Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13034


This item is only available as the following downloads:


Full Text
AN\0 XUX. NUMERO 209


PABA A CAPITAL E II CA RES ONDE KAO SR PACA PORTE.
Por-tres meza aduntado*.........,. ?*..... 69000
Por seis ditos klem..............**, 1SM>00
Por um dnno klem.................. 143000
Cada numoro avulso.................. J20
SEXTA ffcIRA 12 E SETL'MBRO fa 1873
**---*V~*---------------------
PABA DB^TBO tt OB^HRl-*FBVIXCIA.
Por tres mezes adiantados. .... ...
Por seis ditos idem.........r...... .
Por note ditos dera........ .......
Por um auno dem. .* .
DIARIO DE PERIVAM

1WM*0
S7*N*
Mi
Mi
PROPRIEDADE DE MANUEL FIGUEIROA DE FARIA A FILHOS.
*
<* Srs. f.erardo Amonio Al ves d Filhos, no Para; Goncalves Pinto, no Maranho; Joaqun Jos de, Olifeira d Filho, no Cekrd; Antonio de Lerm* Braga, no Aracatj ; Jofo *r ia Julio Chaves, no Ass; Antonia Marques da 8ti, do Sitil j Jari Jostia
Pereira d*lmeida, em Mamauguape ; Augusto Gomes da Silva, na Parahjba ; Antonio Jos Gomes, na Vill^da Penba; Belarnrino dos Santos BuJco, em Santo Anto ; Domingos Jos da Cost Braga, era Nazareth;
Antonio Perreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Machaeo, no Pilar das Magdas; Alves d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
3p
)

>?
PARTE OFHCIAL
Govenio da provincia.
LE N\ I, 28.
0 bacharel Henriquc Pon-ira de Lucena, commeudador da im-
perial ordeno da Risa, cavalheiro da Je Cliriato, juiz de dir.-ito e pre-
sidente da provincia de Pernambncn :
Paco satwr a todos s seus habitantes (|ue a asamblea legisla-
tiva provincial, safa propo.-ta da cunara municipal da cidade da Es-
oda, decrelou as seguimos posturas :
CvPITULO i.
Gommerc i o.
Art. I.* Tuda a pessoa que abrir cata de negocio tiesto munici-
pi ser obrigada a tirar lieenca da cmara animalmente, sob pena
do pagar i-300,) de inulU.
Ari. 1* Todos os quo venderem fazenda- ou gneros, que devam
ser ini-did .s ou pesados, serio obrigados a ter todas as medidas e
pesos nooossarios, ateridos dentro do anuo linanceiro, endo a af-
atele lugar nos nWM deuutubro a novembro, e a levisio nos me-
zes de maio a jaa.hu ; do que aferidor Ibes passar bilhetes, tanto
de afericao, co o de revisao, para Ihes^servirem de titulo que prove
urna e nina ontra cou Art. .1 Todo aipioll.- que negociar, vndenlo ou comprando
por medidas on posos nao aferiifet pagar 4l)00de multa por ca-
da mu peto ou medida, e I 000 pelo peso ou medida, que nao tiver
sido revisto.
ArL 4.' Aquelles cojos pesos ou medidas, depois de aforidos ou
revimos, se acharan inexactos, alun da multa de 8*000, soffrerio
d.ius das de prislo.
Art. 5. A venda que tiver de fundo 10 >*0OO para menos- nao
ser obrigada a ter completo o torno do pesos e medidas, e sim so-
mente os que forera preci.os.
Art. 6.* O afendor que aferir pesos ou medidas per mais ou
menos do que o marcado no padro da cmara pagar a multa de
de 10*i>00 por cada um pesoou medida.
ArL 7. O arerior nao (ara aferica de pesas que levarem ac-
crescimos por argolas, que fcilmente se possam tirar, sem que sol-
de os ditos aecrescimos totora; fazendo no bhete de afericao, que
Masar, mencodos pesos que os levarem, sob pena de pagarem i.
A inesnia disposii.ao se faz extensiva s balaneas que para se equi-
libraren! f-.r preci-o juntar tara.
Art. 8. Os donos das bataneas e pesos, que na revista forem
achados sem a tara soldada pelo aferidor e mencionada no lilbete
de afericao, serio multados era 6*0>0.
Art. 9. Todo aquello que atravessar vveres de primeira neees-
sidad'-.que viorem ao morcado dosta cidade e p.ivoaciics do munici-
pio, para com elles monopolisar. revendendo-us no mesuio morcado ou
levando-os para outro lugar para revende los, ser multado em 20*
a soffrer nito di is Je prisio.
ArL 10. Si* lagares designados pela cmara para feiras a ci-
dade a povoa;5es -lo municipio, no local por ella marcado : os in-
fractores serlo multados em 10*000.
Art. II. Para que posssm ser croadas feiras em quaesqner ou-
iros lugares, dever preceder li.-enea da cmara, sob pena de 30*000
Jo inulta ao* creadores ou ustalladores de taes feiras e do duplo ni
reincidencia.
Art. 11 Todo aquelle que tiver dislillacao ou restillaead, ainda
que mande vender em outro quaiquer municipio a agurdenle ou
espirito que rastillar, dever aferir as suas ancoras nesla cidade
pelo respectivo aferid por cada par de ancoras de que u-ar, ainda que as tenha aferido
em outro municipio.
Art. 13 Todo o mscale, bnceteira ou quaiquer pessoa que
vender quaiquer genero de fazondas ou miudezas a retalho ser
obrigado a ter medidas de extenso afondas : o infractor ser mul-
tado em 5 000.
Aiuda mesmo que o mscale ou boceteira more em outro mu-
nicipio, estar sugeito mesma pena si, venlendo neste termo, nao
apresentar a quem competir billiele do seu respectivo aferidor.
Art. 14. A casa do mercado publico desta ciJade exclusiva-
mente destilada para rocolliimonto de gerteros agficolas e indus-
triaes deste municipi-i, sendo |Hir conseguinle absolutamente prjjit-
do que ahi se recolliam fazondas, rniudezas, obras de ouro ou de
(rata, sap.ilarias, cigarros e quaesquer outros geueros produzidos
ora do municipio, os quaes poJero ser vendidos no largo da feira,
uo lugar designado pelo fiscal : o infracta ser multado em 10J000
1 ser i sua custa removidos os gneros para o locl designado pe-
la cmara.
Art. 15. As possoas que pira a dita ca-a de mercado se quize-
rem recolher com os gneros produzidos no municipio, que trou-
xerem leira, pagarao por caJa carga que trotixorem o imposto de
liO ris.
Art. 16. E' perrojtiido a quaiquer pessoa armar toldas o bar-
ricas as tiras desta cidade o povoacao d. mjiuicipio.
Art. 17. Os padeirns sao obrigados a ter uo tuiior asseio e l:n-
pesa a miufaetura o depo ito do pao, assim com j a faz^r a fabrica-
qlo com fann as ss : os in!ractores ser i multados em 10000 c
perdero as tortahas, si estiverom arruinadas.
-rt. 18 Fioa prohibida a venda de garapas e bebidas que pos-
sam arruinar a saJo : os infractores sor.io multados e;n 20000.
Art. 19. Pica pro ibida a venda de aguarJente aos escravos,
som que apreseoteo bilhelos de seus senhores,- por elles assignados,
que Mtorisem a vjjnda : os infractores ticam sugoitos a pagar 6f000
de mu la.
Art. 20. Vinguem podor estabelocer olarias para fazer telhas
ou tijollos, som liceoea da cmara ; devendo a olaria ser collocad
voafo dosle municipio : os insfractores scrao multados em 301000.
As olarias actualmente existoules sero removidas quando tive-
rem de ser reconstruidas, sob pona de 30J000 e de serem demolidas
custa dos donos.
Art. 2:. O aferidor que, sem motivo justificare!, recusar se a
acompanhar o fiscal em correccn, sendo para isto convidado com
-anlecedencii, soffrer a mulla de 10000.
Art. i O aferidor que se negar a fazer a aferioo que lhe for
podida, e deixar de a documentar, ser multado era oiOOO.
Art M. Sao prohibidas as distillacoes e restillagSes, nao s den-
tro da cidade cuno em tolos os povoados doste municipio, salvo uos
tugares de-igna Jos pela cmara : os infractores pagarao 30*000 de'
multa e o edificio ser demolido sua cusa.
Art. 21. Al pessoas que venderem gneros solidos ou lquidos,
estando falsificados ou corrompidos, depois de verificados por exa-
me s mitario, serio multadas em 800 > por cada genero falsificado ou
corrompido, e laucados fra ou enterrado ns mesmos gneros.
Art. 25 Todas as pessoas que dentro do municipio tiverem ne-
ao respectivo fiscal, sempre que este exija, o bilhete de aferiQo ou
revisao, sob pena de mcorrerem na multa de 0*000.
Art. 26. Menhum dono de distilla .lo ou restillacio poder dar
sgnio aos residuos das tnesinas distiilacSes para os riachos, ribeires
ou ros, sob pena de pagar 8*000 de multa.
Art. 27. As casas de vender plvora, bem como as de fabricar
ogos artiliciaes, sse DiMlerao e-taludecer na distancia de duzentas
bracas de quaiquer edifieacao : os infractores pagarao 301000 de
mulla e na reincidencia o duplo e soffrer tres das de prisao.
Art. 28. Os que vierem ao mercado sara vender hortalicas e
legumes em p quena porcio ficaro isentos de pagar imposto
algum.
CAPtTIXO n i
Do miladouro e aougue public.
Art. 29. Ninguem poder matar e esqu.irtejar rezas para o eon-
?nmo do poro seno nos malalonros pblicos ou particulares, e com
lieenca da cmara municipal, sob pena de ser multado era 16*.
ArL 30. Nioguem poder picar rez alguma seno depois de
pago o imposto aos correctores d s direitos nacionaes, para que de-
pois seus douos possam voudc la como Ibes aprouver, sob.pena de
2*000 de multa por cada rez.
Art. 31. Os exactores do imposto sobre o gado do consumo nao
podero oppor a menor duvida na matanca das rezes as horas
ma' cadas, sob pena de serem multa los em 4*000, salvo si houver
molestia as ditas reses.
ArL 32 Ninguem podor mat ir rezes d entes ou mandar esfohr
esipiartejar as que apparecerem moras, sob pena de pagar 8*000
mandar enterrar ; no ca.so, porm, que assiro nio o faca, dever o
iimiai nia.iJ.-.a entonar e o djiio da cirno pagar a miHa de
10*000.
Art 33. Nio se poder matar rez alguma caneada nem corri-
da, seno dep s de dous dias de reputuo, flcando absolutamente
prohibid > o Drinquedo de tourearae itj em q_ualqner parte : os in-
fractores pagarao a multa de 20000 e soffrerao tres dias de prisao.
Art 34. As rezes que nao f.irein c impetent :raenle sangrada*
nao poderio ser expostas venda : os iuraetores serio multadas
.em *000.
ArL 35. Nao se vender carne, peiie ou intestinos de rezes, sem
que seja Oebaixo de coberta, e quando algum desses gneros for
conduzido pelas ra, dever conservar se coberto com pannos bran-
oa e limos: es infractores serio multados em 2*000.
ArL 36. 9s que venderem pelas roas a retalho, carne de porco,
de carneiro, de cabra ou toucinho, deverao ter balaneas e pesos
arendos, e as carnes sobre pannos brancos e lirapos, e cobonas com
os_mesmos: os in.ractores pagarao a multa de 4*090 e o duplo na
reincidencia.
ArL 37. A cmara fornecer aos marchantes os eurraes preci-
sos, em que sejara recolhidas as rezes destinadas mitanja pira
consumo,pagando estes 40 ris por cada cabeca.
Art. 38. A pessoa que arrematar o imaost de sangue e repesos
do ajougue portoncenies a esta cmara ser obrigada a tratar di
asseio ulero, do acougue publico, pelo que ter era seu poder a
clin-e do dito acougue, ude nos dias le sabbado dever estar aberlo
pelas seis horas da manh, assim como nos demais em que eos-
turne toldar carne, s'jb pena de pagar 8*000 do multa e do mandar
limpar sua custa.
Art ;9. Todos os marchantes que talharem carne nos acougues
desta eidade e das poviiac^ej do municipip sao .obrigados a ter ba-
taneas suas, eos pesos uecessarios que acamara marcar por oc-
casiio da licenoa e em editaes : os contraventores serio multados
em 6*000.
Art. 40. 0 fiseal no< sabbados e mais dias de mitan.-.v regular
visitar os acougues, e, si es nio achar cora o asseio necessurio, mul-
tar em 8 os respectivos douos ou inqudiaos; examiu ir igualmen-
te, nao s6 o estado de sanidade da carne, como a exacliJao dos pesos,
inultaiidn-os em 4* v-or cada peso ou metida nio aferidos, e em
1*"00 pelos que nio tiverem sido revistos.
ArL 41. A pessoa que arrematar a casa d> tn)rcal> publico
desta cidade ser obrigada a conserva la limpa, sob pon d', o n u
fazendo, pagir SJ'UQ d* multa e de ser este servido RUnladj faiet
pelo fiscal cu-ta do arrematante.
Art. 42. E' prohibido lalhar carne ooite, e os acougm-s serio
fechad os s 6 horas da tarde, sob pena de pagar-te 10*009 da
multo. .
Art. 43. Fica pnhibido s fressureiras ou a quilqu-r pess>a que
ose deste trafego lavar e preparar as fressuras dentro desta cidade,
sendo-lhes smente permittido faza-lo juntJ ponto desta ciJade,
que atravessa o rio Ipojuca, e nos lugares designad pelo fiscal;
os contraventores soffrerio 4*000 de multa, e na reincideucia tres
dias de prisao.
Art. 44. Nenhuma rez ser morta para censura, sem que pri-
raeiramente hija descansado, pelo menos, Joza h iras : o infrac-
tor ser multado em 8*00 >.
ArL 45. Fica prohibido o uso de Lilhar-se carne a machado, d*-
ven lo este ser substituido pela sorra para os ossos e haver faca para
as carnes: os infractores serio multados era 3*000.
CAPITULO UL
Seguranza publica v
Art. 46. Tolos os edificios, muros e tapanentos de quaiquer
natureza, que se acharera era estado de araeacar ruina, serio de.i-
udos custa do proprietario, procedendo o fiscal a prunpto esame
ior dous peritos, aflm de conhecer si curapre demoli-l >s ou repara-
os. Feito o termo de exarae casia do mesrao proprietario, o fiscal
o avisar para proceder logo demoligio cu reparo ao prazo deter-
minado no mesmo termo, linio o qual, ser o dito dono, procurador
ou depositario, multado em 15*000, e o referido fiscal avisar ao
procurador da cmara para mandar fazer a deraolici, ou reparo i
cu?to do proprietario.
Art. 47. Ninguem poder fazer escavanes tirando trra ou
areia as ras e estradis ou em quaiquer outro lugar de tran^iti
publico, sob pena de 5|000 Je multa e de ser obrigado a entulha-
ias : si o infractor for escravo, a multa ser paga por seu senhor.
Art. 48. Si alguem tiver era sua companhia algum louco furin-
s> ser obrigado a conserva lo era boa guarda, ou a euvia-lo a casa
da caridade, e, o nao fazendo, ser multado m "5*00').
Art. 49. E'_ prohibido ter cies sollos e vagando olas nas desta
cidade, senl) -neate perraittid t-Ios em casa, sob pena de serem
appreaendiJos os que forera encontrados e de Ihes ser apphcada a
nox-Tomica.
fiesta lispisifio se nio cimpreh-indem os caes que acimpinhi-
rom os se:is donos, urna vez i^ue tragara eolleiras on d-clarac)
dos noraes dos mesmos donos-
Art.O. Todas as pessoas que, moran lo junto s ostra las, pos-
suirem cies, serio obngadas a evitar cui ladosamiiite pie elles n-
vistara 03 passageiro, sob pena do pagaren 4s00) d-i milta. Xa
mesma pana incorrer acuelle que, se a^ompanhaalo do cs, wteg
offoadrem as pessoas que encontrarem.
Art. 51 Ninguem poden transitar as ras desta cilale e po-
roacoes de seu municipio correado acavallo, mu someme en aoja-
res moderados, e pelo centro das ras, doixinJo livres os passelos
ou eticadas para o transito a p, son pana de pagir 3 JOJ) de mulla.
A di-pisje,io deste artig) nao comprehende os o!Biaes e orleuan.as
de cavallar^i, e todas aquellas pessoas que levarem ordem ou parti-
cipacdei do antorid ides que exijam brevidade, os quaes todava i>c-
cupirao o meio da ra, deixanJ livres as calcadas na forma a.-ima
preseripta.
ArL Si. As pesaoas q:ie trouxerem caralhs carregados para as
feiras, ai i is arr i iro u i< c irg.is, o c m tuziro pira o lugar q'j"
Ih^s for deuiail) pilo fiscal, o qual para e-te li.n escoliiera lugar
proprio.
0 wwni seentende con as pessoas que trouserem savaHos de
sella ou (bxlra para "ender ou para outro quaiquer iim : o iu-
fractor sur miliajo e.n 2*03), sendo ul animaos retirad is sua
custa.
CAPITULO IV.
Tranquilad de e miraUdade publica.
Art. 5J. A: casis publicas de bebidas, tavernas ou barracas,
que venderem raolliados, serii fechadas s nove horas da noute, e
no teinivo em [jue estiverem abertas do dia o noute, o seu d.om
nao consentir ajuntamontos de pretos e vadios dentro dellas, e logo
que elles estiverem prvidos da mercadora, os far iinm:diatonente
sahir, sob p>na de pagar o dono da taberna, loja de bebidas ou bar-
raca a mulla do 6*00:).
Art. 5i. Toli aqaee qw nai horas de silencio perturbar o so
ceg publiiro com vozerias e toques ser multado em SJOOO.
Art. 55. S as boticas podero e3tir abertas dopeis das nove
horas da noute.
Art. 31. Tolo aquelle que escrever ou pintar figuras obscenas
nis paredes do quaiquer edificio ou muro, ou alBxar pasqun, as
portas, muros ou paredes, ser multado em 10*000 e soffrer, alm
da multa, qjatro dias de prizao.
Art. 57. Pcara absolutum:nte prohibidos os maneqiins on figu-
ras que irrisoriamenteTepresentarem alguma autorJale ou pessoa
particular : os infractores pagario de mulla 10 4000 e soffrerio,
alm da multa, quatro dias de prisao.
Art. 58 Quom fizer pelas ras vozerias ealarilos pagar a
multa de 2* 00.
Ari. 59. Toda a pessoa que de da for achada nua em bera de
rio, ou toman lo banho com o corpo descoberto, ser multada era
4*000, e na reincidencia soffrer,al;n da multo, dous dias de prislo
Si for escravo o infractor, a multa ser paga por seu senhor.
Art. 60. Fica prohibido as casas particulares o castigo no es-
cravos durante as horas d i silencio at as seis da manh : os infrac-
tores sero multados e:n 5000.
Art. 61. Ficam prohibidas as figuras de ludas nos sabbados de
Allelnm : ns nfractores pagarao a multa de 10*000, e soffrerio, alem
da multa, don dias de prizao.
Art. 62 Pioam ^prohibidas as far;as publicas em que se apr-
sente individuos ornados com insignias ecclesiasticas, arremedando
as funcQdes sagradas da igreja : os infractores serio multados em
2H*000, e si forem escravos soffrerio qnalro dias de prizio.
Art. 63. As pessoas que proferirem palavras obscenas no meio
das ras, e com gestos offenderem a moralidade publica, sobreo
quatro dias de prizao.
Art. 64. A nenhum individuo livre ou escravo ser permittido
andar as ras da cidade sem calca ou com camisa fra da calca;
os escravos s podero sahir rna estando Honestamente vestidos :
os infractores pagario a multa de 2*000, seudo a dos escravos paga
pelos seus senhores.
Art. 65. Todo o in liv luo quo se encontrar urinando ou prat-
cando quaiquer arto Indecente as pracas, ras, beccos, etc., on ou-
tro quaiquer lugar publico desta cidade, quer de dia, quer imite,
sera multado em 4*0 X), ou solfrer dous dias de prisao.
Art. 66. Toda a pessoa qne der asylo a escravos fgidos, alm
de incorrer na responsabili lade da lei, ser multada em 25*000, e
soffrer quatro dias de prisao.
Art. 67. Os donos de boteqnins e casas de taliolagem, onde se
fizer uso de jugos prohibidos, soffrerio 30*000 de multa e oito dias
de prsio.
ArL &*. Fica desde j prohibido o oso dos seguintes jogos:
rondo, lasquiaet, maior pinto, dito bancado, l'ecarl, lasca, gago,
banca franceza, tanto de cartas, como de dados, e quaesquer outros
qne, posto tonham denominad-oes diversas, sejam comtudo de pa-
radas.
CAPITULO T.
Desmpachamento e asse o das ras t estradas.
ArL 69. A pessoa que, sem lieenca da cmara, levantar as roas
ou estradas andaimes, ou aellas depositar materiaes e quaevquer
entulhos, ser multada em 10*000; na mesma pena incorrer todo
aqnelle que, por quaiquer forma, nos sobreditos lagares puzer tro-
pocos a fivre servidio publica, seja depositando allt atensfhos de sea
negocio por mais tempo do'qne o preciso para os mandar recolher
seja lanzando mmonaicias ou armando barracas.
Art 70 Anda no caso de se haver obtido a lieenca de que
la o artigo anteceJenle, nao se poder enllocar os materiaes e
Ira-
.. poder col locar os materiaes e an-
daim>s de modo a impedir o transi publico, os quaes s poder jo
neeapNr um terco da largura tfa ra ou estrada, devend i ter os ma-
teriaes coreados ou divisa* e luzes pdra advertencia dos que trans-
itara a noto : o infractor ser multado em 6* 00.
Art. 71. Todo aquelle que som lieenca da cmara, levantar as
ras arcos le triunpho, ampliitheatros, ou qual |uer outro preparo
p ir espeiit;ctiJo pubeo, seri'muludo em 8*000.
Ari "t. Aos proprietorios de casas, moradores nosta cidade,
incumbe o deVcr de mandar aterrar e mvellsr os terreiros de seus
predios, serapre que se acharera uscavados, e de couserval-os lira-
pos, sob ptuade paKarera 3*000 de uiulu. Quando, porera, os
propnetarios tiverem veas predios fechados o resdrem fora da ei-
dii, nao ter lugar a multa sanio trrato das depois de adinoes-
to-to* polo fiscal.
Art. 73. Fica pnihibid ter as portas das mas ou cal.'idas
barieis, caixdes e quaesquer armaces e taboletas deuositiJas ou
de.iendur.idas do p-irtal para fora, sob pena de 2*000 de inulto.
Art. 7i. Pe prohibido ter c.ivallos e outros quaesquer aniraaes
alados a.s pjirtos e jauollas, sob pena de 2*0(10 Je mulla.
Art. 7. Pica prohibido eonduzr dentro deto eidade carros
que facam chiados em sua mar-ha : os carreros u conductores
dos m:stnos carros pagarn a milita de 4*000 ; si forera escravos,
>eu seiih iros ou ; >rrosp .u lentos pagarao a referida multa.
ArL 76 Os inluiliihis si o'irigados a limpar o terreiros de
su u m>ra las, sob peua de i*lW) de mulla. Q.aaa lo, porm, os ditos
torr iros se diarera em rao estilo,'regulara o disposto no art. 72.
Art. 77. Os terreiros dis casas que doitarem as frentts para as
pracas mi largos terao^de extenso vinie e cinco palmos, contados da
snleira da porta para a ra, e os das casas que formaren) ras tero
do largura metade dellas.
Art. 78. Os terrenos compreheiididus as (iracas ou largos, se-
ro alijados Impar pelo lisoal a expensas da cmara.
Art. 79. Todos os proprietarjus, rende.ros ou administradores
do quaiquer terreci, serio obrigadiH a fazer os reparos precisos as
estradas pabuea uue alr.ivossarera suas propriodades, afim de que
as c raservem era bdin estado e sem obstar ao transitojpuhlico : os
infractores .-offr.-rio j multa de 25*f>K) e o dubro as reinciden-
cias.
Art. 80. Todos os moradores de casas sao obrigados a tel-as a-
lerioruieute liinpas, exaudo eu pintando-as logo que se achareui
denegridas ou sajas, e a reparar todo e quaiquer estrago em suas
paredes; quem ntm nao fizer ser advertid- polo fiscal, o qual lhe
marcara quinao das para fazel-o, e, nao o fazendo ser multado
e.u 10 0).) e o concert feito sua custa inmediatamente.
Art. 81. Ninguem poder lancar era mandar laucar na ra pa-
Ihi, ei'Co, estilhacos, aturas mi quaiquer residuo que embarace o
transito publico e diffleulte a lvre e fcil circulacao do ar at-
raosphMco.
KFa ** TuJ;k:< -s raanh :s, at s sste horas, mandarao lodos os
donios de ostaboleciraenios de portas abortas, de quaiquer natureza
e os de artistas, rarrer as testadas de seus estabelecraentos at o
meto da ra, fazendo con luzir o lixo e varreduras para fora des-
ses lug iree : os infractores Mgaro 2*000 de multa.
CariTOLO vi.
Sande publica.
ftrt 83. Ninguem p-oder exercer a arte de curar dentro do
municipio som que tenha fei'u registrar ue archivo da cmara seu
titulo, p-ir onde inolre sua habilitacio : os infractores serio multa-
dos e n 30i'> Ki, e uo duplo na reincidencia, sffreudo aleu da mul-
ta, oito das de prisao.
Art. 8i Nioguem poder abrir botica, nem manipular remedios
sem que primeramente requeira cmara, exliibiudo ao mesmo
lampo o ara titulo : os infractores pagarao a multa de 30*000.
Art. 8 Nenhum pharniaceuticii podor administrar mais do
ama o- tica, s nd i obrigado a residir no estabeleeimouto : os infrac-
tores pagaran 30 aOOO de multa
rt. 86. Nao se poder manipular remedios senao as boticas :
os infractores pagarao 20*000 de multa.
Art. 87. Nenhum p armaceutico poder vender remedios sem
receita de facultativo competentemente autori>ado para exercer a -
arte de curar, excepto si for de nituresa innocentiss.na : os infrac-
tores seria multados em 30/000.
Art. 88. Os pharmaceuticos e droguistas tero em lugar seguro
e dobaixo de chaves, que coinsigo trarao, as substancias vene-
nosas.
Art. 89. Os pnarraaceuticoa s venderao substancias venenosas
com receitas de facultativo ou pess a de reconhecida probidade: os
infractores sero mnllados em 30000 e soff erao oilo dias do prisao,
e na reincidencia, alm do duplo da multa, quinze dias do pri-
sao.
Art. 9). 0< pbrraaeentices terao um livro para escrover-se por
extenso as substancias venenosas que forem vendidas s pessoas de
que trata o artigo antecedente, sem entre-lnhas ou rapaduras.
Alem da especiticacio dess s substancias, se dever mencionar
o nirue da pesso, prossi, ra..radae o uso que dellas pretender
fazer, como tamben) a data, do raoz e anuo em que f.irem veudi-
das : es infractores serio multados em 30*000 por quaiquer
om-sa i na observancia das disposicoes deste artigo.
Ari. 91. Os pharraa uticos ou droguistas que venderem medi-
camoitos c irrupti.s ou com principio de corrupgo, o que ser veri-
nhcaJo por exarae coinuoteute, serao mullidos em 20*000, e na
mesma pona acorrera\j* que renderem medicamentos tao velhos
que nao produza n o rjgultaJo que cora elles se tentar obter.
Art. 92. Os phafmaceucos que substituirem um medicamento
por outro, ou aujraeutarem e dimiiuirem adie, sob quaiquer pre-
texto que soja, sera onsentimenio do facultativo que tiver passado
a receita, alera das perras em que incorrem pelo mal physco que
d ah resultar, serio multados em 30*000.
Art. 93. Nonhnra facultativo poder ter parceria com os phar-
maceuticos, ou designar a botica em que se prepare a receita : os
infractores serio multados em 20*000.
Art. 94. Fica prohibido aos confeiteiros o doceiros o uso de pre-
paraces venenosas com o fim da aformusearein os doces, bolos e
confeit-is: os infractores serio multados em 104000 e soffrerao
a perda dos locos e confeitos, que serio inutilsados.
Art. 93. Nioguem poder vender substancia alguma que se
preste ao uso medico, senao os pharmaceuticos que tiverem casas
abertas para taes lins : os infractores pagario IOOOO de multa.
Art 6. Sao prohibidas nesla cidade e povoacoes do ^municipio
cortemos e salgadeiras, excepto nos lugares que a cmara designar,
sob pena de pagar-se 10*000 de multa.
Art. 97. Todo aquello que, morrendo-UV algum animal, em vez
de o mandar enterrar, o mandar lancar na ra ou no rio, ser mul-
tado em 10*000.
Art. 98. Seis mezes depois da publicarlo destas po.sluras, ficara
prohib las no interior desta cidade e de suas povoacSes as offlcinas
de caMeireiro, ferreirj ou quaiquer outra que, pelo calor do fugo,
fumo ou estrepito dos martellos, possa incommodar os visnhos: os
infractores serio multados era 20*000 e soffrerio 24 horas de prisao,
c ni reincidencia, alem do duplo da multa, soffrerio quatro dias de
pri-o, sondo-ibes fechadas as oflicnas.
Art. 99. Ninguem poder deixar vagar pelas ras desta cidade
porcos, cabras e carneiros, sob pena do 2*000,de multa. -Aquelles
animaos, a qne naw fer aehado dono, serio postas pelo fiscal'a dis-
posicio da autoridade eeuipetento, perante quem promover o pro-
curador o pagamento da multa, que em toes ;asos ser de 8*00'.
Art. lo1). Pica abolido o costume di s espantar ou mataf os por-
cos a ccete ou cofa quaiquer outro instrumento que moleste as
carnes; devendo ser pegados rao ou a Leo, embora currara para
a casa de seas dono*, que sor.io obrigados a mulla de 24(03.
Art 101, Os donos das estribaras serio obrigados a conser-
va las limpas das iramundicias, e lavadas, sob pena de 5*000 de
multa.
Art. 102. Ninguem poder derrabar arvores, por onde passarn
as aguas correntos, nem as que listera mirgera do rio Ipojuca :
os iuraetores pagarao 5*080 de multa e soffrerio dous dias de
prisao.
Art. 101. Rea prohibido dentro desta cidade e nos povoados
do municipio o uso de tiros, roqueiras, bombas e fogo solt (busca-
ps) : os nfractores serlo multados e.u 10*000 e soffrerao 4>>us
dias ue prisao.
Art. 104. Nio ser permittido a mendigos rhagadotou aecom-
mettidos de quaiquer molestia prmanecerera nos lugares publieos
desta cidade.
Os que assim forera encontrados serao recibido* ao hospital
de candado ; seudo captivos, seas senhores, alem de soffierem a
multa de 303000, ficaro snjeitos s desposas que foreto feUas com
o tniament i, nio se admitmtdo a allegacio de que os abandonara,
nem mesmo a de que Ihes deram a lihrdade, uraa vez que se prove
que tal fizeram, depois que os escravos foram accommettidos da mo-
lestia.
Art. I03. Os elephaotin.is s r .-olbido ao hospital de Nae-
sa Snhora d i'onceicao Jus L.?
Art. 106. Ninguem peder* deitar lixo, aguas ptridas, materias
fecaes on quaiquer cotisa nociva aas reas desta ei toda : o* infrac-
tores serio multados em 4*00 i, on soffrerio dous dias de prisao.
Art. 107. Nioguem poder lancar nos rios, ribeiros e cacimbas
deste municipio quaesquer iaynandieias, que possam corromper as
aguas sob pena de 10*000 de multa.
Art. 108. Fica prohibida a pescara com timb ou quaiquer
outra substan-ia venen isa em ros, nachos ou taguas desto mu-
nicipio: os infractores pagarn St de multa ou solrero quatro
das do prisio.
Art. 10J. Ni) se abrir sepultura era lugares oceupados por
outros ca lave-es sent depois de diz >.t mezas o sendo era cata-
cu abas ou caraeir os. depois de dous ann is, excepto por orden
d is sutorid ilos criminaos pata qualqu -r avoriga.ieio : os infracto-
res soffrerio a multado 204 e quatro dii de prisio, cuja pena re-
caliir contra a pessoa que ti/era seu earg as sepultura! e cata-
cumbas.
Art 110. Os cadveres das pessoas que houverera fallecido
de alguna epidemia ou mal contagioso, (icario sepultados por
mais seis mezes, alem do tempo cima proscripto : os infractores
estario sujeilos s penas do artigo antecedente.
Art. lli. Os eadaveres sepultados as joras sern cobertos,
polo meaos, coin M*>jialraos de areia ou trra, nao pdente ser
enterrado mais de um cadver em cada cova : os infractores sof-
frerio de multa 10*.
Art. 112. Morreado quaiquer pessoa repeulimenle, o dono
da casa oude ella houver expirado, ou quem suas vezes li'.er, in-
mediatamente participar a autoridade" policial mais jroxiiua do lu-
gar, p ira providenciar como fr de direito : os miradores serio
multados com 10* e soffrer i tres dias de prisao.
ArL 113, Nenhum cadver ser sepultado antes de vate e qua-
tro horas, contadas do tu Miento em que a pessoa houver expirado,
excepto nos casos determinados por peritos, e si as pessou- tive-
rem fallecido de molestias epidmicas e contagiosas, sob pena de 10*
de multa.
ArL 114. Os entrramenos dos cadveres serio feilo.i das seis
horas di maulla t seis e raeia 'da noute: as pessoas que dirig-
rera o enterro, infringindo as disposicoes deste artigo, serio mul-
tadas em 20*.
Art. 115. S se poder enterrar os cadveres nos cemiterios,
nao pudendo, sob quaiquer pretexto, ser enterrados dentro da
igreja : os infractores pagarao .10* de multa.
Art. 116. Nenhum cadver ser conduzido em caxio aborto,
sem que va coberto com pauno prelo : aquellas pessoas que diri-
girem o enterro, infringindo as disposicoes deste artigo, sero mul-
tadas em 20*
Ait. 117. Todas as catacumbas serio tapadas com lijlos de
al venara : aquellas pessoas que a seu cargo tiverem a direccio
do enterro, infriogindo as disposicoes deste artigo, serio multadas
em 20*. '
CAMTCLO VII.
Da agricultura.
Art. 118. Todo aquelle que possuir gado ser obrigado *
trazc lo cercado ou paslorad i por numero. suIHciente de pastorado-
re, afim de que nao v destruir as lavouras alheias : o inflador
pagar de mulla S* por cada cabeca.
Art. 119. O agricultor que acar gado vaceum, ca rallar ou
de quaiquer outra especie, dentro de suas lavouras, o denunciar
ao fiscal respectivo para mpor aos donos dos dilos gados as penas
do artigo antecedente.
Art. lio. Pica prohibido vagaren) cavados pelas ras desta
cidade, ou dentro ds sitios a ella perleocenles, sendo os que fo-
rera adulos era quaiquer um desses lugares entregues ao fiscal
para este po los em deposito. Logo que o dono do cavallo reclania-lo
pagar a multa de 2*, alora das despezas quo se fizer no de-
posito.
CAPTULO VIII.
Edificacu e reedificcao.
Art. 121. As ras, travessas e largos serao aberlos de con-
formidade com a planta da cidade.
Art. 122. As casas que" forem edificadas, quor sejam de ti-
jollos quer de totea, tero de frente dezeseis palmos, pelo menos,
da soleira ao frechal, toado as portas ou janetlas seis palmos de
largura, e de altura, estas oilo e aquellas doze: o infractor pagar
20* de multa e a obra ser demolida sua custa.
Art. 123. As casas que forera roe lineadas ou concertadas terao
as frentes de tijollo, guardando as dimencoes do artigo antecedente,
sa'vo aquellas que pelo sea poni nao admiltirem as referidas di-
menses; noste caso, poi.n, o fiscal, do acord com o cordeador,
marcar a altura e largura das portas e janeas, procurando sempre
aproximar-se a aquellas estabelocidas, o que forem cumpativeis com
a testada da casa.
Art. 124. Edilicacao, reedificacao ou concert algum podor ser
feito se:n previa lieenca da cmara : os infractores pagarao 10*000
de mulla e nao p nlerio continuar a obra sem lieenca da cmara.
Art. 123. As pelicoes sero instruidas do forma que declarem
a natureza da obra ou coucerto que se houver de fazer, qual a ex-
teuso ou palmos da fronte da casa, e .mantas portas ou j,mellas de-
ve ter, sob pena de nao serem a-.tundidas as referidas pelicoes.
Art. 126. Os requerimentos sero entregues pelas partes ai pro-
curador, o qual depois de iafonna-Ios os apresentar cmara no
prinieiro dia do sesso.
CAPITULO IX.
Disposicoes geraes.
Art. 127. Nos quatro pritneifos dias uteis do mez de Janeiro de
cada auno lodos os mdicos, cirurgioes, pharmaceuticos e droguis-
tas mandarao cantara deste municipio declaracao de seus nomes,
naturalidades, prossie e moradas, para conhecimento da mesma
cmara : os infractores pagarn 20*000 de multa e o duplo na rein-
cidencia.
Art. 128. O fiscal lodos os sabdados e nos dias que bem lhe
parecer visitar as boticas, padarias, refinaefies, armazens, tavernas
e botequins, e multar em 4*000 os donos de taes cslabolecimentes
3ue os tiverem cm contraveneno e contra a limpeza da casa e me-
idas.
Art. 129. Todas as multas e penas coramina las nestas postu-
ras serio duplicadas as reincidencias.
Art. 130. Si algum fiscal ou outro quaiquer empregado da c-
mara, por suborno, patrnitopu outro mclivo nio justificavel, dei-
xar de curaprir cora as bbngacoes inherentes aos seus cargos, ser
inmediatamente dem'ittido, alm da resoonsabilidale criminal e
indemnisago do damno ou prejuizo que causar cmara. .
Art. 131. Pica fazendo parte desta cidade o logar condecido
pelo nomo de Atalaia -,o qual se acha situado do lado opposto do '
rio Ipojuca, iunto ponte que une esses dous lugares.
Art. 132. Nao so podar eonceder o paco da cmara para festi-
vidade ou divertiraento de quaiquer natureza, excepto para aquel-
les que forem de carcter offlciai, bem como emprestar pessoa
alguma os movis ou outros objectos perten cenes mesma cmara.
Art. 133. Em quaiquer impedimenta do secretario, procurador,
fiscal, porteiro e cordeador, a cmara Ibes'nomear substituto que
lera direito ao ordenado do effeitivo pelo tempo que servir
ArL 134. As multas rae que porventura incorrercm os empre-
gados da cmara somonte Ihes poderio ser impostas por ella, depois
de serem elles ouvidos.
Art 13o. A cmara municipal designar os lugares para nelles
serem enterrados os animaos m irlos e as carnes corruptas : os in-
fractores serio multados era 4*000, ou soffrerao vinte e qualro ho-
ras de prisio, nio tendo com que satisfazer a multa. Os animaos
que nio tiverem donos sero enterrados custa da municipalidade,
os outros e as carnes corruptas a casta de seus respectivos Joos.
CAPITULO x.
Dos empregados da cmara.
Art. 136. A cmara municipal da cidade da Escada, para bom
deserapenho de suas atlribaicdes, ter os seguantes empregados : 1
secretario, 1 advogado, 1 procurador, I porteiro e 1 cordeador.
Do secretario. ,
Art. 137. Incumbe ao secretario, alm das obrigacoes quejhe
sio impostas no art. 79 da iei do l.-de oulubro de 1828, o segrate:
g 1.* Eiorever as actas das sessoes da cmara e l-las para que
possam ser approvadas e assignadas petos vereadores qu:a ellas
houverem assistido
{ i> Ler as pelicoes das paitos e os documentos que ai acom-
panharem.
| 3.* Escrever os despachos da cmara as ditas peticoei e nos
respectivos livros, os termos de juramento, os deslomadas ds contas
e organisar os orcaraeatos e balaacetes para serem remeted os as-
seuibla provinciaL
5 4 Escrever toJa a correspondencia da cmara e registra-la
no livro para isso destinado.
8 5.* Registrar no livro competente as cartas ou litlos dos
empreados que as devera fazer-por le ou artigo.
J 6.* Classiliear todos os papis do are ovo, eraraassa-os me-
tholicamonte e fazer o quemis fr uecessario para que sejam bem
conservados ; asiia-co no roeolher no ultimo dia de oada .nos, no
arohivo da cmara, miari>s de Pernambuco de que ella assig-
naate.
ArL 138. 0 secretario por quaiquer omissao no cura^rims&to
de seus de veres ser multado at a quautia de 10*000, (|ue ser
^descontada em seas ordenados.
Do advogado.
Art. 199. Ao advogado remuele :
i 1. Auxiliar e procurador as questoes juiciaes pa -a a co-
branza e arrecadago das rendas, impostas, direitos e mutas mu-
nicipios.
i I.* Responder i consultas, oficios e represoutacoes da
cmara municipal, emp <, que as consultos, oficios a reprewaUci
tfP"
C *S 1
i

