Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13035


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Full Text
*rr-

*- '-''
AMO XLIX AIUUEfiO 210
l'AIIA A CAPITAL E LUGABES OXDE XAO SE PACA POETE.
Por tres metes adiantado........
Por seis ditos ideiu..........
Por un anuo dem......... .
Cada nuinnro avulso ..........
...
69000
129000
S49000
820
S^pADO lB SETEMBK0 i) 1875
. --
PARA II
Por tres mezes ttautados.
Por.seU dHdo tlm. .
Por nove ditw idem
Por un aun idem.
E rBA DA/PBOYIXCIA.
>
6fM '
199500
909M
37900*
PR0PRIEDADE DE MANUEL FICEIR0A DE FARIA & FILH0S.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------1 <> V----------------------------------------------------,------------------------------------------------------------------------------__________________
.Tr

Os .Srs. Gerardo Atonio Aivesd Filiios,no Para; Goncatves d Pinto, no Marauhio; Juaqim Jos de OliveiraFbo,m*ti; Antonio de Leiuv* Bra^a, no Aracatv i dolo *ria Julio Chaves, no Ass; Antonia Marques da Silva,n.
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, aa Parah-yba ; Antonio Jos Gomes, .Villa da Penha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Antio { Domingos Jos da Costa Braga, emNazaretb;
Antonio Ferreira de Aguiar.em Goyanna ; Joo Antonio Machaeo, no Pilardas Alagdas; Alves d C, na Babia ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio(deJaneiro.

PARTE OFFICIAL
=
Caverna la |r.* liria.
KlfKUlKNTR 00 DIA 20 UE JU.WIO DK 1873.
Odiaos
Ao hrgideiro enuimuidante das armas. -De
ronf-raidade culi <> aviso .lo ministerio a guerra,
de ti do crrente, mando Vine, por adispasi.o do
coronel Aut inio lio ni'.-. Leal que vai inspeccionar
o presidio de Fernn lode Nor.mha, para .serurem
do secretario >j il ajuddiite Je rdeos, J ras fil-
mes dVn'M iis nlT-rvns, reforma los oii houora-
r: ;s que existom uesia provinea.
ao nesta i. C >ii'*t ni I > di) aviso d j miuisto-
n i da guerra, de t I > a .nenie, ier si lo na qnella
dala mu-i lo oc.r.nel do estado ntafof 2."
efasse Atonio Geno- La d para ara Bsecag3o do que
dispdt o art. :t d i ri-.';il mi'vito ,|iii> h.uxnu c>m
0 decreto n. 3,i l.'J .le II ibi fevereiro de 18 w ios
puci.>nar o presi lio d'! Fe.ruaad-i.de Noronha ;
assiiu o o un i.iico a V. Etc. pira seu couieei
meulj e diP*e$io.
\ I ill'iS II l. -\h> IM ifi r llid id'! 04 II O l|U s I-
Ulta o i is;ioM .r d:i lliesouraria di azenda 01
o'l> lo h mo ii il.it 11 > Siib n 3 serie I), sirva
M ''. Re. de -Iir Mas orinas pira que u atm >u
rifj d i !i npilal militar seja suspendo do exercicio
do re-pe-luo lugar, at k) niquel-
la ri'partuo a seiiien.-a de espeeialisaco Jai hy-
pothecis legaes dos i:ii.novis iilferoei los por seu
>" nadar.
AO mesmo. Pin p der cumplir o di-posto
0 avisad iii:i.il)ri i di^H'-ira, de \ do corren-
te, junto por copia, queira V. Exc. informar acerca
o que pode nos inclusos papis Mary Auu IJ>r
nc, mai Ja ax-praea Atenuare <) Byrne.
Ao inspector Ja arseiul de in.iruiiii. Trajis-
m.tt i a V. S. para a devida execu'.a na paita llie Uca a anata copia do aviso do ministerio da
marmita, de id Je inaio ultimo n. 97o, expedido
Contadoria, reitularisaudo a escripturacau das Bula-
p ni las de app-nd 7.es arlices d >s arsenaes dn
narinlia da Baha n do Para.
Ao inesino. -I'ck.ie V. s., como solicita em seu
offlio di! Iioiiti-m datado sob n. 6>3, con.irar no
mercado para MMVfli teraosid ao vapar de guer-
ra Patense e as dragas graxa do Kio Urande do
Sol e estopa de tbf da, sendo daquelle ulijtcto 20
i e deste lo.
Ao c.-ipitao do porto. Transmiti a V. S.
para sea aoaaseiinenii c,na do aviso d < ministe-
rio da m.ihulia, de '. do crrenle, declaran!o que
o* sriTi-tarios dis capitanas dos partos, quandn
no exercicio interino do lunar do c eo aquellas
repartict'ms, compete pro laborea graliiieacao au-
DUai de iOOi 00.
- ao director do arsenal le guerra. Em cun-
prineaio do aviso d'> ministerio da guerra, de 6 d
Borruata, mande Viuc. fornecer companliia de
avallara tks4a iirovnicia o fardamenlo cousiatite
da iiiclusa nota de i de maio ultiinu, orgaiiisada
na repaiti(o do ipurlel mestre general.
2.' "fo.
0'Bcios:
Ao deseoiliargaJor presidente Jo tribunal do
< ..nm-Tcio.Deconforoiidade como que solicita o
UupaetOf da ihesouraria >)' faenda em nfllcio de
hmtem datado, sob n. 211 serie D, sirva-se V.
K de dar soas orden*, para que o thesoureiro
desse tribunal saja susihjiiso do exercicio do seu
aipr >;, alt! que leulia exhibido, peiaut aiueUa
repartirn, a aaateaca de asponiaUayaa das hypo
llieca- lcgas dos imaioveis otTerecidos por seu
|ador.--lgoal ao Dr. clie de polica quauli aa
thasuiirairo da resp diva reparticao.
- Au c.oiiim-i4i:lauto superior Ja guarda nacio-
uii do llecife. lulbrme V. S. si orocedeu-se
r. sii. da qualilicarao Jjs guarda ikiS.* batali.io
1 infamara sob n sen commindo superior.
Ai juiz de direito de Itainli.- InleiraJo de
ttaa ito Vine inform u em oD^io de 17 do corren-
t.\ tenho a dizerlhe que Conoo provldpncw de
modo a burlar itulquer ootra tentativa do evasa
4\ parto dos presos, existentes na cadeia de Itamb.
1 Ao enlabio Manoel Turiano dos Reii Cam-
jj ilo D^etero a V. S. que ha incompalibilidade
en servirwu ao inesuio. lempo dous irnijos, mu
. joiz, e outio como erivO, nomesaiJ juizo.
' serrao.
Actos :
i) presidente da provincia, altondenlo ao que
rapraseafnn a presidente do tribunal do (vmmer-
ci em oillcio da 'i do corrale, e fcndo vista a
ii.t''nna.ao do in^pect ir da th.souraria de faen la,
f d IS lam iiii do correnle ti. 315, serie D, resol ve,
i, le oos do dccielo n. 88 do l. de evereiro
d I-'ti, autorisar sob a re-ponsabilid.;Je da mes-
n t presidencia um crdito supplementar na m-
portaneta de 2.88IJ058 a respectiva verba, atiiu
do potof aquella tbesourara ocuoirer no restante
do Bcloal exercicio ao pagamento dos venciuientos
(1 n cmiiregados do mencionado tribunal.
0 presidente da provincia resolve nomear
J iiquim Hamos da Silva Moreira para o lugar de
oTivo da collectona do municipio do Urejo.
i 'ihcios :
Ao inspector da tbesourai ia do fazenJa
I
Os Srs. agentes da companliia de navegado
bra-ileira inaudem dar transporte para a provin-
IVnstpitto a V. S. a inclusa copia da portara | cia do Maranhao, por conta do ministerio da guer-
ra, no vapor que se espera do Sul, ao alferes Jos
Bezeira de Menezes S, que, sendo 2.' cadete 2."
sargento do 9." batalhao de infantaria, fo promo-
vido por decreto de li de abril ultimo, eclassili-
cado no o. da mesma arma.
Os Srs. agentes da companhia de uavegacao
bra-iltira inaudem dar transporte para a corte, por
conta do ministerio da guerra, no vapor que se
espera do norte, ao soldado particular Emigdio
Catnpello de Albnjuerque G^lvao, que voluntaria-
mente assentou praca no 9.' batalhao ue intanta-
ria, com destino a um dos corpos da guami^ao da
corte.
EXt'EDISNTB DO SECBETABIO.
1.' ucrao.
Offlcio :
|j.-i' qnal resolv, nos termos do decreto n. 288i do
1. de fevereiro de I8tii, autorisar sob a responsa-
b liJaJe da presidencia um crdito supplemeutar
na impirtaocia 2:8 do p-jJer essa thesouraria occorrer no testante do
actual exercicio ao pasamento dos veuciraentos
do etipiegados di tribunal o commercio.
Transmiti a V. S. pan seu coitheciiueulo e
d rvivao copia do aviso do ministerio da mariii a,
d 9 do correte, declarandn qne aos secretarios
das capitanas dos portos, quando no exercicio in-
t-rino do lugar d chufes da quellas repartiees,
competa pro labore a graiti a;a> an'uual de 10 '.
Ao mesnio. tannmunie > a V. S. para seu
c nthecinento que por aviso do ministerio da fa-
lenda, de 31 de maio ultimo, fui approvada a de-
li .el a;Io desta presidencia c-intirmando aaulori.
...i^ dada por V. S. ao iaspeetor da alaudega,
para ad.nittir Com o.Beiaes do descaiga supra-
munei midos o sargento da companhia de guardas
iVi iiiesiia alfandega, Franciscii lod1 d is Santos
juuior e o c*bo Joo Goiicalves Pires Ferreira ;
d.'vendo, porm, ser dispensados, logo que sejam
it.liveis os leas servic/is.
Ao mesmo. -Uelermioando o aviso do minis-
terio da guerra, de 3 do coi rente, que o major
Jos Cosario Varella Franca passe a servir em
i: immSMS o iLgar de fiscal do I2. batalhao de
i.'litara, s ndo substituido no 9.* da mesma
a ma pelo major Manoel do Xascimento Azevedo;
a,sim o communico a V. S. para o flus conve-
nientes.
Ao mesmo.Declaro a V. S., em additamen
lo ao tueu olUcio de bontem, quo nao obstante as
o:dos do ministerio da guerra mandando suppri-
x: r a despeza com a guarda nacional destacada,
dovem asses destacaineutos cootiouar sob a res-
j. ibHidatfn la pfaaWeaalai correndo a respec-
ii ii;),i.,i pw eonu itajualai insaiilonw
Ao mesmo. -Bemetto a V. S., alim de ter o de-
vido destino, a inclusa portara -le Severioo Jos
i Caldas, agente oomeado para o crrete da villa
de Ingazeira desta provincia.
Ao mesmo. -Commuakando-me o Exra. Sk.
ministro da agricultura, conuuercio e obras publi-
cas em aviso de 5 do crrente que nasas mesma
data soliciten ao da (azoada a expedicao de ordem
para ser posta nessa thesouraria disposijao des-
ta presidencia a quaatia de 1:3484880, para ser
applicada como auxilio aos reparos dos caes das
ras 'da Aurora e do Apollo tiesta cidade ; asaim
o communico a V. S. para o:> as coaveoioates.
Ao brigadeiro cumtnandinte das armas.
De ordem de S. Exc, o" Sr. prndente da provin-
cia, declaro a V. Exc. em resposta aos olDcios de
18 do crrante, sob us. 6z2 e 623, une nesla data
se mandou dar transporte a seas destinos ao al-
feres Jos Bezerra de Menezes S e, ao soldado
particular Emigdio Campello de Albuquerque
pal vio.
* Sfcrm.
Offlcio :
Ao in Exm. Sr presidente da proviucia manda declarar
a V. S. para seu conhecimento e devidos fins que
por portara decta data resolveu nomear Joaquim
Barros da Silva Moreira para o lugar de eserivn
da collectoria do municipio do Brejo.
5.* ieccCw.
Otile o :
Aos Sr?. Antonio Luiz de Oliveira Azevedo
& dO Exm. Sr. presidente da previocia manda
aceusar recebido o offlcio de Vv. Ss., de honlem
datado, no qual participam que o vapor (insto*
dOiUans, c.iegado da Bahia com escala por Ser-
gipe e Alagoas, regressar amanb as 4 horas da
tarde.
ousbachos o* puesidbncu db 11 de setembro
di 1873.
Anna Igoez da Silva.Deterido com offlcio desta
data thesouraria provincial.
Antonio Soares de Pinito. Indeferido.
Angelo Cavaleante da Costa.Deferido com offl-
cio desta data \ thesouraria de fazeuda.
Bario da Tacar una.Informe o Sr. inspector
da ibosouxaria d azenda.
Ao mesmo.Mande V. S. ajustar cantas e
passar guia de soccorrimento ao aireres Jos Be-
zerra de Metieras S, que, sendo 2* cadete 2.' sar-
gento do 9. batalhao.de infantaria, foi promovido
a este posto por decieta de 14 de abril ulluno, e
elas-illcado no 5. balalho da mesma arma, o
qual se acha na provincia do Maranhao, para oude
tem de .-eguir o referido alferes no vapor que se
espera do sul.
- Ao mesmo. -TenJo o arsenal de mariuba de
turneo, r de prompto graxi do Itio Grande do Sul
e estupa de algodo ao vapor de guerra Paraense,
as dragas e aos vapores, atilorisei o respectivo
inspector a comprar no mercado la s objectos,
sendo vinie arrobas do prtoteiru o dez do-segundo;
o que c imiKinico a V. S. para os flns conve-
nieutHS.
io mesmo. Tendo nesta dala, de conformi-
da le com o que V. S. solicitou era seu offlcio de
i iiilem datado, rab n. 221 serie dado as neces-
sanas providencias para seren suspensos do exer-
cicio de setts empregos os almoxarifes do hospi
til militar e do arsenal de guerra, e bem assiiu us
tile.- lureiios do tribunal do coaimercio e da re-
particao da polici.i, at que exhibam elles a sen-
lenca le especialisajo das hypjtliecas legacs dos
miiinveis olerecidos por seus fiadores : assim o
comuiuiiico a V. S. em Nspoatt ao citado offlcio.
( Ao_ inspector da thesouraria pvovincial.
Coinuunico a V. S. para os Mus convenientes que
em sessio de 5 do crrente o eoaselho direct >r de
instrucgio publica condeinnou o profesor de pri-
ineiras huirs da villa do Brejo, padre lo> Proco-
pio Pereira, a um mei de suspensao com perda
de lodos os seus veucimentos, par ter abandonado
a sua cadeira.
Ao mesmo. Sirva-se V. S. remettar-me,
para satisfacer a um pedido do regedor interino
do gymiiasio provincial, urna lista dos objectos
vindos da Europa para o refeitorio do mesmo es
tabeleciuienlo, pagos por essa reparticao^ e bem
assun os seus respectivos procos.
Ao mesmo. Doelarando-me o Exm. pro*i-
deule di provincia das Alagoas, em ollicio.de 16
do crrente, que na mesma data expedio a conve-
niente ordem ao thesoaru provincial, no sentido de
ser paga ao fornecedor da casa de detencio, ba-
charel Joaquim Jo Ferreira da Bocha Jnior, a
quantia de J'J/977, proveniente do sustento dos
presos pobres da referida proviucia, recolhidos
aquolle eatabetedmeat ; assim o communico a
V. S. para ?eu eonheelmento e devidos dos.
4.' secrw.
Acto :
0 presidente Ja provincia, a tienden Jo ao qu
requeren o padre Manoel Ignacio Bezerra do Ama-
ral, professor de in-lruccao primaria da villa de
Ignarass, e t ndo Mu vista o exame medico a
que se sobutottea e as informicdes do director ge-
ral interino da instrucfo|iublca, de noverabre do
anuo passado e do Inspector da thesourari. pro-
vincial, de 18do corrate, resolve, de conformida-
de com a 2." parte do art. 9 da lei n. 369 de 14
de maio de 1855, jubilar o mesmo professor com
o ordena lo correspondente ao lempo de servico,
contandose-!he a graliacaciu por mais de quinze
annos, nos termos do art. 2. da lei n. 984 de 12
de maio de 1871.
OlHcios :
Ao Eyn. Sr. presidente da provincia da Ba-
hia. Deferindo o incluso requerimento, quo V.
Exc. se dignar devolver-nie, do soldado do 9.*
batalhao de infantaria Joo Barbosa Coutinho, ro-
go-lhe se sirva de transmillir ine um documento
comprobatorio da allegaco feita por aquella pra-
C, de Ier marchado para a guerra do Paraguay
em 1866, na qualidade de guarda-nacional desig-
nado, e apresenlandose voluntariamente.
Ao director geral interino da iastraecio pu-
blica. Acenso re flbido o offlcio de V. S., de" 18
enrrente, e Uto inleiraJo de tcr"o conselho direc-
tor, em sessau de S deste mez, condemnado o pro
fessor de prinieiraa letlras da villa do Brejo, padre
Jos Procopio Pereira, a um mez de suspensao
com perd de todos os seus venciraentos, como
incurso n> art. 96 n. I da lei n. 369 de li de
maio de 18-xi.
Portara :
A' cmara municipal do Bio Formoso.Ac-
enso recebido o offlcio da cmara municipal do
Kio Formoso, de 9 do correnle, e em resposta te-
nho a dizex que agradeco as expressoes com que
me fuicila pelas providencias dadas no sentido de
inantcr a tranquillidade publica nos das 14 e 16
de maio prximo paseado.
5." SfflO.
Offlcios :
Ao engenhsiro das obra? geraes. Commu-
nico a Vine, para seu conhecitnento que o minis-
terio da agricultura, commercio e obras em 5 do
corr.mte dirigi aviso ao da fazenda, para mandar
por na thesouraria de fazenda disposgo desta
presidencia a quantia de 1:348886 para ser ap-
plicada como auxtl.o aos re aros dos caes das
mas da Aurora e do Apollo, nesta capital.
Portaras:
Bacharel Cmchdo Alves MachaJo. Passe por- Aceitai, pois, esiLS palavr.is como a expresso
3T?\ ., Isiucerado in.u roconhocimeiilo em primeiro lu-
I>ulce l-erreira de Mello, -Deferido; c ,;n affldo | gar pel'ie servipos, ipm acabis do prestar nos-a
proviucia que os apreciar deviJamenle, e ein se-
dosla dala Ibesou a ia de fazenda.
FraiKiseu Jos da nlva. -dem.
O mesmo. -Ide.n.
Francisco B.u-bosa da Silva. Def^rilo com offl-
cio desta data a> Dr. chefe de palela.
Florencio Francisco de SJuza. Informe* Sr
D ebefe de palicii.
Pad o Genuino Games Pe ei a. Informa o Sr.
inspector da thesouraria provincial.
Joan Rulino de Siuza.- Dele ndo sosa offlcio
desta dala a thesouraria de fazenda.
Jos Ignacio Ovidio. Deferid.., cora oflj :io desta
data a thesouraria Je fazenJa.
Joo Eduardo Pereira Barges.Informe o Sr.
Dr. juiz de direito.
Joo de MeJeiros Galvo.-Deferido eom ottciu
delta data a thesouraria de fazenda.
Josepba Mara de Jess. Informe oSr.'.Dr.
chefe de pulida.
Joaquim Thecdaro de Vasconctllos Arag.io. in-
forme o Sr. iuspector do a-seaal de marinha.i.
Luiza Fraiici>ca de Souza.-Deferido, com ofi-
cio desta dala thesouraria de fazenJa.
Luiz Francisco Uodrigu.es Franca.Sun, si liver
a ella direito.
Mara do Nascimento Moreno. Deferido eum
ocio desta data thesouraria de fazenda.
Manoel Antonio Das. dem.
Norberto Alves de Lima. -Deferido comolljio
desta data thesouraria provincial.
Purlirio Alvo* da Silva. -Como requer.
Segismundo da Costa Mello. Fav.i o suppiicaute
a offerla em praca.
Secretaria da presidencia de Pernamt.uM, 11 de
setembro de 873.
O [M.rteiro,
Silvino A. Rodrigaet
DIARIO DE PERV.MBUU
BECIFE. ia DE SETE tBBO DE 1873.
\<>tii*ia<< do norte do imperio.
Amanheceu honteui en nosso porto o vapor bra-
silero Paran, trazendo dalas : do Para 3, do Ma-
ranhao 6, do Cear 8, do Kio Graude 10 e da Pa-
rahyba II do correnle.
| AMAZONAS.
A varila continuava a grasar em Manis e
ero diversas povoaces m.irgem do riiPurs.
Nos da* 18, 19 e 20 de agosto os missionarios
franciscanos llzeram preces publicas, imaloran lo
clemencia divina para applacarn mal.
Chegra a Manos na larde de 10 desse mez,
o vapor /*ur, couduzindo ji seu burdo a cuminis-
sau de limites, que lora ao rio /rii collocar us res-
pectivos marcos.
O Sr. bario de Teff, no dia 18 desse mez,
mandou entregar ao inspecior do tbesoum a quan-
tia de 2:083333, correspondente aos seus venc
montos duranie os trabilhos do Pipar, e que o-
fereceu ao goveino para auxliiaf instrecijao pu-
blica d.iquolli provincia.
PARA.
Em 3 do correnle escreve nosso corresponde ule
da capital :
Eiicerraram-se no da 3! do p.is-ado os Ira-
balhos da asseinbla provincial, tenJo havido no
dia anterior o seguute iucideute :
O Sr. Miguel Lucio diz, que pelo art. 23 do
regiment, no ultimo dia do soasan nao pJe ter
lugar discussao de materia alguma ; que a mate-
ria do i-eqnennieuto, que vai apre-enlar con
sideracao da casa, ilaquellai que por sua pro
pria uatjreza devem figurar no ultiuio dia dos
Irabalhos ; entretanto, em obediencia ao regimen-
t, se antecipa a aprasenla-la, deiaadu de a jus-
tificar, visto como eba assignada por toda a
maioria da casa, que symbolisa lamben o partido
conservador da provincia ; (l) :
Heipieremos que se mande tauscrever na
acta um vol de Inuvor ao Exm. Sr. Dr. J. L. Paes
de Sonza, dignissim" presidente da assembla, pe-
los valiosos servicus prestados proviucia na di-
reenao dos trabalhos legislativos, com grave sacri-
ficio desuasaude affectada por serios padecimen
tos. -S. B Paco da assemldi, em 30 de agosto
de 1873.Miguel Lucio de A Mello t'ilho, Ma-
noel Roque Jorge Ribeiro. Dr. Ambrosio Phylo
Cieo. Bernardina de Senna Lameira. Jos do
0* de Almeida.G, F. Cruz.Custodio P. de MW-
!o Freir Barata. -Manoel Antonio Rodriguees.
E. Menes Pereira. Dr. Joj Ferreira Cunlao.
Candido Cicero da Silva Ptnna. -Francisco Perei-
ra de S'uzi. Jote Joaquim de Lima.r. Joa-
quim Pedro Correa de Freilas.
E: approvado sem debate este requerimento,
tendo-se retirado da sala o Sr. presidente, que foi
substituido na cadeira palo Sr. Boque ; e oceu-
pando a bancada, depois da approvaco, pede a
palavra.
O Sr. Paos de Souza declara nao ter*exprs-
s5es com que possa agradecer nobre tnaoria da
assembla a honra que acaba de fazer-lhe.
i Diz que, quando faz sacrificios pelo partido
conservador, nao tem em vista seno o curapri-
ment de um dever, perqu entende, quo o hu-
mera que se liga a um partido, a elle se deve em
judo e por ludo
a Y.' verdade nao ter pouco solTrido nestes l-
timos dias, mas a Providencia, que tambera nn
tera concorrido pouco para que o partido conser
vador se conserve unido e- firme, se dignou dar-
lhe anda forcas para coinpartilhar o fira dos tra-
balhos.
i Que desoja que elles sejaiu de proveito pa-
ra a provincia, e que sobre os Srs. depntaJos re-
caiam as benr;..s dos n .ssos concidados. (Mui-
to bem)
c Na sessao do encerraraeuto o Sr. Dr. Joo
Loureiicu Paes de Suuza, na qualidade de presi-
dente dessa corporacao, prununciun o seguinle
itgradeciinento:
< Setihoros. -luipressionado coin i ti juei hon-
lem |M.r oecaali da ap eseotaco do voto de lou-
vor que me foi Cunceui Jo por esta augusta assem-
sembla, nao pude corresponder-lhe como de-
vera.
< Fallarain-ine as expressoes, lolbeu-se me por
assiiu dizer a falla, e mal pude exprimir o meu
reconhecimento por to subida Honra.
Louvastes-me por ter sabido dirigir os nossos
trabalhos, e accresceutastes que o fiz mesuo com
sacrificio de minha saude
IVrinuii-rae jue vos seja franco, a b6a direc-
cao depenJeu uia.s das boas di-postces de cada
um de meus collegas em cumpnr u seu dever na
execuco do nobre mandato que lhes foi mereci-
damente confiado pela provincia, do que da intel-
igencia, zelo e capacidade do mais humilde dos
me.nbros que oceupa a cadeira de presidente.
i A boa difeccia, que dei aos nossos trabalhos,
deve ser antes altribuida harmona que reina
entre vos membros preeminentes do grande par-
tido couaervadur, iolelligenuia e zelu com que
vos houvesua nos trabalhos legislativos, do que a
qualquer impulso da minha parte. Portanto, se-
nhores, a vos toda a gloria pelas justas, acertadas
e econmicas medidas voladas este auno. A mim,
senbores, a honra e a satisfaco de ter presidido
as sesgues.
Acompanhaodo-vos no fita dos trabalhos. ape-
zar de meus, iacommodo de saude, curapri o
meu dever. Soldado velho na poltica, tenho obri-
tacio de sacrificar todos os meus eommodos a
ea do partido.
pographia do Futuro, prujecia-se ama passeata
cora msica noite, pelas ras desta capita, de
vendo deshilar em frente do palacio do governo e
das igrejas, onde a s Je das irataadados referi-
das.
c Agora segredam me qne presidencia, de
accordo com o Dr. ched de polica, nao anuue.a
guada lugar, pela coidoaliJaJe e delicadeza com
que sempre me tratasles, quer o no particular,
quer com i presidente desla assembla.
i forma d> rogi.nenio, e.-l encerrada a 2*
sessn de>ti legi-latura.
O vapor Paran, que deMle sabbaJo, 30 de
agosto, era esperado, somonte deu entra la hon-
lem nesle porto, condnzindu a seu b ndo cerca de
diizeulas pracas do > bitalbio de artilharia, pro-
Ce.lent:s Ja Uahia.
Que sejauumi bem vinlos, e i que deseja-
titos, |.ii.s, nesta provincia dj ha mullo necessila-
vase ile (urca militar, lano para ocerrer re-
gularidade do servido da guar licau, Cuino para
acudir a qualqu-r emergeifia.
< Frlizmenle a ordem e a tr.iu piilidade publi-
cas na i tee.n soifrdo uuior alteracao ; embora
espritus inquietos e sempre iuco:itentaveis pro-
eureui de alguma forma incur, por meo da im-
prensa, no animo da gente menos sensata e ^re-
venida, doiiirin^s que. no estado de civisa./o e
progre-so lo Brasil, nao (um boje razio de ser !
E para prava disto, que a populacho em
g.'ral est antes predisp'ista ao bem o a aceitar os
grandes commetrii.-pn/us e o cnaear-o auxiliar de
poros estranh .s, veniam d'onde vier; t assim
acaba de receber na maior effuiao de jubilo a en-
thusiasmo, a cifto elctrico snhin trino, que. alm
de nos enllocar em immediata correspondencia com
ossa provincia, faz-nos saber em breves monten
tos as noticias e o movimento d >s centros popu-
losos o coinmerciaes. quer da Europa, ajuer da
Amrica do Norte.
t Com i digo, o vapor tt'oper, tendo submergdo
l:'S2 milhas do referido cab) at a barca ph.rrol
situada na pona dos haixos de Bragaiiea, siugrou
nest.' porto pela voita da- dez horas da manila do.
dia 23 do mez ultimo.
J deant' mo a presidencia liavia predispos-
to as consis no M-niido de se realisar urna recep-
'/lo, na qnal tmna-se parte, au s o funecionabs-
ran, como especialmente u coiii.i.ercio e a popula-
rlo em geral.
E para evitar maior digresso sobre esta festa
popular e por todos bem aceita e correspondida,
remetto os HtOTas do seu acreditado Diario para
as descripcoes publicadas no Diario do GroPar,
(a qual public irnos em nossa 8.* pagina) em cu as
celiinin.is curnpriiiHmlos e as crcumstancias do passeu-ma-
ritimo, que leve lugar a ebegada do llaoper.
Ora, eninn n vauor Hooper nao conduzsse a
sea b >r io o rabo submarino para esta capital, ma*
sim o vapor ingle' Gre-tl N'uiern^ que no dia 31
acaba de cheiiar. us fe-tej s princpaes ficarain
adiados por ordein da presidencia, para o dia tni
que for aberfa a Cominunieac.o desta cidade para
a do Becife. por meio de tres (eleg animas -o pri-
meiro feil/i pela presidencia do Para, andando a
de IVrnamhurn; o segundo, a cmara muoicipal
de Relm ciirapriiiientando a dessa capital; o ter
ceiro a praca Jo commercio dirgindo-sc. a Associa-
cao Coaim.-rcial Reneuceote dessa provincia.
i Devi, ali*m disto, ter lugar, entre outrw actos
d regosijo publie-, um Te-Deum l.awlanus na
eatbf'dral, um fogo de artificio no largo do palacio
do governo. gura contar um b iil* que rae consta
projectar-se para urna das neules d is festejos.
Segundo inform i.oes ine me acab-im de dar,
os dito* festejos sern nos dias 6, 7 e 8, para so
lemnisa'r ota maior pampa o anniversario da in
dependencia do imperio.
O que houvera tal respeho, aguardo-rae para
lhe noticiar oppurtunamente.
t Xo ob-iinte o que levo referido em relaesa
ao estado satisfaetnrio de socego e espirito publico,
den-so um incidente desagradavei na tarde de 26.
dia hnmedlaln ao das fastas de que cima trate.
0 incidente fui ponco mais ou menos o se-
gninte:
e Dm pardo foi urna taverna sita ra do Im
p.T.nlor enm o pretexto de comprar ligninas raer-
cadras; ah cnegado um noufio embriagad, pro-
curou -uhtraliir nina lata de manteiga. O caixeko.
que era fiiho do dono do estabelecTmento, obser-
vando a snbtraccao,opROZ-se de tal forma, que acu-
diram os domis caixeiros; houve etitao de parte
a parle alguma resistencia, saldado afina! contuso
o pardo, em consequencia da queda que soflreu.
ao tirar-se-lhe a lata d manteiga.
* Has'endo comparecido dous policas, conduzi-
ram o contuso presonca do subdelt'itado respec-
tivo, o qual mandou logo proceder ao corpo de
delicio
Chegado Geminiano (tal o nome deste hroe)
casa onde se aeliava o medico, este o deap dio
sera proceder aos competentes exames, dizendo-
Ihe, segundo consta, que i\<-se elle fazer o mesmo I
Foi mo, pessmo, este irrellectido modo de despe-
dir um contuso, embora estivesse embriagado, pois
daquelle dito vai-se ver o que resulton.
t Giiininiaiio e os dous soldados de polica nao
voltaram mais pela casa do su delegado e no ca
minh i que tunarain, aggregando-se-lhe um preto,
dirigiram se de novo averna, na inlenc,o de se
desforcarem nocaixeiro.
Alacararn armados o estabeleciraento; patrio
e caixeiros, que ahi se achavam, defenderra-se e
resistiram cuno poderatn a to nasperada aggres-
sao; houve serio tumulto, porque juntou se algu-
ma popularn das Canoas dos Boceiros, fuudeadas
no lugar do Ver-o-peso, prximo ao local do con-
flicto, sendo o ponto objectivu da aggresso o dono
Jo estabeleciraento, que forra procuravara-no
prender e c nduzir para o meio da ra I Feliz-
mente interviudu de momento alguns cidadaos e
afinal as autoridades policaes, reslabeleceu se a or
dem, Picando preso Geminiano. em fuga o preto e
reeol' idos ao xadrez do corpo de pulida as duas
pracas que to audazmente auxiliarara semelhaule
conflicto I
0 dio da casa, Ricardo Marques da Silva,
achaodo-se ferido na testa p .r ter-lhe alraJo
urna pancada o preto, proceden logo a corpo de
delicio, e presentemente prosegu a polieia nos
inqueritos acerca de to inesperada e inaudita
aggrossio.
t Os jornaes tera discutido largamente o acon-
tecimento, e por fira com certa acrimonia, p em resultado estas questoes descambara para a
poltica.
< l'ns aggrleui as autoridades, o procedimento
do me Jico, outros Jefon Jein-u'as assim como a
situagao. sem que aquellas possara. ser responsa-
veis, por nra meideute, verdade, lamentavel,
mas imprevisto.
t Em soluco, o que me consta que por parte
da presidencia tem havido toda a reeommenda.o
para serem punidos os delinquemos, e tanta ; ssim
que o preto tendo sido preso, segu como praca
de raarinha a bordo do paquete Piro,i, que boje
segu para o sul. Veremos o resultado quaulo
aos ou'ros.
Houtein co.n a noticia da resuluco Jo conse-
lho de estado sobre o provhaento des recursos
interiKislos.por varas irmandades, que em margo
ultimo forauj auspoiisAs pelo b. po, houverara de-
manslracfies publicas de regosijo por parte das
ditas irmandades.
Hoje, segundo um boletim de noticias da ty-
qoe as roaiise a passeata. noe| pereira da q^^ ,endo a origem de sen pas-
a iiao sei qual o fundamento de seimjlbaDte nO' smenlo urna forte paralvsia.
'"'". o A' 25 septiHou-se o cadver de Francisca de
Lomo nao ,.nho lempo para mais e tambera tal, moradora nos Tucuos (arrabaldcs da cidade);
pouco mais podera haver d- importante termino viven a a vankdissima idade dolannos!
esta, aguardando ine para o paquete norte ameri-
cano, o qual estar ncsle purjo do 7 para 8 do cor-
renle.
t
a Est marcado o dia
inauguracaoe asseulanienlo
sub.narino.
Xa ilha do Mariluba um en >rme jacar' ma-
to u urna menina de annos!
nhava-se no rio, e lena sido
dencialmeule por ali u.>
de idade, que ba-
llevorada, se provi
apparecesso um vi
sinho, que persegundo a frJi, "conseguio tomar-
lhe a presa,
\o rio Surubimiiu, nmaj
de idade fui presa de tima
i paraos festejos da
do cabo telegraphico
CEAHA
publicadas as
segrales leis prc-
Poram
vinciaes:
N. 1532 de 7 de agosto qne manda publicar di-
ei sos artigos de posturas da cmara municipal
i da Cachueira.
N. I'"id i da asma Jala que regula a gratifica-
cao concedida aqs empregados provinciaes pela
res.du.ao n. 973 d 23 de julho de 1861.
N. 1535 da mes na data que autorisa a cmara
municipal do Maranguape a contralor um empres-
tmo de lo:00000 i para coiistrucco de 3 cha-
annos farizes naquella cidide.
N 1536 de i4 do mesmo mez que concede ao
Francisco de
menina de 4
norme cobra
rij, que media 2> palmos d coinpruneuto ; mas professor primario de Mar
e ,'5;)ism. Oliveira Conde, 2 mezes de liceo?a.
N. 1543 de 21 do mesmo mez que manda qu
mu-se de um ma-
vibora. repetiudo-lhe golpes at
i ente ficou com vida,
que alguma dis-
|ue so asmaos sabein ter, an
chado e inviatio
ella dexar a presa, quo felizir
coiiseguindo malar a cobra.
Escrevera-iios do Obidas
tancia desta cidade se acha u|m grande quilombo
de negros escravos fgidos ei seguado dizem de
desertores buaaein que vai t|idi>s s dias toman-
do proporces assusladiiras e que poJe tornar-se-
inuito funesto para essa cidade.
Do rio Maeira mandara-ios dizer que as en-
chentos desie anuo excedema
sado de mais de ura metro.
A veneravel ordem tere 'ira
Peniten ra offereceu, honlem,
trado adv. gado des cidade
uda as do auno pas-
de S. Francisco da
jao dislincto e illus-
l)r. Joaquim Rodri-
gues de Souia Pililo, urna peaia de miro, era tes-
temunho de recoubecimento |
;n qu lhe srestou, re ligio 1 >
co recurso a coma contra o
siaslico, pelo qual foi a mesoial
tolas as funeces religiosas e
ti va capella.
A penna um primoroso
i relevante serv-
lo luminoso ejuridi-
iaterdieta a respec-
riballio de ourve-
sana, cotn crava^o de bnlhai tes : no terco rafe
na liquidarn de tem|M> de servtpo para aposenta-
doria dos empregados provinciaes, nao se descon-
tar o ii'iiini de interrupedes por servidos presta-
dos na guerra do Paraguay uu pelo exercicio de
quaesquer uneeoes publicas em virtude de Bornea-
r) do governo geral ou proviucia!, de eleicao po-
pular ou de predeito de lei.
Foi nomeado promotor publico da comarca
do Saboeiro o bacharel Francisco Rodrigues Sett*-
Filho.
Os trabalho da assembla provincial foram pro-
rogados at 15 do correte.
Na sessu do dia t. do crrenle foi appro-
vada a seguinle indicacao :
i Pruponho que sn agrade^a ao actual gabinete
a acertada nomeacao do Exm. Sr. Dr Francisco
de Assb Oliveira Mncel parapresidente desta pro-
vincia, quando ella, enlo em circumslanciaaes-
Btodn poder eccle- peeiaes, exiga um admiuislradur justceiro eecer-
' gico que, como elle, lo relevantes servicus prestan
a causa publica.Samuel.
Foram approvad -s em 3." discussao, por ess*
corporacao, eremeltidos saneyao os projectos :
N. 81 c.ucedend.i ao Dr. Antonio Gongalves da
Justa Atinja a concessio de privilegio para urna
linha de transporte de raercadoria e passageiro
da serra de Baturit cidado do mesmo nome.
N. 8i coiicedondo directora da companhia
ferro carril do Cear a prorogacio de 18 inezft*
de prazo para dar coiuevo conslrucco dos tri-
ancisco Bodrigues n,B.s urbauos.
N. I ( que entrn para a ordern do dia a re-
querimento do Sr. Samoct,) creando tres comar-
cas em diferentes termos da provincia.
A caraira municipal do Aracaly enviou a
Exm. Sr. Dr. Oliveira Maciel a seguinle felici-
tarlo :
Paco da cmara municipal do Aracaly em ses-
sio urdin ira de 18 de julho de 1873 Illni. eExm,
Sr A eauara municipal desta cidade affeita a
prezar a verdadeira justica e equidade com que
os bons funce onaros coslumam paular seus actos.
Poetes visgueiro, faitarja at) m^gsgralo dos deveres sino dirigisse
a, e curaplices Pe- a y. Exc. para dar-lhe a mais soleniac manifes-
tagto desea profundo acatanento ao modo jus-
, _.. ; ticeiro, recio e imparcial com que to digna e sa-
dAssumpcaoOli- biamente lera V. Exc. administrado os pblicos
veira, parochu collado da fregt.ezia do Brejo com negocios desta provincia, no exercicio de presi-
exereicBJ na da \arg.?m-GraiiJ, para onde traha eate da'mesna ; tinto mais quanto esU cmara
temporarianwi te ka mais i tem lestemunhado ter chegado V. Exc. provincia
j n'uma poca em quo os nimos dos partidos so
ahcciminto ow*[aeaavam asss exacerbados, e"m razio das luta
Luiza Leopoldina eitoraes que se acabavam deferir, e em que
queira. ni pouco iband.s de cri.nitiosos. dispersos por tola parle.
uus albura, dous faz;iin seriamente recetar pela seguranca do vida
ios c um rapaz de e ,,rop,-t.,|:l,|C do cidado.
no da da mlssa ciieganJo assim V. Exc. n'uma poca de
itanli calatiiidaJe, presenciou a cmara que V.
iromoveram um i, j^XL. C0I l||10 0 aenerga quclhessao pe:uliares,
or da hasta l-se essa ded
lerceira di S. Francisco. Ao
Para. -1873.
i 0 oflerecimento foi eito
urna commissAo cnmpnata dosj
Dr. Julin Hjn irato Correa d
iatiao do Valle. Guimaries,
Pereira, Jos Manoel Borges
v-s Pereira.
a A alfandega renden no ni
29i:169>3i5.
MABANHA4
Os Srs. Alexandre Collares
ca oria : .1 ordem
Dr. Sottza Filho. -
par intermedio de
irmos da ordem,
Miranda, Joo Cons-
lachado e Jos Al-,
z passado........
I
Moreira Jnior e
Francisco de Assis Collares o| fereceram cada um
delles um cot.Io de ris par
obras da escola publica de Nos
loria na capital.
hz-o Paz que o promot
tal deu denuncia, no process4
considerando co reo Guilliermil
ralles, P.iixo o Luiz.'
Lemrs nesso pual
a Fallecen o paire Marcon
ser applicadu s
a'Senhora da Vie-
r publico da eapi-
sido trasladado
nonos
<( S agora chega a i n:sso aj
guinte acto d-i ca idade. D
Lerqueira, ir ni do Sr. J. L Ce
i'allleci la, deixou livr.,:, sem 4
escravos, ura a mulata de IS an
6. cujas cartas feram ontregut
do sotirao dia.
i Os Srs. Jorg* & Sanios
subscripeo
que se assoearam mus
obtivvram para soccorrer
da cidade de Camota no Para, v
de labras de mi carcter,
ilha e 3 sac ;os de arroz.
Como j dissemos, a directora da companhia
estes gneros, e a canga de can
nadaDesafio-fes tambem grus o encapamuiito
dos alqueires.
Commun cara nos de Alcau
No dia 16 de agosto foi a sassinado um es-
clavo do Sr. Mariano Jos Go nes do Castro, de
nomo lalas, em Sauto Antonio
c Ao entrar o dito escrvvo Izjas para a sua ro
naquelle dia de nianh, ond e ia trabalhar com
entre os exportad res de farmha, a ,Ul)e restabelecer o imperio da lei, o respeito E
is amigos seus, e mioriJades e fazer capturar avallado numero do
telizos habitantes criminosos, telando alera disso os dinheirus pu-
e -blicos com a mais severa e stricta economa, e
publica todos os
15) alqueires de fari-proauraad() para nsiractao
' melhoranirntos possiveis.
Em taes condii.oes sente-se esta cmara pos-
de navegaco offeretea ranspirto gratuito P*. suida do maior rogosno em felicitar a V. Exc.
?a
lieenca do seu sedhor, der
de alto a batato na cabac, qu
fora, e nao satisfeito o atsassia
tou-o. O golpe, dzem, parec
detraz da victima.
Nao houve auloridade qu
delicio, e o senhor da'victima
facto mandou enterrar o cadav
cap ; e at hoje nao consta
touham buscado saber quera o
i Suppoe-se que foi causa
fcil descobrir-se o assassin
tnulher.
Sr. redactor, envo lho a
se quizer pode publicar.
0 mez de agosto o nosso
Em nossa 8.a. pagina damo
tn-lhe um golpe
deitou os milos
degolou o e. cor-
tar sido dalo por
fizesse o corpo de
testemuahand) o
', creio que no Ma-
que as autoridades
assassinuu.
maldito ciurae, e
b, procurando-se a
v jrdade do facto, e
gueiro. .llamamos para ellas
lores. *
A alfandega renden no tijez de agosto
I9l:i65790.
PIAIHV.
No dia 18 de agoslo mstallou
gislativa provincial.
y< Escrevem da Paroahyba :
f Tem
* por tantos actos de justga e raoralidde, que enno-
breceni o elevado carcter de V, Exc.
Esta cmara aproveita air.da o ensejo para
manifestar a V. Exc. o pezar quo experimenta pela
marcha tortuosa e apaixonada ra imprensa op-
posctonsta desta provincia, que to odiosas e in-
justas apreciacoes tem leilo dos actos de V. Exc.
smente cora o tira systematico de t'udo inverter
para fazer crer n'outras provincias, que esta acha-
sc bai barisada, quando, pelo contrario, tem goza-
do perfeila paz desde que leve a felicidade de ter
a V. Exc. por seu administrador.
t No domingo ultimo teve lugar, na forma dos
respectivos cstatutos.-a reuniao da assembla ge-
ral desta florescenle associacio para a eleicao da
directora que tara de funecionar no auno rn-
douro. A eleicao correu sem incidente algn
que se torne digno de notar, senio eleitos :
o PresidenteFloriano A. Borges ;
ThesoureiroJos M. P. de Alencar;
Directores Adolpho Herbster, Dr. Francisco
G. da Justa, Manoel Januario de Moura, Joo Cor-
deiro e Guilheme Cesar da Bocha, que sendo o 6*
votado, entrou para o quadro da directora por
ier renunciado o cargo o Sr. Pedro da Silva
mez critico,
mais aIgunas pe-
i Nava.
Cas ofBciaes sobreo Celebre prbcessoPo otes Vis- j Q pa.|Ue,e ag,ez Ambm( ^^ para % Eu.
autncao uos ui T0^^ [eV0U de noS30 porto Q seglHle carregamen-
i to :
4349 saccas de l, pesando 261:606,0 kilos.
1523 de assucar com 33,9540 kilos, 100 do caf
- n .somw, com 5,988,0 kilos, 23 fardus de borracha cum...
se a asserabla le- %mfi ^ {m C(Juros ia,ga,os tom l6)5l9|G
kilos.
A alfandega renden no mez passado------
RIO GBAKDE DO N0RTK
causado dmirac-o uraa cacimba que M.ojiJKe
doscobrio se, distante d'aqui uus 6 a 7 kilmetros, ou..oioajo
(adianto do lugar Bebedouro) pela singularidade j
seguinte :Dentro d urna n all h i, augmentada este anno pela grande en- MO do corren :
cliente do rio, aeha-se dita cacimba quo tem Diversos fados, alguns de summa importan-
actualraente 4 melrus de profundidade e uuasi 3 cia e gravidade, se tem dado ltimamente nesta
Je dimetro; dizem que j teve inaioros iraen- j provincia. ...
soes. A agua, que naqn.dle lugar crystalina,' a Era Sanl'Anna do Mattos o pardo Flix Lopes
cobre a boca do p;o, por cuja circumferencia (da Silva assassinou sua propria mulher, a infe-
auda se com agua pelo-joelho sobre branca areia, liz Maria da Concwfo, eslrangulando-lhe o pes-
a maior parte da qual tem sido irapcllida do fun- j coco,
do para as bordas. O assassino fui immedutam ante pteso. pelo
Dentru da eaeraba, a areia envolvida em rol- j subdelegado da Vanea, districto da culpa, e se-
tas d'agua, conserva-s continuamente em agita-; guudo consta, o,processo j se acha instaurado e
cao ; esse movimento tem torca bastante para im-, devid;i pedir que alguem mergulho ao fundo. D'antes ment). ._,
duas ou lies pessoas nao poiam suster urna vara i a No districto da Serra de Luiz Gomes, pelas /
raettida de punta para baxo :a forca d'agua a horas da noate do dia 20 ds junho, Joaquim de tal,
deitava tora hoj j urna pessoa sustem-na com coulieeido vulgarrnene por Marctneiro, sahinao a
custo. A agua fra e completamente salbra -, passeio pelas ras da puvoa$o, foi orpreendido
0 povo, crente como de ordinario, tem formado por cinco individuos encardados, que sobre elle
deas grandiosas a respeito da apparifo desta deseaeregarara algumas cacealas.
obra i'alural ; j lhe chamara poco milagroso,*, a Joaquim mtrceneir) orre espavorido para a
por que dizem ser virtuosa a sua agua. Mutas casa de Francisco Vital, e ahi anda perseguido
pessoas l tm ido a passeie eabanhos. Nssa- por acuelles tiulfeit tres, esquaes travando luta
bernos se estes com effeito j produzia u alguma com o ofljudiJo o o Joao da casa, assassinaram no
cura desejada. conflicto cora urna puubalad i a Carlota de tal,
t Falleceu no dia 18 do correnle D. Ludovina pob e nofleusiva mulher^mai de familia, casada
Bosa Pereira, ini do Sr. capto Jeronymo Pe-, com o mesrao Francisco Vital.
reirTupinambe daExma. Sra. D. Severa Bosa, As autoridades"lcaos procederam a corpo do
residentes nesta cidade. A finada era maranhen- .dilicto e a todas as degencias para o descobn-
sa e veio dessa capital ha pouco tampo. Contan-i ment dos criminosos, qua se puzeram em fuga,
do 80 annos de dide, exhalou o ultimo suspiro sam que at hoje tenham sido conhecdos.
no seio dos extremosos fllho, a quem apresAta-1 No mesmo districto de Luiz Gomes, Joio Frau-
mo3 aqu os nossos sentimenlos. cisco e Joaquim Jac travaram-se de razoes por
Fallweu a 3 o saerbtio- desta matrU, Ma- 'nio querer este pagar quoBe a quantia de SW *,



