Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13031


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Full Text


P-8-' M *fi
I
ANNO XLIX. NUMERO 206
FABA A CAPITAL B IXGABBS BBB BAB BB PASA
Por tres mezes adiantorios...............
Por seis ditos idein ........,.....
Por ura auno dem m............
Cada numero avulso ..* T*.........
TB.
9000
119090
14*000
sao
i
^fRCA FEiRA 9 DE Sil JURO DE 1873
*---------------------------------------------:-----------------------------
FABA DBBTBO B FBA VA PBOVIHCIA.
Por tres mezas adiantados...........*.......
Por seis ditos dem............ .'.....
Por note ditos dem.....;............
Por um anno dem...................
13*500
10*350
17*000
PR0PRIEDADE DE MANOEL FGUEIR0A DE FARIA & PILH0S.
O. m ierardo Antonio Aires Filhos, no Para; Goncalves d Pinto, no Maranho, Joaquim Jos de Olivara d Puno, uo Ceari; Antonio de Leiuu. Braga, no Aracaty ; Joao -ra Julio Chayes, no Ass; Antonio Marques da Silra, no Natal; Jo* Jur.
Pereira d'Altneida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Suva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Vlt d. Peima; Belarmino dos Santos Buido, em Santo Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emKazaretti;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Govann*; Joo Antonio Machaeo, no PHardas Atagoas; Altes d C, na Baha; e Leite, Cerquinho d C. no Rio ;de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
t-viTDo da proviaoia.
kipkuikntr oo waJI8 dk ickm de 187;!
/." ucco.
Acias :
O presidente da provincia, leudo em visto o
Mtiua aiinexo au offleio do inspector do arsenal de
marraba, do 17 do corenle sol) n 64, do qual
-uusta terein Antera Jos Dunrto e Guilherrao Low
prestado exa.nes, na conformidade do art. 4- do re-
gulamento que baixoucom o decreto n. I,:4 de a
Je fevereiro de 1834, e sido approvalu* para ter
eeiros machiuista* de lia iras a vapor, determina
roo pela secretaria da presidencia se passe aos
examinandos as competentes caitas de habilitadla,
uno disiir- o arl 3- das instrui-ces annexas ao
lcrelo n. J,6i)0 de 1 de junho de 1860.
O presidente da proviucia, tendo em vista .
termo anuexo ao offlcio do inspector do arsenal de
niariaha, de 16 do correnle sob n. 6.1, do qual
consto -ter Joaquim Antonio da Silva prestado
exame, na conformidade do art. 3a do regalron-
lo que bsixou com o decreto n. 1.34 de 5 de fe-
vereirn de l8.">4, e sido approvad > para :l- machi-
uisto de barcas a vapor, determina que pela se-
erelaria da presidencia se passe ao examinando a
competente caria de habilitaco, como dispoe o
art. 3* das n.-lruceoes annexas ao decreto u. 2,600
de 4 de junho de 1860.
Offlfos :
Ao brigadeiro commandante das armas.
Mande V. Exc. por em liberdade, visto ter sido jul-
gado incapaz do servieo do exerciw, como se v
do termo de iuspecco anuexo ao seu offlcio de i7
4o correnle sob u. 615, o recruU Manuel Joao
itrios da Paz.
Ao director das obras militares. Mande
Vine, sem perda do lempo fazer no quartol da
companhia de cavallaria, no Campo das Princezas
sob responsabilidade de-la presidencia, as obras
do que all se precisa, constantes do orcamenlo. na
importancia de 2:093*110, anuexo ao seu offlcio
da de maio prximo lindo
2.' seccao.
Actos :
O presidente da provincia, a vista do offlcio
do l)r. chefe de polica, n. 1,114 de 17 do corren
'-:, resolve exonerar do cargo de suppleule do
subdelegado do dislriclo do Riacho do Navio, do
termo de Floresta, o cidado Leonel Ilezerra
Dunga.
0 presidente da provincia, aitendendo ao que
reqoereu o hacharel Antonio Venancio Cavalcan-
lo de Albuquerque, 3* suppleule do juiz munici-
pal do termo de Serinhaem, resol ve conceder I he
xo-jeraeao do dito rargo, visto ter de retirar se
di municipio.
O presidente da provincia, de conformidade
ruin a propusla do Dr. chefe de polica em offlcio
n. 1,114 de honleui datado, resol ve noraear para
os lugar. de t e > supiilentes do subdelega-
do do disircto do Riacho do Navio, do termo de
Floresta, o eidadaos seguales na ordem em que
vio cullocados : Marcos Alvcs da Silva, Jos Vic-
torio da Silva, Leonel Itezerra Dunga.
O presidente da provincia, attendenio a pro-
paatt do commandante do batalhao n. $8 de infan-
toria da guarda nacional do municipio de Gara-
nhuns, e a vista da informacio do respectivo coin-
maadanle superior em ollicio de 2 de margo ulti-
hu sob n. lo, resolve, de conformidade com o dis-
poste no art. 48 da le n. 602 de 19 de Miembro
de 1830, nomear para o dito batalhao os offlciaes
soguintes :
Kstado uiaior.Tenente quarlel rocstre, o alfe-
rea Pedro do llego Chaves.
1.* Cumpanhia. Alferes.o guarda Antonio da
S.Ua Campos
-- 0 pre.-idenie da provincia, alten lendo a pro-
posto do lente-coronel commandante di batalhao
n 27 de infantina da guarda nacional do muni-
cipio de Caruar, e vista da informaeiio do com-
nuadante suj.erior em offlcio de 4 de maio ultimo,
resolve, de conformidade com o disposto no art.
1H dalei n. 6:>2 de 19 de si.temhr^ de 18 :0, in-
mear para o dito batalhao os offlciaes seguintts :
l'Mado-m.ii ir. -Alferes secretario, o guarda Ca-
simiro Vieira de Mello.
H.- Companaia.-Alferes, o guarda Joao Baptisla
Nunea.
. O preslente da provincia resolve remover
o promotor publico da comarca do Buique, ha-
chare! Pedro Jorge de Suuza. para igual cargo na
de Ouricury, (cando sem elTeiio a porlaria de i
de Janeiro ultimo, que nomeou para a segunda das
meneionadas comarcas o bacharel Feliciano Euze-
bi'o Dias dos l'razeres.
Offlcias :
Ai Ur. chefe de policaRecotnmeade V.S. ao
dulegaJo de Ouricury a remessa do indiciado &a-
4ioel Alves dos Santos para Monte Santo, onde se
acha pronunciado, na provincia da Baha, afim de
que seja julgado ; licando assim responlido o seu
offlcio u. 1,081 de 11 do correnle
Ao mesura. Ccmmuuieo a Y. S. para os
loa convenientes que o vapor Giquia, da compa-
una pernambucana, seguir para o presidio de
Femando de Noronha uo da 4 de julho prximo
vindoura ao meio dia. igual ao juiz de direilo
executor de seuten>;as.
Ao juiz de direito do Cabo.Extranhando as
xnressoes sem esperar mclhor resultado com
que Vmc principiou o seu offlcio de 16 do corrale,
coi que pede um destacamento para o termo de
Ip'jui-a, que s por carencia de forca nao p Je ser
Mtisfcito, tenho a dizer-lhe que nesla data mando
destacar no dito termo, dispo-^ivao das autoridades
policiaes. t inferior e 4 aneas de polica.
Ao 1* supplente do juiz municipal de Ilamb,
no districto de Tunbaba. Iuleirado de quanto
_ expoz Vine em offlcio de 13 do correnle, quanto
ao erime perpetrado por Josrt Felippe Ferreira, te-
n!u a dizer-lho que aguardo o resultado do pro
eesaoqua leve ter sido instaurado para a punicao
locriniinoso, cuja captura reeommendo e espero
so rcalise com empenho.
Ao jirz inunirpal 2" supplente do lerraode
Itatnbe. -Em mapoeta ao offlcio de Vmc, de 12 do
; rrenle, tenho a diter-lue que em dala de 14
desle mez. foi r>>mcttido ao subdelegado de Tini-
inuba urna ambulancia allopalhica com destioo ao
tritamenlo dos indigentes atacados das febres que
aih grassam.
Ao promotor publico de CabrobA' vista
do que informou o inspector da thesouraria de ta-
zouda em offlcio desta data sob n. 207 serie L), de-
claro a Vmc. em resposla ao que me dirigi em
. 21 de maio ultimo, que os livros precisos para a
matricula de escravos dessa comarca foram ren\pt-
lidospola administraco dos correios nesi capital
em 29 de abril, e ehegarsm Vla Bella a 14 do
reTerido mez de maio, para dall serem enviadog a
Vmc, que j de ve estar de posse delles.
Ao commandante do corno de polica. Man-
ii.' \ iC dotocar em Ipijuca disposicao dasau-
Unidades policiae-, 1 inferior o & pracas do crpo
b seu cumulando.
Ao raesmo. Pode Vmc. eliminar do eorpo
jtob o sea comiiianlo a uraea d nome Antonio
Mariies de Barros, fazenao o apresentor aocapi-
UO lo porto paja o servieo da armada, ficando
aiaiffi respondido o seu offlcio de 16 do corren
te a. 341.
8.' MCfOO.
Offlcios :
Ao inspector da thesouraria de faxenda '-+
Transmiti a V. S. o incluso pret em duplicato qu
me remeUeu o commandante superior do niuuici-
po do Limoeiro com offlcio de 3 do correnle ,atlui
de que mande pagar a Jos Maria Ftrreira da
Cunha os veucimenlos das pracas da guarda na-
cional destacadas na villa de Boin Jardiiu, couecr-
ueutes ao mez de maio ultimo.
Ao mesnio. Providencie V. S. no sentido
de serem pagos, vista dos inclusos prets em du-
plcala que me foram remetimos pelo commandan-
te superior do municipio de Tacaral com offlcio
de o de abril ultimo, a Flavo Goacalves Lima es
veuciuientos das pracas da guarda nacional estacio-
nadas no di-lrielo de Campinho, daquelle munici-
pio, correspoudenles aos mezes de fevereiro e mar-
co deste anno, segundo indicam os mencionados
preu.
Ao mesmo. Altendcndo ao que expox Adol-
pho Koop, administrador do trapiche denominado
Companhi, no incluso requerimento a que alinde
ana mlormacao de hontem sob u. 204 seri O, au-
toriso V. S a mandar pagar ao supplicaule a quan-
lia de 190/000, coustonte da conto annexa ao
mencionad) requerimento, e proveniente da des-
carga, conduceao, armazenagem c embarque de
39 voluntes conl-mdo calcado, vindo da corte com
destino ao arsenal de guerra.
Ao mesmo.Annuiudo ao que representou
o coumandanle superior do municipio de ltamb
em offlcio de 16 do crreme, autohso V. S. a ex-
pedir quanto antes suas ordeus, no sentido de se-
rem pagos pela collecloria daquelle municipio os
vencmentos das pracas da guar la nacional all
destacadas, visto nao torem anda recibido toes
vencimento-, conforme deciarou-me o menciona-
do commaudaule superior.
Ao mesmo.Reeommendo a V. S. que, vis-
ta da folha, reacio nominal e prets juulos em
duplicato, mande pagar a Jos Carlos de S, con-
forme requisitoii o commandante superior dos mu-
nicipios de Bom Couselho, Uaranhuus e Buique
em offlcio de 2 do correnle sob u. 39, os vencmen-
tos do destacamento da guarda nacional existente
ua villa de Aguas Bellas, relativos ao mez de maio
ultimo.
Ao mesmo. Attendendo ao que requereu
Rutina Maria Concecao, moradora na freguezia de
Munbeca, deste municipio, e lendo em vista a in
formajao a que se refere o seu offlcio n. 202 se-
rie D, de hontem datado, reeommendo a V. S. que
mande lelevalada multa em que incorreu por nao
ter dado matrcula dentro do praso legal o in-
genuo Joao, liliin da sua escrava Francisca.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os
devidos (ins que a II do crrente reassumio o b-
ctiarel Ernesto Vieira de Mello o exercicio do car-
go de promotor publico da comarca d< Palma-
res.
Ao mesmo. Cnmmuniee a V. S. que a 1
do correnle assumio o juiz municipal do termo de
Buique. bacharel Luiz da Silva Gmmares, o exer-
ccio interino do cargo de juiz de direito da mes-
ina comarca.
Ao mesmo.Communico a V. S. para seu
conhecimento e 'n< convenientes que no dia 4 de
julho prnximo vindouro ao meio da seguir para
o presidio de FernanJo de Noronha o vapor t-
qui, da companhia pernambucana. .
Ao mesmo. Communico a V. S. para os de-
vidos fins que por portara desta data foi noinea-
do para a comarca de Ouricury o promotor pu-
blicj da de Buique, bacharel Pedro Jorge da Silva,
licando sera effeito a portara de 2 do Janeiro ul -
limo que nomeou para aquella comarca o bacharel
Feliciano Eulalio Dias Prazeres.
Ao mesmo.Representando-me o brigadei-
ro oommandante das armas que da demora na
execugo dos reparos precisos no quarlel da com-
panhia de cavallaria pode resultar o completo
desmoronameoto do mesmo, o estrago da c.ivalha-
da e talvez a morle das pracas qae esliverem de
servieo uas cavaliaricas ua occasiao de desabarem
estas, determino nesta dan ao eugenheiro das
obras militares que com urgencia mande proceder
a taes reparos, ua importancia de 2:093*110 rs.,
de conformidade com o ornamento sobre que versa
a sua iolormacao de hontem datada ?ob n. 494
serie D ; devendo easa despeza ser eiTectuada sob
responsabilidade da presidencia, nao obstante ex
ceder ella na quaniia de 935110 o mximo mar-
cado no g 8- o art o" do decreto n. 2,884 de 1
de fevereiro de 1862. Por esta occasiao notare!
o engao era que, segn lo sui mformacao, labora
V. S. em relaeo ao meu offlcio do 27 de maio ul-
timo, no qual alludi aos reparos mandados fazer
n'uma parede que ameacava desabar, da cavallari-
ga que deila para o pateo do referido quarlel, e
nao s obras de que se traa e que s agora foram
antori conhecimeuto e lins convenientes.
Ao inspector da thesouraria provinci.l. A
Joaquim Mendonca da Silva mande V. S. pagar a
uuantia de 80*V<00, constante do recibo junto em
duplcala, e proveniente do aluguel da casa qus no
termo de S. Bento serve de cadea e qaartel ao
respectivo destacamento ; conforme sohcilou o Dr.
chefe de polica em offlcio de 16 do correnle sob
n. 1,108.
Ao mesnu.-Era aposta ao seu offlcio do
17 do correnle sob n. 230, consultando acerca das
arrematagSes dos impostos provinciaes das comar-
cas de Flores e Tacaratd, visto nao terem appare-
cido oucurrentes, teoho a dizer a V. S. que mande
annunciar novamente a pracade taes impostos, com
o abate de 5 por cento sobre os precoe que servi-
ram de base as mesmas arrematares.
4.' sec$ao.
Actos :
O presidente da provincia, attendendo pro-
Eosta do director geral interino da instrucc/ra pu-
lca era offlcio do 18 do Correle sob n. 166, re
solve nomear Joaquim Menna Cardso para reger
interinamente a eadeira de primsiras lettras da
iwvoac.io da Varzea, durante o impedimento do
respectivo professor, mediante a gratiflcacio de
50/1 mensaes
O presilento da provincia, attenJendo ao
que rejuereu a direceo da sociedade beneliceiite
Luso-Brasilcira, resolve, de conr.rmiiade com o
art. 27 1. do decreto n. 274 de 19 do dezembro
de 1860, approvar a reforma feita em seus esta-
tuios.
Offleos :
AoExm. e Rvra. bispo diocesano. -Accuso
recebido o offlcio de V. Exc. Rvma., de 13 do cr-
rante, e lien inteirado de haver naquella dato im-
poste a pena de interdicto s irmandades do San-
tsimo Sacramento da matriz da Boa-Visto, do
Senhor Bom Jess da Via-Sacra e de Sant'Aooa
de Santa Cruz, do Senhor Bora Jess das Dores
de S. Goucalo, de Nossa Senhora da Soledade-de
Ltvraueulo e de Santo Rito de Cassia, fazendo ex-
tensiva a dito pena s capellas de Santo Rita, S.
Goncalo e Sauta Cruz.
Ao 'director geral interino da instrurcao pu-
blica.Em resposla ao offlcio de V. S., de 16 do
correule, tenho a recomraendar-luo que sem per-
da de tempo proceda nos termos da loi contra o
Profesor da povoacio da Gamboa do Pao d'Alho,
Manoel Felippe do Monte, pelos fados menciona-
dos na uformaco do respectivo delegado Ilitera-
rio, que por copia acompanha o seu alludido
offlcio.
Ao mesmoRemeta V. S. com urgencia um
mappa das escolas primarias de um e ontro sexo,
com especicaco das localidades e noraes dos
professores.
Ao mesmo-Designo o director da escola
normal para presidir as sessfies do conselbo di-
rector em que tiver de ser interrogado e julgado
o professor publico da primeira eadeira da fre-
guezia da Boa-Vista desta cidade, Simplicio da
Cruz IUbeiro; licando assim respondido o offlcio de
V. S. de 14 do crreme.
Ao regedor interrao do gymnasio provincial.
-Communico a Vmc. para os fins conveniente
que nesta data deru a petigo de Carlota Maria
do Reg Barros, concodeado que seja admttido
nesse estabeleeimonlo sea lho Francisco, como
alumno interno gratuito, visto ter informado Vmc,
em ollicio de 16 do crrante, que a sua adinissao
nao traz augmento de despeza aos cofres provin-
ciaes e aos desse estobeleciinenlo.
Portaras:
A' lllma. cmara municipal do Becife Infor-
me a lllma. cmara municipal do Recife qual o
local mais conveniente onde deve ser construido
o matadouro publico, nos termos da le n. I tul do
28 de maio ultimo, e quautos logradouros convm
ser creados, e em que localidades.
A' cmara municipal da Victoria.Declaro
a cmara municipal da cidade da victoria, era res-
posla ao seu offlcio de 2 do crrente, que a co-
branza do que Ihe esnverem a dever, proveniente
da arrematacao dos impostos, fei'a no juizo com-
raum, cumprindo regular-se pelas leis de orca-
mentos- muuicipaes para organisacao da tabella
dos impostos.
&.' seccao.
Portara :
O Sr. gerente da companhia pernambucana
mande dar trausporto para o presidio de Fernan-
do de Noronha, uo primeiro vapor que para atli
seguir, e por cunta do ministerio da Justina, a
Auna Josepha de Brilo e aos menores, Jos Bonifa-
cio e Araano, mtilher e filhos do sentenciado
despachos da 'iiksidknci v db 5 k sktkmbbo
dk 1873.
Antonio Teixoira de Figueiredo Jnnior. Inde-
feridu.
Abixo assignados, membros do conseibo da su-
ciedaJe Projiagadora da laslruccao Publica na pa-
rochla do Poco da Panella. Ao Sr. director geral
interino da instrnccao publica para aUcnder aos
snppticantes na forma requerida
Angosto Martioiano Soaroi Villela- Deferido com
offlcio desta Jal i ao Sr. nspnctor da thesouraria
provincial.
Auguto Captluliuo Gon^alves Lessa.Encaui-
nhe-se.
Alexaadriua Francelina de. Souza Marinho.
Informe o Sr. Dr. director geral interino da ins-
trueca i publica.
Capilo Antonio Gracind) de Gusraao Lobo. -
Passe porlaria concedendo um mez de licenra com
es vencmentos na forma da lei.
N. 1,327, de 30 de julho ultimo, que annexa os qnestao de vital interesse para o futuro da nos
seguintes offleos : os offleos de escrivo do jury I provincia.
e acucies criminaos do termo de Santa Anna, ao i |>or acto da presidencia de 26 de julho fiado
oflicio de 2* tobelliao do publico judicial e notos do fui alterado o regularsento das agencia fiscaes da
mesmo termo .____ provincia, na parte que se refere da cidado do
Aos offleos de tobelliao do pubhcojudieial e uo- Rscife. em cumprimeno ao aviso do ministerio da
tas do termo de S. Francisco, os offleos de escri-
vo do jury e'cxeeucao crminaes do mesnio ter-
mo.
Os offlcios de escrivo do jury de Granja, ;io offl-
cio de escrivo de orphao* do mesmo termo.
N. I,?>28, da mesma data, que autorisa o suppri-
mealo do crdito de 20:0081127, para occorrer s
diversas de-pezas urgen.es por conla das rubricas
dos 5$ 4, 28, 32, 47 e 5t da lei do ornamento vi-
fazonda de 2 de abril de correnle auno, que man-
dn separar da alfandega dessa mesma cidade, a
cobran-a dos direitos sobre os generas de nossa
produeco, encaminhados esse mercado.
" O Exm. Sr. Dr. Teixeira de S, atienvlendo
aos reclamoi da fiscalisacao desses producios, e
compenetrado da precaria situaco das nossas ren-
das desdo algum lempo nessa praca, inslituio ah
um deposito especial pelo systema dos armazens
8 m a i a i ailandegados e mediante as laxas de uso e de eos-
N. 1,529, da mesma dato, que reJuz a ura mez o turne, onde os referidos gneros sojam recolhidos,
tirocinio a que sao ubngados .candidatos ao ma- pesados e beueliciados al o pagamento dos res-
gisteno publico. Le de occasiao, para aproveitor pectivos impostos, cuja arrecafeeao passar a ser
a \gu.,"!r')i"'' I >al'ada, do de Janeiro do anoo vindouro cm
l,oJO, da mesma data, que espa,;a por 3) me- dianto, pelo ageule fiscal da provincia, so > as cau
Antonio Leite de M.igalhes Bastos. D-se, nao
havendo inconveniente zes o orase.concedido ao Dr. Paulino F. do Ama-. i^'^l^M^tin^Mo^Ammo.
a Varejio. la-1 ral o Jo.to Reyrner. para comeen das obras da pn t O contrato desse servieo foi celebra
Jos Calixto de Mello, e bem assim sua cunhada,
Idahna Maria da Concecao.
BXi-EDIENTR DO SKOBKTARIO.
1.' seccao.
Offlcio :
Ao iospector do arsenal de marinha. Teni
S. Exc. o Sr. presidente da provincia, por porta-
ra desta dat i, e em vista dos exames annexos
aos seus offlcios de 16 e 17 do corrate, sob.ns.
641 e 642, determinado que se passera as compelea-
tes cartas de babilitaco aos terceiros machnisUs
de barcas a vapor, Joaquim Aiituuio da Silva, An-
tero Jos Duarte e Guilherrae Low, assim o decla-
ro a V. S. para seu conhecimento e los cuuve
nientes.
2.* Mtcco.
Offleos :
Ao Dr. chefo do polica.-0 Exm. Sr. presi-
dente da proviucia manda declarar a V. S. quo
nesta dato se maudou destocar em Ipojuca um in-
ferior e quatro pracas do eorpo de polica, dispu-
sice das autoridades policjaes.
Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda transmittir a V. S. ostiiulos (untos
dos suppleotes do subd legado do distrjeto do Ria-
cho do Navio, do termo d-i Floresta, de conformi-
dade com a proposla de V. S. cm offlcio u. 1114 de
hontem datado.
Ao mesmo. S. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda eommtinicar a V. S. que a the-
souraria provincial tom ordem para pagar a Joa-
quim Mendonca da Silva a despeza de que trata
o seu offlcio de 16 do correnle, sob u. 1108.
Ao commandante superior do municipio de
ItamD.-S. Exc. o 8r. presidente da provincia
manda declarar a V. S. que nesta data expedio or-
dem thesourai i i de fazenda, no sentido de serem
pagos pela collecloria de-se municipio us venei
montos das pracas da guarda nacional, de que
trato o seu offlcio de (6 deste mez.
Ao commandante superior de Caruar.O
Exm. Sr. presdeme da provincia manda deelarar
a V. S. para us devidos fins que por portara des-
ta dlaa foram Horneados para o batalhao n. 27 de
atontara da guarda nacional, do municipio de Ca-
ruar. os offlciaes constantes da nota junta, de
conformidade com a proposta do commandante,
que veto informada por V. S. em offlcio de 4 do
corrate.
- Ao commandante superior do Bonito. O
Exra. Sr. presidente da provincia manda declarar
a V. S. que nesla data expedio ordem thesoura-
ria de fazenda, no sentido de serem pagos a Jos
Mara Ferreira da Cunha os veocimentos das pra-
Sas da guarda nacional, de que trata o seu offlcio
e 3 desle mez.
Ao commandante superior dos municipios de
Bom Conselho, Garanhuns e Buique.S. Exc. o
Sr. presidente da provincia manda ommunicar a
V. S. que expedio ordem thesouraria de fazenda,
no sentido de serem pagos os vencmentos do des-
tacamento da guarda nacional, desque trato o seu
offlcio de 2 do correule sob n. 39 *
Ao mesmo. -O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia manda declarar a V. S. para os devidos fins
que por portara d^ neje foram Horneados os offl-
ciaes, constantes da reacaojuula, para o batalhao
de iufaulara u. 28 da guarda nacional do muni-
cipio deGaran-uns, de conformidade com a pro-
posla que veo annexo a seu offlcio n. 13, de 2 de
marco ultimo
Ao commandante superior de Tacaral.De
ordem de S. Exc. o Sr. presidente, communico a
V. S. que o inspector da thesouraria de fazenda
foi nesta data autorisadoa mandar pagar a Flavio
Goncalves Lima os vencmentos das pracas da
guarda nacional, de que trato o seu offlcio de 5 de
abril ultimo.
Ao juiz de dir to do Buique. 0 Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.
para s devidos fins que por porlaria desta data
foi removido para a de Ouricury o promotor pu-
blico dessa comarca, bacharel Pedro Jorge de
Souza.
Ao juiz de direito de Ouricury.O Exm. Sr.
presidente da provincia manda declarar a V. S.
que por portara desta d to reinoveu para esta
comarca o promotor publico da de Buique, bicha-
re! Pedro Jorge de Souza ; ficando sem effeito a
portara de 2 de Janeiro ultimo, que nomeou para
o dito cargo o bacharel Feliciano Euzebio Dias
Prazeres, que nao aceitou a ooineaco.
Ao bacharel Luiz da Silva Gusiuo. O Exra.
Sr. presidente da provincia manda aecusar o re-
cebimento do offlcio de V. S., de 5 do corrate,
em que participa ter a 1 deste mez assumido a
vara do direito da comarca do Buique.
Ao bacharel Ernesto Vieira de 'Araujo.O
Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar o
recebimeoto do offlcio de V. ., de 16 do correle,
em que participa ter nessa dala rcasanmido o
exercico do cargo de promotor publico da comar-
ca de Palmares. \
4.' uecao
Offlcio :
Ai director geral interino da instruccao pu-
blica.-De ordem de S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, communico a V. S. para seu conheci-
mento efins convenientes noe o mesmo Exm. Sr.
por acto desta dato, e em virtudo de sua proposla
em offlcio de 13 d> crrente, resolveu carnear Joa-
quim Menua Cantoso, para reger interinamente a
eadeira de primeiras letras da povoacao da Varzea,
durante o impedimeulo do respectivo prourietorio
e mediante a gratifleacio de 80 mensaes.
.* seccao
Offlcio :
Ao gerente da companhia pernambucana -
O Exm. Sr. presidente da provincia; manda decla-
rar a V. S, em resposla ao seu offlcio desta data,
que os vapores Ip juca e Mandah, dessa compa-
nhia, podem seguir para os portos do norte e sul,
al Granja e Aracaju, no dia 30 do corrale s 5
horas da tarde, e pan o presidio de Fernando de
Noronha o Giquia no dia 4 de julho prximo vin-
douro ao meio dia, conforme sonata no dito ofi-
cio.
forme o S.. inspector da thsouraria de fazenda.
Candido Jos Ges Telles.-Informe o Sr. direc-
tor interino do arsenal de guerra.
Carlota Mara do Sacramento. Iufortnc o Sr.
provedor da Santa Casa de Misericordia.
Francisco Pereira do Araujo.Indefcrido.
Helena Maria da Fonseca.-Dirjase imita.
Hypolito Cassiauo do Soccorro.- Remettido ao
Sr. brigadeiro commandante das Amas para at-
tender ao supplicante.
Josepha do almella Pinto Dirija sea junta.
Vigario Joaquim Jos de Paria. Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Jos Roberto Puwell. -Deferido cora offlcio des-
ta'data thesouraria provincial.
Jos Martnano de Souza. Reqaeira pelos ca-
naes competentes.
Jos Ignacio de Mello. Informe o Sr. mspe.tor
da Uiesoursria de faztnda.
jlo Carlos de Souza Santiago. Rejueira pelos
canaes competentes.
Major Joo Jos Gomes. -Forner^a se.
Jos Pedro Ribeiro. Informe u Sr. inspector da
lliesouraria de fazenda.
Joo de Barros e Silva.dem.
Capto Luiz Francisco Teixeira. Fornoca-se
Luiz Francisco Rodrigues de Franca. Observe
o supplicante o disposlo no art. 4 do decreto n.
1,130 de 12 de marco de 1853.
Miguel Ferreira de II-lio. -Nao tendo anda de-
corrido o prazo de que trata o art. 45 do decreto
n. 1,13) de 12 de marco de IS51, nao lem lugar o
que reiur > suppicaate.
Manuel Rolrguos Pinhoiro. Inform* o Sr.
commanadaute superior da guarda nacional do
Bonito
Mara d Assnmpco te Luna Alenla. Passe
portara concedendo a hcenca pelida.
Maauel Joaquim Pereira de Crvalho.-Sira, pa-
gos os direitos naejoaus.
Fr. Pedro da Purilkaeio Paz e Paiva.Iadefe-
rido.
Pedru.Osoriu do Cerqueia.Dirija-se novamen-
te junta.
Tenentecoronel Sobastio Antonio do Reg Bar-
ros.-Forneca-se.
Secretaria da presidencia de Pernambuco, 6
dd setcinbro de 1873.^
O porleiro,
^ Si I fian A. Rodrigues.
Coininando lss armus.
JL'AKTEL GENERAL DO COMMANDO DAS ARMAS
DE PERNAMBUCO, EM 8 DE 8KTEMHHO DE
1873.
Oiiie 0 brigader j com nanJante das armas, tendo
hontem com nanladi a divisu une foTUWU para
solemnisar o annivcnario da iadepenleucia deste
imperio, composta de duas brigadas sob os com-
maudos dos Sis temrates coronis Joaquim Caval-
caute de Albuquerquo Bello e Alexandre Augusto
de Fras Villar, organizadas com os batalhoes 1."
de artilharia, 1, 2", 3' e de intanlaria da guar-
da nacional, 2o e 9o da mesma arma d > exercito,
cumpr o mais grato dever le louvar aos ditos
Srs. eo.niu ni I mie< das brigadas e dos batalhoes
que arrumaran, pelo acert e nromptdo com
quecimpriram as ordens que Ihes foram iransmil-
tidas pelos respectivos commandos para o desen-
volvraento das manobras que foram feitas; e bem
assm as pracas de pret. pelo asseio, firmeza o
garbo militar com que se houveram em tolas as
evolucoes, com especiaJVdade aos batalhoes da
guarda nacional, os quaes na marcha cm revista
rivalisaram com os de lnha.
Aos Srs. offlciaes que compozeram u estado-
maior do com nando da divisu tambem os louva o
mesine brigadeiro pela promptidao da transmisso
das suas ordens s respectivas brigadas.
(Assiguado.) Manoel da Cunha Wantrley
Lins.
Conforme.O major, Jos B. d'S Santis Mer-
gutho, ajudaule de ordeo eacarregado do de-
talhe.
, .-. zz "- i v vvuHmw uu?ac scin\*j iui celebrado em 7*
meira das fabricas de taidos de algodao. do mez passado com o Sr. Marcohoo de Souza Tra-
n. 1.5J1, do ,JJd> julho deste anno, restaurando vassos, residente nessa cidade, o qual moslrou-ie
"ISS dA l?5r*eio' em V'"a-ticosa. | habilitado dos recursos iieces*aros para o bom
N. I,a32 de 7 do crrente, concedendo ao enge- desempenho de suas estipulacoes, sendo que, no
n eiro eivil Antonio Goncalves da Justo Araujo, mesmo contrato foram atlendidos, nao s os inle-
pnvilegio exclusivo por espacci de U annos para resses do thesouro pelo que toca neeessaria
o esubelecimentu de una Iraha de pequeos bar- fiscalisacao dos geoeros para integral cobranca dos
eos rebocadores a vapor, para o transporte de pas- impostos, como dos nossos agricultores, relaliva-
sagetros e mercidonas entre as unmediaedes dos mente ao acondicionanienlo e beneficio dos volu-
liigares Fortmho on Chapeo, as proximidades da mes, filelidade das pesos e quc melhora de pre-
foz do Jaguanbe o a cidade do Aracaty. pos, tx-vi da livre concurrencia dos compradores
Lemos na dmstituicao : do deposito.
No dia 30 de agosto uo disircto de Varzea- a o eommorio licito dessa praca nao foi tamben
Alegre foi_capturado pelo respectivo subdelegado descurado no mesmo contrato, por clausulas refe-
a requisicao do juiz municipal do termo de Pao rentes s facilidades de suas transacedes com os
productores; podendo at os ttulos' de deposito
servir aos possuidores de proveto para acquisico-
de fundos em (|uaesqucr companhias ou estobele-
cinientos de crdito, as quaes certainenlc nao des-
denharo fornecer eapilaes sobre taes documentos,
de carcter somi-ofOcial o authentico.
Des que o deposito dos nossos productos foi
ahi permittido indislinctamente a todos os arma-
zens, e que a alfandega abri m.io da fiscalisacao
dos Ferros, o criminoso de homicidio Joaquim Gnn
calves, eonhecido por Joaquim Benedicto, o qual
ucou recolhido na cideia da cidade do Ico.
No dia 3 do correnle mez, na cidade do Ico,
foi preso pelo delega lo o reo Luiz Jos de Souza,
sentenciado pele jury pena de 6 mezes de priso
c multa correspondente metade do tempo.
No dia 5 do corrate, no lug irBom Succes-
so, -fui capturado pelo delegado de polica de Ca-
nind, o desertor do 14 batalhao de infamara exer'cda na enrrada"dos'g7neros"nacionaTs"deca"
Francisco Jo< Ferreira, o qual foi logo remet ido rando que nenhuma ingerencia podia ler mais so-
para a cadea da cidade de Baturt. bre tal assumpto ;
No dia 21 de inllao ullm. foi capturado pelo Des quo, por cssa razio, icou a dita alfande-
subdelegado de polica dodisiricto de Boa-Viagem, ga sera os dados necesarios para verificar a pro-
0 o Pran'-isco Ribeiro da Costa, pronunciado no cedencia dos me,tiv.s genru submettidos des-
art. 2 do cdigo criminal, e remettido para a ca- pacho de exportaclo aceitando, por consequencia,
dea da cidade do guixeramobtra. em mais exame, as declaracdes dos despachantes
- Lentos no Cmrente ,.., : relativas a cssa procedencia ;
Falleceu etn Liverpool onde resida a Lxma. Des que se rc.ronhcceu que as conferencias de
bra.baronezade V;isy.nccllos, virtuosa consorte embarque nenhuma garanta offereciam de llscali-
do Sr. barao de Va^concellos. saco a bem desta provincia, por se limilarem
u A tinada era natural desta provincia qoasi que exclusivamente conlagcm dos volumes,
benhora respeitavel por suas virtudes domes
ticas, como mi o esposa, a Exina. Sra.
de Vasconccllos gozava aqu, onde
"'- junai ijue exclusivamente a comagem uos voiumcs,
rtudes domes- e que nenhnm correctivo podia erapregar aquella
sra. baroneza reparlico para compellir os responsaveis por di-
residio longos reitos nosso; ao deviilo pagamento, carecendo.
annos, das mais sinceras sympathias.
Escrevcm-uos da Granja:
0 Sr. Antonio Ferreira Guterrs, honrado ne-
gociante da praca do Maranho o presentemente
nesta cidade, oode se achava com a sua Exmi,
Sra., alforriar.ini urna de suas escravas de nome
Sitnplisiana, do 30 annos de idade. e sem eondeo
alguma; fui em premio dos bons ser vicos presu- dique a'o extravio dos direitos por raorcse'sfor^s
dos pela libertada a estes venturosos esposos; (|Ue tenha empregado;
sai sempro, cora immenso prazer, que noticias Des que, ludo isto leon patentoc deraoostr
toes vao transmitlidas ao publico, para que fique do do modo mais claro e positivo, nenhuma. i'
connceedor de uns dous entes que amara a lber- provjencia iiodi.i torar
da Je. u
alias, de aulrKi sitos a existencia em ser dos nossos productos su-
geitos direitos:
Desque, pelos inconvenientes, que deixaraos
apontodos, as rendas da provincia tra sido ahi es-
candalosamente defiandadas,-sem qje a agenciar
fiscal pelos recurso* seu alcance, possa por um
Mi) GaA.NDB.
Nao recbenlos jomaos neni carias.
PARAHVIl.V.
- Da capital escreve nosso correspondente, era !
data de 5 do correule :
.. v..lb,.0,,,aSiWjM31,1ai, uuu3 eugeiiueiius mencionamos, na de acaulelar da in
eacarregados de levantar a planta e orear as obras possvel a arrecadago o liscalisacj
da estrada de ferro Conde Jd'Eu, que ha de er- rendas cargo da mesma aaencia,
guer esta fcrtilissiiiia provincia par de suas mais nido em suas .lisposieoes as'princ.p;
ltc]arti<-ilo da polica.
I.' seccao. Secretaria da polica de Pernambuco,
6 de setembro de 1873.
N. 1564.Illra. e Exm. Sr.Participo a V. Exc.
que, das cominunicacoei recebidas hoja, consta
que fraro hontem recolhidos casa de detencao
os individuos seguintes :
A' iniiiha ordem, Manoel Jos de Sanl'Anna,
para se verificar a verdadeira condic;o.
A' ordem do subdelegad.) do Ia dislriclo de S.
Jos, Vicente, eseravo do major Quinleiro, por sus-
peitts de andar fgido.
Por offlcio do 1 do correnle, communicou-me o
delegado de Agua Preta que, no da 28 do mez
prximo (iodo, no lugar Lageiro, do disircto do
Fro d'aquelle termo, Marcolino de tal, assassmou
a Jos Fragoso, na occasiao- em que este dorma
em sua proprta ctsa, que fez o eorpo de delicio e
proseguia-se nos tormos do inquerito.
Nesta dala, coraraunicou-me o subdelegado dos
Afogados que. pelas quatro horas da tarde de hon
tm, o eseravo Anastacio, de propriedade do cap
to Jos Duarte Lisboa, ao passar com urna canoa
por baixo da ponte da via terrea n'aquelle dislric-
lo. cabio no rio e desappareceu, sendo inuleis to
dos *s esforcos que se empregaram para s.tl-
va-lo.
Finalmente, a ordem e tranquillidade publicas
nao soffreram alteraco.
O que ludo communico a V. Exc, como me
eumpre.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. a Exm. Sr. com
mendador Henrque Pereira de Lucena, dignissi-
rao presidente da provincia.~0 chefe de polica,
Antonio Francisca Correa df Araujo.
DIARIO DE PERIUMBU00
a administraco da pro-
viucia, era cumprimeno do seus devores, do que
aquella de que lancou mo o Sr. Dr. Teixeira de
Sa, por occasiao de satisfazer a determinaco do
ministerio da fazenda, cernida no citado aviso de 2
de abril pretrito.
A reorgan saco do servieo da agencia fiscal
nessa cidade, effectuada por S. Exc. da forma que
hl8'Yam,as.noss.as.P!a?as.dous engenheiros mencionamos, ha de acaulelar da inelhor mancra
-eaiisaco das nossas
por ter prev-
posiQoes as pnncipae.- hypolhese
prosperas Irmas. ua extravio dos direitos que nos pcrtciiceui.
tsles distinctos cavalheiros foram recebidos Esta nova ordem de cousas deve provocar,
cora apnlauso por todas as classes da sociedade, sera duvida, da parte de alguns inieressados na
obresahindo d entre eslas a agricultura c o com- manulencao dos abusos existentes nolavcl celeuma;
mercio, enju decalnmeato lem por base a falla des-. nao para admirar o phenomeno desde que se al-
se rpido meio de communicacao e transporte. tentar para o golpe cerleiro que ha de alcancar
i Logo que chegaram, deram principio seus aquellesque, mirando nicamente seu pronro m-
tralta los, e consta-nos que esto maravillados da teresse, nao trepidavam omsenlir na defraudaco.
uber.lade do nosso slo, da populacho laboriosa das nossas fontes de receita. ^^
que demora era todo trabado da estrada, e de quan-1 Consta-nos que o Sr. Dr. Teixeira "Sa rece-
tidade de estatielecitnenlos agrcolas que encoiitra-, beu um ros abaixo assigaodos de ne/ocianles des-
sa praca, representando contra a exipedicao do seu
acto, po. trazer ai commercio series embarazos
rara era sua derrota.
Apreciadores de commettimentos idnticos no
norte di
norte do imperio, asseveram esses engenheiros que que nao de causar gravw preju/zos esta provtn-
nenhuma empreza olferece aos seus accionistas tfa, allegando que o contrata, para armazenagem
inaiores garantas de lucro o crescenles vantagens, os gneros de nossa prodifCiu um privilegio
se acha era
produzcan um privilegio
revollante que repugna ao boro senso!
< Nada, porm, mais especioso e meaos exacto.
a Quer no regulamento, quer no contrato, foram
devidamente attendidas todas as facilidades neces-
sarias ao commerco f/t<7o, como succintamente
MECIFE. 9 DE ETEIBR0 DB 1873.
M*ttclaai do norte m Inaperl.
No sabbado amanheceu em nosso pjrto o vapor
brasileiro Pirupama, trazendo datos : do Cear 31
de aguato, do Rio Grande 4 e da Parahyba 5 do
correnle.
Bis o que col hemos de jornaes e cartas:
CIMA.
Porara publicadas as seguintes leis provin-
ciaes:
do que a via frrea Conde d'Eu, que
exploracao, deve offerecer aos seus.
Disto tinlinmis nos inteira convieco, pelo co-
nhecimento pleno quo possuiaraos das torcas vivas
da provincia, resultantes da opulencia de seu ter-
ritorio, facto este soliente desconhecido de alguns deixaraos demonstrado; dec'rreudo, aTisjdasi raes"
de seus filhos desnaturados e de certos forasleiros mas dspo pessiraistas ou despeitdos. reaes, que a pratica do servieo ha de dar a cunhe-
o Prosigam os Ilustres concesionarios em seus car aos iuleressados.
ncessanles esforcos para dolar na provincia natal | Quanto privilegio, se corno Ul pie ser con-
este importontissimo melhoramonto, que terao o siderado o contrato de 7 de aguato, anda a coarc-
prazerde ver coroadas suas elucubraeoes dos mais tada irrisoria, porquanlo, nejfte^a^o, elle impli-
auspiciosos resultados chmente j existia em avorpe dous ou tres en-
A nossa eraancipacao mercanlil, o engrande- funtsgats, que, por meio dalnfluerjcii. de padri-
cunento da agricultura, o esUibelecimento do com- nhos desvelados e protectores poderosos apr pria-
mercio directo, a prospendade de todas as el isses vam-se, conforme sabemos, d* mais^e dous tercos
sociaes dependem exclusivamente da realisaco da nossa safra, deixando apenaa aos demais arma-
daquclla importante empreza. zenarios insignificantes migalhs...
Esta capital, boje too decatuda e aniquilada, \ E, privilegio por privilegio, preferivel e mes-
hade ser anda o emporio de umvaltoisMinu rao- mo toleravel aquelle que garanto aos agricultores
viraento comtnercial, tamo de importaran como de da provincia o peso fiel dos seus productos e ao
exportacao, o qual a tornara nolavel e considera thesouro a integral arrecadaeo dos impistos rala-
da peranie os mercados estrangeiros. ivos, do que esse tal, estabetocido con ps de l
Algumas das provincias do norte, para desen- sob a capa da livre concurrencia, e que nada rae-
volverem prora pumente grande parte dos seus re- nos importava do que um verdadeiro monopolio,
cursos, attingmdo logo um grao de prosperidada Os gneros de produeco disto provincia en-
bastanto hsongeiro, precisara antes de vas de trados na cidade do Rece, sujejtes ao pagamento-
eommunicacao rpidas que Iransportera aos cen- de direitos, nao podem deixar drfiser equiparados a
tros commerciaes o* producios de sua lavoura, outros quaesquer gneros de itnportacao, embora'
que, raesmo, do estobeleciinenlo de ncleos col- j de nalurcaespecial; e, oeste presuppo>to, nao
n,aes; ., : possivel que tranzitora nessa praca,'antes do paga-
A esquecida Parahyba possuo urna dessas zo- ment dos devidos direitos, cora a nm nas privilegiadas, que, dispondo de pasmosa ferti- dade e isenco permittida aos similares de origen
I idade e de crescida populacao agrcola, vida do pernambucana, com os quaes podem fcilmente
aproveitamento de seu tra bal ho, permanece em confundirse, era prejuiso da ntjagiirracadacao.
uin estado de abatitnento deploravel, falto desse' Querer o contrario, sob o prefttto da lilierda-
indispensavel recurso para poder libertar-se do de commerc.al, pretender annullar a aleada in-
marasmo que Ihe atrophia as torcas naluraes. contesto vel que esto provincia lem sobr os gene-
O governo imperiat, quera incumbe velar ros de sua produeco entrados nesse marcado, a
pela prospendade e eugrandecimento da coramu- respailo dos quaes Ihe assiste toda a autoridad
nbo geral, deve compeuetrar se dos encargos de de providenciar bem da fiscalisacao e eobranca
sua augusta missao, estondendo mao protectora a dos direitos, obiectos estes de sua elusiva com-
uo utihssraia empreza, da qual, sem duvida, o patencia.
thesouro publico ha de recolher grande parte dos Se, pela especial situaco a qne ficou reduzi-
provcnlos. a0 0 commercio desta capital, mais por falto de
xala que nossos votos nao sejnm contraria- vias rpidas de communicacao do que de recur-
dos por aquelles atie lem o dever de auxiliar estes sos proprios, hoie feito o nutrimento de mais de
transcendentes melhorameatos oaciooaes com sua dous tercos da nossa exportaoao e a totolidade da
poderosa coadjuvacao;-a indiffereosa, ueste ca- importagao por iulermedio dessa praca, qae assim
so, dos altos podares do estado sena to crimino- se ha constituido o emporio de nos-as traojaccSes '.
sa, corno-criminosa a falto de zelo pelos mais se assim nos temos resignado a perder trda serva
caros interesses da patria, confiados a sua direc- qae desse importante movimento commercial nos
5*0- poderia resul ar, contribuindo portan, d* tal me-
t Aguardamos o regresso dos referidos enge- do poderosamente para o engrandecimeiito mer-
uheiros da importante commisso de que foram cautil e mesmo material dessa floresceute capital;
locurabidos, para Ihe comraunicarmos o resultado certo qae nio estomes resolvidos a sscl tal-
de suas invesBjaedes com a devida clareza e mi- mente desfalcados m nossas fontes de recelta,
nuciosidade, aflra de safazerraos a curiosidade preterindo os mieresses geraes da previasiaqne
natural de seo numarosos lettores sobre esta ulisam a toda sociedade por coMi&asSsi de er-'

