
fim de extirpar abusos inveterados no fo-
ro, que os juizes de mor aleada, de qual-
quer qualidade, natureza e graduago, de-
clarara as sentengas que proferirein, cir-
cunstanciada e especifkadamenle, as ra-
zos e fundamento das mesmas, o que
conforme ao liberal systema ora abragado,
aiim de conhecerem as partes as razos, em
que fundara osjulgadores as suas decises,
alcanzando por este modo o seu socego, ou
novas bases para ulteriores recurso^ que
se acreditarem com direito.
A fei iranceza de 16 de agosto de 1790
no tit. 5* art. 18, ainda mais providente,
ordenou que dornavant la redaction des
jugements, tant sur l'appel qui en premi-
re instanco, contiendra quatre parties dis-
tiuctes :
.laus la premire, les noms el qualits
des parties sern noncs.
Dans la seconde, les questions de fait
etde droit, qui constituenl le procos, se-
Jont posses avec precisin.
a Dans la troisime, le rsultat des hits
reconnus ou constates par i'instructiou et
los motifs qui numnt determin le juge-
menl, st-roui exprimes.
La quatrime enfin contiendra le ditpo-
sitif du jugement.
0 preceito de nossa legis la gao e a dou tri-
na da lei franceza harraonisara-se comple-
lamente com os ntcrvsses os maa vitaos da
Agitou-se uina questo da mais alta inda-
gagao, que n meu vur, foi desenvolvida com
toda prolicieucia o musira por parte da au-
tora, e que loinou proporges dignas de so-
rom encaradas de frente pelos distincU* e
provectos jurisconsultos, que ornara os nos-
sos tribunaes superiores.
Acouteceu, porm, que a ditficuldade foi
removida por meio de umconfirmamos
por seus fuii lamentos a sentenga appellada,
sem que licasso resol vida para a jurispru-
dencia a graude queslao debatida; por quanto
perdura-se na ignorancia de quaes sejam por
que, na ausencia de lei oxpressa, en tendera
os tribunaes superiores que, no foro civil,
nao cabe a acgo recisona contra uma seu-
teuga, que o supremo tribunal de justiga j
trnlia declralo uo encerrar nulidade.
Do exposto, v-seque a lei, que obriga.
osjuizes inotivarem todas as sentengas,
que derera, consulta os mais altos nteresses
e as conveniencias sociaes.
/. J. Monte Jnior.
DireiU orluiimati.
Em todos os casos, salvo o
de pena ultima, para o qual
exige-so unaniraidade, sao
precisos os do s tercos dos
votos do conseibo dos jura-
dos para a imposigo da
pena.
No rgimen da le de 3 de dezembro de
1841 a peua era imposta por simples maio-
ria. quando nao tralava-st da applicago da
pena de raorte, para a qual exigiam se os
dois terco dos votos do couselbo dos ju-
rados.
Era a do Urina clara e explcita do art.
66 da ciuda lei: doutru.a observada sem
contestago por espago de trinta anuos.
Esta legislago, porm, acaba de ser
substituida pela disposgo do art. 332 do-
codigo do processo criminal, restaurado pe-
lo art. 29 % V da lei de SO de setembro de
1871.
0 indicado art. 332 do cdigo do pro-
cesso diz, que as decises do jury sao to-
madas por duae tercas partes dos votos ;
smeute pora a imposigo da peua oWraorte
necessaria a unaniraidade ; mas era todo
o caso havenio maioria, !e impor a pena
iraemedialomente menor.
A restaurago de seraelhante disposgo
tem dado lugar a duas iidelligeiics.
Entendem uus que quando ai ha dois
tergos dos votos, ceguera-so puta o simples-
mente a absolvigi do reo.
Kntendera ouUos, porm. que nao ha-
vendo dois tergos, mais havendo simples
maioria, segue-se a condemaago do delipl
quelite com attenuagao iapeua.
Qual destos opiniee verdadeira?
Seguimos como exacta a primeira :
1.* Porque a dedcelo inmediata das
palavras da lei ;
2 Porque adradle a execugo da lei
sera absurdo.
A leitura sttonta do art. 332 do cdigo
de processo moslra que a iu vida Ba intelli-
genciadn li resulla do sentido que curapre
dar i expressao naceaao mtwria.con-
signada uo dito artigo.
(Continua.)
TYP. DO DIARIO -RA OCVIB D CAXIS
J *
l
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V:
I


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