A
^,*
i

^
"M '




m
se.
*-_ -
&ild^Se Pri^mkco gabWd 13 de SetembrSlle 1873.
Hoe Ine detia,
Aifilou-S a discossJu un ponto dd o dnfclor
a-mar se rtulhn.mai'Wido, cant.o qnal .desCarre-
goa um trememjo *.lf t'ivel guipo sobre pesco-
co do ereJor, r*jf^Sp lhe a marte nstantanea-
tnenle 1
Uuitas pesabas acadram
ploravel aronfeelmciito, e
ai a lempo de prt
infeliz, quando ex!
tudo chcgatam tan
-que o aiMtttM)
burlar todas as
rain expedidas pal
do distrcto o re
* Na povoaco
perante grande nu
Sant' wua alionan
igar do lao de-
;t^ compareces-
m soccorro quelle
Irmi sus J
I
!0,
p logo I
pelo s
iinicipal ppl-Miic.
np lugar da.fcira,
jpessoa. Joao Jos de
pora ara tal Joao Perelra, fe-'
^M> ^LL.* ^ Thomaz Jos do fiustoio c Fcriiidi Aftia
ns rcnznwnte coutinarnRa'goftnwiTtir-'ile Miranda Leal, registro d. sen conirnK -Vista
jMItt-lade. *m .N;4esowlriter
nota Coiiuna* da raosma mu