" ^M
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{
0ft>J*^*^mambuco Tero fcira 9 de Stembro de 1873.
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4*ns ieeandariave. mnitovnenoe de ^sAi tantagen* r>HitslM|a-dc fl'",m !iu?r '!lll! 9wl*'
Kstranh j-,u malfadaVterra prr\vr-|
herido sobre a f. MHW dos productos do .-oa '-
agricultura ness* fewwo, anm de gatanlir a ba
arrecadaeao dos HnHHHm Ihe pprtetiierp ; gaau-
do esta provincia, manteado urna repartiera, qual
a do consulado, porraitoniijpte amnlada dispondo
eobricadllpri
tfgptf pul
mew cubranca,
dos pesos mj di>
de numeroso paesi
vamente verifica
panm, trato.de es
*mflior acautelar
Indo desse modol
Hachos!
Nao ha malnTyi
Segundo alados onciaee ipis/m raenos apro
simados? ttmkwMB o IhfkouT de*i v>rrfvln
ca tero sido HotMo a* diroHos domis Ge
Tinte mil *xceW de alg*di#ae suajTWuviacia, ds>
ranto os Ir* rfliimo* ejercicio, atr-a diurnos Vio
Seeros de odira especie relatitsmeae menos tm
portantes-; 'luiln isto dovido nicamente 4 permis-
sao da livre annatenagem dos tkissos prntuetos
ewifftin-enHMB tontos- di nonato 4p"4Us'l
Anda HMsreo que o agente fiscal disiioiesse
do dttplo privilegio de Arfes elriarn ser llie-hia
impossivel fferc'T s,eguni nscasacao sobre genc-
-tes dWWifrrtldns por mwiii, emhora o< adml-
afctraUrtre* on arrendatario* testes deposites man-
ivewtem rom a previne compnmis**s de^ualquer
tatareta.
% Festa sitnaeao eram tedtora'tisavei* as pnvi
Jertelas expedidas peto Sr.Dr.t-ixeira de Si, con-
itennart ndrnrai.-rnftrw) *e-W de jnHw-pvlo-
rtto. resolvido dpois dnmadttro e\ame da materia
eto't na apeeemeo- e assini nonlmm denpa-
di'ifavoravel poden iiwrcirerftTeiir'^eiitacao pie
Itw foi pderecada, por maior oou-iderarao (pie
tibe merece****! as signa tusas do que NM ca-
<**te.
, m. O dtmv antes de Urdo.
Sfiionto osijoroaB* Ho ultimo va nnr proce-
dente du sul. M-exonerado o *>r. Dr Teixeira de
Si d presi a doOari enano nue dove lomar, c. firme nos
di.-em, asara qne-ns Tartas imperiaes (lestes despa*
Tbus do f\\i*int rhegarem s suas ovios.
t Alguis amigos lie S. Exr deso an lo exhibir
ama mnifest.frao publica da consideraban e apreco
ihante admiiTtstracao nesto prevmcia, nrenarani-
iltr iim baile de despedida, que tei Ingtr a 13 do
ta-rent. m (iol;ceio do tln-souro piovinrial, para
*' lian c!"v:l'nrn'i;te preparado.
n IVve sr imia fusta luzida e a ipia! ni-) nitor
par mHmqjbi alguma.
As "l'H do pharol de nossa barra aeham-se
M'kH.'o oe d9 de stembro, con asisi..'iicia du
iMv*i.!.-n!e dd provincia.
i A iiess i -assembloa provincial, qun levia r.?-
anir-so n> dial' do corrente, s agora ten nit^-
sueni suWejnle para funrcionar pelo que lever
.eer iii-tallada ama tina ou segunda-foira.
e
de

WotclaM do Scrgtpc
\|U,HI''*
II tir.-.n pola manto chegou ao nosso porto o
vapor W ndnh, trasendo jornaes do Aracajii at
3, e de M cei at t do corrente.
MMkVII.
I. bms no Jornal rio Aracoj :
No Jid SO agosto algiins s..ldad>s do corao de
|K>'i -i i contrariado-, em oousequen -ia da acertada
w-iidx 'no ltimamente se poi em praen de se-
nm arranejiadas as pravas da nesino corp, cono
ivitvi'iH ".o seivico, (lirigiram ameaea< a*i resnoc*
lir.i> ii.Tiivaes. investindo sotire ellos de bayonetas
puoii.io*. Ponun immediaUnwaie presos, aendo
tin.idts a* provi:1..'iicias reclamadas pelas rir-
Cint':*ias.
A-jun* presos-reciilbidos a enfermaria da casa
de prt* da capital, prcieniorain evadiP-M polo
s.nl 11 ( iu ciirresponda eosin a du mo-mo e.-ta-
*.h!.-i;uiL). einoregaiido para esse rtoi instrumen-
ta .: .. ailtaoienle consegu rain levar onfer-
-taafia, e .-nn-ervavam debaixo do eolxao no> iei-
11, na pie eram tratados. Felizoienle aiuda em
Iciii--' M-U-so descobrir esse tenebroso plano tor-
nani i mv pnrtanto, malograda a tentativa. Toda
*ia, .i digno Sr. Ur. ciiefe do polica^scinprc viaji-
Un!.-! a austero no qnn lende a prisao dos criui
maos, por iso que della resnita a segnraa-a indi-
vi lj.il e a garanta da socie-lade, dirigio-se a ea-
deja, logo .pie sonhe do facto, e ein suas inves'i-
gsiri s, jiil,'indo culpadns o carcereiro e o enfer-
iii-ir., deliberou exonerar os individuos que exer
ct-iia aquellos lugares.
Mili diminuida vai a vanla nesta capital;
mas apparedda as cidades do Maroim e Laran-
geiras, e na villa do Ror.ario onde faz c msideraveis
estraKos. o
Na noute de ?i de agosto, naestradi de San-
to atonio desttt capital, o idividuo donme Ti-r-
ttitoltn, em urna allfrcacoVcom Ni:olo Francis-
co do- Santos, desea! regouie algumas eaCPtadas,
de u/.io r.sultou ficar o nitsmo g.aveniente feridn.
O orimiiliM pfita escapar-so na occasiao do con-
flicti. O delgado da capital proceden ao porpo
d; delict i e a i iuquerito policial na forma da lei.
Pulo delegado do libaiantoha f.l capturado
no da l do correte no lugar denominado Casan-
ga, I dro Rodrigues de Novaes, pronunciado no
art. 20o do cdigo criminal, por offensas physieas
fcita na pe.ssoa do al fe res Jcao de Barros Leite,
proitrietario do engenbo Patuba. >
O vapor IVnpJo, chegado do sul, no dia 31
de g'io foi portador da qnantia de, o":00)| quar-
ta parto do emprestimo provincial roalisada cora
u ano do Brasil.
F,. a primeira letra de 100:0005000 sa-cada
por a pielle banco -ubre a thoouraria de fazenla
da provideia da llaliia
a Ttoda S. Exc. o ?r Dr. Galvao. a quern se
nao p >de recusar o mais justo elogin |>ela eoM-
dera^o que-ihe hio merecido as-finaneas c cr-
dito proviucial, de mandar reeeber-lho a respec
Ihra importancia, ordenou a pessoa que de tanto
enearregon, para da quantia delta tirar o valor
preciso para iudemnisac.ao da divida que anterior-
mente bar a provincia contrahido com o banco
mercanl I da Babia, divida asss onerosa, p<>i
cuntida a prasos seme.-traes venca o jum de 9
/. ao anno, juro me fra logo descontado do
capital na oceasiao de sna entrega.
Para qualquer transaccao vanlajosa i provin-
pia, neto consta nos que o banco mere ntil offe-
rece novas propostas, Hcva naquella cidade a
importancia da 1* parte da primeira lettra refe-
rida.
Se a provincia effectivamente offerece garan-
tas c pode pelo seu crdito obter operaedes em
condiepoes mais lisongeiras, indeelioavel o en-
cerramenio dessas comas com o banco Mercan-
til.
Consta-nos que suicidara-se, na eidade da Es-
tancia, disparando um revolver em um dos ou-
vidos, o lente Imnorario do exercito Francisco
Climaco Pereira, um dos bravos d* eampanha do
raraguay.
Esta noticia, vag_a como apparecea desde hqn-
como de maie detalnes, pelos quaes se possam eo-
nnecer os motivos (ue levaram aqueile inf-liz o
eoinmett -r semelhante acto de loncnra, anda na
v?rd >r d >- annos e quando loo allagavam todas
as esperancas.
Rendiiu o espirito ao Creador, as 2 horas da
tordo de hontem, o cidadao Joao Jos de Barros,
|iai do finado Lourenco Jos de Barros c av do
nosso es tima ve! amigo o Sr. Elelvino los de Bar-
ros.
O Sr. Joao de Barros, que sempre se fizera
otar pelos r quietos preciso.- a nm bnm chefe
de familia, tero a fortuna de passar o seu nome
dionrado a um lilho que sonbe purfeitamente subs-
titui-lo c aitida a nm neto, que nao >e ha pon-
jwdo a sacrificios para sustentar cora toda a dig-
-iJade a numerosa familia uqe pesa Ihe aos hora-
diros, desde o falleeinieHto de seu pai ; nao se
descuidando igualmente, nein do cultivo de sna
-robusta, indiligencia, ueju do zelo da excellente
repatacp le que gosa entro nos.
4 O finado attingira a majs de cem annos o suc-
'.umbio a incominodos peculiares em lao avan-
' fada idde.
Leroos aa.Wniflfe .
Forui apprehegdidos os carregaroeatos dos
jataenos Aurn e Myslera, o prpaeiro napjonal e
o segundo lie^paohol, que tinbam carregado sal
fiera obterem os despachos geral e provincial exi
gidos pelo* regulamemos. Mpita audacia precisa
para em uu pequeo p.rto como o nosso se prati-'
carcuj tata ac^nnas i O'jriine/oi dtscoberlo pe-
lo adito e zeloso l' eoufercute da alfanlev'ao
Sr. AaMbM Afro de Alcaorj, .quo: presiou aisim
uu> grande survigo.
T'^daseveriladepiuci na reprassij do taes
h*W*, Otomataa a attowv*) das aut'riJadej
comentos cuja oaergia nos s;ra g !car.
AUCOAS.
Fo^exvnerado de puUt oublieo da cj-
rreto de Meneaes.
- Na villa, do Pilar graa com intensidade, o
jjgrmpo.
REVISTA DIARIA.
Trilitos urbanos d> Olinda r be
tierilM. -Por'portara d nfe^idencla da pro
vintia, de 3 do corrento, foi dispensado o intersti
rio dos e0dias.de que tnrt # decreto*. *s7H, da Jpalda
l) de etenara de 1860, paro podpr funecionar .H.*".
a c<)iw>anniados trilhosuihos uV,ecifo OlindaY ?"' <)
cBdBr)e. -jHiWiwifM
. tito fefTK le LImoHrs. Pi r portara
da presidencia de provincia, de 3 do crreme foram
Rrjiro>d* u plantos presentadas peto braao da
Sdledade, c ossionario dd estrada de ferro do Itecito
ao Limoeiro, para aponstniccao da ponte do ierro
que deve ligaroporondo desamo Avaro das Sali-
nas a* hairro 4o ttoetfe. ..-. *,
ConmiisisAo. Por portara da presidencia
da provincia, de 3 do eeweute,, f* nomead4ima
commissao,composta do presi1einle'daAsc1*cao
Oommercial BenencftiW, m W.^tfd.itne dPiiro-
curador liscat da ihesumaria provincial e do che-
fe de scccao da alfaedega Pedro Lopes Rodrigues,
para que informe sebre o egiiirite
1." Se Indo o dgodao que entra nesta cidade
reduzilo fardo as prensa* hvdrauticM, ou se
esta* somente enfardara o algodao pertencente aos
res|Miriivrts proprietarios.
i* Senos armazens peeparam-se saccas com r
denontinacae decrionfcis ; e, no csso aUrrartive,
com que algodao sao ellas 'normadas.
3.* Se ex quatro u.' u n anuos linauceiros de
xoude ser exportado numero crescido de sacras,
se esta* ficarain em deposito nos armazens.
4.- Finalmente, quid a providencia cfflcaz a to-
mar-se para evitar ahnsosque pr.;judiquein a agri-
cuiuira e a boa ;uTecada(;o das rendas publi-
cas.
Cnmrd* arton:l. -Por portara da pre
sidenoia da provincia, de 5 do correte, mandon-
se dar guia do nassagem para o municipio do Re-
eife|ao lente da .*> cofpanhia do lo* batalnao
de inlaularia do municipio de llamb, Trajano
Evaristo K-rrao Castellii-firanco.
Asylo e avlientls.Mais offerlas em
Cenelicio, como dos ofeios abaixo publicados:
o Itamb, 2de stembro de 187t. Ulm. e Kxm
Sr Dr. Hennque Pereira de Lucena -Nao puden-
do presentemente effee.lnar a minha viagom aessa
capital, como uiandei dizer a V. Kxe. em carta
de lo de jultio prximo passado, tomei a delibe-
raco de remetter pelo portador desta, Jotipiiiu
Vieira Escores, cera mil ris para sor entregela
V. Exc, alioi de ser appheado s obla* du hospi-
cio que pretende edilicar em beiielicio d.s alio
nados. lentos a honra de assignar-me rom a
mais disliucta consideraro Ue V. Exc. amig
alteneioso, venerador e criado, Mariano Itnm $
de Mendonpt.
Gabinete da presidencia de Pernamhupo, 5' de
se lera 1) o de 1873. HJin. Sr. tenen'.o-coronel Ma-
riaiKi Ramos de Mendonea. Ac.en- > recebida a
carta de V. Exc, remetiendo a quantia de cera
rail ris para as obras do asylo de ai iuto*.
Agradecendo a V. S. esto ollera, l>uivo-o por esto
acto ipio palenta os se.u* sentimeniue de patriu-
lismo e de caridade. l)e V. S. amigo, aliento, vo
aerador e criado, Uenriqne IVivirai '' Lucent.
film, e Exra. Sr. cnninen l.idr Henriqne Pe-
reira de Luc'na.- Tive a honra de receher a car-
ia de V. Exc.j na qual cooiinunicava-me o grande
desejo qnetem de edificar um asWo de alienados
nesta provincia, o desejando eu con.orrer c aqmllo qne minbas iracas foreas perraittem, junto
remello a V. Exc. a quantia de triuta mil ri.
L'Hivo innilo o rr.uito a humnnitoria idea de V
Exc, com a qual rao a*soeio, pediudo desculpa a
V. Exc da insignificancia da minha offerta Son
com a mais alta consid racio de V. Exc. humilde
servo e criado, Antonio Alces l'ticheco. Capunga,
2 de stembro de 1873. .
Gabinete da presidencia do l'ernambuco, en
3 de stembro de 1873.Illm. Sr. Ant-mi" Alves
Pacheco.Acenso recebi'la a carta do V. S. de
honlein datada, remellen I o a quantia de trala
mii ron para as obras do asylo de alienado-.
Agridecanda a V. S. esta ollera, lonvo-n por esto
acto ipie revela sentimenlos de patrioismo e de
caridad.1. De V. S muto attencioso venerador e
criad >, Hnwique Vertir* de Lucena.
Mira. e. Kxm. Sr. eommendador Hennque Pe-
reira de Lucena. Recebi a carta que V. Exc se
dignon enviar-me, na qual emuinaaica-ma o gran-
de desejo que tem de edificar nm asylo de aliena-
dos nesta provincia, e desejanlo crac-irrcr cora
aquillo que minha- iracas torcas permitiera, junio
remettii a V. Exc, a quantia de einiocnta mil ris.
Lonvando a omanltoria idea "te V. Exc a qual
me assncio, peco a V. Exc. desculpa pela peque-
nhe/. da rnnlii olTerla. Sm com a mamr (--n-i
'eracao Do V. Exc. menor criad- e obrigado.
Antonio Jos Pereira B.'.stos Capunga, 1 de s-
tembro de 1873.
Gabinete da presidencia de Pernambuco, em
3 de stembro do 1873. Illm. Sr. Antonio Jo<
Pereira Bastos. -Tenno presente a carta de V. S.
do 1." do corre ile, remetiendo a quantia de cin-
cuenta mil ris para ser appllcada as obras do
asylo de alienados. Agradeci-nd > a V. S. o auxi-
lio que presto i rnalisaeio de to humanitaria
dea, o louvo por esta prova de seos i-entunen! >
de patriotismo e de caridade.De V. S. milito at-
iento venerador e criado, Hennque Peteira de Lu-
cena.
Ilim. e Exm. Sr. commendador H nriqtte Pe-
reira do Lucena. Junto encontrar V. Exc. a
quantia de cera mil ris para ser applicada s
obras do asylo de alienados desta provincia, cuja
idea grandiosa e humanitaria de V. Exc, exposta
em sua presadissima carta que tenho a honra
de responder, por mim muitiapplandida. Pren
a V. Exc. desculpa de sua pequenhez. Sou com
o maior respailo e con-deraei'.- ;.e V. Exc at-
iento criado e obligado, MunoelCarpintero Hijo.
o Gabimte da presidencia de l'ernambuco, i m
3 de stembro de 1873 -Idm. Sr. Manoel Carpin-
teiro Hijo. De posse de sua carta de huntem da-
tada, remetiendo a quantia de cem mil ris para
a* "liras do asylo de alienados, cabe-me agradecer
e louvar a V. S. o valioso concurso que acaba d
prestar a too humanitaria ideaDe V. S. atiento
venerador e criado, Henrique Pereira de Lucena,
a The London Brasilian Bank Limited.
Pernambuco, 4 de stembro do 1873. Ulm. c
Exm. Sr. commendador Dr. Henrique Pereira de
Lucena. ummaineHte penborado pela honra que
V. Exc. me coufere, convilandi-me pai a servir
de paranympho na ceremonia da primeira pedra
do edificio do asylo de alienados, que lea lugar
no dia 8 do corrente, com o 11131 >r pezar que
me vejo obrigado a declinar aessa turara, por estar
j cumpromettid i para ese mesmo dia, o que po-
rm na i priva de conorrer com o inca pequeo
bolo para urna instiluico to humanitaria. To-
nho a honra de subscrever-me De V Exc. mulo
atiento venerador e criado obrigado, WHUam Ja-
mes Haynes.
Gabhete da presidencia de Pernambuco, em
5 de stembro de (873. Illm. Sr. William James
Haynes. De posse de sua carta de honlem data-
da, remetiendo a quantia de cem mil ris para as
obras do asylo de alienados, e ao mesmo tempe
dando a razio pela qual deixa de comparecer i
cerimonia da collocaco da primeira pedra, como
um dos paranyinphos, cumpre rae agradecer-lhe
o seu valioso concurso, prova exuberante dos seu
lmenlas pbilantr picos de que V. S. dotado, e
bem assim scienliticar-lne o meu sincero pezar
por nao Ihe aer possivel assisiir quelle acto. Sou
com estima e subida consideracoDe V. Exc
amiiro atiento, venerador e criado, Henriqne Pe-
reira de Lucena.
Illm. e Exm. Sr. commendador Henrique Pe-
reira de Lucena. Recebi a estimadissima ca la de
V. Exc* na qual digna-se cmmunicar-me o sen
muito louvavel e humanitario desejo de edificar
um asylo de alienados ne-ta provincia, tomo a li-
berdade de offertar a V. Exc. para a* obras desse
pi estabolecimenlo a quantia de cera mitris,
que o quanto minhis fracas foreas perinittem
dar, do que peco dascnlpa. Sou com granile res-
peto do v. Exc. aliento obrigado e criado, Manoel
Carpintero da Silva. Capunga, 2 do stembro
de 1873.
llhn. Sr. Manoel Carpinteiro da Silva.Accu
so recebi ia a carta de \. S., de hontem datada,
remetiendo a quantia de cem mil res para as
obras dp asylo de alienados. Agradecend > a V.
5. este donativo, o louvo por esta prova dos seus
sentiinentos de caridade. De V. mntto atiento
venerador e criado, Henrique Pereira de. Lacena.
Seto de stembro.. Foi soleranisado,
como de COSturae, u 31 aaaiyersariu da nde_-
pendencia do imperio, ha yendo parada, cortejo,
illuminacoes e cspeciaenlos de gala.
A tropa que arrumou, no campo das Princezas,
m. numero de 1830 pragas, segundnos infor-
mara, estove luzida e garbosa.
O cortejo foi concurrido, bem como os especta-
ilu eu) ambos os thftairos.
AlfrcK'GarciA >V .riiVi
Altoeir5'Wlve*aflf*',.
Padre Kr>;derico Raposo da Cmara
itOfflty
1-SaW
1:1
H0
510*00'
> N Dintaelro. -0^anorPinj(m<7 tro;e p -ra tinelo,' jf>* su lembraram de um Jcil#|-|)MMdan
%^'iH1 parnitot osse mcio arivarem a gcnoro * P-ft> Bwn*uibucano. E o npiielUwdigno prefei-
i$! infructfera ......
^iiii^e-iios tanibem, a dc q:^ dilacera o
topaban capuchinlio. de-n is iiicenmcnie que
urna obra os tonto merecimento- rtistico o mora!
se paralyse o tneio de urna cidade catholica por
Amonio A. de Sonta. Aguiar
J.w-lmtolgHdo.*uz;i
btc4\% iiiwa
H i.

