Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13036


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Full Text
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AAXOXLIX. MUERO 211
i
'/
4

...
.
PARA A CAPITAL B LUGARES OS DE SAO SE PACA POSTE.
Por tres nvzes adiantados............v 6*000
Por seis ditos idcia................., 12000
Por um antio-idem ................ aivH)(>
Cade numero avulso.................. 320
J~. SEGUNDA FEIRA 15 DE SETEMBRO DE 1873
PARA DEVTBO E FRA DA PROVINCIA.
Por tres meces ediantados.................
Por seis ditos dem..................
Por nove ditos dem..................
Por um anno idem..................
69TI0
1W500
10W&0
179000
PR0PREDADE DE MANOEL FICUEIROA DE FARIA A FILHOS.
Os Srs. Gerardo AnUmio Alvosd Filhos, uo Tara; Goucalves d Pinto, no Maraahao; Joaquim Jos de OUvevadFillMfc rafear; Antonio de Leu** Braga, no Araeatj ; Joo *ria Juo Chaves, do Ass; Antonio Marques da Silva,
Pereira d'Almcida, em Uamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paxahyba ; Antonio Jos.tton^w Villa da Penna; BeJannino dos Santos Bulcao, em Santo Anteo ; Domingos Jus da Costa Braga, emNaiareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Machaeo, Btardas Alagas; Alves d C, na Bahia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio,de Janeiro.
no XataJ; Jos Justia
PARTE omCIAI,
(averno da provincia.
DESPACHOS DA PRKSIDKNCIA DB 12 R SBTHMBHO
DK 1873.
Bernardino Jo.- Kodriguet.-Deferido coin ofll-
co desta dala Iltnia. cmara municipal do lie
rife.
Cundselo enem regada das abra da matriz de
s. L-menco da Malla.-Deferida eran olllao desla
dala a thesouiaria provincial
i'raocisco Qtiv.inn da Sdva Vir-ira. Deferido
Cofll ofllcio desla data Ihesouraria de fazenda.
Capitn J i.* Joi|iiiiu Colho.Forneca-se.
Jeto Goucalves Torres.- Cuno requer.
Joao Pedro Itibeiro.Deferido com ofllcio desta
Jjta Uiesourana de fazunJa.
Jos Lipes D.tvin ?-ldeni.
Joo Francisco dos Sanios. Eneaminhe-se.
J iao Pedro dos Passos.Mein.
Julio FuertoubergRreoira o supp ieaute aoSr.
inspector da thes'iiraria de fazenda, a i|ueiu com-
pele resolver sobre o objeelu de sua pellejo.
Maaoel Culhn G"imaraes. Ufarme o Sr. ins-
pector do arsenal de marinha.
Manoel Jaeiutliodos Surtos. Informe o Ur.ehffe
de polkia.
Secretaria da presidencia de Pernambuce, 13 de
s. iembro de 1873.
O porleim,
Silvino A. Rodrigues
DIARIO DE PEmiUUJu
UECIFri, I. DKSEI'E.dHRO DK 187J.
Vlieiits el,. Ivurujm.
No sabbado as i ora* da larde fu i le ra ni la-
mario o vapor ingie* BrUannii, da liulia do Pa
ctiso, Irazeud dalas lo Lisboa al 2 do Crrenla
as 7 horas da n uto. Eis o ijue cuidemos de jor-
as** e carias :
manca.
jornal franoz o Sur publica o plano comple-
to da restauraco inma chica, tal com fura Com-
bina lo as regida! Ja iiie.ta e d i cmlrn dimito.
Secundo o Soi> ha aeeordo entre os ires grupos
da extrema direila, da direita e do centro direito :
o estes d.io plenos poderes aos m-mibrus da com-
missio permanente ipieos represen'.atn ; segundo
o plan i, im ne datara me depois da desoneapaeSo
di territorio pelas breas alienas, a c-unmisso
pormiaeate reunira a asseuibii nacin d, e, de-
clarando que chegiio o inomenu di sabir di
provisorio, toinar-se-hiam o mais rpidamente
posiivel as decisGes seguintes :
1." A nionaichia o (invern legal da Franca ;
2.* E' uomeadi una commissj de Iriuta
mambros pira reJigir a con-lctuieao ;
3." AlseeniMea nao.oiial pmrogvse por dous
ateces, alim de dar lempo a cjue a commisso ter-
mine o seu (rabal ho ;
i." 0 maroclial Mae-Malion continuar a
exercer como lugar taante Jo reino os poderes
Hd Iba forain pr>tcedeuleiin-uiu eoaoridos.
Segundo o plano combinado, o marejhal limi-
Ur-se-hna nouflear immndianntnnto aos prefeitoa
a resolucao loma.la pela asse.nijla, dccIaranJo
(j iu nao baveria moJiicaco ua maneira de go-
\'-niar e administrar o paia, e appellar para a de-
vo^io de lodos os borneas do ordem e de lodos os
q i- rospeiiam a lei, aiim de manieran a paz pu-
blica ; a comnissio da Wanafitaipo dedicar-se-hia
i manat iataineme sua trela, e enlo o conde de
Cliaubord, sendo cbainado assim ama eondieoea
p 11 simples bel] d.i rusl.iVlceimrnto da monar-
fh l, faria espontneamente ni c-mcessoes a que
.. Unja se Un recusado, declarara que o exereito
i varia a bandeira tricolor, e ipio o que elle
ileseja fuudar a uonarcbia eonibtueioual com
todas as ann garantias.
A imprensa leiu anal-sado eate nrojeeto de gol-
pe de eslailo. A Conespunduiue UBftMicaitu diz
quo, para que aquee plano podesse viugar, era
preciso :
i.' Que os bonapartisias se doixassem lograr,
prostande o seu eoneur.-o ao bom xito do pl.m.i;
i.' Que os orleaaisku se eudocasem com o on-
de de Parta a sombra da banJeira dos emi-
gradas ;
3. Que os 11 mnwrlaiis do Sr. Target segis-
*en o seu exemplo ;
i.0 Ou enlao que hmvesse no centro esquerdo
Udpatad >s republicau is, que, depois de lerem re-
s.sttdo aos afagos do conde de Pars, livessem pela
monarchia do direito divino condescendencias que
a monarchia liberai nao podara ohter d'elle?.
O jornal Semane fmnere diz que a sita-
,i politiza da Franca nao tem sollrido modifica*
gjes sensiveis; que j multo o ter-se restabe-
feeida a unidade das pretengoes e d is direitos na
ordem dynaslica, mas que nao bastante anda ;
que a fusilo dos principios nao basta para realisar
a uuidade da concepto monarchica ; que pre-
Ciso mais alguma cousa obter, a fuslo dos princi
pos. Que uecessario congregar os partidos na
cmara e grangear a adlieso do paiz; que
preciso muilo esfor^), rcuita oscillaco e militas
incertezas d*a jui ai oblar a selucao, que far
cuimudeeer todos os antagonismos, e triumphar
das difflculdades e das incompatibilidad da natureza da< cousas. Tal a opiniao de uina
das mais conspicuas e mais senas folhas monar-
c lucas
0 duque de Broglic, em um discurso pro-
nuaciado em um banquete, disse que o governo
nao combate a opiniao punlica, mas sim os prin-
cipios destruidores da ordem social ; disse mais,
que a assembla nacional ruolver graves pro-
blemas polticos, fazendo callar todas as preddec-
fdes pessoaes. Em seguida fez um graude elogio
ao presidente da repblica o marechal Mac Ma
bou, apresentaudo-o como um modelo de honra
e probidade. O discurso foi muito applaudido,
lirincipalmenlo nesla ultima parte.
Affiaaca-se que para combaler os elleitos
da fusao dos ramos da casa lkmrbou. os bonpar-
tistas leem procurado entejo de pactu ir urna al
lianza com os republicanos, se esles acelareiu o
iilebiscilo como nico recurso para se resolver
sobre a forma de governo que deve'ter a Franca.
Se a maioria da naoao republicana, nao devem
ter os partidarios desla forma de governo duvida
alguma em aceitareis e paci proposto.
Os transportes das tropis allemaes roUTadas
comecaram a 31 de jolho e terminaram a ti de
agosto i empregaraaa-ao ncsle transporte 36 treat
bs|>eeiaes, que partiraui de Mulhouse, Calmar,
Scbleatads, Sarrebourg, e Koeuigsnoflen, e se di-
rigiram para Brandeboug e Poinerania.
9 numero total das trop*; transportadas para
Kehl eleveu-se a 566 oiflciaes, lt,06l Soldados
1,8 cayados e 398 carros.
Depois da evacoacao dosilepartmneoios das Ar-
douts, Vosge, keuimo el aWaeiie, do Meuse e
do distrieto e praca de Dolfort no dia 5 de julho
e seguintes, o imperador Guilberme dirigi ao ge-
BeraT Hanteuffel a seguate carta :
a Depois de terein lomad i parta as faoanhai
da ultima guerra, as tropas da ecupacao tiveram
que dar prova em Franca de um grande ta.'to
inililar e de urna disciplina (empiarissima.
t Exulto de alegra per ter occasiao de Ibes ex-
primir o meu intetro reconbdcimeato pela maneira
como se aouveram nesla occasiao.
Espero, general, que leja inteprete daates
meas santimeB* pera cen es generaos. ofBeiaes
lUjprcgtMlos iwldsdoa das tropas a que aliado,
patenteando especialmente aos commandantes das
divisi'ies que Beata memento voltam aosseus lares,
a salisfaco que me inspira a maneira poi-i|ue des-
eiupenbaran as sua* fuones 'nina situacao lao
dillicil, e Iransmittindo-lnes os meus agradecimeo-
tos pela perfeila harmona que sempre reinou uas
tropas confiadas ao seu caminando.
a C.blenlz, 27 de julho de 1873. -GuiUterme.
Est marcado o dia 14 de setembre para o
julga monto do proeesso do duputade radical o
ar. Ranc.
As priineiras sessoes dos conselhos geraes
nao lustiUcain os vaticiuu de que a abertura da
seaaiode agosto desias assembleas dara este auno
occasiao a graves conflictos euic as mesmas e os
respectivos prefeitos.
Teein sido reeleitos quasi tolos os presidentes
di precedenlo sessao ; quanto ios novos presiden-
tes eieitos 7 sao monarcliislas e C republicanos,
sendo entre aqulles o principe Jerouymo apo
leao, da Corsega.
A maioria total porem do partido republi
cano.
Apezar da prohibicao dos conselhos geraes se oo-
ruparem de i|uestoos poliiica>, d-se em Franca
tanta importancia a etas cleicoos, como as de de-
putidos, e isto porque, apezar da prohibicao, ha
inconteslaves imntos de afBnMade entre as ques-
loes sdministrativu e as quosloes polticas
Na assembla nacional ha aclualmeut treze
vagaturas, que teom de .-er preenclidas pela
elecao.
-Nodia 13 de agosto verilicou-se em Ghislehurst
urna manife.sla.io baslanle sigiiicatva. Md e du-
tentos iraoeetes, principes mimaros, senadores,
depulados e p >vo. foram primeiro em massa
igieja de Santa Mara para ssstrem uina mssa
por alma do imperador. O seu sepulchro e a res-
pectiva capaila, anda por concluir, erguem-sc ao
lado do autigo templo catholico. De regresso a
Campden House, o principe innorial, que se tem
desenvolvido extraordinaria nenie e jue um bel-
lo moco, em cujo rosto principia a apparecer a
barba, recebeu as homeuagens e as feheitacoes,
bem como diversos presentes de grande numero de
franca es liis ao imperio. 0 principe, cotn voz
commovida primeiro e depois vibrante, pronunciou
um discurso, quefoi acolhilo com inmensas ac-
clamaces e lagrimas. Ao lado do filho de Napo-
leo III estavrf.il II uher, o principe e a princesa
Mural, os duques de Mouchy e a imperatriz, que,
commovida, se exceden em amabilidades para com
os seus fiis amigos.
Eis o que disse o principe :
Agradeeo-vos eai meu uome o no da imperatriz
o lerdos viudo assoeiar se as vossas s uossas ora-
ces, e nao tards esqoeeido o camnboque ha al
uns meses leudes pi;d smente pereorrido; agra-
deeo taiubein aos liuis amigos que nos lecra dado
de longe numerosos te-lemunhos do seu airelo
de dedicaeio. Quando inim, no exilio e prximo
do tmulo do imperador, meJito as instruccoes
que elle me dsixon na heranca paterna encon-
tr o principio da .soberana na;ioiial e a bandeira
que a consagra. Esle principe, o fundador da
no>sa dynaslia, resumio-a as seguiutes palavras,
s quaes permanecerei sempre fiel : Tm-Jj peh
P'vo e pura o poro.
O jornal legiti.nista a Gazette de France pu-
blica a soguiule carta do celebre cura Santa
Cruz.
Sr. redactor.Lastimo que tenlta sido so
hoje, que no meu retiro tivejse conhecimento de
urna noticia, reproduzidw |r um jornal hespa-
niiol, no seu numero de 5o jullio. Tem razo,
Sr. redactor, de qualificar esta noticia de nxtraor-
dinana, emwindo a este respeito urna duvida, que
milito iba agrade.). Pois, cu, Santa Cruz, ter-
m :-bia prostituido at ao ponto de uina combiua-
Ca-t, que tivesse por iim tornar a suscitar a caudi-
datura do principe ll ibeniollern ao mrono de
Hespanba Poia que, D. Carlos, tendo adquirido
a certeza disto, d<-u porvenlura a Lizarraga ord m
para me tirar o meu commando, e tratar-me como
rebelde, eic. f Lastimo iininenso, Sr. redactor,
que -:-j.i do meu paiz que partam lo indignas
calumnias as quaes correa com profuso, princi-
palmente depois que deixei o meu commando.
Opponho-lhe o mais formal e absoluto des-
mentido. Se deixei borneas que me sao caros, e
tao dedicados cuino eu santa causa que servia-
mos todos, foi em cousequencia de um desacuerdo
que correa entre mim e um dos gencraes de Car-
los Vil, e unicarneute para satisfazer aos desejosc
as ordeas do re, meu saberaao legitimo, no qual
fuuJo as esperanoas da miuha infeliz patria. A
mima divisa foi sompre : Deus, patria erei ; esto
presentes todos os actos da mnha vida para o de-
monstrar.
f Nunca sahi do eaminho da honra; e < com um
olliar altivo e orgulboso, que afllrmo perante Deus
e os bomens, que, scado cathoico, cheio de f,
sou carlista, subdito dedicado de Carlos Vil, sobe
rano legitimo de Hspanha, defensor e protector da
f dos usssos avs.
Pareceu-me, Sr. redactor, que desejaeis uina
resposta ao artigo que tendes reproduzido. Pe-
co-lhe perianto, encarecidamente que a publique
no seu mais prximo numero.Sou, etc. Jfoatlfl
da Sania Cruz, o
ITALIA.
Dzem do Roma que em consequencia da prohi-
bicao do governo italiano concernente s peregri-
nacoes em Italia, alguns catholicos de Dolcnba de-
cediram convidar os catholicos a fazer no mez de
setembro tres peregrinacoes espiriluaes a l*
trra santa ; a 2' aos santuarios italianos ; e a 3*
aos santuarios estrangeiros.
O sanio padre publicou um breve, louvando esta
idea, e coucedend- indulgencias aos peregrinos'
espiriluaes, que, recebendo os sacramentos, visi-
larem urna igreja, e orareni a Dos pela concordia
dos priucipes christos, pela extirpar* dos pecca-
dores, e pela exaltacao da igreja.
Diz a Fanfulla que o vaticano convidara o
governo francez a designar os seus candidatos ao
cardinalato ; afflanca tambein o mesmo- jornal que
os prelados francezes que leem a probabitidade de
serem nomeados, sao o arcebispo de Pars, e os
bispos de Poiiiers o de Orleans.
Causn gaauJe sensagao a noticia de que o papa
s nomearia cardeaes estrangeiros no prximo
consistorio.
A Italia discutidlo a hypothese da eleico de
um papa que nao fosse de origem italiana, deca-
rava que o car leal estrangeiro, que succedesse a
Pi IX, nao lena aceitacao ua Italia, pois que se-
ria considerado pelo alto clero como um intruso;
Jue um tal papa deixaria de ser a persenificacao
e urna iustiiuico e ficarta rednzido a urna sim-
ples iudividualidade.
A noticia alludida foi porem desmentida.
O cardeal Antouelli antorisou os superiores
das coifioracoes religiosas de Roma a fornecerem
s autoridades civis as inormaooes que Ibes fu
rem pedidas para a execocao da lei receateineMe
votada, e promulgada relativamente ai mesmu
i;orporac6t'i
A anata s lembra qne os religiosos e religiosas
de Roma podero muirse dos documentos ne-
ceasarios para obterem do govemo italiana as pen-
sos que ibes orem assignadas, e ao meemo lempo
pediram junta liquidataria da proprtedade ec-
clesiattica autorisa;*o para contmuarem a vi ver
em cominum aa clausura.
Quanto ao inventario dos bens eccleaiaaUcos, diz
o cardeal AatoneUi que permuido que os supe-
riores a soperioras das casas religiosas o apresen
tem, afim de evitarem maiores prejuizos, mas que
devem acompaanar de um protesto.
=
Paese de que o cardeal Antonelli escrevera em
nome do papa ao arcebispo de Vienna, sobre a
conveniencia de se prestar todo o apoib poasivel
aos plana' da familia ourbou sobre fistnro des-
tino da Franca.
DUem de Roma que o Sr. MingheOi dirigir
urna carta ao >nane de Legnano, cidado que faz
parte do seu circulo eleiloral,em que diwraenSs os
boatos de em prest mo.ou de operacoos fcaneakas;
e accresceuia que quera o conhecer de*J- coaspre-
hender que nao quer introduzir mdanos pertur-
badoras, o que tem a cpiivin-o profunda de qu^
preciso dirigir todos s esforgos para a orgnai.-a-
co la fazenda publica.
Diz mais o actual ministro da fazenda que o
programma nacional est irrevogavelmente cun-
prido em Roma-capital, e que precisd. agdra sa-
tisfazer os interesses e as necessidades do paiz.
O Sr. Minghetti termina a sua carta totoral
com a deelarapo de que o governo far exeeuur
Hnaemente as les.
SUISSA.
O le-tamento com que fallecen o duque de
BrcnsK'ick aprsenla as seguintes disiKHica*:
0 meu corpo ver examinado por eincu me
dieos, alim He verilicarcm so fui euvenenadu, e
depois petrificado ou embalsamado. .
O meu funeral ser feilo com as pompas ro-
prias de soberana.
0 meu cadver ser depositado n'um manso
leu, modelado pelo tmulo de Scaligeri, em Veni-
na, com a miulia estatua equestre, e bem assim as
estatuas de meu pai c de meu av, executadas em
bronze e em marmore.
Prohibo aos meus testamentemos entrar em
xito.
. AI.-STRO HUNOI.H.
Todo o interesse da politica interior est actiul-
mente absorvido as futuras eleices directas.
O partido constitucional conla grandes probabi-
lidad' s de sabir victorioso da campanha eleitoral.
Segundo a opiniao de urna parle da impren-a,
a forga dos partidos na futura assembla conser-
var-^ ha, pouco mais ou in.nos. como era na ul-!
sitiautes foram reforjados cora 3,000 bomens.
< O respectivo goveruador niandou affixar um
bando contendo certas disposice^ para que a ci-
dale e o porto fiqoeffl em estado de completa de-
feza sera damno para os estrangeiras e perigo de
todas as pessoas.
a Foi absolutamente prohibida a sabida de todos
os vehculos, cavados, comedorias, etc.
Ha das houve uina surtida dos sitiados sobro
tima sesso, a nao ser que os tcheque?, mudem, os trabadlos do sitio, alim de proteger trabadlos de
a> ultima hora de resolucao, e se decidam a entrar j de fe a, tendo aqulles de sustentar um vvissimo
no relcniralh ; at agir, porem nao parecom es-1 f tar resolvido a isso, e pelo contrario as folhas las posiees.
qualquer compromisso com os meus paren-es, o
principe Gnilherme de Brunswick, ex-rei do Ha-
nover, seu fllho o duque de Cambridge, ou quera
quer que seja da rainha familia.
Os meus teslamcuteiros buscaro entrar de
posse da fortuna que deixo un Brunswick:, no
Hanover, na Prussia ou na America.
O duque deixa todos os seus nwve, immoveis.
pratas o joias, bem como as uros*as seminas reti-
das em Brunswick desde 4830, eidade de Ge
nebra.
Mr. Smilh, (um inglez) administrador geral da
casa do duque receber um miliia > de francos', e
fica-lhe o encargo de teslauenleim em chefe.
Mr. Ferdinaud Cherbulliez, advogado em Gene-
bra, uoineado seu adjunto.
0 testamento foi escripto e assignado pela pro-
p la nio do duque, e foi depositado no cartorio do
tabellio Binet, em 6 de maico de I87l.
Ignora se o verdadeiro valor da fortuna leetada :
calcula se porm em 23 raillioes aparte legada a
Genebri.
O governo de Genebra deposilun no banco do
cominercio Irinla milhoes que foram achados em
casa do fallecido duque de Brunswick; sendo
dous milhoes em moeda de ouro, e vinle oilo ra-
Ihes em notas do banco e em valores diversos.
O conselho municipal aut-risou o conseibo ad-
ministrativo a aceitar o beneficio de inventario, o
legado universal deixado aquel a cidadp* pelo du-
que de Brunswick.
INGLATERRA.
Diz o Times que a rainha Victoria coircedeu
urna penso de :* a> Dr. Livingslon,k ewno
recompensa pelos enrieos prestados pelo bifitiga-
vel viajante, uaasua< excursoes na Airica central
Uin lelegrarttraa recebido em Luuires a 1
de agosto, d noticia de um grande furacao no
cabo Bretn que originou o naufra io de trinta
navios na costa do Sydrey e de cincoenia em
Bombaim.
0 general Wolseley, cnmiuandante da expe-
dirn contra os Asliaatees, parte em setembro com
um numeroso estado-maior. E' cousa resoivida a
deslrafee de Cuomaaaie.
A rainha Victoria parti para a Eseossia,
onde teocona passaro resto do ferio.
Da sua residencia de lielmoral ir visitar as pe-
quenas jlhas contiguas Inglaterra, e que ha se-
culos nao foram visitadas por soberano algum di
Gram-Brelanha.
DfAKABCA, SEC.IA E NORUEGA.
Est resotvida a questo que se levantara entre
a Dinamarca e a Suecia a proposito da pilotagem
no estreito de SiinJ.
Os dous governos deram-se pressa a conclu'
uina convenci, segundo a qual os pilotos das
duas naedes leao o direito exclusivo de navegar
as aguas dos seu? panes respectivos.
A imprensa de um e ontro lado do Belt aggre-
dia-se com todo o azedume, na discusso que ha-
vil ti avado sobre este assutnpto e ameagava fa-
zer disto urna questo de estado.
0 governo dinamarquez prohibi a for.naci
de associacoes internacionaes de irabalhadore; era
todo o reino ; esta prohibicao porm nao promet-
le dar os resultados que se esparam ; pois, seguudo
parece, formau>se associacoes secretas, que se es
ijuivam mais anda inspejijo do governo, nao
deixando de estar em relacoes com os centros in-
ternacionaes estabelecidos nos outros paizes.
- Suigiram algumas divergencias entre a No-
ruega e a Diuainarca, por esta aecusar aquella de
favorecer o movimeuto separatista da ilha de
Yceland -trra dos gelos.
ALLRMANHA.
Dizem de Berlim que lora propo.-to o augmento
das for.as de gendarmes na fronteira das previo
cias annexadas Franca, em consequencia das
frequenies desordens que se suscitam entre as
povoacoes ruraes de um e outro lado.
O re da Baviera ordenou que a abertura do
parlamento em Munich, que estava fixada para
setembro, fosse prorogada por algum lempo, em
consequencia da apparir-o ua epidemia de cholera
raorlras, que all appareceu e que tem ieilo bas-
tantes victimas
Assegura-se qu o governo allemao nao dis-
solvera os conselhos do dislricto na Alsaeia, seuo
quando lodos os seus membros se reeusarem a
prestar juramento.
No dia 2 de setembro deve inaugurar-so o
grande monumentv em memo ia da guerra de
1870-1871. Na Baviera deve eelebrar-se com
grandes festejos a coniraemoracao das victorias
obtidas pelos ollemaes.
O ardor das luas religiosas vai sem cessar
augmentando. O episcopado torraou um verda-
deiro plano de campanha para embarazar a exe-
eucio das novas leisobre a nomeacvt dos paro-
cbos. O* bispos reeolveram deixar vagos o mais
tempo que Ibes fr poasivel, o bagares do paro-
dio que vagarem por falleeimento dos actuaos ti-
talen ; verdade qne a jva lei inipoe por esta
negligencia urna multa que poda ehagar a mil
talheret, mas os prelados acreditara que as subs- \
cripcoes vobsalarias Ibes lornecero completa-
mente os meies para satistazer as exigencias da
jusiica.
Quando s* tornar impossval prolongar per mais
tempo a vacatura dos parocbos, os bispos nomea-
rao por sua prooria auloridade aquellas autori-
dades, sem notificar a sua eseoVna aos Jovernado-
res de provincia, como exigom as aovas Mi, o as-
sim ineorrecio ellos e oa padres que liverem esco-
Ibido que liverem aceitado os lagares, em mnitas
exorbitantes, estas mullas deverio ser pagas o mais
promptamente poasivel quando falurem os recur-
sos noanceiros, os padres terio simplesmeote de
abandonar os seus lugares aao poderao continuar
a axercer o seu ministerio aa orticas religiosas
ficarao desu m^peira ooinpletamenta saspeasas
e esperase aun a populaoo-doraer o governo
responsavel d^ate esUdo de oousas. 0 plano
hbilmente rroaguido ; maa la governo allemio
tcheqnes regeiiam enrgicamente a decisio toma-
da pela juma dos deputados a dieta galliciana de
vireiu ao parlamento, -se Torera eleibis.
Na alta Austria, na Slyria e em Salzbourg tai-
vez vencain os clericaes, mas por outro lado os li-
beraos parecein contar com os votos dos grandes
proprietarws uo Tyrol, as cidades do lnspanck
e d Bozoii, e lalvez que a Bukowiua e a Galicia general
oriental Ihes deetn tambera os seus votos.
A Gizela de Vienna publica um manifest
do imperador d'Austria que : caba de consagrar
a aisiiuilacao civil e politica dos confias militares
ao resto da Hungra.
Os uito iillnn j> regimentos dos conlins militares
serao supprimid >s e a populaco enllocada as
mesmas coiidi;es militares da Hungra e da C oa-
va ; de modo que desde 5 de outubro prximo,
cometario a vigorar all as le* relativas ao ser-
vico universal obrigatorio, landtvekr e a lands-
turm.
M.
A nova organisacao militar da Russia aggravou
consideravebuaaie os encargos bnanceiros da-
quelle paiz.
O orcamento militar que este anno de 170 mi-
lhoes de rublos, elevar se ha no prximo anno a
17 milhoes, e augmentar cada anno, at atliugir
a cifra nominal de 180 milhoes de rublos.
Para alliviar. um pouco estes enormes encar-
gos, o governo russo vai Dccnci r os baia.hoes
da reserva, que serae subslituidos pelos novos
remitas.
E" esperado era S. Petersburgo o imperador
d'Austria Francisco Jos. A imprensa o'ccupa-se
desta entrevista, e procura avadar os resultados
polticos que d'ahi po.dem provir.
Os jornaes governameu'.ae* querera tirar a esla
entrevista lodo o carcter poltico, daudo-lhe urna
leieiii nicamente de cortezia.
Alguns jornaes vSo anda mais longe, pois di-
zem ue a Austria e a Russia podein e devem vi-
ver era paz, mas que Ibes icnpoasivel cullivr'r
reUcBes intimas, porque em ponto nenlium os
seus inlerrsses se locaui completamente, sendo
:li> diamelralinente o postas as queslSes mais
importantes.
Os jornaes rusios veom cheio* de importan-
tes por.oen res acerca do khanato de Kliiva;
ma; amia ni publicaram o tes lo do tratado de
paz concluido com o Khan.
Nao se coiiheee ainda de um modo positivo a
sorte, que o-i reservada nova conquista da
Russia, mas cr-se que, apezar das stipula.es
do traalo, us russos nao podero abind<>aar Com-
pletamente este estado da A-i Central.
O kanato no^scl tornar provincia russa, nas
ficar pmv.ivelmente collocado ua mesma situa-
(o, que oceupam os estado- niediatisados -..a
ludia e o Afghanistau, era. relacoes Inglaterra.
GRECIA.
A cunara d'* deputados de Atnenas encerrou
os saus trabalhos depois de ter approvado o con-
trato alebrado com a nova companhia das mi-j
as do Laurium, e outros projectos de sonenos
importancia.
O presidente do conselho o Sr. Deligeorgis,
cuja-quela pareca certa, est, poi<|ainda testa
dos ueg.icios pblicos e de certo aproveilar as
ferias parlamentares para consolidar a sua po-
siei i.
TURQUA.
Os erabaxadores da Inglaterra o da Russia
traballiaiu para lazer chegar a um aecrdo a
questo do antigo direito territorial reclamado
pela Persia, para os seus subditos na Turqua
Acaba de fallecer um dos mais dedicados
e corajosos defensores dos christos no imperio
ottoinano. Luka Vukalowic, natural da Uerz
govina, tomou parte em todos os movmentos
oceorrbjos na Turqua de ha trinta anuos paraca.
Dc^cmpenhou um papel importante na ultima
guerra do Montenegro, e gozava de muita po-
pularidade entre os seus contrarios. Havia ro-
nunciado lia algum tempo vida militar, fixando
a sua residencia na Russia meridional.
Acha-se j estabelecida a base para o ae-
crdo as questoes pendente* enire a Turqua e
a Persia.
A situacao linanceha da Turqua torna-se
cada vez mais embarazosa. Os empreslimos suc-
cedem se naquelle paiz com cnndicSes variadas,
a pretextos diversos, mas lodos elles se perdem
uuicamente no abysiuo sem fundamento do dfi-
cit. Ha pitucos uiezes que so contrahio um em-
prestimo de 50 millies de libras para a cons-
truccao de camihhos de ferro, e para o paga-
mento do eoupon da divida, e j se trata de um
novo appello ao credlte ; mas des'.a vez de
18 milhoes de libras effeetivas.
0 que contribue pa:a a gravidade da situacao
das naneas turcas a instabilidade que continua
a reinar as altas espheras administrativas. Cqm-
quanto se conserve ainda no seu lugar o gro-vizir
actual, elle constanlemente batido em brecha,
e deve supp -se que cora difflculdades se oan-
te ,.caiiiu lo das boas gracas ; como suceeleu
ao seu predecessor Mahmoud-Paeh.
Este, a respeito do qual se abandonou o pro-
eesso do eoiieusso qne o ameacava, acaba de par-
tir para o exilio na Trebizonda ; mas na Turqua
actualmente sabi-so que o exilio mudas vezes
o eaminho para o poder.
hkspanha.
Acerca dessepaz esereve nosso corespon
dente de Lisboa :
* Os carlistas fizeram entrar pelas fronteiras
b's soitulas paia incendiar as casas em que es
[carlistas podesseni abrigar-se. E' e-le offleial um
O fogo durou quasi um dia sem que os car-
listas perdessem as posicoes tomadas. Restabele-
ceram-se a eommuaicagbes coin Rareelona.
Estella foi tomada pelos carlistas. U castello
que de muita importancia nao pode ser lomado
seno com muila diftteuldade.
Para atacar os guerrilhas sitiantes, o cap lio
Sanios Pan sabio de Saragoc en direc-
'.o a Navarra com alguma torea, rcunindo ua
maroha todo* os destacamentos que encontrn.
O govornador, o brigadeiro Sauz, apezar da
imitada guarnico de que dispunha, fez differen-
. gua para ministro da guerra e de Gonzlez para
e brioso, pois diz qne os carlistas s general em cliefe' do exereito do norte. Julga-se
'Iqua Hidalgo se demitlir Os offlciaes que vao
marchar para a Catalunba pedem o restabeleci-
iniliiar valente
o tirarn coin as
confiado.
Afinal no dia 17 foi lavrala a terrivel sorte da
valealc guamil fogo deste da durou 10 horas i ""% S"ue'a,rt,C(,na
consecutivas, sendo o coronel Sauz suido a todas
aula alo foi desmentida i ooiisu dada pelo I uo faltan certameute teles para MMtar ao sea
francezas nove cargas de balas incendiarias,
i Os insurgentes do Cartagena pozeram em li
berdade os pri8ioneL<>s carlistas que all eslava.u
retid s no presidio. Martnez Campos na) ataca
aq.u-l.a praca por falla de offlciaes de artilharia.
Tanto este general eomo Lanches Bregua, pedem
reforcos com a maior urgencia.
i Os carlistas foram derrotados em Berga, e
postos em dispersan pelas torcas combinadas do
1 governo. Tveram urna grande quantidade de
morto* e feridos, eontando-ae entre estes, os ca-
becilhas Saballs e Tri>iany. D. Alfonso, c D. Ma-
ra das Noves, sua esposa, a /timse herona, u-
giram precipitadamente.
a Berga eslava era situacao apurada e em es-
tado espantoso ; porque metade da povoar^io foi I os meios
incendiada. 0 alcaide de Cervera continua estes
pormenores.
c Bilbao continua em sitio. As autnridadea^e-
diram mauicoes, artilharia e reforcos de tropas,
com receio de que a pra^a nao possa resistir con-
tra as forcas que os carlistas vao aceumulando em
volia da praca. E' certo que os carlistas vao dandd
serios cuidados, era attencao aos recursos de que
vio dispondo. Teem meios, e offlciaes intelligen
tes, que commancUun tropas aguerridas. Esta 4
a opiniao geral.
i As autoridades de Bilbao derara nm prazo
de 4 das as emba.reacOe estrangeiras para sa
mrem da fot da rio; afim de deixar teda a lber-
dade de necio s forcas navaes que devem coa
as intimaces dos sitiantes para que se rendessem.
aiinal, depois de um terrivel bo nhardeamento, os
foguetes iuceudiarios abiiran brechas era dilTe-
rentas pontos, sendo estallidos e tomados apezar
da valente defeza.
Os carlistas dispararan), neste dia, 800 a 1,000
pn jeclis ; sendo avadadas as mais forjas em mais
de 7,')00 bomens.
Dorregaray, depois de salitrera a< tropas, com
as honras da guerra, dsse-lhes que -e linhain
portado com gr-nde valor perguntando-lhes se
queriam ticar as hostes carlistas.
c A bravura dos sitiados foi incxcedivel. Hou-
ve muitos feridos de parle a parte.
t Foram declarados benemritos da patria os
valente? defensores.
A situacao de Cartagena nao por emquanto
desfavoravei para os partidos dos cantoes.
Os insurgentes contam, alera de um numero
consideravel de pecas de artilharia de varios cali-
bres, coin i ou 5 mil homens, mullos qaintaes de
plvora e mais material de guerra sufflcienle para
sustentar um cerco pouco guarnecido.
I'.' assim que se pode explicar as correras
dos sitiados, sem o nvmor inconunodo pelos subur-
bios da praca, para alcancarem dinheiro, gado, etc.
E' assim, tambem, que se pode explicar a re-
pulsa de Pozas, quando Ihe fui mandado por Mar-
Irser, um parlamentario ; nao sendo recebido, e
mandando car as muradlas a bandeira negra.
A proposito, relatarei qual a situacao da forra
e seu estado, que bloqueia a praca em aueslo :
a A brea est dividida em dous grandes corpos :
um em Pozoseeco, onde est o qualel general; o
outro em Palma, eslendendo-sa at prximo das
Herreras.
o Neste ponto o general Martnez mandou dis-
tribuir 400 espingardas, entre e do ordem.
Coinecam a bter-se as trinebeiras para a col-
focaejo dos morleiros. A divisan do exereito si-
tiador contara j com 21 pegas krup, e algumas
di> sitio.
a O geuer.il Martiuez vai oceupando todas as li-
nhas em frente de Cartagena, fazendo reconbeci-
inentos diarios, miniando avancar, de noile, pi
quetes para se costuniarem aos "tiros de artilharia
causando tambein dentro inquieta.ioe susto.
Tem apprehendiJo alguns gneros prximos a
entrar na praca. Sente-se uina certa desanima-
cio nos sublevados.
E' annnnciadn pelas principaes folhas carlis-
tas, a destruieo da acia do convenio de Vergara,
elfecinado pela gm-rrilha de Lizarraga, que se-
gundo opinioes respeilaveis, foi coronel do exer-
eito liberal.
Deste fado que se passou, ao que parece, cora
solemuidade, lavrou-se urna acta que transcre-
vo :
Na villa de Vergara, provincia de Guipurcoes
aos l'i das do mez de agosto do anno da gra?a de
Nosso Senhor Jess Christo de 1873, o Exm. Sr.
marechal de campo dos reaes exercitos, cominan-
dante general da provincia, D. Antonio Lizarraga,
determinou que na prosease dos batalhocs Vir-
gen do Carme, Triumpho e D. Branca, se prnce-
desse levantar a lapide que encerra o ignominioso
convenio de Vergara, e exlrahido este e demais
objectos que contivesse, fossem reduzdos a cin-
zas e (aneadas ao vento, para que desappareca
tal obra de impiedade macouica.
i E' una amostra dos sentiraentos de tal go-
verno.
t As fragatas Victoria e Almansa ainda nao fo-
ram entregue8"ao governo hespanhol. Parece que,
apezar de boa vontade do governo inglez, aquella
entrega nao feita por indicacoes da Prussia ; por-
3ue o seu governo entende dever ser indeninisado
os dainos que ofircram os subditos allemaes ou
respectivos censules, era Almera e Cartagena.
Castellar foi elcilo presidente das cortes por
I3i votos contra 73 listas brancas. Pronunciou
por essa occasiao um discurso notavelinente con-
servador.
O governador militar de Logroo participou
qufr o brigadeiro Villapadiema, atacou o povo de
rilo, defendido por um batalho navarro, e pelo
guerrlha Portilla. O coronel Tejada dirigi ata-
que, empregando a artilharia tao prximo dos car-
listas que fez uso da metralha I Os carlistas ficaram
vencedores. Houveram raudos ferimentos de par-
le a parte.
Em Andaluzia, teem-se manifestado todos os
dias numerosos incendios, que se considerara in-
ternacionaes.
Espera se a todos os momentos o encentro das
tropas da repblica com as de D. Carlos as im-
mediacoes de Estella.
O governo distribuio os 80,000 horneas da re-
serva, que foi chamada ha dias. Vao organisar-se
batalhoes de todas as armas, formndose deposi-
to! de 1,000, /,00, ou 3,000 homens, as pcvoa
coes de maior importancia, em contacto com as
vas frreas, ou prximo aellas, alim de que le-
nba lugar a sua rpida mobilisaco.
O governo dirigi urna circular aos seus agen-
tes, expondo cora clareza as difflculdades eora que
Juta e a firme ueciso em que est.- de restaurar o
imperio da lei. l'-iz que consegaio debellar a io
afftrma que as fra-
gatas Vidria e Almmsa tinham sido mandadas
pelos inglezcs para Gibraltar, afim de as entrega-
ren! ao govemo de Madrid. Esta noticia havia
causado sensacio dentro da praca.
< O general Martnez mandara cuinpriraentar
os nfnci.es da esquadra iugleza que lhe corres-
ponleram
A columna de Salcedo marchava sobre Car-
tagena. A situacao Jm sublevados ia de mal a
peior.
Eis o ultimo telegramma aqu recebido :
Madrid 2, s 1 > li. ,- 25' da m.mlia. Os incen-
dios de Andaluzia continuara. Os carlistas retira-
rain repentinamente de Logroo, cuja cidad
araeacavam ha dias. Segundo os ultinius dados
offlciaes nio de 35,000 o numero dos carlista
em armas, mas sm de 45,000. Dorregaray tomou
Vienna. As tropas que guarnecem Manresa in-
diseiplinaram-se. O general Gonzlez dexa a pas-
ta da guerra e suppde-se que a esculla da sua
substtuicao ser feita entre os gencraes Pava ou
Snchez Bregua. A marinha eslrangeira accor-
dou impor aos insurgentes a snspensao do bora-
dnicamente. Continua as cortes a discusso da
snspensao das sessoes que se julga comecar no
dia 5 do correte. Na bolea ha desanimar >.
PORTUGAL.
Em 2 do corrente diz nosso correspondente
Lisboa :
Continuam os incendios na ordem do da.
Ainda noite passada o ciarlo das cbaminas
de um predio que arda na baixa, alumiava o
meu gabin-Je de trabalho. E' raro o da em qae
nao haja dous ou lies fogos em Lisboa de maior
ou menor importancia. A polica tem Dromeltido
avultados premios a denunciantes, mas ainda
nenhum dpoimeeto serio foi colhido.
Ha pouco lan;aram (quem? nao se sabe !) nm
pucar com materias inflaminnveis para a casa
que se anda apropriando para estaro da tele-
graphia submarina no terreiro do paro, arcada
occidental.
Parece que mudos dos incendios que ltima-
mente >e tem manifestado em Lisboa sao proce-
didos de malvadez. e ninguem descoohece que*
oc:asiao faz o ladrao. As escadis de Lisboa nao
tem porleiros em geral. S por excepcao um ou
nutro predio mais luxuoso o lera. A maior parte
das escadas nao tem luz.
t Esle desmazelo incrivd anima os ratoneiros
ou malfeilores a deitarem trapos ou carqueija
embebida em petrleo pelas escadas alim de na
infusao di sinistro poderera rapiar.
t Ninguem er que sejam ramificaees occul
tas da internacional. Ora, como ha males qu?
vera para bem, j as cousas vao tomando outro
eaminho.
a Os moradores d'algnmas ras importantes por
Utas lojas e propriedades tem-se organisado em
commissoes, alim de su^tentarem rondislas ou se-
rens, que das 8 da note ao nascer do sol vigiem.
os predios, e recorram polica civil ou municipal
quando for preciso.
A novidade d'e.-ta semana a projectada con-
solidaco da divida flu'ctiianle (perto de t7 mil
cintos fortes) realisad ou prjxima a realisar-se
pelas principaes casas barrearas de Lisboa, Porto,
Braga e Vianna do Minho. Que a operacao,
apeza/ do que se diz, nao esl feita, di-lo a via-
gein que a pretexto de banhos ou ares do campo
Varzim (Traz os Montes) vai fazer o conselheiro-
director geral da thesouraria do ministerio da
fazenda Gomes Lage. Parti hontem i noite no-
coruboi do corrcio em direccio ao Porto. De l
passar o Sr. Lage Braga e a Vianna.
o Accrescenta-se, porm, que o final de sua
digresso pelo norte6coocluir cora os bancos
banqueiros daquellas pracas a eperaco fmanceira,
que estava combinada e que ao Porto foram evan-
clisar ao Srs. Libanio Ribeiro da Silva por parte
o Boiico de Portugal, e Eugenio Macteira pelo
Bnnco Lusitano. -Urna folha de hoje diz que sao
as seguintes as condi(,8es da consolidaco da di-
vida uctuante :
i. A operacao far-se ha por subscrpco pu-
blica ;
2.* Os bancos nao s protegerao a operacao.
mas tomarn parle nella, subscrevendo cora quan-
tias avullaJas ;
a A emissao em ttulos de 3 por cento ao
preco de 43,5 por cento ou mui aproximado.
4.' Os tiliilos vsncero juro desde o l." d*
julho ultimo.
Apezar de ser negocio que muilos dizem rei-
lo, nao falta quera espere as difflculdades da f-
tima hora.
Escusado fazer lhes sentir que esta idea
de subseripcao nacional desgracada, por quanto
se lhe opp&o os mais vulgares principios de econo-
ma poltica. Os capitaes retirados da industria,
do commercio e da agriot liara para grandes
traneaccots cora o govemo, produziru um des-
equilibrio fatal, embora nos primeiros momentos
a alta dos fundos simule vantagens de que luz
da. realidade se conhecer e valor negativo.
a No dia 20 do agosto findo devia terminar a
execucao do eelivenio consolar entra Portugal e
o Brasil, em virtude da denuncia feita pele go-
verno do Imperio, d'aquella acto inteniacionat.
Mas, altondendo o mesrao governo s solicitarjdes


