Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:13025


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Full Text

*"*"
AMO ALI.V. AHUERO 200
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'
Plll A CAPITAL B IIGABK8 OVDE tY4 SE PACA
Por tres mere achantados................
or ieis ditos idein............ .^. .
Por un anuo idem..................,
Cada numero avulso ..........;..
9004
119000
149000
- MO
SEGUNDA FE1RA 1 DE SETEHBKO DE 1873
PARA MXflO E PBA DA PBOTISCIA.
Por tres metes adiantados.................
Por eis ditos dem...................
Por nove ditos idem
Por um uno idom.
rrw
1IW00
09150
179000
DE PEMAMBUCO.
'PROPRIEDADE DE MANOEL FIGUEIROA DE PARIA & FILHOS.
Pereira d'Almeida, em Mamanguape ; Augusto Gomes da Silva, na Paralaba ; Antonio Jos Gomes,na*Vilada Peuha; Belarmino dos Santos Bulco, em Santo Auto ; Domingos Jos da Costa Braga, emlfaxareth;
Autonio Ferreira de Aguiar, era Goyanna ; Joo Antonio Machaeo, no Pilardp Alagoas ; Alves d C, na Bahia; e Leite, Cerquinho d C. no Rio ,'de Janeiro.
parte ornciAL.
o eraa da provincia.
DESPACHOS DA l'KK iiOKNCI \ DK H DR AUOSTO DE
1873.
Abaixo assignadis, coinmerciantes na villa do
Bom Conselho.-Informe a IIIiiki. cmara munici-
pal de Papacara.
Atgemint Perera da Silvera. Informe o Sr.
inspector da thesouraria de f a -nda.
Anna Mara do Epnto Sanio.l'asse se porta-
ra eoncedendo a harnea pedida.
Ant.mio Vctor de S Brralo.-Infi.rme oSr.
;ogenhero diiector das obras publicas.
Albino Antonio 'lavares.Concedo o prazo de
quiaze dias.
Aona de Santa 1,'rsula.Deferido em oflicio
dirigido ao Sr. inspeetor da thesouraria de fajen-
da nesta dala.
Anna Francisca de Lima. Deferido com oflicio
deta data a thesouraria da faienda.
Cyrino Jos da Paxo. Seja relevado da
una t.i.
Caetano Thoinaz de Aquino. -informe o Sr Dr.
chefe de polica.
Diogo Jos da Costa.-I'asse-se portara.
Padre Francisco Luiz de Carvalho.Eucam-
uhe-se.
Francisco Joaquim de Mello lavares, Deferido
Com offlcio desla dala thesouraria de fazenda.
Isabel Maiia da Conceico. Concedo i|uinze
Uia..
Joo (onies dos Heis. Deferido com oBcio
desta dala the>nuraru de fazenda.
Joao Pereira Chaves. dem.
Joaquina Emilia dos Sanios Fragoso. IJem.
Joan Xunes da Silva.Seja relevado da multa.
I -e Itulinu Barbosa da Silva.Seja relevado da
multa.
Ju-liuo Jos de Souza Campos.-Informe o Sr.
engenheiro cliefe da roparlico das obras pu-
blicas.
Joaquim Francisco do Sanios Maia. Passe se
tifiara.
Julio Puerstonberg.Informe o Si. inspector da
thesouraria de fazenda
Joo Jos i'odrgues.Diferido com olTlciodes-
la data ao Sr. inspector da Ibes linaria provincial
quanlo ao abono das hitas. Quanto, paran, li-
oeuca que requer, conceJ > tres inezes com orde-
nado na forma da le.
Liberto Anisio Machado da Cuaba. -Sim, com
recibo e nao havendo inconvenienle.
Maria Caetana do Cabello.Deferido com oflleio
desta data dirigido ao Sr. inspector di thesouraria
de fazenda.
Mauoel Antonio dos Passos e Silva. Cerliii-
que-so.
Tenente-coronel Pedro Pessoa de ?jueira Cam-
pea. Informe o Sr. engenheiro director das obras
publicas:
Osear Destibeaux. informe o Sr. inspector da
ihesoararia de fazenda.
Tiiuoleao Peres de Alouquerjue Marinho.
Julorme o Sr. inspector da thesouraria de fa-
zeuda.
Urania Nyupha da Silva. Informe o Sr. '.ispee-
tur da thesouraria provincial.
29 -
Antonio Joaquim Morcira. -Informe o Sr. ius-
iusjiector da thesouraria provincial.
Augusto Cesar Cjusseiro de Matto. Passc-sc
portara na furnia requerida.
Cardsii 4 Irinau. Ficam espedidas as con-
venientes orden no sentido que requerem o
supplicantes.
Francisca das Yiipjus do Alexandria. -Deferido
com ollkio desla data thesouraria de fazenda.
Fiel Jen Brothers. Deferido com ollicio desla
data a thesouraria provincial.
Francisco Xavier de Souza Hamos.Informe o
Sr. coiniuandanle superior da guarda nacional do
itecife.
Felippa Floripos de Faria e Mello. -Passo-se
|iortaria.
Isabel Mana da Amuncago.-Informe o Sr.
Dr. chefe de polica.
Ur. Jos Zacaras de Carvalho. Como requer.
Louronco Jostiuiano Tarares de jFHollanda.
Deferido com oflicio desla dala ao commandante
superior do Recifo.
Lzaro Thotnaz Martina, -Nao tem lugar o que
requur, por nao haver vaga.
Lisbella de Albuquerquu Mello. -Passe-so porta-
ra cun venciinentos na forma da lei.
Jlacharel Mauoel Francisco Honorato Jnior.
Deferido c-.ni oflicio desta. dala thesouraria de
fazenda.
Miii>el Jiaqtii.n Poreira de Carvalho.-Informe
o Sr. inspector da thesouraria de fazenda.
Manuel de Jess Jordo Caldeira. Ao Sr. Dr.
juiz de orphos para alten 1er ao supplicaulo como
for do- direito.
Miiel Faustino de Mendonga.Informe o Sr.
inspector da thesouraria de fazenda.
Bajarel Mauoel Francisco Honorato Jnior.
Sim
Thomaz de Carvaiho Sonres Brando Sobrinho.
Informe o Sr. engenheiro chefe da repartieao das
obras publicas.
Secretaria da presidencia de Pernanibuco, 30
d* agosto de 1873.
O porieiro,
Sileino A, Rodrigues.
INTERIOR.
4
oiu.iiumlo liis armas.
l}l A:lTi-.l. OOIliUL DO COM.UANUO D.VS A1VMAS
lil. PKRXAMISUCO, EM 30 1)L AGOSTO DE
1873.
Oidem d<> dm n. 261.
O brigadeiro coiniuandanle das armas, em vista
Oa datado 28 do correute, faz publico para couhe
cimento da guarnilo e devido elTeito, o se-
guinte :
t.* Qae por aviso do ministerio da guerra de
10, foi approvada a licen;a de tres inezes que o
Sr. tenente-coronel coiwnandaiite da fortaleza do
liruiu, Sebaslio Jos liasilio Pyrrho, obteve da
presidencia desla provincia p:ira tratar de sua
sade fura della.
t.' Que por ouiro aviso datado de 21, tudo dcsto
niez, expedido pe j inesmo ministerio, se con Weu
que o Sr. capilo do i. regiment decavallaiia
ligeira, Jos Molpiiades Bezerra da Silva Cosa,
aJdido aii deposito do ncrutas, se demore nesta
provincia at 30 de seteinbro prximo vindoure.
3.* Que a presidencia or offlcio de 20, per-
minio que o Sr. cirurgrao-mr de brigada Dr.
Jos Zachahas de Carvaibo seguisse para a pro-
vincia do Para com destino do Amazonas, onde
val exercer o logar de delegado do cirurgiao-mr
do exercito, no vapor da trompauhia brasileira es-
perado do sul at o da 8 do vindouro mez.
\." Qie a iii;4iiu presidencia, por outro offlcio
datado tambem de 29, approvou a proposia que
fex o Sr. delegado interino do eirurgiao-mr do
exercito Dr. Fortunato Augusto da Silva, do cida-
4o Joao Pinto Bandeira Accieli de Vasconcellos
para o logar de amanuense da refer la delegara
em subsliluicao do cidado Eduardo Daniel Reis
de Carvalho, que pedio e obteve exoneracao de
tal emprego a 24 d j cadente mez.
(Assignado.) Manoel da CaiJia Wanderlef
Lint.
Conforme.O nujor Jos B. do Santa Mer-
gulhao, ajudante (fe ordena encarregado do de-
Uihe.
lio, 9 de agosto de I*J.T
L'MA i:\TAI.II.v KM QUB NI.NGUEM l'KhDI.I .
E' conhecilo o dosagradavel ucidento que bou-
tem pode ser presenciado na cmara temporaria.
Motivuu-o um requTimenlo de encerrauenlo com
que nao se fez offensa, mi s dlsposicoes regimen-
taes, mu aos direitos sagrados da tribuna.
la a levantar se de sua cadeira o nobre Sr. pre-
sidenle do conselho para usar da palavra que Ihc
codera com graciosa deferencia o Sr. conselheiro
Corroa, qnaodo um Ilustre membro da maioria,
pedindo e obteudo a palavra em bem da ordein,
propoz e em poucas palavras justilicou o eneerra-
mento de una discussao, sobre que varios discur-
sos haviain sido proferidos c em que o honrado
presidente do rOHetho do ministros oceupara por
anas vaos a tribuna.
Xein um dos artiga* do regiment que regula
os trabalhos di amara temporaria, foi por este
modo violado.
QuanJo se formulara n pedido de encerramento,
o orador a quem caba a palavra apeuas se mos
Ira va na tribuna.
A regra nica do regiment, consagrado por es-
t> los nunca descontinuado*, ijue o orador nao
possa sor inleirompiJo Ora nao se interrumpe a
quem anda nao se servio da palavra. A razo de
ser dessa disposicao que com o encerramento
poder-se-hia obrjfW o orador a deixar inacabado
o sen pi-usainenlo, mutilar as suas ideas ; este
noonvrniente seria tanto mais grave quanto a
maioria tica na armada do recurso odioso de to-
llier a di-cussiio desdo une um discurso, comeca-
do. podesse ser-llie desagradavel.
Se neu iuina disposi.ao regiinental foi violada, a
liberdade e o direito de exame nao sotlreram com
o encerrauenlo.
A dheueaio Invada, sobre a mocie do Sr. Pe-
reira da Silva veisava sobre a conslituconalidade
da emenda da cmara vitalicia que proroga para
I87i 187o a' lei 'do orramento volada para o exer-
ccio anterior. Desde que apenas se queslonava
da convenicnea^Oe sujei lar essa emenda ao exa-
me da coniiuissao de conslitucao, o nao de a ap-
provar uu rejeitar, nenhunia violencia se fe* aos
direitos da tribuna, esses direilos que a Ilustre
mahria tem sabido respeilar em justa medida.
Fui urna diada ? Foi urna sorpresa ? Contra
quem foi ella exereida ?
Nao. Tanto o encerramento nao impoz fin tu-
multuario discussao da importante questao cons-
titucional que, alguns momentos depois do vo-
tado, o honrado Sr. couselheiro Corroa depois
delle o Sr. presidente do conselho oeeupiiam a
tribuna para discutir e examinar a constiluciona-
li Indo da emenda da cmara vitalicia.
No momento em que escrevemos, esl o Sr. con-
selheiro Paulino de Soasa a dizor um longo dis-
curso sobre o niesmo assumplo.
A' quem, pois, foi tolhido o direit) de discu-
tir t
O que se leve em vista com o encerramento foi
corlar por una discussao dosproveilosa e desloca-
da, qual se bavia estabelecido para justificar a no-
c:sidade de sujeiiar a emenda questionada ao exa-
me de urna commisso.
Estas explicacoes dadas, v por aqui o Sr. Cosa-
rio Alvim que o podido de encerramento podh ser
feito pelo no-so dislincto amigo o Sr. Gusniao Lo-
b> como por outro qualquer membro da maioria,
sera aberraba) das boas normas parlamentares de
que a maioria da cmara temporaria icm sido
guarda inflexivel.
Se alguem fez tilanico e.-forco, no foi o Sr. Gus-
mao Lobo ao exercer discreta e oppoitunainente
um direito que lito conceda o regiment, mas sim
o Ilustre Sr. Cosario Alvim ao exigir do sea ta-
lento t-odoiorosa conlribuicao.
Na curta vida parlamentar do Sr. Gusmio Lobo,
pode ser vista una convencida dedicacio causa
poltica que serve, mas nem um s movimento de
dcslealdade para com seus adversarios.
VIL AGtiRESSAO.
1* .-se alguem que o podia dizer com autorida-
do, que a impreiisa sexto sentido dos povos mo-
dernos.
E.
Instrumento noblissimo do pmsamento huma-
no em todas as suas nianifestacoes, a mprtusa
auxiliar obrigado dos com neltimeutos da scieucia,
dos seus progrossos, como do todas as conquistas
da civilisacao.
Chamada realisar urna verdadeira transforma-
cao, dir-se-hia um renascimenlo, em todas as re-
lajos suciaes, a imprensa rasgou horisautes no-
vos, sorprendemos, ao pensamenlo humano.
As sciencias como as (ettras, as arles liberaes
como a industria, pela imprensa que. se aperfei-
coam, se desonvolvem, ao mesmo lempo que se
propagam e se vulgarisam As relacoes sociaes
de todo o genero, do continente continente, de
povo a povo, do cidado, cidado como de todos
p ra com o governo, foi pela imprensa que vieran)
distenderse e alargarse, como as conbece a
nossa idade.
A mobilidade dos inleresses da poltica deu ra-
zio de ser essa forma da imprensa que se cha-
ina o jornalismo.
Acoinpanli jnd i da por da n movimento da opi-
uio, este admiravel instrumento dos partidos poli-
ticos tem iiidisputavel direito urna larga parte
do influencia nos destinos da sociedade.
D'ahi vem que a nenhum homem poltico pode
ser licito deshourar e aviltar o jornalismo, por
mais que as exigencias da discussao o possam
apartar das regras de cortezia c mutuo respeito
que adversarios se devem.
Crealo lodos os dias renevada, o j >rnal nao
pode ter o ciHibo de meditai.o que de ouiros ins-
imlenlos da imprensa pode ser exigido. Nao so-
bram ao jornal as longas horas de relexao que o
livre ab tos distancia do lempo e das paixoes emquaulo
aquello stenograpba os factos do cada dia, de cada
hora, desdenhando-os ao iufluxo de impressiJos
muitas vaos fugitivas.
Sabem-no todos quintos lidam na imprensa de
lodos os das.
Que orgao poltico nao desceu urna vez ao em-
prego do urna linguagem enrgica ? Qual orgao da
imprensa jomalisla pode presar-se de nao ter vio-
lado essa regra imposia lodos de conler explo-
soes do iuJigna.o f Ha jornal poltico que se tenha
excedido mai.- d j que o orgao lo partido liberal
nessa corte ?
Servom-nos as palavras que ahi ficam de res-
posta aos que censuram as energas de linguagem
de que urna vez lomos levados a servir-nos a res-
peito de um imprudente depulado da opposiclo li-
beral. Nem recordaremos as circumslancias em
que o fizeiuos: ser-nos-hia at doloroso iemra-
las.
. A tribuna do parlamento nunca descera to bai-
xo ; fura com espaulo geral, com sorpresa dos
proprios amigos desse depulado rebaixada, e sem
motivo, sem provocaeio alguma, ao nivel da in-
juria.
A calma e a eircumspeccao de que um repre-
sentante da nco se sentir abandonado em um
momento de verdadeira infelicidade nao podiam
ser mais exigidas de.um orgao na imprensa.
Condemnando cheios de indignacao o inqualifi-
cavel, o inslito proceder do depulado liberal, file-
mos o que faria em nosso lugar qualquer outro
dos nosso orgaos P9liticos.
Fizeme-lo com demasiada severidade? Temos i Diz-se que os legiiiniistas frmeezes olTerece
consciencia de que ficraos anda a dever utuilo aO 1 ram o tltnlo de re ao conde do Chambjrd, que o
aexrassor violeuto e do que ninguem, em boa fe, aceitn.
podor dizer que nos excdeuus.
Decorrem, eintanto, algumas horas e urna ag-
gressao brutal, torpe, nos 6 dirigida dessa tribuna
parlamentar rpje a naci paga para o bem de seus
inleresses e nao para o desabafo de rcsenliiuen-
los pessoaes, mesquinhos, ridiculos e parvos !
Insulto premeditado dupl insulto. De um dea-
tcs fomos victimas
O que poderiami.s raspondor, todos o saben.
Mas uo seremos nos rop< lir o que o nosso ag-
gressor tantas vezes leu ouvido. O que e o quo
valem a injuria, a cilumnia, o doesto debaixo de
suas formas mais crueis e hediondas, elle o tem
provado com dolorosa experiencia. Poderiamos
escrerer-lhe a chroniea, com alguma injulica e
pa xo e at repetir o que delle ja disse alguem na
imprensa.
As calumuias o injurias de que ja foi victima o
nosso aggrossor prejudicaram no no eoneeito pu
blico ? io, e por isso (ambeni que nem siquer
nos sentimos disposbis a dar as honras do nosso
despre: o aos insultos vis que honlcm nos foram
Mirados da tribuna.
Taes injurias desacreditan) e deshunram a quem
dellas se serve.
Espojem-so outros no fodacal dos convicios o dos
insultos baixos ; nos nao aceitamos a lula nesso
terreno glorioso.
Quando Ihe vier a refiexo o nosso aggressor re-
couhecera i|ue este dueo a quo nos provocoa
Ocoa-nos tanta vantagem como ao cavalheiro que
atra para o ar o generoso golpe com que poderia
ferir o peito do adversario.
Em vez da calumnia tem o nosso aggressor um
meio sua disposicao para julgar dos recurso*
com que esla empreza tem sido manlida. Podu-
riamos mos'rar-lhe, se o quizes-e, quantos docu-
mentos podem bastar para a pro va de que au so-
mos o org.lo assalariado de um governo.
(ATflfo.
DALQDEPERNiEiJOu
RECIPE, 1. DE SETE.MBKO DE 1873.
\ot-i da Europia.
Ainanliecou liontom em nosso porto o vapor in-
glez UHman-, da lioba do Pacifico, trazeudo dalas
de Lisboa al I'.' de agosto s 2 horas da larde ;
adianlaudo. perianto, seis dias s noticias two re-
cebemos pelo vapor inglez A'wi.
Eis o 11 ue colhemjs de joruacs e cartas :
rnAMjA.
Os jomaes Jrancezes publicam urna carta do
prncipe Nap-ileo ao presdeme da repblica, o
marechal Mac-Mahon, pedindollie a restituicao do
posto de general de divisao que Ihe foi dado pelo
imperador em 9 le marco de 1861, e no qual ez
a campanha de Crimea, tomn parte as acedes de
Alma e de Inkennann, commandou um curpo do
exercito na Italia, ao lado de Mac-Mahou, e em
1870 recebeu nessa qualdade em Chaln* orden*'
do maree al.
Funda se a sua reclamacao as leis mllilares, e
pessjalmente lembra que o presidente servio sob
as suas ordena quando elle era iniuslro da mari-
iilia e quo fra testeinniiha do bnplisado de seus
filhos. Appella para elle, do ministro da guorra
que o maadava para o conselho de oslado.
Afflrma-se que o principe ser reinlegralo no
seu poslo, como requer.
Continuain na inelhor inteligenciaeboa har-
mona o Sr. TbJera, e o Sr. Gambclta. Esta ctr-
cumslan.-ia preoecupa muito aopinio publica
O Sr. Tillen continua a ser ohjecto do inn-
meras felicilaeoes por parle dos departamentos,
pelo motivo de se aproximar o termo completo
dos compromisos fabulosos que a guerra impoz a
Franga.
Comecou j o movimento prcfeilural, mas
nao lao importante como ao principio se suppu-
nha; diz-se que nao passar da nomeacao de dou.
ou Ires prefeitos e de alguus saq-profeitot e secre-
tarios geraes.
O Sr. Fraissinet, depulado assembla na-
cional, escreveu cmara do commercio de Mar.-e-
Iba, dzendo-lhc que nao obstante a laxa addcio-
nal de bandeira nao ficar supprimida sena desde
o l de oulubro' prximo, o ministro da fazenda
eslava aulorisado a antecipar essa data para os ce-
re aes.
A commisso Welowgki que j tinha vota Jo
urna somma de 980,000 francos para cjudar os
emigrantes na Argelia a supportar as dilBculda-
des da sua primeira installaco; votou agora um
milho de fnneos; seudo 800,000 francos para a
in-iallaeao de 23u familias ; e 200, <00 francos para
despeas improvistas
Cada urna destas familias receber gratuitamen-
te urna casa de pedra e cal, urna junta de bois,
urna charra, sement e vveres para mullos ine-
zes.
No ministerio do commercio j se Irabalha
na revisan da lei sobre a raarinha mercante. To-
dos os documentos concernentes a esta importan-
te questo, foram entregues por ordem do minis-
tro ao Sr. zenne, que est encarregado de re ligir
um trabalho sobre este assumplo. Consiste n'um
queslionario destinado a facilitar os estudos da
commisso da marinha mercante.
J parti para Vienna d'Auslria a delegaco
operara que vai visitar a oxposico a expensas da
subscripro publica aberta para esse fin pelo Por-
vir nacional. A delegaco compoe-se de 103 ope-
rarios. Presidio partida o Sr. Cantagrel, conse-
lheiro municipal, e Ihesotireiro da stibscripeo
As cidades de Lyon, Angoulme e Naucy tambem
enviaran) delegados.
O principo imperial, recebendo os honapar-
liitas em Chislehurst, declarou que se mantem liel
no principio de ludo pelo povo e pitra o povo.
Afflrma-se que o relatorlo de Nigra sobro as
probabilidades de mouarchia om Franga, diz que
a Austria, Inglaterra e Russa sao favoraveis uio-
narchia.
Monsenhor Bauchi, nuncio do papa em Fran-
ga, teve urna entrevista com o duque de Broglie,
ministro dos negocios estrangeiros, na qual se tra-
tou da nomeacao de tre* cardeaes francezes. Pa-
rece que a esculla recahia no arcebis[io de Pars
e nos bispos de Bliers e de Orleans.
AlUruiam os ultimo* despachos de Pars que
legitimistas e orjeamstas chegaram a um aceordo
na queslao da cor de bandeira Iraoaeta.
O conde de Chambord deve ir Franca em
selembro crrente.
Tratase novamente de uin projecto de va-
gein lie conde de Pars Vienna, e de novas ten
lativas de reconciliacao entre o dous ramos fran-
cezes da casa de Bourbon.
A viagem do neto de Luiz Felipiie negada por
un* jomaos e afflrmada por outro* ; uu* j o da-
vam em Vienna no 1* de agosto, emquanto o n ir o
o faziam no caminho de Villers-sur-Mer em 31 de
julho ; a* ultimas noticias aesta localidade affir-
mam porin que eHecti vamente partir para Vienna
no da 4 cem tengao de faaer a annunciada visita
ao conde de Chambord, como fra resol vido, urna
solemne reunio de familia celebrada em Chantilly,
a despeito das objeegoes enrgicamente formuladas
pelo duque de Aumale.
as entrevistas entre o conde Chambord e o
conde de Pars, os dons prncipes teem examinadj
a situacao poltica cera! da Franga; a resposta do
conde de Chambord, foi urna cordial manifestagao
de sympathia, mas pouco importante, como ques-
to poltica.
A Ageifin Hacas publica urna nota acerca da
ailitude do governo francez para com a Hespanha,
cujo carcter tido em eouta de seini-olllci.il. Diz
a nota que a Franga ser completamente neutral,
guardar as sua rronteiras, proteger os seus na-
cionae*,, e nos casos extraordinarios far segundo
elle* exijam. Observa que o governo francez nao
recnheceu o de v.alrid e por isso nao Ihe deve
apoio, nem aos carlista* ou aos insurgentes do sul.
Parece indicar da-partedogo?rno francez a reso-
lucfw de uo seguir o exeuiplo da marinha
allem.
J parti para a Nova Caled-mia o celebro pam
phletario e agitador parisiense. Henriiiue de Ilo-
chefort. Antes de pirtr dirigi aoSr.Thijr* urna
extenssima carta.
Morreunodiad de agosto em Par* o celebre
esiadi-la Odillon Barro!, que era presidente do
conellio de estado. As exequias que se Ihe lize-
rain foram concorridissiroas.
MStAflMA.
a cmara dos communs. um depulado, a
proposi'o do pedido de un crdito de 8,500,000 li-
braspara acompra de leirnnns situado* prximos
do palacio de West-mnster fez una nler-
illagio ao minisiro da obras publicas o Sr.
yrlou.
O ministro declarou que o projecto fra alterado
no ministerio da fazenda, anude tinha sido remeiti-
dr. at em senldo que contrariava a* suas vistas,
e que por eotisequenr.a nao pjdia tomar a re*|ion-
sabilidade pelos actos do seu collcga da fazenda o
Sr. Lowe.
O Sr. G adslone interveo n debate e expoz a
sua opiniao sobre responsabilidade e solidariedade
ministerial e disse que, cada membro do go orno
esl mais ou menos sujeilo ao modo de ver de todo
o gabinete, as.-im como este solidario com cada
um dos seus membro-: quando um Je-les esl em
divergencia de opiniocs com os son* collegas, deve
declarar que nao aceita a responsabilidade, nem
pode defender ao parlamento a ouinio delle, e
loase caso resigna as :iia* lunc-.es.
O Sr Bailar subsecretario da thesonrari i, pedio
a sua deini-s io, que foi aceita, procedendo-se a
urna quasi con'pleta tian-f irmario ininisteria sob
a inejina presidencia.
O Sr. Gladstone cncarrega-se da pasta da fa
zenda.
O Sr L wc larga a pa carregado da do interior.
O Sr. Baxter, subsecretario, substituid i pelo Sr.
Ci.ndsoii.
O Sr. Bright, chanceller do ducaJo de Lancas-
Ur.
O* Srs. I) pon a ChLlers sahern do ministetio.
O Sr. Bruce, que foi elevado ao paralo, ser no-
meado lord prndente.
O lord mayor de Londres o leroceu no dia 30 de
julho o contornado banquete aos ministros por
Rjocasiao do prximo encerramento das cma-
ras.
Os discursos pronunciados-pelo* ministros foram
pxico i nporl.i'iles : aos elogi> s dispensados pelo
lord matar ao Sr. Cardwell pela sua reforma do
exercilo, o watstro da guerra responden fallando
com elogio das qualidades das tropas ingle'as e da
sua historia gloriosa e da necessidide imposta pe
los progressos do le upo, de modificar a sua orga-
nisnc.io e de a collorar altura das exigencias da
tctica moderna.
O Sr. Goshen em no no da marinha discursou
pWo mesmo t eor. Finalmen'e o chanceller do
thesnuro declarou que as linaiiga* do estado pros-
peram cunsideravelnionte. e que a iailemOlsaeio
do Alabami eslava boje saldada.
E.-ta ultima alfirinagio foi como um desment-
ment a cerlos boatos de que os inimigos de quo
anligo miuisl'o da* linangas laueavam mo para
atorar o seu orcainento, fazendo crer que se
n.lo rcalisar uu as previsoes favuraves nelle con-
signadas.
Lord Enlield fez importantes declarares c-
mara d s commun* relalivamenlo questo do di-
reito das goales, a que tem dado logar os acouleci-
mentos de Hespanha.
Disse entre outras eoosas que a inlengo do go-
verno da raiuba relativamente aos navios de guer-
ra hespanlmes perlencente* aos sublevados, era
trata los como piratas se elle commettessem actos
de piralaria e,n detrimento dos inleresses brilan-
nicos: fra destes casos nao haveria motivo para
so oceupar d'elles.
A attiiudc que resulta das declarages s lord
Enfield a da mais absoluta n-utralid.ide em quan-
to os subditos britannicos nao solTrerem prejuizo
algum. E' denllca a attitQde de Franca e Alie
manha, como se deprchende das instruc.oes envia-
das por estos dois governos aos seus respectivos
agentes.
Lord Granville, respondendo a urna nter-
peUacao na cmara dos lords, disse que o governo
se tem preoecupado muito com a necess dade de
concluir una convenco consular com os Estados-
Uindos, esiabelecendo u'ella medidas effectivas
para seren punidos os actos de violencia commet-
tidos no mar pelos subdito* das duas na.dos, e es-
pera que durante as ferias do parlamento se con-
rluain os ajustes preliminares que Ihe sirvam de
base.
ALI.ESIA.NHA.
0 re Luiz da Baviera nao se presta a fazer cau-
sa commum com a aristocracia reaccionara da-
quelle paiz ; negou-se a recebar a deputago dos
roineiros que assistiram reunio catholica de
Mayeuce e que pretendiam entregar-llie um pro-
testo contra a exlenso das les que proscreveram
os jesutas de todo o territorio allemo.
E' esta a atltude do governo bavaro, que n'outro
lempo era o principal sustentculo da poltica an-
ti-ullramontana do principe de Bismark.
O governo prussiano acaba de tomar urna
resolugo inesperada, mas equitativa, decidindo
que os iitsiiro-lorenos que optaran) pela naciona-
lidade franceza e emigraran) para Franca tero
lambem o direito de receberem urna parto da u-
de in ii i saga de guerra.
O governo prussiano, depois de examinar o
procedimento do Commodoro Werner, comman-
danle da fragata Frederico Carlos, exonerou-o da
sua commisso, censurando-Ihe o procedimento e
sulisiituindo-o pelo Sr. Prescrsiski, director dos
estaleiros de Wilhemskafen.
O governo enviou aos seus agentes em Hespa-
nha instrucedes para que se abstenham de qual-
quer ingerencia nos negocios interiores da penn-
sula, e para que dispensen) a mais efflcaz protec-
cao aos subditos allemes, enlendendo-se se fr
possvel com .'ts marinha* franceza e ingleza para
assegurar proteccao aos nacionaes dos tres paizes.
O imperador Guilherme saliio de Coblentz
no dia 28 de julho. D'ahi dirigi se a Wiesba-
den, onde chegon no mesmo dia s 4 horas da
tarle.
No dia 31 sabio ao meio dia para Hamburgo,
tans mnssulmanos.
Tem causado eslranheza esta linguagem da im-
prensa austraca, o allirma so que nao alheia
allianca concluida entre as tres grandes potencias,
esla defeza lito cordial dos interesses dos ebris-
los mussulmauos.
SAXONIA.
Encarregou-seda mgencia do reino de Saxonia,
jior j nao iaver esperangas de salvar o re, o prin-
cipe Alberto, que na batalha de Sedan commandou
as troiias saxonias. Em Sadova estivera do lado
da Austria.
ITALIA^
O Sr. Minghelli dirigi ao maire de Legnano
urna carta desmentiiido todos o* boatos do em-
prestimo de opera.rjes finaneciras.
A Gazeta da Alleinmlta do Norte desmente
tambemos boatos do emprestmo italiano.
O jornal Fin istfat V'iliawis desmente o boato
da que se trate oe augmentar a circulacao lidu- j iradas era Portugal. Os imurgentes arvoraram a
ciara do banco iianonal. | bandeira da repblica federal social, com todas a
A coinmiso dos accionistas dos eaminboa
de ferro romanos, tiverain um i conferencia com o
minisiro das obras pallucas, quo pronietteu resol-
ver brevemente a sua prelencao.
- Foi as-ignado um tratado de extradiego
entre a Italia e a Dinamarca.
INAHAilCA.
Entre os governos da Suecia e Noruega por um
lado e o da Dinamarca, pelo oulro, agitase actual
a O capillo-general da Galvia San-Marfin, d-r-
lerminou que dous balalhee* movis se dividissem
em destacamentos pela fronteira portugueza, des-
de (indina at Tuy. O* batalbe* manifestaran)
logo syraptomas de iusubordinago. O general
obrgou-os a curoprir tal ordem, o que ftzeram, di-
vdindo-se em destacamentos ; porin logo quo
estes chegaram ao respectivo destino, insurreceio-
naramse aberiamonie, adherram mais de 800
homens. Com receio de algum conflicto maior, o
mesmo que os insurgentes se apoderassem da c-
dade de Orense, que eslava apeuas defendida por
urna pequea forca de voluntarios, o capilao gene
ral mandou confluir vario* destacamentos de li-
nda para tomar a passagein para Cattella, e ao
mesmo lempo se dispoz a embarcar c-m Vigo, no
Buenaventura, com urna forte columna de todas a*
armas para baler os iusurgentes. Em Ceianora
poslaram-se carabineiros para defenderera as on-
a
as
sua* cousequeueia<.
O general Pava mandou soltar os sargentos
de arlilharia de Cdiz, implicados no movimento.
por conhecer que os maiores eulpados eram os
clUcaes. Este foram, portante, oceupar na pri-
sm os lugares que os sargentos dcixaram, seudo
subinctlidos a um conselho de guerra.
Foram sentenciados morte os cheles dos in-
surgentes de Sevlha, D. Manoel Ventana e D.
nenie urna questo importante que pode exercer Juan Carrero, aecusados de instigadores de meen-
una influencia na aituude recproca dos dous dios, etc. Em Cordova tamixm foram con
governos, e enfraquecer grandemente o prestigio deiunaaos morte varios demagogos, e entre elles
da idea da uniao scandinava. um capilao ajudante do general Pierrad.
Traa se de um direito a que a Dinamarca ligou t Esl confirmada a noticia qlie correu e que
sempre grande importancia ; o privilegio de pilo- eu uo quiz d.r nos te lugar, sem certeza de que.
tagem dos navios que alravessain o Sund. Este durante os uiotius e a resistencia, em Sevilha, ao
lireilo que foi consagrado em 1837, n i tratado general Pava, foi assaisinado um portuguez, e
iniernacional relativo ao resgale do imposto de
passagein do Sund, actualmente ameagado pela
creacao de uiua sociedade de pilotagem em Mal-
nwe, e sobre ludo pelos pillos dinamarquezcs,
que nao receiam conduzir os navios eslrangeiros
at a bahia de Coinpeiihague. Estas infraeeSes
que teem dado lugar a prises e imposie.o de
mullas, suscitara os clamores da imprensa sueca
em resposta i queixas onergicas dos iulesessados
dinaniarqueze*.
O governo sueco objecta que desde o resgate do
Sund ol, que valou a Dinainanra uraa indemnisa-
..S.. a- 'n __:u.- .i. ... __ _.
presos, iusuliados c perseguidos muito* outros qur.
cstavam afilelos no meio das desordeus que la-
vravam na cidado. O cousul portuguez cumprio
com energa o seu dever.
< Ei as ultimas noticia mai* importantes so-
bre os carlistas.
O seu maior enqienho atacar Bilbao em S.
Sebaslio. Apoderando-so de alguma destas pra-
cas, de rerlo levanlam meios em Londres, po-
deudo pedir s nages europeas que os recenhe-
cessein como belligerantes.
Oyarrun foi cercado e vencido pelos carlistas.
dia s 9 horas da manha, em direceo a Ralisboune
e a Nureiuberg.
No dia 4 parti para Latzburg, onde foi visitar
o palacio do archiduque Carlos. No dia segunte
chegou a Gastein, onde se demora at 27 de agos-
to, regressando a Berlim no dia 29. Poi abando-
nado o projecto de viagem do imparador Guilher-
me e Vienna d'Aus'xia.
AUSTBO-HUNGRIA.
Os lornaes anstriaco* oceupam-se frequente-
mente das violencias de que esto sendo victimas
na Turqua e especialmente na Bosnia, os chris-
gao de 30 milhoe de rixdallers, a pilotagem li- sendo as tropas do governo e os voluntarios com
vre, no estrello de Sund, e que, em virtude dotra- patamente batios.
lado de resgate, a Dinamarca perdeu o direito ao ( a guerrilhas Lizarraga e Velasco marcharan)
mono|iolio: so|jre Mondragon, cuja guamgo era pequea, e
A questo esta nesto p c os jarnaes dos dous atacaran! a. Apezar da resistencia heroica da tro-
lados do Sun I, entreteem urna ardenle polmica pa, os carlistas alcancarara a renUigao dos sitiados,
que provavflmeuie vira a terminar, por meio do pelo elfeito das bombas e do petrleo. Quando a
urna innsacgi.i auugavel, como cciiven) ao inte- columna Loma foi em auxilio de Mondragon, ja a
resse das duas uacoes amigas. : povoacao estava vencida. As aminores casas fo-
.. nussiA. ram saqueadas.
O Jornal O/fktal publica urna deciso do conse- i Todos os aprestos do governo e da laego car-
Iho do imperio, sau ciouada pelo imperador, em ^ta, ludicam que estavam em vesperas de alaque
virtude da qual os peridicos, uo sujeilos a con- de pontes iuiportantes.
ura, devem ser advenidos todas as vezes que a A praca de Berga esUi em estado de sitio
discussao de questes polticas importantes por [Mj|os carlistas, que teem all urna torca de tres a
va da imprensa for, at nova ordem, julgada mop-, uualro mil homens. Em urna surtida, as Iropas
portuna. I do guveruo desalojaram os carlistas, incendiando
Koi creada una medalba para ser conferida alguma* casas dos suburbios da cidade para que
aos expedicionario* de Khva. I os guerrilhas nao podessem forlilicar-se nellas."
O general Kaussmann e outros generaos da ex- Um vapor de guerra hespanhol tomou dtanle
pe. gao foram condecorados com a ordem de S. de Fonterraba, um van./ inglez carregado de ar-
Jorge. O granduques Aleixo o Nicolao, foram as e munices destinadas aos carlistas, rebocan-
pToiuovidos a coronis. O duque de Luchtemberg do-o at S. Ssbasto. Levava 1,700 armas Ber-
foi Horneado ajudante de campo do imperador. jan, tundo a bordo o coronel escossez Slewart,
, o ircia encarregado das collectas ca;holicas inglezas para
A cmara adupluu. por cera votos contra G, a 0a carletas.
convenco com a companniadis minas do Laurium. I Arraarara-se etn corso tres n ivios da praca
_.c',ml!au!'a !':,8:ira M s'auo 5,33 por cento do de Bilbao para dar caga a qualquer embarcado
producte liquido.
TLI-.QUIA.
Diz a Noca Imprenta livre que os montenegri-
que transporte arinameiito ou munices para os
carlnlaa.
Kstaleleceu-sa um rigoroso bloijueio em Car-
das tropas do governo, nao
unic>) imurgente por mar ou
enrgicamente contra o Montenegro se Ihe nao tol-
dada urna salisfaco immediata.
Dizom de Vienna que o principe de Montene-
gro fora gravemente ferido no rosto por um tiro
de espingarda; iguora-se o autor e mai* porme-
nores do alternado.
IISSPANHA
Em 19 de agosto acerca deste paiz escreve
nosso correspondente de Lisboa :
Coniegou na cmara a discussao da constitu-
gao.
Ducute-se igualmente o empresiimo, lizendo
o governo que o projecto era de P; sendo por
lano a elle que deve caber a responsabilidade. A
rejeigo ser pois urna censura a Pi, e na i ao go
verno actual, que nao faz delle queslao ministerial.
Continua a manifestarse insiibordiua/.w nos
carlistas, pois mostrando D. Carlos desejor que
seja restablecida a circulaco na linba frrea do
norte, os guerrilhas nao obedecem, continuando a
hostilisar.
Em Carihagena continuara asdesordens.
Fallase na suspeusio da sessoes al oulu-
bro.
0 minisiro do reino|declarou n is cortes, que
pedir a extradiego dos intransigentes refugiidus
no estrangiro.
A minora da cmara nao quiz entrar em dis-
cussao alguma importante, sem ser proposto, e
approvado o indulto a favor des deputados suble-
vados.
Falla-se em prximos acentecmentos na alta
poltica offlcial de aceordo com as aspirares mais
sen-atas do paiz. Esta linguagem sybilina da le-
legrapnia encaminha-se a fazer suppr que se
trata uas regioes diplomtica de urna candidatu-
ra Ileina ao ihrouo ( ? I de Hespanha ou a outro
aceordo teadente a t un a outra vez mouarchco o
governo daquella naco.
Toda a insurreigao federal hespanhola esl
ajienas reduzida ao baluarte da Carihagena. E'
cerlo que em breve este ponto de apoio ser toma-
do, porque em vista da- torcas de que dispoe e da
anarchia que nellas lavra, potica resistencia pode
oUerecer.
c Em tolas as Ierras da Andaluzia, que cedo-
rain aos direitos naturaes no fin de urna porfiada
lula, est se procedendo ao desarmamento das
torcas sublevadas.
Os carlistas, se por um lado teem augmenta-
do as suas torgas, pelo ddscanoo que Ibes teem dado,
por outro devem estar muito aescorocoados com
o trumpho do governo, que deve ter torgas para
os aniquilar.
O bando de insurgentes que tinha abando-
nado Valencia, commaodado por Galvex, Conlre-
ras e Perna*. foi destrocado pela columna de Sal
cede, semto-lhe tomadas muniges de guerra, cai-
xa e 400 prisioneiros, incluindo parte do batalho
de marinha. O resto das torgas foi em deban-
dada cora Galvex para Carthageua, onde enlraram
era 10 do corrente, lendo desertado muias pracas.
Eis o resu'tao do trumpho alcangado proxi
onde se demorou at 3 de agosto, sahindo^-nesso-- se na torga' de 2,000 homens, aceitando a lula as
tropas do governo, para honra de disciplina de
tropas subordinadas e regulares. Todos os chefes
poderam escaparse. O trumpho de tal consi-
deracao, que o ministro do reino declarou as
cmaras que lalvea dmxasse de presentar d'alli
era diante os telegramraas em ses-o. Os chefes
nao poderam ser psrsegudos, por causa da ca-
vallaria de Salcedo estar extraordinariamente can-
gada.
t Eis o que posso relatar acerca da iasurreicio
d'Orense :
apresamente d >* navios de guerra
hespanhes, diz um jornal desta cidade o se-
guinte :
< Eis o que diz a respeito destes npresamentos o
jornal francez Memorial Deploinatique :
A fgala alterna Frederico Carlos eonlmuou.
nas costas da Andaluzia, o s\ .-tema de vigilancia
eiTectiva um consequencia da qual tiuha apresado
o vapor insurgente Vigilante, e o seu modo de
proceder recebeu, de alguma sorte, a sanegao da
marinna ingleza, que se uni aos allemes para
eslorvar os projecto* dos revoltosos do canlao de
Murcia.
No d.a 1 de agosto, lendo sabido que aquel-
les se preparavam para bombardear Malaga, a
Frederico Carlos fei-se de vela para eslas para-
gens onde uo tarde u a reunirse a urna fragata
ingleza a Sewitfsure. A alguraas milhas do porto,
as duas fragatas cruzaram-se com dous navios in-
surgentes, a Victoria e a Almansa, que navega-
vam sem pavilhao. O comraanlante da Frederico
Carlos inliinou a Almansa, a bord.i da qual se
adiava o general Coutreras, chefe do* insurgentes
de Carihagena, a arvorar pavilhao ; nao tendo re:
cebido resposla, fez-Ihe um tiro^ de canho. A
Almansa arvorou enlao o pavilhao iniernacional
da Hespanha e arvorou ao mesmo tempo o pavi-
lhao parlamentario. O commandante allemo sig-
niiicou a ordem ao general Contreras que fossea
bordo do seu navio, o que aquelle Tez ; daqui nao
sahio porque ficou prisioneiro. Nesle intervallo a
Sewitfsure tinha tomado a Victoria.
t A iuieuro dos dous ominandantcs era levar
os dous navios ao porto de Carihagena.para ahi os
bloquear; porin tendo encoutrado. quando naye-
gavaiu, o almirante comnian lanle daesquadra in-
gleza do Mediterrneo, este ordenou que so reli-
vessein os navios, porm que se soltassem as tri-
polagoes condiconalmente, e qne se continuasse a
ler preso o general Conlrera* como penhor al
nova ordem.
a Chegadas as fragatas Carihagena, os agentes
consulares e uraa deputago do governo insurgen
te foram a bordo da Frederico Carlos. Depois de
urna discussao, os ommandanies dos navios es-
trangeiros deram 12 horas de prazo s tripolages
da lmuiisii e Victoria pan. desembarcarem. As
trpolacdes recusaran) se a principio, porm cede-
rain ameaga de emprego a torca.
c Observaremos qne aquella conferencia nao
assistio o cnsul de Frang ; nisto imilou a re-
serva do commandante da fragata franceza Jennnn
fiAir, que se negon a-operar de aceordo om as
fragatas allem e ingleza nas. aguas de Malaga,
fundande-se nas instmegoe* d seu govjrno que
Ihe ordena vam a mais- slricta neutralidade.
Isto passou-se nos dias I e 2. o dia 8 par
licipiva um lelegramma que a Prussia declarava
nos seus. agentes na Hespanh i que so abtiyesseni
de ingerr-.-e por qualquer forma nos negocios in
temo* da pennsula ; que ptoiagessem elMzmen-
te os subditos allemes ; e que procedessem de
aceordo, sendo possvel, com as marinhas france-
za e ingleza para afuangar a .arolecgo dos subditos
das tres naces
Oulro lelegramma de 6, diza : A Correspon-
dencia Provincial, folha aemi-offlcial, certifica que-
:i domissio de Werner prende com o incidente da
captara do Vigilante. A demissao mostra que
Werner prooedeu sem autorisaco. 0 governo
declina a responsabilidade do inr-idente, que pode-
ria implicar o reomhecimento positivo do governo
hespanhol.
t A Gaxtta da Allemanhn do Norte dia quo
Werner de ver foroecer explicacoes sobre o sea
comportamento que nio Iem obtido approvacio, e