icio
rd
Mbre aiaitiSd sal
JillAMt'.d de b
noiro, it Jaifgost') du
que expenden V. S. e
ro deste mw<, sobro a-.aatoeuia estobetee
do Cointo-dTEu dnt>a OMIn por ftaneisco G
Marqo.-*da) Pon*ega, a tojnta de hygione de* af
nbeciieento a gwverm imperial da- r.i/" '
fies Com
que V. S. uuuVmeuI'U as suas n.-clami;
quars p.i*-.-Mi nativa ineunn jup*
Agmafisotod awama dautoroeae
wm
cmara muuiciu.al dossa cidade a resreito da C<- J*madis espiran de incens a mngestade d aqueile
tiSTi >aboaria, o subtettenilo a i>ssa apreelaelfl
ain.uerii eo-^taiato d>v relatoilo, anfer.i.-ajp i por urna comiimS moneada, lo non a ,unto era1.Crtnsidi'i.i'>i, god bem provados os fundamentos cora que
aquella rnnm.ssao deiuulr. existencia da fabrica onde ella se acha boje, o que
levo a.. nlieriinonto de .. &, reunltenloIh/VCfU-,
pa do officio dirigid a mestna cmara.
t Dcos guarde a V. S. Illm. Sr. Di. Abdon Fe-
rtinht Mianee, Impwi'li* do sande pWi*a da
provincia da Parahyba. presidente, Dr. Jos
Vereira llego.
fil.-sh;i>ia:iiiiila:le. Commu que i ua do Oaro da 'reguezia de S. los exl-te
em u ia casa, lia cinco ou .-eis das, um mil|j'ier
indigente grnveiuentii tmprrua, e que-ijij cprio
uiorrera mingo-i Iluda auiabosntal. Faca o a ppliAa Jeeal quan-
to antes, faca-o, porque, ja djzein que a rcspCtiva
ubde.legaoia tuve, seiencia lo fado, sera q ie fn-
uiais
cul
Asseatataento de pedra. -Cousia-nos
que reaJiiar se-ha o d nuiflgo prximo a eolloea-
ao da primeira pedra du. novo editieiu jiara o-
iuspiclo de alienados na propriedade Sa.nl Anna
Da estrada de Apipuco?.
treta lito [fiiha tomado ,t'ovideneia alguma
hu.oanidadc
Hoinieidiw. Em 28 do raerproxim ligad'
llareolino de tal assassinon a Jo- Frag > no lu
gar denominado Fno, do termo de Aua Prela,
em otoastao em que esto duuiiia era sua propria
casa.
AfOnAIo. -Um scravo do capitao Duarte
bisbya, ao papsar no da ti io c nenie com urna
canoa por baixo da p oiio da va-frrea, situada
nodi-tiicto d recen immediatanienlo, baldados foram u es-
foreos eoipreg.idos para s.ceorre lo
Vill ielS i Na sxguuda ses-^ao do jury
desse tocino, ";ncerrada a H de agosto fioil", en-
irarain em julgapenlo quatro pn*-ssos, qq,s de-
ram lugar duas sentencias condemuatorias e
duas absolutorias.
Triaoiiilio. -Con la-nos que vai ser conyo
cada a segunda atetan do jury desse tormo yara
o lim ile 11, i tubxo viu-louro.
i. a-.1 iv"* de ivullo. Foram preso*, es-
tn recoihido- na cadela de Villa Bola, e ja ?e
achara pronunciados e vao ,-er julgados delimti
vaioente tres ladroes de cavao.
\ot is falsas. Aliin de melhor seren acau
tela los" os i-.ter.evse- da justici, re-olveu o Dr.jDlt
de direito da e .marea tic Villa Bella que o t)r.
promotor e o Dr. juiz municipal dos termos reu-
nido-i da mesnia comarca, se passassem para o
torra idoTriuinpliie ah se coiiservassem at a
eundosia do processo, que pdo crimede intro
diicco d-noias falsas na creuiacao vai all ser
instaurado contri o tenante Francisco Hrariqc
Harreto Maribimdo, o capito Azarias Antonio da
Silv. Simplicio o Joao vive- Chaves Jnior.
Serra Talhada. Pan a festa do Or.igo
le-sa fregu zia uqda de N. S. da Peuha 7 de
stembro prximo, j prim-ipiTain os preparati-
vos c djzem que 'aver caVamadas, represeu-
UC'ies IheatiMcs e at uoi randa sanio dado pela
si .ce lado familia! Villa Bllense ipie naquella
villa Mi iustallou na veqiuri deS. Joao cora una
snfT.ivel rcunio, que se lera repelido lodos os
domingos
Ha^railoria da thesonraria de Per-
nambuco. Pagam-se boje as seguales fo-
Ihas: pensionista* e arsenal le {hierra.
Festa reli^riasa. Remetem-Uos o se-
gunte:
Sempre ns testas do catholicismo sao grandes,
11 imponentes. Anda mesmo na smjdiridade
do seus rnalos ellas se apre.-entara respeitareis
|kdo i.iy do seu culto.
0 cinto caiholico, cotejado com todos os deraai*
culto-, Vi'nve-o-, js na iniortancia dos Sena actos,
j na Iranseed nca &m seus syinbnlos.
K o que Ihe d maior realce c mais bella
grandeza a forca esparreiva de sna mesma natu
r.ililade. Por s actos da igreja catholica.
A igreja da IVnha fui no dia 7 do corrente a
augusta (leposiloria de urna dessas manifestando*
synip.ilbicas do coraco caiholico. As vozes dos
levitas cntoaudo cantinas do amor, os sons mel
diosos da nniiiiM enchendo de doce.- armonas os
eapafug Jo templo, a fragrancia, do iucenso se
iransporlando em perfumadas apirees, e como que
condnzindo em seu ambiente os riverentes pio-
testos da creatttra ante o tbrono iudefectivel do
seu Creador; ludo denaonstrava que urna dessas
mvslieas ceremonias do catholicismo ehchia de re
gosijo o corarlo dos ieis, e lavrava a-*im o sen
protesto contra o desc: labro, (|ue angmeata arrn
gante, as regies da moral religiosa
Erun-os capuchnhos que celehravam a festa
de sua excelsa padroeirs, a Virgem Senhora da
Penba). E basta externar o nome dessos inchytos
varees para testemunbar a magniflcencia della.
(( o templo eslava com simplicilade, porin mv
gislosamenle adornado e a grande profu-o de
luzes fazia o ostentar uraa bella perspectiva.
Celebren o incruento sacrificio da missa o
amito digno prcfeito do hospicio Fr. Venancio Ma
ra de Ferrara,
a Occupou ao Evangelho a cadera sagrada o
distinelo vico pr feito Pr. Fidelis de Tognano. 0
assu opto do seu diseur.-o s ibra bvia a a tura do
seu lim, e o desempen o nao Ihe licou >omeno<.
IVipoudo-se deraonstrir pie fod'is ns orc-is
humanas c lligadas sao impotentes a fuzer ba-
qurar o edificio rio catkotecismo. que descanca as
promessas inf-lliveis do seu Divino fundador, o
eximio orador sagrado, *e bem que molestado por
una apressada e enfadonha flageo, seubo des-
envolver bem ao vivo a sua these, tomando |W>
lliema us $$ 42, 43, 44 do evangelho de S. M>
theus captulo 21. Procurando a raz de seus ar
gmenlo.- nos m. sinos antros do paganismo i> es
callando melhodicanieute todas as seitas e todos
os scliismas anligo* o modernos, elle conseguio
provar U da a luz da evidencia a verdade de sua
muse, mostrando que, sempre que a lula era a
geute e que por sso se considerara o catbolecismo
abatido, so nao exmelo, elle se ergua da arena
cada voz mais lorio c mais comineen;e. Foi urna
verdadeira licao de p'iilosopbia moral, e histrica,
que xah-fez plenamente.
A' tarde por oceasiao do T^Deion orou o Rvd.
missionarw frei Cass ano do Cartomacno, que, for-
mando um primoroso ramalliete das virtudes e
grandeza de taria Santssima, prenden rqra bellas
phrases e locantes quadros a atienjio de sen nu-
meroso auditorio.
A msica oslcve ao deserapt-nho do hbil maes-
tro Jos Miguel Pereira, que perfi'tameuts exe-
cnluii.
3. Eic Rvma. o Sr. D. Frei Vital mais urna vea
quiz dar urna prova Je amor aos seus queridos
iruiaos de habito. Vtailou o templo pela raanha
ah pelas 7 horas celebr ra.o incruento sacrificio e
dispensou a sagrada comiuunhao mais- de 60>>
conlesandos.
Para as otaras da aova Igrraja da
PealiaGmitinua buje o leilo das prencas oe
recidas para as obras da nova egreja. Ter-prin
eipio as 4 horas da tarde.
Durante lodo o da e parto da noite estove em
exposiejo o novo templo, que estoo levantando es
es incautareis ministro- da religiao do Golgotha.
Tem dous metros de tamanho esu bella e pertotto
miniatura, que, fabricada em Roma, pela segunda
vez foi deixada pia curiosidad do povo pernam
bucaoe.
Sorprehende a coragem dos capuchinbos. A'
bracos com obra colossal do seu novo templo e
vento ante seus oitoos a crisemonetaria obrigado?
a suspender o* teabalbes pjr, falta ae,recur*n
elle* nao (]o de honra devido a neces*idade do culto e xter
no. Saben) sempre. alliar ao afanoso lidar de todos
o das as bi l.-ri is pralicas da devoro caJlioJi-
ca ; e nisso niRca descera da altara que sempre
so.ibcram mantor.
A ereacab dj nova igreja caminha passos
gsntados, e i' deixa ver ama bella per*p-M'|iv^
Mas o.* recurso* rao escaceando. Comyrehenile
s^ a ferlda, que por tao apartado lanc, deVe sao-
! anenad
iiOaa'dx,
s do ea
grar os corajCes dos denoaau^s^afljuei
liiolici-r
uge, porm, do arrefeeorem em en acrjrsolado
9 m.
falta di
tanto qti
|We tai
ficomual
pecuntofioa. HgpJaso inMeamgj
possijf, a genero-i danV dosto
o e ao otoVuio to0P d*ima ira-
osidade, para qifn o deije fene-
m rosas queitatottom e pfin'ipal-
nadas a expandir seus arotna pe-
irovincia
o a gerag.to por Ir ospraiar saas
vista-sobre o;grandil'icf inuniimento da> religiao
caiHicliinha, (envara sent duvida o capuchmTio ;
mas ella na pana principal delle lera om c.irac-
tores do otiro ge.nehosidad > o eovo e dir pas-
udo : Aqu estilo algunas bagas do suor de nos-
i-iij i, as pUaxIras ieMas el os tUiceKa.di mafi,qpe tmMpmdn $mper-
Kan ir
los e]neos
Uta di
m'iorio, ia securrarem reverente genuflexHo ante
n esmbelhs^io i/ci.m. B ostots palavra* symboli-
r* una pigfna de gloria para a historia da
provincia.
Santa Casa le Htserleortlla. Na
quma feua 18 do correte contrata a junta admi-
n-irativa da Saiva Casa de Misericordia o foe-
cenlo de geuen>.* de estiva, de pai, bolacha o
seu argo, no trime-tre de outubro a dezembro
pr.ximo.
Vapor Herrimack.-Por. tolegrarama do
Para saliom...- que o vajior americano Merrimick,
sabido do nosso porto ao dia 31 de agosto, locou
all no dia 4 do corrente.
Proclaman. Foram Hdoa na matriz de
Sanio nlouij no dia 7 do corrente, os se-
grate :
1* deonnciao.
Renlo tongpfjo da Silva, em losina Marga-
rida Machado
Salustiano Candido da Silva, cjm Anua Mana
Bezeira.
Joo Jos da Silva, cora Tertuliana Maria de
Ereitas.
Salvador Caracampo, com Mana Chrstina Leo-
poldina. .
Rodolpho Mamedc do Ainaral, com Lenidas
Mara.da CoiiCPiCaO.
Seralim Antunes Rodrigue? Guimaraes, com
Rita Isabel de Fr.-itas Fornande.
l-'ianciscd Sauel da Silva, cora Mana Felippa
da Co*la. I
\rchaojo C'irispinian de Goiivl Cavaleanti,
cora Mana* Analia Soares.
Affouro Augusto de Brilo Tabor-Ia, com Amelia
Pi dos Santos
Theoloro HermiW) dos Sanios Costa, cora Anna
Alejandrina de Freitas.
ynclitico Ainerico do Santos, com Francisca
Carolina da Rocha Lopes. .
Jos Francisco da Costa, com Serafina- Mpiluli
tu da Silva Amaral
t- dennnciacAo.
Vrente Ferreira da Silva, com Antonia Mana
la O nreieao.
Mariano Al ves de Araujo, com Adelina de Alba-
qiirrquo Cmara Lima.
Francisco de Sonza Cirne, cora Mana Leopoldi
na de Lima Chagas. .
Joaquim Francisco Maciel, cora Franctlma de
Rico Bastos.
3* denunciarlo.
Manoel Pedro Francisco da Paula, cora Candida
Prudencia Rjbejru Gouva.
izidro Furn B'llabrt, com Romana Josepha Do-
lores Lomianla. ....
Jos Francisca de Salle* Batra, cora Donatilla
Pacifica Nicanor. .
Lotera.-A' qnn se acha a venda e a ob a
beneficie la igrej. do Livramenlo de Pao dAlbo,
que corre no dia 1.1.
Casa de lelenvao.Movimento do da
o de stembro de 1873 :
Existiam presos 315, entraram 2, sahio 1, exisr
tem 310.
A saber ._
Nacionaes 2lfi, mnlheres II, eslrangeiros 43
escravos 40, escravas iTotal 316.
Alimentados acusta dos cofres pblicos 261.
Movimento da enfermara do dia 0 de so-
tembro de 1873.
Teta baixa:
Manoel Antonio da Silva, odema.
Tiveram alia:
William Foell.
Pe 1ro Jos Hnrmovhit Caninoma.
Hospital Pedro II.-O m .vimento desie
estabelecimento, de i ao dia 7 de stembro de 1873,
foi o seguinte : existiam 312, entraram 47, ah-
ramil, falleceramlt, existein 307, sendo: l'JJ
homens o 114 mulhercs.
Advertencia.
Forara visitadas as enfermaras nestoa das :
81
8 V|,_9"!2, 8 li\" 9,'8 |i! 8, pe Dr. Malaquias;
- 1(3,8, 8. 9
Fallecidos.
i|2, 7 1|2, 8 liV, 8, pelo Dr. Beltro ; as 12, '2
, 2 li, II, 12 1|2, 1, pelo Dr. Sarment ; as
|2, 9 ii, 8 1|4, 9,8 l|4, 8, pelo Dr. Malaquias;
9, 9 112, 8 l|, 7 1|2,8, 8. 9, pelo Dr. Andrade
Fullenlos.
Maria Benvinda do Amor Divino, hepalitc ebro-
nica.
J. Reimers, febre amarella.
Calharina de Jess, desynteria.
Francolina Maria da Couceicao, tubrculos pul
raonare*.
Olyulho, contuso commocao colebral.
Maria Rosa, queimadaras.
Antonia Francisca de Jess, varilas confluentes.
Antonio Joaquim de Sant'Anna, dem.
Catharina, rheumatisiro chronico.
Joaquina do Monte, varilas confluentes.
Flix Francisco, velbice.
Passagciros. Vieram dos porlos do sul
no vapor brasileiro JfondaAu :
Placido Marques de Oliveira, Faustino lose da
Silva e urna irma, major Raymundo Lino dos S
Gouva, Antonio P. Porto, Jos Das da Costa,
Manoel F. Chaves, Manoel Verissimo dos Anjo*,
Anna Joaquina, Wenceslao Jos Baptista, Uaudino
R. Deir-i, Antonio T. de Goes, JjAo D. de Araajo,
3 pravas de poli:ia e 1 preso de jusiica.
Passagelros. vindos da Granja e escalas
no vapor brasileiro Pirapama :
Jo- Pereira de Sonza, Joao Al ves de Souza,
Jos Ferreira da Silva Guimaraes, Fr. Fidehs e I
creado, Joo Cardozo Alves, Felippe Itery de Ur-
valho e Silva, Jo* Maria de Az vedo, Antonio Ma-
noel do Nascimento, Antonio Vllela de Moraes,
Dr. Jo* IgnaciojFernao les torres, Joo JAI ves do
Quintal, B. da Cnnha Moreira, Joyino Cesar Paes
arreto e sua senhora, Fabricio Pedrosa e 1 cria-
do, Serafim A. ue Oliveira, Jos Antonio Corroa,
tu escravos a entregar, Dr. Henrique Cmara e 1
criado, Francisco Jos Gomes e 1 sobrraho, Fran-
cisco Maria Dantos Cavalcante, Luiz Francisco
Dantas Cavalcante, Pedro Jos do Nascimen'o,
Henrique Jos de Souza, Gustavo da Silva Antu-
nes, Francisco de "irveira, Br. Jos de Carvalho
Cesar, sui senhora, 1 filho e 1 escravo, Franci-co
Gnnes Marques, Epamnonda* H. Brito Lyra, Dr.
Francisco Alves de Souza Carvalho e 1 criado, Ma
noel Rabello de Oliveira Caboclo, major Antonio
de Brito Lyra, major Francisce Ferreira Lima, Joa-
quim Ferreira Diniz c i escravo, bario de Meceja-
na, sua senhora e i criados, Dr. Bemvindo Gur-
gel do Amaral e 4 criado.
Ooalterlo publico.Obituario do dia 5
do corrente :
Manoel, branco, Pernambuco, 4 aanos, Boa-Vis
ta; bexigas
Laiza, escrava, cabocla, Parahyba, 34 annos,
solteira, S. Jos ; bexigas.
Je^ Ferreira da Silva, branco, Portugal, tt an-
nos, soiteiro, Boa-Visto;.bexigas.
rnemotneo. escravo, preto, frica, 40 annos,
soiteiro, Boa-Visto ; aneurisma
Benedicto Cabral, preto, frica, 69 annos,.soi-
teiro, Boa-Visto, asylo; diarrha.
Antonia, preto, Piauhy, 20'annos, solteira, S. Jo-
s: bsxigas.
Joaquina, parda, Pernambuco, 5 raezes, Bia-Vis-
la: coilvul*6es.
Ernesto, pardo, Pernambuco, 21 metes,S. Jos;
febre perniciosa.
Antohio Ferreira d'Avila, branco, ignora-se, 80
annos, viuro, Santo Aofmio ; congestao cerebral.
4 Jiaqnim, braucb, Perwambaco, 2 anuos, Boa-
Vista; varilas maligna*.
Manoel Augusto de Maraes da Silva, branco,
Pernambaconftbnbs, gljjeiro, anto Antonio
tubrculos pulmonares,
Francisco, pardo, Pernambuco, 3 annos, Santo
Antonio.; convulsdes.
Cthanna, parda, Pernamb neo, 70 annos, vio va,
Uoa-Vjto, hospital Pedro II; rnouroatismo chro-
nico.
T SiUm{o Joaqainj da Sant'Anna, pardo, Pernam
Jihcq 4taono\ casjo,' Boa-Vista '.varilas.
ntiittA VI. HA rbl.%<;1o.
SESS.-iO DE 6 DE SETEMBR DE 18'73.
'RRSI9BNCIA 1)0 KXM. SR. CO.VMLHE1R0 CAITAMO
SAUTIACO.
ecfetario Dr Ftaga/afl Coelho.
As 10 horas da nianba, presentes os Srs. des-
embargadores Lourenco Santiago, Alraeida Allm-
querque, .loria, procurador da eora, Dommgaei
Silva, Arauje Jorge e Neiva, fallando com caaes o
Sr. deserabargador Regueira Costo, abwa-e a
sesso.
juLOAnurroB.
Aggravos da peiicao.
Agzravante Claudio Dnbeux. Juizes os Srs. des-
embargadores Loureace Santiago, Alraeida Albu-
querque e Araujo Jorge. -Negai am pruvimento.
Aggravante Antonio da Silva Mello. Juizes os
Srs. desembargadores Alraeida Albuquonue, Lou-
renco Santiago e Doria. Negaram provimeulo.
Aggravaue Gallino des Santos Nones de Oli-
veira. Juizes os Srs. desembargadores Doria,
Neiva e Antojo Jorge. Negou-se orovimento.
Aggravaue Antonio da Silva Puntes Guimaraes
Juizes os Sis. desembargadores Neiva, Almeida
Albuquerque e Araujo Jorge.Negaram provi-
meolo.
Recursos crinv^.
Recrreme o juina do d/reilo de Itimb, rt>cor-
rdo Manoel Joaquim Tenorie Juizes os Srs. des-
embargadores Araujo Jorge, Almeida Albnqner-
que, Domingues Silva e Neiva. ImproCedent'.
Recurrente o mizo de Goyanna, recurrida Cor-
dula T. Alves de Souza Lobo. Juizes os Srs. des-
erabargadoics Araujo Jorge, Almeida Albuquer-
que, Lourenco Santiago e Neiva adiado.
Recrreme o juizo de direito do Cralo, recorrido
Jos L-pes ila S.Iva Juizes OS Srv desembarga-
dores Neiva, Doraingues Silva, Loureiice Santiago,
e Araujo Jorge I>eram provyaoato.
lecurso de fallencia.
Recorrenle o juizo do eommercio, recorridos Jo-
s Narciso da Silva k C. Juizes os Srs. deeem-
bargidores Araujo Jorfe, Anneida Albuquerque,
D' mingues Silva e Lourenco Santiago. Deram
provimenio.
H.iliea.* corpas.
Paciente Antonio do Brito Lyra. -Adiou-*e.
Proroiacao de inventario.
Concederam a J s Maria Ferreira da Cunha,
Appella;.ao crirae.
De Pombal.Appobanie o i uno, ppellado Pe-
dro Bezerra de Bnto.A novo jury.
Appella?C .civeis.
Do Recife tppelianle Jos Antunes Guimaraes,
appellada a corapavihia de trilhos urbanos. -Con-
rmidaa senlen;a om demaracao.
De Cimbres. -AppellautojJoaqiiim Rodrigues da
Silva, appellalo Jos Guede de Mello. Confirma-
da a sentcnca.
PASSAOHWS
Do Sr. desembargador Lmireneo Santiago ao
Sr. desembargador Almeidaj Albuquenjue:
Do juizo municipal da Lagoa Nova. Appellante
Joao Baptista Gomes, appellado Antonio Jos de
Oliveira.
Do Recife. Appellanio Jos Antonio Moreira
Das, appellado Dr. Ruiino Augusto do Alraeida.
Ao Sr. desembargador Doria:
De Recife Appeilante Jos Alves Barbosa, ap-
pellado Antonio de souza llraz.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr de-embargagador Doria :
Do Recite \ppe(|anle Lenidas Tito Lonreiro,
appellado* Jos Ricardo Coelho-
Ao Sr desembargailor Homingues Silva :
ppellaces crinies.
Da Imperatnz. App liante o juizo, appellaJos
Jos Thoraaz de Pana e oul-o.
De Penedo. Appellante Frederico Diniz Bem-
vindo, appellada a jusiiea.
Do Sr. desembargador voria ao Sr. dosembar
gador Domngues Silva :
Da Lagoa Grande. Appellante Ave'ino Carlos
de Mello, apellado Antonio Ignacio da Silva.
Do Recife. -Appellanlo Francisco Antonio de
Oliveira, appellado Aurelio dos Santos Hoimbra.
Do Sr. deeeiiiliargadiir Domngues Silva ao Sr.
desembargador Regueira jasto:
Appellacao civel.
Do Recife. Appellante Pedro Vctor Bolitreau,
appellado o preto Jos, por seu curad v.
Appellaees crimes.
Da Imperalriz. Appellante juizo, appellade
Porfirio Jos de Santiago.
Do Recifa Appellante Jnao Francisco dos San-
tos Jnnior, appellado Manoel Jos Gucdcs Maga-
Ibaes.
Do Bonito.Appellante o juizo, appe!lado Joao
Luiz Pereira dos Sanios.
Do Sr. desembargador Neiva ao Sr. desembar-
gador Loureiifo Santiago :
Dj jury deSalweiro Apmdlante Antonio Joa-
quim de Souza, appellada a jusiica
Do Araeaty,App.llante o j izo, appellado Ale-
xandre Pereira da Silva.
Da juizo de direilo do Recife. Appellanto Gni-
Iherine Cordeiio 'oetho antra, appellado Fran-
cisco Rarreiros Rangel ; appellante Jorgo Marr,
appellado WalfreJo C. L'ehoa.
De Garauhiios.Appellante Joaquim Loureiro
de Mello, appellado Podro do Reg I haves.
Assignou-se dia para julgaraenlo dos feitos
seguales:
Appellacoes civeis.
De Camaragibe. -Appellantes Dr. Arabrozie Ma-
chado da Cunha Cavalcanti e outros, appellados
D. Carlota do Barros c .-eus lilh >s.
Do Acarae.Appellaute Narciso Marques de
Azevedo, appellado Vicente Ferreira da Ponte e
Silva.
Do Recife. -Appellante Joao Rodrigues Lima,
appellado Francisco Flix Goncalves ; apnellante
a companhia dranage, appellado Joaquim Das da
Silva Hu maraes.
De Cimbres. AppeHante Joaquim Rodrigues da
Silva, appellado Joao de Ges Medio.
Dia de apparecer.
Appellado Jos da Fouceca e Silva, appellante
Manoel Januario da Cunha.
disti;ihi:k.6ks.
Recursos crimes.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Do Recife. Recurrente o juizo, it'-orrido Luiz
de Fraufa Jnior.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Do Recife. Rqcoirenteo juizo, recorrido Fran-
cisco Jun de Araujo.
Ao Sr. desembargador Domngues Silva :
Do ecife -Recurrente 'Prancisco Boa-Ventura
da Luz Loureiro, recorrida a jusiica.
Appellacoes crimes.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago :
De S. Afalheus. Appellaule o juizo, appellado
Antonio Ferreira Lima.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
De Barrmrus. Appellante o promotor, appellado
Joao Calato de Mello.
AoSr. desembargador Doraingues Silva :
De Assari. Apellante Manuel Martins dos San-
tos, appellado Vicente Correa da Silvv
Ao Sr. desembargador Regueira 0>sla :
lla.lmperatriz.-Appellaute o juizo, appellado
Ignacio Ricard > Arraes
Ao Sr. desembargador Araujo Jorge
De Porto Calvo.Appelluntes Manoel Beato da
Silva e uniros, appellada a jusiica.
Ao Sr. desembargad ,r Neiva :
Do Cabo. Ai pe i ante o juizo, appellado Manad
Flix da Silva.
Appellacoes civeis.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago:
Do Recife.Appehaute Maria, por seu carador,
appellado Francisco B. da Luz Loureiro.
o Sr. desembargador A. Albuquerque :
Do Recife. appellante Mathias Lopes da.Co ta
Mai?, appellado Ju.- Maria de Castro,
Ao Sr. desembargador oria :
Da Eflcaua. App. liante, lllun mata Melania dos
Sanios, appelUdos hoideiros de Jos Rodrigue di
S. Sanios.
Encerrou-se a sesso a l hora da tarde.
C.MAK4 MUNICIPAL.
f SESSO DA 3-ORDINARIA EM 3 DE STEM-
BRO DE 1871.
ntKSIDfcN'JA 00 sa. R'OO K ALBDQl'BnQpE.
Ao mcio dia, presente o Sr. Reg e Albuquer-
que, presideote, e os Srs. vereadores Dr. vacse,
Cunha Guimaraes, Theodoro Silva, Neves c, Ga-
meiro, foi aberta a ses-ao. e lida a acia da ante-
cedente foj approvada.
Lea-se o seguinte
KXPnDi-:rTK:
U 'ftici" do Exm. presidente da provincia, da-
todo de 26 do passado, declarando que foram soli-
citadas di Exra. diocesano, as providencias recla-
vnadas pr e do, relativas eiicommendacao dos cadveres
los respectivo* paroclms, emquanto e*ti de llcen^a
o capilla > d i eeiniteri >, e nao se encontra um sa-
cerdot1 |:i':H.a iabriuafitejile aqueile ittJJT.
tntrirad'..
1vva.fiKmfrtil(iQaBei>IMoo|taB0 as cscriv;*
de paz. ti ^B^ d lr>D>'
nal do coSmcrci-.. Man ue se offi-
cias*aao Exm. presidente, daadkivWenrw de qne
o pserivn d paz da (reguezia. da.Boa-Vi-li, Pauto
litoilaUi, ai iiiivmo U'iu^o solirilinH do causas,
aGm de S. Exc. providenciar como julgar acer-
tado.
Oatro do radne, de 2{b* nxajjrn mez. r-^m-
raondando a cmara qua>'tteadeVo ai que repre-
senten o engeuheiro cbels da re^rticio *s abras
publicas, seja deim'raato i topainefio do ltca> do
Norenha. na freguezia deS. Frei Pedro Ginicalve*
do Recife, at qne a companhia -|terfe Dramag*
reiuova a vlvula de lavagem alli ixislenle.- Man
d u a cmara expedir oaem aMespectivo fiscal,
aflra de fa?er pjrar a obra do topa mn'
Outrodo mesmo, do 1 do cornaHe.ciKunmulean-
do a cmara que em virtrdo de San odlt-to de 10
do passado, f(i aulorisado oengenaeiro rbefe da
repartirn das obras publicas a mandar fazer por
administracaoos reparos precisen em alguns bura-
cos existentes na estr.id da Passagem no fies
da Ponte de LVhOa, e avallado* em MKUUL-in-
teirada.
Outro do mesmo, de i do corrente, remellando
por cnpa o do Fxin. dineesano relativo ao que Ci-
to cmara dirigi previdencia ein 20 te robz Ilu-
do. Inteirada.
Officio da Ihesouraria do fazetida, de 2o do pas-
sado, mandado a informar es.a cmara, cobre
terrenos de marinlia no lugar Cal"t'i, fregiazia do
Poco da Panella, de que e acha in lev i.hon-n'e de
ptisse Antonio Piulo de Barro*. A raiuara^naminu
informar cora o que con-lisse da secretoria a fes-
peilo.
Outro da companhia de Bubarie, il->3') jfl > pau-
sado, remoliendo rtous cxeniplMes dos T Ibe'."!*
con temi os relatnos c uiai- opiraves daqnell
enmpan ia, no bieonto|da isdenaio IMI7- a30
de abril do crrenle auu'. -Inteirada e mandou-
se acensar a reeepcao.
Outro Jo a lmii.i-tisilordo eemilerlo publico des-
ta cidade, de i! d> corrale, declaraudo. em Tes-
posta ao desta cmara de 11 lo me/ liud '. qoniism
tem exigido prorisao para tra*lad.icao de n--l
moraos de nm para onim lugar deliro do r>mi-
torio, e ira quando para fra, secundo foi costu-
me dos antecessores danuelle adinin'Sirador.A
cmara licou inteirada.
Infornia.-ao d'i engoiliciro sobre a peticao dr
Jovino EpiphaniO da Cunha. Fui ueferida medlai;
te leimo de obrigacjio asignado pedo pelidona-
rio.
Outra sobre a de Joaquim I) imlngnf Ferreira.
arrematante das obras do tapajnerto iio- bec.i" > da
Restauracao e Vgario Tenorio -Mandau-18 pa-
g^r.
itelaces das multas irr postas pelos llscae*' na
freguezias de S. Fre Pedro Gonealve- &> lfCife e
5. Jos, no periodo de 27 -do mez llnd" rat >*st i da-
ta ; o l" na importancia de 5 e /i 2" de 18; -
Inteirada.
Quatro termos de nfrarej". reim Pido- pelo i;ca'
da Bo-Vista, na importancia de 9o ;. o prcu-
rador da cmara para fazer efaelva a iMbraoc.
O Sr. vereador Neves apr.-ent u o seguinte re-
querimento, que foi approvado:
a Adiando s.- ne-ta cidade exerceudo a pr>fi--
s3o medica dous cidadies bespanhoes que. nio
consto lerem (lutos scieatiiico-, itoin pre-iadoexa
me de sufllciecia em algtina das fictildats v
medicina do imperio, que os habiliiem a exerce
aquella profissao, e sendo c*se procediinento una
infraceao do arl. 2o do re^ulaun-uto le 2l de s-
tembro de 1851, requeirn une se IHeie ao Exm
presidente, pedindo prcfidencias para me. seja
cumprida a lei e punidos sen* infractores."
Os senhores Dr. Mus< oso c Hevea, inerabros da
commissao das obras do mercado publico requeb-
rara e foi approvado para que o cmara preste cora Inda mmucosdadefeetidao
possivel. as segrales in/ormaces :
1." Se cxaininou as dilTerenle* pegas que viera: i
para o mercado publico, e se achot alguma diffo-
reuca as diinensdes hu peso e qual ella f )i;
2.* Se a ra central lera as d.meusocs mareadas
no contrato;
3.* Se as pedias que teo aido c locadas sob a>-
columnas teem .".s dimensoee c miratadas, e n casa
contrario emquaHto Jinpoitaa dilTerenja em medi-
da e seu valor;
4." Se o estado de adianlamento em que se achara
ns trabalhos e a obra feta perra Ue que o arrema-
tante da obra cntregne-a no prazo marcado, e no
caso contrario que lempo aiuda ser preciso pura
|iie ella fique pr rapto;
5.* Qual a diflerenca em metros cbicos de at-
ierro (pie resulla de ser tomado o nivelamento da-s
casas da ra da Praia ou da esquina da roa de
Santa Rita e seu valor;
6.* Se S. S. tem inspeccionada a obra constante-
mente o se j aehon alguma dinerenca ou filia dig-
na de nota, e se j observou alguma irrcgulm dad*
ou falta de cumprimeotn do cntralo.
Foram ao contador. as peti.-e* de Franceiino
Olyrapio Pereira de Oliveira e Luit Jos da Costa.
Amorim; foram despachadas a* petlcSes de Jos
Paulino Lopes de vlmeila e Francisco Antonio.
Teixeira de Furias, mandando se juntar documento
qne prove eslarem quites cora a fazenda; foram
deferidas as do Antonio Soares Batotba, Antenip
Jos de Souza, Albino da Silva Leal, ba harel Bal-
bioo de Moraes Pinheiro, Baro de Nazanth, Ben-
venuto Bnarquo & C, Franci-co de Paula p Silva,
bacharel Fulgencio Infante de Albuquerque Mello,
padre Francisco Luiz do Carvalho, Idalina Caroli-
na da Silva Monleiro, desembalad, r Joao Paulo
Montero do Andrade, Joo da Cnnha Snara* Gui-
maraes, Joao Francisco da Silva Braga, Jos Theo-
doro Gomes, Joaquina Maria da Conceicio, Manoel
Ferreira Coelho, MartiliaDo Francisco Ribeiro, Ma-
noel Jos da Costo Ferreira, Maria Fnlalia Ferrei-
ra da Silva, Rosa Maria de Jess e Verissimo da
silva.
Nada mais ba vendo a tratar-se, o Sr. presidente
levanten a serdu fs i horas e X-
Eu, Pedro de Albuquerque Autrao, secretario,
a escrevi.
Mnoel Joaquim do llego e AlbiHWrque, pre-'
sidenle. Jos Pedro das Neves. Theodoro Ma-
chado Freir Pereira da Silra. BeUarmina d
Reg Bairos.-Joao da Cunha Soares Guima-
raes.
EDGLISU BANK. OF RIO DE JANEIHO
(LIMITED)
Capital do Banco em 50:000
acedes de fi 20 cada urna
Capital rcalisado......
Fundo de resurva......
f
.


*\
1,000:000
500:000
100:74
BALANCO D\CAIXA FILIAL EM PERXAMBUCfi,
EM :0 DE AGOSTO DE 1873.
ACTIVO.
Letras descontadas.............. 1,16 :71!><6>-M
Emprestimos e contas caucionada* 147:707*610
Letras a receber............... 54:997*510
Garantas e valores depositados.. 45:1:69-1 680
Mobilia, etc. do-banco......... l2:2:io*37U.
Diversas contts............... 190:-(6i69*j
Crnxa........................ 1:058:863*080
Rs. 3,07 -.323*8
tUSVO.
Coatte corrento* sim-
ples.............. 5*9:304*520 .
Depi.site a prazo fixi
com aviso e per le-
tras............. l,ri84:303tVMk>
J
t
Letras a pagar.........~.......
Ttulos em cauca cdQM'Sito.....
Diversas eoutov................
2,143:607*5)
4:400 ailOO
4M:6u.l*68ti
470:6#aS
Rs. 3,072:341*8
S. E. 4 0.
Pernambuco, 6 de.setsmbro de 1873.
F. B. Bisma, manager.
CtanStwtiL aocounlant.
PARTE roilTICA
IV4R IUO CO.HSIEIti ADOR
RECltE, 9 DE SF.rr,URO DE 1873.
Sob a epigraphe, tiltrco e Diario escrevi- a
Prouic/a um iutereasante artigo, no qual, foi de-
pois de, vanas con^derajes, endfreca ao mpor-
fntissimo orgao de publitdade do nosse paiz va-
rias interpellac5e cath-goricas, em relean Cft-
/umno conservadora, e conrluc, declarando, qos
nao acceita respoita disartlculi-ta- da me>ma efl-
Itntm*, nlaisim da pnpria redarcaa do Dinrii.
Anda em seo n. 102 '-"olla ao meswe as-sompte,
pondo em cirrulace delMav. h calumnias !
5e o assarapte d< es< ripios da Pr v*ca ni" '
Ontro do mesrao presidente, de 27 do mesmo Mei '-rntu con-
^1-1, remidiendo por copia o parecer do'prbeorai (aareodevn'r/tus fecript' s della, f da coroa, sobre a consulto desta cmara, reMt|#ari,#ne* -o referido artigo; nei