ttude attinge sera gravidade as questoes inter-
nas e externas da nacao.
t as cortes foi, entre mudos, apresentado o
alvitre de chamar'Espartero, como hornera de in-
fluencia, pelo seu nome e servico ; mas urna
maioria compacta decidi o contrario, dando como
pretexto a avancada idade do general.
A opiniao publica comeca a ser desfavoravei
ao actual governo, aecusando-o de pouco enrgico
uas actuaes circumslancias. Ha, pois, probabilida-
des serias de urna breve crise ministerial. Em
todo o caso sahir o ministro da guerra.
Nao toeni sido bem recibidos o novos pro-
jectos de fazenda.
< Esta se discut ndo as cortes, a nroposta da
suspensio das sessoes. Parece provavel a absien-
co da esquerda e do centro, na votafio. Foi ap-
prova la, sen lo o prazo da su-penso compreben-
di.io entre 5 da setembro e igual dia de no-
vemhro Urna coraraissio permanente li a en ;ar-
regad i de autorisar a* despezas necessanas para
a guerra, e convocar a cmara quando seja ne-
cesario.
V ultima hora accrescen'ji nosso corres-
pondente : 4
< Sao povaveis as noraeacoes de Snchez Bre-
surreii;o cantonal, e se-propde corabater a ultima ,
tentativa do carlismo, empregando para isso lodos do ministro portuguei no Rio de Janeiro, wi aquei-
ao seu alcance. Expoe os differentes i la convenfa'i prorogada por msi seis meses, que
elementos do lavanUmento carlista, que procura findaia em fevereiro de 1874. Os importantes in-
accumular meios de accio em toda a fronteira, teresses que Portugal tem no imperio do Brasil,
portugueza, e tem aberta a de Franca. D cenia reclamara a mais seria attencio.
da energa com que o espirito liberal se pronuncia A nova convenci consular, que na actuaii-
conua o carlismo. Dis que Bilbao e San Sebas- dade se traa de negociar, preenchera loeas as
lian, se estao convertendo em pracas inexpugna- lacunas que se- encontrivam na anterior, tea-
veis ; assim xorao as nrincipaes eidade* de Gui- oo-se em vista nao s aqulles mteresjes, mas o
purco, e toda a Catalonba; mostr^do-se ad-. bom servico consular,
verws Wda a qualidade de rebelliVj, o Aragio a! Contina Inalteravel o socego em \-io e
asduasCastellas. as provincias. Naeapilal, hajaetta/*i en,
M approvado aas cortes^ o artigo 8. do pelas prinepaes ruas,eome no Chiae, roa Movaao
pruiecto da exuaccio do deci', relativo i contri- i AUnada e outras, andar nm ve^aAlhlo de 1*
buiea> exlroordlnaria. tpregoandoo Rfialt, de gorM-phrigio niw^-
f^alla-se n'umi allaca do governo com os 'Ora, o Rebate urna folha u!rtra B^niu "
partidos liberaos da Hespanha, para combater de-' Toga a repblica. N
s




.

I
/
jrrer i defensa de Bbo no caso" de ataque. Os I cWnmeate' os carlisW'e os demagogos, cuja al- (t pracas mais frequendas o R*io. pelo tutr



I
Pi^ $e ernamtjgco .Segunda .foira 15 de Setembro de 187?.
.


da fcdatinie, m nue as ***Tnarilhs sao postas
-felas ras da amaren', to o que prev a tule-
radbia du* noMMfcuno.*. Nada disto produt
ajuntamentos nei* bolencias pollctncs.l
(Juera quwi* taes forros pWfajtosde* pregoelros des p&mphle
tos. A eonsequencia 'listo que por si mesmo
ahe a noVIaado, forja de vafear e' insignifi-
cante. -*
Proeegnem artfssfcf, o consdha de guerra
para juramento ofti :ftrt!s implicados no
celerado procesto da revota. Pot ora lem sido os
depoimentos das IWrr antas, qnasi lado espides
asalariados, romo > j*e Bjrurmm no procedo
do reos paisano nalttiMlhaida Boa Hora. A 1m-
prensa nao tem dado allbaea aos episodios das
sessoes. LupiUa-M* ^uitticAr os extractes das
audiencias. .
noticia* da Vracrica do Corto e
Amanbeceu hontere em nosso porto o va-
pnrinnericmo Soitih Amorte i, trazendo
datas : de New-'York 23 de agosto,' e do Pa-
ra 8 do corrate. Lis o que colhemos:
ESTUCOS-0N1DO*.
Em Bdfast bou ve uro, -grande incendio,
sendo as perdas calculadas ero urn inilhda
de dollar.
O presidente liraht ratificou a sentn-
ca que conJr-mnou u cepttilo Jack o cinco
outros indios MoJocs, a seren enforcados
n furto Hr!)iath om 5 de outubro.
rfc
-*() 'Jwnal do Ptrd diz o seguate so-
bro a KauguracAo do cabo tdgrB.paico
submarino, no dia telo corrente:
Em um dos sales do palacete daoin-
panhm do A maternas limitada leve ?iugar
ante'kontem, [reres onzo horas da rn.mria,
o dto solemne da inaugurar Oa cabo
leirico submarino, que pdz e:n -commu-
itrcaco esta' provincia co:n a de ^ernam-
baco.
a A esta fetta do progresso sssistiram
*s Kxms. i>rsv presidente da provincia e ge-
neral co'mtnan lauto das armas, Kr. chele la
polica, inspector da the&Hirarm do fazenda,
inspector da alfaii lega, inspector do arse-
nal de manf'ja, os cnsules Vs nacoes cs-
trangorras.lguns membros d nssomble>.
legislativa'provincial c da cmara munici-
pal, tolo possal da compttRia lolegra-
pbica umros eomma-udantes dos vapores
Ho'ipci" e real Northern, frenos oficiaos
do -xorcito, marinea c polica, coaiinSr-
iiiant-s, agricultores cidftlios de outras
basas.
A reuni, poits, nao pe lia ser ma
Jrllrine mu ntai-i u lime guarda de k Mira 's o" batam-o
de aridbaria, postala om -'frenlo ao ed*licf,
fez as devidas bonri u B9M importante -so-
JemitidS.io.
'Usas bandas fie mnsiccs collocadas*eia
una s!.i contiga* om qce trabaluaru o
apptruih) telograjtbco tocaram altanM^a-
"ra-itH8; rbais iVjIas, h irmsniojas e enlti-
sia-.lic.is pj;aj d-? UMioa.
Tr).:na n-s-, arios biiegram nis.
<' Bcpois de iMwdfpiss jtelegrammrs de
salid."? o entre ins Hnem. nrs. praBMwts
desta e O da prorwiKcia "de'ornambuoc, sti-
guir;v pMvnea, nos teriaojempino os transcreve-
utos wais abaisH.
Emquanto a-An-*) i*a operarn duas
bandas de miwa., (lK*-,adas d-Hitro do
eJrtioic, exhibir.lie esoolfaMas e bem execu-
tadas pe^as.
Sj^uio-se BroBtinetite um opiparoban-
queto em quo a frrofusao so deiiara ver, I
como tolos os si^Haos vs vivos deprazer
e coirfraternisacio. HaUes foram os-brin-
des q^JO so trocsrar..
O- ado foi imufco-ixiita.rrido eo ogosijo
publico foi geralcem toiki-a cidade, termi-
nin-lo- -por um Sffletfni'vT-e-Dtftii,relabrado
Jia c;tl:>lral is 7 horas fia noite o grande
illuniir.,it;,lo.
.0 vapor iqgbKdfofper, stsguiu no dia
"7 do corrente para liinoutb, alnn do reee-
ber ;.!i a parte d .cabo-telegraphico ;que
devo por am eefluaaufoajaRo o.nosso porto
com o rio Kio (leJasarro.
I
maio ultimo ao i.* ojUcial do oorreio di
provincia dfe 8. Paulo, Prrtcbtd'o
da Costa Ag Por decreto de '1 do curente foi no-
meado o bacharel Jorge de Azevedo Segura-
do, para o lugar de 7. juii substituto do
municipio da corte.
Por portaras dssa data :
ton ceder m-se 3 mezes de licenca coni q
despectivo ordeftao ao juiz do dircito da
comarca da capital da provincia do Sargipo,
bacharel Alejandro Pinto I.obio.
Prorogou-sc por 30 dias, coi rdenade*
a licenga concedida ao juii substituto da
comarca da capital do Maranhao, bacharel
Antonio Jes de Souza Freitas*
Arbitt-oa-se em 40O5O09 a ajuda degusto
para o transporte, e prtmairo estalwleci-
mettto lo bacharel Hcnjaanin. Soaws do
AeeveAs, oomeado jiz rsanicipnl-o do. or-
pliios do termo d Xiririca, na provincia
doS. Paulo.
.Era'4 do orrorfte foi rtsnetlido
setjo dos negoetjas do imperio So conselho
de estado o olficio de director interino de
'faculdade de dreito do Re'cife, de 5 do mez
ijpassado o mats pape'rs que scompariham,
1 para consultar sobt3 o segtfinte : So -o
juramento pr parte dos doutorandos
condiro kdispoirsavcl petra a obtonQo
do grao.
Na mesma data communicow-se;ro
director itorino da faculBade de diroko do
Rccife, tm reaposta ao cilicio de $ do^nez
passad, que-c govomortomar na merecida
consid'erac&o a questo concernonte ac jura-
mont* para-o obtengo dos graos acadmi-
cos, c bom assim quo flea resolvib dever
abocinase co lente substituto da mesma fa-
culdado, 'no caso de regencia de cadeira,
alm do respecti\Ov>rencimento, tfma grati-
Bc0to,%uaN do tente cathodrtftiGo a quem
sbstitli, e, na feypothcso de ftf.o perceber
este o ".encimento ou achar-se a cadeira
vaga, c ordenada e gratiticQ83 tiesta, dei-
vanido o lento -substituto o teocimento do
sou lugar.
-*- Na sess* do seiiad'% '? 5 do corra-
te ;foram justficado porseus autores ^c
fioam adiados os dous -Ssguintes reqe-
rif.cntos ?
. U'iquciro que so po la repartirte eampetante.'arna copia das in-
farmacoes\jfciaes das autoridades daapi-
tal da provincia do .Muvnhao a respofeo do,
J homicidio a-.li ltimamente perpetrada o \j
'.'que consta fra aut Z. de (!$#: e Vascmcllss.
I'ar* melhoresclfrecimitito da matara
Zacaras, requeiro tamlwra acerca do que era pratcado, tai
casos-apalagos, no rgimen anterior o'da
novissiw.a reformt ji: liciaria. Viscort'h He
Micthory.
:Xa-se sao de 6 oi approrada m 3o ds-
diseassao, tal cono pissou en 2", o |ro-
jecto couce lmido favores ao Cinco o Bra-
sil e-autroj, a r sen I) rejeitadas -r.s emendas si^iintcs :
do 1." do correnta, promulga lo novaraonto
o dito trata lo a maudno que seja observa-
do o cumprido taj inteiramente t-omo polio,
agora se cantan. Pican lo sora i-treito o refe-
rido Jecreto n. 31,20V.
Foi expedido o aviso seguinlo:
i.' seceso. Kio de Janeiro em W de
setcmfro J> UR3.MUn. o Exm. Sr
lcctyo a.V.fjcc, pafa os ftns legaes e om
Crespos11 ao oflicio o. id de 16 da Janeiro
ultimo, que foi coafirmado o acto pelo qual
essa presidencia resolvcu annullar*
procedida_ cm setembro do auno passado
para veroadores e juizos do paz da treguexia
de S. Joar- da Mipib, porquanta alm de
outro* 4ef(j'rtoj quo a vicala, tiao se fez
mencio na -acta respectiva des nomes tos
:yetai2s contra a dsposic&o expressa. do art. 49 da
lei n. 8S7. de. 19 de. agosto, do 1816. Deus
guardo a V. F.xp.Joio Alfredo Cvrra de
ft/tt-ra.-Sr. presidenta da provincia do
Rio -(vande do erte._
Coinraerou-se o*dia 7 de siembro com
um Te-eum na oapetlaimperial cortejo no
ptpjO da cidade.
No dia 4 fatleeeu repewtinamente, de
'ana congesta cci-earal, o.pcrJfiiro dos au-
ditorios da edrto, ioao Pe'reira Monteiro.
No thaatro do l). Pedro II, ia-se dar
um espectculo cjo producto destinado
a levar a effeito raonuwento coraiuerao
rativo da restuoraco de Portugal em Itiia,
e crear 49 asordas de iwtrucco primaria na!
contincHe de Portugal.
Na dia 2 appareceu morto no seuj
quarte, na^fmguezia 8e inhauma, o porlu-
guez los Frrnairdes d'Avila, por icosao
de bebida.
Em Campos-alleceu repentinamente o
facendeiro Joaquim Jos da Costa (iu-ima-
riss, *v
nMo.
A-varila continua va a grassar om S.
lotto (i* Barra c Campos, ha um ana.
ltimamente invadi urna fazenda, na qual
jj -tinfeam perecido o proprietarie Hanoel
Piros da Silva, o feilor e 17 osuravos.
Em llaaapoana falleceu Jeao Bernar-
dina das'Noves, victima de una tacada que
lhe deu -um r. Gloria, que evadio-se. E
iio havia alli auUridade policial para to-
mar eonhacimento do facto 1
otMirarB-M os accionistas do compa-
nhiabrasfleira de vapores, na Corte, sob a
presid^nc-ia do Sr. Baro do S, Francisco Fi-
1bo, e approvaram a reforma dos estatutos.
Voi rstilicaiia a esco!ha feita pela directo-
ra'do Sr. Ilarrah para representar nos Es-
tados-Cnidos as reclamages dos accionistas
oontra os ex-directores de Nova-York, do
conformidad^ com a offerla que pelo mesmo
senher lhe fra feita, e a directora adminis-
tro u minuciosas o satisfactorias iuformaedes
acerca do estado linancero da companhia,
terminando a sessao por um veto de louvor
t directora.
grande oriente unilo do Brasil acaba
de ser roconbecido como o nico poJer ma-
COttico para o imperio de Brasil, pjlo su-
Ao art.- 2.* Depois das pala-vrasem-: premo conselho da Escossia.
,t! cambio rcjulova sobro Londres
25 3/4 a -20
sobre tortuga.
d., S'fere l'sris 357
115 a 20 0/0.
res., c
"%!lii-jns do mw da aiperk.
Houten tambera cleegou o apor inglez
Maijellan, da linea do Pacifico, som irazer
mala do llio do Janeiro, -de onale sahio ^ik>1
dia 8 do corrente.
Ao obsequio da aira aomegA, dvesnos a re-i
capelo do Diario Oljicial le 5 a "7 do cor-
rente, dos. a/ues uairai;taiaaa as vicias quo
vo em seguida:
Rio judub
Por,despacho de 3-do contente conee-
deu-se :
Ao majar .Miguel T o foro do ;fidalgo ccwalheiro da rasa im-
perial.
Ao lente coronel Man Cavalconte, dispensa do lapso de tempo
para poder tirar a carta de eommendador
da ordena da ftosa, de quo teve merc por
decreto de 23ide maio de 187!.
A t. Maria Fraacisca ioocalvee, rai do
alferes do 3.1 coepo de voluntarios dapatria
Joao Manoal da .Silva, morto em combato
na campanaa do -fiaraguy, a penso de
365909 raeasaes,,igual ao sold daguella
patente, ficaado, porm, esta mare depen-
dente de approvaco,da assembla geral.
Por deeceto de.* lo correflle foiao-
neado oyiee alaairanUiconselbeiro de guer-
ra Joaquim Raymundo de Lamare, para o
lugar de ajudaote general da armada.
Pelo decreten. S.3I1 de 20 de agos-.~
to, ora vista do quo requereraru o desera-J casos de inpediroento, por lieeaea
bargador Henrique Jorge Rebello, .por si ejermidade dos promotores pblicos, a oboi-
como cessionario dos iierdeiros do seu falle-, gaco imposta no art. 21 do decreta de 22 de
aoverabro do 1872, aosseus adjaulosdos
substituirem no servico geral da pramotori;(}
e bem assim como devo proceder, estando!
actualmente oceupado na junta daifi a-
pr.inos lafacraJjga-sasobre bypo-
theea do bens ruraros.S. tt. r-Jm 9 de
setombro' de 1S73. Siloetra Ao art.-1^3*:
As notas emiltidas, que penlcncem >
6ma filial d.t*'ahia no valor de ........
t;f 26:840-5300, licam pertencendo ao Ban-
co do Brasil, cando esto obrigado a fazer
ear.presliino lavoura com as mesrv.as con-
di^es da lei de 24 de setembro de 186* o
da presente lei at a importancia deesa
misio actual na proporco de 2 1/2 0
anualmente.S. R.Em 5 de setembro
Nessa mesma sessao foi approvndo.am
&" discusso, oprojocto conceduudo garan-
ta de juros scompanhas de vas frreas.
Acamara dosdepulados s fuuccionoa
ni dia 4, ito tratan lo nessedia de assump-
to importante.
Foi expedido pelo ministerio ila guerra
o seguinte aviso :
Rio de Janeiro, 2 de setembro ilclSIS.
Illm.o Exm, Sr.Tendo a experienciada
tonga o penosa campanha de Paraguay de-
monstrado a necessidade da creai;ao do um
corpo especial de transporte com pessoa!
idneo, o cujos vehculos possam substituir
os pesados carros de conducoo do munooes,
bagagens, trem de pontes, tirados a bois,
cujo moviRento por domis lento t im-!
proprio par.- operaces de guerra, em oue-
muitas veze'S da celeridade das marchas de-
pende o resultado de urna campanha, e tenT
do os generaos quo commandaram em chefe
no Paragey, na resposta que deram sobr
[-os quesitos formulados palo aviso d'osle mi-
nisterio de .16 de maio de 1872, reconheci:
do esta, necassdade, convera que a coramis-
^o de nieluorrment >s do material do exer-
-cito estude a melhor organisaoo que deva
dar-se a es9e corpo, e bem assi n pruponha
c material atis apropriado, leudo em alten-
cAo a cspeeiailado do serrico a que des-
tinado e a nature/.a dos terrenos cm que
porventura i tenha do operar, dando conta
a esta secretara de estado do resultado dos
studos feitos a semelhante respeito : o que
declaro a V. x. para seu conheoimento e
fin* convenientes. Deus guarde a -v\ Exc.
'4-oo Jos Me Oliveira Junnueira.Sr.
Jo de Victoria Soares de Andrea. *
Pelo miaiterio da justiea foi expedido
o -seguinto aviso :
< 3* secgo.Ministerio dos negocies da
justiea.Rio de Janeiro, e:& 2 de setem-
bro de 1873. Consultou Vn. em oficio
de 5 de maio ultimo, se linaatada aos
Eis as noticias commetciaos da ultima
data (8 do corrente) :
O mercado do cambios Grmou-so nova-
monto e fechouse no sabbado a 26 d. ban-
cario c 26 1/8 a 26 1/2 d. particular. O
total dos saques foi de t,000:QO sobre
Lonlres e 2,50.1:000 F. sobre Franja.
Os soberanos valona 0J JoO o as on^as
305000.
CVAC.
Temos folhas at 31 de julho.
Narjuelle dia devia eneerrar-se a-asscmbla pro-
vincial.
Foi inaugurado no dia 27 o ehafariz da praca
da matriz, achando-se presente o *ispo dii?cesano.
L<*. so no Crrelo Oficial:
Os dous eaiprcgii'l da t'aesouraria provincial,
Sebastiao Manoel de Aadrade e Ernesto Augusto
-Teiveira da Natividale, que daimi seguiram nos
principios de a.ir.l para a ibmi di; rao las, em San-
ta Maria de Tagnatiaga, alli cliegaram com muito
(usl) no dia 2J de maio, e nurreram ambos no
dia 8 de junlio.
MINAS-GERAKS.
Chegaram faina* ate 1 do owrente.
Por falta de numero nao se verilicou a abertura
da assembla provincial.
Refere o Diario de Minas que na nonte de i I
pa a 2 do mez pausado, evadiram-se da cada da
villa de Patos, por meio de arrombamento, os im-
portantes ciiniHsos pronunciadas no art. 192 do
cdigo criminal Manoel Jesuino Nunes e Jos Ma-
chado Pacheco.
S. Exc. o Sr. Dr. chefe de polica, ao ter noticia
dj facto, tomou .*.s necessarias providencias para
a orilla dos mosm )>, e recomraondou ao delegado
de p)licia d.Tjuella villa que procedesse a inqueriJ
to para verificar se lio uve quem favorecesse a fu-
ga, o o remettesse ao juiz municipal respectivo
para tratar do pocesso.
A m ;sina folha' d a seguinte lista d >s criminosos
l-capturados du ante o lempo em que-servia do che-
ie de polica o Dr. Jos Jaaquim Uaeta Neves:
De homicidio...*....... 58
Tentativa de homicidio. 12
(Mensas.............. 9
Falsidade............. t
Ronbo............... 2
Bigamia................ i
Damno............... i
Diversos crimn.......6
Ji.lm dessas importantes prisSas, foram ainda
Fallecer o 2 eonferente da alfandega, Joto
Carlos da Costa Aguiar.
B4HU.
Lemos no Jornal:
No dia 7, i* i liOi-as da tardo, beata Ha juca
majiicipal a eisao magia da sociel^de Set-j de
Setembro.
Entregaram-sfl 20 cartas de liberdade, 11 con-
feridas gratuitamente por diversas pessoas em no-
mo da saCiedade, o 13 adquirida com o auxilio
pecuniario dola.
Oes libertas, tg sae do sexo feminieo a a do
mascalina ; 16 maioros e 10 meaores de laanos.
Fore proclamados ocios benemritos :
* 0. Uia S Barrito Villas-Boas.Dr. Mano*,
laaqini Babiar. Thomaz Rodrigues da Cruz-
D. Lentldina Jusophina Requiio.Coronel Aal
ionio de Larvalho Pinta Lima, qoe tambem fae 4
alforria grtuitas e j ara socio benemrito.
< A aleicto deu esta resaltado c
Presdanle,-Dr. Salustiano F. Souto.
t Viue-eresidealeavi-> Dr. Fraacisca Jos da
Rocha.ft. brigadeiro Francisco Yieira do Faria
Rocnirr '
< SeefUcios.I.0 Dr. FreJerico llarinbo de
Arauio.-t,- Dr. Augusto A Gimaries.
. TtwsoBfeiro. Major Antonio de Souza Vieira.
t Gaaselho.Dr. JoseLuiz de Almeida Coulo.
Dr. Aatanio tarneiro da Bocha,Major Antonio
Permita do Barros. Dr. FrederiCoA. da Silva Lis-
boa,eastlancio Jos* dos Santos.
Na dia 8 houve no paca municipcl a sessao
d TtiaOgnrajio do Instituto tos Adtogados, sob a
presidencia interina do Sr. Dr. Mauoel Teixeira
Soaros.
Procoetido-se clei^o, deu o seguinte re-
soitada -
Presidente, Dr. Pedro Leao Velloso.
Vico-presidente.Br. Manoel Teixeira Soares.
Saeretaro. Dr. Candido Cesar da Silva
Leao.
* Tnesmrreiro.Dr. Manoel Corroa Garda.
Conselho directer. Dr. Francisco Antonio
Pereira RkU, Dr. Americo Jos dos Santos,
Dr. Maaoel Teixeira Soares, Dr. Alcino Baplista
Moateiro, Dr. Sebastiao Pinto deCaroOio, Dr. Joao
Viclf rde CarvaUo.
, "Vi Gammissio de redaccao.Dr. Francisco Jos
da Rucha, Dr. Augusto Ferrara franca, Dr. Fran
cisca Antonio Filgueiras Sobriafeo, Dr. Antonio
Euaebio Goncalves de Almeida, Dr. Antonio Mu-
! Sodr de Arago, Dr. Joaqaim Emygdio dos
Santos, Dr. Manoel Correa Garda, Dr. Romualdo
Antonio de Setajtk
t O Sr. Dr. Teixeira Soares apresentoa para
serem discutidas as segointes tbeses :
t Em rasos commerdaes;
1.* Quando no acto de araste um 3." con
fessa ler em seu poder diaheiro d i devedor, con
Ira o qual se cncamuha o embargo, mas recasa
assigaar o respectivo termo, poder-se-ha conside-
rar valido, in'ervindo duas lestemrthhas, que, sen-
do presiuiciaes, assigaem o competente termo com
os dous olliciaes ?
2." Ou ser de absaleta necessidado que o
3. competente assigne o respectivo termo ?
3.* Realisado, e ser sentenca julgado proce-
dente um aresto, em ijuacs iner das liypolhoses
expustas supra, para ^ue so resolva em penhora,
indispensavel que o 3. que- iicou considerada
depositario por occasiao do aresto, no acto da
penhora venha a fazer nova confisso o assignar
o respectivo auto ?
i 4.* E quando a isso nao se preste o 3., ou
venha no acto da penhora negar o que j bavia
confessado no do araste, cssa sua negativa ser
motivo legal para nao se considerar penliorado em
poder desse 3.* o dmhoiro j areslado em sua
mao ?>
o No dia 8 do corrente reunio-se a assembla
geral da Sociedadc Medico-Pharinaceutiea de Be-
neficencia Mutua, e procedeu eleifo dos novos
funecionarios para o anno econmico de 1873 a
187 i, scado eleitos :
Assembla geral
Presidente. Dr. Rosendo A. Pereira Gui-
maraes.
Vice-presideate. Dr. Manoel M. Pires Cal-
das.
!. secretaria. Dr. Artbur Cesar Ros (re-
eleito.)
a 2. secretan Pliarmaceutico, Felinto Elisio
Pinheiro.
Conselho de direccio.
Dr. Jos Luiz de Almeida Couto (reeleito.)
Pharmaceutico, Euclides Emilio Pires Caldas
(reeleito.)
Or. Antonio Pacifico Pereira.
Dr. Augusto Freir Maia Bitloncourt.
Dr. Paulino Pires da Costa Chastinet (re-
eleito.)
Commissao de contas.
a Dr. Americo de >ouza Marques.
Pharmaceutico, Catao J. Pereira Arouca e
Augusto Alves de ibreu. a >
Falleceu no dia 8 do corrente o tenente-coro-
nel Jjfn Cardoso Soares, de Marajogipe, d'onde
ha poucos dias tintia vindo doente. Era offloial
da ordem da Riwa, e fizeram-se-lhe as liouras do-
vidas.
Pelo delegado da villa de Chique-duque foi
capturado na povoac*d de Santo Ignacio, dajuelle
termo, o reo Joaj Cietano da Silva, pronunciado
no art. 193 do cdigo criminal.
da villa de Chique-Chique, foi assassioada com
um tiro, na tarde de 10 do mez prximo passado,
a escrava de nome Antonia, pelo soldado do poli-
ca Jo) de Deus llosa. O assassino f-ti preso ;
fez-se o neeessario exame no cadver da victi-
ma, eo neeessario injuerito policial na firma di
lei, que foi renettido pelo delegado respectivo ao
Dr. juiz municipal.
Hontem (li) andoa roda a 4' lotera bene-
ficio da matriz da cidade da Cachoeira, cujos pre-
mios maioros sahiram nos nmeros seguintes :
..........S:000
terca de tlUzoiitas pc achavam em va de tratamenb) t; deuda se desiio-
ais capturados
recrutas.
15 desertores do expcito e 5Q
cido irrao Coningoi ios Artonio Rebello,
foi prorogado por doua anuos o prazo mar-
cado no decreto n. 4,613 de ) de outubro
de 1870, ^ue concedeu-lbe o ao dito seu
arrodo autorisaclo para incorporar urna
eornpanhia com o fund.j soeial de........
800:0005000-e'a sede a prownca da
Babia ou ra cidade do Rio de Janeiro, des-
tinatfa pesca,, salga e seeca de raeros,
garoupas e balei, na zona eomprehsndida
ntre a latitude de 15 a 19 grao*, sol, asse-
gurando i referida companhia o usofructo
das ilbas dos Abriios, ^em prejuizo do
j)barol estabelecidp aa de Santa Barbara,
dora dos esaravos, q.ue ho do ser liberta-
dos pelo fuado de 'aeancipagio, a tendo;
defuaccionar na proma sessao do jury.'
Em resposta* declaro a Ven. quo os adjuntos
sio obrgados ..a substituir os promotores
.t-so no Itajub:
_ Pelo Sr. Liduardo Rodrigues de Souza nos foi
offer:ida amostras de breu de urna mina, que foi
encontrada em trras do S .'Jos Feliciano Mar-
ques* Pereira, em Santa Rita.
.A-cr,; esina e charo mo6trani ser-bom e igual
ao qoe conhecemos.
-Refere o Diario:
Elias da Silva Araujo, que dizcm chamarse
Maihiase ter-se evadido da cada de Sabara, onde
expiara .o furto do urna alampada de prata da
igreja de Raposos, acaba ltimamente de" pweticar
nova faeanha, pedndo lieenca a Santo Antonio da
Casa Branca para tirar da sua mat Iza levar para
casa tQda prata que alli exktia.
<> P^ziaenle, porm, o delegado de polica res-
pectivo saio-lhe ao encontr, e j a poz debatxo
le vista e grande parte do roubo.
Diz a mesma folha que aa cidade do Ser o, a 4
do passado, < noute, ao recolber-se para sua caea
PERNAMBCtt
REVISTA DIARIA.
Guarda nacional.Por portara da pre-
sidencia da provincia, de 12 do corrente, foi trans*
feriJo. a seu pedido, para o servico da reserva, o
capitio da 3* companhia do Io batalhao do infan
taria do municipio do Recifo, Joao Goncalves
Torres.
Hospicio de alienados.-Coutinuam os
donativos para as obras do novo hospicio de alie-
nados
Recjfe, 6 de setembro de 173.Illm. e Exm.
- Sr. eommendador Dr. henrique Pereira de Luce-
Jos de S^Usol^ 23EL!? Tb d
tiros, que o ofenderam levemente as costas, am- ^er.Je.V" E*c'' onv"Ianlo.me a estar, pre-
3237
2822...........
478 ...........
o 1723 ...........
73, 443 e 2G9 ......
1676, 711, 1214, 2041, 1886 e 3221.
2323, 196, 2212, 3302, 21 i, 2161,
2669,2601, 1011 e 1428......
2233, 1823, 1417, 2672, 1731, 3133,
2308, 29,471, 30G3, 9, 2743, 2974,1633,
309, 582, 2136, 979, 276 e 11 ....
o No dia 9 seguiram para a colonia Muniz em
Commandatuba,|no lugar Brilannia, os 264 colonos
que no mesmo linhara vindo da Ehropa.
No dia 10 s-guio o vapor S. Fnncisco, da
companhia Bahiana, canduzindo o empresario, o
Rvra. capuchinho frei Reinerio d'Ovada, engenhei-
ro J. Przewodwski, mdicos Drs. Jos Antonio da
Fonceca Lcssa e Jos Siener, pharmaceutico Ur-
bano Jos dos Santos, 21 operarios nacionaes e al-
guns colonos carapinas.a
8001
5')0
200*
1004
10*
20i
I0
flregando-se a aior pa te dos rojectis em urna
-cera.
Os assasHos ,evadiram-se, aem serem onhe-
oklo3. ^
L-se no Pkattl, do juiz
coorento :
de For.i, de i do
a Participando o subdelegado de Chapeo d'vas
pblicos em 4oda* as faltas e iinpedtrnabis TJ^Sf*,0 ies,Z ^fnw que na aoite de M de
A'~.t~, .o,u ,. j ,, r*usti Antonio Pereira Lopes, adimaielrador do
d estos, anda que provenientes da alflueu- empraUeiro Jorge, e outru., no lugar denomioado
de iQ de setemlM- de J856, excluida, po-
rm, a garanta da juros de que trata o $
i.* do art. 1/ do mencionado decreto,
x Em portara de 5Q da agosto, fot no-
ca de trabalbo, e portaotoom servidos que
oo puderem ser feitos conjunta uente^elos
promores. Cumpre, pois, ^ue passe o ad-
9ente e tomar parte na ceremonia da collocacao da
primeira podra do edificio destinado ao asylo dos
alienados, cora murta satisfacao que aceito 0
convite de V. Exc. Congratulo mo ue a minha
IKquena visita a esta provincia me proporcione a
oeea-io de coaefrer caai o meu fcaco conlin-
feate para uma ora la humauitaria o chrsti
Soo-com eslima e a maior considerarla. De V.
Exc. muito atiento veneradar. e criado abrigado,
Jane* Darey.
Casinete da presidencia de Pernambaco, era
Retiro, districto de Chapee d"vas, tentaram matar 10 de setembro de 1873. -Aceuso recebiiU a carta
a Joao Intomo Rodfjguea, disparando -ike alguns de V. S, remettendo a quamia de iOOlOOi para
o os favores constantes, do decreto n.* 876 unto a funeconar na junta classiicadora
dos escravos, quando tiver Vm. de servir na;
esto do jury. Deus guard.ee yrn..lfai
uo'l Antonio Da re de Azevedo. ~Sr. i'
promotor publico da Curie.
m.ea.f.Jose da Cunba Uarboza Jnior, para Achando-se incluido na ratifieaco bri-
o cbno 9-aji|dant0 in^irino do engeabwro
fiscal da esWada de ferro de S. Paulo.
Por iguaHitulo da mesma dala, foi
tahnica, enio na'brasileira, o protoeoflo an-
oexo ao tratadi? de extradiecao concluido.en-
tre o Brasil e a lir-Bretaoha em 13 de oo- providenciar.--
aros dewolrer, oa quaea p nao fertraraper
erro de pantana, assim prooadendo depois dehave-
reiu arrumbado urna janella da casa do aesmo
Rodrigues; foi o delegado ceta quarenta praeas
de liaba, algaaias de polica a varios pedestras ao
bigy iadjeada.
* 'Aal cnegaao, deu as eompelealas buscas no>
acampaaiemos da empreilada e nao encontrando
nenham armamento, era os criminosas que, pro-
vavelmente arcados a linham evadido, procedeu
ao auto deoorpo da aa|icto no arrombaiaaato eao
inquerito, o qual foi remedido
pauia
as obras do asylo de alienados. Agradecenio a
V. S. ura tao valioso concurso fiara a neasacao
de urna idea me tanto ioteressa huraanidade,
Joavo-o apr esle acto, qae rwtela os sentimeatos
de pbiianlroaia que o auimam De*V'. S. muito
aliento veoenador e criado, Jhartftti Pereira to
Lmceua.
Mediis kespan*ioe8.-Maadando a c-
mara municipal do flecife iaraar aos Drs. Mas-
car e Duiniognez, medios nespaaboosde presen-
te nesia eieUda, par que dasta quaato antes se
ao promotor, para reJiraMerzu a to eslarem 'nWniiadu urna J.-
ral que exige exame d* sufflii*eneia prestado em
alf uma daf aeadeuiias de edicua do imperio aos
-prorogado or fiis mozos, na formado.Slvembro do anno prximo passado promui :
1.. art. %. do tipereto 4,484 do i.* delgado pelodaereto n. 5*264 da 10, do abril ^mfo ^ Santos at 4de corieata. eosfora>adosewpaz aalranjeru, p.ra' q,
_ _e?{i
diram. pretextando aquella Cl^umstsncia.
Afleilas pessoas entilo vista do til ieclara-
cao, cm irporaraaa-se c dirigindo-so ao palacio da
presidencia, a S. Exc. pedi.-am um prazo dentro
do qual f iSse possivej copcluirem se os curamen-
tos comecados.
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, n5o go-
dendo dispensar aa lei, nein querendo prejudicar
a sadde dos que a tinham conado aquellos m-
dicos, deliberou enviar ao governo imperial a re-
presentacaodesta, e permiltir que os Drs. Masca-
r e Domnguez concluam os tratamentos eome-
fados, obrifando-se elles nao encetarera outro
qualqucr.
Mocicdade Patritica Dozc de Se-
tembro. -Ante-hontem, 12 do correnta, leve lo-
gar a sessao magna que esta sociedade fez para
solcmnisar o sou quarto anniversaro.
O salao do jiredio n. 12 rua da Imperatriz es-
lava ornado cora luxo e elegancia, sobrejahindo
os trophos e emblema nacionaes, bem dispostos
entre festSes de flores. -
A' entrada da ea infamara, e na ante-sala a do corpo de polica.
As 7 horas, prosentes os Exms. presidento da
Erovincia, general cominandante das armas, mem-
ros da cmara municipal, commisses de diver-
sas sociedades, grande numero de socios e pessoas
gradas, e depois de tocar a banda do msica o hym-
no nacional, o Sr. Dr. Manoel Portella, presiden
te da sociedadc, abri a sessao com o seguinte dis-
curso :
Sanliores.Ha quatw annos a patritica idea
de festejar as victorias alcanca las pelas armas bra-
sileras na guerra eontra o Paraguay (lava exis-
tencia sociedade Doze de Setembro. Ha ideias
que nio tem autores} pertencem a iodos.
Tal foi ossa que, dominando cm uma populadlo
ennobrecida pelos heroicos feitos de seus antepas-
sados c vida de novos triumphos a registrar as
paginas da historia, constituio ento o fim especial
da sociedade Doze de Setembro.
Idea eminentemente popular, acolhida com
fervor, e realisada com todo o esplendor e magni-
ficencia, devido3 ao herosmo brasileiro e sagra-
da causa da honra nachnal.
t E a sociedade Doz9 de Setembro, preenchido
o fim de sua instituir >, visou novos horisontes,
inscrevendo em sua lei orgnica com i objecto nao
menos digno do seus osforcos c do patriotismo do
eus membros, -o auxiliar o desenvolvimento c
prosperidado da instruccao, agricultura, coinmer-
cio, industria e artes n*sla provincia, -sem es-
qnecer a missao de promover festejos pblicos e
selemnisar as glorias nacionaes.
o Empenho grandioso este q-ie a si tomou a
sociedade Dozo de Setembro. Dir-se-hia insupe-
ravel se nao fosse restricto aauxiliaras forjas
productoras do desenvolvimento e prosperidade da
provincia, e potasen is duvi lar do eieaz concur-
so da populacao, sempre prompta a adherir as
ideas uteis
Todas .n Ilustres sociedades que ahi vemos
nesta capital, o que exprimem senao a conviecao
om que est o pavo pernambucano do imperioso
dever, e do ioestimavcl interesse de promover o
progresso e melhorainento da provincia?
E' animador pir cerlo o espirito de assoeia
?ao que se manifesta em lodas as classes da so-
ciedade, o de confraternisar.lo e mutuo auxilio
para a causa commum.
E nao ha que duvidar e nem que receiar.
Pernambuco, a segunda provincia do imperio
pelo desenvolvimento industrial e pelo movimento
cemmercial, prosegue ufano as vias do progresso.
Symbolisando o coracao do gigante dos trpi-
cos, pela sua posicfio topographica destinado a
exercer sempre a mxima importancia.
t Foi desta perola americana que parti para o
aorta o lio maravilhosoque nos fez saudar o Orto
Para no festivo e para sembr lembrado dia 3 do
corrente mez. E' della que outro fio se destacar
em breve pa a que digamos ao sul que do Ama-
zonas ao Prata est feita a transmissao da palavra
quasi que tio prompta qneoie o pensamento que
esta traduz.
E' d'aqui finalmente que o Braeil far partir
dentro cm pouco um comprimento respeitoso ao
mundo europeu, agradecendo-lhe a mais estupen-
da das conquistas ihjnlelligeiicia no soculo XIX
a tetegraphia elctrica. -
E' pela industria, pelo trabalbo, pela diffu-
sao da instruccao que maniremos nesle solo aben-
coado o lugar de honra a que temos direito.
i Tenharans todos perseverancae concorra cada
um com a soinma de sacrificios devidos causa
commum, que esplendido triumpho as conquis-
tas^ pacificas da civilisacap nos dar direito gra-
lido da geracao futura, como a que devenios aos
homens da geracao passada pelas conquistas da
liberdade e da independencia
Desculpai-me, senhores, se, honrando com
yossas presentas a esta festa commemorativa da
inauguracao da sociedade Doze de Setembro, ido
me aoressei logo a dar-vos a mais significativa de-
monstraco quo ella por meu intermedio vos dirige
do muito que se honra c ufana pelo concurso que
lhe prestaos, vindo abrilbantar o dia festi o de'
jaa existencia social.
E a vos, Exms. Srs. presidente da provincia c
conimandante das armas, a sociedade Doze de Sc-
lembi-o, de quem sou orgao nesto momento, na
effaaaa do mais sincero reconheeimento se coufes-
sa sumniamente grata pela elevada distinecaoque
lhe lizosles, honrando com roseas presen;a a sua
festa anuiversana.
Est aberta a sessao.
Em seguida o Dr. Lamenha Lias, Io secretario,
leu o relatorio dos trabalhos da sociedade e noti-
cia biographica dos socios fallecidos.
Os oradores das sociedades Propagadora da Ins-
trucc.io Publica, Luso-Brasiloira, Club Popular,
Benelicente dos Cocheros, Amor e Beneficencia,
Benefieonte dos Guarda Livros, Uniao Liberal, Be-
nelicente e Artistas Mechanicos e Liberaes, fizc-
ram discursos de feiicitacao sociedade Doze do
Setembro, respondendo em nome desta, h. todos
elles, o socio Dr. Coelho Rodrigues.
O Sr. presidente, depois de agradecer a S. Exc.
o Sr. presidente da provincia e commandante das
armas, a honra que fizeram sociedade, compa-
recendo sua festa annivtrsaria.bem como as pes-
soas presentes o valioso concurso que preslaram
ao seu brilhantisrao, levantou a sessao.
Foi uma esplendida festa, como sao os actos
desta patritica mstituicao que presta e prestar
bons servaos ao seu paiz.
Dlnheiro.Os vapores inglez Brilannia e
brasileiro Paran levaram para :
Babia 1:7743790
Rio do Janeiro 548:863*000'
sendo desta quanlia 436:0001 para o thesouro na-
Jional.
= O vapor americano South Amrica trouxe
para:
Joaqum Jos Goncalves Beltro &
P'lho 22:40000)
BalUir, Oliveira 4 C. o:630600
Tasso Irmao 3:686*000
Jos da Silva Loyo & Filho 3:328*98)
Pereira Vianna it C. 3:000*000
Pereira Carneiro 4 C. 1:855*740
Jos Ferreira4 C l:7<-0*IH'>
Domingos da Silva Torres 960*000
Para o sul do imperio.Com doze re-
cbidos cm nosso porto, levou o Brilannia 439
passugeiros.
Tara a Europa.-Com oito rocebidos em
nosso porto, levou Magellan 119 passageiros.
Grande incendio em Vnlparaizo.
Um telegramma de New-York, em 20 de agosto,
annuneia que um terrivel incendio se manifestou
na cidade de Valparaso.
As perdas esto calculadas era cerca de quatro-
eentos e oi lenta contos de ris.
Telogrruinmus eommerciaes. Os
dos Srs. Pinto Leite A Sobrinhos, do Londres, em
i do correte s.6 horas da tarde, dizem :
O algodao firme aos precos de 9 o de Pernam-
buco e Cear fair, 9 1/8 o de Macei, 8 1/2 o da
Parabyba, e 9 i/4 o do Maranhao.
0 assucar frouxo aos precos de 24/6 a 25/6
o bran o de 21/6 a 22/ o louro, e de 17/ a 20/ o
raascavado de Pernambuco.
< O caf firme aos precos da : 82/ a 86/ o de
I* surte, de 74/ a 79/a de 2* do Rio ; de 79/ a
84/ o do '"ear.
Crrelo da corle.Com flagrante negli
gencia no cuinprimenlo de seu deveres ante as
lei* postaes, continua o correio da corte a veixar
0 commprcio. do, norte do imperio, deixando
claras, conhecer que sobrepde seus commpdot aos
importantes" interosses raercantis de tantas pro
nucas. Ir
O vapor inglez Muyellan, da liona do Pacifico,
faoateu) aqu chegado, oo trouxe mala da corle,
causando cora isso ao commercio das-provincias
aorte do imperio os graves prejuizos'qua faltas
de tal ordem acarretam,; pos a*{pra menle, de.
oa tea mais de quatro ou iriqco dias, tero ello?
as daquella procedencia pelo rtjior
'A isto aeeresce que aquella esUtcap 'post;<
inetteu-nos as malas dosul.com. a correspou
ca at 7 do eorreotp pelo vapoi> portuguez
4 a 5 dia;
dias, movando^
deiiiadol ao or
ue as cartas e jor
Cear, iiio siga a
.asim
naos desiiuado ao n.ific at
hoto, pelo vapor Pirapain*.
Parecendo-nos que atlenflo do Exisv mtnis-
tro da agricultura i.o pesiar dca-epeivebid*
nesta rcclainacao. Damos que 'iSo prejuditiac*
irregularidades deixaro de eilsflr cm breT,
Correfo de Pernambueo.-O Sr admi-
nistrador interino desla. reparticao, tendo qaa^i
promptas no sabbado tarde a* mala uY..l'nadas
ao sul do imperio e que deviam ser enviadas
pelo Paniii, ao saber que o vapor inglez Bri-
lannia fondeara no lamaro, demorou todos es
Jornaes, cartas registradas e oScios, e, juntondo-
essa correspondencia com a que para o sal che-
gou depois das tres horas da tarde, fur.oou a mala
para corle e expedio-a pelo Brtfannia, que de ve
alli chegar dous dias antes do Paran.
Confrontados o servico desta estac.au com a da
corte, d qu cima nos encopamos, fcil con-
cluir onde melhor se observa o curoprimeuto do
dever, ondo est quem merece elogios e quem se
torna digna de reparo.
Papel inoeda. -Lemos no Jornal da Ba-
ha :
Procede-se substituico das sedulas ate 50j
da 4." estampa, as quaes ih 1.* de Janeiro de
1874 em diante ficarao sujetas ao descont d-
10 por cf-nto mensaimente; das de ti da 4.' es-
tampa, que tem o carimbo -Dous -no centro em
tinta verde, o emblema formado com a cora im-
perial entre as figuras da justiea e verdade, e o
algarismo -2-nos ngulos, sendo a nota estam-
pada em papel brea .-o com Unta prela. Do i.
de dezembro do corrente anno em diinte como-
carao estas a soffrer o descont mental de 10 por
cento.
Vapor Julio Dlnis. Esle navio mer-
cante portuguez ficava na Babia a carrefar,'quan-
do d'ali sabio o Nagella*. E' piovavci que ehe-
gue boje ao nosso porto.
Vapor Lidador.Eslava annunciado para
sahir da corte no dia 10, era din-i tura s ilbas
dos Acores o vapor brasileiro Lidador.
Vapor Para. Os jornaes da corte aonun-
cavaui a sabida desle vapor brasileiro para o
norte do imperio no dia 10; carias, porm, dizcm
que s sahir elle a 13 do corrente.
Praca do Rio de Janeiro.- De enm-
mnnicacao dirigida d'ali associaco coinmcrcial
desta praca, consta o segrate :
.No sabbado (6) tarde divulgou se a noticia
da fuga do commerciantc desta prara, eommen-
dador Jos Joao da Cunha Telles, o que infeliz-
mente se rcalisou. Devem ser grandes os pre-
juizos.
Gymnasio provincial.Em a nossa 8.*
pagina encelamos hoje a publicaco do parecer ila
commissao nomeada para sludar a reforma di>
gymnasio provincial, de accordi com a lei da as-
sembla provincial confeccionada no corrente anno.
Re :om:ncudum a sua leitura.
Proclaman Foram lidos na matriz de
Santo Antonio no dia 14 do corrente, os se-
grale* :
Ia denunciaco.
Juvino Pereira de Hollanda, com Tberexa Vir-
gem de Je Cosme Guedes de Araujo, com Maria Rufina
Cczar.
Joao Tiburcio Ribeiro, com Maria Torquata da
Paixao.
Augu-to de Castro Pagelo, cora Cactana da.
Silva Porto.
Cimillo Ferreira Tires, com Leopoldina Joa-
quina do Nasc iracuto.
Antonio de l'inbo Borges, com Zebna Porcia di
Macdo.
Manoel Goncalves da Silva, com Margarida Pau-
la de Mcndonca Ribeiro.
2' di-iiniieiac.io.
Malinas Alves do Aguiar, com Maria d'Annun-
ciado da Silva.
Benedicto Luiz do Espirito Santo, com Marga-
rida Maria da Coneei'.ao.
3* denunciaco.
Jos Francisco da Cosa, com Serafina Cipltuli-
n.i da Silva Amaral
Cynclitico Americo dos Santos, com Francisca
Carolina da Rocha Lopes.
Theodoro Hermino dos Santos Costa, com Anna
AlexanJrina de Frcitas.
Alfonso Augusto de Brito Taborda, rom Amelia
Pi dos Sanios.
Arvhanjo Chrispiniano de Gouva Cavalcan.
com Maria Analuba Soares.
Francisco .Manoel da Silva, com Maria Felippa
da Gasta.
Sera fim Antunes Rodrigues Guimaraes, com
Rila Isabel de Freilas Fernandez
Rodolpho Mamede do Amaral, com Leonida
Maria da Conceico.
Salvador Caracampo, com Mana Cliristina Leo-
poldina.
Joo Jos da Silva, cora Tertuliana Mara de
Freitas.
Salusliano Candido da Silva, com Anna Maria
Bezerra.
Jos Felippe de Santiago, com R)sa Pereira da
Costa.
Protesto de letras.-Oescrivo dos pro-
testos Jos Marianno, est da semana, eartorio
onde foi a secretaria de polica, sala do lado da
mar.
Lotera.A' que se acha a venda a 66" ;i
beneficio da igreja do Livrainento de Pao d'Albo,
que corre boje (15).
Leilao. Segunda-feira 15, s 4 horas da
tarde, deve ter lugar o leiio das prendas offere-
cidas pelos fiis a bem das obras da igreja da
l'enha, visto nio ter sido possivel dispor-se de
todas ellas.
Casa de detenco.Movimento do du
12 de setembro de 1873:
Existiam presos 366, entraram 6, sahiram 5,
exislera 337.
A saber :
Nacionaes 239, mu! 11 eres 15, estrangeiros 45,
escravos 34, escravas 4.Total 337.
Alimentados acusta dos cofres pblicos 292.
Passageiros Vindos d\ Europa no va-
por inglez Brilannia :
Dr. Joaquim A. A. Ribeiro e sua fam lia, Geo-
ge Platte, M. Conolly, Henriqueta Conoly, Her
bert Conolly, Dr. Manoel de Barros Brrelo e sua
familia, Jos B. V. Blanco, Joo M. F. Carrero, Ma-
ria R. de A. Goncalves, Manoel R. de Oliveira, Dr.
Ernesto de A quino Fonceca e sua Sra., Jos Joa-
quim Dias Fernandos Jnior, Antonio C. Ponce dr
Leo, Luiz Jos da Silva Guimaraes, M. Jos de
Mattos, Manoel F de Andrade, Jacob A do Cano
Antonio Felimoes, Francisco M. da Silva, Jos da
Silva Ferreira, Alexandrraa Ribeir, N. Virgiano,
Guisepe Vita.
Saludos para o sul no vapor inglez Brit nnia:
F. Saunders, Richards, Bradley, Brett, Spearing.
Thorpe, Benne, Ferreira, Edmondson, Luiz Costo,
L. M. Dias e um filho.
Sabidos para a Europa no vapor inglez Mi-
gtllan :
Bernardino Correia de Resende Reg, Manoel
Antonio de Carvaluo e Silva, Barrmgton, Wiatt e
sua Sra., i lilho e 1 criada, Philippe Waiker, An-
tonio Gomes Coutinho.
Sabido para o sul no vapor americano South
Amrica :
Americo da Silva Coutinho.
Vindos do sul do imperio no vapor inglez
MagePan :
Visconde de Camaragibe. F Maury, Antonio de
Souza Carvalho, Eduardo A. M. Feotn. Alfredo E.
Landgreen, Manoel Joaquim. Gomes Rangel.
Cemiterlo publico.Obituario do da 12
Jo corrente :
Francisca Thereza de Jess, parda, Pernambu-
co, 38 anoos, solteira, Santo Antonio ; varilas con-
fluentes.
Francisco, pardo, Pernambopa, 15 mezes; San-
to Antonio ; dyarrha.
Damiana Maria Jacintba, parda, Poarnarobucu,
20 annos, solteira, Santo Antonio ;. entorile.
Joaquim Goncalves Dia, braoco, Pernambucf.
50 anaos, casado, Boa-Vista;. congeslo cere-
bral.
Maria Estedelina de Franca, parda, ignora-se a
naturaldade, 25 annos, solteira Santo Antonio ;
bexigas.
Pedro, branco, Pernambuco, 3"annos, Poco ; be-
xigas.
Mara, parda, Pernambuco, 5 mezes, BOa-\ta ;
eonvulsoes.
Miguel, branco, Pernambuco, 8 anuos, Boa-Vis-
ta ; febre paludosa.
HRONH A Jl UHlliRLt.
sessao judiSaRia
SBSUIIUNCIA 00 EXM,
Secretario, inte
A's 12 horas do
embarcadores j^K
ic doput^r
~Loi>.
Ro
A.NSSLMO
LBMTTI.
i^Suol Torres.
&s. des-
I
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1
*
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I


