Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13028


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Full Text
)
f
- AAVO XL1X. MJHEfiO 203
3----------------------------------------------1---------.------________________________-^t,..,,,
PARA A CAPITAL E LUGARES OXDE Si SE PAGA PORTE.
Por tn* meies adianudus.............: noOO
Por sea ditos doto.................. ^
Por una mm dem.................. aw>00
Cada numero avuiso.................. M0
QUINTA FEIKA 4 I> SETEMBRO )E 4873
PARA Wi:\TUO B FBA DA PROVI3TCIA.
Por Ira mezes adiantados. -. '.......*.*'...
Por ae dito idem. *# ,........... .
Por note ditos dem ...............
Por um anuo dem..................
61)750
1W50D
37*000
PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE FARIA & FILHOS.
+
A*EHTES
O Srs. Gerardo Antomo Al ves & Filhos, no Para; Gongalves A Pinto, no MarauhSo; Joaqohn Jos de Oliveir 4 Filio, no (>r; Antonio de Let** Braga, no Aracatv ; Jo*o aria Juo Chave?, no Ass; Antonio Marques da S1t,bo IfetaJ; Jos Justin
Pereirad'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Suva, na Parahvba ; Antonio Jos Gomes, na yiHa da l'enha; Belarmo dos Santos Dulci, em Swrto Anto ; Domingos Jos da Costa Braga, emNazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna; Joio Antonio Mafclweo, no Pilardas Alagdas; Alves d C-r na Sania ; e Leite, Cerquinho 4 C. no Rio ,de Janeiro. -
PARTE OFFICIAL
Guhtuo i!a provincia.
11 l)K MUOD I)K 1873.
iecrilu
KU>KUI.VrK DO M.l
1.'
Ai b'rigadeiro cominamlaute, das amias
Em resposta ao seu rtlllciu de hontem datado sol
ii. tiOS, tenho a duer a V. Ex.;, quo ex peca anas
ordens no sentido de ser a guarda du arsenal de
raariniia rrturbada cora as pracas do liuha que
forera necessarias para urna seaHwlL-t no banco
ni;i'-'.'. duraute as nuiles.
\ wartto
Actos :
- O presidente da provincia, alleudendu ao que
reuuereu Joo Francisco da Silva Castro, alferes
da uoinpauhia do corpo do foJ'ia, resolve eou-
cederIhe lo das de lieeuca para iralar de seus
inleresses particulares.
O presidente da provincia, de confonnidade
com o disposto no arl. i8 da lei u. li).' de 1!) de
eteuil.ro de WSOeavisu ti 81 do 15 do fevereiro
de 1869, resulve mancar para u 7o luialhao da
guarda naciou.il do servieo de reserva doiufiute*
pi de Obuda os ufleiaes seguintes :
Estad inaior. Teuenle quartel-meslre, o Me-
rea do mrswu Marcolino Dias de Araujo ; aleles
secretarte, o guarda t'ergcutiuu Netto de Aj redo
Coiitinho.
I* eomp.inhia. Capilo, o guarda Candido
Eustaquio Calar de licito.
t' compaolii i. Capitn, o leut-ute Miguel Car-
los de Pana; temle, < Iteres Mathias Ferreira
Lima, alferes, o guarda Jos Antomo di Nasci-
nicnlo.
V companlua. Capilo, o teuene Manoel Pe
rafea Brandan.
4' companbia. Capilo, o tcnenle Francisco
Sera ph ico Gomes do Kego; teuenle, o alferes Ja
nnlhu Saam Utdh .
a companbia. Alferes, o guarda Iguacio Pa-
iro das Naves.
6* coinpaubia. Capitn, o tenle Hormeiiegil-
do Eduardo Higo Mouteiro ; alferes, o guarda Ma-
nuel Jo fasclmeutu de Jess.
Ofll -ios:
\o Exm. eouselbeiro pre>idnle do supremo Iri
banal de just ca. Transmute V. Exc. a certi-
dio junta de exercicio do bacharel Luiz Cor-eia
de Quciroz Barros, juiz de direilo da ornarca de
Naxeretb-, que para ana liui me remellen em of-
licio de 7 do crreme.
AO Bxo). presidente dj tribunal da rebebo.
(JiU'ira V. Exc. dir parecer sobre a eoosulta
um- fez o juiz municipal stipplenie era exercicio d
termo do Jlonilu, no olllcio junio de 2o de abril
uiiimo, qee devolver.
Ao Ex ii. dse nb.ircador procurador da co-
roa. Qu ira V. Exc. dar seu parecer sobre a
* de Flores, de que trata o offlcio junio de 211 de
alifl ultimo, que devolver.
-Ao Ur. rtate de polica. Adiando exeossi-
so u preijo prlo quaj dii o delex.idu do termo do
Boin Jardini ter alugadn urna casa para servir de
adcia e quantol do destacamento, recominendo a
V..qoe informe si au possivel obfer mura
l>r meui's, deixandu de. por esse motivo, ser con-
cedida a approva.ao pedida.
Ao mesmo. Execra V. S. suis. ord.n-, para
quo no dia 18 do crreme i hora da tarde, me
saja- apresentado, con a devida seguranc;i, Jos
Ber.l Beitrao Velloso, que se acha preso na casa
,l del ufan.
Ao uiesm). Em respnsta ao offlcio de V.
S. n 1,081) de la do crrenle, tenlio a dizer-Ihe
que ipportuoa enle ser ailcudido o pedido de um
destacamento que fez o d.-legado do lenno de Na-
zar.-ih.
,Xo roiuinandante superior do'Becife. De-
sigas V. s. ires ufflciaes superiores para fazerem
parle da junta que em ultima iustancia leui de
julgar atfumaa pravas do cnrpo de polica, a 26
do correte ao mete dia, neste palacio
- Ao mi'snvj Expeca V. -*. suas ordena afim
tanle di couslruccio da estrada de ferro entre
Una o Leopoldina, ao su! desla provincia, 6 mezes
de prazo jiara efcluar nessa tbesouraria o paga-
muufp do sello o emoluijienlo do respectivo con-
tractj, a contar de *6 de marco uliimo.
Vo mesmo.-Mande V S. entregar ao por-
teiro da secretaria da uresidencia, Silvmo Antonio
Hadrigues, a quautia de 7.11 *280, que se acha re-
col ida aos cofres dessa ib Murarla ; cuja quanlia
foi o:Terecida*por Cimba .Maula, atim de ser ap-
picada s obras do hospicio de alienados.
Ao mesmo. Annnindo ao que soliciloit o te-
nente-ciroiiel Ignacio Caelano do A latear Rodo-
ralbo u > incluso req-jerimento, autoriso V. S. a
mandar pagar ao SOppticante os alugueis da casa
que no termo de Granito servio de quarlcl ao res-
pectivo destacamento, a contar de 13 de Janeiro de
1*71 a li de levereiro de 1872 razao de 8AO00
tnensaes, segnndo foi commnuicado a essa reparti-
do a I de fevereiro de I8i8. ,
Ao iiiesiuo. Expeca V. S. suas ordens no
sentido Je ser abonado ao capitn do cor,.o do po-
lica Lua Felippe Cavalcante de Albuquerque, que
segu para BarreirtM na (|ualidade do delegado e
coinmaiidantii do desiacamento .i li existente, um
mez de rencimenlus. a contar do Io deste, e betn
assim a ipiantia de 4.)i como ajuda de custo do
ida r volla, conforme solicitou o respectivo com-
mndame em olllcio de 11 do crrente sob n.
SM.
Ao riiesnv.Transmiti a V. S. para os de-
vidos lins 70 exemplares do regulamento 1e 30
de abril ultimo, confeccionado por esta presiden- j
cia para as cullectorias provinciaes.
4 seccao.
l'ortaria :
O presidente da provincia, alten leudo ao que
propoi o direclor geral interino da instruccao pu-
blica em ofllcio de 13 do crrente sob n. 1(8, re-
to! ve uomuar o bacharel Elysiaiio Augusto de Mo-
raes para o cargo de delegado iliterario do d.slric-
to de Tacail.
Cilicios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia de Mi-
nas-Ceraes. Aunuindo ao que solicita no retine-
rimr-nto incluso osoldalo do i* batalbau da infaii-
taria Luii Caetanode CMiveira, rogo a V. Exc. se
sirvadeeiwiar-me um documento authenlico com-
probatorio da allegaco que faz aq ella pra>;;i, de
havor marchado voluntariamente ilessa provincia
para a guerra do Paraguay.
Ao director geral interino da mslrud.-ao pu-
blica.Fornei;a V. S. a esta presidencia una nnla
minuciosa de lodos os irabalbos ou impressoes ne-
cessarias ao expediente dessa directora em um
exercicio, com o numero de exeinplares de cada
um. Igual ao director da escola normal e do gym-
nasio provincial.
Ao provedor da Santa Casa do Misericordia.
-Accuso racebido o ofllcio de Y. 5., de 14 do cor-
rente sob n. lo7, em que comrnunica existir e:n
[Mdcr do tiicsoureiro dessa Sania Casa a quantia
de 5204, offerecida pelo ex-mordomo capitn An-
tonio las Silva do Brasil, para a consti uccao do
asyio dos alienados. Em resposta, ten lio a reco.u-
mendar Ihe que em nome desta presidencia agra-
deca e louve o olferlante por este aclo que revela
os seus sentimentos de patriotismo e caridade. Ou-
trosim sirva-sc providonciar para que seja entr*-
gue a dita quantia ao portiiro da secretaria desta
presidencia, quando elle a for receber.
Ap mesmo. Concedo a autorisacao por V. S.
solicitada em oflicio de II do crrente sob n. 435,
para despender mais a quantia de 2:000 com
as desuezas do colleiiio das orphas, visto ser in-
sulllciente a de 23:00O que fora marcada no or-
aniento' do patrimonio dos orphaos do exercicio
que termina a 30 desle mar..
Ao SK Jos Mathias Dantas, vereador da ca-
ntara municipal da villa de Salgueiro Constando
a esta presidencii que miic reunir a cmara des-
se municipio e presidir a sessftode 16 de jan-iro
ultimo, nao tendo pissado o exercicio o respectivo
presidente, tenho a*dizer-llie que, naolne crnipe
tindo nestas cond:(;oes a presidencia da cmara,
muito irregular e censuravel fui o seu proced-
ment ; devendo coasider.ir-se de iienhum elTeito
:is delilieracies tomadas naquella sess.-io. Recom-
de me spja dispensado d sarvico activo da guar- menJo-lhe que:e abstonoa de prtiwactos sema
da nacional, emquanto frequenlir a aula ivdur
lado 8 fose, a praca do 2 batalliau de infantaria
*itonio Francisco Bornea Jnior.
Ao juiz de direilo da 2" vara- Designo V.
.-> para fazer parte da junta, que em ultima ins-
tancia, lem '.'e juigar as prac.is Jo corpo de poli-
ca Julio Mariana Fenaz. Francisco Antonio de
Barrse Marcellino l'ctviradeOlivsira,eujos prx-.
cessos incliuos Ihe envi para apresentar o rela-
torio do eslylo, dev.ndo a dila junta reunir-so a
26 de le mea ao mete dia.
Ao juiz de direilo do Cabo. Nao pode por
ora ser atteadido o pedido que le o juiz munici-
pal do termo de Ipojuc.i, de um destacamento pa-
ra aquella temdade, valo nao haver (orea dspo-
uivcl ; o qne declaro a S. em resposta ao seu
offlcio de 22 de abril prximo passado.
Ao juiz de direilo de Cimbres. Remello in-
clusos 6 tubos canillares cjm lyinpha vacciniea
por Vmc. solicitada em olllcio de 6 do correte
Ao commandaiite do corpo de p licia. P-
de Vmc. desligar do corpo sob seu cumulando o
soldado Jos l'erira da Silva, de que trata o seu
oflicio n 317 de 14 do crrente, fazendo-o apre-
seDUr autoridade competente para que seia pro
i amudn
3.' sealo.
Acto:
0 presidente da provincia resorve nomear
Misacl Naval Fernandcs de Sucua, eserivao >la col-
lectnra do umnicipio de Ruin Jardim.
Oflicio :
Ao inspector da tbesouraria de fazenda.
Trosmitto a V. S. as ditas inclusas ordene d > dia
eai d'iplieata sob us. 9.17 e :i8.
Ao uK-siiio. Transmiti a V. S. a inclusa
coilecjo das ordens do da da roparlico do ajo-
dante general, publicada no anuo_ de 1867 .e bem
,'issim ura mdice4dos nomos dos individuos nella
menefonados.
Ao mesmo. Aliendendo aj que requisitou
a cuDHins.-au confitarte d* freguezia de l'etrolina
em oflicio de de dezembro-do auno prximo pas-
sado, auloriso V. S. a mandar pag^ar aos agentes
recenseadores da me:ma freguwia, Rufino B
de Souza, Octavio Jos Rodrigues e Elseo Beuieio
de S e Lyra, ao 1 a quaniia de l). ao 2 a de
404 e ao 3 a de 30i, e bem assim ao lenle en
ronel Jos OUpiniano Kodiigue Cocino Brandan
a de 1004 despendida com a condueco dos ele-
mentos origiuaes do recenseameiluda mcsiiia fre-
guezia para a secretaria da pre:idencia.
Ao inspector da lliesouraria provrfcial.
1'rinsiuitlo a V. S. as inclusas conUs Jocuiuenta-
das que me remelteu o Dr. chufe de polica com
offlcio de 14 do correte sob n. 1,095, afim de que
mande pagar ao bacharel Joaquim Jos Ferien a
de o ii ::'ti :io com n sustento n dietas dos nresos
pobres desta provincia, recolhidos casa de deten-
cao devendo proceder-se acerba dos das outras
provincias de confonnidade com as ordens era
vigor.
Ao mesmo. Recomraendo a V. S. qae, de
acord cora as suas nforraacoes de 10 do corren-
te sob n. 233 e 234, prosiga na arremaucao j
annunciada da impressao dos irabalbos das repar-
tieres proviociaes e pubiicacSo -dos annaes e edi-
taos dis mesmas.
Ao mesmo. Communico a Y. S. para seu
coohecimeuto e fins convenientes que nesta data
conced ao Dr. Manoel de Figueira Faria, contrae-
liantes, que nao podem ser tolerados, por seiem
conlrarios loi.
5' secgiio.
Acto :
O presidente da provincia, attendendo ao que
requereu o gerente da companbia Pum-mbaco
Street Ratlway, e lendo em 'vista as rafurmacSes
do re pectivo engenbeiro fiscal e do chefe da re-
partieao das obras publicas, de 10 e 14 do cor-
rente, resolve conceder Ihe permisso para asseu-
tai urna nova linba de trilhos, que sirva de sahida
a seus carros, com passagem pela frente do thea-
tro Santa Isabel, licando a existenle por detraz do
mesmo para a volla dos referidos carrds, com a con-
dieao, porm. de retirar os ditos trilhos logo que
esttver concluida a obra do meuciouado Ihea
tro.
OIBcios :
A' directi ria da Associaeao Commeccial Be-
nerteente. -Para salisfac.ao do aviso do ministerio
da agricultura, comraereio e obras publicas, de 26
de malo ultimo, junto por copia, d essa directora
parecer sobre a utiiidade de introduzir-se nesta
provincia a industria de extrahir productos, como
olfos, massas e ostros, do caroen do algodo ; o_
que essa directora fari com a maior brevidade"
possivel.
RXI'KOIK.NTR 00 SBCRRTARIO.
3.* SfCffiO.
Oflicio :
Ao inspector da lliesouraria provincial. O
Exm. Sr. presidente da provincia manda commu-
nicar a V. S. para seu conhecmento que nesta
dala resolveu nomear Misael Naval, esenvao da
aolteetorte do muuieipio de Bom Jardim.
4.' seo-; i >
Officios
- Ao Dr. director geral interino da nstraccao
publica. -S. Exc o Sr. presidente da provincia
mand.i coinmunicr aV. S. para seu conlieciinen-
to e devidos lins que, tendo em vista a sua prop s-
la em oflicio de 13 do correntc sob n. 16a, resol-
veu por acto desta data nomear o bacharel Elisia-
rio Augusto de Mnraes, para o cargo de delegado
Iliterario do districto de Tacail, cajo titulo Ihe
remello para ler o conveniente destino.
Ao mesmo. -O Exm. Sr. presidente da pro-
viacia manda declarara V. S. para os devidos
flns que neta-data se manlou dispensar do serv-
vico ila guarda nacional, emqinnto frequenlara es-
Cola oelurna da freguezia de S. los, a praca do
2* batdho de nfautaria Antonio Francisco Gomes
Jnior, de que trata o seu olllcio de 24 do abril
prximo passado.
5." secfto.
Offlcios :
Ao ongouheiro chefe da reparticaj das obras
publica-. S. Exc. o Sr. presidente da provincia
manda daetarar a V. S. para seu conheciraeto e
flns convenientes quo por acto desta data conce-
deu ao garante dawmipauhia Perminbuco Street
Ratlway a permissao que aolicitou para assentar
trilhos em trente ao theatro de Sama Isabel, com
a condico de retirados, logo que ostver conclui-
da a obra do mesmo theatro, e sobre que versou
a sua informacao de 14 do correute sob n. 243.
Igual ao engenhairo fiscal da compauhia Pernam-
btico Street HatItoay, vista de tua informado de
10 do corrente
Ao Dr. Jos Zacharias de Camino.De or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia, remello
a V. S. um numero do Diario Se Pernambuco de
hoje, em que van publicado, sob o rubrica Parte
Oflki.nl, n relatonv sobre o co.iipsulnj Heci/e
iainige, a que r.u'nre a V. S. era- ofll:ii> de 12
do corrala, jue Iva desle molo respondida '
Ao sueprintsndetilc da estrada de f-ni do
Recifj a S. Francisco. De ordem do Exui Sr.
presdeme da provincia, d V. S. suas brdjfis pa-
ra que viaje nessa estrada do ferro, por c">iK;t da
provincia, e at que se nao resulva o contrario, 4a
estacao das Cinco Pintes di Una e pintos ipf?r
medios, o pralicaule-da repart^-Vi das obras pubK
c^s, Jusliniauo J- s da Costa.
KXMMBNTE O.l OA 16 DR If.NHo Ol 1873.
/.* sccca).
' Olflcios:
Ao brigadeiru coinraandante das armas.
Mande V. Exc. sobr'estar na exec-UQio de iniih*
ordum cunlida no meu ofllcio do 14 do eonvuu,
com referencia sentinella do Banco Inglez.
Aq mesmo. -Maude V. Exc. pir em liherl
de o reciul.i Liberte Anizio Micliado da Paz, vi
ter provado isencio legal.
Ao mesmo, Deferiudo o requorime.nio du
grumete de m.iriaha Al alaquias Jos da Silva, so-
bre que versa a sua iiiforniaeao de 14 do.corre
le n. 612, autoriso Y. Exc. a remover u referida
grumete da fortaleza do Brum para bordo da cor-
veta Rucife, para onde ttmbem devera ser lemel
tido o imperial marinheiiv Ezequiel Honorio (lo-
mes Ribeiro Paimeir.', que so acha recolbido
aquella fortaleza.
Ao coinnundante do vapor de guerra Recift.
- Por 'pari do brigadeiro coinniandante das .ir-
ni i.- II.e sero maudad ren recolhidos a bordo do vapor sob-seu connnan-
do, o grumete da raariuh i Malaquias los da Silva
o o imperial mariuheiro Ezequiel Honorio Goine>
Palmeira. .
Ao conseiho de compras do arsenal de guer-
ra. Autoriso o eouselho de compras do arsenal de
guerra a |>roiuover a acquisi>;o dos objectos coijs-
tautes do pedido junto sob n. 76, os quaes se lor-
nam necaanwua para pioviinoulo Uo al mu xa rila-
do do referido JKt-nal.
2." JfCfilo.
Aclos :
O presidente da provincia, .t'.ienden lo pro-
posta do coinin,uid;wite interino do 7' balaliio de
internarte, e vista, da iiitormaeo do ro commaudaiilo superior em oflicio n .lili, de 16 do
mez prximo passado, resolve nomear para o di-
to batalbo os uJIcm seguintes :
2.* companbia. -Capital, o lente da o3 Faus-
tino Jos da F mcoc.
4.* companbia. Alferes, o gualda Manoel Jos
de Oliveira Luna Jnior.
3.* companbia.Teuente, o alferes da 4' Joa-
quim Pereira AranUis Jnior. .
Ollirios :
Ao Dr. ctete de polica.-"Remeta Y. S. coin
urgencia ao subdelegado de polica do districto da
Timbauba a raixa que a este acompanha, conten-
do medicameiilos para as fehres intermitientes que
grassam n'aquella localidade, os quaes constam
da"rela.;o inclusa, e que foram por elle pedidos
em uik-io de 3 d > corrente.
Aojuiz de direilo de Taturatd. Baja Vmc
de informar <.ircumstaucudameub sobre i* fados,
de que trata o jniz municipal supplente em exer-
cicio do termo de Floresta no ofllcio junto por
copia de 18 de inar.-u prximo passado.
Ao juiz municipal de Serinhaem. Envi
Ymc. ao juiz de direilo da 1." vara civel desta ca-
pital a guia do sentenciado Luiz de Franca Venta-
na, qne se acha na casa de detencao.
Ao juiz municipal de Garauhuns. Enve
Vmc. no ji'iz de direitu da 1.* vara desla capital a
guia de sentcnca do reo Jos Koberl) da Si va,
que se acha na'casi de detoncio desta cidade.
Ao promotoi publico do Cabo. -A bem do
servieo publico venna Vmc. a esta cid.i le eulcu-
.7.* MBpSft
Ofllcios :
Ao inspector da lliesouraria de fazenda.
Expeca \. S. suas orden* no sentido de sereiu pa-
gos, vista da folha, reiaeo nominal e prel juntos,
a JjroiiNino Pereira Marios, ou a Evaristo Meo les
da Cunta. Azevodo, os vencimentos do deslaca-
meut) da guarda nacional existentes ; na villa do
Brejo, concerueules ao mez de uni ultimo, cun^
forme soliciten o respectivo commandanie supe-
rior, em oflicio do 6 do corrente.
Ao mesmo. Communico a V. S. para os de-
vidos flus que a 7 do currme assumio o bacha-
rel Luiz Correia de Queiroz Barros o exercicio do
carg de juiz de direilo da comarca de Nazarelh.
Ao mesm-i. Tendo nosta data autorisad i o
conseiho de compras do arsenal de guerra a pro-
mover acquisieo de objectos coa tantes do pedido
junto por opia sob n. 73, os quaes sao precisos
para suppiiinenlo do almoxarifadodo mesmu arse-
nal, assim o communico a V. S. para seu conhe-
cmento.
Ao me.- ino.Mande V. S. pagar a Rufino
Manoel da Cruz Cousseiro, visia da couta anne-
xa ao incluso requehineuto, a quantia de 174*900,
em que importaran! diversos caixfies de pinho e
concertos de outros, destinados ao encaixolamento
dos elemento* orignaes do recenseamento desla
provincia, segundo indica a referida conla.
Ae inspector da thesouraria provincial. -
Recommendo a V. S. que, vista do recibonntoet
duplicata, ipie me remelteu o .Dr chefe de polica
com odieio de 14 do corrente sob n. 1,076, mande
pagar ao subdelegado do d-trelo do Poco da Pa-
nella, ou a seu procura lor, a quantia de 30M0,
proveniente do aiuguel de 3 mezes vencidos em
13 de maio ultim >, da casa que u'aquelle districto
serve de quarlcl ao referido destacamento.
Ao mesmo. Forneca V. S. a esta presidencia
urna nota minuciosas de todos os trabalh'w ou iin -
pressoes necessara ao expediente dessa repartro
em um exercicio eom o numero de exemplares de
cada um.
Igual ao consulado provincial.
Ao mesmo. Em aldilamoule ao ineu ofllcio
de 14 do corrente, tenho a dizer-lhe qne.'tendo ido
por ditas vezes prac.i a impressao Oos Irabalbos
das repartiges proviuciaes e publicacao dos an-
uuncios e eiiUes da mesmas, sob a base de 2:8001,
sera que apparecesso licitante, e ten lo V. 8. n'or-
mado em seu ofllcio de 10 do corrente que tal im-
pressao nao exceder no oxercicio corrente de
500*000, determmo-lhe que mande publicar edi-
taos, chamaudp concurrentes a conlraclar aYefert-
da impressao, servindo de base a supradila i|ttan-
lia de oOOiOOO.
Ao mesmo. Attendendo ao qne. expoz Ma-
ra das Noves Carnero da Cunta no incluso re-
quarimento, a que alinde suffteionn.ico d<- 13 do
corrente sob n. 237, esolvi considerar a supli-
cante iseuta da multa em que incorreu, p ir nao
ler no praso egal, averbado no consulado pr >vin-
eial a iransfereu:ia da casa sita ra da Impera-
(riz n. 8, que compren em leli. 0 que Cuuunu-
uico a V. S. para os flus convenientes.
Ao mesmo Era vista do certificado annex-
ao incluso roquerimento, mande V. S. pagar a An-
tonio liento oe Oliveira, arrematante aos reparos
do acude de S. Beolo, ultima preitacao na im-
portancia del :380J, a que lem direilo, como se
v do mencionado certificado.
4.' ste^ao
Ofllcios :
Ao Exm. Sr. presidente da provincia do Rio
de Janeiro. Aprestando a V. Exc. a inclusa cun-
ta j liquidada, proveniente da despeza feita com
o sustento dos presos pobres dessa provincia, reco-
lhidos casa de detengo nesta capital, como se
v da mencionada couta, rogo a V. Exc. a expe-
diciio do suas ordens no sentido de ser o fbrneee-
dor daquelle estabelecimenioy bacharel Joaquft
Jos Ferreira da Rocha Jira i>r, indemui-ado dki
quantia de 9974307, que de-iwnden-eom o susten-
to de laes presos nos mezes de jalho do auno pr-
ximo passado a fevereiro d-\ste, segiind i indica
a conla deque se trata. lgmiegMMf aos presidentes das provincias da Parahyba, Ala-
gas, Piauliy, Maranh-i, Rio Grande do Norte, Mi-
nas-Geraes e Espirito Santo.
Ai Kxm. Sr. presidente da provincia do
Pai. Com a iuclusa co|iii do ulllebr d'i briga-
deiro coinmindante das urnas, datado de II do
cfrente sob n. 607, respondi de V. Exc, de
20 do mam ulliiii-i, acerca d qualidade do praca
em ipie d ah seguio para a guerra do Paraguay o
soldado do 9. batalbo de infantaria do liriha Ma-
tmino dos Passos Alves.
Ao Dr. reged ir interino do gymnasio pro-
vincia. -ou solucau ao seu olllcio de 3 do- cor-
rente Jizendo-lne que o pnco do gaz cotisuinido
com- illu-ninac;Vi desse esUiliplecim.iito deve
ser rotulado pete dos particulares, qos termos do
brtigv I i do regulameot de 22 de agosto de 1880,
em qu.-MHo pul.i presideuc a n*-i for reslvida' a
duviila |)fopisla pelo res|KfClivo eugenlieiro liscal.
Ao in-sin i.Communico a Vmc. paraos flus
convenieutes ipie nesta data deliro a peticio de
Olympia llirneiro de Miranda Henrique, adniit-
tiudo nesse-est.ibeleciniento como ouviule um lilbo
da uiesmn, de menor id ule, at que baja vaga do
alumno ex-tvino gratuito.
Ao coiniuis nietta cmr urgencia secretaria desla presidencia
algiius tubos coni pus vaccinieo, mu deslino co-
marca de Cimbros.
A' sucimlade patritica Boze de Setembro (ai
presidente b P.ira que essa dirceloria d parecer,
roiiielto a V. Ese, por copia, o aviso do Exm. mi-
nistro daagrirallura, cm.nercio e obras pubcas, i flinns S|.% jj ^ o|(r.w h|ii.as
de 26 de maio uu t, ,,o em que exige uterina- Anlnqto Khhalrtr de Iftndwipt. Deferido
sobre a trtilHlide da mtro.lncc.ao no impeno !(,ltSHo,|rtsta Ul;i awwKOTlria io-ovincial.
Anbmjo- Fernando Pereira Braga. Informo
bros. S E* da declarar a v\- S. que nesta data- expedid orden
lliesouraria dfc' f;zouda no sentido-de seren pa-
gos a Jeronym < Pereira Marios ou a Evaristo Men-
dos da Cunha Azcvedo os vencimentos do desta-
lnenlo da guante nacional, de que traa o seu
offlcio de 9 de-te moz.
- Ao juiz de dimito de XazarHb, Um Correa,
de- Queiroz Barros. S; Exc. o Sr presidente da'
provincia manda aecusar o recebimeuto du ofllcio
de V. S, de 7 do enmate, participando tur nessa
dala mitrado no exntete do cargo de jui! de di-
reilo dn comarca de N.iz,?reth.
A juiz municipal do termo de Santo AnCio.
0 Exm. Sr. presidente da provincia man la ac-
ensar o pocebimenlo dos ufflcius de V. S., oVj 17
de inareu-e I de indo ulliiihi-, recom;nendaado-
Ihe que devotva a represulacii que contra v S.
foi d ula pelo jui'. municipal ib lenno da Escada,
e remeilida a es-e juizo para informar, por despa-
cho de 23 dir fevereiro prximo-lindo.
Ao lente coronel Francisco Gom-s dos Sao-
tos. 0 Exmi Sr presdante da provincia mandi
acensar o roeetemenU do oiflcio de V. S.. de 8 do
corrente, em que participa ler concluido os seus
Irabalbos p.i co.i-elho .le i|ualilicac:Vi da guarda na-.
eteaal do municipio deBezerr-is, d. que.flcou in-
leirado. i |
Ao commandantedo corpo de polica -N-s-
la-data forain iniiidados orejar os concertos de (|ue
carece o quarlel fui corpo s ib o seu eommando, e
trata o olllcio de"Vnii\, n. 338, de 14 do crrente ;
o me Ihe detdaro, J-ordem, do Kxm. Sr. presiden
te da provincia.
DESPACHOS
DA PRS9taKNGIA I>K
m 1873.
2 iik acranao
Abaixo assignados, membros da direccao d so-
iedade dVa Artistas M-'chanioi e Liberaos-. -In-
da industria dt- extrahir prodtirtos romo ulcos,
massas e outros, do carnee do algodao ; o que essa
masan directora ara com a inaior brevidade
possivel, em retieo a e.-la pruviaeta
Portaras:
A' illuslrissiina cmara municijal do Recife.
Tomando uuv considera;-"u o que representou-
me a illuslrissiuw cmara muuicipal do Recife em
seu'otlko de II do correute, don nesta dala as
necessarias ordens no s. ntido de cessar por parle
da companbia Rvife Drinagn a pratica de deposi-
tar lixo do lugar denomina.lo Yiveiro do Muuiz,
ra Impoiial.
O que declara -inesma illu-trissima cmara em
resposta ao citada oflicio
A' cam.ira umnicipalda cidade de Geyanua
Declaro cunara municipal .da cidade ue Goyau-
ii,i. coi resposta ao seu otti'-io de 2 do Correute,
que, leu lo em vtata o que foi por ella allgalo,
concedo aulorisae.V pa-a fazer us colicortos pre-
ciis ua i-.is.i que outr'ora serviu para acougue,
com destino ao inercadu do peixe, e bem assim a
aforar a terrena vwolbidu para um novo mata-
donro, visto o adual estar enflacad i em lugar iu-
couvenient'- e ;ieudici.d a salubridade publica.
.N.iil j'llgand i e>t v pTCfideUCia de uocrs.-i lado que
su re.-Uiete.a o lugar de ajudante de porleiru des-
4 cmara,uupriido na lei do -.rramenlo muni-
cipal .lo exercicio de 1867 186H, deixo de conceder
a autorisacao sociuda para til lim.
.j.' ttecSo
Ofllcios :
Ao engmlvelro Francisco Pereira Passos, em
L-in Irc-. Transmillo a V. S. copia do resultado
do trabalho que o eugenheiro chefe da rep irtica i
d;is abras publicas inaudou fazer no leito do rio
Captbaribe, afun>du cunhecer-se a natureza do solo
onde le 11 de ser construida a nova ponte da D-a-
Vista, em suL;.-t luicjii a actual, e sonre cujo pro
jecto fui V .S. ineu.iibidu de emittir seu-parecer.
Ao Eugenheiro chefe da reparticao das obras
publicas. Verific.indo se d- sua inforinacaa de
13 do corrale s.h n. 242, referente do Ur. juiz
municipal do termo de S. Bento, adiarse cumple
lanicnlo concluida a obra do agude da villa da-
quelle nome, autoriso Vine, a receber a dita obra
e a dar ao resoectivo arrematante, c.ipito Anto-
nio Bento uV Oliveira, o competente certieado.
Ao engenlieiro liscal da coinpaiila Recife
Drainuye. Tomando em considerae>> o que re-
presenlou-me a illuslrissiina cmara municipal
.desla cidade em ofllcio de 11 do corrente sob n.
34, recomuieiido a Vmc. qne providencie em ordem
a que por parte da compatihia Recife Uruinage
nao couliime. aabusiva pratiea de depositar-se lixo
no lugar d.nominado=Viveiro do Muuiz, ra
Imperial, cmn grande deliimeuto da saude pu-
blica.
Ao engenluiiro chefe da reparticao das obras
publicas.-Forneca Vine, a esla presidencia una
nota minuciosa de lodos os trabalhos ou impres-
soes necessarias ao expediente dessa reparticao em.
uin exercicio, eom o numero de exemplares de
tfada um.
Ao mesmo Mande Vmc proceder ao orea-
ment dos concertos de. que carece o quarlel do
corpo de pdicte, segun-Io reclamaco do respectivo
comniandaiiie em olflcio junto por copia, n. 33& de
14 do correute.
A' coinraissao censuara de Ouricury. -Ac-
cusando recebidos os Irabalbos do re -eiiseamiMito
da popuiago. dessa oarochu. cabe-me agradecer
e louvaros servicos prestados por Vmcs. na quali-
dade de ubiuiiiros d* respectiva commssu; cer-
tos de que laes servicos serio opportuii.imente le-
vados ao conhecmento do governo imperiaL ipie
uo deixar de toaia-lm na devida coiiink.-racao.
XEIUNTi: DO S CBKTAKK).
2.' ieccao
Ofllcios :
Ao Dr. chefe de polica.De ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia, tran.-miito a V. S. co-
pia do mappa, que pedio em dulci, a. 1086, de 11
do corrente.
Ao commaudante superior do Recife.0
Exm. Sr. presidente da provincia manda partici-
par a V. s., para os devidos lins, que por portara
desla dala forain nomcados para a 7. batalbo
de intentara da guarda nacional desle municipal
os elllciaes constantes da relacSo junta, de confor-
midade com a proposta, que veto auuex > ao sea'
olllcio u. 610 de lo de maio prximo passado.
Ao comuiandante do corpo de polica.-S.
Exc. o Sr. presidente da provincia, raauda deca
rar a V. S. que nesta data expeda ordem t'ie-
souraria provincial n i sentido de ser feilo o abono
le que traa o seu ofllcio de II desle mea, sob n
334-
- Ao mesmo. O Exm. Sr. presidenta da pro-
vincia manda commuuicar a V. S. que, athosoura-
ria provincial tom ordem para pag ir ao subdele-
gado do di-lrictu do Po'.-u da l'auelk ou a seu
procurador, a quantia de que traa o seu ofllcio do
14 desle mez, sob u. 1,096.
Ao nie-nio S. Exc. or. presidente da pro-
vincia m-iuda declarar a Y. S. que, expedo ordem
thesouraria provincial no sentido de ser paga ao
hachare! Jos Joaquim Ferreira da Rocha Jnior,
a despeza feita durante o mez. de maio ultimo, eom
u sustento e dietas aos prosas pobres desla provin-
cia recolhidos a Casa de Deleuro, e de que trata
o seu olflcio de 14 do correute, sob n. 1.0J3.
Ao commandanie superior de Olila e Igua-
rass. -0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
iransraitlir a V. S.,]para os devidos flns, a relacio
junta de oluciaes nomcados, por parlara de hoje,
para o 7* bataluao de infantaria da guarda nacio-
nal do servieo de reserva desse municipio.
Ao commaudante superior do Brejo e Cira-
com
o
Encami-
so uza
Sr. inspector di thesouraria de l.uenda.
Antonio Jos Itibeiro de- Moraes.
nhese
Tenente-roronel Antonio Francisco de
Ma gal hites Forneca se.
-Bornanlino de Senna Wnderley. Informe o
Sr. juiz de direitu de Palmares.
CHristovao (escravo).Informe o Sr. Or. juiz
d; direilo das execuedes eriminaes
Bacharel Francisco Gomes Pinto de (hampos. -
Pa*e portara conceden lo. a licenca requeriila.
Francisco Amonio da Silva linVirrae o Sr. Dr.
chefe de policia.
Ignacio Luiz de Brrelo Tiiburda. hidoferido,
em vista da mfornuco.
Isabel Mara da Ammiiciarju. -Ihdeferi.lo.
Irin.-tndile de Xossa Senhora do O' d Ipnjnea.
Deferido com ofllcio desta data dirigido the-
souraria provincial.
Joo dos Santos Ferreira Barros. dem.
Joio de Souza. Informe o Sr. Dr chefe de po-
licia.
Ctreaetiiat Maria Ildefonso Jacome da Vent-i-l
Peasna eMello.Funie-.-a-se.
O mesmo.- dem..
Vigario-Joau Jos da Costa Ribeiro. -Informe o
Sr. inspector da Uiesotiraria provincial.
Thcodiiro Christtensea. Remedido junta para
allender ao supplicanti.
T:iere*a D. Dias Feruioles.I'reju licado.
Vicenta-Francisco da Cosa. Sim, com recibe-.
Secretarte da presidencia de Pernambuco, S
de setembro de 1873.
O porteiro,
Sttefna A. R'itlrhjues.
Ili"|airt:;;:: la p.lsciii.
t.' ieceo. Secretaria da polica de Pernamteaev,
2 de setembro de 1873.
.\. 1549.illm. eExm. Sr.Participo a V. Exc.
que, das communicacOes receidas boje, consta
que foran recolhidos casa de detencao os indi-
viduas seguintes :
V uniera do subdelegada do Recite. Anne Pa-
cha Chamom, a reqnisejio do respectivo cnsul.
A' ordem do da Boa-Vista, Albina, escrava de
Jo's Targino Goncalves Fialbo, a repierimento
doste.
A'ordem do da Capunga, Libante, escrava de
Antonio Cesario Moreira Dias, por olTeusas mo-
ral publa-a.
Por ofllcio d( bontera cominumcou-me o.subde-
legado da Boa-Visl que, das olla para as nove
huras da manba do mesmo dia, desabra urna li-
nlia saliente de podras collocadas na cornija do
lado do norte do edificio em coustruc-.ao para a
a assembla provincial, resultando disto icarem
gravemente feridos os operarios Antonio Joaquim
de Santa Anna, Claudino Wanderley Cannavarro.
Olynlo Freir de Audrade e Eleuterio da Ruclia
Wanderley ; que procedeu s competentes victo-
rias e fez recolher os tres ltimos ao hospital Pe-
dro II, onde, urna e raeia hora da tarde falleeeu
o de nome Olynto, o que o primeiro se acha em
tra'amento enrsua propra casa.
Finalmente, a ordem e tranqillidade publicas
nao sofTreram. alleracao.
O que ludo communico a V. Exc, corao rae j
curapre.
Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
niendador Dr. Honri-pie Pereira de Lacena, dig-!
aissmo presidente desta provinciaO ebefe de i
policia, Antonio Francisco Coria de Araujo.
INTERIOR,
Ilio, llde agosto de 1893
DUAS SKSSOKS NA CAMBRA TEMPORARIA.
Os que acompanham com alguma atieiico o
curso dos aconte meatos da vida parlamentar'
ter-e-liao inlerrigadacom urna certa impaciencia'
.jue motivo, occulto ou irausparenle, pode ter in,- ]
Unido no animo da opposieao liberal para nos ul- |
timos das iiiflaminardhe a palavra e accender Hie
sentimentos de lodo ponto aggressivos.
- Entraram neste- cuneerlo tribuna o imprensa.
A sim o gabinete como a Ilustre materia que
nao o sustenta senao porque nelle v ura governo
honesto, moralizado e sinceramente devotado ao.
bem publico- uro governo moderado, resDeitador
das !eis, um governo de nosso lempo, sentiram-se
n'um momento envolvidos as mnis amargas cen-
suras, as apl-eci?Qo -s mais crueis, n.is mais des-
impedidas aggresjoes.
Disso-se do gabinete que obrigava a maoria a
volar um attentado contra os dinheiros pnblicos.
Tal a Kngnagem de urna opposirjio constiluicio- j
nal! Taes os metes com que nina minora ambi-
ciosa do poder tenia conquistar a direccao dua
nogocios pblicost
O que tirina, entretanto, motivado esta violenta
apostrophe ? Que facto. a justifica si algum Iva
que a pussa justifleai?
E' conhecido da publico o assumpto que Je ti
fundamento a iuterpellaoao do Sr Martinb.0 Cam-
pos na sesso da. ante-bontem e na de hontem
jontlnuada sob qtea. nova forma.
Datam de annia passados as. (eelaraacSes rao vi-
das pete Sr, Amaral em referencia eiecuQan de
obras da estrada de (erro de Pedro II.
Taes reelainacoes tinham sido devidamente pro-
cassadas por anteriores adiqinistracSes, recolhidis
as precisas informacSes. e d'epire ellas somente urna
nao chegara a conclusoes claramente faYPraveif
ao direito do reclamante
Por se tratar de nma rectemaeo de'pRQO su-
perior, e mantida em 1873* por ura representante
da naco, o honrado Sr. ministro da agricultura
teve o louvavel escrpulo dV submetter apre-
ciacao da questao um juiz arbitral. Nao o foi
procurar entre amigos do redmente, entre pes-
soas inleressadas em contrato de igual natureza
ou que, por outra qualquer razfto, podessein ser
suspeitadas. O escolbida para essa delicada mis-
s.io foi um mu n-me cid ado, um- senador, conse-
iheiro de estado, um nome qu..- fas'honra ao paiz:
foi e Sr. duque de Caxas.
iXi>-tou-se qae o venera vel ciddo, retinindo
todos os predicados de nsuspeito jaix, nao liuha
as habhtacaes exig veis pira o dssempenho do
encargo (juo aceilou.
A' esta como olijee.-oes de mu valor anlogo
respondeu victoriosamente n Ilustrad* Sr. canse-
Ihero Costa Pereira Pl,r iHinsideraces de irre-
cusavel procedencia Ao noble Sr duque de Ca-
xias tinham sido ministrados todos os- elementos
de cunvicci. lodos os dados e auxiliares d que
poderia precisar. N'em do um arbitro, ponderou
judieiosaiih-nte S. Exc, podem ser exigidas as
aptidoes teciHMcas que o perito deve possair.
i) n curso um juiz arbitral, instituido por ae-
cordo das nortes e pir ambas acceito, alias um
expediente V que a aJministraro lem laucad
aiao em varios contratos ; um expediente aeei-
i.ivt-l, aeons-Hado pela pralica e dictado petos
principios que regulara a adminislracao graciosa.
De.-te facto de que era justo derivar um motivo
de-louvor ao nobre Sr. ministro da a-^riculiura,
commercio e obras publicas, tirou a opposicio
motivo ceasnia.
Uuere s.'-loa pie o honrado ministro, em vez
de provocar o joizu altamente nsuspeito de um
Rastre- arbitro, lomarse si resolver desua pre-
pra ati'.oi.ladi- a quesi.o em visia dos documen-
tos e uAiFinacoes 4"e He eram presentes.
Ciiaipie q.ue o paiz sama c< nutridamente em
ne se basea a mais aere censura ao Sr. ministro
da aricnltura. Nao se o acensa de reconhecer o
direilo onde elle nao existe ; ni so o aecusa tara-
tiem de haver determinado um pagamento fura
das coiuUciVs legaes; uao a<]uestio do quantum
que se diseute p.o> es's.i depende de liquidac-o ;
o que se arge antes de tudo ao nobre ministio e
tt-r-se desviado de suppostos priucipios de direilo
administrativo para nao resolver por si m a re
clamaco e aiinbuir o exame do assumpto um
honrado arbitro!
Eis ah alinai de cuntas a que se rodui a va-
lente MHpusnaco dos oradores opposicionistas.
Ha laes- questoes (jue precisara de ser conheci-
das para serem devidamente julgadas. Aguar-
dando a publicae/ao dos discursos proferidos pelo
Sr. ministro da agricultura na- duas ultimas ses-
soas, o publico ser basante discreto para fazer
justica aos eminentes cidados que levm sua
cunta a gistito dos negocios do estado.
Por ah ser o paiz habilitado a julgar com o
mus pleno conhecmento de causa da historia,
ualurexa e importancia dessa reclaraacao que se
tema explorar como urna mina fecunda de in-
confessaveis paixoes.
O direilo sempre o direito, quem quer que
M-ja a a!4esa-o, um representante da nacao ou
outio cidadao de qualquer cathegoria. Os Honro-
sos precedentes do Sr. conselheiro (osta Pereira
como os da-Oda um de seus nonres colleza?, apar-
tara a maligna ronjectua de que, no julgameulj
dssa Fcctemaco, tinha o giveruo ped lo nspira-
cao a motivos que nao tenbam provindo da rigo-
rosa apt.keacao da justica. A pstelo sodJl *
redamante nao podu ser parle entro esses mo-
tivos.
Pietesiten-se, entretanto, que a Ilustre mate-
ria da cantara tempiraria votaase urna estranlur a
iir.iitilmo.ao em que se declarasse recommenda-
d'o ao Sr. ministro da agricultura o dever de sn-
jeitar a reelamaco do Sr. T. do Amaral a um novo
processado.
E como o Ilustrado Sr. ministro do imperio, ao
respoadt^r ao Sr. Silveira Martins, declarasse por
parte du gabinete da que distincto membro, qu?
o governo diante de urna semelbanle manifesta-
ra da cmara sabeua cuniprr o >eu daver-de
governo parlamentar, deixando o poder na mo-
mento em que se sentisse estremecida a^conflauca
do parlamenlii, acoile mprensa em dizer que o
gabinete no besiton em sacrificar a raaioria, tor-
nando urna questao de mera administrar
eia questao de conlianca politira !
O que se quera f" Poderia o governo se-lo
anda hoje se a materia, que faz a sua torca, Ihe
houveste exprimido desconGanca de modo to pe-
remptorio Que governo honesto o soflreria sem
abandonar essa aanoia que toda reponsa sobre a
conflanca do parlamento ?
Nao era preciso que o Ilustre Se conselheiro
Correa de Oliveira o houvesso dito em urna no-
bre linguagera, repassada de intima eonvicoo. Se
a votaco do hontem podesse manitestar-se em
favor da mocan do Sr. Sveira Martins, o gabinete
de 7 de marco nio poderia recebar--o pronuncia
ment da amara seno como umairrecnsavel
niostra de desconHanca e vote manifesto de cen-
sura. Outro proceder nao podara ser wperado
de, um governo do nosso systema
A disenssao dos dous ulumos- dias pot m rele-
vo que o gabinete de 7 de marco nao pode arre-
ceiar-se do mais detido exame de seu? actos.
O largo debate instaurado sobre a.wclamaeau
anda uu liquidada do Sr. T. de Auaral tornou
em proveito da nobre Sr. ministro, da agricultura.
comroercio e obras publicas.
Conheeida a questao, o paiz saber que a fortu-
na publica nao foi malbaratada.
D Sr. conselheiro. Costa Per*ia, provcanos*
com a niperlurbavel seguranza que a ou-
scienca sabe inspirar nina vofciio da cmara,
ntanteve-se na altura de ministro verdaderamente
parlamentar que tira da pubhf ida.de um elemento
de for^i.
Honra ao nobre Sr. ministro da agricultura 1
Nao bastava queaopposieio pelo orgo dj Sr.
Silveira Martins fizesse teteira juMica ao ca-
rcter de S. Exo. e a reatido e pureza uu suas
inlences. Era-lbe anda precis. que o acto im-
pugnado fosse soberanamente jugado por e>a 1-
lustrc materia a que um governo bem, intenciona-
do nao poda appllar debalde.
-22- -
REFOAHA DA GUARDA N.vTOSAU.
Foi boje votada em terceira e ultima discn-l i
na omapa vitalicia a proposta co poder Ixeen-
tivo qup tnudili-a a lei de 19 da sutembro de 1850.
O novo acto nao espera sano a aanecan de Sna
Magosladeo Imperador puta ser convertido em lei
do. astado. '
Anticipamos au*paii as nassos parahens, o ro ga-
binele, ao parlamento e %o illusirado Sr. conse-
lheiro Duarte de Ajevedo o m sso sincero a>-
plauso*
Eis-ahi realisada, e somente a depender da sane-
lo imperial, nma dvssas reformas que desde un-
to lempo reclama o paj. urna dessas aspira
que se fiaeram de lodos os partidos, urna medida
que segnwnenle n i ser indiltecC i verdade
e pureza do systema repres
E! mais una conquista da rateo publica que a
actual gfiracao v (frisada e efl sagrada em mo-
numento legislativo. B* um varddeiro prograseo
dai lber:hTes publica) que o partido conservador
acaba de realisar em acto.
Honra a situacao e 90-gabinete sete de marco >
0 cidado brasileiro tai entraj o goso im
;arbao de sas Imerdades, isenio s severid
cdlosas, 3 formalidades ffivolas, do ervlco >
,
J