:alk.
-" '- t
Ine conmiuni pici,
jnente, porm,
pignjdade, pois qu
vasta toda a cidade, l
casos lunestos, encope
u, ; i5t.. in
lo, todMf nao la*:
*w -N-.desomU/irnaitei' liwat,
Muir qiio (a Infermaca-j da secretaria P
tarm'ur: fe s;i ; ,(,, XiA
-
n
rio o gravemMM eorfr fauafcffacadaj.
O subdelegado Ffwrcisco QbeTfce de Assis,
eomparecendo incontinenti ao lugar do delicio,
prenden n criminoso, contra o qnal ja procedou
ao competente inqnetrito policial.
No da 15 8o rnez passadn rugi, na cidade
di 8.-Jos, do poder de-guardas -racionaos, o reo
sentenciado Jos Henrique, por occasio de sahir
da cadeia para o servico da fachina.
* flS'Y ^as onty diaMMI; nao se potle atada n*assr a sna
captura.
No Astricto de Vira Cruz, termo aquella cida-
de, Eustaquio de tal tentn, contra existencia de
Vicente Xavier de Paiva o de francisco Fernanies
da Trindaile, descampando sobre aquilto 3 faca-
das, e 2 sobre este.
u Perseguido ielo alamor pubhio, o delinquen-
te corren at a povoipta da Maeaiiyba, ondo foi
captralo pelo diligente delegado de polica, Joa-
quem tioncalves Chavos Filho, que ||ie apprchcn-
m um punhal e nr.ia pistola com que atada se
achata arm uto.
iciaesoa todas asdiligenoias tendentes ao'Deseo-
brmento dos introductores das sdalas falsas de
59iW, que tem apptrcehln na cidado de Mosso-
>, fei unmeadn delegado de polica o capiAo do
&irw policial desla provincia roci Joaquim do
llego Barros, que seguio desla capital a sen des-
Iim o da 18 do ageistn.
HN-ie ulUcial. segundo consta, chegando aquel-
la ridadi a il do mesmo rae, deu come;o sua
imprtanlo commissao, procurandj por lodos a<
M a seu alcance, c que se achara Irac.uloi na
Ici, eseobrir os criminosos e approhemler as de-
mais sedlas falsas, que por ventura fossem all
euciiotradas
Meiizmenle, partin, para a cau-a da justica
na la de positivo i corlo poude ainJa Ir-scobrlr,
que hInki a d pona aos tuspeiloj introductores.
tonmjain, cnlret rato, as syndicancias da po
lica, que tora envidado todo os sciis csfor.os
par.i oiicgar ao perleiti couhecimonto da verd.i.le.
V'-st-! I mv.iwl e nobre cmpi-nlio se aclia o
incau-avjl clicfe do politft, de aecurdo cora o d'g-
uo pre.>idi'ntc da provincia, Dr. J.i.-io Capitraao
Bmieia u -Ni villa do lar-lira apparcccu tambera una
sdala falsa de iOiOfll) a qual foi approhondida
p Jo iispeclivo delegado em poder do Jos l'alri
rii de lir:to (uerra, morador na cidade do Prin
ci]ie.
O cliefe do polieia mandou procc 1er a termo
de ex amo na dita sedula pala Ihosouraria Jo fa-
l: nd i, e esia reconheceu sem exilaco a soa na-
nifojla falsidade.
Aijuelle ncii-drado j deu u providencias
uvesvinas, jaar para a apprehensio de outras
scliih. de igual naluieza, que all possam circu-
lar, Sam para a prisAo e procosso dos i|ue fijrem
ai: ados um culpa.
No da 7 lo crrente liouve cortejo no p.ila-
<-i > d i .iiv.-id'-cia a augusta e ligio de S. M. o lin-
pi'iad.ir.
i'.ua solemnisar a ease acto S. Bxe. convidou
a nili-;;.-i!i lulo da guarda nacional, a tedia os
ni vnoi.ii >s pblicos, o aos cidadios maii im-
P'i 11 ics i: qu dilicad-is desla cidade.
> A concurrencia satisfez espectatira de to-
X i mema dia o padre Joaqnim Fraucisco d
Vascmccllos, temi obudo d> Kxm. diocesano a
sua rinpensa de continuar a reger a freguenia
dalla capital, passou a? suas funecoes de parocho
interino ao padre Vicente Fcrreira Lustosa Lima.
i|tM puta stibstitui-lo bnvia sido nomealo
Koraoto do do crreme foi nomcado pro-
nicttur publico da comarca desla capital o bacharel
.\i hIim,) Come Porto, advogadi no termo do Es-
ca la, comarca de Santc> Anlao deesa provincia, e
que i a |ui esperado para timar cunta do seu em-
prega no .lia 17 desie mez. De S. S. temosas
nirlUoiv-i inforiiiacoos.
(lanas recebidas da cidado do Principe dao
como corla a Irile noticiado haver alli fallecido
o eajttki il.iuoel Basilio de Araujo, cx-deputado
proviucial.
Tao ;ufausto aconttcimento tem constrnalo
a todo?, que cuilivavam relaces cora a.jiKlle pres-
Jinnso cidadai.
Ignora se a causa real de sua morle.
l'All.MIVnA.
l' Donuadn promitor pablio da capital o
baclia:il Autonio Kcneira Bailar.
dimiin
cem noria he-
loe diga, que de
llio posso contar
de um ou ontro sobre
pessoas que nao rin#am ou to ss sn]itam ao
devidoe riforoo cniattvo.
Acba se convocada para o alia i\ 4o correte
a icrceira sessao do jurv desla cidade, presidida
pelo Dr. jnin de dirito Abel Gra;.a.
Segundo consta-nv; ha mis wito processo
'reparados para serem sulimottide a julga-
mewto.
cao de escrvros na cmara mamKipal, in a-
cha-ae olla renmfd a cWsfioac.*o, e ogo qna
"leraiine Ihe darei o resultado, quer do numoro
dos escravos mairicntodna, qner dclasniica-
dos.
Na quMila-foira a tardo flasfW^se a baituVira
para scrcm nnifonnU
implaras do distrat-i da firma Paulo'
os'fi*tm<9"$ >*> IVoeele a duvidj da se
ere.ifi. i
dem declarando qae as procoraci5(s de Luiz
Antonio Siqueira^ nao se achara asignadas por
.testemUnhais enK> se dtcMra^n ptrtanio pode as
providdn.'.iafji, ^tylo.^rocrte duvida.
cxoj o psimskh nscai..
Keqii'Timcnos-:
, "^ ;c*W"|n^q,*le-,Maamaes a Jo* Rnfino
de .Soiita!Ra*el, registro-tIo seu contrate social
-^Jleguia-s na formi do dedKM n. i.:J%.
Do raajoo'Frtaatn enjarnin Lint de Vascon-
celos, agente de leiBw, pam npr cennrmada*
nomeactn 'de seu prepoafo. -deferido, vista do
pa*arei*fttc3l.
Autos de moratoria de Antonio Joaquim de
9 a*uin:e|ot. -\'ta o- Sr desmiiftrgaibr 4lMrt, .
ctiiji|*enja irJJd Ba inesma iiefasiin por l|ma n
pelicao do impetrante Vasconcellos, versnJR So'- d
dJiw.JMW* ,* Amparo, mtja-torta tara ln. -bf *-pa*eeer---nVOr-/i**Hle*t4
gar do dia li do crreme, com a pompa do eos-
lume.
No dia subsejuente ao do levanlameato da
baaeira comegaram as novenas que tem sido
piis ou menos regulares e concurridas.
Hntem, vusper do anniversario da indepen-
dencia do Brasil, esliveram Iluminados o edi'icio
da cmara municipal o alganma asa* jumcua-
res. Era frente da cmara tocn o hymno nacio-
nal amabaada de msica, assim com* em [cute
do dineta de'uma sociodade recreativa, onde hojo
navera urna grande partida em regosijo da nossa
independnnnia.
< Ja liouve tempo era que esta cidade n* dia de
hoje exceda se de regosijo. Divergencias polti-
cas, nerra, tem arrcfociilo os nimos, de maucira
que so a cmara municipal nao tivesso hornera il-
luminado a frente de seu edificio, quasi que posi
assfgurar-IlM que o grande dia, que marca a era
da nossa emaocipacan, passaria dcsapercobido
A cooraria do Senlior Urua Je.-us ilos Passos
proceden hoje a sua elei ao e Acara meloitos:
t^ Provedor..O Exro. Sr. bario do OofStoaa.
-Escrivao, oOr. Hanoel Policarpo Moreira de A-
zovodo. Thesoureiro, O Sr. Jos Baplisla d'Araujo
Carie.
Mais nada por hoje.
Siiilu Cana de Niserieor ltecife. -Pessoal de enfermos e educandos exis-
tentes nos diversos estalielecimenlos pios, a cargo
ila Santa Casa, no mez de>ago>to lindo :
*er y> nait, uestes termos mu;tu)a^i ut.Iize,.n.os,rc?ls!rart'!n i10**1 TOl,lll,n:,1 Pra cu- eomplotamente desacreditado na opinUo publica.
ti>>mo nunca lefermnram a dei do % de dezera
qitft
ofiito de 1 dos, a saber :
A ln marchia pes.^o.il, so^jim* de ara terco
rte Midulo, ta feto da represe.ia.aj'Raciona1 urna
itr*( e dos costnmes polilic'rti Vik'itrremeitfe-
t'aixo imperio.
Aceitando a explcita conlssao dos provincianos,
qual consideramos como _pmva njen.i e vardade
ciisea pelo que dirfeSpete^al pascas po-
w*i denrtio liberal, ciar e aoaTalhae
tt!jluz,flj.s-rvirara le armas w trinmpho cero
to A faejaes corrompidas,rererem-so exactamen-
te as rnesma pocas nefastas do predomie liberal,
que.de taee recursos sentar prealecen-se para
fazer sopttar ante > s urnas a vontade nacional, e
corromper o costumei ptilitios, redazaido-o a
nm iirrcnftiii do baixo mperiv.
Poito da reparo ndispcnsavel folha opposi
, programma do orgai da
ciomsta acampanhemo4a-cmna a sombra ao cor- 'Provincia o segrate :
po, na exposicao retrospectiva, que dignou-se por Condemaando os exerci
bro, asaba nunca trataro de abolir a guarda na
cional.
E' vrdade qnc.s pseuJo-liberaes do no-so p.\z
quando se Ihes atiram increpacocs de sua incohe-
rencia poltica e falla de p'atriotismo, soccorrem-
se urna evasiva j multo sedica, a saber :
O partido libotal, o verdadoiro partido [llwral
nunca estere no poder; a demais, o imperador
nunca p nniltio que ellas fiessem as reformas
promettidas, no intuito de dasmoralisar o raesino
partido.
E' assim o seu liberalismo.
No poder nada absolutamente fazem ; ua oppo-
scao atlribuein a sua inercia ao imperador, que
responde por tudo.
O lerceiro ponto" do
commercio e aj duai reiauucos do credor,J'a>-
sos Lins.
Snmmario Instaurado ex-ofllcio por Talla de co-
Lies eomra o eetretet - roj plgado procedente, e condemnado o sum
mariailo- no mnimo da art 51 do cdigo Con*
mercial Foi voto vencida o Sr. S Leilao,
Smnmariu vx-offl-i'r, confra-D. Vicencia Bspm-
dola de Mcudonca, armadora do hiale Mata-fome.
Na f-trina do pareeer fiscal.
Nada mais la vendo a despachar, S. Exc. o Sr.
ooRselheiro presidente enrcrrtni a sosse mea
hora dopeis de nieio dia.
3#%-#sleb-,' effiaVfndoVlaets
i|*Vifo|,^>;trer7ol4i estfdio le
or rrmzcs, que acasam de expirar ae sua pohti-
L, Aj&otincia aJJegarfonw oa grande servco fei-
/pausa Hkiw j kivor apoiado e sustentado a
eleicao directa, Qomo o uuico meio de bridar o mtHMng itptrmf.
Hospital Pedro II
Filhos de enfermos
Hospital dos lazaros
Hospicio de alienados
Asylo de mendigos
Oillogio ilos orphios
Ditos das orphss
Unai dos expostos
Meninos ora creacao
3IS
II
42
yo
94
I .','
93
75
971
a 66' a
Pao d'Alho,
REVISTA DIARIA.
Club Acadmico-Ibje s 4 horas da
tardo navera sessao para iratar-se de objecios de
sarama mpertancia o utilnlale ocial.
Iastitutu Historien c Philtisoithi
en>.No liominao (li) reunir-se-ha esta sociela-
de em sessao ordinaria s bofas e no logar do
cosiume.
Club dns Hachareis cin Direito.
H.je(13 do crreme)haver sessao ra 1" de
Marco n. 18.
Arreinesso mortal. Pelas 5 horas da
tarde de 11 do crreme Jos Maria e Joaquim Ig-
nacio ias que se achavam pintando urna casa Su
Antonio Goii'.alvcs de Azevedo, sila no lunar de-
nominado Chora-menino, do districto da Boa-Vista,
dejiois de urna pequea troca do palabras entre
si, o priraeiro arreraessou o segundo da calcada
a'iaixo, do raancira tac desastrada que Joiquim
Das cahio sem sentidos e sendo conduzido para
o hospital portoguez ahi faileceii s 8 horas di
Boile, de urna eoramoco cerebral, segundo a de-
ciaraco dos facull&livos que procederam com-
petente vistoria.
O delinquente Jos feria foi preso era flagrante
e a discricao da justica.
Dinlaeiro.Os vapores faran, Giq-ii e
Ctuunpe trouxeram para:
Jos da Silva Loyo & Filho
Amorim Irmios 4 C.
Barros Jnior 4 C
Joaquira Jos Gonealvcs Bellrao &
Filho
Ago-tiaho P. da Silva, Leal & C,
Joaquim Antonio de Caroalho
H. Poster 4 C.
Oliveira Filhos & C
Joao Bamos jj Machado
Joan Francisco de Souza
Piuites Vis^neiro. -A' bordo
Paran a cha se, ara iagera para a corte, o es-
embargador Pontea Visguciro, autor do horroroso
assassinnto de sna ama*ii na capitel do Maranhao.
ludanca de sede. O coliegio do Cora-
cito de Jess acaba de ser transferido da raa da
Imperatriz para a d-Hespirion. 79, ende foi ou-
r'ora o quartel do eommandp das armas.
Diario de Pernanibueo.-Sc chegarem
flojo os vapores i agidos MtrgeHan e BriUmnia,
dismauTremoi amunli nw nmnefo de segan-
da-feira.
mtm
egumte :
* CUainem Vracs. a altnc3i do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia c do Br.'cngenherb fiscal da
^steada de ferro do Reeito Caxanga, para que
a.am com alt o, geceijje d"aquel|a erapreza man-
de substuir por asenUis de palhinha os bancos
1 Wo que se vaem nos novos wagods que transi-
ta! pelo raraaLdos ADUctos e cujo trera chga
at o Caxang. .Vara paii quemo e na eslacao
calmosa qua i com.e.'. horrivel viagetn aqulla
que 6 obrigado a ftuer Uin p -bre passageiro que
diariamente tem de ir do lecif jaella povoaca,
Wce-v>rsa,8iilo qiiando o rcgulamento do go-
'i:987600
i:870000
:50K000
2:131*000
1:463^0;)U
1:000*000
800j000
600000
200J0I1
do vapor
I-oteria.A' que se acha a ven'.
benefici da igrejs do LivraraeM do
que corro no dia l.*i.
tasn de- dcteiieao.Movimenlo do dia
11 de sicmbro de 1873:
Existan presos 3J0, enlraram 85, sahiram9,
existem 316.
A saber :
Nacionaes 2il, mulheres 14, eslraugeiros 42
escravos 33, escravas fi.Total 336.
Aiioientad-js a cusa dos cofres publicos 273.
Moviraento da enfermara do dia 11 de se-
tembro de 1873.
Teve alia :
Antonio Porto.
Ceiuiterio piablic. Obituario do dia 11
lo crrente :
Hadare Ck. lonfc, branen, Alleraanha,23 annos,
soheire, Boa-Vista, hospital Pedro II; fehre araa-
rella.
Ouinliliano, pardo, Pei;nambuco, 9 annos, Bua-
Vista : boxigas.
Pelppo de Santiago, pard", Babia, 30 tBOQI,
Boa Vista, Militar ; luberculos pulmonares.
Pedro de ,-fendonc-a Portado, branen, Parahy-
br, 77 annos, casado, Boa-Vista, asylo ; phtysica
pulmonar.
Pedro, branco, Pernatubuco. 70 di.is, Santo An-
tonio; espasmo.
Joao, pardo, Pernambuco, 5 raezes, Graca ;
anemia.
Genuino Bodrigues dos Santos, pardo, tornan-
buco, 38 annos, casado, Boa-Vi.-la ; febre maligna.
Jos Goncalves de Brito, branco, Porlug-J, 63
annos, solteiro, Becife : bronchitc capilar.
Penando, branco, Franca, 5 meaos, Becife ;
meatos mielite.
lnodin i, branca, Pernambuco, 4 mozos, Bocife ;
febre colite.
CflRONICA JVWUKUL*
DE
Tribtiual do comiucrcio.
ACTA DA SESSAO ADMIXISTUAT1VA DE 9
SETBMBRO UE 187^.
ph::sioenci.v oo exm. s. cu.vselhkiro assklmo
nkAHCBflO 1'EHETTI.
A's 10 horas da inanli, presentes os Srsi de-
putados secretario Oliuto Bastse Loos Machado,
os Sis. supplenles em exercicio S Leitio e Alves
Guerra, e os Srs. supplenles Egidio de Figueiredo,
Joao Bosa e Ribeiro de Brito, S. Exc. o Sr. conse-
Iheiro presidente declarou aborta a sessao.
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessao.
veiiamarlio. Hemettera-no^
-verno, aceito pela c'ompaithia,.expressajn.ente de-
EXPEDIENTE.
Offlcio do presidente e secretario da junta des
corratores, rcmettendo o boleiini das couques
olBiaes da semana de 1 a 6 do
Mandou-sc ar.'hivar.
Be.'posia do corretor Joto da Cruz Macedo,
dando" as razoes de seu proced ment relativamen-
te ao facto de que foi acensado pelo Dr. juiz de
direito especial do commercio de exercer funecoes
de guanla-livros com a de seu ofllcio. Jntese
ao offlcio do Sr. Dr. juiz de direito especial do
commercio, ofllcio este que voltar com vista ao
Sr. descinbargidor fiscal.
Poram rubrica os soguintes livros :
Copiador de Babe Scnmmettau.dito de \rminio
A Moreira, diario de Cunha 4 Manta.
DESPACHOS.
Bequeri nentos :
Da companhia de seguros Ulilidade Publica,
para Ihe ser entregue a caria patente da presiden-
cia da provincia, que a considerou constituida,
Ucando a respectiva copia. -Sim, nao havende in-
conveniente.
De Souza Moutinho & C, para certilicar-se-lhes
qual sejn o administrador do trapiche Angelo, e se
(Sle no mez de julho do corrente anao aprosentou
os raappas % que obngado.Sim.
De Jor Ricardo de'Paria, para mandar-se cer-
tificar estar ou nao registrada a nomeaco de son
caixeiro Firmino Olho Pereira.Certifiqese o
que constar.
De- Tranquilino Candido da Silva, pediado que
so certifujue a nomeaco de seu caixeiro Sebas-
tio do Bego Mello. Passe-se do que constar.
De Joaquim Julio da Rocha, soKeitando certido
da nomeaco concedida a Francisco Moderno de
Carvalho.Dse certido do (me oonstai.
Be Jos Joamim Goacalves de Barros & C.,
certido do registro o. 3,908 da nomeaco de sen
caixeiro Manoe Goncalves de Barros. -Como re-
i|uerem.
De Pedro Maurer & C, declarando qae o regis-
tro da nomeaeo de seus canceiros Alfredo Emilio
Calumhy e Jos Pernandei Lima, de que oedra
certido, acha se no tomo i+. folha 96. -Pnssa-se
somonte a eertidao ora requerida.
Do D. P. Wild & C, certido das nomeaefles de
Jos Maxiraiano >oare* de A,vcllar e Antonio Joa-
quim Ramos e Silva, "ettmina^o no registro e a
goraeaio ue.iiad.esto Leopoldo Uusiorff, e regis-
tro da nomeac^olnma de Alfredo gxcuso de Oli-
veira.- Come pima, nao leudo porm os soppli
cantes provado allegada nacionalldailc do cai-
xeiro Alfredo.
De Barros 4 Filho, para proecdor-se ao registro
da nomiici" de seu caixeiro Angosto Goncajves
de Barros, e nota em a nmeacitf'ds Sfanoet Pe-
reira da Silva Luso.Na forma reqoWidA, nao
leudo, porm, os supujicautes provado a allegada
naciojulidai ,do,caixeiro Augusto.
De Cal vio. C, suetfessores de GalvSo" 4 fr-
pwo, subinetfendp a registro' a nofncacp da tjaa-
baix no registro di
VXMM MUNICIPAL.
21 .Sc:SSAODA3 0ltI)lNAlU.\ EM 3 DE SBTEM-
B1KJDEI873.
PIIKSIDKNCIA pOSR. l.-GO E ALBl'UUKIHUB
Depois de meio da, presento o Sr. llego e Al-
buquerqne, presidente, e os Srs. vercadores Ne-
vvs, Thoodofo Silva, Reg Barros e Cunha Guima-
raes, foi abarla a sessfw o lila a acta da ante-
cdeme foi approvada.
A cmara i municipal desla cidade, tendo rece-
bido em sessao una feiicitacio da eimara 'muni-
cipal da cidade de Iteleui, capital do Cara, pelo
teiegranho submarino costeiro. resolveu mandar
transcrever insta a :la n^i s apiella felieifacao
como a que era re-posta envin esta cmara.
i A* cunara municipal le Belem do Becife.
Ao congratularse com a lllma. cmara mnnici-
.pal do Becife, a cmara de Bolera fazv otos para
que a Italia lelegrapWci, inaugurada, d- novo
vigor ao sentimiento de fraternidado entre os bra-
silciros, efimo torne mais evidente o espirito de
unidadi- nacional.
A cmara municipal do Becife, nch.indo-se
era sessao, receben a congratulaco da lllma. c-
mara da capital do Para, e, euthusiaslicamente
penhorada pelos sentimentQs que presidiram o
acto do sua irm, felicita-a pelo melhoramento
que Ibes d occasio de eucurlar as distancias,
uuindo a familia brasib'ira com os (aeos da uniao
e fralcrnidade a jue Ldos nos doveraps aspirar
fiara gloria do pavilb'io brasileiro. Depois do que
Leu-so o seguiute
exp-.diente :
Um ollk-io do Exm. presidente, datado de 4 do
crranlo, convidando esla cmara para as.-istir
ceremonia da col|ocac3o da pedra do edificio des-
tinado ao asylo de alienados, que ter lugar no
dia 8 do corrento, s 4 horas da tarde, no lugar
Sant'Anna. Inteirada.
Oiitro do niesrao i residente, daquella dita, con-
vidando esta cmara para assistir ao cortejo que
em palacio se tem do azer a efugio de S. M o Im"-
perador, pelas o horas da farde do dia 7 do cor-
rento, .iiiiu'versario da independencia do impe-
rio.Inteirada.
Ontro do administrador do cemilerio desta ci-
dane, lo S do crreme, dizendn, era resposia o
dista cmara, de 3, que lira sciente ter o capcllo
daqiulie cemilerio renuuciado o resto da licenpa
em cii,i. gozo se acbava o que no mesino dia ha-
via o reftrido capcllo enlrado era exercicio.-In-
teirada.
Outro do coulador da cmara, declarando a
impo.-sibili lado que bavia em tirar Dina conta
era furnia, dos diiiheiros recebidos erecolhidos ao
cofre pelo co.be dor dos impostos das frgnozias,
de Santu Antonio e Bua-Visla, visto como os livros
o taldes, de que fuiam extiahidos os conbeci-
menlcs o pelos quacs se pudur saber as quanlias
recebidas, existem em poder do referido cobra-;
Uf.A cmara mandou rcmetter copia deste of-
licio ao Dr. advugado para tequisilar a pristo do
colirador.
Ouln. do fiscal da freguezia de S. frei Pedro
Goncalves do Becife, declarando nao ser pnssivel
sobreestar no tapajneuto do becco do Noronha,
como Ihe determinara sta cmara, em virtude
de uniera da presidencia, porque esse becco j
se acba echado, ha mais de mez.-Mandou a c-
mara dar ciencia ao Exm. presidente.
Outro do fiscal da freguezia de Afogado?, in-
formando a peticao de Tito Francisco de M. lio,
pedindo liecnca para estabelecer urna ofllcina de
fagos artiticiaes no lugar Bu, daqaella fregue-
zia. Conceleu-se a licenca.
O Sr. vereador Cimba Guiraares fez os segra-
les requeimuios que foram approvados :
Requeiro que se ordene ao adminislrador do
cemilerio desla cidade envi cora urgencia esta
lllma. cmara urna relacao de todos os turaul-is
feitos no mesmo ccmjterio, bem como os nomes
dos seus respectivos proprielarios.
Requeiro que o mesmo adminislrador informe
quando foi sepultado o menor neto do Sr. Miguel
Jos de Alraeida Pernanibuco, se foi em cata-
curaba ou tmulo e se foi acoinpanhado da cora-
corrente pelc"le ia-
Paco da cmara municipal, em sessao de 5 de
- Mas qual foi o sen apjio prestada a essa grande
- rfdrma eTetoral, etinvede'
tica do paiz?
lona a- organtsajao po
selembro de 1873.
Foram designados para membros da cflmmisso
de polieia os Srs. ver&idores Loyo Jnior e Cu-
nha Guinaes; edificaco Tneodoro Suva c Ga.-
meiro ; peticoes, Neves o Loyo Jnior ; de sade,
Dr. Moscoso e Neves ; cemilerio da cidade, Ne
vcb e Tneodoro Sirva ; cemilerio de foro, Cunha
Guimaraes e Loyo Jnior ; majdouro, Dr. Mos-
coso o R- go Barros ; dem do Poco, Souza Leao
e Garaeiro ; planto de arvores, Loyo Jnior e
Gameiro negocios judiciaes, Cunha" Guimares
e Reg Barros.
Foi commissao do maladouro do Poco um ci-
licio do respectivo adminislrador, solicitado pro-
videncias no sentido de se manter a ordeio e re-
gnlaridale no servco do roesmo raatadour.
Foram indeferidas as peticoes da companhia Jos
trilhos urbanos do Becife Olinda e de Mano I
Alvos de Oliveira ; fui ao Dr. advocado para o
formar a de Francisca de Paula o Silva e a de An-
tonio Manoel da Silva ; foram deferidas as de
Cielo da Coala Cainpello, Candido Rosa da
Concedo Pires, Francisco Paulino Cabra!, (re
Pelippe de. S. Luiz Paira, Jos de Sonza Almeida,
Joaquim Domingucs Ferrelra, Josd Gomes da Cos-
ta, Jos Francisco de Souza Luna, Manuel do
Nascimcnto Silva e vice cnsul da Hullanda.
NadMiiais Uavendo a Halar se, o Sr. presidente
levantan a sessao all? hora da tarde>
Eu, Pedro de Albuqarque Autrau, secrelario,
a esoreyi.
it-inoel Joiqim d> Reg e Albuqturque, pre-
sidente. Jos Pedro das Neves.Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da $va.Bellarminf do
Seg Barros.Joo da Cunha Stares Gimo-
raes. -Dr Pedro de Alkaude Loba Moscoso. -Jos
Maria Freir Gameiro. Jos di Sitva Loyo Ju-
nio;
Ndste imprtrt8HisMno ponto,- como em todos w
mais, es liberaos da Provincia ade.im em urna po-
THt^ii-aere.tj v^h e ma(MifiMni:j
Se oi aceitara a fiese rvgio popular, j nao aHrfam na hypothese da
restriego do mesmo sulfragiocomo iiui meio os-
tensivo de fazer valnr c respeiiar a vontade do c-
dadn .
Qual porm, a-bazo, bre ella erigirdes o solido edificio dessa graivle re-
forma ?
Eis ahi ondeoMnejam os escullios do vosso ine-
vitavei naufnagio.
Quaes s- os recursos e 05 meios a hincar ra;to
paca comecanlesa vossa obra ?
Pretendis refennar, estoparle, aconslitmco
por meio de urna le ordinaria, ou pela convocaea
de urna cmara-oonuitumte ?
Eis o que ainda nio dissastes c era vos ani-
maes dizer, preferinde trarer o espirito dos vos-
sos correhgioiisrios completamente einaranhados
e obscurecidos por condensados nevoeiros.
Se queris a restri^.io dosuffragio contra o me
se acha consignado em nossa carta constitucional,
art. 9 o; nos vos declaramos, muta) cathegorl-
caraenle, que. nos encontrareis na estacada para
defendermos essa rejtnlia de nos-^is libenlades pu-
blicas, (po a mais generosa conquista do svste-
na repnteaMMk.
Vera aqu (iroposito repetir as palavras do
honrado pernamhueano. ministro do imperio, por
occasio de apresenlar ua sessao da cmara dos
depniados de 3 1 de abril passado 0 projeclo da re-
forma elelloral, que esperamos ver em multo pr-
ximo porrjr, transformado em le do criado :
O pmjeeH, Sr. pro-idenie, manteve a eleieao
indirecta, nao so em tepeito eonstiiuico pli-
lica do imperio (apoiados) como porque n gover-
no parecen inconveniente a mudanca, en mte l-
timamente tanto so tem fallado (aiinlidos.)
Nao sei como se possa admitlir, n'um te npo
era que se clama tanlo pe a extenso do direiio do
suffragio, que o pov fique e-bulhado do voto qne
a ron-lituiC'io Ihe attrrbuio as assemblas paro-
chjaes Oyioiados.)
Como se v, .ao os conservadores, que iniciara
a grande reforma da le elcitoraL que os liberaes
tem sempre esipiecido quando no poder, e una
vez apeados deile procoram sophismar por todos
rs nico<, quando na imwsico.
E' desi'arte que, vendo-so ".despeitados, corridos
e envergonzados peanle a 'opiniao publica sem-
pre iliudida por fallaciosnsuromessas, rebclhm-se
os pretensos demcratas contra os conservadores
acusando iis de Ihes liaverent arrancado a sua
mgica bandeira, eregida apenas em seos arraiaes,
como urna negara ao bando innocente e ignaro,
que esvoaea en torno de seus crueis perseguido-
res e refalsados inimigos.
Nao lendo feilo o bem que Ihes impunba o de-
ver publico, nao Ihos sofTro a inveja ou o egosmo
que outros o realsom.
Ingratos e descuidosos, qne emhriagaram-se as
delicias do poder, o hoje raladas de remorsos, es-
bra vejara contra os geuerosos operarios da rege-
neracao social, os quaes recolhem as merecidas
heneaos do todo o paiz agradecido.
leos eonessos de havereiu m.terco de secu-
lo suphismado a inonarchia e feilo da representa-
^q naetoa-d unja burla-o dos costuraes polticos
um arremede do baixo imperio, tentara arvorar de
novo a engaadora bandeira de ||k-I branco ara-
bescada s cega%
Liberaes, urogressislas do slala quo relrogradam
visivelineute para o obscurantismo da resiriceao
do sulfragio poltico, esbulhando o povo dos mais
importanles direito?, que a MMUiMoifio outargon
Ihe as assemblas parochiaos.
Confessaes que os costantes publicos vio se al-
Uiudo, cada da mais, desde a sapata do lliro-
no, onde se agrupara favoritos, al as guardas da
arca do poder e proclamaos, entretanto a po-
ltica do sluto qa\ como a medida extrema de nos-
sa salvaco I
Nao repellis em ihesc a igreja Hvre n>-ssta-
do livre, nem a monarebia era substancia, neni
o casamento civil, em tempe proxjAo ; e procla-
mis, entretanto a necessdade dXtrausacco cora
a realidade.... por amor Wcrdada I
Grandes sop islas e uiystificadores, j nao po
deis inspirar conanca alguma desde que tendea
trahido ed) tedas as epeeitas os mai.v generosos
principio*
Liberaes queergera em sea programma a res-
trieco (k voto, poltico do cioad e a igreja de
Jess Christo no estado, calumniando S. Opiato, e
depois nos veni dizer qne qaerem a poltica do
state que I
Nao josu'tois o bom sense publico, e dizei antes
que sois oonservadores retrgrados, perigosos e
fataes civmsacao e a todos os progrossos da li-
berdade.
Se nao lera os liberaes da Provincia ideas as-
aeoladas e definidas em relacao a reforma eleitoral
e sobre o modo pratico de sua realisacao, justo
declarar que nuda tem o paiz a esperar daqoelles
mesmiisque, al ua oppoMfo, nto poderaai as-
sentar atada anas ideas sobro o magno problema
da raesnia reforma eleitoral, que o patritico ga-
binete de 7 de marco esta em vesperas de re
solver.
Ouiro ponto do programma Jo orgo provin-
oano o seguiute :
Abolir a guarda nacional foi tambera ponto de
propaganda desla l'olha. Era o senlimento do paiz
que a Provincia tiaduaia.
Que 03 liberaes nada lizeram nesle sentido du-
rante a sua adininisiraco, todos nos o sabemos,;
entretanto o incaasavel gabinete de 7 do marco
acaba de levar a etl'eito com grandes applausos do
pas, essa aportante reforma da guarda nocional
e j eslao os liberdadeiros da Ptevincia a abn-
canhal-a de informe frusto do esforeo desesperado
de ministres de infusa sciencia etc., etc.
E sempre assim o seu liberalismo.
Como nada prodiiziram de bom e do mil para
o paiz, escarnecem doa nobres esforfos dos seus
adversarios.
PARTEiPOTttA
i'iRiiBO QMMHH\ \utnt
recipe, 13 nnsCTesiBnjo ae 187.
do corrale mei eorapleteu a P)-otn-
termina que na as.sentessi!jflj,'depallir)!.
Catafnlcr Durinlal.os.uiaidfljSabbado, do-
mingo e segujOa.feira sera ftappadaao pnblico
a rttta 00 ata falco .que servio riks exequias do
hn^do cotnraeTcUiito Xarfer Dae, na matriz de
banto Antonio, das que, se Ineumblram Paula &
ira,, ora easa mortuar no pateo alo Paraizons,-
to e 12.
^oraeefo deBraz Serfhn dos Satlfs.Na rarma '
edaide nos ascreve o seg inte em data de fi
pedida.
Da Antonio Jos Candido de Souza, para ad-
mitlir se a registro a nomeaco da seus caixairog
Luiz de Mello Albuquerque e Jos Candido de
Souza. -Deferido.
De Joo da Costa Frtire, rcgfelro de sna no-
meaeSu^de guarda-livroS da vi uva SaMdo Souza
*n., jase achando pago o sello devido.-Como'
a m. o noeso. eorrespondenfe dt^ssa Tequer a sapplicanta, que foi nemearfoaoicr da
dio, nio existtado ptpva dessa allegaco.
No dia 6
t* um anno de sna existencia poltica, ttnppa-saP-
tlciente no pensar dp nseudo or*o do part* (ihe-
ral, para qne possa elle ser jugado peh ptmlia
opiaio dos seus leftnres.
Como orgao poltico de nm partido tinba dian-
te de si um programma a defender e a propagar.
Deste nao e afaston.
E' de bem- que apreciemos importancia deste
apserep da Provincia, quanto a enumeracio indi
caiiv dos asump.!os, que consUtaera q prortsm
tl d.,1 poHtiea libera/, npomou sobre os hrttu-
cufeos humaros, para defender e propaenr :
' 1 Tratando da reforma efeitoral, ebaTe de toda
a. organraeau poltica do paiz, e unieo meta de
bridar o absolutismo imperial, a Provincia anotan
a sustenten a e|ei(,o directa, nao cont ele de
alargar o surTragta. mas de fazer valer e mtpeitar
a vontade do qW*11o e de exclnir das nnusrlfrdt
omiti-- a navama e o areabuz. armas de trlam*
yfro certo das facedes .gornimpidas.
Ames de tratar do magno assumulo da reforma
eleitoral, compre fembrar aos sennWes frtvi-
climt a cathrgoriea oonllisSo, qo- r-ijftnaram
los permanentes, pedi-
mos tambera a oxnccao da leva forcada c acon-
idhamos- os alisiamenios voluntarios, o
Realmente esses liberaes da Provincia nao tem
cabeca de gente seria.
Decretam a abolicaoda guarda nacional, dissoI-
vera os exercitos permanentes e extinguem a leva
forjada, substtuindo-a pelos alislamentos volun-
tarios;!
Quer isto dizer : entrega! a sociedade udcfsa
as garras da anarqua.
Quem conheco o genio e a ndole do uosso povo
nao pode acreditar na possibilidade e proeuidade
de alislamentos voluntarios para a defesado estado
em todos ns varladisslmos ramos da adroiaislia-
cao geral e provincial.
O quarto ponto do programma o segralo :
A Prvn'ici'anao desmentio oseu programma,
esquerendia descentralisaeo.
Foi assumpto que mais inmediata e sob mais
variada forma prendeu o espirito dos seus re-
dactores
Or, eis ahi um outro engodo dos provincianos
a fazercm acreditar aos liberaes, que clles quereui
hoje o qne nunca quizeram ou sempre remsaram
no poder.
Com -efTeito, fallar e-n dc.-centralsar;ao acria e
vagamente e nada dizer urna e a mesina coisa.
De que ospecie de descentralisacao fallis vos,
provincianos, fazedores de pessraas palavras ? E
a descentralisacao poltica ou administrativa, que
protnetleis realisar ?
A Provincia peda e pede que caJa ura gyre
em esphera propria, c (pie possua e cree recur-
sos proprios ; mas como entendis realisar serae-
Ihante reforma 1
Ahi est o desconhecilo. o Ilusorio, o enga-
ad ir I
Inicial nm projeclo, se sois cpales, reduzi essa
vossa desccnlralisaco a urna coisa Uiigivel, pal-
pavel ; '.ilii desse inundo de idealidades a do die-
ses irrealisaveis, e vinde para o campo largo da
dscussao, onde sercil irreinissivelmente derro-
h.td'is.
Conlessais qpc a descentralisacao foi assumplo
que mais inmediata e sob mais variada forma
preudeu o vosso espirito.
Ora, si esse assumpto do vosso particular des-
vello icou para o publico era verdadero embr 1,
o que se devo dizer a respeilo do mais.
Basofies que tendes esgrimido no campo dos
principios c nos vos assegnramos que nao tendea
passads do cavalheiru de la Mancha a espaldeiiar
moinlios sobre o ir,
O qimo ponto do vosso programma o se-
grale :
A phase por ventura mais dfllcil e mais [le-
osa do perpassar de ura anuo que atravessou o
orgo liberal foi a quo ainda boje nos alcauca : a
da quesUo poltco-rclosa.
Cora eeto d-tes nesta questao o ultimo cacho.
Balastes, a guarda avancada do ullramontanismo ;
crisies, de morie o jesuitismo de redea sola ; Q-
zesies morder aterra aos vossos contrarios ; e de-
pois de urna pausa reflectid-i raUoeedestes ao
stalu quo do juramento, do excluivisino do casa-
mento religioso, da propriedado do mi morta, do
cleni ignorante c mendigo, das classes fanticas!
E|s aifui o difcil, o patritico, o mixto do gran-
de Castellar e a /iridia reflectida do conselluiro
tabuco ; essa poltica generosa e sublime que
acoiiselhou como ultima consequeneia urna tran-
zaco com a realidade, isto cora o b.spo exa-
gerado e fantico, cora o jesuitismo que se slenla
auda/, c com urna tbeocracia inventivo], assom-
brosa, formidavel contra as lilierdades puhlicas !
E' assim o seu liberalismo e a sua bandeira mo
vidica lodos os venios.
Recapitulando, temos quo o anno fiuanccro
prximo passado, contar de 6 de selembro de
l87 6 de selembro de 1873 foi ura anno do fa-
digas e de heroica resisteucia para soldados ou
genaraes, combatentes ou senlinollas da folha da
Provincia.
\bi esli bem patentes para todo o povo libe-
ral os ponlos luminosos que assignalaoa bandeira
do grande e&ercito regenerador das lberdades
publicas.
Ah.fiea lavrado era notas o testamento de sua
longa veihice de don mezes. Bora positivas e pe-
reraplorias que sao as cinco disposicin do ultima
voslado :
1." A reforma ebiloral directa ; 2. abolieao da
guarda nacional; 3." coudemuaco dos exercitos
permanentes ; 4. decentralisaco ; 5." finalmente
lliese da igreja livre modificada pela hypothese da
iransacco cora a realidade.
Acabamos, como virio os nossos letores, de
analisar muito perruncloriamcnle cada nina dessas
verbas do testamento liberal do Leo da Pro-
vincm.
E diicil encontrar tcstamentero, que se anime
a recoiher a heranca para] faze-la cumprir, como
elle se conten; porque o testador nio foi expl-
cito as disposicocs do mesmo testamento.
Se fosseinos liberaos, outros que nao os da Pro
vincia, como medida da prudencia c de cautolla,
ou reuunciavaraos rauilo terminanleuiente a he-
ranca ou nos roservavaraos benefiicio de ra-
venlario.
Tornera os liberaes esse cr.nselho, que j Ihes
tem sido dado era ontras epochas por velhos e
amostrados chicaoistas.
&**n elfcnsa ae des voH;Kki-redactor, somos for-
cadus a pensar que sio de pessuaa autorisadas *
iinprciaPs sao historias suas. .\ao pode lovcr
passea de criferm e enlcnida ni finmras quu-
possa dizer (pie:* baaivrrat maVilarcf."
Nesta pioviucia t o fkianuairo redactor com.
coma bancarrota. Aquelles que nio riera de lio r
dicula.prcucupaco, dizemo hornera est ma-
niaco.
Em todo o casa a verdade esta: se as financat
nio vio bem, e ao sen estado den cabimento mn*
polilica de corrupcao, esta politiea uao fui ontr
sean a progressisia, que cstrageu o patrimonio
da provincia dnraiiio cinco annos, e caliio do po-
der deixando o descrdito e a considera vel divida
com que recebemos os cofres pblicos.
Entretanto o que mais do ae redadactor nao a
sHiacio linanceira era qec nos adiamos- sio,os
louvures que-a cokirana censervaara do Diaria
faz ao Exm. Sr Dr. Lucena I
Nao tein razo o estmavel redactor : loavanios-
a S. Exc. pjrquo do louvor se tem feilo digno.
Dizer e recouheocr os seus serviros, um Iri-
butu deviilai, iuii acto de.jautiea.
A raoraldade, a economa e rectidio de sin il-
lusirada adniiiibt.-acio, demonstra se por ead
acto que tem pralcado. O seu assiduo interesse
pela grandeza e prosperidade de sua provincia nao-
pode ser contestado.
Qne adminislrador apontar a Protuuia que eu
9 mezes de adminislracio fizesse tanto ou mais
pela pioapeiidade do Pernambuco do que o Exm
Sr. Dr. Lacena 1
Nao fazer mu lo, em l-ein da? finan as, eeono-
raisar c bem applicar os diuheiros da i.rovincia i
Erabora o exaspero .das zoilos, a nlminisirac
do Exm. Sr. Lucena a lem travos raoi vivos e
fecundos do sen estadio, nao ser na historia um;*
pagina muda, ou era branco.
J esto fdrUdot todos os cofres o deposito.
e at os cincuentas conlos do instituto agrcola !
Que ialsidade !
Espcrom os embrega los pblicos pela falla
de pagamento dis ordenados !
Que aleive I
k sabido i|ue a renda da provincia, por effeit >
da mingua das safras decahe e enfraquece con-
sideravelinente nos mezes de junho a oulnbro ;
qu a deficiencia dos cofres para occorrer as dc--
pezas desse; mezes conslilue um fado natural a
comnm.
Pois bem Estamos era tao rao ntaAl de -
nangas e com a liancarrota j fo porto da port3,
que no corrente mez, quo um dos mais magros,
(de renda mais esca*sa), apezar dos pesares, exi--
tem em cofre quanlias mais que sufllcieules para
supportarem as despezas ordinarias o al as ex-
traordinarias que possam ser necessarias.
A nao ser o redaclor da Provincia, que, ou p<>r
espirito de csvdiayao, ou por ser uatunoa ex-
tremamente nervosa, ninguem mais se preoecttpa
com o phanlastna da bancarrota.
Nilo obstante, menos para trampiilisar-llie 11
animo, alias uto succptivel de socego, do ano-
pan CXpAr a-i publico a verdade lao estrava-
ganle detnrpada, daremos aqu noticia do estado
dos cofres, verificado no dia i do crreme.
Eis o que consla do balanco dado :
Em
diulieiro,
11
de
le
1872 a 1873
1872 a 187.1
Do empresliinc de 1,200 conlos
Dito de 1,800 conlos ....
Da Compan- ia Drainage .
Depsitos, asylo de mendicdade
o caixa do corpo do polica .
Total em dinhoro
Em apoHeot:
Do calcamento 73:00>OOO
Dos 1,100 contos 4W:30.i#
Em lettras 32S:69t000 .
27:221 0'.s
50:i60i:;
77:970i7H
|0:20927
|0O:7182H
19:23'i*il:.
208:133168!
78:52020(
S87:7136!t'l
Deposites em accSM
Apestaramos a propria cabe?a, em como os li-
beraes, se chegassem hoje ao poder, nao reforma-
ntm esta mesma lei, da qual estao agora a detra-
hir, e antes se aproprianam della como nm pre-
cioso presente legado por seus adversarios, cujo
patriotismo nunca poaevam imitar.
O mais adutfravef que artes confessam que
institoiao da guarda nacional urna nstihiicSo
generosa, destinada a defeaa do que mais nobre
pulsa no peito do cidadto ^- a patria.
Mas porqne enlo querem apagar tan generosa
instituico.
Porque se avlta e traosfbrma so em vae-rem
dos partidas e das pnix** rems. .
Fojzmente para nos, essa Svs. da Provincia
vo confessando de Buhltao a sna ea-pnrttaipaeSo
pas desgracas da paria. O que-eHes nio queTem-j
serem consideraos- soma as nicos rwponsa
veis, que tenham da ser-castgalos pelos seus fai
tosexcrusivee ; quefevn amstar em sna qneda os
ronservadows, com os gases, estilo satisfoitos de
dividir a responsabilidad.
c+tnw-' nao quer Mar rsetado. O-genta do
hel tvabaflia em seu" fnrar para peMer todb a
humanMHft
Be possivel fosse>efedllm> qua es bberaasy ^os-
lo que em epoeh* meta, teohan de vokar ao
invern do paiz, pao duviaaramoa assevrar qua
lies nao snio tratara do abaHrjkfei da guar-
da naeional, como se apropriRrarn tual da mesim le, p*% se>phkma*la a seu modo e
. Aas que dtjvidare basta pmn oom *W de de tteft
O passado desla lei coaANMlM histeria da
rargonha a de opprobvio, para apartido liberal.
Pesoe essa epocba data a maior defadaneia moral
m
CAIUO SE liSCUEVK A HISTORIA.
V.
Nos arligos anteriores damos de modo claro e
frisante, a resposta que mereca o rligo chefe da
Provincia n. 98.
Quanto ao epilogo, nao vale a pena aecupar-nos
delle; cunsla de frioleiras, que o raelhor deixa-las
no p do esipieciraento.
O redactor fin ittctir desesperando do juizo dos
contemporneos, que nio pule ser benvolo a si-
tuaco qire esbanjou e mal gerio os dmheros pu-
blios ; lauda agora toda a sua osperanca no con-
ceito que, por meio de inexactdoes o insidias, se
Ihe afigura pider conseguir dos viudouros.
l-'i 11c. pois, a verdade dos fados reslabelecida
0 acreditamos que uio podoro elles (vndouros)
dizer em referencia asduas sluaces. a decahida e
a actual, se nao esta deixou eiii sua passagen a
applicaco til e proveitosa dos diuheiros publreos,
e vestigios niorredouros do seu patriotismo, aqael-
la nada fez que a rememore ao contrario attestoa
a sua iinbecilidaje e desazo, ueganlo os erras e
abusos que commettera.
Cumpro-nos enirelanlo aproveilar o ensejo, para
tomar tarabemem consideracio o que na Provin
cia n. 101 ainda so atlreveu a escrever o mestre
financeiro do grupo honrado do bario cominea
dador da Villa-Vicosa.
Nesse numero da Provincia nao foi o finanairo
reductor menos inexacto e infiel nos suas assove-
racOs. Para demnstralo faremos o apaunhado
do alfuus interassaates periodos ojie sa enconlram
uaqueila gazota.
Conforme opioio de pessoas rauilo antorisa-
da e inparciaes a bancarrota j inevitavel,
t As financas que tontos sio o resultado desla
polilica fatal que se quer sustentar no paiz, a cus-
a das myslificaoes 1 da. eorrupeo.
N > meio de tudo isto rainozeia-nos a colum-
na, eooservadera do Diario com os maioros iouve-
res ao Sr Luce*.
Oque tem fei tn S.Exc. naramelhorar to daso-
Iadora si tuaco f 1
l estao vasios todos os cofres de depsitos, e
at ltimamente esgotarara so os cincuenta e tantos
contos depositados do instituto agricola.o
l'reparem-se os eenpregados publicos para /t/po
these brevementeprecavti de Ihe faltar o pagaine-
tQdes ordenados.!
Eta dscripco do estado das fiaauca* da pro-
vincia, seraselo duvida pana de mpres-ionar ao'
publico se nao fosse ostampada em um jornal quo
j perdeu a confianga publica, e geralmenle liJo
e havido como um verdadero eorreio de petas.
Para este coneeito, juslta* seja feta. milito lem
concorrido o redadon'fWiancairo, pela fecundidad
do seu' espirite improvisador;
Ainda urna vez, pois, le varantes i eMncla a
iintdelidad e nexaetidoes do quanto eserevoese
financeiro provinalieta.
Bom uu i eramos que o estmavel redactor toa--
vesse iooioa* ps pasoos antorlsaos e fmptr-
eiaes que julgivm a bancarrota inevitaveL
8'V.99i|2titf
|,IMc707M9
236:06 '#0W>
1,368:767i8>;>
Este balan demonstra do modo m?is peremp-
torio o estado da ihosouraria provincial, que
tal quo nao inspira receta de haver suspendo de
pagamentos o n:uito menes de despeza alguma
ordinaria. Alera las apolices, que devera ser ap-
plicados aos pagamentos das prestaciies dos con-
tractos de obras publicas, oxisiem em ualteiro
287:7125, endo 208 da renda propria da lazenda
pro- incial e 76 contos da eaxa do depsitos.
E' riela, pote, (|uo nao s podera ser fei las sem
inconveniente todas as despezas a cargo da pro-
vincia, como tambera que nao e.-tio can-idos os
cofres de depositan, e al os cUicounU Motea do
instituto agrcola.
0 redactor elernameulo jovea, em sua asseve-
raco, altou de modo grosseiro verdade dos
fados.
E por estas e outras que dissemos (sera ap-
plicaco) em um dos nossos anUriores arligos-
mais fcil pegar se um mentiroso do que om
CollXO.
Eutie oulros muilos dizeres sem imp. rlanc.i
que consta do artigo de que nos occupainos, eocon-
tra-se nina censura por haver sido adoptado o
meio dos empreslimos para remover de prompfo
as dtlllcullades financeiras da provincia.
E' raais urna censura injusta sera e fundamento
que articulo o joven redactor
O empreslimo co 'stilue um adiantaraento do
renda, ou urna imposco sobre o futuro, e resul-
ta i nen testa vel meo le de duas causa :
!. do-desejo de se fazer um bem social im-
mediato por meio de urna despeza cxlraordiuaria.
E' este o caso do emprestimo a que alguns cha-
Imara de especularlo.
2- da necessdade de desviar a sociedade de
um mal eminente. Este empreslimo e o de ae-
cessidde.
I' danto, so sao Mte! os dous casos nicos que
dovera aconselhar as transaccoes de erapresliraos.
averiguaremos se trahain elles ohegado ou nao,
por occasio de serem decretados os emprestimo^
existentes.
A siluaco finda entregou-nos os cofies provin-
ciaes sobrecarregados com urna divida de quasi
700 contos, o sem recursos de forma alguma qua
dsse ao menos esperaucas de, era luturo pr-
ximo, podorem pagar semellunte divida.
Alein disto as despezas provenientes de execu-
{5o do obras publicas e auxilios industriaos, nao
erara era podiarascr pagas em da, nem com de-
mora ; e cada dia se aecumulavajn novas presta-
coes dos respectivos contractos para "augmentar
o descrdito era quo j se acha va a Provincia.
E se a bancarrota fosse Cacto possivel em urna
sociedade, quo dispoe do direito de U bular o con-
tralor ompresliinos para salisfazer as suas neces-
sidades_; eram orUmeute aquellas tristes cir-
euinslancias o caso da diier-seestamos era plena
bancarrota.
Era vista disto, paga/ as dividas da pcovincia,
salvar e rehabilitar o seu crdito, foi una neces-
sdade urgente e ndcclraavel da nova situacao.
Recorrer ao meio de novos impostis, e lao nu-
inerosos que piodu#isseiu grandes soramas, era
isto roa iniquidad* talvez; era rauilo tribu-
tar anda una populacao j sujeila a tantos im-
posto*, c que tem o direito, em ini-lhores cond-
ves nanceras, a ser aliviada das cootribui-
{das exageradas.
O meio do empreslimo era'sem duvida 'o mais
acceitavel, era a occasio do empreslimo-de neces-
sdade.
Onerar, porem, o futuro, por urna divida, nao
Ihe dando auxilios para uesourgar-su dalla, pa-
recen nao ser limito justo, e enlo outro motivo
aconselhou maior empreslimo com fun. especial.
Esla cidade pila sua importancia commercial,
pela civihsaco e progresso rpido em que vai,
reclamava melhoramentos compativeis com ees
pitase lisoogetra : o Maso interior eslava a nadir-
nos vi,s de ommniiicacoes que faeilitemas rela-
coaa com a capital, e auxilio e protMcao esaaa
i nd asiras.
Convinha, pois, como boa providencia econmi-
ca, dar desenvolviolento s vias a> oomniupjcaco
e alentar as industrias para li'aJu vinera augiaen-
tos de rendas e reversi dos benefisios feitos ;
cmvinha iniciar e ooncruir os mtdhoramentos ma-
tcnac mais argentes, e assim imprimir um certa
cunha de desenvelvraenlo e depois estacar, por
a ns tres on quatro annos, no que fosse' referente
obras publisas, pira descarte tornarem-se nuis
amlos meios^e cetfMar aa tatprestMMe. -
i'or fiatro annos sendo aaplieaeaa a amortisa-
jcao da divida as qnnluipn mium ser djptrna-
ilas a obras publicas a aogmettaae as reaMa pe-
lo 4esenvo!vraenio das industrias, nao ha vera
luvioa la ttuc a provincia podo;so 00a nai.fac-
IkissV, o sem saerteos, asobngaf.se doa seu
corn^ir imissM.
8' visto, peis, quo a resolucaa de conteabr t
jwipntsaimos foi do,bea polilica ; foi de bem acer-
a air.iir ampwstimos cora, o carcter dafto da
ntcwue c de especutacac.
V
r
f ,*



V
Dfate te Pftto&ico SWbadb 1| de Setembro de fif:




i

ur
Mas dfc^n ^A r*Tactor que a d*peza eita
#u<"iiva.
Qiundoir&fla sno Teulta o pWut natttral do
dcenvolvlraen das industrias, loriara certamen-
la^ de impasta corto que iwt lanceo sofcre as
fralnis-apedagio.
Adtara, j>on^que-o .redactor,da, Prtoincia
ejrkdje quem censure a medida dos empresti-
<4,4ftd3 elle-o me.'Ho qut, no cornejo di soa-
sio da sembfa provincial no corrente anno,
acwtelbara ao Euh. Sr. Dr. Lucaoa que solc-
lasse daqnella eorporaco un omprestimo de oo
ind cout*, para ser aplcalo a aielborauenlos
publeos!
T4#ist.i serve para dem-rastrar a conscienci
com que engaspam o publ.30 os redactores da
Provincii. Querem boje o que nao queriam hoa-
lem, nao querem amanh o que queriam hoje 1
Que gente !
Mis o petar de tudo fo ^garanta de juros coa-
coWaa-wiwla.de^err dy-Umooiro I
Esla e-trada doLimo'elro... esta estrada do Li-
uuteira t
Oi setfbaos 70) contos tem foito dar vallas a
at ttke 1 Mas neiu por isto Joto o estima val
redactor estar" prooecupado com a sorte di pro-
vincia, por nr-so'concedido semelhante garanta.
A faculdade de elevar a tarifa da estrada at sal-
var agaiaolia, tornou-a qua i nominal.
Ocx-mplo da provincia de S. Paulo deve Irn-
ouillisar nos. "Ejsa provinci:.garanlio um capital
de lis de 40 mil contle at boje ni despendeu
jior a liantamentos deesas garantas mais de ISO
eatos; porra o seu progresso, o seu desenvolv-
:jj>tfo ter sido' taes qne todo o imperio os ad-
:il!T.V
XSo dferrto's, nois; ser tao "tmidos a espantad!-
<: "Jae vejamos desgranas pira nos naquillo que
pafa S Panlo foi pro-peridade o principio fe-
Pensavamos quo feriamos de Scar ueste artigo,
mis o joven redactor' que iqcontestavelmontc
uffl de'stnan.Wa pruebes, voltou com urna serie de
novas lengiteiiaas .finAnceiras, que nao ha fu-
pir : preciso n5o faltar com a considerado
loque merecedor to joven cavallieiro.
Continuaremos.
Rliigio-ie ; clogies^nWrWpuder a redar.-o
di l'rocmcia; masjlque cera de que, si tanto
desee para beijar-a.tnrra.ein. que pisa um muope,
o publico v parfeilamenia e acompanha a-tia
com toda a attaoeio.
At aqui, pareco as qne na gradacae da ba-
julacSo e da mentira no tramis onde chegar,
como representante da imprensa, temos certeza,
o ferrete osla preparado.
0 jiilgaitteno da Provincia.
No da ilo correte appareceu o ergo dos li-
tiexaes dest-i trra, annuuciando I0J0 prazenteiro
ora o seu artigo eJitorial, que no dia seguale com-
jiletavu um anuo de sua existencia I
Appellamlo para os seus leitores e contribuales,
manifesla a couvicco de que lempo sulueienle
para ser por elles julgado; e como quem tem
<"onsci!ii.ia de tremenda condemnaejio, prosegue
na apreeiacao de seus actos, proclamudo-se afinal
o fiel finmprjdof das regras eslabelecidas na im-
;"mreiis;uii.n,(i -,.,!.!, mxime 11. nuelk que tem por
limespecial o deseuvolvimenti de um programma
polilico.
O artigo a que nos refonmoa, portanto, esterio-
?>pa a FttefM da Vinvincia
Alui das uiaii iwlpaveis ini^xaclidoes no tocan-
te susienlapio do soas ideas, com o maior
desplante apresent-se endeosando a sua vida,
vida a mais triste c ngloria que pode icr urna fo-
k polUea.
Ivsa ojiniao, que mis trantimos como o seu
proprio julgamento, o viluperie mais repugnante
qne ella-poileri.i estampar om suis columnas.
Dx passar os tresentos e sessenla e cinco dias
saiMSe de MM| e continuar no sen caminho tor-
i'dio, lulando com.as syrtus que o fazem tropear
a cada momento ; erguer-se de urna queda para
' hir invilavolmcnte mais adianto, finando a car-
'i da opmiao ptiMica fazer o juizo que mais 00
mfefibs tentia formado a seu respeito, eompreken-
demo.s nos, comnrehendom lodos que mais honro-
si seria redacto da Procincit, mais onduevn
le no carcter do polilico liberal, daquelle que
pretende monopolizar todos os senlimentos no-
DrM| ledas, as ideas luminosas do seculo, todos os
artes d* benetnorencia.
') qne, porm, agora et gravada) para memo-
ria eterna di imprensa jornalistioa liberal, nao
U>m qualilfcaylo, nao tem neme I
nao poderla deixar de, como nos, exclamar, repo-
lludo aquellas palavras que cm 1867 foram diri-
gidas iux li.imens da Pr viada :suto pudor
aat afvuis nobres, pira or.de fngisle?....
E com etftili, para que Se nao diga qu adnl-
terilBM de proposito o pensatncato da'Piovincta,
transcreveremos algnns tpicos desee memoravel
:irl!go, e mais do que isto, apresentaremos aqunl-
las pontos, em que com a maior filaucia affirma
ter percorrido o seu estadio en u:na nica e in-
vanaret norma dr; proceder ; que nunca se afas-
loa de snas opinloes ; e ijue depois de [ 'icti (heroica ?) resistencia, mas glorioso anno,
1 c>tmniritm o sen dercr.
Como orgo poltico de um pa tido, diz a Pro-
rinda tlnha diante de si um pogramma a defen-
der, a propaga DetU nunca se afastou-
Eis ati una falsa exposicio.
Ntnea se Ifaeton a ','rovincia deseup-ogramma
'tiCO ?...
(juein J i* que a face de urna populaca sen-
sata a co'agem subi-se tinto... tanto a atifar-se
11 a ealnaa que ca aeterlsa a venlade, easa luz
1 vina, p opogif t-ile semelhinte ordem 1...
i'ina s vez, na lica dos co.nbatenies nao empu-
1 a Yrucinri 1 o mega do tropeiro.....
ijuiim vii. o modo por.que ella so p onuuciou
contra Exln. S commendador Lucena depois
amo soube des:e- mais baixo que o pasquira o
arg&o ililcjral; quem ve a continuadlo desse pro-
lunenij peqnenino e aviitanto, nao pode deixa*
de indigna -se jdanta de tanto cynismo, de tanta
falta de pudo-.
Qne os humens da Provincia sao capazos de
injuriar o calumniar, todos esto convencidos, pois
\iie fazem dist profissAo habitual; e a prova
mais exliube ante desta verdade entre milhoes
l fados, amelle om t[aa acabam d.; all mar que
:t columna do pa tido conservador no Diario de
J^rnam'mo sustentada pela quantia de 509500),
palos pela secreta.
sjmenle isto, que chama eraos miseria da re-
diejje da Vmcinci'i basta pa-a recommendal-a
ai imblico.
E, pois, desde que ella assim se exprime, o que
deveriamos esperar mais ?...
Tndo, m-mis a descarada apolhese de'sua exis-
leneia de um Mino ; tudo, menos es>e degradante
e irriso io vituperio lancado com desmarcado or-
giilho, pJMnao nsarmesde outraexpressao; tudo,
.raSm, menos cs^.i desgracada figura que apre
-:ntou na vscra de seu anniversario natalicio
Mas o que caracterisa a gente da Pr-ovincia ?
Com relaco as questoes do da, algumas das
quaes acham-se incluidas em sen programma diz
a Provincia que apoion acleicao directa; que (re-
duz o pensamento do paiz (estiil'a preten:o !)
pugnan lo pela aholirao ila guarda nacional; e
que finalmente na phase porvtntura mais dijjicil e
nuil penosa do perpassnr de um anno que atra
testan o orglio liberala questao po'.ilico-religiosa
a sua aitilude foi Irancve decisiva.
Come se especula com a J>oa.f de uns ti igno-
rase do odios?!... Pensa a redacto da
l'rorincia que ese evo para-quein nio a eonhece,
ou nao a acompanha em seus passos dubins, vacil-
antes?...
Para quem preciando-a hoje, nao se recerde
d) que apreciou hontem ; e ainda para quem nio
a entendeu ?...
f.abora em perfeilo engao !
Por esse caminho vai errada !
Nesse decantado auno daProwncii, ao envs do
que diz^ eHa em o artigo qne nfto consentimos pa
M desapercebido, segnlo t* pegadas deixadas
por seus chefes-e sub-chefes da corte, que vivem
ridicnla coniradanea, mimoseando se face
iz com epithelos s projtrios de iogadores de
cirw ; e para provarnlos a hn da evidencia o'qne
lvamos dito basla apcintar para essa phajo por-
r entura a mais di/ficii e penosa que atravessou.
A especialissima e nnnea esperada ttude- do
.Sr. Zacharias, o homem que voton contra a libar-
tagjo do ventxe, e a posjcao do Sr. Nabnco de
Acaujo, o devoto da irman'date da Conoalcan, dos-
mintelaram a sua ailitnJe frunc c decisiva.
0 que, foi a Provincia notes da maMitelacto
d'.*ss/53 seas dos chefes na q;pst5o religiosa?-O
tjiesitto ajip hoje?
Eflaatrevau.se a affirma !o 00 artigo de 5 do
eotreai.
Pobres de esjriritg airuellis. que assim proce-
ddB 1
E, pois, o que resta de tc brilhante panegj'-
rica I,
Sem corar, por lodosos ireios pretende lludir
3. ploo-. paUit; :i Mauu. sa explicar o {acto
le tue nos oenpamag.
Intiamen entrao-a <|aeat eaortyo'foi
e> ualladad*: aaoo da Proinim, e se asain-tan.
ido sua vida, assim ser larabem o seu fim.
Portanto, a, visu.di).que. Bu*.exposto, o q d
aBL!CACDES A PEDIDO
A Repiiblica do Rio na magna
lueMtito.
II
Tem as ioslituiuSes modernas, eas mais aspira-
das, que traxein en resultado a maior lberJade
dos povos e dos homens, por base as doutrinas do
Erangellie de Chrsto ; por principio capital a fra-
teniidade entre os homens.
Nada disto.podo inauer-se sem a adoracao esa
coflimam ao tuesm > Deas, um a saucvaV n'outca vi-
da, qne instintivamente aspiram, mesmo aquelles
quo'conira ella se'revoltam, jorque ella nao attln-
gom os esfijreos da sua razao, daquelios que a es-
timan em maior grao;
Tudo isto vimos no primeiro artigo.
Quaudo os homens eoneorrtm simultneamente
e juntos para algum lim commuin, formara urna so-
cedade.
Podo, pois, a sociedade christa, funceionar, man-
ter-se sem um governo?
E se o christianismo um s, a le maa e
mrautavel. ditada a toda a humanidade, como po-
do esla sfiledade legtimamente dividir-so, ser mais
de urna.
pode haver alguina sociedade sera governo,
seja qual for o sen fim '
Sjm ello, portanto, o qtw ser da doutrina, o
qne ser da moral ?
Como, poi,dlzeis vos, osda RtpnlAici qne nao
so carece do preeeito que diga como se deve ado-
rar a Deus ?
Era verdade sois muto fortes, tivestes o poder
de lavar do vossa alma as impresses religiosas da
nfauca, como loriis para apagar as marcas de
ferro em brea, que pjr ventura vos caliisse sobre
a pelle.
No enlanto parece que nao percebeis que toda
a causa de vosso odio religio clirist, mais que
a todas as outras, porque nao percebes que ha
entre os que goveruam a sociedade chrsl, grande
numero de hoitcns de vosso pensar, os quaes
creem lao pouco na divndade de Christo e nas
suas promossas para a vida fulhr, como vos cre-
dos.
Elles, com > vos, e os demais que pensara com-
vosco, tem a mesina prctencao de abater a reli-
gio christa : vos pela propaganda directa contra
ella, servindovos dos acias delles,. elles comoaet-
tendo a inquidade era uome de Christo, calum-
niando a sua voulade, viciando a sua le, abusando'
dos poderes que llie foram dados para desempo-
nlio da mis-ioda sociedade christa, excedendo-os,
Rto, sem ojq i>3onM avef a piejade etingel-
ca. principio djalMias Acudas, dt,moral
hnst, en o-qn ale pbdo nnver alfora gover-
no suportasrel a s.ptid Mr ephemera a re-
pblica.
Quem livr o, sea plilosophijmo na. reii|o,
dispdbaaodi^ Paos qrtjjtubsteah,. vito. qtie
recoahece que.o munda^inlano dispensa Dauf,
Dexe slo para guando a creatura nao carecer
mais, nao depender mais de seu Creador, para que
nio techamos um ntenla eiotu.
Deisefete-flnahnente para qnando a humanida-
de chegando a omnisciencia e a omnipotencia, der-
rubar, como os anjo rebeldes, a Seo do intoao
nocen,
Recife, 1 de setembro de 1873.
fjonso de Albuqnerque Mello. -
Agradecimento.
Antonio Mneles Cordero do Guunio cordial-
menle vem acradbcer Exraa. Sm> 81 Joaquina
de Luna, profesr' particular de instruccao pri-
inarla-naxtrasjga-doi. Ransdtos, fregnexfa dos
Afogados, os desvelos, e cuidados que -diipensou.
-sua nlha Antonia da Silva Gusmao. durante o
tempe em que eiteve em sua conipanlHa,- reeeben
do a- devMa edacacSo tt etisMffr. Cmo tpstmu-
Jthr ocular posso aflftntar aos paos' de familia, .
qiW'eaconttatSa na Ekmar. Sra. t: Jairomwdef- tftfltmit.
Luna, a tnaior solcltude carfnho e amernatra
timento e eucacjo drfilhas qite qnneremcon:
llar aos seas cuidados,.visto como nsse maglstev.
rio ella se lera dfedicaddsde sua nahcia. e d*
uual se lera aoroveta*) um.noirtert benr ccsl-.
deruvel de seulioras mu' rspelUves hoja Da so-
efedade, e que grande'gloria resolta para a mes-
ma professor.
Coiainbosi3fap|Js..-Giraetis 31 far-
dos. Conloes 67^tofnmo>tBnntholomeu
Padesta. G^0 etmnlMte 3 . Enxofre W ortas i B. Patfesta.
Farollo 550 saccas, o fbio 60 saccas a
B.^Padestn.
Ilieei.no f 2 caixs d B. Tactesta.
Logado 1020 p&jutf. Ladrilhos do rnar-
roore 100 caj'xas, a Bartliolomau Padesta.
Manas 200 caitas- e 1 caitfjs, ordem,
750 caixas a Bartholomei Padesta. Mar-
m(*l5efxas aJnt Rofa, 43 a Antnio
de Almoida Bastos, 4G taboas de dito1 a B.
Padesta, 100 degros de ditos
10 caixas ordem.
Papel 6 caixas, dito do embrulbo 226
fardos e 8 balas a #., Padesta..
Saceos wzioa i.fardos. Sane-10 balas,
a B. Parfsta.
Vinho tinto 7 pipas, 10 j a 10/10 a B.
Padesta, dito*ranuoa| jpns, 15/5 c 22/10
no mesmo, dito'Mrsana branco 10 barris,
eo m^s-no. Werrnoulri 20 caixas a C.
aiTegon : P.
Ha i
com 60 ks de
"J-.^im i
Cabral; f barrica
vAPATAZ$|A ALFANOEuA
ao mesmo,
KendlRIeal o dt
dem do di 12
9:I6#J317
701*047
1
9:87ij394
VOLUME.S AHIItOS
.So dia lt 11.....
Pruneira pona no dia li ,
Segunda porta ....
Terceira porta.....
rrapiebe Conceicao .
SEIWfCO MARTIMO
Uvarengas descarregadas no trapkbe
da alfandeea nn ti i a 1 a II. .
itas ditas no dia l. .
N'avios atracados no trap. da alfandoga
Alvarengas ........
So trapiche Conceicao.....
13,806
'O
333
494
733
,566
-~-
Fdem. loo Lula Vianna- Jos
Caelano de Magalhie
APanfrfc-Ca.
Emerenaaao
mandes Gitirana
aaetett) da Cu-
PMWfca
o publico
Declaro que dissolvi a sociedade que uUa com
o Sr. TTioraaz Antonio Espluca, le ando por ini-
nha conla o activa e passivo da empreza aue
tfora em dante g*yrar sba Grma de -Lima Pe-
nante.
Toado foito as luinfias contas com o meu so-
cio caixa e encontrando nellas a n)elhor licici-
tude,; aprovea a oecasio para agradecer ao Sr.
Tliomaz Espiaca.nb s a reslricfao de suas-coa-
tas, como as boas e delicadas maneiras cora ..que
sempre me Iralou.
Esta minha declaracao tem or fim inuli!isar
qualquer juo infundado que oe a nossa reso,-
lug.io se possa fazer, na certeza de qje conti-
nuamos na melhor relco pssivcl.
Hecife, li de setembro de 18J3.
J s de Luna'Penante.
a ut'tm-Espiuon dr Ponan*, anrovoto a
ingeriudo se no governo da sociedade civil, com o occasilo da liqufdaeto de iata* pnira acontalela
Tendo, em conseqne >ca d'fraves inemmodos
de minha senhora, de farer at novembro db
crrente anno urna viagem Europa, e tendo n-
quella data de dissolver a sociedade que'gyrava
sol a liima-E5|>raoa a> Ponanin,
fim hyp.icrita lt: levar por este meio as almas ao
co, e com o lint real de faiercm se similores do
mundo, para fazerera volUr os povos desse rami-
nlio da lbenla le que tiopenta e custosainente
tem percorrido ao captiveiro do paganismo.
S dffers, pois, delles,- quanto ao processo, o
fim o mesmo, eraliora nao o tenliaes em vista.
A nao haver muo boa f a vosso respeito, po-
der-se-hia suppor que estaes com elle de maos
dadas e do accordo e combinadamente traba-
lliaes.
E na verdade o que ser de nossa repblica
sem Deus ?
Sem o Deus do Calvario que nos ensina a ser
humildes, e nao obstante nos manda ser homens
cheios de dignidade ?
Sera esse Deus que nos manda ser raos ; co-
mo sem ist nos comeremos tanto ou quanto em
nosso orgulho e vaidade que a cada momento nos
assalta-?
Como sustenfaremos, como pralicarcmos as ns-
litaicoes que nvellara todos os homens, sem este
amor, sem este temor ?
Que ser da repblica que tver por csteio a
simples coufianca 110 esforz da razio humana ?
Sem a continencia e a represso moral, ser a
raio ninis altamente esclarecida a que attinjam
os povos, sobrepujada por todas as paixees
desordenadas pelo orgulho e pela vaidade, donde
ellas naneen) ; porque q .1.1-1 sempre pritieipiam os
vicios do homem em confiar muilo elle de si.
E porque os ladros se meltem na igreja, assim
com o fim de perverte-la, aniquila-la, dcixando da
in que tomara em grande parle o seu governo, nao
podem ser os republicanos catholicos 1
Porque em nome de Christo e da igreja frmu-
la-s o Sylkibus, que conJeinna a soberana do
novo, o governo do povo por si mesmo e todas as
iivres initituicbea, por isso nao pode o republicano
ser catholico y
E' o governo civil dos puvos a missao da socie-
dade christa y
Nao foi to bem discernido por Christo o que
de sna missao O men reino nao deste mun
dodai .1 Cesar o que de Cesar e a Dus o quo
de Deus, nao foi dito por Ello ?
Pode a .reja ditar sobre os costumes ; mas
tudo o qne for do mecuanismo da sociedade civil
est fra de sua missao. A ella s compete aquil
lo em que nao toca a lci ou a jurisprudencia ci-
vel, que nao podem tocar no que diz respeito as
cousas do co, nao tem interesse de tocar na' reli
gio. Tocar naquellas cousas a ig eja, perturbar
o meclianisrao da sociedade, do governo civil de
qnalauer modo, tocar no que de Cesar, no
llie dar o que sen.
Seja embora o papa infallivel, nao se faca disto
quest.io, porquo nao merece a pena ; mas se o
que r de Cesar nao de sua missao, nao s nao
pode elle lii ser infallivel, como c necessariamen-
te um erro.
Mas o Syllabus conderana-me, cxpulsa-me da
igreja porque cu nao creio e nao me snjeito a elle
naquillo cm qne se ingere no temporal t
Mas eu conlido a ser catholico, porque essa
condemuacao por esse motivo ella nao podo lan-
Car, porque por facto que est fra de sua mis-
sao, e o que ella ata ou pretender atar fra de sua
missao, nao o que ser atado no co.
E eu contino a sujeilar-me era tudo o que
diz respeito ao espiritual, ao que nao diz respeito
ao governo, a sociedade civil o ao seu mechanis-
rao.
Eu sou sempreTepublicano.
Sou sempre catholico. s
Sou sempre enristao.
Porque sem Cbristo, filho de Deus, o mesmo
Deus que proraette ajvida futura, a que eu mesmo
sem pensar mais aspiro, som Christo nio pode ha-
ver repblica para todos.
Tenna cada um a religio que lhe approuver,
respetemos igualmente todas as crencas e com
isto menos se deve ingerir o estado ; mas nao dei-
xemos pa-sar em silencio queem nome da rep-
blica 6e combata o christianismo, quaudo ella s
pode cora este vivar, o qual ha de ver algum dia
um s, bom pouco terap depois que o papa so
desengaar de "ser rei, e qnndo a hypocrita com-
panhia que se intitula de Jess, nao achar um
canto em trra christa onde esconder-se.
Ahi est a grande repblica do norte da Ame
rica, to admirada por todos e to estimada por
nos.
Alli a liberdade religiosa, a mais ampia ; de
uenhuma maneira se nlrometle o governo era tal
assumpto, e em parte alga na o christianwmo,
a religio christa, oralmente seguida, cora o seu
mito externo e pabioo ; em parte alguma ella
tao praticada, cora tarrta piedad e-^ncao.
E vos, queris a repblica sem a moral no po-
vo ? Que repblica seri T
Queris a moral sem Deus ? Sem religio f
Qnereisa repblica sem a moral de Christo ?
Qaereis a sna moral sem a saneco religiosa,
sem a sua religio ?
Sim qnereis.
E como se diz que o nosso povo nao est prepa-
rad* para a repblica, vos o estaes educando
preparando-o a vi ver sem Deus.
Assim torlis a repblica francea de W, mas nio
a Norte-Americana.
dissolueao da mesma firma social. Ikandb todo o
activo e passfvu sob a responsanudade do soce
Jos de Lima Penante.
Rcire, i? de setembro de 1873.
Taom'a? A: Sspiuca.
Para Ii'scu^auu das ieTlttosos
le.-iu-iitid .o iiavelleira le
pratiras iilMHrdm !i l(ir,
ele (|ne ennitiin-iHr.
QUESTAO.
Estando 'fl MltO manute-
nio na posse de sua liber-
dade, a quem couipete prn-
p.ir a aeco acerca da mes-
ma lilicrdade ?
SUPREMO TRIBUNAL.
Vistos, expostas e relatados estes autos de ri*
visto civet entra partes: recrreme a parda Ro-
saKna, conl assistencia de seu curador; e recor-
rido, Joaquim de Souza Trepa ; concedem a re
vista pedida por in/ustica' notoria ; por quanto,
sendo a questao deste processo tao soraente a ma-
nutengo da posse da liberdsde da recrreme,
esta to incrmtesta-'vel qne nem o mesmo recorrido
a nega, tendo-lhe nicamente opposto ler sido al-
canzada pela fuga, o que se nioprova, campriit*
do a elle fazer reconkecer a condicao seretl da re-
trrenle, e nao esla a de sua liotrddt, que a seu
favor tiska a presumpc.no de direih, o accordao
reo irridti, sustentando a sentencia fls. M, commet-
teu injusticia notoria, porque estabeleceu como
doutrina a incnm'vmm di prova- di berdide
reconente, tundo esta naiposse e ni facto, faci
que tem por fundamento o direito, porqie a verba
testamentaria a fls. a comprehende na sna latilu-
de a recrreme, ento e 'o papel a Os. 2, cuja aathenticldado duvidosa,
e cuja data nao posterior factura do testamen-
to, pelo que deveria a rtauutencao ser conservada,
com quanto se nao evidenriasse* a escravido da
recrreme. Itcinettam-se, portanto, os autos para
a relaco do Maranlio, para ahi serem revistos e
novamente julgados.
Rio de JaBeiro, 15 de margo de 1856. ?e-
guem-se as as3ignaturas dos Exms. Srs juizes.
(Revista dos Tribunaes do 1856 n. 7. Jornal do
Commercto da corte de 6 de abril de 1856.)-
O capilomr de Serinhaem.
Inlelizes victliutn do rheuiua-
l*.:iio elii'tHiico.
Porjue soffreis tantas dores, e porque gas-
taes intilmente vosso diabeiro em medi-
camentos iacapazes de vos curar?
Vossa melestia nao tem. outra origem se-
no no sangue viciado.
Puatflcai o sanguo com a salsaparrilha
Ayer. So vos tomardes esto remedio com
regularidade e constancia, ficareis cu ra-
dos.
Experimental.
" 1. 11 11'
HwuburgOi pataerro' aMemS Etise, con-
sigilado a T. de A. Fbhccca Siiccessorcs,
anifestou :
Asphalto i, barril, a Otto Balires. Agua
le Setz 1'caixak-aiCior <& d rame 1 ca-
bcoa>7.* Loa. Aeul1 ultramar 1 cawa
j ordem. Amosrras^de vidros 3 caixas a
p t. ('cimbra, diWdo vella 1 aos con*
signalarros, t a Silva Neves, 1 ordem,
ditas diversas 1 dita a J. R. e Silvi.
Brinquedos 1 caixa a S L. & Coimbra,
2 a Silva Neves. Barbante 1 caixa a Pa-
rias Innno, 1 a Otto Bobres. Bonecas 1
brixa a S. Cas ro & Almeida, la Otto Bo-
hres. Botes 1 caixa a J. R. e Silva, 1 a
Vaz & Leal. Biscoutos 2 caixas ordem.
Burra de ferro 1 a Otto Bohres.
Crtlla'lOcaK-^saos ccmsigtiatririos. Ci-
mit<> 11*0 b;trrisas aos Meamos. Carne
en edram-**-caixas a P. Paule Ramos.
Cadargo 1 caixa a Pereira Simoel 4C, l
a Otto Bohres. ClKtpiioal caixa ao mosmo.
Drogas l caixa a waga & Pimentel, 2 a
Maurer G., 1 d fc-firs & C,
Espoletas V caisa a Parias tfc Irmo, 1 a
D. T. BasVjs. Hspdhos 1 caixa a Motihard
Ferragem 7 c zonla de \ 1 caita a Otto Bohres, 3 a Gon-
galves Ferreira, 1 a K'eller C, 3 a Carnei-
roNogueira. Frascos vazios 2 caixas a
Caors 4C. Fswinlia 21
I
1
23
ABCBBebRfA DE RENCAS INTERNAS GR
RAES DE PERNAMDUCO
Rendimentodo dia 1 a 11. 13:396*159
'dem do dia 12 1:385/336
li:781815
CONSULADO PROVINCIAL
enpimento do dia 1 a 11.
dem do dia 12 .
27:86ft#S28
1:300M59
29:167*287
RECIFE
Rendimento do dia 11.
dem do dia l. .
DRAI.W.E.
6:309711
518228
6:3633972
MftVMEMTft
M PWJ%.
barr-as aos
. de Paula
cottsignata-
aos consignatarios.
Genobra 300 caixas o 100
consignatarios, 20 (Six'as a
Ramos. (iarrafos 110 aos
rios.
Junco 2 l'arili a Moroira Hallilay & C.
tena 1 fardo a Otto Borlics & C.
Machinas de costura o suas pertengas H
caixas a Souza e S & C.
a Duarte & Irmaos, 1
Meias d'algodo 1 caixa
Miudezas 1 caixa
a Monbnrd C.
a S. Castro l Movis 48 vo-
um
PKACA DO RECIFE l DE SETEMtllO
1* 1873i
AS 3 1/2 11011 AS DA TAnOR.
Crtt-ncilos offretne.
Cambio sobre Londres a 90 dv. 26 lj8 d., e
do banco 26 d. por 1 00, honte(n.
Dito sobre dito a 90 d|v. 26 1|8 d. por 1J0OO,
letras de fra, hoje.
Cambiosobre Pars a 3 djv. 369 rs. por franco,
hontem.
Cambio sobre o Rio de Janeiro a 15 e 20 djv. 1
0|0 de descont, hoje.
Dito sobre dito a 8 div. o par, fioje.
Jilo sobre dito a 3 djv. 1|2 0|0 de premio, de
banco, hoje.
Carvio de pedra New-Cartte 2o por tonellada,
hontem.
Couros-salgados seceos 56* rs. o kilo, hontem.
Oaoourcq
Presidente.
Loa I Seve
Secretario.
mei la, 8 a Monhard) &
lumes a Ramos & Machado, 2 a Pereira
Carneiro & C. Machina- de limpar facas 1
caixa a Otto Boltres & C.
Objectos de vidro 2 carxas a Pereira Car-
neiro & C.
Perfumaras 1 caixa a Olto Bobres, 1 a
Vafe Lea!, 1 a Silva Nevos. Papel 1 caixa
a Otto Bohres, 126 fardos aos consignatarios,
20 caixas a Basto Oliveira & C. Phospho-
ros lOcaixns a M. H'alliday, 10 aos consig-
natarios. Pellos 1 caixa e pregos 10 barris
a M. llalli lay. Papullo 10 fardos a Fa
rias & Irmo. Polassa 30 barris ordem.
I'imenta 20 sacosaos consignatarios.
Saceos de viagem 2 caixas a Monhard
r.
Tinta 1 coixa a Caors C, 1 a Pereira
Si nes & C. Trancas l caixa a S. o S
& C.
Vinho 100 caixas aos consignatarios, 150
ditas e 50 gigos a M. Monleiro ii C. Velas
stearinas 10 ciixas a P, da Cunba & Irmaos,
99 a S. Neves, 200 aos consignatarios, o
ordem. Vilro 3'caixas a S Lito & Coim-
bra.
Porlos do norte, vapor nacional Paran,
consignado a Pereira Vianua A C. manifes-
tou :
Chapeo 1 fardo ordem.
Salsa 12 rolos a A. A. Guimare, Oa
S. L. Silva, 30 a Lima & HoUanda, 20
ordem.
Xarope 10 caixas a Antonio Jos F. Mon-
leiro.
\avos entrados no dia 1>.
Cortos do norte11 di s, vapor nacional
Paran, de 850 toneladas, commandan-
te Pamplona, equipagem 5!), carga diffe-
reotes gneros ; a Pereira Vianna & C.
Babia6 dias, hiato nacional Giribaldi,
de 109 toneladas, capitao C. J. Vianna,
equipagem 8, carga charutose outros ge
eros ; a Tasso Irmo 4 C.
Hamburgo50 dias, patacho allemao Elise,
de 190 toneladas, capitao Steffens, equi-
pagem C, carga mercadorias ; a T. de A.
Fonceca d C.
Genova--40 dias, escuna ingleza Hacer, de
149 toneladas, capitao E. Coull, equipa-
gem 7, carga mercadorias; a Burle
&C:
Navios saludos no mesmo dia.
Rio Grande do NorteEscuna hollandcza
ReinL Pkter, capitao H. H. Pafe, em
lastro.
Rio da PrataBarca brasileira
capitao M. I. da Costa, carga
'.gurdente.
Rio Graudo do NorteEscuna bollandeza
Iieinter Pieler, em lastro de arca.
Amizade,
assucar o
ALFANJ>E(iA
rtentkmouio do d* la II. .
dem do dia 12 ....
333:622*316
43:3494427
378:971*943
Descarregam ho 13 de setembro de 1873
Patacho allemaoTnede -(atracado) mercadorias
para altandega.
Patacho inglez Efoir (atracado) mercaderas
para aJandaga.
Hiate nacional GarHaUi gotieros nacionaes
para o trapiche Angelo.
Vapor nacional -Paran -gneros nacionaes par-a
o trapicho da companhia pernambncan.
Patacho iKmietfneeBe--)-^/ farinna j dea-
Dachada para o caes do Apoffo.
Barca infleza Dolphim ferro para o trapiche
. Babia, hiate nacional Garibaldi, consig-
nado a Tasso [finio & C, manifestou :
Azeite de peixo 4 barris a J. C. Reg
Pontes, a Gencnlvcs Boltro Filho.
Charutos 2cuxhs a Justo J. Gomes Te-
xeira, 1 a .1. B. dos Reis, 19 a Bourgard
C, i a E. Duprat, 6 a D. A. Matheus. Caf
30 saccas a Fraga & Rocha.
Etjvadpce 10 saccas a Rabillo & C.
Farinha de trigo 250 barricas a Amarim
frtnos & C. Fios de algodo 30 fardos
B.j'.lrao & Filho. Fumo em folha 40 far-
dos a J. R. de Parias, 20 a BeitrSo & Fi-
lho.
Massas 210 caixas aos consignatarios.
Piassava 150 massos a J. Castro Porto, 25:
a M M. Ribeiro.
Sardinha 20 eaixas aos consignata-
rios.
UMCOES.
llassa la II i,I a do Aiuoriiu, Fra-
goso, Santos i\ C.
Por determinacao do Illm- Sr. Dr. juiz especial
do commercio slo publicadas as listas abaixo, das
dividas activas, dircitos c ac?3es, ainda existentes
e que opporlunamente serio vendidas em leilao.
Commanditarios que firmaran) o contrato
social e que ainda nao entraran com os
50 [0 de suas assignatutas, sendo o valor
nao realisado o que abaixo se segu;
Antonio Machado Gomes da Silva li:000000
Antonio Vicente do Nascimento Pel-
ln
Antonio Alves Ferreira
Antonio Eustaquio Gjmiis
Antonio da Slv,:ira Maciel Jnior
Antonio Francisco de Souza Ma^a-
llies Juniof
Antonio Jos de Siqueira
Antonio de Oveira Autunes (aceitou
letra
Bento Jos da Costa (idera) -
Candido Thomaz Pereira Dutra
Francisco Smoes da -ilva
Fancisco de Paula ndrade
Frederico Miguel de Souza
George Nestl
Isabel "Mara da Costa
Ignacio Jos Coelho
Jos Mamede Alves Ferreira
Jos Alexandro Gubian de Verdun
(cessionario, Bento Jw da Costa;
Jos Cavalcaole Lins
dem. Siqueira
milla Idepino
Francisca Jos I,
Paria & C, e1
nha Machado
Os meamos
s msmos
O; meamos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os memos
Os iwesmos
Os mesmos
Os niesiWM
Os mesmos
Victorino Jos Ferreira e Manocl
Jos Mondes Bastos
0 mesmos
Os meemos
Os mesmos
Antonio Joaquim Mdeiro Braidae
O mesmo
O mesmo
O mamo
Joao Rodolpho Gomes
O mesmo
Pedro Paulo dos Santos
O mesmo
O mesmo
vUnoel Lins Wanderley
Maaoel Pereira da Costa
Jo5o Paulo da Silva
Joaquim Jos Mederos
Jos Bento Concalves Carneiro
Pedro Jos Costa Castello Brauco
Manoel Firraino da Silva
O itfesmo
O memo
E. H. Wyht
Machado i Sotua
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Francisco Moroira Dias
Joao Rudolpbo Gomes
O mesnio
Joaquim de Albuquerquc Mello -
llego & C, Irmao
Ramos, Duprat & C,
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmes
Os mesmos
Os nr-simis
Os mesmos
Os mesmos
Os mesmos *
Os mesmos
Franoisco de Barros llego
O mesmo
O mesmo
Joao Jos Medeiros Correia A C.
Joaquim Jos de Mello Jnior
O mesmo
Copia de letlras.Joaquim Jos le
Moli Jnior
O mesmo
Recibo.Joaquim de Albuquerque
Mello
dem.James Oliver
Vales.Joaquim Sal vade r Possoa
de Siqueira Cavalcaole e Anto-
nio Goncal vos Ferreira Cascao
dem. Daniel Guimarcs 4 C.
dem. Fabrica do Monteiro
Goncalo Jos Affonso
O incrao
Antean Marques de Amorm
Ttulos verificados e admittidos em
massas fallidas e liquidaron).
Lima & C, Martina & SebaTiU>,
Jos da Silva, saldo
Mosquita & Dutra
Viuva Amorm & Filhos
Joaquim Jos da Silveira
Travassos Jnior & C.
Joaquim Francisco de Mello San-
tos .
3:S!2*Of
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698#70>
733198*
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3874330
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3871*5
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1.1)00401.0
2504Q-O
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3:6904000
10:0004000
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11:60 '4J*H>
10:0604000
3:700*000
0304000
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i: 2704120
1:134*208
793*350
101*000
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300*000
18:2ol4UKI
1:6004000
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1.010401)1)
5:000000
62:912*000
4:581*906
4:148*070
9:16I4610
3:4'84:130
o 1.198*00.'
240:017*900
2:000*000
1:000*000
1:000*000
7:500*000
1:000*000
2:u00*000
l:66C66o
2:966*667
2:000*000
1:000*003
1:000*000
6:0OJf0OO
3:000*003
1:000*000
3:00:)000
1:000*1-00
Vrotincta ?
coraoTqueXrSSen,e0fraCh>dS5 *"*" W W^aJ&^Lvr perno
o'?0a..flulTOJire'ie9- .. --------.-.. trapica CbtSeieia, pam dnpalrar.
B3rc* ingtea(y zV*rt<7--e*r "
A estas deu origem as profundas e mais Wamss
das orgias de clero e da nobrea, to estrella&en
l unidos era seus torpssimoa interesaes, pela
Sais estreita uniao da igreja com o estado, que
t cahir sobra a caota de *wus Ghnsto, a torpi-
tade dos infam?s ; no anim do povo ignorante,
e, o qne mis admira, dos pensaterecomo.-vea
O Ttinnenvem, po, arbanr*on^annfnk 1
lados os brmyleirw,
para n a* sanan anaoio ,.
apira o estado de toda, retfp. uenova
Combatamos pela palavim escripia ou fallada, oada vS,
o- nitramoataniamo, instemo pe6 exnaUfllo d* Alpiste-,
mpata jcsdpt% parque ama eipBMa -,.--. ^-jaj^
>.ia oe iStocas a sea. respefto I... 0 pe exprime .dje laflfijes, jcpnlsa por lej para que. n|p ve-
.o- os lenices asea.respeiip. i... u tjoe exprime ap agfoes, fixpaisa por lej par qne, nao ve-
ri jJfamento lavado pelas, proprios. cedaceras da Ifms aqtii ama-' nova Hespanha ; ms nttxpmr
l)l>lt>IMi*l/l T hu HXA nn A I>it1 rml X-r. ik .-. a J *__*_ i .1 3 rt*. 1 _.
Datamos a reBgiao christa, a divndade deCbris- Padesta.
. ja >**
paehado pora o tt-penn,
Ssnuna inglea-Owrji D*eklfs- pacnado paa o V ponto.
Va|wr amman*-9mm-mmriM~{tf>wr\*<<) va-
nanas diwma 1 csi,
ifrgteMflaCfr, consig-
cas. Atlpn>6 canas-
Cfn. .*?! balas,
OESPACHOS DR EXPOItTAl^>A NO DIA II DE
SETEMBRO JJ 187).
Para os portos do estertor
.Na banca ingleza K-Ue, para Liverpool, car-
rujzarain : G, Neeseh & C. 351 fardos com (5i,748
kilos de algodao.
Sk escuna pertugueza Christim, para o
Porto, carregaram : 0. Oliveira & C. 851 couro
salgados com 9,732 kilos.
$ua. os -porp)* do interior.
.Parao'Acaracij, no vapor irasiteiro erapa-
ma, carregaram : Fernandos & Irmao 3 barricas
com 6U5 kilos do assucar branco e 3 cseos eom
381 litros de agurdente.
Para.o Maranhao, no vapor brasilero Pora,
carregatam : Camino 4 Nogueira 8 barricas
com 9ffl'kltos de assiwtfr branco e 10 ditas com
14*7 ditos de dito loaacnvado. Para o Para, H.
B. OKvera.Junir 292 dita com 24,758 ditos de
dito .raneo.
Para o Aracatv, np hiato brasilero Graciosa,
ea*r*s(u : M. I. Gaealve da. Fonte 1S barricas
con 61 kotiv avsnoar- branco.
Para Maiwo, na bamea- Vernica, da Gloria,
oarwgua : J. F. Morena 5 barrins eom 38 kilos
deassacar ar-neo. Para Mmsw, J. A. dff Adtm
qua^ae'Wrtae com, 13 ditos d dito reMdtT..
I*ar MasanrnV na.- barcara Camp Vera}, car-
Juan da Silva Ramos
Jos de Barros Lima
Jos de Alenquer Simoes do Ama-
ral
Jos Victorino de Palta
J. P. AdourA C.
James Olvier
John Lilly
Jos Joaquim de Miranda
Joaquim da Silva Castro
Joaquim Francisco de Mello Sanios
Jos Joaquina Jorge
Luiz Jos Marques
Mauoel Buarque de Macedo Lima
Manoel Antonio dos Passos Oliveira
Manoel Joaqqim de Oliveira (cessio-
nario Francisco Guedes de Araujo
Manoel de Azevedo Pontes
Martnho & Oliveira
Manoel Goncalves de Oliveira
Ramos, Dnprat A C.
Seve, Filhos & C. (admittids ao pas-
svo da fallencia)
Tito Avelino do Barros
Victorino Jos de Souza Travassos
Vicente Mendes Wanderley
4:000*00.)
4;00O*O0O
2:500*000
1:000*000
1:500*000
1:0)0*000
5:000*000
t:50003
2:000*000
5:000*000
1:500*000
2:000*00)
2:500*000
2:000*000
3:000*000
2:0004000
3:0004000
5:000*000
3:0004000
2:000*000
2.0004000
5:000*000
1:000*000
5:0004000
5:000*000
Cesionarios de commanditarios qu i entraram
com 50 /. das assignaturas ou capitaes, que es-
tos estao obrigados pelo contrato social, e que res-
tam anda 50 /. para completar todo o fundo subs-
cripto o seguinte :
Bento Jos d Costa Jnior, por Jos
Alexaudre Gubian de Verdun
Francisco Gnedes de Araujo, por Ma-
noel Joaquim de Oliveira
Estrada de Ferro Pa-
raensp. no Para.
Tendo a assembla geral do accionistas da
Companhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense.
autorisad a venda desla empresa; a commissar.
eleita para eslo fin receber propostas para a
compra da mesma at o dia 10 de novembro pr-
ximo, no Para, podendo os proponentes obter des-
do j as circulares, e examinarem es estatutos,
bem como os relatnos da compan'ia de 1870,
1871 o 1872, no escriptorio do Bnglisb Bank of
Rio de Janeiro Limited.
Gabinete portuguez de leitu-
ra em Pernambuco.
Ass-:i3i3i'-a gi*ral
Nao se tendo reunido numero suffleienle de so-
cios effectivos para ter lugar a sessao annanciada
para o dia 8, s II horas da manha, alin do ele-
fier-se o novo conselho e commisso de exame de
contas, manda o Illm. Sr. presidente convocnr
nova sessao para o dia 14 do corrente,*-que princi-
piar urna hora depois da marcada, e funcconai.i
com o numero de socios prsenles, segundo as dis
posifies dos estatutos.
Secretara do gabnet; portuguez de Ieifura em
Pernambuco, aos 11 dias do mes de setembro de
873.
O 1 secretario
_____________________B. R. de Amorm.
O administrador da recebed^ria de renda
internas geraes faz sciente eos senhortis de escra
vos que ainda os nio dorara matricula especial,
quo podem e devm faze-lo durante o crrente
mez de setembro. son pena de serem considerad.*
iivres, como declara o artigo 19 do regulam.
n. 4855 de 1 de dezembro de 1871.
Recebedoria de Pernambuco, 4 de setembro de
1873.
Manoel Carneiro de Souza Laceftla.
Irmandade de ISf. 5 do Bom
Parto, erecta na igreja de
S. Jos de Riba-mar.
Por ordem da mesr regedera' desla troiand.v)
foi transferida a festa de sua Excelsa l'.vtroein
para qnando for annunriada, visto lhe fallir .
recursos para levarem a effeilo dito Qm.
Consistorio da irmandade, 9 do selomlii--i.de
1873.
O secretario '
Liberato M. de Souza.
1:000*000
750*009-
pa*.: n\ P Lkna ftpipn* 2,88fr irtro de Jt)il M"* temes J*ntor<
.agaaiOem* '
- m ttoaaiMaon, na UareaaaiS, Joonnrmv canre- Lta-dt dhtern* dmdores, proveniente
ttMan.: Fraga dkHoftn 2f. venate cena i.n* vlete netos. '
ISior4e-as>ucaF relinadoe t-drto eoar ft ditos tto- *en*a. Ramea Doprat Y- C
dht Caetano Goncalves Pereira da
i Pwr Cudaanio ntyaanraca ftixAmrom < Cunta,
carregwww*fanuatdaitnnMnL'fifsih oaa.9* ffieta. O mesmos- lw. AgMti-
l*rosd.'i
baaatfa ktmtmma, earre-
Brafa. t bnrrsa aonkSaVkilos-
uape, na binaca Br de a-
Entraram por outros qua deixaram da realisar
com 50 % e ainda restara 50 /, os segrales :
Joaquim Salvador Pessoa de Siqoei-
ra Cavateante 2:500*000
Jos Jeronymo Monteiro 2:500f 000
Lista dos devedores Mistantes de sentencas iu-
diciaes :
Francisco de Barros llego 4:217*201
Joaquim Salvador Pessoa do Siqui-
ra Cavateante 8:930*000
Meltefclrroo 1:903*670
AndB de Abreu Porto 15:000*000
Francisco de Paula Pereir* 2:000*000
Francisco .Botelbo de Andrade (em
appellacao) 2:5'10*000
Goocalfo Jos Affnso t:4W*IOO
JoftltMn Joa.Prat Regia de Som 8:000*000
Joao deCnahn. Wanderley 5:918*326
Mantel Gmala <1 Sonn 3; 1S4|M
OchvwnodeSooia fkanfa. feiftjj
do ler m,
973<386
nlt %StPreira
nettv QJt mismos.O meamp
dem. (jsfnesras.-0 lueamc
dem. O mesmos.-- JoJo-Rpaor
pheGotlf-
!.0H*5W
Reuniao de credores
Terca-feira 16 do corrente, pala 11 horas da
?nanha, na sala das audiencias, deve ler lugar a
reumao*de credores da caassa fallida do Antonio
Jos dos Reis, reuniao j annuneiada para o lia
9 tambera do correte, e que a lequorimeot..
curadores scaes foi adiada para o dia aoiiua /nen-
cionado ; o vol dos ausentes considerar se ha
adnerindo ao da maoi a disque ciiiiparfct-rem,
nenhum ser admtdo por procurador quatan
ten lia poderes especiaos para o acto, ou tan ni
devedor ao fallido, e um mesmo procurador naV>
poder representar dous diversos i-redores.
mancipacao de escra vos
A junta de emancipaco de escravos de
nicipio faz constar aos senhores dp escravos q
5. xc. o Sr. presidente da provincia resolven
prorogar por mais um me, a contar de 3 do cor-
rente, o prazo ltimamente, linda, marcado aos se-
nhores para a apresenta{o das notas., de todu*
os seus esoravos para selfcm classilcadcs na con-
formidade doart. f7 dt regularaento que atom-
paahou o decreto n. 5,133 de 13 de novembro do
1872. Para ciencia pois d aquellos que ainda
ao cumpriram con *je Jetaiv declarar a refe-
rida junta que contina a funceionar na naco
da cmara ntohicfpal, da 9 horas da. manha -
2 da tarde.
Paje da- cafta* municipal1 6 de sefeawro do
1873.
Manoel Joaquim Sivbra.
_______Francisco Augusto dk Cotia.
- Pela thesourarit, pfgyincUl se faz pubiio
que foi transferida para o-dla #^V corrente moa
a arremataQo da obra des reparos da pouta d
X


flp**" i




l>
%
**
Goyatna, oreados em S:i!t6
Secretaria da thesouraria provincial de Pernara-
buc, U de setembro de .1873
O .tciul-mator,
' _______- A FejA._______
CONSULADO l'llOVlMlAL.
e oouormidade com o resol vid era sessao de
i do corrente pe ||Jma. junta da thesouraria
provincial, c comimuiicadi esta aduunittacAo'
por-portara do lili. Sr. inspector em data de 5
do mesmo mez, a.-o publicar a nota em seguida,
chainauJo os individuos ludia nomeados para vi-
re recolher a diffcrenca do imposto sobro joa-
llieutis, relativo ao anno'lludo de 1872 a 73, o cons-
tante da.nic.Mi a nota, at o da 27 dcsle mea; e
ero caso do omisso ou resistencia era n.-mctti-
da etsa divida para ser cobrada judicialmente
Cansalado provincial. 11 de setembro de 1873.
O administrador,
A. Catneiro Machado Ilios.
Helacio dos joalheiros que de menos pagaram
o importo de 2:000* por mwcatearem na pro-
vincia no exorcicio Ondo da 1872 a 1873 ; dina-
renca que se deu em eenseqoencia da lei n 1061,
art. 16 $ 11 publicada no jornal offlcial, ter por
sm consignado o qtintutum de l:OOi,quando lora
votado aquello ccima indicado, p acha-se na le
de oreamento coll:ccionoda.
*A saber :
Nomes dos joalheiros. Rosto a pagar.
Pedro Allain 1:000*000
Phelipp Len Ploej 1:000jO0O
David Hayen 1:000*000
3.000ToTSI
Diario de Pemambuco Sabbado 13 de &tembw> de 1$7&
Minha booca!!