Darto de PeraaUiw Segunda eira 15 de ftstaufct & ltl
'
" ~~r~r-~r^7~m
*





precedente
SMSJO.
ACCORDAO.
fRtflydo Ex ni. Sr. desenbargador Sil'a Goima-
Ti<#afcettido asslgnMura o que era sesslo de
4 "ra proferido no feito entre partes :
Appellante o Dr. Jeiuino Angusto dos Santos
SP' aPPe"ad8 os curadores fiscaes da massa
/aluda de Fernando Stepjde da Silva.
KUUMBma
AppeTtanTes os admiras1 radores da massa fallida
'ft Magalhaes & Irmo, appellados Carlos Pinto
de Temos A C, em limiidacao. Juizes os Srs.
Reis e- Silva e Lopes Machado e S Leitao.Fbi
confirmada a sentenca.
Appellante Severino Irmloii C, appellado Fran-
cisco Pisto de Soma Neves. 7ulr.es os Srs. Reis e
Stfva, Aceioli, S Leitao e Lopes Machado. -Foi
tambem coafirmada a sentenca.
A'rrpHIanie embargante embargado Manocl Nu-
iles Parreira, appellados embargados e embargan-
tes Corga & Irmo. decebidos em parte os'eui-
oafgos.
DA
Sendo designado o da da presente sessao para
seren julgados os seguales feitos, nao se effcctua-
raitv es julgamentos em wnsoqueocia dos ada-
montos proposto pelos respectivos juizes comtner-
ciaittes :
AppeHante Antonio Jos de Oliveira, appellados
Braga Gomes di C- ; appellante Jayme Eneas Go-
mes da Silva, appellados Jeronvmo elsuc e D.
rsula Gerdolina da Racha Almeida.
Tambera em rirtude dos adiamentos propostos
palos- sobredilos juiaes, doixarara de ser julgados
os Jeitos que se segueni :
Anadiante Pereira da Gunha Jtlrmio, appel-
lados feVanoiseo Dezerra de Souza e os administra-
dores da massa fallida de Martins & Leopoldo;
appellados e appellantes Beruardiiio Jo.- da Silva
Mai%
Per sao terem sido presentados em mesa, dei-
varara de ser propostos os seguales feitos:
Embargos iiifringentes.Embargantes Joo de
Asevedo Ramos e sua raulher, embargado Antonio
4ioafalves Ferroira Cascio.
FASSAGCNS.
Do Sr. doserabargador Silva Guimares ao Sr.
desembargador Reis e Silva.Appellante Manoel
Dias dos Santos, appollado Francisco Xavier de
Brito.
DoSr. desembargador Accioli ao Sr. desembar-
gador Silva Guimares. Appellanto embarga-
do Maaoel Rodrigues Teixcira, appellados embar-
gantes viuva e hcrdeiros de llcnrique de Miranda
Henxiques, o tutor do menor e o curador geral ;
appellante Joio de Oliveira Leite e Souza, appella-
do Antonio los da Silva Maia.
. DISTRIBUICAO.
S. Exc. o Sr. conselheiro presidente distribuio
ao Sr. desembargado! Silva Guimares o feito
entre parces:
AppeUantes Henrique Leiden & C. por seu socio
e principal gerente Henrique Quauz, appellado
Augusto Kruii ; e ao Sr. desembargador Reis e
Sil o em que sao :
Appellante Manoel Pires Agr, appellado Jos
loaqoim da.Costa Macicl.
Kneerrou-so a sessao i hora da tarde.
7
parte: poltica
PABITIDO CO.ISRnVAOR
RECIFE, I DE SETIMBRO DE 1873.
a Sou ndifferentc os ataques da inprensa c
despreso os escriptores polticos quo me injunao,
porque sao calumniadores prfidos e nao nicre-
cein consderacao alguma.
Estas palavras de sir Robert Walpole, que ura
honrado periiarabucano applica ao di3lincto admi-
nistrador des La provincia, devem ser recordadas
no estado de degradacao e aviltimento, a quo tem
atiingido a impreusa opposicionista, orglo do Sr.
Villa-Bella, que cada dia revela mais odio e rancor,
a proporclo dos sueeessivos triumphos, que vai
mais e mais recolliendo a bemfazoja administraclo
do Sr. Dr. Pereira de Lucena.
Se o intrpido.administrado- tivesse necessldade
de nobres estimlos para robustecer sua f, basta-
ra lembrar Ihe que nenhum mereciinento elevara
a virtudc, se nao fosse esta seinprc circundada da
cora do martvrio.
Calumniadores prfidos, em sua colera infreue
e stulta, ni i pouj-lo injurias e calumnias no in-
tuito de deprimirein a pessoa do benemrito per-
nambu.-ano.
De.-di'iilianJo a propria dignidade, e vilipendiando
a ninas augusta. de escriptores pblicos, atiro
todos os improperios e insulto?, conformo lhes
apraz :
c A telenda, o dcsbiralaraento da fazenda pu-
blica ; o desprezo do di re lo, a leviandade, a igno-
rancia formara o cunho da actual administra-
cao.
Mas, porque tanta virnlcncia contra o Sr. Dr.
Pereira da Lacena ? Pelo iraperdoavel crme de
querer legar a nossa bella provincia um monu-
mento, que atiesto no futuro os sentiraentos pie-
dosos dos pcrnanibucanos em beneficio dos seus
irmos, que tiveram a suprema desgraca de ve-
re n se despjalos da luz da intelligencia e da
rasao'
a Nunca-levantamos bices realisacao do
asylo dos alienados.
Requintada hypocrisia que a vossa, pois que
toda esta eidad hora sabe qne nao s nao tendes
proferido, se quer, urna palavra do animacao pela
grande obra da cndale publica, se nao que vos
tem servido ella de asssumpto de motejo e de es-
carneo para a vossa penna sempre ensopada em o
nogro fel da calumnia e da injuria.
Denomnaos o piedoso projecto de mana pre-
sidencial o nao vos eslreraecem os labios de pre-
terir tal blasfemia I Sim, para vos urna inania
presidenci-.l a raselo desse as;.lo, que a caridade
publica vai consagrar como a prova mais elevada
e sublime dos seus generosos sentiraentos ; entre-
tanto todos os comunes bemfazejos vo, cada dia,
dando um solemne desmentido vossa" impiedade,
espontaneameate coueorrendo para a grandiosa
empreza.
A vossa impiedad.) nao tem podido consentir
que se leve a elfuilo esse precioso trabalho de
honra e de dever publico; pois aue, desde que
vos chegou a noticia do grande commelimento, nao
tendes eessado de amesquinha-Ri e de escarnecer
do inflexivel erapenho do honestissirao adminis-
trador.
Grande a cegucira do vosse espirita produ-
zida pela vossa colera poltica. Nao tendo dexado,
na passagem de vossa ominosa administracao,
nenhura documento de amor e caridade para cora
os nossos desgranados irniaos alienados, nao vos
soffre boje o satnico orgullio que se eleve como
ura anafhma do vssso opprobrio esse esplendido
monumento de ampare e refugio aos nossos mais
infelizes concidadaos.
O que vos amofina e tortura com effeito -
t a ancledade do virtuoso mancebo para realisar
o sonho do sen futuro em monumental edificio
para os alienados que attestar as tendencias do
seu espirito.
Essa. realmente a gloria e a aobre ambicio dos
patrelas, que desejam vver na me roria dos seus
irmos pelos monumentos qne attestem bem elo-
quentemente as tendencias do seu espirito
Denominaos de escndalo governamental > o
procedimento do Sr. Dr. Lucena na escolha e de-
signado do sitio, onde teriaderealisar-se a esplen-
dorosa fesla da .caridade publica, e que ter de ser
por ventura a mais fervorosa e syinpalliica aos
sentimentos, que tanjo honrao a sociedade pernam-
bucana; entreunto o que ha ahi de extraordinario
e de escandaloso em sea procedimento f Levan-
taos de nm argueiro ura cavalhero, escriptores
humildes, a quera faltam sempre serios assuinpjos,
que illu-trem a intelligencia e acreditora a vossa
penna.
Ei'ectivomenle tinha sido designado o sitio de
Parnameirim para selle realisar-sa.a solemniJade
do assentamcut da primeira pedra do edificio.
Assim, eslava combinado, quando o Sr. Dr. Mi-
randa apreseniou-so em palazo, offerecendo a sua
propriedade de Santa Anna, como mais aproprida
ao um que so projectava.
Reconhecida efectivamente a superioridade des-
ta, e fito o coqtrato verbal com S. Exc. e o pro-
prietario, contrato que ia ser lavrado por eseripto
entre os contratantes, e achando-se o Sr. presi-
dente na mais perfeila Jjoa fii, nouve por bem de-
terminar que no roeridtf sitio de Santa Anna se
effectuasse aquella eerimooia j annunciada, do
que nao poda resaltar o mais leve inconve-
niente.
S. Exc. poda, verdade, desde que ha va sido
annutteiado o local para a lestividade. recusar a
proposta do Sr. Dr. Miranda, <>u de qualquer outra1
pessoa ; mas nao o dovi* fazir, porque tratava-se
de am eetabeleciment muito importante, cujas
de localidade e de clima influeta pode-
! para o bem estar ai doente?.
Assim, pdls, preferio entraj em concharo oom o
SBesmo Br.t i iocorrer as censaras de adveran-
rios invejosos e mesqUinhoi, como tndo foi previ*
to,' pois que tratsva-so dflnegdeio de interesse pu-
blico.
O que depois eccorreu aie pude ser levado
conta de S. Exc, senao pela ma f e pelo odio de
seus adversarios iapiacaves, oi quies sao Torea-
dos a confessar : Certo o Sr. taeena que bice
algnm se levantara realisaco do seu
t nho etc.
Desde qne surgirm embaraces para a alisa-
cao da compra do sitio de Sant'Anna, e que a
acquisiclo deste nao podia ser feila senao por meio
de desapropracao, nao ha ah o menor inconve-
niente era que tlque transferida a festividade para
nutro dia, e era o inleresse publico ou particular
tem de soffrer com Isto.
Quem vd agora o escarceo que os estonteados
escriptores da Provincia teem feito, porque nio
se assenton no dia 8 a podra para o asylo, podera
persuadir-so do que essa falla os incommoda ;
exactamente o contrario. O nao assentamento
da pedra foi para elles o nctar dos dense, embora
d'aqui poucos dias tenham de tragar o clice de
amargura, quando virem realisado ese voto es-
pontaneo e generoso de toda essa populago e dos
magnnimos coracoes que teem contribuido para
a grande obra de evanglico patriotismo.
Quem tem presenciado o espalhafato dos lber*
dadeiros da Provincia no intuito de desacredita-
ren] o futuro estabelecimento e desde j amesqni-
nharem a grandiosa idea, nao pode duvidar que
o amor de que se tomam pelo proprietario
do sitio de Sant'Anna e defeza nao encom-
mendada dos seus direitos, completamente
Qcticio e refalsado, pois qne lo ios es actos pre-
paratorios para a festividade forara efectuados
com sciencia e consenthnenlo do mesmo proprie-
tario, tao certo eslava este da f do quo havia
sido tratado e contratado, sera que S. Exc. tivesse
sido entretanto conhecimento dos embaraops que
surgiram, e que neste momento trata-se de re-
solver.
Ora agora, sempre sao muito picaros esses ad-
versarios, quando de um acontecimento tao ridi-
culo, quanto ao lempo da execuoao, levantara urna
btela tao grande Que espirilos pipmeus I
A transferencia do assentamento da pedra para
o asylo pode ser serio assumpto capaz de entreter
as locubracoes de outros escriptores qne nao sejam
os da Provincia, e que, semelhanca dos toba-
roes, andara a apanhar quanta ntnharia encon-
trara
Que alegra e que jubilo satnico porque o tra-
balho humanitario nao pode ter come?o no dia an-
nunciado !
O genio do mal exulta, porque a obra da cari
dade encorara um pequenino embaraco para pro
crastinala por poucos dias embora 1
Vejam as inscripc5es do inimigo, as quaes,
como declara, offerece ao publico, sacnlegamnle,
e m forma de -K nostes termos:
O grande Prannos,
Criado do Imperador,
A mi m, Lucena ,
Fortaleza da atrocidade
Deu e concedeu o poder o a
faculdade de tomar
t uva o alheio, e fazer
usurpacSes, de surru-
piar, escamotear, e a
salvo e impunemente
espalderar por toda ota
edade d > Roe i fe, oh I
pudor oh I honra I
Depos destas palavras, que a mo impa de nm
desasisado escreveu em forma de cruz, aceres-
centa :
Sao estas as nscrp;oes que o Sr. Lucena
pode a prove tar.
Quem comprehendo e lastima as desgracas des-
te mundo, nao pode doixar de apoderar-.se do
um sentiraento de desprezo, ou antes de compai-
xo por esses entes degenerado*, para 09 quaes
as infelicidades e miserias do prximo sao objecto
constante de riso e de escarneo.
Volvem os terapos e ningnem pode prever qual
seja a sorte sua.
As almas generosa que boje vem depositar o
bolo do sua caridade para a edificado de um
asylo, quo deve ser o amparo e refugio dos des-
giagados que teem perdido ou possam perder o
exercico da mais nobre faculdade do homem, nao
pensam alias na possibihdado de quera venha a
ser a victima do destino cruel.
Aquelles mesmos que preparam hoje, por suas
proprias maos, inscrip,:des do zombaria e motejo
contra o que ha do mais serio neste mundo, terao,
por ventura, de arrepender-se de Lao b'aixa in-
diferipeo e leviandade, quando poderem reflectir
nos grandes deveres, que nos iucumbe do velar
pela sorte dos nossos infelizes irmos.
Nao sem grande sacrificio que se preparam
os grandes monumentos na vida das nacoes. Mu-
tas difficuldades ter de sobracar o probidoso c
honesto administrador, para quem os elevados in-
teresses de sua patria conlinuam a ser o objecto
constante de seu zelo e de sua superior coragera.
Despreze o Sr. Dr. Lucena as aggressoes e n-
justicas desses iniplacaveis inimigos, certo de que
a provincia de Pernambuco aprecia era alio con-
ceito o merecmento de S. Exc.
A experiencia de cada dia vai claramente de-
manstrando como se agrupara em torno de S.
Exc. as dodlcacoes mais expontaneas, e como vai
abrndo largo espaco na estima e consideradlo
publica.
Despreze o Sr. Dr. Lucena, como Walpole os
ataques e improperios da imprensa apaixocada e
esses escriptores pe uticos, que o injurian), porque
sao calumniadores prfidos e nao merecem consi-
derado alguma.
O grandioso projecto do asylo de alienados ha
de attrahir sobre S. Exc. as bencos dos seus dig-
nos comprovincianos, em cujo auxilio tem confiado
e j nao pode enganar-se.
'"J..I s;s^
S9ta dejpoiicla para o? cargos-de delegadoe atbete-
gallo 1 um acto (Ilegal.
Tensar de>to mente, Ignorar a razio Jnridca
desjws dwpwicSes, nio eoiheeer .o que seja der-
rocarlo. ^^
dacc%) da Provincia comojettara-se erros to
so- groSNsros, cft sasoratar-se que depois da re
forma judiciarla anda letn valor o aviso de 83
de iulho.
Nao ha, pois, do nesa galo qhe ignore o ne
nbum valor de tal aviso.
Paseamos, porem, ao segundo argumento da
Provincia, isto e, a rsstdaoeia dos delegados e
subdelegados, que o sea argumento-Achiles.
Comeos a Provincia confnndindo residencia
com domicilio, quando essas expressoos tem seu
sentido technico e diverso.
Ora, confundindo duas cousas tao distinctas em
direito, bem se v qne a Provincia ha de dar com
os burros n'gua, porque reveja ignoranckade no-
edes indispensavisemqaomdlscutt] taeaJassQmntus.
Quer grammatical e quer )aridicasakMallan
do, ha entre deirlicilio e residencia fande diffe-
renca, e devido ae uto eonheeimetto dessa dlfe-
renca, tem os Srs. da Provincia sustenta lo o que
falso e errneo.
Veja primeramente a Provincia o me quer di-
zer resido, e o qae quer dzer iMkttmn, para
poder corrgir o seu erro, se qM elle mo da
boa f ; peca aos escrtptores urna eteflnieao ju-
rdica de cada urna des-as expresares, porqde-sm
isso ha de dizer destempero, como j o fez
Mas disse a Provincia :
o O regutamenlo, exigindo que os delegados e
subdelegados sejam propestes pelos cliefes de po-
lica dentro os cidados quo residirem nos respec-
tivos dstriclos, estabelece como condifo nceessa-
ria para a sua nomearlo a residencia nos dietri:-
tos. E o fado da residencia deve ser anterior a
proposta e, consequentemonte, nomeaeo e nio
posterior mesma nomeacao, como emende o de-
fensor do Sr. Lucena, que procura descubrir du-
vidas oa evidencia, Irevas na luz.
a Se os propostos para delegados e subdelegados
devem ser cidados domiciliarios nos respectivo
(Ii.-tnctos lgico que" a sua residencia nos refe-
ridos districlos antecede a sua nomeacao.
a Ora, se os officiaes do cerno de polica naa
tem residencia ftsa, como emende o articulista, a
sua estada nos districlos, para os quaes sao no-
meados autoridades policiaes, nao constitue a re-
sidencia ou o domicilio, de que o eegrton a le,
tanto mais quanto principio jurdico que o cida-
do, que noraeado para exercer ura eraprego
publico temporario e demissvel (como o de de-
legado de polica) conserva o domicilio, qne tinha
antes, p
Note bem o leitor para a confuzao que faz a
Provincia, de domicilio o de residencia, coufuso
quo de modo nenhum entrou no pensamento do le
gislador.
Com sto quizeram os S's. liberaes responder
ao argumento nosso de que o presidente quem
marca a residencia ao offlcial nomeado delegado
e subdelegado.
Acharara elles que o nosso argumento exqui
sito; mas o fizeram porque ignoram que sendo o
chefe de polica obrigado a residir na capital da I
aaspeJtondo a opiiiao amis, o oonnnendador qne slavara com a roo na massd, DzerJm notar
Lucena a nenhuir, adversario demittie amda, e an-
tes tem (aneado mo deiles para alguna empregos,
sendo que as exonerajoos que tem dado, ou sao
bem do servigo e sempre jnstticadas, ou a pedido
'daqaelles que exerdam os lugares I
Nao contente com bem deseaspeabar os seos de-
veres, quiz anda o Sr. mnenflador lacena ligar
o seu nome a estabeleeisMMos pos, que as gera-
ooes vmdouras fizesse confceeer seus sentiraentos
de huaianidade e patriotismo assim qu o vemos
eifarear-se para erguer o edic do asylo de meo-
dicidade e o hospicio dos alienados f
Em sua visita a esta provincia, quiz o bemazejo-
monarcha que, em vez de improirueliva festa, fos-
se o dinheiro para ella destinado empregado na
edificaoao de ura asylo de mendicidad*
Reconhecendo a conveniencia de tal reacao, ve-
ln a assembla p ovincial um imposto addicional,
e em breve leve existencia o asylo.
Damnificado e pequeo, o edificio adqueriito para
tal estabelecimento rauito breve deuionstrou a sua
impropriedade e os habitantes desla cidade liveram
de em b ve ver o antigo espectculo de mendigos
esmolando, nao obstante a existencia do asylo e o
imposto que diariamente satisfeito.
Um tal faelonao pedia escapar ao hbil admi-
nistrador, que, calculando as rendas c indagando
quanto liavia disponivel, nio duvidon tancar a
primeira pedra do novo edifiew que muito breve
corresponder as vistas que so levo quando foi elle
creado.
Nao contente anda, em vez de ansiosos jardins
para recreo particular, de grutas o monlanhas de
escorrego, na phrase do redactar da Opiniao Na-
cional, vemos o administrador pernambiican que-
provincia, essa residencia que nao o domicilio
Vel necessidade.
as salas e corredores da velha igreja da Mise
ricordia em Olinda, ha annos, forara atirados deze
as de individuos que, privados da razo, preciso
que vvam sob immediata vigilancia.
Ali os pobres infelizes nao podem esperar cu-
ra, pois mais urna cadeia do que um hospi-
tal.
All nao se procura dominar o mal pela direc-
eso das faculaades, mas pelas torturas physicas
qne mais exacerbara os ncommodos moraes.
Alli a pancada, a camisola de forja, sao os meios
em pregad os para os furiosos-como a ociosdade
e abandono para aquelles que soffrem de simples
idiotismo I
Insalubres, infectos se mostram os cubculos,
dignos de piedade os enfermos !
Continuar por mus lempo um (al estado de cou-
sas seria una deshumaniaade, urna crueldade
S dando ouvdos a seus sentiraentos de huma-
nidade o zeloso administrador nao hesita, e con-
fiando na inexhaurivel caridade de que tao sobe-
jas provas ho dado os habitantes desla pro-
vincia, ei-lo todos se dirigindo, pedindo cm no-
me da caridado seu obulo era favor dos loucos |
Grande a empresa, eustoso o edificio, mas s
os fracos se acobardara ante a grandeza dos era-
prehendiinentos s os que nao quercm perder o
dulce (amiente do egosta bem estar recusam ante
ideas dessa ord-.'m.
Que peze a seus inimigos I N'acionaes c es
que na passagem netas tao era o adjectivo latino lutens cata a pri-
meira avilaba tonga o sim Mus cora a primeira
syllaba breve, o ijual significa coiia de lamt. Pa-
ra assim pensaren) diziara que havam feito com-
biuaco entre ae diversae partes da oraco, combi
naci da qual bem se deduzia que lateas signifl-
cava na hypolhese consa de lam e nao dourada.
Houve um memoro do directorio que se apartou
de todos os sen collegas opinando que se deva
traduzir lateas como cousa preta, que tal era a
edr do luto. Anda onlras discordancias se
deram.
Mas afina! de cortas assentaram em urna tradc-
elo que a que vai abaixo.
O que levou o directorio] a reunir-se para dar
a tradcelo de que fallamos, foi o toovavel e
patritico desejo de fazer chegar ao conhecimento
dos amigos do presidente o que significava e tal
artigo latino, neste Diario publicado. ET digno de
applauso o raovel.
TUADVCgiO.
Que desabrida o parcial a opposieao da Pro-
vincia t
A nada poupa este jornal que bem se pode di
zer que fede.
Que fedia dula Catullo do livro,-de um cerlo
poeta romano, outro tanto, pois, bem podemos nos
dizer da Provincia.
Para os escriptores dz Provincia o que parte de
seus adversarios ha de ser por forca mo. Todos
os actos do inclylo presidente da provincia, anda
3ue dignos de rail louvores, sao sempre deprecia-
os e commentados com palavras torpissraas.
Urna idea fecunda, nobre, benfica o cheia de
rer dotar a sua provincia com'um estabelecimento|^rdaderque''merecncmioTdM'corateTbem
que a experiencia tem mostrado ser do indechna- formados e nao pervertidos, pela Provincia rid-
Aos
liberaes da Provincia
(papel)
Volta anda a Provincia sobre as nomeacoes de
ielegado e subdelgado de Goyanna, feitas pelo
Exm. Sr. Dr. Lucena.
O ponto fieou claro e evidente quando combate-
mos era nosso artigo passado os destemperos, e
contra-sonso da Provincia.
Entretanto anda produziremos outros argu-
mentos para tornar mais palpitante o erro em
que propositalmente est aquelle jornal, que era
um segundo ango mistura alhos com bugalh >s.
Dissemos em nosso arligo que depois da refor-
ma indiciara, cessou' a razio de ser do aviso de
20 de julho de 186, que incompatibilisa os offl-
ciaes para os cargos de delegado e subdelegado,
porque sendo o motivo do aviso o nio exercerem a
attribuicao judicial os officiaes tanto de tropa de
Imha, como de polica, esse motivo desappareceu
desde que foram tiradas aos mesmos delegados e
subdelegados essas funeges.
E nos fundamos para assim nos exprimir, na
sciencia interpretativa que ensina que cessando
a razio da lei, cessa a mesma lei : cessante ra-
tione legis, cessat lex ipsa.
Nos responde u a Provincia que o motivo do
aviso nao o que indicamos, sem todava nos in-
dionr esse motivo, que sem duvida ir para o ca-
thalogo dos seus constar.
Nao nos mostrou a Provincia o motivo porque
julga que est em p o aviso ; e nio ser capaz
de iadica-Io, porque onlro nio o ha.
Port.into. a razio de ser do alladido aviso o
que fica apontado por nos
O aviso o que quiz foi evitar que ofliciaes assu-
mssera as altribuices judiciaes, e nada mais.
Q_aviso o que quiz loi que, quem figurasse na
prisao de ura^ reo como oflieial. quer militar e
quer policial, nao tivesse parte e era exercesse
as func,-."ies de juiz.
Se pois evidente que hoje cora a reforma ju-
dieiaria, tal accumulaclo nao tem mais lugar,
porque os delegados e subdelegados exercera at-
tribuies meramente administrativas, (arabem
evidente que o aviso tem motivos de xistenca.
Sustentar que o aviso em questlo nao est re-
vogido, preciso sustentar tambem que nio est
revogado o art. 21 do mesmo regulamento, que
diz : < Nenhura juii de direito ser noraeado
chefe de policia (salvo o caso de interinidade) sem
que tenha servido, pelo menos, por tres anuos, o
lugar de juiz de direito, e nelle dado prova de
desinteresse, actividade e intelligencia, quando o
art. 9 do decreto n. 4,8J4 de 22 de novembro de
(87i,_dispoe o Jsegunte : Os chefes de policia
poderlo ser nomeados d'entre os desembargado-
res e .juizes de direito, que voluntariamente se
prestaren], ou d'entre os doutores e hachareis
formados em direito, que tiverera pelo menos gua-
tro annos d pratica de foro ou de administraclo.
Ora, como a disposico do art. 9 diz apenas
ios che fes de policia poderlo ser nomeados d entre
k8 dse mbargadores e juizes de direito, e nada
mais disse sobre os tres annos de servigo no
lugar de juiz de direito, exigidos no cftado art.
2(, no entender dos Srs. da Provincia, a noo*a-
cao de ura juiz que tenha servido, por um anuo
.apenas o fugar de juiz de direito, para cete de
policia e* um acto illegal, do mesmo mod'^aue m-
tendera que o aviso de 23 de julho de. 1864 nao
foi revogado, e qae portanto a Bome^jeV) de offl-
do nomeado, quem Ihe marea o mesmo governo.
Assim tambera a residencia do ofil:ial nomeado
delegado ou subdelegado, Ihe marcada pelo pre-
sidente.
A lei o quo quer que o nomeado resida llalli
em diaute na sede do termo ; e isto hem se eviden-
cia quando lomos no arligo do regulamento de 31