-

r
--


..I
H t \{i
^Darj4S^crnarQbiico Scguuda (eir 1 de Setembro de 1873.
prcrtcft-ir o mc(on*2 allomaos evitanJoitftfttiar nmw* 1*\fi!!^&W&&*tM**l&iV
i.itervenciatisuluUsiiibiriore.'i 1I4 ll =5=


./
intervenga.) naihuis ulteriores do llepanha
O goVernoWfW, romo < vi!,!t!sp:irivMj ;
conducta di)'VrtM|pBJf<|>m.iia,oditr.e da
fortes e l ninygjpMiicHe caminando. Voi subs-
tituido pe) dr2ojBs e-talo fus Oe Wilhelrns-
liaveo, PrwerslfiJIP'' ...
Anles de ser demiltidoo eonuuandante Wernor,
otHcioa iajtondaJ
irema Escombrera!
iliageun, receba
urgente. A aut
cante foJ quelta
fialas, porem W
Aquella aulurd.'i
ncr parlando com
entrfoo ao*ii
>>i-se que uAjai
ai> governa tapan!
quizesse as dias
o governo do JlalriJ as nao possue.
Quando ao deu o tiMo do aprosamento dos na-
vios insurgentes, a nnprensa liespanhola, franco
Ingli'za, e jarte la alleaia censuraran nmito o
!(' IHi'.l
a lia-
sfrt-
9 aentrecat Ufas.
AlienH* ty'1""
o pira X
e (Y Vktorri.
Madrid deel;iivm
)dia J^tehoe^ qa.aado
Miz e~ pira se lIVi. c
i n i i; lar <\v oa > coav, iju-j i cwWi
jlai mel.liii. J j
tslu o diie-V-llir. fle'som>= tlot-il oifc
ir lo refractarios aos melliorarncnPx ; mas u q u i
(i que acordamos tanto, e-mais de me i o Portugal
ainda so est virand.i para o nutro lado, no raeinor
lio ->" ciuiin qjyBtf j}flJjon tonipoj om q
a galati'enurnl r rmatar d.
a primeira p il fon. par esso nos c
tejuinos aliirat e invadir!.
Isto vii, isto eiaf|ha, sed nutliti'it. La
Haremos uin dia.
Lisboa (qaeira oa n'u uncir) ha de ser com,
vonhtde oucon-traajrtda, nmatfruprimcira.-'cidades
il i l'.irop. Assinl lh\) iiupoa ua posi.-a > gea-
.rapliica. 03 paqnetos da America onegain-nos,'
partea quas todos o das, o de eada vez icazof
la- *i**-n(i levan) rfnT'TT.fiStIo'lfBflIfBTi.aTPi 'or
l\*ln este numerario que se nove, raer boas toni-
mo lidades, osoacosasIJhl'nVttl. 14^3 faiasoi,
jovo*oi grupos 110 Tuural; rendo os indi- Dzem o ornaos quep ministerio Ferreira
... Ti^A^Z*Z^.twe^fWimS- 't(>^ ** *> arrmrstia para lotfosds citJ9*ro5
ProceaiheiiIoTde "VTerner,""ne"plarando qlie cstr iCTiuTraTflmtiTTi Trdtatrrcs pelo g,iz, pulo vitiiddu-- Tnlnr do rTrnnttrT;Tirei'Jt,;rti> dn c;rnira-<-diver- -paregttayw qtH,- porcrtioes poltttcos, este
rjiniiiandanle viotava o dircito iuleruacianul man-'
timo das nafOes,
A uaprensa >ilivu, ail'eeti ,ao giveroo de Rv-
liu, talvez co na H6sc'fa'oa de qu Wernrr rio
ae que
operava sein Mistruei.'oes do r. dt> lsnurlx, de-
fenda cynicamenti, e ^e n Vaxoe's pTn?i*i iftm
do dijeilo, o proceder du Werner. Um dos jornaes
alieinaes clii'gou a dizer o segninto, que enclicu de
iqdiana.'a i dos at h iinens honra los :
?-.-j-irse" no*aWrefi'Cm4m en nissa Eli-
zabelh, i[\c cruzan oas aguas de lle^panlia, quir
asrem (er u.ii drvl*rtlnien11 tieHcoso, nada s? o
p5e; ao menos pr-f part! da H'pan!ia. a que cites
se divirtam a rar racaais navioie gn Tra upra-
ditos( .4/i,n:i, Victoria, tliktfl-iHesPItr-
wmh o'CtitkDlico). Seria esta para os nosos
navios una UcChlito de Ihzer irtatTidrras qno raras
vezes se aprescniain em tm>0 ile pat
Estas linhis p.ihlieou-ss a Gnztta de Colonia.
Oqneceri. 8 (lie o goVcrno alleuao (leu
as Urstriicofes que cima pumieauos tn.its das
depon da Franca, da Inglaterra, etc.; 0. t ttmbeni
cort que desde o dia :J, c:n que Werner aprisio-
bou o Vvjilnnt' al ao dia primeiro, om que se
ayresionou a Aimanzt, liouve tempo mais r:ie
uflicient- para dar iintrnceoes eathegtieii ai
cimmliidante da Fredetico Carlbs.
Qual a razio porua send o direito mtern i-
cional iguals osalleinesolnterprctaram no seu-
tido da aicrvciieo armada ?
' Ecco it probluHit; fui'em problema este que
a sa;;ieidade do sr. do Bisniark na 1 poden ue-
cuitar s viMjs perspicazes dos polticos eu-
rupeus.
Jao si: sabe qual ser o modo de proceder
do gorerno ingle* acera do convnandanleda Swil-
{tme, que tiiuoj a fragata Victoria ; pirem sp-
P'iid s, peles presientes que tcm havido ha In-
glaterra, que ni. ser milito agr.viavcl para o
eoiomanoantc.
< O frerno ngloz manlern a maier ne itra lade
oo> nigicios de He.s|iaana, o isto prava-o a resposta
<|Uo o sub ecrelario de estado dos negocios es-
irangeros, lord Entield, deu no dia i a u na inter-
-.li.ao acerca da tenada do Vigiltinte. Disse
eWe:
O guver.11 ipgl /. ni) roeobou'noafraiTt por-
menor sobre a nntnreza da entrevista que liniive
entre os commaudatitcs do Vigilante o da Fredvi-
to Curios; porem segn lo as informales exis-
tentes na secretaria, ude acreditarse que a enm-
mandante mgrez nicamente certificon, a tuln de
ie.-:e:na:iiia, a couven(i'i entre o ollltial alliiii e
<> olD.'ial lespa:iho(.\
0 lauto a< iuslruc;5es enviadas Hespanhi,
o governu da ra.ha i:i'ir;n>u o abniranlad-, :i 1
iia'V de juio. que, nlativaniciR ais navios |:
guerra hc>p;inbios denJiiiinadis pinta, nos ti-
inos de un decreto do pwrnn de .Madrid, opi-
lilao do guverna que o otes invim cKegasem a
a'uiiinietter actos d pirat.trM, lesando.o* Dtbrefses
ir:'. mi .-s, deveilin -ar tratadAs run piratas;
porem que se ist.> nio sncreJes.-c nenbnm casa se
faria dellcs. o Boverno di raintia, a'-n disto,
uforoMU as nossas ul <\ 1 l.u'.is n.ivnes i|ue era de
opinlu que os ea.iile* le ii);s;is navios nai de-
vem entregar n :n pcr.nittir a entrega ao g ivern 1
bespaonol de nenbutn d.-s pnsionlros rerts a
boho dos navios revottadus.
Os coinmanJantes dJs ornas de sua magesla-
de foram avisados de que eai caso de ame.iici de
boiHbardeame&to de una prag 1 qualquer pelos na-
vius revolt idos, deveri exigir a sn-pen;) de lodo
o acto semellioit, at quo se tenha tilo lempo
para por a vida e os bens das subditos brilaRQicos
eai segura i;a a devero fax.er exentar esta orden
por roela da forra, >c so raes recusasse obodoccr.
Taes sao as declaraeoes leaes que as cmaras
inglezaifez o govtrno.n'
A' ultima li ira erre o biato de que Sanchos
BregAi, general em chefe do exerco do norte, se
dennt.'io. Augnerita 11 os c.trli-tas nos nrrodoro*
de tifh o.
o general Marlftw Cimpoj repellio urna
f e'iili Ij ia->. -grates da Cart'iagiaa. fazon-J-i-
ibes 3*J0prisi'UKiros.
p -aTr-.M..
En Id de asist esc&v.? mssj orre;po:Jen'.e
do Lisliji :
^ l'de, a partida I) .Vtoa ponco ha que men-
cionar. Calor eXessivo E.n Lisbdi chogVu a 117
grot sj nara iiasiei uittm'w otas. Noticias ther-
ma'trica; 10 uros putos di Europa nos traten
Houve logo r
I 1 mil proi
ftv.-;
cim ilislas. BrT.!
"v
vi 1 iiau a mt
is 'a d 11! 1
>Hr4opllat rtHlm "4 o presi-lente da cmara s
vassem a melles apistol is que desistirn das c.in
ferciic^ n f|irlill ii'....."tlI^M T'
pie os Ti vi;]__
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?spectacul)s que os di
de. artefactos de todo o inund 1 n
JO'
Colfab
VA feaho submarino constaba e'ih f!on"e- a R
que se demittiram .mi.ministros da II-
^* dos negoci is estrAiiguir^di Mxico. O
3 J>fo4dnte desejaWi re^tijielecer rra5e< dipl-mia-
I eoai a Inglaterra tVauc'eforprea.
i. -TI -m ., 1IT
nc.t
n.5*TRTw e^WNr
OS fl^ioes
istrial se oslen-
a con^ola.-a 1 Je que n 1 Usboa a inais qnoixosa
a este resuoiti. Valba-oos iss- ao menos, e para
seguir leltra o reino nii.como vemos as barbas
do visinho a arder, vamos dcilan-I) as nossas de
mol o.
As praias asdio cheids de banhist is; a colonia
Itcspaaola angmentot desta ve consideraTelmen
1 \. por pie tribu 1130 vn a inl^odos os nonos a
banlios, accrescea desta vez grande numero de fa-
milias emigradas em eonsequeaei d>s ultiims
succossos. Vem os que polcram vr, j se sabe
deu-os a!ii a inopia, lia por tanto grande mov
ment nos niel ores botis, grande gastos as ca-
sas de modas, nmit) c insumo aos srvete, famo-
sas passeatas nos arred:ire3, boa quantidade de
trena tornados aos mezes, gente catolhana eai Se-
lunil, na Kric.~ira, em Pajo d Arcos, em l'edron-
cos, no Espinho, na Figutira da Foz, as cal lis- da
rainba, as praias do Nazareth, pir t ida a parte.
E estas pesetas que rolam, confundem-se com as
ii as patacas brasileiras que gyram e|de quo nos
-az sempre notavel porci cada um dos paquetes
Irania tlarttcoS.
S do Bo'iae deven sabir quartafeira do la-
zir.'tr) uns 491 passageiro'. O partugnez aprovei-
ta tudo isla como o povo escolhid? ajircveitava o
mapa que Ihe Cabla do c), e mais nada. Nao se
nnlesta amito para aprimorar as cammodidades
que offerece nuvem de viajantes cndinhpirados
q;te ve:il procurar o nos-o clima, as ntssas aguas
tliermaes, os nossos pontos de vista, as nossas cin-
tras, que as temos lindissimas no Russaco, na Bei
ra alta, n.as abas da Sena da Estrella, no Cara-
mullo, no Minln lodo, s portas de Guimaraes,
neste jardim d 1 extremo occidental, onde para tu-
do ser.aprazivel, o povo tem boa ndole como ne-
nhuma da Europa, e se presa da hospitalida lo pa-
riarehal de que tolo o Brasil se ufana, como ir-
n:o nosso e congenero em costume, carcter c
tradteoes.
Ma. repito, o portuguez de lei n5o se afadiga
para requisitar em esmemso mnitssimo com que
a na'nreza pnvidencial Ihe dotou a Ierra.
lima eslaclo haliieaiona das innmeras que
Eossuimos 6 como era ha trinta ouquireata anuos.
'na barca do banhos das que fluctuam defronte
do Ferreiro do Rajo aiiuella niosraissiuia ; pesa-
da e de-granosa mola de ua leira, que j no prin-
cipio deste seculo o JJos. Daniel se diverta a
chasquear era quintilhas d'aguadoco
a O gabinete da Nev no caf Martinlio no Lar-
go do Camoes, ao Hocio, consta do meia du/.ia de
mesas, um pouco mais de asseiadas, que tres ou
qttatro familias invadem, tudo isto sem elegancia,
som sombra de conforto, com absoluta ausencia
deluxo. E' para bem dizer, o nico retiro onde
as damas podem lomar sorvetes, ou cha no inver-
n. AJgaus outros que ha annexos aos cafs de
linmeira ciasse, si" inclassilicaveis, ou bhlham
pela sua ausencia. Tenl:o vergonha quando en-
tro e veje all a flor dos emigrantes d'alem gua-
dianna ; leuibro-me do luto e conforto que dei:
xaram era Madrid, ou em Sevillia, e tenbo pena.
Recorro eato puilosophia dos faetos consum-
niados para me animar, o digo do mim dar niim,
que mais vale esta em-eeremonia tosca em plena
ac, ;do |que essa anarcliia dourada, estofada,
franjada e iv imada de todas os re^iiintes da ele-
raacia, naie apezar de Mus os teus ouropeis os
fez atiitar apavorados e baler-nos porta.
* rijlunoamuito do.geiiioespeculador que ea-
racterisa o francez nutro todos os povos do mun-
do ; falta-nos muito mais ainda vel asseio aue respira tudo que inglez; caoe
mot em tudo que patentcamoa ao publico d'aque!-
la jitidez que imprlne um cunho ioimitavei aos
paizesallemes; ni)conhecomos a patarata nor-
te wmricana. Jifas em compenscao somos boa
rado das tapessarias circhmstantes, pelo g'aciosa
das eaixeras. Nada disto temos. Havemos de
te-lo: a cidadu que j principia a corlarse de car-
rls'pnra trnmmiys alargar, quo e db'liuo Itera
precisa. Mis sera) os capitaes estivtngeiroi que
(nao o milagro' por'q.'i os hoSsOs" am-la 's tira
dos e cabeeiidos. A nsnra o son el-loma 1, e
esta transforaVicao n se perif dn d6us*'fiiast '
Vamos a ousas mais positivas.
H3
agricultura donde acreaco do ministerio das obras
publicas at ao flm de 1870. E' devid) ,i ponna
do conselhoiro Moraes Soares, cavalheiro cuja
delicado pelas questoo; agrcola*, o paiz aovo
grandes mlboramentos. Conten 0 relatorio inai-
11 importantes esclarecimeutos &)*ire flfvers iS as-
sumptns de mximo interesse pira a agricultura.
1 ('intiiiiia a dizerse que o govemo hespauliol
reclamara do mss a extra lieco do alguns clie-
fiis emigrados', dizen.lo os seus crimos conimns.
Mas o goverm portuguez nio est p >r ora dispas-
to a annuir as propo-Uaf de extrldic ;o. Seria des-
mentir todos os precedentes nacionaes.
Esta ultima semana ten sido abundante de
Incendios. N'alguns lem havido desastres.. Casos
ten havido de rogo posto e com petrleo.' A poli-
ca procede a in'estigralos e os tribunacs pronun-
ciara > o seu veredictum.
J hoja fi urna conunisso de ongenhoiros
exaniinar a estrada de Torres Vedras para se cu-
treghr rfxploracto publica o camin 1 Larmanja't.
Partirn luje de Lisboa s 6 horas da inanlii,
com o fiscal engenheiro do govrno junto a oonj
p.aubi 1. O caminh) Larmaojat (iramwiy com lo-
omotivas a vapor) para Cintra Ihcciona ha dou.s
mezes, sem desastres e grande concurrencia. Na
oh-lla [iltloresca villa eon^ruem se idvo hitis.
Portugal prepara-se j par i lignrar em I87G
na exposieao da l'hiladolphia Devo faze-Io por-
que novas lauros conquistan agora na de Viauna
d'Au-tria.
foeai entrado por diff.jrcutes (untos da fron-
tuira de Portugal, varios grapas d: emigrados da
in-mrreici) federal cant mal e sieialista da ua.o
liespanhula. Todos os grupos ciiegat'am irmidos,
entregando as armas s fot*(asque esvam d vi-
ga e sendo os armamentos realeitilos pelo gover-
rn portuguexao liesoanhol
J eliegaram a Lisboa na corveta de guerra
fufante D. Ilenriqne, que os recebcu Ao vapor
Lince, iomo ilisse na uiinlia ultima correspon leu-
ca, os emigrados hesnanhCs. Faram o general
Piene I, Lope; Itorreguero, o coronel Linacero, e
o alvaga lo Castro. Foram rcmetdo para bordo
de um navio de guerra, em (]uan!Q nao leem o
destn 1 i-onvcnitiile que para a dha da Ma leira.
Xa f tura poca lyrica om S. Carlos de Lisboa
val ser cutala una nova opera do maestro por-
tense, Si deNoronlia, intitulada Tnjir.
A diligencias da a-socia;o los alvogados de
Lisboa, f iran conluzidos para o cemiterio occi-
dental desta cidade (i'razeres), de urna capela
da casa dos condes de Mesquitella, onie esta-
vam depositados os restos mortaos do gran le
jtiiiscuHsnlto poringuez l'asclioal Jo- de Mello
Freir J >s ll ;s Os ossos ficaram em deposito na
rmiJa di comitorto at seren trasladados para o
Jazigoque aquella asJociaclo mandn fazer a ex-
pensas sua.
* Em breve sahir do porto de Lisboa para o
de L tanda, a barca do estado Muiiinhi de Mello.
Leva toda a moeda cunbida para aquella provin-
ca.Siitvo de pe Ira. vveres e manicois para
os nos is navios de guerra al i estacionadas.
A cmara de Burder e cmara agraria das
ilhas lo Ca, dirigirn a con-el eiro Jayme Mi-
niz, ex-mnistro de marinlia c d 1 ultramar, copia
das actas em que foi resolv lo votar-1 he ajea ie-
cimento pelo modo porque elle na cmara dos ile-
sos cavalleiros
fi -p** dHiisfpwiriay'iw
ru-
nanlic#4ir hontejn i;o nosso
or amer|faio Meprimaclc, lr,i
do Rio -la l'rata 21, 'Id Rio
Sul ed ftnao 11,4 Santa
, ilo Rio de iaivuro i(, e da
correntp.
a
PARAGUAY.
pos oascrvamWi pHi dtPIi isfj*Tiri*'d** **W
taoldad.J|S,ordeiHuara ipanter a;seuuranca. Jaquel-1
te* fiicnuo.; fpte" j*anM amarina para feria t5*-T'
ty;Vr.....' *...........--" -lA
* w '~m CaTrta.
t .l li< U3, IM UH IU uu
e era o nono marquez
ule da ViJiguir.ar, 9l
r.ihta do mar da India,
que interessa n lu-
de S.-
pniaJos tratara as quesles
dia portugueza.
ilvtve um uranio incendio narJalo
tabal (Porto do rio di Sado.)
Foi demiitido do logar que exercica na direc
>-\) g Til do correios do Lisboa, o Sr. Mengo, pr.i-
ticnte, que ha tempo publcou urnas repTesenta-
p5es contra o servios daquella repariica e cantea
algaos empregados.
Sis um locumento em extremo honroso para
as cdonias portnguezas:B'um oficio que o
presidente lo jury internacional e ulatw do gru-
pa n. 2 daepisie.ai de Vienna d'.\\itria, dirigi
ao ministro da marinhadePortug.il, pirlieipaai
a distioccAo especial obtila pelos producios p^-r-
luguezes.
Vienna, 4 de agosta de 1-871. Sr. minJs ro. -
Tenho a honra de poder eomnunicar-vos que
1 O diploma de I mra, propasto pelo mea grupo
para o yosso minusierio, foi approfa lo esti ma-
nhi pelo Bonselho superior do jury intomacio-
nal. Permiiti-me, Sr. ministro, que vos felici-
"a te por esta distinceto extraordinaria que o vos'so
t ministerio,muito apreciad/i en toda a Europa,
acaba le rocebor, c peei-vos queace'te.is a cer-
teza u> n.cu mais profundo respeito. Vosso
mudo d.vli 1 Ij Lalis) de Vagaer, presiden-
te do jury internacional, relator geral do gru
p'o 2.% memoro do consclho superior. A S. Exc.
t o ministro da marnba de Portugal, n
Foi c m le nna lo no paramento d; 2835 00,
multa correspondente ao dobro di valor dos oh-
jecto3 arrestados, o c.apitio do vapor inglez |rW-
fritar, a bordo do qual, no beltene di dispensei-
ro, se encontraran escondidas na acto da visita
de entrada, camisolas, icwolvers, o chapos de sol.
-O Arbilrattr segua para Pernani'iuco.
Est no Porto o corone! brasil eir o, viscan de
de Caravetlas. Anla viajando pela Europa.
Parle para Franca o Palies itaix is, em servi-
fo do estado, o viscode de Paiya Manso..
a Progridern com muila aclividade os rabalhos
1 o rarainb de ferro do Honro. No prximo fu-
turo mez comecam os esludos dojanco compre-
hendido entro Porto Manso o o Pinhao. O projec
lo e orea nento entre Penael e Porto Manso esfip
j concluidos e brevemente sao remeuiios ao go-
vrno.
0 coronel de arlilharia, Victorino Damazio,
foi encarregada de proco lor a um minuciosa esa-
me do estado em que actualmente esto os cami-
nhos de ferro do sul o sueste, suas ofeinas c ma-
terial.
J'roccguem no c.astellh de 5. Jorge (Lisboa) as
scssOes do canselho de guerra para julgamento
dos reos: coronel Tlicotonio Horres, liaro de Po-
mariuho (major Pimentaj, majar Carvalho, alfares
llanos e 12 sargentos, todos implicados no pro-
cesso de revolta. Sio advogados : do baro de
Pomarmho e do majar Carvalho, o r. Joo F.n-
lalio de Mendmca ; do coronel l!orge> o Dr. Js
Liberato Branco"; do alfercs"Uarro,o Dr. Antonio
Maria de Camino, e dos restantes "os, sao,advo-
gados os Drs. Sebasto Antonio de Seixas, e Tava-
res. O presidente do conselho de guerra o ge-
neral Talaya ; vogaes o eoronel Canavarro de lan-
ceiro n. 2; o coronel Teixeira Reuello. de infanta-
na n. 1; o coronel Henriquo Jos Alves, do iu-
fantaria n. 5; promotor o coronel Zachelly, de
artilharia n. 1; auditor Francisco Correa de
Moadoncn. Por ora sao os preliminares e leitu-
ra do processo. Da parte.mais arrscala, inqui-
rigAo das testemiinaai e interrogatorios dos reos,
os informara oportunamente.
o Falla-se muito dasfeslisquo a 27 de setem-
bro prximo so faro no Bussaco para commemo-
rara victoria que alcancaram ah as nossas tro-
pas con as nglezas, obre o exercta do 1. Na-
poleo, e iuaugur.ac.ao do monumento patiotico
all exigido sol a dlreeoSo do nosso pop.ulars}imo
preloo coronefCosta Cascaes.
t Os propagandistas-Bternaciunflc, tendo sua
frente o raeitre escola Felisaaj} Lima, tentarara
rr ^TaciP'0 adj us trabalnbs as provincias.
Chefadasa Guinjaros foram ma! rocebidos. Eis
as n>ticias tolegraphicas que por ora ha a Ul-ros
pelta.
Da Revoluc) de Setembro.
Segundo telegrammas de Guimaraes appare-
ceram hontem n'aquella eidade Felisardo Luna e
aJguns individuos empanhados na propaganda in-.
ternactonal para o que tnham destinado fazer I
arainbl domingo, 17,umas conferencias no theatro. I
nSd c'ste o Sr. marque/ de Niza. AO
i-ii) de seisju^zgs.de doniioa aggravada,ppr ter-
rivu mortifieacoes di espirito, o' Ilustre flda'go
-fallece 1 pabro, no ostibelocirnonto de banhos do
laux Romos no bauXo Pyrenaai; m dia 13 do
corroiile. TiliA 56 aunas
de Jflzi, I-I.0 seulior e c
conde le hhl, id.' almirht
aleaide-mor de Niza, par d-i r. ini, addid) honora-
rio nss legarla em Par's, gri-cruz e coanmea-
d.i lor dj diversis orderls nacionaes e estrangartt.
0 >' 1 titnl 1 mai antig 1 era o de conde da V-idi-
gueiri) dado cni 152) a s. ,1 antecessor o grande
Vasco di Gama. Tainlfeoi f'ea s-rhor do morga-.
lo de Santo Eutropio fundado em 1308, do senno-
ri de llidiao creado cita 1-191, e 'dos margados de
llo.piil di.) e da Poz constituid o o primeiro eai
l;!b" e o sogOml) BJj| (.--o p ,, a ^j ,|e >it,
urna das mais p 1 deros.is e ricas do reino. No
RrsTI p.issuo tamlie n o sent trios da capitana
de I toma rifa, das ilhas de Itajnrica e deTona'-
raulijra. 'Quanlo nnrr.-u o nal 1) fillec.i.l rrCir-
quez (l I de agosta do 1820) o valor dos iinmenscfs
bi-ns que possuia eran avallad 1 le al a 6 millioes
de cruzados I O seu principal palacio en Isboa,
Madre de flus, hoj: priprielade do estado; on-
de se Sefi e-la!ie|eeido o aylo de D. Mara Pia,
era um du nriis stimptuosjs da capital, c conti-
nh.i quadros, liviarae oulros objectos admraveis
em valor e em meriyamento. Snccede nos ttulos
da casa de Niza o Sr. conde da Vidigueira, filho
prini ig mito do fallecido marquez e da Sra. marque
zi I, diri Constancia de Saldanha da (ini, fl-
Iha dos stima coales di Ponto e irmi do ac'.ual
onde. IJ Sr. marquen de Niza poneos dias aates
de marrer manife.-tou desej's do s despedir de
sa.1 espaa e de suas filis I n nediaUmaate qu
estas virtuosas senioras foram Informad is da piedle
1 s j 1, coireram Frang e p 1 leram ainda assis-
tir a is ltimos mi tientos da enfermo.
Tamben fallecen o general reformila Lopa
de Vasc Kicelles de Abren ffl.ima. Ilavia foito as
cainpaa'ia da guerra peninsular e do Montevideo.
Seguio sempre o |iaftdo liberal o
so!) a epigrap'ie nhjria e tristezi, o hrnil d)
Cunu:rc.i> de I'i emita o segu uta caso :
c Esta nianhl apresentm-se na caixa filial do
banco Unio do Porto, um individuo que em tem
po segurara um filniti, epricarou o empregado
incumbid dasece dos seguros de vida.
1 la all pergarlar, crem s nos, que visto ter
fallecido o scgurailo, se algxna (letiracJo tinlia a
fazer, apezar de ter perdido tul), dzia'e'.le, lasti-
man lose da adversidale que o privara de un
ente querido c di peculio que entregar. aa segu-
ro, p.ira for.nal um capital maior a favor de sea
Ulna.
t Couipletra-se, pjrm, j o primeiro quin-
quennio e oportunamente apresentra o pai do
segurado,-a fe de vida e a competente declaradlo;
pe Jinda a'li pidar-o do seguro
A'< la-timas do aficto pai, contestou o em-
preado do banca, dizenJa-lhe que estava enga-
ad i.
Teildo concluido regularmente a liqudacao,
antes do bito da.'crianca, era opaidella, pessoa le-
gtima para receber, conn seu herdeiro, o importe
da mastna li piidaci, ua importancia Je l:8JO0J0
n eninas em inscritigoes.
Ao receber esta 11 dicia o referido sujeito, eru-
palii leceu, bilbuciou algumas.palavr.is. de espanto
e alegra, e eanio" ea ai'teTi qui, li: in Ij privado
dos sentidos por algim tem) 1.
Compressas de agua fra e nao sabemos se
mais algunia cousa, trouxeram regular vitad ide
o pertiirbado animo do alluldo individuo, que
n-ta pudera ser superior comm 'cao prodazida
peh embate da tristeza com a sbita al-gria.
* Eis os ltimos telegrammas aqui recebulos:
Madrid 18.Reato de que Sancher Rre^ua.
general en chefo dd oxercito do N arte, pe lia a
deinisso. Os carlistas augmeatam no cerco de
Bilbao.
Mal id, 13. lima canhmeira ing'cia parti
luje para Alicante levando se,u b >rdo o almirante
nglez que tem ordem para entregar autorida-
des do g iverna hespaahol as. fragatas Victoria c
Alm-inia. O general Martnez Campas repellio
u nasarti la dos insurgentes de Carthagena fazendo-
llies 300 firisinnciros.
Pars, 15'. -Assegurase que o relatarte de
Vgra acerca dis probabilidades da monarchia em
Franja diz rjnc a Austria. Inglaterra e Russia sao
favoraveis monarchia.
Pars, 16. O principe imperial, recebendo os
banapartistas em Chslehurst declarou que se man-
lera lil a) principio de iwj pelo poro e para o
povo.
a Landres, 18.Os ministros das (mancas e dos
negocios cstrangeros do Mxico dsmittiram-se.
O presidente deseja tomar de novo relacoes diplo-
mticas com a Inglaterra, Franca e a Blgica.
Madrid. 15. Os carlistas atacarara Estalla na
vamente. Contina o bloineio de Bilbao. Corre
o boato de que uns trinta oficiaos de artilharia
pe lem para voltar ao servigo, em consequenca
dj niguas d)s sea eamaradas faltare 11 aos estipu-
lados entre ell<\, passanda se para os carlistas.
Plaza, cbofe da bando insurgente fgido de Valen-
cia, rj aprisionado com 11 comnanheiros. As cor
tes approvaram definitivamente, por 171 voto
contra 23, o pr.aject) de lei chaman Jo s armas
8) mil homens da reserva. Espera o que da en-
trevista celebrada hoje entre a cammisso das cor-
te, o ministro da fazenda e os portadores de bouads,
ala a'gum aecordo na qaestao *o projecto de le
relativo ao dficit. Os insurgentes de Carthagena
abriram o presidio c armaram 1.030 condenara los
a trabalhos pblicos As autoridades de Bilbao
resolvern chamar olllciaes de artilharia cstrange-
ros, em vista dos offlciaes de artilharia hespanhoes
nao quererem servir. Segundo documentos offl-
ciaes, os carlistas ton em Hespan'ia 2:60) (?) in-
fantes, i59 cavalleiros e 17 pecas, 10 tomadas e 7
importadas do estrangeiro. Um tiro de peca dis-
parado de Cartagena eausou grandes avadas n'um
dos vapores quo hloquciam o porto, obrgando-o a
levantar o bwquei'o. Os insurgentes puzeram
nado as fragatas Humnela e Mndez Nunez, pos-
tan Ja as entrada do portle atiraram nma bom-
ba ao vapor Cdiz que licau com dous hinens da.
tripolacaa ferdos. A fragata'(7aro? atravessou.
o estrello de Gibraltar quinta-feira, em diree;5o &
Carthagena. Quarta-feira os Carlistas, postados as
duas margeos 'da rio Ansa, prxima de Bilbao,
des le Olaverza at Aspe, faeram fbgo sobre varios
navios hespanhoe, um inglez e 0:1 tro francez, cau
sanda-llies avarias, feridos e morios, sem respeito
algum pela bandeira da soeiedade. de soccorros aos
feridos. Chegaram a Gibhiltar, a bordo do vapor
francez Vdte du Havre, o brigadeiro Eguia e mais
dous chefos dos insurgentes de Cdiz. Os carlis-
tas entrarara em Placencia e levaram da fabrica
de armas um milhaf de espingardas e outras ar-
mas.
Chegaram a este porto : a li o vapor inglez
Galticia, e a 18 o vapor francez Menina, de Per-
nambuco":
Sahiram os navios : de LisboaCeveuse (v>
liara o P.ir e Maranho a 13; do Porto -Ilitmil-
dude para o Maranho 'e Cear a'ft", e Lh\ia Pal-
metra para o Para a 6.
a EslAo a carga o navios: em Lisboa -L/Minz
para o Para.*Ra Figuetreuse >wi Prnambuco;
na Porto-fafee TriumpJuiityra, 'Adetolide nana.'o
Para.
'- A barca Josephina IL sahjda para Prnam-
buco, levou 130 pipas, 197 bs, 7 anc. 20 ex de
vinlio; i) pip.. 60 bs. o 30 anc. de vinagre; 1 S5
se. de farellog -f 7 has e 80 ex. de cera; 22 Tard
de louro; 790 Da. de cal; 18 bs. de carvao ani-
ma!; 20 de (evaa ; 30 ex. de conserva; 3 de
ceblas; 30 de batatas; 6 bs. de pTsta; 7 'p<-.'
dras de cantara; e 30 se de feijo.
loticlas du America.
Por via. de Lisboa temos as seguinfes noti-
i|0 (otroAo) ijrcorr'li.ra giwl plano/
as olaras du arto consisten) ton \) pontos so-
bro os ros Ioij liy, SaquiroTn.Tapf^nss, Sigrao, I'.isj-
S.Ua, Piiitoo'Muruihby.
lia abundancia de material para a sil-
\itieia# do ul do imperio. I perstructura o leito da ostrada, encontrari-
do-s c:n irfa ,1 extonso grandes rnonte$"c!o
sambaqut (ineleria calcrea conchyle.it 1 ;,
fornecendo as imatlas virgons da sorra da
Prata uxcollento mulcira do lei para os dor-
mentcs. As locornwivaseinpregailas sro
do systema l'airlic,' perniiliinlo transpor-
dains o quoi eiMotrmos*! tar at 400 passageiros, assim como 100
toneladas do carga.
' Serio tncalculavois as vanlagens de
prolongamuito dcssi jaia ate capital,
v6to como, partindo do morro da l'edra-
Branca, rj (fac^a ticfifl flever inclinar mais
ao sul, buscan la gilgar a sorra mmedi.'ujes >lo Auliaya, entre os morros
do Cabrestante na sorra h Acnial e o Ma-
rumby, na do Itapavo, subindo gradual-
mente des le a beira-mtir al os campos de
Piraquara pela menor lepressao da sorra.
Devenios tninbom njiintup a osla linba
u na raaiiliencao que, pirtiulo do Morretcs,
ti terninar ua cidado de Antonina, apro-
veitan la e$U parle do lito/al. Realizada
essa i lea, s rio servidos os interesses das
importantes cidadesdoParanagu, Morrotes,
Antonina. villa do Porto do Cima c a lio-
rescente povoa;ao do Anliaya, oproveilando
a capital e a villa de S. Jos5 dos Pinhaes,
objectivo'das estradas do interior para o li-
torfl.
A villa martima de (luaratubi tambero
lucrar com urna estrada de ro lagem de
pouca extensao, que vira en roncar-se na
via frrea, nos campos do Arrala!.
Dest'arte serao preendn.las tolas ns ns-
pira<;des das povouciias do littoral desta pro-
vincia, o satisfeitas as justas roal.imai.o.s
das povoagoesdo interior, que obteruo com
facilidade a sabida e entrada de seus pro-
ductos, livrando-se do tradicional transpor-
te em eateueiros, boje em paite um pouco
melhorado pola carroca alloma.
Urna vez realizado esto desidertum,
com facilidade o sen pro loriga ment irri em
demanda dos bellos campos geraes, o os
ubrrimos certes que demoran a oeste
desta provincia, que jazern incultos por fal-
ta de estradas, para por ellas chegar o iutel-
ligente agricultor, que co.n avidez buscar
os meios de aproveilar as riquezas immen-
sas quo conten o solo, benigno o apto a
especie de cultura e industria pira seu des-
onvolvimento: o logo aps a moiigraco
intelligente o laboriosa alllnir expontauea-
monte, augmentando a prosperidale desta
provincia, a que ser reservada um risonlio
porvir.
lito ir JANGiao.
No sonado, fji lijo o mandado impri-
mir o parecer da commisso de agricultura,
co.uimercio, industria e arles, acerca de duas
Na4areferom os jomaos de importancia
respeito da revoluto de Entre-Hios. Dt-
zia-s quo Lpez Jordn levantara o sea
acampamento o Nogoy, mas ao passo que
uns o davam om marcha sobre La Paz, ou-
-os suppunham. ameac.aJa a Concordia ou
a C'nueu;o..
O govorno de Baonias-Ayres ocilamu ao
general Arre Ion lo que sahisso do Mendoza ;
receiaya-se, porem, que este nao-cumprisse
a ordem. O mesmo governo fdra inlerpel-
la.lo no c angrosso sabr o estado las pro-
vincias.
0 Dr. Avellanla renunciara sua pasta
do ministro, o acreditava-so que a renuncia
fosse aceita, havendo j diversos can Ji latos,
ao cargo.
RIO CHANDE DO SUL.
Comas continuas e copiosas ciiuvas que
cahiram na capital, enchera o rio extraor-
dinariamente. Na Praia do Bellas a agua
galgara o pirolo e invadir a ra, clmgan-
I ).em alguiis lugares a altura superior a
um metro. Ficaram maulados tolos os
terrenos busos das chcaras fronteiras.
Na fl arescente colonia ftwtdo Movo um
ricen lio consumir o cngonbo de fabricar
aguar lente, propriedade de Francisco liad.
O prejuizo foi avalia lo e n a,000-3>300.
Manifestou-se outro incendio, na linba
Feliz em casa do colono Fredrico Karr.
itolatando o fact diz o Rio Grandcnse
do i5 :
O dono da casa tinha' ido cam sua
mulber dar u.n passeio pica la do Caf, e
leudo licalo techada a casa, suppoe-so que
o fogo fir posto iiitcncionalineiite por al-
gum inimig i do pobre colono, que ticou re-
duzido raaior miseria
itefere o Jornal do Commereio do Pe-
lotas :
Na sntSradeuma casa de familia resi-
dente as proximidades do porto I ai enooii-
trado o pardo liberto Antonio Fructuoso,
quo lia cousa do dous mezes roubara ao
Sr. Vasco da Silva Feij quautia superior a
300-5O00.
ligencias das autori la les al ti un das pro
ximas nootes passa las, em que o subdele-
gado de polica, capito Manoet Luiz da Cu-
nta, por denuncia quo tevo, dirigi se amel-
la casa, e aps minuciosa busca encontrou-o
e rccolheu-o priso.
Fructuoso aehava-so sob a proteccao de
um escravo daquella familia, som que esta
soubosso que o sou lar servia de coulo a
um criminoso.
O Sr. Feij, generoso co.no, pordoou
ao seu roubador, mas a autoridado fez se-
guir remita lo para a.marinba o tal Fruc-
tuoso, que OMtr'ora foi escravo de um Sr.
Pedro Pansa, de Porto-Alegre.
Cscreveram da Laga Vermelha que fora
preso o famigerado ladro Joao da Cruz,
vulgo Cecilia, que trazia os moradores dalli
em constante sobresaltos.
Joo da Cruz (diz a carta) foi preso no
dia 6 do corronte, depois de ter foito diver-
sos roubos; no da o arromboa a casa de
urna oclogenoria, D. Maria Joaquina, dei-
xando-a por morta, e roubou em moeda para
mais de i005; portn o inspector dequar-
teiro Arcelio Ferreira da Motta conseguio a
sua prisas, o que encheu a todos de conten-
tamente.
Note-se que esse tem um to que c au-
toridade superior da guarda nacional da co-
marca, e que o tem feito perseguir.
J0S0 da Cruz tao inveterado no cri-
me, que at firmas tem furia lo, entre ellas,
segundo consta, a do coronel Joo Vidal,
da Cruz-Alta.
Contam-se aos cantas os furtos e rou-
bos quo perpetrou, e s agora pode ser
preso !
Esperamos que o Dr. chete de polica
propositos que concedem garanta de juros
a companhias de vias forreas, o para cons-
lrucro de urna estrada de erro no RO
Grande 4o Sul.
Foi rcmetlido sanci;au imperial o projec-
to de reforma da guarda nacin I.
Na cmara dos deputados, no dia 25,
o Sr. Joo Mendos apreseutou os dous se-
guintes projectos, que foram reraotttdas s
reepectivas commissos :
A assembla geral resolve :
Art. i." s ministros o secretarios de
estado, e mais fuuccionarios das lega-
<;es no estrangeiro ou da quaes quer
inisss diplomticas, os membros do corpa
legislativo s do conselho de estado, assim
igualmente os funeciouarios ora geral, quer
sejam do quadro quer sujam u.eros com-
missarios, nao podem aceitar de govemo
estrangeiro ttulos, condeorabais, grras
ou favores de quaesquer especie, inclusive
presentes ou donativos, seja qual fr o pre-
texto.
Paragrapho nico. A prohibido es-
lende-se at um armo depois da demisso
ou dispensa o exinceao de funec/tes.
Art. -i." 0 lovantamento do empresti-
)s nao ser encarregado a funecionaro do
orpo diplomtico ; mas o commissario es-
pecial, que nao obstante dever ser supe-
rintendido pelo chefe da legaijo 110 paiz em
que houver de ser contrahi lo o c.nprestimo,
" na a perceber da commisso usual entre
a quantia que o
lenlo, fixara
dados
BjECrcIaria de
,-, jiib u ena '
prejuizo da
r coso disto,
ito i naden ni-
uc da demora
sem
lerJo Aiear#;.i |
!*5M)goveriHi
praz.is, dentro do
e aposentados na 1
csta-lu os parocorts dj'S^ii
de multa do'labl a 2o's,
rcsrjnnsabilidade crirr,
e resalvaii'lo s par
sarjaoVpor perds e Jj
resuda re m.
$' (i O consetteiros?allo estado sae
obrigados a residencia na^apitaldo im-
perio.
_ O conselho; de esta le ,tei edlico espe-
cial, onde os conserheirol $) estado c s6croes poderlo Irabalhaz 'eneliberar.
A secretaria se comp .r de :
1 director geral, co:n 4:000$ deorJc-
nado. e 2:0005 de gralifleacato.______ __
2 olllciaes, com 2"f005 de 'oVe'rio'b,
o 1:2005 de gratificagio.
i amanuenses, com 1:600$ de ordena-
do, o 800$ de gralrrieac/i >.
i archivista o bibliolhccario, com o
vencmenlos de ofBcial.
,1 porteiro, co.n o veiicmeiilos do
amanuense.
2 continuos, com o ordenado de 1:500$
de ordiado, o 400$.ele gfaTiil^oloQ
1 correio, comas vobduislecon-
tinuo.
O gverno pe) rm'tiisttr'lrr'do1 imperio,
cvpe lira regulamenlo para a socceiarifu po-
den lo organisa-la em tecedes.
Art. 4." Sao revogadas as disposico.s
em contrario.
Paro da cmara dos deputn los, 2i &:
agosto de 1873. J0C10 Mtt4*i de l-
meida.
Em seguida veio mesa o segunto jc-
querimoill, que ficou adiado por lor sobn-
elle peJido a palavra o Sr. Dioga Vasou-
cellos :
llequero quo o governo infirme 1o;m
que seja possivcl :
I.* IJual o numero dos cl.uigos 're-
gularos existentes 110 Imperio?
2.' Quaes os nacionaes, quaes os es-
trangeiros ?
:1. O.i le o quanlo uns e outros pro-
fessaram ?
Paij) da cmara dos deputados. 2o de
agoslo do 1873./> -. Pinheiro aimi-
ret.
Dep lis, ten le sido approva lo um reqne-
rinieuto verbal do Sr. Rodrigo Silva, par.
que tevseiuvertida a ordem do dia, cutrou
lhe dar agasalho na marin!ia, pois mogo
e destro para tu lo
PARAN.
Na noute de 31 do passado dora-se na ca-
pital um conflicto entre varios al'.emes e
soldados de polica.
Ten.lo a patrulha de cavallaria que ron-
dnva a cidade encontrado dous allomaos a
brgar, prendera um delles, logrando eva-
dir-se o outro.
Quanlo a patrulha regressava da cada.
onde tinha deixado o preso, foi accommet-
tida por um grupo do allemes, em numero
de 12 ou 13, que do momento se reuturam
ao que se tinha evadido. Nesta occasiao o
commandante do esquadro de cavallaria de
lihha mandara acudir s pragas que cstavam
sondo offendidas ; e, ento, travara-se urna
luta de que resultara iearoro gravemente fe-
ridos um soldado e levemente quatro alle-
mes ; tendo os provocadores corrido para
urna casa sita ruada Assembla. O chefe
de polica, logo que teve scienca do ocor-
rido dirigise ao lugar e mandou que o
subdelegado de polica puzesso cm cerco a
casa, e que pela" manh effecluasse a priso
dos ditos allemes.
Referindo se & estrada de ferro de Para-
nagu a Morrales, cujos estudos prelimina-
res acabavam do ser approvados, diz o De-
zenovede Deze>nbro, loma que so publica
na capital daquella provincia :
A estrada que medeia entre stas dua's
cidados tem a extensao do 55 kilmetros,
seguindo lindas muito tortuosas, e tanto que
a medigSo em linha recta nio deu mais de
32 kilmetros.
Depois das devidas explorages proce-
deu-se abertura das picadas em urna lar-
hrura de 2m,o0 por terreno era geral favo-
ravel e plano atoo flm fla linha, tendo apenas
86 curvas,, sendo a do raio mnimo 186,"93
es maior de 2,290",82, cora una extensao
de 37k,--928, que, com a refctifioagio das
turvas, ficou a 37k-!-432*,3i. 0 decli-
ve maior de teda A extensao da linha conta-
se em 0,01769 -590,000" e a attitude era
referencia ao nivel de baixa-mar, no
gao do morro das Pedras, ema36,000"
gue pelo banqueirosen-a
governo arbitrar.
Art. 3." Os vencimentos dos funeciona-
rios diplomticos sao elevados a mais 5 0/0
Art. 4. Sao revoga contrarias.
Pago da cmara dos deputados, 23 de
agosto de 1873.Jlo .tiendes de Almeida
A assembla geral resolve :
Art. 1." Os ministros e secretarios de
estado porcebero o ordenado animal de
20,000$, e nao serao sujoitoa a despeza
alguma pela carta imperial de noniear.
Io Percebero, mais de urna s vez,
a titulo de ajunla de custo, a quantia de
5,000$, e, anda, para gastos do represen-
tago :
O presidente do conseibo e o ministro
e secretario de estado dos negocios cstran-
geros a quantia annual de 10,000$.
Os outros ministros o secretarios de es-
tado n quantia de 5,000$.
T Sendo presidente do conselho o
ministro e secretario de estado dos negocios
estrangeirs, nao perceber sent a quantia
annual do 10,0003) para .os gastos de ropre-
sentago ; assim como da fqunio do pastus
nao dar direito seno a um s ordenado,
a urna s ajuda de custo, c a um s subsi-j
dio para gastos de representa gao.
Art. 2. Os presidentes do provincia
percebero mais 40 0/3 dos actuaos venci-
montos ; e igualmente nao serao sujeitos a
despez alguma pela carta imperial de no-
iiteaco.
Art. 3. Os membros do corpo legisla-
tivo nao podom ser conselheiros de'estado.
Os que o sao actualmente serao aposentados
com os venciraentos quo ora percebem.
1' Os vencimentes dos novos conse-
lheiros do estsdo sao:
Para os ordinarios, 10,000$000,
Para os extraordinarios, 6,OO$000.
* 2o Os conselheiros de estado nao podem
exercer on aceitar outras quaesquer func-
goes publicas, excepto : Io o cargo de mi-
nistro e secretario de estaco ; 2o o cargo do
embaxador om misso especial ; 3 o cargo
de presidente de provincia.
Em quanto exercerom as funegos de
quaesquer dos cargos referidos, sero subs-
tituidos no conselho do estado por membros
extraordinarios.
3*'Rao perrnitlda a dispensa do con-
selbeiro de estado seno como suspenso
para responder a processo criminal.
4* Os conselheiros de estado, que
forera eleitos senadores o a deputados, per-
era 3a discussoo prjecto n. 225 do 1871,
concodendo diversoe favores escola de
pharmacia da provincia de Minas Geraes.
Oraran os Srs. Correa e Diogo Vascon-
collos, Asando esta discusso adila.
Foi apresen'.ada a snguinte emenda :
n^O art. 3*subsjitua-se pelo seguiute:
Os diplomas de pharmacia approvados
pela escola, de quo Irala o art. Io, aos alum-
nos approvados em todas as materias do
curso, serio validos cm todo o imperio.
Manod Francisco Conu.
Por ultimo oceupou-se a cmara coaa o
projecto do arrasarnenlo dos morros do
Castello cSanlo Antima.
Orarara os Sis. Ignacio Marlins e raipis-
tro do imperio, icaudo tambera adiada a
discusso.
Por portara de 20 do agosto fon n
no/neados: Josiiio do Naseimeuto Ferreira
e Silva e Maximino de Jess Passos ; o pri-
meiro platicante, e o segundo continuo ii;i
secretaria, de estado dos negocios da jus-
liga.
Por decretos de 20 de agosto foram
no mea los:
lli'pc-li.ior da seceo desciencias physicns
o naturaesda escola central olaaiarel Jaa-
quim Duarte MurlinhoJ-" ..*.i:-
Capello-alferes da rrparligo eeclesiastica
do excrcito o padre Manoel Rodrigues Ber-
mudo de Oliveira.
ConceJeu-se reforma:
Por soffrerem molestias incuraveis que
os'Hornam incapazes de continuar no su-
vigo :
De coiiormidade cora immediata e impe-
rial resolugo de 13 do crrante mez, toma-
da sa'.ire consulta do conselho supremo mi-
litar, e das disposiges do jj I. do-art. S.*
da lui n. 648 de 18 de agosto do 1852, ao
2. tenente do 4. bataiho de artilharia a p,
Manoel Eleuterio Alvares de Araujo.
De conformidade corn o l.8 do art. 9."
da referida lei ao capitao aggregado arma
de infantaria commssionado no posto de
major, Manoel Alves Pereira da Motta.
Foi transferido para a 6.a companhia do
15." batalho de infantaria o capitao do 9."
da mema arma Francisco Ferreira Ra-
bello.
Por portaras de 19 da agosto :
Foi transferido do 6." para o I batalho
de infantaria o alteres Pompeo de Sou7.a
Araryboia.
Foi classilicado no 2. regiment de ca-
vallaria ligeira o altores Manoel da Silva
Bueno Filho, que, achando-se aggregado
mesina Arma, reverteu 1.* ciasse do exer-
cito por decreto de 19 deste mez.
Do 20 foram transferidos :
Do corpo do cavallaria de Matto-Grosso
para o de Goyaz o alferes Francisco Bueno
de Azevelo; e deste para aquelle o alteros
Manoel Jos Rodrigues.
Do 20. para o 21. batalho de infantaria
o tenente Francisco Ignacio Coelbo. e deste
para aquelle o tenente Joo Braz da Silva
Jnior.
De 21 foi nomeado recrutador na
provincia de Sergipe o capito honorario do
exercito Zeferino da Victoria e Oliveira.
Oe 22 foram transferidos ;
Dj 21. para o 7. de infantaria, o tenen-
te Joaquim Cardoso de Aguiar e Souza.
Do 7 para o 13. dito, o tenente J-ao
Manoel do Mara Sarment.
Do 13.* para o 21.* dito, o tenente Frans-
cisco Marco Tury Cerejo.
De 23:
Concedeu se ao alferes reformado do
exorct Luz- Firmno de Souza Caldas a exo-
nerngo que pedio, do lugar da encarrega-
do do deposite de artigos bellicos da pro-
vincia de Sergipe.
Em 19 e 20 de agosto, foram dirigidos ao presi-
dente da provincia da llahia os seguales oQicios :
Illai. c Exm. Sr.Em otBcio de 24 do ez
passado, o inspacior da ihesc uraria de fazenda ds-
sa provincia expa as duvidis que so tem l&vanta-
do na mesma tliesouraria so aro o veneimento que
competo aos oppositores da faeuIJade de medicina,
quando estejain ou nio no eflectivo exerclcio
seu lugar, oa regeudo cadeira, e aeeVca do abollo
da gratiflcaao de 600 concedida os lentes de
dioica pelo decreto n. 789 de 12 de tetenibro de
1834.
Era solujSo declaro a V. Exc. para o fazer
constar dita thesooraria : 1.*, que o oopoUter
tem direito ao veneimento marca Jo polo decreto n.
2,^23 do 3 do abril ultimo, sempre que se aehar
em eiTscvo exeroicio ou pr> mpto para o uVsempt-
aho do seu lugar 2.", que m aliaaar, no aso de
regencia de cadeira, alera do respectivo vanofananto
urna gratilcacSo igual do lente a quena saaWotue
v f


