Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13027


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Full Text
1
Ai\i\0 AULY. NUIERO 202
. _-------------------------------------------------------------*----------- ,. ...,
P ADA A CAPITAL B 1.GARKS 0\1E V* gfl PAVA
Por tres raoz aiiantados...............
Por m* ditos dora.................
Por im timo dem.................
Cada ouiiiMro htIo.................

69000
wooo
149000
330
lARTA FEI1IA 3 E SETEMBRO DE 1873
r ii ------'
PARA DBXTBO B FBA DA PBOTIJICIA. r
Por tres mete adiimtados.................
Por asta dito dem. ...............
Por nove di(o idero..................
Por um ano idom............,,,,..,
r
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H60

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I
PROPRIEDADE DE MANOEL FICtafflQA DE FAMA & FILHOS.
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-
6a Sr*. Gerardo Antonio A Ivs & Filuos, no Para; Goncalves <& uto, no MaratihSo; Joaquim Jos de Oveira 6 Kilho. no Cear; nfhio de Leiuo- Braga, no Aracatj ; Jote ria Juo Chavos, no Ass; Antonio parques da Silva, no Satal; Jos Jastii
Poreira d'Almeida, eui Mamanguapo ; Augusto Gomes da Silva, na Parahyba ; Antonio Jos Gomes, na Villa da Pfeha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Antio ; Domingos Jos da Costa Braga, em Kazareth;
Antonio Ferreira de Aguiar, em Goyanna; Joo Antonio Macha*), no Pilar das Alagoas} Aires d C, na Baha; e Leite, Cerquinho & C. no Rio.de Janeiro.
PARTE OFFICIAL
>ovcrno lu |ro ncia.
XfCMBXTI oo du II k hubo na 1873.
1' ttcciiu.
Offlcio :
A<> brigadeiro rommandanle das armas.
Devoho a V. Exc. u i'-ijueri ment c mais papis
leiro, afim Se que atienda ao supplicaiilo cutiM for
de- direitu
-> seccao.
, .'>-. ii-s:
(> presidente da provincia, atlendendo i pro-
vista ai tenante coronel com mandante do balalho
29 de infantina di guarda nacional do muoieipio
do Uom Caaselhe, e a vi n..iuJanle superior respectivo e.n ufflcio de .l do
u el pruxiinu paseado, resulve nuinear para o pat-
io de teiifiito cirurgio do dito balalba u ruadlo
.Neposlaou Cavalcante Je Aliraquerque.
u presidente da provincia, vista do ollicio
do Dr. chefe de polica, n. l.Ot-'i, de 7 du corrale,
resulve exou ira Capiluliuo Rodrigues dos Pasaos
do cargu de t: su-plunt< d irefc du Buberihe, d > tei ni- de Olinda. vMu ter-
se d'alli mudado.
"* O presidente da provincia, de acord cura a
pronaaM do Dr. chefe de pulida tn ollicio n. 1,065
de 7 do crrenle, resulve Humear o r.idadau .Manuel
Mara do Calda* Brnndao sapploate do subd***
lu/ado do dl(lrcl> de Bikeribe, do teriu J>
Winda.
0 uri-sidr-nie da proviueia, vista do olll-io
do Dr. chele de pulida, D. 1,081 do 10 do coi ren-
te, reilve OuScadci a Mattonl Mandes de Pigueira-
. iu a cxuiiea ;o i|Oh pedio du cargo di 2a suppl'-ii-
l do sulidelejiado do dislriclo de Granito do termo
da 8*4
0 presidente da provincia, aUondendo ao qM
lii n-piercn o uiz de direitu' da cimarra de Na-
. n'i'tli, baitliarrl Luil (j>treia de Q,iein Barros,
resolnoaoocedcr-Nia :tn das di? lieenra cura o
r -pectivus vencinientos, na turma da le, para
Jr:tar de raa sanea onde l!ie cunvier.
0 presidente da provincia, alteitdt n lo ai qoe
re-|'iereii u alf.-rcs l'nlru (ioncalves da Silva, e
vala do .|ue iafiruMHin cominandaiite superior da
jru.ird.i nacioii.-il do m nicpiode Uineiros o Agua
Creta, em ollicio de fi de maio prximo passado,
ivsolv*i|ae seja a mes-no alferes aggregadoao ba-
tall.ao u. ifi do municipio do Airaa l'ret i, visto ja
da l U maipu de I85&
) presidenic da provincia, de minfurniidade
cOio a_ proposla do Dr. chefe de polica em ollicio
i!. !.07.'l de !) ilo eorrente. resulre n mear para o
cano de sulid.'legalo do I" distrirto d i fregii-ria
de S. Jone dcsta cidade o cidalao Cloineutiuo dos
Santos Lineo Smente.
O presidente d> provincia re-olve, em vista
do olDc:u du Dr. chefe de polica, u. 1,073 de 9
da correle, ex morar d i carg* de siitdelegado do
1'districto da fregoezii de >. Jos, o bacliarel
fose Mara de Araujo, visto ler sido uoinead) pro-
motor publico da comarca do B mito.
ullicios :
Ao Dr. chefe de polica Inteira
  • \ 8. me puticina em ollicio u. I.os i de 10 do
    co" rente, com relaeSo apprelicusao de nina n ta
    falsa, teuho a dizer-lhe que euntinoe ein laas di-
    ligenciiu, irazen lu ao meu eonltecimento o re tafln dellas.
    Ao mesino. Approvo a mudanca do quar-
    l-'l Jo destacamento fl |ui>ai que electuou o dele-
    g.llo di S ilistricio de.-ta capital para urna outra
    casa na s lcenle, e com mala comnwdos na vil-
    la J'^ Jajiatao, a por Ha mmuaoN cando assim
    respomHd i > sm ollicio n. 8i>i, de (i do mea pr-
    ximo pastado
    Ao mesmo. Declare V. S. ao del "gado do
    termo ile PeaeRas, que por portara de 17 de mar-
    eo prximo passado fe i ereado foro civil no termo
    de Paiicilis, cando asiim respondido o sen olli-
    cio de li dp abr prximo paseado sob n. 701.
    Ao eotnmandanle superior do Recife. Para
    salisfaeao do que solicitin brigideiro comnian-
    danle das ralas em ollicio de 9 do corrente sob
    n i'ifi, rlerente ai da repartigio do ajudanie ge-
    neral, daiado de 31 do inei prximo lindo. < rva-
    sj V. S. de expebr su.-.< ordena ao commau lanle
    do i* balalho de infamara sob sen comuiando sn-
    perforan sentido le mandar pasaar, com a possi-
    vj! oreviJal', para me aerem eoviidas, as cerli-
    ddes de assentamento Jos guardas do mesmo, ae-
    tualmente c.vn pra;a no 16" batalliao de infanta*
    ria do exercilo, Manuel Gon.alves dos Santos. Flo-
    reucie Jos da Cuucei^o e Jusliniano Jos da
    Bocba
    Ao c, oinii ro Ja o i superior de Darreiros e
    *\gua Preta. Por portarla dcsta data mando que
    seja ag^repado ao batalhio id* da guarda nacio-
    nal do municipio de Agua Preta o alferes do 12"
    de Serinhaem, Pedro Gooealves da Silva, de que
    trata o seu offlcio de 6 de maio prximo pas-
    sado.
    ao commananti suparWr de Pao J'Alho.
    Tendo pelo governo imperial sido dispeusado do
    lapso deteinpo, para tirar a respectiva patente de
    majOT ajudanie de ordens desse cornniando supe-
    rior, o cidadao Seb.istirli Antonio do Rogo Caval-
    catite (portara que Mala data remettida tbe-
    souraria de fazenda) nao pode seguir a proposla
    junta, que o inJca de novo para o dito posto,
    convinio que in.into ao de cirnrgiao mor informe
    V. S. si n'io h i alquil pr clssi-iiial \v pwsa exer-
    eer esse posto.
    Ao comm.in ante sujierio." do Garaniuns.
    (Jommuu-o a V. S. pira os devido* (ios que por
    portarla de boje foi n.'iii. i lu enerlte cirurgiao do
    bataAiO n. 29 de infaniarii da guarda nacional
    do municipio do Bom Gontelhos o cidadao Nop-
    SanO t.''aleante de Alliu pterque.
    Ao Dr. Manoi I Teituliano Thomaz Heiirique
    Fico inleir.ido, por siu offlcio dn >0 do corren-
    te, de ler V. S. aeai i d ita reaen-nwdr) o eierrido
    da juri'dicc.io da 2 vara civel, deixande o inte
    rio do cargo de chele de policia.
    Nao poaso dexai de louvar V. S. pelM bon>
    servicos qoe preslou durante o- dias que exoreeu
    0 segundo dm referido cargos, muito auxiliando
    esta presidencia, que f. Ig i de ler occasio de dar
    este publico leslemunho de reccnheiiiuPiito do zelo,
    emrgia c talento (|ue tanto o distinguen).
    Ao juiz de direito da I* vara. Em obser-
    vancia da aviso do ministerio da juslica de 8 do
    mez prximo passado, junto por copia, transmiti
    a V. S. as copias do decreto a que o mesmo aviso
    se refere, alim de que lenbam a devala exeea-
    <;o.
    Ao promotor publico de Ouricury. Iiiteira
    do de qoantoVmc. me parlicipnu em oftlcio de
    19*do mez prximo pagado, sobre a captura de
    varios criminosos, tenho a dizer Ihe que Ciiifio
    jiromover a responsahili lade do carcereiro que
    *lexnn evadlrem se tac crimino*/; irarendo o re-
    bullado do processo ajueu conhecimeulo.
    Ao juiz municipl do Bojn Jardim. Envi
    Vmc. ao Juiz de direito da i* vara civel desta ca-
    pral a gua do sentenciado Antonio Joaquim Jos
    dos Santos, jnlgado nes*e termo.
    Igual ao juiz municipal do Iiainb, quanto a
    Cosario fescravo).
    Ao commandanle de corjK) de polica.Pode
    Vmc. fazer eliminar do corpo sob o sen comman-
    do a praca de nome Franeisco Jos de Luna, de
    quero trata o seu offlcio n. 328, de 9 do corrente, e
    bcoi assim o de nome Joao Baplista de Lana, de
    que trata o sea offlcio.
    Ao mesmo.Devolvoa Vmc, para que leaha
    o devido cumprimento, a sentenca do conselho de
    julgamento junto, do soldado da 2a companhia sob
    0 sen cumulando, Antonio Alvos de Almeida, de
    qnem trata o seu offlcio de I i do corrente n. 27i.
    3' si'cro.
    Offlcio? :
    Ao inspector da 1 esouraria de fazendaMan-
    de V. S. relevar, nos termos desua nformacao de
    7 do crrante sob 128, serie D, a Manoel Go-
    mes da Panceta, da multa em que incorreu por
    ato lor participado no praao legal o fallecimento
    de soiu escravos Antonio e Cosme, e sobre o que
    versou a sua citada iuforinacao.
    A o mesmo. Corninuuico a V. S. para os de-
    vidos fins que a 10 do corrente assuinio o juiz de
    direito Antonio Francisco Correia de Araujo o
    exerccio do cargo de chefe de polica desta pro-
    vincia, pira o qual foi nonead i por decreto de 17
    do me;, prximo pastado.
    " Ao mesmo. 1'Je V. S. mandar relevar, nos
    termos de sua infonnacao de 7 do crrenle sob n.
    129, serie D, a Antonio Jos Gomes Jnior das
    muil is em que incorreu por nao ler averbado no
    praso da lei a compra de seu* escravos Pedro,
    Antonioc Btymund, t sobro o que versou a sua
    cilada oforma'/o.
    Ao mesmo. -Tomano em cu*iUwicao u que
    pxpoi o lente coronel 'ftaandre Aug^a de
    Frias Villar, commau danto di 2" batalhao de in
    fant.iria do exordio, no incluso reqnerhnento. au-
    lori..o V. S., nos termos da lei n. 514, de t de ou-
    tubro de i8'i8, a mandar alionar au supplictnle 3
    meses de sold para o tim que allega no dito re-
    qiieiimeiit>, devendu ene abono ser descoutado
    pela o1 parte do que for vencendo d"ora em diante.
    Ao mesmo. Tendo antorisado a 27 do maio
    pretrito o engeniciro das obra* militares a man-
    dar concertar a parede da cavallarica que deita
    para o pateo interior do quartel da companhia de
    careliana, visto terem as ultimas chuvas arruina-
    do a dita parede, conforme declarou-me o bnga
    deil'o coinmandante das armas em ollicio de 26
    daquelle mez sob n. o.'iO, e achaudo se concluido
    esse concert, junto remeti a eoni.i em duplcala,
    at'un de cpie mande pagar a Thomaz de Carvalbo
    Soares Brando Sobrinlio a quantia de 405. em
    quanto importou o nieuciunad t concert, segundo
    se d'jprohi'iide da referida cunta qne nao aunexa
    ao otllcio do supraeilad cngenhciro, di^ honlem
    d.tado.
    Ao mesmo. Transmiito a V S. para os de-
    vidos lins a portara du minsteriu da justica, de
    27 do mez proximu passado, couceendo a Sebas-
    li;io Antonio do liego t'.avalcante dis|icsa do lapso
    de lempo para tirar a patente de nomeacao do me-
    jor ajudanie de ordens do termo de Pao d'Albo.
    Ao mesmo. C niiniuuico a V. S., para o> de-
    vidos lins que a 10 do corrate reassumio o juiz
    de dirail) Dr. Mainel Tertuliano Inomaz llecri-
    pues o exerccio de juiz de 2 vara civel desta ca-
    pital. "
    Ao mesmo.Comronnico a V. S. para osde-
    vidos iins que a 10do crrente reassumio o ba-
    charel Jos Joaquim de Oliveira Funceca o exer-
    ccio do cargo de promotor publico dcsta ca-
    pital.
    Ao mesiiio.Mando V. S. fornecer ao quar-
    tel-mestre do commaudo superior da guarda na
    cional dos municipios de Olinda e Iguarass os
    objectos pedidos pelo respectivo commandanle nj
    offlcio junio por copia.
    Ao meMiio.Segundo corista do aviso do mi-
    nisteri) di justici, de 27 di mez prximo passado,
    foi ola data solicitado do da fjzeuda a expedicao
    das convenientes rdens, alim de ser essa thesou
    raria habilitada com a quantia de 300J, arbitrada
    para transporto e primeiro erlabeleciinento do ba-
    cliarel Alfredo raoslo V'az de Olivera, juiz mu-
    nicipal e de urpbuB do termo de Goyanna.
    - Ae mesmo -Cummunico a V. S. para seu
    conhecimento e lins eonvenieniea que, segundo
    offlcio de houtcni daiado sob n. 72, do engenbeiro
    liscal da estrada de ferro do Recife a S. Francisco,
    u respectivo engenheiro ajudanie, Dr. Felppe de
    Figueira Paria, reassumio o exerccio do seu car-
    go naqaella mesma data.
    Ao mesmo Coumiunico a V. S. para os de-
    vidos fins que a II do corrale reassumio o ba-
    clurel Jos Nicolao Tolentno de Carvalho o exer-
    ccio do cargo de juiz substituto do juiz de direito
    de orphaus desta capital.
    Ao mesmi. Cemmunico a V. S. para oj de-
    vidos fiiis que a 20 do maio prximo passado re-
    assumio o juix municipal do termo de Cimbres,
    bacharel Amonio Domingues Rbeiro Vianua, o
    exerccio do referido cargo.
    Ao mesmo.Communico a V. S. para os d>
    vidos lins que boje reassumio o bacharel Jos Ma-
    nuel de Barros Wanderley o exerccio do cargo
    de juiz substituto dos feitos da fazenda.
    - Ao mesmo. Communico a V. S, para os de-
    vidos Gns, que a 27 do mez prximo passado reas-
    sumio o bacnard Blysiario Augusto de Menezes o
    exerccio do cargo de promotor publico da comar-
    ca de Caruar, renunciando o resto da licenca
    que 4!ie foi concedid i.
    Ao mesmo. Communico a V. S. que a 16
    do ni rz prximo passado preslou jurameuto e as-
    sumio o exemeio do cargj de promotor publico
    da comarca de Gabrob o bacharel los Leandro
    Dantas Serra.
    Ao iuspector da thesouraria provincial.
    Communico a V. S. para os lins convenientes
    que, tendo-se encerrado os trabalhos da assembla
    legislativa provincial, onde teve assento o bacha-
    rel Alvaro Uclia Cavalcante, entrou elle non-
    lem no exerccio do cargo de director da escola
    normal.
    Aj mesmo.-Nesta dala approve a mudanca
    que, do quarlel do destacamento e casa de presos,
    fez para urna uulr casa melhor da villa de Jaboa-
    ta<) o respectivu delegad, passando a ser o alu-
    guel desta de 114 mensaes.
    - Ao procurador fiscal da thesouraria provin-
    cial.Iuieirado du quantu expe Vmc. em seu of-
    lii'io de 30 de maio ultimo sob u. 136, sabr a dif-
    flculdade em que est de marcar a Andr de
    Abren Porto, que se acha fra do imperio sempro-
    curad.>i uesta cidade, prazo para as-ignatura de
    seu coulracle, bein como ao Dr. Manoel de Fguei-
    roa Paria, que reqtiereu esparamenlo do prazo,
    do qual allega Vtnc. nao tiver anda communica- ]
    cao ; tenho a dizer Ihe, quanto ao primeiro, que
    smente e.n sua viuda se peder fazer Ihe essa inti-
    ma.'u, visto nao liaverse previnido semelhaut)
    hypothi se no contracto, e que cerlamente naa po-
    da ser previsto ; e Ranlo ao segundo, pode des-
    de j fixar-l e uui prazu dentro do qual dever ir
    assigDar u cuulxacto, Ioj que tiver expirado o du
    espacameuto que Ihe foi concedido.
    4.' seqo.
    Offleios :
    - Ao presidente da Ulna, cmara municipal
    do Recife O reclmenlo de 13 de novembru do
    anno passado nao marca remuneracao alguma
    para a pessoa que for noineada pelo presidente da
    junta emancipadora em subsiituicao do escrivao
    do juiz de paz que com ella lem de funecionar; e
    como esse um servicu obrigatorio, auloriso V. &.
    a chamar no justo impedimento do actual os es
    ervles das outras freguezias desta cidade. E' o
    que ten no a dizer-lhe em respostaao Beu offlcio de
    23 de maio ultimo. ,
    - Ao presidente da cmara municipal da Es-
    caria.Nao marcando o rcgulamento de 13 de no-
    vembro do anno passado quantia alguma para as
    de;pez;.s a que aflude em seu offlcio de 7 de maio
    ultimo, e bem assim sendo e fim das juntas eman-
    cipadoras apenas a classiQcacao dos escravos que
    possarn ser libertados, trabalno esse que dovo ser
    , feito pelos respectivos membros, no pode ter lu-
    gar a gratilieacao para os avaladures de que tra-
    ta V. S. em seu citado offlcio, que fie assim res-
    pondido.
    Perlaria :
    A' cmara municipal da-Victoria. Declaro
    cmara municipal da cidade da Victoria, em res-
    posta ao sen offlcio de 2 do correute, que irregu-
    lar foi o seu procedimeuto, pondo em con;urso o
    lugar de a fondor desse municipio que nao foi
    creado por lei, e por isso.nl approvo a noincac/io
    feila por essa cmara, di Man I Paulino da As-
    sumpcao, para tal cargo. 0 dejreto u. 3,089 de
    18 de.setembro do anno pas-ado nao alterou o
    modo de arrecadacio do imposto de afcricSes,
    que man o continuar a fazer parte da renda mu-
    nicipal, e exigi jmente certas hablii.vo -s para o
    aferidor ; cumprc, porUnlo, que essa cmara leve
    praca o mesmo impist, mandando afflxar edi-
    taos nos quaes se mencionem as habililacoes exi-
    gidas para os concurrentes arrenulaca, os qua^s
    nessa oeeaso deverao exhibir os documentos qup
    provern os requisitos exigidos no art. 8, das ins-
    lrui-i;,es que baixaram com o decreto citado. O
    exam de que trata o din art. 8" que deve ser
    felo pelo modo proscripto no artigo immediato,
    o concurso, esim meio de prova para U.ibih-
    Ur os con :urrulei a arremata ;ao. .
    ' a.m sfco.'
    ODielos :
    Ao engenbeiro das obras publicas genes.
    Inleirado de quanto expe fmc. em seu offlcio de
    4 do corrento sob n. 1', relativamente estra-
    gos causados no parapeilo do caes denomiiiadii
    Dous de Dezembro, pelo encontr de urna alvaren
    ga de nome Bileia, tenho a dizer-lhe que intime
    o respectivo proprietario, afim de que faca sem
    demora reparar aijuelle damno.
    Outru sim proceda Vmc. ao oraasnenlo para o
    reparo dos outros estragos, indicado* om son cita-
    do offlcio, que fica assim respondido.
    Ao engenbeiro fiscal da estrada de ferro do
    Recife a CaxangEm vesposta ao ollicio de Vine,
    de 31 de maio ultimo, solicitando saber qufies as
    autoridades que podem dar passes para transpor-
    tes nessa estrada de ferro, em obj'cto de servieo
    publico, tenho a dizer-lhe que amanta as autori-
    dades pohciaes e o administrador dos eorrelM
    desta capital.
    Ao engenbeiro fiscal da companhia Recife
    Drainaye. -Solicitando a Illina. cmara munici-
    pal desta cidade, em offlcio de o do crrante sob
    n. 53, que os gerentes dessa companhia mandem
    col locar urna porta no uriuaturio publico ra
    Sete de Setembro. vistu como, por essa falla, est
    elle servindode deposito de lixo e immundicias.pre-
    judiciaes salubriJade publica ; d Vmc, previ-
    dencias para que essa companhia fa.a til niel e-
    ramento.
    Portara :
    O Sr. gerente da companhia nernaiiihucan?
    minde dar trausporle para u presidio de Fernan-
    do de fioronha, no primeiro vapor que para all
    seguir, a Caudida Mana da Conccicu, uiulber du
    sentenciado Manoel Doca Cassiano ; levndose
    esta despeza cunta do ministerio da justica.
    EXrKOIKNTK O SC.IKTAKIO.
    /." seccao.
    Offlcio :
    Ao engenbeiro eu:arregado das obras mili-
    lares. S. Exc.'o r. presidente da provincia man-
    da declarar a V. S. que expedio ordem thesou-
    raria de lazeuda, no sentido de ser paga a Tnomaz
    de Carvalho Soares Brandao Subriuho a quautia
    de que trata o seu ollicio de han.eui datado.
    2." seccao.
    Offleios :
    Ao bacharel Antonio Francisco Correa de
    Araujo. 0 Exm Sr. presidente da provincia
    manda aecusar o recebimenlo do offlcio de V. S.,
    de 10 do corrente, em que participa ter n'cssa
    data assumido o exerccio cargo de cu fe do poli-
    ca d'esta provincia.
    Ao mesmo.-O Exm. Sr. presidente da pro-
    vincia manda declarar a V. S, para os devidos
    fins, que por portara de luje foi exonerad >, a seu
    ped lo, Manoel 'tiendes de Figieredo do cargo de
    2" suptente do subdelegado do dlstriciu de Gra-
    nito.
    Ao mesmo. Do ordem do Exm. Sr. presi-
    dente da provincia, transmiti a V. S. o titulo jun-
    to de nomeaelo do subdelegado do i distrieto iba
    freguezia de S. Jos, de cunformidado com a pn-
    posta do V. S. em ollicio n. 1,073 de 5 do cur
    rente.
    Ao mesmo. De ordem do Exm. Sr. prrsi
    dente da provincia, transmiti a V. S. o titulo juu-
    to de nomeacao do 2* supplenle do subdelegado do
    districto de Belein, do termo de Olinda, de confor
    mdade com o seu offlcio de 7 do corrente.
    Ao commandanle superior de Olila. 0
    Exm. Sr. presidente da provincia manda partici-
    par a V. S. que nesta data se mandou fornecer os
    objectos por V. S. pedidos em seu offlcio de 3 do
    corrente.
    Ao com mandan! i superior de Pao d'Albo.
    0 Exm. Sr. presidente da provincia manda decla-
    rar a V. S., para os devidos lins, que se acha nVs-
    ta secretaria, para ser entregue ao tenente-coronel
    Christovao de Hollanda Cvale >nte -de Albuquer-
    que, a sua patente devidamente apostillada, cun-
    vndo que mande elle procurada.
    Ao bacharel Joaquim Corroa de Olivera An-
    drade. -0 Exm. Sr. oresidente da provincia man
    da acensar o recebimenlo do offlcio de V. S., de 11
    do crrenle, em que participa ter n'es-a dita reas-
    sumido o exerccio do cargo de juiz substituto des
    la comarca
    Ao bacharel Joaquim Manoel de Barros Wan-
    derley.-0 Exm. ir. presideute da provincia man-
    da aecusar o recebimenlo do ufflcio de V. S., de 11
    do correnje, em que participa ler assumido o
    ecerciciodo cargo de juiz substituto d) tuzo do?
    feitos da fazenda.
    Ao bacharel Jos Nicolao Tolntino de Car-
    valho.-0 Exm. Sr. presidente da provincia man-
    da aecusar o recebimenlo do ufflcio de V. S., de 10
    do corrente, em que eoirmiinica ter n'essa data
    reassumido o exoruicio do cargo de substituto do
    juiz de direitu da vara de orpbaos desta ca-
    pital.
    Ao bacharel Jos Joaquim d Olvoira Foti-
    ceca.0 Exm. Sr. presidente da provincia manda
    aecusar o recebimenlo du offlcio de V. S., do 10 do
    corrente, em que participa nessa data ter reassumi
    do o exerciciu do ca go do promotor publico desta
    capital.
    Ao bacharel El-siario Augusto de Moraes. -
    O Exm. Sr. presdeme da provincia manda accu
    sar o recebiiueuto do offlcio de V. >., de 27 J i mes
    prximo passado, ein que participa ler reassuuudo
    n -ssa data o exerccio do cargo de promotor pu-
    blico da comarca de Carnero, renunciando o resto
    da licenca que Ihe foi concedida
    Ao bacharel Jos L*audro Dantas Le.-sa.0
    Exm. Sr. presidente da provincia manda aecusar O
    reeebiiuoalo do offlcio do V. S., de 21 do mez pr-
    ximo passado, em que participa ter a 16 do dito
    mez prestado juramento e assumido o exerccio do
    cargo de promotor .publico da comarca de Ca-
    brub.
    Ao bacharel Francisco Domingues Ribeiro
    Vianua. -O Exm. Sr presidente da provincia man-
    da aecusar o recebimenlo do offlcio de V. S., de 20
    do mez prximo passado, em que participa ter
    reassumido o exerccio do. cargo, de juiz munici-
    pal e de orphos d> termo de Cimbres.
    Ao Sr. Sebasttlo Antonio do Reg Cavalcan-
    te.Por esta secretaria se communica ao Sr. Se-
    bastiao Antonio do Reg Cavalcante que nesta
    data se enviou para a thesouraria de fazenda a
    portar do ministerio da justica, d27 do mez pr-
    ximo passado. que ihe concede dispensa de lapso
    di lempo, alim de poder tirar a patente de majur
    ajudanie do urdons do cumuiarido superior do Pi
    d\Alho.
    4.' tece<.
    Offlcio :
    - A' lllma. cmara muuicpal dn Recite. O
    Exm. 8T. presidente da provincia manda declarar
    lllma elinara municipal do llecif-, em respusta
    au seo oflieio Je 5 do corrente sol n. 53, que ues-
    a data He un expedidas as ordens para que a
    companhia Recife Oraiuage > faca collucar urna
    porta n urinalorio publico ra Seto de Setem-
    bro), alim de evitarse os abusos de que trata no
    citado ofei >.
    5.* wab
    Ollicio :
    Ao engeiiheiro fiscal da estrada do Ierro do
    Recife a S. Franc seo.O Exm. Sr. presdanle da
    provincia manda couimunicar a V. S., em rcsposla
    ao seu Offlcio de hnitein ditado son u. 72, que fica
    inleirado de haver o uugenheiru ajudanie do fiscal
    dessa estraJa de ferro, Dr. Felippo do Figueira
    Faria, reassumido o exerccio do- seu cargo u'a-
    qu.'lla niesina data.
    KXPEl)IK.M>: D i DU 13 DK JIINHU DS 1873.
    ,_ J.-MCC4U1.
    Aft brigadeiro commaudaiit-: das armas. -
    Sirva se V. Kxc. do uxpedir suas ordens para que :
    amanlia is 3 horas da larde estoja postada junto
    rampa do caes da rua da Aurora, em, frente da lo
    Conde da Boa Vista, una guarda com msica e
    bandeira, alim de fazer as honra? devidas ao Exm.
    Dr. Joao Capislrauo Bandeira de Meilu Filhu, pre-
    lidoate nonjpao para a provincia do Rio Gran-
    de do Norte, pur enaasiae de seu-embarque-
    Au director du arsenal de guerra. Pode
    Vine, entregar ao respectivo quarlel-mestre, logo
    que este procure recocer, o fardainonto viudo d
    curte cum destino ao 2 batalhao do iiifanUiria.
    Fica Hrsim respuiididj usen oliiu de 11 di cr-
    renle, sob u. 42 .
    Ao i;a.uto-teiiente Joaquim Xolasc.u da Foa-
    roura Pereira da Cunha.Fie nterado pelo seu
    offlcio de 10 do crrenle, >ob n. 420, de havvr
    viac. assinoilii ne-se da 0 cumulando da corveta
    de guerra Hecifi; em -ii!i>tuun;ao du capillo te-
    nenie Manuel Lope da Cruz, que segniu para a
    curte.
    2 sfecao.
    Acto.- :
    O presidente da provincia, atlendendo au
    nio requeren u lente do eerpo de polica Jos
    Canoa Vital, resobra cun%'dor-lM quiuze dias de
    licenca om veneimeatov, na forma da lei, para
    vir a esta cidade buscar sua familia
    O presideute da provincia, atteudmido ao que
    requeren o alferes Jos do llego Dantas Coutu J-
    nior e nfoimacau du commandanle superior dos
    municipios du Santo Anlo e K 'ada, em ollicio
    de 19 de abril pruximn passado, resulve, de cun-
    fon.o Jade cun o dispostu no art. 45 do decreto
    u. 1130 de 2 de marco de I83, mandar que seja
    aggregado o ditu alta* ao batallaj u. 23 do pri-
    meiru dos referidos municipios.
    O prt>id.-ute Ja pruvuicia, atlendendo pro-
    pusta du leuonte-eor niel cummaudaulc do l.-ba-
    tiilho de infaularia da guarda nacional deste mu-
    nicipio, sobre que infurmuii e respectivo caminan-
    daute superior ein olliciu u. 6 O de i4 de maio
    prximo passado, resolve uuinear alferes da 2.*
    companiia do dito batalhao o guarda Alfonso lien-
    rques llu Irigucs da Silva.
    O presidente da provincia, de i-unfurmidade
    com o disposio no art. i.* do decreto n. 1294 de
    16 de dezembro de 1853, resulve nomear para ser-
    vir interinamente o ufflcio de tabelbao e escr.vao
    do civel e mais annexos do termo de Caruar o
    Cidadao \ icnte Ferrol' do Albuquerque, indicado
    pelo respectivo juiz municipal em oilico de du
    inef pi oximo passaJo.
    O.Ucos:
    Ao Dr. chefe de oulcia. D. clare V. S. au
    delegado de Villa Bella que a guarda nacional
    destacada deve sustentar-so pelo sol lo e mais veo-
    cimenio-, que pur esso servieo lem direitu a per-
    cebur; nao pudendo ser auturisada pessoa alguma
    para lazer os lurneciuientos de que trata o ufflcio
    a que altude o de V S., n. 266 de 23 de marco
    prximo passad*, sendo eslranhavel que elle fai.a
    de.ieuder de tal medida a existencia do destaca-
    mento.
    Ao cuuunan laute superior do Recife.Ex-
    pega V. S. as convenientes ordens, alim de ser
    dispeiisiido do servieo da guarda nacional, em
    quanto frejuentar as aulas do lyeo das artes e
    offleios, o alumno do mesmo Jorge Lucas Goutal
    ves Jnior, qu praca do 2.* batalhao de infan-
    laria d.-sie municipio
    Aos juizos de direito dos distrelos crminaes
    da capital iieferinMo o que requsr.'u o respecti-
    vu juiz substitu.), recuminendu a V. S. que provi-
    dencie, alim de serem contadas as cuntas que 1 e
    forein devidas ou vierem a sel-o em qualquer
    teoqio pela cmara municipal pelas deligencias
    criines e execueoes eriminnes, meada extrahr
    copia de tac- emitas, alim de serem remetldas
    tliesouiaiia de fazenda, para e-la cobral-as eui
    bcuelicio do fundo de emaucipaflo dos escravos
    dcsta capital, em favor dos quaes foram por elle
    cedidas.
    Ao juiz municipal de Giruar. -Por porta-
    ra dosla dala iiumeei Vicente Ferreira de Albu-
    querque, por Vmc. iudicado em seu offlcio de 6 de
    maio ultimo, para interinamente exorc. r o offlcio
    de tabelbao e escrivao do civel e mais annexos do'
    dito termo, de conloriuidade com o dispostu un
    art. 1. du decreto n. 1294 de 16 de dezembro de
    1854.
    Ao juiz municipal de Barreros Devendu
    prevalecer a disposicao do decreto de 30 de Janei-
    ro de 1834, com rebelo a |uelles unu >s, a res-
    poito dos quaes nao ha lei provincial creando offl-
    eios de justica, determino a Vmc, em resposla au
    seu offlcio de 23 de abril prximo passado, que, de
    confaiiiiidade com o dito deeret faca asejaracao
    dos ollicios de tabelbao e es :rivao desse ler.nu,
    poudu a concurso aquello pelu qual nao uplar o
    serveutuariu actual.
    Au promotor publico de Bom Conselho.in-
    leirado de quanto expoz em seu offlcio confiden-
    cial de o do crrente, lenho a dizer-lhe |ue cou-
    lio continu Vmc. a promover, coinu teai feito, a
    puniclo dos delinquentes nessa comarca ; o que
    tenho por muto recnmmendadu.
    Ao promotor publico da comarca do Ouricu-
    ry. Transniiimdo a Vine o ollicio Junto por co-
    pia do juiz de direito dessa comarca, Ibe recen-
    uiendu que, de conformidad com a le, preceda
    contra quem achar-so em culpa pelo fado de que-
    que trata o mesmo offlcio.
    - Ao commandanle do corpo do pulida. -Pode
    Vmc. eugajar, sendo idneo, nu corpo sob o seu
    commando o paisano Silvano Pereira de Almcidn,
    de ,iuen trata o seu offlcio n. 330 de 10 do cr-
    reme.
    Ao mesmo. Pude Vmc. eliminar do corpo
    sob o seu commaodo as pracas de nome Emiliano
    ATaes- de Olvoira, Joaqnim da Silva Pereira, An-
    felo Joa de Sou/a, Laurentiuo de Castro Miranda,
    irtnano-Manoel Guimaraes, Jos Ferreira Bello,
    Maximiaao de Paula .ruz, Mariano Pe; uira Piau-
    by e Jlo Jus Joaquim de Santa Anna, J-s uuaes
    trata o seu offlcio u. 333 de 10 do correute; azen-
    do-os apresen lar ao general commandanle das ar-
    mas, na forma du art. 137 do regulamento do
    corpo.
    3.,$eccao,
    Oficios:
    Ao inspector da thesouraria de fazenda.
    j Mande V. S., nos termos de sua infonnafo ein
    I offlcio do 10 do corrento sob n. 149 serie I), acora-
    panhada das do procurador liscal e administrador
    da recoliedoria de rondas internas desta provincia,
    relevar da mulla em que Incorreu D. Maria Para-
    guassd de Albuquerque Maranhau, por nlo ter
    ' em lempo marcado por lei participado cumpj-
    lente repartcao a inorW de um seu escravo.
    Ao mesmo.-D V. S. as suas ordens, afim
    de que seja despachado na alfandega, livre de di-
    reito, o voluuic constante du conhecimento inclu-
    so, contemlo ubjeotoj pira a secretaria denla pre-
    sidencia. !
    Ao mesmo. Ficam abonadas as faltas que
    por motivos Jo molestia den o juiz de direito da
    comarca de Itamb. bacharel Joaquim Francisco
    da Silva Braga, de 2i a 30 do abril prximo pas-
    sado.
    Ai mesmo. Cumiritmicindo-me o capiti'
    teiii.'ute Juaquim Xolasco da Funt ora Pereira da
    Cuuha ha ver nu ilii 10 du nrrenle nssumid o
    cuiiimandii da corveta de guerra Iterife, em atibs-
    tiluicau du eapltia lenle Manuel Lupes da Cruz,
    que f ii dispeasad i desse cargo pelu governo im-
    perial o seguin para a crt-, assim o declaro a
    V. S. para os lins convenientes.
    Au mesmo. Anuuindo ao que soiicitou o
    brigadeiro cumuianiUute aW anuas em offlcio de
    28 de maio ultimo sob u. ii-'i, a que se refere sua
    uiiorma'.lo de II do coiTente u. 156 serie D, au
    lurisu V. S. a inruiilnr pagar-llie, sob a responsabi-'
    lidade da presidencia, a quantia de 106*008 qne
    falla para completar a ajnda de custo a que tem
    direito na 'orina da lei, e que d ixuu de ser paga
    por nao Isaver crdito na respectiva verba.
    Ao mesmo. Transmit a V.- S. as inclusas
    cuntas documentadas, afim de que mande pagar
    ao gerente da conmauliia pernamliucaua, segundo
    requiitou, a quan ia do 3!>2jU>25, proveniente de
    passageus dadas por canta dos ministerios da
    guerra e d marinha nos vapores d'aquella uom-
    pannia, coafuriue denonstraiii os mencionados do-
    cumentos.
    Ao mesmo.A 10 do crrenle reassumio o
    bacharel Antonio Domingos Pinto Jnior o oxerci-
    co d-cargo de promotor publico da comarca de
    Pao d'Alho ; oque, participo a V. S. para os fins
    convenientes.
    A inspector da thesouraria provincial. -Km
    vista dn incluso pret em duplcala, mande V. S.
    pagar ao bacharel Jus Joaquim de Almeida No-
    ble os rondn sata do destacamento da guarda
    nacional existentes na cidade da Victoria, conrer-
    ueiite ao mez de maio ultimo, segundo solcit'Ui o
    respectivo c jiumandanlt superior ein offlcio de 3
    do corrente.
    5.' lecro.
    Offlcio :
    Ao engiiihero ciiefe da r.'paiteao das obras
    publicas.Em vista du que infirma Vmc. em seu
    (ni -i. de II du crrenle sob n. 240, relativamente
    ao recebimenlo provisorio da obra das reparos da
    estrada de Muribecn, tenho a dizer-ie que uao
    pode elle ter ugar, utna vez que a dila obra nao
    su aci.a concluida, como coul'essa em seu citado
    offlVi -.
    Portaras :
    O Sr. gerente da companhia peinambuca-
    ua mande dar transporte para o lo Grande do
    Norie, por conta domiiiisterieda guerra,no vapor
    Pirap mu, ao 2.* (irurgiao d > corpo de saiide do
    oxeicito, Dr. Jos Marques da Silva Bastos, o qual
    vai all servir.
    U Sr. gerente da companhu pcriiambucaua
    mande dar pas.sagem r para a provincia d i
    Cear, por coula da inesma, no vapor dessa com-
    panhia que segu prximamente para os portes
    du norte, ao lanonlfl do corpo Je polica da referi-
    da provincia, Rozando Monteiro de Lima.
    KXI'KDIKNTK DO SKGttKTMIiO-
    concedendo a licenca com vencmentos na-ferma.
    da lei.
    Jos Joaquim Soares d'Albuquarque. Passe
    portara na forma requerida.
    Lourenco Gonea Procopii.-IndeferiJo
    Manoel Izidoro de Carvalho. -Ein vista,das in-
    formacoes, seja relevado da multa ; pagando, po-
    rm, os emolumentos das certiddes que juntou ao
    seu recurso.
    Companhia Recife Drainage Deferido com of-
    flcio desta data thesouraria provincial.
    SeiTetara da presidencia de Peruambuco, 2
    de setembro de 1873.
    O porteir,
    su c i nu A. Rodriyaes.
    < ominando las oiiiiun.
    ot AU TKL GENERAL DO COMMANDO DAS MIMAS
    DE PERKAMBUCO, EM 2 DE SETKMItllO DK
    J873.
    OrJem d> di-i n. 758.
    O brigadeiro eommandantu das armas declara
    para os lins cunveuienjos, que nesta dala o Sr.
    teneute ajudanie da Fortaleza du Bcum, Juaquim
    Manuel da Silva e S, passou a ex^rcer Inierina-
    iiiento as fune.-oes de commandante da mesma.
    Fortaleza em substituicao do Sr. coronel h.mora-
    ro do exercilo Alexandre de Barros e Albuquer-
    que que tem de seguir para o presidio de Fer-
    nando nu da 3 deste mez.
    (Assignadu.) Man Lins.
    Conforme.O majur Jos B. ds Santis jlfcr-
    yulho, ajudauto de ordens encarregado do de-
    talhe.
    Ilepnrticilo la polica.
    t." secel. Secretara da polica de Peruambuco,
    2 de setenlo de 1873.
    N 1533.lllm. eExm. Sr.Participo a V. Exc.
    que. das cumuiunicacoei recebidas boje, cOaeta
    que lAiam reculhidos casa de deletelo os indi-
    viduos segumos
    A' lunilla ordem, Manoel Joaium de Olivera e
    Manoel Pereira Beziira, vindosde Papacara,coni
    criminosos; ledro Soares Cavalcante, Joaquim
    Jos da Silva e Manuel Ferreira da Silva, vindos
    do Bezerros, o primeiro como criminoso e os dous
    ltimos como recrutas.
    A' ordem do subdelegado do Recife, O subdito
    italiano Francisco Auloiiio, requisgao do res-
    reclino cnsul; Simo, escravo do Flix Goural
    de Ai ruda, a requerimenlo deste e Antonio de
    Araujo Leal, requisielo du capito do porto.
    A' ordem do du 2 districto de S. Jus, EIuj
    Mara da Coiiceicln, por disturbios.
    Segundo conimunlcou-me o deloga Jo de S. Beu-
    to, em offlcio de 22 do agosto ultimo, no lugar
    Logrador, d districto daquelia villa, Jorge M ir-
    ques Vianna ferio levemente com um tiru a seu
    prupno genio Jos II jrnardinu dos Santos, logran-
    do evadir-se: ez-se corpo de delicio e prosegua-
    se nos tormos du inqueritu.
    O subdelegado do 2' distrelo de S. Jos, com-
    municoii-me por offlcio de honlem, que, na tardo
    du dia 30 do mez prximo Gndo, Severiano Vi-
    cente Pereira, querendo entrar no bond n 10. es-
    tando este em movimenlo, cabio sobre os trilbos,
    do que re-ultou licar com a perna fracturada, e
    que a la I respeito proceder competente vistu-
    ra.
    Filialmente, a ordem o traii|uillidade publicas
    uao solfieram alteradlo.
    0 qie ludo communico a V. Exc, como me
    compro.
    Deus guarde a V. Exc.-Illm. e Exm. Sr. com-
    mendador Dr. Heurique Pereira de Lucelia, dig-
    nissimo presidente dosta provincia.O chefe -de
    polica, Aulouio Francisco Correia de Araujo.
    INTERIOR,
    1" secqdj. j a
    Offl.os :
    Ao brigadeiro cuinmandaiile das arma?.-S.
    Exc. o Sr. presidente da provincia manda declarar
    a V. Exc, em resposla ao seu ollicio delta dala iB. n il..vnaiilofM9:t
    sob n. 606, que fica expedid;, a conveniente ordem RO' Ue "S do *
    pira a transporte para o Rio Grande do Norte, ao PliEliOGATlVA.
    2 cirurgiao do coriio de sade, Dr. Jos Marques Os que combatem a emenda da cmara vitalicia,
    da Silva Bastos. Que proruga para 1871 a 1875 o or.amento vota-
    Ao .oesmo. S. Exc o Sr. presidente da do na cmara temporaria para os dous anteriores
    provincia acaba de auturisar o uspactor da tbe- exercicios, mais procuran) confundir que separar
    soto-aria de fazenda a manjar pagar a V. Exc, as questoes suscitadas pelo exame da doutrin*
    sub i esponsabillade da presidencia quantia de que con?tiluci( nal.
    trata o seu ollicio de 28 de maio ultimo sob u. 536; Defendeudo com raro esforco 8 boa copia de
    actos ou
    com-
    a ver
    de frente a prmeira das que-toes qual a de
    1 saber e ti que consiste essa iniciativa e como pode
    do Recife. O ser exercda.
    manda parlici-1 Nao lem faltado 1 discusso as mais requinta-
    por portara de das exageracoes.
    1 que declaro a V Exc, de ordem do mesmo Exm. erudiplo o que nnguem combuteu por acto
    Sr. para seu couliecunentu e em resposla ao citado por palavra?, e que a cmara temporaria
    uflieio. P^e a iniciativa sobre imposto?, esquivanvaa
    2.a seccwt.
    Ollicus :
    Au commandante superior
    Exm. Sr. presdeme do provincia
    a v. S., para os devidus lius, que r
    boje fui numeadu alferes da 2- companhia do L", Dessa suprema allnbuicao de iniciar sobre im
    balalho de infanUria da guarda nacional deste postos em que o uobre Sr consellieiro Correa v
    municipio o guarda Alfonso Henriques Rolriguea, urna excepta) e nos vemos urna regra, avisa-
    da Silva, de conformidade com a proposta que rain algups espiritas em concluir, que a ca-
    veioanuexa aoseuoffldojn. 610 de li do mez mar vitalicia nao pode alterar o gno-nfn da im-
    proximo passado. i posico e ncm sob qualquer forma, augmentar a
    Ao cuuimandante superior du S. Antao. 0 despeza.
    Exm Sr. presidente da provincia manda partid- Tal o lio extcn?a repntam a prcrogativa do art.
    par a V. S., para os devidos lius, quo por parlara 36 1." da constituicao poltica do imperio!
    desta data foi mandado aggregar ao batalhao n. Uns, nvo:andoa autondade de um nome vene-
    23 do municipiu de Santo Antio u alferes Jos do raudo em que u partido conservador desvanece-se
    Heg.) Dantas Coutiiiho, cuja patente euvtaa pos- em contar urna de suas g'orias, o honrado Sr.
    tillada. marquez de S. Vicente, ebegam per urna estranna
    Ao mesmo O Exm. Sr. presidente da pro- dedcelo a singular doutrna de que a eamar* vi-
    vincii manda declarara V. S. que auturisou nesta lalicia pode redusir a dosaeza e onsequenle-
    dala a lliesouiaria proviucial, a pagaran bacharel mente a| impuaivAo, mas nao lem a faculdade de
    Jus Joaquim do Umeida Nobre os veucimeutos do crear aqulla ou augmentar esta.
    de-ltcameulo da guarda nacional, de que trata o Outros, pelo menos mais lgicos, reduzcm a ca-
    sen ulficiu de 3 deste mez. mar vitalicia em assumpto de despea o receita
    - Ao juiz de direito do Bonito.-O Exm. Sr. ao papel inerte de grande chancellara da cmara
    presidente pa pro incia manda aecusar o receb- temporaria, recusando ao senado toda a ingeren-
    iiieulu dn ufflciu de V. S., de 6 du corrento, em que ca na revisan dos impostos que ora nenhum caso
    d coala dos trabalhos da 2* sessao judisatia des- poderia augmentar un diminuir,
    sa comarca, quo por V. S. foi presi.iida. | De par om estas estranhas duutnnas lera eito
    Ao bacharel ntonio Gomes Pinto Jnior. curso os mais mcabidoa alviires.
    O Exm Sr presidente da provincia manda deca-1 J se enteude que, a exemplo de lord Palmerslon,
    a V S une cou inteirado por seu oflkio de 10 deve ia u Sr. presidente du conselho aequiescer
    , reassumido o exerei- qualquer raocao em que a cmara fizesso certa
    do corraulc de ter uasa dala reaasum
    ci do cargo de promotor de Pao d'Alho
    5." seccao.
    Offlcio
    in! ncao de nao abdicar urna de suas prerogalivas
    ! is roaos do senado :-j que, a exemplo da cama
    ra dos coinmuns, devera a dos fleputados, rejei-
    Ao gerente da companhia pernanibacana. lando o auditivo do senado, iniciar e adostar em
    0 Exm. Sr. prcsineoite da pi oviucia nasuda deca- acto isolado a providencia da prorogacao votada
    rar a V. S., que nesta data expedio ordem a Ihe- pela cmara vitalicia.
    suurari.i de fazenda, no sentido de ser paga a Entrev-se que nd meio desta aclividade dos
    uantii de que traa o seu offlcio de 11 desle espiritas, salvas as inlencoes sinceras quesera
    mez. injusto nao respetar, a propaganda epposicioni*1'*
    _____ apurara as suas armas mais temperadas e, mais
    oesi'aciios da PRF.smg.Ncn de 1 dk sETKMBno que de recatar uma prerogativa, preorcu|ava-se
    ds 1873. -em anioiit iar Jifflculdades a marchada admini--
    Antouio Januario da Silva Nada ba a deferir, traeo.
    vista do que infxiui m u juiz de direito du Boni- j Ao fim de cotilas era esta, e nao outra, a ques-
    to era ufflciu de 21 du uitz pruximo passado. lio.
    Carlos Adolplio de Avellar Alchorne. Pasje Cumprehendemos que atguns .crupnlos poes-;
    portara com vencmentos na forma da lei.
    CaoUuu Tiuiiiaz d'Aquini. Indolerido.
    Francisc Cardoso Dias dos Santos. Seja role
    vado, da multa, em vista das nformacOes; pagando,
    porm, os emolumentos das certiddas annexas ao
    seu recurso.
    Pieldeu Brulhers. Deferida com offlcio desta
    thesouraria pro incia I.
    Francisco Pereira d'Araujo.Informe o Sr. Dr.
    chefe de polica, ouvindo o
    sem ser suscitados pela eraqflda itue-tiooada; e A
    ' estes somos os primeiros fa;:er ju quem.nao prsenle que no fervor de cortos espri-
    los vai por muito a ambicio aofroga do poder ?
    Que a emenda da cmara vitalicia nao foi con-
    certada como o meio de cercear atlribuicSes da
    cmara temporaria, todos o sabem. Foi a idea do
    Sr. conselheiro Zacharias ; e aceitarara-n'a se
    repugnancia os Srs. Souxa Franco e Paranagu,
    subdelegado respec-'estes como amelles chefes emineales de um par-
    [ tido constitucional que defende )K>r um de seos