Msica original do maestro
l'rimeir.i eceao do consulado provincial, 12 de
utembro de 1873.
O c^e'e,
Antonio Witruvio Pinto B. A. de Va eoocetlos.
Capitana lo parto de Pernani-
huco, ? de setembro de 1*33.
Para sciencia dos n-vegantes se publica os a vi
sos abaixo declarados, relativos variaco da
agulha nos mares do norte e Bltico, ilhas Untan-
nicas c mares adja cenes :
MINISTERIO DA MARl.NHA.
Pelo ministerio da marraba se publicara os se-
guirnos avisos aos navegantes, organisados pela
reparlicao hydrcqiraphica da almirantado inglez,
relativos variado da agulha nos mares de or-
le e Bltico, ilhas Brilxnnicas e mares adiacentes.
N. I.
AVISO AOS NAVEGANTES.
(%*.)
FLIIAS BRITAfNICAS.
Variado de agulha. 1872.
(Traduccao do original ingle/, pelo capitao tenente
Pedro Benjamn de Corqueira Lima.)
Publica-se o segrate aviso acerca da variaco
Ja agulha as ilhas Britnicas c mares adjacen
les, com o fim : !. de informar aos navegantes
da diminuido na variaco da agulha, que nos
ltimos 15 annos tem chegado a quasi um quarto \
de urna quarta, o que actualmente aprsenla ;im
termo medio de 9 a 10 minutos por anno ; 2.,
habilitar os navegantes, fabricantes de cartas
agentes para a venda das mesmas cartas a cor-
rigir as numerosas cartas o instruccoes nuticas
(roteiros), presentemente ern uso, que teein a va-
riaco errneamente marcada.
Das Shetland, Orkney- e Hbridas, para as cos-
tas septentrionaes da Franca, entre Calais e Us-
hant, a direccao geni das linhas de variaco
ignal SS.O NNE (verdad eiro) crescendo de 18
a 26- oeste.
Costa oriental.
Em Lerwick e Sumbugh Head 22 3/1* O.
a Peutlaod c Moray Firths 23 1/2'
o Buchannes e Filones 22 1/4
libas Holly e Faro 21 2/3
Shields, Suudetland e Hartlepool 21 1/4*
t Flaniborough Head 20 1/4
Wash e Dudgeon 19 2/4 >
Leman e Ower, Yarmonlh e 0r-
fordness 19 >
< Rio Tara sa 19 1/4*
Costas meridionaes.
Em North e South Forelands o Dun-
geness 19
Becchy Head 19 1,4
f St. Catharine, Una de Wight 20' .
. Bill of Portland *0 1/2
Ponta Start 21
Lizard 21 3/i
Iihas Sclly 22 1/4
Porto de Cork 44
Cabo Clear 24 l/
(/islas occidentae?.
Em Valenta e Blasquets 2o 1/2*
Ilhas Arran 23 1/2
Achl Head 26 1/3*
Ilha Tory 25 1/2*
Pharol Innislrahul 24 3A*
Skerrvvore 25 l/i
Bara Head J6
o' Butt of Lewis 23 3/4
Costas septentrionaes.
Em Minch e Ltlle Minch 23 1/2"
Cabo Wrath 24 3/i
Thurso 23 2/3
o North Bodnaldsha, Orknevs 23 1/4
Ilha Foula, Shetland 23 1/4*
Ilha Unst, Shetland 22 1/2*
Mar de Irlanda e Canal de Bristol.
Em Mull of Cantire 24
a of Galiowav 23 1/4 b
Ilha de Man 22 3/4 o
Liverpool 21 3/4.
a Hulyhead 22 1/2 .
Dublin 23 1/3.
Pharol Smalis 22 1/2
Tuskar 23 >
Ilha Lundy 22
Bristol |i*
Costa septentrional Ja Franca.
Em Calais 18 1/2
Havre 19 ,
r Cabo Barfleur 19 3/4
t Jersey 20 ,
Casquis, Alderney e Gurnese; 20 1/4 1
o Ushant 21
Reparlicao hydrographica Jo Almirantado, Lon-
dres, 19-deMarfode 1872.
Assignado. Geo. Hennj Richards, bydrogra-
pbo.
Est conforme. Dedo d'Aquino Fonceca, se-
cretario.
1. acto.
lim pai que nilo pai I
.. -~ 2. acto.
Cid marido quo nao .(5 marido.
3. acto.
Urna mulher quo nao inulber.
Oescceis nmeros de msicas.
- Symphonia. Um tnaiido por 30 francos. De-
claracjo amorosa. Despedid. Sabida Natnnro
por mmica. Um genro de eiiconimenda. Entra
da no haiK Duas paixTies furiosas. amando
sera ventura. Um marido quo ca Jas noven*.
Gosto para uns e descosto para os omro*. Una paz
d'alma e dous Ferratrazes. Um hotnem mulher
e urna mulher hom m I Son eu E' elle I ..E'
ella I Tres pessoas n'um %so individuo I Meus
olhos I Meu nariz I minha' bocea !
Tudo se explica aflnal l
Terminar o espectculo com a niuilo jocos-a
comedia em 1 acto :
Guerra m \unes.
Principiar as 8 1[2 horas.-
Aviso.
Se chegar boje a Companhia Japoneza, que
esperada no paquete inglez, nao ter lugar este
espectculo, sendo substituido pela estra da
mesma companhia, que ser convenientemente
aununciada amanh.
THEATRO
*::*.% .'k'-rm':..
PACIFIC STEAM NAVIGATiON COM'
m
I.lllljli l|llillZOIIIll
O PAQUETK
Mtftn-M) la Europa al(o da l'i <|.. crumif.
1 Jeniis da demora do instunM -:inr.i |wrao -n'
doiiaueno, Hi>. ,|a Pratae cu.-ta *< l';.c,iic., i>.ir..
onJe rei'eher p.'..-sagcinis, ein-.nn;.M-!i Lts v dmlifi
ro a ireie.
OS AGENTES
Wilson Rowe A V.m
14RA DO COMMERi 1014
Para Lisboa
pretende soguir com ponca denv.ra a escuna puf
lugueza Christina, de 1* classe, capitao I.oi.reiro,
por ter a maior parte de seu ran> gamento enga-
jado; e para o restu que Ihe falta trata-se com o
eo nsignatanos Joaquim Jos Goncalves Beltrao a
Filho, ra do Oommercio n IS.
Para a Baha.
Pretende seguir com muita brevidade o palha-
bote aacional Joven Atkur, tem parte de seo
carregamento engajado, e nara o reslo que Ihe
Taita trata-se com os sens consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no sen escriptorio
ra do Bom Jess n. 57.
CASA DA FORTIA.
AOS'5:000*000.
HILHBTES GARANTIDOS.
I" ra Prmetro de Marpo (oulr'ara ra nV
Crtsi o) n. 23 e casas do cosIwm.
Achain-se a-venda os felaes bilhetes garantidos
la 3* parle das lotera* a beneficio da igreja do
Livra ment d- Pao d'Alho (6t), (pje cxtr.ihii
lu .e^iiiida-iVira, .13 do corrate met.
PRECOS
Bllhete inti-iro fiOOO
Mei" l.ill.ele 30t
Oimrhi I gnu
*. PUHUupK lOOJtlOOfAltAUMA.
"i'lirt,- inteiru X&mi
aieio bilheio 2A730
Quarta 14375
iliuoel }faritu Finta
w*
Aluga-se o gabinete do sobrado da ra do
Rngel n. 7 : a tratar na taverna do mesme so-
brado.
Heneficio da actriz
a de Pana.
A beneficiada attendendo ao pedido que Ihe foi
feito pelo Jornal de Recife, leva em seu benefi-
cio o mnito applaudido drama em 1 prologo e 4
actos :
JOCELIN
ouo
ilarinlieiro da Martinica.
Tumam parte os Srs. Flavio, Thomaz, Penante,
Bernardino, Braga, Carvalho, Silva, Mximo, Pai-
va, Taurino, Lyra, a Sra. D. Filomena, e a be
neliciada.
Terminar o espectculo com a muito applau-
dida secna cmnica representada pelo Sr. Flavio.
011 DOMINGOS FORA DO SERIO
A beneficiada conla cheia de conllanca com a
proteccao do_ publico desta capital, qne exerce a
grande missao de aben^oar as artes.
Principiar s 8 l|2 horas.
4VIS0S MARTIMOS.
wstm
Coiupa
Frasela
Cn a vapor
de Navega-
Liriha mensa! entre o
Havre, Lisboa, Pernamltiico, Rio de
Janeiro, (Santos, snmente na vol-
la ) Montevideo, BuenosAjres,
(com haldeacao para o Rosario!.
S1E1MER
V11XE H, BABIA
Cottiiunnilanie, Robrt.
E' esperado at 22 do correle, e seguir depois
da demora precisa para os partos do sul cima
indicados, entrando dentro do porto, quer na vin-
da da Europa, quer na volta.
Relativamente a fretes, encommendas e passa-
geiros, para os quaes tem excellentes accommo-
dacoes por preces reduzidos, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
A UGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
12 -Ra do Commercio Entrada pela ra
do Torres.
Emprczn portnenm de iiavega-
ciloja vapor entre Pertu-ral e
Brasil.
O vapor
JULIO DINIZ
( ominandante J. J. Rodrigue*
Contente
Esperado dos portos do sul at o da 14 do cor-
rente, e depois de pouea demora dentre deste por-
to, seguir para Lisboa e Porto com escala por
S. Tbiago.
Passagens, e frete de encommendas e
res, traa ni-se com os
AGENTES
E. R. Rabcllo t C.
48^ Ba do Commerrio=48
valo-
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir cm muita brevidade o palha-
bote Roiita, por ter alguma carga tratada a para
a que Ihe falta trala-se com os consignatarios
Joaquim Jos Goncalves Beltro,& Filho : ra
do Commercio n. 5
LEILOES.
Desappareceratn do engenho JaguaribeSm, o
cabra, de idade de ? annos, cabellos de cabaorl
a to, rosto comprido, olhos grandes, tendo as pal-
pebras superiores um poucu descidas, nariz chato,
orelhas Brandes, bocea regular, bei'.os flnos.tem
na face direita urna pequea marca-e na esqueiao
abaixo do olho um iigeiro talbo; ps e mos bem
f itos e grandes, todos os denles, sendo limados os
de cima, filho do Pianc e foi alli escravo de
Manuel Boque da Fonceca, morador Ha villa de
Mi ericordia, sendo que foi tambem de um tal Lo-
pinho, que all tambem morador; tem barba
somente na ponta do queixo, e um. Iigeiro bigode.
Herculano, cabra all.), de trinta annos, solteiro,
com principio de cozinheiro, filho da provincia da
Parahyba, no lugar Garga, foi escravo do Dr. Sa-
lustino Gomes da Silvcira, que alli mora, e aqu
fe-i de Jos AI ves da Cruz; t em feito de ps e mos,
n.to oval e descarnado, usa barba a Cavaiguac.
olho s pretos, regulares e expresivos, cabellos pou-
co carapinhos, nariz grosso e ventas largas, boc
ca pequea, e tem todos os dente-.
Lourenco, filho do lugar Urub, abaixo do Bui-
qne, fui escravo de Antonio de Araujo, que o ven-
den a Bastos Thenorio Beierra Cavalcante, mora-
dor em Barreira, tambem da comarca do Buique,
fui aqu vendido por Arcebiades; cabellos carapi-
iihos, ps e maos grandes e bem feitos, olhos gran-
des, baibado, beiews grossos, nanz grosso e mcio
afilado.
Pede-se a todas as autoridades polieiaes, a ap-
prehenso delles, assim como gratifica-se bem a
qualquer particular qne os levar no mesmo enge-
nbo ou no Becife, roa Nova n. 8.
. Quem tiver urna preu de meia idade, que
sirva para vender fructa na ra, e mesmo algum
servico em casa, annuncie por esta felha para ser
procurado.
COMPANHIA
nos
TRILHOS UUUAisDS
DO
Hcnli1 Olinda.
Totldo o gnvorao imperial ;i|provn-lo.
qmdecreto n. 5,150 de 27 de nqvcmbro n
auno prximo passado a reforma dos esta-
tutos desta compsnhia, de ordem da directo-
ra sao convidados os Srs. accionistas para
se reunirem no dia 10 do enrrente s 10 lio
ras da manh do esc inlorio da companhia,
afim de proceder-sc a eleifn da nova direc-
tora e mois funecionarios, nos termos do
I." do art. 13 dosmesmos estatutos.
Previno-se, outro sim, aos Srs. accionistas
que np escriptorio se distribucm os novos es-
tatutos.
Escriptorio da companhia, 5 de setembro
de 1874.
Joo Joaquim Alves,
1." secretario.
MOLEQE.
Precisa-se de um de 12 a 14 annos, para
servido domestico, paga-so bem, em S.
Jos do Manguinho sitio n. 2, com porto
e gradim de ferro, antes da ra da Ami-
sade.
AO COMMERCIO
Os abaixo a*signados declaram ao corpo do
commercio que nesta dala amigavelmente dissol-
yeram a sociedade que tinhara na taverna sita
a travessa dos Martyrios n. 8, a qual gyrava com
a firma Silva & Gunha, ficando o secio Cunha
com todo o activo e passivo, e o socio Silva livre
de qualquer responsabilidade, depois de flnda a
pubhcacao de presente annuncio.
Becife, 10 de agosto de i873.
Manoel Carlos da Silva.
___________ Candido Jos da Cunta.
- Precisa um casal alagar metade de urna ca-
sa de familia, que nao exceda de I0 mensaes
na ra da Palma n. 65.
LEILAO
IISSPECCAO DO ARSENAL DE
MAKINHA.
Faz-se publieo que foram vistoriados os vapores
Paruhfiha, Piropama e Cururipe da companhia
pernambucana de navegacao costeira, e a com
missao julgou-os em estado de navegar.
Inspeccao do arsenal de marinha de Pemam-
buco, 12 de setembro de 1873.
Francisco Romano Stple da Silva
______________________Inspector.
ADMINISTItACAO DOS CRRES DE PERAM-
BUCO 13 DE SLTEMBBO LE 1873.
Malas pelo vapor Paran da companhia
brasileira.
A correspondencia que t(;m de ser expedida
hoje (13) pelo vapor cima mencionado para os
portos do- sul, ser recebida pela maneira se-
guinie :
Macos de jornaes, impressos de qoalquer ra-
tonar e cartas a registrar, at 2 horas da tarde,
cartas ordinarias at 3 hora?, e estas at 3 I [2,
pagando porte duplo.
*>As cartas e jornaes que se dirigirem ao Rio da
Prata, pagarlo previamente, aquellas a taxa de
300 rs. por 13 grammas ou fracc9o de 15 gram-
as, e estes a de 40 rs. por 40 grammas 011 1 rae-
cao de 40 grammas, na propTesso estabelecida
as tabellasC e D annexa s nstruedes do Io
de dezembro de 1866.
O administrador interino,
Vicente Ferreira da Porciancula
(.aipanhia americana o brasileira
de paquetes a vapor.
At o dia lo do" crrante esperado de New-
York e S. Tlioinaz, o vapor americano Sottth
America, commandante Tinklepaugho, o qual de-
pois da demora do costume, seguir-para os por-
tos do sul.
Para fretes e passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster & C.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
mi DE
.ittvegacito costeira n vapor.
RIOFOUMOSO ETAMANDAR.
O vapor Parahyba.
commandante Pedro, se-
g 11 i r para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da nou-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Frte do Mattos
n. 12.
. DE
movis, lou^as eoutrosarti-
gos
TERQA FEIRA 16 DO CORItENTE
AS 11 HORAS DA MAN HA
Na ra do Bom Jess n. 50.
SENDO:
1 piano, 1 moblia He raogno contendo : 18 ca-
deiras de guarnirn,? consoles cam lampo depe-
dra, 1 sof e 2 cadeiras de bracos. I mesa elasti-
cz, aparadores, guardas-loncas, guarda-vestidos,
cama franceza, marquezao de amarello, cadeiras
avulsas, quadros, jarros para llores, calungas. pa-
res de lamentas e outros muitos artigos de gatn,
tudo em |*rfeito estado, os quaes foram transpor-
tados para o referido, predio.
Por ordem do Sr. Jos Ferreiro Guimaraes o
ag'iito Pinho Borgcs faro leil.io aeima declarado.
LEILAO
Sj. Q
A'&nsollorio iiiedico-tinirgico fi
1. B. da Silva Maia. I
Ba do Visconde de Albuquerque n. m
II, qutr'ora ra da matriz da Boa-Vista Jf
ENGOMMADEIRA.
Precisa-se d'uma escrava que seja boa
engommadeira. Em' S. Jos do Mangui-
nho sitio n. 2, com portao o grndim de
ferro, antes da ra da Amisade.
AttenQo
Offerece-.se urna sendera portugueza recente-
mente chegada para ensinar meninas em algum
engenho, ou nesta ridade, ensinando instrnecao
primaria, bordados de todas as qualidades. flores,
etc. : quem precisar diriia-se a ra da Impcra-
triz n. 3, loja._________
Aluga-se o 3 andar do sobrado da roa do
\ gario Tenorio n. 20 : trata-se na ra do Amorim
n. 37, com Jorge Tasso.
operador e parteiro.
dades.Opera e/ies e molestias
?
^ n. II.
8 Chamados : a qualquer hora r
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 s Q
Q 4 horas da tarde. A
Escravo fgido.
D-i engenbo Thve da comarcado Bonito, an-
senlon-se em 9 de setembro de 1873, o escravo
Joaquim, pardo laranja, idade 35 annos, poueo
mais ou menos, altura regular, olhos brancos,
a menina acarbanhada e fundas como olhcs de
porco, bem empernado, bom cerpo, cabellos bem
crespos e cortados, pouca barba, nariz grande,
tem pannos pretos, ps pequeos, calcanhares Ta-
chados de calor : quem o pegar e o levar a dito
engenho, ou ra do Imperador n 5, a Correa
4 C. sei recompensado.
DA
loja de cirguciro do pateo da matriz de San-
Antonio, n. 2 A.
Ter^a-feira 18 do corrate.
As 10 horas da manh.
O agente Pinto, legatmente autorisado, levar a
leilo em um ou mais lote-, a armarlo, balco e
mais pertencas da loja do pateo da matriz de San-
to Antonio n. 2 A, s in horas do dia aciiwa dito.
Garante-se ao comprador ficar na loja (que-
rendo.)
- Achou se um cachorro de Terra-Nova : a
quem elle pertencer tenha a bondade de dar os
signaesi ra Duque de Caxias n. 24.
avisos ovfRsos
-
Santo Antonio
EMPREZA
SABBADO 13 DE SETEMBRO
Interessante espectculo para rir,
Primeira representacao, nesta poca, do en-
thnsiastieamente applaudido quipro(|ii-comieo-
musical em 3 actos :
Meus olhos!
-Meu nariz!
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
lnvcgaeitp coeteira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJ".
O vapor Giqui, com-
niandaiiie Martins,se-
guir para os por
tos cima no dia 15
do corrente, s 6
horas da tarde.
Itecebe carga at odia 13 do crreme, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frele at as 2 ho-
ras da Urde do dia da ahida : escriptorio m
Forte do Maltos n. 12._________
COMPANHIA PERNAMBLCAN4
DE
\\ cgarfio costeira a vapor,
ARABYBA, NATAL, MACO, VOSSORO', ARACi.
TY, CEARX, MANDAHU' ACARAC' E GRAWJA,
O vapor Pirapama,
commandante Felippe,
seguir para os por-
tes cima no dia 15
do corrente, s 5 no
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do corrente, enromo
mendas, pas*agens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da anida : escriptorio n-
Forte do Mallos n. It
Reuniao nacional
A redacejio do commer-
cio a retalho convida aos
seus assignantes e a todos
os brasileiros interessados
pela nacionalisagao do com-
mercio, a comparecerem no
domingo, 14 do corrente, s
10 horas da manh, no pa-
lacete do caes do Ramos,
para tratar-se das bases ne-
cessarias ao desenvolvimen-
to da grandiosa idea do bem
geraL
Fugio no dia 9 de setembro de 1873 pelas 2
horas da tarde, o pardo escuro com cabellos ca-
rapinhados, de nome Luiz, idade de 20 annos,
estatura baixa, corpo grosso era vista da idade,
rosto e eabeca radonda, e no rosto tem alguns
pannos pardos, est com os ps grossos e qnando
anda encosta os joelhos um no outro, e assenta
os ps voltando a pontas para dentro como os
de pagagaio ; o andar moderado como de pre-
goicoso : levou vestido camisa e calca de algodao
traneado de riscado azul ja usado, chapeo de pa-
lha de arroz, baixo e bastante usado ; cujo es-
cravo vi-io ha puucos mezes da cidade do Cear
doude natural : roga-se aos Si*, subdelegados,
inspectores, soldados de polica, e'capites de cam-
pos, ou qualquer pessoa que o capture, que le-
vando ao sen senhor na na do Queimado hoje
Duque v Caxias n. 82 ser genero.saraente
recompensado.
Boa casa para alugar.
Aluga-se urna boa casa no Poco da Panella.
ra do Bio n. 23, com 2 salas, i quartos ecoziuha
tora, quintal murado e alpendre na frente, muitc
oropria para passar a festa por ficar prxima do
banho, tao apreciavel no verao, a preeo commodo:
* tl?tora ""avessa^da Madre de Dos n. 18.
| Dr7R. Vianna.* 1
i Medico operador
Especialidades.Opera.
das vias gento ourinarias".
Opera os estreitamentos da urethra
pela eleclncidade por um processo intei-
ramente novo, sem dr, garantindo a cu-
ra radical em poucos das.
Consultasdo meio da s 2 horas
(gratis aos pobres).
Chamados.Por ejeripto a qnalqner
hora.
Ra do Vigario n. I, segundo andar.
mm
Saqoespara (das asciflades
villas de hirlngal.
Carvalho & Nogueira. saccamlsobre .
banco commercial de Vianna, e sitas agen-
cias em todas as cidades o villas de Portu-
gal, qualquer quantia vista ou a prazo c
os paquetes; d rita do Apollo
PARA TODOS
Paula &Mafra, com casa
mortuaria "no pateo do Pa-
raizo ns. 10 e 12, declaram
ao publico qne apesar das ta-
bellas publicadas pela Santo
Casa de Misericordia, conti-
nuam a incumbir-se de cn-
l erran ion (os, c mais orificios
fnebres, como costumam.
isto com sinceridade pon-
tualidade c commodidade
em presos.
MILi
Ouci iiai$ci)iiiii!o(ITerece?
Inconlestavelmente a loja de calcadoSIestrangti-
ro que mais commodo o.ITcrece em geral, com espe-
cialidade ao Mo sex, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (ar-
tiga dn Queimado) e a razio ? a ratn simples
um cavalheiro (amanto do chique) por certo **
in;ommoda qnando, para romprar nm par de bo
tinas, vse forrado a experimenta-la sobre um
pequeo e pneroso pedaco de tapete (svstema ma-
carrnico) nao [lodendo lesta forma onhecer so
a botina Ihe lica boa, pois, nao tem espa-o para
experimenta-la, ao menos que nao a esltafe. dan-
do apenas nm passo, que chegarlogu u immno-
do lail'illin ; o que nao acontece no Pars no
America, onde pode se passear vontade e des1
forma conheccr-se se Oca bom o ralea* : para o
bello sexo, cntao quasi ImprMdvH, ifrn nina se-
nhora (do bom tom) queira sujeilar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balco, onde en-
tra qnrrn quer, ainda mesmo para comprar : ?
Pars na America nao resente-se dcstn falta ; tem
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. qne alli podero estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao lerminam at as vantagens on commodo*
dn Pars na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan bem no bom sor-
timentn de botinas para homens, dos melhore e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me-
lles, Sincr, Polak, etc., etc., e grande variedade de
chinellos e sapalos, assim tambera nm lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
militas qualidades ue. podero satisfazer a esco-
lha da mais capichosa senhora (do bom gasto);
pelo que lica expendido, tst claro qne a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens (merece,
o Pars nn America, na Dnque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Queimado
33
a
o
Cj
Si

o-
S o
o o
8 .
3
3
O
lo
SI
9 erq'^c- ^^
por todos
n. 20.
alii;a=se
e segundo andar do sobrado da ra da finia n
62, caiado e pintado de novo : na ra da Seu-
zalla Nova n. 1.
Garanhuns.
Na ra do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
fallar aos Srs. Pedro Bego Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
resse.
Attenco.
Constando que tem appareiido no mor-
cado latas de gaz contendo 4 1/2 gales,
Henry Forster & C. declaram que nos seus
depsitos ns. 26 e 28 na ra do Bru, so
vendern caixas com duas latas, contendo
cada urna cinco galOes e posam 16 kilos
bruto.
O ABAIXO ASSIGNADO, morador e conseuhor
do engenho- Caramur, aceKou tres letras a ven-
|jceremse em tnaio de 1873, 1874 e 1875, e no
vencimento da primeira que era de 1:5O000
pagon esta e descontou as duas que eram de .'
2:000*000 cada urna, e nao tendo exigido recibo'
e nem tao pouco inulilisou sua firma, guardou-as-
Sorm succede que desencaminha am-se do poder
o abaixo assignado, sem qua saiba o lim que le
'Tara o Aracaty sahe at o dia 18 do corren-
te o paitando Lemla da Cruz, capillo e pratico
Vanoel Caetano da Costa, tem seu carregamento
quasi completo, e para o resto que Ihe falta trata-
se com o consignatario Antonio Alberto de Sonza
Aguiar, ra do Amorim n. 60, armazem.
Raymundo e Luiz.
No dia J9 de :.go>to prximo passado, fugio o
mulato llaymundo, que representa ter 24 annos,
de cor alaranjada, cabellos estirados fazendo al-
guma vultas, cueca redunda, pescoco grosso,
ps seceos e canellas finas ; esU mulato natu-
ral do sertao e foi visto no Recife ha cerca de 4
dias, onde se presume andar ainda junto com o
mulato Luiz, natural da Parahyba, cuja fuga se
tem annunciado neste Diario, e- cojo melbor sig-
nal deste, ter o dedo pollegar da mo esquerda
corlado quasi ao meio. de de um golpe de foice
descascando um coco. Roga-se a apprehenso de
ditos escravos conduzindoos ao engenho Mega
de Bixo, na freguezia de Tejucupapo, ou npsta
pra-.a ra do Bom Jess u. 30, que se dar boa
Sratijicacao. Pro/esta-se empregar todo o rigor
a lei contra quem os tiver aceitado.
Por 30000
alega se urna preta ptima engommadeira, cos-
tureira e cozinheira : na ra do Coronel Sflas-
suna n. 86, sobrado.
vaam: portanto avisa a todos em geral e com es-
pecialidade ao commercio que nao facam transac-
co alguma-com ditas letras, e que se por ventura
forem apresentadas se d sriencia autoridade
competente, assim como^oga ainda que em tal
caso te d aviso, pelo que se ob ga a despeza.
Engenho Caramur, 18 de agosto de 1873
__________Fernando Pas de Abnekia Lins
- COSE-SE, LXVA-SE E EN60MMA-SE con!
perfei^o e barato : no pateo do Paroito n. 24.
Atenco
Na ra do \ragio n. 32 continaa-se a receber
encommendas, tanto para casaraentos.bailes e bap-
tisados, assim eomo seja bolinhos em bandeija de'
armacao, pastis de au em bandeija de dita, bolo
inglez, bolo de baci, pa.-de-l, nudim, empadas-,
cangica, arroz de leite, doce d'ovos, aletria do
ovos, enche-se per e gallinlias, prepara se pre-
sunto, peixe cheio, lombo, bouque articial de
gomma, dito de cravos para noivo, tudo com asseio
e promptidao e commodo preco. Nesta mesma
casa ja se tem feito muita encommeoda pan as
principaes casas : qualquer pessoa que queira
fazer sua encommonda, pode dirigir-se mesma
asa, que achara com quem tratar, a qualquer
hora do da.
Preeisa-se de um ;ratm-
Ibadur para b ter assucar : na
refnaq&o a ra (Jo Rangel n.
43, ___________________^_
Escravo fgido
Ausentou-se hontem, 8 do corrente, da casa dj
seu senhor o abaixo assignado, o escravo Manoel,
crioulo, idade de 30 annos, pouco mais ou menos,
altura boa, olhos vesgos, barbado, costuma em-
briagarse ; cujo escravo quando anda ausente
emprega-se no descarrego de canoas: pede-se s
autoridades policiacs e capitaes de campo a Ma
prisao e ser levado ra estreila Besarlo n. 34,
1." andar, qne se gratificar
Recife, 9 de setembro de 1873.
Autonio Francisco d Albuqueque Sanios
Aluga-se
o primeiro andar do sobrado n. 3 da ra da Im-
peratriz, tendo gaz em lodos os quart s e salas, c
todo pintado de novo e forrado a papel : a tratar
no mesmo n. 1.
Antonio Martina Ribeiro faz sciente ao res-
peitavel publico e ao corpo do commercio que ha
lempos mudou seu nome "para Antonio Joaquim
Marttns Hibeiro por ter apparecido outro de igual
nome.
. !*!..! "*. lil-"as ".-.TV-aaa-
Manoel Dias Xavier.
I'mbelina do Bego Machado Xavier, acaba di
receber a trisiissima noticia da morte de seu pre
zado marido Manoel Dias Xavier, fallecido na ci-
dade do Porto a 13 de agosto prximo passado
repassada da mais profunda dor, pede aos seu;
parentes e amigos do finado o caridoso obsequio
de assistirem as exequias, que pelo eterno repon-
so de sua alma manda celebrar no dia (3 lo cr-
reme, na matriz da freguezia de Santo Antonio-,
principiando o acto s oito horas da manha. Con-
fiando que todos corresponder*) a este acto de
caridnde, antecipa se desde j, em agradecer mu
cordlalmente esta inequvoca prova, que ser
guardada no intimo de sua alma.
Maria Isabel Ribeiro de Carvalho, e netos, agradeccm cordialmente a todas as pes
soas que aoompanharam 03 restos rourtaes do seD
privado marido, pai e av Flix Ribeiro de Caw
valh), e de novo convidara a todos para assistirem
a missa do stimo dia que man iam celebrar na
matriz da villa do Cabo, segunda-'eir 15 do cor-
rente s 10 horas da manha. Desde j se con-
fessam eternamente gratos por esse acto de reli-
gio e carilade
Aluga-se
Folha de Flandre
Estanho em vergunhas
Flele para bandeiras
em casa de Silva Barroca & C, roa da Cadeia
n. 17,
o segundo andar do sobrado da travessa do Cor-
po Santo n. 25, com commodos para pequea fa-
milia : a tratar no armazem do mesmo.
Attenco
100$000.
Gratifica-sc com esta quantia qualquer pessoa
que agarrar urna muala de nome Balbina, baixa,
Jhcia do corpo, cabellis c;.cheados ralos, tendo
sido cortados ha tempos, c presentemente amarra,
rosto curto, com urna pequea cicatriz em urna
das sobrancelhas e outra em urna das mos pela
parte de dentro que nao node bem abri-la, e
tendo sido amasiada com um soldado do 2o, foi
presa na fortaleza das Cinco Pontas, .e andou f-
gida em Goyanna, Iguaras e Itamarac com o
uome de Maria : quem a pegar leve-a ao Caminho
Novo, em casa do Sr. Joaquim Luiz Goncalves
Penna, ou ra do Visconde de Govanna n. 89
Caixeiro.
Prec'sa-se de um caixeirode 12 a 14 annos,
com pratica de taverna que seja brasileiro : a
tratar na ra de Demingos Theo'onio n. 1
_- Avisa-se'ao Sr. Pedro barbo.- Cordeiro por
nao so saber de sua residencia por ser fra da
crdado, para comparecer a ra do Visconde de
Goyanna, filio do portao n. 63, aflm de saber de
um negocio de letra, em a qual S. S. inters-
sado, etc.
Francisco de Salles Alves
Correa,
Anna Joaquina da Silva Correa, sua filha. gen
ro e sobrinho da tinado Francisco de >a:les Alvev
Correa, agradecer cordialmente a irmandade, e
de mais pessoas que acompanharam o corpo at
o cemitero ; e de novo convidara para assistirem
urnas missas que man la ni rc?ar pelas 6 l|2 horas
da manlii do dia segunda- feira lo do crreme na
matriz de S. Jo<.________________
cente Jos de Araujo.
Antonio Jos da Costa Aranj
manda rasar una missa na capella
do hospital pjrtuguez, seguoda-
feira, s 7 Jtoras da manha, por
alma de seu estreraoso pai ; para
cujo acto convida a seus prenles
e amigos a assistirem, e desde j se
coniessa grato a lodos aquelles que comparecerem
a este acto de caridade.
Josepha i lara da onva,
Jos D..mingues do Carino e Sil-
va, roga a tolos os amigos e pa-
ren!... para assiotirem a una mis-
sa que manda dizer pela alma de
sua sempre lembrada lia Josepba
Clara da Silva, fallecida na villa
da penha, provincia da Parahvba,
em 16 de ago-to (indo, cuja missa ter lugar ba
seronda-feira 15 do correte s 8 horas da ma-
nha. na matriz da Boa Vista, trigsimo dii do sea
falieclmento; pelo que desde j se confessa sum-
mamente grato a todas as pessoas que assistirem
a este acto de caridade e Verdadeira religio de
Cb tiste.
r*e?^m*memmm
- Quem precisar alugar ama esorava para co-.
zinhar, comprar e fazer o mais sarvico do urna
casa de familia, asm como um aiolequ* de 18
annos para todo o servico, diriia-se ra da Sau-
dade n. II
I$
A pessoa que annuncioa neste Diario para
eu'rar de socic f m alguma taverna ou nadara,
Ideixe carta fect ,. nesta typographia com as ini-
Icmh- A V para ser procurado.