8i*io 'de"P*ffiatbaco SegtraSr-fieira
l
Sdt
I73.
f**c'Wr 'ffiTo venclmwjt) on
iga. o ord rati-
?
7
.<
'
si-
e, W>ffl
deaclia:
cacao de-ta, d sitor o vencime'nto do
seu lugar ; i.*, ijiie por esta di sposfrflo desappa-
receii gralilc.piu.ilu 1Q por l.u ws opuosito-
res ; 4.,.(]n subsiste a gralificacio do 600* por
annp aos tnt?s de cliuira. Dcus guarde a V. Exr.
*J Alfredo Correia de Olictra. i>
Ikn. a Exm. Sr. Coin o offlelo< dos;a jmi-
>dencia son n. 14J o> 8 ie Janeiro do correnta anuo,
fo presente a S. M o Imperador copia de outro
<|un, em data de 17 de dezembro ante sedente,'a
ineima prfcsidimcr' drgira a cmara monicipal
da vilia-deSantarih, mandando cmpossnr o cida-
daAnl>ni*(arc-4lndos no cargo je veraador
da njespja* ai atara,. ;jip*sar ,do nao-so adiar o sen
oras incluido no. alisi inmuto dos volantes da res-
pectiva flsfrochi. Bhscuu-s cssa presidencia, rl.ira
re9oWr idlificH'i mojo, pm varios docufuentos
jut^teteridiMcidad > snbmeiten sua apretiaeio
doj.<|naaA,non8la :
r 1." Que-seu nomo es'tvera inciuiJii nadita,
lista gwaliflfxada nft-Tgr'ja'matiiz no i." quartCi
riio, sob n. 226, 2. que a propria junta icvisora
dvlarara en 7.detarc%i,qu tmplalo na sobredita lista, fosso seu nome trans-
cripto nolivro da qualiUcaeSo, 3.*, '.;e, comban-
to uso estivesM ?eu orne no alislamento do cor-
f5mV dos excluidos, d.Uido-s.0 a, circumstaneia do linver
votado nareteicoes qae se proqedu eni 18 ds
agttj e 7 de setembm doanni passado, sendo
nenia atte vwedw.
***' vtSA4e-tUeg'iriio) a ben assim das oh-
si rmrtBes^lJrlhs'itor esta- ^presidencia sobra ollas,
julijawm frrodmtmrtan, n ramn da natnrexa
dosifJoorfmgnlos em qao so nasaadas, houve por
bon o m^oWHW guato tntr approvar a soluto
dad.
O que raimunlce a "V. Exc. para seu eonhe-
ciraento e devidos effoito?. Dens guarde a V. Exc.
Jf Alfrto orrei* de Oliveira. o
O ministerio da guerra-dirigi, em 17 de
ngos1o-Megwinte* circulares:
As oresrlencis das provincias :
'Tlri. a Exm. Sr. Remellen'!) um exeraplar
do almanak militar d cerrante aneo declaro a V
Exc, para sen (ntiecimenli e davida execucao na
parte que diz raspejto a.essa provincia, que para
a boa organisa.ao do mesm) almanak devem ser
ubservadaVas* sojriliitds jraTidenetas! reclamadas
pela eoi:Btss5o di prpn)oeo>9:
!.* (/ira os corpfis rtMnsttan) as latas do nasei-
mento c de praca dos offieiaes qac, per falta do
csclarecimeuloii nio sao meiKrionad'js no dito al-
manak.
."Qfe^ftdls as -reparlicSes cki? e militares
deite'mmistcrio envim, at 31 deoutubro de cada
:iniio, relaces dos seus nmprezado-, comdeclara-
- dencias.
3." Que os commandos das armas das provincias
liinitroplies romettm lamken, at 31 de oulubro,
rela;o ih jmo^erairt >j das fronte;ra*e gnarni-
r'te-, cojWiJllarat.il d. districtoj de que se qom-
| cada mmlcira, a\'ndo taes relaces conter
i lapes.'poslos o datas das umnea^Ses do pcsssal
emuregvlj nj; respectivos commandos.
'i.' Fina!:iiente, que os commandautes das culo-
nas e presidios militares remeltam lamben) al
aquella data relace -, comeado os nomos postos e
datas das namcacoi dus repectivos emprogados.
Deus gnardj V.'Exc- Mo Jos dt QUveira Jun-
ivra. *
A's r.'p.'iitiroes da totie Jlb-jidiadas ao di-
ij ministerio.
amigo o con>el!is:ro Pereira Re.
Cumecou oafcki um Inzido uro, a que, alera
dos membros da consmissio norteamericana, as-
sistiram diversos consules.de rfacoes estrangeiras,
a ofllcialidado da fragata Lancaster, a grande nu-
mero do senhoras a convidados, prolongando-se
a fasta, serapre animada, at adiantada hora da
nolto.
Eis as noticias eammercia* da uliima dala :
O morcad o do combio conliouou mostrarse
boje activo e extremamente firme.
aECfectuaram transaccj5es mate que regulares so
bre Londres a-J6 d. papel bancario, 26 l(\ e 26
3/ d. particular.
As apolices geraes do 6 O/o, apezar de se te-
rem mostrado pouco activa?, conservaran) so a
prepos firmes. Por lotos insignillcantos "os pot
suidorc alcancaram I:l8, e por part las regu-
lares I:0i7 e 1:018; cada urna a din^eiro.
a O morcad) de acc3es estovo extremamonMi
apatlilco. Apenas tus c^nstou a venda de m lo
lo insgnilleaute das da companWa Looomolo'ra)'2.*'
emissao, a 16o J a dinlieiro.
t As vendas olTectaadas hoje no mercado (u
productos foram mais que regulares de caf.
. o Desdo o dia 2o de julho prximo passado,
vespara da sabida do paquete norlo-americano
Ontario, al hoje veqdcram-o. I85,80p saceos sen
do: -
Para os Estados-Unidos 111,760
Para o Canal o norte da Eurojia *J,70O
Para o Mediterrneo ),200
Para o cabo di Boa Esperanza 2,800
I'ara varios portos 5.700
< Nos ultimo 31 dias regalaran as entradas
da interior cerca de 6,000 saceos pordi, iean*
do cm ser hoje cerca de I2o,000 saecos.
Cotamos por 1 arroba :
i.
alfipe Pa'ulirio fc Souu't'cnSa.
- v Vicente Ferreira Gomal. '
Francisco Gonoalves da Rocha.
Adriauo Manol Soares.,
Jo5o da Cosa Lima-y arp;
Felippe Alves de Carsaiao.
Lujj Jos d Medeiros.
Agostraho Luiz da Gama.
Jgnacio Jos dt Meo lo q: a Uclia.
Antonio Gomes Villaca.
Antonio Buarque Lima.
iOaquim de Azevedo Monlairo.
Jos Asseaco da Costa Ferreira.
Daniel Luiz Rosa.
Joaqnim Pedro Villaca.
EliaW'iujo de Carvallio.
Luiz Correa de Queiroz Barros.
Manuel Tertuliano Thoinat llunriqucs.
Transporte de fjueira.-Inceridina-sC,
diz a Jornal do Commerco^ do Rp do Janeiro, no
eslaleirodos-Srs. Lowis w.il Point (Greenwich), um dos transportes que
all se construiam por conta do, gj^cfno, jmperiaj.
O ineendia fo occasionado por um" arfebita. in"
ccinlialo que cabio sobre utn monTe de, car-
v8es.
]\'o fui agraciado.Anlanjo Garidoffl,
condemiwlo m. 1T de outuljro de1 Wiryhenaffi
qoatro anuos e'seli'mezcs de'pr^StfcaniJrtbwtni
pelo juiz de dircito da 2" vara dj.ftlWW^m'lef-
nambuco, por crime de banpWrWS fraMat1
(enla.