'*
> 1
I
I
:
1:
i.-^-
^iJtr&' fmjMjias Tef?a'foira ^ de^cti, > iJ3.
.^*1S5-
posvarMa* s obM*re* a* lastra -
dos redmifV
A honra dos mus prpprietarios n3o ha d
ooeoeotir, qae om e sien* fo Diario possa pen-
sar o publico, que na Co/m a pa do anotymo, ret qualqucr rcsponsabilida-
4ooBada fputUc..
Quafesqoer que sejfio as rasos, alias muito pon-
derosas ensatas, que acooselho aos nebros e
illustrados redactores do Diario de Pernambuco
o eneneio, que manten por nosea parte devenios
dejfIarart.rruito peramptariamente. quo, ante o pu-
blico crrenos -a mesma responsabilidade dos re-
dactores da Provincia.
E', sobre modo, singular que aquellos mesmos,
,ue nos esto doestar pe. imprensa apaixonada
9 delirante sob a capa do aaonymo so eoaside-
rom autorisades a reclamar pela responsabilidade
ra*|^Qoo recudo aos sene proprios escriptos I
t nao ha maior insensatez do que a dos ledacto-
cosida Provincia de orgao irjdependente, cuja existencia longa o
gloriosa noturiamenie ronhecida em lodo o paiz,
porque admiti em suas columnas a defeza do
partido conservador, ao qual sempre prestara, om
todas as pocas, o scu apoio moral tao espontaneo
quanto valioso.
Nos mesmo nada loriamos retorquir aos ca-
valheiros da Propine; i-sobre semelbante assumpto
se, de envolta com as ineptas interpelIacBes, nio
nos viesdem ferir atlutecs too pungentes quaato
calumniosas.
Dieem eltes :
i Sabe o Diario qttff tem sido justamente ar-
fara a NucCto, folha oficial, do Tiver das verbas
secretas da secretaria dos negocios do imperio.
O orgia do Sr. ministro do imperio com certa
hwnbridadade, appeftando para o eavalheirismo
des que asnina pensavam e deziam, e protestando
oorrtra a insinuoclo, offcreceu todos os rfncit-
mtnlos que se referissem nao s ao seu estahele-
ejmi'iiti" como a sua existencia quotidiana, docn-
nsentos qoe punha disposicao de qnein os qui-
zeso ver e analysar.
Anda bem, quo flearam saneado os calumnia-
dores, que o orgao do honradissimo peruambu-
ano, actual ministro do imperio, pode confundir,
com hombridade, todos aquelles qne pensao e
da secretaria dos negocios do imperio.
Agora queris saber, vos, redactores da Pro-
vincia, de que seiva se alimenta a columna con-
servadora ?
"Vos mesmos ncm ten Jes a coragemde formu-
lar, em termos positivos, urna acensarlo regular
que possa comprometer, ao menes, a dignidade e
a honra do respcilave administrador da provincia,
a qual o o pento objertivo de todas as vossas
sottas.
Realmente o papel, que estaes representando na
iraprensa do paiz o mais verBonhoso e deplora-
re!, nao se podendo saber o quo inais se deva
----------'.."". ~~~---------- T-------------i
Mi toOdps'psra onde correr, que 4 vossa causa
est, de ha muito juigada pelo inexoravel tribunal
da opintao puMea.que j nao podis illudlr e mys-
tincar, tal 6 o descrdito, em jehavcis cahido.
Deus se amercio de vos, o d constancia e
eoragem para seguirdes, arrependidos, o caminho
da honra e do dorar publico, irue 'tanto tendes
postergado.
PBLICACOES A PEDIDO.
se a vossa eoragem, se a vossa imbe-
FORTALEZA, 24 DE AGOSTO DI IS73.
Cave Caaeeiu.
O Cearense dan*os o titoto, oo antes tompa-
rou-nos ao PreTHcktne. po graca I...
O Pire Dchete io um do hroes da imprensa
communista, a mais fecunda em improperios, a
mais alvar, a mais infame do quanias tem existi-
do de Quttemherg aos nossos das. .
Juma] destituido de principios, seni norte nam
bussola, negando as mais santas verdades, applau-
dindo do outiva o celebre aforismo de Pnudhon
o proprieti est un vol, balando palmas aos de-
cretos inspirados na musa de Flix Pyat, capaz
deorganisarum drama, mas nunca urna nayo,
decretos que transformavam o hornem n'um ma-
caco, e, na ignorancia da theoria do pkalansterio,
reduzia a sociedade a um cahos ; o Pre Duch-
ne foi a negacao de.tudo quanto ha de honesto e
digno neste mundo.
Redgalo polas feas da sociedade que haviam
escalado o poder, quo incendiavam os monumen-
tos das glorias nacionaes, e que em logar destos
erigram estatuas a Courbet o pintor da immora-
lidade, a Lrrmtiuxo insigne libretista do corrnp-
tor Olfembach, -do canonista, d'aquelle emllni
uo com as anas satnicas partituras levou a
ranea aos ps do autliocrata: este immundo Jor-
nal so'devra trazer por devisa a intergeleao -
proph pwdir Em seu reze d chauste os gar-
tos tinham escripto a legenda que os romanos
tracavam nos vestibuloa de suas magnificas habi-
tatoes -cate canem I
Ora perguntames : qnem na imprensa da pro-
vincia mais se tem aproximado das theorias com-
munistas t quem tem pregado o desrespeito? qnem
a immoralidadc ? quem a diffamacao ? qnem a
deshonra e a calumnia f -
Quem Onalmente tem laucado o facho da dis-
cordia no seio das familias? qnem ja com as mais
vivas corea soube pintar esta trra com um antro
de ladros ? quem com mais impavidez arrastou
pelas ras a amargurada honra de seus patricios ?
O Cearense I bradaro todos. E amen I mur-
murar l do senado o impertrrito senador I
Os garotos por sua vez escrevero na* parlas da
seus redactores o-cave canem I
O Pre Ditchene, pois, nao somos nos; o Pire
Duchne o Ccarenxe.
Deram-nos o inulto ; nao fizamos agora mais do
que gloza-lo.
So Fr. Thomz nao dissosse*: -Fazei o que eu
digo e nao o 711c eu faeovi que seja...
Mas faicado peior do que cuantos por ahi an-
dan) a babujar a imprensa...
Nao, Fr. ThomazPre Duchne I isto nunca I
As vossas doutrinas sio mais jesuticamente
comrannistas do que as que foram pregadas pelos
Harats do seculo XIX ou do anno 18701
Vossa honestidade de pregador j passou in jal-
gado.
A injuria nao admitto prova, segundo o nosso
cdigo; mas nao acontece o mesmo com a ca-
lumnia.
(ialumniaes! ?. Que das provas ?..
Mentez, mentez toujours, l testera quclque cit-
se, dizia o philosnpho de Ferney.
Eis o vosso credo.
ha calonnie ra lediable, repele constantemen-
te o Fgaro de Beaumarcheisesse typo insidioso
que tanta vez temos encontrado na sociedade em
que vivemos.
A calumnia realmente da pelle do diabo; o ,
justamente contando com este resultado, que os
.redactares do Cearense tanto se aferram a ella.
O D. Bazilio do Brbeiro de Seviglia nanea
pensou que a sua doutrina tivesse tantos sectarios
Ah I Rossini I Rossini I que mal mis.lizeste dan
do tanta meloda aria da calumnia I
Reforma da thesoiirarin.
Sob esta epigraphe o Cearense de1*! do corrente
apresentou-se rocheiado de mentiras torpes e de
contradiccoes sobre tactos relativos thesonraria
provincial.
Comeca elle dizendo qoe trata-se desta materia
desde a administracao do Sr. Frailas Henrii|ues,
que nunca foi esbanjador dos dinheiros pblicos ;
quanto a isto estamos bem certos, mas lieariamos
pasmados de ver cmelhsnto ofl\rmn$5o nn folha
liberal, que durante a administracao deste ex pre-
sidente da provincia, passou lhe diploma especial
de esbanjad r dos dinheiros pblicos, se nao esti-
vessemos habituados a estas transicoes rpidas do
Cearense!
Eolio confessais, Srs., que nSit passareis de
calumniadores, todis a< vezes que dirigieis ao
Exm. Sr. Freitas Henriquos tao virulentas accu-,
safos, como as qne lhe fizestes ?
E qual seria porventura a principal accnsaeao ?
Era a de ser S. Exc*. o maior esbanjador que
jamis pisara em plaga cearense I
Tambem ao Sr. Wilkens de Mattos dirigiste* os
mais grosseiros improperios ; lhe negastes a me-
nor qualidade digna de apreco, para pinta-lo como
um moastro ; pois bem, quem rever vossos jornaes
de cerca de dous mezes, ver em um artigo do
fundo, que S. Exc. foi um presidente pratico, in-
telligentc, honesto e dolado de verdadeiro tino ad-
ministrativo I
Que contradircoes !
llevis procurar nessas vossas incoherencias os
motivos do ridiculo de que estis cobertos e do des-
preso em que cahistes no conceito do povo, que
nao se deixa embar por parvo?, que nem ao me-
nos procuram cohonestar seu modo de proceder.
Emllm, deixando de liarte as razSes de cabo de
esquadra com que saino o orgao do Sr. Pompeo,
oppondo-se nova reforma, porque nao compre-
hendemjs que se censure a alguem por empregar
esforcos em pesquiza da verdade, sobretudo quan.
do isto nao augmenta as despezas publicas, passa-
remos ao final do artigo que parece encerrar a
idea principal do autor.
Com o proposito de ferir um nosso amigo, traz
a folha ligueira urna porcao de sandices, pensan-
do fazer espirito, esquecendo se de ter dito o au
tor dos Miseraveis (!) sir o calembourg a borra do
espirito ; mas com isto os Srs. do Cearense pouco
se importaran, porque borrados j vivem elles ha
longo tempo.
O nosso prestimoso amigo Jorge Vctor Ferreira
Lopes Jnior est muilo superior a qualquer al-
lusao vossa, e nxal que aquelles, que pmcuram
deprimir sua illibada reputacao j coma cidado,
j como empregado publico, nicamente por nao
poderem vencer sua honestidade, contassem ante-
cedentes tao honrosos em toda sua vida, como o
Sr. Jorge Vctor.
Este nosso amigo entrou em 1865 na thesoura-
ria provincial como collaborador ; em 1866 oble-
ve o lugar de 3." escriplurario por concurso, em
que se apresentaram apenas dous candidatos a
receita do jornal e entram na dous lugares vagos, e, se depois de ter passado
por todos os lugares. 6 hoje o chefe de su. repar-
ticao, por isto nao deve favor algn), purquanto
todn9 os seus accessos foram devdos a sen mere-
cimento ou antiguidade.
A que vem ossa historia estulla da genro e de
sogro ?
Se o Cearense fosse mais avisado, jamis traria,
baila da discussao urna questo semelhante, por-
que todos lembrar se-ho logo dos Srs. Pompeo e
de Aquraz, que inauguraran) entre nos a pojitica
raesquiuha dos genros, que tac funesta tem sido;
mas os cegos por ambico anda vem menos do
quo os cegos de nascimento.
Nada vemos de mais odioso do qne esse bair-
risroo anachronieo, que o orgao liberal (I) quer
plantar entre os nossos comprovincianos t
Que .Importa que o Sr. Jorge Vctor seja per-
nambucano T
Em sua provincia nSo residem centenares de
eearenses ?
Nao somos todos nos braaileiros ?
O Sr. Brigido Umbem nao cearense, e nio
Obstante tudo tem pretendido, at mesmo nos re-
presentar na cmara temporaria: oxal que fosse
este o seu menor peccaio 11
Causara asco semelhantes ideas ; mas nao nos
admiramos de v las estampadas na folha liberal,
porque os ambiciosos e os lacados veatem indiffe-
aentemente todas as libreas.
(Da amifftof0fe.)
ira
admirar
ciHdade.
E se nao vejamos :
< Directa e publicamente o provocamos (a Dia-
rio j para que declaras-c a importancia e signili-
cacao da Columna conservadora na imprensa da
provincia.
De modo que o Diario que deve dar explica-
cues gente estonteada da Provincia sobre a im-
portancia e significado poltica da columna con-
servadora !
Has quem assim fal'a e com (al sem ceremonia
6 a mo*ma gente qne ainda nao foi capaz de des-
eavi4v,r o theorcma da poltica, em nome da qual
arenga, bis-seinanalmente na sua quasi incgnita
1 mpcrepitivel folha da Provincia.
ti ija vista os artigos capita's, em que, em lugar
de cxplicarcm.maiscomprnmettem e cmbmlhao os
liberaes da Provincia a sua bandeira de papel
branco, arahescada a* cegas.
A columna conservadora resurge, cada dia mais
vigorosa e fecunda, na propagacao e desenvolv-
raento da sua poltica expansiva e generosa, sob
cujo r. generador-impulso abreoi-sc emulaeo
e nohres anhelos dos nossos compatriotas, noves
e mais (orinales hirisintes.
Jiuiieauto os dyscolos, que batem em retirada
dia por dia, tem o arrojo de quererem travar po-
lmica com o Diario de Penumbuco, para que este
Ilifs explique-o a importancia e slgaillcaco da
columna conservadora I
.Magras rns que ousam disputar a preferen-
cia ao corpulento touro I I
E' com cffeito muito interessanle, posto que
perigoso o ardil, que se qneroin socaorror os
yuilliai 1 fi'lfiil. rc-ponsabilisando o Diario pelos
escriptos da Columna conservadora, com os re-
dactores d.v qual j nao querem gracas, e pro-
curan! agora fazer fortuna e tirar casta de valen-
tes com os proprietarios do mesmo Diario.
Essas riins da Provincia depois de invectiva-
rem aquellos esforzados redactores commer-
ciantes qoe sfltent aecumnlara fortuna, pela
fraude e pela sorprexa, a que continuam a fazer
i seu e miliario encaixaui urna historia muito
descabida dos Napolen, que ape/ar do tal seculo
di glorias, eclynsada a legenda, os restos da fa-
milia vngam por diversos lugares, como um navio
batido pela tormenta, cujosdestrijos pelo impulso
e varia direceo das^agas, sao impellidos em di-
versas pnias.
Ora ja se vio destampatorio igual Bssa gente
da Provincia nao toma tent.
Dotas vezes ahi vem bala o velho PlatSo, es-
tadista; do i leal outrns a Pasnenx et Circenses dos
doze Cesares de Suetonio ; depois aparrara pela
gola o pobre de S. Optato, para o -calumniaren! ;
mais adianto ahi vem pe", jorelhas o Cesar fran-
cos, que den fundo em Sedan ; chegam tambem
B. Euiilio Caitelar, llosas Melgarejos e por ul-
timo toda a legenda eclypsada dos Napoledes I
Boguemos a I)mis para que se digne, cm sua
misericordia, do dar sade aos enfermos, paz aos
aflictos e juizo aos inconsiderados.
Vejarnos o que que quer saber essa gente da
Provincti.
Queremos saber :
t Sob a sur responsabilidade collectiva, sob a
influencia da affinidade do escriptor e do leitor,
vive a C'oJmwm'i conservadora ?
Vos que sois tao curiosos da casa altaeia, por-
que nao vigiaes antes a vossa 1 Se a vossa res-
ponsabilidade collectiva nao euuheci la na Pro-
.eincii, quem vos utorisa a devassar u segredo
alheio I Que vos importa a vos a responsabili-
dade individual ou collectiva da Columna conser-
dadora Antes de pedirdes a responsabilidado
de alguem, seria justo que fosse bem conhecida
a vosa personalidade ; entretanto conservaes as
mascaras ainda bem alivelada?.
Chamae* aos escriptores da Columna conserva-
dora cerdadeiros nmada.*, quo escrevem, que in-
jurian!, que pagam c que se v.io embora.
' E' bem triste quaado se posterga dest'arle a
sineeridade a o dever publico I Nao escrevem os
liberaes da Provincia, que nao us atirem apodos
e injurias, e quando os acusamos pulas dilTama-
5 com serenidad admiravel a responsabilidade de
seus actos, certos de qne dev;ra pagar os inno-
centes pelos pechadores I
t Sao os pastos feitos com Columna conserva
dora deduziJos da
sua despeza geral, ou sao pagos pelo cofre pu-
blico ou particular, tornando-sc assim, cm lugar
de despeza, fonte ubrrima de receita I
Nos vos provocamos, Srs. da Provincia, que
formulis iwsitivamente os termos dessa mpu-
t aco calumniosa. Nao devemos permittir que,
son a capa do anonyrao insultis a pessoa do res-
peitavcl administrador, fazendo pesar sobre elle
a infamante calumnia de despender por tal forma
os dinheiros do cofre publico, de que tem sido
to efflca e honesto zelador. Moatrai, se sois
capazos, porque meio indecoroso lanca elle mao
dosses dinheiros. Vos bem sabis alias do con-
trario de tudo juanto tendes o arrojo de decla-
rar a esse respeito ; mas a vossa colera vos cega
perante a vossa consciencia.
Se queris a responsabilidade legal, peranto os
iribunaes, do quo se escreve na Columna conser-
vadora, tendes em vossaa mos os neeessarios re-
cursos ; pmmovei cssa responsabilidade, que
encontrareis quem vos possa responder. Quanto
a .responsabilidade moral perante o publico, essa
resalla dos proprios escriptos, que vos esmagam,
cada dia, com inexoravel vigor.
Na polmica, que sustentamos pela Columna
.conservadora era honra da administracao mais
aenefica e protectora, que tem tido o paiz, bem
saliente a victoria que temos alcanzado contra os
vossos escriptos, ponpio temos provado qu nao
passaes de agitadores da paz e tranquilidade
publica, e qne nao tendo de liberaes seno o
ame, om ntefcmcia oio tendes ideas finos,
nom pi incipius serios a difinidos, realisar pelo
bosn e prosperidade da patria.
laos fazedores de palarvaadMuibastieas, quando ]
?05.apertauws peta lqii$4* argumeotaeio.caiiei.
e2Kri* c/VY* P'lW j*)ea*J ainda ff-
mado partcfijy^fitlrM |o/a junta cen
de hygiene publica tinha sido oavida o opinada no
snntide de ser ranwvHfc para lira da cidoeo mea'
reforlde estabelecimonto; au nio poaso daixor de
traaer boje ao cookeoimeato pobiieo o pasocsr da)
Wl illuetrada a conspicua jnou central da y-
ee, em respoaU ^lasa. aasoara moaicipal qooj
Imema rae havia dad a lieaafa paa abrir o'
nseuoalabaleoknento, o mm todo temen por eer-
E O publico lendo esU peea avahar melhor da
intelfeneia a do criterio doSr. Dr. Abion Pasioto
Milanez inspector da sadda pnWiea desu provio-
cia I Eis -o parecer:
m Junta caotral de hygiene publica.Rio de Ja-
neiro ide agosto de 1871A junta central de
hygiene publca, examinando com alteucio o ofcio
que sob o n. 88 foi dirigido por V. S. em 31 de
junho prximo lindo, cobrindo ama memoria apre-
sen tada por qoatro mdicos e uoingdnbewo 4a
provincia para examinar o estafe aloe imo ato de-so-
boria de propriedade de Prancisco (lomes Marques
da Fonseca, sita ra Conde d!Eu siUeitido o
parecer da junta esse respeito, tem a honra de
significar a V. S. qoe em-vista do examo ferio pela
dita connnisso, e das razSes em que olla funda-
menta o seu parecer pera adrailr a continoai,
da Jila fabrica na localidade em que se acha, n
pode oletear de eonvir que achand se" montada
fabrica, como se diz no parecer, c nao so tr:"
Ibaoieaella para oenlecaao da materia priosa
QBBsaria fahricacSn de sabio, .Jicohma incouve
niente ha salubndade puWica'de' sua existencia
na loeebAede en qoe-to ade.
Nem a junta opiaaria boje de aasdo diverso a
que se pronunciara em quesean eme! tanto em re
laeao ama fsbreaide sabo estabelecida cm unta
des roas da cidde de Jiyclheroy, capital da. pre-
vinciadodlio de Janero^-Deui guarde a V. S. Illa.
Sr. presidente da cmara manicipal da capital da
provincia da I'arahyba. l>presidente Dr. Jos Pe-
reira llego.
Em vista doste authentico documento, bem
trete a posice do Sr. Dr. inspector da sade pu-
blica : porque n intuito de prejudiear o unen di-
reito,procuravacomprometter apropria juua cen-
tral de hygiene, -a quera devera ledo acatamento e
rospeito j como empregado subalterno e j como
medico.
Um empregado publico da cathegoria do Sr. Dr.
inspector da sade, jamis devera ter procedido
com capricho e leviandade em um negocio om que
estavam compromettidas a sua seieucia o a sua
dignidade. Mas dosde que assim proceden ficou
su jeito a dura prova porque 'acaba de passar, as-
sistiodo impassivol o triumqho merecido da causa
da justica, ajvogada to hbilmente pela corarais-
sSo em seu relatorioc pela hbil penna do Sr. Dr.
Cordeiro, que delucidou a quosto de hygiene in-
dustrial em brilhantes artigos.
Eu sou hoje-ttw pobre portuguez verdade,
mas nao devo por isso fiear lora da le, sondo atro-
pellado em met direito pelo abuso ou excesso do
poder individual. Amo esteipaia o desejo tanto o
scu progresso o melhoraraenta-como os seus natu-
rios ; e o meu estudo e os meus fllrns e o meu ne-
gocio e o meu trabnlho e o meu eslabetechnento e
a minha vida, d.io disso alguraa garanta; para que
pois, se pretender abusar da minha fraqueza como
um pobre portuguez t
Nao me amotinara com isto. Confiei sempre na
justica de S. Exc. o Sr. presidente da provincia,
as boas intencoes da cmara municipal- em pro-
mover o intaresse e bem publico, e finalmente, na
integridade o sciencia da Ilustrada commissao me-
dica que aflirmara om sou parecer ser o meu osla-
belecimento innoxio.
D'ahi a torca era quo me eseudava, -e paranlo,
nunca me deu o menor cuidado a guerra impoten
te que-promovia contra mim oSr.vr. Abdon, con-
fiado em numerosos amigos.
Esperei tranquillo e resignado o venci; porque
sendo a verdade coropanheira eterna da justica, nao
podia appareccr era contradii.ao agora no parecer
da conspicua junta hygiene, que veio corroborar a
opinio da connnisso medica com aquelle betio
axioma do cooselheiro Bastos Nunca falta for.a
quem sbeja intelligtncia.
A questo em Io logar &ia de hygiene, e o Sr.
Dr. Abdon, della ugio, sendo o mspector da sa-
de publica t
Em segundo lugar era de direito e elle nao o len-
do pro -urou debalde acba lo noempenho e favore
tismo. Ainda nada conseguio.
As ideas de verdadeira utilidade o bem puhlicc,
jamis devem ser perseguidas; porque tcem tanta
torea que depois da compresso dominara os emba-
races que se Ibes oppoem e so realisain mo grado
a de-crensa da uns, a dnvida d'outros c a indiffe-
renca de muilos eeino succodeu aquelles que me
juigarnm derrotado na quosto de saboaria em vir-
luile lo foi tes elementos de qUO CtlspoO O Sr. Dr.
Abdon.
Mas^a prova quetaes elementos, de que elle dis
poe nao sao verdadeiros e merecidos que ellos fa-
Iharam. A verdade foi obscurecida por um momen-
to, mas depois triumphou, porque jamis ha de ser
aniquilada.
Deus queira Sr. Dr. Abdon, que lhe aproveile
esta licao
I'arahyba, 8 de agosto de 1873.
Francisco Gomes Marques da Fonceca.
a insinnacio jinmuuda ?me o Dr. Austcrliane
Ion a assassioo de sao proprtv pal I I I
Eis ahi ama descaen joa gafalmente era ain-
da tgucrada
Sa nofora um uaari aoaiphabelo o estupido que
esoreveu launtuha igneraroia. por nao faz dous pe-
nlas que ee'possara tr, ara eeta s oecasio de
dizer-se que os cilurnniadares sSo as rezos hornera
de genio... Pa>ejBf|efcabertM que sio prodigios!
Mis o desgracxaffbW 41 mvaoceti esUr ao caso
de pozar o que aquillo vale f f Nada menos que
urna accnsaeao insultante a justica do paiz que
derxeqlrapiiae um parricida I Mweravei... f
TofloS quanto conbecera a faraiRa dtfDr. Ausler-
flanquo de lemhrar-so de que o major Alexan-
M.FANPEGA
tend ment Jo da } 1 5
Nem de#r 0 .
199M80/7S!
J7:89i#80J
ttj*miM\
Utas, cora que feria os vossos adversarios.

O apreciador do mrito do Jornal do Recife de 6
de corrente, ou antes, talvez algum assalarirdo do
quartel-general do commaudo das armas, preten-
deu em sua fedorenta udulacao, dirigirme indi-
rectas, as quaes eslou prompto a responder, se as
disser claramente, e nssignar o seu nome.
O que tiver eu de dizer do Sr. comraandantt
das armas, apresentarei as provas, que S. Exc
bem saba as devo possuir ; pois, s se podem re-
ferir a fados que tiveram lugar na freguezia da
Boa-Vista, na comarca de Pao d'Alho, e em ontrx
lugares; e mais corto, que, estas provas che-
guem s inus de S. M. o Imperador.
Fico bastante satisfeito de ser bem con'.iecid)
nasta provincia e fra della, pois, contento-me con
o juizo de meus concidados; e ao mesmo juizo se
deve sujeitar S. Exc, que por ceno lhe ser felo
como merece
S. Exc. despeitado comigo, por motivos que na
peder explicar, : ensou quo me desconsiderava,
nao me nomeando para o eommando de brig.-da,
depois de ter procurado, segundo mejasseguraran,
um meo collega, para se apresentar pr. mpto,;
pretender" ainda nomcar para ditos commandoi
majores dos carpos de linha t
S. Exc. devia por em pratica eesa sui lembran
ca, poniue ento melhor me expressaria na qucixi
que, tivesse de apresentar.
Nunca fiz questoes de commandos ; beo-al
quando ellas prejudicam o meu direito.
E, nao admissivel que estando detalhados p:v
ra a parada d'amanh 6 carpos da guarda naci
nal e i do exercilo, um dos quaes lera talvez di
flcar de guarnicao, marchando somente o eomman
ante, que o Sr. cOmmandante das armas, levassi
o seu despeito ao ponto de nao considerar nenhuii
cominaudante da mesma guarda nacional?
Isto mesmo talvez justifique a t ordenanc
para os cornos do infamara, a respeito da fof
macao do brigadeiro.
Quem saho, sabe...
Nao tenha pressa o apreciadnr do mrito ; fae
claramente a assigne o seu nome, com a responaa;
bilidade legal, que saberei como devo proceder.
Recife, 6,de setembro de 1872.
Dedo de Aquino Fonceca.
pachado para o caes do Apollo.
Lugar ingtezNacegator varios gneros para
o trapiche Conceigao, para despachar.
ALTERAQAO NA PAUTA DOS PBBCOS DOS tKKERO
MiMlTOH IHHKIfOS DS RXl'ORTACAO, NA kMH.K
UK 8 1J DK SBTRMIMO DR 1873.
Algodaoem rama ou l 501 re. o kilo.
Carvo de pedra estrangeiro, tonellada uietrice
S8AS0.
Carocode algodao 20 rs. o kilo.
Alfandega da Pernambuco, G de agosto de
1873.
O 1 cnferente F. das Chagas Galvao.
O 1 coufoieutoM. A< B. Pinheiro.
Approvo. -Alfandega. 6 do agost do 1873.
o inspector da alfandega
Fubio Alexandriuo de Carvalho Re'u.
Importaba*.
Anvers pela Baha, brigue sueco Olaus, consig-
nado a Wiison Rowe & u, manifestou :
Amostra 1 pacote a llaho Sohaineteau & C Ar-
mas 1 caixa a Shaw Hawkcr & C.
Cerveja 125 caixas ordera.
Fumo 1 caixa a B. P. Siqueira. Ferragcm 10
barns ordem, 30 Shaw Hawkes (l (1
Papel 6 fardos a Santos Aguiar, 14 caixas a Ba-
be Schaoieteau AC.
Rewolver t caixa a Vaz & Laal|, 1 a Vaz Jnior
Vidros 170 caixas ordem.
dre Correia fallecer em san cugenh) Terra Preta. Barea ingleza duuri Mtrbert carvae j des
de um apoplexia. c ft>ra Ihaistido pelos Ilustres
mdicos Ermfrio Coutiino'ewrp ento residentes
em Nazarelh. Isto em W de jul.ho de 1868, lempo
era quo seu fllho frequentava o 5. anno de direito
em.ihis*a.taculdade. O Illm. Dr. Coatinho ahi est
e uvde dedlarar guantas punhaiadas o /erro parri-
cida eravou oo peito do chorado major... Se tire-
ras aejmina dignidade, infame sem nome, merece-
ras odio dos hmeos de bem ; mas so te eabe o
esoaroao; eaciate Ado.
'Adiante ianeataoda deunncia da Exma, Sra.
D. Joanna de Souza Uaia pelo promotor do Li-,
moere-,dospronnca polo jui&competeote ocon-
firmaaaarda inemi4>efc juizdo#i#eito intarino.-O
|ul tasta'?1 Bf tra precadiiietita jieto o legal,
reconnecido assim por dom magistrados. O infa-"
ma4iR0 vio quo uo poda ferir o aoiir da confir-
utaoio, sem esndemuar tambera o despronuncian-
te. Pois um ficto ira/, o oulro. E qual o motivo de
sua ingerencia indebila em questoes taes ? Quem
Mn - eonsciencias de doos.'|iizes ? O tolo foi de una
imbecilidale cimienta' no motivo que deu de urna
accnsaeao to arriscada quamo banal. Esperava-
se urna razao decisiva o testa de (arre a-signou
ama to ftil, qual-a-de ter anes diclarado o Dr.
Austerliano que'-.ha\a boas .olives para urna
condeinnaeao l Isto forjado, ost palpavel. O
torpe intuito era de Ir adianto. O infame veio de
longo para chegar a laucar o estigma do soborno
na face do juiz Meno por amor a urna indigni-
dade maior, por amor calumnia. E eorao prova
o soborno f De modo ainda mais ignaro e estoliido
do quo a com que prova a iju-t:a. E' que o
Dr. Austerliano eompreu um avallo., I 11 O infe-
liz nao acredita quo um magistrado compre caval-
lo3 sem vender-so... e a mprensa publica cousas
raes Pois salba quem eserevou aquello docu-
monto de misara a' do estultice que a familia do
Dr. Austerliano, se hoje nio se acha no estado de
abastanza que tinha o finado major Alexandre
Corroa, quando susteu'Jva quatro anudantes na
academia de direito, tem todava cora que com-
prar um cavallo, ainda que um caoallo custe
mais caro do que um ttsLa de ferro
Disse anda qne o juia de direito interino n'um
negocio dos orbaos ilhos do Manoel Barbosa, re-
iforraou uinascBtiica por urna peticao. E' licito du-
vidar d) facto pelo mod) porque osla narrado. Neste
Eonloo.foriwuUnho que aquillo escreveu urna po-
ro alma csra'ilcr de corapaixlo t Fez um dotesta-
hvel embrogiio, um interminavel aranzel, onde falla
tem cafre, e coisas que devoran para l ir. L-se
e rel-se o fica-se sem saber o que seria, se a
sentenri, se n tutor, ou se a quantia superior a
600000 / eja o leitor essa passa-jen! e tenha
comnosco asco e do ao mesma tempo de certos
bachareletes pessiraos advocados que calumuiara
aos [urces que se nao dobram a suas estultas pre-
tencoes.
U que segu se esta ainda abaixo do lastimavel,
s.lo urnas historias do povo insurgido por causa de
impostes... Oque aquillo Santo Deus? E'
bastante incrivel que o poiro flo Bom Jariim, que
tanto hasoffrido do seu juiz, tao fcilmente tomo al-
titudes rebelionistas, sob as ordens do sen algoz !
E' muito acreditavel ao envez ; que nada acn-
teca naquella localidade, que se nao attribua
influencia diablica do revolucionario doutor.....
Essa bda Se algnra i coisa houvc, o quo duvi-
damos forlemente, haviara de ser queixas oriun-
das dos uesgastosos da cohranc.a do modernissimo
imposto sobre venda e permuta decavallos, que res-
tringi ura pouco a lucrosa industria de furto dos
mesmos. i$).
Quanto aura individuo que disse ter apanhado,
uuia completa calumnia, deve saber que um
hornera que se embriaga por habito, que bu-cava
teimosamente introJuzir se era urna sala em que
so lava uraa partida.
Sendo aconselhado a retirar-se resisti de ccete
era punho, fez um grande alarma e foi recolhido
pela polica- correera.
O publico que pose como deve o valor do aecu-
sae3 daqucllo quilate e coraprehonder que o
Dr. Austerliano nao pode descer a discussois cora
miseraveis-que s di-.ver.io sa ir Ja barra djs Iri-
bunaes para as gales.
F.izemos volos para que assim proceda.
Recife, o de setembro de 1873.
DescarroBam hola 9 de total** 1873
Barca inglesa Doiphin mercaiorias' para al-
fandega.
Brigue sueco Qtaus mercadorao para alfan-
dega.
Escuna ingleza George Ducklti aweadorias
para alfandega.
Barca inglezaBlaney Brotherscar vio ji des-
pachado para o 1* ponto.
tranja e portos intermedios, vapor nacional Pi-
rapoma, consignado companhia Pernambucaua,
manifestou :
Algodao 19 saccas a J. B. de Ollvoira, 136 or-
dem, 71 a J. Paos Brrelo. Alazoma 4 fardos
ordera.
Couros 2)i a Oliveira Filhns & C, 1 a Sa Le-
tao Irmos, 30 a J. Paos BarrCto. Crussta de
ferro i a J. P. Brrelo. Chapeo 1 caixa a Costa 4
Maia.
Esleirs 62 rolos ordem.
Farinha 3 barricas a J, P. Brrelo.
Milho 65 saceos a J. P. Birreto.
Pipas vazias 6 a J. P. Barreto.
Sola 108 ineios a Gomes de Mallos & Irmos,
2,133 ordem, 833 a S Lo tao & Irmos, 491 a
Moraes & Irmos.
Ao publico,
_ Leudo no Diario de 4 do corrente, ura anuurt-
co cora risos de protosto, assignado por Luiz de
Franca Soares, em que diz nao poder eu dis-
fnr do meu terreno sito na estrada nova d'Agua-
ria, por ter em meu poder 2('0j000 delle rece-
bido por conta da venda desse terreno, declaro
que c falsa essa assevoracao do Sr. Luiz de
Franca, visto como ao mesmo Sr. devo apenas
aquella quantia com a garanta de urna lellra que
aceitei era data de 23 de agosto do corrente an
no a um mez, sem mais compromiso algum, de
modo que oosso dispar livremente de meus bens,
es quaes nao podem ser embancados pelo Sr.
Luiz de Franja, com aquello scu annuucio, as-
sim como nao tenho outros compromissos que
perturbem o meu direito.
Recife, 6 de setembro de 187J.
Domingos Rodrigues da Costa.
Tendo sahido no Diario e Pernambuco do 2
de setembro, urna infame publira>/o contra o meu
irmao, o bacharel Austerliano Correia de Crasto,
rogo ao respeitavel publico de suspender a seu
juizo at que meu irmao venha a esta capital des-
mascarar e confundir a calumniador.
Atexandre Coireij de Crasto.
Cardiff, brigue ingloz lonarch, consignado a II.
Forsterr C, manifestou :
Carvo 521 toneladas aos consignatarios.
DESPACHOS DE EXPORTACA NO DA o DE
SETEMBRO DE 1873.
Para os portos do exterior
No brigue portuguez Unido, para o Porto,
c.irregaram B. Oliveira i C. 83 couros salgados
com 996 kilos e 100 ditos espichados com 700
ditos.
Para os portos do interior.
Para o Rio Graudo do Sul, no hiate portu
guez Diligente, carregou : H. B. Oliven a Jnior
382 barricas com 27,885 kilos de assucar blanco.
Para o Rio Grande do Sul, no palhabote na-
cional Rosita, carregaram : B. Oliveira & C iO
barricas cora 813 ktlasde assucar refinado.
Para o Ara:aty, no hiate brasileiro Dos te
Guie, carregaram : Costa & C. 10 barris cora 9C0
litros de agurdente.
UAPATAZIA da alfandega
Hendimento da dia
dem do dia 6
I a
4:8tU745
423*405
5:237iot
passado, manda (azor ptiblic i que no dia ti'oV
s-jteuJbro prximo. flMottro, rtfrsmv junta
fazenda da raesma tfjsbararia facm a pra.;a par
I mr armniatada por que pir mrsos Bwst os re-
paros de que precisa r ytmti sobre o rio Gyaft-
na, oreados em 3:12i0*0 a sobra as elaosula
especiaos sbaixo transmutas
As pasabas que se psopotia eesa amana
taco compareoam na sala daa sesedes da Mfa-
da junta, ao dia anima abaucioaado peto me m
e competentemente habHitmdaii. q~
Epata constar ao aiabdoc poblaropWnaHV
pelo jornal.
Secretaria da theeoorarin p.-ovinei! de Poraas-
buco, II de agosto de 1873.
Clausulae peemes.
O toparos da ponte sobro o /lo Goyaoua sera*
executados a eMMtHdlaid UW o areamento e
planta approvadus pelo Ejhh. Sr. presidcBls da
provincia, na importancia de 5:126*000.
t.'
O arrematante dar coraec as obras no praau
de 20 das e as concluir no de 4 mazos.
%'
O pagamento da importancia do contrato sea
realisado em tres presta^e: iguaes, correspou
dendo cada urna a terca part da obra. -
*-*
Para tudo mais que ae aabar especifieado as
presentes clausulas se ebmrwa-a aae diepSe e
regulaownto de 31 de juta dsJMt
O ofllGfal-rnainr,
________________Migueljtfbnso F.rroira.
0 Dr. Sebastao do Reg Rarrjs de Lacerds, jn
gide direito especial do earamsrcjo da ciiLa'ido
EBecife de Pernambuco, poi 5.1. 1
Faco saber pelo presente eonl, une no dia 9 de
setembro deste corrate anno. Ja ma-
nila, ua sala dos auditon i le lugat*
reunio dos credores da maesa faftm de Joaqui
Silverio do Souza 4 C. para se v> ritar os crditos
e deliberar-se acerca da concordata, n fbrrnarse
o contrato de uno ; noriiear-se admiowtradures
dita massa, certos os credores de que nio sero
admitlidos por procurador, sem"uue *ste exhiba
procuraco especial, a qual nao podar ser" confe-
rida a devedor do fall to, nao podendo euT.ro sim
ura s individuo representar por dous diverso
eredores, e que ser havido o credor, quo nao
comparecer, como adherente as resoln$oOa quo
tomar a maior a do votos dos credores que oom-
parecerera, cora tanto que para ser valida a con
cordata necessario que seja concedida' por um
numero tal do credores que represente |>el8 toenos
amaiora destes, em numero e dous ter(ba na
valor de todos os crditos sujeitos aos effeilo da
concordata.
_|E para que chegue ao conheclirrento de .todos
maudei fazer o presente edita! que ser afflxado
nos lugares do castumo e publicado pelos jontaos.
Dado e passado nesta cidade do Betife de Per-
n mbuco, aos 8 de julho de 1873.
Eu, Ernesto Maullado Freir Pereira da Silva,
escrivo, escrevi.
SebasbSo do Rogo Barros de La cerda.
VOLMES SAI1ID0S
No dia 1 a o .
Primeira porta no dia 6 .
segunda porta.....
Terceira porta.....
Trapiche Conceicao .
9,356
265
102
237
502
10,102
SER VICO MARTIMO
Uvarengas desearregadas no trapiche
da alfandera no dia 1 a 5 .
Ditas ditas no dia 6
Navios atracados no trap. .la alfan
Alvarengas......
-N'o trapiche Coneeico .
lega
13
16
Infclizcs vctima.* lo i-heisma-
v ti*tmo chcoiiico.
Porque sofjfreis tantas 'iore9, c porque gas-
taos intilmente vosso diulujiro em medi-
camentos ncapazes do vos curar?
Vossa melestia nao ton outra origcm se-
no no sangue viciado.
Puaificai o sangue com salsaparrilha
Ayer. S vos tomardes este remedio cora
regularidade e constancia, fkareis cu ra-
jos.
Experimental.
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
ilendimento do dia 1 a 3 5:2C7229
dem do dia 6......i 39J.I58
5:596387
CONSULADO PROVINCIAL
rtenpimento do da 1 a 5 | 16:3836'8
dem do da 6...... i:694032
8.077#708
O Dr. Sebastao do Reg Barros de Lacerda, juiz
de direito especial do coramercio da cidade do
Recife do Pernambuco, par S. M L, etc.
Faco saber pelo presente, que no dia 9 de se-
tembro deste corrente anno, as 11 horas da ma-
nila, na sala das audiencias, llover ter lugar a
reuniao dos credores da massa fallida de Antonio
Jos dos Beis para se verificar os crditos e delibe-
rar-se acerca da concordata, cu formar se o con-
trato de unia, o nomear-se administradores dita
massa, corto os credores de que nao seo admi-
tidos por procurador sem que este exhiba procu-
raco especial, a qual nao podar ser conferida a
de.vedor do fallido, nao podendo outro sim um s
individuo representar por dous diversos credores,
que ser havido o credor que no comparecer,
como adherente as resolucoes que tomar a mate-
ria de votos dos credores que comparecerem, com
tanto que para ser valida a concordata, noees-
sario que seja concedida por ura numero tal de
credores que represento pelo menos a maioria
destes era numero e dous Jorcos no valor de lodos
o crditos sujeitos aos eiTetos da conrordala.
E para que chegue ao couliccmento de todos
mande i fazer o presento edtal, que ser afuxado
nos lugares do costumo c publicado pela un
prensa.
Dado e passado nesta aida le do Rec;fe d^ Per-
nambuco, aos 8 de julho de lc73.
Eu. Ernesto Machado Freir Pereira da Silva,
escrivo, o subscrevi.
Sebastao do Reg Barros de Lacerda
OECUiUCOES
Banco CommercSal de Per-
nambuco.
A directora do Banco Commercial de
Oj..imunlc4alllr.A.9terIi^l>ernambucoconv(ia ^ ^ accooistas a
no Crrela de Crasto e ao eo.reilItir K em asse(nb,a ^.t ^ ia 10 ^
luiunlas a elle feltao. (I) set8tBbro Tndouro, a0 raeio dia. oo-casa do
Os leitores do Diario Pernambuco tero vntQlD "'. "*" **" vut"* ""
ltimamente um acervo de infamias contra ooa3'>aneo,.a ra do \igarn. 1, pora seren
raeter do juiz municipal do termo de Bom Jardira.lapresentndos o relatorio e balanco* relittivoft
Como sempre acontece em casos aes, a gwseeirajao periodo findo em 80 de iunlk prximo,
exageracao do difamador ha trahido de modo *aro'r)assado
a falsidade das insinuacoes. E' um systema estej' ,'., ,, 40_-
j descide a estado chronico, o de entra nos torja-' tte"'N *o ae julho do 1H7J.
Perajiyba.
A*.p,ublo.
QUEST.O DA SABOARIA.
Tendo o Sr. Dr. Abobo, Mipto 'Mifcnm, repre-
ocia e leal, f(U ili>in|a>doa i eopoBdrar, aentaoe aoMHkO existeaeia do, mau eslabeteclnwn-
tbepos-e hjpotbesas aetaa. OO *la a oslrilar-iro. Ha-oe nMurt ui roa Conde (TEu detla cidade,
sos arralaos das rajwfefc JiSaoiai.oeao caltMH-. apois de X.empregado de balde todos os u.eios
> nnni fino APia io nniiAo ndirAMnniiM _^.. *._u., 1.. .....
(i
para fecharla a ponto de lavadir auribuiedes esper *873.

reui-so monstruosidades inverosimeis, at na phan
tasia, contra toda especie de funecionarios, maxi
me oontra os magistrados. E' urna cousa qua, i
forca de repetida, se acha condemnada a no*
desviar o bom sonso publico.
No caso presente o forma e fundo da tome pa-,
blicaco refutam-se a si mesmos, ud oJscen-
chavo que ahi reina. Vas cima disto o eeaheci
ment que temos da moralidade do calumnia
nos demjve, antes" dor, nos deraove, nao a responder o qua nao l
resposta de homens serios, sim a esclarecer o
giii'in que porventura haja formado ura -coocei
menos apreciare! do digno juiz.
Desde logo (ora licito por em dnvida a~ varaeim
de dos faatos allegado* s fK>rquo vem. sobre a fij
ma de um mascarado sem pe)c-ue ^k.soffren
denuncia por tomalia'de tosaainalo na f"
ienenle anoel da MotU I Mas ba.-4o um
Mboreneia Mirado sobra a ntegroi do torpe
ma para ver-se a podrido qne .eoMoe. ~
lie aniquila la.
Abre o Jofameau tofJjQ s^ofe-dfr misartaa
mriot PrraopbMoo d % '"
06 directoras,
Joo da Silva Regadas.
Antonia Jos Leal litis.
Francisco Ferrara Baltar.
PRAGA DO RECIFE 6 DK SETEMBRO,
DE 1873.
AS 3 i/i HORAS DA TARD.
Colacwe IHclaes.
Algodao oa Pwrarwba 4a eeite 9* W por 15
kilos posto a bordo a frote de 1|2 d. a 5
0|0, rtoutem.
Cambio sebeo landres a 90 djv. 26 i\i d. oor
toe.
Cambio sobre o Porto a 90 d)v. 408 OjO de
1*e*k>.
ODOeorcq
Presidente,
eal Seve
______________________. OOerctawo.
42) Nio tora sido a piiuieira ^ez do desgoto da
parteOepovo pata cobraneade iapostos a outras
leis ftasuaambror a iei de tenso a do aovo re.
eenseameoto.
J
mmmnn n ports
Navios entrados no da S. S
Buenos-Ayres-2o dias, lugre francez Rtgase, de
337 toneladas, capito Farger, equipagem 15,
em lastro; a Harisinandy & Labille. Segua para
as Antilhas.
Pensacola ( nos Estades-nidos)70 dias, sumaca
bespanhola Henrique, de 161 toneladas, capito
Gabriel Ol ver, equipagem 10, carga madeira; a
Pereira Carneiro & C. Veio refrescar, e seguio
para Buenos-Ayres.
Rio Grande do Sul -23 dias, |barca brasileira M*
moza, de 287 toneladas; capito Maximiano G.
B. da Silva, equipagem 13, carga 13,96'J arro-
bas de carne; a Babar Oliveir & C
Granja o portos intermedios 9 dias, vapor nacio-
nal Pirapama, da 342 toneladas, coinmandaote
Felippe F. Perey-a, equipagem 30, carta differer>
tes gneros; a eompanhia Pernambucano.
Observacao.
Nao houve salnd,a.
N.vios entmd-is no dia 7.
Rio Grande do Sul23 dias, brigue nacional San-
Mm, de 295 toneladas, capito Manoel I. Fer-
reira, equipagem II, carga 14,000 arrobas de
carne ; a Bailar Oliveira de C.
Rio Grande do Sul -16 dias, patacho porluguez
Rival, de 245 toneladas, cap: o Manoel da C.
Barbosa, equipagem 11, carga 14,00j arrobas da
earne a Silva Cascio.
Navio sahido no mesmo \dia.
Mha de Maio Barca pertugueza Nova Sympithia,.
capito GuiHierme L. de Souza. Era lastro do
areia.
Navios entrados no dia 8.
Aracaju' e portos intermedios3 dias, vapor bra-
sileiro Mundeh, de 222 toneladas, coramandante
!. G. da Silva, equipagem 16, carga diversos g-
neros; a companhia Pernambucana.
Buenos Ayres16 dai, barba infieza Maggje
Brwne, de 574 toneladas, -capito Daniel Jone,
equipagem 14, em lastro; ordem. Seguio para
Barbeos.
Bio Grande do Norte -II dias, hiate nacional Gra-
ciosa, de 95 toneladas, capito Manoel Joaquim
da Silva, equipagem 8, em lastro; a Bartholo-
meo Lourenco.
Punlareinas ( na costa da America central )85
dias, lugre aliemo Elber, de 220 toneladas, ca-
pillo Trampko, equipagem >, carga madeira; ao
me.-mi capito. Veio refrescar e seguio para
New-York.
Haraburgo 64 dias, patacho aliemo Fried, de
173 teneladas, capito H. Menike, equipsgem
7, carga dfferentes mercadorias;: a J. J. G. Bel-
trio Filho.
ObseroacaoK
At meio da alo houve sabidas.
i lll I
O film. Sr. Inspector da tbesouraris. eeo-
vineial em curaprimenlo da ordem do Exm. Sr.
presidente da provincia, d 30 de julho, prximo
Sociedade beneficente luso-
brasileira.
A directoria desta sociedade, desejando cora a
maior brevidade a realisa.o da inieiaeao daqnel-
lis candidatos j ap|.rovados, reaoive trauscrever
para conheciraento dos raesiuj-, o art. 11 dos nos-
sos estatutos.
Art. 11. Aquelle candidato que bter sjdo ap-
pravado para socio e nao pagar a respectiva joi
no prazo de ires mezes, a contar da data da par
ticipacao, considerar-se-ha dosligado da sacie*
dado.
Outro sim, pede-se aos sociosem atraso a po-
rem-se quites com a caixa, vi-to as grandes des-
pezas que. a sociedade tem tido, nao s comus
obras da nova casa da sede social, assim comJ
com as heneliceucias aos socios indigentes.
Para conhecimento dos nusmos socios faco
sciente que se acha raali.-a la a madaui,-a da so-
ciedade para a ra do Imperador D. 3; aaa)m
como para facilitar a eobraofa de joias a nurasa-
lidades, acha-se alera do 1 procuralor, nemeado
o consocio Antonio da Silva Santos de Maraes,.
que se encarregar de fazer a cobraura aos so-
cios residentes as freguezias de Santo Antonio e
S. Jos.
Secretaria da sociedade beneficente luso-brasi-
leira, 5 de setembro-de 1873.
O Ia serretirio da directora
j__________________Souza Myra.
Pela thesourana provincial se faz publica
que foram transferidas pan o dia 18 do aurronte
as arreroataoSes seguintes:
Sitia dos Remedios WtfSt
Beparos da ponte do Desterro l:50i.2
Secretaria da the-iouraria provincial do PtrHani-
buco, 5 de setembro de 1873.
O OtBeia! maior
M. A. Ferreira.
O administrador da recebodoria do rendas
internas geraes faz sciente eos senhores da escra-
vos que ainda os nao derara matricula especial,
que podem e devm faze-lo durante o corren te
mez de setembro, son pena de seren eotisid-i ;id '*
iivres, corno-declara o artiga lil do regulamoobi
n. 4855 de 1 de dezeinbro de 1871.
Recehedoria de Pernambuco, 4 de sumbra de
1873.
_________Manoel Carneiro de Souza Lacerda-.
Estrada de Ferro Pa-
raense, no Para.
Tendo a assembla geral dos accionisla hi
Companhia Urbanu da Estreda de Ferro Parn/nety
autarisad a venda desta empieza, a eosuniasaa
eleita para este fin recebera propastas para a
compra da mesma at o dia 10 de novembio pr->
xirno, no Para, podendo os proponentes obter des-
de j as circulare-, e examinaren! us estatutos,
bem como os relatnos da campan ia de 1870,
1871 e 1872, no escriptorio d) Englisb Bank af
Rio de Janeiro Liaaited.
Gabinete portu^tseo de leituru.
eno PeruMubuca
AsM-mblda faral.
Do ordem do III n. Sr. presidente do eeosclho
convido aos senhores socios efeetivas d gabinete
partuguez de leitura, a reunirm se cm asseniblm
geral no dia 8 do corrente, as ll horas da manh,
ua sala das respectivas sessoOs. afim da elegercm
o novo coaeUio e cooamissao de exaine de cantas,
segundo as dispositoes do artigo dos estatntos.
Seciotaria dogabineto partuzoez de leitura cm
Pernambuco, i de setembro do r873.
B R. de Amorim
___________________ f sacrttarlo.
- Sabbado 6 do corren In lida a attdMicia do
em |
Sr. Dr. juiz de direito da 2* va a, vio em praja
para seren arrematados por i|uem m
movis seguintes : i duzfa de oadeiras de goar-
nicao, 2 ditas de braco, i sof, 1 par de opelos,
1 mosa de meio de ubi, i ospeibft grande de pa-
rede com tram e com tampo da pedio,
grande de parede com cal, com,
tres luzes e i par do lanternat. om oait-.oea do
*\

