Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13030


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Full Text

^^I
AVXO XLI.\. AIUIEBO 208
PARA A CAPITAL B LUGARES OXDB KAO 8E PAGA PORTE.
Pop tres mttzes adiantados .-............ 99000
Pop seis ditos kiem.....* m *"..... 14*000
Por um anuo idein ............ 149000
Cada numero avuUo.......,........*.. 830

SABBADO 6 DE SETEMBRO l)E 1873
T--------- ......
(ARA l*E.\TRO E FRA DA PROVINCIA.
Por tres mezes adiafltados................. 19750
Por seis ditos dem................... 139500
Por nova ditos idera............... SOH50
Por um anoo idem..................I 7IO00
DE PEPA
PROPRIEDADE DE HAN0EL FIGUEIROA DE PARIA & FILH0S.
<


Os Sr*. Gerardo Antonio Alvesd Filhos, no Tara; Gonjalves d Pinto, no MacanbSo; Joaquina Jos de Oliveira d Filho, uo Ceara; Antonio de Leu* Braga, no Aracatj ; JoAo aria Julio Chaves, no Ass; Antonio Marques da Silra, no atal; Jos ostia
Peroira d'Almeida, em Mainanguape ; Augusto Gomes da Silva, ua Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Peuba; Belarmioo dos Santos Buieao, em Santo Aiitao ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joio Antonio Machaco, no Pilar das Alagoas; Al ves C, na Baha ; e Leite, Cerquinho d C. no Rio.de Janeiro.
I
PARTE OFTICIAL
Gaveruu da provincia.
DBSrACHO UA PttBSIDKXCIV HK l K SKTKMHHQ
m 18":;.
Antonia de Suiza lUngcl. Encaminhc se.
Fre Flix -Ja Natividade Pimeiitol. Deferido
.'oui oilicio desta dala Ibetnunria provincial.
Joauna Evangelista do Nascimeuio. Informe
o Sr. Dr. chafe de polica.
l.uiza Coastantiaa Hotiainp. Informo o Sr.
Dr. director peral interino da iaatrnccAn publica.
tentarla da presidencia de PeroambiMo, 5
de sWombro lu I87J.
o portoim,
SitciUi A. Rodrigue*.
Hcparticito la polica.
.' secr,o. Secretaria da polica do Pernambueo,
.'i de setembro >ie 187.I.
N. 1561-lllin. elixm. Si\Participo a V. Exc
que, das emnroanieacei recebidas ii je, consta
que foram reeolhidos casa de dolencio os indi-
viduos seguintes :
A" mnlia ardein, Jw*, escravo de J.-s Vicente
Jliboiro, viudo da Escada, i disposico do Dr. juiz
municipal do Limneir.
A' ord.'m d" subdelegado do liecife, Joaquim, os-
eravo de Jos da Silva hoyo, a re juulitn "Oto
desta,
A' ordein do da Santo Anl mi. Paulo, escravo
de Hollar nin i Alvos trocha, a req'ieruneniu
leste
A' ordem d da B a-Vista, DotnHgos, wr.ivo de
Barthotoinea L larraon, a requermonto deste, e
tteuedirtn, e.-eravo de Felicissmio de AXOVedu Mel-
lo, por andar fgido.
A' ordem do da Vanea, eeverin i VarMna de
Paria*, a di*|OM?4i do Dr juiz de direit do 5
distrirlo rriiumal.
Segundo coflvuQitkMU-NM o Dr. juiz municipal
dfl Sanio Anto, |m>i olllrio de .'I do c rrente, .i.ra
all ctptarado e rerulhido respectiva eadeia, Adc
to de S llarrelo, sentenciado a i anuos < 8 metes
de priso.
Finalmente, a orlem e tran |uilhdado publicas
uto soffreram alteracn,
0 i] te ludo couiuiunico a V. Esc, romo me
annipra.
I)eu> guarde i V. Ble. -Illin. e Exm. Sr. com
uieadador HiHtrique Poreira de Lacena, ii>;ii mo pre>i-lonte di provincia. -O eh-ifu do polieia,
1 ilionia Francscj Cwiru tte Araujo.
DIUODEPE.UMBUGU
HECIh'E. 6 DE SBIPWBBO DE K)73.
i\'liciaN da Uurupu.
II.w -m as II hura.1 do di. funJeou no lamarao
vapor franc 'Z Rio (rumie, trazendo dala de Lis-
boa at 23 J upsto, adianndo<|aalru lias a* no-
Ciclas que recebemos pelo lilimuni. Eis as uoii-
eiaa:
VRA.NgA.
A en'.revista de Fr.jhstlorir entre o eonde de
Parii o o conde de Cbaoibord, deixou a situ telo
politica da Franca exa^tamenle no uiesino eslado
efla que antes era.
A reamara, ao da lUJiiarcli.a legitima lom eon-
tra si a opposicao do grupo orleauista dissideoie.
rio momento em pie os promotores da restaura-
v d. lliroii i 'I arl i> X a'lir.nassem o sou de-
idj i proj sito de restaurar um passido mor-
tu, pode contar-se que urna BuVS (olligirao llie
iiiitoria o -i'U Vilo.
Joraaes dwi ipie inais se destcala pola sua re-
sisteucia aos priucipios revoluoionarios, laes como
0 Paru-Jt>*ril, a PlVSM 6 o Cim%'-in!inaii-1,
mostma > seu desagrado as aovas cooioini.os ou
callanJo-se oa fazenJo sobre este assumplo urna
seri>' iniaierrom.il la de porg intas.
O Sr. Barcel Bartbe, uiembro mui conspicuo do
centro es^uord >, man Ion publicar uo ndpt'iflmt
i s li issM fyihes ipje n i i p.issive praca
mente a fiuau entre legiliininlas e orleamstas, por-
que o ende de Cbaiubofd nao cede neiiium dos
i> direitos, neiu aeeiu nenhana conJie', eo
conde de l'.iris u.io renoga as soastdeW, e se
Sjualqaar ielles procede**! de nutro modo, arris-
cava-se a nao ser seguido pelos soun parudartos.
Segae-se desta conlissio que a assembla nao
ter nu ero para pro>:lainar a monarcaia de uin
principe ou a d; nutro, e lera de organisar a re-
pblica, sein a proolauar ; feto istoser ubrigadu
a disaolver-se e ao fuluro parlamento caliera re-
..ilvcr Acerca di forma de goverau em FraiiQa.
Asseg.ua--e que o relalorio Nigra sobre as
probabilidades da mooarctaia em Franca, diz que
a Austria, a Inglaterra e a Hussia sao favoraveis
monarchia.
A impreosa ingleza nao ni -ira conlianca alguma
nos resultados quepodeui advir Franca da entre-
vista de Frohsd.irff.
Todos os peridicos liberaes fallam daquella en-
trevista com de>dem e Ineredulidade; e entre os
conservadores a follia m.iis favoravel a una res
tauracao monarchica em Franca, o St-mdird, resu-
me a sua a jreeucio n'uiaa obrase que da una idea
i\a.?ta do juico que a opiuiao publica na Ingla-
terra emitie acerca dos eiTeitos provaveis da re-
couciliaciodus dais ramos da casa de Bourbon :
I' i Jo chainar-.-e a islo l'.i-.i.i ; mas uau mais
do que confusao.
O Stand iid accresceuta que nao ha a menor
piobabllidade de que o conde de Chambord 'nu-
il isas de opiuiao, ou de que lencione faze-lo ; que
lamben) pooco provavd |ue os priaetpes de Or-
bMJU t;oham esqaesido que se alnuma cousa re-
prosentam o prini'ipio do goveruo eonstitaeio
n.iJ diz mais que ha raisoVs para crer que o eoii-
1j de Pars recoiilieceu seu primo como o chafada
familia ; que o lucra no intuito de conciliar as
suupathias dos leglimistas, mas que attraliindo
-i os prtil.irioi do direilo divino, afT.i.sla de si os
ori caistas.
INGLATK.IIHA.
as eleic/iis de Greenwich o partido liberal in-
glez foi derrotad) Este aconteeimeuto produzii
seMlaao nos arralase ministeriaes e exaltou a eo
ragein dos seus adversarle.
O Times consagra a este assumpto um largo ar-
lifO, no qual investiga as causas das victorias ire-
q.icntes do partido twry. A verdadeira caui,
diz aquelle jornal, est no descrdito em que tem
cabido, em Inglaterra o governo de Gladstone; os
eleilores abstem-se porque nada vein reanimar o
ho zelo, e porque o ministerio debilitado no par-
lamento, receia dirigirse ao corpo oleitoral que
bem sent ir-se-lhe escapando.
Em Dundee tnu Y ..'aman, liberal que obteve 5,297 votos, ao passo
que o candidato Jenkins, de ideas mais avancadas,
s ilc.mcou 1,010. fc que o Sr. Stephen. minis'e-
rul; nao obteve seno l,n8(i votos. Foi raai* urna
derrota para o governo, porque Yeaman pertence
classe dos liberaes independemes, que, orno o
doputado Fawcett, fazem alguraas vezes durissima
guerra ao ministerio', e ella tanto mais grave.
quaato o candidato ministerial nao obteve senao
uns mil votos, em quanto que os dous liberaes
mais a vaneados aleaojaram uns dez mil entre am-
bos.
tasar u politica de Gladstone; enlendoni pelo con-
trario que este homem de estado nao n lera des.
nmpeunar por muit> lempo .as duplas e laboriosas
Iunenies de primeiro lord da lliesourana. c do
chanceller do thesouro. Canning o Sir Kobert-
l'eel virau-se tambeiu obrigados, apoz alguns me-
zes, a renunciar a esta aaoumulacao de funecoes.
Diz > Time* que o Sr. Lows tem adquirido mui-
tos iuimigos desde que est nu poder, e nao ser
bem recebido como ministro do interior.
_0 Ihly Trtefopk, que considerado como or-
go do gabinete, pretende que i reinodelaro do
ninislerio dar em resultado modificar as disposr-
i;es nostis de mudos membros do partido liberal,
e de facilitar a sua reconstituido para arrestar
com as ditUculdades da prxima sesso legislativa.
ITALIA.
O duque de Broglie leve urna entrevista com o
Sr Uianchi relativamente noineaco de Ires car-
deam, que sariaia os bispus de Foiliers e de Or-
iraus, e o arcebispo de Caris.
Asseverase ipic o cardeal Antonelli escreveu
em nome do papa u> bispo de V'ienua d'Austria
para Ihe dar nstrticcoes op|iortunas por occasio
da entrevista do couuc de Cliamliord com o seu
real prente ; parece al mesuio que a combina-
cao tentada pelos dous ramos da casa de Bourbon
fra inspirada pelo Vaticano.
O goveruo italiano propoz s cmaras mu pro-
jecto para o armamento do golfo e arsenal de
Sp-zia ; o qual foi appnvado.
ALLKMANHA.
A d>u este sobe-
rano a entregar a direccao dos negocios a seu li-
dio o principe Alberto. U decreto que Ihe coiifsro
is poderes rubricada por todo o ministerio e
tem a data de ;i de agosto.
ACSTHO-HUXGRIV.
Km Praga elebrou-se urna nova reunio do par-
tido federalista, austn. hngaro, a que assistiram
alguns deputadoi1 da lio emia, da Moravia, do Ty-
rol, e da baixa Austria para resolver-se se devia4
adoptar a politica de ahstencao precouiiada pelos
velhos tcheques, ou adherir fraeco dos mance-
bos, que resolvern! apresenlar-se no para-
me ut '.
Vencen emulo 0 partido da politica militante,
decidiudo-se redigir um manifest nesle sentido.
Ilouve um coutliclo serio entre o governo
austraco um dos membros do episcopado.
Na Albina as listas do estado civil esto anda
a cargo do clero catholico ; ora, ltimamente ogo-
v.rno aust-iaco, expedio aos bispos formularios
destinados, em virtnde de urna recente convenco
austro italiana, a servirem de norma ao regisUi
dos ohit'is do subditos italianos residentes na Aus-
tria, mas o hispo de Olmuts recambiou os pira
Vienna, dclarando que nao pndia communicar ao*
parochos da sua -hcese pecas que eonstiluein
urna violacao da Santa S e do patrimonio de S.
Pedro.
Veremos como o governo austraco resol ve esta
(tuestan.
O c mgresso internad mal reunido um Vien-
na para resolver acerca da proteegao que se deve
conferir aos privilegios de mvenco, depois de lar-
gas e uleressantes discuss es, resolveu por 7i vo
tiw contri ti, que deve ser conferida essa proteccio.
.Ven nii--e em seguida urna commisso para
proseguir nos trbalo >s necossarios para aquelle
lia.
Rl'SsIA.
A situaco do Khanato de Klva" bem pouco
satisfactoria desde a occnpaeSo russa. As hordas
ture miaas, que viviam ile rapia e soliretuJo do
tranco dos escravos continuara impuneaiente as!
snas incursdos a Dilbagens desde que o governo
khiviano pardeo todo o prestigio. As columnas
- As recentes modfleaedes no pessoal do gabi
nete britannico, foram receidas com bastante frieza
em Inglaterra. Tanto e Time como o Daily Ntws zilados; como tem felto j a alguns.
uo'peosam que ellas sejara prprias para robos- Q-, corlisias alacaram novamouto
masas nao pndem aJcaoca-ls no tneio dos seus
desertas.
Ka* eidade- cainpeia aanarehia, aparece que
o exeivito de occtiparo tem muilo que fazer para
a reprimir.
Diz Qnseta ile Moscow que o khan fora enllo-
cado sob a tutella de seu lio e que o thesouro khi-
viano fora seqnestrad ; o ex-ministro do khan,
pie samare o incitara a reagir contra as intima-
efles russas, f preso.
Parece pois que a conquista de Khiva apenas
tem consuinniado metade da tarefa que a Itussia
se impo! declarando a guerra aokhanilo. e que
i parle mais ditflcil, a paciticacao e a reorginisa-
i;o daqaolle paiz aiada est por comecar
HKSPANHA.
Acerca deste paiz escreve nosso correspou-
dente de Lisboa :
o as cortes foi deiiuitivamente approvado o
projecto chamando 80,001 homens da reserva, por
171 votos contra 25. A minora decidi nao votar
o prnjacto relativo ao dficit.
a Com aquelles 80,001) homens, o governo vai
activar a reorgansaco dos corpos insurreciona-
dos. Para tal lim val crear depsitos de inslruc-
cao e disciilinares, sendo os primetros em Vallado-
lid eSaragosa. Os soldados que seforem mobilisau-
do das reservas, marrharo, em seguida, para os
carnal do exercil i em operacoas, coinmandados
per oiciaes que eslavam na disponibilidade.
Os carlistas entraram em Placencia e rouba-
ram da fabrica de armas 1,000 espingardas, e ou-
tro materia: de guerra.
Xa comitiva do pretndeme anda um sujeito
que se intitula, r.hii>nista de *na mngestade, que
acaba de publicar as folhas carlistas, urna rela-
co da viagem de D. Carlos em Hespanha, desde
9 de Julh) at 1 do corrente.
< Consta que as guerrilhas deixaram de sitiar
Berga, destacando, iropas para Aria Ponte de Be-
venty, Gironella e Caserras, com o intuito de im-
pedir a passagem columnas, que vao em soccor-
ro da ansa. Falla-se em cortar a ponte de Larza
e inutilizar a barca de Lobrnn, para obstar pas-
sagem do Ebro pelos carlistas
t Dorregaray angmentou a9 snas guerrilhas
com os mancebos da Navarra. Junlaram-se Ihe
mais I.OJO.
c Os demagogos, ou intransigentes de S. Fer-
nando (Cdiz ) n i seu furor de destruir as vene-
randas reliquias do passado, nio pouparam se
quer o jazigo do illustre Valds, o grande mari-
nheiro, urna das maiores glorias navaes da lies
panha.
As guerrilhas carlistas, eonliuuam a apoquen-
tar os povos por onde pas so guerrilheiro. tem pedido mais de 80:000 duros
s povoacoes que tem alravessada.
o Falla-se em negocacoes de carlistas, com um
centro eslabelecido em Partugal. Carece, entre-
Unto, tal noticia de lindamente.
t A guerrilha que percorre Tudela e a Ribera,
tora pedido s povoaedes, como impostos, a impor-
tancia de 190:00o reales, incluindo nesle numero,
os frades de Monteagudo, que conti ibuiram forca-
dameiite com 40:000
a Mais de 6,000 carlistas, comraan lados por
Elio i Dorregaray, chegaram frente de Estella.
0 prcten.lente seguio os com arlilharia. A guarui-
cao de Estella de 4 enmpanhias de linha, e os
voluntarios. Baldados foram, pois, os seus esfor-
cis ; pois nem virara as forcas-dos carlistas. Con-
tam-se algumas desgranas ; mas por ora com pou-
co fundamento, e por isso as nio repito agora.
c Um incendio destruio tres leguas da famosa
malta dos suburbios de Cdiz. Que infeliz trra
a pobre gente t
Era Toledo e Ciudad-Real, esperam Merenden,
e queiandos. Merendon declara, perm, que nao
quer bandidos as suas guerrilhas, e os que se
Ihe apresentam depois de recoonecidos, serio fu
Estella.-
Contina o bloqueio de Bilbao. As autoridades
resolveram chamar ofUciaes de arlilharia estran-
geiros, em vista da recusa dos.'olltciaes de milia-
ria hespanlioes.
N'um dos pr. ximos dias, os carlistas postados
as duas margens do rio Ansa, a entrada de Bil-
bao, e desde Olaversa at Aspe, atiraram sobre
i n o tos navios hespanlioes, um ingles e um fran-
cez, causando-lhes avaras graves, fendos e mor-
ios. Nem se quer respailaran) a bandoira de cruz
>ermelha.
Foi solemnemente inaugurado em Bilbao, o
forie do Morro que ser mais um invencivel ba-
luarte contra o ataque dos carlistas. N'esia pra-
ca ha recurso bastantes, por ora. No enthu-as-
ii).i da iiiauguracao, o geueral Lagunero e deuuis
autoridades expediram um telogramma ao duque
da Victoria, o illustre vencedor de Luchana, para
Ihe di/.ereui que os aciuaes defensores de Bilbao,
estavam resolvidos a todo o transe a defender a
integridade e a lber Jade da patria, e a villa in-
victa que a sua e dezemhro de 18.16.
Briba foi refon.ada com 8 pecas de arlilharia
e 2,000 granadas. Um forte desucamenln de tro-
pa guarda constantemente a ponte, porto im-
prtante, porque inantm a communicacao lluvial
com aquella praca.
Os iusurgenles de Cartagena abrram o presi-
dio e armaram 1,500 forcalos. Um tiro de ar-
lilharia disparado desta praca contra um dos va-
pores que bloquoiam o porto, causou-lhe grande
a varia, obhgando-o a deixar o bloqueio. Os in-
sugentes puzeram a nado as fragatas Numa*ci Mendex Nunes, enllocando-as entrada d porto,
e dispararam um obuz contra o vapor Cdiz, que
leve dous homens morios.
O governo prohibi absolutamente a sahida
de todas as armas, homens e manliraentos. O-
donos des estabelecimenlos que quizerem ausen-
tar-se, sern obrigados a entregar os gneros af-
mazeoados au goveruo. Por falta de dinheiro o
governo deUrminou mandar fazer certas visitas
s povoaces vizrahas para Ibes pedir o que ti-
vessem.
Fizeram urna sortida s tropas de Martnez
Campos, sendo repellidos enrgicamente, deixaudo
trezentos prisioneiros. Este recebeu general refor-
Ci de tropas, artilharia e municiles. O contra al-
mirante Lobo recebeu igualmente reforcos, para
tornar elfectivo o bloqueio da praca pelo lado do
mar. Esperava a fragata Garnun e dous vapores
mais.
Acabo de recabar < segrales telegraramas:
i Madrid, 21 as 10 horas da uoutoO- carlis-
tas foram houtem derrotados em Burga e postos
em dispersao pelas forcas combinadas do governo.
Tiverain muitos morios e feridos, contndose en-
tre os segundos os cabecilbas Sahalls e Trisuuy.
Eslella n io se rendeu sos carlistas, pois esles so
oeeupam alguns edificios da puvoacao. 0 castel-
lo que de muita im urtaucia, nao pode ser to-
mado fcilmente. 0 cerco de Bilbao contina,
sendo reforcado por novas partidas procedente de
Navarra e outras provincias. Martnez Camilos
nao ataca Cartagena por falla de officiaes de ar-
lilharia. Tanto este general como Snchez Bre-
gua pedetn aforos com urgencias.
Madri I, 1i s 9 horas da manhi Parece que
esl decidida satisfalfcriamente a qneslo das de-
missoes de Pava, Martnez Campos e outros. Hou-
tem correram boatos de crise ministerial, funda
d is em falta d accordo ealre alguns iadividOM
do gabinete Caslelar novamente indigitado
para a presidencia das cortos, as quaes suspenle-
rSo as suas sess5es dentro de breves dias. Falla-
se em una allianca do governo com os partidos
liberaes da Hespanha para combaler decisivamen
le os carlistas e os demagogos, cuja attitude attin-
ge sera gravdale as ques'ojs iuteinas e exler-
nas da naco. >
Madrid, Mis 3 bofas e .Ti minutos da tarde.
Abarzuza parti honlem para l'aris, encarregado
de urna mistan especial junto do governo francez.
Os carlistas tm seis bitalhoes navarros le 1,00
homens cada um organisado, e organisara mais
ires A malaria das cortes reunir-seha imanha
para tratar a questo da su~peuso das garantas
e da luspenso das sessdes. A derrota dos car-
listas junto de Berga confirmada ollicialmente. >
P0I1TU0AL.
Em 2.'t de agoslo escreve o nosso corresponden-
te de l.i-i' ;. :
Esta inanh comecou o vaporS/n/, em Car-
cavellos. costa de Portugal (oc-te) a 16 kilmetros
de Lisboa, a immersao do cabo submarino que nos
vai ligar telegraphicamente com a ilha da Madei-
ra; seguir para Cabo-Verde. E'o primeiro lo
da grande linha que vai ligar a Europa ao Brasil.
Antes de um auno estaremos em relacoes de todos
os movimentos, As transaccoes COflHUawiaas irn
mudar de physionomia, pela rapidez das eommu-
nica ^ies.
A reduccao da moeda a um Upo universal vi-
ra mais Urde completar esta serie de successivos
melh iramentos que tem de transformar a socie-
dade actual, o seu modo de ser, as suas relacoes
mercantil), o sen vi ver quolidiano, as suas pro-
prias aspirarles, etc.
a Fallecen ha poucos dias, na sua casa de Cas-
tello llraHco. o general Martell, conde do Gistel-
lo Branco, e par do reino. Era commaudante da
l. divis.io (Lisboa) em 1870, qiando rebentou a
revolia de 19 de maio.
Honlem deu a alma a Deus, com 93 airaos
de idade, o 1.a baro de Villa Nova de Fosea
Francisco Antonio de Campos, do conselho de S.
magestade, ministro de estado honorario, commen-
dador da Conceicao e cavalheiro de Chrislo. Foi
deputado s cortes por varias vezes e membro da
cominisso p-rmanente das cortes em 18ii. Era
par do remo e socio da academia real das cien-
cias. 0 titulo de baro de 6 de fcverein de
1837. Foi ministro da fazenda en11816 *l*rteu-
ceu sempre ao partido liberal raais avancado e
era muilo notavel como hornera de letlras. E'
sua urna tradurco magnifica do Barro dOw
d'Apuleio. Ainda ha poucos dias encoulrei o
provecto baro no passeio publico noute. T
ulia bons tren*, mas andava quasi sempre a p e
dava grandes passeios para a sua idade. Conser-
vou o miior vigor at ao flm da vida.
Em Lisboa j este mez tem havido 43 incen-
dios.
Anda toda a gente apavorada, porque muitos
destes fogos sao postos. por malvadez, e quasi lo-
dos as proprias escadas dos prelio-.
i Antes de hnntera houve sete incendios, entre
grandes e pequeos. A polica offereeen um pre-
mio de cera libras sterlinas (iSOAOOO fortes) a
quem denunciar os individuos du quadrUha que
se tora encarregado de petrolisar as casas de pes-
soas que pagam duramente a viciosidad*, crime
e rapia desses infames.
t Honlem houve dous on tres em diversos sitios
do capital.
c As companhias de seguros vo offerecer tara-
bem o premio de 800*000 fortes. Entretanto nes-
le pnico ha cqjno sempre, exagerares, e como
ha males que vera para bem, opl'imo sena que
daqui resuitasso as escadas dos predios de Lisboa
terera todas o seu porteiro pira guarda-las, e dar-
se outra organisacao ao corpo de polica que in
sufQcente.
Entre os diversos incendios deste mes, avults
o de urna offlciaa de oadnhos e enchugo de cap
aulas no arsenal do' oxercite (fuadico de cima).
a Sempre se realisa no da 27 do prximo se-
tembro o 63* anniversario da famosa batalha do
Bussaco. Est projectada urna grande parada no
proprio local; imendo um ataque siimilado; para
o que se armara grandes tondas de rampanha. Os
bravos nacionaes e eslrangeiros, que eombateram
por aquella arsruilu na Peniu-ub. s-i convidados
a assistiram queBe acto.
Parece que o goveruo bespanhol reclammi a
extradiccio de algnns cheles einigr.nl-is. di/en lo
os s!os criuies ciHnmuns; mas o gnwnio portu-
guez nao se misera disposto a conceder a extra-
diceao.
O tnai'ech.U Saldanha esl escrevendo urna obra
em tres voluines, imitulada .\ voz da uatureza,
ou o poder, sahedoria e honda le de Deus, ma-
u infestados na eouuexao do muudo unoga lie i
i< ron o mando orgnico, e na adopcao da uatu-
a reza terna e coustilnico m ral e physica do
(I li illieui. i.
Dizein os amigos do marechal que elle vr a
Lisboa em ontubro. .
Duas espadas, duas dragonas e dous mappas,
que foram d> uso do imperador D. Pedro IV, du-
raute a caiopanha foiain entiegues icademia
real da* bellas artes, para all ticarem depositados,
eunv objectos de intsresse histrico, nulos col-
lec.-io j existente no mesm establecim Fallecen na* cadeias de Lisboa o ultimo car-
rasco. Tinha 67 annos de idade. Com a abdcao
da |iona de morte sxercia moa triste sinecura.
O Sr. Dr. Pessanha Povoa recirbeu do minisle-
rio das obras publicas, um officio, em que Ihe
eoramtraicado, que era breve se convocar a cm-
anselo central eucarregada de organisar a secc^u
portugueza da expusiese de Vienna ; alim de ella
dar o seu parecer acerca das represeulacoes que
ao governo tem sido dirigidas por aquellle cavallei-
ro, em nome da assnciaeao promotora da exposigao
portugueza no Kio de Janeiro.
i Deram-se alguns tumultos na cdale de Gui-
n raes (Minti). Foram originados por se ter es-
paciado que linharn afli chegado algnns indivi-
duos cora e miento de propalar doctrinas inter-
nacionalistas.
O povo reumo-si' ua pr.i^a r" blica, e obri-
gou as autoridades a desalojarem sugeitos indi
gitados, da cidade para lora. Nio .ouve desgracas
a lamentarse.
Em lempo- fallei neste lugar da creacao de
urna Compalma para estudar as minas de earan
de pedra e de ferro, existentes na provincia de
Mocambique. Pois esta iustiluicao est completa.
Tem > os seus estatutos submettidns a saneco do
Soveruo, pass mdo-se quanto antes organi-a<;o
e nina grande comiiauhia OoiNposta de capitaln-
tasHacionaes e e-trangeros para tratar da con ve-
ui'Wto exploracio do* jazigos j descobert", e do
estado d-js que inda nao sao verdaderamente co.
nliecidos. 0 represetilaule da euipanhia em^Lis-
bu o Sr. Paiva Raposo. A direceo esla em
ijaihmarie O- esludos por onde a companhia
teoeiooa come<;ar, sao no districto de Tete. E', de
ceno, um Indio incentivo para a prnsperidade das
colonias poituguezas.
Trata se de org misar em H -spanha urna era-
prrtk afini de se offeciuar no nr ximo me; de
ontubro urna exposicao dos produetos nacionaes
de agricultura, mineraloga, chim-a e artes gra-
phicas. Ha empenho era que entrera ueste con-
cuo Os iudusiriaes e_ariisus poituguezes para
que pos-a ser feta urna idea aproximada do es-
la.to-tde adiaiil.tniento^dos dmis povns da peiiin-ula.
Relatarei o que for sfceedeudo a este respaila.
a Teve lugar pela respeiiliva commissao nomea-
Ja pelo goverao, o exarae da de Lisboa a.Torres
Ve-iras, |ielo syst-raa Larmanjat. O pire-er foi
limito lavo^.iel ao-traballns, e em breve se vai
abrir o publico.
O conselho de trabalhos do arsenal de mari
nha, approvou por unauiniidvde, o parecer dado
pelos vogaes acerca do quebra-raar para as ponles
da alfandega de Lisboa.
i ihira a do Porto para Lisboa os 100 enngra-
dsIn-spauliiies, queso refugiaram no lerrilorio por
Inguez. e de que de coiita ua miiilia ultima cones-
pou leucia. Foram para a torre de S. Jolino da
Marra, a 5 leguas de Lisboa. Esto all prepara-
dos mais de 500 atojrnoslos, sendo a guarnico
reforcada convenientemente.
Continua o proco so da tentativa de revolta.
O respectivo tribunal esl agora procedendo ao
inqnerito das teeteojuubas de accu-a;i.
^iutieias ila imciica.
Por via de Lisboa recabam is a s.'guiule :
muco.
As ultimas noticias recebidas do Mxico dizem
que os ministros da fazenda e dos negocios asirn-
geiros deram a sua demisso ; e que o presidente
daseja reatar a- relacoes diplomticas com a In-
glaterra, a Franca c a Blgica.
sica marcial, mandando laucar ao ar muto fogo llmp(, de seis mee!l> a c^to, ^ |. desW Hmz e
festivo. esperando que a sua iiisgmlicante offerta ser ac-
Durante o da foram trocados os segrales lele- cejla> rogam :i y. Exc. jae se digne dar as suas
granunas: orden para que na ihesouraria se faca a respectiva
Do presidenti) de Pernaubinro ao presidente do deduc-ao para ser entregue quera V Exc. de-
Para. -Opresidente de Porna.nbueocongratula-se lermir.Deus guaroe a V. Exc. -Becife, 3 de
cora o fcxin. presidente do Para, seu destnelo col-' setembro de 18/3. Illm. e Exm. Sr com neadador
lega, pelo importante luelhorameuto que se acaba; HenrirwePereira le Luccna, digno presidente da
de niahsar.-raellioram rato que sera, sera duvida, i provincia.-MiyueJ Jos de Almtdo h UUm
oiireuunciodeoutrosdonaomen.r alia, e que ; V/w, Horacio Wnlfriio rereyrim da Silva, Joa-
muito bao de emtnbui para elevar rpidamente gUIIH ,M,.ltl, ^ simtn Vnrejn, MuttoH do as-
a nossa amada patria ao apogeo de sua grandeza. cimmtn Hilen Bastox, Hedro Uarbosn de Araujo,
Do presidente do Para ao de Peruamcuco ju 0 Cezar Marmho n
Sunimamenle iMOsijadn pela inaugura.o do ca- m^. sr. Dr. Miguel Jos de Almeida Pernara-
bo submarino, importante ra-.lho amento que buco o mais empregados da seceo do contencioso
una Jas mais bollas conquistas di espirito hu- da thosonraria provincial. Accuso reibido o of-
DWaiie da ciyih -acao moderna, congratula se o c0 jtt \v. g ,jala(i0 & ;{ do corrente, peU qual
presi lente do Para com o Exm prssidaalaAB Per- p0lJIII a llliuna UnotMu cinco por cenlo de seus
nambuco, seu disimcto collega, por Uo faustoso vencimenios luanle o"espado de seis mezes, como
ma-viva o primeiro magistrado da naco brasi-
lera, viva S. M. o Imperador o Sr. D. Pedro II.
,,que nao se desig-
narn l" eoncorrer para a realisai;o de urna ta
til e humanitaria idea, protesto-Ibes a mu ha ad-
Do presdeme de Heinambuco. 0 presidente niracio e graldo pela ac.o que acabara de pra-
do Pernambuco feliciu aos diUiuetOS operarios do ticar.-Sou com estima e eonsideracao de Vv. Ss
progresso, quem aleatiioaam rale cumprloenta,
Sir W'illiam Tii nnsoii. Mr. Floeming Jenkin, e F.
Orinisiou, pelo bom exlo do importante utelhora-
nieulo que acaham de realisar
Do presidente da Associaoo Cominercial do Pa-
ra an da de Pernambuco..Congratulamonos pe-
la maor uniao de affecUis e inleresses que nos
proporcioua a eloctricidade. -Francisco tiaueHCio
da Coxla.
Do presidente da A-ssoeiacio Cimmercal Bae-
fcente de Pernimibuco ao da do Para. Enva
seus ciiinprimoulo.s n feliiti Associaeo Com-
raercial do Para pelo gran le uiellioramenlo que
estrella e deseuvolveas rela.oes de umbis as pro-
vincias. Vedro M. Maury. a
Da cauaramunicipal de Reln do Kecife.
Ao coigralular-se com a Illm." caara munici
amigo atiento, venerador e criado, lkarique Pe-
reir de Lucena.
Estradia le ferro do Caxang.-Da
i parolarla da presidencia da provincia foinos re
medido o segrate :
t Estrada de ferao dft Caxang -Becife. 29 d>
agosto de 1873 -Illm. e Exm. Sr. Em addilamen-
o ao cflicio ipie honlem noite live a houra de
dirigir a V. Exc. sobre o facto presumido de ha-
ver o gerente desta estrada de ferro alterado a
tabella de preces dos transportes para o ramal dos
Aulictos, cabe-me boje declarar a V. Exc que nao
se deu nenhima alteracao em taes prec is; e que
continua a vigorar in totum a tabella approvada
por essa presidencia.
O que deu lugar s reclamacoes dirigidas a V.
Exc. e a mim sobre e>le objecio, foi um equivoco
que a linha (elcgraphica, inaugurada, d novo vi
g leros, eamo torne mais evidente o espirito deuui-
dade nacional, n
Da cunara municipal do Recfc- A cmara
municipal do Recife, achando-se em sesso, rece-
beu a congratulacAo da Illm.* cmara da capital
dr Para, e, euthusiasticamente penh >rada pelo
rae foi satisfactoriamente explicado.
i Pelo contrato celebrado para a construeco n
e,xploraco do ramal os oreos da tarifa sao os
meamos para as nannas distancias da linba prin-
cipal. No antigo horario ( annexo n. i ) v-se
que a estacao Igreja des Afflictox, no dito ramal,
corresponda Ponte de Uchou ; ora, marcando a
tarifa para esle ponto da linha principal 4u0 rs, "
senlimenUis de fralernidade que presidio o acto de gerente, |Kir equivoco e jolgando proceder de ac-
sua irnia, felicita-a pelo inelhorameiito que llies cordo com o contrato escreveu tambrm 400 rs.
da occasio de encunar as distancias, unindo a para a estacao corresp de 20 rs., como e-t na velha tabella. Igual en-
gao deu se para a e-taco de Mangabeira, que
corresponda Suata Auna, da linha principal .
marcando se para aquella o que se exige para
fannla brasileira com os laaos de umo c frat t-
nidade que todos nos doramos aspirar para glo-
ria do pavilhiobrasileiro.
Do Sr. chefe de divisan Mamede Simoes da Sil-
va, -i Os Pernambucanos residentes no Para fe-
licitara sua provincia natal peio esUibelecmen-
esta ultima500 rs em vez do 400 rs.
Foram estas insignificantes modificacoes fetas
REVISTA DIARIA.
Ste de setembro. O da de anianlia vem
recordar-uos a data i storica mais memoravel de
nossa existencia politica ; vem dizer nos que com
elle c ompletam-se cincoenLa eilrs anuos de nde
IM-ndeucia, de vida nacional
Has, sentimos dise-to, di> glorioso pensamenlo
regenerador que elle commeiuora, do grande faci
poliiico que elle mouumcntalis as ephemerides
do progresso hu nano, apenas fallaiao amanh as
galas obrigadas do regosijo oIBcial que poderlo
atordoar os sentidos, mas naoenthusiasmar os es-
pirites, somonte p'T que lhes ha de faltar a coi pe-
ra cao do sentimento patritico adormecido de todo
no coraco popular.
Entretanto, buscarse ha de bdde explicar a in-
dillerenca pudica manifestada p-ir um povo re-
cordaco d>s das mais glorificados de sua histo-
ria, quando este povo a lera propria e o raais p >s-
svel esplndidamente inscripta no lempa e no es-
paco, quando este povo o que mais sabe subir
na escala dos sacrificios heroicos; o que nielhor
sabe iminohr-se ao patriotismo.
Parece-nos que a sociedade Doze de Setembro
Je va metter hombros magna empreza do levan
lamento do espirito patritico. A' primeira vista,
nadado mus difflcil; mas realmente nao ha tal.
A alma do povo e sempre a mesma chamua ;
am 'rtecida se a deixam aluiniar um deserto, ella
se torna incendi >, catadupa de fogo se agitam-na
os sopros das deas generosas. -*
"im. E' inister que o da de 7 de setembro te-
nha entre nos a sua verdadeira expressao, a ex
pressio do enthusiasran nacional de que o poro
o nico orgo competente.
Para solemnisar o da de amanh estarn emba
deradas as estaedes publicas e os navios de guer-
ra surtos bo porto ; naver cortejo no palacio da
presidencia; parada da forija armada ex.-lento na
provincia e espectculo de gala nos ihealros de
Sanbi Antonio e Gyranasio Dramtico.
Hospicio de alienado*. Por motivos
imprevistos tica transferido, para outro da que sa
marcar, o astenlamento da primeira pedra do
novo edificio para hospicio de alienados, que esla-
va annunciado para o da 8 do correnta.
Telegrapno submarino oosteiro.
Honlem ao meio da nnguroa-se o servico te-
legrapluco entre esta capital e a da provincia do
Pan.
L >go aue constou que se aottava estabelecida a
eommumeacao entre o Becife e Belem foi geral o
contenumento na praca do oommerrio que exu-
berou de maoifestacSes a associaeo corarneroial
beneficente embandeirou-se e fes locar no recinto
do edificio m que uucciona duas baudas de mit-
in do cabo submarino, novo elemento de proprie- em boa fe; e ainda assm deram-se porque, tendo
dade para as duas grandes provincias do norte. eu exigido que se eolio assem as tabellas de pre-
Dos proprielarios deste Dinto. -tOs proprie- cns nos carros, o gerente nao tendo a vstaos
tartos do Duui dsPsruaaauco sadam os seus orifinaes approvados, escreveu-as de nevo e de
collegasde lides jornalisicas de Belm, represen- acc rdo com as bsese distancias a que rae refer,
lados pelo Diario do Grao Para, e congratulan! se Qualquer outro engao, se houve, nao tem ou ira
com elles pela inanguracao da linha tolegraphp.i origein
eosteira, asse grande vehculo do progresso e da a'nformam que um CU nutro passageiro pagou a
civilisaco. dillcrenca, reconheren lo os de ais a existencia
Respnsta esse telegramma. t 0 Diaria do do equivoco as tabellas, o qual liz desapparecer :
Grito Para, decano e representante da imprans' sendo i|ue vio ser restituidas as pequeas sommas
paraense. satlla o Diario de Pern unbuco e Jornal jndevidamente recebidas, aos pie *< redamaren!.
do Recife, pelo imoortantissuno melliorainenlo que Tenlio assiin cuinprido asrdeos de V. Fxc, ;
acaba de realisir-se, ligaod i as duas provincias. accresceir.ando ainda que apenas demorei-me em
O mineas malharamenlo que osla provincia e satisfacer as reclamacoes que me foram fetas o
o imperio todo por ella, acabara de conquistar no tempo iodispensavel para OUVir ao gerente, cujas
camuilio fecundi-simo da civilisac.ii), do pro"resso. o deus vigoiavam ha dous ou tres dias.-Deus
rom o estabeleeiiiiento essa linba lelegraphica, guarde a V. ExcIllm. e Exm. >r. Dr. llenriqoe
de importancia tal que somante com o correr dos Pereira de Lucena, dignissimo presidente da pro-
lamp poderi ser eoahacida. vincia.J/onorit uarme de Moreda, engenheiro
Consignando aqu um sincero teetemunho de Qjcsl,
gratidi aos Srs. engenhe ros encarrcgi I >s de lao lluneo Coinmercial. No da 10 do cor-
iiielindrnso trabalho, cuja execnco pela presteza r,.nte (quarta-feira prxima) deve realisar-se a icu-
e pericia com que acaba de ser reab-ala foi alm iu-\., rja a-seinbla gor.il dos accionistas do Bancj
de toda a espetativa ; e mais aquel es que direc Commerchl de Peni unbuco, para o fim de se pro-
ta mi indireciameiite ceneorreram para a conse- ceder a leitura do rdatoiio fv balanco relativos
cueao de lao pnjaate elemento de progresso, ere- ao anil0 fmj,, em ;jo de junho ultimo
mus ter externado o maor sentimento de que se Vrreinatacao provincial. Perante a
aelia possnida ueste momento o espirito publico junta da thesouraria provincial vo praca no dia
desta provincia (th' do corrente, os reparos da ponte da Junquera,
Quando se nos abrem assira as portas do pro- Jorcados era 5:720J, devendo o contratante come-
grasso nao ha dese-perar do futuro, arroj irmo- car as obras dentro de lo das e tertnraa-los no de
nos por ellas, bemdzendo aquelles que no las 5 mPZPS_
abrirn. Vapores esperados, 9 a 14 do cor-
Fraternaes saudacoes.Alm dos le-'reate, o franez Erymanthc, o Inglez Magellan eo
egi animas que damos cima, foram h uitem Ira-1brasileira Pai, do sol do imperio, o inglez Bri-
cados muitos outros, especial mente dedicados i'tnaia, da Europa.
sauda^-o reciproca de pessas de Belm o.trasj Vapores transatlnticos.Nosso cor-
d.> Punambucoe vice-versa. respndeme de Lisboa diz-nos :
No inesmo momento em que no escriptorio do |>ara 2 de setembro temos o Stmlent e o Bri-
telegrapho submarino, em Belm, se erguiam-/ann brindes provincia de Pernambuco, as encarre- '.ageries Maritimes, e a 30 o vapor Puno. E' pro-
gados desse servico no Recife e AaaViaeao Coin-
mercial respectiva, no escriptorio da roa do r.om-
mercio eram correspondidos aquelles brindes,siu-
dando as pessas ah reunidas outras congre-
gadas em pmto semelhante naeidade de Belm.
vavel que haja algum da companhia Chargeiu*
Reuns que por ora nao est ainda annunciado.
V11 a escola. -Amanh, 7 do curente, pelas
9 horas do dia, o conselho da so:iedade-Propa-
gadora da Instrucci Publica dafregucziado Po-
\

2? "
pai do Recife a cmara de Belm faz votos para commeiiido pela gerencia, e que, estando destello. /
Depois de cerca de du.n horas de cordial con- Im ja Panella, solmnisar modesta, porm digna-
vivencia, sahiram todas -\s pessas que estiveram neule, o anniversario de nassa independencia po-
reuudas no escriptorio da ra do Commerco, in iica, installando no povoado da Pedra Mulle, urna
iciramente satisfetas do cavalheirismo e das deli- escola primaria para o sexo masculino; revelando
cadas maneiras dos Srs. Pearson e Davis, chefes, assim por faetos bera expressivos de seu pensa-
menlo capital que s pederemos ser yerdadeira-
P
.1
al....
resolveu effeoluar na segonda-feira 8 do correnle, j0 negociante de Botsa pra.a e muilo digno thesou-
o leil 1 das prendas off-recdas, toara com o seu reiro desse conselho, muito concorreu para a crea-
product ser-evada a effeito-parte das obras da ga0 deaasala, pondo a diaposicao d> conselho
mesmo teniplo era construeco. j parochal nina casa de sua prnpriedade nltima
Digno de ser imitado.Acabara os am- mente edificada n'aquella localidad; devidameol
pregados da secc* do contencioso da t esouraria asseiada e mobilada cora osjprecisos movis,
provincial de por disposicio da presidencia da eS|4 (iU01

do nenien telsgranhico em Pernambuco.
eVova isreja de ^lossa] Scinhora da' mente mpendenles e"dignos da< glorias de um
*enha Em vrlude da transferencia da festa pOVO livre quando houvermo nos emancipado da
o assentamento da primeira pedra. do asylo de ignorancia, a mais dura das t-cravidoes.
lienados, o Bvm. prefeilo do hospicio da Penha o Sr. Jos Francisco do Reg, muilo conceitua-
serelfectiva em quanto subsistir ai
dade Propagadora.
E' mais um testemunho do incancavel
beneraerito conselho parochal do Poco da
la, e particularmente de seu di-tinelo llieso
que jamis se furia aos reclamos dos seutimnt >s
de patriotismo e de caridade.
Amaulia s lera lugar a olemndade da instal-
laoaoda escola, comec,awl> a funeconar do da 9
era diante, sob a direccao do profeesor particular
Manuel Leito Figuera, morador ua localldade,
onde por demais nraceluado.
Para o sul do Imperio.-Com esw des-
tino trouxe o vapor francez Rio Grande- 178 pas-
sagelros, enire os quaes o Sr. visconde de Langier
Villars, secrolario da legaco frauceeaa no Bio do
Janeiro
Ferro carril de Pernambuco.-O Sr.
Dr. Joaquira Correia de Araujo, advogado desta
companhia, nos pede para declararmos terem si-
do rnente os conductores os autores da grece,
de que hontem tratamos, e nao como noticiamos,
em vista de informases..
Via renca de 4111 nda Temos recia-
macSes contra o mo coslume que alguns machi-
nistas dessa companhia tem de laucar agua qaen'*
damacina sobra, quera tem a infelicidade o
passar prximo dos trens em viagem Cbamamoj
para isso a atlenfo do Sr. gerente respecuvo.
V Reuna soclal.-Os accionistas da com-
panhia de tril .os urbanos do Recife a Olinda e Be-
pr A-uicia, cinco por cento de seus vencmentos,
durante o lempo de s,eis mezes como auxilio cens-
truecao do grandioso asylo de alienados, que S.
Exc o Sr. Dr. Henrique Pereira de Lucena em-
palien leu edificar nesta cidade.
A inspirada e humanitaria idea do Exm. Sr.
commendador presidente da provincia tem encon
Irado syrnpatico apio em todo os coraQoes era
que se anioham seutimento* de caridaie e de pa-
triotismo. Esse apoio sympathico tem sido tradu-
zido em donativos, cuja semina j avultada um
seguro garante da reahsaeio da idea e continuar
a se-l". Chegou a vez dos empregados da seceo
do conlencioso da ihesouraria provincial e e-los a
fazer o pairiolicoe.philantropicoofferecimcnio ci-
ma dito e constante dos ornaos ahaixo declara
dos.
Achando digno de applausoe delouvor a accao,
f.uem is votos para que ella encontr emitadores
entre os demais empregados, o que de cerlo suc
ceder, atiento o< generosos sentimenms que ani-
mara os fucciouaros de todas as- reparteo>s desta
capital.
< Illm. e Exm. Sr. commendador presidente da
provincia.-Os abaixo assignalos empregados da
scelo do contencioso da thesonraria provincial, de-
sojando concorrer com seu pequeo bolo para a
realisacao da humanitaria idea que a V. Exc. oc-
corren de fazer construir um asv\o com as con-
dicSes precisas, para que. n^'e possam ser reco-
lhidos e devidamoute. iraados os individuo que r
tiverera a infeltolade de>rder o uso da razio-, barloa sio convidado i ?^ .^S"^
veem^offeracer a V. Exc, pan auxilio desta cons- bla geral. no da ift da eoiTente s 10 tea *
IfUCCii ciuco por ce&tQ 3aous mmyte <*> 1 maaha, aim do procederem eleic> da nova fe
>
c
1



_*-***.
a^BBSSBB


2
fikrio de Pern&tob Sabbado 6 de Setembro de 1873.
if *.i\Miv t t,tt
i-


A


l*
rectofia mal, lnrraonailos, nos
Ao art. 1.1 d<# mamc-s estatutos.
H:\trieitM>lll4' enera vos. Termina no
corrente me%ftjjyp marcado pira,' a matrcula
especial dos j?P9*.si residentes^ nesta cdade <
leus arrabal Jwf afole n iiual sevao considerados
livWs lodos (JttiSo lorem matriculados, de
conformidad*? cem o art. 19 do regumento n. i,k3.S
d) I* da dezemlira doJSl.
Crtnjjre-Hso mt>^plo>-ncp3is daman'a
reiinir-se-ha tyeatieiad, cm e-slo ordinaria,
s hjras 0. no lugar il. eustonio, senda a ordm do
da : desea olvimejsV, |>clo sr. V. Vianna c diseu-
sao da ihesei,fjft*.- vMK de rf/rM/ mirto- f ?
e diseuss&o da etgtoiui- tbasa, cajo deasatolvlnv li-
to deve ser dailpnlo Sp>0#liin da Cnha-h-i-
MAe Inahttrivt'iafluit owna nos. inf rttinius
<& Mari,i Smirtf
l'nptsMw Foi preso, no termo de Santa An-
proeJojo eofro lie todas as virtudes, modelo da bou
dade, depiodade, do modestia, fleirtdult/r*8ct:i.
oto,
V Um mendigo do Madrid pedia esiiiola am
SUgeito.
Nao lens vergonha, dlsse-lhe'o lianseuhte,
di' to dcsprezivel oficio, quando podes traba-
thar t
E' preciso saber se.ee ach outra de Uapa-
co ira bal no c tan rendo, meo senhor.
%* Ora o?tildante de urna de ae*as fatMfcl-
des jurdicas, instado por sua anHli, superlati-
vamente devota, prestoil se utn dia a ir cenfessar-
S Fui igreja, e vendo licar vaioumconfeiloria-
rio, do qual retirara-se un jo?re beata, 4oi pros-
trar-se contrirto aos pt?s do padre.
4io, AdeluTTl S Dftereto, si-nteYfSia.ln'i \ anuos e Ene, sugeiw rotando- Ht mezas de prisao, e ac.ha-so reco!lirio raspectl
va cadeia.
Porto de Liverpool. Cfcegaram : a 11
de agosto, o vapor Sttrranltense d-i Har e Ce*r,
4* avie* fim-rwMi e Vito termnl da1\*r-
namhueo, a 15 Atora Amisade do Maranlio, a 16
Ftht do Para.
Estavam car* : para Venianibuco navio
CmlncrWils,iW* para o Para o Maranhso Flirt,
vapore* Braginsa pira o Maranlio, Mt.runhen-
.v para o Para-a Cera
tllidatte pnhlie. -Eueetuar.ito-se li m
tem a eaesiu d*, asfemutea geral deesa eompanhia
p titrjnr cMK Joo itaymundo Pereira da Silva c Christbva
ttaiitariaeirktwW'!.
Pa^Hrli*in dft tliosiuurnrin de fa-
ceaiak*. Wttle eeleya* pagan:--o Imjo as so-
gnifttis olbas-
Ga.wdaa nacitnaes, apoeenlalns e navios d.t-ar-
mad i.
T-dis os i'un'-ioiios <\m d^xarem do r"-v
ber li'ije s palera) fazd-le no oitavo dia. til
n mrtto-
I*^}ifui; iiist.-irie e philosophteo
MntaM rciiiir-se-lm esle soeiclade pib $>c-siw)
orainaria a* lionas o nu Iwjiar da eetlbme, etrnd*)
a etdem do dia : primeira parte, d tidi'nis'at la tlese O tstutto q<'t iitigi* ooNM -fia, 'i'iac a tib'iiliite (k cal-
i'u 1 -fj'iu i |iart'!, dcseiivolviineiito tlieee -
'< fmndtnitfnta do H'ttriti poder f
dMlealfadn Litl/Bftrisa e-Auxiliad**
ra "h I -.i li'.ifi-n Seeu*:l;H*- *- *
jru ii-Mii.i {<), a i ii u-.is d.i larde, bvra seeso
r.-liiuria .! -? s "i'iila !, ruado Vi-aeodo de
hrhai:i>. i n. J. prime no ailar.
VatttiOH isoii'os. Eram Main) cota-
kif ''in bendivs :
D Hti de a Jl
laaMti.Y aV6i) Iffta 100 Ij2
l> -7i de M :i7.
QaaeatAaiireligioaet. A prrrre:^nde_nria
do-uiiidre-! ptira h ^ '.'o CoatJKVTto, krwrte, -alguma colisa para os men- pd)res>
eta lil de ullm diz o eguinle:
A (|ini;"u< ii< i')s largo pi.-i-i a iiua^ioafju publica na Bofiopa, op.i-
reeti hovit traxer corno mu dos geus reMHiadi>s a
introiiiiiiMo .i** eaeanvala civil ni> itaperle, insti-
tiu;an pi'l i |.ial se interess.t:n eom-e^>ecialidade
o* i|i:.- una n .lo cuBtAmtma wbw a eaiiftaoao
par i n llra>il.
Ha ;ir_ini~ ataos alr.iz, os easamentis na logia-
tem ainth e arluvain sujeitas i iuri-.*m>c;ui da
gorja i ;_;f .'.-1 ; a nan lu m-umo em i ik\is reeonles
(jae (evo lairac a roforuia Ifgislativa quo hoja re-
ge a waearia.
A loi actual a e-te respeitu tem sfdo considera-
i.i <<<--Me pi-las i.'(i;nVs m.iisaatwrisadas, ten-
louclieios ; o
M mli
.mariitic.1 de I'pmflpdpjtr, dama dojiaJacjodatnui-lMaia
'ifWaa'' re i*s*:t*lfllA,-i*!s# lleMfr,
=F
alo lego o sobr'olho; mas accommodando-se o uie-
lior que pude, dissnev-oiiiri(periiteiie :
Vamos, nirujro|r, aritise-sc.'
o Fsso contra a iicivneia'Ho flirAto, 5rT *iad
mofitre, dse-IU* o rapaz ; aocue-ino V.lix
que en me defenderis
0 padre, incitando de ira. levantou-se arrebata-
damente, exclamando :
Quandu en digo qno alio se dova .con'eaesar a
rapaxes.,,-
*.* Rsrrev ram sobos o -t-tmul* ile'unr mnci*,
gran le am-ig i da garrafa, estas notas la, ni. la,
mi, 1u. ae signignifiMm, sendo fida coalirmf a
int nr^au de tjnem aa esenveu : l'ami twnt* Id,
uta amigo (o vko i)>>z ahi-
*,* Certo abhade que tinhaa vista mnito rur-
tao qive passava -con iaeaaieal.ad bejlo se?e,'
chegando um dia janelU nlgou ver na caaa-
huaWlIU una in^?a qne llie roquenrava tal olhos
c-pom a pona dos dedos llie enviava cijos.
' t Vejatn o diabo, disse ello entrmde aprossada-
fneatQ c dirlgintlo-so a um -amigo, veja o diabo co-
too as arma.
m O quee? disse o amigo.
i O-nxe ha do ser ? aquella er.hora que pro-
roea-tne...
Owlt est ella ?
Yeoha devagar .. veja ala di Aqnillb um galo que est a lamber a pata e
a passa-Ia no rosto, tornou-le o amigo soltando
tima garn.'illiada.
%* Um liemcm de grande pie jada fez voto de
esniolar para o* pobres, e tova eeeasio de ir ra-
sa de um ricaeo, ignorante aeaWbo e arr.-bat;ul p.
te n":o desaaiaoa: hunriraon-se e pedio eeaetaata
iu-taneia e tal ardor que oeacatn, Tora de si, ar-
re-nessou-lhe peeada bofetaia. Tedo sangue d
homom piiHl-so aluio-llie ao rosto; elle fez um
vivo ift.iviment, ia repeNir emetajfewaaaae o in-ul
to, noaados lembrando-se du vol ajna li'.'"a,domi-
oWsa, e isse de modj o mate cirmo para o in-
s-ilenteque o ferina-:
A bofetada f i para mira, senhor ; il agora
e Prattataaa Jos Pcrreira OuinjarJs.-iif-
teade o Sr, Gneria. e:n lur do Sr^aeUo A'"
S.vJTitoa-?-i,,ft;f Jt,|8!l,lw,,to-
fteado^.- jtedldo do Sr. desembarga
.tattajr.a4a. o o!|a c.-.ar. para ter Jn_
io entre parre : anJMsilaut
Uda Irmao, appollados rraaciscu Be-
Souza e os administradores da massa
Soatjffdt oat*-*.
apedidqi;
ros
tai
les
Jd,
jiifaate e etnl.-ir-
-reora, Trl-laili-i *-"-
5 (Jorga & Irmao ; appellantes
a||icl>d4af
?Assatss.
Jftnguem qaiwra acreditar,
vdhus o que all se acha
n'^ssun o seu liben l*m J, ^eni -lncirein o
ipvo peU discussao raima, strflfepida dos pTini-
une devain formar ^OaS-J poltica, insH-
i-lheo santo amor da.|ulria e illuniinando o
seu ospirilo pelo espaiicaiiwafc) das trovas que o
eoitiolaio, tocam o rebate do Incendio e da devas-
vnstacao publica, da desordem e da anarchia
na
lif
i ev
C*WltCV l'illt-
ineiitosu perien
Ha
as arm
ibam ali-
gue e fev
re s da soci
tuir pelo
Qua
enda-*
ao nao
nao seja
a liber
poojefcladao, aem
rausa 'que os ini-
e das momas
por aninr
viao aa'io patrioiismo ?
ito jnaat PifjpHiiliar as ar-
a detajd"r aa-leis juradas
a-laamu, a \1d* em me-
k-aaaa d
tf'fa*,
sio pal
gador Keis e Sjlva, Eiiibarie- infrincentcs.Ein-
bargairte JejaV t-MfeMnanint ^ffnxghfl Jjpsac
embargado Antonio TJncaiKas Ferrcira Cascio.
MsMn\a
O Exm. Sr, conselbeiro presidente fez as se-
rOMUe* Ao Sr. desembargador Silva Guimarics. -Ap-
ptil mii. A quitina noa^rta te- Itenezna appellada
lo av.ileacti de Alkuquerque. Du june muni-
GeaT*
Ao Rn desewbargader Ibais e Stlva-L^ApBoUaaB
lo. AntoalOiloatwiHt, da Siiva tirito, ampollado Jo-
tjypeiaaa de iar*aifT*t ft^Jaiait especialrdu eonv
mercio.
Ao Sr. desomhaivudor Aceioli, Apiiullantee
I). Amia l-Vnicisra lavares lirada.e-seus UIJios.
np|ieilade Snveriao \tu\an A CkW jt o uiimi-
oipal e do- connueroio da viUa '. > Ito Onseliin
Enrcrrou.se a sesaao s 2 horas da urde-
~ mt poyftA
5*4tih (irt.j;eit:.;t
RKC.1FE, (i ntSKIEVBRO DE t$3;
Os artigoschefeda l'rotmciu, -e taes se po-
dom ''llamar os qui- ..ceupuin- o iinmeiro 1ug-ir do-
honra donrgfio liheral. esio a aitnib.ir serwiHca-
to a publii'.-i attenpo.
No intu o de qmrar a douiriraa qar catraciefisai
a Mita oppo-in.iiii-ta, vamos,cada ili nuis, acvs-
itica
ao
lia-
re
jal. o du cummeociu -uo.^U-ai-aty, pr.iviarja da .luiiyra. ilc** ruvirawutrt- Iwuco, initaotoneo 1
t'om pie direitu c em defeza de que principios
pretend-i* Utraaatl pitra o ( do uufera ba-
Mpiiial jaai e.o iipalriiit-t", ao* quaes nao lendos
aates convuuaidp, oin a luz pura da palavra e da
prelieaco da imprensa peridica, da realisaQo
pratica, dos mesnios prineipios t
l'eitigesa anaipaae^na a aaaaa potitica !
Qneneis aAr soteiDidos, a um lempo, o roi que
aniquila o pariaoieaio brasdoim e tambpm este
parlaineatOiuue,.seni resistencia, transformase ean
aaafraaMam de ama s vuntade I E-' por is.it que
lamentis, que nao seja es-e parlamento sepulta-
do, como sepultados forain essos simulacros da
ropresontegii aaeioaaL que divinisavam e- Rosas e
Melgarejos, flikgelios d- s povos dos BOWM tcin-
,'...< I
Mas o que imaginara de inoihor para Substituir
o, roi e o parlanieuio binsileiro ? b' incrivel a
vossa insania i
O r.-i faz ns ministros, estes as cmaras, e
oslas apo:am os mimttroi e rei.
E' neoessario q.uc vos, que ten les vos eon-t-
laido os orgiios e ilirootores do partida kttaval da
Provincia, expliquis, muito |teremiliriamente,
fipezus escandalosas sJo as ijuti se zcnm
om'as modflica'.oes' do eontrdrfo Mrnmj \ sio
as que nutnrisuu se a"taj>lo de ajuda do* cnsto,*
com.a transbda^ao. do un bem aventurado da
ra da Umao para, o palacio da presidencia ; fo-
ram as obras emprchenddas sem nenhuma uli-
lidade publica ; foram as de-^pezas que se fizeram
a todo o. propaajio para ci ntciaar o aailgos ;
foram fkaalmente o monta dojanliinde palacio
para os reja-bufes de um [residente, o oa ineios
de embolcaias apclicet da divida provincial por
alguns faorcc*iS da fortuna.
Isto sim que foram dc-|i,7.as rscri/iia/osn.-', e
nao as qu faz a actual aduimi-irscae. com olim de
dotar a provincia de grandes luelhoramcnlos. e
de salisfazer as oxignela* do servico publico.
?e o Dinno 4e Pernambuco perceoe alguma
retribu .-o (o ame nao da cuota dos libera loes
da provincia) pela parte que reserva para a
^ecea uoaservadura, ijada com i-to despennem os
cofre,- da pronc^a.
Tendo a opposii-o tantos jomaos, o ninit -
que o partid couservad.tr, que anda nao deu
parte de fallido, posta subvencionar um;; folha
que sirva de orgo s mas ideas.
O chronista mor da Provincia atilado, como ,
nao pode ignorar t-idas esas verdades, e deve
saber aiuda mais que aqni, ondo j elle lio
conbecido, na i pod<>r continuar a vender g'i'ns
par kbres, nem disfarja o seu original por mais
quo se oaractense.
Nao nos oceuparemos da vileza da nsiunar.io
de quo entre os ledactoie* desta parte do Diat'O
ha qiiem estela subvencionado pela verba se-
creta da polica. Se l pela Provincia recebaos
salario os redactores, os do c nao nreeitam rc-
tribuicao il qualquer forma pelos seus escripias ;
alo JaraalMai o nao fomatomm
O qne em oolro t partido conservad r, sao hoje vultos do partido
progressista
E se quer a Provincia por a limpo as cousas,
indique n .me.- e pruvas.
Para fazer reputara) de menos verdadeiro e
calumniador nao precisa mais o redactor da rAio-
m'Ci invenAr, e calumniar : a sua reputacAo
esta feita o bem consol dada.
Outro oilcin, portanto, e tr.,:.re se do asno da
feira coja lieaa Ibo p-t.lor aproveftar quem nao
o eonliecer que o eompr.
i queaiisf *-
o livre ; que
a casamento c au quecieis Umuuiu denle j.;
lenujo -jyoxiniu ; que desejaveis una
com medo.. da tre-
bem a autelada
oxina
menta lut.i, sem terdes priineim nem a _
ladibcrdade; que Hnalaiente ntduziai* o voss., pro
granuna ablica do juramento para as fun*-
ajfomaalfove politicain o que com. ate vps Milen-
ta veis, e j era njuito para vo.
UoffloqitM, agurai eiab rnpt* empunhaie j
o archote da destroicao ? Qual foi a 'ausa os-
rft iij ia:iii<-iiie prodiiitdn gnadns
i|u-- tu 11 aan iwdp m-uio raeaia a* la la
i- dos i -;-iduia* b 'aadaicoa.
Ani -- i. i 't na lira Hii-ianha nio-ta me-nei oe
c i-1 n ot m entro di-si lente* aas podiam uifi-ctuar-
re -ooi iutei-fareaeia da iyr.-ja l > e>la o, ipio in-
qr. ra -o li.tvi.-t o ni.; i:ii,i iim'iit) eniie os iri-
iici'- -, i- .-,- t-rouj d>p neavam. E-aas l'onudid- ^i
ds mraia anwa u o-, li.'otneaa, se um due canjugos
pvrVueia i relipao i.-jaJ.
a jire-i-iiii- li;>;isi.i('. i na. a'aoMo o casamento
aafjimw, iikls pufmtttw qo.- at interessadoa roeor-
i mteio a e>te, en ere-rissem, agnada melbor se
liles aniiilhusse, o aelu civil simplosn ente.
:mpbou-se, uoreai. u valnr legal do vinculo re-
ligioso, auloii-aado se [olas a* seitas, devidamen-
te u:-ani-a las, a cieb arem com todos os eITcitoe
iuridiro la'-s oeanwui .s, -eguado as crticas re-
ligiosas tos coatcaawjUes,
A |>ar disstas inefldas a mesma lei estabclcceu
am | das as par >ehus di Gra-llretanha cartorios
saperia |ii:a 'i BsgistT olnig;Uorio de todos os
casaoi.ii'i.i, n iscituenl s e iLili).sfuie-cioiiando de
harmona com una j inla pirante a qual pode op-
latiwainenli sai e lebradoo easanienli civil com a
Biesma i! mitude de direitos.
j-i'h:-' i-'.ii i- p a-11 a a parte eiiiiareUialos o
easunii-. i i-i -:I i i re gioso, que se oa exlaem
e paip tfci ii.:n ao alvi'roea consriencia dos cou-
l,-ali.-:es todas ;> vanLagena da livre escoma, sem
is e os ii- snperioxos religiosos
O i-i'lehre pinlor BaviH e-pozrra um d><
seaa mais bellos quadme, e dMaopm se |or entre
a mltala i que o admiMva eiHhnsia'mada : todos
ai'hrivam o perfeit, nen'iuiii r>-i;n* se ftzia. No-
ta: 11: poroi. Divid quo u:n bofem-o de flxcre
ilh.iva sua obra com cero ar d -sdenhos, eb.vgou-
ie eile e ds)me Hm :
J se i que nao geetoa i) qnadro ajM est
vendo.
Palavn ihk n.i'i acho erando piusa.
t lntretanto tolos aqni e-lao extatii-os.
Nao sel a mzio porque. O imbcil do pintor
fi-z .-lili nn\ p.ivall- rrnn a b *M robera de aeun<
un. qua i lo o animales-la sem frfio. 1
Davj I ,-alnn- du a I nir.i lores elle foi ai iirar a espuma que pin
tan.
*.' l'm Mig.-it-p que adormo.vra eampIet-MBpate
emloia^.-ulo. levantoii-se alta nouto '' junio dw
sua un tade ara .'atisfa/er nina n--es-dado pelo
buraro da jauetla. Como chovesse, elle ouvia o
loe mitre os li
inte" i ;i r.i julwiuado im.is dp que o arbi-
trio iudividuaj d->.- intercMado*.
Jim todos os casos, i|!iacs|uer quo sejam, s lia
iaas elauwilas covrrtivas, que sao asdenuneii-
5-V"- ; .-1 o i. g'alru |' :-u-rior.
-U: a legisla ;.io iiiL;|e,:a a este respeil nao a
ni..- e oiiv-mii ule at a.jui eoiihei'ida, parece, ao
lucilos, aos amigos dn l&iil as Europa, que aear-
retara seguras vaulageos, a ser ir.troduzida no
l.:,.e|-i'i.
o pajta, si'g.ado aimuucu! o telearapho, por oc-
ca-i.i i la pruconisacau da alguna bispos reeente-
paeate n meados, atiudio aa costumada .lllocneo
que tau religiosa no Brasil.
Ac!a se eoipeuliaJa, di-se, urna desagradavel
eutrov.isia entre um gavaraq ealli dice da Ame-
rica e o corpa episcoptl dn msate paiz.
A inte Dara, penetrando nosconselhos da co-
roa, e umadiudo diversas associacocs religiosas,
a1;a a Cuite.
Escudados e >m esl s faclos, e pretextando qua
J a mar Baria exarca obras Je cuidade, como
alia lamben) nraue na Europa, os mious pre-
tenden) a!: que nao os abrattgein as ceasnrasda
grej] a este respeito. R' sto urna idea falsa,
Batas individuos incorreni na mesma eicotn-
muono que todas as sociedades secretas da Ku-
r./pa.
O quo se nota aqui que urna tal pretencao por
parte da caria paptificia teria por primeJTQ reaul-
teda a coiiuederein-se-.hc elleitos civis, cercear a
prarogaliva impacial ua esculla des ministros, o
qee, em aumma, soria absurdo; c isso basta ma-
tlieinaiieaincnu para excluir a conclusau.
Hisualanea. jesuta Xaita-d, eoofessor
da ia:nlia Auna, resp.eideu a um fidalgo que que-
ra tunca-lo a eedor-lhi) o pass :
e E' o senhor quem dee-mo respeito, a mim
quo lando Moa os das o seu Dens em minhas
apios o todos os metes sua rainha aos meas
pos.
% Urna ui'eiiz sen'iora, leudo dado a morle
son Bino a*ccnvaasi'id <, para escapar infamia,
foi condemuada mprte.
Qiiau 11 segua para o cadaals, seu confessor
exhorte va-Ihe quo ea revestisse de onz,<:in, ao que
olla rosjh>ndeu :
Ah senhor, precito inil vezes menos cora-
pem para eanliuara supplcio do que para a fu-
gar seu lillio.
",* Tendo Luiz XV de faaer urna visito secre-
taria dos negocia cstrasgero;, tiveraui o caadi I a,
decollo-ar como por acaso, sobre a mesa a que sa-
biam, elteteria inrallivetiaenle de ehagar um pom-
poeo elogio de su as nrtildaa e qualidades heroicas,
e levaram a preujieao ao ponto de coUoear junto
ao refer ln papel um lar da ocalos de que cone-
ja va a sertir-se o re.
8ncc deu como esporavam : Luiz XV leu, lo-
mado de rubor, o impei'bRente panegyrico : mas
"in o qne certamentrt nao eontavarn, que, re-
pelliodo em seguida os. orlos, liiessc c re a judi-
eaa observafia qae sr-gue-se :
a Vxleii tatteasmo es olitros,: augmentaui ri
dieulamente os ubjectos.
Fonlenelle'..'assis a ao casamento na Sra.
Mveftne e BiadMaaa iledirigir-lheee maisagra-
J.iv,-is cumpiim-rntos. lostaalosdepois paaaou por
ella sem fazer-lhe repari. A Sra. Hd ve tijas, no-
lan lo sua dtstraecaO, tiamoa-o o disse-lhe.:
. Que crdito merecen) lodos os seus elogios
de ha puuuo, quando pa?3a seiu reparar em
anim ?
Se eu a tivessa visto, mfnha senhora, toraou
iheo amavel ancio, nao poderla ter ido adiao-
te.
% Por oecaso da morle da Sra. de Pompa--
djur, sua familia fallou aun colebre pregador,
quem pagou generosamente para fazer a oracao
fnebre ne samptuoso lunera! qe a propria rai-
nha teria de assistir.
no momento ^praiao subi o padre ao pulpito,
e dppoi de diversas generalidades qae nenhuma
refajo tinhan com a Tinada, conrluio o seu
cano da maneira seguinte :
rni lo Je urna gmafra sofcra as pedra-*, e. natlua li
que era olR) ipi.-m priHluzia O tal ruido, eslava
ImqiMsi urna b-'ra na mesma poaaeao. Allnal
grilou Ibe a iimlln-r:
O" lio eem, quando acabars tn d'ahi !
Qaando Beqateer, m-ilh-r, reapjadeii ello
em tom plang?nte.
,* Um lacaio do cardoal Bnhefo questionava
c un autaas benioe dos preladosde l.you, de Rajma,
de Vienna, dn Strasburgo sobre a preeminencia de
seus amos, que cada um dalles procurava elevar
desmesuradam-nte.
A iiae-ussao j ia muito acalurada, quan lo o
paladiBo da librA do areebnpo de MBj di*a
para o lacaio do.Dub*s, qne era qu.'in gritava,
mais : I
t Cala te, d'hJmariola ; tu dever-mo reapeilo,
lor isso que o arVbispo ueti amo -m quem sa-
gran i. rei. j
Jraessa 1 respondeu promptamoute o provo-
cado, se tea amo sagren o rei, cu son mais d<
que tu, porque o meu consagra Hus iodos os
dias. o
Knteria.A 'ue se acha ven la a G-'i \ a
bonelicio da igreja do a*M Senh-ira da i'en':).
a qual corre boje.
Gasa de ilt'len^o.Movimeuto do di;
i de sete.nibi-o de 1873:
Bslstiam presos 3( entraram (i. -abirim 5,
Misten) ;II5.
A s;H'r .
Nacioiiaes 210, mulhoros 11,'esirnngeiros Vi
escravos 39, escravas i.Total 315.
Alimentados a rusta dos pofres pblicos "60.
Movimenlo da enfermaria vio lia de se-
lombro de 1873.
Tiveram baixa:
Jos Antonio de Lima, lironehte. .
Ped*o Jos Canana, febre.
Tiveram alta:
Jo- Marques da'rilva.
Mhim'I Antonio ite Silva.
Mmoel Corris dAmorim.
Damiao, lib-rto.
Cusma, escravo de Francisco das Virs-us.
PasMa^rirs. SaJraui para o* portos. rj i
sul no vapor Rio-Grande ;
Jos Hara MMtina da Cunh.i e I), -neuic.) Ma-
zcUi.
CRHiitcri* ptiliJic. Obituario do dia i
do correte : i.
Anua Mara de /esna, branca, Pernambuco, SO
anuo-, lioa Vista; tuliercnlos pnlmiuare-,
Anloui Bnaaotica de Jejas, parda, 'eniarnbu-
co, U annos. solteii-a, Boa-Vi.-ta, hospital lV-dro II:
varilas conDuentea.
Maria llosa, pela, Afn.es, 70-anuos, soiteira,
Boa-Vista, Imsptel l'edro IL; uuejipaduras.
Maria, parda, Poraaubnco, 3 dia-, G.-a';a ; fra-
queza eongenia.
Ni vida, escrava, parda, l',!rnambucs. ,2 annps,
solteira, S Jos; tubarciilus pubnou..ics.
(viusiantin i Vctor di Paria, pardo, Pernambu-
co, 32 annos, solteiro Bja-Vista : erysipela.
BKOiNH 1 JI3!K2a .
Tribiiual da commercii,.
SESSAO JUI'WAUIA EM l i)E SETEHBRO
E1873.
?HBSIDE.>aA DO EXM. Sil. CONSELIIKino A.NSI.I .10
FRAKCIMOO PERETTI.
Sfcretario. interino, o o/ficial Torre*.
Ao meio dia, reunidos os Srs. dessmharaadores,
Silva Guimares. Res e Suva c Accioli, -oe Srs.
eputados Olinlo Bastos e Lopes Machado e o
Sr. supplont Guerra, faltando coi participadlo
verbal o Sr. supplente S Leito, S. Exc. o Sr.
conselheiro presidente abri a sesaao -
Foi lida e approvada a acta da precedente
se6sao.
acco uno.
Fsi assignado o que na prxima passada sessjo
se proferir no Jeito entre piules :
Appellaute enharganto Jacob Cajm, hoje seus
hordi-iros, appeliada embargada D. Dcina Telle-
da Menezes.
JOLGIiMSNri'*
Relator o Sr. desembargiior Suva ouimares,
revisor o Sr. deseiabargalor Res a Silva, jujzes
rteados os Srs. deputads Olmlo Bastas e U3-
lileute Guerra. -Ajspealante Dr. Jesiau dos Santos
Mello, appeJIad ,s os curadores Uscaes da ma-ia
fallida de Fernando Sfepple da Silva.-Cxinrmaila
siutenoa a aentonea contra o votj do Sr. djseiu-
bargador Silva Gaiiuaraes
Belator o Sr. desetabagador Reis e Sjlva, re-
visor o Sr. desouibargador Accioli, juizos sortea-
dos os Srs. Lopes Machado e Olm'H.Bastea. Aa-
pellantes Braga Irmo & C, appalladoPraaeijeo
Ferreira Borges. fiiio se tomoa couliaceijto,
p>r nao ser caso de appellaeao.
Relalur o Sr. desembargaair Accioli,revisor o^r.
djsembargador S. Guimar os juizos sebeado* os
Srs. deputados Lopes Machado.etipatente Guer-
ra. AppeiUnle Fraacis.-o Ferreira Billar, apnel
Jados 01 adminJaJ/adures damassa faJIula de Jla-
galiies & Lmo. Re/ornuda a outeuca.
Relator o masmo /ir. desembarjudor Accioli,
Sr. doituibargadur Silva Guimare
rcnsklilsilmaBjte icustosas arribad sea
Riiem ha refugio ou salvacio, pwfipift o v *npr.i rijo e as aniias.se eocapell un, sendo, j iJeSt
norteada a per I da qatsi tu la a i-qui|atfeia.
Ai cada avan;ada. sanasaH sWM abstoulop
mais roiwrosos perig-'Si
" triste navegar, emcsliuciws improprias, con-
tra valo e mar.
A ira lico |Mrlainrfllar de quisi tolos os po-
so eivlisados do inundo seguo a Jai da pererli-
Itilidade mural ?
Eis a primeira arara da tripolacao da Pro-
vinr.ii.
8 que tea a tiadicao parlamentar com a lei da
I"if"ctibilidade moral,' ou que rekaeji' P""l3 ah
havor entro una o outra oejasa T -
A tradicfc oral "ti escripia da ve-,sor a imagen,
lie1, n a/fuiii"/D'f, qi- traz-uos lacinocia os fe-
los da vida. os povus, quer sejam teten, civilisad *
un barbarn^guerreiiiiou nnligr. fraenspu pn
derosos. A tradicjo, pois. nio seejua inxwiarel-
ine-ite a la da porl'iviibdidade moral, Q. antes ra-
darte a existencia e a vida intina d>>* pevos, guiido-as diaenaaa pitases da sua prosperidad* ou
de sita dtMwloneia. | i
h lis n s u auUiL-ratas, qu paaiasnantes ana orasasnj iaalaamaqtosud sna-.
paipdeS) cedo teram que liaviam ankntoa.slo uovos
eli-iiif fi! h de resislriir.ia.
Eis a si-gnuda avatia da tripolac.ao. -4^ Pro-
vincia.
saiam tolos, para quem es-revemos, como va
iresv.iriada a cabera chefe da democrtica, l'ro~
rinda.
E o n-alij artiele do seu .numero ll da 2 do
leetaoBte) apa eatansof, pirfnnotoriamantt', a apre-
ciar.
Sr; effactivamente, reis c autooratas ecepram m
parame,das. a mais a'.i.uista instiliiii;o las so.'ie-
1 idas polticas, nu Bada jamis seinWha'ite insti-
tui.;M) de honra e lbenla.le ser motivo da censu-
ra o antes de Imivor o g atid para pm esses re-
generad iros da hnraanjdado.
io passo, porm, que c eseriplorcahecade
piara que o- parDHuenios foram creaco dos reis e
auiicr.itas, deeJara a mesino lempo o seguinte :
A i-amara dos cominuns de hoje, o mais leg
'i u i representante da, soberana nacin d da um
pava b a obra parfaita das conquistas de 16 -8* I
Pas se a cmara dos eomnuus una imu qui-l i
daquella poca, como concilaes, que po*a ser au
mesmo lempo a nreacio dos reis f Ovildaes. com-.
pleteinoote a historia.
Por antro lado, se vos vangloriaes com esss vic-
toria das lib^rdades publicas, na hyppthese de ser
eila o fruete precioso de ttidS'. serii-i- injustos e in
gratos se pretendesseis renegar essa magna vicio
ra, na ujpatheso de ser cJJa o fr -.co do aut-
cratas e i'is,
Funesta que sompre a doutrina dos liberaos
da Provincia, no proposito de incrivel egosmo, ein;
qne ^e aeham, de coudemuarem lodo.- os progeosr
os da liberdade, por amor dos quaes, ou nunca
pugnaran) na opposico, ou sempre de-conl\ese-
rain e elvidaram no |>oder, para depois e por ulti-
ma, realo- da e norso', al) canhaiem os genero-
s s operarios conservadores, em son caminnar lan-
to e relli'i-tid na larga est'n li do bem e di pros-
peridaae publica I
Se nao fazem elles o bem, nao eonsentem jamis
que outros o facam. porque julgara-se hurnilhados
apto o gen,'foso* pa,trotispio dos seus adversa-
rios.
sYois crearam os parlamentos para instrumen-
tos de suaspaixoes ; entretanto, confessais que c
pariamento inglez, o mais nulavei talvez, foi, des
de os ons primeiros lempos, una barrara s in-
vasdes do absolutismo.
Pisrque entao nao havemos antes de abcucoar os
heroicos fundadores dessas soberanas institui-
pBes,
'i Porque pres'nlio crea.-ao das mesmas o espi-
rito malvolo dos reis c autcratas de convarte-las
em in-tr:iinentos da seus caprichos e iaxes I
En poltica, a execucu, o acto e?teru.c a me-
dida para alTerir o patriotismo ; as inten.Vs qua-
si que nao cntram ai grande cerlame da vida. d;is
Dacoe?.
iioiii'-m publico o que foi e nao o que quiza-
ra ter sido.
A humanidade rende justa hpmenagaoi ncqs
grandes factosconsumados eip favor de sua ber-
ta.-ao contra os intuitos sempre damolideres' dp ge-
nio do mal.
as modernas repblicas latinas, a lei moral
da perfeetibildade deixasepuJlados as trovas esses
simulacros da repiesentatjo uaQiouai, que divipi
savam os Rosas e Molgtrejos, flagellos dos piivo?
dos nnssQs tepipes. S o Brasil pareee desuado a
quebrar essa capea de honrosas tradigoes. O par-
lamento nacional segu, nao ha negar, a lei fatal
da decadencia.
Eis a terceira avaria da. tripolacn da fro-
envia.
O trecho cima transcripto consagra urna dqu-
trina lerrivei, medonlu I
l.praentam ns lib'erijes da Prawnc-i que o p*r-
la/nepto inas.leiro nao seja sepultado as treyas,
como sepultados foram es.-as imulacrbs de repre-
sen!aco nacinnal, que djvjnisavan os. Rasase
Melgar-jos, flagoilps dos povas s nusOs tepi-
pos f
l'orq us queris vos enlaVj, oh i Jibnaeg da cuin-
inuna, que llque epultade o parlamento brasi-
leri ? Quaes sao os Rosas e os Melgarejos que
esse parlamento di vmisa 1 Quaes s i oseas fla-
gellos dos pavos das aessos. temaos ? Serj o- ac-
luaes ministros/ que deeejais ver ubinergidak
pela eanspiracao rtlny Fox ?
isas Rosas a Melgarejo, ttagelios dos naaos,
oram u magistrados pra*.**, os chafe* da les povos flagellados, e o acUues uuniUrus nao
se acham em L-M)d)i;ies igeaas.
O vosso nonio, o voseo intuito vai muUo aiai, a
vos. uiesinns o indigiteaa coa rtida faaaqiwsa e
acia relmce, nastes torates :
'.'.' o rei que aniqaa o parlamente : este,
sem jotCentia, qtw sfetunsiuraja eip lulmmiu-
todo urna s vuntade.
Tal a. tiadiccao parlanuntar do B*aail O
-.ui'hys palinurris democr.iLis o otiigaiido-os in com.qae novoj elementos o sobre que. saves ba-
reong.inisnr a souiejade bra-si-
sos, iM-etendui.s
letra.
Vaminhaos de abysmo em ahyscno e levareis
em vossa inevilavei queda a por dtala de vos a
s ruiua da pahia.
Na lula entro o despotismo o a realeza abso-
luta de un lado, e a soberana nacional do nutro,
auueninbe, apae do vigor do poder o principe,
pie osqueee os seus (inversa e meuosi-aba a par-
lamen HA
lOsagoareisos.pos-dbssas aves sinirtras da Prs
aaefekp nao poduo aturar os caracoes palruticos
dos benemritos cdadoe, que mapuiiham boje,
com ui.io. trma e segura a forte lemo da nao do
estado, a qual, apean "das tnsts prenuncias do
borrascosas nuvens, cammha em co tranquillo
para o p trio do slvamelo.
lujiriaes i-iinslaiitaun-iiti-, con os V0SB0S mal
trabalhintes disiihrsoa, e denunciaos au pubiieo, co n
a mais dosenfreada liccju-a, o como o respunsavel
das nossas imaginarias desgraens, o niiotaa sa-
bia o magnnimo, porquo esta nao vos entrega sa
redeas da adiuinitroyo da astado, para do novo
comprometerdes a laerilicardes a sita, causa, como
tesa ammtecido tudas as vezo* que tuna n" estrella
aos leu elevado as alturas do podar.
irtetenduis.quude novo se ranean as fareoes,
urnas sjsanra asoutrtrs para qae. n-s-e }ogo conti-
nuo e perigoroso de odios exagerados e agitaimes
temerosas sussobre a nao di estado que se ue se-
rena e tranquilla a sua vasta rota, doscjrtinando
snras atesantes o mais propicios (testinos.
Yem omlim o governo p--soal san rouon-
gous o reinad) dos vahos.
1-Jixota.n-se ministros e parlamentos sor amor
da creado publica 1 A naga, curva a cerviz ; o a vonia
de do psineipe rosurge sobre Indo. A obra da
decadencia caininl)a.o
Esee eslribilho, esse ofu conslanto, com.que os
lattiea aa Provincia arTi'oqtam possoa inviola
vel, essa doclam t.-o ite governo passoal, no n-
tuilo da eomiirometler a mesma p-ssoa o sal.
var a iusistittiisio urna bypociisia rferida,
que se succorroui os discalos, para fazer acra
ditar, quo elles sao monarebistas da principios,
condommvido porm o imporauls, como a causa
aflactiCa dos males do paiz.
Hypocritas sin, porque ao passo que lingem
rcspousabisar os partilos, liberal e conservad r,
pelo sohisma, qm Itaam remontara un lateo de
seeuio, revollam-se por outro lado iminigns pee-
soaes do Imperador, e assacaiu-llie todos os dojs-
tos e crois invectivas.
A lingusgam descomedida e indecoros, sempre
fa.-il e prompla a ir ro per dos labios dos pro-
vincianos em menoscabo e depreciacao do au-
gusto representante da naco, quasi que quot-
diano alna -alo suUi-taucial, (pie dcslribuein aos
seus correligionarios, como o pao do espritu, nu
intuito muito visi re, da corromper a conscieoca
e o coraoao do pavo, quo antes deveriam guiar,
quaes virtuosos sacerdotes da imprensa c da tri-
buna, para as iotas generosas do trabalho, em
lodos os variados ramos da activida le social.
Cortamente que nao necossario grande esfurco
para descortinar por entro a phraseo'ogia dos li-
beraes da Provincia, a quanlo encerram elles de
odio contra as mstituicoes moiiarcbicas, o que os
labios estremecen de proferir.
A luonarehia pessoal o pretexto, de que se
servem esses liberdadeiros da Pr vincia, para irem
sulapando as hazos do governo representativo, que
nos rette. Eflectivamente disparam contra a pe.
sua tudas as sellas mais agudas, afim de quo es-
las resvalem para o ponto objectivo, que desejam
erif.
Convidamos os nossqs leiteres para que laan o
artigo chefe da Provincia n. 101, de teiet leira.
Pur esse artigo v-se quo ns provincianos que
rem o desmoronamenio de todo o nosso aaaanamq
constitucional represoiiuitivo ; mas nau declaran
os meioa de substituir esse organismo.
Comlmie-se a lourura, que se coutem naque|le
artigo, com a conlisso dos lber Jadeiros do sla-
tu qu ; e ter-se-ha a medida exacta do que foram
du que sao, o do que bao da vir a ser esses publi
pistas, que escrevem na Provincia.
a navnsarA.
Temos 09 hmeus da Pr rinda a reprosent.tr o
mais triste, o mais ineohereiito d h papis. Qnem
tem ac impauhado, da ajgnm lempo a esta parte,
a discu-o deesa lolha p ilMlea intitulada org.io d i
pirulo liberal na provincia, est .-onveucJifo
saciedsde de urna Stmethante veidade.
Os NkeMas retadores tem cm curto ospaeo de
lempo sustentado o araaao e o prato, o aanrado
e o redondo. Nao ha muito fe; o Sr. l*r. Frau
khm Tavora um confronta malla signiticativo a
este repello,
I contina a Incoheranoia a a eontradiecie. N i
lia principios na bandera liberal da Provincia, lia
-im exhortaedas eotMamos para a versatilidad -,
para o c utale nismo.
Ora, fazem-sa el.i-fes la erusafa contra o hispo,
'quando upiaiem i-to Ibes ipf vetar para a as-
cune.io a i poder ; ora'.declin.sm de-sa chella, re-
cuam do caininh.i, porque liaviam avaia-ado, que-
rendu arrastar cumsig o povo nessas hesiiaeoes
vergiubosas, nemes vai-vens indecente-, qu s
*igm(team o proclammaJo flonsoe inepcia oWpor-
ta-banderas da Prociivii, dos liouitlons Nbaraos
desta tena.
Pediram, clamaram* e gritaran) pela reforma da
constitiiico na pa te, que consagra a rebpio .le
estarlo, qnebraram lan.as para ganhir a hatalha,
cuj victoria oeveria ser : < a igrja livre no es-
tado livre.
Ao depis veis o aansoHiehjp rfhnnea com sua
pausa rcllecti la, que nada msis do que O aixto
do gr.-inde Ca-u-llar, e os HbemWos da sempre
lembradi Provincia ar-.-penderam-seda que lia-
viam dito (os arri'pendid i ifl i ot ue se tato m) e
eomeearm a m rr -r de kmares por um iM (no,
que tanto os euamorou cmo Laura a l'etraroha.
E cntio iso que tem si 11 galanteios pelo en
cania 1 slntu quo, de que todos onvem fallar, mas
que ningiien couijireuea le nem onnhcee.
Os bardos d-t Provinri tem osgetado as g?nti
lozas de sua musas a cantar as gracas e attracti
vos do afortunado taifa aao, que segundo se evi-
deuria ilo n. ioj d'aquella folha tambem tem seu
lado de fiuuro. Oh I nobnlosidedas pieticasf
Em um la seus nltim is madrigaes* ao statu qm
a Provincia chnnoii-o di ntpiracfot
Re quanto capaz a poesa, on antes a licanea
P 'etica Faz de urna reaii lade palpavel ama as-
piraivv U'i'im c transparente.
Anda mais, O fiW quo tambem una transar-
eRo con a realilade, Iransaecao pore ctuar, mas
nao i'lfei-luada, no Batean da Piovuuia. ktim,
no imihusiasmo febril da Provincia, o statu quo
o passado, o presente a o futuro, o que e o
que nu Ah polticos pelas!
ni
lUGatGOt
ES A
1
Hospital Portuguez de Be-
neficencia em Pernam-
buco.

revisor o sr. dosouibargaaur snva
Terra, abra-te para receber o cadver da Sra, I AupeJlaates apjellados Cernardiuo Jos da Silva iotralisato.
re faz ministros, estes as cmaras, estas apoiam aa aatee* fwote* a.imprapM para
ministro e sa.
Eis aqu a linguagam ^'fgr^aaaj da>aaTo
kcao ; alrfasn.-sa as ebamnus do iaaaaal*, oua
j lavra recndito aos eoracdtss flissruanx des
beraes da ftovintta, / fila f pastos o cbate*
.11*-x t rifo*, tita pr#>uca.
Todos os uossos loitores devem estar aiqda lem-
brados de que ha p*ico lampo denuncio; a Pra-
vinca qua os cofres pblicos esvam sendo es-
p-iUlturadi s, ti que a adiumiatrajao tn.tava de at-
raiijar alguna paralas seus, e outras do nnistr'a
o imperio, coiitrricLindo cotn elles a estrada de
ferro de Cuyanna a Tiipbaul.
A lodos quanlos leram a chronica do n. 90 da
Provincia, oa devia passar desapercebida esta
partida iuuacao. Entretanto, mais lar le, o
chronista desse niesmo jornal, em o n. 198, vem
articular qua na concurren ia para a consteuc-
vao da mesma estrada, ser preterida a prpoosla
de. um dos prop iutai ius deste Dwno, pela con-
aajtsap, que Iejtv ilo algujuas columnas do seu
jornal, para st rviren da. orgo do partido con-
servador, alen) da quan ta dp 500 quo j per-
sobo daa verba* secretaa por este mesmo ser-
)co I
E aseim saq sempre os libronos da Prafwia I
. JSm t,.du o caso, gpyrem, soria canvonienta qua
elles liquidassem esja poni, e anirincias-eni qual
das duafi varsisa, a verdadeira, e qual das pro-
piadas sera ufipal. proferida-.so.a dos pa/entes
do prasidepie da provincia a ruini-trv do im-
perjOj ou.sa a do piopriciaiio desla fidba.
Os liperaloes da Prosiacip sao Jo tal modo
deshumanos, a tao niaidzentes que. na gana d
aecusar, nem poupam raesinooaproprielarios do
Diario dr J' 'tsatela, o decano da imprensa, e
levam a malignidaile a ponto de s-jppor que a
empresa deste jorpal capaz de corromper-se
ctuft o* ttipguados dB>airos da uueia a a airar
pies promeasa da um contracto.
Mus, como nu ha da ser a-mi, se juigam lo-
dos per si i
Nos Wiepos do progre.-sispio, comprava-se e
t/endarse votos destribuia-se o dinbeiro da se-
creta entre os amigos do peito ; subvauoieoavaia]
elogiar a
adaT'eHaote i e aatawiim 9 ^Bfiapadeca 4 pomo, a situacio
'ara capa/ de. tuda uso, e de anda
o/Tende 4item p%a- si nos juiga, diz
Jj'enlre os muilos benedeios que a civilisaeao
cbrisla trouze Immanidade, depois que a barba-
rio levou de vencida as ultimas reliquias da domi
naco rumana, e, confundindo se com os discpu-
lo da cruz, asseulou arrala, s e domicibo na Asia
a ua Europa, a punlicou os costnmes pblicos
por entra a rudez de seu trato, foi sem contesta-
do alguma um dos nqmeirus, a distribuirn do
los|iitaes e casas de caridade, por todos os pontos
a ngulos da torra, nsituicocs que nao leen) ana-
logia alguma co:u os eslalioleciiuentos de repouso
e Hospeda,;em olfcie.- los aos peregrinos estrangei-
ros pelqs upaos auiigos. Os hospilaas chrisi'ios
sao verdadeiros a>ylos para o inleliz, para o aban
donado da fortuna, para o r,.i rmo que nao tem
abrigo, un que laudo-o, nao qoejc ou nao pode, curar-
se em sua casa : os seus hospedes sao sempre
seus irmos, e enana taes iratados, qualquer que
saja a sua naturalidade, religio o costatnes.
.Nao sao as iu;ubac5e$ de Esculapio nem de
lennos ; sao as salas inais ou menos magnilicas
porm sempre confu -lavis dos ,'irJeu|es ilius do
Evangc-IUj .
Desda a dada media, spbretudo, quo cada colo-
nia clirist que se ia estabelccer em alguma das
opulentas re|uiblicas. da Italia,ou da Asja-Meiuir
levaya comsgo o ompeulio do ali fundar um lac-
lo do caudada para os seus compatriotas qua delta
neccssiia-.-eiii; e este providente e sautu costume
tem continuado depois at os npsaaa dias no seio
de cada POV, cujas liihes eraigiam por qualquer
lazao para Bajaes eslrapgeiros. As colonias por-
tuguazas no lira?il, mas especialmente a de Pernam-
buco, lam-nos dado o consolador cxemplo de urna
dassas pas a l'ormosas instituicoas, que fazem hon-
ra liumanidad .
O Hospital PoiIuquk de Beneficencia entre im,
creado em l8.w, apazar dos muitos a variados em-
baracos que Iba difOctiltam a marcha, ate o elevar
ao grao de explendor a que as honradas Juntas Ad-.
mimstrativas lem querido eta va-lo, ha ja.prcsudo
valio-issmios serricos, nao so aos partuguvzes
menos felizes que dalle so bao apruveitado, mas
a todos que o procurram as grandes calaniula
des 1 talara es o polticas, sein dtstinceio de uario
nalidade, como o faremos couheccr em nosso se
gumlo artigo.
Hio purm sulllcieute o qua se tem faite, e
muito o que anda falta por lazer. Coi-a urgen-
tissima desde j par em prqva o pundonor da
mu i tes de seas socios, no espirito dos quaes se ha
tornado noiav.il a fra indifterenca qua ael-ntam
para com nina assoaaco do similhanta ordem, a
qual, a par da da seu Crih.upte di Uiltua, consii-
tuo o padro de houra da colonia portugueza de
Pernambuco. Nao pnssivei que, contando o
eslabclecimento segundnos mformam,mais da 700
socios effectivos, pauqaissiinos aojara aquellus que
pagucm puntualmente as huasmensalidadas, mes-
quinbas como sao, rccahinijo o peso dos saciiii-
t-ios e gravas encargos annua'es sobra os hombros
dos que nada gozara, antes sao sempre chamadas,
pelo seu zelo, a cumprir desinteressadamaate tedas
as obrigaedus. a qua se sujeitam.
Chamamos portento a campo o nobrn orgulbo
d'aquelles portuguezes que so gloriara de o ser,
para que altenlem c-111 amor de Olhos para 0 //ns
pitil Portuguez de Bfieficenfii", nos pndq-ae em
dia com os cus compromlssos, e ouiroSroa que
o podaram (azar -associaaajo-se ao b-meficon san-
to instituto que tanto os ennobraca, e que Uo
poqco Ibes casta, E' da.-auiniador cm egeiJo
que, cuidando a colea porlpgaeza entre oV de
salte a oitu mil individuos, sommite aqiuslka que
enumeramos lenara querido usteutar o cenme
da patria coiao seu ae>p-ase^)uxUM> a* nesceJTvtl
Apnaroaeiute hnptem u JB^nyo de Vemawfamt
n 2n{. pjjlic.oia ma eensma ordem d>
cjium; ..unas de.-la prusiuca diuada-dW 3-
do corren, que detnlha a parada pera o> da 7
desie mas, o nao convindo que ella flquo sen a
devida contestaba", a quai. nada means fem por
tJm, que divortiar o^ajsmo fnminando da briosa
guarda nacional desat inimieajiio. que Bus mereca
tuda a con.id: ra., j 1 -in milicia rilad, crea-
da para defender a cnisttatrti e liberitade.de
paiz, ja cuino tiuxiliar au exefito, e j tbsatmea-
te pelus relevantes srveos pn-; lados dnaante t^
anuos de 1865 a 1870, em quet imperio liitoacoa-
Ira o g iverno da republa-a do Paraguay, era d-
affronta sua honra a dgnidada "Hendidas, pedi-
mos por isto venia quni quer quo seja sea aa-
lor para dizernios duas palavras a respeito.
O con.mando das arnias desainando aparada-,
como delalbou, nao faz mais- dd qua cingir-se s-
disposiPes de lei reguladoras da materia ; ito ,
a ordenanca cm vigi-r aa parte -Priatiwa ga-
raes -os quaes dispoe o art. ."- qneliaia Briga-
da nao deve ser organisada com ineis de tn*ba-
talboes : ora, txistindo ulo curpos, iiiclnsr.t dota-
do linlia, obvio que nao pmJu.ni &e; di-iaitiad"*
para tres brigadas sem infraecao da uitida orde-
nanza, e assim tendo os corims a iletalbar ttr* te-
nentes-ci rois por coinmandantesr duu- de liuba
a um da guarda nacional, ui> era pussivet que
command. .le nina das brigada- ree.'o-.-e aso da
guarda nacional, em faca do que dispe o decreta
n. 2,'tOi de lude abril de 18 9, art. mee$ 1 t
.", corroborado pelo avi-o do mmisteyw da gacr-
ra do 11 de marco le 186V
f'ica, pois. puneliideii iiii-n r deuwnsratlt qfae
outro priH-1-diRieniu nao drvia le o coimoanda das
araaj .pian. delaltetu a pi rad alo dia 7,
que a cen>iir,i alludida nao lem razan de ser.

O PALI'tP.ISM Mt CASACA R HA KWPRf^it-
MAM\ EXISTENTES KM NOSSA ll,\, tQSTU
QL'E DITA I)\S I.L7.IS, TA.VT l.M .IM \
COMO N BIUS11..
JJiTerenie.s >o as asaSas que ?e dio. rnas o re-
'iita! 1 rem sido u mesnio oeste sejuk) XIX. aesle
secuta das lusas e da electricidade, o pauperismo
de casaca e a empragojnania sao n..vis pragas
para as g-ra.oes aetoaes, qua se lm apoderada
mantera em n< ^caiide.s centro.- lautii/ma reth
Francs con 110 Joven BraMl. grande parte da po-
pulacao aem d, em psieoes falsas, impnsjin'as e
completamenfe om doharm >nia i-..... a p. -i.c, a
Coidir. o c o meio de vida do cada familia.
Este m I proven da m dineran dada mofda-
do e do lempo perdido em prnii-ipiar esiiidea qae
a posi(-o e condicao do mamf nuni.ro no'lhe
permtem completar c a torna infeliz t>lo resta
de seus dias.
Sem querermo-noj constituir a palmatoria (te
monde e deixande a oatros cmarda exnriccuna
Europa, fon i-specialidade na vilba Frapa, da
exiin-.-io do pauperismo de ca.-a.ca e da bmpra-
gomaaia que infelizmente existe raniheih, em uraii-
ae escala hejte joven iniperis do r.isil e imdr
bem contra nossa voatade, nAi "b-tan|e os estov-
aos qao tem 1 Mto e anda per-isiinius i-m faztr,
nao n>s tem sido pos.-ivel inelburar at hoja
postean d- aquelies que fa em parle desea nume-
rosa daase, que iuc rasareis tralsalhauos ha mais
de 2') anuos a extinguir (leste c-pera 11 cuso impe-
rio da Sania Cniz qne Habitantes ha 39 an-
uos, tendo desembarcado |!. prinaira vez em.1.f>
de novcnibro d>- I8.'li nesta bella cap,tal do Re-
cre, boreo He iibssk mulher, fi has e nefos-.
Miii'o c.tn unos para chegar ao nosso desidera-
t im sobra -i aiu 1.'' li- is i- 9 ibre o- IMns efll it -
da libertar au da esclavatura, causa pnncip ti da
negaeio que a inneida.e livre ha tid'i e anula teta
para as ar'i-s e pfflcios.
Gaamos sobre lodo con o prximo ronrnrsa
.la grande p utilitaria sompanbia edificad ra ,'a
provincia de Pernambuco, qde espenuax or ra -
inerar sua-. ofwrartSea cm princudo de jaueru de
W74.
Ti ndo como ei'.corporador de.-ta eompanhia sa-
lisfct todas as exigencias do (loaste n. 2711
de 20 de detembrp de I80 e todos os do:ismeal -
saliirans da satratn/fl daasa nesid-wia para -
currlo em 2 de agosto lindo e seguiram para a
crie ern.2' 11 25 do nn-smo nnz.
A estas horas elles h.1o de ter riiegado a san
destino na corte, pur t.uilu de esperar que
il"aqui ao lim i'e iirivembio, as formalidades perania
o guverno geral estarao preem-lula-, afilatela
biixado u decreto aulurL-ando a c.impnbia cdili-
da lora a fiincciunar, o encaiunliado a esta pres-
den ra n d to decreto c mais papis, para por ella,
seren remettidos sem demora ao nrorporador da
eompanhia. que logo iie|n>is cuidar en qua nr>
decurso de deaembrn pri xinio vindouro, sea feita
paladirect.ina provisoria a primeira conv.^acaA
da assembla geral dos accionistas para effeclux.i
as etaifom da diieecao, tonuavssao fiscal e mesa
regaduKa das assomldas geraej, de cvu/ormidado
cora o ari. 52 e as dispo ...J.-s doaarls, iOe '.?
dos estatutos da comaaulu com data de 10 de
junho de 1872.
Estando concluidas as eleces em tedo o mea
de dezeml.ro prximo futuro a eompanhia dar eo-
meoo a suasoperaces em Janeiro de 1874.
I.ogo que a directora denitiva e.-tiver i nata!-
lada ella tara a chamada da primeira presla;o de
10 p. i- canto do capital subscripto.
O aceioiit-ta que eflecluar em urna s vez o pa-
gamento de sua respectiva subsertarap gozat de
um abalimecto de 10 pir cento.
Ser abonado ao subscriptor, valor em terreo
3 por cento sobre a avahaco do dte terreno, v
ao subscriptor, valor cm c.-tabelecimeulo indus-
trial 6 por cento.
Os subscri, lores cima deverocnjM de.'iproinp-
tarscus ttulos .tu propriedade para us aiiresenlar a
directorio, que de accoido com us referidus pro-
prielarios, lixar o dia era que a rommissio de-
ver proceder a avaliacau dos terrenos etn eon-
fonnidaila dos arts. 7 e Si e -eus jf.
Logo que a eompanhia e.-tiver em pleno an-
damentu e levar concluido as cunsiruccoes de te-
Iqairos, armazens, oHcnas, alujamentes diversos,
etc., etc., a directora so apressar de cuidar em
supprir a falta, qua esta cidade e provincia tem, e
resiulira anda rauita lempo, de numero sufi-
ciente do bous e aniaslradas ofliciacs a me;tres de
lodos os oficios o industrias inherentes i cans-
truccao eedifieacq da casas e monumentos di-
verso?, etc.
Para este lira ella mandar pr em pratca e
execurao os pro;eclos apreseetados ha anuos pe-
encorporador da cumpaiihia, os quaes coasisttin
em glande parla era mandar crear as officuia*
da couipanliia, logu que lita for pos?ivel, urna es-
cula comalpta de arlas e officius em a qual sarna
adjnjttidos gratuitamente como inlaraos, o nuioi-
numero po.-s-el de aprendizes de idade de 17 a.
! annos pcrltmceptes a familias da todas as po-
siedai de tartpna, urpli-w, com ou sem arrimo de
prenles cunheei los, voluntan.s da patria muni-
dos de ttulos do boin coraporlamento no extreito-
Os aprendizes, para sorem admiUidoa como io-
tenios ou como externos dcveio previamenta
apreseutar certido de bapti-mo, a. allesladus da
autor id de competente, de buin ivmporiainenl
no lugar da ie.-iJeucia do pretndante
A duracao de apreoduagen nos de pratica, no m das quaes o praticante pa.
sar por um oxamo que Ihe dar djieito, so tar
merecedor, a um diploma do oxeslre de oficia
ao qual se applicara.
Depois do exame, vista do merecido diploma,
o novo mestre tulado, ser con preferencia,
adm.ttido as offiMoas da eompanhia edificadora,
gauliando ^ons joraaes. O mestno Ilie acontecer
quando nrcurarem trabalho, nesta ou aulra tie
dade, desta ou outra provincia.
-Os aprendaos qua contemos formar breve en
as olllcinas da coinnanhia edificadora, da provin-
cia de l'rnanibueo que de presenta nos oconpa.
juntos aos apreudlzos qua esperaoios ver formar
na esciila oa iastute agrieoia theorico e pratica
normal, por na lembrado la mais da 10 a 12
annos.'sarao do um graado auxilio para o progressa
real deste paiz.
Principiemos a tratar da eompanhia Edificadora
era 1887, queso depois de constituida.e om curso
de exploraeao poder* iacumbir-so de conslruir os
oddicios de (oda osp ciu quo a escola da agricul-
tura theorica e pratica vira a precisar, para poder
contar a commodo 4,2^3 pesaoas de todas aa ca-
laegorias, como o dissamos e o estampamos pela
segunda vea em o primeira numero de nease Bra-
sil Agrieoia dp U) da japejro do 863, paginas
8 a id.
as oilicuas das duas escolas de artes e otTkios
do que iratamof, satia admitti los gratuttemenu
comoapcandiEes nxjacans, t^s os liho- de fami-
lia, que corno complemento de educaco quuerena
seriameata aprender alguma arte ou ofncio, por
gosto, para euU-eUmauto as horas vagas, ou cota
o lim de crear-seuaaracitrao, um nodo de vida ho
nesto a poder laucar mi por accasi de revea
'
j
v


DSa&i de FewainfeQO -^ dUofeto&> -6- de. fSbtemhQ cde I&8.

E'rmm a NmUt dw8 prtwjOpcitW
MW-mebWo roblonas ida nmim du dnas
sportivas escolas, que pretende: 4Sar a
* de lohos ImmigrJs estranj.
jpfoeirrao as roa qnulas dt>
Krto, de Pernambaco |ia nicdamwte, qnaado
aaocharom mais em que se wpfegnr as pro-
*ieia temperada do ?n doTSnplrib, do Es-
rita Santo, 16. P*tt**"nuj, etc., al o Rio Gran-
dSul. ^
N'io podemos denjftr de .ipplaudir' s.louvaveis
forjes e o- icnaclo* m dinheiro, que o go-
veno imperial tem foito desde 1856, e contina a
jazer aaetkgoii a vesbaonisaca-) e auxilio
ajricultfra,Jndafla;l cwotaerco nacional.
TSc nos* ob$Wira e fraoj vez nodesse ser oitvi-
dappcaJiueniFpel exeefco Monareha o Sr. D.
!'edr| II, jAenos, cotillero >ela leilura que ti ve oc-
casi Vlawr dos mver&sWmeros que llie man-
denos a bordo, do osso Brasil Anrictln,' aiii sua
viagens de ida e vulla a Durla em a?t o 1872,
Seamos onvenei dos que lauto Sta Magosta Impe-
rial carao seus ministros do oslado eslariam prorap-
tos a consagrar as* ealouat formados du proleta-
rios uconaas-to* fafifs que o slado est
fajBeudjpara colonos otrangeiros. Os colonos pro-
letarios brasileiros aedorwn drestar a oslas horas
mircoles servio ao paiz.
rm lafar de estar a fazer, slivesse funecio-
runda a asela ou instituto normal dt> agricultu-
ra ttaarica* pratica, cuja orgaataaelio com data
de 10 de agost de 186?, ac'ia-se no priiueiro nu-
merado Braiil Agrcola li863> paginas 8 a 13 e
moitaa rm*as, a praviniafld Periiambueo pedo-
ra ter dadarwMrada a UW6, ein dita escola de
irriaoliara othtorica -eprfcea, quinhenlosou
seias voluntario, -wja -bravura e bom com-
.. ciaMnto as lil*r-StMrta *idu*i3hvo prefe-
n-aei* $ara--ea adwuaaa le volta de seus respectivos lares, depois de ter
tisidade licc-nra de dous ou Iros meses concedida
pelo niwerno provincial mol-'* de mandar licenciar
% fjatatiit*
Nesta mesma data soaclnriain completados os
ves anuos de aprendizagen, e poJeria ter essi
rica provincia quinientos a seiscentos soldados
lavrsdores, experientcs na pratica da agricultura
apere^oada, o nas'diversas artes c oflleios ens-
nados em a mesma escuta ; estes iiovqs Jos faz
t*4<), distribuidos H destacamentos'de quiuze a
vale sob as ordens e fidmhiistraco levn enge-
nlieire mesma formado e com diploma Se enge-
nlteirii da dita escola, poderiam tomar cerna de
ierren:M novosa vkmlran?a'das estradas de fer-
ro on rio navegareis, e (ornar colonias de espe-
ramj.jso futuro, pois que cTepois do amostrados em
dita vdL, loeo obterimn enm eu trabalhoos
meknr de sustentar urna familia ecliariam oeca-
via 4t> encontrar em suas mnlheres boas misde
fanHia*, casan.i<> com mocas honestas e laoorio-
aa ; eutas deltas haviam de se achar as casas
das orphas e das expostas e -tumbem liias de di-
ver>as iainilias pobres da praca ou do campo.
>fflinmireinos.
fete, 5 de-sfttembro fle 1873.
f. M. Duprat,
Seguro m\Utf
HE LIVERPOOL d. LQMDQNA,' GLW
SiUNDllS HRpIHEASTd c.
ll-Corpo Sanlo--tl
rlt'iiq<
Capital. '- .1 2O;99b:09O9i)(K>
Fundo de reserva. 8,000:0009000
atoles, !
MilULathamC.
Rl'ADA-CRU'N.-Ss.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDB.
tacSen offlciaesi
Algodode sorte (estrada do ferro) 8^300 por
15 kilos, hontem. 1,
Algodao de Alagoas 4'-erte^O0O per-48-kilos,
hontem.
Cambio sobre Landres a, 6 dv.ft6 d. por
UtlOO, do'MnV)cvlioBtii.^rr
Dito sobre dito a 90id|v. 26 l|i d. por JA0O0,
hoje.
Apolicos da divida publica de 6 QjO ao par,
hoje.
Apolicos o da divida proivinoial de 8 00 aojiar,
hoje.
DaDourcq
esic1
porta .
Cooceicao
tmlralo ante-nupcial
Mapoel Soares do Amar
*mw9iW')'i,i 85
' 'hlqtv ^rSUt
.ijJIx:]!
9,356
VJVarengas descarrejjidaa.no trapiche
'andea no djT-a 4 .
Itaslas do dia B
adr
Tlofafracdbs'oti'ap.'ya alfiiaega
Alvareagas .....
ii trapiche Conc
nm
1
13
mfcel ArchaJ Prsterno. naffieacio
Miguel .Pir.ira l'ioto
Miguel Ferrer dTcBfl^oflBP^
II anoel de Moraes CKiveira,>Mrlidao
Manoel U. d Aruorim a Silva
61180
US'iO
U380
U500
440
^*t*500
mm
-IjSuO
UiiO
34000
Manoel IacieOITeirtoilinj, a fallas ara
hndua nacieml.
*ao Jos Beaern Cavalcaute, 6 falUs em lia-
guj nacional.
Jps IgnaU Pcrefra do Lagos, 8 falta Wj fin-
gua nacional.
aynuMtcjSide selembro >de 1873.
O bedel
Hermenegildo Marcelino de Miranda.
anoel
eg>
ttaiior
Manjtl lose uias c
Amaral, distralo
Pereira ,4 O'ouJe, dulralo
PhilippO Blog & C, duas otneaciSas
Peres & Tascnhcnm,pJr seu procurador
14320
tiK
-RlKCElfUUHIA bi rpS-iNtEblAS
!rrAK8 '-DK 'l*BirrKlrWf
JBldHBeuWdo*.! a>4 &MH>Q*-]
at. -6T.'- .ia4iWKiy
Ii'ft7lrl9
.. .. ni.......
*
Idetn do da
liiar,io./f. de MelLy, certido
;g. I Siqueira Air'mio, h*eac|
m
lidte-
l U j|sse.iiS_lrinao, .Ouas _n&meac6es
VWnna, Caro k C, nelieacio
l'residehte.
A. T. Jle tedios
Fel 'secTario.
ALFANDRGA
lendnento do da 1 a 4 .
18 Rr-eillvi | ara, ni mi u dedicado
* Jhiijo 'iiudircH'i. depois
la IciCiwa la -Awierica iTlus*
Irada de doMn;u 9i.
ftt$ fpiyax o cu rio. Fui luella
f '!* mIo da iwais ^orda tripa,
IBM raiva, cousa? reptil iiojeuto !
t faforonto que s te n thulipn.
tOlo,
Si!3])silii>,is BarJbb, j ha muito 9ci,
s> acreJitei por to ver clutlado,
assiii), .neu nyaro, ficas tio desfuito
54ia,loltuia uu h-ilu eslsuntiTrado!...
Be.;a sei tu*nbkn, qao no tens franqueza,
* -lis qm; a italureza nao a fez p'ra ti;
qafl importa isso? ollia, se to assuino
mafettt o rumoda fatal P'raty.
I.h in hora pons-i, fuste tu parido,
;iuc (cus acolliido tantos vicios tQo.sl !
obarde, infame, leu amigo vendes
- a Ju las entendos, que dars quinaos.
(josa ser, tartufo, que te gosle em vida,
. oval a querida quo tens ca no mundo?...
-*-.r Tronxu t Arrala ? a Cacheada Chica ?
dra, mumbica, osan ten ftr profundo.
lie...
174:060*539
199:18^749
Descarregam boje 6 de setembro de 1873
tarca ingle = Dolphim vanos gneros para
alfandega, o cania j despachado para o
caes do Apollo.
Escuna ingleza -Gen-ge Duclesvarios gnero?
para alfandega.
Lagar inglezNavegator varios gneros para
o trapiche Conceigao, para despachar.
Barca ingleza Eduard Berber carvao j des-
pachado para o caes do Apollo.
Barca inglezaManen Brothers -carvao j des-
nacbado para o 2o .ponto.
Barca inglezaDuchess uf Sutherland machi-
nismo j despachado para o caes do
Apollo.
Vapor francez Rio Grande mercaduras para
alfandega e trapiche ConceieJo,
T
rtendiBituto du dja-4 .
Man dodi'5......
i
UN
1
f*-
noieacu
idom -
L, nameacao
"i Sittta1 RbM,V!er-
1. Aquello candidato gneiiver idoJtp-,
parasoioe nao pagar 'a'rBcWfva jrtTa*
teto,
aolie
)ET(H

}*38o Socedaide beneficente-luso-
brasileira.
A directora desta -sociedade, desejando com a
malor breridade arealisa;5o da miciaco' daquel-
les candidatas j-pprovados, resolve transcrever
para conbecirnento dos mesmos, o art. il-oi nos-
sos estatutos.
Art. 11.
provado
mo do iretriezes, a 'cantar aVdt'id* par-
&iba>flo, Cifesiderar-se-ha desligado da socie-
Orttro slm; pedo-se .ios > toeios ein atraw a,poi-
,rvn-Se'quite' fcofti abanta, -visto as .grades Mes--
^SaiS'qtte-ft seleiade tem tldo, nio s 'rumas
oorasasiitivft 'Asa da-s^e social, assim como
cgm a* bonefleencias aos ocios ImlfgTmtes.
JvPara' eonlittelnfenio dos ntesmos soe*os faco
ente que se_acha realisada a mudanea da si>-
edade parar a rqa "du-'^iperador d.3 ; astim
ibo para facilitar a cobranc de jlas e mensa-
lidades, a,c|}
uno
sjono
54000
24340
124000
1
i
Jr
"44880
Rgydio de
Jos, liberto
Um cabb
EHsi
Adelaida
Soldados.
Sato
t. aclo
4314*80* 'atendi
"iBj""". --"'- j[iri" *>
m a braga para
os re
i"'0 'l
i,
'i
A'uwo enU^Ao nonata B.
Bordeaux e fortes nteHtedws tdias. sondo
de 1.594 ttmfcladas, cdnimandante ejabaita,
equipagem 95,f6aadaz<|dV(e oun^enero;
a HarisinandylAJfMbilU.
lafelize.i victimas do rlieuina-
(isiuu ehrouico.
Funje sotl'reis tantas dores, o j>orque gas-
f^es intilmente vosso dinheiro em modi-
,.rlentos incapazes de vos curar?
Vossa mulestia uo tem outia origem se-
to no sangue viciado.
Puaificai o Singue com a salsaparrilha
Ijer. Se vOs tomardes este remedio com
rjtil.iridade e constancia, Picareis cu ra-
i.s.
J'ipwimentaj.

m
Banco Commercial de Per-
aambuco.
A directora do llanco Lommorcial de
r.^rnambueo convida os Srs. accionistas a
reunir se em assembta goral, no dia 10 de
v'i'tribro vindouro, ao mtio dia. na casado
Banco, ra do Vigario n. i, para serem
-,eiados o relatarlo e-balando, relativos
*a periodo lindo em 30 de junho prximo
pimo.
Hecife, 2dejulhndc 1873.
Os directores,
Joo da Suca Regadas.
Antonio.los Leal Ucis.
Francisco Firrcira Hallar.
Biupni-tar&o.
l'ortosda Europa, vaporfraneezTlio Gran-
de, consignado a Harismanded Labille, ma-
nifestou:
Lisboa.
Amostras 1 pacote a Burle & C., 1 -o. L. A.
Siquetra.
Batata 100 cautas a Lima & Silva.
Conserva 1 onisa a A. Regard, 4 a Gue-
dcsdeAraujo. Ceblas 100 caiaas a Ra-
bel lo -d C Calcado 1 caixa a Serafnn da
Silva. Cu telara 1 caixa a Olto B jures
dC.
Eructas 50 caixas e Lima & Silva, 3 a
Guedis d'Araujo.
Joias 2 caitas a Hyvernat.
Livro i caixa a Valfredo & Souza.
Matea 20 caixas a Paula Ramos.
I'tauo 1 a- Pedro D. d'Aguiar.
Ju.'ijos 20 caixas a Gongalvcs Bel-
tro d Filho, 20 a S. Guimaraos.
Salchichas 2 caixas a A. Regard.
Vinho 1 caixa ordem. Velas 10 caixas
a Lima d Silva.
Bordeoux.
Artigos de Pris 1 caixa a Bato itC, 3 a
S. Castro d Almeida, dito de chapellnria 13
caixas a M. Maestrali.
Cognac 22 cdxas aos consignatarios, 1 a
Meuron d C. Corveja 1G7 caixas o Klain
Freres. Calcado 3 caixas a Lyra d Vianna,
1 ordem, 2 a Arantes. Chapeos 2 caixas
a Phipps Brothers d C, 1 a Santos Aguiar, 1
a Pinheiro d Bartholo, 7 a J. Christiani, 5
a Costa Maia. Camisas 1 caixa a Pinto da
Silva d Casco.
Fitas 1 caixa Carvalho d Guimares.
Instrumento de msica 1 caixa a E. Ro-
bert.
Joias 1 caixa Lehinaun Frres. Jomaos
1 caixa a De Lailhacar.
Livros 1 caixa a Valfredo d Souza, 1 a
De Lailhacar
Medicamentos 1 caixa a Caors. Miude-
zas 1 caixa a S Leitao dCoimbra, 1 a Vaz
d Leal, 1 a Machado d C. Mercadorias di-
versas 1 caia a P. S. Siqueira Cavalcante, 1
a S. Leao, i a Cunha & Manta, 1 a Flix de
Cantalice, 2 a rnifi Lezat, 2 a Clementino do
F. Tavares. Manteiga 100 barris a S. Bas-
tos d C, 5o a Cardoso d Martins.
Queijo 11 caixas a Antonio F. Corg, 28
a Goncalves Bettrao d Filho, 35 a C. Mar-
tins, 15 ordem, 18 a J. J. Costa.
Rolhas 1 fardo a Meuron d C.
Sardinha 20 ciixas a Monhard d C.
Tecido 1 caixa a L. Siqueira, 1 a Burle
dC, la Linden dC, 1 a Monhard d C,
t a Guimares d C.
^ Velas 20 caixas a Doyle. Vinho 1 barril
a'Meuron d C, 2 a E. Turpin, 4 a or-
dem.
lo Grande do Sul.-M.dias., e*cuna a,5rlagu,a
Aitua, do 1VI toneladas, capFta) Pedro A. da
Foneec-a, 'e(J*ipagem','** TfiOO afrobis-*e
qarrm ; fE.ft. HbeHi k T).
fiardiff-37 dias, brigue k^le Xomthik, de 310
toneladas, eapilo P. Lucas, eumpMem-tO.-tr-
iiarga cafvab; a Hetfiyffrsrei!.& V..
fiahia-^0 di*>, brigue sueco Qitt.*;'ae 4^i tdtiet-
das, capito^ C. A. Llfiden, e^ii)ngm"r,1Ttf
varios gneros a WflsOn RoHve i'C.
'Nato sahido no \nftino dia. '
folios do sul Vapor francez iJ/o Grnele, totn
mandante Delabarre, earga paite da que trou-
e dos portos da Europa.
Qbsitvtftio.
Pundeou no l:na>to um brigua francez, mas
no leve communiaiBfao eem a trra.
_ jaarj arrematada por qfltf Mrjtt&os fizer .
BWPaWBW. [Uos.da^|ue4jredsa a ponte aubre o rio Govan-
na, oreados em 5:126*000 o-%>bre as,clausulas
esueciaes abaixo transcriptas
as pessoas que sdrpT lacfi^ comparecam iiVsaTW dh da Ijunta, no dia cima meu^ipnado pelo ,meio dia
*-(*iinpctentementa hahiliudas.
El*"* c*sfar -^e 'mkrid'a-pnlliear o presente.
peln jorn'd. '
Secreiertasi Ulesotuafia proviaaal dt Pcraam-
buio, II de agosto de i873.
Claus&l' especia*.
*"
0* tapaMs da pant^fobre o- rjo Go-yanua spro
teoHUwlos de eH/rii>idade coi o orgamenlo e
planta-^pprrtv^dos peto Esto. Sr.. nnyidnlu da
proNHiw^, a ;w(wrauoia de 5.-0d0.
0 Fra dalSO Oase as concluir nado 4*iezes.
0 pagamento da importancia do contrato ser
realisado em tres prestafoes" piaes, correspon-
deiido cada una x ler^a pan)e da obra.
Iidades, acha-se alem. do 1* procuralor, nemeado
'o cnsofcib"XOtdnio da"'Sflva'Santos -cMorl^;
que se encarregfcr de fazer a Crtbranca abs so-
latr 'plbhciyo;ne *6 Iflllt 'cfos jritftated as freguezias de Santo Antonio e
O capito
O a&eres E^.
Diogo Pereira, recruia
Um cabo
1.* voluntario
2." diio
3. dito
Voluntarios.
3 aote.
O Dr. Predorico
Olive'rra FlgtiHredo
Andr Dias
Jos, liberto
Elisa
en. 5}rnW.
D. Emilia.
D. Josophiua
Sr. Eduardo.
Sr. Santos.
Sr: Julio.
SrfftUva.
Sr. Proeopie>.
Sr.'AaWnlo.
Sr. Philadelplw.
0***
tf&WoJfe.
'W:-Cgtfara.
,BttHn.
*
Adelaide >.-J*hiiw
4.' cte.
O Dr. Frederteo g.'flhliia.
Oliveira Figueiredo 'W. Flnrindo.
O coronel Souza ''tjr. Eduardo.
O epltao Erydh) .-. 8flto.
Rito H Adelaide B.-nAptiiaa..
Fma4etinora : orvm^a.
Senhoras, soldados, fjuvo^ etc.
0'1 a(o paisa se 'n,tfm,iMan1fim*nio brasi-
leiro.'no Paragnay, 'Woutros B*pi Panlo

'4.'
Para tudo mtis que 4c, abar-eperiilcado as
prasentei clausulas se niuerVar o (iueispoe o
regulamento de-.Sl de:julho^de-18C8.
GOMPANHIA
Phenix Pernambucana.
Toma riscos maritimos um mercadorias,
M, dinheiro a risco e finalmente de qual-
qu-x eatureza, em vapores, navios vela ou
zureabas, a premios muito mdicos.
RA 0 COMMERCIO N. 34.
ttlPAH ALittUA
seguros mapi&nos e trros-1
tres establecida na Baha
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,$00:0()Q000.
Toma seguro de mercadorias e dinheiro *
t*o maritime.am avio d ve4 e vapores
fiara' dentro e ra do imperto, assira como
oaatra|fogo -sob*e predios, gneros e fa-
rud*s.
Agente : 'loaquim Jos Goncalves Bel(riDv
a doConaqaflroion. 5, la;wdar.
Rio Grande do Sol, escuna portugueza
tou :
Aguia, consignada a Rebollo d C, manifes-
Couros 50.
Graxa em boxiga 5,876 kilos.
Tainhas 39 barris.
Xarque 107,870 kilos aos consigta-
rios.
!:iuprez a Vlceatc Santo Antonio.
Por sua bomlade roga-se o obsequio de
no beneficio do blheteiro e outros recordar
o prologo da Crinolirie.
.MHBIHMB
Jf
ONTRA O TOGO. T&48K
Acompanhia Indemnisadora, esibelBcida
'aaeaU praca., toma se|a*0s martimos sobre
'naaiios ,e seua carrejjatnentos e contra qgo, 4
nao eificjoa, niercteris o mobilias: na.;
do Vigario a. */ftwi
0ESPAGHO3 DE EXPOHTAiIOA NO DIA 4 DE
SETEMBRO D 1873.
Para os portos do exterior
Ni escuna porUiguet Chrtinn, para Lis-
tooa, carregaram : B. Oliveira & C. 682 couros sal-
igadns com 7,46i kilos.
io avio francez Coligny, ara o Havre,
carrogaram : Haristaondy salgados com C,0.K> kilos.
No briguu portuguez Unido, para o Porto,
.'carrejo*: F. J. da-Costa Araujo : 60 oouros es-
pichados com 430 kilos.
Pava os portos do interior.
Para o Rio Grande do Sul, no palhabote na-
ibaal Uorita, earreganara : J. J..Ferroira 48 bar-
ris com 1,8*4 litros do mel ; B. Oiiveira A G. 50
ditos com 4)800 ditos de dito.
Par o. Rio, Grande do Sal, no-hiato porto-
goez Ddigewtt, oarrenou : H. B. Olivoita Jnior
m harrioas oem 302 kik de assuoar braneo.
Paaa c*l*ranhe, no vaaor brasdwo Pmw,
pntaoD : T.CUnstianseJOMccoa aom 7,500
. ates de assucar somenos.
Para Macei, na bareag* Adelina, carrega-
ram CariBjH) Rillto & Sobrinho' 30 barricas
con) l,80C kilos de assucar refinado.
tur,/ Mec8or,-na UJHHMNk iaGlo-
Oaatt"! IfeYlcas com
jrasurar'rofHKo.
DA ALFANDEGA
: 3 ...... 74*8i
4:811|8i5
Psla secretaria do trbunade.commerco de Per-
nambuco se convida as pesseas cnnsiaalts da rela-
cla intra a virera qaaitfd anjes satfefien as" Cuan-
tas em que se acham in debito para Coma fa-
zenda nacional.
Secretaria, 4 de setetabro de I8!f3.
O offleial ihaior-kiterlfto.
Innoeencio A ntunes de Furias Xorres
Augusto Pi 'to de Leruos, conhecintcntos
do mpostos t^OO
Antonio Carlos Ferreira da> Silva, eoohe-
cimontos de dito 24760
Anteru de Mosquita, noraeacSo e certi-
do 136S0
Ambreoio ii Silva Ribeiro, nomeaoao f*90
Andrade i Mello, aota e busca ##000
Agostiuho Auloaio de Souza, nwnea-
<^o ^380
Amonio Domingos Pinto e Joio Vieira de
Mello e Sil va; dislralb M(ND
Araujo Silva & a. Borneado t+im
Antonio Vicente de Magalliaa, nomea-
:f>, UUO
Antonio Gomes da Cunha e Silva dita 1/fffiO
Antonio do Souza Oliveira, dita J*)
Antonio Luiz Teixeira Elias, notas e
busca ijsoo
Antonio Jos de Meira e Silva, nomea-
?ao I 380
Almeida 4 Vianna, dita 380
Antonio Auguslo de Vascoacllos, acia 100
Alfonso Jjrge de Soilza Barcellos nomea-
cao ijf.0
Abiho Viegas Martins Guimare?, dita 1|U<
Alexaudre da Molla Cooto, dita 1440
Antonio Ferreira de Lima, dita l-160
Antonio Je Barros Correia, certido 1001
Bonan & C, nomea?So e distrato 6620
Bario de Campo Verde, nomtacAo 13.'i::0
Barlliolomeu 4 C, olas 2*000
Beriiarilini Alves-Barbosa, nomeaclo 1I20
Beato Teixeira Pimenlel, idetn 1*380
Bernardino A. Pei- Ira Maia, dem 1*440
Costa A-Rocha, dem 1*680
Cameiro & Nogueira, neta I 0(10
Costa Maia & C, dem !*00
Candida Mana da Coaceieo certidio e
busca 3J50O
Chagns & C, nomeacao f3?0
Daniel Antonio dos Res, certido e
busca 10*300
E. Mellors & C, n.tmeaio 620
Francisco de Miranda Ltal Sete, conllcei-
mentos de imposto tf8i0
Felippe .\ery Collaco, conhecimento de
dito 1*330
Francisco Ntines de Prfils, Certido fjO'iO
Flix Venancio de Can (slice, nomencao 1I30
Francisco Nones da Silva" 4 C, dislrtto 5*(i00
Francisco Antonio de Albuquer nomeaclo IjBO
Francisco Pires Licat, ccrh'.So e btjfa t500
Finnino Altes FeTelra, nonieaCSo e flus
"rlidoes 35320
G. Fialho & C. distrato da firma T-. "CatJo
* C Sjoo-l
Guimares & Azevedo, nomesfao f*:'68
Henrique Guilherme Hepple, ctmletltfien-
to nomeaeo c nota 4IJIO
Henrique Jos Pereira '4 C, nornra-
,. So o **389
Heitor Hortnlano Jacob de Medeiros, certido 12000
Ignacio Joaquim Gonfavs da 'Lo*, no-
meacao ij4i#
Ismael Cesar D. RiKeiro, idem *440
Jos Iridoro Mar.is, dois cemhecimen-
tos
Jos Maria Rodrigues, certidio e basca
Jos Joaquim Lima Bairio noma5o
Jos Antonio da-SHva, certfdao e blsba
Jos Gomes tfe'TYeitns, nomearSo
Jos Francisco db Rgo Mella nomea-
eo
Jos'Ensebio M*qttes Goethe, 'ceftidt>
e basca
Jos Joaquim da Cunha, nomeacao
Jos Francisco de Fiftteredo, doasiw-
meaQBes
Jos da Silva ORveira, ota
Joaquim Gomes de S Leitao, distrate da
firma Jo3o Correia da Silva, nomeacao e cer-
tido
Jlo Manoel de Franca, nomeai-
Jo3o Cardoso Rabello, idem
Joo Pamphilino Cavalcante, aertidio
Jeronymo da- Gost Lina, du bats,
basca e nomeacao
Distralo de Lima.a "Cfaz
Joaquim da Certa Maia; neta e'bu**.
Joaquim da Costa Anirlm, nomeacao
Joo do Rege lima, rola e-bale
los Bernardo da'Motta, nota o busca
Joaquim Julio da Raaba, ftombdeae-
Joao Thomaz da Atmiflo, dem
Joaquim Jesdailva *tpyee;rienj
Jo*. Adriano de Helio Tratr*,'fi
J.io Ferreira llamos, eerlHU c husea
Joao Gomes da Croa, ptOCtiraSo
Joo Francisco Orpia, ooaMaco
Joaquim Bernardino 'de astro Rts,
idem
Joaquim Bernardo dos'Res, idem
Luiz A. Dboureq Jnior, conhecimento
Loarenijo Ribeiro da Cunha Oliveira,
toraeagao 4^360
Lindolpho dos Res UjimwJU, carUdao. l^OOii
niz de Freitas 4a Vktori, fasieacSa lOSO
onardo 4 Pwft; iaw |5
ri-Bram/ iitam J
areelino Amero 'Lopas.-ido*
'MaMaea-4-r..HMMtc9ea
HMo- Silva, eetnia ^^
Meades 4 C, distralo
Harta Francisca de' Almeidji<4H8i ()
. i.O-aUrtairoiai!-,
_^_________ Miguel, Alfonso Ferreira.
- O film.-irl fis'pctSr'dhls^rlira^provi-
cial manda aker. $ib\ieo de no/dia 18 do cor-
ente mez.perantea junta daifazfiaia da mesma the-
rouraria, se ha de, air'euiat.ir .1 qneiu por menos
sfizer.o Mrn'ecipiijnto de afimcu'ucVe dietas aos 'Xnio.'no I
presos p-Jiie.- 'i;i casa ,dt'(1 luuao, ni trimestre pe ja as ti
Je oiiTubro a Sezembro prximo vinliro, serVln- ,iem cnmo.
S.Jos,
Secreapia da sociedade benoficeute luso-brasi-1 u
li'irtk,' b de setembro de 1873.
O Io secretario da directora
Souza Mvra.
No'2*~atodXCutar-se ha ftnW eWifio rmitrar, .
ja miisieafoi compo>ta'pelo'i*afiino;>F itte-
Terminar o drama com a si>Iii#W i 1.
--Pela tbasonrtiria pro\1ncrarse faz publico
qu fbram -(rhsreridas para o dia do crrente
as brrtemdlaBs feguinfes:
Siti dos Remedios 3:7Oj>00
jetaros da poete da Desterro 1:304*229
Syecretaria da thesourara provincial de Pernam-
buo, 5 de setembro de 1873.
O ouTcial iriaiar
1 M. A. Ferreira.______
'O a'dniiiirsirador da recebedora de rendas
internas geraes'faz sciente eos senhores de escra-
vbs- ijro anda os nio deram matricula especial,
due.odem e devm faze-lo durairto o crrente
njfez'uo setembro, son pena da serem considerados
llvres, como declara o artigo 19 do .regulamento
n:4835 de 1 de dezetnbro de -1871.
^.Beoabedoria de Pernambuco, 4 de setembro de
73.
Manoel Carneiro de Souza Lacerda.
mm,mh.
dode.base arxeiiuta.;ao os presos das tabellas
abrtiSo trascribas :
U.iaiingo, afiu-i e.juntar
.Sa^uOda-reir filom idem
rera-feira, dem dem
Tjuarlafeira, idem idem
Quinta feira, dem id'm
a^ta-feira, idem idem
Sabbado, i lem dem
IDietas.
N. 1 380
N. 2 400
N. 3 no
N. 4 400
N. 5 .400
Sor lambem orneoida aos preces eeia na im-
porlancia de 121 ris,ein-qua.to est, oreado o al-
moQo c na mesma prooorHo.
E para constar, se mand m publicar o presente
pelo jornal
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam
buco, 3 de setembro de 1873.
O BfBcial maior,
M. A. FerrMra.
Tendo a asserabla geral dos accionistas da
Companhin Urbana da Estrada de Ferro Paraense,
autorisad a venda desta empreza, a commissao
eleita para este fim recebera propostas para a
compra da mesma al o di 10 de novembro pr-
ximo, no Para, podendo os proponentes obter des-
-TCiilare*, e 'examinarem os estatuios,
os relatorios da compan ia de 1870,
1871 e 1872, 110 escriptorio do Jnglish Rank o
Rio de Janeiro Limited.
2SW0
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1*080
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15320
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1*864
1*320
6900
4*3 0
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Hsoo
IW80
W!,6
IJfS-'O
-as
O Hlin. Sr. inspector da tbesourarin. pro-
vincial, em cumpriinetito de ordem do Exin.
Sr. presidente da provincia, tanda fazer
publico que no dia 25 do corrente, peraBte
a junta da fazenda da mesma tliesouraria,
vai a pra.c^ para ser arrematada a quem por
menos fzer a obra dos reparos da ponto de
Junqueira, Oreada em 5:720^000 esob as
clausulas especiaos abaixo declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa ar-
rematacao comparecam na sala das sesses
da referida junta no dia cima hiehcionodo
pelo rucio da e competentemente habilita-
das.
E para constar so mandou publicar opre
sent pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambueo, 5 de Setelubro de 1873
O oilicial-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausnlas'especiaes.
1.a Os ropa ros da piwite de Junqueira se-
rio feitos le conformidadecom o respectivo
orCamento no valor de 5:7200000.
2.a O arrematante dar principiu as obras
no prazo de 15 dias e as concluir no de 5
mzes contados da data do contrnto.
3.a A importancia da arrematarlo ser
paga em tres prestaces iguaos, correspon-
di-ii lo cada uina terga parte da obra
feita.
4.a Ein todo o nafa que nao esliver espe-
cificado as presentes clausulas se observar
o que i: o regulamento das obras pu-
blicas de 31 de jiirho' de 1866.
Conforme.
M. A. Ferreira.
'Edital n. 57.
Pela inspectdria da atfintd.-pa de Pernambuco
se!faz prfbllco t(ue no dia 8 do corrente s U
Jioras da'tt)mh, porta desta rpSrtiJao, se ha
de arrematar, llvres de direitus. as mercadorias
HbOixo declaradas, apprehtfmlldas nos dias 26 e
27 de agosto (indo.
ft camisas de la gnwsa, avahadas por
v6> chapeos de tCidolle l, simples, ata-
ba os por
* pares de botinas-de couro pira ho-
inein, avahados por
30 camisas de teeido de algodo cora
peitos de linho, avdi.das- por
II' camisas de flanlla, avalladas por 22^273.
10 camisas de p'clo de iiiurim astatn-
. uao, avalHd^s|)yr } 2L5fiOO
alcas de caseinira.avaliadas'pSr 22*78o
6 loncos de leuda de linho. lisos, ava-
hados por
1 bot'de. dous'romos, aw-liailopor
Alfandega de Pernauibu.-n, 3 de selembro de
1873.
O inspector,
Faltio A. de"Canatho Ms.
IHI lili
Gbbiiictc poriiaguct do lluru
ein PerutimbHco
Assembla geral.
De ordem do III u. Sr. pretdnte do ccnselho
convido "aos senhores socios euectivos do gabinete
portuguez de leilura, a reunirem se m hssemba
ge^al no dia 8 do corrente, s 11 horas da manh,
na sala das respectivas sessSes, alim de elegerem
0 novo consol'io e commissio de exame de contas,
secundo as disposicijes do artigo dos eslalutos.
decretara do gabinete portuguez do leilura em
Peruambuco, 4 de setembrode 1873."
B. R. de-Alnorim
____________ 1 secretario.
Sabbado 6 do corrente, linda a audiencia do
Sr. Dr. juiz de direito da 2* vara, vo em praca
para serem arrematados por quem mais der, s
movis seguntes : 1 duzia de cadeira de guar-
nido, 2 ditas de braco, 1 sof, 1 par de consolos,
1 mesa de meio de saia, 1 espelho grande de pa-
rede cora trem e com tampo de pedra, 1 relogio
grande de parede cim caixa, I candelabro com
tres luzes e 1 par de lanternas com easticaes de
bronze; sendo que dita mobilia de madera de
Jacaranda, e todos estes objectos foram avahados
em 1524, por execocao que move Joaquim -eve-
riano Nogueira Antonio Gonealves da Silva.
Sociedade Beneficente Mon-
te-Pio Santo Amaro.
De ordem da junta administrativa desta socie
dado, cm essao de 4 do corrente mez, fago scien-
te a tolos os Srs. socios, para o seu entend-
ment, qne se acha transferida a sessao em as-
sembla geral do dia 7 para o dia 14, domingo,
s 10 horas da manha.
-'Sala das sesiSes do Monte-Po Santo Amaro, 4
de setembro de 1873.
O 1. secretario,
___________________Isaias G. de Mclki.
Consulado provincial.
Foro sciente aos differenles contrbuintes de im-
postas provincaes, relativos ao anno lindo de
187273, que fechase definitivamente no dia 27
do corrente o recebiraento nesta roparticao das
quotas ainda nao sSlisfeilas Mos mesmos impostos;
e, terminado este- prazo, ser a cobranca elTec-
tuada por va judicial com a mnlta de 9 0|o e
e.addicio das respectivas cusas.
Consulado provincial, 5 de selembro de 1873.
O administrador,
A. Carneiro Machado llios.
*"ZTT* fr" ?*5r f :y *Sr?*,5H y^'t aam?
gspt*
A iberdade
e popwir poeta
ftr-
composigo do festejado
nembucano
Vietoran i> 1"affnreo
apparecndo depois um csplenoido
Quadru alle^orieo
illuminado piir deslumbrantes
Foros <: un Iit antes
Terminara o espectculo rom'a'PcpresentL.
da desejada comedia em I co, riada e mi
"' ROSITA
Os apiros 'Biii esWante.
na qnal a actriz Manuela Lncci deaeatpenli*
1 diferentes papis, tomando taiHbsni'parto n
comedia os artistas Baha, Vicente, Cmara, Flo-
rado, Menozes e Antonio.
I* i-o^ i-a mina.
DE

A chegada de S. Exc o Sr. commcudador pre-
sidente da provincia
O hyinno nacioAB.1
pela orchestra.
A poesa
0 SECLO
Pelo artista llalea
'5.a i''|ii->MonliH;ao
do drama original em 4 actos : j a,*- 0*
SANTO ANTONIO.
EMPREZA
31037.
6*i00
18*225
62*I0Q
Grande festa iairiulira
Pura soI<-mnisar o aanlversarlo
da adepomloncla lo
imperio
DIAS JUICAS ttEfflSE^TA0ES
.MO
Sabbado
E
Domingo 7 e setembro
Frn-raima dhe Sabbado
A's 8 IJ2 tiaras.
A orchestra, sob a dlPeoao do distincto maes-
tro braelro F. Oottt, ceeta o
Irjnrn ntirlannl.
fii seguida o aftisla Xlsto Baha recitar em
Afena berta,. a magBru:a,poc.-i do immortal
inoteta Castro Alves :
!*S^
mms.
Ltsat* floa rioiiwts lM iarhindK e
'laltarnn a, i bim tte aMaao araihno
imMc ->. r^
oa^arm'Dtubl^oyiMMmo'iyerTaia, 2 faltas
em UdMi ; daiHOudofraiortitaT aaula dear-
tbidlsa.
Henrique de HoNaKMbacaai, datos, \ etf '*> dssiWpfo Jiaetona!
lathn e 17 em naoThl, ffixo'' He "freqartar a
3uladeii*#ua-hhbrn,d.-
laaquin rVaaciscode Ahuquerque Saffiaga, 8
Sitas emlalim.
Antonio -Alaxiadre Viaa,- 7 /ds edi"
tiamI
rlh*Jlfl'th Patxao Vieira: 3 as-era tittt
cional.
\j\Jiihn
tenninando com a comedia
lisa ex)eriBda
Acha-se venda o rcslo d is bilheles para o
espectculo do sabbado c es de platea geral funU
eos que exstem) para o esj>ert7rtlo de domingo.
Ao pubiieo.
O emprezario deste Iheatro tem a satsfatao da
aununciar aos habitantes de.Ma c.pilal, qne tan-
tas provas de benevolencia Ihc tem dispensado,
que acaba de ver bc:n succe.dos os esfonjis que
poz em pratica para proporcionar aos frequenta-
dores do seu theatro um novo e admiravel gene-
ro de espectculos, celebrando para essa effeilo
um contrato cun o director da companhia Ja;io-
neza, a qual, de aecordo e com o concurso da
companhia dramtica, dar una serie de espec-
tculos, segando se v d.i seguiste aununcio :
mm
REAL
Com pan liia Japone*.
O emprezario dosta cuiii|ianiiia jema honra de
annuneiar ao respeitavel pnblico pernambucano,
que pretende dar nesta ridade urna pequea se-
rie de espectculos por ter a companhia de exhi-
bir- se em Vicnmr d'Austria, apresentando, du-
rante a sua curta demora nesta capital, os seus
exercicios que sao inleiranieute desconhecidos
aqui, consstindo em inhalaos extraordinarios de
equilibrios, assombrosos jogos do gvmnasiica aerea
e maravl-hosas experiencias de upysca e pre*B-
digiiajao J;iponcza.
Os artistas quo compoem a companhia sao de
primeira ordem n esoalhidos entre os melhures do
IMPlilUO DO JAl'AO.
A companhia deve chegar a esta cidade pelo
prmeiro paquete nacional. i
Logo quo se realue a chrgda. ser annunciad
o dia da primeira represen .acao e a tabella do*
precos.
THEATRO
fiM4SiejlilATICA
Domingo 7 de setemb:'>.
Aanivejsaricj da t
Indepeuilcaca Jo Brasil.
Reentrada da actriz
OSEttlO
.RaHTwentar-se'baaVpois, pela primeira vez o
excelleate drama original em 4 actos das Hlus
siujudik mmm
tirtflo -M"guerra entre e
Bmi-e'b'VomUtty
ny.fi i 1111 t i iniii
ITOlUlUiuaywcS.
.* -acto.O raeratomealo.
. O coakale.
. As flotfnas'dY guerra.
-A%ftaapcra.
mrUMHtpao.
I> 'aolo.
>PHm' Sr. Baha.
WaiaalMdo Sr. fiandD.
:o de Souza Sr.*4uarda.
Sorpreendeirtc espectculo ein
grande gala
para Tcstejar o CI annivcrsarlo rl
Independencia
Principiar o espectculo cem o
Iv'ko \\m'imi.il,
tocado pela orchestra em scena ;. berta' e per,
a efligie de S. M. o Imperador
l'rimeira represemacao do magnifico drama en
i prulbgo e4aclos.de costaai'S niitres, ;.*.
positao do distmeio escriptor bra^ileiro o
Dr. C artieiro \ liria
autor dos Macons e Jesutas e ostras compu.-i-
coes dramticas, intitulado :
BR4SIL
Persoaacns do Pfo{9o
Brasiho symbolisando o Brasil S^ernardinn.
'Ludgero Sr. Peiante. Sr. "Mximo
Dr. Ambrosio
Um velho Sr. Lima.
ilni estudante Sr. Barres.
Mathildo 1). FiloUt' -
Barbara
Urna velha D. M
1.* voluntario Sr. Henrique.
2. dito Sr. Ujra.
3.* dito Sr. Pava.
Soldados, povo, msica e voluolartos.
Personat-cns do dranaa.
Mrquez de Caxias Si. Lacerda.
Gen ral Osorio Sr. ZhoaHz-
Brigadeiro Cmara Sr. Barros.
Bario do Triumpho Sr. L Bpe.
lato Pinbero Guima-
Sr. Silva.
dBUAjda reou-
paMtadiMnay Sr Plavio.
Madama Lyock a Mara da Gloria.
Caminos, seu secreiario Sr Ara*
'

,f* -



4 .
Diario de Pernambuco Sabbado 6 de SeteirAro de 1873.

Coronel Barrio
Castilha
Coraraandaule da Humayl
Brasifio
Ladgero
Dr. Ambrosio
Um estudanle
Barbara
Mathride
Joanita, paraguaya
i.* soldado brasileiru
2.* dito dito
{.* soldado paraguayo
i* dito dito
Verouico soldado paraguayo
Sr. Corris.
Sr. Henrique.
Sr. Paira.
Sr. Bcroardino,
Sr. Penante.
Sr. Mximo.
Sr. Barros.
D. Filonilla
D. Filomena.
D. Henriqneta.
Sr. Henrique.
Sr tara.
Sr. Vicente.
Sr. Fernn los.
Sr. Taurino.
VISOS MARTIMOS.
Soldados brasileros, soldado-i paraguayos, esta-
o-maior do marques asnera! Osoro, estado-miior do Lpez, etc. etc.
DENOMINACES.
Prologo.-Os volntanos da Gloria.
I.* acto.-3 de uoemDro de 1867.
%* dito.A passagera de Humayt.
3* dito. As prisiooeiras brasileiras.
4. dito.A queda d om tyranHo.
SCENARIO.
Prologo.
Scena dividida. Ao lado urna pracjt com sobra-
dos ao fundo e ao lado. Do outro o interior de
ama casa, cuja (reate eom porta e jaueUa d pa-
ra a praca. Grande qoantidade de povo circula
Ra praca e das vareadas pendem colxas e ban-
irv nacin?. O pratigo passase no Recife.
1 acto.
Um acampamento paraguayo Um mangulho
ao lado. Ao luado na perspectiva entrincheira-
mentoa, sinuosidades > rio Paraguay e a forta-
leza eria de Londres. De a lado urna tenda em cu-,
o topo tremara a aandeira do Lo|>ez. E' ma-,
rugada, paralos legos avermclhados Ilumi-
nara arena.*"*
Scena rio todonova.
1 acto.
Um acampamento ora ileiro cercado de matte.
Ae fundo barracas. Vera rompendo a aurora pou-
ee a poueo, .
3. acto.
O interior da vasta tenda de Lpez tomando
toda a largura do tbeatro. Mesas com atlas, mas-
pas geographicos, ele te. Scenario novo.
i* acto.
As margen do rio Aquidaham. Bosques ao
lado e ao fundo ao tange. O rio correado pelo
fundo. Scenario toda novo.
O tbeatro acha se ronvenienlemente decorado.
3 bandas maretaes
preencherio os interval os do drama, tocando as
mai lindas pecas do ni repertorio.
Va scena final do drama as tres t andas raar-
ciaes e a orehestra do theatro tocarlo cojunta-
mente o
lff> uni nacional.
Aviso.
A empreza pede a< p-ssoas que fizeram encom-
mendas de camarotes e cadeiras, o favor do pro-
cura-Ios al sabbado ao ineio dia.
Principiar as 8 1(2 horas.
Em consequenria da empreza estar preparando
o drama-Brasil e Paraguay, deixa de ter lugar
nesta semana a benfico da actriz Filonilla de
Palva.
COMPANUIA I'ERNAMBUCANA
DE
Navega.?Sa costeiraa apar.
MAMAKGUAPE. .
O rapor Coruripe, com-
mandante Silva, seguir para
o pirto cima no dia <2 de
curente, s 3 horas da tarde.
Recebe carga, encommen-
das, passagens e dinheiroa
frete ate as 2 horas da larde do dia da sahida :
escriptorio no Forte do vlallfc n. 12.
corniaii
WMPANHIA 1'KRKA.MBl'QM
DE
\avc5acao costeira a apar.
RIO FORMOSO ETAMANDAR.
O vapor P**k#ba,
'commandante Pedro, se-
guir para os porta*
cima no dia 15 cr-
reme, s 9 horas da nu-
te. Recebe carga, encora-
mendas, passageiros e d-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Matte
a. 12._________________________________
COMPANHIA PERNAMBLCANA
- DE
Navegara coeteira a vapor.
MACEI, PENF.DO E ARACAJt]'.
O vapor Gtqui,
commandante Felippe
seguir para os por-
to cima no dia 15
do correte, s 5
horas da tarde.
Recebe carga at o dia 13 do cowenta, ene mendas, passageiros e dinheiro a frete ate as 2 ho-
ras da larde do dia da sahida : escriptorio a
Forte do Mal tos n. 12.____________________
COMPANHIA PERNAMBl'CANA
DE
*iive;aeAn rostera a vapor.
ARAHYBA, NATAL, MACO, MOSSORO', ARAC*
TY, CEAR, MANDAHU' ACARACU* E GRANJA.
O vapor Pirapuma,
commandante Felippe,
seguir para os por
tos cima no dia 15
do crrente, s 5 bo
ras da tarde.
Recebe carga at o dia M do corrente, encom-
mendas, pasogens e dinheiro a frete at as 2 ho-
ras da tarde do dia da sahida : escriptorio no
Forte do Matto i. 12
r
Santo Antonio
COMPANHIA PER.NAMBUCANA
DE
\ine-aeilo costeiraa vapor.
GOYANNA.
O vapor Pamhyba,
commandante Pedro,
seguir para o porto
acuna no dia 12 do
corrente, s 9 horas
da nmite.
Recebe carga, enrnmmenda*, passageiros e di-
nheiro a frete : escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
EMPREZA
Segunda-feira 8 de setembro
Recita extraordinaria
l.'m beneflrio do blicteiro e de
outros empreados do
thetitro.
PROGR 11IH 1 :
Representar se lia pela oitava vez a mailo ap-
plaudida phantasia em 2 actos, de grande app.i-
rato
(Msica de Offeinback)
Terminando com enlhusiaslico
Gmen
iliuminado por deslumhrantes
'laminas ile bengala.
Comccar o espectculo com a representacao da
chistosa comedia em 1 acto
WSCOftlV BE CGMORDUS
eempenhada pelos artistas
Tfcisto llaliia.
E
MARA BAHA.
Principiar s 8 horas.
THEATRO
Gymnasio Dramtico.
EMPREZA*
Espiura Penante.
Segunda-feira 8 de setembro
Espectculo eni beneficio
de V 8. do
Frontespicio do turnio.
Depois que a ord estra tiver executado urna
irada syraphonia representar-se-ha o apparatoso
drama em 1 prologo e 4 actos :
PACIFIC STEAM NMICM
m
I.iilin quinzcunl
O PAQUETE
espera-se da Europa ateo dia 1 i do corrente,
e depois da demora dn rnstume sepnira para o sui
do imperio, Rio da Prata e costa do I'acilico, pars
mde receber passageiros, encomiuen las e dinhei
ro a frete.
OS AGENTES
VVsoii ISu'.ve A cg
HHUA DO COMMERCIO14
messacerieTmaiutimes
Aleo dia 10 do rorrente ran es tot do sul n vapor franrez Erymanthr, eoinman
dante Uonhe,o qtial dei*> da demora do eostu
me, seguir para Brdeos "-"?'"do em Dakar (G<-
roe) e Lisboa.
Para eondices. frelcs ? pa-sagens, tratae n*
%asncia, ra-do Comaiercio a %
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir va muita brevidade o palha-
Iwte Rosita, por ter algnma carga tratada para
a que Ihe falta trau-se eom os consifnatarwis
loaquim Jos ft.ncalves Bel trio & Filho : 4 ma
do Xummercio n. 5
Hio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo, sahir com brevi-
dade ; para car, trau-se com Pereira Vianna
4jC na roa aa V i gario n. 7, primeiro andar.
LEILOES.
Leilo
DE
calmil) lrancez, prettis e de cores para se-
nboras e meninas, avariados'
TERUA-FEIRA 9 K SETEMBRO
s 11 horas.
0 agente Pinto levar a leilao. por aatorisaro
do gerente do consulado de Franca, em presen.a
de seu rhanreller e por conta e risco de quem
pertenrer, orna caixa marea M A & n 3,36,
com calcado, avariado a bordo da barca franceza
lean Bapti$te : o leilo >er effectuado no dia e
hora cima ditos, no escriptorio do referido agen
te, ra do Bom Jesns n. 43.
(rande
LEILAO
DE
pianos novos e usados
para liqaidacaa
ao correr do marteUo.
QUARTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
Senda:
9 elegantes pianos novos de armario dos mais
afamados fabricantes de Paris, 1 dito de meia
caula do ceebre fabricante Pleyel, 3 ditos de
armario usa#>s.
Antonio Jos de Azevedo, quereudo acabar com
o deposito de pianos, far leilo ao correr do
martello, por interveuco do agente Martins, de
todos os pianos novos e usados, existentes em seu
armazem de deposito.
A' ra do Bario da Victoria, n. 12, entrada
pelo sobrado n. 14.
Principiar o leilao s 11 horas do dia.
Paciic Sta Xafigali 11 Compai]
I Julia utiinzenal
0 PAQUETE
MAGELLAN
espera se do sul at o dia 12 do corrente, e de-
pois da demora do costume, seguir para Li-
verpool, via Lisboa, para onde receber passa
geiros e carga.
OS AGENTES
Wilson Rowe A C.
I iRA DO COMMERi'JO14

Terminar o espectculo com a scena cmica
pelo actor Penante
Fui a Paris.
Principiar s 8 horas.
Este espectculo devia ter lugar no sabbado, e
deixa de ser efectuado nesse dia por se achar o
scenario oceupado com o drama do Dr. Carneire
Villela Brasil e Paraguay, cujo ensaio geral in-
terrumpe qualqner outro traballio. *"
A commisso encarregada da passagem dos bi-
Ihetes espera das pessoas que tan nobremente ac-
heramjo seu pedido desculpa para essa falta filha
da razio j exposta assegurando a mais sincera
gratido.
Gabinete Porluguez de
Leihira
Ra do Imperador
QUINTA-EEIRA 11 DO CORRENTE
as 8 1/2 horas da noite
Ultimo concert
DE^
Hugo lliissiueyer
ajudado pelos insigues artistas.
Mme. Matilde Bachelery......... -Canto.
Sr. Jandido Filho.........,..... Flauta.
Mr. Soles Poppe............... Rabecca.
Sr. H. Bussmever.............. Orglo
PIANO.
Mme. M. Baehelery.
Mr. Gu*tave W'erlh^imer
Mr. Jo Ira Poppe.
Sr. H Bnssmejer.
Banda militar.'
Bilhetes de entrada a...... MOOft
Bilhetes de familia a....... 13#090
venda na livraria franceza e no armazeai de mu-
ica de S. Azevedo, ra Nova' n. II.
DE
\AVEGA(lA0 BRASILEIRA.
Partos do norte.
Dos portos do sul esperado at o dia II do cor-
rente o vapor Para, o qual depois da demora
doc stume,seguir paraos portos cima.
Para carca, encommendas, valores e passagei
ros, dirijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario n. 7.
l'ereira Vianna 4 C.
Agentes.
todas as mercadorias e accessorios da loja
denominada I.a Menagre, sita ra da
Tmperatriz n. 17.
QUINTA-FEIRA 1, DO CORRENTE
A'f l 1 horas mmiha.
O agente Pinho Borges acbando-se atorisado,
vender os referidos rtigos, constando de: cha-
leira, grelhas, cangerSes e-tanhados, cassarolas,
fornalhas, vassouras, porta-flores de rame, v>-
dros para eosmorama. garrafas com musiea, lan-
terna m tgica, papel branco e d3 cores, 1 relogio,
armaco, cad'-ir.iS e infinidades deobjectos para
i uso domestico, qne se acharo patentes no dia
do Icio.
Precxsa-se alugar um
preto de meia idade: nesta
typpgraphia.
Muita attencao
Ainda continua o armazem de louca de barro
cm liquidaci', nos fundos da loja da ra da Im-
peratriz a. SI, entrada pela escaila
Precisa um casal alugar metade de una ca
sa de familia, que nao exceda de l0 mensaes :
a i a da Palma n. 65.
AVSD.
Era c nsequencia de n*o terem satisfeit
as suas eutradas os Srs. que aceitaram ac-
^es para assignntura da lUustrafo Per-
tt'imbiuan i, (a excepeo de tres) deixa de ter
andamento com a 65 a ollera dada aos mes-
mos licando por Unto prejudicados os mes
mos, bilhetes que serio novamente substi-
tuidos por ontros.
Tourada em Olinda,
Nao pennitlindo as chuvas que cabiram no
domingo passado, que bouvesse o diverti-
mentodo boi ern Olinda, e sendo amanb,
domingo 7, dia de festa nacional, o abaixo
assignado tero espadado para o dia em que
novamente annunciar, que provavelmente
ser no domingo seguinle, nio ha vendo in-
conveniente.
Jote de Sampaio Correa.
Saques para lulas iscidades e
villas de Portugal.
Carvalho d Nogueira. na ra do Apollo
n. 20, sacatn para todas as cidades e villas
de Portugal, qualquer quantia, a vista e a
prazo por todos os paqueUs.
Quer-i-e arrumar um menino de 13 a 14
annos, de boa conducta, prompto em primeiras
lettras, em qualquer loja de fazenda, pagando-se a
despeza que tlzer em quanto nao tiver pratica : a
tratar na ra estreita do Rosario n. 17, 1 andar,
sala de detraz
PARA TODOS
Pauja & Mafra, com casa
morturia no pateo do Fa-
raizo ns. 10 e 12, declarara
ao publico que apesar das ta-
bellas publicadas pela Sania
Casa de Misericordia, conti-
nuara a incumbir-se de en-
terramentos, e mais officios
fnebres, como costumam,
isto, com sinceridad e pon-
tualidade e commodidade
em precos.
Olinda.
Aluga se urna casa na ra de Mataias Ferrti-
ra, com quintal e i-ariurha : a tratar 4 roa do
Amorim n. 37.
AO ARMAZEM
DO
VAPOR FRANCEZ
HUA IX ARAO DA VICTORIA
l\*. 7Outr'oraNovaN. 1
Calcado
COMPANHIA
DOS
TliILHOS URBANOS
DO
Ilerife Olinda.
Tendo o governo imperial approvado.
por decreto n. 5,150 de 27 de novembro do
anno prximo passado a reforma dos esta-
tutos desta compmhia, deordemda directo-
ra sao convidados os Srs. accionistas para
se reunirem no dia 16 do corrento s 10 ho-
ras da manh no escriptorio da companhia,
afun de proceder-se a elec,o da nova direc-
tora e mais funecionarios, nos termos do
1. do art. 13 dosmesmos estatutos.
Frevine-se, outro sim, aos Srs. accionistas
que no escriptorio se distribuem os novos es-
tatutos.
Escriptorio da companhia, 5 de setembro
de 1874.
Joo Joaquim Alves,
\.' secretario.
cortes de vestidos de cambraia, algodo
azul, chitas de cores, madapolo, cami-
sas para hornees, hamburgo, chapeos de
sol, ditos do Chile, dtizins de botinas ava-
riad.is para senhoras, e outras fazendas
mais.
Quinta-feira 11 de agosto
A'i tO i i horas.
O agente Pinhe Borges far o leilo cima ao
correr do martello, ra da Imperatriz n. 17.
(WHA
DE
NAVEGACAO BAHIANA
LI8ITADA
llacei, 'enedo, Aracaj
e Babia.
E' esperado at o dia 8 Je corrente dos portos
cima o vapor Penedo, e seguir para os mesmos
no dia seguinte ao de sua chegada
Recebe carga, passageiros e dinheiro a frete a:
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de Oli-
velra Azevedo C, ra do Bom Jess i. 57.
Para Lisboa
pretende soguireom ponca demora a escuna por
lugueza Christina, de 1' clase, capitao Loureiro.
por ter a maior parte de sen campamento enga-
jado; e para o resto que Ihe falta trata-se com o
co nsignatanos Joaquim Jos Goncalveg Beltro 4
Pilho, ra do Oommerck) n. 5.
Para o Porto.
Acha-se proposto para seguir com a maior bre-
vidade o brigue pertuguez l'niu, para o que re
cebe carga, e trata-se com o consignatarios T. de
Aqnino Fonceca & C. successores, na roa do Vi-
gario n. 19, l:- andar. ______ _______
Para a Bahia.
Pretende seguir eom muita brevidade o palha-
bote nacional Joven Arthw, (em forte de seu
aarregamento engajado, e pn o resto que Ihe
falta trata-se eom os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo & C, 80 sea escrif^H
ra do tom Jess n. 57,
ftyisoo'^HSOS
CASA DA FORTIA.
AOS 5:000*000.
BILHETES GARANTIDOS.
i' ra Primeiro de Marca (outr'ora ra de
Crespo) n. 231 casas do costume.
O abaixo assignado tendo vendido nos seus fe-
lfees bilbetes, um quailo n. 962 com 5:00o*. um
meio n. 12'JO com 300*000, tres quartos n. 615
com 100* e outras sortes de 40* e 20* da lo-
tera que se acahou de extrahir (64 ), convida aos
possuidores a vir.'in receber na conformidade
do costume sem descont algum.
Acham-se venda os felizes bilhetes garantidos
la 23* parte das loteras a beneficio da nova igre-
ja de >ossa Senhora da Penha (6o*), que se ex-
trahir no sabbado, 6 do corrente Tiez.
PRE(/S
, Bilbete inteiro 6*000
Meio bilbete 3*000
Quarto 1*500
EM PORGAD HE 1009000 PARA CIMA.
Bilbete inteiro 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto 1*375
anoel Martins Fiuta
AtlenQo
Previn? e a todas as casas e vendedores de
bilhetes de lotera do Rio de Janeiro, que boje pe-
las 8 horas da manh, peco mais ou menos, fur-
taram da casa do abaixo assignado, no pateo do
Terco n. 137, i* andar, um paletot e um collete de
csemira, contendo o paletot urna carteira com os
bilhetes da 24* lotera das casas de detencao do
Rio de Janeiro, sendo quartos ns. 445, 1642, 452,
3946 e 3964 ; meios !9 e 2961, tendo mais bi-
lhetes e qnartos, cujos nmeros nao se lembra;
em dinheiro i83<, e mais qnatro bilhetes da lo-
tera de Santa F ns 6363, 661, 51r nm relogio de prata de mostrador azul com cor-
rente de cabello, sendo esta com seis passadores,
no meio urna nvela e duas argolas: poriantu pe-
dse a quem quer que forem onerecidos taes ob-
jectos, a apprenensao dos mesmos, que generosa-
mente se recompensar. Recife, 5 de setembro do
1873.Francisco Xavier Cavalcanle.
ESCRIPTORIO
COMMERCI L.
W, Kua da Prata, 2.
1AS1MVV
Luiz Felippe Leile i. I miau s
Executam por commisso quaesquer ordens das
provincias do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem corno do Brasil e outros paizes estran-
geiros.
Recebem consignacao gneros nacionaes, co-
loniaes, h.spanhoes, trancezes, inglezes, alleraaes
e do Brasil, ou mesiro de outros paizes, para se-
ren vendiJos no reino ou fra delle
Executam ordens para compra e venda de fun-
dos pblicos, nacionaes e estrangeiros. Tratam
da cobranza dos respectivos dividendos.
Promoveiu no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidacoes, causas civeis e commerciaes, appel-
lacdes e recurso de revista.
Tem os melheres advogados na capital.
Para os negocios de natureza especial, como
causas forenses, administraco de bens, etc., que.
rendo-se, pode proceder accordo previo conforme
a natureza do negocio.
Solieitam-se dispensas matrimoniaes e quaes-
quer outros breves apostlicos concedidos ero Ro-
ma ou pela Nunciatura em Lisboa, aonuilacao
de ordens, e quaesquer outras dependencia^ dos
tribunaes da Santa S.
Tratam da arrecdacao de herancas e adminis-
traco de bens no continente do reino.
Obtem documentos de qualquer diocese, distric-
to administrativo, couselho, ou freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
Fa em adiamntenlos sobre consignaedes de
quatsquer gneros que tenham prompti sahida
nos mercados inglezes ou alleniaes. Tambero com-
pram aquelles que se offerecerem em condi^des
vantajosas.
Fazem transacSes por ci nsignacio ou compra,
sobre mnenos, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
condicoes de qualidade e precos.
Dio-se boas referencias em Lisboa e no Porto.
Esta ca a tem correspondencias serias ero todos
os pomos do reino, em Paris, Inglaterra e Ham-
burgo, na frica portugueza, em Maco (China)
reino de Sio, ilhas dos Acores e Cabo-Verde,
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
Ihe lorem feitas por correspondencia effectiva ou
eventual.
Na modicidade de suas commissoes, na exacti-
do de suas cuntas e no crdito longamente esta-
belecido faz consistir toda a garanta de bom aco-
Ihimenlo.
Tem correspondentes em Sevilha e outras pra-
cas de Hespanha.
N. B. As commissoes sao reguladas pela praxe
desta praca
M mm IM4H iiiii*m '
DEMISTA DE PARS
4*

Boa casa para alugar.
Alupa-se ama hoa casaaa#oco da Panella, i
ra d i Ro a. 28, com 2 safas, 4 quartos e cozinba
fra, quintal murado e alpendre na frenie, raaitr
Kopria gara passar a festa por ficar prxima do
nho, tao apreciavel no verao, e preco eommodo:
a traur na travessa da Madre de Dos n. 18.
Preclsa-se de um ou dous trabalhadores :
M ra das Flores n. 25, tinturara.
19- RA NOVA! 9
J. M. Leroux, cirur-
gio dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
g pera continuar a me-
recer a confianza dos
- clientes da casa; edo
respeitavel publico em
geral.
ATTENCAO.
Do dia 23 do corrente mez de ago-to em dianle,
haver i venda leite puro pelo preco de 400 rs.
agarrafa, todos os das aa 8 nona da manba, no
boceo do bilhar dos a reoj, Junto a botica homcepa
thica na ma do taveralor.
Garntese a qualidade,

AO PUBLICO
j)iieii mais eommrdo cITercfe ?
Incontestavelmente a loja de calcado'i:estrangei-
ro que mais eommodo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PaRIS NA AMERICA
ra Duque de Caxias n. 59, primeiro an lar (an-
tiga do QueimaJo) e a razo ? a razao simples :
um cavalheiro (amante do chique) por certo se
inximinoda qtiando, para comprar um par de bo-
linas, v-se forcado a experimntala sobre um
pequeno e pueroso pedaco de tapete (systema ma-
carrnico) nao podendo desta forma conheeer se
a botina Ihe lica boa, pois, nao tem espaco para
experimenta-laffeo menos que nao a estrague dan-
do apenas um passo, que hegarlogo ao immun-
do lad< ilh'i ; o que nao acontece no Pars na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impessivel, qne urna se-
nhora (do bom toro) queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um baleao, onde en-
tra quem quer, ainda mesmo para comprar: o
Pars na America nfio resente-se desta falta ; tem
nm bem preparado gabinete reserva lo, pan a-
Exmas. que all podero estar ero perfeito eommo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam a' i as vantagens ou commodos
do Paris na America i ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tan bem no bom sor
lmenlo de botinas para liomens, dos melhores e
mais afamados tabricantes da Europa, como Me
lies, Su*er, Polak, etc., ele, e grande variedade de
chinellos e sapalos, assiro tambero uro lindo ?or-
timenlo de botinas para senhora, e snpatinhos de
militas qualidades nue poderao satisfazer a esco-
lha di mais capichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo que fica expendido, > sia claro que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
o Paris na America, ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antiga ra do Queimado
ED
Companhia
rlCADQR Di PROVINCIA
Pernambuco.
DE
O incorp rad ir desta grandiosa e utilitaria em-
preza tem a honra de annunciar pelo presente a
todos os actuaes e futuros subscriptores de lecQes
da companhia Edificadora da provincia de Per-
nambuco, que acaba de reroetter para o governo
de S. M. Imperial, por intermedio do Kxm. presi-
dente desta provincia, diversos papis e documen-
tos na forma exigida pelo decreto n. 2,711 de 19
de dezembro de 1860. dos quaes tinham sido de-
volvidos alguns por nao estarem com to
malidade do dito decreto, em occasiao da primeira
remessa encaminhada por esta presencia, em 28
de iunho de 1872.
Convencido de ter preenchido, agora, todas as
formalidades e exigencias do supradito decreto,
conta que vista das boas inonnacSes dadas por
esta presidencia, o governo imperial se dignar
demorar o menos possivel a factura do decreto
autorisando a companhia Edificadora a dar come-
S9 a suas opera e/es em principio de Janeiro
e 1874.
A primeira emisso de 5,000 afeites de I00
cada urna, determinada pelo % 1* do art. 3a dos
estatutos, com data de 10 de junho de 1872,
acha-se subscripta at 13 do corrente, por 110
assignantes formando um total
de......: 2,860 accSes
ficando a distribuir .... 2,110
tola I 5,000'
das quaes
3,000 subscriptas em Pernambuco e
2,000 a subscrever na praca do Rio de Janeiro,
------pagaveis, por inteiro de urna s vez com o
5,000 descont de 10. / l^go depois da installa-
co da companhia, e da primeira chamada feila
pela directora administrativa, da primeira pres
tacao de acord com o nico do art. 7 dos res
pectivos estatutos.
Se Dens na i mandar o contrario, o jncorpora-
dor da companhia espera ter a satisfacao de ma-
nifestar sua gratido ao principal autor da lei
provincial n. 535 de 20 de junho de 1862, qne bo-
je oecupa dignamente a cadeira desta presidencia,
e dar occasiao a S. Exc. o Illm. Sr. comraendador
Henrique Pereira de Lucena, de tornar seu nome
iramorredoiiro e de ter a honra de dar sua assig-
natura acta que ser solemnemente lavrada por
occasiao do assentamento da primeira pedra da
primeira ediYacao da companhia, cuja data dar
principio aos quarenta annos de duracao das dis-
pensas que a lei provincial n. 535, j citada, con-
ceden ao ineorporador, para a dita companhia,
cuja realisacio roi adiada at hoje em razio da
cnse flnanceira,~e dos cinco annos de guerra com
o Paraguay, que paralisaram a realisaco de dita
companhia, cuia necessidade indi sentida por todas as classes em razao da falta de
casas apropriadas para cada nma deltas. ..
Recife, 20 de agosto de 1873
F. U. Duprai,
Na ra hrca^do Rosario n. 21, loja de cal-
cado, precisase de urna ama que saiba comprar
e eozinhar a me>ma caVprecisa-se de ama
mnlher portogueza para tomar conta do servipo
interno de orna casa de fajpiJia.___________
ma escrava precisa da quantia de 9004
para adjutorio de sna alforria para pagar eom seus
servicos ; a pessi a qwMliier faznr este negocio
.inpuncie por este DiarW, para ser procurada.
Para hornean.
BOTINAS de bezerro, cordavo, pellica, lustre e
de duraqne com biqueira, dos melhores
fabricantes.
SAPATKS de be erro, de cordavo e de case-
mira.
S PATOS de lustre com salto.
SAP ATOES atamancadns eom sola de pi, pro
prins para hanhos, sitios c jardins.
SAPATOS de tapi'le, chariot, castor e de tranca.
franeezes e portugnezes.
Para arnhora.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
^APvTTXIIOS d phantasia com salto, branco,
pretos e de eflres differentes, bordados.
SAPATOS de lapete, charl..t, castor e de tranca.
Para menina**.
BOTINAS pretas, brancas e de cores di fie rentes,
lisa, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca poitugue7.es.
Para meninas.
BOTINAS de bezerro, lustre e de cordavo.
ABOTINADOS e sapaioet de bezerro, de diversa*
qualidades.
SAPATOS de trauca franeezes e portuguezes.
Botas de montara.
Rotas a Napnlen e a Ouilherme, perneiras e
meias perneiras para humen e meias perueiraa
para meninas.
No armazem do vapor france ra do Baro
da Victoria n. 7.
Mobilia de vimes.
Sadeiras de balanco, de braco, de guernicees,
sofs, jardineiras, mezas, conversaderas e costn-
reiras, todo isto muito bom por serem fortes o
leves, e i s mais proprios movis para saletas ega-
binetes de reereios.
No armazem do vapor francez, i ra do Bario
da Victoria n. 7, outr'ora,Nova.
PIANOS.
Acabam de chegar muito bons pianos fortes e
de elegantes modelo-*, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hers e Pleyel Wolff A C.: no
vapor franeet, ma do Bario da Victoria, ou-
tr'ora Nova n. 7, a presos muilo commodos.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
trilice, agua de flor de laranja, agua de toilete,
divina, Huida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
eos neticos, muitos artigos delicados em perfuma-
ra para presents com frascos de extractos, cai-
xinhas surtidas c garrafas de differentes tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
dray.
t\o armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victo: i?, ouir'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigos de diflerentes gosto e
pliantazias.
Espelhos dnurad"S para salas e gabinetes.
Leques para senbotas e para meninas.
Luvas do ionvin. d fio de Escocia e de camur^a.
Caixinhai de costura ornada com msica.
Albuns e quadrinhos para retratos.
Caixin as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de lei garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
gio?.
Brincos a imitieao e botoes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de seda, de velludo e de con-
rinho de cores.
Novos objectos de ph.uiiu.ai pan cima de mesa
e toilette.
Pincinez de aires, de prata dourado, de ajo e
de tartaruga.
Oculos de ac fino e de todas as guarnices.
Bengalas de luxo, cauna, com castoes de mar-
fim.
Rengabas diversas mi grande sortimento para
homens e meninos.
Chicotinhos de haleia e de umitas qualidades
diversas.
Esporas de larra cha para saltas de botas.
Ponteiras de espuma para charnios e cigarros.
Penles de tartaruga para desembaracar e para
barba.
Ditos de marfim muito finos, para limpar ca-
neca.
Escovas para ronpa, cabellos, unhas epara den-
les.
Cart iriuhas de medreperola para dinreiro. .
Meias para homei s e para meninos.
Grvalas braircas e de seda prela para homens
e meninos.
Campanillas de mola para ch mar criados.
Jogos da gloria, de dama, de bagalcllas, de do-
min e oulros muitos dilTi rentes joguinhos alle-
mes e franeezes.
Malas, bol. as e saceos de viagera de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinbas de marfim para as enancas morde-
rem, boro para os denles.
Bcrcos de rimes para embalar enancas.
Cestinhas de vimes para braco de meninas.
Carrinhos de qualro rodas, para passeios de
criancas.
Venexianas transparentes para portas e janellas
Reverberos transparentes para candieiros de-
gaz.
Estereos<-opos e cosmoramas com escolhidas
vistas.
Lantemas mgicas com ricas vistas de cores em
vidros.
Vidros avulsos para eosmorama.
Globos de papel de cores para illuminacoes de
fes tas.
Balocs aereostalicos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systeinas para caf.
Espanadores de palha e de pennas
Tesourinhas e caivetes Unos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lantemas.
Tinteiros de louca branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qnadros.
Quadros j promptos cora paysagens e pbanta-
zia.
Estampas avulsas de santos, paysagens e phan-
uzias.
Objectos de mgicas para divertimentos em fa-
milia.
Realejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos i amu nicos ou sccordions de todos os-
tamanhos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difilceis de mencionar se. No armazem do-
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'or
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos.
A maior variedade que se pode desejar de todos
os brinquedos fabricados era differentes partes
da Europa para eotreteniraento das criancas todo
a preos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, ra do fiarlo da Vic-
toria, outr'ora ru Nova n. 7. ,
OsIhIkn para c slura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, cua .do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) q 7.
Oleados
baratos.
!
Oleado bonitas e muito baratos, para cima de
meta : no armazem do vapor francez, ra do Ba-
rio da Victoria outr'ora Nova n. 7.


m ii i|
P
Diario de Pernambuco Sabbado 6 de Setembro de 1873.

Cralo
Prera-se de no criad' pafa crin leve
mandados, iireferesii e>cajj>, w2 a 13 annos :
a na .Nova 11. 19, 1 andar.
A ni n Precisa-se pe una ama para ensaboar
ji.iii tratar na praca da independencia n. 8.
Precisa-se de urna aun scrava para cozi-
nhar e ensaboar : na na da Penba n. 13.
Precisa-se de nina ama pira comprar e en.
ainhar : na roa de Sama Tiranta n. 23.
Precisase de una para co-
nchar para casa de pouca
familia: a tratar ra do
Hospicio n. 49 casa terrea que lem bolas ama-
relias na cornija.________________________
Precisa-se de urna ama para
servico de duas pessoas: atrax
qaariel de polica, sobrado n
Ja cV.i '!> ataiiifc a^nPiadn no TfflT W de agosto,
iln cofre. ile-anno, u sen rcravtdi uoine- Paulo,
com os siguae* FrKlHtibl : Jiri'T., alio, l.aj.'rn,jH's
piafe lew no r*lj li:i>l.i:ii.' < rtspii|a, Mijos
r.-ivo^Ri Sr. Km T-l- lilil Vi'I.Yi. ii cijij Win
liiim o.i'i
isa rU'. Ui.-rcT- i, oh-a
(ni >< occm|i:iv:i na a.'licki Vj' S
:i'V'ar |tn iia leva lo, ru a risa i
nra de Santa Mita n. S que ser recompensado.
Halnrmmh Alves Aroxa,
AMA
AMAs."
16, i.* andar.
PRECISA-SE de urna
que saiba eozinhar para
urna familia de duas
pessoas : no pateo do
Paraizon. 28, 1.* e 8.* andares._________
A ml, '>r'fe'**- de urna ama para eozinhar
* e raais servico de casa de familia : na
ra do Coto vello a. 119
= Precisa-se de uina ama forra ou escrava
para eozinhar, comprar, e fazer todo o servico de
casa : na ra Duque de Caxias n. Si, andar.
1*recinase de ama ama pa-
ra o ser ico interno de nma
casa de familia eoniposta de
duas pessoas : na ra da (Veia-nova n. ti.
AMA
Offerece so nma pessoa para socio de urna
taverna ou padaria : quem quizer, annuncie nes-
le Diario.
Germano Pinto de Magalhes scienfica aos
seus freguezes e ao publico em geral que mu-
dou o seu esUbelecimento de earros de passeio
da ra das Ftores para a do Imperador n. 17,
onde continua a servir cora promptidio e aseio
aos seas fregueres c >mo sempre lem feito.
Loja do Rnbi.
Rua estreita do Rosario n. 15
flermino Ferrei.-a da Silva scienthlca a seus
amigos e antigos n-egteaes, que se acha actual
mente na sua amiga Toja de ourives, situada a ra
estreita do Rosario o. 15, denominada lubi :
onde espera continuar a merecer a nre-ma con-
fianca d'antes.
Bom local.
A loja 4o predio da ra Marcihe Dias a. 110
confronte tamben para a de Lew Valentinas,
Sresta-se a qualquer negocio de fazendas, miu-
ezas ou molhsdos, em grande e peqnena encala.
A safra o assscar est prxima, e e indubitavel
o bom resultado de quem all se estabelecer. E'
coranvodo oaluguel e tambem se faz arreidamento
eomo melhiir coavier, tem gaz, agua e apparelho
p Drainage, nada deve de imposto : a tratar
rrua do Imperador n. 8t.
------ -
Escravo fgido
Fugio no dia 17 desle mez, o moleque de no-
mo Joaquim, o qual representa ter 13 ou 14 annos,
lem cara larga, ps tambem largos, regrista,
levou roupa de riscado azul e nao levou cha-
1o. 'Besconfia-se que esteja nesta cidade. Quera
o capturar ser gratificado, e o remetiera para
Munbeca. ao Sr. vigario Getulio, ou communicar
ao Sr. J. N. M. Pinto, ra do Bario da Victoria
n. 9.
Est fueido desde o dia 30 de agosto o escravo
de nome Geminiano que foi escravo do Illm. Sr.
capitao Firmioo em Maricota ; o escravo tem os
slgnaes seguiotes : mulato, estatura regular, cheio
do eorpo, falta de dentes na frente, lem no bra-
co direito uui coraco e as iniciaes A. M. C, sabio
com roupa preta e chapeo do Manilha, dooeon-
fla-se que anda pelo bairro do Recife ou em Ma-
ricota : quem o a;*pretiender tenha a bondade
de o levar a ra l..rga do Rosarb n. 11, loja, que
ser gratificado.
Perdeu-se urna lettra da quantu d6 8004,
sacada em Marco deste anno, a 8 mezea de pra-
zo, e aceita a rogo de Bernardino de Souza Pinto,
e o sacador em branco : quem a ti ver achado,
cuereado restitui-la pode levar ra do Bom Je-
sas n. 47, que ser gratificado.
Escravo fgido.
Aozentoa-se na sexta-feira, 29 de agosto prxi-
mo pausado, da oau de sen senhor, o escravo Ro-
que, de idade de 16 annos pouco mais ou menos,
de cor preta, rom os signaes seguintes : cobellos
carapinhos cortado rente, estatura regular, secco
do corpo, olhos gr ndes, testa larga, nariz chato,
ps e mos bera feitos : como nao tem conheci-
manto do mato de rer que se acbe mesmo na
cidade ou seus arrabaldes, e j tem sido visto em
Beherme: pede-se por tanto as autoridades, cap-
tes de campo ou quaquer pessoa que o agarrar
favor de o levar ra do Vigorio Tenorio n. 3 !
andar, que sera bem gratificado.
Recife, 1 de setembro de 1873.
Casa para banhos salgados.
Sablnoa-se o arrendamento de urna casa na
Boa-Viagem, multo propria para os banhos sal-
Sado, por ser proxmao do mar : tratar na ra
as Calcadas n. .
Precisa se de una ama para o servico in-
terno de urna casa de familia de nove pessoas :
na ra da SoleJade n. 54.__________________
Joaquim Jos Goac, alves
Beltrao.
Ra do Conamerclo n. 5, l.c andar
Sacca por todos os paquetes sobre o banco
do Minho, em Braga, e sobre us seguintes
ulgares de Portugal:
Ama ran tei.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faro.
Guarda.
liuimarSes.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandella.
Monco.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famalicfto
Villa Nova do Portimfio.
Villa Real.__________________________
Escravo fgido.
150#000 de gratificacao.
AnseMon-se desde o dia 13 de maio de 1871, o
preto de nome Alfredo, de trinU e Untos annos.
crioulo e bastante ladino; .;ste preto e perfeito
eozinheiro, estatura alta, magro olho prande?, i
esteve no engenho do Sr. Lulu de Caar| em S.
Lourenjo da Malta, o de cor,*ta ter pareotes, foi
eserai'o dos Srs Adriano A Castro, e do Sr, Jos"
Joaquim Gnncalves Bastos, negociantes desta pra
ea ; de todo* eetes senheres foi eozinheiro, tem
Mdo visto por pessoas que o conhecera duenda
que est forro, issim tem pedido'escapar de ser
prezo. Pede-te a todas as autoridades e capitias
campo que o pegando leve-o roa do Duque de
Caxias n. SH, loja de miudezas do Rival seni se-
gundo que receben a gratificacao cima decla-
rada.
Garanhuns.
Na rna
fallar aos
Jos l'aes
resse.
do Barao da Victoria n. Mi, precisa-se
Srs. Pedni dt Rcgo Chaves Peixolo e
da Silva, a negocio de particular inte*
9 #$$$.9$$

| Alnga-se a casa|terre da rtla do Principe
n. 10, can bastante eoinmo lns, quintal e cacimba,
: murado : a ifafar na na ib Biiin Jess, ou^r'ora
i da linu n. :it. i. miliir.
MtNA
Est cncouraejado 1! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
ftscrivo na cidade de .Nazaretb desla provincia, <
favor de vir ra Duque de Caxia a. 3, i con
cluir aijii.'llc neg.wlo qoc S. S. se comprometteu. >
rcalisar, pela terceira chamada deste jornal, en
nns de dezembru de 1871, e ilrpow para Janeiro
pa e por este motivo de aovo chamado para din
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio t
de mais de oito annos, e quando o Sr. sen filho v
vnava nesta eidade
I
MEDICO,
m



Augusto Trajano de Hollanda Cha-
cn, doutor em medicina pela Facnl-
dade do Rio de Janeiro, chegado ha
1 ponen da Europa, >nde nos melhores
i hospitaes dedicou-se aos estudos de
sua profissao e com esperiahdade s
ope ace- e s molestias dos olhos, tein
o seu escriptorio na casa de sua resi-
dencia i ra Duque de Caxias, antiga
das Cruzes n. 9, !. andar.
Consultas das 7 as 9 horas da ma-
nila.
Gratis aos pobres.
NOVA TINTA
MATHlEU-PLiSSV, W, *** St-Gtmm
PAR
9
^^
FugQ
&
do engenho Bento-velho, em Santo Antao, em dias
do mez de jutho prximo passado, o escravo Ma-
noel, de 10 annos <*e idade. preto, bem parecido,
falla mansa, dentes perfeitos, e barbado ; foi escra-
vo do Dr. hbelte, em Limoeiro, e de Joo de An-
drade Lima, em Malhadinha : a pessoa que o cap-
turar e levar ao dito engenho ser generosamente
recompensada Se fur preso perto desta cidade
pode ser entregue aos Srs. Alvares Quintal a C.
ra Barao do Triumpho n. 36
Pince-nez
Perdeu-se um pinco nez de ouro, para homem,
da ra do Capibaribe para a ra da Aurora, es-
qii'na da do Conde da Boa-Vista : quem o ti ver
achado, querendo restilui-l >, tenha a bonJade de
leva lo ra du Capibaribe n. 40, onde se grati-
ficar o traoalho.
Aluga-ae o 3 e 4 andares do sobrado da ra
do Amonm n. 17 : a tratar na nvsma na n. 37, no
escriptorio de Tasso rrmaos & C .
Permuta
Urna pessoa que deseja p..ssur para sua resi-
dencia urna casa no bairro da Boa-Vista, que te-
nha quintal soffrrrel, cacimba e nao menos de
quatro quartes, offerece a quem convier urna per-
muta por apohees do governo geral e da eompa
nia de Beberibe. Tambem servir um pequeo
sitio que seja perto : a Iratar na ra do Queunado
n. 50, loja, ou na do Hospicio n. til, 1" andar.
Carros de luxo.
E' inquestinnavel que a cocheira da ra do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Pies Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
leras e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visita do etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesuios ajaezados de excellentes
parelhas de animaos, arreos luxuosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao-publico a vir p car-se da verdade do que deixamos dito, certos de
que nao encontrarn pomada, e sim realidade e
commodos precos.
Aluga se urna casa na ra da Praia do Cal-
dereiro n. 11 : a tratar na na do Livramento n.
13, loja.________________________________
Precisa-se de nm menino de li annos. com
pratica de molbios : a uaiai na cidade de Olin-
da, ra de S. Rento n. la.___________
~5|000T~
D-se de pratificaco a quem trouxer ra do
Imperador n. II cartorio, um corrnpiao (passaro)
fgido na tarile de 1 do correte em direccio ao
largo de Pedro II.
NICAO IAITFNI. DE I8
heou.hu d nhk t man. ana u ucua m nmu
NOVTnNTA
DOBRA ROXA PARA COPIAR 18 CARTAS
aplegada pdae gnuidca snartteOea
Deporto em PerntH*, A. RTGORD.
Atten^o
Offerece se urna sennera nortugueza recente-
mente chegada para ensinar meninas em algum
engenho, ou nesta cidade, ensinando instniccao
primaria, bordados de todas as qualidades. flores,
etc. : quem precisar dirija-se a ra da Impera-
triz n. 3, loja.____________________________
Aviso
. Aeha-se aberta urna loja do pintor e imaginario
dispuSieio dos Srs. freguezes, offert cendo-se para
contratar quanta obra appareca ao seu csubele-
cimento, com a maior vantagem que possivel, e
de admirar pela baraleza, cono sejam : doura-
mento de prejas ou capellas, e imagens de todos
os tamauhos, ryriuse cruz para -mandades, ban-
queta- para altares, e tudo que fr de seu officio
e de admirar tanto pela perfeico como pelo pteco,
do mais moderno e inelhor gosto que possivel.
Quem quizer dirija-se para villa d Bezerros que
l encontrar Manoel Adnlpho Silva Ramos, que
os i cechera com todo agrado.
As pessoas que tem pretendido estabele.cer-
se no terreno devoitilo que Cica nos fundos das
casas ns, 18 e 20 da ra da Florentina, onie exis-
te a fabrica de serveja, cajo terreno limita se at
ra de Santo Amaro, oodem ontender-se com o
droprietario na rua do Hospicio n. 35.
Aliiga-se o :i* andar do sobrado da rua do
Vigario Tenorio n. 10 : tratase na rua do Araorim
n. 37, com Jorge Tasso.
i CONSULTORIO
HEDIC-CIMJRCICO J
0
Rua do Mrquez de (Minda n. 15, pri- 0
meiro andar.
Consulta das 9 horas s H da manha. fm.
Chamad js a qualquer hora. 4&
$

r. J.
DO
II.
Cario
O* -O0@ *BIM**
TODOS OH DAS
A familia honesta que precisar de una mo-
ca para costurar, dirija-se rua Velha n. 59 que
echar cem quem tratar.___________________
Aluga-se
a loja com a competente armacio nvidracada, na
rua deMarcilio Dias n. M : a tratar na'mesma
casa n. 13.
0 caixeiro que est<;ja arrumado em urna
venda e queira passar a socio de outra em urna
das prinripaes mas de-ta cidade, tendo para isso
as necessarias babilitacoes, entrando com atguns
fundos e mesmo sem elles, dirija-se a rua estreita
do Rosaran. 17, loja.
Assoc;aQo portugueza de beneficencia dos
empregadosno comroercio e industria eni
Pernambuco.
De ordem do Sr. director desta associacao con-
vido aos senhores membres da .directora para
assistirem tntssa que por alma do nos-o fallec
do consocio Bernardino Antonio Pereira tem a
mesma directora de mandar rtsar na igreja de S.
Francisco, no dia 9 do corrate mez, pelas 7 i|2
horas da manha, stimo dia de seu passamento.
Raeife, 4 de setembro de 1873.
Cardoso Pereira
! secretario.
Desappareceraui do engenho Jagnaribe Sim, o
cabra, de idade de l'l annos, cabellos de cabaorl
ato,rosto comprido, olhos grandes, tendo as pal
peoras superiores um pouco descidas, nariz chato,
orelhas grandes, bocea regular, beicos ftnos.temj
na face direita urna pequea marca e na esqneio
abaixo do olho um ligeiro Ulho; ps e mos bem
f tos e grandes, lodos os dentes, sendo limados os
de cima, filho do Pianc e foi all escravo de
Manoel Roque da Ponera, morador na villa de
Mi'ricordia, endo que foi tambem de um tal Lo-
pinko, que aUi tambem .morador; tem barba
someute na porrfa do queixo, e um ligeiro bigode.
Herculano, cabra alti, de trinta annos, solteiro,
com principio de eozinheiro, filho da provincia da
Parahyba, no lugar Garga, foi escravo do Dr. Sa-
tino Gomes da Silveira, que aJIi mora,
A QUALQUER HORA
tefpj* gcladi e uniros bebidas
VIANDAS.
E DOCES PARA LANCHES
NA COSKEITARU DO
'AMPOS
24. Rua do Imperador 24
c
Liqes de piano.
Urna senhora portugueza, chegada ltimamente
de Lisb\n, offerece-se para dar lifdes de piano em
casas de familia e por pre^o raaoavel : podendo
dirigirse ruada Aurora n. 5. primeiro andar.
Furtaram so do engenho Hereira do Cima
sito no termo do Agua Preta, ao amanhecer do
dia quinta-tV.ira II de agosto, 3 ca val los com os
seguintes signaes : o primeiro, russo, andador
de baixo a meio, dentes quebrados, quebrados,
castrado, fronte aherta, be-ico de baixo branco,
ferrado em nma'p, com as iniciaes B 8. F. P.
alm de outros furos anligf s. 0 1. alazao, faien-
do segunda muda, quatro ps calcados iguaes,
fente aherta, heicn de baixo branco, marcado em
cima da p cori as iniciaes B. S. F. P. 0 3.* cas
tanho amarello, castrado, aberto de baixo, frente
aherta, urna das maos branca, ferrado no quarto
direito com a inicial P. no quarto esquerdo J B
ajos cavallos perteucem ao propietario do refe
rido engenho: roga-se as autoridades policiaes
a apprehen;ao dos .mesmos, e a qualquer pessoa
que noticias tiverem que o avise no referido en-
genho que gratificar generosamente.
Manoel Alves Fernandes 4 C.
iJulT,?, '! qne.aJIi mora, e aqu Olinda, sem o meu consenso, aob pena de nullida-
rosto oval e descarnado, usa barba Cavaignac
orno s pretos, regulares e expresivo?, cabellos pou-
co carapinhos, nariz grosso e ventas largas, bnc
ea pequea, e lem todos os denles.
Lourenco, fitho do lugar Urub, abaiio do Bui
3ne, foi eeeravo de Antonio de Araujo, qoe o ven-
eu a Batos Thenorio Beierra Cavalcante, mora-
dor em Barrara, tambem da comarca do Buiqne,
foi aqu vendido por Arcebiades; cabellos carapi-
nhos, ps e mos grandes e bem feitos, olhos gran-
des, barbado, beicos grossos, nariz grosso e meo
afilado.
Pede-se a todas as autoridades policiaes, a ap-
prehensio delles, assim como gratifica-so bem a
qnalquer particular qne os levar no mesmo enge-
nho ou no Recife, rua Nova n. 8.
Lculo de sitia.
Aluga-se um terreno, com casa de moradia
que lera duas salas, cozinha ra, e quatro quar-
tos arejados, na rua de Paysaod, estrada da Mag-
dalena, defronte da estrada que vai para o hospi-
tal portuguez: procurem ruado Duque de Ca-
xias n. ."0, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nha s 3 da tarde. ____________
Previno ao respetavel puMieo que, tendo con
tratado com Domingos Rodrigues da Costa, nao
pode elle dispor de maneira aljama de un terre-
a sito na Estrada Nova, na Agua Fra, termo Af
ter, por coma, a quantia de duzentos mil res.
Recife, 1 de setea.hro de 873.
Luiz de Franca Soares,
Aviso
Os Srs. Jo5o Alves Mondes da Silva e Pedro
Barbosa Cordeiro diriam-se rua do Visconde de
Goyanna, sitio do portan n. 61, a negoci de prti
cu lar interesse.
Escravo fgido.
Fugio da casa do abaixo assignrdo, no dia 19
de agosto do crreme anno, o seu escravo de no-
me Manoel, com os signaes seguintes : preto, esta
tura regular, costuma usar cavaignac pequeo,
bastante ladino, foi escravo de um italiano msca-
le, com o qual venda miudezas, levando a quan-
lirde rJ0 casa de deteoco, ou rua de Santa Bita n. 5,
me ser recompensado.
Belarmino Alves Arxa.
Negocios de Portugal e Hes-
patiha.
Domingos atara <> H'.-Ivps participa que se en
:a promover o bom andamento de quaesqae
carre
qoestSes
judiciaea nos dous paizes aeiraa m^nci.
rna Primeiro de Marco n. 53, (tifa dg Crespo)
Aluga-se urna casa terrea com muitos com
modos por ter um soto dentro, no boceo dos
Burgos n. 13 : a tratar na rua do Vigario n. 33,
com Joao Jos da Cunta Lapes.
Precisa se de om homem para traoalho de
urna coxeira : quera estver nestas condijoVs diri-
ja-se rua do Bom Jess n. 15, que se gratifica
m bom odenado.
Publicagao jurdica.
Apontumrntos sobrr a eondfco
dos csrra \ .s e libertos no Brasil,
contendo as prineipars questoes relativas esa
especie, com as decisoes proferidas, a respeito pe-
los tribnnaes snperiores e do poder execulivc
bem como toda a legislacao patria, autiga e mo
de nissima acerca de cada urna deilas e os indice-
aliihabcticos desta ultima ; pelo Dr. Amonio de
Vafconcellos Menezes de Drninmond. lente cathe-
dratico da I. cadeira do 4 anno (diretto civil)
da facnidade do Recife e advogado. neste foro.
AssigBase a livraria do Sr. Noguera, no arco de
Sanhi Antonio, e nesta t'pographia.
i
MEDRON
aos compradores do bem conbecido e acreditado
REA PRETA, que reparem nos botes e menos
rap
botes,
pois que os ha de rap de outra f brica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenhc so pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne quizerrm do verdadeiro AEEA
PRETA, devem para nao serem engaados ver qne
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEftON a c.
^c3
?VI
'>-3
PNDICAO DO ROWMANl
RUADO BRM N. 52
Pfii'i os Dais (le f:i ili
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de eDgeDbo e ontros sgncDl.ores, eempregadores
inismo o favor de orna visita a seu estabelecimento, pira veres o uovo *ori._
otnpleti que ahi tem; Moe tudo soperior em qoalidade e fortidSo; o que con a ios ^SSTSm^to
celo pese >l pode se verificar.
ESPECIAL ATTENgAOAO NUMERO E LUGAR DE SUA FUND1CA0
Jann^.ft rnrinq d'ao-nfl **""lio1e~Lsyf*******ZLl1
aLJIuro^ O lUuao u Agua rnatihos cnnvonientes para as diversas
trenmstancias dos seobores proprietarios e p ra descarogar algodlo.
ttoendas de canna Sfl 8 umanhos' as:mPlbore8 qne aqni
aodas dentadss i "*!" ew Taixas 'e ferro fnndido, batido e de cobre.
iUmbiqnes o fondos de alambiques.
Wr./1Vn,1^T*nTf.o para mandioca e tlgodlc,
aacninismos ; ^, femr *>*.
rJOmOaS fje patente, garanliJas........
Toda?? as machinas e petas de qne 8e eo,!onM preoiS3r-
Paz qnalqnf r concert de cbli8fou>a p mui re8DD,id0-
?ormas de ferro
^acommenias.
Foilunala Pontea, moradora no 2o andar do so-
brado n. IC da rua doCabng, faz lembrar que
fall conlinua eom sua aula de instruc.,o prima-
ria para o sexo feminino, onde com nmito gosto-
le delieadesa encina a Icr, ercreffr. contar e grani-
maiica nacional, e tambem os travalhos a*e agnlba
,e bordados deudas as i|iia!dadas, os i]uae> julga
dispensavel nomera-los; ensina fanihem [ater Do-
I res com inuito gosto, pois lem disto umita pratica.
de m i Tambem ensina msica, piano o fran'ez aqoeHas
uovo forlimento! meninas que seus pata Itw qnelrm dar maif
Acceita alumnas oxtern:u e
tratamento a preeo
mais commodo ijue em outra noalqner parte. Na
mesma casa trabalha se para lora eri (Vires la tito
linas como i rossaa, e tamben bordados a oiro de
la de alto relevo, e croch ; tudo com gosto e por
barato preeo.
Podendo lodos
ser DO'idoi a mao
por agua, Tspor,
oo animaes.
tem as melliores e mai1 baratas existentes oo mer-
cado.
Incnoibe-se de mandar vir qualojner machinismo von-
tade d-is clientes, embr^nlo-lhes a vantagem de fazerem I \^*c^
aas compras por intermedio de peasoa entendida, e qne em qualquer necisiidid* pode|gaz e"agua
es prestar auxilio.
irid-'i0 wAA4siin e instromeotos Pgricolas.
M Consultorio medico dtmkiM
# .DO 8 &
0 Dr. Amcrico Vespucio. &
4^ Rua lo lio ai Jess, anti^it $*
rj I Cruz n. 6. t andar fe:
Chamados a qualquer hora, e par ^>
W> fora da cidade. ^
}g Consultas de I hora s 3 da tard. :*<
* Gralis aos pobres. S5
^ Bspeeialidadea: W
jpj Partos e molestias da uretra, operado ;K
^, dos estreita ment s pelos prceesfoi us JJ
> mais modernos. B
0e^@ imilla
Aluga-se
Para os banhos salgarlos urna boa .: espaeosa
casa terrea i rua de S Bento em Olinda tnoito
terrado atraz, portan ae lado, com
a Iratar a rua do Amorim n. 37.
es menosnos
RUA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CIIAFAUIZ
Convite.
FUNDICAO DE FERRO
o
A' rua do Barao di Triumpho (ma iSilInnn) ns. 100a 104
CARDOSO 4 IRMAO
REGEBERAM de Inglaterra completo sortimentrrde ferragen e machinas para en-
gentas, .as mais mcxlernas e mclhorobra que tem viudo ao mercado.
Vapores de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
LalOeiraS de sobresalente para vapores.
MOeQaS lllieiraS e meias moendas, obra como nunca aqui veio.
aixas IlindldaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tOaaS aglia com cubaje do ferro, fortes e bem acabadas.
tOaaS dentadas de todos os tanunaV e qualidades.
Rel0g0S e apitOS para vapores.
fiOniOaS de ferro, de repucho.
AraOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e pequeas.
CoDCertoS concert*.racomProniptido qualquer obra ou machina, para o que teem
aua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EnCOmmendaS man^am v'r P"r encommtnda da Europa, qualquer machinismo,
para o que se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com tira dos melhores engenheiros de Inglaterra ; incumbem-se de mandgr assentar
litas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Rua do Barao do Triumpho (rua do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO 4 IRMAO.
Por deliberaco do consdho pamehial da socie-
dade Propagad ra da Instroccao Publica da rc-
guezia da Varzea, sao convdalos pela presente os
respectivos assuciados a assistirem a abertura da
aula nocturna creada pela mesma sociedade, na
povoacao do Caxang, cuja solemnidade ter iugar
no dia 7 do crreme s 6 W horas da larde, na
casa do professor publico da mesou povoafio o
Sr. Joao Hermenegildo Xavier do Salles.
Caxang, 31 de agosto de 1873
O secretario,
A ntonio de Pinito Borges.
C.nsHllirioie'JiMcinirgico^



Pr
larga
DO
Ferrcira.
B?' Antgo gabinete de seu pai, rua
do Rosario n. 20.
Cura de hydrocelles sera injec{3o
com punecao capllar.
Abertura de abeessos e exlracco de
derramamento serosos, |>elo aspirador
de Potain.
%
m
#
A pessoa que annunc-on neste Diario para
nados, pa o que esta habilitado eom um pessoal entrar de socio em aleara averna on padaria
eompeleotissiiDO de correspondentes, Escriptorio deixe carta fechada neslajypopraphla com as ini-
ae? s V para ser proaifido.
^kgjll
NOS HOSPITAES DE PARIZ AS AMBULANCIAS
FRANCCZA C NA MAR.NHA REAL INGLEZA
O problema resolvido por M' Rigollot com o mais felii resultado na composicAo deste
> papel foi conservar 4 Bastarda todas aa suas propriedades, obleado em poneos nattatatj
S tom tacifidade um effsito decisiTO com a menor quantidsde possirel M, *sf^
* awiliwfliii. (A Bouckardat Ummart d tk^oftutrat i* i86t XJhsstGS^
Ixklr a uakaatan ao lado, por m aa hidlcactona, 1 Jf
nico deposito pbarmacia de P. Maprerd C, na do BarSo da Victoria.
CHIADO
Na rua da Alegra n. 40, precisa-se de um
criado que d fiador de sua conduela.
E' milita morosidade.
Ha mais de vinte dias qoe jar. na thesouraria
de fazeoda um requermento renietido da presi-
dencia, para ser informado, e at esta data^inda
nao o foi '
Pedimos ao digno Sr. inspector baja de dar- a-
guma providencia no sentido de fazer desppare-
cer semillante demora em informaQofts, que alm
de prejudicar a parte interessada, parece tolher
um direito concedido por lei, visto que desta for-
ma nao ha quem queira recorrer, para esperar
um, dous e mais mezes.
Recife, 4 de selembro de 1873.
G. 4. Scbnorbus.
Os melhores charutos da
Bahia.
Regala Britnica.
Regaba Imperial.
Regala Real.
Riachu?llos.
Demcratas.
Suspiros. J
Conchas.
Operas.
Principe de Bismarck.
Trabucos
Bahas.
Deposito era Pernambuco no armazem de Cunba
& Manta, rua do Mrquez de Olinda n. J3
AflUCAF"
Constando que tem apparecidn no mercad" latas
de gaz eontendo 4 I| gales Henry Forster k
C. declarara que nos seus depsitos-os. Me 98 na
rua do Brum, so vendem caixas com duas latas,
contendo cada lata cinco gales. e pesam 16 kilo;
bruto.
de dous moleques de 13 a 15 aiuios para om tra-
balho muito leve : a tratar no hotol de Bordeaux,"
rua Primeiro de Marco n. 7 a, 1 andar.


:



&


Jqse Alves da Silva Qui-
ma raes.
B. Aana Cecilia da Silva Gim.iraes, tendo de
M*r r.w.r aiymnas mis< p.>lo cierno r.wuso
*>*i nado riiamlo M Alves n> Silva Gal-
i**9 o da atibad 6 do crrente, priraoiro
amn-tfM** Je seu passainento ; roga a seos pa-
aiesai>ntos o rarkloso obseijiiio de a*silrem
wt eto no referid i dia as 7 horas da raa
i (grej*. matm de Sant-> Amonio desta ci
DfcOto tfcBaftUNttta:-- Silabado 6- Jo-fidfink^idei.-18Ui(:
JaquviB
Beitmo as
S na rna do do Nfcpo n., ?* par^mernott^f,!ono ri
Ben. ur;I:iK> Antonio Pereira.
I^rriu Aou'nio Pereira, possuido da mais pun-
tear dor. grdete do intimo d'alma aquellas
peww qm, .rimpaiiliaram. ao cemiterio publico
m ve-tus moraos o stu extremoso e sempre lem-
Ira*...mana Bernardina Antonio Pereira, e de
vu (>> in.h' ida para assistirem missa do seti-
*. *>' manda rezar na igreja do convento
fle &. mocifo, pelas 7 horas da raanha. do dia
icr^i-frra de sctem'.ro.
inte
20, loja de Guilherme & ^arJ^^"*mp
C. que se podem vender A-cos p^,,ara l
Manoel Dias Xavier.
Jos Augusto Dias tendo rece-
hido no dia 31 do passado noticia
ila raorte.de sen sempre chorado
Ho, sianda rezar urna missa por
sua alow.no convenio de S Fran-
cisco no ia 13 do correlo pelas
7 t|2 horas da manh, para-o qual
xamlmos amujos e prenles do llnalo assisti-
^-aMLLV^:tiniMi'yi50 *' caridatle-
Oi.n, nrnidam celebrar urna mlsa tercafeira
io crrente na igreja de S. Francisco as 8 ho-
ra* OVanhn per alma daquclle nado amigo,
enovtJaui a seabora viava e familia do mesmo
para eti m,,, bein cuino os mais amigos que
quizcrem is.-1-lir a este acto de leligiao
Aqu HrH l MagalhA* *.
Saulo
Joao Fcrreira dos Santos J-
nior o sous parentes, cordeal-
mcnlc agradocein as pososas
que- sodignaram prestaros
ltimos ollicios do amisade
assjsittnlo,ios actos fnebres e de acompa-
nhar-ui os r stos mortaes da mesma finada a
sua ultima murada, o de novo convidan)
os sous '"go>para assistirem aos suffragios
dominio dia s 7 horas da manha de.terca
leir. 9 do corrente, na igreja da veneravel
aroma 3.' de M. S. do Carao, antecipando
desdi! ja seus agr leciiiioiitos por to pi c
caridoso obsequio.
as azendas abaixo, pelos
precos seguintes:
Lasinhs escoceza a 210 o canto
Ditas de listras padrSesnovos a 280 o covado
Ditas com listras de seda a 400 rs. o eorado
Alpacas com listras a 500.rs o eaMrio,
Merm asaeliiiado para roorja^'alet'rii o de*
vado.
Chapeos de sol de seda comreato r-i.-.flX llr" americano eoi.poquo de<'
rerto a JiOrs. o covado. --'
Brins pardos e do cores a 400 e 440 rs o covado
Bnm bronco lona a 1/600 a vara.
fhegada.
e senhora, cafe*
brica do cominea-'
RRILHA do Para.
ELA5 de cera de todos os lmannos.
I brancajP **> do Porto, caixas de ,
l
proprias para- lulo, a Hl> n a covaok
Dita* finas de cores a 280 rs. o covado
trettwe para camisas e vesti8*.4W *,-ao-
vado.
Chitas rxai e de coras a 200 e 240 rs. o cor
Grosdenaples preto de cordao a 2*400 o covado.
uilcas adamascadas a 300 e44-
Ditas de croch a 5.
Cobertas de\chita adamascada a 3*500 -
Cobertores de l escuros a 2*.
Lenges de bramante a 2*.
Ditos de algod> a 1400.
Toalhas alcochoadas a 6* a durfa.
Lencos de eassa com barras a M dazia
Ditos ditos de abainhados a 2'addx
Ditos de esguio a 3*500 a duzia.
Cambraia lisa a 3* e 4*500 a pea*.
Dita Victoria fina a 3*800.
Cortes de casemira fina a 5*.
Atoalnado a 2* a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de linho,
pelo diminuto preeo de 38*000 a duzia 9*309
cada urna. -*~^r
S na loja de Guilherme 4 C, ru* daCree.
po n. 20._______
Sobrado en? Olio da1
Vcndo-se o sobrado de um andar n. 18 alaia-
deira da Ribeira em Olinda, reedificado ha pouco
tempo, muilo fresco e proprio para quem preci-
sar lomar banh;s salgados : a tratar -na rna do
Bom Jess n. 49
CAL de Lisboa, recenlemei
CHAPEOS de sol,
de mar
j'A ferro, p
de al|Bo da 1
, fleudaitor
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta.
BAWO-de algodo da Baha, da fabrica do cod>'
a j mendador Pedrozo.
RVRPo de todas as qualidades, das fabrica
dW,_1_ Peres e Eduardo Mililo.
tSAr Pr.?!.'/"'.?* I)ar* botica.
c
a<
c
encarr,
drt< [Moscatel do Douro, idem idera.
fflUrSetubal, caixas de i e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6
rana,
de Colhrcs juporjor^jn ancoretas.
f# aj ul T;<>Pir, afafc
Malasia du DjJHm, catxaa. com l g
(*JISiv*llh fnVm Idenr.
AilTEllfl
BAZAR
DO
NACIONAL
Ra da Impeftriz n. 72
Lourenco Perepr MendesGaimaraes
o mais barato que for possivel,
I
.AcoiigHe.
: .1
Aluga.-e o bcui conbecidu e afreguezado a^ou-
aa do [.ate .. d Paraizo- c^ui balco de pdra
nwr.u o quaj tem cinco tallios, balaoca e pe-
* : a Iralar na ra do Crespo, loja do. Passo
n. 7, junto ao urco de ,-anto Amonio.
CHiXHHil,
e
>- [aI
I
i
rastes.
i se e vende-so trastes noroa
Nova remessa de cha, ftimo
e rap.
Amara!, Nabuco k C, vendem chprato e ver'
de, fumo inglez para cigarro e caCbmbe.-e rapd
rrancez e nacional : no Bazar Victoria ra do
Ib rao da Victoria n. 2.
Chapeospara ^ihis
apar KitfMn A C- rey^ranr unr romp
oriimento de chapeos d alba de Kaiia sea
com bonitas flores e fita : vendem no Bazar V
SS*m ****** Vietotif 2, antigarf
teifias JOicfinSaK c
AmaralNabuco 4 C. vendem insignas mac>
6pclFas hochres.
ral Nabuco & C. receberam um comple
ento de capellas fnebres com diversa inf
es e vendem por commodo preco : no Ba^ H
a ra NoV ** ** da ViCt0ria n" 2' a*" '^'^ ^barharn cod todo a perfeir^o de
--------------r---------------ui e dooa pospontos, Jwmd e faenic toda
aVende-w em cas de Oil Bfodlo 4*C, m
ra do Bom Jess n. II, os verdadeiros angolas
qae foram da casa dos Srs. T. Jefferiag ^-q '
Carueir% vhiiHKi.
X' este grt^a^ater^rewt. \m-0
iol u-be-serUttBto de machinas pra
itra, de todos os autores m*ij actedita-
ds ltimarnerilerii Eurcfia, ctj#s michinas
9to garantidas por utn anno, e tendo um
Jaerfeto- artista'1 pW'ensinir as raesrflas, em
qualqaerpirte desta crdadr, como bem as-
arm eonGerta-las pelo tempo tambem d'um
armo sen despend' alaj na do- comprador.
Nesto estabelecimentotimbem ha prtenlas
para es mesmas machinas e se-.'aoppre qual-
qper pe<;a que seja nscessari. Estas ma-
DecJara a seus freguezes que tem resolViffo vender
saber; ^
CHITAS A J60 E 200 RS. COVADO.
Vonde-sc chitas francezaj largas cotn ta-
rde avaria, a lflo e 200 o covado.
mpasa 240, ffifrt I20frs; ptovado.
CASSAS FRANCESAS A 3|aRS.
Vende-se cassa franetds a' 2V' t 60 rs.
.-^'covado.
LASItaiJlS-A 200 RS.
fendo-se lasnlias de cores para' vestii,,
*)0, 360 400 e 500 re. o catado.
ALPACAS A40ORS.
vende-se alpacas part vestidos a 400,500*,
4ft*e 800 rs. o covado. ,
COBERTAS DE CUITAS A ljSGOO.
Vende-se cobertas de cllaB *-
m
et'par/
CORTES RE BRIM Bf CORES Jr^J?
Yfenide-5e eflrM1 de bflrtt df crJreFpW
BOTINAS A 3*000.
VeAfe-so Itetrrs pata scnoris, a BJM)<01
3W00, a ella* antes up se acaben.
ROUPA FEITA NACIONAL.
^ndc^.cairujas.bn^as, a f#(50O,i
WdO, 3>000 c 4OO0.
^dlftasile easeMirairdecores, &#, $?

r,
. litts de ascuni,, t} 4; 69 e 8IW00.
Sdroulas a l& e 19000.
rimbego6kFa'MRs.
ts cores r*4
de flWB; a Vdnde-se brm todas
1^600 e 2*000. Dttas de pello a 1*40*0. rfc. o ganto
Colxw-de cures a_l*200, 2WPD0 e 4JS50O. EgNCOS BRACOS A 29600 A. DUZIA.
Vend-se
trastes de Jacaranda e amarello com pouco uso,
em perfeito estado, e tambem um meto apaarelho
de louca para jantar e um dito de porcelana, fino,
branco, para almoca Vende-se por ter o dono de
pe reinar part Europa : na ra da Imperatrlz
n. oi A.
M ROLO

Calino Para encanamento de gar on agua! casa
americana, roa do Inlpewnlor n. 45.
<:%
e*wados : na armazcm da ra do Im-
(erad n. 48.

- OS ?-
>-;
ap
;> i$ (V: r )
Cas:: na Iha-Yiugein.
Vende-se una n i melhor local daquolle arra-
baldc, sendo do lado direito, com frenle para duas
estradas, 6 quartos, 4 salas, cozin a fra, gran-
de sitio cercado, porfi de coqneiros e arveres.
-Na raa do Baro de S. Borja n. 5, se dir quem
vejyte.
Kxm*nwm t
Mh
t a casa erren enfronte ao sitio do
.'vpihn Bernardo do Fi^neiicdo. sila
-. da stra i:, de Joao de Barros entrada
' :nd duas salas 2 qu rtos e co7inlia
' "ada ha p' od lempo e em solo foreire,
'' -; e iralar na nie-ma.
' uperor chocolato nacional
dos Srs. Brito & Carneiro,
do Rio de Janeiro.
pairar- :,or .pulidades mclbores marcas
c^f; : vende-se nicamente em i'ernam-
teto c:ii -isa de Beltrao Oliveira .\: C. a ra do
--.imeiCio i. 10.
Empieza Vicente, Santo An-
tonio
Por na ir.-.lade roiase o olisoquio de, no be-
a&o d. nil eieire c oiiiius recordar o prologo
.
300 rs. o covado!!!
Bareg > e qaaVJnn"cs, faafeada inteiramenle
ado, pelo diminuto pre;o de 3iO rs.
ad i. peckid : na ra do Queimado n.
t> ero frente a pracinfaa. Dio-se amostras.
Metim de cores
A 280 res o ovado,
m : pndrs bonitos, proprio para
>. pelo diminuta preco de 280 ris, s na
Q 'di n. 43, em freulc i Pracinha,
i'fioen i ^V t rundel
VENDE-SE
no estado em que se acha o siiio existente na fre-
gnezia dos Afogados n. 21, boje beeco da Iravessa
das Remedios n 18, e:n chaos proprios ? quem o
pretender enlenda-se cum o seu proprielario na
ra de 3. Francisco de-la cidade, como quem vai
para ra Bella, sobrado n. 10.
As nicas verdadeiras
Bichas hambnrguezasqnB'vem a aste-mereado:
na ra do Mrquez de uliuda n. Si.
18,
a roa do \'igarV)y ven-
E' de grac,a a 500 rs. o co-
vado.
Vende-se superiores lis a 00 rs. o covado,
urna verdadeira pcchinchi, por ser fazonda de
muilo boa qualidade e muilo arga e padroes da
ultima moda : s se encontra na ra Duque de
Caxiai n. 88, loja de Bastos lrmaos.
proveiem!
Vende-se
u.T-''e Din pequea -lio byn planladu e casa
rani: fie?ca e bem conservada, com cacimba e
lanneiro, par precio commado, no lugar denomi-
nado Fundit), , Ira arna ra -i (^iluig n. 6, luja da conquisia
VedeTe um cofre grande quasi novo, por
tmo eommodo : a. tratar na Iravessa das Cruze&
I [a de calcado.
Rui do ('abug n. 11 A.
Ttade-ee* nm esenvo moo proprio tiara enge-'
Ac- ou padaria, por preco milito em conta.
Aproximase o mez de dezembro, em que a
Nova Esperanza, a ra du Duque de Caxias n. 63,
tem do dar o seu balance ; e como sabido o
grande deposito de miudexas, que tem dito esta-
elecimento, nao s de artigos da moda e phan-
tasia, cunio lamb ni do objocto de lei; e como
realmente condecido que muilo mais massan-
tc o contar se iniudeza do que contar-se o cobre,
a Nova Esperanca lem resolvido vender por me-
nas 10 % do que o preco do cosame, para desta
forma minorar o traballio do bataneo : por esla
razao os apreciadores do bom aproveitem e ve-
n'iam ver como se vende bom, bonit e barato.
Anniversaro
O Pars na America, loja de calcado
eatraageiro, ra do Duque de Caxias n^ 59, I.
andar, faz anno no dia 6 de setembro, c para so-
lemnisar seu anuiversario, lera nesse dia sua
frente Iluminada, e vender seus calcados pelo
costo, por isso os prjprietarios deste estBbeleei-
mento convidan) aos seus numerosos fregueies e
com espccialida'e ao sexo ainavel, a vk- eom sua,
agradavel pre;enca abnlbantar dito anniversaria,
niunindose nessa occasio do calcado que naces-
sitarem.
No armazom n."
de-se o teguinte :
Plvora ingleza de superior qnalidadt
(.humb de miioi ao.
Folfrn de Flandres.
Estanbo em vergninha.
Palhinha pre)iarada.
Oleo de linhaca
Gorama laa. '
Cela da Babia.
Relrozde superior aualida-te.
Penes de cauro de lustre.
Ditas de Bezerro.
Cera-em vellas de Lisboa.
Ditag bogias.
Cadeiras bamburguezas.
Ditas de balauco.
Pilas para enanca.
VENDE-PE
barris com errne de vacca de porto, sateada,
para mantrmenlos de navios : no armazem de Tas-
so Irraaoi &.G. ra do Amonm n. 37.
Vende-se o sobrado de'nm andarliTra
imperial, caabv da iravessa d Lima prximo ao
chafriz, o quai esta simado rm lugar imte apro^
priado para estabeleciuiento aooimercial, a qo se
tem sempre prestado, lem b qnimai e -cacimba
etc., e tambem. se arsenda : a tratar na ru* do
Hospicio n. 3i>, das 7 s 11 ioras do dia, e das 3
as 6 da tard
Hesperidina
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de. Tasso. tamo &
C, ra do Amorim n. 37.
Vcudo-sc um fogo ile ferrp batido,
com foruaapwg as$a' e deposito (Tagua
quenle, aln i de encommenda e chegado do
Porto lia poucosdias: na ra do Apollo n.
SO.
Vende-se una morada de casa terrea
sita n.i ru du Viscpndo de AUjuquerque ;
qoern pn'l'indcr se. di rija a ra da Irnpera-
tnz n. 2!, so dir quem fazo negocio.
YeatJe-se.
aMuexcelleate cavallo novo proprio para cabriole!
sella, |i r pre^o muito cm conta : a tratar e ver
tn ra i linun n. 70.
"~d
- Vende s dous escravus par Jos,
3 moleiius
2lo27
XKtDi d*' i Inde, cDzinheiros, 3 niolequ*s de tO a
!7annos. t bonitas negras de |3 a 2 annos, cora
fcafcihdadi's, bem cmo oulras sem habilidades :
n ra de Hortaa n. 96.
Vende-sc
Chegarampara a predilecta
As verdadeiras lavas de pellica de diversas co-
res, do_ 'abricanle lonnn, vindas no ultimo pa-
rpiete d'Europa ; assim como, recebeu exlra*to
denoniiiiado Flor do (taiie, que o mais bem acei-
to no mundo elegante : ra do Cabug n. 1 A.
Bous terrenos.
Vende-se barato, terrenos proprios, em lotes e
vontade dos compradores, junto e as circunfe-
rencias da esla.ao da lioa-Viagem, lugar saudavel
e baslante concorrido, muito proprio para edifica-
cacos, por ter em seu favor nao s o vapor da
inaulia c tarde, como o privilegio que Uenta de
pagar passagem por dez annos a quem edificar, e
o eslabeleciiueoto dos bonds que se projecta : os
pretepaentes tntendam-se na Ihesourana das lo-
lefias.
Luvas de Jouyin.
Mallo frascas, rbegadas no nlliao paquete : na
loja do Passo, ra Primeire de Marco n 7 A
aatiga do Cre|x. -
TDAULIS
a-; 6|000.a^duzia
Toalhas felpad:, e aUrahaadas pe diminuto
prec, de 6000 a duzia. SiO grandes, na ra de
Queimado n. 43 em frente a Pracinha.
Olii elle.
A rusa branca recebeu um linde sortimento de
borzeguins de lindas cores,, para senhora c vende
a 4OO) o par, todos vendem a 7~|: s na loja da
ra da Imperatris n. 56, loja de 4 perlas.
Superiores sedas de cores
a, 1$&0Q o eoyado.
Chegou a occasio de se Cuer um boi vesc
por pouco diBheko, couprando-se superiores se-
das de cores a I500 o cevade.: s h^roft Bu-
que de Caxias a. 88, loja de Bastos lrmaos se en-
contra desta partiincha.
qualqaer coaiura por iinn que arjn^ seus
presos admirasfigaiiitequatdade : ytm tra-
bnlhar a mo de 305>000, WfOQQ. 453*000
:e 50^00*, para trabalUar eom o -.sao de
800udv MAOdO, 1009*)-, HflpWj
m$MO, ttOQMO, ISO??', -200fW c
2509000, eiaquanto aios autores no lio al-
terarlo de presos, eoscompf,id!nf;s-|KKJwro
visitar este eaWbelecimento, que mur de-
vero g06tar pola-variadade'de olijecto qe
ha sempre paa vender, como sejum: cader-
ras- para viagenv, malas para viag;m, cadei-
ras para salas, ditas de balaiup, ditas para
enanca (altas),r ditas para escolas,- costurefc-
ras rKpit&nasy para--senhora, d!spenaveis
para criancas, delodas as quataiadus, camas
de ferro para liomem e enanca, capachos,
espelho* dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos do -nvitat para cha, fa<-
queiros coin cabo de metal e de marfim,
dito&a vulso, coShorM do motar fin i, oondiei-
ros paw sala, jarros, guarda-comidas do
rame; tampas prtei)rir pratos esteiras
para forrar sala lavatorios completos, ditos
Simples, objectos para toilette, e outros mui-
tos arHgosqwe muilo devemagradar a todos
qwe visitarem este grande estabelecimerito
que se acha aberto-do-d* as 6 horas di ma-
nila at as 9 horas da noule
Ra do Baro da Victoria n.
_________22,__________
Nao lia mais cabellos
tamos.
. TINTURARA JAP1BIEZA.
Se nica approwaila pelea acad-mias-de
scieocias, reconhcida superior a toda que
tem appaxecido. at Irojq. Deposito princi
pala ra da-Cadeia do Reeife, hoje Iftar-
quea de Olinda, r. U, 1. andar, e em
todas as botioas e casas de cabellei-
reiro.
CHALES DE LA A-WO RS.
Veode-se chales
rs. e119000.
Dito* de merino a 2|, 33fy 49' a 55000.
CAMBRAIA BRANCA. A 35000.
Vendos pecas de cambraia branca trans-
parente e tapada, a'39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e do cores-, para
seahoras, a 29000 e 29500.
BIfETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para bo-
rnees, a 500 rs-. Chapeos de palh, pello e
mass, a 29, 29800, 39000 e 49000.
MADAPOL0 A 39000.
Vende-se pecas-de madapolo enfesado a
39000; Ditos ingleaes para os probos-do
49, 49500, 59, 09000 e 79000.
ALOODAO A 39500.
Vende*se pecas de algodao, a 39500, 49,
e 59000
BRAMANTE A 1JG0O.
Vende-3e bramante com 10 palrao9-de
largura para lencpl, a 19000, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LfQIDAga DE SABONETES MMM
Vende-se uma grande-porcao de sahone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes caro
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a 200-, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
de' ltfjos' brincos,
Vdhd**'a dirta-
de l de qwdros a 800 29000. I>rt*wr>bam9'rcoros.a 3*0*
Ditos! tM'lMio- a 59O0O:
Tt)ILHA3 A 80 Vande-se ttwdias para" rosto-, a 800 rr. ?
19000.
GRAVA TAS DE SEDA PREtA A 500 B*
Vende-se-grarata oVsadaprata, a 80
rs. cada ua.
CUITAS PARA COBERTA A 0O RS.
Vende-se riHu para coBerto4, rSO'e 8t*-
re. o corado;
BONETS PARA MENINOS A 19500.
Vende-se i'onets'patl martinas,. 150
ESPARTILUOSPWlttSENllORa* 8500
Vende-se espartilho para senhora,
39500.
A 800*8. 0 COVADO.1
Vende-segranadiiies cot Mrasde sed,
paf vestidos d senhora, a 800 rs. e 190*0
o eonrado.
COLCHAS DSCROCHT A 69000.
Vende-se rieBSofehasde. crochet para c
masa- 690Oft,
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende-se pannos d* crochet para oadeira*.
W5We2|d,0,
CASAS PARA CORTINADOS.
Vende-se-pejas de eassas para cortinado?
con 20 varas, a 103000 e 129000', e outra
muilas fazendas era Kquidaco.


Naloj&de Soares Leite S'maoSr ra do Baro da
Victorias. 28,
Caixa de linba-de marca^. a 200 rs. dem idea de pos chinez, muito bom,
brrala de agua florida verdadeira a 1920O* 500 r. eUpOM.
Abotoaduras para collete, de- todos 09 Duzia de sebonctes de- amendoa', a 230i
gostos, a 200 rs. e 39000.
Lamparillas gaz, dando uma luz muitc Frase* oom opiata maito boa, a 15000 .
Vende-se ou troca-fe por aceites a divida
publica, geral ou provincial, duas mpradas de
casa terrea, ns. 14 e li A, sitas ra do Pro-
gresa (Soledade) as quaos tecra um terreno com
400 palmos de fundo: a tratar no caes-'22 de
Noveaibro n. 24, armazem.
HtS^M-

no
aipiaii'i 11-ado, que est em bom estado:
Farte d. Mallos u. 7, armazem de algudao.
Vende-se dua? rasas e podra e cal ediflea-
4i em !i o propr, ni} lugar ie Agua Fria : a
Irabr rom o Sr Dirmi^rjs Builrjguo da Qosta
(Gaoiinliu Nov1).
A BJBa Branca.
reet' -i m a"p. B c^aous do s|, e e^
atadenJ.. a 300, cwji cabo.Araaep e pqnieica
* pareen d: ojafA^: a ru* da Junpavatna n*.
Aiirovpit^iii
1 api v 1 viivui
^W09||
^SSa*^
V
A.1
Oda 9io caiLS&iljia
Pcla,in*NcAn
Vonese^.
Na ra e?trila do Hnsarie b. 38, atorada V
um andar, proparam-se bandaijas cot nofijiha,
de todo gosto, pava caaaweaio*N*ales, tlliilrm
se pat)-de los, pudips e.biil* inga para pretextes,,
lem buuqnets paca vio>r-se, de todas as cal-
dad*s de floref, pana oiferus, cxh, tt||.ltMte
ou qupluuer letr^ifa qua quaH'am, o
ment,, de cra^a aligues- o4 Ba>
ouro, bouquets^d /IpH FVfiiaen, dfyj.,
preparam-se valaa para baptlsados, rira,
ce commod 1. m ofa W de.selp"
rilquer pessqatooki d oVjOrj ,
fra, que todos os annos omarpt
para finado, poderte procuro p qafe'aphar;
5300 o modo qiBFsar, da' fitm^'kaaA.
e: perpetua e aaT/Ms. na/vaniosK'!fflMftlfVW '
def^ii, com os \etT^\W^siafvm* '
BICS4S DE H4MBURG0
As mais recentes c melhares.
Vendtni-saa pharmacii edrogaria doBar-
tbolomeu fc.C, iota I^arnaM-lnsario o R. 34.
SSGREDO ECONOMA E CELERIDADL
(fctem-rse ce o uso
GUECgiO1 SHOST
nica, bygienica, radical e infallival na cu-
ra das goorheas, flore brjicas e fluxos de
toda especie, recentes ou clironicaa; e que
offerece como garanti desabitares resultados
a continuada applicajo que sempre com a
maii>r vantagenj. so tan* feito della nos hos*
pitaes de Paris.
l!niv> deposito para o Brasil, Rartholomeu
4.C., ra Largado-. Rosario n. 3A.
Xfirope &ngf$lb m Para
Artigo e coBceituado medicamento para
chki das.molestias dos orgao6,respiratorios,
corno a. pht>sioa, bronchites, asthma, etc.,
agplicado ainda cora ptimos resultados no
esconbirto.
t .,,.. m ,-------- ., 1, ,............
te terrenos.
boa, a 19000.
Garrafa d'agua-japoneza,.a 19000.
dem idem divina, a 19000.
Duzia de percas de cordao imperial,
240 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp,
19000.
1500.
Duzia- de, sabonetos de aminho transr>ar.-o
tes, a 29200.
Ideal idet com (hMWH 19500.
Duzia de pecas de trancas caracol branc-
a +00 r.
l.lem idem liias, a 2'Jd rs.
Duzia de baralbos francezes, canto doura- Sabonetas Glvcerino
800 rs.
do, a 39000.
dem idembeira lisa, a 29200.
Frasco com oleo Orisa verdadeiro, a
19000.
Caixa de botfies de osso para cal^a, a
200 rs.
Caixa de papel amisada-, beira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de envoloppes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toqae,-
* 320 rs.
Duzia de carreteis dolinha, 200 jardas, a
TOO rs.
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 D., a
59000
Maco de fita chneza,a 800 rs.
transpareolc.
Caixa de pennas Perrv, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de onveloppes tarjados, a 300 rs.
Leques de osso o sndalo para senboraj.
a 2900O,. 49000 6 690OO.
Fita d velludo de todas as crese largu-
ras.
dem idem de sarja idem idem.
Chapeos para scnhopes'e meninas.
Entremeios e babauos transparentes e :
pados.
Botinas para senheras, a 49000.
Retro* preto e de cor, era, caire
tel.
Lindas e elegantes- caixinhas dos peru
mistas- E. Codray, Gell l'rrese Rwger.
etc., etc.
Caixa de liaba- com 40 novellos, a 500 rs. Qadros com saatQS e estatapas separa
Resma de papel pautado, a 29800, 49000 das.
e53!800. Espelhos de moldura douratte, de todo
dem idem liso, a 23600, 39500 e 59000. os tamauhos c presos. f
Coques modernos, a 39000. 1 Garrafa^de tinta roa extra-fina a l?0ei
Caixa de pos para denles, a 200 rs. i Microscopios (sem vista) a 200O.
\
BOHECaS.
No lugar denominado Salgadinhe, ejunto
a estaco da estrada, de ferro de OliDda, se tornara longo mencionar,
renJem-sa Uop*. kwUQ6 em lotos ou poda-
tos a vontade dos compradores, com a fren-
te para a mesma estrada e os lados para
ontras, e bem assim ama aeqaena casa de
Uipa.nelles situada.
Esjes terrenos tena difTerent^s arvores de
fructo e sao ptimos de plantado e ven-
de^-^e ppr pregos baratissiraos. Os pre-
teaduntes entendam-se na thesouracia das
loterias,^
Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamene vestidas cad
ama em sua caka, bonecas de borracha o bolas de todos os- tamanhos, candieiros a gaz
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas para eos
tura, transparentes para janellas. e um completo e variado-sortimento de raiudezas, qu.-
branca de meu eposivfl jninTia esposa, de miirS'
mil, o> meu pai, de meu filho e fllha, irma e ir-
teaae se a uveraa e um botequim perlencente mao, iv e av : qualquer pessoa que queira,
Barros n, i, coral poder mandar ver ludo por muilo barato prflflo
Ida Jij 6/, 5^1 e 3f, de flores rosas brapxas,
fastos todos : *tar-m maeoa.
rva *i!/ra iy*vu
y-1'"'"- ""^rJunun.
1K.F*90pS PEQUENaS.
Vorniz do g$%
1 Par veedor na ra do Vigaf a-. **, e b ra
Y Arqorioj n.rtt, a retalho, ou em barris. A)
impanh{. do.$az de Olinda tem estabe^cidp seus \
iposos para vena do verniz do gaz, nos luga-!
i acpmaujdicad.os,nm.lo piouuQaa..eoabaroue
Reeife.
Ra do Baro da Yicioria n. 28.
ii'i- <
Sal
p
Rio, a>.)tirA.:tveD4e-8toitttf da Viganio,, ar-
jazem n. Ifc.
SacCiJ. aoaa. mtiu> ie^oUJo ao.
- ^^^:WW^s1t*fe?-SifS'a Vua do Jar"
dim, freguezia de S. Jos : a tratar na roa do In-
"J J" "Jar, da^M itoju 4 nilia
i. (r, Doyte.
Ten^ RaM XJP^W :
Cogite ty, JfcnnQ^.v, superar a, verto4eco.
VinljQ M**,4a nfill|or^s WaW^es,
WbiskV
*. Cb lBSto.em Iata de >0 Irttras^
Tedias'prparacSs. .fflm h armara H) rna d r/XnimarmA 4 38.
Jre
Em seos armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por precos commodos
lijlo encarnados sextaves para ladrilho.
C&uos de barro para esgoto.
CunenU) Portiand.
Cimento Hvdrauliee.
Maobinas de. iJi'm-aiwar algod^".
Machinas de padaria.
POtissa da Rusia em barril.
Pboephoros de rra.
SagU ani garrafoes.
Sevidmha em garrafSes-
, Leni'b>s em grratocs.
Rljum da aJmaica.
vtnfco do P.erto \e|ho engarrafado.
Viplo do Porto superior, 4'o.
Vinfco de liordeaQX, dilo.
Vin|o de Scherry.
Vinbo da Madeira.
Poiep com linguas e dobradas ingloaas.
I. icrea unas nrtiitns
Cogaac Gaulhiar Frareg.
Las de tduciuho iaglez.
Bafiji com repolho em salmoara.
A? pechinchas estao-se aeabnd, na loja n 4a
da ra da Cadeia do Recite, on* tem uma ban-
derola com o titulo cima : quem quizer sarr-s^
de fazendas p*ra ca-a por raen s qua em ouira
qualriuer parte, nip H^fa.leaiipp ppis r^stm pou-
Pt|>ei,s piulados.
ara forrar salas oniros quaesquar apoaaataa,
irtimon11 romalsta ; venderse por senos da que
em outra qualquer pane : na da Vigaci Hu-
mero 16.
r--------------------------------------------
Reg, i
mem*,n
Yenc-sc uma linda armco de rali de
rejjo, prr-prta para 'fluQuet -abMdflehra, .a
trae h i L
J: A. Mproira Dias.
Eazieiantoai)s ga*®peaa-.qtte^^wpft- -. VwdiMa dpat m*g to >^,. (^rt^s. ik
de. pefca daJonvm d toto,at6re, vaad sambaratada : .^^jMi|rmq.|M>KMe
enasq armaie, 4 ruadaCfw B. *V M*-telha, passando libomb. ^




'
X"




SUMA
MBMSIK
;, IMOS
NICOS ASENTES
A"
Rna do Barao da n. 28
ls mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na expsito de Taris, em 1867, foi concedido a
Eliasllowe Jnior, a modalha do ouro e a condecora-
do da l.egio de Honra, por serem as machinas mais per.
fcitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida
Estados-Unidos por ser o inventor
tura.
a E. Howe Jnior, nos
da machina de eos-
A
A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam
estas machinas.
90S000
Cme-nos o dever de aijnunciar que a companhia das macluiias de flowe de Nova-
fork, estabeloeeu nesta cidade & rya do If.iro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
*eral, para em Periiambueo e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Howe. Kstas machinas sao justamente apreciadas pela perfuicao de seu trabalho,
?mpregando urna agulha mais curta com a nwsma qunlidadedelinliaquequalqtier.outra,
' pola introducto dos mais aperfeigoados apparelhos, estaraos actualmente habilitados a
for'jt'er o eiamc pblico as melhores machinas do mundo.
As vaia/jensestas machinas sao as seg-mntes:
Primeira.0 publico sabe que ellas sao dura louras, para isto prova incontestaTel, a
roumstancia de nunca' terern apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da nrto.
Segunda.Conten o material preciso para reparar qnalquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor friecao entre as diversas pegas, e menos rpido estrago
a que nos outras.
Joarta.Formnm o ponto como se fra feto mo.
Quinta.I'ermitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consegu;
na outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
r logo em seguida, sem moditicar-sc a tenso da linha, cozem a fazenda mais
taa.
Stima.0 compressor levantado com a maior facilidade, quando se tem do muda
>e sgullia ao comecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
'cadencia. Machinas otr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
midancas radicaesparapoderem substituir: entretanto a companhia das machinas de Howe
ioptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
i" D<;r din.
Cada machina acompanha livretos rom instrucgfies em porluguez.
A 9>000 A 90^000
LEITE, IRMAOS !
WARCIUO DAS N. 5i.
Este e>U'bolee i monto sempre solicito em olTefocor a conauttenca do rcspitiiwl pa~
dico u;n competo Sraieiito t-.iwJuiiw.i^; ua*V*d-j fr;nkezvhajios o qniuquii baria*
OKijiti os Mi.ii r.izoavcis pussivois, p-ia u14Utt>ri3cfcbo quasi todos os seus artigo*, de pro*
ir-ia encomio: ma a Europa e Aintortca, \x-ra dr Oiibliuidade dealguns artigos-porcujos
jrr.ro.s bem se p le avahar os pace-t de nulr-us.Wiuitos ique 6c lomara rifadt*ho u-
ilicar.
MlliDEZAS.
L para bordar, da mlhoi
A Predilecta,
quali dado, 1
libra por ossoo.
Agulias francezas, firrjdo'dourado, a cari-
tinha com 4 papis a 60 r., 2l<>
M14JDKZA8.
Brincos dito.de dito por_$500.
Oo-ettipetiho aVbem servir aos seus fre^o% e
aopaiHico em genrt han procurado prover-sc d
ue ha de mellior e da ultima mofla roo aerea-
dos de Europa para expu-lo aqu venda, cer-
tas de que os scus artigo serio Icui apreciados
peros amantes do boin e barato ; passa a ennu
inerar atguns A'ehlre ellos, como sejam :
r>i ALBU.vS, tts mais ricos que tem vindA a este
ner*ido, com eapa> de madreperla.
tartaruga, mar mu, velludo e chagrn.
ADEREMOS pretos e volias propnas para luto ;
assim c.ino, um bonito sortimento de
ditas de plaqu, obra Una e multo bem
. acabada.
60TGES para pnaos, o que pe pode desojar de
inellmr em plaqu,, tartaruga, njadre-
pcrola, marlim e sso.
Botoes.de sotimprotos c de edecs, a 800' BOLEAS de velludo, seda, pallia e chaRfin,
r. 14>00 a daoia.
Franjas brancas de seda de todus' lar-
Vokas de fita" (fe ftpu wm lindos co-' -*5U"S' -WWe 19400-o metro,
cagos fingindo mt-ireperola/a 500 rs. t)lUfsWWe.pretasa800 rs. e IJWOOo
Voltas para opescogo.'flnfcin.io ca-nsfeu', h,'',,*"
oui.panhadas eom 1 par de'brincos seme- f*16*8 P"itos de seda, de muite.goSt de
hante, ludo por 2JS50. ^^ *** a-i*O0K) to motFO.
Linha branca de 200 jardas'em carriteis, GALtAOO HliANCEZ.
propria para costura de machina, a' 800 rs.! Bou,ias pretas gaspeadas, parn-senhora, a
i duzia. |4j>SOO o-pnr.
Dito de dita de Alexandre, numeragfto a' t^6 <,ilHS dt -duraque, gnspeadas, canno
oslo do fregoez, a 1^100 a duzia. lto,*5W00.
Diademas dourados de 1&300 a 3* Ditos 'de tartaruga com-flores a'SOOOr*-**0**
Ditos com borbnlotas a 15)51)0. .'.'.,.t,s."'
Hrinc.s encarnados 1 par por 500 rs.
Dis dilate cores, cnuiioalto,cnfeMBis
a 55500,
Ditas para meninos, pretase de c6rcs, n
Ditos da plaqu! de 500 rs. a 23000.
Ditos dourados, duzia de pares, a l?5003!\e **>00.
i 25000. Completo sortiment.. de calrdo de case-
Voltas do aljofares com brincos, a 2?300.' mira.r.harlt, tapete e bap,
"Ditas de ditos e un coraijfies a -l?000. /o
Ditas de ditos (fcj comas cora ivissolotas, a
0(l rs.
Rosetas du pfaqul- a 15 e l?500 o par.
tiravatas de seda para senhuras do 1?>I()
t 'UNIO.
?arures retn 2 lagos para cabera c pekoj
9400
* 35 e 45000.
ntremeios e habadinhos bordados de' :i'io
rs. 45400 a pega.
balOes de se la branoos e de
15500 a 25500 a pega.
.Ditos do algodo e so la, de 15
i peca
Ditos de algodo, a 100 e 500 rs. a pega.
Trantinhas de cores, a 100 e 500 rs. a
wga.
Loques de marfim a 55 e 85000.
Ditos de sndalo a 45500.
Ditos de madoira imitando, a 25000.
Ditos de papclldes a 15800.
Coques para senhora, n 35, 35500 c 49.
mus barato
1.0 % ,1o i|uo um oiitra qnalquer parte.
CHAI'KOS.
IMrosMthajtaside paUa d U.dia, para se-
nlwia. a 115000.
.Ditos ditos pallia escura, da ultima moda,
(ptf&MMML
Completo sorlinu'iito do eheppowilioi para
neniuaa e scfttorwj de 298ou a ficOOO,
Chapees ile ool dcse-Ja, inglezos, cabo de
martiin a ti,9000.
coros de! "^tni &Q d umrino, cabo de metal mui-
jto bonito a 55560.
Ditos dito de seda para senliora. cabo de
mfl Ditos dito cabo do marliin a ^OO.
DIVEDSUS RTICOS. .
Graiiadiue para vestidos, fazenda da ulti-
ma moda.jcom listras de seda, a (iot'oco-
vado.
Pannos de crochet para cadeiras, a 1T800
e 5000 ea#a-um.
Ditos para sof, a 39c 45000.
Aderegos fingindo coral, compondo-se de Toalhas de linho para rosto, a 15300 cada
l
A'
do Barao d a Vic t o r i a n.
2 8.
PnVda obtor oro pouco trmf
com o bpo. do Bielbor
7!
dl'mete e brincos por 25000.
Dito dito pretos por 25500.
Ditos de plaquet, compondo-se dealfinete
'. brinco, sondo do muilo gosto, por 55000. 6*000.
urna.
Ditas de algodo alcoxeados, a 640 rs.
Colxas de crochet para cama do casal, a
II 6DT0I

LICOR COMENTMOO E TITULAD*
^iV&i'.i
Fax oito mhmm que e corvi.>ecido este precioso tnico, c' d:f!i' achar nrr. pea.
leudo txperiiWBlH* pessMldHMrt, nao filie eci seo favor, j gobbi bon*-e!lo(D3Ci
pethador, tomaodu um ca delia sntrs de jaDlsr, orj ono fac iiador i iijciti
totaando-te dcpois.
q !
A
in
IV MJti
(-. RESPERIDINA LAUANJA A.MAKGA, d5o ba nm bbilaote do UHASIL (a terr
.epoial das !aranja&) qoe ih conbega as propriedades medicinaes da doorada frncti
v* hem.-a
0 SrGuvot clitL'ou a tirar ao alca i rao a
tua acrimonia e o seu amargor insupporlaveis,
o que o torna mais soluvel. A n.veiiarnlo essa
fel descoberta, elle prepara um licOr con- ~j
cenlrado de alcatrao, o qual, sob um pequeo
Tolume, contem urna grande proporrao de
principios activos.
O Aleatr&o de Cujot (Coudron de
Guyol) possue por consequencia todas asvan-
tagens da agua de aloaliiioordinaria, sem ter
os inconvenientes. Basta deitar d'elle urna
ooIIkt de caf n'umtopo d'agua pan obter
logo um copo de excellente agua de aleaU-o
sem gosto desagradavel. Cada qual pode
d'essa maneira pieparar a sua agua de al-
catrao quand\) (Tria precisa, o que pffcreca
economa de lempo, facilidade de transpone
CTia o manejo to desagradavel do alear rao.
O lcu(r*o de Vujmt Sllbstitue CCIU
vantagem muilaj tisanas mais u menos
iueriej, nos casos de defluxos, bromMleif,
tosses, catarrhos.
tm ?co estado naioral tro nm gosto ponco agradavel, e o mrito da HwpaisidiM cor-
aisle ere reter snas boas propriedades, e lOinetBO t^mpo apre EXQUISITO LI10R
A HESPER11NA como INDUSTRIA NACIONAL D5 i tem nada que mvejar
noalhoros import?c5'es eoropas de catheg^i semelbante. .Estas, qaandomnito, poiMs
er ostosas, porrn a H^peridina a combinago perfeia do
A6BADAM, E SAOBAVEl
I'ara prova de que nm artigo no qoal pde-se turinteiraoocSanga, por wnfn
t innocente, basta dizerTse que oi plenatueote approvada e autorizada pela
JIT DE HKGIEIE
c Uio de Jaoeiro,pertnUtindo sua livre elaborado do imperio; ctitra
+ a acceitago geral <}ue tem em tr-das as partes onde apreseCtada. Em 1864 eilabt
lacfnse a primeira fabrica em ftoanes-Ayres; em 4869 a segunda em Montevideo ; <
oo dia da ebegada de S. M. O IMPERADOR Inaogioo-se a fabrica qoe actoateem
>ra^*'rj- na corle. E Valparaizo e em toda a costa do Pacifico lem boa acceihcir
Itpto qne rara a casa qoe considera completo sen aparador sem cmi garrafa de
I
O humero velho toma Hesperidina para obter
VIGOR
O hotftiMD d>miie lona Hesperidina para obter
SAUDE
0 horoem deWi toma Hespfiridjna para obter
No bailes as donzeWas e os mogos tomam a rfSspe"ri'dma p""* obwr boa elV
oimac*r durante oa oocoegyro da
BARR06 JUWOa dr C, roa do Vigario Tenorio n. 7 49 aerHf, .ruceber* i
grande especifico, o vauem-no nos depsitos segoirtfe?:
Juagis Ferreira Lobo, roa da biporatriz.
Ufurino Cernamuv r;ua (ib Commercio.
MaraeliBo Jos Gonaltcj da Foolt, rea da Cadeia o. 1.
Antonio Gmies Pires 4 ,, ras da Cadera.
Antonio Gomes Pires C, caes 22 de Novembro.
Gomes d Irmu hotel da Passagem.
Ra da Santa Gruz n. 42
Hesperedina a 16#.
Vcnde-se em caixas com 12 frascos, no arma-
em o> Fratco da Cunt & C, a rna da Moeda
.47.
Vende-se e?ta propriedade em chaos proprios
a tratar Da rna do Duque de Cixias n. 7, 3
andar.
0 AlcatrAo de Cujot empregaik) com o maior xito as molestias seguintes
CU BEBIDA, i "a cidhcr de cafe mra nm topo d'egua u dual eoiktrtt dt
topa par a tna garufa :
BRONCHITES
CATARRHO DE BEXIGA
DEFLUXOS
TOSSE PERNITAZ
IRRITACO DE PEITO
TOSSE CONVULSA
EH FOMENTAOES. cdrpwoou com umpouco d'agua.
fFECCES DA PELLE
COMICH6ES
IHOLESTIAS DO COURO CABELLUDO
EN INJECCES.
Umapartede Ikrequatrod'aguaUmBmouitir mii iijiJtl.)
FLUXO& ANTIOOS OU RECENTES
CATARRHO DA BEXIGA
0 Alcatrao de Gayot foi experimentado eom uta verdadeiro xito no*
principaes hospitaes de Franca, da Blgica e da Espanha. Foi reconhecido
que, para os lempos de eaUr, elle eonelitue a bebida a nwis Astnica, e eo~
iretudo durante os tempos de epidemia. Urna irruccao accompanlia cada vidro.
Depoaito gem em casa, E. rUEBE, IB, rae Jacob
Rro Janho, DaponclicllrtChetalot. I Iimm.o Frrrrlr rl C
Plot^, Aawlro Let*aa.
lia de mais moderoo e I ndas.
UlCOS de si-da e de algodo, tanto branco como
prutu, de variados deseuhos
CASSOLETaS {tretas de metal e de madrepe
rola.
AIXINH.-'.S para costura, muito ricas e de di-
\enm f.iriu (os, com msica e sem
ella.
COQUES a imilafao, o que .pode haver de mai>
l.uiiiiu e boa) v i.i.
DEAbEMAS, ueste genero a Predilecta apre-
.- kt.i um grande e lido Bortimcuti>
caj.az de sali>fazr os caprichos de
nuvilcjuer senhora pjr nvs <.xigcnte
<|iie si'j.v.
ORT-BOl'liET do madrepcrsl-i, mr;im e sso,
eslo aja objttlo UMUSMlMhrai # se-
Dlioras do buiu -mi, aiini do aspirar
o aroma das flores sem o mumveuien
te de nodoarau as I uvas, ou mancha
' reiit as delicadas maos.
PENTES de tartai-uta, de mailim e de bfalo, pa-
ra alivar os cabellos e tirar bichos.
PElVFCMAltlAS. E- sabido do publico (pie a Pre-
dilecta scmjtre eduserva um importan-
te sortimento de perfumaras de lino
o'lor dos mais afamados fabricante--,
Labia, l'jver, Boch-dade bygienica, C,ou-
dray. Gosucs a Hiiuul, que inruui
bido Ja e>Colba dos atenas mais bem
tollOO pela sociedade lejraute da
Europa, e por lano, ai'liain-se 'a
IHi.vsiliii.dad.t de bem servir aos aman
tes dos perfumes.
A PREDILECTA diixa di: enumerar urna im-
iueH.-idadi- de ariieos. am de nao inas-
sar aos leitores a so pede a btnevo-
leneja dj rcspeilavel publico em di-
rigir-se ra do ahng n. 1 A, pa-
ra convencer-se mude pode comprar
b que bom e lmrato. assim Bemo-.
-FAOIIAS ricas e modernas de luquim ? curgurao
se la
nUEXSVETTOS. Ricos veslimcntos para meninos,
por baratissimo pre.o.
FLORES. A Predilecta prima em conservar uin
bello sortimento de flores ao alcance
de quahpier 1>.,| a aiuda que nao es-
teja bem feolecta de dinbeiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que posen encontrar un
grande sortimento de lita< de setim,
tlela, velludo, linho e de algodo, por
coiiimodo 2'^'
GrL\5rPOS de tartaruga, a imita^ao de?tes, pre-
tos e Oe cores, o que se pode desejar
de mais moderno e bonito.
fiRAVAT.VS de seda a de cambraia para senbora,
laeos e goliuhas de bonitas cores, tam-
ben) tem um bom sortimento de gr-
valas e refritas para honiem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodo, pa
ra senhora, meninas e liomem.
LEQUES. Ricos lei|ues de "niadrepei-ola, tartaruga,
oiariini e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUYAS de pellica, de seda e de algodo, para
hoinein e senhora."
LIVROS para inissa a Predilecta apresenta es-,
celtia do respeitavel publico um bello
sortiuieuto destes hvros com capas de
madreperola. tartaruga, marfim, sso.
velludo e chagrn, por precos mu
- rainaveis.
Para a boa conservaba
DE
TOSSO CABELLO
Elle um preventivo seguro e ceno cartra
a calvico.
-Elle di e restaura forca c sanidadepeJled
cwberji.
tile de prompto faz cessar a queda imii i]
tura dos cabelles.
K Ue l grande riqueza de lustre *ko-
bellos.
filie doma c fuz preservar os rabcSet, *m
qnalquur forma-ou poscSo queS'dae-
,je, n'um estado-forineso. liso o nutx.
filie -faz crescer os cabellos balt06 a tmapet-
dits.
filie conserva a pello co casco da ?$
liinpo e livre de toda a especie dftast.
Kilo previne os calilos de se toruarea* bea*--
cns.
filie conserva a calK"^ n'um estado e&es
cura reO'igerluite (, agradavel.
Elle nao demasiadamente oleoso, j*eria
rent) ou pegadico.
lile nao deixa o menor cheiro desapaia-
vel
filie o mellior artigo para os cabeSas. das
crianzas.
Elle o mellior e o mais aprnsiaesaKtajg
para a ba conservago e arranjo doeea-
bollos das Benoies.
filio o nico artig'i proprio para opiJa-
do dos cabellos e barbas dos s^nhone.
NfiMH M TtliCAliOK IjE SEM10U H
l'OfifiOSSHUvIfAR COMO COM-
ri.firosi:MO
TOM',0 Ol!I!-.Nr"AL
o qual preserva, limpa, f'trtilicaeaforwesap
O CABELa,.
Acba-se A venda nos estabclocimcalas dtr
II. Forstor & C, agentes. E em U/'u&m
principaes lujas de perfumartaa e botots.
i\
Triumpho da
m mm
... w%,w*mffift
m
v
PiMlMCCs, a*, aurer ct Cm.
>MC.
Ocio-Pheto, Candido Wclleraoa
Men, Pa*ca I
Pomo uxui. Francisca Jn Bello.
VERDADERAS
PILULAS de BLANCARD
m I03RETO DE FERRO IHaLTERAHEL
APPROVADAS PELA AjrVDEMIA DE MEDICINA TjE PARS, tTC.
Possuindo as propriedades do iodo e do iebro, ellas con\Tm especialmente aaj Arrcc-
S3es sscaoroi.ecA5, a Tsica no principio, a frnquem de temperamento e tambem nos casos
e Falta oa c6r, amenorrhea, em que wreesario a.oia soase o sawooe sejs para Ihe
restituir a so* riqueza e abnndancie oorinaefi, ea pf.Broririsjular o asu diCOi i
H. B. 0 lodotelo dt ferro Impuro ou allrrado um mediemvrBto *>!,
trrltante. Como trov tt ftms e utunlicMadc eraa4ea
rilulaade IHaoeara, deir^ie exigir pua-acllo 4e fmMa rcae
Iva e aotsa flmm, a ,u rej'rjdHzl.l. que se arlu na parte laferior
e um rotara rertlp. Dete-le deicoiilar 4 falsificare.
a pharwaeiaa ttmrntutmtieo, rita MouajMrf,
Dnico deposito, a onde se aoba venda na casa de P. Haiier de
llua do bario da Y
tt, 14VW.
m
^~
Saifc uel Power Julias-
ton &\.
(turne. (i: aie-iau rpgaib i Wtlfolt .ajae'Qual-
tr tarDem qc Teto Wt'ftl h tmtY'u *> ?e* m\t6i ^oV^afhr-:
i In*J9f?5rt geral, pelo tjfte poJ ie* 4? efeoria-eilall1* W'd&S %tk a-
H e. Apo. .ea t J^rSLffttiSSiS s
Fairrc sclehte ios seus tregeteqtiteeni piso* qae teattreittallelecTdo 9ttn tutt81- w
mudado o seu deposito de rfrttrrraj! n-* aor, mopAda's e nkw da muito aarcdad* to a 9uifi M^^Ras, aaelcaprantasic
fabric-i de LowMmi para irna db Anoo ni ajashiuer obrai dt ?otoimeed' cd.pif*i-
38 e 40, onde continuara a ter o mism: r- i^o e proiupdi?.
tmenlo do costume, ^ Os n-iaps' rog
Psietti scfstrtR'
irraufrvew.1
dt oBergear' ttiVa aaststr ,l-j
machinismo mumo arAniti lo. .. Ifto. 38e.40, 'Ja clu^tfaw* ^abhi-gj
ws com-qoro sosarn enwndr s*.
Appsreiho par Sortear inorar, db jstfeiB, ,
IW.rarT#yoA
ntns afeles tm WmemHu-;.-. i iuoeaflq gehl. L
..ra tikr em bu e-eriiarloa rda do Apollo n. 38 e 40.
DE -
fAHMA-g FINAS
REA PKIME1RO DE MAUCON. 7 A
E' esta casa,sem duvida, urna das que hoje pode
eom primazia apresenlar aos seus freguezes um
variadissiino sortimento de fazenda* fina* para
grande /O'/W/cnsi-im mdw para o uso ordinario de
t^ das as elasses e por piceos vantajosos para o-
compradons.
Os donos deste importante estahelecimento con-
vida- ao t-'si.eitavel publico e particularmente
aos seus fieguezes a darem um passeio por seu
estabelecimento, a afim de verificaren! a veracida-
de de?eus annnncio?, e com vantagem supprirem-
se dos arligos que Mes forem mister, de cujos
fazem um paquead resumo.
Mandam faxendas casas dos pretondentes,
para o que tem o pesoal necessario e dao amos-
tras mediante penhur.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorgurao branco e preto.
Setkn Macan preto e de coros.
Velludo preto.
Grosdenaples pretal e de cores.
Grauadinede seda prela e com listras e almn de
cores, lindissimos padrdes e fazenda de ultima
moda.
Fil de seda branca e proto.
Ricas bas.|uiua> de seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasileiras.
Corteaa'e eaaibraias branca com linios bordados.
Capnllas e mantas para nnivas.
Poupeliuas de lindos padro^s.
RcmiSsimo sortimento de las com listras de seda.
Cambraias de cores, d'tas mariposas brancas e de
cores.
foaauck do lindos padroes.
Raptistas de padroes mui-delicados.
Percalinas de quadros pretos e brancos.
Brins de linho de cores proprios para vestidos.
Fusttes- de lindas cores.
Casaquiohos do las de cores para senhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuariiis para meninos.
Ditos para baptisades.
Chapos- para dkos.
Toalhas de cambraia de linho com lindos bor-
dados'.
Frouhas bordadas.
Colxas de l.
Cortinados bordados.
Camisas-bordadas para horneas.
Meias de cores para humeas e meninos.
Chapeos com casto de marfim para homens.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestidos.
Ditos pretos
Casemuas, chitas, madapoldes, cambraias etc. etc.
na laja do Passo ru Primeiro de Marjo n. 7 A,
antlg do Crespo.
BE
toiilei. SinA l <',
ga.
Em tem pos modernos ncnlium dMaaAai-
mento opeuromaior rovolurao no niod-'j Ariitiizem do fumo
ftaa da Madre de Deus n. 10 A.
Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
deas 'freguezes e amigos que no seu armazem i
roa da Madre de Deas n. iO A, se act um com-
lieto sortimealo de Cuao em fardes de palenla I .*,
.. 5." e 3.* sortes, dos melhores fabricantes da ahia,
e uem assm aHoT de todos os fumos de corda
ata rotos, paeotes, Mas grafldes peque*, tam-
fcesa do mii ao-editado* fJirioantes Torres A
Araujo. Lizau'r, Adolnho Schmdt A O, Liaaur
Schjuitt &. C, Veias A Arauip, Triadade A Are-
lar, Telxelra Pinto 4 Portena (garantido pelos
'mesrnUS)'e 'dotttros linde nao conbeeidoB pelo
ipublka dosta, capital. O amiunciawe deoiara que
lado Umo tu ior vendido em sua oasa ser pelo
saujU*a) valor, e que quando garantir a respecti
ta qualraade, era sincero, mui particutarmepte
oem npssoas trae pouco enteUdamda antera
pw pera bem Mrvir a todos, tem o annunciante
a ionga,pratica de 15 annos dete cummercio.
* Teftde'se uraa escrava coziuheira, de W
anees ; a tratar na botica popular, e para ver na
i casa ds detenfo.
curar antcruirriicule ein vog.i do que 6
rUH*L i: mmm -
TANTO m TftATAMENTO
Tosse, C.iii|o,
Asthma, lliisica,
Kouquido, BeCfriamRlfK.
Bioncliites,
Tosse Convulsa,
Dores de i'eito,
Fxpetturacao de Sangne.
Como em toda a grande serie de enfcawt-
dadea da f!i>g,iita, do tVile c .i-
Orgitos ha iae>i*uc*au, ijue taiAc
atoririentam e fazem sollrer* e hun.inid*.
A maneira mitiga de curar consista gwl-
mente na applicacao de vesit-atortos, sa_-
grias sarjar ou applicar exteriormente un-
gentos fortissimos compostos le
cias vsicaiites, nfim de pruduzir empellas ;
cujos differentes modos do curar, nao taziam
seno enfraquecer e diminuir as for$n da
pobre doente, contribuindo por esta foro
d'uma maneira mais fcil o certa para ; en-
f;niiidade a destruiyao inivitavel v. su*
victima I Ouam diletente pois o i-ifrtv
admira vel do
FEITQBAIi BE ASAC-HIII
Em vez de irritar, mortificar ecauzar iasa-
ditos soflriineuto ao doente,
Calma, modifica e sOavisa a dcr.
Alliviaa irrtago,
Desenvolve o entendimetito.
Fortifica o corpo
e faz com que o systcma
desaloje d'uma maneira prompta e rj|ii.i*
ate o ultimo vestigio da enlermidade. Os
melbores votos em medicina da Euiupa, (*
entes dos collegios de medicina de BeHim)
testificam serem exactas e verdadeiras ista
relacoes analgicas, e alm dtsso a exj)e-
rioncia de milhares de possoas da Amerie
Hespanhola, as quaes foram curadas cota
este maraxilhoso remedio, sao mais quesufl*-
cienles para sustentare! a opiniao do
PEIT01UL DE A\AC\HU 1A 1
Deve-se notar que este remedio se echa
inteiramente isento de venenos, tanto minc-
raes, como vegetaes, emquauto que uguats
destes ltimos, e particularmente aqudkm
que sao dados sob a forma de opio, aci-
do hydrocianico, formato a base da rasar
parte dos Xaropes, com os quaes lo a-
cilmente se engaa a crcdnidade do pu-
blico. A composigo de anacabuita pesto-
ral achaTse linda e curiosamente engarrafada
em frascos da medida de cerca de oace
quartilho cada um. e como a dse que tt
toma s d'uma cedher pequea, basta
geralmeute- aapUcaao d'um ou dpus fina-
eos para a effectuago de qualquer cura.
Acba-se a venda em todas as bica.
H. Frosters & Q.t agentes.
Para a festa da collca^o da
pedra fundameatal doaay-
o de alwnados no da 9
deste mez.
Ha aa ra do Imperador a. 79, primeiro salar,
um bello sortimento de trabados do golea i*
senhora, proprios para offerucer como preadas
para o leilo que se ha de fater ueste da, cosa
sao : alraofadas bordadas, tapetes, chiue^la^ far-
ros e outros objectos, os quaes se veadass par
preeo mdico._______________________
Anraclo
Vende se urna armacte aataarello enriAraei-
da, com balcao : a tratar na ra do Crespo _.
DATA TNCORRETA


8
-4B-
Diario ^e Pernambuco Sabbado 6 de Setcmbd de 1873..
TJTTERATRA,

.

dia de setembro.
Todas as naces Ata os seus das e rego-
sijo, em que eelebram os anu versa ros falizes acontecmentos, que- as engrandecen!
elevam.
0 dia 7 lo sfcoipbr> papparece sompre
alegre brilliantu u u a o Bm-il por ser o
anuiversario d.-i sua independencia, e desde
cnto o fasto mnprio eomooou a camindar
coin tilo agigantados passos para a civlisa-
. o.que brevemfHl ser collocado a par
das primoiras nios do mundo.
Os Brasileros festejara a son in lepen-
dencia mino principio do engrandocmen-
to do sen paiz, e gratos ao Omnipotente,
elevara soas vozes, entoando harmoniosos
hymnos de louvores, por tar destinado sua
patria un risonlio e diloso futuro.
Com milita razo a legra m seos Brasileiros
com a independencia de sua ama la patria,
o por issft tambora dovem tiles, e todos os
povos civilizados reg sijar-se hoje, por ser
anniversario do mascllenlo da herona, que
trouxe a paz, a liberdade, o a civisacn,
nao para nm spaiz, mas para o mundo in-
teiro, o dia em que principien a indepen-
dencia universal. O mundo eslava em tro-
vas, a vttrdade era desconheoida, o o erro
domina va como si>nhnr, nos* thronos regios
assentavam-se leras de formas liumanas.
era ni a dorados como deoses, os antros, as
plantas, e tanteos viciosos, c en militas
parles victimas humanas eram queimadas
em onra daquelbs dioses cru s. Olio
mem o liav i e npprimia com d .reza o sen
semelhant", o nos 'speetaculos liverti.i-se
vendo morrer o misero escravo, ou o pn-
sioneiro to guerra.
Quasi desconocidos eram os nobres son-
timentos, o orgulho, a ambicio, e o odio
roitvtv.ru em todos os corares, o patricio
opprimia a [debe, e per sua vez esta revol-
tava-se, e contra os nobres, a desorden!
reina va, e o mundo era un estaos. Has
nesses tenebrosos lempos, urna nuvem ar-
gentina, .pie so levantava domar, como a
pegada de um hornera, brilhou no horison-
te, aimuncian lo abundante paz, copiosas
torrentes de graca's.
Esta nuvem foi a aurora precursora do
sol da jnsca, que esclarecen as intelli^cn-
cias, derrubou do tbrono o erro, e fez res-
plan leer a ver lado, e a carida le substituir
o egosmo.
l'nia tradiciio -los Hebreos diz, que Eva,
a mi do genero humano, foi creada no dia
8 do setemliro.
A primeira mulher, esquecida de si mes-
illa c deseus futuros lilhos, pela sua fatal
desobediencia per leu a sua innocencia efe-
lici la le, conde nnou seus filhos a tojos os
soTrimenlos, amorte, ao captiveiro e ao
peccado.
Muito triste e lamentavel era a condico
da humanida le, Aquelle que a tirou do
liarla nao po la ver por mais tempo suas
mais predilectas creaturas, re lu/.i las a tilo
consterna lor estado.
Para repararn do mal que fez Eva, Ello
creou nutra nulher mais formosa e mais
pura do que aquella, e ornou a com gracas
t- virtudes, e Mara quehrou as cadeas, com
que Eva manietou seus tristes lilhos, den
luzes aos que jaziam en trevas, grangeou
para nos o bem, e a paz e salvacao nos fo-
ram concedidas.
Mara son lo destinada para tmzer trra
o fruclo d* !ii'in;os, que o antidoto do
veneno, que nos .leu a primeira mulher,
naseeu romo ella no dia 8 le sotembro,
ten lo missao diversa, e ou viudo a celeste
sau ilago Ave inverso donme Eva, desfez
o mal produzi Jo por esta, o offereceu-nos
maior-'s bens, do que os roubados pi.la mai
universal.
Disloque no jardn do Edn foi trans-
gredido o precedo do Senhor, a torra co-
mecou a cobrir-se de crimes, e todos os
males imaginaveis cahiram de golpe sobro a
humanidade.
Com o correr dos tempos, os homc-ns
adiantaram-se en scmnctM, fizeram impor-
tantes-descobertas, tornaram-se grandes ar-
tistas, porm jamis chegariam d civilisacao,
que bojo gozare, so Mara nao Ibes desseo
divino legislador, qiecom sua admiravel
doutrina modifioou o rigor de Indas as le-
gislares. Oucamos a um Ilustre escrptor
contemporneo que diz a respeito o seguate:
Influencia do ciirislianismo sobre o d-
roito das genios, sto das relaroos de uns
povos com outros. Ante; do chrisliansmo
a gran ledei que regula va as relages dos
povos entro s era a le do mais forte. Ai
dos vencidos Tal-era a divisa universal.
I'azia-soguerras, sopara conquistar escra-
vos, e despojos. Ella era acompanhada
pela carnagem, incendio e devastices.
Trros que jamis sequebrariam, duros Sif-
fiimentos, o obrigaro de matar uns aos
outros, para divertir ao vencedor ou hon-
rar seu funeral, era a sorte reservada aos
vencidos. 0 christhnismo adocou pouco a
pouco esto cdigo brbaro. 0 direito bru-
tal do mais forte, foi-substituido pela lei da
caridade universal A guerra nao feita
com aquellas crueldades, os prisioneiros j
nao sao oscravos, os feridos recnlhidos no
campo de bata)ha sao tratados com todo o
cuidado e caridade, Ihes restituida a
vida, e mais tarde a familia en patria. E
para termos urna prova, que ao christia-
nismo, e s a elle, que de vemos esta bene-
fiea mudanca, basta ver que ella domina
smente nos paizes emque o Evangelho con-
serva a sua influencia, onde sua luz ainda
nao brilhou, e onde jase extingui sua lu-
minosa tocha, a guerra conserva ainda todo
o seu carcter da barbaridade dos tempos
antigofc. Da modifica^So da guerra nasce *
abolco da escravidao ; porm quanto o
christianismo sabio e providente, dar a
liberdade repentinamente aos escravos seria
destruir o mundo. Rocommondando aos
senhores a caridade para os servos, Jess
l'.bristo alliviou a trate condico dos escra-
vos dizendo : Vos 4tois irmos, amai-vos
nns aos outros como a si mesmo, e sem re-
voluco, sem abalo, a doce liberdade vai
sendo restituida aos eseravos. E esta aboli-
cao devida s ao christianismo, a escravi-
dao existe ainda com todo vigore rigor em
as naces pagis.
Em a ordem poltica, em relacao dos
res o dos .povos, antes da influencia do
christianismo, o poder do mais forte regula-
va todas as cousa6, o mais fraco era sempre
opprimido pelo mais forte. Os res eram
verdadeiros despotas, e os povos submissos
rebanhos, que serviam ao capricho da seu
senhor.
A historia romana poa esta humilde
verdade entre os (actos incontestaveis,
0 divino legislador, o Rei dos reis,
ttorrepelo seu povo, do alt da cruz elle
djsse : Que o primeirq entre vos seja p ser- rituaes, que sao do coslume. A todos os
vo dos outros ; e elle dsse tambera : Eu sotredtos breves ba;Sua lagesUde o Im-
vos dei o exemplo, hnitai-me. Es as licoes pefadbr ttor he |c|ordar o seu imperial
da consagraco do poder e do dever, o prin- benep1aci* cipo do espirito de sacrificio, a verdadeira executar, com declaraco porm qne
base d'uma perfeita sociedade. Assim os acerca da bulla do juramento deve V.
povos nao sAo mais para 'os reis, porm os Etc. (car na intelligencia que, sendo elle
PAlt ln .1-- m.unc nn~.s. ^ CU____ _. ._/._ &___i...
se cargos, e estes principios foram os que t o menor panizo ao$ da lemnoaUiadv
aboliram o direito da torca maturial. Disto da cora tkste imptrio para d'stutura-
que resulta o carador de depura u de Usar a V. Exc. das abrigares de subido
eqiiidade que distingue a legslaco dos po- do mesmo Senhor, e fkar pela degrada-
tos christos. E para sabermos, que pao dalle inhabilitado para possuir bene-
uu'tcameute ao christianismo que levemos fkios gu tmente wo permitidos aos c-
alas vantagens, tomos urna prova em os dados brasileiros:
povos idolatras (pie sao anda regidos pelas A desata linguagem foi eraprogada para qem poasa prever at qu ponto cbesaS
leas in (ii.iis f.irln .. i\c ci.ik ...- .. ____ ..___i.:._______a I___ ____ *. r..
1 =
prensa pde-se applicar ampia facudade
qucdl a lei de Si de otubro de 1832 pa-
ra cOes eeclesiastcas, consideran lo usura, con-
detnnam ; s sociedades em que se discu-
lireui certos assuraptos ; ao pa Ir'oa lo e a
todas as suas pr^rogativas ; nuUndo-se que
a respeito daque'le j appirecem escriptus,
se nao tentativas, punjo'om quesijo A sua
legimidade, ou reluziu loo a muito
pouco.
I'or outro a reaccio contra estas pleit-
eos ja" vai principiando, o com feicOW ater-
radoras.
Como quasi tulas as reaegOea em casos
esta naturezi, ha dser mal dirigido, u ir
toman lo proponaos Ucs, que nao h.ja
' I lll l
ar-
lis do mais forte, e os seus res que sao com ootros bispos confirmados, manos no
verdadeiros dspotas. qut | cuuoerneiite ao pallio.
E quant mais algumas naeoes christas. E' ella ipsis verba reproduzda no aviso
vio donando a influenefa do christianismo, do fina lo conselhoiro de e lado Manoel An-
mais suas leis va > *i tornan lo injustas, bar- Ionio Galvo, de 30 de outubro de HU,
baras e contradictorias, ,1 liberdade vai des- transmiltndo ao hispo eleito de Goyaz os
apparocondo, o o despotismo tornan;lo-s breves d i confirmaco de sua nomoaeo, o
visivol e pesado. bem asaiifl os das concessoes e facudades
Na ordem civil, o christianismo influio do costme,
abolindoo divorcio e a polygamia, fontes Como, pos, nestas crcumsUncias, o as
de escravidao e do todas as desgracas da fa- sim esclarecidos, ou antes ad cauUlam ad-
milia paga. O casamento christo que vertidos os Revs bsp, podem estes agora,
um o ndissoluvcl, enn.urcce o pai, eleva a mais de meiado le u.nseculo da indepeu-
mulhor, assegura a vida, e a educaco dodencia do Brasil, erguurem-se pela primeira
neniuo, e disto que provm a felieida le Ufa*/, contra leis do estado baseadas em su.
haxo desta ou daqm Ha forma.
Acabando de recordar os beneficios pro-
ducidos pelo christianismo as modernas
sociedades, beil pois conhecer quanto de-
vemos a Mara, Mai do divino legislador,
que d>'u ao mundo a divina doutrina o ad-
miravel plulosophia que derrubou a tyran-
ia e a ignorancia o elevou o estandarte da
civilisayo e da cari I ide, que tanto ennobre-
ce n e distnguem as naces christas.
E' pois muito justo o louvavel, que os
amantes dj liberdade e da civilisacao vo-
uham hoje reverentes ao templo santo Pen-
der suas libaos homenagens, em tributo de
gratido e amor Virgem de Nazareth,
cujo nascimento foi o principio do bem e da
liberdade para as felizes naces que esto
sujeitas ao doce jugo das snavesj leis evan-
glicas.
Entretanto devemos pedir furvorosa e
Iiumillemento mosma Virgera, para que
ella so digne interceder seu divino Filho,
que conserve sempre uo imperio da Santa
Cruz, accesa e brilhante a luminosa tocha
da f ebrist que infelizmente muitos procu-
ran! empallilecor com as suas falsas dou-
Irinas, e outros que se dizem amantes da
liberdade, esquecidos que esta nao pode
existir fra do christianismo, preten lem con-
segu la, despresando o leve jugo deCbrsto,
e vio prender se as pesadas cadeias das
nsacaveis paixes e arrastara com os seus
tristes exomplos, companheiros que tam-
bem julgam se com o direito de satisfazer
s suas paixes, costa do sacrificio do in-
teresse alhoio : daqui segu-se a |ni do mais
fort--, o em breve tempo a civilisacao des-
aj)[iarece, e a barbaria vera substituida,
coij todo o seu squito da tyrannia e escra-
vidao.
Combatci, filbosde Cbristo, a ignorancia
e despotismo, observai religiosamente o di-
vino cdigo evanglico, venerai os rnns ros
do Altissmo, que sao os interpretes das
leis do Hei Omnipotente, respeitai e amai o
representante de Christ-o, q'> hoje alvo
d is envenenadas settas dos falsos amantes da
liberdade, prrivai que sois livres publicando
sem temor, que sois catholicos e obedientes
lilhos da sata igreja catholca romana, e
como taes participues hoje dos seus comba-
tes, soffrimentos, o humilhacoes, que bre-
vemente tomareis parte no seu grande trium-
pho ; rogai entretanto Virgera que trouxe
paz no mundo, por quera comegou e ser
consummala a salvacao, que ore para que
se abrevie este tenebroso e calamitoso lem-
po, como to los nos tanto desojamos.
Louvores e gloria i pequea menina re-
cen-nas.da era Nazareth.
Emilia Augusta Penido.
Qii^MtiTu rcligiovn
Consulta da tecfo dos negocios do imperio
do conselho de esta lo sobre o recurso d
carda interposto pela mesa regadora da
veneravel ordem terceira de Nassa Senho-
ra do Monte do Carino, da capital da
provincia do Pard, contra o acto d res-
pectivo prelado diocesano, (jue a impedio
de ejercer suas feles religiosas..
Continuaban.
E' porque eutenderam sempre que a po
srao eminente, a que foram elevados pela
uomeaco do imperador e confirmaco da
santa s apostlica, do principes da igpoja e
pastores supremos das dioceses, se por ura
lado os collocava em urna espbera superior
e.u sua missao espiritual, pelo carcter sa-
grado de que ficavan revestidos, por outro
lado os nao desnaturalisara da condico de
cidados brasileiros e subditos do impera-
dor.Cbefe e primeiro representante da
nacao, e que, como taes, ninguem mais
do que elles dvia esmerar-se em, com o
propro exemplo, aconselhar a fiel oxecuco
das leis emanadas do poder competen-
te.
Nem os Revs. bispos se podem com ra-
zSo a isso escusar. Alm de que doutrina
seguida, e sustentada como correle em to-
das as naces catholicas, nao Ibes licito
por corto ignorar que, nao obstante terera j
os al varas de 18 de outubro de 1771 e 26 de
Janeiro de 179G declarado que a formula
dos juramentos dos bispos se entende sem-
pre salvo os costumes e privilegios do esta-
do, e sem prejuizo dos direitos temporaes
da cora, julgou-se anda no reinado do
primeiro imperador, poucos annos depois.
do reconhecimento de nossa indepen-
dencia conveniente repetir a mesma decla-
raco.
E' o que se v do aviso de 18 desetembro
de 1827, assignado pelo finado marquez de
Valenca, entfto ministro da justica. Nesse
aviso encontram-se as seguintes e bem sig-
nificativas palavras, dirigidas ao finado mar-
quez de Santa Cruz, arcobispo da Ba-
bia :
IHm. e Exm. Sr.Sua Magestade o Im-
perador manda remetter a V. Exc. o bre-
ve incluso de confirraag&o que o santo pa-
dre Leo XII, ora presidente na universal
igreja de Deus, faz da nomi5$o"e' apre-
sentacio do mesm'o augusto senhor, para
o provimento do arcebispado da Babia,
na pessoa do V. Exc.
Tambera achara V. Exc. os breves do
pallio o-das concessos e facudades espi-
IS'o desconhecem de corto os Revs. pre-
lados que dividido, em censcqueicia di
proclamadlo da in lepen lencia, o reino un
do de Portugal e do brasil, uonstituirain-se
duas soberanas dislnctas, conservando ca-
da urna, com a unc i excepeo do que re-
laljtivo ao torrilorio, os mesnios direitos,
que anteriormente tiuha.
E assim como ficiu cada uaiiin parte
religiosa com os mesnios cnones, que so
considera vi i. rocebi los. assim'tambem con-
tiuiiou a gozar dos mesmos privilegios con-
cedidos ao estado con referencia igreja,
e portauto com o direito do placel, cora o
recurso cora, e cora o padroa lo e suas
prerogatvas.
E do mesmo mo lo, e pela mes.na razo,
porque a curia romana reputa o governo
do Brasil obriga lo polos principios, que
com relacao sua autoridade, a cortos res-
peitos, reooiiheceram os reis de Portugal,
nao po le ella e menos os Revs. bispos, ho
je contestar tambera a val lade da legisla-
co civil, e os direitos de que estiveram
sempre de posse os monarchas portuguez.es
em suas relages cora a igreja.
E' neste seutido que a coustitui'como art.
5., nao querendo que o novo imperio se
deslgasse do nonhuin molo de tolos os lijos
que o pren liara retigio, apostlica cathol-
ca, romana, que por sua sanlidade eexcellen-
cia era professada pela quasi totali la le dos
brasileiros, julgou conveniente usar da phra-
se-co/iinuarrfa ser a religio do estado.
Quiz com sto seguramente dzer que o es-
tado que acabava do constituir-se abracava
a religio catbolica, -como ella se achava
era suas mutuas relacos com o poder civil.
E' ujste argumento que os mais estrenuos
defensores das prerogatvas da igreja se fir-
mam sempre que alguma dallas parece pis-
ta era duvd.i. Era assim que discutiam,
quando por exemplo, sustentavam, com toda
a razo, a necessidade da audiencia dos bis-
pos na creado de parochias, interpretan-
do o art. 10, 1* ilo acto addiconal pela
palavracontinuar do art, 5o da consti-
tuicao, e este era com effm'li un dos mais
valentes argumentos.
Pois bem, preciso que na actualidado
nao iusprezoin a lgica, e admittam tam-
bera, en favor de direitos que sempre com-
petirn! cora portugueza, e depois bra-
sileira, as consequencias legitimas de una
intorprotagao natural e verdadeira.
E' o caso do recurso cora. Como es-
t demonstrado na consuba de 23 de nido
ultimo, data a sua existencia de tempos im-
memoriaveis da monarebia portugueza,
onde foi geral mente respeitado, e muitas
vezes empregado. Os- sjesinos nuncios
apostolices, ilz Borges CSieiro, reconhe-
t'erara sempre a sua legJJBdadc na occa-
sio de apruseutarein os seaat breves faculta-
tivos, e quando um dos ditos nuncios man-
dou prender dous religiosos, por terem re-
corrido do seu auditor, assevera o mesmo
jurisconsulto, citando a"fojolugao da con-
sulta do desembargo do pato de 20 de ju
Iho de 1688, mandou-so efctranhar verbal-
inente na secretaria de etatio tal procedi-
mento, a Ivi-rtin lo-se-lhe que, se tornasse a
praticar semelbantes violencias, se teria
cora elle inaior demonstraco.
Entretanto no Brasil, onde depois da in-
dependencia nunca o poder temporal abu
son do recurso cora, j nao s o Rev.
bispo de Pernambuco quem duvida da le-
gitimidade de tal recurso, dizendo que
contraro a varias disposiciies da igreja. E'
tambem o Rev. bispo do Para quem, em
resposta a um delegado do governo impe-
rial, e primeira autoridade da provincia,
declara positivamente que nao pode em
consciencia admittir a sua validado, e por
isso nao se defenda 1
em seus ojitos contra a excell -ncia da re-
ligio qu.' profesamos, e cortos principios
em que olase basc, excillciicia e princi-
pios quo os verdadeiros catholicos ardonle-
mente lesejavam que nunca fossem contesta-
dos, como anida o ser so.npro seu uiais
fervor iso voto-.
dVMjs circumsl incias e por conuexao
com o issu.npto do rocurso, sougau COn-
sidera le su rigoroso dever pedir venia pa
ra le obrar ao governo a conveniencia de
expelo- urna circular a t)ds os pdalos
dioces nos, fazen lo Ibes sentir.;
1* que tautj u lienepLicilo como o rucur
so 4 eorie as iliffiroutes prorogalivas do
padroado sao direitos, que nao po lem ser
postas emdu.la lio Busil, isla das
iisposiydes expressas da cou-.lil.iico o.das
div,TSas lois dj ost.ilo, quii) em favor
dellas j nao fosse bastante a posse iui:nemo-
riavel em que so achava cora poftuguo
la, q i il o Brasil estove liga lj por mullos
Stculos ; posse que passou para o imperio
pelo gran Je fado da in lepen lencia, nada
leudo que fazer leis e.-clesiaslicas. ou disci-
plinaros Mitra prerogatvasdu pder civil,
roeonb;ci las porsu.i l-gislacao. pelo uso o
costu ue d; remolissi nos tomp >s, u al ago-
ra c'instantemente p.isios em prntica;
i" .pieo governo est na mus firme e de-
cid l.i resulucaj de manter u fazer respetar
taes direitos com tola a energa o ellicacia,
como essenciaes inilepend.ucia <'a socie-
11 le civil, visto ser a religio calhoiica,
apostlica, romaua, a religio do estado, e
tor nelle ontinua lo co.n toda a legislarlo.
usos e ustylos, que constiluom o nosso direi-
to ecclesiastico, civil ou p.rticular, c bem
assim co n as regabas e privilegios que. com
peliudo al independencia aos reis de
Portugal, se encarnaran! e.n virtu lo dola
na soberana do Brasil ;
3' que nao podem os bispos, ou quaes-
quer autoiidales ecclesiasticas, de uomoa-
cao ou provimento do irap-rador, e manti-
das pelo estado, contrariar laos direitos em
suas pasturaos, man lamentos, ou outros
actos olliciaes, e meu.n aiu la aeoricoar pe-
lo exemplo e por seus cousolhos os sub itos
do imperio a nao respeita los.
4." que llovera ficar na intelligencia de
que suas pastoraes, manda.nonios, ou outros
actos, qualquor 'que sija a denomiuago,
nao poeifl constituir lei diocesana, se em
qualquor cousa se oppuzorern as leis do im-
perio, aos uzos e costumes e aos caones
recebdos ou sahirem dos limites da juris-
dieco puramente espiritual ;
E' aqu a seceo nao considera ocioso
ponderar que a doutrina contraria traria
comsgo muitos inconvenientes. Se fosse
bvre aos bisaos Cuerera leis diocesanas,
comeffeitos externos e temporaes, por meio
de pastoraes ou maiidamentos obligatorios,
o direito de beneplcito poder-se-hia tornar
dentro en pouco tempo inteiramente il-
lusorio.
Bastara que os bispos loraassera como
suas as bullas que obtivossem o placel, e
tratassem om pastoraes, ou por outro modo,
de fazel-as executar, utpondo
que as n.io observassem.
Era de corto para evitar estes inconvenien-
tes que, segundo se le em Borges Carneiro,
com referencia carta de lei do 9 de dezem-
bro de 1708, e ao avar do 30 de julho de
1793 13, a pastoraes e mandados dos
bispos, conforme o cosame geral dos bit"
pados do reino, nao se podiam imprimir,
ou ao menos publicar sem beneplcito.
E' por isso que igual disposi.o seeocon-
tra em alguus estados em quo foi admittida
a necessidade do beneplcito.
officio, ou se d nos casos flgnrados no art.
13, nao perder do vista que o recurso tem
effefto suspensivo, como proscrove o art. 1J
do referido decreto.
Con vira igualmente que os presidenles
facaos sentir aos procuradores da corda, na
respectiva provincia, que Ibes corre obri-
gaeo de iuterpr o recurso a cora, quando
se vorificiroin as hypothoses do art. 10 do
decreto ii. 1,911'de 1857, que os raesmos
presidentes na- remsssa de taes recursos le-
nbam sempre presente a disposico dn art.
2t do mesmo decreto, aOm do iustruil-os
de molo que sobara ao governo imperial e
ai onslho de oslado coraos documentos,
iiquirices o osclareciinentos convenientes
para a decio da queslo.
Submettidas estas observaooes alta
apreciaco do Vossa .Magestade Imperial, e
reportan lo-sea seccao, quanto ao assumpto
propriamonto do recurso, como j tove a
honra de pedir venia, ao que largamente
oxpen leu na consulta do 23 de maio pr-
ximo fin Jo, ti de parecer que se adopten as
seguinles
Conclus'ies
i*
Oue sendo do exclusiva compotencia do
poder civil a cousniui^o orgnica das r-
leos lerceras o irman lados no Brasil, e por
tanto as con lices da admisso o demissao
de seus me.nbros, o Rev. hispo do Para,
usurpou a jurisdieco do poder temporal,
or leando na disposejo C.' de sua ins-
truccSO pastoral de 2;i de man;o ulliino
veneravel ordem Urceira de Nossa Seiibora
lo Monto do Carato da capital do Para, a
exclusAo de un de seus irmos, pelo facto
le consideral-o macn e a todos os outros
que. perteiicen lo niicoiiaria, a nao rene-
gasseui.
2.*
penas aos
Que esl m lo dita oidora 3.* sujeita a
est.itiitos ipprovados pela competente auto-
ridade civil, que a impediara le obedecer,
sob peni do violal os, citada disposico da
iustrucro pastoral, e ao mandado episcopal,
que be foi intinadu pelo vigario geral,
achava-se alta c institu la em impossibili-
dade moral, qual a resultante da lei; e
perianto isenla de qualquor pnuico por so-
raelbaute laclo; e sendo isto assim, o Rev.
bispo proceleu com excesso de jurisdieco,
inpondo as penas de suspenso e interdicto,
fun lano-se em um delicio que nao existi,
.,u.d o da desobediencia a suas det:r.miia-
edes considerada na pastoral como revolta,
e no officio do vigario geral, como escan-
dalosa rebollio.
3.a
Qjs, dest'arte proceden lo, o Rov. bispo
postergou os principios do justici baseados
no direito natural, e ao mesmo tempo os
canmes recebdos, quo exigem na applica-
co das penas, alm da competencia do juiz,
a existencia do crme, justa causa, e as
adnioestacos e sentenca, quo era casos taes
de vera sempre proceder as condemnaces.
4.a
(,toe o Rev. biapo postergou anda o di-
reito natural o os caones da igreja, estn-
denlo, pelo modo porque o fez,- o in-
terdicto a loda a eorporaco, e comprehen-
den.lo portauto tambera os ausentes,os mono-
res eos que nao tivoram parle na delibera-
cao da ordem 3.a, os quaes, ainda quando
esta fosse culpada, nao podiam doixar de
serjulgados innocentes; e entretanto achara-
se soffren lo as consequencias de penis to
Severas, como sao as que foram impostas.
5." e ultima.
Oue os fados allegados, achando-se pro-
vados e couipreliendidos as disposic,es dos
85 I* e 3" do decreto u. 1911 de 28 de
mareo do 1857, deve dar-Mi provimento ao
recurso inlerposto, alim de seguir seus tor-
mos ulteriores, na forma do mesmo decreto,
se Vossa Mugost.. le Imperial e.n sua sabe-
doria assim o julgar aceita lo.
Sala das conferencias da seog&p dos ne-
gocios do imperio do conselho de estado,
em 28 d juulio do i873.- Viscande do
fom Retiro. Yiscondede Souza Franco.
Marques de Sapucnhg.
de Aossa Senhora do Monte do Carmo.
A respTista do Rev. bispo ao oflicio que
Iho dMgira o presidente da provincia, acer-
ca d.i ptiyo de recurso verbo ad verbum
to mesmo theor da quo deu por occasio
do recurso da ordem 3.\
Mella ropete o Rev. bispo que nada jul-
gava dever allegar en* favor do seu acto,
porque em consciencia, em face daconsti-
tuicao divina e das leis da igreja catholica,
nao poda reconhecer a vali-.'ade de tal re-
miso. Dest'arte cjndejnnou mais urna
vez o Rev. bispo mu to importante direito,
de que nao pode, nem deve prescindir o
poder temporal.
Mais urna vez. desrespeilando-o, menos-
prezou as tradicesdos seus dignos anteces-
sores no episcopado, quando, alm dos tes-
lemuuhos j era duas consultas presenta-
dos pela seccao, e d i outros muitos que
ell mesmo recurso por autoridades iususpeitas,
ha o do insigue e Ilustre bispo Diego Co-
varrubias de l^eyba, que formal o categri-
camente o sustontou nestas palavras
lllud oliservaiitisnlmusest.... posst ab h,
qui ajadicibus ecclesiasticis vi, etcefisuri
opprimuntur, regio amulares, l concilia-
rios, gui upad regia suprema pfaslotia ti-
gantiousjara reiidunl, omiUno adiri, ut
vi ai auferatU, el compcllantjudices ecclesias-
ticos ab ea inferenda cesvure.
E entretanto esse preclaro bispo assislio ao
concilio Irideiitino, onde so fez to as-
sigualudo pida sua distincla erudicao e
qualidades.
O officio do pMOdsnle da provincia, es-
cripto iiiargem da peticau da coufraria,
concebido nos raesmos lermosdo que veio
exarado no recurso da ordem 3.a de iossa
Senhora do Monte do Carmo.
Do mesmo modo que naquolla occasio,
deixou anida desta vez. a presidencia de to-
mar conhecmento do n-curso, e de ins-
truido cora todos os documentos e esclare-
cimoiitos convenientes, de etilo por sup-
por bastantes os que a recorrenlo jun-
tara.
E aqui cabe seceu referir-so s'ubser-
vaces que a tal respeito asnal quando c./ii-
sultou sobre o recurso da rdera 3.a.
Igual referencia faz acerca d.. tacto, tambem
repelido no recurso de que se trata, de ha-
ver recahido a pena imposta pelo vigario ge-
ral, de ordem do Rev. bispo, sobro tola a
contraria, abrangeuJo ella conseguintemeu-
te os irmos menores, os ausentes e todos
aquelles que, nao tendo tomaJo parle lia
alleg.da ilesobedieicia, era talvez leude
sido ouvidos, estariam complelameule inno-
(jutes aiuda no caso de haver sido culpada
a parle da confraria que nao curaprio a or-
dem do prelado diocesano.
0 eiposiu parece sulliciente para mostrar
que sao iuteiranieule applicaveis ao presente
caso as consideraces feitas, qur na cou-
^lta de 33 de maio prximo lindo a respei-
to dos aclos praticados pel Rev, bispo de
Pernambuco contra a u mandado do >ali-
lsimo Sacramento da matriz do Sauto An-
tonio da cidade do Recife, quer ua de 28
do correute, sobro o recurso da veueravel
ordem 3.a de .\ossa Senhora do Monte do
Carino da capital do Para.
A se cea o nao abusar, vista disto, da
attencao de Vossa Magestade Imperial, era
demorar o andamento do re. urso ora inter-
posto cora a longa reproJucco de ludo
quanto j leve a lionra de submelter alus-
trada apreciaco de Vossa Magestade Impe-
rial em ambas as consultas.
E, pois, pede venia para, muito respeto-
samente, a ellas se reportando, terminar o
trabalho que Iho foi commeltiJo, ollero
ceii'io as seguinles concluses.
. L' *
Oue o Rev. bispo do Para, tendo ordena-
do, sob saiicyo penal, coufraria do Se-
nhor Bom Jess dos l'assos a ehraina(;o
dos seus irmos que, fazendo parto da ma-
collara, a nao abjurussem por escripto, u
desde logo tornado eueetva a pena, prati-
de
Sabe a seceo que no brasil ten huido a
este respeito oais tolerancia, nao se exigindo
previo beneplcito para as pasturaos o asan-
dados nos diocesanos, grabas principalmen-
te prudencia, com que estes tiiiham pro-
ce lido at agora, limitan lo-s", nellas a tratar
Por occasio do procediraenlo do Rev.
bispo de Pernambuco a seceo teve a honra
de ponderar o quanto convinba que nao
passasse desapercebido tai precedente, alim
de que o primeiro exemplo nao tivesse imi-
tadores. Agora j ha rapetico do facto,
partindo de outro prelado 1 0 ma vai,
portante, subindo de gradjdade, e convm
que soja quauto antes augbado. A conti-
nua rem as cousas desta sirte, reueia a sec-
eo tristissimas consequentias para a paz e
ordem publica no imperio.
Por um lado os Revms.fbispos que se lao-
caram neste caminho, cerrando os ouvidos
a todos os conselhos da prudencia, e sera
raedirem o alcance de seus actos uesta qua-
dra", se nao encontraren* forte barreira a
to injusta pretencos, com o mesmo direi-
to, e com os mesmos fundamentos, porque
ora se deixam levar, podem, quando menos
se pense, condeno nar adiberdade de im-
firensa, allegando os abasos, seguramente
amentaveis, pratioados aelos jornaes, que
atacara os dogmas e canos principios Ja
religio catholica, e fulminan Jo penas espi-
rituaes cora elfeitos externos sobre os auto-
res dos artgos, em que se propalara taes
ideas, depois contra os redactores dos jor
naes, que os aceitara ; contra os seus assig-
nan es, e por fim contra as proprias typo-
graphias ; e ninguem haver que, com a ra-
zo calma, e espirito reftcctido, deixe de
reconhecer os males que d'ab podem
provir.
,0 que a seceo diz da liberdade de ira-
de assuraptos proprius da jurisdieco espiri-
tual ; aconselhar a exhortar as suas ovelhas
a ontrarem, ou prosoguirem sem desvos no
caminho da salvacao, e nunca oppondo se
s leis nem atacando allribuices e direitos
do poler temporal.
Na actualidado, porm, quando o vigario
geral do Para, em um oflicio de 31 de margo,
juulo como documento, d a entender que
as ordens terceras e irmandades esto so-
monte debaxo da jurslceo episcopal
quando no rnesmo officio positivamente diz
que tornou-se lei diocesana a.disposico que
obriga as raesmas corporacoes a exclurom
de seu seio os irmos que forera macos,
sob inmediata pplicaco das penas de
suspenso e interdicto, porque assim foi de-
clarado na ustrueco pastoral de 25 do
marco prximo lindo, forca confessar que
o assumpto torna-se digno de sera medita-
<&o, e o mal de reraeJia efiicaz, para quo
nao progrida.
Se o governo entender que deve continuar
a tolerancia at agora bavida a respeito das
pastoraes, ser isto mais uraa razo paija que
baja toda a vigilancia neste ponto, alim de
se cohibir pelo prompto recurso cora os
inconvenientes que possam resultar debas.
Houve era 1*25 um exemplo desta nalu-
reza, quando, por entender o governo que a
pastoral do bispo do Rio de Jane.ro de 3i)
de dezo.nbro de 182*, a alm do que devia.
o euto ministro da Justina, o finado mar-
quez de Nazareth, or lenou por portara de
28 de Janeiro segrate ao procurador da
cora que, examinando as passagons notadas
uiargem da mesma pastoral, nao censen-
tisse que a autor i dade e regalas da cora
fossem usurpadas.
Alm da circular aos bispos uo sentido
indicado, pensa a seceo que convir tam-
bem recommendar-se mu positivamente aos
presidentes de provincias que nos casos de
recurso cora, as hypotheses dos 1.
o 2., do ari. 1. do decreto n. 1,911 de 28
de maio de 1857, toraem logo conhecmento
do facto, e decidam provisoriamente as
questes suscitadas, como permiti o art.
3.", devendo sempre que baja usurpaco da
jurisdieco e poder temporal, ou censuras
contra empregados civis era razo do sou
cou um acto que nao era e sua compe-
tencia, e sim da jurisdieco e poder tempo-
ral, visto tratarse de assumpto da constitu-
Consultada seccio dos negnos do imperio i;,o das irmandades.
uo eonseluo de estado sobro o recurso
cora interposto pela mesa administrativa
da coufraria do Senhor Bom Jess dos
l'assos, da capital da provincia do Para,
contra o acto do respectivo prelado dio-
is fun
C-
cesauo. que a suspeudeu de suas
ees religiosas.
Seobor.De ordem de Vossa Magestade
Imperial foi sujeita ao cxame e consulta da
soc.o dos negocios do imperio do conse-
lho de estado a pecao de recurso cora,
assiguada pela mesa administrativa da con-
fraria do Senhor Uora Jess dos Passos, da
capital da provincia do Para, contra o acto
do prelado diocesano, que a suspenden de
suas funeces religiosas.
Em cuuipriinento do seu dever passou a
seceo desde logo a examinar a questo o
documentos que para tal fim Iho foram re-
mettidos, e reconheceu que .o recurso ba-
sca-se uos mesmos fundamentos justificati-
vos do ^que iutorpoz a mesa regedora da
ordem 3.a de Nossa Senhora do Monte do
Carmo da capital do Para, e sobre o qual
j a seceo consultou.
Como acouteceu aquella ordem, foi tam-
bem a confraria recrreme coudemnada a
suspenso do exercico de suas funeces re-
ligiosas, e, segundo s collige dos papis
juntos, iutei dicta a sua sua igreja ou ca-
pella.
Eoi-lhe igualmente imposta do mesmo
modo qu- outra urna pena gravissiraa
sem forma de processo, e com preterico
das salutares e ndispensaveis adraoesta-
coes revuiuinendadas polo evangelho o exi-
gidas pola antiga disciplina da igreja, a
qual, alterada na meia dade, foi restaurada
nessa parte pelo concilio de Trento; sem
cilaco, era audiencia da eorporaco e at
fallando especial sentenca coudemuatoria ou
ao menos declaratoria,
Assim, por ura simples officio do vigario
geral, referindo-se instrueco pastoral de
25 de margo ultimo, que Jeclara excom-
mungadas as sociedades raaconicas, era vir-
tud das bullas -pontificias j citadas pelo
Rev. oispo de Pernambuco, e considerando
lei diocesana a disposico 6.a da me?ma ins-
trueco, foi intimado o .provedor da confra-
ria uo Senhor Bom Jess dos Passos, que
tambem o prior da or Jera 3.a de Nossa Sen-
hora do Monte do Carino, para o fim de pro-
testar por escripto que abjurava a macona-
ria sob pena de ser excluido da confraria ;
e se esta o nao quizesse excluir, bem como a
lodos os irmos, que, sendo macaras, nao
fizessem igual protesto, tinha de cumprir o
mesmo vigario tielmente'. o que lhe fra or-
denado na dita instrueco pastoral.
Essa instrueco a mesma em que se ba-
seou aintimacuo feita referida ordem 3.a
2.a
Oue, tendo por tal motivo condetnnado
a contraria pena de suspenso das func-
Ces religiosas, com interdicto laucado so-
bre a respectiva igreja ou capella, sem for-
ma de processo, e pelo modo por que foi
exposto, abrangendo indislinctamente toda
a eorporaco, o Rev. bispo exorbitou da
propria jurisdieco com offensa do direito
natural e dos sagrados caones, que a nin-
guem permitiera coudeuinar sera que ou-
>ido e convencido seja nominalum atqae
convicium, como diz Santo Agostinho, e
menos anda por haver deixado de cumprir
urna ordem, inoraluiente impossivel por
contara lei, visto nao so achar incluida a
circumstaucia apresentada para a excluso
nos dous nicos casos que, segundo o cora-
promisso, podiam dtlermiua-la.
3.a i ultima.
Oue, achando-se provados os fados alle-
gados pela recrreme, e compreheudidos
nos } 1." e 3." do art. i.* do decreto n.
1911 de 28 de marco de 1857, a seceo
de parecer que se d provimento ao recur-
so alim de seguir seus termos ulteriores,
na couformidade do mesmo decreto, se
Vossa Magestade Imperial em sua sabedoi ia
assim o julgar acertado.
Sala das conferencias da seceo dos ne-
gocios do imperio do conselho de estado, era
30 de junho de 1873.Kwconde do Rom
Retiro. ViscondedeSouza Franco.Jfor-
quez de Sapucahy.
Consulla la seccao dos negocios do impe-
rio do conselho de estado sobre o re-
curso interposto pela veueravel ordem
terceira de S. Francisco da Penitencia,
da capital da provincia do Para, contra a
portara do vigario geral da respectiva
diocese, que a suspeudeu do exercico das
funeces religiosas, e julgon interdicta a
sua capella.
Senhor.A seceo dos negocios do im-
perio do conselho de estado, em observan-
cia das ordens de Vossa Magestade Im-
perial, tem a honra de dar parecer sobre o
recurso interposto em 17 de abril ultimo,
pela veueravel ordem terceira de S. Fran-
cisco da Penitencia da capital da provincia
lo Para, contra a portara do vigario
geral da diocese, que a suspeudeu do exer-
cico das funeces religiosas, e julgou inter-
dicta a respectiva capella,
Cont inuaf-se-ha).
TYP. DO DIARIO -BL'A IHJQCH DE CAMAS

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V
I
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