Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13033


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Full Text

Jt
AMO XLL\. AUHEBO 20#

i

i "V
FABA A CAPITAL E MJGABKS OXDE K*0 SE PAGA POBTE.
Por tre mozos Juntado' ,............ 68000
Por seis dito dem ............. 124000
Por um annu dem.............'.'.'.'.'. jAo00
lada atunero avutso.................. *o
V
tfl'IStA PERA 11 DE SETEMBRO DE 1873
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------%- __________________________________________..
PABA OEYTHO E F|| DA PBO VIVCIA.
Par tree meios diauUdo. ... ......*. \
Por te ditos dem....... .....
Por nove ditos dein
Por iub bao Mam.
1*150
119MQ
L
te r>. Gerardo turnio Alvosd Fhos, uo Par, Goocalve. Piulo, no Mara; Joaqun Jos de OUmJKU^a*^;' Ionio* Lew Braga, no Amo/ ; Jol aria JuBo Cha, M| Antonia Marques da Sita, no JUtaJ, Jo* Jan.
Pereira d-Aimeida, ein Wanianguape ; Augusto Gomes da Silva, M Parah'ja Antonio J(*Qcmm,maliada Penha; JMvmino dos Santos tulco, am Santa Antio j Dominios Jos d- Costa Braga, emNazareth}
s Antonio Perreira de Aguiar, em Goyanna; Jlo Antonio Machaeo, no Pila*das Alagos : Aires C, na Baia ; e Laite, Cerqoinho A C no Rio,de Janeiro.
____ ________J_____ ^^
PARTE OFHCUL
Governo da provincia.
Secc*. 3 -fSUrtl da presidencia de Pernambueo, em 9 de se-
tembro de 187.1.
O presidente a provincia, aulorisado pelu ,in. lo 15 ,|a lu n.
l.Ha de 17 de jnnhn do correnle anno, nrdeua que na cobranca do
imposto decretad > p i este paragrapho ?e observe o seuuinte
KKGI I. VIII \TO :
Art.1. a.lquiri-l a qualquer titulo lira ni ohrigados a apresentar deutro do
prazo do s-ssenla das contados da d;ita deste regulauenlo, ou da
ar iuisicu, provada. ao consulado provincial, as colleciorias ou aos
'ibradoi'.-s d- retidas la ftovineia. nrua relacao por escripto em du-
lihetu, que omttmha o numero de animaos, indicando a cor *g-
uaese ferro dcada un dalles. B
I." Igual deel.tr.v-ao ser presentada as mosinas estacois e
deutro do mesmo prazo p ir acuelle que dora em diate adquirir .)
gado cavallar por titulo gratuito e universal.
ti Tambera a|iresentan aqnelles que, oneroso ou gratuito
o ad piinrem om -ulra provine e impprtarem tiesta.
!S .{. As rela,o-s. d-pois de rubricada* pelo thesoureiro do con-
iul.id i. rolleclor ou cobradores ile rend-.s proviuciaes, serao, urna
restituida ao p eiuder e llie servir de titulo, i a outra car ar-
chivada na respectiva estac;io.
Art. i A compra, venda ou permuta do tnesino gnJo -(i poder
se.- eita por escrito que servil de titulo.
ArL :!. Pelo titulo jue para isso for passado, sera cobrado o im-
posto de mil res, de que. trata o g 15 do art. lo da citada lei, o qual
ere itago pelo eompra.lor ou permutante cites por inetade.
!. -u consula-to provincial das vendas ou permutas que se
flfectuaieiu tiesta cida.le.
i.* as colrectorias das que se eflectuarem as comarcas
termo* do interior da provincia.
Art. 4.' O escriplo dever contar:
l.' Os noiues do comprador e do venddor, ou os do petmu-
tantos, o daquelle de queiu kouverwu o gado mvall.tr, ou outra pro
cil-iu-ia de seu dominio e posse ;
i." A cor, os sigaaes e marcas, si houver;
3." A deelaracao do pagamento do imposto, que se effectuara
antes da assigaatura das partes contractante ;
i 4. A rubrica do thesoureiro do consulado ou a do ciJIector.
Esfa rubrica nao dispensa a integra do respectivo conhecimeoto ao
comprador e aos permutantes.
Art. 5.* No caso de furto, deve ser o escripto ou a relacao de
que trata o art. apreseuudo autoridade competente para auxi-
liar a apprebeosao.
Art. 6." No consulado e colleet >ria deve ha ver livro de taitas
liara, os conhecihiento do imposto.
Art. 7." O gado cavallar que for apprenendido, pateados os ses-
senta dias depois da publicaco Jeste regulaipento, so ser restituido
ao que se mostrar seu legitimo dono pela apresentaco da relacao
ou titulo de que tratam os art>. I e e nao sendo assim provado
o dominio ou posse, proceder.se-ha na friru das leis em vigor.
No interior da provincia serao contados os sessenta dias da data
dapulicacao do iii.sin. regulamenlo as respectivas localidad s.
. Art. 8.* Os collectores procurarrio fazer com que esu publica
cao se ellectue por lodos os modos, alim de que chegue o seu conhe-
cimenlo a lodos, e d'ahi ae possa contar o prazo.
Art. !> Os contraventores do disposto no art pafaro de
cada eabeca de gado cavallar que deixarein de relacionar a mulla
de mil res metbaes ; e os Uo art. .* a de dex rail rii, as quaes se-
rao cobradas pelo consulado ou respectivas collectorias.
Art. 10. Ficam revogadas as disposi.oes em contrario.
Hennque Pertira de Lncem
Conforme. Luiz Salasar Hoscoso da Veiga Pessoa.
mez prximo lido, em Ierras do envendo Jlussu-
repe daquelle turnio, fon aasaa-inado Antonio de
tal- que fez o crpo de delicio e prosegua aos ter-
mos du inquwito.
One, das i para horas da tarde dodia 7 do
crrante, por iccasiaV do servico da fachina da
respectiva cadea ts pi es Cassuia, M.inoel Iloiculano e Galdino de tal, ar-
rojaram sobre a guarda e conoeguiram evadir-se,
feruulq gravemeule, uo acto Ja faga, ao soldado
los Sevjnno de Sani'Anua ; ifttii fez a competen-
te vistiria e prosegua a tal respuilo uos termos
da Ibi, e que dos i evadido j fora o capturados
os. i ull unos.
Fmalmeute, a ordem e traiiquilhdade publicas
nao sollreram alleracu.
O que ludo iwiniuuuico a V. '\c., cotno me
cumpre.
cus guardo a V. laxe. -lllm. a Esm. Sr. com
metidador H urique Pereira de Luceaa, dignissi-
iiio presidente da provincia. O chele de noticia,
Ant.nio Francisco Cortea de Aruuju.
aiMtUIRNTE IM* 19 DK MO DE 1873.
/." Masito.
OUicios :
Ao brigadriro rnmraaadante das armas.
Km resposta ao ollicii que V. Exc me dirigi ne-
ta dan, sob 11. 625, lenho a declararlhe q-e, a
vista do estado de ruina em que se acha o xadrez da
fortaleza de Itaraarac, nio deve ser para all re-
mettido preso algum.
AoSr. cnsul de Portugal.A "cuso a recep
cao Jo ofhVio que na data de l do Crrente airi-
gio-me o Sr. Dr. Clau lino de Araujo Gtilmaraes,
cousuldeS. M. Fideiissima nenia provincia, indura-
do a repre3"ntacao do mbdito jtortugurz Quirino
Joaquim Madeira, relativamente aas prejuiros que
llie podgm resollar la d>-n 'garao da licenca por
elle solicitada a esta presi lenci para ir ao presidio
de Fernando, allm de liquidar o estabelecimento
commercial, que all posme. Kesiitumdo ao Sr.
cn-nl a referida rcpnisetitacao, com solicita no
ritado ctBcio. calie-me dizer em resposta que, pon-
derando o c.'inmandante d'aqnelle presidio no ofll-
-ci junto por copia a inconveniencia do regresso
pira all lo mencinalo Madeira, o qual por seu
r.Miiportaiivnto irregular tora procurado afrouchar
a.discipl na cuja restricta observancia no m-'Stno
presidio de reconheeid.i tiere<-idade, n.lo pos-
sivel rorj.-edefc'e a lieenca por elle podida para ir
p-s-o.ilmente mella ilh i liquidar seus negocios
mas se-la algum seu proposto. si assim o soli -i-
tar. Renov ao Sr. Cnsul os protestos de minha
perfeita estima e distmeta cousideracao.
Ao raes rao. Respondo ao oeiv do Sr. cn-
sul de S. M. Fidelissima nesta provincia, Dr, Clju-
dmo le Araujo Gnuii-iraes, de 1} do correnle, quan-
tn ao portuguez Manoel Al ves dos Sanios, cora a
nforniacao q e em 11 deste in- sob n. 1.087 pres-
in o Dr.che/e de polica; se ndoqueja recommen-
di a reraessa de reff rido AI ves para a Baha, al'rn
d ser al|i julgai. Oevolvo m Sr. cnsul, a quem
reitero mees irlestos de estima e consideracio. a
rvpresentacao junta que ve'd anuexa ao seu dito
offldo.
2'. arefo
Actos:
|ir>-sid'nte da provincia, atienden 1 > ao que
reqjerw Jeijuyioo Cesar de Albtiquerque, no-
meado por portara de 28 de marco ultimo alfares
S'-cMario do balalho n. 13 di municipio deGoyanna, resoive -dispensa-li do
lapto de tempo em que un rr :ti pata sdicitar su.i
patente, o que devera aier o/) presa improrogvel
de i5 dias. a contar dest dan.
OIH -ios :
Ac Dr. chefe de polica.Transmiti a V. S. o
ailk'iu junto p>r copia, do subdelegado do {* dis-
IrieUi do termo da Victoria, para seu couheci-
raento e aim de que provideniie de modo a serem
preveoidos noves aateatados e ponidos os deln-
(j icntes de que trata o mesrao olficio. Entretanto
cimpre que advrta ai dito subdelegado que nao
pode directamente dirigir-se a esta presidencia,
mas sim Por intermedio de V. S ; convindoque in-
firme sobre que allegado contra o delegado
e subdelgalo, a que Ilude o mesmo offiVio.
Ao commandante superior do Recite. -Man-
ila V. S. dar ao guarda do baUlbao de reserva
da guarda nacional sob .-eu coramando superior, lo-
s Ja Costa Rg.) Lima, a guia de que trata o art
M do decret 1 u.*1,l<0 do li 4i marco de 1853,
para o municipio de Olinda, onde va residir, se-
gando informou V. S. em seu olHcio n. Gi7, de
beatn datado.
- Ao cotnmandaute superior da guarda nacio-
nal d> Garanhuos RespoiiJeudo ao oflBcio de V.
S., de 0 de narco ultimo, lenho dizer lhe que
devendo existir gasea villa de Garanhuos destaca-
dos, 11ra nilli'idl. um inferior e 30 pr.15.1s da guar-
da Qarioual sub sea comraando superior, essa f ir
^a mais que b&)aate para o servi.o policial e
iiinnutencao da ordetn irablira.
a.' nec&i.
Ai'los :
0 presidente Ja provincia resoive noinear o
bacliarel Marco T.illio Jos Rei^ Li'na para o lugar
de fiscal da collecloria fio mu.iicpio de Cimbres.
O presi lente da provincia resoive considerar
sem effeito a portara do i de tnaio ullini na
{.irte que nomoia e bacharel Narco TuHi) dos
teis Lima para o lugar de li-cal Ja coliectona do
inuiiicijiio de Cimbres.
O presidente da provincia resoive nomear o
pr-inioior publico da comarca lo Brejo, bacharel
Cassiano Hein u dio dos Res *. Silva, fiscal da col-
1 -'cioria do muuipieio do mesmo nome.
O presidente da provincia, attendeudo ao que
; \>r 's. nt.m o inspector do arsenal de uurinha em
ofltSW d< 4 do correnle n. 636 e leude em vista a
iiiformai,;io que a resuelto mmistrou a thosouraria
de fazenda, re>olve, n >s Ierra os do decret-i u. 2,88;
do l9 de fevereiro de 1862, aulortsar sob a res-
(jnii-ulnlirtaile da niesiua presidencia um crdito
suppleiii.iiur 11a imporunc a de 1.07*18 ver-
ba lu Juncia e aceessorios a cargo do uuuiste-
ri j da nariuia, alim de poder a mencionada toe-
souraria occorrer ni restante do actual exercieio
ao pagamento dos i-mpregados do alinoxarilado da-
tuclle arsenal e mais dfc.pezi do dito almoxari-
fado.
O.Tiri.-.s
v insp 'd r J.. t ia--oJraiia do fazenda. -
Mande V. relevar, nos teruiis de sua informa-
cao de huatem data-ia sol u. 217 serie D a An-
tonio Jos da Silva da, multa em que raeorreu por
uio ter Ja-lo em tempo m itricula o ingenuo de
nome Bencdirto, 5lho de sua '-scrava Justina.
Ao mejmo -Haode V. s relevar, nos ler-
iraos de sua infortnacao de aontem datada sob
n. 211 serie D, a Antonio AlV'js Ferraira da multa
em que incorreu por nao ha ver dado matricula
no de vido tempo o menor Jona ftlho de sua es-
crava Alexandrina.
Ae mesmo.Mande V &, nos termos de sua
[aorma;o de hoara datada sob n. 16 serie 0,
relevara Joaqum Pereira Ramos da Silva Porto da
multa era que incorreu por nao ter dado ma-
tricula em tempo a ingenua Mara, filba de sua
escrava Joaquina.
Ao mesmo. -Mande V. S. relevar, as ter-
mos de sua uforinafao de liontem datada sob n.
212 serie D, a Manoel Joaquim da Silva da umita
em que incorreu por nao ter dado matricula
no devido lempo
crava Mara.
ter d;
a ineuor livre,
do
til ha de
sua es-
Ao mesmo. Transmiti a V. S. a inclusa
conta em duplcala que rae reiuetteu o inspector
do arsenal de marraba com offlcio de 30 de maio
uiii.no sob u. 027, a que allude sua inforraacao
de hontem n 209 sene D, alim de que mande
pagar aos einprezarios da llumiuac.d publica deita
cidadea quantia de 340f8M), proveniente da c-
nahsacao do gaz no oovo quartel de apreudizes
daquelle arsenal.
Ao nie.-fmo.Mande V. S. relevar, nos ter-
mos do*us inforraacao de hontem datada, sob n.
213 serie D, a Hanoel Thotuaz de Oliveira da
multa em que incorreu
publica em otnco desla data, que junto remeti
por copia.
Ao mesmo.=Representando o Dr. inspector
da saide publica, no offlcio junio por copia, con-
tra o estado do apparelho da comuanhia Recife
Druinage, existente no sobrado 11. 29 ra larga
do Rosario, recoinmendo a Vine, que sem perda
de tempo providencie no sentido de ser reparado
o dito apparelho, afira de evitarse algutn daiuuo
sade publica.
KXI'KIilF.NTK DO SKCftF.TARlO
2.' seccao.
Ofificios :
Ao ciuunandante superior dos muuicipios de
Olnda e Iguarassti.-S. Exc. u Sr. presidente da
provnciaj manda declarar a V. S. que expedio
ordem thesouraria provincial, no sentido de se-
rem pagos os vencimentos das pracas da guarda
nacional, de que trata o seu okio de 14 deste
mez.
Ao commandanie superiir da guarda naci
nal de Pao d'Alho. -O Exm Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V S. que ue^ta data se
EXTERIOR.
por |no ter dado a ma-
tricula no deviJuUempo as seus esmvos, Laura,! enva thesouraria d: fazenda a patente imperial
raschoal e Anna j dt nonica>j do tenente coronel Joo de Azevedo
Ao mesmo. -Transmiti a V. S. as 0 ioclu- de Araujo Pinheiro para commandanie do bau-
sas orden do tliesouio nacional .sob us. 9. a 102, I Ibao n. 16 de infatuara d,. guarda nacional desse
e bem assim um o.Ilcio da secretaria de estado municipio.
dos negocios da fazenda, do 26 de maio lido.
Ao mesmoCom a portara junta por co-
pia, pela qual resolv autorisar sob a responsabi-
lidade da presidencia, nos termos do decreto n
2,s8i do t* de fevereiro de 1862, um crdito sup-
plemeutar na importancia de 1:072*181. verba
Intendencia e accessorios a cargo do ministerio
da mariuna, tica V. S. habilitado a mandar ef-
reetuar o pagamento dos vencimentos dos empre-
gados do almoxarifado do arsenal de marraba, e
bem assim o da despeza pertencente ao mesmo
almoxarifado.
Ao mesmo. Transmiti a V-. S. para os de-
vidos fins a patente in.perial junta de nomeacao
do tenente-coroncl Joatjuim de Azevedo de Araujo
Pinheiro, eommandante do batalh:ui 11. 16 de in-
bntaria da guarda nicional de Pao d'Alho.
Ao mesmo.Declaro a V. S. para es de-
vidos lins que fui apiirovada por aviso do minis-
terio da justica de 13 do correnle a deliberado
desla presidencia, para manutenco da erdem pu-
blica, fazer substituir por destacamento da guarda
tiacional dn polica que, estando em varias lo-
calidades, forem recolhidos capital.
Ao inspector da thesouraria provincial.
Matul,: V. s. pngar ao capitao Gabriel Germauo de
3.' aselo
Officios :
- Ao Inspector Ja thesouraria
Exm. Sr. presidente da provincia
rar 4 V. S. para seu conhi-cuncnlo
provincial0
manda decla-
e flus c-ravi.-
nientes que resolvtu por portara desta dala con-
siderar sem effeito a de 28 de mato ultimo, na
parte que noraeou o bachanl Marco Tullid dos
Res Lima fiscal da collecloria do municipio do
Brejo, e tnraeou para este cargo o respectivo pro-
motor publico bacharel Cassiano Bernardino Jos
Reis Silva, assim como tambera nomeou o mesmo
bacharel Marco Tullio, fiscal da de Cimbres.
Ao Dr. inspector da sade publica. Com-
munieo a V. S. de orJem do lixin. Si. presidente
da provincia, que nesta data foram dadas provi-
dencias para que a compaubia Recife Drainage
mande concertar o apparelho da rasa coniinercial
ra larga do Rosario n 29, e stbre o qual V. S.
representou em sen olflcio de honlem datado, que
assim lica respondido.
4." seccao.
Olllcios :
' Ao mesmo. -Do ordem le S. Exc. o.Sr. pre-
sidente da provincia, declaro a V. S., em resposta
aoseu oflicio desla data, que furam boje exjiedi-
Aguiar Monta tro vos, arrematante dos reparos da' das as convenientes ordaus, afira de que a emnpa-
ponle dos Carvalbos, a vista do certificado an-! n'iia Recife Draitmge cumpra o dsposto no 5.
2^,?2 incluso requerimento, a quantia de... Jdo art. i.- da innovaco do contracto celebrado
8ooi7K>, proveniente da prestaeao de responsa-' pela inesma companhia.
a*quelem direito em virtude do res
segundo se deprehende do
bilidade
pectivo contracto,
mesmo certificado.
- Ao mesmo.Tindo Jos Augusto de Araujo
obra dos repares
da
DESPACHOS DA I'BESIDKNCIA DE 6 OK SUTKMHHO
DK 1873.
Antonio Estulano Mara Seixas. O supplicautc
s lera direito ao pagamento de 3000 diarios pe-
feto entrega definitiva da
poulo do Anjo, como prova o cerficado annexo lo iratamento dos indigentes, accumiPeltidos de fe-
ao incluso requenraento, autorso T. S. a mandar, bres jiernicosas, a conlar o da 11 de outubro de
pagar ao supphcante a prestaco de responsab- 1870 22 de dezembro; ecomo essa divida ja te-
lidade na importancia de 1:243*423, constante nha cahido em exercicios. ndos, cumpre-lhe re-
do mesmo certificado.
- Ao mesmo Em vista do attestado annexo
ao incluso requorimento, mande V. S. pagar a
Jos Fernandes Montelro. arrematante da obra
do
de
referido certificado.
querer ao goveruo imperial.
Tenente coronel Aiexaudre Augusto de Fras
Villar.Forneca-se.
Domingos Jos Marques. Ao Sr provedbr de
*r5!?Six-*ment0 da Iadeira do Timb, a quantia capeilas e residuos para informar, devolvendo
i -..(J8*oo7 a que tem direito. como se v do esta peticao, com > as de todos os pretendentes que
Ao mesmo. Attendendo ao que expendeu
A meda Lopes 4C.uo incluso .requerimento a
que se efere sua informacao de 2 de maio ul-
limo sob n 160, autorso V. S. a.mandar pagar
aos suppllcames, nos termos do parecer da con.-
tadoria dessa thesouraria, os vencimentos das
pracas da guarda nacional destacadas na povoaco Hermiette MoD
da Pedra, relativos ao mez de fevereiro deste all.e_niIer a suppli
anno, e para esse fim devolvo lhe a relacao no-
minal e prst que vieram aunexas citada infor-
macio.
Ao mesoto. Era resposta ao seu offlcio de
17 do correnle sob u, 245, em que Ira/ ao ce-
nhecmento desta presidencia as arrematacoes
dos impostos provlnciaes as comarcas da Boa-
Vista, Villa Bella. Cabrob e Ouricury, tenlio a
dizer a V. S. que approvo essas arremalacdes e
bem assim as respectivas fiancas.
- Ao mesmo. Expeca V. S. suas ordens no
se tenbam apresentado.findo o prazo do edilal.
Dr. Hermirio Cesar Coutiuho.RemeUido jun-
ta para attender ao supplicante.
Francisco Xavier de Souza Ramos. Como re-
quer.
Francisco Maestrali. Informe o Sr. prevedor da
Santa Casa de Misericordia.
lonteiro. Reruettido junta para
ante.
Heurique Clunndo TaylorEntregue se, median-
te recibo.
Jos Lopes Davim.Informe o Sr. inspector da
thesouraria de fazeDda.
Joao Gomes da Silva. A' vista do que infor-
mou o juiz municipal de Seriuhaem em olflcio de
2 do correnle, ser o supplicante j'ligado na pri-
meir* sessao do jury do dito lerrao.
Manoel. Joaquii de S e Silva. Coucedo a dis-
pensa pedida, devendo o supplicante tirar o ttu-
lo uo prazo de ti na e cinco mas.
sentido de serem pagos, vista dos inclusos preis! Secretaria da presidencia de Pernambueo, 9
em duplcala, os vencimentos das pracas da guarda 'de miembro de 1873.
nacional destacadas na cdade de Olinda e na viHa
de iguarassu', eonceroeutes ao mea de maie ul-
timo, conforme solicitou o respectivo commandanie
superior em offlcio de 14 do correnle.
4' iicco.
Olflcio :
O porte i ro,
SilciM A. Rodrigues.
i.
lio|arti?tlo da polica.
seccao. Secretaria da polica de Pernambueo,
10 de setembro de 1873.
N 1582.lllm. e Exm. Sf.Participo a V. Exc.
que, das comraunicacoei recebdas hoje, consta
de deteucao
Ao Revm. padre Lino do Monte Carrnelle Lu-
na. Transmitto a V. Rvma., com deslino biblio-, .
fheca provincial, os inclusos exemplares do se- que faram hontem recolhldos a casa
gundo e terceiro fascculos da obra intitulada os individuos seguintes :
Ouadros hiioricus da guerra do Paraguay A' minia ordem, Amnelo, escravo de-Lino Per
5.' SCfao. I rere da Silva, pur t r se apresenUdo voluntaria-
Officios: mente nesta, declarando haver assasslnado i Aa-
Ao engenheiro chefe da reparticao das obras ionio de tal, uo termo du Pao d'Alho, em dias do
publicas. Determine Vmc ao engenheiro do 2. mez de agosto ultime.
districto que siga para Seriuhaem, alim de tirar a A'oidem do Dr. juiz direito das exeooedas, o
planta e fazer o orcameuto de urna casa destinada escravo Autouio, viudo de Sergipe. corarAjeutvu-
pire escola de iasiruc^o primaria, que a com- ciado, com destino ao presidio de Fernanda
mijjio nomeaJa por esta presidencia para tal fim A' ordem do Dr. disegado da capital. Cosma
pretend alli construir a sua cusa. i Mara do Carino, por offensas a moral publica.
Ai engenheiro fiscal da companhia Recife t A' ordem do subdelegado do Recife, Francisco.,
Drainage.Providencie Vmc. de modo a que seja Porto, requisico do eapitio do pet lo.
cpmprido o disposto no 5. do art. 4.* da innova-1 A' orden! do do 1 districto de S. Jos, Caetano
cao do contracto celebrado com a companhia Re- Alexandrino Pereira de Alenla, por disturbios.
cife Drainage, visto insistir a mesma companhia A' ordem do de Santo Amaro das Salinas, Se-
em trocar canos de ferro envernisada de preto por. verina Mara da ConceicSo, por embriaguez,
outros da mesma qualidade, e nio por galvamsa- J Por offlcioVde 6 e 8 do correnle, communicon-
dos; como representa o Dr. inspector, da sade me o delegado de Pa d'Alho, que uo da 27 do
Mi
Correspondencia particular do
Diario de Pernambueo.
UEJiiU d'aSTRIA, 10 DE AGOSTO Di 1873.
Prosegu ndo no mesmo tora e na mesma mar-
cha que ascireumsiinrias rae Iracaram ao escre-
ver-lhe pela pnmeira vez, eis o que de presente
se me olferece referir, que possa inleressar aos
seus le i tores :
Osliah da Per.-ia deixouante hontem esta cuta-
de, na qual apeas se deraorou oilo dias.
Nao fe receliido com enlhusiasmo e nem por
sua causa se ti/crm grande i fesias. O impera-
d ir Francisco Jos recebeu o da mesma forma e
com o mesmo ceremonial com que tem recebido
outros soberanos que vieram visitar a exposicao.
Otfcrweu lhe para residencia o linio e potico
eastello de Lux-uiburg", em vez de hospeda-lo
eui Schoubrtuiii. chiki fez aos outros : foi a nica
diDferenca que nolei ter havido.
Jamares e.n Schonbrunn. seguidos de fogos de
artilieies no jardim daquelle palario espectculos
em grande galla na opera ; cacada na tapada im
penal, e urna parada eia que fonnaram 20 mil hu-
men- das tres armas, eis tildo quanto bou ve de
MUraordioario iluraute a estada do rei tos reis em
Vienna.
'Do suor d i povo pouco ou na la so despenJeu
para festejar a visita dnweNc persouagein.
Ni Uo acho que os austracos audaram iSom inul-
to 1117, ..
Anda ni atinei c un o justo motivo que levou
a Franca e a Inglaterra a despenderem tanto di-
nheiro em festejos e hoiiienagens um re, quasi
seini-brbaro, que se nao recommen la ao mundo
por neuiuma virtude e cuja espada ueuhura peso
tem na balanca poltica da Kurop i.
Os incendios estao aipu na ordutn do da lia
oilo dias que uao di-ixa de haver de um a tres ni
cendiiis por Roote, smdo al^uns la intensos, que
apenas re lew podido liinta-los ao pouto primi-
tivo.
A na turma das conslrueeoei ncsla cidada, as
q.:aes eutram raadeiras de fcil coiiibusto em
grande fRantidadt, esperialment^ as cuberas e
pavimentos terrees, facilita os icaodios, se bem
que mo criminosa tenda andado em alguns dos
ltimamente apparecidos.
sena i fura a pericia do excellente-corpo de
bombeiros eseu ptimo maleal de txtinci.'au de
ucendi.i, ha muito que algumas das pi ncipaes
ras desta capital suiam um montao de ruiuas.
O.- aviso- ..os numerosos puslos de bombeiros
sao dados pelu lelegiapho elctrico, manejado da
alta torrada cathedral de Santo Estavao. Em ca-
da posto ha granile.- bombas movidas p>tr vapor e
tanibein por bracos ; carrocas com pipas chelas
d'aua ; glandes escadas ineehanicas armadas so-
bre carros e numno sulliceiite de bombeiros
senpre promplos pira mauejar todo esu treni e
una cavallanca cun anima'- de tiro.
Recebido o aviso de iucendio, em cinco minutos
parle a galope iodo o Uwui e immeiaiamenle co-
tuecam as bourbas e mais apparelhos a funeciouar
sem que se ouoa moa voz, um grito, emfim ou-
tr.i rumor que n.io seja o ruido dos carros, que
vo e vi'iii conduziudj ipas d'agua. tomada. nos
chafarizes e nos reservatorio- para i^so construi-
dos no encaOamenlo do aba-tecimenln da eiJade.
A> ordens, partidas dos directores di servido, sao
transmiiiiuas por meto de Cmelas e du siuetis.
Como ahi, o povo corre sempre ao lugar do si-
nistro e procura lomar o campo ; mas, a tropa de
liona e os polciaes. chugados quasi ao mesmo
lempo que o? bombeiros, formara coidoe*, dexan-
do largo espaco para o Irabalbo.
Quando o fogo tem ganho grande incremento e
envolvido o interior do predio incendiad >. todo o
cuidado, todos os estoicos convergen) para is edi-
ficios visinhos. que sao logo solados e refrescados
a toda torca de bombas poderosas, de maneira que
rarissimas vezes o fogo se Ihes c ininuii.ca : nao
perdein tempo precioso, como ahi lenho visto, em
fazer jorrar, impruticuamente, agua sobre uuia
enorme fogueira
O servico de salvacao dos movis feto de urna
maneira admiravel. Pouco ou nada se estraga.
Quaudo o fuuio tem invadido algum comparti-
mento, un tundo iuipossivel a entrada nelle, sem o
auxilidarle, l vio ler bomens munidos de appa-
relho, que lhe- tornocein ar e Ihes garaniem 03
olhos Muir os efieilos da fuinaca.
Ele apparelho uiuilo simples : corapde se de
um saveu do panno lecido com borracha, que se
enche de ar por meio de utn pequeo folie. Rste
sacco, que eoulin ar respiravel para meia hora;
asado as costas do bombeio, com o auxilio de
duas Coireias, una passanJo pelos hombros e a
outra pela cintura ; dous tubos de borracha, Co-
bertor de u u le.ido de liu a, saliera daexlremida-
tle superior du saeco e se vio reuair^em urna pec.i
de raadera em forma de mordaca, que posta na
bocea do traballuJor e segura na parte posterior
por urna corroa. Ao nariz adapla-se comprimi
do as uariuas, uma ligara piuca de niadeua e nos
olhis uns oculos encastoadus em borracha e bem
seguros airaz das orelhas. Ao cinlo leva o bora-
beiro uma p.-quuua buiracha munida de um apilo,
para dar sigual, e sor, em caso de algum fracasso,
tetirado por meio de um cabo que leva preso a
um forte cinturo.
Expesmeuiei este apparelho, e tendose acenli-
do uma grande por.ao de phospnoros enxo'rados
em um pequeuo espa.o, nao sent o menor cheiro;
respirava tao perfeilamento com se estivesse
ao ar livre, uaoobstaule ter en frente ao nariz
uma tocha de euxofre
Serve esto apparelho nao so ara o caso dito,
como para Jescer eui poc.o, encanaiuenlos e po-
roe.- de navios cheios de ga/es mphilicos.
O proco desie apparelho de 80a a l'X, con-
forme a materia prima euiprogada.*
Para puuotrar em um alto edificio, cuja subida
est interceptada polo fogo, uam 03 bombeitos de
grandes escadas mechanicas, arma las sobre mu
carro do alus rodas e que se liroiam peceiumen-
te ao swlo, sem Vr preciso aooia-las as paredes
dos predio.-, uuibem usara de uusiros e cordas, pe
las quaes sobem e doscem cora destreza de bons
gvninasttcos.
As escadas chegam altura de um quarta an-
dar, e na'sua extremdade fuucciooa um homem
ne maoajo do eaguicho das bombas.
Para salvacao de pesoas e de ioovei3 usaE-ie
as mangueiras de lona, ahi j condecidas, e qato
sie- perfeitamente bem manejadas, vlndo cahir a
pes-was sobre m-ntoes de pequeos coschoes.
l'eujueoos cairos coirduzom toda a femineota
miuda de que era tacs oeeasioes se pode precisar,
quer para o servico de penetrar as casas, quer
para o reparo das bombas e ouiros utensilios.
Tambera acompanha urna pequea ambulancia,
para o primeiro iratamento no caso de algum de-
sastre em i Igum dos trabal hado res.
Hi-srtram-me que o corpo de bombeiros desta
capital rivalisa com o de Berlina que passa por ser
o melhor da Europa.
.\o da 8 realisar-se-ha a eeretuona da dis-
inbuirao dos premios da exposi>;ao.
Teta lugar uo edificio da escola de equlacao
(Mange) que pode admitlir om suas salas para
mais de (res mil pu.-soas.
Parece que nao lera a mesm i concurrencia, e
era o esplendor que leve igual ceremonia em Pa-
i is na exposicao de 1867.
Na tarde *> noute desse dia ha ver di ver timemos
diversos nos parques e jardins do palacio da expo-
sicao, consistrado em grande orchestra, bndas mi-
litares, de qua- lodos os corpos da guaruicao da
cdade, illurainacoes exquisitas e extraordinarias,
e finalmente ura fugo de artificio.
L'm grande autar ser dado pela mumeipalida-
de aos uiembros do grande jury, e avs represen-
tantes dos diversos paizes, que tomaran parle
nesta un mensa fes la do trabal lio e da industria
chamada exposicao.
Findos estes festejos retirarse-ho os grandes
persnuagens que presentemente aqu se aebara,
indo o imperador e a sua corte passar alguns dias
no campo, para, descaucados das fadigas de lano
lidar, voltarera em setembro a novas recepcoes e
novos folgares ; p is que nessa poca aqu che-
garo outros monarchas, e outros persouageos,
que Anda nao vi-iiaram a exp si.ao. Entre ou-
tros, falla-se na visita do imperador da Alleraanha;
do rei da luli.i e do sultao.
O calor lein sido forte uestes ltimos dias.
seguido de rpida mutacio em aigumas horas.
Hontem a larde o caor era iusupporlavel: fal-
Uva ar na cdade : a atraosphei a eslava carregada
de elecircidade; grossas nuvens passeavam no
co, porm nao chuva ; passou-se asssim loJa a
noute : rajadas de Vento quente levanlava ncom-
uodaiivo p.
Hoje o reverso da medalha: alguma chuva,
vento fro, ar agradabilissiuio, co nublado.
O raovimanto athmospherco nesta cidade sem-
p#e assim : tres, quatro e mais dias de calor, e
mu ou dous de fri hmido, passaudo sem gra-
dacao, bruscamente, para o estado opposto.
O estado sauitario nada lera de extraordinario :
o mesmo do anuo passado em igual poca, nao
obelante o grande augmento da populacao de Vien-
na nesta quadra. Continuara, porm, os jornaes
francezes proclamar que o cholera est assolando
esta cidade.
Agosto 12.
Continuara os incendios e os suicidios.
Uonteii) s 10 heras da noute va se na athraos-
phei a sigaaes de que grande meen lio se havia
manifestado em um dos arrabaldes da cidade para
os lados do Prater.
No hotel Zumgoldenen Hirsch um estrangeiro
entra, pede ura qoarto, e nelle se encerra, fechan-
do a porta por dentro. O dono do hotel leudo ou-
vdo o som surdo como de um corpo que cahia
sobre o soalho, e notando a ausencia do hospede,
que nao saiiira do quarto, fo bater-lhe porta :
noguera respoudea : avisada a poiicia, e aberta a
porta, eacicitrou-sc um cadver juulo ao leito com
o crneo despudacado por uma bala. Souberse
cutio, pelo papis ein-ontrados, que o infeliz era
un negociante, natural da Roumania, estahelecido
em He.-panha, e que SoflTrendo atrazos em seus
negocios, viera a esta cidade para recebar uma
soiiima avultada, que em abril ultimo tinha depo
sitado om mi de dous negociantes ; mas sabenda
que estes negociantes tinham fallido em estado de
nada dexarem aos seus credores, resolveu por
termo a vida.
Como j lhe disse uma vez, parece que a mana
do suicidio molestia epidmica ueste paiz.
Os jornaes do dia annuuciam que ura inecu-
dio -eduzin, na noute de sabbado passado, a cinzas
275 casas das 3 de que se compuuha a pe-
que,lina e galante cidade de Waidhofen na Alia
Austria.
Xa sexta feira da mesma semana um outro in-
cendio dcstruio em poucos momeutos uma grande
oiliciiia de marcineria de M. W. Zimmer em Zan-
tagasse, districto de Margarenten.
o mesmo dia um oulro incendio reduzio a cin-
zas um excellente restaurant em Neuwalduk porto
de Dorubach, arrabalde desta cidade.
Em Saiut-Marx incendiou-se uma estribara,
morrendo muito gado, antes que so dominasse o
fogo.
Agosto 15
A ceremonia da distribuicao dos premios as
expositores, que dever ter lugar no dia 18, nao
sera presidida pelo imperador, e sira pelo principe
o archiduque Carlos Luiz, que pronunciar um
discurso, que ser respondido pelo Sr. de Banhans,
ministro da justiea. e pelo bario Schwarz, direc-
tor da exposigao.
A coucurreucia nao ser maior do 3,000 pes-
soas, piis que o edificio ( Castello da Burg ) nao
admitte maior numero.
O imperador parti ante-hontem para Ischl, aon-
de se demorar uns doze dias : acompanhou-o a
imoeratriz.
O jamar que devia ser dado pela municipa-
tidade ao graude jury internacion.il, e aos repre-
sentantes das diversas nacionalidades que tema-
ra m parte na exposicao, foi transformado era um
toire, que lera lugar amanh na Coursalon no
Stadtpirk. Destiuou-se uma grande parte do lui-
do e iramenso jardim para os convidados que sao
era numero superior a duas mil pessoas.
Tara maior lacilidale do servico e comraodo dos
convivas, supprimio se a eia era mesas, como
cosiutne. O cha ser servido em bandejas : buf-
fets em grande numero, dispostos as salas esla-
ro guarnecidos com obniidas trias, compostas de
aves, vuelias, presuutos, peixes, etc.. etc. : oulras
conteni doces, fructa-, e bolinhos : sorveles, li-
monadas, e bebidas espiriluosas estarao em luga-
res apropriados, e serao servidas por grande nu-
mero de criados.
A orchestra ser regida pelo maestro E. Straus,
que pedio para augmenta-la o conour.-o de duas
bandas militares.
Morreu era Paris no dia 6 do correnle Mr.
Odilou Barrot, na idade de 83 anuos, victima de
nina acyts. O fuueral foi feilo na igreja da Mag-
dalena, e foi concorrido por grande numero de
pessoas uoiaveis da sociedade fraoceza, especial-
mente do mundo polico.
O imperador Francisco Jos, aulei de partir
para l.-clil, deu um jamar aos principe russus,
CuusUntino, e Nicolao Constantinovich, para o qual
foram convidados os meuibros da eiHbaixada rus-
ia, e os que compoum & eouiiiva dos principes
obsequiados.
Amda incendios. As gazetas austracas ira-
zem todos os dias lgubres n.rraeoes a este res-
peito.
O ola o que se va na alhmosphera na noile de
12 do c Trente, provinha de quatro grandes in-
cendios que se haviam manifestado eni diverses
pontos dos arrabaldes de Vienna.
O prlraeiro em Sunmersdoof, marajb de Da*
nubio e que couaamio algumas casas.
0 segundo na povoacio de Gersdorf; as cha-
mas do edificio InceudMo elevaraqj-se muito, e
projeciavam no co um elarao que era viste de
muito tooge.
O terceiro em Sladlau ; e ftialmente o ultimo s
ti horas da noite em uma poseaca perto da K
lipMM
Erara as chamraa. das casas m indiadas aette-
posto que aquella hora tmfiaw atbraosphera de
uma lgubre er arroxesda.
Nao pos so acreditar que todos- estes desastres
sejam- obra do acaso!
O calor tea sido moderado males ltimos
dias. O estado sanitario da cidade nio assas-
todor. Alguns caeos de cholera espordico, e de
febres typhoides: nao reina purera epidemia al-
guma.
- Conttnua mu iraca a concurrencia de visi-
tantes exposicao.
Chi-got- aiHe-honiem da Noruega o-nosso pa-
tricio, o c.itisellieiro Lopes Neilo, que ha alguns
mezes anda viajanda Este brasileiro foi- o nico
estrangeiro que acompamhou o rei Osear II em
sua visita ao Cabo do Noil.
O conselheiru Lopes etto assislio coroaco
do rei em Stortiolmo ; e, a seu convite, o acom-
panhou na inesma fragata ao Cal do Norte, cujo
ponto mais saliente subtram no dia 2 de julho.
Naquelle ponto, e naquella data conferio-lbe o rei
a commenda da ordem da estrella polar.
No jantar, que alli rev lugar, o rei le van t >u
um brinde independencia e prosperidade do
Brasil, e ao seu magnnimo imperador, cujas vir-
tudes muito eiogioo no discurso que preceden o
seu t-jast.
A de A
mumm,
REVISTA MARA.
Ministerio da jassCfca. O 5 nico do
art. 3* da lei n. 2,318 de 25 de agosto tillimo (or-
caraento geral do imperio), dispoe :
< Fica o governo aulorisado para :
' 1" Alterar as tabellas dos vencimentos dos em-
pregados das secretarias de polica, de jnodo que
a despeza nao exceda a W>% da que actualmente
se faz.
2 Augmentar os vencimentos dos promotores
pblicos, earceroiros, corpo militar de polica e
guarda urbana da corte, nao excerlendo a despeza
votada as respectivas rubricas desta lei.
Ministerio da fazenda. 0 $ nico do
art. 7* da mesma le cima dispoe :
a Fica o governo aulorisado :
' I* Para alterar a categora e pessoa! das al-
landegas e mesas de rendas, curo rendimento te-
nha aprtsentado not ivel accrescimo nos tres lti-
mos exercicios, podendo aproveitar para esse fim
os empregados que excedan s neeessidades do
servido em oulras estacoes lscaes.
2* Para incluir no quudrn dos empregados das
alfandegas os agentes fiseaes dos trapiches alfau-
degados, e melhorar o vencimentos desses funs-
conaros, bem como dosofficiacs de descarga, pra-
ticantes, continuos, crrelos e guardas, podendo
augmentar o numero dos ofikiaes de descarga e
guardas onde fr preciso, e reduzi-los a uma s
classe, com tanlo que a despeza com taes melho-
ramentos nao exceda a SO % da que se fat actual-
mente com os rnesmos empregados as respecti-
vas estacoes.
- a 3 Para reformar os regulamentos da casa da
moeda c da lypographia nacional, niel hora i os
vencmenlos dos empregados e operarios, com lan-
o que o augmento da despeza dabi proveniente
nao exceda a 30 /. da que se faz actualmente.
< i" Para despetider, alem do crdito especial
ja concedido, 2oO:f>.M) c ni a cunhagem das moe-
das de nikel, e at 2,0OJ:00O com o fabrico no
paiz, de moedas de bronze de 40 reise peso de 12
graramas, fixando-se o prazo-part reculhimento
do reslo da antiga moeda de cobre que existir na
circulacao. u
Autoridades policiaca. Por portaras
da presidencia da provincia, de 9.do crreme, fo-
ram nomeados : o alferes Francisco Pereira Lagos, Joao Capitulino de Aqui-
no Guerra e Jos Janurio Pereira de Lucena, sub-
delegado, 2* e 3o supplentes do Io districto do ter-
mo de ISom Jardim.
Gaarda nacional. Por portaras da
presidencia da provincia, de 6 do corrente, foi dis-
pensado o lapso do lempo, para poder tirar paten-
te, o alferes Frauc^eo iavior do Souza Ramos, do
16" batalhao de infamara do municipio de Pao d'
Alho.
Termo de Floresta. Por portsria da
presidencia da provincia, da 6 do correnle, fo dis-
pensado o lapso do tempo, para poder tirar titulo,
a Mauoel Joaquim de Sa e Souza, nomeado 2 sup-
plentc do juiz municipal do termo de Floresta.
Asjio de alienados. Mais donativos
foram remeltidos a S. Exc. o Sr. comraendador
presidente da provincia, como se v abaxo:
Recife, 3 de setembro de 1873. lllm. e Exm.
Sr. commedador Dr. Manrique Pereira de Lucena.
Como um dos admiradores do nobre e esforza-
do emHcuho de V. Exc. em promover a edilicaco
de um asylo para os alienados, tomo a lberdade
de remetler a quantia de cem mil reis que V. Exc.
achara inclusa, para ser appiicada a essa obra
humanitaria.
a Queira V. Exc. desculpar a exigaidade de
minha oerla e dispor do meu diminuto prestimo
por ser De V. Exc. criado attento e raapetador.
Domingos Jos Feneira.
i Gabinete da presidencia de Pernambueo, em
6 de setembro de 1873. Mlm. Sr. alferes Domin-
gos Jos Fcr reir. Tonho presente a carta de V.
S. de hontem datada, remullendo a quantia de
cem rail reis pare as obras do asylo de alienados.
Agredeceudo a V. S. o auxilio que presto
reahsacao de tao humanitaria idea, ofouyo por es-
ta pmva dos seus sentimentos de patriotismo e de
candade. De V. S. muito attento venerador e
cri ido Henrique Pereira di Lucena
Eutanctpaco de escrava*.A pre-
sidencia da provincia resolveu prorogar por mais
um mez, a comecar de 3 do corrente, o prazo lti-
mamente findo marcado aos Srs. pare a apassen-
taco das notas de todos os seus escravos para se-
rem classificados na conformidade do art. 27 do
regulamos que acompanhou o decreto n. 5,13'J
de 13 de novembro de 1872. As pessoas que an-
da nao tiverem satisteito. essa obrigacio, devem
faze lo diariamente, das 9 da mauha ae 2 da tarde,
na casa da cmara muni pal.
Urgentes noticias.-Do Ro de Janeiro
nos pede a familia do Sr. Manoel da Silva Branco,
que veto para Pernambueo em novembro do anno
passado, fatendo parte da comraissio exploradora
do prolongamento da estrada de farro do Recife a
S. Francisco, da qual era chefe o Sj. Dr Joao Mar-
tins da Silva Coulinlu, que oltoilanwi inforraa-
c5es a seu respeilo, qner era reluci ao sen estado
actual, quer ao logar em que se acha residindo,
visto como desde 16 de maro ultimo nSo tem es-
cripto, oausaudo com issa serios cuidados a sua
mae, irraaos e pareles. Para jatisfazer a pedido
tao justo, regamos, a quera quer que delte tenha
noticias. no-s envi ao escriptono deste Diaria
e rqa da uilo n. 49.
Direito. -Recebemos o n. 4 desta impor-
tante revista da legi'laeao, doutrina e jurispruden-
cia, trawado ariigiis sabr direito criminal, juna,
dieco civil, tJtarisdiccSo commercial e jurisdiccao
criranal.T) decreto que mais er* sste relacops no
impflrio, e u,wa decisQ do rjaisterio a justica sobre
*mr~
\
m