-
'


J-"

1,
1

I
I
.
Diario de Pernambuco vSabbado l\ de Stembro de 1873
i Pracia-se de urna
nma ju^cneinrieecpnv
[>rc : na rut cordia n. Vi).
\llia Precisa-so po uuu
* e eiigotnm.ir para ra
fia paca enslmal-
as:! M familia : a
Est eitomracado !!
i
Sfcfc
tratar na piarada Inqjgfrlil
rrcrM-c t; urna ama escrava p..ra n>ti-
nhar e ensaboar : na roa da Ivnlra n. xa. v
Amj i Precisa-se de uma ama para
m\ A r aervico di duas pessoas: ntraz
J-'-* -ti. do qaartel de polica, sobrado n
16, i. andar.
PKt:Ch>-SE de uma
que saiba cozinlmr e
sirva para urna fannlii
de duas pessoas, pre-
fere-se escrava : no pateo o Panizo n. 28,
i.*e 2.* andares.
' -U> AlM.AZKM
VAPOR FRANCEZ
Kl'A DO RlR.V) DA VICTORIA
Outrora NovaN".
iV. 7
Calcado
j !.-- v liiin. .-r. Ip&tti, Vi.-n,. de Ve!)..
i svnvfc na ci.l...|,. ,j,. Na/ar.-ili.i.-su pinviiifia. .
"' I" Mr i M.a buque i\- ilaxia? n. .'iti, a Co-
.ittir a |U.)i|e i,v^n, ,|U(, $. s. se eomprometteu a
roalisar, pela icrreira chamada deste jornal, em
Una de dezembro de 1R71 e depois para Janeiro,
passoo a fereralm e abril de l7,e nada eumprio;
e por este motivo de novo chamado para dte
lim, pois S. S. se deve lemhrar que este negocio.
de mals de oito annos, e quando n Sr. Heu rain! *.
achava nesta cidade
AMA
AMA
Precisa-se de ama ama pa-
ra o ser-ico interno de urna
casa de familia composta de
loas peta: na roa da Cadoia-nova n. t i.
Precisa-se de uma : na ra da
Unio n. 47.
AMA
escripnrio do te
AMA
Precisa-se ie uma para todo
o servipo de uma familia de duas
_ pessoas: na ra do Commercio,
escripnrio do telegrapho submarino.
a tratar
*em.
Precisa se de uma forra ou
escrava que cozinbe para
uma familia de duas pessoas:
ra da Madre de Deus n. 22, arma-
l'ranccz.
AMA
Precisa se de uma ama para
comprar e cozinhar : na tinturia
franeeza, ruada Imperatriz nume-
ro 35.
AMA:
Precisa se de uma ama para
casa de familia : na ra Direita
66, loja de ourives.
Precisa-se de uma ama que
lave e engomme para duas pos-
-soaa e mais sorvico de casa : i
ruafdo Hospicio n. SO.
AMA
Bom local.
A loja do predio da roa Marcilio Dias n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
presta-se a qualquer negocio de fazendas, roiu-
dezas eu molhados, ara grande e pequea encala.
A safra* do assucar est prxima, e indubitavel
o bom resultado de quem all se estabelecer. E'
commodo oaluguel e tambem se faz arrendamento
como melhor convier, tem gaz, agua e apparelho
p Dramage, e nada deve de impostes : a tratar
crua do Imperador n. 81.
Est fgido desde o dia 30 de agosto o escravo
de nome Geminiano que foi escravo do Illm.Sr.
captao Firmino em Maneota ; o escravo tem os
signaes seguintes : mulato, estatura regular, cheio
do corso, falta de dentes na frente, tem no bra-
co direito um corarn e as iniciaes A. M. {'.., sabio
com roupa preta e chapeo de Manilha, descon-
fla-se que anda pelo bairro do Itecife ou em Ma-
neota : quem o apprhender tenba a bondade
de o levar ra larga do Rosarh n. 22, loja, que
ser gratificado.
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Ra do Commercio n. 6, !. andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
4o Minho, em Braga, e sobre os seguintes
Jgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mongo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valen ra.
Figueira.
Escravo fgido.
150^000 de gratificacao.
Auseatou-se desde o dia 13 d maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bastante ladino; este preto perfeilo
eozinheiro, estatura alta, magro oraos grandes, j
esteve no ngenho do Sr. Lul de Caiar^ era S.
Lourenco da Malta, onde consta ter prenles, foi
escravo dos Srs. Adriano 6 Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senhores foi eozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxlas n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificacao cima decla-
rada.
Consultorio medico
DO
Dr. Hurlllo.
RA DA CRUZ N. 26,1. A.NDAR. 7f
Recem-chegado da Eurepa, onde fre- Q
quentou os hospitaes de Paris e Londres C
pode ser procurado a qualqner hora do )
da ou da neute para objecto de sua pro- B
fissao. K
Consultas do meio dia s duas horas X
da tarde. /
Gratis aos pobres. g
Especialid'ide$.=lAolii&if> da pelle, de w
crianca e de mulher. Q
Km prega no tratamento das molestias |y
de sua especialidade as iuchat friat e fj
kanhos a vapor, para os quaes trouxe Q
os apparelhos mais modernamente em- *}
Para liomem.
BOTINAS de bexerro, cordavao, pellica, lustre e
de duraque com biqneira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de bezerro, do cordavao e de case-
mira.
S.PATOS de Instre com salto.
SAPATOES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de tapete, charlot, caslor e do tranca
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS prelas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differente9, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
Oficiaes de afaiate.
Na loja do pavao, ra da Imperatriz n. f0,
preci do-fc qiif-m saiba traballiar em machina.
Uueiu quizer comprar duas casas sitas na
estrada nova do Agua Fra, terreno proprio, com
36 palmos de frente, do lado que corre o vapor,
quem quizer dirija se rna do Pripr^so n. IS[
que adiar com quem tratar.
I
pregados na Kuropa.
i Tambem applica com grande proveito
no tratamento das molestias do tero a
electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
pier. Cura por um processo inteiramente
I novo as blennorrhagias e sobre tudo a
/(golta militar) dispensando as injeccoes.
!
Atten(jao
Josepha Hcnri meta de Miranda Barros avisa a
alguna senhores de engenbos, que se acha nes-
ta praca e offerecese a ensin.'ir em algum n-
genho que nao seja raito distante della ; do que
tem bastante pratica: quem pretender dirjase
ra de Santa Rita, casa n. 89.
O Dr. Casanova
Pode ser procurado a qualquer hora
em seu cansullorio bomeopathico, largo
da matriz de Santo Antonio n. 2, segun-
do andar. No roesmo consultorio ha sem-
pre smimento dos verdadt iros medica-
mentos de homeopathia.
Maaoel Antonio de Camino e Silva retira-
se para Portugal, e pelo presente se despede de
todos os seus amigos e das pessoas com quem
tem relacftes de amisade, offeiecendo-lhe o seu
pequeo prestimo em Lisboa, ou em qualquer
parte que se achar.
__ qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para hornen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france, ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadciras de bataneo, de braco, de guernicoes,
sofs, jardineiras, mezas, cunversdeiras e costu-
reras, tudo islo muitu bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e ga
bneles de recreios.
No armazem do vapor francez, rna do Baro
da Victoria n. 7, oulr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bous pianos fortes e
de elegantes modelo*, dos mais uotaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel "Wolff & C.: no
vapor francez, ra do Baro da Victoria, ou-
lr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trilice, agua de or de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande.^ps de arroz, saBonetes,
cosmticos, muitos arligs delicados cm perfuma-
ra para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas^ sortidas e garrafas de diferentes tama-
itos d'agua de cologne, tudo de primeira quali
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
^ armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victori?, oulr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
rticos de liiTcrcnten gosfosi e
pliantazias.
Espelbos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
I.n vas de Jouvn, de fio de Escocia e de camurca
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixinhas com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gio.
Brincos a imilicao e botSes de punhos de pla-
qu
Bolsnhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phanlazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
- Oculos de ac fino o de todas as guarnieses.
Bengalas de luxo, canna, com castoes d'e mar-
fim.
Bengallas diversas f m grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia c de militas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigan-os.
Pentes de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ra-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas epara den-
tes.
Carterinhas de medreperola para din' eirp.
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes jogunhos alle-
mes e francezes.
Malas, boleas e sancos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolnhas de marfim para as enancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bercps de vimes para embalar mancas.
Cetinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Venezanas transparentes para portase janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanlernas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vid ros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para Iluminares de
fes tas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Rspanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e caivetes linos.
Tapetes com vidrhos para mangas e lauuvnas.
Tinteiros de Inoea branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pre'.as para
miad ros.
Quadros j promptos com pavsagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas:
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
laman tos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionarse. No armazem do
vapor francez, rna do Barao da Victoria, oulr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
03 brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a precos mais resumidos que e possivel; no ar-
mazem do vapor francez, ra do Baro da Vic-
toria, oulr'ora ra Nova n. 7.
As pessoas que lem pretendido estabelecer-
se no terreno rleVoluio que fica nos fundos das
casas ns. 18 e 20 da ra da Florentina, onle exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limitase at
ra ele Santo Amaro, podem entender-se com o
droprietario na ra do Hospicio n. 35.
$$H9 & 0Qft-&&03
0
0
0
0
0
0
0
0
0
MED1C0-CIRURGIC0
DO
l>r. J. M. Caria
Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas s II da mauha.
Chamad *
ft
0
0
0
& 000000 0000
Lines de piano.
Uma senhora portuguesa, chegada ltimamente
de Lisb ia, olerece-se para dar licdes de piano era
casas de familia e por prevo razoavel : podendo
dirigir-sc ru.i da Aurora n. 5, primeiro andar.
. Liiranio de sitio.
Aluga-se um terreno, com casa de moradia
que tem duas salas, eozinha fra, e quatro quar-
tos arejados, na ra de Paysand, estrada da Mag-
dalena, defruule da estrada que vai para o hospi-
tal pertuguez : procuren! ra do Duque de Ca-
xias n. oO, primeiro andar, das 10 huras da ma-
nh s 3 da larde.___________
Publicado jurdica.
Apontnmentos sobre a eondico
dos csira vos e libertos no Brasil,
contendo as principaes questoes relativas essa
especie, cora as decisoes proferidas a respeito pe-
los tribunaes superiores e do poder executivo,
bem coran (oda a legislacao patria, autiga e mo-
dcrmssima acerca de cada una dellas e os ndices
aiphabelicos desta ultima ; pelo Dr. An'onio de
VUconcelli s Menezes de Drunimond, lente cathe-
dratico da 1.a cadeira do4.* anuo (direito civil)
da faculdade do Recife e advogado neste foro.
Assipna se liviaria do Sr. Noguera, no arco de
Santo Antonio, c nesta typosraphia.
MERON & C.
>% VIyl Hff
aos compradores do bem eonhecido e acreditado n?.p
REA PRETA, que reparem nos botes a msios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo esenhc so pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MERON & c, e a desig-
nado de REA PRETA.
MERON 8- C
FNDICAO DO B0WMAN!:!**:*Tw
m*mm '.* LosisuitoriomedicocinirricG 0
RA DO BRUM N. 52 S Dr. Americp Vespucio.f
(Passando o chafariz) J "
PEDEM AOS senhores de engenhoe ontros agricnltoreg, mpregad)rea de ro
Qioismo o favor de orna visita a seo estabelecimentu, pira verem o bovo aortimt-mo
ompleti que abi tem; sendo todo aoperior em qoalidade e fortidSo; o qoe com a ds
mtft pes8 tal pode-ae verificar.
ESPECIAL ATTENgOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDigAO
(TnnnrAa a rnrloa ri'acma (1os mais tmtnm mlernaa eem ta
t apuros o ruuas u g aa manb09 C0DVPniHDte8 para as iW8M
renrostanciag dos aeobores proprietario e para descarogar algodo.
SloendaS d6 Canna ,,6.lo,l08 9 lamanh09. a^melborea qoe i
existen).
para animaes, agoa e vapor.
Aluga-se o :i" e 4" andares do sohradojla ra
do Ainorim n. 17 : a tratar na mesma ra n. 37, no
escritorio de Tasso Irmos A C
0fe-0&0&0$-00000
para coslura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor irancez,
Victoria (outr'ora Nova) o 7.
Oleados
baratos.
Oleado bonitas e muito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
ro da Viclona outr'ora" Nova n. 7.
(ftixciro
Precisa-se de um calxeiro de l a 14 annos,
com pratica de Uverna : a tratar na ra de San-
ta Rita n. 50.
0
0
0
0
&
0
0
Consultorio homeopa-
thico
Do
41------
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
e*00*0 0000^ 0^0
DE 10 PALMOS
E D'AHl PARA BAIXO
Sapotiseiros muito bonitos e sapoteiroj em gran-
de quantidade e preco commodo.
Alm dcstas, as plantas de ornato e de ructo se-
guintes
Dr. Santos Mello
Ra do ImperaJor------41
Consultas todos os dias das 11 t da
tarde,
(ralis aos pobres.
Residencia rna Nova n. 7, segundo
fp andar, onde d consultas das 6 s 9 da
inanha c das 3 as o da larde.
Chamados a qualquer hora.
0
Sodas dentadas
aixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Al ambiques e fundos de alambiques.
Kachinismos
Bombas
para mandioca e algodio.l Podendo todos
e para ferrar mideira. fser movidos a mi
?por agoa, vapor,
de patente, garantidas........ loo animaes.
rodas as machinas flpeca8d6^e wi precisar.
de micbiuifno, a preco mui resumido.
Faz qualquer concert
Formas de ferro
Sneommenfias.
no nw-
tem as melhores e imis baratas existentes
cado.
Incombe-se de mandar vir qoalquer macbinismo von-
tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
aas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe em qnalqoer necessidade pode
iei prestar auxilio.
irados americanos iMtraen!* **!.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O
0
0
0
Rna do Bom ,f.-sn-, antis 0
Chamados a qualquer hora, e para 5
fir.i da cidade. 0>
Consultas de I hora s 3 da tarde. *
Gratis aos pobres.
R)>pecialiilades : ^f>
A Partos e molestias da uretra, operacao M
dos cslreiUimeiitus pelos precessos 'os "
mais modernos. &
000000 00000001
Consultorio medien tmmn @
Dr.
P
m
DO
Fcrreirn.
Antigo gabinete de seu pai, na larga
do Rosario n. m
Cura de hydrocelles sem injeceo
com punecao capillar.
Abertura de abeessos e extraccao de
derranianiento serosos, |ielo aspirador
de Potain.
Abacate Jaboticaba
Alerriin Laranja cravo
Ariticum pe Kinia da l'ersia
Canella de umbigo
Goracao da India Limo francez
Carolina do principe Oy cor
Figueira Palmeira imperial
Flonboyant Parrera
Fructa pao PinJieiras
Goiababrauca Romanzeiras
Jaca Resed
Jarmim laranja Rozeiras
E oulras plantas lambem por preco commodo
naCapunga, ra Ja Ventura n.. 20.
Resulta das observares colbidu pelaa sununi-
dnilcs meilica" dos liospiae^ de Paris, que o Xaropa
peitoi-al balsmico do distinelo e Ilustre prolesaor
Vauqikun cmpi-egudo wm successo sempre igual
para curar
AS BTLAISiCOES DOS BSOCKIOS E AFTECCOES BO PUTO
conhecidas pelo nome de
BRONCHITES AGUDAS 0D CHRONIl'.AS
ISTHUiS, Ol'PRESSES, CTARHOB
Defluxos, 'losscs reoeldes, Extincco da voz.
AMASSA.pelose asofacite agradare! sabor,uia
precioso medicamento para as peasoasque riajam, oa
sao iibriqodos a (aliar muito. Paris, Pharmacia
VAUQULIiVDLLAURlEftS, ra de Clry, 31.
IfM il is 'biraiciii Coi. -It Srafat.
l'nicn depisilo, aoode se acha a venda na
casa de P. Alaurer d C
Ahig-se o 1 andar, com a mobilia, do so-
br.nlo na rna etre;ta do Rosario n 2">
CONFRARA
do Sinhor Bom Jess da Via
8-acra da Santa Cruz
De ordem da mesa regedora sao convidados
todos os irmos ronrales a rompar.-cerem |no
consistorio de nossa i^'reja uelas 6 I |i horas da
tirde do da 13 do crreme, aflm de era mesa ge
ral proceder-se a elek,o de nm procurador.
0 esenvo
_____________T. J. Tavares. ___
-SaTu de Marcilio Dias a. 43, l.' auJar,
precisa se de uma menina e um menino de cor
de 12 a 11 tunos, a menina para faaar eompa-
nhia a dona da cas, e o menino para compras,
dande. e -u-t'nto e o vestuario.
A pessoa que annunr.iou por este Diario pre-
cisar de \:$fOi a premio sobre hypotheca de pre-
dio, dirija-se ra da Aurora n. 41$ i andar,
onde se Ihe dir quem se propoe a fazer ease ne-
gocio.
FNDICAO DE FERRO
\' ron do Bardo do Triumpio (roa doBram) ns. 100a .04
CARDOSO IRMO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
V apOreS de for$a de 4, 6, 8e. 10 cavallos.
LaiQeiraS de sobresalente para vapores.
JlOenQaS nteirSS e meias moendas, obra romo .iiinca aqui veio.
aixas IUnulQaS e batidas, dos melhores fabricantes.
EOflaS Q agua Com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
tfeOClaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
RelogOS e apitOS para vapores.
rJOmDaS de ferro, de repucho.
AraClOS de diversas qualidades.
Formas para aSSUCar grandes e pienas.
OonrertOS con(5ertain cra promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man(',nl v'r Por encommendada Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitave casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mismas.
Ra do Barao, do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICO DE CARDOSO d IRMO.
W% O 9& 0 %
G. A. Scluiorbusch.
Os melhores charutos da
Baha.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
Regalia Ri-.al.
Riachuellos.
Demcratas. ,
Suspiros.
Conchas.
Operas.
Principe de Bis.r.arrk.
Trabucos.
Bahias.
Deposito em l'ernambuco no armazem de Cunha
& Manta, ra do Mrquez de Olinla n. 3.
M
I
A Ordem Tercena de S. Francisco, deseja con-
tratar um capell 10 para celebrar as missa< nos
domingos e dias sans na casa de deteneio : a
tratar com o irmo ministro no consistorio da
mesma ordem.
Costureira.
Precisa-se de urna senhora habilitada em cos-
turas e bordados : a tratar na ra Nova n. 31,
loja.
Carros de luxo.
E' inquestionavel que a cocheira da rdadoBom
Jess n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tain as melhores berlindas, calecas, meias'ca-
lecas i victorias de luxo, pro'prias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da ac-
demiaf sendo os mesmos ajaezados de excallentes
panchas de animaes, arreos tuxnoso? e holeeiros
com fardamentos do ltimo gusto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo scu-nliQ-
car-se da verdade do que d'Mxamos dito, certos de i
que nao encontrarao pomada, e sito realidade e
commodos precos.
A familia honesta que precisar de uma mo-
ca para costurar, dirija-se rna Velha u. 3* que
echar cem qnem tratar.
QQ&&&'3$
X
9
Augusto Trajaao de Hollanda Ota-
ron, doutor em medicina pela Facul-
dade do Rio de Janeiro, chegado ha
pouco da Europa, onde nos melhores
\ hospitaes dedcou-se aos estudos de
c.fra y- iv
fcWSd
(rantlc pcdiincli
Las escossezas a 280
rs. o covado
Ra do Crespo n. tO
e
sua profissio e com especialidade s
operaeoes e s molestias dos olhos, tem
o sen escriptorio na casa de sna resi-
dencia 8 ra Duque de Caxias, antiga
das Crntea n. 9, 2." andar.
\ i'onsultas das 7 as Muras da ma- m
'i nh. *&
*ftt Gratis aos pobres. ttg*
Pince-nez
Per.leu-se um pince nei de ouro, para homem,
da ra do Capibaribe para a ra da Aurora, es-
qina da do Conde da Boa-Vista : quem o tiver
adiado, querendo restitui-lo, tenha a bondade de
leva-lo a ra da Capibaribe n. 40, onde se grati-
ficar o trabalho.
E' esta a quantia destinada pessoa que prender
e trouxer ra da Cadeia n 43, o escravo Anto-
nio, que fugioda propriedaile do Sr Joaquim Mon-
des Ferreira, na cidade do Penedo. provincia das
Alagoas, cojos sgnaos passo a demonstra los es-
tatura regular, mulato, rosto meio comprido e
bastante descarnado, e o s o de ter o dito escravo o dedo polegal ita mp
ireita sem movimenlo ; e constaudo que est
trabalhndo ahi_na estrada de ferro de S. Francis-
co, por isso nao muilo cnstoso a qualquer pes-
soa, :: man le dos cobres, agarrar e traze-lo.
SER VENTE
De botica.
Precisa se de um com pratica : na pharmac
Torres, a ra de Marsilio Dias n. 135. __________
Precisase de uma cozinheira para casa de
familia ; a tratar na ra do B.im Jess n. 26, ar-
maren!._________
Aluga-se
o armazem do sobrado n. 13, sito ra do Boui
Jess : a tratar na ra da Aurora n. 51.
Attencao
Quem deixon pDr esquecimento nm par de fio-
tinas, dando os signaes certos, Ihe ser entregue :
na na do Calinga n. 11, loja de joias.
Mumma.
Na ra da Alegra n. 40 precisase alugar uma
mucama para andar cora urna menina.
Por 30#000
Aluga-se nma ptima engommadeira, costurei-
ra e cozinheira : na ra do C ronel Suassunan.
85, sobrado. ______________________________
S'ciediHle Recreativa JuvenlHhV.
De ordem da presidencia convido os Srs. so-
cios a se reunirem domingo 14 do corrent- nelas
7 horas da manh, aflm de em assembla geral
elegerem um ihesoureiro vi to ter pedido sua
.exuueragao o efleetivo.
Secretaria da Sociedade Recreativa Juventude,
9 de stembro de 1873.
Vulpiano Raptista,
1.* secretario.
.
Offerecewe um homem para feitnr de nge-
nho, cora bastante pratica : a tratar na rna da
Florentina n. 4.
mwp* i


Dtit efe Peraaaofekco -/'Sa,Taba> n de Stembr de 1873.
\coage.
a-se n lien conUaeido e afreguezado acou-
* jaUiu rtn Paraio com balcio de pedra
n* '; r,i.\l ten isinco talhos, balpina e pe-
c alrarr na ra do Cr^po, loja do Paso
i31. cuto a" uro de ^antn Antonio..
PENEQUES
B
Fa trayessa da ra
asOruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
[ ainlieiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
[ ta e brilhantes, seja
e^ual for a quantia.
Na mesma casa
| orapra-se os raes-
bios metaesepedras.
-IVecNa-sede umi ama para t'do o servio
AaJamcasa decomprare cninhar, forra ou es
? : a rna Duque de Caxias n. 22, ir andar.
L
Esotro fgida.
V fio da casa de seu senhor, no da 21 de ago?
aafooxbno passado, a escrava Joanna, crioula, de
wuk de id ide, lillia do Brejo da Madre de
Joer, com o.< signatw seguintes : baixa, chcia do
>. perna* grasan, cora cicatrizes de queima-
> traen no peito, levou vest lo escuro,
pa que et cruita pelo Monteiro, Apipucos
ttaxautra: quera a-pegar ou della der noticia
utbser geiierusainente recompensado, levan-
4.- na T.i. re -ahile E Adour.
- Ala;: i se a eaa n. 3 do caes da Detenco,
SHaTfres quarlits, duas sala?, quntale cacimba,
1**t.".0O' mensaw, sujetndose o inquilino a
" *t pintar.
-'agio no da S> do corren te a escrava Mara,
ao nn M.'i>a<,s seguintes: cor parda, cabellos
K^tihos, haix i, carenada, corpo regular, u.-a
l>safc*lo apatad e aberto ao raeo, tein falta de
taejana frente, laan inuito rap, anda calcada
aoaaraapaloa do casemira cinzenta, do saltos, levuu.
kwe.o.-vcstido chale novo de listras asnos;
*i qu.- esta acornada n'uma casa de familia
rife, ende ja fui vista : rogase s autorida-
*Kip>> be* que a apprctondttm elovem ra
a. iWj.jiair. n. 6, aonde lerao bem recompen-
Orterere-se urta .ma para cuzinha, mas nao
napn : na ra da Cadeia n. 2i.
COMPRA!
Compran>M algumas portas e janellas, de
*ae m amar l!n, beni como forros e portadas
aa as mesoia, ja osados, mas em perfeito estado:
fctfu do Rombal n. 13.
apwac--j;
Vlf
43.
Nao duvdem \ jB8ffifSHeg
-flOWn
rri.i n.^
S na ra do do Crespo n.
20, loja de Guilherme &
C. que se podem vender
as azendas abaixo, pelos]
precos seguintes:
LSsinliaa escoce a 249-ofOvado
Ditas de listras padrees novos a 280 o covado
Ditas com listras de seda \ 400 rs. o covado.
Alpacas conr listras a 800 rs 0" corado,
Merino assetlnade para rottp a 310 rs. o covf',
vado.
Chapeos de sol de seda com cato de osso a-*.
Algodo de listras americano com pequeo de-
leito a 3*0 rs. o covado.
Brins pardos e de cores a 400 e 440 rs o covado.
Iirim branco loa* a (#600 a vara.
Cambraia preta eom listras e flores brancas;
propriai para luto, a 240 rs o covado.
Ditai finas de cores a 284) rs. o covado.
Cretofie para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado.
Chita rxas o deorea a- 20t vado.
Grosdenaples preto do cordao a 2*400 o covado.
Colchas adamascadas a 3*300 e i*.
Ditas de croch a 5*.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Cobertores de la oscuros a ti.
Lencdes de bramante a 2*.
Ditos de algoda > a 1*400.
Toalhas alcochoadas a 6* a duda.
Lencos de cassa com barra a 1* dmia.
Ditos ditos de abainhados a 2ji dtizfa.
Ditos de esguiao a 3*500 a duzia.
Cambraia lisa a 3* e 4*300 a poca.
Dita Victoria fina a 3<800.
Cortes de casemira fina a 5*.
Atoalhado a 2| a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de linho,
pelo diminuta preeo de 38*B00 a duzfa-e 3'*00
cada urna. *
S na loja de Guilherme & C, rna do Cros-
po n. 20.
Fustoes de cores.
Cortes de fiwto de oore para calas ifOQr.
s na ra do Crespo n. 20, loja de Guilherae
n esenptono :
i n.gl, o seguinte :
AGUARDKNTi: do caj? aixa de 12 garrafas.
do larania, idera dem,
ARCOS de nao para baar.
CAL de Lisboa, recentamontc chegada.
CHAPEOS de sol, para homem e senhora,- cabo
^^ de nfcri'ns Iflsso.
FElKKTde ferro.-para fasta.
n04a*lgudap da JtahivBa fabrica do coraman-
nitHlikdnr PoaYozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
JTAWO de algodao da Baha, da fabrica do coa-
mendador Pedrozo.
TR07, de todas as qualidades, das fabrioaa d
Poros e Eduardo Mlitao.
Teem para veid^
T-omier1
ROUIAS propras para botica.
SACSAPAItHILHA do Para.
VELAS de cera do todos os lmannos.
VI.N'HO engarrafado do Porto, caixas de
rafas,
t alto Moscatel do Douro, idem idem.
dito Selnbal, caixas de 1 e 2 duzas.
s da dalia engarrafado, caixas de gar-
rafas,
4e>CoHMPM~sq|Kiior, em ancoretas.
eVr.Tjn\ r?x*t'de 2 gar^Ts.
.Malvaos *m BBuro,cam eom 12'far-
ralas.
^ Carcavellos, idem idem._________.
Cftapos para senfionis.
Amarl Nabuco A C receberam nm cort^elo
sortimento -de eliap (l,>, paiba 4o-U e sdlludb, ftrbMs pa# Mt>: rfA eM* enfoHad'os
com bonitas flores c fita : vondem m Bazaf Vic-
toria, rna AIro.-ia \Moria n. 2, antii re
ova.

Mpias^iaosflta
Amara! Kabuco.4 C. vender! nsignas
nicas- gtirs 3, J8, |7,K 30 e 30': no Dar-
loria n. 2, abtg.a ra .Nova.
flwco-
Dazar Vlc-
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amaral, Sabuco & C^ vendem cha preto e ver-
de, fumo inglez para cigarro e cachimbo, e rap
frnncez e nacional : no Bazar 'VTrtoria ra do
Bario da Victoria n. 2.
Yende-se
trastes de Jacaranda e amarello-eom pooeouso,
em perfeito estado, e tambera um meio apparclh
de louca para jamar e um dito de porcelana, lino,
branco, para almoco. Vende se por ter o doao de
se retirar para Europa : na ra da' Imperafrlz
n. 51 A.
VENDE-SE
no estado em que se acha o sitio existente na fre-
nada dos Afogados n. 21, ho;e becco datravessa
os Remedios n. 18, em chaos proprios : quem o
pretender entenda-se com o seu pToprietario na
ra de S. Francisco dc para ra Bella, sobrado n. 10.
Capllas fuares.
Amaral Nabncn & C. receberam um completo
sortimento de capellas fnebres cora divorsas-ias-
urpeoes e vendem por commod.i preco : n Ba-
jar Victoria, ra do Barao da Victoria n. aa-
I i ni una VAi.
AHfufe- tgfSflftSi
"?JVendSse em" casa S TJSe! mniTTnss i C, na
ros do Bom Josls n.li, na vertadri ras angolas,
qe foram da casa dos fr>. T. Ieffrtres*& (.
Asirias vrdadeiras
*e Ven le se a taverna sita na ra Imperal n.
'.' g fundos e tendo comniodo para
, pwr ter o dono de rclirar-se para o matlo:
inei na.
Boa acquisicao.
urna parte da casa c sitio da Ponte
oir os sitios dos !f Dr. Benio Costa
ranlino se a venda da outra parte
-'- n-| :<\i> cijiroprictario : a tratar na ra
; de marco, 21-r. 1.a andar, escriptorlo.
e cora pou-
i l a taverna da traversa d) Livramento
-i. !r ni afregueuda para a trra,
>s : a traiar ua raesma.
Por '', i v.-iidc-se nm bom piano de arma-
.-11', com uiut j boa voz : na ra do Vis-
i* ( i.vanna n. 129, das o horas da larde em
daawts.
- Vende-se una casi na ra da Hora, junto
a#baec do Espmheiro, cora bom terreno e boa
vrnba d,; agua do beber : quera pretender eom-
gra/dirija se a rna da Imperatriz n.^ 79, loja de
E' de graca a 500 rs. o co-
vado.
Vonde-se superiores lis a 50 rs. o covado, -
urna viidadeira pechmcha, por ser fazenda de
muito boa qualdade e rauito arga e padres da
ultima moda : s se encorrtra na ra Duque de
Caxias n. 88, loja de Pastos Irmaos.
Aproveiiera!
Aproximase o mez de dezerabro, em que a
Nova Esperanca, ra do Duque de Caxias n. 63,
tera de dar o seu balanco ; e como sabido o
grande deposito de miudezas, que tem dito esta-
belecimento, nao s de arligos da moda e phan-
tasia, corno tainb m do objecto de le; e como
realmente conhecido que muilo maja raassan-
to o contarse mudeza do que cuntar-se o eobre,
a Nova Esperanca tem resolvido vender por me-
nos 10 % do que o preco docostume, para desta
forma minorar o irabalho do balanco : por esta
razao os apreciadores do hora aproveitem e ve-
nham ver como se vende bom, bont e barato.
Bichas hamUir^ezas qicwa *>ete mercado:
9a. ra do Mrquez de uWndn a. 51.
Vende-se shsTadofrtiiB' indar sito ra
imperial, canto da travessa do LiTu. [iroximo ao
chafariz, o qoal eslsihiado em lugar muilo apro-
priado para estabMeclmento commereial, a que se
tem sempre prestado, te- rwm qnintai o cacimba
etc., e tambera se arronza : a tratar na ra do
Hospicio n. 35, Jas 7 s 11 horas do da, e das 3
s 6 da larde. _______
Luvas de Joavin.
Miule frescas, Wiegada* no ultimo paquete : na
loja do Psss, rua"Pfimero de Mar.o n. 7 A,
antiga do Crespo.
FUNDICAO DO BOWMAN
. PASSANDO O CHAFARIZ
Recommenda a atten^o dos Srs. de engenhos
seus vapores de diversos systeraag oom os ltimos
melhoramentos em todo o tamanno, e pre^o regular.
BAZAt NACIQKAl
Ra da Imperatriz u. T2
Loureneo Pcrera MeiesGitors
l\ ? n aligo : ht'; si e bmnato
lile Ii.ii'ilaco .lo fajtondas roupas
. !'-, ntrtga !>; i rio PapigMO, i ia
i .i fnj|p.>rairi h. '(I.
. iiropii'.iri ia d i *< ibeiorhi do. ,Y-<.
v.-:i.| -r por menos d- SIO|0 do qpe-am -\i-
t parle, la/.-m pation iu Exmas. se-
-\;v.~ .ih ii ; i !.,.y h.>a acquisi-
endas uu ui.oi.-..s cualidades, assim
idepor'' I" r npa Wms,
. >; purqOo .i duilieiro
' l*i : i: rna da Im ira' 't n. 40.
veiiliam
tiirase
9
i" jlwgai
um i >uii>i'-iosorli 1 I -ntcs
:''. Joan
nomiiiR|iio
iiesinr
IV' -icciso
MrtK'lau-mi"
: lias Irni.-s:
brnmk nle
Colestius
laoieiivo
Uo'iitol
Sh latir
Chatehlon.
nfHNS DE VIP.HY
?k"(l|);t'itogeral e fjbiil.'.
9 RA DO COM-MERaO 9.
Bons terrenos.
Vende-se barato, terrenos proprios, cm lotes o
vontadu dos ce :npiadores, junto e nai circuaifc-
rencias da csta.au da Hoa-Viagem, lugar saodavel
e bastante roncorridn, muilo proprio para edica-
caces, por ter em seu favor nao s o vapor da
malina e tarde, como o privilegio ijue-sonta de
papar pasagem por dez annos-a quen>edificar, e
o eslalielecimemo dos bonds que se projecta : os.
pretenoentes intendam-se na thesourara da lo-
teras.
-- Yende-se urna escrava de (8 annos^que eo-
zinha bem o diario, lava perfeitamente e engorrara
soffrivel : na ra Angosta n. 20i, i' andar.
Ra do Cabug n. 11 A.
Vcndc-se um esesave moco propiio para enge-
nhio ou padaria, por preco rauito era oonta.
Vndese dous escravos pardos, de 2l e 27
annos de idade, cozinheiros, 3 moleqnes de K a
17 airaos. 6 bonitas negras de 12 a 22 annos,. com
haiiilidades, bem camo outras sem habilidades:
na ra de Hortas n. 96.
Vende-se a taverna da ra Imperial u 107,
com poucos fundos, propria para principiante, e
urna das melhores do lugar : quem pretender di-
rija-sc ao mesmo estabetecimeato que achara com
quem tratar.
rma^o.
^,endese urna linda armaco de rair-de ama-
relio, propria para qualquer eslabelecimento : a
ver e tratar na ra do Duque de Caxias n. 3i.
As NaMOn
DA PELLE.
F,73!-eS(s.
ioera.
Ib