.
*


*** -

froat*; sradc ene dita meMtfa 6 de madelra de
'caranda, e iodos estes objectos liuram avallados
m I 2i, p.r execnco qne move Joaqun -eve-
riano ffognein Alan Conqalm da Silva.
Sociedade Beneficente Mon-
te-Pio Saftto Amaro.
De orden da pata administrativa desta socie-
dade, era ewi de 4 do corrente inet. faeo cen-
le a tolo os Srs. socio/, para o seu entend-
monto, que se a cha mu fcrida a cssao ea as-
sembta eral da diaaf para o da ti; domingo,
as 10 oras da manh.
Sata das ses-oos do Monte-Pi Santo Amaro, i
de setnmbro de 1871
O 1.* secretario,
>______________ Bulas G. de Mello.
Consulado provincial.
Foco seiente aos dflereutes conrribuintes de im-
postoa proviBdaes, relativo ao anno ftndo de
1871-73, que fceha-se delinitivamenie no dia 27
do correte o recebimento nesta ropa ni cao das
anotas anda nao satisfeitas dos mesmos impostos;
e, terminado este oraze, ser a cobranca efec-
tuada por va judKial cotn a multa de 9 Ojo e
e NkhVao das respectivas castas.
Consolado provincial, S de set> mbro d 1873.
O administrador,
_______________A. Carneiro Machado Ros
Santa casa da misericordia
do Recife
Forncdtneulo de i8 0004 annnaes.
A jnnta administrativa da santa casa da mise
rieordia do Reetfe precisa contratar o fornecmen
to dos gneros abaixo declarados, que tm de
eoniomir todos oe esubelecn)entos pos a seu
cargo, no trimestre de outubro a dezembro do
corrente anua Hetebe propostas na sala de snas
sessdes, pelas 3 boras da Urde do dia 18 do cor-
rento.
Aletria. kilogrammo.
Agurdente, litro.
Azeite doce, dem.
Arroz do MaranbSo, dem.
Bacalnao, kilograuuno.
Banha de porco, dem.
Batatas, idem.
Cbbyson, dem.
Caf etn grao, rdera.
Carne secea, dem.
Ceblas, cenia
Parlaba de mandioca da trra, litro.
Feijao mutattubo, dora.
FaretCLsacco.
Fumo do Rio, kilogrammo.
Gavina.
Milho, saceo.
Mantclga franceza, kilogrammo.
Potassa, idem.
Rape, dem.
Sabio, dem.
Sal, litro.
Tapioca, kilogrammo.
Tencinho, idem.
Velas de carnauba, idem.
Vinagre, litro.
Vlnno tinto de Lisboa,, idem.
Vinbobranco, idem.
Velas searinas, kilogrammo.
Fornecimcnto de .18:000" annuaes
A junta administrativa da -anta casa da mise-
ricordia do Recife precisa contratar o fornecmen-
to de pao, bolacha e assucar que houver de con-
sumir os estabe eiimentos pos a sen cargo no
trimestre de outubro a dezembro Jo corrente an-
no. Recebe propostas na sala das suas sessdes,
pelas 3 hura? da tarde do dia 18 do corrente.
Fornecimento de 32:0004 annuaes.
A junta administrativa da mesma santa casa
eontrata o fornecimento de carne verde que hou-
ver de consumir os otabeleciim-ntos pios a stu
cargo, no trimestre de outobro a dejembro. Re-
ceb propostas n sala das suas sessdes, pelas 3
boras da tarde do dia 18 do corrente.
Secretaria da santa casa da misericordia do
Recife, 9 de eetofflhn de 1873.
O asenvSo,
Pedro Rodrigues de 'onza.
|Maxio HteTeraml^cQ Terc,a feira 9 de $e^pbiHi de ItpS.
t. =
vmrS.-.M->.'- !
..--..
THEATRO
gimo HMATIC0
ESPUXY k PN\WFE
QUARTA-FKiRA 10 DO CORRENTE
Beneficio do gerente regente la
orchestra.
Logo que a orcbcslra tiver exeCOtado urna
brilhante symphonia, subir scena o mnito ap-
Slaudido drama ein r actos, original portuguez
o Exm. conselheiro Jos da Silva Medes Leal
Jnior, intitulado :
Terminar o espectculo enm a mnito fren-
ticamente applaudida scena cmica representada
pelo Sr Fia vio : ,
0 SR, DOMINGOS FORA 00 SERIO
Ao publico.
Tendo a mpreza muitos ptddos e encommen-
das de bilhetes, re-olveu-se a representar pela se-
gunda vez, na quinia-feira 11 do corrente o bem
aceito drama, escripto pelo Sr. Dr. Villela :
BIUM E MANOT
Santo Antonio
EMPRFZA
SANTO AMONIO
EMPREZA VICENTE
QUIXTA-FEIRA 11 DO'CORRDNTE.
Beneficio do artista
Joaojuim Infante da Cmara.
Subir a sc-na pela primara vei nesta poca
osempre applaudido drama em 5 actos.
I F1LH4 DO LttiUDflK
Terminar o espectculo com urna bonita co-
media em um acto.
O beneficiado desle j agradece as pessoas que
se dignaren) honrar o sea espectculo.
AVISOS MARTIMOS.
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
iVavegaeSo costeira a vapor.
MAHANGUAPE.
O vapor Coruripe, com-
mandante. Silva, seguir para
o porto cima no dia 2 d(
corrente, s S horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiroa
frete at as 2 horas da tarde do dia da sabida
escriptorio no Forte do "alto? n. 12.
COMPANHIA PKRNAMBUCANA
DE
tavegacao costeira a vapor.
RIOFORMOSO ETAMAKRAR.
O vapor Pwahyba,
commandante Pedro, se-
guir para os portos
cima no dia 15 do cor-
rente, s 9 horas da non-
te. Recebe carga, encom-
mendas, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mallos
n. 12._________________________________
COMPANHIA PF.UNAMBLCANA
DE
iVavegacito costeira a vapor.
MACEl, PF.NK.no E ARACAJ'.
O vapor Giqui,
commandante Feippe
seguir para os por-
tos cima no dia 1S
do corrente, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do corrente, encom-
mendas, passageiros e dinhoiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio nc
Forte no Mallos n. 12.____________________
COMPANHIA PERNAMBL'CANA
DE
Navcgacito costeira a vapor.
URAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARACx
TY, CEAR, MANDAHU' ACARAC' E GRANJA.
O vapor Pirapuma,
commandante Felippe,
seguir para os por
tos cima no dia 15
do corrente, s 5 ho
ras da tarde.
Recebe carga at u dia M do corrente, encom-
mentlas, pas-agens e'dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do da da sahida : escriptorio no
Forte do Mattos n. 12
COMPANHIA PKRNAMBUCANA
DE
\iue;aeait costeira a vapor.
GOYANNA.
O vapor Pai'nhyba,
commandante Pedro,
seguir para o porto
cima no dia 12 do
ci rrente, s 9 horas
da noute.
enfommendas, passageiros e di-
escriptorio no Firte do Mattos
Recebe
nheiro a
n. 12.
carga,
frete :
PANY
I.in'ia qninzenal
O PAQUETE
espera-se da Europa ateo dia 1 i do-corrente,
a depois da demora do costume seguir para o sul
do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
onde receber passageiros, encommendase dinhei-
ro a frete.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.g
\\RUADO COMMERCIO14
COMMIHA
RAS
ESSAI.ERIES MAKITIMES
Ateo dia 10 do corrente mz es|iera-se dos por
los do sul o vapor franr&z Enjmnntke, entuman
danle Ronlte,o quai dojiois da dem-rn do eo-lu
me, seguir para HordV. tocando eiu Dakar re) e Lisboa.
Para eoOdlCuOS, rrrtes 8 passagens, trata-se n
igencia, ra do Commercio n. 9.
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com muita brevidade e palhx-
bote Ratita, por ter algnma carga tratada e para
a que ihe falta trata-se com os consignatarios
Joaquim Jos Goncalves Beltrao & Filho : ra
do Commercio n. 5
Uio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo, sahir com brevi-
dade ; para carra, tratase com Pereira Vianna
A II na ra da Vig..rio n. 7, prime i ro andar.
LEIL0ES.
Leilao
DE
caira lo francez, pretos e de cores para se-
nhoras e meninas, avsriados
Hoje
s 11 horas.
O agente Pinto levar a leilao. por aatorisaeo
do gerente do consolado de Franca, em presenca
de squ chancellar e por cunta e risco de que'm
pertencer, urna raixa marca M A & n 3,364,
com calcado, avariado a bordo da barca inoris.
Jfin Baptiste : o leilao -e.ra eflectuado no dia e
hora cima ditos, no escriptorio do referido agen-
te, ra do Bom Jess n. 43.
LEILAO
DE
louras, vidrus 2 pianos de Jacaranda' e
muitos outros artigos.
QUARTA-FKIRA 10 DO CORRENTE.
O preposto do agente Pestaa, far leilao por
conla e risco de quem perierer, de diversos tras
les avnlsos. Na mema occasio vender 60 cha-
pozinhos pira meninos, 20 espedios de moldu-
ra dourados de diversas tmanhos, 9 ditos de raz,
9 transparenles tinos, 12 duzias de caximbos de
lou^a, 2 vestuarios para baplisados obra de gosto,
casaveque de alpaca enfeitdo, camisas de linho
para senhora, camisinhas de cambraia bordada",
gollas com manguitos, sintos de selim, manlilhas
pretas, 27> covados de granadine com hstras de
seda, 15 lihras de re'.roz de diversas cores, urna
porco de tacos para buhares, e outros muitos
objectos avulso-, quarta-feira 10 do corrente mez
s II horas da manh no armazem ra do Vi-
gario n. 11.___________________
Grande
LEILAO
DE
pianos novos e usados
para liquidacao
ao correr do marttto.
QUARTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
Sendo:
9 elegantes pianos novos de armario dos mais
afamados fabricantes de Paris, 1 dito de oaefa
cauda do celebre fabricante Hleyel, 3 ditos de
armario usados.
Antonio Jo* de Azevedo. querendo acabar com
o deposito de pianos, far leilao ao correr do
martello, por intervi-ncao do agente Mariins, de
todos os pianos novos e usados, existentes em seu
armazem de deposito.
A' ruado BarAo da Victoria n. 12, entrada
pelo sobrado n. 14.
Principiar o leilao s 11 boras do dia._______
Atteneo *
Previne- e a todas as canas e vendedores de
bilhetes de lotera do Rio -de Janeiro, que hoje pe-
las Ji horas da manh, pe :co mais oo menos, fur-
tarara da casa do abanto assignado, no pateo do
Terco n. 137, I* andar, um paletot a um cohete de
cisnirm, eoiMendo o t>aletot ama cartelra com os
bilhetes da 24a lotera das casas de detencao do
Rio de Jamiro,sendo i|uartos ns. 445, 1644, 451,
:Wifj e :>t4 meios. 19I e 2961, tendo mais bi-
lhetes o qnarto*, cujos nmeros nao se lembra ;
em dhilieiro i83, e mais qnatro bilhetes da lo-
tera de Santa Fe. ni. 6H63, 661, 51M e 3231 ;
um nlofio de orata de mostrador aml com cor-
rfiite de eaheBn, sendo esl eom seis passadore,
imi meio nina fivela r> ditas argolas: portanto pe-
ite* a qiimi quar que forera irTerecid-* taes ob-
jucMI, a a,>or-ht'ii.-o dos uir.siiies, quo generosa
mente te recompensar. Recife, 5 de setembro do
W73. Francisco Xavier Cavaleante.
Boa casa para alugar.
Aluga-se urna boa casa no Poco da Panella,
ra do Rio n. 25, com 2 salas, 4 quartos ecozinha
tora, quintal.murado e alpendre na frente,' muiti
propria para passar a (esta por flear prxima do
b-nho, tan aprecavel no verao, e prego commodo:
a traUr na travena da Madre de Dos n. 18.
O Dr. R. Vianna.
Medico operador e arleiro.
Especialidades.Operaces e molestias
das vias genito ourinarias.
Opera os estreitmentos da nrethra
pela electricidade por.nm processo inlei-
ramente novo sem dor, garantindo a cu-
ra radical em poueos das.
Consullas.=do meio da s 2 horas
(gratis aos pobres).
Chamados.Por escripto a qualquer
hora.
Ra do Vgario n. 1, segundo andar.
i
(K=7
Quarta-feira 10 de setembro
nica representar;ao da magnifica comedia dra-
ma, em cinco acto*:
A CIGANA Of PARS
O artista llahia, desempenbar o papel de
Montrichard.
A peca vai ser remontada com todo o esmero e
capricho.
O programma, ser publicado em avnlsos no
dia do espectculo.
Gabinete Portuguez de
Leiiura
Ra do Imperador
QUINTA-FEIHA 11 DO CORRENTE
as 8 1/2 horas da noite
Ultimo 'concert
DE
Hugo liissmeyer
aindado pelos insigues artistas.
Mme. Mn tilde Bachelery......... Cant.
Sr. Jandido Filho............... Flautx
Mr. Snles Poppe............... Rabecca.
Sr. H. Bussrueyer. .. ......... Orgao.
PIANO.
lima. M. Barbelery.
Mr. Ga-tave Wertheimer.
Mr. Jotes Poppe.
flr. H Bnssmeyer.
JBands militar.
Bilhetes de entrada a.......5*000
Bilheteso de familia....... 15J000
Pacific Steam JiiiVigali n Comp]
I.icilia qninzenal
P PAQUKTE
MAGELLAN
espera e do sul at o dia 12 do corrente, e de-
pois da demora do cnstume, seguir para Li-
verpool, va Lisboa, para onde recebera passa
geiros e carga.
OS AGENTES
Wilson Rnwe A C.
11RA DO COMMERCIO14
( 01IIA\II1A
DE
MAVEGACAO BRASILEIRA.
Portos Dos portos do sul esperadoTit o dia II do cor-
rente o vapor Pm, o qual depois da demora
doc slume,seguir paraos portos cima.
Para carca, eneoinmendas, valores e passagei
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, na di
Vgario n. 7.
Pereira Vianna & C.
Agentes.
Tara Lisboa
pretende sngnir.com pouca demora a escuna por
fugneza Christina, do 1' cla-se, capitao Loureiro.
por ter a maior parte de seu carn gamento enga-
jado; e para o resto qi.-e Ibe falta trata-se com os
co nsignatanos Joaquim Jos Goncalves Beltrao a
Filho, ra do :ommercio n 5.
Para o Porto.
Acha-se proposto para seguir Cym a maior bre-
vidade o brigue portuguei Una, para o que re
cebe carga, e tratase com os consignatarios T. de
Aqulno Fonceca A C. successores, na ra do Vi
gario n. 19, L andar.___________________________
Para a Bahia.
Pretende seguir com mnita brevidade o palha
bote nacional Vorm >lriir, tem parte de seu
earregamento engajado, e-nsra o resto que Ihe
falta trata-se cora os seas consignatarios Antonio
Lnii de Oiiveira Aievedo k C, no seu escriptorio
rna do Bom Jess n. 87.
todas as merendonas e accessorios da loja
dimominada La Menagre, sita ra da
Imperatriz n. 17.
0UINTA-FE1RA li DO CORRENTE
AV I horas i ntiinh.
O agente Pnho Borgcs achando-se autnrisado,
vender os referidos artigos, constando do: cha-
leiras, grelha?, cangeroes e-tanhados, cassarolas,
fornalhas, vassouras, porta-flores de rame, v-
dros para cosmorama, garrafas com musiea, lan-
terna nugira, papel branco e decires, I relogio,
armaban, cadtins e infinidades de objectos para
o uso domestico, que se acharo patentes no dia
do leilao
Saques para Mas ;s cidades e
villas de P rdi^il.
Carvalho d Nogueira, saccam sobre o
banco commercial de Vianna, e suas agen-
cias em todas as cidades e villas de Portu-
gal, qualquer quantia vista uu a prazo e
por todos os paquetes; ra do Apollo
n. 20.
CASA DO OURO
\h 5:000^000
Bilhetes garantidos
Hua do llardo da Victoria (outr'ora Noval
n. 63, e casa do cosame.
O abaixo asstgnado acaba de vender nos seas
muito felizes bilhetes a sorte de .VOuOliiOO em
juatro quartos de n. 1614, e quatro quartos de n
2 un com a sorte de 8n0, e dous meios de n.
2830 coin a sorte de ;W0A, alem de outras surtes
menores de WOOi e 2H4C00 da lotera que se ac
bou de extrahir (65* ; e cmvida aos possuido-
res a virem receber, que promptamenle serlo
pagos na forma do costume.
O niesmo abako assignado convida ao respeita-
vel publico para vir ao seu estabeleeiment com
prar os muito felizes bilbetes,que nao deixaro de
tirar qualquer remio, como prova pelos mesmos
aun uncios.
Acham-se venda os muito feli es bilhetes ga-
rantidos da 3- parte da lotera a beneficio da
da igreja do Livramento de Pao d'Alho, que se
extrahir no da 15 do crreme mez.
Inteiro
v-eio
Qnarto
De lOttzOOO
inteiro
Meio
Quarto
Preco
64000
3J>000
U500
para cima.
5500
2*750
14378
Recife, 6 de setembro de 1873
Joao Jaaqnim da Costa Leite.
- ay-
Bernardino Antonio Pereira.
Porfirio Amonio Pereira. pussuido da mais pun-
gente dor, agradece do intimo d'alma a ;r lias
pessoas que acompanharam ao cemiterio publico
os restos moriaes de seu extremnaq e sempre lein-
bralo irmao Bernardino Antonio l'ereira, e de
novo os convida para assistirejn missa do sti-
mo di que manda rezar na Igreja do convento
de S. Francisco, pelas 7 horas da manh, do dia
terra-feira 9 de s. tera'.ro.
fu r*i7\KmmmmmmaKMMmsm
Alguns amigos do fallecido Heonque Amante
Chaves, mandara celebrar urna misa terca feira
9 dn c irrcnle na igrt-ja de S. Francisco s 8 ho
ras la manh por alma daquelle finado amigo,
e convidara a senhora viuva e familia do mesmo
para este fin, bem como os mais amigos que
qm'terem as-i.-tir a estn a'to de religio.
i
DE
cortes de vestidos de cambraia, algodo
azul, chitas de cores, madapolSo, cami-
sas para homers, hnmburg, chapeos de
sol, ditos lo Chile, duzias de botinas ava-
riadas para senbpras, contras hiendas
mais.
Quinta-feira 11 de agosto
.Vs IO 1| kmrmm.
0 agente Pinho Borges far o leilao sefma ao
correr do martello, ra da Imperatriz n. 17.
.%nna Mura de Ma^alliAcs.
Santos
Joo Ferreira dos Santos J-
nior e seus parentes, cordeal-
mente agradecen) as pesosas
que se dignaram prestar os
ltimos oicios de amisade
assistindo aos actos fnebres e de acompa-
ntiarem os restos mortaes da mesma finada a
saa ultima morada, e de novo convidara
aos seus amigos para assistirem aos suffragios
d) stimo dia s 7 horas da manh de terca
fura 9 lo corrente, na igreja da veneravel
ordem 3.a de N. S. do Carino, antocipando
ifesde j seus agr lecimentos por to pioe
caridoso obsequio.

. -
CASA DA FORTOA.
AOS 5:000#000.
BILHETES GARANTIDOS.
jtesoc'aco portugueza de beneficencia dos
empregados no commercio e industria em
Pemarabrjco.
De ordem do Sr. director desta associacao con-
vido aos -enhores membrrs da directora para
aisstirem missa que por alma do nos>o fallec
ib consocio Bernardino Antonio Pereira tem a
resma directora de mandar n sar na igreja de S.
Ranciseo, no dia 9 do corrente mez, pelas 7 l|2
hras da manha, stimo dia de seu passamento.
pacife, 4 de setembro de 1873.
Cardoso Pereira
. S* secretario.
-
\tten^ao
i
>
100$000.
Gratifica-se com esta quantia qualquer pessoa
que agarrar urna mulata de nome Balbina, baixa,
Jbeia do corpo, cabell s cacheados e ralos, tendo
wdo cortados ha tempos, e presentemente amarra,
1 ra PriTMtrode Marco (oulr ora ruad. !port0 curl0i com uma pequea cicatrit em ama
Crespo) n. 23 e casas do costume. das sobraucelhas e outra em uma uas mos pela
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos parte de dantro que nao pude bem abr-la, e
la 3* parte das loteras a beneficio da igreja do tendo sido amasiadi com um soldado do S, foi
Livramento de Pao d'Alho (6ti"), que se extrahir p) esa na fortaleza Jas Cinco Pontas. e andou fu
na segunda-feira, 15 do corrente aiez.
l'HECOs.
Bilhete inteiro 64000
Meio bilhete 34000
Quarto 14500
Mi PORgAODE 1005000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 54500
Meio bilhete 24750
Quarto 14375
M-mnel Vurtins Fiuza
liiiU era Go>nntia, Iguarasr e I ta marac como
nome de Maria : quem a pe^ar leve-a ao Camin o
Novo, em casa do Sr. Joaquim Luiz Goncalves
Peona, ou iui do Vicond.- de fiovanna n. Sil
Ao publico.
i Domingos Maria Goncalves, cnsul portuguez
de 2- ca e e encarn-gado que foi do consulado
le Portugal em Peruambuco ns ltimos u eze
nezes, panicipa aos seus amigos, irnto nacionacs
" orno poi tuguezes, que tem o seu escriptorio na
na Pnmairo de v;,rci n. 23, f andar, anti,a
A,gumas P,ssoasnue .o ^^^^S^
Aliento.
quentadoras do iheatro Gymn
mu lamhem ricaram rom bilhetes para o bineficio
do lllm. Sr. Marcelino Cl> to Ril.eii Lima.tendo j
por mais de uma vez assistidn a reprasentacao do
dramaPedro sem mais nada pedem illastreg
Feitor.
empreza do mencionado theatro a remoro da-
quelle por .outro qnalquer dr^ma, pelo que w
mostrarao rceonheridos.
Josa Corr a Braga vai a Lisboa, levando em
sua compaobia sua senhora e orna filha menor.
Urna pessoa chegada ltimamente da Portugal,
|Terece->e para feitor era qualquer sitio ou para
itro qualquer s^rvico : a tra-ar na roa da Ma
B de Deus n. 3i, escriptorio de Cunha Irmos
Covanoia.
Precisa-se alugar um
preto demeia idade: nesta
typpgraphia.
Muita attencao
Ainda contina o armazem de I mica de barro
em liqoldacao, nos fundos da loja da rna da Im-
peratriz!. 51, entrada peta esrada.
Precisa um casal alnpar inetade de uma ra
sa de familia, que nao exceda de 1O4 mensaes :
na ma da Palma* n. 65.
Em c nsequencta de nao terem stisfeit
as suas etrndas os Sr. que aceitaran! ac-
edes para assignatura da lllustracdo Per-
nnmbucan, [a oxcepcio de tres) deixade ter
andamento com a to a ollera ilada aos mes-
mos (cando por tanto prejudicados os mes
mos, bilhetes que sero novameiite substi
luidos por outros.
Tourada em Olinda,
Nao perinittindoas chuvasque cahiram no
domingo passado, que bouvesse o iKverti-
mentodo boi fia Olinda, e sendo amanh,
domingo 7, dia de festa nacional, o abaixo
assignado tem espacado para o dia em que
novami'iite annuiiciar, que provavelmente
ser no domingo seguinte, nao bavendo in-
conveniente.
Jos de Sampaio Correa.
Quer i-e arrumar uin menino de 13 a 14
annos, de boa condu leltras, em qualquer loja de fazenda, pagando-sc a
despeza que lizer em quanto nao tiver pratca : a
tratar na ra estreila du Rosario n. 17, Io andar,
sala de detraz.
COMPANHIA
1 ios
TEMOS URBANOS
DO
Itccif i Olinda.
Tendo o governo imperial approvado.
por decreto 11. 5,150 de 27 de novembro do
anno proxi.no passado a reforma dos esta-
tutos desta compinhia, de ordem d. directo-
ra sao convidados os Srs. accionistas para
sereuniremnodia 1 t do corrente slOho
ras da manh no escriptorio da companhia,
afim de proceder-se a eloico da nova direc-
tora e mais fiinccionarios, nos termos do
1." do art. i3 ilosmes-iios estatutos.
Previne-se, outro sim, aos Srs. accionistas
que no escriptorio se distribucm os novos es-
tatutos.
Escriptorio da companhia, 5 de setembre
de 1874.
Joo Joaquim Alves,
1.' secretario.
ESCRIPTORIO
COMMERCIaL.
199, Una IAS1UVV
Luiz Felippe Lcilc k Irnios
Ezecutam por commissan qnaesqner ordena das
provincias do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outros pai7.es estran-
geiros.
Rerebem eonsignaclo gneros nacion^es, co-
lomaes, hespanhes, irancezes, inleies, allemaes
e do brasil, ou mesn o de outros baizes, para se-
ren vendidos no rt*ino on fra delle
Executam ofdens para compra e venda de fun
dos pi.blicos, naeionaes e estraneeiros. Tratarn
da enhranca dos respeeUroa diviuend s.
Promovei.. no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidaijoes, causas eiveis o comaierciaes, appel
lai;oes e recurso de revista.
Tem os melhores advogado na capital.
Para os neg cos da nataivza especial, como
causas forenses, adininistracao de bens, etc., que
rendse, pode proceder accordo inevio conforme
a cataren do negocio.
Solicitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer outros breves apostlicos concedidos em Ro-
ma ou pela Nunciatura em Lisboa, annullacao
de ordens, e quaesquer outras dependencias dos
iribunaes da Santa S.
Tratara da arreeda^ao de heran?as e adminis-
tra cao de bens no continente do reino.
Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
to admni-trativo, conselho, oo fregnezia do reino,
ilhas e provincias ullramarinas.
Fa e u adiantaineiitos sobre consignaooVs de
luatsquer gneros que tenham prorapt sahida
nos meicados inglezes ou allemaes. Tambem com-
prara aqut-lles que se offerecerRSo em condi^oi-s
vantajosas.
Fazem transadles por consigna^ao ou compra,
sobre minerios, taes como de cobre, chumbo,
phospbatos, ou outros quaesquer, se convierem as
condi>;es de qualidada e preces.
Do-se boas refereneias eni Lisboa e no Porto.
Esta ca tem correspondencias serias em lados
os pontos do reino, em Pars, Inglaterra e Ham-
bnrgo, na frica portogoea, em Maco (China)
reino da Sio, ilhas dos Aepres o Cabo-Verde,
e aceita as propoeta que *lo imperio do Brasil
Ihe torera feitas por correspondencia elJectiva ou
eventual.
Na modicidad do ?;ias commissoes, na exacti-
do de suas emitas e no crdito tongamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom aco-
IrTmento.
Tem correspondentes em Sevlia e outra? pra-
cas de Ilespanha.
N. B. As cMnmissOes sao reguladas pola praxe
desta praea
mmi t- tmwytm
DEMISTA DE PARS
19 RUA NOVA59
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de, F. Gautier, es-
pera continuar ame-
recera confianza dos
clientes da easa; edo
respeitavel publico em
geral.
Olinda.
Aluga-se nma casa na rna de Mathias Ferrei
ra, com quintal e caciirroa : a tratar ra do
Amorim n. 37. ________________________
e segundo andar do sobrado da ra da Guia n
6J, caiaoo e pintado de ovo na rna da Sen-
taha Nova n. 1._______________________
Casa no bairro do Recife.
Aluga-se por preco commo-io o r* andar do
sobrado n. 14 da ra do Turres : a tratar no i*
andar da mesma casa, ou roa do Imperador nu-
mero 67.
PARA T0DOS
Paula & Mafra, com casa
mortuaria no pateo do Pa-
raizo ns. 10 c 12, declaran*
ao publico que aposar das ta-
bellas publicadas pela Santa
Casa de Misericordia, conti-
nua ni a incumbir-se de en-
terrainentos, e mais officios
fnebres, como costumam,
isto com sinceridade pop-
tualidade e commodidade
em prcQos.
WPtBLIW
Ouem mais eomioA) \ florece ?
Incontestavelmentc a loja de raleadoiestranfei-
ro que mais commodo offeiece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexs, o PaRIS NA AMERICA,
ra Duque de Caxias n. 50, priraeiro audar (ao-
tiga do QueimaJo) e a razio T a razan simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo a
neommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se toreado a experimntala sobre um
pequeo c pueroso pedac de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma eonheeer se>
a botina Ihe tica boa, pois, nao tem espaco pan
experimenta-la, ao menos qne nao a estrague dan-
do apenas um passo, que chegarlogu ao iminnn-
do ladolho ; o que nao acontece no Parit un
Amtrioi, onde pode se passear varada e desta.
forma conhecer-se se Ora bom o ral.;ailo : para o
bello sexo, entao qnasi m|Mssivel. que tuna se-
nhora (do bom toni) queira sujeilar se a experi-
mentar raleado ao lado de um haleao, mide, tn-
tra qurm quer, ainda mesrao para comprar : (?
Paris no America nao resente-se desta falla ; tem
nm bem preparado gabin-le reservado, para a-s
Exmas. que all poden estar em perfeito commo-
do para a escolba do calgado.
Nao terminan) ai as vantagens on commodos
do Puris u America ra Duque de Caxias n.
59, pruiieiro andar, consiste tan bem no bom sor-
timento de botinas para hoinens, dos melhores o
mais afamados fabricantes da Europa, como Me-
lies, Su chnellos e sapatos, assim tambem um lindo sor-
limento de botinas para senhora, e sapatinhos de
muitasquahdailes ;ue poderlo satisfacer a esco-
Iha da mais capichosa senhora (do bom goslo) ;
pelo que tica expendido,. .t claro que a loja de
calcado eslrangeiro, qne mais vantagens offerece,
oPi7i-/tM Americ-i, roa Duque de Caxias Bf.
59, primeiro andar, antiga ra.do Queimfdo
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Companhia
EDIFICADORA DA PROVINCIA
DE

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si
Pos'iinmltuco.
O incorpi.rador desta grandiosa e utilitaria em-
preza tem a honra de* annuiicar pelo presente a
todos os artuai's e futuros subscriptores de acedes
da companhia Edificadora da" provincia de Per-
uambuco, que acaba de remetter para o governo
de S. M. Imperial, por intermedio do Exm. presi-
dente desta provincia, diversos papis e documen-
tos na forma exigida pelo decreto n. 2,711 de 19
de dez'inoro de 1860. dos quaes tiriham ddn de-
volvidos alguns per noeslarem com tola a for-
malidade do dito decreto, em occasio da primeira
remessa encaminhada por esr.a presidencia, em 2S
de jupho de 1872.
Convencido de ter preenclilo, agora, todas as
formalidades e exigencias do supradito decreto,
K""nta que vista das boas informa^Des dadas por
esta presidencia, o governo imperial se dignar
demorar o menis possivcl a factura do decreto
autorisando a companhia Edificadora a dar corne-
jo a suas upeacoes em principio de Janeiro
de 187.
A pr*mein emlsso de 5,000 acues de 1004
ca'da uma, determinada pelo i" do art 3 dos
estatutos com dula de 10 de junro do 1872,
acha-se subscripta ate" 1.1. do correute, por 110
asignantes formando mu total
de.......... 2:8G0 ?.cc5ps
fieando a distribuir .... 2,140
total 3,00d .
das quaes
3,000 subscriptas em Pernambneo e
2,000 a subscrever na praca do Hio de Janeiro,
-------paga veis pr iuteiro de nma s vez com .i
5,000 de>conto lo lo / logo dep-is da installa-
cao da companhia, e da primeira chamada feita
pela directora administrativa, da primeira pres-
taco de acord com o ? nico do art. 7 dos res-
pectivos estatutos.
Se Deus nao mandar o contrario, o incorpora-
dor da compaqiiia espera ter a sMisIacjio de ma-
mresiarsua gratidao ao principal autor Ja l.i
provincial n. 535 de 20 de joiiho de 1862, que bo-
je oceupa dignamente a cadeira desta presidencia,
ilenrique Pereira de Lacena, de tornar seu nome
mmorredouro e de ter a hon-a de dar sua assig-
oatura acia que sera solemnemente, lavrada por
occasio do a*sentamtnto da primara pedrada
primeira edifiraeao da companhia, cuja dala dar
.principio aos qurenta annos de duracao das dis-
pensas que a le provincial n. 535, j citada, eon-
cedeu ao incorporados para a dita companhia.
cuja realls**;* rol adiada at hoje em razio da
crse finalicen i, e dos cinco annos de guerra com
o Paraguay, que parabsararo i realisafo de dita
companhia, eqia necessidade iodi sentida po todas as classes em raxo da falta.de
casas aproririadas para cada orna dellas.
Recife, 20 de sg stu de 1873
^________ F. .V. Ihiprni,
-Xa rna hrga do Rosario ir Yl7loja de~cil ';
fiado, precisa-se de unta -ama que saiba comprar r
Dhar Xa me-ma casa ijrecisase de uma
conta do servico-
infer,
y
___LL

ni neste Diario para
emrar de socio em algwsa taverna ou padaria
deixe carta (echada nesta rspof raphia com as iw-
cjaw A V para ser procurado.
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Diario de Pernambueo Terca feira 9 de Setenare de 1878.
Yi'Mc.i-c.i
pro : na rea Tli.l M. 14.
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WD- *
Curta
Aim !r' ulna ama para ensalmar
--"1"1 imigaikmar pnsp caa fe familia : a
tratarjta^pc dfclml |frI.:Aii|n.%. 1
Pr*sl-se fe uinv'ama .-rr|a |i\):i m"zi-
d.i ras do abaixo
nhar e ensal
tu ra da l'ettha n. U.
Precisa-se de urna ama par comprar e co-
xmhar : na ra de SanU Thercza n. 23.
Precisare de ama para co-
~ nhar pira casa de pouea
*-k.TJa\ *W- ftailia : a tratar ra 4o
Hospicio n. 46 easa terrea que" tem bolas ama-
reHaa na cornija.______________-
Precisa-se de urna ama para
itrai
do qaartel de polica, sobrado n
A I!/! A o servieo de duai pessoas: atraz
16, i. andar.
PRECISA-SE de urna
que saiba cozinhar para
urna familia de duas
pessoas : no pateo do
Para izo q 2S, t.* e 8. andares.
Preeisa-se de urna ama pa-
AMAs .......
duas pessoas : na ra da Ca^eia-nova o. i i
o ser ico interno de urna
casa de familia composta de
, Germano Pinto de Magalhe* cientfica aos
seus reguezes e ao pthMieo em geral que mu-
dou o sea eslabetocimento de carros de passeio
4a ra dj Plores para a do Imperador n. 17,
onde contina a servir cum promptidao e as eio
aos seus freguere c >mo sempre tem fetto.
Laja do Rubi.
Ra estreita do Rosario n 15
Hermino Perrera da Silva scientiftca a seos
amigos e amigos fregufes, que se arha actual
mente na sin antiga Toja de ourives, situada a ra
treiu do Rosario n. I >, denominada Rubi :
onde, espera continuar a merecer a me.-ma con-
flanea d'antes.
Bom local.
di
A loja do predio da rna Harrilio Oias n. 120
confronte tamben para a de Lomas Valentinas
iresta-se a qmlquer ngnci<> de lazendas, miu-
Iflaas eu moHiadirs, em grande e pequea e-cal.
A safra d<> assncar esta prxima, e indubitavel
'O bom resultado de queni all se es'.abelerer. ".'
ominlo oynguei p 'umbeiti -se fez arrendameritn
como nrslfaur conviee, tem gaz, agua e appanUho
p Drantagn, e nada deve de itnp istos ; a tratar
ttrna do Imperadora. 81.
Est fuRi.io desde o dia 30 de agosto o escravo
de nome Gemintano que foi escravo do Illm. Sr.
apilan Pinnitio em Maricota ; o escravo em os
signaes augoiatm : mulato,estatura regular, cheto
do corso, falta de denles na frente, tem no bra-
co direrte um corarlo e as iwciaes A. M. C, sahio
eom mapa preta e chapeo de Mamlha, descon-
fiare qne anda-pelo bairrodo Reofeou em Ma-
neota : de o levar ra Lrga do Rusarii n. 32, loja, que
ser gratificado
oom signan- SiRiiiiitcs : i-Mo, :ilio, n.a^r.i, pe.-
grandes, tem n r-lo Instantes e* piiliasj i n <*
mu do Sr. Jo lili.ir. m -qt-> leni
Un >e luvio-avn >..i i.tlioo f% pi'lv.'iio ('-i. m .
pgfcr queira leva lo, i.ti ;. r.i>,-( ,le liten;:! u a
nra de Santa Hita n. 5 igie ser recompensado.
Bahrmmn Alves Arxav
dia IV de agosto,
Molo.
'. I
i|
ni i-njii le
no |t i. m
Garanhuns.
Na rna
fallar aos
Jos l'aes
resse.
do Paran Ka Viei.iri.1 n. .16, precisa-se
Srs. Pedro d llego Chaves Peixolo e
da Silva, a negocio de particular inte-

m
'^Inga-so a casa|tiifra 4a rna do Principe
lia-t.iute li^^^^^^^^Btal e
ii'iir.iiln : a tratar na n9V^^BTI*- da Cruz :i. I." .isdar.
M
Mello