mray~7" "* ~** i
JHv}qt|e Pernambuco
Quinta feira de Setembro de 1873,
---------------------------*?> ________

fnarda nacional.
O toman) do povo tai sentir so dositrehaUlo iw
tacos de una iLlicplna <|iie a BKnonenria de
Snasi ura iiuarto de sceulo condomnon como gran-
emente qjfeairvaac ejercicio do sagrado direito
4o voto e a amM loMo como um embanco ao
genio indu-ttrjj^aftmMa.
O braco do artista o do agricultor nio serb
fiiaisdijitMhid'isdasjuas pacificas do trabalho pe-

as exigencias
ue dia pir di
Os millieiros de
os, sio retira
as guarnicoe,
rondas, para t
nrio, vio ser
Sifo do trico das armas,
impunlia a guarda nacional.
que. lia vi uto e tros an-
s rimaos e das offleinas para
destacamentos, para as
sefdHbres do servicoordi-
idos as -a^es c as Industrias
em piona segur-anca de na Ifberdadc.
Honra li^'i.-lato(ra d| W73 I
E' to sh tumo U > gawno a gloria da nova rer
forma. (juma o nmdn outro acto podessa re-
conimendar gratidlio nacional esta illusiro pha
iange conservadora qtio v n gabinete o legitimo
interprete dos grandes interesses do paiz, a refor
ina da guarda nacional ser-lhe-hia um inestima-
arel titulo de benemerencia.
E' por actos dota nalnreza quo lima situacao
firma a sua inlluenria no espirito publico.
O gabinete qnc eslaneoucm sna fontea renova-
ctt> da seravido, que fez a reforma judiciaria,
fluc creou os botos trbunacs %e segunda instan-
cia, que vio rebentar o mais generoso prenuncia-
ment pela diffusdo da instriiccao popular.gra.as
ao impulso patritico da alta ad.:.inistrarao, que
v a roasar-so a grande empresa da immersao do
aba^M^ilaatioi, que abri s tuteadas de ferro
n'm naWraluro ; nao p rario de um redimen coodeinoado pela opiniao
uni o ila lei-da l!) de sctomiio de 18-"0
A data da nova lej ser mais una des'a- datas
gJorioHU que o gabinete sete de marco tem direito
a registrar em sua historia.
Anula b-iu -
Aosqu todos os dias intim-m o gabinete a dei-
jtar o paitar, responder a reforma da guarda na-
cional de par ci.m outn-s actos.
E".-. este titulo que o governo tcm direito a di
xer-se iini governo da suciedade e nao governo de
um partido.
N(/fo.
lev, e de e.scrivSo Ihlcritvo o Sr. Antonio Benigno
d ^oum Fartafe
Nessodis fi *ii it>ttido a iulgamcnto o ron ap
licuado lao Ifctptista de Lima, ex pr.ica Jo c
de polrc'w, indiciado como uin dos- auioreSralvir
lro assassinato feilo a pessoa do celebre Ju.io
Satirio, qoe se aehava preso; foi absolvido, tondo
como advogado o S. Dr. Vicente Jansen do Cas-
tro e Albuquerque.
No dia G foi subineltido a jult'ainaaln o reo Lon-
ronco Mondes da Silva, pronuncidmelo arl. W1,
combinado oom o art. 35 doeodigo anal; foi ab-
solvido, tondo cunto advogado o Sr. Dr. Manoel An-
tonio da Ruioeca e .Helio.
No dia/foi jnlgado o celebre criminoso no*
termos do Buique, do Brejo e d Imperalriz, Pe-
dro Francisco dos Santos, pronunciado nesto ter-
mo no art. Of do cdigo penal; foi julgada pe-
rompa a'accan, sendo advogado o Sr. r. Jansen
ApixHIou o Dr. juiz de direito dossa deciso para o
.r
^AMBCft
mal da relncao.
No dia 8 foram subtuettidos
a julgamuito o
riios appellados Manoel Jos MoBteiro ti Vanne Canfivniaxos, porin, *tes quatro annos com
Antonio do Nascimento, aqaeHe pronunciado no
art. 203, c este no art. 192 do cdigo penal j foram contam con n justica dos viudourosl desgover-
REVISTA DIARIA.
r/l: ii frin ti. P ir portara da prc-
jJeiiia .11 pr ivincia, de 2 do corre-Ib, f"i nnuca
do. guaitU Estatifd) Gomes de Abren e Mello,
alfcre> da i' c-iinpanlti.i do l'.i balalho de infa-i
tari i -lo n Uniciplo de Nazareth.
Tcrm -5id--ii ;ia 11 provincia, o 2 do (jrrenle, foi exone-
rado a seu pedido, ftirllrio Aires di Silva da
ervititia dos nfehis de partidor e dtahibnidnr do
termo \- Iji-ju-a.
C'>lleM'tri:i piMiliu-lul. Por pnrlaria
da pr.-si-lencia -la" pr-'Vincia, de 2 lo corretlto : foi
M'iNerado Bingo Jos da t".osla, de escrivao da * Icci.iii.n do municipio de-ltez-Tros; e foram n-
ni.'a I |iara esso cargo J-w |uitn da Costa Pereira,
npirii'le cobrador essa collectoria Joaquim
fiTr-'iia di Owa e Slea.
Dahii suliiiiai'ino eost.-ift. No dia
? ;is i horas o aieia d i larde, recebtl > Sr. Pear-
son ti'li'gr.ini ni dos Srs. Tiionsoin ,v IflBkins, d
bir.l i d i raiiorniglez thoptf, no P.que
vstava o uninh as p e:tas d<4 callos, ttenla mi-
Hus di-;.uite da ri(l.id-) do Beln, e que hontom ou
k*t|e a-uera-n lerinmar a ca traliaio.
.\ i/l > il Me:i i-Jos. Cnitinttam as nf-
fcit;-: e i:- :-i pp?.r nnn senttore concor-
rci11 lambem pan i < -i-t-rii nhra,
En -i pie rallara; ea uii ficarcm andale;
mitissim.is nafras scgiib.lo -i cxompjn: Illm. e
K.\:ii Sr. -i.iivii.! i Hi-nriquo Pereira de Ln<
c-iii. D.-.-j.ir, 11 ac i.n;nnh:ir a V. Etc. no" gran-
di t* > iiioi uiitarj project-i em ijne ?. Es;. tanto
se t.Mi culpe i!i 11 -I edillsar nesta pr< v,n--ia um
asyli para os infiles alienados, offereeo a V. Kxc.
u u i le mil!) is j lias r pr iva d i interesso que
tompn- to NiTavel emp nlio, o qual nai deixar
csqu-ciJou nuintf de V. Exc. para aqueles -pie
Uverein no referido _a cos, s.m de V. Esa., alienta veneradora t criada.
Izihel Itjnicia de tiiKimin VUMn,
Gabinete da presidencia do P'-rnaiiibuco, cm 1
de saiembro do 187.1.lllaia. e Kxma. Sra. D lia-
. liti Ignacia de Gusmito Villeh. -TtMiho a honra de
accus.tr a n'oepco -la carta de V. Rxc.,renMtea-
An ama de imaafilia1, p>ra ser appUcado o pro-
dudo dalla aai obras ilo asvlo dea alienad is. Agr-
deeeiiJo a V. Eso. tai preciosa ollera, lonvo-a por
e-te aeU lflo vi'io mais nina vez pa'entear os seis
senti i eolos de pUdanirupia, o que digno d-- ser
iini.i.lo p.ir ausas patricia-', as quaes *; ideas
(eaerusas sempro ene-ntraro um poderoso auxi
io. Son com re.speii.- o eonsi-leraeao de V. Exc,
venera lar e cria lo. Uemique Pereira de Lu-
ana
liba c Exm. Sr. c i nme idal ir Bonriqne Perei-
ra de !,' i'ii.i. .."fom-iaullando a V. Exc, ni suh-
nie pr i'.ct) la odi ieaeao deam asylopara os de-
graea i is q.i-i n i n a razb, tentad a honra de
iiff r-:-r a V. Rs;. a |:ian:ia il- l)',|iara ser ap-
jilic.i la as r-s;i:-.i-vas obras. S-u de V. Esc,
aiui-1 innito .?;_ 11. o criad). Jouo V-ihtim
Gabinolo >h preside vh -l Pernambnc), I -le
meMibrodu |87i. Illui. Sr. Eennate-eoronel Joio
Val-'irin Villela. -Accus recebida a earta de V
S. ivm-ittend > a i|ualia de WO para as obras d)
asylo dos alionados. Agradoceado a V. S. estm
torta, -i ioiivo pef.-is senti'ii.'iitns do patriotismo e
caridad quo a listinguem De V. S., amirM altoi
H, venerador o criado. -Heihriqft Pereint ib' l.i
tena.
Criekot Aate-hontem e bontent os nombros
do* clubs B lh-mo t Pernumbtuatto jogaram duas
jiart; las de eritdtet, na campia de Santo Amaro
da Salinas, perante urna extraordinaria Boaenr-
rencia
No primiirii da perderam a partida os inem-
bros do do Bikian-'-, portaran! feilo i3 pontos
contra !W que liz-'.rain o do club Pernambueano.
A parti la dr lionlera foi anda gauaa pelos Per-
nsmbucanos.
tlusto pi!?Io A e-iminissao. encarregi-
4: do agenciar donativos para o teiiio en beneli-
! i aaylo de alieaados, as freguezias de Sant-i
Antonio a .le S. los, loado concluido o sen traba-
6o, roga .piellas pss is |ue dasejareni conco--
jer. >ara lia >ao hamanitario, oabseqain deeu-
vi.-tre n -eos douitivos ra dj B.irao da Victo*
lia, l-ij.i dos Srs. Arroda Irinin, ra Prim-iro de
Har o, | ,\i dus Sra. < ima-.es Inaaos, e rita Du-
qu- le Casias, luja dos Srs. Bi-t>s rioin
.Iniftiiwrsarto.-Ciimpletatn-se buje 30 an-
uos ue g r-alisoii o consorcio de SS, MM. II. do
Brasil, m (Uro pelo qual duvein estar ombandeira-
Uat as-ttsUc.x'i publicas e navios de. guerra, ha
rendo nina hora da tarde a salvado estelo.
gaiiituiui areJu-'ulojs-iet c sK-*:-
pliii-o |).'ve reunir so boje as; II horas do dia,
ao lugar do cj-iuiii--
btouietlade Cooeiliuyau. No dia 7 do
corrate deve aver asfq da assembaia gar.il dos
aaembrus desta sociedade, afim de se. proceder
leicAu da admiuistraeiu respectiva para o anno
do 18731874.
liada a
roa
do Imperador n. 3, urna obra til aos estudantes
de latim JUedifao m Qli-s com a clareza e snpli idade 'siconlram-.-e regras
para apreciar -i metro das differeo.es ou-:sVlo poe-
ta latino, i^ada exein^Ir cusa apenas .'00 rs.
P.i;rii xr-nila. Nesfa estacao pagata-so hojeas se-
fuimos Mitas:"- Culto publico, empreitado da vi-
ita do wdde, eiaslituto vaccinieo o alfand-"ga.
TiiIn os Gnceiouaris -jue dcixafm de roceberj
boj-, so puderao fazo lo ao oitavo dia til e;n
diante.
Sneiedade Lilturarla e Aux.iliu *a da lHtpu<; s 2 furas da larde, tora lugar a sessao hontom an-
unciada para as 9 horas da manh, dessa socie
di-le, ra doilangelji. 73. 1* andar.
Routoo-'N.iniaJrugadi du hontein fui roubi-.
do o armazem lo Sr. Jos ftaarte Jas Sores, na
iuip-iriaacia de Ii e:n diaiieiro de cobre.
- ladrees poneiraram lio cabeleciment i p ir
uoi ponto da ciberta lonasiiuo, oade havia ama
alu i- rip^ts, lajifj) epnis por urna j:uiella do
oio Jo pred
Itecahindo'suspeitas reli-jinentes sjbre d usindi
vidtio^ vi uiHiabalhad) e coahe
.-4joto al,. : -:uJer a ujlicn
ll'J.-.TXliOOO
l):()OJiO0J
ril:0"JO000
400:100*000
72:0004000
C-impromissos contrahi 1 is ]>ol.i sitaacao fin li,
que foram litufeitot pe'a actual
Prc.-la Sos le o.-Utlas. .
'.ontnt-i }hnt'>;. .
Aifcatwamc?*! ;. c-i:np:inhia
i**. Prestayoes amujaas do pessi-
mo calfam nto da cidade. .
DcQcit que deixou ....
T* kWWT At" Mir
Sea Jo as *viJas eojairaki- '
di ilufMo os quatro an-
n-u quelfinns oeenpado
p>der df'quantia fl. 2,i8.'J:OO0iO0O
claro, que estes ojO.-OOO^OOO que a gaifleiam"|kida aienos qoe o resultado do'eSno-
mas asMluameiite realisad.v.
PomIo, s a pax.V) partidaria, s a necessta-
de deJocubrir erros e esbanj,amentos, podiatn'au-
torisar a arguicao qne nos Ttzein de'termos nal-
Larai.'idji-ujs duiliciXiis pblicos.
3.033:000*000
os cinco, em qnn os morulUaoi que esprame
absolvid-is. Kuncclonou como presidente nesses
dous julgamentos o Sr. Dr. Francisco LuizCorreia
de Andrade, na qualidade de juiz de direito da co-
marca mais visin a, em virlude de se acbar impe-
-lido o Dr. juizdo direit interino. F- advogado
de ambos os reos o Sr. Dr. Jansen.
No dia 9 foram julgados os r< s Antonio Fran-
dseo ile Lima .Manoel Uibeiroie^aat'Anna.pru
nunciados, aquello no art. 227 o este no arl. 201 do
cdigo penal; foram ab oln-los, tendo o como
advagarins o Sr. Dr. Manoel ntonio e Luir. Gomes
de NovaesBergadas, o o 2o o Sr. Dr. Jansen.
No dia i finalmente, entrou em julgamentn 'j>
reo Francisco Jos de Lima, ex-pra-.a, de polica,
pronunciado no arl. 20o do cdigo penal; foi con-
demnado no medio do referido arligo, tendo como
advogado o Sr. Dr. Jansen, queappelluu dessa de-
cisao para o tribunal da ralaeio.
n^a/.ira Acha-se convocada| para o dia
6 do nutubi'o vindouro, a 2* jessio judiciaria des-
le termo.
Lotera.A que se aclia venda a 6i.\ a
beneficio da igreja de Nossa Scnhora da Penha,
a t|ual extrahir-se-ha no dia 6
Casa tic 2 do setembro de 1873:
Existan presos i'6\, entraran) 32, sabiram 26,
existem 331.
A sabor
Naciouaes 22S, tnullicres li, estrangeiros 48
escravos 30, eseravas 5.Total 331.
Alimentados a rusta dos cofres pblicos 293
Movimento da enfermara do dia 2 de se-
tembro de 1873:
Tere baixa :
Flix Civalcantede Albuquerque, ophlalmia.
Tivenni alta:
Patricio J.s Ferreira.
Antonio Pereira da Silva.
Cetntterlo pu'tlivo.-Obituario do dia 2
lo corr>-nte :
Carolina Maria dos Prazeros, parda, Pernambu-
co, ilOannos, solteira, Goca; parto,
Jos Marcebn i de annos,solteim, Boa-Vista; beriberi.
Francisca Candi la Saares Maris, branca, Per-
namliueo, t>t asnos, solteira, Santo Anlo.io ; na-
nielo.
Catharina de Jess, preta, Afri:a, 62 annos,
solteira, Boa-Vista, hospital Pe.iro II; desinte-
ria.
Primitiva Campell-) d-: Oltveii-a, p rda, Pernam-
bnen, 33 annos, solteira, S. los; btbercgtos pul-
manare?.
Osma, e-crava, parda, 30 ann--?, solleira, San-
11 Antonio, diarrha.
J. Relmer, branca, AIIeinanHa,.tl annos, soltei-
ra, ^"a-Vista, hospital Pedro II; febre ama-
relia.
Hara,branca, Pcruambueo, 10 annos, Boa Vi?
ta; vermes.
Mina, pardt, Pernambuco, G annos, B a-Yista;
febre cereloal.
Bernardina Antonio Pereira, bran,co, Porturral.
2-"i ,u\ti.)<, solteiro, Boa Vista ; tubrculos pulmo-
nares.
Targino Hendes dos Santos, pardo, Pernambuco,
30 annos, solteiro, Boa Vista ; varilas confluen-
tes.
Umbelina Maria da Conceico, cabocla, 22 an-
uos, casada, Santo Antonio; 'varilas.
2Stiva putIl4;v' Acaba de ser tliul
Juz i acita-se venda na Livraria Caseica, a
da trqgututa. r ss^ttictiva t. Fre Per G
e pr.eajue otn averia-njoos.
Jury de Flores. No dia i
pea*
d-i j
Sr. Di
interino da coma1
JUco o Sr. Dr. G
e-J
PASTE POLTICA
At&Tlsl ^^^HVAl>>ES
RECIFB, i DEftETEUMO DE 187:3.
. Co;io se esa ove a historia.
III '
l:n iiiisso artigo dobtinteta liciu dommstra 1.
I'ie a situaeao progre->ista, alin dos pesados e
diffloeis encargos que legou a actual, legou-nos
tambe n as tinancas da provincia OmpromettJas
e as rendas futuras euipenhadas por um fieU de
67:j'S29'li, afora a divida provenienle do juro
de 2 por canto da garan'ia concedida a estrada de
5. Fraii?isco.
Agora desorovereaMs o salado do cofre provin-
cial e.a 31 d- Je'.e.nliro de 18; i.
Nessa poca a ibrlda da provincia ora a se -
guate:
Ao Bauoo do Brasil. I.OOO.OOOJWTIO
l'or apolices emiltidas a coala
da endito do i,20 ciuios. GiOit-OOjOO.)
Mem, idem pa.a oealcamento
da dada....... 17Oi;0O030
Por uiaprestimo contra i Jo
com as caixa de dep los. 2)l:030*00T)
Exista e:n diaheiro.
Se este algarismo fr addi-
cuiiada a divida provenien-
te da garanta de piros
estrada de S. Francisco .
Fioar o daSeit relevado a .
teJiuida a divida quo nos
iransuiiuio a situaeio pro-
gmssLu.......
2,614:0004000
111:000*0-0
2,i&':0000 0
1,817:912*11)4
naram e derrancram tudo esf provincia.'
Nem o fftUIissima o -tmiginoso redaotor, m
sua renta ao sen dominio actiou que dzer em
honra do desastrado e infeliz reinado da liga.
_S dous urbifos leve para allegar, ara-A crea-
cao da escola ti-nnal, oulroo augmento das w-
colas le primeiras leltras.
Nao euumeruu os desservi?.)S, entro tis quaes $
nota a etmrcSo do curso ciminercial, funtc real
de-provcittisa eduja-.-ao'e preparo dos no>sos com-
proviar-iaiws que seguem a hoarosa e atarefada
vida do coniniercio.
V.' enro ano deixou de r amito adianto na enu-
mumerago dos grandes ser vicos tpie prestu i
provincia, norque ao msquiz (aligar I
K' original p illuslrc redactor I
Tomaremos, pois, u U'aballio de (jui se eximio
o notavel liuaiicero.
A sttuacao progressisla, em cinco annos de go-
verno, prestou, alm. dos dous servidos allegados,
os seguidles :
Coutratou o caleamentii da cidade.
Contratou parte da estrada do Goyanna.
Contratos calamentos de estradas.
C intratan tina estrada, que, passamlo pelo en-
genbo ('.arauna fasse em direceaa a Escuda.
E o que-mais fe/, 'r
la-nos esquecendo do grande e notavel mona
ment que a recordar anda alm dos seeulos o
monte caf I
Este ni momento, que constitue a sua maior
glora, Jeixou-o ella c-mcluido, mas os contratos
leitos, ou anda esto em execu^ao, ou acabaram
na actual .-iiuacao.
Mas cbando, ao oceupar a caraJ do poder, 117
escalas, deixou nos 213, mais 96 du quo exis-
tiam .'
AiaJa assim, o nossa interesse pela in-tructji-j
publica se tcm, em quatro annos, manifestado de
motil mais saliente": aehaiaos 213 escolas, e hoje
temos 325, todas prvidas e funecionando.
s progivssistas crearan) 96 e;colas em cinco
annds, nos em quatro creamos 112.
A lodos o respeilos, pas, o dominio progresis-
ta nao resiste comparac5es com a situacao ac-
tual.
Em quatro annos, apezar de .termos augmentado
eonsuleiavelne ite o professorado, de termos ele-
vado o coi-;-a Je polica a 8 K) praeas, mais 300
pracas di quo tevo na situadlo ligueira, apresen-
lanos melhoramentos pblicos inulo superiores
en corto a divida passiva la fazenda provincial.
Cempacada, portaato, esta situacao com a de-
cabida, o que dirn os viudo-aros !
Resm.ida-nos o impavil > relaefar da Provin-
cia. Falle elle, n'm por si, mas pelos vindouros,
q-iaes serS'j os miralsal is, nos oit vos ?
(Con/iiHaicwoj.J
te, no resta duvda que o aviso re]atvo a mesma
paJiA esta pelo nwsm > incdo sea val r.
Aflrrosro a Uto (note bem a Cfpcincia), que so
S. Exc. observas o aviso nffeilderia a le poste-
rior, pois que ira assim de algifi modo conceder
nos delegados e ubdelegadas -a nossihilidade de
exercer as iuncc/os ju ticiaus ;-o que oliendo a lei
que Ihes tirou essas funcciies'. Islo evidente, e
um pequeo esforco do raciocinio o prava.
Uiiuto a residecia.-camprehendes com fac
lidaJe o motivo da exigencia da-lej.
kA le exige quo oadadao resida no respectivo
tricto.
Mas, porque que a lei faz semelhante exigen
ca ?
"Qual> espirito di W ?
Seni doviJa, facilitar a administrado da justi-
ca, conciliando esta com os eommodo das parles.
Nemutro foi o pesjsamenlo do legislador.
Quando se interpreta una. lei .nao convm cn-
gir-se simplesmente lettra, porque do contrario
seria dispensavcl interp/eta-^a.
Vcrdade que guindo a lei clara ; abi vem o
principio in clara cesmH interprrlacto.
Mas, no caso ha obscuridade, e tanto ha que
nos procuramos vc/ficar'so a ypothese em ques-
llswst ooipwliendida pela lei.
Ora, pergunta-se, de quem depende a residen-
cia d> ufllcjal em tal ou tal dislrcto"
Da pessoa quo o ooraea ou do propro olDcial ?
8em duvda que dependa da que, o nomea.
Ora se o offlcial est a descripcao do presidente,
oseo presidente quem I marea a residencia,
evid nte qne a nomeacao para cargo presupoe a
resitencia ja marcada.
Sendo assim, nada mais lgico e de accordo
.oom a plidosopliia, co:a a espirito e pensamento
da lei do que dzer se que o oieial reside nn dis-
trelo para ando f->i nomeado, e reside tal qual
ao quo fa-lop'-r voulade piopra.
E-te qaso mo escap-m ao legisla ior, e suppor
que ojegislador nao o previo, fazer-lbe una ac-
cusa>;ot|ue importa ignorancia.
A l'reotncia bem compreneadeu a procedencia
de tuda que abi lca exposlo, mas n i quz per-
der o aasejo para soh a aecusaca i ftil lanzar se
sobro caracteres nobres a distmclos.
Concluiremos, paranla, parodiando as proprias
palavras da Provincia.
Mais urna publicaeao da Provincia veio com-
pruvar que seus redactores erigirn) em princi-
pio de opposic&i aiajnstica, o de*peiio e sfraneor.
Vngos atuoM.
Incontinencia.
Os liberaos da Provincia tein repetido mais de
urn santo ile vez n i|u- elles sa-i contra a monar-
chia pessoal, isto contra o sp!iismu de um ter-
co de secuta, que ha feilo da representaeo ua-
cioual uma/'tti/d o dos costumes polticos nm ar-1 filh-i do monardia p-rtuguez-transpartou para
lidade huniana, ^ue se, toraa saasive] como urna
pane d nos nrtsmd
Situado em um uutro continente, separado da
metropole por centenares de leguas -liavcndo to-
do am ocano entro o paiz conquistado e n con-
quistador, nao o de admirar qne OS naseidos B3
brasil desejassem am cofia poca flcar indepen-
dentes.
A politiea portugueza mesqulnha e desconfia-
da nao era a ais propria para manteros lacos
de uniao. D'ahi a divisar quo deptessa ss tez
ver entre os nascidas no paiz e os nascdos em
Portugal.
Mais feliz que suas irraaes, Pernambuco deveu
aos hollandezes a experiencia de tojas forcis e ex-
forros. Desajudado da metropole ou para melhor
dizer, por ella abandonado, leve de hitar s e s
expellir a invasor ?
Foi um grande exctnplo Aprendemos a lu-
tr I
Cum pouco mais, appareca a guerra dos mas-
cattt primeiro-baHmetar de independencia !
Araspiraoes patriticas comecaram a mostrar-
se e o parfido p triota tvt a revolucao de 17 em
quefoi proclamada a repblica
Si o grito dos patriotas de 17 nao se tornou o
grito da liberdaac do Brasil, culpa nao foi de Per-
nambuco, que irwluzio em fado as mas ideas I
S e desajudado leve do succambir, nao sem que
o sangue de seus martyres ivgasse o slo que de-
via ser livre 1
A Babia e o Ro de Janeiro deixaram que os por
tuguezes derramass-m 0 sangue pernambucano,
que por mais generoso, devia correr para a lber
da-le da patria.
Cinco anuos depos no Ypiranga viugava a in-
dependencia -ua-i pelo esforc) do pavo-mas por
urnatfatssaeno son i eora.
O ilrasil (con indepcndenie safe a forma mo-
narchca representativa.