wu^li/orma q* usuffuic df, wp^ipneia, qu
-W impfl? ietq., r*r,hurV&i1Jfliase,
tra.ze. las ao Pwqp da,salracd.. nunca ssfacs-.
ctupulosso- an.i/agtaro, visj.y, ,qomo,,-as,r.'S,Htui-
coesnao cqnsUra,.na se.-veixn.nao ^pnarecem 1
Identidad* -e.irratfa,,;^ J> tnl/nna) ^dq
commercio de Londres registou-se un caso rauito
shli^.de dnji4adi-er.rasl4.. ,,. ,Ty
, Qoefum. un loirl^a.da ra B^hopfga|o,;e *>ao
. dfcpH.eUf^sa^parecm. ^upniu-sp queaeiii^
c Oa^ft,^ coiju m ao^u-no, rio fm\& wcuU-.,
"'f.-.m 'WBlWSad^ por.aqu^k .4j, Jiojnjin
,T:rVff;"ro -?TBt*'r^ r.:..-.|.w..v^,#iMiF'ux-' -. noe.ts Corpus. .
3 wW-^"^^ mpvd,a*,J^4..gqewiAl .Paciente Antonio Joaquim llanoel da Acujo.-
o id^rHzjrau wpAepto i viuva.dc 7u,libra e,iai Jt^ica,au-r. jjiit de direitar.. -,. .>,>'.,
a guma mobilia da massa doj*aiM4..- '.'. .-.i ..' Uaiclu.dj jurteui;io emro o jauaa lauaiei-
Bevendo as reparlicoes subordinad is A esla
ministerio enviar comr'iissao do promoces, at
31 de oulubro de cada anuo, rolaees de seus em-
iregat.s, rom indic.u;"n das respectivas condeco-
rares, datas de nnnveWta e resideoria, atim de
seren taes circumstaneias mencionadas no alma-
nak militar, assim o declaro a V., para seu eonlie-
cimento c excrucao na parte que Iho loca. Deas
guardi! a V.Jouo Jos? de OUveira Junqnen\i.
Em 17 de agosto mandou se ibesourai'ia de
fazesda da provincia d* Piranibnco quonio con-
tinnasse ni pralica p ella seguida de levar ao
v Qailm do'Wlerciio os vencimentos dos ca-
peaes coniratados, quando esla despeza pertence
ao g 15Evenluaes, am de que a classiflcacao
la despeza fique de accordo. ooiu as respectivas
tabellas do orcaento c nilo se lobrocarregucm
rubricas com despeMs qii; PidS alo pcrlencem.
Gomr*unicou-se, em 20. ao da agricultura em
resBa.fcao uu aviso n. l i de 17 do afrente, quo
enlnrif jiqptvoniente luvia e;n que o iBaior
l'rancisc) Antonio Piment- Bueno fosso incumbido
do estuJo e exploracao para o probngamento de
urna estrada de ferro de S. Paulo a-Mat! firosso,
nos termos io^m, d i aviso de 29 do mato prxi-
mo passado, do qifar se llie remetteu copla.
O mmialerip, da.gujrra envin, em 17 de a-
ist i, aoVonsolhe supremo militar de justica, para
serem (bfinilivanwnto julgado. os proetssos de
conselh'is de guerra, a qu respondero, pelo cri-
me de ileseraA). os soldados Antonio Francisco
dos Santos, Raimundo Alexndre Ribeiro, Haran-
no Rayin uid i de Araujo Travassos c Antonio Ray-
inunlo d: Va-c.mellos., e cm 18 os p-ocessos tam-
bera df consclb.) de guerra a que respondorto,
polo nusiua crime, os soldados Maooel Rozen#
d i Sacradiento e Joo Francisco Jos do Carmo.
Jiemelteram-se tambera ao marcchal de campo
ajudanie-general capias de ambas as circular-s,
para or^oar que os orpis do cxcrciio cstaeiona-
3 na eorti tnvtel commisCto de promoedee
s datas do nascimento e de praca dos oraciaes
que nao Vem mensionadas no almanak do crrante
anuo.
Pela ministerio da pnerra foi declarado, em
13 de agosto, c >mm;s>ao de moioramaitos do
materia! lo exercito, em respo-ta ao seu offlcio de
28.de junho ultima, aximpanhando o raappa.
demon-tiativo das despjzas provaveis com as
s de i rtilicacao no decurso do exercicio de
1873 a 1371, na Imp irUncla de 232:8G757:i7, que
pode a dita eommlsso no crreme exercicio appll-
car o crdito da quantia e IG5:'283, que o orea-
manto consigna para as obras das fortalezas do
porto da Rio de Janeiro, sendo 100:00)3 para a
continuadlo das obras das de Santa-Cruz a >. Joio>
. 63:i86 paraoseoncertis ereparos dos quarteis
e mais elilicios das ontras.
O ministerio da guerra communicou em 18
d1 agosto, ao conselho supremo militar, que por
ioim.-'iata e imperial resolucio de 11 dj mesmo
naei sededidin que os cri raes de deserco fossem
julgadfi nos cornos e nos lugares onde estiver
um auditor capit, como se pratiea na armada
i cstabelfcido pelo aviso de 9 de oulubro de
1853.
Pelo ministerio da justica remetteram-se :
Ao ministerio da faada, o reqoeriment i e in-
farmacSea prestadas pela thesonrana da provincia
d i IVi":i:.iubuc, era que o bacbarel Jos Rodrigues
i!. I'asso fnrmrrcclama contra a falta de arbi-
tramento da gratifleacao complementar do orde-
nad i de sou cargo de juiz municipal e de orphaos
do termo de Flore.-.
A' scelo de justica do conselho de estado) para
.".suitar:
Sea lo relator o consolheiro de estado Jos Tho-
ruaz Nai.'Uco de Aojo, a paticao ihi graca de Fi-
delis Francisco de Jess, con le.nn id i marte em
virtude de decisio do jury do lew) de Turyass,
na provincia do Maranhao.
Senla relator o viscrade de Nictberoy, o recur-
so de graca dos ro-\ escravos, Feliciano, Thomaz
< J js, condeonados raorte em virtude de deci-
- io do jury do termo da Para'iyba do Sal, por
crime de homicidip cominetlido na pessoa de seu
senhor Jos Ilermenegillo de Freita?.
Ao conselho supremo militar de just.a, nara
ser julgadj em superior e ultima inslaocia, o pro-
casso instaurado contra o soldado do corpo mili-
tar de polica Joaquim Monleiro dos Santos.
Foi arbitrada em iOOiOOO a ajuda de costo para
transpjrte o 1 estabelecimenlo do bacharcl Bal-
bino Cesar de ateflo, nomendo juiz municipal e de
orphao; dos termos reunidos de Linhares, Santa
Cruz c .Nova Almeida, no Espirito Santo ; e em
300000 a do baeharel Aristarco Cavalcanto de
Albuqaerqua, nomcado juiz municipal o da or-
haos do tormo da Tolba, iu profincia' do Cear.
Lemos no Jornal d) Commercio :
fi O eommercio iwrte americano e varios outns
cidadios dos Esiados-Unidos, raconue'.'endo os es-
forcos e deJicai;ao que na calamitosa quadra da
fibre araarella raostrou o Sr. cjmmondador Dr.
Jos Pereira RcgoFdho no tratamento dos do'entes
da mesma naaio, j madican.lios a bordo dos
navios, i visiprnlo-os naii suas rosidenoias en) tr-
ra, resolvern) ffereccr-lli o seu-retrato a oleo o
tamanho natural ; e assim o flzeram, eseolhendo
pira isfci a aotya de 2i do agosto, em que muitos
amigas, reunidos cm casa do Sr. cdnselheiro Dr.
Pereira Reg, pai, o acdinpsnhavara na corame-
moraclo de seo anniverscro natalicio.
h Speyer pronun-
4 ciarai discursos em que pa'-epjearum o trbala,
merecimnMo dedicacao do medico braajlejro, ao
3tir Sr. r' Rerj'ra Rej;o respi.radeu, agradecen-
subida liowa mB r8eel,iae prometiendo
continuar a eqimrir \ nobres deveres da saa
-----'"tdeSpTe
seguiado as liedes e o exump
Lavado 9*800 a 11*000
Superior o fino 10/60" a 10*90rt
l.'boa 104100 a I0JI30O 9*800
l. regular 1.' ordinaria 9600 a
9 i 100 a 9J30!)
l. boa 81500 a 81700
2." ordinaria 8JI60 a 82'O0
De assucar venderam-se lotos regulares para
consumo.
Sahiram tirabem para consumo cerca de 6,000
arrobas de carne secca.
Fretaram-so dous uavios para o Canal cr-
dem, caf^iO s. ; 1 para Hampton Roads, orden),]
dito, a 27 s. 6 d e 5 O/o de capa, o 1 para Gal ves-
ton ordem, dito, a 300 pi r inteiro.
A alfandega rendou do 1 a 25 do agosto
2,667:988^549.
BAHA.
Fallecern) : o 3.* anuista da pharnueia,
natural da Parahyba, Hanoel Carneiro da Cunha ;
e o tenente Constantino Alves do Cerqueira, de-i-
xando esta livres dous escravos que possuia.
A crvela Vital de Oliceiru seguir para o
Rio de Janeiro.
Lomos no Jornal :
Consta nos quo o Sr. vico-presidente da pro-
vincia, em vista da uoticia transcripta ueste jor-
nal, viada pelo paquete inglez Neva, do estar
grassanio com intensidadade nos Estados-Unidos,
a epidemia do cholerumorbu-i, ofciara com ur-
gencia aoj Drs. provedor da salido publica e me
dieo da visita do porto, para, de harmona com S.
Exc. serem tomada) as providencias necessarias,
nao s com relacao aos navios que daquella pro-
cedencia tenhara do entrar no no?so porto, como
tambora aos meros aeonsclbados pela sciencia para
obstar quo to lerrivcl iniraigo nos queira visitar.
Consla-nos que vao ser collocadas nos esta-
leiros do arsenal de marrana, por ordera do res-
pectivo ministro, as quilhas do 2 conhonheiras,
cujos riscos brevemente serio enviados para a
corle.
O enrabio regulava sobre Londres 25 7/8 d.
A alfandega renden de 1 a 28 de agosto......
639:713352o.
.tlariiiha de guerra.-
de i"
OVB *- a
REVISTA DIARU.
Via-ferrea do Bebedor. Em 26 de
agosto foi expedida a seguipte portara :
* O presidente da provincia, aUendendo ao que
requer ram alguns moradores da villa do'Palma-
res, pedindo a transferencia da cstacio da projec-
tada estrada de ferro do BebeJor, da qual sao
cessionarios William James Liodsey e Joo Perei-
ra de Araujo Cardoso, do sitio Goni^i para a men-
cionada villa, e, leudo ouvido respeito o super-
intendente da estrada de ferr do Recife ao S.
Francisco e o respectivo cngenliciro fiscal, bem
como o chefe da reparticao das obras publicas,
resol ve, de necordo com os referidos cessionarios,
alterar as clausulas primeira e decima quarta do
contrato celebrado em 22 de novembro do anno
passado, para a eonstrneeio da meucioaa la es-
trada de ferro, as quaes sorio substituidas pelas
segrales:
I.* Os contratantes obrigam-se a construir
urna estrada de ferro que, partindo da villa de
Palmares, v terminar no povoada Bebedor.
11." A estrada ser dividida em cinco seccoes,
c peder funccionar proporcio que se forem con-
cluindo as obras de cada scelo. A primeira sec-
cao ser da villa de Palmares ao engenho Pende-
reca ; a segunda terminar pero do lugar deno-
minado Mitifico duas leguas do Bonito (20 kil-
metros) ; a tereeira na sorra do Rodeado (30 kilo-
metros); a quarta no lugar denominado Curraes
(40 kilmetros); e a ultima em Bebedor (60 kil-
metros.
Asylo de alienados.Como des offlcios
ahaixo publicados nao ceesara as offertas em favor
desse hospicio: linda bem.
IVrnambnco, 33 de agosto de 1873 Exm.Sr.
com nendador Henrique Pereira de Lucen). Em
resposta caita de V. Exc, junto a esta a quantia
de 1U5, para screm applicados con.'truc.o do
asylo para alinalos, cuja grandiosa idea foi por
V. Exc. eraprehendida.Sou com toda a eonride-
reloDe V. Exc. ltenlo respeitador e criado.
Joo Qairino de AgnUar.i
Gabinete da presidencia de Pernambuc, 29
de agosto de 1873. Illra. Sr. Joo Quirino de
Aguijar.Acenso recebida a carta^de V. S., de 25
do corrente, remellando a quantia do 100J para
as obras do asylo de alienados. Agradecendo a
V. S. esta olTerla, o louvo por este acto que revela
sentimentos de patriotismo o de caridade. -De V.
S. amigo atiento, venerador e criado. Henrique
l'ercira de Lncena.t
Hxm. Sr. commendador Henrique Pereira de
Lucena.-Tive a honra de receber a respeitavel
carta de V. Exc, datada de 4 de Janeiro do corren-
to anuo, queme veio s mos no ultimo do julho
prximo passado, na .qual me faz sentir a grande
necessidade de um asylo de alienados nessa capi-
tal, e convidando-me a coadjuvar cora os meus na-
rochianos que quizerem concorrer para un Tira
tiio til, como necessario. Acompanbando a V. Exc.
era tao bons dselos, liz ver aos meus parochi.anos
quanto louvavel e mata a pretencao de Vr. Exc. e
espero ijue nao licar em olvido a mesma recom-
mendacio. Deminha parto peco desculpa para
offerecer a inhiba exigua csmola de 204 que cora
esta ser entregue pelo meu amiga o Sr. capito
Joio Lucio da Costa Monteiro. e espero de V. Exc.
a dcsculpa de to insiguificante olerta. Desejo a
V. Exc. feliz saude o prosperas felicidades, para
dispr d; quera cora sinceriilade so confessa ser
com todo respeito e amisade. De V. Exc. vene-
rador c criado.O vigario, Manoel Jos de OUveira
Rego.S. Loureneo de Tejucupapo, 25 de agesto
do 1873.
i Gabinete da presidencia de Pernambuco, 22
do-agosto de 1873.illra. e Rvm. Sr. vigario Ma-
noel Jos dp Oliveira Reg.Accuso recebida a
caria de V. Rvm., de 25 do corrente, remetiendo
a quantia de 204 para as obras do asylo dos alie-
nados. Agradecendo a V. Rvm. esta olerta, o
louvo por esta prova dos seus senliracntos. de pa-
triotismo o da caridade.-De V. S. attento venera-
dor e criado.Henrique Pereiri de Lucena.
Aovas relacoes.O supremo tribunal de
justica remetteu ao ministerio da justica a segra-
te lista dos 35 juizes do dircito mais antigos, afim
do ser feita a noraeagio de 21 dosembargadores,
para as novas, relaces, sendo incluida nessa nu-
mero a vaga resultada da aposenladoria do desem-
bargador Theophilo Ribeiro de Rezende :.
Antonio Ilenriques do Miran la.
Joo Caelano Lisboa.
Quintiliano Jos da Silva.
Francisco Loureneo da Freitas.
Luiz Gonzaga de tirito Guerra.
Joo Salame Queiroga.
Francisco Rodrigues Sele.
Francisco de Assis Bezerra do Menozes.
Julio Cesar Berenguer de Bittencourt.
Luiz Jos de Sampaio.
Joaquim Caetano da Silva Guimaraos.
Loiz Francisco da Cmara Leaf.
io Carlos Freir de CarvaHio.
Ang lo F rancisco Ramos.
Joatjuiro Francieco de Farla
Adriano Jos. Leal.
Antonio de Suuza, Mendos Junipr.
agosto falleccu o capitao de mar c guerra
lasso Aurelio Graciado Fernandas de 34. ,
' Em 19 de agosto foi nomeado o 1 tonntC
da armada Adonso Augusto Rodrigues de Vascon-
eellcs para servir a bordo da corteta Ncthtny'
como professor de historia, tctica naval c pralica
de clenlos, de navegacao.
Crieket Club.Aqu cljegou honlem a bUr
do do Merrimick, a cooraiissoangijza do cricket
club bahrano que cora outra" do desXa provincia
tein de jogar duas partidas.
(k>rap5o se ella dos Srs. E. Benn, J. B Thorpc,
F. Saunder?, E. Saunders, W. roadley, Spearrag,
Bretd, Richards o Edraandsen. ,
A commisslode recepcJo fz-lkes as"honras da
chrgada, indo recebe-los de bordo do Merrimack,
era um reb jcadoV que os trouxe trra, onde che-
garara saudades por ranito fugo cw ar.
Hn|e farao nm passek ao Caxng onde llave-
ra um copo d'agua, e as partidas do cricket se
effectuaro, a primeira amanb e a segunda no
dia seguinle, amo costume na campia de San-
to Amaro.
Coinpanhia japoneza. Diz o Jornal
da Baha que foi rauito bem recebida pelo publico
essa companhia, sendo opiniio ge/al que os seus
irabalhos sao superiores a quantos tera all sido
exhibidos.
Rendiinentos.No mez de agosto arreca-
darain ;
Alfandega 952:559^903
Consulado provincial 77:4364751
Recebedoria de rendas geraes 60:905"4737
Capatazia l;:693ti
Mez doloroso.-Comeca boje esla solemni-
dade religiosa as igrejas dj Seminario e dos Mi-
lagros, ambas na cidado de finda.
Anniversarlo.-E" amanh o (Jia do SU.-*
anniversario da pro-cripeao d- jesltflfes! *
Para o sal do imperio.Com 4 rece-
bidos em nosso porto levon o llimani 286 pasta-
geiro?.
Para o norte.0 Jlrri/mfflfUevpn 2 pas-
sageiros, sendo 2 tomados em nosso porto.
Oinheiro O vapor Morrimack tronxc 3603
para o Sr. Jos Rodrigues de"Souia.
O vapor llliinnni, leveu de nossa praca para
a do Ride Janeiro 6:0:0i.
O vapor Ip'ijuca levou para os portos do
norte :
Parahyba 8:0664001)
Cear 27:9014880
Rio Grande 3:92142.1
Congresso lillerarlo.- Xa quinta feira
(28 do corrente) renniose esta sociedade sob a
pi-eridoncia do Sr. Joaquim Chaves.
Lida, ajqirovada a arta da sesso antece-
dente.
Passando-sc I' parte da ordem do dia, obteve
a palavra o Sr. llemeterio Martins, que desenvol-
ve a these:
Ser adinissivel a separacao entre a igreji e o
estado ?
Toraaram parte na discusso os Srs. Silva Mar-
ques o Julio de Ca vaina.
Estando muito adiantada a hora, deixa-se de
passar a 2' parle da orden) do dia.
E' sorteado o Sr. S e Beuevides, que cscull/e
a theso :
Sera admissivel a propriedade lilteraria? e no
caso afllrmativo dever ella ser perpetua ?
Em seguida o Sr. presidente levanta a sesso,
depois de ter marcado a ordem do dia da Tin-
doura.
Tentativa de snlcidio.-Pelas 7 horas
da manh* do dia 25 do mez lindo, no engenho -
Sanl'Airaadi? dislrkto de Jaboat.o, tentou suici-
dar-se, ferindo-se no pesclo, o preto Antonio, cs-
cravo de Joaquim Caetano do Carvalho, morador
nesla cidade.
A polica tomou conheciraento do fado.
Pagadoria da thcsouraria.-Xesta
estaco pagara-se boje as segrales folhas :
Presidencia, faculdade de direito, relaeSo, pret
e folhas d >s offlJiaes e thesouraria.
Todos os funecionarios que deixarem de rece-
ber hoje, poderlo fazo-lo no oitavo dia til em
diante.
Nova pnhlica^o. O distincto eseriptor
Ilumnense J. Norherto de Spuza Silva acaba de
publicar um volumo de 500 paginas, que deno-
minou Historia da Conjurarao Mtneira, contendo
estudos sobre as nriineiras tentativas para a inde-
pendencia nacional, bascados em numerosos docu-
mentos impressos ou originaes existentes em 'di-
versas repartic/ies publicas.
A importancia de um scmclhante trabalbo por
demais nolawl, pois que vera elle satisfazer uina
falta sensivel na historia- patria, tornando bem
conhecidos os homens e os factos da conjurarn
mincira, como mui bem o disse o Rvm. conego J.
C. Fernandes Pinheiro no relatorio annual do Ins-
tituto Histrico Drasiletro em 1859 :
o Prestou o instituto a sua adheso a sete pro-
postas do nos;o infatigavel e prestimoso consocio
o Sr. Joaquim Norberto de Souza e Silva, alim de
obterem-se das autoridades competentes varios do-
cumentos do que necessita para a sua Historia'-da
Conjuracao de Minas de 1789.
* Tomando sobre si o nobre encargo do reha-
bilitar a memoria desses homens, cuja idea por
prematura se mallograra, quiz o Sr. Norberto
render sincora homonagem ao excelso principe era
aojo reinado pode fulgir a verdade era todo o seu
esplendor; e tributando ao mesmo lempo a sua
gratido pelos meios quo Ibc facultou de proseguir
era seus laboriosos estudos, cora proveito seu,
honra nossa, e utilidade para o pai/.
Ainda acerca desse notavel trabalho exprimio-se
o Sr. Dr. Caetano Fdgueiras, no relatorio desse
Instituto, do anno de 1860:
O trabalho do nosso di-tracto vsce presidente
tomou propor<;oes gigantescas vista dos docu-
mentos ofliciaes, c da maior importancia que en-
contrn no archivo da secretaria
negocios do imperio e at mesmo
nosso Instituto.
- ,--------------^
M^fKqgos Jos l4tnosa, branco, Portugal, 81
Sjoltoiro, Sanio Antonio ; enterite.
mili <>CVU
a> resmete* ao.cefro viemnal.em .JjjgJatatfa
^fS^^'"^ 'f^^M^vJmm^. ,: Adusto, parjo Pernambuco, i.iad ignora-so,
*rvada_.par nulboes de pcssoas,.,rjb,\TIa)(B-e1pftr
tBROMCAJimMitU.
Titniu*u. iuhelmo
fSffi&- *Wf*'',*'i WiMfiaV PW^-We.a i SESS^.DE 30UB AGOSTO BB 87J.

ni.
de.
nesisExciA no z SANTJAGOV .
tcrrtaria-Oi.-Virgil9.:.Cteih;-
As. 10 horas da mauh, pnesenles s Srs. dea-
eurargadoFes Lourcn:fl Santiago, Almeida Alhu-
^nerque, )oria, procurador da cora Domimjues
Sil\ut,Rguoira Cosa e Neiva, faltando cora eausa
o Sr. deseinhargai'jr Araujo, .Jorge, abrio.se a
sossaa ...
. )uibu imam-
paQidoi. llanto o G;irauhun<. Julgarara- pula
^&M8Mt m*W^:)fVXt '/ < f >p -i Cursos crimos.
jJSHSP ^a^"***ff"^ 1VHWW *a*k v ilkftaNWite.juutf.de diran do Plar^recomdo
i?8bfl?ra(ffif;\<^i q ;r;im/nlre/.reciua/aoJ;i.a,6s#eiuo Saiigo Almeida Albuauerque^Iraprocati.'ni.i,
*'- 1*^Vf*ncVeirto {}s!lfl>s,47 18, ,j #.|iUr.-iteo'ret.!Luit Lopes .Pereira, re-,
corrido,Candido A.uslo de Dalo. Juizes os Srs.
dd.semh:iriwdjrei Dorai aguas di lv( Ahueida' Alba-
|dw.*ue I/jurenfo Santiago e Neiva. -Dou-se pro-
. WA'-x W,W uha 4.stiJ).ellc^a.absy^Ur, ? '".
WO Ola. 1Z 9C 'A 10 aiguns estmagos menos vigorosos pedir
Absorto ante o tbesouro da to preeiosissiraos
documentos, escriptos lodos com a tinta do terapo,
o nosso laborioso consocio entregou-so comard^r
ao seu minucioso esludo ; exarainoti-os aecurada-
mente; compul?ou-os pagina por pagina, confron-
tou-os com lodo o esmero, e, sempre do penna em
punho, collimando confeccionar urna historia con-
scioociosa basoada nos preciosos monumentos quo
tinha sua disposico, nao esqueceu nota, nao
verillcou duvida, nao asscgurou data que nao fosse
necessaria para dar sua magnifica locubrafaoo
carcter solemne, debaixo do qual elle passa a
fazer parto do archivo da nossa asso:ia<;o.
A's livrarias desta cidade acabam de chegar
alguns exemplares dessa obra, que cusa apenas
6090 o cxemplar.
Novo Medico Tendq vallado ha pou-
co da Europa, onde foi ouvir os grandes mes-
tres e visitar os hospitaes e academias, acaba de
abrir seu consultorio medico cirurgico, na ra
Duque de Caxias n. 9, segundo andar, o Sr. Au-
gusto Trajano de Hc-ttanda Clracon, doulor em
medicina pela Falculdado do Rio de Janeiro, sendo
sua, especialidado as operac^es e molestias de
olote.
Ilinheiro d eonselenela.Soh a epi-
gxaphe Conscitncii 'Montu, acensa o Time? ter
fecabido o cba.ncclter do Exchequer (iesoum pu-
blico) as priraeiras meadas de dnas nota^ decin-
coentalibras esterlinas femettidas em Vjbscripto
com as iniciaos t J. E. T. declarando ser re
titutQao do dlreitos subtrab
slas restituh;ooi sao frequentes em bpglaterr,a,
Amiuddas veres se encontrara os avisos dp chin- ehrpnia,
celler, aos quaes sempre pSe a rbrica que
xaraos copiada.
ram perdao.; mas os gualdas .mpa^a(1.uiJMcp-l
aas,a||i)elites/;bigand.i a castig,ir seveMinentoalv.
gno.dos. ra*riito.'. Ti\>'ru, Poi^ ,do;.jsoliciiar
ara salvaren) o> eslomaguS cniraiinocmos polos
jejuftsJafi-'aJoi -. A>|nilo dia era tal a. (tejfrcSo,
as fikims dos amotinada-, que f j sufickolo um
oal'iVsiujiicy,-distribuido-por.ellos para cliegarem
^m accordo. ... i., .
Ouunlo |Mde a awlaela.-Na chrmi-
c judieiaria do- um jornal parisieiMe eneonira-
mos anai'raco de um julgamenlo oriraiual in
4eroate, por se provar at que ponto pode che-
gar a audacia dos amigo; do alheio.
A bittoria que presento ao tribunal, constante
do acia- de aociwavao, vem a ser pouco mais ou
menos como vamos contar.
O pFotogoBisia chama-*e Marlry e quer passar
por hornera do lettras.
Jamando um dia.no hotel cra.que tambora jan-
tava ihu exudante polaco chamado JN'acliilo, so
Ihe dirigi-nes seguidles, termos :
AQcabni uraa ostra fresca inmediatamen-
te, ou yo faro Millar os milos.
Todos os que rodeavam a mesa, desataran) a
rir. O,sludanle, dirigindo-sc. a Martiny, .diz-lhe :
So qner eu Iho empresto o meu rcwlver
Eraeltendo a mi na algibeira tiru.a arma de
repente, e de tal modo, quo rana" bala parti, sera
todava ferir alguem.
Eslo fdcio fez era) que fiaehll tivessedoir
prezcn.' Aj cuuiuiissarij Jo polica. Martiny alia
acDinjunliou o ostii-lante para testemunhar a in-
niKcncia do rapaz no acdenle acontecido me-
sa. Naciitel fui posto em LUerdade. N* volta para
o hotel onde ImhanfesJjdo anlando, Marliiiy pro
curou insinuar-so no aniaio do mancebo ; foram
beber cerwja e iLarlinyxonvidm) o seu novo ami-
fc a almfar na raauha iinratdiata. Com o pre-
texto do qaeJIQ. liavia- esquacidn,, sua bolsa na
hospedara, ppahhou dous luizes ac'uro a Na-
chtcl.
A' hora aprazada procurava o e.-tudanto a mo-
rada de .Martiny, segundo a indicagi que s iho
tinha dado ; o numero da porta quo^lhe^mareara,
nan cxi.-tia na nra ChanchaY.)
Ao mesmo terapo que o estndanio proenrava
era va i, a morada do seu apjigalbaco, andava esle
dando Iho busca casa a enlardando, quanto en
contron, inclusive os livcos ; pjira o que aprovei-
lou a certeza de nao estar all quella hora o nes-
cio estudante.
Vestir se Martiny com esmero, poz uraa rv>se-
ta da legiio de honra na cas* da casaca, emperti-
gou-so quanto pode, toina ares de importante ;
e, com o mamr deaembaraco, apresenta-se no
domicilio da sua victima, declra-Se commissario
de polica do ministerio dos negocios cslranjei-
ros e accroscenta, que XaclUel fqgira, c que elle
ia all para dar busca ; poi, o crime attribuido
ao joven polaco, dzia ser de scrissima ijoQseqnen-
ca. Assim conseguio dar un) saque completo nos
haveres do e-tudaute.
Acompauij-sc o larapio de urna grande mala,
onde levou os inelhores lvros do esludanto.. Che
gando a porta da ra, mandn buscar urna car-
ruagem e abalou. Ao porteiro pas.wu recibo do
que appreluuulera, sub;crcvendo-so como corarais-
sirio de polica.
Iinraediatamente fugio para a iretanba, e l
ehriemou-se era marques dla Hodie-Tlialon, afim
de procurar fugiri polica. Depois d'ahi conse-
guir realisar alguraas operaiiks, safou-se para
JersejL c l tomou o titulo de conde de Beon.
Apoz novas gentileza, transporlou-se para a Dalia.
Estavam, porm, a terminar os dias cm que po-
derla ir iliudindo o seu scnelhante c enmend
cusa do Harbalonga. O nosso Jos Balsamo foi
parars raaos das autoridades fcancezas.
Preso e processado, acaba de ser condemnado
no tribunal da< assises do Sena, em oito airaos de
trabalbM (oreados.
Protesto de letras.-Oescrivo dos pro-
testos Jos M.iranno, e-l d; semana, cartorio
onde foi a secretaria de polica, sala do lado da
osar.
Lotera.A que se ae'na venda a f>l.\ a
beneficio da igreja de Xo.-sa Senbora da Penba,
a qual extrahir-sc-ha no dia 6
I.eilao.Amanh 2, deye ter lugar n leilto
da loja da ra da Imperatriz n, 40, pertenceute a
Mondes & Carvalho, as 11 hora-, conformo est an-
nuncado para a mesma loja.
Casa de detcneo.Movimento do di:
29 de agost > de 1873 :
Existan) presa 310, entraran) i, sahiram 7,
existem 3i3.
A saber :
Naeionaes i9, mulhcres 8, e*trangeiros i6;
escravos 35, eseravas 5.Total J|3.
Alimentados a custa dos cofres pblicos 283.
Movimento da enfermarla do dia 2!) de agosto
de 1873 :
Tiveram baila :
Antonio Pereira da Silva, pleurodmya.
Jos Marque* da Silva, febre
Alexandre Jos da Silva, febre.
PassafjeJros.Sahidos para o sul no vapor
braseiro Mandnliu :
Valerio Jos dos Santos, Azorrara Oyanni, Jos
Gomes dos Santos, Hogerio Jos de Santa Anua,
Joao de Souza Azevedo, Manoel T. Martins, Jos
Martins da Suva, Auta T. da Silva, Jos Gui,
Mano/I Luiz Colho, Antonio P. de Mondonga,
Joo Joaquim de Mello.
Sabidos paraT) norte no vapor pjuca :
Autf.nio P. da Molla, Victorino Jos Raposo, Joo
F. Cardoso, Jos C Machado, Jos da Silva iNevcs,
commendador Joaquim Guilherme, Manoel Dias
Caxoxa, Francisc > Franco, Manoel V. das Neves,
Augusto C. Estevfio, Jos Antonio L. Pimenta c um
menor de 10 annos, Joo P. da Silva, Joaquim
Antonio Pereira Vinagre, Manoel R. dos Sautos,
Trajano T. de Moura, Gustavo da Silva Antunes,
vigario Jos Alves G. do Mello, Goorge Alien, Jos
de estailo dos p. Braga, eouimcndador, Jos II. de Carvalho, Jos
no archivo do Joaquim Nobre Cmara, Jos Autoniu da Silva
Hachado, Jos A. do Souza Siqueira e sua so-
brinba.
Viudos da Europa no vapor inglea llimani:
A. M. Farline, J. Paterson Sheild, D. Fiandini,
Luiz Captosto, G. Mallano, omenico Frmica,
Lourenzo Frmica, Gabriel Frmica, R. L. S. Oii-
vera, E. (.'. Ferreira, 'J. M. A. Gondin, S. R. da
Cuaba, sua mulher, sua filloa e urna criada.
Viudos do sul no vapor americano Merri-
mack :
Joaquim F. do Espirito Santo, F. J. de Souza,
Leo, F. Rio, J. B. da Silva, L. Cosa, J. Ferroira,
R. Ismay, F. N. Saunders, E. G. Saunders. Win.
G. liraddley, John B. Thorp, James C. Richardson,
Frederico Britt, E. Spraviug, E. A. Bena.
Sabidos para o norle no vapor Air :
John Gordon, Augusto Cramer, Daniel Causer.
Sahiram na barca portagueza Vencedora 36
africanos livres.
Cemi torio pabllco.Obituario do dia 19
Je agost :
Miguel Nones Correa, branco, Pernambuco, 60
annos, casado, S. Jos; heparite-.
Adriao, preto, Pernainhucov (1 mezes, l>)a- Vista ;
brpcno pulmonar.
Mara Honorata dos Plnueree, Uraaca, Pernam-
buco, 20 aqnos solteira, S\nto Antn; tubrcu-
los pulmonares.
Joo de Cislro Guimaraes, braoeo, ignora-se,
40 nnos, solteir. Poc; tubereuto* pulmonares.
Mara Amelia, branca, PenMrabuo, 13 annos^
solteira, Boa-Vista, hospital, Pedrc II; lofterculos-
pulmonares.
Joo Correa do Andrade, pardo, Babia, 19 amos,
solteir, Roa,-Vista, hpspital Pedro lt; hepalita
hronicx
Pe Jro, pardo, Peroambno, 5 dias, SsU^Anto-
ni; espasmov
vimento aoreaui>i>.
.eeerivjnle o j razo de dreto de Garuara, recor-
ride.Jas Flix Uylcigues. Jaizes os Sr. dosera-
b.vgnloree llegueirt Costa, Doraiugucs Silva,Nei-
)a o Lourengo Santiago.Improceucnla.
Recorronle-o juizo de direito da Parahyba, re-
ooi'rido Manoel Lucas do Mello. Jub.es os Srs. des-
embargados Reguoira Cosa, Almeida Albu-
querqup, Loare neo Santiago e Neiva. Improce-
dente.
A-ppollatoes ci mes.
DaTelba.Appellante Rayraundo Vieira Sales,
appellada a justica.Annullaram o proeesso.
Doic.Appellanto o juizo, apellado o menr
Joao Baptista. -Ao Dr. curador geral.
Dj Mamanguape.-Appellaole o juizo, app.'llido
Ageo Pereira da Silva. -Improcedente,
De Porto Calvo. Appellante o juizo, appellado
Bellarraino Antonio MartinsA novo jury.
Da Caruar. Appellante Hathias Jos l Silva.
A novo jury.
Da Goyanna.Appellante o promotor publico,
appellado Lui, escr.ivo. Improcedente.
Appcllacocs civeis.
Do juizo de dircito do Recife. -Appellanto Jos-
piona Mara da Silva, appeldo Amonio Joaquii
Fernaules da Silva.N'io tomirara eonheciraenio.
Embargos reraettidos.
De Pedras de Fogo. -Em^arganle Virginio lio
racl'j de Freitas, embargada Jiaquim Monteiro
Gucdes Gondim.Iteceberam os embargos.
Da villa do S. Jjo -Embrgautes Lino, Pacifi-
co, Lidio e outro*, embargados padre Paulino Vil-
lar dos Santos Barbosa. -De-sprc zadns os emb irg >s.
Do juizo do dircito do Recife.Appellante Ma-
nuel Zeferino de Sales, appSllados Bartholoracu &
CConfirmada a soniaoca.
De Cabaceiras. -Appellante Manoel da T. Ca-
mello Pessoa, appcliado Antonio Joaquim de Vas-
concellos. -Annullaram o proeesso,
Do Assd. AppellantJ a parda Tlierezj, por seu
curador, appellado Elvira da Silva Caldas.Con-
frmala a senten.a.
. PASSAGKNS
Dq St. deseuibargador Lourougo Santiago ao
Sr, deserabargajui Almeida Albuquerque :
Appellae.l-s crimes.
Da Imperatriz.Appellante o juizo, appellaio
Jos Tlmiia: de Faria e oulro-.
Do Traip.Appellantes Jos Frederico e ou-
tros, appellada a ju-lica.
De Canguaretama.Appellaule o juizo, appella-
do Joao Coelho da Co.-ta.
Da Anadia. Appellanto o juizo, appellado Jos
Mximo da Hora.
Do Cabo. -Appellanto Francisco Caetano Ribei-
ro, appellada a uutiea.
Appiiac&es civeis.
Do Recife. -Appellante Joaqmm Jos Baptista,
appellado Francisco da Silva Reg.
Do Sr. desembargador Almeida Albuquerque ao
Sr. deembargagador Doria :
Appollacoes civeis.
D6 Recife.-Appellante Joo flodrigues Lima,
appellado Francisco Flix Goncalves ; appellante
Francisco Antonio de Oliveira, appellado Aurelio
dos Santos Coirabra.
Da Alagoa Grande.Appellante Avelina Carlos
de Mello, appellados Antonio Ignacio da Silva e
seu 111 lio.
Ao Sr. desembargador Domingues Silva :
AppeilacjJes crimes.
De S. Joao. Appellante Maria Vcencia de Oli-
veira, appellado Antonio Alves Feitoza.
Da Imperatriz. Appellante' o juizo, appellado
Francisco Jos da Silva.
De Goyaiminba. Appellante Joaquim Soares,
appellada a justlo.
Do Recife.Appellanto o juizo, appellado Ma-
noel, escravo do coronel Lucena.
De Maraanguape. -Appellante o juizo, appellado
Ageo Pereira da Silva.
Ao Sr. desembargaJ,or Rcgueira Costa :
Appellacao civcl.
Do Recife. -Appellante Joaquim Salvador Pes-
soa de Siqueira Cavalcantl, appellado Jos Domin-
aues Hala.
L'o Sr. desembargador Doria ao Sr. desembar
gador Domingucs Silva :
Do Recife. -Appellante Jos Gregorio Goncalves,
appellado Andr de Souza Umbelino.
De Oiind.i. -Appellante Francisca Maria daCon-
cei;io,*appellado D. Candida Balhina da Rocha.
Ao Sr. desembargador Regueira Cosa :
De Camaragibe.Appellante Joaquim Jos Al-
vim, appellado Jos Cyriaco da Silva.
Do Sr. desembargador Domingues Silva ao Sr.
desembargador Regueira Costa:
Do Recife -Appellante Luiz Ferreira da SHva,
[appellados herdeiros de Joaqmm Correa do Araujo
e outros.
Do Bonito.-Apellante, Dr. Nabor Carneiro B.
Cavalcanti, appellado Mano-lFelippe de MelloLins.
Appella;.oes crimes.
Do Recife.Appellante Chulillo Jos Alexan-
dre, appellada a Justina.
De Camacari.Appellante o juiz), appellado Hi-
lario Francisco da Silva.
Do Sr. desembargador Regueira Costa ao Sr.
desembargador Araujo Jorge:
AppcHac/ies crimes.
Appellanto o promotor, appellada Maria Lopes
Pereira; appellanto o juizo appellados Joao Fer-
reira da Costa e outro ; appellante o juizo, appel-
lados Pedro Augusto da Silva e oulro ; appellante
o juizo, appellado Horacio, escravo.
Appellacoes civeis.
Appellante \ntonio Valentn) da Sil/a Barroca,
appellado Antonio Moreira Dias ; appellante Fran-
cisco Marques da Silva, appellado Jos Joaquim
Alves ; appellanto Tasso Irmao, appellada a fazen-
da nacional.
Embargante Flavo Ferreira Cato, orabargado
Manoel Alvos" Vianna.
Dia de apparocer.
Appellado Jos da Fonceca Silva, appellante Ma-
noel Januariodo Arrala.
Do Sr. desembargador Neiva ac- Sr. desembar-
gador Loureneo Santiago :
Do Sobral. -Appellaate Antonio Francisco de P.
Quixada, appellada a justica.
Do Mamanguape.-Appellante Paulo Jos Ribei-
ro, appellada a juslica.
Da Imperatriz. Appellanto Deodalo Ferreira
Luna, appella'da a ju-tica.
De Floresta. -Appellante Manoel Felippe dos
Santos, appellada a justica.
Appellacao civel.
Do Olinda.-Appellante o juizo, appellado Fran-
cisco das Chagas Salgueiro ; appellante Joo Gon-
calves Torres "Jnior, appellado Felippe Manoel do
C. Leal.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Appellacao crime.
Do Reciffc-Appelhnle Manoel Felippe dos San-
tos, appellada a justica.
Ao Sr. deombargadort Araujo Jorge :
Do Ipd Appellante Adoodato Ferreira do Sou-
za, appellado Antonio Raymundo Peees.
Assignou-se dia para julgaraenlo dos feilos
seguales:
ApMttfcoes crimes.
Appellante Manoaspit'as Bczetra, appellada a
ustic; aiipellante'mtnio Alveede Cirvalho, ap-1
sellada a mtica; appellante Antonio Alves Ca-
valcanti, appellado Manoel Lopes da Silva ; appel-
lante o juizo, appellado Manoel Ramos da Silva ;
appellante Benedicto Theophilo da Silva, appellado
Roberto Aires da.SiJva \. appellauto o juizo, ap-
paliado Antonio Propicio Tenorio Villa-nova ;
peHanie Cypriano lase do Nasciraonto e' u
appellado Alcxandr Pereira de Barros; appeilan
to o'promotor, Reliado Luiz, escravo ; appollan
10 Flix Justino Carneiro de Miranda. aftpHIad.i a
ius.ioa ; appellanto Malinas Jos da Silva; appel-
rada a juslica ; appelIMte Jos Barbosa Dias, ap-
pellada-a jsstlca i ppeilante Flix Antodio di
i onza CanUlice, appellada a j'JMtex ; appellante
Bernarda Alaria de Senna, apaollad i -a-juslica ; ap-
peliantos Rayraundo Vloira dabs oulro, appella
da a juslica ; ippellunte o juio," afte4lado Joe
Maria de leaos.
Appellacoes civeis.
Bo Recito.-Appellanto Elisa lalvw 'Carapeba.
appellado Aatottio (Jiati) Moreira Dis ; appel-
lante Manoel Zetorrao de SaMee.appelladcw Bartho-
lomen dt D* Olinde.Appellaule J-js. Antonio ia Silva
Accioli, a|>petlHd> BeUMniao>WrinHI.4tfBaet
DeUbaceras.~AppeUaiiie,M'moWa,Wi*lde'
CjinMllo l'cwoa, apnellado -AiMoM Joaqnim dt?
Vhseoncellos.; apellante ijir.Ja< TtwiBrr, ^r
toa kuradoii,pppMailo Elvira--da Silva Caldas
BISTRlBUICdEa.'
Ao Sr. desembargador Regueira Costa':
, AppeMatpui iwl,^'
Ito RoeJfe.-^AppelletiieD.iJjPTaVAti^HM 3 B.
Mello, appellada D. Senhorinha li.iuwa* do1 'B*i
pirito Santo.
AppeUaiiijM, crmei'.
Ao Pr. deserabrgador Araujeiaorfsn
Da F.irtaicffn'-AppeilBnM ehriapi AlVes'-b-
Glivoira, appellada a juslica.
Ao Sr. desembargador Neiva : .
Da Govanna. >Appe1lavttoM hedictor-Cjiraa do Kspirlto fcanrt, > '*
Ao Sr. descm|aiwulorlSTi):
DoM^sor.Appel lano Maikk'iP. l>r- '
uoiro Filho, appellado Joo Pranisco #.i Cli ir
Costo. > .
AoSr. desembargadi* Almtiid* -All ufu-r >if :
De Hurto Calvo.-ApMIanH.MH;md..\04iv do
Nasciraenl, appellada a j^isfr.fl.
Rerursos crimiv-.
Ao Sr. desorabargador Regueira-tosa : *
De Peuedo. Rojorrente o juizo, recorrido .Va-
noel Nunes do Oliveira.
Ao Sr. .desembargador Ar.iuj Jorga t
De I tamb.Recrranlo o juizo, recorrido .Ma-
noel Joaqnim Tenorio.
Ao Sr. desembargador Nejva
De Penado.-Recrreme o juizo, Mcorrido Pe-
dro Pereira Barros.
Ao Sr. desembargador Lonreoc/i Santiago :
Da Escada.Itecorrento o juizo, recorrido JoSo-
Jos de Sant'Anna.
Ao Sr. desembargador Almeida Albuquerque :
Di>Limoeiro.Rocorrento o juizo, recorrido Joa-
fluim Francisco de M-dli.
Encorron se a sesso a i l/ li >ra da tardo-.
PARTE POLTICA _
imrti i RECIFE, 1." RE SETEMJIRO DE 1873.
A fjimuta de Cavjur e M.ntalem'teil -a mor-
le do jesuitismo.
A Provincia cu seu tresvario muda de clavo.
Uraa vez ouve-sollio a nota de Emilio Castefar e
do conselheiro Nabuco; ontras vezas atina por
diapaso diverso a faz vibrar a nota rauito aguda
de Montalcmbort e Cavour, sentencianJo i raerte
o jesuitismo !
A dilTerenca, a qaasi i,npjrcep:vol difl'-rena ni
grande Op&ra dos trovadores da Provincia quj
os primeires quereiu a mora do jesuitismo a fogo
lento; pnasi refleclida ; umpasso luje, Hi ama-
nfi-'t, sem perder di vista o idea', c npromij sem
pie para o mesmo norte.
Os segundos porm quceen) o mesmo holocausto
do jesuitismo, porm, desde j, sera aguardaren) as
estacos proprias, nein ventos, uem mares, c allron-
lami mil tormeu.os.
Os primeiros vera de manso e sorratero.v pro-
pondo iima trausace.ao com a realidadt; urna revi-
ravolta ao 4/0/11 quo de allam;a, at que possaiu
(bem acautelada a liberdade) soi|trehender e dar
assalto ao jesuila de rodea sola, fazendo o morder
o bocado e humilnando-o perante a soberana leni-
poral bi asilc-ra.
E' assim o nosso liberalismo c assim co;tli'nua-
r a ser!
Nos queremos (repelen bem claramente os
provincialistas) manlerpw em qwmto a ma
liberdade da cousttuicao, iitpfar a soberana ao
jesuila.
0; segundos nao recuam e antes en:arani do
sobre lenho a tremenda luti ;|ue os priraeiro*
recusara .. por bem da terdade.
Sao estos os liberaes da ihe-e, ctti)l3 os denomi-
nara o- provincianos ; os polticos de a50 puro ; os
coripheos intransigentes da ihaso '-,-ue queiem, des-
de logo, a groja livre no estado livre, e por isso
apedrejara os liberaes da hupotlwse, quo procla-
mara a necessidade de transigir, por emquanto,
com i medonba realidad- do j'-sinlsm >.
Vejamos enlrelanto como us pulilcistas da Pro-
vinci 1 pretenden! explicar cm o seu n. 1)9 o tres-
vario do n. anterior:
Dizeraqne para a liberdade s ha una solu
gao favoravel na hijpothese que 1101 apert 1: a de-
creta co da igreja livre no estado livre
1 Diz que a aspiracao a Volta ao slatu quo, no
estado actual da questao poltico religiosa, urna
aspiracao contra a liberdade.
Mas quera que aspira pela volta do statu quo,
e quera que aspira pela decretado da igreja li-
vre !
K' necessario (pie vos expliquis.
O statu quo, vos j o dissestes, a alliaACa dos
dous poderes, que Jess distingui ; a alli'anca que
podona existir entre nos. como j existi, se ao
lora a exageracao, que boje se ostenta.
Dizei nis ento (se oslaos do b >a f) qual vem
a ser a vosea divergencia com o governo actual ?
Queris exactamente, era nni', neni meaos, o
ijue desojara os conservadores, saber:
o O statu quo da aAianca cutre os dous poderes;
a manutenvao do final do art. 5." da co;vslto1c,o,
contra o qual prega, desde muilo, o jesuta.
a Queris tambera disputar ao jesuta a soberana
temporal, quo so quer elle arrogar.
Os conservadores ni) ipierem outra cousa.
A volta ao sa'u qito significa o rgimen do be-
neplcito Ilimitado da constituicao ; a efflcacia do
recurso a coroa -e o jesuila couderana isto. Logo
eslaes com o gabinete actual, quo quer a obser-
vancia eillciz e fiel do-rgimen coustitucioaal.
Onde pois o vosso antagonismo cora a poltica-
conservadora ?
A volt?, ao statu quo significa urna realid de, a-
saber: a nomeacao d>s bispos, -i|o poder exaeu-
tivo ; o divar d'as facu'dadcs no provjneuto das
parochias ; os seminarios malpria raixla.
E' assim o vosso liberalism) c assim continutr
a ser.
O governo actual quer electivamente isto uiesrao.
Onde pois o vosso antagonismo ?
Em sumina, o jesuta s quer a primeira pai-
te dfl art. 5." da conslitu;.ao, tirando as man
tmvaganlcs cooseqneucias por bem da sua sobera-
na, e nos queremos o rgimen velho, por bem da
soberana do estado, contra oquai abre 0 jesuila
urna lula de mora
E' assim o vosso libera'is.no c assim conlimttir
a ser.
Mas, por Deus, dizei-nos, quo oatra cousa q 1
ram os conservadores, seno a observancia do
iho rgimen conslitucional f
Quai pois o vosso antagonisnu< com nosco f
o A volta ao statu quo-significaa soberana il-
imitada do estado e a sua suprem icia, no-caso d
conflicto cora o poder ccclesiastico
E' assim o vosso liberalismo e assim cettoar
a ser. ,
Mas reftecti um momento.
Nos outros propugnan} perfeitaraente p
raesmos principios da soberana Ilimitada (B esta-
do, sem prejuizo da soberana da igreja, e, no
caso de contlieio, qujrxnos a suprjraaeia di) esta-
do no qao diz respailo excftis/cajimife- mal
tempe l
Ja vii-les, p iis, que nao podo ser mais coherente,
conforme e exacto com nosco o voso modo de ,
pensar na queslo religiosa.
So achaes que o uns prudeb.it>, na crise qu?
airavessaraos, r*staliolecor o attj d -
coisas, o chamar oi-dem o jesuta combinaes 1
feitamante com nosco, que na i
do que manler o equilibrio e a hasmonia, q le
existir entre os dois poderas, gh'anda
delles dentn>da rbita do su legiiiraas aati..
OiiS.
Qual pois o antagonismo q.ic.Mxer
nosco ?
Sa isto o que c!iara*-o potrwi OF"*'
o mixio do grande Castoiar e a pansa reflfmaa do
conselheiro Nab ns rosta a manoY auvi-
da do que eslaes, corpo'e aiou, cera nosco, a am
bos alnmiados polo sol da damuorioia moderna *
palo Paido.do tppilrttiido dajiberdide.
Enera havia-rsuo 1 .'rinde
qjian
erramos com o cohselhoiro N
Nabuco erra com Emilio Casta! 1
Dest'arle nein licarcmos serapro .-..-j:
sermanooer era cima da montanha com o caudiei-
malin.i.
,
*
r^
j
*