-
u

-



/J..Aiftffe/% Pernajntd Sexta feir* 2 de Setembro de 1&73.
>*

Importaren questoes de ilireitoj
man, quando fnr por olla i
A t^tiLplIiti tas o!
t. de niflSmriti 1828, comp
I.^MaW'todas a despezii
011 artigdkttSfttturase as que '
bem ernno assistir as sessde
-*-
-----------~--:-ati

f/rtl'|*'$*l>'u.r.
,.. sfivtfrrtii autnrfMB
t Pro
munieipaes,
esse II
L'jtC stP
I*
.carreo.
-Vi
'. ... <* mesoia cmara.
a atnauai!
natura, empiega1
us 'Jteiaes ; sendo;
ci di cmara,
meios ,^to augmentar sua-.
o titeos dispendiosa a sua
tendente aovsens d
9 10. O i*rlsir
ilos prejuizos que, por sua dijveivs, ori ipultu
nilni, o .mal ser pago pof seu
(|0O(*por 'l'Uiiiiutr folia vm quo
t'/c pessoa algn. reeinte a sd*
.jilo as sessGds^ cam.ra, excepto Ja mctiu,
lgumapcsso*jWlsr^!ipi*,MAJ'' ingrcssos ... .,
Ve. Concorrer para .o se #iroo di'vilo f^eocto decot>,
li $ alerta durante lempo em qtf1' \Htm.i,r**er'lli-Cr. fu.iccKnuiido.
a, 1 ?J Comprir oom dill^eht*iJ#(*i*o|a cmara e as de mu
presidente;
i >ljacoinpanhir4isi'
i/ir* qttTpcto mesma lie fot
n i sefc'tovere, Al%'
ser de seu exclusiva
g 9.- Cmi^prir ojp'
gandan. l#^l sendo que ni w sens di
espo
nto
ltai> at
| 5. Devora ^presentar al o terceiro da de cada sessio ordi-
naria suas cotilas devidamnto documenttdas o escripturadas ;e-
larmento, e ttfcm assitu em moeda o saldo que liouvcr en faynr
o cofre, at qntl ser o musmo saldo recolhido.
f .' -Xas addicoes. do rccciudcvu. mencionar, o Borne do arre-
matante e o vencimento da Icttra, bem conmonomc das pessoas
multadas o qual a infraecao das posturas.
5 7. Na despeja deve, |>c!a mesma mancira, mencionar os nomos
dito ecebiion*, cada pagamento de
Outro 9im deve
Art. 1*1. -
imncsffrs no art. 83 da tei do 1." do outubro de 1828, o seguate:
| ytw, casa* do mercado o quaosquer esiabeci'iinciiios. que possau*
mtcrcssar saluhridado publica, aBm do providenciar contra es
xHm+irqoe dissercm respeito tmi ohj.etos qm: n'clle sao expostes -
"vuutta para consumo publico.
)t 4 mpor mollas ios r<*nir.lwrtorS das j>nsturas mwiei-
paes, remetiendo imniediatamente acamara os competentes lerinus,
ne si.-rn lavrados petaporteiro o assignados pelo tnesiHo. Rical o
iuas testcmunlns presencies, para que, dopois;de approva caara, sejam as referidas niuilas arrocadadas pelo respectivo pro-
-cuudor na forma establecida ao | i* do ait 1-.
- 6 3.' Exerular todas as nrdeBS daeamra.
5 4.s Huer correixs dentro da cKla cipio eiim froquencia, al'un de verificar ?e sao observadas m posturas
v doiItei ;i,-r>es da cmara, e impor multas aoactontravctons.
5. Chamar o porteiro para o acompanhar as correiQoea e
*4-
aaEQaau?
por <\u
_al a
c6nlada*j eii ordeludo.
Art.^i'i3:J^ujnbdeadorJo>i
5 I.* Alinhar, antes quo
tilico,- o ujriipuUras que, aa
Iwtiver Id lefaiilar,' r o v
<( .'Ob*erv*%cu
e regulares. _, ,
3." Declarar iu licu i o aliiiliiineTo dalo, com a precisa ca
rea o particulandade. ^m *i.JK rm'" y
""na mancira,mencionar os nomos, J *.* Indetnnisar o proprielario do^i.*JtitP qflP IronverUo
per si e n*o cqglobadamenle. soffrer pelo irregular atinhaiHento fue yie^k^laJy.^,,. ,, ,.,. .
o balacetc ser datado o assignado pelo procurador.. | S. Examinar os edlifflus que ninacSrem ruma, informando
b riscal o ftscal.t>ara iitimar.aos dono. *isj)iiaes^(*liiji^.-BatAi doao-1
umpetc ao fistal, alm das otirigacoes if.ie Iho' sao tos on repara-los.
. 8 6-' O.cotteador, r*r q^ljit#r. w^'>.,io.;r*nprim^nlo. 4,
MOS deveres, ser multado iia_quanlla de *QQO.
i;imiy m._______
Art., 1*1 tts oi'leiwdisdos empreados.da, caiuarai.iwfaojnaj-/
pados annualmenteno res|ec!vo orj;amcijto, e, alem ue seus ordena-
doj, tero emolumentos os soguuites : ^| ,
i." O secretario, de culi licenti dada [wla cmara, seja qual
for o seu,objecto, yiO.rcis.
S De registrar qd.> ttulo ou n.irt.i UOjj,..., a
3," Das, cerlidoes fjm} se pa sarem, d'is lerdos de jiirampnlo
que lorem prestados poraut a 'cunr.i i;las uto'rLl,dcs do termo,
i excepf dos junes de paz, tei o secretii.i %)) ris, pagos pelas
mesmas. .. ,, (
*. De quaesquor nutras..eertidoesuae forom pausadas a r-
queru)eni-i do particulires peroebef l'.iOO pela burea e 380 res ,
por cada urna pagina escripia.
,-
to de O
ppa-nlc
ir. cap
natitmo
entreg.
berdail'
esse
prova
da satisfacao
r,stabe[
A?
te. m-
bU
quatqueronlro seni.-o muniriiial que exija a presenca do mesmo
porteiro.
> J t. O fiscal, por qual^uer nissao no cuiuprinento de seus
deven;s, ser multado.al a quanlia de 10*000, que dever ser des-
contada de seu ordenado.
Ro porleiro.
irl. Ii2. Ao poileiro compete : ..
. S I." Ter sol saa guarda as chaves da cmara.
S i." Abrir as portas da inosina cmara s 9 horas da manba,
qiMUidj ella houver de eteienar, e sempre que fr preciso paca as
audiencias das .lilfereiites nnun-iades mi para qualquer acto pu-
blico. .
.. g 3.* Varrer as salas, espinar os movis o manter o asseio e
regalarida-do da casa.
i>g *; Durante as sesses da cmara conservar so-ha jolito as presidencia d Pernanibueo,
grades da sala para fallar s (Kiries, recebenio dellas as peti^oes o
dar-llioa o devido destia.
% *- D porteTro perceiera do cada 'tormo de mulla que pissar
320 ris, pagos pelos.multailj-. 4, ....
iis O cordeador lera 2#'1fw por cada casa que alinhar.
.. i CAITBI.-I xii. -,... li
Art. nico. Pieam reyegadas as disposieues ?u roitrario. ,
Mand1, portann, a, todas as autoridades a q.iein o" coulieciinQtp
e execuc^o d prsenlo reoluA > perteiicer ijie a cumpram e facar
Cumprir t.to inteiraineiilo como netla se conten.
O secretario iut'-rino da presiJeniia Justa provincia a faja im-
primir, publicar o i-^uvr. ,
Palacio da presidencia de IVruambuco, 20 de. junho do 1871.
* da mlependoncia e do imperio.
L. S. !Unvque Pi'rcira de I.uccnu.
Sellada e publicada aprsente resojuca > nesta' secretaria da
aos 20 d"! jmiho ,0/1^873.
O secretario interino,
AJalpho umiaia l.ins.
i..
' (IR -SBTMBItO
ossiciros \>\ pnEsioBNCf.t
dk 1873.
ftaro de Utnrca,fufohni o Sr. inspector da
alu^nirarla de far.enla.
Ctiid;do Jos (ijj- Teiles. -Koeaminlie-s.
Fortunata AlexahJnn i e Atmcida Purie*. Oi-
nja > ,i junta de emancip icio desla ccqriti'.
Jjx; EleirtenVdeAseveln. -Deferido oom h!I'i-
oi< tiesta dala dirigido tlftsuuraria provincial.
J.>e i:i\'ai.-.inle de Allimpierque. dem.
l .i |nini Jos de Karia. -ludeerido.
Paul i. Cnvaleante de Alhuquenpie.D se.
Quitara do Almnida Bastos.l'a-se portara no-
ja-:i!j 11 a Mippli- ante.
Secretaria d.1 jiresideucia de Pernamlmco, 10
4 fi/iahro de 1873.
O {KirteiM,
SIcho A. Hixlrignes.
- lo -
.Vitou;(i Soarcs de Pind Dorgi;s. InforiH" o Sr.
r-i .ni ih porto, procedendo s m.iis minuciosas
iu I ;m;o s a respeito.
<.1'*.n : i lino dos -antos Lucio.Sim, com recibo
c ni i ii .vendo incoiivenieaie.
Cmiida Mara llosa. Passo portara conce-
den 11 a Itceuivi pedida.
I-'I ir.-ntino Cirneiro da Silva o Jos Polycarpo
de finitas. -Como reqnerem.
fraiteelim llrigila Soares ttoateiro. Deferido
i < ullicio desla dala Sania Cosa do Misoreor-
dia.
Jos Elcuterio d'Asevedo.Deferido com ofllcio
di'.-ti dala liiesouraria provincial.
lesa Miria de Jess. Seja posto em lber-'
dad-. i
Jos Lourenco de Sant'Amia. lufonne o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda. ,
Joio llezerra de VasconeeUos.Dirija-se thd-
tMuaria provincial.
Jiaquim Pendrada Silva.-Cerlifine. i
Mano-1 Tlmmaz de Albu-pierque Mar Ihao. In-
forme < Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
P. da Alexandrino Machado, tadeferido.
Thomaz de Carvatho oares Braudio Sobrinho.'
informe o Sr. ins|ieclor da t esouraria de fa-,
7^*lida. i
Secretaria da presiJencia de Pemambuco, 11 de
sete.nbro de ;873.
O porleiro,
SUiuu A. Rodrigues
Ion* pela promptidao na Iransmissao das suas
ordens as re-pm-tivas hrigadp.
(Assignad.).i Mantel da Cunan WarnUrley
hint.
Oviforirie.-O major, Jos II. d>* Santis Mer-
tiltil! >, aju lante de ordens euearfi;j}*dii do de-
vialhe.
Conforme.-O secretario geral interino. capiHo
Jos Marcelino Alces da Fonceca.
S." octao.-
rnambnci..
fllfpai'tii'ito :5o. Secretaria da polnn del'ernii
II de seem'bro de 1873.
N 1587lllm. e Bxm. Sr.Participo a V. Cxr.
que, das CMinmunicacoe; rfecobidas hoji, coMta
que fVapl holem recolhidos a c^isa de detenc"io
os individuos seguiutes :
A' ordem do Ur. juiz de flirelto do 2" districto
criminal, Segismundo Lop.s da Silva, porcrime de
' desobediencia.
A' ordem do subdelegado de Santo Anloni >,
Vnlentim, escravo de Jos I.uiz l'ereir.^ a reque
rmenle ticsw.
A* orflem do do 1. districti de S los, Mari
do Espirito Santo, por disturbios; Manoel Gines
da Silva Jnior e Miguel Aqnino Fonce-a, or jo-
gos prohidiK ; Luiza, escrava de 'fraqui.n Ja-
nuario dos Santos, Mana, escrava de Jos Alves
CoeJho e Thereza, escrava de l.uiz Antonio Gon-
jalves IVnn.a, por ofTensas moral publica.
A' ordem do da Magdalena, Bonifacio to Pe-
reir da Silva, minha disposicio.
: Finalmente, a ordem e tranqnillldade publicas
nao sofreram alteracao.
! 0 qie todo communico a V. Exc, como me
cumpre.
1 Deus guarde a V. Exc.-lllm. e Exm. Sr.com-
medador Henrique Pereira do Lacena, dignis-i,
(no presidente da provincia.-O chefe de polica-
Antnnio Francisco Cnrra de Armijo.
mm
REVISTA DIARIA.
< i QUAKTEL 00 COMXAMDO SUPEIUOU INTERINO DA
GUARDA NACIONAL DO MUNICIPIO DO RECIFE,
10 DE SETEMBRO DE 1873.
Ordem do din n. 127.
O coronel commandante superior interino; fa-
xendo publicar o ofllcio do Exm. Sr. gvneral coin-
mandanle das arma, com o qual lite remetten por
copia a orlcm do dia n. 760, que publicou aps a
parada do dia 7 do correte mez, cong'ratnla-se
cam a briosa corporacao a cujas til iras pertence,
pelo juizo honroso que dtdla forma o disiinclo ge-
jieral, que se diguou commanda-la na referida
parada.
Em satisfaro exigencia final do referido of-
fieo, o coronel commandante superior interino
apriz-se era declarar que os corpo, que arruma-
rain, esliveram sob o commando : o I." de artllha-
ria, do Sr. capitao Sabino Joaqnim da Silva Co-
rado ; o 1* e mfanlaria, do Sr. majir Caetano Cy-
riaco da Costa Moreira; o 2., do M-.capUSo Fran-
cisco Faustino de Brito : o 3.-, do Sr. capitao Joa-
niim Albino de Gusm^o ; e o */ do Sr. .capitao I da toIKctoi'ias pi'MvineiarK. IVr por-
taras da presidencia da provincia, de 10 do cor-
renle, foram exonerados, a sru pedido, Florentino
Carneiro da Silva e Jos Polycarpo do Freilas Ju
I Bior, do collector o escrivo da collectoi a provin-
cial do municipio de Bonito; e foram nomeados
para o- substituir Luiz Jos Monteiro c Patricio
, Gomes da Silva
Profcssiii'a interiim. Por portara da
presidencia da provincia, de 10 do correle, foi
nomeada Quilera de Almeida liastos para reger
interinamente a 3' vadeira de instruccao publica
primaria, da freguezia de Santo Autouio.
Santa Casa de 3Iiseriur sessio da junta, de liontem, foram nomeados : o
Sr. raordomo Frannsco Antonio da Bosa para fa-
zer* parte da commistao de predios ; o Sr. ordo-
inu Jos Francisco de S Leitao, para engarro
gar-se doe predios da cidade de Onila ; o o Sr.
mordomo Dr. Joao Mara Seve, para servir no
eollegio dos orphaos.
Estrada de ferri do Limucr<.-Por
portara da presidencia da provincia, de 10 do cor-
rente, foi noraeado o baeharel em mathemalicas,
Paulo Jos de liveira, para o lugar de engenheiro
fiscal dessa estrada.
de Jaboato. Resallado
iao de Jaboatao para vereador^s da mesma
Vlrhiades Manuel dos Sanios Lima. n.
Rodolpho Jba Barm-de-Atmmn I ara de Morenos
Uroncl commandante superior interino. ; Dr Man,l(il ,lo Rego Barros Souza Leao
..._ c_ t ... ,k.^, j!jdajor Manoel de Sooza Leao -
*, n^n~Te,d-I,^m '''^A^U^ZftTeajeme coronel Jos Thomaz Pires ata-
dla pin to por copia, sob o n. 760, relativamente a p ..
S?d "0Jae 7B,-d0 TTVT^^- MajSr Jos Francisco de Sons. Leao
irva de dar conhecimento da citada ortfem
corpos da guarda nacional dste municijUo,
sos
que
Ignacio Francisco Cabral Cantanil
Capitao Antonio de S e Albuquerque
tmnaram parte na ferenda parada, em signal de ^"; k a0 ,Vneir,, Leao
s^xs^^^AsA ^^T-^'cSj.F^S161
pratcaram em dia" tio faustoso, qual o do anni
ver^ario da independencia deste imperio. Nao
menciouei os noraes dos commandantes do* corpos
da guarda nacional por ignnra-los, e espero qno
V. S. es declinar Pin sa ordem do da em rea-
po a de qne trato.
Deus
mand
de Almeida, commandante superior mterino da
guard
Gapit
Dr. Amaro
o* do Rego Barros
Joaquim Fonceca de Albu-
querque
Manoel de Carvalho Soares Brandao
Capitao Joaquim Pedro do Rego Brrelo
Teuento Jos Fernandes Monteiro
>,. J,u*i\ ir o m._i __i ,i~-, Capitao Jos Pereira dos Santos Alvarenaa
oX^XeTASoT ^r. da Silva
73. lllm Sr. coronel Rodolpho Joio Barata TuJt" t ,Mm,im DQ, a. c,^,
Imeida, comandante suprior interino da KVn^V^SSo dos Sa '
esTS RPrP!f,, ^VS^sSiAl S3 Xavier ctSdeAlbu^rqne
Cnnha Uandertey Lins, commandante" das ar- F ^ de HuUaQda talento de Al-
< ouinaii.U dan armas.
137
Ao vmmm n imurnry 1.1113, coiiiiiimuu Jos MmOttm Alteidt Fhnceth, imo ^.^^ C0iUm3lk 0 i0 de objects of.
' ferocidos em benecio do complemento das obras
do'aovo templo consagrado.' aquella excelsa Se-
uamel general do comma.ndo das ARMAS '. miora, donado ior lugar neMojaesni^ dn, para itempo jixo ajestade sua padroeira.
como aquelles farlavam. luda as fomes.
Dar para o pi,oxi.o quo padece, dar para a
idea que na vida trevusa e a tribua Ja que ar
rastatno* a luz intotior que nos 11Ilumia o-idal de
que depon Je inossa vida toda, dar que.nio
desalea, dar a que at a n^iseria podo dar, por-
que nao ha esmola quo nao de para outra esmo-
la : supremo. |hiJer, airemos niesmodivino po-
der da-caridadel
.No proximl) domiugo, |i.ms, anda urna vez a po-
pulacho desla cidade ha. de mostrar se digna da
honrosa. indicio que sol tal aspecto j de ha
imito a recoimiieiida iyis temos modernos.
Fernandu de \:i-.>iili:t Chegou hon-
tein ao-esc-iu'ecer, des>e presidio, o vapor-Gequi,
trasendo a seu bordo os Sr.*. Coronel Antonio
G.nnesLcal, e ^ajoftss Antonio Durnellas Cunara
e Manuel i.laudiiio. de Olivsira Cruz, memaros d.t
commissao do inspeeeao do presidie, e coronel
Antonio- ile Tiaido-se dj.'seoberlo um vasto plano de rovolta
0 evas/i 1. oram roc;oiiiilos s prisoos do pre-
1 dio diversos seirteuOiados, entre os ipiaes o ma-
jor Antonh Fuitosa do Mello, indicado como che-
fe de*9o moviui-nlo.
Varzca. DmM freguezia informan-nos que
na 11..ule ile JO do eorrentc, pelas nove horas, fo-
ram aiaoaJafl liana escrava da casa do Sr. alferes
Tlieolini) Auiislo do Rego. poralguns ndivi-
duos, .1: hirian eonseguJo seu liin, se nina dellas
nao |ioJe-se oseapolir-se e em seguida cham; r ao
senlioniue se aciuva em casa de um amigo ;" os
ladros pea Higa da escrava provavelmoale nao
se repulirn seguros^e po/a;ram-se ao fn'sco an-
tes de v dtar o defensor de sua propriedade.
CopirehBO Iliterario. No da 8 do
eorrentc atuve Ifluio ordinaria desla sociedade,
presidida pelo Sr. Vieira da Silva.
E' lida, posta em discussao, e, sem esla, appro-
vada a acta da sesso anterior.
O Sr. Io secretario menciona o seguinle expe-
dienle:
Um olllcio do Sr. C. e Souza, paiticipando nao
poder Boinpaniar.J luteira 11.
Diversas theses approvadas, depois de irem a
comhiissao respectiva.
Passando se 1* parte da ordem do dia, o Sr.
V. Viaiina deseavolve a tee?e : deve-se ou nao
abolir a pena de niorlo ?
Oj'arain os Srs. Vieira da Silva o Rosa e Silva ;
adiada a di.-cusso.
Eulrando-se na 2a parle da ordem do dia, o Sr.
Odilon da Cunha d o deseuvolvimenlo Ihese :
i sabel du Inglaterra influio ou nao nos infortunios
de Mara Stuart ?
Toma parte na discussao o Sr. Vieira da Silva.
Em seguida sorteado o Sr. Moreira Lima, que
escolhe a ihese : lem justiTicaeo a morlandade
cccasuiuada pela intolerancia religiosa ?
Nao havendo nada mais a tratar, o Sr. presiden-
te, depois de designar a ordem do dia da vindou-
ra, levanta a sessao.
Instituto Histrico e Piailosophi-
eo. Nq domingo (7).s II e 1/2 horas da ma-
nba rennio-so esla sociedade em sessio ordinaria
presidida pelo Sr. Bandeirade Mello.
Lida, foi approvada a acta da sessio anterior.
O Sr. Io secaetario men'iouou e seguinle expe-
diente :
Parecer s sobre o relator do Sr. ex-lhcsourei-
ro. Approvado o relatorio e prejudicados os pa-
receres.
Varios peridicos do Para, Cear, Baha, Rio de
Janeiro c S. Paulo ; i (Ter'ados pelas respectivas
redaecues. Decebidos com agrado e mandado i
archivar.
A requerimeuto do Sr. Rosa_, e Silva, enctrrou-
se a sessao, em commcmoraco do anniversario
de nossa emancipaco poltica ; desiguando o f'B
presidente a mesma ordem do dia para a sessao
vindoura.
Festividad** religiosa. Pcdem nos a
pubcncao do seguinte
Por ser domingo dja da (esta do assentamento
da primeira peJra do asylo de alienados Dea
'.'J2 transferida para quando fr" annunciada a festa do
Wl glorioso martyr S. Sebastin,-que se venera na ma-
triz de Nossa Seuhora da Paz de A fugados, ficando
sem effeito algum o programma qne tem sido pu-
blicado neste Diario.
.\vo l'artlienon. No domingo prximo,
para tratar de negocio urgente, rene se esta so
ciedade em sessao extraordinaria, s 10 horas da
manh e na lugar do.cqslume.
Caree* providencia.Moradores da ra
190 d'Aurora se nos queixaoi do procedimpnto irregu -
101 lar de diversas pretaa e pretos que se reunein sob a
138 gamelleira.de junto da ponle Pedro II, durante
diae noiti* platicando immoralidades e proferindo
palavras. ollensivas moralidade publica. Esse
abuso carece prpmpta providencia.
Transferencia. A mesa regdora da ir-
man la Je de Nossa Senbora do Hora Parto,-erecta
na igreja de S Jos de Riba mar, Iransferio sem
1,109
I.IOH
1,108
1,008
l/JOl
1,001
\90
3G3
326
326
211
209
i maje rompa eoncUi.-ao do leilo dous Iicitamen-
O.K PER.NAMBtlCO, EM 8 DE SETEMHBO DE ios, o primeiro das 9 horas da manba alborada
1873. tanle, o*;gundo-das 3 da Urde s da nute.
Orden dn dia m. "KO. WCt esse du acham-se acora preparados luga-
0 brigadero comman Jante das armas, (ando res.eummedameate reservados para lamillas, afim
liontem commandado a dviso qne formou para i de que Utpoboras pasam otethor apreciar o
wlemnaar o- aimhrenaro da independencia deste aclo, e mwiilif Bielbor mfluir em seus resultados,
imperio, composla de duas brigadas, sob os com- Resla aindmuma eaurine collecfio defectos,
mando* MSn. tonentes-oroneig Joaquim Caval- jeiastle nao pequeo valor, movis oe*soc.,m-
cante de Albuquerquo Bello e Alexaudre Augmto nium, assim- como animaes domsticos, a*s de
de Fr'a Villar, organisarias com os lialalhes 1." canlo, ele, etc.
Gabinete. Porta^uex le Leitura
Nodomipgo (lA^deve ter logar a :issemWa ge-
ral dos socios effectivos do Gabinete Portuguftz de
J^einira, aiim de se proceder aeleicio do nov con-
selho dir-eclor o da commissao de exame de con-
ls- ?
JLel do oreaaiento preral, Damoshoje
em nossa ^.'pagina as duas animas parles da lei
do orcameato jgeraj i imperio para os exercicios
de 1873-1*7'* e 1874-1875, Tiste ser n ellai
a que mais iuteressam aos nossos lwtores. Re
de artilharia, l.\ 2.", .3.' e 4. de inantaria da Nao-obstante coincidir este, leilo cprn potros comme.udamos sua.lritura.
guarda naeional, 9.* e 9 da mesma arma do exer- milites appello pbilanlropia e carliU^q^publ- \a vio de ;erra. Gliwgoa beqlem pela
cito, crnipro x mais gmlo dever de louvar aos cas desla previo aa, cuj7 espiriin-./thi-j^Mi nestst maqliS, de Plympinte.pela ilha da Madeira, a ca-
citos Srs. nfflejaas commandantes de brigadas o ltimos lempos lano je toin ..desentranbadovem uhonelra mgleza CccIct, commandanle o iMe-
dos batalhesqua^irnnuu'am,pelo acert o piorno- manteslaofies de vasta comrehqnsao .aV-prioci- nenie Cutlebert II. AucliJa, iflm de temar carvo.
lido com m*;'cnmpMram-as ordens que Ibes fo-.pos evangalros, tem elle corrido demudo mais Seu destino o Rio da Prata.
ram transuu'ilidas pelos respectivos 'commandos eapressivo desses mesmos sentimenlos de piedade, Vapor Penedo.Dvi) segnir hj> tarde
liara desenvulvimento das manobras que 'foiam phil-.ntropa e carjdade, qu nos valera, a olhos para a Babi, por Macei, Ppalo Afiqaj. h
eltas ; e bem assim s pracas de pret pelo asseio, estrathos oma cort de virtndes. Dinhelea.T-0 vapor Peneio, lnUM,para
firmeza e garko militar com que se houvcram imi Nein lindamos a esperar eno isto mesmo do Bailar, liveira & C, 4_
todas as evolneftes, com epeelalidade os da gqar- povo pernamnnoano, deste povo que, em boa He- Jos, de Almeida 1;._
da nacional, o quaes na marcha em iovilari- ra, .vai comprehondend d,uo os bolos do poo, Beltrjo. Cnveina.4 t | >5364r)
sraliiaraiii.om e de linna. abemjoados pdo o, participam -da yirt*de dos Adiuinfstracao .-4* eorr^lo.- Se-
Aoe Sm. olciaes que compuieram o eslavo paes que se multipijeavanj as maos do pregador gundo ordam da airauow. gral dos, c^irfeipa do
joaior do commandante da divisao, lamben* os da montanha, satisfawm todas- as necessidades, Brasil, pagara porte simples a corres'pondenca'que
Je ser expedida para a Ba
^^^Klos vapores iuglezes da
Kattulas de AlaffOi
tem, pelo vapor Penetr, jorn
10 do corre.it;, -J >s quaes co,
Nj dia 7 do c.orronto, a
pendencia do imperio, pelas
foi apresentada em pa
Ronui
de Mor
ia, a
,va de S
ira Barb
gona-S.
rqueira Ba
io pedia a
a escrav*
vinha iu
eria ser
ublica e
OS 110:1-.
Lio* de.9 a
giAle ;
iu da in le-
da manha,
o Sr. Dr. Luiz
*" WRr' .o!"'!
masss ralnda.de Maga1
L)Sll*S 04 S
icmusJji, :
experimenta va
e S
IIAi ni
nta
no presideuto
peUl, de cor
ncrco Honora-
r desM in-
cas o meemo
i esse mag-
n se, digasse
,a, a carta le li-
.seaurncki-lha que
per S. I%a. cono a
ne que polia .djrrlhc
aiimdhira lores da
rj5tmao.
ProjiosiesiJ* sogmmj4 feii-ts.'io se efcln-m-o
4fCu julgamentp em '.otisequeucix dos adiamenlos
peJidos pelos rtopectivos Srs. jizes commer-
r antes; -
ApieUaCies Severiuo lrm'io 4 C, appellaio
Francisco Pinto de Souza Neves ; appellante em-
bargante aapellado MapoekNuues Parreira, ap-
pejlados umlJargados e embargajites C rea & r
niao ; embargante Joao Christinni, embargados
Carlos Pinto de Lentos ^ em. liquida cao : ap-
pedantea Pereira .jla Cimba & frino, appellados