Portugal nio podia ver com bonsolhos escapar-
se I he a rica colonia I Extenuado e fraco teve,
poans, de reaonbeeer sua independencia, nao, po-
rm, sem assegurar sua infltieccia.
Desejavamos lauto ser nacao que tudo nos pa-
receu |Kiuco !
Como aquelles que na flor da vida sem a expe-
riencia dos annos tuda vejen soh o prisma to
I in f do bailo, assim > Brasil saltando de con-
tente aa sol da abeldado, a todos coiisiderava
amigas.
Pobre selvagrin, que Java o ouro em troca de
missangas I Pobre swvafen que em sua simpleza
nao poda conherer a dotares alhel!
D'aiu os tratados de eoimnereio perpetuo, esees
favores e isen-.-oas rojos efleitos telemos anda de
soflrer por muitotenip-i!
Indi-pendente e llvre o Brasil, om prnepe-o
cowwCTCia
3,30.1:9125191
,eii:eU5#;72
Ser o hosso dficit do. 1,292:077*121
Haveado, porin, dlleren.a entro as cifras que
aiiresontainos e as que o oncyclopedica redactor
-la Prioincia eollegia do rolatorio do inspector da
thesouraria, apreseut ido -em Janeiro du correrte
anno, ua quer islo dizer (pie o aesso calculo soja
inexacto; ao contrario,prava que a llustre redac-
tor aiuda urna vez nao saube disirmcbar o.j-igo
das cifras que conten o mesma rolatorio. Paran
anda os (atoes m-r:intento de fundos que (he aira-
pal'iaram a capitula.
Entre a eunuuieracao das cifras que conslitiwm
a divida passiva, vi-) o eximio redactor 6i> cantos
lomados por emprcstime a dilerenles eaixas, e
per.-Hadio-s que tad i essa quantia iiaportava di
vida para co:n as cuixas de depsitos I
Se livesse prestado attencaoa partejdi relalorio
que trata djsdepsitos' vera que sendo a recol-
ta respectiva de 27leonas cm dinneiro.nio pjdiam
os tuesaaus depositas emprestar 604 cautos ; varia
mais que nessa parte se indica terem sido as -seas
euipreslimos apenas de 201 cantes.
Mas, i ilustre redacMar^apezar dos seus altos co -
nhecimentos finanseiros, estaca peante as ctfr*.
.los balaucos e rolatorio- como se fossem mn^ixo
de soto caberas I A nao ser isto loria comprehe.i-
ido que 400 cotilos foram o resultado de tori-
mento e fundos, para regalarisar a escripturagio
das caixas dos emprestimus do Banco do Brasil e
do exereic do 1871 a 1872. %
-Mas, nio|f:njrmos queslo desta nlnharia quando
se trau de u.i) fiuanceiro que taut avalla nas co-
lumnas da Provincia, fi oraunanto elle decora mais
esta .licao, traurenius de demonstrar a applicao
que a situafo actual tem feito dos dinbeiros da.
provincia, e a que llzeram os deinelUores wcgrts-
sislas.
Em quatro annos que a astual silaago distri-
bue e applica os Jnhairos da provincia, teena sido
oxocutadas e estaj em con>ilrui*eio a segtoiee.
obras :
Ponte-da Magdalena.
Dita do Caxang.
Dita de Pao d'Alho.
Ditade'Una.
PaQo da asscmbla
Reo lU-tni-cj-i do theatro.
Jardim de palacio.
Escolla mo'dello. ."
Cal i, d-Pajea.
Estrada-de Pedras doFozo.
Dita de Gravat.
Dita do Muribeca. '
Dita le Pimenteiras. '
- no sertao.
Ca-a da cama-a municipal.
Com todas estas obras j foram dcspetwlidos cor

arWander-lca de 1,800:000^000.
Aa lsbc:*ac lu Pcruaisabiseo.
.Vnica nos Begamoe a responder a qualquer m-
tcipeil.e-ao, enibura nao n.is importemos com a
sua precedencia.
remos como amigos da paz, da orden e da li-
herdaJe, mas da liberdade dentro das raas cons-
liloei -nacs, dado as explicarles que a dignidade,
a l.om-.i e o patriotismo, patelo peta rellexao,nos
aconselham. .
Se, porih, en alguna ooeaailo nao cejemos as
esigefiei ^s de adversarios pouco generosos, eavi-
losos, e par ventura intrigante? porque, em no-
nio da eonfanea quo o partido conservador ins-
pira topis,leos plena cerl.-za da repuja prosap-
ia u efflcaa .ue ua opnfio publica eneoatran es-
5J3 exigencias desabridas, seno absurdas.
Que razio ha para nlii procedemos assim, se
a>iluacai, cuja prnci^il gloria poKtica o gabi-
nete de 7 Je marco, tao briosa e tao fecunda an-
da nao deixou "de corresponder as aspiraees do
paiz, principalmente aqu em Pernambuco, que
cm quadra lio espinhosa u'ana-se em encontrar
-o!;.-' garantas do oruem e dosevolvimento d
hbcrJalo na robusta e Ilustrada intelligencia da
nraJo o integro magistrado, qns com tino e
prudencia admirareis, seuta-se na eaieira da ad-
minstsae.V)
Sim, se o paiz boje se orgulha de ur arran-
cado de si o cancro roedoro elemento servil ,
que o tornava untipathico no mundo civilisado, dc-
vo-o ao partido Conservador,e nao a quem na op
posyao demolidor das nossas santas inslituieoes
e na poder ucoberenft e vingativo.
Xa-i recejamos a discussao. porque d'clla que
vivenos, por ella que o nosso crdito mais se
radica na opiniio do paiz.
> Vivemos da poblicidade, Srs. falsos apostlos da
liberdade.
Seos noss">s injustos adversarios snppScm que
nos engazopnm, cstao engaados.
-\ o nos enlibiam os seas sophysnas com vis
lumbre de tegalidade.
Se c da iipmia, publica o do cumprimento da
lei, que tiramos toda nossa selva do vida, como
qne os rissos adversarios peusaui emmaranhar
nos con: argu.nent is capciosos ?
Nao fui seno sobre este proposito, qne foi os
cripta o artigo qne se publicou n Provincia de
2!) de agosto, quu loai por titulo -Actos illigies.
*Alm do intuito que all se nota de ferir o ca-
rcter recto e jiis'eeiro do Exm. Sr. Dr. I.u?en,
e que est cima d-j lo lo o elogio, ha tambem
signaes de zembar da opiuiaj publica, a quem a
Provincia nao cessa de desivspeitar.
Ponhamos as causas enr seas termos.
Dase a Provincia no principio do artigo :
Mais um fado vem coiilprovar que o Sr. Lu-
cena erigi en principio da adniairtracjU) a n-
fraegao das leis.
a As n imea-.o -s de dous olBdaes do corpa de
polica para detegado e subdelegado da comarca
de Guianna fSo o facto a que alludimos.
Depos transcreve o aviso Je 23 de jallto de
I3:ii, concebido nos seguintes termos :
Illm. e Ex.o. Sr.Tenbo presente o sen O'flcio
de dsste muz, consultando se a urden contida uo
aviso dost,; un sterio Je 4 d; jiniho ultimo, mau-
danlo demittir dfficiaos militares quo se acha-
sem occapaado cargos pobciaes, se refere tambem
aos offlciaes refornados da excrcto : e em res-
posu le.ihu a declarar- lite qao essa ordem ap-
plicayel tani-i a-is olficlaes da exefeito como de
polica em ctTeetivo xeicicio : io abringe, pit-
rn), us reformados que residirem nos lugares
para os quaes sejam e.npregados como delegadas
ou subdelegados de polica.
4 Deus guarde a V. ExcZacaras de Ges e
Vacomcelos. Sr. presidente da provincia de Per-
nambuco.
Como se v, a aviso anterior i novissima lei
da reforma jddiciaria, reforma que tirou todas as
attriliuieOes judiciaes que pola fegislacao anterior
eram exercidas pelos delgados -e subdelegadas.
Se a reforma judiciaria posterior ao aviso,
se aquella fez desapparecer o motivo, em eeOse-
quen:ia di qual foi necessario an aviso que esta-
belecesse a incompatibilidade allndida, clara esta,
que desapparecendo a razao de ser do aviso de 25
dei iulha, nao ten, procedencia o nesmo aviso.
Qual fui o objetivo do aviso em qiiesto t
Outro nio pie ser seuli o exercerem o dele
gados e sulidel-gadas fuaceSes jadiciaes.
Mas, se j)ela reforma judiciaria os delegados e
subjelegaios perderam essas fuocc,Bes, onde" ir'
buscar a Pvwmcia o obiccfvo para 'sustentar
actualmente a applicacao do aviso de 23 dejllia
de !8til ?
Se hoje a reforma judiciaria anegas deu aoS de
legados e subdelegados attribnigyes que sio me
ramente administrativas, como querer-ae pn'te-1
aba forra tria decs lo qne s' Mvo-efltleTfeni *C*n'
vfrtndc cas .fltrfnnl'jdBs judiciaes ?
O fjtie prclj.aina' na dttvida que ftjl escolhlda
pela Proofixci t, c3mo qnp para embtucar aboa'
razio, a regra -:essinte rattunte lgis,etssX 'isx
ips'.
Nao de-le me se trata, rerda^e, mas sim
doum avisT^eJarecendoum podio :de duvda daj
lei; m is se o ponto de duvda deixoa de eXislir,
Eorri posterior fe-Jo desapparecer, tam-
em -iso que o esclarec.
Of rncipio nos vemos qne aro-
forma ;r.' j|f tintercT nesta par-
remedo do taima imperio.
E' o nesno pie j (Masaran nostos term s:
nem Minos Uleabstas, nem realista* parea : sao
os dous extremos, a soguilla milito mais vicioso
do qne o primejpo.i
Parece pois que, para os provincialistas, mo-
narcha pessoal syiiouino de realista pu o.
Se assim nao elles que externen) bem clara-
mente o seu pensaniente.
Entrecinta convui regwtrr as palavras mnito
significativas dos liberaos da Provincia ta no-
narcha pessoal, sophisma de um ter-;o do '
cula ha fita da representaeo nacional una burla
6 Ous costumes puliticos um arremedo ia bairo
imperio.
Hnothante conssio capital o envolve a
mais lancinante invectiva contra todo o passal.i
daminio, sjoer de canssrvadores, quer de lilieraes
Por noua parte nao aceitan >s a ingenua ron-
fis-ao, pas que j d iclarsnos irurlo explcita-
mente o seguale :
Liberaes monarciiistaa da Provincia, ni i po-
dis occiillar os vossos intuitos. Vos snis os ho-
mens de todas as pocas. Estis promptos a
abracar e a bajular a ni niarchia. quauli BStacs
uo poder, da.q-.ial enl-i usu-s e abu-a-s ; apenis
apeados do poder, que e.uiipnimetleis e desacre-
ditaes, pao duvidaes attribuir ao sy-tema os vi-
cios o a coirup.o, que obra vosea, cxrl-i-va-
uionte vossa.1
J v.n, portante os liberaes, que, inJ penden-
lemente de sua alias honrosa coniisso, ja nos
outros bem conheciainos e apreciavatnos a sua
poltica do todos os tempos ; nao necessitavamss
dessa publica denunciacao, que muito p ide con-
correr para ensinameiito de t -do o rebmlio ao
cuidado e guia dos palinuros da Proviucht.
Nem por isso. porm, achamos desengranada a
tctica de partilharem coinnosco os proventos da
sua obra patritica da perversfia dos costumes.
A eonlnsu nm remedio heroico para a re-
missao dos psecados trtnsactos. Permitr De-is
que aprovcjte, como lico para o fut-aro, a vossa
passada mpeiiit-mcia. Emquanto porin nao jos-
tiflcardes, por actos, o vossa arrepen lim-nto de
hoje, pfermith que, como medida do prudencia,
nao nos entreguemos confiadamente vossa di-
receao de hons pastores,
Agora flcamos sabendo qijo, quando vos refe-
risles aos costumes perdidos e grangrenaios, era
vossa inteii.-ao attribu los m narcha pessoal.
Bem, lonanos nota; nas sempre sena boin
por isso cm troeps miudos, porque vos declara ,-s,
qu-? vos refers monarchia representativa so-
pbisnada
Onde a foute do sophisma Donde parle a de-
generado e a gangrena dos co-tumes d) povp
brasilesro um terco de seculo I
Nao. vas nao fallaes de boa f ; vos tondas al
guia cousa no cora-.-ao, que os labio* tecusain
declarar. Vejamos se pdenos ailvinhar :
Vos dizeis quo nao sais realistas poros ; que
nao atacaos em substancia a monarchia, quer
dizer, nao repelbs em tlirse a mesma monarchia ;
dizeis que o seu direito pedir pao e feslas (j
milita esmola); dizeis que o sen direito subs
crover de ante nao para estatuas de Cesares,
anda que sejaui|N*eros ; para=-phra?eaes os dis-
cursos de Emilio ilas.elar, o sol da democracia
mooerna, o Paulo do apostolado da liberdade ;
(a levantar muito a nonta di veo) queris o
parlada liberal como propheta boje, e poltico ama-
uha ; partido de i.la hoje u partid i d'aco ama-
nlia. emfim, Srs. prooincim s. nos vos com-
licehendemos perfeitamenle bem ; para o b un
enteudendor meia palavra basta, e vos ja dsscStos
de mais.
Se alguma duvda padesse anda haver, esta
Icaria dissipada pelos trechos seguintes de vossa
prophecia :
u Se um poder sophistco, e p a* consegainto
illegitmo feomo a da monarchia, que chamaos
pe-sual) lograr anda, por muito lempo, e.nhar-
gar-nos o passo, ai dellc que nao do nos.
Na lerceiro da a lousa ha de partirse, o no
tribunal da idea vencedora o nosso caminho ser
o da direita.
Ceg ser quem nao veja.
O terceiro dia o da resurreicao da ideo ven-
cedora ; essa idea a Ihese ou o ideal s, que os
liberaes nao repeliera; mas que nao qnerem
desde /...por bem da liberdade.
O poder sophistico bem o conhecem cues que
to eslo, cada da, a denunciar.
Um passo baje, dous amanha, urna estacan a
empa, esta;os iirapras, bous ventos, boa ma'.
Nesta conformdade entendanos os nossos
amigos.
Querem no mais claro ?
Andar assim.
eSTUDO'SOBRE OS PARTIDOS.
(Contnuacao.)
-
Continu-nos nosso csludo.
Serios partidos monarchistas que primeiro
analysaremos.
0 bem e o mal de que se ressente o Brasil a
elles sao devidos.
Pde nosso escalpelo nio ferir cefteiro, mas ha-
vemos de trabalhar com dsposicSo o ba vontade.
Si o Brasil ji tem males ebronices, ainJa nao
se acba era estajo desesperado Baj ba vontade,
naja smeeridade, baja patriotismo e elle se cu-
rar.
O quo o prejualca nio o mal, sao os medicas
miererem conservar o fenfe "ie ddrrapato qne
matiu a ulcera.
Contiauemos I
.%
Conchita o leitor que faemos nm estuJo retros-
pectivq sobre os partidos. Mocos anda, quas que
6 por Iqducr-ao rallaremos opassido.
VnMiiria poltica do plz esl'anila por rscre
ver : nio remos elementos par fazela.
tjntrdtaiito, aproveitaremos o poueo que a histo-
ria offerece.
O amor da patria ujn sontimento innato no
eoracao do hornera : Tudeluos crear aflei65es om
outra loealidade,. adoptar outro paiz, mas nem por
i-so iBerereiniis aque'le queTios sorrio na in-
fancia, aqiiette em que tivcmoe nascimento.
0 africano -arrancado a selvagera, chora seu
adnto parz :-D chim, como ornsso, morre de
nostalgia longe de seu torrao natal.
E* que a patria tem alguma cousa de persona-
a America a monarcliia -nica [llanta que nella
ve ceja.
Os interesses portiiguecs nao podan) ser sopi-
tadus masniioc de halle qoe o d-iidor dos An-
des se arroja s niveas, qne o Amazonas repelle
por leguas as po ler isas aguas do ocano, e que
essas armas robustas e son lares fallam de li-
berdade e foren, de gran lea e poder.
Em face desta magostado dos trpicos, deste
cea sempre sereno, tale sol sempre brilhante, se-
ria de espantar que a monarchia sefundas-e com
formulas de-tp ibcas !
Ta uhem na scio da constituate se Duran ou-
vir votes dem x-ratii-as, o se o partido mciiarchis.
ta prevalcceu. fui isso devido a vena educa-.o
portuguezae mais que talo -porque a monarchia
se apresentava s-.-b o aspecto liberal.
Nao ohstame foi a conslituinte dissolvida E'
que nesta .America fadada aos dennos do porvir
a liberdade devia ter suas hitas I
Aiuda urna vez eonbe ao pernambucano protes-
tar c-ntra esse golpe de ctad e embora j entiio
o partido que se nppoz ao poder se chainasse car-
v lliista,.'nem por isso sobo nomo de seu chefees-
queceu o pirnripio liberal '
21 teve de ceder for.a. e a c:nstituico foi ju-
rada.
Embira factura Je Jz consolheiros ou palacia-
nas torea eonfessarque a carta constitneonal
que anda boje nos rege eneerra principios libe-
raes -garantas de dir.it>s e disposicOf'S, pelas
quaes mnitos p-v>s da vetha Europa anda hoje
pleilam !
Nao tivess'in o; parliJjj monarchistas que tem
estado no podar empecido a nstraceao do povono
tivessem de cerlo temp > para c tod s empregada
esfercos para corronper o paiz, que outro seria o
nosso* esta Jo poltico, e nossos costumes constitu
donaos I
Opportunamente trataremos desse ponto ; e en
lio mostraremos que s de si deven |ueixar-se os
partidos polticos por nao eontarem o apuio popu-
lar que s p Je resultar de urna esclarecida opi-
nio.
Muito breve uteros-es eslt'auhus ao Brasil vie-
ran! trazerdivergeucij antro o povo e o imperador.
A laflaeucia portnjnuza e o fivortisma tize-
raia uascer no primeiro reinado os partidas com-
da e patriota, o.originar' a lata qUO veio lindar com
a sodicjb militar de 7 io abril.
Revende precaver o threno de D. Maii II, em
quemo primeiro imperador, como D. Pedro IV, ha-
via abdicado o (escantcntamento que essa lata e
a da Cisplatina baviara pr-iluzidojunto aui-
tnosidade exislente entre brasfieiros o portuguezes
-tuda lovou o primeiro imperador a abdicar dei-
xando o Brasil,que devanea ser justos, alguma
censa Ihe deve.
Durante o primeiro reinado a lula dos dous
principios opp)s!o! se fez v-vel, tondo o rcpubli
cano seus representantes no parlamento, t-xi-lindo
o partido monarchsla dividido em ulicos on de-
dicados a pessoa da monareha o cm raonarchistus
qoe aceitando a realeza, :; qoeriam com organisa
5.A0 o mais possivel democrtica havendo um ler-
ceiro grupa que denominado moderado conliuha
os monarchistas em seus arroubos e os republica-
nos em seus ataques vind 1 por fim a seren elles
os que ttzerain inclinar o lei da balanca para a
manutencaa da con-ttuigao.
*

Antes de consideramos o* partidos monarchis-
tas durante o lempo da regencia do segundo reina-
do, imparta -pie Com a historia vejamos o que ti-
z-.-raui elles nesse prineiro reinado.
Pareca que -leixanio o governo desptico, que,
nao tendo a edil cacao poltica i|ue exige a platica
constitucional poderiam mais fcilmente, -no pri-
meiro re nado, ser establecidos os abusos.
Entretanto saja qu citlos Je patriotismo e en-
thuslasmo mais actuasse entao o interesse publico
que prvada, ou quo menos corrompidas tivessem
nossos pais mais virtudes cvicas, devenios reco
nhecer que entio o syslema oleitoral era mais rea
e moralisado.
Ento os candidatos nao se impunbatu forea e
nem o pavo em sua escolha necessitava de p >ntei-
res-p.ra em vez de verJadeha eleicio represen-
tar un farra
At a opinio republicana- linha c redactor do
Repblica como seu representante na as.-ombla, e
esta aiuda nao ciiverti-ia ora confiara de peda-
les como sua malaria espirituosamente denom-
nou o conselheiro Zacharias, Impunha-oao gover-
no, sem que a desabrida oppo-icao que la*aui,
obstassea una nova elecao, apara exemplo veja-
se aquelles deputados que despedidos pela lacni-
ca falla : Est encerr da a se sao voitanun
nao obstanto.as suas cadeiras para continuaren
cm oppusiy I
E' que eulao uao eram pi eeisas ertwaras un-
nimes para a marcha do governo, nem se^ tiolia
estabeiecdo o axioma de que o governo nio deve
perder eleicao.
E' que a eaptiMflHmo nao era anda ln*tm;ren-J
ca, os pais da patria modalboes galoanisados, os
partidos iA'irtttl teresse particular a nico movel das aeooes I
E que anda entao-a patria linha alguma cou-
sa de santo, aliberdwk alguma causa -iie.dfino, e
o patriotismo nio so tmba convertido em pttrijtu-
aem I
O liberal nao o era s em nome. e o muuarchis-
ta amava a realeza sem adorar a re !
Anda havia bro e moral idade, e a nacao nao se
linha aiuda convertido em uui aggregad -de raen
digos, que coberl-.-s de farrapjs -vai con a-lijeli-
nba pedir l caldo qne lite mala a fome ou esten-
der a maopara rebeber a esportul, que o susten-
te, degradando I
Neste ponto temos retrogradado I
Omegal
( Cjntina )
1
Banco Commercial de Per-
. Mambuco.
A directora do Banco Commercial de
Pernambuco convida os Srs. accionistas a
reunirse en assoabla gem, no dia 10 de
setembro viudouro, ao raeio dia, na casado
Banco, ra doVigarion. 1, para seren'
apresentads o relslorio o balando relativos
ao periodo findo em 30 do juilio protirot'
passado.
Recife, 23 de julbo da 1073,
Os directores,
Joo (la Silva llegadas.
A nton io Jos Leal liis.
Francisco Ferreira fallar.
CpMPAMIA
Phenix Pemambucana.
Toma riscos martimos em merendona-*,
fretes, dinheiro a risco e finalmente de qual-
quer natureza, em vapores, navios vela nn
barcacns. a premios muito mdicos.
RA 1)0 COM.MI-RCIO N. 3i-
COMPANHU ALLUfltyL
seguros mari timos e terres-
tres estabelecida na Bahia
em 15 de Janeiro em 1870.
CAPITAL 4,000:0005)000.
Toma seguro de mercadorias e dinhej/o a
t.co martimo em navio de vela o vapores
para dentro o fra to imperio, assim com
contraj fogo sobre predios, gneros e fa-
ron-las.
Agento : Joaqun) Jos Goi>c.nlvcs BeUrfc,
ra do Commercio n. 5, Io andar.
Seguro conira-logo
THK I.IVWU'OOL & I.ONDON (V GU1
INSURANCE GOIPAHf
Agentes
SVINERSBROTHERSdC.
11 Corpo Santo11
INORTHERN.
)
\
Capital, .
Fundo le reserva.
20,0()0:000?.. '
S.OOO-.OOUJK'^U
Agentes,
jVftts lalham & C.
RA DA CRUZ iN. 38.
SEGUROS
CONTRA L0 FOGO.
A companliin Indemnisadora, estabelecide
tiesta prar^a, toma seguros martimos sobrv
navios e seus carregamentos e contra fogo
em edificios, mercadorias e mobilias: na
ra do Vigario ti. 4, pavimento terreo.
PKAGA DO P.ECIFE 3 DE SETEVURO
DE 1873.
AS 3 1/2 ROBAS DA TARDE
(titares olllciatM.
Apolices-da divida publica de 6 0|0, 3 Orf) I
premio.
Cambio sobre Londres a 90 dv. 96 I4 uor 1 COO, houtem.
A. P. de Lemos
Pelo presidente.
Antonio Leonardo Rodrigues.
Pelo sccretario-
4LFANDEGA
Aendimetito do da 1 a t .
dem do dia 3 .
f0:859W4
22:36808 126.227'l
3:W3j7:i!
* mm.
DISSERAM ALGMs ..JhDICOS
Torloi'os re \n Hr. Ayek sin'
axcejlcntes, mas o Peitohal de Cuma
edmiravel, uao enhecwnos remedio me-
lhor para tusse e deflu>
volum.es sahidos
No dia I a 2......
*ri;ncraportanodia3 .
jegundajwfla.....
l'prceira aorta .....
rrapjche C-iheotio .
SERVTC0.3(4MTlM(i
Mvareogas decarrec.idas no'trapleti.
da aJfandeRa no dia \\\ .
Ditas ditas no dia 3......
atracados: no'trap, da alfande^a
iVIvarepgas.......
N'o trapieh-' Concaicio ....
4.651
!l
Pfi
49
82
oVS3*
1
S
l
7
RECE&EDOniA DE
Raes'DE _
-Wndiniento do dia 1 a l
dem Jodia 3 .
\PAS I.N?BHt\A8 fiK-
THNA1!
/
I
Dscarregam hoja 4 de setembro de 1873
Patacho inglez Nanc y -varios f eneros para al-
fandega. '
Eseuna inglezaGeorge Dulelesvarios gener-i-
para alfaudega.
Barca franceza Rtiouf varios genero3 para ai-
fandega.
Rarca ingleza = Dolpitim varios gneros par
alfamlega, ferro e carvao j despachad--
para o caes do Apollo.
Barca ingleza- Eduard Herbert ferro e earvao
j despachado para o caes do 'pollo.
Lugar inglez Nareaator varios gneros parre
o trapiche Conceieo, para despachar.
Barca dinamarqueza Do'rthea varios genero-*
para o trapiche Coneeico, para de*-
patinar.
Barra inglezaBlaney Brotherscarvao j do*-
nachado para o 2o pouto.
Ic:iHiltic<.
Buouod-Ayres, escuna bespanboa Trova-
dor, consignada a (ioncalves -BeRran & Fi-
Iho, manifestou :
Couros seceos 70.
arque 147,200 kilos aos consignata-
rios,
SBSPitiHOS DE EXPOHTAf.OA NO Df.i 2 DE
SETEMBRO D 1873.
Para os portos do extei tur
No vapor francez Erematfhe, pgra Par*.
Barracn : K. R. P-nto Guimaraea 1 barril com
47 kilos de peixe.
No navio francez Coligny, para o Havn.
carregaram : Harismondy & Labille 728 eonros
salgados com 8,736 kilos.
Na barea brasileira Amizade, para o Rio d;i
Prata, carregou : H. B. Oliveira Janior 630 bar-
ricas com 65,752 kilos de assucar branec.
Piro os porto* do interior.
Para o Rio Gran lo do Sul, no palhabote na-
cional Rosita, carregaram : t. Oliveira, A C. ti
pipa* com 6,720 litros do- agurdente.
Para Mossor, na bareaca Frron'rn da Glo-
ria, rarregou : J. A. V. Barros 3 barricas eom Kl
kilos de asanrar branco, e 3 pipas eom IA10 lirr
de agurdente.
CAPATAZIA DA ALFANDEtlA
Rendimento do dia I l 2 2:42l77:;
dem do dia 3 ?jjW>;
\
\

1
\
^


Mo
Quinte fra 4 Ar&tombi fceajument
Mein ilojiij,
3: !2i>j089
176
U:3fMi
BCIFE DRAlXAGft.
fteadiueato do da 3 .
dem do da 3......
r
108*456
3301736
4594193