M






iiHJ^Wrt<>pcmambuco ~ -Quinta fera 11 de Setembro de 1873.
* competencia dos Junes m inicipaes ftg Inveft*-
ri'.
InstitutorJKffttleinltio, l}a RaM* rece-
be nos o n. 3 dal|afti. orglu a soci.e la te assim
denomina,] Sw i>) estado a\i medicina o
4i lirtcralura. ^M TB* urna revl*a da ebimica
eirurgica pelo mMmm R. 3eixas>. argos. sobre
> aborto e seu tratamento pelo acadmico A. Se-
Jaeira, sobre o pcftl
t'*
t'
aefab-
ido pelo
as
oTus wi
pait o A cau-a
sai reIae5os\ft
^cnoflf octW a meftjao pifr o dR^ fln^tresT*
lea, recahft o^taTfo HIhi. Sr. l^. j^a* 0s Sri dcscnrtianjadr* K*v
wr6jVolos, sond lSto dT3obucs Silva. Araujn longo
*s>Sr*. Gaapai Au'.oi-,, f^rrVn* SHflia^J- Improcedente. i
|o UapUst.NogttP-;. wik-lla.;oes errases.
nior, sobro Guttteitil
ico H. L-ite, S'
acadmico t. d-f
Kvrarias desta ci
Ciizeta J
correspondente *
Gnzata inri
id-i concernente
mn releva.
4* human
tj.aisiac&o^
imperio.
H~ri$diqo tit: CreJ ir habilitaJo por senten-
ca, ha vi da em fui* contencioso, asm coatssao da
farte, nao bota ser excluido da discussi* de pre-
evencta^ vi% iflterppctae cilios atiende-se mais i inteneio di ijue As pala
em jurs'*c;io, conheeo d causa om segunda
iusteneia
A/grato : 1, praio para apellar j**u-so da
llora e momento da intimadlo ;!>' satvas as Umi-
taeSes ta le, nao sao suspensivas as anpetlaooes
bis evecueoYs de senlcncas.
Jnrisdiccaa commercial: I*, letra nilo perde o
jattnCJD" itacto nao lorjirariilfei* saa subs-
lifuCte; 2, pela eonrorlala; eessando as uinccdcs
*te curador liscal, nada impede qnc o concordata
rio prosiga ms causas Intentad**; r, pagamento.
1an*i ido em letra* nao se pode Nw que seja esta
*lh*;da. Ingrogso de aeco en discussao do pro
feroneia: inteligencia do Tt. 631 confrontado
om o *rt. seguro : appticipao & a "193 do cdigo com-
wsreial.
JmrisiicijSa-criminal: A rimeira questao pro-
pn*ts aos pirado* devo *w de conformidado com
liM(o,tlvtn circunstancias ahi expostas, oenne-
< e inseparaveU lo facto, dovem rons'ituir on-
tra tantas qnostue*.Sao ha base jurdica para
4eeretar pna contra juiz que, por melhor intetl-
geneia, muda a forma do procesan que instan-
ron.
Direito civil: O jwz substituto, no excreicio da
jurisdieeao narria* do juiz de direito,' dere perder
Stta (rratieae.i para s perceber a do juit de
dir.-o, mi deve p,T)ber urna e ontraf
Mfm$ ttltfttK Opinlio do senador Bar.to de
Tira puna.
t: aatmfl a s':;narse esta revista cm todas a
Iivrria< desta (irovincia.
Criin littrrnrosH. -Lomos na correspon-
dencia ds fineitiis-Ayres para o Jorunl do Gomm*r-
do da crte:
O Pampa narra o snjriiinte :
a No departamento de Covondi (provincia de
Santa Fe, eertn da* c doniaa), apr.iximadainente
14 leguas ao ti.irte das Tortugas, viva mn ancii
-inidez de fit annos de i>lade, chamado Roberto
8 m. tliun. cora mu lillia, joven forraos*, que trulla
recebilo utu elueaeai esmerada em Inglaterra, e
ijue :i;,eaa- c iul.v.v 18 anus.
O anclan era imujgrante nevo, que a um an-
Jii apenas Unba vniilodi lugJaieria.
('. n r<-ei liares siio mu poueo povoados,
' al.'uns das depois d i ciime firam cncontra
do*, viii ena rase, os cadveres do aneiao o de sna
tilha. liorrivel;?hte assassin]os.
- O anciio i -t.iv.i privado de jiaDhaladas.
> S.ii fil.'ia jazia furdi cisi, atitala aoVno,
en n os hrae o< ata lis pira tra. e degollada.
'i Todo indica que a desgra.-aia menina fo
a..!a 11 or s.'ih assassjttds. Os porcos ju ti-
niiiui devorado algumas partes do corpo da
bwc i
!>i ewa s rojbara n dous Cobertores.
>_">' |ontomente este duplo erime teve por uni-
r ti ii a riofaijSo da mi.a, por issn que o velho
cri -. lito pobre.
<_ tos-i i > 1 i.is apjrareceram.
Hi';iu'ili- Ii Para^aajr. A corres-
n t-i:i;i de Londres pan o Jornal do Co-nmcrcio,
da erW. diz:
i i itltim i empro-itiino do Parauuiv, na impor-
ta ici i de 1,0 0,000 e ao uro de 8 0/o. cmtttido a
810;\ acaba debaixar a 36 0/o, isto, est soffren-
A> um deseo :o de 6i 0/o O emprtstimo anterior, da
qaanqa .!e 2.000,000, tarabem a 8 O.'o, o emlttido
a 3 O'n. acha-se cotado a 30 O/o; elevndose o
drsr intn em prejuizo do me^m 70 O/o-
r Para pagar o dividendo destas ohrigacSiis, se-
na h necessarias annualmente 300,000, somma
ridentemonte muito em despropor^ao com a re
eoita di Paraguay, a oual regularm-nte ncnlmma
, q:-! .steja averiguara.
O Iran mi Rhnr Pli'te Jftfl occuoand i-se
com este assumpto, provoca o governo do Para-
guay a que expinha qnaes os recursos di paii, e
ai provide.ieias dadas para satisluer a taes co-n-
premiss. P.i.i I mura que se pretendo emballar
os atembados com a esperanja de que o Brasil
ni aC mfederaejo Argentina i-itervirao favorave -
in mte e ii referencia a estei empenhos, assummdo
para e.ii o Pir.igaay umt attitude poltica diffe-
rents la rne maniTe-tam actualmente, diz depois
d- diversas nutras e >itderae5ej:
' K" ioteiramente destituida de fundamento a
Opnrto de que Brasil ouaConfederacao Argenti
ni k|) >le m >lificar as suas relaces polticas para
cura o Paraguay de modo a atlrahircm parte da
Tespin-abilidadc desta repblica em relevamento
dis emoresii nos, que contrahie.
B" evidente que nenhum destes dous estados
assumi- o protectorado do Paraguay ; e muito
menos dividirlo ambos entre si o seu territorio.
Alem de que nenhuma ba*e ou razit snBciente
ba para que se forme um tal juzo, notorio, para
quivii eonlieeeas clrcumstanetas polticas que con
carrera nesta conjunctura, que um accordo neste
sentido, entro as dua* potencias em questao, in-
tecamente impnssvel. A rea do Paraguay a
ultima na America Meridional em relacio qual
estas deas naQoes pdaeriam entender-se. O stalu
qua a posico mais con enieute para ambas ; e
isto Ibes o bem patente. O protectorado exercido
por qualquer dellas, nffenderia aontra; e se a idea
da dvjMM nodesse ser escoHiia, as. diflleul lades
m iteriaes da de.ipaeo ios respectivos limites, at-
ientas as mutuas preteacSes e rivaldade, a torna-
nam impraticavel.
Um simples lance de olltos para o mappa bas-
ta para tornar intuitiva esta verdade. Bemais,
qualquer que fosse o novo plano poltico, porque
se deixassem seduzir, accarretaria comsigo taes
despezas, qne faria recuar a qualquer das raes-
mas. Jcin a antecipacao de ter de pagar em tal
aso os empreslimos cofitrahidos pelo Paragnay
por se turno adminiculo que a urna ou Ostra
jx-ssa parecer indiferente. Abstenco completa
de qualquer mtervenpao nos negocios internes do
decurso de fallenea.
Itecorr^ ltc 0 .,7.0 especial, recorridos Fsi'rt'ira
.tres*
19o
^r^t^A^^M^M.'m^d?i^^v!
. balanco o ^ p9recp,
prHHp da s^;rab!a gera,
os por aits*;intdj>.ae.
a. Tfk
pelo Ex*.
_ e tpprdv.ii* nanirneiaeu-
tjao o ticcoB livencJEm
^ a revista qjvel n. .,
Tt3tes,xfloso* ti rcfctrtus eates autos de re-
vl* ivo|k qtre D*rt*s, reeorrente a ftzeud pro-
vincial de Pirnambaoi, e recorrido, ^utontetos
d figuelrede ; concodem revista pedida par nui-
I0B f. /O U II. WT. J pi)ll|1IIIIIIU, 5CTiU(T7W^W^WU
recorrido nao poda querellar do testamento trans-
cripto a fl. 33 v., sMe^ /e*se ireteridop ainds
que seu pai o tesUaTiQ? lecoaliSf e pfilho
ppe
i&kGmml- Tj^lK-llantes
Carvalho coutro, appollada
Jur,y.
Francisco.
De |. J
noel de AnaM
Da refjf-Ai
Menezrs**''il;dlo R
irocedeote.
Do Sabrtl. ;||ipe
appelipio juizo.-
\I>'ABpPrctaJ-A|
a,S|*pellad4*
De Mulares
ao4o
Vielor FerreTra"ifl a juvti^a. A novo
appeHado Joio
a|pelladn|
ry.
to Tbe,ipfcllp de
da SJva.-Ifn-
contorme a dlsposISSo*'do* 3ecrcTo 7Jo~ii dTagost
de- t83t, ubrigftdo a pagar -e-oeW/la Itoranoa, 1
de que o airar de 17 de junho de 1809, somente
iseutott os descendentes e ascendentes que podem
succeder ab intestato e nao ampliou o beneficio
aos flltios spnrios, ento incapazes do> qualquer
successao. Remettara-se os autos rclc.ao do Rio
do fatoeiro, que deUgnsm para revWao "e doro
julgamento.
Rio de'wetro, em J3 de agoste do 1873.
tirito, presidente. Mariani, vencido. Bno
i' th*IWrr Sondes da Silca.'-~Tio. Albuquerqtit, Venc
do. i Barbosa. -^'Villares. Kri*. Cer-
qtu>mi. "
Nessa mesma sesslo fo julgada a revota erime
n. 8,138 (de acertrdios da relaeo do Maranhao).
Hoi-nrrente, Domingas Mara da ("onceic, 5o re-
corrido, Loarenfo Teixeira Alves -de Miranda. ^
Juieos, relator o Sr. Messlas de Leae e revisores
os Srs. Cerqdeira I^ite e Barbosa de Oliveir'a. ig
o aci'orJio; *
Vistos exporta e relatados estes aute3 de re-
vista erime, entre partes reeorrente Dominzas Ma-
ra da Coneeicto c recurrido Lourenc/) Teixeira
Alves de Miranda : denegara a revista pedida por
nao se dar nallidade manifesia ou uijustiea noto-
ria no accordo recorrido ; porquanto, tendo a re-
eorrente dado qneixa pelas nffensas physras, ex-
pondo na sua peticao Indas as circunstancias que
acompanharam o facto, inclusivamente as injurias
verbacs, e tendo sido julgado Improcedente esse
processo, manifest ipie pela connexao dos cri-
mes nenhnm direito assste reeorrente para dar
urna segunda qneixa por m facto cajo comed-]
ment -era da compet-ncia do jniz a quem firi
apresentada a primeira queixa, e da qual era urna
parte conjuncta o facto das- injurias ; portante, o
accordo que annuHon o processo b*m decidi.
Rio de Janeiro, 7 de agosto de 1873" Br7o,
pn^sidenre. [o, vem-ido. Ceraneira, venci-
do. ft'//'wd. Bnrffo de Montscrrutc. Vei-
na. Cos/'i Pinto. Vahletaro, por ontros fun-
damentos. SimSfi da Silva. Coito. ~ Alba
ameran*. Mariani. ^
.Scie dora Sabbadn (13 do corrente") s II horas da manlia
havern ses-so nesta sociedsde para designar-se o
dia em que ilve ter lugar a eleioto dos membros
da mesa, c->nselbo director e coni.nissSes. e bem
assin raarcar-se o dia para sua installacao.
Pencdr. Recebemos bontem de Alagas
nra telegrammn, communicandonos ter abi che-
gado essn vapor da rnmpanhia badiana, deven Jo
humera inesnio largar com destino a esta pro-
vincia.
Charco.Reeomraendamos ao Sr. fiscal de
Santo Antonio um bem ptrido c bem" fedrenlo
j. que existe, era urna das casas da travessa do
largo ilo l'araizo : a visiiiban/a est prestes a
omijrar.
Volimtaviedade A repartilo da poli
'ja apresent m-se (tontera um eserivO de Lino
Ferroira da Silva, de nome Amtelo, aim de de
elaiar ter sido elle o tssassno de Antonio de la I,
iimrto n i termo lie l'o d'Alha em das do mea de
agesto ultimo, c fo recolbido casa de detengso.
II nni-in -Rm 27 do raez prximo lindo
fot as-assinado Antonio de tal em Ierras do cn-
genho Musserupe do termo de l'o d'Alho.
O assassmo o de que trata a noticia cima.
Evaso Das i para as o horas da larde de
7 do corrente, na occasiao em qne se fazia o ser-
vgo de fachina na cadeia de Pao d'Alho, os |>re-
a a Banoel Cuca, Antonio CassoJa, Manoel Hercu
lao e Galdino arrujaratnse sobre a guarda e
conseguiram evadir-se, ferindo gravemente no
acto da fuga ao soldado los Severino de Santa
Auna.
Bra virtude, porra, de diligencias inmediatas,
dos qu.alro evadidos caplurarain-se poueo depus
os dous ltimos.
rotera. A' que se acha a venda a 66
beneficie da igreja do Livramento de
que corre uo da 13.
C isu lo detenco.Moviracnto do
9 de selembro de 1873 :
Existiara presos 322, entraram 6, sahiram
existeni 314.
A saber :
N'acionaes 219, mulher'es 13, estrangeiros
ese ravos 36, escravas 4.Total 31 i.
Alimentados a casta dos cofres pblicos 271.
alovimento da enfermara do dia 9 de se-
teno bro de 1873.
Teve baixa :
Patricio Jos Ferreira, sarnas.
Ti vera m alta :
Manoel Jos Barbosa
Franc.sco AfTonso de^Jesus Bandeira.
J'assu^elros. -0 vapor brasileiro Curur
pe, vinilo de Mamanguape trouxe
Quiteria Flix I)arb*sa,
ojfry-
nte llKioel Mathias le-
la. >fc*mijcade*je.
-Appellante o juizo, appellado Ma-
Imp||iciM|enlL _, t A i
Pao d'Alho,
du
14,
42,
iri-
Nicolao Feris, Gassiano C. da Cunha, M. B. Dan-
as, Jos de Souza Silva, Antonio Soares.Jos Fer-
reira Draga, D. Anna Mara Gav.ilcantc, Theod
Braz-r, Andr L. Leo, Vicente F. do Oarval
ioaiiuim Jos da Costa, Joaquim N. da Sil
^ -------------- -ir- ti' nuijviio ii ii i ti'i.i \jt
Paraguay, ainda mesmo qne poss? ter por prete*-
lo a reduecAo da anarchia, nesta questao a me-
to
Ihor poltica que podem seguir em qualquer'tran-
se, tamo o Brasil como a Confederae.So Argen-
A interferencia d um ou outro destn estados'
sera o signal da gae/ra enrre eltee 11
Bepartico das obras publicas.-
li se acha im exereiejo do CargOJIe thesenrerro
desta reparticao, para que foi ltimamente Romea-1
do o Sr. Antonio Piobeiro de Mendonca.
Santa Cosa. Peranio a i*nta da Santa
i.asa deve'ter lugar boje a arrejnj.attci) do serv-
o fnebre desta cidad, cuno'ja por rezes temos
^anunciado:
onslto tle Investiguen.-Comecou
i a funceionar, no eommamfo das armas, o
de investigaejo a que foi mauado res-
oro
ho,
.. a, Ave-
hno T. de Oliveira, los F. das Neves, Amazonas
do Laceida e 1 criado.
Ceiuiterio publleo.Obituario do da 8
Jo corrente :
Antonio da Costa Keller, preto, frica, 85 an-
nos, casado, S. Jos ; hydropUia no coracao.
Ambrosio, preto, Pernambuco, 33 annos, casa-
do, S Jos ; varilas.
Rrancisco, preto, Pernambuco, I mez, Boa-Vis-
ta ; marasmo.
Francisco de Salles Alves Corroa, branco, Per-
nambuco, 61 annos, casada, S. Jos ; anazarca.
-rtKllMl'A J ltKJIARIl.
T!I\AI, DA fllIU lo
SBsS.iO DE 9 DE SETEMBRt DE 873. -
RKsia.K.NCIA DO KXM. SR. CO.VSELHKIRO CASTAO
SANTIAGO.
Secretario l)r. Virgilio Coelho.
As 10 horas da manba, presentes os Srs. des-
erabargadores Lourcn;o Samiago, Almeida Albu-
querque, Domragues Silva, Reguera Coste, Araujo
Jorge e Neiva, faltando com causa Sr. desembar-
gador )oria, procurador da eoroa, abri-se a
sessao.
eoowHto
pou.ler o Sr. teaenle-corone lexandVe Augusto
de Fras Villar, sendo eomriosjo dos Srs. bngadei-
T Hygmo Jos Colbo, coronel Jos Mana Ildefon-
so JiCTirae da Veiga Pessw e Mello e tenente-co
rooel .lebaitiio Anumio do Reg Barros.
immoraildad. Moradores da ra do
capioarihe *e nos qneixam do mo costume une
tera o iioraeag encarregados de de=carrega ea-
noas de carvp ou de materiaes no caes da ra do
Mrquez do HerTaL de se banharem no rio nd
a qualquer hora do da, qaando termtoam o ser-
vi.i. iiiringJndo,a*m urna postura municipal
ChampoS flar. is^o a atleneao do Sr. fiscal de
Santo Antonio,
Para a Europa. Com 9 recebidos em
nosso porto levuu o vapor francs njmanthe W
pas Banco Comuierclal. Teve hontera la-
gar, I hora da tarde, a primeira rdiillo da as-
enibtea goral dos.accionistas deste banco, convo-
cada p-evamente e do cenformidade com sen?
estatutos para. 10 do correnta, aflm de seren apr-
senla los o rlatorio da directora, balanco das
pera.oes at 30 de junfaiv prximo passado e o
pare:er. da commis'fto ffseM ; o comparece:,
Srs. accionistas por si e par scus procuradores
repraenundo 4,270 acedes, foi constitnida a w-
.jembla goral presidida pelo Sr. Joo da Silva Re-
JUIGAMBNTS.
Recursos crimes.
Recrreme Francisco Boaventura da Cruz Lou-
reiro, recorrido o juizo de direito do Reeife. Juizes
o* Srs. deserabargadores Domingues Sifcra, Regue-
ra Costa, Almeida Albnquerque e Loareneo San-
tiago. -Improcedente.
Hecorrente o juizo de direito do Reeife, recorr-
do Luiz de Frailea Jnnior. Juizes os Srs desem-
bargadores Lourenpo Santiago, Araujo Jorge, Al-
meida Albuquerque e .Neiva. -Improcedente.
Recrreme o juizo de direito do Reeife, recorri-
do Francisco Jos de Arauje. Joei os Srs. dos-
embargatlores Almeida Albuquerqae, Araujo Jor-
ge, feiva e Doraingues Silva Improcedente.
Recorreate o juizo de direito de Penedo, recor-
rido Manoel Nunes de Oliveira. loiMs os Sm
deserabargadores negneira Costa, Loarenrx> Saa-
tiago, Heiva e Aranio orge. liOproeedente
Hecorrente Joo Luiz JSeporaacifo, recurrido o
jaizo de direito do Reeife. Juizes os Srs. desem-
bargadores Reguera Costa, Domingues Silva, Lou-
rengo Santiago e Almeida Albuquerque. -Poi a
dtrta diligencia.
Reeorrente o juizo to direito de Paulo Arbnso,
recorrido Pedro Borger Alves da Costa. Juizes os
Srs. desembargados Hegueira C/wta, Araujo Jor-
ge, Neiva e AlmelTJa Albaqnerque Impotedente.
Hecorrente o juizo de djf eilo de Govanna, recor-
rido Cordula T. Lobo Aves de'Soo. itfizs os
Srs. desembargatlnres Aranfo- Jofge, Almeida Al-
buquerque, Louienco Santiago e Neiva Iraproce-
ipaacu
lanterTloaqum Ignaoio
ltica.'*3A'flovo^ary? *^ "
.Appellante o juizo, appella
do Antonio Projjicio^enorjo Villa-Nova.A novo
Da Floresta. .(p'peflanle Cypnao TavaTes do'
.NascimaBto.apptHada a.juitir.a.-A novo jury,
Do Sobral.-Appelh.nte o promotor, appellado
Victalino-GoncalMeS' de Souza. Improcedente.
Da Imperaipz.Appellante o promotor, appel-
lado Tgart Deming l*rra de Oliveira^-'im-:
(irocedente.
Da-^HlependewMa.Appollante o juizo, appella-
3o Ha noel Francisco Barbosa. ImproeedenTev
Ho'Sobral. Appeliasie Antonio Francisco de
Paula Qtiixada, appeilada a just.a.Refurmaram
a s'-nlenca.
De Baturit.Anpellanlc Vicente Ferreira da
Silv;i, appellado o"juizo>Improcedente.
lio Reeife.-Appeliante Antonio Maria Carneiro
LeAu, appollada a jsrie>-VKio tomaram conlie-
eiraento.
De Baturit. -Appellante Paulo Joaquim Perei-
ra, appellado fiabriel Geraldo de Carvalho. Con-
tlnnada sentenca.
De Iiiliauuus. Appellante o juizo, appellado
Joo Gongalves Vianna. Imiirocedeute.
Do Buique. -Appellante Manoel Feitozados San-
tes, appella Ja a justiea.Reformada a seutenm-
Appellaeftes cives.
Di Recite. -Appollanle Joo Martins Ponte, ap-
pellada Maria Adelina do Espirito Santo. es-
prearam os embargos.
Do Reeife Appellante Jos lacome Tasso, ap-
pellado Francisco das Chagas Salguoiro. Conlr-
raada h sentenca.
Uu JiudxAimullaulo Jos Ooujaives da Cruz,
ap;-.iajo FraneUco da Uugas Salgueiro. Re-
loei; .-e au jiH dedirijituaquem qoaipetejulgar.
i: iiiiii.i.i.Appe.ll.uUes Jos Amoiii i da Silva
Ai-rluli e'uniros, appellado Beltarmino fercira
Ui'uiguol. i;..nlirigad,'i;i sote*e*. >
Do Passo de Cajuarandie. -Appellantos Dr. Am-
bruzlo ffaclido da Cuilia Cavalcanti e outros, ap-
pelladus D. Carlota ACcioli de Barros e seus filhos
- Hecvberam os embargos.
Da de apparecer.
Do Reeife.-Appellado Jfe da Fonceca e Silva,
appellante Manoel Januario de Arruda.Julgou-sC
deserta a appella^o
CASAf.R.NS
Do Sr. desembargador Lourenc) Santiago ao
Sr. desembargado! Aluieida Aljniquerque :
Do Penedo.Appellante Jos Francico Pinheiro
Caz, appellado l'Yanciseo Manoel de Lima.
Da Lagoa-N'ova -Appellante major Antonio Jo-
s de Oliveira, appllados Braga (jomes & C.
De Oiinda. Appellante o juizo, appellados Ma-
nuel Dioni/.io (Jomes do Reg e a prela Catharina.
lio Reeife. Appellantes Souza h Guimaraes, ap-
pellados Francisco de Paula Uclia Cavalcanti.
Uo Sr. descmii.irgador Almeida Albuquerque ao
Sr de>embargagador Doria :
Do Recite. -- Appellante Jos Maria Sodr da Mot-
ta, appeliado Dr. SymiJirumCesar Oiulinho.
Ao Se desembargado!- Domingues Silva :
Appellaeoes criines.
Do Cabo.Appellante Francisco Caetano Ribei-
ro, appeilada a justiea.
Ou Reeife. AppellanlJ Manoel Felippe dos San-
tos, appeilada a justiea.
Do BonitaAppellantes Manoel Antonio de Lu-
na e outros, appeilada a jusiii.a.
i 'o Sr. dse nliargador Reguera Costa ao Sr.
desembargado! Araujo Jojge:
Appellaeoes crimes.
Appellante Manoel Antonio da Silva, appeilada
a juslica ; appellante Francisco Luiz Goncalves
Ferreira, appellado Pedro de Alcntara Velloso;
appellante o juizo, appellado Pelronillo ancio do
Nascimento ; appellante o juizo, appellado Jos
Mende> de Lima ; appellante Jos do Souza Cas-
tro, appeilada a j estica ; appellante o juizo, appel-
lado Gabriel Ribeiro dos Santos; appellante o jui-
zo, appellado Jus Joaquim da Conceteao ; appel-
lante Joaquim Baptisia Negrio, appeilada^a justiea:
appellante Zacaras Jos Tenorio, appeilada a jus-
tiea ; appellante Oct.ivano Vieira do Espirito San-
to, appeilada a juslica; appellante o juizo, appel-
lado Manoel. escravo do coronel Lucena ; appel-
lante o juizo, appellado Antonio da Silva Campes.
Do Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gador Lourenoo Santiago :
Do juizo de direito de Iguarass.Appellante o
juizo, appellado Pedro, escravo do Dr. Antonio de
Serpa Brando.
De Pao dos Ferros.Appellante Luiz do liego
Leite, appellado Domingos Alfonso Batalha.
Diligencia erime.
Ao Sr. desembargador promotor da justiea :
Do Cabo. Appellante o juizo, .appellado Manoel
Flix da Silva ; appcll nte Joo de (Jueiroz, appei-
lada a justiea.
Da Imperatriz.Appellante Miguel Martins dos
Santos, appellado Vicente Correa da Silva.
Diligencia civel.
Ao Sr. Dr. curador geral:
Do Recite.-Appellante o juizo, appellado Fran-
csco Boaventura da Luz Loureiro.
Assignu-^se dia para julgamento dos feitos
seguintes:
Appellaeoes crimes.
Do Recite. -Appellante Manoel Primo dos San-
tos, appeilada a justiea ; appellante Antonio Maria
Carneiro Leo, aopellada a justiea; appellante
Ciaudino Jos Alexandre, appeilada a justiea ; ap-
pellante o juzo, appellado Hilario Francisco da
Silva.
De Camaragibe.-Appellantes o juizo e Manoel
Lncas., appellado Pedro Augusto da Silva ; aopel-
lante o juizo, appellado Francisco Jos da Silva.
Da Imperatriz.Appellante o juizo, appella los
Jo? Thomaz de Faria e ontro ; appellante Joa-
qun! Soares, appeilada a justiea.
Do Traip.Appellante Jos Frederco Diniz
Bemviudo, appeilada a justiea.
Appellaeoes cives.
Do leo. Apoellante Jos Pedro Alvos da Silva
apiiellado Manoel, por seu curador.
Do Rocife.Appeliante e appellado jumamente
Prancisce da Silva Reg e Joaquim Jos Bapiisia.
Encerceu-se a sesso a 1 hora e meia da Urde.
Horneado.
> De-De Lallhacar & C i da'homeaQo
fle se caixeiio, j so achaHo nngo o sello devi-
jlD-i,r.'ceda-5e ao regi>lr... ,u -
De Antonio da Silva Ran.#tfcgegntro da nomea-
Cao inclusa. Regstrese a nomeaclo apresentada
pelo supplcante, que nao provou cora documen-
allegada^|eDia*rde dojreaimitvs
laudo o
fedo.
ho, chido
pedind
desem
De
do
_rst*BHecido eem
rpathanperatrif,
nmarca*te.-Ysla aoSr.
Vaaeeaeellos,sabmi
tribimsl tga-j
utonio Si
ura^Ses jju
rgino done
41 annos d
e pharm
ricula de,co
lor fiscal1
Joaqui
vpa dovJ__
mas considerac.5cs sobre o pareeer qneo SrTbr.
llandMMe* mtidar os'Srs. sTjpqjremes
Figneiredo, lefio Rr^a e Ribeiro de Brizo, aui de
comnarecerem na-^io\inia sesso administrativa
djP Jr't*M>jwlMW ^r lugar no dia 9 do
corrente, as ID oras da manba, afim de ser toma-
da ai .eonsideraco- a presente petiza o.
De Joo Capistrano de Oliveira e Jos Joaquim
Qoacalvas de Bwtos-Filho, submetteiMtO'a.regiPtrt)
distrato da sociedade que tinham sob a firma
saj9es bancarlas e lprnandq-se .ebncorrid pojas
respeitavei casas desta praca, serlo obtdos resul-
latios Dial) lise-ngeiros.
As contas princpaes tiveram o segu nte resul-
tado : .
Catea
Por entrada.
Por*sahid,
13381572
" 933
Vista, ao Sr.
loff Capistrano da Oliveira. di C.
desembargador fiscal.
De Pedro Bruno Sauwquez & C, registro do
seu contrato m B nunaudia, que juntara -Vista
ao Sr. desembargador fiscal.
Replica de Paulo Jos Gomes e Manoel Joaquim
Lobato, par. ser registrado o sen contrato. -Nao
tem lugar o que tequerem sem deelaracao ex-
pressa no .contrato, no3 termos do parecer fiscal.
Autos de moratoria do Antonio Joaquim de
vasconcellos.Adiados at o comparecimento dos
senlwres ue teem de tomar ronherimento da
preteneao do snpplicante Vasconcellos.
ROM O PARECER FISCAL.
Requer meatos :
De Paulo Jos Gomes e Jos da Costa Bispo,
registro do seu contrato. -Seja registrado na for-
ma do decreto.n. 4394.
De Domingos Joaquim Ferreira Cruz e Joaquim
Ferreira Valente, registro do dislrato da firma
Cruz Nogneira & C-Reg-lre se o distrato em
conrormidade do decreto n. 4394.
Summario exofflco por falta de cotaces eon-
tra o corrotr Francisco Jos Silreira.-o pode
ter lugar o julgamento, por nao ter comparecido
o Sr. supplente S Lelto, como cima foi decla-
rado.
Nada mais ha vendo a despachar, S. Exc. o Sr.
eonselheiro presidente encerrou a sesslo ao meio
da.
Saldo
Por desceios.
Por cubranca
Saldo
Letras descoatadas
A' ordem
Mee
Saldo.
tetras a receber.
do banco. .
P3:5Hi977
9:240*678
524:285/597
' ------
1-D Cf '>'"'
8io:008|999
737:036*223
89:546*770
Sacadas).
Recebidas
Letras caucionadas.
Saldo
69:000*000
oi: 300*000
14:500*000
DE
e approvada a acta da precedente
dente.
PaH
soltura.
1
. Rabeas corpus.
Antonio de Brito Lyra. Coneederam
Aggravos de fie'
Aggravante o curador de Peffifcprta. Jures-os
Srs. desemjiargadores Domingues Silva, Neiva e
Loureneo Santiago Negon-se provimento.
Tribunal cle> oomiuerclo.
ACTA DA SESSO ADMINISTRATIVA DE 4
SETEMBRODE 1873.
PRFSIDt.YGIA 00 F.XM. SR. COUSEtHEIRO ANSELMO
FRANCISCO PIBETTI.
A"s 10 horas da manh, presentes os Srs. Re-
putado secretario Olinto Bastos e Lopes Machado
c o Sr. supplente Alves Guerra, faltando cora par-
ticiparlo verbal o Sr. supplente S Leltao e tendo
comparecido o Sr. desmbargador fiscal, S. Exc.
o Sr. conselhoiro presidente declarou aberra a
sesso.
Foi lida
sesso.
BxPKBiEfrre.
Distribuiram-etwsegulntes hvros :
Copiador e diario de Qumteiro 4 Azevedo, co-
piador de Braga Gomes & C, dito de Fernaades
da Costa & C
BRPACHOS.
Requer lientos :
tte Castro 4 Antunes, a^ra certiflear-se Ihes
estar ou nao registrada a raeagao de sea eai-
xeiro Paulino Jos Antunes.Certifiqese o qoe
constar. ^
De Manoel Jos dos Santos, tanrbem para dar-
se-se eertidao da nomeaeio de seucaixerro Theo-
dora Jos dos Sanios -asse-sedo q*e constar.
De Leodegario Liberato -Perelra (^Idaa, ignll'
mete er:dao da nofaeafeio' de carxefro corieedl-
-da a Joaquim Tbodorir Aires.Como requer
Do bario do Livramento, da mesma fbfma eM
tidao da nomeaeSo de seu caixelro Manoel do as-;
cimento-Ar njo. Na forma requerida.
De Domingos Joaquim Ferreira Cruz, ex-sOcl
da firma Cruk ffogueira 4 C, pedmdo permiisio
para co&maar- a'EScripiurar not tirros im tartt-
ram aquella firma. Como pede quanto I escrn
que se fizer depois dos termos de transferaJcia.
isto depois -de sna difo. "
Do Manoel Ba AbrSi e Lima, p?oDMo o re-
fislrs da ooraeaeso junta de sen caiseiro.-ftefi-
IKIll.AIOBIIO
DO ANCO COMMERCIAL DE 'EIINVMBUCO.
Senltores accionistas do Banco Cpmmercial de
Peinambuco.~Em cmprjmento do dsposto no
art 39 12 dos estatuto* deste estabecimenlo, que
temos a honra de dirigir, cabe-nos o dover de
apresentar-vos o relatoro das oecurrencias e ope-
raeoes havdas no prraeiro perodo do comeeo de
sua existencia, at 30 de junho prximo passado,
3ue consideramos como o primeiro annq social
este banco, afim d serem regularisadas as po-
cas prefixadas pelos mesmos esta tutes.
Reconhccndo os Srs. cons'clfieiro Joao Jos dos
Res, Luiz de Mattos Pereira e Castro, Bikini Hinie.
Jos Martins de Carvalho e Francisco Munz de
Souza, a nece.-sidade do haver nesta praca um es-
tabeleciinento baocari nacional, cunfeccou;iram
desde logo os necessaros estatutos, obtiveram o
preciso numero do subscriptores para as 20:0:10
aecocs da primeira serie, designadas para o Ro de
Janeiro, e impelraram de guverno imperial a res-
pectiva appruvacao, que fo concedida pelo decre-
to n. 3,017, de 17 de julho de 1872.
A creacio deste banco vcio prestar um valioso
auxilio ao cominercio desta praca, e por tilo im-
portante servico sao' credores dos maores luuvores
os seus dignos incorporadores, especialmente o
Exm. Sr. conselheiro Reis, hoje Visconde de S.
salvador de Mathozinhos, iniciador d idea e seu
principal executor.
Preenchidas, na curte, as formalidades legaes,
nomearam os mesmos incjrporadores, para direc-
tores do banco, nesta provincia, onde sua sede,
os Srs. commendadores Manoel da Silva Santos,
HenriqueBernardes de Oliveira e Joo da Silva
Regadas, que deram principio aos trahalhos prepa-
ratorios em 12 de agosto do anho prximo passado,
abrrado a subscripto das I:0oM accoes da 2* se-
rie designadas para esta cidade, llcando a primeira
chamada de 10 0/0 do capital do banco..........
(6,0 '.0:000*000) at 28 de setembro do mesmo au-
no, solicitando do governo da provincia a indispen-
savel provsio para a abertura legal do Bartco, e
tratando dos domis misteres para entrar as ope-
rarles que Ihe sao facultadas pelos mesmos esta-
tutos, o que tudo conseguiram satisfactoriamente,
sendo afinal declarado pela presidencia da provin-
cia legalraente constituido o banco, a contar do dia
4 de novenibro do dito anno.
Nao se podendo conseguir por compra era por
aluguel, apezar das diligencias empregadas, ura
predio em cendicoes apropriada's para funceionar
o estabelecmento, tevo este de ser intallado no
primeiro andar do prdio n. 1 ra do Vigario,
onde anda se acha; porm em breves dias ter
de. passar-se para o pavimento terreo do dito pre-
dio, que mandamos preparar com economa e de-
cencia.
Em 3 de dezembro do anno prximo passado
realisou se a entrada da segnnda chamada de llf
0/0, e em 20 de fevereiro do corrente anno a ter-
ceira tambera de 10 0/0, ficando assim realisados
30 0/0 do capital ou 605000 por accao, no compu-
to de 1,800:000*000. que julgamos ser por ora
sofflciente para as necessidades da praca.
Para exereer o cargo do representante deste
banco, na cOrte, a que se referem os estatu-
tos, foi nomaado o banco commercial do Rio de
Janeiro, que tem sido solicito no desempenho desta
msso, recebendo as prestacSes dos Srs. accionistas
por 0,000 ac.es da I serie al registradas, que
forara aerapre realisadas om terapo ; fazendo
promptas remesssas dos fundos deste Cauco, e de
tudo dando satisfactoria suluco, o que com prazer
vos _scientificamos.
Sao correspondentes deste banco : em Londres,
o London 4 Cou'nty Bank; em Portugal, o Banco
Umao, do l'erto, e sua caxa filial, em Lisboa, e na
Baha, o Banco Mercantil.
Por incommodos de saude teve de ir Europa o
Sr. commendadtr? Henrique Bernardos de Oliveira,
1"e resignou o. cargo de director deste banco, em
38 de Janeiro do corrente anno, sendo preenchfda
a vaga que deixra na directora, pelo actual di-
rector Antonio Jos Leal Res. Pela mesma causa
tarabem retirou-se, no t de abril detfe anno, o
St. commendador Manoel da Slha Santos, presi-
dente desta directora, a quera, nu podemos dis-
pensar de conugnar aqyj um voto d aprec, nao
so pela solicitude conj que sempre.se prestoua to-
dos os misteres para a tos:al!arjb esfe banco, co-
mo pelos melhores desejos p esforcos empregados
para Seu deseavolWmento'e progrosso. Com a re-
tirada deste listinclo cavajheiro, entrou, para com-
pletar a directoria. o Sr. cormendador Jos da
Silva Loyo, o qual tendo tambem necessidade de
r a Europa, foi substituido, em 23 do mez prxi-
mo passado, pelo actual director Francisco Ferrei-
ra Baltar.
No comeeo do banco fui nomeado o gnarda-li-
vros, por se lorttarem desde logo necessarios os
seus -servico, e em seguida o thsoureiro e dous
escrpturarios dos quaes um tem servido tambem
de cobrador. Todos os empregados teem cumpri-
do seus deveres com *elo e deflicafao.
Tem-se felt) 2S transferencias de 17,613 ac-
coes, sendo de aceCes registradas nesta cidade, 6
transferencias de 315 acedes e do registro do Rio
de anejre 22* transferencias ite 17,a00 accSes, fl-
cando actualmente, ionio veris da relaeo que
'juntamos, 197 accionistas do registro do Rio de Ja-
neiro e 140 dq-regi-tco de Pefnanjt}ueo.
Com petar tos communicamos, que, em conse-
cuencia da suspenso de pagamentos de duas ca-
sas, algumas tetras descontadas na importancia de
18:231*895, deixarara ltimamente de ser satisfe-
tas, pelos coobTlgados nos respectivos vencimea-
ros e por isso tlveram de ser protestadas; e J
contamos que oniros titulos, d igual origera, tc-
rio a mesma s irte ; porem itrlgaraos, que, depois
de liquidad! a r;snpns^bilidiad tids coDbrigados,
o mrjQizo no ser de fraude monta.
"Tendo assim strccia.taqi.eate vos dado conta da<
occurrenfis havilas, passjOOs, a aprosentr-vos o
nalngo daa'operaco"es dvJbaqci fechado em 31 de
junho prximo pausada, acorapanhado da conta do
Idcrs eperdas. oefi qua "vfreis que, dedozido do
lucro liquido as ainor| e despezs de raslalfacan, ^ pqr cento 3oJre_seu
vaLrs, e mais 6 pofcettto pifa fundo de reserva
pernfTtlo. apenas um dividand' de 2*500 por accao,
que vos pareceri mu Uniijado se nao atteuderdes |
Aceitas.
Pagas.
Saldo .
Letras por dinheiro a juros
i
23:697*220
5:344*970
18:332*230
Cotilas correntes
Enirado; .' '. .
Sahldo......
Saldo
por dinheiro a juros.
. 30:54*I70
. l7.W0*74O
162:393*430
Entrado
Sahido.
Saldo .
Conlas correntes simples.
67:990*140
58:840*5I4'i
9:130*000
E quanto se nos offerece trazer ao vosso esclare-
cida conhecimento, e se necessitardes de mais al
gumas nformaeSes, a directora ser solicita em
volas ministrar, esperando Ihe facaes a justiea de
crr, que, se o resultado deste primeiro periodo
bancaTio nao mais prospero, nao de corto por
falta de sinceros e desejos esforcos.
Banco commercial do Pernambuco, 7 de julho
de 1873.
Os directores.
Joo da Silva Regadas,
Antonio Jos leal Res.
Francisco Ferreira Baltar.
Balando do Banco Commercial
de lVriutminar, em 3t) de jii-
ulie desta.
ACTIVO.
Accionistas...................
Letras descontadas.............
Letras a receber...............
Letras caucionadas...........
Valores depositados............
Despezas de installaco........
Movis........._............
Diversas contas........:......
Caixa.......,................
PASSIVO.
Capital.......................
Fundo de reserva.............
Conlas correntes per dinheiro a
juros......................
Contas crrenles simples........
Letras por dinheiro a juros.....
Caucoes......................
Deposites da directora.........
Dividendos....................
DescontOs.....................
Diversas contas................
Lucros e perdas...............
direuiM Ader*ari*,8Bi*i o mesmo governo,
que os alimenta em suas sine-cuyas !
_KmF*igi*idetoiifiatiea, Cst sempre prometo,
nao lia. d ividar. para airaieoar o g,verno, na;-
mais aperladas conjuuc uras.
Adaiiui a loganiuiidade para cun esse eropre-
gado infiel e andacios, que, se ti vera nob reza de
carcter, ou estara ao lado do governo,' acatando
o*dkvcres I) ni* ;"rT:pr ilnteii. ou leria a no-
lice |oragem de solicil loinissac.
Saalineiite mcriwt v e.nisa*o de certos esper-
talhoes, que julga u de *i para i que podem zom-
bur de todos e de tudo.
De bom grado adiufanus qua u empr.gado pu-
blico, sendo metniod eoi,liaa(% conserve as suas
optoioes poltica* eetfar a a# governo; mas o
que nao podamos soflrdr, por oima alguma que
o empregado de coufanja o qoe vive dos recursos-
do seu oniprego, ouzeTitear eoaUa o mesmo go-
verno, escrevendo catilinarias contra este, procu-
rando desconceitualoe com a penna sempre en-
sopada no fiel da calumnia e da diffamaclal So-
be porm de ponto o nosso pasmo, desde que es-
se empregado interamente remsso iiocumpr-
menlo dos seus devres, e o publico o apota como
um Cilio intil di fortuna e murmura contra elle,
quando o v em passeio a inspeccionar as nossas
vas de eoiiununicaco, que ate buje nao tojn rebe-
bido um s melhoramento de sua iniciativa.
E carao nao hade ser assim, se esse puereter-
nu$, em voz de cuidar do desempenho de seu
deveres, vive cntretido na poltica, como se fura
constante pnssa-tcmpo da occosidade ora que r-
ve, sem applicar-se aos trabalhos di- sua .proOiso,
da quat ahas benr notorio que pouco ou nada
. e)e-tlde st proenrar nos jornaes desta ciladc
eseriptesde oupunlio que iijforraem a governo
e ao publioo do tea z,\<> e solicitude pelas vias de
transporte, as quaw (ousfa a err'l) achara-se eon-
liadas, para nossa desgrana a esse meo, presumido,
fatuo, pretencioso, quasi ignora do quanto diz res-
peto aos seus pblicos d- veros.
Passaui se longos dia seuo metes o os Tran-
sentes a levanlaieni .pievas e censuras contra as
coiiipanliiai, otfrcHhito que esse seuhor dorme o
suiino da nilifforenea e nem se digno de levantar-
se se qer um dia, mal cedo para acudir tos re-
clamos de seus imperiosos deveres.
Desojramos que u senhor fiscalisador nos nter-
masse, non que ganliando o d-jsso dinkeiro, temos
o direito de saber, qual o trabalho era que &e
empresa nessa sua liicai^sago pliantasmagorea
das estradas de ferro e que nao est de modo al-
go*] em re|a-ja* com os fabulosos sentimentos que
percebe, quando tantos cdadaos benemritos ah
vivera nne-ades de pesados encargos pblicos, e
receem um terco dos salarios que se gaba a todo o
mundo de perceber.
Seja mais cuidadoso dos seus devcre< e deixe-sc
do andar deseompondo os seus adreT*arios eo
proprio governo, que nao 1 o abre os cafres do
thesouro para simples regalo e diverlimento.
4,200:0005000
1,524:283*29!)
89.546*776
li:300*'00
35:454*2:16
6:II7*37.i
2:614*332
302:218*081
426:812*619
6,681:378*9.99
6,000:000*000
4:5 0*000
162:393*430
9:150*000
18:35*2ii0
49:454*296
36:000*000
73:0iK)*000
29:61 *27i
235:987*743
11^30*006
6,621:578*999
Demoiitractlo da conla de lu-
cros e pardas, em 30 de junho
de 1893.
BEB1TO.
Despezas geraessaldo. 13:383*420
Despezas de installaeo, 5 O/o sobre
6:439*340...... 321*967
Movis, 5 O/o sobre 2:75**160 137*608
Fundo de re>erva, 6 O/o sobie
75:000*00'....... 4:300*000
Dividendo?, 1 de 2*300 por accao. 75:000*0:10
Saldo para o seguate semestre 11:130*006
104:473*001
Descantes Resulta-
do desta conta. .
Redesconlo dos ttu-
los que passam pa-
ra o semestie se-
ruinte ....
CKEDITO.
128:1185244
29:611*274 98:506*970
Diversas contas Lucros era pe-
racocs verificadas neste semestre
S. E. & O
5:9665031
104:473*001
O guarda livros,
Frncisco Jiaquitn Pereira Pinto.
Srs. accionistas.-A cominsso fiscal do Banco
Commercial de Pernambuco, tendo procedido a
um minucioso exame nos titulos existentes na
carleira ; verilicado a exactido do saldo era cal
xa, e'bcra assim a do balanco geral com a escrip
turaco do referido Banco, que est feita com es
mere, de parecer que soja approvado o relatoro
exhibido pela directora, assim come as contas re-
lativas ao periodo lindo em 3o de junho prximo
pasado, considerado como o primeiro anno bao-
cario, approvando-se tambem o dividendo de dous
mil e quinhentjs ris por accao.
E confiando a cammisso fiscal, que ampliando-
se a esphera das transaccSes, teremos no futuro
melhor resultado, nao pode deixar de manifestar
que a Ilustre directora digna de louvor pelos
esforcos que tem empregado para o desenvolv-
ment e progresso do Banco.
Banco Commercial de Pernambuco, 19 de julho
de 1873.
Luiz Jos da Costa Amovim.
Bernardina Gomes de Carvalho.
Joo Quirino de Aguilar.
Aos latinistas da Provincia (*).
Mirabile genus oppnsilionn Provincia esl !
Nihil parcit simils jornalis, qui cacatus proprie
appellari potest.
Ccala charla titulus erat, quera Calullus cujas-
dam poete roinani libellu dabat : cacata charla
eiiam titulas esl qnera Provincia dar debemus.
Scrptoribus Procinca ab adversariis omnia
mala. Quidquid ab inci ytissimo Preside proviu-
e fit, uuauquam fervidis-irais laHdibus dignara,
male notatur el reprobatur turpssimis verbis.
Idea fmcunda, nobilis. beneca et chntale ple-
nissima, quam heno frmala et noti perversa lan-
dant corda, Provincia ridicabsalur. Provincia
ridet sanctum, inaguun et justnm.
In quem melius Ijuam iu Provincia redactores
conrenil quod in Sanctis Scriptaris legitur et
ipsa 'Provincia ciatunv est: ifMes etis rali per-
der pns dementat f
Isti redactores, qui nec fldein nec criteriiira hu-
bent, quos drgunt panudos lucrus el aacemlen-
di crebra carai jam demenlaii snnt: breviter om-
aino (wrdentiir iu publica opinione, trbido niari.
ubi pollcaj ineptix na vis submergilur. ntonuerc
pHi, jam rrebris micat ignibus atber. '
Ju-ta psna 1
Quousque tndem passur eriinus, Provincia.
Vesuvi improperiorum, lateas cruplines las !
Provincia sentina pernambucensk inipren-
sx ; populas ait, justitiam sic faciens o.
Peisraura odorem dilfuudit illa in aunosphera
opinionis, in ambiente liberlatis. Vo? populo, uisi
armala fuissent abunde hlala.
Provincia raoderalionein praedieal sed insanire
non il.'sunt. Injuriara increpat verlos non re-
bus ; quia dura a;,'gressuF.is vocal scriptores
hujus tarii veneniferis donlibus uoblissmos
caracteres mordet.
J'rooiucia nohis osquora turbal, tempestatesque
sonoras perllat; nos autem |er varios casu-,
per tot discrimina rerum tendimus in unun-feii-
citatem populi peragere.
Vuceni faterum audiinus : durte et vosmet re-
bus srvate secundis
Magna est ncumbentia nostra ; fulgida sidera
nos.illuniinanl.
Nobilissinius Pra?ses, qui nune hanc provinciam
tara sapienter dirigil, aspernalur calumnias veslras
el rebus respondet verbis turpssimis, quie rabidi
scribilis.
Non crescit mendacium in regione veritatis. L-
ber aer merili nocel impro|iero.
Inscrpliones, quas niqier obtulstis in Hos-
pitii demontium lapide insculpendas, invenas ene
dixistis facas.
Rever jampr iem urant facta : eas nsertatas
legistis in funeraria lapide adminslratiunis baro-
nis Villa Bell. Nondum erat adminstrate) doc-
toris Lucen et illa? jara scripla erant.
Res in loco suo. Inscrpliones quas mutua?
daro voluiss inclvtn i-oraendalori Lacena, solun
digna; vestro canssimo diice. Maneant Semper
illa in tumularia lapide administrationis baronis
Villa Bella
9Setembro de 1873. .
Macarroimis
Ilutm.vtissimus asicobum Presids.
HH
PARTE POLTICA
PARTIDO CONSERVADOR
RECIFE, i 1 DE SETEMBRO BC 1673.
O escriptor flnaneeiro da Provincia continua a
divertr-se com as suas locubrac3es de movitncnt<>
de fundos e do dficit enorms, qne condemna a ac
tual adminutracao do Sr. Dr. Pereira de Lu-
cena.
Faz muito bem esse filho do destino, empregan
do a sua vida de recreios e passatemos a chas-
quear da governo, cuja sombra vive, e cutes
proventos largamente recolhe dos eofre publ-
ow.
Assim que passar vida milagrosa como se
fora o feliz ludependente, que nao carecendo de
nnguem, carecem todos delle.
Montado sobre a sote de duas perfetas sine-
curas, urna delicia observar altenciosamonte es>e
Narcuo a enamorar se do sua belleza.
JVo? me tangere a sua divisa.
Inspecclonador geral das estradas, quando Ihe
apraz, va dlvert r-se, percorrodo as vas publi-
cas, cora a raaior negligencia deste mundo.
Durante o trajelo bao do v-lo a entreter-se ou
cora a sua Provincia, ou com alguns jornaes gra-
ciosos e folhetins de viagem ; e assim vai e volta
o gracioso mancebo, para quera a javenmde
dom perenne, sem que os seas bellos olhos iscles
se tenham Qxado um instante sobre o objtecto fic-
ticio de sua divertida jornada.
Admira a coragem, a ousadia de certos sujeili
nbos, que usufruiudo os proventos do poder, sto
cala dia a injuriar o mesmo poder, publicamente
escarneciendo dq decoro e reverencia que Ihe sao
flevidos!
SupponJo-'se inralnoravers em sua elevada e su-
perior cathegoria de entes necessaros, votara o
maior desdem ao^ seua proprio superiores.
Animados pela nimia condescendencia
a qne n'rrr estabelecimento era comeeo os prhnei jlhes deve, por direito de sa'nguc'e nascimento; n5o
ros resultadcn nao podem attiagir a graatfe aJtura, Jse Ihes di de caluraaiarem pela imprensa, j nao
O Hv. deputado Gasimlo I-alio
Em ama publicaco a que a Reforma destinou
lugar de honra, emenden o Sr. Silveira Marlins
dever citar o raen nome de par com o do meu dis-
tmeto amigo Sr. Dr. Paranhos Filho, para a um e
outro attrjlmir n sei que responsabildade por
palavras que l do Rio Grande escreveu o Consti-
tucional e a Nafo transcreveu-as, ao apreciar
com irreeusavel direito que i aprenda nao pode
ser delezo o voto de coHlianca prestado ao gabine-
te 7 do marco pela o|posicao liberal da c amara
temporaria com.urna harmona apenas quebrada
pelo estrepitoso -SIMdo Sr. rtnheiio Guimaraes.
Be o Sr. Silveira Martins se limitara defender,
fizes-e-o embora at contra gravuras de jornaes
Ilustrados, a colierencia que nao ronipeu ao votar
uessa cascada questao, uo explorada que ba de
ser. nao teria eu que ver cara a a jcusucao e a de-
feza.
Mas S. Exc, que nao respondera ao Constitu-
cional, julgou dever responder JVnfoo porque,
alm de viver era inlmidade com o governo, re-
dgida por um lho do Sr. presidente do coaselho
e pelo altertgo da Sr. ministro do imperio ; e a
esta delieadissima referencia ajusta o Sr. Silveira
Mariins nao acreditar que eu e o Sr. Paranhos Fi-
lho tendamos praticado a Lio grande inepcia de
censurar opposiciooistas por volarem com o gever-
no que defendemos.
Por mim e pelo raeu nobro amigo o Sr. Para-
nhos Filho, duvo declarar ao Sr Silveira Mar-
tins que lano menos censuramos o quesUooado
voto, quaalo nos diz a raiao poltica que o gabi-
oete 7 de marco sabera obdecer s boas normas
do governo parlamentar para deixar o poder no
momento em que votos litwraes podessem ter in-
fluido no resaltado da vuta.o com urna certa
influencia decisiva.
To pouco nos causeu estranheza o voto da op-
posico liberal quanto nos parecau singular que o
Sr. Ignacio Manos, j encerrada- diseussao e
inopportunamenle segundo o aviso do Sr. presi-
dente da cmara, aeoudisse a explicar a uature-
za daquello vote e a sua significacio, como se o ca-
so tanto .pedir.
To pouco ainda nos parecen censuravei a atti-
tude da opposico, em se tratando de grande inte-
resa nacional que nab. a.questo de um partido,
e desde aanos discutido quanto nos parecer
ieoffendvo mais'.honrada coherencia politioa o
voto resirtctoe cwodiaioul do distincto ro-gran-
dea!* Sr. barao deau, to injustamente julga-
do pelota. districto do RioxGrando do Sol, como
injustemente o julga ainda neje o Sr. Silveira Ma
nos. *o indicar como motir*s! determinante do pro
ceder daqueile honraro brasileiro inttess*,-con-
trate*, empresas p aues deste quilate.
Nom aJVflf*, a<> menos quo eq aaib*. Iquiqu a
! pwqne vos,
e homens do
sendo latinistas de"- primeira terca
eclenela infasa, \nlo precisis della.
I
'.-