pelo completo
versos amigps de_S. Exc^, pranlo os quaes expoi
o honrado administrador da provincia 'humanita-
ria re-olueo dq djfrto ddjtfkio Cerqueira Barbosa,
fando em scguifs efliffga'da arta de liberdado
iiwpnaPespaiua,,,.^,, .,,, .y, .,.
OSr. nlte Cesar Leal fez sobre o importante
as.sutupio dessa ligeira festa de lber Jade ama bre
ve allocucte.
< A banda da msica do corpo de polica tecou
os hymnes nacionaes.
Encerrou-se ante hontem, 8 do correte, a 3'
sessio d* jury dottno deTaaeel, eemecd'no
dia 1", sob a presidencia do Dr. juiz de direitp An-
tonio ioaqiim Buarque de Nazattb, assistiido o
actual promotor publico Dr. Luiz Monteiro Je Amo
riiu Linia, e uele escrevendo o escrivo Manoel
Esleves AI ves
Comparecendo no prim.-ro La 34 rados e
sorteando o Dr. jiiiz do .dircilp 14 suppleutes,
adiou a sessao para 2, e-desde euto houve sem-
pre numero maior de 40 jurados. ,
Foram apresenlados pelo juiz municipal Dr.
Domingos Jos Alv'es da 'Silva 8 pYdccssos, dos
quaes, desceipip. V por'.[nao se charcm devida
mente preparados, e ffpes sendo de llov abre-
senLado um desfss.'eutrarni em jttfgmento 5 com
8 reos.
No da 2:foi jugado Jvenci Fernn les Viei-
ra, aecusado pir crjm de falsiJado, sendo seu ad-
vogado o Dr. Jos l.inuario Pereira de Carv'alho.
Absolvido
t No dia 3 foi jnlgaJo o ex-escravo Joao Tat,
aecusado por crime de m'orl perpetrado na pes-
soa de Maria de tal em o. sitio' do finado major
Coutnlio, seud i seu dygaUo. o Dr. Flonan) Jos
de Miranda. -Cohdirindo a gales perpetuas, com
appellaco necssarla pMts'tou'pyr novo jury.
No dia 4 foram julgads Joaquim Jos do Nas-
ciment c Jos NIcacio dos' Santos, accus'ados por
crime de ferimenlos, seiidb seu advogado o Dr.
Jos Januari Pereira de Carvalho. -Absolvidos.
No dia 5 foi julgado Antonio Js da Paixilo,
acensado or crime de inorttf na pesoa de Rosa-
ra Laurinda da CofteeieSo, sehdo seu advag'do b"4
Dr. Floriano Jos deiMiranda.Conde'mnado a ga-
les perpetuas, coi) app'ellaco ne'cessaria protestou
por novo jury.
a No dia 6 foi pulgada Jddpha Ayres da Costa
Moraes, aecusada de ler mandaijo por Antonio Jo-
s da Paixao assssihar Rosara Lauririd da Con-
ceicao, sendo seu advogado o Dr. Floriano Jos
de Miranda.Absolvida.
No dia 8 foram jlgados Ltirindo fdme de
Mello e sua Jilha Maria Rufiua da Conceirao. ac-
cusados, aqullo de ler assassin..do a Jos Felippe
Gomes e-'-esta de haver. cpncorrido para tal ssas-
sitalo, sendo sen aUvoga'do o Dr. Jos Januari
Pereira de Carv.ilho. Coiidomndo Laiiriudo a 6
annos de prsao com trablho e absiftvida Maria
Rufina.
O Dr. juiz de direito, depois de publicar as
multas, con'cedendo lo dias aos multh los para se
juslificarein antes de remelter os competentes ter-
mos para a cmara municipal, 'dispensando das
multas impostas os jurados que nao fqram notifi-
cados e que justificaran! com docamenlo sua im-
possibilidade de compareeer, cougratulou-se com
o jury pelas acertadas decisoes que dera nos pro-
cessos sulmiettidos a sen juizo. agradecen a todos
o comportamento urbano e respeitso. que havlam
lido e encerrou a sessao por falla de mais proces
sos a presentados.
Lotera.A' que se cha a venda a 66";
beneficie da igreja do Livrament de Pao d'Alho,
quo corre no da 15.
Casa de detenco.Movimcnto do di<
10 de setembro de 1873 :
Exisliam presos 314, entraran! 9, sahiram 3,
existetn 320.
A saber :
Nacionaes 222, mulheres II, esirangeiros 42,
escravos 3o, escravas 7.Tola! 320.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 2*0.
Movimonio da enfermara do dia 10 do se-
tembro de 1873.
Te ve baixa :
Antonio Januari da Silva-indigestao.
Te ve alta :
Antonio, escravo do major Bellarmino.
Passagciros. O vapor G*qnid vindo de
Fernando de Noronha. Irouxe :
Francisco Gomes Je Almeida Leal, Antonio Fer-
reira de Almeida, P. Joaquim Madeira e 1 escra-
vo, Maria Martha da Conceicio, Joaquim F. de
Castro e Silva, 'urdulina Alaria da Conceicao, Se-
nhorinha Maria dos Santos e l filha, Petronilla
Maria da Conceico, tenenle-coroncl Antonio de
Campos Mello, sua senhera, 1 fina o I criado, co-
ronel Antonio Gomos Leal, major Antonio Dor-
nellas Cmara, "capitao Manoel Claudino de livei-
ra Cruz, 1 camarada e 1 criado, cadete Antonio
Valerio S. Nevos, sargento Manoel Belmirio Sil-
va, sua senbora e I lilho, 22 pracas, 23 presas e 1
mulher dos niesmos.
Passaseiros. Entrados dos portos do sul
no vapor brasileiro Penedo :
Manoel de S. Leao Filho, Dr. Joo Francisco R
Figueiredo, Olympio Elher E. Jones, sua seuhora,
spa sogra e I criado, Antonio F. P. RAmos, Jaa-
quim R. D. do Almeida,.Fr. neisco F. de N. Jatoba,
Luiz F. Campos Torres, Jo ; E. Campos Torres,
Clemente J. de 'Mendona, Dr. Jlo M. da Silva
Coutinho, Bento J. de iMedciros, Manoel C. P. Co-
trio Jnior, Jos Joaquim de A. VasconeeUos, Ma
noel J. de O. Machado. Jos" F. S. de Souza, Joa-
quim F. da Costa, Frauehco J. de O. Machado, An
Ionio Jos ds A. Costa, Mara R. da Conceico e i
filha, Bellarmna Maria Magdalena, Paulina Maria
de Mello, Argollo L. de Almeida, Jos A. do as-
cimento, Bernarda Alaria dos'Prazeres, Joanna do
Amor Divino e 1 menor, Manoel Joaquim de Mal-
los, Joo L. Vieira, Francisco P. S. de Vasconcel-
los, 5 pracas e 3 mulheres.
Ceiniterio puMico.Obituario do dia 10
Jo corrente :
Manoel, pardo, Pornambuco, 3 horas, S. Jos
bexigas.
Guilhermina,, parda, Pemambuco, 16
Boa Vista; convuls5es.
Francisco dos Santos, brinco, Portugal,
nos, solliro, Boa-Vista; febre amarlla.
Joao Alves, dos Santos, caboclo, '20 annos, solli-
ro, militar, Boa-Vista; varilas.
Maria Luiza da Conceico, preta, Pernambucb,
58 annos, casada, Rccife; tubrculos pulmonares
Cassiano, pardo, Pemambuco, 2i das, S. Jos;
varelas.
. Pedro Jos Humayt Caninana, pardo (ignorase
a naluralidde) 27 annos, casado, Boa-Vista; be-
xigas.
Julia Augusta, parda, Pemambuco, 12 annos,
Boa Vista ; tubrculos pulmonares.
, Jos Severao dos Santos, pre'o, Pemambuco,
21 annos, solteiro. Boa-Vista; hertlorrliagia cdnse
ortiva.
mezes,
26 an-
tHROMCA JliDftniAEIi.
Tribunal rio eoniinerel*,.
SESSAO JUDICIARIA EM 9 DE SETEMBRO
> l3.
PBKS1DE.1CIA DO SXM. SR. COMEELBEinO ANSELMO
FRANCISCO PCT'ETTI.
Sicretaria inierlUo, o flicial Torres.
A-'s 12 horas e'3/i do da, reunidos os Srs., dcs-
embafgadores Reis e'Silva o Accioli, deputados
Olinto Bastos e Lopes Machado e supplentes
S Leilo e Guerra, fallando com participacao
escripia o Sr. dsembafgJof Silva Guimares.
S. Ec. o Sr. conselheiro presidente abri a
Foi lida e approvada a acta da precedente
sessao.
O protoeollo do scrivo Albnquerqae conserva
a mesma numeracao e dala indicadas na acta da
esso do l.'s dovcprrente. O, protesto, pon1 m, do
iescrivo jAhfes.,. de Brito menclgaa tr sido fito.
$tb qnlo71 era'3'dji me.-mo inez ojiltiiiio pro
testo d etraflne laVfau ctn's se'maaa.
ACCObjPl'.
Furara' assigndes depois de Udos os qne hav am
ade 'profe'idoanos feitos e^tre partes :
Appellanles Brg^Iwjt|Q,Ar appellado Fran-
cisco Brra Braga; afipeiianie Francico For-
Francisco Bezerra' de Souza e os administradores Irados por avedtu
da massa fallida do Martlns Lenpoldo.
Em virtude de nao ler comparecido o Sr. des-,
embargador Silva Guiarais, deixaram de ser
proposios os julgamenios dos feilos que egqeui :
Appellante Jayme Eneas Gomes da Silva, appel-
lados Jeronymo Delsuc e D. B. Cordolina da Bo-
cha Almei Ja appeUautcs os administradores da
massa fallida de Magalbics & Irmo, appellados
Carlos Pinto de liemoe, em liqtidaco ; appellan-
tes embargantes Bernardiao Jos da Si'va Maia e
Francisco Jos Ferreira Guimaraes, appellados
embargado Francisco Jos Ferreira Guimaraes e
Bernardino Jos da Silva Maia.
da
A pedido do Sr. desembargador Ileis e Silva.
-Embargos iufrngentes. Embargantes Joao do
Azevedo Ramos o sua mulher, embargado Amonto
Gpucalves' Ferreira Casco. Sorteados os Srs
Guerra o Olilo Basto;, adiou-sc o julgamento a
pedido de uro. dos ditos scuhores.
PASSAGGX.
Do Sr. desembargador Accioli ao Sr. desombar-
gador Silva Guimaraes. Appellante Joo de
liveira Leite e Soma, appellado Antonio Jos da
Silva' Maia. Ficaram sobre a njs estes autos,
por uoeslar presente o Sr. Silva Guimaraes.
Com vista do Dr. curador geral: Appellantes
os administradores da massa fallida de Magalhies
A Irmo, appellados Antonio Machado Gomes da
Silva e o tutor dos menores Antonio e los, fllho
de'Bento da Silva Magalhes.
Encerrou*se a sessao s 2 horas da tarde.
pira se-
THESOL'HABIA DE FAZENDA
11 de setembro.
Foram roraettidos ao Sr. thesoureiro
rei pagos,
Oflicio :
Da presidencia, mandando pagar a Pereira Ir
ios a quantia de lOJi JK).
Dj inspector do arsenal de ma'rlnba, rom a con-
la do aviamento do receituario da respectiva en
fermaria na importancia de Ui 2S0.
Dj engenheiro fiscal da estrada Jo forr Jo ftc-
cife a S. Francisco, com a eonta de obJectoS for-
necidos sua repaalico na importancia de.......
ilOOOO.
Do commandante da compahia de cavallaria,
com a eonta da despeza feita rom a compra de ca-
valloj na importancia de i:i8oj>0"0.
Do -cuiiiandaiite d forte do Buraco, com a
coma do fornecmeuto d'agua ao mesm forte no
mez do "agosto ni importancia de 3:116*10.
Secretaria da tliesoiirnria de fazenda de Per-
nambuco, II de setembro de 1873.
O secretario da junta
desaine RodoijurisoCardo.s,
i'Anuuo < o\m:av ion
RfeCtFS, 1-2 DESETEMBRO 1)E 1873.
Tecer elogios a nina alministracao^ embora
amiga, porein que nao se livesse asstgnalado por
.-ervicos reaes prestados provincia, seria eortezi a
de amigos,' que, conforme as circum-l uicas, po-
deria degenerar em vil lisonja ou bateo servi-
vilismo.
Mas, raivem embora os publicistas da Provincia
(papel), o epijliuto de thuriferarios com que nos
mimosean*, nao nos pode quadrar, simiente por-
.que oppomos s suas invectivas e coarciadas a
linguageiii da verdade e o tesleoiuoho irrecusavel
do i netos.
Nunca foi, nem ser vil lisonja dar publico tes-
temunlio.de reaes mereeiinentos ; as-i;n como,
convem.a-se disto o club olygarcha, nao mar-
char conquista da benemerencia denegrir o ca-
rcter de respeitaveis adversario?.
O mover quo ns leva a prestar nosso apoio
benfica admiuislraco do honrado Sr. Pereira de
Luxcna e de irnir os libellos famosos do orgo do
Sr. Villa Bella, to nobre como o sentimento que
impeli S. Exc a dedicar seus esforcos ao eu-
grandecimento de nossa trra, dtando-a de im-
portaates melhoramentos.
Alentar com justos e merecidos applausos a
quein quer que procede bem, no desempenho das
(uncres detim cargo espinlioso, como o d ad
ministrador de urna provincia importante, exprime
mais do quo o accordo de ideas e sentimentos,
porque o tributo da juslii.a que lodo bom eida
do deve a outro cidadAo.
Asselar sua adminisirac por actos mmorre-
douros, em puro beneficio de sua trra, e para
honra de sen govemo, tem sido a nobre e afanosa
aspiraco do Exm. Sr. vommendador Lacena.
Infilizmenle S. Exc. tem constantemente arcado
contra dilliculdades mu serias.
O mo estado lnanceiro da provincia, devido
causas complexas mais ou menos remotas, e em
grande parto trisssimo legado do govemo pro-
gressista ; a lula infrene do partido adverso tra-
vada at na queslo religiosa, por elle convenida
eui machina de guerra, tem sido a lm de ontras as
principaes dJU:ufdades com que, desde o prneipio
de sua administraco, tem lutado o actual presi-
dente.
Nao obstante isso, S. Exc. vai corajosamente
seguindo o verdadeiro caminho, e conquistando
da a dia maiores e mais robustos ttulos grati-
Jo da provincia, que elle esforca-se por engran-
decer.
Para o Sr. commendalur Lucena nada devem
Importar essa gritara furiosa levantada por seus
odenlos adversarios, o as quejandas invectivas de
seus detractores. -
Seu espirito de molde superior daquelles que
nao se abatem com os ataques da injustfca, nem
se yergara s blandicias da lisonja.
Em poltica pJe-se afferir a importancia de um
hoinem pela luna com que seus adversarios o
combalem.
Os ItberJadeiros da Ierra perece qne leem bem
presento na memoria aquello aplogo de Tarqni
nio-abater as papoiilas mais altas, custe o qne
custar.
Se de un momento para outro as invectivas do
club ol)garciia cedessem o passo aos mais des-
compassados elogios, nem por isso seriam outros
os .ctos da administraco, visto como riles se ns
piram em principios elevados e intraiMlgiveis.
Os furores do Sr. Villa Bella, ou seus alhgos,
se elles tbssem compativeis com a ndlfa e iracun-
da gravidade que o distingue, nao demovero o fi-
lustre administrador de proseguir na nobre senda
que'vai trilhando.
O Eiin.' Sr. Dr. Lucena comprehende perfeita-
meuio que o homem publico e ser sempro, alvo
da'valnmnla, da Injustca e diatribes do qutate
daquella, tao insulsa como affronlosa liistorlet
de urna coinpanhia do tiro em palacio ; compre-
nende lain"bom que ludo isso para o administra-
dor quo tem consciencia de seus actos, o fjne a
poeira nsra o viajante : -apenas dm hicommodo
irremediavel.
Os actos da administraco de S. Exc, fistos a
luz da razo e da Justicn, revelam umesplrito es-
clarecido, "sempre desvelado pelos interesses da
provincia : este na vardade o juizo da opiniio
puhliea, K
A prva incoucussa'de que o Sr. cemrnertdador
Lucena nao lem pi-rdido seu tempo com as nihili-
dades qne prcocoupavam o espirito apnurtdo 8d
ex pacha do progresso, de enjo govemo nao ha
um traco, a na ser a tradicrio do jardim de pi-
palacio cmn seu indfectvel e ridiculo acompa-
nhamento de montes de caf, passeios e regatas,
essa prova dizemos, os melhoramentos impor-
tantes emprehendidos por S. Exc. em diversos ra-
mos da ptrbliea adminrsrra?ao, e sobre1 ludo a no
bre anciedade, a par do justo criterio, com que o
Sr. cotnmendador Lucena procura rasgar um fn-
tnro de grandeza e propriedade para a provincia,
dotando-a de vias-ferreas, qne sern eutros tantos
elementos para o d'seuvolviinemo das rendas pu-
blicase tambein da riqueza particular.
Servidos como estos marcaro poca na adm>-
nlstraco do Sr. cpmmetidador Lucena, e tnea-
ro nn-efJIo o Kr.''VfllaBella, a dlfrcrenca'q'oe
ha entre o fecundo e o nullo, entre o: principio e
fonte.da vida e o peli' i n nri-mo.
Anda e um fir'.o recente, e ao mesmp tempo
Sfova robtya ,|n |!" dissemos s im*c o espirito be-'
cuco 'qne domina a administraco do Sr. Dr. Lu
frito as modifica oes cor este reiti^'-n contrato
da estrila, de ferr sentido muito
favoravel i j'Rin a'; To em rmfo .que lambcm
(feu-se a aqTieJia t npreza meio do tornar ?e &xe-'
qnivel.
mem de bem, enin >
tensos e nobreza
Iho proposito
aratrada de Ierra de
seuHr*> Bxm couspFici-
M, oh ilmslo ti
Quan|o S. Cxc. n Sr. Ur. Lffejstw eUiirijaVi-
oor ftiwr um |ra Iivamene HM*v o, corrwtHJndBUIe da Heforrmt,
crealura bem c,fnhecrMni*|to dade, -o arto^oim
d> r. \'!l.i \m\ escrera paca a.coile detiwpa^
do a vefdade, ViiFra'iKRnl* foanHo envezdc* qo*
eHas se passaram, alacando'a probidad* d'aqnelle
henest isi nm>ai adrede formado je ca
Timbaha com pnreij
fo Joao Alfredo!
E' para resistir i^/t-- (plp* da in.urirs w-
daipuSados que-um-feo'
daaur!':> fa .-Hasin-
ieu afiF prceis* arm*r>s
de paciencia B-appelfer para ti falifii*ao inlerior
qne resulla da pratikdo hom;%i>a lamberpa-
ra o desprtwo (pm inspifa.ii os-a*lumiiiai.>re5.
".utretanto, alm da completa deinrpaf da
verdade, ha eentra o correspondanto da Reforma
urna circumsi.incia notovel; a seguinte:
O Sr. Cristiano Ottm analisando um contrato
de es!rada de torro, feto na Bio de Janciti en
que se havwm incluido clausulas idnticas aquel-
las que foram consagradas n.is modilicacoe do
contrato da estrada do Limoeiro dL'-e ettu pala-
vras [ co, tal o principio fecundo que a prociar**
do Rio de Janeiro ensaia desde o anno pastado.
Ora, qoem ser mais competente e .v> mesrao
lempo mais insuspeito, o Iludir conselheiro, on *
alludiilo e 'irrespondcnte ?
Infelizmente estamos cm lempo em qua-osarl--
qnins fazem escamotagem e ."grita-n : saitrt qut
peut.
O que pan um liberal da llaslra.ao c crtori>
do Sr. conselheiro Otloni mecer palavras oVap-
provacio e elogio, para njcorcespondoiHe da '/fe-
forma nv passa um attealAii) criminoso nu-
tra os iirtereses da prjv ncia; provoca Iho a ira*
e desa'.a-lho acerbM doestos iocji-iiouiomentis
atirado. um carcter severo como oSr, Dr.
Lucena.
O 5r. barao Ja SolcdJe taralieu tevou boa xnr-
zilura a sua eonta.
Era o case Je .lizer-e : expliquein o- sabios da
escriptuiM, seno Pira tao sabido que ludo w-w
nao outra consa seno o desabafo do nteres
contraria Jos, o despeilo de um coiicui rente ma-
logrido.
A ferila que abriram no oraclo de-so lafltti-
lento con-'utreite, ha Iree auns qne sangra ;.pa-
ra esse nao ha remedio : tornar-se-ba, -e '?i_ nio
, feia pstula.
Ser um lzaro de mais. .
Coila Jo! merecera com pfia seno provocar-
se antes pojo.
.V Provincia.
Admira ver mod) porque refere a Proeinciii
o que oeconoa em re^o a aoquisicao do ter-
reno em Saiu'Anna, para ser uolle edificado d
hospicio dr alienados I
Sem ter intem conhecmento dps (actos, ou u
proposito de inverte-los, a Provincia, cinla urna
liistorii une e.--t3 muito distante da'vcrJaJe.
O Exm Sr. Dr. Lucena nao mandou chamar i*
Dr. Miranda para propor-lhc negocio sobre a sna
propriedade.
O hospicio a ser construido nc Urreno que,
no Parnamerini, pussue a Santa Casa- Cuno ni
esse terreno de iicanbadas propor^oes, S. Exc.
tratava com o Sr. Goncalves Netto de c. n-egnir
parte uu todo o seu sitio, [ara reuutr ao da uies-
ma Santa Casa, e as-im |oder ser o hospicio edi-
ficado com todas as condi;oas desejaveis.
E-tavam as e-'nsas assin] encaminliaJas ipiando
o Dr. Miranda, por dciiheraco sua, se apresen-
toa em audiencia, em palacio, paia ufbrecer o
seu silio por vsnda, ou i or troca.
Vemo S. Exc. a planta do terreno, por elle
apresentada, mandoa o director das obras publi-
cas ver e examinar o mesmo silio.
~As iuform.T.oes que obteve foram as melbores'
e por esta razo submel eu Sania Casa a deli-
btracao proposta do mesmo Dr. Miranda.
Concordando ella com a idea de permuta, o;i
compra do sitio, come.aram eniao os ajustes.
Censtando depois que sobre a propriedade de
Sant'Anna haviam liligos, mandou S. Exc. ave-
riguar ns factos, .e delles esclarecidos, resolveu
nao realisar compra, nem permula.
Fez, pois, scicnte ao Dr.' Miranda, que em vista
d3s i|uestoes a que e-tava sujeila a sua proprie-
dade, s pir meio da desapropriacao por utili-
d.ide publica pedera ser o terreno adquirido ;
so rom islo coniordavn, mandara proceder a
mesma desapropriacao.
O Dr. Miranda nj poz duvda nisto, e S. Exc.
ordenou ao Dr. procura or fiscal que tratasse da
desapropriaco.
Aqaefie digno funcionario avisando o Dr. Mi-
randa, da ordem que linha recebido, consultou-i*
se prefera a desapropriaco amigavel judicial.
O Dr. Miranda acceitou premptamente o pri-
meiro meio, deu o negocio como feto, e instiu
com S. Exc. [tara que, iralasse da ccJIoca^o da
primeira podra.
. Avista di>to, marcou so odia 8 para aioella
cerimoiiia.
No dia o, porein, quando linha de ser assgnado
0 papel d : trat.s que dsvera ser homologado pelo
juizo competente,.o Dr. Miranda susritot urna
duvda, que S. Exc. nio ulgou conveniente aos
interesses da S mt,. Casa.
Por esta razo mandou desmanchar os prepa-
rativos que seestavam fazendo no rtferido sitio
para a coltorarSo da pedra e urden iu ao Dr. pro-
curadur fiscal que encaminhasse a doapropria-
>;o judicial.
O Dr. Miranda, depois desla resclucSo de S.
Exc, \inda peda que nao adiasse a naugaracao
da obra, e foi a Sant'Anna pedir ao Dr. Lanie-
nha Lins que ali eslava qne nao consentisse em
ser desmanchados os preparativos da festa, j co-
OMtados.
Esta que a verdade inteira e sem mesc'a.
Em todo o ajusto havido entre o Dr. Miranda,
S. Cxc. e um dos niorJomos da Santa Casa, sem-
pre foi ponto assentado ficar a permuta dependen-
te da approv.ieo do governa imperial. O B. Mi-
randa poder dar teslemuiiho desla verdade.
Nao lainbem exacto que o Exm. Sr. presi-
dente ouvisse ou consultasse ao inspector da the-
souraria sobre semellianto negocio.
Foi o proprio inspector quo, ouvindo dizer
que a permula dos terrenos ia ser feila definiti-
vamenle, por motivo de zelo fez chegar ao co-
nhecimento do S. Exc. que ella devia ficar de-
pendente da approvacao daassombla geral.
Mas esta opinio nao adanton cousa algnma
qnesto, porque todo o negocio e ajuste da des-
appropriaco assentava sobre essa base.
Demonstra Ja a verdade, pelo modo simple*
porque deixamos aciroa esenpto,- entregamos ao
despreso o que de insoKto e agressvo contm se-
uiellianti' artigo.
A gente da Provincia quer fazer se temida pela,
afouteza do insulto eda calumnia, e uo -estamos
dnoslos a andar no mesmo terreno em que ella
praa.
Bast ser o seu redactor mais activo um vil
1 yJrophobico, que ali anda a assaltar e aeeom-
uietter a tudo e a todos, para uo presumios as
suas injurias senao o despreso e asco que provo-
cam.
Se a Provincia nao sabia bem dos factos, era da
dignidade de seu redactor informar se da verdade,
para ento expo-los ao publico ; se sabem o os
querem desvirtuar, nao-pastara de perversos e
mentirosos.
Porque razo la de lachar do leviano o Exm.
Sr. presidente, por ter marcado dia para a cello-
cacao da primeira pedra do hospicio de uhenidosl
O Dr. Miranda, considerando o negocio feito,
autorisou a iaauguraco da obra. A desappro-
priaco eslava amigavelmente resolvida, o quem
pedera suppor qne urna circumslaueia imprevista
viria pertu bar tudo ?
Entende a ProMaeMpque S. Exc. devera acce-
der a nova exigencia para nao retardar o assen-
tamento da pedra ?
Isto o que desajav ; ma o carcter honrado
e digno de S. Exc regetou este alvilre, honra Ih
seja feiu.
A gente da Protinmn estaa morder-se de ralva,
porque o Exm. Sr. -Dr. Limea, no seu ernpenho
de servir aos interesses publices tomuii aos bom-
kros datar a provincia de um Uto importante s
necessario edificio, e ae, enm passo firme e
apoin. geral, camohsndo ao seu m.
Portante, se tem raiya ser raiva impotente :
o ospici-i ile alienadas fe A.i d.faper
Hospital Portuguez de Be-
neficencia, em Pemam-
buco.
. 't*[Ws He ximntmte *\n nosso primeiru
M
>
..-