I

.*:


Diario de Peraambuco Segunda feira 1 de Setembro de 1873.
roeso talo, em sempre jjo fundo do valle
cora o eudiairo imoJi..
E' neeessario Irabaluariuos Jjrectameate para
Huo a idease fg;i Carn,}; o {Era isto precisamos
tambera do vosso auxilio, oWde qw oofcssais o
voiw |wrfeit > acord com n oseo.
E pois que, 11a magna, queatio religiosa estaos
4;m nosaa fiieiras, precisamos conhocer : quaes
*ao 9i que aspirim a decrotacao da ijreja livre
no estad.) livre, c contra os quaes estaos enrielados
na estacada.
Evidentemente uio somos nos ne que, vos apo-
drejam vo* chamara de polticos da kqpothese.
vit.iit!etrtuiros tria$ de toda torpeza t
E quaes sao o* que r; denominae* tambem por
v:f*,** d ptnitieoi de dj punt, di /<* recta
totee*t coripheut intransigentesdatheset
.urtaJBeote os .ru vo# auram pedra sao os ro-
publicanos o os da fraccao do partido liberal, todos
os fuaes querera -dude a igreja livre no
?atado livre t o q>ae vos porem nio queris, de
modo algum, por...bera da liberdade.
O combate, em que esiws empentadas, pois
contra eue* sofragos impaciento', ao* quaes
acoaselbaes imutUm^nUa pama reftectida do con
sehrfro Nabuco.
C^om effeilo esses nossos inimigos communs
qneremdesde lom a igreja livro no estado li-
vre, o que certom-Mto nos amulara a urna tre-
menda hita com o jesuta, o que convem evitar
coa pauta t refle.cao.
Conlai com noseo.
Nada de Mal t ; nada de tkete so. E preciso
passar a hypotkett do eonselheiro nesses liberaes
inquietos, incorrigiveis,' afirn de que de que pac-
ticamente pussamcs ao* eulros con-eguir pausni.ii
refiectld*men'-e urna transaccao com a realidad*
e erteetuar a volu muito sensata ao slatu quo da
allianea entre da* podares soberanos, sotn aba-
Ios e sobre saltos contra a ordem publica, dando
um passo hoje, Jjh amaahi, fazendo urna estacao
a lempo e'-c etc.
Assim seja, d'ora em diante, o nosso commum li-
beralismo, e assim continu a sor.
E' preciso confundir, de urna vez, esses polticos
idealistas, esses republicanos e liberaes trefegos e
turbulentos, que a.Trontam mil tormentas, em es-
tacaos improprias, contra vento e mar.
Prasa a Deus que Ihes sirva de livro severa e
proficua os parnpeiros mmoraves dos das 14 e
16 de malo.
Mas, oh illusol
Divulgamos all, no alto do liorisonte um ponto
negro J
Esse ponto indicativo de futuras tempestades,
o nao quererem, desds j, os palinuros da Proel-
aa a igreja livre no estado livre ; esse ponto negro
o nao abandono do ideal, por bem do mesmo
ioai; essajAw c eS8e traballiar directamente
Ipiti qu a dVa se faca Carn e a alma tica da
idea; esse aproar sempre para o mesmo n re;
em urna palavra, esse ionio negro -essa aspiracio
jpatyd.CUt'ule re titirel em prximo futuroa Ja
igreja livre no estado livre. i
Parece agora que lemos adiado a ponta do la-
byn'ntho e o principa da solucao dj enigma dos
publicistas da Provincia, os quaes, a semelhanca
nos jesutas nada ten para si de absoluti.
Atiendan bem e apreciem os pos leitoros o que
vai legair:
Os jesutas de Roma querem e nao querem
a igreja livre no estado livre. Riles nao querem a
igreja livre no Brasil; mas querem-n'a livre na
Inglaterra.*
Os jesutas da Provincia tambenr querem e nao
querem a igreja livro no estado livre. Querem a
igreja livre em these, mas nao a querem livre em
hypolliese, por amor da liberdade.
Exactamente comn os jesutas de Roma.
i E' falso dizem ellos, que os jesutas de Roma
sejam, em absoluto, inimigosda igreja livre no
estado livre.
E' falso tambem que os jesutas da Provincfa
sejam inimigos em absolutoda igreja livre no es-
tado livre.
Em absoluto, direm mais, os jesutas de Ro-
ma nao sao amigos nem inimigos de ninguem,
nem de nada.
Emabsoluto, os jesutas da Provincia tambem
nao sao amigos, nem inimigos de ninguem, nem
de nada, pois que estao sempre promptos Irn
sigir com tudo e com todos, com tanto que gal-
guem o poder.
O principio dos jesutas de Roma um jano.
Onde Ja imperam, quen-m exclusao- ; Onde
anda nao imperam, querem liberdadn .
Os jesutas da Provincia tem exactaincute ceno
Jano, duas caras. ...
Quando esperam empoleirar-se, abrem um
basar de transacedes com a realidade e presero-
vem, desde logo a thoseda igreja livre no estado
livre.
Desde porm que perderam a esperanca de em-
polgarem o poder, proclamam, desde logo a mesma
4hese, que pnuco transfonnavam cm hypolltese,
tudo por bem da liberdade.
Desposam e rejeitam smultaneamentee com igual
semxeremonia these on hytiotliee, ideal ou rea-
lidad I
Mal pensara, com ei^ito, o patriota c pnbli^ti
econmico, que eslava a traesr com pincel de mes-
tre, a propria phisiouoinia c a-ida magem dos
confratres jesutas da Provincia '.
Em concluso:
Oj liberdadeiros da Provincia acei'am com o
eonselheiro Nabuco e com Emilio Castellar a these
da igreja livre no estado livre, mas com pausa re-
flectida, dando um passo hoje, dous amanli, es-
perando mooeao de vento e mar, etc.. etc.
Eis a solucao do enigma do difcil, do patritico
do mixto do grande Castellar, que o eonselheiro
traduzio fielmente por pausa rejlectida para uso
exclusivo dos liberaes da Provincia.
Armados dessa formidavel clava e desse miste-
rioso condao, podem transigir, quando Ihes aprou-
ver, com a realid.de, que vem a ser-jesuita de
redea solta, theocracia assombrosa, que esmaga
as consciencias e com um bispo exagerado e fan-
tico ; tudo por bem da liberdade e para evitar a
tremenda luta da peouena guarda "avaneada de
roupetas!
ET assim ?eu liberalismo, e assim continuar
a ser.
Virad* a otttra fac do Jano temos tambem,
que -os provincialista; desposam aberlnmento a
causa de actual gabinete, que quer a volta do
slatu quo de renicSes entre os dous soberanos po-
' a execuo fie! do liaal do actgo ipiinto
deres
i
da constkuii;o; o regimem do Beneplcito ; a ef
ficacia do reenrso* co-oa; a nomeacao dos bis-
pos peo poder execut.ve etc.. etc.
E' assiae seu liberalismo e assim continuar
a ser.
De modo que a pol tica dos taes iconoclastas da
liberdade 6 urna perfeita charada, em cujos en-
leios envolvem os cneautos, que tem ainda a inno-
cencia de acreditar nclles.
Nos que os conhecemos j no necessitamos dei-
tarJhes mascaras baixo.
Em nm hora dia jesutas as fogneiras. Por
ora silencio; pausa rcflectida. Nada de aventu-
ra?, em tenipo improprio. Espreitar a occasio de
ventos e mares propicias e aproar sempre para o
mesmo norte. Ao ir reflecti Jo e temerario em-
barque de 14, succedeu o vendaval e a custofa
arribada de 16 ; entreunto ventos e mares eram
bonanca. Perdida a accao toca retirar j peut.
E' assim o seu liberalismo e assim continuar
a ser l
PUBLICACQFS A PEDIDO.
Jury ilt> Recifc.
A sentenra do jury do Recife,
na no te de 13 de agosto, foi urna
obra d> sumnia inju.-tica.
I)r. Aprigio Guimardes.
Por estas formaea palavras cencluio a sua cor-
respondencia inserta no Diario de 20 do corrente
o Ilustre Sr. Dr. Aprigio, rompendo o silencio que
at entao guardara *. respeto do julgamento do
seu cliente Mano I Gomes da Silva Amorim, acen-
sado do crime de homicidio no jury de 13 do cor-
rente ; cuja sentem.a [a seu Tr ?) foi o resultado
d'uma obra de summa injuMioa (dzemos alias :
fuma ibra commum d inteligencia de todos os
jurados em observancia da tei e de seus juramen-
tos) ; lamentando de que es*a acabrunhadora de-
monstrado fose cantada (icio desvairamento dos
jurados em raiao nao s da aecusaco eloquente
do orgao da jnstica publica, mas tambem por
effeito de urna mvltidao qie tudo abafou, jm-
zu e aiffgados; nao podendo comtndo abafar
os reos presentes, por estarem bem recommenda-
dos d genermidade" de inconfeuateis vindictas t clculos de mais de
urna especie t Em virtude do que (assim o diz o
llnstre advogado) foi a lei ferhla ; nao dzendo,
porm, em quaes das fibras se den es?a ferida,
(ieto em quaes pari$raphos, que sao as fibras,
:yrmes, que ligam a Ui em sna teneralidade),
nem por que modo.
Desojramos, pota, que nn explicaste iso. Por-
uaoto, tendo a orjao da jutca publica pe-
dido a condemdacio do reo em virtude da lei
criminal (.uo era a de que te tratava, valo
como ha ontras muiUs leis como as da.ptiy-
aea, natural, oral, escripia, revelada, divina, etc.,
ele) alim de- que ella fosse satisfefca, e o illoMre
advogado igualmente por son turno a absn|vcao ;
o jury, cullocadu por anini dizer entre a cruz e a
caldeirinha, por toda* as raides plausiveis alcm
das qnies imperava sr.bre todas a d ter o reo
corpo e alma em que pudeset- e deveme pagar o
mal que praticara, prinuncion-se contra elle, al-
vaudu onseqoeutemente a le. Se asMn o au
taufct, arriscar-se-liia d iiicwrtr na |ierha corruitor di socedade, na por um de tes* niombros ja gangronadn>, em es-
tado de eqihaclo .
Sondo asMn mantilla a lei em tuda ua pureza,
pergumamos : em'qi-e nirto f>i illa f-Tidn, e p r
que maneira r A le s poderfa mrt brida ueste
caso se fosse postergada por seusjuizes na absl-
vielo dos reos convictos perante a justica, caso
qne se nio deu.
Ora, turnadas as palavras do llnstre advogado
de que a sentenca do jury do Recife foi orna obra
de summa injustica-no sentido rigoroso de sua
accepcao, deduzmos dnas cousas : on qne o jury
foi supinamente ignorante na eomprehensao de seus
deveres e conseguintemente a obra sakii summa-
mente injusta, isto contraria ao direto, on del-
xeuse perverter desoairado poretsa exploracao
intqua de grande parte de urna multido pu o
abafou, com vindictas calculadas por mais de urna
especie, que actuaram contra o rio previamente,
desviando-se dest'arte da justica ao mximum, isto
, ao mais alto grao de sna distancia ao nonio eraflm
d'onde nao ha jnais a irsumma injustica I
Se sao essas as dedceles lgicas, nicas, que,
a uosso ver, se podem tirar daqnellas palavras
afflrmativas do Ilustre advogado, nos as nejamos
plenamente com todas as Jorcas de nossa con-
sciencia I Porquanto pensamos diversamente a
respeito de um tribunal justo e conscencoso como
o foi o que se encerrou ltimamente, composto dos
escolhdos do povo do maior criterio e honestida-
de I Essas allus5es assim sopradas pelo tubo
incendido do dospeito por sobre o tribunal do
jury, desconchavadas por innmeras denomina-
coes qualficalivas, e que por meio dellas se pre-
tende iobonestar a invalidade dos eefnrcos empre-
gados para o livramento dos reos, nos as repelli-
mos como membro que fonios do tribunal, e as
devolvemos a seu autor. ,
Ignjramos as razos pelas quaes assim e pro-
nunciou o Ilustre advogado do reo Amorm.i
Oremos nio as haver suficientes, que po>Iesst>ni
provar sua innocencia ; porque se as houvessem
seriam ellas patentes ao tribunal pir sou defen-
sor, que nada poupou, affm de obter a ab-olvicj
de seu cliente.
Estudo profundo da materia, bascado nos pre-
ceitos do direto criminal, exemplilicados por ca-
sos histoticos dados.nos julgamentos de diforentes
reos, quer aqu mesmo, quer nos de-cri[>tos
por autores notaveis como Berryer e ontro*; elo-
quencia profusa enramalhetada d is llores mais
bellas de urna rhetorca sen?tiva e commovenle,
embora recbeiada de alguns sophismas para per-
suadir, alternadas algumas vezes por arrobos em-
phaticos ao aecusador da justica, tudo empregou
o Ilustre advogado em defeza de sen cliente. Mas
apezar de.ludo quanto disse de eonsummada mes-
tria nao fo bastante para conseguir dos jurados
a descrenca de que o manante da morte do in-
feliz Sacramento fosse outro que niio o sen cliente.
Faliaram as irovas ; tud > baqaeioo I E a cer-
rada votacao dos juizes contra o aecusado, que o
Ilustrado advogado denominoua de acclamacao.
foi a prova mas convincente da apreciacao do
laclo e suas cirenmstancias aggravantes, e da cer-
teza tambem do autor do delicio, provadas urna e
oulra cousa por testemunhas que levarain a induc-
cao dos jurados criminalidad.' d > aecusado e seus
eo-ros, pela innumeraco de particularidades re-
veladas, que calavatn em sua consciencia.
Cremos, prtanlo, apezar da controversia do il-
Iustre advogado, que a sentenca condemnatoria do
reo Amorim, pronunciada pelo tribunal do jury,
foi urna das mais justas que se tem dado : pro-
vam-no os applausos espontneos indescripiveis,
com que foram victoriados pelo povo, juizes c lei.
Entretanto, como o filustre advogado promette
pl itear a mesma causa anda, e levar convicio
do povo (dos juizes nio?) a voz da verdade, aguar-
da ni s cssa occasio com toda satisfacao para nos
convencer do contraro, se o ilLstre advogado por
ventura pudr conseguir deiramar a luz da ver-
dade pela multido cega com a ueior das cegueiras
qual a de quem nao quer >er. Emquanto porm
isto nao se der, permitta-nos o pensar desla forma.
Compunge-nos o coracio todas as veze que, cm
presenca de fados semelhantes que impalledece de
horror a huraanidade, temos de julgar os aecu-
sados.
Militas vzes damos as de villa Diogo do tribu-
nal para nao compnrmos o conselho de oJgacao,
apezar mesmo da multa em que incorremos, cent
.o llm de desviar de nossa mente recordacoes por
demais dolorosas, qne nos afige I E cheg:imo3 a
pedir a Dous, com as mesmas palavras sacrosan-
tas com que Jess Chrislo, orando no horto, pedio
a seu Eterno l'ai que Ihe desviasse o calix da amar-
gura, que tanto o atormenlava : que nos livre
igualmente de tal alternativa I
Somos tambem. pais de familia; fomos dosjn
rados ; o ciemos que o seremos sempre que a lei
assim nos considere, e por estas razoes nos con-1
instarnos dolorosamente quando vemos descampar
no plago da desgraca rremediavel jovens adoles-
centes, que, se fossem melhor ememinhados em
sua vida e exemplificados pela moralidade dos
bons costumes, nao se perverteriam por tal forma.
Assim, pois, as consideracoes por demais justas
que pesain n'alma do honesto e mui distincto nosso
amigo Dr. Aprigio, deauliccao altribnlada dos velhos
paes de seu desventurado cliente, nao s natu-
ral, como asss humanitaria.
Porm, por mais justas que ellas sejam nao
offuscam, e pelo contrario mais avivam aquellas
querecordam simultneamente a dissolacao afilie-
Uva da pobre familia do infeliz Sacramento I
A orphaudade d'uma misera enanca anda im-
berbe, e enrecedora do amparo alias sempre valio-
so de seu pai, e a viavez sempre triste e melan-
clica de urna seohora honrada laucada na inior
miseria, e por demais desgracada pela morte de
seu sempre chorado pai e marido, perversamento
premeditada poralgozes inauditos, sao de taes sor-
tes compungentes que fazem perder a razio por
mais robusta que seja 1
Ha situaco mais afllicliva e desesperada qne a
dessa-familia ? Nao I E s o Divino Espirito con-
solador dos aducios a pode fortificar. A peda de
um pai de familia sempre urna das maores des-
gracas que entra pela porta dentro, aioa mesmo
naturalmente acontecida.
Quanto maior porem se torna ella pela forma
porque se deu aquella, revestida de circuinslancias
as mais alrozes I
A vida arrancada a qualquer pessoa por rnaos
do assassno emboscado, a cousa mais horrivel
que dar-se pode I
E' iriv.paravel I Extncla para sempre.... I Por-
que a vida nao resurge da materia dissolvida. E,
quanto a nos, os tormentos mais aflictivos regis-
trados nos annaes das penalidades, nao sao bas-
tantes para reparar tal barbaridade.
Observamos ao Ilustre advogado da defeza, que
a multido de espectadores que acercara nessa
noite o tribunal dos jurados, e que nos parece o
ter lano impressionado, visto como logo no co-
meen do seu discurso dissera : que nao tema as
mutides pelo habito .de se envolver entre o
povonio foi ior certo a onda de iniquidadeque
euvolveu o seu infeliz cliebte.
Essa multido foi attrahda para all, mais pela
curiosidade (de assistir o pleito, que se dezia ir
darse entre os advogados dos reos e a jnstica pu-
blica, que para coagir os juizes em seu julgamento
neste ou naquelle sentido.
O tribunal moslrou-se nessa occasio, durante
os debates, como sempre conciso, e atiento aecu-
saco como defeza, distinguindo perfeitamente os
sophismas da realidade, para os desprezar por il-
lusorios no julgamento.
E a multido, que o Ilustre advogado diz ter tu-
do abalado, nao abafou por certo os juizes encer-
rados na balaustrada do conselho, qne conscios d
seus deveres, alientos e perspicazes observavam o
pleito, para com as provas do nrocesso julgarem
os reos de conformidade eom a lei.
Concluimos, pondo-nos era r serva de anilquer
diseussio p r mai- provocadora, qne ella seja,
em razio de nossa oceupacao que absorve. todas
as horas do dia, e nao nos di tempo para nada
mais.
Ao Ilustre Sr. Dr. Aprigio rendemos nosso tri-
buto de gratidao por nos ter dado ocrasiao de ex-
pressar nossos seotimentos a respeito do julga-
mento da noite de 13 de agosto.
Um jurado.
Silva Amorim, mndame do usasslnato de meo
infeliz pai.
Sou am pebre a quera mi do sicario brbara-
mente aliruu orp audade : nio tenho por miui,
Hlho do' infeliz artbu, se nio a justica de Detat e
dos homens, que nio se dotara ante a rtoqueoela e
as flore* da r etoriea,
Sim, sou um pobre, que da e noite nio restar
de repetir :-o sicario, roobou a mim e ao meu
innV>iinho o que tinlum** de mais eharn sotan a
trra; mas Deus ju*, o nao ha de perniittir
que s nossos pranto* nenhuma mnsj.Kcio en-
uVroiM .la pino da justic.i na tetra f
E Deus au foi turd i :s in* E a voz de Den retumb.u nas consciencias do*
homens.
K os hojunn* s luberam corresponder ao ptVxo
da divindcV. c imxugaram a- um-yn* lagrimas.
E os urphos e a viuva proU-dam pi-raut- u pu-
blico contra as allunoes di. Sr. Dr. Aprigio (uimv
ties aos juizes que foram destinados, duem na
que pela s.irte, mas eu direi pela Providencia, para
julgar os assassinos do pobre e infeliz artista Ma-
noel Jos do SacramentJ.
Poneo me ineommodana a voz iniqna do advo-
gado a qnein a praae, por ventura injusta, eol-
loca em posicio de afastar se por um instante da
verdade para apagarse causa de seu elieBt*,
eonjo a ostra ao rochedo ; mas essa vea iniqna quiz
levantar a ponta do veo, que cobre o santuario da
consciencia ; qun perpassar o culto, posto qne
tosco, a que tem direto o publico, pelo triumpho
}oe os seos mandatarios obtiveram na noite de U
o correte.
De intimis, solut Deut, por advogado /
S. S. nao pode dzer que a sentenca do jury
do Hecife, na noite de 13 de agosto foi nma obra
de summa injustica. >
Se o advogado de posse da causa de seu diente
tem o dever de dentilicar-se com tudas as torcas,
nem por sao est autorisado a desvirtuar os sen-
limemos dos jnlgadores.
Nio quero de forma alguma entrar no pensa-
mento do Sr. Dr. Aprigio ; respeito a sua intenso,
se nem que sinta nao ter elle procedido de igual
modo para com os que julgaram o reo Amo-
rim.
O faci de ser o Ilustre advogado encarregado
da defeza do reo Amorim, nio quer dizer que o
reo esteja innocente, e que os jnizes livessem de
sacrificar os dictantes de su consciencia i qual-
quer con? deracao
Se o advogado do alto da imprensa afllrma, como
quem falla de si, a innocencia do reo, quando a
vos publica e o que se dizem mandatario o
anUm como mandante ; filho do infeliz artista,
pergunto tamben; do alto da imprensa : se o Sr.
advogado assistio a perpetracio do crime t
Como I poi o Sr. advogado nao eonlentou-se
em justificar no lugar competente a innocencia de
Amorim, contra todas s provis evidentes, anda
vem pela uiprensa, como qne acensando os
juizes, negar o crime e farer iusinuacoes pouco
hourosa?
Em que paiz estaramos se os nossos juize- con-
demnassem por acclamacao, como disse o Sr. ad-
vogado ?
Se ha ao lado de todos a obrigacao de sempre
suppor que o advogado est convencido da jo>ti
ca da causa, tambem ha ao lado do advogado a de
respetar a decisio dos Jnizes'como sendo dictadas
pela justica, muito embora o advogado, nio con-
tente com esta decisio, continu a advogar a
causa.
Fiquei entretanto estnpefecto, quando depoisde
tantas insinuacoes, alias injustas, aliradas pelo Sr.
Dr. Aprigio, deparei eom este'periodo : Nio vai
nestas buhas una alluso pessoal a quem quer jue
seja, respeito a todos e fao quanto possivel para
ser de todos respettado. >
Se como advogado de merecimento o Sr. Dr. es-
quece-se de si para lembrar->e s e s da causa
que lhe foi confiada, eu lembrar-lne-he : que o
juiz tambem esquere-se de si para lembrarse s
da justica que lhe foi confiada.
Que v Amorim ao tribunal tres veze?, como
.suceden a Dhors, ou trinta como ambiciona o Sr.
Dr., a justica sempre a justica, e nio ha elo
quencia que a espanque, quando ella brilha como
o sol.
Pomo estar em erro ; mas isto o que deca-
ram os mandatarios, o que est nos antes, o que
est no dominio publico.
S duas pessoas negam o facto Amorim e o seu
advogado.
Honra, pois, aos Srs. jurados, que. tanto eleva-
ram esta t o sublime instiiuicio, tazendo castigar
os assassinos de meu infeliz pai, filho do povo, e
sem proleccib alguma.
ao Sr. promotor publico os mens sinceros agra-
deeimehtos.
Recife, 25 de agesto de 1873.
Joaquim polinario do Sacramento
Barca inglexaBlaney Brothtrscarvio j des-
pachado para o S* ponto.
ALTFRACO NA PAUTA Di rUBCOS DOS ORNKROS
SOtTOS UWKiroS DR KXfonTACO, KA SEMANA
OH i* 6 DK SKTKMBRO DR 1873.
Algodoem rama ou la 311 rs. o kilo.
'larvio de tedra estran0'eiro, toneflaua metrice
88*300.
Cnro?-de algodao SO rs. o kilo
lfanJega de P.Tnainbuco, 30 de agosto de
O I- coiifif.'n'eJ. |liciro da Cunta.
O |- iMafriviitoRa'ynmndo F. Karbosa.
Approvo.-Alf:;iidega W de agosiu de 1873.
ii inspector da alfande^i A-
Alejandrina de Crenla) Res*
IKSPACIIOS DE KXPORTv .V NO DlA i'3 DE
AWJSTn DK 1873.
Para os paitos do exterior
No navio francez Coligny, para o Havre,
earregaram : Harismondy 4 Labille 1,000 eouros
salgados com I.800 kilos.
Na barca holandeta Volkarding, para o Ca
nal, carregaram : G. Neesen 1 C 111 fardos com
i5.16.'l kilos do algodo.
No patacho n&ipanhol Invencible, para Bar-
cellona, carregaram : P. Carrieiro & C. 93 sac-
eas com 6,503 kilos de algodio.
N escuna pertnguea Christina, para Lia-
boa, carregaram : Amorim Irmios fc C. 80 sac-
eos com 6,000 kilos de assucar mascarado ; A.
Bastos 1 cascos com O litros de agurdente.
Para os portas do interior.
Pra o Araiaty, no hate brasileire Dos te
Gme,, carregaram : A. Quintal & C. 10 barricas
com 631 kilos de assucar refinado.
Para o Rio Grande do Sul, no patacho na
conal lio Grande, carregou : J. A Silva Araujo
3 barricas com 249 kilos de assucar branco.
Para Macei, na barcaca Virgem do Porto,
carregaram : J. M. Barros Filhos C l, coxa
com 18 kilos de doce.
Para o Rig Grande do Norte, na barcaca
Tres IrmSs, carregaram : Fraga Rocha 2 barri-
cas eom 1W) kilos de assucar branco. Para Ma-
cei, Caldas & C 1 dita cora 58 ditos de dito refi-
nado.
16 chapeos de feltro de l, nio especificados,
simples, no valor da 46*293.
8 ditos de tejido di algodo simples, no valor de
7*233.
1 curro de l, nio especificado, simples, no va-
lor de U146.
dem M P L L. Urna cafara n. 314, vinda de Li-
verpool no vapor inglez Student, desetrregada nm
23 de novenjuro de 1872, consignada a Pereir.t de
Mello 4 C. cotitendo 56 kipw. pc*i liquido'real de
setineta de cor, no valor de I620!(1.
dem F M o. Dez fardos ns. t JO i Gi9, vin-
d-is de Liverpool no vapor inglez Itmriel, des
carregadoseni 2 de niveinbr.iilo 1872 o eonsig-
nidis a Ferreira Maiuus 4 fl, eoutendo \:\\Q
kilos, pean liquido real, de lecd i de lio de e-topa
liso at 8 los no valor de 3:8i7880. ~
Mein quadrado iG J J C L Dez fardos de ns. 1
a 10, vi.ados de Livrpu i! no vapur Inglez Gladia-
tor, de.-cnn'ojadus eiu 31 de dcze'mliru de 1872 e
consignados a ordem, contando 4220 kilos, peso
liquido real, de lucido de lio de estopa, liso at 8
fios, no valor de 3:682|9P0.
Atandega de Poniambue >, 8. ije agosto de
1873.
O inspector
Fabio A. de Carvallto Res.
CAPATAZIA DA ALFANDEGA
rtendimenio ib da 1 a 29. 24:634*949
Mera do dia 30..... 968*475
VOLUMES SAHIDOS
No dia 1 a 29.....
Pnmeira poru no dia 30 .
segunda porta.....
rerceira porta .
rrapiche Conceicio .
13:603*itt
38.618
828
41
210
763
40,460
SERVICO MARTIMO
vlvarengas dcscarregadas no trapiche
da alfandega no na 1 a 29. .
Ditos ditas no dia 30. .
Navios atracados no trap. da alfandega
Uvarengas........
i'o trapiche Conceicio.....
77
79
ECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE
RAES DE PERNAMBUCO
endimento do dia i a 29. 57:096*152
dem do da 30...... 3:80958o
60 905*737
CONSULADO PROVINCIAL
fteopimento do da I a 29.
dem do dia 30. .
66:331*936
1.00U450
67:333*406
Edital n. 49
Pela inspectoria da alfandega se intima na for-
ma do artigo 745 do regulamcnto das alfandegas,
aosdonos das mercaduras abaixo mencionadas,
apprehendidas no caes do Forte do Mallos, s 7
l|2 horas da noite do dia 2'i do corrente, pelo ma
tnculado da capitana do porto Gabriel Lopes de
Araujo, para vir com sua defeza dentro do prazo
de 15 das, sob pena de lindo este, correr o pro-
eesso de apprehensio a reveha.
Um kilo, peso nos cartees do bijouteria de co-
bre e suas ligas.
Dnzentas grammas, peso nos envoltorios de
aderecos de vidro.
Trezentas e oilenta grammas, peso nos cart5es
de contas de vidro, semelhantes a missanga
Alfandega de Peraambuco, 27 de agosto de
1873.
0 inspector,
__________________Fabio A. de Carvalhi Reis.
Edital n. 50.
Pela inspectoria da alfandega se faz publico'que
fica transferida a arremalacao das mercaduras
abaixo declaradas, annunciadas por clitaes ns.
44 e 46, para as 11 horas da manh do dia 1 de
setembro vindoum, porta desta reparticio.
52 chapeos de pello de lebre abatido?, que fa-
ziam parle da caixa marca J. S M sem numero,
vinda do Porto na barca p- rtugueza Vencedora,
entrada em 16 de jolho pa-sado. abandonados aos
direitos por Joaquim de Souzi tfaia. no valor offl-
cial de 1733333.
Marca G P 15 caixas com fruela?, vindas no
vapor francez Ville de Rio de Jawiro, abandona-
das aos direilos por Antonio Gomes Pires.
Alfandega de l'crnatnbuco, 28 de agosto de
1873.
O inspector.
Fabio A. de C. Reis.
muumit.
RECIPE DRAINAGE.
Reudmeuto do da 29. .
dem do da 30......
8:918*805
i-.184*540
10:103*345
Homenagem.
AO MEI1ITO D imiStfl ACTOR DRAMTICO M. C. DOS
SANTOS, NO D.A DK SEU BENEF CIO NA NOITK DE 26
DK AGOST.i COUKHTS, R0 THEATIO.SANTO ANTONIO.
Quando desponta em turbil lio de fogo,
O rei dos asrros na amplidi dos cus,
()s aojos corrern do corsel das nnven,
Cono assombrados do poder de Deus I
No co se espraia o respieudor da anrara
Que o amor, da gloria a perfei.io condnz;
Y, a trra envolta no sornso eierno,
Sadao genio traductor da luz I
T s, artista, nteliigente e notare,
0 re dos astros deste annileo cu,
Tens sotare a fronte o fulgurar do genio
Onde se ostenta do talento o veo.
Nos aqu estamos para ver-te altivo,
>io arrefecas nos triuniphos leus :
E' conquistando que se chega gloria,
E' trabalhando que se chega a Deus I
rtOVIMENTg 00 PORTO
Navios entrados no dia 30.
Buenos- Arree 19 das, patacho americano Da-
vid, de 183 toneladas, capito II. K. Duton, equ-
pagem 9, em lastro ; ordem Seguio per S
Thoniaz.
Navios sahidos no mesmo dia.
Aracaj o p rtos intermedios Vapor brasileiro
Mondalt, comman.lante Silva, carga varios g-
neros.
Gr*anja e porto* IntermediosVapor nacional Ipo-
juca, commandante Moura, carga differentes
gneros.
Barcelona Polaca hespanhola Atrevida, capitao
Joao Abril, carga algodio. .
Rio de Janeiro-Patacho hollandez Catharina, ca-
pitao E. F. Mulder, carga parte da que trouxe
de Trieste.
Nacioc entrados no dia 3t.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial manda fazer publico que em cumprimente
da ordem do Exin. Sr. presid nte da provincia de
25 do corrente, vai novamenie a praca no da 4
de setembro prximo futuro, para ser arrematad i
a quem mais der, o sitio dos Remedios adjudica-
do a azenda provincial por 3:7505000.
Os pretendentes a esta arrematacio compare-
cam na sala das sessoes da junta d mesma the-
souraria pelo meio dia cima indicado.
Secretaria da thesouraria provincial de Per-
nambuco, 27 de agosto de 1873.
O ollical maior.
M. A. Ferreira.
Secretaria da cmara unietpal do Recite, *J
agosto de 1873.
Oeecrettrio.
__________Pedro c AUmgu-rqae Antr o.
A commissao ncmeaiLi pelo Exm. Sr.
presidente da provincia para pedir prendas
para sercm vendidas um leiliw no din 8 d
s^tombro prximo om quotom lo ser collo-
cala a podra fun latiteidal doasjlo d alte-
nodos, roga a lo los os senhrtrw o scnlioras
moradores nesbi fn-guraa, i-m (tijo coragn
se aiiinlia iicspiruo do <'*ri-l.-t u relirao,
se dignetn projMirar os rdijoi.-Uis que dictar
sna genorosi LtIh, pois que do dia 1.* de s*-
teuilir.i em rrecada-los ; e quellcs que livereii a bon-
dode de dispensa-Ja doste trabalho podan
enviar o que deslinarem para tal fim cas
do Dr. Moscoso, com que anda mais penho-
raroa ocinmissu.
Fre*o?ia d B0-Vista, 30 de agosto de
1873.
Francisco Ignacio Pinto.
Dr. Peiro dAthaydt L. Moscoso.
I.NSPECCaO do arsenal df
MARINHA.
Faz-se publico que a conimissio de peritos exa-
minando na forma determinada no regulamenl.
annexo ao decreto n. 1324 de X de revereiro de
1854, o casco, machina, ealdeira, aoparelbo,
mnslreacao, veame, amarras e ancoras do va^
por I pujara da eoinpanltia pernambueana de na-
vegacito cosieira, achou todos esses objectos em
estado de poder o vapor continuar no servico em
qne se emprega.
Inspeccio do arsenal de rnarinha de Pernambu-
co, 29 de aguato de 1873.
Francisco Romano Steppleda Silva -
________________ Insneetor.
Bggg|"*ggggaL*.i'S!.'____WBkWtHB
THEATRO
GYIl^ASIOJIMMATICO
. KMPBSZA
Terja-feira 2 de setembro. -
Hecita extraordinaria.
Beneficio do actor
SILVA BASTOS.
Depois que a orchestra tver executado urna de
suas melhores ouverturas, subir i seena o mag-
nifico drama em 5 actos, original brasileire do
Dr. Carnero Villela.
MACONS
E
es
Estrada de Ferro Pa-
raense, no Para.
Tendo a assembla geral doi accionistas da
Companhia Urbana da Estada de Ferro Paraense,
autorisad a venda desta empreza, a commssao
eleita para este fim reeeber propostas para a
compra da mesma at o di i 10 de novembro pr-
ximo, no Para, podendo os propuncutes otater des-
de j as circulares, e examinarem os estatutos,
taem como os relatorios da compan" ia de 1870,
1871 e 1872, no escriptorio do English Bank of
Bio de Janeiro Limited.
No qnal toma parte toda a companhia.
0 beneficiado pele desculpi ao respeitavel pu-
blico por nio ter dado o espectculo no sabbado
30 de de agosto etn consequencia do mo tempo
por isso resolveu transferi-lo para o dia cima de-
signado.
Assim como pede a todas as pessoas que lhe
fizeram o favor de aceitar bilhetes, que tenham a
bondade de tirar com elles pelo qne se con/essa
eternamente grato.
DO
E' hoje o dia entre o povo altivo
Coroo inspirado d'um sublime ardor
Ergue-se altivo sobre um mar de chamma",
Para offertardo triumpho a flor.
Temos na alma um parazo santo
Cujas grandezas s o co traduz;
Nos le ofierlamos porque em ti somente,
Vemos o genio transformado cm luz !
Deixa que a turba ignorante, estulta,
Zombe da palma dos triumphos teus ;
Tu tens por patria o Universo, a gloria,
Onde j reinas nos altares seus.
Ergue-te e brilha como o ni dos astros,
Por esta immensa vaslidao dos cus;
A gloria certa ; o lidador, trabalha ;
E' trabalhando que se chega a Deus.
Becife, 26 de agosto de 187}.
Silveira Carvalho.
DISSERAM ALGUNS MDICOS
To9os os remedios do Dr. Ayer sao
axcellentes, mas o Peitoral de Cf.reja
edmiravel, nao conhecemos remedio me-
lhor para tosse e defluxos.
Bio de Janeiro pela Bahia -6 dias, vapor america-
no Merrimack, commandante W. Weir, equipa-
gem 65, carga varios gneros; a Henry Forster
& C.
Liverpool e portes intermedios -19 dias, vapor in-
glez llimani, de 2,579 toneladas, commandan-
te J. V. Hall, equipagem III, carga varios gene-
ros ; a Wison Rewe C.
iWict sahidos no mesmo dia.
S. ThomazPatacho americano Flora Goodale, ca-
pitio Goodale ; ea lastro.
Ro-Granle do Sul -Lugre portuguez Rio-Grande,
capitao Francisco A. de Oliveira, carga assucar