Santa Casa de Misericordia
do Recife.
MmnwiNTc SP PORTO
-No armnzem do Auno?, dcfronto d'alfandega.
Mavio entrado no dia .y.
Buenos-Ayre -.'lO.dias, sumaca hospaauola Tro-
Dador, do 131 tonelada?, capitl) Joaqun) Gre-
tott, 6 nhoesde carue; a J. J Goncalves Bellro Observaco.
Alo h-juve saluda?.
mim
Editl n. 55
Pela aspeetoria da alfandega se faz pblico,
que lio se tendo efTectuado a arrematado de tres
esealeres, aondncada ptor odilal n. 48,! por falla
de lieitaates, se transfero a mesma arrematas a
para as 11 horas do di 4 do correte, na guar-
da-mora dast reprtigo.
Alfandega Pernambuco, de setemfcfo de
1873.
) O inspector
'iitufl .1. de Carcatno Res.
Edital n. 54.
Pela inspectora da alfandega se faz publico que
lica trausferida a arremalaeao da mercadorias
abaixo declaradas, annunciadas por litaos ns.
44 46 e 50, para as 11 horas da man Vi do dia i do
correute, porta desta reparticao.
52 chapeos de pello de lebre abatido?, que fa-
ziain parte da caixa marca J. S H sem numero,
rinda do Porto na barca purtugueza Vencedora,
earradaem IfJde julho passalo, abandonados aos
direitos por Joaquim de Sotiza Maia, no valor oti-
eial de 1735383.
Marca G P !5 caixas rom fructas, vindas no
vapor francez Ville de Rio de Janeiro, abandona-
das aos direos por Antonio Gomes Pires.
Alfandega de i'ernarabuco, l. d setembro de
1873.
O inspector,
Fabio A. de Carvalhi Reis
Edital n. 56.
I
Pela inspectora da alfandega so faz publico,
4ue nao tendo sido elTectuada a venda da merca-
dera abaixo declarada por falta de concurrencia
ao valor bfttcfal, se transiere a mesma venda para
\s 11 horas da manh do dia 3 do correute, porta
Mata repartido.
Armazii n. 3.
Marca J M B -n. 31 urna caixa viada le Liver-
pool no vapor inglez Gladiator, desearregada em
12 de ontubro de 1872, ignora-so a censignacao,
coBteude o seguinte :
16 o apeos de fcltro de la nao especificados,
simples, no valer de 4Ci91.
-"i ditos de lecklir d* algoJo, sem poln, no va-
lor de 7/233.
1 gorro de l nao especificado, simples, no va-
lor de l'i'tO.
Alfandega do Pennmbueo. 2 de setembro de
1*73.
O inspe tor
______________Fabio A. de Carcah Reis.
O Illifi Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial em cumprimento da ordom do Exm. Sr.
presidente da provincij, de .'10 de jullio prximo
passado, manda fazor pablico que no dia 11 de
rtetubro prximo vind mro, perante a junta da
Sazenda da mesma thesouraria vaem a praca para
ser arrematada por quem por menos fizer os re-
paros de que, precisa a ponte sobre o rio Goyan-
aa, oreados em i: 1260U0 e sobre as clausulas
eapeeiaeg abaixo transcriptas
as pessoas que se propozerem a essa arrema
lacio cornparecam na sala das sessoes da referi-
da junta, no dia cima monoionado pelo meio dia
e competentemente habilitadas.
E para constar se mandn publicar e presente
pelo jorml.
Secretarla da thesouraria provincial de Pernam-
hDCO, II de agosto de i873.
Clausulas especiaes.
I."
Os reparos da ponte sobre o rio Soyanna sero
reculados de conformidade ciwt o orea ment e
ta approvadOB pelo Exm. Sr. presidente da
irovincia, na importancia de 5:126J000.
2.'
O arrematante dar oomceo as obras no prazo
de 20 dias e as concluir no de 4 metes.
2.a
O pagamento da importancia (Jo contrato ser
realisado em tres prestacoe? iguaes, correspon-
4eaio cada urna a terca parte da oora.
4."
Para tudo mais que se acbar especificado as
presente* clausulas se observar o que dispSe o
regalameat de 31 de julho de 1865. ,
O ofllcial-maior,
Miguel Alfonso Ferreira.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que no dia 18 do car-
rente moz,perante a junta da fazenda da mesma the-
oararia, se ha de arrematar a quem por menos
lizer, o fornecimento de alimentado e dietas aos
presos pohres da casa de d tencao, no trimestre
de outubro a dezembro prximo vindouro, serva-
do de base arremata gao os prego* das tabellas
bfJCO transcriptas :
Domingo, almoco e jantar
Sefaaoa-feira, idem idera
Tcr'a-ft'ira, idem idem
Qnarta-feira, idem idem
Quinta felra, idem idem
vfeira, idem idem
Sabbado, i lera dea
|Dietas.
De ordam do lllm. 9r. Dr. proredor interino da
Santa Casa de Misericordia do Rocife, faeo sabor
que em eitnprimento da lei n. 1120 de 17 de Junho
do crreme anno est aberta concurrencia para
se contratar o servico mortuario e de carros fu-
uebres, de conformidado com as disposedes da
mesma lei, recebendose propostas nesta secretaria
ar o dia 11 de setembro s 3 horas, di tarde,
para serem abertas na sessao da juma nesse
dia.
Os proponont tero de tubmetter-se s dispo-
sienes da citada lei e [mais s condifoes que vo
abaixo transcripta*; do vendo versar as propostas
unicamento sobre um abate na tolalidade dos
precos consignados como baso as tabellas abaixo
tambem publicadas ; sondo preferido aauello pro-
i onente que maior abate offerecer era ditos pre-
cos.
Secretaria da Santa Cata de MisericorAa do Re-
cife, 18 de agosto de 1873.
O eserivao.
Pedro Rodrigu de Souzd.
LEI N. 1121.
O bacharel Heurique Pereira de Lacena, com-
mendador da imperial ordera da Hosa, cavalheiro
da de Christo, juiz de dfreito presidente da pro-
vincia de Pfcrmmbuco :
Faeo saber a todos os seus habitantes que a as-
-embla legislativa, provincial decraton o cu sane-
cionei a resoluco seguale :
Art. 1. Fica sob a dirceco da Sarita Casa de
!tfisericoi*dia o serrico murtaario e de carros fne-
bres desta cidade.
Art. 2.a A mesma Santa Casa poder contratar
cora os que actualmente fazemeste?ervico du com
quem melhores vantagens ofTerecor o referido ser-
vico, sob as seguintes bases :
. 1." Prazo nunca maior de 20 annos para o con-
trato.
2. Obrigacao de indemnisar o contratanto aos
demais estabelecinrentos de carros fnebres exis-
tentes nesta cidade.
3." boacao nunca menor de vinte e cinco contos
de reis ananaes, por parte do contratante, para
o lira de serem applicadoss obras dos estabele-
citrerrtos da mesma Santa Casa e especialmente
ao asylo de alionados.
4.* Precos de carros fnebres laxados em ama
tabella, que dever ser revista de 5 em 5 annos.
5." Re-peito total e completo das taxas cobradas
actualmente pela municipalidade.
6." Obrigac o restricta de, lindo o eontraq, en-
tregar o contratante menma Santa Casa todo o
material dos seus cstabelecimentos em perfeito es-
taio de oonervaclo e sem nenhuma inderani-
saco.
'rat'.i de que se trata no art. ante-
I) nettido approvacao do presi-
:i, a quem fica igualmente incum-
! s tabellas de precos dos carros
380
380
380
360
380
310
340
N. 1
N. 2
N. 3
N. 4
N. 5
380
400
640
400
400
Ser tambem fornecida aos precos ceia na i n-
poruncia de 120 ris, em qua: to est oreado o al-
woco e na mesma proporeao.
E para eonstar, se mandou publicar o presente
fkilo jornal
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco, 3 de setembro de 1873.
O ofllcial-maior,
Sk A. Ferreira,
Edita! n. 57.
Pela inspeetoria da' alfandega de Pernambuco
ras da maoha, porta desta repartidlo, se ha
de arrematar, livre* de direitos, as mercadorias
abaixo declaradas, apprehendidas nos dias 26 e
V de agosto dado.
6 camisas de 6 chapeos deteciitode l, simples, a va-
lia os por
i pares de botina* de couro para lio
mera, avaliadoi por
-) camisas de teeido de algoda cora
{eitos de linho, av diadas por
ti camisas de flanella, avahadas por 125273.
46 camisas de teeido de monm estam-
pado, avahadas por
1 calcas de casemira, avahadas por
- lencos do teeido de linho, lisos, ava-
llados por
1 feote de deas remos, avaiiado por
Alfandega
35037.
165 JOO
5223
625103
21600
22578u
35373
9O50O0
de ParnambnJo, 3 de setembro de
O inspector,
Fabio A. de Carmino Reis.
Por esta retarticao se faz publico, do ordem
sda lllm. Sr. Dr. chefe de polica, que se achara re-
-ceUdos casa db detengo como fugiJos, os es-
raffK,Antoiuo, jb majar Belarmino do Reg Bar-
as; Cosme, de francisco loee das Yirgens ; Joa-
j^pum. ha palce'Fknciseo Ferreira d? Souza Bran-
de; Jos"., de Belfo Costa; Manoet, de Jos Igna-
cio de Mello e Vceete, de Bernardo Nogueira.
Avisa-se aos mencjciados senhores, afim de virmn
os praz i breve relamar entregi de ditos os-
sravos.
Secretaria de polfa de Pernambuco, 3 de se-
asarod>iam
S rindo de secretario
frncis J. da Silva Barroso.
Art. 3. >
cedente ser
dente da pr.o. i"
bida a revi .!
fnebres.
Art. 4." Finio o contrato a Santa Casa conti-
nuar a fazer o servido nelle estipulado, respei-
lando sempre as taxas munieipaes e revendo as
tabellas no sentido de baratear o preco desse ser-
vico.
Art. 5." Ficam revogadas as disposicoes em
contrario.
Mando, portante, a todas as autoridades a quem
o connecimento e exeeueao da presente resolHcao
pertencer, que a cuaipram e fajara cumprir lo
inteiramente como nella se contera.
O secretario interino da presidencia desta pro-
vincia a faca imprimir, publicar e correr.
Palacio da presidencia do Pernambuco, 17 de
unho do 1873, !>2. da independencia C do im-
perio.
L. s.
Hcnrique Pereira de Lacena.
Sellada c publicada a presente resoltiQo nesta
secretaria da presidencia de Pernambuco, aos 17
de junho de 1873.
O secretorio interino, *
Adelpho Lainenha Lins.
CONDIQOES PABA 0 CONTRATO DO SKKV'ICO MOIlTUARloj
E DE C*nROSFl'NrcniVKS.
1.* Duraeo do contrato por vinte annos, lindo?
os quaes dever o contraante entregar Santa
Casa, sem indemnisai'o de naturezaalguma, todo
o material empregado no servico mortuario c de
carros fnebres, em perfeito estado de conser-
vado.
2." Obrigacao de serem p lo contratante indem-
nisados todos os estabeleeimontos de carros fne-
bres existentes nesta cidade.
3.' Satisfacio da doacao annual de trinta con-
tos de res, realisda a do l. auno integralmente
no acto da celebracao do contrato e as dos annos
seguintes em prestacScs triinensaes pagas adian-
tadas.
4.* Offerecimento de flanea idnea no valor da
dita doacao. ,
'i.' jriga?ao de submetter-se o contratante ao
pagamento das tixas actualmeute cobraJas pela
municipalidade.
6.a Empisicao de multa, que nao ser menor
que 305000, uein maior de l'.H)jOOd, sobre o con-
tratante nos casos de usulllcieucia de material ro-
dante, de animaos, do pessoal, em summa de tudo
o que for nscessario para que o servico contra-
tado se taca com proinptidao, ordem e lim-
peza.
As multas serao impostas pelo mombro da junta
da ^anta Casa cncarregado da fiscalisac/io desse
servico, liaveno recurso para a junta.e da deci-
so des'a para o presidente da provincia,
7.' A imposraj de mais de dez multas dentro
de um auno, por qualquer um dos motivos ex-
pnstos ilarlugar resciso do contrato revertendo
todo o valor da lianca prestada em beneficio da
Santa Casa, a qual tara novo contrato, ou realisa-
r por si mesma o respectivo servico, conforme
resolver.
8 Em qualquer dos casos (loar a Santa Casa
desde o momento da resciso, na posse de todo o
material c accessorios respectivos, por tempo nun
ca superior a seis mezes, pagando a titulo de ala-
guel aquillo, que for arbitrado ; c no caso de re-
solver fazer este servico por si mesma, proceder
a acquisigo do d to material, se poder chegar a
um acco.-do cora o ex-contratante sobre o seu
valor.
9.' O contratante lica obrigado a transportar
gratuitamente, fornecendo atades de 6.a classe, os
cadveres das oessoas desvalidas e das que mor-
rerem quer n s estabelecimeiftos de caridade si-
tuados nesta cidade e seus suborbios, quer fora
delles.
TABELLA-A
CO.NDUCCAO DE CADVERES.
Adultos.
i* elasse. Carro puchado a tjualro cavallos de-
centemente ajaesados e coburt de mantas de pan-
no prein orladas de gala i e franjas ; caixo co-
berto com um grande panno de velludo preto com
borlas as ponas e orlado de galio e franjas de
ouro. O carro ter cpula e cornija support.idn
pr columnas de urna das tres ordeos de arcbjtec
tura (jnica, corntha ou composita) com relevos e
domados, lOOOOO.
2'classe.Carro puchado a dous cavallos de-
centemente ajaesados, cobertos do mantas de pan-
no nreto, caixo coberto com panno de velludo
pretu orlado de galao com borlas de prata. O car-
ro ser mal simples do que o do I' classe nos re
levos e dourados, com cpula, cornija e columnas
da ordem drica ou jnica, 505000.
3' classaCarro puchad i a dous cavallos e cai-
xo coberto do panno de velbutina com galao ou
franja de pal beta falsa e borlas da mesma quali-
dade. O carro ser semelhante ao da 2* classe e
pintado de preto sem dourados, 305000.
4" classe. Carro simples puchado a dous ca-
vallos e caix) coberto com um panno preto de
l, tendo smenlo urna cruz branca no meio.....
105000.
Alm dessas classes, haver carro do luxo a
aprazimento das partes, e cujo preco qao pc-der
exceder de 2'050 0, incluindoo aluguel do panno;
e carro de eariiade, cuja armaco poder ser em
forma de urna pintada de preto.
Os carros para donzellas sero iguaes na for-
ma e no prejo, variando smento as cores e or-
natps.
Prvulas.
1* classe.Carro semelhante ao de 1" classe
para adultos, sendo o c lixocoberto de velludo e
galao de ouro e forrado de senra, tudo de cores
apropriadas, 505000. ,
2" elasse. Carro semelhaole aos da 3'classe
para adultos, com edres apropriadas, sendo o cai-
xo coberto do velbutina e forrado de sefim de
qualidade inferior ao de 1' classe, tndo com as
euros apropriadas. Os caixoes desta e da 1" classe
podara ser pintados e dourados >ou prateados, se
as partes nisso convicrem, 3 '5000. .
3* elasse Carro simples semelhante aos da 4a
classe para adultos, pintado de cor apropriada, e
bem assn o caiio, O/OOO.
llera desjaMCI flsse?, haver lamban*firTO
de luxo, cijo pMca nlo'peder* exeedel def...
1005000.
O carro de luxo e o de l* classe, tanto para
adultos, como para prvula.-, Itrio aaeeiro cria-
dos, vestindo rica libr.
O pre^rj da condaocSe e veltaarlo dos eadaHr-
res, que se acharem tora das freguezias de Santo
Antonio, Recite, S. Jes e Boa-Vista, *ser adgmeH
tde com 5 0/0 por cada kilmetro, a partir do
largo de Pedro II.
TABELLA -B
ARMACio DS ICAS.
1* classe.Eca com tres estrados, cpula, figu-
ras, emblemas, guarntro de vedado, panno fino,
gales de ouro ou prata entrefinos, trinas, borda
dos a ouro e enfeites dourados on prateados, oa
creps, penachos, 1605000.
2* classe. Eca com. tres estrados, figuras, em-
blemas, guarnigao do velludo, panno lino, ga-
I5es do ouro ou de prata enfadaos, trinas:- creps
805000. r-i
3" elp$#a.-B#ai .tem derri^sladp|; anarpifo;
de velbutina, Cazenda de la, galSes de palueta, tri-
nas, volante, 405*000";
classe. -E^a com um estrado guarnecido de
baeta, volantes. gale9 de baixo prec,o, 105060.
Alm dessas classes. poder o cenlratante, a
anr*.iBTeTiro das partes, armar ecas oatenota-
pniots de rtflor proco. ~
TABELLA -C
ARMACio DE IOREJAS.
P-classe.
1.a -Guarnice de velludo, panno tirjo- e gUSs
emblemas, franjas depuro c prata entaefiaos em
cada .Jtar lateral, 185000.
2.aBHanascapeB> mores 245000. .
3.'-niOnjm cada BWrta 65000.
4." Dita em cada tribuna e pulpito, irrclu'srte
colcha 95OOO.
3.-Dita no fjro por cada colcha 35000.
O forro das parede de grojas, ser feo pelo
proco que o enrarregado de funeral ajuSfor'ciMM)
contratante, ltenla a-aatoreza o quantldad da
tolla qrWP'rlorive-d-'applicar.
3a clMe.
1.a Guanuco de vefbudoa, fafenda d la, sa-
ldes e emblemas em cada' altar bteral, 12/000,
2.a-rra as capellas mores kfrjoe.
3.a -Bita cm cada porta-4i010,
4.aDita em cada tribuna pulpito, inchttre
colcha, 65000.
5.*-Dita no eonro eada-colclia 2i03.
TABELLA--
vestuauios do. r.Awawra
Adultos.
Habito de alpaca fina das diversm ordens rek-
giosas 165000
dem de alpae* de qnalcdade inferior BJMR
dem de dita mais ordinaria 95000.
dem de metim 75*300.
Vestuare da Conceirto ou da Soledade, feilcr de
seda comgaloes e rendas entrefinas 605d00.
dem de setim panel rom galoes o rendas de pa
lheta 235000.
dem de cambraia eom galoes de palheta___
165000.
Habito de moriin"branco 7O0O.
Prvulos.
Vestuario rico de S. Miguel ou Santo Urbano
61 000.
Dito de S. Jos ou S Joo 305000.
Dito do Menino Dens 205000.
Os mesmos vestuarios, senJo de qualidade infe-
rior por metade dos ditos presos, o seado de setim
ordinario com galao de palheta falsa pela terca
parte dos mesmos prear.
TABILLA-E
ATADES.
1.* classe.Forro de panno (no preto guarne
cido de bordados do metal dourado ou praloado
de galao entiefino com emblemas mortuarios.....
805000.
2.a classo. Tudo como na primeira classe, mas
de qualidade interior 60000.
3." classe. Forro do panno preto- nuarneciilo
de galoes de palheta, simples ornatos 45000.
4." classe. Forro de alpaca preta e galoes ordi-
narios 2050 0.
5." classe. Forro de metim li'jOOO.
6.'classe.-Simples madeira com os seguintes
tamanhos:
Do 0-.50 a 0-.80 35000.
De 0,90 a 1-^W 45000.
De 1-.40 a 1,-80 65000.
Os atades de qualquer das ditas classes nao
sero pregados, e tero dobradicas e una aldraba
e trahqueta.
O aluguel dos caixoes para condcelo dos ca-
dveres mao para o cemiterio ou deposita los
em igrpjas, ser do 45000 a 165000 para adnlts,
cnfpformo a ornamentacao, o para prvulos du 25
a 8i 00.
Companhia de Seguros Uti-
lidade Publica.
Nao se tendo reunido numero dos ?rs. accio-
nistas para sessao de assembla geral do dia l.
do corrate, a direco de accordo com os esta-
tutos de novo os convida a se rcunirem na rna
do Vigario n. 6, sextafeira 5 do corrente urna
hora da tarde, para se fazer a eleieo da commis-
so de exame de contas, e se proceder de con-
formidade com a ultima parto do art 39, dos es-
tatutos desta companhia.
Recife, I.' de setembro de 1873.
Os directores.
Francisco loaquim K. Britto,
Candido C. G. Alccforado.
-* A co:nmisao tiOIWadYk-l j Exm, Sr.
presidente da provincia {"'MEA' prendas
para serem venriidas em ioilu no dia 8 da
setembro proxiao em qttle e fjer collo-
cada a pedra fuDdatftentaf^^Wl (je alio-
nados, roga ir tcios os afeilHoras e ienlioras
moradores nesta freguezia,.em cujo corceo
se aninha o espirito^ de, car id ado e retalio,
ae dignem prtjirar o objectos tjoe dictar
sua generosidad, pois quo do dia 1.* de se-
tembro em diairto a coamissap irocurar
arrceada-los; e aquees que tivoram a bon-
dado do dispensa-la deste trabalh pdem
enviar o quo destinaren) para tal ffrn 4 casa
di> pr. Moscoso, cota que ainda mais penho-
raroa ocinmssoj.
Ffre^uezia da Ba-
1S?3.
nhfaK*
"Visfii, 30 do agosto de
Fronieisco Ignacio Pinto.
Dr. Pedro d'Athaydc l. Moscoso.
Prlnclpiario.especiaenle eom a
nfio iracioif,
locada' pela orchesfr em scena aberta e pefan(:
a efflgie de- S. M. o Ipiperador.
Pruneira representa cao do inagrrinco drama en
1 prologo e 4 actos, de costumes mltltares^com-
posrfS do distmeto escriptor hrasilelro o
Dr nrnHro Villcla
autor dos Sheons e Jesutas e outras composi-
coes dramticas, intitulad-! :
t'
t |i*rtiiffiH-A ele le 111 va
r-ni Pernambuco
Assemblage-rat. .
Bd ordem do Fffit. Sr. p*endnle do roriVlfio
convido aos senhores socios effertivos do gabinete
portagnez de teitnr, a reunfrem se cm tisseuiWca
geral no dia 8 do crremelas 11 hoAsBa'manha,
na sala das respecti* *m9," artf dfelegerem
onoto-ceaselfcoe'eamralssaode oane>d contasi
segundo as disposieid d& artigo dos estatutos.
Secretaria do gabinete portuguet de leitara-em
Pernambuco, 4 de sesernfirade 1871
K. Hfc Aiuorioi
-". -________V satretiTl).
tlfSf'EGr.AO DO ARSENAL RE
' -MiftlJIflA*.
Faz-se publico que a e^mmissio de peritos exa-
a*iapdo na forma deteraiinda no regalamento
annexo ao decreto n. 1374 de .i de feverero do
18j4 o casco, machina, raldcira, a parelho,
mastrearao, veame, amarras e ancoras do va-
por Gi'i'ii da companhia pernanjbifcana de na-
Tegafo costeira, achou fodos es'ses objbctos em
estedo de poder o vaper coalinuar no servico em
que se emprega.
InspeccS? do arsenal de marinha de Perrtnrbu-
co, 2 dtS seterrfbro de 1873.
Francisco Romano Stepplc da Silva
tnsiiecte^. .
(inda a audiencia
BRASIL E PtlUffi
Perfionascn.it- do prologo.
Brasilio syrabolisando o Brasil Sr. Bernardiao.
Ludgero Sr. Penante.
Dr. Ambrosio Sr. Mximo
Um velho Sr. Lima.
Um estudante 8r. Barros.
Matoilde D. Filomena.
Barbara D. Ftlonilla.
Urna velha D. Mara.
1. voluntario Sr. Henrique.
2. dito sr. Lyra.
3.",to Sr. Paiva
soldado?, povo, msica e voluntarios.
Pcrsona^ens do drama.
cebe carga, e trata-se cornos ecmsinatorios f. ila
Aquiuo Foiiceca & C. snecessores, ,-i run du Vi-
gar n. 19, 1.a andar.
ParUAtn

pretende soguir.com pouca demora a escuna por-
lugdez Christia, de Ia clasw, captJr* Loureiro,
porter a maior parle de seu rarrtj amento enga-
jado; e para o resto qoe Me falti trata-se com o
co asignatarios Joaquim Jos yp^alves Beltrao 4
Filho, ra do i'.oinnieicio u.
Sahbado 6 do corrente, rinda a audiencia 1I0
Sr. Dr. juiz de direhe- da 2' vara, va- em praca
para serem arrematados por quem mais der, os
movis seguiutes : t du.ua de cadeiras de guar-
nicuj, 2 ditas de brari, i sof, 1 par de con9olos,
1 mesa, de meio do sala, 1 espelho grande de pa-
rede com trem e com lampo de podra, 1 relogio
grande" de parede com caixa, I candelabro com
tres Iu7.es e 1 par de lantvrnas cora eastieaes de
bronze ; sendo que dita mobilia de madeira de
Jacaranda, c tolos-estes objectos fosum aviliados
em 1-.25, por securao que movaJoa riano Nogueira Antonio Goagalves da Silva.
Sr. Lacerda.
Sr.- Thoraaz.
Sr. Barros.
Sr..L)raos.
Sr. SiNa.
Sr. Flavo.
D. Mara da Gloria.
Sr. Braga.
?r. Correjn.
Sr. Henrique.
fr. Paiva.
Sr. Bernardino,
Sr. Penante.
Sr. Mximo.
Sr. Barros.
I) Filonlla
D. Filomena.
t. Henriqneta.
Sr. Henrique.
Sr. Lyra.
Sr. Vicente.
Sr. Fernn les.
Sr. Taurino.
Correio
geral
lleldfo dos objectos registrados existentes
na administraee dos crrelos desta pro-
vincia, para as .pessoas abaixo decla-
radas :
Anua de S. IVsula, Antonio Riheiro da Crista e
Silva, A. Tiburcio de Saut'Anua, Adtilpfto Henri-
3ue M., Antonio Marcelino Alvos da (vista, Arlin-
o Francisco Nogueira, Antonio Jos Pereira de
Merdon>;a. Bertmo Jos de Miranda, Francisca
Joaqun) Pe eir finto, Francisco Xavier Pereira
de Urito, Francisco Luiz Ozorio, HelenBoom Tra-
vassos, Jeuina F. Dias Ferreira, Juveniano A. Pe-
reira Duarto, Jo) Joaquim Memles da Bocha,
Joaquim Jos dos Santos Aranjo, Jos Raposo Pi
mentcl, Jos Vidiciano de Mello, Jos Augusto da
Araujo (2), Joo Francisco Itibeiro da Silva, Jos
Thomaz C. Pessoa; L. Leocatfi.. de Mftnercs, Hanoel
Antonio Fermra Gmnes, Malurino Barroso de
Mello, Maria da Gloria Araujo, Salvadore Marlo-
rclli, Thoiaaz Carneiro da Ctinha e Vicente V. da
Serra.
Administraran do correio de Pernambuco, 1 de
setembro de 1873.
Jos Candido de Barros
Encarregado do registro.
-aaaqft'-^j-'*^SBi>nyir>*i^>.- ^m.**,^, ~..*jg*. i^k--.*
Si
rrii
.i
J 1
Estrada ik ferro Pa-
raense, no Para.
Tendo a assembla geral dos accionistas da
Companhia Urbana da Esttaia de Ferro Paraense,
antorisad a venda desta empreza, a commisso
eleita para este fim recebera propostas para a
compra da mesma al o di 1 10 de noverabro pr-
ximo, no Para, podendo os proponentes obter des-
do j as circulares o examinaren) os estatutos,
bem como os relalorios da compan ia de 1870,
1871 e 1872, no eseriptorio do Englsh Bank ol
Rio de Janeiro Limited.
INSTTUTO
GRAPHICD
AfiCHEOLOG
COE
llavera sessao ordinaria quinta-feira, 4
Jo corrente setembro, pelas 11 horas da ma-
ulla.
nniiK.M do da.
1. Pareceres e maistrabalhos de coramis-
sos.
2." Palestra litterarra.
Secretaria do Instituto, 1 de setembro de
1873.
J. SOAKKS AZEVEDO,
Secretario perpetuo.
Sexta-feira. 5 do andante Diez, vai praca
de venda, linlaa audiencia do Dr. juiz de orphaos,
pelas 11 horas da manh, o sitio- do Beberibe, cha-
mado Olho d"Agua, avahado por 4:5505<'O0, e o
terreno no raesrao lagar, avahado por 2005OOO.
SAMA CASA A MISERICORDIA DO
RlCIFE.
A Hlma. junta administrativa da santa casa da
Misericordia do Becjfe, manda fazer publico que
na sala de suas sessoes,-ilo dia 5 de setembro, pe-
las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas p
quem mais vantagens ocreeer, peto tempo de um
a tr s annos, as rendas dos predios em seguida
declarados.
ESTABELECI VENTOS DE CARfDADE
Becco do Abrcu;
Ssbrado de 4 andares n. 1 48O5OOO
Bna larga do Rosari*.
Ferceiro andar n. 24......2805000
PATRIMONIO DOS ORPUOS.
Rna de Gerrazlo Pire.
Casa terrea n. 2 ...... .
Ra da Sewala-velha.
Casa terrea n. 16......
Becco das Boias.
Sobrado n. 18 ......
Rna daCtm
Sobrado n 14.......l:O0OMt
Os pretndanle* dever" o apnasontar ao acto da
irreaatajao aa suas llancas, oa cmvparecewm.
aco-i panhados dos respectivos !iadi>rosr. danda
pagar alem da renda, o preno da qaantia i
que for s"eguro o predio que cCn^iTer eslabcleci-
mento commorcial,assimjrao o semijo, da Bm-
peza e proco* dos apjfaretlios.
Seere+arii da saau casa- d* roi>>rieordia du IW
eife, de eetembrt) 918m
O- e^erivio
Pedro Bo-ignet Sw.
EMPREZA
Gr;i Sabb'ado
de setembro
DtAS LAICAS E5
JUFu.l I :\y
do magnifico drama em 4 actos, original brasilei-
ro dos distinctos panlistanos U. do Amoral e
C. Barata
Ci}3
138*080
28HHM
4215000
cujo assumpto tirado da gnna entre o Brasil
e o Paraguay
Hymno nacional.
Pooaias patriticas.
Urilliantc allegoria.
Msicas marciaes, fogos cambiantes, theatro de-
corado com as cores nacionaes, etc., etc.
O 2. acto do drama e passado no Paragey.
O espectculo do sabrado terminar com a de-
sejada comedia em 1 acto :
ROSITA
Os apuros d'ui.1 esuiaule.
na 'mal a actriz Manuela Lucci desempenhar
4 diferentes papis, e o de domingo com a come-
dia em I acto :
1111a experiencia
i pedido de muitas pessoas do commercio.
Sabbado s 8 1|2 toras.
Domingo s 8 horas.
Aviso.
Estando j tomados todos os bilheles de cama-
rotes e cadeiras do primeira classe para o espec-
tculo do da 7, a diivccio resolveu dar o mesmo
espectculo no Sabbado, 6, para assim satisfazer
o grande nuuMtfo de eiicnimiidas que tem re-
b:ei(U>.
O resto dos bilheles para qualquer dos dous es-
pectculos esto desde j venda no lugar do
costume-
Marque? de Caxias
Geuiral si.
tfrigadeiroCfrrfarv
Baro do "fraraplo
Drigadeiro Pinfiero Gubna-
raes
Lpez, presidente da repu-
publica do Paraguay
Madama Lyncft:
Caminos, seu secretario
Coronel Barrios
Castilha
Commandaiite de Huraayt
Sfasllr
Lndgero
Dr. Ambrosio
Um estudante
Barbara
IfatbtMa
Juanita, paraguaya
1.a soldado brasileiro
2. dito dito
I.* soldado paraguayo
2.- dito dito
Verotw-o. soldado paraguayo
Soldados brsileiros, soldados paraguayos, esta-
do-maior do marquez do Caxias, estado-maior do
general Osorio, estado-maior do Lpez, etc. ete.
DENOMINACOES.
Prologo.-Os voluntarios da Gloria.
1. acto.-3 de novombro de 186
2." dito.A passagem de Bumayt.
3.a dito.-As prisioneiras brasileras.
i.* dito.A queda de un) tvranno.
SCEXARIO.*
Prologo.
Scena dividida. Ao lado urna pr.ica cora sobra-
dos ao fundo e ao lado. Do outro o interior de
urna casa, cuja frente com porta e janella d t)a-
ra a praca. Grande quantidade de povo circula
pela prac;i e das varandas penden) colxas e ban-
deiras naciona;s. O prologo passase no Recife.
t. acto.
Um acampamento paraguayo Um mangnlho
ao lado. Ao fundo na perspectiva cntrincheira-
mentos, sinuosidades do riu Paraguay e a forta-
leza de Humayta na parte que representa a ba-
tera de Londres. De um lado nina tonda em cu-
jo topo trmula- a bandeira do Lpez. E' ma-
drugada, porra os fogos avermeihados illurui-
nam scena.********
Scenario todo novo.
2. acH.
Um acampamento brasilciro cercado do matto.
Ao fundo barracas. Vera rorapendo a aurora pou-
co a pouco,
3. acto.
O interior da vasta tenda do Lpez tomando
toda a largura do theatro. Mesas com atlas, map-
pas geographicos, etc. etc. Scenario novo.
4.a acto.
As margens do rio Aquidabam. Bosques ao
lado e ao fundo ao longe. O rio correndo pelo
fundo. Scenario todo novo.
O theatro acha se convenientemente decorado.
3 bandas marciaes
preenchero os intervallos do drama, tocando s
inai lindas peQ.is do sea repertorio.
.Va scena final do drama as tres I andas mar-
che e a orchestra do theatro tocaro cojunta-
mente o
Ilyuno nacional.
Aviso.
A empreza pede as pessuas que lizeram eucom-
mendas de camarotes e cadeiras, o favor do pro-
cura-Ios at sabbado ao meio dia.
Principiar s 8 l|2 horas.
Em consecuencia da empreza estar preparando
o drama Brasil e Paraguay, deixa de ter lugar
nesta semana o beneficio da actriz Filonilla de
Paiva.
PACFIC SI
Pdf
Linho cpifnacnHl
O PAOt'Kft
S *^ r W % ^ ,%.
espera su da Europa al"6* fli' 11 do crreme,
e depois da demora do cdMuFfle*Mguir para o sui-
do imperio, Rio da- Prata*e rfosta do PkMtca, par
onde recelar pa?sageiros,eBecnml-se dlnbrt-
ro a frote. _^
OS ACENTE
Wilsou R.iwe A <*
14RIJA DO COMM WKSO I i
Pofilii' Stenin RMpra m\my
I.Snliu aiiiuxeustl
O PAQUKI i:
MAGELLAN
espera se do snl at o dia 12 dft correite, e do-
pois da demora do costume, seguir para Jr
Li-
verpool, via Lisboa, para onde reevber na?S
geiros e carga.
os a(i:nfi:s
v>\ ilsim Rowe A C.
14RA DO COMMERCIO1*
1
Santo Antonio
EMPREZA
Segunda-feira 8 de setembro
Recita extraordinaria
fiOin beneficio outros cmprcgndo do
* theatro.
ViUH.hA.u.11 A :
Representar se ha pela oitava vez a muito ap-
plaudida phantasia em 2 actos, de grande appa-
rato
i.iWU
IffiSSAGEBIESMWTTMES.
At o dia 8 do corrente m z c pera-se da Eu-
ropa o vapor francez Rio Grande, o (pial depois dx
demora do costume seguir para Baenos-Avres,
tocando na Bahia, Rio ce Janeiro e Bfontevido.
Para condicSes, frotes c pasagens, trata-se na
igeacia, ra do (xnnierciu n. 9.
Ateo dia 10 do corrente wi esperi-se dos por-
tos Jo sul o vapor francez Kiymanthe, comman-
dante Bouhe, o qual depois da demora do costn-
ine, seguir para Brdeos, tocando cm Dakar (Go-
re) e Lisboa.
Para cnndiQoes, fieles p.vsagens, trata-se na
gencia, ra ilo Commercio n, 9.
Para o Rio-Gninde do Sul.
I'reteude seguir com umita brew.lade o pallta-
boe Rosita, por tor algumn carga tratada e para
a que Ihe falta trata-se '>>m os consignatarios
JoaqnJn Jos Goncalves Bellno iv Filho : ra
do Commercio n. 5
Para a Babia.
Pretende seguir com milita breviclade o palha-
bote nacional Joven Artltur, tem parle de seu
carregamento engajado, e nara o resto que Ihe
falta trata-se com os seus consignatarios Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo t C, no seu eseriptorio
ra do tlom Jess n. J7.
Rio de Janeiro
O brigue naronal S. Pnut), sabir com brevi-
dade ; para carga, trata-se com IV, eir Viafos
\ C. na ra da vigario n. 7, priuieiro andar.
Para.
A barca nacional lUdina sabir com bcovjda-
do ; para carga trata-se com Pereira Visna 4
C, na ra do Yigario n. 7.
rtv

Wtt&EXXJk
^^"""^"""""""f*"a "aaajrfra*"afa^a*',*"B^"j""""^"a*' -_______________
Domingo 7 de setembro.
Anniversario d
fant-ft-arnal anciaa do Braisil.
Reentrada **- ae*ri*
M^tfirt- ttA GJfUA
Sorui-eendente emtetttci/Jto ena
a "H ano*wriNMrto da
ndcyc-ndcncta
-Marta
MUcte
lnd
(Masica de Offemback)
Terminando com cnthusiastico
Cneai
Iluminado por deslumbrantes
Flanainas de bengala.
Comecar o espectculo com a representado da
chistosa comeda em 1 acto :
COWfflUniS
desempenhada pelos artistas
Xisto Baha.
E
MARA BAHA.
Principiar s 8 horas.
DISCORDIAS DE
*
M.WAMHA
NAVEGACAO BAHIAW
LB1TAM
llacei, Pencdo, Aracaju
e Bahia.
E' esperado at o da 8 Je corrente dos porfoa
cima o vapor Penedo, e seguir para os rnestooa
uo dia seguintc ao de sua cagada
Recebe carga, passageiros e dmbeiro a frete i;
tratar com os seus agentes Antonio Luiz de O
veira Azevedo Q,., ra do Pora Jess n .:7
tiEL.
-.->*
Gabinete
Porluguez
Leiliira
de
Ra do Imperador
QUIJCTA-PEIRA ti DO CORRENTE
tlUino conc&io
DE
Hugo Biissiiiever
aju4ado pelos insignes artistas.
Mmc. Matilde Bachelery......... Canto.
Sr. Candido Filho............... Flauta.
Mr. Sules Poppe................ Rabecea.
Sr. H. Bussjneyer............... Qrda.
MASO.
Mrae. M. Bachelery.
Mr. Gustave Werlhfime.r,
Mr. Sules Poppl.
Sr. H. Bussmeyer.
Bobetas da entrada a...... o000
Blbetes de familia a....... 15*000
a venda na-livraria franeaza e no armazn de mu
sicas de S. Azavedd, roa Xava- n. 11.
SOS
Pa^a o Porto.
Aofearta pfoposto para sepair euia a maior me-1
vid-de o brigue portuguez Unido, aja o qjoe re |
fabrica
Pos*
si nm doBnii
Hoje
s 11 horas da maula
iutervcncSo do agente Ia!
ulio Bordes.
SKNDO:
Urna machina bydmnlica co*m pertenjas, I !*-
lanca decimal, I grande balean o grade de m-.d*v
ra-para eseriptorio, 1 taxa de_ ferro pacacngei
I dita de cobre, 1 bomba para agua, I d.ta pe-
quea, 1 cal le ra a vapor, 2 ditas de fabricar sa-
be, 3 rcslriadeiras de madeisa, 3 bicas, I i
de pinho, 1 caixa com formas para fazer vellas, i
mesas para assenlar as formas, I ..aldeira de fo-
Iha de Flapdres com tomeira, 1 laxa pequea d,>
cobre, I peso de forro de 2 arrcbs, p Wtvs
obiectos.
Estabeleciment proprio para qualqner prmei-
piarrte, sob condices a dinlu iro ou a prazo, o
propria fabrica cima declarada.
hotel dama larga do Rosa-
rio n. 31.
C6NWAPD01 DE:
mesas, -aparadores, cadeiras, machos,
grauJe gu
do
pinaiBa.

-




Diario de Pernambuco Quinta feira 4 de Seteinbro de 1873.
Vs, dos movis, Ido?, Iiebidas, trcra de rainha-
e mais pertenra o oottii lia rtn larga do ltosario
n. 31.
A' II hor.is do da cima.