-J
i.
(
(i



Bitfc) e PurnMihaio ~r Quinta feiu 11 de Seuemto de i8ia-
______
si censurar uiio< a pjvisIcA) libela!, Upra qpfven-
r '^wmo^fM^tl^u^aiiuiSIfcrjriNoli-
raria argumedto de seus votos para raa*|er* po-
der, tomasse lugar na votar) SO lado dessa Mos-
tr maioria qje, cima dai nosjas qaestoas de
paftaV, sabe TORucar o grabdoS iKeriWses do
estaio.
O qur ein oi'im lem causado iinpressi, que
isla nao se tcjiua visto sono urna vez.
Bot urna explica?* ao Sr. Sver Muios,
. l>or apartar de miui rejpotisabilidaJos a que Qo
3k tenhrBveja, e tfV nao pos se.no ein
|ne veuho oolla
I
N
'V
justa medid*.
Di i tribuna, e repito,
horado c-mi una Cbrja assi ji.idade para a Nacao
e tao potito me arrependo de o ter fill qirc nio
riscaria, se o p^lessc tazar, urna s das liulias que
teake eserrpro s Jj a Impressid S eoirtcc'Hnhtes
lie dircr-,i nature-za. Escusa d-j o
fjue orcs[jeto aos''hcr.-arlos, qual deve andar-
nas 4*ju*u-t da inoren*, pa.ra hoara desle uo-
tir instrumento da viJa poltica, fui regr de qao
uma-stWee nao me desviei.
Chega al ahi niinlia esponsabilidada ; mas il3o
vai ajm. Np sou 0 redactor da Naro, nem Ihe
aceito a solidariedado levada a tal ponto que au-
torlsc aflribur-se-me, sem maij indagaeao, quan-
lo ijaraalJi escrevem uutros.
.Sao sou tambem AUtr ego do Sr. ministro do
imperio. Amigaos Robra ininisiro desde amis
toura inanea, siuB-utc delicadamente a seu la-
do por mais de urna rzo que nao seria de vez
tirar 4 limpo.
.Mas toiibo urna responsabllidaie que minlia e
someate taraba.
Itio, 2 de setembro de 1873.
P. L. de Gusnuio Lobo.
__
Srs. redactores. -A nio sor a noticia que Vv.
Ss. dera-.M de rainha prisao e procosso na^ua Re-
vista Diana de hotilem, eu por certo ao viria
imprensa com o fim da protestar contra o quo
oetla dizem qnanto ao nao faier eu a continen-
ciaMevida a primeira autoridaJe da provincia, e
ter. faltado ao cortejo efllgie de 5. M o Impera-
dor e ordenado sos meus subordinados, quo tam-
Lem nao compareeessem a ellev
Nanea deixei de cumprir com o meu dever de
multar ; s: u soldado ha 30 annos, e nunca soifri
urna pns J ou reprehenso dos meus superio-
res, c milito menos deixei de cumprir todas as
regras da discipltua e delicadeza para com os
meus superiores.
Appello para a opiniao dos meus collegas i
companheiros.
E' inexacto o ter eu^deixaJo de fazer a conti
nencia ao Exm. Sr. presidente da provincia no
aeto de passar em revista por freute de palacio a
brigada sob o meu commando na parada de 7
do corrente, se nessa occasiao nao abati a es-
pada, foi porque nao me compela faze-lo, nio
s porque a brigada nao era solada e fazia parte
da^uivisu conimandada pelo Exm. Sr. general
commandante das armas, como porque em mar-
eha de revista em retirada, o ha tal continen-
cia, segundo as novas instrucepPs de infantaria,
e convencido estou que se nao livesse cutrprido
I rfcitamcate com esse dever, S. Exc. o Sr. ge-
nera! commandante das aunas, que por" de-
ntis euteudido na materia, nao dcixaria por certo
passar cssa miulia falta desapercebida.
Nao comparoci 10 curtejo, porque eslava com
a carea branca em estado, que julguei nao es-
tar decente de comparecer a um acto da natu-
reza de yin corteiq, e onde se deve comparecer
com a maior deeeucia possivel, o que pode ser
attostatio por toda ifflcialidade da brigada.
Quanto a oiiliaparte, isto de ter ordenado
aos meus offlciaes, que nao compareeessem ao
cortejo, jnlgoo tkt tal natureza quenada direi
sobre crie, pofs nao" merece refutaco. So tal o
tizesse, deven i ser dassilicado de loucooa Inepto,
e nio detejo ter scmelhantes ttulos.
Podia fazer outras considerandos, mas aguar-
do-me para olribunal competente.
Fortaleza tkt B, 10 de se embro de 1873.
O lenente-coronel,
Ali'x ndre A ujusto de Frias Villar.
ui em poder da compa*hf *b eredltodli^re-
vfcci.
Estes 20 conloe de reta serio empreado annu-
alpieate na faetjiri de jWrsde utifidade puMietf
p^ideipiando por fazer casas com ai proporOea
nacessarias para alojar convenientemente os roes-
tres ou meslras do escoN^fcfjimeras lettras e
com bons commodos para receo^f a larga, grande
Damero de discpulos, acabando assim, os apertos
e sofTriinentos dos mestrea e dot alumnos que
passam seus das atnentuados ou aperlados como
sardinhas em tijella, em casas compleuineo im-
proprias e sem espaco snfficiente e indispensavel
a cada pesso e contrariamente as prescripees
hygienlcas coo pablko e la das escolasipimarba exrstenlej ne* oaital.
Quando estiver prehenchido o numero de casas
para escolas .precisas, Da capital, fazer-se-ho ou-
;c:roseniar Iras nos arrabaldes e .as diBierttes localidades
do ulterior.

branco 18
ricas cov,W,lM ^t
oarris ana l,iO litros de aHardentiv
. No ropor Jrtaou smsmtki, para Bww
deaux, earref ou : E. Bass 1 barrica com 16 aba-
cachis e i gaila com difireme* passaros.
Wtirigue portugaei i Wii*), para o Porto,i
carregaram: Teixeira Primo 16 saccas com
1,948 kilos de algOdlo.
4.^Weramcpio. de flm>jb. ttom-i*.^ I l'
Igacao de sobraetter-ae o oontralante ao
IMgameiite das laxas actualmcute cobradas pela
^MMmNMaae
! 6-"J"lS^ii5* de mulla- Qie na ser menor
que 50i000, nem maior de IO0OOO, obre o con-
4fatante nos casos de inWWoiefceia de material ro-
ima tlioiouraria
por quem"tor a
recsa a pjM
praca para
inxer os re-
o rio i
s-rfinsnla
^ i^ euB-iljmjza_q*rt r5es 8^ ""> --
_ i G. Fer-
reir 7 barricas com 33Q kilos de faxnlia- de nian-
boa, carregaram : fT%. P.oto GuTma'raes'"S o que for ^ce^anollfalae TservSo" contra"
couros salgados cott 10^76 Uos; M. G. Fer- taJo se laca com proJpiiL, Sm e lim
dioca.
peza.
ij
Oepols das casas para escolas serao e lili cadas
amaras municipaes, casas para os magistrados
morar, prisdes, raorcaaos, e olis otras obras
que o goveroo da provincia determinar.
A duracao da companbia devendo ser de 40 an
nos, erribora o rendimento da provincia durante
este periodo de annos fleasse somente em 20 con-
tos de res esta verba producir em 40 anuos 800
contes de res provincia, os quaes serao repre
sentados por edificios de grande ulilidade publica.
Sem confaf dlreito que ella teri sobre o resuf-
tado dos 8 por cento em reserva, que podro
andar em rouito raaior quantia, em oecasio da
liquidacao no tim de 40 annos.
E' de esperar que a prxima futura assembla
provincial accolher devidamente nosso presente
projecto, e se apressar em decrelar a lei, que con-
ceder provincia a autorisaco de entrar na
companhia edificadora dessa provincia com 500
conlos de res representados por oOO accoes de
um cont de res cada urna, creadas ad hoc, pela
raesma lei.
Accolneodo favoravelmente nosso projecto a pr-
xima futura assembla provincial abrir a porta
a melhoramentos iuesparados e sem pesar sobre
os contribuimos e Ihe dar, oeoasiSo de prestar re-
levanlisiioo sorvico a provincia.
ltecife, 10 de setemb(o de 1873. .
F. M.Duprat.
lurelizes viclima tiwmo ehrouioo.
Porque soffreis tantas dores,- e porque gas-
taos intilmente vosso dinheiro em medi-
camentos incapazes de vos curar?
Vossa melestia nao tem outra origetn se-
nSo no sangue viciado.
Paaificai o sanguo com a salsaparrilha
Ayer. Se vos tomardes este remedio com
regularidade e constancia, ficareis cu ra-
dos.
Experimental.

Para os portot < interior.
~ Para o Arajaty, no biate brasjleiro Dos te
bu*,, carregou: J. Druno 25 barricas, .com 1,600
kilos de assucar renado.
Para Macoi na baiicaga Vernica;ia Gloria',
i carregaram: Silva I litros de agurdente.
-* Para^amanguape, na baccaca fior de Ha
rita carregaram '. B. Gomes 4 C. 1 volumo com
25 kilos de oee. .,.-,.

UPATAI1A \>k ALFANRGA .
Hendimeulu d<> da I a 0 C:fr!26!
dem doflja 10 ..... 2:173f(M4
*

,, (h liilm*o55
VOLUMES SAH1D6S
No di 1 a 9 .
i^imeira porta no di 10
Segunda porta .
rerceira porta .
frapiebe Conceicao .
. .
io tramebe
a .sF.RyC-
Vvarengas. descirreiadas i
da alfandejra o da I
Qitas ditas no dfa-ttJ .
Navios atracados on tran. da allanduga
\lvarengas .
So trapiche Conceico.....
IIKIEBEDOIUA DE UENDAS INTERNAS GE
R.\ES DE PERNAMBUCO
endimento do dia 1 a 9 0:S9aA788
'4em do da 10. ... 1.138945
As multas serlo Impostas pelo
da Sania Gasa encwregado da
rntobro da junta
..-gado da Iscalisacao desse
servico, liavendo recurso para a junta, e da deci-
sao desta para u presidente da provincia,
7." A imposica de maii de dez multas dentro
de um anno, por qualquer um dos motivos ex-
postos dar lugar rescisao do contrato revertendo
todo o valor da flanc.a prestada em beneficio da
Sania Casa, a qual far novo contrato, ou realisa-
r por si mesma o re>H9C.t|yt servio, conforme
resolver.
8." Em qiialquer do* casos lloara a fcanta. Casa
desde o momento da rescisao, na posse de todo o
'material e accesorios respectivos, por lempo min-
ia spprior a sejsnie*^, pgando atitulo do alu-
guei;auuil[o,i|.iieri;^rtMJo ; e no'caso de re-
' proceder
sljjefTjsgr esa,ervjcd ppr^i mesma, procei
a aequisiciVJ do d (o rnlertal, le poder efieg;
1 '"V)b're "'
ar a
seu
CONSULADO
Kenpiruento do dia 1. a 9
dem do dia 10. .
PROVINCIAL
immum.
i'oiilra-liigo
I.ONDON GLOB
COMPANY
>LlO NOVO E I.MALLIVEL D3 CREAR A PROVIN-
CIA DE PEKNAMUUCO, UH RENDIMENTO AN-
NUAI, DURANTE QUARE.NTA ANNOS, QUE H\0
WKA' de menos de 20:005O0O.
Vendo.o progresso de regresso, que a muitos
vspeilos se observa nesta provincia de Pernam-
bucii, de 1848 para c, sobretodo em materia de
sociabilidade e de e-pirito de associacao de pc-
>:eno capital, temos irabalhado desde 1854 para
c, traba I h unos e continuarvinos anda a trabalhar,
ciuquanto Deus sos conservar as boas disposi-
cjie?, em que ^elHpre estamos de contribuir em-
3,ti em nossas fon.-as couber, ao melhor estar
a grande familia brasileira, a qual somos unidos
pe is la$os da amisade e da familia desde 1838;
qua'ro anuos depois do nossa primeira cjiegada a
PefBkmtMco:
Temi observad i.arrefeciinenlo progressivo no
Seguro
TUR LIVERPOOL
INSURANCE
Agentes
SANUEIIS BROTHKRS & C.
11Corpo Santo11
Capital.
Futido
do
reserva.
Mills
20,000:0009000
8,000:0005000
Agntes,
Latham & C.
2'..243*929
2:4aii6l7
26:647;546
RECIFE
Rendimento do dia 9 .
dem do dia 10. .
DR.VINAGE.
11UA DA CRL'Z N. 38.
GOMPANHA
Plienix Pernambucana.
Toma riscos martimos em mercadorias,
fretes, dinneiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela ou
barcacas, a premios muito mdicos.
RA DO COMMRRCIO N. 3i.
seguros
Cambio sobre
1*000.
espirit le Ssociaflw do-pequeo capital que nos
i:esinjs provocamos a deu-nos como resultado
a;liar'ifs oiitubro de 1834 principio de Janeiro
de iH?io -i''i6 subscriptores Je 2 a 100 aceo.y de
-i viam formar o capijal de 300:000*000 destinado
i 'iindacao la fabrica de tecidos de algodo, pro-
ecteda desde 1850, morreu no nascedouro em
marco de 18o8, na vespera de ser aborto o terre-
no para receber os alcerces do edificio principal
ta fabrica, que devia ter 350 palmos de frente so-
1 .o 90 palmos de lado.
Re.-oiilieceiido que a caresta ('..'. ino d'obra e
dos nu'.eriaes de construido, por oecasio da
fajtura da estrada de ferro do Rccife ao S. Fran
ciscoe da construe^ao da fabrica de gaz, llum-
rraco, tinhain dado pretexto ao adjameu'.o das
COjulfUCvies dos edificios da fabrica projectada,
1'-mbraino nos que o meio de fazer constiuir casas
p.rjirc.>s taaifi vaoUjpsos do que n'aquella oc-
cajijao, eoiisjstia em funnar urna companhia pos-
-Liiudu capitees abundantes, que lie pcrmitissem
ter ol u as, podreiras, caeira?, matas suas, ma-
cbJaus diversas para econpaa de bracos, e di-
nheiro sempr promptn para comprar por prejos
abawo dos presos correiites, tijollo, lelha, cal,
pedras, madeira e o inai> que lase preciso. Deste
modo bem natural que as obras feitas vriam a
sabir companhia 20 30 0/0 njais barato do
qqa a qual mor outro empreiteiro ou construc-
tof dono das obras.
Em lins ae 1>60 apresentamos ao publico nosso
pmrjelro prospecto di cntao projectada sociedade
I-:: Edificacoes, foi estampado no Diario de Per-
nimh'ico de 12 de Janeiro de 1861.
E' por elL'itos do progresso de regresso no es-
pirito da associacao do pequen i capital, do# egots
ino, e da oppjsico dos capitali.-tas, que reali-
a?ao da graude empresa de edificacoes tem
{lassado mais de dez annos sem poder tratar de
levar execuco a grande e utilitaria empresa de
' lilicacocs, que esperamos dar principio suas
operaeoes em Janeiro de 1874 com j capital de
:iiH):0t)0000 re(*roeiitado por o'.iKK aci;oes da 1.a
emissao de 10 jOiin cada urna.
(tiando a companhia estiver em andamento,
lembraremos directora de apresentar urna peli-
<;.io assembla provincial, para (pie ejl formule
urna lei, autorisaudo o govorno da provincia a
crear urna emissao especial de 300 apolkas pro-
viaciaes da quantia de LOOOjOOO cada uma.des-
tina'las a formar o capital de 500:000*000, com os
quaes desejamos qu a provincia enUe como so-
ia de dita quantia na companhia Edifl^idora da
provincia de Pcrnambu o.
Por oecasio aj-eesses d dita assembla de
1370,1871 e 187 iMrfls octlsiin de convidar os
membros das eummissoes'fe fazenda a apresentar
este Brojecto na lei do orcamen;e ; e se o nao
tem feito, perv|ue entio a corupnUia eslava
ainda no statu qno, por cansa dos effeitos da crUe
commercial e da guerra do l'nraguay.
Se, como cspefaBt8|fidiiect>r n5o quizerjperdor a oee*io di drt^irf ua peti-
cao assembla provincial, que se apresse em
f ormular a le j lembrada, que dar occasjio
de.crear provme* nm ren 1 ment annual que
nao ser menos de 2O.000*00O^omo Vamos passar
a demonstrar.
tomamos que tvimento commercial das
optracSes da companhia Kdtfieedora da provincia
de*erambuco dw wn bene-ickr annual de 10
0 O Jo qaaee :
12 0/0 serlo distribuido* asi accionistas a ttulo
le dividendo annual."
8 flrt ficarjo pm fewrra apjilicado de confor-
Hiidade ao art. 33 d>s estatutos de > de junlie-4
le 1872 e sans paragrap:
A-Ihesouraria proviricil*n3') por costume pa-
gar por semestre -o'/tiros e lasiaporlces sendo
4 0/6 em jaelro, e 4 O en utbo; e nio pe-1
deWo'ece*f .anno, em fevereiro, a theso arara, 'qmirondo:
podeaa exigir da cimpanhia o imjwrt i.jfttfi'-
.re(% 4e jw.wlo adtan^ento rmc^ver^fajm, ,f)E5PACHOS
pjr;:'oecajiao dos wf^mitic* vmUrjof jjfl
deudo annual fonnario 20 coutos de
COMPANHIA ALLIANCA
martimos e terres-
tres estabelecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0005000.
Toma seguro de merca'dorias e dinheiro s
ico martimo em navio de vela e vapores
para dentro e fra do imperio, assim como
contra* fogo sobre predios, gneros e fa-
rondas.
Agente : Joaquim Jos Conejal ves Beltro.
ra doCommercio n. 5, Io andar.
SEGUROS
MARTIMOS
CONTRA O FOGO.
A companhia Indemnisadora, estabelecida
nesta prarja, toma seguros martimos sobre
navios e seus carregamontos e contra ogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario n. 4, pavimento terreo.
PUAQA DO RECJFE 10 DE SETEMBRO
DE 1873.
AS 3 1/S HORAS DA TAHD.
Cutueoes oHleiaes.
Londres a 90 dv. 26 1|8 d. por
aDourcq
Presidente.
Henrique C. Stepple.
Pelo secretario.
mmmm9 oc mn
N-ivios entrados no dia 10.
Cardff 59 das, barca franceza Puget. de 319 to-
neladas, capitn Lhospitalier, equpagem 10,
carga carvo ; a Wilson Boweti C.
Mamanguape12 horas, vapor nacional Cwtri-
pe, de ii\ toneladas, commandante Silva, equ-
pagem 16, carga vares gneros ; Companhia
Pernambucana.
- .Vicci xahiio no misino dia.
Parahyba -Barca iogleza Presin, capito M Ro-
so, em lastro de areia.
Otisertnqo.
Fundeoit no lamaro um vapor inglez de guer-
ra, mas nao teve communicaco com a trra.
Passou pan o sul um vapor, ignora-so a nacao
por nao iejar bandeira.
EL-lTAEt
4LPANDEA
'endiment do dia 1 a 9 .
Mera do ii 10.....
255:6201992
45:9674102
301:588*09
Descarregam hoj 11 da selembrode 1873
Patacho allemoTride(atracado) mercadorias
para alfandega.
Barca t;eza Dolphim mercadorias para
alfandega e machinismo para o trapiche
Conceico, para despachar.
Brigue sueco Olaus mercadorias para alfan-
dega.
Lugar inglez Navigator machinismo para o
trapiche Conceigo, para despachar.
Barca ingleza Eduard Herbert maehB3mo
para o trapiche ConceicSo, para despa.-
Patacho rjDruegaense-BfYj/io farinha j des-
padrada para o caes do Apollo.
Barca inglezaBlaney Brothers<&rylo j des-tperio.
uachado para o 2 ponte. !<>'
Vapor nacional-frffo(esperado) gneros na-
cionaes para, o trapiche Hablas.
litipwrtucA*.
Carditl, barca franceza Puget, consig-
>nad Wilsota Rowe & C, maniffes-
tou:
Carvao 236 toneladas aos consignala-
rjiot

Buooos-Ayres, barca ^suec* C. D.
nonsigua Ja a LuizC<>sta, jiia/ift#lou :
>'eao 66Q,ar4os.4MM coasignatarios.
rj
DE EXPOTTACOA-NO DA
SEFEHBRa D 187?.
Pira ot serta* do exterior
Na barca brasileira* mizaifir,mn.o
res que Trata, carregou : II. i. Oveira Juiior
ft-DI
Santa Casa de Misericordia
do Recife.
De ordam do Illm. Sr. Dr. proredor intoriuo da
Santa Casa de Misericordia do Recife, faco saber
3uc em cumprimentodn lei n. 1120 de t7 de juuho
o corrente nna est aberta concurrencia para
se contratar o servico mortuario e de carros f-
nebres, de confonnidade com as disposiciiVs da
mesma lei, recebendo-se propostas nestaecretar:a
al o dia 11 de setembro s < horas da tardo,
para serem abertas na sessao da junta nesse
dia.
Os proponentes tero de submetter-se s dispo-
scops da citada lei e fmais s jondicies que vo
abaixo transcriptas; dvendo wrsar as propostas
nicamente sobre um abate na totalidade das
precos consignados como base as tabellas abaixo
tambem publicadas ; sendo preferido anuelle pro-
ponente que maior abate offerecer em ditos pre-
cos.
Secretaria da Santa Ca.-a de Misericordia do Re-
cife, 18 de agosto do 1873.
O escrivao,
Pedro ilodriquei de Souza.
LEI N. til.
O hachare! Henrique Pereira de Lucena, coni-
niendador da iniperia! ordeai da Rosa, cavaUeiro
da de Cbrjsto, jujz de direito presidente da pro-
vincia de Porniiiihuco :
Faco saber a todos os seus habitantes que a as-
sembla legislativi provincial decretou e eu sane-
cionei a resotaciu seguinlc :
Arl. I. Fjca sob a direcco da S^nla Casa de
Misericordia o scrvi;o munuario e de (farros fue
bres desta cidad*
Art. 2. A mesma Santa Casa poder contratar
com os que actualmente fazem esto ?crvco ou com
qupm melhores vantagens offerecer o referido ser-
vico, snb as seguintes bases :
1." Prazo nunca maior de 20 annos para o con-
trato.
2." Obrigaco de ndemnisar o contratante.aos
demais estabeloeimentos de carros Bnphres exis-
tentes nesta cidade.
3.a Doaeo nunca menor do vnte o cinco tontos
de reis aamaes, por parlo do contratante, para
o fim de serem apnlicados s obras dos e.stabele-
cimento da tesoiA Sata Casa e esecialn*nte
ao asvlo de alienados.
4.* Pr'eos de carros fnebres laxados em unja
tabella, qqe devar.serrovpia de H em 5 annos
5. Rt.jiib total a umplflo ila Laxas eeluada-
ctualmenle pela muni|Kiidatit\
6. Obrigao'o re?trit9 'He, ftndo n coatrao, en-
tregar o eonfrtante'a mesma Santa Casa todo o
material dos seus fsaabeteoimantos em perfeito es-
tado de conservacao e sem nenhuma indemni-
sacao.
Art. 3." O contrato de que se trata no art. ante-
cedente ser subme'Uido approyarlo do presi-
dente da provincia; qnem Tica Igualmente incum-
bida a revisad das tabellas de precos dos carros
fnebres.
Art. 4." Finio o coutratoa Santa Casa conti-,
nuara a fazer o servicp nene estipulado, respei-
tando sempre as laxas municipaes e revendo as
tabellas no sentido de baratear o prego desse ser-
vico.
Art. 5. Fcaui revogadas as dispo3c5es em
contrario.
Mando, porlanto, a todas as autoridades a quem
o counecimoato e execfo-da presente riolQeio
pertencer, quo a cumpram e far;am cumprir tao
inteiramenle como neila- se contm.
O secretario interino da presidencia desta pro-
vincia a faca imprimir, publica e correr.
Palacio da presidencia deTernambuco, 17 de
uuho de 1873, 52. da independencia e do im. I
um acardo com o excotiUafanti
11,602 valor.
Hl 9. D contratante fiia ourigado a transportar
256 gratuiumeot, forHeceado atades de-.- classc, os
13 oidaveres das pesMu desgalillas e das que mor-
139 rerem quer n >s p$lat^lecim*ifos do"-caridade si-
tuados nesta ci^a|e e seus uberbies, quer fora
12 i2 dellcs.
TABELI^r-A
co.NDUcg\ dk cauaverss.
'Adultos.
jg 1* classe. Carro puchado a qnntro cavaos de-
centemente ajaesados e cobert s de mantas de pan-
no pre.to orladas de gala i e franjas; catxaO co-
nerto com um grande panno de velludo prcto com
borlas as poolas e orlado de galo e franjas de
ouro. O carro tara cpula e cornija supportada
,g por eolumuas de nina das Ires orden de archilec
tura (jnica, corinthia ou composiu) com relevo* e
doqraio*, lOOOOO.
2' classe, Carro puchado a oVius cavallos de-
centemente ajaesados, cobertos de naanlas de pan-
no pelo, caixo coberto com panuo de velludo
preto orlado de gallo com borlas de prata. O car-
ro ser maij simples do que o de I" classe nos re
S<\ iin levos e douradoveo cuPl,Wi c^rniu e-columnas
iJ daordem dricapi|)joaca,.5^qOO.
3- classeCajrq dncliadoia deus cavallos e cai-
xo coberto de patino- He veHafma oin galo ou
franja de palheta falsa e borlas da mesma quali-
dade. O carro ser semelhaiite ao da t' classe o
pintado de preto sem dourados, 30*000.
4'classc Carro simples puchado, a dous ca-
vallos e caixo coberto can um pauuo preto de
la, tendo somonte urna erar, branca no meio.....
lOsOOO.
Alm dessas classes, havor carro de luxo a
aprazlmento das partes, e' cujo preep nao poder
exceder de *flJ0!J0, incluindoo aloguel do panno;
e carro de caridade, cuja armacao poder ser em
forma de urna piulada de preto.
O carros para donzellas serao iguaes na for-
ma e no preep, variamlo smetMonaacores e or-
natos. .
Panillas.
1" classe.Carro semelliante ao le 1J classe
para aJultos, sendo o caixo coberto de velludo e
gallo de ouro e forrado de setim, ludo de cores
apr'priadas, 50*000.
2' classe. Carro semclhante aos da 3a classe
para adultos, com cores apropiadas, sendo o cai-
xo coberto qe velbulina c forrado de setim de
jualidade inferior ao de Ia classe, ludo com as
cores apropriadas. Os caixdes desta eda 1' classe
poderao ser pintados c douratlos ou prateados, se
as parles nisso convierem, 3 '*00.
3*clisse Carro simples seniBlhante aos da I
classe para adultos, pintado de cor apropriada, e
bem taum o caixo, 10*000.
Alm destas tres classes, haver tam bem carro
do luxo, cujo preco nao poder exceder de....
IOOO.
O carro de luxo e o de classe. tanto para
adultos, como pura prvulo tero boeciro e cria-
dos, veslinio rica libr.
O preco da coodaeeo e vestuario dos cadve-
res, que se acharein lora das freguezias de Santo
Antonio, Recite S. Jos e Roa-Vista, ser augmen
tado com U O/O por cada kilmetro, a partir do
largo de Pedro II.
TABELLA B
4.86W871
38^052
5:252*923
*erar,
la
paro.
na, orfa^< "*to transcripta
sspeciaes b*.
pessoas que
tagao comparegam n
Ja junta no dia ach:
j competentemente
Epara constar se
pelo jornal.
Secretaria da ttiesourah'a pWnqai d* Parnam
buco,-11 de agosto de 873.
Clausulas especlac**'
l.
Os.reparos da ponle.svbre.o. rioevJWwa aarfe
enecutados de conforniidade, com o oi'cameBto e
plauta approvados pelo Exm. Sr. presidente da
provincia, na importancia de 5:126*000.
2.'
0 arrematante dar comeco as obaa no prait
de 20 dias c as concluir no de 4 metes.
fc
0 pagamento da importancia do contrato ser
realisadp em tres prestaepes guaes, correspon-
dendo cada una a terca parle da obra.
4."
Para tudo mate jue se acbar especificado as
presentei clausulas se observar o que dispoe c
regulamento de 31 de julbo de 1886.
0 ofllcial-maior,
^^^^^^ Miguel Alfonso Ferrcira.
Para conbjcmento dn
fien ciedade para a ra do Imperador n. 4 atsm.
como para facilitar a 'eobrhhfa d Jolas e mensa-
lalades, acha-se alcm do^d'jfocurador, nemeado
o consocio Antonio da Silva Santos de Horae*
que se enearregar de faier eohranca aos so-'
cos residentes as freguezias de Sanie totonio e
S. Jes.
^"j Secretarla da sdciedade bedcflctstlta rso-bris-
lira, 8 de setembro do 1873.
O secretario da dirtftorir
___ Soma Myra.
COMSELHO BtToilTktiS l>0 ARSENAL '
Do ordeiu do Illm. Sr. inspector da thesou-
raria de fazenda se faz publico que em vista da
dehberaco da presidencia da provincia, coutda
ein. oulcio de 6 do corrente, ir uovametile pra-
cp no dia II de outubro, para ser arrematado por
queui maior lanco offerecer, o prqprio nacional
denoininado Qilaboucp, silo ra d) uiesino uo-
me, servindo de base a arremataco o preco de
2:780*000. v ^
Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Per-
nambuco.em 0 de setembro de 1873.
O secretario da junta
Jezuino Rodrigues Cardos.
DE MAMWA.
0 conselho no dia 13 Pmrma tm, i vlsbr
du propostas recebidas at as'iFJwrss da macha,
cntrala sob as condices do eStfk. o foTneeTmenU'
a yiveres,dietas e outros objectos de rasumn aos
navios na armada e eslabeloiimciiton "oe marrona.
no trimestre prximo viudouro de fitfiBtni- a dfc-
zembro.
Objectos. .
Assucar branco grosso, acucar brinco refina-
do, arroz do Maranhae, aguardme de 20 grao, ,
ateite doce de Lisboa, aletria, araruta, bbcfia,
bplacbinha americana, bacarho, 'batatas, boi.*
vivos e pasto para os mesroos, cafe em grao. CaW
moido. carne verde, carpe. w.c o Rio GratuJe
do Sul, cha hysson, cevaflnfi,'carnauba ora telas,
conserva preparada, ceblas, doce, feijlo, farinh*
de mandioca da Ierra, farinha de inilho, gallinha*,
lnha, matte, manteiga ingleza, manteiga -france-
za, pao, sal,-abo-massa, stearina ciii.vd.is, stea-
rlna em velas de 8 em libra, propia-; ara I-inrer-
na, teucinho de Lisboa, tapioca, lijlas do ahv4?
ria grossa telhas, vinho de' Lisboa e vinagre ia
IMoa.
Sala das sessoes da conselho rjo iniiiipras do
marinha de Pernambuco, 9 de seteiWir > de 1873.
O secretario
________ Alexandro Rodrigues dos Anjos.
Henrique Pereira de Lucena. ?
Sellada e puWjcada a present re>oluco nesta'
secretaria da presidencia de PmiarilSno, aos 17
de junbo de 1873.
O secretario interino,
Adelphe Lamenha Lins.
qokdk;oes para o o.sa*fo Do *ervi ~h an CiniRg tonuAks.
L* Duracao^do coutrato porhlle annos, lindo*,
oe uaes dever .o contratante entregar Santjr
Casa.^em inderanjeacao de naiureta aJima, todo
d material empegado np setytov mortuario e d"
qarros funebfe. m |*rfeun estsio de eeoser-
vaco.
2. Obrigaco de serem p 'lo ewtratante iadeoi-
aisados lodos os esiabeleeimeMie dev0a#fcrfmv,
bre exieteiites nesta. cidad*.,
3/ Wfap.p.dpagitrMmtf,
toseris, re^jisadji ajo
~'4
ARMACAO DF. EgAS.
I' classe.E^a eoin Ires estrados, cpula, figu
ras. emblemas, guar.iicao de vcllodo, panno lino,
gales de our> ou prata entrefinos, trinas, borda-
dos a ouro e enfeites onuradOs ou prateados, ou
drenes, penacno, 160000.
2' classe. Kca com tres estrados, (guras, em-
blemas, guarolcn de velludo, panno" fino, ga-
loes de mro ou do praJa entrefinos, trinas, creps,
80 000.
3a classe.- Eca com dous estrados guarnirlo
de velbulina, fazenda de l, galoes de palneta, tri-
nas, volante, iOjOOOi).
4' classe. -E?a com um estrado guarnecido de
baeta, volantes, galoes de baixo preco, 10*000.
Alm dessas classes poder -o contratante, a
aprazimento das parte?, r.rmar e;as ou cenota-
phios de maior preco.
TABELLA- C
ARMAQAO DF. IGHEJAS.
f classe.
1.' -Guarmco de velludo, panno lino n gales
smbiemas, franjas de ouro e prata entrelios em
cada aliar lateral, 18*000.
2.aUita as capellas mores 24*000.
3.*- i'ita em cada pnrta6000.
4." Dita eui cada tribuna e pulpito, inclusive
colcha 'OOO.
a Dita no rro por cada colcha 3*000.
O forro das paredes de greja*, ser feito pelo
DMno que o eocarregado do funeral ajusfar com o
contratante alienta "a natureza o quantdade da
tella que se houver de applicar.
3' classe.
i.' Guarmco de velburma, fazenda de 15, ga-
loes e emblemas em cada aliar lateral, 12*000.
2.a -Dita as capellas mores 16*000.
H. Dita ein cada porta 4*0o0.
4.aDita em cada tribuna e pulpito, inclusive
cidelia. r>5i0'.
"i '-Dita no conro cada colcha 2*000.
TABELLA-D
VfiSTIAHIOS DO.s CAOAVKRES.
Adultos.
Hbil" le alpaca fina das diversas ordens reli-
giosm lOiuoo
dem de alpaca de qualidade inferior 12*^00.
dem de dita mais urdinaria 9*000.
Nem d metim 7000.
Vestoario da Conceico ou da Soledade, feito de
seda com galSes e rendas entrefinas 60C00.
dem de setim papel obm aloes e rendas de pa-
lheta 23*000.
dem decambraia c m gales d palheta
16*000. '
Habito de morim branco 7*000.
Par m loe'.
Vestuario rico do S. Miguel ou Santo Urbano
f6'.V000.
Dito de S. Jos ou S Jiao 30*000.
DitoHo-Menino Den- 20*000.
Os mesim vestuarios, sendo de qnalidade infe-
rior por nielado dos dito* preeps, sendo de setim
ordinario coto galo de palheta falsa pela terca
parte dgs mesijios prego?. -.
TABKLLA-E
ATAl)9.
1.a classe.Porro de panno fino preto guarne-
cido de bordados de metal dorado ou. rateado
de galao entrefino com emblemas iortuarlos.....'
80*000.
2." classo. Tudo como na priinei classe, mas
de qualidade inferior BO^OOO-
3,'classe.-Forro de panno pivto anarnecido
dei#alties de palheta. simples ornatos 40*000.
A.* classe. Forro do alpaca preta o gates ordi-
oario* HWKQ.
i 5.a classe. Forro de oietim 10*680.
F^lllfl" """lu'T' mia os segundes
inianhoa c
I De0^1r1]*,8>fM.-
th: <>9o i-i^m **ooo. *m #*
.Bl-,40a*/*e-6*(M0;
"tos atades- dBiqafthuier ibis ditneelasses nio
sdrAo prOfadOB,' e leNo-detradlcaS' 0 ama aidraho
e linraeta.
O l'r. Sebastido do llego Barros de Lacer-
da, juiz de lircito especial do commer-
cio da cidade do Recife do Pernambuco,
por Sua Magestade Imperial, que Deus
guarde, etc.
Faco saber aos que o presento edilal vlrem, que
no dia II do mez de setembro prximo futuro, s
11 horas da manila, na sala das audiencias, deve-
r ter lugar a reunio dos eredores da massa fal-
lida de Magalhaes, MenJes i C, para se verifica-
rom os crditos, deliberarse acerca da concorda-
ta ou formar-se o contrato de unio o nomearse
administradores a dita m issa, certos os eredores
de que nio serao admittidos por procurador, sem
qud exhiba procuraepo especial, a qual nao pode-
r ser conferida a devedor dos fallidos, nao puden-
do outrosim um s individuo representar por dous
diversos eredores, e que ser havido o credor
que nao comparecer, como aherente s resolu-
epes que tomar a maioria de votos dos crederes
que comparecerem, com tanto que para ser valida
a concordata necessario qne seja concedida por
um numero tal de eredores, que represente pelo
menos a maioria desloa, ero numero, e dous tercos
no valor de todos os credilos sujeitos aos effeilos
da concordata.
E para que cheguc ao conheciinento le
todos, niandci passar o presente edital, que
ser allixado nos lugares do costume e pu-
blicado pela imprensa.
Cidade do Recife de Pernambuco, II de julho de
1873.
Eu Manuel Maria Rodrigues do Nascimento, es-
ivao o subscrevi. Recife, 11 de julho do 1373.
Sebastio do Reg Barros de Lacada.
en
Juizo dos feito3 da fazenda.
(K-crivao Bandeira.)
Sexta-feira 12 de setembro prximo futuro, de-
pois da respectiva audiencia, s 11 horas do dia,
ir praea por venda o seguiute :
A casa lenea n. 3, da rna de S. Francisco eu
Caxanga, com 29 palmos de frente, 40 de fundo,
2 salas, 3 quartos, coziuha fora, quintal einaberto.
construida de taipa, em terreno furciro, avallada
por 400*, para pagamento da execuco contra Vi-
cente Ferreira da osla Miranda.
dem n. 22, da travessa da praia do Forte, con
16 e meio palmos de frente e 33 de fundo, 1 sala,
2 peiuenos quartos, cozinha interna, em mi e--
tadq, <-.vahada por 600*. para pagamento da exe-
cuco contra Maria Joaquina do Nascimecto Bar-
bosa.
Recife, 26 de agosto de 1873.
O solicitador da fazenda provincial, J. Firenvno '
Correa de Araujo.
Sociedade patritica Doze de
Seteinbro.
S3o convidados todos os socios desta so-
ciedade a assistirem a sesso magna que *
ter lugar uo dia 12 do corrente as 6 1/2
lioras da tarde, ra da Imperatriz n. 12,
para solemnisar o seu 4. an ni versa rio.
Secretaria da sociedade Rozo de Setem-
bro, o de setembro de 1873.
A. Lanuniiw Lins
1." secretario.

O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
eaal manda fazer publico que no dia 1S do cr-
enle raez,perantoa junta da fazenda da mesma the-
rouraria. se ha de arrematar a qnem por menos
sfizer, o fornecimenTo de alimentacio e dietas aos
presos pobres da casa de d-tengo, no trimestre
de oulubro a dezembro prximo vindouro, servin-
do de base arrematado os pre;os das tabellas
abaixo transcriptas :
Domingo, almoco e jantar "80
Segunda-feira, idem idem 380
Ter^a-feira, idem idem 380
Quarta-feira, idem-dem 360
Quinta-feira, idem idem 380
Sexta-feira, idem idem 310
Sabbado, iem idem :iin
Dietas.
N. 1
N. 2
N. 3
N. 4
N. 3
330
400
650
400
4IM)
Ser tambem fornerida aos precos ceia na im-
portancia de 12-1 ris, em ana: to est oreado o ai-
moco e na mesma propongo
E para constar, se mand m publicar o presente
pelo jornal.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 3 de setembro do 1873.
O efflcial maior,
M. A. Ferreira.
Pela thesouraria provincial se faz publico
I que foram transferidas para o dia 18 do corrento
as arremataces seguintes:
Sitio dos Remedios 3:760*300
Reparos da ponte do Desterro 1:304*229 >
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam- '
buco, 5 de setembro de 1873.
0 offlcial maior
_________________________M. A. Ferreira.
O administrador da recebedoria de renda*
internas geraes faz scente eos senliores de escra-
vos que ainda os nao deram matricula especia!,
que podem e devm faze-lo durante o corrente-
mez de setembro, son pena de serem considerad- a
livres, como declara o artigo 1!) do regulamealo
n. 4853 de 1 de dezembro de 1871.
Recebedoria de Pernambuco, 4 de setembro i
1873.
Manoel Carneiro de Souza Lcenla.
Estrada de Ferro Pa-
., no Para.
, acto da celBracao do contrato e as
seguintes em preslacoel. trimensaes paga*
Wlngart dos Cafxftea ^ara cooducto do* ea
laVrjrb iumaa fttt'^eemiterk' ou depesitA>los!
im igrejae, ser de 4*000 a 16*000 piira anltosi,'
on/orme a ornamefefio,-e bata parVOlo dS*
i8tfi0
rimepto, da.drdeni, do !;*.
W de jilho irt,
azer punan quo o dia 11
o viudouro, peraut a uau
0 Illm. Sr. inspector da tbesouraria pro-
vincial, era cumplimento de ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, manda fazer
publico que no dia 25 do correute, peranto
a junta da fazenda da mesma thesouraria,
vai a prncp para ser arrematada a quem por
menos izer a obra dos reparos da ponte de
Junqueira, orepda em 5:720J>OO esob as
clausulas especiaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa ar-
rematarlo compareepm na sala das sessoes
da referida junta no dia cima mencionado
pelo meio dia e competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou publicar opre
sent pelo jornal.
Secretaria da ihesouraria provincial de
Pernambuco, 5 de setembro de 1873.
O ollicial-mnior,
Miguel Afl'onso Ferreira.
Clausulas especiaes.
1 .* Os reparos da ponte do Junqueira se-
rao feitos de conformidade com o respectivo
ornamento no valor do' 5:720^000.
2.a O arrematante dar principio as obras
no prazo de 15 dias e as concluir no de 5
mezes contados da data do contrato.
3.a A importancia da arrematagao ser
paga em tres prestaepes iguaes, correspon-
dendo cada urna ter;a parte da obra
feita.
4.a Em tudo o ro^is que nao estiver espe-
cificado as presentes clausulas se observar
o que dispoe o regulamento das obras pu-
blicas de 31 do julho de 1866.
Conforme.
iV. A.Ferreira.
Farp constar a quem convier que o Illm.
Sr. Dr. director geral interino transferio o exame
de verificacAo de epaenlade professianal para o
magisterio primario do sexo foranrno, para o dia
2 de outubro prximo vindouro, pelas 11 horas da
manila. As senboras que quizerem prestar dito
exame, devero uiserever-se nesta secretaria na
forma das instrcres de II de junho de 1859 at
o dia 1* do mesmo mez.
Secretaria da nstruegio publica de Pernambu-
co, 9 de setembeod 1873.
O secretaria
Aureliana A. P. de Carvalbo.
l
Societlae benefice^te luso-
trasileira.
e
A direttorim desta saciodado, desejando com a-
air bravitfade a realisiolo da iniciajao daquel-
es caudidatoe ja apnrondw, reolve iransorewr
pa/ac^nhiK'u^Hito i)ph racaip^. arl. 11 dos nos-
gos estatutos.
: Art. 11. Aquelje *r^lidato que ti ver sido ap-
^rwado-para-soeto e nao pagar a respectiva joia
no prazo de ires meces, a contar da data da par
ncipacd, considerar-se- desligado da socie.
pade.
Outro sin, jsed+sa ana socios em atraso a po-
se quites eom a- caixa, visto as grandes des-
s que a sociedade tou tido, nio s com as
iras d. nova caar da sede social assim coiiiqj
' as bfeneBceucias aos socios mdigeaWs.
Tundo a assembla geral dos acciuni-tas ila
Companhi'i Urbana da Estr-da de Ferro Paraense.
auturisad a venda desla empieza, a ebmmitsi i
eleita para este fim recebera propostas pan a
compra da mesma al o dia 10 de novembro pr-
ximo, no Para, podendo os propouentes obter des-
de j i3 circulares; e examinaren! rs estatHti.s,
bem como os relatnos d.i rompan' ia de 1870,
1871 e 1872, no escriplorio do Englisli Bank of
Rio de Janeiro Limited.
Sabbado 6 do crrente, linda a'audiencia d>
Sr. Dr. juiz de direito da 2' vara, vio em pra.a
para serem arrematados por quem mais der, cA
movis seguintes : t duzfa de cadeirai de guar-
nica, 2 ditas de lirado, 1 sof, i par de acoslos,
1 Diesa de meio de sala, 1 espelho grande de pa-
rede com trem o com tampo de pedra, I relogio
grande de parede cun cana, i candebbiM com
tres Inzes c 1 par de lardernas com casti.aes d<-
broiize ; sendo que dila mobilia de madeira de
Jacaranda, e todos estes objectos foram avahados
em 132, pur execuco que move jquim -eve-
riano Nogueira Antonio Goncalve da Silva.
O abaixo assignado, laucador da recebedoria
desta provincia, passa estf-daia a proceder ni
freguezta do Poco da P mella ao lancameiilo dos
imposto! geraes, sepdo pessoal, industrias e pro-
flsses, e dcima dos predios das corporal Scs d i
mo morta ; c por isso as possoaa quo cecupam
predios em dita freguezia devem, em cumprimi'/i-
lo da le,i, apresentar os respectivo recibos e inni-
Jatos, atim de ser marcada a tua Cum i: km
de contribuir no presente exercicio, relatvam n:.i
queHes-imposto.
Recebedoria de Pernambuco, 9 de setembro C\>
1873,
0 lancadnr
Manrel jos Soares de Ave.ir.
Irmandade de K". 8. do Uoj
Parto, erecta na igrej^de
S. Jos de Riba-mar.
Por ordem da mesr regedora desta in
foi transferida a festa de toa Kicelsn Padrn
para quando for annunciada, visto Ihe fahnr
recursos para levarem a effeito dito Qm.
Consistorio da irmandade, de Stembr" do-
1873.
O secretario
Liberato M. de Souza.
Gabinete portuguez
ra em Pernam,buco.
Y Nao se tendo rennMo mirtefo Snffleiente de
dios effectivos para ter lugar a sessao annunciada
para o dia 8, s 11 horas da manh, anra de ele-
ger-se o novo conseUtoeoopamissan de exame d
contas, manda o Illm. Sr. presidente convocar
nova sessaw para o dia .14 do orrento*mi princi-
piar urna hora depois da marcad, o fctifcionara
om o numero desoios ineseiite.-, secundo as dii-
posiciies dos estatutos.
Secretarla do gabiteta portuguez de leitura en
iVrnambueo, aos 41 dias do ukj: de,aetembrp do
1873.
0 1* secretario
B. R. de Amorim.
KenHiai) de ewttores
Tei$a4ea>l>d* twymiej peto H ltord
panlia, na sala das audjftawas,. deve ter logar a
reuniao de eredores da massa fallida de Antonio
Jos dos Reis, reunio j aiinuin^da parar' o dia
9 tambem do rretlt
eurtcPres uscaes SAad
conalo ; e vota dot
attherindo ao-dtt Marn!
ueubum
podens
devedor ao fallido, e um mesmo i
pojtof represeatax dous diverso eredores.
radov
S8''to,

'


4
Diario dePerna^Duco Quinta feira 11 de,Setembro de 1873.

1
Sa asa da misericordia
do^Recife
Fornectnusnto U tt'OOO* annuaes.
A junta administrativa da .-anta ca da mise-
rioordialo Rocife pjedi'obntraiar o fornecmen-
lo dos gateros abaixo declarados, que lora, de
consumir todos os eslabelecimentos pies a seu
cargo, BP trimeslre do oolubro a dez*mhro do
corrente anno. Recebe propostas na sala de suas
seasocs, pelas 3 horas da larde do dia 18 do cor-
relo.
Alelria, kilogrammo.
Aguardante, litro.
Azeite doce, idem.
Arroz do Marannio, idem.
Bacalnd, kilogrammo
Banha de porco, iJam.
Batatas, Idpm.
Coa hysson, dem.
Caf em grao, idem.
Carne secca, dem.
Ceblas, cento.
Farinha de mandioca da torra, litro.
FeijSo raulafinho, idem.
Farello, sacco.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Ga, lata.
Milho, saces.
Manteiga franceza, kilogrammo.
Potassa, idem.
Rap, idem.
Sabio, idem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo-
Taucinho'idem.
Velas de caruauba, idem.
Vinagre, litro.
Vinlio tinto de Lisboa, idem.
Vinhobranco, idem.
Velas stearinas, kilogrammo.
Foroecimcnto de 38:0004 annuaes
A junta administrativa da santa casa da mise-
ricordia do Reeife precisa contratar o fornecimen-
-4o de pao, bolacha e assucar que houvcr de con-
sumir os eslabe'ecimentos pos a seu cargo no
trimestra de outubro a dezembro do corrente an-
no. Recebe propostas na sala das suas sessoes,
pelas 3 horas da larde do dia 18 do corrente.
Foroecimento de 32:000| annuaes.
A junta administrativa da inesma santa casa
contrata o foroecimcnto de carne verde que hou-
ver de consumir os estabelecimento* pios a .ni
cargo, no trimestre de outubro a dezembro. Re-
cebe propostas na sala das suas sessoes, pelas 3
horas da tarde do dia 18 do corrente.
Secretara da santa casa da misericordia do
Reeife, 9 de etembro de 1873.
O esrnvo,
_______________redro Rodrigues de Fouza.
Consulado provincial.
Fojo sciente aos diferentes comribuintes'de im-
postos provinciacs, relativos ao anno Ando de
187273, que fecha-se definitivamente no dia 27
do corrente o recebimento nesta roparticao das
qnotas ainda nao satisfeilas dos mesraos irapostos;
t, terminado este prazo, ser a cobranca elTec-
luada por via judicial com a multa de 9 0|Q e
e addi.io das respectivas custas.
Consuladu provincial, 3 de setembro de 1873.
O administrador,
A. Carnciro Machado Rios
Emancipaqo de escravos.
A junta de emaneipaclo de escravos deste mu-
nicipio faz conslar aos senhores de escravos que
S. xc o Sr. presidente da provincia resol vea
prorogar por mais um mez, a contar de 3 do cor-
rente, u prazo ltimamente lindo, marcado aos se-
ntares para a apresentacao das notas de todos
s seas t sera vos para serem cJassiGcados na con-
formidade do art. 27 do regulamento que acom-
panbou o decreto n. 5,135 de 13 de novembro de
1872. Para sciencia pois d'aquelles que ainda
nao cumpriram com este dever declarar a refe-
rida junta que contina a funecionar no paco
da cmara municipal, das 9 horas da manh s
2 da tarde.
Paco da cmara municipal 6 de setembro de
1873
O presidente da junta,
Manoel Joaquim do lego e Albuqtierque.
Membros,
Manoel oaquim Silveira.
Francisco Augusto da Costa.
Sociedad* Reereaha JiiYColude.
De ordem da presidencia convido os Srs. so-
cios a se reunirem domingo 14 do corrente pelas
7 horas da manh, afini de em assembla geral
elegerem um rhesoureiro vi to ter pedido sua
exoneraco o effectivo.
Secretaria da Socledade Recreativa Juventude,
9 de setembro de 187 i.
Vuipiano Raptista,
1." secretario.
Gimnasio Dramtico.
EMPREZA
Espine 4 Penante.
Depoi9 que a orchestra tiver executado urna
it suas melhores ouvcrluras subir scena a
segunda representado do muilissimo apnlaudido
drama em I prologo e & actos original do muite
festejado dramathurgo bratileiro o Sr. Carneiro
Villcla :
IIIMIL E PARAGUAY
Toma parte toda a companhia, bandas de mu-
sica, etc. etc.
Principiar s 8 1|2 horas.
r
SANTO ANTONIO.
Por justos motivos fica transferido para quan-
do for annnnciado o espectculo que devia ter
lugar no dia 11 do corrente, em beneficio do ar-
tista Joaquim Infante da Cmara.
O beneficiado pede desculpa a todos os seus
onvidados por esta transferencia contraria a seus
desejos. e roa a todas as pessoas que por qual-
quer motivo Bao poderem ou quizerem flear com
os bilhetes, o obzeqoo de os remetterem casa
da sua residencia, a ra de S. Francisco n. 27.
Gabinete Portoguez de
Leitura
O idtimo Goncedo
DE
Hugo llussineyer
est transferido para terqa-
feira 16 docerrente.
VISOS MARTIMOS
COMPANHIA PERZUMBl'CiKA
DE
avegaclo coateira a vapor.
GOYAWU.
O vapor Par.ihyba,
cumioandante Pedro,
seguir para o porto
acuna no dia Iz do
corrente, as 9 horas
da noute.
Recebe carga, encommendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mallas
JkX 12.
m w^-w^S
0MFA1IHIA PERNAMBUCANA
.avesaeao coateira a vapor.
MAMANGUAFE.
P,r> cima bo da 'Fdc
c ..anta, s 5 horas da Urde.
Recebe carga, eneommen-
das, passagens e dinheima
reie at as 2 horas da arde do dia da sabida
escriptorio no Forte do Mallos n. l.
COMPAISTiiA PERNAMBUCANA
DE,
N*ve;aeao eosteira a vapor.
IV'iOFOnMOSO ETANAtfOAn. ","
O vapor Purahiiba,
commar.danto Pedro, s-
guir para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da non-
te. Recebe carga, encora-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frote : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12._____________________________________
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
la vegacao eosteira a vapor.'
MACE1, PENEDO E ARACAJU".
O vapor Giqni, com-
mandante M artras.se -
guir para os por-
tos cima no dia 15
do corrente, s 8
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do corrente, encom-
mendas, passageiros e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sabida : escriptorio no
Forte lo Mallos n. 12.
COMPANUIA PERNAMBUCANA
DE
ftavegacao coateira a vapor.
'ARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', A RAO.
TY, CEARA, MANDAHU" ACARAC' E GRANJA.
O vapor Pirapama,
commandante Felippe,
seguir para os por-
tos cima nn dia 15
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do corrente, encom-
mendas, pasagens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte do Mattos a. 12
PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
PftNY
I.inliu quincenal
0 PAQUETE
.W1>., chitas de cores, madapolao, cami-
sas para bornees, harnburgo, cbapos de
sol.'ditos'do Chile, duzias trobotrna
riadas para ferfhoras, e outras faundas
mais.
... Hoje
Jk'n 1 l|t horas.
O agente Pinito Rurge* fara o leiljo cima ao
foirer du martello, ra -da Impnrgtriz'n. 17
s>
DF.
todas as eri'adorwis e. crvssorins da loia
(loiiomiiui-l* ].n nona^m, sila ru.i da
lmpcralnz u. 17.
Hoje
A\s I 1 horas Ih IHJHlti.
O agente Pinho Borges achando-se autorisado,
vender os referidos artigos, constando dv: cba-
leiras, grelhas, cangerdes e>tanbados, casiaroias,
fornaihas, vassouras, porta-Dores de rame, W"
dros para cosiuorama, garrafas com mosiea, lan-
terna mgica, papel branco e da cores, \ relogio,
armaijo, cadeiras e infinidades deobjeclos para
0 uso domestico, que se acbarao pateules no dia
do leilo.
LE1LA0
DA
divida acti a da m.issa fallida de Joo An-
tonio Ferreira, na importancia 'ie..... .
2:9219500.
SEXTA-FEIRA 12 DO CORRENTE
A'SM HORAS DA MANH.
O agente Pinto levara a leilo por despacho do
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, em vir-
tude do rei|iierimento do curador liscal da massa
fallida de Joio Antonio Ferreira, a di vidav activa
pertencente lefeiida massa, na importancia de
2:9214500, de conformidade com o mandado exis-
tente em poder do mesmo agente.
O leilo ser efleelnadn nn escriptorio do referi-
do agente, ra do Bom Jess n. 43.
LEILO
DA
loja de cirgueiro do pateo da matriz de San-
Antonio, n. 2 A
Tcrca-reira 1S do corrente.
As 10 boras da manh.
0 agente Pinto, legalmente autorisado, levar a
leilo em um ou mais lote-, a armacao, balcio e
mais pertencas da loja do pateo da matriz de San-
to Antonio n. 2 A, s K- horas do dia cima dito.
Garaue-se a comprador ficar na loja (que-
reudo.)
esperase da Europa ateo dia 14 do corrente,
e depois da demora do coslume seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde recebera passageiros, encommendas e dinbei
ro a frete.
OS AGENTES
Wilsnn Rowe A C.B
14HUA DO COMMERCIO1|
Pacific Sleam Savigali; n Coitipanj
l.inlia quinzenal
O PAQUETE
MAGULLAN
espera se do sul at o dia 12 do corrente, e de-
pois da demora do costme, seguir para Li-
verpool, via Lisboa, para onde recebera passa
geiros e carga.
OS AGENTES
Wilson Rnwe A C.
14RA DO COMMERiJO14
COMPANHIA
DE
NAVEGACAO BRASILEIRA.
Portos do sul.
0 vapor nacional Paran, commandante Pam-
plona, esperado dos portos do norte ate 13. se-
guir para os do sul depois da demora do cos-
tme.
Para carca, encommendas, valores e passagei-
ros, dirijam-se ao e?cript >rio da agencia, ra de
Vigario n. 7.
Pereira ViannaAC.
Agentes.
COMPANHIA
^WEGACiO BRASILEIRA.
Portos lo norte.
At odia 12 esperado dos portos do sul o va-
por Para, e seguir para os portos cima depois
da demora do coslume.
Para carga, encommendas, valores, passageiros
e mais informacoe'', dirijam-se rna do Vigario
o. 7, escriptorio.
Pereira Vianaa 4 C.
Agentes.
Para Lisboa
pretende soguir^com pouca demora a escuna por
Ingueza Chiistina, de 1* cla por ter a maior parle de seu carrtgamento enga-
jado; e para o resto que ihe falta trata-so com o
co nsignatanos Joaquim Jos Goncalves Beltrao A
Filbo, ra do Commercio n 5.
Para a Bahia.
Pretende seguir com muita brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthnr, lem parte de seu
.arregamento engajado, e nara o resto que Ihe
Falta trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, no seu escriptorio
ra do "Rom Jess n. 57.
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir oom moita brevidade o palba-
bote otita, por ter alguma carga tratada o para
a que Ihe falta trata-se'com os consignatarios
Joaquim Jos Goncalves
do Commercio n. 5.
Beltrao Si Filho : ra
Para o Aracaty sahe i o dia 18 du corren-
te o palhebote Leontlla da Crui, capito e pratico
Manoel Caetano da Costa, tem seu carregainenlo
quasi completo, e para o resto que Ihe falla trata-
se com o consignatario Antonio Alberto de Sooza
Aguiar, ra do Amort) n. 60, armazem.
IEILOES.
cortes
algodo
LEILO
[)E
movis, loucas eoutros arti-
gos
TERCA-FEIHA 10 DO CORRERTE
AS 11 HORAS bA MAiSHA
Na ra do Bom Jess n. 50.
SENDO:
C1 piano, 1 mobilia de mogno contendo : 18 ca-
deiras de guarnicao, 2 coudos com tarnpi de pe-
dra, 1 sof e 2 cadeiras de bracos, 1 mesa elasti-
cz, aparadores, guardas-lou^as, guarda-vestidos,
cama franceza, marquezao do amarello, cadeiras
avulsas, quadros, jarros para flores, catangas, pa-
res de lanteraas e outrws mu tus artigos de gosto,
ludo em perfeito estado, os quaes foram transpor-
tados para o refeiido predio.
Por ordem do Sr. Jos Ferreira Guimaraes e
agente Pinho Borges far o leilo cima declarado.
i sos ov
i
OS
CASA DA UTiA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro de Jfarpo (outr'ora ra d>
Crespo) n. 23 e casis do cmtu,me.
Acham-se venda os felizes bdbetes garantid>i>
da 3* parle das loteras a beneficio da igreja do
Livramento de Pao d'Alhu (6b*), que se extiahir
na"segunda-feira, 15 do corrente nez.
PRESOS
Bilhete inteiro 6*000
Meiobilheto .'1'Hhj
Quarto U300
EM PORQO E 100JOO0 PARA CIMA.
Bilhete inleiro ooki
Meio bilhete 2*750
Uarle 1*375
M-tnoel Marlins Fivza
Aluga-se o gabinete do sobrado da ra do
Rangel n. 7 : a tratar na taverna do mesmo so-
brado.
Desappareceramdo engenho JaguaribeSim, o
cabra, de idade de ."2 annos, cabellos de cabaorl
a to, rosto comprido, olhos grandes, tendo as pal-
pebras superiores um poucojlescidas, nariz chato,
orelhas grandes, bocea regular, beicos Hnos.temJ
na face direita nina pequea marca e na esqueiao
abaixo do olho um ligeiro lalho; ps e raaos bem
Mtos e grandes, lodos os dentes, sendo limados os
de cima, filho do Pianc e foi alli escravo de
Manoel Roque da Fonceca, morador na villa de
Misericordia, sendo que foi tanilwm de um tal Lo-
pinho, que all tmbem morador; tem barba
somente na ponta do queixo, e um ligeiro bigode.
Herculano, cabra alo, de trinta annos, solteiro,
com principio de cozinheiro, filho da provincia da
Parahyba, no lugar Garpari, foi escravo do Dr Sa-
luslino Gomes da Silveira, que alli mora, e aqui
foi de Jos Alves da Cruz; I em feito de ps e mos,
rosto oval e descarnado, usa barba a Cavaignac.
olho s pretos, regulares e expresivo-, cabellos pou-
co carapinhos, nariz grosso e ventas largas, buc
ca pequea, e tem todos os denles.
Lourenco, lilho do lagar Urub, ahaixo do Bui-
3ne, foi escravo de Antonio de Araujo, que o ven-
en a Bastos Tbenorio Beierra Cavalcante, mora-
dor em Barreira, lambem da comarca do Buique,
foi aqui vendido por Arcebiades; cabellos carapi-
nhos, ps e mos grandes e bem feitos.nlhos gran-
des, barbado, beicos grossos, nariz grosso e meio
afilado.
Pede-se a todas as autoridades pohciaes, a ap-
prehenso delles, assim como gratificare bem a
qualquer particular qne os levar no mesmo enge-
nho ou no Reeife, ra Nova n. 8.
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Maria Goncalves participa que se en
carrega promover o bom andamento de quaesque
questoes judiciaes nos dous paizes cima mencio
nados, para o que.est habilitado com um pessoal
corapetentlssimo de correspondentes. Escriptorio
roa Primeiro de Marco n. 23, (amiga do Crwpo)
A pessoa que annunciou neste Diario para
entrar de socic im alguma laverna ou padaria,
deixe carta feeLKA nesta lypographia com as ini-
ciaes A V para ser procurado._________
AO COMMERCIO
Os abaixo a> signados declaram ao corpo do
commercio que nesta data amigavelmente dissol-
veram a sociedade que tinham na taverna sita
travessa dos Mariynos n. 8, a qual gyrava com
a firma Silva & Gunha, fican^o o socio Cunha
com todo o activo e passivo, e o socio Silva pago
de seu capital e lucros, e livre de qualquer res-
poasabjlidade.
"Reeife, 10 de agosto de <873.
Manoel Carlos da Silva
___________Candido Jos da Cnm a.
~ Quem tiver urna preta de meia Idade, que
sirv i para vender frucla na ra, e mesmo algum
servipo ero casa, annuncte por esta folha para ser
procuriflo.
Boa casa para alugar.
Aluga-se urna boa casa no Poco da Panella, 4
rna do Rio n. 23, com 2calas, 4 qnartos ecozinha
fra, quintal murado e alpendre na frente, mui'c
propria para passar a festa por ficar prxima do
banno, to apreciavel no verao, e preep commodo:
a tratar na travessa da Madre de Dos n. 18.
8M8H mzm<*
O Dr. R. Vianna.
i Medleo operador r p;irtriro
Especialidades.Openooes e molestias
da< vias genito onrinarias.
Oprra os etreitamentos da nrclhra
pela electnridade por um processo int^i-
ramenie n ivo sem dftr, garantindo a cu-
ra radical ero ndneos illas.
yat fionsnlia1*.do mdn da s 2 horas
VTl; {fr-'H os pobre*)
Chamado.Por oscriplo a qualquer
hora;
Roa do Vigario n. I, segundo andar.
Saqncspara (:ilas ascidades e
Tillas de Portugal.
Carvalho A Nogtieira. saeca'n sobre o
banco coinmercial e Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades a villas do Portu-
gal, qualquer quantia vista ou a prazo e
por todos os paquetes; ra do Apollo
n. 20.
CASADO OKO
Aos &:0003000
Bilhetes garantidos
Hua do Bardo da Victoria (outr'ora Nova)
n. 63, e casa do coslume.
0 abaixo asslgnado acaba de vender nos seas
mnito felizes bilhetes a sorte de 5:OtX)*000 em
quatro quartos de n. 1614, e quatro qnartos de n
2140 com a sorte de 800*, e dous meios de n.
2830 com a sorte de 300*, alem de ontras sortes
menores de 40*000 e 20*000 da lotera que se ac
bou de extrahir (645-; ; e convida aos possuido-
res a virem receber, que promptamente serio
pagos na forma do costme.
O mesmo abaixo assignado convida ao* respeita-
vel publico para vir ao seu estabelecimento com
prar os muito felizes bilhetes.que nao deixarao de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmos
annuncos.
Acham-se venda os muito feli:es bilhetes ga-
rantidos da 3' parte da lotera a beneficio da
da igreja do Livramento de Pao d'Alho, que se
extrabir no dia 15 do corrente mez.
Presos
Inteiro 6*000
Meio 3*000
Quarto 1*500
De IOO$000 paradina.
Inteiro 5*500
Meio 2*750
Quarto 1*375
Recire, 6 de setembro de 1873
Joao Jonipim da Costa Mtt.
AtteiiQao
100^000.
Gratifica-se com esla quantia qualquer pessoa
que agarrar urna mulata de nome Ralbina, baixa,
sheia do corpo, cabell cacheados e ralo, tendo
sido cortados ha tempos, e presentemente amarra,
rosto curto, com urna pequea cicatriz em urna
das sobrancelhas e oulra em urna das mos pela
parte de dentro que nao onde bem abr-la, e
tendo >id amasiada com um soldado do 2, foi
presa na fortaleza das Cinco l'ontas, e andou f-
gida em Goyanna, Iguaras.- e Itamarac com o
nome de Maria : quem a pegar leve-a ao Caminho
Novo, em casa do Sr. Joaquim Luz Goncalves
Penna, ou ra do Viconde de Govanna n. 8!).
Quer-se arrumar um menino de 13 a 14
annos, de boa conducta, prompto em primeiru
letlras, em qualquer loja de fazenda, pagando-se a
despea que fizer em quanto nao tiver pratica : a
tratar na ra ertreila do Rosario n. |7, Io andar,
sala de delraz.
COMPANHIA
DOS
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portuguez
de 2' clase e encarregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco ns ltimos treze
mezes, participa aos seus amigos, trnto nacionaes
cerno portuguezes, que tem o seu escriptorio na
ra Primeiro de Vareo n. 23, Io andar, antiga
ra do Crespo, onde pode ser procurado todos os
das nao santificados, das 9 horas da manh s 4
da tarde.
Feilur.
l'ma pessoa chegada ltimamente de Portugal,
offereee-se para fetor em qualquer sitio ou para
ou tro qualquer servico : a tratar na rna da Ma
dre de De> s n. 34, escriptorio de Cunha Irmos
& Compannia.
Parts, 38, Roa Vlvienne, D?
ih:m-.,m moecis spccil
DAS Mrmviinn
DEPURATIF
du SAIVG
PLUS DE
COPAHU
S oss sixotB, is rtecon
ALTKntCOPS DO MH60g._
~|'to,000curas dasimpin-
I jens.pstulas, herpes,
| sarna, coxnixot, acri-
mpnia, e alterfoes, vU
I (losas dn sangvc, vi-
rus. eaue,u;oes iXj angue. iXarope vegetal
sem mercurio). Depurativa* Ttgelici
B\*uft SSSXEBAES tomjo-se dous por
semana, seguindo o tractamento Depurativo : 6
empreparln o% mesmns molestias.
I Este Xarnyr- Citraeto ds
ferro de CHARLE, cura
Ijmmdtatamente qual-
quer purgacao, rela-
1 xaeao, e debilidad*,
t igualmente o jiujos e ores brancas das
multieres. Esta iujeccao "benigna empregasse
cura o Xarope de Citraeto de ferro.
Hcmorralda, Pnmi'da que :is cura em3dias.
POMADA ANTIHERPETICA
Contra: as ajfercoes cutnea* e comixoet.
PILULAS VEGETAES DEPURATIVAS
do r Chfele, cada frasco vrsi aecumpabado
de um folheto.
AVISO AOS SRS. MDICOS.
I Cara caumhos, totst*
coqueluches, irriMfes
nervosas ms aos bron-
I chioi e loias as doencas
l peito; buta ao doent*
nasa colha rchdea dette xarope LV Foacrr.
Sr. CHilLi en Parts, raa Vlvleauae, .
Sirop du
dTORGET
Deposito em cesa de Augusto Caors n. 22
ra ila Cruz.
Kscrava fgida.
F gio da casa de seu senhor, no dia 21 de agos-
to prximo passad a escrava Joanna, crioula, de
28 anuos de Idade, filha do Brejo da Madro de
Deo, com os sgnaes seguintes : baxa, cheia do
corpo, pernas grossas, com cicatrizes de queima-
dura no brajo e no peito, levou vesti lo escuro,
julga-se que e>li| oceulta pelo Monteiro, Apipucos
ou Caxang: r|iiem a pegar ou della der noticia
exacta ser g"nerosamente recompensado, levan-
do-a na Torre, siti .le E. Adour.
Precisa um casal alugar metade de una ca-
sa de familia, que nao exceda de 10 meusaes :
na ra da Palma n, 65.
/Cinsullorfa ri;ei('<.-ciriir'i(,o
x......
A. B. da Silva Maia.
Ra do Visconde de Albaquerque n.
11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
n. II.
Chamados : a qualquer hora.
Consultas : Aos pobres gratis, das 2 s
4 horas da tarde.
ATTNQAO.
Rnga-?e ao Sr. Pedro do Fiego Cavalcante que
tenha a bondade de vir rna do Livramento n
26, loja, concluir o negocio qne V. S. nin ignora.
Alaga se a casa n. 3 do caes da Detencao,
com tres qnartos, dua alas, quintal e carimba,
por 5/00') mensae, sujeittndo se o nquiline a
calar e pintar.
TRILHOS URBANOS
oo
Reeife Olinria.
Tendo o govenio imperial approvado.
por decreto n. 5,150 de 27 do noveinbro do
atino prximo passado a reforma dos esta-
tutos desta compiithia, de ordem d directo-
ra sao convidados os Srs. accionistas para
se reunirem no da 16 do corrente s 10 ho-
ras da manh no escriptorio da companhia,
afim de proceder-se a eleico da nova direc-
tora e mais fu'nccionarios, nos termos do
1. do art. 13 dosmesmos estatutos.
Previne-se, outro sim, aos Srs. accionistas
que no escriptorio se distribuem os novos es-
tatutos.
Escriptorio da companhia, 5 de setembro
do 1874.
Joao Joaquim Alves,
1." secretario.
ESCRIPTORIO
COMMERCUL.
m, Ra da Trata, 2.
lASBOA.
Luiz Felippe Leilc k Irmos
Executam por commissan quaesquer ordens das
provincias do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outros paizes estrafl-
geiros.
Recebem consignacao gneros nacionaes, co-
loniaes, hespanhes, francezes, inglezes, allemes
e do Brasil, ou mesmo de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou fra delle.
Executam ordens para compra e venda de fun
dos pblicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobranca dos respectivos dividend .
Promovenj no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidacSes, causas civeis e commerciaes, appel-
la<;es e recurso de revista.
Tem os melhores advogado? na capital.
Para os negocios de natureza especial, como
causas forenses, administrado de bens, etc., que-
rendo-se, pode proceder accordo previo conforme
a natureza do negocio.
Solicilam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer outros breves apostlicos concedidos em Bo-
ma ou pela Nunciatura em Lisboa, annullaclo
de ordens, e quaesquer oulras dependencias dos
tribunaes da Santa S.
Tratam da arrecda$5o d herancas e adminis-
tracan de bens no continente do -eina.
Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
Fa en adiantamentos sobre consignagoes de
quaesquer gneros que tenham promnta sahida
nos mercados inglezes ou allemae^. Tambem com-
prara aquelles que se offerererem em condeses
vantajosas.
Fazem transacees por eonsignaco ou compra,
sobre minerios, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, oo outros quaesquer, se convierem as
condicSes de qualidade e precos.
Do-se boas referencias em Lisboa e no.Porto.
; Esta ca-a tem correspondencias senas era todos
os pontos do reino, em Paris, Inglaterra e Harn-
burgo, na frica portogueza, em Maco (China)
reino da Sio, ilhas dos Acores e "Cabo-Verde,
i aceita as propostas que do imperio do Brasil
Ihe forem feitas por correspondencia effectiva ou
eventual
Na modicidad de suas commissoes, na exacti-
do de suas cuntas e no crdito longamente esta-
blecido faz consistir toda a garanta de bom aco-
I tomento.
Tem correspondentes em Scvilha e outras pra-
cas de Hespanha.
N. B. -As commissoes sao reguladas pela praxe
desta praca
m

4a.

^-
--:
-#*
-i 11: A \ i i ,t I i -i ,. j i ;; i v^.
Wnm de pars'
19-RA NOVA19
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar ame-
recera confianza dos
clientes da casa, edo Ti
respeitavel publico em ^
geral. ,
wntm Ntummil
ALUGA=SE
e segundo andar do sobrado da ra da Guia n.
62, oaiado e pintado de novo : na ra da Sen-
zalla Nova n. 1. ____________
Casa no bairro do Reeife.
Aluga-se por prego commodo o 2 andar do
sobrado n. 14 da ra do Torres: a tratar no 1*
andar da mesma casa, ou ra do Imperador nu-
mero 57.r_________________
PROGRAMMA
DA
Fesita do Glorioso 9. SebaMOo
que se venera na matriz le IV.
S. da Paz, eiu Afogados.
Domingo l\ do corrente s II horas da manh
entrar a festa com a pompa e brithantismo cos-
tumados.
A' Urde sahir em procisso a veneranda ima-
gera, que percorrer as principaes ras da fre-
guezia.
A's 7 horas da noute entrar o Te-deum, Cnali-
sando toda a festa com um pequeo fogo artifi-
cial._______________________________________
Precisase de um caixeiro de 10 a 12 annos:
3ue tenha pratica de taverna : a tratar na re-
nacao do Monteiro.
Garanhuns.
Na ra do Bai o da Victoria n. 36, precisa-se
fallar aos Srs. Pedro d Bego Chaves Peixoto e
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
rs se._________________________________
CRIADO
Precisa-se de um para serviro leve e mandados,
urefere-se escravo, de 12 a 1S annos : na ra
Nova n. 19, 1. andar.________, _________
Precisa-ae de uai iraba-
lhad'T pa"a iHter afufar : na
refi iai;ao u iua do Rangel u.
43,_____________
Por 30^000
Aluga-se urna ptima fngommadeira, eosturei-
ra e cozinheira : na roa de C ronel Suassuna n.
8.1, sobrado.______________________________
Aluga-se o t* a5*r do -.obrado da ra do
Vigario Tenorio n. 20 : traja se na ra do Amorim
u 37, com Jorge Tasso.
PARA TODOS
Paula & Mafra, cora casa
mortuaria no pateo do Pa-
raizo ns.. 10.c 12, declarara
ao publico que a pesar Vas ta-
bellas publicadas pela Santa
Casa de Misericordia, conti-
nuara a incumbir-ge de cn-
torra-mento,' e. mais oicios
fnebres, como costumam,
isto, com sinceridad e pon-
tualidade e cominodidade
em precos.
M II 111,11 o
Oucui mais coiihiiIo 'fferece ?
lncontestavelmente a loja de calcadoifestrangci-
ro que mais commodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexe, o PaRIS.NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga do Queimaio) e a razao? a razao simples :
um cavalbciro (amante do chique) por certo se
in .-ominoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forjado a experimenta la sobre um
pequeo e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao vodendo dftta forma conheeer m
a botina Ihe fica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-la, ao menos que no a ei'e dan-
do apenas um passo, que cliegaralogo ao inunda-
do ladrilho ; o que nao acontece no Paris na
America, ondo pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se Sea Inim o calvado : para o
bello sexo, en to qnasi ropesrivei, qfe nina se-
nhora(do bom tom) quera snjeiiarse a experi-
mentar calgado ao lado de um balean, onde en-
tra qufin quer, ainda r.iesnio para comprar : o
Paris na America nao resente-sc desta falta ; ten
nm bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que alli poderao estar em perfeilo commo-
do para a escollia do calcado.
Nao termnam a' i as vantagens ou commedos
do Paris na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tambem no bom fr-
umento de botinas para hnmen, dos niethores o
mais afamados tabricantcs da Europa, romo Me-
lis, 3u>cr, Polak, ele, etc., e grande variedade de
chinellos e sapttos, assim tambem um lindo sor-
timento de bolinas para senhora, e sapatinhos de
muitas qnaltdades uue poderao satisfazer a eo-
Iba da mais capichosa senhora (do bom gosto);
pelo me lica expendido, ist claro que a loja de
calcado estrangeirn, que mais vantagens offerece,
o Pars na America, rna Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga rna do Qneinvado
II. llllaaaa
Cezario Aurohauo Ventura e ala-
ria da Exaltacao Ventura entro
lagrimas e solucos pelo golpe qne
acaham de passar cora o falleci-
mento de sua estimada e sempre
lembrada esposa j| mi Francelina
Maria Chaves Ventura, e faltariam
a um dever de gratirlo se do alio da imprensa
nao dessem um publico testemunho de seu eterno
reconhecimento confraria do Senhor Bom Jess
da Vii-a-ia da igreja da Santa Cruz, com muita
especialidade ao prestimoso Sr. lente Manoel
Domingos da Silva, provedor actual, e thesonreiro
Domingos Jos da Silva Nogueira, estes dous ca-
valheiros qne tanto se esforcaram para suavisar a
immensa dnr que nos martyrisava.
aarswuiuiMi' w ai
Manoel Diafl Xavier.
Umbelina do Bego Machado Xavier, acaba de
receber a trisiissima noticia da unirte de seu pre-
zado marido Manoel Das Xavier, fallecido na ci-
dade do Porto a 13 de agosto prximo passado :
repassada da mais profunda dr, pede aos seus
prenles c amigos do finado o caridoso cbzequio
de assistirem as exequias, qu pelo eterno repou-
so de sua alma manda celebrar no dia i3 do cor-
rente, na matriz da freguezia de Santo Antonio,
principiando o acti s dez horas da manha. Cen-
lando que todos con esponderao a este acto de
caridade, antecipa se desde j, em agradecer mu
cordialmeuie Bala inequvoca prova, que ser
guardada no intimo de sua alma.
Manoel Dias Xavier.
Jos Atisnslo Das, tendo recei-
do no dia 31 do passado noticia d*>
fallecimento de sen tio. manda re-
zar urnas mssas por sua alma, no
convento de S Francisco, no dia 13
do corrente, pelas 7 1|2 horas da
manha, para o que convida aos
amigos do mesmo a assistirem a este acto de reli-
gio e cimidade.____________________________
Aluga-se
o segundo andar do sobrado da travessa do Cor-
po Santo n. 25, com cominodos para pequea fa-
milia : a tratar no armazem do mesmo.
--------------------------------------------------------------------------------1-------------------------------------------------------_
Escravo frgido
Ausentou-se hontera, 8 do corrente, da casa da
seu senhor o abaixo assignado, o escravo Manee!,
crioulo, idade de 30 annos, ponco mais ou menos,
altura boa, olhos vesgos, barbado, cosiuma em-
briagar se ; cujo escravo quando anda ausente
einprega-se no descarrego de canoas: pede-se aa
autoridades pohciaes e capites de campo a sua
piisao e mt l< vado ra estrella Rosario n. 34,
1.* andar, que se gratificar
Reeife, 9 de setembro de 1873.
Antonio Francisco d Albuqueque Saalo s
Aluga-se
o primeiro andar do sobrado n. 34a ra da Ira
peralria, tendo gaz em toaos os quart a salas, o
todo pintado de aovo e forrado a papel : a tratar
ao mesmo n. 1._______-
Antonio Marns Ribero faz sciente ao res-
peitavel publico e ao corpo do commercio que ha
lampos mudou seu nnme para Antonio Joaquim
Martins Ribeiro por ter apaarecido outro de igual
jema.
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1
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Diario de Pernambuco Quinta feira 11 de Setembro de 1873.

Precisa-se *]# unja
i Con-
Ama Precisa-se ..
tratar na pencada Indcptnpii.c.i

ra ensilwar
(.lia :
1 runs^-se do urna ana cscinva p.iia, cz-
nbar e ensaboar : na ra da tvuha u. *.
AMA
16, i. andar.
Precisa-te de una aiua para
o servi^o-de duas pessoas: atraz
do quartel de polica, sobrado n
PRECISX-SE de urna
que saiba coziuhar rmra
urna familia de duas
pessoas : n pateo du
Paraizo n. 28, !. e andares.
AMA
duas pessoas
( AMA
'reeisa-se de una anta pa-
ra o ser -ico interno de urna
casa de familia composta-de
na ra da Cadea-nova n. I i.
"Precisa-se de urna
UniSo n. 47.
na ra da
Precisase de urna para todo
o serviro de urna familia de dnaa
pessoas: na roa do Commercio,
escriptorio da telegrapho submarino.
AMA
Precisase de urna forra ou
escrava que cozinhe para
urna familia de duas pessoas:
a tratar i roa da Madre de fcus n. 22, arma-
xem.
AMA
Germano Pinto de Magalhaes soientifica aos
seas freguezes e ao publico em ge ral que mu-
don o seu estabelecimeoto de carros de passeio
da roa das Plores para a do Imperador n.-27,
onde contina a servir com promptid&o e asaio
aos seas fregueres como sempre lera feito.
Luja do Rub.
Ra estreita do Rosario n. 15
Hermino Ferr* *a da Silva scientiflca a seas
amigos e amigos freguezes, que se acha actual
mente na sua antiga Tuja de ourives, situada a ra
estreita do Rosario n. lo, denominada Rub :
onde espera continuar a merecer a me.-na con-
tanca d'airtes.___________ __________
Bom local.
A toja do predio da ra Marrillo Das n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
5restarse a qualquer negocio de fazendas, miu-
ezas en molhadns, em grande e pequea escala.
A safra do assucar e*t prxima, e indobitavel
o bom resultado de quem alli se eslabelecer. E'
ominodooaluguel e tambem se faz arreudamento
orno melhor convier, tera gaz, agua e apparelho
p Drainage, e nada deve de impostos : a tratar
trua do Imperador n. 81._________________
Est fgido desde o da 30 de agosto o escravo
de nome Genrioiann que foi escravo do lllm. Sr.
capitn Firmino em Maneota ; o escravo lem os
signaes seguints : mulato, estatura regular, cheio
do corno, falta de denles na frente, lem no bra-
co direito um coracao e as iniciaos A. M. C, sahio
com roupa preta e chapeo de Manilha, descon-
fia-se que anda pelo bairro do Recife ou em *Ma-
ricota : quem o apprehender tenha a bondade
de o levar ra larga do Rosarii n. 22, luja, que
ser gratificado. ________________
Joaquira Jos Goncalves
Beltro.
Raa do Commercio n. 1.a andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minbo, m Braga, e sobre os seguints
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Barollos.
Beja.
Cbaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
liuarda.
Guimares.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima. -
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCasteo.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicio
Villa Nova o Portimo.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
Escravo fgido.
150#000 de gratificac,o.
Auseatou-se desde o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos,
croulo e bastaste ladino; este preto perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro enos grandes, i
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiarr, em S.
Lourenco da Matta, onde consta ter prenles, foi
escravo dos Srs. Adriano A Castra, e do Sr, Jos
Joaquim Goncalves Baos, negociantes desta pra-
-ca ; de todos estes senhoies foi eozinheiro, ten
sido visto por pessoas qne o eonhecem dizendo
qoe est forro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capitaes
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias n. 91, loja-de miudezas do Rival sem se-
cundo que receber a gratificarlo cima deca-
rada.______________
OfTerece-se urna ama para eozia a, mas nao
.onpra : na ra da Cadeia n. 2L
% Coosullorio wmWva
V DO
% Dr. H... lio
RA DA CRIE N. 16, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, unde fre-
quentou os hospitaes de Pars e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro-
fissao.
.Consultas do meto dia as duas horas
da tarde.
Gratis aos pobres.
Epecia i'd'Jl(!.=Molestias da pe le, de
crianca e de mnlher.
Km prega no trata meo to das molestias
de sua especialidade as duckat fras e
banhos a vapor, para os quaes trouxe
s apparelhos mais modernamente em-
pregados na Europa.
Tambem applica com grande proveito 2f
no ira lamento das molestias do tero a s
electricidade, pelo processo do Dr. Tre- /(
pier. Cura por un processo Inleiraroente Q
novo as' blennorrhagias e sobre ludo a 'J
J/(golta militar) dispensando as iajeccoes.
tteneo
" Josepha Henri meta de Miranda Barro- avi,
alguns senhores de engenbos, que se acha nes-
ti praca e offereee se a ensinar em algum en-
genho que nao seja muito distante della ; do que
tem bastante pratica: quem pretender dirija-se
roa de Santa Rita, casa a. 89.
>a a
nes
O Dr. Casariova
Pode ser procurado a qualquer hora
em seu consultorio homeopathico, largo
da matriz de Santo Antonio n. 2, Migan-
do andar. No mesmo consultorio ha sem-
pre s rtimento dos verdadeiroe medica-
mentos de bomeopathia
i\
A

5
rita domj \rtAo da victoria
Nt. 7Outrora NovaN. 7
Calcado
francez.
Para lime ni.
BOTINAS de bezerro, cordavo, pellica, lustro e
. de duraque com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATOES de be-erro, de cordavo e de case-
mira.
S a PATOS de lustre com salto.
SAPATES atamancados com sola de pao, pro-
prios para banhos, sitios e jardins.
SAPATOS de pete, cbarlot, castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Para senhora.
BOTINAS- pretas, brancas e de cores difieren tes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phantasia com salto, brancos,
pretos e de cores differentes, bordados.
SAPATOS de tapete, charlot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguezes.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre o de eordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca francezes e portuguezes.
Botas de montara.
Rotas a Napoleao e a Guilherme, perneiras
meias perneiras para humen-, e meias perneiras
para meninos.
No armazcm do vapor france', ra do Bario
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de bataneo, de braco, de guernic5es,
sofs, janlineiras, mezas, conversadeiras e costu-
reras, ludo isto muito bom por serem fortes e
leves, e os mais proprios movis para saletas c ga
binetes de recreios.
No armazem do vapor francez, ra to Barao
da Victoria n. 7, outrora Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes c
de elegantes modelo*, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
BWonel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor francez, ra do Baro da Victona, ou-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Fiaos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trifice, agua de flor de laranja, agua de toilele,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sahonctes,
eos Hticos, muilos artigos delicados em perfuma-
ria para presentes com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de differentes taa-
nnos d'agua de cologne, tudo de priraeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victori?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de lilTercntcs gostos e
pliantazias.
Espelhos dourades .ara salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
1.1: vas de Jouvln, de fio de Escocia e de camurca.
Caixinhas de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixin'ias com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom i!e lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo%
gio*.
Brincos a imitacao e boioes de punhos de pla-
qu
Dolsinhas e cofres de seda, de velludo e de cou-
rinho de cores.
Novos objectos de phantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de tres, de prata dourado, de ago e
de tartaruga.
Oculos de ajo fino e de todas as guarnieses.
Bengalas de luxo, canna, com castres de mar-
fim.
Bengalias diversas em grande sortimento para
honiens e meninos.
Chicotinhos de baleia c de militas qualidades
diversas.
Esporas de tarraeha para saltos de botas.
l'onteiras de espuma para charutos e cigarros.
I'entes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de marfim muiro finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhas e para den-
tes.
Carteirinhas de medreperola para dinr eiro.
Meias para homer.s e parameiiinns.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes joguinhos alle-
maes e franeezes.
Malas, boleas e saceos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as enancas morde-
rem, bom para os dentes.
Bcrcos de vimes para embalar enancas.
Cesiinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
enancas.
Venezianas transparentes para portase janellas
Reverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
I.anternas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacSes de
(estas.
Baldes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf. Wt
Espanadores de palh e de pennas
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantemas.
Tinteiros de loura branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pre'.as para
qualrws.
Quadros j promptos com pavsagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
tazia.s.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
tamanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difflceis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, na do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados om differentes partes
da Europa para entretenimento das crianzas tudo
a precos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do Barao da Vic-
toria, outr'ora ra Nova n. 7.
Oslinliis para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegadng
ao armazem do vapor francez, ?ua do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
baratos.
Oleado bonitos e ranito baratas, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
rio da Victoria outr'ora Nova n. 7.
Jos Correia Braga lendo de seguir viagem
no primeiro vapor para Lisboa, d?,ixa por seus
procuradores em lugar os Srs. Tasso irmaos h.
C, em S* o 8r. Franeisco Guedss de Araujo e em
9* Antonio Lopes Braga.
Est eiicouracatlo !! !
li.'t: > .i Ii'ii!. Sr. Ignacio \ie:ra de. Me\
|d-cr!\a.i na cida \X<- Nazaiein it. sia |irovi;fa. i
na i'u.|U( de l.axias n. 3o, a coi.-
ciuir acuelle utyiiKio qne S. S. se eomprometteu a
realisar, pela trreeira chamada deste jornal, em
fins de dezembro de 1874, e denoto para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 187l,a nada eumprio;
a por este motivo de novo chamado para dito
9m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de eito annos, e qnando o Sr. sen nlho se
arhava nesta cidade.
DOEWCAS SECRETAS
Gh.ALBERT
omu mu. -i, ntmrtA m wu mo
vSofS
mu ni aauarj_____
lalporeas. borbulhsa, ulceras,
ssagoe, cUbOidade, totona,
MLM AiaHM: Oanlaantos mantas!
on antgos; flores brancas, cures psOlidaa.
Part, 1S, r. HcntoiasO, VoUMto-rHc
Depodto n Ptrnambueo, A. REOORD.
Offieiaes de alfaiate.
Na loja do pavo, ra da Iniperatriz n. 60,
precKi-.se da dotis offieiaes de alfaiate, prefera-
do->e qmm sailia trabalhar em machina.
Quem quicer comprar duas casas sitas na
estrada nova do Agua-Fra, terreno proprio, com
36 palmos de frente, do lado que corre o vapor,
quem quirer dirija-se ra do Pngresso n. 19,
que adiar eoin quem tratar._________________
Aviso
Acha-se aberta urna loja de pintor e imaginario
dispusirao dos Srs. freguezes, offerecendo-se para
contratar quanta obra appareca ao seu cslabele-
eiiilento, rom a maior vanlagem que possivel, e
de admirar pela barateza, cotio sejam : doura-
mento de igrejas-ou capellas, eimagens de lodos
os tamanhos, cyriuse cruz para irmandades, ban-
quetas para altares, e tudo nue fr de seu offlcio
e de admirar tanto pela perfeicao como pelo preco,
do mais moderno e melhor gosto que possivel.
Quem quizer dirija-se para villa d Bezerros que
I encontrar Manoel Adolpho Silva Ramos, que
os receber eotn todo agrado.
As pessoas que tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoitilo que lira nos fundos das
casas ns. 18 e 20 da ra da Florentina, onle exis-
te a fabrica de serveja, cu jo terreno limita se at
ra de .Santo Amaro, oodein entender-se eoui o
droprieai io na ra do Hospicio n. 35.
-r- Oljerece se um feitor para engenho, cun
pra i ir,i : a tratar na ra da Ruda n. 48.
NEU1C0-GIKURCIG0 2
DO
Dr. J. II. Curio 0
Ra do Mrquez de Olinda n. 23, pri- dj^
meiio andar. ^
Consulta das 9 horas as 11 da manhi. ?m
Chamados a qualquer hora. ^
0
i
0
i
0
0 -000000 00000
Lines de piano.
Urna senhora portuguesa, chegada ltimamente
de Lisboa, offereee-se para dar licoes de piano em
casas de familia e por prero razoavel : podendo
dirigir-se ruada Aurora n. 3, primeiro andar.
Locado de sitio.
Ahiga-se um terreno, com casa de moradia
que lem duas salas, eozinlia fra, e qualro guar-
ios arejados, na ra de l'a>sand, esiraiia da Mag-
dalena, defivnlc da estrada que val para o hospi-
tal portugaez : prueurem a ra do Du.jue de Ca-
xias u. 3, primeiro andar, Jas 10 bolas da ma-
nh s i da tarde.___________________________
Publinijja jurdica.
Apontumentos smbre a condi^o
dos -s era v os e libertos no Brasil,
coutendo as priocipaes quesldes relativas essa
esperie, com as decisoes proferidas a respeito pe-
los tribunaes superiores e do poder executivo,
bem como toda a legislado patria, antiga e mu-
de, mssima acerca de cada una dallas e os ndices
alphabciiciis. desta ultima ; peto Dr. Antonio de
Vasconcelkis Menezes de Druuimnnd. tente cathe-
dratico da 1.a cadeira do 4.* anno (direito civil)
da l'aculdade do Recife e advocado ueste foro.
Asigna se livraria do Sr. Nogueira, ao arco de
Santo Antonio, e nesta typographia.
Aluga-se o '(' e 4* andares do sobrado da ra
do Amortan n. 17 : a tratar na mesma ra n. 37, no
escriptorio de Tasso Irmos & C.
Na ra larga do Rosario n. 21 precisa-so de
urna ama une saiba comprar e coziuhar Na mes-
ma casa precisa de urna mnlher portugueza
para tomar conta do servico interno de orna casa
de familia.
Precisa-so de urna ama para coziuhar em
casa de pequea familia : a tratar no armazem de
movis, a ra do Duque de Caxias n. 29
Urna mulher livre dehomem, e quizer alu-
gar um quarto, dirjase ra estrena do Rosario
n. tO, que achara com quero trstar.
00* 000003 00000
0 0
0 Consultorio homeopa- 0
0 tilico 0
0 Do Dr. Santos Mello 0
JtM 41-------Ra do ImperaJor-------41 f
^ Consultas todos os dias das ii 1 da '
0 Urde.
M| Gratis aos pobres. a
-^ Residencia ra Nova n. 7, segundo JJ
9 andar, onde d consultas das 6 s 9 da
)M manila e das 3 as 5 da tarde. ge
CqJ Chamados a qualquer hora,
0 0
* 00000 00000 0#0
DE 10 PALMOS
E D'AHl PARA RAIXO
Sapotiseiros muito bonitos e sapoleiroj em gran-
de iiuantidade e preco eommodo.
Aiem desta*, as plantas de ornato e de fructo se
i-'uintes:
Abarate Jabobcnba
Alerrim Laranja cravo
Ariticum p Lima da Persia
Caneha de umbigo
Coraran da India Limo francez
Carolina do principe Oity coro
Figueira Palmeira imperial
Ftonboyant Parreira
Fruru pao .Piuheiras
Guiaba branca Romanzeiras
Jaca '- Resed
Jarmim laranja Rozoiras
E nutras plantas tambem per preco eommodo :
na Capunga, ra da Ventura n. 20.
MOLESTIAS do PEITO
HYPOPHOSPHIIOS
00D?CHURCHILLi
XAROPE DE HYPOPHOSPHtTO BE SODA
UPOP OE MYPOPHOSPHITO OE CAL
PILUUS DE HTPOPHOSPHITO DE QUINIMO
IMOPE DE HTPOPHiPlTO OE FEIRO
PILULSS DF HPOPHCSPHITO DE MAN6AIESU
m
PASTILHAS PECTOMEI DO D' CNWNstlLL
Eligir i.i ut uiU)H4 o frute fMart
O m t-vl r.i producto a aifniur de
D' CHURCHIIL, e o Ulreiro com msrc
de fabrica da u&arsiaeia WAjnf, 11, nss
Cutigkon*. PARS.
L'uico deposito, aonde se acha a venda u
oasa de P, Maurer C.
MEURON&C.
, ^^7 i m i na
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e neme diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qaizerem do verdaeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEUIiON a c.
r'UNDICAO DO BOWMAN
RUADO BRU1 N. 52
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS seobore de ongeabo e ontros agricultores, e empregadjres de m
QiDismo o favor de nma visita a seo estabelecimcntu, pra verem o lovo sortimento
omplet) qoe abi tem; seado todo superior em qaalitlade e fortid3o; o qne com a ins
cqJo pessoal pode-ae veriflear.
ESfECIAL ATTENgO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICO
fanAl-AS A rOfiflS d'AtTilfl. d09umais molernos aystemas eem ta
lajJUi o u ivUitD \a c%g *** aiarihos convenientes para as diversas
ircomstancias dos senhores propietarios e p^ra deacarocar algodlo.
Sloendas de canna 22!os taalaDb08 as:melbore8 qQe ,qoi
iodas dentadas para aDimae8'agoa e vapor'
Taix8s te ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
ttachinismos
Bombas
CeftSBlloro medico ciiico *
i .00 b m
0 Dr. Americo Vespucio. *.-
0 Ra do Bom Jasus, antiga ^
du Cruz n. SC. 1 andar WL
Cliamadus a <|iialc|uer hora, e para^^y
fora da cidade. W
Consultas de 1 hora s 3 da tarde.
id
0
para mandioca e algodio,I Podendo todos
e para ferrvrraideira. fser moridos a m3o
/por agaa, vapor,
de patente, garantidas........ |oo animaos.
Todas as machinas e pec"de qoe 8e C06,Dmi preci8'"
de macbiismo, a prego mei resumido.
tem as melhores e mais baratas existentes no mer-
cado.
Incumbe-se de mandar vir qnalquer maerrnismo von-
tade dos clientes, lembrando-lbes a vantagem de fazerem
iias compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qnalquer necessidade pode
ie$ prestar auxilio.
Irados americanes **""**!*.
Faz qualquer concert
Formas de ferro
$ncoinmen4as.
Gratis aos polires.
especialidades : ?
Partos e molestias da metra, operacan ft
dos estreita mritos pelos precessos os, J*
mais modernos. %p
9 fionsnliflri \\m\m cirurgif o
Dr
DO
Ferrcira.
*
larga
e
Antigo gabinete de seu pai, ra
do Rosario u. 20.
Cura de hydrocelles sem injeceo
com punecao capillar
Abertura de abeessos e extraerlo de
derramaniento sero?os, pelo a>pirador giv
de Potain.
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZi^^ruaj"Ma^^*^^
G. 4. Schnorbusch.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
Regala Real.
Riachudllus
Demcratas.
Suspiros.
Cundas.
Operas.
Principe de isa.arck.
Trabucos
Bahas
ito em Pernambuco no armazem de Cunl
FUNDICO DE FERRO
5
V na do Baro do Triunipho (ra do Brun) ns. 100 a KM
CARDOSO l IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para cn-
genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercado.
Vapores de forca de 4, 6,8 e 10 cavallos.
LaKleiraS jlOenuaS inteirHS e meias moendas, obra como .iunca aqui veio.
laiXaS IllIlQlCiaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tiOClaS Q agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
COQaS QentaQaS de todos os tamanhos e qualidades.
Rel0g0S e apitOS para vapores.
OOmDaS de ferro, de repucho.
AraaOS de diversas qualidades.
Formas para aSSUCar grandes 6 pequeas.
OonoertoS c0006^111 com promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoa 1.
EnCOmmendaS man<*am YU Por encommendada Europ?, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
fitas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesma's..
Ra do Barao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICO DE CARDOSO A IRMO.
Carros de luxo.
E' inquestionavel que a cocheira da ra do B< mi
Jess n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
leras e victorias de luxo, proprlas para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excelentes
pardhas de auimaes, arreos luxuosos e buleeiros
com fardamentos do ultimo g<>sto, para o que se
convida ao publico a vir por si niesmo scitnlifl-
car-se da verdade do que d- ixamos dito, certos de
que iimo encontrario pimada, e sim rea I i laJe e
c.ini.iids presos.
A familia honesU que precisar de urna mo-
ca para costurar, dirija-se ra Velha n. 39 qua
tehar com quem tratar.

9
MEDICO.
^ Augusto Trajano de Hollanda Cha- .i
>F con, doutor em medicina pela Facul-
dade do Ro de Janeiru, chegado ha /cL
Kouco da Europa, onde nos melhores i&
ospitaes dedicou-se aos estudus de /jv
v sua profissio e com especialidade s \Jr
a operacjSes e s molestias dos olnos, tem Rk
*& o seu escriptorio na casa de sua resi- \j
/Jv. dencia ra Duque de Caxias, antiga
>y das Cruzes n. 9, .2. andar.
Consultas das 7 as 9 horas da ma-
nb3L
Gratis aos pobres.

firanile jiediinci;
Las oscos8ezas a 280
rs. o covado
Ana do Crep n. O
Pince-nez
PerJeu se um piuco nez de ouro, para homem,
da ra do Capibaribe para a ra da Aurora, es-
quena da do Conde da Boa-Vista : quem o Utot
acbado, querendo restitui-lo, tenha a bondade de
leva-lo rus da Capibaribe n. 40, onde se grati-
ficar o trabalho.
AfElfCAO
Constando que tem apparecioo no mercad' latas
de gar contendo 4 t|2 gales. Henry Forsler 4
C. declaram que nos seus depsitos ns. 6 e 28 na
ra do Brum, s venden) caixas com duas latas,
coutendo cada lata cinco galSes, e pesam 16 kilos
bruto.______^^
Preeisa-se
de dous muleqoes de 11 a 15 annos para um tra-
balho muito leve : a tratar no hotel de Bordeaor,
ra Primeiro de Marco n. 7 A, I.' andar.
apellan.
A Ordem Terceira de R. Francisco, deseja con-
tratar um capell'o para celebrar as missa nos
domingos e das santos na casa de detenca : a
tratar com o irinao miBitro no consistorio da
mesma ordem.
Costureira.
Preeisa-se de urna senhora habilitada em cos-
turas o bordados : a tratar na ra Nova n. 31.
Iqja._____________
100101.
E' esta a quantia destinada pessoa que prender
e tronxer ra da Cadeia n i3, o escravo Auto-
nio.que fugiods propriedade do Sr Joaquim Men-
dos Fnrreira, na cidade do Penedo. provincia das
Alagoas, cujos signaes passo a demnstralos : es-
tatura regular, mulato, ro>to meio comprido e
basUnte descarnado, e o signal na carcter i stico
o de ter o dito escravo o dedo polegal dama
reita sem movimento ; e coastando qne est
trabalhSndo ahi, na estrada de ferro de S. Francis-
co, por isso nao muito custoso a qualquer pes-
soa, amante dos cobres, agarrar e traze-Io.
SER VENTE
De botica.
Precisa se de um com pratica : na pharmacia
Torres, ra de Marsilio Dias n. 135.
Escravo fgido.
Autentou se na sexta-fera, 29 de agosto prxi-
mo passado, da caza de seu senhor, o escravo Ro-
3ne, de dade de 18 annos pouco mais ou menos,
e cor preta, com os signaes seiiointes: eobetlos
carapinhos cortado rente, estatura, regular, socco
do corpo, ulbos gr ndes, testa larga, nariz ohatn,
pes e mios bem feitos : como nao tem conheci-
mnto do mal de crer que se ache me-mn na
cidade mi seus arrabaldes, a ja tem sido visto em
Beberibe: pele "e por tanto as aatoridad'', ^pi-
taes de campo ou qualquer pesso, qae n agarrar o
favor de o levar ra do Vigorlo Tenorio n. 3 2*
andar, que. ser bera gratificado.
Recife, 1 de setembro de 4873._______
' Preciase de urna eoiinheira para casa Te
familia : a tratar na ra do Bom Jess n. 26, ar-
aaieo.______________________
Jos Correia Braga vi i Liiibea, levando em
sua companhia sua senhora e urna Bina menor.
')


Diario de Pern&mbuco Quinta fira 11 de Setembr de 1873.
Acousue.
*S
fB* do- {i
maten
ias : a tratar na i
l 7, Junio lo :~nnto Antonio.
i i a.mi-
pedra
pe-
i 'do l'asso
ni.,.
PENHOBES
Na ravessa da ra
dasOmzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
ntiores de ouro, pra- ]
ta e brilhanfes, seja
qual fora quantia.
Na mesraa casa
compra-se os mes-
iuos metaesepedras.
! &% >*
jX'Ha'S VSS'Si ti?
Preei a-s*dirima ama para l Jo o servico
enancas i >h: >mprare ozinhar, farra ou rs
orna rua I)ct-|iic de Casias n. 21?, 2 andar.

i
*MM9
DA
rM ilai'
Salvad.r
ftepa-ia a>
Ift-nnque de Albnquerqne, ensina c
sin i .ras que so quizerem habilitar
jara os concursos s cadeiras de nstruccao pri-
Mana; presta-pe a ensinar pur casas e collegios
rtleiilares nt-Ma cidade e seus*" suburbios a mes-
m hVqdma e todas as materias do ensino ele
efltor a alumnos de um e uotro seso. Taniheni
sodas as lardes ei i -na casa leccin* aos estudan-
es* (iivp ntorios que prensaren) de habilitar-
paran exorne de pnrtngui-z. Botina igualmon-
(earithmui'ca e.-ooineii i.i ruin toda o ilrsmvol
Tiaeiito d aoplicares. Lar?) do Paraso n. 8,
'gando andar, das (|uatro horas da larde ein
multe.
i,l
iY
{Vi.NHO DE QUINQUINA HYGIENICO
HtEFAtuno co-N os meluoris vi.mios de uks-
VNllA DA FIHMA
Li'lMi.G.COEStWH
ron.'.'LT.rt)-n da loa mv(Tst\:: a n.w.vpA
D'ni sp.v.vn.v.
i'OU
TH9MMERET GLIS
8'liariii-tcciitico
EX-IN TF.IOO DOS IIOSPITAK& DE PARS
0 SilERUV-'vlNA 6 o viulio ile Quinquina
que li"j'j prc&'rom a jiaiou parto Jos mdi-
cos Je huspilaes, dos lentes da faeuldade e
tos i..-.:'.:,i,5 da academia de medicina.
Tecfl esta i'.i'forencia asna expliraco nistu
qiv- oAtroeo todas as garantas que debalde
1 roeuram nos productos dosse genero cm
KUtTAfl VEZES SE SACRIFICAD AS QUAI.IDA-
i r\o KSSE.vcun qcf.ii bd VINHO, QUKR
;.w (as vises de ambos) nos i.u-
wi:.t.\i;\o (Ver tima da* A y as
Ito Itr. imSTASTIJ JAMES,
.iGQ DEPOSITO
lAHMAAEDROaBIA
ITHOLOBB & C.
Ra Larga do Rosario u. 34.
a
Nao dnvidem
S na ru$ do do Gamo n.
20, loj de Guilherme &
C. que.se podem vender
as fazendas abaixo, pelos
precos segu ntes:
Lasinha eacooeu a 2W o citado
Ditas de listraspadresnovos a 280 o covado
Ditas com listras de seda \ 400 rs. o covado.
W>MM corntistraa- a 900 rs o covado. m.
Merino assL'lioado para roupas a 360 rs. o ee-
" V
liapeos de sol do seda com cabo d4 osso a 84.
Algodo de slraf americano com pequeo e
leito a 3id rs. o vado.
Brins pardos e de edres a 400 e 410 rs. o covado.
Brim branco lona a l 600 a vara.
Cambrid* preta con Ustras e flores brancas,
proprias pra luto, I4tl rs o covaflo.
Dita finas de cores a 280 rs. o covado.
Cretone para camisas e vestidos a 440 ts. o co-
vado.
Chitas rxas e de cores a 200 e 240 ts. o co-
vado.
Grosdenaples preto de cordo a 2*400 o covado.
Colchas adamascadas a 34000 e 4
Ditas de croch a 5j.
Cobertas de chita adamascada a 3*500.
Cobertores de l escuro a 2*.
Lences de bramante a ti.
Ditos de algod a 1*400.
Toalhas alcorhoadas a 6* a duzia.
Lencos de casta com barras a 1* duzia.
Ditos ditos de abainhados a 2* a duzia.
Ditos de esguiao a 3*500 a duzia.
Camoraia lisa a 3* e 4*500 a peca.
Dita V ictnria fina a 3*800.
Cortes de casemira fina a- 5*.
Aiual ado a 2* a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de h'nho,
pelo diminuto preco de 380OO a duzia e 3*300
cada urna.
S na loja de Guilherme 4 C, ra do Cres-
po n. 20.

\ Joaquim Jos Oooqalves
Beltrao & Firbos
Teem para- veador ou seu escriptono
Coinmerq n. %; o seguiule :
AGURDENTE de caj : .xa de if garris.
t de laranja, Mem dem,
ARCOS de pao para barril.
CAL de Lisboa, recentemente chegada.
CHAPEOS de sol, para hornero, e senhora, abo
da mailim elija).
FEIXK de ferro, fcra parta.
PI dealgodo da lahiaA fabrica do comeen-
mendMoPVedJRo.
LIXHA de roriz.
OBRAS de palheta.
PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do
mendador Pedrozo.
ROTROZ de todas as qualidades, das fabrica! de
Peros e Eduardo Milito.
QLHAS proprias para botica.
SAI.SAPAItiilLHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamanhos.
VINHO engarrafado do Porto, caixas de 2 ar-
rafas.
dito Moscatel do Douro, idem idem.
dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias. \
da Italia engarrafado, caixas de 6 far*
rafas,
de Collares superior, em ancoretas.
de eajd, calxai'de 11 gar.lfes.
Malvasia do Douro, cauaa com, 12 lar-
rafa,.
Nova remessa de cha, rumo
e rap.
Amara), Nabuco & C., vendem cha preto e ver-
Je, fumo iuglez para cigarro e cachimbo, e rap
francez e nacional : no Bazar Victoria ra do
Barao :1a Victoria n. 2.
Vende-se
trastes de Jacaranda e amarello com pouco use,
cm perfeito estado, e tambem um meio-apparelho
de loufa para jantar e um dito de porcelana, fino,
bianco, para almoep. Vende se por ter o dono de
se retirar para Europa : na ra da Imueratriz
n. .? A.
VEOTE-SE
no estado era que se acha o sitio existente na fre-
luezia dos Afogados n. 21, hoje becco da travessa
dos Remedios n 18, em chaos proprios : quem o
pretender entenda-so com o se 11 proprietario na
ra de S. Francisco de-ta cidade, como quem vai
para ra Bella, sobrado n. 10.
E' de graca a 500 rs. o co-
vado.
Yende-se superiores lis a 500 rs. o covado,
urna verdadeira pechincha, por ser fazeoda de
muito boa qualidade e muito arga e padroes da
ultima moda : s se encontra na ra Duque de
Caxias n. 88, loja de Bastos Iranios.
Aproveitera!
Aproxima se o mez de dezembro, em que a
Nova Esperanea, ra do Duque de Caxias n. 63,
tem de dar o seu balanco ; e como sabido o
grande deposito do miudeza?, iiue tem dito esla-
belecimento, nao s de artigos da moda e phan-
tasia, como tamb m do objecto de lei; e como
realmente conheeido que muito mais massan-
te o contarse miudeza do que cnlar-se o cobre,
a Nova Esperanza tem resolvido vender por rae-
nos 10 /. do que o preco do coslume, para desta
forma minorar o trabalho do balanco.: por esta
razao os apreciadores do botn aproveitera e ve-
nhara ver como se vende bom, bunit e barato.
Hftsperidioa
-*lHga ?e a casa n. 7i da roa do Santa Rita
tratar no Recito rea da Cadeia n. 3.
Preeisaso de tira hornera pootngnei para
frar.ihar em um sitio e tomar e 'ii'-i d MCll do dono, que Mtiba tratar d capim e hor-
ta e cnxertar arvvndoa, dando conbecimento da
?na caparidade: na ra di ;,'i, da Victoria
D. i'1 X" diri 'i > ni nrei-isa
OHtaMvr aa oty '%i\ 'jopuno
p ctu '(osiotui spinus ve) aaaoa "J
tizvmji o BJBd sauo sainaSv
| srevd IIMkjtW pJvoqnoq. 'f 0JJS0d3a
!d 9p Hoiia ita a
uviiiiisKOviH OAiimiJia
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$votiiti{dRg tvt}saoiu sy
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sYiisnow sv sraoi aiNsunvoiava
li
8II9d eP seiisaiog se sepoi e
S3JHSH 'Sgu5 sossaaav 'saaowQi
svsoaaDii svainaj
'\nraDia 'svouhv STOTHQ 'srnuotosg
vjsbd \vo%pv}
Verdadeiro bter hesperidina, superior e acre-
ditado : a venda no arraazem de Tasso Irraos 4
C, ra do Amorim n. 37.-
Carcaveflos, Idem idem.
Chapeos para sentorras.
Amaral Naboco A- C. receberam om comateto
sortiraento de chapeos de palha de. Italia, leda
e voHndo, pretas par luto, e dtcts'enfeitados
com bonitas flores e flte : vendem no BazarVie-
tona, i rur do Barao da VieMrta n. 2, antig ra
Nova.
liisipias maculis.
Amaral Nabuco 4 C. vendem insignas maco-
nicas,;gTes 3, 48,: 17, 30 e 33 : no Bazar Vic-
toria n. 2, amiga rila Nova.
qTeHas fnebres.
Amaral Nabuco & C receberam ura complete
aortimento de capellas fnebres cora diversas ins-
eripces e vendem por commodo preco : no Ba-
zar Victoria, ra do Barao da Victoria n. 2 an-
tig ra Nova.
FNDIC10 DO BOf MAN
PASSANDO O CHAFARIZ .
MJ-Ai DO MK1LJ1ML T. S!
Recommenda a a^teijcao dos Srs. de engenhos
seus vapores de diversos systemas com. os idtimos
melhoramentos em todo o tamanho, e preco regular.
----- r;-t------'-------!-----------
i
Roa do Bardo da Victoria o. 22.
BAZAR NACI I AL
Ra da Imperatriz n. 72
DE
Loorenco Pereira leudesfnjitaraes
* *
DE
Carneiro Vianna.
Deelara a seus freguezes que tem resolvido vender 6 masbarato, que fot poitei
saber:
CHITAS A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160 e 200 o covado. D-
i
BU .* f**>. *- 'S"s%RANcVZAS A M0Rrd'
dos ltimamente na Europa, cujas machinas
sao, garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para onsinar as raesmas. em
LASINUAS A. 200 RS.
Vendo-se lsinhas de cores para vestidos,
qtialquer parte desta cidade, como bom as- i
Angolas kgifim
3Vende-se era casa de Okel Diodloss O, na
roa do Bom Jesue n. 11, os verdadeiros angolas,
qae foratn da cata dos Srs. T. Jefftrios C.
m ROLO
DE
Camio de cuunbo
POR
4*5500
Para encanaraento de gaz ou aprna
americana, ra do Imperador n. 43.
a casa
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem a este mercado*
na ra do Mrquez do uJigda n. 51.
6, ra do Vigario, ven-
Bons trrenos.
Vndese barato, terrenos proprios, em lotes e
vontade dos compradoras, juuto e nas circumfe-
rencias da estacad da Boa-Viagem, lugar saudavel
o bastante concorride, muito proprio para edifica-
c.tres, por ter era seu favor nao s o vapor da
manlia e tarde, como o privilegio que isenta de
pagar uassagem por dez annos a quem edificar, e
ii i.-lahelecimentn dos bonds que se projecta : os
preteieieotes tntendam-se na thesouraria das lo-
teras.
Vcnde-se urna eserava de 18 annos, que co-
stnha bem o diario, lava perteitamente e eogomma
vcl : ua ra Angosta n. ?0't, 1 andar.
Vende-se
ou inga-ee nm peqneno sitio bem plantado e casa
muito fresca e bem conservada, com cacimba e
banbeiro, por prego eominado, no lugar denomi-
nado Pundo, era Beberibe, ra da Esperanea : a
tratar na ra do Cahng n. 6, loja da conquista
Ra do Cabug u. 11 A.
Vndese um escravo moco proprio para enge-
uho ou padaria, por preco muito em eonta.
Vende-se dous escravos pardos, de 21 e 27
atlni s de idade, cozinheiros, 3 mofeques de 10 a
17 annos, 6 bonitas negras de lo a 2 annos, com
Iribibdades, bem cerno oulras sera habilidades :
na rua de Horlag n. 96.
ttua do barfto da Victoria n. 25
COMPRAS,
>' ;Od. -S BV08 ^f)k
.iniK.i'io ila rua d,o lm: Jj
| Trastes. a
Vtf' t> iMados : ii
Hie.hi, dej
Jomomt.Mnn U., .W.iivo**^; oiio ^iUid<4
i .isa*kii>, *Mirri- sUie;
fc.lafdVdo^I'iOiiubril ,u. U
= Vende se o hotel da rua do Brum n. 68, com
todas as pertencas : quera quizer dirjase ao
mesmo hotel a tntar cora o proprio dono.
Veade-se a taverna da rua Imperial n. 107,
cura poneos fundos, propria para principiante, e
nina das raelhores do lugar : quem pretender di-
rija-se ao mesmo estabelecimento que achara com
quem tratar.
Vndese um consoll> de macucuuba, na rua
da matriz n. 44, 2." andar, e urna marqueza a
mesraa madeira : na roa-do Bncantamento n. 3.
Bairhos em Olinda.
Camisas e calcas de fazenda de boa qualidade,
proprias para os banhos em Olinda : na loja dos
arcos rua Primero de Marc (antiga do-Crespo)
n.120 A, de Gorgel do Amaral 4 C.
No arraazem n.
de-se o eegamte :
Plvora ingleza de superior qualidade.
Chumba de aiunioo.
Folha de Flandres.
Estanhe em verguinha.
Palhinha pre|>arada.
Oleo de linh^ea
Gomraa laca.
Cola da Bahia.
Retroz de superior qualidade.
Pelles de couro de lustre.
Ditas de Bezerro.
Cera em vellas de Lisboa.
Ditas bogas.
Cadeiras hamburguezas.
Ditas de balanco.
Ditas para crianca.
VENDER
barrs com carne de varea e de porto, salgada,
para mantimenfos de navios : ne armazem de Tas-
so Irmaos & G. rua do Amorim n. 37.
Vende-se o sobrado de um andar sito rua
Imperial, canto da travessa do Lima, pruximo ao
chafara, oqual est situado i m lugar muito apro-
priadh para estabelecimento coramereial, a que se
tem sempre prestado, tem boa jujiitai e caciniba
etc., e tambem se arrenda : a tratar na rua do
Hospicio n. 35, das 7-s H aoa|'do da, e das 3
s 6 da tarde
sim concerta-las pelo tempo tambem
anno sem despendi algum do comprador.
Nuste estabelecimento t-.nibem lia pi;rtengas
para as mesmas machinas e se suppre qual-
quer pe^a que seja necessario. febis ma-
chinas traballiam com toda a perluieao de
um e dous pospontos, tranzo e borda toda
qualquer costura pur fina, que si-'p, seus
precos sao da seguinte qualidade : pira tra-
balhar a mAo de 305000, 405K)O;. 'ioSSOOO
e 505JOOO, para trabalbar com o ; sao de
80JJOOO, 90*5000, lOOjJOOO, 10^000,
120JS000, 1305000, 1507000, 2tn>3pJO o
2505000, eraquanto aos autores nao ha al-,
teracio de precos, e os compradores pdenlo
visitar este estabelecimento, que muito de-
vero gostar pela variedade de olyectos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagom, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
crianca (altas) ,.dt para escolas, costura-
ras riquissimas, para senhora, despensaveis
para crianzas, de todas as qualidades, camas
de ferro para hornera e oriancas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparolhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo -de metal o de marfim,
ditos avulsos, colheros do metal fin ,cnndiei-
ros para sala, jorros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas,lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos artigos que nuiitodevemagradar a todos
que visitaren** este grande estabelecimento
que se acha aberto de-de as G horas da ma-
nila at as 9 horas da.noute
Rua do Barao da Victoria n.
__________22.__________
Nao ha mais cabellos
: a 200, 360, 400 e 500 rs. o covado.
d>um ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 4-00,500,
640 o 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 15600.
Vende-se cobertas do chitas de ceres, a!
15600 o 25000. Ditas de pello a 15400.
Colxas de cores a 15200, 25500 e 45500.'
CHALES DE L A 800 RS.
Luvas d* Jouvin.
Milite frescas, ehegadas o ultime paquete : na
loja do Passo, rua Primeiro de Marc* n. 7 A,
antiga do Crespo.

TINTURARA JJPOHEZA.
Se nicanpprovada pelas academias de
scietlcias, roconliTida si*perinr a toda que
tem apparecido at hojr. Deposito princi-
pal rua da Caduia (Jo Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n.51, 1." andar, e em
todas as boticas e casas de rabellei-
reiro.___________
BICHAS DE HAfflfiHRGO
As mais recentes e melhores.
Vendom-sc na pliarmacia e drogara de Bar-
tholomeu & C, rea Larga dosario o Rn. 34.
SER'DO' ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECGO SHOST .
L'nica, hygienica,radicaleinfallival nacu-
A rusa branca receben lindo aortimento de T\i* gonorheas, flores brancas e fluxos de
borzeguins Ue lindas copea, para seBhora e vendeJt0(,a esPecie recentes ou chrontcas; e que
a 4DO0 o par, todos vendem a H: s na loja dajoferece como garantiadesalutaresresultados
a eWWO a duzia
Toalhas folpudas e alcoehoadas pelo diminuto
preco de 6G0O a datia. Sao grandes, na roa do
Queimado n. 43 em frente a Pracnha.
Oki t
de la de quadros a 800 25000. DOMM barras de cores a 3JO0
Ditos de linho a 55000.
TOALHAS A 800 RS.
Vende-se toalha6 para rosto, a 800 ra. .
15000.
GRAVATAS DE --SEDA PftETA A 500 BS
Vende-se grvalos de seda preta, a so
rs. cada urna.
CHITAS PABACOBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 82
rs. o covado.
BONETS PARA TOWOS A 15500.
Vende-se bonetes para acninos. a 1550c
ESPARTILH0S. FAIIA SE^OKA A 35bt
Vende-so espar-tilKos para senhora,
35500.
Vende-se chales
rs. e 15000.
Ditos do merino a 25, 35, 45 o 55000.
CAMBRA1A BRANCA A 35000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes o tapada, a 35, 35500, 45, 45500,
55 e 65000.
SATAS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 25000 e 25500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
mens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 25, 25500, 35000 c 45000.
MADAPOLO A 35000.
Vende-se pecas de madapolo enfestado a
35000. Ditos inglezes para os precos de
45, 45500, 55, 65000 e 75000.
ALGODAO A 35500.
Vende-se pegas de algodo, a 35500, 45,
e 55000.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lenool, a 15600, 25 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQIDACAO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcSo de sbeme-?
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORTE*-D BttWnfr-SOllEg-A-15500
Vende-se cortes de brim de cores pan
calca, a 1WJO0 e TOW.
BOTFNAS A.35000,
V-eode-se-botinas para seulioras, a 300>
35500, a ellas anterqe se acabem.
ROUPA PEfT* tfACIOM.
Vendo-se carpias, braDq*s, a. 150, 2
25500, 35000 *NO.
Calcas de casemiras de cores, a 55, 65
75080.
Palitts de casemira, a 45, 65 e 85000.
Seroulas a. !> e LfGQO.
BKJM DECORES A 44X) RS.
Vende-se brim de todas as cores a *? :
rs. o covado.
LENCOS BRADrgeS 125000 A DUZIA.
Vende-se a duzia- de Uncos brancos, .
amin\i:s
A 800 RS. 0 COVADO.
. Vende-se granadinas, cot- istras de seda.
para vestidossd.! sohoj^, a.., 8U0 rs, e, l?O00
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 6*000.
Vende-se ricas colchas do crochet para ca-
mas a 65000.
PANNOS DE CROCHET A 15500.
Vcnde-se pannos de crochet para cadeiras.
a 10500 o 25000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se iiecas de cassas para cortinados
com 20 varas, a 105000 e 125000, e outras
multas fazendas em liquidaran.
i. .
1H^
N. 4Rua do CabugN. 4
JOSEPH KRUSE & C.
rua da Imperatriz a. 36, loja de 4 perlas.
Superiores sedas de efo-es
a l#5O0 o.covado.
Chegou a occasjao de se nter um bom vostijo
por pouco dmheiro, couprando-se superiores se-
das de cores a JpOO o covado : s-nk rua Du-
que de Caxb.s n. 88, loja de BstoTlmlos se en-
contra desta pechimba.

^^rmaco.
ven9e-se una lindaaraatao de raiz de ama-
lelln, propna para riualqer e.-tabeleeimenjo : a
ver e tratar na rua do Duque de Caxias jo. 34.
r4-M^--0>fl
V*ade-se a. taf
iM: tratar na'1
ua U|-a oWsi'i'k
Vende-se urna
Ha-sc
palluca.
qnasi nova com caixa e arco .
trala-se na rua do Imperador n. 41, botica ;norriBo
IWOOO a libra.
de retroz do Porto de-primeira qualidade ; ven
-e J. A. Moreira Dias, em seu arraazei ,rua do
BemJjyus n. 26.
W
CURA
AS
MOLESTIAS
SWlTOASt.
As Multstb.
DAPBLLE-
E-Pfci.
Ulops,
taai
DOENCAS
QAo 4Bo' cais^Jas
Pela liifccao
rea. '
ltttllSJO,
IBTSIPBU,
rKl-.MI.VDO tBI-O
Dr. J.^C. AYEIl 0 O., -Estados XJnldos.
EM FRASCOS PEQUEMOS.
W.^OASSELfi fc Qa., AgenteaiGeraes jo Braail.
a continuada applicagao que sempre com
raniof vntagem se tem feito della nos hos-
pitaes de Pars.
Ubico (oposito para o Brasil, Bartholomeu
& C, rua Larga d> Rosario n. 34.
Xarope d'agriao do Para
Alrtigo e conceitnado medicamento para
omrihdas molestias dos orgos respiratorios,
Iconjo a phtysica, bronebitos, asthma, etc.,
apptipado ainda com ptimos resultados no
escorbuto.
Bous terrenos.
No lugar denominado Salgadinho, e junto
a estadio da estrada de ferro de Olinda,
Tondem-se bons terrenos em lotes ou peda-
mos a vontade dos compradores, com a fren-
te para a mesma estrada e os lados para
ontras, e bem assitn urna pequea casa de
teipa nelles situada.
Estes terrenos tem differente6 arvores de
fructo e sao ptimos de plantacA e ven-
dem-se por precos baratissirvtos. Os pre-
tendentes entendam se na thesouraria-das
loteras.
Verni'Z do gaz.
Para vender na rua do. Vigario n. 13, e na rua
doAmom n.'14 a fTaTho, M em "bams. A
com anhiaSo gr*ffe'01ii!a*tf!m nsttbIWMo son?
depsitos jpara vnida de varniz do gat, 'no? luga-
res acimaidicaJos, muito prximo ao embarque
no, Recite.
DE
GOMES DE MATTOS & ,w
Avisam ao respeitavel publico desta cidade que o sortimento de joias, de subido va-
lor, que existia em seu estabelecimento, est completamente reforjado com o mais ele-
gante sortimento do novas joias, que receberam directamente pelo ultimo vapor da Eu-
ropa, constando elle do mais variado sortimento de aderecos Boulevard, pulseiras do
ultimo gosto com pedras preciosas e sem ellas, brincos d'argola, agraffes para relogio de
senhoras, delicados aderecos para meninas, meios aderecos de camafeu lindissimos, voltas
de nogordios para senhoras, correntes inglezas de ouro e de platina, variada quantidade
de botes para punhos e peito, com emblemas maconicos, de onlx, tecido de ouro, cama-
feu, etc., brilhantes monstrosde rarissimas agoas, em aunis, rozotas, pulseiras, alfine-
tes o botes, e outros muitos objectos de ouro de melhores fabricantes de" Paris, que se
venderao com grande reduego de precos, por serem ellos recebidos directamente de seus
committentes.
Os proprietarios do acreditado MUZEU DE JOIAS, tendo seu estabelecimento aberto
at 8 horas da noute, convidara as familias que se quizerem prover de lindas joias, a
virem escolhe-las vontade, para o que estfio em exposico nos mostradores.
TASSO IRMOS le G.
Em seus armazens rua do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Ilydraulicc.
Machinas de descarocar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia era barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garratoe-*"-
Sovadinha em garrafes.
Lentiihas em garraes.
Hhum da aJma Vinho do Porto \olho engarrafado.
Vinho do Porto superior, di o.
Vinho de Bordeaos, dito,
Vmho de Scherry.
Vinho da Madeira".
Potes com linguas e dobradas ingieras.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulbier Erres.
Latas de toucinho inglez.
Bar a cora repolho om salinoura.
-
iiengos de rabyrintho,
A'a loja dos reos rurPrimeircde Marco n.
U A, vende-s amito bons lencos So labyrlntbdf*
Aracatv
--------
^%ndedhfe.
Irecisa-se de mulberes Iivres ou escravas que
*e !nguwu, para vender om taboteir.:'o ilttolcoropafliia pnUMmlmW
darapella,k t>y*t,mxztodo AwiL
- Vender k Uvern' iip 4 ru
ftftm cwiimM KiWHm iwm.i. .,
I9 com poue IttbBos, pfdpVla p
piapa ." tratar na tociima.
Sc-
1.
GRANDE
mo%- Sacos com milha depositaJo so trapiche
5*d
!ue~aVS7Jo*i a'tfaTar"na rua^oini -+- V
7 t*4-adiL dat>
tm*im*im m*i*
'Jdci
do, Rio de Janeiro rvende-se i rua de VigariQ, ar-
mazem n. 16.
Cognac jEMItaasft,; sperjor t verdadeiro. "i
Vinhoi Xeres ais hiefh'or* 'qiiMHados.
itteri det Aaajwtora.
"hisiy.
i preto em latas de '10 libras.
^^iWMlM^^-Ayer: ^
eni da rar dgT^OTTmTCmo n 38,
rn^trn
iMMi^li
de-se ama casa terrea na rua de Leir do
satXNBta^ Amaro-das Sahnae : lratsvtta
ma n. 39.
A DIHHEIRO,
As pechinchas est5o-se. aeabando, na loja n. 43
da rua da Cadeia do Recife, onde tem urna ban-
deirola com o: titulo cima : quem quizer sortir-je
de Calendas pana casa, por menos que en>outra
qualquer parte, nao parca tempo pois resum pou-
cas.
Papis pintados.
' para forrar salas e outros quaesquer aposentos,
Jortliiie'htj completo ; vade-se per menos do qu
ni oWtra qualquer parte : rua do Vigario nu-
aiaro 16.
I i .---------------------------------------- IH I I 1
TOsljes de eore8.t
Cuetes ^fns^,det.^6a\naraalr--
so na rua ,do Crespo a, 10, loja de
DROGARA HOMEOPATHICA
DA
Viuvado Dr. Sabino O. Lud-
gero Pinho.
43 Rua lo Barato da Victoria 43
Contina esta antiga casa a ter sempre venda
os melbor.es medicamentos homeopatbicos em gl-
bulo* Mfirturas, tanto em oarteiras como em cai-
cas, de diversos tamanhos, pelos, segrales precos
fixos :
F.ra glbulos Em tinturas
1 earleira ou caixa do 13
medicamentos
1 i!Ka dita de 24 ditos
I dita dita de 30 ditos
1 dit.t dita de 96 ditos
1 dila dita de K9 ditos
1 ditadita.de 60 ditos
1 dita dita de 120 ditos
Tobos avulsos de qual-
quer medicamento
Vidros avulsos idem
OpodeMoc de flht, de 4Brywi *e para rheu-
matisrao.
Thesouro lM>iiHM>putlii<-<> ou Vade
mee um do HonieopiUtH-1, pelo Dr. Sa-
bino 0. L. Pinho, 3* edicao'iaccrescentada e me-
lhorada.
Pequeo gwin homeoptliico, conten-
do as indicaoSes necesarias i ara o emprego
dos, pritreipaes rfmetlios horaeopa'hicos
e<4-ripcao e tratainotvto das febres
i-xontlieinivtten^ :(**ig, iraropos, es-
cadatina), acorapanbado *e nm artigo -Bofcre
e-|yjipela, etc
Aeseripcao, liv^iie e tratamento
_________da febre tBraaH!>|i.
10* 12*
45 24 *
20 28*
24* 32*
30* 40*
34* 55*
50* 80*
500 rs. e u
1*0)0 e u
Vende-se um xceWente Vftio -ni Beberibe do
Balxo, junto estijio do PFui95, murado na
tresne, com portao de ferro, com nina benita-casa
o cal, -leoo 4.^Ba*tos, taiat, l gran-
ra de Vetfcfw*, Wm #l*v # ata
nm eeellente cavallo noma)nmUu ifcs wfcriakt
-splfe. por preco muito em conta : i tratar e ver

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US POMOS
SOARES LEIXE, MAOS
UNIGOS AGENTES
Ra do Carao da Victoria n. 28
!s mais simples, as mais baratas e as mlhores do mundo!
Ni expolio de Pars, em 186t, foi concedido a
Elias Howe Jnior, a medalh de ouro e a condecora-
cao da Legio de Honra, por serera as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de.ouro, conferida a E. Uowe Jnior, nos
Estados-Cuidos por ser o inventor da machina de
cos-
tura.
A medalha de ouro na exposico de Londres acreditam
estas machinas.
MAMILIO BUS N. .
Este esl*boloi;i*n!iiti> sempre sotuita ora .offorccor a concurrencia do respeitavei p-
dica um coiop'ttio sortinienUj du.rniwkias, cataido.ricefcpeos o qumquilha*ias t
arico* os maii razonveis possvois, para o 40 wuebc quaaj toda os seus artigos-de, fn*
sja, encomiatnda d# Europa e Amonta, vera dar ouhlicidade dealguns artigos porcinos
>re^shem so |MJd avaliaFos prooo* de oulros.fwiitws quemlorneria fiifadunht pu-
ilicar. >,.*,.
MIUDEZAS, | MIIJ>EMSn.
L par* hordar, da melhor qiialMwde, 1 Brincos dito de dito por 2fl500.
ibra por 5J500. j Rotees Aguthas francezas, fundo doorado, a ca-, rs-e 1*0W) ftd^i*.
linha com 4 papis a GO rs., 8*0 *+ Bwnjas, brancw .d**ed.-d todas.M,Jart
Vdltas de fita de tbIMo com lindos co- 8^*' *-*M9.*illMt o metro.
oes utgiridawadr.epefdla, 500 rs. DUMuto cowB-epretam 800 rs. c IJSOOO o
Voltas p3rabpescoc,o, flngindo camdfeu, m*|0'
oorcpanhadas com 1 par de brincos seme-i.?ales Pfetos,dBsed*,-de,nauito gesto de
liante, tudo por 2&500.
A 90000
de Nova-
e agencia
Cabo-nos o dever de annuuciar que a companhia das machinas de Howe
furk, cstaheleccu nosta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, ura deposito
jeral, para em Peruambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
ura de owe. Estas maclunas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabaJho,
mpregando urna agulha mais curta com a mosma qualidade do linha que qualquer outra,
pela introducto dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
>(!erecer ao exame. publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas machinas sao us seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao dradouras, para isto ptova ncontestavel, a
siroumstancia de nunca terera apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contcm o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fncco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
o que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra fcito mo.
Quinta.Perniittc que se examine o trabalho de ambos os os, o que se n3o consegu
tas nutras.
Sexta.Fazem ponto miudo era casemira, atravessando o fio de um outro lado,
t'logo em seguida, sem modilicar-so a tensao da linha, cozem a fazenda mais
Ina.
Stima.0 compressr levantado com a maior facilidade, quando se tena de mudar
Oitava.Multas companhias de machinas de costura, tcm tido pocas de grandeza e
ecadencia.' Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
ildanlas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
doptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
iQgmentado o seu fabrico, e hoje ne atiende a procura, posto que faed. 600 machinas
>or da.
Cada machina acompanha livretos cora instrucsSes em portuguez.
A 90^>000 A 90^000
SOARES LEITE, MOS
A'
do Baro da Victoria n. 2 8.
Linlu branca de Q00 jardas em carriteis,
pnopriapara costura de maohina, a 800 rs.
i duzia.
Dito de dita de Afexandrc, numeraco a
Diademas dourados do 13P500 a 3#000.
Ditos de tartaruga com flores a 25000.
Ditos com borbeletas a 1-5500.
Brincos encarnados par por 500 rs.
Ditos" de plaqut de 500 rs. a 25000.
Ditos dourados, duzia de pares, a 19500
25000.
800 rs. a 1*00* o metra.
CALCADO I-RANGEZ.
Botinas pretei ga$peadas> para sefihora, a
49500 o par.
Hilas-.dita-da ducaque, gaspeadas, caono
alio, a, 59000.
Ditas^priasonfaitadaSi ultima moda, a
69000.
Ditas dita d cores, can no alto.pnfeitadas,
a 59300,
Ditas para'meninos, pretas e de cores, a
39 e 49000.
Completo sortimento de calcado de.case-
Voltas de aljofares com brincos, a 29500.' mira, Charlt, tapete e tranca, mais barato
Ditas de ditos ora craseos a 19000. % do 1 em outra qualquer parte.
Ditas de ditos de comas-com cassOlctas, a. ClfAPEOS.
i00 rs. j cos chapeos do palha d'lalia, para so
Hosotas de plaqut a 1? e 19500 o par. n,10fa a ilPOOO.
ravatas de seda para seuhoras de 19200 ^'J;08 (1,los r;llha escura, da ulliina moda,.
i 23)000. a IC9000.
^arures com 2 la^os para cabeca e peito- Completo sorlimento do chapee .inhos para
39 c 49000. meninas e senhoras, de 29800 a 5-rOOO.
Entrcmeios e b3badinhos bordados de 360' Chapeos de sol de seda, "nglezos, cabo de
rs. a 29400 a pe<;a. marlijn a 1L9000.
balos de seda' brancos o 13500 a 29500 a peca. j to bonito a 5950Q..
Ditos de algodo e seda, de 19 a 19400; 1)ltos dlt0 do-seda parasothora, cabo de
j pega.
Ditos de algodo, a 100 c 500 rs. a pega.
Trancinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
pega.
j Loques de marfim a 59 e 89000.
Ditos do sndalo a 49500.
Ditos de madeira imitando, a 29000.
Ditos de papelles a 19800.
Coques para senhora, a 39, 39500 e 49.
Aderecos fingindo coral, compondo-se de
dfineta o brincos por 29OOO.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaqut, compondo-se dealfuiete
i brinco,-sendo de imito gosto, por 59000.
madeira. a 69000.
Dit.:s dito cabo de inarfim-a 9r)00.
DiVEHSUS.Aill'WOS.
Granadine para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda, com listras de-seda, a 650 o co-
vado.
Pannos' de crochet para eaderas, a 19800
e 29000 cada' tim. -
Hitos-para sof, a 39 0 49000.
Toalhas de linho para rosto, a 19300 cada
urna.
Ditas de algodao lcoxoados, a 640 rs.
.Coixasd8^roulictvpitai d easal, a
69000.
no eaipfliho de'bera servir aos setts fregaezes e
Ao-pubie ioe ha da biIIw e da..uiiioumoda ao nserca-
.da\.da. Europa jjara uxpo-lo aqu i venda*,cer-
tos ae que os seus a'rligo serao bcni apreciados
palos amantes do iwm e barato ; pssa a ennu
'??5iv-**ns deBtee alles' eomo seJ>o> '
AUiUiNS aa oais rwos qno tan rinda a este
[ BaurcaUq, com capas de madreparola.
tasiarUjga, niarfim, velludo e.cliagrin.
ADEREMOS pretos e voltas proprlas para luto ;
assim e.mo, um -lioiiito sorlimento de
ditos de.jdaiju, obra liua e mullo bem
acallada.
BOT0ES jiara uaba*, o que .e pede desojar de
melhor em plaqu,, tartaruga, uiadre-
perola, marlim e sso.
800 BL\:AS da velludo, seda, pala c chagrn,
ha de mais moderno e Indas.
DIC0S de sed* < de algudao, taiito raneo como
preto, de variados desenhos
CASSOLETAS pretas de-metal e de madrepa-
rola.
iCAJ&MHAS para colura, multo rica a de di-
versos form los, com msica e sem
ella.
COQUES a imltacao, o que pode haver de mais
bonito e bom gosto.
DEADEMAS, nele genero i Frodileota apr-
senla um grande e lindo sortimento
i-i de satisfazer os caprichos de
qualquer seubora por mais exigente
que seja.
ORT-BOUtiUET'.de madreperob, marilm e sso,
u.-li: um objecto ndispeiisavel s se-
. ohoras do bom tem, aflm do aspirar
o aroma das flores sem o inconvenien-
te- de Dodonrem as 111 vas. ou maucha-
rea as delicadas maos.
I'ENTES de tartaruga, de marfm c de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um imporlan-
le sottucnlo de permnarias de fino
odor dob uiais afamados labrieantcs,
Lubjn, Piver, sociodade hygienica, Cou-
dray, Gosnes e Riniel," que incum-
bido da -esculla dos aromas mais bem
aeeitus pela sociedade elefante da
Europa, e por lano, acham-se na
posibilidad.) de bcra servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar urna ini-
. measidade de artigos, afim de nao mas-
sar aos leitores e se pedo a benevo-
lencia do respeitavei publico em di
rigir-se ra do i'abugji n. 1 A, pa
ra convencer-ge aond pode comprar
o que bom a barato, asgan como:_
HACHAS cas-e modernas de tuquim e gurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para meninos,
por baratissimo praco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol^a anda que nao es-
flr ft*c
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(antr'ara ra da Cadeia)
LOJA DE MACHIMAS
Sendo este antigo estabelecimento assaz conhocido como principal e recoramen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimeutos com que sempre prima em ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para algo-
dfto, desde 10 60 semas, e ha vendo em todos os tamanhos diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarocamento ; tornam-se dignas de
serem vistas e apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, enconlraro
tambem
mais :
Apurados vapores locomoveis, defor?a
de 2'/j e 3*/i cavallos com todos pertenc,as
precisos para trabalharem 4 machinas para
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para laar roupa.
Arados americanos para varzea e
ladei-
ra.
Carros de mo para atierros.
Tinas de madeiras.
Baldes de dita.
Ditos de ferro estanhado.
Ditos "com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos parajardkis.
Guards-coniidas.
Tampas para cobrir prtttos.
Tarrachas para aaer parafueos de ferro,
Dita dita ditos do madeiras.
Temos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cylindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Moinhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azaite de sperraacete para machinas.
Camas de ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cannos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Dkos de chwmbo.
Ditos de borracha.
Folies para ferreiros.
PRODUCTOS de XtF. LAROZE
lAKMACEL'Tice, 2, R DES LIOKS SAINT-PAUL, PARS.
XAROPE DEPURATITO
DE CASCAS DE LARANJAS AMARGiS
'uiu UIRKTO (U rOTAMNIO
0 loilurelo de potassio ura verdadeiro alleranie, om dftar de inconiest*vel cffi-
eacia; combinado cora o xarope da cascas de larsux]as amarga, e aunado
seift perUirbacio alguina pelos temperamentos o maia.(reos, um aderar as (upecocs
do esiouia^o.lls doses icaemalicas que elle contem permitiera aos medico* de recoitai-O
para tooas u complicacSes Das affeccoas escrofulosaa, tutewroulosas, oanoe-
rosaa no accidente* internaittentes e teToeiro; alm dMsao, a
agente o mais poderoso contra as doet^cas rheumattea.
XAfOPE TNICO ANTI-NERVOSO
de caica de laraiija amarga.
35 annos de successos arteslo a sua effl-
caeia para eerar: as dotneat uerwtas,
agudas ou rhronicas, as gastritot, gattral-
giat; e facilitar a digisti.
XAROPE FERRUGINOSO
d casca de l*ranjaa e quasi^la amare.
E' Gob a forma ri quid a que mais fcilmen-
te se assirtila o ferro; n"esta frma 4prefe-
rivel as < ilutas e itaslba m todos es casos
em ipje slo presri|>tos os. ferraginoso.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM QUISA, PYRETURO E CAUCO
lixr deMtirriei*, para a alrura e een-
tervacao det denles, curando as dores
causadas pea caria ou produzidas pelo
contado do calor ou do fro
M dentifrno, com base de magnesia
para a alv ura e conservacao dos denles,
provenindo a descarnadura, provocando o
trtaro da que empe4e a reproduco.
Deposito em Rio de Janeiro, B. CkeTelai; em Ptrnanbvct, r. Manrer c C; em Maceta,
Falce DI; em Pilotas, amere Lelre; en flaAia, Da Roche; em Porte Hkgrt, je
Belte; ui Hiuathio Ferreir e C'i em Ouro Prtto, C. i. V. Welrreoa; em Santa Catha-
l rtna. 8. Sohuicl -. em Montevideo S lraberl; em Bunos-Ayre, Eirbrparrberda
nico deposito, a onde se acha avenda na casa de 1'. Maurer tS
Ra do LarJo da V
teja bem replecta de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que so na
Predilecta c <|iie podem eocontrar um
grande sortimento de filas de selim,
lafet, velludo, aho e de' algodao, por
commodo pre^o.
GRAMP0S de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e c'e cores, o que se pode desejar
de mais moderno e banilo.
GRAVATAS de seda e de cainbraia para senhora,
lacos e golinlias de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e> regatas para homem.
JARROS de porcelana e se vidro muilo bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Reos leque? de madreperola, tartaruga,
marfim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUYAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
LIVROS para missa a Predileeta"apresenta es-,
colha do respeitavei publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marfim, sso,
velludo e chagrn, por precos mu
razoaveis.
ARMAZEM
DE
nmm mis
RA PRIMElftO DK MARCON. 7 A
E' esta casa, sem duvida, urna das que hoje pode
com primazia a presentar aos seus freguezes ubi
variadissimo sortimento de fazendas finas para
grande toilette,as>im como para o uso ordinario de
todas as dasses e por precos vantajosos para qs
compradores.
-Os donos deste importante estabelecimento con-
vid;ni ao respeitavei publico e particularmente
aos seas fregueses a darem um passeio pgr sen
estabeleciuiento, a afim de verificaren) a veracida-
COMO SAO LIADOS!!
Os leques ledos de madrepareia,. brancos e de
I cores e que trazem o dsticoUNLAO em lttras
tambem de madreperola em alto relevo, tor-
! nando-se por isto apropriados para noivas, a fJO-
VA ESPERANZA a ra tmqe de Caxias n. 63
(antiga do Queiraado) quem os tem.
Sao de tartaruga
Os brincos, atroches, meipa adereos, eruaes,
coracoes e cassoletas, que esli .osposAas i boa
escoma das Exmaa. (amantes do ahlque) vende,-se
'na Nova Esaeranca, ra Duque oe 'Oaxias
n. 63.
Aos meninos
A Nova Esperanza ra Duque de Caxias n.
Annazeiii do fumo
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jos omingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes e amigos que no seu arniazem a
ra da Wadieide Deuso. 10 A, se acha un com-
pleto sortimento de fumo em fardos de patente t.',
2.* e 3.' sortes, dos melhores fabricantes da Sabia,
e bem assim a flor de todos os fanos de cerda
em rolos, pacolcs, latas glandes e |iequenas, tam-
bem dos mu acreditados fabricantes Torres 6
Araujo, Lizaur, Adolpho Schmdt & C, Lizaur
Schmidt & C, A'eigas & Araujo, Trindade & Ave-
lar, Teixeira Pinto & Porlella (garantido pelos
inesmos) e de outins ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O anunciante declara que
todo fumo que for vendido em sua casa ser pelo
seu justo valor, e que "quando garantir a respecti-
va qualidade, sea sincero, mu particularmente
com as pessoas que pouco cntendam da materia ;
pois para bem servir a todos, lem o annunciante
a ionga pratica de lo anuos deste commercio.
wmm jaTarma
PITULAS
VEffiTAES
BRIST0L
los bafs sadios o saos
Urna (iigostao vigofoaa,
L'm oxcalltute appolite,
sao algo us dos btutetcios que so podefe-
rivar, fazendo se um uso regular >au
Pllalas vegetes do Bi*sfL.
Unja curaxerta o eflicaz dos inUstinos,
Um remedio admiravel para os r Um tnico poderoso para u estomaga,
Sao as iiiapreoiuvuis cualidades medetaw
que se podem encontrar, usaudo-se das
Patala* vge(*ueti c liri-l >I
Urna medicina que nao produz dorw ana
clicas.
Um purgante quo nao debilita nem oa-
fraquece.
Um laxante que nao causa a mtmr
nausea.
Formam tna dits m atlas virUdea jae
[>ossum a s
l'ilula.M vefetoea de BristwL
Um meclicaiuetito suave e favoraveyara
o bello sexo.
Um correctivo seguro dos desarraojoi
S)stema.
Um remedio.compioto e seguro para#)ir-
regularidades.
Sao os oli'it< is sem falta, resulteales l
uso e emprego das
B'ilulitN vcgetacN de BrtsUw
Urna complei^o clora, alva e trunspareoSs,
I ina pctlc iiiiii.-ia i; (lelir.i'la t uaa
Hlito dote e gradaTfl.
Sao os resultados cortos c- iiifalliveis. e-
pois de se
liaviT lomado aljumas dses dasto
melhor dos
Kemodios as
Pilulati tc^elaes de EfristoL
Km todos os casos de molestias Cuma nk-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou sy|>biu\i;
ou quando a ipassa ilu saugue se luja tw-
nailo torva ou viciada pelo uso de ferro,
mercurio, ou por-ou ira qualquer substaaea*
mineral a
ShIs,i,,mi rilfiH de Beisiel.
dever ser usada da conjuneto com as pife-
las, a asstm obr;mdo-so, m restricta o-
formidade com as din'e<;es inscriptas a
envotto; os lociibas p/jlem l car certoq*e,
urna vez usada coujuuciamento urna com a
outra, nenliumn tifermi(Wle ou mc4csJ.
por mais severa ou arraigada que se ache
uo poder resistir ao combinado poiior se-
cretorio e sanitario (lestes dous
GRANDES, [ thViHS
lfclCMi:M>ll.
Ambis estas medicinas acuam-se vouia
era todas as principies blicas e
lujas, .d drogas.
Adia-se a venda em todas as boticas.
H. Forster & C.
ACKMCS.
..... i i *
Tii siil H}irpseiit{iiia t- pebleo
Durante o espado
l>E
4 0 A N N O S.
DE
RBIST0L
U
.~~s-


1
S&^RSB5STTr?n &TSS *>>acaU de ****#*/*>*> sortimento-de bo-
%t,?m^,XerXoarein ^^ deCUJQS ecas de multas quaSdades, vindo entre ellas as
engrasadas bonecas de -borracha, assim
Trens para coznha.
Emfim muitos outros artigos, que soavista e ueste estabeleomoderfioentp a"i o
examinados.
fiawitl Power Johns-
ton A O.
1 Ra do Apollo u. 36 e 40
Fazeo dente aos seus Tregete J que teero
mudado o xeu deposito de macblnas a va-
por, mceadas p laxas da moito acreditad
^ fabrica de LowMoo'r pan ra do Apollo o.
^ 38 e 40, onde r^onoetam a ter o masmo sor-
timento otatzfa.
Fazem seieaie tambem qi e teem failo un
arraajp coa) a imjoao geraJ, pelo qua pe-
ded ojanecer-a ptra ajeniar qaaTquer
aiachjnisrao a tseaoo garant lo.
Os proprieanos da fondicao geral fazem
scientes aos senhores de etgenho e maii
pessoas, que teem ostabelecido orna fonrn- >
co de ferro e brpuze a roa do Brum, jan- 3?
to t s'.arJo dos booa, omi aproaUria \*/
qualquer obra de eaoiiirflewU coa perfen -^
{lo e promptldo.
Os memos rogam as pessoas que Qoal-
ram Qtiiisar se de seos sarvieps da deixa-
rem s sneomoiendas era casados Srs. 3*- >.
moel Power Johastoa & C. a roa do Ape- W
lo n. 38 e 40, cade actur|y pessoa
fazem um pequenc resumo.
Mandam fazendas s .casas dos pretenden tes,
par o que tem o petsoal neessario e dio,amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas core?, grosdenaples de
todaa a cores.
Gorguro atanco e preto.
Selim Macijo preto e de cores.
Velludo preto.
Gnosdenaples pretos o de odres. '
Granadinede seda prela e comdi8la,e.alnaa de le^T^tTlLL
cores, lindssimos padrocs e faieada-de ullima "
moda.
Fil de seda hrapce e preto.
Ricas basquiaaade seda. .
Colxas da seda para notvos.
Mantas brasileiras.
Cortes de.cambraas branca com Jinios bordados; 1
Capellas e mantas para noivs.
PoupeHnas de liados padres.
Requissimo sertiatento de las.ooin datru de seda,
,Cambraias de pe, dita raarjB^ brancas ad
cores.
Nasuck de lindos padrSes.
Uaptists de padroes mui delicados.
Perealinas de quadros pretos eibameos,
firins de linbo.de coras propriqs ara .vestidos.
Fustdes de lindas cores.
Casaquiuhos de las de cores para senhoras.
Sajas bordadas para setmora?.
tambam
ama pequea quaatittade do boaeoas pretas que
se turnara apreciada* pela sua aovidade.
Ebem ut
A Nova-Esperancai-rua Duque de Caxiasm.
63, iecflbu renladeira cimento mglez, prepara
(Sopara cducector posceJana bem mil.
V^Udo'mrdMo
Martas veres Ttm veSto tqrn-Se rnteiramente
iftaatar aial-eteJOalo : a Nova Es-
pwanca a vas. >noe *Va-.Carias M, rauove
este mal; porque est bem provida dos Biewres
_ habili-
tada com quem oossaro catandar-aa.
AapwMha paaa tobe .car assu.-ar, do lystems
,. WErON. CCTTOEFOGaL wm
ojcoi atutes eai Periiaubu o a fadifij ^ -..' a
Para trtrtr ata sau aadr^iorio a raa do Ap.. :u o. U e 10. K
Vestaarios para manaos.
Ditos para bapisada.
Chapeos para ditos.
Toaias ue cambraia de linho com liados bo
dados.
Frouhas bordadas. ,
Colxas da 13.
Cortinados bardados.
Camisas bordadas ra borneas.
riin otn C?SW marfim P>ra ''O'nens.
5. para senhoras.
merino de cores para vestidos.
Ditos pretos.
Casemiras, chitas, madapoloe?, cambraias etc. etc.
na leja do T'asso ru Primeiro de Marco u. 7 A,
antiga do Crespo.
DE -
Cordciro SImSes A .
es o;naajas de(todas.as cores,.onde pode es
er-se a vontad sotrsahfndo' entre estas as
- roedernas'franjas roesaicas, ^oe-f ate soa varieda-
de de cores,.flsa bemen iuasi ^odasiaatiaeiidas.
A ella n|eaquese acaiwm.
> Vendero-sede de Caxias n. W, -aa-.NoTa EapaiMfa.
GabeUos brmeos $6 tem quem
. A. cwa Esperanza A raa Duque da- (Casiaiqn.
^jaca^ada^ec^ef^arflrdadetraliaiw,^ Da-
nouspara tmgir os cabal/qs.p; ge ,se conseape
(empreandoaj rom malta' fmim, por1 te-|
otm, caberlos braueoil sddem-qerepl jaer.
Os cintnr6es da aoaMv^rafos para auboras,
aae receben a fifiva Esperanza ru? puaue flej
Caxias n. 63, esuo, sioi, senTiora, elSo na Diada t<
sfe (Juerete ter oti.prpsafOT ramftaetede
helrojca etOTM'1^nedi'|k(M'avwso'dlaWeatio.
ou para outro fitu apropriafto, neceasarlo ir i
Nova Esperanea. roa-Baque de, Caxias-n. 63,
que alli encontrareis os me' l 's ^juuqets
qu e pone desejar
Na ra estreita do Rosario n. 33, sobrado de
um andar, preparam-se bandeijas com bolinhos,
de todo gosto, para casamentos e bailes, enfeitam-
se po-de los, pudins e bolo inglez para presentes,
tem bouquets para vender-se, de todas as quali-
dades de flores, para offertas, com fitas bordadas
ou qualquer letreiro que queiram, e para casa-
mento, de cravos naturaes com fitas bordadas a
ouro,. bouquets de flores artficiaes, de todo gosto ;
preparam-se velas para baptisados, rieas, por pre-
(0 coujmodj. Do da 15 de setembro em diante
Sualquer pessoa tanto de dentro da cidade como
e fra, que todos os annos compram capellas
para finado, podero procurar que acharao de
tedo o modo que precisar, de cravos, de saudades,
de perpetua e de rosas, para anjos, donzellas e
defunio, com os ktreiros ducado saudade e lem-
branvadenieu esposo, de minha esposa, deininha
m, de tueu pai, de ineu Olho e fllha, rml e ir-
mao, avo e av : qualquer pessoa que queira,
poden maudar ver tudo por muito barata preco
de 74, CJvOi e 3, de flores rosas brancas.
Hesperedina a 16$.
Vehde-se em caixas com 2 frascos, no arma-
em de Franco da Cunha & t, a ra da Moeda
n. 47._________________
Superior chocolate nacional
dos Srs. Brito & Carneiro,
do Rio de Janeiro.
Igual em sabor e qualidade as melhores marcas
estrangairas : vndese nicamente em femara-
buco em caea de Beliro Olveira & C roa do
Commercio n. 10.
- i i
Vende-se qq troca-ne por acc/es da divida
publica, geral ou provincial, duas moradas de
casa terrea, ns. 14 e 14 A, sitas ra do Pro-
greso (Soledadel as quaes teem um terreno com
400 palmos de funde \ a tratar no caes51 de
Novembro n. 24, armaiem.
Emjprza Vicente, Sano^n-
tonio
Por sna bondade rogase o obsequie de, no b-
etelo de billieteiro e ontros, recordar o Dpoloao
daCRMlkM. ^
CL1U OS CASOS MAIS MSB8PUUB06 1
A SAFSAPAKRILHA iJUBAISTOL purv-
fiea a massa dosangue, expelle pirafra
todas as materias e fezes viciosas c impuras,
regula todas as socreges, d vitali ladee
energa a todos os orgos a d for(ja e vi-
gor ao systcma afim de poder melhor resis-
tir a todos os ataques da enfermidade. E*
pois este um remedio con-ititucional. file
nunca distroe afim do poder curar : porda
constantemente assiste una tu reza. Portea!)
em todas as doencas conslltucioii tes e em to-
das as molestias locaei def endent d'itm ar-
lado vicioso eimperfeito do syslemaem ge-
ral, achar-se-ha que a Salsapakuilha bb
Bristol um remedio seguro e eftic-sissi-
mo, possuindo inestimaveis e iticontestave
virtudes.
As "curas milagrosas de
Escrfula-,
I 'Ierras,
Cfiagias an (iga*.
KNFERMIHADES SYI'HILITK.A-
F.RY8PEI.AS,
RHEUMATISMO,
NEURALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto reno me i
Salsaparrilha de Bristol
por todas as-partes do universo, sao to se-
ment davidas
NICA LEOITIHAE ORIGINAL
Salsaparrilha de Brisicl
n. \orsfer A <:.
AGBNTES. ,
NA PHABMAGIA CENTRAL
:Vprvvei(ejD.
----R-e>
" ""Mlt
Metim de,cores
A 280 res o covado.
- Alaliai da aares, padroes bonitos, propria para
vestidos, pelo diminuto prego de 2S0,ris. so na
-""W $f QpoiVWr? n- *Pi em ffe0te Pracjnba
iffiffiffirragp Feraandes
'-r. yedft-se. wiaQg| de forro balido,,
ttm .-ttfPps para assar e deposito d'ama
quem*, obre de encommeoda a chegado do
Porto ha pou eos das; na ra do Apollo n.
30.
Veade-se
um piano liado, aoe est em bom-esiado:
Forte do.Mattoa n. 7, armazem de algodo.
no
Boa acquisiei.
Venoe-se urna parte da casa e sitio- da Ponte
de Ueha, entre oa sitios dos Srs Dr. Bento Costa
e Mandes, garantiodo se a venda da outra parte
pela respectivo co-preprietario : a tratar na roa
Primeiro de marco, l. andar, escripiorio.
Vende se a taverna e un totequfm pertenceeie
a menina, -na -ni-fle Marire Barros n. 4, coa
poneos fundos : a tratar na m?sma.
Vndese urna taberna, si'uada em um das
pontos melhores da rus Imperial, tanto.pane
mato como para a trra, ou d se sociedade a
quem tiver algnm capital ou conheciineoto para a
mato : a tratar-*'ra de Santa Tercia a '9.
Folha de Flandes
Estanho em ver^uinhas
Flele pafraT>anfleiras
em casa da Silva Barroca & C, ra da Cadeia
* 17 -
, Calcado estraiigeiro.
Aproxima-se o mei de dezemtaro. tempo m
que o Pars na America ra Duque lo Caxias a.
5 votivo os proprietarios deste esiabelecimeiuo eatia
res-slvidos a venderem seus calvados i.elocua,
afim de minorarem olrabalho; assim pois os apra-
ciadoros do born e com especialdade o sexo ama-
vel, para quem o Pars na Ameri.a cnnsfrva toaoi
a devida decencia) o seu gabinete res rvado, para
a escolha do calcado ; aproveitem e venaam atav-
nlr-se do que precisaren).