s
;t


>
4
h
I


rnjT.-
dos poros BrBa
hrisi.lps ila
a inda
fcrtfjo
ivilisa
*ig*s po usa das
vcomsiios4t)rjsda"arla(,^m^lia, foi o.nos
^cti^Wrtno^oi^Miefelamint om
MW^Wfo W <^loi i pOftf^l^Mf pft>,
rtm p seu Hpspifali1 V Beneficencia em
"dmairiltato, teeslimirl.r o' a Mr- pro|rib
nacional de todos os U;J compatriotas aqu
rasidnl^, para quo similhuuto estubulvci-
ra*Hn, tpw; a honra de Portugal n'um pai*
irotfp, pao cara.Ne (Jesfollegq socertos.
Mr M_
*
lk^U-tmimmimm^SKa.j^^^ teita*ft die i bit
i doutrina cliri^W^MfuK *> orgolho dos
rbaros da idade.present.
l^iMip rombaler at
~" progresa* da civi-
E nio obstanif
m a fogueira
safio, dos
vadas ti'alma a
ia, como as ma
Sobre a pelle,
tem partido
gresso.
Para
_ <]i *m en
^jgiosa di Man-
do ferro etn bruta
e aessas-fovos que
s atrevido* do pro
pavios e seus carregamentos o-i
em edificios, mercadorias e
ra do Vigtrio n. 4, paviment
Ira
T-
Agora escoceremos,, como necessario, a
historia leste pi e notavd instituto :
Rk 25 d'Agesie de 1835, da de S. Luiz
rei\4tjrrant-~o fundador em pessoa dos
pcitneiros Lospitas regula/es no Orieute,4,
rewitan-saalgtrts i)rlu#uezi* de boa von-
taii0'sc Gabinete de leitura, ruado
tntftefaiSr', com olhn do crearem urna en-
fermara conforta vel, em quo se fratassem
os-deftvd lides portugtiezos que fossem acom
mettidos do ciftdrn^4rbus, o qual, b a ven-
do invadido vtfrjl* provincias nossas limi-
'lropbes, i ty*J.o batia cono forja s portas
lo BeOe.
A-ida* ecpesU m 1*1 reunio foi uuaui-
moBWHe ceeita por todos que a coinpu-
ntftnt cad?4,uon.a .quaotia que pode ou quiz, no-
inmuwo dosde logo eoinmisses d'entre
os-^ewmast pawi ene cada unodosbairros.
da" eidld'f'cd.utfnuareni' as subscripsSes ne-
-essatfts. afim dtj.se levar, a effeito o santo
eaafMWo.e*n que todos esta-vam. Simillian-
lo-swrne de piedaile deu obrilbante resul-
tad*- oTe dote conlos de reis, pouco mais ou
menos.
tm 9 do Sotembro de 1855e legeram os
subccwptores d'entre si urna commisso en-
arrega'ladc assentar a projectada enfer-
mara, a qual com effeito foi installda a 16
do-atcsoio mez e auno, no Campo-Verde, era
utu predio do Sr. Joaquim Ignacio Ribei-
ro;-e-# qnal se fleoo chamando Hospital
Portugi^ez Provisorio.
En%t&de Oulubro, atada do mesmo anuo,
foi ai comnwsso (talladora acclamada
Jauta Administrativa, e o Hospital Provi-
sorio tomou desdo enl > o tiome que hoje.
teni.de hospital jortuguez de benekicem-
<".ia i'.m i'i:knami;l;c Desde odia da abertura, a qual teve lugar
u 18 do Siembro de lb55 ateo dia 10 de
d Abril ti.' l$'!>, islo desde a grande inva-
s.io do cholera at a sua quasi desapparigao,
prostot o Hospital ndevantissimos servigos
hutnanida le : tratou gratuitamente a todos
os afectados que o procuraram, e a qnantos
Ihe eram enviadospels commissos dos dif-
feuiiliijjrxpsj semdittincfo alguma de
natnojinli'ladt.
Km 10 d\YI>rit de 1850, considraudo-se
i[uask6tii)eu a epidemia, principilo Hos-
pttMt- fuijccionar regularmente d'acord
con os seus estatutos, queja entosc acha-
cara approvados pela autoridade brasi-
lera.
D'abi a pouco tempo pode a piedosa. as-
soeiagao cemprar o pilloresro sitio do Ca-
jueiro, ond mandtra cwnstruir js magnifi-
cas eufermarias, pltarmacia, e capeibj que
ncHese-ene^ntram, e para onde foi definiti-
> imoute trasla lado o Hospital l'ortuguez,
com a maior sulemnidade.
O numero de lenles all tratados era ao
a Repblica, prin, qu, petOj bao ne-
gara ao chrtslianisno'o prograno de ntahdo, no
tem nNe- parte a rdligilo ftelidu pelo' ftlho de
eus, mas a doutrina moral ensfMfa pelo ttiittyt
sublime, que, inferior ao mineii* Tira-Dtntes, nao
soube alargar a suas viitas poltica.
rwa esses philosophos, como os da Repblica,
devra, pois, ler sido Christo um velhaco, ou pol'i-
tico muilo vulgar, ou un fantico com as impres-
soes da educagao religiosa n'alma, lio vivas, como
na pelle as marcas do ferro era brae.
A philosopbia So pura e transcendente daquell
iu>lioie mural, mi poder apagar aquellas in>-
pressoits, que levou o sabio velhaco ficticia ne-
cessidade do apregoar-se enviado, tilho de Dus,
de constltair urna igreja, nnindo a terr ao co.
Kram coUsas daquelles alrazados lempos, em
que dio podiam eaistir os mineiros Tira-Dtnlea.
D'ondo, porin, vem essa pleiade que cornudo a
redaccao da Repblica f Com trido' sua alma na infancia, para escapar dura
lei da impresBM indeleveis ?
Os scmelhantes se atrahe, e essas almas exeep-
cionaes de espirilos refraclarios, por sua; alta po-
tencia a todo o sentimento religioso, se conaragam
naturalmente para propagar a idea da falsldado
oe tudas ai NMgtMs, da verdade Jmente dos pro-
gressos da razio, cou Jess Christo congregou-
se com os apostlos para pregar o amor ao prxi-
mo, como innao, a f4 ei um f Daus, e a espe-
ronpa no co.
Ettle co e o inferno -, porm, o que escanda-
lisa, a Repblica e a faz levantar toda a sua ira
To hbilmente desfarea, porque Roma, apoderan-
o-sc dessas armas, e3torva e pretende suppfantar
a litiwdade.
Basta a Repblica organisada e sustentada palo
esforc da razio humana. Quanto a Deas, cada
um pode adora-lo como quizer, visto que o* povos
anda nao chegaram ao estado de poder dis
pensar a Dous ; mas a Repubhc* vai logo com
todo o empeuUo batemlx os caminhos, para liber-
tar o homem da oppresso religiosa, principaf-
raenle da christa, d;rcatholica, em que o papaba-
'sea o sylabus para reduzir o mondo eseravidae, Alj
servindo-se do reo e do inferno.
Quem republjcauo nap jd Ser pois catholi
Anguslo F.
Antonio (.. de T'-P,edo f*
h. rh Madera-37'i8. Jr.'x de
Cracker. cotBOMmlantt C. R Boekle.
. ^*at_jiacioi
mercial
e
i^encireja^deet^4!?
embargue de nroductos, e de
tiefucioa de-cSmraisso, qur
lifttacltgos.
ttfs, e toma dinhlfai pW";
"^t^fffpn cambiaes, e saei #sta, e
prto', vonlade do tomador, sAa m J*1
giftnte rt-^as estrangeirs e nacieivisj
hmmmtin.Sobre o u
tiOKsOi, (dfe responsabilidade
varias firmas de 1.* classe.
ParsSobre os Srs.
OR & C*P. GIL, 6 A. BL
G.1 BANQUE1R6S.
Hamburgo.-Sobre os 9nM3&
BACK & F1L110S.
U*hU-ttilteolSlflltolSECASt S1CI9-
T^S Porto.Sobre o banco unio do por-
to/ eo-br. KMtfff >PffltuvotwrflcA.
Par.^Sobre o banco cmmercial do
piar, eos Srs. francisco gaudencio da eos-
T*.*fc ULMOSi
llamnlib.Sobre o Sr. jos feubsi-
ra da silva jnior.
Cear.Sobre os Srs-.-j.-."VASCoNJ'
CELLOS & SONSj ^w* r .
Bahaftbgtiof $f% Mjfcf^os- & t.'.
Rio de Jfn#ft%*-ot|fl|o>ANcoK^
OUSTRIAL E MERCANTIL DO IQ4)E,JA3tRP,,e
O BANCO NACIONAL.
Rie-
gente,
ir
oras, n.1'."onal
1 "^Pcommai
. carga di
ambuean,
idt no metmo i
espanhol Jote Mar
carne.
espanhol Pedro, c
carne.
Hiate porlifuez Dilt-
Trinlade, earga
^iwHfeacial!
Intonio Firmo
rdente.
m
3:~
IbMoun i! de Pe
ifiuco, 5 de seterabro de I87J.
O offldal maior
____________& A. Fernebra.
"*~7T;a* '"stradl". da recebedoria de renda*
.!-..- ~n,Gnle> os senliores de-osera-
internas geraes faz ... matricula
vos que aluda'os nio derau.
'Ue o
- De o
rafia de faz
deliberago
Illm. Sr. inspccloi
'special,
qoejiodem e devm"fazeTo dui-."' "^Sus
ma* 4e a*tmbro. soo pena de serem cou.. T,
"ve!cmo. declara o artigo ID do regulamei.^
n. 48o3 de 1 de dtaemliro de 1871.
1873 bd0ria d Prnambuco> 4 d selembro de
fabricantes de cartas c
ara a vendidas mermas caria* a
navegante*,
_ a vendida
rglr ai numerosa cartas e ttrucvei nauura.-
riagao erroneamat nKUa/*
Das Shetla4 Ortawy. IiBmb, para as res-
tas septentrianaei da Praeai atn Calais e Ds-
Jiant. a dulWltt te **$*< variacf
til S8.0 -NE (verdadeirol crescendo de r
26- otp9-r 1 'ii* 'i
J4 llieou-
faz publico que eu ,":*!*.^
sidencia da provincia, conftu^
r. novamente pra-
ser arrematado por
otierecer, f proprio nacin1.!
iio ra d) mesmo no-
arrematagao o prego de
Manoel Garnciro de 6ou*a Lacero*.
de.7, nr!^'X0 assin*d aata'tDr da recebedoria
?1.ea. Prw'nc'. Issa nestar data a proceder na
Km Lerwfck
" Peuuaad e Mor*Firti
Beehannese'F'itak* |B|.
Unas Holly e Farn
Shields, Sundatland e VariiBool
M3MM>.
SI S/> .
l 1/4 .
-^ i* *> O secretario da junta
/^.Sr. inspector m thesorari pfuvii-
PRAQA DO RECIFR l!iDE-SfrE*rrtO,~
DE 1873.
AS 31/2 HOR^S DA TARDI.
kilos posto a b#I afTr^eiQ|.|fdr4l
cial mairti fazer publico que no dia 18 do car
**rQ\*Ptl1fr 0m&* t}a,p|Bsialthe-
*e ha de arrematar a quern por menos
iflZCT, ^ttrnecimento de alimentario e dietas aos
presol,-lol)ia; fa i-ma\ le A^eaplof ne -Ministre
de ooyro a dezembro prximo vindouro, serVin-
do ittase arremata<;ao os prcos das takedat
baixo transcriptas :
S.*'"*"5 ?p^a"~lnKord^
.rnipost. geraes, sendo pessoal. industrias e pro-
flssoes, e decima do predios das corporales de
mo mora; e por Isso as pessoas quo cecupam
predios em dita freguezia devem, em enmprimen-
tb da lei, apresentar os respe&ivo* recibos e con-
tratos, afim de ser marcada a taxa com que tem
de contribuir no presente exercitSo, relsrtivamente
aquellas -impostos.
Itecefeedwio de Pernambaco, 9 de selembro de
O lancador
Manoel Jos Soares de Avellar.
Dfini
*iun
^Barta*#i(*; i
380
380
380
360
380
340
3i0
Por ordem da *)*. regedr desto irmandade
fc'i transferida a ./#ta de so* Extetsa l'adroeira
para quando for annunciada, visto lhe faltar os
recursos para levarem a effeito dito fim.
Q'iwistorio da irmandado,. ) de seleilibro de
CX secretario
______ Liberato M. de Souza.
0|0, hontem.
co, porque asi obr|g*dp a-alceltaf o sylabus,,.Apolices da diridj*oubtica le 6 0iir8 0r0de
que a n:gaeio do contrato social. premio; boje. ^wr T VI
Cambio so^re.Lamh-es a 9Q ,djy, 2 li8 d., e
do batMo -d. por fiOiu,'. hontem.
Dito sobre dito a 90 diy. 26 d..por 1V)00, do
hance e patktolar,- boj*.
Camhio sobrw.e.,Porte a 9i-djr. MZ 0(0:de
premio, boj*.
Descontae letras 9 0|0 ao anno, hontem.
DaDourcq
' ftlftWite.
Leal Seveij
3c<;retai:\o.
:n
principio d? 10 a 300 pop anno, a maior
parte desvalidos o socios pobres, e assim o
erm igualuiente aqnelles parliculares que
no Hospital l'o.tu^a su qneriara curar, rae-
dimte urna retribuio rasoaveL Depois
foi-se elevaprlo o numero das entradas a tal
ponto que, desde n sua funJaQs, tem o
llospital tratado ate hoje em suas enferma
ras n<]liarlos reservados mais de 7,000
en{ Tinos, cliegan lo a haver atino era que
numero dos reeubidos se elevou a 97i,
comise le no relatono do digno Provedor
dii 1872, publicado em Fevereiro prximo
..lasado. i
Vas aqu o histrico a grandes traeos des-
la patritica instituicAo christ. Os unieres
acabara de ver os benelicios que ella tem es-
patbado c contina a derramar entre nos,
como dispensorie interno de cbaridade. No
artigo seguinte revela reinos au, publico osse.us
actos externos, como complemento da iuls-
so celeste qiu tomaram a scu cargo os be-
fietaritos portuguezes que at boje a tera
dinifide.
Ora, republicano entre nos quasi todo o muo
do, quando nao da repiiblica prxima,, da remoa
para a qual esperara que o presenta reginjon.. pre-
pare o povo. No Brasil,pois, nao pie tirada-,
mente haver cathoeso nem christa-n de al-
guma seita ; pirque, devendo ser cndeuinado o
catholicismo, na-> pede mais subsistir nenhuma
das seilas que delle tem sahido.
Se< o povo porm, nao est em.estado de despen-
zar a Dos, para que combate a ropublieft todas
as crencas religiosas como falsas ? Ser porque
sent qae a repblica s nos chegar- qtfando to-
dos os br 4-u<'ir)-. scientes e ptenles como Deas,
dispeneera a sua as-isleucia t
' porque basta o vosso Deas, que o que cada
um engendrar era sua iinaginacao, sem proceito
nem regra, sem ici era saneeao. Um Uuus para
cada um, sem fanr objecto d'aiguoi principio so
cial, de laco d'alguma congregado de horneas, dar|
sociedades, da hiviianidade. E', pots.esta religiao
natnral uma.outra especie de.panteismo.-
Que prestiiu tem porn este Ueus de cada um,
para a vida, para a sociedade, para a homanida-
de?
Quando por tanto elle vierest naturalmente dis-
pensado.
Podem poioin as leis sociaes, a razao dos povos
por raais esclarecida, os sentirae.ntos raoracs por Uarca
mas polidos pela mais cuidadosa- e igualada eJuc*-
cao, conter o homem no arrebatamnto das pai-
xoas de todos os gneros e especies 1
Como, se os horneas nao se virera reciprocamen-
te prostados dian(e de um mesmo Deus, como s
poderao considerar irmos ?
Como, se elles nao virera no universal Creadjr
um pai amoroso, igualmente de toJos os homons,
com vjntade e poder de castigar a iniquidade do
3ne ferio a um irmSo, cora volitado do amar aiu-
a mais c recompensar a caridaJe, e toja a ex-
pancao do cora(o generoso para com seus irmaos;
como sera isto se poder sustentar o sentimento
de fratt-rniduln mitro os homeus, nasoido deste
atnor e temor de Deu?
Como, sem estes sentimento podcr-se-hai sus-
tentar as in*titu1{5es que nellles se bazeara, a re*
publira e as deraais coastituigoes quo ja hA tanto
lampo se soaha l
Qra, se estes senlimentos e por tanto essa ado-
raran em comraum, de ludo isto necessario, tu-
Jo isto urna verdade.
Recife, 30 de agosto de 1873.
Affonso de Atbnquerque Mella.
l'f
*fc taiiial/fMhiii* p
portancJa.de 120 ris, em quaTtn eka, oreado o al-
aiofio: eiU tae)9Vpr E para constar, se mandou publicar o presente
"pilo jornal.
'Secretaria da th^onfaria provincial de Pernam-
biwo, 3 de mttiiubru.de 1X73.
, 0'.wic.iji|.iiuiiir,
Mi a'. 'Forreara.
.% lofxiiuhllra fio Rio na raa^ua
f|UCMItO.
I
Nao perde a R'pnbliei ensejo de pregar a reli-
giao natural, o racionalismo depois deja ter pre-
i'.ido o paullieismo ou oatheismo. Achou que isto
anda era de mais,. que o povo ainda nao podia
plisar sem Deus, e nao eessa-de pregar a-terda-
Eoie Supremo que creou epte mundo par iwlle,
cima eai todos o mundos, rever -se e, gozarse, se-
iJo as forgas de lodo o genero de cada um.
No entanto, aiaJa-bem, tolera o orgao democr-
tico toda a religiao, e a quer livre para todos,
qnlquer qim soja o modo por que ca la am quei-
t a adorar a Deus, visto que o puvo ainda nao che-
g.iU ao grao de Ilustradlo que hie mostr a men-
tira le toda a religiao revelada, entre ellas o chris-
i. mismo, e neste, mais que todo o catliolicismo.
O republicano nao pode ser cathollco, nao pode
> .'jflitar-se ao tylaus, qti.) est em contradiccao
cim os_ principios democralieos. No entanlo-a
imtaresiao qae deixou Ihcs n'alma os principios
reMgiosos recebiios na infamia, estio vivos como
a marea de ferro ci brazajjobre a pelle.
hus arduo traballin da publica o de apa-
gar estas impreasda de animo de todos, to dk-.
nithas liberdad* dos povos, essa religiio que J
l>receitos e regras para viver fraternalmente ein
. ade, quo abre ao coracao humano um bori-
9-ial**em limites, alin das me ...(Trimcnliis; que ensina a amar e a servir a
Deas, o .mesmo Deas que per ora a Repblica
a lepa par* cada um eleva* se grandeza que
laoto aos distancia das vida* da vida prsenle.
Sao falsas todas a*,reJigides reveladas, porque
c-id uma de tedas ellas se-tem como a nica ver-
dideira. Segundo esa priaciaw ou razio, c uno
pode-se Ter na propaganda religiaia da Repblica,
eomo pode ser vardadeiro o sea racivnalismo, o
.' -o pan'.li'ismo, oseu alboitmo T
Para tedas as causas, at a*.-mais simphees, ca-
r ioe o hornera de regra e governo ; adorar, po-
r >iu, a Deus cousa tao nwsqemlia, to abaixo de
todas,"que cada unS e peda fuer secando a sua
phantaaia, ou nao faiefsgundo o seu descuido e
toda a falta de incitamento.
Para servir a Deu* tambria nao carece o br -
roem da regr. nem de governo algum, creando
cid um a sua moral, segundo as circunstancias
de cada-, momento, e pzwicaado.a eonforme lhe
coojFter, sem frai algwn nem saoceo para o?
cas#. em uea,lei ci il no-alinca. a acijao do
ijoatom, on em que e.ta -pode escapar -accio
dal*j.
Todas essas religiiks, inclusive a dosjneusc orreh-
fio .suas origen.quasi qm so.pefdfm toda naneite
Jas lempos., m enlamo os povos s eome{afan
a tenaUr-se-d* abie*pte oV. caphveiro, depois e
oUoaBjMeiiiva neisfi qu con* tanja empe-
Bb4t> Mpidblicm teta.
Botoso- amwt.ott'aslira a-tevantar-se da ab-
jeeloo homem pela Uterade, ermo tem sido Uo
graatl* a*ua>*etiid* da fBai*ze deisadae a sen, senvca, como a civi-
viUiatftotaaa Mietodoa-easeirprai^sEotqae'eetfo
vista, tudo to diverso do uao se d*vai-cooi os
fovoa antigos e com aquelles que nao teem abra-
i
lufolizcs vieliiuas (lo rhciasaa*
iismo elii'onico.
Porque soffreis tantas dores, o porgue gas-
taes intilmente vosso dinheiro em medi-
camentos incapazes de vos curar?
Vossa melestia nao tem outra origem- se-
nao no sangue viciado.
Tuaificai o sangue com a salsaparrilba
Ayer. Se v5s tomardes este remedio com
rpgularidade e constancia, icareis cu ra-
dos.
Experimental.
aXKMtoi&
Hendimento do dia 1 a 10. 3#l;58!)i09i
dem do du 11.....*M>3i*122
333,6i2a516j
Descarregara hoje 12'de wttnbro de 18)3
Vapor nacional Mandah gneros nacionae*
para o trapiche, d compagina-pernam-
bucaiia.
Vapor nacional Cuijtrine geqeros nacionaes
para o trapiche d companhia pernam-
MMtfa,
Palaoao alienaoTneHe-(atraoaefcj) nwceadorias
wra alfmidegaw
ingieza Dolpltm mercadorias para
. aliaudega.
Lugar inglee iSbtxovtor -*- maeHnfsmo para o
trapiche Conceicao, para despachar.
Barca ingiezaRlaney Rrother-frar\to j des-,
uaqhadp par.a.p,2 pojnq,
fatactio norueguense -Bergliot farinha j des-
pMhM para^) caes do Apolle.
8a.r.ca lugtaza- Eumi Uerberl ferro bruto
j.despachad^.paxa o eaes.du Apollo,
Polaca hespanhol fltereza xarjue ja despa-
chado para,trra.
liniMi-taoo.
Mamanguape, vapor nacional Cururipe,
consignado a companhia Pernambucana,
manifestou :
Algodao 2(iO saccas.
Couros 510 aRabeScbammetteuO.
Seguro
HIE LIVERPOOL
coiilpa-fiigo
& LONDONd GLOB
INSDRaflGB COMPANY
Agoatcs
SAL'NDERS BROTHERS & .
11Corpo Santo11
INORTHERN.
Capital..... 20,000:0000000
Fundo de reserva. ,000:000000
Agentes,
Mills Latham t$ C.
RA DA CRUZ N. 38.
COMPOTA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos martimos em meccadoriaSj
fretee, dinheiro a risco efinalmente de qual-
tpaer natureza, em vapores, navios vela ou
borcagas, a premios muito mdicos.
MA. DO COMMERCIO N. 31.
*
COlPAUIi 4LLIANQA
seguros martimos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
' CAPITAL 4,000:000?M)00.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro a
<>co maritimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contraj fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agent.-! Joaquim Jos GoncalvesBelrao,
raa do Commercio n. 5, Io andar.
. Bahia, vapor nacional Penedo, consigna-
do a Oliveira Aze'.'edo, manifestou :
Azeite doce 50 barris a Souza Besto
C.
Charutos 9 caixasa Cunha c Manta, 1 a
D. P. Wild & C. 9ftDomiiigos' lvf >b-
theus, 1 a Gomes da-SIva. Cigamos 5 bar-
ricas ordem. Chapeos. de sol 3 caixas
ordem.
Oleo 30 latas a Alfredo F. Bailar. ,
Piano 1 a J. M. B,igas.
Saceos vasios 2 aniqcrados ^deio,
OESPACHOS DK EXPORTACA NO DU 10 DE
SETE^PRO ,D 18^.
Para os Dorios do exterior
No navio inglez Duchess of Sutherland, para
(lamburgo, carregaram : Keller 4 C. Ii2 saccas
"A iYI'> : '' ', i"'' i .ii.'T'i.iiii i M.
U lllm. br. inspe^r-da theourarta pro-
^wiaUv/SfCUUJli^l^iitu te ur.kui do Exm.
Sr. presidentp d? provincia, manda fcizer
publico que no dia 25 do correute, perante
a junta da fazenda da njesma iesouraria,
raia praca para ser arrepiatada(.q,uempor
menos fizer a obra dos reparos da ponte de
Junqueira, oreada, em 5;720^00;pi e sub as
dausujas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas quo se propozerera, a. essa ar-
remataco comparecam na sala das sesses
da referida junta no dia cima mencionado
pelo meio dia e competentemente habilita-
das.
E.para constar se mandou publicar opre
I sent pelo jornal.
Secretaria da thesounuria provincial de
Penrambuco, 5 de sotembr) de 1873.
0 ofTicial-maior,
Miguel ffbnso "Pet-reira,
Clausulas especiaes.
1, Os reparos da ponte de Junqueira se-
ro feitos.Ie coflfunni.ladecom.o respectivo
orcamento no vaor de 5:720(5000.
2.a O arre:natante dar principio as obra*
no prazo de 15 das e s concluir no de. 5
mezes contados da dit;i do contrato.
3.a A importancia, da arrematacao ser
paga em tres prestges guaes, correspon-
dendp cada urna terca parte da obra
feila.
4.a Em tudo o mais que nao estiver espe-
ciG'pado as presentes clausulas se obsi-rvar
u que disp; o rcgulamento das "obras ptt-
Wicns) de 34 de jullio de I8G0.
Conforme.
M. A. Ferreir.
'aj-JL!._lUJ..j_________
Secret&fia do gabinete portngtiez de le fura em
Pernambuco, aos 11 das do mez de seteftlbrode
1873.
O t' secretario
______________ B. R. de Amoiim.
4B
* Rio Tara sa
- Cosas
Em Norfh e South W
eness,
.BeA-lMli,
St. Laibarioe, lina de WkTjT
* Bill or Porffand
PbntSlart
', Ltiir
* llhas Sclfly
Porto de Cork
Cabo Clear *
Cedas oteltftnMes.
Em Valenta e Blasqneti
IHias Arran
' Achil He*d
liba Tory
Irmandade de N". S. do Bora
Parto,- erecta na igreja de- 'Phami inaistrahu
StJA J r-i Ic. Skerryvorc
. Josy de iiu>a-mar.
t a/4*
* 2/3
kCI
com li),i 87 kilos dealgodao.
' Na barca ingTza 'Ht', para Liverpool, car-
regaram : M. Lathan A L iDOO satcos coro
150,000 kilos deassucar m.iscvado.
Para ot portes i interior.
Para o Maranho, no vapor brasileiro P-;r<,
carregaram : Carvalho 4 Nogueira 42 barricas
com 4,627 \\i kilos de asquear branco.
Para Mossoro, na barcaca Campo Verif.ca.T-
regou : J. C. Figueira 20 pipas com 9,600 litros
de agurdente e 5 barris com 480 ditos de.incl.
Para Mamanguape, na barcaca Plor de Ma-
ra, carregaram : ti. Gomas C barricas com
64 kilos de assucar branca.
L.APATAZIA DA ALFANDECA
GOSSELlJp PE, C(IPMS DO ARSENAL
m MAMftA.
O conselho no dia 13 do corrente mez, vista
de:propostas recebidj at as 11 horas da nimba,
contrata sobas condii;os do estjlo, o fornecimentc
de viveres:dietas e ouln.s objeetbs do consumn ao?
nams na arnid'a e esilfi-lci imcrios de inarin a,
nn ifimestre.proxiino v:h] iuro' o-: outubro a de-
zembio
Objectos.
Assuca- branco grosso, assucar branco refina-
do, arroz do ilaranlfao, agurdente de 20 graos,
BMlft doce.de Lisboa, aletria, araruta, bolacha,
liolachinfia americana, Incalho, batatas, bois
Vivos e pasto para os mesmos, cafe em grao, caf
moido, oarne vterde, carne secca do Kio Grande
do Sul, cha hysson, cevadinha. carnauba em velas,
conserva preparada, ceblas doce, feijao, farinha
de mandioca da trra, farinha de milho, gallinbaj,
lenha, matte, manteiga ingieza, manteiga france-
u, pao, sal, rabo-massa. stearina em velas, stea-
rina em velas de 8 em libra, proprias para lanter-
na, tucinho de Lisboa, tapioca, ijolef de alvena-
ria grossa. telhas, vinho de Lisboa e vinagre de
Lis oa.
Sala das sesses do con marinha de Pernambuco, 9 de Mtembn de 1873
O secretario
____________Alexandre Rodrigues ilos Anjos.
Kdiiiiiiii de iTt'iliii'cs
Terea-feira 16 do correte, pelas II horas*
manlia, na sala das audiencias, deve ler lugar a
reuniao de credores da massa fallida de Antonio
Jos dos Reis, reunan j annunciada para o dia
9 tambem do crrenle, e que ajeuuerimanlo dos
curadores flscaes fui adiada para o dia cima men-
cionado; o vbto dos ausentes considerar se ha
adhermdo ao da malaria d)s quo cpmparecerem,
nenliura ser aflmithdo por procurador que nao
lenha poderes eipaciaes para o acto, ou queseja
devedor ao fallida, e um mesmo procurador nae
poder representar dous diversos credores.
Santa casa da misericordia
do Recife
Fornecimento de 28-000* annuaes.
A'jnnt administrativa da santa casa da mise
rieordia do Heeife precisa contratar o fornecimen-
10 des gneros abaixo declarados, que t'm de
consumir to* os estubelerimentos pios a sen
cargo, no trimestre de outubro a dezembro do
corrente auno. Recebe .propostas a sala de suas
sessdes, pelas 3 horas da larde do dia 18 do cor-
rento.
Aletria, kilogrammo.
Agurdenle, litro.
Azeite doce, idem.
Arroz do Maranjiao, idem.
Uicalho, kilogrammo.
Banha de porco, idem.
Batatas, idem.
Cha hysson, idem.
af era grio, idem.
Carne secca, idem.
Ceblas, cerno.
Farinha de mandioca di trra, litro.
Feijao mulatinho, idem.
Farello, sacco.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Giu, lata.
Milho, saci'o..
Manteiga ranceza, kilogrammo.
Potassa, idem.
Hap, idem.
Sabao, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Toucinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Vinagre, litro.
Vinho tinto de Lisboa, idem.
Vinho branco, idem.
Velas stearinas, kilogrammo.
Fornecimento de 38:0005 annuaes
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Uecife precisa contratar o fornecimen-
to de pao, bolacha e assucar quo bou ver de con-
sumir 03 estabe'ecimenlo* pos a seu cargo no
trimestro de outubro a duzembro do corrente an-
no. Rocebe propostas na sala das suas sess5es,
pelas 3 horas da tarde do dia 18 do corrente.
Skerry
Bara Head
Butt of Lewis,,
Costas sep
Em Miuch e Little Miach
Cabo Wnth
Thurso
Nortli Rodnaldsha, rknejs
t llfia F.inla, Shelland '
Ilha Unst, Shetland
Mac ie Irlanda e Canal de Ir i
Em Mu 11 uf Cantire
oT Gallowy
Liverpool
a Hilynd
Dub'lin
Pharol Rmalis
a Tuskar
Ilha Lundv t
Bristol 2I
Cosa septeniriunal da Franca^.. ..*
Em Calais ^"f ,/*. .
Havre 19*
n Jersey
Casquis, Aldemey e Gucrnesey.
k shant
Reparti^o hydrographica
dres, 19 de Marro de 1872.
A-signado. Oeo. fenry Richards, hvdrogra-
pho.
Est conforme. Decio d"Aquino Fvncee9,te-
cretario.__________, ,
Sicicdidtt Rwrwili\a Ju\cujjni#.
De ordem da presidencia convido os Srs. so-
cios a se reunirem domingo 14 do corrente pelas
7 horas da manh, aliin de em as^cmbla. peral
elegerem un thesoureiro vito ler pedido sua,
exoneraclo o efJeclivo.
S crelarja da Sociedade Recreativa JnvenluoV,
9 de seterobro de 1873.
Vulplan'o Baplisla,
1.* secretario.

AMIMS1HACAO IX)S-;CORRE10S f)K PERNAM-
BUCO 12 DE SETEMligO DE. 1873.
Malas pelo vapor Penedo da companhia
Badiana.
A correspondencia que tem de ser expedida hoje
(12) polo vapor cima mencionado para a Babia
com escala por Macei, Pnelo, Ai acaj o Estan-
cia, ser recebida pela mentira seguinte :
Macos de jornaes, impresos de quah|oer natu-
reza e cartas registrar, at 2 horas da tarde,
ca tas ordinarias at as 3 horas.
O administrador interino
___________Vicente Ferreira da Porciuncula.
ADM1.XMRACAO DOS CORREIS DE PERNAM-
BUCO 11 DE SETEMBRO DE 1873.
Por esta adminiitrai.io sq faz publico que i
conformidade com o offlcio do Sr. director geral
dos correios, de 7 de agosto prximo Codo, sob
n. 12Seccao Central-pagar o porte simples a.
correspondencia que tiver de ser expedida para a
Babia e Rio de Janeiro pelos vapores da linha do
Pacifico.
O administrador iateriuo,
Vicente Ferreira da Poreimaenla.
tteudimento do dia 1 a 10
Idem do dia'11. .
8:197*65.
97069i
9:168,317
VOLUMES SANIDOS
.Xodia la 10......
Pnmeira porta no di II .
Segunda porta.....
rerceira .porta.....
Trapiche Conceicao .
SERVCO MARTIMO
.llvarenaas descarre'gajlas n,o trapiche
d alfandeRa no ina la W.
Ditas ditas no dia II......
Varios atracados na .trap. de. alUadega
Alvarengaa........
lo trapiche, Conceicao,.....
13,122
183
217
36o
919
13.8J6
f8
2
1
21
Juizo dos feitos da fazeada.
(Escrivao Bandeira.)
Sexta-feira 12 de setembni prximo futuro, de-
pois da respectiva audiencia, s 11 horas do dia,
ir praca por venda o seguMit" :
A casa terrea n. 3, da ru. de S: Francisco em
Caxang. cora 29 palmos de frente, 40 de fundo,
2 calas, 3 quartos, cozlilia fura, quintal emabrte,
construida de taipa, e.n terreno foreiro, avallada
lir 400,1, para pagamento da execuco contra Vi-
cente Ferreira da ]osfaMiranJa.
dem n. 22, da travesea da praia do Forte, com
16 e meio palmos de frente 133 Je fundo, i sala,
3 pequeos quartos, civinlia mlel-na, em rao es-
tado, avaliada por tA, ivara wiMraenlo da exe-
cu.ao contra Maria Joaquina ao Nascimecto Bar-
bosa. *.
Recife, 26 de agosto de 1873.
O solcit,idor da fatcada prviiiclol, J Firmino
Correa de Araujo,
Fornecimento de 32:O0OS annuaes.
A junta administrativa da m. -ma santa casa
contrata o furnpcimenlo de carne verde que bou-
ver de consumir os estabeleciraentos pios a sfn
cargo, no trimestre de outubro a deiembro. Re-
cebe propostas na sala das suas sessoes, pelas 3
horas da tarde do dia 18 do corrente.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 9 de .-etembro de 1873.
O esenvao,
.___________Podro Rodrigues de couza.
Consulado provincial.
Foro scienle aos differentes-contribuimos de im-
postos provinciaes, relativos io anno flndo de
1872-73, que fecha-se definitivamente no dia 27
do corrente o receb'iraentu nesta roparticao das
quotas ainda nao satisfitas dos mesmos impostos;
p, terminado este prazo, ser a cobranca effec-
tuada por via judeial com a mulla de >'0|0 e
e rddi^o das respectivas cusas.
Consulado provincial, 5 de set-mbro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado Rio.
Santo Antonio
EMPREZA
r w
E
CONTRA 0 FOQO.
A companhia lu Jemuisadora, estaJaelecidr.
oeste pratja, toma seguros miritinws sobre
ECERED01UA, Di RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PEKNAMHOti)
Hendimento do dia I a 10.
dem do da 1J.
1I;05W733
2.34U726
l.T3Wjt&
CtXVS*JlADO PMiJYiKUAlj
denpimento do dia 1 a 10. 26 647*5
lfleradodia.il. 1;2I9*W
S7!7OM
, RECIPE DRALNAGE.
Hendimento do dia 10. .
Idem do dia 11.
Estrada de Ferro Pa-
raeiise, m
Tendo a assembla peral dos accionistas da
Companhia Urbana da Eslrsa t'Ferto Paraense,
autorisad a venda tk-su eipptyzs, a qommisso
eleila para esto fim recSbenj i'.ro'poslas' para a
compra d mosma al o da 10 de novembro pr-
ximo, no Para, podendo os proponentes obter d-
ido n *4;creulwe%. e- taminaroek. os estatuios,
bem como os relatorios da companhia de 1870,
1871 e 18JV no escrjpt,-,ri9 do EngUsh liank ni
f^i^t portnguez de leit-
II eto Pern^njbuoo.
mnt
- ^pWfrssAo- 4e exaae-de
4d
da
ger-e o
Navios tomfiosmdbn
Ba,,na e porto intermedios-3 das, vapor nieto- leom nal Pendo, i* 8U toaeladas, cewman4aar! po^Oe dw esuiuto ^s'sePnJo '?
convocar
!e, que princi-
e fuaccioqar
'
Emancipago de escravos.
A junta de emaiicipaco de escravos deste mu-
nicipio faz constar aos senhores de escravos que
S. fixe. o Sr. presidente da provincia resolven
prorogar por mai3 um mez, a conur de 3 do cor-
rele, o prazo ltimamente lindo, marcado aos se-
nhores para a apresenlaco das olas de lodos
op seus scravos para serem cJassilicados na eon-
frmidade do art. 27 do regulam'ento roe acom-
panhou o decreto n fi,i35 ie 13 de novembro de
I87. Pare- scieneia pois daquelles que ainda
nao curaprirara com este dever declarar a refe
rida junta que continua a funecionar no paeo
da cantara municipal, das 9 horas da manh s
ida larde. *
Paee da amara municipal 6 da setembro de
1873.
O presidente da junta,
Manoel Joaqnira do Rege-e Alttea/wrqne.
embree,
Manoel oaquim Silveira.
Francisco Augusto da Costa.
C apltaiiiH do p4|p( de labrnaav -
buco, 9 de wctcmHro r 18? j
Para scieeejados navegantes sejblic, ', ,';
sos abaixo declafado, relativos % Wiacio da
agulha nos mares do aorte e Blt ,0 S!, ffita
meas e mares adjaceates ; ^ "n8s Hruao
^ft.'^-K'Bieam -'
Wtfa?u KvivS^',Ph* almirantado inglez,
-ulha no* mares da or-
,s e mares aUjCentei.
pai
SYiMivrtJ*' -HWCp, oa
AVISO AQilUYEANIES.
1LHAS BRlTANSltCAS,
^_ VariacSo de agulha. 1812.
UradMgBjparJ|inal inglpz pelo eapitao tenente
;rnMMpflia de Cerqneira Lima.)
Publica-se
lermoim
fr.sefulati
-T
lijo- le
'a, o qde
de 9
SABBAO 13 DE SETEMBRO
Iuteressante espectculo para rir.
Primeara represcntaeao, nesta poca, do en-
tbusiastifnmento applaudid quiproqu-comico-
musical em 3 actos :
Meus olhos!
Meu nariz!
Miuha bocea!!
Msica original do maestro
i.' aclo.
L'm pai qife nao
2. acto.
Iin maride cuie nao raarido.
3." acto.
Uma mulfajer que nao mulbcr.
Deseceis nmeros de msicas.
Symponia. Um marido por 31) francas. I'.-
flaracao amorosa. Despedida. Sabida .Vi.
por mmica, l'm genro de eucommemja^ K ti
da no baile. Duas paixpes furiosas. Najiior:i ti
sem vontara. Um marido* que ci Jai nnV-u*.
Gosto para uos e desgosto para os mires'. Cha \t*
d'alma e dous Ferrabrazes. Um homem inulii-r
e uma roulher houi mi Sou eu E elle i."
ella f Tres pessoas n'um so individuo Meus
olhos Meu nariz t minha bocea I
Tudo se explica afinal I
Terminar o espectculo com a muito jo,, i
ximedui em 4 acto :
(iuerra m Nnnes.
Principiar s 8 l|2 horas.
Aviso.
Se chafar hoje a Companhia Japoneza, qn>'
speraLa no paquete inglez, nao tm lugar est,*
espectculo, sendo substituido pek estra da
riiesnia companma, pie ser convenientemem.i
annunciada amanh.
^TvisosrMKm,.
faeillr sm Mi^m ktym
LiiiUt* Hli*af>nai
0 PAQUETE
estera se do n ,. ^M^m^dJM.X. ^
S2a'*-' ft **. la carente, *<-
^ -mora de cotume, seguir para U-
t,f v. Lisboa, para pode recetan pa*sa-
geiro; e carga
OS AGW1E>
>Vllson Bowe *k C.
14 Rl
-'*