- -'lsis'sa
i)lv J.
nai-.it.UM> i-m.'j
C. .itiXEi; r.., ir I.cueU,
i-.* I lulo- TIi.liU,.-*.
EM Frf.\-:COS P5Q'JETst)S.
lina do Bardo da Villora n. ft.
DE
Carneiro Vianini.
B* esto grande estabelecimento tem che-
gado um bom soTtimonto de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
do ultima mente na Europa, cujas machinas
sio garantidas- por um anno, o tendo um
perfeito artista para nsins'r as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim cdncerta-lns pelo tempo tambem d'um
anno sem despendi afgutn do comprador.
Ncsto estabelecimento t*nbom ha [Tloncas
para-as mesmas mahhia9 os> suppre qual-
quer per;a que Seja necessario. I'bI-is ma-
chinas trab3lham.c0m toda a peifiiVo de
um e dous pospontos, franze e borde toda
qualquer costura por fina q>:e sjaj sous
presos sao da seguintequalidade : para tra-
balhar a mo de 305000,. 40;>0t> ioJOOO
e 505000, para t rabal bar com o po sao do
805000, 905000, 1005000, 1105000,
1205000, 13O5000, 1505000, -2005000 e
2305000, emquanto aos autores nao lia al-
teraeo de presos, eos compradores .odixao
visifar este estabelecimento, que muito do-
vero gostar pela variedade do objoctos qiie
ha sempre para vender*, como soja. : cadei-
ras para viagem, malas para viagom, cadei-
ras. para salas, ditas de balanco, ditas para
crianca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras riqussimas, psra senhora, despensaveis
para crianzas, detoimsasqualidades, camas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparclhos de metal para cha, fa-
queiros com oabo de metal e do marfim,
ditosaT(ilso9, ooWeres de'metal fiio.condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
alterno) tampas paaa cobrir pratos, estoiras
para forrar srrias, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
qae se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nila at as 9 horas da noutc
Ra do Baro da .Victoria n.
__________2^__________
Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTURARA jjpmz. .
S c nica approvada polas academias de
sciencias, recouuncido superior a toda que
tem a[iparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Heeife, boje Mr-
quez de Olmda, n.51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cahcllei-
rfiro
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender
saber:
CHITAS A 160 E 200 RS, O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 100 e200 o covado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LSLNHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
. Vende-se alpacas para vestidos a 400,500,
(-640 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 15600.
Vende-se cobertas de chitas de cores, a'
15600 e 25000. Ditas de pollo a 19460.
Colxas de cores a 15200, 25500 e 45500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales de 13 de quadros a 800;
rs. e 15000.
Ditos de merino a 25, 35, 45 e 55000.
CAMBRAIA BRANCA A 35000.
Vende-se peQas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 35, 35500, 45, 45500,
55 e 65000.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senboras, a 25000 e 25500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 25, 25500, 35000 e 45000.
MADAl'OLO A 35000.
Vende-se pecas de madapolo enfestado a
35000. Ditos inglezes para os precos de
45, 45500, 55, 65000 e 75000.
ALGODAO A 35500.
Vende-se pecas do nlgodo, a 35500, 45,
e 55000.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 15600, 25 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQUIDACiO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porc3o de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cora
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muilo barato.
o iMibarot* que for payaive),
C0RT13M'M1SW>1(J)I Vnde-se corles de brim de cores par
calca, a 15500 e-25000,
BOTINAS A 85000.
Vende-so betlnwpawsoHtroras, a*35t>Oo
35500, a ellas antes que se acabm.
ROUPA' PE!TA NACIONAL.
Vende-se cambas branoos, a 1566)0, U
25500, 35OOO e 45000.
Calcas de casemiras de cores, a 51, 03
75000.
Palitts de casemira, a 4#, 65e'850OO.
Seroulas a 1| e 15600.
BRIM DECOTVES A 440 RS.
Vendo-se brim de toda as cores a u
rs. o covado.
LENCOS BRANCOfr* 95000 A DU21A
Vende-se a duzf* de lencos brancos, .
25000. Dlfs com barras de cores a 3500*
Ditos de linho o 65000.
TOALHAS A 800 RS.
Vande-se toalhas para rosto, a 800 n.
15000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A 500 RS
Vende-se grvalas de seda preto, a &oa
rs. cada urna.
CHITAS PARA COtffiRTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 3
re. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 15500.
Vende-se bonetes para meninos, a 1550
ESPARTILHOS PA1U SENHORA A 355oc
Vende-se espartilhos para senhofa,
35500.
IdUWDSMIS
A'806'RS. O COVADO.
Vende-se granadines com listras de seda
para vestidos d j senhora, a 800 rs.' e f 500(>
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 65000.
Vende-se ricas colchas de crochet para ca
masa 65000.
PANNOS DE CROCHET A 15300.
Vende-se pannos de crochet para cadeiras
a 10500 e 25000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se pecas de cassas para cortinados,
com 20 varas, a 105000 o 125000, e outra*
Omitas fazendas em liquidarlo.
U
N 4Ra do CabugN, 4
m
JOSEPH
ASE & C.
S"U CCl^SSORKS
DE
v.r.:?,. C*anj i O., Afraotas RfeaoMio Bft-sil.
mm
tem para ven..r una s*uoejgri|pbro -rua
do Vigarto ir: 24
Formas do li'n:gaivaiiisados para purgar
assuuir,. .
Potassa -la..ltussia, em barris de 25 kilos
cada um
- Ven le se um porcu niuiltnuvu e
> na cabra Lidio inuiw b.14 de luite : a
rjj do Vi-cmd de Goyanna n. i6i.
Ron)" e
tratar
X'ir.i.ia Vir*>;*c ir. .'>, venda***# lea
Wtwo a mis mil rls o palmo, tein 60 de frente,
fb nr 1. cat prartia->e alugar um sitiozinho,
ue a* cs.i i, ,iha boa .tala para anta ; embora
Bmba doua uu iras unaru* somenle.
Potassa
M Ruvi.i verdadeira eic majoa barris, disembar-
aa hojjs do patacho aliemao Friede no arma-
*ui de Jis MariaiPalflielra, i rna do Bispo Sar-
dana n. !>, ojtr'ura Encamanrento.
Vende-se una quasi nova com caixa e arco :
Irata-se na ra do Imperador n. 41, botica borneo-
patn ca.
1W00 a libia..
deiretroz do Porto de primeara. quaWade.; vea^
de' J. A. Moroira Dia*, em sou anoaaem rus *q
Bom Jess n. 26.
Calcado etstranffeiFiK
Aproxima-se o mez de dezemwo, tampo cm
que o Pamna America ru Duque-de Caxias a,
d91 andar, tem de dar o seu balanco, por este
raativo os proprietartos desta eelabeleeimeoto- esifto
resolvidos a venderem seu9 calcados pelo custo
afim de minorarem o trabaltio; as.*im pm? os apre-
ciadores do bom, e com especialidade o sexo ama-
vel, para quem o Bar' na America conserva (com
a devida decencia) o seu gabinete naervado, Qpara
a.eseolha do calcado ; apooveHan a venham mu-
irse do qua prciaaram.
o barato
Pand (fe liirho viad
'i
a apon
.. resma, o vcrdaaWr pa|wt de Note) oroso mar*
iwnr-; pora cigiooad'd pfiulo, pa#* Ditas i, dila optadas, catas ahos
Titas de dita ditas, canos altos e bans,
do- Canoo-o 'Bitas de bezafm paca oieoau
tas de crea^ ctoo* antis
m h>guatsii--o, c pora auHiis- lottln miatetuc-
aoo.arniim te Ma ingoyi) ta>CafaW
Mta, a ra da M.dre de Deaan, 4 A.
O verdadeiro fbwo do Rio
IfoW.
Hf^rawMir* Jmo l>omtaavi* a> Camo o doMvMfft-aVWOo-iMO'
mm.*rea MMte de mu n. p ^ rmiofnt m*rptm<*r*mo mn> > mm ia"!
> Bous n. O A, armaiem de fonw.
Lqja do Arantes, praqa
da Indepeiidencia ws. t J* 13
e.
Radical para
| EacaOFBLAa, Chaois Antigs, lciraj,
- Feridas Ulcerosas
TUMORES, ABCESS05
fPOSTHEMAS, ERUPgOS, HERPE
ImplD|;ena, Lcpr%, Tlailta
o todas as Molestias da Pello
CURJL
[ RADICALMENTE TODAS ao MOLESTIAS.
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
At mowM Sfirhmcu
\Febresmnarella e Typhoide
IptKA
VINHO
DEPiflbkTlVO e RC0!VSTITIL\TE
Bi d DELOR, d Pirit
| MP0STO 4, boulevard St-mrtin. fxm
Af eataa Garaa* para o Biuza.
BICHAS D HAMBRGO
As-mAis-recentes e melhores.
Vendenr-scfia pharmaci'i edrogariade Bar
tholomon ct'C, na Larga-dosario o Un. 34.
SE(,RED0 KCOMOMIA E CKLERIDADE.
Obtem-so com o uso
DA
INJECCA9 SHOST
nica, hygieaiica,radical einfallival nacu-
ra das gonorhoas, flores brancas efluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offerece como garanta desalmares resultados
a continuada applicagaO'que sempre com a
mRor vantagem se tom feito della nos hos-
pitaos de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeu
A C, ra Larga do Rosario n. 34.
Xajope- dTagriao do Faca
Antigp'ft oonoeioiadn mo cura das. molestias dos orgos respiratorios,
orno a>phtysica, broocliites, asthma, etc.,
aplicado oinda; com ptimos resultados no
escorbuto.
COMES DE MATTOS & IRM\0
Avisam ao respeitavel publico desta cidade que o sortimento de joias, de subido va-
lor, que existia em seu estabelecimento, est completamente reforjado com o mais ele-
gante sortimento de novas jolas, que receberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderemos Boulevard, pukeiras do
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argole, agrades para retegio dr
senhoras, delicados aderegos para meninas, meios aderecos decamafeu lindissimos, voltas
de nogordios para senhoras, correntos inglezas de ouro e de platina, variad* quaotidade
de botes para punhos o peito, com emblemas maconicos, de nix, tecido do ouro, cama-
feu, etc., brilhantes monstros de rarissimas agoas, em aunis, rozetas, paiSetras, alfine-
tes o botoes, e outros muitos objectos de ouro de melhores fabricantes de Pars,, que se
vendero com grande reducgSo de presos, por sorem elles recebidos directamente do seus
com mi t ton tes.
Os proprietarios do acreditado MUZE DE J0IA8, tondo son estabetecimento aberto
at 8 horas da noute, convidan) as familias que se quizercm prover de lindas joias, a
virem escolhe-las vontade, para o que esto em exposi^ao nos mostradores.
lliiiis terrenos.
No lugar denominado Salgadiuho, e-junto
a estarlo da estrada do ferro de Olinda,
ven Jeoa-se bons terrenos em lotes ou peda-
gos a vontade dos compradores, com a fren-
te-para a mesma estrada c o? lados jhwa
outras, e bem assim urna pequea casa de
taiipa nelles situada.
Estes terrenos tem dTerentes arvores do
fructo e sao ptimos de plantaco e ven-
dem-se por presos banatissiiaos. Os prer-:
tendentes entendam-se na thesouraFio do
Jplerias.
Cat
'?'ia do .bario da>Vclbcia n. 23.
Bolitas de cordavo para homem a
Dita O pellica, canos altos, paro seafcora
Dila* de chagrem idem daoi
Dili.-de pellia-a Luiz XV idem
?X)i>
soo
5*000-1
aamu:-
3|0:o
4 #000
SiOOO
Terreno*.
#**.* |*W p*H*. ta-luf^nn. erm .Vki Je
fiMUUi, t>Hi uno pr.ipn, im MiKk> lit-uwil. da
L;xo, co: ;i frciitj pr.fi m- ika- ffleftf..- o
r...i<4B (VifH" i 'v- 'ifao- jioflpa.
Hesperettina a 16^.
^SPL*" "' *-***1 w '- Sttaius, iito arma
era *oFranco n. W
uCS(rCTHfflt
do Bie de Janeiro : vende-se ra de Vigario, ar-
mazem n. 16._____________________________
J. 0. fe tofle.
rem para
o
vender
verdadeiro.
Cognac oe- tiennesy, superioqe ven
Viiiho Xere das melhores qualdade?.
Bitter de Angostura.
^hisKy.
Cha preto em bita de W litira?.
Todas as preparares chjmfcas do Dr. Ayer: no
armazenr da roa dt> (Summeren n 38.
TASSO IRMAOS k C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tera para vender por precos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Ganos, de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarogar algodlo.
Machinas de padaria.
Potaesa da Russia em barril.
PhosphOros de cera.
Sag em garra/Ses.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiihas em garrafoas.
Hliuin da aJmaica.
Vinlio do Parto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di .
Vinho de Bordeaax, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobradad inglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barra com repolho em salmoura.
DHOOARIA. HOMEOPATHIGA
DA
Viuvado Dr. Sabino O. Lud-
gero Pinlio,
13 ilu ih, Onrat la Victoria 13
Contina esta antiga casa.a ter sempre venda
'os melhores medicatttentos homeopthicos em gl-
bulos e tinturas, tasto em carteiras como em cai-
xas, de diversos lamaDhes, pelos seguintes precoz
fixos :
Em glbulos Em tinturas
I carteira on caixa de 1*
medicamentos
I dila dita de
I dita dita de
1 dita dita de
1 dila dila de
1 dita dita de
24 ditos
30 ditos
36 ditos
49 dfles
60 ditos
1 dila dila de 130 ditos
Tubos avulsos da qual-
quer medicamento
Vidms avulsos idom
Opodeldoc de Rhus, de
rnalfcmo.
to#
20*
as
.loa
34*
50*
30 rs.
1*600
Drvcmi o
2*
KJ
28*
32*
40*
55*
80*
e i*
e 2*
para rheu
A DHHEIRO,

Superiores s^das de eores
a 1JS0O o. covatlo.
CowjW*oooaoja*,dooafaaecuflt bom vestida
pouco dinheiro, conBoinaWt aapariorea se-
ate Velha n. 19.
As pechinchas estao-se acabando, na loja n, 43
da ra da Cadeia d Recite, onde tem. urna ban-
dairola com o htulo cima : qnem quixer soitir-Sf
de fainadas para ca.;.i por menos quoomoulc*
qualjuer piirle, nio prea tempo poi^ resiam. pop,
cas.
" Vende-se una negrinha de'idado'de 14 an-
nos, preta e bonita figura, com principio de hab-
fHdadc, recolhid a cau de familia-: na ra de
irtas n. 110.
Hort
*.-
IMS.
Preca-se de mulherw' Nvres ou escravas
se aTgum pra"vn"der com lapolefro : no sil
Wj^Or wBa^It8}0aB.eiV; dacapella, na Mangaajttro.oarttoa do Arraial.
!fi^ ___________u^, Voadoo ubi oonsoaV do macucooba, no
5"""'.-___________._______. -vaaflO'so op oansa ao maoflcooDo> no aw MMayoMea mmmimm PlloW- I^^M
Ikpootto do-fon grande e no' ida,aoKis n. 44, %* andar, o un* maVfoaoo d* *-aaUa, porpwoo anuo ncoote : otootar i
aesma madeira : na ra do Encantatnagtoo. \
iicinn o Hom-ptin, pelo Dr. Sa-
bleo O. L. Plnoo, 3" eOfeM accreswnwda'e mc-
I horada.
IN'iliieno guta hKrop:i(Mco, moten-
do as indicacSes necssarias i ara o emprego
dos principaes remeta hntocopathicos
lli'svripvo O tn*t*J|en4Q ala febres
o.xontlioninttoas Cbexiga, sarampos, es-
carfafftjak afiompjnbado de um artigo sobr>-
erysipel, etc.
itwe
Vonda-ao un exeaaleate. aio aat Aeootioo (.*
Bailo, jaoao aatoQio ao Fnaan, -mineo na
froafr coa peraia do, toto, oom auao ooaa caea
roftcaa, loada 4 quaMua, isala, 1-grui-
do a*o coaiaho Mao, aaoo 4M pataaos oor&t4e
e 4,00 de fondo, sendo,4*mmm,:tMme*mmni
agua de beber : quem o pretender dtri -
totJ a 4 Eodta Wm, uiim,.w. 4 **
V^w*flf

iraadobrum n. 7o,
i/i !'
. ):
I
r


)

I /


Diario de Pniambuoo Si&tate 13 to-S&mtot* '& i$JS.
1
DE HOWE
A'feffleda,

;, IRMAOS
NGOS AGENTES
tol too la mais.siples, as mais baratas eas melhores domando!
Na expsito de Pars, era 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
do da Eegiao de Honfa,'pOr scrcm as ma'cbiaas mais per.
fcifas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. 'Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
' estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
lork, cstabeleceu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
eral, para em Pcmambuco e mais provincias se vendercm as afamadas machinas do cos-
ura de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico do seu trabalho,
?mpregando uma.agulha mais curta com a mesnia qualidade de linha que qualquer outra!
p?la introdueco dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
dferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.--O publico sabe que ollas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
rcuinstancia do nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friccao entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
*o que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se tora feto mo.
Quinta.-Permitte que se examine o trabalho do ambos os fios, o que se no consega -
as outras.
Sexta.Fazem ponto miado em casemira, atravessando o lio de ora i outro lado,
t logo em seguida, sem modificar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
4na. .
Stima.O eompressr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
e agu ha ao comecw nova costura.
Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas deV&ndeza e
cadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi dcsconhecidas, outras soffreram
nudancas radicaos parapoderbm substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
doptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
ngmentado o seu fabrico, e boje na altende a procura, posto que faca 600 machinas
sor da.
Cada machina acompanha livretos com instrucc,5es era porluguez.
A90>000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMiOS
A"
do Baro da Victoria n. "2 8.
MABCIL10 das & 5.
&te estobclecimento scniprc solicito em oerecer a concuroiadrcpciUrvl pu-ij
dtco ora coutp'rfo sortimeuto do midezas, atado-fatocaot chapeos e qainquilharias a
>r*cos o moa r;zoaveis possiveis, para o que recebo anas* lodos -os seusWtigos temo-
mi eucommi.nda da Europa e America, tem dar oublicidade dealguns artgos por cUjos
jroens bem se pode avallaros procos .le outros'flvuiu uosc tornara vuftiduiho uu-
ilicar. s r
MIDEZAS. MIJDKZAS.
t para bordar, da melhor qualidade; I Brincos dito de to.for 2{?50O.
ibra por 5J600. i Botos de setitagrelos e decores, a 800
Agullus francezas, fundo dourftdo.Va cal- r9; e ^M a duna,
tinha com 4 pape isa 00 rs., 2*0 T. Franjas brancas de seda de todas m lar-
Yolts'ide fita d Metto'iftmlindos co- '8ura.s; ooo e Wo metro,
aedes fltiginSo- madTeptcrra; a fcOO rs. I ^tas Je oree epretasa800 rs. e t#0t)0 o
Yoltas para o pescoco, ftngtoilo 'camafbu, MW,r0-
or.-ipnnhdas com 4 par 'de briWcos Seifte- Cfllcs -pretos do seda, de BMita gosto-de
haute, tudo por 2?W(m.
[taha branca do SMO'jArdas om carriteis,
propria para costura de machina, a 8Q0'rs.
dzia.
Dito de dita de Alexdnllre, numerario a
Diademas dourados de 19500 a 35JOOO.
Ditos de tartaruga com'flores a 'JOOO.
a 15500.
par por 500 fs.
Ditos com borboletas
Brincos encarnados 1 ,
Ditos de plaqut de 500 rs. a 23000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
a 29000.
Yoltas le aljofares com brincos, a 29500.
Ditas de ditos cun corage's a 19000.
de ditos de contas com cassoltas, a
e peito
Ditas
S00 rs.
losetas de phqut n 19 e 19500 o par.
(iravatas de seda para senlioras do I90
( 29000.
*arures com 2 laijos para cabera
39 e '9000.
Jntre;neis e babaditihos bordados de 300
rs. a 9400 a pt*ca.
sates de seda brantos e de cores, de
19500 a 29500 a pega.
Ditos de algodio e seda, de 19 a-13100
* peca.
Ditos de algoJSo, a 100 e 500 rs. a pega.
Trantinbas de cores, a 1*)0 e 500 rs.*
pega.
^Lequcs de marfim a S3 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelles a 19800.
Coques para senhora, a 39, 33500 e 49.
800 rs. a 19000 o 'tnetro.
CAL^AO -t'llAXGKZ.
Botina^ protas gaspeadas, |ira senhora, a
49500 o iiam
Ditas ditas-de duraquo, gaspea^kis, anuo
alto.aCOOO.
Ditas prcte eufoitadas, ultimo moda, a
9'J00.
Ditas dita de cores, cdnuo alto.enfeitadBS,
a 59500,
Ditas para mt-nkies, nretasc de cOres, a
39 e 49OD0. .
Completo sortimento de ealgado de case-
mira, Charlt, tpete e tranca, MrNMto
! |0 % do quoem ootra qnalqner parte.
cAit:os.
ttieos elwpo o polhad ttolia, para se-^
Idiora, a 119000.
Ditos ditos palba escura, da ultima-moda,
a HiOflO.
Cunqdcto sortimento do ritefieetMoi para
meninirsc senliOras, de 9a0 *,70CO.
Chapeos de sol tle seda, inglvzoR, abo del
marfim a 1G9000.
Ditos dito de merina, cabo de metal omi-
to benito a 59500.
Wtos dito de soi!a para srhnra, cabo de
MWn, a 69000.
Oitns dito 'Cabe*<4e marlim a 09000.
DlVKlfSOS AH'HGOS.
Granadinei para vestidos, l fazenda da ulti-
ma moda, com-lstnas de soda, *6500"co-
vado.
Pannos de crochet-para cadeir^s, "f9800
29000 cada uto.
Ditospara'5o,'n39e 9O80.
ttb-flnpeaho tfe'ben^smlr aos ?cns freguuzs e
efpalHU jue ha e maliiur la ultima moda nos marca-
do de Euiupa para tutpo-le aflu venda, cor-
tos de que os seus aflgos serao Lem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennn
Mr algua d'eatre ''eltes, como ejam :
ALHe.N^ ea atis -ricos que te vindo a este
mercado, com capas de niadreperola,
, riMH tartaruga, marfim, velludo e chagrn.
ADEREC05 pretos e voTtas proprias para luto ;
asfm c:mo, ttm bonito sortmiento de
ditee de plaqu, obra Qua e maito beiu
I. acabad.
BOTOES para fanlios, o que se pJe desojar de
meltior em plaiju,, tartaruga, madre-
perola, rnartiin e osso.
BJL(;AS de velludo, seda, paliia e dia^rin,
. ba de mais moderno e Inda.
BICOS de seda e de algodao, tanto bronco como
preto, de variados descBlios
CASSOLTAS prtas de- metal e de madrepe-'
rola.
LIALX1NHAS para eot-tora, uuito rica e de di-
versos furia tos, com msica e sem
"a.
COQUES a imitaco, o que pode haver de ma>
'bonito e bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predileota apre-
sen U um grande e lindo sortimento
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer cIi >ra por maia exigente
qtie sdja.
i'OHT-DOUUUT .de madrepereh, marfm e sso,
esto um objecto -uidipensavel s se-
nhora do bom (om, afiro do aspirar
o aroma das ores sem o inconvenien-
te de nodoarem as luva, ou mancha-
ren! as delicadas mao.
PBNTES de tartaruga, de inarlim c do bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E" sabido do publico quo a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sorlHHealo de perfumaiias de fino
odor do mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedado hygienica, Cou-
di;iy, Gosnes o Rimel, que incum-
bido da esculla dos aromas mais bem
aceito pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acliam-se La
possioidada de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A' PREDILECTA deixa de enumerar urna im-
medsidade do artigos, afm de nao mas-
sar aos leitoros e se pede a benevo-
lencia do res>eitavel publico em di-
rigir-se^ ra do ( abug n. 1 A, |ia-
ra convencer-se aonde pode comprar
o jue bom e barato, assim como:
FACHAS ricas -modernas de Muraba egurguro
se la
iMENSN'ElTOS. Ricos vestimentos para meninos,
"por liaratissimo preco.
r"LORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de llores ao alcance
de qualquer
*ara a boactwiorya^aii
DE
VOSSO CAffilLO
Adercgos fingindo coral, compohdo-se de tolhasdIibo para rsto,a 19300 cada
ilfinete e brincos por 29000. ama.
Dito dito pretos por 2950O. Ditas de algodao aleonados,
Ditos de plaquot, compondo-se delfinete Collas de ci;k hi para cama
i brinco, sendo de multo gosto, por 59000. 'C9000.
a 640 rs.
de casal, a
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(ouir- ora ra da Cadoia)
LOJA DE MACHINAS
Sendo esto antigo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sormentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas americauas para algo-
da, desde 10 60 erras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
;nas e melhoramcntos pira perEeito e rpido descarogamento ; tornam-se dignas de
6erein vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, encontrarlo

ROB LAFFECTER
Approvado em Franela. Rusiia, Austria e Blgica. 0 arrobe *getal Lafeetenr sa atfco-1
ruado, ne mu superior aos xarope de cuisinio-, de Larrev e de salseparriUia. De fcil
Sesteo, adagraTed ao paladar, e ao alate, elle cura radicalmente tem mercarlo, as'
'toes da pelle, Implvcns, alporcas. tamore, chm, iara arta.
nerada. eitorbolo, e os accidentes prerende dos partos, da idalecritica, edaacfi-^
moma hereditaria dos humores.
0 arrobe he especialmente recommendada contra as doencas syphiblicas mentes, invete-'
radas ou rebeldes ao mercurio e ae iodaro de potassio.
si?X?rpC?? d0 Tedldeir8.inLAFFECTBUR, em casa de doutor 6IRADBAU m<
SAIM-GERVAIS, ra Richer, t, i Paria.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANCARD
COM lODUflETO DE FERRO MtLTERAL
APPROVADAS PELA ACADEMIA DE MEDICINA DE PAWS, TC.
Possuindo as propriedades do soso e donsano, ellas eonvem espebflmente as Affec-
coes ascRortLOSAs, a Tsica no principio, a fraqueta dt umpei-ameiiU t tambem nos casos
de Falta o cb, ameborxhea, em que necessario rsgir sobre o sargce seja para lhe ,
restituir a sua riqueza e abundancia normaes, ou para provocar e regular o seu curso nerio- I
dlco.
N. B. O ledurdo t ferro Isiparo ou altrndo um BMdicaauato inflel,
lrritiote. Como prora de pureza autheulicMade das veriiadotraa
Plalas de nianeard, dere-te exigir nosio Bello de prata me-.
Ua e Bosta arma, aqni reprtulHiWa, qur leaclia na parte toferir
te um ratau verde. Dere-te descontar dt* falaflca(d.
AchAo-nf eat tadaa aa pharniaelaa 1'harmaceuUco, ra Bonaparie, 40, Parit.
nico deposito, a onde se acha avenda na casa de P. Mourer-tK C.
Ra do baro da V
uol(,a aiuda que nao es-
teja bem renlecta de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de Trias de setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
com modo preco.
GRASPOS de tartaruga, mitaeao destes, pre-
tos e de cores, o que so pode desejar
de mais. moderno e bonito.
RAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
lacos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gra-
vadas e regatas para homem.
JAiiftOS de porcelana e de vidro muito bonitos
Eara ornatos de sala.
lei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEyUES. Reos Jeques de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa [a Predilecta7apresenta es-,
eoHwdo respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marflm, sso,
vettudo e chagrn, por precos mu
razoaveis.
Arniazem do fumo
um preventivo figuro e vxnHt i
a ciilvioe.
Elle d e-restaura torga c aanidade j
cabera.
Elle de prompto faz cessar a quydaj
tura dos cabelles.
Flled grando riqueza de lusti
bellos.
Elle doma e faz preservar os cnl'?. qualquer forma ou posijao que^JIjss-
jc, n'um catado formoso, lis'ienrsria.
Elle faz crescor os1 cnbtrllos bastas e-copu-
dos.
Ello conserva a.pelle o-o casco da.
limpo e livre de'toda a espacie 4fl
Elle previne os cabellos de se tornartaal
eos.
Elle conserva a cabega n'um estada 4e4*-
i ura refrigerante e agiadavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, fjO*t*-
'rentoou. pegadizo.
Elle nao deixa o menor cheiro -'-^r.ywf
vel.
Elle o melhor artigo para os (abeiaa^Bt
crianzas.
Elle c o mclbwr c o mais apr.isii.>%
para a boa cons;rvoQuo e arnuijo
bellos das senhoras.
Elle o nico artigo propriu para o
do dos cabellos o barbas dos senixes.
NEM1M TOLCAhOR DE SEMWal r
l'ODECO'NSIDKHAK COMO COM-
PLEXO SEN O
TONC',0 01UE!
o qual preserv.i, linaza, forlilira HiUi.mmr.
O AAEIXO.
Acha-se venda nos estabelecimei^aa^fB
II. Forster & C, agentes. E em i-'-^sa r
principaes lejas de perfumaras e bidiMa.
'Nr^i
Triumpho da
'Iv
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Demingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu armazem
ra da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com-
pleto sortimento do fumo em fardos de patente t .*,
2.* e 3." sortes, dos melhores fabricantes da Dahia,
o bem assim a flor de todos os fumos de corda
em rolos, pacotes, latas grandes e pequeas, tam-
bem dos mu acreditados fabricantes Torres &
Aranjo, Lizaur, Adolpho Schmdt & C, Lizaur
Schmidt & C, Veigas k Araujo, Trindade & Ave-
lar, Teixeira Pinto t Portella (garantido pelos
mesmos) e de outrus aiude nao conbecidos pelo
publico desta capital. O annuneiante declara que
lodo fumo que for vendido era sua casa ser pelo
seu justo valor, e que quando gaftntir a respecti-
va qualidade, ser sincero, mui particularmente
com as pessoas que pouco entendam da materia
pois para bem servir a todos, tem o annuneiante
a ionga pratica de 15 airaos deste commercio.


Em tem pos modernos neTihum deaffat-
mento ope nromaior revolin;o no modc- '
corar anteriormente em voga do que
iiil di mm \
TANTO NOTRATA.MEM0
Tosse,
Astnma,
Rouquido,
DA

ARMAZEM COMO Sit 1M0S!!
F
.A
DE
li
Os leques todos de madiepeMla.. braacos e de
cores e que trazem o distioo-tiJKI em Jettras
umbem de madreperola en alto relevo, tor-
nando-so por isto apropriados para noivas, a N0-
VA ESPE1USCA rna-'-Unque de Casias n. 63
tambem mais
Apurados vapores locomoveis, de for$a
de a'/s e 31/ cavallos com todos perten^as
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodao, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos pata varaea e ladei-
ra.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos cora vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Ciuards-comidas.
'lampas para cobrir pratos.
Tarrachas para faxer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de radirs.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cvlindros americanos para padarias.
Pertengas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para ra>
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azeite de spermacete para machinas.
Camas de forro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditps de dito estauhado.
Ditos de chumbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
RA P1UME1R0 DE MARCO I*. 7 A
E' esta casa, sem da vida, urna das que hoje pode (aBtla Uo QamloM qn s4em.
com Primaria apresentar aos seus frguezes ura &CtO OV taHarUQ
variadissnno sortimento de fazendas linas Dar a k.- k k a *
grande tHktttyutkm como para o uso ordinario de *LS acos' br.^hes> meios aderecos, cruzas,
todas as clanes e por precos vanlaicsos para os 2SGSJ c^'et3^' ',U<; JM Mpostas a boa
compradores. 'eseerba das Esnws. famaotes do chique) vende-se
na Nova &petanca, a roa Duque de Caxias
Aos meninos
A Nova Euperatica ra Duque de Caxias n.
Os donos deste importante estabelecimento con-
vidara ao respeitavel publico e particularmente
aos seus freguezes a darem um passeio .por aeu
estabelecimento, a afim de verificarera a veracida-
de de seus annuncios, com vantagem supprirem-
sedosartigos *ue Ihes foreni""mister""'te cajos ,iS3'*e^,de .eaher .I"",1'"*. rtiiBelu ale bo-
faaem um pequeo resumo. J ecas de-minias uaiidadat, vwdo aireellas as
Trens para cozinha.
% Emfim muitos outros artigos, que savista eVeste estahelewioderoentp sfi o
examinados.
Samuel -Power J0I.0&-
tWlft".
la do /ipollo n. 39 c 40
Faiem cente aos saos fregneesque tsem
moda*; o k O^safio e'Aiiabhiu a w-
| par, avosnas y tasas da maito acreditada
Wwwa de Ln-mMvx W-r,. r.u 40 Ajmllo. a.
TaMaMaito ubein QB team sito um
arrapiP own i Baadapo era!, peto que po-
dem o!v*m i* para asieiur qnriquer
machioi*mo e rassmo garsnu lo.
Os proprietarios da fundicio geral fi
scientes aos senhoree de engento
pessoaa, que team estebeleeida mu fu
aia da ferro e breuce a ras do Brnm,
to a eftaaio dos boada, onUaprat
ualqQer obra de encoinraead'a ejom pe
lo e promptidao.
Os os rocam as pwwoas que qnl-
,na Masar se d seos servaos f>Jaixa-
re *s ncommjDda n,m* do* ft.s. Pi- J
mael Power Johnston & C. a>ua do Apol-
lo n. 38 e 40, onde aebaio pesspa babil-
tea eom quem possara enufiosr sa.
AppaWba paraMear asea car, do sistema.
' -ViiW^iWnWPOQAL
nteos ajenies em Pmtmabaw z faadciq,ge
Para IMW em setieserptorio a ra do Apoffo n. M 40.
Mandam fzeudas s casas dos preleudentas,
para o nue tem o pwsoal necessario e do amos-
tras mediante penbor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas c6re, grosdenaplaside
todas as cores.
Gorgurao branco e preto.
Setlm Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenapies pretes e de ores.
Granadinede seda prela o com listras aalrius de
cores, liudissimos padrSes e fazena de ultima
moda.
Fil de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colzas de seda para noivea.
Mantas brasileiras.
Cortes de cambralas tranca com bn los bordados.
Cape las e mantos para nnivas.
Poupelinas de liados padroee.
Raquissimo sorUaento de lis com UsUas de seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas &de
cores.
Naasuck de lindos padroes.
Baptistas de padrdes, snui.delicadas.
Percalinas de quadroa .pretos e trancos.
Brins de linho, de cores, jkraprios para vusiidos.
Fustoes de lindas cures.
Casacminnos dlas de eores-para senhora.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuariea-para measaos.
Ditos para bapusajla*.
Chapeos para ditos.
Todfhas de cambraia de lhiho cora Irokte Bot-;
Rrabas.beraadaa.^
Colza deis.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homeos.
Bfeias deeoreapai homens e meninos.
Chapeos ccm.caaiao.jie marflm para hornea.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestidos.
Ditos pretos,
Casemiras, chitas, nadaporoes, cambranv etc. etes
na laja do Passe ro* Prinasiro da. Maaooa. T A,
aotiga do Creeno.
DE
Cordeifo SiniSes engracadas bonecas de borracha, assim dambem
urna pequea quantidade de bonecas pretas que
setomam apreciadas pela na aovidade.
Ebem ut
A Nova Esperanca ra Duque de Caxias n.
63, lecebeu verdadeiro cimento inglez, prepara
{o-para conceriar pwcalana bem til.
Vestido perdido
Multas -vetes um'vestido torna-so imerramente
feto, omento per estar mal eHfanado: a NovaEs-
peraniaa ra Duque de Camas a. 63, reraove
este*maJ ; pouqueast-ben pro vida dos meJbor-es
galSes e franjas de toda aa cores, onde pode es-
eolher-se vontad sobresahmdo -entre estas as
dantas franjas masakas,-que pete stia varieda1-
deide oobss, dea em em aasi totas as fu*?odas
A:*Ua antes ^ue se acabam.
Bolas de borraeka
*7eiJerrM*3e toos- os -tamaubos-a fu taWre
de Caxias n. 63, na Nova Esperaba.
Cabellosbroncoss-temquem
quer
* 'v> Esprniaj i roa '41utue de dttlsB'H;
63, acaba de receber a verdadeira tintura de Bes
ca tiugir oa cabellos, o que wxcosafue
Jjndoa) cora muu faciflaade, e-por esta
';' cslefles frarieos~6 trai qttem qer.
Bst&Qmlmda
O eintnrdes doMt pw>pras(pa
te recepeu a Nova 'Espelunca rul .
*ias.B.'-(J3, esto, slm, 5fiHora, estaotia
Sd'truereh ter TJU prtpraram taiirtlBBruiy
auefrosos rtnw broncos pm tuiso casaawtitD.
ou para outro flm apmprindo, neoessaria ir k
Nou- Esperanca ra Duque do Carias, o. 63,
que Sin etetrntraris os melbores p'w,j''*>#U(7iiW
q se- pode- desojar.
:1--------------------;______!________ J
Na ra estrella do Rosario n. 35, sobrado de
um andar, preparam-se bandeijas cora bolinhos,
l de todo gasto, para casamenlos e bailes, enfeitam-
se pao-de-ios, pudins e bolo inglez para presentes,
tem bouquete para vendrr-se, de todas as quaii-
dades de flores, para otTertas, com fitas bordadas
ou qualquer letreiro que queiram, e para casa-
mento, de cravos naturaes com Otas bordadas a
ouro, bouquets de flores artificiaos, de todo gosto ;
preparam-se '-elas para baptisados, ricas, por pre-
o conrmodo. Do dia io de setembro em diante
aflaiquer pessoa tanto de dentro da cidade como
de fra, que todos os airaos compram capellas
para finado, podero procurar que achara de
todo o modo que precisar, de cravos, de saudades,
de perpetua e de rosas, para anjos, donzellas e
dounto, com os leireiros dizeado-saudade e lem-
branoade meii esposo, de minha esposa, de minha
mi. de meu pai, de mcu filho e tilha, irm e ir-
mo, avO e av : qualquer pessoa que queira,
podar mandar ver tudo por muito barato preco
de 7i, 6, 5'i e 3, de flores rosas brancas.
Yende-se
um piano usado, que est em bom estado:
Forte do Mattos n. 7, armazem de algodao.
ao
Superior chocolate nacional
dos Srs. Brito & Carneiro,
do Rio de Janeiro.
Igual em sabor e quab'dade s melhores marcas
eetranfetras : vende-se -nicamente em Peruam-
buco em casa de Beltrie Otiveira 4 G. ra do
Commercio n. iO.
Empreza Vicente, Santo An-
tonio
P*rwa-bondse regase o obsequie de, no ta-
bAoo do aloetem> e ootros. recordar o prelraw
daCnflolitie.
VBf,R-FE
baanie ,eom o>naa-ie l^an^UiiNDUiadeiiRTWrwamna2ndo Tas-'
o Irmaos & C. a roa do Amorim n. 37.
Agora sim
. Arosa Jiranca receben um lindo sortimento de
repeo de- sol de seda com o mo apontelra
branca, os man iaodemoa, que parsee marti,
com o guarda-pontos de metal, a 10, i toaos veat-
taneratri!?* '* *** ^ flUaU V0*3* d
Ultimo gosto!
A rosa branca recebeu um lindo sortimento de
chapeos de sol de soda de todas as cores para
senaera, o mais odemos, vende per *:99M-
todea-vandem. por 74000 t na Iota de quatnyderi
Ui,rua datopatatak a; 56.
Meth& de cores
M_ A 280 res o covado.
SWita de cores, paWes bonitos, proprio para
^sraelo (tm preco de J80 res, sft naJ
roa do Qaeimaao n. i\ em frente i Prtcinha
toja de Guerra & Fernandas.
Crupo,
Thisicd,
ResfriameoMt.
Broncliites,
Tosse Convulsa,
Dores de Peit't.
Kxpctura(o do Sangne,
Como em toda a grande serie de tntam^
dades da Gafgmitn, do JVUom<
Orados la repirac*iG, qu.. u^j
atormentam o fazem soffrer a lium.'iD.knir..
A maneira antiga de curar consis'i gen-
inente na applicuao de vesieatortos, k-
grias sarjar ou applicar exterioriuem* ava-
guemos fortissimos rom iosIos de su tun-
eras vesicantes, afim de nroduzir empujan,;
cujos dilTerentes modos ( e curar, nao Lm*m
senao enfniquecer e diminuir as fon^ Sm
pobre doente, contriboindo por esta Saam
d'uma maneira mais fcil e certa para a s-
fermidado a destruido iniviuvel de
.victima I Quam differente pois o m
admiravel do
PEII0EL DE AUACASUITi
Em vez de irritar, mortificar e irauzar >jm-
ditos soflrirbentos ao doente,
Calma, modifica e suavisa a dor.
Allivia a irritado,
Desenvotve o entenditnehto.
Fortifica o corpo
o faz com que o systema
desaloje d'uma maneira prompta o rapad*
ate o ultimo vestigio da 3Dlefmidade. ti
melhores votos em medicina da Eui"qpa im
entes dos collegros de medicina de He;j
testificam serem exactas e verdadeiras estas
relaces analgicas, o alm dsso a esfo-
riencia de milhares de pessoas da Ame
Hespanhola, as quaes foram curadas
este marafllhoso remedio, sao mais que i
cenles para sustentarem a onim'ar) do
PEITORAL DE ANACAliriTAl
Dere-se notar que este rcmodio aeu.
interrahreme isertto de venenos, tanto am
raes, como vegetaes, emquanto que
destes ulmos, e particularmente aq
que sao dados sbb a forma de opio, e
do hydrocianieo, fOMata a base da
parte dos XaropeB, com os quaes a as-
til mente se engaa a credulidade da mm-
blico. A dompfjsicao de anacaliuita p3-
ral actia-se Knda e curiosamente engansMai
em frascos da mdca de cerca de raa
quartilho cada um, e como a dse que m
tama 9 d'uma ceiher pequea, I
gwalmeateiapplicaiyo^'um *u doWsL_
oes pata a efifetutifao'de qualquer cura.
ActWHjea vtrida n todas as ni
H. FrostersAC, agentes.
..... .i i
*
Apveilem.
Vende-se a taverna epmbolequim perlasoBaa
-aresma, na ni fltfVarft'f INrr<.s t. 4, asas
potaoa fundos -. a tratar na eso.
A-i
Vende-se urna casa nova de ti|ia,
esta semana, com 1 qoartos, 2 s-ala^.
e quintal, cttao forelfo, 9fta n> rea da CMtMm*
no Berrb, propria para quem rwi/.er pasw a 1%
ta por ser perto do ro : a tratar na ra lu
n. 94, tayerna.