8
Diario de Peraamlwco Quinta feira 11 de Seteiriferd de 1873.
=*=
---------------------------------,-
LUIZFUANCfflCO DA%EIGA.
IMPRESSdES m vma LBmntA.
Codttusu.
A forma romntica, escolhida por Byron
para os set& (Minas, oonstirue actualmente
urna escola <\ ni tora [ir **scS[)ulos tod(
grandes poetes "modernos.
A fibra pie oii'-rvou-se, poi:, para sem-
pro, s podrin reanimada hoje a reconsti-
tuido da esphero terrttre, ou o declive das
sciencias.
* III ***'
.Niwci'.'a su! o domina esmagador do
Portugal, durante os luctuosos 'lempos ce
ioniaes, as primeiras balbuciagoes da poesa
brasileira soaram ungidas do mais delicioso
lyrismo.
A naturoza esplendorosa de nossa Ierra,
* as formas e esculpturas de suas montanhas, a
solemne magestade do seus riosocanos,
as tintas cambiantes de suas flores, o as
constellages desconhecdas que recamam as
dobras Ouctuantcs deste immenso pavilho
.azul que o Brasil possue por eco, feriram
vivamente a iraagiuac&odosprimciros ouro-
pous que aqui vieram se estabelecer.
A nncessidado que esses homens experi-
mentaran! de trocir entre si as emoges
profundas que agitavam suas almas, creou
a poesa brasileira, mais briltiaiito, mais
luxuosa ainda que a poesa das margensdo
Ganges, e como que dourada "pelos fogos
do sol tropical.
O lyrismo. como urna planta bemdicta,
estendeu as suas raizes delicadas pelas fendas
subterrneas e floresceu ein todos os pontos.
As lyras de Thomaz Antonio Gonzaga,
Claudio Manoel da Costa e Barbara Hejeodora
foram eehoar na metropole e conquistaram
reputarn europea.
O velho' conquistador estreraeceu de
chime e de rereio : o povo que assim sa-
grava hymnos cheios de espontaneo en-
thusiasmo a tudo quanto bello e grande,
nao supportaria por muito tempo o seu des-
ptico jugo.
Nao eram infundados esses temores; a
historia regslrou logo de pois a nossa in-
dependencia, e a carta goographica abri
vastos limites nova naro.
Kstavam quebrados os lagos que peavam
a nossa litteratura etln podia desenvolver
livremenlo toda a sua opulencia.
Esses talentos immensos cuja apparigo
solada a Europa registra deseculoa seculo
como mn notavel acontecimertto, Srgiram
desde ento em grupos no Brasil. Cada
crianca trazia no cerebrosinho o germen fe-
cundo da poesa ; mas como no fundo das
nossas selvas, a selva possante do ubiratan
irrompe de cerne lascando-lhe o tronco,
esses e*pintos superiores, no seu precoce
desenvolvimento, despedacavam tambem o
envolucro material, antes que os poetas
sttingissem virilidade I
To impossivel seria separar do immenso
acervo que forma a base da litteratura pa-
tria, todas as produrges meritorias, cono
denominar todos esses astros que brilharam
por instantes no horisonte litterario, e des-
eppareceram para sempre na eternidade"
A litteratura brasileira deve sor tomada
em seu ronjuncto; que importa um nome
ou urna data ?...
Jos Basilio da Gama, Santa Rita uro,
Porto Alegre e Magalhaes cultivaran! o ge-
nero pico ; Junqueira Fruir, Alvares de
Azevedo,o cantor da morte, Gongalves
Das, o poeta essencialmente americano,
Casimiro de Abreu e outroso lyrico;
Macetlo e Alentar deseuvolveram o ro-
mntico.
Castro Al ves, o mogo fadado para as mais
esplendidas glorias inspirando-senas ten-
dencias do seculo, desenvolved. por assim
dizer, a escola creada por Flix da Cunha
o bardo da liberdade.
A sua morte prematura foi duplamente
fatal para as lettras nacionaes : perderam
e las o seu mais esperanzoso ornamento, e
muitos moyos de talento notavel que prelu-
diavam as pnmeiras conloes de amor, attra-
hidos fatalmente pela linguagern figurada
impetuosa desse discpulo apaixonado de
Vctor Hugo, torceram suas vocales, e
inutlisaram suas individualidades litterarias
com imilages loriadas.
A bomba gongorica, veio substituir
idea, e as "^""ngwaratT rrr'irrfflfi'frri allera-
ram o desenvolvimento rhetorico .!a stroplie.
Castro Alves, dotado degenio e gosto,
qualidades distinctas, que rarissimos
poetas tem conseguido conciliar, podera
com o correr do tempo criar no vos e mais
artsticos moldes para a poesa brasileira e
dar-lhe urna pbisionomia caracterstica.
A patria por entre as lagrimas acerbas
que derrama sobre a campa deste Ilustre
filho que tanto estremeceu-a, sorri a Varella
e a Bernardo Guimares, cujos poernetos
rescendentes do perfume bravio das nossas
florestas, tem conquistado a maior e a mais
bem merecida popularidade.
Ser preciso citar Luiz Guimares Jnior,
Julia da Costa, Teixeira de Mello, Amalia
Fi?ueira, Gongalves Crespo, Isabel Busno,
Joaquim Serra, o orginalissimo interprete
das lendas populares, e Celso Magalhaes
essa pleia le brilhante que glorifica o pre-
sente!...
=
=*?
-
a bannonia rythmica,
verso longo, sem que a
absa%-
terato a sinceri-
ios as nossas impres-
fu experimenta o sentimento intimo do pecca e;
bello pocas, em todas Mar- cosaecai
cumstancias* da vida, desprozar os praze- nocessjad
res, esquvar-'se-n s cojnmoges que agi- *fielcrro-
tatfl a sociedad* para oceultar as fadgas dada com que1
de seus arduos mistures, as alegras inga- soes; diza con rauittfekacdo La Roch-
nuas que enfloram seu corado, ou as an- foucald : ** II y .des falanges qqi me-
gustias acerbas que pungem sua alma, no disent et des reproeOs qoff>ueejl. >
regago consolador da Musa. Feliz do poe-. A raesma metrificado, a mesma harmona
taque pode contemplar nos olhos da di'vin- de ritlimo e elevago da linguagern obserJ
dade inspiradora o sereno reflexo da felici- vamos ainda as poesas Dolores, Hdi, o
dade de um povo crente e livre, e no as Proscripto, Capitulaco de Paris e Outr'ora
convulses da soberana nacional, que por e Hoji.
um supremo eaferea teuta ainda reagir com A Capitulando de Paria eomposigo uo-
o grito revolucionario contra os elementos tavel tambem ; mas, no meu obscuro pen-
d versos que procuran) esmaga-la. sar, o poeta nao foi feliz na escolha da for-
Eis porque Luiz Francisco da Veiga, de- mua,
pois de ter conquistado por seus numerosos A queda da capital de ama nagao as-
trabalhos Iliterarios um lugar distincto na sumpto eminente nenie pico, e requer por
repblica das lettras, d-nos agora um vo- tanto a Miergiu varonil do verso heroico,
lume dePoesas. ^ 0 verso sapliico, todo impregnado de urna
V suave o penetrante languidez, harmonisa-se
hnceta o livro um hymno grandioso an mais com os hymnos contemplativos da re-
Christo na Cruz. ligio, e com os sentidos devaneios de um
Ser um capricho, urna phantasia feniui- corag apaiionado e melanclico, que des-
la, talvez ; mais quau lo percorro a primoira abrocha para a ternura,
pagina de um livro, sinto-me sempro influ- L. Fda Veiga trabaihou cora visivel esforz
da do religioso respeito : assalta-me a idea eadmiravel solicitude nessas extensas pagi-
de que elle encerra a profisso da f do as ; nem um osdruxulo foi repetido e os
autor, vastos recursos de que dispoe, uellas ficam
Aquella horaeuagem ao martyr sublime patent -s ; pore.-n em vo exclama i
do Calvario, foi para mim urna revelacao :
s b o veo transparente da strophe mystica Cahs e, emlim, capital do mundo,
sent palpitar urna alma profundamente Ante a firmeza da -cruel Germania I
christ, como sob os arabescos caprichoso "E tua qu^Ja produzio da trra
de urna lampalla transparece a chamma sa- Lgubre echo I
grada que illumina o templo.
puesta religiosas.
TEtfTATiv* de ipI(;nac.:ao k Aft-rcfuasrAN-
^lAL fcO DlsqUUSO DO fRf Dll. CASDIDO
'IENDF.S DE AlEIDA, PROFERIDO No SENA-
DO .NA SESSAO DO DA 14 DE MAIO DE
1873.
{vftTioo 6.*,
*
Vamos anda, como promelteitios no nos-
so ultimo artigo, oceupar-nos do frtil e
prodigioso pontificado ita Innocencia III.

Nfio podemos deiiar iledesdobrar ante os
ilhos dos leitores um melanclico e*puugvn-
to qu.i Iro, onde as figuras, lia tantos sculos,
oraseagrupai, era se Ie4i.:aiu, nccusando
cobrUsde lagrimase de >.uiiji:a um
lo ssuccessores de S. Pedro vio mais horrvei
morticinio de que consagrara noticia s l-
gubres paginas da Ui.-Uma.
Uul Timo nos a Itecato ubc dos albigen-
tu e a frentica perscguiyo lo infeliz Ray-
mundo, conde d.) Tolosa, que leiudado
assuuipto pira tantas o to bellas couiposi-
ces Jo geuero romntico.
* *

Distauciaudo-se las formulas mais era
Cahiste, sim I mas como cahe das uuvens
voga na poesa moderna e mais preferida t^ia ferida por hervada setta
pelos nossos vates, Luiz da Veiga modelou ( como cahe no occaso
sua ideas e iuspiracoes pela forma graciosa
e artstica da ode saphica.
Com severa e admravel persistencia,adap-
tou todos os pensnmeritos, to as as pala-
vras s regras inflexiveis e uniformes que os
mais rigorosos crticos exigen neste genero
de vursiiicacao, descuidoso na apparencia,
mas que na reahdade exige do autor mutto
recurso pratico e phylologco.
Rutilo sol
A mol lo Qacidez de forma enerva a fir-
meza da idea, ouirotanlo nao acontece na
DoesiaOuir'ora e Hoje : n pensamento,
encontrando molde exacto, reproiuz-senos-
tas estancias bollissimas :
Lembras-te acaso dessa noute estiva
Em que,.ras sombras da floresta amiga,
Seu estylo, temperado entre o sublime>e Amor eterno me juraste ardeate
o simples, couserva-se sempre na altura do
assumpto philosophico moral e a harmo-
na mechanica do verso traduz perfeita-
mente as emoges serenas da alraa em ex-
tases.
A efficfo apparece magestosa na primei-
ra strophe.
Pregado vivo n'uma cruz infame
L vejo o Christo no feral Calvario t
Oa le pie losa que ensinou.foi elle
Candida Hostia I
para continuar com as mais delicadas tintas
as seguiutes ;
Cinge-lhe a fronte singular diadema
De luz serena semp terna e bella !
Luz to suave que produz as almas
Extases puros 1
Ressumbra o rosto pela dor pungido
Magoa profunda, caridade e amor !
E' seu semblante do vver que tove
Synthese diva.
O verdadeiro recolhimento tem urna phy-
sionomia especial que o distingue da falsa
exaltaco. Esse sentir fervoroso, anjo ins-
pirador de Santa Thereza, rasga tambem ao
bardo brasileiro o veo dostempos : elle con-
templa com angustia o lugar onde
A rrgera pura junto cruz prantoia,
A turba ignara de prazer exulta,
0 sol se vela e Contera Santo
Placido expira
e murmura contrido :
O Brasil realisa o mytho de Prometheu.
Atado ao seu destino glorioso como o
vulto legendario ao rochedo, v a mor\e de-
vorar insaciavel seus filhos predilectos, que
constantemente reuasiem as oras gera-
(es.
IV
Despertou-me estas ligeiras considerac,des
o appareciraento de urna nova collecgeo de
versos, firmada pelo Sr. Dr. Luiz Francisco
da Veiga ; os que se interessam pelos nossos
factos Iliterarios nao podem desconhecer o
nome de um dos mais estrenuos lidadores
da inr.prensa.
Que I exclamei toda sorpresa, ao re-
ceber o honroso mimo ; pois nos tempos
calamitosos que atravessamos, nesta poca
em que os sinistros preludios de urna luta
tremenda entre os diversos estados,sociaes,
como os primeiros e longinquos rugidos de
urna tempestade que se avisinhe, abalam
violentamente todos os nimos, ha quera se
emballe em scismas poticas e devanee com
a gloria ?...
Sim, porque para a poesa, para essa
subtil emanago da divindade, nio ha tem-
fos, nem espado, nem sexos, nem idade I
lia guia ajuventude e ampara a velhice ;
unge de pallidez a fronte olyrapice do man-
cebo, ,e cinge de urna aureola beatiflea a
cabeca pensativa da virgem I E' 0 raio de
amor que bnlha na paz, o iris de allance
que resplandece as azas lutuosas do ge-
nio da borrasca I
Aquello que, por urna fatal predestina-
A tua aoi te foi p*ra nos 0' Christo,
Dadiva immensa !
Debalde Cesar na devassa Roma
Banio teu culto Redemptor dos homens :
Os circos viram de pavor feridos,
Martyres firmes !
Nos. altas torres de cem mil igrejas,
Das cinco partes dost i vasto mundo,
Fulgura hoje vencedora e amiga
Lucida a Cruz I
Mas...
A chamma sublime da caridade que abra-
sava os neophytos do christanisrao, foi se
extinguindo lentamente e o odio imporou de
novo no coraeo da humanidade. 0 poeta
presente cheio de dor essa mudanza : por
urna sbita transico o seu enthusiasmo in-
genuo converte-se em justa indignago.
Brandindo a apostroplie corao um latego,
amaldigoa as discordias sociaes,anathematisa
a Allemanha, lamenta a Franga, e chora as
desditas do chefe da groja ; mas a crenga'
que faz saltar do rochedo a lympha e abre
umeaminho atravez do ocano, anima-lo :
elle encara as hostes guerreras que des-
troem os mais bellos monumento, desvai-
Dryade bella 1
J te olvidaste da menta formse
Emque as ondas de um argnteo lago,
Teus ral prirnore lobriguei tremendo,
Nayde pura T
Nao te recordas dessa tarde esquiva
Em que medrosa nos vergeis corrondo,
Um beijo ardente tu me dste a furto,
Sy I phide lestes?...
Citar todas as bellezas do livro seria trans-
creve-lo, com poucas exclusoes, para estas
columnas, e isso excedera aos estrotos limi-
tes concedidos a urna noticia. Para termi-
nar estas ligeiras reflexoes vamos fallar da
poesa intitulada Urna quadra maldita, a
ultima.
J nao o christlo fervoroso que eleva
mritos, hymnos divindade, nem o aman-
te trahido que dirige queixas sentidas in-
grata, esquecida de todas as juras, urna
nova individualidade apparece agora ; o
brasileiro, cujo corago anceia e sangra
observando a decadencia moral da patria
querida ; o horaem honesto, cujo carcter
recto revolta-se contra os expedientes degra-
dantes de urna poltica venal ; o bardo
patritico peculio at aqui, que descreve e
com urna especie de desespero mudoe con-
centrado o supplcio atroz de um povo ge-
neroso e nobre.
A penna do escrptor, embebedo-se na
onda de fel que inunda-lhe a alma ante o
lutuoso espectculo, deixa cahir natural-
mente entre outras, estas angustiosas stro-
phes :
De atroz fatalidade augusta martyr
E' hoje a patria minha :
Dirige-lhe os destinos transviando-os
Poltica mesquinha.
Espezinha a inteireza.e, tresloucada
Seus servicos osquece;
Glorifica os caturras dos palacios,
Da virtude escarnece.
(.Inuocenta e laurea o crima infame
De convencido reo,
Affrontand d'est'arte um povo nobre
Eajuagado co.
Piedade, meu Deus, eu vos supplico
Para o martyr Brasil I
Arrancai dessa arvore frondosa
A parsita vil I...
Pr neiro que tudo, coiiv n expor quera
orara ussesowt^Mraaa e su com eff ito, an-
da uiesino quanu uierecessem a pavorosa
classic*i,o du henjes. estaara no caso de
seren, tono foram, cruelmente extermina-
dos da Superficie da tena.

*
E porque nao desojamos, nem de leve,
passar por espirito /'orle, livre pensador,
ou adepto il't propaganda anti-chritt, na
pluase dos ultramontanos, desde j diremos,
que s tomamos por auxiliares do nosso
trabalho, escriptores nsuspeitos igreja
romn i, cora preferencia aquellos que, ou
perteneci ella, ou, sem coatestago al-
guraa, gosam dos foros de saus extremosos
defensores.
II
Albigenses, heregus lo seculo XIII, as-
sim ciam.idiis por se espilliarera por toda a>
dioct^s^ de .Ubi, na Frang. Profossavam
os tir is dos inanicheos, petrubusianos e
vahleiises, fazeudo urna 'extravagante mis-
tura.
E' assira que se exprime u grande padre
Antonio Vieira," nosermo do Rosario, tora.
i" pagina 3)G

i
Porem, o nao menos eminente fre "Dio-
go do Rosario, na historia da vida dos san-
tos, dvline-os diversamente, e nos segura tes
termos :
Partido democrtico do sal di Fran-
ca, que pretenda a lber Jad? municipal.
Aristocracia e a igreja attnburain-lhe
i 'as herticas dos manicheos, dos arianos e
dos sacraneutarios, cheganlo Sao Domin-
gos a pregar contra elles urna cruzada, d'ou-
de resultou a mais horrenda de todas as
carnificinas, de que iia memoria (1).
Neste tempo mandou o papa Innocen-
cio III pregar a cruzada contra os hereges
albingt'W>es.
fre U>ming)s Vieira, d)s car nelitas
calcados de Santo Agostinhg, no seu gran-
de Diccionario ou Thetouro dalingiipor-
tugueza, ediedo de 1872, pagini 270, 3'
columno.
Era vista, pois, de opmies to diarae-
tralmeule oppostas, cumpre re .orrermos a
fontesmais caudalosas e prolun lar o as-
sumpto.
I"
O patriarcha Pedro Valdo foi na opinio de
alguns escriptores, um espirito recto e bem
intencionado, e certMBOttta nunca Ihe pas-
sou pela imagiuago qu^ s.hi.s discpulos
coiiimettessein. os desvarios que commettora
adoptando ideas e erros de seitas oppostas
aos principios da que elle deixou firmada.
Estes herejes formaran), aliual, um s
coipo, e se multiplicarain prodigiosamente
nos valles de Pimoste e da Saboia, afron-
tando sempre os an alhemas da igreja.
Viviera em Doeresa e sjmplicidade, pro-
fessavam os mesinos sentimeutos religiosos
at o momento en que a reforma, que se
estabeleceu na Suissa, cb':gou eutre elles.
de opinies e Lleotidade de
Todos os m'pumeiitos que restara do secu-
\j Xllf^os escrpfofe qu se oceuparam dos
albingexes, e as propras actas dos antigos
concilios, tudo, em fim, convence, que o
dogma principal d lie* msistia em attri-
bur todo o bem o torta* mal da hamaui
dade a dois principios oflpostos, um 'essen-
cialmente hom.e outro essencialmente rao
arabos ndep-'iiJentes e absoulps ; .cada U4
governando o mundo com leis omrnadas,
ou conformes natureza delles.
* *
Heconhecram um Deus supremo.
Pretendiam que havendo este creado Lu-
cifer, com os deraais anjos, leudo ello se
rebellado contra o seu creador, possuido
do sobarbo dosejo de toril rr-se udependente
e absoluto, fra baniio do c.j, ou privado
da fruigo da gloria e feliciJade eterna.
Depois, creando Lucifer o mundo visivel,
para nelle imperar, se constituir autor do
mal ; eque Deus, pa-a eo;r.bato-lo, fez -ip
parecer um nooo ente, sublime e miseri-
eordioso e wilcr du or-iem e de todo o bem,
que i Jess Christo.
Estes dois principios, diziara elles, esto
sempre em continua lucia ; e que, portante,
a perfi'icdod) hometn comiste em resistir
ao primeiro. e unirse ao segundo, d Jess
Christo.
Os de mais erros dos albigenses diina-
navara desta doutnna.
Se negaran) a resurreigo da carne, se
ensinavam que as almas sao espiritos re-
clusos nos corpos, comt era priso, para
castigo da sua rebellio, se condemnavara s
oerimonias do culto, o sacrificio e o purgato-
ri tudo isso era devido ao elfoitu de at
triliuirera a creago lo mundo ao genio Jo
nal, ao mo principio. (2j
Os Albigens'.s nunca sustentaran), como
o muidnos, que o horaera tem duas al-
r.ias, urna essencialmente boa, que produz
o bem ou *s boas aceftos, a outra, essencial-
mente ra, de que procelem o nial e os
vicios.
E nunca, igualmente, se entregaran) s
abomiiiages, por causa das quais os mani-
cheos ti vera m to triste celebridade.
*
* *
Ao principio se procurou chamar os al-
bigenses a razo por meio do exhortages,
refutando as suas doutrinas ; porm, o fana-
tismo e a obstinago, caractersticos de to-
das as seitas em coiieg >, frustrarjin o zelo
dos prega lores.
E os pipas vendo o pouco fructo que ti-
ravara os seus logados, julgaram conveninii-
te langar mao le outras armis pira otirtgar
estes herejes a voltar ao gremio da coinmu
nho catholica.
Publicou lunoceoco III contra elles urna
cruzada, concedendo a osla os mesmos pri-
vilegios e gragas iciherentes s publicadas
contra os mouros.
Os que se alistaran) para esta guerra,
que se denomtnou tanta, trazfam a cruz ao
peito, para ditiuiiV^ |o| v.Jtros cruza-
Os fins da expedigio consistiara em sitiar
as cieades, as villas e os caslellos em que
os albigemes resida m e esta vara de pos-
se ; obngar os que >e acuavaiu dispostos a
deixar o erro a ltelo incontinenti ; e usar
para com os ubslinerips supplicios os' mais afTiontosos e horri-
veis (4) I
IV
E sendo necessario um cabo que fe po-
zesse frente rneado* succossvaraoute diferenles princi-
pes e baroes feudaes, que .'ecusaraiu seme-
lliante honra, coraquanto a conquista dos
inmensos bous dos herejes, seus curaplices
e protectores, fossu a reconipeusa prora'-t-
tida ao general em anegado de os extermi-
nar.

" *
Simo, conde de doulfoi t, aceilou, era
liui, o coiuinan.lo em chvfe do exercito, col-
locaudo se a frente das tropas clirisls, que
coucorriam du toda a parte, debaxo dos
estandartes dos bispos, senhoros, eabbadcs,
solcitos era adiar occasio do assigualar o
seu valor, o galibar bens lemporaes, e iudul-
geiicws plenarias.
Os historiadores que se oceuparam deste
general Ihe allrinuem virtudes e vicios ditii-
ceis de surera concillados n'uiu mesmo in-
dividuo.
De ura lado a maior piedade, ztlo da ver-
dade, confianga era Deus, e o desojo de dar
a vida pela f catholica ; d'outro, a ambi-
go mais desmarcada, a cobiga mais insa-
ciavel, a sede de sangue mais febricitante.
Carcter dissimuluJo, e um espirito sempre
preuceupado de eluvar-so sera escolha de
meios.
Alguns lances referidos por escriptores
difTerentts, um delles at contemporneo,
habilitar os eleitoros a julgar por si do
carcter de Simo de Moultoi l.
* *
lomos deixar
A analogi i
Nao po lomos deixar de consignar aqu
urna tardada, reanobeoida por todos, e vem
a ser, que a impotencia dos misionarios
na conversodos Albigenses, nascia de cau-
sas asss poderosas.
Os herejes nao podan) roeonriocer por
successores dos apostlos homens que se
adomavam de vestes deslumbrantes, que se
aliraentavam de iguarias custosas e delica-
das, e que se serviam de urna multido ap-
paratosa de servos e domsticos, cuja des-
peza era excessiva.
Muito menos podiam oomprehender como
ministros, que se diziam de ura Deus de
paz, que pregou a caridade, que se suje-
tou a urna morte alfrontosa para reir o peta
cado da humanidade, esses sacerdotes que
eucarregados pelo papa da misso de illuini-
na-los e converte-los, terminavam sempre
os seus discursos, amelgndoos com a in-
dignago dos principes, cora os anathemas
e com o supplcio I
*
* *
hntretauto um respeitavel hispo hespa-
nhol, Diego de A bezos, que se recolhia de
Roma sua docese, teve occasio, em ca-
minan, de encontrar-so cora alguns missio-
narios, e os achou desanima iissimos de sua
empreza, ao ponto d estarem dispostos a
deixa la.
Uoiodo-se a elles, mostrou-lties, com a
evidencia do raciocinio, quo tend-j de tra-
Tendo inesperadamente cabido copiosa
chuva, o rio crosceu de tal modo, que niu-
guera podia passar sera correr grande risco
de vida.
A' bocea da noute, o nobre conde,
vendo que quasi lo ios os cavalleiros e os
mais robustos do exercilo linham passado
nado, era quanto a iiiaiitaria, e os mais
traeos, nao pudendo fazer outro tanto, li-
aban tica lu na outra raargem, chamou o
seu na ri chai, e disse-lhe: Quero voltar
com o exercilo. Que dizeis vos? Respn-
dete este: O grosso do exercilo estd na pra-
ca, do outro lodoso resta a turba dos pere-
grinos a pe: alim disso a agua corre com
tal violencia, gue ninguem poderia passar,
sem contar que os tolosanos talvez vies-
sem e oos matassein bem como aos ou-
tios.
Porm o conde replicn: Deus nao
permita que eu siga o vosso conselho I Os
pobres deChr.sto esto expostos a mol-
lee a espala, e he i de /cor no forte!
Aconteca-me oque Deus quizer: irei
ter com elles.
K, sahmdo iramediataraeule, atravessou
o rio, reuni se aos pees, o ficou cora elles
tantos dias quantos foram precisos para se
concertar a ponte, e para que todos podes-
sera passar o rio o .

* *
interesses, os obrigaram a abracar os erros tar cora homens que as prevenidos m is
Oh 1 estas queixas pnngeutes, estas sup-
Slicas dolorosas nao foram de corto inspira-
as pola musa da tyrannia, nao I Presen-
radas pela febre do saque e da pilbagem,' te-se aellas a influencia subtil da Musa sa-
ciaran cora serenidade: | grada da democracia, a nica que pode ins-
pirar os cantores da humanidade moderna.
Entrera nos templos ao seu Deus votados,
Quebrem altares e profanen aras. .
A le do Christo fulgir mais bella,
Miseros vermes I
Porque nao so deixa o poeta guiar sem-
pre por essas revelaces divinas que Ihe se-
greda um genio benfico T Porque nao con-
i sent que as auras librrimas da crenga de-
As partes e o nada da humanidade ahi^^.^.J^JL 1Tpidair,U "f
ficamdesenhadasemum nico trago no ul-1 J0^?que ^ *PnUuea uaado
PrjrnSa7raa,ndamV,s ""l^^t^oT16 t^t
Depms de invocar a'protecgao^o c*>\^^^^^^.T
para a patria, o poeta balbuca humilde-1du7indo associJdaae8 bumanas suprema
me e j perfectibilidade que tendera. Em vez de
E a mm... ao pobre peccador... permiti \u? li"t8 ^tingeol! da mulher e as
Louvarteu nome como yra don supremo, del,c,8S Phetnw do "or, deve louvar
iepor contricto nos teus pes sngrenlos ,ates sua mancipacio social, a sua rege-
Timidobeilel ,nerago moral, e caoUr a dignificago do
hornera. Invadir os dominios da philoso-
.>o to simples, e, ao nesmo tempo, P0^. penetrar no saacluario da sciencia e
to grandioso este anal ?... derramar agradavelmeute a luz da instruc-
Os esdruxolos alo em geral de apurado 5* nas carnadas inferiores eis qual deve
gosto em toda a poesa ; o movimeato sera- (Mr o.mu nico programis actualmente I
pro ascendente s deseah, com escudada Luiz F. da Veiga se distanciou por vezes
gracs^oa estancia terminante ;... com tudo, da trilha seguida por todos, procurando as-
\ neaWesplendido quadro desenhado por pin- sumpto para suas composigdes em alguns
col de artista, ha, como orna ligeira sombre, typos e factos sociaes : felicitarao-lo por esse
a seguinte strophe ;
A's vacuas d'ouro de Bethol e Dan
Erguera altares fementidos povos,
Iraperam hoje sera contrasta e peeua
Srdidos Midas 1
Nao s ella fica :ecolloca4a nesta com- fuu
posigo cheia \le sentimento de gesto por,,
ser deploravelmeufe prosaica, cora tambem
tnurapho ; mas lamentamos que nao fosse
completa a iramolacAo doeuindividual.
Tornea nocidade o eiempiu dos velh"S
mestros, que conservavara-se na penumbra
para que os seo* hroes se destacassera em
plena luz, e a poesa que vacilla e hesita,
carattihar cd ella caeia de vida para o
Saraza Amalia.
dos sacreraentarios. incorporndose, por
ultimo, a esta nova seita, que assim fizia
remontar a sua origem poca mais re-
mota.
Alguns historiadores confundirn), nao
poucas vezes, os albigenses com os disc-
pulos de Val lo,
Entre uns e outros, o que havia de com-
mum era : o raesmo odio aos clrigos, o
mesmo espirito de rebellio autorilade
dos pastores, ea raesma regularidade na
pratica dos actos religiosos.
Denominamn-nos tambem mmicheos.
Se o erara, pertenciam, sen duvida, a
ramo muito diverso do dos antigos seguido-
res de Manes, pois qie s adoptaram parte,
a menos prejudicial, dos erros que estes for
inaram o >eu systeraa.
(Ij As cortes de Hespauha clarara m que Sao Domingos nao oppz a
heresia outras armas mais do que as ora-
ges, a paciencia, e a instruego.
Elle nao teve a menor parte rausino na
deplorave1 guerra dos albigemes, a tal
ponto que Hurtor poude contala minucio-
samente sera se quer esciever o nome de Sao
Domingos, Cesar Canta. Hist. Un$. tom.
Vil, v.XII.jcaq. VI,not. VI.
Est sto perfeitamente de accor lo c )m o
que diz Ducreaax, Hist, do Christi que,
alera do que era outro lugar manifestare-
mos, assim se pronuncia :
Foi teste;nuaha, referindu-se a Sao
Domingos, des horriveis estragos quo fazia
a heresia dos albigenses em toda a provin-
cia do Languedoc.
Como eraseusivel aos males espirituaes,
dos christos, nao pode ver sera magoa a
perda da multido das almas seduzidas por
uns predicantes enthusiasmados, que sem-
pre trabalhavara por conciliar proselytos.
Esta perda era Umanhi, que rara era a
familia que nao eslava infectada do erro,
muitas vezes toda, ou ao menos alguns do
seus merabros.
O imperio que a herosia toma va em toda
a parte sobre a verdade, produzio em Do-
mingos o designio de institua urna ordera,
unicameute destinada para converter os he-
reges, t pieservar os catholicos por meio da
pri'gag&o.
A caridade do prximo, o zelo pela
salvago das almas, a prudeucia, discri-
eo, a modestia, a simplicidade de seu ex-
terior, era meio des succossos felizes, e ap-
plausos, acariaa n a Doratugos a venera-
gao dos grandes e do pjvo.
Est tudo isto ainda tambera dejaoeordo
cora o que escreveo o abbade Plaque tno
seu Diccionario das heresias tom. C Sec.
XIII. -
fortes contra o clero foram causa de cahi-
rem na heresia, ou obstinaren se nell, era
preciso, antes de tudo, fazer desapparecer os
motivos de escndalo, que Ibes serviam de
pretextos para se nao converterem ; isto ,
vver o cloro se nao mortificada, ao menos
humildemente, pela renuncia do luxo dos
vestidos, e reduzir-se vida simples e mo-
desta dos apostlos.
S assim, diza o evanglico hispo de
Osma, conformndose as vossas palavras
comosvossos eramplos, venceris fcilmen-
te as difficuldades, tapareis a bocea a essa
gente, impossibilitando-a deachar razesna
vossa conducta, e motivo para refutar os
vossos discursos.
Este conselho era prudente e grandioso, e
o hispo foi o primeiro que o poz em pra-
tica.
Despedio todos os que formavara a sua
comitiva, deixando comsgo apenas um co-
nego de sua cathedral de nome de Domin-
gos de Gusmo (3), de rara virtude, e de
gran le zelo pela converso dos here-
jes.
Alguns legados e missionarios mitaram
o seu nobre e edificante exemplo, e a esla
reforma se seguirn) rpidamente infinitas
conversoes.
D'outra vez recolheu os desgragados
que fiaban mandado sabir d'uuia praga
sitiada, corao boceas iuuieis ; fazendu guar-
dar cora o maior cuidado a honra das mu-
Hieres prisuneiras.

* *
Todava a curia romana resolveu o con-
trario, e mandou destruir a stita dos al-
bigenses 4 forca de armas I

(2) Tudo e ser heresia, nao o contes-
tamos, manos aborainavel, porm, do que
alguraas que bao sido apregoados por certos
padres da igreja romana, por exemplo :
Geralmeote fallando, nao evidente
haver sobre a trra alguraa religio, que
soja verdadeira. Tambem o nao mais
que entre todas as religies a christ seja
a mais verdadeira ; nem que os profetas ba-
jara sido iuspirados por Deus; nem que fos-
sem verdadeiros os raysterios de Christo.
{Os jesutas da Universidade de Caen, nas
concluses por elles impressas no anno de
693, proposices 5, 6, 8 e 9).
. Aquellos, que urna vez adquerirara al-
guraa sciencia pelo soccorro do demonio,
podem licitamente asar della. O peccado
peloqual a mesma sciencia foi adquerida, j
passado (Antonio Escobar. T-heologia mo.
ral, edic. de 1663. tom. t. liv. 8 stec-
*. cap. 20, n. 84, pag. 25. }
Nenhuin amor divido Deus |or jus-
liia, o sin por urna corta decencia e corle-
zia (Joo Salas, jesuta, na sua obraesenp
ta sobre a primeira da segunda de Santo
Thomaz,-tom. 1*, quest. 3\ disput. 2* Secc.
5 B. W. pag. 176.)
(3) Sao Domingos.
O oxercto dos cruzados poz-se era mar-
cha para ir sitiar Beziers, cujo visconde
protega os herejes.
A cidade foi tomada de assalto, e vinle
mil pessoas foram moras aos repiques dos
finos, sem distiucedo de idade, e nem de
sexo : sele mil dessas pessoas foram que>-
madas na igreja em que se liaviam refu-
giado.
\Iutai-o* a tajos, diza o general, a
quera perguutavara como se havia do dis-
tinguir os herejes,, malai sem excepcao,
Deus bem saberd recouhecer aquelks que he
pertencem(6).
*
*
Foram presos em Castres dous hereges
albigenses, ura da ordera dos perfeitos,
e o outro que anda era simples ini-
ciado.
Conderanou Simo de Montfort a arabos
a seren queimados vivos, posto que o
segundo estava prompto a abjurar o
erro.
Elle raesmo se eucarregou de justi-
ficar esta estranha senieuga uestes ter-
mos :
Se o dsejo da converso, disse o con-
de, que muiufesla este herege sincero, ser-
vir-lh-lia n fago de purificar os seus pec-
cados : no contrario, se fingimento, so-
frerd nas chammas o justo castigo de sua
impostura (7).
tstes grandes preparativos de guerra in-
quietaren a Raymundo VI, conde de Tolosa
e de Proveuga que, possuidor de dilatadas
trras e por causa de sua aptido para a
arte militar, passava por um dos principes
mais poderosos e temidos do seu tempo ;
tanto mais quonto i certa que mandava os
seus roteiros devastar as trras dos parti-
culares e das igrejas, sem se importar nem
com a quaresma, nem com os domingos,
nem com a tregoa de Deus (8).
Vehementes presumpges havara de quo
o conde de Tolosa peusava, ein materia do
religio, de accordo com a seita dos mlgi-
genses, posto que na apparencia era bom
cathoheo.
Conliuar-se~ha.
(4) Ducreaux Hist. do Christ, tomo VI
art: IX. Millot Hist. Univ. tom VI, poca
V, cap. II.
(5) Pedro de Vaux Cer-nay* historiador
da cruzada dos albigenses.
(6) Cesar Cantu, HSsf. /*u. tom. VII,
livro XII, cap. VI.
(7) DucreawB obra citada, que accres-
centa :
D'ahi se consue, que para a perse-
guico e condemnaj-V dos albigenses,
eoncovreria 'tgualraeuio a ignosancia e a
atrccidade, confundidos em telo peta salva-
9*.o dos abusos e interosge da f 11
(8) Cezar Cantu, citado.
i TYP. DO DIARIO ~Ra DUQUE DECAX1AS
^<
*;

I
*
*


Full Text
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