e outros gneros. -
CearEscuna hollandeca Catharina, capitao D.
O tsterval; em Jastro.
Lisboa o PortoBarca portugueza Vencedora, ca-
pitao Joaquim Martins de Oliveira, carga assu-
car e 9ulros gneros.
CanalBrgue hollandez Volharding, capito T. C
Swart; carga algodo.
New-York e portes intermediosVapor americane
Merrimack, commandante W. Weir, carga a
mesma que trouxe dos portes do sul.
Portes do Sul-Vapor inglez Ulimani, comman-
dante Hall, carga a mesma que trouxe dos por-
tes da Europa
BEBERIBE
Os Srs. accionistas desta companhia, que
desejarem apreciar os rclatorio, :iis no.
gas a elle appensas, relativos ao .... -1
terminou em 30 de abril ul n i
secretaria da referida co
Cabug n. 16, que lhe
dos.
Escriptorio da companhia
21 de agosto de 1873.
0 secretario,
Luiz Manoel Rodrigues Valenca.
COMMERCIO.
PHACA DO RECIFE 30 DE AGOSTO
DE 1873.
AS 3 1/2 horas da tarpr.
Cotttccs ofBciaea.
Algoao de Mamanguapo 85500 or 15
hornera.
Daoourcq
Presidente.
Antonia Leonardo Rodrigues.
Pelo secretario.
klos,
rlendimeRlo
dem do dia
A.LFANDEGA
do dia I a 29. 906:983*945
30. .... 45:575(5957
952:559*962
EDITAE1
Edital n. 52.
Pela inspectora da alfandega se faz publico quo
as II horas da manh do da de setembro vin-
douro, porta des'a reparticio, se ha do arrema-
tar, livres de direto, tres barris c m peixe secco,
pesando liquido legal 74 kilos, avallados por
26,340 ; dous remos e um oncerado apprehendi-
dos pelo auxiliar Manoel Romio Jnnior, em as 8
horas da noute de 27 de julho prximo passado,
no caes do Noronha.
Alfandega de Peraambuco, 28 de agosto de
1873.
0 inspertor
Fabio A. de Carvalho Reis.
Edital n. 53.
Jury do Recife.
Nao dev me conservar/silencioso ante as quei-
xas injustas, que o Sr. ME Aprigio Guimaraes, le-
vantou con ra a conderaiacaodVj Manoel Gomes da
Descarregam hoje de setembro de 1873
Barca franceza Raoul varios gneros para al-
fandega.
Escuna inglexaGeorge Ducklesxmos gneros
para alfandega.
Basca ingleza = Dolphim ferro para o trapiche
Conceicio, para despachar.
Barca iogteta Bduard Herbert ferro para o
trapiche Conceicio, para despachar.
Patacho inglez JVancy varios gneros para o
trapiche Conceicio, para despachar.
Lugar inglezMavegaier machmigmo para o
trapiche Conceicio, para despachar.
Barca dinamarquea Dorthea varios gneros
para o trapiche Conceicio. para despa-
char.
Barca ingleu-Duchess of Suthertand machi-
nismo j despachado para o caes de
1 Apollo.
Pela inspectoria da alfandega se faz pnblico que
nao tendo sido arrematada a mercadoria abaixo
declarada, annunciada a leilo por edtaes ns. 40 e
45, por falta de concurrencia ao valor offlcial, se
tran ferepara as li horas da manhi do dia Io de
setembro vindouro, porta desta reparticio, a
mesma arrematacio.
Marca L & V n. 10 1 caixa vinda do Havre
no vapor francez Ville Je Rio de Janeiro, entrado
em 22 de iulho fiodo, contendo 31 ps de botinas
de couro de mais de 22 cent., avahados por 98a
8 ps de botinas de couro at 22 cent, avahado*
por 8430, e abandonados aos direilos por Lyra 4
Vianna.
Alfandega, 29 de agosto de 1873.
_____________Fabio A. de Carvalho Beis.
- Edital n. 51.
Pela inspectora da alfandega se faz publico qua,
nio tendo sido despachadas dentro do prazi mar-
cado, as mercadoria? abaixo declarada, annun-
ciadas prra consumo por edital n. 20 de 19 de ju-
lho prximo Ando, se nio de arrematar, livres de
direilos, porta desta reparticio, s 11 horas da
manh do dia 2 de setembro vindouro.
Armazera n. 3.
Sarca I M B n. SI. Urna caixa vinda de Llver-
no vapor mgle Glodiator, descarregada em
12 de ontubro de 1872, ignora-se a consignacio,
contendo o seguate:
Companhia de seguros Uti-
lidade Publica
A directora convida aos Srs. accionistas a se
rounircm em seu cscrtptorio ra do Vigario The-
Dorio n. 6, segunda fe i a l de setembro a urna
hora da tardo, afim de clegerem a commssao de
exame de contas.
Becife, 27 de agosto de 1873.
__________.Candido C. G.AlcoforJo._________
Consulado de Portugal
Por este consulado sao chamados os credorci
do espolio do fallecido subdito portuguez Miguel
Ferreira"Carreiro, para receberem seus crditos,
segundo o rateio procedido.
Hospital militar desta pro-
vincia.
Precisa se de serventes nesta reparticio ; as
pessoas que quizerem^prestar dito servico com a
paga de 254 mepsaes' e urna racao conforme de-
termina a tabella do regulamento de 25 de no-
vembro de 1844, comparecam na secretaria do
mesmo cstabelecimento s 10 horas da manh
dos dias uleis.
Hospital militar de Pernambuco, 28 de agosto
de 1873. ^ .
O escrivao,
-_______________Avelino Pereira da Cunha.
Sociedade Beneficente Luso
Brasileira.
De ordem do Sr. presidente do conselho fiscal,
e.em face do que precerta o art. 35 dos estatu-
tos, sao convidados os "membros do mesmo con-
selho, para no domingo 7 de setembro, compare-
ccrem na sala das sessoes s 10 horas da mauhia.
Becife, 30 de agosto de 1873.
-01.' secretario,
______________ Theophilo.
Santo Antonio
SOCIEDADE PARTICULAR
CLUB DRAMTICO.
Segunda-feira 1 de setembro
Espectculo concedido em
beneOcio do
Hospital Pedro II.
Depois que a orchostra dirigida pelo dstincto-
maestro e Sr. Olas lier execulido una sympho-
nia^je seu variado ropcrliirli, exhibir e-ba o dra-
ma em 3 actos do acadmico Domingos Olympio
Braga Cavalcante, denominado :
T11C4 DE MSSIS.
rminar o espectculo com urna comeda.
iedade acadmica Club Dramtico, resol-
este espectculo em beneficio do hospital
i o II, com o intuito de suavisar a aorte dos
Homens pobres, desvalidos e doentes, desta porfo
da humanidade que mais reclama o valimento dos
felzes da teira e a compaixio dos poderosos, cer-
ta de que o publico, generoso como nio dei-
xar abafar-se os seus sentimentos de caridade.
Aviso.
No intervalo do drama para a comedia ir um
eomraissio aos camarotes receber as esportulas.
Depois do espectculo ha vera trem tocando era
todoi os pontos.
Principiar s 8 1(2 horas.
SANTO ANTONIO.
EMPRZA
Grande fesla palriotiea
Sabbado
li
Companhia ferro carril de
Pernambuco
De conformidade com o contrato de 19 do mar-
co de 1870 e o que-deliberou o Exm Sr. presiden-
te da provincia em portara de !8 do corrente, so-
mente tero passagem gratuita nos carros desta
companhia o Dr. chefe de polica, o engenheiro
chefe da reparticio das obras publicas, o Dr. en-
genheiro fiscal da companhia, o 0r. delegado de
polica no termo, os subdelegados nos respectivos
districtos, devendo os demais funcionarios tran-
aitarem com passes do Dr. chefe de polica, que
serv rio somente para a occasiio, e serio entre-
nes aos conductores. Recife, em 30 de agosto de
873.0 gerente,
Gustavo Adolpho Schmidt.
7 de setembro
DliS I3K4S REPRESEMAfES
do magnifico drama em 4 acin, original braslci-
io dos distinctos paulistanos (/. do Amoral o
C. Barata
Pela secretaria da cmara municipal desta
cidade se faz publico qne a mesma cmara prin-
cipia a sua terceira sessao ordinaria 'deate-apno
em o dia 3 de setembro vindouro.
enjo assumpto tirado da guerra entre o Brasil
e o Paraguay
IIyiimio nacional.
Poeslan nairistleas.
Brllhante allegorin.
Msicas marcaes, fogos cambiantes, theatro de-
corado com as cores nacionaen, etc., etc.
O acto do drama e passado no Paragey.
O espectculo de sabrado t. mimar com a de-
sojada comedia em 1 acto :
ROSITA
Os apuras d'iat eslndaiile.
na qual a actriz Manuela Uicei deaempenhar
4 difierenies papis, e o de domingo eom a come-
dia em laclo :
lina experiencia
a pedido de muita pessoas do ^ommercio.
Sabbado is 8 1,2 notas.
Domingo s 9 horas.
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Ti
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I
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*
*
Diario de Pemambuco Segunda feira 1 de Setembro de 17^
Arfeo*
Estando ja Jomad. kilos o* Mneles de ema-
rotes t caderas .e prmwtra Uum para o espec-
tculo do da 7. a riir.rcan rt-olvtu dar .1 momo
especarulo no Rabiado. jurn a*dui atUfawr
o grande ninacru ceido.
O resto do-. Mnete* para <|< pectculo eslo desde ia venda no lugar do
eosturae.
VISOS MARTIMOS.
Par Lisboa
pretende segnir.com poaca demora a escuna por-
logueza Ckristina, de 1* classe, capito Loureire,
por ter a maior parte de seu carregamento enga-
jado; e para o resto que Ihe falu trata-se com o
consignatarios Joaqnim Jos Goocalves Beltrio 4
Filtu), rua do Commercio n. 8.
A*S 10 HORAS DA MANDA
O preposto (1 > agente Pestaa far li'ilo por
conta Visco de quem |> iieic r, de. 7trs.iccO*
com arr verpool ni n.ivi'i lu|bM SnrkfS Sulhrilonil. des-
citiliaread'i.* uliiiiiairctito. Mcunda eir lile m'-
temliro. 10 huras d 1 manha.
Nu iiimaiKii d > Aniv. .l.-fi.ui'' :!,i alfaii'li'g.i.
M MT- na' M Cr me .
Dt
30 caitas com m.vAi
SEGtJNDA riCIHA 1 PO TORRENTE
A' 11 horas (ia manha.
O preposto do aponte Pestaa far leilo, por
cunta e risco de que 11 pertencer, de 30 caixas
com macas, do ultimo vapor, segunda-feira i do
corrente mez.
No armazem do Annes defronte da alfandega.
Va 11 horas.
Preeisa-se alugar um
preto de meia idadc: nesta
typpgraphia.
COMPAA
DAS
HESSAGERIES HARITIMES.
Ate o da 8 do correte mez e ropa e vapor francez Rio Grande, o qual depois da
demora > costme seguir para Boenos-Avres,
tocando na Babia, Rio de Janeiro e Montevideo.
Para eondicoes, f retes e passageos, trata-se na
agencia, ra do Commercio n. 9.
Ateo dia 10 do correte mez espera-se dos por-
tos do sul o vapor francez Erymanthe, comman-
danje Boube, o qual depois da demora do costu-
me, seguir para Brdeos, tocando em Dakar (Go-
re) e Lisboa.
rara eondicoes, fretes e passageos, trata-se na
agencia, roa do Commercio n. 9.________.
Aracaty com escala por Macau, sahe oestes
oito dias novo e superior hiate ternilla ia Cruz,
capitao e pratico Caetano da Costa, tem seu car-
regamento qoasi completo, para o resto trata-se
com o consignatario Antonio Alberto de Souza
Aguiar, ra do commercio o. 60.
LEILAO
DA
armario, balco e fazendas da loja da ra
da Imperatriz n. 40.
TERCA-FEIRA 2 DE SETEMBRO
sll horas.
O agente Pinto cumpriodo o mandado do IIIm.
Sr. Dr. juiz especial do commercio, levar a leilo
no dia e hora cima ditos, as mercadura* que
eonstituem a massa fallida de Mondes Si Carva-
lho, existentes na loja da ra da Imperatriz n. 40,
onde se effecluar o leilo.
Os prebendantes podero desde j examinar o
inventario que se acha em poder do mesmo agen
te, e na vespera e dia do leilo as fazendas e mais
bens, na mesma loja. _______________
DE
20 caixas com cha grado.
TERCA-FEIRA 2 DE SETEMBRO
AS 11 HORAS DA MANHA.
O preposto do agente Pestaa far leilio por
conta e risco de quem pertencer, de SO caixas
com cha grado, desembarcadas ltimamente, as
quaes serao vendidas terca-teira 2 de setembro,
ao correr do martello, s 14 horas da manhi.
No armazem do Annes, defronte d'alfandega.
Para o Rio-Grande do Sul.
Pretende seguir com muita brevidade e palha-
bote Rosita, por ter alguma carga tratada e para
a que Ihe falta trata-se com os consignatarios
Joaquim Jos Guncalves Beltro do Commercio n. 5
Para a Bahia.
Pretende seguir com muita brevidade o pal ha
bote nacional Joven Arthur, tem parte de seu
carregamento engajado, e oara o rosto que Ihe
taha trata-se com os seos consignatarios Antonio
Lniz de liveira Azevedo & C, no seu escrptorio
ra do Bom Jesos n. 87.
A
Companhia Franceza de Navega-
do a vapor
Liriha mensal entre o
Havre, Lisboa, Pemambuco, Bahia,
Rio de Janeiro, (Mantos, somonte
na volta) Montevideo, Buenos A
res, (rom baldearn para o Ro-
sario).
Sil 1MIII
VILLE DE RIO DE JANEIRO
Commandnnte Fleiary
E' esperado dos portos do sul at o dia 3 de
setembro prximo, seguindo depois da demora
precisa para o Havre com escala por Lisboa.
Recebe carga para Antuerpia em dircitura, e
para Liverpool,por baldeacao as expensas da com-
panhia.
Relativamente a fretes, cncommendas e passa-
Seiros, para os quaes tem excellentes accommo-
aedes por procos reduzidos, trata-se com
OS CONSIGNATARIOS
AUGUSTO F. D'OLIVEIRA 4 C.
42Ruado CommercioEntrada pela ra
do Torres.
0
Porto e Lisboa.
Recebe passageiros a barca portugueza Nova
Sympathia, para os quaes tem excellentes eom-
modos: a tratar na ra do Vigario n. 1, primei-
ro andar, escrptorio da Dakar, Oliveira & C.
0
Porto e Lisboa.
Recebe carga a frefe mdico a barca portu-
gueza oca Sympatkia : a tratar ra do Viga-
rio n. i, priineiro andar, escriptorio de Baitar,
Oliveira & C.________________________^
COMPANHIA PERNAMBUCANA
DE
\avesacilo costeiraa vapor.
FERNANDO DE N0R0NHA.
vapor Giqu),eom
mandante Martins
seguir para o porto
Leilo
DE
loura, vidros, 1 piano de Jacaranda e mui-
tos outros artigos.
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
s 11 horas
O preposto do agente Pestaa far leilo, por
conta e risco de quem pertencer, de 1 mobilia de
junco, 1 dita de amareilo, guardas-Iou;as, guar-
das-roupas, camas francez as para casal, marque-
zdes, marquezas, cadeiras de balanco, ditas de
bracos, concolos, mesas redondas, aparadores,
comraodas, carteiras, secretaria, 60 chapozinhos
de palha para meninos, 20 espelhos de. moldura
dourada, 1 dito oval grande, 8 ditos de diversos
taraanhos, 9 transparentes finos, 12 duzias de ca-
chimbos de lauca, vestuarios para baptizados, ca-
zaveques de alpaca enfeitados, camisas de linlio e
cambraia bordadas para senhoras, gollas decam
braia com manguitos, cintos de scm, mar.tilhas
pretas para senhoras, 270 cavados de ranadine
com listras de seda, 15 libras de retroz de diver-
sas cores eumaporcao de tacos para bilbar, e
muitos outros objeetos avulsos.
Quarta-feira 3 do corrento
A' RA DO VICARIO H. 11, ARMAZEM.
As 10 horas da manb.8.
LEILO
DE
dividas
na importancia de 52:293?205
Quarta-feira 3 do corrente
0 agente Martins far leilio por mandado do
film. Sr. Dr. juiz de direito especial do commercio
das dividas activas da massa fallida de Duarte &
Medeiros,na importancia de 32:29320o; os preten-
demos podero desde j examinar a relacao dos
devedores em mo do agente.
No armazem da ra do Imperador n. 1S, sll
horas da manha.
'CiStiSNRG
OS 5:000#000.
B1LHETES GARANTIDOS.
' ra Pritneiro de Marpo (outr'ora ra dt
Crespo) n. S3 e catas do costumt.
0 abaixo assignado teodo vendido nos seas fe-
Izes bilhetes, um quarlo n. 962 com 5:000J, nm
meio n. 1290 com 3004000, tres quartot n. 615
com 100} e outras sortes de iOi e t0| da lo-
tera que se acabou de extrahir (61a), convida aos
possuidores a viram receber na conformidade
do costme sera descont algum.
Acham-se venda oa felizes bilhete garantidos
4a 21* parte das loteras a beneficio da nova igre-
ja de Nossa Senhor da Penha (65*), que se ex-
trahir no sabbado, 6 do corrente mez.
PRCOS
Bilhete inteiro 6000
Meio bilhete 3*000
Quarto I 500
EM PORg&O DE 1009000 PARA CIMA.
Bilhete inteiro 5*500 -
Meio bilhete 1*750
Quarto 1*375
_______________Manoel Martins Fiuza
30,01)0 KS.
Boa gratifica(jao
Perdeo-se hontem (13 do corrente) na cidade de
01 inda das 6 para 7 horas da tarde, orna pulseira
de our de lei, tendo a fita arrendada com urna cor
fusca, no centro tem nm lacp cujas ponas sao era-
vadas de perolas, no centro delle dma grande es-
meralda quadrada, acompanhada de cada lado
com urna perola ; perdeu-se a mesma do oitlo do
Amparo em seguimento a mesma ra, Quatro Can-
tos, Mathias Ferreira, subida do becco que sahe
em S. Pedro Velho, ra de S. Bento at a entrada
do becco Porto Seguro, dahi ao voltar ao pateo da
Ribeira e ladeira da mesma : roga-sea quem achar
e querendo restituir, dirija-se ao oitao do Amparo
casa grande, que tem um portao ao lado, ou no
Recife, largo do Paraizo n. 28. 1* ou 2* andar,
que se gratificar muito generosamente : pede-se
aos Srs. ourires, ou (piaesquer outra pessoa a
quem fr offerecida, fa<;a*o favor de apprehender,
e Uva-la a qua Iqucr um dos lugares indicados.
Aviso
Offorece-se urna escrava que sabe comprar, eo-
zinhar e lav,.r, de boa conducta : quem a quizer
dirija-se ra da Imperatriz n. lz, segundo an-
dar.
Oferece-se um fetr pratico para engenho
trata-se na ra da Roda n. 48.
O abaixe assignado declara pelo presente,
que traspassou o armazem da ra do Imperador
n. 16, desde Janeiro de corrente auno, a seus ir-
mos Olympio e Manoel, tirando todo o activo e
passivo sob a responsabilidade dos meemos (Silva
iS Irmao) e o annunciante livre e exonerado de
quaiquer onus.
Recife, 30 da agosto de 1873.
Francisco de Paula e Silva.
I'recisa-se alugar metade de urna casa na
freguezia de Santo Antonio, sendo familia, para
outra composta de mulher e marido : quem tiver
annuncie, ou dirija-se ra de S. Jos n. 5.
Aluga-se a casa terrea da ra do Principe
n. 20, com bastante commodos, quintal e cacimba,
murado: a tratar na ra do Bom Jess, outr'ora
da Cruz n. 31, I. andar.
LEILO
louca e cryslae
A SABER:
Urna mobilia de Jacaranda a Luiz XV (nova), 1
cama francczi de Jacaranda, 1 guarda roupa de
amareilo, lavatorio de mogno com espelho e lampo
de pedra, 1 bidet, 2 pares de jarros com pingen-
tcs, 2 candieiros a gaz, 2- escarradeiras, 1 tapete
para sala, 1 apparelho para lavatorio, 1 gnarda-
louca, 1 mesa elstica, 1 meia commoda de ama-
relio (nova), 1 meia dita usada, 1 apparelho de
porcelaua, completo, para jantar, 1 dito para cha,
12 copos de crystal para agua, 12 clices de dito
para vinho, 2 garrafas finas, 1 par de compotei-
ias, 1 terno de bandejas muito finas.
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE
As f O 11' horas.
Por intervencao do agente Pinto
ENo primeiro andar do sobrado da roa Direita
n. 79.
MOFINA
Est encouraqado!! !
Roga-se ao Illm. Sr. Ignacio Vieira. de Mello,
escrivo. na cidade de Nazareth desta provincia, o
favor de vir ra Duque de Caxias n. 36, con-
cluir aquelle negocio que S. S. se comprometteu a
realisar, pela terceira chamada deste jornal, era
tins de dezembro de 1871, e depois para Janeiro,
passou fevereiro e abril de 1872, e nada cumprio;
e por este motivo de novo chamado para dito
fim, pois S. S. se deve lembrar que este negocio
de mais de oito annos, e quando o Sr. seu ulho se
achava neta cidade.______________________
Aviso.
Os abaixo assignados avisam ao publico e espe-
cialmente ao eorpo do commercio, que estabele-
ceram nesta cidade urna casa commercial desde o
dia I. do corrente; pyrando a firma de viuva
Osorio & Albuquerquo, da qual s usar o socio
Jos Pinto Co"ellio de Albuquerque.
Ico, G de agosto de 1873.
Mara Adelia Osorio.
Jos Pinto Coelho de Albuquerque.
Arenda-se, ra da Aurora n. 6o, a proprie-
dade Rarra de Serinhem, sita no litoral da
freguezia deste nome, beira-mar e beira-rio; cer-
cada de bastantes coqueiros, com rendas do solo
a cobrar ; muito propria para plantajes, pesca-
ras, e para estabelecmento de seceos e molna-
dos.-
LEILAO
cima no dia 3 de
setembro, s 11 horas
da manli.
Recebe carga, eneommendas e dinheiro a fre-
e at a vepera da saliida, e passageiros at as
10 horas : no escriptorio no Forte do Mattos
n. 12.
Aracaty.
Segu para o referido porto com pouea demo-
ra o hate Oltnda por ter a maior parte de seu
carregamento engajado e para o resto que Ihe
falta, tratase com os consignatarios, Joaquim
Jos Goncalvea Beltrio & Filb roa do Com-
mercio n. 5
Para o Porto.
Acha-se proposto para seguir com a maior bre-
vidade o brigue porluguez Uniao, para o que re
cebe carga, e trata-se com os consignatarios T. de
Aqulno Ponceca & C. successores, na ra do Vi-
gario n. 19, l. andar.
Kio de Janeiro
O brigue nacional S. Paulo, sahir com brevi-
dade ; para carga, trata-se cora Pereira Vianna
ftjC. na ra da Vigario n. 7, primeiro andar.
DE
urna parte do sobrado n. 22 da ra dos
Ijuatro Cantos em Olinda.
l'ma dita do sobrado sito mesma ra.
QUARTA-FEIRA 3 DO CORRENTE.
O agente Martins far leilo, por mandado da
Illm. Sr. Dr. juiz especial do commercio, das par-
tes dos sobrados cima, pertencentes massa fal-
lida de Mainel de Souza Carneiro Pimpo.
No armazem da ra do Imperador n. 48, s 11
horas do dia cima.
Para.
A barca nacional Idalina sahir com brevida-
de ; para'carga trata-se. com Pereira Vianna 4
C, na ra do Vigario n. 7.
LEILOES.
LEILAO
m
DA
fabrica desatina, rua doBriiiii
n. 38.
Quinta-feira 4 de agosto
s 11 horas da manha
Por intervencao do agente Pi-
nito Borges.
SENDO:
Urna machina hydranliea com pertentjas, 1 ba-
lanza decimal, 1 grande balco e grade de raadei-
ra para escriptorio, 1 taxa de ferro para engenho,
1 dita de cobre, 1 bomba para agua, 1 dita pe-
quena, 1 caldeira a vapor, 2 ditas de fabricar sa-
bio, 3 resfriaderas de madeira, 3 bicas, 1 mesa
de piaho, 1 caixa com formas para* fazervellas, &
mesas para assentar as formas, i ajdeira de fo-
lha do Flandres com torneira, 1 taxa pequea de
cobre, 1 peso de ferro de 2 arrobas, e nitros
objeetos.
E8Ubelecimento proprio para quaiquer princi-
piante, sob eondicoes a dinheiro ou a prazo, na
propria fabrica cima declarada.
Adhisi!t$Io : PARIZ. M, MmiamiT MMmiinE.
PASTILHAS DIGESTIVAS fabricada! emVichj
com o Saes extrahido das Fonte;. SSo de gosto
agradavel e a sna arrio certa contra a Alia
e as digestCes diCRcoiS.
SAES DE VICHY PARA BAIIHOS. Um rolo
por nm banho, para as pessoas que nSo podem
ir a Vichy.
Para evitar as imitarte?
exigir em todos as productos a marea do
CONTRISTE DO ISTIDO FBINCEI.
Os producto de cima acn3o-se i
Em Pemambuco, TISSET f"";A. REGORD. i
AeriQo
Oft'erece se urna sentiera portugueza recente-
mente ehegada para ensinar meninas em algum
engenho, ou nesta cidade, ensinando nstrncco
primaria, bordados de todas as qualidades. flores,
etc. : quem precisar dirija-se a ra da Impera-
triz.n. 3, loja. ________________^^
DE
70 saceos cora erro variado
mar, marca A F 6.
ie
d'agua d
Hojc
fl.lSi. DVERSOS
Aluga-se barato urnas meia-aguas, novas
na tiavessa das Barreiras, beccos do Aquino : a
tratar na ra do Cotavello n. 25.
10:000$
Precisa se da quantia cima com uns joros m-
dicos, dando-se hypotheea em urna propriedade
e engenho avahado* em .10:0004, moente com agua
e corrente, livre e desembaracado de quaiquer
onus ou divida o desonerado, no lugar denomina-
do larra, freguezia do Bonito roga-sr a pessoa
3ne lh eonvier tal negocio dirigir se ao lugar da
enominacao cima que encontrar cora quem tra-
tar________________________
. Aluga-se a casa da ra de General Seara,
antiga do Jasmim n. 35, com duas salas, quatro
quarto, cozinha'e grande soto : a tratar na mes-
ma ra n. 39.
Aviso
Acha-se aberta urna loja de pintor e imaginario
dispusiQo dos Srs. freguezes, offerecendo-se para
contrataT qnanta obra appareca ao seu estabele-
cmento, com a maior vantagem que posslvel, e
de admirar pela barateza, co.no sejam : doura-
ment de grojas ou capellas, e imagens de todos
os taraanhos, cyrius e eruz para innandades, ban-
quetas para altares, e tudo que fr de seu offlcio
e de admirar tanto pela perieicSo como pelo preeo,
do mais moderno e melhor gosto que possivel.
Quem quizer dirija-se para villa de Bezerros qne
l encontrar Manoel Adolpbo Silva Ramos, que
os receber com todo agrado.
As pessoas que tem pretendido estabelecer-
se no terreno devoluto qne fica nos fundos das
casas ns. 18 e 20 da roa da Florentina, onde exis-
te a fabrica de serveja, cujo terreno limitase al
ra de Santo Amaro, podem entender-se com o
droprietario na ra do Hospicio n. 35.
MERQN &C
aos compradores do bem conhecido e acreditado rap
REA PRETA, que reparem nos botes e meios botes,
pois que os ha de rap de outra fabrica e nome diver-
so, e com papel da mesma cor, cujo deseuhe se pode
confundir com o d'aquelles.
Os apreciadores qne qaizerem do verdadeiro REA
PRETA, devem para nao serem engaados ver que
os botes tragam o nome de MEURON & c, e a desig-
nado de REA PRETA.
MEURON ft C.
PNDICAO DO BOWMAN
RUADO BRUM I. 52
(Paseando o chafariz)
PEDEM AOS seobores de engenho e ostros agricultores, e empregadms de m
uinismo o favor de orna visita a sea estabelecmento, para verem o novo or mente
omplet > que ahi tem; searlo todo superior em qaalidade e fortidSo; o que com a ios
*CCO pessial pode-se verificar.
ESPECIAL ATTENgO AO NUMERO E LUGAR DE SUA FUNDICAO
Jnnnraz A rnriflft a'aO'na do8Lmais molernos systemas eem ta-
v ajJU oa o ivuao \a ft5 a maohos convenientes para as diversas
:ircnmstancias do8 senhorea proprietarios e para descarocar algodSo.
Sloendas de canna S!08,amanbos- as:me,hore8 Rodas dentadas p>*^w*^-
Taizas de ferro fundido, batido e de cobre.
Alambiques e fundos de alambiques.
WoATlttamnS Parl mandioca e algodao, I Podendo todos
3LaGulUlBinUo e para ferrar madeira. f ser movidos a mo
Rnmluaa por agna' V'
lUuluao de patente, garantidas........ loa animaes.
Todas as machinas e pega8 de qne 8e c08loma preci8ar
Faz quaiquer concert de mChii8mo'a **> mai re8nmid0-
n.--... j~ fAi*i*n tem as melbores e mais baratas existentes no mer-
7nAnmmanr1afl Incnmbe-se de mandar vir qnalqner macbinismo von-
*nt JinillDlluttSt taije os clientes, Iembrando-lhes a vanlagem de fazerem
as compras por intermedio de pessoa entendida, e que em quaiquer necessidade pode
es prestar aozilio.
Arados americanos 6 iDtrQmen,8 ^Ww-
RA DO BRUM N. 52
PASSANDO O CHAFARIZ
IMPORTAMT SALE
To the Inhabitantes of Pemambuco.
GREAT BANKRUPT SALE
OF
DRAPERY.
Owing to the late disturbance in Europe, caused by the Franco-Prussian War, Ihe well-known
Firm. of Messrs. Wilsos, Dance & Co. of Manchester, England, Benig Bankrupt, Messrs. H. W.
Appleton & O*, will dispose of by Prvate Sale, a large portion of ihe Stock belonging lo the late
Firm, consisting of
CV.QHIS.
ENGLISH MELTONS, BEAVERS
Scolchhveeds, Cheviots, Freieh Clotlis, Cassimeres, k C.
Tharo will also be oflfered a largo Stock of
ENGLISH PRINTS, CALICES -WELSH FLANNEL, LIDIES' KI BOOTS AND
SLIPPERS.
To which the assignees would respectfully cali the attt-ntion of the Public to the following -
LOW PRICES, viz : -
A Large quanty o Enghsh.Prints which will be offered al 4d per yard.
of English Calices.................... id.
of Welsh Flannel..................... Hd. t
o KidBoots.............................. 6.perpair.
a Kid Slipner......................... 2s.6d
c English Kicking..................... W. per yard.
JV. B.We would also cali particular attenlion to the larg loi of FRENCH and PAISLEY
SHAWLS of the Latest Desigss and Fi.nest Qualities, which will be offered at a Great Sacrifico ;
a large aasortiment of FBENCH and ITALIAN SILKS ; also, IRISH POPLLN DRESSES manufaclu-
red by the celebrated Pbim, Bros, of Dublin.____
ALARGEQUANTITY OF REMANTS OF ENGLIH AND FRENCH BROAD CLOTHS.
Heltons, Beavers, Tweeds, Cassimeres, etc., which wil be sold in lots
to suit Private Familes, at eonsiderably.
BELOY MANIFACTURERS PRICES.
N. B. The Assignees have engaged the servicos of Twenty Salesmen, who will ofTer for mspec,
tion and sale, portions of the above Goods and frora the low prices at which they will be oflered
tbev feel confident ofa speedy clearnce. Oxb Pbice will be charged from which No Abatfmen-
wili be ma Je.
The Above Goods Can be $een at %9, ru do
From 9. A. M. Te pnt.
. FOR A FEW DA YO ONLY,
H. W. APPLETON & Co. Assignees.
Para os ;;iis k fi ja
Fortunata Ponte*, moradora no 2* andar do so-
brado n. 16 da na d) Cabug, faz lembrar que
ahi continua com sua aula de instruccao prima-
ria para o sexo feminino, onde com muito gosto
e delieailesa ensina a ler, escrever, contar e pram-
malic.i nacional, e tamhem os trabalhos de agulha
e bordados de tedas as ipialidadas, os quaes jillga
dispensavel numera-los; ensina tambem fazer llo-
re com muito gosto, pois tem disto muita Branca.'
Tambem ensina musifa, piano o francez aquellas
meninas que seus pais llw qiieiiam dir mais
completa edueacaa. Acceita alumnas MterBM e
internas, alllangando bom tratamento e prcc.o
mais coinmode que em outra quaiquer parte. Na
mesma casa trabalha-separa fra em flores tanto
linas como rrossas, e tambem bordados a oiro de
la de alto relevo, e croch ; lude com
barato preco.
oiro
gosto e.por
MIIBAIA
ASSISTENCa
Precisa se du um primeiro andar ou segundo
na ra do Imperador ou snas immediacfes, pelo
qual se permuta um segundo andar no principal
ponto da ra do Imperader, cujo aluguel niu
excede a 500, e serve nao s para moradia como
para oartorio ou escriptorio : a entender so na
coufeilaria doCanqiosn. 1\, rua do imperador.
Ao publico.
Domingos Maria Goncalves, cousul portuguez
de 2" classe e en-ai regado que fot do consulado
de Portugal em Pemambuco nos ullimos trezc ine-
zes, participa aos seus amigos, tanto nr.cionaes
como porluguezes, que tem o seu escriptorio na
rua Primeiro de Marco n. 23, 1* andar, antiga rua
do Crespo onde pode ser procurado todos oa
dias n.iu santificadas, ilas 9 hon.s da manha s 4
da larde.
Troca se um sobrado de dous andares e
sotap, chao proprio, pnr um de um andar, ou mes-
mo por casas terreas que jejarn em boas tus e
que nao estejam desconcertadas : a 'pessoa que
Ihe eonvier o dito ntgocio dirija-se ao pateo do
Cnrmo, sobrado n 16, segundo andar, que achara
com quem tratar o dito negocio.
LUIZ.
No dia 9 de agosto do corrente anno dcsappa-
rceen do engenho Mega de Ba.xo, na freguezia
de S. Lourenco de Tejucupapo, comarca de G ivan-
na, o mulato Luiz, natural da Parahyha, que re-
presenta ter 25 annos ponco mais ou menos, cujo
mulato tem mai e um inr.ao moradores m Reci-
fe e tem os signaes segundes : ps grandes, ca-
bellos meios carapinhos, urna costura de um ta-
lho n'um braco e o tigftal bem visivel do dedo
pollegar da mo esquerda cortado nuasi ao meio,
proveniente de um golpe de foice descacando um
coco. Elle sabe ler al.zuma cousa. Presnmerse
que dito molato ande pela cidade do Recife. A
quem o apprehender e conduzir ao referido en-
genho ou rua da Cruz n. 30, se gratificar ge-
nerosamente.
$00 $$$******
Con?
shIImihjmjEco
0
1 Dr. Americo 'I^espem.-IIL. T
espi
Rua dd 'om^desiis, anticu 9
da frifi n. Chamados a quaiquer hora, e para g
fora da cidade.
Consultas de 1 hora s 3 da tarde.
Gratis aos pobres.
Especialidades :
Paitos e Molestias da metra, operacao jgf
dos cstreitamentcs pelos precessos os '
mais modernos.
Procjea-sfi do bons, ofDciaes de barbeiro : na
rua da Cadeia do Recife n 51, Io andar.
Arrenda-se, rua da Au rora n. 65, o enge-
nho S Gaspar freguezia de Serinhem, com
partidos de tnassap e pal, mui prximos da
moenda, com madeiras e mangues bastantes, per-
to do embarque, dando-s para esse arrendamento
algnns annos de fugo morto. "
0
0
*
0
m
m
0
Aluga-se
OliHda.
Aluga-se urna casa na rua de Mathias Ferrei-
ra, com quintal e cariuiba : a tratar i rua io
Amotina n. 37. __________
Aloga-Se ama casa na rua.da Praia do Cal-
dereire n. 21: a tratar na rua do Llvramento n.
M, loja.
Attenco.
Precisase fallar ao Sr. alfares Justino Lopes
Cardim : i rua do Lima em Santo Amaro n. 10.
Para os banhos saldados urna boa e espacosa
casa terrea rua de S Bento era Olinda muito
fresca, com terrado atraz, porto ao lado, com
gaz e agua : a tratar rua do Amorim n. 37.
Ao publico.
Fernando Pacs ae Almeida Lias aceitou a sen
pai Joio Paes de Almeid L ns, provenieqie de
arrendamenfo do engenho Giramur por 3 an-
nos, tres lettras venciveis, nmi de 1:50***000 em
Imperador, maio do corrente anno de'1873. segu
em maio de 1874, e a terceira de TMJOJO .0 em
rn no de 1875 Dando-se o allecimento de seu
pai e credor, entrou o annunciante para as parti-
lhas amigaveis com a importancia da referida pri-
meira lettra, a qual assim paga foi Ihe entregue
"com mais as'duas qne se Ihe eguiam, considera-
das sem validade, por havar sido considerado sem
mais effeito o arrendaroento do engenho. Ditas
tres lettras, porm, desapparsceram do poder do
uinunciante, que, para preverir duvidas fulu" is,
faz publico o presente.
Engenho Caramur, em Porto Calvo, provincia
- Offerece-se urna moca portugoeaa. hbil pa- d,rAfoas, 19de ostd
ra quaiquer servico de pequea casa de pouca y A"gM'lv ae 'g0310
familia : quem precisar dirija-se ao beco do Vfr Precisa-se de um batee
quem precisar
1 ras confronte ao n. 6.
raizo n. 21.
1S73.
Wmt