Leilo
im
40 caixas com mar* novas
Hoje ;
A\S II HORAS DA MANHA.
O prepo-to i\ afrenta Pestaa far leilo por
cunta e risco do quem perteneer, ile 40 caitas
com macas, noje 4 do correte, U 11 horas da lim-
aba.
Grande
LEILAO
i*
pianos novos e usados
pura liquidante
ao correr do martetto.
QUAHT.1-FEIRA IODO CBRENTE
Sendo:
9 elegantes pianos novos de armario dos mais
afamados fabricantes de Paris, 1 dito de meia
canda do celebre fabricante Pleyel, 3 ditos de
armario usados.
Antonio fHi de Azevedo, querendo acabar com
o deposito da pianos, far leilo ao correr do
martello, por intervenga do agente Martins, de
tojos os pianos novos e usados., existentes em sou
armazem de deposito.
A' ra do Bario da Victoria n. li, entrada
pelo sobrado d. 14.
Principiar e leilo s 11 horas do dia.
avisos ovosos
Precisa-se alugar ura
preto de meia idade: nesta
typpgraphia.
30,0U 1IS.
Boa gratificaejio
Perdeu-se nontem (13 do coirenle) na cidade de
Olinda das 6 para 7 horas da tarde, urna pulseira
de ouro de le, tendo a lita arrendada com urna cor
fusca, no centro tem inri taco cujas pontas sao cra-
vadas do pendas, no centro delle urna grande es-
meralda quadrada, acuinpanhada de cada lado
com urna perola ; perdeu-se a mesma do oKao do
Amparo em seguimento a niesma ra, Quatro Can-
tos, Malhias Penetra, subida do boceo que sahe
em S. Pedro Velho, ra de S. Bento at a entrada
do becco Porto Seguro, dalii ao voltar ao pateo da
Ribeira e ladeira da mesma : roga-se a quem achar
e querendo restituir, dirija-se ao oitao do Amparo
casa grande, que t*m um porto ao lado, ou no
Recife, largo do Paraizo n. 28. Io ou 2o andar,
que se gratificar muito generosamente : pede-se
aos Srs. ourives, ou quaesquer mitra pessoa a
quem fr offerecida, fava o favor de apnrehender,
lava-la a qua Iquer um dos lugares indicados.
Muita attencao
Anda contina o armazem de louca de barro
em liquidaco, nos fundos da toja da ra da Im-
peratriz n. 51, entrada pela escada.______
Moleque.
Precisa-se de um de U a 15 annos, para ser-
vico, de criado, que seia fiel e inielligente : na
ra Nova n. 19, I. andar.
CASA DA FORTUNA.
AOS 5:000^000.
BILHETE8 GARANTIDOS.
4' ra Primeiro de Marco (our'ora ra oV
Crespo) n. 23 e casas do costume.
O abai.xo assif nado tendo vendido nos gen* fe-
Izes bilhctis, un quaito n. 96$ rom 5:000*, un
meio n. 12JO com :HJ00, tres piarlos n. 615
*om lOOfi e nutras surtes de iOi eOJ da lo-
tera que se ara bou de exlraliir '(i'i ), convida aos
possuidores a nrsni receber na /ortf>rmidadr
do ciislume. sem descont algnm.
Acbain-se venda os fclzos hilln'tes'garantidla
la J3* parte das loteras a bcnehVmda nova igre-
ja de Nossa Senhora da Penha (65*), que se ex-
trahir no sabbado, 6 do correnle aiez.
PRECOS
Bilhete Intciro 6*000
Meio bilhete 3*000
Quarto U500
KM PORC.0 DE 1 005000 PAHA CIMA.
Bilhete intero 5*500
Meio bilhete 2*750
Quarto. 1*375
anoel Martins Fiuza
AZEM
VAPOR FRANCEZ
Rl'A DO UtAO A VICTORIA
X. 7Outr'ora NovaN. 7
Calcado
ESCRIPTORIO
COMMERCI L.
199, lina da tela, 1
LISBOA
Lniz Fclippe Leile k lnn:is
Precisa um casal alugar melade de urna ca-
sa de familia, que nao exceda de 10* mensaes:
na ra da Palma n, 6o.
Olinda.
Alaga-se una casa na ra
ra, com quintal e caciitba
Amorim n. 37.
de Malhias Ferrei-
a tratar ra do
i..
df>
---
*
&
--
at-
MU:! >fi.;:M:.::
DENTISTA DE PARS
19- RA NOVA!9
J. M. Leroux, cirur-
M*
-
*%-
-
giao dentista, succes-
sor de F. Gautier, es-
pera continuar a me-
recer a confianza dos
clientes da casa, edo 3
respeitavel publico em
geral.
w; PfjfitfUHtimimil
Joaquim Jos Goncalves
Beltrao.
Ra do Comitierci n. 5, !. andar
Sacca por lodos os paquetes sobre o banco
lo Minho, em Braga, e sobre os seguintes
ulgares de Portugal:
Amarante.
Arco de Val de Vez.
Baroellos.
Beja.
Chaves.
Coimbra.
Covilh.
Faroy
fuimnres.
Lamgo.
Lisboa.
Mirandclla.
Monro.
Ponte de Lima.
Porto.
Tavira.
Valpassos.
Vianna doJCastello.
Villa do Conde.
Villa Nova de Famaln-oo
Villa Nova do Portimiio.
Villa Real.
Vizeu.
Valenca.
Figueira.
G. A. Sebnorbusch.
Os melhores charutos da
Baliia.
Regala Britnica.
Regala Imperial.
R'galia Real.
Riachuelos
Demcratas.
Suspiros.. %
Conchas.
Operas.
Prncipe de Bismarck.
Trabucos.
Bahas.
Deposito em Pernambucu no armazem de Cunha
Manta, ra do Mrquez de Olinda n. 23.
soravo fgido.
Pngio da ca-a do aba.xo assiprdo, no dia S9
de agosto do correrte anni, o sen escravo de no-
nie Manoel, com os signae: seguintes : preto, esta
tura regular, costuma unar cavaignac pequeo,
-bastante ladino. f escravo de um itliano masca-
*?' /omn ffir y"ni>' niiudoas, levando a quan-
tia de 60*000: qn>Mn o ,iegar ,qneira lvalo, oa
a casa de detencao, ou roa de Santa Rita n. 5,
gne ser recompensado.
Belarnioo Alfcs Arxa.
Executam por commisso quaes^uer ordens das
provincias do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil e outros paizes estran
geiros.
Reccbem consigna^ao gneros nacionaes, eo-
loniaes, hesuaiilwes, francezes, ingtezes, allemes
e do Brasil, ou mesii'o de outros paizes, para se-
rem vendidos no reino ou fura delle
Executam ordens para compra c venda de fun
dos piiblcos, nacionaes e estrangeros. Tratam
da cobranca dos respectivos dividendos.
Promoveiu no mesmo escriptorio, inventarios,
liquidacoes, causas eiveis e commerciaes, appel-
lacoes e recurso de rev>ta.
Tem os melhores advogados na capital.
Para os negocios de Miaran especial, como
causas forenses, adininistrac.o de bens, etc., que-
rendo se, pode proceder accordo previo conforme
cafaren do negocio. *
Solicitam-sc dispensas matrimoniar.. e quaes-
quer outros breves apostlicos concedidos em Ro-
ma ou pela Nunciatura em Lisboa, annullacao
de ordens, e quaesquer outras depeudencias dos
tribunaes da Santa S.
Tratam da arrecadacio de lierancas e adminis-
tracao de bens no continente do reino.
Obtem documentos de qualquer diocese, dstric-
to administrativo, conselho, ou freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
Fa en adiantaments sobre consgnacoes de
qoafsquer gneros que tenham pminpt sabida
nos mercados mgttet ou allemae-. Tambein rom-
pram aquelles que se olTerecerem em coudi(,oes
vantajosas.
Fazeni transares pir consignado ou compra,
sobre minerios, taes como de cobre, chumbo,
phosphatos, ou outros quaesquer, se convierem as
Condi'.-es de qualidade e precos.
Dose boas refereneias em Lisboa e no Porto.
Esta ca a tem corrrspimdcncias serias em tedos
os pontos do reino, em Pars, Inglaterra e Ham-
burgo, na frica portugueza, em Maco (China)
reino de Siao, ilhas do? Acores e Cabo-Verde,
e aceita as propostas que do imperio do Brasil
Ihe torem feilas por correspondencia elTectiva ou
eventual.
Na modcidade de uas commssoes, na exact-
do de suas cuntas c no crdito longamente esta-
bclecido faz consistir toda a garanta de bom ac-
Ihimento.
Tem eorrespondentes em Sevilba e ontras pra-
cas de Hespanha.
N. B. As comroissSea sao reguladas pela praxe
desta praca_________
AO FL1BLIC0
(uci iiis C0BtBif9 eferece ?
Laeontestavelmeate a loja de calgadoestrange-
ro que mas rommndo offerece em geral, com espe-
cialidade ao bello sexo, o PaRIS NA AMERICA
roa Duque de Caxias n. 59, primeiro andar (an-
tiga Ho Quelmado) e a razo ? a razao simples:
um cavaUrairo (amante do chique) por cerlo se
in.'ommoda quando, para comprar um par de bo-
tinas, v-se forrado a experimenta-la sobre um
pequeo e njieroso p"edaro de tapete (systema ma-
carrnico) nao pudendo desta forma conheeer se
a botina llie tica ba, |ios, nao tem espato para
experimenta-la, ao menos que no a estrague dan-
do apenas um passo, ijue chegarlogo ao immun-
do ladnlho ; o que nao acontece no Paris na
America, onde pode se passear vontade e desta
forma conhecer-se se fica bom o calcado : para o
bello sexo, entao quasi impcssivel,' que utua se-
nhora (do Com tom) queira sujeitar-se a experi-
mentar calcado ao lado de um balto, onde en-
tra quem quer, anda mrsmo para comprar : o
Paris mi America nao resente-se desta falta ; tem
n m bem preparado gabinete reservado, para as
Exmas. que all podero estar em perfeito commo-
do para a escolha do calcado.
Nao terminam a' i as vantagens ou commodos
do Paris na America ra Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, consiste tanbem no bom sor-
timento de botinas para "houiens, dos melhores e
mas afamados tabricantes da Europa, como Me
les, Suser, Polak, etc., etc., e grande varedade de
chnellos e sapatos, assim tanibem um lindo sor-
timento de botinas para senhora, e sapatinhos de
mutas quahdades nue poderao satsfazer a esco-
lha da mais ca pichosa senhora (do bom gosto) ;
pelo nue fica expendido, fst clare que a loja de
calcado estrangeiro, que mais vantagens offerece,
a Paris na Amrica, txii Duque de Caxias n.
59, primeiro andar, antisa ra do Qneimado
SHERRY INA
(VINHO DE QUINQUINA HIGINICO
PREPARADO COM OS MELHORES VINUOS DE HFS-
PANHA DA FIRMA
CALVA1RAC A. 6. C, DESEVILHA
FORNECEDOR DA SO A MAC1-STADK A RA1NHA
D'HRSPANHA.
POR
% THOMMERET GLIS
Phurniacoutico
EX-INTERNO DOS HOSPITAES DE PARS
O SHERRY-KINA o vinho de Quinquina
que hoje preferem a maior parte dos mdi-
cos de hospitaes, dos lentes da faculdade e
dos membros da academia de 'medicina..
Tem esta preferencia a sua explicaco nisto
que offerece todas as garantas que dbalde
se procuram nos productos desse genero em
que MUITAS VEZES SESACRIFICAM AS QUALIDA-
DE6 TO ESSENCIAES QUER DO VINHO, tUER
do quinquina (as vezes de ambos) aos lu-
cros da ESPECULAgAo (Ver Guia das Aguas
Mineraes. Do Dr. CONSTANTIN JA.MKS.
7.* ndi^So.
UsICO DEPOSITO
NA
PHARMACIA E DROGARA
DE
BARTHOLOIED S C.
Ra Larga do Rosario n. 34.
Joao Ignacio da Costa tem de seguir viagera
para Europa, e por isso avisa ao respeitavel corpo
do tommercio que deixa licar por seus bastantes
procuradores em !. Ingaro Sr. Joaquim Jos G n-
calves Beltrao, eml'o Sr. Joaquim J> Goncal-
ves Beltro Jnior, em 3.* o Sr. Antonio Gonfal-
ve9 Beltro, eencarregados de todos os seas negocios
commerciaes at final liquldafo: outrosim apro-
veita a occasio de agradecer respeitosi menta a
grande e bondosa hospitalidade que recaben nesta
heroica provincia.
Par a homem.
BOTINAS de becerro, cordavio, pellica, lastre e
de duraque com biipieira, dos rqelborea
fabricantes.
SAPATOES de be erro, de cordavo e de case-
mira.
S PATOS de lustre com salto.
SAPATOES attmancados eom sola de pao, pro-
prios para banhos, .itos e jardins.
SAPATOS de tapete, charlo), castor e de tranca
francezes e portuguezes.
Par* seabara.
BOTINAS pretas, brancas e de eres differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
SAPATINHOS de phanUsia com salto, brancos,
pretos e de cores difTerentes, bordados.
SAPATOS de tapete, cbartot, castor e de tranca.
Para meninas.
BOTINAS pretas, brancas e de cores differentes,
lisas, enfeitadas e bordadas.
ABOTINADOS de diversas qualidades.
SAPATOS de tranca portuguer.es.
Para meninos.
BOTINAS de bezerro, lustre o de cordavio.
ABOTINADOS e sapatoes de bezerro, de diversas
qualidades.
SAPATOS de tranca franeexs e portugueses.
Botas de montara.
Rotas a Napoleo e a Guilhenne, perneiras e
mcias perneiras para hornen e meias perneiras
para meninos. -
No armazem do vapor franee-, ma do Bario
da Victoria-n. 7.
Mobilia de vimes.
Cadeiras de balanco, de braco, de guerni'cSes,
sof*, jardineiras, mezas, cinversadeiras e corta
reiras, tudo isto muito bom por serem fortes e
leves, e i-s mais proprios movis para saletas ega
bneles de rerreios.
No armazem do vapor francez, ra do Barao
da Victoria n. 7, outr'ora Nova.
PIANOS.
Acabam de ebegar muito boas pianos fortes e
de elegantes modelos, dos mais notaveis e bem
conhecidos fabricantes ; como sejam : Alphonse
Bldonel, Henry Hrs e Pleyel WollT a C : no
vapor fiancez, ra do Barao da Victoria, oa-
tr'ora Nova n. 7, a precos muito commodos.
Perfumaras.
Finos extractos, banhas, leos, opiata e pos den-
tritice, agua de tor de laranja, agua de toilete,
divina, florida, lavande, pos de arroz, sabonetes,
eos neticos, muiros artigos delicados em perfuma-
ra para presents com frascos de extractos, cai-
xinhas sortidas e garrafas de diffrrenles tama-
nhos d'agua de cologne, tudo de primeira quali-
dade dos bem conhecidos fabricantes Piver e Cou-
drav.
No armazem do vapor francez, roa do Barao
da Vcto-?, outr'ora Nova n. 7.
Quinquilharias.
Artigo* dr difFercntcg gontosi e
phantaxias.
Espelhos douradi'S para salas e gabinetes.
Leques para senhoras e para meninas.
Luvas de Jouvin, de fio de Escocia e de camura.
Caixinhas de eostnra ornada rom msica.
Albuns e quadrnhos |>ara retratos.
Caixni as com vidro de augmentar retratos.
Diversas obras de ouro bom de le garantido.
Correntes de plaqu muito bonitas para relo-
go*.
Brincos a imiticiio e botSes de punhos de pla-
qu
Bolsinhas e cofres de eda, de velludo e de cou-
rinbo de cores.
Novos objeilos de pbantazia para cima de mesa
e toilette.
Pincinez de tres, de pi ata dourado, de ac e
de tartaruga.
Orulos de seo fino a de todas as guarnicoes.
Bengalas de luxo, caima, com castoes de mar-
fim.
liengalias diversas tm gran Je sortimrnto para
houiriis e meninos,
Chcotinhos de baleia e do muitas qualidades
diversa.
Esporas de tarracha para salMs de botas.
Ponteiras de espuma para charutos e cigarros.
Pentes de tartaruga para desembarazar e para
barba.
Ditos de nartim mnito finos, para limpar ca-
beca.
Escovas para roupa, cabellos, unhasepara den-
tes.
Carteirinhaf de medr-'perola para din' eiro.
Meias para borne' s e para meninos.
Grvalas brancas e de seda preta para homens
e meninos.
Campainhas de mola para ch mar rriados.
Jogos da gloria, de dama, de bagatellas, de do-
min e outros muitos differentes jogunhos alle-
mes e francezes.
Malas, bol as e sancos de viagem de mar e ca-
minhos de ferro.
Argolinhas de marfim para as eriancas morde-
reiu, bom para os denles.
bercos de vimes para embalar eriancas.
Lestinbas de vimes pwa bra^-o de meninas.
Carrinhos de quatro rodas, para passeios de
cr.incas.
Venecianas transparentes para portas e janellas
Beverberos transparentes para candieiros de
gaz.
Esterescopos e rosmoramas com escolhidas
vistas.
Lanternas mgicas com ricas vistas de cores em
vdros.
Vidros avulsos para cosmorama.
Globos de papel de cores para illumnacoes de
fes tas.
Baloes aereostaticos de papel de seda mu fcil
de subir.
Machinas de varios systemas para caf.
Espanadorrs de palha e de pennas
Tesourinhas e caivetes finos.
Tapetes com vidrilhos para mangas e lante-nas.
Tinteiros de lous-a branca, modelo bonito e bom.
Tiras de molduras douradas e pretas para
qua-Iros.
Quadros j promptos com pavsagens e phanta-
zia.
Estampas avulsas de santos pavsagens e phan-
lazias.
Objectos de mgicas para dvertmentos em fa-
milia.
Bealejos pequeos de veio com lindas pecas.
Realejos harmnicos ou accordions de todos os
lmannos, e outros muitos artigos de quinquilha-
rias difficeis de mencionar se. No armazem do
vapor francez, ra do Barao da Victoria, outr'ora
Nova n. 7.
Brinquedos para meninos:
A manir variedade que se pode desojar de todos
os brinquedos. fabricados em difTerentes partes
da Europa para entretenimento das eriancas tudo
a precos mais resumidos que e possivel: no ar-
mazem do vapor francez, roa do Barao da Vic-
toria, ootr'ora ra Nova n. 7.
Ces.ini.as para costura
Grande sortimento de bonitos modelos chegados
ao armazem do vapor francez, coa do Ba-ao da
Victoria (outr'ora Nova) n 7.
Oleados
PARA TODOS
Paula & Mafra, com casa
mortuaria no pateo do Pa-
raizo ns. 10 e 12, declarara,
ao publico que apesar das ta-
bellas publicadas pela Sania
Casa de Misericordia, conti-
nuara a incunibir-se de en-
terra mentos, e mais officios
fnebres, como costumam,
isto, com sinceridad e pon-
tualidade e commodidade
em presos.
Agencia Blandylelegramma na .Iba da Mein.
E' nrbvavel auo a secgSo entre Portugal t a ilha da Mftdeirn. do Tolpgrapho Elc-
trico Submarino Brasileiro, esteja prompto para funecionar no mez d'agusto do corrento
anno, e a supra mencionada agencia na referida ilha. offerece-se para tran'smitlir ao seu
destino quaesquer teleframma-que lhe forem remettidos em envelopoe fechado, sobre-
criptado Agencia Blandy Tclrgrnmma, Madeira.
A linha telographica eslabeleciila na ilha da Madeira, pdfi-aits/nH'r telrgrammas
para todas asestatoes teleg-npliicas na Europa, Asia, frica, Aimtics e Australia, custan-
db cada telegramma de vintc paliivras 33>30O, em moedn forte, aten das tinas da estacio
de Lisboa.
As pessoas no continenlo da America do ni; quo qiiiz.retn utilisar-se da agen-
cia Blandy para a tr.msmssao de telajramilMM^devcrfto f*-los acunipanutr de letras 'u
cartas de crdito sobre Portugal ou Inglaterra, para n pagaracnlo da rusto d(s lelegrom-
mas o das despe/ns da agencia.
Malura, Jt dejulhodu 1873. "
Carlos f. Blandy.
Os preces para a transmitan do tolegrammas da ilha da Madeira, suppoc-se serem os
seguintes :
Para Portugal
Gilir.ilt.ir
Hespanha
Malta
Franca
Inglaterra
Allemanha, Hollamla, Dinamarca,
Russia, Norutga, Suecia, Blgica,
Austria, Italia, Grecia, Turqua, etc
Egypto, Portos do Mar Verntelho,
Turqua e Russia asitica, etc.
America do Norte, Antilhas, etc.
India, Penang, Singapooro, etc.

2* " O. 13. 6
0. 16. O
0. 10. 0 a 0. 18. O
1. 1. 3 a 1. 3.3
0. 17. 3 a 1. 5. 3
1. 1. 3 a 1. 1.8
i
1. 5. 0
1. 15. 0
1. 10. 0 a - 3. 15. O
a 3. 15. 0 a u 5. 5. 0
4. 10. 0 a 5. 10. 0
G. 10. 0 a 7. 15. 0
10. 0. 0 a 10. !. 0
Java, China, Japn, etc.
Australia
Para mais nformaees, quem qnizer dirija-se aos agentes em Pemambuco.
Wilson Rowf A C.
Ra do Commercion. 14.

Companhia
EDIFICADORA 01 PROVINCIA OE
t
,)

Pernambuco.
O incorp rador desta grandiosa e utilitaria em-
preza tem a honra de annunciar pelo presente a
todos os actuaes e futuros subscriptores de accoes
da companhia Edificadora da provincia de Per-
nambuco, que acaba de remetter para o governo
de S. M. Imperial, por intermedio do Exm. presi-
dente desta provincia, diversos papis e documen-
tos na forma exigida pelo decreto n.-2,711 de 19
de dezembro de 1860. dos quaes tinbam sido de-
volvidos algn* por nao esta rem com toda a for-
malidade du dito decreto, em occasio da primeira
remessa encaminhada por esta presidencia, em M
de junho de 1872.
Convencido de ter preenchido, agora, todas as
formalidades e exigencias do supradito decreto,
coala que vista das boas informaedes dadas por
esta presidencia, o governo imperial se dignar
demorar o menos possivel a factura do decreto
autorisando a companhia Edificadora a dar come-
co a suas operacoes era principio de Janeiro
de 1871.
A primeira emissio de 5,000 ace5ei de 1005
cada una, determinada pelo I do art. 3 dos
estatutos com data de 10 de junho de 1872,
acha-se subscripta al 13 do corrente, por 110
assignantes formando um total
de.......... 2,860 ac <
ficando a distribuir 2,140 -
total 5,000
das quaes
3,000 subscriptas em Pernambuco e
2,000 a snbscrever na praca do Rio de Janeiro,
"------pagaveis por intero de urna s vez com o
5,000 de>conto de 10 / '"go depois da installa-
cao da companhia, e da primeira chamada feita
pela directora administrativa, da primeira pres-
tado de acord com o nico do art. 7 dos res
pectivos estatutos.
Se Detis nao mandar,o contrario, o incorpora-
dor da companhia espera ter a satisfa^o de ma-
nifestar sua gratidao ao principal autor da lei
provincial n. 535 de 20 de junho de 1862, que ho-
je oceupa dignamente a cadeira desta presidencia,
e dar occasian a S. Exc. o Illm. Sr. commendador
Henrique Pereira de Lucena, de tornar seu nome
immorredonro e de ter a hr.nra de dar sua assig-
natun acta que sera solemnemente lavrada por
occasio do assen lamento da primeira podra da
primeira edficacao da companhia, cuja data dar
principio aos quarenta annos de duraco das dis
pensas que a lei provincial-n. 535, j citada, con
cedeu ao incorporador, para a dita companhia,
cuja realisacao foi adiada at hoje em razio da
crise financeira, e dos cinco annos de guerra com
o Paraguay, que paralisaram a realisacao de dita
companhia, cuja ncessidade indispensavel re-
sentida por todas as classes em razao da falta de
casas apropriadas para cada urna dellas.
Recife, 20 de agosto de 1873
F. M. Duprui,
56 aRa do Mrquez de Olinda 56 a
(outr'ora ra da < 'adela)
LOJA DE MACHINAS
Sendo este antigo estabelocimento assaz conhecido como principal e recommen-
dado pelos grandes depsitos e bons sortimentos com que sempre prima era ter das
melhores, mais acreditadas e verdadeiras machinas americanas para algo-
dan, desde 10 60 erran, e havendo em todos os tamandoa diversidades de syste-
mas e melhoramentos para perfeito e rpido descarocamento ; tornam-se dignas de
serem vistas c apreciadas pelos Srs. agricultores; os quaes, alm disto, enconlraraa
tambem mais
Tornos de bandeijas finas.
Correntes para arrastar madeira.
Cilindros americanos para padarias.
Pertencas avulsos para machinas.
Salitre refinado.
Breu superior.
Mojnhos de diversos fabricantes para mi-
lho e caf.
Debulhadores para milho.
Azoite de spermaecte para machinas
Cunas -le ferro.
Bombas de Japy.
Ditas americanas.
Cofres de ferro patente.
Cantos de ferro esmaltados.
Ditos de dito estanhado.
Ditos de chumbo.
Ditos do borrar lia.
Folies pata ferreiro.
<
Apurados vapores locomoveis, de forca
de 2'/\e 8'/i cavallos com todos pertwnQas
precisos para trabalharem i machinas para
algodo, ou para outro qualquer mister.
Machinas para lavar roupa.
Arados americanos para varzea e ladei-
ra.
Carros de mo para atierros.
Tinas d madeiras.
Baldes de dita.
t-r/JDitos de ferro estanhado.
Ditos com vlvula para lavatorios.
Ditos de madeira para compras.
Apparelhos para jardins.
Guards-comidas.
Tampas para cobrir pratos.
Tarrachas para fazer parafuzos de ferro.
Dita dita ditos de madeiras.
Trens para coziuha.
Emfim muitos outros artigos, que savista e n'este estabi'lejinoileioentp i
examinados.
<

y
I
GRANDE
HOTEL A INDEPENDENCIA
ANTIGO ESTAMINET
32 Rna do Imperador
.IIMB.I
psriicnlar
DA
A
Salvador Henrique de Albuquerque, ensina e
prepara as sen' oras que se qaizerem habilitar
para os concursos s cadeiras de instruc^ao pri-
maria ; presta-se a ensinar por casas e collegios
particulares ne?ta cidade e seos suburbios a mes-
ma disciplina e todas as materias do ensino ele-
mentar a alumnos de um e ouire sexo. Tambem
todas as tardes em sua casa lecciona aos estudan-
tcs de preparatorios que precisarem de habilitar-
se para o exame de portuguez. Eosina igualmen-
te aritbmeiica e geometra com todo o desenvol-
vimento e applicafdes. Largo do Paraizo n. 8,
segundo andar, das quatro horas da tarde em
diante.
baratos.
Oleado bonitos e mnito baratos, para cima de
meza : no armazem do vapor francez, ma do Ba-
rio da Victoria ootr'ora Nova n. 7.
Aluga-se
a loja com a competente arroaco enndracada, na
rna de Marcllio Das n. 11 r a tratar na mesma
caa n. 13.
Escravo fgido.
Auzentou se na sexta-fera, 29 de agosto prxi-
mo passado, da caza de seu senhor, o escravo Ro
qne, de idade de 18 annos pouco mais ou menos,
de cor preta, com os signaos seguintes : cobellos
carapinhos cortado rente, estatura-regular, seccu
do corpo, olhos gr, ndes, testa larga, nariz chato,
ps e mos bem feitos: como nao tem conheci-
mento do mato de crer que se ache me^mo na
cidade ou seos arrabaldes, e j tem sido visto em
Beberibe : pode-sepor tanto as autoridades, cap
ties de campo ou qualquer pessoa que o agarrar o
favor de o levar ra do Vigorio Tenorio n. 3 2-
andar, que ser bem gratificado.
Recife, 1 de setembro de 1873.
Casa para banhos salgados.
Sobloca se o arrendamento de urna rasa na
Boa-Viagem,. muito propria para qs banhos sal-
Sado, por ser prximo do mar : tratar na ra
as Calcadas n. 6. _______
Urna escrava precisa da quanta de 9004
para adjutorio de su'! alforria para pagar com seus
serviros: a pessoa que qnizer faxer este negocio
annupcie por este Piano, para ser procurada.
Precisa se de urna ama para o servico in-
terno de urna easa de familia de nove pesnn
na ra da Soledade n. 54.
Almooos
Lunch
Jwntares
Ceias e bebidas de todas as qualidades a qualquer hora.
Limpeza e servido pontual o apurado com oqual ninguem pode competir.
Tem magnficos aposentos para alugar e
BONS BfLHJAlS
0 proprietario dspensa-se de elogiar o hbil e raro cozinheiro francez. a res-
peito do qual podem ser consultados os verdadeiros gastrnomos que j apreciaram .
\
sua arte.
Os mais resumidos do mundo.
PRESOS
VINHO
JffllMl
RECONSTITNTE
DO D_R DELOR.
Preparado por H. BEZIER, Ph<* da Eachola de Paria.
O VIKTKa DEPURATIVO DO DOUTOR DELOR ao ok-sido
l'-i'i|vi ( c purifira o Min,"ir d'um* inaneiri enerfica naA o altera e Iba |
rotisera a sua tooiciiladf primiiiva.
Tal n mamo d nuir.rroaoa alleslmlos enderr^ados ao Doolor DEt.OR |
depois iU ni|ieihiii iai Wla pelM principan Medico* de Frasca, dj llalla,
da M;:.si, da Al'i'i'.iaiili.i e da lkl|(ica.
O Vinho Depurativo do D1 DLLOR o nico producto, que, nas I
elimina du (aligue icios os principios mrbidos q >e o aliora, como
tambem lhe ms.-i vil a sua torca e h si con.-iiiijcj primitiva.
R |>or iso que o< Medico apressario -M de applicar a oort prC|iara-,t I
rlieraprnlVu do Ikiuun J1KI.OR.
O Vinio !)"|i'n.iiin) du !)' i)!',LOR deia 'on|fedeiap{-ep)r.ir"< imimladat
dep-irili*. lac* 'I'IC Tarop, rnbs, ei*- liria, as qnaet fm HM< 'le purilicaJ
iisaii^ii' uriifi'ii'i i-Tein, e cnjiis cireilo no MCS Wriaari du que uli 15.
O Viuliodi-po; 'ivii do O' DF.I.OReeinpicitado c.uiexilueiiniraa Kicrofutat,
kugai aktigttt, I'iuitn, FiirUm ulctioini, Tumom, Xbt-.tjs, IWiinuu,
S^ 'e? F.mn(oH, llerprs, Sihugc i, Impigr.tu, Lepra, Tmha, SfpMHt Um i:.*> venero)
p? P^l trolas a* molc'as di pellf. E mu preaertnlitn ir Frti-r amm-
> : '.'i'- .v.i/i i.'(. Todas a|te<8oasalll.i ;a> di U Sm-cu-
ti
..L
)
i.:- r .lei-ila-.a-, taiculo* emun euleiia Lj/.mpui p.i eui. n.p,.al-ocom eulo.
PAUA nLlAl.H : 11, un ir anrr*.
)A P)U A TI'A GADO j 4, huua ,. ,i' S -Mfir'in. riS.
y, .-tf a*J i*harat>i'ii>s>du ;-....;!,
-.-'- t I
---. A..- r| nn^i i Wii'i hj,h i


Lu


Diario de Pernambuco Quinta feira 4 de Setembro de 1873.
r
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%


$ Consultorio horaeopa-
thico
l>r Su utos Mello 5
41------ftu:i iti |ii pon l..r------\|
CingulL ludo* ..- dios das II j i di-**
urde. Q
J Gratis aos pobres.
Residencia roa Nova n. 7, segundo J
K andar, onde d.i -consultas das 6 s 9 da 0
manda e das 3 -as 5 da tarde. gx
Chamados a qualquer hora.
000$ 00000 000
Escravo fgido.
150#000 de gratificacao.
Anseaton-se desde o dia 13 de malo de 871, o
preto de noroe Alfredo, de trinU e tantos annos.
crioulo e bastaje ladino; este preto perfeito
eozroheiro, estatura alta, magro olhos grandes, ja
esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar| em S.
Lourenco da Malta, onde consta ter prenles, fbi
escravo dos Srs Adriano A Castro, e do Sr, Jos
Joaquirn Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
ca ; de todos estes senheres foi cozinheiro, tem
do visto por pessoas que o eonhecem dizendu
que est forro, assim tem podido escapar de ser
preso. Pede-se a todas as autoridades e eapitaes
campo que o pegando levr-o ra do Duque de
Caxlas a. 91, loja de miudexas do Rival sem se-
gundo que receber a gratificacao cima decla-
rada. ^^
d:t rifa d.. .-iIi
do carrnt .mi
i'niii ..
(raihla -
FUGIQ
i un ilia t i il.' jjgiisto,
fivii di! iiuiiii! I'aulo,
puiiit-'i : prrto, .ii!'i, n.i.'F.-, |uVi
i.r-M li;ist:in!.' pitillas, fj
rrsvoJt Sr.J-i:..i V.; mimh VHI^a, cr ij.i -.;\
[i ariti|iavjt iiiv'.i:i-i.' .-. i -m-mi (ja. ni ,
JWgaT i|U, na l.-v.i ii,. ni a ij>a lie tl,;lt;i;.-:i... ou .1
ora de Santa Hila n. S que sfr ^compensado.
'___ Hal.irmmn Alvos Arfan,
Aluga-se a casa tarrea da rita do Principe
n. 20, i-mu bastante "...i'iii.il.is, quintal e carimba,
murado : a tratar na na d.i Itom Jess, imir'ora
ifci lriu n. 31, i .mt.ir.
Atleuoao
Joao Baptista Castanha convida aos crmloras de
seu rmSo Antonio Baptista Castanha, fal eeidn em
Una no dia 5 docorrenk', a apre-cntar snas cati-
ras na ra da .Madre de Dos n. Ii4, escriptorio de
Cunha Irmaos & C____________
1-
NA
PENHORES
Na travessa da ra
dasCruzes n. 2, pri-
meiro andar, d-se
dinheiro sobre pe-
nhores de ouro, pra-
ta e brilhantes, seja
qual for a quantia.
Na mesma casa
compra-se os mes-
mos metaesepedras.
Negocios de Portugal e Hes-
panha.
Domingos Mara Goncalves participa que se en
carrega promover o bom andamento de quaes que
questoes judiriaes nos dous paizes cima men ci
nados, para o que est habilitado com um pessoal
competenlissimo de correspondentes. Escriptorio
rna Primeiro de Marceo n. 23, (antiga do Crespo)
Feitor
Precisa se de um feitor que entenda de servico
de Horta e jardim : no collegio da Concoicao a
ra de S. Francisco n. 71
MEDICO,
Garanhuns.
Na ra do Barao da Victoria n. 36, precisare
fallar aos Srs. Pedro de Reg Charos Peixoto c
Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
resse.
)dfc*
Wtk Augusto Trajano de Hollanda Cha
"*& con, doutor em medicina pela Facul-
dade do Rio de Janeiro, chegado ha
pouco da Europa, onde nos melhores
hospitaes dedicou-se aos estudos de
sua profissao e com especialidade as
operacoe-i e s molestias dos olhos, tem
W o seu escriptorio na casa de sua resi-
dencia ra Duque de Caxias, antiga
das Cruzes n. 9, 2. andar.
Consultas das 7 as 9 horas da ma-
nfla.
Gratis aos pobres.


Eik cncountcado !! 1
Roga-sc ay Hita.. Sr. Ignado Vieira de Mello,
scrivao na cidade de Nazareiu desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, i con-
cluir aquelle negocio que S. S. se couqiroinetteu a
realisar pola u-rreira chamada deste jornal, em
lins de dezeinhro de 1871, ti rfeujf para Janeiro
pa e por este motivo de novo chamado para dito
nm, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu filno se
chava nesta cidade



Fugio
do engenho Bento-vclho, em Santo Antao, em dias
do mez de julho prximo passado, o escravo Ma-
noel, de 40 annos de idade, prete, bem parecido,
falla mansa, dentes perfeitos, e barbado ; foi escra-
vo do Dr. Isbello, em Limoeiro, e de Joo de An-
drade Lima, em Malhadinha : a pessoa que o cap-
turar e levar ao dito encenho ser generosamente
recompensada Se for preso porto desta cidade
pode ser entregue aos Srs. Alvares Quintal 4 C.
ra Daro do Triumpho n. 56
Precia-se de urna pessoa que saiba coser e
engommar, prefere-se que seja escrava : na ra
do Visconde de Govanna n. 103.
I ManmAfU,, FABU. t, wubii Hmmhiih
PA8TILHA8 DIGESTIVAS trifiu Tieky I
com os Sim trbulo* iu FoitM. Sis da tMlt
igrtdarel a su acfts 4 cwu esatra a Asia
e as gesto** liflkti*.
SAES DE VICHY PABA BARH08 Vm m* i
KVkfcv* F*W e,MM'M ***-*
Para evitar at imitafStt
exigir em lodos ai producUu a marea do
tmaai
CMTRUTI N
1 ramea
Os pradacta* d* aehsa achftt-M 1
E Pernambuco, TIS8ET f~;A. RECORD.
ao
Loj
Aluga-se barato umai meia aguas, novas
na travessa das Barreiras, beceos do Aqutno : a
tratar na ra do Cota vello n. 25.
Ja do Itubi.
Ra estreita do Rosario n. 15
Hermino Ferre a da Silva scienlifica a seus
amigos e amigos freguezes, qne se acha actual
mente na sua antiga loja de ourives, situada a rna
estreita do Rosario n. i >, denominada Bubi :
onde espera continuar a merecer a mesma con-
Canea d'antes.
Altigaseum mulatinho de 8 a 10 annos :
a ra do Senhor Bom Jess das Crioulas n 26.
ATTglO '
Pede-se ao Sr. Ormeville Vctor de Moraes, ty-
pographo, v realisar o que tratou com Jos Ja-
cintho de C irvjlho quando se mudou de Santo
Amaro para a ra da Penha.
O abaixo assignado declara ao respeitavel
publico que julga nada deve a esta praca, mas
se por acaso alguem se julgar seu credor queira
apresentar sua conta no prazo de 3 dias em seu
armazem, ra do Amorim n. 39, para ser con-
ferida e immediatamente paga.
_____________ Joao Ignacio da Cotia.
Acuugue. g
m pnnhei'iio e afn>o-ni-7ado a^/ill- ^1