de Janeiro : com tanto quo residam as cidades
ou villas quo forem cabecas de termo.
Seo arL 4 do mesmo regulamento diz : No
municipio da corte, c cm cada provincia, haver
um chefe de policia quo residir na capital ; se
os chefes de policia ao obligados a residirem as
capitaes, pirque a sua residencia onde elles vio
exercer as funecoes de chefe de policia, tambera
o offlcial nomeado delegado ou subdelegado, reside
no lugar em que vai exercer as funecoes de dele-
gado on subdelegado, porque est salisfeito o pen-
samento do legislador com tanto que resida as
cidades ou villas que forem cabecas de termo.
Se o facto de ser o chefe de policia dependente
do governo quanto a sua estada aqui ou acola,
nada influo quanto a residencia que deve ter na
capital, residencia igual a do delegado e subdele
gado, tambera o facto de ser nomeado delegado
c subdelegado um oflieial e por isso estar sujeilo a
descripciio do presidente nada influe quanto a
residencia que deve ter no termo.
. A lei q que quer que o noraeado nao prejudi-
que os interesses da justicia, os quaes podem ser
prejudicados urna vez que o nomeado nao resi-
dindo no termo burlo o contrario e perturbe
a administraclo da justica quando as partes os
procurem era seu termo e nao o encontrem.
Tanto este o espirito da le que o cdigo pune
os que abandonen] os lugares de sua jurisdicelo
sem licenca da autoridade competente.
Se este o espirito da lei, e se o offlcial s se
retira, s abandona o lugar onde exerce a juris-
dieco quando a bem do inleresse da justica, apraz
a quem o nomeou conceder-Ihe essa pcrraisslo
por que a sua residencia no termo, lgico que
a residencia do offlcial que nomeado delegado
ou subdelegado o que o regulamento exige.
Admira-nos, porm, que no mesmo arligo os
Srs. liberaes cahissem em urna contradicao com
o que sustentam:
Assim que, sustentando que a as nomeacoes le
officiaes para del gados e subdelegados sio actos
illegaes, porque a lei.exige que o nomeado resida
no tormo e oiUcial no pensar a Provincia nao
reside no termo, so exprime nos segrales ter-
mos :
Nem o articulista d a razio porque entendo
que o motivo do aviso em questlo era a coufuso
da; attribuicSes judiciaes e policiaes, que outr'ora
exerciam os delegados e subdelegados. E tanto
nio este o motivo da lei, nem do aviso que, a
respeito do? juizes mnneipaes, que exerciam at-
lribuit.es policiaes e at podiam accummullar o
cargo de delegado, nio exigem a le e o aviso a
condico de residencia nos respectivos districlos
para a sua nomeacao.
lia aqui ura desconchavo, ha mesmo asnea de
grosso calibre.
-Deixamos aos leitores o apreciarem o alcance
deBSas palavras da Provincia que ahi fk-am trans-
criptas.
Ficaraos sabendo entretanto, queja a Provincia
admjtte que a residencia possa ser posterior ao
acto da nomeacao.
Com taes juristas s se pode argumentar com
a Ligca deiles mesmos.
Estamos pois perdendo o nosso lempo com taes
biscas.
Fiquem sabendo os Srs. liberaes da Provincia
(papel) que um magistrado, cujo talento e Ilustra-
tao todo paiz eonheee, cujo nome acatado e res-
peitado em todo o paiz, porque nelle o paiz v
urna de suas esperancas, nao anda dando despachos
em cima da perna e 'litado por outros como fa zia certo sujeito cujo mrito est no titulo de que
usa.
Nio sejam to confiiados Srs. da Provincia.
O Exm. Sr. Dr. Lucena com a aura que tem
na sua provincia adquirido pelos seus merecimen-
tos e Ilustradlo ol a pira os satlites de astros
qne nem opacos sio, com compalxo e commisera-
cao.
trangeiros, apezar das difflculdades dos lempos
'UELIGACOES A PE01DS
O hospicio dos alienados.
A Provincia empentada em offender o actual
presidente, a quem vota odio pessoal, nio ihe pode
perdoar o haver desmascirado aquelles que a diri-
gen); os quaes hydrophobicos buscam anear sua
njenla e venenosa haba sobre todos os actos do
distincto administrador.
Iotelligente e honrado, dotado de animo e fe, com
essa energa filha da confianca, ebeio de patriotis-
mo.e amor da gloria, desejaudo fazer o maior bem
possivel seu torrio natal, o S coramendade
Lucena tem sabido haver-se de modo que s do
bomens da Provinci e dos que lhes fazem cebo
ha merecido ataques.
Com effeito o distincto administrador tem, bem
merecido a confianca de que goza. Prompto- a cos-
tar abusos, tem sido incansavel na perseguicao des
criminosos, e se assim busca melhora*- a Bo*incia,
por outro lado se nao descada de Mar is^struccli
ao povo, e quanto possivel raelhorat o. tauao
que veto administrar. Cortando por dKspeas, es-
cando-se por augmentar as rendas provineiaes,
busca animar o trabalho e abrint) mvas vas de
communjcaciio augmentar a ricuaeza e o dosenvol-
vimeuto de rernarabuco.
ft melnoramenta do porta e o sjudo de novas
estradas que, projeeU vet reaiisadi coofiripam;
essa assercao, sendo qbe telegrathVeleet ico j
uwa mtaade exwulad* >djf ,, provida
A ewa do oorreio,
passsto
approvaoao
oarsns.
siraoao.
Q *> |oven e. de WkWv rt-
L
souberam coraprehender a nobreza do dign pre-
sidente e em menos de 5 mezes pode elle j ver
como resultado de seus esforcos era deposito a
quantiade 71 contos-quo cada dia vai augmen-
tando, era materiaes mais de quinze centos e ar-
recadar mais de sessenta,
So um tal resultado nada prova em favor d'a-
quelle que o consegue nao sabemos o que prova-
r eiilai ? I
Era sua poltica mesiu.iha e tacanlia (com pe-
queas exceptos) todos os patriis da Provin-
cia se negara a ura tal concurso, s elles conver-
tem um estabelecimento pi em objecto para ser
vir de ariete em suas invectivas E" muito cava-
Iheirismo !
Sim : esse hospicio que ser todo em beneficio
do povo que gracas aos esforcos do digno adminis-
trador tera o seu primeiro raio sera nada custar
aos cofres provineiaes, que todo de caridade nada
tem cora a poltica, tera valido ao coinmendador
Lucena injurias o doestos de seus mesquinhos ini-
migos.
A Provincia n. 103 urna prova disto.
Seus espirituosos reductores habis na lingna-
gem de arrieiros, tendo no tinteiro a bilis de um
antigo odio, o buscam ferir de todo modoaqui fa-
zendo soltar o insulto e a injuria grosseira das ch-
cameos de seus disticos, alli aganhando o abutre
da calumnia c fazendo rojar a sombra da mentira,
M'in repararem que por tiid) s podem ob'.er um
sorriso de despreso daquolle a quem buscam offen-
der !
O grupo do qual echo a Provincia nio perdoa
ao ex-juiz municipal de Goyanna ter feito imperar
a lei e posto barreiras as ridiculas influencias d'en-
llo daquella localidade e haver procedido contra
o escrjvlo convencido de falsidade !
Nao pode esquecer a audaiia do bacharel que,
em vez de curvar a fronto aos raios dos tonmtes
li-ves, contra ellos deuunciou aos tribunaes e pro-
teslou pela imprensa mo.Mrau.lo suas tropelas e
patronato ao crime.
Nao pode soffrer qne cm vez de seguir as roti-
neiras trifilas do ramram do expediente, e que era
vez d'iso busque tornar proficua sua administra-
cao. tornando-a recommendavel aos vindouros 1
Em falta do fados serve a calumnia a mentira,
c a injuria ; a insolencia de hroes de altas faca-
nhas do distinctos coralleiios !
E' assim que no artigo Escarnalo governamen-
tal ludo so so encontra e mais anda a prova do
urna mesquinha e tacanlia poltica.
Tendo reconhecido que o sitio do Parnamerm
nio se prestava sufflcientementc para nelle se
constrnir o hospicio de alienados procurava o Sr.
commendador Lucena darlhe mais amplitude
p.va o que fallava ao Sr. Netto.
Ncsse interini aparece o Sr. Dr. Belm e offere-
ce a S. Exc o seu so de Sant'Anna.
Examinado este, foi por todos reconhecido pres
tar-se mellior ao hospicio por ter todas as vauta-
gens desejaves, o a vista disso S. Exc. entrou cm
convenci cora o Dr. Belm que licou certo de
cede-lo por o:000000 incluido o sitio do Par-
namerm nessa quantia.
Eutao s se dizia haver duas hypothecas, das
quaes noduvidavam abrir mo os credores.
Eis seno quando se verifico que alera desses
haviam oulras e enlao achou S. Exc. mais con-
veniente desappropriar o mesmo sitio afim de
evitarse futuras duvidas, sendo depositada a
quantia da avahara,>.
Correndo'a desappropracio sera opposieio, foi
combinado com o Sr. Dr. Belm ir-so logo prepa-
rando o terreno, e assim se fez.
Posteriormente, porm, a esse acord tendo o
Dr. Belm feito um outro pedido achou S. Exc.
conveniente suster ludo, ate que o negocio ficasse
definilivamentes feito.
Era que ha em ludo isso motivo para a grita e
injurioso artigo da Provincia ? Nao se envergo-
nhara aquelles que a dirigen, da peauenina guerra
que movera al por semelhante objecto ? Pois os
conselheiros de reprehensfvel proceder podem ale-
gres dar-se parabens por um triumpho que s
pode partir de pueris e miseraveis nimos?
Mas que fazer ?
Em falta de raelhor ludo serve aos bomens da
Provincia embora para fazer aceusacoes seja
preciso injuriar, mentir o calumniar.
cularisada. A Provincia escarnece do que san
lo, grandioso e justo.
A quem inclhor do que aos redactores da Pro-
tuicia quadra e que se l as santas escripturas
e foi pela propria Provincia citado : nos Deus
vnlt perder prius dementa! ?>
Esses redactires sem f e sem criterio, sement
dominados pelo srdido inleresse e pela ancia de
galgar o poder ja foram dementados ; em breve
se perderam de todo na opnlo publicaesse pro-
cclloso mar, onde a nao da inepcia poltica va;
sempre a pique. Os cos ribombum e o ar se in-
ftamma de [requentts retampagis.
Justo costigo !
Al quando o.h I Provincia Vesuvo de impro
periossoffrereraos as tuas erupcoes de lama p-
trida I v
A Provincia a escoria da imprensa pernam-
bucaria : diz o povo, que por este modo Ihe faz
justica.
Desagradabilissimo cheiro derrama ella na at-
mosphera da opiniao, no ambiente da liberdade.
Ai do povo, se nio fossem os perfumes que do ou-
tra parte recendem.
A Provincia prega a moderacao, porm, nao
cessa de enfurecer-se. Reprova a injuria per pa-
lavras e nao por fados; pois, ao pasto que cha-
ma de aggressores os escriptores deste Diario,
morde cora envenenados denles a caracteres no-
bilsimos.
A Provincia nos encapella os mares e sopra-nos
violentas tempestades ; nos, porm, atravez de
tantas provacoes e perigos para um s ponto mar-
hamos, que fazer a completa felicidade do
povo.
Ouvimo3 a voz dos fados que nos diz : perseve-
ra! e reservai-vos para grandes destinos.
Grande a nossa tarofa ; fulgorosos astros nos
alumiam com sua auspiciosa luz.
O distincto presidente, quo actualmente admi-
nistra cora muito tino esta provincia, despreza e
calca aos ps as vossas calumnias, respondendo
com fados s miseraveis aceusacOes, que hydro-
phobicos Ihe fazeis.
Nao cresce a mentira na razio da verdade. O
ar livre do mereciinento mala o imprope lo.
As inscripcoes, que ha pouco offereeestes para
serem gravadas na pedra do hospicio de aliena-
dos, dissestes te-las encontrado j feitas.
Com effeito j ha muito que ellas estavam fei-
tas : leste-as insculpidas na lousa funeraria da ad-
ministraclo do tolo Villa-Bella. Ainda nao exis-
tia a administrar.io do Dr. Lucena e j ellas esta-
vam escripias.
Cada cousa em seu lugar.
As inscripcoes, que quitestes emprestar ao dis-
tincto commendador Lucena, sao smente dignas
de vosso adorado chefe. Pcrmanecam, pois, sem-
pre ellas na pedra tumular di administraclo do
tolo Villa-Bella.
Slacarronio. Q mais ignorante
dos am'gos do presidente.
Feila a tradcelo que ahi fica, foram todos os
membros presentes do directorio, a excepeo do
Sr. Villa-Bella, que amargurou com a tradcelo
de baronis, de parecer que se raandassse publicar
o trabalho, remetiendo se um exemplar delle a
cada um dos amigos do presidente, exeptuado Ma-
carronio, bem como a cada um dos acadmicos de
Cusco.
Depois disto levantou-se a sesslo.
10 de setembro de 1873.
O Taclu'grapho.
t A falta de seguranza nn presente o de t nt
fulitro destroe o crdito, dirainue as rendas pu-
blicas e particulares, torna os emprstalos un-
possiveis, e scea a nascente das Hqttrm.
O meio qne nos parece melhor e man efiicaz
para logo obter a prosperidade dvsejada para lo-
dos, sem duvida alguma a ereacio o mais bre-
ve possivel da companhia Edificadora da provin-
cia de Pernambuco e da escota ou Imperial Insti-
tuto do Agricultura Iheorica o pratica normal,
que ha mais de dez annos temos oflwreeide ao go-
verno de S. M. imperial, ineunlbirnos de montar
em tndo e por ludo, como publico e notorio, e
como S. M Imperial e seus Exms. ministros o
lera lido em os viole o seto Mineros do Brasil
Agrcola, publicados de 10 de Janeiro 1863 20 de
Janeiro de 1867.
Sem a prxima fundarlo destas duas grandio-
sas instituieoes, serlo baldados os esforcos qae
arada continuaremos a faaer para otolet a reaksa
eio do nosso desidertum, que acoaapaahado
pela opiniao publica, pois que todos sabem, que
o saber nao pesa ; e se a palavra escota nao su
bem ao -ouvido dos frsquentadores, eia|>regare-
mos dora em diante para lhes fazer o posto, a
palavra academia de artas e offlcios, que ratui-
taraenle serio ensinadas na companhia Edificado
ra e no Imperial Instituto Agrcola da provincia
de Pernambuco a todos aquelles que precisaren
trabilhar de seus uflkios para vi ver m* ou com
suas respectivas familias, o tambem a toaos aquel-
les que, levados dos nobres sentimentos daliter
dadeeda independencia, procurarem na apren-
dizagem de urna prolissio mechanica, de um of-
cio til sociedade ura meio pratico do afron-
tar aadversidade e de prover s precisos ta fite-
lia era ura caso de infortunio. Se nos mesmo-, ao
sabir do collegio tives'semos podido prever qatr
nos tem acontecido uestes ltimos Innl.i annos,
nio teramos limitado nossa apreudizagn w aocoos- .
raercio somente, o qualquer offlcio un .irle nos te-
ria dado melhor resultado de que o commercio
licito que sempre praticamos.
Se as duas academias de arto e offlcios de que
tratamos forem em exercicio, breve temos espe-
rancas que nossos netos poderlo freuueota-las
aproveitar essa .prova inconcuasade nosso since-
ro e espontaneo concurso aos melhoramentos ma-
teriaes e moraes deste esperanzoso e rico imperio
de Sania Cruz, que s podr prosperar quando
seus mais vitaes interesses forem representados e
defendidos, como o temos dito em muito*. nme-
ros donosso Brasil Agrcola, por deputados pet-
tencentes a todas as classes e posicoes na socie-
dade.
N3o podendo mudar de repente os soulteeplo
egosticos do seculo, se todas as classes da socie-
dade se queixam e aecusam classe dos (Ionio-
res de s tratar de melborar aos seus, evidente
que sendo a representacio nacional composta de
membros de todas as classes, e estes cuidando se-
riamente dos interesses de sua classe respectiva,
nio poder deixar de resultar o bem inmediato
que o paiz precisa.
Posto que ojmperio do Brasil nio tonha anda
tanta illustraclq em os membros de todas as clas-
ses, como poder ter para o futuro, os que j tem
no caso de serem deputados, bastante grande
para preenuher o numero de cento e vinte e dous
que compoeui a cmara dos deputados, c os que
forem precisos para as assemblas provineiaes.
Bccife, 12 de setembro de 1873.
P. M. Duprat.
(Continuar-se-ha.)
COMMEMIfc,
PKAQA DO RECIFE (3 DE SETEMBRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TAROB
CotacSes ulllriut-*.
Algodaode 1* sorte 8*700 por 15 kfos, hontem.
Lambo -sobre Lisboa a 90 d|v. IOS OpO de pre-
mio, do banco.
Dunoureq
Presidente.
Leal eve
ecrelano.
ALPAXDEHA
lendimento do dia 1 a 12. :>7:971943
llera do dia (3 ..... 33:34i/Si7
12:310,4790
P. S.
Antes de encerrarse a sesslo requereu o Sr.
Villa-Bella que se incluisse na acta o seu protesto
contra a tradcelo da palavra baronis, que a seu
ver devia se traduzida por bario e nao por tolo,
mesmo porque estava elle convencido de que na
primeira destas signjficagoos fra ella empregada
por Macarronio, que sem duvida nao tao mali-
cioso como se revelaram ser os demais membros
do directorio, que por amor a sua glora de lati-
nistas pozeram-no de tolo.
Fez-so o que requereu o Sr. Vida-Bella, que por
esse modo, em vez de flear somente telo nos exem-
plares da tradueco ticou-o, tambem, as actas da
sesslo.
O Tachygrapho.
I-
i traducido do directorio
berul.
Beono-so hontem noite o directorio liberal,
cojos membros sao todos socios correspondentes da
academia d Uusco, cora o flm de dar traducrao
el.e castigada ao artigo latino publicado neste
Diario no dkt de hontem. A proporcao que ia
sendo lido o arligo cada raembro do directorio,
depois da rraduccio do periodo lid > feita pelo- pre-
sidente dessa poltica e sabia corporacio, emixtia
sua opiniao concordando ou discordando esa al
gum ponto.
Houve seria disenssio entro o Sr. Villa Bella e-
os demais membros do directorio presentes, quan-
do se tratou di traduzir o seguine ponto : admi-
MStrioai*. buronis VillmBellif, O Sr. Vil a Bolla
traduiio assim a passagem citada : da adminis-
trafado Sarao de Villa Billa. Enlao, cada ura,
por sua vez, discordaran) os correligionarios de S.
Exc. da Iraduccao feita, observando qae baronis
era a palavra latina bar, onis quo sigoica tolo,
e qne por consegunte a traducan devia ser como
jsegufl: da aministraco do tolo Villa Bella.
jQouve nesse incidente grande ostenfaofto de eru-
.dicao latina, danVso aflpa.l o Sr. Vllja ly'la, por
iVenoido na luta'com grando yesar seu.
AlnV else npon^r" 'Jos lfusVcs socios' corres-
poadp.niesda acaa'rta de Cttse, orttsps so'doram.
*tt nni- dt "
,n, qdan'rfc =e tratou aetra-
e'acats t ccala cb.it la. Qua-r
Iscussao renhbh por occasian
i* por do'waifr, poroua os dcmaU tireetonitat
DO PAUPERISMO DE CASACA E DA EMPREGOMA-
NIA EXISTENTES EM SOSSA ERA, POSTO QD8
DICTA DAS LUZES, TAXTO EM FRANCA COMO
XO BRASIL.
II
Era confinuacao ao nosso primeiro artigo com
data de 5, publicado no Diario de Perntmbuco de
sabbado, 6 de setembro corrente, sob a mesraa ru-
brica repetiremos que o melhor estar futuro da
grande e esperancosa nacao brsleira, nio se rea-
lzar senao depois de ter generalisado era todas
as classes urna boa nstruccao. adequada e propria
a cada urna deltas, e como complemento de edu-
cacao ura oflicio ou urna arte mechanica.
As classes menos favorecidas da fortuna sio em
todos os paizes as mais numerosas, c por consc
guinte as eme mais direito tem aos cuidados e
sollicitude dos governos da Europa, que tralam
seriamente de raelhorar a condigio das familias
laboriosas dos artistas e dos proletarios, tanto das
cidades como dos- campos ; como subditos de
urna monarchia constitucional, qne os artistas e
proletarios brasiieiros teem incontostavel direito
aos favores do estado e prtecejio dos represen-
tantes da naci.
Nio se persuaden es bercaveatorados dos dif-
ferentes credos qne successivamente oceupam,
piando Ihe toca a vez, as posicoes officiaes, tanto
no governo geral como no governo provincial, que
eus deveres e suas-missoes, con representantes
da naci esto preenchidos e eonsistem nica-
mente em crear impostes extraordinarios por ean-
sa de motivos de guerra, que tras annos depois da
paz esto ainda em exercicio.
Nao basam para melhorar a eondicao dos ad-
ministrados, que as assemblas legislativas pro-
vineiaes creem animalmente mais algunas esco-
las primarias ou secundarias frara inglez ler nos
jornaes) ; nao somente escotes dessas que os con-
tribuentes precisan), c sim de escolas theorcas
e pratcs de agricultura c de artes e offlcios.
Sis a occasilo de reproduatr aqui algumas ideas
impressas a pag. 79 do Brasil Agrcola :
Crear a abastanca e o bem estar, segurar a
ordem.
A agricultura o primeiro elemento de prospo-
ridade de um paiz, porque descanca sobre inte-
resses immutaveis, forma a nopulacao s, vigo-
rosa e moral dos campos.
As nnancas fundadas sobre urna boa agricul-
tura, jamis se destroem.
< A riqneea de um paiz depende da prosperi-
dade da acricultura e da industria, do aosouvol-
vunento uo commercia interior e exterior* e do
justo a equilavel repartimento das rendas pu-
6 prltoeiro dever de um governo sabio e h-
bil, de eforcar-se polo ralhoramento da agri-
cultura, e da. sprte do maior numero, era aug-
mentar o consumo interior, que long esti de ha-
^er chegado a seu apogea.
Proteger a prosn/tidade
Ird'.ide dos producto* de todos os
rantr a independencia e direito '
daraentos iodispensaveis da "
Descarregam hoje lo ds setembro de 1873
Patacho allcmaoTriede (atracado) mercaduras
cara alfandega.
Patacho inglez Elize (atracado) mercaduras
para alfandega.
Barca ingleza Dolphim mercaduras para al-
fandega.
Escnna inglezaA/tvi'diversos gneros para o
trapiche Gonceicio, para despachar,
Lugar inglez Navegator machinismo para o
trapiche GoasMo, para despachar.
Escuna ingleza Gewge Ducklescur\ao j des-
pachado para o 2' ponto.
Barca inglezaBlaneij BrotlierstzTv&o j des-
pachado para o 2o ponto.
Patacho norueguense -Bmjllot farinha j des-
Dirhada para o caes do Apollo.
Barca suee-a-C, D. W. alate j despachada para
o caes do Apello.
Vapor americanoSouth-uinericu(esperado) va-
rios gneros para alfandega.
ALTEUkOAO NA PAUTA DOS PREgOS DOS CB^EIl"*
Sl'JEITOS DIREITOS DE BXKRTACO, IM SK&MM
DE 15 2' DR SETKMUKO 1>K 1873.
Courosdo bni seceos salgados J?6 rs. o kilo.
Caivao de pedra eslrangeiro, tonellada raetrci
28 500.
Carocode algodao 20 rs. o kilo
Alfandoga de Pernambuco, 13 de setembro d
1873.
O 1 conforonte -J. A. Wanderley.
O Io conferenteJ. Ribeiro da Cunha.
ApprovoAlfandega 13 de setembro de 1871.
o inspector da alfandega
FiiWo Alexandrino de Carrtrlho Reis.
Impoi'lacao.
Terra-Nova, lugre inglez Stella, consignado a
Saunilers Brothers & C, manifestou :
3acalho 3,117 barrieas aos consignatarios.
1ESPACII03 DE EXPOBTACOA NO DA 12 DE
SETEMBRO D 1873.
Para os portas do exterior
5o navio inglez DucJiess o/Sutluvtand, par
HamburKO, carregaram : Keller. k C. 18fr saeca-
cora 13,8-13 kilos de algodao.
Ni escuna pertugucaa Chrstini, para Lis-
boa, carregararo : E. B. Rabello & C. iCt coure-s
salgados com 5^2 kilos.
Para os portas do interior.
Para- Mamanguane, no vapor nacional Cu-
ruripe. carregarara : J. B. de Cirvalho 8 barricas
com 480 kilos de assuear refinado ; A. da Slva S.
Moreira l barril eom 96 litros de agurdente.
Para o Cea,no vapor brasileiro Pirapam/.
carregaram : J. A da Costa 50 barricas com 2,81!'
kilos ele assuear Fsfinado ; J. F. d,%s Santos Ba>to
12 ditas com 69? ditos de dito ; B. Otlreira 1 r.
10 barris com Oti# litros de mel. Para Acaracu,
B. Oliveira & C. 5 ditos com 480 ditos de aguar
dente. Para Araeaty, C. J. Vianna Jnior 6 bar-
ricas com 330 kos d assuear refinado.
Cara o Hk) de Janeiro, no vapor brasuVir
Pararm, carregaram : Amorim dr Cafdoso C;
saceos com lf,6D0 kilos do assuear branco,
Para o Natal, na bareaea S. Joaquim, eam -
garam : B. Oltveira & C. 12 barricas com I.i 'i
kilos de assuear branco.
Para Mamanguapc, na barraca Flor 4e Ma
ra, carregou : M. A. Senna 8 barricas com 988
kilos de assuear tranco.
Para Alagoas. na bareaea DtUgeneia, carre
garam : S. Jnnqueira 4 C. 3 barricas com 187
kilos de assuear refinado.
. Para Mossor, na bareaea Campo Verde, car-
regaram : B. Gomes C. 6 barriesas com 3(5^
kilos de-assucar branco e 100 volumes com 8r
ditos de doce.
Para o Ce ara, no vapor nacional Ipj
carregaram : A. Quintal & W barricas cora 62:
kilos de assuear refinado.
a nvlclabi-
* ga-
fun-
L.APATAZIA DA ALFANDEliA
lendimento do dia 1 a |*
Idera do dia 13,. .
9:872*3. i
749*0U7
10:W!*39I
VOLUMES SABIDOS
N dial i 12......
Primeira porta no dia 13. .
Segunda parta......
Terceira porta.....
Trapiche Concejero ,
*
u
.
,


Mario de Penimbuoo Sqgpda feira 15 de Setembx^ 4 Utn,
*
w
SEBYiCt) llJiBITIMO
AJvarengas descarriadas do trapiche
da alfandan no dia i a (S. .
Ditas ditas no di 13. .... .
avio atracado! ao trap. .U -allandega
Aivarengas.....T .
No trajMche Cooceiao .
23
35
HECBBEIKWUA DE AR.NDAS, INTIMAS GE.
k HAE DK PSnjJAMBUCO
Reoduieato do dia I a 1* U78lj8l.'i
Ideui dodia I. ...-,. 1.477*98
16.2391804
CONSULADO PROVINCIAL
,"flp,y"!0dilUM- :I67*387
idemdodialJ...... 1:278*489
30:4454876
n RSaFE DRAINAGE.
Rendimeoto do u 12. .
dem do da 13. .
6:363*971