Diario de PWaamlraco Soria feira 12 de Setenan** de 1*9*

**
^E=a
m
mm RiMs
ftpanhia Fnirza'ie Havega-
^ a vapor
' *^ mpnsal mir* q
*rre^LUKM^S*'Lainbuco, Rio de
Jniro (Sai* os, somente na vol
| ) Montevideo, BuenosArres,
(rom baldcaco para o Rosario).
XViAJL WL B\lll\
Coniuiandaiitc. ltobort.
E' esperado al 23 do correte, e seguir depois
di danora precisa para os portos do sul cima
lodieajtes, airando dentro do pono, quer na Tin-
da da Enropa, qoer na volta.
Relativamente a freles, encommendas e passa-
geiros, para os quaes tem excellentes accommo-
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA & C.
i2Ruado CommercioEntrada pela ra
do Torres.
Para oRkvGrajtfe do Sul,
Pretende seguir com ovlrevMad* e palha-
bolo Rosita, por ter atgutna caifa tratada e para
a que lhe taita rata-se Joaquim Jos Goncalves fu-Itrio & Filho : rna
do Commercio n. S._______
Para o Aracaty sahe al o dia 18 do Brren-
te opalhobPte f.rontlla da Cruz,, capitn e pra**^
Manuel Caelano da Costa, tem seir .ca***,.-,.,,
quasi completo, e para o restos "* ;& ,raIa.
.wnpaBhia americana e brasileira
de paquetes a vapor.
At o dia 15 do corrente esperado de New-
York e S. Thomaz, o vapor americano South
America, eomtnaadante Tinklepaugho, o qual de-
pois da demora do coslume, seguir para os por-
ios do sul.
Para frotes e passagens trata-se com os agen-
tes Henry Forster k C._______
COUPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Ha* egarlo costelra a Vapor.
RIOFORMOSO ETAMANDAR.
O vapor Parahyba,
commandante Pedro, se-
gnir para os portos
achna no dia 15 do cor-
rente, as 9 horas da nou-
ti. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a freto : escriptorio no Forte do Mattos
n. il_____________________________^
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
Havr^aclo costeira a vapor.
MACEI, PENEDO E ARACAJU*.
O vapor Giqui, com-
mandante Martins,se-
guir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do corrente, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as t ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte de Mattos n. II____________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
-Vawega^ao costeara a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACAO, MOSSORO', ARACX
TT, CEARX, MANDAHU' ACARAC' E GRANJA.
0 vapor Pirnpama,
commandante Felipp?,
seguir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do corrente, encom-
mendas, passagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte do Mattos o. 1.
LEILOES.
------
LEILO
DA
divida acti a da niassa fallida de Joao An-
tonio Ferreirs, na importancia de......
2:9_1$500.
litaba quinzenal
O PAQUETE
Xa-se da Europa at o dia 14 do corrente.
_ ois da demora do entume seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, encommendas e dinhei
ro a frete.
OS GENTES
YVsoii Rowe A C._f
14RA DO JMMEliCll'i
4 OHIM\llIA
DE v
NAVEGACAO BRASILEIRA.
Portos do snl.
O vapor nacional Paran, commandanic Pam-
plona, esperado dos portos do norte at 13. se-
guir para os do sul depois da demora do eos-
turne.
Para carca, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario n. 7.
Pereira Vianna & C.
Agentes.
OMEMIIIIA
RiVKACiO 'BRASILEIRA.
Portos do norte.
At o dia 12 esperado dos portos do sul o va-
por Para, e seguir para os portos cima depois
da demora do coslume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais informaedes, dirijam-se ra do Vigario
a. 7, escriptorio.
Pereira Vianna 4 C.
Agentes.
Hoje
A'S 11 HORAS DA MANHA.
O agente Pinto levar a leilao por despacho do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, em vir-
tude do requorimento do curador fiscal da massa
fallida de Joao Antonio Ferreira, a divida activa
Serteuceiite leforida massa, na importancia de
: 9211500, de conformidade com o mandado exis-
tente ein poder do ine.-um agente.
OJeilo ser elTectuado no escriptorio do referi-
do agente, ra do Bom Jess n. 43.
LEILO
Para Lisboa
pretende soguir,eom pouca demora a escuna por
rogneza Ckristina, de i' classe, capiao F-oureiro,
por ter a maior parl de seu campamento enga-
jado; e para o reate que lhe falta trata-se com of
consignatarios Joaquim Jos Goncalves Coltro 4
FBho, ra do Commercio n 5.
Para a Baha.
Pretend segafr eom multa brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthur, tem parte de seu
carregamento engajado, e' nara o resto que lhe
taita trata-e com os aeus eonaignatarios Antonio
Luiz de Oiireira Azevedo 4 C, no seu escriptorio
roa do BoiB Jess n. 87.
DE
movis, loucas eoutros arti-
gos
TERCA-FE1RA 1G O CORRENTE
AS 11 HORAS DA MANHA
Na ra do Bom Jess n. 50.
SENDO:
1 piano, 1 mobilia de mogno contendo 18 ca-
deiras de guarnieao. consolos cam tampo depe-
dra, l sof e 2 cadeiras de bracos, i mesa- elasti-
cz, aparadores, guardas-ioucas, guarda-vestidos,
cama franceza, marquezo de amareilo, cadeiras
avulsas, quadros, jarros para flores, calungas. pa-
res de lamentas e outros muitos artigo; de gosto,
tndo em perfeito estado, os quaes foram transpor-
tados para o referido predio.
Por ordem do Sr. Jos Ferreiro Guimaraes o
agente Pinho Borges far o lello cima declarado.
LEILAO
DA
lojn de cirgueiro do pateo da matriz de San-
Antonio, n. 2 A.
Terca-feira Itt do corrente.
As 10 horas da manli.
O agente Pinto, legalmente autorisado, levar a
leilo em um ou mais lote-, a armacao, balco e
mais pertencas da luja do pateo da matriz de San-
to Antonio n. 2 A, s l horas do dia cima dito.
Garante-so ao comprador ficar na toja (que-
rendo.)
AVISOS DVFBSOS
CASA DA FORTIA.
AOS 5:000*000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Primsiro de Margo (outr'ora ra a\
Crespo) n. 23 e casas do coslume.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
la :- parte das loteras a benelicio da igreja do
Livramento de Pao d'Allio (66"), que se extrahir
na segunda-feira, 15 do corrente mez.
PRECOS
Bilhete inteiro 6O00
Meiobilhete 3atX)0
Quarlo U50U
EM PORQAO DE 100JJO00 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5j500
Meio bilhete 2J750
Quarto i/375
Mintu-I Mailins Fiuza
Aluga-se o gabinete do sobrado da ra do
Rangel n. 7 : a tratar na laveroa do mesmo so-
brado.
- Desappareceraro do engenho JaguaribeSim, o
cabra, de idade de ?2 annos, cabellos de cabaorl
a to, rosto comprido, olhos grandes, tendo as pal-
pebras superiores um pouco descidas, nariz chato,
orelhas grandes, bocea regular, beiros flnos,tem|
na face direita urna pequea marca e na esqueiao
abaixo do olho um ligeiro talho; ps e mos bem
f itos e grandes, todos os denles, sendo limados os
de cima, filho do Pianc e foi all escravo de
Manuel Roque da Fonceca, morador na villa de
Misericordia,'sendo que foi tambem de um tal Lo-
pinho, que all tambem morador; tem barba
somente na ponta do queixo, e um ligeiro bigode.
Herculano, cabra alu. de irinta annos, solteiro,
com principio de eozinheiro, filho da provincia da
Parahyba, no lugar Garpa, foi escravo do Dr. Sa-
lustino Gomes da Silveira, que all mora, e aqui
foi de Jos Alves da Cruz; I em feito de ps e mos,
rosto oval e descarnado, usa barba a Cavaignac,
olho s pretos, regulares e expresivos, cabellos pou-
co carapinhos, nariz grosso e ventas largas, boc
ca pequea, e tem todos os denles.
Lourenco, filho do lugar Urub, abaixo do Bui-
qne, foi escravo de Antonio de Araujo, que o ven-
deu a Bastos Thcnorio Bezerra Cavalcante, mora-
dor em Barreira, tambem da comarca do Buique,
foi aqui vendido por Arcebiades; cabellos carapi-
nhos, ps e mitos grandes e bem feitos, olhos gran-
des, baibado, beicos grossos, nariz grosso e meio
afilado.
Pede-so a todas as autoridades policiaes, a ap
prehenso delles, assim como gratifica-sc bem a
qualqner particular que os levar no mesmo enge
nho ou no Recife, ra Nova n. 8.
A pessoa que annunciou neste Diario para
entrar de socic m alguma taverna ou padaria,
deixe carta fett- %i nesta typographia com as ini
ciaes A V para ser procurado.
Quem tiver urna preta de meia idade, que
sirva para vender fnicta na ra, e mesmo algum
ervico em casa, annuncie por esta follia para ser
prornndo._____
AO COMMERCIO
Os abaixo a> signados declaram ao corno do
commercio que nesta data amigavplnvnte dissol-
vcrain a sociedade que tinham na taverna sita
travessa dos Martyrios n. 8, a qual gyrava com
a flrma Silva 4 Gunun, firan-'o o sacio Cunta
com todo o activo e pa-sivo, e o socio Silva livre
de qualqner respon^abilidade, depois de Anda a
pnblicaco do presente annnncio.
Recife, 10 de agosto de t873.
Manoel Carlos da Silva.
Candido Jos da Can*a.
Precisa um casal alugar meiade de urna ca-
sa de familia, que nao exceda de 103 mensaes:
na ra da Palma n. 65.
Cnsullori. meilico-cirurgtco 5
$ A. B. da Silva Maia.
ft\ Ra do Visconde de Albuquerque n. ft.
11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista m
v
Nenhuma machina ;
Singer legitima se
nao levar esta marca
fixa no braco da ma-
china.
Para evitar contra.
y ^faccoes notem-sebem
todos os detalhes da
marca.
MACHINAS DE COSTURA
A MACHINA
DE
SINGER MANUFACTURING CQMPANY
SMVA^ TIVWjtMP11\NT1
Machinas vendidas em 1871. 181,260!
Excesso s;bni todas as outras riipaiihias. S2,734.
De certo os nossos leitores ho de perguntar se isto nao jactancia e ostentado.
A isso responderemos que estes algarismos e os dados abaixo sao recompilados sob jura-
mento, pois foram tirados dos relatnos offioiaes dos diversos fabricantes de machinas de
costura nos Estados-Unidos.
Em 1870 vendeua Singer Mannfoeturing < ompany.
126,' 67 machinas mais do que a companhia Tarbom.
125,413 a Finlile elvon.
124.273 a a Duas machinas imperiaes.
122,027 - Aelna.
118,921 l Gold Modal.
113,260 a American Button hole.
110,173 a Florenee.
98,831 n a Wilcot & Gibbs.
92,831 Weed.
70,431 tiro ver & Baktr.
52.677 i a a Howe.
44,625 Wheeler A Wilson.
Os algarismos que cima apresentamos mostrara i primeira vista o maravilhoso
crescimento da Singf r iManufacturing Company, e mostra que todos os seus rivaes fica-
ram muito atraz delles, e que a faina e popularidade destas machinas vai sempre cres-
cendo e esteudeado-se mais a mais.
Nao .possivel negar que esta superioridad* as vendas devida superioridade in-
contestavel destas machinas, porque o publico, o juiz mais imparcial nesta materia, sabe
logo discernir a machina superior das inferiores e das imtar;des.
v* Ninguem recusou a estas machinas urna grande superioridade, porra muitas casas
de machinas tinham por costume dizer que estas s serviam para fabricas e que nao eram
proprias para costuras de famia. K' um erro manifest : Singer, Manufacturing & C,
fabrican) mais de vtnte qualidades de machinas, desde a machina que trabalha a mao e a
p at aquella que serve para o mais forte trabalho de selleiro e correeiro.
A machina de costura de familia tem sido o maior triumphoe a extraerlo destas foi
to grande que boje*endem-se ellas por 80JJ000, quasi a metade do pre?o por que foram
vendidas o anno passado.
Hoje a Singer Manufacturing Company fabrica 5,000 machinas por semana, e ,
grabas a esta grande fabricac&o, que ella pJe hoje satisfozer as importantes encommen-
das que lhe sao dirigidas de todas as partes do mundo. No Brasil existem numerosas
agencias que a ella s constitue um importantissimo ramo de negocio.
NICA AGENCIA
EN
A CASA AMERICANA
45 RA DO IMPERADOR 45 __
" MIUDEZAS BARATAS
Na lojade Soares Leite Irmaos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
n. ti.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas : Ao pobres gratis, das i
4 horas da tarde.
TTENCAO.
Roga-se ao Sr. Pedro, jti Reg
tenha a bondad*, de ffr rita do
*6 loja, concluir o ntfao qmv
Cavalcante que
Livrament n.
S. naolgnora.
Luvas de pellica com pequeo toque,
a 200 n.
Abotoaduras para collete, grande sorti-
mento a 120 rs.
Caixa de linha de marca, n 200 rs.
Lamparillas gaz. dando urna luz muito
boa,a irooo.
Duzia de peias de corlAo imperial, a
240 rs.
Caixa de boldus - oss<> para calca, a
200 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
GOO rs.
dem idem 60 jardas, a 240 rs.
Mac,o de lita chineza, a 800 rs.
Caixa de linha com *0 n< Meios aduncos com ramaleo, a 500 rs.
Carrafa de tinta roxa extra-fina a 19O"0
Potes com dita ingleza, preta, a 100 e
160 rs.
Caixa de penuas Perry, muito boas, a
l00o.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 r
dem dem forrados, a 700 rs.
Caixa de papel amisadp, boira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
59000
Kesnut de papel pautado, a 4JJ000
e 59800.
dem idem liso, a 29800, 39800 e 59000.
Coques modernos, a 39000.
Duzias de pegas de trancas de caracol
branca, a 400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Leques deosso e sndalo, a 29000, 19
e 69000.
Fita d* velludo de todas as ores e largu-
ras.
Microscopios com 12 vistas^a 69000.
Esprlhos de moldura dourada, de todos
os tamanhos e precos.
PERFUMARAS E MIUDEZAS.
Frasco com oleo Oriza vrdadiro, a
19000.
dem com tnico de kemp, verdadeiro, a
19000.
Carrafa de agua florida verdadeira a 19200
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
dem dem divina, a 19000.
\i\-m idem Magdalena, (novida e) a
19200.
Caira de pos para dentos, a 200 rs.
mi.-iii dem de pos chitmz, muito botn, a
501' rs p 13*000.
Pte com opiata de Rieger, Rimel e Gros-
t el, 19 00.
Duzia de sabonetes de amendoa, a
39600.
Duzia de sabonetes de anjinho transparen-
tes, a 29200.
dem idem com Adres, a 19500.
Sabonetes Glycerino transparentes, a
19000.
Caixa com sabonetes, formato de fructas,
a 19000 eJ95l0.
Cosmticos, graudes e pequeos, a 100 e
800 rs
Frasco com agua de colagne, a 200, 320.
500 rs. e 1009.
F.itractos muito finos dos nvlhores au-
tores.
Lindas e elegantes caixitinas com perfuma-
ras, proprias para presentes, dos autores
E. Codray, Rieger, Gell Frres.etc.
Quadros com santos e estampas separa-
das.
Entremeos e babados transparentes e ta-
pados.
Urna grande taboleta propria para qual-
quer loja.

COMPANHIA
DOS
TRLHOS URBANOS
DO

Tendo o govenio imperial approvado.
por decreto n. 5,150 de 27 de novembro do
auno prximo passado a reforma dos esta-
tutos desta companhia, de ordem da directo-
ra sao convidados os Srs. accionistas para
se reunirem no dia 16 do corrente s 10 ho
ras da manli no escriptorio da companhia,
afim de proceder-se a eleicAo da nova direc-
tora e mais funecionarios, nos termos do
1." do art. 13 dosmesmos estatutos.
Previne-se, outro sim, sos Srs. accionistas
que no escriptorio se distribuem os novos es-
tatutos.
Escriptorio da companhia, 5 de setembre
de 1874.
Joo Joaquim Alves,
1." socretario.
MOLEQUE.
l'rocisa-se de um de 12 a 14 annos, para
servido domestico, paga-se bem, em S.
Jos do Manguinho sitio n. 2, com portao
e gradim de ferro, antes da ra da Ami-
sade.
BONECAS.
Bonocas de cera, idem borracha e bolas de tolos os tamanhos, candieiros a gat,
objectos do porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas de mo
para costura, transparentes para janellas e um completo e variado sortimento do miude-
zas, que se torna longo mencionar.
Ra do Sardo da Victoria n. 28.
f
ENGOMMADEIRA.
Precisa-se d'uma escrava que seja boa
engommadeira. Em S. Jos do Mangui-
nho sitio n. 2, com portao e gradim de
ferro, antes da ra da Amisade.
Attenco
Offerece se urna sendera porlugneza recente-
mente chegada para cnsinar meninas em algum
engenho, ou ni'Sta- cidade, ensillando instrneco
primaria, bordados de todas as qualidades. flores,
etc. : quem precisar dirija-se a ra da Impera-
triz n. 3, loja.
Aluga-se o 3 andar do sobrado da ra do
Vigario Tenorio n. 20 : trata-se na ra do Amorim
n. 37, com Jorge Tasso.____________________
Boa casa para alugar.
Aluga-se urna boa casa no Poco da Panella,
na do Rio n. 25, com 2 salas, 4 quartos e cozinha
fra, quintal murado e alpendre na frente, rauitr
propria para passar a testa por flear prxima do
binho, to apreciavel no verao, e prego commodo:
a tratar na travessa da Madre de Deo n. 18.
O Dr. R. Vianna.
Medico operador e partelro.
Especialidades.Operages e molestias
das vias genito ourinarias.
Opera os estreitamentos da urethra
pela electricidade por um processo intei-
ramente novo, sem dr, garantindo a cu-
ra radical em poucos dias.
Consullas.=do meio da s 2 horas 9
(gratis a os pobres).
Chamados.Por escripto a qualquer
hora.
Ra do Vigario n. 1, segundo andar.
Saques para l<
villas de Portugal.
Carvalho & Nogueira, saccara sobre o
banco commercial de Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades e villas de Portu-
gal, qualquer quantia vista ou a prazo e
por todos os paquetes; ra do Apollo
n. 20.
ALUGA-SE
e segundo andar do sobrado da ra da Guia n.
62, caiado e pintado de novo : na ra da Sen-
zalla Nova n. 1.
Precisase de um caixriro de 10 a 12 anuos:
![ue tenha pratica de taverna : a tratar na re-
inacao do Montciro.
Garanhuns.
Na ra do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
fallar aos Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio do particular inte-
ree.
Precisare de unu iraba-
lia'I r para b ter assucar : D8
tvfiaaqao a ra do Rangel n.
43,
PAEA TODOS
'Paula & Mafia, com casa
mortuaria no pateo do Pa-
raizo ns. 10 c 12. declaram
ao publico que apesnr das ta>-
tallas publicadas pela Santa
Casa de Misericordia-, conti-
nua 111 a iucumbir-se de en-
terramentos, o mais officioa
fnebres, corno costuraam,
isto, com sinceridad e pon-
tualidade e commodidade
em precos.
\o PIUCO
Oiieni mais coniiniido i ferece ?
Incotitestav.-lmente a loja de catcadaHMlrancei-
ro que mais commodo offerece em geral, rom e*pa-
cialidade ao bello tn; o PARS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, priroeim andar (an-
tiga do Qneimalo) e a raziot a razio simfles :
um ravalheiro (amante do chique) por certo se
in onimoda i]liando, para comprar um par de bo-
linas, v-se forcado a experimenta-la obre na
pequeo e tmeroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico! nao podendo aesla forma conheeer se
a botina lhe tica boa, pois, nao tem esparo par
experimenta-la, ao menos qne no a estrague dan-
do apenas um passo, que chegariogo ao immun-
do latkilho ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vonfade e desta-
frma conhecer-se se flea bom o ralead : par o
bello sexo, entao quasi impissivel, que nina se-
nhora (do bom tom) queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um baleao, onde en-
tra quem quer, anda mesmo para comprar : o-
Par* na America nao resente-se desta falta ; tero
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Kxmas. que all podero estar em perfeito commo-
do para a esculla do calcado.
Nao terminam a' i as vanlagens ou commodos
do Paill na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan tem no bom sor-
timento de botinas para homens, dos melhores e
mais afamados fabricantes da Europa, como Me-
lis, Suser, Polak, etc., etc., e grande variedade d
chinellos e sa patos, assim tambem um lindo sor-
timento de bolinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qualidades que podero satisfazer a eseo-
Iha da mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que fca expendido, st claro qne a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagen offerece,
o Pars na America, ra Duque de Caxias n.
59, priineiro andar, antiya ra do Queimado
Escravo fgido
Ausentou-sc hontem, 8 do corrente, da casa d
seu senhor o abaixo assignado, o escravo Manoel,
crioulo, idade de :0 annos, pouco mais ou menos,
altura boa, olhos vesgos, barbado, costuma em-
briagarse- ; cujo escravo quando anda ausente
emprega-se no descarrego de canoas: pede-se s
autoridades policiaes e capitaes de campo a sua
prisao e ser levado ra eslreila Rosario n. 34,
!. andar, que se gratilicar.
Recife, 9 de setembro de 1873.
Autonio Francisco d Albuqueque Sanios
Aluira-se
o primeirn andar do sobrado n. 3 da ra da Im
peratriz, tendo gaz em todos os qtiart s e salas, e
todo pintad > do novo e forrado a papel : a tratar
no mesmo n. 1.
Antonio Martins Ribeiro faz scienle ao res-
peitavel publico e ao corpo do commercio que ha
lempos mudou seu nomo para Antonio Joaquim
Martins Ribeiro por ter apparecido outro de igual
nome.
Aluga-s
o segundo andar do sobrado da travessa do Cor
po Santo n. 25, com couiniodos para pequea fa-
milia : a tratar oo armazem do mesmo.
Feilor.
Uma-pessna chegada ltimamente de Portugal,
offeicce-.-e para feitor em qualquer sitio ou para
niti o qualquer servico : a tratar na rna da Ma
dre de Dos n. 3i, escriptorio de Cunha Irmaos
t Companhia. _____
Attenco
100^000.
Gratifica-se com esta qu.ittia qualquer pessoa
que agarrar urna mulata de nome Balbina, baixa,
Jheia do corpo, cabell >s cacheados e ralos, tendn
sido cortados ha lempos, e presentemente amarra,
rosto curto, com urna pequea cicatriz em nma
das sohrancelhas e nutra em urna das mos pela
parte d dentro que nao Dude bem abr-la, e
tendo sido amasiada com um saldado do 2-, foi
presa na fortaleza das Cinco i'onlas, e andou f-
gida ein Goyanna, IguarasM e Itamarac com o
nome de Maria : quem a pepar levo-a ao Caminio
Novo, em casa do Si. Joaquim Luiz Goncalves
Peona, ou ra do Visconde de Goyanna n. 89.
ii i mi m ni i i ii ii..... Hanocl Illas. Xavier.
Umbelina do Reg Machado Xavier, acaba de
ree.elier a irisiiima noticia da inerte de seu pre-
zado marido Manoel Dias Xavier, fallecido na ci-
dade do Porto a 13 de auo-to prximo passado:
repassada da mais profunda dr, pede aos seos
parentes e amigos do finado o caricioso cbzeqiiio
de assistirem as exequias, que pelo eterno repou-
so de sua alma manda celebrar no dia i3 do cr-
renle, na matriz da freguezia de Santo Antonio,
principiando o acto s oito horas da manha. Con-
liando que todos correspondern a este acto de
caridade, antecipa se desde j, em agradecer mui
cordialinenle esta inequvoca prova, que sera
guardada no intimo de sua alma. _______
Manoel Dias Xavier.
Jos Augusto Dias, tendo recei-
do no dia 31 do passado noticia de
fallecimento de seu tio, manda re-
zar urnas missas por sua alma, no
convento de S Francisco, no dia 13
do corrente, pelas 7 1|2 horas da
manila, para o que convida aos
amigos do meomo a assistirem a este acto de reli-
gio e carilade.___ ____ ___
Francisco Ferreira de Novaes,
llosa de L Novaes, Dr. los Fer-
reira dff Novaes, Adelaide de fe
Novaes, Dr. Francisco Ferreira de
Novaes Filho, Guil ermina G. da
Silva Novaes, Antonio A. Pereira
da Silva, e Antonio N. P. da Silva
mandam celebrar amanh, pelas 7 horas da ma-
nha, na matriz da Boa-Vista, urna miss por alma
de sua tinada prima, esposa do Illm. Sr- Dr. Jos
da Costa Machado, fallecida no dia 13 do mez pr-
ximo passado, na capital da Parahyba ; assim pe-
dem aos do mais prenles e amigos a assistirem x
este acto de caridade, pelo que se confessam eter-
namente gratos. ^^^^^
Mara Isabel Ribeiro de Carv.ilho, *eus filhos
e netos, agradeeem cordialmtnie a todas as pes-
soas que acompanharam os restos, mortaes de sea
prezado marido, pai e av Kebx Belmiro de Car-
valho, e de novo convidan! a todos para assi-urein
a missa do stimo dia que maniam celebrar na
matriz da villa do Cabo, segunda-feira 15 do cr-
reme s 7 1|2 horas da m-nlia. Desde j le con-
fessam eternaraeiile gratos por esse acto de reli-
gio e caridade
Francisco ae Salles Alv
es
(Jorrea.
Anna Joaquina da Silva Correa, na filha. gen-
ro e subrinho de tinado Francisco do -a'les Alves
Correa, agradeeem cordialmente irmandade, e
de wais pessoas que acompanhenin o corpo at
o cemitero ; e de novo onnvidhu para assistirem
urnas missas que maniam rezar pelas 6 1,2 horas
da manh do da segn ja feira lo do crreme na
matriz de S. Jos.
fcente Jos de Araujo.
Antonio Jos da costa Araujo
manda rosar urna missa na capella
do hospital portoguez, seguuda-
Jeira, as 7 horas da manha, por
alma de seu estremoso pai ; para
cujo acto convida a seu* parentes
e amigos a a? sis tiran, e desde j se
confessa grato a todos aquello* que compareceretn
& e-te acto de caridade.
M .
kXY
f
)
i


"
f

5
.
r


1 *
Diapio de Pemambuco Sexta feira 12 de Setembro de 1873.
5

*..

\



i >

1 frecis*-se de urna
ama que anjjobc ecoai-
pte ? nn riraVla Con -
l cordia n. 149.
''' ih .------------y-
\ mo Prerisn.se pe tuits r.uia para ensaboar
vinel c ^.ufinmwr para casa le familia : a
ratar tratai
irywa-se Jo tima ama raya p.-ira.ivzi-
ahar c cesaboar ; la rui da Peot* u. 3.
16, i. andar.
Prerwa-se de ama ama para
atraz
sobrado n
Precisa-se de urna ama
1 M A o serrino de da pessons:
L\ liJL \ do qaarlel de polica, sobra
PREMSX-SE de urna
que seiba cuzinhnr c
sirva, |ari urna familia
de duas pessoas, pre-
fere-se escrava : no pateo do Paraso b. 28,
i. e 2.4 andares.
AMA
Precisa-s*- de una ama pa-
ira o ser vico interno de urna
J casa de familia composta de
daas pessoa : na ra da Cadeia-nova n. H. '
4 M 4 Precisa-se de urna : na ra da
AMA Unio n. 47.
Precisase de urna para lodo
o aervico de una familia de duas
. peana*: na roa de Commercio,
escriptorio do telegrapho submarino.
AJ
Precisa-se de urna forra ou
escrava que cozinbe para
urna familia de duas pessoas:
a tratar i roa da Madre de Deus n. 22, arma-
tea).
AMA
Germano Pinte de Magalbies cientfica aos
seos freguezes e ao publico em geral que mu-
dou o sea estabelecimeoto de carros de passeio
da ra das Flores para a do Imperador n. 27,
onde contina a servir cura promptidio e as;eio
aos seus freguezes como sempre tem feito.
Bom local.
A loja o predio da ra Marrillo Dias n. 120
confronte Umbem para a de Lomas Valentinas,
Sresta-se qualqner negocio de fazendas, miu-
exas en nolnados, ero grande e pequea encala.
A safra lo assncar est prxima, e e indnbitavel
o bom resultado de quero all se estabelecer. E'
commeo oalugnel e tambero se faz arrendamento
como melhor convier, tem gaz, agua e apparelno
p Drainage, e nada deve de impostes : a tratar
hh do Imperador n. 81.__________________
Est fgido desde o dia 30 de agosto o escravo
de nome (eminiano que foi esrravo do film. Sr.
capitao Firmino em Maricota ; o escraro tem os
signaes seguintes : mulato, estatura regalar, cheio
do coreo, falta de dentes na frente, tem no bra-
co direito un corarlo e as iniciaes A. C, sabio
com roupa preta e chapeo de Manilha, descon-
a-se que anda pelo bairro do Recife ou em Ma-
neota : quem o apprehender tenha a bondade
de o levar ra larga do Rosari i n. 22, loja, que
ser gratificado.
Joaquim Jos Goncalves
Beltro.
Raa do Commercio n. 5, t.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, era Braga, e sobre as seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilhi.
Faro.
Guarda.
Guimarles.
Lamgo.
Lisboa. t
Mirandella.
Monedo.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna dofCastelto.
Villa do Conde.
Villa iNova de Famalico
Villa Nova do Portimfio.
Villa Beal.
Vizeu.
Valenca.
Figueira. ____________
Escravo fgido.
150$000 de gratificacao.
Auseatou-.se desde o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome .11 frodo, de trinta e tantos annos,
crioulo e bastante ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro elhos grandes, i
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiart, em S.
Lourenco da Matta. onde consta ter parentes, foi
escravo dos Srs. Adriano < Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senhores foi eozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conbecem dizendo
que est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-so a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxlas n. 91, loja de miudezas do Rival seot se-
gundo que receber a gratificacao cima decla-
rada.
AO .VRMAZKM
VAPOR FHANCEZ
iti'A do isahao da victoiua
Ni. 7Outr'ora NovaK 7
IXI
i
Calcado
Ksl cncoufacado !! !
Hi'lia-se ai. llliu. Sr. Ittnario Vieira 1e Mello
mTiv:"hi ii., oiil.iilt- >l" .\'a/.:i!flh ili'>Ui i'ii'vincia, i
favor iltf'nr a na liuqiio da Caas n. 36, a n>-
luir dUieile negocio que S. 3. se compromettt-u a
realisar, pela terecira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1871, e depoU para Janeiro.
passou feverciro e abril de 1872, e nada etmiprio.
e por este motivo de novo chamado para dit.
flu, pos S. S. se deve lombrar que este negocio *
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu nlho r
achava nesta eidade.
francez.
Consultorio medico
DO
Dr. MurU.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Europa, onde fre-
quentou os bospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a qualqner hora do
da ou da neute para objecto de sua pro-
fissao.
Consultas do meio dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Especialid-'des.=Molestias da pelle, de
,eriatn;a e de mulher.
Emprega no trataroento das molestias
de sua especialidade as duchas frias e
buios a vapor, para os quaes trouxe
os apparelhos mais modernameute em-
bregados na Europa.
Isunbem appliea com grande proveito
no trati.menlo das molestias do uteni a
electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
pier. Cura por um processo inteiramente
novo as blennorrhagias e sobre ludo a
/ (gutta militar) dispensando as iejecedos.

i
\
Attenqao
Josepha Henri meta de Miranda Barros avisa a
alguna senbores de eagenhos, que se acha nes-
ta praca e offerecese a ensinar em algnm en-
genho que nao seja muito distante della ; do que
tem bastante pratica : quem pretender dirija-se
ra de Santa Rita, casa n. 89.
y,Hl irtl Millg II w'KM&m
O Dr. Casanova
Pode ser procurado a* qualqner hora
en eu consultorio homeopalhico, largo
da matriz de Santo Antonio n. 2, segun-
do andar. No mesmo consultorio ha sem-
pre siTtimento dos verdadefros medica-
mentos de homeopatbia
CONFRARIA
do Senhor Bom Jess da Via
Sacra da Santa Cruz
De ordem da mesa regedora alo convidados
todos os irmios confrades a corpar. cerem no
consistorio de nossa igreja. pelas o I r2 horas da
tarde do dia IS do corrente, aflm de em mesa ge-
ral proceder-se i elegi de um procarador,
0 esenvao
T. J. Tavarei.
.Para laontem.
BOTLNAS de bexerro, cordavao, peHica, luslre e
de duraqne com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATES de bererro, de cordavao e de case-
mira.
SaPATOS de lustre com salto.
SAPATES alamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, otios e jardins.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e do tranca
franceses e portugueses.
Para senhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia-cora salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portugueses.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavao.
ABOTINADOS ;e sapatSes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e porluguezes.
Botas de montara.
Botas a Napoleo e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para hornen*, e meias perneiras
para meninos.
No armazem do vapor france?, ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de batanea, de braco, de guernicSes,
ofs, jardineras, mezas, onversadeiras e costu-
reras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas e ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao I
da Victoria n. 7, outr ora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolf & C.: no
vapor francez, ra do Barao da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifce, agua de tlor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavaude, pos de arroz, sabonetes,
cosneticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presents com frascos de extractos, cai-
xiihas sortidas e garrafas de diUerenles taa-
nnos d'agua de cologne, tudo de prinieira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
Po armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de liflercntes gostos c
pliantazias.
Espelhos dourados para salas e gabinetes.
Leques para senhorasc para.meninas.
Luvas de Jouvin, de flo de Escocia e de camurca-
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixnt'as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de le garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gio*.
Ilrineos a imitjcao e fcoiSes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
riuho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de cores, de prata dourado, de ac e
de tartaruga.
Oculos do ac fino e de todas as guarniSes.
Bengalas de laxo, cnna, com castes de mar-
fim.
Rengabas diversas f m grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de baleia c de muitas qualidades
diversas.
Esporas de tarracha para saltos de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
l'entes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para lmpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para don-
tes.
Carterinhas de medreperola ara din! eiro.
Meias para homens e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alie-
mes e francezes.
Malas, boli. as e saceos de viagem de mar e ca-
mnhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as criancas inorde-
rem, bom para os dentes.
Bercos de vimes para embalar crianzas.
Ce^tinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
criancas.
Veiieaianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candeios de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
La liternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidr.is.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
fes tas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf. KS
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e caivetes linos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lante-nas.
Tnteiros de loura branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qualros.
Quadros j promptos com paysagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos l armnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados em differentes partes
da Europa para entretenimento das criancas tudo
a precos mais resumidos que possivul.: no ar
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vc
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Ccslinhas para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegadns
ao armazem do vapor francez, cua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Olsado bonitos e muito baratos, para cima de
meza : no armazem >lo vapor francez, ra do Ba-
rao da Victoria outr'ora Nova n. 7.
DOENCAS SECRETAS
GH.ALBERT
COTU UDHAI, nodlTi WIB4
vina di mamita* : !<<, I
. lUH 4e|
I aagw, dabOidada, (
uuneTaal
bocfaalfeaa, nlccna,
KLOa luninoa : OorrbMatoa nu_
ou antigo; fl-rnt r~rmri~. rflni fiTlliha I
ParU, II, r. KantortnalL JBIhMo frmtit \
DipaMo em Ptrnambveo, A. nSOORD.|
Officiaes de alfaiate.
Na loja do pavo, ra da Imperatriz n. 60,
pieci-a-se da ilons offlciaes de alfaiate, preferin-
do-'e i|ikiii sai lia trabalhar em machina.
Quem quizar comprar duas casas sitas na
estrada nova de Agua Pria. terreno proprio, com
36 palmos de frente, do I ido que corre o vapor,
quem qnirer dirija-sc ra do Pr->gresso n. 19,
que adiar con quem tr.itar.
Aviso
Acha-se aborta urna loja de pintor e imaginario
dispusicio dos Srs. freguezes, offerecendo-se para
contratar quanta obra appareca ao seu cstabele-
cimento, com a maior vantagem que possivel, e
de admirar pela baraleza, coiio sejam : doura-
monto de igrejas ou capellas, e imagens de todos
os taannos, cyrius e cruz para irmaudades, ban-
quetas para altares, e tudo que r de seu omcio
e de admirar tanto pela perfeicao como pelo preco,
do mais moderno e melhor gusto que possivel.
Quem quizer dirija-so para villa d Bezerros que
I encontrar Manoel Adolpbo Silva Ramos, que
os receber com todo agrado.
As pessoas qu tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoluto que lica nos fundos das
casas ns. 18 c 0 da ra da Florentina, onle exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno" limila-se at
ra de Sanio Amaro, podem entender-se com o
dropnetaiio na ra do Hospicio n. 35.
9- 9 G **
I CONSULTORIO *
* IIEDICO-CIRURGICO *
W DO
0 Dr. J. II. Curio 0
0 Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri- 0
ineiro andar.
W Consulta das 9 horas as 11 da mauha. W
0 Chamados a qualquer hora. 0
Liqoes de piano.
Urna senhora portugueza, chegada ltimamente
de Lisbia^offerece se para dar lic5es de piano em
ca dirigirse ra da Aurora n 5, primeiro andar.
Lcacii de silio.
Aluga se um terreno, coro rasa de morad ia
que tem duas salas, cozinha fra, e quatro quar-
los arejados, na ra de Paysand, estrada da Mag-
dalena, defrntp da estrada qiie vai para o hospi-
tal portuguez: procurein a ra lo Duque de Ca-
xias n. 50, primeiro andar, das 10 h> ras da ma-
nh :is '.\ da tarde.________________________
Publicado jurdica.
A|i dos sera \ < s e libertos no Brasil,
contendo as pn'ncipaes questoes relativa- essa
especii. com as decisocs proferidas a respeiln pe-
los tribunaes superiores e do poder execulivo,
bem como toda a legislacao patria, antiga e mo-
dernissima acerca de cada urna delas e os ndices
alphabeticos desta ultima ; pelo Dr. An'onio de
Vasroncellos Menezes de Di ummond. lente cathe-
dratico da 1.* cadeira do 4. anno (direilo civil)
da faculdade do Recife e advogado neste foro.
Assigna se livrara do Sr. N>>gU"ira, no arco de
Santo Antonio, ti nesta typoeraphi.
Alu(|a-se o 3" o i- andares do sobrado da ra
do Amorini n. 17 : a tratar na mesma ra n. 37, no
escriptorio de Taaao Irmos A C.
Na ra larga do Rosario u. 21 precisarse de
urna ama ma casa precisa de urna mulher portugueza
para tomar conta do servico interno de urna casa
de familia.
Precisase de tuna ama para cozinhar em
casa de pequea familia : a tratar no armazem de
movis, a ra do Duque de Caxias n. 29
Una mulher livro de homem, e quizer alu-
gar um i|uarto, dirija-^e ra e-treita do Rosario
n. tO, que achara com quem trstar.
g Consultorio homeopa- 0
# thico 0
*
Do
0
i)
rixeire
Precisa-se de um caixeiro de 12 a 14 annos,
com pratica de taverna : a tratar na ru Je San-
ta Rita n. 50.
Dr. Santos Mello
41------Ra do Impera lor------il
Consultas todos os dias das 11 1 da
Q tarde. Q
0 Gratis aos pobres. jg
^ Residencia ra Nova n. 7, segundo *
lt% manh e das 3 as 5 da tarde. XX
?SJ Chamados a qualquer hora.
0
DE 10 PALMOS
E D'AHl PARA BAIXO
Sapoti-ciros muito bonitos e sapoteinn em gran-
de quantidade e preco ccmmndo.
Alm deslas, as plantas do ornato e de fructo se
iiumtes:
Abarate Jabodcaba
Alccrim Laranja cravo
Anticnm p Lima da Persia
i'.anella de umbigo
Canda da India Limo francez
(jirofina Ho principe Oiiy cor
Figueira Palmeira imperial
Flonboyant Parreira
Fructa pao Pinheiras
iloiaba-branca Romanzeiras
Jaca Resed
Jarmim laranja Rozeiras
K nutras plantas tamb*m por preco cojnmodo :
na Capurijia, ra da Ventura ti. 20.
MOLESTIAS do RE1T0
HYPOPHOSPHIIOS
DODGHURGHlLIi
IAR0PE DE HTPOPHOSPHITO OE SODA
XAROPE DE HTPOPHOSPHITO OE CAL
PILLAS DE HTPOPHOSPHITO DE QUIHINO
XAROPE DE HTPOPHOSPHITO DE FERRO
PILLAS DE HTPOPHOSPHITO DE MAItBANESIA
TOSSE.BRO!fCHITiS,ASTHMA
PASTURAS PECTOr.AES 00 0' CHURGNILL
Eligir ptra os sarapes o fraseo anadeado
O em tidoi o producto! assignatur do
D' CHUBCHILL. t o Ittreiro cora t marea
de fabrica da ptutrmaoia BWiJnf, II, nn
Culighoiu. PARS.
nico deposito, *oaAt> se acha a venda na
casa da P. Maurer & C.
Aliiga-sa o li andar, aom a mobilia, do hr..Jo na ra estrena do Rosario n. 35
MEURON&C.
f __---------- .....
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meics botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ve? que
os botes tragam o nome de MEURON & C., e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ir C.
"ii"
fUNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRUM H. 52
(Paseando o chafariz)
PEDEM AOS enhore de engenho e ootros agricultores, e em pregada res dp m
amismo o favor de oma visita a sea estabelecimento, para verem o novo aorlimento
otnclet) qoe ahi tem; sendo todo superior em qoalidade e fortidao; o qae com a ins
necio pess >al pdese verificar.
ESfECIALATTENgAOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDIDO
&aY\t\vaa a vnHao rl'ocrno c'09 ma's molernos eyj-temas eem ta
Vapores O rOllclB U agUti manhos coDveDientes para as diversas
rcamstancias doa enhorca proprietarios e pora descarocar algodlo.
ttoendas de canna J2 8 tamanb09' as:me,hcres qoe aqDi
Bodas dentadas para aDimae8'agoa e vapor-
raixas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Machinismos
Rombas
para mandioca e algodlo,I Podendo todos
a para serrar madeira. (ser movidos a m3o
/por agoa, vapor,
de patente, garantidas........ |ou anitnae>-.
rodas as machinas 'v***"*"'
de macbinismo, a prego mui resomido.
no mer-
Faz qualquer concert
Pnrrofl A ffio-l-i teta as me'hore8 e ma's Paralas existentes
Tinammori'i'ia Iacumbe-se de mandar vir qoalqaer machinismo von-
">UC JULIIIOII Ido. lii(|e dos dientes, lembrando-lhes a vantagem de fazerem
aas compras por intermedio de pessoa entendida, e qoe-em qualquer necessidade pode
Mi prestar auxilio.
Irados americ-mis e inslrDmeo,0> s*ricoIa-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
I
0 (.0!ISlllH'(M!!('i!l'i (ini^JCO tu
m -no ^
0 Dr. Americo Vespucio. 0
Ra do Bom Jess, antiga w
ig da Cruz n. %. 1 andar fr
Chamados a quali|uer hora, e para ^
9 tora da eidade. fit
i? Consultas de I hora as 3 da tarde. M
^ Grati* aos pobres. JJ
9 Eapeetalidaaea: Wt
|M Partos e molestias da uretra, uperacao M
X dos estreiUimentus pelos precessos os *
fv mais modernos. S3t
Consiilldrio medico cirumeo
Or. Fcrrelra. ^
Anligo gabinete de seu pai, ra larga QP
do Rosario u. 20. J\
Cura de hydrocelles sera injeco '%Jp
com punecao capillar. /c>,
Abertura de abeessos e extraeco de %ffj
derramamento serosos, pelo aspirador g
de Potain. 10
G. A. Schnorbuscli.
Os melhores charutos da
Baha.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachuellos
Demcratas.
Suspiros.
Conchas.
Operas.
Principe de Bismarck.
Trabucos
Bahas.
Deposito em Pernambuco no armazem de Cunlu.
& Mana, ra do Maruuez de Olinda n. 3.
-^
FUNDICIO DE FERRO AliElCAO
> Constando que tem apparecido no mere
\ ra do 8aro do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 404
CARDOSO IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
Vapores de torga de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
LaldeirES de sobresalente para vapores.
MoendaS nteraS e meias moendas, obra como .iunca aqu veio.
TaixaS fundidas e batidas, dos melhores fabricantes.
tOdaS d agua com cubaje de ferros fortes e bem acabadas.
tiOdaS dentadas de todos os tamanhos e qualidades.
RelOgiOS e apitOS para vapores.
OOmDaS de ferro, de repucho.
AraClOS de diversas qualidades.
Formas para aSSUCar grandes pequeas.
CY)n(*ei't08 concertam com promptidio qaalquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande ebom pessoal.
EllCOinniCndaS man^ara vir Por ecopmenda da Europa, qualquer machini^mo,
para o que se correspogdem com urna respeitavel casa de Londres
a cora um dos melUores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilsima pelo bom trabalho das mesmas.
Ruado Barao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FND1CO DE CARDOSO Carros de luxo.
!&$@#
i
E' nqueslonavl que a cocheira da ra do Bom jp\
Jess n. Mt de Joaquini Paes Pereira da Silva, a Wf
que tem as melhores berlindas, caleras, meias ca-1 gjv
legas e victorias de luxo, proprias para qualquer W
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos *a ac- demia, aendo os mesinos ajaeiado> de excpllentfs IW con, doutor em medicina pela Facul-
pan Ikas de aoiuu.es, arelos luxuosos e boleoiros
com fardamentos do ultimo gusto, para o que se
convida ao |)ulilieo a vir por si nit-smo settutifi--
car-se da verdade do que dwxamos dito, cerlos de
que na>.encontrario pomada, e sim realidad e(
com molos precos.
-------Y------------------------------.--------di------,
A familia honesta que precisar de umaino- j
ca para-eoslurar, drja-se ra Velbi n. 30 qua
echar um quem tratar.
"%mfo pefHinrhi
Lils escossezas a
rs. o covado
Roa da Crespo n
dade do Rio de Janeiro, ehegado ha
pouco da Europa, onde nos melhores
hospitaes dedcou-se aos ettudos de
sua profissao 9 com especialidade s
operaces e s molestias dos olhos, tem
o seu escriptorio na casa de sua resi-
dencia i ra Duque de Casias, antiga
das Cruzes a. 9, 2.* andar.
Consultas das 7 as 9 horas da ma-
uha.
Gratis aos pobres.
@