V
Aluga-se o bem conheciuO e afreguezado a-.-ou
gue do pateo do Panizo com balco de pedra
marmore o qual tem cinco talhos, balanza e pe-
zo? : a tratar na ra do Crespo, loja do Paspo
n 7. i'into ao urco de Santo Antonio.
ALiiME
o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20 :
trata se ua ra do Amorim n. 37, com Jorge
Tasso.__________________________________________
(likT CLUB
(Pavilho do Campos.)
No largo de Santo Amaro onde os filhes
da snberba Albion toem de jogar a impor-
tante partida do pittoresco jogo cujo norae
serve de epigrapbe a este annuncio, acba-se
armado um commodo jxivhao com todas
as bebidas, refrescos e petiscos para os fre-
quetitadores de to divertida cousa, e qual
pavilho sendo propriedade da Pastelera do
Campos, deve offerecer ao respeitavel pu-
blico sufliciente garanta do modo porque
se acha fornecido e porque satisfar a todos,
com especial idade as illustres familias que
quizerem apreciar o divertimento in-
gjezj____________________________________^
Bom local.
A loja do predio ds rna Marrilio Dias n. 120
confronte tambem para a de Lomas Valentinas,
presta-"! a qnalquer negocio de fazendas, miu-
dezas mi molhados, am grande e pequea e-cala.
A safra do assucar est prxima, e e indubitavel
o bom resultado de quein alli se estabelecer. E'
conmodo o?luguel e tambem se faz arrendamento
como melhor convier, tem gaz, agua e apparelho
p Dramage, e nada deve de impostes : a tratar
trua dj Imperador n. 81.
Escravo fgido
Fugio no da 27^deste mez, o moleque de no-
me Joaquim, o qual representa ter 13 ou 14 annos,
tem cara larga, ps tambem largos, regrista,
levou r Hipa de riscado azul e nao levou cha-
peo. Dse*mfia se que esteja nesta cidade.. Quem
o capturar aera gratificado, e o remetiera para
Muribeca, ao Sr vigario Getulio, ou communicar
ao Sr. J. N. M. Pinto, ra do Bario da Victoria
n. 9.
Escravo fgido.
Fugio do engenho Poco, da comarca de Palma-
res do termo de Agua-Preta, no dia 28 do mez
i assado, o escravo Antonio, crioulo. idade 38 a 40
annos, barbado e esta j pintando de cabellos
brancos, meio beicudo, olhos um pouco brancos,
levou vestido camisa de algodo azul, calca de ris-
cado, chapeo de bala parda; foi comprado na
cidade do Recife ao Sr Jos Domingues Vaia,
morador em Anipticos ; julga-se ter ido para Ca-
maragibe em Porto Calvo, no lugar S. Luiz, donde
antes de vir para o Recife foi escravo de Manoel
Lins Carneiro de Alhuquerquo, que o vendeu ao
Sr. Jos Paulo loieBw e este ao j dito Jos Do-
mingues Maia, ambos desta cidade.: qnem o ap-
prehender ou tiver noticia, leve-o ao proprietario
do engenho cima, on no Recife a Genuino Jos da
Rosa ra de Pedro Affonso, antiga da Praia, que
ser generosamente gratificado.
a
/Consullorii icdico-cirurgico 4
DE r\
B A. B. da Silva Maia. Q
SRua do Visconde de Albnquerque n. m
'11, obtr'ora ra da matriz da Boa-VisU Jf
m n 9
y Chamados : a qualquer hora. fo
[J Consultas : Aos pobres gratis, das 2 s fj
r i horas da tarde. r
&
2 Consultorio medico
S DO
Dr. Hurillo.
RA DA CRUZ N. 26, 2.. ANDAR.
Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
quentou os hospitaes de Paris e Londres
pode ser procurado a qualquer hora do
da ou da noute para objecto de sua pro
fissao.
Olfcrece se urna sutinara nortngueza recente-
mente chcgad.i liara encinar meninas em algunt
engenho, ou n sta cidade, entinando instmecan
primaria, bor lados de ludas as qiulidades. flores,
etc. : quem precisar dirija-se a na da Impera
triz n. 3. loja________^^
Aviso
Acha-s" aheria urna loja de pintor e imaginario
disp.,si'\io dos Sis. freguezes,offerecendo-se par
conii atai |iiaiila ui.i a a|iparc(a ao seu cstabele-
cimi-nt i, c mi a i:ia r vantageo que possivei, e
de ;i.iniiiai | la harateM, ono sejam : doura
meni i de Ipiwjasun 'mi 'ellas, eiinagens de lodi s
o litnaubuS, rios p cruz para imiandaues, bau.
quea- jara arlares, e ludo .|je or de seu olflcio
e de admirar laiit |c.l.. purfei-.j cotnopelo preco.
do mais modcr,io e mulliur \fi que u possivil
Qtif n qniz. r di- ij-i -., p..r.i villa d.- Rf-xert^s que
l encontrar Manoel Adolpho Silva" Ramos, que
os t cechera com todo agrado.
As pessois que tem pretendido estahelocer-
se no terreno ileVutulo que lica nos fondos das
casas ns. 18 20 da rna da Florentina, onie exis-
te a fabriaa de serveja, cujo terreno limitase at
rna de Sauto Amaro, podcia enlendr-ie com u
droprietario iu ra do ospicio n. 3o.
Aloga-se o 3" miar do sobrado da ra di
Vigiriu Tenorio n. 20 : tratase na ra do Amorim
n. 37, enm Jo -g.? Tasso.
Roupa por medida
Bastos Irmaos, estabelecidos ra Duqae de
Caxias n. 88, havendo feito urna grande reforma
na offieina de alfaiate, scientificam ao respeitavel
publico e especialmente aos seus freguezes, que
actualmente esto habilitados a encarregar-se de
qualquer obra relativa mesma arte, visto que
frente da respectiva offieina se acha o bem conhe-
cido e insigne artista Lauriano Jos de Barros. E'
ocioso fazerem aqu o elogio de que o Sr. Lauria-
no credor, porque o publico desta cidade j o tem
apreciado em sua arte. J'ortanto aquelles que se
dignarem de concorrer a seu dito estabelecimento
acharao nao so a nialor pontualidade no desem-
penlio de ene mmendas, como amenidade no tra-
to, a'cm da reduc.o de presos.
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra f.brioa e om9 diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo desenlie se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores que quizerem do verdadeiro ASEA
PfiETA, devem para nao Eerem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & C, e a desig-
naqo ,de REA PRETA.
Sea
MEUhmftC.
S
m
PNDICAO DO
RA DO BRUM
BOWMAN
I. 52

i
'?
dia s duas horas f,
I
i
0
m
m
0
1IEIC0-CIRUR61C0
DO
lp. J. 11. Curi
Rna do Mrquez de Olinda n. 25, pri-
meiro andar.
Consulta das 9 horas s 11 da manha. W,
Chamad is a qualquer hora. A
TODOS 0$ DIAS
r. Consultas do meio
JE da tarde.
rs. Gratis aos pobre
Mx Especialid d>s.=Molestias da pello, de
0 crian;a e de mulher.
Cl mprega no trataroento das molesta;
Q de sua especialidade as duchas fras e
banlius a vapor, para os quaes Irouxe
os apparelhos mais modernamente em-
preados na Kuropa.
Tambem applica com grande proveito
no tratsmento das molestias do tero a
'i/ electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
j pier. Cura por um processo inteiramente
CI novo as blennorrhagias e sobre tudo a
C(gotta militar) dispensando asinjeccoes. ?
Pince-nez
PerJeu-se um pince nez de ouro. para homem,
da ra do Capiharibe para a ra da Aurora, es-
quena da do Conde da Boa-Vista : quem o tiver
acnado, querendo restitu-lo, tenba a bondade de
leva-lo ra da Capibaribe n. 40, onde se grati-
ficar o trabalho.
\
Est fgido drsde o da 30 de agosto o escravo
de nome Geminiano que foi escravo do Illm. Sr.
capitn Firmino em Marieola ; o evravo tem os
signaes seguintes : mulato, estatura regular, eheio
do corno, falta de denles na frente, tem no bra-
$o direito om coraeo e as inieiaes A. M. C, sabio
com roupa preta e chapeo de Manilha, descon-
a-se que anda pelo hairro do Rewfe ou em Ma-
ricota : quem o apprehender tenha a bondade
de o levar a roa lrga do Bosari > n. 22, loja, que
era gratificado
Perdeu-se urna letlra da quami. de 8001,
aneada ero Marco desle anuo, a 8 mezes de pra-
zo, e aceita a rogo de Bernar lino de Souza Pinto,
e o sacador em branco : quem a tiver achado,
querendo restitul-la po-le levar 4 roa do Bom Je-
jos o. 47, que ser gratificado.
Aluga-se o 3* e 4- andares do sobrado da ra
do Amorim n. 17 : a tratar na mesma ra n. 37, no
escriptorio de Tasso Irmaos & C.
- Na ra Imperial n. 138, deseja-se 'aliar com
o Sr. da propriedade Burralho, a negocio de seu
interesse.
-^- --____________
Precisase de 1:300a a juros, dando-se hy-
potheca sobre predio : quem tiver esta quantia
annuncie a sua morada por este Diario.
Permuta
Urna pessoa que deseja possuir para sua resi
dencia urna casa no bairro da Boa-Vista, que te-
nha quintal soffrivcl, cacimba e nao menos de
quatro quartes, offerece a quem convier urna per-
muta por apolice* do governo geral e da compa
nhia de Bebenbe. Tambem servir um pequeo
sitio que seja perto : a l rata r na ra do Queimado
n. 80. loja, uu na do Hospicio n. 61, S* andar.
Carros de luxo.
E* inqueslionavel que a cocheira da ra do Bom
Jess n. 15, de Joaquim Paes Pereira da Silva, a
que tem as melhores berlindas, calecas, meias ca-
leras e victorias de luxo, proprias para qualquer
noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
demia, sendo os mesmos ajaezados de excellentes
parelhas de animaes, arreos luxuosos e boleeiros
com fardamentos do ultimo gosto, para o que se
convida ao publico a vir por mesmo scientifi
car-se da verdade do que deixamos dito, certos de
que nio encontrarlo pomada, e sim realidade e
com modos preces.
a Aluga-se urna casa na ra da Praia do Cal-
dereiro n. 21 : a tratar na ra do Livraraento n.
23, loja.
Precisa-se de um menino de 14 annos, coro
pratica de molhados : a tratar na cidade de Olin-
da, ra de S. Bento n. 45.
5#000.
D-se de gratilicacAo a quem trouxer ra do
Imperador n. 12, cartorio, am corrupio (passaro)
fgido na tarde de i do correte em direccSo" ao
largo de Pedro II.
A familia honesto que precisar de umamo-
pa para costurar, dirija-se ra Velha n. 59 qu
tchar com quero tratar.
A QUALQUER HORA
Ceruji gcladi e ontras bebidas
VIANDAS
E DOCES PARA LANCHES
NA CONTE1TARIA DO
CAMPOS
24. Ra do Imperador 24
Licoes de piano.
Urna senhora portuguesa, chegada ltimamente
de Liso ia, offerecese para dar Iic5es de piano em
casas de familia c por pre;o razoivel : podendo
dirigir-se ra da Aurora n. 5. primeiro andar.
Furiaram se do engenho l'ereira de Cima
sito no termo de Agua Preta, ao amanhecer do
dia quima-feira 21 de agosto, 3 cavatios com os
seguintes siguaes : o primeiro, russo, andador
de baixo a meio, dentes quebrados, quebrados,
castrado, frente aherta. heico de baixo branco,
ferrado em una p, com as inieiaes B S. F. P.
alm de onlro* furos antigs. O 2.* alazo, fazen-
do segunda muda, quatro ps cateados iguacs,
frent'' aherta, Imjc) de baixo branco, marcado em
cima da p com as inieiaes B. S. F. P. O 3. cas-
lanho amarello, castrado, aborto de baixo, frente
aherta, urna das maos branca, ferrado no quarto
direito com a inicial P. no quarto esquerdo J B ;
cujas cavallos pertencem ao proprietario do refe-
rido engenho: rogase as autoridades policiaes
a apprehen;o dos mesmos, e a qualquer pessoa
que noticias tiverem que o avise no referido en-
genho que gratificar generosamente.
Manoel Alves Femandes & C.
Lociicio de sitio.
Aluga-se um terreno, com casa de moradia
que tem duas salas, cozinha fra, e quatro quar-
tos arejados, na ra de Paysandd, estrada da Mag-
dalena, defronte da estrada que vai para o hnspi
tal portuguez: procuren) ra do Duque de Ca
xias n. 50, primeiro andar, das 10 horas da ma-
nha s 3 da tarde.
Previno ao respeitavel publico que, tendocon-
tratado com Domingos Bodrigues da Costa, nao
pode elle dispr de maneira alnuroa de un ierre
n sito na Estrada Nova, na Agua Fra, termo de
Olinda, sem o men consenso, sob pena de nullida-
de, visto qne o mesmo senhor tem j em seu po-
der, por conta, a quantia de dozentos mil ris.
Recife, 2 de selemhro de t873.
___________________Luiz de Franca Scares,
iferecese urna pessoa para socio de urna
taverna ou padaria : quem quizer, annuncie nes
te Diario.
Aviso
Os Srs. Joo Alves Mtnles da Silva e Pedro
Barbosa Cordeiro dirijam-se ra do Visconde de
Goyanna. sitio do portao n. 61, a negoei > de part -
enlar inleresse.
Aluga-se urna casa terrea com muito com
modos por ter um solio dentro, no bocee- dos
Burgos n 23 : a tratar na roa do Vigario n. 33,
com Joao Jos da Cunha Layes.__________,
Precita se de um homem para trabalbo de
tima' coxoira: quem estiver nestas condices diri-
jass i ra do Bom Jess n. 15, que se gratifica
com bom ordenado.
Paraos paisde familia
Fortunata Fontes, moradora no 2 andar do so-
mbrado n. 16 da ra do Calinga, faz lembrar que
ahi continua com sua aula de instruceio prima-
I na para o sexo feminino, onde com muito goto
le delieadesa ensina a ter, eserever, contar c gram-
matica nacional, e tambem os trabalhos de agona
je bordados de tedas as qualidadas, os quae; jul"a
dispensavel numera-lo<; ensina tambem fazer llo-
res com muito gosto, pois tem dio milita praea.
Tambem ensina msica, piano e francez aquellas
meninas que seus pnis lh> queiram or mais -
completa edueaejo. Acceita alnmnas externas e
internas, afflancando bom tiatamento c preco
mais commodo que em outra qualquer parte. Na
mesma casa trahalha-se para fra em flores tanl i
finas como trossas, e tambem liordados a uro de
la de alto relevo, e croch ; tudo com
barato preco.
gosto e por
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cnsul portuguez
de 2- classe e en -arregado que foi do consulado
de Portugal em Pernambuco nos ltimos tn?7e me-
zes, participa aos seus amigos, Unto nacionaes
como porluguezes, que tem o seu escripto.io na
ra Primeiro de Marco n. 23, i- an lar, antiga ra
do Crespo onde pode ser procurado todos os
dias nao santificados, das 9 horas da manli s 4
da tarde.
LUIZ.
(Passando o chafariz)
PEDEM AOS aeobores de engenho e ontros agricultores, e empregadjres de m
ainismo o favor de orna visita a seo estabelecimenlo, para verem o novo sormento
otnoleti qoe ahi tem; Mario todo superior eai qnalidade e tortidSo; o qne com ins
*c3opessr>al pdese verificar.
ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNOICAO
(Tnnn^Aift rnHna iacrna dos m9iS mo!ern8 .vuemas eem ta-
V apuro O ruuo.9 U agua maoboa convenientes para as diveras
jrcomsiancias dos senbores proprietarios e p ra descaroc-w algodo.
ttoendas de canna S!! 8 ,manbos' aodas dentadas 'para animae8'agDa eV3?or-
raixas 1e ferro fandido, batido e de cobre.
Mambiques 9 fundos de alambiques.
WflPriniQTin^ para mandioca e algoUo.l Podendo todos
Hat/lili.i&IIivS e par3 serrjr mideira, f ser mondos a mo
Rfinirifls lpor 3?'"' vaPr'
iwiuuaa de patente, garantidas....... ion animaes.
Todas as machinas epe?asd Faz qnalquer concert de m,chiistpo- ^re^ mni re8DD3id0-
P*A1*TTl14 rlp fcw "* turn as melhores e mais barttas existentes no mer-
^TrPliTlTnATldfm Incnmbe-se de mandar vir qualquer mach^nimo von-
*ll\/ JllilUUlluaSt iB,je rjos clientes, iembr^ndri-lhes a vaniagom de fazerem
ras compras por intermedio de pessoa entendHa, e qoe era qualquer nee-.-ssidade pode
lea prestar auxilio.
Irados araerictiiis in"ramw"M 1,iclM-
RA DO BRUM N. 52 &***
PASSANDO O CHAFARIZ I Consolloriomedico cirnrgko
i" do ^
\ itt Dr. Americo Vespucio. 0
& Ra do Bom Jtsus, antiga &
A da Cruz n. 'Hl I andar
S Chamados a qualquer hora, e para ^
W tora da cidade. 0
Consultas de I hora s 3 da tarde. t
g Gratis aos pobres.
W Especialidades : &
^ Partos e molestias da uretra, operaco g
dos estreitamentos pelos precessos os '*
mais modernos. %/>
ISo da 9 de agosto do corrente anno desappa-
roceu do engenho Mega de Baixo, na frrfuezia
de S. Lourenco de Tejucuppo, comarca de G .yan-
na, o mulato Luiz, natural da Parahvha, que re-
presenta ter 25 annos pouc. mus ou menos, cuju
mualo tem mi e um irmio moradores "in'Reci.
fe e tem os signaes seguintes : ps grandes, ca-
bellos "meios carapinhos, urna costura de um ta-
ino n'um braco e o signal bem visivtl do dedo
pollegar da mo cfquerda cortado atots) ao meio,
provenients de um golpe de foice duscacando om
coco. Elle sabe 1er alloma cousa. Presume-se
que dito m lato ande pela cid ido do Recife. A
quem o apprehender c condnzir ao referido en-
genho ou ra da Cruz n. 31), se gratificar ge-
nerosamente.
FUNDICAO DE FERRO
V ra do liaran di) Triuniplio (rna doitrum) ns. 100a Wi
CARDOSO IRMO
RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
genhos, asmis modernas e melhor obra que tem viudo ao mercado.
Vapores deforgade 4,6,8e
L**lQciraS de sobresalente para
Moendas inteiras
10 cavallos.
ra vapores.
e meias moendas, obra como nunca aqu veio.
laiXaS IUtlQiaaS e batidas, dos melhores fabricantes.
LvOQaS Q aglia com cubajede ferro, fortes e bem acabalas.
tvOQaS entadaS de toJos os tamanhos c qualidaJes.
Rel0g0S e apitOS para vapores.
>OniDaS de ferro, de repucho.
AraQOS de diversas qualidades.
C OrmaS para aSSUCar grandes e pequeas.
CoUCertOS con,r'a,n com promptido qualquer obra 00 machina, para o que teem
sua fabrica bem montada, com grande e bom pesaos I.
EnOOTTimPndaS m*n^am v'r Por encommenda da Eafopa, qualquor machinismo,
para oque se correspondem com urna respeitavel casa de Londres
e com um dos melhores engenheiros de Inglaterra ; ncumbem-se de mandar assentar
utas machinas, e se responsabilisam pelo bom trabalho das raesmas.
Ra do Barao ao Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
FUNDICAO DE CARDOSO & IRMO. .
Aluga-se
Para os banhos salgados urna boa e espacosa
casa terrea ra de S Bento em Olinda muito
fresca, com terraco atraz, portao ao lado, com
gaz e agua : a tratar ra do Amorim n. 37.
Precisa-se
de uro moleque de 10 a 12 amns para fazer nm
servico muito leve : a tratar no hotel de Bor-
deaux, ra Primeiro de Marco n. 7 A.
Caixeirf.
I
MOSTnfflfr
i}
ADOPTADO
NOS HOSPITAES DE PARIZ AS AMBULANCIAS
I NOS HOSPITAES MILITARES NA MARINHA IMPERIA
FRANCEZA E NA MARINHA REAL INGLEZA
O problema resolvido por M> Rigollot com o mais feliz resultado na composicao deste
papel foi conservar i mostarda teda* aa snas propredades, obten do era poneos instaaUi
* com faciTidada na eCteito decisivo com a menor quantidade potarral
sMdieamentoa. (A Bovckardat t ntmairs dt tkeraptuHqMtt U868
Baklr a asrinatara ao lado, por "" iii, am -
PARS, flw VitU-dnr-TtwofU, M.
era poneos uanaawi
Unioo deposito phawnacia de P. Maurer C, ruado Baro'da Victoria.
Precisa-se de um menino com pratica ou sem
ella ; na ra lreita n. 33, taverna.
Alugaso o terceiro andar da casa n. 8,
ra do Uom Jess : a tratar na mesma ra n. 15
com Joaquim Paz Pereira da Silva.
Convite.
Por deliberacao do consdho j>arochial da socie-
dad Propagad ra da Instruccao Publica da fre-
gupzia da Varzea, sao convidados pela pres?nte os
respectivos associados a assistirem a abertura da
aula nocturna creada pela mesma sociedades na
povoacao do Casanga, cuja solemnidade ter iugar
no dia 7 do corrente s 6 X horas da tarde, na
casa do professor publico da mesma povoacao o
Sr. Jbao Hormenegildo Xavior de Salles.
Caxang, 31 de agosto de 1873
O secretario,
Antonio de Pinito Burgos.
^Consiilbri!, medio firirgie o^
Dr.
DO
Verreira.
*BP Antigo gabinete de seu pal, ra larga
do Rosario n. 10.
Cura de hydrocelles sem injeccao
)\ com pncelo capillar.
y Abertura de abeossos e extraeco do
derramamento serosos, pulo aspirador
de Potain.

CRIADO
Na raa da Alegra n. 40, precisa-se de um
criado que d fiador de sua etwMew.
Saques.
Cunha Irmaos & C ra da. Madre de -De
34, sacara sobre Porto.
.

-

'



6
Dfajb de Pernarabuco Quinta feira 4; de Sotembro tic WIZ.
'opcil'O
Fiwisu-.-''., u.ii co|ie'ru para todo u servido
jjeees.-arw, e que sej.iIn boi .-ondr tn : a tratar
'aras da Inqieralriz n. 15, I-andar.
1IIIIIIIIIIIIIIJIIlllliUIUHU.......ilhUli a*
Gurmirl los Cari s Tetxofru.
D. Aun.i Lmza Vieira Teiieira, viuva, capitn
Jos Carlos Vieira Teixeira, D. Guilhermina V.
Teixeira, e D Dewlinda V. T. Montarroyos. filhos,
tedian-1 Maximiano Fiibeiro do Aguiar Montar-
royo t D. M tria Amalia de Pigiieircdo Teixeira,
frw, e D. Anua S. do Aguiar Monlarr.no>, Jos-e
Garios de Castro Teixeira o D. Mara E. de Castra
Teixeira, netos, cordealmenle agradcelo s pes-
ada q<,- fe dignaram prestar os ltimos offleios
de ansauY e honras fnebres ao nunca asis cho-
rado ror"uel Juse Carlos Teixeira; e do novo
convidara aos amigos do finado para as-islirem
ao snfragios do 7.* dia, a igreja do Carmo, 6
horas da-wanh do dia 5, 6.' (eir.
Jos Alves da Silva Gui-
mares.
D. Anna (Cecilia da Silva Guimarae?, tendo de
maniLr retar algumas missas polo eterno repnuso
ese;> finado marido Jos Alves da Silva Gui-
maraes, ao dia sabbade 6 do corrente, priseira
anvvi-rsari'i de seu passamento ; roga a seus pa-
reles e amigos o earidoso obsequio da awistaren
a> esso aeto no referid 1 dia as 7 horas da ma-
cha na igreja uialrii de Sant 1 Antonio dosla ci-
Manoel Barbosa da Silva
Jnior
Manoel Barbosa da Silva, pos-
suido da mais pungente dor, agra-
dece do nlimo d'ilma aquellas pes-
soas que acompanharara ao ceuii-
terio publico os restos mortaes de
seu extremoso e sempre lembrado
fillio Manoel Darbosa ila Silva Ju
nioi- ; e de novo as convida para que sedignem
asststir as missas do stimo dia que manda resar
na groja do convento de Fram-isoo, pelas 6 1|2
horas da manh do dia quinta feira 4 do cor-
reno-.

I.ai/. Fauceeii le .tluccdo.
Ernestina Pereira de Mcndonca
Macedo e seus lillios agradeccm
cordialmente aos amigos de seu
presadimtaM esposo e pai Luiz
Poneeea de Macedo, a fineza espe-
cial com que se houveram durante-
a enfenvidade que lhc roubou a existencia, o de
aeaatnanhan m o cadver ao cemitrio publico ; c
mgam-lte.4 si-vam-se de assistir as missas que se
tom de celebrar pelo eterno descanco d'alma, na
igreja matriz de S. Jos, s 8 horas da mana Jo
dia 6 do corrate, stimo dia de seu fallecimento,
afila-' -*ado, p.ir mais ene expressivo signal de
aroisade, lineen e peifeita gralido.
Bardo de Vianna
Un prente do Barao do Vianna,
fallecido na provincia da B.-.hia,
manda celebrar quintafeira 4 do
correla mez, no convento de S.
Francisco, s 8 hora* da manh.i,
urna aafeaa por sua alma ; e para
esse acto de piedade e religio con-
vida os;. hilo-, penates e cufloau do Dr. Pedro
Vicente Vi,una, iillio do niesmo Banio.
!'reci bar : m ra do Uvramento n. 38, armazem
totea.
Precisase de una para co-
zinhar pira casa de pouca
familia : a tr.ilar ra do
Hospicio n. 4(5 casa terrea que lea bolas ama-
relias na cornija.
Precisarse de urna ama para
o aerviro de duas pes-oas: atiaz
do ijuartal de polica, sobrado n.
AMA
A A
Nao duvidem
S na ra do do Crespo .
20, loja de Guilherme &
C. que se podem vender
as fazendas abaixo, pelos
preqos seguintes:
Lasinhas escocezas a 240 o corado
Ditas de listra* padroesnovos a 280 o covado
iDitas com listras de seda \ 400 rs. o covado.
Alpacas com listras a 500 rs o onde.
Marin assctiuado para roUpa a 160 rs.xi Co-
vado.
Chapeos de sol de seda com cabo de osso a 82.
Algodao de listras americano com pequeo de-
feito a 3;0 rs. o covado.
Brins pardos e de cores a 400 e 440 rs o covado.
Brim blanco lona a MGOO a vara.
Cambraia preta com listras e llores branca,
proprias para luto, a 24n rs o covado.
Dita- finas de cores a 280 rs. o covado.
Cretone para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado.
Chitas rxas e de cores a 2Q c 240 rs. o co-.
vado.
Grosdenaples preto de cordo a 2*400 o covado.
Colchas adamascadas a 3:>(!0 e 4*.
Ditas de croch a 5*.
Cobertas de chita adamascada a 3*800.
Cobertores de la oscuros a 2*.
Lencoes de bramante a 2*.
Ditos de algod a 1*400.
Toalhas alcocboadas a 6* a duzla.
Lencos de cas?a com barras a I* duzia.
Ditos ditos de abainhados a 2* a duzia.
Ditos de esguiao" a 3*S00 a duzia.
Cambraia lisa a 3* e 4*500 a pega.
Dita Victoria lina a 3*800.
Cortes de casemira fina a 5*.
A toa Lado a 2* a vara.
Camisas inglezas forradas, com paito de linho,
pelo diminuto prego de 38*000 a duzia e 3*500
cada una.
S na loja de Guilherme 4 C, ra do Croa-
po n. 20.
Joaquim Jos* Goncalves
Beifco & Filhos
Teeui para veider tu *eit escriptorio ruado
Coiumercio o. 5, *aeguinte :
AGUAllDENTE de cajt: alia do 12 garrafas.
f de laraoia, idea idem,
ARCOS de pao para barril..,
CAL de Lisboa, recentement ehegada.
CHAPEOS de sel, para hornean e senhora, cabo
de niarlhM e seo.
FEIXES 4e ferro, parh porta.
FIO de algodao da Bahia, da fabrica do cominea-
mendaddr rVdrozo.
LINHA de rorz. -|-
OBHAS de pal neta.
PANNO de algodao da Bahia, da fabrica do coa>
mendador Pedrozo.
RETROZ de todas as qnalidades, das fabricas e
Peres e Eduardo Mililao-
ROI.HAS proprias para botica.
SALSATARR1LHA do Para.
v El.Ai de cera de todos os tamanhns.
VLNHU engarrafado do Porto, caixas de 12 ga
rafas,
c dito Moscatel do Douro, idem idem.
1 dito Setubal, caixas de i e 2 duzias.
c da Italia engarrafado, caixas de 6 gar-
rafas,
de Col brea supecioc, na. ancorrfas.
de cajd, caix-is de Tpanafai.
Maivasia do Douro, caixas com 12 ga
rafal
Carcavellos, idem idem.
Sobrado em Olinda*
Vende-se o sobrado de um andar n. 18 na la-
deira da Uibeira em Olinda, reedificado ha pouco
lempo, muito fresco e proprio para quem preci-
sar tomar banh s salgados : a tratar na ra do
Bom Jess n. 49
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amara!, Nabnco & C., vendem cha preto e ver-
de, fumo inglez para cigarro c cachimbo, e rap
francez e nacional : no Bazar Victoria ra do
Barao da Victoria n. 2.
Vende-se
trastes de Jacaranda e amarello com pouco uso,
em perfeito estado, e tambern um meio apparelho
de louca para jatitar e um dito do porcelana, fino,
brauco, para almoQo. Vende-se por ter o dono de
se retirar para Europa : na ra da Imperatriz
11. oi A.
asa na B a-Viagem.
Vendb-ao una n melhor local daquelle arra-
balde, sendo do lado dlreilo, eoffl frente para duas
estradas, 6 (uartos, 4 salas, cozin; a fra, gran-
de sitio cercado, perca de coqueiros e arvores.
Xa ma du Barao de S. Boija n. Bi, se dir quem
ven-'e.
litar.
I'UXS\-SF. fJcuma
qnesaiba cozinhar para
urna familia de duas
ppssOAS : 110 pateo do
c. I." andares.
Ai.jo l'r.'fist-se do una ama para cozinhar
.i.ii ,. mus servico de casa de familia : na
: vello n. 12!)
i'reci a-e de una ama forra 011 escrava
indar, comprar, c fazer todo ir servico de
rasa : na ra Duque de Gaxias n. 22, 2o andar.
Do da 23 do corrente mez "de ago-to em diante,
hav..-'. i venda leite puro pp|o preeo de-400 rs.
(garrafa, todos os das as 8 h ras da manha, no
terro do liiilr dos arco-, junto a botica homiroa
ca na raa do Imiieralr.
Garante se a qualidade.
Lava se e ramenda-se com perfeicao : i ra
:> Coronel Suassunn n. 201.
;- aMoaun
IrBAS,

VENDE-SE
no estado em que se aclia o siti-i existente na fro-
goezia dos Afogados n. 21, hoje neceo da Iravessa
dos Remedios n 18, cinchaos proprios : quemo
pretender enienda-se com o seu proprietario na
roa de S. Francisco de-la ridade, conlo quem vai
para a ra Bella, sobrado n. 10.
E' de graca a 500 rs. o co-
vado.
Vonde-se superiores las a 500 rs. o covado,
urna verdadeira pechincha, por ser fazenda de
muito boa qualidade e muito arga e padres da
ultima moda : s se encentra na ra Duque de
Caxias n. 88, loja de Bastos Innaos.

C
Chajios para senboras.
Ra Hrfcr Amara! Nabuco & CrecehjBranr um complete
ortimento de chapeos de palha di Italia, sed
e rollado, [.retos para loto, e d cfcs enfitados
com bonita< flores e fita : vendem no Bazar Vie
loria, ra do Barao da Victort a 2, antiga ru
Nova,
Insignias nia^nfeaS.
Amaral Nabuco 4 C. vondem insignas mace-
nicas, graos 3r 18; IT, 30" e 33 : no Datar Vic-
toria n. 2, amiga ra Nova.
(apellas fnebres.
Amaral Nabuco & C. receberam um complete
sorthnento de capellas fnebres com diversas ins-
cri)c6es e vendem por cnmmcdo preco : no Ba-
zar victoria, ra do Barao da Victoria n. 2, a
tiga ra Nova.
Angulas legtimos.
^Vende-se em casa de Okel Bindloss 4 G., na
ra do Bom Jess n. U, os verdadeiros angolas,
qae foram da casa dos Srs. T. Jefferias & (1
M ROLO
DI
Caimo de
POR
4|500
Para encanamento de gaz ou agua
americana, na do Imperador n. 45.
casa
Aproveilem!
Aproxima se o mez de dezembro, em que a
Nova Bsperanca, ra do Duque de Caxias n. 63,
tem de dar o seu balanc.o ; o como sabido o
grande deposito de inindezas, que tem dito esta-
belecimento, nao s de arligos da moda o phan-
tasia, como tamb ra de objecto de lei; e como
rwilmente conhecido que muito mas massan-
te o contar se mindeza do que eotttar-te o cobre,
a Nova Ksperanca tem resoivido vender por me-
nos 10 % do que o prego do eostumo, para dista
forma minorar o trab.-Iho do balando : por esta
razio os apreciadores do bom aproveitem e ve-
niiam ver como se vende bun. bonit e barato.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburfuezas qne vem a e;te mercado:
na ra do Mrquez de ulinda n. 51.
- No armazem n. 16, a ra do Vigark, ven-
de-se o seguinte :
Plvora ingleza de superior qualidade.
Chumba de munigio.
Folha de Flandres.
Estanho em verguinha.
Palhinha preparada.
Oleo de linhaca
Gomma laca.
Cofa da Babia.
Retroz de superior qualidade.
Pelles de couro de lustre.
Ditas de Bezorro.
Cera em vellas de Lisboa.
Ditas bogias.
Cadeiras hamburguezas.
Ditas de bnlaugo.
Ditas para crianga.
Azeitc de coco
Vende-se em barris d 5o, de superior quali-
dade, por preco em conta ; na ra do Bsm .esus
('outr'ora da Cruz) n. 7 Io andar.
VENDER
2 Trastes.