ijm

i


Jpl&Q dc.Befi*uakuc r- Segunda feira 1 datjkepi** dfc 1873.
l\sm faMo
de no-
, o quai representa l*r i;i oq : i annos,
i, ]'('- lainbepi l:.rpi?, 1 rcgrista,
Fbj;;
tue Ji
tem
leven M1 II e uao levou cha-
peo? Besconflaw} que ej3 ncMa, cidade. Quom
o enturar *er gratiflcailo, o o remetiera para
Murmura, ao Sr "vigario Qelulio, ou eoinraunicar
ao Sr. J. N. M. Pinto, ru do Barao da Victoria
n. G.
iv locqW
CriaT
Vio]* 4o i niaMariVWW*** flMfr-
tito tsmberft para a dA'LafflM^VMMM^ jpi<
pria-ic a qualquer negociad* J||e*4M, Mfe Teem pajQ| veidi-iyp
donas u elliada, n fSnfff ||mb ? fc BK!In,,:|,T ''
A afra doAsiucar M Vxha*i T "dubita** GlARJJttSlh dufaju :
o Una resultado dequein all so estibelecer. EV 9 defaranj
coinmodo oalaguel eTamben ae faz arrendamatfo ARC09* como melhor eoviar, tera gas, agua e apparell CAL de.Lisboa, recontet
da Drajnage, ,e iad^deve doiojiostos: a traite CHAI'JSOS do 90L para
FEIXBS do ferro
tmfrj
Pgaoisaise de urna criada par* cozmhar e en-
goiumur pera duas pesua: a tratar na ra da
-).

Io andar.
- rr. um copeiro para todo
necessaiio, e que seja de boa condu ta
o servio
: a tratar
Copeiro
_S
na rtia da Iinporatriz n. 13, r andar.
JoO'de Castro Guimarfes.
Mara, de Castrj Almeid,, Atina do Castro Porto,
Henrlqoefle Castra Guimaraes, Arthur Augusto
de Almeid, Candida Augusta de Almcida, Mara
Angosta do AJuickla CoelBo, Jos Fortunato dos
Sautos Porto, Adriano Augusto de Almeida Jordao,
Demetrio de Gusmo Coellio e Francisco Gurgel
do Amarid, iiiu.iw,obrinhos, cunhado e amigos
do fibaJ.i Joan 4d Castro Guimaraes, agradecem s
pessoaa que se diguaram acampan! .-lo sua ulti-
ma morada ; o aprorrila a orcasiao para convi-
da-la* a assMirem a urna missa do stimo dia,
que ter lugar (piarta eira 3 de setembro, s 7
t|2 horas da manta, na matriz da Boa-Vista.
ra do Imperador* 81.
'ca&awbg ~3
Aos 5:00O#OO
Bilhctee gara*
/filo do Bardo .Vtctoria (out
n. 03, e casa do cOtJtuSnel
O abato assflpia* acaba de "rmdvt no en
minia
ro, hra
kdalLilii
tloPte
fabrica do cu
e cunnoHts posstMp'
muito feiizcs bllhotes a sorte de 100^000 em
Uuatro uuulps de v- 33*Valem
me b.rosdBOiOOOe xJOOOd.i l
bou de efahlr (64);
res a virem receber, que promptmete serlo
pagos na forma do costume.
O mesmo abaixo assignado convida ao respeila
vel publico para vir ao seu estabelciraito coa
prar os muito felree bilhetes,que nio deixarao de
tirar qualquer j remio, como prova pelos mesmos
annuncios.
Acham-se venda os muito feliies bilhetes ga
raotidos da 23* parte da lotera a beneficio da
nova igreja da Penlia, que *e estrahir no dja 6 de
setembro.
Prefws
ulra soMa -VLNHO ea^arrafado do .Porto, caixas de i
ESCRIPTORIO
COMMERCIAL.
m, m (k ttm, t
IalSBO\
Laiz Fdip|ie Leile k Inmlos
Executam por (ommisso quaesq^uer ordens das
provincias do reino, ilhas e provincias ultrama-
rinas, bem como do Brasil o outros paizes estran-
geiros.
Recebe-n consignado gneros nacionaes, co-
loniacs, hespanhe?, francezes, inglezes, allema;s
e d. Brasil, ou mesiro s outros panes, pan se-
ren vencidos no roino ou fra delle.
Executam ordens para compra o vonda de fnn
dos pi.lili". =, nadones n estrangeiros. Tratan)
da branca dos respectivos dividendjs.
Pron ivci.i no m?mo escriptorio, inventarios,
lqadae,oe?, cansas civeis e commcrciae?, ippii-
lacdes e recurro de revi.-ta.
Temos meHiores advogaos na capital.
Para os negocios de nsttreza especial, como
causas forenses, admini rendo-se, p>'dc proceder accordo previo conformo
a naturezi do nogocio.
SoHt'aar-se dispensas mutrimoniaes c quaes-
queroytr torero* apostolices concedidos em Ro-
ma o; pela KtmeiatuTa em Lbbda, annullacao
de ordens, c quaesonef outras dependencias dos
trilmnaes da Santa S.
: Trtbm da arrecadaeao de Iiersncas e adminis-
tracSa de bens no conrlnento do reino.
OI>t'-m doeumentos de qaalquer dlocese, distric-
to administrativo, eonseluo, oa freguezia do reino,
ilhas e provincias ultramarinas.
F. e i adiantamentns s?ure consignacSes de
qur/-(|ner -eneros qao lenham prompt sahida
n m reao is ingiezes ou aHemaes. Tambem eom-
prarn aqnelles que se offerecerem em conditoes
Y'i.t-ijOSS.
o rarisaeSes par C( nsignac/io ou compra,
!. nlaerios, laes como de cobre, chumbo,
idias^halos, ou outros quaesijaer, se convierem as
ile qonlidade e preco?,
te b iaa referencias em Lisboa e no Porta.
i leu irnundi ncias senas em todos
no, em Paris, Inglaterra e llam-
. 9a \frka portugus, em Maro (China)
' Bino, -- iiha- dos Acoks e c lio- Verde.
tta? que d* imperio do Brasil
f 'niiT-p'j!iilciica cITectiva ou
i:d.
id !:- [isoes, na exacti
lias e i; i ciVii, i^ngamento esta
: i faz consistir toJa a garanta de bom aco-
:
:,denle.-; mi .-. viia e utraspra
. i t -panh.i.
IssDcs sao reguladas pela praxc
i
U. costura ai; alfaialo e paga-se bem ;
as-im eoni., se vende nina vagea turina com cria,
e n::i eenlo de t.bica de hambii ; a tratar na
na do li litas n. 120.
6*000
3*000
11300

Inteiro
Meio
Quarto
De tooaooo
Inteiro
Meio
Quarto
Recife, 6 de agosto de 1873.
Jouo Joaqun da Cotia UUe.
OBRAS de pallieta.
de algodo da Babia, da fabrica do
mendador Pedrozo.
Z de todas as qualidades, das fabrica
Peres e Eduardo Miliao.
S proprias para botica.
PARR1LI1A do Para.
VELAS de cora de todos os tamanhos.
catel do Douro, dem dem.
Setubal, caixas de 1 e 2 duzias.
da Italia engarrafado, caixas de 6|
raas,
ir, em anepretas.
^dgarJU*;-
yfcnr
\*A
SAZAK NACIONAL
Ra da-mperatriz n. 72
Loui'cnco Pereira Hiendes Gua
. .,..ln> I i
para c
5*SM
2*750
1*378
-
I'EIIIDO.

Pede se ao Sr. Virgilio Joaqun de Miranda
Seve o obsequio de vir ra de Harsllict Dias n.
13, loja, a negocio de particular iateesse.
ai ni i
I Trastes.
p^ Compra se e vende-se trastes novos
vi? e usados : ao armazem da ra do Im- ^j1
3, orador n. 48. A*
Gompra-s^
urna cocino (bicho) de raca do Porto, com tanto
que seja nova e toda branca : na ra dos Pes-
cadores n. 11 se dir quem compra.
Cozinheim.
I'r. -isa-se de rana ama que seja perfeila nesse
ser-', e que tenha boa con<1acta : -tratar em
i Amaro em segulmento ra d'Aurora n.
171.
Precisa-o de urna ami .!;
na rn i ta Penha n. 2,i. 1
leite seui lilho :
jie |uem f.n i
Pneisa su de duae amas,
sendo urna para engonanar
c fazer DUtroi forvlcos do-
rncstlfo, e ontri para co
ziobar c lavar, em casa de
na ra do ijapibariba n. 40.
HA
:md,r.
Precwa-sfl de urna ama para
servieo de dual pessoas: atraz
do qo.iTie! do polica, sobrado n.
PRKCISV-SK do urna
que liba cozinhar para
urna i'aniilia do duas
pessoas: no pateo do
e 2. andares.
Precisa se de una ama pa-
k n Pouco Bcrv'C de caSa 1uc
.iA. LM. XJV lave e c zirihe para duas pes-
no largo de S. Jos n. 51. ji
vj l'recisa-se ce urna ama que
*y % saiba engommar e fazer compras
i"- .. 1 uncir : ra do Vigario Te-
n. 3, 3.' andar.
1MA
etteese urna portugue-
sa para engommar e coser em
machina, o di abono sua.
coiidccla : quem precisar dirija-se travessa do
ente ti. prximo a asta^o dosbonds (Fra
de l'ortas). -
A s i Precta-se de una ama que
t \ sa'Da ein cozinhar, forra ou es-
. !t*. /l crava : a roa Nova, loja n. H,
paga-i c Idn. ____ ____ _^_____
Ifflgo.
Do dia 23 do frrente niez de ago?to em diante,
r venda leile puro pe) preco de 400 rs.
agarrafa, i-idos os dias as 8 li.ras da manta, no
do buhar dos arco, junto a botica hommpa
ttn'm na i. a d > Imperaor.
Garante se a ijualidade.
Nao duvidem
S na ra do do Crespo n.
20, loja de Guilkerme &
0. que se podem vender
as azendas abaixo, pelos
precos segintes:
Lasiuhas cscocezas a 240 o covado
Ditas de hstras padroes novos a 280 o covado
Ditas com listras de seda \ 400 rs. o covado.
Alpacas com listras a 500 rs o covado.
Merino assetinado para rotipas a 3C0 rs. o co-
vado.
Chapeos de sol de seda com cabo de osso a 8*.
Algodo de listras americano com pequeo de-
leito a 30 rs. o covado.
Brins pardos c de cores a 400 e 440 rs. o covado.
Brim brinco lona a I^GOO a vara.
Lambraia preta con listras e llores brancas,
proprias para luto, a 24o rs o covado.
Dita- finas de cores a 280 rs. o covado.
Crctone para camisas e vestidos a 440 rs. o co-
vado.
Chitas rxas e de cures a 200 e 210 rs. o- co-
vado.
Grosdenaples proto de cordao a 23400 o covado.
Colchas adamascadas a 3*C0 e 4*.
Ditas de croch a '&,
Cohertas de chita adamascada a 3S500.
Cobertores de la oscuros a 2*.
Lencoos de bramante a 2.
Dilos de algodi a 1*400.
Toa Illas alcochoadas a 6 a duzia.
Lencos de cassa com barras a i* duzia.
Ditos ditos de abainhados a 2* a duzia.
Dilos de esguiao a 3',00 a duzia.
Cambraia lisa a ') e 43-iOO a peca.
Dita Victoria lina a 3800.
Cortes de casomira fina a 5*.
Atoal ado a 23 a vara.
Camisas iuglezas forradas, com peito de linho,
pelo diminuto prego de 383000 a duzia e 33500
cada una.
S na loja de Guilhcrme & C, ra do Cros-
po n. 20.____________
S' aw liawkes C, ra da Cruz n. 4, ven-
dem machina de cortar fumo e machina de picar
carne.
' Amara! Habijco *. fetebeHm nW%m
sortimento do chapos de pallta de Italia,
e voMudo, prelo par luto, e de cdM eifei
com bonita; flores e fita : vendem no Bazar
loria, i ra do Barao da Vctor n. 2, anlig
Ra do torito da Victoria 'a. 22.
DE
CrilfflN Waiila.

Nova.
Insignias ac mm.
m
nicasi_
loria n. 2, antiga ra Nova.
1 Gpeflas funefcres.
, Amaral Nabaco & C. receberam um conista
sortimento de capellas fnebres com diversas fns-
cripcoes e vendem por enmmodo preco : no -Ba-
zar Victoria, ra do Barao da Victoria q. 2, an-
tiga ra Nova.________________________w-
Formas para purgar afiso^ar.
Vndese em casa de hav Hawke* i C. :
ra do Bom Jess n. 4.
...
VEWDE-SE
a armacao e meradoriaa'da fabAc df cignitol
charutos ra do Rosado n. 16 : a tratar na mes-
ma, ou i ra da Queboado oom Felinr Percira de
Soma. ..
Vende-se tres hypothecas de pequeos v-lores
em predios nesta cidade, todas vencidas e dupla-
mente garantidas: a tratn' na ruado Rangel nu-
mero 37.______________
Anjiilas logiios.
Vende-se em casa de Okel liindloss C, na
ra do Bom Jess n. 11, os verdadeiros angolas,
que foram da casa dos Srs. T. Jefferies J C
M BOLO
DE
Calino de chumbo
A 300 rs. o covado!!!
Bareges de nuadrinr.os, fa nova no mercado, pelo diminuto preco de 3CO rs.
o covado; pechiocha : na ra do Quelmado n.
43 em fenle a pracinha. Do-se amostras.
Sobrado em Olinda*
Vende-se o sobrado de um andar n. 18 na la-
deira da llibeira em Olinda, reedificado la pouco
tempo, muito fresco e proprio para quem preci-
sar tomar banh's salgados : a tratar na ra do
Bom Jess n. 49
POR
4J500
Para encanamento de gaz ou agua : casa
americana, ra do Imperador n. 4o.
As nicas verdadeiras
Bichas hamburguesas qne vem a este mercado:
na ra do Mrquez do olinda n.ol._______
No armazem n. 16, ra do Vigario, ven-
de-se o eeguinle :
Plvora ingleza de fuperior qualidade.
Chumba de munico. k
llollia de Flandres.
Estanto rni verguinha.
Palhmha preparada.
Oleo de linhacn
Gomma laca.
Cola da Ba'iia.
Retroz de superior qualidade.
Pelles de couco de lustre.
Ditas de Bezcrro.
Cera em relias de. Lisboa.
D las bogias.
Cadeiras hambnrguezas.
Ditas de balan.o.
Ditas para enanca.
Azerte de
coco
Vende-se em barris d-i o", de superior quali-
dade, por pnco em conla ; na ra do Bn jess
fontr'ora da Cn in. 7 Io andar.
slfi
Doces fruc tas e flores.
Na ra da Cruz n. 6 tem sempre todos osdias
uteis, sorvele das 11 horas em diante.
VENDER
barris com carne de vacca e de porto, salgada,
para mantiuientos do navios : no armazem de Tas-
so Irmo & C. ra do Amorim n. 37.
Vende-ie o sobrado de um andar sito ra
Imperial, canto da Iravessa do Lima, prximo ao
chafariz, oqual est situado tm lugar muito apro-
priado para estabeleclmento commereial, a que se
tem sempre prestado, lem bom quintai e cacimba
etc., e tambem to arrenda : a tratar na ra do
Hospicio n. 35, das 7 s 11 horas do dia, e das 3
s 6 da tarde.
Declara a seas freguezes que tem rosolvido vender o miittyMio'-qQe for possivel,
saber:
CUITAS A 160 E 200 RS. O COVADO. J CORTES*! BWlH)|?3?lHESAtf9(K).
d^:crl fan
A 160 E 200 RS. O COVADO.
Vende-sc chitas francezas largas com to-
que de avaria, a 160' e 200 o covado". Di-
las limpas a 24, 2fr30 0 ?20 rs.- o covado.
CASSAS ritU RS.
CORTKS*!
VendeLse corts df?''
calca, WW ftW>.'
BCWBUtASABWPM;
Vende-se botinaspata senh*ras, a 8000
Vende-se casb francezas a 320 e 360 rs. 3J500, a elas antes qne se acabem.
o covado.
LSIMIAS A 200 RS.
Veudo-se lsinhas de cores para vestidos,
a 200, 300, 400 e 500 rs. o covado.
ALPACAS A 400 RS.
Vende-se alpacas para vestidos a 400, 500,
640 c 800 rs. o covado.
COBERTAS DE CHITAS A 1J600.
Venderse cobertas de chitas do cwes, a
4#600 e 2#000. Ditas de pello a 1&400. rs. o 6
NACIONAL.
19600, 29
ROUPA
Vcndo-se c
2500, 3J0
Calcas do casetoiras
7ooo. .*,:
Palitts de tmnmim,
Seroulas a l^olMDO, ,
BRIM DKCdRfcl A UO'RS.
Vende-se brim de toW as cores a 44
5000.
g}A' eslo grande eslabelecimento tem che-
gado um bom sortimento de-machinds para
costura; de lodos os autores mais acredita-
do!) ullimamontona Europa, cujas machinas
Amaral Nabaco C. vend &<* garantidas por um anuo, c tendo um
icasjigriXrs 3, 18, 17, 30 e 33 :' no^aiar Ib- perfeito artista para ensinor as mesmas, em
qualquer parte desta cidade, como bem as-
sim cncerta-las pelo tempo tambem d'um
anno sem despcmlio algum do comprador.
Jieste estnbelecimonto t mbem ha pertencas
pura as mesmas machinas e so suppro qual-
quer pega que seja necessario. Eslas ma-
chinas traballiam com toda a pcifciQo do
fum e dous pospontos, franze c borda loJa
qualquer costura por fina quo s-ja, s^us
pregosso da segutntcqualidade : pira tra-
balhar a mao do 305000, 40500 io50
e 505000, para trabalha cora o i so de
805000, 005000, 1005000, 1105000,
1205000, 1305000, 1505000, 9099000 c
2505000, emquanto aos autores iAr, ha al-
terago de preQOS, eos compradores podc-rb
visitar este estabelecimento, que ux.iito de-
vero goslar pela variedade do osyectos que
ha sempre para vender, como sejatn.: cadei-
ras para viagem, malas para viagem, cadei-
ras para salas, ditas de bolango, ditas' para
erianga {altas), ditas para escolas, costurei-
ras nqoissimas, para senhora, despensa veis
para crianzas, de todas as qualidades, camas
de ferro para honicm e crianzas, capachos,
ospelhos dourados para sala, grandes e pe-
queos, 8pparelhos de metal para ch.fa-
queiros com cabo de metal e de marfim,
ditos avulsos, culhores de metal n->, condie-
ros para sala, jarros, guarda-comidas de
rame, tampas para cobrir pratos, esteiras
para forrar salas, lavatorios completos, ditos
simples, objeclos para tuilette, e oulros mui-
tos artigos que muitodavemagradar a todos
que visitarem ste grande estabelecimento
que se acha alerto de-de as 6 horas da ma-
Bh at as 9 horas da noute
Ra do Barao da Victoria n.
22.
Cohas de cores a 15200, 25500 e 45500. I.Nt'OS 1R\^f?0Sf A 2506,A*Djfc.
CUALES DE LA A 800 RS. Vende-se a duzia de lencos branca, i
Vende-se chales de 13 de quadros a 800 20000. Ditos-com barras de cores-t-3#0W
Nao ha mais cabellos
brancos.
TINTURARA JAPONEZ. .
. Se nica approvada pulas academias de
ciencias, reeonheeida superior a toda que
tem apparecido at boje. Deposito princi-
pal ra da Cadeia do Recife, hoje Mr-
quez de Olinda, n. 51, 1. andar, e em
todas as boticas e casas de cabellei-
-reiro.
Venae se
Paraizo n. 2.
um Dacuo de o: Sio do
Vinho verde de Bastos,
superior
Em ancorelas e caixas de urna duzia, tem para
vender a preco rommodo, Joaqun) Jos Gonjal-
ves Bellro 4 Filho : no escriptorio, ra do
Commercio n. 5.
COMPMrM
DOS
T1ULH0S URBANOS
DO
Recife Olinda.
A comeijar do-oir de setembro, have^
dos domingos e dias santifica los, para Be-
beribe, um trem s 10 horas da manb, at
que a -concurrencia de pwsageiros pro ve 08M
necessidade : regreswr ao meio dia.
O gerente interino,
^^^ L. J. de Miran
Feiti
' Precisase de um eilor que enlenda de servio
ibrta e jardim : no colfegio da Conccao a
n S. E/ancisco n. 71.
Hesperidina
Verdadeiro biter hesperidina, superior e acre-
ditado : venda no armazem de Tasso Irmaos &
C ra do Amorim n. 37
Nova remessa de cha, fumo
e rap.
Amaral, Nabnco k C, vendem cha preto e ver-
de, fumo inglez para cigarro e cachimbo, e rap
rrancez e nacional: no Bazar Victoria ra do
Barao da Victoria n. i.____________________
Potassa
nova da Russia, desembarcada ltimamente e em
meios barris : vendem Cunba Irmos 4 C. ra
daMadre de Dos n, 34.
(Jaleados baratos.
Botinas pretae e de dres para eehoras, faxen-
da maMo nemaAMOOio par : na'praca da to-
doyend^Ciain. a _____
Vndese o salo de barbear da roa da^La-
raageiras a. W, por ter o dono de se retirar para
fra da provincia : quem pretender dirija-se ao
mismo para tratar.
Luvas de Jouvin.
Muito frescas, chegadas no ultimo paquete :
loja do Passo, ra l'rimeiro de Mareo n. 7
antiga do Crespo.