m
Pince-nez
, PerJeu-sa um pince nez da ouro, para homem,
da roa do Capibaribe para a ra da Aurora, es-
quena da do Conde da Boa-Vista : quem o tiver
acliado, querende restitu.i-lo, tenha a bondade de
lvalo a ra dCapibaribe n. 40, onde se grati-
ficar o irabaUB.
Constando que tem apparecido no mercad' latas
de gaz contendo 4 t|2 galoes. Henry Forster i
C. declaram que ns seus depsitos ns. 26 e 28 na
ra do Brum, so vendem caixas com duas latas,
contendo cada lata cinco gales, e pesam 16 kilos
brnto.
Capelln.
A Ordem Tercera de S. Francisco, deseja con-
tratar um capellao para celebrar as missas nos
domingos e dias santos na casa de detengan : a
tratar com o irmo ministro no consistorio da
mesma ordem.
Costureira.
Precisa-se de urna senhora habiltala em cos-
turas e bordados : a tratar na na Xova n. 31,
loja.
E' esta a quantiadestinada pessoa que prender
e trouxer ra da Cadeia n 13, o a-cravo Anto-
nio, que fugioda propredade do Sr Joaquim tien-
des Ferreira, ni eidade do Penado, provincia das
Alagoas, cujos signaes passo a demonstra los : es-
tatura regular, mulato, rosto meio eomprido e
bastante descarnado, e o signal mais caracterstico
o de ter o dito escravo o dedo polegal da nio
direita sem movimento; e constando qne est
trabalhndo ahi.na estrada de ferro de S. Francis-
co, por isso nao muito costoso a qnalqner pes-
soa, amante dos cobres, agarrar e traze-lo.
SR VENTE
De botica.
Precisa se de um com pratica : na pharmacia
Torres, a ra de Marsilk Dias n, 1S5.
Precisa-se de urna cozinheira para casa de
familia a tratar na ra do B >m Jess n. 26, ar-
mazem.
Alug-sc
o armazem do sobrado n. 13, sito ra do Bom
Jess : a tratar na ra da Aurora n. 51.
Reunio nacional
A relcelo do commercio a retalio convida aos
seus assignantes e a todos os brasileiros interesa-
dos pela nackmalisacao do commercio, a compare-
cerem fio domingo 14 do corrente, s 10 horas da
manha, no palacete do caes do Ramos, para ta-
tar-re das bases nece^sariafiao desenvolvimento da
grandiosa idea do bem geral.
-Attencao
Quem deixou pjr osquecimento um par de bo
tinas, dando os,signaes certos, Ihe ser enlrejue :
na roa do Cabuga n. U, leja dajoiaa._________
Mucama.
Na raa da Alegra n. 40 precisa-se alugar urna
saucama para andar com urna menina.
o^M*
1




lj
j


DM dPoamthifcaiir-- Sujeta, fetoa, 12 .da,Satariitf idJ.16&2<
m ronhecido e al
I) Va raizo rom l
k*wk qua4 teui cinco tainos, balaucae pe-
1: a tratar na ra do Crease, luja du Passo
7, Junio ao mo de Sanio Antonio.
Alaga-se e bem ronhecido e afreguezado afou
se 4n pateo do Pa raizo rom balcao de podra
INoduvidem
H
S
Ka-travesea dama
dasOruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pc-
j nlioies de our, pra-
ta e brilhantos, seja
qual for a quautia.
Ka mesma casa
compra-so os mes-
o metaesepedras.
Pitad ;is >*e una casa di: cooi|iTar e ozinhar, forra ou es
Cfcir: Barga Duque de Canas n. 22, 2" andar.
f ^,g05Si d" l,straamericaB0 com peaueao de AfLrjAS proprias para bjtica.
feb) a JO rs. o eovado. *"' iJttAI'AHUILHA do Para.
Bros pardos e de cores a 400 e 440 rs o eovado.
Brun blanco lonaa Ufioo a vara,
Camkrala preta oom listras e flores
proprias para luto, a tio rs o cavado.
Dita- finas de cores a 240 rs. o eovado.
Cretone para camisas-e vestidos a Ors. o eo-
vado.
braneas,
SfllRHY 1NA
VNU DE QUINQUINA HYGIENICO
- 3&EfARAD0 COM OS MEIHORES Vl.NilOS DE UFS-
PAN'HA DA FIRMA
CALVAiRACA.E. C, DESEVILHA
\JSOIE.:iDuR DA BOA JIACFSTABK A RAINHA
D'HKSPAMfA.
POR
THOMMERET GLIS
iinrmucciiicii
F.X-INTKi'.NO DOS HOSPITAES E PARS
O Sll:i sjue. bofe proferem a maiok parte dos medi-
os de iospiaas, dos lentos da faeulda le e
dos membros da academia de medicina.
Tona esta preferencia asua explicarlo nisto
^P"5 fTarece todas as garantas que debalde
so procuram nos productos dosse genero em
que MUITAS VEZES SE SACRIFICAS! AS QL'AtlDA-
ES TAO GSM-NC1AES OUER DO VINHO, QUER
o oimnijuina (as vezes do ambos) aos lu-
cho t)\ KsrEOt'LACAO (Ver Guia das Aguas
Mimm-ati. Do Dr. CONSTANTIH JAMES,
7.' odico.
KinO DEPOSITO
Vv
PnAIULVGUE DROGARA
DE
B*RTH0L0ME S C.
llua Larga do Rosario n. 34.
i're<-krso de uiu boiueni porluguez para
ratonar em um sitio e tomar conta delle na au-
ia do dono, que saiba tratar de capim e hor-
:x,i: r a r votado*, dando conheeimento da
idade : na rua do Barao da Victoria
i .i quera precisa.
Chitas rosas e. denotes a.200 a 240 ts. o o-
Grosdenaples preto de cordo a 2*400 o eovado.
Colchas adamascadas a 3/iOO e 4*. >
Ditas de croch a St.
Cobertas de cuita adamascada*3r>00
Cobertores do la escaro a 2*.
Lenees de bramante a 2*.
Ditos da lgida a *1400.
Toalhas alcochoadas a 6| duzia.
Lencos de cassa rom barrasa i*duzia...
Ditos ditos de abainhados a 2* a duia.
Ditos de esguiao a 3* MX> a duzia.
Cainbraia lisa a 3* e 4** a peca.
Dita Victoria fina a 3800.
Cortes de casemira una a 5*
Atoal Camisas inglazas forradas, com peito de UnhS.
pelo diminuto preeo do 3800O a duzia e 3*300
cada una.
S na loja de Guilherme 4 C, rua- do Cros-
po n. 20. ^
Fustoes de cores; ,
Cortes de fasfio de cures >paaa calcas l^tO-'
so na rua do aesio n. 20, luje de Guilfcem.
Beltrao &. Effibs
S na rua o dftXtespo ^^^*nt^.*.i2Br.*
20, loja de Guilherie ^ .....
C. que se podem vender
as azendas abaixo, pelogj
presos seguintes:
Lasiuha eKooauaa 240 o eovado *>,^
Ditas de lislra padroesnovos a 280 o eovado
Dkas com listras de seda % 400 rs. o eovado.
Alpacas com kstraa a 800 rs -o covadtr
Mrito tssetioadb para roupas a X^ts o ao-
vado.
Chapeos de sol de seda com^abo de oesoa
Ju it. t,o seguinte :
AGULDENTE de caj : eaixa de 12 garraJb.
de laran a, dem idem,
ARCOS e nao para barril.
CAL de Usba, recenlemente ehegada.
CHAI'OS de sol, para .Jnmem ff senhora,
de marlia e&s*o.
EIXS de ferro, tora pfrta.
FIO a-algodio da fcihiaf 4a fabrica dQ eom
mendador-Vedjfco.
LIXHA de roriz.
OBItAS de paleta.
*ASMO de algodio da Baha, da fabrica do eom
mendador Pedrozo.
J4RBOZ de toda* as quahdades, da? fabrical ie"
Peres e Eduardo Militan.
ELAS de cera de todos os lmannos
VI.NHO ntarrafado do Porto, eaixas do 12 sj)
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Selubal, eaixas de 1 e 2 duzias.
Italia engarrafado, eaixas de 6 gar-
rafas,
do follares suppriorr-em aneoretas.
** aj, catjcatud.-!! gar ataat -
MaU-asU..da Douro, cai*as com 12
Carra\t>ttos-, ld. FNDICAO DO B0WM|
PASSANDO O CHAFARIZ
UA. al* BRUll "m. -
( ReconimQnda a atlenco dos Srs.- de engenhos
jseus vapores de diversos sj^stemas -com os Ultimos
melhoramentos em todo o tamanho, e preco regular.
Rua da Imperastfif?1 m 72;
m
para'
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amaral, Nabnco 4 C, vendem cha preto e ver-"
de, fumo mglez para cigarre e cachimbo, e rap
francee e nacional.: no Bazar Victoria ru* de
Barao da Victoriarr. 2.
Vende-se.
4rastes de jacaraad e amarelloe#m pooMose, iQ *a.do M.ikji,* jflo ui*d,i o. 9ti
In
Amara! Jvaliico A-C. feeebeftm em rcmi
sortimento de chapeos -de pal ha de Itlia,
je vaHudo; trelo par |ute> d tttet.-'eifei
com bonita* flores e fila : vendem m Bazar
?oa> i m 4 fiar da YietdrlB n. 2, antig
l^ignis aacw'cifc
Amara) N.iltueo 4 C. vende-n-insignas i
nicas-,.Rrae*. 3, 18,117, 30 o 33 : no'fiatar
tonan. 2,* amiga rua -Nova.
CSrjwtias fimebres.
, Amaral Kabueo & C. receberam um coma
1)rIimento de capellas funebres com diversas]
ripcoes e vendem por ctmmodo pnco : nol
zar Victoria, rua do Danto da Victoria n 21
liga rua Nova.
tofo Brtro da Victoria o. 22.
Lourceco P*eira KtwimftninrAe
/
Anglas \^mm
^?aade-aa -em-cas- de M Bm*M (i, a
rua do Bom.Jesut n. (1. os. verdidoiroiaiiffQla
fluf foranydf ca do> srs. T- Jeff|rie jfc (^ '
A^unfcas veriiidelras ;
Bichas hamburguezas .pie veui a e,te mercado:
em pereito estado, e.tasnbem umraeio apfHalw
de louca para jauta*a im dilo do porcelaa,B,
branco, para almofo. Vende se por fcsr odone de
se retirar para Europa : na rua da Imaaratriz
n. 54 A.
VENDE-SE
no la3o em que se acha o sitio existente.iia fre-
cueza dos Afogados n. 21, hoje becco da traversa
dos Remedios n .18, em chaos proprios : quem o
pretender enlenda-se com o seu proprietario na
rua de S. Francisco de la eidade, con qaem wai
para a rua Bella, sobrado d. 10.
Vende-ivn-sol^du fl* umiaadar sin rua
IBr^rtel, canto taMYssa>d Hiaa^iroximo ao
cbafariz.ro qual est situado em lugar muito apro-
prtadovpara.eslabelecJliviito commereial, a que se
tem sempre prestado, (hiu miu quintai e eaeiwba
etc, e tambem se arrenda : a tratar na rua do
Hospicio n-. 35, dn* 7*'ri horas do dia, c das 3
s da 4arle
\ ltci(ko
Xa rua do xragao n. 32 contina-se a receber
das, tanla para casameiilos.bailes e bap-
; v :i cuno seja bolinhos em bandeija de
s do nata era bandeija de Jila, bolo
bolo de barii, | .-de-l, pudim, empada^,
i- i. iimz de leite, dice d'ovos, alelria de
bese per e gallinhas, orepara se pre-
ixa chelo, lombo, bouquet artificial de
lode cravos para noivo, tudo com asseio
i joptido e com modo pro.;o. Naeta mesma
., i .-< icm feto umita aneomaaeada para as
ipaes rasas : qualquer peaaaa que queira
fcror sua encommaoda, pode dirigirse mesma
que adiar com quem tratar, a qualquer
tora ,iu da.
E' de graca a 500 rs. o eo-
vado.
Vende-se superiores las a 500 rs. o eovado,
na verdadeira pechincha, por ser fazenda de
urna
muito boa qualidade c multo arga e padrees da
ultima moda : so se encontra na rua Duque de
(.axias n. 88, loja de Bastos Irmaos.
A|>roveilem!
em que a
Gflereee-ae urna ama para cozin a, mas nao
t i'i. ra : na rua da Cadeia n. 2.
Pars, 36, Rua Vivienne7Dr
ECI33B mmm spcml
bi mrcaviMiMf nss sexcaes, *s .*.*frccou
Al.fR i V^O. S ll, -sA\l i:
J n.OOciiras das impla-
| jens,put!Mlas,heijte$,
1 '"rnn.covtrrnes, acri-
'?-" "T*^ "niln, ilionoe*. vi-
^-^A^AJkmtM .tosas do suuyiie, ei-
ru. *v u .u-iyut .XaiUpi; vegetal
-.cm mvreano). fipnrsitlvi.n T<>srtaet
*1J]3S SIIAKUAK Ii.iiii.iO-m: ^uu.s por
lemana, 'rpuin*! t trtffitmwQ D.-pumtivo:
emren,l" iS ii..smf uiultstiu.
| Este Xaropp Citraeto de
erro iliCllABLE, curi
Niin4diaiinenie qual-
l irr pu qacao rela-
<; o, c del .dude,
''-"-' ,V' <'".'" J'orrs francas das
are. Esta iuerc,n benigna empregasse
ii .Vuope de CU, ocio de ferro.
'"Mrriiida*i, I'kii.,: da ijiio as cura einSdiaa.
POMADA ANTIHERPETICA .
'''''* "as ii.ireceiuseu.'iiHcat e roiwop*.
iLS.L',SiVEG5Tft8 OE'URATIVAS
ao tnubio, carta'frasjo vrai aecumpahade
4e um Tullido. K
Aproxima se o mes de deiembro,
rsova E-perana, rua do Duque de Caxias n. 63,
tem de dar o seu balance ; e como sabido o
grande deposito do miudeza?, que lem dito esta-
belecimenlo, nao s de arligos da moda e phan-
tasia, como tamb ni de objeclo de le; e como
realmenle conhecido que muito mas massan-
le a contar se miudeza do que Contar-se o cobre
a Nova Esperanza tem resolvido vender por me-
nos 10 / do que o preeo do cosame, para desta
forma minorar u trabalho do balanco : por esta
razao os apreciadores do bum aproveitem e ve-
nuam ver como se vende bom, bonit e barato.
Luvas.d.JouviiL
Muito frewas, cheiraajas no ultimo paquete : na
loja.-.da-Ptessoi ruafriaiio de Mar?.. n. 7 A,
antiga^do Crespo.

\erdaileiro bter hesperidina, superior e acre-
ditado : a venda no armazein de Tasso Irrn&e* A
C, rua do Amorim n. 37.
%
MOLESTIAS
Esri-tilftS.vS.
As Molattiai
DA PELL
ErcptfMi
Uttim,
MuokHa, \m ..-
AS
DOENCAS
Quo sao c.-cisados
Pela Iufeccao
Venero.
TgsTHTal.
DE.
Caraeiro Viaima.
_|A* este grande eslabelecimento tem che-
gado uui bom sorlimento de machinas para
costura, de todos os autores mais acredita-
dos, ultimatnenteaa Europa, cujas machinas
sao garantidas por um armo, e tendo uin
perfeitm'-artista pana ensillar as mesrnas, em
qualquer parte desta oidadu, como bem as-
sim concerta-bs pelo tempo tambem d'um
anpo- sem- despendi algum do comprador.
Nosta stabeleci monto t mbcm ha purtsngM
pafa as Tnesmas' machinas e so supjire qual-
quer peja que seja necessarioi stas ma-
chinas trabalham com toda a pi:rf ir;io do
ura e dous pospontos, franze e bonb toda
quBlquor costura por fina que s ja, seus
pracnssao da seguintequali lile : mira tra-
balhar a m.ao de 302>000, 40?00, '.5J00O
e 50J00O, para tiabalhar com o \i sao do
80O00, 905000, 100*000, II0D00,
120JJ000, 1305000, 1505001, 2t>(KM>00 e
250^000, emquanto aos autores nao ha al-
terngao de pregos.!eo$ oompradons podero
visitar este estabelecimento; qne muito dc-
verdo goslar pfila vanjedade do obji.-ctos que
ha'sempre para vender, como scjnni: cultu-
ras para vtagem, matos para yiagem, cadei-
ras para salas, ditas de balaugo, ditas para
crianza (altas), ditas^para escolas, costurei-
ras riq'iissimas^paraisenhora, despensa veis
pata criangas, detodas asqualidadi's, camas
di' ferro para bomem e criancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos-de metal para cha, fa-
querros com cabo de motal e de marfim,
ditosavulsos, Clheres de metal fin i,condeii
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar sai ai, lavatorios completos, ditos
simples, objectos'para toilette, e outros mul-
los arligos que muito devemagradar a todos
que Trisitarem este grande estubelecimento
que se acha aborto de-do as 6 horas da ma-
nh at as 9 horas da noutr-
Rua do Barao da Victoria n.
22,
Declara a seus fregueses que tero resalvido 'Terrcrer
saber:
CHITAS A 160 E200 RS; O COVADO.
Vende-se chitas francezas largas com to-
que de avaria.a ICO e 200 o corado. Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 CASSAS FRANCEZAS A M0-R8.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
i o eovado.
LSINHAS A 200 RS.
Vendo-se lsinhas de> coires para vestidos,
a 200, 360, 400 e 500 rS. o eovado.
ALPACAS A 400-RS.
Vende-se al pacas para vertidos a 400', 500,
640e80Oirs. o eovado.
COBERTAS DE CHITAS A 19600.
Vende-se cobertas do chitas de cares', a
i&GOO e 25000. Ditas de pello a 1400.
Colxas de cores a 152*0, 25500 e'49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
o maisbaratu ajue fui pM)M,"\
CORTHS-D* WaMiisE^RBViHieM
Vetidte-s* Wrter^l^bTlb^ fe cote f*n
calca, a 15500 e 2*000.
BOTWASH 35000:-
Vrde-seliollas para seub^rasv a 35000 #
35500, a ellas arries que se acafeem.
ROUfA PEIfPA-fACWNAft.
Vende- Mlrdsasr btaaEav a 19600 **
25500, 35000 e Vfmi.
Caigas de-casemiras-de corea^. a 59, 69
75000.
PalritsJCTgenira; a 4?, 69> 85000
Seroulai a Ha !90O#."
BRIMDECORiESA 440 RS.
Ve4e-e-briii" rs. o ir-ivado.
LRNtOS Brt*TW)Sc'A 2900tTA DUZIA.
Vende-se a duzia de lencos brneos, .
Vende-se chales de l de quadros a 800! 2900O. Ditos com barcas de cores a
re- e 00- Ditos de linb a 55000.,
l\ai lia ms cabelles
^?
M
Bons terrenos.
Vende-so barato, terrenos proprias, em lotes-e
vonlade dos compradores, junto e as ciroumfe-
rencaas da esfci.vao da, Boa-Viagem; lugar saudavel
e liastante cone<,rridor muilo proprio para ediiica-
eacoes, por ter em seu favor nao s o vapor da
tuaulia e a larde, como o privilegio que istnla de
passagem por dez aun a quem edificar, e
neleeiment dos bonds que se projecla : os
tnieiulau-se na tfleseuraria.das lo-
pagar
oes
pretenaentes
lorias.
- \ ende-se urna osera de 18 aiins, que co.
zinlia bem o diario, lava perfeltamente e encomma
soffrivel : na rua Ang-sta n. 201,. aadar
i^^^^Oi*0?? Uta/
l'KKl-AKAIMI 1TLO
Dr.d. V. .ii'VJ; .(y (ta 4ir Lonell,
lj*t:nlo.-. ITr. :lo.
EM FRASCOS PE3UENS.
^-p- 0A8: :JSM dfcOfc, Agepiee Gemes-sio ButL
Fechineha
2^20. 2S200.
Saqci* cisi inillia iefto.-i|aloi no trapiche da
comnauhia i:ern;.i, wn^na ni 3),
jf.
L
AVISO AOS SRS. MDICOS.
hfBr eaiarrhoi, tostel
noqutluektt, irriiifm
I ~nervotai sal des bron-
[chis e todas as doencas
' do peiit; basta ao doenU
orna co,lir i hdcB dele xarope Forcet.
Or. CHAML* em Part, r vlTlesaa, S-
DfFORGET
'o,!-i.i.i emeasa de Augusto Caorsn. -2>'
' da Crufc
Rua do Cabug n. 11
Vende-se um escravo moco proprio para enge-
nho. ou padaria, por prego muito em conta.
- V"ende-se dous osera vos pardos, de 21 e 27
annos de idade, cozinheiros, 3 mole.iues. de 10 a
u i?-?^0'.' 6 boni,a! nc?ns do ,S a 2z annos, eom
habilidades, bem como outras sem habilidadeis:
na rua de Horlas n. 96.
em
Domingos ite Halliess
Mi. isuriptorioi rua
Ivanisadijs para'purgar
em barrisde 25 kilos
tem pura vo.iidur
do Vigario u. 21
Formas de forra '
afiftHW,
Potassa d.i Rnssin
Cada um.
!' gio da casa de sen sonhor. no da gl de ae *
l proxi-N ,.i.id a M'ia.a Ji,.-:na, crioola. de
mu i de iJadu, llia do Craju da ;'ad;'- da
com os signa* 'egninies : hiixa, chela do
eorpj,pernas gmasas, t.m cuyrtnaea deique*, t-
Cura no I '.;.. # no pitf>, |fv;.'i v -! !o ese,' .
-I iiv-u'a prii M o'eiro. .uipu
- Vende-se a (averna da rua impeuai n lu7
com piucos fundos, propria para principiante,
urna das melhores lo lugar : quem pratinider di. i
nja-se ao me,mo eslabelecimento que achara com
quem tratar. ,
- Vende se um consol) de macucuuba, na rua
da matriz n 44, 1- andar, e urna marqueta a
mesma madeira : na rua do Encantamentoin. 3.
Banhosem 01inda7
Camisas e caifa? de fazenda de boa qualiJade.' J
proprias para os banhos *m Ollnd? na'lola do ^
S"i4 a m? ^ime!r!,lde M^r'(P0do'CrtespV)
n. 20 A, deiQurgei do Amaral 4 &
?l quem a pegar ou della- der nor-ia
*xi.>. i g nerosaniente rerjuipi-nsmlo. levan-
o-a K.l !V:-... s.ln -! K A,!
Al iin a a eaa n. 3 do caes da Detenco.
*&851,'u?.A,u:,11'"i' duavfi quintal e cacimba,
fr I;. 00.i meiisae; aojfilaadi so o inqurlinr a
c?-re pintar. '
Vendase .urna
a^ao;
. linda araia.aa ida raja da ama-, i
reno, propria para qualquer eslabelecimento .a
*- ver e tralar na rua do Duqae 'de Casias n 3i
- Cofiinram-se afumas portas e janellas, de
-airo ou amareBo, bpm como forro- e portadas
i para a-< mesmas, usados, mas em lerfeito estado:
*) largo do PoiMb.il u. 13.
Vende-seWuna quasi nova com caixa e
trata-se na rua do Imperador,n. 41, botica horneo- 1
palluca.
161000 a libra.
de reros do Porb de ^rimaira qualMadeii vea-'
de J. A. Manir Dias, em seu armazem o ru.do I
Hura Jess u. 26.
ismrt.
:
,smT ^ "'sc 'avefD ', na. rua Imperal n.
p. cdtu i uros bindis ciunmqdo para
lamilla, por ier o dono danKir-so para-o maWo:
u tratar na mesma.
- Vonde.-se uotiwrijo
... tratar na PObtu Vef
W
Lencos; de, labyriitiib^
JVa-Joja-d s Areot raPrfraefro de Marco n.
20 A> vende-se-multo' bons teneos de labvrnilho
do Araralv* '
Calcado- 'eetrangeiro.
Aproxima-se o
qne o Paris na Ai
1* andar, tem.
motivo os prop;
steplvidos a vel
id dezerabro, temoq em
' rua Duque de Caxias n.'
o seu balanjo, por este i
tabele oi nienjp/. esl o
C XJ "^^- ^^
Radical para
[ Escioflas, CHMJ4S A.NTIC1S, Dtcou, I
Febjds Ulcerosas
TOaOMOr, ABCES908
3THEMAS, ERPgOS, HERPE |
J Itsaylstconav lepvm, Tlnk
todas as Molestias da Pelle
ICALMBNTB TOBAS aa MOtEOTlAS |
BYBBJLVmGAa',
PdtetosQ Preservativo
CONTRA
As molestia* Stfphttittias
| FbresamareUaeTyphide\
XRAXAJE]TO
MbO
VINH0
1U B* DELOR, 40 Parii
I DEPOSITO i.hutmrd St-M9rH: Piws |
Agentas Gentes para o Bafc...
i
Crs
THUlIBsH JAPDMEZ1.
S e onicaapppoyada pelas, academias de
scienciafi, reconhacida superior a toda que
tem appareeido lat bojo. Deposito printei-
pal rua da CndeO do Recite, hoje Mar-
quez.de Olinda, n.Bl, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabeei-
reiro.______
BCBAS Dfi-HAHBBRGO '
As? mais recentes e molhores.
Vendonvsc na phormacin e drogara de Bar-
tbolometi & C. rua Larga dosario o.Rn. 34.
SECUEDO ECO.NOMIA E CEIJiltIDADE.J
Oblem-se com o uso
DA
IN3ECCA0 SHOST
nica, hygumica, radical eitifal val na cu-
ra das gonorheas, flores-brancas e fluxos de
toda-especie, recentes ou cheonicas; e que
ofl-wooe como garantia.de salutrosresultados
a conWnuada applicacao que sempre com a
rnaior -vantagem se tem feto della nos hos-
pitaes de Paris.
nico deposito para o Brasil, Bartholomeo
A^CvruaLarga do Rosario n. 34.
Ditos de merino a 29, i35, 49 e 59000/
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
. Vende-se pecas do cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000/
SAJAS-BRANCAS'A 25000.
Vende-se saias brancas: e de cores, para
senhoras, a 25000 e 255010.
BONETS A 50 R9,
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello e
massa, a 25, 25500, 39000 e 49000.
MA-DAPOLO A 39000.
Vende-se pegas de madapolo enfestado a
39000. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodo, a 35500, 45r
e 55000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lengol, a 19600, 29 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQUfDAgAODE &AB0NETES 280 US.
Vende-se urna grande porc.no de sahono-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes c >m
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, o outros
muilo barato.
TOAULA& A 8tM>.RS.
Vendase toarbas para rosto, a 800- n. .
15000.
GRAVATASDR^KDA PRESA A 004
>endonesgravasas-"de-soa preu, a
rs. cada urna.
CHITAS-PARA COBERTA A 280 RS.
Vendiwaacbita para coberta, a 2S0> ct Iti
rs. o eovado.
BONETS PARA'MENPNOSA 19500.
Vrwde**e bonetes-para iCTnos, a 1960'
ESPAKTILrTOS PARA SENflORA A 8950
Vende o espartfthc* para' senbora:
39500.
IdllMIIIMs
A 800 RS. O COVADO.
i Vende-se granadines com listras de seda
para vestidos d i senhora, a 800 rs. e 1500*
o eovado.
COLCHAS DE CROCHET A 69000.
Vende-se ricas colchas de crochet pata ca
masa 65000.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende-se pannosde crochet para cadoiras
a 1/5500 e 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se jiccas de cassas paraicortinados
extractos com 20 varas, a 109000 e 129000, e outra.
omitas fazendas em liquidado.
1
4Rua do CabugN. 4
JOSEPII KRAIJSE & G.
DE
GOMES DE MATTOS & IRIAXI
Avisara no respeitavel publico desta eidade que o sortimento de joias, de subido va-
lor, que existia em seu estabelecimento, est completamente reforcado com, o n le-
gante sortimento de novas joias, que receberam directamente- pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando ello do mais variado sortimento de aderecos Boulevard, pulseiras do
ttltimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argela, agrafles para relog^j d
senhoras, delicados aderemos para meninas, meios aderecos de camafeu Jindissimos, volta
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidad"
de botes para punhos e peito, com emblemas maconicos, de nix, tecido de ouro, cama-
feu, etc., brilhanles monstros de rarissimas agoas, en anneis, rozetas,, pulseiras^ alfin'-
tes e botdes, e outros muitos o'ojectos de ouro do melhores fabricantes de Parisv que se
vendorao com grande reduego de precos, por serem elles reeebidos direetaniente de seus
committenles.
Os proprietarios do acreditado MUZEfJ DE JOIAS, tendo seu eslabelecimento abrb,
at 8 horas da noute, convidara as familias que se quizerem prever de lindas
virem escolhe-las vontade, para o que esto em expsito, nos mostradores.
joias, a
grande e no-
VettcifliW^.
Pretsa-se de tnulher. alfemuara vendar cpin .laboleiro,; no sitio
.-Ala capelfa, p* Manjabelra, estrada d ArraiaL'
- seus calcados wlocust
afim,de minorareaa. trabalho; assin^polsfcsApre
dadores do bo^s^'b^^^^^^^I
el, para quem% P|S^rJsm^^nkipttcom
.devida decencia) o seu gabin,te rtsarv,
.TM**\-_________
i9, eolh poneos fundo,' presta par*
lante F a tratar na meW f^ m
Roa do baro da Victoria n. 25.
~~----------n)"";:--|f""'-
Xarope d'agriao do Para
Antigoe conceptuado rnedieamento para
eara-das molestias dos orgos respiratorios,
cometa phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applieado anda com ptimos resultados no
escorbuto,
i, i i
Itons lerrenos;
N lugar denominado Salgadinho, e junto
a estaco da estrada- de ferro de Olinda,
ven lem-se bons terrenos em lotes ou poda-
ees a vontade dos compradores, com a fren-
bapara a mesma estrada e os lados para
outras, e bem assito urna pequea casa de
taipa nelles situada.
Estes terrenos tem drfferentes arvor.es de
fructo e sao ptimos deplantago e ven-
dem-se por precos baratiesitxos. Os pre-
tendemos entendara*sc" na thesouraria das.
loterias.______
"CalS
do Rio da MVItn : vende*a aa-de-*VcJJiO', *r*
raaiem a 16.
Ji 07 G,
Tem para vender :
Oognac de Hennessyv.sunefhjre verdadeirot
Vinlio Xeres Bttters)daiAn*eatara
Whisky,-
Cb preto om. UIU Je 10 libra.
Tadas as^rep^r.aSerJeaMftftderDr. Ayer,: no ^
armazem;da.rua.Jo.oHimaceio n 38. -
TASSO IRMAOS & G.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tara para vender por presos commodos .
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Ganos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar argodo.
Machinas de padarfa.
Potassa. da Russia em barjil.
Phosphoros de cera
Sag em garrafoes.
Sevadinha em garrafoes.
Lentiibas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto velho engarrafad,;.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de. Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes eom linguas e dobradas inglesas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
Latas de toucinho inglez.
Barris com repolbo era salmoura
DROGARA HOMEOPATHICA
DA
ViuvadoDivSabino O. Lud-
gero Pinho.
III im d* llardo U i. 4ora -ia
Contina esta amiga casa a ter sempro venda
os melhores medicameotos hoowopathicos em glo-
buloa.e tinturas, tanto em carleiras comom eai-
xas, d diversos umanhos, petos seguintes precos
nxos :
1 carleiraou caixade !
medioamenlo.
1 '..i diu de 21 ditos
I dita dita de 30i dite*
1 d:ti d ta de 36 ditos
1 dir dita di; 4 dilo*
1 dita dita de- 6fei I ditadita de'120hditm
Tubos avul.os de qual-
quer medica meato
Vid ros avulsos idem,
Opedeidec de Rlias^ da
matismo.
glbulos Em4iDHir*4
m tu
i*^ 2-1*
20 281
24* 32|
30*, 40*
34*,- 5o*
80' 80*
:ilOrs. e U
1*000 e. 2*.
BrjKWi. e poja rhau-
l BIRATIJ!!!
para'a rua dos 61er
r*VdtayftH|*2 1
ADMIRO,
As peehinchas esto-se acabando na soja a i'
. rua da Cadeia 4o Recife^ onde tem urna tan-
dfimla com o ululo cima : quem qnizer sortir-s
de faiendas-para ca.a p .r menos quo em outr
qqal juer,pactevnjopewa temM Pw resta pau
Vende-se urna negrinha de. idade. d*U an-
SnnafmiaBM* cnrko^ Aiu. nAna naspreu e bonita Agora, eom principio de hab-
pUperlcasa,dl familia : na rua de
Wfr$ ^ O CWadO. ; '1%^ a c.i* terrea confronte ao'sitio q
i hrsouro luin^opa)bfco ou .Vade
im-r-iini du nnmrapntha, peloDr. Sa-
bmo O. L. Pinho, 3' edWto aerreseentacVe tne*
morada,
Pequeo gula tiomropnbleo, eoaten-
do as indicaies necesssrias i ara o emprego
dos principaes remedios hitmeopatMcos
c^niheniaiicaa. (beaisja,. saranspo-S es-
carlatina), aeamraHfrad* V un> artiga sobre
ei\ipi}le,fle
****ri#it*oMHbm r trMWiiiMM.lo
da r>br,nMtr4JMi,
ATTPtWr
1 Veade-st usa ac*ljeuv,^fl. .eui Bata.Tiboo
Baixo, junto estaco dff TOldSo, mu#ad na
frente eom .porfi dMr de pedrjua caL tendo* \paflhs-,-Jtalas, 1 grajj-
.s^; .o^0Wf#PW0#"tw.dft fraate
e 4,800 de fundo,, sendo de mata, com exeelIaWe
cacimba,, aswido.behicf: metn^prqlwdu d*i-
'l'prrpn ; [WijfomBm*wtammm*oa vestid bgaderfo Jeaquim Bernardo de Figneiredo,.*iia'ji*e Ajr'iw ds KedrolWnsoTaMtt'na d Pfaia
^M-WiU. -tMi bouco dinheiro, conprando-se pariorea-aa-|lravessa da estrada^de JoSo de Butis, entrad*!*- 37f ^*
VeafeMe 1.^0 palmns'de terreno, oom 500 de cbftispr.vri^aaafit* ast.luH der1?0* wCatit* n.8Moia'' de-Wstoa ImS**? eq.' em solojareiro : para- vet>98 e Iratar na mesma. \*OT10C i'
i fiAIrx QASta DG^UlDOha F"i i ..._______________l
tu._A. jj-.-g <~r-rr------I. Vaoae-se urna casa terrea na rua d Uiidvjnin excellena^caaa^qft^^prwh.paracaliriolat
*aas6jiasiMrai .laruaalrgai do Resatio itego, esn. Santo Amaro, das, Sauoa*
tratase names^av-
'masman. 39.
a tsalapna: e-sella, por pre?o muito, conta : "a tratar e \h
i narua do UowMUrTt
:.J
)
r,
'.
1