Compra se e vende-se trastes novos
e osados : no armazem da ra do Im-
i erad n. 48.
Compra-se
nnu eeibo (biftte) de raga do Porto, cois tanto
que i-ej i nova e toda branca : na ra dos Fes-
eadores n. 11 se dir quem compra.
ji-wifayrTTgim.'.u m
- Venne se
l'araizo n. i.
um Mono ue v
lo do
Duas toalhas.
Vndese, duas ricas e importantes, toallias de
bbjrralho, prop-ias para Ortivas ; a*Mffl como, 6
Taras de re bicos, de largura de 1 palmo e 6 di-
tas niiis estrea na ra Nova, loja de Joao
Bapti?!: T-lles. n. 5.
Anniversario.
O Pnris na Anierira, loja de calcado
estrangeiro, ra do Boque de Caxias n. 89, 1."
andar, faz anno no dia 6 le setembro, o para so-
lemnisar seu anuiversarle, ter nesse dia sua
frente Iluminada, c veuder sriis calgados pelo
cusi, por isso os pr..prelaros deste estabeleci-
menlo convidam aos seus numero os freguezes e
com especialidale ao sexo amavel, a vir com sua
gradare! presenga abrilbntar dito anniversario,
iiiuiiin Jo-se nessa occasio do calcado que neces-
sitarem.
barris com carne de vacca c de porto, salgada,
para nmilimenloa de navios : no armazem de Tas-
so Irmoi A C. ra do Amorim u. 37.
Vende-se o sobrado de um andar sito ra
Imperial, canto da Iravessa do Lima, prximo ao
chafar, oqual est situado em lugar muito, apro-
priado para estabelecimento commereial, a que se
tem sempre prestado, tem bom qaintai e cacimba
etc., e tambern se arrenda : a tratar na ra do
Hospicio n. 3o, das 7 s 11 horas do dia, e das 3
s 6 da tardo.
Luvas de Jouvin.
Multo frescas, chegdas no ultimo paquete : na
loja do Passo, Tua Prhneiro da Margo u. 7 A,
antiga do Crespo.
Verdadeiro biler hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armasen da Tasso Irmaos A
C, roa do Amorim n. 37.
Chegaram para a predilecta
As veidadeiras luvas de pellica de diversas co-
res, do 'alineante Jouvu). rindas no ul'imo pa-
quete d'Enropa ; assim con;o, re.cebeu extracto
denoinioado Flor do Baile, que o mais bom acei-
to no mundo elegante : ra do Cabug n. 1 A.
TOAIRS
a 6|000 a duzia
Toalhas folpudas e alcochoadas pelo diminuto
preco de 630CO a duzia. S.io grandes, na ra do
Queimado n. 43 em frente a Pracinha.
BAZAR NACIONAL
Ra da Imperatriz n. 72
Lonmico Pereira MendesGuimaraes
Declara a seus freguezes que tem resoivido vender o mais barato que for possive!,
CUITAS A 160 E20VRS.0 COVADO.
DR
tirnteif Viaiaa.
gf A' m^fmaW eeteJttU'inicttto tem che-
gado um bom sortimetito de machinas para
costura, de toaos os autures mais acredita-
dos ultimamenteia Eurtriia, cujas machinas
3o garantidas por um anno, e tendo um
perfeito artista para ensilar as mermas, em
qualquer parto destn cidade, como bem as-
sim concerta-las pelo tempo tambern d'um
anno sem despendi algum do comprador.
Noste estabelecimento tambern ha prtenlas
para as mesmas machinas e se-suppro qual-
quer pe^a que seja necessario. Kslas ma-
chinas trabalham com toda a peritcio Je
em e dous pospontos, tranze e borda to la
qualquer costura por fina que suja, seus
presos sao da seguinte qualidade : p.ira tra-
balhar a mao de 303000, 409000. ioJO
e50J5000, para trabalhar com o i sao de
80000, 903000, 100^000, 10-5000,
120JJ000, 1309000, tS09600, 2009000 e
250&00O, emquonto aos autores niiu ha al-
terado de presos, eos compradores podero
visitar este estabelecimento, que inuito de-
vero gostar pela variedade de objoctos que
ha sempre para vender, como sejam : cadei-
ras para viagem, malas para viagein, cadei-
ras para salas, ditas de balando, ditas para
crianza (altas),.ditas para escolas, costurei-
ras riquissimas, para senhora, despensa veis
para criangas, dotodasasqualidades, camas
de ferro para homem e crianzas, capachos,
espelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, apparelhos de metal para cha, fa-
queiros com cabo de metal e do marfim,
ditos avulsos, colheres de metal fin I, condiei-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, lampas para cobrir pralos, esleirs
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objectos para toilette, e outros mut-
tos artigos quo muito devem agradar a todos
que visitarem este grande estabelecimento
que se acha aberto de-de as 6 horas da ma-
nh at as 9 horas da noute
Ra do Barao da Victoria n.
22.
Nao lia mais cabellos
Olli elle.
A rosa branca recebeu um lindo sortimento de
borwguins de lindas cores, para senhora e vende
a 40O i o par, todos vendem a "$ : s na loja da
ra da Imperatriz n. 56, loja de 4 portas.
S e utiic.aapprovnda polas academias de
seieacias, rt-conhecide superior a toda que
tem appatccjdo at hoje. Depsito princi-
pal ra da Cadeia do Recite, hoje Mr-
quez de Olinda', n. 51, l. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
re:ro._______________________________
"BICHAS DE HAMBRGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-sena pharmaci:i o drogara de Bar-
tholomeu &C, ra1 liarla dosario o Hn. 34.
SBG-KEDO ECONOMA E CELEUIADE.
Obtem'-se cotn o uso
DA
MJECfO SHOST
nica, hygienica, radical einfallivol na cu-
ra das gonorheaS} flores brancas e fluxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
offereoe como garanta de salutares resultados
a continuada applica^ao que sempre com a
maior vautagem se tem feito della nos hos-
ptas de Paris.
L'nic .C, ra Larga-do Kosario n. 34
Vende-sc chita* franceeas largos cora to-
^ue de avaria> a 180 o -200 o covaxk. Di-
las limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
CASSAS FHANCEZAS A 320 RS.
Vende-se casses francezas a 820 e 960 rs.
4 covado.
LASINHAS A 200 R9.
'< Vondo-se lasinhas de cores para vestidos,
a 200, 3C0, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A4O0R&
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
440 e 800 rs. o covado.
COBERTAS D CHITAS A 19600.
Vehde-se cobertas do chitaa de eeres, a
l?i00 e 29000. Ditas de pello a 19400.
Colxas de cores a 19200, 29500 e 49500.
CHALES DE LA A 800 RS.
Vende-se chales
rs. e 19000.
Ditos do merino a 29, 39, 49 e 5*000.
CAMBRAIA BRANCA A 39000.
Vende-se pe$as de cambraia branca trans-
parentes e tapada, a 39, 39500, 49, 49500,
59 e 69000.
SAIAS BRANCAS A 29000.
Vende-se saias brancas e do cores, para
senhoras, a 25000 e 2JJ300.
. BONETS A 500 RS,.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
raens, a 500 rs. Chapos de palha, pello e
massa, a 29, 29500, 35000 e 49000.
MADAPOLO A 35000.
Vendo-se pecas de madapolo enfestado a
35000. Ditos inglezes para os presos de
49, 49500, 55, 65000 e 75000.
ALGODAO A 39500.
Vende-se pegas de algodao, a 39500, 49,
e 55000.
BRAMANTE A 19600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 15600, 25 e 25500 o
metro.
GRANDE LIQmDACO DE SABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porreo de sabone-
tes inglezes, a-200 rs. Ditos francezes cjm
cheiro a 320 o 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
CORTES DB BWtfMCRE9A fWO
Vende-se cortes de brim de core-p#rr
caiga, a'ftttOoV&OWr?
BOTINAS A 39*>0.
Vende-se bolirias paYS senhWsy a 89000
39*00, a ollaS antes que sfl acoWni.
ROLTA FEITA NACIONaX.
Vende-se camisas brencas^ a H00-, W
29:0, 39600 9 45tr0.
Calcas de casemiras e corts*, a 59', (W
790*0.
Palitts do cacuiira,.* 49, 69 e 890W-
Seronlas s 14 e 19600;
BRIM DECOHES-A 4WP*S
Vende-so brim Jo todas as cores a 4<
rs. o covado.
LENCOS BRANCOS A 29000 A DUZIA.
Vende-se a dvzia de Icicot bfaneos,
del de qaadros a 800 29000. Ditos eom barras de core 39004
Ditos de linho a 59009.
TOALHA6-A 80t US.
Vande-so toalbas para rosto, a 800 w.
19000.
GRAVATAS DE SEM PRETA A 500 B
Vende-se gravatas do seda preta, a SC
rs. cada um.
CHITAS PARA COBERTA A 280 RS.
Vendla-ee chita para coberta, a 280 e 4
rs. o cotado.
BONETS PARA MENINOS A 15500. "
Vende-se bonetes para meninos, a 15500
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 39500
Vende-so espartilhos para senhora,
39500.
A 800 RS. O COVADO.
Vende-se granadme* com listras de sed,
para vestidos de senhora, a 806rrs. e 15000
o covado.
COLCHAS DE CROCHET A 69000.
Vende-se ricas colchas de crochet para ca-
mas a 65000.
PANNOS DE CROCHET A 19500.
Vende-se pannos de crochet para cadeiras.
a l-$.'i00e 29000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-so pegas de cassas para cortinados,
com 20 varas, a 105000o 129000, eoutras
muitas fazendas em liquidago.
GRANDE REDUCCAO EM PRESOS
Attencjo. Attenco.
Na loja de Soares Leitelrmos, rua do Barao da
Victoria n. 28.
Caixa de linlia de marca, a 200 rs. dem idem de pos chinez, muito bom,
Garrafa de agua florida verdadeira a-15200 500 rs. o 15000.
Abotoaduras para cohete, do todos os Duzia de sabonetes de amendoa, a 295oc
gostos, a 200 rs. e 35600.
Lamparnas gaz, dando urna luz muito Frasco com opiata muito boa, a 15000
boa, a 15000. 15500.
Garrafa d'agua j&poneza, a 15000. Duzia de sabonetes deanjinho transpareo-
dem idem divina, a 15000. t^ a 29200.
Duzia de pegas de cordo imperial, a j dem idem com flores, a 15500.
240 rs. I Duzia de pegas do trangas caracol branca
Frasco com tnico oriental de Kemp, a a oq rs*.
!5000. j |,i,.m idin ljSflSt a 200 rs,
Duzia de baralhos francezes, canto doura- T Sabonetes Glycerino \MMfatnfiea,
do, a 35000.
dem idem boira lisa, a 25200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro,
19000.
Caixa de botoes de osso para caiga,
200 rs.
Caixa de papel amisade, beira dourada,
a 800.rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes forrados, a 700 rs.
Luvas de pellica com pequeo toque
a 320 rs.
Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
800 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa do enveloppes tarjados, a 500 rs.
Loques de osso e sndalo para senhoras
a 290OO, 4JJ0OO e C5000.
Fita de velludo do todas as crese largu-
ras.
dem idern de sarja idem idem.
Chapos para senhoras e meninas.
Entremeios e babados transparentes e ta
pados.
Botinas para senhoras, a 45000.
Retroz preto e de cor, em carre-
tel.
GRAXD
2^200, 2#200.
Sat milho depostalo no trapiche da
rampa 11 fii.i pernambucana n. 30.
Ven!: -2 urna escrava cozinheira, de 48
anuo* : a iratar na bol.:a pv>pular, e para ver na
tasa d- iletencao.
Vende se uina escrava de 24 anno?, perfeita
eagommadeira e cozir.h^'ira e oatra de reeia idade
com as mesmas habilidades o urna negrota preta,
rocoJhi'.h, b>!nti ligara com. algunas habilidades
sa ra d) Horlas n. ttO.
Pur 400-J000 vende sa, um preto, moco, ni-
bu^to, co;b nii peiju'-iu> dnteit) nosps ouc ser
patente *> comprador, bu lo : ua 1 u* de ilor
tas n. !W. Na nesaa casa ha outros esoravos
pan wi^Bi'it^__________________
Para a festa da colIoca^Q da
pedra fundamental do asy-
lo de alienadla no da 9
tete mez.
Ha na ru.v do Imperador; A 7.1>, primeiro andar,
a bello sortimemo de iratfciPios afiilha de
teot' )ra, proprios par eWre* como preuda
para o lettcVi que se truje faaer neste dia, como
si: almifadas bordadat, latxas, obMellas, gor-
ras outros objeetoay ea quaes se vendem por
jftfp mdico. -
Hesperedina a 16j?.
Vende-se em caixas com 12 frascos, no arma-
em de Prauco da Cunha & C, a ra da Moeda
n. 47.
Bons terrenos.
Vende-se barato, terrenos prop/ios, em lotes e
vontade dos compradores, junto e as circumfe-
rencias da esta^ao da Boa-Viagem, logar saudavel
e bastante concorrido, muito proprio para edlica-
cacoes, por tur em seu favor nao so o vapor da
maiibi e tardi-, como o privilegio que isenta de
pagar passagem por dec koBM a (pieni edificar, e
o cstabelecimenio dos bonds que se projecta : os.
preteuaentes tntendam-se na thesourana das lo-
jerias.
Vende-se ou troca-se por acgres publica, geral ou proviaetat, Jnf Trrmiitaai Irisara, roa da jidra dajOaaaian 'JanV,
casa terrea, na. 14. e 14 A, sitas ra do Pro- '
gresso (Soledad*) as, quaes teem ura tecreno coas
400 palmos do fundo: a tratar nocaaa-tde
ISovemliro n. 2t, atnmmo.
A JflOTa-o covado. .
Mhtitu de cores, padroes bonitos, proprio .
vesiid*, pelo dkriinulo prece- da !0Q rc, se oa,
ra da Queiimuh n. 43, em (u* -.l^actaM
loja-derGuerra Feinantl
Superiores sedas de edres
al#500' o covado.
Chegou a occasio de se fazer um bom vestilo
por pouco dinheiro, co nprando-se superiores se-
das de cores a I 500 o covado : s no roa Du-
que de Caxias n. 88, loja de Bastos Irmos se en-
contra desta. pechincha.
Adinheiro
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel da coree, resmas grandes, sortijas a 9*.
Dito de dito ditas, as-setiaad e muito encornado
9,000. '
Dilo de seda (mais conhecido por seda de n i-
Iho) do verdadeiro, francez, a 2*6<'0 o cartao de
10,0ii0 roorulhas.
Dito d! linho .fino de Bnrcellqna, marca martel-
to,'iiOOO.
Dito de dito dite, ma.ncabalanca, *50Q a resma.
Dito de trigo, resmas grandes, do verdadeiro de
Dfrcellona, 9i a resma.
No armazem de Jos Domingnes do Carmo e
fumo.
Aas aenQaWa ^bweftnliei r^j
ciaiutos*.
jlu aluea-se ump^neaosM^oe pajrt*o eeast/
mu>to fresca e bao. c*ciemJa, coux eseonea e
banheiro, Dor pre^o cMHWkla. m lugar-AsnoTat
uaio,- Pundo, em BebacibL ra da Esperanca r a
tratar aa ra do Cabug q!^, loja da oonquista.
Vende-se um cofre grande quasi novo, poj
Foam&md foas, muito.vet, cUeiroae e fOrta.
paco fumw*.sc, da sato velha, e dna. nwiiLoraaili
ucea. de-S. Folis,. NnaaaJtk O^QftiviBii d B*-
hia, saawndido* a W*w vieu. p# l^os.
HW ledmil*.
m arsiazem de- Mi# fttwwwrnes d* r>m &
.lva; qimda Madre. de<"Defls>ri. )-A<3fipe4$t, doJ
preco eommodo
D. 4, loja de calcado.
a traUr a trpana da* Cruaw
f
Xarope d'agrio do Para
Asitiiii e coiicoiluado medicamento^ para
cura- das molestias dos orgaos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado anda cota ptimos resultados d
escorbuto..
Iiiiis terrenos.
No-lugar denominado Salgadinho, e junto
a estao da estrada de ferro de Olinda,
veadem-se bons terrenos em lotes ou peda-
cos.a vontade dos. compradores, com a fren-
te para a mesn estrada e os lados para
ouras, e bem assim urna pequea casa de
laipa nuiles situada.
Estes terrenos tem diffeeeutes arvores de
ftucto e sao ptimos de plantacao e ven-
dera-sc por presos baralissiiaos. Os pre-
ttndeotes. entendam-so na.thesouraria das
loteras.
Verniz do gaz..
m Para Van4er na roa, o, Viga/Jo n. 13, e na roa
da Amorim n. 14., a retamo, ou em barris. A
ceinpaahia do gaz de Ulinda tem estabelecido seus
yposijps para venda de vnr.uiz do gaz, nos luja-
ras cima indicados, omito prximo ao embarque
na Bedfe.
700 rs.
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a Lindas e elegantes caiunbas dos perfu
5^000 mistas E. Codray, Gell Frrese Rieger.
Ma.o de fita chiueza, a 800 rs. elc- etc"
Cana de linha com AO nuvellos, a 500 rs. Quadros com santos e estampas separa-
Resma de papel pautado, a -25800, 45000 das.
e 55800. Espelhos de moldura dourada,
dem dem liso, a25600, 35o00e 55000. os tamanhos e precos."
Coques modernos, a 35000. Garrafa de tinta roa extra-fina a 15000
Caixa de pos para dentes, a 200 rs. Microscopios (sem vista) a 5000.
de tod
os
boma:
Bouecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
ama em sua caixa, bouecas de borracha e bolas do todos os tamanhos, candieiros a gaz,
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas para cos-
tura, transparentes para janellas. e um completo e variado sortimento de mudezas, que
se tornara longo mencionar.
Slna do Barao k Victoria n. 28.'
Cat
4t Rio de Janeiro : veode-se ra de Vigario, BT-
Jazerain. 10.
w

..
arwazein de, Jm aVaaiajpas de Cana
ro,daifrdre djB Beo> b. 40 ^ jmnef
- Vende-se- urna casa terreB,"sH" ra do Jar-
dim, freguezia de S. Jos : a, tratar na ra do Im-
!
peraior. 137 I andar-,
aa i da Urde.
da* Ir horas da maaha
ar;
J. 0, C. Doyfe.
Tem, aara vendef :
Cognac, du lU-unesy, superior a verdadeiro.
Vinlip Xeres das melhores quajidades.
RittersAypnsUira,
Cha pw) m layas de W. Bbras.
Todas as preparar-oes chimkas.-qo, Dr. Aje: no
do ammeaci n-33.
a
Bego, em
mesmarn. 39
cas*,
.ttwro
TASSO IRMOS 4 C.
Km seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47
tem para vender por praoos comraodjjs
Tijolos encamados sextavos para ladritho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas de descarofar alfodSe.
- Machinas de padaria.
Botassa da Russia em barril.
Phosphoros de cera.
Sag em garrafoes.
Sevadinha'em garrafes.
Lentilhas em garrafaes.
Rhum da aJmaica.
Vinhotdo Porto velho engarrafado.
Vinho do. Parto soparior, di;o.
Vinho de Bordeaoi, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da M^deira.
Potes coca liaguas e dobradas inglezas. .
Lioores finos sortids.
Cogpae Gaalbier Krerea.
Lalas do toncinho inglez.
Barris com repolbo era salmoura.
J. -A. Moreira Dias.
Paz sciente aos seus freguezes que retebau pe-i
A DINHEIRO,
As pechinchas estao-se acallando, na loja a 43
du ra da Cadeia do Becife, onde te urna baa-
deirola com o titulo cima : quem qizrr sortif-se
de fazeiuhs para casa por meaus que em. oetra
qualjuer parte, nao perea tcwpo pow raslaaa pou-
cas.
I'apeis piulados.
para forrar salas e outros qwaewmer aaesentos,
sortimcBt> completo ', vende-?e por meaos do ooe
em outra qualqwe parte : rea do Vicario ar-
mero 16V
v
Vende-se urna linda armacao de raa da aau-
retlo, propria. para qualquer cUaJielccimeoto a
ver e tratar na ra de l>eqiw de Caitas a. 34t
-. VeodjKsQ duas casj. it'lilt* cobertas de
qeXSlq lo uhiaio. vapor da Europa, as Tajjdaitetrw hms tema, uo JordSo, |far olmJc sadiq, IWres e do-
aaraj^rna. de neaica de Jouvift db todas as_eflres, vende sembaragdas ^ a tratMnejgeanta lugar, shupua
emuu armazem, ra da Cruz a 16,
casa de tclha, passando a bosiba.

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ir
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\

Diario de Pemambuco Quiit bira 4 $t -'-gtotiibto de HB73.
=

COSTURA DE HOWE
mis pospovros
SOARES LEIE, IRMOS
NICOS MENTES
A' i
Ra (lo Barao da Victoria n. 28
A.s mais simples, as mais baratas e as melhores do mundo!
Na eiposico do Paris, era 1867, fo concedido a
Elias Howo Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
cao da Legio de Honra, por seren as machinas mais per.
feitas do mundo.
A medalha de ouro, conferida a E. Howo Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na eiposigao de Londres acreditara
estas machinas.
XM\ VA JOUs
*>*
o
CONFRONTE kto I"Tin v\ MVTU Z M: SASTO ANTONIO.
Este importante ixtnUolv,..., i, ...grajid.- suiimciito.'ilo jotas de ouro de lei,
resolveu vikIi r muito bar.' J ;f c. ni iM)-..jii.: em .nutra quajquer parte, rs scauintes
joias :
I Adt'rrens de brilbantes, de odernoa e delicados gystes.
Hitos coin rubina, esmei .! 1 por-V:
k Predilecta,
EE7BA2E5 ZJC?CMA5TSS
............... '"..... )...
Voltas de-bonitas perola> tiu/.es > Iiril!,antes para noivas.
^'fdallioes do coral.
A 90S000
A Cora Bullante contiisiia a litf grande sortimentn de madathdes de coral, camafeo
e nix cim bouqttets de peredas o llamantes, cassolctas de ouro e podras pretas romlettras,
del2?a-20H).
Cadcufff para relog/os.
A Cora Mullante recebe E-nprv b G?00 a oiurva, e tambom pura senlioias.
Cassoletas para sciihoia, ruin l.ttri..-, ti? e ld?000.
Brincos de variados gostos, para scuboj-as e meninas, <1<; 55 a 209000 etc.
Aunis de ametlivsta coinlullras do diamantes, de G a 89000.
l'ince-iiezsetrancelins emeaixinhas de velludo, para presentes.
Medalfaas milagrosas.
A Corda Brilliante tem medalhas milagrosas edas Dores, de ouro a 75POUU, c prata
dourada a 15000. "Tambera tem sortimento de pince-nezeoculosdcaco fino erattaruga,
chegados receutemente, e por presos mu i curamodos.
Con vi la so nsExmas. familias ,1 visitaren) a toja ila Corda Bullante, na ruado Cabu-
g 11. 11, a qual continuar aborta noite at 8 horas.
Garante-se o, ouro e pedras preciosas.
Cabe-nos. o dover de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova-
, !ork, estaboleccu nesta cidade ra do Baro da Victoria n. 28,.um deposito e agencia
$eral, para em Pcmambuco e mais provincias'se venderem as afamadas machinas de eos-
rara do Uowe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeigo de seu trabalho,
pregando urna agulha mais curta cora a mesma qualidadedeliuhaquequalquer outra,
pela introducan dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a
?ffrecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens deslas machinas sao as seguintes:
Primeira.O publico sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
iroorastancia de nunca tereih apparecido no mercado machinas d Uowe m segun-
da mo.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor frice,o entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
*o que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto mo.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consega j
as outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
logo em seguida, sem moditicar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
tna.
Stima.0 compressr levantado com a maior faeilidade, quando se tem de mudar
e agulha ao coraecar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao boje quasi desconhecidas, outras soffreram |
mudanzas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
doptando a opinio de Elias Howe, rnestre em artes mechanicas, tem constantemente
iugmnta or-r dia.
Cada machina acompanha livretos com instrucerjes em portuguez.
A 90^)000 A 90^000
SOARES LEITE, IRMOS
A'
do Baro da Victoria n. 2 8.
PPROVDOO PEL ACADEMIA IMPERIAL DE MEDICINA
mu 3? daembro de 1819
I
PARS
pars
7
'lo oblar *ui p4tt0 l mpo com o os> do aiclhfr to lie re- a tramada
v*s7. r>?fn jaro qtM e conbeeilB este precioso Inico, f e ;-2rii acha? orna pti,
hi teodo experixnentado pestofNaente, nSo falle era peo Mor, j como boo: esiomaoi
ipetUador, temando nm ralT del':) antes ie jantar, no como fecitadoi da dig^tti
t"!rnVO depoi.
n
A
E' sobretudo s suas propriedades eminentemente absorventes,
que o Carv* o Belle do ve a su a grande efflcacia. Recom-
menda-se-o especialemente contra as affeccOes seguintea
GASTRALGIA
DYSPEPSIA
PYROSIS
AZIA
OIGESTES DIFFICEIS
DORES DE ESTOMAGO
CONSTIPAS*?
CLICAS
DIARRHEA
OYSSENTERW
CHOLERINA
PARS
pars
I
M&.
;0DD DE EMPRS60. OCM*o de Belloe (durkoadeBelloe)
tomu-se antes ou depois de cada comida, sob forma de P ou de
r\i>!i,lias. Gcrahncutc o bem estar senle-se logo depois das pri
meiras doses. Urna informacao entcnsa acompanha cada vidro
de p e cada caixa de pastilbas.
#
K'posito em Pars, L. FREItE, f O, rae Jacob.
PARS'"" */c~ PARIsJ
pars
no empenho e'bem servir aos eus fregnuzes e
publict m *ral tem procurado prover-se do
3ue ha de mclhor e da ultima moda nos marca-
os de Europa para expo-lo aqu i venda, eer-
tos de que os %es axligos serio bem apreciado
pelos amantes do boui e barato ; passa a ennu
morar atguns d'aalre el les, como sejam :
ALBU<>8, a mais ricas que tem viudo a este
marcado, coin capas de uiadreperola,
tartaruga, marina, velludo e chagrn.
ADEREMOS pretos e vultas proprias para loto ;
assim c mo, um bonito sortinieuto de
ditos ds plaqu, obra tina e muito bem
acabada.
BOTOF.S para punios, o que 50 pode desojar de
mellior em plaqu,, tartaruga, madre-
perola, niarlini e ssu.
BOLEAS de ve-lluilo, teda, pallia e chagrn,
ha de mais moderno e 1 ndas.
BICOS de seda e de algodo, tanto branco como
preto, de variados desodlos
CASSOLETAS pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXIXHS para costura, muito ricas e de di-
versos fonn tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imitaco, o que pode haver de mai?
bonito bom gusto.
DEADEMAS, nesle genero a Predilecta apr-
senla um grande e lindo sortimeiito
capaz de satisfazer os caprichos de
qmlquer seohora pjr m-ns exigente
que si'j.i.
PORT-IH)l;ET de madrepcrel, manim esso,
este um objecto uJispensavel s se-
nlioras do bom tom, afim do aspirar
o aroma das llores sem o inconvenien-
te de nodoari'in as luvas, ou mauena-
rom as delicadas ruaos.
PENTES de tartaruga, de inarlim e de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos c tirar bichos
PERFUMARAS. B" sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva un importan-
te sol-lmenlo de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
l.ubin, Piver, socieilade hygienica, O'Q-
liray, Gosues o ItimeJ, que incum-
bido da escollia ibis aromas mais bem
aceitos peta soeiedade elegante da
Europa, e por tanto, acbani-se na
possihilidail; de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa de enumerar nina im-
mcusdade de artigo, afim de n.io mas-
.sar aos loitores e se \&& a bonevo-
lenea d->.respctavel publico em di-
rigir-se na do abng n. 1 A, pa-
ra convem-er-s.' annde pode, comprar
o que bom e barato, assim como:
PAGIAS ricas e dtodernaade iiiquim e uurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vostimentos para meninos,
por baralissiino proco.
FLORES. A teedltesta prima em conservar nm
bello sortimeoto de llores ao alcance
de qualiuer bol a ainda que nao es-
. teja bem repleeta de dinheiro.
FITAS. ja bem sabido do publico que s na
Predilecta que pouem encontrar um
grande snrniento de fila* de setiin,
tfela, velludo, linlio e de algodo, por
com modo ~~;
GRAMPQS do tartaruga, a imitaco deste?, pre-
tos u de cores, o que se pode desejar
de mais maderno e bonito.
CRAVATAS de seda e de cambraa para senbora,
la eos e g'ilinhas de bonitas cores, tam-
bom tem nm liom sortimento de gr-
valas e regatas para honiem.
JARROS de porcelana e de vdro muito bonito?
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de la e de algodio, pa-
ra senbora, meninas e liomem.
LEQUES. Reos loques de madreperola, tartaruga,
martini e de sso, os mais modernos e
por barato proco,
de pellica, de seda e de algodo, para
houiem e senbora.
para missa a Predilecta apresenta es-,
colha do respeilavel publico um bello
sortimento destes bvros com capas de
madreperola, tartaruga, marltei, sso,
velludo e chagrn, por preces mui
raznaveis.
LUVAS
LITROS
. HESr,r:R!Dl?U a LAANJA AMARGA, d3o lia uin i habitante do BBASIL (a terr
especial Jss ^raojAs) qoe >3( conhera ss propriedades medicinaes da donradi frnrt>
ora beni *
em set astado oatnral t-m nm gesto pouco agradavel, e o mrito da Hespe idioa t>'
s'^le em reter snas boas proptedades, e ao mesmo lempo apreaenta-la como
EXQUISITO LICOR
\ HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL nSo tem nada que inviar
BMlbOMS UB| ortscoes enropss de cUtaagoria aemelhante, Kstsa, qaaoo nnito, pods
ser gostotas, porfia a Qeaperidina a co^biraco perfeita o
AGRADAVEL E SADAVEL
]',: provi de que om artigo no tjnsl pde-ne terinteir? confisnea por i*f i'!''
t : orite, bi* fjizer-so que foi p'onamente approvada e autorizada pel
m DE HYGSEUE
do H.q d* Janeiro, pertniuindo sr*a Hvro elsboracaV) no Imperio; outri
1MIA PROVA
* a Keila$0 geral que tem em t"das as parte? onde apresentada. Em 1864 eaUb*
tec?ia e a prijira fabrica em Iioenos-Avres; en !869 a segbDda em Montevideo ;
no dia 'da chegada de S. M. O IMPERADOR iiiaoguroo-se a fabrica qoe actoalment
rabalha ca corle. Em Tarparaie e cm toda a costa do Pacifico tem boa acceiUc.
lanto que rara a casa qoe considera completo gen aparador sem nroa garrafa da
HISPIR
O tornera efto toma Hesperidina para obter
VIGOR
<* bfimem i sT
O boroera f
6 ''VMff'i^i^jnF^fT'tfMF'
O MAIS SPOBEROSO
TNICO E FEBRFUGO
rirnntio roa la academia di; hi:umi.\a, be parim
ledalha
Owo. _________ 46,00 t"*
QtUSNA
LABOCHE
EUXIR TNICO, FEBRFUGO, FORTIFICANTE E REPARADOR,
aprrlor TtahM larapr. de alma.
Experimentada, com pleno nceeuo noi heapitlea, a Qoijia Urochb (ou Extracto comptet
d* Quina) urna preparacJo excepcional, por aer privada do amargo da Quisa. Agrada por
coaaegumte as peisoas as mais intolerantes e aos paladares os mais delicados, pois nem e
muito doce nem muito viscosa, sendo de soa limpidez constante. Eapraga-ss com muito
proveito nos casos de : gastralgia, dfsptpda, nnrmtfia, anemia, mar amo, cachaciat,
magreza, fattit tem causa apparenU, conoalucmcas demoradas, chlorose t escrophuas.
E O PCiriCO DAS MOLESTIAS FIBIIS.
QUINA LABOCHE FERRUGINOSA m pajuz,
Refluido todas u prspriedades do Ferro el da Qiiu. 15, ru Drouot.
VERDADEIRAS
PILLAS de BLANCARD
COM IODORET0 DE FERRO INALTERAVEL
APPROVADAS PEU ACADEMIA DE MEDICINA DE PARS, ETC.
Possuindo as propriedades do upo e da ferbo, ellas convera especialmente as Arrie-.
c5xs tscRorvLOSAS, a Tsica no principio, a frafueta de temperamento t tambern nos casos
de Palta db cob, amehorrhea, ero qe neoescario bemgir sobre o saitoci seja para Iba
restituir a sus riqueza a abundancia laormaes, ou para provocar e regular o seu curso perte-
dico.
N. B. O loduwto e (erro mparo ou allfra.ln un nwicjmmto tirtlrl,
Irrilintf. Como prori de paren e thenUtMde 4u ?c*el*a
Pllnlaa r Blanraril. rlere-H eligir tisso ello prmLa rimr-^
lira e BOHa arma, aqu rtprculiiJkJa, que m acha na parle inferior
ie um roala rele.Deve-ie destonflar dw iUtc/fits.
Arha*-.e > KMlaa u |Hiartuel>a PiarmattnUtiKi, nm on*p*ri, 40, *ru.
Ufiico deposito, a onde se acba avenda na casa de P. Manror & C.
Hua do Lwro ta 9
thJT. baito as dottetas es taoijos tomarn a rTwperiffic pwi oMer loa <-r.*
nnaco darante os JoaWs gyrofia
AftaGS JNiOftaaVC., ro do Viwro Tenorio n. 7, 4Manir. r*ce*#ra y (
gTmftei ospecifteo, venoeWi-Bo n 'dsjpositoa s^nirrtea : /
naioifflFerreira Lobo, roa da 'Jmpwatrii. ')
Z*-fert9 Garneiru, Marcfjlifio Jo Gooal\t Fooie,ima da adaia n. f.
Antonio Gomes Pires A C., rea da Giii.
Aotoui'j Gomes Pires & C, caes 22 - Gome* IrmSo hotel Paiagatn.
hMKim
DE
Piflllil FINAS
RA PRIMEIRO Di MA^CO f. 7 A
E' c^ta casa, sem dolida, urna das que boje pode
com primazia apresentar aos seus fregueze< um
variadisfimo surtiiMHto de fazeadas tinas para
graude tcUtUej/tbim oome para n uso ordinario de
tudas as classes e por precos vantajosos para os
compradnr.s.
Os donos dcste importante rstabelrcimento con-
vidam ao resfieitavel publico e partieularmeute
aos svus fregueies a darem um passeio por seu
esiahelecimento, a afim de vcriiiearem a veracida-
de de seus anouncios, e com vuntagem supprirem-
se dos artigos que I lies f>rem mister, de cujos
fazem um pequeo resumo.
Mandam fazendas s casas dos pretendentes,
para o aue tem- o pefsoal necessario c do snius-
tras mediante penhur.
SEDAS
Cortes de seda de Hilas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorgurao branco e preto.
Setim Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaptes pretos e de cores.
Granadinede seda prela e com listras c alosad do
cores, lindissimos padrSes e fazenda de ultima
moda.
Fil de seda hranee e preto.
I ticas basquinas de seda.
Colxas de seda para naivos.
Mantas brasileiras.
Cortes de cambraias branca com linios bordados.
Cape'ilas e mantas para noivas.
Poupelinas de lindos pudrios.
Requissimo sortimento de las com listras de seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
!fasack de lindos padrees.
Baptistas de padrdes mui delicados.
Percalinas do quadros pretos e brancos.
Brins de linlio de cores proprios para vestidos.
Fustes de lindas cores.
Casaquinhos de l? de cores para senhoras.
Saias bordadas para sen horas.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baplisadas.
Chapis para ditos.
Toalhas do cambraia de linho com lindos bor-
da-ios.
Froalws bordadas.
Colxas de la. s
Cortinados bordados.
Camisas borddas para homens.
Meias de cores para hoiiMns e meninos.
Chapeos com casto de rnarfim para horneas.
Titos para senhoras.
Merino de cores para vestidos.
T)Kos prelos. J
Casemiras ciihas, madapoiSes, cambraias etc. etc.
na toja do -Paaso ru Primeiro de Mareo i.JA,
amiga do Graspo.
DE
Conloiro *inOes d .

Safliuel Power Job-Bar-,
to'fc'Q.
J Ra o Aipolio
Potassa "
ova da Rnssia, desembarcada oJtimameDte e em
soeos birris: vender Cdaha IrmSes & C. ra
i Madre de Dos o, 34.
Ra darSanta Oniz^n. 42
Vende- **a propriedade em
a tratar i ^ ni ^ Duque de
andar.
40J Pf, Wtaaj' da (und((o fieral lTeW,
*' HUl scMit&'aas -xvltores Ua rtprifto..iOTn
rVMm !-"fenl aos ser* Treguftes qne*Jeem pessoas, que teem estabelecido aml>aab'i-;
mu''1.1' o *u MpOTib' de n HMWH R vaa r*(. ifa'ferro ebnmi i ruaoBnini, jur>-
(...r, oicnda* e lasas ia a'Uitp aer'4itad n a etyaoi 4a> bo^s,, mda.auri'QtariA \
fibriea.de.^QwtMri na do Apollo cl, auajquer obra df sncommaDda.eoD j^rfci-
33 e w, ctode eoflrafn a fsr o ntesmo sor- jio 8 wropflfi
tiroento 8b eoMutte. 'Os %soes 'rig)-spensewaw.-<;iipV-
Paiemwiiaai lamberaqee team fslt uoi irwu ntio.-ar *t i* mu .s^r viajas oie>i!eii8-
atronjo/apata-lnodic^t) geral, pelo que ps- rqai as-aaroijua^ndai em r,*sa dem ofereear-s* para assentar quslquer muel Poww Mr,*ium & c r0a do Ap'-l- ,
reacbnismo a nvesmo garigMIo. le n. WeO, ond* aCharto posso. .nnni-,
' Mtit-ctMr^en ^am aniaWaria.
,Oi<$Sl
AL
? .geral.
PILULAS
TEfiETAES
B-RIST0L
L'ns b*)fes sadios e saos
Urna digestjo vigorosa,
Um excellento ppetite,
sao alguns dos beneficios que se podern de-
rivar, fazendo seum uso regular das
PiliaUm vegetaes tic UriatL
Urna cura certa e eflicaz dos intestinos,
L"m roinedio aijmiravel para os ros,
Um tnico ]K>deroso pura "estomago,
Sao as inapreciaveis qualidhdcs medicas
que se podem encontrar, usndose das
Pilaalas vegetaes de Braitol.
Urna medicina que no prodi.z dores nem
clicas.
Um purganto que nao debilita nem eo-
fraquecc.
Um lavante que nao causa a menor
nausea.
Formam urna das muitas virtudes que
possuom a s
I'ilulas vegetae* de Rr-istol.
Um iiKi.caiuento suave e favoravd pan
o bello sexo.
L'm correctivo seguro dos dcsarranjos do
sistema.
Um remedio completo e seguro para as ir-
regularidades.
Sao os cff''tos sem falta, resultantes do
usoeetnprego das
EMIuliis vegetaem d ElrMtaL
Uma cuiiipleiraii clora, alva e ti'Jii^pjnaite,
I irw pille macia edeKendfl o um
Hlito doce e agradavel.
Sao 10 resultados certoscinlallivcis, de-
pois do H
liavt'r tomado algumas dees dcste
rneluordos
Kemedios as
1*JiiIhn ve^etaes de Viv\toh
Km todos os casos de molestias I'urna na-
tureza escrofulosa, ulcerosa ou sjpl ca ;
ou quando a massa do saiigue st- li.ij.i tor-
nado turva ou viciada pelo uso de ferro,
mercurio, ou por outra qualqurr substancia
mineral a s
Kiilsii|inri-i!lia de Brntol.
dever ser usada ihs conjuncto com is piur-
as, c assim obrando-se, em restricta con-
formidade com as- direcr,es inscriptas M
envolto; os doentes podan i car certoa que,
uma vez usada coijiiticamontc unta <<>m a
outra, nenliuma enfermidade ou molestia,
por mais severa ou arraigada que se acdie,
nao poder resistir ao combina lo po;Ier se-
cretorio e sanitario destes dous
GRANDES, E INCQMPAff.aVEiS
RESiDUlO.
Ambis estas medicinas acham-?> .1 v;;-Ja
em todas as principaes boticas e
lojas de drogas.
Acha-se a venda em todas as bolitas.
H. Forster & C.
______________AGENTES.___________
Tem sida aprsenla^, liwi
Durante o espaco
DE
4 0 A N N 0 S.
S\I.S\i?\l\lVIl,
RBIST0L
/
.''.'
//"
CURA OS CASOS MAIS DE8ESPLUADOS I
A SAFSAPARuMLBA DEBRTSTOL puri-
fica a massa dosangue, cxpelie uara fora
todas as materias e fezes viciosas o impuras,
regula todas as secretos, d vitalidades
ooergia a todos os orgaos o d t'or^a o vi-
gor ao svstema alim de poder laellior resis-
tir a todos os ataques da enfi'itr.idiuli'. E'
pois este um remedio constitucional. Elle
nunca distroe alim de poder cur.r ; porm
C(.:.3iautenierite assiste a natureza. Portante
em todas as doencas constitucionups e em to-
da? as molestias loiaes dependente d'nm es-
tado vicioso t mperfeito dosijstcma mtfje-
ral, achar-se-ba que a SilsAPARSILUA be
Bristol um remedio seguro-e efficassaa-
mo, possuindo inestimaveis e incoatestave
virtudes.
As curas milagrosas de
Escrfulas,
Ulceras,
Cliagas antigs,
ENFERMIDADES SYI'HIUTICAS
CRYSll'EIAS,
RIIEUMATISMO,
NEURALGIAS,
ESCORBUTO,
ETC., ETC., ETC.,
que tem grangeado e dado o alto renome i
Salsaparrilha deBi;;lol
por to lasas partes do universo, seo to so-
mente devidas
NICA LEGTIMA 6 OU1G1NAI.
Salsaparrilha de Bristol
H. lurster i L
AGENTES.
NA PHARMACIA CENTRAL
Armazeni do fumo
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jas Domingues do Carme e Silva participa aos
seus freaueaes e amigos aue no seu armazem a
rtra dalfiadre de Deus n. O A, se acha um com-
pleto sortimento de fumoem fardos de patente I.*,
i." e 3." sartef,das.mlbores fabricantes da Bahia^
e bem assim a tlor de todos os mmos de cerda
em retios, paeots, hrta* grandes e peqnenM?, tam-
ban dos mui acreditados fibricantes Torres 4
lAaaaiu, iataur, Adolpho Scbmdt & C, Liaaur
Scnmidt & C, Vaigaa Arauio, Trindade 4 Ato
lar, Toieira Pinto & Portella (garantido pelos
mesmos) e 4e outms ainde nao conhecidos pelo
publico desta capital. O annunciante declara que
todo.(tuna$aa lar veadto eia sua usa sar pelo
-sau jualo valor, a aue quando garantir a respecti-
va quaudadn, sera sincero, mui particularmente
com aspeasoas que punco entendam da materia ;
1 oeif para bem servir a todos, tem o annunciante
i toaaa pratwa da IS aanos deste c<>mmerrio.
fraude yrdiinr.ha
Las esoossezas a 280
rs. o covado
$M Ra do Crespo n. O
A 300 rs. covado!
Bareges de quadrinbos, ,fainda inteiramenie
nova no mercado, Tielo diminuto.pre^) de :fo rs.
oeoraflo; poehineba: aa ruado Qu*imdon.
43 em frente a praciaba. Datnse amostras. ^
\
Vande-se na ra de Horta? n. 7B, Mte pu-
ro a 240 rs. agarrafa. Pas sabias canudairas
e um cochich, por diminuto prejo, por lar de
retirar-se a dona : na memia casa se ra -
de tem para vender urna parea mulle f rda,e
duas bacerinhi
t.


8
Diario de Peraambuco Quinta feira 4 de Setembro de 1873.

UTTEB1TDBA.
O nintllail*.
Salvina .. linda Salvina,
as horas de Deus, amen,
Porque suspiras no vallo,
Porque solugas tambem f
Ai, Salvilla suspirosa
as horas de Deus, amen.. .
Porque itinrria.de amores,
Do amor se morre tambem...
E soiogav.i no vallo
Com saudades deseu bem.
0 Agudo grit< de morte...
E corro aos campos da guerra,
. Era um vajeute do norte I
Adeus, Salvina, nao chores...
Ai, Anselmo... ai triste sorte..
E* sorte. Riba, ditosa
Para um valeiite do norte,
Dar o s.mgiie patria, quindo
Um escuta o grito do morte I
E Salvina amava a patria...
Por isso torna n'um ai :
E' nossa mi nossa patria...
Pois vai, Anselmo, pois vai...
Mas, a f que mp juraste ?
Salvina toma n'um ai...
- Hei ile amar-te eternamente...
Pois vai, Anselmo, pois vai...
K aps adras doten lo
Parte Anselmo, ;' guerra vai. .
E choras, triste Salvina ?
Porque suspiras tambem f
Ai chora, suspira e gemo
Coro,andados de seu bem ;
Sote 'lias se escoara n...
Slenla mezes tambem...
Seis vezes florece o ir ato,
J novas flores l vem...
E Salvina sempre firme...
Sempre chorando tuniheni.
T qu" um dn, entre os solugos,
Junio a si ouve no Jar :
L'ma asmla ao mutilado...
J nao posso trabalhar I
Da guerra trouxe frulas.
Da guarro santa do lar ..
E por ellas o me sangue
Soube, virgom, derramar,
Dofonden lo miuhi patria...
I. .iefeiidendoo teu lar !
-E Salvina solugando,
0 mutilado fitou...
Porque choras tanto, virgem ?
Por que:n prantos me deixou...
Onde foi qnem tanto adoras ?
Amor da patria o levou...
A quanto lempo solugas ?
Muito tempo j passou ..
E qualseu nome ?Era Anselmo...
Eo mutilado a fitou.
Entre o fumo das bombardas
S io gentil combater...
Era um guerreiro do norte
Sua patria a defender ;
Vi-o sem braco, som pema,
Depois'de tal combater...
Ali, .quasi morre 1 Se o visses
Eugiraspara o nao ver,
Que icou horrendo o bravo
Sua patria a defender !
E Salvina estremecendo
Logo bradou a chorar :
Ah, nao morreu I Inda vivo...
Anda o posso escotar...
Beijar Ihe a fronte entre os louros,
E as cicatrizes beijar I
Mtt guando volta... nao sabes?
Findou-se a guerra do lar !
E onde o viste '?. Que dita !
Ei-lo a teus ps a chorar !
Ei-lo a teus ps... mutilado...
Desforme... mas vencedor 1
Anselmo, Anselmo Oh transporte,
Ouantos extremos de amor I
Mais bello rollas, eobortw
Dossignaes d'alto valor...
Que estas chagas sao loureiros,
Cada loureiro una flor...
Se outr'oia amara o Anselmo,
Hoje eu amo um vencedor !
E em breve, em breve, Salvina,
Guiando Anselmo, seu bem,
Assim canta va esmolaudo,
as horas de Deus, amen ;
Ao-meu esposo urna esmola...
Ao mutilado um viutem !
E quem amar sua patria
Uro hyro.no d-lhe tambem !
Ai, muita gente chorava
as horas de Deus, amen.
Juvenal Galeno.
VARIEDE
As armas da luulber,
I
Nos terapos bellicosos que atravessamos,
nesta poca em que se inventam canhes,
espingardas, machinas de destruir exercitos,
raeios de arrasar cidades o todo o genero de
instrumentos destruidores da tiumanidade,
como se a vida fosse longa e to isenta de
perigos ; nesta poca to guerreira e valen-
lente, nao ser estrauho que tambem faca
ostentago das armas do nosro sexo, citan-
do-as, elogiando-as e recommendando o seu
uso constante em defeza dos nossos direitos
o socego.
Nossas armas, numerosas e rijas, bem
manejadas e empregadas a tempo, obrigam
ao mais terrivel, o mais arrojado, o mais
feroz guerreiro a abaixar a langa, curvar a
cabera e implorar misericordia.
Assim, porque louca mana desandam
hoje as cabecas femininas, querendo aban-
donar os privilegios do seu sexo to bem
armad e.to certo da victoria ?
Porque desejam cobrir-se com o capello
do advogado e do doutor, desprezando as
rendas e as flores que to graciosamente co-
ram os cabellos da mulher ?
Com a tema submisso, com a amorosa
obediencia abdicara, todo o seu poder, ven-
dendo as bellas armas que possuera 1
Os homens nao as considerara como
iguaes, porque nao sao a scienci e o estu-
do que dio a energa do carcter, a torca
da alma, epossuindo esses dotes, a mulher
deixaria de ser mulher. Eu em nada quero
parecer-me com o soto varonil e prefirooc-
cultar a minha fraqueza, a ter a terrivel
rsp: 3bilidadetNi forja.
A roais poderosa de todas 04 ternura : .
a que nos d do modo mais seguro tudo
quanto queremos ; assim sejamos ternas em
tudo ; no carcter, nos actos, na expresso
do rosto, as inflexes da voz, no olhar e
no sorriso.
II
Quando o hornero se deixa arrastar pelo
genio o esquece-se do que deve a si m-smo,
urna palarra terna o desarma, e um olhar
ternofa-lo corar,de vergonha.
A comparado a grande ticte da vida.
Temo sorriso,d graga, e a iufUxo ter-
na da voz obtem s por si mais do que to-
das as instancias.
Todos os poetas cobriram as suas crea-
gos i m moraos "com o manto da ternura :
nao sao iuiagens dola a Cornelia de Schakos-
peare, a Cossete de V. Hugo, Elisa de Te-
cl d? Oct. Feuillot, e Corina do Mine.
Stael ?
A ultima desta nao nos encantara se nao
fosse toda ternura e sentimento.
Nao amanamos tanto as flores, se nao
fosse o seu brando perfume e a sua insi-
nuante belleza.
E se tanto nos encanta a primavera,
porque tudo uella inspira ternura.
A ternura u que se conhece de mais
bello e o que overeo maior imperio nos es-
piritos ; com os encantos da ternura ador-
nou-so tudo que considerado humoral :
assim, sajamos ternas, c quando trennos
razo de offensa, mostremos sentimento,
mas nunca colera.
Julieta, diz o grande poeta inglez, redu-
zio llomeu lano pela boudade do seu ca-
rcter como pela sua ormosura, e isso de-
monstra a deliciosa scena do Ades I que
aos dous joveus annuncia a aurora do dia
que os simara para sempre, na qual a amante
diz ao Bulante para leto-lo, nao sor o canto
da calhandra, inassiro o trinar do rouxinol
entre as sombras da noute.
llavera quem comprendida e ame a mu-
lher forte e enrgica, e sinto nao ser desse
numero para amar desse modo a mulher, e
at quando percorro o ca upo do passado e
l'nlhoio as paginas da historia, admiro mais
as obscuras martyres do lar domestico,-do
que heronas como Joanna d'Arc e a Freir
Alferes.
Muitos homens ha que derramam o san-
gue de seus semelhantes : a nos mulberes
compete nao ferir, porm amar e bem di-
zer.
A resignante outra arma o das melho-
res, sendo au inesuio tempo a santa garri-
dice da mulher.
Nao a falta do sentimento, o proprio
sentimento suavisado, aformoseada por as-
sim dizer, com a ternura e a paciencia.
Nao ha muitos dias censura va ao ar um
hornera de mereoimento, o qual, casado
coro urna formosa moga, namora outra mu-
lher, que menos bonita do que a esposa.
I'azendo-lhe notar que nao ganhava com
a troca, respondeu-lhe elle :
A senhora se engaa, minha amiga ; g-
libo e muito. Minha mulher tem um geuio
nsupportavxl e em casa dessa pessoa passo
horas tranquillas, descaneadas daquelle
continuo ralbar, porque ella nunca se quei-
xa de nad?.
Porque I he ama menos.
Ento desojara que minha mulher nao
me amasse tanto e seria mais feliz : os ca-
rinhos que nos mortificam de nada ser-
vcm.
E nao I be de a consciencia de ser
infiel a sua esposa ?
Em nada absolutamente ; passaria
roaos aromemos se a visse triste, porm re-
signada e terna : mas ella lomou um carai-
nhoque nieabsolve : zanga-se, enraivece-se,
grita, o pens licar em paz com a minha
consciencia, attendendo ao que ella me faz
solTrer.
Se ella soubesse que o senhor era-lho
fiel, nao estara to incommodada.
Nao, fazia o mesmo quando eu era
fiel: assim, tanto me serve para ella com-
portar-me boro, como com porta r-me mal,
e nao vejo a razo porque nao hei de ser
feliz, fazendo-me ella to desgranado.
Quanto nao teria ganho aquella pobre
mulher por meio da ternura e
gao ?!
Nao ha bomeffi, por mais duro que te-
lilla o corago, que ao ver sua esposa sof-
frer silenciosa e uobremente por suas estra-
vagancias, nao se envergonhe' dolas e pro--
cure corrigir-so.
A colera desespera o sexo forte; somelhan-
le ao clarim das batalhas, provoca-o luta
efa lo arrostar todos os perigos.
A resignaeo lilha do co, to formosa,
to tema, to benfica, que na alma da mais
aflicta creatura, a roais infeliz, a mais per-
seguida, derrama tranquilizado e o balsa-
mo la consolante ; nao ni pena que suavise
feridas, cujas dores r,o allivie.
IV
Resta me fallar da mais bella de nossas
armas, do punhalziuho de cabo artstica-
mente cinzelado e cravado de pedrarias, do
CSou deopinio que as folhas devem ser phblogicos. O resultado definitivo nao tar-
boafaeocas- sombra, acamadas, e bem fe- dar a divulgar-se em urna poca em que
chadas nimia lata, como se faz as do cha, ludo parea pelo crivo swrero da publici-
e nao fazer oso d'elas, seoo passado muito dado,
tempo. Assim, derem perder maisaads-
JSSEIB'E G RAL
Iringoncia, eo gosto herva, proveniente
de serum receutemente colbidas.
" Occerre-rac, porm, urna triste idea. O
mora ugue i ro portugUez, porque nasce em
terreno portuguez ; e o que portuguez nte CAMAKA DOS DEPUTADOS.
serve para a maior parte das pessoas que Discurso dos sus. consf.liieiro diogo vf.liio
nasce;n em Portugal. Nao pode por isso
ser substituido o chamado cha da India por
o cha de rnorangueiro, por ser portuguer. !
Perdeu u tempo o medico austraco sequiz
aconsclliarouso do cha de moranguciro
grande maioria das pessoas nasei las em
Portugal !
CAVALCASTE OK ALRUOJT.ROI!:'. F. l>U. FIU.N-
osco i.EOP0Li>i.No ar, eusulo lobo, na
DISCUSSAO DAS RMaNDAS 1)0 BKADO AO OR
gAMEMTO GEBAL DO IMPKiUO.
( Oiiilinuariio J
O Sr. Guaaio Lobo :To los sabom, Sr.
presidente, que a cmara dos lurd nao po-
<) uno barbeiro eio agora corroborar de m.lilictr 0 :n)-m/ bil, reservan lo-se
esta minha ouinio duendo Que se a gmente a direito de rejeita-lo. O estaho-
planta do cha fosse aclimatada era Portugal, leciineuto dastaxas, lisslor I Cliatuam, iio
ocha perda de moda : e se o morangueiro taz p rte do poder invernante, nuin do po-
fosse privativo da China, multas pessoas ha- der hgislativo ; ellas sao um doro o urna li-
via quelizessem os maiores sacrificios para brdale voluntaria .los commiins. O con
obter as saborosas e aromticas folhas de cur o lo-i pares o da eordi para o estabele-
morangueiro chines, da classe icorntandria,
da nrdem polyyiua, do genero frayariu,
especio muricata de l.inneo.
para o
necessarii para
cim-'iilo do urna taxa s
dar-I he forma de le
P-> l-r-so hiti di/.i-r o meso- dos impos
los do Brasil ? Acaso sao ellos um dom e
CARTA DE SALMERN AOS DEPTAOS u,M;, !bera!d.-.d le quem quer queseja ?
AUSENTES DE MADRID. Hem esto privilegio d.s couimuns foi
O chele do podtJT executivo da repblica aceito pelos lords s-m a mais viva resisten-
hespanbtila .hrigio aos deputados ausentes cia. A pratica na. o firmn senao de por-
de Madrid a carta seguate : fala controversia wn que os cmuiius. pa-
Um sagrado dover de patriotismo, que ra salvar o principio, lora .1 mais de urna
nao duvido, apressar-se-ba V. S. a cumprir, voz obligados a consagrar era um novo bil
exige imperiosamente que venha V. S. v..- as emendas da ..utra cmara
tar as leis, e que o goveruo pele recurso;. Foi trazido iscusste o acto de 1860 0.11
para bater a uisurreirio carlista cujo in-'quea cmara dos lords, nao poden lo exer-
cremeiuo j um perigo gravissimo para a cor o direito de emenda sobr o bil que
hberdade e para a repblica. Nao ha nu- abola lireitos sobre o papel, nojulgou ,x-
mero sullicieule para vola-las e nao necessi- ceder as suas aUribuicoes adiar por seis me
to recordar a V. S. a respon ropresentantes do povo que em li criti.-as anteriores aos preciosos d rallos dos com-
circums'aneasfaltaniflosseusiK.stos. Bas muus. lverla Erskine May, tintara sido
tara que venha V. S. por dois dias nica- iusigiiilicauu em vista desta".
mente, .le 20 a 22, para cuja data se con- E eerlo que lord Palinerstoii, cujo exem
vocam com urgencia os Srs. deputados p| s.- indicou ao uobre presidente do con
ausentes A repblica e a patria pe-jseibo, procurou evitar una colliso entre
ra.n de V. S. este pequeo sacrificio. -Sal- aduas cmaras, nao s prntestando peran-
M1, to a dos comiiuiis que os lords nao llnhaui
sido levados da inlonoau de "l.-udiT proro-
gativj.s constituctoiai'S, como propon lo tres
OS GEKRRILHASDE HFSPANHA.
Para so fazer idea do que a guerra
da resigna-
guerrilhas em Despatilla, evoca urna carta
de Victoria que vemos publicada n'uraa fo-
Iha madrilea as seguintes recordagos bis
toncas:
Durante a guerra da independencia, e-
vantou o lavrador Mina na Navarra urna guer-
rilla de ti a 10,000 homens. Para perse-
gui-la destinaram os francezes um exercilo
de 60,000 soldados aguerridos, commanda-
dos por mais de dezenove generaes. Cb-
garam a andar oceupados em persegui-la
dezotto generaes ao mesmo tempo. Pois,
apezar disso, Mina com a sua genle conse-
guio mallograr todos os osforgos dos fran-
cezes, tomando-Ibes treze pontos fortificados,
fazendo Ibes 14,000 primeros, comartilha-
ria immensa, resgatandoalera disto 5,000
prisioneiros bespauhoes, e tudo isto sem mais
perda qne a de 5,000 homens nos sete an-
uos. As perdas dos francezes no mesmo pe-
riodo consistirn! em 35 a 40,000 morios,
ferios e prisioneiros. Diziam uaquelle
tempo os generaes francezes que a guerra
ile Hespanha escapava todas as previ
soes, toda a estrategia e lodo o cal-
culo.
le resolii<;oes e.a que o direito do
s ciimiiiiius
COROACO DO REl DA NORUEGA.
Pormenores da festa da coroago do rei
da Noruega:
A's'll horas do dia destinado, marcha-
va o luzido cortejo para a cathedral, prece-
dendo-o os arautos, e veudo-se cebertas as
ras de Drontheim por tropas de marrana e
povo numeroso. Seguiam muitos gentis ho-
mens, e deputaroes das cortes da Suecia e
Noruega,
0 sceptro, espada, a corea, e oscilo
realeram conduzidos'em almofadas de vel-
ludo e ouro por pagens da corte.
Uogo aps iam os almirantes e gene-
raes.
0 rei vesta manto de purpura, co-
bem
primoroso brinquedo, cuja radiaco attrahe
e seduz : a garridice.
Assustam-so ?
Nao ha de que ; a garridice nada tem
3ue ver com o galanteio : o dosejo de agra-
ar e a arte de conseguido.
A mulher precisa da garridice para a sua
felicidade, porque a garridice urna especie
de conhec ment do seu proprio mrito, que
as leva a realca-lo o augmentado com mil
graciosos e inn cenes recursos; pode-se
dizer que a garridice amavel, porque se
oceupa de agradar.
Muitos maridos recusaro urna cousa jus-
ta, solicitada ero nome do direito por sua
esposa, eno resistiro vista de um brago
alvo erolico, que seapoia no seu hombro,
quando os. labios peder por favor a raesma
cousa, pedido feito entre lagrimas e sor-
risos.
Oh I as lagrimas I as lagrimas derramadas
a tempo sao mais um auxiliar da garridice,
derramadas porrn sem azedume e filhas do
sentimento.
Sao as bombas de que nos devemos ser-
vir para dgrrocar os mais inexpugnaveis
baluartes.
A ternura, a persuaso, a graca, o pran-
to, e quando nada disto baste, a paciencia,
sao as nossas melhores anuas, os nossos re-
cursos diplomticos e meios de conquista
para termos a felicidade na vida.
p. Mario del Pilar Sinues.
brindo o o pallio, a que pegavam,
como ao manto, os altos dignitarios.
Por ultimo iam o estandarte do
reino, os principes Arthur e Valdimi-
ro, e os cavalleiros das diierenles or-
dens.
Fechava o cortejo a propria rainha ro-
deada de grande sequilo.
Chegados cathedral, o prelado aben-
oou-os e a orchostra toco'u urna bella mu-
sica religiosa. Collocados cada ura cora a
sua corte, o reie a rainha direita do altar,
rodeados pelos prelados e embauadores, o
bispo pronuuciou una sentida pratica, a
coro entoou um psalmo, e em seguida, de
joelhos ante o altar, o monarcha e a rainha
receberam a cora, pedindo o prelado que
Deus lhes concedesse a sabedoria, a caridade
e a Justina para que fizessenv a ventura dos
seus povos. No meio de urna emoco pro-
funda, o arauto erguendo a voz, proclainou
Osear II e nao outro, como rei da Noruega,
e Sopha e nao outra, como rainha tam-
bera.
A SCIENCI GRAPHOLOGICA.
Na seceo scientifica, artistitica e litte-
raria da Independencia belga l-se o se-
grate :
As conferenciis de graphologia, isto ,
sobre a arte de avahar os homens pela sua
escripta, dadas este anno ora Pars na sata
do boulevard dos Capuchinchos, attrahiram
muito a attenoio sobre esta scienci nova,
que Lavater nao fizera mais do que ensaiar
e da qual previa o valor logo que se Ihe es-
tabelecesse um methodo.
0 Sr. Michon, autor destas confereo-
foi solemnemente afirmado.
Mas este exemplo nos applieavel ?
Alm de que a iutenyo da tmara vitalicia
nao p le ser posta era duvi la entre nos, que
nao conheceinos os conflictos das duas. cma-
ras ingiezas..
0 Sr. Pkksidkste do Conselho :
Apoiado.
O Su. Gusmao Lobo :...muito diver-
sas sao as circunstancias, porque muito di-
verso o nosso direito.
0 senado hrasileiro sempre exercou sem
contestarn o direito de emenda, tanto as
leis de financas como as de outra natureza.
Para o provar basta rever a legislarj.
( A, oa los. j
Rscordari o acto de 18 6 com que o se
nado antorisou urna importante operacao
de crdito para comprar o fun lo inetallico
do Banco do Brasil. Quem diz operacao de
crdito, evidentemente diz aiitecipac,o de
receila, e portante, antooipac.o de impos-
tos. ( Apoia los). Fe/.-se ento alguma
reclama^o ? Nao iniciou ento o senado
urna importante medida sobre o regimon fi-
nanceiro 1
Se o senado nao Uvera o direito
do augmentar a desposa, que papel
Ihe ficaria em nosso mecanismo parlamen-
tar ? A cmara vitalicia nao poderia crear
o mais modesto instituto de iustruc.o pu-
blica ; urna simples escola, porque seria
consequente o augmento de despezas. Ao
examinar o projecto que crea relages em
varias provincias, nao poderia augmentar o
numero desses tnbuuaesou dos magistra-
dos que devem servir ora caila um, porque
esta uov.i providencia tendera a augmentar
ene rgosao thesouro.
0 Su. Eufrasio Correa : A nossa ques-
to outra : se o senado pode ou nao
prorograr o orcamento.
0 Sr. Glsm.\o Lobo :- Mas tero se sus-
tentado como corollario do principio da
iniciativa que cmara vitalicia nao cabe
o livre diivito de emenda ero pode decre-
tar augmento da despoza publica.
Quando om una das ultimas s ,j.js oc-
oupa^o a tribuna o uol r deputado
pela provincia do Paran, ti ve occasio
do dizer que o honrado Sr. marquez
de S. Vicente, no profundo livro que con-
sagrou analyse da constituieo ahogara
nesta parte a coiicluses menos lgicas.
Os muitos respeitos que consagro ao ominen-
te publicista em quem partido conserva- peno
dor conta una de suas glorias ( apoiados )
obrigam-me a justificar a minha proposi-
to.
Da iniciativa attribuida cmara tempo-
raria, canclue o Ilustre escriptor, que o
direito do senado limita-se a approvar, re-
jeitar ou emendar as leis do finanzas s i en-
te no sentido de diminuir o peso eu dura"
gao das impnsicoes.
E' esta concluso que, com todo o res-
peito devido ao venerando senador, me pa-
rece menos lgica. Se a prerogativa da c-
mara tao extensa que iiraibe o senado de
livre participajao na elabora^o do orca-
mento, nao ha, razo para que em um caso
se Ihe reconheca e em outro nao, o direito
de emenda. Ou esto direito nao soffre limi-
taces pelo pi ivilegio da iniciativa, e ueste
caso pode exercer Tivremento, ou se a ini-
ciativa o limita, to-pouco pode o senado
diminuir como augmentar as iinposes>
0 Sr. enkiques : 0 Xjue isto quer
dizer que o senado intervemy.e nao inter-
vem ao mesmo tempo no imposto.
O Sr. Gusmao Lobo : E' to verdad.
cao que nao faco I .conveniencias de qunlquer
natureza o sacrificio de urna prerogativa que
o mandato, de que fui. investido, mb obriga
a guardar.
No acto do senado nao vejo seno urna
provideucia dictada por circunstancias que
nao depeuderam da vontad do governo.
Prorogaji'do para 174 a 1875 o ornamen-
to' votado para 1872 a 1873 e 1873 a 1874,
o senado leve em attengo a deficiencia, do
tempo que ninguem poder dizer desponli-
cailo pela actual legislatura. Foraui razes
lo interessso publico que determinrara osse
acto, e nao, Sr. presidenle, algum secreto
lesiguio de avolumar as attribuicoos de urna
cmara om prejuizo das de outra.^
Esta questo do opportunidade' suscitou
iilgumas objec^des ao nobre deputado pelo
Rio Grande do Sul, que sao de todo ponto
improcedentes.
Disse-nos S. Exc.ao indicar os inconve-
nientes dessa prorogai;ov quo um del les era
fazer vigorar at 1875 impostes de natureza
excepcional, impostes de guerra, que devino
desapparocer com olla.
Esta impropria demonstrado que se con-
velo npplicar a alguns dos nossos impostes,
traduz a m iulijligenoia que se tem dado
aos motivos que determinaran! a sua crea-
gao.
Nao da uitureza dos iropostos que sao
decretados em razo de encargos creados
pela guerra, que deva.n cossar com ella
(apoiados); o que os praticos linanceiros
aconselham quo, antes do solvidos os en-
cargos que sao o triste legado do todas as
guerras, pordurern os imposlosque a guerra
inotivuu, a menos que outra fonto de nuda
os possa substituir naturalmente. 'Apoia-
dos ).
Seria preciso recordar o" augmento da
divida publi a, o grande numero de pensos,
todas estas responsabilidades que esto a
pi'/.ar sobre o paiz, como tiistes consequon-
cias de uma larga c.impanha? Nao sao ou-
tias tantas razdes estas para (ortilicar a du-
raran dis impostes de que se questiona ?
Sivn fallar nos encargos que desse tempo
provieraraaunare tr em vista que as des-
(i.sas publicas tendera a augmentar por
moviinento muito natural. E' opportuno
pedir a altos bra los a re lucro de impostos
no mesmo momento em que se trata de
crear iiovos servidos, de promover a cons-
truico delinhas frreas to importantes por
seu cusi como a que se plauisa para o Rio
Grande do Su1, quando se aggravou a des-
peza por uovos onus?
Foz o nobre deputado amargas rellexes
sobre um desses impostos que acabara de
ser proroga los at 187 >, osse imposto pes-
soal que disse principalmente aillictivo s
classos pobres.
0 producto dessa imposc,o se pro va por
ura lado defeitos de arrocadago, que nao
tero escapado ao genio fiscal do nobre
presidente do conselho, demonstra ao mes-
rao tempo quo o sacrificio pedido ao paiz
com osse tributo nao tem sido tamanho que
deva provocar to impacientes reclamaces.
0 Sr. Eufrasio Correia : Mas pesa
muito sobre a rlasse desvalli.hi.
0 Su. GusmAo I.bo : O mecanismo
da arrecadago e seguramente o mais per-
odo, e isto todos o sentem na pratica; mas
nao se podo dizer desta imposto que pesa
com desigu ddade sobre as classes menos
favorecidas.
ir-sc-hia que o nobre deputado entrev
grandes desgragns a eiilencbrecerem o ho-
rizonte da poltica internacional. Nao
impossivol, disse-nos, que ah vinha uma!
guerra, com todas as suas crueis exigeucias
a pe lir-vos renovacte do sacrificios; e pos
te caso onde iris buscar recursos? Nao ao
imposto, porque esta fonto vos a leudes es-
cotado ; nao ao emprestimo interno ou ex-
terno, debaixo de qualquer de suas formas,
porque o cre-Jito lm justos miles atravez
do quaes nao passa impunemente.
Respondo ao irabre deputado. Os recur-
sos quo o goveruo mostrara dianle das
exigencias le uma guerra que pudesse so-
brevir-uos como urna triste fatalidade de
neuhtim modo provavel, scriam aquellos
<|ue, a qualquer outro governo, sero dis-
tinecte de id.l poltica, seguramente nao
faltariam no momento em que uma difiicul-
dade desta natureza viesse perturbar as cou-
digos de paz que o imperio procura con-
solidar por uma poltica desambiciosa e
bem intencionada, (Muito bem).
0 recurso dos emprstenos podo dizer-se
esgotado quando o nosso crdito seute-se
excellentementc firmado no interior como no
exterior, e a cotago dos titulos da divida
interna e externa altesta a confianca que
aos grandes o pequeos mercados monetarios
inspiram os recursos financoiros do im-
0 MORANGUEIRO SILVESTRE. A'
cerca d'estn planta diz o Conimbricense :
Esta planta que cresce espontanea pe-
las, raattas hmidas e frescas, forneco-nos
um cha igual em gos:o ao da China; e su-
perior elle em iui virtudes que Ihe sao
Iproprias.
cas, narra como, fazendo a applicago aospr- presidente, que a iniciativa da cmara
diversos grupos do escripta, do methodo temporaria nao foi violada polo acto do se-
de Jussieu sobre as plantas, pode cora por nado, que o direito de iniciar sobredmpos
familias do escripta, como o illustre sabio fi- *s relativos ao exercicio para que \provi-
zera familias de plantas. Nao pois, o denciou a cmara vitalicia, tica inteiram-n-
processo conjectural o resultado do puro ins-' ** 8a'v0 cmara dos Srs. deputados. \
tincto ; um verdadeiro methodo, para o i Qualquer alterante da imposico qu pa-
qual o seu autor pede a discusso, e que reca aconselhada pelas circurastancias, pode
submette, em ultimo caso, ao juizo da op-1 traduzir-se em um projecto de le e moili-
mo publica. ficar o sysleroa de impostes que o senado
Se esta opimte se pronuncia definitiva- entendeu conveniente prorogar ao exercici
mente a favor daynova descoberta, teremos de 1874 a 1675.
por meio deste processo a photographia rao- Concluo, Sr. presidente, que a proroga- v Estas observaces devem fazer sentir ao
ral u intalla/ttiaJ rio m. ..11.,.,- --J. ..... i C v > ....
e intellectual dos individuos, como temos jo questionada nao envolve uma offensa
j por meio da photographia, a imagem iniciativa desta enmara, nem se pode dizer
real das suas fecoes. O Sr. Michon, as vssa s boas" normas do systema rapresen-
cotierencias que d em Pars e 'ni prov.n- taiivo.
ca, expo o seu systema e applica-o, era O senado brasileironte tenlou ama usur
plena sesso, todas as escriptas que lbe pacte em prorogar una. .tircamttito que foi
sao apresenladas. Da Blgica, Inglaterra, aqui iniciado. Nao croou imuosigewiovas.
Hollanda, Alleraanha e Italia, teem-se man- (Apoiados e nao apoiados.)
dado autographos, sobre os quaes com uma Prestando o meu *ota a osse acto, posso
prectso rigorosa, applica os seus typos gra-. estar m erro, mas o minha intima ton vic-
Podera dizer-se esgotados os recursos de
u.n grande paiz, se nao pede seno activi-
dade como condigo de todos os possiveis
progressos na ordera econmica ? ( Apoia-
dos ).
Referio-se o nobre deputado ao papel
moeda como a um instrumento tanto mais
perigoso quanto mais excede as necessidades
da circulago.
E' um principio aceito, Sr. presidente,
que a moeda fiduciaria a origem inevita-
vel das mais graves perlurbsges, se nao
guarda justa proporgao com as exigencias
das trocas.
Mas, nao menos verdade que, antes a
posteriori que a priori, antes pelos resul-
tados que pelas previses, pode ser deter-
minada a quantiiado do papel moeda que
a c reulago posssa supportsr.
Ora, o que vemos nos? Nao obstante a
massa de papel moeda em circulago, o
cambio mantem-se cora uma notavel firme-
za,; o nosso papel vale quasi tanto como
ouro ; as ligeiras fluctuados desse-thermo-
metro l'ntaitcciro mais a outras caaaas que
a presentido.papel moeda devem ser attri-
buidas. Se ba muito que fazer pura rege-
nerar a nossa circulago monetaria, maguera
poder entretanto dizer que o papet moeda
est produaindo perturbares que devam
inquietar-uos.
A poltica fraanceira do gabinete sobre
este pont tero sido por vezes explicada.
Se ao resgate do papol meeda nao foram
applicadas as, sobras dos ultimes exercicios,
que para isto influiram valiosas cousidera-
ges pro viudas do estado do thesouro.
nobre deputado pelo Rio Grande do Sul que
a prorogac&o do orgamonto, nem encerr
um perigo para a liberdade, nen urna in-
conveniencia para o nosso systema de im-
Ao termuiar*uHrue seus ltimos discursos,
diseS^ .lobre depilado pelo 3." disiricto do
Rio dkJaneiro, que a dospeito do Sr. mi-
J'uStro d.fazeuda, algum dia ser este paiz
0Yradg\coA5te^J2nalmente..
Creio, Sr. presidente, na snceridade des-
tes votos. Mas o nobre deputado deixou
inacabado o eu pensaraeuto, e6quecendo-se
de dizer-nos desde quando sao os ministros
em nosso paiz um embaraco ao regimt-u
constitucional. ( Muito bem ; muito bem.
O orador compriineniado. )
O SR. EUFRASIO CORREI (attenco.):
Sr. presidente, nao pretenda voltar a
este debate em hora to adiantada, que me
prohbisse pela segunda vez de desenvolver
o ilion pensaraeuto; a f.ilta de generosidade
de um adversario (apoiados).
O Sr. Gusiiio Loso:Nto apoiado.
0 Sr. Eufrasio Correia:... nao me
permite; expender as ideas que tenho sobre
as ^uestes de que elle se oceupou.
0 Sr. Gusmao Kobo :Nao ha falta de
genarosidode; V. Exc. v que estou fati-
gado.
Uma Voz : Tem uns dez minutos, p lo
fallar porquo ha do ser ouvido cora muita
attengo. (Apoiailos )
O Sr. Eufrasio Correa : Mas V. Exc,
Sr. presidente, deve comprehender perfeita -
monte que, depois dos dois artigos que ap-
pareceram em um jornal quo acredito ser
redigido por collegas nossos, conlrndo iu-
sinuages que pareceram-mo agora ser cor-
roborad s pelo discurso do nobre deputado
que acaba de sentarse, e por um aparte de
S. Exc. Sr. presidenta do conselho, eu jleva
rectificar um tacto que de' modo algum po-
deria deixar do caiisar-me desagradavel im-
presso.
Nao* me parece haver injuria as pala-
vras osiriptas, e se ha alguna intencional
foi ella to bem manejada que nao me da-
do percebe-la,
UMA Voz :Nao h i injuria alguma.
O Su. Eufrasio 'Correa : Parecendo-
rae que se preteiideu duvidar das razos
que expend para tomar a posigo em que
me colloquei, e com tanta frauqueza decla-
rei nosta casa, franqueza quo acaba le ser
encarecidamente louvada pelo uobre depu-
tado por Pernambuco, nao me era licito a
mim, que cima de tudo amo as posiges
definidas, deixar que segunda vez so levan-
tasse essa especio de censura.
Declarei positivamente as razos por que
me separava dos meus amigos da maioria ;
na occasio em que S. Exc. fallava, o apar-
te do uobre presidente do conselho, per-
gu u tai ni o desde quando nota va os fados a
que alltidi, devia ter unn grande siguifica-
go, entretanto vio V. Exc, e a casa le#-
terauiha de que os tactos que apresenlei
para determinar a minha posigo uo me-
recern!, como ento augurou ajguera, quo
nao haviam do merecer, resposta alguma
por parte do governo. ( Muitos apoiados ).
O que disse eu ? Depuis que sj levan-
ten uma duvida em meu espirito, e depois
quo esta duvida foi tomando proporeds a
ponto de abalar e enfraquecer o apoio
que presta va ao gabinete, tactos so deram
que vieram de todo esfriar a minha f.
Vejo de um lado o orgament que se
discute, querendo tirar nos a prerogativa
que nos u vida, forga e valor (apoiados t
e do outro lado, ao passo que se augmenta
a despeza de todos os ministerios, dimiuue-
se a daquelle a cuja sorte est ligado o futu-
ro do Brasil.
Expuz nessa occasio, e nao devo agora
estar repetindo, porque preciso aproveitar
os minutos quo me restara, o pouco cuida-
lado que tora merecido ao gabinete n stes
ltimos t-mpos as obras importantes que se
fazem na provincia do Paran.
Disse o Sr. presideute do conselho que
nao ha gabinete que tanto tenha feito ero
beneficio daquella provincia como o actual.
Nao contesto o facto ; elle verdadeiro.
0 Su. Paulino dk Souza :Emquante
estove no ministerio um lilho da provin-
cia.
0 Su. Ei tRASio Coura : -Mas por que
o gabinete iniciou all servias importantes,
e boje por descuido se perdem os benefi-
cios comegados, estou inhibido do despertar
sua attenco e censralo por tal facto?
Pois hei de forzosamente apoiar o gabinete
pelo que fez e nao pelo que faze devia fa-
zer / ( Muitos apoiados).
0 Su. Visco.nde do Rio-Branco (presi-
dente do conselho) :MoS o que que se
est poniendo ?
O Sr. Eufrasio CoARa :J o disse,
encetaram-su obras que nao foram ao cabo,
o que entretanto j podalo estar concluidas
com um pouco de esforco e de boa vonti-
de. Disse mais que se estragou a coloui-
sago que para all corria voluntaria-
mente.
O Sr. GusmAo Eobo ;Mas enviaram-se
colonos.
O Sr. Eufrasio Cohra Colonos
ir.os, vadios e desordeiros, nunca serviram
para melborar e dar incremento a ncleo
coloniaes. (Apoiados).
O* Sr. GusmAo Lobo d um aparto.
O Sr. Eufrasio Correa :Anda nao
chegaram ao seu destino, punjan o gover-
no nao teve a cautela de mandar preparar
as accommodages ; no Assumpuy nao esta-
vam os lotes demarcados, uo has iam casas
e nem sequer-se tinha prevenido- a presi-
dencia para determinar a construccao de
galpes para recepgai).
Disse mais que os aldeamentos, em favor
dos quaes havia promessa forma' do minis-
terio, estavam-se alli enfraquecemdo, que o
santo varo que dirige ura dell^s, que tem
tirado grandes vautagens em beoeficio da
eatechese, acha-se desgostoso, porque a
promessa de que se Ihe mandara alguns
soccorros nao foi anda umprida, e elle
est vendo os seus indios sem terera incen-
tivo para o trabalho, por falta de mercado
era ipie possam trocar os productos que
lhes sobrara.
O Su.. Cuurfa :O Sr. presiden'e do
conseUto ha de tomar estes negocios em
coosideraco.
O Sr. Eufrasio Correa:Disse aimb
que desejava saber se o governo estava d*s-
postoa concederse os 40:0009 votados no
orcamento para a estrada de Graciosa, na
conservante da qual se gasta urna sarama
quasi igual a esta.
Dissa nesse occasio que, tendo essa es-
trada, que a principal va de communi-
cagao da provincia, soUrido grandes desmo-
rona mentes, necessitava de senos reparos,
reparos em favor dos quaes j tema aqui
Levantado o meu nobre collega.
(Continmrse-lM).
IIYP. DO DIARIO -RA DUQUE DK CAXU5

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