MOVIMENTD 00 PORTO
ftnnoi entrados no Ha 13.
Liverpool e porto intermedios16 das, vapor in-
gl*i Britannia de 1933 toneladas, commandan
te Shantnoo, iparan 115, carga varios gene-
res ; a Wllson Rowe "Jt
L,.,*r>?o|-*i di. Drea ngleza Hermione, de
.3 tonelada, capitao W. R. Javero, equipagem
lo, carga vario9 gneros ; a Johnston Pater
C
Terra Nova-30 dias, Logre inglez Sella, de 221
toneladas, capiao Mitchell, equipagem 11, carga
3117 barricas cotn baealho ; a Saunders Bro-
thers & G
Nivirs sahidos no tnesmo da.
ortos di Sol-Vapor inglez Britannia, eomm.in-
dante Sbanmoo, carga a oiesma que trouxe dos
partos da Europa.
Rio de Janeiro e portes intermediosVapor brasi-
leire Paran, commandante Pamplona, carga
differentes gneros
Bahia e partos intermedios-Vapor brasileiro Pe-
nedo, commandante F. Pereira, carga, varios g-
neros.
Nados entrados no dia 14.
New-York e portos intermedios-20 dias, vapor
americano South' America, de 2150 toneladas,
commandante Tenklepangh, equipagem 6i, car-
ga. .....a Henry Forster C.
Rio de Janeiro e Bahia 6 dias, vapor inglez Mu-
gelhn, de 1791 toneladas, commandante Had-
dock, equipagem 100, carga varios gneros :
Wilaon Rowe & C.
Navios saludos to mesma da
Portos do sul-Vapor americano Sowtk America,
commandante Temklepangh, carga parte da
quo trouxe dos porlos do norto.
Liverpool e portos intermedios Vapor inglez Ma-
geltan, cminandante Haddock, carga, v mesma
que trouxe dos portos do sol.
O.
EDITAES.
Eilltal n. 59.
Pela inspectora da alfandega se faz sciente para
os cffeitos legaes ao dono dus objectos abaixo de-
clarados, apprehcndidjs na noute do 26 do mez
prximo passado no caes do Forte do Mattos, que
por decisao da. mesma inspectora, datla de hoje,
foi julgada procedente a apprehensao dos mesmos
objectos.
A saber:
Um kilogrammo, peso nos cartoes de boijnteria de
cobre e suas ligas.
Duzontos grammos, peso nos involtorios de adere-
ces de vidro.
Trezentos e oitenta ditos, posos nos cartoes de con-
tas de vidro, semelnante missanga.
Alfandega de Pernambuco, 12 de setembro de
1873.
O inspector,
Fabio A. de C. Res
Capitana do porto de Pera _
buco, 8 de seteiubm de 18?S.
Para sciencia dos navegantes se publica os avi-
sos abaixo declarados, relativos a variaeSo da
agulha nos reares do norte e Bltico, ilhas Briun.
nicas e marc adiacaotes :
MINISTERIO DA MARINHA.
Pelo ministerio da marinlia se publicam os se-
grete avisos aos navegantes, organisados pela
reparUcio hydrographica da alreiraulado inglez,
relativos a variado da agulha nos mares do nor-
te e Bltico, ilha* Britannicas e ruares adjaeeiites.
AVISO AOS NAVEGANTES.
(&.-)
ILIIAS BRITANMf!\S.
FariufOo de ugulka. 1872.
(Tradurco do original Inglez pelo rapilao U nenie
Pedro Benjamn do Cerqtioitt Lima.)
Publica-se o segrete aviso acerca da variacio
da agulha as ilhas Britnicas e mares adjacen
tes, com o fira : 1* de informar aos navegantes
da diminuicao na variacio da agulha, que'nos
ltimos 13 annos tere chegado a quasi um quarto
de urna quarta, e que actualmente aprsenla um
termo medio de 9 a 10-minutos por anno ; !
habilitar os navegantes, fabricantes de cartas e
agentes para a venda das mesma cartas a eer-
rglr as numerosas cartas e iostruccoes nuticas
(roteiros), presentemente em uso, que teem a va-
riacao errneamente marcada.
Das Shetland, Orkney. e Hbridas, para as cos-
tas septentrionaes da Franca, entre Calais e Us-
hant, a direccao geral da linbas de variacao
igual SS.O-NNE (verdadeiro) crescendo de 18-
a 26- oeste.
Costa oriental.
Em Lerwick e Sumbugh Head
Peutlaad e Moray Firths
Buchannes e Fifenes
a Ilhas llolly e Farn
t Shields, Snnderland e Hartlepool
< Flamborough Head
t Wash e Dudgeon
Leman e Ower, Yarmonth o Or-
fordness
Rio Tanrsa
Costas meridionaes.
Em North e South Forelands o Bun-
geness
Beechy Head
St. Catharine, Una de Wight
Bill of Portland
Ponta Start
t Lizard
i libas Scilly
o Porto de Cork
Cabo Clear
Costas occidentaes.
Em Valenta e Blasquets
Ilhas Arran
Achil Head
Ilha Tory
Pharol Innistrahul
Skerryvore
Rara Head
Butt of Lewis
Costas septentrionaes.
Em Minch e Little Minen
Cabo Wrath
t Thurso
No'nh Rodnaldsha, Orkneys
I!ha Foula, Shetland
llha Unst, Shetland
Mar de Irlanda o Canal de Brisiol.
Em Mull of Canlire 24*
a of Galloway 23 1/4
t Ilha de Man 22 3/4
Liverpool 21 3/4.
a Holyhead 22 1/2*
Dublin ,J3 1/2 s
Pharol Smallis 22 1/2*
c Tuskar 23
Ilha Lundy 22
Bristol |p n
Costa septentrional da Franca.
18 1/2*
19
nark Francisco Guedes de Arauio
Manoel de Asetedo Postes
ttartinho 4 Oliveira
Manoel Goncalm de Oliveira
Ramos, Duprat C.
ere, Filho* C. (adatittido ao pas-
ivo da fallencia)
Tito Avelmo de Barro
Victorino Jos de Soou Travassos
Vicente Mendes Wanderley
3:000*000
S:MI*000
3KD0O*O0O
2:00(1*000
2.000*000
5:000*000
1:0004600
3.:000*fl00
5:0O*O00
Cessionarios de commaiidHario* qu > entraram
com 50 das asignaturas ou rpita*., que rs-
tos estao obrigados pelo contrato social, o que r'
tm anda MI /. para completar tod-n fUUilo uhs-
inplo o seguinte :
liento 1 isc da Cost Jnior, por Jos
Alexaudre Guliiau Francisc. Gue.1*; (|P Aranjti, por Mi-
uwl Joaquini de Oliveira 730*01) t
KnH?fam Poro''ro que deixarare de realisar
core 50 /. e ainda restm 50 / os seguinte :
4:00O*0tW
Joaquim Salvador Pseos, de Siquei-
ra Cavalcante
Jos Jeronymo Monteiro
List dos devedores constantes de sentencas iu-
diciaes -
segumtis :
2:500*000
2:500f00O
22 3/4*
23 1/2*
22 /
21 1/3
21 1/1*
20 1/4
19 1/4
19*
19 1/4
19*
19 1,4
10-
40- 1/2
21*
21 3/1* .
22 1/4
24
24 1/2
25 1/2* s-,
25 1/1
26 1/3-
25 !/! .
Francisco de Barros Reg
Joaquim Salvador Pessoa de Siquei-
ra Cavalcante
Mello & Irmio
Andr de Abren Porto
Francisco de Paula Pereira
Francisco Botelho de Andrade (em
appellacao)
Goncallo Jos Alfonso
Joo Luiz de Oliveira Azevedo
Jo.io Pinto Regs de Souza
Joo da Cunha Wanderlejr
Manoel Gouveia de Sonsa
Octaviano de Souza Franca
Joao Pinto de Lemos Jnior
rea, e cartas a registrar, at 1 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 hora, e estas at 3 1j1
Bagando porte duplo.
0 administrador interino,
Vicente'Farreira da Porcitmeula
de
Gabinete Fortuguez >
Leiliira
Hua do Imperador
Tercarfeira'16 do correto
AS 8 ||2 HORAS DA NOUIE.
i + O vUmw concert
DE
Hugo Bussmeyer
Fro^rassaai
Banda militar :
Sonmbula, grande phantasia
Hago Hussneyer.
Ittgwletto, concertino
Sr. Candido Filho.
Marcha nupcial
Carril loe
LEILOES.
LEUO
DE
4:2i7*20l
8:930*000
1:903*670 .
15:000*000 P "' dosD0,DM
2:600*000
2:5-0*066
1:463*100
2:689*246
3:000*000
5:918*516
2:484*510
2 187*146
2:250*000
2V 3/4*
25 1/4*
26
25 3/4*
25 1^
24 3/4 t
23 2/3
23 1/4*.
23 1/4*
22 !/* o
Ktlitn! u. CO.
Pela inspectora da alfaudega se faz sciente, para
os effeitos iegaes, ao dono des objectos abaixo de-
clarados, apprehendldos na manha do dia 21 do
mez prximo passado, em camnho do caes do N
ronha para Linguta, que por decso da mesma
inspectoria, de boje datada, fo, julgada procedente
a apprehensao dos mesnios objectos.
A saber:
Uma duzia de camisa bordadas de tecdo de al-
godo, para homein
Oito camisas de tecido Je algodo, com pnitos de
linho, bordadas.
Dezeses camisas do tecido de r.lgodSo com petos
de linho.
Sete kilogrammo?, peso liquido real de cobertores
de algodo adamascados.
Um sacco de lona.
Alfandega, 12 de setembro ds 1873.
O inspector,
________________Fabio i. de C. Res.
Kilitai ii. 1.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico
que no dia 16, s 11 horas da manhi, se ho do
arrematar, lvres de direitos, porta desta repar-
tico, os objectos abaixe declarados, apprehend-
dos em caminho du ees do Noronha para Lingu-
ta no dia 21 do mez prximo lindo.
Uma duzia de camisas bordadas de tecido de al-
godo, para hioiem, avahada por 25*000.
Oito camisas de tecido de algodao, com" petos de
linno, bordadas, avahadas por 21*000.
Dezeseis camisas de tecido de algodo com petos
de linho, avahadas por 44*960.
Sete kilogrammos, peso lquido real, de cobertores
de algodao adamascadjs, avahados por 21*940.
Uro sacco de lona, avahado por 1*000.
s Alfandega de Pernainbuco, 12 do setembro de
1873.
Em Calais
t Havre
Cabo Barfleur 19 3/4
Jersey 20 >
Calquis, Alderney e Gucmesev 20 1/4* .
Ushant 21
Reparticao hydrographica do Almirantado, Lon-
dres, 19 de Marro de 1872.
Assignado. Geo. Henry Richards, hvdrogra-
pao.
E~t conforme. Pecio d'Aquino Fonceca, se-
cretario.
OoarU-feira 17 do corrente, linda a audien-
cia do Sr. I)r. jni de direito da I." vara do civel,
vai em praca para ser arrematada a quem maiur
hnce offerecer, uma casa terrea de pedra e cal,
sita na fregnexia dos Afbgados ra de S. Miguel
n. 83, com 18 pal nos de frente, 36 de fundo, 2
salas, 2 quartos, com porta, janella de frente, co-
zinha fora, quintal em aberto ; em vista do bom
estado em que se acha, avahada por 1:200*000,
pcnhoraila por excerjeao do major Marcelino Jos
Lopes contra Francisco Jas de Oliveira e sua
mulher
Balita Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa'de Mise-
ricordia do Recife, devidamente aulorisada pela
mesa da Santa Casa de Misericordia da Bahia,
recebe prop"stas para a venda da; tres casas ter-
reas que possue aquella corporacao nesta pro-
vincia, de ns. 34, 116 e H8, sitas ra de Hor-
tas, hoje do Coronel Suassuna.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife, 12 de setembro de 1873.
O escrivo,
^_^^^^^ Pedro Rodrigues de Souza.
O inspector,
Fabio A.deC. Reis.
i:ai ii et.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico que
no da 16, as 11 horas da manh, se ho de arre-
matar, livres de dirsitos, porta desfa reparticao
os objectos abaixo mencionados, apprehenddos no
caes do Forte do Mattos na noute de 26 do mez
prximo Ando.
m kilogrammo, peso nos cartei, de bijonteria de
cobre e suas ligas, avahado por 12*053.
200 grammos, peso nos involtorios, de aderecos de
vidro, avahados por I 446.
380 ditos, peso nos cartoes, de conts de vidro, se-
Bmelhantes a missangas, avahados por 456 ris.
Alfandega de Pernambuco, 12 de setembro de
1873.
O inspector,
Fabio A. deC. Reis.
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
A junta administrativa da Santa Casa de Mise-
ricordia do Recife autorisada pela presidencia da
provincia, afra os terrenos da proprieda^e que
possue o patrimonio dos orphos, no lugar da
Tamarineira, por preco nunca inferior a 20o rs.
o palmo.
Os pretendentes devero indicar no requer
ment o numero de palmos que quizerem e diri-
girse .esta secretaria, onde sero declaradas as
condicoes do aforamento.
Secretaria da Santa Casa de Misericordia do
Recife 12 de setembro de 1873
O escrivo,
Pedro Rodrigues de Souza.
Hussn fallida de Amorim, Fra
goso, Santos ti C.
Por determinaco do Illm- Sr. Dr. juiz especial
do commercio sao publicadas as listas abaixo, das
dividas activas, direitos e accSea, ainda existentes
e que opportunamente serio vendidas ere leilao.
PECLABACOES.
CONSULADO PROVINCIAL.
De conformidade com o resolvide em sesso de
4 do corrente pela Illma. junt da Ihesouraria
provincial, e commumeado esta administraco
por portara do Blm. Sr. inspector em dat de 5
do mesmo mez, faco publicar a not em seguida,
chamando os individuos nella Horneados para vi-
rem recolher a diterenca do imposto sobre joa-
lheiros, relativo ao annoTindo de 872 a 73, e cons-
tante da mesma not, at o dia 27 deste mez; e
em cao de omissao ou resistencia ser remetti-
da essa divida para ser cobrada judicialmente.
Cansulado provincial. 12 de setembro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rios.
Kelacio dos joalheiros que de menos pagaram
o imposto de 2:000* por ma-catearem na pro-
vincia no exercicio Ando da 1872 a 1873 ; diffe
renca que se den em cmsegnencia da lei n 1061
art. 16 41 publicada no jornal offlcial, ter por
sso consignado o qnntutum de l:000*,quando fra
votado aquelle ecima indicado, e acha-se na le
de orcamsnto co!l;ccionoda.
A saber;
Nome do joalheiros. Resto a pagar.
Pedro Allain 1:000*000
Phehpp Uan PJoflj 1:000*000
David Hayen 1:000*000
3:00fJ*Sni
Prinaein scelo do consulado provincial, 11 de
Miembro de 1873.
O cte'e,
Vintenio Wirnvio Pinto 8, A. de Vaseoocello.[Manoel joaqnim'rj b1iveTra,(cB?o-
Comrnanditarios que firmaram o contrato
social e que ainda nao entraram com os
50 \Q de uns assignaturas, sendo o valor
nao realisado o quo abaixo ,se segu;
Antonio Machado Gomes da Silva 14:000*000
Antonio Vicente do Nascimento Fei-
tosa
Antonio Alves Ferreira
Antonio Eustaquio Gomes
Antonio da Silveira Maciei Jnior
Antonio Francisco de Sonza Maga-
Jhes Jnior
Antonio Jos de Siqueira
Antonio de Oliveira Antunes (aceitn
letra
Bento Jos da Costa (idem)
Candido Thomaz Pereira Dutra
Francisco Simes da ilva
Fancisco de Paula Andrade
Fredenco Miguel de Souza
George Neftt
Isabel Maria da Costo
Ignacio Jos Coetho
Jos Mamede Alves Ferreira
Jos Alexandre Gubian de Verdun
(cessionario, Bento Jos da Costa)
Jos Cavalcante Lins
Joo da Silva Ramos
Jos de Barro Lima
Jos de Alenquer SlmSes do Anja-
ral
Jos Victorino de Paira
J. P. Adourdi C.
James Olivier
John Lilly
Jos Joaquim de Miranda
Joaquim da Silva Castro
Joaquim Francisco de Mello Santos
los Joaquim Jorge
Luiz los Marques
Manoel Buarque de Macedo Lima
I Manoel Antonio dos Passos Oliveira
2:000*000
1:000*'00
1:000*000
7:500*000
1:000*000
2:i00*000
l:666*66fi
2:966*667
2:000*000
1:000*009
1:000*000
6:00of000
3:000*000
1:000*000
5:000*000
1:000*100
4:000*000
4:000*000
2:500*000
1:000*000
Lista de diversos detedores, proveniente de letras,
vales e recibos.
Letras. Ramos Duprat 4 C.
Caetano Gouoalves Pereira da
Cunha,
dem. O muios Jos Agosli-
nlio de > Pereira
dem. Os mesmos.O mesmo
dem. Os mesmos. O mesme
dem. Os meimo. Joao Rodol-
pho Gomes
dem, loto Luiz Vianna.- Jos
Caetano de Magalhes
dem. Siqueira 4 Pereira.Ca-
millo Idepino Emerenciano
Francisco Jos Fernandos Gitirana
Faria & C, e Francisco da Cu-
nha Machado Pedresa
Os mesmos
Os int sinos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesnios
Os me nos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Victorino Jos Ferreira e Maupel
' Jos Mendes Bastos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Antonio Joaquim Madeiro Brando
O mesmo
O mesmo
O mesmo
Joao Rodolpho Gomes
O mesmo
Pedro Paulo dos Santos
O mesmo
0 mesmo
Manoel Lins Wanderley
Manoel Pereira da Costo
Joo Paulo da Silva
Joaquim Jos Medeiros
Jos Bento Goncalves Carneiro
Pedro Jos Costa Castello Braneo
Manoel Kirmino da Silva
O mesmo
O me-reo
E. EL Wyht
Machado & Souza
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Francisco Morcira Dias
Joo Rodolpho Gomes
O mesmo
Joaquim de Albuquerquc Mello
Rogo & C, Irmo
Ramos, Duprat i C.
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os inesmes
Os mesmos
Os miamos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Francisco de Barros Reg
O mesmo
O jnesmo
Joao Jos Medeiros Correia A C
Joaquim Jos de Mello Jnior
O mesmo
Copia de lettras.Joaquim Jos le
Moli Jnior
O mesmo
Recibo.Joaquim de Albuquerquc
Mello
dem.-James Oliver
Vales.Joaquim Salvador Pessoa
de Siqueira Cavalcante e Anto-
nio Goncalves Ferreira Casco
dem. Daniel Guimares & C.
dem. Fabrica do Monteiro
Goncalo Jos Alfonso
O mesmo
Antonio Marques de Amorim
Ttulos verificados e-admiltidos em
iSmassas fallidas e liquidacoes.
Lima 4 C, Martins & Sebastio,
Jos da Silva, saldo
Mesquito l Dutra
Viuva Amorim 4 Futios
Joaquim Jos da Silveira
Travassos Jnior & C
Joaquim Francisco de Mello San-
tos
973*386
992*725
891*150
495*000
1 042*592
98^*200
3:212*000
100*000
440*025
440*025
440*025
440*025
695*700
733*!'80
733*908
733*908
733*908
7*3*908
733*908
1:117*600
387*330
387*330
387*36:
W000
212*3:10
144*600
27*600
115*0 0
430*760
430*560
13:60*610
742*640
742*640
739*000
145*580
229*201
500*000
544*498
464*000
500*000
i00*00
400*000
20,240*980
188*000
412*418
180*000
284*000
85000
1:170*000
800*000
00*000
1:000*0 0
250*0 0
11:418*270
1:404*500
3:690*000
10:000*000
454*7'-0
4:000*000
1:230*000
3:700*00 i
11:00 O 0
10:000*000
3:700*000
650*000
490*000
4:270*126
1:134*208
793*350
104*000
Thalberg.
Candido FUI.
Mendeksohn.
Jaell.
Liszt.
Hugo Bussmeyer.
Tainbauser, marcha, 8 raaos
Srs. Poppe, Wertbeimer,
Claudio e Bussmeyer.
Banda militar.
Trovatore, grande paraphrase
Hugo Bussmeyer.
Faust, rabeca, piano e orgo
Srs. Poppe, Wertheimer e
Bu ismeyer.
Home sweet home, hymno)
nacional, grandes varisebes)
Hago Bussmeyer.
Banda militar.
Bilnetes
Ditos para familias 15*000
A' venda na livraria franceza, no armazem de
mnsica de Azevedo, ra Nova n. 11, e naite
do concert, na porta da sala do Gabinete Portu-
guez de Leitnra.
Wagner.
Bussmeyer.
Gounod.
Bussmeyer.
5*000
louas, vidros 2 pianos de Jacaranda
muitos oiilros artigo.
Quurta-IVia 18do corrente
s 11 horas da maiili
O preposto do agente Pestaa far leilao por
cont e risco de quem -pertuncer, do diversos tras-
tos avulsos, e mobilias core lampos de pedra, <*-
pelhos, quadros core bonitas paisagens a oleo, re-
logios de parede e de cima de ine>a, rico trans-
parentes para janellas e muitos oHtros artigos de
gosto, no armazem ra do Vijiario n. 11.
Atenco
Na roa do Aragio n. 32 roniimia-se a recebe*
encominendas, tanto para easamentosjbiles e baur
tisados, assim eorao seja bolinhos ere handeija uV
arniacao, pastis de nata em lundeija de dita, bolo
reilez, bolo de bar, pa de-l, pudim, enipadac.
cangica. arn.z de l.-ite, d Vvo, alctria V
ovos, enclie-se [.cni aJlWdfe'prepara se pre-
sunto, pcixe ..i I ,|o. bonqnel artiGcial d-
gomnia.ditodc ecayps, naW'n-iv... ludo core asseto-
e promptidao e^cqtMfodi. pre.-o. Nesta musm*
casa j se tomjReo'. milit encoinmenda para a
principaes e:.-sas : qnalqner pes-no tu- qoeira>
fa/.r"Mia eniMinnnetid.1, |mm!c >iirijtir-e -x menta
casa, que achara com quem tratar, a qnalqrter
hora do da.
- Aluga-se o gabinete lo sobrado da ruado
Rngel n. 7 : a tratar na tavenia do mesmo so-
brado.
Leil;
ao
DO
hotel da ra das Urtngeiras n. 30.
OIARTA-FEIRA 17 DO CORRENTE
O agente Martins far leilao dos movis, loara,
trem de cesinha e mais pertencas do hotel da ra
das Larangeiras n. 30, o qual ser vendido em mn
ou mai lotes, confirme convier aos pcetendentes
s 11 horas.
da manha no mesmo hotel.
avisos martimos.
casa terrea na cidade de Olrada sit na ladeira do
Varadouro n. 11
QUARTA-FEIRA 18 DO CORRENTE.
A's II horas da manh.
O preposto do agente Pestaa, far leilao por
cont erisco de quem pertencer da casa terrea
sit na cidade de Olinda ladeira do Varadouro n
12, tendo de frente 79 palmos, sendo -40 da casa
e o restante do quintal, contendo 1 sala, duas al-
covas 3 quartos, sala de jantar, cosinha fra e
cacimba, o quintal tem 200 palmos de fundo e Iodo
plantado com fructeiras de diversas qualidades e um
bonito parreiral ; a casa acha-se aberlapara quem
quizer examina-la. Ko armazem ra do Vitra-
io n. 11. b
LEILAO
Companhia Franceza de Navega-
Cao a vapor
Linha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pernambuco, Rio de
Janeiro, (Santos, smente na vol-
ta ) Montevideo, BuenosA y res,
(com buldeacao para o Rosario).
TB1MER
\ILLE BE, B\HI\
Conimandante, Robert.
E' esperado al 22 do corrente, e seguir depois
da demora precisa para os portos do sul cima
indicados, entrando dentro do porto, quer na rin-
da da Europa, quema volto.
Relativamente a fretes, encommendas e passa-
geiros, para os quaes tem excellentes accommo-
dagoes por precos reduzidos, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. WOLIVEIRA & C.
ii Ruado CommercioEntrada pela ra
do Torres.
DE
movis, loicas eoutros arti-
gos
TERCA-FEIRA 16 DO TORRENTE
A'S 11 HORAS DA MAMU
Na ra do Bom Jess n. 50.
SENDO:
i piano, 1 mobilia de mogno contendo : 18 ca-
deiras de guarnico, 2 consolos cam lampo de pe-
dra, 1 sof e 2 cadeiras de bracos, 1 mesa elsti-
ca, aparadores, guardas-lou?as, guarda-vestidos,
cama franceza, marquezao de amarello, cadeiras
avulsas, quadros, jarros para flores, calungas. pa-
res de lanleraas e outros muitos artigos de gosto,
tudo em perfeito estado, os quaes foram transpor-
tados para o referido predio.
Por ordem do Sr. Jos Ferreira Guimares o
agente l'inho Borges far o leilao cima declarado
-Desapparecersredo engenho JagoaribeSim, o
cabra, de idade de ?2 annos, cabellos de cabaorl
a to, rosto comprido, olbo* grandi-s tendo as pal-
pehras superk.res um ponen descidas, naris chato,
orelbas grandes, bocea regular, beicos Bnos.tenf
na lace direito uma pequea marca e na esqueiao
abaixo do olho um ligeiro telho; ps e maos bem
f ilos e grandes, iodos os denles, sendo limados es
de cima, iiho do Piaoc e fui all escravo
Manoel Boque da Ponceca, morador na villa do
Misericordia, sendo que foi tamhem de om til Lo-
pinho, que all tambera morador; tem barba
somento na ponta do qneixo, e um ligeiro bigode.
Herculano, cabra alto, de trinte annos, solteiro,
com principio de enzinheiro, filho da provincia da>
Parahyba, no lugar Gargad, *)i esersvo do Dr. Sa-
lustino Gomes da Silveira, qne all mora, e aqni
fi de Jos Alves da Croa; l ere feito de pt e mios,
rosto oval e descarnado, usa barba a Cavaignac,
olho s pretos, regulares e expresivo, cabellos pun-
co carapinhos, nariz grosso e ventas largas, Boe-
ea pequea, e tem todos os dentes.
Loureneo, filho do logar Urnb, abaixo do Boi-
qne, foi escravo de Antonio de Aranjo, qne o ven-
den a Bastos Thenorio Beterra Cavalcantt, mora-
dor em Barreira, tambero da comarca do Buinne.
foi aqu vendido por Arcebiades; cabellos carap
nhos pe< e maos grandes e bem feitos, olhos gran-
des, baibado, Iteicos grnssos, nariz grosso e meto
afilado.
Pede-se a todas as antoridades policiaes, a ap-
prehensao delles, assim como gratifica-se bem a
qualquer particular qne os levr no mesmo enge-
nho ou no Recife. ra Nova n. 8.
Precisa um casal alugar metade de uma ca-
sa de familia, que nao exreda de
na ra da Palma n, 65.
lOf mensaes:
^o33ei!eiacxx$M
^Cdiisiillorio medico-eirurgico |
g A.B..daSilvaMaia. 8
gRua do Visconde de Albnqnerqne n.
11, outrora ra da matriz da Boa-Vista
, .
LEILAO
DA
loja de cirguciro do pateo da matriz de San-
Antonio, n. 2 A.
Terca-feira IB do corrente.
As 10 horas da manha.
O agente Pinto, legalmente antorisado, levar a
leilao em um ou mais lotes a armaco, balco e
mais pertencas da loja do pateo da malriz de San-
to Antonio n. 2 A, s Id horas do dia cima dito.
3 ao comprador ficar na loja (que-
rendo.)
.163/610
705*530
300*000
18:20iA00
Companhia americana e brasileira
de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado de New-
York e S. Thomaz, o vapor americano South
America, commandante Tinklepaugho, o qual de-
pois da demora do costume, seguir para os nor-
to do sul.
Para fretes c passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster & C.
AVISOS DVFRSOS
Chamados :.a qualquer hora.
Consultas: Aos pobres gratis, das 2 as
i horas da tarde.
i
Escravo fgido.
Do engenbo Thse da comarca do Bonito, au-
senton-se em 9 de setembro de 1873, o escravo
Joaquim, pardo laranja, idade 35 annos, pouco-
tnais ou menos, altura regular, olhos brancos,
a menina acarbanhada e fundas como olh/s de
porco, bcre empernado, bom corpo, cabelbs bem
crespos e cortados, pouca barba, nariz grande,
tem pannos pretos, ps pequeos, calcanhares Ta-
chados de calor : quem o pegar e o levar a dito
engenho, ou ra do Imperador n. 5, a Correa
& C. ser recompensado.
- Achou-se um cachorro de Terra-Nova : a
quem ello, pertencer tenha a bondade de dar os
signaes ra Duque de Caxias n. 24.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
1:600*000
1:001 *!'2i
90O000
1:000*01 tO
3:000*000
62:912*000
4:58i*906
4:148*070
95:461*640
3:4;8330
51:198*000
>aveSacilo costeiraa vapor.
RIOFORMOSO ETAMANDAR.
O vapor Parahyba,
commandante Pedro, se-
gnir para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Porte do Mattos
n. 12.
Perdeu-se hontera um
mbrulho, contendo annun-
cios; a pessoa que o achou
traga a esta typographia
que ser gratificado.
Precisa-se de um cria-
do forro ou escravo, paga -se
bem: nesta typographia.
240:017*900
1:500*000
4:000*000
5:000*000
l:500*i0i
2:000100'
5: l:50*00u
1:000*00"
2:500*'HI0
2:000*000
3:000*000
1:0004009
Pela thesourana provincial se faz publico
que foram transferidas para o dia 18 do corrente
as arrematarles seguintoa:
Sitio dos Remedios 3:750*500
Reparos da ponte do Desterro 1:504*229
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 5 de setembro de 1873.
O ofllcial-maior
M. A. Ferreira.
C0NSELHO DE COMPRAS DO ARSENAL
DE MARINHA.
De ordem do Exm. Sr. presidente do conselho
faco publico que devido a inconveniente, acha-se
transferido para 15 do corrente mez o contrato
annunciado para hoje, concernente ao fornecimen-
to de viveros, dietas e outros objectos de consumo
aos navios da armada e estabelecimentes de rea-
rinha, no prximo trimestre de outubro a dezem-
bro ; as propostas sendo recebidas at as 11 horas
da manha.
Sala das sessoes de conelho de compras de
rearinha de Pernambuco, 13 de setembro de 1873
O secretario
_____________Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Tribunal do commercio.
Por esta secretaria se faz publico qne nesta dat
foi admiuido matricula de commerciante Au-
gusto Sangremar, cidado portuguez, de idade 35
annos, estbelecido com escriptorio de commissoes
na cidade de Penedo, provincia de Alageos.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco, 13 de setembro de 1873.
O ofllcial-maior,
Innocencio Antones de F. Torres.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Vv* jacoo costeira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJ'.
O vapor Giqui, com-
mandante Martins^e-
guir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do corrente, encom-
mendas, passageiros edinbeiro a frete at as 1 ho-
ras da larde co dia da sahida : escriptorio no
Porte ilo Mattos n. 12.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Navega?ao costeira a vapor.
fARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACA
TY, CEAR, MANDAHU' ACARACU' E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandante Felippe,
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do correte, encorn
mendas, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio n-
Forte do Mattos o. 11
Attenco.
Constando quo tem apparecido no mer-
cado lattas de gaz contendo 4 i/2 gales,
Henry Forster & C. declaram que nos seus
depsitos ns. 26 e 28 na na do Brum, s
vendem caixas com duas latas, contendo
cada uma cinco gales p pesam 16 kilos
bruto.
- COSE-SE, LAVA-SE E EXGOMMA-SE com
perfeicao e barato : no pateo do Parizo n. 24.
Fugio no dia 9 de setembro de 1873 pelas 2
horas da tarde, o pardo escuro com cabellos ca-
rapinhados, de nomo Luiz, idade de 20 annos,
estatura baixa, corpo grosso em vista da idade,
rosto e cabeca redonda, no rosto tem algnns
pannos pardos, est com os ps grossos e quando
anda encost os joelhos um no outro, e assent
os ps voltando as ponts para dentro como os
de pagagaio ; o andar moderado como de pre-
guicoso: levju vestido camisa e calca de algodo
truncado de riscado a/.ul ja, usado, chapeo de pa-
Iha de arroz, baixo e bastante usado ; cujo es-
cravo veio ha poneos mezes da cidade do Ceari
donde natural : roga-se ao Srs. subdelegados,
inspectores, soldados de polica, e capiles de cam-
pos, ou qualquer pessoa que o capture, que le-
vando ao seu senhnr na ra do Queimado hojo
Duque do Caxias n. 82 ser generosamente
recompensado.
Fugio
Raymundo e Luiz.
No dia 29 de agosto prximo passado, fugio o
mulato Raymundo, que representa ter 24 annos,
de cor alararijada, cabellos estirados fazendo al-
gumas voltas, calieca redonda, nescoco grosso,
ps seceos e canellas finas ; esto mulato natn-
ral do serto e foi visto no Recife ha crea de i
das, onde se presume andar ainda junto com o
mulato Luiz, natural da Parahyba, cuja fuga se
tem annunciado nesle Diario, e cujo melhor sig-
nal deste, ter o dedo pollegar da mo esquerda
enriado quasi ao meio. de de um golpe de bice
descascando um coco. Roga-se a apprehensao de
ditos escravos conduzindo-os ao engenho Megan
de Bixo, na freguezia de Tejucupapo, ou nesta
praca ra do Bom Jess n. 30, que se dar boa
gratificacao. Pro/eslase empregar todo o rigor
da lei contra quem os tiver acoitdo.
Por 30X000
ADMLNISTRACAO DOS CORRE10S Dh PEHNAii:
BUCO 15 DE AGOSTO DE 1873
Malas pelos vapores \Giquld e Pirapama
a.i companhia pernambucana.
A correspondencia que tem de ser expedida
hoje (15), pelos vapores acuna mencionados para
os porto do sul at o Aracaio, e para os do nwte
at a ofnja, sera receida pela maneira se-
grete :
Macos de jornaes, impressos de qoalquer na
Ear Aracaty sahe at o dia 18 do corren-
te o palbehote Leonilla da Cruz, capitao e pratico
anoel Caetano da Costa, tem seu carregamento
quasi completo, e para o resto que Ihe falt trat-
se com o consignatario Antonio Alberto de Souza
Aguiar, a ra do Amorim n. 60, armazem
Acha-se fgida desde o dia 12 do corrente a
escrava de nomo Justina, com os signaes seguin
tes : altura regular, cor bem preta, bem parecida
denles alvos, olhos pretos e um pouco grandes
lera olhar espantado, ps um pouco redondos
indicam terem em lempo mo trato; foi escrava
de Manoel Soares Pinheirn. desta cidade, e natu-
ral do Rio Grande do Norte : quem a pegar le-
ve-a i casa de seu sonbor, na Capunga, ra das
Pernambucanas n 12, d'onde se ausentou, e no
Recife, arco da Conceicao, loja de ourives, que
ser generosamente recompensado.
aluga-se uma pret ptima engommadeira, cos-
tureira e cozinheira : na ra do Coronel Suas-
suna n. 86, sobrado.
Para Lisboa
pretende soguir com pouca demora a escuna por
iugueza CAruina, de 1- classe, capitao Loureiro
por ter a maior parte de seu camgamento enga-
jado; e para o reste que lhe falt tratse com o
oo^signatarios Joaquim Jos Goncalves Beltro A
Filbo, a ra do '.ommercio n 5.
Para a Bahia.
Pretende seguir com mnita brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthur, tere parte de seu
carregamento engajado, e Dar o resto que lhe
[alt trata-se com os seus consignatarios Antonio
Lrnx de Oliveira Azevedo & C, no sen escriptorio
ra do Hom Jess n. 57.
- Aluga-se um grande sobrado com grande
quintal murado, cacimba e fructeiras em bom es-
tado, em Olinda, no pateo de S. Pedro-novo, sendo
o melhor local para o reereio da fe*ta : no Recife'
na travessa de S. Jos n. 35, 2 aodar.
ATTENCO.
Pede-se autoridade competente que se digne
providenciar de maneira que corrija a uma senho
ra que mora na ra de Dias Cantoso n. 88, a qual
leva lodo o da a proferir palavras obcenas em
altas vozes, ameacando a visinhanca a ponto de,
se nao nos aecudir a autoridade, haver agua suja.
___________ Os moradores de Dias Cardoso.
es para todas aseiMes e
villas de Ptirlogal.
Camino & Nogueira. saccam| sobre o
banco cornmerciat de Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades.8 villa* do Portu-
gal, qualquer quantia vista ou a prazo e
por todos os aqueles; ra do Anollo
n. 20. ^
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com mult brevidade e palha-
bdte Rosita, por ter alguma carga tratada e para
a que lhe falt trata-se com
ALUGA=SE
e seguido andar do sobrado da roa da Guia n
62, caiado e pintado de novo : na ra da Sen-
zalla Nova n. 1._______________
Garanhuns.
COMPANHIA
DOS
TRILHOS URBANOS
DO
Recife Olinda.
Tendo o governo imperial approvado
por decreto n. 5,150 de 27 de novembro do
anno prximo passado a reforma dos esta-
tutos desta companhia, de orddni da directo-
ra sao convidados os Srs. accionistas para
se reunirem no dia 16 do corrente s 10 ho-
ras da manh no escriptorio da companhia.
ahm de proceder-se a eleico da nova direc-
tora e mais funecionarios, nos termos do
i. do art. 13 dos mesmos estatutos.
Previne-se, outro sim, aos Srs. accionistas
que no escriptorio se distribuem osnovos
tatutos.
Escriptorio da companhia, 5 de setembre
de 1874.
Joo Joaquim Alves,
_____ 1.' secretario.
Na ra do Bario da Victoria n. 36, preeisa-e
M0LEQUE.
Precisa-ae de um de 12 a 14 annos, para
f rv'5 domestico, p,^^ bem, em S.
Jos do Mangumho sitio n. 2, com porto
e gradim de ferro, antes da ra da Arai-
sade.
v,iT^Laga 3 *> caes da Deteocao,
?iSM?"lM' du4s !*t inintal e caciSba
LA^r,meDa**> "ln*-e o nquihnoa
caiare piolar.
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Diario dfr Pemmbuco Segunda folia 15 de Setembro de 1S78.
Precjsf-ap de urna
ana qi i cizfcifce e com-
pro : m ra da Con-
cordia n. lili.
r.cisa-8C de nina aa ua puta ozi-
thar josaboar : na nuda p.-riha d. 23.
Vr^rif^s iU: orna anix pata
sf-rv.;w de iln.is fws.-uis: Iraz
quartH de polica, sobrado u
Al ES?
A O ARMAZEM
bV
16, !. andar.
2. andares.
PRECISA-SE de urna
que seiba coiinhar e
sirva para urna familia
de duas pessoas, pre-
o pateo do = Parazo n. 28,
AMA
loas pessoas
AMA
fteeis** de urna ama pa-
ra o serie interno de ama
casa de familia composta de
na roa da Cadeia-nova b. H.
Preolsa-se de urna : na ru da
KUA nO IUKAO A VICTORIA
f. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
, MOFINA
Est eneowacado !! !
li.'ga- *?i-rivao i ildada !< NanroHi rt. sia prevnola,
';cvi.r de vir ;'ra Duque do. Lisias u. lif, cuh-
Jluir aiulle negocio que S. S. te eomprometteu a
realisar, pola tercoira ehamada Yate jornal, em
llns do dezembro do 1871, e depois para Janeiro,
passou revertir e abril de 1871, e nada cnwprio;
a por este motivo 6 de novo chamado para dito
ora, pois S. S. se deve iembrar que este negocio
Je mais de oito annos, e quando o Sr. ara llhu
icbava nenia ridade.
fraoeoz.
niao n. 47.
AMA
esenpleno do tokgrapho submarino.
Precisa-* de ama para todo
o servico da ama familia de dnas
pessoas: nirude Commercio,
AMA
a tratar
tero.
Preciaa-iie de urna forra ou
escrava que coiinbe para
urna familia de duas pessoas:
a ra da Madre de Deas n. 2t, arma-
AMA
AMA
AMA
fYeetaa-sa da ama ama para
comprar e coiinhar : na tintura
francea, roa da Imperatric nume-
re 35.
Precisa se de ama ama para
asa de familia r na raa Direita
b. 66, loja de oortves.
urna ama que
para duas pes-
servico At casa :
Preeisa-je de
lave e engoaune
soase mais
roa da Hospicio n. 50.
jt WM Precisa-se de urna ama para todo o
4*M*m serviC de casa de diu
preta, forra
Imperatriz 10, I
ou captiva : na
pessoas,
roa da
Anda precisa-se de ama ama para comprar
e coiinhar : na roa larga de tiosarie n. 21, leja.
AMA Precisa-se de urna ama para andar
**-"*** com meamos: na Toa Direita n. *6,
* andar.
Bom
do Dred
tamben
local.
A-Idjt dojjredio da raa Mstco Dias n. 120
confronte tarabem Sresta-ae a qualqner negocio de fazendas, min-
ezas eu molhados, em grande e pequea ecala.
A safra do assucar est prxima, e indubitavel
o bom resultado de qaem all se estabetecer. E\
commodo oalugaet e'tambera se faz arwndameflto
como melhor convier, tem gaz, agua e pparelho
p Drainage, e nada deve de impostos : a tratar'
Trua do Imperador n. 81.
Bata fgido desde o da M de agoste o escravo
de nome Georiniano que fo escravo do Illm. Sr.
captao Firminn em Maneota ; o escravo tem os
sgoaes segaiatee : mulato.-estatura regular, chew
oo corto, falta de dentesaa frente,'tem no bra-
co direito um ccrarao e as iaiciaes A. M. C, samo
cora roapa preta e chapeo de Manlfha, uescon-
fia-se que anda pelo bairro do Recite u em Ma-
neota : qaem o apprehender tenba a bondade
de o levar roa larga do osario n. 22, loja, que
sera gratificado.__________
Joaquina Jos Goncalves
Beltrao.
** do Caatureia n. 5, i.* andar
Sacca portodos os paquetes sobre o banco
o Minho, era Braga, sobre us segurles
Ligares de Portugal:
Amarante.
Arco de Vad de Ver.
Baroellos.
8eja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandeila.
Monjo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira. .
VaJpassos.
Vianna doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicao
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valonea.
Figueira._______________
Escravo fiigiik
150#000 de gratificacao.
Auseatoo-se desde o dia 13 de maio de 1872,
preto de nome Alfredo, de trala e Untos annos,
crioalo e bastante ladino; esle preto pexfeito
eoziaheiro, estatura alu, magro Jhos grandes, ja
esteve no engeoho de Sr. Luid de Catar, era 6.
Lourencp da Malta, ende consta ter parentes, foi
escravo dos Srs. Adriano A Castro, e do Sr, Jos
Joaqakn Goncalves Bastos, negociantes desU pra-
ea; de todos estes senheres foi eodnheiro, tem
sido visto por pessoas que o conbeeem dizendo
que est forro, assim lem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Castas b. 91, loja de miudezas do Rival aera se-
gundo que receber a gratilieaeSo cima decla-
rada.
Consultorio medico
do
*Dr. Miirllo.
ROA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Reeem-chegado ti Eurepa, onde fre-
quentou os bospiUea de Pars e Londres
Sode ser procurado a qualqoer hora do
la oo da noute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia ii duas horas
da Urde.
Gratis aos pobres.
ijw'ai crianza e de mulher.
Emprega no traumento das molestias
de fua especialidade as dichas fras e
banhot a vapor, para os qaaes tronxe
os apparelhos mais moderaamente em-
pregados na Europa.
Tambem appliea com grande proveito
no traUraeoto das molestias do tero a
electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
pier. Cura por um processo inteiraroente Q
novo as blennorrhagias e sobre ludo a fw
_/(gotu miliur) dispensando ai. injecedes. /
Reuna de redores
Terca-reir 16 do correte, pelas II horas da
manha, na sala das audiencias, deve' ter lugar a
reuniao de credores da roassa fallida de Antonio
Jos dos Reis, reunio j annunefada para o dia
9 Umbem do corrente, e qoe a requerimento dos
curadores flsraes fui adiada para o dia cima men-
cionado ; o voto dos ausentes considerar se ha
adberndo ao da maioria d >s que coraparecerem,
nenbum ser admitiido por procurador qoe nao
tenba poderes especiaes para o acto, ou que seja
devedor ao fallido, e um raesmo. procarador nao
podar represenur doas diverson credores.
Para homeni.
BOTINAS de bezerro, eordavao, pellica, luslre e
de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de Deierro, de eordavao e de case-
mira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATOES aumancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e j.irJins.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor o de tranca
franceses e portugueses.
Para senhora.
BOTINAS preUs, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATLNHOS de phanUsia com salto, brancos,
pretos e de eflres differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlo!, castor e de tranca.
Para meniuas.
ITNAS preUs, brancas e de odres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavSo.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS do tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Bertas a Napoleio e a GaHhenue, perneiras
moias perneiras para hornea', meias pernoiras
para meninos. ,
No armazem do vapor franoer, ra do Baro
da Victoria a 7.
Mobia de vimes,
Cadciras de fealanco, de braco, de ^uornifoes,.
sofs, jardineiras, mezas, conversadeiras costu-
Teiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e-ga
bneles de recreios.
No armazem do vapor francez, ra da Victoria a. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes-ej
de elegantes modelo, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff & C.: no
vapor francez, a ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodo3.
Perfumarlas.
Finos xtracto, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toirete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
cosmticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas^ sortidas e garrafas de differeotes Una-
nnos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, roa do Barao
da Victoria, outr'ora Nova n. 7. j
Quinquilharias.
Artigos de dilTercntes gostos e
pliantazias.
Espelhos dourads para salas e gabinetes.
Leques para seohoras e para meninas.
Luyas de Jouvia, de fio de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada cora msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
.Divprsas obras de ouro bom de lei garantido, i
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gio.
Brincos a imtaco e bot5es de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de con-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de tres, de praU dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarniedes.
Bengalas de luxo, canna, com castes de mar
fim.
Bengal/as diversas em grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de balat c de murtas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
I'onteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinteiro. "
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preU para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ck mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alle-
mes e francezes.
Malas, bol-.as e saceos de vagem de mar eca-
minhos de ferro.
Argollabas de marfin para as enancas morde-
cem, bom para os denles.
Bcrcos de vimes para nbalar criancas.
Cetinhas^e vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para oasseios de
enancas.
Veeiianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para caadkiros de
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas magieas com ricas vistas de cores em
vid ros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de ores para illumnacoes de
fesUs.
faeil
*
As pessoas que tem pretendido -establecer-,
se no terreno dovoluto que fira or fundos daa
casas ns. 18 e 20 da ra da Florentina, onlc exis-
te a fabrica do serveja, cujo terreno limita-so at
a ra de Santo Amaro, podem entender-se conT o
(Iroprietario na raa do Hospicio n. 33.
MEDIC0-CIRURG1C0
DO
Dr. J. H. Carla
Roa do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas as II ib manhi.
Chamados a qoalquer hora.
Lines de piano.
Urna senhora portugueza, ckegada olmamette
de Lisboa, offerece-se para dar licSea de piano era
casas de famia e por proco razoavel : podendo
dirigir se ruada Auroran. S, prlmeiro andar.