\



6&io'"ae':PMiaift(lto S^k-'^^-K^e^^ik^^'Wl*.
r
/
BAZAR M Wm
A M. ll.
SOABES LEITE, IRMAOS
NICOS AGENTES
A'
da Victoria n. 28
tamais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Taris, em 1867, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
Sao da Legilo de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposieo de Londres acreditara
estas machinas.
A 90000
Cabe-no o dever de annuaciar que a companhia das machinas
i do Baro da Victoria n. '28, uin deposito
de Nova-
e agencia
de Howe
fvrk, ostabeleceu nesta idade ra
eral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de eos-
ara de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela peffeico de scu trabalho,
nprogaudo urna agulha mais curta com a mesma qualidade deluda que qualquer nutra.
# p^la irrtroduceo dos mais nperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
rtferecer ao eiamo publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao as seguintes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao duraduuras, para isto prova incontcstavul, a
-.iroumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
i mao.
Segunda.Contin o material preciso para reparar qualquor desarranjo.
Terceira.na nellas menor frcelo entre as diversas peras, e menos rpido estrago
o que las ontras.
Quarta.Formara o ponto Cmo se fra feto m3o.
ijinhta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, -o que se nao consegu -
as nutras.
Sexta.Fazem ponto miudo era casomira, atravessando o Qo de um outro lado,
lrigo em seguida, sem modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
lna.
Scma.0 cmprssr levantado com a maior facidade, quando se tem de muda
4e agulba ao combar nOva costura.
Oitava.Cuitas compnhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
iecdncia. fachinas outr'or populares, sao hoje quasi descunbecidas, outras soffreram
oudaeas radicaos pafapde'rem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
doptando a opiiiJo de'Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
ogmentado o seu fabrico, e hoje n3e attende a procura, posto que faga 600 machinas
>r da.
Cada machina acompanha livretos com instrucQoes em portuguez.
A90?>000 A 90^000
SGARES LEITE, IRMAOS
Esto esubftlecimento sjcrpre solicito ..era ollreccna (oononcrencia'do rcapeUdtel pu-
blico nm comp'eto jorli ment de ifiindeas, ol$ado frflnoa,tiapos e qunqui4b#ias a
jmc<;I os mais razoawia possiveis.'pra ftrtaqiM^ todos, oa.-seu artigw.dt.pro-
)ria enconwi.nda da Europa a America, "ora dar ^rfilioidade de-lguns artigospereujos
iremos bem se pode avaar.os procos de oulroil./fiiU.s que ntear.
MIOEZAS. I MIEDEZAB.
tpara bordar, da rhemor 'ualilad, i 'BriflOUS dito Oedito por apSOa.
ibra por JfcoOQ. Botdes de-sotira pretos e decores, a>800
Agulhas francesas,'-fundo dourado, a ca- rs.ei000 adueia.
rinha com 4 papis a'GO'rs.;'24 Vltas de-ata d reHd Vahvi.ittios'co- !%* aiflOOe.e l^i00:o mdro.
aedes nrigihd Tna.irepeVdla; a 500 rs. I 'fletasde corest pretas a 800 re. e iOOQ o
Vohas part o pesoogo, fitgfndo croafcu, *a*?"
sprspanhadas com par de "brincos seme- Galdes pretos de-sada, demuito-gifcto de
hantn, tudo por 2?500. 800 rs. a t#00 o'metro.
Linha brarlca'do 50O jardas emearrites, CAJEADO FRANGEZ.. ,
J prppria para costura de machina, a 800 rs. |nM Pretas gaspeadavpara-ai'nhora, a
, luza. : iv00:O Dito de dita de Alexandre, -numeraejio a I Ditas litas de duraque,-gaseados,Mino
Diademas dourados d l?5)0 a 3#000. *W'prrt*s entortadas, i ultima moda, a
Ditos de tartaruga com flefres a' 2JXJ00. **f?0#
Ditos com borboletas a 19300. *** dlU oros, canto alto, onfeitades,
Urie s encarnados 1 par por 5"0rs. ,v
. Ditos de plaqutde 500 rs. a 2J000. D*tn8 Para "airaos, pretas e de cores, a
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500. *** W00.
< -25000. Completo sortimento de calcado de *asc-
Yoltas de aljofares com brincos, a 29500., ^ra, C'urlt, tapete e traiqa, nn.is barato
Ditas de ditos ora eoraces a 19000. % ,l04P* uro outra qualquer parte.
Ditas de ditos de colitas com cassoletas, a t.HAI'EOS.
300 rs. ticos chapea dopalna d Italia, para se-
tostaj de plaqut a 19 e 19500 o par. ohera,.a J-7O00.
(Iravatas de seda para sentars de 19200 4,,l"s ,,1,os P;,Ilia < da ulutnamoda,
Completo Srtinicnto do ch^vciihospara
meninas e senlioras, de'29890 a ScOO.
Cbapos de s marfun a 169000.
Ditos dito1 ile merino, cabo.de metal mili-
to bonito a 59600.
l>itos dito de ida para senhora,- cabo de
madeira, a G9000.
IM orto cabo de marran-a ftfUOO.
DIVERSOS RTICOS.
Granadina para wstiilos, fazen la da ulti-
ma moda, com listras de'seda, a (50 o.co-
vado.
Pannos de tfoent paro ca'kiras, al9800
e 29000 cada m.
Dito para-sf, a "3^c 1PO00.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
Urna.
Ditas de a'godao .dcoxeados, aGiOrs.
Colxas Je crueht para cama de casal, a
C5000.
A'
do Bar a o da Victoria n.
2 8.
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(oulr'ora ra da Caricia)
LOJA BE MACHIMAS
Sendo este antgo estabelecimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadelras machinas americanas para algo-
da", desde 10 60 erras, e havendo em todos os tamanhos diversidades de siste-
mas e mellioraraentos^ para perfeito e rpido descaroamento ; tornam-se dignas dt
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quacs, alera disto, enconlraro
tambera mais : -
Apurados vapores locomoveis, de forga
de^'/j e 3'/ cavadlos cora todos pe; toncas
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodo, ou para otro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e lade;-
ra.
Carros de mao para atterros.
Tinas-de madeiras.
Baldes de "dita.
Ditos de ferro estahado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos1 de madeira vpara compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-coraidas.
Tarapas para cobxir .pralos.
Tarrachas para' fazer. parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de maceiras.
Trens para cozinha.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertenc,as avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes ptfra mi-
\ho e af.
Debulhadores para milho.
Azoite de spermacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas' de Japy.
Ditas" araVifanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estahado.
''Ditos de chambo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
i aaooo.
"arures com 2 lagos para cabega e peito
39 e 49000.
ifitremeios e habadinhos bordados de 3601
?s. 29400 a pega.
'jalos de s,eda brancos e de cores, do'
t9500a 29500 a peca.
Ditos de algodSo e seda, de 19 a 19100 i
i pega.
Ditos de a!go.l3o, a 100 e 500 rs. a pega.
Trancinhas do cores, a 100 e 500 rs. a
pea.
j Lequos de marfim a 59 e 89000.
Ditos de sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelloes a 19800.
Coques para senhora, a 39, 395*00 e 49. i
Aderegos fingindo coral, conpontlo se' de,
lfinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaquet, compondo-se dclfincte
'. brinco, sendo do limito gosto, por 59000.
M
PRODUCTOS de J.-P. LAHOZE
: iiMtMACELTico, 1, lUE OES LI0NS SMNT-PAUL, runs.
XAROPE DEPURATIVO f
DE CtCVSDE URANJAS AMARGAS
Coiu IODVRETO de POTA8SI*
O lodureto de potassio uin verdadeiro Iterante, um det-at'kdM de inronleslave! cffl-
cacia; cotobinado cora o xarope de cascaa de lranjas amarga, e aturado
sem perturbsclo alguma pelos lemporamentos "t lois fracos, sem afierar as'Yuuccdcs
do esM>,-nge. As oses icathemalfcas que elle eonte'm peraririem'aos mwiieoS de receni-o
l'Witwm as complk-jicoea nas'affcrcoei escrofuloBam tuJborouiosas. oaAoe-
rosai e DOS accidente intermitteatea e teroelro*; alcnvd'isto,
agente -maja poderoso contra as doe-acas rheumatleas.
XAROPE TNICO ANTI-NERVttSO
de cascaa de Uranju amxg-as.
35 annos de'sneeessos aiteslo a sua efi-
cacia pan curar: os doenfat nervotat,
agudtk o*rhronicat, es gaslrita, gaitral-
giat; e facilitar a digett&o.
**AB&fE:F!ftfrOGiHOSO
de cascas da l&raatfM quassla amura;.
E' sb a forma IlqHida que mais fcilmen-
te se assiijHa o ferro; n'estaforma prefe-
rivel as [ilulasepaalhas en todos M caso
em que sJo prescrptoa-os ferragitiosos.
DENTIFRICtOS LAROZE
COM QU1WA. PYRSTURO K GAIA.IC0
xli aiifrUi, para a airara een-
servavio dt .ientes, curando as dores
causadas peta caria ou produzidas pelo
coutado do calor ou do fri
M acaiifrieio, cora base de magnetia
para a alvnra e conservacio dos demes,
provemelo a descarnadura, provocando O
trtaro de que einpede a reprodu^io.
Deposito en K* de Janeiro, b. ChevsleS; etB Pernarnbvco, p. Nnrrr e C'/'eni Mani,
Pal Dina; em Pelolat, Antera Letvea; em Bnhia, Pa Rocha; em Porte Alegre, j-,
Bella; em IfurunAio Ferrrfra r C*i em Ouro Pret, C. 1 V- Wrlrcuon : eai Sania Catha-
rtna. S. Schulcl em .Vonleti.o S lmber<| m Buexoi -ym. Klrhrpai rti.rila
ao empenho de'ffenj servir aos seas freguwes
ao put0 tn floral tah* picara* pftrver->se-db
que tarde inelhor -e da ultima moa do rrtorea-
fcajde Europ^p^ra.^ eipo-lo aqu veaa; cor-
tos de ana os h-os arilgos sero bem .apreaiado?
pelos imnrtes do bem e batato ; passa a pobo
merar algtms dentre elle, como sejam :
ALBU>8, s* nata ricos que tem vinde esk
mercado, com capas de madreperola,
^^ tarlar,oga, marBm. velludo e cbaarin.
ADEREC0S pretos e vOltas'^ropfias' tiara luto ;
bsim emo, tan boatto suhlmento de
ditos de" plaqu, obra fina e muito bem
_ acabada..
BOTES para, piinll!<> o que se pe desejar de
raclhor. em plaque,, tartaruga, mare-
-perola, Barlim e eso.
DOLAS it velluda, seda, palie chagrn,
ha de mus moderno e Indas.
BICS .de seda e de algodo, tanto branco como
preto, -de variados dosnhes
CASSOLETAS pretas -de metal e de madrepe-
rola.
CAIX1NHAS para obtura, rauilo ricasa de di
versos form tos, com msica e sem
ella.
COQtfES a rnirtacio, o que pode havor de ma
'bottto ebom'gosto.
I) KA DEM AS, teste genero a Predilecta apre-
sla um rande e lindo srtimentt
capaz de sitisfazer os caprichos de
qualquer senhora por mais exigente
que s ja.
ORT BOUl'ET .demadreperel, marilm e 6sso,
este um objecto tudipensavel s se-
nhoras do bmu tem, aflm do aspirar^
o aroma das flores sem o ineonvenieo
te de nodiiarem as luvas, ou mancha-
rnii aa delicadas ttios.
i'KNTES de tartaruga, de marilm c de bfalo, pa-
ra alisar os cabellas e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te soi'tiiiiciilo de pcrfuniari.is de fino
odor dos oais aunados fabricantes,
Lubin, Plvcr, sociedade hygienica, Cou-
dray, Gosncs o Riniel, que ncum
hido da BfAutba dos aromas mais bem
accitos pila sucildade ckgante da
Europa, e por tanto, acham-se i.a
posaibilidada de. bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enamorar urna im-
measidude de artigo, alim de nao mas-
, sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do rcgpeitavcl publico em di-
rigtr-se rua do abtig n. I A, pa-
ra convencer-se aonde pode comprar
o que bom e i barato, assm como:
FACHAS ricas e modernas de tuquini e jiurgurao
se Ja
IMENS\*E1T0S. Ricos vestimentos para menino,
por baratissimo preco.
FLORES. A1 Predilecta prima om conservar un
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol.a anda que nao es-
teja bem repUcta de dmheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande snrtimonlo de filas de setim,
tafet, volludo, linho e de algodao, por
comn.odo prego.
<51tAMP0S de tartaruga, imitagao destes, pre-
tos e de cures, p que se pode desejar
de mais modernp e bonito.
GRAVATAS de seda e de arabraia para senhora,
lagos e gulinhaslde bonitas cores, tam-
il in tem um bom sortimento de gr-
valas e regalas i ara homem.
JARttOS de porcelana e ds vdro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, ce la e de algodo, pa-
ra senhora, mef mas e homem.
(JEQUES. Ricos lques de n adreperola, tartaruga,
marfim e de sse, os mais modernos e
por barato prego.
U5VAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e-senhora.
LIVP.OS para missa a Predilecta"apresenta es-,
culha do respeitavel publico uin bello
sortimento destes b^os com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, so.
velludo e chagrn, por precos mai
razoaves.
nico deposito, a onde se'achaavenda na cas'de P. Maurcr el C.
Rua do barao da V
IRIKZEM COMO SiO LIADOS!!
f
DE
" Os leqnes todos de-madreperola,. brancas e de
t cores e que trazem o disticoUNIO em lettras
'tambera de madreperola em alto relevo, tor-
nando se por isto apropriados para noivas, a NO-
VA ESPERAXGA rua I-que de Caxias n. 63
(antiga d Qtcimado) quem os tem.
Aniiazoiii do fumo
Roa da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Domingues do Carino e Silva participa aos
seus freguezes e amigos qne no seu armazem a
rua da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com-
pleto sortimento de fuinoem fardos de patente I*.
2.' e 3.' sortes, dos mclhoros fabricantes da I?aha.
e bem assm a flor de todos os fumes de corda
em rulos, pacotes, latas gran Jes e pcquen.is, tain-
bem dos mui acreditados fabricantes Torres 4
Aranjo, Lizaur, Adolpho Schmdt 4 C., Lizaur
Schmidt A C, Veigs 4 Araujo, Trindade 4 Ave-
lar, Teixeira Pinto 4 Portella (garantido pelos
mesmos) e de outros ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O anuuncaute declara que
todo famo que for vendido em sua casa ser pelo
seu justo valor," e que ipiando garantir a respecti-
va quadade, sera sincero, mui particularmente
com as pessoas que puuc cntendam da mal a ;
pois para bem servir a todos, tem o annuneiante
a ionga pratica de 13 annos deste commcrcio.
HIHTI1UW
m e;dci^ a
feepararfo
fanmandt
pera thisi
toda anualidad
de doen^as, qsar-
iwija na gaifjuiUav
peito ouhofc.
ExprossanKHito
scoliilo*do8 lh<*re* libada* dt
quars sp xinha
o ul- a n ktanco
!cda''"ii-rr 'Kot
I piiriliea'loclkkni-
lnieBte,ft.sa
.vaiujtvuispropri-
edades couserv-
' das eern' todo a>
cHladf>,eraVvfo
o frasco sagarau-
lept'rfiita-'iui.-i-
-te puro.
liste ideo tem
sido submeUido
a uin oxiniw inul-
to severo, pls>
chimico d mai
talento, do gp.
verno hesptuiKol
etn Cuba m
pronunciado por
elle a tonter
MAIOR -POIIXAO DIOLINA
do que outro qualquer oleo, que elle lea.
examinado
10DINO LMPODLRSAJ.VAIiOR.
Lm todo o oleo de ligado de bacallio, e ria-
qucilc iK) qual contin a maior por;&u iest
invaluavcl propriwlarle, o nico mcio par
curar todas asdienc^is de
(.AlUiAiNTA, l'KIFO, BOFES, IHiALO,
Phtjska, bronebistes, asthnaa, catbarrho,
tosse, irsrininentos, etc.
Uns poucos frascos d runu-s aoxauilt>
magro que soja, clarea a vista, ed**gor
a todo o corpa. Neohmn outro artigo eo-
nhecido na medicina ou sciencia, d tanto
nutimrttto aosystcnia o incommodandoqa;i
aada o estomago.
As pessoas euja organisago tem sido des-
truida pelas affec'soes das
E8CROFUUS 017 -RHEMATI8\'0
e todas aquellas, cuja digesto s acha cora-
pletamente desarraigada, devem tomar
OOI.EO DEFIGADO DE BACAL11O
DK
MMHati & um
Se eque desejam ver-su livres e sestead*
enfermidades.
' Acha-se venda em todas as boticas c
drogaras. 11. I'orster. C, agentes.
0 I^IXTINGVKL
PERFUME
< :
'j'i te
::'.
ITTEMO
RUA PRI.ME1R0 DE MADCON. 7 A
E' esta casa, sera duvida, urna das que hoje pode
cora primazia apresentar aos seus fW.guezes um OOZO (6 iM'taVUQa
variadsimo sortimento de fazondas finas para rw, k.,n ... ,:, j__ __
13 escblba das Exmas. (amantes do chique) vende-w
'aa : Nota'
ti- 63.
Einfim nito outfos rtigos, que savista e neste etyeleorhoderaoentp' s^i o
examinados.
8fmrael ^Power Johns-
tonJ&E.
[tiua-'do 4plo a.'8S e 40
FaMn scieate aoa seas fregQeze que teem
tendido o sea deposito'de machinas a va-
por, motadas 8 Tatas da rrrirto acreditada
fatMlcade'IifciflooI'Bal/a-fUa 4v Apollo n.
i 38 a tOj onde etauaiai *-rter o mesmo sor-
I nmerto 4i
Pales scuiiti*. launbcm qt>e teem feo um
rl irranjo'cora a fqt)arti()!g*>nl,' pslo qne po-
? dem offerecerM'fwiv artWar qaaVjaer mm! Power H C a ruado Apoli
9
Os proprieurios da unlhco erai taira')
scieotes aos seobores de engenho. e mais
pessoas, que teera eslabeleciJo ama fond-
580 de ferro e bmuz arua'do Brum, jwa-:
to a euacao dasbiiiris, nda iprcamtia:^
Iqnalquer obra-de enoroaieida om parlBU.r-
Os mesmos rogam as pessoas 4ne qael- !
ram.ntiliisr se de m -rticos 'S deixa* A
rem a? eoeooiiendaK em c->-a ios JSts,l*-\'
macbioi-mo e mesmo garant lo. Ion. 38 a W, oads
tada eom qaetn po.-. -
.Apparelho para 'afcrtcar assocar, do ysteaia.
WESTONGENTRiPUG'L
nicos entes em PernamMi o a fotdi^o, gu
Para tratar em .seo escriptorio a rua do A^llo c. 38 1
1
ci-Acao pessoa
ior se.
habili-

-ir
todas as classes
compraorcs.
Os donos deste importante estabelecimento con-
vidara ao respeitavel publico e..particularmente
aos seus freguezes a darem um passeio poraeu
eslabelecimento, a afim de verificaren] a veracida-
de de seus annuncios, e com vajjtagem supprroro-
?e dos arfgos que Ihes forera mister, de eujos
fazem nm peqnenc resumo.
Mandam faicndis s casas, dos. preXondentes,
para o aue tem o perscal necessario e dio amos
tras mediante penhor.
SED-AS
Cortes de 'seda de lidas crea, grosden|plelde
tedas as cores.
Gorgurao branco e preto.
Setim Maco preto e d cures.
Velludo pfeto.
Grosdenaples ppetee o de eores. t
Granadinede seda prflta eoora listras a al iiM'de
cores, bndissime padroes e fazenda do ultima
moda.
Fil de seda branca preto.
Ricas basquinas de Seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas braseiras.
Cortes de camb/aias branca com linios bordados*
Capellas mantas para noivas.
Poupelinas de lindos padrSes.
Requisshno sortimento'de las onm listras 'de seda.
Canibraiaa de>cort*,.ditas mai posas liraocas e de-
core?, fh
Naasuck de lindos padrucs.
Baptistas de paldrdes'mu^delifMes.
Percal as ti e a uadros pretos e brincos.
Brins de linho deeres prpprio, para, .vestidos. v. Vt-c
Fust5e* de liadas cores.
Casaquinhos de las d Cores para ehoras.
Safas bordadas para senhoras.
Vestuarios'.para aentos.
Ditos para baptisades. ,
Chapos para-ditos. ,
Toalhas de caiubraia de linho com lindos ier-
dados.
Frouhas bordadas., *
Colxas da la.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para boraens.
Melas de cores'para homeos e meninos.
Chapeos cora owtfto>diarfim para homens. /
Ditos para seihoras.
Merino de cores para vestidos.
Ditos pretos.
Casemlras 'hitavmadapolo'es, cambrahis me. dtc.
na teja do Passo Pu, Prinevo id Maroon-7 A,
aoliga da Crespo.
E?peBca, rea Duqne 'de Caxias
Aos menTvs
A Jfova Esperanca roa Duque de Caxias ai
6*, hfaba^e'Heartcr^Hm'Hodo" drtimento de^bor
nacas d imitas qualidades, vtulo entre ellas as
engracadas bonecas de borracha, assim tambera
' urna pequea quantidade de bonecas pretas 1 qne
* se tornam aprccfadas'rJCla soa ndldade.
rEbem lit
A .\ova- Espcranca rua Duque de Caxias o.
63, lecebeu verdadeiro cimento ingle?, prepara
''clo'par'"' concertar p'ottelana"bem'ntll. .
'Vestdoj perdido
Muiaa veze um vestido- 4oraase 1 inteiramente
feio, soroeutejior estar maiicnaitado: a Xova.Es-
peradta rua mipjd de Caxias' n. 63, remove
Na rua estreita do Roenrio n. 35, sobrado de
um andar, preparam-se Bandeijas com bolnhos,
de todo gosto, para casamentos e bailes, enfeitara-
se pao-de los, pudins e bulo inglez para presentes,
tem bouquets para venderse, de todas as quali
dades de flores, para offenas, com fitas bordadas
ou qualquer letreiro que Iqueiram, e para casa-
mento, de cravos naturaes com fitas bordadas a
ouro, bouquets de flnres artificiaes, de todo gosto ;
preparam-se velas para bjratisados, ricas, por pre-
co cenwnodo. Do da 15 de setembro em dianle
qualquer pessoa tanto del dentro da cidade como
de fra, que todos os annos compram capellas
para Gnado, podero pocurar que acharao de
todo o modo que precisar, de cravos, de saudades,
de perpetua e de rosas, para anjos, don'.ellas e
defnnto, com os letreiros dizendo saudade e lem-
branca de meu esposo, de iniuha esposa, de minha
mi. de meu pai, de meu lho e filha, irm e ir-
mao, av6 e av : qualquer pessoa que queira,
peder mandar ver tudo por muito barato preco
de 71, 6J. '.t e 3, de flores rosas brancas.
per
fet-'iha);'poiqueest'betn pro8a-' ga+fles- e.'friB/as de -tednt as coros,Watie pode es-
cetber-se voutade eobreseblndo entre estas as
modernas franjas mesaicas, que pela sua varieda-
de de'corc's) fiea bemm qufcr todas as fazefldas..
A"H tltts 'qfte-^e Wa*em.
Bfs'Ubortatha. i
, Vendem-se fie iodos ios tamanhos rua Duque
e Caxlsn: 63, ni Nova1 Espefanca.
(Mimos'breos stewi quem
quer
A Nvsperarica a rua Duque de Caxias n.
c t, c^dfe** avtf^e1raitrarai*detDesr
B HMM-para trafir c><4HMI1i/o Hq"**>iiftgneJ
itfMiNtoKandava) eom-niuta,' i ,, motivo,.cabellos brancos s.tsra o/eia,q*er.
"l$6taana>moda
Os cintnrdes de coBro^pwprlorpffra
.....> Wm"* Dupai
ii
aerevfer tra-prefartfum Ttmilhete de
J %r*ibs WraMos p>* fws^ea^ameut.
on para oura-flm ^*piopw*Jo, necessario ira
Nov^t Esperapca rua. Doque de Caxias n. 63,
0elilJifncontrarf
qre se pMe dfesehr.
<-- '-- -
rua. Duque! de Caxias n
os mrnoror" pm-fjvVfl}Mfi
.VBNBBfVE

101 dcii o SitiSe 1 C.
barris comaampdewxa* deporto,
)Mm}nlmm*Ae mm ) no armwewdel'as.
so Irmaoj 4 C a roa do Amorira n. 37.
Hesperedina a 16?.
Vndese em caixas com 12 frascos, no arma
em de Franco da Cunha A C, a rua da Moeda
B.'4j\___________ ____________ .
Superior .chocolate nacional
dos Srs. Brito & Carneiro,
do Rio de Janeiro.
'Tgftatem sabor e'quaHdSde s mflhores marcas
Sco era casa de Bellrao Oliveira C. rua do
mmercio n. 10.
ttltite'-npi Fbriia
BE
111 IlltW 4 l,V\Ht.
Erna pura distillago das mais raras flo-
res dos trpicos. Conten, pura assim di-
zer, quasi o odor odorfero das flores do
trpico da America, csua fragancia q:ias
inexhausta anda mesmo por contiim ida
evaporaco e diffuso. N'este rospeiu e
incomparavel a qualquer outro perfa
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NERVOSOS, LOB
DE CABECA, DEBIEIDAId: E
IYSIERICOS.
E um certo e lgeiro allivio. Com o Ioi
ton, tem conservado sua influencia fura
cima de vinte e cinco anuos sobro lo hs 05
perfumes, as Indias Occdentaes, Cula,
Mxico, America Central, e do Su] e u
cotn toda a confianza o recommendamos
como um artigo, pelo seu aroma mu;U> de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nae
pode ser igualado. Tatiihom faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMP0EAS,
QUEIMADURAS DO SOE,
SARDAS E BORBEEHAS.
Sendo reduzida com agua, se torno nma
xcellente mistura para banhar a 'lie,
dando um aroseado e cor clara a copvp!-
5S0 nublada, sendo applicada dep'oijj d
barbear, evita a irritado que ger.il ute
occorre, assim como tambem gargantc;mdr>
se, o cheiro do cigarro desappariMe, r i;.e-
Ihora a condi^e dos dentes e gmtttns.
Como ha murtas imitates, as qun>.s na
possuem nenhumas d'estas- propri 'Aes,
deve-se tomar ouidado e contar smr>to (f
o famoso perfume cosmtico do sui da
America, eham da:
ttl! .ArLttIM
DE
III IIII41 rt Ll\M^.
Se acha 'venda em todos o In^uista^J
perfumaras, da moda.
AprovilMii.
Brapreza ioente, Santo An-
tonio
T Por na bonade wga-se o obsequie'de, no be-
neficio do bil eteiro e ontros recordar o prologo
da trinoline.
i'Metni'de cores
, ^. AMO res o covdo.
WMm" de cores; padHJes'twnitos proprio para
vVidoe, pelo diminuto 1 preco de 980 res, so na
ru"4( Queimade n. fc3, em frente Praoinha
lija de:6uerra & Fernandes
'Weude^so'omiOgo dd ierro batid
om1 tornos para 'assar e deposito d'agua
w|iqiHe, bra de encommJnda e eegado do
a, 3|^stao,"srw,rsaiia, eataona modf PltttjMi'pouoosdies: 'na *ua do Apollo n.
um piano usado,
yqttedo.Jfrttos
Yende
>, qc
n. 7,
ne esta
armazem
no
r
II
Boa fiequisi
, Vende-se nma parte da casa e sitio da Pinte
oVUchoa, ene os sitios dos -rs Dr.. Bentn Costa
salgadji rMuadea, garantiodo se a venda Ja outra parte
pelo respectivo co-proprietario : a tratar na roa
Priineiro de arco, 1." andar, escriptorio.
Veode-se a taverna e ara botequira perteatenc
a mesma, na rua de Mariz e Barros n. 4, txm
poneos ftrmlos : 'tratar namesma.
1 I........ I 1 II .
Foiha tie Flandres
Estanho em -verguinhas
FMele'para bandeiras
em casa de Silva Barroca &
o. 17,
C, roa -da Cadei*
sim
A rosa branca recebe'-'liado sortmieiit ^a
cliapot de solide sedi com o cabo e ponte-ira*,
branca, os mais modernos, que parece nwu-lim,
cora o guarda-pontas de metal, a 10^, toaos ven-
tora por t44 : na foja de qtialro portas a roa d
rreperatri* n. 5.
mo gosto
r
A rosa branca recebeu um lindo sortimento d-
chapeos de sor de sedaJ da- todas as obres par
sonriera os mais inoderaos, e vende por f>:.iOO,
vendem por 79000 : na loja de qnatr por-
tas rua da Imperatrii n. t$.
-Vende-se urna easa nova .dtipa, ae^itaAt
esta semana. Cora fquartos, t salas, cozinft* Wr
e qnintal, chao foreiro, sha- fia wa'll^emiNaw^
ni Barro, propria para quera quitar passar a tes-
ta por ser perto do rio : a tratar ai-rua Imperta J
n. 94, taverna.
i-