MEDICO.
Augusto Trajano de Hollamla Cha-
cn, doutor em medicina pela Faeul-
dade do Rki de Janeim, chegado ha
piuco da Europa, inde nos melhores
nospitaes dedicou-se aos estudos de
sna proBssao e com esperialidade s
operaefie- e s molestias dos olhos, tem
e seu escripturio ta casa de sua resi-
dencia l ra Duque de Caxias, antiga
das Cruzes n 9, 2. andar.
< onsiiltas das 7 as 9 horas da ma-
nila.
Gratis aos pobres.
. Est cncouraqado !! I
Roga-se ao film. Sr. Ignacio Vieira de 1__
esenvao na cidaile de Nazareth desu provincia, (.
favor de vira na Duque de Caxias n. :W, con-
cluir aquelle iieg.icio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada dcsie jornal, en
flns de dozembrn .le. 1871, o ilepois para Janeiro.
pas e por este motivo de novo chamado para diu.
tlm, pois S. S. se deve lemhrar que este negocio t
de mais de eito annos, e quando o Sr. sen fllho s.
ha net eM '
NOVA TINTA
Eacravo fgido.
Amenkm se na sexta-feira, 29 de agosto prxi-
mo passado, da caza de seu senhor, o escravo Ro-
3ue, de idade de 18 aonos ponen mais ou menos,
e cor preta, eom os signaes seguintes : cobellos
carapinhos cortado rente, estatura regular, secco
do corpo, 0II109 gr radas, te ps e inos oera feitos : romo nao 1em conheci-
meato do mato e de crer que se ache aiesmo na
eidade eu mus arrabaldes, e j tem sido visto em
Deberme: pede-se por tanto as autoridades, cap-
taes de ampo on qualquer pessraqne n agarrar o
avor de o levar ra do Vigorio Tenorio n. 3 2*
andar, que ser bem gratificado.
Recife, l de setembro de 1873.______________
Joaquim Jos G#n Beltro.
Rna do Coanmerclu n. S, 4.* andar
Sacca por todos os paquetes sobre o bancu
do .Miribo, em Braga, sobre s -s^uintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco Barcellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
luimaracs.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Mon^o.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Pamalico
Villa Nova do Portimo.
Villa Keal.
Vizeu.
Valenga.
Figueira.
Escravo fgido.
150$000 de gratifica^o.
AuseBtou-se desdo o dia 13 de maio de 1872, o
preto de nome Alfredo, de tricta e tantos annos.
crioulo e bastante ladino; este preto perftito
eozinheiro, estatura alta, magro nlliot grandes, ja
esteve ni engenho do Sr. Luru de Caiaraj em S.
LoureB^o da Malla, onde consta ter pareles, foi
escravo dos Srs Adriano a Castro, e do Sr, Jos
Joaquim Gncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senheres foi eozinheiro, tem
sido visto por pessoas que o conhecem dizendo
que est farro, assim tem podido escapar de ser
prezo. Pede-se a todas as autoridades e capites
campo que o pegando leve-o ra do Duque de
Caxias n. 91, loja de miudezas do Rival sem se-
gundo que receber a gratrlicacao aeima decla-
rada.
Fugo
do engenho Bento-velho, em Santo Anlao, em das
do mea de julho prximo passado, o escravo lia-
nnel.de 40 atiiws te idade. preto, bem parec lo,
falla mansa, dentes perfeitos, e barbado; fui escra-
vo Au Dr. I-bello, em Lmoeiro, e de oao de An-
drade Lima, em Malhadixha : a pessea que o cap-
turar e levar ao dito encentro ser generosamente
reo impensada Se fr preso perV) d.sta eidade
pode ser entregue aos "Srs. Alvaros Quintal & C *
ra Haro do Triumptiu n. 56_________-
Pince-nez
Perdeu-se um ipinee nez de ouro, para hnmem,
da ra doCapilnrrihe para a ra da Aurora, --
qnjna da 'duConle daBoa-"Vista : quetn o tiver
arhado, querendo re>titi-lo, tenha a bondade de
leva lo ra w Capibaribe n 40, onde se gra
Bcar o traba llio.
Aluga'se o 'i' e 4 ailares do sobrado da ra
do Amorim n. 17 : a trater na mesma rea n. 37, no
escriptorio' o> Tasso limaos & C.
Permuta
Umapessoa que deseja possuir para sua resi
deneia urna casa no bairro da Boa-Vista que te
ntia quintal son*rivi-J, cacimba e nao meuos de
qutro ipiartos, otTereee a quem convier urna ner-
notaTior apolices do-governo geral e da compa
iliia de Beber'be. Tamhi m servir um pequeo
attOMB sejaperh) : a tratar na ra do Quciuiado
n. 50, loja. ou na do Hospicio ir. 61, 2 aiiilar.
Carros de luxo.
E' Riqupstinnavel que a cocheira-da ra doRom
Jess n. 15, deJoajuim Pies Pereira da Silva, a
que tem as mellwres berlindas, esletas, meias ca-
lijas e victorias de luxo, proprias para qualijuer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os meamos ajaezados de excellent s
parrizas de animees, arreos luxuosos e boleeiros
com fardamentiie do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si ni">uio scientifr-
car-se da verdade do que d.'ixamos dito, certos de
que nao encontrarao pomada, e sim realidade e
cimmodos pre^ns.
Aluga se urna casa na na da Praia do Cal-
dereiro n. 21: a tratar na ra do Livramento n.
23, loia.____________________________________
Precisa-se de um menino de 14 annns, com
ortica de montados : a tratar na eidade de Olin-
da, ra do S. Rento n. i5.
A familia Uune>ia que picnsar Ue una mo-
e.a para costurar, dirija-se ra Velha n. 59 quo
echar coni qnem tratar.
O caixetrn que enteja arrumado c:n urna
venda e queira pasar a socio d- mitra em urna
das principaes mas de-ta eidade, temi para isso
as n.'Pessaria< babilita;oes, entrando enm alguns
fundas e mesma sem ellos, dirija-se a rna etreita
do Rosario n. 17. loja.
Aluga-se o 3' andar do sobrado da ra do
Vigario Tenorio n. 20: trata-se na rna do Amorim
i!. 37, com Jorge Tasso.
Consultorio medico
DO
Dr. Miirillo.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR. jf
Recem-chegado da Curepa, onde fre- S
quentou os hospitaes de Pars e Londres \U
pode ser procurado a qualquer hora do
fy da ou da noute para objecto de sua pro- O
p\ Consultas do meio dia s duas horas p.
X\ da urde. M
rSP. Gratis aos pobres. s
% F. Q de sua espesialidade as duchas fran e O
Q banhns a rapar, para os qnaes trouxe rj
F os apparelhos mais modernamente em- ,
Jf, pregados na Kuropa *,
{m Tambem applica com grande proveilo jj
3T no tra imento das mole>tias do ntero a sf
lm electricidade, pelo proeesso do Dr. Tre- jf
# pier. Cura por nm prncesso Inteirarrente Q
jf novo a" bfunnorrhagias e sobre tudo a G
V(gotta milu.r) dispensando as injeccoes. 2
Atten^o
Pede-se encarecidamente ao Illm. Sr. maestro
Mareen no C Riheiro Lima <> especial obsequio de
m rdar o drama do seu beneficio pedro sem mais
nada para outro qualquer.
Algunas familias.
tDesapi-areeeram do engenho Jaguaribe Sim, o
cabra, de idade de -'2 annos, cabellos fie oabaerl
a to, rosto comprido, *lhos granJes, tendo as pal-
p.'i ras superi'Ti's um pouco desculas, nariz chato,
orelhas grandes, boeca regular, beifos linos,'em"
na face direita urna pequea marea e na esqneiio
ahaixo do olho um ligeiro talho; pe;s o. mos bem
f tus e grandes, todos os (lentes, sendo limados os
de cima, lilho do l'jane e foi alli escravo de
Manuel Roque da Fonceca, morador na villa de
Mi-encordia, sendo que foi tambera de um tal Lo-
pinho, que ali tmbeme morador; tem barba
smente na pona do queixo, e um ligeiro m'gode.
Herculano, abra alt), de irinta annos, snheiru,
com principio de eozinheiro, lilho da provincia da
Parahyha, no lugar Garuad, foi escravo do Dr. Sa-
lustino Gomes da Silveira, que alli mora, e aqni
faide Jos Alves da Cruz; i emfeito de ps e maos,
rosto oval e d-scarnado, usa liarha a Cavaigaae
olho s pretos, reynlares e expresivo-, rabelloi pon-
en carapinhos, narizgrosso e ventas largas, bue
ca pequea, e tem todos os denle*.
Lourenco, Slho do liioar Urub, abaixo do Rui
qne, fui escravo de Antonio de .iraujo, que o ven-
der! a Ba-tos Thenorio JJezerra Cavajcante, mora-
dor pm Rarreira, tambem da comarca do Rniqne,
foi aqui vendido por Arcebiades; cabellos carapi-
nhos, pese maos grandes e bem fejto?, oihos gran-
des, b.nbado, beicos grossos, nariz grosso e meio
afilado.
Pede-se a todas as autoridades polieiaes. a ap-
prehensAo delles, assim como gratifica-se bem a
qualquer particular qne os levar no mesmo enge-
nho ou no Recife, ra Nova n. 8.
Escravo fgido.
Fngio da ca=a do abaixo assignr do, no dia 2
de agosto do corrente anno, o veo escravo de BO-
OM Manoel, cim us signaes seguintes : preto, esta
tura regular, costnma asar cavaignac pequeo,
bastante ladino, foi escravo de um italiano ma-ca-
le, i,orn o anal vendia miudezas, levando a quan-
lia de fOl'l'O : qupni o negar queira leva lo, on
cai-a dedetencio, ou rna de Santa Rita n. 5,
le sera reeompeusade.
_________ Belarmino Alves Arxa.______
Negocios de Portugal e Hesr
panha.
Domingos Mara r. acahmi participa que se en
carrega promover o bom andamento, de quaesque
questoes judiciaes nos dous paizel cima mmciu
nados, para o que est habilitado eom um pessoal
conipetentissinio do correspondentes. Eseriptorw
roa l'ri neiro de Marco n. 23, (antiga do Crespo)
o. iaoi apa"
Gratule jieciinclui
Las escossezas a 280
rs. o covado j|
Run lo Crespo n. IO '$
Jos Correia Rraga tendo de seguir viag. ni
ne primejru vapor para Lisboa, d?ixa por seus
procuradores em I lugar os Sr. Tasso Irmos &
C, em 2* o Sr. Francisco Guertes de Araujo e em '
9* Antonio Lope< Rraga.
ExrOSICAfl l'MVEHKtL DE !*
MEtMCMI DE rJT t ISOSZt. CHUZ M LEtHA SE KOSU
NOVTTINTA-
SOBRA ROZA PARA COPIAR AS CARTA8
Cmpragmda pelM pandes leparBotUa
Depoato em Pern*mk%e*. A. REGORO.
AttenQo
Offerece se urna setiosra nortugueza recente-
mente chepa da para ensiaar meninas em algnm
engvtiho, ou n sta eidade, ensinando instrucoao
(rmraria, burlados de todas as qualidades. flores,
etc.: quem precisar dirija-se a ra da Impera-
criz n. 3, loja._______
. Aviso
Adiase aberta urna loja de pintor e imaginario
drsp.sifo do* Srs fregnezes,oderecendo-se para
contratar quanta -obra apparoe* ao seu cstabele-
ciuieiil'i, com a ntnr vantagem que possivel, e
de aamirar pela bsrateza, co no sejam : doura-
mento de ipnj.ts na capellas eimagens de lodus
ur tuianhos, citus e cruz pitra irmandaes, ban-
qodtas para altores, e ludo q je for de seu ulflcio
e de admirar tanto pela porfeico como^ielo preep,
do mais inoderuii e memar giVto que possivel!
Quem iraiaer dirija-so para villa d* Bi-zorros que
la enco-.trar Manuel Adriipho Silva Ramos, que
ros recebera eom todo agrado.
As pesso.is que tem pretendido estabelecer-
se no torreno lievolulo que lica nos fundos das
casas n*. 18 o 20 da nm da Florentina, on le exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno Malta se at
ra de Santo \maro, oodem enlender-se com o
drppnetano na rna do Hospicio n. 35.
Ofcreee ^e um teitor para en^nho, cena
pratica : a tratar na rna da Roda n. 48.
I CONSULTGRO *
MEmcO-ClliUBCalCO *
m do m
^ Dr. J. .11. CiarU 0
Q Rna do Marquen de. Olinda n. Vi, pri- 4a%
^ ineiro amlar. *%
W Consulta da* 0 horas s 11 da manha. W
^. Chama.I >s a qualquer hora m ^&&&&** *****
Licdes de piano.
Um." senhora psrtogaffia, rhegada ltimamente
de. sh ia, offerece-se para dar Iic5es.de piano em
ra dirigir-se run da Aur-ra u '). pcimeiio andar.
Portarain s do eoffiriro l'ereira de Cima
sito n termo de Ajroa PreU, ao amanhecer do
dia quinta feira i\ seguintes .jin.i" : ii primelro, russo, anladnr
de bateo a iii- i, iTentos goetmdos, quebrados,
castrado, frente alerta, lieice de baixo branco,
ferrado em ama pa, cum as iniciaos R j>. P. P.
alera le u.; i furos antigua, O 2." alazo, fazen-
do sef inda luda, qnatre p^s calcados iguaes,
frent': abert, beico de haiso branco, mareado em
cima la p com as iniciaes R. S. F. P. O 3.* cas-
tanho amarsllo. castrad aberto de baixo, frente
aheita, tuna Jas mos branca, ferrado no quarto
dir-lto com a inicial P. no quarto esqnerdo J R ;
cnjos cavados pe tencem ao proprietario do refe-
rido engenlio: rogase as autoridades policiaos
a appiehen;ao fos mesmos, e a qualquer pessoa
que noticias Hverem que o avie no reerido en-
genho que gratificar generosamente.
- Man el Alves Fernandes 4 C.
Locado de silio.
Alagase um terreno, om casa de moradia
que tem duaa ?alas, iwziuba lora, e quatro quar-
tus arejailos, na ra de Paysaod, estrada da Mag-
dalena, derrote da estrada que vai para o hospi-
tal portugaez: procuren! a ra do finque de Ca-
xias n. 50, prntieiro andar, das 10 huras da ma-
nha >- .'I >ln larde.
cao
sil,
. 'cagao
Ai>oiituiontos sriJir* a eondi
dos eswitviis e lihertes no Bras
oontendo as prineipaos quosto.es relativa- essa
asjteck1, com s declso* s nruferidas a respeito pe-
los tribnnaes superiores e do poder executivu,
bem -001110 toda a legislacao patria, antiga o mo
de nOtsjma acerca ile cada una deltas e os ndices
alphabrtir*os desta nllima ; pelo Dr. An'onio de
Vascuni-.oH.'s Mer.ezes de Di ummonil. lente cathe-
dratien da I.* cadeica do i anuo (direito civil)
la faenldade do Recife e advngado neate foro.
Assigna se livrana do Sr. Nugneira, no arco de
Sanl' Antonio, e nestJ t-posraphia.
MEURQN&G.
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botea,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc se pode
confundir com o d'aquelles.
Ob apreciadores que qoicerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MKUriONftC.

FNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRDM N. 52
(Passando o chafariz)
PRDEM AOS senbores de engrudo e ootros agricultores, e em prega dj res de m
r.isaMj o favor de orna visita a seo estaHecimenio, para verero o uuvo orlimentr
m let > que abi tetfi; se.idi> ludo superior em qoalidade e forliilao; o que com a ds
eccio pesa >alpode se verificar.
ESfEOIAL ATTEfrgAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
Vaporo- rOUUS ll <*gua mdImm convenientes para as diversas
iimnnlinnill dos senhores prupfiftfia e p ra desoaro^ar algodlo.
oendas de canna S2: os lamanb08' as:me,Dfire8 qoe aqoi
^.odas dentadas ****.***<"'
faizas e ferro fundido, batido e de cobre.
AUmbiquas e fundos de alambiques.
Hachinismos
bombas
Paraos
Fortunata Pontos, moradora no 2o andar do so-
brado n. 16 da ra do Cantiga, faz lembrar que
ah continua cum sua aula de instruejo pr ma-
rta para o sexo feminino, onde com muito gc-to
e deli*adesa ensina a 1er, escrever, contar e gr:.m-
maiiea nacional, e tambem os trabadlos e agullia
;e bordados debdas as qualidads, os quaes julga
1 dispensavel nnmera-los; ensina tambem fater llo-
res com limite g.sto, pois tem disto muita pratica.
Tambem ensina msica, piano e rancez aquellas
meninas que seus pas l'u queiram dar mais
completa i.duea.ai. Acceita alumnas externas e
internas, afflaneando bom tratamento e preco
mais o nituodu que cm outra qualquer parte. Na
mesma casa Irabaioa se para fra em llores tanto
finas como russas, e tambem Ixirdados a otro do
l de alto relevo, e croch ; tudo com gosto e por
barato preco.
0 fi$ft08&ft*ft**
para lAaodiuca e algoda*.
e para cer-raj-madeira.
PodeDda lodos
ser molidos a mi
por agua, vapor,
de patente, garaolirtas........ loo aniroaes.
Vzdm as machinas v*****"******.
de macbiismo, a prego mni resomioc
Q
xz qualquer
Formas de ferro
neommendas.
emj
erto
no mer-
itin as melbori e mais baratas existentes
cado.
Incumbe-se de mandar vir qnalqoer macb'nismo voa-
tade dos clientes, lembrando-lbes vantagem defazenm
uas compras por intermedio de pe*oa entendida, e qoe n qualquer necessidade pode
< prestar auxilio.
irados american-s e^^10^'^-
RA DO BRUM N. 52
PASSANHO O CHAFARIZ
0 Consultorio medico cirargifo i
DO 0
Dr. Americo Yespucio. *
Kuu do Uoin .losus, antiga ^
da l.'rn/. n. S Chamados a qualquer hora, e para ^7
fora da eidade. <3r.
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dos estreita ment s pelos precesfos os *J
mais modernos. Q
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i
m
m
Aluga-se
Para os banhos salgados uma boa e esnacosa
casa tema a ra de S bVnto cm Oliuda
fresca, com terraco atrai,
gaz eagua
muilo
portao 10 lado, com
a tratar a ra do Amorim n. 37.
I lidlorio oie !ic cirnrgico
FUNDICAO DE FERKO
o
A roa do Baro d> Triuiipho (ra do Bnim) ns. 100 a 10.
CABDOSO k IRMAO
Aluga-se o g*bin.-te do sobrado da ra do
Rangel n. 7 : a iraiar na taverna do me>nia so-
brado.
Aluga-se uma casa terrea emn mu tos coin-
nodos por ter nm sotao dentro, no becco doi
Burgo n. 3 : a tratar na rna do Vigario n. 33,
eom Joao Jos da Caoba La es.
Radical para
\ Escrfulas, Chaoas Antioas, ulceras,
Ferio as Ulcerosas
TUMOBES, ABCESSOS
POSTREMAS, ERUPQOS, HERPES
n|ilngrnn, Lepra, Tinha
e todas as Molestias da Pelle
RADICALMENTE TODAS as MOLESTIAS
SYPHILITICAS
Poderoso Preservativo
CONTRA
As molestias Syphiiiticas
Febresamarella e Typhoide
TBATlME\TO
PELO
VINHO
DEPURATIVO e REG0NSTITU1NTE
Do D" DELOR. de Pars
DEPOSITO 4, bmlevard St-Martm. Paius
Agentes Gentes para o Brazil.
F. RODDE (ao grande mgico), rna do
Oudor, 118, Ro de Janbro.
Lineo di-p .siiux uutide se auna u veuU* na
casa de Pf urer C.
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento do ferrsgens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e melhorobra que tem vindo ao mercado.
Vapores de forra de 4, 6,8 e 10 cavallos.
I aldeiraS de sobrecalent para vapores.
MOCnQaS mteiraS e meias moendas, obra como .utnca aqui veio.
laiXaS IUIldlaS e batidas, dos melhores fabricantes.
ttOuaS Q agua cora cubaje de ferro, fortes o bem acabadas.
tOdaS dentadas de todos os tamuriuM e qualidades.
RelogOS e apitOS para vapores.
DOmDaS de ferro, de repucho.
A.raQOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e pequeas.
CoilCertOS concertam com promptidao qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS mandara vir Por encommtnda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com uma respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesinas.
Ra do Baro do Triurapho (ra do Brumjns. 100 a 104
______FUNDICAO DE CA RDOSO IRMAO.
GRANDE"
HOTEL DA INDEPENDENCIA
AiNTIGO ESTAMINET
Run do Imperador 32
i^i

Dr
DO
'Vi'roira.
Antigo gabinete de seu pai, ra larga
do Ro-ario n. 20.
Cura de_ hydmcelles sera injec^o
com pncelo capillar
Abertura da abeaaaoa eextracco de
derramaiiiento serosos, pelo aspirador
de Potain.
C3g

CH1AD0
Al mojos
Lunch
Jantares
Ceias e k-bijas de todas as qualidades a qualquer hora.
LiTipeM ^ servigo puntuaJ o apurado com o qual ninguem pode competir.
Ti-m AaguiCios aposentos-p.irrf nlugar e
BOXS BU,H\U.S
: r '.'tario dispensa-se do elogiar o hbil e rarox eozinheiro fraucez. ares
pnto .lo qu! podera ser consulta los os verdadoiros g;istrooorflos quo j apreciaram .
sua arte. r
PRESOS
Os mais resumidos do mundo.
Na rna da Alegra SO, precisa-se de um
criado que de fi-idor de sua conducta.
15' muila luoroftidade.
Ha mais de vinte das que jai na thesouraria
de fazeuda um requerimento remettido da presi-
dencia, para ser informado, e at esta data anda
nao o foi I
Pedimos ao digno Sr. inspector haja de dar al-
guma providencia no sentido de fazer despparc-
cer semi-lhante demora em nfnrmacoes, que alm
le prejudicar a parte interessada, parece tolher
um direito concedido por lei, visto que desta for-
ma nao lia quem queira tecorrer, para eaperar
um, dous e mais meies.
Recife, 4 de setembro de 1873.
G. A. Schnorbusch.
Os melhores charutos da
Baha.
Regaba Britnica.
Regala Imperial.
Regaba Real. *
Riachuelos.
Demcratas.
. Suspiros.
Conchas.
Operas.
Principe de Bismaick.
Trabucos.
Bahas.
Deposito em Pernambuco no annazem de Cunha
& Manta, a ra do Mrquez de Olinda n S3
AriEMCT
Constando que tem appar-rido no mercad, latas
de gai_ emendo 4 1,2 galoes Henry Forster A
,. a o*m ']a n<" seus d'POSitos ns. 26 e 28 na
i ua do Brum, so vendem caixas com duas latas.
ron endu cada lata cinco gales, e pejam 16 kilo*
Precisa-se
de dous moleqnes de 12 a 1S annos para um tra-
balho moito leve : a tratar no hotel de Bordeaux,
ra Primciro de Marco n. 7 A, !. andar.
Ciijiellao.
A Ordem Terceira de S. Praneisco, deseja cou-
tratar um capell o para celebrar as missa* nos
domingos e dia* sant na casa de detencao : a
tratar com o irmao ministro no cqnsii-torio da
mesma ordem.
Costureira.
Precisa-se de uma senhora habilitada em cos-
turas e bordados : a tratar na rna Nova n. 31,
toja.
L




<^pM#lMM^ Acongue.
Aluga-se o tem ronltefiktu e afroguczaJo aeou-
goe & piteo do Panizo corn batato de pdra
marmore o i|iial tcm cinco tainos, balanca e pe-
- **: a tratar ^a raa do Crespo, toja do Passo
n. 7, junto ao arco de Santo Autonio.
PENHORES
Na travessa da ra
"asCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
chores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual fora quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
1\5n rivi vfWn Joaquim tim Gontplt
Preci'ae de nma ama para t 'do o
de nma casa de comprare cninhar, forra ou es-
crava : Ha ra Duque de Carias p. i% 2 andar.
Pre> i-a-.-e de um ou dous trabajadores
naj-ua d.i- Flores a. to, lintararia.
i IISJIl;) pnliClllal'
DA
M
Salvadiir hVnrique de Albuquerquo, ensiaa e
prepara as sen' oras que se qoizerem habilitar
para os ri.uoursos s cadeiras de instruccao pri-
maria ; presta-se a ensinar por casas e collegios
partii'tilaies nesta cidade e seus suburbios a mes-
an disciplina e todas as materias do ensino ele-
mentar a alumnos de um e outro sexo. Tambem
todas as tardes ea sua casa lecciona aos estallan-
te* de preparatorios que precisaren) do habilitar-
si para o exame de portugus. Ensina igualmen-
te arithmeliea e geometra cora todo o desenvol-
vimento o aunlicacoes. Largo do Paraizo n. 8,
segundo andar, das quatro horas da tarde eiu
ilianto.
SHERRY KINA
(VtNMO DE QUINQUINA HYGIENICO
PREPAIUDO COM OS MELHORES VIHDOS DE HES-
PANI1A DA FIRMA
CALYAIRAC A. G. C, DESEVILHA
FORKKCEDuH DA 8A MACFSTABK A HAIMIA
D'HESPAfniA.
POR
THOHHERET GLIS
Pliarmnccutlco
EX-1NTEKNO DOS I10SP1TAES DE PARS
O SHEURY-KINA o vinhode Quinquina
que hoie preferem a maior parto dos medi-
cas de huspiues, dos lentes da facirldade e
dn.s in-itiihros da academia de medicina.
Tem esta preferencia a sua explicacao nisto
(jii! oforcee todas as garantas que debalde
trncuram nos productos desse genero em
ijn 'si'itas mes sesacrificam as qualida-
rUl I'SSE.NCIAES QUEll DO VIMIO, QUER
>-> <>;-i.vyi'tNA (as vozes de ambos) aos l-
<:.' : ;i'I.A(;ao [Ver Guia das Aguas
mneraet. Do Dr. CONSTANIIN JAMES,
7 "v k;o DEPOSITO
llIARMACIAE DROGARA
vi:
BiRTBOLOME & C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
03MPRA1

<@
Compra se c vende-se traste? novos
" osados : no armazem da ra do Im-
ii lili ir n. i8.
*&&9&Q&
.. wg
*.NDS.
Vendse a casa terrea confronte ao sitio do
I.riga4e:m sqoim Bernardo do Pigoeircdo, sita
n travessa Ij estrada de Joao de Barros, entrada
'. tendo duas salas 2 qu rtos e coWuha
. i ha pnuco lempo e em solo foreiro,
iratar na mesma.
Vende-se
ou alura-?c nm pequeo sitio bem plantado e casa
r..i ban conservada, com cacimba e
banlieiro, por prcaa commado, no lugar denomi-
nado Ki i J >, em Beberjbe, ra da Esperanea : a
tratar na ra dn Cabug n. 6, toja da conquista
Ra do Cabug n. 11 A.
Vende-so om osetavo moco proprio para enge-
nlio ou padaria, por prego muilo em conta.
Vende-se urna morada de casa terrea
sita na ra do Viscondo de Albuquerque :
quem pretender se dirija a ra da Impera-
triz n. 23, se dir quem faz o negocio.
Vende-se
nm acetate cavallo novo pr.prio para cabriole t
e si lia, por proco muito em conta : a tratar e ver
na ra do Iirum n. 76.____________________
~ Vndese dous escravos pardos, de 21 e 27
annos de idade, cozinheiros, 3 moleques de 40 a
17 auno?, fi bonitas negras de t> a 22 annos, com
hbil dades, ben como outras sem habilidades :
na ra de Hurtas n. 96.
Vende-se
um piano usado, que est em bom estado:
Forte do M..tts n. 7, armazem de algodo.
no
V Rosa Branca.
i
receben um sortimento de cr vendenio a 5*500, com cabo branco e ponleira
e parece de marflm : na ra da Impera triz n.
31

Vproveitem.
Vende se a taveroa e um boteqoim pnrtencente
a mesma, na ra de Mariz e Barros n. 4, eom
poneos fundos : a tratar na mesma._________
Vende-se urna taberna situada em um dos
pontos melhores da rualbnpeiial, tanto para o
mato como para t*|afer,'ou. d-se sociedade a
quem (.ver algmn capital ou conheciiucuto para o
mato : a tratar na roa de Santa Thereza n. 30.
S na rim do do raspo
20, loja de Guilherme &
C. que se podem vender
as fazendas abaixo, pelos
precoa seguintcs:
LSsInhag "eseoceas a 2*0 o iwado
Ditas de listras padroes novos a 280 o covado
Ditas com listras de seda % 400 rs. e covado.
Alpwas com tMas a 800 rs o cotatto.
MeMai assetinado para ronpas a 340 n. a ce-
ado.
Crwfei de ) de seda com cabo de osso a $fi.
Algodio de slras americano com peanen de-
feito 350 rs. o corado.
Brinspardos e de cores a 400 e 440 rs. o covado
BrhBrenco lona a I JfiOO a rara.
hila preta com Uslras e iores braneas,
proprtas para luto, a 24o rs o ewado
Bitas fina de cores a 280 rs. o corado.
Cretone para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado.
Chitai rdxas e de cores a 200 240 rs. o co-
vado.
Groadenaples preto de cordo a 2400 o covado.
Colchas adamascadas a .'USOO e 44.
Ditas de croch a 54.
Cobertas de chita adamascada a 34000.
Cobertores de l escuros a 24.
Lencoes de bramante a 24.
Ditos de algod > a 14400.
Toalhas alcochoadas a 64 a duzia.
Lencos de cassa com barras a 14 dwia.
Ditos ditos de abainhados a 24 a *uia.
Ditos de esguiao a 34'K)0 a duzia.
Cambraia Usa a 34 e 44500 a peca. *
Dita Victoria fina a 3*800.
Cortes de casemira fina a 54.
Atoabiado a 24 a vara.
Camisas inglesas forradas, com peito de Bati,
pelo diminuto preco de 384000 a duzia e 3fiMr
cada ama.
S na loja de Guilherme 4 C, raa do Cres-
po n. 20.
BeltrJw) & Frihos
Teem |ftra vcider no^eu escriptorio na o
Coinmertio dAo seguinte : k -
AGUAAMNTE d* cajilgfcliia de 12 garrtlas.
d larauRdem idem,
ARCOS de pao para barr.
CAL de Lisboa, recenmmte chegada.
CHAfOS do soi, pare-'itmem e senhora, eabo
rtarlim easo.
ESM de frr
10 de algodio di
de
de ftrroApara
la Jahi, da fabrica ,1o roaunen
melMador Fedrozo.
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
W6WO de algodo da Babia, da fabrica do coro
mendador Pedrozo.
nEfROZ de todas as quatidades, das fabriles de
Peres e Eduardo Milo-
ROLHAS proprias para botica.
SALSAPAKRILHA do Para.
VELAS de cera de todos os tamaiihos.
VINHO^eigarrafado do Porto, canas de 1%-gar-
rafas.
dito Moscatel do Bouro, idem idem.
dMo Setubal, caixas de 1 e 2 duzia.
da Italia engarrafado, eaixas- de (LOt-
raas,
*e Crtlare ferien em acemlae. v *
de caj, caitas de agarrafas,
alvasia do Bouro, cateas-com t% *
Careavellos, idem idem
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amaral, Nabuco & C, vendem cha preto e ver-
de, fumo inglez para cigarro e cachimbo, e rap
francez e nacional : no Bazar Victoria ra do
Baro da Victoria n. 2.
Vende-se
trastes de Jacaranda e amarello com poueo aso,
em perfeito estado, e tambem um raek> apparettio
de louca para jantar e um dito de porcelana, fino,
branco, para almoco. Vende se por ter o dono de
se retirar para Europa : na ra da Imperatriz
n. A.
Casa na B a-Viagem.
Vendo-se urna no melhor local daqnelle arra-
balde, sendo do lado direito, com frente para duas
estradas, 6 quartos, 4 salas, cozin*ia fra, gran-
de sitio cercado, porcao de coqueiros e arveres.
Na ra do Baro do S. Borja n. S\, se dir quem
ven^e.
Folha de Flaadres
Estanho em verguinhas
Fileiaparabandeiras
a casa de Silva Barttoca d ,C, roa da Cateto
a. 17.
VENDE-SE
no estado em que se acha o sitio existente na fre-
guezia dos Afogados n. 21, hoje becco da travessa
dos Remedios n. 18, em chaos proprios: quem o
pretender entenda-se com o seu proprietario na
ra de S. Francisco de-la cidade, corno qnem vai
para ra Bella, sobrado n. 10.
E' de graca a 500 rs. o co-
vado.
Vende-se superiores las a 500 rs. o covado,
urna verdadeira pechinchn, por ser fazenda de
muito boa qualidade c muito arga e padroes da
ultima moda : s se encnnlra na ra Duque de
Caxias n. 88, loja de Bastos Irmos.
Vproveitenf!
Chapeos para seriboras.
Amara] Nafcuco A C. reeeberam nm ropiel
sortimento- chapeos-de paH -de Mal i a, seda
e rollado, prefos para mo. e decorer-enfetoes
com bonitas flores e fita : vendem no lazar Vic-
toria, roa do Barao-da Wetiria n. 2, antiga roa
Insignias ma^nnifas.
Amara! Nabuco fr C. vedem insignas maco-
nieaj,' graos 3, '18, ff 9fre 33 : no Bazar Vlc
tona n. 2, antiga rua> Nova.
i Capellas fnebres.
Amaral Nabuco & reeeberam um complete
sortimento de capellas fanebres com diversas in-
eripooes e vendem por oommob prefo : no Ba-
zar Victoria, ra do Baro da Victoria n. 2, an-
tiga roa Nova.
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
Louren?o Pereira Mcndcs Gnimirles
0 raais barato que for possivel,
Angulas ftgitiimN.
fiTnde-se em casa de Site BhtTos & C, na
rna d Bom Jesns n. H, os- veMaeiros angolas,
qw-fram da casa dos Srs. TrJefferioa & C
OM ROLO
DE
Caen de Mu
'POR
Para encanamento de gaz-'oa aga*: casa
americana, roa do Imperador n. 4o.
As-unicas verdadeiras
Bichas hamburguezas qne vem-a este-meitado:
na roa do Mrquez do ollnda-n. SI.
16, roa do Vigaoioj. ren-
No armazem n.
de-se o aegainte :
Plvora ingleza de nperior qalilade..
QMmbo de muni';5o.
Folha do Flandres.
Estanho em verguinha.
Palhinha preparada.
Oleo de linhaea
Gomma laca.
Cola da Baha.
Retroz de superior qualidade.
Pelles de couro de lustre.
Ditas de Bezerro.
Cera em vedas de Lisboa.
Ditas bogias.
Cadeiras hamburguezas.
Ditas do balanco.
Ditos para erianea.
^ Aproxima se o mez de dezembro, em que a
Nova Esperanza, ra do Duque de Caxias n. 63,
tem do ar o seu balanco ; e como sabido o
grande deposito de miudezas, que tem dito esta-
belecimento, nao s de artigos da moda e phan-
tasia, como tamb m do onjerto de lei; e como
realmente conhecido que muito mais massan-
te o contar se miudeza do que contar-se o cobre,
a Nova Esperanea tem resolvido vender por me-
nos 10 / '1 que o preco do costume, para forma iniuorai o trabalho do balanco : por esta
razao os apreciadores do bom aproveitem o ve-
nham ver como se vende bom, bonit e barato.
VENDE-P-E.
HesperidiHa
Verdadeiro bter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos dr
C, rna do Amorim n. 37.
Chegarampara a predilecta
As verdueiras luvas de pellica de diversas co-
res, do fabricante Jnuun, vindas no ultimo pa-
quete d'Europa; assim como, recebeu extracto
denominado Fiordo Baile, que o mais bem acei-
to no mundo elegante : ra do Cabug n 1 A.
Bons -terrenos.
Vende-se barato, terrinos proprios, em lotes e
vontade dos compradores, junto e na* circumfe-
rencias da estarlo da Boa-Viagcm, lugar saudavel
e bastante concorrido, muito proprio para edilica-
cacoes, por ter em seu favor nao so o vapor da
maulla e tarde, como o privilegio que isenta de
pagar passagem por dez annos a quera edificar, e
o eslabelecimento dos bonds que se projecta : os
preteiiaentes tntendaru-se na thesourana. das lo-
teras.
- Vende-se ou trnca-sc por aceres da divida
publica, geral ou provincial, duas moradas de
casa terrea, ns. 14 e 14 A, sitas na do Pro-
gresso (Soledade) as quaes teem um terreno com
400 palmos de, fundo: a tratar no caes-22 de
Novembro n. 21, armazem.
kwm
barris com er.roe de varea 9- d porftn. tafeada,
para mantimentos de navios : no armaaem de- Tas-
so Irmaos & C. ra do Amorim n. 37;
Vende-se o sobrado de nm andar siuTfrua
Imperial, canto da travessa *) Lima, prximo ao
chafariz, o qual est simado rn>4ugar muito apro-
priado para eslabelecimento aommereiai; a que se
tem sempre prestado, tem bom quintar e cacimba
etc., e tambem se arrenda : a tratar na ra do
Hospicio a. 35, das 7 s 11 horas do da, e das 3
as 6 da tarde__________
Luvas de Juvin.
Muito frescas, chegadas no ultimo paquete : na
loja do-Passo, ra Priraeiro de'Marco n. 7 A,
antiga do Crespo.
a 6$0O a duzia
Toalhas folpudas e alcochoadas- pelo diminuto
preco de 64000 a duzu Sao grandes, na ra do
Quoimado n. 43. em frente a Praoieha.
Ola elle.
A rosa branca ree8beu um liado sortimento de,
borzeguins de Hadas- cores, para senhora e vende.
a4#00> o par, todos vendem a.7j: so na loja da
ra da Imperatriz n. 56, loja de 4 portas.
Superiores sedas de cores
a 1^0 o covado.
Chpgou a oceasi de so fcier um bom tosbIo
por pouco dinheiro, co np/ando-se superiores, se-
das de cores a 1 #500 o covado : s na roa Du-
que de Caxias n. 88, loja
contra desta pechincha.
BoadoBart) da fcteria n.-.
DE
mm Vtuoira.
A' este grande estabutocimento tem ebe-
gado m bom sortimento de macbinas para
costura, de todos os a ato res mais acredita-
dos ltimamente na Europa, cuja machinas
sao garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensinar as raestnas, em
qualqner parte desta cidade, como- bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambera' (r'om
anno sera despendi algura' do corprador.
Neste esktbeleciment tertencras
para as mesmas machinas e-se suppre quai-
quer pega qie seja necessa?io. Kstas- ma-
cbinas trabalham com toda a'perfeito de
um e dons pesporrtos, franze e'borda toda
qualquer eostura por fina epte seja, seas
precos sao daseguinte qualidade : ;>ara tc-
balhar a mao-de 3ttt>000, 405000: 45&00
a-5O9O00, pera trabalhar com o-\> sao de
8O3WO0, 903WOO, 1005000, 1105000;
1205000, 1305000, 1505000,.2005000 a
25#JK)00, emquM>to aos autores ufio ha al-
tere^So de presos, eos compradores-poderao
visitariste estabeleeimento, qucnwito de-
verao gostar peta-variedado de objectos qoe-j
ha sempre para vender, como aejasnt cadei-
ras' para viagem, malas para viagam^ cadei-
ras para salas, ditas de bataneo, ditas para
crianza (altas), ditas para oselas, cos-turei-
ras rtquissimas, para senhora, despensa veis
para criancas, de tedas as qualidad*s camas
de ferro pira horaem e criancas, capachos,
espelhos dourados pera sala, grandes e pe-
queos, opparelhos-de metal para cha, fa-
queiroseom cabo de metal e de marfim,
ditosavulsos, colheres de metal fin>,jcondei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas. para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mut-
tos artigos que muito devemagradar a todos
que visitarem este grande estabeJecimento
que se acha abertode^do as 6 horas da ma-
nila at-as 9 horas da noute
Ra do Baro da Victoria n.
22.
Declara a sous regueze que tem resolvido tender
saber:
CHITAS A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
. qae de a varia, a 160 e 200 o covado. Di-
tas- limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
GASSAS FRANCEZAS A 320 RS.
Vende-se cassas francezas a 320 e 360 rs.
o covado.
LASLNHAS A 200 RS.
Vendo-ae lasinhaa de cores par vestido/
4a 200, 360, 400 e 500 rs. o cova<#o.
ALPACAS A 400 RS. *
Vende-se alpacas para vestidos a 40Or500,
9040 e 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 15600.
Vende-se cobertas de cttas de cores-,- a
1TS00 e 25000. Ditas de pello a 15'09.
GORTCS-D&fiRHTDECOREtyl 1*00.
Vende-se cortK'debrira efe cores .par
calca, a 155O0 e 25000.
BOTINAS A 350#.
Vende-sc botinas para senteras/o'VOOO
35500, aellas antes qne seaooboni.
ROPA PHTA NAOOTAL.
Vende-se car^S89 brancas, a 15000,
i*oo, :mmo e 4#000.
Cairas de caserairas de coois, ftf, 6J
75000.
PalHts de casemira,. a 4, .65 e 85000.
Seroulas a 15 o 15000.
BHIM DECORE A 440 RS.
Vende-sc brim de todos- as cores 44
rs. o covado.
lobas de cores a 15200, 25500 e 4550O.-1 LENC08 BRANC09 A 2&00O A DUZIA.
CUALES DS LA A 800 RS. Vende-se a-duaia de eneo bfancos, i
Vende-se chales de l d* podros a 800! 25000. Ditos-eom oarras-Veores-a 350W
\;lolia mais cabellos
de Bastos Irmos-se en-
Na ra estreita do Rosario n. 3o, sobrado de
um andar, preparam-?e bandeijas com bolinhos,
de todo gosto, para casamento^ e bailes, enfeitam-
se pao-de los, pudins e bolo inglez para presentes,
tem bouqnets para vendarse, de todas as (pari-
dades de flores, para offertas, com fitas bordadas
ou qualquer letreiro que queiram, e para casa-
mento, de cravos naturaes com filas bordadas a
ouro, boaquets de flores artiflciaes, de todo go?to ;
preparm-se velas para liaptisidos, riras, por pro-
co commodo. Do da l-'i de ^etembro em dianle
3ual(|uer pesoa tanto de dentro da idade como
e fr.i, que todos os annos compram capellas
para finador poderao procurar que acharao de
todo o modo que precisar, de cravos, de saudades,
de perpetua e de rosas, para aojos, doozellas e
defunto, com os letreiros dizedo -saudade e lera-
branca de men esposo, de minha e. mi. de meu pai, de meu filho e Qlha, irma e Ir-
ma, avd e av : qualquer pessoa que qneira,
poder mandar vi'r tmli por muito barate preco
de Ti, 6J, t>J e 3, de (lores rosas brancas.
Vende-se urna esrrava de 18 annos, que co-
zinha bem o diario, lava peritamente engomma
sofTrivel : na ra Augusta n. 904,' t-andar.
Para a festa da collocaKjao da
pedra fundamental doasy-
lo de alienados no dia 9
destemez.
Ha na ra do Imperador o. 73, primtiro andar,
um bello sortimento de trabalhos de agulha de
senhora, proprios para offerecer como. prenda?
para o leilo que se ha de azer noito lia, pomo
iao : al mofadas bordadas, tapetes, chinellis, gor-
ros e utros objectos, 01 qd se veem Jtor
preco rnoUioo. -
Armado
Yende -se urna armtcio aatn
da, com balcao ; a tratar na roa,
ar
4o

DOENCAS
Que fio oaus.iJta
Pela. Intv Venrea.
HEIIJATISMO,
ssisa'au,
^RRIlrV
rnr.rAr.APo i-elo
Dr. J. C. AtSll cf Co., de Lowtll,
EbIcmIoh TJ>\idos.
'M-FRASCOS PEQUEJS'OS.
W. E. OASSELS k Oa., Agente* Gewea no BraiiiL
GRANDE
Pehincha
^2oq, ttm.
Saceos com mjlho deposita Jo no trapiche da
eompauhia pernambucana n 30.
Jipora.
Se nnicaapproviula pelas ae.id'imias de
seiertciis, rriconbeoida superior a toda que
tera.appareeido al-'lioje. Deposito princi-
pal i ra da Cadeia do Recife, boje Mar-
quea.de Ulinda, i. 51, 1." a-.dar, e em
totlas as boticas e casas de cabel'oi-
reiro,
"BICHAS de hamborgo
As mais receates e elbores.
Vendem-se na-pharmacia e drogara do8a^
tholomeu &C, ra Lirga dosario o Hi. 34.
SEviREDO EtOlNOMlA K CELERIDAD.
Oetem-se com cuso
DA
INJECGAO SHOST
nica, hjtgienica, radical einfallival na co-
ra das gonorhi'as, flores I raneas e fimos de
toda especia, recentes oa chronicas; e que
oiferece como garanta dsealutares resultados
a continuada applicacao. que semp?e com a
maior vastagem se tcm eito della nos hos-
pitaes de-?aris.
Uaiccv-doposite paraBrasil, BartholoiBou
& C, ra Largado Resario n. 34.
Xanope d'agrio do Para
Antigoe conceituado mediamento. para
cura des molestias dos orgoe-respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
appliicado ainda cem ptimos rosultadus.no
escorbuto.
rs. e 5O00.
Ditos de merino a 25, 85, 5 e 55000.
CAMBRAIA BRMCA A 35000.
Venderse pegas de cambraia oraoea trans-
parentes e tapada, a 35, 35500r 44, 45500,
55 e 65000.
S.41AS BRANCADA 25000.
Vende-se saias braneas-e de corea, para
senhoras, a25000 e 25500.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos do seda para bo-
mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello t
massa, a 25, 25500, 35000 e 45000:
MADAPOLO A 35000.
Vende-se pegas de madapoie enfestado o
35000. Ditos-inglezes para os-presos-de-
45, 45500, 55, 05000 e 75000.
ALCOOAO A 35500;
Vende-se pegas de algodo, a 35500, 4fl>,
e 55000.
BRAMANTE A 15000.
Vende-se bramante com 10 palmos d
largura para lencol, a 15600, 25~e 25500o
metro.
'imilTIT UQUIDAQODESABONETES 280 RS:
Vende-se urna grande porcao de sabone-
tes inglezes, a20O--rs. Ditos franceses cora
oheiro a 320 e 500 rs.
Agua do colonia,- a 200, 320 e 500 rs. o
irasco para liquidar, e outros extractos
anuito barato.
K. i
Sitos de limbo a 55000.
TOALHAS A 800-R8.
Vori de-so 0*al has para rosto, o 00
15000.
GRAVATAS W SEDA 1RE1A- A AOO RS
Vende-se grvalas de .seda orota, M*
rs. cada urna.
CHIVAS PARACOBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 280 e 8
rs. o covado.
BONBTS PARA MENINOS A 15500.
Vende-se bonetes para menino, a 15&0O.
ESPARTI1H0S PARA SENHORA A S550O.
Vende-se esparri8 para srabora,
35500.
A*800RS. COVADO.
Vende-se granadines- com listras de seda
pora vestido* da senhor, a 800 rs. e 15000*
o ovado.
COLCHAS DE CROCHET A 65000.
Vende-se rieas eolcbade crochet para ea-
na 05000.
PANNOS DDCROGffiT A 15500.
Vende-se pannoade crochet para cadeiras.
a 1/1500 e 25000.
CASSAS PARA CeSTINADOS.
Vende-se pecas-de cassas-paracortinados^
oorr20 varas, a 105000er25000, eoutra
tnuitas fazendas etnliquida?,3o.
&RANH
Atten^o.
Na loja de Soares Leite Irmos, nodO' Barao da
Viotorian. 28.
Qawa de linha de merca, a 206rs. dem idem de pos chines,, muito bom, >-
Garrafade agua florida verdadeira a 15200 506 rs. e 15000.
Abotoaduras para collete, de todos- os Rmia de sabonetes-de amendoa, a 255'-
s, a200rs. -o-35600.
raueo com opiata muitabea, a 15000
1506.
Duzia de sabone'.es de aajinbo transparon
te, a 25200.
dem idem com flores,, a 15500.
Duzia de peca3 de transas caracol hwn
a iOO rs.
Idem idem lisas, a 20$ rs.
Lnra|>orinas gas, donde urna lu muito
boa, a 15000.
Garrafa d'agua aponeza, a 1500G
dem idem diviaay a *5000.
Duzia de pegas do cordo imperial,
240 rs.
Fraseo com tnico oriental de fcemp,
15004).
Doaia de baralfeos-franeeaes, canto doura-! Sabonetns Glycerino transparentes, -
do, a 35000.
dem idem beira lisa, a 25200.
Fraseo com oleo Orna verdadeiro, a
15000.
Caixa de botfies de osso para ealca, a
206 rs.
Caiia de papel amisade, beira dourada,
a 800 rs
dem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enwloppes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica cora pequeo toque,
a 320 rs.
Duzia de cerreteis de linha, 200 jardas, a
TOOrs.
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2- B., a'
55000
800 rs.
Gsixa de pencas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppos tarjados, a 500 rs.
beques de 06so e sndalo para senhoraiv.
a- 25000, 45000 e 65000.
Fita de velludo de todas as cores e laaga-
ras.
dem idem da sarja idem dem.
Chapeos para senhoras e meninas.
Entremeios e babadea transparentas-e-u--
pados. r
Botinas para senhora6, a 45000.
Retroz ppeto e de cor, em carre-
tel.
Lindas e elegantes caixinhas das-perfu-
mistas E. Codray, Gell Frreso Rieger,
;etc, etc.
Mago de fita chiaeza, a 800 rs.
Cana de linha com *0 novellos, a 500 rs.; Quadros com saatos c estampas, separa-
Resma do papel pautado, a 25800, 45000 das.
e 55800. Espelhos.de moldura dourada, de tal**
dem idomliso, a25600, 35500o 55000. os tamnhos-e precos.
Bis lorreiwvs.
No lugar denominarlo Solgadiulio, e junto
a estaco daestrada de ferro de Olinda, setomaria longo mencionar
vendem-se bons terrenos em lotes ou peda7
ees a vontade dos coaapradores, coiu a fren-
te para a-mesma estrada e os bulos .para
otras, e bem.assim urna pequea casa doj
taipa nelles situada.
Estes terrenostem'dlfferentes arvores do
fructo e sao oplinos de plautaru e veu-
dem-e por ^re^os baraltssimos. .Os pre-
tendentes entendam-se na thesourana das
loteras.
Bonecas de cera le todee os tamanhos, com camisolas e ricamente vestida .cada
ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de-todos os tamanhos, candieiros a gaz.
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, mashinas para cos-
tura, transparentes para janellas, e um completo e variado sortimento de miudezas, qun
Coques-modernos, a 35000.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a IgOOO
Microscopios (sem vista] a 23400.
BONECAS.
Ra do Barao da Victoria o. $.
Vorniz do gaz.
Parai vender na ra do -Vigario b: 13, e na ra
do.Amorim a.~i%, awalao,.#n..em-^ancis. A
ronvanhia do gaz de Ulinda tem estabcleoido seus
deposjtos ^para vvenda-de yjyiiz do gaz, nos juga-
res cima indredc, muito praximb ao embarque
no Repife.
Caf
do.-Riatfle Janjie : vfpdia-se' roa ^Vinario, ar-
mazem-n. 16.__________^^^
iJ.4. para vrader :
.Co^ei Hwoo^>v.wwjjtt4 \ierdf4*ro.
Xeres das luelores quaHdades.
de ABfntora.
a casa terrea, sita a ra do Jar-
Jote: a tratar na raa do Im-
TOSO IRMOS & C.
Em seus armazens ra do Amorim
n.37 e caes do Apollo n. 47,
4 Tijolos encarnados sextavos para ladrillio..
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portand.
Cimento Hydraulicc.
Machinas de descarocar algodio.
Machinas de padaria.
Potassa ^aA Russia em barril.
Phosuhotos de cera.
Sag enS garrafiVs.
Sevadinha em garrafSes.
Lentilhas' em garraoes.
Rhum da aJmaica.
Mnho do Parto velho engarrafado.
Vinho do Porto superior, do.
Vinho de Bordeaux, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com linguas e dobrajas uiglezas.
- Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Freres.
. Latas de toucinho inglez.
Barris com repolho em saunoura.
eto em.i latn 4le<40 ,hbra?.
. oda* as preparaeoes^ chimlcas do Dr. Ayer: ao
armazem ja ra, do Commereio n 38.
t 'BBAT!!!

A DINHEIRO.
As pechinehas estao-se acabando, na toja n 43
da rna da CadeSa"dor ftecife, oride tem nma ton-
deirola com o titulo cima : quem quizer sortir-s
de fazenda? para paa por 'menos qne em entra
qualquer parte,1 n*o perca lempo pots restan pon-
eas.
. Papis piados.
para forrar salas e outros .^uaesqner apoaaMos,
iortimeot completo.; venda-sa pe-r menos do que
em ontra qualquer.parte ;. taado Vigario nu-
mera 16.
$
rnia^o.
J. A. Moreira Dias.
Faz sciente aos *eufregueaes queranbcu pe
JCande-se rjm*casa terrea" na nia'dp1 Lnirdo lo ultimo vapor do Europa, as- veri airas kivas^da *m.hn QiffMgrtl. Miride Agua^Ftia : a
7 i? andar, das lt horas da roanhi' Rejo, em Santo Amaro das Salina* : a tratar na de pellica de Jouvin do todas u cores, vende-teator eom o Sr. Ocaatogoe ^aikigtws oa GasU
le. imeaman. 39. -on.seu armazem, ruada Cruz.jj. JO, ;(Caminho Naop{
- Vende-se nma Hada arma;ao de rail de ama-.
Uo, propria para qaalqaer eslabelecimento : a
kmt a.tratar nrq^^jOMne de Caxias n, M-
WViod>i nn atapaiat > podra* ai ndfca
*H
i,
i
-.1

(
MTW60S':
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Diario de Peruaiubnco TercA felfa 5 ib--Setewbro de 1833.
7
'j
mh
CWfRA BE HOWE
m wmm
SOAiES LEIE, IRMAOS
NICOS ASENTES
A*
Roa do Barao da Victoria n. 28
Ib niais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na eiposicAo de Pars, era 1867, foi concedido a
Elias Uowe Jnior, a medalha do ouro e a condecora-
do da Legio de Honra,.por serom as machiaas mais per.
foi tas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howc Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposico de' Londres acreditara
estas machinas.
BAZA& DA
A PNAfodi,
oo captaba V bem serrir sos teas reg a*zes e,
jOtO>Wl eral una procurad tirover-se do
que ha de auJhor e da ultima moda nos merca-
dos do, Europa pira, expo-lo'ajui a venda, cer-
tos' de qu os seus rtigs serlo bera apreciados
patos amules do boiu e barato ; passa a ennu
raerar lean d'eslre elle*, como sejam :
eslabojecnuento setnpre solicito, om,olliyecer a coucurrcpcia do respeitavel pu-(ALpyss, es uuis ricos que tem vinda a este
completo ortjmento do rniudswi, calvado fraucez, chapeos e quiuipnnr^u) a mercado, com capas de madreperola.
r^aoimaii nmm possiveis, pura o que/o^qu^Mo.los/'os seusartigos.de, pro- adebj^JS* S^ro'prias para E
jFia enccimmcnda da Europa e America, vvn <*& pupliculade deflguns artigos por cujos ^ zstm CimU) uro. iwa.to sortiuienio de
hoje
HRttLlO DAS N. 51.
DE
imms
Este
'lioo um
pu-
)rojosbem so pode avaharos presos de outros muitus que sc,toruari en.admiho
ilicar.
MIUDKZAS.
Ll para bordar, da mclhor qualidadu, 1
ibra por offaOO.
Agulhas francecas, fundo dourado, a cai-
unha com 4 papis a GO rs., 2i", -
Voltas do fita de veMiv'
acocs fing mo m. imperla, a 500 rs.
Voltas para o pescoco, iingindo ca'nafeu,
coiApanhadas com 1 par de brincos some-
tanlo, tndo por -25300.
Linha brauca do 200 jardas em carriteis,
jropria para costura de machina, a 800 rs. ,
iduzia. .4*500 o ^r..
Dito de dita do Aloxandre, numeraco a JW do plaque, gaspeadas, canno
ditos de plaqu, obra liua e muito bem
acabada.
BOTOES para punas, o que se pode desojar de
meltior em plaqu,, Urtamga, madre-
perola, marliin e
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe do Nova-
tork, estabeterain nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
feral, para em l'ernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de eos-
tora de Howe. Estas machinas sao justamente preciadas pea pt'rfeigao de seu trabalho,
pregando urna agulha mais curta com a inesma qualidade do linha quequaUpier outra,
pela intttvlucc" dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actuahoente habilitados a
fferwcer ao exame publico as melkores machinas do mundo.
As vaniagens desas rnacMnas sao as seguinfes:
Primeira.O publico sabe que ollas sao duradouras, par* isto prova incontestavei, a
sirouiastaiiaa de nunca terem appa retido no mercado machinas d Howe em segtin-
mi.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qualquer dosarranjo.
TerceiTa.Ha.neiUs menor rieco entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
4o que lias mitras.
Quarta.Formara o ponto como se fra feto mo.
Quinta.i**irmitte que se examine o trabalho de ambos os fies, o que se naooiisogu-
as nutras.
Sexta.Fazera ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um i outro lado,
logo era seguida, sera moditicaf-se a tenso da linha, cozem a fazenda mais
(na.
Stima.O compressdr levantado com a maior facilidad*, quando se tem de muda
4, agulha ao comecar nova costura.
Oitava. Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi dosconhecidas, outras soffreram
mudancas radicaos parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
adoptando a' opinio de Elias Howe, mostr em artes mechanicas, tem constantemente
agmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
or dia..
Cada machina acompanha livretos com instruegoes em portuguez.
A 9D000 A 90^000
' SOARES LEITE, IRMAOS
A*
do Baro da Victoria
Diademas dourados de 19000 a 3^000.
Ditos do tartaruga com flores 2-5O00.
Ditos com borlxiletas a l?.'<'0.
Brinc s encamados 1 par por 500 rs.
Dibis deplaqutdeSOOrs. a 2?000.
Hitos dourados, duzia do pares, a 15500
< 23O00.
MIUDEZAS.
Brjnpos dito do dito por 25500.
Botes de setim pretos o decores, a 800 BOLEASdervlIuUo7aeda, palua echagrin,
rs. e 1JMJ0Q a duzia. ha de mais moderno e Indas.
com lindos co- 8"^ a i*00p o >400. o metro. CaSSOLETAS prcUs de metal e do nadrtp*
Ditas de cores e protas a 800 rs. e 1QO00 o rola,
metro. CA1X1SHAS para costura, milito ricas, e de di-
Cales prntos^le seda, de muito gusto de Jg* orul tos' Mn n,us,c* e 8eD'
800 rs. a IJ600 p molro. COQUBSa imla..Ao, o que pode haver de mai-
CALCADO KUANCl.Z. bouilo e bom gosto.
Bolinas preta> gaspeadas, para swihora,, a DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-,
, seata un graude e lindo sorhmeut.
capat de salisfaier os caprichos e
quabiuer seuimra por mau exigeut-
alto, a 50000.
Ditas pro las nfoiladas, ultima moda, a
69000.
Kias dita de coros, catino alto, enfeitadas,
a 55500,
Ditas para meninos, poetas e de cores, a
39 e 45OOO.
que s-'ja.
POltT D0l'O.lET de madreperels, manm e ssv
este um objeclo naispensavel s se-
nhoraj do bom tem, aflrn do aspira!
o aroma das flores sem o inconvenien
te de nodoarem as luvas, ou manda
rea as delicadas mito*.
' PENTES de tarUrn^a, de marliiD e de bfalo, pa-
cabellos e tirar bichos
Voltas de aljofares com brincos, a 25500.' mM Chalet. tapte e tmn^a, mais barato
Ditas do ditos cj eoravfr i>000. I* /. d q"" 0,n Jutr* JmIW lwrte-
Dhas de ditos "de comas cora oassoletas, a ,,,;., ,.
^0 rSi I Ritos-wiapeys do palha d Italia, para se-
Hselas de plaant a <%5 e 15500 en-:tr. -hora, a 115000.
bravatas do scife para zahoras fie <50 i 1,,,uS 'h^ lHliha ,jscura' da ul""a B,od*'
,53000. la 1(150110-
"aruros com 2 tacos f ara calieca e poho' Ci.npl..-to sortiwiito de chapas,,,!..*, para
35 e 4500G. I moni,s ? sonlioricb, >ia 258#0 5000.
iintremeios'e babadmhnsbordados de 360' l'"P d ^ Je seda, inglezcs, wibo de
rs- 25400 a p.!(;a. marli.n *,5000.
loes de seda brw.cos e dr cores, de' )|tos ,irto le nno, cabo de metal mui-
>500a 25500 a-pe.;*.
Comp^los-.rtimontodecalca.lo de case- ffggVMtWUA Ef abiUT^m'l^qna'aPn-
dilecta sempre conserva um importan
te soriuento dt perfumaras de tiw-
oikff dos mais afamados fabricante,-.
Dabin, l'iver, sociedade bygieoica, &.11
Ditos de algodfio c seda, de ?9 a 194*0
a peca
Ditos de algodSo, a 100 o SOO rs. azteca.
Tranchihas de cores, a 1*W e 500 oega.
Leques de macfim a 55 e S5000.
Ditos do sndalo a 45500.
Ditos do madeira imitando, a 29000.
Ditos de papeHes a 19800.
Coques para enhora, a 39, 35500 c 49.!
Atlorecos ingimlo coral, compondo-se de
dtinete e brincos por 29000.
Dito dito pretos por 29500.
Ditos de plaquet, compondo-sc doalfnoto
* bioco, sendo de muito rrostn, por 55000.
tu bonito a 59300.
Ditos dito de seda para s-jtihora, cabo de
madera, a -6OO00.
t.is dito cabo de roarfiui a 95000.
WVEUSUS Aft'J'lGOS.
Granadme para vcstiiios, fazendx da ulti-
ma moda.-oom listras de seda, a 50 o co-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 15800
e 29000 oada nm.
Ditos para sofA, n 35 o 49000.
Toalbas de linlio para rosto,a 153,00 cada
lima.
Ditas de algodSo alcoxoados, a 640 rs.
Cobas de crochel para cama de casal, a
69000,
Samuel Power Johns-
ton & .
[Ra do Apollo n. 30 c 40
Fam scieote aos seas fregueie,; que team
ramo
9
n nrnprioiariii da fumlica Reral fajem
scientes aos seoheres d engenho e mais
pessoa?, que teem estabetecido ama tund-
Diudaio o sea deposito ds ma^iis a va- rao de ferro e brouie a ra do Brum, jan-
e laxas da mallo acriilaa a e.tai;.> dos boJs, onle aproatara
K? por, mot-ndas
f/f. fabriea t- LowMoor para ra do Apollo n.
165 38 o 40, onde eoDli&uam a ter o mesaio sir-
umeQlo do ecstume.
Faiem sciesie lambtm qce team feilo um
arranjo coa a roodl^o gor-, pelo (ue po-
dita offereeer-sa para- assoniar qualquer
h'tjiboio e uiefmo garant lo.
Aspar- lijo para fatrisr assncar, do systbma.
WESTON CENTREFGAL
OoraM agentes em Pcrnambuco a futidic3o geral.
Para tratar eoi :ea eseripiorio a ra do Apollo a. 38 e 40.
quiluior >*ra d? ^nc;mmeo'l4 coni perfei-
co e prompud'.i.
fl. mosmos rogam as rx-;..j.i3>. que quei-
ram ulilissr se de ,"eus lervieo de deixa-
rem as eaeoa!m muel Power Jobasion A C a roa do Apol-
lo n. 38 e 40, oode scharao pe-sna habili-
tada com quem ii.)-.-aio eoteodar-sa.
^$B

PRODUCTOS de J.-P. LAnaZE
PHAttMAOBOTtC, Z, MUC OES IIIW.r>r*IH- **R13-
XAROPC DEPURATIVO
DE CASCAS DE LARAN i AS AMARGAS
Con. lOUllIKTO lo f O T A N M 1 O
c lodoretode potassio -cm verdadeiro altrame, uin depurador de iucomesiavel cfti
ensm; combinado com o sarope de caecas de laranjas amargas, e aturado
sem penurbaeto algutna pelos tempertmenU o mav iraco. 1*01. alterar as foneces
tk> esinmtgt. As doses icathematicas qoe elle con tem prrmiiicm aox mdicos de reooiiai-
(Mea lonas u etfmplicacAM naa affecoVs aorofulosaa, tutioriiuioaas, oauoe
roaa nos accidente intermdttentes teroeu-os; atnj d'isao. -s
ageati' o mu* poderoso eonlra as doe3?as rheumatlcaa.
XftBOPE TWICO m-NERMKO
de caicu d Urania* amarga*.
35 anuos de suecessosattestSo a SM effi-
oaeia para curar: tu ioenfat nervosas,
agtulai ou rhronicas. o> oqiiriUt, gastrel-
puu; e facilitar a iigestao.
UROPE FERRUGINOSO
de casca da laf aaaala aatrsa.
E' ob a forma liouida que mais facilmeu-
le seassiriiiaoienu, u-^*- r^maeprete-
rivel as piulase paatilhasen lodos os casos
em que sio Rrcsertirto* os ferruginosos.
DENTIFRICIOS LAROZE
COM .QUINA.
Huir deatifriaa, para a eWura e een-
ervacio de* (lentes, curando as dOree
causadas pea caria ou producidas pela
contado do calor ou do fro
PYREThllO K CAUCO
Va deatirriaio, cora base de magaisi'a
para a alvura e couservacSo dos denles,
proenindo a descaruadura. provocando o
UruroaV queempede a reproduclo.
Dfpoiila em > Janeiro, K. Rfe**iai; m enwiio, r aurcr Cf em afaeaia,
Palea Maa; em PtMas, Aateas Lelvaa; em Bthia. Ua Racha; em forte Alegre, l
Sella; em Uaranhio rerrelra C*| tmOuM Frito, C S. V Weleraaa em Snta Catka-
nna. 8. Schatel em Montevideo O. laakert e Bttnti-Atret. steaieaareajaraa
dray, Gosnes e Himel, que inruut
tiido da escolba dos aromas mis bt-m
at-i'ilos pula sociidade elegaulu da
Euro.ia, e por tanto, aclfuui-se na
posVibjlidada Ao bem servir aos aman
tes dus |ierfuine-.
A PREDILECTA deixa d>- enumerar urna im-
measidade de arligos, aiim de nao mas-
sar ao* loiuires e so |>edc a beuevo-
lettria di> respeitavel publico em di-
rigir->e a roa do abug u. I A, pa-
ra couvcjivr-s.; aoiide pode comprar
o que bom e barato, assira Coa:
FACHAS ricas e modernas de luquim e urgurao
se la
IKENSVETTOS. Ricos victimemos para meninos,
por taratissimo prei;o.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de flores ao alcance
de qualquer bol a ainda que nao es-
lea bem renlecta de diuheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico qm* *b na
fredileeta que poem encontrar um
grande sortimento de Atas de setim,
tafei, velludo, nho e de algodao, por
commodo pre?o.
GRAMP'iS de tartaruga, imitacao destes, pre-
tos e iV cores, o que se pode dc-sejai
de mais moderno e bonito.
GRAVATAS de seda e de cambraia parasi-nh-r*.
lacos e golinhas de b'>" cures, tani-
bem t-"n "'" utnn sortimento de gra
aias e recalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
Sara ornatos de sala,
lei s de seda, de la e de algodao, pa-
ra senhora, meninas e liomem.
LEQUES. Reos leques de madreperola, tartaruga.
niarlim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUYAS de pellica, de seda e de algodao, para
homem e senhora.
LIVROS para missa a l,rfdilecta'*apresenta es-,
cullia do respeitavel publico um belli'
soitiniento destes livros com capas At
madreperola, tartaruga, niarlim, sso.
velludo e chagrn, por preeps mal
razoaves.
Unko deposito, a onde se acha aAenda ua asa de P- Maurer di C.
Ba do barao da V
Ariiiazem do fumo
Jos omingues do Carmo e Silva participa aos
seus freguezes o amigos que no seu arinazem a
ra da Madre de V^-.i* n. III A, se acha um ei>m-
pleto sortimento de fumo em fardos de patento i ',
2." e 3.* sortesfe melboras fabrirantes da Sabia.
e bem assm i flor era rolos, paebtos, lata* granta e pequen tam-
bem dos mui acreditados fabricantes Torree \
Araujo, Lizaur, Adolpho Schnidi G., Lizaui
Schmidt & C, Veigas 4 Araujo, Trindade & Av -
lar, Teixeira Piolo & Poilella (garantido pelos-
mesmos) e de outros ainde nao conbecidos pplo
publico desta capital. O anniineiante declara que
todo fumo que nc vendido em sua casa ser pelo
' seu justo valor, e qne quando garantir a respecti
va qualidade, sera sisero, mui partieularmenie
com as pessoas que ponen entenlam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annimnante
a ionga pratica de 15 anuos deste cominero o
RA PRWlElRQDeMAHiO.N.TA
E' wla casa, sera duvida, uta das que b Je poda
com primaria aprsenla! ao wus U^cix um
variadissimo sortimento de fazendas linas para
grande totlt1Um como para o um ordinario da
toda* as classes e por precoS'VamajoKo para os
compradores.
Os donos-deste importante tstabelwiu.ento cob-
vidam ao respeitavel publico e particulai mente
aos seus freguezes a daretn nm passdo por seu
esiabelecimento, a aura de veiifif-aiem a veiacida-
de de seus anauncio,ecom vaalagcm np, rnem-
-e dos artigo* que Ihes forera misur, de cojos
fazem um pequen* resumo.
Mandara fazendas s casas dos |n oten lentos,
para o que tom o persea! necessariu e o ames-
tras mediante .unuor.
SEDA5
Cortes de seda de lidas cores, grosdenj)I(i de
todas as eflres.
Gornorio branco e preto.
setim Maoit preto e de coras. -
teiludo piel".
Grosdenaples pretos e de crej.
Granaliiiede seda preta e cora li'tras e slran d8
core, lindissimos padres e lasenda de ultima
moda.
Fil de seda branca t preto.
Ricas basquinas de seda.
Colzas de seda para noivos.
Mantas brasdeiras.
Cortes de cambraia* 1>ranca com linios borlados.
Cape las e mantas para noivas.
l'oiipeliuas de lindo* pdrocs.
Ite iiis-mio soriimer' i de las com listras de seda.
Ca-iliraias de cores, ditas mariposas brancas e de
e%ras.
Nawuck de lindos padrdes.
Baptistas do padroes mui delicados.
Percalinas ito qu.idr Ulitis de liohn de. cores propros para vestidos.
Fosioes de lindas core*.
Cssaquinbos de las de cores para eaiiora?.
Saias boi dadas para sen horas. -
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisads.
Chap..s para ditos".
Toalhas de cambraia de liuh* com lipdos bor-
dados.
Froiihas bordadas.
Clxas de la.
Curtinado* bordados.
(jmiisas bordadas para bamens.
Meias de o'ires para homens e meninos.
Chapeos com caftao deinarim para licinen*."
fiitos para senhoras.
Merino dn cores para vestidos.
Hitos pretos
Caseimras, chitas, madapolfles, cambraia> ete. ele.
na luja do Passo ru Primeiro de Marco n. 7 A,
antiga do Crespo.
DE
Cor.lcira NiutcN *i i______
V'cnde-se urna esrrava cozinheira, d 4S
annos : a tratar na bolica popular, e para ver na
casa de delen.ao._______________________ _
Ra da Santa Cruz n. 42.
Vende-se e-ta propriedade em chin pTririo
a tratar na ra do Duque de Caxias n. Ti, 3"
andar._____________________________________
Hesperedina a 16/1
Vende-se em caixas cora 12 frascus, no arma-
em de Frauco da Cunha A C, a rna da Utda
n.^__________________________________
Superior chocolate nacional
dos Srs. Brito ^Cariieiru,
do Rio de Janeiro.
Igual em sabor e qualidade s nvlhons roicas
estrangeira : vende-so nicamente em l'ernam-
buco em casa de iieltrao Oliveira di G. ru? do
Commercio n. 10.
Empieza Vicente, Santo An-
tonio
Por sna bonlade rogase o obseqiio di, nu bf-
nefirio do hil eleiro e onlros recordar o prologo
da Crinolina.
A >WU l'S. U Wvauo ;:.
Bareges de quadrinhos, torada hlteimMnll
nova no mercado, pelo diminuto pre.o de i- 0 rs.
o covado; pechincha : na ra do Qm-imadi: n
43 em frente a pracinba. Dao-sc am^tras.
Metim de cores
A i80 res o covado.
Metim do cores, padroes bonitos, pronrio para
vestidos, pelo diminuto prego de 280 > is, so na
ra do Queiraad n 43, em freuto PracinLa,
loja de Guerra & Fe mandes_______________'
Vendo-so um fogo tic forro balido,
com fornos para assar e dep<-sito, ti'agua
quelite, obr de crtcommenda e che-gado do
Porto ha poucos dias: na ra doAptllon.
20.
DOS PREMIOS DA
23.
ERAL
65
U
PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LEI PROVINCIAL N. 946, A BENEFICIO DA NOVA IGREJA DE NOSSA SENHORA DA PENHA, EXTRAIHDA EM 6 DE SETEMRRO DE 1873.
f


5. t-


8
Diario d Pernambwo Ter9a feira 9 -
lirEEATURA.
Quesillo religlewa
Consulta da aecgao- ios negocios do mpo-
rio do conselho do oslado sobre o rc-
earso iuterposto pela venera vcl ordem
torceira de S. Francisco da Penitencia,
da capital da provincia do Para, contra a
portara dovigr.) geral da respectiva
diocese, que a suspeudeu do exercicio das
funeges religiosas, o juigou interdicta a
sua capella.
ConclusfiO.
Allega a recorren tu -que desde muito
-te-nnoapresentoii-se no pupilo e na irn-
prensa daquella capital urna propaganda con-
tra as sociedades raogonieas, que escanda-
lisava os bous e verdadeiros catholicos, acos-
tumados a ver nos que eram geralmenle t-
dos por magons outros tantos filhos da igre-
ja caiholica, apostlica, romana ; que esta
propaganda, comegada logo aps a chegada
do Rev. hispo, depois de ter estado no con-
cilio do Vaticauo, raantevu-se a principio
no circulo das possoas de sua intimidada o
no de alguns padros estrangeiros; nas oi
de certa quadra om diante crescendo, e ;
sua frente ceJIocou-se todo o clero, coin
excepto daquelles que, menos donis, sof-
frerara logo suspensor ex infrmala cons-
cientia, e de ento em diante nao houve dia,
em que do pulpito, e de um peridico, con-
siderado orgo da curia episcopal, nao par-
tissem novos c violentos ataques contra a
magonaria, expostaassim credulidado pu-
blica como inimiga jurada do catholicis-
mo;que nao obstante, emquanto as cou-
sas pennanecerem nesse terreno, ninguem
se arroceiava de tal perseguido, nem
de alteraco na paz reinante na socie-
dfde.
Tudo porm, diz a recorrrente, tomou
novo aspecto desde qie se passou das pa-
lavras para os fados, imitando o Revm.
Dois das depois desta rtsposta, quefoi pe- designando as qualidades que deem.-ter o
lo ministro da ordem, transraitda aerigario seui membrosj se ella mesma nio pode
geral, appareceu na gazeta Boa Nova de 5 hoja excluir aea um pelo sirapUaj freto
de abril a portara do dia antecedente, ira- de ser macn, segue-s que o acto to pocrer
pondo u penas de suspensoe interdicto. ecclesistico attentatorio do poder e taris-
A portara do theor seguinte : diegio temporal e excessiTO desse mesmo
A vista das respostas do prior da vene- poder.
ravel ordem 3a de Nossa Senhora do Mon- Agora cumpre enoaral-o qnanto
te do Carmo e provedor da irmandade do causa que Ihe serve de fundamento.
Sonhor Bom Jess dos Passos, e do mi- Diz-se que os mag ons nao podem fazer
nistro da veneravel ordem 3 de S. Fran-' parte das frnaran lades, porque eles, como se
cisco, datadas de 3 de abril deste anno, na pastoral do S. Exc, parto 3. $ 6.*,
as quaes formalmento declaram dosobe-jconstitiiom urna seita perversa, proscripta,
decer a ordem de S. Exc. Revm., exa-'coniemnada e anatbematisada por diversas
rada n^art. 6o da instruego pastoral de I bullas.
25 de margo ultime, declaro effecvas as Mas, Senhor, todasessas bullas carecem
penas marcadas no supramenciodo art. 6*,' d licando desde j suspensas todas as fue-' par poderein vigorar no importe (constitui-
ges religiosas daquollas.duas contrarias cao, art, 102, 14); sem elle nao podem
interdictas as capellas onde funecio-os bispos executa-las como leis da igreia
'contra seos subditos, que tambera sao sub-
iendo a ordem 3* conhecimonti disto
pela referida gazeta, resolveu langar mo
do recurso cora sobre o qual o Revm.
bispo, ouvdo pela presidencia, limitoo-se
a dizer o seguinte, em 12 de maio prximo
passado.
Em resposta ao aflicto de V. Exc. de 9
do corrale, cobrindo o recurso que / a
confraria da ordem 3.* de S. Francisco da
Penitencia do acto diocesano, que asuspen-
d do-mu a allegar o que conviesse, ta forma
do decreto n. ,9ii de 28 de marco de i857,
cumpre-me dizer a V. Exc. que, nao poden-
do eu em consciencia, em face da constitu
prelado diocesano que se fizera em l'crnam-
buco, e publicando urna instruego pasto-
ral sobre a magonaria com o fun de cor-
tar-Ihe a> regalas e privilegios, concedidos
pela groja a seus filuos, e dos quaes jamis
havia.n sidd*excluidos os magons.
Isto obrigou a Ordem 3", victima dos
actos do Revm, bispo, a recorrer a Vossa
Mageste Imperial.
A instruego pastoral u mesma de 25
He marco deste anno, para a qual a secgo
j invocou mu respetosamente, depois de
te-la aiiulysado, a ilustrada attengo do
Vossa Magestade Imperial.
Piolla se acha a disposigo 0a em que se
baseou o vigario geral, redigida nossegnii-
tes termos:
i S coutinuaro a fazer parte das con
u frarias e rmandades os macons que deca
u raren por escripto nao quererem mais per
tencer magonaria. Se depois decaridosa
a admoestag feita pelo nosso Rev. vigario
geral, e formal intimago, houver alguma
confraria, o que nao presumimos, que se
revolte contra n ordem do prelado diocesa-
no e recuse obedecer, ser-lbe-ha notilica-
da suspensao de k das as suas funeges re-
t ligiosas, at inteiro cumprimento da nos-
sa ordem ; Picando interdicta a capella ou
igreja que estiver debaixo da administra-
gao da dita confraria omquanto permane-
cer a sua rebellio.
Em virtude dessa disposigo, o vigario
geral, indebitamente considerando-a loi dio-
cesana, dirigi a 31 do mesmo roes de
mar?o, uin oficio ao ministro da Ordem 3a,
duendo: .
achar-se ello liliado macana"ia, exhorta- Jcitacao, defeza e sentenca.
Nao
cao divina e legislacdo da igreja catholica,
reconhecer a validade de tal recurso, nada
julgo dever allegar em favor do meu acto.
K' ipsis yerbis a mesma resposta dada ao
presidente da provincia para ser trazida
presenca do governo imperial, por occasio
dos recursos da ordem 3. de PJossa Senbora
do Monte do Carmo, e da irmandade do
Senhor Bom Jess dos Pas>os, sobre os
quaes j a.sccce enunciou o seu modo de
pensar.
E' anda, diz a seceo com profundo pezar
a prmeira autoridade ecclesiastica de urna
dioceso do imperio quem reiteradamente
recusa-se a reconhecer urna lei do estado,
cuja doulrina'tem por si as tradieges dos
seculos da monarchia portugueza, e em
quaM todo o orbe catholico; e anda ha
poucos annoS regulada e modificada pelo
poder competente em sentido muito mais
favoravel ao episcopado 1
Com a resposta do Rev. bispo, subi a pe-
tii;o do recurso ao governo, nao tendo a
presidencia da provincia, do mesmo modo
que nos outros recursos cima referidos
julgado conveniente tomar conhecimento da
questo e dicidi-la provisoriamente com
effeito suspensivo, como Ihe competa.
Na |>t;o, a recorrente expe to lucida
e jurdicamente as MaAag do recurso, que a
secgo pede venia a Vossa MagertaHn Impe-
rial para aqui transcreve-la ua parte mais
importante.
Quanto forma ( do recurso ), basta
considerar que todo o processo, se tal nome
merece, consiste no mandamento de S. Exc.
Revm. sob n. 6 da iustruccao pastoral (do-
cumentos ns. 2, 3 e i, no officio da recor-
rida (documento n. 5), nos oflicios reversi-
vos (documentos ns. 6 e7), na portara (do-
cumento n. 1).
l)e sorte que, sendo essencial urna sen-
tenca, que julgue a censura ecclesiastica,
prolerida em processo legal, cora citacao e
audiencia da parte, conforme a deciso de
28 de Janeiro de 1823, ordenado e decreto
sa nrntonrv
va-o a que abandonasse-a, por nao poderem
os macons fazer parte das irmanJades, e
que o declarasse por escripto, a querer con-
tinuar na direccAo da ordem 3, a qual
se achava debaixo da jurisdiccao episco-
pal ;
2.* Que igual evhortacao fazia a todos os
macons que pertencessem mesma ordem,
a fim de promptamente obedecerem s de-
terminaces do prelado docesauo, nao per-
mittindo Deus, em qualquer delles, o es-
carnalo da rebellio;
3." Que a resposta a essa caridosa ad-
moestago devia ser dada at o dia 3 de
abril seguiute, para que pudesse cumprir
fielmente o que Ihe fra ordeuado na refe-
rida iustruego pastoral.
0 ministro da ordem passou logo a res-
ponder ao vigario geral, fazendo ver que,
com quanto Ihe parecesse, vista dos ter-
mos da citada disposicao fia, que a admoes-
ta'.o devera ter sido directamente feita
ordem terceira e a todos os macons mes-
ma pertencentes, e nao somonte a elle mi-
nistro ; comludo por deferencia para com a
sua pessoa, nao s levara o ollicio ao co-
nhecimento da grande mesa conjuncta, a
fim de tomar as providencias quo o caso
exiga, como tarnbem respondera na parte
que Ihe tocava.
E assim o praticou, declarando que mo-
tu proprio nei-n poda separar-se da ordem
3a, nem da maconaria, por serem ambas
instituiges s quaes se achava fortementc
ligado, e nada encontrarern em- sua cons
ciencia que o levasse a desprender-se de
qualquer dolas ; e accrescentando que se a
mesa conjuncta concordaste em expelli-lo,
appellaria para o juiz competente, e s re-
signar-se hia, depois de esgotados todos os
moios de defesa.
Seguio-se a reunio annunciada da mesa
conjuncta, a qual sustentou o modo de pen-
sar do ministro, decidindo que nao ca-
ba em suas faculdades tomar a delibera-
do de excluir a qualquer de seus irmos,
nao havendo nos estatutos disposigo algu-
ma que autorizasse a exclusSo de qualquer
delles pelo motivo allegado.
Juigou todava a mesma mesa conveniente
protestarem primeiro lugar contra o abuso
de jurisdiccao, resultante da disposicao 6a
da instruego pastoral, nao s no que res-
peitava excluso dos irmos, a qual nada
tinha com a parte religiosa dos estatutos,
j approvada pelo Rev. bispo, mas tambera
no que concerna sua Irberdade e digni-
dade, porque, estando fra de suasattribni-
r o.-s i que se exiga della, impunha-se-lbe
entretanto, no caso de desobediencia, a sus-
pengo de todas as funeges religiosas, alm
do interdicto da sua capella ; em segundo
lugar, contra as expresses ragas de que se
achava o vigario geral, dizendo pura e sm-
plesmeute que a ordem terceira se achava
de.baixo da jurisdicgSo episcopal, nao por
que pretendesse negar, quando ao contrario
era a primeira a reconhecer a autoridade
do prelado diocesano no tocante s fune-
ges religiosas, com tanto que nao se oppu-
zesse aos estatutos por elle mesmo approva-
dos, mas porque em todas as outras func-
gs tinha outros superiores as autoridades
civis.
ao deslamacao. Digne-se Vossa
Magostado attentar que o officio n. 5 foi
dirigido ao ministro da recorrente; que ella
nao foi pessolmente citada, ouvi.la, nem
convencida, que urna portara se arroga os
foros do sentenra; e fcilmente calar no
espirito de Vossa Magestade que nao pode
haver processo mais informe e mais subver-
sivo do direito de legitima defeza.
E nao c tudo, Senhor. Essa mesma
portara sentenga, cujos effoitos actualmente
pesam sobre a recorrente, nem ao menos
Ihe foi intimada, como se v do documento
n. 8!
Mas, Senhor, se admiravel o processo
pela extravagancia de suas formas, nao
menos digno de admrago se torna pelo fim
a que too.de.
J sabe Vossa Magestade Imperial sob
que pretexto foram as exhortages da recor-
rida feitas ao ministro recorrente e aos
magons pertenrentos ao seu quadro.
Nao ignora tambera quo as irmandados
e confrarias, associages mixtas, religiosas e
civis, regem-se s por seus comproraissos,
por ellas elaborados, approvados polo po-
der ecclesistico na parte relativa ao culto e
pelo temporal na que se refere aos actos da
vida civil.
Pois bem, Senhor, o art. 6." da instrue-
go pastoral de S. Exc. Revm., origem de
ditos do estado.
E embota ciamera alguns dos nossos
prelados contra a necessidade do beneplcito,
e suas vozes eucontrwn echo no seio da rc-
preseni.igo nacional, ninguem ignora quo
elle existe de tempo* immemoriaes na
monarchia porfaguezav qual estacamos;
sujeitos no lempo de omitas d'aqwllas
bllase coexiste cow a noasa; urna rega-
la da soberana racional, urna garantir do
ordem, consagrada no cdigo poltico do
pnz.
E lomis, Senhor, porque fazer effec-
tii-vas essa hullas contra a magofwria dcsta
provincia, qwasi toda cempostt de catholi-
cos, apostlicos, romaras ? Qua aqui a
irmandade ojte nao cont- era seu gremio
numero contMdjoravel de raagons ? I todos
ellospr>iti;ami;tos do cuito divino- eo;n a
mesme reKgioaidae daquelles- que nao
sao l E nao hovera visvel desaccorde* en-
tre S. Exc. e os suiumos poatiices ? Estes
proscrevem, cofMiemnam, anulheraetismn a
magoneriri come*ama .eita perversa: bm-
gam por conseguaite os magons fra dn
communho da igreja, aopasso-qyeS. Eitr.
langa-os son ule (oradas irinandades eenafr
frarias f
Por conseguate, Senhor, encarado-
quanto causa, que-Ihe serve de fiuidameib
da ordem, e isto quandoleges eccle-
aiaskaejubeaiit.,., rfos vpcafi, el se ipsos
defendant ab iis dequibpx utxutantur,
conformo disse Jurenal Hicrosolomitano in
Rsl. ad Impert., sem as admoostagoes ca-
nnicas, exigidas pelos tantos caones e
theologos da grande manta, sendo alias prin-
cipio do eterna verdado quearmo prwpo-
pera, scilicet non cmmonitus, ,iegu-:con-
ventu est judicandns, segundo cdircilo
cannico no cap. de llUcita, e havendo o
exemplo constantemente dado em taes casos
pelo grande apostlo S. Paulo, como entre
outros mostra S. Joo Cinisostorao ; e fi-
nalmente, sem sentenga con lemnatoria, ou
ao menos declaratoria, mas r-;vstida d.ts
lonuahJadus canonizas recommendadas por
S. ri'gorio papa na 11 i.nili.i 21.' in verbis:
mmNo.i debet pmnam suxliire canonicam
in cujas damnalioii'in non est cannica
prolata senlenlia f
o." Que as peius j'iiposus niki s fo-
ram comprehendidos os irmos magons;
mas uual.nenie os que o nao erara, s por-
que nao obc-decerain a uiiw orden) que ibes
era iinpjssivel cumprir, e al aquellos, que
lindii dada, ma* nao aaMBla l hyputbe-
so du s>-r culpad* a maioria da ordem, Hn
podf.rn por fnu abruma detiar de ser coi>-
sidenxlua iaaaeeofkav ^'o^ *o os menores-,
os articule* da capitel e todo* einli.u que
nao conapareceram. nem coiteorreram para
o resirtt.p*o quo delc7iuinou coudemua-
go.
Ora, isto- sem duviJ njpfliwai, ou
antes in'nr pj itrt'actoria.
Importa flbgrante offenso e poyfcrgago
da razao naWM-al, e dos principios & rtrr
na JMSli'.a, que a iiiugiit.tn periiiiUem' :on-
domonr sem ser culpado ; paioctpips co-
nhecid->Si como- nao podiam deiiar de-ser,
pelo direito cannico, onde seeiiconlnu as
seguintes palanas de Bonifarw VIH -. Oe
r<:g.j. >i. ul. Sinv culpa, norv est atiqum
punieuehts.
E volcando cunsidorago e'tt ora i.*
lugar, nofra de proposito a aaaglo ob-
servar que-,, anda ajjatato alguem pretenda
;qye so aceite como sentenga a portara de
\i- de abril, aiuia inHiscripla. apezac- do sua
forte estacara de madeira, que se fez peda-
eos c m o tiro. Julgue-se, porin, do es-^
panto dos espectadores, quando o athleta,
depis de carregar a mesma pega, se coliocou
diante d'ella, mandou dar fogo e agarrou a
bala na carroira, vacillando, com tudo, um
pouco ao sofrer o choque, e arremessou em
seguida ao chao, com ar de iriuiapho, o
projoclil I
Repetio-so segunda vez a experiencia,
porin d'esta vczohomem das balas leve a
m sJilo do roceber o projectil no rosto,
cahindo bauha lo em sangue, em quanto os
espectadores h irrorisados, abandouavara o
circo. Oferimento nao leve, todava, con-
sequencias funestas : questo do rnica e
do alguns das de descanso, depois dos
quaes o homem du* bulas lera a honra de
apr-eseutar-se ao Ilustrado publico, repetin-
do os seus exercicios.
L'M.4 SINGULARIDAOE. A intendencia
de polica de Constantiuopla aperlou agora
asordenspara que as senhofas turcas nao
possam entrar eu loja alguma a fazer com-
pras, quer o dono da loja' seja turco ou
christAo.
Estaprohibigo foi pri.noiramente feita
no principio do reinado do uctua sulto ;
mas agora eslava muito descurada. Foi,
pois, ivnovada roi formalmente rr'uma
nota dirigida s delegages estrangeiras, e
n'uma ordem expressa aos donos das Ioyts,
e s senhoras turcas ; d'ora avante tcm
estas que fazer todas s compras inettida
n.-i suas carruagens, coo avtual'tente fa-
zem a- maior parte das cfngses mais aristo-
erfltcasy eso nao tiverem rarruagens, bad
de comprar porta da loja ou da janella.
0 vendedor foi condemnado, por ter al-
lantado contra a fiberdade de sua mulher,
m tira anno e quatro mezas de prsio ; e o
comprador din quatro raezes de prsio.
to, o acto do poder ecclasiastico-contrarioIfrma pouco regular, cointudo forvjtsu no-
Stir- a nbscuTdadc litiui\. ao que pa'ace. da
aodireitoe olTeusivo-da justiga
Quanto ao seu alcance, finalsiente,
anda s;melhante acto nimiamente in-
justo.
0 interdicto nao deve passar de-crimi-
noso : urna-pena pessoal (Const. do Are.
art. 1137). Advartem os theotogos e
canonistas, diz o condado I raja, qae, im-
pondo-se a censura a urna corporago, haja
cuidado que ella nao comprebenda senao
culpados, e- nao a toctos ndisnctaraente,
innocentes e culpados.
0 recorrido, porm, obliterando estes
principios, envolveu coin os raembros da
meso co..ji,acta 9 recorrente, que se oppu-
rem paatOM 4, s Exc Qi J^
raembros da ordem tereetr *. Fraocisco
da Penitencia, suspendendo a todos .^^^^
badamente de- exercicio de suas fumigues
religiosas, e interdizendo a capelL. Foi
um acto precipitado, sem conseluo e ligo
dos mestres, e opposto mesmo constituigo
do arcebispado. que recommenda que o
interdicto s se deve por era casos grates e
de cscandolosa desobediencia, ou por deCen-
so da jurisdiccao e liberdade ecclesiastica
( art. 1238 )
Ora, nao houve offensa, usurpag
jurisdiccao e liberdade ecclesiastiva.
guem dir seno o contrarioque
orTons e usurpa gao da jurisdiccao a h
dade temporal.
o Nao houve escandalosa desobediencia.
Ah esto os oflicios ns. 0 e 7 para attesta-
rem o profundo respeito e acatamento, cora
que se dirigi a recorrente ao recorrido em
relago pastoral de S. Exc.
Antes de concluir, Senhor, a recorren-
te nao pode deixar de invocar a aticngo do
Vossa Magestade para a desigualdade, com
que tem procedido nesta materia o poder
ecclesistico. Ao passo que a recorrente, a
veneravel ordem terceira do Carmo, a irman-
dade do Senhor Bom Jess dos Passos e a
do Santissmo Sacramento da freguezia de
Nossa Senhora Sant'Anna da Campia, fo-
ram suspensas de suas funeges religiosas
pela razo de pertencerem a ellas raagons,
outras irmandades no mesmo caso at boje
esto isentas de censura.
Inda mais, capellas das ordens suspen-
sas foram interdictas e as das rmandades,
nao
A exposigo dos fados occorridos com os
documentos que a comprovara bastante
para reconhecer-se:
1." Quo o Rev. bispo do Para, do mes-
mo modo que o de Pernambuco, no intui-
to de excommungar as sociedades raagonicas
de sua diocese, poz em .execugo bullas
pontificias, que nao tiveram beneplcito, e
que, anda quando o houvessem tido,
H nuscumiauc llllu;. ao que pacer
precipitagor o resulta da sua parto final ou
candemiiaio:i A>sii. qae, tratando-s; no
principio das-duas ordens tereeiras de Nos-
sa- Senhora do-Monto do-Carino e S. fran-
cisco da Penitencia e da-irmandade do-Se-
nhor Bom Jess dos Paseos, incurias as-tros
ua mesma desobediencia, e do mesmo nodo
ameagadas pela dis|iosge-1>.' da instruego
pastoral, e tanto que todas-ellas recorreram
par a cora, dase nao obstante na concla-
so uoe ficavaiu coudeninadas duas con-
fraria-.
Ora-a expressoconfraiia*, se se tona
em geral ou no sentido lau, pode abrau-
ger as-orden 3.*v e as iritUMtdades, nssimiti
como a nossa lei do 22 do sefembro de 182S-
edecretode 19 de-dezembro.de 1860 cora-
ra ""-florara unws e outras debaixo da de-
^""""^--maudades-; mas na accep-
goestricu ejuciu... .wlenuo ^ desgua
as irrealidades propnamenU; .^ta*. E' oeste-I
sentido-que entendmalguns- e^-iptores de
direitoecclesiastico,. e entre lies o i^H\0.
hispo o. Rev conde- de- Iraj- a o- Dr. Villel.i
Tavares* que as oonfranas- ou. irmandades
soinstiutipdes diversas do* ordens 3.*s,
ainda sendo eslas^como sao, as.qae txislem-
no Brasil, Uei/ramentt secutare*..
Sendo islo a&siro, e nao se saliendo em
qual dos accepges foi empregada aquella
palavra pelo vigario geral, nao se podo
tainbom uoithocor <^uol du*; \ee. corpora^u.
deixou de ser coudemnada na. mesma porta-
ra e por que moa.vok Se o vigario geral
usou da expresso mi sentido-lato, qualquer
das tres associages pias, mencionadas no-I
principio da portara, est no mesmo caso
de ser a que se supponha eaotnida. Se foi
no sentidu estrkto, e como s^uinmo do ir-
mandade, ento havendo so. urna irmandade
e duas ordens 3.*s, menos ainda so pode en-
tender a conclusao da portara.
INS0.ACA0.Conta- urna folha parisien-
se, que indo a entrar em sua casa, ua ra
doRotfoc; s quatro horas da tarde, um
empresario de tubos, cabio redondamente
no Chov victima da influencia do sol, a
quo tinha-andado exposto por maito-tem-
Pf-.....
L'ui pofiaia' civil eigueu o enfermo,, e o
coiidnzo pura dentro do casa. Vendo o po-
lica que i> doente nao melhora-va, e a rin-
da do medio-se defieria, pedio um pouco de
sal- de uozinbu e lh-o introduzio as goellas-,
lembrando-sa do que era costume fazer-se
na-aldeiade que o poticia natural.
O'remedio foi excellente. Provocando e-
voinlo, allviou o estomago uo paciente, e
sairou-o.
O r. Meaad, ebegando junto do-doente
e sendo-!he 'eito o rotatorio do snccedido.
lelicitou-o piat do medicamento empregado com tata vau-
tagem;
O ifRETENDESaE TICHBORNE.No dia
12 deagolos foi a 71 audiencia do julgunen-
to da uelebre causa Ticbborne no tribunal
Queen's Bench de Loudres.
O Dr. Kenealy, defensor do aecusado,
contina o seu discurso, queja temoecupa-
do 11 dias de audiencia, o parece que aida
uo vai no meio. Os juraikis do rnaui-
festos signaes de impaciencia, Um pergun-
tou ao advogido se a sua ali*gago ainda-
levara muitos dias* o Dr. Kenealy fingi-
nao entender o sentido da pergunta, que
era sem a menor duvida censurar a prolixi-
*'lo do orador, e respondeu que tinha ain-
da mul\-> a dizer e nao poda calcular o lem-
po que Ihe ser neeessano. O jurado re-
darguio : que eslava perdendo 20 libras por
joslo o protHrKlente Tich-
dia.
No dia 9 de a
bornefoi fazer duas conferencias publicas,
com entrada paga, em Tanbridge-Wellos.
Foi enibubiasiicamento recebido na estago
do camniho de ferro por urna grande mul-
tido que v esperava^
As conferencias foram muito concurridas
o prodaziram urna boa receita.
0 orjilor dis>e que eram Uk os docu-
mentos em quo se baseava a accusigao, o
declarwi. achar-so em grandes embaragos
linauceiro.s o por isso pedia aos seus amigos
que oanxiliasSein, pois. tinha a produzir
200 testemunhas para destruir todas as
L liualmenl, se por confiaras quiz de-'provas contra elle presentadas ; que era
i duas ordens tereeiras, quanto aos -honorarios dos seus advogados.
VISITA AttRADAVEI..-Na ru Fentaine-
Saint George, n'um dos bairros mais popu-
loso! de Pars, tem o seu escriptorie Mr. Bel-
montet, antigo denutado.
Eslava ella trabalhando muito descangado,
quando repentinamente santo que no hom-
bro se Ihe apoiava mo ruda e vigorosa ; ao
mesmo tempo, vollaudo a cauega, vio a
dous dedos arredado de si pin cano dero-
wolver. 0 primeiro impulso natural foi er-
guer-se.
Nao se mova, Ihe diz o hospede, ou
enlo disparo. 0 senhor vai immediata-
raenle firmar-me estas tres letras, que se
elevam A somma de qualro mil francos...
seno a vida Ihe ha de aislar I
Mas voc est deudo, contesta Mr.
Rolmontct.
Vamos, assigne
A victima aventurou algumas reflexoes,
mas as respostas continua van sendo molda-
das pelas primeiras.
Por fim Mr. Relmoutet amte a firmar
urna dataes letras de mil francos, dizendo
ao ladro ser melhor vir mais tarde peks
outras para poder marcar-lhe es venci-
mantoa.
0 hoiiiem nnnio.
Apenas se retirou o assaltante, Mr. Bel-
moiitei, foi procurar a ccmraissario depoU-
c. D'ahi duas horas eslava preso ome-
Kante, ao qual foi encotrtrada a letra de mil
ft ancos, liimada por betmoulet.
Oaudacioso ladro aro tal RouJpi-
qaante, cornmereiante dnvkibos, arruinaflo
por mos negocios que f e pelo jogo ; e,
para voltar a coinmerciur, se lembrara do
estorqnir violentamente a firma de Belmon-
tet, no aceite d'aquella letra.
Foi urna visita agudave! ajMc recebeu o
pacifico deputado, porm e de crer que no
resto da- vida nao deseje outr igaal.
nao
podiam ser applicadas s sociedades daquel-
todo o procedimento contra a recorrente, le genero existente no Brasil, sem primeira-
um acto irrito e nullo, attentatorio do poder mente provar-se quo conspiram clara ou
temporal e excessivo desso mesmo poder, clandestinamente contra a igreja, nica ra-
Collocando a recorrente na colliso, ou doizo no presente caso determinativa das di-
expellir de seu seio os magons existentes, tas bullas;
excedendo embora os limites de seu poder, 2.' Que, nao satisfeto com essa medida,
ou do desobedecer S. Exc, sujeitando-se, o Rev. prelado, ao passo que coacedeu aos
assim pena de suspensao e interdicto, e: magons assim excommungados o gozo de
como urna espada de dous gumes, que por'certos Sacramentos e dons espirituaes, em
um lado forisse a lei, por outro os seutimen-1 caso reservado a Sua Santidad o Summo
tos religiosos de quem a vibrasse. Pontfice, ordenou ao mesmo tempo, por
A escolha entre dous males o sacrifi- intermedio do vigario geral, ordem re-
cio mais cruel da liberdade. Se os magons WW>1 que excluase de seu seio todos os
nao podem fazer parte ilas irmandades, como que estivessem filiados na magonaria, de-
boje se pretende, nada irapede que o poder sgnando fogo u delles, nao porque est-
espiritual influa nellas de modo a reforma-'vesse projrada essa circumstanciato ut
rem os seus compromissos neste sentido. *u" tergioersationi celari possit, como
Mas, forga-las cora ameaga de urna pena a (,'sse ?ant0 padre Bento XIV, mas s por
excluirem do seu seio individuos legitima- ser PUDJfo o notorio; e isio quando pela
mente admittidos como membros dellas, cn pretender um acto Ilegal e criminoso, e questoes sol>re admissao e excluso dos ir-
tornar-se a seu turno cumplice do crirae. mos sao enlre n6s d. exclusiva competen-
Os compromissos sao leis, sao normas cia dellas e do Pder cvil*
e regras das sociedades religiosas, e nao 3. Que alm disto impoz ordem ter-
podom ser alterados sem propostas dellas, ceira as penas de suspensao das funeges re-
como decidi o aviso n. 22 de 15 de Janeiro ligiosas e de interdicto da respectiva capella,
de 1867, baseado na consulta do conselho por nao ter-se a recorrente prestado a riscar
de estado de 18 de dezembro de 1866. do numero dos irmos o seu ministro e to-
Esta doutrna assenta no art. 33 do decreto dos aquelles que, filiados magonaria, dei-
n. 2,711 de 19 de dezembro de 1860. xassem de declarar por escripto nao quere-
Domis, Senhor, a qualidade de mem- rem mais portencer-Ibe, fundand j-se em
bro de uma irmandade, confere duas classes falta de obediencia, que nao poda haver
de direito: espirituaes e temporaes. Am- sem violago de le, e portanto n'uma ra-
bos elles ligara-se entre si por tanta forma, possibilida la moral, segundo a regra dedi-
que perder uns equivali a perder todos. reito^/mpos'6t/io dicuntur eliam quee
Logo, nSo pode qualquer dos poderos, contra leges fierent, e do proprio direito
que concqrrera para a existencia legal de canon co nos textos de Bonifacio VIH, til.
uma irmandade, alterar e modificar a seu ult. deregjur.Quab contra jus fiunt de-
bello arbitrio as normas porque ellas se re- benl uliqne infectis haberiet nemo potest
gulam, sera commelter uma usurpagio do ad impvssibile obligar i ;
poder e jurisdiego do outro. Que fulminou as referidas penar
Por conseguinte, Senhor, se s i recor- sm mandar instaurar processo regular*
renie compete alterar o seu compromisso, nem harer citado directa e immediata
ainda assim, poudo-se oara o lado a m-
propriedade do termo, faltar saber-se por-
que deixou de ser contemplada na mesma
portara a irmandade do Senhor Bom Jess,
da qual s fez mengo no principio daquel-
le acto, de par com as outras, e que, como
estas, fra intimada e amcagada por inter-
medio doTospectivo provedor, para excluir
os seus irmos, quo persistissem om ser
magons, conformo ordenava a disposigo
6.* da instruego pastoral, e tanto que essa
irmandade recorreu para a cora.
Tendo a secgo j, sobre todos os pontos
cima indicados tido a honra de largamente
expr a Vossa Magestade Imperial as razes
e'argumontos, que se Ihe offereceram para
demonstrar que os actos recorridos nao po-
dem ser sustentados, nem produzir qual-
quer effeito externo, uns por falta de bene-
plcito as bullas de que .se derivaran!, ou-
tros por contrarios ao direilo natural e aos
caones recebidos, o por terem sido prati-
cados com flagrante usurpago da jurisdie-
go e pode temporal, resta-lhe pedir 1-
cenga a Vossa Magestade Imperial para, re-
portando-se ao que expendeu as consultas
de 23 de maio ultimo e 28 e 30 do moz
prximo findo, concluir:
Que, estando os factos allegados pela re-
corrente compreheiididos nos R 1.* e 3."
do decreto n. 1911 de 28 de margo de
1857, deve ter provimento o presente
recurso, a fim de seguir seus termos
ulteriores, na conformidade do mesmo de-
creto.
Tal Senhor, o parecer da secgo.
Vossa Magestade Imperial, dorm, -resolver
come era Sua Alta Sabedoria julgar mais
acertado.
Sala das conferencias da secgo dos ne-
gocios do imperio do conselho de estado, era
3 de julbo de 1873.Visconde do Bom
Retiro. Visconde de Souza Franco.Mr-
quez de Sapucahy.
VARIEDADE
A' PRO VA DEBA LA. Era uma folha
estraugeira encontramos a seguinte noticia,
cuja procedencia parece americana.
Entre os espectculos com que se procu-
ra chamar a attengo das pessoas que visi-
tam Vicnna, merece citar-se Um bem ex*
Iraordinano. Apresentou-se peante o pu-
blico um atblota com o titulo do o homem
das balas. Pegou em urna pega de artilla-
ra, de bronze, com os respectivos projectis,
apresentou-a aas circuinstantes, afim de que
se assegurassem do seu peso, carregou-a com
urna baja o fea primeira pontana urna
- que com tanta coragem, dedieagO e talento
o tora defendido, nao lhodavam cuidado,
porque o seu amigo Lord Ilivers tinha to-
mado a sen cargo satisfaze-los.
OMARIO QUE VENDEl A MULHER.
0 tribunal de Varsovia acaba de ju
um processo, que talvez soja o nico no seu
gener >. O moleiro, Joo Szepanski, do 30
annos de idado, nascido om Nowavics, dis-
Iricto de Dolo, era acensado de ter vendido
sua mulher Francisca, de dade de 23 an-
nos. Tinha-a desposado hara apenas anuo
e meio ; mas nem ums da passava sem
que era casa bou vesse serias desordena.
Afinal o moleiro codeu a sua metade ao
negociante de vinhos Borkowski, da povoa-
go de Mlynek, pelo prego de cincoenta ru-
blos de prata. Vejamos como se passou o
negocio.
Szepanski, viudo do mercado de kolo,
com sua mulher em uma carruagem, en-
trou noarmazem de Mlynek. All propoz
Siepanski a uin tal Sesnow vender-lhe o
seu carro por oito rublos. Tanto sua mu-
lher, como o vendedor de vinhos, aconse-
lharam-lhe quo nao fizesse aquella venda,
mas elle exclamou:
Ninguem tem nada com as vendas que
eu fago ; sou livre e posso mesmo vender
minha mulher I
Ento o vendedor de vinhos Borkowski,
perguntou-lhe qual ora o prego em que elle
a avaliava, e Szepanski, respondeu-lhe :
Cincoenta rublos (urnas oito libras)
Borkowski deu-lhe inmediatamente aquella
somma. Szepanski, metteu o dinheiro na
algbeira, agarrou emsua mulher que ress
tia em vo, impellio-a contra o balco den-
tro do qual estava o comprador, e dando-
Ihe um pontap, exclamou : ~
Va-te cora o diabo I Prefiro o dinheiro
do que ter ti 1 Poderia muito bem ter
assim dez mulheres em voz de uma I
Borkowski, drigindo-se aquella que aca-
bava de comprar, disse-lhe :
Minha cara Francisca, comprei-te ; de
hoje por diante sers tu a logista. Dizen-
do isto, langou-lhe a mo e arremessou-a
a forga para sua casa. Depois convidou to-
dos os seus freguezes a tomar parte na festa
do noi vado, offerecendo a todos agurdente,
charutos, e toda a especie de iguarias. Foi
s no da seguinte que Francisca conseguio
informar seu pai da sua desgraca. 0 pai
appareceu logo depois com a polica, o deu
a liberdade filha, fazendo instaurar o pro-
cesso.
Perante o tribunal provou-se que nem
o comprador, nem o vendedor estavara em-
briagados quando succedeu aquello fado.
UM VIUDO AFORTUNADO. Compa-
reca ante um dos tribunaes de- Pars ha
poucos das-,, um sujeito que na- tem que
agradecer*boa fortuna.
Tendo casado com urna menina JejJeseno- .
ve anuos e linda como os amores, pela qual
nutria o inris- entranhado ailecto, achou-se
a Iriste conjuoctura de recorrer aes-tribu-
taos para pedir separago de pessoas- e-bens.
Essa causa jalgou-se, e cada um foi pera
sen lado.
l'orin, este marido de qae se trata- nao
era como outros-, que achara- vantageroe
Iba agrada volveren) vida du solteiros.
Elle amava, apezar de todos ospezares-, e
espeea, e nao poda vi ver sem ella.
Um dia, encoutrando-se no caf Mazarim
com outro individuo, separada-da mulher,
coma veio a saber pela conversago que
entre ambos se travou, o desconhecido tan-
to se eondoeu das lastimas de Piau (assim
se chama o reo, que eslava do escabullo dos
delinquentes), quo se Iba effereceu para,
n'aquelle mesmo dia, Ihe levar a mulher
para casa:
Com astucia bem-estudada, se apresentou
em casa da tal senhora, e se fez acreditar
ser um agento do governo civil,, que, para
averiguagoes, tinha ordem de a conduzir
aquella estago official.
A mulher acrelilou e acompaahou o faieo
agente dpolica. Escusado accrescenta'r
queso encamiuharam ambos para casa de
Piau.
A mulher, reconhecendo o logro, nao
quiz fazer escndalo, bradando pela polica
ou cousa sernelhanto ;: mas no dia immedia-
to foi apresenlar sua qpeixa, contra o fin-
gido polica e contra o marido como cm-
plice.
0; tribunal, tendo considerado as circuras-
tancias do caso, condemnou o pobre marida
a tros ranea de priso.
0 tal amigo officioso nao foi encontrado ;
e ainda agora a justiga ignora quem ella
seja.
OQUEVAI.EM OS LIVR06. Para es
q^ie forera estranhos o movimento da livra-
ria nos paizes do norte, e mesmo nos Esta-
dos-Unidos da America, os pregos porque se
venderam algumas obras ha pouco n'um
leilo em Londres, sero sem duvida sor-
prendentes.
Mr. H. Parkins, fabicaute de eerveja
muito conhecido em Londres, a um dos
mais notaveis colleccioiadores de livros
raros, morrea, ha pouco, deixando uma fa-
mosa livrara, quefoi vendida em leilo por
' 2,600. A li vrara era pouco numerosa,
mas muito escolhida ; foi dividida em 856
lotes cuja venda durou apenas 4 dias. Entre
as preciosidades bibliographicas d'este leilo
appareceu uma Biblia de tiutlemberg (vul-
garmente chamada Mazarina) que se ven-
deu pela quan ia de 15:3Q>000 I Este
exempar era impresso om pergamnho, s
so conhecem 5 exemplares : uma outra adi-
go d'esta mesma Biblia, empressa em pa-
pel, foi vendida ao livreiro Quarich
13:1055000, moeda forte.
por
LICOES SEVERAS. Em Gloucester foi
condemnado o Sr. Davs V. Emmanuel, per
quebra de promessa de casamento. Segun-
do o tribunal decidi, tinha o reo prometdo
a mo de esposo a miss Reah Roze Davis,
de 22 annos de idade, filha de um com-
meroiante ; e portanto condemnou o voluvel
namorador no pagamento de uma indemni-
sago de quatro contos e quinbeotos mil res
moeda forte I
0 mesmo tribunal condemnou. na
mesma audiencia, a companhia Great Wes-
tern Bailway a pagar a somma de nove-
centos mil ris.a um agricultor septuagenario
quem acontecer dar urna queda, de que
Ihe resultou fracturar duas costellas, por
causa da escurido completa em quo.se en-
contrava a esUgo de Stooe ou tho-Vold.
Ha va muitas testemunhas a favor do qiei-
xoso.
MORTE DE UM ARTISTA.-No circo dos
Campos Elyseos, era Pars, um artista eques-
tre, por nome Lehraaun, andando a traba-
Ibar sobre um cavallo, em dia de espect-
culo, foi arrojado de encontr barreira,
na occasio em que da va um salto sobre o
animal, do que naultou quebrar a columna
vertebral. 0 infeliz foi conduzdo para as
cavallarigas, onde morrou pouco depois.
Tinha apenas 26 annos e trabalhava baria
15. -Este accidente o segundo fatal que
setorn dado no mencionado circo desde que
foi fundado.
TYP. DO DIARIO -RA DUQUE DE CAxlS
1
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