    \
    1
    '-
    Fransisco Quulino da Silva Vieira. -Dirija-ee dogmas a verdade do rgimen parlamentar,
    theseurara de fazenda. Uma cousa o imposto, outra a sua duraca >.
    Francisco de Figueira Faria. Passe portara Prever em caso excepcional as necesidadesde


    UQfrto'tP Ecrnambuoo Quopta- feira 3 de Setembro de 1873.
    rele*
    i o decretado polo raftv^^^^^M -Tff'-<>iV.iVdM# frr,*snt
    ',',,l aJUMbuico ha na Tico antr
    (Wfl
    nao
    tio
    lo|n*<#%imij da careara, vitalicia que
    fWwga 1874 1875 o orcamento dos anteriores
    ntcveciof, a enmara dos.Srs. derrotados nao abdi-
    wtfsa taigorfantc
    r*gn#teii, verdad:
    publicas. .
    Estad verdades
    iva
    da
    vi v r
    Ginhoee o p ib
    taeio a este m;>oi
    ttif.>:il ri.':i
    uo aoeorpo
    provinieran
    A deputaeo no-g
    Sil UJ l 1
    idd.
    tilda 'no* violada-dsalitas pedra*, ern eue dessenvao we*w t
    pi comec/i a> aeroleri* csp9ctiv', de que
    ion fi'-;r maior peso taquillo. la dos presando o dito m?stre o conselhos da eompa
    u\eiros. quo a!ii cslivoram na segunda reir
    tWltBflg*1
    Koniern, as 9 horas da pian' a, pouep mais JO
    mesaos, quando, tinto o iriestro como dous
    ciis a un iscipulo, se aenav.am a tr:,ballwr,
    produiivsr' un movimento do oscifopto, lan.a
    m (o la a liuira do podras no espaca. juntar
    peabou-se JVgo no
    nenSlrali
    co.np
    Jas
    atences do governo |uo cun sincoridale as ma
    ifestou na filia do ihrono, cmpeii a se en) con
    aetter a J. i em proveitosa rcalid ido,
    Jfafto sentid > uoaitu-n iro.t icontralo-
    Tai parto Uo gallineto, ja Ta" pari 3e"qasT
    Hiai os mombros da cmara temporaria o pen-
    funto emittilo enrontrou franco o benvolo
    a^bjmooto. ,
    E a obra so tari.
    Para, sm. pirque ni iguem deseonhece as van.
    Sen* dejla provenientes ao'deseuvolviniento tu
    asira, do cora n :r-:i > o a ori-p'ri la lo da he-
    roica provincia de S. redro do Rio Grande do Snl.
    Farj sim, porque p.ivo o giverno ti> ls cora-
    pat1*Ttm igiucs sentmento*-, desd- qae se lrute
    ile abrir mais vastos .'.orisontes a proarosso na
    e F-ir, sim, prono os a'tos podones do estado
    nao se desearm de prora ivor tu lo qtiauto podo
    jaterossir a riqueza e ao fnturo do para.'
    Fara, em sumrna, porque na historia do presen-
    tereinadn multas paginas como estas, lerao de
    r volvidas e devbjaiftento apreciadla pelo inves-
    tigad -r imparta I o cnnscicneiosi.
    Km nada pea o que a respeito aproare a Re
    publica bjnfo considerar ern seu artigo el torial.
    . A minga nial urdida nao vingar.
    Beeeba, pois. a provincia do Rio Iranio rio Sul
    o beneficio. Agradoca oa doixe de agramlecer,
    nio importa; mis ame aradlo a que ten) iocon-
    te*ivel direiio, aquillo que era dola muito qxigi-
    d<, S'-rn cointudo de'sconhecer o iniciador da idea
    e a juellss^ne muito concorreram para o apro-
    veiuinent > J< i,.i.
    A via fer-'.i i [lio Grande do Sul ;i so um
    elemento de'riqoezacom o niri polo enetbrir o or-
    go repiiblican >, o uniheinum recurso estratgico
    se at-rveninra. r> rpie nio de protcr, a di^nijade
    e a honra, du Brasil forem ameacadas porquem
    tjner rpip soja. <
    A guerra coi ex-ntocrut i) Paraguay foi
    um i'Kmpl", fof umalicao.
    A I.'iiii -|"!\' ti de
    pretendida.
    O.momplo nio perdeu se itoiprvsMi 'tela ::i-
    previ lenn.i do vetnO.''
    Ni.ilio.o ,i riy, nen!.u.ua derrota'frie-ta tloJe
    trazr t>\k\ (^ferial as anuas das repnbireas
    piatioa4, cfnoaj ira se proteo l insinuar.
    A realisar-se a hypotl^eo gratuita, a malicio? i
    mente snpposto opong*) e a derrota, ateincnriam
    ontro objctivo : a s\gu.
    O s\Meoio pditico \\\i nts re.,'-; a o mdie >
    esseoeial do bo n eVaf n) |resjiito e da feliciila
    de no porvir.
    Ilaai- a cavar ahysmis wh finio ; abrir as
    porlaf an:ircoii, conspirar entra geratjdeB 1:1
    te'rC'
    A Hospanha qae o diga. Mire ni nos nlli omn
    em Hrnuspolh) e sigairljs oin;sn ei..::i!i> o
    ramiafi) tr.llial bh> ii.issos |ia a !^O.I.:i'.'.: I p B :s- i- :i.!l :S.
    Z-It,,); -i.-irca san' i !: issas l'i?rJi!le-; 0
    M.m.Mreeason):H sSr i), i'oliol! i |4ica de
    -o< lera lo co n i n'.ri iii q:i mu; seleuvlla
    pi'lis Iditin >, i| i :ij,' i | ; i i;i lian I (, I l p (70 ai
    o ad ira, do p.iv a i serve d; robusl i ne l istal
    aofbrone, onde s Kantpance a ttustBaeo, a
    virtode e o palri.iikni.
    F.ill.i.n is eou})!i .lirr.u la int::i> o sem
    oalra pr-.'ien;a-i V.n I- conferir a Gezar o qu;
    de Osar e a Deas s :|ne de Bol.
    Nada mais o na lu inen- s.'
    - 2I -
    -O LCroCAARM l>\ 'M'l' 'SH'A i N S '. :.TIM IS DI.VS.
    r.i^iuS ha que diiiivii oomoi'itar do animo
    calm > e dcspTvVonlilUi
    Ooae tenu prejiiirfijo ins nl'.iins dias, de
    Inslitas aggress'os, de grosseiros doestos, de in-
    ^aailcaveis ar/^ineiiuicntos de llngoagflm,na ira-
    prensa como na tribuna, !i oxactissima costa
    d>s Intuitos que dominara a opposigo libe-
    ral.
    Beduinos da pulitca lita rosp.'ilim. O que a
    tribuna insina entro preeau'$Js oratoria-, atra-
    vs das qaaea divisa se transparent o pensamen
    lo, a impron la, e ajuala-lhe oa mais eraeu e injustos coniinon-
    tan is.
    Dir so-hia iiuo, ve-pera rio oiieerramento do
    copo legilitivo, esvaira-os a ambi.-ao do poder,
    e es'.'i sufrega 'itpaciencia nio duvijatn fazer o
    sacri'-io de todas as i er.:s di Justina o de bem
    cateo di la cortezi t, essa i'io nao exrlnc o exarno
    utais severo dos acfcis da ad'nlrtislraciw c que 6
    eompativel ^m o mais intclcrarito espirito de par-
    tid".
    Ni) trocaremos a aggres.sao por cira.
    Os que a'.i fallara coiu petulante arrogancia de
    sumoraHdades administrativas, bem sabem i|ue
    [reste da Begifi. -lu i^i oco.s pblicos cslo ho-
    mens JeuiTcmrciU priioi'liffe, de reputacao If:
    pa, d's nuaes nunca se dissu n que a respeito rte
    eetttw vorbs polticos tem rumorejalo a mulli-
    dlo.
    Ellessaben que ala um dostes mini-tros do
    cabimte de 7 de marco recomer a vida particu-
    lar sera ter deixado na gorernanca nina recird.t-
    f3o menos honrosa.
    E entretanto nio cessam, de algnns dias a esta
    paite, de elamar contra o esDanjamento do dmliei-
    ro publico, contra o ma1 barato das renda, contra
    a decntaca i de despeas, que dizeo llegaos, co-
    mo si fosseni do lempo que corro a* pingues aja-
    das de cosi, as gralificaeoes extraordinarias, os
    crditos abertos para a sulTocacio de simuladas
    rcvolnges e o ano nao diremos e >tn;iridamenfe
    sanio levados da extrema necossidtae de de
    f'za.
    Nio receiamfis a dicnss,o, como qner que a eol-
    io piein. Assnmpto ele em que o gabinete 7 de
    ireo tem tuJo a gar.har de que os facloa so ti
    re:n a linmo. Nenhuma administrarlo exee leu
    *>ta emprobidade, em z.lo e escrpulo pelo d -
    uheiro do estado.
    Esta justi.a nao a podein recusar os mais intran-
    sigenles adversarios ao gabinete 7 de mare. i.
    .diento por scus naturaes interesses, o paiz esl
    advertido sobre os motivos quo determinara essa
    guicalliada de plirases sem sentido, de lugares
    'vmimus sem merecimento, de frivolas sonorida-
    des qoemal dsfarcam injusto despeito.
    Quando soar a hora da jnstiea para o gabinete
    7 de mareo, a historia poltica dir quo nonlinina
    administraeo fer. mais pelo faturo deste grande
    pan.
    (Nai-.Cio.)
    ser pet fi{raioiitg cooi- grapl cotpauy limited, l'ernarabuco, i de setem
    en n os an Jaimes, a vralo de envll cpi o r
    ria| nrl s o mestre,omo os seis trabnlha
    que chegaram tirra feridos graTomento
    in-irtalmcnto outros.
    Apenas oovjrara aiiastaittpiJo, n.Wso a.
    la, u.iipreiteiro da obra, como todo o pessoal nena
    emprogado, dingiram-a nara o lugar do desastre,
    adra de tiraron) de *or>af rumas fcj safas Mpa-
    nboiros alii sepulta*, m que fman4auMdo<
    uoj-tljyersas pessoai do djvo une acudirn)Tan es-
    aoijii-lo.
    D is ruinas foram lirados : o mestre Eleuterio
    le tal, do 11 annis uo idade, casado, natural de
    UaeiO, gravemente magoado, iqas sem fracturat
    ment ; Llaudjo de tal, de 22 annos de idi.de, na-
    i \n do Rio Griiide dw Norte, cora ambas as por-
    uas fracturadas, bom como os maxilares superior
    e inferior ; Olympio, de Ib' annos de idade, natu-
    ral de (oyanna, com fracturas do anic-braeo 'di
    mito, da coixa es.u-ra, do maxilar inferior e do
    frontal, c comm >co cerebral ; e Antonio, com
    dvers>s ferimewVM.
    O Sr. Dr. chafe de polica, ipie de prompto ?e
    aaresentou no lugar, fez eondiuir para o hospital
    Pedro II os feridos Olympio, Eleuterio e Claudino,
    que ah foram medicados convenientemente, per-
    niitlitido que o ferido Antonio bS0 para a casa de
    sua familia na ra do S. Jos.
    tem c|ue sejam j decorridos cerca de tros an
    nos que se trabalha ne-sa obra, esse o primeiro
    lesi.-tre que all te d, devido ;io acoda
    iiieiit) do respectivo sub-empreiteiro El>mle-
    rio, por ver couduido o trabalho quo empreiioo,
    coulra a opiniao do collegas scus muito habilita-
    dos o pratieos em semeriantes trabamos executa-
    dos as ouUtas fachadas j prompl'*.
    Dos feridos rocolhidos ao aospital Pedro II, fal
    lacea hoatom tarde Olympio, pouaas sjsppcancas
    havcii lo do salvarse C.l.iudino, por nao cessar de
    vottar sangue. Quant a Eleuterio, fui levado
    aq e.-c.ureccr para casa do |ia familia a instan-
    cias desla ; e quaulo a Antonio, est sendo trata-
    do ora sua casa a expensa.' A^ ir. Avila, emprei-
    teiro da obra geral.
    Talr^^raplii submmriuo cnsteiro.
    Recebemos
    nicago :
    Escriptorio da Western and Brasiljan tele
    Emilia meliade OliVeira, branca, rjffcfi, d an-
    os. Rucife ; varilas.
    luu.i.\J4^ii,U-|..,(!, frica, (50 njn^K
    Vuwuiaiifliitvin^iti.
    fl.Wfi'iflajl > Amor ivmo, paM^^BI
    >(w*,'**i: ito, w-Vita rS^jtti^
    le cliMMea,i: xi?
    ioseiiha,, preta. escrava, igrjorvse a naturalida-
    de, 50 anuos, sjlteiro, Santo Antonio ; varilas. *
    Bo JDICIARIA EM I UE SWmTIIO
    DE 187:1.
    pt.SHjlNCK B) EX-M. SK. CJWSWJtaiM A.NSKUH)
    KBA.NCiSCO I'KKKTfl.
    Secretario interino, o oficial Toms.
    Vinte minutos depois de tm& dia, reunidoaos
    Sra desembargadores, Silva Guimares. Reis e Sil-
    * Guerra,
    abri. a
    Pe h
    K*sao.
    Pelus
    protesto
    qusrquej
    do mea
    compan!
    Doria,
    Macha!
    Exc. o
    tuerriup,
    Joria. urocuj;
    M1
    go, Aimeida Albu
    dor da corda, Dominases
    JCLGAHNTOS.
    ' ......... Recurso eTtmPr ~ .
    Da-EscaHa. -dtoevirenl? o izo, rwosriJFJoa-
    quiraJoM-de Mal'Amia. Jirm-s o< 9rfr sem-
    baraajurqs Lourenjo antjago, Aimeida Albufluer-
    que, fteiva Itegiteir Costa.' Improcedente.
    qn
    hontein tarde a seguate coiiimu-
    n
    iBea
    REVISTA DIARIA.
    l'rofessiMM piiViIicn.Por portara da
    presidencia da aroViucia, do I. do crreme, l'oi
    Horneada D. Mana Augusta de Carvalho para.re-
    er interin.onentia cadeira Je primeiras letras da
    -treguezia de Xoss Senhora do O' de Haranguane.
    Serviy iBortaarlu.E' no da fl do
    jrrente que termina o praso para a recep^ao de
    proposUs, na secretaria da Santa Ca-a de Miseri-
    irdia do Recife, para o contrato do servieo mor-
    tuarfo e de carros fun bres do muuicipio do Reri-
    e, mediante as clausulas que tm sido publicadas
    neste Diario.
    Eseolas publicas.Cora o praso de quin
    e dias, a contar 13 Io do crreme, rocebcm-:?e
    propostas, na secretaria da directora gcral da in-
    -rtrucco pablica.jpara o foineclmento dos movis
    jecessarios, as escolas publicas primarias da pro-
    vincia.
    Mbeiclailc Lux-llcasileira. Deve
    haver no domingo (7 do correte) reonio do cou-
    Hio fiscal desta cqrporaeai, na sala das sestfs
    is 10 libras da rranha.
    il Pagfltjo.-So esperados om
    1: do ofreftte, o vapor Mnifltan,
    o escafas; e o vapor Brtannit,
    re Tendn sido assenlada ha dous
    as parales da face norte do edificio,
    0fr para pago da asscmbla provincial se esl
    struindo na na da Aurora, prximo ao gymna-
    provincial, a Seira do grandes pedias volcani-
    yue serven) de base ao aerrterio e cornija
    ;u-o de 187.1. Sry. redfidons ,iio Dtariq di /Vr-
    inuib. cj. Tenlio a iorir' de informar 'VmV-'.
    que, recelo nesta manlia um Iclegrainia de bordo
    do vapor llmper, agora estac mado prximo da
    barca pharul lo l'ara, em que rao communica ter
    alli chegadoo vapor Qrtal forthern, trazendo'a
    parlo do c.bo pie ten) de ser c 'Mocada u^f rio
    cima. Logo que receba mais avisos, terei muito
    prtier .ni communica los a Vine?., de quera son
    atleucioo criado. Arthur Petrson.
    Ia^.i;lrria la tliesoaiMria de fa-
    /iu:la. Nesta esia.ao paga:n-se hojeas "se-
    guinitts tuinas : recebedoria, cofroio geral. offi-
    ;ae.- reformad'S, empregadis da estra.la.de ferro
    e capitana da p rio.
    Torlwos fiinccioniriis qi> deixarem de reee-
    ber, .- o poderao la.'.er do|wis do oitavo dia til
    c o ilianto.
    taiuv-..sa. Acaba i!c sabir luz o n. -
    ileste onial, dedieado slasso artstica.
    Ffe^ticasia le Maribtea.A mesa pa-
    rochial de ilurib-.'-a para a i-leicao de verca lores
    da cmara rairaicipal de Jiboalao, ltimamente
    creada, Oeon assim coraposia: presidente,tenonto-
    cor mol Jos Tnoiuaz Pires Machado PbrteHa ; me-
    saros, ttidoro de Freitas Gamboa, Jos Pereira
    dos Santos Alvarenga, J< s Joaqnim Pereira dos
    Santos, Mano 1 Pereira da Silva.
    CoagreiMO litterari.Amanh reunir-
    so-ha e-ia sociodade, hira c no lugar do eostn-
    me. Oidora do dia. -Besenvoiviraonto e discnsso
    das tiesos: Str a ijrej-t tupen r io atfidat
    i k-ie adatUr a )ivprieduleJit':'Alria e nocusu
    ali-mitii;o deoe ella s,' perpehi-t? Ao Sr. Perei-
    ra de Carvallo compete dosenvolver a primeira e
    ao Sr. S Benevdes a segiinda.
    Soeicladc Liltei-nria c Auxiliado-
    ra da la jti-u."'ar Setriiudlaria.Qiin-
    t-feira (i do crreme) s 9 horas da nianh
    haver sessao desla sociodade, para tratarse de
    negocios importantes di mesma : ra do Rangel
    n. 73, Io andar.
    Mar ol'i'icii. II i urna girante pulo pateo da
    Santa Cruz o ras adjaeeMee, que se oceupa de
    saber a vida intima dos moradores, alini do dar em
    pasi.) maledicencia, usando do raeio hjnobil de
    peittrem criancas e eseravos das respectivos casas.
    0 ollcio mo I Recommendamo los ao subdele-
    gado da fregu?za da Roa-Vista.
    Consta que os laes estufantes de costumes sao
    conheci los no logar, e que fazem suas raooibes
    pelas tabernas.
    Attcutado. No lugar denominaJo I.ogrador
    do diiricto da villa de S. Rento, Jos Marques
    Vianna ferio levemente com um tiro seu proprio
    genro Jos Bernardino dos Santos, logrando eva-
    dir se no dia 22 do mez lin lo.
    Eswla-eciment.Para evitar duvidas,
    declranos a pedido do Sr Dr. Sanios Mello que
    desdo o I. do majo do corrente anno que S S.
    deixou de trabalhar no consiltoro do^ fallecido
    Dr. Sabino, passanlo a exercer seus mistares do
    medico honvcepalha no d na do Imperador n
    il; pelo que de modo algara tem elle que ver com
    a noticia que hontera a pii publicamos lob o titulo
    I bem da mralidade\\m reclama contra o
    procodimento de moloques o meninos que se reu-
    heta na na das Flores era ponto prximo aos
    fundos da botica lioino>:iathica diquello fallecido
    Dr.
    Krrata necessarin. Por falla da pag-
    nalo, deu-se um dcsconchavo na chronica thaa-
    tral, hontcm publicada na 8.* pagim deste Diario,
    que. nao obstante poder fer encadea la pelo leiter
    inleflrgente, julgamos de utilidade acensar essa
    fa'ta para facilitar a letura pielles miraos prati-
    eos, c que na 3* columna, depois da t2' linha
    passar o letor ao alto da V columna at a pemil-
    lima liuba do 3" periodo linha 18a depois do que
    voltar ao seguimento delxa 1 > na 33 columna.
    LoteraA que se acha a venda 6 a i.*, a
    beneficio da greja de Nossa Smibora da Ponha,
    a qual exlrahir-se-ha no da fi.
    Cnsn le detenga.M-iviraento do d
    1." de setembro de 1873:
    Existiam presos 3>0, entraram 9, .-aliiram o,
    existem 33i.
    A saber t
    Nacionaes 2^i2, mniheres IV, es'.rangiros 18
    eseravos 37, escravas :i.Tolal 3"il.
    Alimentados a cusa do cofres publicas 290.
    Movimenlo da enfermaria do dia I." do. se-
    tembro de 1873 :
    Tevo baixa :
    LAntonio, escravo do.raajur Qelarrnjno, ulceras.
    Tiverara alta '
    Alexandre Jos da Silva.
    Joaqnim Jos do Naseimento.
    Lni, escrave de David Ferreira Bathar.
    Hospital Pelro II. O movimento kiste
    estabefceimento,de 21 io dia.11 de agoste det873,
    foi o segninte : existiam 293, entrram 50, sahi-
    ram 22, fallecern) 9, existem 312,6enln :' 195 ho-
    mense 117 mulheres.
    Advertencia.
    Foran visitadas as enfermaras nestei dias : as,
    1(1, 9 H, 9 I [2, pelo Dr. Boltro ; as 10, 2, I,
    9 113, 12, 12 M2, pejo It. Sarment ; aS 8 m-
    9 i|2, 9, 9, 9 lii, 9 lil, W, pelo Dr. Mala-
    qin'v ; as 10, 9 l|':r, 9 1(2, 9, 9; 9,9 l|2; pelo Dr.
    Andrade "
    Faltemos.
    Ilenriqueta Maria da Paz; dysenteria chronica.
    Capitiina; cachecia syphiliticn.
    J.t.' de Souza; abeesso di cAxa c ca"hexia.
    Ivon Hein; febre amerella.
    lens Christian Bonnikcsen; idem.
    Joao Corrda de Andrade ; hepatite chronica.
    Vlaria Amelia, tobetrnlos pulmonares.
    Jiao ; apante chronica.
    Cdtharina ; enlron nnta d) ascito
    iOmlterlo 'obIh?.-()l Hilario do da I
    10 -orrerte :
    >ria, preta, Pernambuco, '> dias, Santo Anto-
    espasmo.
    Alexanjrina Maria da Conieieo, parda, Pfr-
    luco, 38 annos, solteira, Baa*v"lsia,' sylo ; as-
    ci'e.
    Honorio da Silva GuiraarJes, branco, Pernarp-
    buco, 23 annos, sokeiro, S. Jos ; varilas.
    Atnertco Coelho da Silva, branco, Pernmbneo, f
    31 annos, casado, Boa Vista ; rAtysica pulmonar. J
    l
    fio Liiu-aeiro. Iteciirreuto o juio, recorrido Joa-
    ii Francisco de Mello.' Juizes os Srs. desemoar-
    gadvies Aimeida Albo pier\f.>\ Doiniogues Silva,
    Lourenco S;mti.ago_e Neiva: Improcerjrrte.'
    Da Escada. R'crreme o julai, racorrido Jo.to
    Joaqnim de Souza. Juizes os-"Srs. d*WMi)fi,ri>ado-
    res Djiniigiios Silva, Aimeida Albuquerquc,Lou-
    rene i Santiago o Neivi. Irajiroc 'd'nie.
    Ue Penedo.Recurrente o Jiuizo. recorrido Po
    dri Pereira llarros. Jui/.es os Srs. deseinbargado-
    ivs Nciva, iregucira Costa, Aimeida Albuquerque,
    e Lourenco Santiago -Improcedente.
    Carta trHteraunhavel. .
    Aggravanto Lua de caula Lopes. Juizes os
    Srs. desembargadores Regneira Costa," Doria o
    Lourenco Santiag >. Den se provimento.
    Prorogagao de inventario.
    Invcntariante Joaqun) Comes Guerra. Conce-
    deu-se o prazo legal.
    Appellanies crimes.
    Do Bui pie.-Appcliaoics Joi Bezerra Dias e
    outro, appellada a rustra.Reformada a sentenca
    em parto.
    De i.'ajazeiras.-Appellante o jnizo,appellado Jo-
    S'S Maria de Jess. A novo jury.
    De llaman *na.io, Appellante Flix Antonio da
    Silva Cntaliee, appellada a iustica. Improcedente
    De Serraheni ppellantes Bernarda Maria de
    Sottzi eojuizo. .Xo tomaram conhecimento da
    appellaeo do juizo e improcedente a da r.
    Da Fortaleza. Appellaute Joao de Gcs X guoi-
    ra, appellada a justiea. Improcedente.
    Da Victoria. Appollanto <> juiz appelladp-Joa-
    quim Manoel da Silva e outros. A uovo jnry o
    improcedente quanto ao-r%^Joaiiuiin Manoel'da
    Silva.
    Do Bonito. Appe!|antes"Manoe| Jos Barbosa e
    outros, appellada a juslici.-Nullo do libello ex-
    clusive era diante.
    De S inta Quit ria.Appellante o juizo, appella-
    do Vicente Fetreira de Suiza.Improcedente.
    Do Ipil.Appellante o juizo, appellado Manoel
    Ferreira Dias. lmprtcedente.
    Da (ranji. -AppSIlante Manoel "Ilygino de Ar-
    rula Silva, appellada ajustica. Improcedente.
    Do Sabieiro.-Appellante Pedro Rodrigues de
    Amoro), appella la a ju>ttoa. A novo jury.
    Do Ico.Appellante Joao Thomaz de Aquino.
    appellada a Justina. A novo jury.
    Do Cabo. Appellante o juizo, apellado William
    Se.iit. Devolva-se para o joizo d'onde viera e.
    De Alagoa Grande.A;iiellanto Francisco Car-
    ne: ro de Carvalho, appellado Antonio loaquno do
    Naseimento Improcedente.
    De Camarariibe.Appellante Jlo Francisco de
    Aimeida, appellada a |n$b{a.Absolvcu-se o ap-
    pellunle.
    Da Parahyba. Apnellanle o jui/.o, appellado
    Firmiuo Francisco de Oveira A nova jury.
    Appellante o juizo, appellados Jos Joaquim Ras-
    tos Coito c outro. Improcedente.
    Do Buique. Appellante Antonio Loureiro da
    Silva, appellada aj:i Do Iteeife. Appellante Leonardo dos Santos
    Porlo, appellado Gafnlno A. d Costa Villar. -Iin-
    proeeleoio.
    Appellaeoes civeis.
    Do Recife.Appllante Carlos Boiras, appellados
    padreJoainiinJo.su do Farias o outros.Despie-
    zados os embargos.
    Appellante a irmindade da Congrega.ao, appel-
    lado li rnardino Lopes de Ovoira Roceberam
    os embargoi.
    Appellante Jos lacorno Tasso, appella 1) Mamo
    Alvos Barbosa.Coniirmada a sentenca.
    Apjicllante Elisa Galvao Carapeba, appellado An-
    tonio Cesario Moreira Dias. -Desprezados os en-
    Largos.
    ApiiellantesManiel Pereira Magalhes e lilhos,
    ap'pellado vr. Alvaro i aminlia T. di Silva. lu-
    gu-sea desistencia.
    Da Victoria -Appellante Joaquim de MouraFlo-
    rencio, appellados Antonio Fernaudes Peixoto Ro-
    sal.e.-prezarain os embargos.
    De Alagoas. Appellante Josepha Joaquina da
    Costa, appellados Virginia e seus filhoj. Despre-
    tacan) os embargos.
    D Parabyba. Appellante Vicente Ferreira la
    Sil!!, appellado Antonio Quirino de Souza.De-
    zerla a appella?ao.
    D'Areia.-Appellante Joao Jos de Oliveira, ap
    pellado Jo;io Victorino das Neves.Conflrmada a
    sentenca. *
    PASJAliKNS
    Do Sr. desemborgador Lourengo Santiago ao
    Sr. desembargad'if Ainieida Albuquorque :
    Appellaeoes crimes.
    D) Butilo.-Apllame o juizo, appellado Manoel
    Joaqnim Mossoro.
    Da Imperatriz. Appellante Claudino Jos da
    Costa Agr, appollada a justi-a.
    Do Recife. -Appellante Antonio Maria Carneiro
    Le.io, appellada a fustiga.
    Do juizo miinie.jpal do Cabo. Aopellantes Ma-
    noel Ignacio de AlbiiquerquoMoratihao e outrus,
    appellados Manoel, Ignacio, Laurentino e outros,
    por sea curador.
    lo Sr. desombargador Aimeida Albuquerque ao
    Sr. desombargador Domingues Silva :
    Appellarao crime.
    Do Recife. -Appellante Joao Francisco dos San-
    tos Jnior, appellado Manoel los Guedes Maga-
    ib fies.
    Do Sr. desombargador Domingues Silva ao Sr.
    deseiiibarpidor Regueira Costa:
    Appellaeoes civeis.
    Do Recife. Appellante Joao Antonio Alve3 da
    Silva, appellado Jos Joaquim Afees da Silva ; ap-
    pellante Joao Gregorio Gomjalves, appellado Andr
    de Souza Umbelino.
    D9 Olinda.-Appellante Francisca Maria daCon-
    ceigao, appellada D. Candida Ralbina da Rocha.
    AppeUacdes crimes.
    Do Recife.Appt-llante o muzo, appellado o co-
    ronel Henrique Pereira de Lurena.
    Da Imperatriz Appellante o juizo, appellado
    Francisco Jos da Silva.
    De Goyanmnha. Appellaato Jtuqoim Soares,
    appellada a justica.
    AO'Sr. desombargador Aojo Jorge:
    JJo juizo municipal da, villa do Principe.-Ap-
    pellantes Manoel Pereira Balcont e outros, appella-
    dos Luiz, Lucas, Sergio o outros*.
    Do Sr. desombargador Regueira Costa ao Sr.
    desembargador Araujo Jorge.:
    Ap|)ellajot!3 crimes.
    Appellante Joao Capistraoo daMaeedo.appeiado
    Ignacio Lopes de Araujo; appellante o joazo, ap-
    pellado Honorato, eseravo ; appellante Fernando
    Correa Paes, appellada a justica ; appellante Do-
    mingos Jos de 'orna, appdiada a.-jastica ; ap-
    pellante o promotor publioo, appellado Joj Gomes
    Barbosa.
    Do.Sr. desembargador Neiva ar* Sr. dejembar-
    garlor Lonreiico Santiago :
    Do Recife. Appellante las Jacome Tasso, ap-
    pellado o baro do Una ; appellautes e apDtllado
    juntamente Francisco Luiz dosantoae os nerdei-
    ros do mesmo ; appellante Jo-4 Joaquim da/k)sta
    Maia, appellado .Varques Sanios k C.
    i'iligencia crin.
    Ao Sr. desembargador promotor da justica :
    dajeao. Adiados a pedido do.t respectivo Srs. jpi
    zes commerciantes.
    Mfeaouni.
    O Sr desembargador Aectoli paswu ao Sr. d;%
    embargad' r Reis o-SU va o feito;entro paites: a?
    adianto Javme Bneas Gomes dk Silva, aOpoilados
    Jeronymo Delsilc e D, rsula Gocdrtlina da Rneba
    Aimeida ; e ao Sr. deserabarg^or Doria r autos-
    que po dem de .embargos entre partes: appellan.
    te embargante aibafoncza do Jaragu, appellada
    embargada i) Alrnirina Fres Tle Xendoaca.
    Bnoerron-se a eslo ai 1 Vra e 1 oaaio.
    da tarde.
    approvada a acta' da preredepte
    tlvos protocolos *in*e ijue o ulliroo
    tra lavrado pelo eserivo Albu |uer-
    registrio sol o 0. 29:9 em '28
    e 28'5 era data de j) polo eserivo
    'ves de Qmo.
    AcrSaotrJS.
    Lavrarai i-se o assignaram-se os proferidos nos
    JompaaiiiaTho LUetA
    nce Tompany, representada por seus
    PASSJVO.
    Capital.......................
    FikIo de reserva.............
    Contas corrntes por dinheiro a
    jaros......................
    lUtaduj
    iro; ptcsiJBfa; Depsitos da directora.........
    Lam^oes. ........,....,,,..,.
    Dividendos...................
    Descontos.....................
    Diversas contas................
    Lucros e perdas...............
    -fUinjl "Comas correnaestimple*........
    i Letras por diobeiro* juros.....
    se lin te* hitas':
    ^PPoJlinfe a CompaaliiaTbo Uj|pti4l a1 Glo-
    rie lnsnranc Tompany, representada
    agente Bosta-*idad Sanders Brptherr'& -C., ap-
    pelladc Josu. Mueran do Aj^vedo Santos ; appel-
    lante Jos Pereira doSampaio Guimares, appella-
    dos os administradores da inassa fallida de Mar-
    ques Barros t$ c.
    JLLGAMK.NTe.
    Appellante embargante Jacob Cah.lioje seus her-
    deiros, appellada embargada D. Pellipa Telles de.
    Menezi. Juizes os Srs. Accioli, Doria, Sa Leitao e
    Guerra, que foi sorteado em lugar do Sr. deputa do
    Candido Alcuforado. Desprezados os embargos.
    Appellanliis Braga Irm;io & C, appellado Fran-
    ci-co Rezerra Brge< ; appellante Francisco Fer-
    reira Hallar, appellados os administradores da
    ma>sa fallida de Magalhes cSi Itn.io ; appell.mte
    embargante e embargado Manoel Nuues Parreira,
    appellados embargados o embarganles Corga &
    Inno ; appellantes Severino Irmo & C-, appella-
    lo Francisco Pinto de Soiua Neves ; appellante o
    Dr. Jesuino Augusto dos Santos Mello, appellados
    os curadores fiscaes da inassa fallida de Fernando
    Slepplo da Silva, hoje os administradores ; appel-
    lantes os administradores d inassa fallida do Ma-
    galbes ios di C, em liquidadlo ; embargante JoojChris-
    liani, embargado Caitos Pinto de Lemos, em liqul-
    D.) Pilar. -Appellante Felippe de Moura Uolim,'
    appellada a justirja.
    De Mossor. Appollanto Manoel Francisco Car-
    neiro Fil o, appellado Joao Francisco das Chagas
    Costa.
    Assignou-sc dia para julgamento dos hitos
    seguintes:
    Appellaeoes crimes.
    Do Sobral. Appellante Antonio Francisco de
    Paula Qnixada, apiidlada a josiie.i.
    JJa Independencia. -Appellante o juizo, appella-
    do Manoel Francisco Barbosa; appellante Podra
    Rodrigues de Amorin, appellada a justica ; appel-
    lante Joo Tiiomaa ilo Aquino, appeUmin a justi-
    ta ; appellante Manoel Hygino de Anuda e Silva,
    appellado o juizo; appellante Paulo Joaquim Pe-
    reira, appellado Gabriel Geraldo de Carvalho ; ap-
    pellantes Manoel Jos Barbosa e outros, appellado
    Antonio Gomes le Brillo.
    d>733i763j|3tt
    \000: 4:.'.0>00
    123:U6ji60
    16:(188i(i00
    li:S53|GOO
    30:0O00
    37:737|!IOO
    53:86#00
    6i:593lili>
    371:803,1720
    il:i3O*JO0
    0,733:763*308
    S. E. A 0
    *
    O guarda livros,
    , r. J. Pereira Pinto.
    THBSOeRARI.t DE FAZEXDA
    para se-
    De S. loao do Principe.Appellante Maria Vi-
    ceueia de Oliveira, appellado Antonio Alves Fci-
    losa.
    Appellaeoes civeis.
    Do Recife.-AppellanteJoao Martins Pontes, ap-
    pellada Maria Adelina do Espirito Santo; appel-
    laute Jo Antones Guimares, appellada a compa-
    nhia de trilhos urbanos.
    De Ipojuca.-Appellante Joaquim da Silva Costa,
    appeUado Luiz Gomes de Moura.
    Diligencia civel.
    Ao Sr. Dr. curador ad hoc :
    Appellante Manoel Gorreia do Mello, appellada
    a baroneza de Giqui.
    o:sTmnncoES.
    Aggi'avos de peti. a o.
    Ao r. desemhargador Araujo Jorge :
    Aggravanto Francisco Antonio de Assis.
    Ao Sr. denamnrfadhr Neiva :
    Aggravanto Antonio da Silva Peales Guima-
    res.
    Ao Sr. desembargador Lourengo Santiago :
    Aggravanto Clan lio Dubeux.
    Ao Sr. desembargad ir Almeila Albuquerque
    Aggravanto Antonio da Silva Mello.
    Ao Sr. desembargador Doria:
    Aggravanto Galdino dos Santos ones Oliveira.
    , Recursos crimes.
    Ao Sr desembargador Domingues Silva :
    Escada.Recurrente o juizo, recorrido Jos Joa-
    quim dc'$oua.
    Ao Sr. desembargador Regueira Cosa :
    Recurrente o jniro de direilo de Paulo Affinso,
    recorrido Pedro Borges Alves Costa.
    Ao Sr. desembargado!! Araujo Jorge :
    Recorrente o juizo de direito de Goyanna, recor-
    rida Cordula Tennentina de Souza Lqbo.
    Ao Sr. desembargador Neiva :
    Recorrente o jamo de direito do Crato, recorrido
    Jos Lopes da Silva.
    Appella.dcs crimes.
    Ao Sr. desembargador Regueira Costa :
    D'agua Preta.Appellante Joao de Queiroz, ap
    pellada a justica.
    Ao 3r. dserabargailor Araujo Jorge :
    Do Pillar. -Appellatito Jos Francisco dos San-
    tos, appellada a justica.
    Appellaeoes civeis.'
    Ao Sr. desembargador Araujo Jorge :
    Do Recife.-Appellante Joaquim S. Pessoa de Si-
    quein Cavalcante, appellado Salvador de Siqiejra
    Cavlcanta
    Ao Sr. desembargador Neiva:
    D i Recife. AppeJIante a companhia Drainage,
    appellado Joaquim Dias da Suva Guimares.
    Encerrou-se a sessao a 1 bora da taade.
    NEW L0.MD0.N 4.RRASILLVX I1AN1C LIMITED
    Capital do Banco........... Ji 1.000.000
    subscripto.......... 900.i'0.i
    pago............... ioO.QQJ
    Fundo de reserva contra do-
    preciaijo do capital...... e iO.GOS)
    .UALANQO DA O VIXA IIIJ.VL Eli l'EUNA.MBUCO RM 1 DE
    AGOSTO DK 1873.
    Activo.
    Letras descontadas......... 1,233.4111650
    Crditos diversos, outros ban-
    cos e caixas liliaes....... 92o. 194*300
    Caixa:
    Km rnoeila correntc......... 244028*730
    Foram remollidos ao Sr. thesoureiro
    reni pagos, .
    Orarnos :
    Da presidencia, mandando pagar ao capitio Jo-
    as Fi-rnndes de Araujo Sanios a quantia de___
    8820. '
    Da mesma, mandando pagar ao tcnente quarlel-
    me.-tro do deposito de recrula a quantia de......
    II-000.
    Da mesma, mandando pagar ao tcnente quarlel-
    mosiro do ft-rpo do polica a quantia de ll52*>.
    Reqiie.-imcnlos:
    De Manoel Tbomaz de Freitas.
    Do Speridiao da Silva Correia.
    sDe Lucas Evangelista Soares de Brito.
    Ue D. Ilermenegilda Candida da Fonceca S ia-
    res.
    Foram igualmente remellido ao Sr. pagador pa-
    ra o mesnio fin.
    Requerimentos :
    De Manoel Hugolino Pereira Graldes.
    De Miguel Emiliano da Fonceca.
    De Jos Maria Ferreira da Cuuba.
    De Andr Rampch.
    De Horacio de Gusmao Coelho.
    Secretaria da thesouraria de lazen la de t'er-
    iianibueo, Io de setembro de 1873.
    O secretario da junta,
    Jesuino Rodrigues Caldoso.
    PARTS POLTICA
    IMiS Ii> CO\S3;UV lll>3t
    RECIFE, 3 DSSETEMBRO DE 1873.
    Petar a emeiuli que o soneto.
    O statu quo d.i bandeira da Provincia.
    A -divisa cima toda de progreoa, muito em
    hora a expresso, em seu sentido genuino, patera
    exclu-lo.
    Para aquellos rpie sabem esgrimir no grande
    Rs.
    -2,402:004*740
    Spfsu-o.
    Depsitos:
    Em conta cor-
    rente. .....
    Fi\os e por
    aviso.
    3)7:292*030
    0i0:993#0i0
    Crditos diversos, outros,ban-
    cos caixas fdiaes.........
    Letras a pagar.............
    Rs.
    978:285670
    i,416'379l070
    8:000*000
    1402:674*740
    S. E. k O. -
    Purnambuco, 2 de setembro de 1873.
    James Darcy,
    ActgrAcct.
    Ilulan;o la IVovo Ilaiifu de l'ei--
    na rubueo, r>ai liquidar A, ao*
    SO tle agosto de 189S.
    ACTIVO.
    Letras protestadas 121:189*380
    Despezas gerafs ....... 16:897*346
    Caixa..... ... 3:726*670
    133:813|S96
    Capital......... 44:078*000
    Fuudo de reaerva..... 101:444*490
    llassas fallidas a cargo do Raneo. -018*787
    Dividendos........ 310*000
    Lucros e perdis...... 7:341*7.19
    S. E.o O.
    183:813*590
    lncete do Banco Comiuer-
    Mal le SVruaiubiico, em 30 de
    agosto le 1S93.
    ACTIVO.
    Accionistas................... 4,200:000*000
    Lenas descontadas............. I,37l>9l9|9ei
    Letras caucionadas.......___ 49:800*0 0
    Letras areeeber..'.............. 11*90*930
    ""alores depositados............ 73:797*1*66
    sgeraes.............. V.47jltt8
    ras rte iStaHaco...... fclf773
    .--.............. txninn-..
    rsas contas............... 384:037*9611 fotogo por entre o tumulto jesutico f
    eer'Aine dos principios, as exprs oes nao valen)
    pelo ipao soam as palavr.is em sua slrieta signili-
    cacao, o sim milita vez por um sentido fan-lato
    geralmenle recebido, ou por urna accopfie oriunda
    dos incidentes e das occasioes que geraram as
    mesmas expressijes.
    Keparem bem os pios luitoivs para a coarctadt,
    que v.-ii seguir, depois da interessahte licao de
    gram na'.ica, que a.ima fica explicada, a saber :
    Quando no actual conflicto politic religioso,
    pleiteamos pe statu quo, nao pleiteamos pelo
    que diz a expressao era sen sentido genuino.
    Eis ajui a emenda pelor do que o s-mr-to !
    O sta'n qu, tal i|ual o qner o consel eiro
    Nabuco, tal qual est explcita em seu duourso,
    tal -jual o pleitearais, c.iracler;-a ss petos seguin-
    tes Iracos:
    l'_A greja livre no estallo 1 vro, no pe cm
    que esto as cousas, sem a antecedencia de uiua
    serie de medidas preliminares, reclamadas pe'o
    nosso estado religioso, seria una imprudencia o
    por ventura fatal imprudeacia,
    Isto qner dizer quo os Hfcraes Ja Provincia nio
    quercm, desde a igreja livre no estado livro, e
    por tanto rejeitam a '.hese s, porque nuerera rei-
    laurar primeiro o dominio das antigis leis, isto o rgimen da igreja no estado, segundo a mxima
    de S. ptalo ; mas os liberaos j deelararam que
    rejeitam tambera a kypotkese s, logo querem c
    nao querem a these, querem o n9o rjnertm a hg-
    pthese.
    Ma, qual llnalmentc o tinta quo dos pro-
    vinei :nos ?
    O primeiro trace caracterstico una serie tle
    medidas prelimiivires redam i las pelo nosso esta-
    do de cousas.
    P..is, um> :erie ind'iermiiitdi Je medidas preli-
    minares pode jamis ser trac i caracterstico de
    consa alguma ?
    Qual essa serie de medidas preliminares ? Isso
    historia, isso 6 conversa para engod-r aos tilos
    do liberaes.
    Esscs provincianos leen) urna semeerimona ad-
    miravel I Abrem a bocea o loca a alirar b rabas
    ao ar I
    Eis aqu porque dissemos que a emenda peior
    do que o soneto :
    O ttofii 71ro, tal qual n que-r o conseJheiro Sa-
    buco, tal qual est explcito em seu dscur-o, ca-
    racterisa-se pelos seguinles tra.os. a
    Os traeos caractersticos do statu quo do consc-
    llieiro, sao cinco.
    O primeiro, como vimos, em lugar de ser carac-
    terstico, ao contrario, genrico e absoluto, a sa-
    ber antecedencia de urna serie de meiidas preli-
    minares, reclamadas pelo nosso estado religioso.
    Ora ninguein dir que ha ah trapo caractersti-
    co, ou differenca especifica ; ao contrario, aquella
    oxpresso, ou uadi signiiica, ou significa tanto,
    |ue nao possivel atinar com cousa alguma crta
    c determinada.
    Mas (apoi te; os essa gente da Provin:i conciliar-se a poltica do statiquotom urna se-
    rie demedidus realisar t Se essa serio de me
    didas, que os provincian s ni especifican!, podo
    nudar radicalmente a face das nossas (Sonsas re-
    ligiosas e mesme polticas, como denominar de
    statu quourna tal expresso f...
    Euessejogo depalavras, tc-i judiar com os
    liberaes e a eutretc-los, como, com tela, se ac-
    eommodam as creancas, al quo os espertalhoes
    liberales galguera-s na sella do pt>d*r, do espo-
    ras e 'rebenque.
    Assim o seu liberalismo e assim coninii/r a
    tac
    Por ora cslo esgrimir uo grande certame dos
    principios do... statu quo ; e como eslao sendo
    vivamonte acossalos e a descoberto, ei-los a con-
    fessar, esses multi caras que : a expressoes nao
    valero pelo que sciam as plavras em sia strcla
    sigmficaicao I
    Agora camos j espera de que nos venham
    conciliar com o seu statu quo urna serie de
    medidas preliminares reclamadas pelo estado reli-
    gioso. >
    a O segundo traeo caracleristico do statu quo
    tal anal o quer o censelheiro Nabuco, tal qual est
    explcito em sou discurso, c o seguinto :
    2. geni repelir esta these de' progresso,
    preciso, por entre o tumulto jesutico, recobrar es-
    pa^o o folego, para.que tudo se faca cotu calma,
    que reclama a nossa dignidade, com a pausa que
    impoe o zelo pelo futuro da patria.>
    Ora, ninguein dir que isso que ahi cima est
    dito, seja traco caracterstico de objecto algum ;
    isto listona, isto palestra para engaar os* li-
    beraes.
    Nos outros s podemos qualili.car "de asneiro-
    Com effeito, o quo quer dixer recobrar espa-
    {o o folego, por ojlre o tnmulio jesutico f
    Isto uo rVcousa sera ; isto nria Bernardrce e
    de mo gosto.
    Quem chama a islo tra;o caraeterislico de srifn
    quo poltico religioso tem perdido a cabeja.
    Decididamente a Provincia tresvarra, quarhlo
    diz uue, para realisar a theseda igreja litre no
    e>iado livre preciso recobrar espado tffolego,
    por entre o tumulto jesutico, para que ludo sa fa-
    ca com calma o pausa.
    Isto nao saber esgrimir o grande rert,me dos
    principies; isto palavrorio, isto 6 paulada.
    Fas aqui a emenda peior que o soneto I
    Uealmente urna argumentarlo de luminarias
    essa, que ahi so contem no artigo chefe da Pro
    vieta n. 100, saber:
    "Para realisar a thesoda igreja livre noes|ado
    livre precis > manter o statu qito,- o qual quer
    dizer : i" urna serio de medidas reelamaas pelo
    nosso estado religioso; 2'recobrar,, por entro o
    tumulto jesutico, ospaco e folego pata que ludo se-
    faja com calma e pausa.
    Ora, to nao so comraonta ; basta dizer quo os
    liboraw da Precincia reconhecefn os dous tragos
    cima como caracteristc s do sfatu quo do co
    Iheiro Nabnco I a saberserie de medida* >ndi%-
    t indas, indeterminadas; e recobrar o espa cu o
    3 JUa Va bareditaf, eiMAtrl, assim o un
    liberultiim aifiiu con niuaut a rr.
    O terceiro tr.a i iU lnH quo, lat
    qual o qaer #n*etticiro IfaMrcR, fal qual e*tc\
    llliciu em -en'Jaxrtii'MH iTOpriir;:
    3.a Mal Uo Ui'asii,satei.-vivido oieio seou'
    em paz sob o rgimen de urna legislarn, viess
    agora confessar a inipntenria des- a legslaco, ba
    lesae em retfrtdar faca^lTjesfdtJC reconhecessr
    agora, que lave a paz, porq : o jesuta quiz, e na*
    porque os suar. M> erttm I is
    (Jual ser o lgico (le Coadiac, Gernzez on
    iarui, iiio possa coHicrdosi* historieta acuna o
    ;o cararteristlco do s*atutqu*4'>* philosoplvw
    da Provincia "I
    Isto podo sor nina contera, o urna charada.
    de que formara et pabliei-t.is la. Provincia uih
    Irac -aiaeteristico do jle/u quo; mas nunca ser;
    principio *gnfl<5rtWo de pnlitiei atooma.
    Se nos fjsse licito tornar de cada 1 isioria, qn*
    referimos, ou de cada toleima que proferissinsos
    um trarca) caraeterislico de tal ou tal principio, de
    tal ou tal theso, de tal ou tal hyp these, enlao beni
    arranjailo Mara o ereaipter hsfa du fltvuMm*.
    Mas, a ieust das ideas i cousa muito seria
    para que todos possttm ter a palaor >.
    Nao mais d que estar a lorniir trac/ carac-
    tersticos e a improvisar earaotere* especifico*
    de*se ou daquelle genero, dessa ou da juella ca
    que qneremos significar, com simplorios ronlos da
    carocha e historelas de mil e una nouie-!
    Tenba o escriptor chefe'cuidado e jitizo recto, e
    deixe se dessas gymna>licas Je loquella, e tonn
    a consa ao serio que merece.
    So contina cora esse jugo indecente de locu-
    eiTes pueris, alllnno-lh<>, que ha de f i^ solido -s do desprezo dos pensadores ,1 todos <;
    partidos.
    E' assira o seu lberalism, e assim con.tlmiai'1
    a ser I
    O quarto tra*o caractcrjstico do sliln quo, tal
    qual o quer o consel eiro .Nabuco, tal qual esta
    explcito em sen disenta, '' o seguinte :
    4." B* preciso re-taurar o dominio da antiga-
    leis, restaurar o rgimen da igreja 110 estado, se-
    gimdo a mxima de S. Opiato.
    Ora, eis aqu como os liberaes sao ma;s conser-
    va-lores lo que os proprios conservad iros, pon
    que esles nao quoniri o (|uo ousam propor aquel-
    los a igreja 110 esiado.
    Os conservadores con-oderan a greja conm '
    nina sociedade perfeita, cora todos o eio oeidO"
    neeessarios realisaco da sua elevada 6 dvjna
    niiss-i.
    O governo da igreja independente do prdi e
    temnoral e vice-vi'rsa.
    O quo os conservadores ahnejam o rgimen
    la mais perfeita relam, Jo mutua < rucipnica r>-
    dependencia, as doecommuii garanta entre ambos os poderes;
    eiiirelanlo os liberalSes da Provincia qfierem
    nem ha disfar<;ap, a igrej aerava ito'e-tarjof
    O imperad o- est dentro da igreja, como um
    lilho sen, a nao sobre a igreja, 'omrV K) ci-?
    beca.
    A roja ileniio do estado seria o predominio ito
    pod-tr civil swhre o poder ecclesiasiieo, cuja thn-
    trina reie||imos, liem como repeilimos .1 Jujrfnna
    opposta.
    Na greja, reino de Deus sobre a torra, v-
    rlaramente, c > na a unio dos dous poderes
    opera na dualidado mysiica de Jess Christo. Tal
    o typo iguralivo da "unan, que deve existir e->-
    tre es dous poderes, civil e ecclesiasiieo.
    E' precisi) restaurar, dzeni os da Provincia.
    o domiulo das antigs leis. *
    Mas, quaes s.to u noesai leis anlgas ? A nos?;
    i-onsiituir;\o nao escravsa a greja de Je-us Chr-
    t, antes a considera como groja nu relgio fc-
    minante. Nos na i queremos, sean a allinnr.i
    dos dous poderes, que o mesmo Jess dislingtuc.
    iHianca, que pode eonHnuar a existir no pleno re-
    gimen da consliluieao.
    A_ mxima re S. ptalo nao favorece os vosse-^
    intuitos de fazer e-crava a igreja de IV-us. Ja
    tendea visto bem clara a explicado da mxima-
    que ira-luzis ao vosso nladar. .i 1 levantis f?'-
    so testenionio ao sanio, para vos agasdfll'anJe-
    eufli a Mpa do justo.
    Vos esfaes em eanstanto tresva/io t
    Pois, una vezprodamais a these -a igreja livre
    no esta Jo livre mas nao desde j por bem da li-
    ber la le Outra vez annunciacs a liypotheae de
    urna Iransaeco cora u realida'.e ; urna olta ao
    st'ttu quo de relanius anteriores com a igreja ; mas
    sera perder de vista o vosso ideal, aproand"
    sentare para o mesmo nc-rle Outra vez anda en-
    gendris o patritico, o diificil, 0 mixt < do gran-1'-
    Castellar e iimus. repectiit do conselheiro .Sabu-
    co, dando un passo hoje, dois aniauha, fazend
    una estacA a lempo, procurando esta(9ei pro-
    arfas e ventos e mares, alim de 'evitarles mil tor-
    mentas.
    Oiitras vaos, finalmente, abandonis, ou anlo
    sacrilieaes lites-s e lujpi.t.eses e corris desabrido-
    e descabellados contra os jesutas de redea sola,
    os quaes se achilo, como diseis, contra a ei, em
    trras do Brasil.
    Mas vos rmeres, maniendo, por tr* quanto -
    a ineia -libeidade 3a consliluieao, disputar a
    soberana ao jesuta.
    Enlo em que ficaes vos ? A tbese, que at-
    inbuis a S. Opiato da igreja no estado i
    contraria .nossa consliluieao, que reconhec
    soberana, da relgio catlica.
    Vos declaris formalmente, que nao abracis em
    these pr orai furmula de Caour, que te amor-
    te do jesuiismo ; mas ^m hypothese, isto 1
    mofle fogo lento a desojis vos., por bem.da
    liberdade; logo nao queris -por em quanto ou
    era hypothese a mea liberdade da constitu
    quo nao consagra a marte de nenhuma seita reli-
    giosa.
    Se a formula-da igreja no estado = um prin-
    cipio retrogrado e mesmo impo, qne a nossa cons-
    litui(ao conuemua, como que essa mesma for-
    mula podo ser um traca caracterstico do slau-
    quo '
    O statu qua o rgimen da consliluieao. Rifo
    a formula -da igreja no estado inc.a--titu"i -
    nal, porque e.la formula repugna ao s/tttu quo.
    Assim pois, o quo vos consideraes como um tray,
    caraeterislico do statu quo, justamente um Ira."
    caracterstico contra o uiesmo si --tu quo l
    E' assim o vosso liberalismo e assim continua-
    r a ser.
    Deus so aniereio do vos.
    O plinto irago caracterstico do statu quo la i
    qualo quer o conse beiro Nabuco, o seguiu.
    t 5* No enlanlo, como urna urgente medida,
    que nao eulenJe cora esta rcslauraco, antes a
    auxilia, preciso,desde j-abolir o juramectn
    para as funecoes s e polititicas. n
    Ora eis ahi um cuulraseoso I
    l'ois a abolirn do juramento existente para as
    unegoes civis e polticas pode j mais constituir
    um traco caracteriitco do statu quo 1
    Como enlo conciliaes a voita a esse estado ? R'
    beui singular semelhftute lgica I Assim .trrea
    a vossa bandeira? Embrulhaes tudo, e depois? viu-
    dos diser-nos : t a. nossa divisa, pois, teda do
    S:ogresso, embora a expressao pareja xduilo !
    uem vos pode euteader em taes coutradicfes i"
    E' o mesmo que diserts :
    K' couveniente moverse: necessario que-
    dar-se.
    A vossa poltica pois una poltica sybillna e
    jesutica, que vos meamos explicaos nestostormos :
    Na poltica, como m ludo, as expressoes sa-
    lera, nao pelo que soao a plavras era sua strict
    sgniticaeao.e sim.niuia ves, por um sentido trans
    lato geraluieale recebido, ou por urna accepoa
    oriunda dos nedentes, das occasioes qne geram
    as iiiesmas expressoes. a
    E' exactamente a doutrina jesutica.
    BeJ.xanios preciaeio dos graminatioos e lin-
    gsticos aciarctada cima. '
    O sexto e ultimo traco caraoteristico da vossa
    politica Jo statu quo, tai qual o quer o coaseteeir
    Nabuco, o segumte :
    t f>. finalmente, em um futuro muito prximo,
    decrete so o casamennto civil I I
    Este sexto traca caracterstico do statu, qjio ei
    um futuro muito prosimo mosmo caracterislfc
    da politica especulativa dos liberaes da P ne in-
    da. No jugo'doa norhes appenatlvos ninguein
    os ganha, e quando apernado*, esgueiro-se com
    urna iexleridade adrniravtl.
    Como a sua pollfca 6 do palanfrorio, nao se
    considerara j mais e.n contrtdlcejto, usando.uV>
    recurso sempro prompto do sentido transalo das
    plavras ; da aeeepco oriunda dos incidentes;
    das oecasdes que gerao as mesmas epresses e
    de quanta moxinilada Ihes convem arranjc para
    entreter os simplorios e tcleires dos Ifberae?.
    ,Em am futuro muito prximo decrete se o a-
    sanicnto civilT
    Eis o slau quo da nossa bandeira.
    Uealmente costa a acreditar, como so perv
    assim tai sera ceremonia o sonso natural das pn-
    Invrnt I
    lavras
    Queris umisrje de medidas reclamadas ,
    e-tado religioso ; qn
    folego ; queris restaurar leis; (quando a igrea era escrava do Mtadof:
    queris abolir o juramento para as fnnecoes elvit?
    1



    V
    -
    i


    Diario iB?S5Ba4BB^^ ~*
    i
    saa{nlirau dadi ao humera par* caminara
    *ar com hinestidado e deciaca.os nosso* peina-
    mantos aosngwoa-tawelbaiitus, vs desnaturis,
    pawerta _depravM4 essu nobre faenldade de
    comraumcaeao e confraternidada social, conver
    lendo-a era instrumento Ign -ibil do capricho e do
    scarneo r
    . fitroviitcia, nao qu'reis que
    acrele desdf Jt omataimtito civil, logo queris
    sse ta nao queris-ikfiei -esa* casamento.
    K a ni '.Mn\.cj(i^(we vos afonleij:; com a these
    -HU igreja Jivro" no estad,: Iiviv,-a qnal these o
    vosso estadista iherr,!/ nao lepee e antes abraca,
    nao quawado.florm, des Jeja a sua real i sacio,
    por bem d ifterdade.
    ttois, so vos* na i qr!trt-.- liaravtao *aTi*?tirrtj, era- casamento civil
    na'wvllt*jenir'i5i nena tuna nem o a ira refor-
    in*M4fiQttm,tivaa0 quares,- nefn uma uem oulra oousa -por bem da lber-
    da^-aoapa contos^r. por urna lgica ntcxi-
    VtigtgiM,>-#fcito quo da KMSS bandeira nada sig-
    >l*Mf>H ueampelte ais* nem aceita a hy-
    Vos nao queris que so decrete -desde logo-o
    casamento eWl,ass*iB.orao nao queris desde lo-
    go ({reja livre no estado livre ; mas como cal-
    culan osso -j*aim futum 1 Que lempo ser de
    Leal Sevo declara que nada devo
    aHida do Duarte A Medeiros, cujas divida*
    To i leiri'o, declarado quo faz para dnvi-
    das futuras.
    T
    mistfir^aa^oaduivcer csu fcucto, que agora vos
    nrooa os Ients ? Ser para as eatendjs da vos-
    a mulo projuan asoensao'.' Tima Damos !
    e modo que o statu quo da vossa bandeira, o
    tat quo do futuro I
    ornbeteai, senhbres da Provincia, escarnecei do
    <*<-#$)dos parvos;e simplones, qnotoeraadosgraca
    de acrelitarem" em vossas Libias; nos vos -conho-
    rtaos assaz.
    < Abolir o juramento e decretar o casamento
    civil.
    Es o stigu qno da nossa bandeira.
    Achais porn, vos conservadores, que at
    aqu nao ten Jes passado de fazodores de passimas
    palavras f
    Pois para mis mullo, o cora Uso uos conten-
    limos... por agora.
    Desta via' que os taes liberdadciros di Provin-
    r>a deixaram cabir completamente as mascaras.
    Levantaran) um ruidoso escarceo, e allnal eis
    .-> moalanlia do Sr. dt: Villa Bella a dar a luz um
    ridiculo rato I
    Qtiem vos mandn a vos liberaos entregar o
    vosso patrimonio e fazerdes sociednde com o po-
    deroso HJalgo Lea.) f Societas cun ptenle I
    Fleai agora com os aristcratas da Protineia e
    m a sua bandeira de papel, arabescada s ce-
    gas.
    fom f.-ito vos soja
    Ficai vos agi>ra com o staht quo di vosso esta-
    dista Bberal, redirrid i a abolirdesde j o
    juramento para as frnicc/ies civis e polticas.
    ContentJM-vos com isto, e j 6 muito. O casa-
    mento civil, ese (icarvpara um futuro muito pro-
    rint .. para as calendas grega.
    Contmaaremos a honrar o nosso mola.
    E o futuro dir,/! tar\ a continuar o ac-
    tual otn-ialiiio sop'iistieo, fm Uo serio assumpto,
    t cinlinuir cepueira <(uo presero ve os liberaes,
    o futuro dir qual foi o cipilo que nao cui-
    (hu i |
    Sabis ijticm esse capitn ?
    K' o fenau da Provincia !
    iiiim c o sen liberaUsmt e assim continuar a
    A uova iKreja de \.*sa Nenhora
    da Pouha.
    Para .a construccao da igreja que euiprehende-
    mos, grandiosa em sua aFChitectara e inllnitamen-
    te raaw grandiosa por sua consafcraco ao culto do
    Mossa Senhora da Penha, j estao quasi nos falte-
    pendo os recursos, ainda que nunea nos possa fal-
    lecer o animo, a coragem e a conflanja em eus
    e no espirito religioso flesta'nbhre^provincia.
    Oante da necessidade absaluta de mcios para
    sontlnqarmos o nosso trabalho, j to adiantado ;
    diante da carencia e proprios. dos recursos ofB-
    daos, a conselho de muios fiis, nos appcllamos
    para a rcligiosidade dosJjibitantes desta provincia,
    alm de que com bolos o offertas possaraos proso
    giiir em a nOssa obra.
    Era vista da prxima o irremiasivtr exlinccao
    dos recursos, e sob a presso dolorosa de parar-
    raos com o noso trabalho, de ficarera as paredes
    mal acabadas em (tita do br*oo aue maneje a
    rolaa, do llcarem as inadeuas cotn-a talha era es
    liofo pela ausencia da mao que maneje o escopro,
    de car o marmore mal desbastaqo era lugjr do
    esculpido, pola auseneia do artisf% que manejo o
    cinzel; sob a prcssSo de em breve tempo vermos
    ora lugar da doce confuso dos Instrumentos do
    trabalho o da agitacio da vida, estender-se a so-
    lido delorosa. que ser para ni raorte contrista-
    dora, e a igreja que pcomeuiamoi construir gran-
    diosa e soberba para o culto divino,' flcar em rui-
    nas, perdido assim o nosso esforco e o que mats
    a nossa esperanca, ha mnitos annos afagada, de
    dotarmos esta nobre provincia com um granda
    templo, recorda$i da nossa estada e reconhecl-
    raento pela hospedagem que nos offerecen esta
    notire provincia ; nos, fiados em Dens appellamos
    para todos : para os horaens, para as luulheres,
    para todas as classes, letradas ou Iletradas que
    vivara do esforc manual ou do trabalho da intel-
    ligenea, afim de sermes soccorrldos em lao dolo-
    roso transe.
    Por algnns fiis foi-nos lembrada a idea, em
    falta de outro meio mais procuo de fazermos um
    liilo do ludo quanto pelas nossas supplicas nos
    fosse olferecido, cujo produelo seria empregado na
    contiuuacao dos nossos Irabalh .
    E' para esse leilao que nos |iedimos e rogamos a
    tedas olfertas, para com o produeto dellas irmos
    proseguindo na nossa obra.
    Tcmo3 certeza de que seremos altendidos.
    Pode a obra sor visitada. Se o seu exterior of-
    ferece uma grando perspectiva, o seu interior,
    tem-nos attestado pesoas insuspeitas e entendidas,
    apresenta uma grandiosidado e um adiantainento
    verdaderamente animidor.
    iandimento i,"dJ
    dem do di.VS .
    VKtflJUititiK
    -.800*311
    rmtm
    VOLfJMB SAJUDOS
    Nodia,4*, ...
    PnaciraporUflo du2 .
    Sf.oinda porta ....
    Terceira poru, .
    rrapicho Conceio .
    SUKijO M.U11TIMO
    Alvarengas deJcirregadas no traplce
    da alfandega no da 1 .
    Ditas ditas no dia J '
    ros atracados bp i*a>. da alfaiidoga
    %0i
    140
    n
    bis
    1,608
    4,651
    ilvarengas
    Xo trapiche
    Conceicao
    gapaade^um casa terrea ar-
    ^0por
    Was Fernaaire*,.pma
    f Frafteoda Silva Bej-o, uma
    ; W, Aoonjp Jfcreira dos Iteis, urna
    dita dita por
    S. 06. Fraooiwa Thomaiia da Coa-
    HtePfi&tei 0l,la ti da v
    M. tn. Job'Jtodrifucs Uma, urna
    dita dita por.
    N. 3. Manoel Goncalvas Farrera e
    Silva,, ura suorado do dens andares
    e toajior
    & 7. Manoel Ds da Silva
    uma casa terrea p.jr
    .X. lo. Jos Pedro de Souza
    uma dita dita p.y
    M. i, irratdade. do SenL.r. Lo,,,
    ^3,M D^ri urna dita d, por
    .Wnpel fyasda^ijva SaU
    \k*ti. Padre Miguel Vietra de J3,
    j Marreca
    30?* jK. 47. Manoel doaAnjos Ferrelra
    l 58. AnaaLQurenca Real- -
    ; 4^ Fraocisea thoraasia da Concei-
    paa unnu ,,
    ?. 50. A#ni'o >feiCa|lei
    V- Sfrto^irt^aau^9 SinfApuft
    N. 52. Ordra 3' do Carna
    " 33- Manoel Joacuin Rodrim* e
    67.
    M
    300V:
    92*
    336*]
    O
    Sanios,
    e Silva,
    ECEUEDOR1A DPT RENDAS .VsMlA% llR *
    , ILiEiLE PlUUMmai-? *
    deiidiinenlo do di* 1 ^a. ^r 780*376
    ideado dia 2 ;!f,f |r MWKS
    i:978i.63V
    tONSULADO PROVINCIA!
    rtenpnonto do dia i .
    dem do da,2 .
    12:712*736
    dita dita- pora soojor;
    'FWOciscp Jos Uite, um c0 "**
    ?df-dw? .andar e loja por
    _.Jps Gpngaives tfe'Si,!:om
    cjsa .Ierre) flor.
    tUW.dii.a diu^psr
    Fe
    (J60
    3005
    m]
    3Q0
    1;2$6*
    360*
    46*800
    17*d
    ia*2K)
    Joatuim Rodrigu'5*
    bouza ii
    Trlndada
    N- 38. irmandade das At>
    eife
    do l
    Ra da ResURNeln
    ti RiJ
    i. Joo Jq
    4. T!io*i*> Afua
    N. 0. Vinva de k AntaWlaBfha
    Pt. o. ffadWseo 4e Miranda Lea Ser
    o ou Iros
    N. S\. frmaVldbde lo 9aass!mb SertJ K 2*"1"** *FlM!,j<'
    . meato de Santo Antonio ^ ifiiArJ flHf^T *Sh* *'
    k 55, foaquira Francisco Lavra fZ V/f!^t^Jg?" ^L
    ' o u i
    N. 73; Lula Perreira do
    AidMa1,
    urna 4i dit,a por
    N JZ- l030 W Haeiel, uma dita
    do Ojutj'Upimaraes, uma
    dita
    (f. 83.
    dita di|a p,ir
    Pade'Luir de Aradjo Barloa,
    OrUJITO
    iva entrado no da 2.
    Liverpool48 das, patacho inglcr Britannia, de
    189 toneladas, capilaa Wilfiam Tosh, equipagem
    8, carga carvao ; a Saaoders Brothers & C.
    Afana sabido no mena dia.
    Ilha de Fernando -Brlgue barca nacional de guer-
    ra Ilanurac, comiuaadante eapitao tcnente
    Joao R. Vaz.
    fOiTHf?
    t'ouio se creve n historia.
    II
    Era nisso arUgoautorior asseveramos ao Ilus-
    tro fioanceiro {faite a presea), autor do artigo che-
    fe da Provincia n. 98, que nos propunbaiuos a
    conveneo lo d^ que a situajo (leca ida legara a
    que Rio snccedeuatrazos avnltados c dividas da
    fazenda provincial.
    llojc levaremos a nos
    mal adianto ; diremos que ai|uelle infeliz periodo
    de_ desgiverno, que, os vindouros, guiados pelo
    jiiiio severo e imparcial da historia, serio forej-
    doi a amaldifuar, legou-nos tambera pesadissimos
    encargos o serias causas de embaraces financei-
    ns.
    Cumpre-nos. pois, chegar a demonstrarlo. Co-
    4iio o i-liinavel redactor por mal comprhender o
    jogo dan cifras dos balados da thesouraria provin-
    cial, aveaturou aOlrm-itivas inexactas, nos afasla-
    remos de-sas cifras, que fo*m para elle um laby-
    rintho, para referir-nos apenas aos relatorios da
    jiresideneia o do usie."tor d'aquella thesoura-
    ria.
    Era 1/69, aiirinJ a sessio da assembla provin-
    cial, disso o distmeto Sr. conde de Baepeudy em
    seu reLitorio :
    SuBcienteraenlij informado (por uma com-
    missao da qual fez parle o Sr. Buarque de Macado)
    do estado das (naneas meu nico cuidado con-
    sisti em nmceder a rigorosas economas, com o
    eteado cm 672:582*984 rs., ficou reduzido as pro-
    porooes que mencionei em ouiro lugar.
    Deste trecho se v o Qoantu a Provincia anduo
    onada em coufiaf a publicidade e^te infiel e
    riseado dizer. >
    N periodo de t CW a 1868, em que gaverna-
    inq um t exercicio nao deixou dficit, quasi to-
    dos regorgiiavaoi saldos consideraveis.
    Esqueeeu sein duvida o rilo6 mais fcil pe-
    gaf um mentiroso do queitm coxo.
    Se a vurdade 6 a existencia de um considera-
    vel dficit em 1887 a 1868, -como o eximio finan-
    sebeo redactor, aproveilando-se das cifras brutas
    dos Balaneos animou-se a assegurar que no tem-
    |i i em que elle e os seus amigos foram governo,
    os cofreos da provincia regjrgitaram saldos ?
    l.'m razio temos em ponsar que o estima'vel re-
    dactor clha para um balanco da thesouraria pelo
    mesme modo por.jue um -boi olha para o pa-
    lacio.
    Aquello dficit foi o resultado de 152:O00O30
    o ap ilic s emittilas para as obras do caifamente
    da cidade, e das prestares de contrates e empre-
    zas que deixaram de ser pagas.
    Portanto se a elllo r'eunlrmos 1,346:232*788 da
    garanta do juro de 2 por cento da estrada de fer-
    ro de S. Fraueisco; a divida passiva que nos le^ou
    a situacao proressista elevase a H......
    2 018:8.!>772.
    Ora, sendo como sao irrecusaveis estes dados
    que snbmettemos a apreciaco dos leitores, nio
    acharad estes que o Ilustre escriptor da Provincia
    da uma oragem desmarcada?
    Vejamos agora quae3 os encargo? que nos liga-
    ra m os ienuliijres ligueiros, encargos que quali-
    leanous do pesados e erabar.-cadores das Ruancas
    da provincia
    l'm destes legado* foi o da companhia Recife
    frainage, qual a provincia obrigada apagar o
    preco"dos apparelhos, sua collocacao e annuidades
    para depms nave-lo dos particulares !
    A provincia, que ao tefnpo em que foi votada es-
    ta obrigacao, nao tinha a sua renda attingido ainda
    a 1..800 conlos, ficou conipromettiJa para com
    aiulla companhia a fazer adiantaraentos promptos
    e em prazo certo, de qoantias avultada*, sendo os
    primeiros adiantamentos muito superiores a 1,500
    cantos A provincia assim comprometteuse a
    * liantar de prompto o que s poder cobrar com
    Legn nos tambera o contrato Momay, do qual
    s pode ser a provincia libertada pagando uma
    ndemnisaejio de quasi 120 contos de res t
    E' mau uma despera que des'c correr pnr con-
    ta da situaco de'anida, e acrescer o dficit que
    ransmitti.
    Diga-nos agora, era boa consciencia, o illnstre
    fnanceiro da Provmch, se, em face do que flea
    expasto, eralhe licito fallar com a impavidez com
    a que nos referimos ?
    A nobre mlssio do jornalisla (lea disvirtuada,
    e da instica.
    O escriptor r.onsciencioso nao oblitera jamis a
    honra do eavalleiro nem a probidade do poilico.
    Picamos ho)n nastas linhas ; queremos applicar
    ao iHastre eseripior dozes pequeas.
    E' para
    todos e tu I
    do familia, m
    oferlar, com
    Se o fin f
    gesloso o con
    que prende
    n continuado que nos pedimos a
    V donzolla, a m de familia, o pal
    oo a crianza, muito nos poderao
    11 producto muito poderemos obter.
    'i io lo e digno, se o templo c ma-
    : -.-i '.li oracao, escada mysteriosa
    liouiem a Ueus, nos esperamos o
    concurso de lodos, afim de pdennos, fazendo ura
    grande ba?ar, realisar um leilao, que lera lugar,
    no dia da festa da excelsa Senhora da Penha, e
    cujo producto muito nos ha de auxiliar.
    Nd esperamos que nao ser desprezalo o nosso
    appcllo.
    Recife, 18 de agosto de 1873.
    O pre/eito da Penlia.
    A Muley Maluco.
    Com que dircito invadi lioje o recinto da fina-
    da Terpsichore, forjando* a porta aonde se acha-
    vam guardadas suas alfaias e avahando com as
    nessoas que levou os restos mortaes de sua vic-
    tima '
    Nao estar ainda contente senhor thesoureiro
    modelo., ni porcada de sais latas, as arro-
    gancias de sua cobranea, dizimando a maior par-
    te dos socios que nao solTriam suas insolencias ?
    Se o nosso respeitavel negociante deseja ser seu
    herdeiro ou quer arrematar o toilette por meia
    jiataca, porque se nao digna comparecer s as-
    semblas que se tem annunciado ?
    Meu caro, a contiuuar assim, tmame* a liber-
    dadede Ihe perguntar se em quan'o nao se cons-
    true o novo hospicio, se quer recolher-se ao de
    Ulindaou ser remeltido pelo cabo submarino para
    ojde Rilhafoles.
    O testamenteiro.
    Edital n. 55
    Pela inspectora da alfandega se faz publico,
    que nao se lende effectuade a arrematafo de tres
    esealeres, annunciada por edital n, 48,' por falta
    de licitantes, se transfere a mesma arrematac'o
    para as 11 horas do dia 4 do coirente, na guar-
    da-mora dasta reparlicao.
    Alfandega de Pernambnco, de setembro do
    1873.
    O inspector
    .____ Vaho A. de Canalho Reis.
    300/
    3J0*
    3004
    500/
    %0<
    1165
    1921
    4001
    Edital n. 54.
    Pela inspectora da alfandega se faz publico que
    fica transferida a arrematarlo das morcadorias
    ahaxo declaradas, annunciadas por el|taes ns.
    44 46 e 50, para as 11 horas da raanhi do dia 4 do
    correte, porta desta reparticJo.
    52 chapeos de pello de lebre abatido?, que fa-
    ziam parte da caixa marca J. S M sera numero,
    vinda do Porto na barca perlugueza Vencedora,
    en'rada em 16 de julho pa-sado, abandonados aos
    direitos por Joaquim de Souza llaia, no valor ofil-
    cial de I73333.
    Marca G P lo caixas com fructas, vindas no
    vapor francez Ville de Rio de Janeiro, abandona-
    das aos direitos por Antonio Gomes Pires.
    Alfandega de Pernambuco, 1. do setembro de
    1873.
    O inspector,
    Fabio A. de Canalho Reis.
    D1SSERAM ALGU.NS MDICOS
    Todos os remedios do Dr. Ayer s5o
    axcellentes, mas o Peitoral de Cereja
    od mira vel, nao conhecemos remedio me-
    lhor para tosse e deluxos. '
    Banco Commercial de Per-
    namlmco.
    A directora do Banco Commercial de
    l'emambuco convida os Srs. accionistas a
    reunirse cm assemblca geral, no dia 10 de
    setembro vindouro, ao meio dia, na casa do
    Banco, ra do Vigario n. 1, para serem
    apresenlados o relatorio c balango relativos
    ao periodo lindo em 30 de junlio prximo
    passado.
    Recife, 23 do julbo de 1873.
    Os directores,
    Jotto da Silva Regadas.
    Antonio Josi Leal Reis.
    Francisco Ferreira Hallar.
    PRAQA DO RECIFE 2 DE SETEMBRO
    DE 1873.
    AS 3 1/2 TORAS DA TARDR
    Cota^Ses ofUciaes.
    Aqolices = da divida provincial de 8 0(0 ao par.
    Cambie sobro Londres a 90 d,v. 26 lii d.
    por 1 000, honlem.
    Leal ?eve
    Pelo presidente.
    A. P. de Lemos
    Pelo secretario.
    ALFANDEGA
    tendimento do dia 1 65:759*555
    dem do da 2 38:100359
    l'ereira Jnior,
    da Cru',
    Araujo
    I80.
    168
    144*
    216*
    189*
    168*
    240*
    192*
    2i0
    300*
    163S
    144*
    216*
    2i6
    mumrn a pedido.
    r,---------1-------------------------------------------.----------
    Para ctHaf (tevMas
    O Dr. Jato Mirria SevoJaz sciente a quetn
    vier, ^ue nao devudor rpassa fallida
    da Dmarto Madipros, pala lettra quo sob
    sm asignatura gota apparece na mesma
    luiss* segundo consta, como em tempo, o
    juizo crjmpatenl<:.dom(irtstrar exubaratrte
    motila
    Jftecife, 2 de stlombeo do 1873.
    103:859*914
    Descarregam hoje 3 de setembro de 1873
    Barca francezaRaoul 'Tartos gneros para al-
    fandega.
    Escuna inglezaGen-ge Ducklesvarios gneros
    para alfandega.
    Patacho ingles Nancy varios gneros para al-
    fandega.
    Barca ingleza = Dolphim varios gneros para o
    trapiche Conceico, para despachar.
    Lugar inglezNategator varios gneros para
    o trapiche Conceicao, para despachar.
    Barca dinamarqueza Dorthea varios gneros
    para alfandega e ferro para o Vapiche
    Conceicao, para despachar.
    Barca ingleza FAuard Herbert ferro para o
    trapjehe Conceicao, para despachar,
    carvao j despachado para o caes do
    Apollo.
    Barca inglezaBlaney Brothers -carvao j des-
    pachado para o 2o poni.
    Impartueil.
    Liverpool, patacho inglez Britannia, con-
    signado a"Saunders Brothers & C, manifes-
    tou :
    Carvilo de podra 249 toneladas aos can
    signatarios.
    OESPACnOS DE EXPORTACA'NO DIA i DE
    SETEMBRO DE 1873.
    Para os portas do exterior
    No navio ingles Duchess of Sutherland, para
    Hamburgo, carregarara,: Keller & a 767 saccas
    com 55,957 kilos Je algodao, e 571 couros salga-
    dos com 4,852 kilos.
    Ni escuna perlugueza Christim, para Lis-
    boa, carregou : A. P. Barbosa 90 saceos com
    3^618 kilos de gomn.
    No brigue portuguez Uniao, para o Porto,
    carregou: J. B. Moreira 60 couros espichados
    420 kilos.
    Para os portas do interior.
    I Para Mce, ua barcac 2V*s Irmas, carra-
    i.earaa : B. Gomes & C 2 barricas com 135 kilos
    tde assucar branco.
    Consulado provincial
    Para sciencia dos contribuntes do imposto da
    dcima urbana e oselfeiloslegaes, em seguida pu-
    Ulicam-se as alteracoes verificadas no laucamente
    do roesnuQ imposto no corrente anno financeiro de
    1873 a 1874, (cando aberlo o prazo s reclama-
    coes, que por ventura possam ter a fazer os inte-
    ressados na forma da lei e regulamentos respec-
    tivos.
    Alterajes verificadas pelo lancadbr Joaquim de
    Gusmae Coellie, no lancainento da decima urbana
    da freguezia de S. Jos, no anno corrente de 1873
    a 1874.
    Ra do Padre Nobrega.
    N. 74. Geroncio, Mara, Gertrudes, Joa-
    quim e Lucino, uma casa terrea
    P T
    N. 7. Antonio Francisco da Silva Coc-
    ido, uma dita dita por
    N. 13. Joao Lopes P.
    uma dita dita por
    N. 17. Francisco Rodrigues
    uma dita dita per
    N. 19. O mesmo, uma dita dita por
    N. 21. Zeferino J* da Costa Valente
    e Bernardo Jos da Costa Valente,
    uma dita dita por
    N. 27. Therera Goncalvcs de Jess
    Azevedo, uma dita dita por
    N. 3:1. Demetrio Acacio de
    Bastos, uma dita dita.por
    N. 47. Manoel Pereira Lemos, uma
    dita dita por
    N. 51. Umbelina Lihania de Lemos
    Guimares, uma dita dita por
    N. 71. Mara Venancia de Abreu Lima
    Bastos, urna dita dita por
    N. 81. A mesma, uma dita dita por
    N 85. Tliemotee Pinto Leal, uma dita
    dita por
    Travessa do Caldeireiro.
    N. 2. Jos do Couto Guimares, um
    dita dita pbr
    Travessa do Gaz.
    N. 16. Joaquim da Silva Carvalho,
    uma dita dita por
    ' Cadeia Nova.
    N. 4. Caetano Jos Mcndes, uma dita
    dita por
    N. 6. O mesmo, uma dita dita por
    N. 8. O mesmo, uma dita dita por
    N. 10. CamiNo Llis Narciso da Silva,
    uma dita da por
    N. 14. Joaquim Pereira de Azevedo
    Ramos, uma dita dita por
    N. 16. O mesmo,. uma dita dita por
    N. 20. O mesmo uma dita dita por
    N. 29. Jos Francisco de Carvalho,
    uma dita dita cora sotao por
    N. 41. Joaquim Pereira de Azovdo
    Ramas, uma dita dita por
    N 43. O mesmo, uma dita dita por
    N. 45. O mesmo, uma dita dita por
    N. 49. Miguel Archanjo da Crnt Mu-
    niz, urna dita dita por
    N. 53; O mesmo, urna dita dita por
    N. 57. O mesmo, uma dita dita por
    N. 63. O mesmo, uma dita dita por
    N. 65. O mesmo, uma dita dita por
    Ra do Gazometro.
    N. 1 C. Jos Pinheiro, uma dita dita
    em obras, avahada para pagar o 2
    semestre na razio de
    Vidal de Negreiros.
    N. 4. Padre Luiz de Araujo Barbosa,
    uma dita dita por .
    N. 18. Manoel Cavalcante do Albu-
    3uerque Lins, um sobrado de l a-
    ares e luja por
    N. 26. Jos de Paiva Ferreira Jnior,
    um dito de 2 andares c leja por
    N. 28. O mesmo, um dito de I andar
    e loja por
    N. 36. Miguel Joaquim da Costa, um
    dito de 1 andar e loja-por
    N. 60. Jos Guncalves de S, urna ca-
    sa terrea por
    N. 84. Antonio Jos da Silva do Bra-
    sil, um sobrado de um andar e loja,
    avahado por
    B. 102 Luiz da Fonceca Macedo, uma
    casa terrea or
    N. 104. Mara Luiza da Purificaco,
    uma dita dita por
    N. 124. Guilherroa-Francisco de Car-
    valho e rsula Amalla de Carvalho,
    uma dita dita por
    N. 126. Anastacle Alejandrino de
    Salles Dutra, uma dr dita por
    H. 136 Manoei Ferreira Ramos, uma
    dita dita por
    N. 140> Aataioauaalvas de Muriei
    -nraaditidifc'P*1 '*
    N. 164. Joanna Militana de Josas,uma
    . dita dita por
    N. 168. Rila Varia. d*.NAti,iHde. Ife-
    galhaoHUiaafMa.4Va,po
    168*
    240*
    240*
    m
    2i8
    144*
    144*
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    264*.
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    144*
    96*
    :no*
    Mi
    240*
    2645
    240*
    360*
    788*
    876*
    660*
    650*
    300*
    uma diu diu por
    N. 105. Bernardo Josa 4a Rocha, uma
    dita dita por
    N. 113. .Manoel Francisca Varques.
    uma dita dita por
    N. 127. Afltoaia. Feraa4cs Vllpu.
    uma,4aa. fita par-
    N. 133. Luiz loso da Costa c Silva,
    c oulros, uma dita dita por
    N. 153. Manoel Martin* Pires, uma
    dita di la por
    Frei Henrquc.
    N 2. Joaquim Fclippo da Veiga, uma
    dita dita por 168*
    N. 4. Joanna Maria Nunes, uma dita
    dita por lG8j
    N. 16. Thereza dos Sanios, unja dita
    dita por iu
    N. 26. Maria Antonia da PurificaoSo,
    mu dla dita por 1*
    N. 28. Jos Moreira da Silva, uma
    dita dita por 168 J
    N. 34. Clara Tlieodora da.Fpncecaj
    uma dita dita por 168*
    21. I. Manoel Felix.da Silva, uma dita
    _ dita por 144*
    N. 7. Luiz G unes da Slverio, una
    dita dita por 180#
    -V. 17. Paahj Jos.') Gomes, uma dita
    .afRi^wr: 96*
    N. 19. Antonio Fernandas Voilozo,
    unu dita dita por 144*
    Ra do Dique.
    N. 2. Thomaz Tirixeira Bastos, uma
    da dita por 192*
    N. 6. Joaquina Thereza de Olivcira
    ^ Ramos, uma dita dita por 180*
    N. 18 O menor Manoel, uma dita
    dita, por 120*
    X. 24. Antonio Nobre de Almeida.
    uma dita dita por 163*
    N. 36. Jos Joaquim de Almeida Xo-
    hre, uma dita dita por 192*
    N. 28. O mesmo, uma dita dita por 192*
    N. fi6.Maria Venancia do Abreu
    Llffia Bastos, uma dita dita por 64
    N. 1 A Joao de Azevedo Pereira, uma
    dita dita por 300*
    N. 21. Joao do Amaral Raposo, um
    portao que da entrada para duas
    mei'aguas por 19*
    Travi'ssa do Prata.
    N. 2. Tiburco Valeriano liaptista,
    uma casa terrea por 240*
    N. 8. Joanna Maria Nunes, uma dita
    dita por 168*
    N. 12. Antonio Jos de Furias Lino,
    ana dita dita, por 240*
    N. 14. Filhos de Jos Maria da Costa
    Paiva, uma dita dita por 2I6J
    N. 18. Os meemos, uma dita dita por 216*
    Assuin-;ao.
    N. 20. Antonio Fernandos Vellozo,-
    uma dita dita pjr 264*
    N. 42. Manoel Gmcalves Ferrcirr. e
    Silva, nina ilita dita p r 300*
    N 62. Salvador Coalfin Drummmd Ca-
    valcante de Albuqucrque, uma
    dita dita por 468*
    N. 64. Irmaniade do Santissimo Sa-
    cramento de Sanio Antonio, uma
    ^ dita dita por 288*
    N. 74. Manoel da Silva Lope*, um
    porle que d entrada para oilo
    mei'aguas por 960*
    N. 3 Jos Joaquim Soaros, uma dila
    dita por 120*
    Domingos Theotonio.
    N. 4. Mnica Luiza Gon^alves Franca,
    uma dita dila por 300*
    N. 6. Manoel Francisco Marques, tima
    dita dita por 36J*
    N 8. Viuva de Custodio D'omingues
    Codeceira, uma dita dita por 2105
    N. 12. Jeronyruo de Sou.a Pacheco,
    um sobrade de um andar e loja
    por 568*
    N. 14. Luiz da Silva Ferreira, una
    casa terrea por 489}
    N. 18. Francisco dasChagasde Jess
    Pimentel. uma dita dila por 360*
    1" scelo do consulado provincial, 29 de agosto
    de 1823.
    o chafe,
    Antonio WUrntio Pinto li. e A. de Vasconcellos.
    N. 86! Luiz Gomes Sdvno
    N. 58. Denlo Eleulerio de Soma Cs-o
    N. 39. Os menores Mariano, Maria e
    Candida
    N. 00. Jos Goncalves de S
    . SL Mana Tpeadora d'Assumpcao
    rf; 62. Jote Joaquim Pereira de Meu-
    ' dod^a
    K.63. Maria Tlieudora d'Assnmjic3o
    'mi A^,ll,iu ^W*" do .Souza R-
    J. 65. Jos Goncalvfs. do S
    S. 66. Antonio Jos da Silva Brasil
    I 67. A menor Maria, fllha de Jos
    : rranaiseo Brandao
    S/rB Antonio Joaquim dos Santos An
    drade .
    .dWt- Julia S?rapliim da Costa
    N. 71. Antonio Jos Arantes
    S. 73. Fraacisco Jos Das da Costa
    ",74. Joao Jos de Carvalho e Albos
    de Rosa Thereza Machado da Costa
    . 75.;LuzPcrreira de Almeida
    . 76. Maria Egyqiciaea Real
    . 77. Joao Bartj isa Maciel
    N- 78. Filhos de Manoel Jos Baplista
    II. 79. Senhornlia Marinha Montcire
    Barral
    N. 80. A.nt inio Fernandes Velloso
    N. 81. Custedio Antonio Soares
    N. 82. Antonio Fernandos Velloso
    N. 83. Jos do Cont Guimares
    N. 84. Benedicto Jos Duarte Cedrim
    N. 85. Custodio Antonio Soares
    N. 87. Padre Luiz do Araujo Barbosa
    N. 89. Dr. Francisco de Assis Olivei-
    ra MacieJ
    N 91. Os menores Manoel, Francisco
    _ e Vicente-Morcira da Silva
    -V 93. Filhos de Joo Rodrigues do
    Moma
    S. 96. Manoel Flix Alexan Ir da Cruz
    N. 98.' Tibnrcio Valeriano Baptista
    N. 100. Maria Thereza dos Santos Li
    46*J0
    63*360
    45*60)
    46*800
    50*00
    50*400
    72|000
    48*960
    5J*3!0
    190*800
    66*70
    50*400
    57*120
    48*000
    66*480
    109*200
    37*920
    50*iOO
    32*160
    47*040
    37*920
    45*600
    38*400
    44*400
    38*160
    44*480
    38*400
    45*600
    57/810
    31*360
    30240
    44*640
    52*809
    45*600
    39*120
    38*400
    41*320
    N.
    811 vr
    Largado WflKo.
    Irmandad-. de Nossa Senhora Ja
    Soledade
    N. 3. Miguel G(m;aive*de B>it*'
    N 5. Dr. Silvino CaTidcal'%'-Albn-
    queraus
    N. 14. Jos Pedro de QudrbVa 'Miran-
    da
    N. 18. Mtmoel BidrlgB**i^|eiW.c
    N. 20. Herdeiros dft-hM'HijPotkv&ii
    isatmtr
    18*48
    18SOW0
    83JM8V
    !*#-
    16J
    14J
    5ssr
    1:008*
    380*
    300*
    380*
    4 A
    268*
    0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
    cial manda convidar aos senhores proprietarios
    abaixo mencionados para entregarcm na mesma
    thesouraria, no praso de 30 das a partir desta
    data, a importancia das quotas com que devem
    coucorrer para a factura dos passci03 era frente
    de seus predios silos as ras abaixo designadas,
    devendo os pagamentos ser feitos de conformida-
    de com o disposto no art. 2o do regularaenlo de
    27 de jraiho de 18oi.
    Roa da Penha.
    N. 8. Jos Francisco de Andradc J-
    nior
    Ra di) Visconde de Inhauma.
    S. 32. Manoel Maria do Nasclmento
    lina da Assumpcao.
    N. 48. Antonio de Azevedo vilfarouca
    Boceo de-Antonio Ibnriques.
    N. 20. Antonio Ignacio l'ereira Colho,
    e viuva e herdeiros de Jos da Silva
    Pavo
    Ba de Domingos-Theotonio.
    N. 44. Antonio Marcelino de Souza
    N. 46. Filhos de Manoei J s Bastos
    Mello
    N. 48. Joanna Mana da Trindade
    N. 50. Paula Mara dos Pnneres
    N. 52. Geralda des. Sanios Vendonca
    N. 56. Jos Virissimo dos Anjos e Mo-
    reira Duarte
    Ra do padre Floriano.
    Anua Joaquina da Silva
    Jo* Antonio Fradiiiue
    Becco do Goncalves.
    N. 10. Rosa Goncalves de Jesus
    Travesa de S. Jos.
    N. 4. Francisco do Souza Reg Mon-
    teiro
    I. 6 O mesmo
    N. 8. Serafiui Clemente de Souza e
    Silva
    N. 10f Francisco de Souza Reg Mon-
    teiro
    N. 12. O mesmo
    N. 4$. Miguel Francisco de Souza R.*go
    J. 16. O hiasnio
    U,
    46*800
    34*080
    21*120
    53*140
    19*920
    21*120
    21*120
    21*120
    21*,20
    28*320
    53*230
    32jS60
    127*200
    una
    N. 104 Maria Luiza da Puriflcact
    N. 106. Filhos de Jos Francisco Bran-
    dan 41*320
    N. 108 Anna, fitha de Jos Pedro Gayo
    de Miranda 41*320
    IN. 110. Anna rsula de Oveira 43*680
    IN. 116. Dyonisio Goncalves M..i.i 36*610
    N. 120. Joaquim Jos da Costa Fajozes 56*040
    N. 132. Mana, Jovina e Flora, filhas de
    Candido Jos da Fonceca 38*160
    N. 134. "Manoel Joaquim da Molla 56*640
    N. 142. Maria Venancia de Abreu Li-
    ma Bastos 36*610
    X. 144. Joao do Amaral Raposo 60*960
    N. 146. Pedro Tertuliano da Cunha 52*320
    N. 148. O mesmo 57*120
    N. 150. Jo vino Bandeira de Mello 53*140
    N. 152 Ferreira CHuift Primo 34*440
    N 134. Antonio Joaquim de Souza Ri-
    beiro "8*000
    N. 156. O.mesmo ^ 49*920
    Ra da Madre de Daus.
    N. 1. Irmandade do Seuhor Bom Je-
    ss das Perlas 82800
    N. 5. Dr. Ludgero Goncalves da Sil-
    va 30*720
    H. 7. Antonio da Silva Pontos Guima-
    res 2i*360
    N. 28. Galdino dos Sanios Muniz de
    Ohveira 23*440
    N. 32. Jos dos Sanios Nunes de OU-
    vera 19*680
    N. 36. Francisco Machado Pedrosa 35*280
    Ra da Cadeia ou Mrquez de Olinda.
    N\ 06. Maria Rila da Cruz Nevos 219*600
    Ra Duque de-Carias.
    N. 39 Antonio Jos de Mag lhes Ras-
    tos 65*040
    N. 52. Capella dos Prazeres dos Guara-
    rapes 151*680
    N. 27. Guilherme Augusto Rodrigues
    Sctte o oulros 133*520
    N. 29. AnlonioJosdeMagalhesBasto 67*200
    N. 31. O mesmo 85*410
    iN. 37. Irmandade das almas do Recife 58*320
    Ra do Apollo.
    Ki 31. Manoel Joaquim Ramos e Silva 139*440
    Ilha do Carvalho.
    N. 1. Ordem 3" de S. Francisco 29*760
    N. 2. a mesma 40*320
    N. 3. A mesma 22*560 i
    N. 4. A mesma 1932001
    N. 5. A mesma 21*120
    N. 6. A mesma 151*680
    N. 7. Titu Avelino de Barros 19*680
    N. 8. Custodia Maria Cardoso Vicha 19*920
    N. 9. Joaquim Das Fernandos 18*210
    N. 12. Dr. Clemente Jos Ferreira da
    Costa 22:60
    N. 13. Joaquim Dias FernanJes 18*40
    N. 14 Maria Francisca de Almeida Ge-
    mes I9J680
    N. 15. Joaquim Dias Fcrnandes 183240
    N. 17. Dr. Clemente Jos Ferreira da
    Costa 18*240
    N. 19. O mesmo 18*240
    N. 23. O mesmo 26*880
    X. 23. O mesmo 26880
    N. 16. Manoel Gomes Ferreira c Silva
    e Jos da Costa Dourado 20*640
    N. 37. Joaquim Dias remandes 130*480
    N. 39. l'edro Jos Cbristiani 23*760
    N. -13. O mesmo 160*500
    Ns. 42 e 48 A. Manoel Ferreira da Sil-
    va Ramos 113*520
    Travessa da ra Bella (hoje Ilha do
    Carvalho).
    N. 2. Joaquim Das Fernandes 40*320
    N. 4. Tiburco Valeriano Baptista 38*80
    N. 6. O mesmo 182*1(50
    Caes da ra do llnun.
    N. 87. Zeferino Ferreira Velioso 115*200
    N. 89. O mesmo 108*000
    Ns. 91 e 95 A. Viuva e hardeiros de
    Joo Fernandes Prenle Vianna 290*160
    Ra do Baro de Trumpho.
    N. 104. A mesma viuva e herdeiros 727*680
    Ra da Aurora.
    Ns. 83, 87 89. Tiburcie Valeriano Bap-
    tista 278*400
    Caes Vinte e Dous de Novembro.
    Talles
    iV. M. Maaeel Ferreira da Costa'
    Ra da RMiSfSf
    X. 2. Leopoldo Jos FohppSamiajOi c,
    onlros .
    Ruado imperador
    N. 12. Baro de Aracagv
    Rui di Smho Amaro.
    . 2. Pedro do Alcntara s- Gmiaa
    raes Peixoa
    N. 4 Mauoel Ribeiro do N. 6. Mirandolua des .Gaimacea Pci-
    xolo
    N. 8 Fraacisco Alves da Veiga-,
    Rumia llud,i.
    N. 62. Dr. Manoel Gomes Vio*,
    Reeco de G mi,al
    N. 10. Rosa Connives de Jesus
    Roa de S. Francheo.
    N. 1. Thomai Teixidra Bastos -
    N. 3. Ordem 3'de S. I-'r.mciseo ~"
    N. 26 A mesma
    N. 45. Herdeiros de Henrlquo Gybsou
    N. 47. Os inesmos
    N. 49. 's mesnios
    N. 51. Os mesmos
    Ra de Nogueira.
    N. 46. Irmandade de S. l'edro
    E para constar se maiidou publicar, i
    pelo jornal.
    Secretaria da thesouria pro ineial, 2 de setem-
    " de 1873.
    O Quicial-maior.
    Miguel Alfonso Ferreira.
    73*^:
    378H'
    59*190
    3(Wf
    ,tt>
    160*200
    127*500
    I8*2iO
    S*'
    96*
    31*2
    3!*i

    92*160
    presente
    bro
    Edital n. .56.
    Pela inspectora da alfandega se faz puWico,
    ijue nao tendo sido elfectuada a venda da merca-
    doria abaixo dedandapor faltado concureocia
    ao valorofflcial, se trausfere a mesma venda para
    as II horas da mauh do dia 3 do coi rente, a noria
    desta reparticao.,
    Armazem n. 3.
    Marca J M B -n. 51.uma caixa vinda Je Liver-
    pool no vapor inglez Glailia/oi; descarrsgada em
    12 de oulubro de 187*, ignora-se a cansiaaacio.
    contendoo segralo :
    16 e apeos do feltro de li nao especificados,
    simples, no valor de 46*293.
    5 ditos de tecido de algodij, sea pello, no va-
    lor de 7*233.
    I gorro de la nao especificado, simples, no va.
    lorde I*6.
    Alfandega de Pernambnco.. 2 de setembro de
    1873.
    O. inspe tor
    Fabio A. de Carvullto Reis.
    JS.VI
    Santa Casa de Misericordia
    do Recife.
    De ordem do Illm. Sr. Dr. pn.vedor interino da
    Santa Casa de Misericordia d > eeile, faca saber
    que em cuinprinieuto da lei n. (12 i de 17 de juulio
    do corrente anno est aberi.i < oicurrencia para
    se contratar o servido mOrlurio e de carros fu-
    uebres, do conformidade com as disposices da
    mesma lei, recebendo-su propostas uesta sacretaria
    at o dia 11 de setembro s t horas ui tarde,
    para serem abortas ua sosso da junta uesse
    dia.
    19*920
    21*600
    21*600
    21*120
    201400
    19*920
    m
    . 18. O mesmo
    Caes de AuoUo.
    N- 99., Vinva do.Paulo PereiBa S\\o(m 72,1000
    5- oS- Joaquim Luiz Vicira 129WP.
    N 63. Rosa Goncalves dp lins e ou-
    iros 88*800
    N. 63. Manael Lu* Goo6aljres 78*480
    'S. 67. O mesmo I67*5i
    480*( Ra das Cruzas, (boje Dnjtae de Caxias.)
    I. 28. Justino Pereira de Farias.
    S. 29r Ordem 3' do Carme
    -N-. 31. Faneisra Mari Cortes
    ?. 37. Joan Rodrigo*-Lima-
    39. Dr. Joaquim Pontes de Miranda-
    41. n^rSaaia QoAJiNts m>
    reir ^T
    30*160
    98*960
    51*860
    5r*aeo
    54f?90
    46*800
    N. 2. Baro do Livramnto 110*400
    V. 4. Jos Joaquim na Silva Maia li2*80O
    N. 6. Francisca Thomazia da Concei-
    cao Cunha 96*000
    N. 8. A mesma 94*800
    Caes 22 de Novembro.
    N. 10. A mesma 72*030
    N. 12. Rita Mria Francisca de Almei-
    da 73*0)0
    N. i6.. Herdeiros de Domingos Antonio
    Gomes Guimares 71*520
    N. 18. Bento Antonio Gomes Guima-
    res 70*800
    N. 20. Albino da Silva Leal 70*320
    N. 24. Francisca Thomazia da C. Cu-
    nha 132*000
    N. 34. Joaquim Jos da Costa Blbeiro 66*000
    N. 36. Joaquim da Silva Castro 76*080
    N. 38 Hernusnogilda Candida da Fon-
    ceca Soares 31 920
    N. 40. A mesma 30*400
    N. 42. Isabel Mara da Fonceca Soa-
    res 113*200
    Ba da Ponte Vel^a.
    N. 92. Joaquim Francisco de Azevedo
    Campos 112*360
    IUii Primeiro de Marco.
    N. 2>. Herdeiros de Francisco de Pau-
    la Correia de. Araujo 222*791
    Senza I a-Nova moje D. Maria Cesar.)
    N. 2. Santa Cruz des' Canoelros do Re-
    cife 38*640
    Travessa de Ouvi4c (Jwjo Mrquez, do Recife.)
    N. 1. Francisca Thomazia da Conceicao
    Cunha 33*600
    Ra do Coiniaercio.
    Di. 2, Dr. Pedro Belcrra Bellr d'Arau-
    jo Pereira 116*600
    N. 4. Aaipnkk de Azevedo Pereira 335920
    N. 6. Amonio de Azevedo Vlaroaca 53*200
    Fbfte do Matlos.
    N. 6. Marcelino Jos- Gonjajves da
    N(^Tiv5^%M'oflI ^SSalves da
    Ruada Senaala Velha.
    l^^perdieijosd^anb^'JaVflft da.
    54*000
    38*160
    33*6)0
    Os proponentcs tero de submetier-se s dispo-
    sicSes da citada lei e Jinais s condices qua-vo
    abaixo transcriptas; deveuJj versar as propestas
    nicamente sobre um abate na lutalidade dos
    pregos consignados como base as tabellas abaixo
    tambera publicadas ; sendo preferido auuell pro-
    i.onenle que maior abate offerecer em ditos pro-
    cos.
    Secretaria da Santa La.-add Misericordia do Be*
    elfo, 18 de agosto de 1873.
    O.escrivio,
    Pedro Rodrigues de Souza.
    LEI N. un.
    O bacharel Henrique Pereira de Lucena, com-
    mendador da imperial ordem da Rosa, cavalheim
    da de Christo, juiz de dircito presidente da pro-
    vincia de Peiiumbuco :
    Faco saber a t idos os seus habitantes que a as-
    semblea legisla t v provincial decretou e eu sanc-
    cione a rianneo seguiute :
    Art. 1. Fica soba djeccao da Santa Casa de
    Misericordia, o servido mrtuario e de raffM fne-
    bres desta.cidade.
    Art. 2. A mesma Santa Casa poder contratar
    com os que actualmente fazeinest.- serrico o com
    quera inelhores vjntagens offerecer o refciidoser-
    vije, sob asseguinles bases :
    1." Prazo nunca maior de 20 annos para o con-
    trato.
    2. Obrigacao de indemaisar o coniratanle ao*
    demas estabelecimenlos de carros fuuebres exis-
    tentes tiesta cidade. *
    3.* Doaqo nunca menor de vinte cciuco contos-
    de reis annuacs, por parte do contratante, para
    o/im de serem applicados s obras dos estabete-
    ci ceios da mesma Saula Casa e especialmertte
    ao asylo de alicijados.
    4.' Preces de 'carros fnebres taxados em urna
    tabella, que deveri ser revista de 3 em 5 anuas.
    5." Respeilo total e complt-ln das laxas cobiadas
    actualmente pela municinalidaoe.
    6. OhrlgaQ o restricta de, fiudo o coatrao. en-
    tregar o eontraliule mesnta Santa Casa tod>> u
    material dos seus eslabelecirafintos em perfeilo es-
    UiJo de conservacu c sem nenhuma Indenit-
    sacao.
    Art. 3." O contrao de que se trata no art.,ui -
    cedente ser submetido approvacjio do pr
    dente da provincia, aquem fica igualmente im-ii.ii-
    bda a reviso das tabellas de preces' dos carros .
    fnebres.
    Art. 4. Fndo j contrato a Santa Casa, conti-
    nuar a fazer o servico nelle estipulado, re-p
    lando sempre as laxas municipaes e revendo .,-
    tabellas no sentido de baratear o preco desse ser-
    vica.
    Art. 5. Picara revogadas as disposices em
    contrario.
    Mando, portauto, a todas as autoridades a qi
    o connecimento e exeeufao,da msenle paoluik
    perlencer, quo a curapram e tacara umprir tu
    inteiramente como nella se contut
    O secretario interino da i residencia desta
    vincia a faca imprimir, publicar e corfWT *
    Palacio da presidencia de Pernamkuco, 17
    unho do 1873v 52. da indeuendeacia e do im-
    perio.
    L.S.
    Henrique Vertim-iflAtceua.
    Sellada e publicada a pteseote resotifea n
    secrearia da presidencia de Pemambu-, tim
    de junho de 1873.
    0 secreario interino,
    Adolpho Ijimenka Lns.
    condicSes para p coirraaM uo sebvico mortc.uui>
    E DK CRIHlS.jfBXEaiHS.
    1.' Duraco do coutrate por vinte annos, Indo:
    os quaes deveri ; o contratuite entregar 6ai
    Cas, sem indemnis o material empregado no servico iHortaario c d.'
    carros fnebres, en perfeilo estada de conser-
    vagao.
    2. Obrigacao 'lo serem po contratante iadera-
    nisados todos os eslabelecinientos de'carros fne-
    bres existentes nesta cidade.
    3.*.Satisfap*o da doafio animal de trinta con-
    tos de neis, realisada a. do 1.a anno integraln.-
    no acto da celebrado ao contrato o as dos aun,.
    seguintes em preslacSes uiinensaes pagas adan-
    tadas.
    V Offerecimento de fianea idnea no valorea
    dita d
    5.' Obrigacao de submetter-se o central
    oto das tixas actualmoute tobradas pr
    muaiclpalid,
    6." Imposicao de multa/ a.ue nio ser menor

    :






    Diario de Pernambuco Quarta feira 3 de Setembro de 1873.
    -

    tratante noi casos Jo nufllcieiicw de material ro-
    dante, de aaimat, dei4*wl, cin summa de ludo
    o gue for necessafl parTqoe o servia contra-
    ttdo se laca com pmiMtidao, ordeai e lim-
    multas serao mipojifirpelo mombro da Junta
    -di Santa Cisa e carretfo da liscalisac/io desse
    tarrico, liavsady recu.rsi) para a junta, e da (!>'.-.
    . S)651* para |tfBWuW 4a [^oviu'%,
    7." A imposic) do mais de dt mullas dentro
    pastos dar lugar riMCtnao do contrato roverlcralo
    todo o valor da liana prestada om bunoue/i di
    Santa Jasa, a qual lari uovo contrato, ou reolisa-
    r por si mesilla o rrjeyectivo servico, conformo
    resolver.
    8.a Jim qualquer dos easos flear a Santa' Casa
    desde o momento da rescisao, na posse de todo o
    material e aecessorios wspectivos, por tempo nun-
    ca, aoperior a seis mezes, pagando a titulo de alu-
    jiuel aquillo,^ue for arNtrado ; o no caso de re-
    solver Jazer esse servico por si mesma, proceder
    aaequisicao dod.to material, se poder ehegar a
    um aesordo com o es-contratante sobre o seu
    valor.
    IV O contratante tica obrigado a transportar
    gratuitamente, forneceado atades de 6." dasse, os
    cadveres das pessoas desvalidas e das que mor-
    rerem mier nos estabeleciraentos de candade si-
    Jr* nesta cidade sea* sulrbios, quer fora
    odies.
    TABELLA-A
    'TODlCyu m CAPAVKRES,
    Adultos.
    i* efasse. CafM pnehadu joatro cavall)s de-
    centemente ajaesadue e cobert js do mantas de pan-
    no preto riadas de galao e franjas; caixao eo-
    berto-coli um grande panno de velludo preto com
    cotias as ponas e orlado de galio e franjas de
    ouro. O carro ter cpula e cornija suppuruda
    por columnas de urna da* tres erdens de archtec
    tura (jnica, corjqtbia ou composila) com relevos e
    doyralos, 100/000.
    * classe. -Olarro puchado a dous mallos de-
    centemente ajaesados, cobertos de mantas de pan-
    no preto, caixao coberto com panno de velludo
    preto orlado de galio com borlas de prata. O car-
    ro ser Hus Minples do que o de l* classe nos re
    levos e duurados, com cpula, corniji e columnas
    da ordem drica ou jnica, 5UJO0U.
    3" dasse. Carro puchado a dous cavallos e cai-
    xao coberto de panno de velbutina com galao ou
    franja de palhela felsa e borlas da mesma quali-
    dado. O carro ser semelhante ao da 2a clnsse e
    p'utado de preto sem dourados, 30000.
    4a classe.-Carro simples puchado a dous ca-
    vallos o caixao coberto com um panno preto de
    la, tendo sment; urna cruz branca no meio.....
    10/000.
    Alm dessas classes, haver carro de luxo a
    aprazimento das partes, e cujo preco nao poder
    exceder de fettjOuO, incluindo o aluguel do panno;
    e carro de caridade, cuja aruiacao poder ser em
    forma de urna pintada Je preto.
    Os Carros para donzellas serao iguaes na for-
    ma e no preco, variando sraentc as cores e or-
    natos.
    Prenlas.
    Ia classe.Carro semelhante ao de Ia class
    para adultos, sendo o caixao coberto de velludo e
    galio de ouro e ferrado-do setim, tu Jo decores
    apropriadas, 50000.
    2* classe. Carro semelhante aos da 3a classe
    para adultos, com ores apropriadas, sendo o cai-
    xao coberto de velbutiua e forrado.de setim de
    qualidade inferioi ao de classe, tudo con as
    cores apropriadas. Os caixes desta da l4 classe
    pederao ser pintados e dourados ou prateados, se
    as partes nisso convierem, 3 'fOOli.
    3* classe Cirro simples semelhante aos da i
    classe para adultos, pintado de cor apropriada, e
    bem assim o caixao, 10*000.
    Alm destas tres classes, haver tambem carro
    de luxo, cujo preco nao poder exceder de....
    1004000.
    -Q carro de luxo e o de l" classe. tanto para
    adultos, como para prvulo-, tero bofeeiro e cria-
    dos, vestindo rica libr.
    O preco da conducho e vestuario dos cadve-
    res, que se acharem tora das freguezias do Santo
    Antonio, Hecife, S. J$s e Boa-Vista, ser augmen-
    tado com 5 0/0 por cada kilmetro, a partir do
    largo de Pedro II.
    TABELLA B
    AKMAgO DE ECAS.
    1" classe.-Eca com tres estrados, cpula, Ufa-
    ras, emblemas, guaniipio de velluda, panno lino,
    cales de oum ou prata entrefinos, trinas, borda-
    dos a ouro e enfeites dourados ou plateados, ou
    creps, penacnos, 160000.
    2a classe. Eca com tres estrados liguras, em-
    blemas, guarnicao de vedado, panno lino, ga-
    loes de ouro ou de prata entrelios, trinas, crep-,
    80/000. '
    3" classe. Eca com dous estrados guarnicao
    de velbutina, rateada de l> galoes de paluda, [Vi-
    nas, volante, 40/000.).
    4" classe. Eca com um estrado guarnecido de
    baeta, volantes, galoes de baixo preco, 10/000.
    Alm tacas dassea perlera o contratante, a
    aprazimento das partes, amor eja "U cenota-
    phios de maior preco. -
    TABELLA C
    ARJIAC6 DE tOBUAS.
    /* classe.
    i."-Guarnicao de velludo, panno lino e galoes
    emblemas, franjas de ouro e prata entrefinos em
    cada altar lateral. I8000.
    2.aDita as capellas mores 21/000.
    3.a Dita em cada porta rj/000.
    i."-Dita em cada tribuna e pulpito, inclusive
    colcha 9/000.
    5.*Dita ni) ciV-o por cada colcha 3/000.
    O forro das pareos de igrejas, era feito pelo
    pre.-o que o encarregado do funeral ajustar com o
    contratante, atienta a Balaran e o/jantidade da
    tella que se houver de applioar.
    2' classe.
    1.a Guarnicao de velbutina, fazenda de li, ga-
    loes e emblemas em cada altar lateral, 12/000.
    2.a-Dita as capellas mores, 16/000.
    3.*-Dita em cada porta i/0!.0.
    4.aDita em cada tribuna e pulpito, inclusive
    colcha, 6*(!0u.
    5.*Dita no couro cada colcha 2000.
    TABELLA D
    VESTUAHIOS DOS CADVERES.
    Adultos.
    Habito de alpaca fina das diversas ordens reli-
    giosos 16/000
    dem de alpaca de qualidade inferior 12/COO.
    dem de dita mais ordinaria 9/000.
    dem de mctim-7/000.
    Vestuario da Concetet ou da SoleJade, feito de
    seda com gaita e rendas entrefinas 60/COO.
    dem de setim papel com galies e rendas de na-
    Iheta 23/000.
    egldem de camhraia om galoes de palhela___
    16/000.
    Habito de morim branco 7/000.
    Prvulos.
    Vestuario rico de S. Miguel oa Santo Urbano
    O/OOO.
    Dito de S. Jos ou S Joo 30/100.
    Dito do Menino Deus 20*000.
    03 mcsinos ve^tuariis, sendo de qualidade infe-
    rior por metade dos ditos precos, o sendo de setim
    ordinario com gallo de pal hela falsa pela terca
    parte dos mesmos fcreco?.
    TABELLA-E
    formidade com a ultima parte do arl 39, dos es-ieoio m, 78 da ;* a. i^irf.
    tatutos desta ej^^KT k-Wt / .uf Imperatrii
    de aaiembro de 1873. tt ^?11%!\ que eBtroa ?
    ?
    Os directores,
    loaqulm 11. Brillo.
    CandMo V.. ti. Alcoforad '
    Estrada de f'dTt Pa-
    racnsc, no Para.
    Tendo a assembla geral .dos accionisU da
    Comkwlua Uvbam da Estrada de Ferro Paramu,
    autoridad a venda desla emprez.., a Comtnij5u
    delta para este fin receben nrpostac para
    compra da mesma al o dia 10 du novunfere pro
    ximo, no l'ar, pudendo.us. prupuneiiWs obler dts-
    de j n circulares, e examinaren! os estatutos,
    bem como os relatorios da compaa de I87U,
    1871 1872, no escriptorio do Engllsb Bank of
    Rio do Janeiro Limited.
    Sociedade Benefioente Luso
    Brasileira.
    De ordem do Sr. presidente do conselho fiscal,
    e em face do que preceitiia o art 35 dos estatu-
    tos, sao convidados o* memhros do mesmo con-
    selho, para no domingo 7 de seiembro, compare-
    cer na sala das sessVs s 10 horas da raanhSa
    Redfe, 30 do agosto de 18?3.
    O 1. secretario,
    Theophil"
    Companhia ferro carril de
    Pernambuco
    De conformidade com o contrato de 19 de mar-
    co de 1870 e o que deliberan o Exm Sr. presiden
    te da prpvincia em portara de ?8 do crreme, t-
    mente ler.1i passagem gratuita nos carros desta
    companhia o Dr.chefe de p .lina, o engenheiro
    chefe da roparticio das obras publica*, o Dr. en-
    genheiro fiscal da companhia, o ur. delegado de
    polica no termo, os subdelegados nos respectivos
    districtos, devendo os demais funecionarios irn-
    sitarem com passes do Dr. chefe de polica, que
    servirao somenie para a oceasio, e serio entre-
    gues aos conduct >res. Becife, em 3) do agosto de
    1873.O gerente,
    Gustavo Adolnho Sehmidt.
    INSTO ARCHEOLOG
    GRAPHCO K
    COE
    JC
    llavera sosso ordinaria quinta-feira, 4
    'o corrento setembro, pelas 11 horas da ma-
    nila.
    ORDEM DO DA.
    1. Pareceres e maistrabalhos de commis-
    ses.
    2^* Palestra litteraria.
    Secretaria do Instituto, 1 de setembro de
    1873.
    J. SOARES AZEVEDO,
    Secretaria perpetuo.
    no valor de
    ........- '"B
    * aloja n.78 Adamosina ruad* Impcraxtli,na
    -nportancia de 4:770/232, a imporianeia dajln-
    rancas Ilquidas em Portugal, navlras pnr'ella
    estipulante pelos testamentos eoip que falleceu
    seu pnmeiro marido Narciso Jos Machado e*sna
    tia D. Anna Delisvina da Assamncao Filgnelra?,
    estimadas f ssas herancas em 4:000i fortes; e
    linalniento suas j lias novator de 1:000/, anm
    mando e*Lis parcelias d total de 18,170/237, qnc
    os rendimeutos Ve dos por ella estipnlanie cm aprdkea da" divida pu-
    blica : quo fallwendo ella esposa com prole a esta
    passar integra luiente t-)do o eu esp4.H0, irlas sem
    pn do tura j en futuro i>*jh,m a terca parte do
    dito espolio, indo os potros dmis lerdos a~ seu*
    herdeiros necessari.-: qno so lia i'.-bwviver S
    seus pas e f-.H-rcr ?.-m r.4o s dtyfcfcSo do sen
    snolio s-ra por te lam.Mt... salv a terca oue din
    fcrao e caso perlencer ao seu futuro esposo : que
    do caso de transtorno no eslabelecimento da roa
    da Imperatw n. 78 A, do qual soda comraandf-
    tana renuncia o privilegio ovjtl do sea capital rloe
    termos do art. 311 do cdigo commereial : qno a
    espo>a nao communicar dos nens do esposo, ha-
    vidos e por haver, que a 4a e 3a condicao do p-
    sente coniraio acerca da successao da esposa serio
    iitteralmenteapplicados ao espolio e i sucMlAo
    do esposo ; finalmente qne a adminlstracS&Vdos
    bens da esposa competir ao esposo que assistir
    a esposa cm todos os actos de acquisicao ou albea
    cao de bens. *
    E para constar se uassou o presente edital
    Secretaria do mentissimo tribunal do commer-
    co de Pernambuco, f de setembro de 1873.
    O offlcial-maior,
    Innocencio Antones de F. Terres.
    a pedido de mnius pessoas do oommercio.
    Sabbado s 8 1[2 nora,
    Dontata as 8 horas.
    Aviso.
    Estando j tomados todos os bilhetes de cama-
    roles e eadejras de primeira classe para o espec-
    laculo dodu 7, a drreecio resolveu dar o mesmo
    espcaacuirno Sabbado, para assim satisfacer
    o grande numero de enioinmendas que lem re-
    b;sio.
    O resto dos bilhetes para qoalqoer dos dous es-
    pectculos estao desde j venda no lugar do
    lni|)0'
    \V,m MURITiMOir"*
    . Aracaty com escala por Maean, sahe nestes
    oito das o no\o e Superier hiate bonilla da Crin,
    capitao e pralico Caetano da Costa, teo sea car-
    regamento quasi eomptoto, para o rcsl.1 trata-so
    com o consignatario Antonio Alberto de Souza
    Aguiar, a ra do commcrcio n. 60.
    Para Lisboa
    Sexta-feira. o do andante mez, vai a placa
    de venda, Un la a audiencia do Dr. juiz de nrpbaos,
    pelas 11 horas da manhi, o sitio do Beheribe, cha-
    mado Olho d'Agua, avahado por 4:550ioOO, o o
    te.rreo no mesmo lagar, avahado por 200030.
    Hoje 3 do corrente. Onda a audiencia do
    Sr. Dr. ju/ substituto da 1.a vara, vo em praca
    para seren arrematados por quem mais der os
    objectos exislcniOJ no hotel da ra do Bispo Sal
    diuha n. I, outr'ora ra n Encantamento, os
    quaes furam penhorados a Julio Mendes de Oli-
    veini, por execucao que Iba t-ncaminha D. Clotil-
    des da Silveira Hastos, avahados ditos objectos
    por 234/000, cuja arrematado ter lugar no refe-
    rido hotel onde se acham aquelles depositartus.
    Pela secretaria da cmara municipal ile.-ta
    cidade se faz publico que nesma cmara prin-
    cipia a sua terceira sessao ordinaria tato anno
    em o dia 3 de setembro vindouro.
    Secretaria da cmara municipal do Recife, 30
    agosto de 1873.
    O secretario
    ___________Pedro de Albnqnerque Au'r n.
    A cominisso nomeala pelo Kxiii. Sr.
    presiaei.te da provincia para pedir prendas
    para seren vendidas em (silla no da 8 da
    setembro prximo em que tem de ser cullo-
    cadn a podra fundamental do asylo i!e alie-
    nodos, roga a todos os senhores e senhoras
    muradoms nesta freguezia, em cujo coracao
    so aninha o espirito de caridaile e religiao,
    se dignem preparar os objectos que dictar
    sua generosi lade, pois que do dia 1." de se-
    tembro em (liante a convnissao procurara1
    311 ucada-los; e aquelles que tiverem a bon-
    dade do dispensa-la dcste traballio podem
    enviar o que destinaren) para tal fim casa
    do Dr. Mscoso, com que anda mais penho-
    raraoa ocmmisso.
    Freguezia da Boa-Vista, 30 de agosto de
    1873.
    Francisco Ignacio Pinto..
    Dr. Pedro d'Athayde L. Hoscoso.
    (vimiasio Dramtico.
    EMPRKZA
    Espira k Peiianle.
    Quarta-feira 3 de setembro.
    BENEFICIO DO ACTOR
    Luiz li iiza^a de Lima.
    Depois que a orchestra tiver executado ama
    linda symphona represent-ir-se-ha o apparamso
    drama em 1 prologo e i aclos :
    JOCEUN
    OUO
    Mariolieiro da Marliniea.
    Fndo o qual o beneficiado xecata no ophe-
    eleiic urna linda variaco compo.-tapelo immortal
    Pedro Baptsta
    e qfie depois de sna m rte anda nao foi execota-
    da nesta provincia.
    Fnalisar o espectculo com a comedia em 1
    acto do Sr. Penante :
    US INS CALVOS.
    O beneficiado agradece cordialmente pes-
    soas qne se dignaram coadjuva-lo ueste seu bene-
    ficio.
    Principiar s 8 1|2 horas.
    pretci.de sognir.com pouca demora a escuna por
    lugueza Chrutina, de classe, capitn Loureiro,
    por ter a maior parte de eu carrtgamento enga-
    jado; e para o resto que Ihe falta trau-se com o
    co nsignalanos Joaquim Jos Goucalves Beltrao A
    Pllhu, ra do Oommercio n. 5.
    Para o Porto
    acha-se pmposto para seguir com a maior brevi-
    dade o brigue pertuguez Umo, para o que re-
    cebe carga : trata-se com os consignatarios T. de
    A. Fonseca C Snccessores, roa do Vicario n.
    19, andar.
    Para o Porto.
    Aclia-se proposto para seguir com a maior bre
    vidade o brigue portuguez Una, para o que re
    cebe carga, e trala-se ernn os coisignatarios T. de
    Aqulno Konceca & G. raeeeseres, na ra do Vi
    gario n. 19, I." andar.
    Para.
    A barca nacional Uulina sahir com brevida
    de ; para carga trata-c com IV-reira A'ianna &
    C, na ra do Vigario n. 7.
    PACIFIC STEAM NAVIGATION COM
    PUN
    Linha quinzenal
    0 PAQUETE
    espera-se da Europa aleo dia li do corrente,
    t depois da demora do costume seguir para o tul
    do imperio, Rio da Prata e costa do Pacifico, para
    onde reoeber passageiros, encommendase dinhei
    ro a frete.
    OS AGENTES
    Wilson Rowe A C.
    14HUA DO COMMERCIOii
    Santo Antonio
    Pacilic iSIcarn Savigalio Company
    Linha qnlnzeiial
    O PAQUETE
    MAGELLAN
    at o dia 12 do correte, e de-
    do costume, seguir para L-
    passa-
    espera se do sul
    pois da demora
    verpool, va Lisboa, para onde recebera
    geiros e carga.
    OS AGENTES
    Wilson Rowe A C.
    _____ IIRA DO COMMERCIOli
    Onll'WHA
    DE
    NAVEGACAO BAIIIWA
    LIIIITU
    Maceitf. Penedo, Iracaju
    e ICaliia.
    E' esperado at o dia 8 Je corrente dos porto
    cima o vapor Penedo, e seguir para os mesmos
    no dia seguinte ao de sua enegadi
    Recebe carga, passageiros e dinhero a frete a:
    tratar com os seus agentes Antonio Luiz de OH-
    veira Azevcdo C, ra do Bom Jess n. 87.
    TELS:
    Nexta-feir 5 de agosto
    O afete Martina far leilo em um ou mais lo,
    tes, dos movis, loor;a, bebidas, frem d> cozmba-
    e mais pertenea* do hotel Q. 31.
    i*i II bom ilo da cima.
    Leil
    o
    DE
    artigos.
    louga, vidros, 1 piano de Jacaranda e mui-
    tos (nitros
    Hoje
    s II horas
    leilo, por
    i ibilia de
    s, guar-
    i marque-
    , ditas de
    .iparidores,
    liapoznhos
    de moldura
    O preposto do gente Pestaa far
    conta e risco de quera peitencer, '' '
    junro, 1 dita deamatvllo, guan-
    *>s-roupas, camas francezis par
    zdes, marquezas, caderas de l i.
    bracos, concolos, mesas red :.:
    commodas, crteiras, secretari
    de palha para meninos, 2o e,
    dourada, 1 dito oval grande-, 8 ditos de diversos
    tamanims, 9 transparentes fino?, 12 dnzias de ca-
    chimbos de lnuca, vestuarios para baptizados, ca-
    zaveques de alpaca enfeitados, camisas de linbo e
    cambraia bordadas para senhora-, gallas decam
    braia com manguitos, cintos de setim, inaclilhas
    pretas para senhoras, 270 vados de granadme
    com listras de seda, i o libras de retroz de diver-
    sas cores eumaporco de tacos para bilhar, e
    muitos outros objectos avulsos.
    (uarta-feira 3 do corronti-
    A' RA DO VICARIO N. 11, ARMAZEM.
    As 10 lloras da inaulia.
    Hrmik
    LEALAO ,
    Dt:
    pianos nov.w e usa.hr-
    pni'M li<|iitdacil no correr do irvirilo.
    QUARTA-FEIRA 10 DO CORRENT
    Neeida:
    9 elegantes planos novo* de armario' dos mais
    afamados fabricantes de ParN, t dito de mea
    cauda do celebre fabrcame Plevel, 3 ditas de
    armario usados.
    Antonio Jns de hmm$i quereudo acabar com
    o deposito de pianos, "far leilo ao correr do
    martelln. por hueivi'-a^a* do agente Martins, d*
    lodos os pianos novos e usados, existente* emeeo
    armazem de deposito.
    A' ra do Baro da Victoria 12, entrada
    pelo sobrado n. 14.
    Princfiiar leilo s 11 horas do dia.
    Precisa-se alugar um
    preto de meia idade: nesta
    typpgraphia._________. J
    311,01)1) KS. f
    Boa p-rit.ifinnoflfi
    EMPREZ.4
    inris.
    Quarta-feira 3 de setembro
    Recita .extraordinaria
    Kiaa benclicio do actor
    K'-presenlar se ha o umita applaudido drama
    em .'i actos, de Aniceto Bonrgeois :
    Pela thesouraria provincial se faz publico
    que do dia i do cnente em diante pagam-se nes-
    ta reparticao os vennmentosdosempregados pro-
    Vincies relativos ao mez de agosto prximo findo.
    Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
    buco I- de setembro de 1873.
    O official-maior,
    M. A. Ferreira.
    [Tradnccao
    fENDIGA
    actor Julio Xavier.;
    1.a classe.Porro de panno fino preto guarne
    cido de bordarlos do metal dourado ou prateado
    de galao entrelio com emblemas mortuaros.....
    804000.
    2.a elaam Tudo como na primeira classe, mas
    de qualidade inferior OOiOOO.
    3.; classe. Furo de panno preto puarnecido
    de galSes de palheta. simples ornatos 40*000.
    4.a classe. Forro de alpaca preta e galoes ordi-
    narios sojoro.
    5. classe. Porro de metim l'lOOO.
    6.* classe.Simples inadeira &m os seguintes
    lamanhos:
    DeO-.JO aO-,ai 3i000.
    De0,90 a 1-:m> M De Ir40 a 1.-so i)00.
    Os atades er das ditas classes nao
    serao pregados, e crio Jobradicas e uina aldraba
    e tranqneta.
    O alug;i ixdes para condcelo "dos ca-
    dver a m.ii |'.-ra o cemiterio ou deposita-los
    em igrejas, ser de 4J30 a lli000 para, adnllns,
    conforme n oniameta;io, c para pirvnlos de 2
    a 84000.
    SANTA CASA DA MISERICORDIA DO
    RECIFE.
    A Hlma. junta administrativa da santa casa da
    Misericordia do Recife, manda fazer publico que
    oa sala de suas sessdes, no dia 5 de setembro, pe-
    las 3 horas da tarde, tem de ser arrematadas
    quem mais vantag"ns olferecer, pelo tempo de um
    a '.r s annos, as rendas dos predios em seguida
    declarados.
    ESTABELECIHEJTOS DE C.ARIDADE
    Becco do Abreu;
    Ssbrado de 4 andares n. 1 48OJOO0
    Ra larca do Rosario.
    Terceiro andar n. 24......230J000
    "PATRIMONIO DOS ORPHOS.
    Ra de Gervazio Pires.
    Casa terrea n. 2 ...... 1^6 .000
    Ra da Sen:ala-vclha.
    Casa terrea n. 16...... 209OOft
    Becco das Boias.
    Sobrado n. 18....... 421 000
    Ra da Cruz.
    Sobrado n. 14.......1:000*001)
    Os pretendentes develo apresen'ar no acto da
    irrematacao as suas llancas, ou compareeerom
    icn panhados dos respectivos liadores, devendo
    pagar alom da renda, o premio da quantia em
    ;pie for seguro b predio qn? contiver estabeleci-
    menio commereial, assim como o servico da Jim-
    peza e prcciis dos apparelhos.
    Secretaria da santa casa da misericordia do Re
    3ife, 2 de setembro de 1873.
    O escrivo
    Pedro Rodrigues le Souza,
    Companhia de Seguros ti-
    lidude Publica.
    NSo se tendo reunido mira ;ro dos M's. accie-
    nistas nai o.; a do corrento, a n esta-
    tutos de novo os c no reunirem na ra
    do Vigirio n. 6, sexta fura .'i do corrente a urna
    hora da larde, para ?e fazer a fcle<,au da commis-
    o d exame de coatas, e se proceder de con-
    Tribunal do commercio.
    Pela secretara do meritissimo tribunal do com-
    mercio desta pnvincia se faz publico que no mez
    de agosto ultimo foram registrados os dous con
    tratos antinupciaes seguintes :
    Escripturade contrat antenupcial celebrado en-
    tre Miguel Ferreira de Mello e D. Mara Candida
    Feneira, esta solteira e aquello viovo. entrando
    para o consorcio D. aria Candida Ferreira com
    duas casas terreas sitas na EHftdQ Commercio da
    eidade do .Vatal e um terrA sito a.> mesmo lu-
    gar, estimados estes bens d^^^B 7:00000;i,
    nao bstando sujeiioe ditos bens e es que ella de
    futuro possa ter advindos de a .rojioivo, o
    Lqual so ter a adminitracio i^M i'falleren-
    do ella e- ti plante com prole, serlo mseus fllhos
    herdeiros de ditos bens, e no caso de fallecer sens
    filhos passaro os bens para o seus hrMer-is ; e
    quando nao os tenha para quem ella deterrciuar
    por testamento ; qu rattecedo o futuro esposo
    primeiroaae'eJU qo.-r com prole quer sem ella,
    os sbranos bens licaro pertencendo in totum a
    ella estipulante.
    Wem celebrado entre n. Mari a'Angelina Filguei-
    ras Machado, viuva de Narciso Jos Machado e
    Joao Diaa-Martm?. soltekp, sori as seguintes bases :
    que nao havef em cw algum commqnbao dos
    bens com que cada um deiles entra para o casal:
    qno os bens com que a futura espo'a entra sao,
    urna parte da caso de sobrado de nm andar e
    O papel da protogonish iewmpeBhad i pela
    artista
    Manuela Lucci
    e o de Jo.lo Paulo B-vghen |>el actor,
    \i.sto Bahia.
    Em seguida o actor Eduardo ^ Iva res. em ob-
    zequio ao Beneficiado, recitar a magnifica poe-
    sa patritica :
    A fKSK-gtm de [fuaijt.
    Terminar o eapectaeolo com o lindo dueto :
    0 eslndaiile e a lavadeira
    cantado pelos artistas
    OLYM IA .E FLORN DO.
    Principiar s 8 l|2 horas.
    7 de setembro.
    Em consequeneia da grande pr.ieura de bille-
    tes, smente st reservnm as encoinmendas al
    quarta-feira do corrente.
    Tira
    SANTO ANTONIO,
    EMPREZA
    fomk IVsli irad'i^tkM
    Sabbado
    GUTMHA
    .essa^erieTmaritimes.
    At o dia 8 do corrente mjz e-pera-se da Eu-
    ropa o vapor francez Rio Grande, o qual depois da
    demora do costume seguir para Buenos-A vres,
    locando na Bahia, Rio de Janeiro e Montevideo.
    Para condicoes, fieles e pasfagens, trata-se na
    gencia, ra do Commercio n. 9.
    Ateo dia 10 do corrente m-'z espera-se dos por-
    to Jo sul o vapor francez tfrymanthe, coinman-
    dante Boube.o qual depois da demora do costu-
    me, seguir para Bordos, tocando em Dakar (Go-
    re) e Lisboa.
    Para condicoes, fretes e passagens, trafa-se na
    agencia, ra do Commercio n. 9.
    LEILO
    DE
    dividas
    Para o Rio-Grande do Sul.
    Pretende seguir com muta brevidade a palha-
    bote Rosita, por ter alguma carga tratada e para
    a qne Ihe falta traia-se com os consignataries
    Joauuim Jos Goncalves Beltrao & Filho : ra
    do Commercio n. 3.
    na
    importancia Je 52:2935205
    HOJE
    O agente Martins far leilo por mandado do
    Illm. Sr. Dr. jaiz de direito especial do commercio
    das di>idas activas da Btsssa fallida de Duarte &
    Medeiros,na importancia de 52:2934205; os preten-
    dentes poderao desde j examinar a rtlacao dos
    devedores em mao do agente.
    No armazem da na Jo Imperador o. 48, s 11
    horas da man ha.
    Boa gratifica cao
    Perdeu-se hontem (i:i do corrente) na cidade de
    Olinda das G para 7 horas da larde, urna pul-eira
    de. ouro de le, tendo a lila arrendada rom urna cor
    fusca, no centro tem uinlaco riiiaspunlat sao cra-
    vadas de pendas, no centro ddle urna grande es-
    meralda quadiada, ac.inpaiihada do cada lado
    com una perola ; perdea-se a mesma do oitao do
    Amparo em sejnimenlu a mesma na, Quatro Cin-
    tos, Matliias Ferreira, subida do |>eeco que saho
    em S Pedio Vrfho. ra de S. Bento at a entrada
    do hirco Porto Seguro, dalii ao rollar ao pateo da
    Ribeira e ladeira i:i im-sma : roga.se a quem anhar
    e quen ndo restuir, dirija-so ao ottiu do Amparo
    casa grande, oue t-in um purtao ao lado, ou no
    Recite, largo do Parafzo n. 28. ou 2 andar,
    que se graiificar mu i lo generosamente.: pede-se
    aos Srs. oun.es, ou quaesquer outra pessoa *
    quem for olferejida, fa.a o favor de apprehender,
    e lava-la a qu; l.pier um dos lugares indicados.
    Muita attencao
    Anda continua o armazem de tonca' de barro
    em Hqiiidarao, nos fundo< da loja da'rua da Im-
    peratrizn 51,'mirada |iela eseada
    Moleque.
    Precisa-so de nm de 12 a 15 annos, para ser-
    vico de criado, qne seja liel e intelligenle : na
    ra Nova n. 19, I. andar.___________
    O erece-se um fetor pr.ttico para engenlio :
    rata-re na rna da Roda n. 48.
    - Precisa um casal alugar melada de urna ca-
    sa de familia, que nao exceda de 10* mensaes
    na ra da Palma n. 65.
    A familia honesta que precisar de urna mo-
    ca para costurar, drja-se ra Velha n. 59 qua
    echar com quem tratar.
    ItIMJI.
    Aluga-se urna casa na ra de Mathias Ferrei-
    ra, com quintal e cacinba : a tratar ra do
    Amorim n. 37.
    Companhia
    LEILO
    oifa e
    m
    Para a Bahia.
    Pretende seguir com muita brevidade o palha-
    bote nacional Joren Arthur, tem parte de seu
    earregamento engajado, e nara o resto que Ihe
    falta trata-se com os seus consignatarios Antonio
    Luiz de Ol veira Azevedo 4 C, no seu escriptorio
    ra do Hom Jess n. 57.
    .DOMINGO
    7 de setembro
    MiAS tMCAS BEPBESEKTACES
    do magnifico drama eral actos, original brasile-
    ro dos distiuclos paulistanos U. do Amoral e
    C. Barata
    OnR^tlia Franeeza de !\avega-
    Cil a vapor
    Linha mensed entre o
    i
    cojo assumpto tirado da gu-rra entre o Brasil
    e o Praguay
    nynano nacional.
    Paeaiaw patriticas. (
    Brflhantc aliegoria.
    Msicas marcaes, fogos cambiantes, theatro de-
    corado com as cores nacionaes, etc., etc.
    O 2.a acto do drama e passado no Paragey.
    0 espectculo de sabrado terminar com a de-
    sejada comedia em I acto :
    ROSITA
    ou
    Os apuros d'a eslninnlt1.
    aa qual a actriz Manuela Lucci deseinponhar
    i ditrerentes papis, e o de domingo com a come-
    dia em t acto:
    experiencia
    Havre, Lisboa, l'ern uul.u.-o, Bahia,
    Rio de Janeiro, (Santos, somente
    na voita) Nontevid, Buenos A
    res, eom baldeacao para o Ro-
    sario).
    STE1IIER
    Y1LLE DE RIO DE JANEIRO
    Coininandante Fleury
    E' esperado dos portes do sul at o dia 3 de
    setembro prximo, seguindo depois da demora
    precisa para o Havre com escala por Lisboa.
    Recebe carga para Antuerpia em direitura, e
    para Liverpool,por baldeado s expensas da com-
    panhia.
    Relativamente a fretes, encommendas e passa-
    Seiros, para os quaes tem excellenles accoramo-
    acdos por precos reduzidos, tra/a-se com
    OS CONSIGNATARIOS
    AUGUSTO F. D'OLIVEIRA A C.
    i2 -Ra do CommercioEntrada pela ra
    __________' do Torres.
    o
    Porto e Lisboa.
    Recebe passageiros a barca portuguesa Sota
    Syrrip'ithia, para os quaes tem excelentes com-
    modos : a tratar na rna do Vigario n. I, primei-
    ro andar, escriptorio de Bailar, Olivera & C

    A SABER:
    Urna mobila de Jacaranda a Luiz XV (nova), 1
    cama francezi de Jacaranda, 1 guarda roana do
    amarello, lavatorio de mognocum ns|nlh i lampo
    de pedra, 1 bidet, 2 pares de jarros c u pingru-
    tes, 2 candieiros a gaz, I escarradcias, 1 iipete
    para sala, 1 apparelho para lavatorio. | narita-
    louga, 1 mesa elstica, I meia cmnnvjda de ama-
    relio (nova), 1 meia dita usada, 1 appaielho de
    porcelana, completo, para jantar, 1 dito para cha,
    12 copos de crystal para agua, 12 clices de dito
    para vnho, 2 garrafas finas, i par de compolei-
    las, 1 lerno de bandejas muito finas.
    Hoje
    A's O fiji horas.
    Por intervencao do agente I into
    No primeiro andar do sobrado da ra Direita
    n. 79.
    DE
    una pmte do sobrado n. 22 da ra dos
    Quatro Cantos eni Olinda'
    L'ma dita do Sobrado sito mesma ra.
    Hoje
    0 agenle Martins far leilo, por mandado do
    Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, das par-
    tes dos sobrados cima, pertencentes massa fal-
    lida de Manuel de Souza Carneiro Pimpao.
    No armazem da ra do Imperador n. 48, s II
    horas do da cima.
    11
    riea des
    a na do !lnr
    Porto
    o
    mdico a barca portu
    a tratar ra do Viga-
    e Lisboa.
    Recebe carga a frete
    gueza Atora Sympathvi
    rio n I, primeiro andar, eseriptorio "de" Bailar
    Oliveira-A C._______,
    Kio de Janeiro
    O brigue nacional S. Paulo, sabir com brevi-
    dade ; para carga, trau-se com Pereira Vianna
    fc^C. na ra da Vigario n. 7, primeiro andar.
    n. 38.
    Quinta-feira de agosto
    s 11 horas da manh
    lor interveucito do agente Pi-
    nlni Horfcs.
    SENDOs
    Urna machina hydraulica com pertencas, I ha-
    lauca decimal, 1 grande balcao e grade de madei-
    ra para escriptorio, 1 taxa de ferro paraengenhn,
    1 dita de cobre, I bomba para agua, 1 dita pe-
    quena, t caldeira a vapor, 2 ditas de fabricar sa-
    bao, 1 reslriadeiras de madeira, 3 bicas, 1 mesa
    de piaho, 1 caixa com formas para fazer vellas, 4
    mesas para assentar as formas, 1 ^aldeira de fo-
    Iha de Flandres c-ra torneira, 1 taxa pequea de
    cobre, | ,-'so de ferro de 2 arrebas, e outros
    ObjcClOS.
    Eslabelecimento prop lo para qnalqner princi-
    piante, sob condicoes a dinhero ou a prazo, na
    propria fabrica cima declarada.
    ?
    hotel da ra larga do Rosa-
    rio n.31.
    CONSTANDO DE :
    mesas, aparadores, .caderas, mochos, um
    grande guarda-louja, cerveja, vinhos,
    trem de cozinhn, louen e mais pertencas
    do hotel.
    O inenrp rador desta grandiosa e utilitaria em-
    preza tem a honra de annunciar pelo presente a
    todos os actuaos e futuros subscriptores de acedes
    da companhia Edificadora da provincia de Per-
    nambuco, que acaba de remeter para e goveruo
    de S. Xf. Imperial, por intermedio do Exm. presi-
    dente desta p'ovincia, diversos papis o documen-
    tos na forma exigida pelo decreto n. 2,711 de 19
    de dezmbro de 186U dos ais tinham sido de-
    volvidos alguns por nao esiarem com toda a for-
    maldade do dito decreto, em oceasio da primei.a
    remessa encaminhada por e-ta presidencia, em 2K
    de jimlio de 1872.
    'Mnvencido de. ter preench ido, agora, todas as
    ii i maHdades e exigencias do supradito .decreto,
    c o'a que vista das boas informacoes dadas por
    '' -idenca. o governo imperial se dignar
    il'-::;.,iiir o niuis [Kissivel a facturado decreto
    autorisando a companhia Edificadora a dar come-
    to a_suas nperaedes em principio de janeiro-
    A pruneira emissSo de 5.000 accoes de 100/
    cada urna, determinada p< lo do art. 3* dos
    estatuto^ com data de 10 de junho de 1872.
    acha-se subscripta at 13 do orrente, por 110
    assignantes forman lo um total
    de.......... 2,860 acedes
    ficando a distribuir .... 2,140
    Mal 3,600
    das quaes
    3,000 subscriptas era Pernambuco e
    2,000 a subscrever na praca do Ro de Janeiro,
    -------paga veis por inteiro de urna so ves com o
    o.OOO descomo do 10 / logo depois da inslalla-
    pela directora administrativa, da primeira pres-
    t,ic..lo de acord com o nico do art. 7 dos res-
    pectivos estatutos.
    So Deus nao mandar o contrario, o incorpora-
    dor da companhia espera ter a satisfayao de ma-
    nifestar sua rratidso ao principal autor da le
    provincial n. SS8 de 2(l de junho de 1862, qne ho-
    je ocrnpa dignamente' a cideira desta presidencia,
    e dar oceasio a S. Exc. o Illm. Sr. commendador
    Henrique Pereira de Lucena, de tornar seu nome
    mmorredouro e de ter a honra de dar sua assig-
    oatnrai acia ,na sera oieinn"mente lavrada por
    oceasio do assentamento ;la primeira pedra da
    primeira edificado da companhia, cuja data dar
    principio aos quarenta annos do duraciio das dis-
    pensas que a le provincial n. 533, j citada, con-
    cedeu ao incorporador. para a dita companhia,
    cuja realisacao foi adiada al hoje em razio da
    crise fiuanceira, e dos cinco annos de guerra com
    o Paraguay, que paralisaram a realisacAo de dna
    companhia, cuja nece-sidade indispensavel re-
    sentida po. todas as rlasMS em razo da falta de
    casas apropriadas para cada urna deltas.
    Recife, 20 d agosto de 1873
    _______ F. M. Duprti,
    ftisjii' pirliribr
    mu
    Salvador Henriquo de Albnruierque, ensiua e *
    prepara as sen oras que so <|nizercm habilitar
    para os concursos s caderas de instruceao pri-
    maria ; presta-ve a ousinar por casas e collegios
    particulares nesta ciilade e seus suburbios a mes-
    ma disciplina e todas as materias do ensino ele-
    menur a alumnos de um e nutro sexo. Tambem
    lodas as tardes em ua ca^a lei'Ciona '* esludan-
    tes de preparatormv que precisai^m de habilitar-
    se para o exame de pTtuguez. Ensina igualmen-
    te arithmeiica e geometra rom lodo o desenvot-
    vimento e appticacdef. Largr do Paraizo n, 8,
    segundo aiuUr, das nuairo horas da tarde em
    diante.
    Joo Ignacio da Gfjtt lem Un seguir vtagem
    para Europa, a pnr isso avisa ao reepettavel corpo
    imercio que dei.xa floar por sem bastantes
    procuradores un-1. lugaro Sr.J.iaqaim Jos H n-
    c.ilvcs lieltrio, um i- o Sr. Joaqun Jos &wprj>
    ves Bellro Jnior, em 3.a u Sr. \ntcnin G^a.
    ves Uellrao,eenc >esnegu
    commerciaes at final li'inidafAoi-ontrosimapro-
    veita a oceasio de ag^rail itosamente a
    grande e bondosa bospitaNdade qil recebeu nesta
    heroica provincia '
    i
    )

    -

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    r 'i i'
    Diario de Pernambuco Quarta feira 3 de Setembro de 1873.
    '5
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    g Consulto <*nfeofia~i!
    * thico
    ______
    0

    t
    fusjo
    U lar Saiiftm Mello
    VI--------lian i! Ii^-r:i !..r-------II
    j&* ffc Gratis sos pobres.
    Residencia i una Nota n. 7, segundo ^
    andar, onde d consultas das 6 s 9 da 0
    raanlia e das 3 as 6 da urde. XX
    t
    Chamad fu^uer hora.
    rugido.
    150^000 de gratificaco.
    Anseatou-se desde o dia 13 de maio de 1871, o
    reto de nome Alfredo, de trinta e tantos annos
    crioulo e bstanla ladino; este preto perfeito
    eozinheiro, estoln alta, magro albos grandes, i
    esteve no engenho do Sr. Lul de Caiar| em S.
    Lourenco da Matta, orde consta ter parantes, fei
    escravo dos Srs. Adriano 4 Castro, e do Sr, Jos
    Joaquina Goncalves Bastos, negociantes desta pra-
    ?a ; de todos estes senheres foi eozinheiro, lera
    sido visto por pessoas qne o conhecem dizendo
    tue est forro, assim tem podido escapar de ser
    prezo. Pede-se a todas as autoridades e eapitaes
    campo que o pegando leve-o a ra do Duque de
    Caxlas a. 91, toja de tniodeaas do Rival sera se-
    gundo que receber a gratilicaco cima decla-
    rada.
    PENHORES
    Na travessa da ra
    dasCruzes n. 2, pri-
    meiro andar, d-se
    dinheiro sobre pe-
    nhores de ouro, pra-
    ta e brilhantes, seja
    qual for a quantia.
    Na mesma casa
    compra-se os mes-
    mos metaesepedras.
    Negocios de Portugal e Hes-
    panha.
    Domingos Maria Goncalves participa que se en
    carrega promover o bom andamento de quaes que
    questoes judiciaes nos dous paizes cima men ci
    nados, para o que est habilitado com um pessoal
    competentissimo de correspondentes. Escriptorio
    ra Primeiro de Marco n. 53, (antiga do Crespo)
    .iltsixo-a-i.-i^!!ail" nrrdia M de sg'ftn,
    ilo correte auiui, n'sen .- r.ivi di? n wlfil i'anl.i,
    Win na signae;. jurante* : pnja alto, n.aari', |!
    i les, ii-oi ii i rjisln k.v!;ui!-^ uf!iliaf, |. <<
    'ravn .ir, sr. J.,, V.t|.*|ni \'il|. li, i-in in|i fi'in
    IMf'f i'-ril|.;iv:i ll fl.-|,. ,- | ,- ir< I I,. C ijjl' MI .
    Ve:,i ijinia Icv.i {!., un a eas i.e Jt-teiiv, utl a
    na de Santa Hila u. -i quesera recompensado.
    __________^^_ "''armio Alves Aroxa,
    Attencao
    Joio Baptirta Caslnpha- convida nos rredores do
    seu irmao Antonio Bapiisia Caslanba, decido em
    Una no dia o do corronio, a .i;irc-oiitar Mas con-
    las na rda da Madre du Dos u. ;, escriptorio de
    Cunha Irraaos <& C_____________________^^_
    Garanhuns.
    Na ra do Barao da Victoria n. 30, precisa-se
    fallar aos Srs. Pedro du Reg Chaves Peixoto e
    Jos Paes da Silva, a negocio de particular inte-
    resse.
    Aviso
    OnVr.ywe urna eseravs; que san; n;n|ir', co-
    ziili.i: o l..v,.i, ,! 1i .:. ivntliirU .|:i..mi) a 'uizer
    lirija-si: a roa d Imperan; n. IJ, egHiiJo an-
    dar ____________
    O :.liaTV.rass;.vi.v!.r
    ||-.1*1

    !l III II.-III
    ara
    l.i na
    _ re.-et.ti-.
    Jii|>iT!<1i ir
    o. Ti, ,i...,i,. |.i i.-im .,. frrniM at.u-, a st-Qs ir
    mies ()yiinii,i passivo sol a rertoiisabililadt do< meamos (Silva
    i5 Iriuo) e o aiuuiiiciaute livre e exonerado de
    i|uai.|in;r nniH.
    Hiv.ife, 30 da acost de 871
    ;Kranci-c.i de Paula e Silva.
    MEDICO.




    AVISO.
    O Sr. Jos Francisco de Souza Magalhes, vul-
    go Casusa Magalhes, nao mais empregado no
    estabelecimento da padaria n. 6, no pateo da San-
    ta Cruz, que pertenceu a Joo Luiz & Narciso,
    desde o dia 25 do prximo passad). Previne-se
    is, as pessoas a quera o mesmo Sr. Magalhes
    eu pao at 2i do passado, que nao paguem a elle
    quantia alzuma. de dbitos contrahidos at a |uel-
    la data, para nao pagarem duas vezes, os quaes
    sero procurados por pessoa devidamente autori-
    sada.______________________
    Feitor
    Precisa se de um feitor que entenda de servico
    de Hurta e jardim : n collegio da Concoico a
    ra de S. Francisco n. 71
    Aluga-se barato urna* rnea aguas, novas
    na travessa das Barrciras, beccos do Aquino : a
    tratar na ra do Cotavello n. 15.
    Lava-se e remenda-se com
    do Coronel Suassuna n. 209.
    perfeice : ra
    Loja (lo Rubi.
    Ra estreita do Rosario n. 15
    Herraino Ferrei a da Silva scientifica a sens
    amigos e amigos freguezes, que se acha actual-
    mente na sua antiga loja de ourrves, situada a ra
    estreita do Rosario n. i>, denominada Rubi :
    onde espera continuar a merecer a' mesma con-
    rianca d'antes.____________________
    Attencao
    Sabis quem venden a sorle grande ? fui aquel-
    le rapa7nho do chapeo caiadn de branco, da ra
    du Nogueira.
    Aluga-se um mulalinlio do 8 a 10 annos
    ra do Senh'ir Rom Jess das Crioulas n 26.
    ATTENCAO
    Pede-se ao Sr. Ormeville Vctor de Moraes, ty-
    pographo, v realisar o que tratou com Jos Ja-
    cintho de Carvalho quando se mudou de Santo
    Amaro para a ra da Penha.
    O abaixo assiguado declara ao respeitavel
    p-.jblico que juljta nada dever a esta praca, mas
    se por acaso al^uem se julgar seu credor queira
    a|iieseniar sua conta no prazo de 3 dias era seu
    arinazera, a ra do Amortan n. 39, para ser con-
    ferida e imiiiudialamente paga.
    Joao Ignacio da Costa.
    Acougue.
    Augusto Trajano de Hollanda Cha-
    cn, doutor eni medicina pela Facul-
    dade do Rio de Janeiro, chegado ha
    Educo da Europa, onde nos melhoros
    ospitaes dedicon-se aos estudos de
    yop sua profissao e com especiahdade as
    I opera,'oe- e s molestias dos olhos, tem
    ' o seu escriptorio na casa de sua resi-
    dencia a ra Duque de Caxlas, antiga
    das Cruzes n. 9, 2 andar.
    > Consultas das 7 as 9 horas da ma-
    I nhl.
    /gfa Gratis aos pobres.
    9 9 > '#
    Fugo
    do engenho Bento-velho, era Santo Anlao, em dias
    do mez de julho prximo passado, o escravo Ma-
    noel, de 40 annos de idade, preto, bem parecido,
    falla mansa, denles perfeito?, e barbado ; foi escra-
    vo do l)r. Isbello, em Limoeiro, e de Joo de An-
    drade Lima, em Malhadraha : a pessoa que o cap-
    turar e levar ao dito engenho ser generosamente
    recompensada Se for preso perto desta cidade
    pode ser entregue aos Srs. Alvares Quintal < C a
    ra Barao do Triumpho n. 36
    Precisa-se de una pessoa que saiba coser e
    engommar, prefere-se que sja escrava : na ra
    do Visconde de Govanna n. 103.
    Aluira se x easa iTrea da rti.i do Prineip*1
    o 20, eoiii bastante comino los, quintal e cacimba,
    murado: a tratar na ra do Bom Jess, ouir'ora
    da Cruz n. 31, i* andar.
    MOFINA
    Est encouracado!-!!
    Roga-se ao Illra. Sr. Ignacio Vieira de Mella
    escrivio na cidade de Nazareth desta provincia, (i
    favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, i con
    cluir aquelle negocio que S. S. se eomprometteu a
    realisar, pela terceira chamada deste jornal, en.
    ns de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
    passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
    e por este motivo de novo chamado para dito
    9m, pois S. S. se deve lembrar que este negocio e
    de mais de eito annos, e quando o Sr. sen fllho
    achava nesta cidade
    mmmK
    Escravo fgido.
    Fugio do engenho Poco, da comarca de Palma-
    res do termo de Agna-Preta, no dia 28 do mez
    i assado, o escravo Antonio, crioulo. idade 38 a 40
    annos, barbado e esta j pintando de cabellos
    brancos, meio beicudo, olhos um pnuco brancos,
    levou vestido camisa dealgodo azul, calca de ris-
    cado, chapeo de bala parda; fui comprado na
    cidade do Recife ao Si Jos Domingues Kaia,
    morador em Apipucos; julga-se ter ido para Ca-
    maragibe em Porto Calvo, no lugar S. Luiz, d'onde
    antes de vir para o Recife foi escravo de Manuel
    Lins Carneiro de Albuquerque, que p vendeu ao
    Sr. Jos Paulo 3c telho e este ao j dito Jos Do-
    mingues Maia, ambos desta cidade : quem o ap-
    prebender ou tiver noticia, leve-o ao proprietario
    do engenho cima, ou no Recife a Genuino Jos da
    Rosa ra de Pedro Alfonso, antiga da Praia, que
    ser generosamente gratificado.
    8
    Consultorio nicdieo-eirurgico S
    DE M
    1
    g
    8.
    I
    i A. B. da Silva Maia, jf\ Ra do Visconde de Albuquerque n.
    JE 11, outr'ora ra da matriz da Boa-Vista
    2 n. It.
    \f Chamados : a qualqner hora.
    iJ Consultas: Aos pobres gratis, das 2 s
    rl i horas da tarde.
    O
    ^^^sssi;sxssess $
    Consultorio medico fi
    m

    !
    Arenda-se. ra da Aurora n..65, a proprie-
    dade Barra de SeTinhiem, fita no litoral da
    freguezii deste nome, teiramar e beira-rio; cer-
    cada de bastantes coqueirus, com rendas do solo
    a cobrar ; muito propra para plantajes, pesca-
    ras, e para estabelecimento d seceos e molna-
    do?.
    a. v sr
    M
    AMantnA(io.- PAKIZ. ll, minu Icmumi.
    PA8TTLHAS DIGE8TTVA8 fabricadas m Vichy
    com os Saes axtrabidoa it Fontct. Sao de goato
    agradavel e a sua accio 4 corta coaira a Aiia
    t as digtslcs difflceis.
    SAES DE VICHY PARA BAHH08. Dm rolo
    por um banho, para u pessoas qoa alo podn
    ir a Vichy.
    Para evitar ai imitaj6*i
    exigir em todas ai productos a marta da
    CONTSUTI 00 HUBO FIUCU.
    Os productos de cima achlo-ie :
    Em Pernami.uco, TI88ET f-;-A. RECORD.
    CI mi I
    aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
    REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
    pois que os ha d rap de outra f arica e nome diver-
    so, e com papel da mesma cor, c yo desenlie se pode
    confundir com o d'aquelles.
    Os apreciadores que qufeercia do verdadeiro REA
    PRETA, devem para nao erem engaados yer que
    os botes tragam o noma de MEXJR05T & 0., _e a desig-
    naqo de REA PRETA.
    MEUKON ""
    :"'
    -*>.a

    O
    Oilerace so una sennwra portugueza recen -
    mente ehegada para eninar meninas era algn)
    engonbo, on n sta cidade, ensinando instnicc/io
    priu aria, borlaJ de todas as qualidades. flores,
    etc. : qoem precisar dirija-se a ra da Impera-
    tria ii. 3, luja.
    Aviso
    Acha-se aberta urna loja de pintor e imaginario
    dispusicao dos Srs. freguezes, offerceiido-se para
    contratar quanta obra appareca ao sen estabele-
    cimento, com a ntaior vantagem que possivel, e
    de admirar pela barateza, cono tejara : doura-
    ment de igrejas ou capellas, e iraagens de todos
    os tamanhes, cyrius e cruz para irmandades, ban-
    quetas para altares, e tudo que for de seu officio
    e de admirar tanto pela perfeico como pelo prejo,
    do mais moderno e melhor gosto que possivel.
    Quem quizrr dirija-sc para villa de Bezerros que
    l encoiiirara Manoel Adolpho Silva Ramos, que
    os receber com lodo agrado.
    DO
    Dr. llurillo.
    RA DA CRUZ .N. 26, 2.. ANDAR.
    Recem-chegado da Eurepa, onde fre-
    quentou os hospitaes de Paris e Londres
    pode ser procurado a qualquer hora do
    da ou da noute para objecto de sua pro-
    fissao.
    Consultas do meio dia s duas horas
    da tarde.
    Gratis aos pobres.
    S. iTi.fi> aus puures. m,
    'r. Especia lid .'cies.=Molestias da pello, de B
    J crian.a e de mulher. Q
    O Ernprega no tralamento das molestias fy

    I
    8

    l
    Aluga-se o bem conhecido e afreguezado ajou-
    gue do pateo do Paraizo com balco de nedra
    marmore o qual tem cinco talhos, balanca e pe-
    zos : a tratar 11a ra do Crespo, loja do Pas>o
    n. 7, junto ao 11 reo de Santo Antonio. ________
    = Offerece-so urna mulher de boa conducta
    Para casa de hornera solteiro ou de pouca familia:
    na travessa do Peixoto n. 7.
    alu<;a=se
    o terceiro andar da ra do Vigario Tenorio n. 20 :
    trata-se na ra do A.uorim n. 37, com Jorge
    Ta- de sua espe^ialidade as duchas frias e
    banhos a vapor, para os quaes trouxe
    os apparelhos mais modernamente em-
    pregados 11a Europa.
    Tambera applica com grande proveilo
    no tra lamento das molestias dp tero a
    electricidade, pelo processo do Dr. Tre-
    pier. Cnra por um processo inteiramente
    novo as blennorrhagias e sobre tudo a
    (golta milil'r) dispensando asinjeccSes.
    Pince-nez
    PeiJeuse um pince nex de ouro. para homem,
    da ra do Capibaribe para a ra da Aurora, es-
    qttt da do Conde da Boa Vista : quem o tiver
    achado, querendo restitui-lo, tenha a bondade de
    lvalo ra da Capibaribe n. 40, onde se grati-
    ficar o trabalbo.
    Precisa se de tima ama para o servico in-
    terno de urna casa de familia e nove pessoas :
    na ra da Soledade 11. 54.
    ~m\m club
    (Pavilhao do Campos.)
    No largo de Santo Amaro aon.le os til has
    da soberba Albion teem de jogar a impor-
    tante partida do pittoresco jogo cojo nome
    serve do epigraphe a este aiinuiiciu, acha-se
    armado um comniodo pacilho com todas
    as bebidas, refrescos e petiscos para os fre-
    quentadores de to djvertida cousa, e qual
    pavilhao seudo pr.ipnudaue da Pastelera do
    Campos, ilev oiTer blico sufficiente garafitia do modo porque
    se acha fornerido 1; porque satisfar a to los,
    com es|eciali a le as Ilustres familias que
    quizerem apn ciar o divertimento in-
    gles.
    A loja do predio dn ra Marcilio Dias n. 120
    confronte tamben) para a d Lomas Valentinas,
    Sresta-se a qualquer negocio de fazendas, miu-
    ezas eu molhados, um grande e pequea ecal 1.
    A safra do assucar est prxima, e indubitavel
    o bom resultado comraodo o?lugnrt e tamben) se fas arrendamento
    como melhor eonvier, tem faz, agua e apparefh
    pDramage, e nada deve de imposten : a tratar
    vmt do Imperador n. 81.
    Aluga-se n 3J e 1* andares do sobrado da ra
    do Amorim n. 17 : a tratar na mesma ra n. 37, no
    escriptorio de Tasso Irmos & C._____________
    - Na ra Imperial n. 138, deseja-se rallar com
    o Sr. da propriedade Burralho, a negocio de seu
    interesse.
    As pessoas que tem pretendido establecer-
    se no terreno devoluto que flea nos fundos das
    casas ns. 18 e 20 da ra da Florentina, oule exis-
    te a fabrica de serveja, ctijo terreno liraila-se at
    ra de Santo Amaro, podem entender-se com o
    droprietario na ra do Hospicio n. 3.1.
    Aluga-se o 3 andar do sobrado da ra do
    Vig.11 o Tenorio 11. 20 : tratase na ra do Amorim
    n. 37, com Jorge Tasso.________________________
    Arrendarse, ra da Aurora n. 60, o enge-
    nho S (apar freguezia de Serinhaem, com
    partidos de mnssap e pal, mui prximos da
    moenda, con madeiras e mangues bastantes,per-
    to do embarque, dando-se para esse arrendamento
    algi'.n< anuos de fugo morto.____________________
    Roupa por medida
    ^ Bastos rmao=, estabelecidos ra Duque de
    Caxias n. 88, havendo foito urna grande reforma
    na ofllcina de alfaiale, scientificam ao respeitavel
    publico e especialmente aos seus freguezes, que
    actualmente estilo habilitados a enenrregar-se de
    qnalqaer obra relativa mesma arto, visto que
    frente da respectiva ofllcina se acha o bem conhe-
    cido e insigne artista Lauriano Jos de Barros. E"
    ocioso fazerem aqui o elogio de que o Sr. Lauria-
    no credor, porque o publico desta cidade j o tem
    apreciado ein sua arte. Portante aquelles que se
    dignarem de concorrer a sen dito estabelecimento
    acbarih) nao s a raaiur pontualidade no desem-
    penho de ene mmendas, como amenidade no tra-
    to, aiem da redaccio de precns.
    0 nminm-rnnin
    0

    MEWCO-CIRLItGICO f
    DO W
    Dr. J. 11. Curio 0
    Ra do Mrquez de Olinda n. 25, pri- if
    meiro andar. vm
    Consulta das 9 horas s ll da manh. W
    Chamad a a qualquer hora ^
    0* ' TOM OS DUS
    PESIDft.
    Pede se ao Sr. Virgilio Joaauln) de Miranda
    Seve o obsequio de.vir roa de Ma-silio Dias n.
    13, loja, a negocio de particular interesse.
    Precisa se de 1:300a a juros, dndose hy-
    potheca sobre predio : quem tiver esta quantia
    annuncie a sua morada por este Diario.
    Permuta
    Urna pessoa que desoja possuir para sua resi
    dencia urna casa no bairro da Boa-Vista, que te-
    nha quintal soffrivel, cacimba e nao menos de
    guatro (piarles, offerece a quem eonvier urna per-
    muta por apohees do governo geral ^ d compa
    nhia de Beber: be. Tambe m servir um pequeo
    sitio que seja perto : a iratar na ra do Queimado
    n. 50, loja, ou na do Hospicio n. 61, 2* andar.
    Precisa se de um homem para trabalbo de
    nina coxeira : quera estiver nestas condijoes diri-
    ja se ra do Bom Jess n. 13, qne se gratifica
    com bom ordenado._______^___^^_
    Carros de luxo.
    E' inquestionavel que a cocheira da ra do Bom
    Jess n. t.lj do Joaiuira Pies Pereira da "Silva, A a
    que tem as nielhores berliudas, calecaa, meias ca-
    le,;.! e victorias de Idxo, proprias para qualquer
    noivado, visitas de etiqueta, bailes e actos da aca-
    demia, sendo os mesraos ajaezados de xcellent> s
    partlhss de anima-", arreos luxuosos e boleeiros
    com lardamentos do ultimo gosto, para o que se
    convida ao publico a vir por si me^mo seientifi-
    car-se_da verdade do qne deixamis diti. -prios de
    que nao encontrara i pomada, e sim realidade e
    coramodos precos.
    Saques.
    Cunha Irmaos &Ck ra da Madre de Dos n.
    J 34, acam sobre o Porto. .
    A QUALQUER HORA
    Ccveja vlad.' c .nlras kclias
    VIANDAS
    E DOCES. PARA LANCHLS
    SA CONFE1TARIA DO
    PUNDICAO
    RDA DO
    DO BOWMAN
    N. S2
    Para os pais c fan ilia
    Fortunata Fontes, moradora no 2o andar do so-
    brado n. 16 da ra doCabug, faz lembrar qne
    ahi continua com sua aula de inslrucjao prima-
    ira para o sexo feminino, onde com muito gosto
    le delieadesa ensina a ler, aacmrr. contar e gram-
    maiica nacional, e tambem os traballios de agulha
    je bordados de b das as qrutidadaa, os quaes julga
    dispcnsavel nunura-los; ensina tambem fazer flo-
    res com muito gosto, pois tem disto muita ortica.
    Tambem ensina msica, piano e francs aquellas
    meninas que seus pas Vu queiram dar mais
    completa cdueaio. Acceda ainmnas externas e
    internas, alBancando bom tratamento e preca
    mais commode que em outra qualquer .parte. Na
    mesma casa Irabalha se para fura era flores tanto
    finas como i reasas, e tambem bordado a 01ro do
    li de alto relevo, e croch; tudo com gosto e por
    barato prego.
    Ao publico.
    Domingos Maria Gonealve?, cnsul portnguei
    de 2a classe e en-ai-regado que foi do consulado
    de Portugal em Pernambuco nos ltimos treze rae-
    zes, participa aos seus amigos, tanto nacionaes
    como portuguzcs. que tem o seu escripUn o ua
    ra Primeiro de Marco n. 23, l*anlar, antiga ra
    do Crespo onde pode ser procurado todos es
    dias nao santificados, das 9 horas da manh s 4
    da tarde.
    (Passando o chafarz)
    PEDEM VOS seobores de engcntio e outros igricoltOM, eemprejral-irt-a de m
    niaismo o favor de orna visita a sen estabelecimenlo. pira verera o tiovo .orlimento
    otnoleti que abi tem; Modo ledo superior em qoalidaile e fcridSo; o que cota a ins
    celo res ial pode-se verificar.
    ESPECIAL ATTENCAO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
    7anAios a nrlcio Afacmct ^os m2:8 fufarnos t^lemai eem ta-
    apOQ o rOUciS U gUd oMoboa convfnientes para as diversas
    ircomstancias doi enhoreg propietarios e p ra descarofar lgodfo.
    tfoendas de canna Sai!!os tam;,nh0,' as:meibcres qoe ,qoi
    aodas dentadas v*><***-***"*'"'
    raixas 1e ferro fundido, batido 8 d6 cobre.
    Alambiques 9 fundos de alambiques.
    VTo/llin,Q'rTinfl para mandioca e algodSo,I Podendo todos
    .il,iAllul JillUS e pir3 -prr^rmjdeira. fser OorWoi l (Dio
    RnmiWfl lpor ?gl,a' vm''
    w ni un i de paterite, garantidas........ |ou antmaes.
    roda^ as machinas 6 peca8 de qne 86 c^mi preoisar'
    t?ai qualquer concert *^' ** ***>.
    ffnmvmnm A& f 'f.fljnimflnqfl fncombe-se de mandar vir qnalqaer macb'olssto von-
    1 ?Uu--)IlltIlU{I<;i9* tj.,je ,i(1g clientes, lembrfnlo-bes a vauigej cas compras por intermedio de pessoa entendida, e qne em qoalqoer nectaaidade pode
    -ei prestar anxilio.
    irados araeriesnos t""m" 'f^"-
    RA DO BRUM N, 52 immmmmvg
    PASSAINDO O CIIAFAIalZlconsBiiorioMdfccinifiiol
    # 00 ft
    LUIZ.
    No dia 9 de agosto do correntc anno des.ippa-
    recen do engenho Mega de Baixo, na freguezia
    de S. Lourenc.0 de Te]aeoppO, comarca de (i vari-
    a, o mulato Luiz, natural da Parahyha, que re-
    presenta ter 25 anuos pone i mais ou meiis, cujo
    mulato tem mi eum irmo moradores n > Reci-
    fe e tem os signaos seguintes : ps grarfdes, ca-
    bellos meios carapinhos, urna costura de tim ta-
    Iho n'tim brai;o e o signal bem visivel do dedo
    polleear da m.lo esquerda cortado r,ii.i5i ao meio,
    proveniente de um golpe de foice deacacanrio u;n
    ojeo. Elle sabe ler alloma cousa. Presume-se
    que dito m lato ande pela, cid.idc do Recife. A
    quera o apprehender e conducir -oo referido en-
    genho ou ra da Cruz n. 30. se gratilicai ge-
    nerosamente.
    \
    *
    2L Ra do Imperador 24
    Lindes de piano.
    Urna senhora portuguesa, chegada ltimamente
    de Lisb ia, offerece se para dar lindes de piano em
    casas de familia e por pre.;o razo.ivH : pode,ndo
    dirigic-se ruada Aurora n. o, primeiro andar.
    Furtarm se do engenho l'ereira de Cima",
    sito no termo de Agua Preta, ao amanhecer do
    dia quinta-feira 2t de agosto, 3 cavallos com o-
    seguintes signaes : o primeiro, russo, andador
    de baixo a meio, dentes quebrados, quebrados,
    castrado, frente aberta, beico de baixo branco.
    turado em urna p, com as iniciaes B S. F. P.
    atni de ontros furos antigs. O 2. alazao, fazen
    il i secunda rauda, quatro ps.calcados iguaes.
    frente abrra, beico de baixo branco, marcado em
    cima da p com as iniciaes B. S. F. P. O 3.' cas-
    tanho amarello, castrado, aberto de baixo, frenti
    aberta, nina das mos branca, ferrado no quarto
    direito com a inicial P. no quarto esquerdo J B ;
    cujos cavallos per,tencem ao proprietario do refe-
    rido engenho: rogase *s autoridades p, lioiaes
    a apprehen;3o ros mesmos, e a qualqner pessoa
    que noticias tiverem qu o avise no referido en-
    genho qne gratificar generosamente.
    Manoel Alves Fernandes 4C.
    FUNDICAO DE FERRO
    o
    A' raa do Bario do Triampho (roa h Brain) ns. 100 a Wi
    CARDOSO l IRMAO
    RECEBERAM de Inglaterra completo sortimento de ferragens e machinas para en-
    genhos, as mais modernas e melhor obra que tem vindo ao mercido.
    Vapores de forca de 4, 6, 8 e 10 cavallos.
    LaiQeiraS de sobresalente para vapores.
    JiOenaS lllteiraS e meias moendas, obra como nunca aqui vei.
    laiXaS IlindlClaS e batidas, dos melhores fabricantes.
    tvOuaS Q agua com cubaje de ferro, fortes e bem acabadas.
    KOaS entauaS de todos os tamanhos e qualidades.
    ReloglOS e apitOS para vapores.
    OOniOaS de ferro, derepucho.
    xATaClOS de diversas qualidades.
    Formas para aSSUCar grandes e pequeas.
    QQyjpgl^-Qg concertam com promptidao qualquer obrr. ou machino, para o que teem
    sua fabrica bem montada, com grande e bom pessoa i.
    PnPOmmPnd'm mandam vir por encomtnt-nda d,i Furop.t, qnalquor machinismo,
    Eiiicutuiucuuao para0qUese corresponden)com urna respeitavel casa de Londres
    e com um dos melhoros engenheiros de Inglaterra ; iuoumbem-se de mandar assentar
    litas machinas, e se respuus d)ilisin pelo boin trabalbo das mesmas.
    Ra do Barao do Triumpho (ra do Brum) ns. 100 a 104
    FUNDICAO Dt C H DO S (i A IRMO.
    Lticacao de sitio.
    A higa se um terreno, com,rasa de moradia
    que lem duas salas, eorinha fr, e quatro qaar-
    tos arejados, na ra de Pajsand, estrada da M*
    dalena, defronte da estrada qvte vai para.o hesp
    tal ntirtuguez: procuren) a rna do Duque de Cn
    xias n. 50, primeiro andar, das 10 horas da ma
    rrb ai 3 da tarde.
    Dr. Americo Vespucio.
    <3* toa do Bom Jess, antiga 9
    & da Crux n. 1 andar g
    "v Chamados a qualquer hora, e para *
    99. fora da cidade.
    )f Consultas de l hora s 3 da tarde.
    * Gratis aos pobres.
    0_ Especialidades :
    i Partos e molestias da uretra, operacao *5t
    5S dos estreiuiraontos pelos precessos os *
    %k mais modernos. W
    Aluga-se
    Para os banhos salgados urna boa e espacosa
    casa terrea ra de S Bento era Olinda muitu
    fresca, com terraco atraz, portio ao lado, com
    gaz e agua : a tratar ra do Amorim n. 37.
    Attenqo.
    Precisa-se faltar ao Sr. alores Justino Lopes
    Cardini: ra Jo Lima em Santo Amaro n. 40.
    Precisa-se
    de um nioleque der 10 a 15 airaos para fazer nm
    servico muito leve : a tratar no hotel de Bor-
    deaux, ra Primeiro de Marco n. 7 A.
    Caixeiro. {
    MOST/lflDdr.
    <*}j
    ADOPTA
    NOS HOSPITAES DE>ARIZ AS/ ^LANC \S
    FRANCEZA E NA MARINHA REAL INGLEZA
    Rigou-ot com o mais felii resultado na composicio desta
    papef foi oonsemr li mortarda todas as soas propriedades, obtendo em poneos instaaUa,
    com faciTidade mn effeito dacisiTO com a menor quantidade possrrel
    i 0 problema resolrido por
    el fo"
    U racamentos. (A Boueharat tAnnuatre is tMraptuttqw iM
    b nlfnstnri co hoo, por (nw ka hlcifictdcns.
    Bstefrai
    fif
    V.o'ico (Vepoito pharmrua de P. Maurer & C, ruado Barao da VirAor^
    Prccisa-se de um menino cora pratica ou sera
    ella ; na ra Direita n. 3o, tavorna.
    Aluga so o terceiro andar a casa n. 8,
    rna do Hora Jess: a tratar na mesma rna n. 15
    cora Joaquira Pa& Pereira da Silva.
    Dr
    DO
    Ferreira.
    de Pptain.
    Kva*.0
    Na
    CKtADO
    rna da Alegra n. 40, preci-
    ndui
    criado que d fiador de sua conducta.


    Convite.
    Por deliberacao do conselho parochial da socie-
    dade Propagadra da Instruccao Publica ,da fre-
    guezia da Varzca, sao convidados pela presente os.,
    respectivos associados a assislirero a abertura da
    aula nocturna creada pela mesma sociedade, na"
    povoacao do Caxang, cuja solemnidade ter iugar
    no dia 7 do crreme s 6 horas da larde, na
    casa do professor publico da inesma povoafio o
    Sr. Joo Hermenegildo Xavier de-Salles.
    Caxang, 31 de agosto de 1873
    O secretario,
    Antonio dlJjyho Borges.
    #Cni,slliri,! medio cirurgico
    Antigo gabinete de son pai, roa larga
    do Rosario n. O.
    Cura de hydrocelles sem injecio v*#
    com pancQo capillar. a*
    Abertura de abeessos e extracio de yf)
    derramaraento serosos, pelo aspirador j**


    Dteria dePefinaa&uGo.-- Quara ffcira 3 de Sktemfcro de. 1821.

    Milu
    topo n> d* 2V i, o moleque do nu-
    i Jbat|tttm, o rnjal 13 ou li anuo*,
    ii cara I.rpa, fws larofen hrpfw, regris,
    toe* rnU|i;i du riraAi ais levou cha-
    pas*. Buscuaa so tpie eitejii uesla cidade. Quera
    .ptorar sera gra'iflcado, e o remetiera para
    anbeca, ao Sr. vicario 6etulio, ou eomronnicar
    a5R A N. M. Pinto, roa do Rarao da Victoria
    i:n*.
    PJjrtisa'se d ama criada
    rar para d-.as i'essoas
    ., Io andar.
    para coznhar e en-
    a trotar na ra da
    l'opeiro
    !rcefea..*e de uro eopeiro para* lodo o servir
    setfcario, < que seja de boa ond ta : a tratar
    aamia-d^laipcratrix n. 15, laudar.
    Jbdo de Castro Guimares.
    Varia de Cantn Abielda, Anoa de Castro Porto,
    nrique de Ca-tro uitnaraes, A'ithur Aunusto
    i* Impida, Candida Augusta de Almeida, Maria
    Aftfa-t i pe .\.f!i'iJa Cot o, Jos Fortunato dos
    acjtfoa P.rio, Adriano Augusto de Almeida JorJio,
    eatetrio de Gusmao Coetlio e Francisco Gurge
    *> Amaral, innius, Hobrinhos, cimbado e amigos
    fe feudo Joan do Cauro Guimares, agradecen) s
    pe&*f que se dignaran) acempanh .-lo sua ulti-
    aaajaor:ul.i ; e aproreila a occisio para ciiv-
    fe-fes a'^-si-iircm a urna missa do stimo da,
    qps lera tugar quarla fe ira 3 do seleuibro, s 7
    ?{Sluras da maula, ua malrii da Boa-Vista.
    wemmmmmmmmmmmmmmm
    Citnui.-l .!>s" Crtii'ls Teixeira.
    U. Anni Lmza V.eira TMxeira, viuva, capitiio
    J> Garlos Vioira Teixeira, D. Guilhermina V.
    *tiira, e 0 DoiilinAa V. T. Moutarrovos. filho,
    achare! Maxiiniaoo Ribeiro de Aguiar Montar-
    svijes e D. M-iria Amnlia de Figueiredo Teixeira.
    fep'os, n I). Anua S. de Aguiar Montarroyos, Jos
    Sartas de Castro Teixeira o D. Maria E. de Castro
    Teixeira, netos, cirdealmonte agradceme*, pes-
    aos quo se dignaran) prestar os ltimos odiaos
    in amsado e honras fnebre* ao nunca asss cho-
    rado coronel J >s Carlos Teixeira ; e de novo
    ronridam aos amigos do finado para as^istirem
    ao suffragios du 7.* dia, na igreja do Carmo, 6
    ftoras da nianlia do dia 5,6.' feira.
    a -ni i ii ~rrmwBiiiii i ii Jos Alves da Silva Gui-
    mares.
    O. Anaa Cecilia da Silva Guimares, tendo de
    sudar rerar algnmas missas pelo eterno repouso
    & sen finado marido Jos Alvos da Silva Gui-
    asnries, no dia sabbado 6 do c irrcnte, primeiro
    aniversario do seu passamento ; roga a seus pa-
    jeles e amigos o caridoso obsequio de assistirem
    a hn acto no referid i dia as 7 horas da ma-
    iba na igreja m.urie de Santo Antonio desla ci-
    tete. ,
    Manocl Barbosa da Silva
    Jnior
    Manuel Barbosa da Silva, pos-
    suido da maii pungente dor, agra-
    dece do. intimo dilua aquellas pes-
    soas que acoirrpanliaram ao cerai-
    torio publico os restos mortaes de
    mu extremoso e sempre lembrado
    filho Manocl Barbosa da Silra Ju
    b*v" ; e dnovo as convida para que se dignom
    issi.-tir as niissas do stimo dia que manda tesar
    *>:;;reja do convento de -'. Francisco, pelas 6 l|2
    turas da manda do dia ifuiata feira i do cr-
    reme.
    Nao duvidein
    S na' ma do do Orespo n.
    2Q, lqja de Guilherme &
    C. que se podem vender
    as fazendas abaxo, Npelos
    prcos seguinte6:
    I-liinlias ucocesas a 240 o covado
    Ditaa de lislras padroes novos a 280 o covado
    Ditas com listras de seda \ 400 rs, o covado.
    Alpacas com listraa a fOO rs .o ovado.
    Merino asselinado para roturar a -360.TS. o ao-
    vado.
    Chapeos de sol de seda com cabo de oaso a 8j.
    Algodao de listrat americano com poquano de-
    felto a 320 rs. o covado.
    Bros pardos e do cores a 400 e 4W rs o covado.
    Bri'.n branco lona a UCOO a vara.
    Cambraia. preta com listras e llores brancas,
    proprias para luto, a t4' rs o covado.
    Dita" Onas de cores a 480 rs. o covado.
    Cretone para camisas e ve;ttdo9 a 440 rs. o co-
    vado.
    Chitas rxas c de cOres a 200 o 2*0,.rs. o eo-
    vado.
    Grosdenaples preto do eordao a 2^400 o covado.
    Colchas adamascadas a 3#300 e 4J-
    Ditas de croch a St.
    Cobertas de chita adamascada a 3500.
    Cobertores de 11 oscuros a 2
    Leneps de bramante a i$.
    Ditos de algoda. a U400.
    Toalhas alcochoadas a 64 a duzhv
    Lencos de cassa com barras a IX duzia.
    Ditos ditos de abainhados a 2 a duzia.
    Ditos de esguiao a 35-00 a duzia.
    Cambraia lisa a i e 4#500 a peca.
    Dita Victoria lina a 3800.
    Cortes de casemira fina a 5#
    Atoalnado a 2# a vara.
    Camisas inglezas forradas, com paito de linho,
    pelo diminuto preco de 38#O0O a duzia e 3#5O0
    cada urna.
    S na loja de Guilherme & C, ra do Cros-
    po n. 20.
    fabrica do co
    Joaquira Jos ^k>ne^l
    Beltro & JFitki
    Teem paca vuidt^&oo SU eseriptorio rta 'do
    ' Comnierclo n. o seguinte :
    AGURDEME do caj :'#ixa de 12 garrafe
    c de laran.a, Wom idom,
    ARCOS de pao para barril.
    CAL de Lisboa, rocenteraent chegada.
    CHPEOS do sol, para hooiem e senuora, Jabo,
    de marfiui Amo.
    FEIXES do ferro, lara porta.
    FIO meuail#^PouBno.
    LINHA de roriz.
    OBRAS de palheta.
    KAKjO de algodao da Babia, da fabrica do
    ^^ mendador Pedrozo.
    Rfcn'BOZ de todas as qualidados, das fabri
    Peres e Eduardo Mililo.
    ROLlAS proprias para botica.
    SLtAPARIllLHA do Para.
    vELAS de cera de todos os tamaitos.
    VINHO enmrrafado do Porto, caixas de 12
    raas.
    dito Moscatel do Dc-uro, idom idom.
    dito Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
    c da Italia engarrafado, eaixa* de
    rafas,
    do Collares superior, em ancorctas.
    < de taja; caix#* l II gar.taa.
    Malvasia. do Douro, caixas conv 12 pfi
    Carcarcllog, dem idm.
    Chapeos piira^cnlnifafc
    Aaaral Ifabaco MC. recebm um comploto
    sortimento de chapeos de palha de Italia, wda
    e roMudo, preloi par lato, e decMB. enfeifa'dos
    Sobrado em Ofinda*
    Vende-so o sobrado de um andar n. 18 na la*
    deira da Ribeira em Olinda, reedificado ha pouco
    lempo, multo fresco e proprio para quem preci-
    sar lomar banrrs salgados : a tratar na ra do
    Ilom Jess n. 49
    Hesperidina
    Verdadeiro bter hesperidina, superior e acre-
    ditado : venda no armazem de Tasso. Irmaos A
    C, na do Amorini n. 37_________
    Nova remessa de cha, fumo
    e rap.
    Amaral, Nabuco & C, Tendera cha preto e ver-
    de, fumo ingle/, para cigarro e cachimbo, e rap
    fiancez e nacional : no Bazar Victoria ra do
    Bario da Victoria n. 2.
    Potassa
    nova da Rossia, desembarcada ltimamente e em
    meios barris : vendem Cunta Irmaos 4 C. ra
    da Madre de Dos n, 34.
    #
    BAZAR NACIONAL
    Ra da Imperatriz n. 72>
    DE
    Lotciico Percira Mciidcs Guimares
    o maisbarato que for possive!,
    com bonitas flores e fita : vendem no Bazar Vie* SA,'- csie grafida eilaltclocimento
    jorja, i roa do Uafio da VMrla n. 2, antera gad0 uw btm,soturno^ tk nwc
    Na.
    Insignias NftfWMs*
    Amaral Nabuco & C. vendem. insignas nuco
    nicas, graos 3, 48/17, 30 e 33 : no Bazar-Ye'
    toria n. 2, amiga ra Xova.
    Caadlas fnebres.
    Amaral Kabuco & C. receberam um comoklo
    ortimento de capellas fnebres com diversas ins
    eripcoes e^ vendem por commodo preco : no. Ba-
    zar Victoria, ra do Barao da Victoria n.
    liga ra Nova.
    *,-
    Angola kjiiiiMg.
    ^Vndese em casa de Okel Btndloss 4 (1, na
    ra do Bom Jess n. 11, os verdadeiros angolas
    qae foram da casa dos Srs. T. Je>ree ^ C_
    'Oi.-a-sj do ma ama, para comprare
    ;>inliai- : na roa do Livramento p. 38, armazem
    1
    Preohtt-M de urna para co-
    zinliar |iara casa de pouea
    familia : a Iratar rea do
    - 3 i i
    . i i n. iii rasa terrea, que tea bohs
    i cornija.
    I'ri'fkt-se do una ama do leite sem IIIkT:
    mi da l'.Mth.i 11.23, 1 andar,
    ama'
    i>a fcmia
    l'i'i risa se de diias amas,
    tendu jn para ongoiumar
    e fazer antros scrvieos do-
    IBMlictM, e outra para co
    ziahai e lavar, em casa de
    na ra do (ipibaribe n. 40.
    Vende-sc nma casa terrea, sita a ra do Jar
    dim, fregu zia de S. Jos : a tratar na ra do Im-
    perador n. 217 1 andar, das 11 horas da manha
    s 2 da tardo.
    Vende-se
    trastes de Jacaranda e amarello com pouco uso,
    em porfeito estado, e tambem um meio apparelho
    de louca para jantar e um dito de porcelana, Guo,
    branoo, para ahnoeo. Vendse por ter o dono de
    I se retirar para Europa : na roa da Imperatriz
    n. 54 A._____________________________
    Vende-se duaa casas de taipa cobertas de
    telha, no Jordo, lugar muo sadio, livres e do-
    serobar.ifadas : a tratar no mesmo lugar, segunda
    casa de telha, passando a bomba.
    UM ROLO
    DE
    Caimo de chnio
    POR
    4#500
    . Para encanamento de gaz ou agua
    americana, ra do Imperador n. 45.
    a casa
    HA
    Procisa-se de urna ama para
    o servieo de duas pessoas: atiaz
    do qnartel de polica, sobrado n.
    ISMM
    ?f.raizo n 28, 1. e 2. ailaros.
    PHECISA-SK de tima
    que saiba cozinliarpara
    una familia de duas
    pessoas: no paleo do
    usa na It -a-Viageai.
    Vende-sc urna n i melhor local daquellc arra-
    balde, sendo do lado dimito, com frente para duas
    estradas, 6 quartos, 4 salas, cozin a fra, gran-
    de sitio cercado, porca > de coqueiros e arvores.
    Na ra do Barao de S. Borja n. 5i, se dir quem
    ven^e.
    TTENOIO.
    . 23 do crrenle mez de ago.-to om dianlo,
    aaver a venda leiio puro pelo preco de 400 rs.
    jgarraf.:. lodos os das as 8 h'.ras da manha, no
    ' d m arcos, junto a botica homoapa
    ti'-i un ma do limncador.
    a mniidade..
    Aluga se una casa na ra da Praia do Cal-
    Aireiro n. 21 : a Iratar na ra do Lvramento n.
    a. _____________
    Prerfs-se do um menino de li anuos, com
    :i-a de moldados : a tratar na cidade de Olin-
    roa do S. Uento n. 'i.">.
    i^i jmtj ^mijji y mi
    C3MPAS

    )&oGwme*m*
    >
    NDE-SE
    no pslado em que so acba o sitio existente na fre
    gnezia dos Afogados n. 21, hoje boceo da travessa
    dos Remedios n. 18, cm chaos proprios : quem o
    prclendor eu'enda-se com o seu projirictario na
    ra de S. Francisco de la cidade, como quem va
    para ra Bella, sobrado n. 10.
    E' de
    >raca
    B1'
    a 500
    vado.
    rs. o co-
    Vondese superiores las a 500 rs. o covado,
    nma vordadoira pechincha, por ser fazeada de
    mallo boa qualdado e muilo larga e padrSes da
    ultima moda : s /p encontra na ra Duque de
    Caxias n. 88, loja de Bastos Irmaos.
    As nicas verdadeiras
    Bichas hamburguesas qne vera a esto mercado:
    na ra do Mrquez de ulnda'n. 51.
    No armazem n. 6, ra do Vigaro, ven-
    de-se o segu nle :
    Plvora ingleza de superior qualdado.
    Chumbj de muni.o.
    Folha de Fland.es.
    Estanho em verguinba.
    Palhnha preparada.
    Oleo de lnhaca
    Gorama laca.
    Cola da Baha.
    Betroz de superior qualidade.
    Pelles de couro do luslre.
    Ditas de Bezerro.
    Cera em vellas de Lisboa.
    Ditas bogias.
    Cadeiras hamburguezas.
    Dilas de balaueo.
    Ditas para crianca.
    Ila d& Barao da Yideria n.22.
    DE
    Garaeiro Viiiiiki.
    costura,
    dos^i
    tora che-
    mocbiuas para
    de todos os autores mais acredita-
    ta.ct^M-iMseiiMW
    e -tdo ui
    H
    Declara a seus freguezes que tero resolndo vender
    saber:
    CUITAS A 160 E 00 RS. O COVADO.
    Vende-sc cUitas^fralcezas largas com to-
    que de arara., a!l69 e 300 o civado. Di-
    tas limpas a 240, 280 e 320 rs. o covado.
    CASSAS FRANCEZAS A 820 RS.
    Yende-sc cassas francezas a 820 e 360 rs.
    o covado.
    LASINIIAS A 200 RS.
    Vendase Jsinhas de cores para vestidos,-'
    a 200, 300, 400 e 500 rs. o covado.
    ALPACAS A,400 |l$.
    Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
    640 e 800 rs. o covado.
    COBERTAS DE CUITAS A 1J600.
    Vende-se cobertas do chitas de cwes, a
    19600 e 29000. Dilas de pollo a 19400,
    Colxas de cores a 15*200, 2J&0 e 49500.
    CHALES DE LA A 800 RS.
    Veade-se chales
    rs. e 19000.
    Ditos de merino a 29, 39, 49 e 59000.
    CAMBRAIA BRANCA A 39000.
    Vende-se pec,as de cambraia branca trans-
    pira fpnsmar at nnsmas, em
    dctaenUA', com,bem,,a* Pareales e laPdlU a 39, 39500, 49, 49500,
    -W-W-*- J" MeTA?iS BRANCAS A 2*000.
    Vende-se saias brancas e de ores,
    senhoras, a 29000 e 29300.
    BONETS A 500 RS.
    Vende-se bonets pretos de seda para ho-
    mens, a 500 rs. Chapeos de palba, pello e
    anrif*flem>d8feH4to-a%ai d* comprador*
    Nus|b cstablcimeHle-t m-bem lia pi.-rtenc.qf
    parnas.roesrnAS machiuas e se .suppre quaje
    quqf paca-, que s*j*i*:ec*5nno. Kstas uu-
    cliins tiabalham com toda a twrfiro ale
    um dous ppsppjiios, framo. e',borda loia
    quajquer costura por-fina -que taje* sciw massa, a 29, 2JP500,, 39000 e 4JJ000.
    Azeitc de
    coco
    cm barris d i 5", de superior qua
    Vende-se
    dade, por preco em conta ; na ra do Bem Jesu<
    foutr'ora da Crnzi n. 7 andar.
    VENDER
    barris com carne de vacca e de porlo, salgada,
    para mantimuntos de navios : no armazem de Tas-
    so Irmoi & C. roa do Amorira n. 37.
    Vende-se o sobrado de um andar sito ra
    Imperial, canto da travessa do Lima, prximo ao
    chafariz, oqual esl situado t-m lugar muito apro-
    priado para estahclecimentp commereial, a que se
    tem seropre prestado, tem.ora quiolai o cacimba
    etc., e tambora se arrenda : a tratar na ra do
    Hospicio n. 3o, das 7s II horas do dia, e das 3
    s 6 da tarde
    Luvas de Jouvin.
    Muito frescas, ebegadas no ultimo paquete : na
    loja do Passo, ra Itriraeiro de Mer^j n. 7 A>
    anliga do Crespo.
    VTEME
    Vndese na ra de Horla? n. 7o, leiie pu-
    ro a 240 rs. a garrafa. Duas sabias cantadeiras
    e um cochicho, por diminuto prejo, por ter de
    retira r-se a dona : na mesraa casa sa dir on-
    de tem para vender urna porca muito g rda, e
    duas bacorinhas.
    rn
    <5:
    I Vastes. I
    Compra se e vende-se trastes novos
    e iisadiw : no armazem da ra do Im-
    rarador n. 48.
    #
    Compra-se
    utaa colho (bicho) de raca do Porto, com tanto
    fue seja nn^T toda branca : na ra dos fes-
    t tows>ftT1 se dir
    ir quem compra.

    **.
    Arma^o.
    Vende-se urna linda armarlo de raiz de ama-
    rello, propria para qualquer estabelecimento : a
    ver e tratar na ra do Duque de Caxias n. 34.
    Aaroveileiii!
    IDAS.
    - Venarse um Dacno do do: ; ;,go do
    Paralzo n. 4.
    Duas toalhas.
    Vndese duas ricas e importantes toalhas de
    tabyri r.l'.o, proprias p;ra noi'fas ; assim como, 6
    Tara< ile re bieos, de largura de i palmo e 6 di-
    Si 3 m;ris cstreita na ra Nova, loja de Jo5o
    Sapiisla Tetle's. n. 5.
    Vende se uraa inorada

  • isa do Viseoiideje AILuqu r.jue : quera pretender
    rija-se ra da Imperatriz n. 23 que se dir
    quem faz o negocios
    GHpIE
    Pchin cha
    2^200, 2#200.
    3aecos cora' milho depostalo no trapiche da
    ympaiihia parnambue,ma-n 30.
    Aproxima-se o mez de dezembro, em que a
    Nova Esperanza, ra do Duque de Caxias n. 63,
    tem de dar o seu balanco ; e como sabido o
    grande deposito de miudezas, que tem dito esla-
    belecimcnto, nao s de artigos da moda e pban-
    tasia, como tamb m do objecto de lei; e como
    realmente conhecido qne muito mas massan-
    te o contarse miudeza do que contarse o cobre,
    a Nova Esperanza tem resolvido vender por me-
    nos 10 % do que o preco do costrate, para desta
    forma minorar o traballio do balanco : por esta
    razo os apreciadores do bom aproveitem e ve-
    nhajn ver como se vende bom, bonit e barato.
    iMBAS
    a duzia
    a
    Toalhas felpudas e alcochoadas pelo diminuto
    prego de 6OCO a doza. Sao grandes, na ra do
    Queimado n. 43 em frente a Praenda.
    (Hita elle.
    Vende-se urna enclava coiinheira, de 4ftJ
    nnos : a tratar na botica popular, e para v$f na
    *>a d9 BteBgjo,
    Vnde-ae urna eaerawa do 24 aonos, penaita,
    eagomki...deira e coiinheira e outra de nrnia iade
    om-a mearne bjOMlidades e urna negrota preta,
    **otoida, bnnitt ftfora eom tlgwnas habilidades
    m roa de HOrtas i |"
    Vnde-se nm
    afo,em,Santo Ai
    esBin. 39.
    Anniversario.
    O Paria na America, leja de calcado
    estrangeiro, ra, do Duque de Caxias n. 59, i.
    andar, faz anno no dia 6'de setembro, e para so-
    lemnisar seu anniversario, ter nesse dia sua
    frente Iluminada, e vender seus calcados pelo
    custo, por isso os propalarlos deste eMaMeoi-
    ment convidara aos seus numero os fregnejes e
    com especialidade ao sexo amavel, a vir cora sna
    agradavel presenca abnlbantar dito aqnjver*arie,
    munindo-se neasa occasio do ejjjado que aeces
    jtarem.
    A rosa branca recebeu um lindo sortimento do
    borzeguins de lindas cres^ para senhora e vende
    a 40O) o par, todos vendem a 7$ : s na loja da
    ra da Imperatriz n. 5ft, loja de 4 porta*.
    Superiores sedas de cores
    a l#50O o covado.
    Chegou a occasio de se fazer um bom vest lo
    por pouco dinhero, conprando-se superiores se-
    das de cores a U50O o covado : s na ra Du-
    que de Caxias n. 88, loja de Bastos Irmaos se ee:
    contra desta pechincha.
    Vende-se o salao de barbear da ra das a-
    rangeiras n. 19, por ter o dono de se retirar para
    fra da provincia : quem pretender diria-se ao
    mesmo para tratar.
    J. A. Morir Dias,
    Paz sciente ans aeui ref nam qne recebeu p
    lo ultimo vapor de Europa, aa erdadeiraa luvas
    de pellica de Jou,vin da luda as cree, veatle
    era seu armzem, na da Cruz nTwL
    Eegaj5iiBi.^|^ a vm&kefa f*
    As verdaeim luvaa de eelliea de iirm nfl r^ST *T
    Ch
    __________o6
    rea> lo fatoaeante Jqvo. viadas na faiteo pe.-
    amte d hanaa ; assi como refietau. eairaete
    deaomundo lor do BaiJ% aue o ma beia aot.
    lo no mundo -U^w, \fy do, CaMfA.,i A
    tqrren aa ra de Luiz do
    Silina : a tratar ns
    Hesperetflna a 16^."
    Vende-se em caixas com IS fraacoi, no arma-
    nde Franco da Cnnha & C, a roa da libada
    A (tinheiro
    Aos senhores iabricajites de
    oigarros,.
    Papel de cores, resnias grandes, sortidas a 9.
    o Ivi? de *t0 di,as' asse<'!Bado e D,to encorpado
    Dito de seda (mais conhecido por seda de ti i-
    lho) do verdadeiro, francs, a 2*6ifl o cartao de
    10,000 mortalhas.
    Dito de linho fino de Barcellona, marca martel-
    lo, 44000.
    Dito de dito dito, auto* bafea., 3**0 a nm
    Dito de trigo, resmas grandes, do Wi^arat
    Barcellona, 9t a resma.
    No armajeai (ie im Domigufs de Carm e
    *\, nuda J/adw do paos al A, a|ma4raTdj
    Ao* sensores febri^iaiites dt
    Fej&oa ara folbav tauit^ vullrtw t'fifjr*^ e bmm
    para, tomar.se, da sa(r*v<>lha, m d^ raertoiaaLv
    ana de 8. Ettix, Ncaietti, la proviaoia da, I
    "* *sg********m***
    armazem d# Jos ^e^iieiuoi de Carme e
    8ilva, rita da Hadfe da Den* n. 10 A, atRMcera'do
    rae.
    a WB^O.ftlAta.
    No armazem de Jos Domingo* .do Carmo
    Sva, roa da Madre~ de, Deee n. A, armazem
    do fon.
    pree^ssui.da.scgBkutcqualiilade : ira tra-
    balbr a nuia tV afMMO,; i-OtrOO. i?000
    e 5(0000, pura tralwliuu' on o. j.,; sip d
    83BOK); ytWUO. DWWIO, MO5080,
    i omm taamm, 15u>oo( wmw e
    25O5000, emquanto aos autores nao ha al-
    teraco de presos, e es compradores poilcrao
    visitar este estabeleeimento, que muito do-
    vero gostar pela variedade de objectos que
    ha sempre para vender, como sejam: cadei-
    ras paraViagem, malas para viagein, cadei-
    ras para salas, ditas de balanco, ditas para
    crianca (alias), ditas para escolas, costurei-
    ras riquissimas, para senhora, despensaveis
    para criangas, detodasasqualidades, camas
    de ferro para homem e enancas, capachos,
    espelhos dourados para sala, grandes e pe-
    queos, apparellios de metal para cha, fa-
    queiros com cabo de metal e da marftra,
    ditosavulsfjs, col Iteres de metal fin, condiei-
    ros para sala, jarros, guarda-comidas de
    rame, tainpas para cobrir pratos, esteiras
    para forrar salas, lavatorios completos, ditos
    simples, objectos para toilette, e outros mui-
    tos artigos que muito devem agradar a todos
    que visitarem este grande estabeleeimento
    que se acha aborto de-do us C horas da ma-
    nha at s 9 horas da noule
    Ra. do Barao da Victoria n.
    _________22,__________
    Nao ha mais cabellos
    brancas.
    TINTURARA japoneza.
    S e unicaapprovada pelas academias de
    sciencias, rocoi)becida superior a toda que
    tem apparecido at hoje. Deposito princi-
    pal ra da Cadeia do llecife, hoje Mr-
    quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
    todas as boticas e casas de cabellei-
    reiro.
    BICHAS DE HAMBRGO
    As mais recentes e melhores.
    Yeiidem-sena pharmacia e drogara de Bar.
    tfcolomeu & C, ra Larga dosario o Rn. 84.
    SLilDO ECONOMA E CELERIDADE.
    Obtem-se com o uso
    INJECgr SHOST
    nica, higinica, radical e infailivdl na cu-
    ra das gonorheas, flores brancas e fluxos de
    toda especio, recentes ou ebronicas; e que
    ofJerece como garanta desalutares resultados
    a continuada applicaco que sempre com 8
    maior vanlagem se tem feito della nos hos-
    |)itai;s de Taris.
    nico deposito parao Brasil, Bartholomeu
    & C, ra Larga do Rosario n. 34. .
    CORTES H ffiJJII.DBCOftffi Al500.
    Vende-se cprte de brim de, car^s par*
    calca, a.lKUfflefiaOPO.
    BOTlNAAJlSPOq.-
    ^ ende-se- botAS-para seuUeras, aWKiO *
    35500, a ellas ante* qae. se acattem.
    mm- mn nacoial.
    Vende-sc caisas braocasr aU^OO, i*
    2&00, 3500D o 48600.
    Gebc-aa-de casemiras de- coeee, a 5#-, 6
    7J06OO.
    Palitols de casemira,,a.4ir. GP a 8**00.
    Soroulas alelfGOO.
    BHIMDECOR**A U>RS.
    Vcndtse brinr-delijdas' as cores a 44*
    rs. o covado.
    LENCOS MANCOS A W>00 A' WZIA
    Vende-se a-.duzi de lencos brancoe, i
    de l de quadros a 800 2|>0IO. Ditec-cora barras lo cores a 3#00
    Ditos de linlio a 5?0f .
    TOAIiUS A 800.US.
    Vende-sc toalhas para rosto, a 800 rs.
    1$000.
    GRAVATAS DE SEDA PflEU A K BS
    Vesde-se gravatas de seda preta, a 6<*
    rs. cada ama.
    CflJTAS PARA COBERTA A 280 Rfc.
    Veade-se dita para caberla-, a 280 e t
    rs. o covado.
    BONETS PARA MENINOS A ij00.
    Vende-se benetes para meninos, a UBO*
    ESPARTILHOS PARA SENHORA A 850>
    Vende-se espartilhos para senhora,
    35500.
    para
    MADAPOLAO A 35000.
    Vende-se pegas de madapolo enfestado a
    35000. Ditos inglezes para os presos de
    45, 45500, 55, 05000 e 75000.
    ALGODAO A 35500.
    Vende-se pegas de algodao, a 35500, 45,
    eMA
    BRAMANTE A 19600.
    Vende-se bramante com 10 palmos de
    largura para lenrol, a 15600, 25 e 29500 o
    metro.
    GRANDE LIQIDACAO DE SABOXETES 280 RS.
    Vende-se urna grande porco de sabone-
    tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cora
    cheiro a 320 e 500 rs.
    Agua de colonia, a200, 320 e 500rs. o
    frasco para liquidar, e outros extractos
    muito barato.
    A 800 RS. O COVADO.
    Vende-se granadines com. listras de seda.
    para vestidos di senbora, a 800 rs. e 19000
    o covado.
    COLCHAS DE CROCHET A 69000.
    Vende-se ricas colchas de crochet para ca-
    mas a 65000.
    PANNOS DE CROCHET A 19500.
    Vende-se pannosde crochet para cadeiras.
    a 1|>500 e 29000,
    CASSAS PARA CORTINADOS.
    Vende-se pegas de cassas para cortioados.
    com 20 varas, a 105000 6-W5000, e outra'
    nauitas fazendas em liquidar?.
    GRANDE REDUCQAO EM PRESOS
    Attencao. Attenco.
    Na loja de Soares Leite Irmaos, ra do Barao da
    Victoria n. 28,
    Caixa de liaba de marca, a 200 rs. dem idem de pos cbinez, muito bom,
    Garrafa de agua florida verdadeira a 15200 500 rs. e 19000.
    Abotoaduras para collete, de todos os Duzia de sabonetes de amendoa, a,29501-
    gostos, a 200 rs. ; e 39600.
    Xarepe d'agrio do Para
    Antigoe conccUuado medicamento .para
    cura das molestias dos orgos respiratorios,
    como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
    applicaao anda com ptimos resultados no
    escorbuto.
    Bons terrenos. -
    No lugar denominado Salgadinho, e junto
    a estago da estrada de ferro de Olirlda,
    vepdem-se bons terrenos em lotes ou peda-
    eos a vontade dos compradores, com a fren-
    te para a mesma estrada e os lados para
    oiitras, e bem assim urna pequea casa de
    taipa nelles situada.
    Estes terrenos tem diTerentes arvores de
    fructo e sao ptimos deplantago e ven-
    dem-se por precos baralissiros. Os pre-
    tendentes entendam-se na thesouraria das
    loteras.
    Verniz do gaz.
    f ara vender .na roa do Vgario- n. 13, e na ra
    do Atiorim n. 11, a retlho, ou em barris. A
    cooipanhia do gaz de ulinda tem establecido seua
    deaosito para venda de, verniz da gas, nos luga-
    res cima indicados, muilo prximo ao embarque
    no Recite.
    Lamparinas gaz, dando urna luz muito
    boa, a 19000.
    Garrafa d'agua japoneza, a 19000,
    dem idem divina, a 15Q00.
    Duzia de pecas de cordo imperial, a
    240 rs.
    Frasco com tnico oriental de Kemp, a
    15000.
    Duzia de baralhos francezes, cauto doura-
    do, a 35000. -
    dem idem beira lisa, a 25200.
    Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
    15000.
    Caixa de botos de osso para caiga, a
    200 rs.
    Caixa de papel amisade, beira dourada,
    a 800 rs
    Idem idem idem lisa, a 600 rs.
    dem idom idem, a 400 rs.
    Caixa de enveloppes forrados, a 700 rs.
    Luvas de pellica com pequeo toque,
    a 320 rs.
    Duzia de carreteis de linha, 200 jardas, a
    700 rs.
    dem idem 60 jardas, a 300 rs.
    Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a
    55000
    Mago de fita chineza, a 800 rs.
    Frasco com opiata muito boa, a 15000
    15500.
    Duzia de sabonetes deaiijinho transparo
    tes, a 25200.
    dem idem com flores, a 19500.
    Duzia de pegas da traugas caracol.-bran-.*
    a 400 rs.
    dem idem lisas, a 200 rs.
    Sabonetes Glycerino transparentes, .
    800 rs.
    Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
    dem idem, a 400 rs.
    Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
    beques do osso o sndalo para senhorjs
    a 29000, 49000 e 69000.
    Fita de velludo de todas as cores e largu
    ras.
    dem idem de sarja idem idem.
    Chapos para senhoras e meninas.
    Entrcmeios e babadbs transparentes e ta
    pados.
    Botinas para senhoras, a 49000.
    Retroz preto. e de c6r, jtn carre
    le.
    Lindas e elegantes caixinbas dos peru
    mistas E. Codray, Gell Frrese Riegtr.
    etc., etc.
    Quadros com santos e estampas
    separa
    de todo
    Caia de linha com 4,0 novellos, a 500 rs.
    Resma de papel pautadp, a 29800, 45000 das.
    0 55800. Espelhos do moldura dourada,
    dem idem liso, a29600, 39500 e 59000. os tamanhos o pregos.
    Coques modernos, a 39000. Garrafa de tinta roxa extra-fina a 15000
    Caixa de pos para dentes, a 200 rs. I Microscopios (sem vista) a 25000.
    BOMAS.
    Bouecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
    ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
    objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas para cos-
    tura, transparentes para janellas, e um completo e variado soclimento de miudezas, que
    se tornara longo mencionar.
    Una do Barao da Victoria 11.28.
    Cat
    do Rio de Janeiro : vende-se a ra de Vigario, ar
    matea) n. 16.
    r-. Vende-se 60-palmos de terreno em Beliii,
    6 qideira c urna natiauinha do Jacaranda: na
    ra de Christova Cokuntm n. 12.
    I i C Rujie,
    para vender :
    ac de t)eqpe>s\|, superior e verdadeiro.
    Vit XeM* *i melhore* mujidAdes.
    iitjeft d Angostura.
    Iba preto en* tatta* d^i^l^ra,
    redas a* waMraaSe chwaicai 4o r>r. Ayer:
    ansaiem da roa do Commercio n. W.
    no
    TASSO IRMAOS k d
    Em seus armazens ra do Amorim
    n. 37 e caes do Apollo n. 47,
    tem para vonder por precos commodcs
    Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
    Cano de barro para esgoto.
    Cimento Portland.
    Cimento Hvdraulicc.
    Machinas de descansar algodao.
    Machinas de nadara.
    Potassa da Russia em barril.
    Plioanhoros de cora.
    Sag em garraffies.
    Sevadinha em garrames.
    Lentiihas em garrafpes.
    Rlium da aJuuica.
    Vinhp dp Perto velho engarrafado.
    Yinho do Porto superior, di.o.
    Vinho de Bnraeanx, dito.
    VInho de Scherry.
    Vmho da Madelra.
    Potes cora lingnas e dobradas inglezas.
    Licores finos sortidos.
    Cognac Gaulhier Freres.
    Latas de toucinho ingles
    Barris Qom repolho em salmoura-
    --------.
    V\n mm% o salHmH'a
    beBo sorlrtMnii de i
    ra, urepwBara
    daa melhores qualidales que ha naa llhas por- bordadas, tape'es,
    Meiacsats, vendes em perjao e & reftAo, Pe- tos dft gesto : o

    'SaaTc C, a roa estreila do Rosarte. aSk des.
    A DINHERO,
    As pechinchas eslao-se acabando, na toja n 43
    da ra da Cadeia do Recife, onde tem. urna ban-
    derola com o titulo cima : quem quizer'sorrir-se
    da faaendas para casa por menos que em ontra
    qualjuer parte, nio patea teeipo poi* restan pou-
    ca*.
    Papis pioladas.
    para forrar salas e outros quaesquer aposentos,
    soitiment) completo ; vend-se por menos do qae
    em outra qualquer parte : ra do Vigarie bu-
    mero 16.________________________________
    Por 4004000 vende se um preto, moco, 'ro-
    bufto,.eom um peaeeno, defeHo nospes mesera
    patente ao comprador,' barato : na ra de Mor-
    as n. 96. iva. raesma casa lia ontfos esCivo
    pera vender-se.
    I
    a 74 l aadaft na um
    de, agulludeaenho-
    m
    ewitosebKc-
    ojMjreeos oesuau-


    T
    Diario de Pernambuco Qumta'ftifa 3 de fltfrbro 'de'1^3.
    '7
    I




    I
    SDARES LEITE, IRMAOS
    NICOS ASENTES
    A'
    Ra do Baro da Victoria n. 28
    As mais simples, as mas baratas e as melhores do mundo!
    Ta expsito de Paris, era 1867, foi concedido a
    Elias Howe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
    do da Legio de Honra, por serem as machinas mais.per.
    feitas do mundo.
    Nenhuma machina
    Singer legitima se
    A medalha de ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos ^
    Estados-Unidos por ser o inventor da machina de eos- na0 *evar CSta marca
    fixa no braco da ma-
    A medalha de ouro na expsito de Londres acreditam pV,inq
    'estas machinas.
    Para evitar contra-
    faccoes notem-se bem
    todos os detalhes da
    marca.
    A 908000
    BE GQ8HJII
    A MACHINA
    DE
    Cabe-nos o dever de annunciar que a companhia das machinas de Howe de Nova- i
    !ork, eslabeleceu nesta cidade ra do Barao da Victoria n. 28, um deposito e agencia
    feral, para em Pernambuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de eos-
    rara do Howe. Estas machinas sao justamente apreciadas pela perfeico de seu trabalho,'
    vnpregando urna agulha mais curta com a mesma qualidailedeliuhaquequalquor outra,
    D?la introdueco dos mais aperfeicoados apparelhos, estamos actualmente habilitados a I
    ?fferejser ao exame publico as melhores machinas do mundo.
    As vantagens testas machinas sao as segutntes:
    Primeira.0 publico sabe que ellas sSo duradouras, para isto prova incontestavel, a
    ircumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
    in mo.
    Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
    Terceira.Ha nellas menor frieco entro as diversas pecas, e menos rpido estrago11 De corto os nssos leitores hao.de porguntar se i.-to nao jactancia e ostentaba,
    do que as outras. A isso responderemos que estes algarismos o os liados abaix s3o recompilados sob jura-
    Quarta.Formara o ponto como se fra feto mSo. ment, pois foram tirados dos relatnos oflibiaos dos divorsos fabricantes de machinas de
    Juinta.Permitto que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se nao consega costura nos Estados-Unidos.
    SINGER MANUFACTURiNG COMPANY
    SMYLVR TUiVMPUWTE
    inas* vendidas em 1871. 181,260!
    as as oiilras tmfaUm: B33i
    Exeess:) s tetad
    ess outras.
    Seita.Fazem ponto miudo era casemira, atravessando o fio de um outro lado,
    < logo em seguida, sem modilicar-se a tensao da linha, cozem a fazenda mais
    tna.
    Stima.O comprossr levantado com a maior fncilidade, quando se tem de mudar'.
    4e sgulha ao comecar nova costura.
    Oitaya.Muitas companhias de machinas de costura, tem tido pocas de grandeza e
    decadencia. Machinas outr'era populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras soffreram
    mudancas radicaes parapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
    loptando a opiniao de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
    njgmontado o seu fabrico, e hoje nao atiende a procura, posto que faga 600 machinas.
    tf dia.
    Cada machina acompanha livretos com nstrueces em portuguez.
    A 90^000 A 90^000
    SOARES LEITE, IRMAOS
    Em 1870 vcmleua Singer MnuiiuctiK'iiig Conqiaiij.
    126,' 07 machinas mais do que a companhii Tarhom.
    A'
    do Baro da Victoria n.
    id c.
    WT
    P61>j oblar em punco umpo com o ns-j do oielLcr dos lie-, res
    H
    i I 5 _s
    Faz o!'o anona qne conhecido este precioso Inico, ? ? '.'ifi'H! achar rima per<.
    pesaoalmente, co fr.ije ftu sen favor, j coa bom eatomaa
    de j?nt3r n cetro raci'itador da di?ptj
    N
    nv: lenn PxperifceDWdi
    eipetitader, iunande ero eatti dell aule*
    {ctuido-e depois.
    A BASE'
    i.b KESPER1DINA e a LARANJA AMARGA, n5o haoni babiUote do BRASIL (ater
    Jal ,338 'nrDja*) que rJk conheca as propriedsdes medianacs da docrsda frocu
    or Um: i
    em sea estado oatural Um om gosto domo agradave!, e mrito di HegperidiDa a
    eiste em reter soaa boas propredades, e ao mesmo lempo aprewnU-la como
    EXQUISITO LICOR
    A HESPERIDINA como INDUSTRIA NACIONAL p5q tem nada qce nvur a
    mlBores imporU eer Matosas, porin"a Heapuridiaa e a combiiiaco perfeita do
    AGRADAVEL E SADDAVEL
    Para prova de qne ora art'go no qual pde-se ter inteira confiaDca, por a? pnr
    t' ;:.r,oter,t, basta diaer-se qne (oi plenamente approvada e autorizada pela
    125,413
    12 i, 27 3 (
    122,027
    li8,921
    113,260
    110,173
    98,831 H
    92,831
    70,431
    52,077
    14,623 <( '(
    Finlile e Ivon
    <( Duas machinas imperiacs.
    <( Aelna.
    Gold .Modal.
    American Button bolo.
    '< Florcnne.
    Wilcot & C.ibbs.
    II Wkd.
    '< (Irovcr & Bak-r.
    Howe.
    1 n Wheelr \\\)s Os algarismos que atina aposentamos mostram & primeira vista o m:iravilhoo
    croscimoiito da Sing*r Manufactiiring Companv, o mostra que to os os s-us rivaes fica-
    ram muito atraz uelles, c que a faina o populan !t1>; destas marbinas vai sempre cres-
    cendo e estendendo so mais a mais.
    Nao possivcl negar que esta suparrkJadG as vendas devirfa superioridade in-
    contestavel destas machinas, porque o publico, o .uiz mais imparta! nesta materia, sabe
    logo discernir a machina superior das inferiores e 'las imitares.
    Ningucm recusou a estas machinas urna grande superioridade, porm muitas casas
    de machinas tinham por costume (tizar que estas s serviam para fabricase que nio cram
    proprias para costuras de familia. L' um erro manifest : Singer, Manufacluring & C,
    fabricara mais de vinte qualidales de machinas, desde a machina que trabalua a mo e a
    p at aquella que serve para o inats fu: te trabajho A machina de costura de familia tem sido o maior Iriumphoc a extraceSo destas foi
    to grande que boje \endcm-se ellas por 805O00, qoasi a metade do pre^o por que foram
    vendidas o anuo passado.
    Hoje a Siuger Manufacluring Campnnj fabrica o,000 machinas por semana, e ,
    grabas a esta grande fabricado, que ella pode boje satisfazer as importantes encommen-
    das que lhesao dirigidas de todas as partes domando. No Brasil existem numerosas
    agencias que a ella s constitue um importantsimo ramo de negocio.
    UNI A AGENGIA
    EM
    45
    CASA AMERICANA
    RA 1)0 IMPERADOR 45
    A Predilecta,
    a empenho do'bem servir aos seos fragules e
    ao publico em geral tem procurado prover-s* do
    trne ha de methor da ultima noda nos merca-
    dos de Europa para expo-lo aqui *nda, cier-
    tos de que os scus artigos sero bem apreciado
    pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
    inerar alguns d'eatre elles, como sejam :
    ALBUNfl, os mais ricos que tera vindo a este
    ereao, eoin capas de madreperola,
    tertafwg, maxiii), voudo e cbagra.
    ADEREMOS pretos e voltas proprias para luto ;
    ssim cuno, um bonito si alimento de
    ditos de plaqu, obra lina e muito bem
    acabada.
    BOTOES para pnnhoF, o que se pode desojar de
    melhur em plaqu,, tartaruga, madre-
    perola, marlim e sso.
    BOI.CAS de velludo, seda, palfia e chagrn,
    ha de mais moderno e indas.
    UlCOS de suda e de algodo, tanto branco como
    pruto, du variados desenhos
    CASS0LETA5 pretas de metal e de madrepe-
    rola.
    CA1XI.XHAS para costura, muito ricas e de di-
    versos form tos, com msica e scid
    ella.
    CQL'ES a iiniUi'.Ao, o que pode haver de mais
    bonito e bom gosto.
    DEA DEMS, neste genero a Predilecta apre-
    nvla um grande e lindo sortimeulo
    capas de satisfazer os caprichos de
    qualquer seuiura por miis ixigent
    qte'seja.
    eORT-BDUQL'ET de madreperoh, maiilm e sso,
    este u objecto iridi.'pecsavel as 9e-
    uhoras do bom tom, ai'un do aspirar
    o aroma das llores sem o nconvenien-
    te de iiodoareui as luvas,. ou mauclia-
    rem as deliradas mos.
    PENTES de tartaruga, de marlim s de blalo, pa-
    ra alisar os cabellos e tirar bichos.
    PERFUMARAS. E1 sabido do publico que a Pre-
    dilecta serqprti conserva um importan-
    te sortimeulo de perfumarias le (irwj
    odor dos mais anmmiM fabriciotes,
    Lubiii, Piver, sociedadu liygienica, Cou-
    dray, Gosnes e Rhnel, que iiicum-
    bido da aseolba dos aromas mais bem
    aceites pela sociedade elegante da
    Europa, e por tanto, acham-se na
    possiliilidado de bem servir aos aman-
    tes dos perfumes.
    A PREDILECTA deixa d: enumerar tuna im-
    meosidade de artigos, afim de nao mas-1
    sar aos loi torea e se pedo a benevo-
    lencia do respeitavel publico em di-
    rigir-ye ra do abug u. 1 A, pa-
    ra convencer-se aonde pode comprar
    o que bou 1 e barato, assim como:
    FACHAS ricas e modernas de tuquim e aurguro
    seta
    IME.N'SYEITOS.,Ricos vestimentas para meninos,
    por baratsimo proco.
    PLOMES. A Predilecta prima em conservar nm
    bello sortimento de flores ao alcance
    de qualquer bol a ainda que nao es-
    , teja bem repbcta de dinheuo.
    FITAS. E ja bem sabido do publico que s na
    Predilecta que podem encontrar um
    grande sortimento de fila* de setim,
    tafet, velludo, liulio e de algodo, por
    commodo jj
    GRAMPuS de tartaruga, 7 mitacjfa) destes, pro-
    tos e (Je cores, o que se pode desejar
    de mais moderno e bonito.
    LVVATAS de seda e de cambraia para 3enhora,
    lagos e golinhas de bonitas cores, tam-
    bem tem um bom sortimento 'de gr-
    valas e regatas para liomem.
    JARROS de porcelana e do vatro muito bonitos
    para ornatos de sala.
    Mei s do seda, de la e de algodo, pa-
    ra senhora, meninas e hornera.
    LEO.UES. Ricos leques de madreperola, tartaruga.
    marlim e de sso, os mais modernos e
    por barato preco.
    LUVAS de pellica, de seda e de algodo, para
    homem e senhora.
    L1VHOS para inissa a Predilecta "aprsente es-,
    col ha do respeitavel publico um bello
    sortimento destes hvros com capas de
    madreperola. tartaruga, marflm, sso,
    velludo e chagrn, por precos mui
    razoaveis.
    Para a boacoiisorva^
    DE
    VOSSO CABELLO
    BEILHANTE
    JUITI DE HYGIE
    ir-
    tO Rio de Janeiro, permiKindo ana livre elaboraco do imperio; oolr
    BO 1 PBOVA
    4 a icceitacSo geral qne tem em todas as partes oDde apresentada. Em 1864 eiUU
    18C3U-88 a primeira fabrica era Bnenos-Ayres; em 1869 a geguoda em Montevideo ; <
    no dia da chegada de S. M. O IMPERADOR iDaognroo-se a fabrica qne actoalmenti
    irabdlba na corte. Em Valparaizo e em toda a cesta do Pacifico tem boa acceitacio
    tanto qne rara a caaa qae considera completo sea aparador sera oms garrafa de
    El
    O bornea vi'lko toma Hesperidina para obter
    VIGOR
    O bomero (tenle toma Hespehdioi para obter
    . SAE
    O hornea sb loma Hesperidina para obter
    Nos bailes as oatellaj e o moco* tomara a Hesperiui para obter, boa oto
    >c ma?3o dorante 01 Joncos gjroa da
    BARROS JNIOR' & C, roa do Vigario Tenorio d. 7, an-ltr, recebwim *n>
    raodo especifico, e vanoem-ao no* depsitos gegoioUa : /
    Joaqoim Frreir Lobo, raa da koperatria.
    Z-ferino C:riie:ro, roa do Gommercio.
    Marcelino Jos Gaueeives d Fonle, roa da Cadeia d. i.
    Antonio Gomes F'ire* & C, roa da Gadeia.
    Antonio Gomes Pires dr 6., caes 22 d Novembro.
    Gomet A Irm3o bolel da Paisagem.
    1jN\ B, 30l\S
    Esquina da ra do Cabug n. 11
    CONFRONTE AO PATEO DA MATRIZ DE SANTO ANTONIO.
    Este importante estabelecimento, tendo grande sortimento de joias de ouro de lei,
    resolveu vender muito barato 20 /o menos que em outra qualquer parte, as seguintes
    joias:
    Aderecos de brilhanles, de modernos e delicados gostos.
    Ditos com rubins, esmeraldas o pcrolns:
    Voltos de bonitas perolas e cruzes de brilhanles para noivas.
    Medalhdes de coral.
    A Cora Brilhantc contina a ter grande sortimento de madalhes de coral, camafeu
    e onii com bouquets de perolas e diamantes, cassoletas de ouro e pedras pretas com lettras,
    de 12f a 20JJ000.
    Cadefctspara relogws.
    A Corda Brilhante recebe sempre quantidade de cadeias de ouro, de lei, para bomens,
    6J400 a oitava, e tambem para snhoras.
    Cassoletas para scnboras, com lettras, o 8$ e 129000.
    Brincos de variados gostos, para snhoras e meninas, de 5 a 20$000 etc.
    Anneisde amethvsta comlettrw de diamantes,de691 a ftpoeo.
    Pince-nezs e trancefins em Cahinhas de vdludb, par* presantes.
    Medalbas milagrosas.
    A Corda Bruhaate tem medailias milagreas e das Dores, de ouro a. "000, c prata
    doorada a 19000. Tambem tm sortimeulo de pince-nez e oootos de a^Q fiflo e ratlaruga^
    chegados recentemente, o por predas mui comraodos.
    Convida-se as Eimas. familias Tsitarcnva loja da CorfiaBrilhante, na ruado Cabu-
    g-n. 11, a qual continuar aborta noite at 8 horas.
    Garante-seo ouro epedras preciosas.
    Calcados baratos. i Ra da Santa Cruz n. .42.
    Botinas pretas e de cores para snhoras, fazen- Veade-se esta propriedade em chaos proprios:
    4a muito nova a |f000 o par : na praca da In- a tratar na ra do Duque do Cxas n. 73, 3.
    dependencia n. 22. andar.
    Samuel Power Johns-
    ^Rua do Aporlo rv. 318 4M
    Fifro sciente aos secs fregneies qpe tecm
    rruido o sea deposito de machlnu a vn-
    pur, motada e ta-xa da muito aerediudoj
    bbrica, de LowMoot para ma. do Applk,a.
    38 e 40, onde eontinua"i. tr o aimasai-
    timen!j do costume.
    Faiem sciente tambem qr.e teem relio en:
    f' arranjo con ^mdl;io geral, pelo que po-
    dem offerecer, so ara assentar qoalqtter
    roachini;mo amcd garantido.
    m fiiiL
    ' Os proprietarios da (undico geral faiem
    SCfflAiN aa OlflotWl aa erj^BOu Hta:s J
    pfljoa.vqa8 te?m estaTufecido ama ndi-
    icao d ferro e br^ure s roa do Brtira, jun-
    to i e>ta;io dos1 fend uMt araiwa>>
    ijaaiqwroiea/aaancioojoiaaA conxuerfsi-.
    oto BtofliQdao.
    i u. meamos rojara 45 nMoas au:
    fam'ntiTI'fir'* i\- em ervl^s le'd'eis-
    eia ai eocommeodas em casa dos Srs. Sa-
    muel Power- Jua<;io-A (L a lo o. #U 40, oivla-wibaiao paesoa
    bathlt
    iaiUcQ qupm. a.jm onUcdir.it.
    Ayparelho para fahricar assucar, do tie
    WESW' eMWCTtKlMi
    nicos agentes en.PefaaKJtJU<'.o,a Pfc.a iuu c na L^,u>ori.a,na a Aollo n. 38^,1^.,
    DE
    nmm vinas
    RA PBIMEIRO DE MAFCO N. 7 A
    E' esta casa, sem duvida, urna das que hrje pode
    cora primazia apresenlar aos seus freguezes um
    variadssmo sortimento de fazendas finas para
    grande letUfMUtO eomo para o uso ordinario de
    bidas as classus e por precos vantajosos para os
    compradores.
    Os donos deste importante ei-tabelecimento con-
    vida111 ao respeitavel publico e particular mete
    aos seus fregueses a darem um passeio por seu
    estabelecimento, a alim de verificarem a veracida-
    de de seus anuuncios, e com vantagem supprirem-
    se dos artigos que Ihos forem mister, de cujos
    fazem um pequeo resumo.
    Mandam fazendas s rasas dos pretendentes,
    para o que tem o pesoal necessario e dao amos-
    tras meuiaute peuhor.
    SEDAS
    Cortes de seda de lidas cores, grosdenaples de
    todas as cores.
    Gorgurao branco e preto.
    Setim Maco preto e de cores. .
    Velludo preto.
    Grosdenaples pretos e de cores.
    Granadinede seda prcta e com lstras e almas de
    cro-s lindssimos padroes e fazenda de ultima
    moda.
    Fil de seda branco e preto.
    Ricas basquinas de seda.
    Colxas de seda para novos.
    Mantas brasileiras.
    Cortes de cambraias branca com linios bordados.
    Capelas e mantas para noivas.
    Poupelinas de lindos padrdes.
    Requissimo sortimento de liU com lstras de seda.
    Ctnibraias de cores, ditas mariposas brancas e de
    Ores.
    .Vaasiick de lindos padr5es.
    Baptistas de padroes mui delicados.
    Percalinas de quadros pretos e brancos.
    Brins de lnbo de cores proprios para vestidos.
    Fustes de lindas cores.
    Casquinhos de las de cores para snhoras.
    Saias bordadas para snhoras.
    Vestuarios para meninos.
    Ditos para baptisadss.
    Chapeos para ditos.
    1\5a1has de cambraia de linho com lindos bor-
    dados.
    Frouhas bordadas.
    Colxas de la.
    Cortinados bordados.
    Canicas borddas para homens.
    HMas de cores para homens e meninos.
    Chapeos com caslo do marfim para homens.
    Ditos para snhoras.
    lerno de cores para vestidos.
    Ditos1 pretos.
    eaaeiwras, chitas, madapaloes, cambraias etc. eae.
    na luja do- Passo ru Primeiro de Marco n. 7 A,
    aoliga do Crespo.
    DE
    Cordclro Simocs l\ C.
    Elle m preventivo seguro o corto ex*
    a calvice.
    Elle d e restaura forca e sanidade pelkfc
    cabera.
    Elle.de prompto faz cessar a quoda frrmm
    tura dos cabelles. -
    FUed grande riqueza de lustre aos-
    belios.
    Elle doma e faz preservar os cabellos,**
    qualquer forma ou posico que se deae-
    je, n'um estado forntoso, liso e marte.
    Elle faz crescer os cabidlos bastos e eoflipv
    dos.
    Elle conserva a pello 00 casco da catwjja
    liinpo e livre de-toda a especio de caspa:
    Elle previne os cabellos de se tfrnarem ttra
    Cos.
    Elle conserva a cabera n'um cstailo defm
    cura refrigerante e agiadavel.
    Ello nao demasiadamente oleoso, gordav-
    renti ou pegadico.
    Elle nao deixa o menor cheiro desagra vcl
    Elle o inelhor artigo para os cabellos das
    cnatiras.
    Elle o melfaor e o mais aprasivolartip
    para a boa conscrvooo e arranjo dosa-
    bellos das senboras.
    Elle <\ o nico artigo proprio para o pnut-
    (lo los cabellos e barbas dos scohom.
    NEMILM TOi;C.\l>OK DE SI.MIOUA flt
    PODECO.NSIDrjlAR COMO COM-
    PLETO SEM O
    TNICO IICrAL
    o qual prese/va, limpa. fortifica eaformNa
    Acha-se venda nos estabvlocimentoc 4t
    H. Forster & C, agentes. E em todas a*
    priucipaes lojas de perfumarias a botiaas.
    Triunipho da
    mm medica!
    -
    **r.:^!
    - *

    \mm do 111110
    Ra da Madre de Deus n. 10 A.
    Jos Domingues do Carmo e Silva participa aos
    seos reguezes e amigos que no seu armazem
    ra d Madre de Deus 10 A, se acha um com-
    pleto sortimento deftanbem fardos de'patente t.*;
    * 0 31* sortac, dea mattiores fabricantes da ?ahla,
    a bem- assim a or da todos a fumos da corda
    va rolos,.paootes, latas grandes e pequeas, tam-
    bem dos mui acreditados fabricantes Torrea 4
    Atatrjo, Lianif, iMolp Sefcmdf 4 C, trtanr
    SehmicHbiG., Vaigae i Afaao, Trlndade rAKM-
    lar,, Taeira Pinto 4 Portoll (garantido petos
    meamos) a a>outros ainde nao condecidos pelo
    publico desta capital. O annunciante declara que
    t6d fumo qae ror vendido em sua casa ser- pelo
    sh jestt **wr,' e que quando garantir arrespeatl-
    a> qnalifdK nra' sincero, mui particularmente
    cam as passoaa aue pouco entendam da materia ;
    pois para bem servir a todos, tem o annunciante
    a tonga pratica de 15 annos deste commerci 0.
    " I
    Em tem pos modernos nenhutn <" r n
    ment opeuromaior revoltic'io 110 > tic
    curar anteriormente em voga i!o a too
    PllIIIIUIi ME WHCUW!-
    TAN 10 .\0 TRATAMtN
    M
    Tosse, Ccupo,
    Asthma, Ttmii *,
    Kouquidao, RosfraajBMuktti -
    Bronchites,
    Tosse Convulsa.
    Dores de Peito.,
    Expccturaco de rjangtt
    Como era toda a grande siaie de pufermi-
    dades da itirgan Oi-gttos da r'*|ir>iSi, que taoto
    atormentam e fazem so&er* a huimnidade.
    A maneira antiga do cunw eetekxia feral-
    mente na applicaco de wsic gras sarjar ou applicar (xtorio;-mente un-
    gentos fortissimos corniporlos de substan-
    cias vesicantes, afim 4e produrir empoHu* ;
    cujos differentes modo6 deeurar, nao faziam
    senao enfraquecer >e diminuir as foira's d pobre doente, contrihuindo por esta forma
    d'uma maneira mais fcil e certa para a eo-
    f'.inidade a destruit.ao inivitaveJ de su
    victima 1 Quam dilerente pois o clloito
    admiravel do
    PSIIOSAl. Di AJACASIUI
    Em vez de irritar, mortificar e cauzar inau-
    ditos soflrimentos ao doente,
    Calma, modifica e sua visa a dor,
    Alliyia a irritaco,
    Desenvolve o entendimeuto,
    Fortifica o corpo
    e faz com que o systema
    desaloje d'uma maneira prompla e r>
    ate o ultimo vestigio da enfermidade. Os
    melhores votos em medicina da Europa, (os
    entes dos collegios de medicina de Beriim)
    testificam serem exactas e verdmleiras estas
    relacoes analgicas, e alm dtsso a exne-
    riereia de milhares de pessoas da America
    Hespanhola, as quaes foram curarles com
    este maraxdhoso remedio, sSo maiS qe sufi^-
    cienles para sustentarem a opinio do
    FEITORAL DE ANACA1II'iTAI
    Deve-se notar que este remedio se acba
    inteiramente isento de venenos, tanto iuke-
    raes, como vegetaes, emquanto qu algn*
    destes ltimos, e particularm^te aquefles
    Sue* sao'dados sob a forma do opio, o dei-
    0 hydrocianico, frmam a base da maior
    parte dos Xaropes, com os quaes to f-
    cilmente se engaa a crcdulidde do pu-
    blico'. A composico de auacai,ma .peito-
    ral Acha-se linda"e curiosamente engarrfikda
    em frascos da medida de cerca do tneio
    quartilho cada um.e'conio adoso que se
    toma so (Ttima colher ptquena," basta
    geralmeute applicaco d'um ou dous lVas-
    cos para a effectuac^io de qualquer cura.
    Acha-se a venda em toa as b, cas.
    t. PrstersC, agent*.
    _ Shaw Hawkes & C, ra da Cruz n. 4, ven-
    dem machina de cortar fumo e machina de picar
    / carne.
    firate pcclwfli!
    Las escossezas a 280
    rs> o eptado
    tttt m Crespo n. O
    A3M rs. o colado!!!
    Bareges de quadrinbos, farenfla inteirajiielB
    nova no mertado, pelo diminuto p: 1 r*.
    ocovado; pee hincha : na ra do Queimado*.
    43 em frente a praclaha. Do-se amostraa.




    8
    Diario de Pernambuco Quarta feira 3 de Selembro de 1873.
    =
    YABISDDE
    i*- *
    Jii di-ama na rtSH
    (A. Cnurncl)
    A Rosa
    A estrada atravossiiaa fl iresta ; o sol,
    um ordente s-oi do -;ulho, flammej.-indo no
    zenith, comoqu<- l;va:ituva o p docami-
    nho ; a trra eslava -branca o calcinada, e
    as folhas dos granJns carvalhos se retor-
    can) ao contarl) nios ardentos como
    laminas ile ferro pin brasa.
    co era"t*dn tiil ;.os ramos lombam
    i m movis. Nora urna nuvom, num um
    sopro,- nem um ruido, salvo o grito estri-
    dente das cigarras por entre o dessecado er-
    vacal.
    Sobro urna rusoira selvagem, beira do
    caminho, penda una pequenina rosa : era
    a ultima que alli nascera.
    Se visses cuno ella ostentava hontem
    suas branca ptalas, levemente circumda-
    das por purpurina orla I de seu delicado
    calix trasborda vara os perfumes. A vicosa
    flor era feliz por vi ver e ter desabrochado
    om um lugar visitado pelo sol ; porque,
    senftn lo^se bella, tirina modo da sombra I
    * O' louca I louca I luuca tu procuravas
    *"o sol, e no emtanto elle quem te mata.
    Tuas folhas nacaradas e polidas, como
    alfares lisas derunia crianza, ci-lis enru-
    gidas o trmulas curao as mos de urna
    mulher decrepita.
    Tara viver, precisaras agora o que nao
    podes alcanzar, que Jambemjo que a crea-
    gio cnlanguecida reclama em vo agua,
    urna s gota d'agua.
    Mas o ote i todo azul e os ramos tom-
    bam immoveis. Nem urna nuvem, nem
    um sopro, nem um ruido, excepto o grito
    estridente das cigarras por entre o dessecado
    ervagal.
    II
    O Escara velho
    Dma gotad'agua, dizia a flor, urna
    grita d'agua restituira ininha cerolla o
    seu nvrdlodado matiz, ligando minbas pe-
    talas A sua&cadeias de esmeraldas, e bu. vi
    tejara em novas expansQS e poileria vi-
    ver 1
    Km son milito joven e muito bella para
    morree assim I
    a Oh se eu tivosse, como a brboleta,
    azas para voar, ira at a fonte, alm, na
    volta da estrada.
    Disseram-me que ha la sombras o fres-
    cor Quo felicidado se eu pu lesse ah
    mergulbar-nie toda, e sentir correr sobre
    num a onda -gelada
    Nao ; bastera que eu fosse apenas o
    verme disforme que se arrasta, porque as-
    sim eu me arrastaria at l.
    E eu tenlio s le, e morro ; mas quero
    viver. Oh I urna gota d'agua ineu amor
    por urna gota d'agua
    Um pequeo escaravelho nrgro, queem
    um raminho Je relva tristemente me dilava,
    ouvio os queixumes da flor. Era um poeta
    aquelle escaravelho. Havia muito tempo
    que elle se ptixonara pela rosa, mas sern
    ousar dize-lo.
    Ella en bella, elle hediondo ; a ella o
    sol, a elle as trevas. F.is porque a amava
    de longeo vivia isolado e melanclico, oc-
    culto por entre as ervas ; porque, sentindo-
    se feio, tinha me Jo da luz.
    - Nao desesperes, disse elle agonisan-
    te, tal vez eu te possa dar urna gota de agua.
    Promeiteste o tea amor a quem te sal-
    vasse... muito para mim ; eu nao pego em
    troca seno um peqnenino lugar sombra
    das tuas folhas, abrigo onle eu possa vi-
    ver, contemplando-te, sera que me vejas.
    Tudo prometi, disse a rosa ; s tu
    pensasem mim, quando todos me aban-
    donan!.
    Tudo prometto ; mas por piedade, meu
    escaravelhosinho, depressa, corre depressa
    fonte.
    issc elle :Os calores fizeram baixar as
    aguas da fonte a ponto de eu nao poder
    chegar a ellas; nada posso por este lado...
    mas repara alm... sombra do salgueiro
    n5o vs aquella moca que medita, toado
    junto n si seu cntaro de barro 1
    One meigo olhar e como ella lin-
    da !
    Suas faces sao quasi to escarlates co-
    mo tuas ptalas, e os seusolhos mais ne-
    bros que o raen eolio.
    Daqui a um instante vai passar a ca-
    gada real e essa crianga dar-nos-ha agua, e,
    aiuda que seja urna gota, essa ser para ti.
    Porque motivo tens tal conlianca ?
    porguntou a rosa.
    lia muito tempij que conbeco a rapa-
    riga que vem sentar-se alli para ver passar
    o cortejo do rei. Entre os brilhantes corte-
    zosque seguem o seu amo, ha um cava-
    lheiro mais brilhante que todos, e quando
    elle passa, s irri-lhe, e quando elle lhe sorvi,
    ella tron : um estremecimento de alegra.
    Ento, da sua hilha que vacilla, escapa-se
    sempre um fio d'agua.
    Es a cagada que se aproxima ; ouco o
    sorn das tropas espera.
    Ob l depressa, disse a rosa, depressa !
    - cu tenho sede, morro, e quero viver. Vai,
    -ters todo o meu amor por urna gota d'agua.
    III
    A Cagada Real
    Avante I avante. Urna nuvem do
    paeira", o retumbar do galope, o estalar dos
    chicotes !...
    Avante I avante!...
    Eisa comitiva do rei.
    Os caes ladram, os cavallos relincham,
    os picadores el imam e no meio de-tudo
    isto resoam estridulas as notas alegres das
    trompas.
    Es as matilhas offegaoles, os conductores
    de vestes bordada,, os escuderos agaloa-
    dos.dos quacsas armas rebrilham ao sol.
    Es o rei.
    E os cavalleiros se comprimem em der-
    redor ; e as damas que os seguem, urnas
    corajosas" conduzem com suas delicadas
    inios os fogosos cursis, outras indolente-
    mente reclinam-se era suas ricas calegas.
    Dir-se-hia um perpassar vertiginoso de
    uro e sedas, de piucas^ a de rendas l
    E a moga da fonte que segua com ivido
    olhar o desfiliar do festivo bando, empalli-
    deceu de repente ao divisar um formoso
    fidalgo quo calv<|tva em ura lindo corsel
    branco.
    E disse o escaravelho rosa :
    E' elle, d ello, olha... A mo da
    crianga tremeu esobre a relva resequida ha
    ama gota d'agua qne brilhou
    E o cavalleiro passou sera voltar a ca
    bega.
    Inclina .o portinhola de um carro, com
    o olhar em charamas, elle con versa va a
    meia voz com urna nobre dama que lhe
    rw par detrnz do leque...
    Avante 1 avante 1 e os cagadoresfo- trabalhadores do campo. Em Vihar nao
    gem como um turbilho. havec colheita, porque morreran ou esto
    Conduc ores, damas e cavalleros desappa- doentes todos os trabalhadores.
    feccm ; a poeira flucta lentamente pela
    estrada. Reina de novo o silencio e a sol- TRGICO FIM DE UM AEREONAUTA.
    dio ; ao longe apenas resoam estridulas as Um jornal de Michigan narra o trgico fim
    notas alegres das trompas. do aereonauta La Montain.
    IV No da da fesla da independencia dos Es-
    A Perola lados-Unidos, E a hmida perola estremeca ri solo. poca nota vel, azondouma ascenc&o no seu
    Mas, quando o escaravelho quiz colhe-la, formidavel aerstato, em Jouia, nos estados
    percebeu que era urna lagrima : recuou. do Michigan.
    V 0 balose elevou com urna rapidez ver-
    Desesperanga tiginosa ; mas nao tardou que nolasse que
    Triste a cabisbaixo veio elle contar a sua obalio voclllava, e em seguida conucou
    lecepgao rosa. dimiuundo da volumo, sollaudo-so dascor-
    r Querido escaravelho, murmurou ella, das som que medeasseni mais que segundos,
    s me resta niorror; agradeco-te a dedica- A b*rquiuha desceu ento cono urna pe-
    gao, vem para junto do miui ; posto que dra. 0 pobre aereonauta agauhou-so, o
    seja humilde e doentio o meu ultimo perfu- dilig-ueiou armar um para quedas, cima
    me. da cabega, para abraudar quaoto possivel
    E o escaravelho se agarrou ao coragio da a queda. Essa manobra tove bom resultado
    rosa. etalvez o aereonauta se houvera salvado,
    E a rosa morreu. so, ee.ii ps pouco mais ou menos do solo,
    Suas resequidas ptalas tahiram una a lhe nao houvessem faltado as foro,as.
    urna formando como que um lengol que Os bragosaban lonaram oapoi.i, eo dos-
    cobrio o escaravelho. e aonde este se dis- ventura lo veio da toda aquella altura, dili-
    |wz i esperar a morto sob os pobres restos genciaudo occultar o rosto as raaos e poni
    de sua infeliz amanto. os oihos a altura do pcilo.
    Quanto rapariga,- eslava paluda e fria O corpo veio baler no chao, produ/.iii i<>
    como um cadver; j nao chorava. De um ruido surdo. O que depois se levanou
    repunte levantoii-se desgreuhada o correu A d'alli, foi urna informe massa de carne,
    sua casa Ah odelirio a sacudi em seus ossos csahgue. Nem um osso sequer fioou
    bragos de louco ; dous dias depois raorrreu. inteiro.
    A violencia da queda oz no terreno um;<
    depressj de quinzeceutimetros.
    0 desespero do amor a matara.
    VI
    D. Juan '
    Passado tres das, um gentil cavalleiro
    passava na floresta ; urna mulher bel^a e
    mora retliuava-se amorosa em seu brago. |
    Convcrsavam, riam, canta vara, abraga-:
    vam-sec suas caricias erara doces e nume-' CMARA DOS DEPUTADOS
    roas, como as caricias de dous noivw de Discurso Hossas. cossemieiuo diogo vtxno
    ASSEfflBEA G JAL
    vespera
    Quando passaram junto do salgueiro, on-'
    de se sentara a pobre menina, |ierguntou a
    moga :
    Porque estremeceste naquelle dia em i
    que passaste por aqu ?. .
    Quepergunta pois nao visto que o niara vitalicia, assim como cunara tempo-
    cavallo tropegou ?... 'raria, a le fundamental attribue no art. lo
    Ha de dar-mu una rosa se quer que j 9.0 0 (](iVI)r Je V(,,ar na g(|ari|a j.,
    C.WALCAME DK ALUUUUCKUUr. E l)R. FRAN-
    CISCO LEOPOLUI.no l)F. CUSM.VO LORO, .NA
    DISCL'SSAO HAS EMNUAS 1)0 SENADO AO OR-
    CAMEJiTO GERAL DO IMPEain.
    (Continuag.io)
    Os nohres deputa ios esquecem que ca-
    eu lhe perdoe a mentira.
    E o cavalleiro sorrio e disse :
    As rosas sao raras na estagao presente;
    mas eu sei um lugar onde existe anda urna.
    Aproximaram-se da rosoira ; o arbusto
    nao tinha mais flores.
    conslituico e de promover o bem geral d
    nago.
    Se, porlanto,-aquelles Ilustres senadores
    p dessem aconselhar um att-ntad contra
    urna prerogativa reservada pela constituigao
    cmara dos Srs. deputados, se fossem n
    Despnala, com a pona do pe, a dama sl0 uditrerentes, s-lo-hiam cm urna in-
    revolveti os restos lanados da rosa que ja- differenca culposa.
    riaui por torra, e descobrio o negro escara- o Sr. Silvei'ra Martins :Nao dis-
    fti i l i i i cutamos as intengdes. vamos ao facto.
    Ol I hornvel animal 1 exclamou ella, j osr. GusmAo Lobo:Nem invoco este
    Foi elle quem m.tou a rosa, disseo argumento como razio decisiva de decidir
    mogo. Esta flor alimentava-o, elle dormio sobroaconstitucionalidadedadoutrina. Res-
    era son st-io e em recompensa mordou-Ihe o' pondo a aquelles que, mais do que eu dis
    coragao ; foi ingrato Icutindo intenges, explicara o voto dos Srs.
    Eesraagou o insecto debano do tacao Zacaras, Souza Franco e Parauagu, por um
    o* sua bota. 'desejo natural de confiscar e.n proveito do
    Depois afastaram-se rindo, abragando-se senado altribuiges da cmara temporaria,
    e suas caricias eram doces e prolongadas Se a medida me nao parecesse rigorosamente
    como as caricias de dous uoivos de vespera. constitucional..
    Finda aqui o drama da flor.
    Vil
    Epilogo
    E o leitor desculpar esta singella baila-
    da, ltimos vestigios de um tempo em que
    O Sr. Eufrasio Correa :Se rigorosa
    mente constitucional, como que V. Exc.
    disse ha pouco que era urna pratica poucu
    digna de ser imitada ?
    O Sr. GusmAo Lobo :E' urna pratica
    os escaravelhos apaixonavam-se pelas rosas pouco digna de ser imitada, porque suppe
    e as mogas podiara morrer de amor. ,>reiet.s.i Aa nm .ic nr,0,rc ^ r.3,^
    a preterigo do um dos primeiros, se nao
    nc, ,, ,.Ti>i.n .1 P Primeiro, dos deveres do parlamento, ca-
    Houve recen- mara e senaj0) volar ann0 ^ aQQ0 aS(Jes.
    das malezas.
    justiucave em presenga
    ""-0- cias excepcionaes e, anda perante esta i, fdra
    Os rea orios enviados cmara dos lords conveniente que, para aquietar todos os es-
    raencionam o numero das victimas devora- crupulos, a cmara temporaria podesse
    das por estas feras. adiantar-se em propr aquelle alvitre. Fos-
    Era Bengala, l para o interior, 13:100 !*,, despeza o receita votados era cada
    foram devoradas em menos de seis annos. e 'ann0 tomassem todos os governos e todos
    estima-sc em 10:000 -
    que animalmente
    todo a pennsula.
    o numero de pessoas: os partidos este empenho; o parlamento abs-
    victima dos tigres em trabisso de todo outro trabalho antes do des-
    e:npenhar-se daquelle dever; nao haveriaa
    necessidado que occorre frecuentemente de
    prorogaro orcamanto.
    Desejo ser comprebendido. E' de ura as-
    surapto muito grave que se trata...
    0 Sr. Duque-Estrada Teixeira :Defen-
    de e censura ao mesrao tempo.
    0 Sr. GusmAo Lobo:Nao confunda-
    mos cousas distinctas de sua uatureza. 0
    nobre depulado bem sabe que nao has-
    ta ser lgico, mas anda preciso ser sin-
    cero.
    0 Sr. Duque-Estrada -Teixeira d outro
    aparte.
    0 Sr. GusmAo Lobo :Estamos perfeita-
    mente de accordo. Eu mo desviara da
    questosedevesse demonstrar a V. Exc. que,
    se chegarnos extremidade de nao volar
    anno por anuo o orgaraento, este resultado
    to pouco devido a essa incapaoidade do
    ministerio (apoiados), em que nos falln o
    nobre depulado pela Parahyba, como lia
    pouco zelo e dedicagao da Ilustre maio-
    ria.
    0 Sr. Diogo Velho:Eu nao disse isto.
    O Sr. Duque-Estrada Teixeira d um
    Em 1%0, um tigre s sua conta devo-
    rou qaantas pessoas passaram, durante al-
    gumas semanas, por urna estrada muito fro-
    quentada. 0 numero das victimas foi de
    127.
    Em Hayduka, um nico tigre, de 1867 a
    1869, malnu cenlo i. oito pessoas, devoran-
    do n'uma occasiio urna familia inteira, com-
    posla de pai, ma etres filhos.
    Os estragos causados no gado sao ncalcu-
    laveis : as perlas avaliam-se, termo medio,
    por una sorama de 25 milhcs.
    Km alguns districtos, a emigrago tem
    tomado consideraveis proporges. Aponta-
    se urna pr vincia, onde os habitantes de
    tr.7.o aldeias fugiram perseguigao de alguns
    tigres, abaudonaudo um territorio de cerca
    de 230 milhas quadradas. t
    Lord Ettnck, que mencionou estes factos,
    pedio ao govoruo inglez para tomar enrgi-
    cas medidas, afim de conjurar um perigo
    semelhante. Depois da grande revolta dos
    cipayos, toda a populago ficou desarmada
    e o numero de animaes ferozes cresceu con-
    sideravelmente.
    As populages nao foram mais prote-! aparte.
    8idas- 0 Sr. GusmAo Lobo : 0 facto, que to-
    Nos sitios onde abundara mais os tigres (dos lamentamos, de nos nao sobrar tempo
    organisou-se umacorporago de cagadores para estudar detidameute o orgameuto de
    subsidiada pelo governo, assegurando-se um j 1874 a 1873, vem de circunstancias acci-
    premio para aquella que raaasse um tigre (dentaes que iudependerm da vontade do
    dos mais ferozes. i governo.
    Todas estas circumslancias motivaran) a Quem ignora que urna sesso inteira, a de
    pubhuago, no Times, de um documento] 1871, foi consumida pela importante refor-
    escripto pelo duque de Argyll, oqualfe-|ma do elemento servil ? Adversario lale
    chava com o segu uto periodo : | generoso como nio acredito que o nobre
    E' horrivel pensar-se que, no meiado do doputado pelo municipio neutro leve,a sua
    seculo dcimo nono, havendo tantos enge- severidade para com essa reforma, que, se-
    ntios aperfeigoados, que o homem tem sa- guramente ter remorso de haver combatido
    bido inventar para destruir w seu semelhan- co:n tanto esforgo como talento, at julgar
    te, militares de subditos iuglezes andera ex-que essa sesso de 1871 nio deu ganlu de
    postos a ser devorados em pleno dia pelas' causa a um verdadeiro triumpho da razio
    feras I publica, a um generoso movimento que uio
    'foi sem grande alcance para o futuro da so-
    0 CHOLERA NA HUNGRA. L-se o ciedade brasileifa.
    segunto na (iuzeta de Augsbourg : Vozes: Muito bem.
    0 cholera tem tomad > proporges me- OSr. Duque-Estrada TeixeiraJ:V. Exc.
    donhas as maegens do Theiss, devastando se esquece que nesse anno o orgamen-
    com igual violencia as regidas do nordeste, to s foi posto em discussio a 13 de ju-
    A epidemia invadi tambera a Esclavonia lho.
    e a Transylvania. 0 numero dos mortos 0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
    por toda parte de 60 por cento. Os me- dente do conselho) :Mas, aquella reforma
    dicos sao pouco numerosos. 0 governo que consumi todo o tempo.
    mandou alguns ultima -hora paraPesthe 0 Sr. Duque-Estrada Teixeira:Foi
    para as outras povoages mais meagadas. apresentada i discussio aomesmotempo que
    Alm di'isso nomeou commissarios encarre- o orgamento, portante nio o argumento
    ge.dos de tomarem algnmas medidas contra procedente.
    a extinegio da epidemia. As autoridades 0 Sr. GusmAo Lobo :No anno que se-
    tinham-se entregado de ha muito urna guio, estando a ser examinado o orgamento
    indolencia fatal, julgando terem feito muito logo nos pmeiros dias da sesso, a intran-
    era assignalarem simplesmente os casos. A sigente escola poltica que, depois da decla-
    invaso da moleslia duplamente triste n'es- ragio do nobre doputado pelo 3.' districto
    ta occasiao em que se deviam fazer as co- do Rio de Janeiro, nio sei como denomi-
    ado morriJo grande nu.raero de.ne.... -
    0 Sr. Duque-Estrada Teixeira :E' op-
    posigio constitucional. -
    OSr.Gcsmvo Ixibo :.... agiten aquel-
    la lamosa questao de adiamento que, resol-
    vida pela maioria aceidentd du um voto, mo-
    l vou a providencia constitucional da disso-
    lucao.
    Des le que reaberto o paramento, a at-
    tenjio da legisla turra actual umpregou se ac-
    tivameuto no exami-do orgamento.
    De onde, pois, deriva a responsabilidado
    do gabiueto de 7 ilo Mu. liios
    poados.]
    0 Sr. Duqie-Kstradv Teixeira : -Com
    os Aniwcs provare a V. Exc. o eolitos,
    rio.
    O Sr. (sU$hA dente, a orduiji quo tinha estabttlecido s m-
    uhasr'vflexo.i o qne mais de um i vez tenlio
    sido obrigado a iifterroip-r. A prunoi-
    ra das regras ioiistitueionaes que a a.scin-
    blea geral, guarda.la a iniciativa da cmara
    dos Srs. dopuli Ios-sobre i.npostos, lixa an-
    imalmente as despezas publicas e reirla
    por Tal sabidamente a douuina quo do-
    corro dui arto. 13$ 10, 3(5 $ I", 171 e 172
    da I- i fundamental.
    E' assim u'.na rog'a g rA absoluto que
    neuhnm imposto possa sor iniciado no sys-
    taina adoptado de iiiposios sonso por
    aquella cmara, que representa imine-
    dialiimeiitc o elemento popular. Muilo-
    apmados.)5
    Nem vejo aiii imki excepgao, como o no-
    bre deputa lo p-d > Paran pareen r, a algu-
    nia regia consiito loial, mas um principio
    de orde.u superior que.i nenhum ouiro p le
    ser sacrificado.
    0 Sr. Cor.a:E'excepeo ao dimito
    coramum de legislar.
    ( H i outros apartes. )
    0 Sr. GismAO Lobo : -Seria (ireciso re-
    cordar que doate pi incipio que deuorre em
    ultima au.ilyso a influencia allribuida em
    nosso iagiinen cmara temporaria. ? Cora
    a ini< ialiva do impodo ueuhuma fuucgo
    gov.r.iamental somos estranlios ; podemos
    em todos influir urna justa medida.
    Vozes Gehaes:Muito bem l
    0 Sr. Duque Es i rada Teixeira:Ao
    menos V. Exc. concdenos em theoria o que
    nos recusa na pratica.
    0 Sr. GdsmAO Ixibo:Atinbuindo ao po-
    der legislativo o dneito de fivar antiualm li-
    te a desposea e a reparligo do impasto, a
    cuiisttuigo na > pr-screveu, entretanto, o
    modo pralico pelo qual a asserabla gera.
    pode dosempenhar-se ilesti missao
    0 Sr. mjQUE-EsiRADA Teixeira: Ao
    contraro, ahi est o art. 172.
    0 Sr. Gusmao Lobo :0 art 172 somen-
    te eslabeiece que o ministro da fazenda, reu-
    nidos os orgaioeiitos dasditersis reparligOes
    aprsente cmara, com o balango do anuo
    antecedente, o org.unenlo geral das despezas
    do anno futuro, e da importancia de tolas
    as conlribuiges rendas publicas.
    V-se bem por aqui que a constiluigo nao
    lixou o mo lo pralico pelo qual devem ser
    annualioHilc docrotodas a receita e a iles
    peza.
    0 Sr. Dique Estrada Teixeira :A
    consttuigao at minuciosa.
    O Su. GcsM.Vo Lobo : Nao sei de ou le
    possa colher o nobre depulado que a cons-
    tituigiofii minuciosi. 0 que desta dispo-
    sigao e da do art 171 uuica-nonte resalta,
    que a receita e a despeza devem ser fu-
    das animalmente : sobre o mo lo pratico
    pelo qual o poder legislativo p lo curaprir
    este dev'-r a coii:>tiluigo au prestab.l;ccu
    negra.
    Se o ministro da fazeu la nao apresentasse
    no tempo e ni forma devilos o orgamento
    geral do auno futuro, o poder legislativo go-
    dera iucoutestavelmente legislar independen -
    te de proposta. Tanto certo, que o par
    lamento nao obrigado a guardar a forma
    desto acto, descriraiuanlo despezas e i rapo-
    siges.
    Isto vera pira dizer, Sr. presidente, que
    so as prorogaces de orgimentos anteriores
    nao podera ser vistas como o meio mais
    acouselha lo de consultar os grandes interes-
    reconhege carcter pi*rraanento, ella previo
    'ocaso em que aderogagao ou'subsluigo
    dos i i n postos de um exercicio nao tinharn
    sido decretadas, o nan>U continuar a arre-
    cadagio*.
    OSr. Diogo.Velho d um aparto.
    0 Sr. (usmAo Lobo :Nao sei se rae ex>
    prirai de maneirs a fazer comprehender
    lo io o meu pensainonto.
    Vozes:Perfeitameute bem.
    OSr GusmAo Lobo: E' justo concluir
    que, segumlo a expressa doulri'ua consti
    tucional, a iniciativa em materia de impos-
    to- subsiste anda quan lo a voMgio animal
    nao so verifique, tt-uliam de sjbsistiras
    anteriores iiiiposig^s. Para casos excop-
    eionaes a constituigo reserva a providencia
    excepcional.
    0 Sr. Diogo Velho :E as duspe-
    Z.'S ?
    0 Sr. GusmAo Lobo :A constituigo nao
    po lia querer que, encerrado o exercicio
    para, que votado um orgamento, fos-
    sem suspensos lodos os servigos? Nao se-
    ria a espora da dissolugo da sociv-
    dade f
    0 Sr. Diogo Velho :A constituigo
    preveuio, mandando lixar as despezas aii'
    uualineule.
    0 a. -Sumi Lobo : M s precreveu
    ao inosiuo lempo que emquauto a contri-
    buico nao fr revogada ou substituida, con-
    tiuar a ser arrec lada.
    0 Sr. Diouo Velho : -Ouanto coutr-
    buigo, nao quanto despeza.
    0 Sr. Gusmo Loro :V. Exc. tem 1-
    berda le de interpretar o texto constilucio-
    ual segundo os bons principios e a ndole do
    svstema representativo, mas o que nao
    pode imputar um grosseiro absurdo ao le-
    gislador constituiot-. Para que a couslitui-
    yii providenciara sobre contribuigo sno
    para applica la s despezas publicas? 0
    diiiueiro pedido nago nao p le ter outro
    destino.
    0 Su. DldGO Velho :Deven lo ser appli-
    cado ligalmeute
    O Su. Gisuao Lobo : Se a arrecadaco
    lo imposto legal no caso previsto pela
    constituigo, tambera o a despeza. Quera
    diz imposto, diz despe/a.
    Vozes :Muito bem.
    0 Sr. Diogo Veliio : Se tiver sido vo-
    lada pelo parlamento.
    0 Sr. Gusmao Loro :Neste caso a dos-
    ptza acompauha a origem do imposto. 0
    governo nao a podara crear, mas deveria
    respailar a despeza creada no orgamento pelo
    qual o imposto devesse ser regulado. Nem
    de outro mido pode ser entendida a dispo-
    sig.io constitucional.
    O Sr. Diogo Velho :E' outra a hypo-
    tbese.
    0 Sr. GusmAo Lobo: -V. Exc. quer ver
    no orgamento mais urna arma politica que
    um dao do receita e despeza, e d'ah vem
    pretender que a votagao animal do orgamen-
    to confunde-so c un a iniciaiva sobre o im-
    posto. Sao, entretanto, cousas distinctas
    em si, e pelo seu alcance ; e a prova que
    S constituigo nao julga fazer violencia ao
    direilO de iniciativa ao prevenir por aquella
    forma o caso do nao ter sido o orgamento
    votado a tempo. (Apoiados.)
    O Sr. Diogo Velho d um aparte.
    0 Sr. Gusmao Lobo :A despeza I Mas
    o orgamento, Sr. presideule, nao sanio
    urna prevso, o como toda a previso, o
    subordinada ao curso dos acouteciraentos c
    dos factos. Nem de outro molo se explica-
    ra que em lo la a parle onde impera o sys-
    toma representativo,-esteja em voga a pra-
    tica de acudir deficiencia das verbas orga-
    uicnlaes com esses meios, que se rahecen
    ios nones do crditos supploraontares ex-
    traordinarios, transportes de verbas, outros
    tantos expedientes que a poltica financeira
    acouselha e subordin i regras raas ou rae
    nos cautelosas.
    O Sr. Duqie-Ivstrada Teixeira d ura
    aparte.
    0 Sr. GuSSAo Lobo : -Honra nesta par-
    te sos governos do Brasil, onde nunca se
    vio que funecionando o parlamento, um
    ministro d'estado se iufaasse autorisado a
    ses a que um orgamento tem relago, se abrir ura crdito superior a 88,000,000 de
    obrigara a ura oame menos ltenlo e domo
    rado eso alinal de coutas ura expediente de
    governo s nonte aceitavel era circums-
    tancias anormues, nao sao como nesta
    discussao se tem dito, meios incoiinilucio-
    uaes.
    OSr. Pr.iiEitiA dos Santos : >oapoa-
    do ; um acto anormal e i.icouslitueo-
    nal.
    0 Sr. GusmAo Lobo:0 que urna pre-
    rogativa quer dizer (e nem se cuten la que
    aceito este meio seno para caso exeepcio
    nal), que as necessdades do exercicio fu
    turo corres|M)iidom s do exercei > passado.
    A pratica adoptada em todas as nossas sita
    ges polticas, de supprir por este meio a
    falta Je orgamento regular, vem anda para
    provar que nio resulta dosse expediente urna
    offensa constituigo.
    Cunpre anda observar que as regras
    constitucionaes sobre a contribuigo directa
    devem ser entendidas como iiUeramente ap-
    pcaveis s imposiges indirectas. Nenhu-
    ma razio milita para que impostos indirec-
    tos nao' estejam subordinados aos procoitos
    estabelecidos a respeito di contribuigo di-
    recta. (Apoiados,)
    Se de out'o modo se devosse entender,
    seguir-se-hia que a attrbuigo do art. 15
    10 seria limitada mposigo desta ultima
    uatureza ; e dahi o absurdo de ser um s
    systema de impostos diversa.nente regido.
    Poder-'e-ha chegar esta estrauha conclu-
    so de que, nao se referindo a constituigo
    seno contribuigo directo sobre esta s-
    menle nos cabe a iniciativa. A prerogativa
    do art. 36 1." seria por este modo gran-
    demente dimi.iii la, seno inteiramente ani
    quilada.
    Aceito o principio de que as imposges
    indirectas devem seguir as mesmas regras,
    que a lei fundamental faz expressa mente ap-
    plica veis contribuigo directa ; basta con-
    sultar o art. 171 para concluir que a nossa
    sabia constituigo provino a hypothese de
    nio ser o imposto votado, animalmente.
    Diz o art. 171 : Todas as contribuiges
    directas, a excepgao daquellasque estiverem
    applicadas aos juros e amortizago da divida
    publica, sero animalmente estabelecidas pela
    assumblea geral, mas coutinuaro at que se
    publique a sua derogagao ou sejam substi-
    tuidas por outras.
    (Trocam-se apartes.)
    E', portanto, irrecusavel que podem ha-
    vor taes contri.miges que, cora applicagio
    especial, tenham carcter permanente, assim
    como que a prerogali a do art, 36 1.
    nio est subordinada A votagao animado
    imposto. (Apoiados e nio apoiados.)
    A constituigo foi providente. Sem j
    fallar nossa. classe de contribuirles, a que
    raucos!
    O Su. Duque-Estrada Teuejra d um
    aparte.
    OSr. Gusmao Lobo Era toda aparte
    so usou do recurso de crditos extraordina-
    rios. 0 parlamento inglez nao tinha votado
    para a expedigo da Abissyna senio em
    crdito de 2,000,000 sterlinos e a lougiqua
    campanha custou entretanto a i thesouro
    britannco cerca do 8,000,000. Nao se re-
    gateou o prego de urna victoria en que o
    honrado pavlhao inglez eslava empe-
    uIihIo.
    0 Sr. Duque-Estrada Teixeira : Nao
    confunda o facto comodireto.
    O Sr. Diogo Veliio : Tanto foi
    guiar que houve ura bil.
    0 Sr. GusmAo Lobo :A denominago
    do erudito extraordinario est dizeudo qual
    a natureza das circu'nstancias para que
    reservado aquelle recurso.
    Entre nos, todos sabera que no uso de
    crditos como ao exercer a fculdado de
    transx>rtar verbas, o governo nao se tem
    apartado das regras estabelecidas pela t*-
    bella de 1862 que, entretanto, nao tem
    forca obrigatoria de lei.
    0 Sr. Duque-Estrada Teixeira :
    E' urna obrigago legal.
    0 Sr. GusmAo Lobo :Nao tem forca
    de lei, u'm foi anda approvada.
    O Sr. Presidente do Conselho : 0
    governo tom-n'a observado sera que ella te-
    nha sido approvada.
    0 Sr. GusmAo Lobo :Pois que o no-
    bre depulado pela Parahyba se referi a
    bil de indemmdade que absolveu o gabine-
    te de Saint-James da responsabilidado em
    que incorrera a proposito dessa avenlurosa
    expedigo da Abyssinia, vem a ponto obser-
    var que d'ahi nao se segu que os crditos
    suppletuentares do orgamento seja repugnan-
    tes ndole do systema representativo. A
    deplora vel historia dos crditos extraordina-
    rios que tanto se usou e abusou era Fran-
    ge...
    . 0 Sr. Duque-Estrada Teixeira :At
    Fould.
    0 Sr. Gusmao Lobo :As regras de
    Fould, que o nobre deputado recorda, mo-
    tivadas por verdadeiiosexcessosque tinharn
    feito perder ao orgamento o seu carcter de
    orgtimcpto, nio passaram pelo melhpr ex-
    pediente para conter o governo no estranho
    rgimen de urna audaciosa politica finan-
    ceira. 0 nobre deputado seguramente nio
    ignora que contra o plano de Fould, hora
    que consagrado em um senatits-coiuulio,
    elovaram-se adversarios to respeitaveis co-
    mo Troplong, cedo reconheceu-se que o no-
    vo mecanismo nio tinha a virtude de impe-
    dir os vicios do regitnoa financeiro da
    Frai;
    A m- Sr. presdeute, Asvia-
    ram me do curso natural de miulia demons-
    tragio. E' irrecusavel que pelo nosso di-
    reito, est previnida titucional a hypothese de lindar um exerci-
    cio sera lei que rogle o exeraicio a se-
    guir.
    O Sr. Duque-Estrada Teixeira :Na
    constituigo ha hypothese de cobrar-se im-
    posto* soai lei de orgamento?
    O Sr. Gusmo Lobo :Offercgb lei-
    tura de V. Exc. o art. 171 da constituigo.
    (Le). Desta disposig > intirp que a cona-
    tituigo predisso o caso extraordinario de
    quo um exercicio se abria sem lei de orga-
    mento que o rogn e.
    O Sr. Duque-Estrada Teixeira :Con-
    testo, mas V. Eic. lgico ; os seus argu-
    mentos levam-n i a esta com lusao absurda.
    OSr. GusmAo Lona:Po.ler-lhe-ha ju-
    rooer zasim ; mas pelo menos sao as pro-
    missjs iiicontestaveis.
    0 Sr. Dcqui; Esti'.ada Teixeira :Nao
    recua ante as extremas consequeiicias do seu
    argumento.
    OSr. Gusmao Lobo: S-j ha u.n.caso
    previsto emquo as conlribuiges podero.ser
    arrecadadas por um orgamento votado pa-
    ra exercicio fin Jo, concludeiite que a pro-
    rogativa d cmara temporaria de iniciar
    sobie impostos, nao depeudendo da votagao
    annu.il do orgamento, de nenhum modo
    anwagada ou comprometida pela prorogagio
    vixada pido senado. (Apoiados e inultos
    iiAo apoiados).
    Ou.il Sr. presi lente, o ponsamento da
    canslituigo ao attribuir cmara dos Srs.
    deputailos a iniciativa em materia de impos-
    tos de recrutaraenlo. Qual o lira dessa ira-
    portante prerogativa 1 V cantara que vem
    iinme liatanjoutu lo povo a consciencia vi-
    va da nago.
    O Sr. Duque-Esthada Teixeira :E' o
    rofleXO da opiniao.
    OSr. GusmXo Lobo :-Vibraru em seu
    peno as pulsages do coragao nacional
    ( apoiados ) ; de par com os interesaos per-
    manente"' de toda a souiodade, ella repre-
    senta essa gran le sorama de intorusses mo-
    vis quo o tempo mo litica dia por dia, e
    que po lora rooobsr de eircuiiUaucias mi-
    daveis alterages profundas.
    D'ahi vem eabar lhe prim -ira pilavra
    ua exteusa dos sacrificios plilis ao paiz.
    0 fim e a importancia da prerogativa, de-
    duz-se da sua propiia natureza. Escolher
    a materia tribiitavcl, desciiroinando quaes
    ramos da actividad.' Social polem sem peri-
    go do seu deseuvolviolento prestar-so s
    exigencias da receita, quaus outros nao a-
    po Jeriam supportar, que grao do participas
    gao pode sor pedido cada cidadio ora
    bom das roudas publicas ; tal o objecto
    da iniciativa. 0 seu lira e a sua importan-
    cia nao precisara sor exagerados para que
    cmara fique reservada urna grande atlri-
    buigo,
    Nio se coiiclua que cmara vitalicia fi-
    que tolhido o direito d, por sua vez, par-
    ticipar, com liberd ule apenas restricta pela
    iniciativa da elaboraeo, das leis que tocara
    ao imposto.
    0 Sr. Presidente do Conselho :
    Apoiado.
    0 Sr. Gusmo Lobo :Quando a cmara
    vitalicia vem a entrar no exame desle ira-
    portante assumpto (eaqui mostra-so a im-
    portancia da prerogativa ), o faz sobre ma-
    teria j estudada pola cmara temporaria,
    sobro deciso do immediatos mandatarios
    do paiz e nao p le escolher materia nova
    para a onerar ;e imposi;oes. A sua facul-
    dade restricta materia que foi tributada;
    nao polo dar preferencia outra. Tal ,
    Sr. presidente, o ale mee da prerogativa
    Nem se a diga diminuida das naturaes pro-
    porges de urna poderosa faculdadu. Alm
    de que cmara temporaria compete esco-
    lher a materia tributa vel, c nislo vai um
    grande poder que a habilita a iutervir cora
    decisiva influencia ua dircegu administra-
    tiva o poltica do paiz. accroscc quo o seu
    voto sobre o t/aantam das taxas nao pode
    deixar do pesar em seo justo valor, no ani-
    mo da cmara vitalicia.
    O nosso sys ema repousa sobre a harmo-
    na dos oreaos da soberana nacional. C-
    mara vitalicia e cmara temporaria nao de-
    vem ser vistas como campees em luto ; a
    guarda da constituigo confiada a urna e
    outra,..
    0 Su Duque-Estrada Teixeira : Ahi
    est a fu sao para evitar lodo o conflicto ; a
    constituigo prevemo a hypothese.
    0 Sr. Gusmo Lobo :- Em que a emen-
    da do senado constitue olTensa ao direito
    de iniciativa ? Providenciando para que o
    orgamento votad > para 1873 a 187i vigore
    no exercicio de 187* a 187o. o senado nio
    fez seno prorogar um systema de impostos
    iniciado e votad j nesta cmara.
    Ora. urna oousa o imposto, outra a
    sua duracio. Fuar o imposto, inicia-lo,
    maisalguraa cousa do que providenciar so-
    bre o tempo de sua durago. E' auto as-
    sim que, urna vez creado, a constituigo
    manda continuara arrecadago at que se-
    ja revogado ou substituido. ( Apoiudos e
    uio apoiados). E' a propra lei funda-
    mental que admitte excepges regra que
    estabeleceu, da votagao animal das despezas
    c contribuiges. (Nio apoiados).
    Confundem, Sr. presidente, altribuiges
    muito distinctas, as que fazem depender a
    iniciativa da votagao animal dos impostos.
    Mas nio admira que vejara no acto do
    senado umaoffensa prerogativa do cma-
    ra temporaria os que nao hesitara em sus-
    tentar, por urna eslranha deduegio de prin-
    cipio, que o senado nao pJ alterar a im-
    posigioe a despeza para augmenta-las, ou
    para diminuidas.
    De onde, Sr. presidente, resulta esta don-
    trina 1 Por ella ficaria a cmara vitalicia
    reduaida ao papel de urna verdadeira chan-
    ceharia, pordendo todo o valor a attrbui-
    go que lhe d a li fundamental de parti-
    cipar da votagao annexa da receita e des-
    peza.
    0 Sr. Duque-Estrada Teixeira :Re-
    duzir-se-hi cmara dos pares.
    O Sr. Gusmao Lobo :Roduzir se-hia
    ao papel de urna- cmara quo, tanto polo
    modo de sua constituig-lo, como pelas altri-
    buiges que Ibe compo.ora pola lei funda-
    mental da Inglaterra, nao pode ser equipa-
    rada ao senado brasileiro.
    O Sa. Duque-EstrabiA Teixeira:Mas
    nemtsso tica sendo mei a chancellara da c-
    mara dos communs.
    (CoA/miiir-ia-a.)
    TYP. DO D1AH1U -RIJA DUQUE DE CAXIAS
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