8

UTTERATEA.
Do vinho o gasto eu
Infroue gosa j^^H
O som da orgierfW
" Ebria, lancei-me na voraz torredJP
&ifk> de PernambuC Sexta fera 12 de Setembro de'1873.
5*"
Qiaestat religiosa**
TENTATIVA IUH!C.>Ar;V0 %JlRTE Sl'BSTA-
cui M discurso do t. j>r. candido Do *>rpe anhelo, que o prazer convida,
MENDES DE AI.M IDA, PROFERIDO NO SENA-
DO NA SESSAO 1)0 DA 24 DE MAIO DE
1873. .
P>de ser, p-win, que pmsasse diver-
fraiados, A severidade de seus edicto* e ri-
gor dos supplicios destruiram este laidos
^ds qoe thirram leito Anjustlfca'aVrei-
xagoes no exercicio de seus cargos, foram
privados delles, sem attengo nascimanto,
smente, e que so se julgasse na obrigago
de proteger e defen lol-os, como seu sobe-
rano, que era
Co.do qiwr que soja, ineorreu om grande
culpa recusan lo iftigenciar o duscobrimunto
los hereges seus v'nss*allos, pura os entrega^ A* luz de vicios, e no tinir das tacas.
aos lgalos do papa e seus inquisidores,
rujo tribunal acaba va de ser creado por
Inuoceucio 111,-pelo que este oncummun-
guu cora o maior apparato do formulas
atterradorasv
.
fise, portanto, B.aymundo, conde de
Tolosa, na iu lcclraavel necessidade de lan-
gar nio das armas para rechogar os cruza-
dos, e evitar que os seus estados fussem
invlidos pwr estes
Muitos senhores, igualmente poderosos,
alliadose vassallos soul, su uniram elle, uo
mesmo euipcnho, attenta a ho.nogeneidade
de iuteress'S.
Entretanto, por este tempo, o conde de
Tolosa,-ou por medo ou por poltica, dou
in licios de que eslava disposlo a innuir com
a volitado do papa, e a satisfazor a exigen-
cia de seus legados, deseobrindo os hereges
para os entregar ao castigo do que estavam
ameagados. quando urna eircu instancia
eventual, fez mudar a face dos acontec-
montos.
*
*
Podro ile Castelnau, mongede Fonlefria,
da ordem de Cister, fui encarregado pelo
pontfice da converso dos albigenses.
Era elle dotado de grande zeln pela exlinc-
go do erro, e triumplio da f ; mas esto
sentinvnto manifestava-o com azedume e
inconveniencia, conduziudo se sempre com
imprudencia na escolba dos meios para
conseguir o seu e-npenho.
O carcter deste legado, sempre inclinado
ao rigor, nunca indulgencia e circums-
peceo, o tinha tomado o liado pelos here-
jes, ou meUior por toda a popularan.
*
Havia o conde Roy mundo de Tolosa con-
S'guillo que Pedro de Castelnau se dirigisse
a Santo Egydo para conferenciar com elle
acerca dos meios de restabeloror a paz,
cumprir a ordem da curia romana, e sobre-
hilo no intuito do justificarse dos artigos
do aecusago, que servirn) de base para
Ihe ser fulminada a excommunho.
Esta conferencia era vez de produzir o
efleilo desojado, foi cheia de disputas e dis-
sabores.
O conde fazia objegoes sobre o demasiado
rigor de Inuocencio 111 quanto ao numero o
quali lade de pragas e castellos, que exigase
em confisco para ptnhor de sua futura li-
delitade d igreja ; o ligado nao polia
comprohender como o titular excommun-
gado ousava desobedecer o successor de Sao
Podro, e nao admittia, por consequencia, a
raais leve observagao I
Aquello, altivo e susceptivel, como era,
ameacou castigar aos que se atreviam a dar-
lhe ordens nos seus proprios dominios; o
representante da Santa S, duro o inflcxivel,
segundo as instrueges que tinha de Roma,
no quera conceder cousa alguma, por
raais rasoavelque fosse.
Despediram-so com o maior dcsconten-
tamento de parte a parte.
Passados dias, foi assassinado Pedro de
Castelnau, por urn homem desconhecido,
que o ferira com urna langa. Foi esta morte
imputada ao conde de Tolosa.
Inuocencio III, tendo noticia delta, es-
creveu a todos os principes, bispos, abbades
e seuhores, nos termos os inais enrgicos e
persuasivos, conjurandu-os vingar um
a'.tutado, que na sua opinio era superior'
aos maiores crimes.
Sem mais exame, nem prova dispoz o
summo pontifice dos estados do conde de
Tolosa c;n favor do quen portease e qui-
zesse assenhoriar-se delles (9).
V
Em o seguinle artigo continuaremos a
substanciara horrorosa historia docxtormi-
nio dos albigenses, e a frentica e deshu-
mana perseguico do mal ti venturado Ray-
raun lo VI, conde de Tolosa, e -de seu
filho.-
S. Luiz do Maranho, 30 de julho de
1873.
Je~o da Malta.
Com o seio arfando, e de ventura^-urdente, nem rogos 'lo prenles, antas alguna nao
Ao libertino me entreguei vendid poderam escapar 10 justo castigo qua Ine-
reciam.
Em rico leito profanei meus beijos, Restabelocda a boa ordem, e dados os
Meu corpo immac'Io sepultei no g zo ; eroprpgos pessoas capases de acreditar a
Em ancia ardente de fataes desojos escolha do soberano pontifice, cuidou ento
l.ouca, sonhava meu viver ditoso.
As minhas noutes eu.pnssei velando
Em braco impuro do prazer gozando,
Palli lo o rosto, minhas faces lassas.
Sohas as trancas, arquojante o peitn,
esto pipa em racutar os grandes projectos
que havia formado. Entre os queeHe fez
para ornar a ida le de Roma e enche-la de
monumentos proprios para levar seu nomo
s ida les mais remotas, u) se deve oroitr
o inmenso tratnlho que se empreheudeu
por ordem sua para se tirar da torra e eollo-
oar-ae sobre urna base proporcionad.!, o fi-
Os labios murchos, flammeiando o olliar, moso obelisco que o imperador Caligula t-
Eu procurava da ventura o leito
Onde a lascivia me fize-se amar.
De Babylonia como a filha ardento,
Ao deus do goso decantei meu hymno :
Da prostituta em lupanar fervente
Fui levantar Ihe meu altor divino.
A som dos cantos no banquete erguidos.
Ebrio meu corpo pelo chao rolava,
E do meus labios pelo vinho ardidos
Negra blasphcmia no salir vibrava.
Pendida ao brago de um amanto ousado,
Sorrindo aos beijos desse amor 'nenlido,
Tudo esquecia n'um sonhar dourado
Me ardenJo o soio u'uiii prazer querido.
nha m m la lo vir do Egypto para Roma.
Esta obra enearregou ao cavalleiro Fonla a,
celebre engenhoiro, e na execugo dola so
eraprogaram varias machinas de rTova in-
vengan, o uin sem numero de olbciaes de
tola a especie.
Outra empreza a Imiravel foi nm aque-
ducto de vinte mil passos de extensao que
mnndou fazer para trazer agua ao nionto
Q'iirin.il, que eslava absolutimehto {alio
' della. Os que eutendera deste trabalbo fa-
zem comparaco dolle com o mais admira
vel qn'e neste genero produzio a an*jpxklii-
. de. S um vasto talento como o seu qo >
or mais justo e cfiicax para a fiscalisago.
3.' ..Para prorogar at mais cinco au-
i.'
3.
4."
[poda abrangor de um modo admiravol a
Dos bellos das de um passado virgem
0 do donzella com rancor zombava,
Do meu presente a cruel vertigera
As curtas horas de pezar chorava.
1 egisla'.o, as institiiices civis, os diversos
artos e scieo-
uma segura
ramos do goveruo e as bellas
cas, para dar sobro isto tudo
providencia I
Todos pismam quando pensara que um
homem que sahio de entre o p da trra
para subir ao mais alto grao de po ler, por
urna coutiuuacao seguida du varios aconto-
Em throno immundo me assentoi piinceza, oi.nentos quasi inenveis, bem louge de so
Cauto da perdida
Sentei-me um dia do prazer mesa,
Sorvendo ardente meu viver de amor,
Dorn sdenla em leito de grandeza,
Fui da miseria despertar na dr.
Matei minh'alma, quando apenas via
Sorrir ao longo meu porvir de flores ;
Meu seio virgem maculei na orgia,
Libando aos labios infernaos licores.
Mirrei luz de saturnal vibrante
Minhacora de donzella pura,
O veo de noiva, que me ornava a fronte,
Rasguei no leito de bacchante impura.
Cobri meu corpo de argentino brHho,
Meus niveos seos descobri vaidosa,
Seguindo ufana da desgraca o trilho,
A' meus amantes me raostrava airosa.
Ccgou-me a visto o deslumhrar do ouro,
(9) Ducreaux, citado, e abbade de
Millot, referido, tora. VI, epoc. V, art. II,
pag. 15.
Portanto s parece que quando o Ilus-
trado Sr. Dr. Candido Mondes de Almeida,
sustentou no senado que o papas nunca
invadirn* o poder temporal, e que a igre-
ja, em todas as pocas, sempre respeitou a
rbita do mesmo poder usou de urna
perfeita irona, tanto mais quanto 6 certo
que o facto da aecusagdo, sendo de pleno
rlominio da historia, constituio at doutrina
corrente nos tratados de moral theologica
dos membros da antiga companhia de Jess;
exemplo:
Um homem, banido pelo papa, pode
ser morto cm toda a parte (horror I) por
que o papa tem em todas as partes do
mundo jurisdicfo temporal em tudo
quanto necessario para a adminislra^o
du espiritualidade [ III). Claudio la Croix
Thoologii moral, edigao 1757, tom. i.*
pagina 994, n. 795.
encher de vaidadn pela sua elevacao, so
mostrava tao superior sua fortuna por for-
ga do genio e sublm iade do pensamefitos.
Tudo o que inventava e fazia executar ti-
nha um ar de gran loza que ainda hojees-
pauta aos que consideran! os monumentos
de seu reina.lo.
Morreo Sixto V em 27 de agosto de 1590
com pooco mais de cinco anuos de reinado,
isto na idade de quasi 69.
Ha quem diga, por suspeitas, que sua
morto nao fra natural o elle mesmo assim
o entendeu, levando coinsigo sepultura este
triste pensameuto.
Anda que este pontfice fez tamanhas
despezas, que os mais ricos soberanos nio
podiam talvez supprir coramodamente, com
tudo avalia-se o thesouro que elle deixou
en mais de cinco milhes de ouro, que
seus succassores recorrern rauitas vezes
em d'versas necessidades do estado.
VCTOR HUGO E ROCUEFORT.Vctor
Hugo escreveu a pouco ao duque de Broglie
a seguate carta:
Antouil 8 de agosto.Sr. duque e
milito aprecia vel confrade.E* em norae
da Academia Franceza que Ihe escrevo. Um
facto de urna gravidado euorme est prestes a
effectuar-se. Um 'los escrptores mais cele-
bres deste tempo, o Sr. Henrique de-Roche-
fort, castigado por urna condemnago poli-
tica, va ser, segn lo se diz, transportado
para a Nova Cale luna. Quem quer que
conheca o Sr. Honrque Rochefort pode
aQirmar que a sua coustiiuico muito deli-
cada nao resistir a esta muilanga, rpaer pe-
lo inolivo de urna lunga e medonha viagem
o fazer suecumbir, quer pelo clima o devo-
rar, quor anda pela nostalgia o matar. 0
Sr. Henrique Rochefort pai de familia e
deixa aps si tros filhos, dos quaes urna fi-
lha de 17 airaos. A sentenca que castiga
o Sr. Rocheforl nao o priva seno da sua li-
berdale, porm, o modo de executa-la ex-
tingue a vida. Para que o mandam para
Noumea ? As ilhas de Santa Margarda bas
laara. A senteuga nao exige que seja
conduzido a Nourua. Pela detengo as
ilhas de Santa Margarda a sentenca seria
executada e nao aggravada. 0 transporte
para Nova Caledonia urna exageracj da
que nao tendo de que alimeutar-se, foi para Pen pronunciada conira o Sr. Henrique
Rochefort. Esta pena commutada na
Da impura vida odegosar manchado,
V da jierdida pela-chamma accesa
Em negro livro transcrevi meu fado.
Em meus delirios enlutei dme te
Os bellos dias que in dra a aorta,
E minhas noutes de volupa ardente
Em meus remorsos pesam mais que a raorte.
0 negro calix de cruel destino
Tenho tragado amarguroso e ebeio ;
Em suas gnttas de um sabor ferino
Futura morte dolorida leio.
Os sons vibrantes da fervente orgia,
O ouro, a seda, que meus pscalcava,
Tudo ac bou-se I e do prazer d'um dia
Resta-rae a vida da miseria escrava l
Oh a miseria succedeu-me s galas,
Ouo emoutros tem pos ostentava ufana,
Em vez de tectos de opulentas salas
huilln no leito da desgraca humana.
Todo o mancebo que apertei ao peito,
Que ao vicio, ao crirae, seu viver vendeu,
Pobre, bandido, e da mioeria ao leito
Sobre mim clima a maldigo do co.
Todos me odeiam (' Miaba mi mirrada,
Muito supplica ocaridoso pao,
E, uiuitas vezes sem comer, sera nada,
Eu gemo, eu choro, mas eu choro em vo.
Somente uro'hora me sorrio a vida,
Em breve o pronto prcencheu meus dias;
Em antro Hbcrivel fui te dar guarida
A' meu paito, que yin amor ardas t
Oh I quando morta, muha dor futura,
Meu Deus, perdoa na infinita luz,
Oh sim, perdoa Magdalena impura
Ouo, arrependida, beixa os ps da cruz I ..
VEDADE
Flix BVicUi
Ou o curdeal Muntaltu
Este o celebre Sixto V, quo asss uo-
uiea-lo para so Ihe fazor grande elogio ; pois
seu norae s traz leinbrauga o espirito de
um dos mais valentes genios e maiores ho-
iiieus que tem governado a igreja. Era da
mais baixa condigo, o seu pai to pobre,
6.
7.
8.'
9.'
lo.
II.
12.
13.
1.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
14.
25.
26.
27.
28.
Direitosde 15*/, Je exportogao i'o
pao-brasil.
Dit Kf3e 2 t '2 'L da plvora fabrica-
da por cunta do gowrno, e dos
mea-s preciovis o.n p, pinha,
barra ou a n obras.
Ditos lio 1 1/2 "/ do ouro em barra
fuu lido na casa da moe la.
Ditos de 1*/. d M liainantes.
Expo liento das capntazias.
Juros das a'^.s das estradas de
ierro da Bdiiae Peruaaibuco.
Ronda do curn-io geral.
Dita da estrada de ferro de D. Po-
ded II.
Dita aa casa da moc la.
Dita da sonhoriago n da prata.
Dita di lilbograpltia militar.
Dita da typograpliia nacional.
D:Lr do Diario QJjkial.
Dito da cji L corrocgai).
Dita lo i n,t. tu lo dos in.Tiino egos.
Dito i 1- n dus surdos-mu los.
Dita da fabrica do Plvora.
da 19 de setembro de 1860, que permittio
a isengao de dircitos de consumle de ex
portago s uercadoras, que se despacha-
orga la na quantia do 103,009:0 MljWOO e
ser uff*tua la con o pro lelj da, renda
geral (a|renalada ifaotrK d* aaercicio do nos a disposigio do art. 8* da le n. 1352
Tt -i87i, ob as titulo* abaixo decla-
rados :
Ordinaria.
Direitos du irnportago para cou-
. tumo.
Expediente dos gimoros livres do di-
rcitos de con*umo, elevado a 5*/,.
Armazn igom.
Ancoragern.
Diri*itos de 9.' le exp .rtaga*) dos
gouoros nacionacs.
m na alfuiega de Gurumb, provincia
e Mato-Groeso.'
de ferro de Ypanema.
a casa de um Irabalhador de Montalto, sua
patria, para Ihe guardar os carneiros e
porcos.
Perguntaudo-lhe um franciscano, que
passava, o camiuho para Ascol, elle o en-
caminhou.e rogos desle religioso foiad-
mitlido no convento,
e vigorosa presenca,
cousa boa, resolveu-se a communidade a
langar-lbe o habito. Nao se enganaram no
juizo que fizerarn delle, nem sahiram frus-
tradas suas esperances. Em pouco tempo n.est,e caso ,dre *ccor,, e co,.n, 1u M
ras ostudos. aueaJ?'.a7\ V. Exc. compart.lhar da r
pena do morte. Chamo a sua' attongo, se-
nhor, para este novo genero de commu-
tago.
0 dia em que a Franga souber que se
abri o tmulo para este brilhante o intre-
Como era de'nobre fo esPirit0- ^ Para el,a um dia de
que promettia alguma I uc % ,
I rata-se de um escriptor, ede ura es-
criptor orignale raro. V. Exc. ministro
e acadmico, e os seus dois deveres estao
entre-
respon-
sabilidade da catastrophe prevista e annun-
ciada; V. Exc. pode e deve intervir; V.
Exc. honrar-se-hia tomando esta generosa
iniciativa, e aparte toda a opinio 6 toda a
fez lmannos progressos nos ostudos, que
chegou a ser doutor, lente e pregador ce-
lebre. Varios cardeaes, que tinham sido
seus alumnos, quando lia em Sienna, maram-o para Roma, e all ganhou logo,
grande nome. De sorte que Pto V touou-o I Pa,xao P0,,l,ca' e e,n nom? *as letlras, s
para seu eonfessor, e depos de te-lo occu.quaes pertencomos, pego-lhe senhor e meu
pado em varios ompregos, de quedeu boa S"? .co,,frade' 1u,e proteja neste momento
conta.edemanoira que este papa tinha-oldec'1SIVO Sr" Henrique Rochefort. impe-
j em maior estima, deu-lhe o bispado de T a S* Part.,da- ^ ser,a a9ua "iorU>-
Santa gueda, 9 o barrete de carlea! emRe,ceba' .Sr- Ia,,n,.stf caro ^ra^ os
1568 jtestemunnos da minha alta consideracio.
Com esta dignidade, que outro qualquerj Vlclor Hago' *
da sua extraego reputara como ultimo
grao que poda chegar a sua fonuna, en-!
O duque do Broglie respondeu :
Sr. e caro confrade.Recebi, duran-
trou a "ferver-lhe no peito a ambicio, e te uraa curU excur,^3 "" afa*t,?u de
.,^-, ..4of, .** ;.~ .------j .ul. Pars, a carta que V. Exc. teve a debeade-
nunca se satisfez seno com a posse do thro
no pontifical.
Para subir elle, alera de outros meios
oceultosquebuscou, affectava no exteriora
za de me escrever e apresso-me a transmit-
ti-la ao Sr. Beul. 0 Sr. Rocheiort deve
ter sido obiectu (se as intenges do goveruo
mais encanecida caducidade, andando todo oratn se8u,das), de urna-inspecclo medica
curvado, e encostado ura basto, e fal- fe,taf,n Prt,cular attongo e a ordem de
lando com urna voz to fraca que se cus- ParUda no "" dada seno bourer a cer-
tava a percebe lo I de que a execugo da le uao pee ora
VaroVcandidatos que pretendara a ca- P0".'*0 Dra a v,da nevm a **? do condem-
deira apostlica por morte de Gregorio XIII, .ado- N ^ ^ f ^c- migar sem du-
vouramnelle, havendo certeza de que as- v,da q" acuidades intellectuaes de que
sm ficava a tiara em suas mos como em Sr" R^0T ,? a "88rava,0Ja sua
deposito, e cada ura esperava apossar-se de responsabilidado e no podem servir de mo-
toda a autoridade, reinTndo na igreja um tl j*? *iteoder. cast' dev,do '.P**
velho j caduco, quo pela sua fraqueia nio Vldade do.seu 9"me- Desgragados igno-
podera tomar sobre si os penosos e multi- raotes ou transviados, que sua palavra p-
plicados cuidados do governo. Mas, em k."*"; e que. de'"fn "P08 familias
bem pouco tempo, o novo papa Ihes deu a voUdas ^^ t,p,am rna,s d,rmXo a
conhcer quanto se tinham engaado. Logo pulgonea. Creta senbor e ,neu caro
que se vio eleito, arrimou o basti, indi- confrade os Protestos da minha alto coo-
rWse.revesfio-se de ar severo, eentoou "deracioBrogl. ,__________________
o Te-D.'um Laudamus com urna voz tao
forte, que todos Ocaram pasmados nelle.
Tomou.o nome de Sixto V em memoria
de Sixto JXt que fra como elle da ordem
dos franciscanos.
A primeira cousa em que este pontfice
cuidou foi em expurgir os contornos de
Roma e esta cidade da quantidade de fac-
ASSEMB" E4 fi.HAL
norosos, que tiirbavara a segurauga publjVa
com roubos e crueis moras, os quae||aO
governo de seu antecessor nunea foram re-'
ASSEMBLEA GEBAL.
LE DO 0RQAME.XT0 GERAL 00 IUPcMO DO IRA-
SIL, PARA OS EXKRCICiOS DE 1873 -1374
1874 1875, SAXCCIONADA EM 15 DE
AGOSTO ULTIMO.
CAPITULO U.
Dita da
Dita dos telegraphos elctricos
Dita dos ars.iii es.
Dito de proprio nacionaes.
Dita de terrenos diamantinos.
Dita do imperial collegio de I). P*>
dro II.
29. Poros de terrenos o do marina is,
excepto os do municipio da corte,
e pro lucto da venda de p isses ou
d> minios uteis dos terrenos do
mariiihas, nos termos das leis de
orgi:n'iito anteriores.
30. Ladennos, na > comprehemlidos os
das vendas de terrenos do mari-
nhas da corte.
31. Dcima urbana.
32. Dito de urna legua alm da deinar-
eago, excepto na ci la le de Nic-
then-y.
33. Dito ad lieional.
34. Matriculas das faculdados de direi
toe do me licina.
35. Sello do papel tixo e proporcional.
36. Premios do depsitos pblicos.
37. Emolumentos.
38. Importo de transmisso de proprie-
dade.
39. Dito pessoal.
40 Dito sobro industrias e profissoes,
excluidas as fabricas de tecer e
liar algodo, de ferro, do machi-
nas, e estatuiros do constriicgao:
41. Dito do consumo do agurdente.
43. Dito do ga lo de consumo,
43. >ito de 20*/, das lotera.
44. Dito de 15*/. dos premios das mes-
mas.
45. Dito sobre datas mneraes.
46. Venia de trras publicas.,
47. Concesso de penas d'agua.
48. Armazenagem de aguar lente.
49. Cobsaaflt da divida activa.
Ktfr.iordinarin
30. ConlrrouigSo para o rn into-pk.
51. In lomnizages, compreh muidas as
ara irtizages dos omiresnoi de
1831 o 1857 feitos Repblica
Argentina.
52. Juros de capitaes nacionaes, inclui-
dos os dos mesraos emprestimos.
53. Pro lucto de loteras para fazer face
s despezas da casa de correcgo,
e do molbaramento sanitario do
imperio.
54. Dito de I*/, das loteras, na forma
do decreto n. 2Q36 de 16 deju-
nho de 1862.
55. Venda de gneros e de proprios na-
cionaes.
56. Receita eventual, enmprehendidas
as inultos por infraego da lei ou
regu:ainento.
Renda con applicaco epeciol
Producto das s-eguiutes quotos destinadas ao
fundo de emancipago, alom de outras
creadas polo art. 3o da lei n. 2J40 de 28
de setembro do "871, a saber :
1. Taxasde esclavos.
2. Transmisso de propriodado dos
mesraos.
3. Beneficio de seis loteras sontas de
impastos.
Art. 10. 0 governo fica autorisado pa-
ra emittir bilhetes do thesouro at a somma
de 8,000:0005900, cono antee paco da
receita, era cada um dos exercicios desta
lei.
Paragrapho nico. Continua em vigor
a autorisago do art. 12 da le n. 1836 de
27 de setembro de 1870 para converso da
dividafluctnante ; fisanlo, porm, tal auto-
risago limita la, e quanlo seja indispensa-
vel, parte relativa aos bilhetes do thesou-
ro que no houversido rosgatal em virtu
de do disposto no rt. 3* da lei n. 1953 de
17dejuuhodel871.
Art. 11. Fca a governo autorisado : '
.1 Para reformar a tarifa di-s alfande
gas sob as seguintes bases :
i." No sero elevadas as razes dos di-
reitos estabeleridos na tarifa actual;
2.* Os valores officiaes das mercaduras,
que dfferirem nova mente dos pregos cor-
rentes nos mercados do imperio, sero ele-
vados ou reduzidos a um termo medio ra-
ses vel ;
3.* Os direitos addiciouaes de 5,'0 crea-
dos pela lei n. 1114 de 27 de setembro de
1860, bem como as porc ntagens de 18 e
21*/. mandadas cobrar pela resolug* n.
2035 de 23 de setembro do 1S71, serao
substituidos por urna laxa de 30 a 40/. re-
duzirel gradualmente com fr determinado
as leis de orgamento, -o cobrada sobre os
direitos marcados ua tarifa para as difieren-
tes mercadorias;
4.' A's merca lorias tarifadas na razio
de 40 ou 59 */ 'J so applicar maior por-
centagem que a de 30/,
5.a Far-se-ha urna nova classifioago
dos gneros despachaveis por peso, afim da
wmeptuir os que por esse modo estejara de-
masiadamente favorecidos ou gravados.
6.' As ba^ea 31 e 4*podero ser execu-
tada n iependeniemcnte das outras.
$ 2/ Para elevar at 5*'. a m"!ta de
que trata o art. 543 2a do regulamento
n. 2647 de 19 de setembro de 1860 e mo-
rem
d
4. Para re.luzif o imposto do anco-
ragern a 200 rois por tonelada mtrica, sen-
do o mesmo imposto applicavol a todos os
navios estrangoi'ros que dm entrada nos
portosdo imperio, com carga ou sem ella,
veuliam ou no do p irlo estrangeiro, exce-
ptua los nicamente:
1." Os navios de guerra ;
2/ Os arribados, ,n.os termos da legisla-
go actu..l ;-
3." Os que transportarera colonos em
numero excedente a cen ;
4." Os qie dorom entrada por franqua,
na forma do art. 665 do regulamonto de 19
de setembro do 186 ', no carregindo, ne.a
desca rogando, os quaes pugaraoo imposto
de 20 ris por loneta la motrica em cada da
do demora ;
5.* Os que, dentro do um anuo, t ve-
rom satisfeto por sois vezes a anco-a-
geni de 1)0 ris.
5.* Para pormiltir, som lmitagAo de
lempo, aos navios estrangeiros, a navegago
do cabolag: sob as coildie.-s j eslabele-
ci las as disp isigoes vigentes.
No regulamonto que expedir para esse
li n, o governo conceder marraba mer-
cante nacional os seguintes favores :
1." Completa isengao do imposto de anco-
ragern ;
2.a Um premio no excedente a 50^900
por t melada aos navios quo so construir n
no imperio, o cuja arqueago seja superior
a 100 toneladas;
3." Sirapliicagao das formalidades a que,
nos tnbiiiiaes do commercio, alfan legas e
capitanas do portos, esto sujeitos a matri-
cula, o registro e o despacho d.is embarca-
ges nacionaes do cabotagera ;
4." Allivio das multas e emolumentos que
forera prejudci.ies ao deseiivolvimonto da
RECEITA GERAL.
Ert. f. A ReceiU Geral do Imperio dificar as que parecereni excessivas, como
navegaco ou desnecessaros aos inleresses
fiscaes ;
5." Isengao do servgo activo da gu.-.rda
nacional, om lempo do paz, aos otficiaes e
operarios em elfectivo servigo nos eslaleiros
nacionaes de construegao;
6." Isengao do imposto de transmisso
do propriodado primeira venda de ombar-
cacao construida em estaleiro nacional ;
7." Isengao do imposto de industrias e
profissoes acs ostileiros de construegao do
navios ;
8." Permisso aos subditos brasileiros,
domiciliados em paizes estrangeiros, para
possoirem embarcago brasileira, ticando
sem eleito a condigo da ultima parte do
art. 457 do cdigo commercial ;
9." Permisso para seren admittidos at
dous tergos do pessoas estrangeiras, inclusi-
ve o commandante ou inestre e o piloto,
as tripolagos das embarcages nacionaes;
10.* Isengao do recrutamentn, quer para
o exercito, quer para a marraba, salvo,
quanto a esta, o caso de guerra, aos brasi-
leiros que (izerem parte das tripolagos dos
navios nacionaes, em quanto nelles se con-
servarcm em offectivo servigo.
6." IVra derogaros arts. 328 e 475 do
regulamento de 19 de setembro do 1860 na
parto em que nbrigam a direitos do oxpor-
tago as madoiras o outros gneros do paiz
que forom empregados no concert e reparo
de navios estrangeiros surtos nos portos do
imperio
7.* Para diminuir os impostes e mais
despezas a que estojara sujoitas a arrecada-
go e venda dos salvados das embarcages
naufragadas as costas do Brasil, de modo
que os respectivos onus liquen reluzidos
mtodo do que custam actualmente.
8. Para incluir no imposto do sello os
emolumentos que se cobrara em virtu le do
regulamento n. 4,356 de 24 de abril de
1869, com tanto que as novas taxas no
fiquem mais onerosas do que as das ta-
bellas actuaes de uin e outro imposto.
9. Para alterar os regulamentos dos
terrenos diamantinos, melhorando a arre-
c lacao e liscalisago da respectiva rerija;
e podendo para este fim reduzir, coraovlor
mais conveniente, as taxas estabclecidas.no
$ 2. do art. 2 da lei n 1,507 de 26 de
setembro de 1867.
10. Para alterar as tabellas das taxas
ixasc proporcionaos annexas ao regulamen-
to promulgado pelo decreto n 4,346 de 23
de margo de 1869, corrigudo as desigual
dados que a experiencia haja indicado, o
regulando, quanto for possivel, a natureza
e classo das differentes industrias e profis-
soes, segundo a importancia commercial das
pragas e lugares o o valor locativo do predio
ou local om que forem eiercidas, sem que,
porm, seja elevado o mximo fixado as
tabellas existentes.
Incluir-se-ho era tabellas suppleinontares
as industrias c profissoes que se crearom,
dosigiiando-se-lhos as mesmas taxas j esta-
belocidas para industrias e profissoes se .e-
Ihantes, ou taxas novas, quo no oxcodam
ao mximo das actuaes, se nao ti verom si-
milares.
O art. .32 do mesmo regulamento ser
alterado, alim de limitar-so, como mais justo
parecer, o prazo da obrigaco do collectado
ao pagamento do imposto no caso de fecba-
meuto, ou transferencia do estabelecmento,
e de cessago da industria ou profisso.
11." Para reformar os regulamentos do
imposto pessoal e transmisso de proprie-
dade, conservando as taxas actuaes e obser-
vando as seguintes regras:
1/ O mnimo valor locativo sobre que se
dever calcular o imposto pessoal elevado
a 360J>000 uas capitaes das provincias do
Rio de Janeiro, S. Paulo, S. Pedro do Rio
Grande do Sul, Babia, Pernambuco, Mara-
nho e Para, a 2405000 as mais cidades,
e a 120,?000 nos outros lugares;
2.a A isengao do art. 5., n. 1, do regu-
lamento n. 4,052 de 28 de dezombro de
1867 comprehendo as pessoas da comitiva
dos membros do corpo diplomtico estran-
geiro, nos termos da dsposigo do n. 2,
relativa aos cnsules;
3.a Ficam jsentas do imposto de trans-
misso de propriedade venda em leilo,
arrematagao, ou adjudicago de bens movis,
a que se refere o n. 9 do art. 3.* do regu-
lamento n. 4,355 de 17 de abril de 1869;
4.a 0 valor do usufructo ser calculado na
hypothese do art. 7." do regulamento, de
modo jjue o imposto de transmisso neste
caso seja uieuor do que o da nua-pro
prie lade;
5.a As doages ou dotes, que aos noivos
se fagam as escripturasante-nupciaes, paga-'
rao o imposto na razo de 0,1 */., ficando
assim revogado o art. 15 da lei o. 1,896 de
27 de setembro de 1870.
$ 2." Para reformar o plano das loteras
destinadas ao fundo de'emancipago, afim
de que producto deltas augmento em fa-
vor do beneficiado.
S 13.' Para erattir notas do valor de
501) ris, era subsn>uig4o de outras de
maior valor, at a motada da importancia
das de fJOOO quo se acharem na circula-
gao.
% 14." Para applicar dora era diante ao
resg.it" do papel moeda em circulago o
saldo que no fim de cada anno financeiro
deixarem os deposito da caixa econmica, .
e bem assim o excesso da renda sobre a
despoza do exercicio.
Art. 12 Na dsposigo do art. 30 da lei
n. 1,507 de 26 de setembro de 1867 tica
compreheudidn o imposto de consumo de
agurdente, e a multa de-que trata o mes-
mo artigo ser elevada a 10 *,. quando os
impostes no forera pagos at ao dra 20 de
dezombn do semestre addiconal do respec-
tivo exercicio.
CAPITIIO III.
msroMc.OKS GERAUk
Art. 13. O imposto sobre equipagwn e
casco- das emlurgiges que sdiirin dos
portos das cid tites do imperio oii'le bou ver
alfandegas, na conformidad do art. 698 do
regulamonto aniioxo ao decreto n. 2,647 de
19 do setembro do 1860, ser integralmen-
te applicadoem favor dos hospilaes de mise-
ricordia dessas cidades, se txprossamente se
sujetaren) aos mesmos onus da santa casa
de misericordia da corte, relativos ao trata-
mento dos tripnlantes ; ficando nesto parte
alterado o art. 14 da lei n. I,74 de 28 de
junbo do-" 1870.
Art. 14. Sao concedidos :
1. Aos vapores da companhia nacional
lo colonisago e navegaco transatlntica os
mesraos favores, isengos e privilegios de
quo gozam os vapores das companhias de
navegago do Amazonas, da linha fluvial de
Montevideo a Cuyab, das compwi as de
Liverpool e brasileira para a navegago
costeira das buhas do sul e noria do imperio.
2.' Isengao do qualquer imposto da
irnportago aos medicamentos, fazeudas o
mais objertos quo as mesas administrativas
dos estabelecimontos de cardado mandarem
vr da Europa para o uso do taes estobele-
cimontos fundados as cidades capitaes do
imperio: lixando o governo previamente a
quantidade o quali la le dos indica.los ob-
j ocios.
$ 3." Isengao do imposto geral relativo
s loteras autorisa las pelas assemblas pro-
vinciaes para reparos das igrejas pertenepn-
tes s irmandades pobres e s concedidas
pela assembla provincial da Baha para
um monumento ao exercito pacificador.
Art. 15. Continuar a sor empregado as
despezas do estado, conforme o disposto no"
art. 41 da lei n. 628 de 17 de setembro de
1851, o excesso das entradas sobre os paga-
mentos dos dinheiros das seguintes origons:
Eraprestimo doa cofres de orphos.
Bens de defuntos e ausentes e do evento.
Proa ios de rateras.
Depsitos de diversas origons.
Quando os pagamentos excederem as
entradas em um exercicio, a ditlorenga ser
paga rom a renda ordinaria e contemplada
no batanea sob o titulo pagamento de
depsitos.
Art. 16. Polas sommas que os reponsa-
veis fazeuda nacional e officiaes pblicos
depositorem em garanta de suas Gangas,
pagar-se-ha o juro que o ministro da fa-
zenda arbitrar; podendo a toxaser regulada
pela dos bilhetes do thesouro, quando hou-
ver omisso, com tanto, porm, que nao
exceda a 6 "/,.
Art. 17. E' autorisado o governo a des-
pender a quantia de 3:670J>000 para cura-
primento da lei n. 1,745 de 13 de outubro
de 1869.
Art. 18. As despezas autorisadas as dis-
posiges das leis de orgamento, seja ou no
definido o respectivo crdito, podera ser
pagas no exercicio da lei pelos raeios nclla
votados.
Proceder-sc-ha do mesmo modo com as
decretadas leis espociaos, tima vez que te-
nh m verba propria rio orgamonto.
As autorisadas por leis especiaos, om con-
sequencia de servigos novos, transitorios, ou
permanentes, para os quaes no exista ru-
brica no orgamento, no sero effectuadas,
sem que o poder legislativo decreto os fun-
dos correspondentes.
Estas regras sao app!cavis as despozas"
decretadas pelas leis do orgamento, com a
clausuladesde j.
1" A despeza autorisada em lei de or-
gamento, e que no se realisar at ao fim
do respectivo exercicio, assim como a que
for votada em lei especial, e no se eflecUiar
no exercicio corrente ou no inmediato, no
poder ser paga, sem nova autorisago, dada
em lei de orgamento, anda quando o go-
verno possa fazer o pagamento por meio de
operages de crdito.
Exceptam-se as que estiverem sujeitas a
contratos em yirtude da autorisago primi-
tiva.
2 0 ministro, da fazenda juntar s
futuras propestas urna tabella das despezas
que se acharem nestas circuinstancias, com
prehendendo tambero as exceptuadas.
Art. 19. As autorisages para a creagaV
ou reforma de qualquer repartigo ou ser-
vigo publico no tero vigor por mais de
dous~annos, a contar da data da promulga-
cao da lei que as decretar. Urna vez reali-
sadas sero provisoriamente postas em
execugo e sujeitas approvago da assem-
bla geral na sua primeira reuniio, nio po-
dendo ser mais alteradas pelo governo.
Esta disposigo permanente.
Art. 20. A proposta que, nos termos da
lei n. 589 de 9 de setembro de 1850, art.
4" 6" deve ser apresentada assembla
geral para approvago dos crditos bertos
durante o intervallo das sesses legislativas,
ser d'ora era diante incluida as disposi-
ges geraes da lei do orgammto, anuexan-
do-se os respectivos documentos ao relato-
rio do ministerio da fazenda, afim de seren
approvados os mes (.os crditos e quando se
votar a referida lei.
Art. 21. Continuam era vigor, nos exer-
cicios desta lei, a disp sigo do art. 13 n.
2. da lei n. 1245 de 2* de junbo de 1865,
os crditos extraordinarios mencionados na
resolugio n. 2035 de 23, de setembro de
18T1, excepto os que passaram para as ru-
bricas desta lei, e o crdito especial, conce-
dido pela le n. 1953 de 17 de julho do re-
ferido anuo de 1871.
, Conttnua./
TYt'. DO DIARIO -RA DUflCE DECAXJAS
I
-


* 'i

J


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID ET2QWCNT6_Z5EDAP INGEST_TIME 2013-09-19T22:33:19Z PACKAGE AA00011611_13034
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES