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Diario de Pernambuco ( Friday, September 05, 1873 )

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/13029

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, September 05, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:13029

Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/13029

Material Information

Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, September 05, 1873

Subjects

Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:13029

Full Text



aonnnnu.i ~
AAfXO ATJX. MUERO 204
\
FAtlA A CAPITAL B LIGARES OXDE \A SE FAQA PORTE.
Por tres miaes adiautados...... *>
Por seis di us idoin....... ..... SE?
P*r om M dcm f ........... i2*000
Cada humero avubo ........: 84W>oo
.............. WO

SEXTA FEIRA 5 E SETEMBRO DE 1873
PASA DEXTHO E FBA DA PB?VIXCIA.
P^r tres mema adiautados............... .
Por eis dito ideitu..................
Pop or dito lera..................
Por ora auno dem.........
M750
189600
aoa&o
7JW00
l*.J
PROPRIEDADE DE MANOEL F1CEIR0A DE FAMA & FILHOS.

* &n' Cerafd *** 2""^!*? U "? GnalV* ** D0 Mara"h0 JaqUm J0S de Vefa d ^ M? *** I Br^a, ao Arecel, Jo* ,r. J.I Chaves, uo A-A, Antonia Marques da Silva, no Natal. JM loetie
lereira Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, a Tarahjb. ; Antonio Jos Gomes, na Tilla da Fenha; alamino do Santo Bulcao. em Sahto Antio Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de guiar, em Goyanna; Joo Antonio Machaeo, qo Pilar das Alagoa; Al ve d C, na Baha; e Leite, Cerquinho C. uo Rio ;de Janeiro.

PARTE OFTICIAI.^
Gotera du provincia.
MMMKNT8 DO DA 17 DK JIMU DE 1873.
1' srccdo.
OAoto :
Ao bngaJriro eonimandante das aun is.
Expcea V. Ese. toes rdeos, aiim do que. aguar-
da da -'asa de deleitan soja frita, cu.no Jantes, por
pracas de I" linda.
2.* sereno.
Actos:
O presidente Ja provincia designa para o cu-
solho d julgunemo do soldado da l'compauhia
do corpo de pijicia, Liureuiino Correa de llanos,
pelo erinie de iosubordnaeao e auieae.is :
Presidente. Om.ijir Joao Francisco di Canda.
Audilir. O r. praiDiur jublico da capitel.
Vogaes. -Tetuntes, cirurgiau Joaquim Jos Alvos
de AlbuqunrqiH e Cambo Machado Freir ; aire
res, Marcaiiiio da Costa Raposo. Francisco Ignacio
de Moura G-oudi.n o Manuel lu tuero de Barro.
0 presidente Ja produca, ailonuoodu vi i|uu
lepresealuu o I)r. chele de polica em offlcio n.
l.lOi de C do cumule, qaanto ao engao uaviJu
lo de 38 do moa prximo paseado, sol) a. 1,0 J6,
em que se date ser oftieial de policia Mauocl Vital
de Mello iu:n-.ido para u cargo dj subdelegado
lo dislricto de Capoeiras, do tena i do Bonito, re*
oir que reciieiJo o engao nesso pane, se liie
passe novo titulo.
O presidente d,i proviauia ddSlgaa para (M con-
mHIijs de klkauwula, do cabo da 8* coinp.iuhia Ue-
n:g'M ios da Silva, .soldado? CratGeoeij Ladislao
do Bspirito Santo, da i', Manjel Aureliano Caval-
caate, da 6', e 11 -nri.pie Carduso da Cni tolus do
orjw do pocia, peiu erime de fuxa de presos :
l'resideute. U aiaj ir Joo t'raudsco da Quina.
Auditor. Dr. promotor puilico da capital.
V'oj[.hm.--linate-, Mauoel Candido de Aibu<|ucr-
qiic o Flavio Jos dos Santos eSilva ; alferes, Per-
geotino de Miranda Pmieatel, Antonio de Uarrus
Liiua, Praaeisco litaaeio de lloara (Joadiai e Ma-
l >W layuero de Barros.
Olli.-ic :
Ay Dr. chufa de polica. -Informe V. S. si
tr.eaii*(ite a iiMldaOQa do .|uaitel du dosta^aiUM-
!> do Poco da l'aaella para a povoa.;ao de Apipu-
COri, e si nu possivel oblar una mitra casa por
iiiuos proco, do uufl a Je ipio (rala o seu oflbcio
a t.Ci, de i do coirente.
Ao nasiuu. -TenJo Josa Bolrabiuo Goaraives
U-i.i.i, p ir randaje, no prestadla curar os doi'iite-
ptibr:'.s aJjhetadxM de febre caJbarral, jue grassa
tm Villa Bella, nao devia n delegado do diio ter-
mo promeiisr-lhe gntiiieaca alguma, eiu iju elle
a exigisse; o -pie declaroeuiresposU ao oi-io de
\. S., n. 1,103 de IG do enmata.
Ao couimandante do corpo de pilicia. Do-
dan a Vine, para sen c mliecimealo e lias conve
nientos, qae de aaianl em liante a guara da
CjMA da ete:i\;ao passa a ser da ia pelos corpos
Ao raosiao. Mande Vrnc. destacar em Pa-
ii nai, a disposiojo da respectiva autoridade poli-
cial, t superior e o pravas dj cor,io sub o sen corn-
eando.
3." HCfSo.
Actos:
0 presiJenti' da provincia resolve, nos tennis
do art. I* do ri'iilaineiito de .'ift de abril desle aa-
aO; crew UUla u iliecloria provincial uo uiunicipio
de Serinhivn.
0 prtwidoat di irovincia attendenJo ao
I ic reprsealou o inspector da lliesouraria pro-
vineial em > iGcio de ;t do corrate,, sob n. t,
i* leudo em vista a demonstra;ao que vio annexa
ao dito ofllcio, ministrada pula coutaUoria da ino-
uia Hiesoui..ii i, resolve abrir uia crdito spole-
euiar na imprianeia de 72ii.)li ao art. 7 % II
doorcam il i vi.-e,i:.j. por lar sido iiisuili icut.! para
a eoolmua^io da despoza no reslaute do actual
exercicio a cunsignaaao votada ao nenciouadj pa-
ragrapbo, cjmo.se ve daaupraeitadadeinonstrac^u).
OJicios :
Ao inspector da l'iesouraria dfazeuda.
Iransniitto a V. S. o iueluso piel Bul duplcala
'^uc me foi reto ittido pelo brigadeiro commaudan-
; .lis anuas com olllcio de hoiilem sol n. 613,
afiji de que mande pagar os vendme dos das pra-
eas empregadat no deposito de reoratas, coacor-
nenias :i I" quiiuen.'i deste me/..
Ao mesmo. Expela V. S. suas ordena a >
seotidn de ser paga companliia da estrada de
ierro du Recife a >. Francisco, vista da inclusa
conta em duplcala, conforme mlicilon o respecti-
vo superintendente em ofUeio d: hoatein dtalo,
a quantia de iJ,S0t), em que iuiporlaraiii no aiez
de jnaio ultimo a-pass..g.-as didas por contado
ministerio da guerra nos trajas daquella estrada.
Ao inspector da lliesouraria provincial.
A'inuiodo ao que representla o Dr. chefe de po-
licia em olicio de 20 de niaio ultimo, sob n. Do I,
t qae se retere sua inlbrmacio de 14 do corrate,
u. ii), autoriso V. S. a mandar adiantar ao dele-
gado do (armo di Bonito, por interine lio do llie-
soureiro da repartidlo da policia, a quantia de...
2004000, para continu.i^i i da despe com o sus-
te.ito dos presos pobres da ca lea do mesmo ter-
mo.
Ao mosmO-Com a portara junta por copia
pela qual resolv abrir am crdito suppleinentar
ua importancia'de 72ol't ao art. 7 $ ti da lei
do ornamento /gente, Tica salisfeila a reqoisieio
de V. S., contida em oflcio de 13 do corrale, sob
ii m.
Ao mesmo. Provideucie V. S. no sentido de
ser pago ao r. Joaquim Ferreira '".llaves, eonfor
me MHKitoa o Dr. chefe de polica em olico de
tiontcm sob d. 1,107, a quantia de 28 >010, cons-
laute da relacao e conta juntas, despendida durau-
le os metw de Janeiro a uaio deslo auno com o
austeuto dos presos pobres da cadeia do lermo do
{(rejo.
Ao mesm. A Ignacio Alexandrino Caneca,
oua sen procurador, mande V. S. pagar, vista
das inclusas retardes comas, conforme solicitou
Dr. ebefe de polica eoi olllcio de hoatein sob n.
1,102, a quantia delGK). em que importou o
.sustento dos presos pobres da cadeia do lermo do
flio Formoso durante os mezej de fevereiro a malo
deste anno, segundo iudieam aquellos documen-
tos
Ao mesmo. -Kecoinmendo a V. S. que, vis-
la das con tas juntas que me remellen o superin-
tendente da estrada de ferro do Recife a S. Fran-
cisco com oflcio de hootem, mande pagar a des-
peza proveniente Oe ir nsportes etlectuados por
conta da provincia, durante o mei de maio ultimo,
nos treos da mesma estrada.
Ao mesmo. Em vista da conta junt i que
reio annexa ao offlcio do Dr. ebefa de polica, de
16 do crreme, sob n. 1,101, mande V. S. pagar a
uautia de 634-'00, provouieute do concert feilo
a cadeia do leiuio de Bom Jardira.
Ao iK'.'S'.a i. lut'ir.ido de quanto informa em
sen officio de 13 do crreme, com referencia aos
pareceres da seccio do contencioso e da contado-
ra dessa tbesouraria, relativamente as obras da
cadeia da villa de Buique, reeommondo a V. S
que providencie em ordem a proraover-se a co-
hraur,a, nao sodas quantias a que se referem taes
pareceres, mas tambem de oatras dividas activas
Ao mesmo.Tendo nesta data approvado a
debberacao que tomou o eugenheiro fiscal da cora-
panhia a Recife i'rainage, de multar, nos 'termos
do J ! do art. 15 do regulamsnto de 12 de Janei-
ro de 1872, a mesoaa compaohia em 104000 por
appar^Ua qae dentn, de mandar coaceriar cm di-
versas casas particulares, nao obstante reiterada
recl.una.ao do referido tmgenlieiro. e bem assim a
de suspender as respectivas annuidades em quan-
to dorar a inlerrupcao dos menciouados appare
llios; assim o declaro a V. S. para seu couliecimon-
to e lln< convenientes.
4.' secato.
Otlicio:
Ao juu mauieipal presidente do conselh de
recurso dc.q lablicacaodo Brejo.-Accuso recebdo
o olBdu de 27 de abril ultimo, dirigido por VflM e
nula iiiembros do eonselbo municipal de recurso,
em que coanaunicain a sua rcuniao un da 20 d'a-
quell" me/, trabalhan lo saccessivamente sete dias;
e que, por nao lar liaridoreclamapao alguma, quer
peanle esse cmsellio, quer nos cinco dias da se-
gunda reuiiiao da junta de qualifleaco, como com
muuic.i o respectivo jaii de paz presidente, po-
denJo ser lomadas em considerayoes as rechina-
i.oes al: desatieudidas, resnlveram encerrar os tra
baliios.Em resposta lenlio a declarar-lhe que foi
irregular esse procedimento, por quanto o art.
36 da lei de 19 de agosto de I8i6, a isso se
oppo ; dovendo anda mesmo que nao haja recia*
macao alguma, estar o conselbu reunido durante
i praso de lo das uteis, nos termos do art. 36 da
le citada e dos avisos ns. 61, 63, 9i e 333 do 6
6 e 8 de abril de 18i7, 2 de seternbro ds 1836 e
IU de agosto de 1860. -E como por esto molivo
de nenbum effeito a reuniao havida, designo a pri-
ne;ra dominga do agoto vindouro para a uova
reuniao do conselbo, e recommendo Ihe que por
ata occasi.au faga observar esta c as domis >r-
malidades legacs.
5." secm'J.
O.Bcio:
Ao engenheiro ebefe da reoartieao das obras
publica*. -Approvo adelibjracio que tomou Vmc.
de multar a couipanhia Recife Drainage, nos
termos do l do art. 13 do regulamento de i2 de
Janeiro do auno pissado, em dez mil res por ap-
parelho, que a mesma eompanhia deixoa de man-
dar concorlar em diversas casas particulares, nao
Obstante reiterada reelamaeao sua, bem com i de
suspender as respectivas annuidades emquanto
durar a interrupcao d >s referidos apparelbos;
como tudo eommonicou em seu ofllcio de i do
crrente sob n. 231, que lica assim respondido.
K\I'.:IE.VTK DO SECnKTAHtO
/.* S'TCO.
dlcio:
Ao brigaddro commandanle das armas.S
Bsc. o Sr. presidente da provincia, tendo nesta
dala sujedad t .i apriciacao do Exm. Sr. ministro
da guerra a materia do lTi.io di commaudanle di
fortaleza do Brum, annexo ao de V. Exc. de 6 de
niaii) ultimo, sob n 481, relativamente s obras e
iiielliora.aeaios de que precisa aquella fortaleza ;
assim o manda declarar a V. Exc. [tara o fater cons-
tar, ao referido commandanle.
Umcios :
Ao r. ebefe de polica.S. Exc. o Sr. presl-
dente da provinda manila declarar a V. S. que a
lliesouraria provincial foi nesta data autorisaJa uo
sentido de aerara pagas tod is as despezas, de que
tratara os anua offldos de 16 deste mez, sob ns.
1,101, 1,10 e 1,107.
Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro-
vincia raaada declarar a V.S. para os devidos fms
que nesta se inaudou descatar era Raadlas 1 in-
ferior e 3 pracas do corpo de polica: (lean lo assim
respondido .. sen olllcio n. 1,100 de 16 do cor-
rale .
da o Beberibe Passe putarj ua forma raque
rida.
Secretaria da presideucia de Pernimbuco, 4
de setembro de 1873.
O portairo,
Sileini) A. R'tdrigues.
< om.-ii iiid > das armas. ,
QVAftTEL GENERAL DO COMMANDO DAS AllUAS
DK PERSAMBUCO, E4I 3 DE ETEMRIIO Dk
1873.
Oide'H di da m. 759.
Em virtude das ordeus em vigor e das |ue o
nrigadeiro commandanle das armas receheu da
presideucia na dala de 23 do mez que liadou, nina
divisan composta de duas brigadas sob o coiuniau-
d do mesmo brigadeiro snlemnisar no dia 7 do
crreme o anniversario da independencia do im-
perio.
Os batalhoes de guardas nacioiiaes do muni-
cipio do Rrife, ! de arlilli.iria, !.?, 2* e 3* do
infamara, comporao a 1* brigada que ser com-
mau lada pelo Sr. tenente-cormel Joaquim Caval-
caute de Albuqaerque Bello ; os bataludes de in-
fanlaria da guarda nacional do mesmo munici-
pio 4" e 6' e os de liulia 2* e 9> di mesma arma
comporao a 2' brigada, que lera por comman-
danle o Sr. teneule-coronel Alexandre Augusto
de Fras Villar.
A diviso devora oo inJicalo dia estar pos-
tada em linha no caes 22 do novembro pelas i
horas da lard.', tendo sua direita aproada jnnto
ao arco do Santo Antonio, e a esquerda prolon-
gada^ na direccao do arsenal de guerra
O Sr. lenente-cor.nel commandante da 1" bri-
gada assumir interinamente o comraando da di-
viso at quo s i aprsenle frento dell.t o bri-
gadeiro command inte das armas, e a essa hora
Ihe pas-ar revista e a far conduzir ao llampo
das Princezas, onde lerao lugar as continencia*
e descargas do estylo, para o que os corpos irio
convenientemente mumciado*.
Os Srs. offieiaes da corapanhia de cavallaria
farao parte do estado uuior do commando da di-
viso.
Os commandanles das brigadas escolliero. os
seus empregados d'enlre os o;Hjiaes dos respecti-
vos corpos,
O Sr. delega lo do eirargio mor do exercil i
mandar ura facultativo que se,juntara ao estado
maior do commando da divi-o munido da com
ptenle carteira, afun do acudir a qualquer praca
que tiver precisa) de soecorros m;1icos.
O brigadeiro commandante das armas convida
em nomo da presidencia aos Sis. offlciaes dos
corpos especiaos, do deposito, honorarios-.-e refor-
mados, para coiapirecerem ni palacio d:i pre-
sidencia e assistircm ao cortejo que pelas 5 ho-
ras da larde se tem de lazer cillgie de S. M.
o Imperador.
(Assignado.) Mnnoel da Cunha Waiidtrley
Lins.
Conforme.O major Josa B. -s Sant>t Mar
yiilhav, ajudaiite de ordens encarregado do de
lalhc.
disponalo deste juizo, uio podeudo dest'arte sef
imputada falta alguma- a > capilo Florsmundo,
que na melhor boa fe o tiulia em ea engenho e
iguorava at uto o que baria com rela.o ao
mesmo mulato Jos.
eus guarde a V. S. Ilbn Sr. Dr. Antonio
Francisco Correa de Araujo, ebefe de polica. -O
juiz municipal, Alfredo Affotuo Ferreira.
DTERIOR.
Ho, 9f de ffiMlat del'SM.
PHRASS CAHACTBniSTICAS.
Au la ouipregada a Reforma na expluracao de
pillases que debtlde lenta empre-i.ir signifi-
caeo odiosa.
Esforeo ingeute que caracteriza o valor da op-
posico liberal o a siu:eridade de setia expedi-
entes I
Colbe aqu e all pbrases destacadas, que em
rvgra nao expritoem seno incompl. lamente o peu-
saiaenti que as inspira, ajuuta-inos desleal com-
montano e assiui prepara e motiva as mais eslra-
nhas solueoes I
Se se ir.ita de uiua Mafia provocada por
adversarios em que a illustre maioru, uuvido un
largo debate, allirma por acto a coniiau.a que
Ihe merece o goveruo, o Sr. Cetario Alviat acode
em dizer couio ultima oupreuu x'iienc. i, sera
appidlu p;ssivel : E' Oau voiA(;.\o caratebis-
tica. f
E tanto basta que o tenlia dito o Sr. Cosario
AIvji Ja o parlamento nao , com todos os
defeitos de orgauisacao .que os partidos sao ac-,
vr.les em attribair-llie, o tribunal augusto em
3ue os interesas do paiz seutem-ae representa-
os J a naatuTia nao exprime os seatuaeiitos
perh, traduzram de un modo dislincto essa soli-
dariedade de vistas e sentimenlos de que o gover-
no tira a riza > Je sua justa influencia.
Nao procederan) de ouiro modo ministros que
nao inantin o poder seuo em nome dessa on-
lianca com que o parlamento sabe fazer jusli.a
aos seus elevados mritos de Domen polticos.
O alcance dessa moco nao poda ser disfamado.
O uobre Sr. mini^iro da agricultura linha de-
clarado por sua vez, uo correr do seu ultimo dis-
curso, que o governo uo p idia deixar do ver na
noci do Sr. Silveira Mut as um claro voto de
censura, dbate do qual o governo senlir-se-hia
no indeclinavel deVer de entregar mos mais
experimentadas a geslao dos negocios pblicos.
O mesmo autor di inocao nao Ihe oceultou es^e
alcance
Recuariain os nobres ministros ? I'oderiam fa-
zelo sem qaebia dos priucipios que regeui o svs-
lema parlamentar f
.Nao o podiam fazer; nio o dcviair facer.
(.\iin~tj.J
DIARIO DE PERNiMBXi
Ao mesmo. O Exm. Sr. presidente da pro
nuda manda transmitid1 a V. S. o Ululo junto de
Man .el Vital de Mello, noraeado subdelegad i d
districto de Capoeiras, iloterma do Bonito, de con-
formula le com o su oicio de 16 do eorrente, sob
n. 1,104.
Ao mesma -S. Esc o Sr. presidente da pro-
vincia manda co.nrauaicar a V. S. para os lins
convenionte, que nesta dala autorisou a tnesou-
raria provineial no sentido de ser feito, por inter-
medio do tbesoureiro dessa reparti.o, o adianla
minio de que trata o seu ofllcio do 20 de niaio ul-
t'tno, sob n. 51.
Ao mesmo.-De ordem do Exm. Sr. presi-
dente da pr wncia, comiounico a V. S. que d'a-
manila em dianto a guarda da casa de detenco
pasea a ser dala pelos corpos de 1* linha.
Ao baeharal Loi Concia deQueiroz Barros.
O hx n Sr. presidente da provincia manda ac-
ensar o lecc-biniento do ofllcio de V. S. de 16 do
correle, era que participa ler n'essa data entrado
no gozo da lioenen, que Ihe foi concedida.
Ao promotor publico' de Flores.-Envi a V.
s. a copia junta, que por engao' deixou de acom-
panliar o oflcio de S. Exc, de 4 do eorrente.
Ao commandante do corpo de policia.-De
ordem do Exm. Sr. presidente da provincia, trans-
miti a Y. S. as portaras desia daia designando
os consellios de julgaraento de algumas pravas do
corpo sob o seu commando, de quo trata o seu ofll-
cio u. 340 do 16 do correte, cujos processos de
investigado Ihe devolvo.
3.' secedo.
Offlcio: 7
Ao inspector da tbesouraria provincial. S.
Exc. o Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a \. S. para seu couhecimenlo e lins conve-
nientes que por portara desla dala resolveu, nos
termos do art. ! do regulamento de 30 de abril
deste anno, crear urna collectoria provincial no
municipio de Serinhem.
5.* secciio.
Offlcio :
Ao superintendente da estrada de ferro do Re-
cite ao S. Franr-isco.-O Exm. Sr. presidente da M,
provincia manda declarar a V. S. que expedio as Domingos Jos do Espirito Santo
convenientes ardan s thesourarias geral e pro-''
vmcial, no sentido de serem pagos as despezas
de fue trata o seu officio de hontcm datado.
c Albuquerque.
despachos da presidencia de 3 de setemubo
dr 1873.
Antonio Jorge Guerra.Informe o Sr. inspector
da thesouraria de fazeada.
Coronel Alexandre de Barros
Fornefa-se.
O mesmo. dem.
O mesmo.- dem.
Cactan i Pinto de Veras.Informe o Sr. brigadei-
ro commandante das armas.
Carlos Corruthers. -Satisaca a exigencia da the-
souraria de fazenda.
Candido Maximiauo dos Santos.Informe o Sr.
Dr. chefe de policia.
Compaohia Recife Drainage. Dirija-se the-
souraria provincial.
Joanua Mara de Vasconcelos o Silva A' jun
t.i emancipadora desta capital para alten Jer sup-
piteante.
Jos Gregorio Paes Barrete.-A' junta de eman-
cipaco de escravos dorauaicpio desta capital pa-
ra atlender ao supplicaute.
Joaquim Domiogues da Costa Seja relevado
da multa.
Jos Ca raleante de Albnqueique. -Informe o Sr.
director das obras publicas
Luiz Francisco de Soma.-Informe oSr. inspec-
tor da thesouraria de fazenda.
Manoel do Nascimento da Silva Bastos.lude-
ferido.
Manoel Augusto da Fonceca e Silva.Requeira
ao governo imperial.
Maximiano Lopes Machado. ' Passe portara,
com vencimentos na forma da lei;
Tirapleo Peres de Albuquerque Maranhao. -Re-
queira ao governo imperial.
CouipanEia de idilios urbanos do Recife a Olio,-
l&c|iarti<*ai> da |olc.
!.' seceo. Secretaria da policia de Pornambucu
4 de M-teinliro de 1873.
N. 15-11.Illni. e Exm. Sr.Participo a V. Exc
que, das coinmaaicacoei recebidas boje, sonata
que uraro recolliidis a casa de delencao os indi-
vidaos seguales :
A' ordem do Dr. juiz sab-lituto do 1* dislrioio
criminal, Jos Vicente de Castro, como indiciado
em crme de morte.
A' orJeni do subdelegado do Recife, Rita e Ce-
sario, escravos de Agoslinbo Luz Vieira, a reque-
rimeuto deste.
A' ordem do de Santo Antonio, Maria Laia de
Santa Anua, por olfeasas moral publica.
Por olilcio do 1." do corrate comniunicou-me
o delegado da Escada que ao dia 2i de-agoste ul-
timo, Manoel Paria, morador im engenho Refrige-
rante do 3.' districto daquelle termo, ao passar
por una pingnella que all ha sobre o rio Amara-
gy, cabio no leito deste e desappareceu intenta
neamente, sendo o seu cadver encomiado no dia
seguinle, e que a tal respeito procedeuso com-
petente visloria.
Que no dia 28 do dito mez de agosto, no enge
nho Matapiruma daquelle termo, na occasio em
que o feitor (escravo) e parte da fabrica levanta-
vara uns esteios de urna casa de bagaco, cahiram
duas travs, do que resalido a morte instantnea
do feitor e ferimentos graves de Ires escravos ;
que o respdctivo subdelegado procedeu s compe-
tentes vistorias nos Ires brido, os quaes j esto
salvos do perigo, e deixou de fazer na pesaoa do
que suecumbio, por ler o respectivo senhor man-
dado inhuma-lo, tendo tomado oito testemunhas
para provar que a raorte fra casual.
Seguudo communicou-me o delegado de Goyan-
na por offldo de 2 deste mez, uo dia 31 do refe-
rido mez do agosto, uo lugar -Tanquinuo -da-
quelle termo, Caetano Gomes do Carmo, com urna
cacelada ferio a Joaquim Antonio Gonc,alves, seu-
do preso em flagraute ; procedeu-se ao competen-
te nquerito, o qual leve logo o devido destino.
Era data de hontem communicou-me o subdele-
gado do Becife qus, s tres horas da madrugada
do mesmo dia, os ladrees ponelraram na arma-
zem de fariuha de trigo de Jos Duarte das Neves,
i-ua do Caes do Apollo daquella fregnezia, e
roubaram a quantia de noventa mil res em cobre
que se acbava cm um armario all existente ;
que procedeu visloria e fez recolher priso
e Pedro Vicente
Ferreira, por haver toda a probabilidade de tercio
sido ellos os autores deste crime.
Nesta data communicou-me o subdelegado do
2. dislricto de S. Jos, que boje, pelas 10 horas
da manh, naquelle dislricto, Joaquina Monica
Maria fra casualmente pisada por uns oavallo.-
que para o sitio da Estancia erara conduzidos por
Jos Vieira de Mello, praca de cavallaria de linha,
de que resultou (icar levemente contusa.
Finalmente, a ordem e tranquilhdade publicas
nao soffreram alteradlo.
O que tudo comuiunico a V. Exc, como me
compre.
Deus guarde a V. Bxc.-Illra. e Exm. Sr. com
mendador Heorique Pereira de Lucena, dignissi-
mo presidente da provincia. -O chefe de policia,
Antuuio Franciso Covria de Araujo.
Juizo municipal do termo da Escada, 2 do se-
tembro de 1873. lllra. Sr. Com este fao
apreseutar a V. S. o mulato Jos, que, achando-se
litigando acerca de sua liberdade no termo do
Limoeiro, fra violentamente arrancado do depo-
sito e condolido para eae termo, afm de ser,
vendido, ficto este de que ge oceupou o JonnU do
Recife de 28 do mez prximo passado, e cuja ap-
prehensio me" foi requi.-itada por deprecado do
juiz municipal de Limoeiro. Apresentando, com-
pre-me rogar a V. S. qne a bem do servico mi
birlo digne-se remelle-lo para a melle termo, aura
de ser entregue ao Dr. juiz municipal, e bem, as-
sim o jjfflcio junto, viste como fa!tam-me o metes
de faze-lo chegar ao son destino com a devida se-
guranza.
Era abono da verdade, curnpre-me levar ao]
conhecimento da V. S. que autos de eflectuar-se
a diligencia da appr>hensao do mulato Jos, o ca-
pilio Florismundo Marques Lins. em cujo engenho
achava-se o mesmo mulato, leudo o Jornal)Re-
cife, e sciente do facto, apressou-se em reedher
cadeia publica desu cidade 9 referido mulato
do maior numero! Independencia, digmdade,
amor da patria, lado Uto que os representantes
>:deracSes pesso.ies. dir-se-hiaiu lauidos ds uui
parlamento a r-speito do qual pode ser dictada
pelos toctos aquella curiosa aposlrophe : -E' 1 m \
rufacli caracterstica !
Mas que se IraU Je 11.iu maioria couserva-
dora. Fosse ella de liberaos e, as scecas de
oulr'ora que a historia poltica nao regsUou sem
pezar seriara para o Sr. C Alvim evoliu;es natura-
lissimas do sjalema representativo Eatio a maio-
ria sel. Iu 1 legtimamente ; ella tena vindo, se-
gundo ama porosa do tompo, da victoria das
urnas e marcbaiia desassoo.lirada eutre applau-
sos da iiiullidao reconhocida |vua as nobre con-
|ui-las do futuro.
Currse a rodeas solas o carro da omnipo-
tencia goveaameuUl ; tod.,.. os principios fossem
invenidos ; lodos os esbaiij.inienlo.s utorisados i
su-pealessease as lei aut um caso dado; si-
aiuiasseai-se evoluces como razo de desperdi-
cios ; eahi estara alguma confiara depediatei
minio legtimamente interprete dos interosses na-
cioiiaes Entre o tumulto das palmas sobresahi-
ri.mi as d Xenhuiua phrase por arrogante que fosse, soar-
Ihes-hia mal ; a idade de uoro leria resurgido ;
tudo cauiaharia do melhor modo.
Mas ha Sao os conservadores que dominara
sao el les que realisaui O* rel'oimas j queempre-
hendein grandes melhoraiaeiiio ; que rasgara
novos hoiisontes aclividade social ; que reha-
bilitara o crdito publico ; sob seu doiaiuk) que
a iuslruci;ao publica se de.>envolve, as escolas
multiplicara ->e, Congregara-so asaowadfaa, a mi-
saliva cidad disperta-se. e un generoso mjvi-
mealo traduzir se por actos de irrecusavel elo-
queucia coincide coin o impulso rigoroso do mi-
nisterio 7 de mofeo ; sob seu dominio qae o
telegraplu SuppriUM a distando, a estrada suppri-
me .-. deserto ; os joveus e*eriptore* cmlessa-lo-
liiam?
Estes resultados nSo os sommaai riles. Prefa-
rea lfadigar-se em iaverier o sentido de phrase
iinnisier.aus para d'alii concluir que j nao a
maioria que apoia o governo, mas o governo
que a impi-lle e a \subjuga fee.io dos desejos
do momento.
Delealiamos-aos diaule das phrases que lo
desagradivelmente iiupresioii.uam ao Sr. Fre-
derico Reg 1.
O que linha dito o Sr. presidente do c marino
que podesse tornar se em una aateafi illustre
maioiia ?
Dizer da idea, hoje vencida, que amanh ser
vencedora, exprimir urna bem entendida con-
liauea, uo siaeute no valor da idea, como na
acfo do tempo, que o grande conselheiro de
Uidos os nobres teiitamens
A idea que tem a virtude de irapr silencio s
resistencias, que as pode dominar 6 vencer, por
va de regra urna grande idea.
Essa phrase era digua de um illustre estadista,
sinceramente devotado ao bem de sua patria, que
nio v ua poltica u , feixe de conveniencia do
inomeuto, o resultado de combinices epheraeras,
mas una larga somma de aspiraooes do progres-
so em todos os ramos da activiJado naciinal.
Da linha frrea projectada para o Rio Grande,
d'esse gran le melboraraento a que o gabinete 7
de marco desde j associou o seu nome, tanto se
poder dizer que seria um dia urna idea vencedo-
ra, como ha alguus annos a esta parte o mais
eminente estadista poderia ter dito da telegraphia
transatlntica que, a despjito de todas as resisten-
cas de occasio, ver-se-hia realsada entre ip
plausos do paiz; como antes de 28 de setembro de
18" 1 o mais nobre coracio poderia sera inconve-
niente ter externado a esperanza de que no futuro
nao nasceria um escravo uo solo brasileiro.
Aquella plirase lo pouco envolveu urna ame-
i como a que h Ilustre Sr. Correa de Oliveira
acceutuou da tribuna em urna das ultimas ses-
soes.
Sabemos cumprir, disse o nobre ministro, o
nosso de ver de governo parlamentar.
Quandose eatrauiou que um ministro usasse
esta c-nvendda linguagem ? Nao em Iwnra do
syslema r-pre.-eulativo que o go eruo altlrrae a
sua existencia parlameular, e a declare iuteira-
men e dependente da conanja do parlamento?
(Juera po loria razoadanieule esperar que 111113
opposici i constitucional entrevisso n'aquellas pa-
lavras motivo censura?
.Neai deoulro modo poderia exprirair-se o Sr.
conselheiro Correa de Oliveira peante as circuras-
tanca uue aquella declara^ao motivaram. Tra-
tava-se de volar urna moco que, signifiaado ao
gabinete aiani.'est > dasapprovacio de um acto, en-
volva um irrecusavd voto de censura.
O que dictava a lealdade ao Sr. conselheiro
Correa de Oliveira ? O que ptlia o parlamento
esperar de ura ministro do syslema representativo
seno que aeeilasse em toda a ana cxlenso as
oonsequensias de um aclo de tal nalqreza ?
Nem o Sr. conselheiro Correa de Oliven a levan-
tou urna queso de confianfa ; S. Exc. declarou
em termos bastante expresaos que, sem devar urna
questao de gabinete, o governo saberia obedecer
s naturaes exigencias do syslema representativo
uo momento em que sentase estremecida a con-
flanja do parlamealo.
Os que ouvram o Se. conselh ro Correa da
Oliveira, devem guardar a impressio que ddxaram
as palavras com que nobre mioisro referi-se
essa illustre maioria quo Ihe presta, e a cada
am dos membrr* do gabinete 7 de marco, dedi-
cado apote.
As maufettacdes cora que a maioria acolbeu as
eloqueates. pajavras do IlliMtre Sr. ministro do iu-
RCCII'E, 3 DE SETEMBRO DE 1873
\itticiuo do Mul'du i.iijK-i-io.
Ainaulieceu hontem em nosso porto o vapor
fraacez Y Ule de Rio de Janeiro, trazendo dalas :
do Ro da Praia 21, do Rio de Janeiro 28 e da
lt lina 30 de agoste.
Dos jornaes, qae nos remetleu nosso correspon-
dente da corte, colbemos o que segu :
HKPIBI.ICAS DO PACIFICO.
O telegrapho de Malpara.zo anauuciava nova
revolueo 110 Peni. O pronunciaineiito den-te
em Ayacucho, capitanea !o pelo major Bedoya,
contra o qual j o goverui de Lima liaba feito
marchar tropas. .\aiuella capital manifeslra-se
una crise commercial. que ameacava influir s>-
bre as pracas de Valparaizo e Santiago.
HIO DA PRATA.
Telegramiaas de Buenos-Avies para Monte-
video annanciam all crise ministerial. Dizia-se
que a pasta dos cultos fra oilerecida a Eduardo
Olivera; outros fallavam em Mariano Varella e 0-
nesino Leguizamon, como novos miuislro*. A 20
celebrra-se a nraferancia rainislerial, sobre a iiual
nada respirara.
Uns 300 Indios tnhara invadido o departamento
de S. Luiz. incendiando, saqueando e assassi-
naado.
RIO DS JANEIRO.
A coaimis.-o do senado qae levoo sauccio
iinjterial a reforma da guarda nacin..! compoz'-so
do* Srs. Baro du Bio Grande, Jobim, Marqaex de
Sapncahy, Barros Barrete, Ucha Cavalcaute, Fer-
nandes da Cuaha e Bario da Laguna.
Foram approvados uessajeam ira em .'{'discusso,
para serem dirigidas sauccio imperial, as propo-
sicoea creando collegios eleitoraes.
Proseguia nessa cmara a discassao do pmjecto
sobre o Banco do Brasil, ao qual foi offerocid ) o
tgointe additivo:
Fica o governo aotorisado a permiltir o ga-
rantir a emiss.io de letras hypolliecarias pelos bao-
l^os di Baha, IVrnambaco t Maranhao, e pelos
que te organisarem em S. Paulo, .Maas-Geraes e
Bio Grande do Sul, ale o valor de O.OMJ.OOOiOOO
para cada urna das provincias, com as condicoei
segoinles:
i I.* Os emprestnos lavoora serio feito a
|Uro de 0/0 para menos.
S 2-' A amorlisav) ser de S 0/0 no mximo.
S 3. As letras hypothecai- eau'ilid is por
apielles bancos serlo recebidas era pagamento
oa estacoes publicas da respectiva provincia.-
Silceii'i da Molla.
- A cmara iris deputados, no dia 2G. Dado o
expediente, e leudo preced te ura reqiieriraenlo le
preferencia,jipprovoii era unu nica discusso o
projecio n. 3i'i! deste anno, que concede a pentao
de ISOiOOO ineusaes a D. Josepliina Leyraud de
Oliveira Bueno, viuva do coronel honorario Jos
do Oliveira Bueno e a seus filiios menores, e a de
21 000 ineusaes a D. Guillierraina Maria da Qofl-
ceico Rota, viuva do lente de iafanlaria Carlos
Ignacio da llosa com diversas emendas. Depois
coutinuou a : discussao do projeclo 11. 22. de
1871, que concede aos alumnos da escola de phar-
macia d 1 provincia de Mnas-Geraes as mesmas
vaalagens de que g izam orde pharmacia da fa-
culdade de ni -dicina da corte, depois de orarera
os Srs. Luiz Carlos e Duque-Estrada Teixeira, II-
cando a discussao adiada. Passando 2a parte da
ordem do dia, ocenpou-se com a continuaco da
1* discussao do projeCto relativo ao arr.izamento
dos morros d. Caitelio e Santo Antonio, a qual fi-
erra ^encerrada, depois Je orar o >r. Pinheiro Gui-
mares. Por ultimo discutio o projecto que con-
cede favores empreza que for organisada por
Araerico de Castro para edificac,ao de abilacSes
denominadas evonias, que ficou adiado depois de
orar o Sr. Duque-Estrada Teixeira.
__ No dia 26 essa cmara apnrovou, em 1* dis-
cussao, o projeclo quo providencia acerca do arra-
samento dos morros do Castello e Santo Antonio, e
diversas emendas do senado a varias proporres
da cmara, a pedido de preferencia do Sr. Joo
Mondes. Depois tratyu, em 3" discus o, do pro-
jecto que faz algumas concessSes escola de phar-
macia da provincia de Minas, oraram os Srs. Pi-
nheiro Guinaies, Marlinho Campos, Teixeira da
Rocha, Ignacio Martins e Carlos Pcixoto, ficando a
discussao encerrada. Por ultimo oceupouse com
a i' discussao do projecto, que concede urna sub-
venco corap.nhia de navega .-ao a vapor Paulis-
ta, ao qual foi approvado o seguinle additivo :
O governo convencionar com a corapanhia
de vapores entre o Rio de Janeiro e Montevideo a
escala pelo porto de Santos. Juo Menes Ora-
ram os Srs. Eufrazio Correa e Joao Mendos, ficando
a discussao adiada.
Por decretos de 21 de agosto :
Foi comeado e bacliarel Francisco Jos de S011-
za Xogueira. uiz de dreito da comarca da Posse,
na provincia de Goyaz.
Foram concedidas:
As honras de desembargador ao juiz de dreito
Francisco de Assis Oliveira Maciol.
A demisso que pedio de juiz municipal e de
orphos do lermo do Grato, na provinaia do Cea-
r ao bacliarel Prxedes Theodul da Silva.
Foram nomeados juizes muuicipaes e de or-
phos :
Bacharel Benjamn Soares de Aievedo, do termo
de Xiririca, em S. Paulo;
Bach.iiel Candido Cezar de S>uza Lcao, do ter-
mo de Coruinh era Watt >-Grosso ;
Bacharel Antonio Gongalves de Almeida, do
termo de Villa Maria, na mesma provincia;
Bacharel Joaquim Lopes de Alcntara Bilhar, do
termo do Grato, no Cear.
Foaara nomeados para a guarda nacional: "
Marcionillo da Silveira Lins, coronel comman-
dante superior dos municipios de Santo Ant e
Escada, em Peroambuco.
O capitio Norberto de Castro e Silva, tsente-
coronel commandante do bataluao de infantaria do
Pian h y.
O tenente Gustavo Barbosa de Carvalho, teen-
te-co/ond commandante do batalhao de infantaria
n. 21, do Maranhio.
Foram reformados, a pedido :
Baro de tilinga, commandante superior dos
municipios de Santo Antio e Escada, era Pernara-
buco, do mesmo posto.-
Francisco Antonio de Barros e Silva, coronel
honorario, commandante do batalhao de infantaria
n. 2. de Pernainbuco, na efestividade diquelte
posto, com as honras do lugar de commandante
superior.
Francisco Antonio Counho, capito do bata-
lhao de infantaria u. 20 das Alagoas, no posto de
major.
Joo Manoel Gomes Tinoco, major ajudante de
orden* do ro.nmando superior do municipio de
S. Bento, no Maranhao, no posto de leuente-co-
ronrl.
Foi conceJido a Manoel Antonio Alvares de Bri-
to, alferes reformado da guarda nacional de Per-
iiambuco, inellioranieato de reforma no poste de
lenlo,
Por decrete de 2o de agesto, foi exonerado,
a seu pedido, Pedro Goiiealves Coibo, do lugar de
secretario da iuspec. o do arst nal de marinha de
Matio-Grosso, e foi noincado para o subsutuir Jos
Jacintho de Carvalho.
Foi remedido seeco de jnstica do canseliio
de oslado, sendo relator o viscoade de Jaguary, a
petico de graca do reo Luiz Gonzaga, condemna-
do pena aliiu.a pelo jury no termo de Itabaiana,
era Sergipe.
Falleceu, no da 26 de agosto, no paco da
eidade, onde resida ha longos annos, Fr. Antonio
de Nossa Seobor da S ette, natural de Portugal,
cora 106 annos de idado.
O vapor inglez Magellan, da linha do Pacifi-
co, era esperado, na corle, de Callio, no dia 5 do
correle,
O vapor brasileiro L'aior, chegmi corte
no dia 27.
Eis as noticias couimerciaes da ultima dala :
Montevideo, O de agosto. -.Nada se fez lude.
Ha tocadoras sobra Londrc a 51 % d. e sobre
Franca a frs. . e ira. 5.13.
Estn carregan lo .12,700 5' de carne para o
Brasil nove navios.
Santos, 26 deagoslo. -Venderam se 800 sac-
os de caf aos preces anteriores. A existencia
de 3,000 saceos.
Pouco algodo se tem vendido. Ha m ser
W.0O0 lardos.
Bio de Janeiro, 27 de agosto. O mercado de
caiiib'o esleve boj-, durante as horas (|, proca,
menos firme do que humera, sondo reduzida a la-
xa do papel Doearte de 26 d. a 23 7/8. O panel
da praca foi negociado a 26, 26 % e 26 ) d. as
ultinas horas, porm, o mercado apresentou me-
lhor aspecto, e fechou na mesma pusiro em que
se acbava ultima hora de hontem.
Sobre Franga passaram se soinmas menos quo
regulares a 34 rs. o fr.
Nada se fez era soberanos.
As apoHce geraes de 6 %, depois de longo
periodo de e-lagnaco, parecem animar. Desen-
volvetise procura regular de 1:0471 a l:!48i
diaheiro cada urna.
A altendega rendeo de 1 a 27 de agosto....
3,01i:7I5'.l67.
BUHA.
bemol no C 1 reio :
'< A misso que foram hontem (29j ourir na_ca-
pelia do Senhor do Bomfi.-n, oa oflicaes e as pracas
do batalhao de 16 de iafanlaria de linha, actual-
mente nesla capital, segundo j noticiamos, esleve
ura aclo imponente e magestoso.
Todo o bal illio, precedido da msica do cor-
po, e da de pulido, marchon do quarlel do Forte
Je S. Pedro, s 6 hora; da manh, chegando 00
Bomflm pouco mais ou menjs urna hora de-
pois.
Celebrou-se eato a misto, e durante a eer -
monia as duas msicas exeeiiiaraai escolladas o di-
versas peco do seu repertorio.
^Finlo o acto, o bataUlao desfilando |ior diver-
sas roas recolhen se ao qaortd.
Espectculo aoberbo foi, por ecrlo, aqueile, em
que -borneas afleitos s a ujzos da guerra, vierain
junt o aos altares do Deus di paz, cumprir o vol,
que Ihe t'oham feito no momento cm que a roerte
Mies esvoocova sobre a cobeco.
Bspectacolo, quo despertoa grate emocoes,
foi por certo, aqueile, era i|ue reverentes inclina-
rama frente, diante da iraigera de Deus dos exor-
dios, aquellos bravos, que nunca leraerara valen-
les exercitos.
O sent.nenio religioso de que deu lo solemne
prova o batal 100 16, nooro-o bastante ; e digno
de sinceros louvores, quaes os quo ueste moRien-
to lita rendemos.
Despaciiarani-s-e para o Rio de Janeiro, hon-
tem, 29 do eorrente. 27 escravos, pelo que arreca-
dou a mesa de rendas provinciaes 5:i00 na ra-
z;io de 200 cada um, pelo respectivo imposto.
A corveta Vital de Oliveira, que luiha arriba-
do oa agua aborta, segiio autehontem para a
corle, por nio poder fazer aqu os reparos de que
necessita.
Ficam, portante, interrumpidos os trabalhos de
s'iidagenpara iraraerso do cabo submarino da
cuja commisso S'j acbava ella incumbida.
A alfandega rendeu do 1 a 29 de agoste...
66i:38723.
O cambio regulava sobre Londres 26 J d.
particular.
r*
REVISTA DIARIA.
ColltHitorias provinciaes.Por porta-
ra da presidencia da provincia, de 3 do eorrente
foram nomeados Podra Alxaodrino Corrda de
Mello e Demetrio Jos Pinto, para cobradores esle
do uiunicipio de Nazareth e aqueile para o de Li-
moeiro.
Benco) da pera. ,vi) realisar-se na
segunda-feira (8 do eorrente) o assentaraento da
pruneira podra do novo edificio para hospicio de
alienaliis, na propriedide Sant'Anna, na estrada
de Apipucos, pertencente ao Sr. Dr. Jnaqotm Fian-.
cisco de Miranda, a .pial est sendo desapropriada.
para o fim qae se destina.
A solemne ceremonia ter comeco s 3 horas da.
tarde do dia 8, pela lien.o da pedra, celebrada-
pelo Rvm. parodio da freguezia do P050 da Panel-
la, da qual faz Darte a propriedade Sant'Anna, sen-
do ella em seguida conduzida pelos Srs presiden-
tes do tribunal Oa rol ico. dn tribunal do commer-
cio, da assembla provincial, da amara municipal
e da directora da Atsodaeo Ciinraercal Benefi-
ceatc, c do priSvedor da Santa Casa de Misoricor-
dia, para o respectivo local, formando alas aos la-
dos os paranyinphos escollados, e compondo o
prestito o Exm. Sr. 00 nmen.hdor presidente d%
provincia, as autoridades dvis e militares, os cou-
vi.lados e as pessoas do povo que comparece-
rera.
Terminada a colloca.ao da podra, comocar o
leilo das prendas offererjdaa em benefido das-
obras desse a-stabelecme'nlo.
O local designado a-, ar-se-ha preparado coin.
gosto e elegancia, prr(pros de urna festa eompes-
" E,m emhandeirados e c.a oreadas de folliagera, (orara
construidos tres b arracoes, sendo o do centro des-
uado ao.altar p.ara a benco da pedia o os lata-
raes para o leilo de beneficencia.
O 9. batallo do infantera de linba, que fox
nesse da pe,a roanh um passeia miurao logar
ia festa, ocupar durante a Urde e aoute am pit-
lonisco campamento formado por carimancboes
ircula-.ndo toda a rea.
^ noute a rea e os barracos tero illumraa-
^'n a gaz, tocando timultaneamento sai banda
Vj Bm'ica militar.

i-r.



r*r
1


'
m
U i o
f)^jr;|jte Phiarabuco gaxty feira 5 de Seteinbro de 1873.
19 expedir, dnranio larde e nnul. WW -t ^Mo/VtM^ft^viiR^o nl^W- Ti
ordinarios tanto'di* fiM como de.volla, uar^foij' Jv^.....
daiir aquella? poadajcqfic de-jurem asistir a so- IWodon.lo-se a
iemnidade.
faratiyinaluM.- \>m substituir nos Sr>
BarSb de S. BraY^Iitrao de iuararape, dispen-
aaios de scrvirem de paranymphos da primara
pedra do miro edRci
o primeiro por docn
foram escolhidos
da Silveira e \ViHi
Santa Cas ^
do sido dispcnsadcadjll
Faria, de servir, i
hospicio de aliena
para esse ser^o o1
de Si Lcitao.A Y]
Tlcsra|Hro sniajiwrin
O vapor Hooper segnio ailiF-honte
Liverpool, alim de receber a seceso do cabo que
deve ligar Poruamburo com o Hio do Janeiro.-
Minisloi'id lo imperio.A' presiden ia
ospiriq/e aUenadoi
ndo A Cb'Holai Velldso
\es.
ie-ordlte.aTni-
iel de Figdeira
nta maj, de nvirdom i ti >
di' Olinda, f i desijsnaiI o
mardorno Jos Franci\i
ro -
.'icou, pois, ad
Tira par* Iwrrfda larde."
ajusto, o segrate avio
lllai. e Exm. Sr. -Declaro a V. Exc. e.n so
lacio do sen o.Tlco n. 33 bis, de 15 de margo ul
timo.qiM.toaaoeci spprova^lo t\ acto pelo qual V.
Exc. rmolvou annu.Iar as duas cleicdes proceuias
era6 de ontubro do anuo pascado, para voceado-
re* e Juizes de pax ua fregiiaua do Sr. Boro lesus
dos Alictos da villa de S. Bento, nica que eons
titue o respectivo mmieipi >, sendo ama na mi-
tri ymli a prr.ii loria, do Irjuiz de p",q nutra
na ea*3~.v canuta municipal presidida peto V.
i. |.jlif~Ww'".acta AIaiiiiade* cusanles da; actase mais doeiifll>n-
los que acompanharan o referida oficio :
I." Nao ronoii plena ibruie ilnfante o pre-
cedo da, eleic/io da nutriz, sendo e-le templo cer
eiilj por numerosa, (brea armada, capitaneada |iolu
delegado de puliera, a pretexto de evita? c 'ritllio
prowveis, o rejada a entrla no niesmo le nplo a
ranic numero de eleitores, supplentes e cidadaos
qualifcads. .
2' Sao se lavrou, nossa mesma eteciio, a acta
especial da chamada, mas u.na nica das tres
-chamad :s, na qual nao se mencin un tulas as >c
curn-neias notaves, ileixando pairar d'ivilas lie!
exeeueao das formalidades legies no curref flests
trbala .s.
3.' Foi ex!ivia:iieii:e precipita lo, na e!>i .-io da
casa la canina, o prcss da apuraran dasco lu-
la*, de oii le se miera que es!a; na- i'nRim bertaa,
examinadas e apuradas uina por umi nos tennis
da 1 i; seas-im te procedase era nub-riaimoiite
impo-sivel que, aloui .1; nutr* rJs,se apurassem
e:ii u n nidia (3 d o.itubn), 953 ceiulis para
verea 1 ir w e oilu'as UuUs para uizes de paz
a C/i no-e pirtain, ipio se nnce-li nova elei-
ci> na ae:ii*io'ia la frogueiia, devtnd i V Exe.es-
rlin Exc. Jai iTfrejtiC-jrrfnile Qlireiva.*
Asjl; le alienados.>!ais olTerias, co
mu dos oitlcii-s aUaixo. EiigenhoTapaeuri, 21 de
tgMU Te |f*::i.
Illm. e ICxin. !;. cninmendador llenriquc Perei
ra de Lu-ca. Toahn a honra de aecusar rece-
bid.t a presada rarta de V. Exc, e na rospusta
mu civilCMdo, itirtti na prsenle a quantia d
10 M. i .pial V. Ksc. lera i liomlade de applicar
ao a*>o de alonados, de que fiz V. Exc. mencilo
ni si.i lionrosa e estimavcl caria, a qual por
wia forma tlr.i respoutiida.
S i;i r i ii milito respeito, estima e onsiJcracSo.
De V. Bxc, atienK, ropeitador e criado. Lino
Fer.ir.t di ,Sm'"(.
Silnat li iiriisile.icia de Pernanboo, 2 Je
fitepbro de 1873.
Il'n. Sr Lin Ferreira da Silva. Acenso rere-
b: a ea.-tr. de V. S., ile l3do mez liud i, n':n'I
tea.lo a quantia le lillj com appl caciio ai obras
do .i>yio dos iHieaad s.
En' resp-jrta toiiho a Jizcr a V. S. que agr
de>;> e.-te donativo e o Umvo por esta prova do
*ey nairiotisnio i |ili.if!ropia. De V. S. ahenlo,
KHi'pdor, e criado. Btiyique t'errira d- Lcrn
III n. e Exm. SL cqiiuneudador Henri |Uo I'erei-
_ra de Lncena.Eu'i l-pista car'.a ipie v'. Ese.
me dirigi ein do mz de Janeiro, renivlli a V.
Exc. a quantia de -<)0J. iara as obras do asylo
de alienados, que V. Exc. pretende mandar cons-
truir.
Sinto que para lira t = grandioso nao estoja eu
habilitado a cunconvr cm quantia niais avul-
tada. ... +
Te iho a honra de a-signar me com subida cou
ricracio. De V Exc. alentele criarfoJos Cae-
lao de Mbvqwque.
KngenJio S." Bartholonicn, 27 de agosto de 1873.
Gabuieie da prcsilencia de Pernambuco, 3 de
seteuibi o de 873.
Illin. r. capilaQ Jos Caelano de Al' uquerqr.e.
Acenso receida a carta deV S., de 27 do mez
.lindo, re/neltendii a quantia de Oi para as obras
do.as l.ide alionados.
Agradeendo a V. S. ele valioso concurso para
a rralisuc.io de uina idea lao neritoria, olouvo
pefrs sent nenios de patriotismo e raridade, que o
deti-rmiuaram a presta lo. De V. >. atiento, ve-
ueralor crrifidoHenriqe Perena de Lucerna.
Illia. e Ex:n. Sr. comin-ndador ll'urique Fe-
reini de Luneua. Engenho J.udim, 2 de setcm-
bro de 1871.
Ponlio a .lis.iosir.io da V. Exc. eem mil ris
para sere:n anjirad >s ao hospicio de alienados,
Jne mb a poderosa iniciativa de V. Exc. tem
e s.-'r entrevo lempo urna realidade.
Sinto phi'iiti.lainmtede momento nao dispor de
maior .fiunlia a favor de lao philantropica ins
tiluicao.
D appeilo que e aproveito a dpjJortOnfSi'l 1 para o'ff Teeer a
V. Ese. o me i pe pleno presumo, e para mani-
festar! -.a a seg ir.rivi da enioia e considerado
Com qne son de V. Esc. nmito attencioso, vene-
rador e criado. Joaquifa de S Civakanlc de
Ab'U]aeiq'>e.
Gabinete da presidencia de Pernambuco, ein
3 de setembro de lft?3. -Irlm. Sr. major lit-
fnlu de^ Cavalcante de Alhuqueripto Teaho
presente a rtarta de V. S. de bontem dh-inla,
qual ac'impaiihon a quantia de cem mi! is
para 9r anpleala As obras do asyro de alienados.
Lo&vandi a V. S. pir este acto, que dnotS
sentunentos de patriotismo e de caridade, agrideeo
o anxro que presta reUsajto de nmi idea
to humanitaria. De V. 3. inuito attencioso, m-
nerador e criado.HenriQHe Peretra ie Lneena.
S:sprr-nr frllineittl de Justina.-Na
aessao de :7 de agosto, nente tribunal, foi negada
a reista crime n. 2,138, da pmvineia do Mra-
nhao, entre partos recrreme Domingas W*ria 4o
Concptrae recorrido IrfMtrenco Terwra de Mi-
randa.
Foi tambe negada a revira civel, da provincia
de HertMmbtie, eatrt partes recrreme, a eaixa
filial d i Banco do lira-I e re?orr.do Joaquim Sal-
vador Pesnoa de Siqtteira Gavdcarte.'
Furam disiribuidas as revistas : de Peraamau-
recorrida a jiwtiga, ao S'r. Bartr sa ; e do Sfara-
hio, recurrente Alfredo Gandido Reis e recorrida
Maria GerLru.de BastosMachado, ao Sr. Villares.
Vapor ParaE' este vapor que dove fazer
o servia piHial eotre o Rio de laneiro e Para,
palas escallas, na primeira qnirtena do correte
jnez. Devia sabir di cine no da t*
Lotnrin do Rio d* laneiro. Pelo va-
|K>r fmncez Ki7fe de Rio de ane.no veio a lista da
ItB.-' /.aria concedida era beoefle.io do.Monte-Pi
te ein i7.Je agosto : Eis o seu resum:
n. mi. w.om
N: 4608. HHOW$
N. 4851. i-.mt
m *I7. 2:00-'d
N. I3I 48:11-4:0 O eada aro.
Xk 21S, W23, 5601, e 58*7 -300,1 cada na
Xa. 38, 2*8, 4fi6, 15, 331, 4586, 4732,
4-782, iifto, 3726 -2005 end a.
5* 23, i.|7 Mi, 108V, UrO, 1689, 1787, 30,
2*46, 274, Hm, 3314. 3469, 3559, 3649, 39S",
-40l,44ie, 45I, j0i8--10l*eada um.
400W) i anda u.-*'*- 37, 11, 199, 364, 431,
3<5, 677, 761,-926, 918, W63, 1321, RO, *4JJ,
mi, 1471, 1631, 1730, 1917, 1938, 1976, 2>2fl,
tm, 1384, 2*681 540, 2018, 3789, 283, 3113,
3Wi, 373, 333:', 3583, 37H, 3784, 4016, 4107,
i20ti, 42-3, 4253. 4274, 4313, 4416, 580i 459',
W61 4581, 47.il, 3036, 5>.'82, 6164, 5*87, 3.322,
5384 3306,16S10; 5319, 3&&7, 5743.
sortei.i.di ses ve-se o seguinlo resultado: para presilcnre, o srf
hidoTo osta ; para- promotor, o Sr. Siqueira
IdelM)*'' itlvIfrC ; que versando
valcante;para advogaio, o Sr. David Madoira; .sobre, taro iwproci entre el les queixosod
para escrivao, o Sr. Mathias Silva. e a companhia, a ambos asista o direito de
^uvo Paihcon.Na quarta-feira (3) reu-lbein >eia
ni i se osta sociedad?, sob a'jMwWeneJiTHar AmtfKentisse T
ricq do Cawalho, com assistonela di Srs. ThoinMkva n s
Oia*es, AmeriC" do Carvallw, Seaba Jnior, ll*Be desp d
go Barros Jnior, Esperidiao Filho, Bernardo de
iemlon{a, Porto, Juventino, Hygiito Mello e Jos*
Salgado.
.Vao havendo numero legal para abrir-so a ses.
sao, Sr. presidente deelarau que.de actordo com
os estatutos, a sociedade nao poda faqecinnar.
ia'Ja a ses-ao para ainanlii s 4
A ordem do dia ser a mesma marcada na ulti-
ma sessao.
Club dos II tejareis
a maicaua na ui
ejv fl|rc]&.
Vimeiro de Si in
lo corroa
IVrnamhuco fii dirigido, a 23 de Amanli luver sesslo, ra Primeiro llenaren
ir it.
Pavsiiuiciito. Falleceu na cidado do Por-
lo, en Portugal, anudo eslava em tratamenlo, o
negociante dii na Primeiro de Marco, Vaaocl Da*
Xiv;er, vieiinia deuma congeslao eereonR.
I#rrt-Ja de Xussa Siiiir* d:, Pe;
nii.i.-O Rvm. Sr. prefutj desto nospicro boj piI-
via (.seguinlo : .
Em vista da carencia de recursos pira o pro-
euiiiMito das obras da reja de Nossa S-'iihora
da Penha, appellmos para puldie-i JosBprovTn".
ia, alioi do que por mcio de olTerlas pode eiin-iitiiir un bazar o oi'umisar uulnilai n
jo producto ser valioso auxilio para a cqptiriu-
C4o das referidas obras.
Pon esse leilao ni ueaans o dia 7 d
te, dia da fe-ta da vu!io,ia da Peala
Ivn vista, porm. de -er esse dia de fesfa ua-
ciiuial, e a populacio so querer entregar ao rao-
sijo patritico, ro-olvomos transferir o leilao para
o dia 14 do crrente.
indi pedimos lo la a oadjuva;io e auxilio
para aeonsneiicodo nsso sgralo e.iipo.i'i i; o,
aproveitindo a occa>io, roganvis a .s li is que c m
corram .e>tividadede Xhs.i Senlira ;U l' .m..
qoe le.ra lugar na igreja, no da 7 do e >rroi.'.e, c' n-
sislindo em uina inifsa e TV-&', c im m;i.-ie.i o
S'irmao, entrando a mifsa as lOlviris b nna da
nanita e o Te De un a tar lo as 5 horas e niea.
0 Exm. e Rvm. Sr. hispo dioce-ait) digna se
de vii- rezar a l' njissa s 7 boma a inbi da ina-
ni'.'i. ni qual distribuir a sagradaconim.tnhlo ros
Qois.1
Ulilidadc publica.-Deve hoje repisar-
se a Setena de a-sembla geral dos acMni>tas Da
c mpaallia de segures Utilidad* n^Uca, para u
li il de eleger a ComlmNaaO de ennl.is.
Arrematares proviueiaes Perante
a junta di thesoiiraria provincial yo praa :
No da II do eorrento, os reparos deque pre
i-a i ponte s >bre o rio Goyanm, ar()4arcm
':I26';(M( deveado o conlralanto or.neiar as
obras no praze de vinto dias e lennina-las no de
qualro mezes.
No dia 18 do crrente, o fornecimentr de aji-
nan t(
seglio
ein^>i
nlias (
Afluyas
ulias que so Ihc preslaram.
ja p
la de lodo, pois' alguna
hiivintn de
leao m rri-l. Esta rsparli-j
ein, no mez ib agona, arrteadou 8.22567(0,seB-,
seiHrt. .
Ortas..........
M*ma AMfeoMurks......
I.,.......MM ;'t'.rt*6S0
aMMlemi>v-Ttve liuar houu'm a
.?do Jury dMa omedn, produzindo a 1C"
eusaeao o Sr. Alfredo Alwis M'^theus e a defezax0
Jr. Augusto Fredorico Sicrieira Cavalcante. ,
iiR-nta.'.io e dietas ai presos pobres da casa de
deteheao.
G-.ibiactc I'oi-lu;;us-/. de I.eitura.
No dia 8 do corrent'' Segunda-feira).deve reunir-
so a ascmida goral dos tnci is do Gabinete Por-
luguez de Loilura, pira p:oceder eleie-io do c0
seibo director e da commissao de coalas para o
auno de 1874.
l*a:trfi>:'ia de fazr-n.Ia de Pernaiu
bueo. N. sta cstaeit i pagam Sfi boje as segun-
les foi has :
Empreg.id >s do reeens amento.
I'racas ile prei reforma las.
Arsenal de Marinha e companhia de aprondizes
inarinlieiros.
Tulls os iiineeionarios que "deisarem de
ce.'eher hijo s poJero fazo-lo m 8. dia em
di m'e.
Con^resso I.literario. H >ncm Imave
sesso ordinaria desia sociedade, presidida peto
Sr. Vicira da Silva.
E" lida c approvada a aeta da sessao anterior
Nao se aehanJo prsenle o Sr. Peieira de Car-
valu, deixase de passar I." parle da ordem
do lia.
JiUnriilo-so na 2." parto da ordem do du, o Sr.
Beuevides desenvolve a Ibes' : Pode so admiltir
a propriedade Iliteraria e no caso aflinnalivo deve
ella ser perpetua ? Tomam parto iu diseussio os
Srs.: Moreira Al ves, Roe e. Silvaj Curea de
Araujrr; Vieira da Silva, H. Martins e Odilon da
Cunha.
o sortead >s os Srs. Gyarian V. e O. di Ca-
nlia. 0 I1 esci'lhe a llieso :i-evese ou oao
abolir a pea de unirte ? e o 2. a seguinlo : I-a-
bel de Inglaterra influio ou nao Bji destinos de.
Maria Sluart f
Achando-se a hora muilo adiautala, o Sr. pre-
sident levanta a sessao, depois de designada a or-
dem da vindoura.
Instituto Areiicolojtico e Geoj|rir
pliico Pcrnambueane. Reuni se hon
ten c lnsiituto Archeologies sob a prudencia >i^
Exm. C'inseliieiro monsenhor Muniz Tavares e
com assistencia dos Srs. Drs Soaies randio, Bap-
lista Regueira, AfTons) de Albuquerque e o ^r-.
lente coronel Fras Villas, Torres ilaBdeira, un
jures e.i.diecira, Salvador Heurique e .'jrurgiio
Ferreira de Alineida.
E' lida e approvada a acta da antecedente.
Nao se acbando presente o Sr. secretario per-
petuo, o Sr. 2. secretario depois de justificar a
sua ausencia pedido do niesmo sean vr, o substj-
tnio e d:i cunta do seguinte expediente :
Uai cilicio da companhia de Bebente oflrtando
ao Imtiluto dous exemplares dos relatnos lides
perante a assenibla geral dos accionislas. em 22
de agosto do anno lindo e 10 de jitnho uliimo.
Inteirado, rendo recebida a off ra com agrado
Outro do capito de fragata Stepple la Silva,
cominunicando que por docnto deixava de compa-
[recer presente sessao. Inteirado.
Outre do Sr. caprtao Tiburcio UyJario da Silva
Tavares, aceitando e ngradecendo a sua elei^o
de socio correspondente.Inteirado.
O niesino Sr. 2secrelario menciona as segua-
los olTerlas:
Varios nmeros do "biario de Pernambuco pelo
com ocio Dr. Figueira.
Urna brochara impressa cabiendo a Mvtoriu
npmentaia Academia T,eal de Silencias de Lis
bi sobre o verdmleiro nnrte de I. P, Vi-'ra por
seu socio efTectiVo Rodrigo Jos de Lima Flnez e
otfertada pelo Sr. major Salvador Hnrique.
Outro contendoos regjmentos luteYnos das es-
colas de instruec prinviria e secundaria com os
programlas no ensino publico na provincia de
ilinas-Geraes, offertado pelo Sr. Dr. Joio Joaquim
Foncecade Albequerje.
Hous exemiilarcs dos relatorios da companhia
de Bebenbe e 22 de ag.sto de 1874 c 10 de jvi-
nJio do corrrite anno, offertados pelo Sr. Tir. ri-
taaga.
Estas offertas sao receidas cam agrado c man-
dato-se archivar.
Vem meisa o 3eg;iint"e raquerlment? :
Requelro que -se encirreeoe a Comrn1s;ao de
tra/jaltios histricas e archeoiogicos" de dar pare-
cerbre a memoria apresentada pelo Sr. Rodrigo
Jos de LimFelnez academia real de Ciencias
de Lisboa e na Vieira.
Sala das sessoes do instituto, 4 de CtentbrD de
1871. -Seares Brando.
E' approvado, e rernettido a comm?3ao referi-
da para a tomar na devida considerarlo.
O *r. Mr. Affonso de Albuanerque manila a
mesa uina proposta, consignando a idea de se an-
nullar a ultima eleico.
O instituto tomou couheeiiaento da refer Ja pro-
posta.
O Sr. Dr. Baptista Regaelra, obleado apalarra
ascienda ao idstltuto do'de est escre-vead
ama obra sob o -titul Dtcciwirto bigrnphict per-
nambucano e em seguida Je a< biagraphi.as de *n-
touio Peregrino Maril Mon'leiro, Antonio Gomes
' Pacbeco, AIaro Teixeira de Maeed^, BemcrTCCi-
xeira Pinto e Fr. Carlos de S Jos e SoU,
Por estar a hora adiaotada o mesmt) Si-. Dr, flp-
lista Regoeira enlerrompe a leituia de-s^q irana-.
Jho, promettendo continuar opportanamsttt,
Q S'r. pf-esicwme Uirlge-ihe ayattias paladas de
aaradecimeuto e aendo o Aesmd senlior comri-
uwatado pelos socios preSerit.
E* lido e apaTovado um parecer da commUe
de aifausso de socios e eui seguida, eleilo s"i15ij
copresjwndente o Dr. Gaspar'qe Mezes T^sc^f-
l^rr CnrtW te Potninhueo, -,
Uputeai pela madrugada, (luaqdfl^via cemear
iOs
xve^ d
de algu
nan f>
deaciou;
f:
aquellos que se
susteniaf,
se das rofte-
eomkcei
todo* 5&
pir
s
o
m, outr#
qieJS nula.
'"^*Df Bastos & Vhneida, solicitando o registro da
nomea^o inclusa de seu caixeiro. -Registro-se a
nomeaclo apreseulada pelo supplicantes, que nao
a a-allegada ayrronalMade daeeu ca-
< dei
acar &
aco de se
ia Pessna.
upplieanles
lidade dase
ino tlli.najC'
iltida a
e ler-*e ao re-'
i^aaraa-lifMs
tea e sellada
^provatam a al-
ealxetei.
a Silv^, apreacntando
egislrO tibia prbruravao
ie.irfi*io pifc
ulo Jos
do PanUa-fcnm, aa^s'Vo + na-Ucieriie e maduu convidar o 2." a vir prestar ju
outrajirocuraeao de Pau|o Js Gomes.-Sim.
uee
mn
Ui cidSTft ffoTiiftrj.'aprPTnlanao re
oorrente.
Leu-so o seguinte
KXPEDIKNTE ".
Officio do Exip, presidente, de 21 do corrente,
dando sciencia caoiaraque a companhia de Rc-
benbo havia eilo desapparecer o joco de insalu-
bridade existebte na ra de Vidal de Xegreiros,
confirme snliritou a cmara tm officio de 23 do
passado. lnteirada.
Outro do 3. juiz de paz do 3.* districhi de Mu-
ribera, communirand > cmara que, por ter fal-
lecido o !.*piz de-piz Alexandro Jos de Bar-
ios, e nao ler prestado juramento o 2.', havia as-
sumido o respectivo exereicioA cmara flcou-
guMuS no mi
companhia,
Alio dp evitar nualquer coutlicio. o Sr. Dr.
thUf Wf-.H* PW-WeftWh" o seiitMi d t
qtw, aso- -petorepna>iao-enMri os otUlulo >ubea ejo re-
egiM-*
otHH^iUo.^trtftaataui Jka -. cimh ^ istrt^oppot duvida^a secretaria. Junta esta
midM. M c&eLtX friera ^m|UW(Ma */t
r-
SCJ1S
paujija, at^aujMrniiiJere-^ardor, liellico de i
canaialasIvTjc'l'dos d qu5 o> arrfeaodT*"
i'" altamente s.-nr iravej este procedimento dos
lLi'em chegar a esse passi extremo, Jevad.* por
tal ou q uil infei^ss oii conveniencia au deve:H;
ii ni y i Ion qopT. qde os mtjro, naturalmente
em e.ircu'ii-t.i':as'd'Versas, oU "-ncarnlo'de m-
do diuereute o novo e"gufame(ffp ta c^mpnlhil
,s aconqianitf.ii a todo o transe
1>:i de aprey: s Sr, tencuU coro-
nel fusui l'weira je Ktfias, ftr neietario di sitio
onfinante com o lo ?r. Dr Araii/a, oilflc Vai ser
assttntiBla a-piliiidn p.'itra pma o inwn-edifrw
hospicio de alintirtos. OonccJc.pjteagem gratuita,
ua tudo e 'OtHJtF'"Hjie pessoas que'Ws^OTm'^sT^tfTimiidri soleniui-
lade
; iecmia. (.'.acauo (iones do Carmo emn
una cantada ferio a Jiiaquim Anl.uiio Gonealves
no da 31 do mez iiltmo o no lugar denominado
Tanjitiuho do ternii de Doyanua. deuquenle
foi preso oui Sagrante.
AtrapeHaiueiit.-Pelas 10 horas da ma-
nila de bontem i Joaquina M mica Maria atro-
pellada na freguezi i de S. los por uns cavallos
que jara o sitio da E tancia eram conduzidos por
Jo.- v'ieira Ue Midi praga da cavallaria de linha ;
lo que result.m liear a mesma contusa, anda
que evurneulo.
Afit^ado.-No dia 24 do ml ultimo Manuel
Faria, ni -rador no engenh i Refr geranU. do 3
distncto do lejano da Escada indo lranspor um
passadico quo all ha sobre o rio A mar y, cabio
no le.it-i deste e de.^aiiiiareeeii instaiiUneainente,
sendo s linate no dia seguinlo encontrado o seu
cadver.
Desastre. No engenho Malapiruma do 2.-
districlo do leriiiu da Escada, deu-se o seguale
no din 27 do mez prximo Unjo.
O u-itor, quo era laipbem escravo e parte da
Mriaa pjaaiiaavaaa estriar a eoberta de uina casa
de Ikiu'.o.-o qnaiido aconteceu caliirem duas travs
eenaafMMa o escravo feitor,.quc insbintane,auient
su uinbio, e feriudo gravemente a mais tres es-
cravus.
(i.tyaiiiin. -Em data de 31 de agosto escre-
ve o uosso correspondente :
Anda contna com fnrea a varijli.
No dia 26 do crrente deu-se um conflicto
entre quatro mulheres que moram atra< dn con-
vento do ,h-iiio, rui deesa nome, asquaes arma-
das de ccete e na/albas travar.un lula, de que
resultaram pequenos feriui-'utus e c intus es.
Gonsta-me que excessis deciuines delernina
ram a judie aoaflieK quo a raspscliVa antoridade
cliegou a tcmii de acabar, prenlendo as bellige-
rant.'s a fazendo-as reeolher caleja.
O digno delegado de polica tehente Moraes,
zoloso como , t mou a rosoluco de fazer sepui-
rem pan o Recite algumas pravas do destacamau-
lo daqui, que eram tulas como insubordinadas, c
os quaes, longe de o auxiliaren) na manitcnco
da ordem, eram as primeiras a perturbar o soce-
go publico promavendo desorden. Boa medida,
de certo, foi esta quo lomiu o lente Maraes, e
tdarlada foi a sua i oaiea^io de delegado para
esta rJdadt, pois leui mostrado alguma energa
para subordinar os sens soldados.
' A hora em quo I he escrevo ainla o tenente
Moraes se acha procedendo a inquerito sobre um
barliaro crime coinmettido ha duas horas.
^ A' ra ou lugar chama lo-Tan |uinho desta
cidade entrn Castao Gomes, no estabelecmento
do Joaqun Antonio Gonealves. e pedio-lhc bebida,
este pecosos dar-lh'a porque Gomes Ihe nao que-
ra pasar.
Foi Mo bastante para que Gomes arremessas-
se sobre o pobre velho una formidavel eacetada
sobre a cabeca, de cuja eacetada cahio Joaquim
Gonealves quasi narto : o fermento foi horrivel,
pois fez Ihe uina abertura da fonte esqaerda ao
alto da cabeca de urnas tres p "legadas de extensio
o cerca de polegada c meia de profundidad. Nao
c atenta com sto ocriramoso puxa deuma faca
e (era anda o offenddo sobre o peto esquero.
Joaquim Antonio Giincalvcs um velho de
cerrado 00 annos de dado e, segundo onvi diaer
a todos, inoffensvo: achei-o em estado muito
grave.
O criminoso foi preso em flagrante nao odS-
tante alguma resistencia.
A referida autoridad procede nos termos 3a
lei.
^ Nada mais.
Lotera. -A que se acha venda a 65.'*, i
beneficio da igreja de Nossa Senhora' da Penha,
a qual oxtrahir-se-ha no dia 6
Leilao.Hoje effectua o agente Martins as 11
horas do dia o leilao dos movis : trem de cozinha,
loufa o mais perlencas do hotel da fra L'afga
do Rosario" n- 31.
Casa de letencsio.Movimento do di-
3 desetembro de Wh':
Existiara presos 335, entraran 1, slhiram 51,
existem 314.
A sancr
Nacoiiaes 218, mulheres II, esltatgelros 45
escravos 36, escravas 4.Total Jli.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 2^3.
Movimento da enfermarla do dia '3 dese-
tembro de 1873 :
Teve baixa : .
loa i Guilhermc da Costa buUa"9.
Teve alta:
Firmino Jos de Souza.
P;issaareiros.-Vindos dos portos d sal no
vapor fraucez Tille de Rio de Janeiro :
lia Gimes Vanna e ItTiry Jomy.
Cemiterlo pttltto.-OhiruaTio dodfa 3
do corrente :
Olyntho, parda, PerrfatnbneV), 18 airaos, soltfro,
Ba-Vjsla, hospital Pedro 41; fracturas e commogao
cerebral.
nermcneglldo, braltco, "PcTilailibnco, !7 rtezes,
Boa-Vis la ; varilas.
Francelina Maria da' ConceijSo, parda, Penlim-
bueo,,27 annos, soltelra. Bft-Tisla, hbspital PedNi
II; tubrculos pulmonares.
I'riiiiinl do cemmrrclc.
ACTA DA SKSSA) ADUfNWTRA-ffVA DE i'BE
SETKMBHO OE-|W3.
PRUSmNCIA DO EXM. Sit. tJWSW.HEtRO XKSELVO
rtA*NClSCO FBRSTTI.
A's 10 horas datnrma.irtsbnte asSrs.-'de
putado secretario tMlnto.Ba^^tdpBsfttc1iBdo:
e os Srs. supplenles Sa'fjttio' Alvas yjuerrt,
S. Exc. o Sr. conselheirt pTeetite'dbclTou
aborta a sessao.
Foi lida e approvatla a
"'^gr-''
7
egistro pedido.
De Jos Diivodos Pa-sos Lia-t s c Manuel Hen-
^e*Criieliij trato.Vista 40 Sr. desembarcodor Gscal.
f>e i>. Jiwnn.i ViikoVa d Brite Caoba, Jdnqwiii
Moreira de Barros Neves e Antortio Ribeiro Sea-
br*, N^Mro m c social- annmb.Vista ao
Sr. desemhargador liscal.
an a ta cen rtsest.
OrTIcii) do Dr. juiz de direito especial do com-
iitfriio, a ri>spvitu'un exigencia feita n eorrftor
Jo^o ua Cruz Macelo. O tribunal resolveu non
fvsse ouvido o eoYretbf Macedo ua forma do pa-
recer fisc.d, indo-lhe por copta o oflMo snpra-
dito. S. Exc. o Sr. cmiselheiro presidente votou
contra, por h ter o niesmo corretor sido ouvido
pelo Sr. Dr. juiz de.dirciti especial do com
ineicio. ti 11
Kequeriiaentos
. De Jos Gohi;alves & Pimenta, registro do con-
trato celebrado com Jos Antonio de 1'.astro Por-
to. Regstre-se nos termos do decreto n. 43t.
De Manoel Pedro Alvares e Manoel Ferreira da
Costa, dem d dflo. Seja registrada na forma do
decreto 11. !3!H
Do niajor For-unato Dejathin Ln de Vascon-
cello", para ser confirmada a nonieacAo de sen
prepi.sio.O tribunal resolved (fue se designaste
um dos Srs. de.-embargadoTcs adjuntos^ alim de
^cr>ir ca ni o desembargador fiscal ad-boe nesta
prerenriio, atterito o impedimento do Sr. desem-
barga lor Accmli. e temi o presidente designado
o'Sr. deseinbargatlor Silva Cumiarles, o ni'smo
tribunal resolveu tairbcm mu* Ihe fnsse enviado o
presen t re lUerimjpnto depois de se llfp cmnmn-
niear sua designado, alim de servir se inlerpOr
o seu parecer.
Autos- de relia!iilit-ipio de Bento Jos da Silva
Mafalhaes.Procedo o parecer fiscal.
Summario ex-oflicio contra D. Vlcdcia Espin-
dola de vndonca, armadora do hiate Matdfme.
Vista ao Sr. desembarga lor fiscal, urna vez qne
se acha satsfeila a sua requisicio ae Mili 20.
Ifemcoufa o co'rrtor Frm-isc Jos Silveira,
por falta d cotucries. -ASidd pira o da 4, visto
ler de entrar a sesso judicaria.
Nada mais havendo a despachar, S. Exc. o Sr.
conselbelro prfesideate eacerro a sessao ao meio
dia.
Estrada de ferro doRecife
Olinda e Beberibe.
MOVIMENTO DA CAIXA F.M RESUMO DA COMPA-
NHIA DOS TRILI10S URBANOS ) MMHM
OLtNnA.REl.ATlVAMtNTfe AO MEZ DE AfiOSTO
DE 1873, A SABER.
Entradas.
Recolta :
Bilhetcs
Assigiaturas
Carga e lastro
Jo.1'1 Francisco do
Nascimento Feitosa,
saldo do que rece-
beu para dspezas
com a osenpiura do
terreno comprado a
Gil son
Jos Dativa dos Pas-
sos, o que devia e
por cusas da ques-
Mo em que decahio
Materaes, vendidos,
inteiramente imit-
Usados
Deposito dos on)p^e-
gados
Saldo do mez aoteoedenU)
Sahidas.
Ordenados e ferias :
Movimento
IO:3G2800
1:2835000
3B1620
12:0295420
83OOO
3IIC00
409O
1815100
30UOOO
l:oll-S80
2:1815740
14:693*326
Vigas
Eslaooes
Carga e lastre
Gonservace
iXHcHi.is
Escriptorio
Obra nova:
Feria9
Despeis diversas:
Materaes, oleo, lenha,
ubjectos para o es-
fripiorio e outro
despezas
Saldo nucpasaa pa r* 0
ezseguMte
1:910*000
:it'6542>l
1:303*423
4I5JI30
1:031*775
1:056*123
398*334
93*230 6:303*479
6:U"93r0
12:712*"789
1:9804537
14:693*326
swipkH'kj da companhia de trilhos urbanos, 31
de agosto do 1873.
O thesoureiro,
Imz os Pinto da Costa.
sessao.
Ofllcio do pres
acta*)
Multas
o irvgo dos carros desfa cu,
pectivo Sr. gerente, qu se
F central 'rna do urum, a
lenos e conductores dess.es
nao cntinuar em seus lea;
suspensa a execu^io do n
aquelle Sr. gerente organisa
dispoado a ordem- do serv
res-
oa esUo
que os bo-
dv'clararam
nao fosse
cato. no
melnor
qelxas e
'n.vflf'"
offli-Taes d* 'enian.
Mandn-se atvar'.
Distribuirtli-t os segitlntesTivros
Copiador ife .linbel da-SHva^Sh'*.'JfljRft
Jemiino Josefa'Rbsa, *t'tfe.Sntearo AC/dto
d^l\ Sim^s j|r;&;;^bdalr^!iat90 A<*r-
'W*i*cnc.
RTtcrl'nento.s;
Di; Lbre'&Reis, .tJdmdtf.ertloaOdaVloibeV
Jo^Jti'^iml^nda
uHft aV9rrn''JnibK -
F tT ijj, 1.
p da,aus
-
De 'Pedro'
numea
requerida.
De Aatonio
meacSo de seu
rio SerafJm da Silva.
-'OVi**
1 ffacwco l^tmt'^ma-
trMIAlM HJNWIML
^gSSO EXTRAORDINAIFdLA AOS 27 DE A<50Stt>
ift^tagQCMtgCE.
is flrjfflelro,

ramanto.
y teatro i) Vr. ad nogada di cmara, solicitando
a reaiesa de una cunta em forma das quantia
receidas e nao recolhi las ao cofre pelo cobrador,
Jos impustns das fregnerias de Saut Antonio e
Boa-Vista, afim do prnpr contra este ou seu l:a-
dor a Cumpetcnteac^io. -Mandou acamara que
pela contadoria fosaa aatiffeita essa exigencia.
Parecer do niesmo sdvogado, acerca das peti-
efii de Hermenegi do Eduardo do Reg Monteiro
e Fr. Felippe de S Luiz Pain, pedindo Itcen^a
para levantar uui curral de peixe.Conccdeu-s
brenca ao primeiro e ao segundo mandou a c-
mara que junta;se ccrlilkado da capitana do
porto.
Informado do eiigeuliero sobre a-prctenclo de
Antonio da Costa c Sa, pedindo a quantia de SO '*
como indcmnisac.lo do terreno que me p-rlence na
roa da AsMimpcao, esquina da dos Acouglnhos,
comprehendidn na planta da cidjide para o alar-
gamenFi da ra. Foi rrmettido com o respectivo
requermenlocommissao do p>lco>s.
Outra do niesmo, acerca do pagamento que Ms-
noel An elmo Correa d Fgueredo, arrematante
dos reparos da estrada municipal da Varzea, pe-
de da prmeira prestaco, nr ter oxecutado me-
lado d;v obra.A cmara mandou pagar, c con-
cedeu ina^s 30 das para a conchisao da obra.
Olflcio do flse.il da fregoezia da Boa-Vista, in-
formando, como Iho foi ordenado pela tmara,
que 03 nividaos que readetn limonada em di-
versa casas, na retenda. freguezia, contra o que
representou o subdelegado re-peclivo, exhibi-
lam para esse liiii brenca da cmara. Mandou
esta que fossem r-assadas as bren,-as, una vez
uueesses individuos tm abu-ad>, PXp->ndi ven-
da limonada 'fermentada que to preju licial e
torna sade, o quo neUe sentido se > fflciis*e ao
Exm. presidente da provincia em resposta ao olfl-
cio do Dr. chcfo do polica, de 12 do corrente, cu-
brindo por copia o do subdelegado.
Outro do uiesm fis-a!, trazendo ao conheci-
nieiilo da cmara que, leudo Luiz de Paula Lvpes
solfrido despejo judicial a reuu rimento de los
da Gist Dourado, foram lanraos diversos ulen-
>s ra, onde permanecen) ha mullos dias, sem
que o referido Lopes os recolha, apezaf de para
esse fim ter si lo Intimado. A cmara ordenou
que fiscal impnesse a multa que no caso cou-
besse.
Oulro do niesmo fiscal, remetiendo um officio
do geranio dos trilhos urbanos do Recfe Olinda,
em que este declara que nao pode ser obrigado a
remover urna oilicina de ferreiro. existente na
esla^ao da ra da Aurora, nein exibir licenca es
penal, una vez q'ue essa olicina accessorio
principal e indispensavel exist"ncia da referida
estacan, c para o cstabeleciinento desta compa-
nhia pagou, conforme foi aec: rdado com c mara, um cont de ris por J...dos os impostes ne
ccssnrios i sua existencia. A cmara nrlenou
que o fiscal iuipozesse a malta devida, visti cono
nao poda comproheude'r-se no aecordo de nue >c
trata, o quo fosee contraro as posturas ua ra
niara.
Ofllcio do fiscal da fregezfa de S. Jos remet-
iendo o recibo do thesoureiro da Sania Tasa da
Misericordia, da importancia do 2o000, produelo
lquido da arreniat '.To d) gado ?u!no que leve lu-
gar naquella freguezia no Jia 19 d corrente. -A
archivar.
Outro do mesmo Baeal remettendo nm termo de
nfracfo na imperlancia de .'10*000 contra Luiz
(lomes Sverk).Ao procurador. _
Relacoes das multas nipostas pelos fiscaes dos
freguezas de S. Frei Pedro Gonealves do Recfe,
Santo Antonio e Nos-a Senhora da Graca ; o 1."
na importancia de 805000 ; o 2., de 34*000 ; e o
3. do 4*"00 lnteirada.
A' commis-ao de pelicaojleii o seguinte parecer
que foi apiMovado. Francisco Paulino Cibral,
tendo reqneiido asta cmara permisso para
empregar na construccao de obra* o systema de
machinas porlaleis molidas vapor, e sendo o
sen re penmelo i enviado CotlWftisa*/) de peli-
ntea para da'r seu parecer, vem hoje einitti-io.
Nenhum inconveniente encentra a commissao pa
ra que nao seja concedida a Ikeaca, ao contrario
seria para desojar que lervisse de incentivo aos
demais constructores a lembranca do requerente,
pois, com a adoprao da tal sysiema viria semdu-
vida a barateza das construceoes, o muito traba
Iho que ellas accarretam o o immeaso pe-soal
Roana muito reduzido com o sysiema que pre-
tende inlrodiinr o referido Cabial.
Podrr-se-ha dizer que machinas movidas a va-
por offerecem risco, a que nao projura contestar
a commissao, mas forcoso confessar que o per-
feicoamonlo, a que leeni ellas atlngido, previne o
risco qne provier de descuidos.
Lcmbra a comtiiisso que, no caso de ser con-
cedida a licenca, seja o requerente obligado a ter
como encarregado das machinas una empregado
habilitado, que devora exhibir qualqier titulo, bem
assim que lie seja marcado um imposto annual.
E' o que entencle a commissao, a cmara resol-
ver o que jnlgar mais cenvenente. Pa? da c-
mara, 17 de agosto de 1873. Jos da Slva hoyo
Jnior, Jos Maria Freir Gameiro.
O Sr. vereader Reg Bai ros usando da palavra,
expoz quo'nao liavia inconvenimte algnm era se
tomar a providencin de so admittir desde j ma-
tricula os ialhadnres livres; por quanto ano se o-
fendia oeni hso a direito de quem qaer uniavee que 11.10 sejam excluidos do servido dos
taihosos escravos queactnalm-uile sao neiles em-
pregados,o que s lera lagar yaando ftndar-o con-
trato do arrendameuto dos tallios ; nom ssa me-
dida vai de encontr s posturas ltimamente
apiirowadas pela asseinbla provincial no artigo
respectivo aoassumpto, porque, miando essa pos-
turas defferirara a referida matricula para a poca
em que se findasse o referido arrendamento, iwe-
ram u ista garantir ou repeiur a UrU do
arrematante, mas esse direito respeitado desde
qne nao sao excluidas de sgora os Bravos ;
vista do que n> pieria me comeeasse ja a matri-
cula dos Xallrtdores vres queactaalmeme ser-
ven).Foi approvado e a cmara mandou aaer
publica essa medida e abrir a matricula.
O Sr. venador fiameire requereio para que
o administrador do cemitero publico desta cidade
informe em que se funda para exigir qne as par-
les exlwbam licenca do Exm. diocesano quaodo
teem de remover a ossada de alguna cadver de
um para-outre lugar dentro do mesmo coniterM.
Foi apiHovado e a cmara ordenou que se pe-
disso a referida informacao.
Tambem foi approvado o requorimento do ?r
vereader Cnnha Gaimaraes para que- aqueHe ad-
ministrador informasse por que rasio os objecios
cooendos pelos particailares em frente da.eaia-
cumba, por occasio do qualquer solemnidad!! no
aaniversario do passamento de alguem, sao como
que de proposito estragados como h* ponoo aeo
teceu cora os que collocou o coronel lai* Vakn-
tim Villela nacalacumba de um seu ffcaAca-
mara resolveu eosMOar a sua 3.a sesa paraia-
manenle neste anno de dia -3 do vindouro em
dia me durante M dias .marcados na lei tusse)
sentido mandou fazer publico por ditees.
FW ao enfentiHro pira mformir a petjlo de
Joaquim Dorainges Ferreira ; fci indeTeridn a He
FHix Francrco da t'at hmior; e deferMas as de
Araorim Irmos AC Antonio Jefe de'!nrl""li'!Us;'f>f.
'Antonio Jnrfflhn de "Mcraes e "Silva, e Antonto Oon-
?Nes de Azevedo, Antrirro Alvw Pdrerri, f/r
mino dos Santos Vieira, Francisco dos SaWos lo
rem, Francisco Catado lavare*, rfcrtrfelWtpIdo
EiltrarrJo do Hugo Him?\n (fi, Mirfini Cafftlh
da Silva Monteiro, Joa'qfha trtPdiCta Vieira fra:
SHva, Joio Jos de 'CarvaWtn Sfbrjc?, )naqim
Dias Pacheco, Joaanim Jos Dias, Jos PerenVdc
Alcahhra'ri O*, Jos Bnatqne Lstoa, Joqtm
dos Santos CoeJho. Jo* Gorrrta ffotfWi, ot Gb<
mes de Abren.jSeo Jlo ArmTnp AlvTs ffQar-

Nada mais tendo tracse, #Sr presidente le-
venli.u a sessao as 2 b iras da tarde.
Eu, l4rn'de;Atbn'i'.srrime Aniran, sev-retiri.
a escrevi.
A/i#he/ Jmiquim di koo 1 .\lkmn rque, pi-
prciduiito. Jiwc Mar/a Freir Qameiro. J&
Pediv das Netts. Thedora Siidxido Freir Pe-
reir da Silva Joo da Cunha Seares Guima-
rae$,m=Dr. Pedro d$ Alhayie Loi Mcscoso.
PARTE POLTICA
PARTIDO CMKSEBYADOn
nECIFE, 5 DE SETEMIaO DE 1873^
Como s estrene o historia.
Diz a Pi-oi/nfin. 08 :
* Dclxemosos que s seguiram logo a 186",
d'onde tarrram os saldos e nos quaes surga a
cada pisso o miiiolauro dficit, parase aportarmo'
o de 1873 a 1874, dianle do qual hiirro'tsados, (u-
giriam espavormVs os Atves-Bmrjro, Ottsctev *-
n, Itaburahy e piltros finados que pensavam ipw
o orcamenlo publico era cousa seria.
Oreada a receita dela pr -vHicia pela repar-
lgSo ci.mpelente ein 1.979:389i3)8 rs.r os ik>sso
venturo.-os aggressore* em vez le etngireni-se a
prala n ra*a votaran) una despean da......
2,o 2:4i'Jolli, sug la anida aos eredilos arbitra-
veis das autorisaeo sem tun.
Em verdad-, quem leu bem este uveho do arti-
go che.fr daqu lia gazeta, Jevir.i ter fleadona per-
jNiasio de que o pecado de vot,ir-se y.ea 4''-'Pw*
superior a ricela nao ,.udia mmi veaiahisn ler
sido praticado pelo grupo de que a ftiesta ga-
zeaoig.io auforisado.
Pois bem, vio ver agttra os uussos ^biaiaet a'.e
que pjnto sobe o desembarace paia a dizerroo*
cyni>mo. do quem escreveu os rvfcrl tea tretho*
Cunipre'i'iitietantoiamderar, que r.rui raso vir-
gcni votar-se deshielas auperiore a nceitas.
Ha ciiTiim-lancas. en qiv- una lei de rrrrarneri-
to nao pode ser volada sem deo-t, e nao - s nes-
ta provincia que este ficto ton oecarrMo ; oa pai-
zes mais adiaotados o teeni praticado.
Oque,porm, exigen asr-gias atabrjatMaa
pila sciencia, que nao ^e vil uBM lei contcnd*
dficit sem decretaren)-e oa inefci de uiq.-edir os
sem mios effeitrti.
Portanto a loi do 1873 a ls74, se rontir dficit,
nella eslo de,r-lado- o- meio* de naser os sena
resultado prejndiciaes ao crdito da paaaifia.
Anda assim a as-embla provincial praceJn
enmecimomia, vnlandn a dt|H.'za em-men cent*
e lanos co.t s , ijne aereada pea Ihesooaa ra
provincial.
Nao acoiileccu n mesmo a 1867 1918. Netie
exerdeio :mu-l!a reparticao rcou a mreita mi
1,740 '.)l o, ra doapa em l,Tl7-..70u<(iOO.
A as-em!.kVi pr-gressi-ta wtou a lei do oMpnteO*
to eom urna despeza de ?,008f6 OmiOO, mniur d*
que a oreada pela iheaoorarii en trezemose tan-
tos eonlos I
Fi'z mais; nada providenciou quanto ao BM0>
de serem reme liados os inconvenientc- rc.-ulianler
dasse excesso da despeza sobre a receita f
E oque fartam os ilbistres l'mados que Wvocou
o eximio flnaheciro da Provincia auto una le se-
mel liante ?
GoiUlnnarfam a pensar que nmorramento pnll-'v
cousa sera ?
Somprt OUvraiOS dizerquem tem tolhadi de
vidro nlo atira pedra no albino.
Mas o que latef, se a Provincia a nngaeo de
ludo quanto h 1 de serio e decente 1
Todava, Juslica, seja t'eita, o estuvivel Gnancei-
ro, anitnoo demais.
t No orcamr-rtt) passado via-se no art. 15 oh :
a 5 por cento s bre o preco de transferencia M
emprezas ou contractos.*
Ninguem dir que isto nm imposto inpopu-
lar: Tr.tla-se apenas de diminuir a algum elis
concessiooaiio. cercador de privilegios, nina mi>
galba dos seus lucros 0111 favor da provincia
Els mais nm uvnsaeo que se Uee atira, pal 1
dizer que, volando nos grandes despea, dimi-
nuimos a receita.
E' lora de duvida que na lei do orenmento vi-
gente existem novos impostos creados, e que se bein
que moderados deven todava produrr augmen-
to da renda.
Qanto a reduccio d'aquelle de que trata o il-
loatre redactor, a reduccao era ncressaria. O im-
posto tal como eslava, nao altngia ao fim qoe
leve em vista o legislador. Decretado em 1870>,
at oexercieh de 1871 a 1872 s liavia produziuV'
i:00000.
Fac! foi iludir a lei, porque o contractos que
eram tran?ferid >s, em vez de as escrituras res-
pectivas, declarar-se o verdadeim pree/i da I an-
lerencla, davnm-no em pequea; sommas, 011 di-
ziase que eram ellas giatuitas, e nao havia
meio de corregir este atmso.
Por esta razao, a nova lei eslahetoceu unr kase
certa e Mohecida para a cubranca do imposto,
sem se importar quo as transferencias sejam fri-
tas mediante rctnbnlcio ou nm ella.
E nao Uar agora Ilustre iv.rriptor conven-
cido de jtre a oimlnoijJU o mesmo im)oie,
em vez de rednzir a receita da provincia a ele-
var f
Mas que elle anla prcoccupadi eaoi a es-
trada do Um eiro. Quita anda aos porros, e-m
toda a parte oave roncar.
Quanto refotcnca qne faz deraercador d
privilegios nada temos ,|uo ver.
Esc livessemos, ento.....
Mas nao nn% enrhe a vista a fortuna dos ou-'
tros : v em carta fecltada ao Sr. Baro da So
ledade a avraanei'a de previlegios.
Em vcrlde, temos profunda pezar por ver a
Provincia, orgo de bomens que, rao sofreg se
mostrara polo poder, abysniar-se completamente
no lodo das rontradict^des e falsidadcs I
E' trfstc de cetto, que so exhiba ao publico
na posn;ao'do macaco que nao olha pa-aasna
cauda !
Podemos ler comettido erros, esbanjamen'1-
nao. Os Binhefros da provincia s em provettoda
provincia temos empregado.
Continuaremos.
a om-osicao.
'I
5rbvtnb%anfleira de Mello,7o'a'^uIm fVffles Sari"
Joaquim Manoel de Souza F> tre'irt,'Mittt
mies des ams, Manoel Francisco d* .
ampos, Jlaa^i Estanislao dr, -^osta, Rta,
Desde, rmis. que a gente que forma o ncleo ftp-
posicionisia iiHrapasa as raias, que legabnenlr
Ihe sao Meadas no systoma de goverao qne no
rege, e abandona o* principios de direito e de i*b-
tica, |ra alhar-se simpiesraette mentira e in-
aria, pareee que por si mesma tem-se encarreii-
do de mostrar que'taltam-lhe os meios nece>sarios
para cotlociw-'e n altura, qne Iho devida, a*1
posto qne Ihe destinado.
Compre ende so quanto vale orna oppoaieao
circumspecta e moralisada, sentneila rme a bra-
drar contra as injnsiifas do govemo ; mas qu<-
por honrando partido conservador, nom esn sen-
tmeHa, se'existisse, trria motivo para alear seu*
?irados, nem o que existe, eoo j defioinws, pas-
sa de um ponto negro na vida pslitiea dos partiiK-
do paiz.
O que importa essa imprensa, que dorante
actual dominio do portillo conse-vador tem varia-
do desde o vfano Diario Liberal, que foi dirai-
nnindo tanto de-tamanho, quanio de torea, ah-
desappareoer enve grabado e telvoz oheio de re-
mreos pela vida desngrmto que Jevou, an-perio-
dico Proviw-ia, que alias, alm do papel trate qoe
represeiHa, da figura duvidosa que faz, sem con-
wcjoes, nem ideas, sustenta se por assim dizer,
com parte de seiva alheiu 1 O que vale essa cen-
ira constante intailuosa, esfimculo, que nat>
paasa do m**4qnim qne atira-o, ease m do indis-
creto todo tora do gremio -de ewncieres.que ae
presam, e devem-se respeito? O qoe vale"
Ser, como preseatemente, considerada baidn
de recursos proprios e dignos da elevada caK-
rla, qne ennobreoe orna opposteio c-rftefiosa,
um partido fue se proclama chelo e esperan-
cas ; oppnsic*) que hiela sem eteolha devOeiov
com o anieo-flm do gatear o peder; aavOdo qor
*e ex ubcela Mes etdiai, por ewniooados aow-
tinnculas de requintad egoteme, manifestados > lodo o sentido.
Anda be qne a*rve*mo, nem declama-
mos.
A dscorlia, ipteTetaa na jTapa toa pposifSo,
ora per ciumes de fMftM,iora por q*eite#s a>
chefanca, nao feWnMda o'JWOde estudo, nem bat-
ante perspicacia para cunheer-se ; ella alii est
% efhos visfos, m plena entbecmieHo da oplaiio
nnoHca,

fgolem, corno niperta e poderem, torfj
furcas de aue dis^em, ."ectem com toili >
sivd viritJa lo a elisjencia (lejsa floaarjpade.toi-
---lido, o !
lila com-
'o-ana
io um
r a>fl
; r.nlias, que'o
con
jjEJ%'<'^^f' Wrmlai'ft flmeMa S,a:
-eCBBM^ "^WaWta aaes do Nossa Senhora do Raf1b n\ fregufl fl3 Velar no curapritnento d.i lei
a acta da antecMente for approvada. I Vanea.
aojoaj.r:
J
le, pr
i
i
. -Ha'^ -'rlHlftii- 1 i,.,,


Diario-de Peraatbuco Sexta fera 5 vMtar o papel que actualmente reprima o par-
lida liberal-?
Aiaguem amar.
Senhor de un rico meio, a imprensa, tora-na
rrduzido ao que>jamau Guttemborg pensara que
<*mr>w sua portentosa obra. Verdadeira ana-
china da desprestigiar .i autoridades constituidas
e pfetflMMeos cdados, neni se quer apparcnt* os
eus artes-com un fact, cuja veracidade so teuha
pasto em duvida. As vagas accusacdos succedem-
ae como interminaveis, e em falla de materia quo
mereja a attenoo publica.
Hada de proras ; o o povo que j nao er era
semejante vicio, abi tica estupefacto, diante de
lana eoragem, de tanta falta de sensatez !...
A mi*ea% portanlo, da Provincia, conoorgo
que da pposico, jamis estar completa em-
qoaoU pemanecer no firme proposito de querer
smpteSBieate desconsiderar, uo so os horneas,
'onjMayoN dajilua'-ao.
WweTn|c?iS{a! etzem como o? Colimbos
de nm cWstebrlmento celebre"! Sn existe a des-
rrenca ; nas a respiito desos fallazes pnmessas
de polticos que s aspham o poder
Km nada prvjiJica a.) partido conservador essa
epiuodes nessos adversarios; pois que, alera de
vatrss rariles, se a de-serene a lavra no coraeo do
por acerca dos actos do governo, desse governo
qne lem sabido aelar 03 seas crditos, e recom-
mendar-se ao-naiz pelas grandes reformas eom
ue Jiio leu) dotad, c caminlia no eumprment)
sea proprmnu, o que se poder lizor d'aqucl-
le, que em um lustro, pouco mus ou menos con-
uz m> *._ O que registra a historia acerca do ultimo
dominio liberal, oa pro,rre.< Aftpiposfcip nao tem conscencia I...
Foge ib terreno do fados, amedrontada com a
lux da rade, e Julga-se com direito a ser acre-
ditada.
F.' singular 1 E entretanto, quando seria de es-
perar que forca de tantos o to solemnes des-
mentidos reconheeesse ella que trilhava nesse ps-
imo eainin .0, e retroeeJesse em sua carreira, ve-
mos que caminita, e eamiuha ostentando inqualifi-
Aiwel impudencia 1
felizmente tal o seu procedimeuto; delurpa-
los ;<('1 i da situa;ao, as victimas de snas feri-
nas eusacSes dcscaucam sombra da opiniao
dark'.mpas sensatos, ntitrindo asatislaco de to-
rera cumprido o seu devor.
Entre ellas figura em primeiro lugar o honrado
presidente da provincia. $g|
J
ttBKCiCQES k PEOICC
%' uanln nacional do munici-
pio lo RecTe e o Sr. coiu-
unniluiite las armas tiesta
proviucia.
Ju-m tiver liloaonlem do ia do Sr. general
cammaadtu d*l armas, com referencia aodeta-
he para a parada de 7 do correute, notar sem
dunda a pouea consideraoo que o inesmo Sr.
general ou antea o seu secretario, nutrem pela
guarda nacional, nao considerando nenlium com-
maaJante delta, para o commando de brigadas,
a.v harn .1 > forca sfllolcnto p'ara ser distribuida.
O Sr. secretario do colimando das arma, ven-
to- m derrotad) pelos conselhos que deu naques-
tad de precedencias, e o Sr. commandante das ar-
mas, 1 .T se Ihe vivar a mentar, de um acto
MU ji.-aciu, seera qae nio se Ihe tiresse dito
claramente, parece que, combinaram-se, para
preieadorem tirar ama desforra.
Efafanaram-so, porin, tanto mas quando se co-
nhecia Se ante-mao o BespeTto I
Rwari o Sr. roTnman Jante das armas, ouquem
*jut M seja, rmO honrar a guarda ra *ional,
.- aMandan 10 a, ou qne asshn desprestigiar os
Baaaeetivoi commaadantcs ?
E" o caso de dizerse crf'im e appmjam -
1 nais que caYto, tpia, tefdo mis eriouloi (rrn, s.il-r.n-n peritamente que, larangeira mo
di t.inuiiis.
O He. e intuan lante das armas deve saber, que
Mta.proviusia bara'o eonhaeoa que ainda se nao
eaaneeea lo alguna feitos seus, que fique certo
seras trazid a publiciiale.
E 'i tal secretario ?
Oa to boia Cttknlio Hilo dispensaremos de
ajotar eonUa.....
.Sirva por ora a presonte conn um protesto
de 'jo a guarda nacional toma o acto do Sr. com-
anaadante das armas, como elle merece e digoo
.1!;' breve.

luis, e Exm. Sr. daseaibargdor presidente do
inve'.i-snu tribunal do comuiercio. P. Saunders
A C agentes da cAiunaahia ingleza Union Ma-
fasarance Cotnpany Limitadprecisara por
> a earta imperial e os estatutos da mesma
pan' ii ano se acham archivados uesta secre-
l'oriantt-P. a V. Esc. despach-E rece-
\ moref..Ha a, 19 d fevciciro de 1873. -
<: tau procurador J. G. R. Sanchos. Eslava com
esu nniUia de 2j0 r:s. 1*. Baiiia, 20 do fe-
' IS":t. Baha.
Certifico, em cuiiiprimcato do lespacho i*;lro
aaa que a presante virem por" mim subscripta o
assaada, qua acham se archivados nesta secreta-
r 3o tribunal do comaaerclo da Babia, em 16 de
abro da 1871, sob n. 4i, a carta i nperial o
(v tatutus da companliia ingleza Union Marine
lasarrance Company Limited, deque fazera mencao
antes Prancisao Saunders & C., e seus
sao os ses/aintes:
Pedro, por gr.ici de D.'us e unnime accla-
ma.i) dos anana, Imperador constitucional e
dftens <: |ier|tno do Brasil. Faro saber aosque
bus minha cnla virem que attendendo ao que
: tere a eompanhia ingleza JJuion Marine
r nc 1 Company Limitel, deridamente repre-
li e de conformidade com a minha immedia-
Jueo de i do c rrente mez, tomada sobre
paraqnr da sor.ao dos nejrios do imperio
! roeIho de estado, exarado em consulta
de ti de agosto prximo Bul), hei por bem
eder-lhe aaiorisae.o para funecionar no ira-
1. antabnieeenda agencias nesta corto e n:is
ncias da Babia o l'ernambuco, sob a clausula
rea reaoMdas no IJrasil e de conformidade
r .:a asleis do hBperio todas^s questo^s que pos-
sasa aneilar-ae entre as alludidas agencias eos
iatereesad -.
y. |ura firmeza de tudo Ihe mandei paasar a
ate carta, por mim assignada, e sellada com
- ella das armas imponaos.
D .l.i n> palacio d> Rio te Janeiro em 11 de se-
' re d 187, quin.piag'siaio segundo da inde-
lencia do imperh. Imperador com rubrica
rda. -Francisco do Reg Burros Brrelo.
Bstava o sello das armas imperiae.
:" "ta p da qual V M. Imperial ha por bem con-
m d companhia ingleza Union Marine insuran-
'' Company Limited autorisagao para estiblecer
acias nesta corte e as provincias da Baha e
Peraambaen, como cima se declara.
Pata V. M. Imperial ver.
'.w decret numero 3,081 de II de setembro
s W7.
iiidlierma Candido Beilegarda a fez..
>jmro 11.Sjssonta mil ris.I'agju sosson-
ta mil ris. Recebodoria do Rio de Janeiro, li do
ieBra de 1872. -R. Upes.Gascia. N. ^2. -
Ota mil rii. I'joi sesseifa mil ris de
-Hijilmitos. IJi, ;sete:nl*j de 1872.-Ga-
misio. -Guimaraes.
Registrada a^ 21 verso d> livro de cartas
i.iiiieriaes. Sccrataria de estado dos negocios da
agricultura, comaaercLj e obras publicas 16 de so
t-'iobra de 1172r-Jis i'into Serqneira. -Francis-
ca Antonio Paulino, traductor acullico, e por no-
meacia do meretissiiaV)"(Hnarard(jc)mmercio, in-
lrprete juramentado \ \kmi. I
'ertico, que rae foi apresentado um documen-
to ( ftat'ntos do oompaiihia de segaros) seripto
em infries, o cfi'sf, a pedido da parte,iradtizi para
o idioma nacional, e diz o segrate :
Trartueeio.A companhia de seguro martimo
n..11 Limitada. Capital dous millifies em cem mil
DeeSes de libras vinle cada urna.
* Directora pa-873.
James Aikia, Es |. :-presidente ; S. R. Gra
tos, Esq., viee-director; Thomaz D. Anderson,
Esq, James BijSzley, Esq; T L'. Birley, Esq;
Hiidman Earle, Es* John Furworlh, Esq; Kirk-
rain Finlay, Esq; Bamfllon B Gilmonr, Esq; Tho-
saaz Haigh, Esq; Thomaz Dyson Hornby, Esq;
Bobert W. Kelley, sj; Gearge Maith, fisn Geor-
ge Melk, Mp t W. tt Picijiing, flb| ^le-
Tinder Shand, Esq; James Sperice, Esq; Josiuh
Siokes, Esq; Henry C. Ttirmiclifte, Esq.
Gerentas siura"rc3; Philip faccin, E*n ;
"Aailes'Wn^toni'Esq.
Raaqueiro o Banco* de LiterpaoL
tiarralores : fa*. Tod e Asbtan.
iaiteitadores:os-Sw. Loeondea Bat.eaoB V iC,
-2.* O escrlptorla registrado da corapanlna ser
tuado cm Inglaterra.
3.* Os flus para que a companhia (ka estable-
cida sao os seguimos: fazer ou effectuar seguros
sobre navios oa.vaso?, fazendas, mercailorias, di-
nheir amoedado, ouro e prata era barra o outra
pronriedade ; tretes ou aluguel de navios ou vasos
interesses de eorrespondoncia e riscos martimos,
commissoes locros o oulros objectos de seguro, quer
perleneenles a membros da companhia ou nao ;
o, para effectuar todo e qual quer seguro perten-
cont , ou connotas com risco raaritiraes e riscos
de transito enaregajio, quer por torra quer por
agua; fazer cmprestimos e avan;os com juros ou
debaixo de descont quer aos membros da compa-
nhia ou outro; e geralment (azor o cormemo
de seguradores c de corrtores do seguro, o cora
prar o tomar a seu cargo semclhante negocio da
parte do'companhias ou individuos particulares, o
obrar todas casas cousas e materias, queseo inci-
dentes ou conducentes ao consoguimento dos fias
cima, oa algum delles.
4." A responsabilidade dos membros 6 limitada.
>.* O capital da companhia de dous milhoes
de libras, dividido em cem mil aeches de 20 libras
Cada una.
Estatutos di associaco.
AcySes.
L* Se varias pclsoa so acham registradas como
co possaidores de qaalquer ajo, qualquer nma
dessas pessoas podo dar validos reblos por nal-
quor dividendo ou nitros din'ieiros pagavcls rela-
tivamente essa mesma aecao.
2." Cada membro pagando dous shilliogs c seis
pennys, ou tal quantia inferior que os directores,
de lempo em teinpo prescreverem, ter direito a
um certificado, debaixo do sollo commum da eora-J
panliia especilicaado a acc5o o iccSes por elle
possuidas e a importan :a paga sobre a mesma.
3.' So esse ceftlHcadb estiver gasto ou deterio-
rado ou perdido, poder ser renovado mediante o
pagamento de cinco shillings, en tal qnanlia menor
o debaixo de condicoes taos, que 09 directores de
lempos a lempos possam ordenar chamadas sobre
acedes.
Os directores podero, do tempo em tompo
fazer as chamadas aos membros a respeito de
quaesquer dinhoiros nao pagos sobre acedes dcstes,
como julgarem proprio, com tanto que nenhuma
Chamada exceda a libras duas por accao ; que se-
mclhante chamada tenha sido notificada com an-
^cedenc.a de, pelo menos vinte das o que um in-
torvllo do pelo menos, Iros menes decorra entre
cada chamada, c cada membro ser obrigado
pagar a importancia de chamadas assim feitas as
pessoas euos tempos o lugares designados pelos di-
rectores.
5.* Urna chamada ser considerada coma tenda
sido feita, quando a resolucao dos directores, au-
torisando-a, for paseada,
6. Se a chamada pagavel a respeito de qaalquer
urna acca 1 nao estiver paga antes ou no proprio
dia designado para o pagamento della qnem for
seu possuid >: esse lempo ser obrigado a pagar
jaros pela mesma razio de a libras por eento
por anno, a contar do dia designado par.1, o pagi-
incnto della at o tempo do pagamento effectivo.
fi*s*s Transferencia de acroes.
: 7.* Qualquer membro poder vender a transfe-
rir todas ou algumas de stras accoes, sujeito com
lado approva.ao dos directores qus o forera a
osse tempo, tondo Eemelhante ap;.rovTliJSo do ser
testificada pola exoeucao da escriptara de traspas-
so por dous dos directores, enja execujo far
pro va que semclhante approvacao foi devidaraente
duda : porem nenhuma pessoa dever vonder, ce-
der ou transferir quaesquer acciSes da companhia
depois do lempo designado para o pagamento de
qaalquer chamada, emqnanto a importancia de
semelha.'ite chama la e uro nao estiver paga pnr
nteiro, ncm dever requerer aos directores para
consentir ou approvar qnalqner semclhante trans-
ferencia emquanto de qualquer forma estiver em
divida, quer s, quer juntamente com qual^aer
outra pessoa ou .pessoas.para com a companhia.
8.* O instrumento de transferencia de qualquer
accao na companhia ser exectitado tan'.o pelo
cedenlo como pelo cessionario e dous dos directo-
res e o ceJenie sera considerado continuando pos-
suidor dessa accao, at que o nome do Cessiona-
rio estoja laucado 110 livro de registro a esse res-
peito.
9." As accoes na companhia sero transferidas
pela forma soguinte :
A companhia de seguro martimo Unilo Limi-
tada. Eu A. B. do ...... em consderact da
quantia de.....libras, que me pagou G. D. de
.....por esta, om o consentimento dos directo-
res da companhia do segura martimo Uaiao. tes-
tificado pelas assignaturas do dous dos ditos direc-
tores como abaixo trnsfiro o redo ao dito C. D. a
aeo.ao (ou acedes) numerada .....averbada ao
mea nome nos lvros da dita companhia, para ser
possuida pelo dito C. D, seus executores adminis-
tradores e representantes, sujela a varias condi-
coes, sob as traaes en possuo a mesma ao tempo
da exeeucao desta, e eu, o dito C. D. por esta con-
venho em tomar a dita ac;ao (ou accoes) sujeito
s mesmas condicoes. Em testemunho do qu<-
vai por nos as-ignida, aos -... dias de ...
10. Os livros de transferencia sero encerrados
durante os quatorze dias immediaiamente previos
a reunio geral ordinaria em cada anno.
Traasmissao de acedes.
11. Os lostamontciros ou administradores de um
membro fallecido serte as nicas pessoas reco-
nhecidas pela companhia c .1110 temi algum di-
reito acro do mesmo.
12. Qualquer pessoa ficando com direito a urna
accao em consequencia de morte, fallencia, ou 0-
solvonca de algum membro, ou como curador ou
depositario do qualquer membro em virtude de
qualquer documento passado, ou que tenha do ser
paseado para o beneficio legal de devedores, ou
em consequencia do casamento de qualquer mem-
bro do sexo feminino. nfto ser como tal, ou nao
ter direito a ser registrado ou considerado como
um membro, porem, poder dentro te 12 mezes
depois do ter Ihe tocado esse direito, vender trans-
ferir taos accoes sujeito a approvacao dos direc-
tores como nesta Rea disposto, e toda tal pessoa
ser habilitada a reetber os dividendos que hou-
verem ficado devidos sobre a mosma accao antos
de ter-lhe locado o titulo; e at semelhante venda
o trasp.vso nenhum dividendo, juros ou quinlio
de lucros, que licarom sendo devidos sobro a mes-
ma accao dosdi! que o titulo tiver locado, sero re-
cebiveis ou exigveis por semelhante pessoa, mas
ata fiearao suspensos; e a completar se a trans-
ferencia passarao ao cessionario.
Caso que a pessoa, Meando asim com direito
a alguma accao, naodisponba dola dentro do tom-
po cima determinado, ser licito aos directores,
se assim Ihes parecer, vender e alionar a mesma,
om hasta publica ou por -contrato particular, sob
as condicoes e depois de notifica?) que elles de
lempos cm lempos julgarem proprio, e q recibo da
companhia pelo valor de semelhante accao junto
com um certificado de propnedade constituir nm
valido titulo essa ac-io; e o comprador nao se-
r obrigado a indagar do emprego do valor della,
quer chamada no dia prefixo para sed pagamento
D3 directores pode Bao, em qualquer emufl ao de-
pois, durante o tefipe Je a-rjiimda cenlnuar
nao paga,' mafldal-o infraiar mada com o jnro e quaoiquer dtopejas que pe-
sam ter accrescaio eu ramo de semel ha ate nao pa-
gamento.
1C. notilkaco designar um dia ulterior era
que ou antes do que, essa chamada e todos os ju
ros o despezas que tenham aecrescido por essa
fajta de pagamento, teem de sor pagos; designar,
outro8m, o lugar onde o pagamento ha de ser fei-
lo (o lugar asssm designado sendo, quer o regis-
trado escriptorlo da companhia, quer algum outro
lugar, onde as chamadas da companhia costumam
ser fcilas paga veis).
_A nolficacao, outrosim, dir que, no caso de
nao pasamento em, ou antes do tempo e no lugar
aesfcnadus as accfjos, respeite das quaes essa
chamada Tm /fetb. ftrJitrio jujeitas a pef aTmcnlo'. "
. So a rt^isfimjmwmer, tuaa idai.)
'liante notiflca^a,^^(ftvijl^a| q9 j)jrem cun-
piadas qualquer accao, a iciyo respe'lo essa qo{-
ficacio foi feita, pad pws antes do pagamento 4e quaesejuer chamadas,
juros e daspaiai deudos.a-'isjwite. JoJIa, ser de-
clarada perdida por urna rsealucAo des directores
para esse effcito. J
18, Qiwiqaer accao aseim perdida sera reputa
da ficar sendo proprifxWe d com^afcay o |Ws-
ra sor alicnida .pela maneira me os Ureotofes
julgarem conveniente.
19. Quahiu..T membro, tujas acedes foram per-
didas, lioara, isso nio obstante, snjeito a pagar
ompantiia craacsmier ctiarnatla? de vidas sobre
' o doflerdimenlq,

litma apuriao de votos (Poli) seja raqueida por,
pero menos cinco membro?, urna declaracSo do
PWwe de ter passado urna resolucao e um
assento para esse effeito no Ixto das actas
d*companhia, aer.-9ijfllejore,dB|onstracao de
tacto, sem prova do numero, ou proporcao dos
votos registrados a favor ou contra semolhanto re-
sol ucio.
41. Se urna apuraco de votes for requerida
por cinco eu mais membros, ser tomada pela
ira que o presidente ordenar, c o resultado
^Wa^BBaTBWWTT0TnR"l1)IIIIUrJS0
rida*dVtoslm q^uei?rwitiii3 gml, o*p?o-
siderrte ter o direito um segundo ou voto de
desempate. 1 /
Votos de membros.
42. Todo o membro ter um voto por cada ta
coenu ac-i5e at m acgues, o nenbum membro
impm de vim vutos, .-JMm meiafero ter
direito a jfpjar *# flualnaer r^uiuw ni*) nos-
43. ae^qalqunr um rnaaiba^i,. qom direito a,
mea
-*S=^^-
,ac^ac^es aQ lempo uu^trruiiiwuiQ. _d * nwiuum membro I
...! K^^'^^Jr^^j Wj&$\MJS, fl^^^^u^^rala'nfoetrera-paffas to'as | diante ave carem preeehi'dosse'us tagaros"
Jf1 a eua,m_aa aj-Jispeito' efe', una "accao JTo" it
e effetuda notificecAo da mesma.e que se deu
falta de pagamento e que o perdimentu da acfip
lahi se segua por. urna resolucao dos dreetors
para esse fira, ser prov snjciente dos factOsJ
neJla exarados, como contra quaesquer pessoas
habilitadas eu reclamando esa aegao : e seme-
lhante declaracao e o recibo da companhia pelo
pelo monos, cincuenta accoes.po* igu. taaatieo
bu idiota, ^.^iWWd^ibeoa^n autrtv^widur Icaal,
4i. Quando om oommum n um ccao m oes < irRiubro
pav. tro dos memtroe euraoiiun, do9:peiisui4>>rB de tal
kceju ou accoes, e teulmm antro ter direito a
frotar respeiio doa wajiais o tariu'reito a .votar
bossudas por elle seMnjpi'Cn c.* nenhum ter
fnaisde vinte vutos*. _
m^eliuni mepibro tora
direito a
_ Btarem-p.
as ntKffnadasipta- lie dsvdas, e qenhuna membro
eoihro de qnalqner compauhia, que /cVrr.-t enira-
do em contratos com mu prestado "qualquer .'rvica
para a companhia, da qual director, com tudo nao
vetara a respeito de seni-lnanle contrato ou obras
e, se assm vedar, seu voto nao ser contado,
,*i Revesamento de Directores.
61. Na pntneira reunio ordinaria depois do re-
gistro da companhia e na primeira reunio ordi-
naria om cada anno sobsequeates, um terco dos
directores funecionando esse tempo, ou so o nu-
mero delles nao for um mltiplo de tres, entao o
numero mais chegado a um terco deixar o
cargo.
62. O terco, on outro numero raas chegado a
deixar o cargo durante o primeiro e segundo
annos subsequenlc, primeira reunio ordinaria
da companhia, ser ( a nao baver accordo entro es
directores mesmo) determinado mediante votac,o
por esphera*.
Em eada anuo subsequente espo terco ou outro
numero mU chegado, que bouver funeciondo por
mais etpaco de tempo iisse cargo deixar de func-
ciopar.
ftl. Um director que sabir poder ser reeUite.
6i. A companhia, na reunio geral em que quaes-
quer directores sahirem pela maneira descripta
pieencJier os cargos vacante?, elagendo um igual
numero de pessoas.
%$. Se em qualquer reuniio em qufr urna e"ei-
cao de directores deveria ter lugar-, os Idf ares do
diwetores vacantes nao forero preenchidos, a reu-
nio orar adiada at o mesmo da da semana
segMirtte para o mesmo lempo e legar ; e se nessa
reunio addiadaos lugares qos directores vacantes
nio orem -preenchidos, 09 directores vacantes oh
aqnelles d'cntre viles etjos logaros nao tenham
too preenchidos conlinarao do cargo at, a
votar emlceanlao ordinaria To anno seguinte c assim por
* 47. O rst/Hlrnemo hymeando
sera-por astria; sb aroia-do
_ companhia pelo
prego de semelhante accao constituir um legti- aor por procurador.
mo titulo a essa accao.
m certificado de propriedade ser entregu ao
compilador, pelo juo este,sata, considerado possui.
dor de tal accao, eximtUo de quaesquer chamadas
anteriores essa compra, e nio ser olirigado
indagar sobre o emprego do valor da compra, nem
seu direito semelhanie accao ficar preiucado
por qualquer irregularidaSe no procedimento
quanto a essa venda.
Cmversfw .de aceta etn capital.
21. Os directores poderlo com a sancfSi da com-
panhia previamente otitrda em renniao geral con-
verter em capital quaesquer aceces pagas.
22. Quando quaesquer afieSes temiam sido con-
vertidas em capital, os vanos posMores d se-
melliante capital, podero, de eritao cm dian'te,
transferir seus respectivos interesses neTIa ri qaal
quer parte de taos interesses, do mesmo modo e
sujeitos aos mesmos rogulamentos como, e sajHto
do que quaesquer'acf5e| no capital da ciTOpsnh'la
podem ser transferidas, ou t5o eticado a isso
quanto as eircumstancias adrrnttrrem.
23. Os diversos nossr/idores de capital tcio di-
reito a participar dos dividendos e turras da cora-1
panhia, e serntlhanfes dividendos e tutros da com-
panhia na razad da importancia de seus respecti-
vos interesses nessa capital e semelhante interese
conferir, cm proporco do sua importancia aos
possuidoros delles, respectivamente os mesmos
privilegios e vantagens para o effeito di votar em
reunioes da companhia e para outros fins, que te-
riam sid 1 conferidos por aa-oos- de igual importan-
cia no capital da companhia, porem de surte que
nenhum de tacs privilegios, 011 vantagens, ox:epto
a participaco nos dividendos c lucros da compa-
nhia, sero conferidos* por qualquer urna aliquola
parte de capital consolidad,), que nao teriam, se
existentes cm acedes, e nferido taos privilegios c
vantagens ,
Augmento de capital.
21. Os directores pedern, cora a sanecao de ums
resolucao especial da companhia previamente dada
em reunio geral augmentar o capital da mesma
pela emissao de novas accoes, devendo tal augmen-
to aggregado ser de una importancia e ficar divi-
dido em accoes de valores taes que a companhia
em reunio geral ordenar nu, se nada foi ordena-
do, como os directores jnlgnrem proprio.
2o. Ficando sujeito qualquer dispes?o em
contrario, que possa ser feita pela reunio, que
sanecrona o augmento de capital, quaesquer accoes
novas sero ouerecitjas aos membros em pn jior-
cao das accoes existentis por elles possuidas; e
qual oretonde votar-por; pilo menos/iros mezas
anteriormente ao tompo te celebraT-se a reunie
einque se propon a. vtr.
<6. votos podem "ser dados quer posoalmcute
un procurad*
n ornea lor, ou,
se es-e nomeador por urna corpoi;a;o debaii.0 do, .oolbida conservar o seu cargo somonte peh tora-
seii sello commum, e ser attisu'do ,por urna oq
mals testemotihaS. ^'ntium pessoa *6i a uomea-
fi'p'roeorador-frao-scfl'iuirrmeirmfo da cbmp-
ihia.
4. O instrurneuto | nomeaotln. um preourader
sera depositado 110 registrado escriptofio da com-
panhia nao menos do 72 horas "antes' do lempo
para eeelirar a reunido, em Aub a pessoa no-
meada nes8e:nsTrmTiento" 'propiie a volar.
Porem nenhum i as Irn oto nomoando um pro
curador scr.radojjas&alos dozey mezes da data
de su exi-cufo.
49.Qualquer intrrihnrb nomeando
o qual depois de pagas todas as despezas adventi-
cias pertencer pessoa habilitada a aegio imme-
diatamente antes do sua venda
13. O instrumento de traspasso ser apresenta-
do companhia acompanhado de pravas taes qne
os directores possam requerer para provar o titulo
de transferencia.
ynotheca tacita sobre accoes.
l. As acgoos de cada membro e quaesquer di-
videndos sobre as mesmas (icario, d* preferencia
quajojief/ o itra reclamaco, sujeitas e carrega-
du eoiH laesquer dvidaf, raeixmsablidades e
obr*gar8ea> iireeta oa indirectamente, erijas nn
devendose por elle ou subsistentes entre elles,
ipier s, quer juntamente com qualquer pessoa ou
pessoas, e quer como dqyedor principal ou garan
te ou do outro modo, com a comeanhm ; e os di-
rectores poder recusar-se de regtsjtrar qualquer
iraspasso de taes accoes, at que todas essas di-
vidas, responsabilidades e empenhos najam sido
pagos ou satisfeitos ; o os directores ficam, por
esta antorisados para cancellar, extinguir e decla-
rar perdidas em proveito da companhia ou para
vender e alienar as accSes de eemelhante accio-
nista, quor no iodo,-tnier em parte, discricao
delles, oara a solucAo do taes dividas, responsani-
lidades-ou obrigacoes.
Na eventualidade de algnm membro ser decla-
rado fallido ou insolvente, ou Etaer qualquer
arommodaco, quer em particular ou dcbatKO das
disposicoes de qualquer acto p.issado ou por ser
passado, em beneficio legal do devedores, a com-
pftubia poder fazer prova acerca e contra a' mas-
sa pela totalidade de sna reclamajao, e ser etas*-
ficaatV e reclfljef drvrtlentos em conlormrdade, nto
obstante e sem prjimo de qualquer urna tal hy-
P'theca tacita c perteupam sobre taes acides, co-
mo fica dito, pelo salle da divida ou reclamaco
devida companhia.
Os directores podero om qualquer lempo futa-
ta tomare aproprtarem beneficio da companhia
esse nfferecimenti ser feito mediante noticia es-
pecificando o numero de acedes, que o membro
tiver direito e limitando um tempo dentro do qaul
o offerecimento, quando nao aeceito, ser tilo co-
mo recusado, e depois de passado esse tempo. ou
sobre intimaco da parte do membro a quem se
d semelhante aviso, de que elle se excusa de ac-
evitar as acedes ofTerecidas, os directores poderao
dispor dellas pela maneira que jnlgiren mais pro-
veitosa companhia.
26. Qualqner capital levantado pela ereaeo- de
novas, aeces ser considerado como parte do ca-
pital original e ficar snjeito as mesmas dispos-
edes relativamente ao pagamento de chamadas e
perdimento do arcos no caso de nao pagamento
de chamadas 011 de outro mode, como so liouvera
feito parte do capital primitivo.
BeuniSes geraes.
27. a primeira reunio geral ser celebrada no
tempo nSo exedentc do mais de 12 mezes depois
de registrada a comoanha, e no lagar qae os di-
rectores possam determinar.
28. Reunioes geraes sulisequentes sero celebra-
das em o tompo e lugar que possam ser determi-
nadas polos dircotores ; e nao baveiidonutra de-
terminafo de lempo e lugar, urna reunio geral
ser celebrada na ? sognnda-feira de Janeiro de
cada anno no lugar que os directores possam de-
terminar.
23. As sobremencionadas reunidos geraes sero
denominadas reunioes ordinarias ; quaesquer
oulras reunidos geraes sero chamadas extraordi-
narias.
30. Os directores pudere, sempre que > julga-
rem opportuno e devero solire requisico feita
por escripia, por nao menos delira quinto em nu-
mero dos membros da companhia convocar urna
reunan geral extraordinaria.
31. Qualquer requisico feita pelos membros
enunciar o objeeto da reunio proposta para se/
convocada, o ser deixada registrada no escripto-
rio da compan a.
32. Recebida semelhante requisico, os directo-
res passarao immediatamente convocar urna reu-
nio geral extraordinaria.
Se nao tratarcm de convocar a mesma dentro de
21 dias da dala da requisico, os que a roqnere-
rem ou quaesquer outros membros chegando ao
numero eligido, podero por si mesmos convocar
urna reunio geral extraordinaria.
Pncedimentos em reunioes geraes.
33. Urna notificacao, com 'anlecipaQo de sete
dias pelo menos, esp''rficando o lugar, o dia e
hora da reunan,enrcafeoe nego^ir osjpecial na-
taraza geral desse legoejo, ser; (itt aos mem-
bros pela maneira ao dianie mencionada, ou por
qualquer outra forma (se alguna) qae psa-sor
ordenada pelos directores; ponin a nao reeep si>
de semelhante netifiaeio porqualqaer meiUbro,
nao invalidar os procedimemos om qualquer
reunio geral.
34. Todo o negocio tratado enr urna reunio
extraordinaria, e betn-assim tod one|onra-k3r-Heos ; ergfe^meMb^iar'aeVnegociospTr
iloOrdirrStia, eom'excepcSo di 'parte o eiii'nohwdW eempftft*\ so oS termos e
- um pro-
curador sert tormtilad noi termos: sega i ates
A' companhia do seguro morilime nio Li-
mitada.
Su...... do.......no condado do......
sendo um membro da eompa'rmia de'seguro ma-
nimio Unio Limitada, e tendodireilo B vot.j on
vot.is, por esianomeio.....ite.....romo meu
procurador para wtar por mim e por minba
parte em a (ordinaria ou extraordinaria, sguni
a tlhln-reza do caso) reitnio geral da Companhia
que tom do ser eeWbi ad no ia ... e em anal-
mier adiamento della (ou em qualquer rciiniao
da companhia, que possa ser celebrada nq anno
Em testemunho do nu moz subscrovo ao.
..... As.-ignarjas pelos ditos.....na presenta
Directores.
oO. 0 numero dos directores u os nomos doa
primeiros dfrb'tioTes serio determinad s pelos
subscriptores do memorndum da as-spciaca).
.51. Cada um dt*'direetdrM r' registra Jo o
possuiJor de nao menos de duzentas acedes.
hi. Emquanto forera nomeados directores, os
suhscriptwres do memor.mduin da associaco serio
considralos seren os directores.
53. A futura remuneracao dos directores, e sua
romunoraco por servicos [(restados anteriormente
a primeira reunio geral, sero determinados pela
companhia em reunio geral.
Poderes dos directores
34. A ilislribuico ou appropnaeao de accoes na
companhia ser feita pelos directores sua'discri-
tjbi, porm os directores poderao pospor polo
tcni|io que Ihes parecer opporluno a disiribuiQio
ou apropriacau do um numero de accoes tal, e
podero de tempo em tonino vender e alienar ou
distribuiras mesmas em beneficio da companha.de
maneira c a pessoas taes que elles po-sain julgar
pioprins.
0*5. Os negocios da companhia sero regidos
pelos directores que ficam por osla especialmente
antdrsados o apoderados parparte da companhia
para eTeetuar as disposicoes provisorias, feitas
polos yubscriptora3 do memorndum da associa-
co com os Sis. Racoson, Aitn & C. e os Srs.
Chirles Lungton & C. para a eosso a esta com-
panhia do seu respectivo negocio como segura-
dores e corrtores de seguros em Liverpool e
pelos seus serviros como gerentes da companhia
por um espaco de tres anuos, contados do dia em
que a companhia comecar seus traballtos, a qual
disposico tica por esta adoptada, ratificada e con-
firmada.
5(5. Os directores poderao pagar quaesquer des-
pezas inconidas em montar e registrar a compa-
nhia e podero exercer quaesquer poderes da
companhia que nao precisara pelo Comparas act.
182 011 po- estes estatuto sor exercidas pela
companhia em reunio geral, sujeitos todava a
quaesquer regulamentos desles estatutos, 3 dis-
posiepes do mesmo acto e a regulamentos nao in-
cinsistontes com os sobre mencionados regula-
mcutos ou dispnstcdes que possam sor prescriptes
pela companhia en reunio geral, porm nenhum
regulameiilo feito pola companhia em reunjp
geral_ invalidara'qiialqnet anterior acto da rom-
pnnhia que bouvera sido valido, se esse regula-
ment no houvea sido feito.
57. O escriptorio principal da companhia ser
cm Liverpool. Os directores nohiearo do tempos
a lempos os banqueros da conipanha, c bem as-
sinros empregados, caixorros e serventes da mesma
que elles julgarem necessarios para o cfflcente
andamento da companhia, com os salarios e sob os
termos e condicoes que Ihes parocarn proprios.
Jallos devero, e por esta fica n autorsados a
procurar naificios 011 esciiptorios para a conma-
nltia, qne julgarem convinhaveis, e para esse fim
pelos fundos da companhia, compra em fundo ab-
soluto (infu simples) ou por qualquer outra pro-
priedade, ou tomar de aluguel por urna renda ou
de outro modo, quaesquer edificios ou escriptorios
e levantar quaesquer- edificios ou comprar ou
arrendar qualquer terreno ou lugares de conferen-
cia para y Jira eujnip.Jica, .djlo.e para, tornar a,
vender, trocar, Irajmefir, ceder, arrendar, alugar,
on do outro mpdJiyasiHX dos mesmos terrenos, oa-
sis edificios, ou escriptorios ou qual juer parte
dfellcs em ben ficio da companhia, sua discri-
cig ; eeiscs terrraitsv^isasi ieidi lqi(>c P|edies as-1
sini comprados seTS, para todfrs os trns db' pre-
sente reputado* las .rortfc e-Cininondu parte do
capital da companhia. "
JW. Os directores eeiaVrito!'rAtWftm, ite tempos
a.tompos ^su dfei^j*Rf'e*wl*fer eserljitbrles
soeebrsaes, on nomeaf ff'oraprejar agentes om
jjueiiuer porP du'ttit'aivs'/fhr'no fleiro n;do
ilper'no'estr^e'rro; 0*+* rweber prop/^ta ou'aeel-
06. A companhia poder de tempo a tempo om
reuniio geral augmeitar ou rednzir o numero de
ditecti res, e poder ontrosim, determinar o re-
vesamento, em o qual esse augmentado ou redu-
zido nnmero tenha de deixar o cargo-
67. Os directores qne continuaren! podero fue-
cionaf nio obstante qualquer vacancia em seu nu-
mero.
8. Qualquer casual vacancia que se dr no
cortselho de directores, poder sor preenehida
pelos directores, porem qualquer pessoa assim es-
se
Escriptorios: -Uwrpoil nndLondon Chambtws, aaesqnorveo9s desse- membro, tender e dispor
l'iveepauL das mesmas ou dcfaignuia dellas a beneficio da
Mtmvanmn dn 4noo*io. i dmpanbia, como nesta ao diaote nca previsto, no
i? OawJi canpan ie--timpl'VB|i4#Sw- ase de acedes perdidas por nao pagamento de
guio Martimo Unio Limitada. chamadas.
de sanecionar um dividendo, considerado das
contas follia*- de baiancoa I e o relatorie- ordieari
do6 directores, ser replalo especial.
35. Nao ser tratado !lej*eic>' algum era qual-
quer reniwk) geral. rxeapto-adrlaraao dt tira
dividendo, amenos que qainte'membros qualillca-
dos para votar este jara prsenles qua do a reunio
proceder a negocios.
36. Se dentro de urna hora contada do tempo
determinado para a reunio nio estiver prsente
um numero legal (ewriini> t reonkto-se Jaouiier, .*enenies;o.ooaw.dh8flrom^i^gflci Klllfl Prtnvncailn cabra n .^f,;n;-. 3 ...!..__ -___.,!,_______J.~A'''l____- i .i_. !: m~ _:
sido convocada sobre a requisico de membros,
ser dissolvida. Em aualquor outro casd ser
adiada* para o mesmo da na semana egunte ao
mesmo tempo e logar, e, se netsa reoniio adiada
nao estiver presente um numero legal, ser trans-
ferida para tempo Indefinito ts/ae He).
37. O presidente, ou era una ausencia o vtea-'
presidente do conseiho de directores, funecionar
como presidente em cadi reunio geral da com-
panhia.
33 So em qnalqner TetrrHfo o pTesTBnte'ou
vice-presidente nio estiver presento dent de 1V\
minutos depois do tempe flWtfnwlo pirra- eeWtrr
a reunio, os imembno pupenles eecoltieTo a
algum ds directores para preidir.
39 Opaesiaentepecbrv com o cMuantiweato
tempotti-de lugar m layar, peram neoaym neger ff* ^Jaalgum
o ser tratado era qualquer reuniio adiada, 4*j ptoapanma Por
nio soja o negooio que ficou nio aoabajto.na, ^sjaB.sepototei eaenieens,
reuniio da qual o adiamento tere lugar.
cenflleWs qfe os dlrcteres -d tempes'' a twnpos
otdena rem.
159. Os direclores"f{dera,ehmprr',os' negocios!
de seguradores1 e eorretores de Mguros de qual-
qperoomiifthlalj'Wt^aW'P^cplai'es, e o pre-
ce da compra" de tm rgfelo an'-nejocios poder
ser flago pelos dirii-tores, quer pelos TunVis da
cemparthil qer por aCfoes on m parte ,porl
tae^fanrl'iS e entparte por aeriies.ie, gerrlrnWre;
sob os -termos e eandiodes que-Jnesiparearara con-
que/ no ledo quer em paute, em aegoes, taes acides
se os .qjreefores assim opinarem,. Sero tomadas'
cmeae^s pagas-at aIhrpiifmt'fa dastrCTmaoas,
qnerpewan J ler sido fetia* mbre as acedes do.
companhia emiUrdas' antestermente ao tempe da'
seraelbaute compra.
esgualijictSo de directores
CO; Orargo'de'dWeto flea "facarlte :
e em qnalqoeT tempo, fot o-negiatrado pesaui*
dor do raeaofr de-dtweWaaaaetie* na oompaoriia.
So eccupar qfwltjacr.,ontr cargo-OU lugar,eje
proveito debaiao da compania ou, enl cnnexao
em ella.
St pjebw*- a, fienr. wsptvente. w ^et ponto
oa se accnmmndar com seus cpetWea.
po, qne o director vacante o loria conservado
rtenliuma vacancia liouvera ccorrido.
9. A companhia em reanio geral poder, por
dina resolu-o especial, remover a qualquer di-
rector antes da expiracio do seu periodo de car-
go, epoder por urna reaolaeao ordinaria nomear
outra pessoa em lugar dello.
A pessoa assim nonieaJa fanecionar somon-
te durante o tempo que o director, em cujo lagar
ai npraeado, teria ocrapado o mesmo, se nao
liouvera sido removido.
Aitribuifics de Directores.
70. Os directores poderao reunir-se para o ex
pe liento de negocios, addar, e, de outro modo re-
gular snas reunidos, comn o jolgarem proprio ;
ejlctcrminar o quorum necessario para a transac-
cao do negocio.
Questdes, que se suscitaren! em qnalquer reu-
nio sero decididas por urna maioria de votos.
Km caso de paridade de votos o presidente ter
um segando oa voto de desempate.
Um director jiuder em qualquer tempo convo-
car urna reunio de directores.
71. Os directores podero eleger um'presidente
e viee-presidente de suas reunioes, c determinar
o periodo durante o qual teem de funecionar,
porem se nenhum presidente fr oleito, ou se cin
qualquer reunio o presidente ou vice-preidenlo
no estiver presente ao tempo prefixo para a mes-
ma, os directores presentes cscolherio algum
d'entre o seu numeropara ser presidente dessa
reuuiio.
72. Os direclores poderao nomear directores ge-
rentes, ou um director gerente da companhia, o
podero delegar qualquer de seus poderes os
mesmos, ou aos. gerentes ou gerente, que o forera
desse tempo da companhia, ou a convites, cunsis-
lindo de lautos membros do seu numero que jul-
garem proprio.
Os directores em fanecao ou os gerentes, o bem
assim qualpier comit assim formado devero no
exereido dos poderes assim d logaJos.coui'ormar-
se cora quaesquer regulamentos que possam ser-
Ihes impostos pelos directoras.
73. Um comit poder eleger um presidente de
suas reunioes; se nenhum presidente for eleito ou
nao estiver presente ao tempo designado para a
celebracao da mesma, os membros presentes esco
thero um de seu numero para presidir seme-
lhante reunio.
7i. Ura comit poder reunir-se e adiar-se co-
mo bem Ibes parecer. Qnestdes que so susci-
tarera efti qualquer reunio sero decididas por
uma maioria de votos dos membroi prsenles ; c
era caso' de pandado de votos, o presidente ter um
segundo voto de desempate.
75 Quaesquer actos praticados por qualquer
reunio de directores ou por um comit de direc-
tores ou por qualquer pess afazendo vezes de di-
rector, serao, nao obstante o descobrir-se ao de-
pois que bou ve algum defeito em a uomeaco de
quaesquer taes directores ou pessoas funecionan-
do como fica dito ou que algumas dellas estavam
desquabllcadas, to validos como se qualquer una
tal pessoa boqvera sido devdamente nomeada e
estiver quahlieada para ser um dos directores.
76. Afrnia da apolieeser de tempo a tempo
a tempo, estabelecida pelos directores ; o quaes-
quer apolices emittdas pela companhia e quaes-
quer outros contratos por parle della, serio feitos
e authvnticados pela maneira que os directores or-
den arem de lempo a tempo.
Nenhum director assignar ou autheiiticar
qualquer apolice a respeito de propriedade ou ou
tro objeeto de seguro, em que elle tiver qualquer
interesse.
Sello.
77. Os directores faro, de tempo em tempe dis-
npsiedas tacs p..ra segnranca do seu sello com-
mum, qae acharan necessarias.
Dividendos.
78. Os directores pidero, com a sancQo da
companhia cm reunio geral, declarar um divi-
dendo a pagar aos membros om proporeoes de suas
acedes.
79. Nenhum dividendo ser pagavel seno pelos
lucros provenientes dos negocios da companhia.
80. Os direclores poderao, de tempo a outro,
antes de recommendar um dividendo, apartar dos
lucros da companhia ama quantia que julgarem
propria, como fundo de reserva para encontrar
casualidades, on para igualar dividendos, ou para
a compra de terrenos, ou edofieios, ou para levan-
tar escriptorios ou edificios, ou para reparar, ou
conservar, ou para qualquer outro fim em conne-
xio com o negocio da companhia ; e os directores
podero empregar a render a somma assim apar-
tada como fundo de reserva, sob as garantas que
possam preferir, e poderao de tempos em tempos
variar taes garantas.
81. Os directores toro poderes se assim Ihes
parecer opportuno, para fazerem rognlamentos
para distribuir entre os concurrentes compa-
nhia, ou qunlqner parte delles, ou outros, a titulo,
de gratificacao (bouns), ou de outro modo aquol-
la parte (se alguma) dos lucros da companhia, que
jillgarera eonTOaiente ; porm, mes regulameHis,
anieVeleserirt postos em eneenco, deverio ser
cumphdos em uma especial -rono geral da com-
panhhia.
1 i8. Os direclores podero-dcduzir dos dividen-
dos pagareis a qaalquer membro tedas as quan-
tias de dinheiro que este estiver devendo, quer s,
quer juntamente com.qualquer outra pessoa ou
pessoas, quer eomo principal devedor, quer como
garante companhia, em razao de chamadas eu
de outro modo.
83. Aviso de qalquer dividendo que possa ter
sido declarado, ser dado a qualquer membro pela
forma adiante mencionada ; e quaesquer divden
do**tt5o reclamados por espaco de tres annos po-
flerici ser considerados cnidos em commisso pe-
los-directores em proveito da companhia.
84. Nenhu.T. dividendo render juros como con-
tra % companhia. ,
Contas.
85. Os directores farao oora que contas exaetas
sejan guardadas :
Do fundo capital da companhia, das sommas de
dinheiro recebidas e despendida pela companhia,
o 6 objeeto ouje respeito tal reeeita e dnspeza
tiiver lugar, e das dividas activas e responsabili-
dades da companhia.
86. Os livros de contabilidade sero guardados
no' registrado da companhia. Nenhum membro a
nao-ser um dos directores ou contador, nem qual-
quer pessoa, ou pessoas reclamand era nome de
,87. Ima vez pelo-menos no anno os direetnre*
apieseiitaio companhia em reuniSo geral nm
trenopslrativo da receila q despea pelo ainiod--.
eorno, escripturado ate trina-dat nio excedent*
a tros meses antes de hrf renu
88. Esse demonstrativo asslni preparado dever
mostrar o importe di renda bruta, organfsado sob-
os mais con venientes litnlos.dlsngnindo as varia
fontes donde foi derivado, o amiporlaneiada des-
peza bruta, distingundo a despeza do estabeleei-
mento, salarios e outras seraelliantes cousas. Cada
verba da despeza, que pode razoavelmente ser car-
regada contra a reeeita do anuo, ser lvala era
eonta, de sorte que am exacto balanco de lucros *
perdas possa ser submetltdo a- reuniio ; e no? ca-
sos om que qualquer verito *dd kpiiS qae nosa
razoavelmente ser repartida obre varios mios,
tenha sido i acorrida cm qBalqtior titt armo, a
SOmma total de semelhanlo verba sef'tfatalfcsta-
da ami a deelaraei das -rnttVs, porque srhente
parte de -sementantes despezase ttrrrtgada -eofitf-
o rend ment do anuo.
89. Uma fojba de bahrrcrisr* cbfeccionada .mi-
sada anno, e apreseatadaeWrpattrrla m rtnife
geral, e essa folha de balatie,' 'tlerer coriter dm>
ummario da propriedade v das re'sbnnsbIHaae*
da c-jmpaiihia, orgahisada da' ahptra/quc os"di-
rectores de tempo em tomfwerden.Trem.
W. L'ma copia de tal folhanffnarafico fiear sete
dias antes dessa reo/riSo, ptehlij-pafa'' msiTeiffo
dos membros no registrado-fSrrlpWlB da eonipa-
nha, ou em tacs oulros lugares Tsd 'Hguns) c em
taes tempos que os directores' d lempo m tempo
determina rem.
VerifcacSo de coUtas /".';.
91. l'ma vez pelo menos em cada amv as mu. '
tas da companhia ser eviminafl:.', o a txaeif-*
dao da folha de balsnco avergtf'ia por ;:iu ou*
mais contadores.
92. Os primeros contadores s-rH'i'n nic.-.dos pe-
los directores; os contadores snhsi'lprc.-iles serlo
nomeados pela companhia era retmu6 geral.
93. Se for nomeado um s contador,tenas as dis-
posides nesta cuntidas relativamente' a contado-
res, serao applicaveis a elle.
9i. Os contadores poderao ser membro da com-
panhia, porm, director mi ofrtro erripregado da
compauhia ser clegivel emquanto continuar no '
cargo. *
95. A elvigio de contadores ser ffiifa pela com-
panhia etn sua reunio ordinaria cm cada auno.
96. A remunerajo dos primeir'os" coiitudores
ser fixada polo?, directores; a dos subsequentes
contadores ser fixada pela companhia em reu-
nio geral.
97. Qualqner contador poder ser reeleito ao
deixar o cargo.
98. Quaudo se dor qualquer vaeaucia casual no
cargo do qualquer contador nomeado pela com-
panhia, ser preenehida pelos directores.
99. Se nao se realisar uma elcieao de contado-
res da maneira sobredita, a junta db commerefo
podor a pedido de no menos d cinco membros
da companhia numearfum contador para oanno
corrento, e fixar a remaneraco que Ihe haja de
ser paga pela companhia pelos seus servicos.
100. Cada contador ser supprido com uma co;
pa da folha do balanco e ter por obrgaco exa-
minar a mesma com as contas, e cla&sc 'ella re-
lativas.
101. A cada contador entregar-se-ha nina lista
do todos os livros guardados pela companhia, e o
mesmo ter om todos os tempos convenientes, ac-
cesso aos livros e contas di companhia, ello pode-
r, a costa da companhia cmprvgar guarda-livros,
ou outras pessoas para ajuda-lo em examinar
taes coutas, e poder em rel.irao a taes contas
examinar os directores, ou quaiqUcr outro empre-
gado da companhia.
102. Os contadores aprtsentario um relaterio
aos membros sobre a folha do balance c as contas
e cm cada um de tacs relatnos declararan se,
em sua opiniao a folha de batallen uma folba
completa c justa, eontendo as particularidades exi-
gidas por estes regulamentos e competentemente
redigdo de modo a demonstrar uma verdadeira e
aceursda vista do estado do; negocios da compa-
nhia ; e no caso de havorem pedido explicacdes.ou
informacoes dos directores, so taos oxplicacpes, oa
lif/rma^oes foram dadas pelos din clores, e se
temside satisfactorias ;e semel ante relalorio ser
lido juntamente com o relator i dos directores na
reunan ordinaria.
Notificari s.
103. Uma notificacao poder ser feita pola com-
panhia a qaalquer membro, quor peasoattBonte,
quer enviando-a por va do eorreio, om carta
franqueada enderezada a esse membr era seu re-
gistrado, lugar de morada, on de negocio.
101. Quaesquer nOtifiecdes mandadas fazer
aos ministros serao a respailo de qnalquer ac^o
possuida cm commum pnr varias pessoas, feitas a
quem quer que tacs pescas estiver em primeiro
lugar no registro do membros, e uma notificacao
assim feita ser safflcienle para todos os possuido-
res de semelhante acca).
103. Qaalquer modifleaejk) quando feita pelo
eorreio, ser reputada ter sido effectuada ao tem-
po em que a carta eontendo a mesma ticaria en-
tregue no ordinario curso do eorreio ; e provnndo
esse acto de notificacao, bastar isso para provar
que a carta eontendo a notificacao fui competente-
mente endurecida c lancada n'um eorreio.
Arbitramento.
106. Sempro que so suscitar qnalquer diver-
gencia entro a companhia por urna, e qualquer
ura dos membrus por outra parto, tocante ai ver-
daJeiro intento e mterprctacao ou aos incidentes
ou conseqnencia deetes estatutos ou do memoran-
dun da associaco, ou locante a qnalquer censa
feita antes ou por s"r feita, oMOUtada, omittida
ou suprida ao depois em conformidad;.dcstes c-
tatatos, on tocante a qualquer (|iiebra ou allega la
ipiebra desles estatutos ou a qual roer re.-lamaeio
por causa de qualquer semelhante q obra on alle-
gada quebra ou do outro modo relativas s pre-
misas, on aprsente qual pi r uma tal difTerenca
ser (a menos que as parles em dh-ergena con-
cordem om admittir a um s arnitrador) remettdo
ao arbitramento de tres pessoas n por cada urna das partes implicadas na divergen-
cia (quor essa parte consista cm un.a quer mais
de uma peana) e uma outra petes directores, e a
torceia pelas duas assim e-eol!iidas, o a docis
do nico arbitrad' quer nni d'elies, quando dada por eseripM firma-
da de seus pnnbos ou punho, ser obrigatoria e
conclusiva para quawquaar partes interessadas.
107. As custas e incidentes a qnalquer arbi-
tramento, e de incidentes decisao, tiraro dis-
cricao do arbitrador ou arbitradores, proferindo
a decisao.
108. A snjeco a arbitramento por esta estabe-
lecida poder a qualquer lempo tomar o carcter
do uma ordem de qualqner tribunal de justica ou
equidade, a requeriracnto do qualinor parte inte-
ressada, e o tribunal poder remetiera quest>>
ao arbitrador ou arbitradores cora quaesquer ins-
IruccBes que o tribunal possa ulgar opportuno.
109. Em qualquer casi em ipio sobrevenda
qualquer questo legal o arbitrador ou arbitradu-
res uu quaesquer, dous dentro elles poderao to-
mar o parecer de um ronsultor versado'em !h,
conformo Ihes partea, e poderao adoptar qual-
quer parecer asiin tomado.
10. Pleno effeito ser dado debaixo da le do
procosso de direfto civil 183i, commemial (Law
l'rocedure Act) 18oi e debaixo de luda uu <|iiul-
quer outra lei, de tempos a tempos era rigor <
applicaveis a esse respeito as dispuaifdoa da. pre-
sente tocantes a arbitramento.
-111 Os regulamentos comidos na tabella mar-
cada A no primeiro appendiceao Companics
1862 (lei sobre companhias (1862) ficam e.wlm>
dus desles estatutos, excepto tanto quaqte ps mus-
moa ou alguma notificago delles se acliun ncsla
expressamente comidas.
Em uma reunio geral extraordinaria da com-
panhia de seguros martimos Unio Lioutada cele-
brada no escriptorio da dita orapanhia na seaua-
feira 3 de iunho do 186i, em ()uo .'ilacoiDHi.ias,
possuindo 40,071 acedes na cump.int, estavam
presentes James Aiken, Esq. presidente. Foi
resolvido :
Que as seguintes alteracdes o aJdiUmentos &c-
jaui feitos nos artigos da associaco da com-
panhia.
Nomeacaa do conselho de bteclore* em Uaulm.
1.'Ser licito ao conselro de direclores ente n
forem e por esta Ihe ficam conferidos poder .i
para, de lempo em tempo, ji^mearein o qouserva-
rem em Londres, pelo tempo qu Ihes patee*r pw-
pro, um conselho de directores eomposto de
mombros qualificados para, fazerem parte do ton
selho de directores da companhia c pa determt-
nar e, de tempe* a toiupps variar o numero de,
nomear os individuos noo de tempo era lempo
qbakpeti m
fon obter por
vrat.^eentea.
da reuniio, adias-qitfliiiierjajuftafl d4aeji) a cfos > qi^aqM ooBfaiOB com"? comp^hu^uaJrahf|i^x
ni seguro ou oujre usual nggocirrda' w>s para o fi
f*r*n'|a*MHtif|Ml Vnto sajei
SeoJium director vagar o sea cargo por ser um
bro< ter diieuea. examinar
i zuna apaceencfgjio dos li-
nios, ou- qrj|tiM4 compa-
^dus que podem ser produii-
itwaMuer raunVj dos memoro,
e espto.j(.felharde baUaco annual da eompa-
nhia, que- leiwtk tim ce.'rao ao diante pros-
cripto. r
constituirem
o por que tempo,
fixar e,
ohnga
Iho e
d'elte, e
o fixar Ihe o m< i u;n
o cargo, e bem atiut
lampe variar os poderes,
io de- semelhante r
aco de qualquer membro
de lempos a temos tmaos-
quar vacauoias, seja como fr, oenasionadas a
tempo e da maneira que o-eonaelbo de drectojes,
julgar pportuno, e-estabelecer norma, e,rgui(
menios para a direcjo e gojeroo do prohijar
i_ *
.
-
**.




Diario de Pernainbuco Sexta feira 5 de Seteinbro de 1873,
de tal conselho, o qual em quaesquer lempos e
cm quaesquer musas Orar sujeito adstrieto aos
preceitos e reglamelos d lempo era lempo assim
feitos.
Disectores i gerentes da companhia de seremex-
oifco membroi do amulho de Londres.
2.*-Os membros do conselho de directores da
companhia, que o forein assim como gerenta ou
gerentes da coiupanhia que o forera qaando pre
sent*, serio ex-ntUcin mimbro; do conselho de
Lendres.com os nwajaos poderes quanto ao vo-
tar, t a quaesquer onlrus respetos como qual-
3.* Os membros do rouselho de Londres sevo,
Jliando presentes, .neinltrus d'elie.
\embros do contellu de Landres, temi de ser MM-
brns ix-oficio do cmurUto de diicctoies da cjm-
pjnhia.
3.* Os membros do conselho de Londres serio,
de directores da companhia, rom os raesmos po-
deres a todos os respeiUtt, como qtialquer roem-
bro d'elle, e o numero a que o conselho de direc-
tore agora , eu era qualquer lempo d'aqn em
diante possa ser limitado, ser para o flm do Rec-
ta r este regulamento auuiliadu de tempo em tem-
B), segundo a exigencia do caso.
rectores, tendo poderes de delegar t das as suas
(acuidades ao conselho de Londres.
%.* O Kinselho de directores lera inteiro poder
e autoridade para de tempes a lempos delegar ao
conselho de Londres, pela maneira, que julgar con-
veniente, todas e qoalquer nina das funreoes,
obrigaces, privilegMt^ e Vacuidades de que elle
agora esto, ou d'aqui em dianle possaiu flear re
Testidos, ineluindo o poder de assignar apolices,
executar cartas de procuraco, reter, empregar
ni proveito da companhia qualquer dinheiro, ga-
*iim por dinheiro on otara propriedade da
eompanhia que Ibes vieretn s raaos, dfenuT as
cousas para a compleme asignatura e eudosso
de quaesquer letlras de cambio, notas promiso-
rias, cheques ou ou'ra- negociaveis seguranzas
ineluindo tambera o poder de regular prejuizos
mediante convenci, arbitramento, ou pelos com
plenlos transmites da le, e, geralmente obrar os
oulros actos quo possam s-r necessarios para o
inteiro e completo desempenho e cumpriinenlo de
qnaesquer materias e cousas connexas como o ne-
gocio da comiianhia em Londres.
.# Artigas SO e SS dos estatuas d assodaciio uppli-
cavis a membros do conselho de Lmdres.
o'Oi artigo 60 s 69 do* estatutos da associa-
f"io da companhia serio applicaveis aos membros
9 conseibo de Londres salvo e excepto que os
gerentes ou gerente da companhia nao deixarao
sen cargo, como membros desse conselho, por se-
ren gerentes ou getvntB assalariados da compa-
nhia.
Emistai de nonas accoes para quabficafo do con-
selho de Landres.
6." Cira o fim de pnvil neiar a necessaria
Sualiticai.a para ut membros do eonselbo de Lwn-
res, os directores da companhia tero poderes
para emittir um numero de accoes novas nao ex-
cedente em lodo (3.000 1 tres mil aecis, como
destas o art. 51 dos estatutos da associacao sera ap-
plicavel.
As precedentes resolncoos, foram confirmadas
em urna subsequente renan garal celebrada em
-* 18 de junho de 186V.
Em urna rcnniio geral extraordinaria da com-
Eantiia de seguro marlimo Uuo Limitada cele-
rada no escriptorio da da companhia naaegon-
da-leira 29 de Janeiro de 18G6, em qne 32 accio-
nistas, pnssuindo 2 o, 261 aeejSes da companhia, es-
tavam presenta: T. L). Ilornby, Es |., presi
dindo. Foi resolvido : Que as seguimos alteraerjct
e additamentos fossem feitos nos artigos da arSu-
ciacao da companhia.
< Qua a coi'.'i*anhia soja autorisada para modi-
ficar as condados cuntidas no memorndum da
associacao de mudo a consolidar e dividir o seu
capital em accoes de um valar matar do que as
acues existentes ; a saber: consolidando as pre-
sentes ao;ocs, que sao de libras 20 cada urna, so-
bre as quaes libras, duas tem ido pagas em ac
$oes de libras 30 cad tima, sobra as quaes libras
cinco serio consideradas como pagas; e que os ti
rectores sejam auiorisados para dar quaesquer
passos necessarios para darefTeito a esta retla-
cao.
Que quando e assim que as ircSea esve-
rem convertidas em accoes de libras 30 cada tima,
as seguimos alteracfles >ero feitas nos artigos da
associacao da companhia, a saber : arts. A e 43
dos estatutos da as>ociacao terio revogados, e os
arligos araainlea suhstiiuidos em rea lugar.
< 42. Cada merabro lera um voto por cada 20
accoes por elle possuidas at 4( 0 accoes e neiihum
memhro ter mais de 20 velos.
Ncnhum nicnibro leri rtin-ito a votar em qual-
quer reunio a nao possuir pelo menos 20 accoi s.
k i3. ... Be qualquer memhro, leudo direilo
a pelo menos vinte accoes, for dio luntico ou idio-
ta poder volar pelo' seu curador ad hoc, curador
de heos ou outro curador legal.
Eart. 60 dos estatuto* da assoelacio, >cr al-
terado como segu, a saber: substitualo as pala-
vras oitenta aojoc* etn lugar Jas palavraa duaen*
las ac.oes, de mulo que o primeiro paragrapho
desse artigo ser lid i como segu :
Que o cargo de director ser vago, .-e em
qualquer lempo for o registrado possiidor de ovi-
nos de 80 accoes na comp inhia.
Foi outrosim resolvido : Que os arts. 37, 38
e 7i dos presentes estatutos da associacao serao
revogados, e os seguinte< artigos serio substituidos
em lugar delles.
Os directores po lerao eleper um presidente
e vi;e-presidente ou das vire-presidentes de
suas reunioes e determinar o periodo durante o
qual estes respectivamtnte oeenpario o cargo; e
se dous vicc-presidentes forein eleitos determina-
rlo a ordem de precedencia, direitos e privilegios
de semelhante lee-presidente.
Se ncnhum viee-piesilente fr eleito nesses
termos ou se em qualquer reunio o presidente ou
vjee presidente, ou um dos vicepiesidenles nao
estiverem presentes no tempo designado para cele-
brar a mesma, os directores presentes escolherao
algum d'entre seu numeto para ser presidente
dessa renniao,
O presidente, ou na ausencia delle o vice-pre-
sidente ou um outro des vice-presidentes, (se-
gundo a natureza do caso) e, caso que amhos
os vire-presidentes estojara presentes, o vice-
presidente, que tiver direilo presidencia do
conselho de directores, exerrer as funerdes de
presidente em qualquer reunio geral da compa-
nhia.
t Se em qualquer reunio o presidente ou vice-
presidente ou um dos vire-presidentes, nao esliver
presente dentro de quinze minutos depois do tem-
po designailo para celebrar a reunio, os mem-
bros presentes escolherao algum dos directores
para presidir. As precedentes resolueiies foram
continuadas em urna subseqnente reunio geral
extraordinaria, celebrada no dia 19 de fevereiro
de 1866.
Em urna reunio geral extraordinaria da compa-
nhia de seguro martimo Untio Limitada, celebra-
da (em the Laiv Associalion Koones) nos saines da
associacao dos Praxistas, Cook Slreel-Liverpool,
segunda-feira 31 de janein de 1870, era que 41
accionistas,possuindo 8,30 i accoes na cotnpaniia,
estavam presentes.
Thomaz D. Hornby, Esq., presidindo. Foi resol-
vido. Qne os artigos da associacao sejam altera-
dos e modificados em tanto : Que os directores
tero poderes para de lempo em tempo sem a
saneco da companhia, cm reunio geral, declarar
e pagar um dividendo interino sobre o capital da
companhia.
A precedente resolucao foi confirmada em urna
renuio geral subsequente, colebrada no escriplp-
torio da dita companhia, no dia 21 de fevereiro de
1870.
Em urna reunio geral extraordinaria da com-
panhia de seguro martimo Unio Limitada, devi-
damente convocada e celebrada (era the Laiv As-
soeiation Roones) no? salos da associacao dos Pra-
xistas Cook Street, em Liverpool no condado de
Lancaster, terca feira 30 de Janeiro de 1872, e em
urna subsequente reunio geral extraordinaria
tambem devidamente convocada e celebrada da
mesma maneira no registrado escriptorio da com-
panhia em Liverpool and London Ch^mbers Liver-
pool no condado de Lancaster, na segunda feira
10 de fevereiro de (872. a segunda resolucao espe-
cial foi passada e confirmada : Qne o seguinlo
regulamento soja addirionado , e faja parte dos
estatutos da companna, a saber :
Que a companhia fique autirisada tanlo quan-
to para mod tirar as condicoes comidas em seu
memorndum de associacao, no sentido de redu-
zir i seu capit I nomfnal a & 824,0O; e outro-
sin) modificar esta* oondiedVs, dividindo seu capi-
tal reducido em 41,20) acctVs, 30 cada urna.
Nada mats secontmha ou declarava o dito docu-
mento (estatores nu artigos da associacao da cora-
paobia de seguro marilimu Unio Limitada) que
bem e fielmente tradnzi do proprio original im-
presso em brochnra, sellado erra estampilhas, im-
portando em 4440", devidamente por mira inotlli-
. sadas, ao qual me reporte.
Em f do que pawei o prsenle, assignado do
met punho.
Babia, 4 de junho de 187i.-(Assignado), Pran
cisco Antonio Paulino. Confere, S. F. da Veiga. -
Conforme, l)r. Perreira Lopo.
Estavam duas estampilhas do sello *lhe3vo do
valor de 194400, inutilisada* da forma segulnte :
Secretaria de estado dos negocios da agricultura,
coramercio e obras publicas, em" 8 de novembro
do 1871-Pelo director geral -Dr. Ludgero da
ocha FinirLi). S. 44 Era 1 de deiem-
bro de 1872 foram enlregues esta seerotaria do
tribunal do eninmereio da ahia e mandados ar-
chivar |M>r despacho da me-ma data os presentes
tocumentos, contend a cuta imper.al quo auto
rison a companhia Inglesa Union Marine Insurau-
se Cotnoitu] Limited a estabetecw agencia* uesta
provinvia, na df l'ernambuco e na corte, e os esiv
lutos da nwsma companhia.
Acham-se escriplos os referidos locumentos em
64 meias foi has de papel, que torain por mira nu-
meradas e rubricadas ; e para constar taco esta
nota do conformidade com a segunda parto do art
14 do decreto n. 3,711, de 19 de dezembro de
1860 Secretara do tribunal do commercio da
Bahia, 16 de dezembro do 1872. O official-maior,
Annibal Andr Bibeiro.
Nada mais eontinham a carta.imperial e estatu-
is, que bem e fielmente foram aqu copiados ;
achando-se todas as forhas numeradas e rubrica-
das com a rubricaA Ribeiroe estando alm
di-so as da copia da certido da traduceo dos es-
tatutos authenlicadas com a rubricA Veiga e pa-
ra constar se passou a present nesta secretaria do
tribunal do commercio da Bahia, aos 8 dias do
Ibea de marco de 1873.
Eu, Annibal Andr Ribeiro, offli'ial-miior que
asubscrevi e assigno. Annibal Andr Ribeiro.
Bahia, 8 de marco de 1873.
Estavam enllocadas tres estampilhas, sendo urna
de 13. nutra de 6 0 rs. e outra de *)0 rs., legal
ment inutilisadas. Rs. 794400.'
Secretaria do tribunal do commercio da Bahia,
19 de marco do 1873. Costa. Nada mais consta
cm dita peticao, despacho e conidio, do contrato
da carta imperial e estatutos da companhia ingle-
za Unio Marine Insurance Cnmnan* Limited, que
me foi apresentado para extrahir publica forma,
que vai bem e fielmente copiada, a qual me repor-
to, por mira subscripta e assignada, nesta cidade
do Itecif de IVrnainnuco, aos 14 dia* do nuz de
julho de 1873. Subscrevo e asigno. Recife 14 de
julho Era tesieinunho de vordade, o tabellio publico,
Manael Cantillo Pira Fulcao.
N. 71.Os presentes estatutos constantes desta
copia contera 32 folhas de papel alroaco pauldado,
todas por mira rubricadas com a rubrica de que
uso -Torres o vio ser publicados no Diario de
Pernamljuc1, por designacao e custa dos inters
sado-, conforme dispde o art. 14 do decreto n. 1,711
de 19 dedezerabro de 1860.
Seerotaria do msrelrissimo tribunal do roramer-
cio de Pernambaco, 3 de setembro de 1873. -Tor-
res, nffleial maior inlerino.
A' fazen la nacional 5J. Ao Sr. dosombargador
fiscal U ue um parecer.-Rs. 64000. -Torres.
Lancado 34, sendo que 14000 j foram recebi-
dos pelo Exm. Sr. desembargador fiscal.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambaco. 3 de setembro de 1873.-Torres.F.
Cruz.
lufclize*- victimas tNio clirotnioo.
Porque soflreis tantas lores, e porque gas-
taos intilmente vosso dinheiro em medi-
camentos incapazesde vos curar?
Vossa melestia nao tem outra origen) se-
n no sangue viciado.
Puaificai o sangue com a salsaparrilha
Ayer. Se vos tomardes esto remedio com
regularidade e constancia, ficarcis cu ra
dos.
Experimenlai.
COM
Banco Commercial de Per-
nambuco.
A directora do Banco Commercial de
IVrnambuco ron vi la os Srs. accionistas a
reunirse em asse.nbla geral, no dia 10 de
setembro vindouro, ao meio dia. na.casa do
Banco, ama do Vigario n. 1, para serem
apresentados o relatoro e bataneo relativos
ao periodo filelo em 30 de junho prximo
passado.
Recife, 28 de jumo de 1873. /
Os directores,
Iodo da Silva Regadas.
Antonio Jos Leal Reis.
Francisco Ferreira Hallar.
PUACA LO RECIFE 4 DE SETEMBRO
DE 1873.
AS 3 1/2 HORAS DA TARDE.
Cotacdes ofOciaes.
Cambio sobro Londres a 90 d|V. 26 d. por
14WO, do banco, hontem.
Descontde letras 9, 10 e 11 OtO ao anno.
OaDourcq
Presidente.
Leal Seve
Secretario.
ALFANDEGA
tendimenio do d dem do dia i.....
126:2274914
47:8324323
174060*239
Descarregam hojs 5 de setembro de 1873
Barca ingleza = Dolphim vanos gneros para
alfandega, e carvio j despachado para o
caes do Apollo.
Escuna inglezaGeorge Ducklesvarios gneros
para alfandega.
Lugar inglezNacegator varios gneros para
o trapiche Conceico, para despachar.
Barca ingleza Eduard Herbert varios gne-
ros para o trapiche ConceicAO, para des-
pachar.
Barca inglezaDlaney Brothers -carvio j des-
na i-ha do para o 2* ponto.
Barca inglezaDuchess v{ Sutherhnd machi-
nismo j despachado para o caes do
Apollo.
Polaca hespaniiola Thereza machinismo j
despachado para trra.
Patacho inglez iVuncy fannha j despachada
para o caes do Apollo.
OESPACHOS DE EXPORTACA NO DI A 3 DE
SETEMBRO D 1873.
Para os portos do exterior
N i escuna pertugueza Christina, para Lis-
boa, carregou : F. R. Pinti Guimares 63 oraros
salgados com 441 kilos.
Piara os porto do interior.
Para o Rio Grande do Su I, no palbabote na-
cional fosita, carregaram : T. A. Ponseca 4t C
Successores 5 pipas com 2,400 Utro9 de agur-
dente.
I.APATAZIA DA ALFANDEGA
Hendimento do dia 1 a 3 3:3734730
dem do dia 4...... 934184
CONSLA'bO PROVINCIAL
ttenpimento do dia I a 1 14:t93|H4
dem do dia 4...... 93/600
I5:l64&4
RECIPE DRAINAGE.
Kendinwnlo do dia 3 4594492
dem do dia 4...... OO.W
m
.V''ri<) *hul,i no dia 9.
Ilha de Fernn I > Vaimr nae.ot;J fiqni, com-
uunlii'le Mutiiis. :*r-s. varios jien.-ros.
Macw wttradu no din 4.
Ro de Janeiro pela Bahia6 dias do primeiro
porto e i do segundo, vapor francs Vitle dt Ai*
de Juneirv, de 8 7 toneladas, commandante
Fleury, equipagem 41, car varios teneros; a
A. P. de Moura A C
Naviot tahidos no mttmo di.
Barcelona PaateDtV hespanhol Inmcivel, capillo
Francisco Maristeny, carga algodao.
Havre e portos intermedios Vapor francet Ville
de Rio de J-meim, commaudante Flonry, carga
a inesnia que trouxe dos polios 4o sul.
Observacdo.
Apparece ao norte urna galera.
tQITAES.
O lllm. Sr. inspector da tbecouraria pro-
vincial, em cumplimento de orden do Exm.
Sr. presidente ds provincia, manda fazer
publico que no dia 25 do correte, perantu
a junta da fazen la da mesma thesouraria;
vai a prai;a para ser arrematada a quem por
menos fizer a obra dos reparos da ponte de
Junqueira, oreada em 5:7209000 e sob as
clausulas especiaos abaiio declaradas.
As pessoas que se propozerem a essa ar-
retn.itaijao couipareQain na sala das sesses
da referida junta no dia cima mencionado
pelo meio dia e competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou publicar o pre
sent pelo jornal.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 5 de setembro de 1873.
O official-maior,
Miguel Affonso Ferreira.
Clausulas especiaos.
1.* Os reparos da ponte de Junqueira se-
rao feitos le conformidade com o respectivo
ornamento no valor de 5:720,$000.
2.a O arrematante dar principio as ohra>
no i>razo de (5 dias e as concluir no de 5
mezes contados da data do contrato.
3.a A importancia da arrematando ser
paga em tres prestayoes iguaes, correspon-
dendo cada urna ten;a parte da obra
fcita.
4.a Em tudo o mais que nao estiver espe-
cificado as presentes clausulas se observar
0 que dispoe o regulamento das obras pu-
blicas de 31 de julho de 1866.
Conforme.
M. A. Ferreira.
Edtal n. 56.
Pela inspectora da alfandega se faz publico,
oue nao tendo sido efTectoada a venda da merca-
doria abaizo declarada por falta de concurrencia
ao valor olflcial, se transiere a mesma venda para
as < I horas di manb do dia 5 do crreme, porta
desta repartico.
Armazem n. 3.
Marca I M B n. 51 urna caixa vinda le Liver-
pool no vapor inglez Gladiufor, descarregada em
12 de ontnbro de 872, ignora-se a consignacao,
contendo o soguinte :
16 c apeos de feltro de la nao especificados,
simples, no valor de 464-93.
5 ditos de tecido de algodo, sera pello, no va-
lor de 74233.
i gorro de la nao especificado, simples, no va
lor de 14HG.
Alfandega de Pernimbuco. de setembro de
1873.
O insp&tor
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 57.
Pela inspectora da alfandega de Ternambuco
se faz publico que no dia 6 do crreme s II
horas da manh. a porta desta repartiera, se ha
de arrematar, livres de direitos, as mcrcadorias
abaixo declaradas, apprehendidas nos dias 26 e
27 de agosto lindo.
6 camisas de la grossa, avahadas por 34037.
6 chapeos de tecido de la, simples, ava-
ha os por 164200
3 pares de botinas de couro pira ho-
mem, avahado* por 18422o
30 camisas de tecido de algodao cora
poitos de linho, av diadas por 62410'
11 camisas de flanella, avahadas por 24275.
16 camisas de tecido de morim estam-
pado, avahadas por 217600
i calcas de easemira, avahadas por 22478o
6 lencos de tecido de I inhn, lisos, ava-
hados por 34375
1 bote de dous remos, avallado por 9040OO
Alfandega de Pernambu'o, 3 de setembro de
1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalho Reis.
Por esu repartirn >e faz publico, de ordem
do lllm. Sr. Dr. chefe de polica, que se acham re-
colhidos casa de deten'.ao como fgidos, es es-
cravos Antonio, do major Belarmino do Reg Bar-
ros ; Cosrao.de Franci-co Jos das Virgens; Joa-
quira, do padre Francisco Ferreira de Souza Bran-
co ; Jos, de Bello Costa ; Manoel, de Jos Igna-
cio de Mello; e Vicente, de Bernardo Nogueira.
Avjsa-se aos mencionados senhores, afim de vrem
em praz i breve reclamar a entrega de ditos es-
cravos.
Secretaria de polica de Pernambuco, 3 de se-
tembro do 1873.
S rvindo de secretario
Francisco J. da Silva Barroso.
cLARACOES.
4:0664923
VOLDMES SABIDOS
No dia 1 a 3......
Primeira porta no dia 4 .
Segunda porta ......
Terceira porta.....
rrapiche Conceicio .
6,038
168
900
817
l,3CS
8,283
SERVICO MARTIMO
\lvarengas descarreeadas no trapicho
da alfandega no dia i a 3 .
Ditas ditas no dia 4 > .
Navios atracados no trap. da alfandega
Uvarengas........
No trapiche Conceico.....
rtECEBEDOJUA. DE
ajBS DE
rtendimontoWtlia i a
'dem do dia W. .
7
t
t
II
RENDAS rNTEUNAS OE
PERNAMBUCO
3 3:1204278
. 82*4227
3:944ti03
Companhia de Seguros Uti-
lidade Publica.
Nio se tendo reunido numero dos ,ers. accio-
nistas para sessao de assambla geral do dia 1.
do crreme, a direceo de aceordo com o esta-
tutos de novo os convida a se reunirem na ra
lo Vicario u. 6, sexta-feira 3 do correte a urna
hora da larde, para se lser a eleicao da comrois-
*o de exame da con tas, e se proceder de con-
formidade cora a ultima parta do art 39, do es-
tatutos desta companhia.
Recife, i. de setembro de 1873.
Os directores.
Francisco Joaqnim R. Britlo,
Candido C G. Aleoforado.
A commisso nomeada pelo Exm. Sr.
presideitto da provincia para pedir prendas
para serem rendidas em leilo no (lia 8 de
setembro prximo em que tem de ser colln-
cada a peora fundamental do asylo de alie-
nodos, roga a todos os senhores e senhoras
moradores nesta freguezia, em cujo coragio
se aninha o espirito de earidade e religio,
se dignem preparar os objectos que dictar
sua generostdade, pois que do dia 1.' de se-
temhro em diante a commissao procurar
arrecada-los ; e aquellos que tivereii a bon-
dade de dispensa-la deste traballio podem
enviar o que destinaren) para tal fim casa
do Dr. Moseoso, coro que anda mais penho-
raro a ocmmisso.
Prejuezia da Boa-Vista, 30 de agosto de
1873.
Frt/neco Ignacio Pinto.
Dr." Ptdro d'AthaytU L. Moscoto.
Estrada de Ferro Pa-
raense, do Para.
Tendo a assembla geral dos accionistas da
Compnnhia Urbana da Estrada de Ferro Paraense,
autorisad a venda desta empreza, a commissao
eleita (ara e.^te fim rorehera pnipostas para a
compra da mesma atis o dia 10 de novembro pro
ximo, no Para, podendo os proponemos ohter des-
le j a* circulares, e xamin-'rem es estatutos,
t.em como en relatnos da coinpan ia de 1870,
IH71 e 1872, no escriptorio do Knglish Bank of
Hlo ilo J.ini'iro Limiied.
S'\t.-fi-ir.i. 1 do {iiillile ioiz, v.ii prava
d judas i I Iiii.k ili oiaulr'i, o lio di Ihiberibe, eha-
uudo OUto d'Agua, avallado por 4:5o04O00, e o
terreno no raesrao lagar, avahado por 200401X).
ubisaete p*rlu^ii<-z de leiiura
em Pernambuco
Assembla geral.
De ordem do Illn. Sr. p'esid'nte do conselho
convido aos senliores garios electivos do gabinete
portuguez de leiiura, a reunirem se em assembla
geral no dia 8 do corrente, s II horas da manh,
na sala das respectivas ses6es, afim de elegerem
0 novo conseb'O e commissao d exame de conlas,
segundo as disposicdei do artigo dos estatuto.
Secretaria do gabinete porlugnez de leiiura em
Pernambuco, 4 de setembro de 1873.
B. II. de Amorim
__________________________1 secretario.
Sahbado 6 do corrente, Anda a audiencia do
Sr. Or. juiz de direito da 2* vara, vo em praca
para serem arrematados por quem mais der, os
movis seguintes : t duzla de cadeira de guar-
nican, 2 ditas de braco, 1 sof, I par de consolos,
1 mesa de meio de sala, I espelho grande de pa-
rede com trem e com lampo de pedra, 1 relegio
grande de parede coro eaixa, t candelabro com
tres hrzes e i par de lanternas com castiraes de
bronze ; sendo que dita mohilia de madeira de
Jacaranda, e todos estes objectos foram avahados
em 1 24, por execuco que move Joaquun -eve-
riano Nogueira Antonio Goncalves da Silva.
Correio geral
Rrlacdo dos objectos registrados existentes
na administraedo dos correios desta pro-
vincia, para as pessoas abaixo decla-
radas :
Anua de S. rsula, Antonio Ribeiro da Costa e
Silva, A. Tiburcio de Sant'Anna, Adolpho Henri-
que M., Antonio Marcelino Alvos da Costa, Arlin-
do Francisco Nogueira, Antonio Jos Pereira de
Mendonca, Bertrao Jos de Miranda, Francisco
Joaquina Pe* eir i'rato, Francisco Xavier Pereira
de Brito, rYancisco Luiz Ozorio, Helen Boom Tra-
vassos, Jeznina F. Dias Ferreira, Juveniano A. Pe-
reira Duarte, Joto Joaquim Mendes da Rocha,
Joaquim Jos dos Santos Araujo, Jos Raposo Pi
mentel, Jos Vidiciano de Mello, Jos Auguro de
Araujo (2), Joao Francisco Ribeiro da Silva, Jos
Thomaz C. Pessoa, L. Leocadi.. de Menezes, Manoel
Antonio Ferreira Gomes, Maturino Barroso de
Mello, Mara da Gloria Araujo, Salvadora Marto-
rrlli, Thomaz Carneiro da Cunha e Vicente V. da
Serra.
Administraco do correio de Pernambuco, 1 de
setembro de 1873.
Jos Candido de Barros
Encarregado do registro.
SANTO ANTONIO,
EMPREZA
%3r>aaP0^*^CKft
(runde leste palrica
Sabbado
DOMNGO
7 de setembro
dias micas kpresjtaOes
do magnifico drama em 4 actos, original brasilei-
ro dos distractos paulistanos U. do Amoral e
C. Barata
cosa
SOLDADOS BR\SILEIMN
cujo assumpto tirado da guerra entre o Brasil
e o Paraguay
Ilvmno nacional.
Poesas patriticas.
Brilhante allegoria.
Msicas marciaes, fogos cambiantes, thealro de-
corado com as cores nacionaes, etc., etc.
O 2.* acto do drama e passado no Paragey.
O espectculo de sabrado terminara rom a de-
sejada comedia em 1 acto :
ROSITA
ou
Os apuros d'ir. esiutlaii.c.
na qual a actriz Manuela Lucci desempenhar
4 differentes papis, e o de domingo com a come-
dia em I acto :
lina experiencia
a pedido de muitas pessoas do commercio.
Sabbado s 8 1|J horas.
Domingo s 8 horas.
Aviso.
Estando j tomados todos os bilhetes de cama-
rotes e cadeiras de primeira classe para o espec-
tculo do dia 7, a direceo resolveu dar o mesrao
espectculo no Sabbado, 6, para assim satisfazer
o grande numero de encommendas que tem re-
b:eido.
O resto dos bilhetes para qualquer dos dous es-
pertar n los estn desde j venda no lugar do
costume-
theItro
MPBZA
Domingo 7 de setembro.
Anniversario da
laidepenalencia lo Brasil.
Reentrada da actriz
MARA 01 GLORIA
Sorprcendrnte espectculo eni
grande gala
para festejar o SI anniversario da
Independencia
Principiar o espectculo com o f.5
Hy iio naciiinirl.
tocado pela orcheslra em scena aborta e pera ni;
a efflgie de S. M. o Imperador.
Primeira representacao do magnifico drama em
1 prologo e 4 actos, de costumes militares, com-
posicao do distinclo escriptor brasileiro o
Dr. Carneiro Villela
autor dos Macons e Jesutas e outras composi-
c$9s dramticas, intitulado : ^ _
BRASIL E MR.ILM
Pernonmarcns do prologo.
Brasilio symbolisado o Brasil Sr. Bernardiso.
Ludgero Sr. Penante.
Dr. Ambrosio Sr. Mximo
Um velho
Um estudante
Mathilde
Barbara
Urna velha
!. volunUrio
2. dito
3. dito
Sr. Lima.
Sr. Barros.
D. Filomena.
D. Filomlla.
D. Mara.
Sr. Ilenrique.
Sr. Lvra.
Sr. I'a'iva.
Soldados, poro, mtuiea e voluntarios.
Persnnagensi do drnmn.
Mrquez de Caxias
Gen ral Osorio
llngadfiro Cmara
Rarau d't Trinmpho .
Brlgadeiru Pinhcro Guina-
ptes
Lojiez, presiilen'e ta retu-
publira do Parajay
Madama l.vnck
Caminos, sen secretaria
Coronel Barrios
Castilha
Commandaute de Humaj l
Brasilio
Ludgero
Dr. Ambrosio
Um estudante
Barbara
Mathilde
Joanila, paraguaya
I.* soldado b-sileiro
2. dito dito
1. soldado paraguayo
2.* dito dito
Sr. Lcenla.
Sr. Thomaz.
Sr. Barroi.
Sr. t mos.
Sr. Silva.
Sr Flavio.
1). Hara da Gloria.
Sr. Braga.
?r. Corris.
Sr. Henrique.
Sr Paiva
Sr. Hernardino,
Sr. Penante.
Sr. Mximo.
Si. Rarros.
D Filnilla
D l-'itomena.
B Hi iiriqui ta.
Sr. Henrique.
Sr Lvra.
Sr. Vicente.
Sr. Fernn les.
Veroniro soldado paraguayo Sr. Taurino.
Soldados brasileos, soldado* paraguayos, esta-
do-maior do marquez de Caxias, estado-maior do
general Osorio, estado-maior do Lpez, etc. etc.
DENOMI.NACES.
Prologo.-Os voluntaiios da Gloria.
! acto.-3 de novembro de 18B7.
! ditoA passagem de Humayt.
3.# dito. -As prisioneiras braileiras.
4.* dilo.A queda de um tyranno.
SCENARIO.
Prolitgo.
Scena dividida. Ao lado una praca com sobra-
dos ao fundo o ao lati. Do outro o interior de
urna casa, cuja frente com porta e jauella d pa-
ra a praca Grande quantidadt; de povo circula
pela nuca e d;is varandas pendem colxas e han-
deira. naclona?s. O prologo passase no Recife.'
!. acto.
Um acampamento paraguayo Um mangulho
ao lado. Ao fundo na perspectiva entrinrheira-
mentos, sinuosidades do riu Paraguay e a forta-
leza de Humayta na parte qne representa a ba-
tera de Londres. De um lado nina tonda em cu-
jo topo trmula a bandeira do Lpez. E' ma-
drugada, ptirm os fogos avermrlhados Ilumi-
nara scena. "*"""*
Scenario todo novo.
2.8 acto.
Um acampamento brasileiro cercado de matto.
Ao fundo barracas. Ven rompendo a aurora pou-
co a pouco,
3. acto.
0 interior da va?la leuda de Lpez tomando
toda a largura do tiu-at-o. Mesas com atlas, map-
pas geographicos, etc. etc. Scenario novo.
4. acto.
As margens do rio Aquidabam. Bosques ao
lado e ao frmao ao lonee. O rio correntio pelo
fundo. Scenario todo novo.
O theatro acna se convenientemente decorado.
3 bandas marciaes
preenchero os intervallos do d:: ama, tocando s
raai lindas peras do seu repertorio.
.Va s:ena lina! do drama as tres I andas mar-
ciaes e a orcheslra do theatro tocaro cojunta-
mente o
ilymiio nacional.
Aviso.
A empreza pede as pessoas que fizeram encom-
mendas de camarotes e cadeira*, o favor do pro-
cura-Ios at sabbado ao meio dia.
Principiar s 8 1|2 horas.
Em consecuencia da empreza estar preparando
o drama-Brasil e Par guay, deixa le ler lugar
nesta semana o beneficio da actriz Filonilla de
Pava.
Santo Antonio
EMPREZA
Segunda-feira 8 de setembro
Recita extraordinaria
l']iu beneficio do liillictczra e de
ontros emnz'cgadiofl do
tlieati*o.
PROIUBIA1IU1:
Representar se ha pela oitava vez a milito ap-
plaudida phantasia em i actos, do grande appa-
rato
1
(Msica de OfTemback)
Terminando com o enthusastico
Canean
Iluminado por deslumbrantes
Flamnias de bengala.
Come^ar o espectculo com a representaro da
chistosa comeda cm 1 acto :
MSCMMiS IIE CO^BBIAS
desempenhada pelos artistas
Ylsto Bahia.
E
MARA BAHA.
Principiar s 8 hora.
fiYinnasi Dramalico.
EMPREZA
oca ti Penante.
Segunda-feira 8 de setembro
Espectculo em beneficio
de Rf. S. do
Frontespicio do Carino.
Depois que' a orchestra tiver executado urna
linda symphonia representar-se-ba o apparatoso
drama em 1 prologo e 4 actos :
0 011 Sil,
Terminar o espectculo com a scena cmica
pelo actor Penante
Fui a Pars.
Principiar s 8 horas.
Esle espectculo derla ler lugar no sabbado, e
deixa de ser efectuado nesse da por se achar o
scenario oceupado com o drama do Dr. Carneiro
Villela Brasil e Paraguay, enjo ensato geral in-
terrumpe qualquer outro trabalho.
A commissao encarregada da passagem dos bi-
lhetes espera das pessoas que tio nobremente aco-
Iheramjo seu pedido desculpa para essa falta Bina
da razio j exposta assegurando a mais sincera
gralido.
Gabinete Porttiuez de
Leiiura
j
Ra do Imperador
Qilim-FEIRA 11 IK) CORRENTE
v as 8 i/2 horas da noile
Ultimo concert
DE
Hugo Biissmeyer
ajuriado pelos insignes artista.
Mme. Matihle Bachelerv......... CanP.
Sr. Jandido Filho............... Flanta.
Mr. Sules Puppe............... Rab*cca.
Sr. H. Bussmcver.............. Or
PI'.VO.
Mine. M. Bacn lery.
Mr. Gn-tave Wcni. raer.
Mr. Julfs I'ftt|ie.
Sr. II Bwsuierer.
Banda iitililar.
Udlietes de enfraila a...... iiOOn
llil!ift.s*lf lainilia ,i....... UftW
venda na ltr.iia tnmeasn e mi arnuaea de mn>-
/cas de S. A'.eVcdo, ra Nova u. 1 .
4VIS0 martimos.
Para o Porto.
Arha se iTupiiela para seguir com a maior br>
vitlatlo u brigue portuguez Uviav, para o que re-
bebe carga, e trata se emn o* consignatarios T. de
Aqninn oncera 4c C. succcxsons, na ra do Vi-
gario n. 19, {.- andar.
Para Lisboa
pretende soguir.com pouca denwra a escuna per-
lugueza Cliristia, de I" classe, capitn Loureiro,
por ter a mainr parte de seu carrtgamento enga-
jado; e para n resto q e Ihe falta tratase cora os
consignatarios Juaquim Jos Goncalves Beltra&
Filho, ra do i '.ommercio n 5.
PACIFIC STEAM KAVIGATIQN
PAHY
I.iiIiii quincenatl
COM-
O PAQUITE
esperase da Europa aten dia 14 do-corrente,
e depois da demora do costme seguir para o su
do imperio, Rio da Prata e co*ta do Pacifico, para
mde rereber passageros, encommendas e dinhei-
ro a frete.
OS AGESTES
Uilstm Rnwe JcC'->
itUA DO COMMERtiO14
Patiu- SliM.ii \\\\\?>\\ n (lumpany
Linhn nninzenal
O'PAQUETE
MAGELLN
espera se do sul at o dia 12 do corrente, e de-
pois da demora do cnsiume, seguir para Li-
verpool, va Lisboa, para onde reoebera passa-
geros e carga.
OS AGENTES
Wilson Rowe C.
HRA DO COMMERCIO14
ailIlHMNA
MESSACERIESMARITIMES.
At o dia 8 do corrente m"z e'pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Rio Grande, o qual depois da
demora de rnstume seguir para Buenos-Ayres,
tocando na Baha, Rin de Janeiro e Montevideo.
Para eondiroes, fretes e passagens, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
Atoo dia 10 dn corrente mei espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Enjiimulh, eonnuB-
dante Boube.o qual depois da demora do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
rc) e Lisboa.
Para condirop. fretes e passngnns, trata-se na
igeneia, na do Lommercfe n. 9.________
(BUPAMlll
DE ,
NAVEGACO BRASILEIRA.
Portos do norte.
Dos portos do sul esperado at o dia 11 do cor-
rente o \apor Para, o qual depois da demora
do c stume, seguir para os portos cima.
Para carsa, encommendas, valores e passage-
ros, drijam-se ao escriptorio da agencia, ra do
Vigario u. 7.
Pereira Vianna & C.
Agentes.
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com mnita brevdade e palba-
bote Rosita, por ter alguma carga tratada e para
a quo Ihc falla trata-se cora os consignatario
Joaquim Jos Goncalves Bel (rao & Filho : ra
do Commercio n. K._________________________
Para a Bahia.
Pretende seguir com umita brevidade o palba-
bote nacional Joven Arthur, tem parte de seo
carregamento engajado, e oara o resto que lbe
falta trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Olivera Azevedo A C, no seu escriptorio
ra do Hora lesna n. 57.
Ro de Janeiro
O brgue nacional S. Paulo, sahir com brevi-
dade ; para carga, trata-e com Pereira Viann
AC. na ra da Vigario n. 7, primetto andar.
Para.
A barca nacional Idalina sahir com brevida-
de ; para carga trata-se com Pereira Vianna *
C, na ra do Vigario n. 7.
COMPANHIA
DE
\ V\ ECACAO BANANA
UNTABA
Maeel, Penedo, trocnjri
e Rabia.
E' esperado at o dia 8 Je corrente dos portea
cima o vapor Penedo, e seguir para o metanos
no da seguinte ao de sua chegada
Recebe carga, passageros e dinheiro a (rete %:
tratar com os seus atantes Antonio Lniz de CBi-
?eira Aaevedo C^ roa do Botn Jess n. *T.
i
'
k
/i



I
i
Diario de Peraambuoo .Sexta feira 5 de Setembro de 1873.
iehoe;.
FBIO
hotel danta larga do Rosa-
rio n.31.
CONSTANDO DE :
mesas, aparadores, adeiras, mochos, um
grande guarda-loma, cerreja, vinhos,
trem de cozinha, louca c friis pertenca
de hotel.
Hoje
O agente Martios far .leilo em um ou mais lo,
tes, dos moveia, tonca, bebidas, trem de cozinha-
a mais pertencas do hotel da ra larga do Rosario
D. 11.
As !i horas do dia cima.
Grande
LEILAO
DE
pianos novos e usados
para liquidacaa
ao correr do marteUo.
QUARTA-FEIRA 10 DO CORRENTE
Senda:
9 elegantes panos novos de armario dos mais
afamados fabricantes de Pars, i dito de meia
caula do celebre fabricante Meyel, 3 ditos de
armario usados.
Antonio Jos de Azevedo, querendo acabar com
deposito de pianos, far leilo ao correr do
martello, por interveueao do agente Mariins, de
lodos os pasos novos e usados, existentes em scu
armazem de deposito.
A' ra do Barao da Victoria a it, entrada
pelo sobrado n. 14.
Principiar leilo s 11 horas do dia.
la casa di ataiixo . no"d:a !i d>- i gusto,
t > corrente amio, n >) i*w > i! i n orna i* .-naes sepib-s : prvl I les, l. ni n i..-ln l..-!a:iv- "-|.i ihaf, f,.i i'i
'invn 'I" Sr. J im r|. |.'::i
U ,-U t.....:.;>: ' : l-Ci-M' l<- l il'li i O i- l!l ..
pegar quena leva lo, ou a casa do defeii'.iij ou
nra de Sima Rila n. 5 qufcsi'r recompensado.
___________ Bnlarmmn Alves An'ix.i,
j Attou^o
Jalo Baptwla Castanha convida sos rroriore? de
scu irman Antonio Bapiisia'Casinnha, fSftWfo ra
Una no da ." do correte, a apn -entar suas on-
fas na ra da Madre de Dos n. 4, eseriptorio de
Cunha Irmaos & C___________
Garanhuns.
Na roa do Barao da Victoria n. 36, precisa-se
fallar aos Srs. Pedro d Reg Chaves Peixoto o
Jos Paes da Sil va, a negocio de particular inte-
resse.


Leilo
DE
calcado francez, pretos e de cores para se-
nhoras e meninas, avariados
TERCA-FEIRA 9 DE SETEMBRO
s 11 horas.
O agente Pinto levar a leilo. por aatorisaco
do gerente do consulado de Franca, em presenta
de seu chanceller e por conta e risco de quera
pertencer, urna caixa marca M A & n. 3,361,
eom calcado, avahado a bordo da barca franceza
Jran Baptitte : o leilo ser efectuado no' dia e
hora cima ditos, no eseriptorio do referido agen-
te, ra do Bora Jess n. 43.
jjMSOSOjjHjSOS
Germano Pinto de Hagalhes scientifiea aos
seus freguezes e ao publico em geral que mu-
dou o seu estabelecimeoto de carros de passeio
da ra das Flores para a do Imperador n. S7,
onde continua a servir com promptido e asfeio
aos seus freguezes como sempre tem feito.

MEDICO,
Augusto Trajano de Rollan'la Cha-
cn, doutor em medicina pela Farul-
dade do Rio de Janeiro, chegado ha
ponco da Europa, nde nos melhores
hospitacs dedico-se aos estados de
sua pmflsso e cem esperialidade s
operare- e s molestias dos olhos, tem
o seu eseriptorio na casa de sua resi-
dencia a ra Duque de Caxias, antiga
das Cruzes n. 9, 2. andar.
Consultas das 7 as 9 horas da ma-
nh.
Gratis aos pobres.
Ahiga-se a casafterrea dS ra do Piiiiripef
n. 20, cun bastante. coihWiMo, onintal e O'-imlia, I
imir.i !>: ;i tratar n i na di Rom Jeso*. ouir'oral
daCrua n. 31.i ;:.l.-:r.
MONA
Est eucoura^ado!!!
Rogare ao Illm. Sr. Ignacio Vieira de Mello
escrivao na cidade de Nazaielh desU provincia, <
favor de vir ra Duque de Caxias n. 38, con-
cluir aquelle negocio que S. 8. a eompromelteu i
roalisar, pela terreira chamada diste jornal, eu
lins de deztmibro d 1871, o oVuois para jaueifi'
[assot a f.'.vertiro e al.nl de 1871, e nada enmprio
e por este motivo de novo chamado para din
rtm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio >
Je mais de uito aunos, e quan lo o Sr. senfllho* *
achava nesta eidade.
NOVA TINTA
ATHIEU-PLESSY. 90, *** St-Otrmam

Fugo
8
KXPONICA* IAIVEBK(I. BR INI
HEDAIHU DE Pt E HOME. CIUZ DA LCIM M
NOVFTTNTA
SOBRA ROXA PAKA COPIAS i CASTAJ
Bmpred pelaa gnuite npartiaOM
Depouto em J'ernmmbtK. X. RKGORD.
Loja do Rubi.
Ra estreita do Rosario n. 15
Ilermino Ferrei.a da Silva scientiflea a seus
amigos e amigos frecuezes, que se acha actual
mente na sua antiga loja de ourives, situada a ra
estreita do Rosario n. 13, denominada Rubi :
onde espera continuar a merecer a mesma con-
fianca d'antes.___________
Alaga-M uro mulatinho de 8 a 10 annos :
ra do Senhor Bom Jess das Crioulas n 26.
ATTENCjvO
Pede-se ao Sr. Ormeville Vctor de Moraes, ty-
pographo, v realisar o que tratou com Jos Ja-
cintho de Carvalho quando se mudou de Santo
Amaro para a ra da Penha.
O abaixo assgnado declara ao respeitavel
publico que jula nada dever a esta praca, mas
se por acaso alguem se julgar seu credor queira
apresentar sua conta no prazo de 3 das em seu
armazem, ra do Amorim n. 39, para ser con-
ferida e immediatamente paga.
Joao Ignacio da Costa.
Acongiie.
Aluga-se o bem conhecido e atreguezado afou-
gue do patea do Paraizo com balco de pedra
marmore o qual tem cinco talhos, balanza e pe-
ros : a tratar na ra do Crespo, loja do Passo
B. 7, innto ao ureo de 'santo Antonio.
ALGA=SE
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20 :
trata se na ra do Amorim n. 37, com Jorge
Tasso.______________
Bom local.
A loja do predio da ra Marcilio Dias n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
presta-se a qualquer negocio de fazendas, miu-
deAs eu molhados, em grande e pequea e-eaU.
A safra do assucar est prxima, e 6 indubitavel
o bom resultado de quem all se estabelecer. E'
commoio o?luguel e tambera se faz arremlamento
como melh.ir convier, tem gaz, agua e apparelho
p Drainage, e nada deve de impostos: a tratar
crua do Imperador n. 81.
Escravo liigiiio
Fugio no dia 27 deste mez, o moleque de ne-
me Joaquim, o qual representa ter 13 ou 14 annos,
tem cara larga, ps tambem largos, regrista,
levou roupa de riscado azul e nao levou cha-
peo. Deseonlia-se que esteja nesta cidade. Quem
o capturar ser gratificado, e o remetter para
Muribeca, ao Sr. vigario Getulio, ou communicar
ao Sr. J. N. M. Ptato, ra do Bario da Victoria
n. 9.
Est fgido desde o dia 30 de agosto o escravo
de nomc Geminiano que foi escravo do Illm. Sr.
capitao Firmino em Maneota ; o escravo tem os
siguaes seguintes : mulato, estatura regular, cheio
do corso, falta de dentes na frente, tem no bra-
co direito um coracao e as iniciaes A. M. G, sanio
com roupa preta e chapeo de Manilha, descon-
fia-sc que anda pelo bairro do Reeife ou em Ha-
ricota : quem o a npretiene er tenba a bondade
de o lei'ar a ra Urga do Rosan n. 22, loja, que
ser gratificado.
Perdeu-se urna ledra da quantia de 800J,
sacada em Mar; i deste anuo, a 8 mezes de pra-
zo, e aceita a rogo de Remar lino de Souza Pinto,
e o sacador em branco: quem tiver achado,
querendo reatitui-la pode levar a roa do Bom Je-
sus n. W, qe ser gratificado._____________
Escravo fgido.
Anxenton se na sexta-feira, 29 de agosto prxi-
mo paseado, da caza de seu seubor, o escravo Ro-
que, de idade de 18 annos ponco mais ou menos,
de cor preta, cora os signaes seguintes : cobellos
carapinhos cortado rente, estatura regular, secco
do corpo, ohos gr. ps e mos bem feitos: como nao tem conheci-
menlo do mato de erer que. te ache rae-mo na
cidade ou seus arrabaldes, e j tem sido visto em
Beberrbc : pede-se por tanto as autoridades, cap-
tes de campo ou qualquer pessoaqne o agarrar o
favor de o levar ra do Vigorio Tenorio n. 3 2"
andar, qne ser bem gratificado.
Reeife, i de setembro de 1873.
Casa para, banhos salgados.
Sobkica se o arrendamento de urna casa na
fioa-Viagem, multo propria. para os banhos al-
Sado, por ser prximo do mar : tratar na ra
at Calcadae n. 6.________________
Urna eserava preri-a da quantia de 900
para adjntorio de sua alforria para pagar com seus
aervicos : a pessea que qujer faser este negocio
ancuDcie por est*> Diario, para ser procurada.
Precisa-se de urna ama para o aorvico in-
terno de una ea
pa roa da Soledade . 84,
do engenho Bento-velho, era Santo Anlao, em dias
do mez de julho prximo passado, o escravo Ma-
noel, de 40 annos de idade. prete, bem parecido,
falla mansa, dentes perfeitos, e barbado ; foi escra-
vo do Or. I>bello, em Limoeiro, e de Joo de An-
drade Lima, em Malhadinha : a pessoa que o cap-
turar e levar ao dito enuenho ser generosamente
recompensada Se for preso perto desta cidade
pode ser entregue aos Srs. Alvates Quintal a C.
rna Rarao do Triumpho n. .'6
Pince-nez
Perdeu-se um pince nez de curo, para homem,
da ra do Capibaribe para a ra da Aurora, es-
quena da do Cnide da Boa-Vista : quem o tiver'
achado, querendo restituido, tenha a bondade de
lvalo ra da Capibaribe n 40, onde se grati-
ficar o trabalho.
Aluga-se o 3 e 4 andares do sobrado da roa
do Amorim n. 17 : a tratar na mesma ra n. 37, no
eseriptorio de Tasso Irmos & C.
Precisase do l:."0J a juros, dndose hy-
potheea sobre predio : quem tiver esta quantia
annuncie a sua morada por este Diario.
Permuta
Urna pessoa que deseja possuir para sua resi-
dencia urna casa no bairro da Roa-Vista que te-
nha quintal soffrivel, cacimba c nao menos de
quatro quartes, offerece a quem convier urna per-
muta por apohees do goveruo geral e da compa
nhia de Beberbe. Tambem servir um pequeo
sitio que seja perlo : a tratar na ra do Queunado
p. 50, loja, ou na do Hospicio n. 61, 2o andar.
Carros de luxo.
ET inquestionavel que a cocheira da ra do Bom
Jess n. 18, do Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calchas, meias ea-
lecas e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmus ajaezados de excellent- s
parelhas de animaes, arreos luxuosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por si mesmo scientifi-
car-se da verdade do ijue dcixamos dio, certos de
que nao encontraro pomada, e sim realidade e
comraodos presos.
Aluga-se urna casa na ra da Praia do Cal-
dereiro n. 21 : a tratar na ra do Livramento n.
23, loja.____________________________________
Precisa-se de um menino de 14 annos, com
pratica de molhados : a tratar na cidade de Olin-
da, ra de S. Rento n. 45.
5$000.
D-se de ratificarlo a quem trouxer ra do
Imperador n. 12, cartorio, um corrupiao (passaro)
fgido na tarde de 1 do correte em direccio ao
largo do Pedro II.____________________________
A famjlia honesta que precisar de una mo-
ca para costurar, dirija-se ra Velha n. 59 que
venar com quem tratar.
Aluga
-se
a loja com a competente armaco envidracada, na
ra de Marcilio Dias n. 11 : a tratar na mesma
casa n. 13.
Na rna hrga do Rosario n. 21, loja de cal-
cado, precisa-se de urna ama que sailia comprar
e cozinhar Na mesma casa precisase de una
mulher portugueza para tomar eonta do servico
interno de urna casa de familia.
O caixeiro que eiteja arrumado em urna
venda e queira passar a socio de outra em urna
das principaes ras desta cidade, tendo para isso
as necessarias babilitacoes, entrando com alguns
fundos e mesmo sem elles, dirija-se a ra estreita
do Rosario n. 17, loja.
AssociaQo portugueza de benelicencia dos
emprogados no commercio o industria era
Pernambuco.
De ordem do Sr. director desta associaejio con-
vido aos senhores membrrs da directora para
assistirem missa que por alma do nos*o fallec
do consocio Bernardino Antonio Pereira tem a
mesma directora de mandar rtsar na greja de S.
Francisco, no dia 9 do correntc mez, pelas 7 1|2
horas da manh, stimo dia de seu passamento.
Racife, 4 de setembro de 1873.
Cardoso Pereira
2* secretario.
Ao thesoureiro da Terpsi-
chore.
Quando que sua merc se digna ou cem di-
nheiro ou sem elle, prestar decentemente contas
de sna phtisira the?ouraria ? Pensa talvez que por
ter assassioado a sociedade, depois de sna morte
nao Ihe ficaram herdeiros? Engana-se queridinho
engana-se tao redondamente quanto vos*a merc
quadrado. Pedimos Ihe sua attenco para este
assumpto, ao contrario passar pelo incommodo
de as prestar judicialmente.
m credor.
Attenco
OITerece se urna sennra oortngueza recente-
mente chapada para ensinar meninas em algum
engenho, ou n^-sta cidade, ensinando instmeeo
primaria, bordados de todas as quakdaam flores.
etc. : quem precisar dirija-se a ra da Impera-
triz n. 3, loja._________
Aviso
Adiase abena urna loja de pintor e imaginario
dispso dos Srs. fr-guezes, oAVrecendo-se para
cuntnitar <|uanta ubra appareca vi seu estabele-
cimento, com a maia- vanlageiu que possivel, e
de aomirar pela barate/a. coito sejm : doura-
mento de igrejas ou eapellas, e imagns de todos
os amantaos, cyritu e cruz para irmandades, ban-
quetas para altares, e todo q.ie for de seu ofikw
e de admirar lant.i pela perfi-icao c.mo pelo preco,
do mais moderno e lucllior gosto que possivel.
Quem (uizer di-ija-se p:,ra villa d<; Bezcrros que
l encontrar Vanoel Adolpho Silva Ramos, que
os nceber com todo agrado.
As pessoas que tem pretendido estabeleeer-
se no terreno devolnto que lica nos fundos das
casas ns. 8 e 20 da ra da Florentina, onle exis-
le a fabrica de serveja, cu jo terreno limitase at
na de Santo Amaro, podem entender-se com o
droprietario na ra do Hospicio n. 3o.
Aluga-se o ( andar do sobrado da ra do
Vigario Tenorio n. 20 : trata-se na roa do Amorim
n. 37, com Jorge Tasso.
i CONSULTORIO t
| HIEDICO-CiaURGICO J
DO *
^ Dr. J. II. Cario $
f Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri- M
meiro andar.
Consulta das 9 horas s ll da manha. W
(jt Chamados a qualquer hora. 1K
01 &&&&&$$ 0$
aos compradores do bem conhecido e acre litado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e neme diver-
so, e com papel da mesma cor, cajo aeseahe se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que qrtizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao seren engaados ver que
os botes tragam o nojne de BEURON & 0., a a desig-
naQo de REA PRETA.
MEHON 8- C.
TiiS OS BUS
A QUALQUER HORA
Ccrvja gclad? c (nlras bebidas
VIANDAS
E DOCES PARA LANCHES
NA CONFE1TAR1A DO
CAMPOS
24. Ra do Imperador 24
Lines de piano.
l'ma senhora portugueza, chegada ltimamente
de Lisboa, offereco-se para dar lig5es de piano em
casas de familia e por pre;o razoavel : podendo
dirigir-sc ruada Aurora n. 8. primeiro andar.
Furtaram se do engenho Hereira de Cima
sito no termo de Agua Preta, ao amanhecer do
dia quinta-feira 21 de agosto, 3 cavallos com os
seguintes signaes : o primeiro, russo, andaor
de baixo a mel, dentes quebrados, quebrados,
castrado, fronte aherta, heico de baixo branco,
ferrado em urna p, com as iniciaes B S. F. P.
alm de outro3 furos antiges. 0 2. alazo, fazen-
do segunda muda, quatro ps calcados iguaes,
frente aberta, beigo de baixo branco, marcado em
cima da p eom as iniciaes B. S. F. P. O 3.' cas-
tanho amarelk, castrado, aberto de baixo, frente
aberta, urna das mos branca, ferrado no quarto
direito com a inicial P. no quarto enquerdo J B ;
cujos cavallos pertencem ao propietario do refe-
rido engenho: rogase as autoridades policiaes
a apprehen;ao dos mesmo?, e a qualquer pessoa
que noticias tiverem "qne o avise no referido en-
genho que gratificar generosamente.
Manuel Alves Fernanda A C.

PUNDICAO DO BOWMAN
RA DO BRUM N. $2
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS senhores de eugrnho e ontros agricultores, eempregadjrfs de iu
atnismo o favor de orna visita a seu estaielecimento, para verem o dovo rcrlimrnt
otnileti qne ahilero; sendo todo superior em qoalidade e forii.lo; o que com a ios
c^Io peseoal pdese verificar.
ESPECIAL ATTENCO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
7nnni*A% A rnrin* A* sur a n. dos IDal8 moiern8 W*** epni ta
r apuro O ruuaS U agua machos convenieotes para as diversas
.ircatnstancias dos senhore proprietarios e p-ra Karo$ar algodSo.
Sloendas de canna J 8 uma,,hos' as;meldores qoe aqai
aodas dentadas para 3Dimae8'agua e vapor-
raixas 1e ferro fnndido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
Wn.*llr1TQTin^ psra mandioca e algodao,I Podeodo todos
Bombas
rodas as machinas
Faz qualquer concert dfl machii ismo-a
Formas de ferro
^neommendas.
i Para ns fm de fan ilia
B Fortunata Fontes, moradora no 2 andar do so-
Mirado n. Ida na djCabnir. faz. lembrar que
laM continua cum sna aula de inslruci;3o prima-
ria para o sexo fi-ininino, onde com inuito goto
le delieadrsa ensina a ler, escrevrr. contar e gram-
i maiica nacional, e tambem os traballus de a^nlha
jje bordados dehdas as qualidadas. m qnaes lulga
dispensavcl nunv ra-lo<; ensina tambem faz Iw-
I res cun multo pisto, pois tem disto umita mt a.
Tambem ensina mnsiea, piano n francs quoilad
! meninas qie seus pata lili queiram d>r mais
[ completocdneacSo. Acceita iJumnas externas c
internas, afflancando boffl tratamento e preco
i mais eommode que em outra nnalqner parte. Na
I mesma casa Irabalha-separa lora em tires tn: I linas como rossas, e, tambem bordados a oiro de
la de alt-i relevo, e croch ; ludo com goto c por
barato preco.
Ao publico.
Domingos Maria Gonealres, cnsul portnguez
de 2* rlasse e en-arregado que foi do eonsn ido
de Portugal era Pernambnco nos ltimos tnze me-
zes, participa a"s gens amigos, tanto n^icio ims
como portnguezes, que tem o seu eseriptorio na
ra Primeiro de Mareen.23, 1*andar, antiga rna
do Crespo onde pode ser procurado tofos
dias nao anUOcados, das 9 horas da manh s \
da tarde.
e para err-rm^deira.
de patentp, garantidas
ser movidos a rolo
por agna, vapor,
on animaes.
e peas de qne se cocuma preoisar.
r; tem as melhores e mi baratas existentes no mer-
cado.
Incombe-sa de mandar vir qoalgner maoh;nsmo von-
tade dos clientps, ierjibran'lo-lhes a vai!agom de fazerem
aas compras por intermedio de pessoa entendida, e que em qualquer nei:;Ssida>le pode
v-s prestar auxilio.
Irados americanos ****""'+**
RA DO BRUM N. 52
PASSAPDO O CHAFARIZ
LUIZ.
:e-
0L
Locado de sitio.
Alnga-se um terreno, com casa de moradia
que tem duas salas, cozinha (ora, e quatro quar-
tos arejados, na rna de Paysand, estrada da Mag-
dalena, defronte da estrada que vai para o hospi-
tal portuguez: procuren) ra do Duque de Ca-
xias n. 50, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nh s 3 da tarde.________________
Previno ao respeitavel publico que, tendo con-
tratado com Domingos Rodrigues da Costa, nao
pode elle dispflr de maneira aluuma de nm terre-
n sito na Estrada Nova, na Agna Fra, termo d
Olinda. sem o meu consenso, sob pena de nullida-
de, visto que o mesmo senhor tem ja em seu po-
iler, por canta, a quantia de duzentos mil ris.
Reeife, 2 de setembro de i873.
Lniz de Franca Soares,
Avise
ATIENCAO
Constando que tem appar<*cido no mercado latas
de gaz contendo i t|2 galoes. Henry Forster 4
C. declaram que nos seos depsitos ns. 26 e 28 na
ra do Brum, so vendem raixas com duas latas,
contendo cada lata cinco galoes, e pesam 18 kilo*
bruto.________
O bilhete da thesouraria da provincia em
beneficio das obras da nova igreja de N. S. da
Penha de n. 1718, que mez, cedido para as memas obras raetade da
sorte que sa' ir no presente anno.
Joo Ignacio da Osla iem de seguir viagem
para Europa, e por isso avisa ao respeitavel corpo
do commercio que deixa flear por seus bastantes
procuradores em i. lugaro Sr. Joaquim Jos G n-
calves Beltrao, em 2' o Sr. Joaquim Jo-A G.incal
ves Beltrao Jqnior, em 3." o Sr. Antonio Goncal
ves Beltrao, eencarregados de todos os seus negocios
commerciaes at final liquidaco: ontrosim apro-
veita a orcasiio de agradecer raspeitosamente a
grande e bondosa bospitaliqaq'e qpe receben nesu
heroica prorincia
Os Srs. Joo Alves Mendes da 8ilva e Pedro
Barbosa Cordeiro dirijam-se rna do Visconde de
Goyanna, sitio do portao n. 6), a negoei > de part -
cular interesse.
Alnga-se urna casa terrea com muilos coro-
modos por ter um sotao dentro, no berro dos
Burgos n. 23 : a tratar na ra do Vigario n. 33,
com Joao Jos da Cunha Layes.
Precisa se de nm homem para trabalho de
urna coxeira: quem estiver tiestas condicfos diri-
ja-so ra do Bom Jess a." 10, que se gratifica
o m bom odenado.______ .
Publicado jordica.
Apon(amento sobre, m oondico
dos ctseravos e libertos no Brasil,
contendo as principies qnestdes relativas a essa
especie, com as decises proferidas a respeito pe-
los- tribnoaes superiores e do poder executivn.
bem como toda a legislacao patria, antiga e mo
de msslma acerca de cada una delas e os ndice"
alfabticos desta ultima ; pelo Dr. An'onio de
Vasjomcellos Menezes de Drummond, lente cathe-
dratico da-I.' cadeira do 4. auno (direito civil)
da faruldade do Reeife e advogado neste fro.
AssigBa se a livraria do Sr. Wogneira, no arco de
Santo Antonio, nesta hpotraphia.
A pessoa qne amnneioa oeste Diario para
entrar de socio em alram uvern on padaria,
deiie carta fechada nesta typographia com as mi-
cues A V para ser procurado,
FUNDICAO DE FERRO
A' m do Bardo di) Triumpho (nm d:)Brnm) ns. 109a NM
CARDOSO & IRMAO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para cn-
genhos, as mais modernas e raolhor obra que tem vindo ao mercado.
Vapores de forc* de 4, 6,8e 10 cavallos.
Laldeira. de sobresalente para vapores.
MOenCUtS mieiraS e meias raoendas, obra como nunca aqui veio.
laixas iUnaidaS e batidas, dos melhores fabricantes.
tOdaS u agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
rlodaS dentadas de todos os tamannos e qualidades.
Rel0g0S e aptOS para vapores.
.DOD1 OaS de ferro, de repucho.
AradOS de diversas qualidades.
Formas para assucar grandes e pequeas.
ConcertOS concertam c0m promptido qualquer obra ou machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoal.
EliCOmmPndas m*n(^ara v'r Por encommenda da Europa, qualquer machinismo,
para o que so corresponden! com urna respeitavel casa de Londres
e cora um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ncumbem-se de mandar assentar
litas machinas, e se respnsabilisam pelo bom trabalho das mesmas.
Ra do Baro ao Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICO-DE CARDOSO d IRMA O.
NOS HOSPITAES DE PARIZ AS AMBULANCIAS
FRANClZA NA MARINHA REAL INGLEZA
0 problema rotohido por M' Rigollot com o mais feliz resoltado na composicao desta
aMr Mstnatara m Me, por tARji, Jim jym-hTmf* *
Uoico deposito
ift.de P. .Maurer & C, ruado Baro da Victoria.
ti m
So dia 9 de agosto do corrente anno desappa-
recen do engenho M.^-a de Baixo, na fres lia
de S. LoarencpdeTeim up| ^comarca de <> an-
na, n mulato Lni?. natural daParahyha. qur re-
pr-senta ter o annos pono i mais ou men-.-s.
mulato tem mAi c um Irmao moradores n > Reei-
fe e tem os signaes segonlof : ps grandes, ca-
bellos ineios carapinlios, uma eositin de na ni-
Iho n'nm braco e osignal bem ~vi noHecar da mi esqnerda cortado iftiasi ao meio,
provenicnt3 do um g.ilpo do foice dseacando nm
coco. Elle sabe ler a|,rama consa Presoinc
que dito ni lato ande pula cidado do Reeife. A
quem o apprehender e Condiitr ao referido en-
genho on ra da Cruz a. 30, se gratificara
nerosameata
* CoBSBllorioffledico cirurgiro
m do
0 Dr. AmcTrico Vespucio.
0 Ra Rm Jess, antiga ^r
jJJl da Ci-ti/. n. 'ti. 1* andar
Chamados a qualquer hora, e para *
fora da cidade. 0t
Consultas de hora s 3 da tarde. g*
Gratis aos pobres. 2
Especialidades : flf
Partos e molestias da uretra, operaoio jj<
dos estreitamentos pelos prccessos'os **
mais modurnos. jfg
00000 0000 00;^
llnga-se
Para os banhos salgados uma boa e espagosa
casa terrea ra de S Bento em Olinda muito
fresca, com terraco atraz, porlio ao lado, com
gaz e agua : a tratar ra do Amorim n. 37.
Convite.
Por delbra>ao do conselhoBarochial da socie-
dade Propagad ra da Instrnccao Publica da fre-
guezia da Varzea, sao convidados pela prespnte os
respectivos associados a assistirem a abertura da
aula nocturna creada pela mesma sociedade, na
povoaeao do Caxang, cuja solemnidade ter iugar
no dia 7 do corrente s 6 > horas da tarde, na
casa do professor publico da mesma povoaeao o
Sr. Joo Hermenegildo Xavier de Salles.
Caxang, 31 de agosto de 1873
0 secretario,
Antonio de Pinho Btrges.
fe
0
0
0
0
0
.1
^Ciiisiilli'ionidicMirurpco
<*
DO
Dr. Forrefra.
Antigo gabinete de scu pai, ru;
do Rosario n. 20.
Cura de hydrocelles
com pnnccSo eapillar.
Abertura de abeessos e extraeco de
derramamento serosos, pelo aspirador
de Potain.
larga <*y
sem injeccao Q?
CRIADO
."

Na ra da Alegra n. 40, precisa-se de nm
criado que d fiador de sua conducta
Saques.
Cunha irmaos & C. ra da Madre de Dos n.
34, sacam sobre o Porto.
E' multa moraaMade.
Ha mais de vinte dias qne Jas na thesouraria
de fazeoda um requerimento remettido da presi-
dencia, para sa informado, fij ta dau ainda
nao o foi I
Pedimos ao digno Sr. inspector tuja do dar al-
guroa piturldencin nn temido de faxer -despparo-
cer senr-lnante demora em inf*>rmac8a), qoe alm
de prejudicar a parte interesMda, parece loiber
nm direito concedido por lei, visto que data for-
ma nao ha quem queira recorrer, para esperar
uto, dous e mais metes.
Reeife, 4 de setembro de 1873.

]

1


6
Diao de ForaambufiO Sefcta fofca 5 de Setembr de 1878.

i

Jos Mvos da Silva Q-ui-
maraes.
D. Anna tfcfllia da Silva.Guinnrats, tendo de
mandar re ir algifmas mis*ss pelo eterno reponso
-do son li*ia.lo mando lose Alves da Silva Gui-
un -Aes, no dia sabbado 6 do corrente, primeiro
annv.'rsjiri'i do seu passaraento ; roga a seus p-
renos c antigs o caridoso obsequio de assistirem
-a essrt Mo no referid > dia as 7 horas da ma-
cha na roja mitra do Santa Antonio desta ci-
dado.
!5!
,i\t\f. Ronceen ule Maceilo
Ernestina IVreira de Mendonca
Macedo e sims lilhos agradecer
eordialmentc aos amigos do sea
presadissimo esposo e pal Luiz
"nneeea de Macedo, a fineza espe-
cial com quo se houveram duran
a enf. puiti-ado que Ihe roubou a existencia, o de
aci!|unli ir'ni o cadver a i cemiterio publico ; e
rogam-ihe; yirvam-so de assistir as missas que se
ter do celebrar pelo eterno descauco d'alma, na
igrfp matriz lo S. Jos, s 8 horas da raanb do
da 6 di Mrente, stimo dia de seu fallecimenlo,
a&uniRdo, por mais esse expressivo signal de
amis.i le, sincera e perfeita gratldo..
y ......w2*im' mt.
Bern&rdin Antonio Pereira.
Porfirio Amonio Pereira, possuido da mais pun-
gente dor, nyradece do iutimo d'alma aquellas
posMM ce rromnanharaui ao cemerio pubiieo
os resios moraos do sen extremoso e seinpre lem-
tirado inn'i )>Vrnardino Antonio Pereira, e do
novo os rnnida para assistirem missa do sti-
mo di. quo manda retar na igreja do convento
Jo S. Francisco, pelas 7 horas da matina, do dia
tertja-fejra 0 de setemiro.
Abuioel Dias Xavier.
los Augusto Dias tendo rece-
Mdo no dia 31 ^o passado noticia
'la morte de seu scrapre chorado
lio, manda rezar una missa por
sua alma no convento de S Fran-
cisco no dia 13 do corrente pelas
7 i|2 horas da manh, para o qual
convida os amigos e prenles do finaio asststi-
rem a este acto de religiao e caridade.
liWiilias bocezas a 240 o eovado
Ditas do hstras padroesnovos a 280 o eovado
Ditas com listras de seda a 400 rs. o eovado.
Alpacas cora Hstras a BOO r*. optado.
Merina asseltaatto para roM a5(fe r*
Hdo.
Chapeos de sol de seda coracaao de osso a tt
Algodao de (tetras americano eorn pequeo de-
leito a 3i0 rs. o eorado. '
Brins pardos e de cores a 400 e 440 rs o eovado.
lfuns
amigos do fallecidollenrique Amante
Chaves, aiandam celebrar urna mis
8 Ji i- urente ua igreja de S. Francisco s 8 ho-
ras ',. manhS por alma daqnelle finado amigo,
e emividam a senfaora viuva o familia do mesmo
pora esto Oro, bem como os mais amigos que
qnil Ten rtvistir a este acto de religin.
wnrrfi
Pi'i.risa-fie de una ama para comprar e co-
r.mh.ir : i a rtn de Santa Thereza n. 23.
Precisa-se de ma ama, para comprare
Wiflfi i na ra do Livramento n. 38, arinazeru
Balita.
Precisa fe de una para co-
unhar para casa de pouea
fainilia : a tratar na do
Hospicio n. ,s easa terrea que teai bolas ama-
rella> n i cornija.
AMA
Precisa--!' de urna ama p.lra
o servico de duas pessoas: atraz
do qaartcl de polica, sobrado n.
PRECISX-SE de urna
que saiba cozinhar para
uma familia de duas
pessoas: no pateo do
Paraizi n 26, 1. .* andares.
!Yoisa-se >.le ama ama para cozinhar
i-nirs Frrico de casa de familia: na
roa '.(.! lio n. l'J.
-- Pi ci i--o de urna ama forra ou escrava
>/ ; comprar, e faarr todo o servico de
Ama
Nao duvideiu
S na ra do do Grespo n.
20, loja de Guilkerme &
C. que se podem vender
as azendas abaixo,. pelos
presos segualas:
recente
chegada.
era e senhora,
fabrica do eonnu.
br

Briin branco lona, a l*tj(X) a
CamDraia preta eom listras e Irores
proprias para luto, a 240 rs o kMdo.
Dita* finas de cores a 280 rs. o eovado.
Cretooe para camisas e vestrdosa *4Ts-.-ft-ca-
vado.
Chitas rxas c do cores a. 200 o 240 rs. tf.co-
vado.
Grosdenaplcs preto de cordo a 2*400 o eovado.
Colchas adamascadas a 3jfOO. e W-
Ditas de croch a S.
Cobertas' de chita adamascada a 3*900.
Cobertores de l eseuros a ti.
Len^oes de bramante a 2*.
Dito de algoda a i#400.
Toalbas alcochoadas a 6* a duzia.
Lencos de caa com barrasa4# d
Ditos ditos de abainhados a * a
Ditos de esguiao a 3*>00 a duzia.
Cambraa lisa a 3jt e 400 a peca.
Dita Victoria fina a 3*800.
Corles de casemira fina a 9*.
Atoaltiado a 2* a vara.
Camisas inglezas forradas, com peito de linho,
pelo diminuto preco de 38*008 a duria e 3*00
cada uma.
S na loja de Guilherme A C, 'rua do Cres-
po n. 20.
m de pao
CAL de Lisboa,
CHAPEOS de sol
FKIMSdo ferro,
FIOlgod
me
LINHA de roriz.
OBRAS de palheta. "
de algodao da Babia, da fabrica do
mendador Pedrozo.
OZ de todas as qualidades, das fabri
Peres e Eduardo Militio.
AS proprias para botica.
' "ARIULHA do Para.
VELAS de cera de todos os lmannos.
m VLNHOLgMarrafado do Porto, eaixas de i
I duzia.
a -duzia.
Sobrado era Olinda*
Vende-se o "sobrado do urn addar n.-!8 ni\&
deira da Ribeira cm Olinda, reedificado ha pouco
lempo, muito fresco e proprio para quem preci-
sar tomar banh s salgados : a tratar na ra do
Rom lesus n. 49
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amaral, Nabuco 4 C,-vende! thi, preto e Ver-
de, fumo Irrglez para cigarro e cachimbo, e rap
francez e nacional : no Bazar Victoria roa do
R.nriio da Victoria n. 2.
Vende-se
trastes de Jacaranda e, amarello cota pouco uso,
pon perfeilo estado, e tambem ura mek appareHio
de louca para jantar c um dito de porcelana, fino,
branco, para almoco. Venderse por ter o dono de
se retirar para Europa : na ra da Imperatriz
n. 54 A.
Gasa na B.-a-Viagcm.
Vende-se urna n > melhor local daquclle arra-
balde, sendo do lado direito, com frente para duas
estradas, (i nuartos, 4 salas, cozin >a fra, gran-
de sitio cercado, pnrcjii de coqtieiros e arvores.
Na ii i du Darlo de S. Borja n. 5i, se dir quem
ven''e.
na i., Duqu rde Caxias n. 22, 2o sudar.
' ,- | ---"lis
Preeisa-se de uma ama pa-
nterno de uma
lia composta de
na ra da Cat'eia-nova n. II.
4 Precisare de
^ r^i o ser leo inl
i jm .: - m. i-asa de familia
f
.':i
I..I
-. I
23 i] corrente inez de agosto em diante,
id i li'ite puro pelo preco de 400 rs.
'"dos ns dias a*,! In ms da mauha, no
..ii ir il.is::n-.i-. [unto a botica homeopa
i do Impera I >i
. a nualidade.
M- e remenda-e eom
: s tastana n. 20:i.
perfeice : a ra
Prccisa-se
de d ms inoleques de 12 a l'i annos para um tra
bal'i, mi ito leve : a tratar no hotel de Bordeaux,
a ,.. Prini 'iro de liaren n. 7 A, I." andar
OS reo urna pessoa para socio de uma
i oa ou padaria : quem qnizer, annuncio nos
rrio.
r-,.
- ---"mgiapBvir- iiiim

lt.

''i
Compra se o vende-se trastes novos e usadu : no armazem da ra ilo Im- ^0?
erador n. 48.

rasies.

- vTa i -
liZQ II. 1.
um oacno de d iaihu
do
Duas toalhas.
Vende-se doas ricas e importantes toalhas de
labyrntho, prprias para noivas ; assim como, C
raras Je ric \ bi ms, de largura de 1 palmo e 6 di-
mais Hgtrota na ra Nova, loja de Joao
Ma Selles. n._S_:________^___^^_
Vende se uma escrava de 24 annos, perfelFa
en^iiniiiadeira e cozinhoira e ontra de meia idade
eom ns mesmas habilidades > uma negrota preta,
Dclliiii. b.inila fig;ira com algumas habilidades
na ru; de Hartas n.MIO.
I'-i- 'iOOiOOO vendj se um protj, moco, r.-
bn;t i rom uro pequeo defeito nos ps quesera
patente a i c "n,irador, barato : na ra do Hor
las u. ;. Na mesma casa ha outros escravos
para ven lor-w.
VENDE-SE
no estado cm que se acha o sitio existente na fre-
ei.iczia dos Afogados u. 21, hoje beceo da travessa
dos Remedios n 18, em chaos proprh : quem o
pretender entenda-se com o seu proprietario na
na de S. Francisco dota cidade, como qnem vai
para ra Bella, sobrado n. 10.
E' de graga a 500*rs.- o eo-
vado.
Vende-se superiores lis a 500 rs. o eovado,
urna verdadelra pechincha, por ser fazmda de
muito boa qualidade c muito arga e padroes da
ultima moda : s se encontra na ra Duque de
Casias n. 88, loja de Bastos Irmos.
Joaquim Jqs'Oisiyal
Bel-ao & Fflkoi
iuwio apu esc
erlo n.lb o se
jefeaj f%i"
Teem
para veid*#to apu escriptono
tonimerifo n.fc o seguinte :
AGURDENTE defcajii *%ixa de 12 gar
t de laranjft, Hem idem,
ARCOS de pao para baaiL.

Hpscatel do Douro, idem idem.
Ho Setubal, eaixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, eaixas de
nas,
MiXxat d Ppnro, jx
' CaSa^elJolfidm i
ClflfftflS OfTS
Atofrailv1
ihVcoTl^ricebwamf
sortimento de chapeos de.pallk j}
e fllndfc nrel* para'.tsiU
com bonitas (lores e fita : vendem no Baza1
loria,- ra do Baoda Vffca n. 2, anti
Ifova.
Insignias tt^H^i
Amaral Nabuco 4 C. venden insignas
nica* gttog l"4 ir SO e WV njfftza
toria n. i, litiga fu ova.
Cajillits fBelirS.
I Amaral Nabuco & C receberam um coi
Jftortimento de capellas fnebres com dive
cripcSes e vendem por commodo preco :
zar victoria, ra do Barao da Victoria n.
tiga ra Nova. ________
Angite fegfllaMs.
gfVend-se em casa de Oke!'#i*Howi & G.,na
ra do Bom Jess n. II, os verdadeiros angolas,
qoe foram da cata doe Srs.^T. J/ftrlfsJk C.
BAZAR NACIONAL '
Ra da Imperatriz n. (12
DE
Loureiifo Pereira McndesGuimaraes
O mais barato que for possivel,
Catino de autillo
'DE
POR
run
4#500
Para encanamenlo de gaz ou agua : casa
americana, ra do imperador n. 43.
\[

Aproxima se o mez de dozembro, em que a
Nova Esperanca, ru i du Duque de Caxias n. 63,
tcm de dar o seu balanco ; e como sabido o
grande deposito de miaen?, que tem dito esta-
beleeimento, nao s de artigos da moda e phan-
tasia, como tamb m do objecto de lei; e como
realmente conhecido que muito mais massan-
te o contarse miudeza do que ci>ntar-se o cobre,
a Nova Esperanca tcm resolvido vender por me-
nos 10 % do que o preco do costurae, para desta
forma minorar o trabalho do balance : por esta
razio os apreciadores do bom aproveitem e ve-
niiam ver como se vende bom, bonit c barato.
Anniversario.
O Pitris na America, loja de calcado
estrangeiro, ra do Duque de Caxias n. 59, 1.'
andar, faz anno no dia 6 de setembro, o para so-
lemnisar seu anniversario, ter nesse dia sua
frente Iluminada, e vender seus calcados pelo
cu;to, por isso os prprielarios dcsle estabelejCi-
ment convidara aos seus numero os frejuezes e
com especialidade ao sexo ainavel, a vir eom sna
agradavel presenca abnihantar dito anniversarie,
mnnlndo-se nessa occasio do calcado que neces-
silarem.
Hesperidina
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Taiwo Irmios 4
C, ra do Amorim n. 37.
Chegarampara a predilecta
As verdadeiras lavas de pellica de diversas co-
res, do fabricante Jouvm, vindas ne ultimo pa-
Juete d'Eurepa ; assim como, receben exlraeto
enominado Flor do Bailo, ipie o mais bem acei-
to no mundo elegante : ra do Cabug n. 1 A.
As nicas verdadeiras
Bichas hambarguezas qne vem^a este mercado:
na ra do Mrquez Ac olinda n. 51.
lo armazem n. ff), - ra do Vigario, ven-
de-se o segainte :
Plvora ingleza de superior qualidade.
Chamba de muni'.-ao.
Polha de Flandres.
Estanto em verguiaha.
Palhinha preparada.
Oleo de Imhaca
Gornma laea.
Cola da Babia.
Retroz de superior qualidade.
Pelles de couro. de lustre.
Ditas de Bezerro. .
Cera em vellos de Lisboa.
Ditas bogias.
Cadeiras hamburguezas.
Ditas de balau.o.
Ditas para enanca.____________
VENDER
barris com c;irno de vacca e de porto, salgada,
para mantimentos de navios : no armazem de Tas-
so Irmo & C. ra do Amorim n. 37.
Vende-se o sobrado de um andar sito ra
Imperial, canto da travessa do Lima, prximo ao
chafariz, o qual est situado em lugar muito apro-
priado para estabelecimenlo commercial, a que se
tem sempre prestado, tem bom quintai e cacimba
etc., e tambem se arrenda : a tratar na ra do
Hospicio n. 35, das 7 s 11 boras do dia, e das 3
s 6 da tarde_________________________
Luvas de-Jouran.
Muito frescas, ebegadas no ultimo paquete : na
loja do Pssso, ra Primeiro de Marco n. 7 A,
amiga do Crespo.
mam
v*4 l "-#r>
HA' esto ghndV-t^alscIocMueulo lera che-
^do um bul SOTliinuiilo de machinas para
costura, do todo6os autores rnai acredita-
dos ultimai'aofttena trCpa, Cujas machinas
sao garantidas por um anno, e lendo um
perTeite drsta para ensinar as mesmas, em
qualqer, j^arte desta cidade, como bem as-
sim coflcor4ajlas polo lempo tambem d'om
ano1 *n vJtespehcHo algum do comprador.
N'estc estabeleciinento t mbem ha pertenfs
para as mesmas machinas o so suppre (iual-
qer pega que seja necessario. listas ma-
chinas irabalbatB com toda a perfeii;o de
urh ft^l09 pwpohtos, franze e borde toda
qtttytrtir IWstTrra por ftti'a qnp s>'J3, seus
precosso da seguate qualidade : para tra-
blhar a-tdo tle 309000, 409000. V59000
e MNM -pafn trtbalhar ernn o pi* sao de
809080, 009000, 1009000, J1-09000,
1209000, 1309000, 1509000,2005000 e
25O9OO,vt0quanto aos autores nto ha al-
tefarSo de presos, eos-compradores poderfio
visitar este'estabelecimento, que muito do-
vero gostar pela variedade de olijoctos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para- viagem, cadei-
ras para salas, ditas de balanco, ditas para
criaoca (altas), ditas para escolas, costurei-
ras! rUTHissHnas, para senhora, despensaveis
para criancas, detodasasqualrades, camas
de ferro para homem e criancas, capachos,
e,speJhos douradoa para sala, grandes e pe-
queos, apparelhqs do metal para cha, fa-
queiros cojo abo de metal e de marfim,
ditos avufcos-, eolheres de metal Rm, condiei-
ros J)ara sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simpies, objectos para toilette, e outros mut-
tos artigos que muito devora agradar a todos
<}ue visitarera este grande "estabelecimenlo
que se acha aberto de-de. as 6 horas da ma-
nila at as 9 horas da noute
Ra do Barao da Victoria n.
22.
Declara a seus freguezes que tem resolvido vender
aabor:
CHITAS A 160 E-I0ORS.D COVAEQ.
Vendo-sc chitas fraicuzas largas com to-
jue de ovarla, a 160 e OO o eovado. -Di-
tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o eovado,
. CASSAS FRANCEUS A 320 RS.
Vonde~6c cassas francezas a 380 e 360 rs.
o eovado.
SrNUAS A 200 R8.
Vendo-se lflsihhas de "cores para vestidos^
{200, 360, 400 e 500 r$. oeptado.
ALPACAS A 4C0RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400,500,-
f 40 e 800 rs. o eovado.
COBERTAS Ef CHITAS A 19600.
Vende-se cobertas de chitas de cores, l
19000 o 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 c 49500.
- CHALES DE L A 800 RS.
Vende-se chales
rs. o 19000.
Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
CAMBRAA BRANCA A 39000.
Vende-se pecas de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias ferancas- ff de ores, para
senhoras, a 29000 e 29800.
BONETS A 500 RS.
Vende-se bonete pretos de seda para ho-
rnens, a 500 rs. Chapeos de palha, pello e
massa, a 29, 29500, 39000 e 49000.
MADAPOLO A 39000.
Vende-se pecas de madapolo entestado a
39000. Ditos inglezes para os precos de
49, 49500, 59, 69000 e 79000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pecas de algodao, a 189500, 49,
e 59000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 19600, 29 e 29500 o
metro.
GRANDE LIQUIDAgO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se uma grande porco de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes com
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua do colonia, a 200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, o outros extractos
muito barato.
TOALHAS
a OPO 00 ai duzia
Toalhas IMIpMas 'e trlcBchnados felo.dlraKuto
preco de 6 000 a dntia. Sao grandes, na roa do
Queirnado n. 43 em frente a Pracinha.
Olha ello.
~
A rola brincarecefce| uqi Irnd sortimento de
borzeguins de lindas coses,-para senluira e vende
a 4JOO0 o par, todos velidnma 7/: s na loja da
ra da Imperatriz n. 56, loja de fc portas.
Superiores sedas 'de cores
;aJl#500 o eovado.
Ghegou a occasio de se fwer um bom vosti lo
por pouco dinhciro, conprando-se superiores se-
das de Gores a 1^500 o botado : s na mi Du-
que de Caxias n. 88, loja de Bastos Irrnaos se en-
contra desta pechincha.
Para a esta da collocac,o da
po La fundamental doasy-
\o de alionados no dia 9
dcsle mez.
II i na rna do Imperad ir n. 73, primeiro andar,
unbeho -^r'nncnto' de trahaPios de agullia de
senhora. proprios para otrerecor como prendas
para M>ini qne sehadnfaier nete dja, como
sao: al n iIHdis bordadas, tapate?, ehinellas, gor-
ros e ulcos objectos, os quaes se vendem por
preco m.idjco.
.. ni .....11 i iii i iiiiiim.
\ enoe-se a casa terrea confronte ao sitio do
brigadeiro lo [iiim BernnrJo de Figueiredo, sita
na travesea da.estrada di Joo,de Barros, entrada
do becco, tendo du fils 2 qn^rios e corintia
nra, edificada ha pouco tempo o em slo foreiro,
para *er-sa e tratar na mema.
Superior chcate nacional
dosajl j &Carneiro,
do lli PP'iro
Iga-I pin U ltUile s melhores mareas
estraneiroJH Wn rMleanente era Perlaam-
buco m fcfflWWRtfirOllrelra & C. ra do
Commercio n. 10.
- .....---- ll ti...........----IP.......... !
Empresa Vicente, Santo An-
tonio
Por Ma h'inJade rogi^e o obsequio de, ao be-
neficio do Wi .cteiro e cntros, recordar o prologo
da Crinoline.
Hesp'eredina a Vende-se era eaixas cora 12 Ira em de Franco da Cunha S C, a n. 47. 16* seos, no arma-rua da Moeda
, ten
@*9oaito
CURA
Bons terrenos.
Vende-so baraU, terrenos proprios, em lotes e
vontade dos compradores, junto e ras circunfe-
rencias da cMrjio da Boa-Viagem, logar satidavel
e bastante eoncorrido, mnto proprio pflra ediflea-
caces por ter em seu favor nao so o vapor da
manha e larde, cont o privilegio que, isenta de.
pagar passagem por n sanos a que edrTnfer, e
o i3stahelecimcnto dos bonds que se projocta : os
pretendenles tntendam-so na thesourana das lo-
te rias^^______
Vende-se ou troca-se por accoes da divida
publica, gcral ou provincial, easa terrea, ns. 14 elU, sitas i rua-^Pro-
resso (Soleiade) as quaes teem ura IferrMcdft
00 palmos de fundo : a tratar
Novembro n. 24, innazera.
Metim de-tem
A S80 rts o eovado.
Hetira do cores, padroe* boni
venlidos, pelo, diminuto prejo le'1
rna do QueJmdo n. 43, era frwfte
loja de Guerra & F mandes
One suo causndM
Ml. IfM
Nao lia mais cabellos
! brancos.
TUrUHMRIA IWBL .
S e nica approvada pelus academias de
scicnoias, reeonhecida superior a toda que
tem apparecitlo at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recite, hojo Mr-
quez de Olinda, n. 51, l. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
reiro^__________________________^^^__
BKII4S DE HAMBURGO
As maireoeiites e melhores.
Vendem-sena pharmacin e drogara de Bar
tholomeu & C, ra Larga dosario o Ru. 34.
'8KGKBO ECONOMA E CKLERIDAE:
Obtera-se com o uso
1JECC0A SflOST
Uhica, hygienica, radical einfallivol na cu-
ra das flpnrjrheas, flores brancas e Huios de
toda especie, recentes ou cbxOnicas; e que
iitTiTt-ee como garanta de-salutares resultados
a cortrniuatta'&pplieaso qoesempre com a
raaior vfirgiti se tem feito deHa nos nos-
pitaes de l'apis.
nico deposito; para o Brasil, Bartholomen
A C, ruaI.ar|ido Rps^rio n.' 84.
' Karope o agrio do
Antigo e concciiufldo medicamouto para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
ijbtnoa phtysica, bronr-hites, asthma, etc.,
npplicado anda com ptimos resultados no
rbuto.
CORTES DE BHIJI'DCMLSA 9500.
Vendo-* 'COrles de brim de ebfe par
cfclca,-A.1V5QD . 5Q00.
B6rrmASA3^ooo.
Vende-se botinas para senbOMSf t S90001
8Jf500, a ellas antes fu se a cabe m.
ROUPA FETA NjIIONAL.
Calcas de casemiras"4e cores, $, 69
7&000.
1 Falitts de cseiaM,,*4f,9-e W00
Seroulas a jjf c JJCIO.
BRM btiH^AWOUS.
Vende-ee brrmdj todas's of*,**4<
rs. o eovado.
LENCOS RAUCOS A WOO A DUIA
Vehde-se a duzia de lencos braacos, *
de l do quadros-a 800' 2JJ000. Ditos com barras de cores a 90
Dito? de linho 09000.
TOiLBAS A 80 Vortde-se toalbas para rosto, a 800 rs. .
1CO00.
GIU VATAS D EDA FR El A A IW US
Vende-se gravatas de seda preta, a 80'
rs. cada urna.
CHITAS PARA COBftVTA A 20 RS.
Vende-se chita^Hi cdbtrta, a 180 e Si
rt. o eovado.
BONETS PARA MifllNOS A 1?>500.
Vende-se bonetes para irtiinos, l^lrOi
ESPARTILHOS PARA SENBORA A 89*00
Vende-se espartilhos pata- sentn,
39500.
I.HWAWMS
A 800 RS. O COVADO.
Vende-se graaadies cona bstrasde seda,
para vestidos di senhora, a 800 rs. e l#000
o covdo.
COLCHAS DE CROCHET A G5J000.
- Venrle-se ricas cocfiS d crecfit, para ca
masa 69000.
PANUOS DE CROCHT A 19500.
Vende-sepannosdecrochet para cadeiras.
a 10500e 2&090.
CASSAS PARA C0RTITTABOS.
Vende-se (ecas de cassas para cortinado-;
com 20 varas, a WdOO e 129000, e owtras
rnuitas fazendas em liquida^3o.
GRANDE REDUCCAO EM PRECOS
Attenco. Attenco.
Na loja de Soares Leite Irmos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
-Caixa de linlia de marca, a 200 rs. dem idem de pos chinez, muito bom,
Garrafa de agua florida verdadeira a 19200 500 rs. e 9000.
>ar
BMsierreiMS.
Abotoaduras para collete, do todos os
gostos, a 200 rs.
Lamparinas gaz, dando uma luz muito
boa, a 19000.
Garrafa d'agua japoneza, a 19000.
dem idem divina, a 19000.
Duzia de pecas de cordo imperial, a
240 rs.
Frasco com tnico oriental do Kemp, a
19000. j
Duzia de baralhos francezes, canto doura-
do, a 39000.
dem dembeira lisa, a 29200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
19000.
Caixa de botoes de osso para calca, a
200 rs.
Gaixa de papel amisade, boira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppcs forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque-,
a 820 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talberes cabe branco, 2 B., a
5900
Mago do fita chineza, a 800 rs.
Duzia do saboncles de amendoa, a 2950c
e 39600.
Frasco com opiata muilo boa, a 19000
1C500.
Duzia de sabonetes de anjinbo transpareo
tes, a 29200.
dem idem com Adres, a 1JJ500.
Duzia de pegas de trangas caracol branc.
a 400 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.
Sabo!iot"s Glycerrno transparentes,
800 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Leques de osso e sndalo para senhoras
a 29000, 49000 e 69000.
Fita de velludo de todas as crese largo
ras.
dem idem da sarja idom idem.
Chapeos para senioras e meninas.
ntremelos e babados transparentes e i
pados.
Botinas para senhoras, a 49000. "
Retroz preto e de cOr, em carre
tel.
Lindas e elegantes caixinhas dos perfu
listas E. Codray, "Gell Frreso Ricger.
etc., etc.
Quadros efim 6aRtos e estampas
Caixa do linha com 40 novellos, a 500 rs.' Quadros otra santos e estampas sopara
Resma de papel pautado, a 29800, 49000 das.
e 59800., | Espelhos de moldura dourada, de todo
dem idem liso, a29600, 39500e 59000. os tamanhos e precos.
Coques modernos, a 39000. Garrafa deinta roa extra-fina a f90O
Caixa de pos para dentes, a 200 rs. I Microscopios (sem vista) a 29000.
BONECAS.
a-s
i fres
tnoito fresca
batiheiro, por p
Dicto Fundi, em
JTrar na ra do Cabug n. 6, luja da oonqnista.
- Vende-se ara cofre grande quasi jjpvo> por
preco commodo : a tratar natrYssa'Sb Wns
o. !>, loja de calcado.
Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e rioamente vestidas cad*
ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas do todos os-tamanhos, tendieiros gaz,
objectos de porcellana, gaiollas de. rame, molduras paro ^iradrc-s, machinas para cos-
fto bgar deaomiiwd Salgadinlio, e junto tura, transparentes para janellas, e um corapleto'e variado sortimento do miudezas, qu*
a eststgo da Vendem-se botrt'terrenos rh lotes ou ped-
is a vontade dos c'lBpradores, com i fren-
te para a mesma estrada e oslados para
TJuiras, e bem assim \jnrt |4quena casa de
laiba nelles situada. *'^' *
:k!S trrenos tem. dillofentes arvores
fnieto e sio ptimos de piantago e von-
HUblTf>faii i 0in-s&P(H pw| WrbtteSrhos. Os pre-
ntmif ^rtdeutes eoiendam-se oa tbesouraria das
lotefias.
i '"
1 fr 'f(^#a7 <* -'a ~
verniz^ao gaz.
Par* "rtoder: rnar*T'Vlgario b.' 13, en rna
do kmrjbim'-n.l'tt, ^tetdtnt, ?u n barris. A
coripanhiai^ii'fMiile Olioia Hm eetaotleeido seas
demsitos para venda de verniz do gi, nos Inga-
resTaclma indicados; multo "prortmrrao embarque
Ra do Barao da Victoria 11.28.
tecife.
lui't
CM

*
jtft^j^ttiM ; vended'rtua'de Vigario, r- j
envn. ftJ.
Dofle.
oslMrftenfjafUaaoe
no Idgar
i, ra da Esperanca:
se nina casa terrea, sita a ra do Jar-
dim, fregu de S. Jos: a traar na jatro Im-
petdor n. 7 J- andar, tias Ums^ fnanU
asida Urd>
m. c
Terrl *ata ittokr :
'nfc-de HedneSsVi'sijfrtar'e verdadeiro.
VloTw Kefbs fla TrietrWs' duilflades.
[trertM'tigWtttra.
Lrpfir>em Wtas tfe 10 M>r*s.
das as preBaraBftiihvtWeaa'loDr. Ayer :'ho
i da-*M' TASSO IRMOS 4C.
Erri eus armarens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
para vender por pregos commodos
'ijpro3 encarnados sextavos para ladrilho.
anos de bayo para esjjoto.
Cimento P^rtad.
Cimento Hydraulcc.. k
Machinas dV descansar algodao.
Machinas de padaria,. .
Potassa da Russia em barril.
Rrosphoros de cera.
Saga, em g-arrafoes.
Sevadtnba cm garrafSes.
Lentiihas em garrafSes.
flhum da aJmaica.
Vinho do Parto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, oM.o.
Vinho de fiordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com Unguas e dobradas inglezas.
licores finos sonidos.
2gnac Ganlbier Freres.
Us.de toucinho inglez.
B&rris com repoiho em salmoura.
E BVMTO!
AOWHE1R0,
A< peehinchas eslSo-se acallando, ta teja a 43
da rtia da Cadeia do peclfe, ende tem uma ban-
deirola com o titulo, cima : qnem quer sortrr-se
de faieiidas para risa por menos queem oulra
qual-tuer parte,*!*perd tciiipopois re?tampo-
cas.
* t
J. A. Moreira Dias.
VMMse'ttma'emrl
Rogbi'AtMb
mesma n. 39.
Fiz ciento aos seos fregnezes que recebeu pe-
Lu do lo ultimo #[|ot de -Europa, as -......
tralar na de pellica de o'vin de todas
" seu arnaiem, roa da Cruz
Papis
para forrar salas e outros quaesquer api^eW*.-,
sbrtiment) completo ; vende-se por menes deqne
em ooiraqoalqoerpane : i roa do Vigario bu-
mero '^ i
rniaQti
^TWese trn Bada afmain de iKh tte tBa-
rello, pronria para diraTqTfer eseKWeD^tWflcfltoi r a
-wii e tratar na rirTtiD ttitue do caritas n. 54.
4- Vende-? as -easas de tama
Veraa'rfelhs hivi tellia, n'ftrWo,;;l#lr- nMiHo.'-Mlihii1 |fl
s cores, Wfl' L|hbara?fts : HnWt *>%* lr|hr,||i
n. K, 'Wa dotelha, passando a boma. *
it*r,'*|tfMa,
I


B&ri do Pernaihbttco' &*! ftira fr dtf$mtk&'vl&te.
7
i
COSTURA DE HOWE
mis nmm
SOASES LEITE, IRMOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Sarao da Vidoria n. 28
\s mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na' eiposicio de Taris, era 1867, fo concedido a
Elias.Howe Jnior, a mcdlba de ouro e a condecora-
r* da Eegiao de Honra, por serem as machinas mais per.
(bitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tara.
A medalha de ouro na exposicio de Londres acreditam
estas machinas.
A 908000
Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
toril, estabclcccu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28, um deposito e agencia
(eral, para cm Pernambuco e piis provincias so venderem as afamadas machinas de cos-
'nra de Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,
mpregattdo urna agulha maisicurta com a mesma qualidade do linha que qualqucr outra,
i rrds introducido dos mais anerfeicoados apparclhos, estamos actualmente habilitados a
acrecer ao ex'arne publico asJmelhores machinas do mundo.
As vaniagens/destas inachinas sao as seguvrdes:
Priraeira.O publico sabe
que ellas sao duradouras, para sto~prova incontestavel, a
iroumstancia de nunca teretoi apparecido no mercado machinas ~d Howe em segun-
f* mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualqucr desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frrec,ao entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
*n que as outras. i
Quarta.Formam o pon| omo se fra feto mi.
Quinta.Permitte-que se efuinine o trabalho de ambos os ios, o que se n8o consegu^
es outras. I
Seita.Fazom ponto raudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
i logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
fina. '
Stima.O compressdr levantado com a maior facilidade, quando se tem de mudar
< agulha ao comeear nova costura.
Oitavn.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
Cadencia". Machinas outr'pra populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
nudan^as radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
'optando a opiniao de Elids Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
cementado o seu fabrico, ejhoje nae attende a procura, posto que faja 600 machinas
oo dia.
Cada machina acompanlha livretos com instruc^oes em portuguez.
A 9k00 A 90^000
SOAHES LEITE, IRMOS
/ A'
do marao da Victoria n. 28.
Pode obter em piuco lempo com o oso do mplhor Sos H::crf8a 3ff;mad
lESFBRf ilNA
?n oito anaos qtta conbecido este precioso tnico, e dSfficil achar urna peas
qoo, tr.ol Pxpnment!H|o pessoalnfente, nao falle em sen favor, j com boa eslomac
apetisador, tomando cgn calix del! antes de jantar, oo como facilitador s digeit
lomando se depois. /
( A BASE
i HESPERID1NA a
espacial das laranjas)
ora bem, a
LAKANJA AMARGA, d3o ba um habitante da BRASIL (a lerr.
ce nao condena as propiedades medicjnaes da docrsdi froct
era sen estado natural tim aro gosto pooco ngradavel, e o mrito da Hesperidics cuo
liste em reter snas boas propiedades, e ao mesmo lempo >preaenta-la como
EXQUISITO LICOR
r *
A HESPERIDINA cfioio INDUSTRIA NACIONAL nSo tem nada qce ov..
melbores importacbes europeas de cathegoria semelhante. Estas, qaando mr.i'.o, po4
if,f costosas, porm'a Itesperidina a combinado perfeita do
AGRDAVEL SDDAVEL
Para prova de que, 00 artigo no qnal pde-se ter inteira cooSan?a. por ser i>nr
e innocente, baata dizer-ie qoe foi plenamente approvada e sutorisads pela
Wm DE HY6IENE
do Rio do Janeiro, permiUindo soa livre elaiboracao do imperio; onlr
' BOA PHaVA
a ieceit*s2o geral qne tem em todas as partes onde apreaentada. Em i8oi ea&*-
lacen se a prtmeira fabrica em Boenos-Avres; em 1869 a segunda em Montevideo; 1
no dia da obegada de S. M, O IMPERADOR Inaogoroo-se a fabrica qoe ictoaiman
trab3iha na corte. Em Valparaizo e em toda a costa do Pacifico tem boa acceitaelc
tasto qne rara a casa qqe considera completo sen aparador sen ama garrafa de
0 bomem wlho t
dota
L
Hesperidina par obter
VIGOR
0 bonwrt) otute tyoma Hesperidioa pira obtec
SAJDE
0 bonm dbil \Qcm HosperidiBa para obter
ORC!%
Ncs bailes as dontellas eos mocos tomam a Hesperidina pan >t:er bo: -'
aDimaco dorante os lotfcosgyros da
BARROS jWmW d c, a rti o Vigano Tenorio n. 7, 4 *ar, rer.fftir w
grande especifico, ve*rem-no Boa rJpositos swgoiirtef :
Joquim PfrrlftajLobp, roa da tpe/atrii.
ffefitm CarBrd, toa to Commerco.
MArtteltla Mil Gtelves ii fW,.ro* AnioDfo fJb"ffll<'5r%8 O., rna di snftia.
Antbnto Gomes Ares 4 C, eaei tt fle Novembro.
Gomes 4 Irmao biSiel da Passagem.
HlKUv
MARC1U0 OUS N. W.
Este esiebelm iruento sonipre Malui^i H oivcccr a coocurrencia do raspeiu**) pu-
ilico um cornp.Vtw ortininni de- iv.'idas,. >4Q4tI fraiiou*, ehpos o qumquiUuriaa
iWjtnus mau r,!o:iv.iis p, pja o quo. wtii>e i^ua todos os sousartigos )Fa encomrrH,ndo da Bunp< America, vLm dar p-jbliuidade dealgunsirtigos por a^os
jrecjosbem so podo avaar os i>rOcQS le oUi/o rrriMus,. qw se tornara enfcdowb* pu-
ilicar.
MIUDEZAS. MIIJDKIA8.
L par& bordar, da mfelhOr qnhli.tade, t Jw'-dit. de dita por 2|
ibra por 58500. iWtoesue sutim protos e de
BOTft
29500.
ira por ocooo. -wwiui yiw
Agulhas francezas, fundo dourado, cai^ "> HWO0 duai.
).. .__ /_____!__.... _. .a rratllfl hrnnoac /)>
coros 800 BULLAS
tirtha com i papis a 00 rs., 2i0
Franjas brancas de seda de todas a* lar
iua cum > papis nuu rs., zw -. -....." - >~ -~ "
Voltas d atado vHa-' oom Am.los co- Wf a ,HWW o 49400 o metro,
raedes fingindo Voltas para o pose>co, fingiritfo camafeo, *"*'*>'
oor.*panhadas corn I par do brineos somer _A0a,oes Pretos eseda, de muito gosto de
!hanto, tudo por 23500. 8 Liaha brand de 200 jardas1 em arrlleis 1 n CALCAD KUANCEZ.
propria para costura de machina-, a 800 rs. ^t"1** prtap gaspoadas, pura senhora, a
duzia. :4il0Q!O|iir,
Dito de dita de Alejandre, numeraco a Dllas ,litas dc duraque, gaspeadas, etnno
^osto do freguez, a ..dltO a dum. Re, a 5j>00ft.
Diademas dourados de 19500a 39000. Ditas pretas enfeitadas, ultima moda, a
Ditos de tartaruga com flores a 23000. WOW..
Ditos com borboletas a I30UO. I,1,as l,lta de Cl>'e* cn,w all. enfeitadas,
Brinc >s encarnados 1 par por 500 rs. a 55|a0
Ditos de piaqut de 500 rs. a 29000. i |U,S Psr nUSMUSf, protas e dc cores, a
Ditos dourados, duzia dc pares, a f5J500 3>(,e ^M-
4 23000. 1 .'ompinto sortimento de calcado de ease-
Voltas de aljofares eom brincos, a 29500. mira Cl'arlt, tapete e traiga, mais barato
Ditas do ditos c >m enrares a 13000. '" "/o du queeiw outra qualquer parlo.
Ditas dc ditos de comas rom oaosiritAS. a CILil'KOS.
Ricos (;h;i|Mos de palba d Italia, para se-
nhora, a 113000.
Ditas de 'titos de .ornas com eassoldtas, a
S00 rs.
Rosetas de plaqut a 19 e 13500 o par.
Gravatas dc seda para senhoras de 19200 "llus dllos Palua --scura, da ultima moda,
i 2*000. ;i3000.
^arures com 2 lacos para cabeca e peito Completo sortimento de cba|X'osiiihos para
89 e 49000. meninas e senlioras, de 29S'd a 03OOO.
Kntremeios e babadinhosbordatlosde 300 Chapeos d sol de suda, inglezcs, cabo de
fs. 4 29400 a pera. mri'in a ib#000.
baltcs de seda brancos e de coree, de ,Uos dit0 de mn, eabo de metal mui-
19500 a 29500 a pera.
to bonito a 53500.
oU a z3oUU a [X^h. | *" """* w""-
Ditos de algodo seda, de 19 a 13400' DilS dit0 de seda Para sehora, cabo de
, p^a. madeira, a G3U00.
riiinc ,\a ainn.ian Km Knn m. n ^itas d'to cabo de marlim a 93000.
itos de algodao, a 100 e 500 rs, a peca. 1 niviatuiti 1 iithv\
Trancinhas de cores, a 100 e 500>S; a Crmn ,- DIVLBSUS.AKllUOi.
' -. Granadme para vestnlos, fazenda da ul-
Lequcs de marf.m a 59 e 89000. A moda' com ,istra* de seda' a 3(> tXh
Dftos de sndalo a 49500. ; "'
Ditos de madeira imitando, a 29000. I Pannos de crochet para cadeiras, a 13800
Ditos de papellcs a 19800. 230W cat* um. -
Coques para senhora, a 39, 33500 e 49.; *)ltoB P"8 50 a * e *i00t.
Aderecos fingindo coral, compondo-se de Toalhas de linho para rosto, a 13300 cada
ilfinete e brincos por 29000. nraa.
Dito dito pretos por 23500. Ditas de algodao alcoxeados, a 640 rs.
Ditos dc plaqut, comporido-se de'afln'ete Cohas de crochet para cama de casal, a
*. brinco, sendo de inuilo gosto, por 53000. 69000.
Exropiro rjNiVKr.s.u de is:.:.
MEDALHA DE r- CtdSST
ALF. I.AiAHUAOa; 4 fi"
APFKO'.aO Pi.A k AO.M1A OE MESICINA O PAB
i
0 Qu'.iuiim I^tbarrquc,
um vinho emiiicntcinente to-
nico e feuiifugo que deve ser
perferido i> todas as oulras pne-
pararoes c qi>r?
Os vinhos dc quina ordinaria-
mente empregados na medicina
prcparam-secoin cascas dc quina
cuja riqueza em principios acti-
vos cxlrooiaiiiente variavel;
par." dissoj em raaSo de seu
modo dc preparaco, estes vin-
hos contem apenas vestigios de
piincquiis activos, el cm pio-
pori,oes scnipre variaveis.
U (iiiiiiuii l.:.'..n-nn>ni-,
Spprowdo pela Acndamia.do.iUie-
diciiia, cjjsiil>e k;Io eWilMiiiu
um medicamento de cejnSosi-
Cu lietctmiiia.ia, licu en* pih-
apios activo^, e com o qual os |
mdicos e os doeutes. podein
scinpro contar.
0 ahirrivfuc
ripio com graade xito s
pesoas fracas, dclliidas, seja
por diversas causas d'esgola-
mento, sya por antigs moles-
tias; aos adultos fatigados por
urna rpida crescenra, s meni-
nas qui tem djficuh'.ade un se
formar e desenvolver; as nsaSsW
res dejwis dos pirtos; aos vclhos
eniVaquecidos pela idade ou
doenya.
No cazo de cjilorosis, ainomin,
ces pi'luJaa, este .viaIio, um
poderoso mxuir dos forrogRH)-
sos. Tontada jatltoi par exeiuplo,
ci:u as, pukis' dc. Vaij.kt, produz
efbitos uuravilhosoi \>di ua
rpida- aucau.
Bepoaiiu ean I'm!-.. I,, f HIOIH, rae Jacob, I.
m
k Prafccla,
no empctio oe'bem servir aos seus freguezes e
ao-pMiMeo em f*rJ |em proeurado prover-se do
uue ha de multar da ultima moda nos merca-
das de Europa para expo-lo aqu vooda, eer-
tts de que os seus. ariigos serlo Lem apreciados
petos amantes do bom e barato ; passa a ennu
morar algans d'efrc dles, como sejam :
IMJSS, es mais ricus que tem vind a este
laureado, cum capas de madceperola,
taruruga, mariiai, velludo e chagrn.
ADEREMOS pictos e volt proprias para luto ;
assim ctmo, um bonito sortimento de
diws le plaque, obra Una e inuito bem
acabl.i.
1E8 para puno?, o que .o pode desojar de
mnliii.r em plaqu,, tartaruga, ruadre-
pero! martim e 6sso.
de vellado, seda, palfla e chagrn,
tu de mais moderno e 1 das.
UICOS de seda e de algodao, lauto braneo como
preti, de. variados dosenhos
CA980LETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAlXLNIlAi para eostura, inulto rica e de di-
versos form los, com msica e sem
ella.
COQUES a imitaciu, o que pode haver de mais
bonito i bom goeto.
DEADEMAS, tiesta geaero a Predilecta, apre-
sema um grande e lindo sortimento
oapas do satisfazer os caprichos de
quxlquer seuhora por mais exigente
pie f*ja.
jORT UOL'Ul'KT de madreperoh, manm e ss,
este um objeelo indi. nhoras do bom tem, aiui do aspirar
o anima das dores sem o inconvenien-
te de noduarein as luvas, ou mancha-
ren! a* delicadas n.os.
PENTES de tartrea, de marlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos e tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um imjiorkui-
le sortinieutu de perfumaras de fino
ador dos mais" acunados fabricantes,
Lubin, Piver, sociedade higinica, Cou-
dray, Gosnes e Itimel,' que ineum
bido da escoiha dos aromas mais bem
aceito pula Sociedade elegante da
Europa, e por tanto, acbam-sa >a
possDilidada de bem servir aos aman-
es dos perfumes.
A PREDILECTA delxa d. enumerar urna im-
measidade de argna, aiim dc nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
leicia do ri-.<|.eitavl publico em di-
rigir-e ras do abug n. 1 A, pa-
ra conveneer-se aonde pode comprar
o que bom e barato, assun como:
FACHAS ricas e modernas de tuquim e eurgurao
eia
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para menino,
por baratissiiiM) prevo.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sorlimeiito de llores ao alcance
de qualquer bol a anda que nao es-
. teja dchi repleda de dinheiro.
FITAS. E ja bem sabido do publico que s na
Prodi lecta que podem encontrar um
grande sortimento de la> de setim,
la fet, velludo, linho e de algodao, por
commodo ZlZZ
GRAMPOS de tartaruga, a imita^o destes, pre-
tos e de cures, o que se pode desejar
de mais moderno a bonito.
GRAVATAS de seda e de canibraia para senhora,
lacos c golinhas dc bonitas cores, tam-
ben tem um bom sortimento do gra-
vatas e regalas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
paraarnato de sala.
Mei s de seda, de l e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Rkos JctiHes de madreperola, tartaruga,
marlim e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
LIVROS para missa a PredilecU'apresenta es-,
eolha do respeitavel publico um bello
sortimento destes Iivtos com capas de
madreperola, tartaruga, marflm, sso,
velludo e chagrn, por precos mu
razoaveis.
VERDADEIRAS
PILULAS de BLANGARD
COM lODtfflcTO OE FERRO HULTERAVEL
APPROVADAS PELA ACADESirA DE MEaNA DE RABJS, ETC.
Possuindo u propriedades do iodo e do vemm, ellas convem. especialraepleBar Arrio
c5zs scjiorclosas, a Tsica do principio, a fraqutza de temperanunia t tambem nos casos
de Falta m cok, mchourbe, m que necessario reagsr sobm o Mora teja para Jbe
retuir a saa riqueza t abundancia i tomos ou para provocare regular o aen como-peri-
dico.
If. B. O lodurtto Se ferro Impuro ou alten4 um medlcamtaie laSd,
rritinle. COno prora de purria t MittKnUekUde dai Terdatielru
rllalM M nk.Bc.rd, tnt-t fir Domadllorie yr.ta mm.
It* e bom arma, aqu reprodmia*, flut * h n-*eU laferiar
Se um rtale -er>. tnrre-ir-scnaar daa falalBcacSe*.
ruda. Pharniact*Hc,
a>0OJ aoiSaf aai pitar
rM Benaparl*, 4,
nico deposito, & onde se acha avonda na casa de P. Maurer & C.
Ruado^arto-da V
Samuel Power Tolw*
mm
oofri
nfiflQtal
-i-i--crT
pessoa, q
cao de trro e brelfri-rni'e froto/ jou1-
to a eur> doi Sonoa,. oorj* ioprocSMao
qaar^Berubcs da eooioj6Dda 0O peifi-
Aten,
a *iBt!i-
- Poi
nova o> Russia, __
meios barris : vendem
da aladre de Dos n, 3iT
issa
. ltimamente e em
IrMs '4 C. roa
Ra da Santa Cruz n. 42;
Vene-se esta propriedade em chaos proprios;
tratar na roa do Duque de Caxias m. 73, 3
andar.
Ruft do Apollo n: 38 e
F"ai"m scint ios seus treme? dije W
modado o sen deposito de msefrlnis f
por. moeodas e takas da muito acreditad
OMob de LowMnr pare roa do.Apodo nj
imetrto do costme, ,, -Os Be-rios' TSftfm rt.pesois aw>qi!el-
Fatem sciente tambera qr.e tem feifo nm fita trWl?S;se de%eo%Worrft le *Mia-'
arranjo oro a fon*c5n ger.il, pelo fitpo- rom-atirjrirtieodim casa oa Srs. Ba-
lsa oflereeor- para asseatar, qualquer owfl! Ppwer, Mae**..* %. K Wi!*) A)J-
macbraisroo e njesroo garant lo. J^ p.,3fl e 40, ^t,m^W M?W ^ai'l-.
Ajpsrtlao dsm faMfar >sacar/ WCTTTW CBWrWMJO .L
Perraroooco afcadi^io geral.
ptorio a ra'do Apollo r. 38 b(
MTIIMO
DE
FAIIN1A& FINAS
RA PHIMEIRO DE MARCO N. 7 A
E' esta casa, sem duvida, urna das que luje pode
com primazia aprasentar aos seus. freguezes um
variadissimo sortimento de blendas linas para
grande loiMtf.M<\n\ como para o uso ordinario de
todas as classes e por pregue vantajosos para o
compradores.
Os donos jeste importante estabelecimcnto con-
vidan ao respeitavel publico e particularmente
aos seus freguezes a darem um passeio por seu
estabeleciinento, a afim de verifiearem a veracida-
de de seus anuamos, e com vanUigem supprirem-
se dos artigos que Ihes forem mister, de cujos
fazem um pequeo resumo.
Mandara fazendas s casas dos pretendentes,
para o que tem o pessoal necessario e do amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de lidas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorguro branco e preto.
Setim Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos e de cores.
Granadinede seda preta e com listras e almas de
cores, Iradissimos padr5es e fazenda de ultima
moda.
Fil de seda branco e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de seda para noivos.
Mantas brasileiras.
Cortes de cambraias branca com .linios bordados.
Capellas e mantas para noivas.
Poupelinas de lindos padroes.
Requisme sortimento de las com listras de seda.
Cambraias dc cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
Kaasuick de lindos padroes.
Baptistas do padroes mui delicados.
Percalinas de quadros pretos e brancos.
Brins-de Hnhode cores proprios para vestidos.
Fustoes dc lindas cores.
Casaqitahos de las de cores para senhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisados.
Chapeos, para ditos.
Toalhas de cambraia de linho com lindos bor-
dados.
Frouhas bordadas.
Cofxa9 de la.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homens.
Meis de eres para homens e meninos.
Chapeos com castio de marffm para homens.
Drtos para senhoras.
Merino, do corea para vestidos.
Ditos pretos.
Casemiras, chitas, madapoldes, cambraias etc. etc.
na toja do Passo. ru Primeiro de Marco n. 7 A,
aotig do Crespo.
Cordciro laudes A C. .
BRTIMENTO
MEDICINA
Preparado por
Lonman para thi si ose
toda a quahdado
de (Incubas, quer
soja na yarganta,
peito ou bofe?.
Expresaatnfta
escolhiilodosme-
lliorosfigreosdos-
qnges so en robe
o oleo- no 'jalfco-
da Terra Nova-
piirifieafkiciiiHSi-
calinente, Stfas
valua\eis propri-
edades eoii'-irva-
das eom tn'o O
CHilalo,(r.'odo
o !i asese gafan-
te,criollamen-
te jmro.
i te o'co tero
sido submettide
a Hinexamc: mui-
to severo, pelo-
ebimioo de mais
talento, do go-
vorno baapaanR)]
cm Cuba e id
pronuiii i iild por
cita a coir.br
MAIOR I'OItr.AO BVIODIRA
do (jue outro qualquer oleo, que ello tena
aiaminado
IODINO UM POW'U SAl.VAi.OIt.
km lodo o oleo de fifiado 'le bacalho, fi n-
queile no qual eoiiiiil a RMHOr poivo desata
iiivaliivel proprtedado, o nico inefc para '
curar todas asdctafai de
(.AIUIA^TA, PKITO, BOFKS, NfiAUd,
1'hty.sica, broncliistes, sjnma, ealliarrho,
tosse, resfrinrnentos, etc.,
Boa poucos frascos d carnes ao muito
magro que seja, clarea a vi>a, odiafer
a todo o corpo. Nenlium outu artigo co-
nhecido na medicina ou seieiuia, di tonto
nutimento aosystenia e ooopamodandoquasi
nada o estomago.
As possoas cuja organisseo tom sido des-
truida pelas nffecedes das
KSCIIOFULAS OU RHKMATfSMO
e todas aquellas, cuja digestao se aet.a corr.
plctamentodesarranjwla, devein tomar
ooi.eo defigaiio de bacali1g
di;
i.an:man ib
Se que deaajsm ver-so livres c aantaade
enfermidades.
Aeha-so venda em todas as boticas e
drogaras. II. Forsler ife ('.., gfentes.
0 INFATLGlYlT
irniazem do fumo
Ra da Madro do Dcus n. 10 A.
foso Domtngues do Carmo e Srlva participa aos
Seus freguezes* amigos ene no seu armazem
nu da Madre de Dtus n. 10 A, se acha um com-
ptetp otimeato de fumoem fardes de Miente 1.',
?.' j.* sertes.'dos melhores fabricantes da 5ahia,
etem assim aw d feflos os fmos de cerda
em rolos, pacoles, latas granees e pequea^ um-
basa aos mu Acreditado f-brieanles Torres k
^apML .Liiaor, A^olph Schmdl .4. C, Lizaur
Schmidt C., VeTgas 4 Ara alo, Trindaffe & Ave-
lar, Teixeira Pinto 4. Portera (garantido pelos
mesfios) o isOaUros aitM nao conhecidos pelo
publico desta apital. Oauutneiante declara qoe
odjfcAupo une fatt .rsndido em sua eas ser pelo
sen Jauto, valoree qne quando garantir a respcti-
?MqatWaue, ^serS sincero, mu brficolarniente
eoit as f*ssoas qoe pouco enteaaBm da materia ,
pois para bem servir a todos, tem a annunciante
a ioaga ortica de 15 annos deste commercio.
Vende-so urna escrava eotioheiri, de 40
annos : a .tratar na botica popular, e para ver na
casa d detenclo.
M' V-jti
9jft^--"!;':Vi-.;-a>-S
\ celare
.na
' Miel
BE
1ILIIRAV ti LA^JH&IV.
Una pura distillaeao das mais raras r.
res i!os trpicos. Conten, para a*>im di-
ser, quasi o odor odorfero das &
trapico da America, esua fragancia^i ,,
inexhausta anda mesmo por continuaeie
evaporaco e diluso. N'osja respriio
tnconiparavel a qualqucr outro perfume
qne ha de venda para :
DESMAIOS, ATAQUES NERVCvOS, DOR
DE CABECA, UEBII.li)Ai-l-: E
HISTRICOS.
E um cerlo e ligeiro allivin. Com o bous
ton, tem conservado sua influencia para
cima de vinte e cinco annos sobre todos os
perfumes, as Indias Occidentaes, (jiba,
Mxico, America Central, c do bul c nos
com toda a confianca o retommei.daSnos
como um artigo, pelo seu aroma muito de-
licado, riqueza de odor e permanencia, nao
node ser igualado. Tambem faz remover
da pelle:
ASPEREZAS, EMPOUAS,
QUEIMADURAS DO SOI.,
SARDAS E BORBUI.HAS.
Sendo reduzida com agua, se torna urna
excellente mistura para banhar a pule,
dando um aroseado e cor clara a eomj.lei-
o nublada, sendo applieada depois da
barbear, evita a irritacJSo que geraliueu
occorre, assim como tambem gargantean
se, o cheiro do cigarro desappareie, v i *
Ihora a condige dos dentes e gengjvtis.
Como ha muitas imitacoes, os qua i i.ti
possuem nenhumas d'estas priqin les,
deve-se tomar cuidado e contar sonx-nJt? o
o famoso perfume o cosmtico do sul da
America, cham da:
AGl AUMJhA
DE
MIRRAY rt sLAXHAW.
Se acha venda em todos odroguistaSg
perfumaras da moda.
A 300 rs. o covado!!!
Bareges de quadrinhos, fazenda iutriraras
nova no mercado, pelo diminuto pre.e de ;> rs.
o covado; pecbineha: na ra do Qui uiado u.
43 em frente a pracinha. Do-se amosli as.
Vende-se urna arajacao a&m arello enviilra-
da, com haleo : a tratar na ra do Crespo n. l.
Na ra estrella do Rosarlo n. .'.'i. sobrado de
um andar, preearam-se baadoijas eom tdiiho*,
de lodo gesto, para casameaps e baile-, env;tm-
se pao-de-los, pofllns e bo|o in'glez- para presente,
tem bouquets para vender-se, de toda? s ipiali
dades de flores, para offertas, com titas bordadas
ou qualquer leU^iro qua quei.auw e para rasa-
ment-, de cravos nalura^s com titas bordadas a
ouro, bouquets de flores artificiae>, de todo j -lo ;
preparam-se vejas para bapti.'! |,re-
co commodo. Do, dia 1K
qualquer pessoa tanto i
de fora, que todos os
aara finado, poderao
lodo o modo que preeL_.
de perpetua e de rosas, para
defam, eom os letreiro dizij*o-
brBca de meu esposo, de miii
mi. de meu pai, de meu filho i< filha, i
mo, av e av : qualquer pessoa que qoetra,
poder mandar ver lude por rauit barate aieco
de Ijt, H.H e 3^, de flores roa brancas.
Ruai do Cabug n. 11 A.
Vende uui escravo moco proprio para ei
nho ou pallaria, por preco mulle' em conta.
i
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v.

*
j* i
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8
Diario de Pernambuco Sexta feira 5 de Setenibro de 18-73.
ASSEMBlEl OAL
"' -?-------- . .... ....... ,,.
CMARA DS DEBUTADOS
Discurso do su. beputxdo borasio cima
na disjgussao das emendas 1)0 senado ao
orqamento cbral do imperio.
( Concliiso.)
Notoi que asisto a .raude estrada quo tem
do ligar o Ijtoriil ile Malo-ro-so, que de-
pende de grandes auxilios do g.ivcrno, que
por n3o allende-la devidamento j embara-
za 0 andamento das outras obras quo o go-
verno mandn construir as provincia.
Estes tactos f'iiii .i apresentados em forma
de interrogado, porgue nao ;neora possivol
urna demonstragao mesmo rpida.
- F)ram oslas as razoesqie determnaram-
me a declarar a S. Eso. que au podia
acompanha-lo. ( Apoiados.)
Nao entro em considorages polticas nos-
so m tmonlo, mas V. Exc. compreheu.le, e
eu nossa occasio tornei bastaulo claro, que
poda seguir u exemplo inuito repelido de
censuraros actos do gabinete e apoia-Io ma-
jerialrnente.
Deelarei nao desojar quo sobre miuhas
ntonges bouvesso urna duvida qualquer...
Conbi-co os perigosdesta franqueza ; se que
lucruiia inuito mais conservando me as tro-
vas : nao so recebena as blandicias do po-
der, coran teria sempre minba disposico
os all.'gos dos que o acorapanhatu: mas o
que u aobretudo pnzo a leal lado das
posigss. ( Huitos apoiados.)
Como, pot, vista de franqueza seme-
lk;inti', se ijii !( ain la por ora duvida a p >
sico tuque me acboT
Se amauh, convencido de que iioje errei,
anuunci as-e daqui que apoiava novameute
o gabinete actual, nao estara exposto a
ver dnalfsar-so ura sorriso de duvida sobre
o movi-l do naeu proceder, no caso do nao
protestar s >lu uueraente contra insinuacao
que me pareced ser foita T
O Su. Tiibodoro da Silva :Todos apre-
ciara devidamenta o seu carcter. ( Mudos
apoiados. )
O Su. Viseme do Kio Buaxco d um
aparte.
O Su. En kasio CorkRa : Na questo
constitucional tambera declarei abracar a opi
nio opposta aquella que bojo dofen lida
polo gabinete. Estou convencido que a
opposic/io definida a causa da verJade e das
lber h les publicas ( apoiados ), o nao po-
dando ento entrar na discusso, por ser
adiant.i l.i a hora era que fallava, liraitei-
me a citar as sabias palavras do nobre
marquez ile S. Vicente.
Antas e depon do mira a tribuna foi hon-
rada por oradores de primoira ordem. Eu
os teulio atten lidu cora to la a deferencia
que morocem ; por parte da opposigo ve-so
o texto da jet, o una argumentado to fri-
sante e lgica que a belleza da linguagem e
arredondado da pbraso nao podem feri-la.
(Apoiados o nao apoiados.)
Se o nobre presidente do oooselho sobe
tribuna declara nos quo em nada se infn-
gio o prcccilo constitucional ; mas os argu-
mentos que prodoi sao mais proprios para
deslumhrar o espirito e agradar o ouvido do
que para aclarar a questo. (Apoiado).
Falla i-o precedentes, pedem se esses prece-
dentes, o elles nao vera porque nao se podo
apresentar nenhum que justifique a es-
pecie.
Se o nobre relator da commisso de or-
namento que vern tribuna, justifica a opi-
nio contraria a* que quer sustentar.
( H;i u01 aparte}.
S. Exc. citou todas as constiluges, pru-
vando que a iniciativa dos imposto* perten-
co cmara temporaria, c concluio que o
sonado tamben] tinha essa iniciativa.
O Sr. BotelQUES ..Nao trei essa c n-
cluso.
O Sr. Euhiasio Coiira :Para que nos
citou ento as constituiges ?
O Su. Hbariqoes :Para provar que o
senado eslava r-m seu direito.
O Sr. Eufrasio Correa : Ainda boje se
verificoo o facto que acabo do referir.
Qoerendo-se negar a prerogativa quo tem a
cmara dos deputados, se disse que, quau.lo
o poder executivo apresentava a sua pro-
posta de oreameulo, tambera iniciava I
Entretanto a mesma razio quo obr'ga o
poder executivo a viv ,1 cmara dos Srs.
depui.i los apresentar a sua proposta de or-
gamento- aquella que salva a nossa re; li-
gativa ; mais ura argumento para sanc-
cionar u principio que defendemos.
Por que dettrminou a eonstttiigo que
viess'- cmara dos Srs. deputados, e nao
ao sonado, o poder executivo apresentar a
sua proposta? Porque, sendo o ramo tem-
porario nquelle que est mais conebegado
ao povo o delle dependente, julgou o legis?
lador. com raza i e Justina, que esto o mais
habilita lo para conhecer as necessidades pu-
blicas
Ainda convem multo notar que adoptan-
do-se principio opposto, esta cmara se tor-
nara nullae muda, o V. Exc. compreh-rade
os pangos deste facto..
O Sr. Marti.mio Freitas: Mas tambera
se nao deve annullar o senado.
O Srt. "Eufrasio Correa1:E quom quer
annullar o senado?
O Sr Visco.nde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :F.' a coucluso da sua
dou trina.
O Sr. Eufrasio Correa:A consoquen-
cia do que tenho xpendi lo que o se-
nado nao podia iniciar a emenda proroga-
tiva.
.JUo lenho tempo para attender aosapar-
Hl^fcreciso aproveitar os minutos quo me
dfltram.
Vual o fim do urna assembla represen-
tativa? Nao pode sor outro seno ex-
primir as necessidades do povo; para isso
lhe dada a iniciativa sobre aquillo que
mais inmediatamente lhe diz respeito.
Se na-, tivesse essa iniciativo, se ella lhe
fosse recusada, de que servira o conheci-
mento das necesidades de que nos somos
obrigados a curar? Necessarirraente fica-
riaraos completamente nullificados. (Mu i tos
apoiados).
Por que depende o governo da cmara
dos deputados mais do que do senado ? Por-
r: principio estabelecido que a cmara
deputados d quem faz poltica, e o se-
nado nao pode, nao deo faze-la. (Apoia-
dos.)
Se se conceder, porm, ao senado o di-
reito de iniciativa sobra materia do rapos-
toe, ha Je por furga chegar-se concluso de
que o senado pode derribar e elevar gabine-
tes. (Apoiados)
Ncste caso que papel representaremog
O de simples chancellara. (Apoia-
dos.)
Y. Exc, Sr. presidente, lembra-se, e
deve saber isto raelhor do que eu, que j.
houvc gabinete quo nlo tinha no senado elh face de um templo christlo, (como um
votos precisos era para formar casa ; agi- sarcasmo vivo) at beaa pouco teaiba se
tou-se ento a questo so o senado podia ou achara aleado o paleurinhe, oda ais in-
no fazer poltica, e me pareop uo tor ha- fanfente, era que o idado era azorfagao
vido opinies muito dissonantes de que, se publicamente como o mais vil eseravo.
so ostabelecesse somelbute precedente, mt- Os epites-mores lambem de sua parto
giria im-ne liatamente urna olygarchia que casligavam arbitrariamente com acoutes,
se tornara inoxpugnavol, porque horaens cora o tronco e at coro a palmatoria as mais
cora urna posico vitalicia, sera depeuderdm leves faltas de seusgovernados.
do voto das urnas sera puderem saber da O outro exlrahido das minas pelo brco
opiuio dos seus autigos constituintcs, sondo do povo era na sua maior parte destinado i
sua residencia olcial na corto, e no^lo- alimentar o luxo e a cobca de seus oppres-
poudendo mis da eleicao, dirigiriara o esta- sores.
do do modo que a elles parecesse melhor, Minas, bem como o Brasil inteiro, era
sem indagar imito das aspira^es naciouaes, como uraa vasta fazenda explorada ora
que sera nosso concurso nSn poderiam bem proveito da netropolo.
conhecer, constitucionalraeote fallando. Nao O povo era urna turma de eseravos que
uneni-se ao mjvimi'iito publico como nos, trftbalhavam debaixo do azorrague deaeus
quo sahiraos do sei do novo e para o seio foilores, os governadores, capites-moros,
do povo voltamos, era busca da approva- guardas-mores, etc.
cao ou reprovay,o dos nossos actos. (Apoia- A fazenda prosperava ; mas os eseravos
ds-) indoceis comecavam a se enfadar de arro-
Sr. presidente, devia aproveitar este rao- tea-la so para beneficio de seus senhores.
raent i para tornar mais patente a contra-1 II
di^o e o absurdo a que nos querem arras- En-ssa poca de riqueza e opulencia,
tar os defensores do principio que impugna- do servilismo e degradac i social, no meio
raosj masV. Exc. v que est dada ahora, da praca.principa I destacidade se viauraa
o esta demonstracao nao se pode fazer era cabga humana dessecada, cravada sobre
rpidas palavras, preciso ura desenvolv- ua alto poste.
ment longo; ella presta-se, e merecedora Este poste e esta cabeca erara noute e dia
delle. 'guardados por umasontinella.
O Sr. Martlmio Campos : Nos todos, E noute urna linterna se accendia para
o ou vimos cora muito prazer. (Muitos alumisr o lgubre espectculo,
apoiados.) Bavia dous ou tres airaos que este sinis-
0 Sr. Eufrasio Correa : -Muito obri-jtro padrio da mais brutal e feroz tjrannia
gado; mas eu quero tor mais gelieros- existia all basteado.
dade coii os uobres deputados do que tive-
ram para comigo
E p rque razo esse cuidado era conser-
var all tao guardado, to vigiado aquello
Outros se cncarregaro de to nobre ta- triste e miserando rosto de urna victima ha
refa. O neu fim est preouebido. O facto'tanto tempo sacrificada ?...
quo me obrigou a vir hoje tribuna est
claramente explicado, restando-me sobre elle
dizer que sei os riscos que por isso corro, e
nao desconheco os mares em que navego.
(Muito bem.)
Concluindo, direi :^a questo de que se
trata pode sor vencida amarilla ou depois ; o
gabinete poder brevemente dizer-nos :O
sabio voto da maioria da cmara acabou
cora todas as contestages, hoje est firmado
O principio de que o senado pode prorogar
o orcamento.
O Sr. Martinuo Campos:O senado
raesrao ha de rceuar.
O Sr. Eufiasio Correa :... amanh
estar o senado em seu direito prorogando
um ornamento nao s para um auno, mas
para dous, tres ou quatro, invocando sem-
pre esto triste precedente ; mas preciso
que a cmara dos Srs. deputados se conven-
sa, e o governo nao esqueja, que esta ques-
to daquellas, que na phraso do nobre
presidente do conselho, ainda tres vezes
vencida, ha de ser afinal vencedora.
Vozes : -Muito bem 1 Muito bem !
A diccusso fica adiada pela hora.
LfflmTTOA.""'
A cabeca do Tiradentes
Tradicuo Mineira
Queris, miuhas sei.boras, que vos cont
urna historia para disfarcar o enfado destas
iongas frigidissimas noutes de raaip?
Mas por mcliior que seja a rainha von-
tade, nao sei como possa satisfazer o vosso
pedido... digo mal, cumpriras vossas or-
dens.
Este fri en rgela-rae as azas da imagi-
nadlo ; esto vento glacial, que uiva pelos
ti lhados como urna inatilhn de caes dam-
Para que aquella souliiiella all postada
constanU'ineute dia e noute?...
Temiara acaso que aquello crneo co o
resequido, onde ha tanto tempo se extin-
guir a vida e o pensamenlo, do novo se
reammasso, e, remondo se ao tronco es-
quartejado eesparso, desse outra vezosig-
nal da revolta ao povo opprimido ?...
Ou receiavam que esse crneo, hasteado
na ponta do estandarte da emancipado,
fosse o signal certo da queda dos tyrannos
o do triumpho da lberdade,' como esse ce-
lebre tambor que os soldados hngaros U-
zerara da pello de seu bravo ebefe Ziska,
raorto no camp quanlo rufava frente del les era seguro
prenuncio da victoria ?
Pobre Tiradentes I... ainda que nao fosse
to nobre e santa a causa, porque te inmo-
laste, a raorle affrontosa que soffreste, o a
crueldado, direi asquerosa, coro que profa-
narara teus miserandos restos, erara motivos
bastantes para abencoarraos tua memoria e
execrarmos a de teus algozes.
Era urna noute tenebrosa, horrenda, co-
mo essa que ah vai correndo.
Impetuosa ventana, zunindo pelos tectos
da antiga e opulenta Villa Rica, subraersa no
somno o no silencio, impellia pelos ares
carnadas e carnadas de espessa e frgidsi-
ma neblina* e fazendo oscillar sobre seu
poste a caveira do martyr da lberdade cora
sinistro estrpito, agitava-lhe os comprdos
cabellos castanhos ainda adherentes ao
crneo.
Parecia que aquella cabega heroica, ba-
fejada pelo so'pro da lberdade que ruga
das montonhas, em seu fnebre oscillar
ameacava ainda os tyrannos e Ibes predizia
a prxima ruina.
O paludo claro da lanterna, que balou-
nados, estes guinchos de corujas, que pare- Qva ao vento," ondula va lgubre sobre a
pairava sobre a vida do vejho. Pelo con-
trario vjnfca rodaa-lo de mais jura misterio,
e era ve* de acalmar a curiosidide'de povo,
con6orTou"para malsexcita-lh.
Que crneo seria esse, quo o vu|bo guar-
dava e parecia venerar com religioso acata-
meato?
Seria reliquia de algum ente amado ?
Sera o velho algum assassino que om
expiaco de seu cfime quera ler lompre
diante de si o crneo de sua victima, para
lacerar continuamente a cons< iencia com o
cilicio do remord I :
Seria algum cenobita imi a lordeS. Jof
ronyino que tinha sempre (liante de seus
odos urna caveira humana, afim de con-
servar de continuo presente ao espirito
nada da existencia ?
A maior parte do povo. porm, iieon
tendoo pobre velho por um grande feiti-
ceiro, e km- isso tinha-lbe nielo e o respei-
tava'.
Assim, pois, descobrindo aquulle segre*
do da vida do veibo a tomaram maismys-
terios i n qiiasi sinislra.
Poucoterap) depois morreu o vellio^ foi
pobi-i'iiiente ontorrado no adro relvado da
eapeila do Sr. Bom Jess, sita na mesma
ra, i sua cas;, tumbando era ruinas, ticou
aban donada, puis se j era vida do seu dono
ora objecto de terror para o povo, lliuit
mais o licou sen lo depois de seu falleci-
miento.
Nao foi senao alguits anuos di-p.HS que
se veio no conhecimi.'iilo de que o velho
mysteiioso nao ora outro sena o o. ousado
rouba lor da caUeea do Tiradentes, e que a
caveira, que com lio religioso cuidado
guardava e vonerava, ora a daquelle Ilus-
tre e desditoso martvr do pi imeiro movi-
mento emancipador."
Conloo depois isto algucni, quj era o
uuico depostro do segredo do velho, e que
por ignorancia ou ldtffurenea ligava pouca
importancia a um facto tao curioso.
Que feilo, paren, Vsse crneo bivio-
rico, quo tao geneV sos |>eiis.imeiitos abrir
gou uutr'ora era stu seio ?
Qu.-reria seu possuidor, em sua fantica
venerado pela lber la le o por aquella reli-
quia do seu principal ri'.arlvr, que ella fosse
com elie enterrada, e seria cumpridd a sua
ultima vontade ?
Ou licaria essa reliquia, digna de ser en-
cerrada en urna urna de ouro, calcada de-
baixo dos entulbos das'paredes esboroadas
da habita cao do velho ?
Nioguera o sabe.
Os tactos que acabo de narrar, posto que
pouco conhecidos, sao tradicional.
Perguntein aos velhos, e inesrao a al-
gn moyos mais curiosos das cousas antigs
da nossa trra e so couvencero de (pie esla
historia nao de minba lavra.
i=

IV
Bernardo Guimardcs.
Vuestrto religioMa
C'insult-i da secfao don uei/ocios do imperio
do conielho de esla o sobre o recurso d
corda IulPrposto pela mesa retjedora d(t
veneraoel ordem terceiru de Nossa Senh<>- |.'u'.
ra do Monte do Carino, da capital da
provincia do Pard, contra n acto do res*
pectino prelado diocesano, qa-i a itnpedio
de exe-rcer tutu fwtcode reliyioeat.
O oflieo do presdanlo da provincia lan-
<;ado a niargem da petico de recurso, in-
formando simplesmecte ser verdadeiro o
facto allegado pela recurrente.
Alera dos papis at ,aqu raeuuiouados,
encontrou a s'jcjao anuexos petkj) so-
inente :
A pastoral de 2o de marco ultimo, do
Rov. hispo diocesano ;
Os estatutos da "veneravel ordem 3.*:
E' nina especie de autorisacio do mesrao
prelado, expedida, wr forma menos regular
em 12 le oiitubro de ISGli, para a Otdep
coiitinuar era suas fdnc(es onlinjrins, at
sanarse qualquer irregolari la Je, que pu-
desse ha ver nos estatuto!.
Peusa a seccao que essa especie de auti)
i sarao foi tal vez devida a eiilt-n'.er o Rvd.
hispo, que nao era sullieiente a approvacao
na parte religiosa dos estatutos, dada em 27
de dezembro de I8i4, pelo Rev. provin-
cial da ordem do Carino, do Rio de Janeiro.
Na mstrucefla pastoral cita o Rov. hispo,
as bullas fulminatorias das sociedades na
(.onicas, expoe as razos om que se funda
para justificar as penas commiuadas, exhor-
ta os catholcos pertencentes a taes socieda-
des a abjural a e aos domis iieis a nao ft-
zerera parto del las.
Nao concilio todava, como.fez o Rev.
hispo do Pernambuco, impon lo logo a ex-
co.iimiiuho maior com a plenitude do seus
ell'eitos a todos os maceras ;
Permiti que recebara a absolvilo sa-
cramental, ombora s a devam considerar
vlida, se lizerem promessa sincera de no
futuro abandonarem ihteirainonle o para
sempre a maoouana.
Permitte-lhes tambera o sacramento do
matrimonio, emhora diga que s u faz era
attencao a outra parle, que, estando unida
groja, nao perdeu seus direilosao mesmo
Sacramento;
l'ermilte liuabncnte que tenhara sepultu-
ra ecclesiailica o sutTragios pblicos, so
tiverem pediilo confisso, ou dado qualquer
signal de arrepeu limcnto.
Prohibe porm que os macons, aos quaes
alias eoncede tolos os referidos dons espiri-
tuaes, apesar de consideral-os fulminados
peio suuimo poutifice com pena de excom-
munhao maior, reservada a sua santidade,
facain parte de confrarias ou rinaudades,
una vez que so rocusera a declarar por es-
cripto nao quererom mais peilencer ma-
conaria; e ordena que se depois de cari-
dosa admoestai.-o do vigario geral, o for-
mal intimadlo, houver alguma confraria que
se revultf! contra isso, recusando obedecer
ao seu maudameiilo, seja ella suspensa de
todas os suas unecoes religiosas, h fique in-
terdicta a capella, ou igreja que estiver sob
raa direcyao, emquanlo"perinonecer a rebel-
a honra de alh a^neuder, e que, como j
disse. applicaMi ao presento recurso.
Antes porm Vle concluir, julga de seu
de ver oceupar a(attenco to Vossa Magesta-
de Imperial cm as soguiutes observa-
edas:
I
O proced ment do lev. diocesano do
Para foi em um ponto ainda mais abusivo
do que a do rttov. hispo de Pernambuco.
File, Alora do qjue oxpoz ora sua pastoral,
maudou fazer 1 ii inaudad < do Sautiss'U
Sacraraento dalmalriz de Santo Antonio do
Uecife, as admpesUii,os exigidas polos ca-
ones, aconsejadas e recomuieodadas polos
thcolgos o doutores da igreja, deu lbe por
mais de urna vez t.'inpu para considerar e
refleclir. Aqluelle, concluindo a iuslruc$o
pastoral cora u ancaca da.-- penas detuspen-
sao e interdcto, fez iutinar o seu manda-
menlo oreiyi 3.a de Nossa Siiora d
Carmo, por iiJtermodio do vigario geral, o
qual logo no rarimeiro, c suppV; a Secyo
quo nico oMcio a que dora o nomo de ad-
inoosta<;ocaridosa, marcou o prazo peremp-
torio de tres Alias para no caso de desobe-
iiencia, ser a pplicada a disposiyo o.J da
lita instrueg pastoral, isloe, a suspenso
o o interdicto
F. .wm pr icodeu apezar do saber, desdo
logo, que a o
dem 3.' recorrer para a ca-
lan.
m lameotos de precitos, fazera a inspira-
dlo recohVr-se toda encolhi.ia aos mais n-
timos escondrijos do crneo, tiritando do
fri o do modo.
A fallar-vos verdade, senhoras, tenho o
espirito to secco c estril, como a caveira
do ura dcfuiito enterrado a cera anuos.
Ab I... fallei-vos em caveira !. .
E nao que esta idea do caveira veio
despertar-me a reminiscencia entorpecida
pedo fri t
Foi como a vara mgica de Moyss, que
fez rebbfar agua era jorros da aridez do ro-
che o do deserto.
E, pois, vou coi i tar-vos a historia de urna
caveira memorare!.
Nao se arripiem, rainha senhoras ; nao
historia das almas do outro mundo, de
trasgos, nom de duendas.
E" uraa simples tradico nacional, ainda
bem recente e da nossa propria trra.
Fssa historia eu poderia intitular :
HISTORIA DE DMA CABECA HISTRICA
I
Era pelos lus do seculo passado ; em
178...
Nesse tempo, esla capital de Minas, que
enlao com justa razo tinha o nomo de
Villa Rica, era opulenta e populosa, como
bem poucas cidades se podiara contar no
Brasil.
Os governadores c fidalgos dessa poca
rodavam em ricas carruagens tiradas por
possanies muas por aseas ladeiras, onde
boje s rncham pesados carros puchados
a bois. -.
kIIavia quasi sempre curros ou touradas
e cavalhadas magnificas ; procssoes de es-
plendor c riqueza deslumbrantes ; espec-
tculos thdntraes, em que a arte suraptuo-
saraente protegida pelos governadores era
cultivada com esmero no gosto da poca,
urna litteratura propria, se bem que um
tanto abastardada pela imitaco do classismo
lusitano, litteratura de que forana dignos
representantes nomes at hoje celebres.
Gonzaga, Alvareuga Peixoto e Claudino
Manoel da Costa sao glorias que nunca mais
se eclipsaro.
Havia regosijos e festas de toda a especie,
muito luxo, commercio interior activo, e o
povo nadava era abundancia.
E tudo isso porque ?
Porque naquella poca o ouro por essas
montanhas como que brotava flor da
torra.
O ouro era to abundante, que os pro-1
priospelos captivos, cora as migalhas que
scapavam das lavras de seus senhores,
ossada branquecenta, desenbando ao vivo
as cavidades negras dos olhos e a dentadura
amarennda.
O pobre sentinclla, talvez considerando
que eslava de guarda a ura crneo rese-
quido que a ninguem podia fazer mal, e
que longe de excitar a cubica, s poderia
inspirar horror, o sentinella sentado no
chao recostado sobre urna pedra, e com. a
arma sobre os joelhos, dexava-se furtar do
omno.
Um vulto todo rebucado surge por entre
astrevas e se aproxima cautelosamente do'
tremendo poste.
Com urna cornprida vara que trazia faz
saltar do poste a caveira, apauha-a rpida-
mente, e de novo desapparece com o favor
das trevas o do nevoeiro.
Tudo isto foi feito com tal presteza que,
quando o guarda, despertado pelo sora
rouco da caveira ao cahir, deu f do-occor-
rdoyj era tarde. Vio apenas urna som-
bra engolfar-se e desapparecer atravz do
nevoeiro. *
Um instante depois o relogio da cadeia
badalava meia noute.
O guarda contou que um phantasraa de
fogo, esvoacando pelos ares, havia rouba-
do o crneo e desapparecora as nuvens.
Assnlinellas da cadeia atlestram o fac-
to, e o guarda do poste foi acreditado e
nao soffreu castigo.
JaVera mesmo para acreditar que o anjo
do Brasil vi esse reivindicar aquella reliquia
veneranda do martyr da lberdade '!...
Senbor.A seccao dos negocios do im-
perio do conselho de estado tem a honra de
consultar, conforme lhe foi por Vossa Ma-
gestade Imperial ordenado, sobre o recurso
corda, interposto pida mesa rtfejadora da
veneravel ordem terceira. de Nossa Senhora
do Monte do Carino, da capital do Para,
contra o acto do respectivo prelado diocesa-
no, que a irapedio ile exercer su.is func-
5s religiosas.
Exposiplo.
A seccao cone;ar observando quo nao
se acha junta aos papis a copia da sentenra
especial, que devera ter havido, do Rev.
bispo", impondo aquella pona irmaudade,
e bem assim a do interdicto capella- ou
igreja da ordem temlt.
A petico do recurso traz a data do 7 de
abril.
Acompanhain petico :
I
IV
ibeceis essa cornprida ra que na ex-
midade occidental desta cidade se esten-
e solada por urna encosta cima, como a
anda de um lagarto.
"Chama-se a ra das Cabecas.
A origem desse nome sinistro- vem de
que ahi'se tincavam na ponta de estacas as
caberas dos miseros enforcados pelas esqui-
nas dos bseos.
Para serv r de exemplo e escarment
aos-povos, diziaw os tyrannos.
Mas os facteaVieram depois cora pro var-
illes que erraran, proceden lo assim.
No alto dessa. ra, nao ha muitos annos,
exista ainda um velho de vida fflysteriosa-
e. retrahida, a quem o povo oMiava com res-
peito e curiosidade. o
Vivendo sozinho em urna casa quasi ar-
ruinada, coramunicando-se raras vezes com
O oflieo de 31 de marco deste dnnovdo
vigario geral do Pir, commnicando ao
prior da ordem, c provedor da u-.nandade
do Senhor Bom .lesos dos Passos, que,
sendo publico e notorio achar-se elle filiado
na macona na, o exhorta va com as mais
vivas instancias a abandonar essa instituicao,
visto uo poderern o* macons fazer parte de
rraandades, segundo a disposico 6-.* da
nstrucco pastoral do Rev. bispo, de 25
daquelle mez e auoy a qual considerava lei
diocesana ; e que, pois, cuinpria ao- dito
priop abjurar por eseripto a raaconario, se
desejasse continuar na direcgo da ordem
terceira, visto pertencer esta d juridiegao
epitoopal.
No mesrao oflieo- declarou o vigario ge-
ral,. que igualmente exhorta va todos os ma-
cona- ligados ordem a que obedecessem de
prompto s determna^oes do prelado, nao
perraittindo l)eus. que era qualquer elles
apparecesse escandao do rebellio;. o con-
cluio marcando para a resposta o prazo de
tres das, a fira de poder cumprir o que ibe
foca ordenado ua referida instruoco pas-
toral.
II
A resposta dada a este oflicio- pelo prior,
com data de 3 de abril, fazendo ver, era pri-
meiro lugar, que a ordem do Rev. bispo,
Lm ortai.dj a revogago dos compromissos
da ordem terceira e da rmaadade, approe
[vados pelo poder civil e pela autoridad-
ecclesiastica, constitua usurpaco de juris-
diego e poder temporal, peio que passava a
mesma ordem a nterpdr o recurso permit-
tido pelo decreto n. 1,911 de 28 de marco
de 1857, art. i.*, j l.*j e em segundo
lugar, que, sendo tal recurso suspensivo
dade, pareca um anachoreta ou ura boaem
possuido de singular monomana.
Entretanto os curiosos, que nunca fal-
edifi'caram mais de um .templo magnifico tara as cidades, espolhaudo um dio pelas
que at boje ah esto, e as pretas quando: fendas das arruinadas paredes da morada
iam s suas festas costumeiras, polvilhavam' do velho, devassarim um singularissimo
a carapinba com areia de ouro. segredo da sua vida intima.
Mas em contraposico a tudo isso, o povo. Viram-no abrir com ar de religioso res-
gema dehaixo da mais vil, da mais infa- peito a portohola de um nicho ou de um
mante eaeravido. armario praticado na pared*, tirar delle.
O bem" estar material era grande ; mas a um crneo humano branco o mirrado, de-
degradaco moral era profunda. pd-lo silenciosamente soore uraa mesa col-
All, sobre aquelle morro se ergua o locada em frente a um oratorio, e, ajoelhan:
vulto sinistro e'"ameagador da forca, que do-se depois com os brac.es encostados sot
nunca se desarraava e em que a um simples bre a mesa, assim fioar por largo tempo em
ceno da tyranna, spenascom uraa appa- Mtjtude de profunda meditacAo, ou no ex-
rente forma de processo, se immolava tanto tase de urna oraedto.
o criminoso como p innocente. Mas esta descoberta, como bem se pode
Acola,- no mi^daquella praca publica, ver, em nada veio dissipar o mysterio que
seus semelbantes e s em asorde oecessi- faria couasgo, vista do art. 12 do mesmo
decreto, a suspenso das ordens, despachos,
e mais actos de que se recorra, e pois espe-
rava que oJ-Rev. bispo, to prompto em
aconselhar a obediencia, nao se escusa ra
ueste caso a obedecer ao citado decreto,
dando o escndalo de pretender revogar as
leis do estado.
III
O olficio do Rev. bispo com a data de 12
de maio prximo lindo, em resposta ao do
presidente da provincia, quando o mandou
ouvir sbr- a petico do recurso.
.Nossa resposta lmilou-se o prolado a di)
zer que, nao podrndo (palavras textuaes-
em tua consciencta, em tace da constituir-
divina e legislacdo da tgreja. catholica re
conhecer a validad* de tal recurso, nada
julgava deven, allegar em favor do seu
acto.
Examr do aesumjAo.
Assim exposlo o que consta dos papis
juntos, passa a seccao a oceupar-se do as-
sumpto do recuiao.
Observar, porm, era primeiro lugar,
que.comquanto nao vesse, como convinha,
com a pet<;o copia da senteuca, ou de
tualquuf acto quo loaoii electva a con-
demnac), nao se pode com tudo duvidar
do sua existencia.
He luz-se ella claramente, j do que alle-
ga a mesa" n-gedura da veneravel ordem 3.a,
j do olficio do Rev. hispo, e da informa-
cao da presidencia.
Aim disto a conseqiiencia immediata da
disposico G.' da iuslruogA? pastoral de 2o
de marco.
Ilouve, pois, um acto do Rvd. bispo,
inaudanoo exiluir da oid\m, de que se
trata, -tesignadamente o prwr e provedor,
o em goral todos os rmos-, que, perten-
cendo a iuaf*naru, a nao renegassom; c
impoii.Ju dead-logo as penas de suspenso
das fuuc^es religiosas o nlvnUto mesrna
ordem, se Iho nao ohedecessse, como nao
obedeceur porque nao poda violar seus
estatutos, conforme fez declarar ao vigario
geral.
Sendo isto assim, cabem aqu as consi-
deradnos pela secyao expendidas, em con-
sulta de 23 de maio prximo lindo, que
l'oram todas aceitas quasi unai.nenente
pelo conselho de estado em sua ultima as-
sembla geral, por orcaaio do- recurso da
rmandade do Santiasimo Sacramento da ma-
triz do S>nto Antonio da cidade do Recifo,
quer quaato ao excesso de juris+lic^o, com-
mettido pelo Rev. bispo de Pernambuco,
na applicaco da pena de excoinmunho com
effeitos externos, em vrtude de bullas sera
beneplcito,, quer quanto invasao do po-
der temporal, resultante da sentenga do
raesrao bispo, que julgou interdicta aquella
irmandade por nao ter obedecido ao prelado,
excluindo- o seu juiz, como notociaraente
mayon, e todos os outros membros dola
quo estivessem filiados, era sociedades ma-
Qonicas.
Foram justamente estes os factos pratica-
dos pelo Rev. bispo do Para, eom a diffe-
renga que e isto sera duvida de admirar,
dispensando os niacons por elle condemna-
dos de certas penas espirituaes, isto , da
privacaodos Sacramentos da penitencia e do
matrimonio, da sepultura em sagrado e suf-
fragios pblicos, condemnou entretanto toda
a ordem terceira, s por nao se prestar a
praticac ura acto vedado por seus estatu-
tos. Tal era a exclusao ou expulso de to-
dos os rmos, que fossera macons, circums-
tancia que, nao estando comprehendida era
nenhum dos cinco casos declarados no 2.
do art. 28 dos estatutos, nao podia justificar
a ordem terceira, se a pretexto dola dsse
execuco ao raandamento episcopal intima-
do pelo vigario geral, nom o competente
juiz temporal do corto o tolerara.
De sorte que o Rev. bispo julgou-se au-
torisado para perraittir que hmens, em sua
opinio, ocursos emexeomiuuuho maior
lata sententia et ipsajure, e cuja absolvi-
co foi reservada a Santa S pelos santos pa-
dres, autores das bullas a que referio-so,
contuuoui a rocober os Sacramentos da
igreja, e a ter por tanto nella entrada, ao
passo que condemnou grave pona de sus-
penso de funeces religiosas e de interdicto
a ordem terceira, a que pertencem aquello
homens, s porque ella-nao obedeceu a uraa
ordem do mesmo Rev. bispo, em materia
puramente temporal, qual , como j se
pondorou, a constitu-,ao orgnica das ir-
raandades, a adraisso e exclusao de seus
membros; oque nao pertencendo ararte
religiosa dos estatutos, eslava uteiramente
debaxo da jurisdic^o do poder ci-
vil 1
Nao abusar a seccao da bondnde e at-
tenyo de Vossa Magestade Imperial, repro-
diizindo os argumentos e razes constantes
'da consulta cima citada e mui respeitosa-
menta pede licenfca a Vossa Magestade Im-
^^^Hara referir-se a tudo qucnlo teve
roa, em assuiipto era que o recurso , por
sua natureza legal, suspensivo.
Em casos aes acouselha vain nao s O res-
peito lei, r tas todas as regias de bem en-
tendida prui encia, que o Rov. hispo man-
dasse suspe) ler os efieitos do suas or-
dens - aguar lasse a imperial deciso.
Nao foi ist > entretanto o que pralicou o
Rev. preladlo, como so colligo dos papis
remettidos lsecco, e o que goralmente
consta.
II
8 presidente da provincia tambern por
seu lado, pardee que melhor terii camina-
do ueste assuMiplo, se, admiltindo logo o
recurso no effi do suspensivo, vista do art.
12 do decreto de 28 do margo de 1857,
chamasse para a violencia foita ordem 3.'
a seria atteneo do juizo res|iectivo, aura
do fazer valer propria jurisdiego e compe-
tencia, sustentando suas atlrbuigcs, nao
eonsenlmdo^s usurpago, ou ao menos pro-
testando coi 'a ella soleranemente. A pre-
sidencia, |)c. ^,. o. nao s deixuu do assim pro-
ceder, mas aii da nao instruio como convi-
nha o recursot fazendo-o acouipanbar de
todos os docui lientos concernontes ao acto
do Rev. bispo que servissein para se consi-
derar a quest ) s- -b todas as suas face, e
especialmente la copia da senteuca, que de-
vela ter havido j^ou, na sua falta, do acto
que toniou ellcjctiva a coiidomnago com a
informagao d* nao ter sido proferida nom
urna senteuca regular, e de baver sido por-
tanto a ordem'3.a condemnada sera mais
essa formaiidalo substancial.
A falla de taeis documentos e inforraa^oeS
acouselharia ai secgo a propr que fosse o
recurso devolvalo para vir depois instruido
em regia, so nao atlendesso importancia e
urgencia da qi/esto, e a que o decreto n.
1,011 de 185/j, nos casos do art. t.*, auto-
risa no art. 4.f o recurso eora nao s
das sentengas. Inas tambera de quaesquer
lespachos, mamdameiitos pastotaes e ou-
actos dais autoridades eccles-iasti-
i
tros
cas.
O Rev. bispo do
12 de maio pruxiuJ
111
Para, era sou oHicio de
p lindo, arada em ter-
mos mais ex'pressivAls d que usar o de Per-
nambuco, colbeJol se em desobediencia
aberta contra o reci ts eoroa. Declarou
formal e positivarae "te q'e era cemsciemia
etmfuce da cornil tuigo divina, e legisla-
cao da igreja, nai podia admittir a cali-
dade ilo mesmo rec u'*> e poant^julyaca
nada- dever allega'- em 'favor do sea
acto. 1
Fundada nestas rfazes, p-le apialquer
autoridede ecclesias'ta desde os prelados
diocesanos al aos Jarochos, usurpar quan-
do, e como Ibes- [. recer. altrihuiges do
poder temporal, prali car violencias^ poster-
gandu-o caones re ebidos e o direito na-
tural, sera que o gov r Jo eslado, que
alias tem o rigoroso deVer d proteger os
seus subditos coutrl totl e qualquer op-
pressao, oarta ella d.pJ P'',rur. P0Sia tomar
conhecimento dos- af>USO e cohibir os ex-
cessos, prorapUmef110 repriraindo-os. E
isto quando a relgiifL>cattloIic''1. apostlica,
romana a religig do estado, e por elle
protegida o sustenlaHa quau-lo o Impera-
dor o padrastro f SreJa quaJ final-
mente uo e pode (mprehender a-existen-
tencia do podores-in^ePendenles e,B um **
tado sera o direito [fe nspecgo, derivado
da soberana naciofal sobro lodas ^ so-
ciedades de qualquf1" 0rde,a ou-uatureza,
qiu; exergam fuuccl^ Jeutro dseu territo-
rio.
Custa na realda* & secgo acreditar, e
seute profundameie, que um prelado to
Ilustrado pense il^ta maneira.. Lamenta
que elle assim so seK* das tradiges que
ik'ixarara tantos aPse6sPv,s e blsP0S brasi*
leiros, os quaes- procuravam sempre dar
o edificante exerapi0 de bedieacia s les do
.estado.
Nem ura com.euaj)R julgou-se autorisado,
no longo prazo quj*3 decorre da independen-
cia, a, por somellimnte forma, pdr era du-
vida a legitimidad/? d qualquer de nossas.
lois. O beneplao'10. o racurso corda, to-
dos os proceitos lJgaes emfim, embora kv-
dessora alguma vef contrariar seus desejos,
ou modo do pensaf ". n"ic* dexarara do ser
por elles acatados & reverenciados.
Jamis se recusafa a prestflr-lbes a de_
vda obediencia, e a concorrer para acili-
tar-lhes a execug*. quando dependente
de qualquer acto spu sera sejulgarem por
sso inhibidos de faer subir ao poder com-
petente suas represi|nt*5es sempre que o en-
teudram convenif016-
res varees preferiram
de muitos santos pa-
cora o poder civil,
e S. Gregorio, o qual,
r seu imperador pro-
e transraitti-la para
sua igreja, enteudeu
que cumpria os *eferes de subdito, exo-
cutaudo as ordens rbidas, o o mesrao
teapo os de su conscieucia, rcpicacu-
tando contra ella a "Ia ao mesmo imperad >r ; e usando depois das
seguiutes palavras ; Utrobique &g< rjuade-
bui, exolvi, qui et Impuratori obedientiam
pratbui, et pro fleo, quod sensiminime
tacui.
itimiar-sc-hu).
TYP. DO DIARIO -HU4~D E' que esses illl
seguir os conselhotj
dres em suas relag
e imitar o exemplc
sendo mandado
raulgar uraa leil
diversas partes.

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