BafiJwsem OHtk.
Camisas e calcas de 'fatenda de ^a\
proprias para os barftts di OKnth : na l^a fas
arcos ra Primetro de'Marco (.utiga doCrespaj
i n. 20 A, JtoGurgel do Amaral 4 C


8
Diario de Eernawbuco -r- Saldado 13 de Setenibro de 1878.

ASSEMB2A G.BAL
A8&EHLEA GERAL.
le door<;\mbWoh.\l nr> impuio do bra-
sil, PARA OS EXRCICJOS DE 1873 -i!>74
t 1874 1875", SAXcuiONADA em 25 de
AGOSTO LTIMO.
(Eondusao)
'.:'. 22. A proMiic ioi lera rigor no exor-
cieio de 1871875, exceptuadas as dis-
posiges privativas do cotrent. oxorcicio ;e
liem assim nu de 187 21873, aparte em
que lhe fur apprleavel.
Art. 23. Ficam em rigor todas as dsposi-
g-ocs \at leis de oreai ionio ntuceJuatos que
uj versaren partieulacmonlo sobre a fixa-
cAn da receita o dospez i u sobro autorisa-
ge para lixago ou augmento de vonci-
mentoi, creadlo de novas duspezas, refor-
mas derepurtgoes ou de lcgislago liscal,
que nao tenham sido expressamon e re-
vogatlas.
"Art. 24. Ficam revogadas as disposiges
em Cuiitrari .
sala do jantar quasi urna hora, e quedu- embarcador ndeixafTde soccorter Maria
rante esse tempo nao vio pessoa alguma en- do qu llaprecisava,;esta continua oas
trarna sihjta, e que nem era possivel que vsjtoA locturofis> qu* fazia queUe I A
entrasse, porque, embora houvesse urna por- atfuttsfoeira MI vida i esta inlelri cohtma-
ta alm d'aquella, junta qual elle esta va, va boa e apenas nuvens a toldevam.
ossn porta esta va trancada a alie interrogado Haquatro mezes, estando suas relaedes
ouviria abri-la, e os passos da pessoa na sa- 'este p, parti o desembargad* co.o i-
'eta- cenga para o l'iauhj, e carece Que no in-
Ferguntado a que horas elle interrogado tuito de desvanecer esse amor.
foi buscar carra ftn i Trouxo Vftisigo d'essa provincia uiu bo-
Respondeu que nao pode pwiis.tr bem, meiu que j dest.Bava par* seu comparsa
mas que quando l chogou anda demurou- n'eite uorrtMoso drama.
se muito tempo para dar quatro horas Chegaiido nos lint de julhoa esta cidade,
meia. hora em que elle'interrogad.) matea- jl no lia I.' do correnta mez eueomiiiou
so no carro na cocheirn e foi para a casa do Java mn caixao mesico desembargador. encommandava que foss* e.le forrado de
Peguntado so o desembargador liaba zinco, o que llcasso impermeuvel : no dia 8
comsigo cordas e amarrara a infeliz Maria ou 9 f.-z. elle proprie, ua hora do almoge
-''iWS
da Conceigo
quntro traveseas, que servil am paca conipri-
JUBISPRODEllGiA.
P<*--*ceM Pan tea Vis^ueir
luquerito policial sobre o descobrimeuto do
cal.iv<-r.le Maria da Conceigo, encerra-
do entro de mu caixao o enterrado no
quintal da casa do desembargador .los
Candido Pontea Visgueiro.
Cbefo do polica Dr. .Miguel Calmon du
Pine Almoida.
Interrogatorio de Pedro los dos Santos.
. Porguntado a que horas est<5vetom Aman-
cio Jo.sc da Pdixo Cearense ?
Responden que na quuta-fcira, perto das
tres horas a lard, no largo do Carino do-
fronte la foja i'illarinbo, encontrou-se rom
Amanojo Jos da Paixo Coarense, que vi-
nha do urna das lajas dalli com sous dous
' filhs Canso o Gil pola'mo : ah conver-
sou com ello, dingindo-se depois para o
collegio da Gloria.
Pergniita.lo em que horas durante a nou-
te desse dia este ve Ama no io Jos da Paixo
Cearense com olio testomunba ?
Responden que tlepois de seta horas a
depois to novo. E como nada rnais ilisse,
nem Iba foi porguntado, deu-so por lindo
este di'poimonto, etc.
Interrogatorio do Dr. Antonio dos-Santos
Jaciniho.
Porguntado se era possivel ao dosembar-
gadur Visfiiciro no espado de tempo que tle-
corre le duas quatro horas da tarde fa-
lor a desarticuladlo ila perna direita da in-
liz.Maria da ConceicAo, assimxomo dar-
lhes os golpes quo se encontraram no pes-
cofo at o osso da cspmha dorsal ?
Responden que sim, e que havia tempo
de sobra.
Pergtintado so o curvamento da perna
sobre a coxa esquerda po lia ser feilo pilo
cu dez horas depois de murta ?
ResponJeu que est convencido que nao,
porque o impeda a regdez cadavrica.
Porguntado se as nodoas que so encon-
trn na calca que Ihe foi apresentada princi-
palnicnte a .la barguilba saosuuguo, embora
desbota lo pela lavagem ?
Respondeu que a osle respeito nada pode
ffirroar, porque esto muito apagadas.
Porguntado so as manchas que se vem
na camisa que lhu foi apresentada sao de
sanguo ?
Respondeu que sao, e que n3o pode ha-
ver duvida. E por nada mais sabor nem
lhe ser peiguntado, deu-so por (indo este de-
poimemo, etc.
lespon leu que quanlo o desembargador miro cadver uo caiio, o almocou, leu-
veio aliBuCar tirou unas curdas que susti- do-as sobre a mesa ea seu lado.
Dhni a rede do mulatinho Raymundo, e EutreUntO, ao passo quo ludo prepara va,
que na occa3ao em que o desembargador sua vida cOm Mana da Conceitjo euunua-
Ihoappnreceu na porta da saleta lodo ensau- va a s.-r a mesma ella anda pernoitava
guenlado, e lhe maiidou comprar as sidas era sua casa e elle anda a pTocurava.
e o ferro de soldar, elle interrogado vio o J adiantados andavam o preparativos
'lesembargador passar por junto da cama, para o eucobnuionto do crirao, quaudo o
.e levar comsigo as cordas, tacto de encontrar Mari* uora o escolar
Porguntado se sabe o que o desembarga- Costa, no da 10 do correute, apresa ou o
dor fez com as cordas que levou para asa- desenlace deste drama lerriveJ.
'lt'1 I Anida insta occasio diajna da mais so-
Respondea que nao, porque n'aquella ria attenco e estudo o procediineuto do
hora ello interrogado s.ho para comprar a desembargador Ponte Visgueiro.
soWa o o ferro de suldr. Longe de moslrar-se posuido de colora
l'ergu ntado donde o desembargador tirou como amante trabidoe vingar no escolbido
as travessas que estavain dentro do caixo a injuria de ser preferido, aconselhou com
dexiOCO paternal solicilude a Costa para qae abi
Rospondeu que muitos das antes do cri- nao voltasse e longo de mostrar-se gastado
me, na hora do almoco, o desembargador com sua amante, mnstrou-se carraoso e
mandou polo mulatinho Raymundo apanhar pedio-lbe que saiisse de debaixo do leito
urnas tahuas, que os pedreiros que traba- para que a frialdad* do chito nao cousti-
Ihavam na ctsa haviam atirado ao quintal, passe.
e abi na sala tle jantar na presonca dulle in- Comparados os preparativos do crim^,
terrogado, dos pedreiros o de otitros, elle com tanta antecedencia premeditado, com
rachou-ase lavrou as co.o a faca da cos- este procediineuto exudado, e to pouco ern
aba e cortando-as em podados de mais de harmona cora a vivacidade do carcter o
dous palmos, doitou-as a seu lado na occa- genio do desembargador quo dilcilmente
sio do almoco, o fidnoste, levou-as com- se cont nha ; ni) resta do vida que, conhe-
sigo pira o andar superior. jeendo elle aavero que lhe votava a aman
Perguuta Jo se nada mais sabe a respeito te, causa porque tinha ouiras relajos, nao
deste tacto e que mais esclareca a Justina ? quiz augmenta la e procurou autes cap-
Rtspondeu quo depois do crime consum- tivar a sua benevolencia, como meio de
mado elle interrogado ouvio o desembarga-' mais fcilmente attralu-la sua casa.
dor dizer, se nao tivesse foito isto, os scus| J do feito, tenciouaudo mala-la, o desem
amigos nao a deixariam escapar no dia se- \ bargador mandou amollar um trinchete,
gumte, comoj havia escapado na vespera.: fez urna mascara de panno preto para seu
Perguulatlo so nunca ouvio dizer que o'comparsa Guilhermrao e pedio a Jos Ma-
desembargailor Visgueiro havia praticadoria, que morava no andar terreo de sua
algum nutro crirao f i casa que lhe cedesse um pouco da val, que
Respondeu que no Piauby ouvio dizer,empregava era sias obras, e no dia de quar-
geralnenie pelo povo que o desembargador ta-feira a fez couduzir para o andar supe-
quando juiz de direito ora Paranagu haviairior em que morava.
morlo a mulher com qmtra viva. Tu Jo estando preparado para o crime,
Porguntado se o desembargador nio lhe foi casa de Maria da Conceicaoe a convi-
foz ilguma amea^a. dou para r passar a noute cora elle. Esta,
Respondeu que tle feito o desembargador |receiosa, recusou o convite, mas promettou
o ameacou queso alie revelasseo crime, que ir no da seguinte. Na quiuta-feira um
elle o havia de perseguir, e que elle nter- j novo recado do desembargador lhe faz lera-
logad. sabia tor elle amigos no serto do brar a promessa anterior, e ella, que, infe-
l'iauh), entre os quaes o bario de Parahim,! liz, precisava para manter-se da generosida-
que com faclidade o poda matar. ido de seu velho amante, parti em corapa-
Perguntado se o desembargador nao disse nhia de urna sua amiga para essa casa,
na presenta lidie interrogado ter ura outro
destino para o caixao ?
Respondeu que depois que rectificaran! a
sida do caixao, o desembargador deseen
ao chao vasio e de volta dsse ao Cearense
na presenca delle interrogado, que tinha
orna Outra idea, a qual era de enterrar o
caixao no quintal. Observa que lhe pare-
ce tor o desembargardor desejo de fazer
sabir o c.iixo polo chao
de onde nao mais devia sabir com vida.
O desembargador que espera va e esprei-
tava a victima, fez sabir de casa a seu es-
cravo Luiz, s 9 horas, e guar o u em sua
corapanhia a Guilhermiuo, que havia trazi-
do do Piaubj, e era quem deposilou con-
fiauca. lnstrue-o logo do papel que tein
de representar.
Marcado havia o relogio urna hora e
vasio e que o mes- meia quando Maria da Conoeico trauspoz
mohavia observado o poco do chao vasio. os umbraes da porta e Guilhermiuo que a
espreitava, entrou para a saleta contigua
Inisrregatorio de Judo da Rocha Santos.
Perjfuntatlo se no dia do quinta-feira
Amancio Jos da Paixo Cearense esleve
com elle testemunha e a que horas ?
Respondeu que sim, e at jantoii com
sua familia, tendo apparecido casa delle
-testemonha logo depois das tres horas da
tarde cora seus filhinnos Gil o Calisto.
Porguntado al quo horas esteve Aihan-
cio Jo; ila Paixo Cearense em casa delle
testemunha ?
Respondeu que Amancio esteve em casa
delle toslomunria ato polas oito horas da
noute, pouco mais ou menos, indo dali para
casa Porguntado se elle testo.ounha sabe de
alguai precedente do desembargador Pontos
Visgueiro nos serios ?
Re-pondeu que apenas sabe que o des-
embargador Visgueiro por distraeco prepa-
rava urna rez depois de morta. E como
nada mas soubesse nem lhe foi perguntado,
du-se por lindo este tepohnento, etc.
31 Interrogatorio d Guilhermino de Sonsa
Borges.
Perguntado qual a hora em que Maria da
Conceico entrou acompanhada de Thereza
c outra em casa do desembargador Vis-
gueiro ?
Respondeu que com certeza sabe que foi
depois le urna hora da tarde, porque elle
ouvio dar essa hora e logo depois o desem-
bargador dirgindo-se a elle se exprimi nos
aeguintes termos : ella nao quer vir, re-
ceiosa, mas ella nao deixa de vir, embora
rr.e houvesse promettido de vir ao meio dia
e j houvesse dado urna hora anda a es-
pero, dito esse que ainda mais confirma a
convieco em que elle interrogado est, do
queja havia dado urna hora.
Perguntado se dossa conversa hora em
que ellas eutrarara mediou grande ou pe-
queo espaco de tempo ?
Respondeu que medicu ainda cerca de
meia hora, mais ou menos.
Perguntado quanto tempo mediou entre
o momento que ellas entraram e o momento
em que ella entrou para a saleta, onde es-
tava elle interrogado ?
Respondeu que o desembargador conver-
sou com ella na sala de jantar, e poderia
gastar nessa conversa at o momento em
ella entrou para a saleta ceros, de um quar-
to de hora.
Perguntado a que hora se deu o assassi-
nato de Mariquinhas ?
Respondeu que foi inmediatamente que
ella entrou na saleta.
Perguntado se em verdade elle interroga-
do ouvio passos de alguem no quarto pr-
ximo saleta, como respondeu no seu se-
g'indo interrogatorio ?
Respondeu que realmente ouvio passos e
se for necHssario.
Perguntado se deu:orou-se muito teoipo
na sala de visita prximo A alela, se du-
rante o tempo que esteve na sala de visita
vio alguem entrar na sale a ?
Responden que esteva muito -tempo na
E por nada mais dizer, nem lhe ser per-
guntado, etc.
Segundo relatte* do Sr. br. chefe a>
policio.
Secretaria de polica do Haranhao, 26 de
agosto do 1873.
lllm Extn. Sr Posso s maos de V.
Exc, para que transmita a S. Exc. oSr.
conselheiro presidente do supremo tribunal
dejustiga os ltimos interrogatorios o de-
poimentos quo tomei no intuito de obter os
mais completos esclarecimentos sobre o tris-
te acontecimento em que figura como prota-
gonista o desembargador Jos Candido de
Pontos Visgueiro.
Esto magistrado, que gozava na socieda-
de tle um nomo honrado, cujo proceder era
considerado illibatlo, e tinha urna boa repu-
tacao, apezar de um genio por deraas
irascivul, e ulgumas vezes imprudente, apai-
xonou-se violentamente ha cerca de um
anuo por una infeliz menina, j entregue
ao vicio c perdicAo.
Maria da Conceico, a predilecta de seu
amor, recobia d'esto hornera, j envelheci-
do, as provas mais exuberantes de um ar-
donte amor. Recebia roupa para o uso
domestico, e de luxo, aluguel de casa, e o
necessario para comida.
Era rocompnnsa se nao lhe tributava
amor, era coudesceudente, e frequentemen-
te acompanhada de urna amiga ia passar as
noutes em casa do desembargador e parti-
lhava seu leito
Para bitolar a profundan d'esse amor,
basta attentar o dito de Anna,. urna dasies-
temunhas do processo, a qaal narra o que
se passo'i em sua presenta em urna das
noutes om que acompaubou sua infeliz
amiga.
Estavara ambas deitadas, e o desembar-
gador s, acordado e passeiando, viuha de
quando em vez ajoelhar-se ao leito de Ma-
ria da Conceigo e ajoelhado levava con-
templando suas formas.
Esta vida, que durou os primeiros lempos,
foi, porai, para logo perturbada.
Na festa dos Remedios fouiubro de 1872)
Maria foi encontrada em doce entretenimen-
to com um official do exercito. O desera-
sata de visita e collocou-se por detraz de
urna porta, que tendo um dos lados aborta,
o esconda. O desembargador a foi rece-
ber em compaujiia de sua a>niga, as fez sen-
tar, e servio-liles de doce, dizendo estar s,
para inspirar maior coufianca. Depois co:i-
vidou-a para licar s, e corao ella, receiosa,
dissesse a amiga que nao se relirasse, elle
diz terminantemente a esta que parta.
S com a victima, conversou com ella, e
para obter que ella entrasse na fatal sala,
lhe disse que all fosse buscar um presente,
que para esta tinha guardado.
Maria da Coriceic,5o entrou e foi logo por
elle acompanhada ; quando descaucava so-
bre um bah, v G-uilhermino que lhe sa-
bio ao encontr acompauhaJo do desembar-
gador, ella d um grito agudo, e o segundo
estva a partir e transforraou-se era ura
surdo gemido, porque o desembargador se
lhe atirava garganta, e lhe tapa va a bocea
com urna toalha, ,ao raesmo tempo que
Guilhermiuo lhe agarrava as espaduas.
Assim domada, lhe foi applicade o cbolo-
formio pelo desembargador. que mandou o
cumplice agarrar a toalha que lhe tapava a
bocea.
As repetidas applicages deste narctico,
auxiliadas pela asphixia, provenieuto de es-
tar a garganta fortemente apenada, lhe fi-
zeram perder os sentidos.
Recostada a meio sobre um b .h em que
se havia assentado, lula para livrar-sedo
desembargador; este, porm, segura-lhe
urna das mos collocando-a sobre o p di-
reito que eslava descalco e sobre o bah.
Ao mesmo tempo as convulses da aspbixia
lhe fazendo bater as peruas, o desembarga-
dor as prende entre as suas.
Adormecida que foi, ella lanenu-seeste
e lhe mordeu enfurecido o corpo.
O comparsa Guilhermiuo retn,u-so para
a sala de visitas, e quando voltou encontrou
Mana da Conceico reduzida a cadver, ten-
do sobre o peito dous feriraentos de punhal.
O desembargador deitado sobre o cadver,
alm de ter do a precaugo de forrar o chao
com um capote de seu uso, para que o ta-
boado nao se manchasse de sangue, i>gar-
j rava sua propria camisa e com ella en-
novo a perna direita o don profundo golpe
ua curva, procurando vergar ossa peina so-
bre a coxa.
Noopolendo obtor ainda, doixou de
novo pender a perna, e a dosartculoa pelo
joelho. A perna assim desarticulada den-
tada $ um lado lo caixio. I,ogo depois, o
desembarga'fcjf a^lrra i> caliega da victima
polos cabellos, o com o raen no trinchete
he noria o pescoco at que a '.aboga vol-
teado, pO-lo cahir s bre as etrp'n las o sor li-
tro luzida in* caixao.
Giiiliiorniino, que en p assslia oslo
horroroso sp-claoulo. ijue assini o lescre
ve, fui buscar a lata do cal quo eslava ua
sala lu jantar o qti.nl lo a tl.pusit.iu junto
ao caixao, o ildMinbargutor com un
cuia a ia aliraudo sobre o cada-ver, >> mau-
lado por este comprar suida o um Ierro
para sol lar > caixao lo uieti. -
.Nao eslava anida saiiaiaM esta, feroz, via-
guuga. Mullido j o cadver no caixao, o
lesembargador anda lhe faz unta intonsa
o larga uiasau subte o estomago, por onde
saben as visceras, (e lie d profundo g-il-
|HJ sobre ii ligado -que atiavessi este or-
go !
Guillieriiiiiio pie voli-i o:u a sida o o
ferro, ao entrar no lugar em que se passou
i crime, oiiconii'iu esltj lous fon.nonios
mais,: por ordora de Sou amo foi a cociioira
btfMiar um carro.
Eran tres oras e ra>a quan lo ello par-
te, e o crinio eslava de ludo c.insuma lo.
Serv* do inurtalia uo cadver tim jor-
nal.
O caixao cu borlo cora a sua cobertura do
ZHM0 e sobre esta a de pao, espera va quo
f-sse soldado.
O desembargador escruveu logo aps
seu amigo e compadre Amancio Cuarettt*,
'lizendo-lhe que o espora va s 10 pira li
horas da noute, pois precisava muito ftllar-
llie: lava as manchas de sangue, o veato-se
para assistir a una testa que dava sua pro-
pria firaiha. All choga as 4 \'i huras
abrae.i sua lilha, n.-ja suas notas, sa la ao
migo e collega que havia < boga lo, c com
a maior calma esniguefrio assisle a osla
festa, a queassisto tambera a prmira auto
rid.i le da provincia.
Nem um inovinenio brusco faz eoubecer
sua alteraco ; a aproxitnagao delle, crimi-
noso, aos innocentes lilaos de sea gouro,
uo lie suscita o romorso. que nao trulii-
do pelo muiiino aoatimento.
A's horas avangadn da noute sano des-
ta festa om direceo sua asa, en<*onlr u
om frente esta a mi o amigas da victima
quo solcitas a procura vara o liles resu )ii
deu que nao sabia delta.
Amancio, qu o esperava uu ra, entra
com elle, e apon s idiegou depois do um po
queno discaugo, vio que seu a oigo soffria
grande abalo, s passos agitados, o o
desordenado do andar tosteinunhavam-lbe
um grande soTriuiouto moral ; o logo ap
a sua adrairago e horror aug-nentou se
quaudo vio osse horaoiii, que gozava do
grande aureola, que tinha nma,posie;'io ele
va la, vorgar )s joolhos dianto delle, embo-
ra seu amigo.
Pergiintou-lhe o que quera.
O desembargador fallnu-lh^ em nome de
sua grande e autiga araizade bilbe po lio que
o salvasse. Amancio atordoalo com a no-
ticia, couduzido pelo desembargador para
a saleta que se achava quasi no oscuro, rece-
beu delle os ferros uecessarios, e auxiliado
pelo desembarga ior traz o caixao para a
sala Je jantar rio pavimento superior, onde
receben o carvo e o fogareiro i\<: autemio
preparados.
Elle ignora va o que contiuha esse caixao,
e procurava saber mettende a mo dentro,
mas a escurido era que esta va s com a
luz do fogareiro, nao Iho perrailtto saber
toda a verdade.
O desembargador que ahi estava, e lhe
apressava no trabalho, fez cror que agora
nao era mais licito rocuar.
As 4 iioras o trabalho sita va fiado o
Amancio quiz sabir, mas o desembargador
instava cora elle para beber urna chicara de
caf, o quo augmentan as suas desconfian-
gas.
O caixao assim soldado foi raoltido uo
armario da sala de jantar do pavimento su-
perior.
iNa manb do sexta-feira as amigas da
victima e sua mi forara casa do desem-
bargador, porcoiren Jo os "seus ansenlos,
ete lhes afliangou quo nao sabia d'eda,
chorou o sou desapparecimeiitu, o ibes of
fereceu dinlioiro para a procuraren}. O seu
procedimeuto as dispoz em ana favor, ellas
eontinuaram as suas posquizas que forara
infructferas.
A"s suas perguntas sobre o destino de
Maria da Conceigo dizia-lhe alguns do po-
vo que ella havia Jo para o Cutim, e ou-
tros que para o Para.
As fiis amigas forara na raanh de sab-
bado ao official extorno ila polica pergun-
tarse ella hav a partido para o Para, e as
10 horas do dia Thereza deuunciou poli-
ca que ella havia desapparecido. .
rido da noite. lo pouco dopois.por elles
enterrado o caixao uu raesmo jazigo era que
na manha seguinte foi lescuberlo na busca a
que iocodi.
Tal Exra. Sr., a triste e verdica histo-
ria, as suas uijioros soninluiieias, deste
nefando e horroroso irime.
Ha a notara ria e louga promediunjiodo
acensado, o o esludo arte com que bus
con cu.u grande antecedencia undubrir o
crime.
Os inar minuciosos objectos foram com
O maior cuidado pivp irados.
Assim, o desembargador traz Gudliermi-
no do l'iauhy, encommonda os dois oaixdes,
de na loira o ilo zinco, recorameuda quo
[-esto si-ja irapermeavol, prepara as travessns
que dove comprimir o ca laver no caixao,
manda amolar a faca, faz a mascara, depo-
sita no andar superior a Cal, o fogareiro ep
carvo, e lera mao a toalha, e um capole
grosso o-n que devo ser depositado o ca-
dver.
E' tambe.n digno de nota.
A violencia, souao forocidade, do aecusa-
do, atirando-se sobro Mariquinhas, apenas
adormecida o mor leu lo-lhe o corpo. Nao
saciado com a su i morlo, ain la depois le
otar o cadver no caixao, rasga-lie o esto-
u.ag i o perfora o lidado.
0 sangue iio e a calma com quo logo de-
pois do crimeapparece em publico, Bastis-
te a tinta festa de familia, em quo tomaran
parto as- pessoas ni ts gradas da capital.
E' finalmente o grande cortejo de cir-
cumstaucas que aggravam o crime Esta
fria premedilaci a emboscada de Guilher-
UlillO, o abuso de conliauga, o i justo ora
estoparas suaperpetracAo, por 100$ olera
de ontras parecem drelo acumula las, para
que urna grande o irreparavel pona castgue
un grande o horroroso crime, o quig o
mais celebre nos anuaes ju liciarios d ste
imperio.
Sun, era lace dostas circumstancias, que
lovam o crime de homici lio a i artigo 192
docod. criminal, ver a populagao um vo-
ltio magistrado, encanecido ua setnela de
julgar, com asiento no mais alto grao d
hierarc'uia d magistratura, subir ao patbu-
lo, o com o seu proprio sangue, lavar a
que urna mullido de escalares erabndera-
toga maculada cn o sangue da victima !!
Se mais minuciosa eiiviiuistauoias deste
horroroso facto se achara pompada.non lo
prova las leste uquorito, e obtivo a tlosco-
oerla do crime c essa prova uo diminuto
periodo do 9 das, davo ost: resaltado a
gciierosi lado com que os ci lataos ta cap
tal, dando um nobre exonplo, *e prestaram
a lalatjr-.uo o que sibi i n tola v:/. que
'rae: chamados i polica, ao gran lo auxi-
lio do Dr. dolugadoe <1j subdelgalo de
polica, do 3 districto da capital,
inexceJirei dedicacAo tos emprega-
dos da miaba secretaria que presta-
ram-se a trabalhar dia e noite e finalmente
aos generosos auxilios do V. Exc, quo uva
foram" os mais- uteis e proveitosos nesta dif-
licil coiijuuctura, era que ainda una vez se
reconnecea solicitada de V. Exc. pelo pu-
blico servigo.
0 povo, que pelo horror do crime, se
mostrou a principio enfurecido, mais calmo
espera boje a deciao dos tribuuaes.
Conservo, entretanto, a pessoa do desem-
bargador na mais completa vigilancia, pa-
ra quo elle nao possa ser olTeudido e offeu-
der. evitando assim matares desgracas.
Guilhermino o Luiz, que se acbam tioti
dos porque s hontoni derain os ltimos
esclarecimentos polica que precisava del
les, toro de ser postas em iiber.lt le, se por
ventura o Dr. juiz de direito quem foi re
mettido o processo, nao ordenar a priso
dalles, como oeste sentido lhe acabo da
oilici.ir.
lllm. Exm. Sr. Dr. Silvino Elvidio Car-
neiro a Cuaba.M. D. presidente da pro-
vincia.
0 cbefo tle polica,
Higutil Cal non du Pin e Mmeila..
VARIEDAD!!
CABO TELEGRAPHICO SUBMARINO
Ar.corou ante-hontora (27 do agosto) em
nosso porto o vapor nglez Ilooper, que
realisou a i.mmerso do cabo telegraphico
submarino entre Pernambueo e o Para.
Tendo saido do Recito em 8 doste mez, im-
tnergo o nToopr 1,150 milhas nuticas
de cabo, desde o LamarAo at barca pha-
rol, no banco de Braganca, 75 milhas des-
ta cidado. Para completar este servigo e
pora linha em estado de ftuicconar, aguar-
dara os engenheiros que esto incumbidos
ila inaugurago do cabo, a chogada este
porto do vapor (ircat Nonhern que
sahio de Londres no dia 7 deste mez, e
que traz a seu bordo o cabo que ha do ser
soldado extremidade que ficou era Bra-
ganga e que ha de estender-se at estago
dcsta cidado. 0 Great, Northern espera-
do a todo o momento. No Hooper, alm
da oilicialidade, vera: sir W'illiam Thom-
son e professor Fleeming Jenkin, represen-
i
tauts daWestern and Brasilian Telegrapl
Nessa manh Anna, amigada viclima,ICorapanycessionaria do privilegio para o
bargador, possuido de colera o julgando-se chugava o sangue que extra vasa va das fe-
proferido, laiicuu-se sobre o official com um, ridas.
pao ; elle foge e Maria vai dormir no ho- No querendo deixar o rainimo vestigio
tel. j de sangue, mandou que Guilhermino agar-
As pazes forara feitas, e logo depois con- rasse o cadver' pelos ps e seguran-
tina a mesma vida feliz entre ambos, po- do-o pelos hombros o deposilaram no cai-
rm Maria nio deixou de ter um predilecto, xo.
tal vez pela averso que lhe inspirava o des-1 Vai agora augmentar-se o horror da scena,
embargador. Mana da Conceigo jaz n'ura pequeo cai-
Mais de um outro encontr semelhante se xao de cinco palmos. de comprimento, que
repetio, e medida que se augmeqtava o nio a pode conter estendida. 0 de.-embar-
ciume d'esle.j augmenta va a averjo d'a- gador quoi o havia comprehendido, tiaha-
quella. se prevenido de cordas, e amarrando o p
. Ha oito mezes o teoente Antonio Feliciano, direito o faz voltarsob a coxa respectiva, e
Perallos Falco recebou a incumbencia de os amarra, maudando a Guilhermino que
fazer mal a esta rapariga, mas fosse medo, fizesse o mesmo com a perna esquer la.
fi>sse o desejo de tornar incxgotavol a bolsa Preparado assim o corpo, que eslava
do desembargidor, de quera recebia aom- n'uma posigio m, e por forga tlella levan*
pre auxilios, nunca deusoluigo sua mis- tado do tal sorte que uo seria possivel ore-
sao, gar o caixao, o desembargador assim com-
_ Entretanto, laclo digno de uou, apezar prehenJeudo, laua mo do trincheta, que, Ordeuou queao abrisse a cova no quin-
d'estes cncontros desagrada veis, apezar de anteriormente havia feito amolar per Gui-
estar Peraes com esta inoumbenciu, o des- lhermino, e cortadas as cordas, estendeu dt
voltou anda casa do desembargador que
estava socegido e tranquillo almocaudo,
fallou-lhee pereorreu os aposentos do andar
inferior e o quintal. Nada a fez suspotar
do infeliz e terrivel destino de sua amiga.
Ao passo que a polica mandava ao Cu-
tim saber se Maria da Conceigo l estava,
e procurou saber se tinha sido vista na capi-
tal, o desembargador Visgueiro foi de novo
casa de Amancio e lhe exigi era novo
sacrificio, pois lhe pareca que o cadver
deitava mo cheir, pelo que era mister
recorrer de novo sold.
Amancio appareceu ao meio dia em casa
do desembarga Ior, e ahi na preseuga de
Guilhermino e de Luiz, que foi pouco de-
pois chamado, o desembargador os maudou
cheirar o caixio e i inmediatamente foi pas-
sada a sida nos lugares em que havia
orificios.
Feito esta ultima operagu, foi o caixao
couduzido, depois de meio dia, para o pa-
vimento terreo, e ihi depositado 'um quar-
tinho prximo sala de jantar deste pavi-
mento.
Resta va resolver sobre o destino que
convinha dar-lhe. A primeira idea do des-
embargador era conservar comsigo at' sua
patuda para Alagos, onde seriara dados
sepultura os restos da infeliz Maris. Esta
idea, porm, era inetequivel, porque o des-
envolvimento dos gazes, eonsoquencia da
pitre!" x*o te muco, i|ue se presentava muito
abalado.
Este reeeio, o fez mandar enterrar o cai-
xo com- a taiupa para buixo.
tal, o qQe foi feito por Guilhermino e Luis
das 5 as 6 horas da tardo, o fragas escu-
estabelecimento e custeio da linha, e o ca-
pito dington e Mr. France, representan-
tes daHooper Telegraph Works Company,
que contratou a construego ecollocsgo
do cabo. Estes noraes sao de vultos eminen-
tes as sciencias e na industria. 5ir Willam
Jhomson, cavalleiro (knight) commenda-
dor da imperial ordem da Rosa, inventor
do systeraa de cabos telegraphicos subma-
rinos a que pertence e cuja immersio fes-
tejamos e do systeraa de sondagens, que
precederam esta immersio. E' um caval-
leiro que i ibilita seus ttulos honorficos.
Desde que constau na cidade que fra
visto na barca o vapor Hooper apossou-se
da populago esse sentimenta de jubilosa
curiosidade, que ura caracterstico do pa-
rense, e que d s nossas festas um cunbo
de grandeza que se nio pode descrever. 0
aviso de guerra Henrique Das, postado
para esse lira na Babia do Sol, suspendeu
viagem para o nosso porto embandeirado
em arco, apenas avstou o Hooper e fez os
signaes convencionados. A Barra deu eo-
lio tres tiros de canhio e outros tantos deu
o Castalio. Eolio comegaram a subir ao ar
de todas as pracas da cidade bastas giran-,
dulas de foguots, embandeirarara se todos
os navios surtos no porto e consolados, re-
picaram todos os sinos e o povo coraecou a
atfluir ao caes. As 11 horas da manh
passou o Hooper pela Barra, que salvou-
o com il 'tiros de artilharia, sendo logo es-
ta salva correspondida pelo Castalio. Fe-
cluram-se logo tadas-as reparlii^Ses publicas
eo-commercio. No po-lo coraeeou o uio-
viraento, que era a principal parte |a festa.
Comegaram ascender suas machim.
poras Mandos, Joo ttgu
Augusto, Btija-i'lr e-Toin-o ec.
los navega va eufre o caes e os vapores, con-
duzindo passagoiros. A's 1 I/i horas fun-
doou o Hooper, que ievantava em su to-
pe tle honra A bandeira brasiloira.
No vpor/lw|ito,eniharcou a philarrao-
nicaclub phianuouit o no Mandos a
bandado msica dos aprendizesrnarinheiros
do arsenal de marraba, que foi a primeira
vez que se apreseotou em publico, e no
A mozonas i banda de infamara 11. Estes
vapores uavegavam na frente do caes, tocan-
do as msicas que tinham a bordo escoltadas
syinplionias. j
A's 3 horas da tarde emfiarcou-se S. Exc.
para bordo do Mandos onde iam os convi-
dados pela comroisso official. O .laako*
embaudeirava era arco e arvorava no tope
grande a han.letra nacional e no mastro da
tr.iqweta a bandeiraanglea. I>epoissuspen-
deu ancora, tocando a msica df> club phi-
larmonico o hyinno uwnonai u as outras
bandas tle musica ilversaspegas. Salvou
o castollo e queunou se ni cidade vara
girndolas de logeles. Sigui a flolilha,
nido na vanguarda o ManSut baria vento e sotavento o Joo Anguila e
Amazonas, que em seus nicos mastros ar-
voiavara asbandtdras brasileira e in^leza,
A injusto, arvoraudo a brasileira e suissa,
lleija-fli'r a brasileira e franceta e Tauro.
Era tolos estas vapores iam crea de 4,000
pessoas. Ao avisinUar-se a flolilha da barra
salvou esta fortaleza e ao atracar o Mandas
ao //' apar, repeli a salva, que foi corres-
pon diila pelo castalio. .ssa occasio todas
as pessoas que esiavam a bordo sautlaram os
inglezes iom trplices hmtrrahs em quanlo
o club pidarinonico toca va o iiyrano nglez
gaod S4ive th>; msica o byinno nacional e era ierra e a
bordo queimavam-se foguetes.
Atracado o Mandm ao Hooper passaram
[tara bordo leste vapor S. Exc. o Sr. presi-
dente da provincia, as senhoras que tiuhara
i lo no Mandos e mais convidados, quo fo-
ram totlos recebidos coa a maior delicadeza
no prtalo pela oilicialidade do vapor e pelas
membros Ja expedigo telegrapliica. i suis
pessoas petcorieram o Hooper. que o
maior navio que tora entrado em nosso por-
to e ura dos matares do mundo. A borlo
examinaran! com miuuciosidade todas as
machinas e appamlbosque toman o convz
lesta enorme embarcago urna oiliciiia gi-
gantesca. Durante ese totopo os outros
vapores enviavara visitantes ao Hooper,
sollavain foguetes, davara vivas, tocav.ira
ai tsicas e laziain continencias cora as ban-
deiras. A equipagem do Hooper, formada
na amurada, corresponda a estas testas. A
4 1/2 horas rolrarara-so o Sr. presidente da
provincia e sua comitiva de bordo deste
vapor, e convidaram <-s membros da expe-
digo telegraphica e oflii laudado do navio
para bordo Jo Mandos, onde foi servido ura
[uxuoso lunch otferecido pelo illustre Sr.
commendador M. A. Pimenta Bueno, geren-
te la Amazon Steam Navigation CompdHf
- e em que tizeram os seguimos brindes :
S. Exc. o Sr. Presidente da Provin-
cia :U faustoso acontecimento que comrae-
mononos e que to enthusasticos jbilos,
despert no seio da heroica familia paraense,
assignala urna conquista do Brasil para a
peieclibilidade indoiinida e continua que
Dous fadou aos povos eleitos. As festas
cora que o povo traduz o seu enthusiasmo,
provara que o povo est preparado para
todas as conquistas do progresso. Em
nome desse povo, que ora se entrega s
mais festivas doinonstrages do enthustasmo
brindo os illustres estrangoiros que trouxe-
rain-nos no vapor Hooper, cora o cabo tele-
graphico submarino um dos mais fortes ele-
mentas do progresso e da civilisago dos
povos, fazendo votos pela prospendade da
expedigo do Hooper I m
O Sr. commandante do vapor Hooper :
Em nome dos membros da expedigo do Hoo-
per agradego a cordial saudago que em nome
do povo paraense enderega-nos S. Exc. o
Sr. presidente da provincia. Contavamos,
nos que rahecemos na Europa a vitalidade
do povo brasileira, pelos prodigios com que
elle assignala o seu advento communho
civilisadora dos povos cultas, que seriamos
aqui acolhidos como so'no entre lodosos
povos operarios, embora humildes, das
grandes ideas, mas as festas paraenses tera
corto cunbo de magestaile que surpreude-
nos. Echoam at aqui as delirantes expan-
s6es do enthusiasino popular, e commovem-
DOS pela sua grandeza, porque nos presen-
timos ueste grande acontecimento una liga-
Co, que aos enche de orgulho, entre o
nosso paiz e o grande e florescente imperio
americano!
S. Exc. o Sr. presidente da provincia :
Viva a nagao inglcza I
(A banda de msica de aprenJizos mar-
uheiros do arsenal de marinha formada na
tolda do Mandos, tocou o bymno nacional
do Brasil, e a bordo do Augusto oclub
philarmonico -tocou o hyinno nglez good
save the queen.)
Sr. Thomaz Sheepton Creen, cnsul
nglez: Agradego o brinde levantado i
uago ingleza por S. Exc. o Sr. presidentt-
da provincia e o enthusiasmo com que foi
correspondido pelas pessoas presentes.
Brindo pela naci brasilea, por esta grande
naga o que pela sabedoria de suas institui-
ges, pela amplitude do seu desenvolv
meato moral e material e.pelo enthusiasmo
cora que adopta todas as conquistas do es-
pirito humano, chamada, n'um futuro
bem prximo, representar ura iinportantis-
simo papel ua historia do progresso da hu-
manidade.Viva a nagio brasileira 1
0 Sr. Francisco Gaudencio da Costa,
presidente da praga do coramercio, sada
em nome do coramercio paraense os mem-
bros da expedigo Hooper, e articula os
votos que faz pela feliz realisago de seu
grande coramettimento.
0 Sr. capitio de fragata M. Carneiro da
Rocha, inspector do arsenal de manaba:
A' marinha ingleza, marinha de guerra,
que a sede do poder material da Gri-Bre-
tanha, e marinha mercante, que assoct
aque le grande povo a todas grandes obras
do progresso.
0 Sr.J&f. Manoel Odorico Nina Ribeiro,
engenbeiro municioal:Em nome da sci-
encia brindo o Sr.- bario Vi. Thomson, in-
ventor do novo systeraa de cabos elctricos e
dos prbeessos abreviados das sondagens.
. 0 Sr. Dr. Infloconcio Pinbeiro Cf rreia,
chefe de polica :- A' S. Kxc. o Sr. Dr.
Domingos Jo- da CunJa. Jnior, preside
da pntvincia, que tem captado a respt
atterr la a popuragao do Para, pele
-seu tino administrativo, pelas suas qualido.-
le posoaes e pelos servigos que terapres-
ado i provincia.
Qontjnuar-se-i
K> xMUO -RA DUQUE DE CAXlil
I


-
.
'
'
\



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