Locado de ski.
Atnga-se um terreno, com casa de moradia
que lem duas salas, cozinha fra, e quatro qoar-
tos arejados, na roa 4e Paysandu, strada da Mag-
dalena, defronte da estrada que vai para o hospi-
Ul portugnez: precurem ra *> Duque de Ca-
xias n. 50, primeiro andar, das M horas da ma-
nha as 3 da Urde.
Pnblifigao jurdica,
A m ni amen tos saare a cimdtrao
dos eseravos e Hliertaos no Brasil.
contendo as principaes qaealoes relativas essa
especie, com as decisoes proferidas a respelto pe-
los irlbunaes superiores -e -do poder eecutivo,
bem como leda a legislacao patria, antiga e rao-
dennssima acerca de cada ma dellas e os ndices
alphabeticos desU ultima ^ pelo Dr. Antonio de
Vasconeellos Menezes de rummond. lete cathe-
dratco da 1." cadeira do 4. anno(diroilo civil)
da faculdade do Recite e advogado neste foro.
Assignase livrarU do Sr. Nogueira,*o arco de
Santo Antonio, e nesUitjnjographia.
0 Consultorio homeopa- ^
tkico M
9. Do Dr. Santos Helio $
< M------Ra do Imperador------41 ja
X Consultas todos os dias das *1 1 da 3
tarde. M
itt Gratis aos pobres. w
B-Il-J- J----------- XX
0
0
Consultas todos os "dias das il al da
tarde.
Gratis aos pobres.
Residencia ra Nova n. 7, segundo
andar, onde d consulus das 6 as 9 da
manha c das 3 as 5 da Urde.
Chamados a qualquer hora.
*
00000 00000

deVAUQUELIN
Resulta das observaces calliidaj petes summ-
dades medicas dos hospilaes e PariS|X)ue o Xarope
peitoral balsmico do distinelo e Ilustre prolessor
Vai iji-ki i\ empregado com ucoesao sempre igual
para curar .
AS DffLAOAC&ES IOS BBOICHIOS E intCCSa 80 PEITI
ronliecidas pelo nome de
BRONCHITES AGUDAS 00 CHROMICM
tSTUMAS, OPI'RI SsnFS, CATiJIRBOS
Defluios, Tosses rebeldes, Extioccio da tos.
A MASSA, peloseu usofacile agradavel sabor, uta
precioso medicamento para as pcssea&que viajam, o*
sao ubiiyeiliis a falla/- mullo. Pars, Phanmacia
VAQELIN-DRSLAniERS.ruadcary, 31.
f nili w iJ u f harwtlji um -le Drttu.
nico deposito, aonde se acia a venda na
casa de P. Maurer & C.
MEUR0N&C.
AVISA1I
. *__------------------------------------------------1. /
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc se pode
confundir com o d'aqnelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ft-C
FUNDICAO DO BOWMAN
RUADO BRM N. 52
(Passando o chafariz)
"PEDEM AOS seobores de engenho e ontros agrcoltores, e empregado rea de m
'jraismo o favor 0e orna visita a sed eatabelecimento, para verem o aovo sorlimeoto
.onplet > qoe ah tem; seodo todo soperor em qoalidade e fortidio; o qoe com a ios
jetcjto pessoal podare verificar.
ESPECIAL ATTBWAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
7mm4aft A i*AToa rl'ao-no dos mais nolernos sy.stemas eem ta-
? apurv O lUUao U a^Ua maobos ccovenientes para as diversas
lercomstancias dos senborea proprietarios e p>ra descansar algorto.
ifflBndflS tk PaTlTia Je todS 0S tamaDD0S> a^Inoelbores qoe aqai
Eodas dentadas p*^">w*"p<-
Taixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques 9 fundos de alambiques.
ffachinismes
Bombas
para siaodioea e algod3o,J
e para serrar madeira.
Alug-se o 1- andar, com a mobilia, do so-
nrvJo na ra estreita do Rosario n. 23
CT 0NFRARIA
do Senhor Bom Jess da Fia
Sacra da Santa Cruz
De ordem da mesa regedora sao convidados
todos os irmaes confrades a eomparecerem no
consistorio de nossa igreja. pelas 6 1(2 horas da
tarde do dia 13 do corrente, aliui de em meaa e-
ral proceder-se a eleic^io de um procurador.
O esenvo
T. J. Ta vares.
Quam precisar alagar tama escrava para eo-
nnhar^tfomprar e faier o mais servico de urna
casa de familia, assim como um moleque de 18
annos para todo o aervieo, dirija-se ru da Sau-
dade n. 11
Baloes aereosUticos de papel de seda mu
de suhir.
Machinas de .varios .ystemas para caf.
Espanadores de palh e de pennas
Tesourinhas e caivetes faos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lanternas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
quadros.
Quadros j promptos cora paysagens e phanta-
zia.
EsUmpas arulsas de santos, paysagens e phan-
Uzias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de lodos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entreteniment das criancas tudo
a precos mais resumidos que possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Oslinlias para costara
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, cna do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n. 7.
Oleados
baratos.
Oleado bonitos e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, roa do Ba-
rio da Victoria outr'ora Nova u. 7.
Na ra 4e Marcilio Dias n. 43, 1. aniar.
precisase de urna menina e um menino de cor
de 12 a 14 annos, a menina para fazer compa-
nnia a dona da easa, e o menino para compras,
dando-se o sustento c o vestuario.
A pessoa que annunciou por este Diario pre-
cisar de i:5"03 a premio sobre hypotheca de pre-
dio, dirija-se ra da Aurora n. 41, 1 andar,
onde e ibe dir quem se propoe a fazer es6 ne-
gocio.
Attencao
Josepha Henri meta de Miranda Barros avisa a
alguns senhores de engenhos, que se acna nes-
ta praca e offerece-se a ensinar em algum en-
genho que nao eeja muito disunte della ; do que
tem bastante pratica : quem pretender dirija se
a ra de SanU BiU, casa n. 89.
U Dr. Casanova
Pode ser procurado a qualquer hora
era seu consultorio homeopathico, largo
da matriz de Santo Antonio n. t, segun-
do andar. No mesmo consultorio ha sem-
pre frumento dos verdadeiros medica-
mentos de homeopathia
4*9*
Manoel Antonio de Carvalho e Silva retira-
se para Portugal, e pelo presente se despedo de
todos os seus amigos e das pessoas com quem
tem relaedes de amisade, offerecendo-lhe o seu
pequeo prestimo em Lisboa, ou em qualquer
parte que se achar.
Podendo todos
ser movidos a mo
por agua, vapor,
de patente, garaetidas........ |ou animaos.
Fodas as machinas ******<****.
Faz qualquer concert de m,chidsmoa pre* mni re8amido-
Ferinas Afl foVTCi SnPntlITIIATIfia^ Incombe-se de mandar vir qoalqoer machinismo i von-
uuviAuuioutidOi ta(je os dientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
E*t compraa por intermedio de pewoa entendida, e qoe em qnalqoer necessidade pode
irados americanos e in8tran,ento 3ericolas
RA DO BRM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
FUNDICAO DE FERRO
A' na do Bardo do Triunipho (roa do llnim) ns. 100 a 104
CARDOSO IRMAO
REI3EBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e melhor obra que tem yindo ao mercado.
V aporeS e f0rsa de i, 6, 6 e O caiallos.
UaiOeiraS de sobresalente para vapores.
iVlOenaaS inteiraS e mei** moendas, obra conw .mnea aqui veio.
I aiXa.S 'tundidas e batidas, dos melhores fabricantes.
KOaS O agua com cubaje de ierro, fortes e bem acabadas.
LOdaS dentadas de todos os tnjannos e qualidades.
RelogiflS e apitOfl para vapores.
Bombas de ferro, de repucho. .
AraaOS de diversas qualidades.
Formas para aSSUCar grandes e pequeas.
ConcertOS concertm coro promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar aasentar
ditas machinas^ e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Barao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
______ FUNDICAO DE CARDOSO IRMA O.
* Consulte iedico rinrgico
* do 0i
0 Dr. Americo Vespucio. *
0 Riia do Bom Jrsus, Antiga 9
Chamados a qualqoer hora, e para 'J
W( fora da cidade. g
1/X Consultas de I hora s 3 da tarde. A
2 Gratb aos pobres.
W. Especialidades : 9.
Partos e molestias da nretra. operario M.
lina ni:li*nil>iiYiiir>lno r\.Iy\n wt^tmmmmu* ^^kT
^ dos estreitamentos
mais modernos.
pelos procesaos os
A69SrO g03ft*]ies
a'
onsnltorio medico cinirgico

Dr.

DO
Ferreire.
Amigo gabinete de seu pal, roa larga
do Rosario n. 20.
Cura de lijdrocelles sera injoccao
com punecao capillar.
Abertura de abeessos e e.xtracco de
derramamento serosos, pelo a-pirador
de Potain.

SS
G. A. Schiiorbiisch.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachuellos.
Demcratas. y
Suspiros.
Conchas..
Operas. -j
Prncipe de Bsmarck.
Trabucos.
Bahas.
Deposito em Pcrnainlutco no armazem de Cunl.i
& Manta, a ra do Mrquez de Olinda n. 23.
Capelbo.
ir>i?T Jer i'"a de S- FwBeiseo, deseja con-
tratar um canellao para celebrar as missa, nos
domingos e das nntaa na casa de detenCo
consitorio da
- nos
tantjs na casa de detenco : a
tratar com o irmao minitro no
mesma ordem.
Costureira.
Precsa-se de una senhora habilitada
turas e bordados : a tratar na
loja.
em cos-
rua Nova n. 31,
E' esta a quantia destinada pessoa que prender
e trouxer a ra da Cadeia n S3. o ese'ravo Anto
nio.qne fugwda propnedade do Sr Juquim Hen-
des Forrera, na.cidade do Pene^fo, provincia da,
Alagoas, cujos signaes passo a demonstra los ea-
tatura regular, mulato, rosto meio coniprido
bastante descarnado, e o sgnal otis caracterisUco
o de ter o dito escravo o dedo polegal a m3o
rr[h,L!T m.Viment0 ; e cf"stando que est
trabalhando ahi.naestrada de ferro de S. Francia-
^m'S? 5ao troait0 cus,oso a TUalquer pes-
soa, amante dos cobres, agarrar e traze-lo
Carros de luxo.
Papel de liiilio viado
a 3|000
Ciixeiro
Precisa-se de um caixeiro, del 14 annos,
com pratica de Uvero : a tratar na, ro ta Rita n..
Estrada de Ferro Pa-
raensc, do Para.
Tende a assembla geral dos accionistas da
Companhta Urbana da Estrada de Ferro Pranse.
autorisad a venda desta empreza, a commisso
eleita para este fim receber propostas para a
compra da mesma al o dia 10 de novembro pro
ximo, no Para, podendo os proponentes obter des-
de ja as circulares, e examinarem os esututos,
bem como 03 relatorios da compan1 ia. de 1870,
1871 e 1872, no escriptorio do Englisb Bank ol
Rio de Janeiro Limited.
Aluga-s
o primeiro andar do sobrado n. 3 da roa da Im-
peratriz, tendo gaz em todos os quart a e salas, e
todo pintado de novo e forrado a pape!: a tratar
no mesmo n. 1.
E inqnestionavel que a eocheira da raa do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiquete, bailes e actos da ac- ia re?ma. o verdadeiro papel de linho grosso mar-
demia, sendo os meamos ajaezados de excellentes "ado> proprio para cigarros de polica, para
parclhas de animaes, arreos luxuosos e boleeiros Sr8- 'ogneteiros, e para outros muitos misteres:
com fardamentos do ultm\i gusto, para o que se *?.no armazem de Jos Domingues do Carmo e
convida ao publico a vir por mesmo scientifi-" dra a roa da Midre de Deus n.JI0 %
car-se da verdade do que deixam^ dito, certos de Q verdadeiro fllTTV** dn Pin
que nao encontrarlo pomada, e strf realidade e. ^"WdtU 1UJJKT UO XUO
com modos precos. OVO /
No armazem de Jos Dj-iragues do Carmo e
Silva, ra da Madre rv^eus n. 10 A,' armazem
de fumo. ^
SER VEINTE
De botica,
Tiffrf H? ^m Dratica : n* Pharmacia
Torres, a ra de Marsilio Das n. 138.
AlBg-se ~~
o armazem do sobrado n. 13, sito roa do Bom
Jess : a traiar na rna da Aurora n. Si.
A familia honesta que precisar de un.,a mo-
ca para costurar, dirija-se roa Velha n. 59 J
tcnara com qaem tratar.
mucama
Ofierece-se
nho, com
Florentina
Grande
Las escossezas
rs. o' covado
Boa 4 Cresp
de D vois a SfSOO a late no armazem de Jos Do-
mingues do Carmo e Silva, i ra da Madre de
Deus n. 10 A, armazem de fumo.
Aluga-se
ndo andar do sobrado da travessa do Cor-
n. 25, com eomm< *
a tratar no armazem d
anto n. 25, com commodos para peonena fa- Vi
mllia -- -------
mesmo.
Atteneao
Quera deixou por esqnecirnento um nar d hn
tinas, dando os signaes certos, Ihe ser enL
namadoCahogn.H.loja'deiotes eD,re'?ne :
Mucama.
,a.!a da Alpria n- Precisa-se alogar urna
acama para andar com urna menina.
'ere-s um hornera para feitor de enee-
haataate pratica : a tratar na ra %
U- 4.
doen^nn?Sy^Vorador >--hor
c*w!? 1, ar<>ru, aceitou ires letras a ven-
cerem-se em maio do 1873, 1874 e 1875 e n
vencmento da primeira me era de f-woooo
J? edescontou as Vas qtt, erm de _'
e neni tao pouco muulisou sua firma, guardou-as'
porem succede qua desfncamlnhaam-se do poder
do abaixo assignado, sera qne saiba o fim que le-
va ara: portento avisa a todos em geral e cora es-
pecialidade ao commercio que nao racam transac-
Cio alguma com ditas letras, e qne se por ventura
forem apresentadaa se descienda auloridade
competente, assim como roga anda que em tal
caso se d aviso, pelo que se ob ii/a a dwoaia.
Engenho Carauntr, .8 de agosto de 187}
Femando Paes de Almeida Un.
Aluga-se o 3* andar
rio Tenorio n. 20 :
n.7, cora Jorge Tasso.
do sobrado da na do
tratase amado Amorim
f
1



A
'
Dado (tePm&mbuco Sesuda feiiMS'de Sembr de 187J,
. 1^ "U..UI t
Ak|-se a bem eouheciijo e afrcguezado afou-
P*> pstoo do Pn raiza em balco de pedra
* o qual tcm cinco tainos, balanza o pe-
e: a tratan na ra do Crespo, loja du Passo
m. 7, nato ao urco de Fanto Antonio.
PENHORES
Na travessa dama
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre, pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
eompra-se os mea-
mos metaesepedras.
COMPRAS.
Compram-se algumas portas e janellas, de
lonro ou amaMV bem como forros e portad*
para as mesmas, jtasades, mas era pereito esudo:
no largo do Porobal n. 13.
VINDAfi.
- Vende-se a taverna da raa larga do Rosarlo
i e aproprtada paja outro qualquer
tratase na mesma.
estabelecimento
..--S "una SsQS&H i3Z3S"%!
Preciase de urna ama para t do o servico
da nasa casa de comprare entonar, forra ou es-
crar*: na rua Duque de Caxias n. 22, i' andar.
Fugio no dia 9 do corrente a escrava Mara,
oora u* signael siguilos : cor parda, cabellos
earapniho., luixa, cornuda, corpo regular, usa
do cabello apurado o aberto ao meto, tem falta de
dente* na Ti ente, toma muito rap, anda calcada
cora tepana <\s casemira clnzenla, de salios, Ievou
diversos vestido* e cnaie novo de listras ames ;
coi'Sfci i|ub osla acontada n'uma casa de faojilia
no Recife, mde ja foi vista : roga se s antorida-
ds p.ili,'iae< que a apprenendam e levnn rua
m lm-r atriz n. 6, aonde sero bem recompen
Ouereee-se uina ama para cozin 'a, mas nao
eomp.-a : na rua da Cadeia n. 2i.
Attengao
100$000.
Gralifica-se eorn esta quantia qualquer pessoa
que agarrar urna muala de nome Balbina, baixa
ebria d.> r.Tiio, cabellas cacheados e ralos, tend
sido ftirtaJoa lia lempos, e presentemente amarra,
lisio curto, com urna pequea cicatriz em urna
das s..l,r.i ,'i-Jhas e outra hu urna das mitos pela
paite de lentro (|ue nao Dude bem abr-la e
lendo '> nmasiada com un soldado do 3%'foi
presa i'ortetaa das Cinco i'ontas, e andou fu-
Vda em Govanoa, IguarastU e Itamarac como
nome du .'.Lria : quera a pegar leve-a ao Caminho
Hoto, em rasa do Sr. Joaqnim Luiz Goncalvos
rena, un a iua do Viscondc de Goyanna n 89
Caixei
iro.
Preo.-nse de iim caixeirode 12 a 11 annos,
com prali.-a de (averna que seja brasileiro : a
talar na rua ilc Domingos Thco'onio n. 2.
- avsa-ia ao Sr. Pedro Barbosa Cordero^por
nao saber desua residencia por ser fra da
enfade, paca comparecer a rua do Visconde de
Boyara, mo do poriao n. 63, afra de sabor de
un- Begoeio de tra, em a -*|ual S. S. interes-
ado, etc.
Tosepha Clara da Silva,
Jos Domingucs do Carmo e Sil-
va, roga a tolos os amigse pa-
n-nte* para assUtlrcm a nina mis-
en que manda diier pola alma de
s seropre lembrada ta Josepha
da Silva, fallecida na villa
.....
Vende-se urna boa carroca de muilo bom
|go : na Tamarfeaira n. 4.
Agua-Fria.
Vende-se um terreno era Agua*Fria iuolo da
casa que foi do Exm. Sr. Molla, leudo o dito ter-
reno 200 palmos de frente e 470 de fundo todo
cercado : a tratar na pharraacia americana, na
rua Pugne de Caxias n 57. '
Nao duvidem
S na rua do do Crespo n.
20,^ loja de Guilherme &
C. que se podem vender
as fazendas abaixo, pelos
preoos seguintes:
Lasinlias escocezas a 240 o covado
Ditas de l.stras padroesnovoe a 280 o covado
D tas com listras de seda a 400 rs. o covado
Alpacas com listras a 500 rs o covado
vado91""10 aS8etinado Para ^P3 360 rs. o ee-
Chapeos de sol de seda com cabo de omo a 81
2?SS o'So"icaDO com aeao de-
Bnns pardos e de cores a 400 e 440 rs. o covado.
Brim branco lona a 1*600 a vara
Umbraia preta com listras e flores brancas
propnas para luto, a 240 rs o covado r"c*8'
Dita- finas de cores a 2*3 rs. o covado.
vado* Para camas e v'*wa 440 rs. o eo-
Chitas rxas e de cores a 200 e 240 rs. o co-
V3QO.
Grosdenaples preto de cordao a 2400 o covado.
Colchas adamascadas a 34500 e U
Ditas de croch a 54.
Coberias de chita adamascada a 31500
Loberlores de Id escuros a 21
Lences de bramante if.
Ditos de algoda a 1400.
Toallias alcochoadas a 61 a duzia.
Lencos de cassa com barras a 14 duzia
Ditos ditos de abainnados a 14 a duzia.
Ditos de esguiao a 34JO0 a duzia.
Umbraia lisa a 34 e 4*t00 a peca.
Dita \ ictoria fina a 3i800:
Cortes de casemira fina a 54
Atoal.iado a 24 a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de linho,
cadana PrCC 38*000 a dazia e 330
po^ n2o'Ja d Guiiherme 4 C> rua d0 Cros-
Fustoes de cores.
Cortes de fusilo de cores para calcas 14000-
> na rua do Crespo n. 20, loja de Guilherire
Joaquim Jos Gonealves,
Bekrao & "Filhas
Teent paraj- vender o a escriptono ral: da
Conimerei* n. ,: ~ -
AGURDEME de caj:
de laranja, dem dem,
ARCOS de nao para barrii.
CAL de Lisboa, recenlemante chegada.
CHAPEOS de sol, para lomem e senhora cabo
de marlim e taso.
rEIXBS de ferro, para porta.
FIO da algodlo da Baha, da fabrica do comraen-
' I"'!!' V
i. .>, o segrate :
tiaixa de 12 garrafa.'
mendador Pedroio.
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
PANJO de algodao da Bahia, da fabrica do
mendador Pedrozo.
RBTROZ de todas as qualidades, das fabricas di
,. 1>or< e Eduardo Militlo.
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPAHRLHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamanhns.
VINHO engarrafado do Porto, eaixas de 12 fiar-
ratas. *^
dito Moscatel do Douro, dem idem.
dito Setubal, eaixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, eaixas de 6 lar-
raas,
de Collares superior, em aneoretas.
de caj, eaixas de 12 ganaba.
Malvasia do Douro, eaixas com 12 gar-
rafas.
Carcaveltos, idem idem.
J
c
i
c
<
c
c
Chapeos para seirtwras.
Araaral Nabuco a reeeberam um com
sortimento de chapos de palha.de Italia,
e volhido, pretQs.para luto, e de cures enfei
com bonitas flores e fita : vendem no Bazar
ra, a -ua do Bario da Victoria n. 2, antiga.nu
O
'
FUNDICAO DO BOWMAN
PASSANDO O CHAFARIZ
UA. no IIRUM T.
Recommenda a attenclo dos Srs. de engenhos
jseus vapores de diversos systemas com os ltimos
melhoramentos em todo o tamanho, e preco regular.
BAZAR B
Boa do Burila da Victoria 11.22.
OE
Caroeiro Vianuii.
Nova.
Insignias acolis.
Amaral Nabuco & C. vendem insignas i
Capeflas fnebres.
Amaral Nabuco 4 C. reeeberam um completo
soriimento de capellas fnebres cora diversas ins-
cripcoes e vendem por commodo preco no Ba-
zar Victoria, rua do Bario da Victoria n. 2, an-
tiga rua Nova. '
Angolas legitimes.
HVende-se em casa de Okel Bindaoss 4 C. na
ruadoBomJesuan. H, os verdadeiros angolas,
qae foram da casa dos Srs. T. Jefltries & C
Vende-se
trastes de Jacaranda e amarello com pouco uso
em perfeito estado, e tambera um meto apparelho
de lonca para jamar e um dito de porcelana, fino,
branco, para almoyo Vende se por ter o dono d
se retirar para Europa : na rua da Imperalrlz
As nicas verdadeiras
Bichas hainburguezas qne vem a este mercado:
na raa do Marquoi do iHioda n. 51.
Vende-so o sobrado de uirTaadar sito rua
Imperial, canto da Iravessa do Lima, prximo ao
chafanz, o qual est situado em lugar mnito- apro-
pnado para estabelecimento commereial, a que se
tem sempre prestado, tem bom quintai e cacimba
etc., e tambem se arrenda : a tratar na raa do
Hospicio n. 35, das 7 s 11 horas do dia, e das 3
as b da tarde.
Luvas de Jouvin.
iMu9rrescas' ch('?a*'as "o ultimo paquee-: na
toja do Passo, rua Primeiro de Marro n 7 A\
antiga do Crespo.

i,
Penha, provincia da Parahyba,
lindo, cuja naissa ter lugar na
d < rorrenle s 8 horas da ma-
: h ioa-Vbta, trigsimo dia do seu
1 qnu desde ji so ronfessa sum-
.....'" :i wdaa as peasoaa que assntirem
sndade e verdadeira
religiiio de
d VENDE-SE
no oslado era que se acha o sitio existente na fre-
Riiezia dos Afogados n. 21, boje becco da travessa
dos Remedios n 18, em chaos proprios : quem o
pretender entenda-se com n m'sraprielailoju
rua de S. Francisco de (a cidade
para rua Bella, sobrado n. 10.
como quem vai

Antonio Jos de Castro
Azevedo.
tose Mara Je Azevedo, l).
C&valeanle .vz-velo, irmios o
Maria de Oliveira
cunhada, agrade-
i is ai peasoaa que se dignaram acompa
estMS mortacs de seu sempre lembrado
Bma o ii:iiaJo, e de novo es convidara a as
s.-!ii-,io i niissa do stimo dia. que mandam ce-
lebrar ... uatriade .s.S. da Paz Jos Afogados pc-
h 8 :. ras ia utatibido dia IS do corrente,
! 11 agradoeera o se con/essam elernamen-
togr..l( o res.-o ;. lado reMgijto e caridade.
.. --.;*- mssFn i mmmm
Autonlo Jos Leal Reis, sua mu-
lii-r c lilhos cordialmcnte agrade-
cen ios iona prenles o amigos
qoe re dignaran) acompanfar ao
cemiterio publico o rorpo de sen
llnaJo filho Adolpho de Lemos Leal
Reis, e igualmente o fazem pelo
e par cimento s miaaa ccli-lebradas hoje, se
ttoio dia J eu liassamento.
iproveileni!
Aproxima se o mez de
Nova Esperanza, rua do Duque de Caxias *1
tem de dar o seu bataneo : o enmn 6 h dezembro, em que a
n. 6
e eomo sabido
roiudezas, me tem dito esta-
3S da
TJ2
Ihddi
rretsa-e le um trabtv
lo'r para b. ter assucar : na
rtfiaaqd da rua do R/ingel n.
43.
grande deposito de
beleeimento, nao s de argos da moda e phan
tasia, como lamb m do objeclo de le; e como
realmente contiendo que mnito mas imna-
le o contar se miudeza do que eontar-se o cobre
a Nova Esperarla tem resolvida vender por me-
nos to % do une o preco do cestume, para desta
forma minorar o traballio do balando : por esta
raaao os apreciadores do bom aproveitem e ve-
ntiam ver como se vende bom, bonit e barato.
Bons terrenos.
Vonde-sti barato, terrenos proprios, em lotes e J
vontode dos compradores,, junto e as circumfe-
rencias da eslaro da Boa-Viagem, logar sandavel
e bastante concorrido, mnito proprio para edifica-
caies, por ter em sen Cavov nao so o vapor da
manlia e a tarde, como o privilegio que isenta de
pagar passagem por dez annos a quem edificar, e
o estabelecimento dos bonds que se projecta : os
pretenoentes tntendam-se na thesouraria das lo-
teras.
^~ JQk' este grande eelabeleciment tem che-
gado um bom sortimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
*o garantidas por qm anuo, e tendo um
perfeito artista para ensinar aa mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim eoncerta-las polo tempo tambem d'um
anno sem despendi algum do omprador
ueste estabelecimento tambem lia prtenlas
para as mesmas machinas e so suppro qual-
quer pera que seja necessario. Kjtas ma-
chinas trabalham com toda a perfe*;o de
um e dous pospontos, franze o ImjthV toda
qualquer costura por fina qpe soja, seus
precoss*> da seguintequafclmlo : para 1ra-
balhar a rnao de 309000, '0?S00i ioJWO
e 50^000, para trabalhar rwn o \>-.' sao do
800000, 90*000, OOPOO, HOJO,
1200000, 3O0OOO, 150J?0. 2000000
2500000, emquanto aos autores nao ha ar-
teraco de presos, e os comprm5on;s podero-
visitar este estebeleciment, que muito de-
vero gostar pela variedade de injertos que
ha sempre parvender, como sejptn : cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para saMs, ditos de balanco, ditas para
crianza (altas), ditas para escolas-, costurei-
ras nquissimas, para senhora, despensaveis
para criancas, de todas as qualidades, camas
de forro para hornera e crianzas, capachos,
espelhos dourados-para sala, grandes e pe-
quenos, apparelhcode metal para eh, fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditoavulsos, colheresde metal GtM.eondiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para- cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objeclos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito dovem agradar a que visitnrem este grande estabelecimento
que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nila at os 9 horas da. noutc
Rua o Barao da Victoria n.
22.
BAZAR NACIONAL
Rua da Imperatrz n. 72
DE
Laurenco Pcreira HenilesGnimami
maisbarato qwor poasivel.
Declara a scus freguezes que tem resolvido vender
saber:
Nao ha mais cabellos
trancos.
I'KKI'AHADO K10
C. AYKIl O o.. ,1*
Kstados Unido.
EM FRASCOS PEQUEOS.
Louoil,
W. E. CASELS k Oa., Agentes Qeraes no Biwl.
Dqssr$os Alves latois
tem paca vender em seu eseriptorio. rua
do Vigario n. 21
Formas de ferro galvanisados para purgar
assucar,
Potassada Russia, em barris do 23 kilos
cada um.
Se unirapprovada- pelas academiae-de
scientias, reconhecida superior a toda que
tem apparecido at hoje. Deposito princi-
pal rua da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, i. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro.__________
BICHAS DE HAMBRGO
As mais recentes e memores.
Vemlem-sena pharmnoia e drogara de-Bap
tholomeu A C, rua Lar^a dnsario o Bis. 3i.
CHITAS A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas cora to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 820 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASIWIAS A 200 RS.
Vendo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidosa 400,500,
6*0 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 10600.
Vende-se cobertas de chitas de cares, a
13600 e 20000. Ditas de pello a 10400.
Cebas de cores a 10200, 20500 e 40500.
CHALES DE LA A 860 RS.
Veade-se chales de la do qaadros a 800
rs. e 0000.
Dito de merm a 20, 30, 40 e 50000.
CAMBRAIA BRANCA A 80800.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 30, 30500, 40, 40500,
50 e 60000.
SAIAS BRANCAS A 20000.
Vende-se saias brancas e de core, para
aenhoras, a 20000 e 20500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
raens, a 500 re. Chapeos de palha, pello e
massa, a 20, 20500, 30000 e 40000.
MADAPOLO A 30000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
30090. Ditos ingleaes para os precos de
40, 40500, 50, 60000 e 70000.
ALGODAO A 30500.
Vende-se pegas de algodao, a 30508, 40,
e 50000.
BRAMANTE A 10600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 10600, 20 e 20500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAQO DE SABONETES 280RS.
Vende-se urna grande poredo de sabone-
tes ingleses, a 200 rs. Ditos francezes cim
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
I CORTES DE JIM:DEORE8 A 10500,
Vende-se cortes debrim de corai par
caiga, a lfW 20000.
BOT1HAS A saat
Vende-se botinas^ar4anoras, a 30800
30500, a ellas antea que se acaben.
ROt'A PE1TA KACONAL.
Vende-se camisas brancas, a 1#600, 2*
20500, 80000 e 40008.
Calcas de casemiras de cores, a 50, ti .
70000.
Palitts de casemira, a 40, 60 a40800.
Seroulas a 1 9 e 10688.
BRTMDECORESA440 RS.
Vende-se brn de tedas as cores a 4.
rs. o eovado.
LENCOS BRANCOS A 20088 A DUZIA.
Vende-se a duzia de lencos brancos,
20OOO. Ditos com barras decores a 3000
Ditos de linho a 50000.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalhas para rosto, a 800 rs. .
10000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 508 RS
Vende-se^tavajas de seda preta, a 50*
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 288 e n*
rs. o,covado.
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vonde-se bonetes para meninos,, a 1050*
ESPARTILHGS PARA SENHORA A 3050*
Vende-se espartilhos para senhora.
30500.
A800RS. 0:COVADO.
Vende-se gronadines com listras-de seda,
para vestidos de senhora, a 800 rs. e I0OO
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 60000.
Vende-se rieaseolchas de crocbetpara ai
masa 60000.
PANNOS DE CROCHET A 10500.
Vende-se pannos de crochet para cadeiras
a l,5500e 20080.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se liegas de cassas para cortinadns
com 20 varas, a 100000 e 120OOO eoutrs
muitas fazendas em liquidado.

N. 4Rua do Cabug5. 4
JOSEPH RBAUSE Acna-se na casa da travessa das Fonnosas,
bb aterro ios Afogados, una catira (bicho) que
linda pela eslraa de S. Fiantisco : a pes-
an a quem faltar dita cabra o der os signaes
ewtos, (lmja-se referida cas^, que reeeber,
Hamli> a> desperas do nuMUldo, e igualmente
as .jue se tem feito com a mesma.
Comedorias.
Rn rnn do Mrquez de Herval, antiga Concor
*a n. 16, forneco-st almoco o nntar em casa
articiiL".r, assim como manda ?e levar para fra,
Sarotirto 4 bom tratamenlo o asseio.
IKGOMMAJEIRA. *
Precisa-se d'uma escrava que seja boa
eng iminadeira. Em S. Jos do Mangui-
ho sitio n. 2, com porto e gradim de
ferro, antes da rua Ja Amisade.
O Dr. R. Vianna.
M<-(2co operador
Es|iecialid
das vas genitu-ourinarias".
Opera os estreiUimeiitos da urethra
peta i-lectncidado pur mu processo inlei-
rameiite novo, sem dor, garanlindo a cu-
ra radical era poucos dias.
C"nsuiia8.=do mel da s i horas
(gratis aos pobres).
Cbamados.Por cscripto a qualquer
hora.
Itua do Vigario o. 1, segundo andar.
Vende-sc urna escrava de 18 annos, que co-
zinlia bem o diario, lava perfeitamente e eogomma
seffnvel.: na raa Augusta n. 204, 1 andar.
Vende-so dous escravos pardos, de 21 e 27
annos de idade, cozinheiros, 3 moleques de 10 a
17 annos, 6 bonitas negras de 15 a 22 annos, com
habilidades, bem cerno outras sem habilidades :
na rua de Hortas n. 96.
Vende-se a taverna da rua Imperial n 107
com poucos fundos, propria- para principiante e
urna das melhores do lugar : quem pretender di-
nja-se ao mesmo estabelecimento que achara com
quem tratar.
Vende-se uina quasi nova com caixa e arco :
trata.se na rua do Imperador n. 41, botica borneo-
palluca.
operador e partefro.
dades.Operacks e molestias
16^000 a libra.
de relroz do Porto de primeira qualidade ; ven-
de J. A. Moreira Das, em seu armazem rua do
Bom Jess n. 26.
Boa acquisi^ao.
. Vende-se urna parle da casa e sitio da Ponte
de Lehoa, entre os sitios dos Srs Dr. Bento-Costa
e Mendes, garantindo se a venda da outra parte
pelo respectivo co-proprietario : a iratar na rua
Primeiro de marco, 12 n. 1. andar, escriplorio
MOLESTIAS do PEITO
HYPOPHOSPHITOa
OQ D? CHURGHILL
XAROPE OE HYPOPHOSPHITO OE 500
XAROPE OE Klf OPOSPHrrO Df CL
PILLAS DE HtPOPH0SPHIT0*DE OUININO
CHLW0SE.C0RES PALDAS
MROPE OE tWrDPHOSPHITO BE FERflO
PIUJLAS OE KWOPHOSPHITO DE lUHCAflESIA
TOSSEBBONCHITS ASTHMA
PASTILHAS PECTORAES 00 CHURCHILL
Exigir para os xaropu 0 frico fuairad
o m itii-a > proiuctot a aselpiatura do
D' CHURCHILL, e o lotuiro com a maje*
de, (abrkd da pharmacia, SWANN. 11 m
CKflKo. PAKIS. '
Rua do barSo da Victoria n. 25.
SEftftEDO ECOKOMU E CELERIOADE.
Obtem-se com o uso
INJECQO SHOSJ
Bnica, hygienica, radical e infallivsl na cu-
ra das gonorheas, (lores brancas e Husos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
eflorece como garanta desalmares resultados
a continuada applica^So que sempre com a
maior vantagem se tem feito della ns hos-
taes do Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartfeolomeu
Je C, rua Larga do llosario n. 34.
di:
GOMES DE MATTOS & IRlAO
Avisara-ao respeitavel publico desta cidade que o sortimento de joias, de subido va-
lor, que exista em seu estabelecimento, est completamente reforjado com o mais ele-
gante sortimento de novas joias, que reeeberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando elle do mais variado sortimento do aderecos Boulevard, pulseiras do
ultimo gosto com podras preciosas o sem ellas, brincos d'argola, agraffes para relogio de
senhoras, delicados aderecos para meninas, meios aderemos-de camafeu lindissimos, voltas
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e-de platina, variada qua'otidadt
de botes para punhos e peito, com emblemas mneonicos, de nix, tecido de'-ouro, cama-
feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em anaeis, rozetas, pulseiras, alfine-
tes e botes, e outros muitos objectos de ouro de melhores fabricantes de Paris, que se
venderao com grande reduego de precos, por serem ellos recebidos directamente de seus
commitlentes.
Os propietarios do acreditado ML'ZEU DE JOIAS, ten/)o seu estabelecimento aberto
at 8 horas da noute, convidam as familias que se quizerem prover de lindas joias, a
virem escolhe-las'vontade, para o queeslo em expsito nos mostradores.
Terreno.
Veade-se lu paluids de terreno, eom 300 de
fundo, em chao proprio, no lugar de Beberibe de
Baixo, com frentn para a rua dos Clrigos, o
qual se acha livro e desembaracado : procure na
rua dos Quarteis ti. 1C, segundo aaar.
Por 300| vende-se um bom* piano de arma-
rio, usado, com muit) boa voz : na rua do Vis-
conde de Goyanna n. 129, das 5 horai da tarde em
diante.
- Vende-se urna casa na rua a Ilpra, junto
ao becco do Espinheiro, com bom terreno e boa
caciUiba de agua de beber : quem pretender com-
prar d.rija se a rua da Impcratriz n. 79, loja de
funileiro.
AtteiiQo
OITereca e urna seaftra portujrueza recente-
mente chogada para ensmar meninas em algum
engenho, ou uesta cidade, ensinando inslniccao
uriir:a: i;i, bordados de todas as qualidades, flores,
te. : qiii-m precisar dirija-se a rua da Impera-
MiB.-a, loja^_____
Boa oa^a para
amar
nu d.) lt-1 n.p,
alugar.
AldRa-se urna boa c"sa n0 pL,o da "Papella, a
do lt: 1 n. Jp, cora i saLx-
Bra, quintal murado e a1
P-J?^01" 2 luarltf e puziuiu
i murado e amendre na renle, multe
Mpria para passar a fesa^por flear prxima do
iaad, la-, apreciavel to verlo, e preco commodo:
kafar ua iravesu da Madre de Dos a 19
Alcncao!
Aos aiuigot do bom e barato.
Grande Ikjtaac?) de fazendas e roupas
feitas, na antiga ioja do Papagaio, rua
da Imperatriz n. 0.
Os proprietarios desu. ^slabeleciraento, deso-
jando vender por menos de /o(o do que em ou-
ira qualquer parte, fazem pul :o s Exmas. se-
nhoras e seahores que desejara t^~r boa acqulsi-
cio de fazendas de diversas quaii des, assim
como de grande porfao deroapas el^a. Venham
ou mandem na loja, porque a dinheiro torrase
por lodo preco ; rua da Imperatriz n. 40..
Na rua da Viraco n. 5, vende-se um ter-
reno > seis mil ris o palmo, tem 60 de frente.
Na mesma casa precisase alugar um sitiozinho,
1ue. a s tenha boa sala para aula ; etnbora
tenha dous ou tres guantes sameate.
= Vende se a Uverna alte oa rn> imperial n.
4, com noucos fundos e tendo commodo
familia, por er o doao de rerar-se par^'
a Iratar aa mama. r
Hesperedina a 16^.
Vende-se em eaixas com 12 frascos, no arma-
em de Franco ta Cunha & C, a rua da Moeda
n. 47.
Ucsperidlaa
Xarope d'agrio do Para
Antigoe concekuado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
oomo a phtvsica bronchites, asthma, etc.,
applicado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Verdadeiro bter hesperidina, superior e acre-
ditado : i venda no armazem de Tasso Irmios 4
C, rua do Amorim n. 37.
Vende-sc um porto de ferro grande e no-
vo; a tratar na Ponte Velha n. 10.
Calcado barato
Loja do Arantes, praqa
da Independencia ns. 11,13
e 15.
Bous lerrenos.
No lugar denominado Salgadinho, e junto,
a estaco da estrada de ferro do Olinda,
vendem-se bons terrenos em lotes ou peda-
eos a vontade dos compradores, com a fren-
te para a mesma estrada e os lados para
outras, e bem assim urna pequea casa do
taipa nelles situada.
Estes terrenos tem diferentcs arvores de
fructo e sSo ptimos do plantario e ven-
dem-se por presos baratissiraos. Os prc-
tendentes entendam-se na thesouraria das
loteras.
TASS0IRMA0S4Q
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilbo.
Canos de barro para esgoto.
Omento Poruand.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarogar alfodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinaa em garrafoes.
Lentilhas em garrafoes.
Hlium da aJmaica.
Vinha do Porto velho eagarrafado.
Vinho do Porto superior^ di'o.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradas inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freree.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em salmoura.
DftOGARIA HOMEOfATIIICA
DA
Viuva do Dr. SabiDO O. Lud-
gero Piaho.
do Rio de Janeiro
mazem n. 16.
Ca
vende-se rua do Vigario, ar-
Botinas de cordavo para hornera a
Ditas de pellica, canos altos, para senhora
Ditas de chagrem idem idem
Ditas de pellica a Luiz XV idem
Ditas d dita gaspiadas, canos altos
Ditas de dita ditas, canos altos e baixos
Ditas de bezerro para menina
Ditas de cores, v canos altos
7*000
3000
61000
80C0
8<000
3*1X0
4*000
5*000
Ru do-Csbug tt. 11 A.
Vende-se um escravo moco proprio paaf enae-
nho ou padaria, por preco muito em cont.
J. t Doyle.
Tem para vender :
Cognac do Hbrtessy, superior e verdadeiro.
Viaho Xeres das melhores -qualidades'.
Bittexs de Angostura.
Whisky.
Qi preto em latas de 10 libras.
Todas as preparcOes chimicas do Dr. Ayer: no
armazem da rua do Commercio n 38.
E BARATO!!!
43 Rua do Bartto da Victoria 43
Contina esta antiga casa a ter sempre venda
os melhores medicamentos bomeapathicos em gl-
bulos e tinturas, tanto em carteiras como em eai-
xas, de diversos lmannos, peles seguintes precos
fixos :
Em tinturas
*
31*
40*
55*
80*
Em glbulos
1 cartetra ou caixa de li
medicamentos
1 dita dita de 34 ditos
1 dita dita de 30 ditos
1 dita dita de 36 dos
i dita dita de 48 ditos
1 dita dita de 60 ditos
1 dita dita de 130 ditos
Tubos avulfos de qual*
quer medicamento
Vidros avulsos idem
OpodeldOc do Rhus, de
matisrao.
10*
t5
20*
24*
30*
a*
50*
500 rs.
1*000
Bryuni .
c

para rbeu
Vende-se um porco muilo novo e gordo e
urna cabra bicho muito boa de leile : a tratar
roa do Visconde de Goyanna n. 161.
As pechinchas estao-se acabando, na loja n 43
da rua da Cadeia do Recife, onde tem urna ban-
deirola com o titulo cima : quem quizer sortir-se
de fazendas para casa por menos que em outra
qualquer parte, nSo perca tempo pois restam pon
cas.
ThcMouro horaeopAibleo ou VatU.
iiiccuui lo Homeopatha, pelo Dr. Si-
bino O. L. Pinho, 3" edicao accrescenteda e me-
Ihurad.i.
Pcqneno gula honieo*iathleo, conlen-
oo as indiea^Ses necessarias f-ara o euipreg
dos principaes remedios bomeoiaiicos
D'seripco e tralaiueniu das febres
cxoiilhematicas (bexiga, sarampos, es-
carlatina), acompanbado de um artigo sobre
erysipela, ele.
Deserlpc&o, kyarlene p Iratwmentu
da Celare aniarHIa.
Vende-se urna negrinha de idade de 14 an-
nos, preta e bonita figura, com principio de hab-
lldade, recolhida de casa de familia : na rua de
n. 110.
Hortas
Vendedoras.
JPotassa
da Rusta verdadeira em meios.barris, desemLar- .
cada hoje do patacho allemao Friede no arma-1 Vende-se um consollo de macucuuba, na rua
zem de Jos Mara Palmeira, rua do Bispo Sar-ldamitri* n. 44, 1" andar, e urna marqueza da
fllnlja 9, oatr'ora EncantameDto, I mesma madeira : ua rua do Encantamento n. 3,
Precisa-se de mulheres livres ou escravas que-f
se aluguem para vender com teboleiro : no sitio
da capella, na Mangabeira, estrada do Arraial.
Vende-se um excellcnte sitio em Beberibe to
Baixo, junto estaco do Fundi, murado na
frente com porfao de ferro, cora urna bonita casa
de pedra e cal, tendo 4 guarios, !! salas, 1 gran-
de slito, cozinha tora, com 400 palmos de frente
e 4,860 de fundo, sendo de matta, com excellenle
cacimba, agua de beber : quera o pretender diri-
ja-se rua de Pedre Affonso, anlijra rua da Praii
n. 37.
Vende-se
um excajlente eavallo no.yp RToprio para cabriolee
e se|la, por preco muito a cenia ; a tratar e t*
naruadorum n, 76.

t -.
-
i

V,*


55
Diario de Fe*nambuco Seg&da feira 15- de Setambro de i&?3.
ir*

SOARES LEIIE, fflMOS
NICOS AGENTES
A
Rua.de Baro da Victoria n. 28
lfl mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Pars, em 1867, foi concedido
Elias Howe Jnior, a modalha de ouro e a condecora-
do da Legio de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura. ,
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
fork, estabeleceu nesta cidade ra do Baro ca Victoria n. 28, um deposito e agencia
leral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tara de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
mpregando urna agulba mais curta com a mesma qualidade de linha que qualquer outra,
Dla introducido dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
jferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As varitagens destas machinis sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a.
roumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frieco entre as diversas pechas, e menos rpido estrago
4o que as outras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitto que se examine o trabalho de ambos os os, o que se no consegu.-
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
* logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
Ina.
Stima.O corapressr levantado cora a maior facilidade, quando se tem de mudar
e agulha ao comecarnova costura.
Oitave.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
mudencas radicaos para poderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
tugmentado o seu fabrico, e hoje ne attende a procura, posto que faja 60 machinas
or dia.
Cada machina acompanha livretos com instruejoes em portuguez.
A 90D000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Barao da Victoria n. 28.
56 a-
-Rua do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'ora ra da Cadela)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas auiericauas para algo-
dlo, desde 10 60 senas, e havendo em todos os taannos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarocamento ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quacs, alm disto, encontraro
tambem mais :
Apurados yapores locomoveis, de forea
de 2*/i e 34/j cavallos com todos pertengas
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodao, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mo para atterros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos cora vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos parajardins.
Guards-curoidas.
Tempes para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Bteu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
HOJE
MARCIUQ OAS N. Si.
Este estheleoimcnto sempre scdkito em oflbrecer a concurrencia do respuiayel pu-
i:co um coiupVto sortiuientp de midazos, calcado fraucez, chapeos e quiuquUbarias. #4
rec* es iu razoaveis possivois, para o que recebe quasi todos os seus artigos, de pre-
cia enem muida da Europa e America, vem dar oubliuidade de alguns artigos por cujos
jrerog.bem se pode avaharos procos de outros mitos quose lomara enfadoubo pu-
MIUDEZAS. I MIUDEZAS.
L4 par. bordar, da molhor qualidado, I' brincos dito de dito por 2#500.
ibra por 55500. Botdes de setim pretos o de cOres, a 800
Agulhas francczAS, fundo dourado, a cai- rs- e *M>0 a d"2*-
tinha com 4 papis a rs., 240 -s. Franjas brancas, de seda de todas as lar-
Yoltas de fita do velludo com lindos <:o- 8uras 1*Q0 UfcMQ o metro.
ragoos fhigiado roadreperola, a 500 rs. i las dc coros pretas a 800 rs. e 1&000 o
Voltas para o pesclo, fingindo camafeo, "^^l
coapanhadas com 1 par de brincos sama-
ba uto, tudo por 2#500.
Linha branca de 200 jardas em carriteis,
propria para costura de machina, a 800 rs.
1 duzia.
Dito de-dita de Alexandre, numerario a
Diademas dourados de UJOa 33000,
Ditos de tartaruga com llores a 29000.
Ditos com borboletas a 19oU0.
brincos encarnados 1 par por 500 rs.
Ditos do plaqut de 500 rs. a 29000.
Ditos dourados, duzia do paros, a 19500
4 22000.
Vultas do aljofares com brincos, a 2C500.
Ditas de ditos oin coragoos a 19000.
Ditas do ditos de comas com cassoletas, a
800 rs.
Hosetas de plaqut a 19 e 19500 o par.
Gravatas de seda para senhoras de 19200
23000.
Yaruros com 2 lagos para cabega e pcito
> 39 e 49000.
ntremelos c babadinhos bordados de 360
rs. 29400 a pega.
balocs de seda brancos e de cores, de
19500 a 29500 a pega.
Ditos de algodao e seda, de 19 a 19400
t pega.
Ditos de algodao, a 100 e 500 rs. a pega.
Tracinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
j,Lequcs de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29600.
Ditos dc papellesa 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49.
Aderegos fingindo coral, co.npondo-se de
ilfinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, compondo-se dealfincte
brinco, sendo de muito gosto, por 59000. 69000.
Gales pretos de seda, de muito gosto de
800 rs. a 19000 o metro.
CALCADO FRANCEZ..
Botinas pretas gaspeadas, para senhora, a
43500 o liar.
. Ditas ditas do duraque, gaspeadas, canno
alto, a 59000.
Ditas pretas enfoitadas, ultima moda, a
69000.
Ditas dita de cores, canno alto, enfeitadas,
a 59500,
Ditas para meuinos, pretas e do cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de case-
mira, Charlt, tapete c tranga, mais barato
lO % do que om outra qualquer parte.
CHAPEOS.
Ricos chapeos de palba d'lUilia, para se-
nhora, a 119000.
Ditos ditos palha escura, da ultima moda,
& 189000.
Completo sortimento de chapee mdios para
meninas e senhoras, de 29880 a 59000.
Chapeos do sol de seda, inglezos, cabo de
marfim a 109000.
Ditos dito de merino, cabo de metal mui-
to bonito a 59500.
Ditos dito de seda para senhora, cabo de
madeira, a 69000.
Ditas dito cabo de marfim a 99000.
DIVERSOS ARTIGOS.
Granadino para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de seda, a 050 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadoiras, a 19800
e 29000. cada um.
Ditos para sof, a 39 e 49000.
Toalhas de liuho para rosto, a 19300 cada
urna.
Ditas de algodao alcoxeados, a 640 rs..
Colxas de crochet para cama de casal, a
ROB LAFFECTEUR j
Approrado em Francia, Russia, Austria e Blgica. O arrobe vegetal Laflerteur sa wlbe-
rizado, he mu superior aos xaropes de cuisinier, de Larrey de salseparriiha. De fcil
digestao, adagraved ao paladar, e ao alfau, ella cura radicalmente sean mrrrurlo, as
affecoes da pelle, lmpl|rai, MMrcaa. minore, ulcera., sarna dege-
nerada, eacortmio, e os accidentes provendoi dos partos, da i Jala critica, e da acri-
monia hereditaria dos humores.
O arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphiliticas recentes, invete-
radas on rebeldes ao mercurio e ao ioduro de potasa.
rerdadeiro ROB LAFFECTEUR, em casa do doutor G1RAUDEAI)
aRicher,
VAIS,
11.
nico deposito, a onde se acha avenda na casa de P. Maurer &
Ra do baro da V
C.


IJH'lf:V1
epi
[ slOia, pbannaeeutleo, t, r. de C u 1(11 one. Pars, nico proarletarla e pi
DE
PEPSINA
DE
1" pulas alimentosas de Hogg com pepsina aciQ^H prias para molestias
gstricas djspepticas, etc., e nos casos de digestao dlfic ou iT^aW.vel.
2* Pilulas de Hogg com pepsina unida ao ferro reduzido pelo hydrogeneo,
para molesUas chronicas e as doencas que daa mesmas resulUo (escorrimentos, fluzos-brancoa,
menstruacOes diffceis) e para restabelecer as saudes debilitadas.
Pilulas de Hogg com pepsina e proto-ioduro frreo inalteravel, para molestias
escrofulosas, lymphaticas e syphtliticas, para a tsica, a cacbexia chlorotica e para as affeicoes
atnicas geraes do corpa
Em, frascos triangulares de 100 et 60 pilulas; procos indicados sobre os frascos.
Deposito em Pernambuco, A. REGORD, e as principaes phaxmacias.
ARMAZEM
DE
faze.xdas nm
RA PR1ME1R0 DE MARgO N. 7 A
E' esta casa, sem duvia, urna ns que hoje pode
com primazia aprcsenlar aos seus freguezes um
variadissiino surlimenlo de fazetidas linas para
grande toiletteASsim como para o uso ordinario de
todas as rlasses e por preyos vanlajosos para os
comprad uros.
Os dimos desje iuiporlante estabelecimento con-
vida'n ao respeitavel publico e particularmente
aos suus freguezes a darem um passeio por seu
estabelecimento, a afim de verilicarem a veracida-
COMO SAO LINDOS!!
Os leques todos de-madreperela,. braneos e de
cores e que trazem o disticoUNIAO em letlras
i tambem de madroperola em alto relevo, tor-
! nando-se por islo apcopriados para ooivas, a NO-
, XA ESPERANCA ra buque de Caxias n. 63
(antiga do Queimado) quem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, broches, meios aderecos, cruzes,
coraedes e cassoletas, que eslo oxpostas boa
escoma das Exmas. (amantes do chique) vende-se
na Nova Eeperaaca, ra Duque de Caxias
n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
AfoMta,
noempenho de'hem servir aos seus fregu e
ao publico em gprai tem procurado provr-se do
que ha de meiuor e da ultima moda nos merca-
dos de Europa para expo-lo aqui venda, cor-
to! d qu os seos artigos serao bem apreciados
petos amantes de bom e barato ; passa a onnu
merar alguns d'eatre elles, como sejam :
ALBUiNS, es mais ricos que tem vinaza a este
mercado, com capas de madreperola,
tartaruga, marQm, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e voltas proprias para luto ;
assn como, um bonito sortimento de
dittfs de plaqu, obra una. e muito bem
acabada.
BOTOES para pnaos, o que se pode desojar de
melhor em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e sso.
BOLEAS de velludo, seda, paula e chagrn,
ha de mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de algodao, tanto branco como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CA1XJNHAS para costura, muito ricas e de di-
versos formatos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitacao, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta, apre-
sciita um grande e lindo sortimento
capas de satisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que seja.
PORT DOl'Ql'ET i de madreperel, marilm e sso,
este um objecto indispensavel s sc-
nhoras do bm tom, adm do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luvas, ou manclia-
rem as delicadas naos.
l'ENTES de tartaruga, de mai fm e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes;
Lubin, Piver, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosnes c Rimel, que incum-
bido da escoiha dos aromas mais bem
aceitas pela sociedade elegante da
Europa, e por lauto, acham-se na
possbilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA dcixa dc enumerar urna im-
measidade de artigos, alim de nao mas-
sar aos leitores e se pedo a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do l abug n. 1 A, pa-
ra convencer-se aoude pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas c modernas de tuquim e gurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentas para meninos,
por baratissimo prece.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento dc flores ao alcance
de qualquer bul'.a anda que nao es-
teja bem repcela de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafel, velludo, linho e de algodao, por
commodo pre^o.
GRAMPOS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e de cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
lagos e golinhas dc bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Sara ornatos de sala,
le s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Reos leques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato prego.
LUVAS de pellica, do seda e de algodio, para
homem e senhora.
L1VRQS para missa a Predilecta'apresenta es-,
coma do respeitavel publico um bello
. sortimento destes hvros com capas de.
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
velludo e chagrn, por precos mu
razoaveis.
Armazein do fumo
Ra da Madre dc Deus n. 10 A.
Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazem
ra da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com-
pleto sortiraeuto de fumo em fardos de patente 1.',
2." e 3." sortes, dos melhores fabricantes da ?ahia,
e bem assim a flor de todos os fumos de corda
em rolos, pacotes, latas grandes e pequeas, tam-
bem dos mu acreditados fabricantes Torres &
Araujo, Lizaur, Adolnho Schmdt A d, Lizaur
Schmidt t C, Veigas A Araujo, Trindade & Ave-
lar, Teixeira Pinto & Portilla (garantido pelos
mesmos) e de outr<>s ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O annuncante declara que
todo fumo que for vendido era sua casa ser pelo
seu justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que pouco entendam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annunciante
a ionga pratica de 15 annos deste commercio.
de nrrfL
6 favoravelBOza
wwawmum
PILULAS
TEGETAES
BRISTOL
Una bfes sadios e saos
Urna digestao vigorosa,
Um excellenle appotc,
sao alguns dos beneficios que se podem lav
rivar, fazendo so um uso regular I'iiulus vegetaett dertaL
Urna cura certa e efficaz dos intestim,
Um remedio admiravel para os riac,
Um tnico poderoso para o esliMBsjv.
Sao as iuapreciaveis qualidades uiedas
que se podem encontrar, usndose das.
Pilulas vegetae le Brtfstal.
Urna medicina que nao produz ddres avsa
clicas.
Um purgante que nao debilita neat ca-
fraquece.
Um laxante que nao causa a tatnar
nausea.
Formara urna das muitas virtudes sfae
possuein a s.
I'ilulas veajetaes
Uro medicamento suave
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarraojosas
systema.
Um remedio completo e seguro para asir-
regularidades.
Sao os effeitos sem falta, resultante*as
us e emprego das
'lulas vegetaes de Bristal,
Urna compleigo clara, al va e Iratispareale,
Urna pelle macia e delicada a u m
Hlito doce e agradnvel.
Sao os resultados cortos e infallivets. ds-
pois dc so
baver tomado algomas doses desat
melliordos
Remedios as
Pilulas vegeiaes dc Bristsl.
Em todos os casos de molestias J'uma *-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou svphiltie;
ou quando a massa do sanguc se liaja or-
nado tur va ou viciada pelo uso de ferr,
mercurio, ou por outra qualquer substana
mineral a
Sal*iatarrilha de Br.stni.
dever ser usada de conjuncto com as pill-
las, c assim obrando-so, em restricta ooa-
formidade com as direcc^es iiiscriptas as
envolto; os doentcs podem (i car rertos que,
urna vez usada conjunctameute urna cos s
outra, nenhuma enfermidade ou motesti*,
por mais severa ou arraigada que se ade,
nao poder resistir ao combinado poder se-
cretorio e sanitario destes dous
GRANDES, EINCQAME1S
BEMEBIOS.
Ambas estas medicinas acham-se vcass
em todas as principaes boticas e
lojas dc drogas.
Acha-se a venda em todas as boticas-
H. Foreter & C.
______________AGENTES._____________
Tem si Durante o espado
DE
40 AUNOS,
BE
RBIST0L
Superior chocolate nacional
dos Srs. Brito & Carneiro,
do Rio de Janeiro.
Igual em sabor e qualidade s melhores marcas
estrangeiras : vndese nicamente em Pernam-
buco em casa de Beltrao Oliveira & C. ra do
Commercio n. 10.
de de seus annuncios, e com yantasen sunprrem-' i ,i, pei *" ,- J <* k
*^%SSZm~ dos pretenden*,, i Z^na^id^^bt^
&Xn.rPeah,oer.80a,neMSarOe "* "5^^ W
Eoem til
Trens para cozinba.
Emfim muitos outros artigos, que savtsta e neste estabeeomoderaoentp
examinados.
Samuel Power Johns-
ton &'G.
[Rujs do Apollo n. 38 e 40
Fazem scienta aos seus fregnetas que teem
mudado p seo deposito de machinas a va-
'por, mopndas e laxas da moito acreditada
fabrica i T^jwiloer para roa do Apolle n,
38e 10, onde continuam a ter omasmosor-
timento do costume.
Favm scieote Uiabwn qte team feto un
a.-raoj.) com a fundicSo geral, pelo que po-
dan olerewr se para assntar qaalquer
ma,*Binismo e mas no garant lo.
s;i o
A ppvelho para fabricar assnear, do svstoma,
WBSTON CENfRH'OAL
1"'',0,f 21 *" ^w a fundiaa gerl.
Pa.*a *ratar un eq ea.ftrtpiorio a ra do Apollo a. 38 40.
Os proprielarios da lunditao geral faiam
scieotes aos senhores de engento mais
pessoas, que teem estabelecido urna fund-
5o de ferro e brome a rna do Brom, jan- -
to a e qualquer obra d sneoon|oda com perfe
to e promptidao.
0a nesmos rogao u pB4oag qiai,
fara ntilissr se de >eus servlcas de deixa-
rem a eneommendas em asa dos Sfs. Sa-
mu", Power Johnston A C. a roa do Apol-
lo n. 3e 40, onde acbario pesioa habill-
(ada com quem podara entendar-f*.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorguro branco e preto.
Setim Haco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos o de cores.
Granadinede seda prcta o com listras. e almas de
cores, lindissimos padroes e faaenda de ultima
moda.
Fil de seda brance e preto.
Ricas basquinas de seda.
A Nova Esperanca a ra Duque de Caxias n.
63, ecebou verdadiro cimento inglez, prepara
c5o para concertar porcelana bem utll.
Vestido perdido
Muitas vezes um vestido torna-se inteiramente
feiq, somenle por estar mal enfeitado : a Nova Es-
peranca ra Cuque de Caxias n. 63, remove
este mal; porque est bem provida dos melsares
| galoas e franja de todas as cares, onda pift es-
colher-se vuntada sobresahlndq entre estas as
modernas franjas mosaicas, que pea sua varieda-
de de cores, flea bem em quasi todas as fazenda.
A ella antes que se aeabem.
Bofos de borracha
Empreza Vicente, Santo An-
tonio
Por sua bondade rogase o obsequie de, no be-
neficio do bflheteiro e ontros recordar o prologo
da Crinoline.
Agora
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasileas.
Cortes de cambralas branca com linios bordados.'
Capeilas e manta para noivas.
Poupeliuas de lindos padrees.
Reijuissimo sortimento de las com listras de teda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancaaTS. deJa&^nK Sg^ "^
ansuck de lindos padroes.
Baptistas dc padrdes mui delicados.
tmmmmmmmmmwmm
Percalinas de quadros pretos e braneos.
Brins de linho de cores proprios para.vestidos.
Fustoes de lindas cores.
Casaquinhos de las de cores para seuhoraj.
Sajas bordadas para senioras,
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptiS'Ws,
Cbaposnanr ditos.
Toaaa ue caS^Tia de |nho com lindo* bor
dados.
'ronhas bordadas..'
Ixasde \t
rHhdos bortadeft.
mijas Borddaa para homens.
tas de cures ara homens e meninos.
Chapeos com easto de marfim para' homens.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestid. ~
Ditos pretos.
Casem^as ohitas, madasWoes^ cambraiaa-etc.1
nalojrdqPasso ru Primeiro da Marcon.7
aatiga do urespo.
Cardeiro Simaea C.
sim
A rosa branca receben um lindo sortimento de
chapeos de sol de seda com o rabo e ponteira
branca, os mais modernos, que parece marfim,
com o guarda-pontas de metal, a 10/, todos ven-
dera por 141 : na ioja de quatro portas a ra da
Imperatriz n. 56.
Ultimo gosto!
A rosa branca recebeu um lindo sortimento de
chapeos de sol de seda de todas as cores para
senhora, os mais modernos, e vende per 5:11004,
todos vendem por 7*000 : na loja de quatro por
tas ra da Imperatriz n. 56.
Nova remessa de cha, uhio
e rap.
Amaral, Kabuco A C, vendem cha preto e ver-
de, fumo inglez para cigarro e cachimbo, e rap
francez e nacional: no Bazar Victoria ra do
Bario da Victoria n. !.
9
Cabellos, brancos s tem quem
quer
A Nova Esperanca i roa Duque de Caxias n.
, 63, .acara de reeeber a Verdadara tintura da Dea.
omm para tingjr o* cabellos, o que se consegue
(empreaando-a) com rauita facilidade, e por este
motivo, eabsllos brancos ,? teni quem quer.
EstaoMimod
n, .!n.'*,r^te d couro, propriaj para senhoras,
qn^ebeu a Nova ^^ SL S*[
Qla n: 63, esto, sim. senhora, e..-. na moa%[
. Se qer# ter ou preparar um ramalhete u.
cheirosos cravos brancos para o vosso casamento,
oa para outro Bm aprdprtado, fiecessafk) Ir
Ncrv Esperanca > ru Duque de Casia* n. 6J*
que alH encontrare os melhores ports teuqueti
que se pode desejar.
t. VENDER
barris com carne de *aca e de porto, salgada,
para mantnnntos de ni*Mf: no' armazem de Tas*
o Irmaos & G. rua do Amorim n. 37.
Aguas mineraes
Acaba de chegar um comploto sortimento
das aguas de
VALS das foutes
St. Jean
Uominique
Desire
Rigolette
Prtcieuse
Magdaleine
VICHI das fontes:
Grande Grille
Celestina
i ilauteflv
Hopital
Mesdames
Chrttfldon.
PASTILHAS DE VICHY
' No deposito geral em casa de Harismendy
Labille.
9 RA DO COMMERCIO 9.
CURA OS CASOS MAIS DESESPERADOS!
A SAFSAPARRII.HA DE BRISTOL pari-
fica a massa do sanguo, expolie par* tora
todas as materias e fezes viciosas e i induras,
regula todas as secreges, d vitalidades
enei.-ia a todos os orgos o d f.>rca e ri-
gor ao systema afim de poder raelnur resis-
tir a todo os ataques da enfermidade. E*
pois este um remedio conslitucionuL EBe
nunca distroe afim de poder curar ; -porst
constantemente assiste a natureza. Portante
em todas as doencas conslilucionoes eeiu-
das as molestias locaes dependente d ama-
tado vicioso e imperfeito do systema tiage-
ral, acliar-se-ha que a Salsaparriliia be
Bristol um remedio seguro e eflicassis-
mo, possuindo inestimaveis e incontestayeis
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
I leers,
Chavas antipas,
ENFERMIDADES SYPHlLlTlCAh
ERISIPELAS,
RHEMATISMO,
NEVRALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.
que tem grangeado e dado o alto renome i
Salsaparrilha de Bristol
por todas as partes do universo, sao to s-
mente devidas
NICA LEGITIMA ORIGINAL
Salsaparrilha de Bristol
II. r orster I L
AGENTES.
NA PHARIIACIA CENTRAL
proveitem.
pertenosa
H. i,
Vende-se a taverna e um botequm
a mesma, na ra de Mariz e Barros
poucos fundos: a tratar na mesma.
Vende-se urna casa nova de tupa, acabada
esta semana, com i quartos, 2 salas, rozinha sin
e quintal, chao foreiro, sita na roa da Concesav
no Barro, propria para quem qoizer passar as-
ta por ser parto do rio : a tratar na ra Impera
n. 94, taverna.
Banhosem Olinda.
Camisas e calcas de fazenda' de bea qualidade,
proprias para oa banhee em Oissd* : na tofa das
aren ra Primeiro de Marej (antiga do Cresa)
n. 20 A, de Gnrgel do Amaral A C. t________
Metim de cores
A WO res o covade*
Metim de cores, padroes bonitos, propria para
vestidos, pelo diminuto proco de280rete,asna
ra do Queimado n. 43, em frente Praeiaba
loja de Guerra Si Fernandes

Vende se a tatema da travessa d Li *ra
n 28, bem afregueaada pan a trra, e oom
eos fundos: a tratar na mesma


a
8

Diario de Pernambuoo SeguaA feira 15 de Seternbro de 1873.

UTTERATRi
r
Bcforiun de *%iniuts!o lVrnuui-
biueauo.
PARKCER DADO PELA COMMJSSAO NOXEAD*
F-EM PRE8ICBMCIA PARA IMDWAR OS MEIOS
DA REFORMA..
Commisso : Drs. ,/. J. Tavares Bclfort
[relator), Alvino Uchon Cavalcanti,
> Hil Franco de Sd e Ayres d'Albu-
quernue Gama.
Illm. Exm. Sr. -A commisso, comeada
por V. Exc, para dar parecer sobre os pro-
jectos de reforma do Gymnasio Pernambu-
canw, apresentados. pelos Drs. Joaquim
Jos de Campos da Costa Medeiros e Afe-v
querque, Augusto Carneiro Monteiro da>sciencias
Silva Santos e Franrsco Jacintbo de Sam-
paio, vem, depois de ter estudado devda-
mente, como I be cumpria, esses projectos,
dar corita de sua misso.
Posto a commisso encontrasse em qual-
quer dos referidos projectos ideas aprovei-
taveis e medidas acccitaveis, sobresal indo
entre elles pelo inetbodo, clareza e deson-
volvmento d\> Dr. Campos, todava parece a
commisso que nonhum desses projectos
rene as condiges precisas para urna prefe-
rencia : o assumpto sobre que versa a pro-
jecta reforma to complexo, to importan-
te, quer sob o ponto de vista intellectual e
moral, quer sob o ponto de vista adminis-
trativo e econmico, que, para sur devida-
MOta tratado o attendido, exige nao t a
, cago apropriada e conveniente de
v;.- i-mas e methodos, julgados bons pela
x, ciencia era outrcs paizes, como ores-
[ a condiges, que nos sao peculiares;
o, rce cuufessar, apezar dos bous dese-
jos dos redactores dos tres referidos projuc-
tos, nenhum delles abracou a ma.leri.-i no
seu conjuncto, nem deu-Ibe urna organsa-
5ao, methodo e extenso, de que carece.
A commisso nao exagera as dfieulda-
des cora que luctou para o desempenho de
sua misso, asseverando que a cada passo
surgiam-lhe obstculos quasi que invend-
ris, j pela falta de materiaes precisos para
estudo, taes como livros proprios sobre ins-
truego secundaria, organisago dos cursos
deste grao do instruego nos paizes mais
adianta los, relatorios de ministros iiitell-
gentes e zelosos, que tem com tanto ardor
e patriotismo na velba Europa e na A ae-
novas relajoes sociacs, t que, portaoto, ^ tus, Historia Natural, Deseoho, *1m-
preciso preparar a sociedadepara essas toca-- tonra franceza, comprehendendo etarci-
goes.aptidese destinos, mais communs, por ciosde iraduoro, deanalyse e de com-
queso e devem ser om geral rauitas as pes- nosio em francez, Linguas vivas,
soasque a ellas se dingem.nuraero que tende Neste anno davam-se algumas liccoes de
a augmentar com os progressos as artes e o Comptabilidade e Escripturacio mercantil, de
desenvolviraenlb do comraercio pelas rea- Dreto Commercial e de Economa aari-
ges, que os pov/os entre si de dia em da vo cola.
estabelecendo, tora sido diversamente resol- Dffiouldades financeiras e ao mesmo tem
i'iii u a po censuras injustas a esta til e propria
a Aiiemanha attendeu a necessidade ur- organisago deramlugar urna nova reforma
gente, de que acaba de fallara commisso, em 1852, promovida pelo ministro For
pela separarlo imrnediata, ou, para nos toul.
servirmos de urna expresso a este respeito Por esta reforma os discpulos dos Ly-
adoptada em certo tempo na Franca, pela ceus, segundo a sua idade e grao de ins-
bifurcago, estabelecendo duas especies de trucco, eram parlilhados era tres olasses
escolas secundarias: Realschulen, onde diviso elementar, diviso de eramraati
predomina o ensino das linguas modernas e ca, e diviso superior.
.sciencias ; e osGymnasios, onde tem maior Os o.vercicios da diviso elementar com-
apreco extenso os estudos classicos ; a prebendiam : -a Letura o a Recitacao e Es-
franca pelos Gymnasios, boje Lyceits, onde cripta, a Orlhograpbia, a Grammatica fran-
se estudam as huuianidades, e nestas de ceza, as prmeras noges da Grammatica
preferencia os esludos classicos, eporcur- latina, a Geographia, a Historia santa, a
sos secundarios especiaes, annezo cada curso explicarlo do Epitome historia-sacra, um
a cada Lyceu, era cujo curso se estudam, pouco de Calculo, de Deseoho linear a lapis
nnguas modernas e sciencas, preparando e a peiiua.
taes cursos secundarios especiaes para o Depois de um exame, para se verificar a
comraercio, industria e agricultura final- aptidu dos discpulos, eram estes admti-
uente os Estados-Unidos por um meio in- dos na divisa, de Grammatica, a qual abra-
toiramentc opposto aos de Franca e Alie- gava tres annos, as 6a, 51 e i* classes dos
manda, pola adopgo de um systema gra- Lyceus.
duado de estudos, destinado, quer aos estu- Cada um .lestes annos era consagrado sob
uantes, que aspirara as profissoes liboraes, a direcgo do mesmo professor1" ao es
quer aquellos que se preparara a entrar as tu lo das dramticas franceza, latina e'gre-
c.irreiras industriaos e coramercaes. ga i' M estudo da Geograpbia e da Histo-
Ora, a commisso nao tem que ver qual ria da Historia da Franga. A Arithmetioa
os systemasdeva ser prefenvel, porque nao era ensinada urna vez por semana nii1
so trata, como j disso, de um plano geral classe.
do reforma e siin, infe.'izmente para a Nofim da 4* classe os esludantes passa-
provincia, da reforma de ura nico estabe- vara por um exame, chamado exame de
lecimento ; mas, todava, a commisso ex- Grammatica, cujo resultado era verificado
pe em poucas palavras o que se observa por um alistado especial, ind'ispensavel
nesses paizes. as vautagens e inconvenientes, para entrarem n* diviso superior,
quo esses systemas olerecem, para que em A diviso superior e-a dividida em duas
qualquer lempo que se cuidar de dar ns- secgoes, urna literaria e outra cientfica :
irucgao publica secundaria urna direcgo o ensno da prmeir dava accesso as facul-
convxMiente o extensa, fiquem desde j dades de letlras e do dreto ; e o ensino da
consignados os dosejos e opinies da com- segunda preparava para as profissoes co.n-
miIs>sa0- merciaese industriaos, para escolas espe-
lor outro lado, anda que nao possa ser ciaesdo governo, e para as fsculdades de
apphcada urna organisago geral para um sciencas e de medicina,
caso especial, como o de que se oceupa a Cada discpulo, segundo suas aptide, e
commisso. essas questes, cima suscitadas, segundo a carreira a quesedestinava entrava
invol vem outras questes, que podem affec- n'umi, ou n'outra secgo: o curso de estudos
lar o nosso caso, erabora seja especial. durava quatro annos, correspondentes as 3a
Lomo V. Exc. sabe, ha urna lucta bera e 2* classes, eas classes de Rbetoricae Phk>-
namento e de iraitago, a Msica vocal o a
Gjm naitica.
Oensino duraquatro annos. O program-
ma olTerece direeges, antes que urna regra
inflexivel e absoluta ; e, assim, nos depar-
tamentos agrcolas, se insiste sobro asno
goes proprias a Agricultura, e, as cida Jes
industriaes. no que fr mais propria para
esta especialidad-'.
Como se v, os estudos classicfc eram nos
Lyceus francezes a base do ensino, em pre
Jjuizo dos esludos das Linguas modernas e
das Sciencas physicas o mathomaticas ; e
assim os Lyceus francezes, Ionge de darem
urna educago suliciciitemeuto til sob o
ponto de vista pratico, ao contrario faziam
com que os estudantes perdessem o tempo
com estudos, que, embon exigidos para a
matricula das faculdades, eram logo aban-
donadas, ou esquocidos. Contra a organi-
ago o metbodo dos Lyceus francezes ; con
Ira esso pre dominio dos estudos classicos so
pronunciarain em vanasepochas opinies as
mais autorisadas : Habelais, Montaigne, o
abba le Fletiry, Lacondamine, Lacbalotais,
Turgut. llousscau, D'Alembert, Miralieau
Br mar din de S. Pierre, Aragot, Lamartine,
de Tracy, Passy, Dunoyer, Basta, Prevost
l'aradol, Ade lroglie,Clivel. Brenl, Baudry;
e tal eram os iuconvenientes dessa organisa-
go e inetbodos seguidos, que, apezar de mo-
dificados por Duruy, anda pedeni urna nova
reforma, quo Julio Simn propoza Assem-
bil nacional, depois que otario por circular
aos provisores dos Lycevs frQ< ezes, e cuja
reforma, perinittindo o* estudos classicos
nos LycttU francez>s, faz diminuir o tempo
e a proundidade de taes esludos, e d orna
boa parte ao esludo das Linguas vivas e das
Sciencas histricas, malufcinaie;tso physcrs.
e um Gymnasio. '
Os meninos podem abi seguir as cinco
classes da escola primaria ; passam ao de-
pois ao Real gymnasio elementar, onde se-
guem cursos durante dois annos, depois dos
quaes entram A sua escolha no Gymnasio,
ou Escola realsta, onde os estudos se pe-
cialisain, conforme osestudantes se prepa-
rara para a unvorsidad), ou querera os cer-
tifica los da kahchule, para os previlegios
quee lies conferem.
As Realschulen nao sao, nem escolas
professionaes, nem escolas especiaos, seu
ensino geral e d accesso a um numero
consideravel de carreiras; tem a prelengo de
concorrer taobem, como os Gy^rnasios, ao
deseovolvimeiito das faculdades moraes e
ntellectuaes dos estudales.o com cffeitoa
mor parte dos conhecmentos commumas
duas ordens de estabelecmentos, que nao
differom, entretanto, seno pela imponanca,
maior ou menor, quo do ao estudo das
Linguas antigs. Os dous gneros de estabe-
cimcnlos se tem pois de tal maneira aproxi-
mado que sera fcil fozer de nma Escolu
realista um Gymnasio e, viceversa.
rica do Norte, se empenbado na civilisadora pronunciada e antiga entre aquellos que sophia, qu era apenas, nestadiscipl
cruzada de dar instrucgo publica secun- pugium pelo predominio no ensino seeun- pria, reduzida Lgica.
dara urna orgariisago conveuiento e vanta-
josa ; j pelo ombarago proveniente gular siluagao em que se acha a commisio
de attender a reforma de um nico estabe-
lecimento de instruego secundaria, e'in vez
de ollerccer urn plano geral de reforma da
instruego publica uesse grao para a provin-
cia, nrmente quando a jlilgar pelos po-
deres conferidos pela lei u. do mez
do corrente anuo, que autori-
sou a reforma, de que se trata, le que ape
as dc-termina que possam ser supprimidas
algumas caloiras (I), e no mais s cuidou
da aposeutaduria dos prfessores, ve-se a
commisso peada na manifestago sincera e
conscieiiciosa de seus desejos e opinies ;
todava, visto queV. Exc. invocou o patrio-
tismo da commisso, vai olla fallar com toda
a franqueza e nteressepelo ensno publico se
cundario no Gymnasio Pernambucano, sem
que lbo sirvam de estorvo os embaragos
creados pela limitadissima autorsago, que
d a supra citada lei ; e esperu a commis-
so que o patriotismo da administrago pu-
blica urna vez tambera se manifest, quer
iteodeado ao que a commisso passa a in-
dicar, que o resultado do que melbor se
tem dito e feito uestes ltimos lempos nos
paizes, que mais curara da instruego e que
mais tora estu lado a melbor organisago
para o segundo grao de ensno, quer ap-
. provando oque pela commisso foroflere-
cdo como urgente e necessaro na reforma
deque se trata.
A commisso di.-se, o urna verdaJe,
que a reforma projectada deve abranger, j
a parte intellactual o moral, j a parte ad-
ministrativa c econmica ; e, pois, dividir
este Irabalbo em tantas secges quantosfo-
rem os assurnptos, de que deve se oceupar.
Tem a commisso pela ordem natural
das cousas de prmeiramente tratar da orga-
nisago do ensino, visto que da organisago
e do methodo nos estudos depende urna re-
forma conveniente ; antes, porm, de en-
trar em detalbes proprios desta secgo, jul-
ga opportuno ventilar e offerecer considera-
ges relativas a questes, que a materia da
instruego publica secundaria tem suscitado.
A commisso desoja va mostrar com de-
mora a organisago da instruego publica
secundaria nos paizes mais adiantados a
esse respeito, para que se visso o quo ah
existe, oque tem sido reformado, eo que
cjrece de roofma, e, para cuja necessidade,
se estuda prompta e eflicaz solugo, para
que, bascada na experiencia e estudos, j
com tanta vantagem-o cuidado fetos, po-
desse justificar o alvitre, que vailerabrar;
ir,as, como nao tem a commisso do tratar
de um plano geral de ins'trucgo secunda-
ria na provincia, a que pudesse ser conve-
nientemente applicado o que de bora a tal
respeito se tem feito em outros paizes, ape-
nas indicar syntheticamente as organsa-
ges de ensino secundario mais geramento
seguidas, para applicar ao Gymnasio'Per-
nambucano a que melbor parece a commis-
so.
Como V. Exc. sabe, questes importantes
tem sido suscitadas a proposito do melbor
systema a seguir para a organisago do en-
sino secundario.
Con.vem, como na Prussia, pergunta
bem Hippeau, abrir sabida das escolas
5 rimaras duas especies de estabelec mentos
istinctos, dando urna educago differente;
ou nao cuidar, como se tem feito nos Esta-
dos-Unidos, em crear escolas especiaes se-
no para os discpulos, que tiverem de i 5
a 16 annos de idade, participando todos de
ura ensino geral, preparando indistincta-
mente a todas as carreiras ?
E' vaulajoso, contina o citado publicis-
ta, quer par|as familias, quer para a socie-
dade, abrir sabida das escolas primarias,
elementar e superior, muitas estradas paral-
lellas, isto haver eslabelecimentos espe-
ciaes, preparando a tal ou a tal carreira, a
tal ou tal funegao social ; ou bem retardar o
momento em que os discpulos, tendo per-
corrido ura circulo de estudos communs,
j se separar para receberem um en-
.>.._. .>ecial ?
Esta importante quaa* o, que pede imoie-
diata e conveniente solugio, boje que os iu-
teresses industriaes, commrciaes e agrco-
las, tem creado um vastos rico mundo de
na pro-
pria, reduzida Lgica.
ano dos estudos classicos e entre os que Ceos ramos, como o Francex, o Latim, _
sustontam que se deva prefcrir no estado Historia, a Geograpbia, asLinguas vivas e
actual de nossa sociedade e civilisago a Lgica, erara ensiuadas em commura aos
preferencia pelo estudo das linguas moder- discpulos da secgo de lettras e aos da sec-
nas e sciencas te applicago/ J viraos gao das sciencas: cada secgo traba, alm
como na Franga, Allemanba e iios Estados- disso, seu ensino partc llaro da secgo de
Unidos se tem procurado obviar aos n- letlras era especialmente consagrado ao estu-
couvenientes da preferencia pelos estudos do aprofundado das Linguas grega e latina e
classicos, em prejuizo dos das linguas vivas se completava pelo conjuncto das nogos
a sciencas; e tal a necessidade de que os scientificas, que toda a educago liberal
estudos das linguas vivase sciencas nao se- exige;e o da secgo de sciencias com-
jam sacrificados pelos estudos classicos e preliendia a Aritbnwtica, a Algebra, a Geo-
que estes uo sejara excluidos por aquellos, metria e suas applicagoes, a Trignome-
quando sao precisos para certas carreiras, tria rectilnea, a Cosmographia, a Physica*
quo nos Estados-Unidos ba high schooh, e a Mecbanica, a Cbymica e a Historia na-
high lalin schools, e s vezes a high school, tural.
ao mesmo tempo escola latim superior, el Dasde as classes elementares at classe
escola scentifica ; que na Allemanba ha os de Lgica todos os discpulos deviam se-
Reaes-Gymnasios, quepartierjam da nature- guir conferencias sobre a Kebgo.
za de Gymnasio e de Realschuh ; e na Fran | E' nm systema completo en todas as suas
ga alm dos cursos secundarios especiaes. an- partes, diz Ch. Jourdain, tratando desta re-
nexos aos Lyceus, oestes estabelec mentos se forma, e que, desemrolvendo parallel-
operam reformas, randentes a simplificar e lamente o estudo das sciencias e o das let-
abreviar os estudos classicos, dando tempo tras, pareca nao ter operado a separago
e campo tambem simultneamente com taes' destes dous gneros de cultnra seno para
esluiosao estudo das linguas modernas o melbor un-os e associal-os mais fortemen-
sciencias. te, de sorte que o discpulo da secgo de
Ora, j que nao trata a commisso de, lettras nao ficasse extranhoaos elementos das
propor urna organisago de cursos destina- \sciencias, e, que, recprocamente, o disci-
dos especialmente, qur as sciencias e Un-j pulo da secgo de sciencias nao nao deixas-
guas'vivas, quer aos estudos classicos, e que se os bancos do] Lyxeu sem ter adquirido
assim bouvesse um meio para cada aspira-' urna solida instruego histrica e litte-
gao de se instruir, segundo a sua vocago ;! raria.
deve a commisso na projectada reforma do Queixas enrgicas se levantaram contra o
Gymnasio, preferir os estudos classicos aos. estabelecimeuto mesmo destas duas secges,
das linguas modernas, ou os destas ao que deviam corapor a diviso superior, e
daqucllcs ? Deve-se cingir a propor smon- contra a obrigago imposta aos meninos de
le as materias, consideradas preparatorias,
exigidas p ra as matriculas das faculdades do
imperio especialmente a de direto, aqu exis-
tente, ou deve ao contrario, estabelecendo es-
sasmaterias, generalisar a instruego, tornan-
do mais variada esolida a dos que sedestinam
a pjofisses liberaes, e permittindo por essa
organisago a necessaria e propria habilita-
gao para os que so destinara as carreiras in-
dustriaes, coramercaes e agrcolas?
O methodo e a organisago no ensino sao
os verdadeiros elementos da proficuidade,
extenso e profundeza no ensno ; e, assim
faz esforgo a commisso para dar projec-
tada reforma do Gymnasio Pernambucano
urna organisago e methodo, que satisfagam
as mltiplas necessidades da sociedade mo-
derna, lastimando sinceramente que s o
Gymnasio Pernambucano, isto um uui-
co estabelecimeuto oflicial, possa dar mate-
ria reforma, que vai ser indicada pela
commisso.
Antes de entrar a commisso na exposi-
go de suas ideas, dir embora periuncto-
riamento, o que ha o se tem feito em alguns
paizes a respeito da instruego secundaria.
Nos Lyceus francezes, oiganisados sob o
imperio de Napoleo I por Fontanes, se en-
sinavara as segrales materias: Linguas anti-
gs, em cujo estudo consumraia-se rauitos
anuos, a Rbetorica, a Lgica, a Moral e os
elementos das Sciancias matbemathicas e
physicasem alguns Lyceus havia cursos
de Linguas vivas, porm, facultativos.
A preferencia pelos estudos classicos era
extraordinariamuitos annos gastos com o
estudo do latim e do grego, e pequea era
a parte dada as Sciencias matbematcas e
disceruirem no fim da *.* classe a carreira
para a qual a sua aptido e gosto os impel-
liara. Afira de raelhor marcar a allianga
necessaria das sciencias e das lettras pareceu
conveniente reunir em certas horas os dis-
cpulos das duas secges e faze-losparticipar
em commum do mesmo ensino; mas bo-
raens experimentados emittiram o temor, que
a prosenga simultanea na mesma classe de
dous auditorios to diversos nao fizesse mal
a boa ordem, assim como ao bera dos estu-
dosos acontec mentos seencarregaram de
justificar essas previses.
Em 1859, operou-se urna reforma ira-
portante : em Pars e nos Lyceus dos de-
partamentos, onde a affluencia dos discpu-
los as 3.* e 2.a classes e na classe de Rheto-
rica permittia a formago de duas divisos,
os discpulos da secgo de lettras deixaram de
ser reunidos aos da secgo das sciencias,
excepto para as leges de historia e geogra-
phiapara todas as outras materias, as duas
secges, alias separadas, tinham, cada urna,
seu ensino particular.
Duruy, porm, reconstituio o ensino clas-
sico sobre bases n.vas, e creou o ensino se-
cundario especial, voltando a este respeito a
idea de Salvandy.
As classes de humanidades, abrangendo
o estudo completo da Pbilosopbia e nao s
a Lgica, como at ento, foram restituidas
ao que deviam ser, entretanto nao foram ex-
clusivamente consagradas as lettras, mas fi-
caram comprehendendo urna seria de lieges
sobre os elementos das sciencias, que nao
devera ser ignoradas em outra carreira: o
estudo das Linguas vivas foi creado e torna-
do obrigatorio para os discpulos da diviso
de Grammatica, sendo facultativo para os
physicas, estudadas apenas e pouco as ul- discpulos da diviso superior ; e bem es-
timas classes. Isim tornou-se obrigatorio o estudo do Dse
Salvandy, um dos melbores ministros da nh em lodflS as classes, e o da Msica at a
_____^*____l_l?__ .^__>___iLI< n______ / Alneca
instruego publica, que tem tida a Franga,
dividi, em 1847, o ensino secundario em
tres classes :ensino classico, ensino scien-
4.a classe.
E, como os programmas de Fortoul eram
mais proprios para os discpulos, que se des-
tifico, e um terceiro ramo, chamado ensino tiuavam as altas escolas do governo, que a
especial, reservado aos discpulos, que se,um ensino pratico e menos elevado, que
destinayam ao comraercio e a industria. j convinha aos que se destraavam as carrei-
0 ensino especial devia abracar tres angras industriaes e coraraerciaes, pela le de
nos, durante os qnaes as materias do estu- 21 dejuoho de 1865, a instancias e por
do se acbavam divididas da maneira se- proposta de Duruy, foi creado o ensino se-
grate : cundario especial, annexo aos Lyceus, cujo
Primeiro anno : Mathematics, Pbysica e ensino comprehende : a Instruego moral e
Cbymica, Geographia pbysica, Desenho religiosa, a Linguaea litteratura franceza, a
lineare de ornamentando, Latim, Histo- Historia e a Geographia, as Matbematcas
ria e Geographia, Linguas vivas. applicadas, a Phisica, a Mecbanica, a Cbymi-
Segundo anno: Mathomaticas, Physica e ca, a Historia natural e suas applicagoes
Chyraica, Mechanica, Geometra, Histo- Agricultura e Industria, o Desenho linear,
ra Natural, Latim, Litteratura franceza, a Comptabilidade e Escripturagao mercantil.
Historia e Geograpbia, Desenlio, Linguas Pode coaiprehender, alm disso, urna O",
vivas. Jmuitas Linguas vivas estraogeiras, u^ges
Terceiro anno : Mathem.atioas, Geometra usuaes de Legisiaco, de Ecnomo indus-
descrptiva, Pbysica e Chiimca, Machi- 'trial e rural, deHygiene.de Dssenho de or-
Na Allemanba o ensino primario dado
as escolas do povo e as escoba burguesas
estas sao consideradas como uigru mai>
elevado que aquellas o nao como separato-
rio para us est.ibelecimentos do ensino se-
Oandario, cujos nos sao s.-ientificosv
Nas cscolm Aopooo o ensino con>prehen-
de: a Instruego religiosa o a iniciado na
niellicencia do dogm e praticas d coni-
mmilii i, a que perlencer a escola ; noges
preliminares para o correlo uso verbal e
por eseripto do Alloino e, ou le este nao
fr o idioma patrio, Umbem deste ultimo ;
o ensino da Historia, Geographia e elemen-
tos da Historia natural; exercicios de Calcu-
lo elementar, medir.io; Desenlio e Cant:
nasescofa* burguezas mais aprofundado
o esludo 'las mesmas m.iterias, que so apren-
den* as escolas do povo, especialmente o dti
Lingua allem, HistoriarGeo> rial natural pudendo abi tambera ser ensina-
das Lingos estraogeiras, sendo que as lie-
ges de Deseubo, Artbmetica e Geometra,
dadas nestas escolas burguezas, sao espe-
cialmente consultadas ae- necessidades da
vida industrial.As escota*d& povo e esco-
bis burguezas sao chama las e consideradas
escolas inferiores, apezar da importancia e
extenso das materias, que-ensioam.
O ensino secundario dado em escolas
chamadas superiores, taes sao-os Gymna-
sios e Escolas burguezas superiores. Esco-
tas realistas- (Realschubea), e Pro-Gym-
nasios: nos G-ymnasios- se ensinara espe-
cialmente preparatorios para os estudos da
universidade, e as Escolas realistas o mes-
rao para as-carreiras da vida pr.itica, isto ,
professionaes, e escolas tecbnicas de appli-
cago ; e, assim, o plano de ensino, ou pro-
gramla do Gymnasios, tem por base as Lin-
guas da aut'guidade e as- Matbematcas, e
das Escol m realistas as Mathe natieas, Scien-
cas naturaes e Linguas modernas. As Es-
colas realistas, que admitiera no seu pro-
gramma o ensino do Latim e olerecem pela
sua organisago apparente garanta de po-
derera resolver de ura modo perduravcl os
pontos que ellas tenham em,vista, sao reco-
nhecidas como de priraeira prdem ; todas
as mais consideram-se de 2.a ordem.
Os estabelecimentos, que noreunem para
o ensino todas as condiges dos Gymnasios
completos, nem as das Escolas realistas, de-
nominam-se l'ro-gymnasios, se na gradua-
go das respectivai classes seguirera o pro-
gramma dos Gymnasios,e Escolas burguezas
superiores, so o seu programla for o das
Escolas-realistas: os.Prog-ymnasios sao
pois Gymnasios incompletos e as Escolas bw-
guezas superiores sao Escolas readas im-
completas.
A Instruego religiosa, aAllemo, oFrafl-
cez, a Historia e Geograpbia, as .Mathemati-
cas, os elementos- de Historia natural, lis-
cripta, Desenho, Canto o Gymnastica, sao
materias que entrara no programla de to-
das as escolas do ensno secundario ; mas
j vimos em que so desliuguem os Gymna-
sios das Escolas realistaso objecto princi-
pal dos Gymnasios preparar os alumnos
para o livre estudo das sciencias, ensaadas
as universidades ; e o das Escolss realistas,
algumas das quaes ensinain o Latim, pro-
porcionar, em sentido geral, as bases scien-
tificas precisas para urna instruego de natu-
reza elevada, mas cora a ditforenga deque
os estabelec nentos deste ultimo genero se
oceupara com espeeialidade dos preparato-
rios para as carreiras profissonaes e escolas
de applicago tecbnicas. Assim as Realscha
len do ura ensino correspondente ao ensino
secundario especial francez, e os Gymnasios
sao estabelec mentos de ensino classico, cor-
respondentes as classes de humanidades e as
classes superiores dos Lyceus francezes.
A Allemanba, assim como todo o resto
da Europa, nao conbeceu at o comego des-
te seculo seno duas especies de estabeleci-
mentos escolares : as Escolas primarias,
abertas a todos, e dando um ensno ele-
mentar, mais ou menos extenso, o as Esco-
las latinas, ou Gymnasios, correspondentes
aos Lyceus fraueezes, dando accesso as uni-
versidades, destinadas ao meninos perten-
centes as classes superiores' da sociedade ;
mas. como os estudos classicos, s servirara
para algumas carreiras, d'ahi a creago na
Allemanba do ensino medio, designado sob
o norae de Escolas realistas (Realsscbulen),
substituiudo o esludo do Grego e do Latim
por um ensino mais til, apropriado a vida
pratica, isto mais scientifico que litterario,
ten lo por fim desenvolver as torgas, tanto
physicas, como iutellectuaesdos meninos.
Muitas Realsschulen tora tomado o norae
de Rcal-Gymnasios, porque tem admittido
o Latim.
As Realschulen sao algumas vezes separa-
das e indepeodentes, e, algumas vezes, reu-
nidas no meno. estabelecimento urna
EscyUt urinaria, urna escola primaria su-
perior Ibfj'nert Burgertchule), ou mesmo
UD>. gymnasio o que tem lugar era ura
Real-gymnasio de Berlim, instituigo de
Escola realista, encerrando em si ao mesmo
tempo urna Escola primaria, \ita*Rtalschu-
Nos Estados-Unidos a organisago da ins-
truego preparatoria offerece, como j disso
a commisso, um syste.ia grada lo do es
tudos, destinado, queraos mogos, queas-
piram as 'profissyw liberaes, quer aquellos
queso preparara a entrar lias 'carreiras in-
dustriaes o commereiaes : o quo se chama
nos Estados-Unido toinmon schools, frev.
schools, abraga, pois, o ensino primario
francez em lodos os graos, odas Realschu-
len d'Allema-nha, o emno "Secundario es-
pecia! da Fringa, e o ce nina grande parle
lo dos CoHegios e Lyceus francezes.
O discpulo passa sucrossivamentA por
todos os gr.s do ensino elementar, com
prebendedoa J.eitura, a Kscripta, aOrtho-
g/aphia; u principios de Grammalica, o
Calculo, o Desenlio e a Msica : a escola d
grammatica, grommar schoi-t, e a escola
superior, IIu/i school, accrescentom a este
ensino o das Linguas antigs e das I.inguns
modernas, o da Litteratura, da Historia, da
Geognphia, da Geometra, da Algebra, da
Chyraica, da Pbysica' e da Historia natural.
Neste ensno, dado liberalmente a todo,
o estudo das Lingnos antigs nao como no?
Gymnasios allemes e Lyceus francezes o
ponto central em roda do qual veem-s
agrupar os-outros ramos do ensino scienti-
fico e liMererio, sao ao contrario as-Mathe
uiaticas, as Sciencias physicas e naturaes, a
Historia, a Geographia, a Lingua inaterna,
as Linguae estraogeiras, que constituem a
sua parte fanilamentalo Grego e o Latim ile
quo se oceunara tambein-as Grammar schools
e High schools abi sao ensillados, era p-rte
por causa da influencia incontestada que
o estudo das- Linguas antigs exerce sobre a
intelligenciar mas sobre ludo, devendo ser
.estudadas mais especialmente nos colle-
,gios; e univereidades, a entrada destas seria
'fechada aos mogos, que nao poderiain por
falla deste estado satlsfazer as condiges da
admisso, delormiiiadas pelos program-
MS.
A organsaro das High'schools, con vera
dizer, encerra iluas formas difiranles : urna
sob o Dome de escolas superiores inglezas
Englisb high schools abrong especial francez, ensno professonal, sendo
que as Linguas antigs altas partes scien-
tificas oceupam abi escasso lugar ; a outsa.-
Lalin high schools se aproxima mais do
ensino classico- francez e do dos Gymnasios
allemes.
Era siguas estados anv rcenos essas esco-
la* forraam uus dvses- completamente
distinctas, em outras lera um s program-
la gora I ; mae, como as-eges se (azora
em horas diffononles, os alumnos podem.es-
colher entre todos os cursos]os que mais le
oonvem.
O ensnodns escolas- publicas nos. Es-
tados-Unidos, diz UppeiHi, nao constitue
somonte um ensino suiciente por si mesmo
;o permittindo. o accesso a-todas as carreiras
pn*fessiraaes, quo o maior numero de me-
ninos abragar, mas ao mesmo tempo
preparatorio para aquellos que tiverem o
poder e a veotade do so votar as profissoes
scientificas.
Desta maneira nenhurna poiia fecha-
da, o caminlio franco a todas as necessi-
dades e aspracoes, eninguem conde-
qiuado de nto mao-peta espeeialidade de sua
educago primaria a se encerrar -era ura
circulo, mais. ou menos estreito do qual
nao pode- sahir seno gragas aos esforgo*
sobro humanos, ou era consequeacia de cir-
cunstancias excepcionaes. O programla
de estudos nos Estados-Unidos o mesmo
que os da instruego secundaria na Alle-
raanhae na Franga, mas o methodo di-
verso e nisto onde se acha a vantagem e
excelencia da organisago americana. -
Para, todos os filhos da livre America o
ponto, de partida e o ponto de chegada sao
os inesmos: todos entrara, no vasto dominio
da educago publica, de queja demos no-
ticia, caminhando na mesma senda e se-
gurado o mesmo curriculum de estudosa
nica differenga o essa nao da legislago,
mas das condiges naturaes da vida, que
uns pram em certo ponto da viagem, ou-
tros, em menor numero, parara em ponto
mais afastado, e outros em numero mais
restricto, attingera o cimo e os nltimos li-
mites.
[Continnar-se-hd]
VARIEDADE
CABO TELEGRAPHICO SUBMARINO.
Continuago.
O Sr. Jos Custodio Fernandes do Nasci-
mouto, engenhero:Ao professor Franco,
ura dos mais distractos membros da expedi-
go Ho'per, e um dos raas proemnentos
scientistas da Inglaterra.
O Sr. capito de mar e guerra da armada
brita n nica Crosier ,su peri ntende n te daAma -
zonSteam Navigation Company:Brindou-
se ha pouco pela inarinha britnica ; de-
ver meu, dever de honra, brindar pela ma-
rinha brasileira, creada apenas, mas que
tem glorias que deslumhrara, que exaltara
o nome do Brasil, e que elevam-n'a ao ni-
vel das mais gloriosas marinhas militares do
mundo.
O Sr. major Felicio PaesRibero, director
do arsenal de guerra:Brindo a S. Exc. o
Sr. presidente da provincia pela felicidade
com que v iniciarse sob a sua adminis-
trago um melhoraraento de to grande al-
cance para as condiges polticas e econmi-
cas do paiz.
O Sr. cominendador M. A. Pimenta Bue-
no, gerente daAmazon Stean Navigation
Company:Tratndose de urna festa, que
le ordinaria, um Real Gymnasio elemeilar, | tem por fim oriocioal a ligago pela ma-
ravilhosa conqnista da sciencia -a electri-
cdadoo cabo submarino que acaba de
ebegar s aguas do re dos ros o lo que
nos une em fraternal amplexo a todo mun-
do. Por outra parte, nao devemos esque-
cer que tambem abrlhantara a festa as
serihoras que tiveraui a bondade de nos
acompanhar recepgeo do Hooper, e que
consli uem urna metale da bumanidade:
assim pois eu brindo pelas senhoras pre-
sentes, pelas paraenses e pelo bello sexo era
geral.
O Sr. tenante coronel Jos do O' de Al-
meda, deputodo provincial:A' S. Exc. o
Sr. bario de Mau, o brasileiro que asso-
eiando-se a todos os grandes commottimen-
tos, reivindica para o seu paiz as honras da
collaborago do BrasH uos mais esplendidos
fastos do progresso.
A Exm.aSra. D Olympia Paes de Car va
lbo : A todos os eslraugeiros que com seu
trabalbo conlribuem para o progresso moral
e material do Para.
O Sr. J, L.-da Gama c Silva, guarda-mor
da alfandega :Ao comraercio o grande
cosmopolita que faz de todos os lares de
povos livros a grande olficina em que tra-
balba o progreso das nag-s.
O Sr. Dr. M. ^cio A. de Mello Filfa, de-
putado provincincial :Era nome dos per-
narabucanos aqu presentes, em nome de
todos os filhos da Veneza americana, en
brindo o progresso e engrandeciu-uta do
Para A aurora de boje nao aclara smen-
te a |Hca do estabelerimenlo do cabo sub-
marino, ella estreita assympathias, as rela-
ges o ainisade das duas grandes provincias
do norte do imperio, que abracadas de hoja
8H dianle cora o resto da bumanidade tri-
lliaro una nova senda de progresso e pros-
perklade. A' provincia do Gram-Par I
C* Sr. Dr. Antonio dos Passo Miranda,
secretario do governo : Nos brindes diri-
gidos- S. Exc. o Sr. presiden-da provin-
cia, foi S. Exc. felicitado peio tino adminis-
trativo cora que lera gerido os negocio p-
blicos, entretanto o que S. Exc. tern feito, o
que aiii.l* poier (azor, deye-o ao- concurso
patritico, dedicado e desinterssado da
Ilustro asamblea legislativa proviioial, e
por isso levanto um brinde eiitbusiaslieo c
essa distiiicta- corporago I
O Sr. Manoel Roque Jorge Ribeir,. vce^
presidente da assemblca provincial:)eola-
raudo que a eonli.ingj que S. Exc. o Sr.
presidente da provincia tem recebulo- da-
assembla provincial nao poda ser negada
ao administrador illustrado, desde que de-
posita va elle confinuga na representageda
provincia, e coutava com o seu apoio para
a Feaiisago d aquellas medidas, quedepen-
dendiam de sua autorsago para sereiu
reabsadas a bem db provincia ; assim, pois,.
agradecendo as expvesses honrosas assem-
bla provincial, proferidas pelo Sr. secre-
tario do governo, elle em nome da mesma
assembla, levantava um briude harmona
que reina entre o presideute da provincia
e o-corpo legislativo provincial.
O Sr. Dr. Pedro Regalado Epiphano Bau-
tista, advogado, saudou, todas as nacionali-
dades,, discorrendo largamente sobre o facto
que se eommemora.
S. Esc. o Sr. baro W. Thomson:Tive
ensejo de admirar em: sua peregrinago
pela Europa o egregio prncipe, que (befe
deste grande estado. Sua Magestade, bem
o depositario da sobepania deste grande
povo: tom-lhe toda a magestade. s\mbolisa
toda a sua grandeza moral, exprime elo-
quenlemeute o ardor com que busca igua-
lar se s raas cultas nages do mundo.
Nao rae sorprende, pontanto, a autoridade
que tem aqui a sciencia, e eu brindo pela
sciencia brasileira o engenhero Nina Ri-
beiro.
O Sr_ Dr. Miguel Lucio:Mais do que o
fio elctrico, que vence o tempo e o espago,
raas do que a locomotiva que leva, sibi-
lando, a civilisago aos mais recnditos povus
da trra, eu admiro e venero a imprensa,
esso Levialhan das civilisages modernas,
arca das gloriosas tnidiges do passado, e
repositorio do codcillodo futuro. Perguu-
tai a todos os povos, a.todas as gerages, o
quo foi o seu progresso e a sua Ilustrado,
e as geraces e os povos rcvolvendo do p
dos veliios archivos os-seus livros e os-seus
jornaes, vol-o rosp-Hulero. Assim, pois,
associando a esta festa o elogio da imprensa,
eu brindo a iraprensa paraense.
0^ Sr. Dr. Guilherrae Francisco Cruz,
deputado provincial:Como filbo do secu-
b XIX nao possodeixar de levantar mnlia
frac a voz para agra*lecer o importante brin-
de, levantado pelo muito Ilustre Sr. Dr.
Albuquerque Fllio, > imprensa.
Lembrarei tambera o mimoso brinde feito
por urna das mais Ilustres jovens paraenses
e era norae da iraprensa brindarei o bello
sexo que honrou. esta enthusiastica reuuio.
A iraprensas senbores, inuitj tem feito
pela bumanidade e nao duvido em aflirmar
que a sua grandiosa misso no. Para conti-
nuar a ser desempenbada com o heroisino
de que tem dado exuberantes provas.
ConclureL, senhores, propondo, pela, im-
prensa, ura brinde aos patriticos represen-
tantes do Para no parlamento nacional.
O Sr. Dr. Innocencio Piubeiro Crrela:
A' um dos veteranos do exercite imperial,
a um dos mais frvidos operarios das glorias,
nacionaes, ao Exm. Sr.. general Joo do
Reg Barros Falco, commandanie das
armas da provincia.
S. Fxc. o Sr. presidente da provincia i
Na corameraorago deste acontecncnto, que
marca urna data auspiciosa em nossoa des-
tinos, dever nosso saudar com todo o
enthusiasmo a augusta priuceza que sym-
bolisa na Gr-Bretanha a soberana do
uobre povo inglez. Sado S. M. a rauh*
Victoria I
(A banda de msica de aprendizes mari-
nheiros do arsenal tocou o hymno nacio-
nal, em quanto as pessoas que eslavem a
bordo acciaraavam entusisticamente Sua
Magestade a rainha).
O Sr. bario Williara Thomson, represen-
tante daWestern and Brazilian Telegrapa
Company: J quasi ao termo da nossa
misso, nao sera comaiogao que retembro
que se nestes ltimos quinze dias o traba-
lho constante nao nos deixou quinze minu-
tos de repouso, temos na recepgio de
inexcedivel enthusiasmo do povo pararse
o mais rico salario d nosso labor. Sois,
ura povo excelso, vos que iniciaos a vos,->
industria com o vapor e a vossa politK ca
com a liberdade. Estes jbilos que ag>'iUinl
toda a vossa populadlo, e que imf ^je .a
vida de possir a desconhecido i v; _r' conv',
que por um milagre rodear-nos a.r,tillar-
nos no afn de nosso trabalbo, ^^YratrtftPv"
de vitalidade proraissora des.ma ltoades-
tinos- toirrsjar-te-ha.
TiT. DO DIARIO -RA/

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