Grande peehinehn
Las escossezas a ?30
rs. o covado
lina lo Crespo n. O
m
BICHAS BE HAMBDRGO
As mais recentes e melhores.
Vendem-so na pharmaci; e drogara de Bar
tholomeu & C, ra Larga dosario o Kn. 34
SEtiREDO ECONOMA E CELERIDADE.
Obtem-se com o uso
DA
INJECCAO SHOST
('nica, hygienica, radical einfallival na cu-
ra da* gonorboas, flores brancas e luxos de
toda especie, recentes ou chronicas; e que
ofer;e domo garanta desalmares resultados
imiada aplicac,o que sempre com a
vantagem se tem feito della nos hos-
de Varis.
o deposito para o Brasil, Bartholomeo
ra Larga do Hosario n. 34. ____
Bom negocio.
Vende-seo engenlio Camevozinho,copeiro eoom
moed*, distante da estaco de Agua-Preta tres
Iegoa4'pde safrejar de 3 a 4,000 paes de assucar
e cora boas matas de excedentes madeiras : a
fatar no mesmo, on ne-ta cidade ra Duque de
Caxias n. 40, com Joaqun da Silva Costa.
rs. e 15000.
Ditos de merino a 25, 35, 45 e 55000.
CAMBRAIA BRANCA A 85000.
Vende-se per,as de cambraia branca trans-
parentes o tapada, a 35, 35500, 45, 45500,
55 c 65000.
SAIAS BRANCAS A 25000.
Vende-se saias brancas e de cores, para
senhoras, a 25000 e 25500.
B03ETS A 500 RS.
Vende-se bonets pretos de seda para ho-
naens, a 500 rs. Chapeos de pallia, pello e
massa, a 25, 25500, 2500Oe 45000.
MADAPOLO A 35000.
Vende-se percas de madapolSo enfestado a
35000. Ditos ingieres para os prwjos'do
45,-45500, 55, C5000 e 75000.
ALGODO A 35300.
Vende-so pegas de algodo, a 35500, 45,
e 55000.
BRAMANTE A 15600.
Vende-se bramante com 10 palmos de
largura para lencol, a 15600, 25 e 25300 o
metro.
GRANDE LIQUIDAQO DE JABONETES 280 RS.
Vende-se urna grande porcAo de sabone-
tes inglezes, a 200 rs. Ditos francezes cjm
cheiro a 320 e 500 rs.
Agua de colonia, a200, 320 e 500 rs. o
frasco para liquidar, e outros extractos
muito barato.
Ditos de linho' a 55W0.
TOAtBiS A 800 RS.
Vende-sc toalhas para rosto, a 800 fi.
15000.
GRAVATAS DE SEDA PRETA A NtH.
Vende-se grvalas de seda preta, a 80
rs. cada urna".
CHITAS l'AHA COBERTA A 280 RS.
Vende-se chita para coberta, a 880 e ti*
rs. o covado.
BONETS PARA MENINOS A 15900.
Vende-so bonetes para meninos, a 15500
ESPARTILHOS PARA SENHORA A 35500
Vende-se espartilhos para senhora,
35500.
GR\Y\W.\ES
... c
A 800 RS. 0 COVADO:
Vende-se granadinos com listras de seda.
para vestidos d senhora, a 800 rs. e 15000
o covado.
COLCHAS DECROCBT A 05000.
Vende-se ricas colchas de crochet para ca-
mas a 65000.
PANNOS DE CTtQOlT A 15300.
Vende-se pannos de crochet para cadeiras.
a 15500e 25000.
CASSAS PARA CORTINADOS.
Vende-se pegas do cassas para cortinados,
com 20 varas, a 105000 e 125000, e outras
inuitas fazendas em liqudac,o.
GRANDE REDUCClO EM PRECOS
ttenQo. AttenQo. .
Na loja de Soares Leite Irmos, ra do Barao da
Victoria n. 28.
Caisa do liaba de marta, a 200 rs. tem idem de pos chine?, muito bom, a
Garrafa de agua florida verdadeira a 15200 500 rs. e 15000.
Abotoaduras para collete, do todos os Duzia de sabonetes de mendoa, a 253ut
gostos, a 200 rs. e 35600.
Lair.parinas gaz, dando urna luz muito Frasco com opiata muito boa, a 15090 r
boa, a 15000.
Garrafa d'agua japoneza, a 15000.
dem idem divina, a 15000.
Duzia dc-peyas do cordao imperial,
240 rs.
Frasco com tnico oriental de Kemp,
1500(5.
1-2500. i-
Duzia do-sabonetcs de'anjirrno trahspar o-
; tes, a 25200.
dem idem com flores, a 1I500..
Duzia de pecas de tranras caracol branca
a 100 rs.
dem idem lisas, a 200 rs.

Duzia de baralhos francezes, cauto doura- '. Sabonek's Glycorino transparentes,
do, a 35000.
dem idembeira lisa, a 25200.
Frasco com oleo Oriza verdadeiro, a
15000.
Caixa de botes de osso para caiga, a
200 rs.
Caixa de papel amisade, boira dourada,
a 800 rs
Idem idem idem lisa, a 600 rs.
dem idem idem, a 400 rs.
Caixa de cnveloppes forrados, a 700 rs.
Linas de pellica com pequeo toque
a 320 rs.
800 rs.
Caixa de pennas Perry, a 800 rs.
dem idem, a 400 rs.
Caixa de enveloppes tarjados, a 500 rs.
Leques de osso e sndalo para scnho.rju.
a 2?000, 4500Q e 65000.
Xarope d'agrieto do Para
Antigo o conceituado medicamento para
cura das molestias dos orgos respiratorios,
como a phtysica, bronchites, asthma, etc.,
applicado anda com ptimos resultados no
escorbuto._________________^_____
Verdadeiras bixas harabur-
guezas.
A nicas chocadas neste ultimo vapor francez:
na ra da Cadeia do Recito n. 51, pfimeiro an-
dar.
Bons terrenos.
No "lugar denominado Salgadinho, e junto
a estatu da estrada de ferro de Olinda,
vendem-se bons terrenos em lotes ou peda-
TOALHAS -
a 6$000 a duzia
Toalhas felpudas e alcochoadas pelo diminuto
preco de 6*000 a duzia. Sao grandes, na ra do
Queimado n. 43 em frente a Pracinha.
Vende-so 60 palmos de terreno em Belra,
6 cadeiras e una banquinha de Jacaranda : na fL..,. Mnl!ZZ!.Ar.~^ Ai"W~!
ra de Christovo Colombo n. 12. W a vontade dos compradores, con a fren-
te para a mesma estrada c os lados para
outras, e bem assim urna pequea casa de
taina nelles situada.
Estes terrenos tem differentes arvores de
fruoto e sao ptimos do plantario c ven-
dern-se por pregos baratissimos. Os pre-
teudenles entendatn-se na thosouraria das
oterias.
Fita de velludo de todas as cores e largu-
ras. r"
Iden idem do sarja idem idem.
Chapeos para senhoras e meninas.
Entrcmeios e babados transparentes e ta-
' pados.
Botinas para senhoras, a 45000.
Duzia do carreteis de Iinha, 200 jardas, a Retroz preto e de cor, em carre-
700 rs. fcj,
dem idem 60 jardas, a 300 rs.
Duzia de talheres cabe branco, 2 B., a Lindas e elegantes caixmhas dos peru-
5^000 mistas E. Codray, Gell Frreso Riegcr,
Maro de fita chinoza, a 800 rs. ietCl' elc-
Caixa de linha com 40 novellos, a 500 rs. j Cuadros com santos e estampas sopara-
Resma de papel pautado, a 25800, 45000 das.
e 55800.
dem idem liso, a25600, 35500e 55000.
Coques modernos, a 35000.
Caixa de pos para dentes, a 200 rs.
Espelhos de moldura dourada, de todo .
os tamanhos e precos.
Garrafa de tinta roxa extra-fina a 15000
Microscopios (sem vista) a 25000.
Bonecas de cera de todos os tamanhos, com camisolas e ricamente vestidas cada
ama em sua caixa, bonecas de borracha e bolas de todos os tamanhos, candieiros a gaz,
objectos de porcellana, gaiollas de rame, molduras para quadros, machinas para cos-
tura, transparentes para janellas, e um completo e variado sortimento do miudezas, que
se tornara longo mencionar.
Ra do Barao da Victoria n. 28,
Olli elle.
A rosa branca recebeu um lindo sortimento de
borzeguins de lindas cores, para senhora e vende
a 4O00 o par, todos vendem a Ti : s. n loja da
ra da Imperatriz n. 56, loja de 4 portas.
----------:-------------* -"IWi t
Superiores sedas de cores
a 1 #500 o covado.
Chegou occasio de se fazer um bom vestido
por pouco dmheiro, co nprando-se superiores se-
das de cores a I 300 o covadp : s na ra Du-
que de Caxias n. 88, loja- de Bastos Irmos se en-
eontra-deata Begh^icha. __________
Ra da Santa Cruz n. 42.
ti
Venderse esta, propriedade em c
a tratar na ra do Duque de Guias "n
mar.

Vcrnte do gaz.
Para vender na ra do Vigario n. 13, o-na ra
do Amorim n. IV, a retalho, oa en barris. A
compaohia do gaz de Olinda tem cstabelecida aeus
depsitos para venda de vcrnii do gaz, nos Hoga-
res aelnumdicados, muito-prximo ao embarque
M R^- ____________________i
at
TASSO IRMOS 4 C.
Em seus armazens ra do Amorim
n. 37 e caes do Apollo n. 47,
tem para vender por presos commodos
Tijolos encarnados sextavos para ladrilho.
Canos de barro para esgoto.
Cimento Portland.
Cimento Hvdraulicc.
Machinas do escarolar algodo.
Machinas de padaria.
Potassa da Russia em barril.
Phosphon de cera.
Saga em garrafOes.
Sevadinha em garraffles.
Lentilhas em garrafoes.
Rhum da aJmaica.
Vinho do Porto \elho engarrafado.
Vinho do Porto superior, (H!o.
Vinho de Bordeanx, dito.
Vinho de Scherry.
Vinho da Madeira.
Potes com llnguas e dobradas mglezas.
Licores finos sonidos.
Cognac Gaulhier Frares.
Latas de toucinhc inglez.
Barra com repoio a salmoura.
E BUUTO!
aDinURtj ,. ,
As pechinchas estlo'se aealiando, na loja n 43
da ra da Cadeia do Recite, onde tera urna ban-
i deirola com o titulo cima : quem quizer sortir-se
de fazendas para casa por menos que em outra
qual4iier parte, nio perca tempo jois restam pou-
!cas.
Papis |iinlailos.
,' para forrar safas e outros quaesqueT aposentos,
: ort^menu completo ; vende-se por menos do qtte -
era ouira qualquer pane : ra To Vigario nu-
i mero Ift.
Por 4006000 vende se ni prolp, moco, ro-
l ousto, com um pequeo defeilo nos ps que ser
1 patente ao comprador, barato ; na ra de Hor-
i tas n. 96. Nflr tnesraa casa" hX oQlf6 eseravns
| para vender-si
Mu seceo c m salmoiira
,jdaa melhores qualidades que ha as Ilhas por-
.doiRio de Janeiro : vende-s ra de Vifarto, ar- tugnezas, venden em porcio e a ratlho, P-
ImaMm n. 16. ?as & C, a ra estreita do Rosario, n.
WWfc
Vende-se um piano 4 m
da Concordia n. 145.
di' tratar na ra
\
I
t
v r
Va
\



r
)
I
Diario de Perntfmbuco S^gridap-feira 1 SOASES LEIE, IRWAOS
NICOS AGENTES
A'
Ra do Barto da Victoria n. 28
As mais simples, as mais baratas e as mcihores do mundo!
Na expsito de Pars, em 1867, foi concedido a
Elias Uowe Jnior, a medalha de ouro e a condecora-
9S0 da LegiSo de Honra, por serem as machinas mais per
foitas do mundo.
A medalha do ouro, conferida a E. Howe Jnior, nos
Estados-Unidos por ser o inventor da machina de cos-
tura.
A medalha de ouro na exposicao de Londres acreditam
estas madrinas.
A 90S000
Cabe-nos o dever de Minuncinr que a companhia das machinas de Howe de Nova-
tork, estabeleceu nesta ciriade ra do Baro da Victoria n. 28, uin deposito c agencia
feral, para em Pernamhuco e mais provincias se venderem as afamadas machinas de cos-
tura de Uowe. Estas machinas so justamente apreciadas pela pcrfdcao de seu trabalho,
impregando urna agulha mais curta com a mesma qualidadedelinhaquequahuicr outra,
b pela introdcelo dos mais aperfeicoados apparelUos, estamos actualmente habilitados a
fferecer ao exame publico as melhores machinas do mundo.
As vantagens destas mqckinas sao as seguines:
Primeira.0 publicp sabe que ellas sao duradouras, para isto prova incontestavel, a
eiroumstancia de nunca terem apparecido no mercado machinas d Howe em segun-
da mao.
Segunda.Contem o material preciso para reparar qualquer desarranjo.
Terceira.Ha nellas menor fricc,o entre as diversas pecas, e menos rpido estrago
4o que as outras.
Quarta.Formam o ponto como se fra feto m8o.
Quinta.Permitte que se examine o trabalho de ambos os fios, o que se n3o consegn
uas outras.
Sexta.Fazem ponto miudo em casemira, atravessando o fio de um outro lado,
logo em seguida, sem modificar-so a tenso da linha, cozem a fazenda mais
ria.
Stima.O compressr levantado com a m?.ior fncilidade, quando se tem de mudar
ie agulha ao come^ar nova costura.
Oitava.Muitas companhias de machinas de costura, tm tido pocas de grandeza e
decadencia. Machinas outr'ora populares, sao hoje quasi desconhecidas, outras so'ffreram
mudanzas radicaesparapoderem substituir : entretanto a companhia das machinas de Howe
idoptando a opinio de Elias Howe, mestre em artes mechanicas, tem constantemente
augmentado o seu fabrico, e hoje nao attende a procura, posto que faca 600 machinas
aor dia.
Cada machina acompanha livretos com instruccSes em portuguez.
A 90^)000 A 90^000
' SOARES LEITE, IRMOS .
A'
do Baro da Victoria n. 2 8.
Nenhuma machina
Singcr 6 legitima se
nao levar esta marca i
fixa no braoo da raa-
>
china.
Para evitar contra-,
i
faccoes notem-sebem
todos osdetalhes da
marca.
GR DESCOSERA
I
IB Sil
Composto do manac anti-rheumatico e depurativo
PEI.O
_ B_.
L' preparado este xarope de manar e mais algumas plantas indgenas do Amazonas,
nao contm preparado algum mercurial. Cura com rapidez rheumatismo, dores nos
ssos, erupces syphiliticas e dartrosas, escrfula e todas as molestias que dependerem
desses virus. A sua composirSo foi approvada pela junta central de hygiene pu-
blica.
A cada garrafa acompanha urna explicagao para a forma de usar. Preco de cada
urna 35OOO.
nico deposito nesta provincia ra do Baro da Victoria n. 33, chapellariaj de
Monteiro & Silva.
LNAd UEi IiUiuURA,
AMACHINA
mm MAHUFACTRINC CQKPANY
S1&MFIIV, TM1MPH\NT&
Machinas vendidas em 1871. 181,260!
Fxcesso s.hre tollas as ouiras caiiiiMihias. B,US.
De certo os nossos leitores h;lo ile porguotw se isto nao jactancia e ostontacao.;
A sso responderemos que estes nlgarismos o os dados abaixo sao recompilados sob jura-,
ment, pois forarn tirados dos relatnos olficiaes dos diversos fabricantos de machinas de
costura nos Estados-Unidos.
Em 1870 vendeua Siiageranuucluriiifi; (mpaiiv
1-26,' 67 machinas mnis Finlile e Ivon
Duas machinas imperiacs.
Aclna.
Ciol 1 Modal.
American Bulln hole.
Florcnee.
Wilcot Gibbs.
AVced.
(rever & Bak r.
Howe.
Wheoler & Wilson.
Os algarismos que cima presentamos mostram primeira vista o
crescimento da Singr r Manufacturing Coropany, e mostr.i quo to los os s us
ram muito atraz delles, o que a faina e popularizado destas machinas vai sompre cres-
cendo e pstendendo-sc mais a mais.
Nao possivel negar que esta superiorkkide as vendas devida supertorMade in-
contcstavel destas machinas, porque o publico, o juiz mais 'imparcial neta materia, sabe
logo discernir a machina superior das inferiores e das hnitaijoes.
"Mtiguem recusou a estas machinas urna grande superiori lado, porm muitas casas
de machinas tinham por costume dizor que estas s serviam para fabricas e que nao eram
proprias para costuras do familia. K' um erro manifest : Singer, Manufacluring & C, i
falicam mais de vmte quididades de machinas, desde a machina que trabalha a mao e a
pe' at aquella que serve para o mais forte trabalho de selleiro o correciro.
A machina de costura de familia tem sido o maior tniumphoea extracto dostas foi
tao grande que hoje vendem-se ellas por 805JOOO, quasi a metade do preco por que foram '
vendidas o anuo passado. I
Hoje a Singer Manufacluring Company fabrica 5,000 machinas por semana, e ,!
gracas a esta grande fabricaco, que ella pode hojo satisfazer as importantes encommen-1
das que Iheso dirigidas do todas as partos do mundo. No Brasil existem numerosas
agencias que a ella s eonsiitue um importantissiino ramo de negocio.
NICA AGENCIA
EM
1-25,413
124,273
122,027
118,921
113,260
ijrt,173
98,831
92,831
70,431
52.677
'.i,025
i
maravilliso
rivaes tica-'
A CASA AMERICANA
45 RA 1)0 IMPERADOR 45
A Predilecta,
no empenho deTbem servir aos seus freguezes e
ao publico em gcral tem procurado prover-se do
ha de meltior b da Rima moda nos merca-
de Europa para cxpo-lo aqui venda, cor-
tos de que os scus artigo serao bem apreciados
pelos amantes do bom e barato ; passa a ennu
merar alguns d'enirc ellos, como sejam :
ALBOS, es mais ricos que tera vndo a este
mercado, eom capas de madreperola,
tartaruga, marfm, velludo e chagrn.
ADERECOS pretos e voltas proprias para luto ;
asiiri cerno, um bonito sortimento de
ditos de plaqu, obra lina e muito bem
acabada.
BOTES part punio?, o que so pode desojar de
meltior cm plaqu,, tartaruga, madre-
perola, marlim e osso.
BOLEAS de velludo, seda, pallia e chagrn,
ha do mais moderno c 1 ndas.
BICOS de seda e de algodo, tanto branco como
reto, de variados desenhos
S pretas de metal e de madrepe-
rola.
CAIXINIIAS para costura, muito rieas o de di-
versoj form tos, com msica e sem
ella.
COQUES a imilaco, o que pode haver de mai*
bonito e'bom gosto.
DEADEMAS, neste genero a Predilecta apre-
seHta um grande c lindo sortiiin.'ntu
capaz de satisfazer os caprichos de
qualquer setihor por mais exigente
que scj.v
FORT nOUQl'ET de madreperth, mnr;lm e sso,
este um objecto ndipensavel s se-
nhoras do (mu tom, alim do aspirar
o aroma das dores sem o inconvenien-
te de nodonrem as luvas, ou mancha-
ran as delicadas miios.
PENTES de tartaruga, de marlim c de bfalo, pa-
ra alisar os cabellos c tirar bichos.
PERFUMARAS. E' sabido do publico que a Pre-
dilecta sempre conserva um importan-
te sortimento de perfumaras de fino
odor dos mais afamados fabricantes,
Lubin, Piver, soei<-datle liygienica, C/)\i-
dray, Gosnt-s e Rimel, que incum-
bido da escollia dos aromas mais bem
aceites pela sociedade elegante da
Europa, e por tanto, aeliam-se na
possibilidado de bem servir aos aman-
tes dos perfumes.
A PREDILECTA deixa <- enumerar nnia im-
nensidade de artigos, aiim de nao mas-
sar aos leitores e se pede a benevo-
lencia do respeitavel publico em di-
rigir-se ra do i abug n. 1 A, pa-
ra convencer-s.i aonde pode comprar
o que bom e barato, assim como:
FACHAS ricas e modernas do tuquim e gurgurao
se la
IMENSVETTOS. Ricos vestimentos para menino*,
por baratissiino preco.
FLORES. A Predilecta prima em conservar um
bello sortimento de llores ao alcance
de qualquer bola anda que nao es-
teja bem reptela de dinlieiro.
FITAS. E j bem sabido do publico que s na
Predilecta que podem encontrar um
grande sortimento de filas de setim,
tafet, velludo, linho e de algodao, por
commodo SE3^
GRAMPOS de tartaruga, a imitscao destes, pre-
tos c de aires, o que se pode desojar
de mais moderno e bonito.
fiRAVATAS de seda e de cambraia para senhora,
la eos e golinhas de bonitas cores, tam-
bem tem um bom sortimento de gr-
valas e regatas para homem.
JARROS de porcelana e de vidro muito bonitos
para ornatos de sala.
Mei s de seda, de l e de algodo, pa-
ra senhora, meninas e homem.
LEQUES. Ricos lcques de madreperola, tartaruga,
mar fin e de sso, os mais modernos e
por barato preco.
LUYAS de pellica, de seda e de algodo, para
homem e senhora.
L1VROS para missa a Predilecta'apresenta es-,
colha do respeitavel publico um bello
sortimento destes livros com capas de
madreperola, tartaruga, marflm, sso.
velludo e chagrn, por preces mu
razoaveis.
Armazn do fumo
Ra da Madre de Deus n. 10 A.
Jos omngues do Carino e Silva participa aos
scus freguezes e amigos que no sen armazem a
ra da Madre de Deus n. 10 A, se acha um com-
pleto sortimento de fumo em fardos de patente I,',
1.' e 3.* sortes, dos melhores fabricantes da Dahia,
e bem assm a flor de todos os rumos de corda
em rolos, pacotes, latas granles e pequeas, tam-
bem dos mu acreditarlos fabricantes Torres &
Araujo, Lizr.ur, Adolnho Schindt & C, Lizaur
Schmdt it C, Veigas 4 Araujo, Trindade i Ave-
lar, Teixeira Pinto & Portella (garantido pelos
mesmos) e de oulms ainde nao conhecidos pelo
publico dcsta capital. O annunciante declara que
todo fumo que for vendido em sua casa ser pelo
seu justo valor, e que quando garantir a respecti-
va qualidade, sera sincero, mu particularmente
com as pessoas que pouco entendam da materia ;
pois para bem servir a todos, tem o annunciante
a longa pratica de 15 annos deste commercio.
iju
ARMAZEM
DE
V
ma 1'iu.MEiHO di: marco n. 7 a
E' esta casa, sem duvida, una das que hoje pode
com primazia apreseatar aos seus freguezos um
variadissimo sordmento do fazemlas linas para
grande fo/7ffc,assini como para o uso ordinario de
todas as classes e porprecos- vantaiosos para-os
compraderos.
Os donos deste mportant^stabuli cimento con-
vidam ao respeitavel publfH e particularmente
aos seus freguezes a darem nm passeio por sen
estabeleciinento, a alim de veriliraivm a verarida-
de de seus annuncios.e com vantagwn supprirem-
se dos artigos que I lies forcm misu-r, de eujos
fazem um pequeo resumo.
Manda ni fazeftdas s casas dos pretrndenles,
para o que tem o pcsoal necessario e dao amos-
tras mediante penhor.
SEDAS
Cortes de seda de ldas cores, grosdenaples de
todas as cores.
Gorguio branco e preto.
Sctim Maco preto e de cores.
Velludo preto.
Grosdenaples pretos e de tres.
Granadinede seda prela e com listras e i! un do
cores-, hndissimos padroes e fazenda de uliima
moda.
Fil de seda branca e preto.
Ricas basquinas de seda.
Colxas de seda para no i vos.
Mantas brasileiras.
Corles de cambraias branca com linos bordados.
Capeilas e mantas para noivas.
Poupelinas de Hados padriks.
Requlssimo sortimento de las com listras.c seda.
Cambraias de cores, ditas mariposas brancas e de
cores.
NaHstick de lindos padroes.
Bapustas de padrees mu delieadu.
Percalmas de qundros pretos c braneos.
Urina de linho de cores propri-is para vestidos.
Fusioes do lindas cures.
Casaquinlios de las de cores para seuhoras.
Saias bordadas para senhoras.
Vestuarios para meninos.
Ditos para baptisadm.
Chapaos para ditos.
Toalhas de cambraia do linho cofn lindos bor-
dados.
Fnuihas bordadas.
Colxas de la.
Cortinados bordados.
Camisas bordadas para homens.
Meias de cores para h;iini-ns e menino.
Chapeos com caslao de marfini pata homens.
Ditos para senhoras.
Merino de cores para vestidos
Ditos pretos.
Casemiras, chitas, madapoles, cambraias etc. etc.
na loja do Passo ra Primeiro de Marco n. 7 A,
aotiga do Crespo.
DE
CoiMlciro NimocN de C
' A dinheiro
Aos senhores fabricantes de
cigarros.
Papel decores, resmas grandes, sortidas a 9.
Dito de dito ditas, assetinado c muito encorpado
9/000.
Dito de seda (mais ceuhecido por seda de n i-
iho) do verdadeiro, francez, a 2fr'0 o cartao de
I0.W0 mortalhas.
Dito de linho fino de Barcellona, marca martel-
lo, 44000.
Dito de dito dito, marca balanen, 3|800 a resma.
Dito de trigo, resmas grandes, do verdadeiro du
Barcellona, $Z a resma.
No armazem de Jos Domingues do Carmr
Silva, ruada il/adre de Dos n. i0 A. armazem
fumo.
Aos senhores fabricantes de
charutos.
Fnmos cm folhas, muito velho, cheiroso eTon
para fumar-se, da safra velha, ci!< meiboret
gares de S. Flix, Nazarelh, da provincia da Ba-
ha, sao vendidos a dinheiro vista por freces
muito reduzidos.
No armazem de Jos Domingues do Carino e
Silva, ra da Madre de Dos n. 10 A, armazem do
fumo.
Alhos a 40 re. amounca c g?
a 5#800 a lata.
No armazem do Jos Domingu do Caiiiio
Silva, ra da Madre de DAs n. lo A, arciaz.:m
do fumo.
J. 0. C. Dvle.
Tem para vender :
Cognac de Hennessy, superior e vei .adeir j.
Vinho Xeres das melhores qualidades.
Bitlers de Angostura.
Whisky.
Cha preto em latas de 10 libras.
Todas as preprateos chiraicas do Dr. Ayer: no
armazem da ra do Commercio n 38.
5.
64
a
DOS PREMIOS DA W- PARTE DAS LOTERAS CONCEDIDAS POR LE PROVINCIAL N. 636, A RENSFIGIO DA ISMND.VDE DE SANT'ANNA DA MADRE DE DOS, EXTRAHIDA E.M 30 DE AGOSTO DE 1873.
1 .NS. PHEMS.LNS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. m. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS. NS. PREMS NS. PULA!-.
t -2 m 190 M 419 6)5 586 81 761 65 951 i5 1119 ^65 1333 5 1551 05 1767 65 1988 6 2155 65 2329 45 2480 65 2677 . 05 2818 6|
3 " 93 20 93 66 57 65 28 38 so5 54 68 90 *0 59 35 65 86 79 32 85
\ 11 201 21 98 68 58 29 51 65 56 70 93 65 61 5 37 91 mwmm 82 M, 37 64
- 14 9 24 602 105 69 62 &:0O0 38 57 39 . 75 *- ,94 64 65 43 a_ 96 88 a. 44
?- 17 16 31 4 65 71 64 65 46 64 61 78 2006 72 45 mm 2308 90 mm) 40 _
18 20 36 7 75 66 47 69 65 85 5 78 46 __ 20 96 m 53
21 28 ^ 43 14 99 72 55 70 66 94 6 79 50 ""~ 21 99 b 57 m
32 w*+ 30 52 15 too 807 73 61 72 81 . 95 ,* 82 57 1 23 2703 HHk 64 _
39 32 57 26 U 9 74 63 77 97 96 12 90 61 ... 34 8 mm 79 _^_
50 35 60 29 14 86 73 80 99 .99 ~ 13 91 5 63 a* 38 9 -_ 88 ^^^
1 51 "" 62 35 19 91 82 82 1602 1805 "- 19 96 65 64 _ 42 16 m i
52 61 63 36 28 95 1200 84 12 rr- 31 26 2202 70 mmt 43 20 _ 87 .
55 63 77 .37 33 1002 14 . 91 17 41 : 30 13 76 52 *5 26 94 _
57 . 66 78 ? 34 7 18 97 -t+ 18 42 4* 32 17 79 _ 55 65 28 98 .
65 74 81 53 41 14 26 98 25 _l 53 -40 33 28 82 37 29 ---- 903 _
68 76 87 63 43 l5 16 34 1409 43 54 65 3i M 29 87 61 t5 40 15 4 t5
95 77 96 60 52 i5 21 35 20 SO .rrr 5-5 46 __ 32 89 --- 63 65 44 05 5 05
9G 78 ~ 7 70 b9 65 35 38 23 52 57 """"" 48 -T- 34 94 67 45 7 65
98 89 99 71 66 38 42 - 29 59 , i ,. 7a 51 _ 41 97 --- 68 52 10
100 )6 501 77 88 45 49 39 66 74 55 mi 44 2400 ---- 70 15 33 15
."/ 1 99 8 78 90 50 52 52 -r- 67 - 76 - 56 b 54 9 81 65 55 19
6 3tX> 10 88 92 54 53 . 55 .' ,69 87 t 63 __ 38 __ 12 85 59 28
25 . 20 19 89 96 63 58 -!- ,72- - 4924 - 65 -r 74 ._ 13 . ---- 97 61 29 15
* 27 aU i - 21 91 5 97 57 64 45 66 ---- 77 16 m 78 75 16 98 63 32 65
30 24 __ 23 o 92 65 901 1 60 72 65 67 r a * 29 mm 87 79 20 99 67 46
42 27 30 65 94 10 68 73 80 So 6 30 *5 -88 83 _ 23 --- 2604 68 48 _
48 "~ 31 31 i700 13 72 78 86 82 ' 33 65 93 7 34 ---- 19 70 53 __
50 33 35 12 14 75 83 1502 15 1725 33 97 89 ^^ 38 SO 74 36 _
.53 m tO^A 38 14 19 76 85 6 65 28 _ 36 JU 8 96 . 19 28 76 6 _
> 55 67 65 44 16 27 77 86 9 29 _ 37 2116 97 j . 40 40 .^^ 88 64
60 w 68 58 20 28 78 89 13 37 85 47 -r~ 26 HaMl 99 mmm 42 44 90 jr. 65
03 73' T- 59 22 30 -* 80 90 3Q 14 . 42 U : 50 m~ 28 . ^ 301 # 45 ^ 34 _ 96 80
l> 69 77 ---- CO 23 32 82 - 1307 65 24 48 i 58 29 _ 10 u^m 50 ^^ 39 _ 97 -r- 81
71 81 --- 64 !* 37 33 86 11 26 50 59 30 ,M 13 62 63 -2804 ^ 8
74 ~"- 91 63 u 40 42 92 13 27 54 X 63 40 ,,, 15 . 68 mMMM 67 H 8 m-m- 84
79 -" 405 ---- 66 44 47 1104 14 05 35 62 69 45 , 24 . 71 W 68 - 12 , 95
88 "~ 16 72 52 .48 6 0 15 . 65 39 66 85 6 46' i 5 26 76 _ 71 J 13 ~m 96
89 18 83 59 49 W 16 17 __ 40 - 1 .


ii m-
8
Diario de Pemambuco Segunda feha 1 de Seteinbro de 1873.
ASSEMBLEi GJRAL
CMARA DOS DEPUTADOS.
DlCURSO DOS BRS. OONSELUEIKO mogo vf.lho
CAVA1.CANTE DE ALBUQUERQU8 E Dll. FRAN-
CISCO LEOPOI.IHNO DE GUSMAO tono, NA
DISCUSSO DAS FM.MHSDO SENADO AO OR-
NAMENTO GUAL I>(1 IMPERIO.
(Coiuiuuacio)
Nestas condigdes estaoo municipio-do Can-
tagallo e oulrns da proTcia Jo Hio do Ja-
neiro. (Apoi.ul^p.) Omesmo, maison me-
nos, ob-.erfa seras provincias, rao-
recend' espacial mongao a de S. Podro do
Rio Grande, que dizem os conservadores de
l) est confiada em arrlias nobre opposi-
go-liberal. (Apoiados.)
O Sr. Florencio de Abreu :Nao a-
poiado.
O Sr. Flores :E acha V. Etc. que nao
est era boas mos?
OSr. Djoco Vei.ho :Nao entro era apro-
ciagos, indico o facto...
O Sr. Araujo Ges Jnior : Pelo menos
nao dizem nada contra o presidente.
O Sr. Diogo Velho:A par da intole-
rancia com que trata a opposigo conserva-
dora, o gabinote. illudc a realizago das pro-
mettidas refo-inas, por amor das quaos o il-
iuslre dcputado representante pelo 3 dis-
tricto do Rio de Janeiro, por si e om nomo
dos seus amigos, comproraetteu-se a aban-
douar o debate sobre outras molidas, aqui
eflorecida se .otadas som impugnagai. (A-
poiados.)
O que temas visto f Das reformas to an-
ciosamente esperadas pelo paiz, to instante-
mente recommendadas as fallas do throno,
urnas n;io fora n api asentadas, algumas fo-
rana sophismadas, nutras foram preteridas
por | rojeelos determinados s pressas, em
satisfa ;a> a exigencias do interesse particular.
(Apoiados o nao apoiados }
Assim a ceforma do recrutamentj l est
no p dos archivos do senado (poiados), e o
nobre presidente >to couselho, apregoalo li-
bertador do veiitro oscravo, dcxa que o sol-
dado brasileiro, cidado livre, contine su-
jeito i prancbada, dando-liie em compen-
sago mais alguns vintens de sold. (Muito
bem.)
O Sr. Duque- Estrada Teixeira :Apoia-
do I fsto nao tem justficago. (Trocam-se
apartes.)
O Sr. Diogo Velho:A reforma da ad
ministrarn local e provincial, comprehen-
dendo a revisto da carta administrativa do
imperio, fui satisfeita com esses projectos do
augmento da representago do l'ar o da
creacao da nova provincia de S. Francisco.
(Riso.)
O Sr. Cruz Machado : O projecto ele-
vando a representando do Para, nao do go-
verno; urna uecessidade ha muito recla-
mada por aquella provincia.
O Sr. Diogo Velho : Tudo quanto
passa na cmara o governo que promove;
se elle nao quizer, nada passar. (Apoia-
dos) .
A reforma da instruego publica compre-
hendciido o cnsino superior e a creago de
urna oniversidade, tem sido attendida com
a construegao do algumas casas para escola,
"e a cornucopia de gragas, ttulos e conde-
coragoes que, a pretexto do servidos
prestados a este ramo do servigo publico,
tem-se aberto para as provincias, que tem
a fortuna di- contarem representantes no
ministerio ou entre o seus ntimos...
O Sr. Presidente do Conselho : En-
to tem sido para todas.
O Su. Diogo Velho : Mas a do Ro
Grande i Sul nao tem um s representante
conservador, e mereceu a graca especial dos
40,000:0005, a garanta de juros para es-
tradas de ferro (apoiados).
O Sr. Sh.veira Mautins : Ora," islo
do paiz.
0 Sr. Diogo Velho : Todas sao do
paiz ', o quo nao quero a preterigo dos
interesses das outras provincias. Os nobres
deputados do Rio Grande do Sul sabem que
uo sou infenso ao projecto da respectiva
rede de caminhos de ferro, ej dei-lhe o
rneu voto.
Voltomos s reformas. A judiciaria j
votada, vai ter o seu complemento com a
creago das novas relacoes. Ella tem ser-
vido o servir especialmente para onerar os
cofres pblicos com despeza superior a
2,000:0005, para a creado de tiomarcas
s dezenas, e arranjo de pretenges polticas,
em detrimento 'la boa adminstrago da
justica que vai om deploravel anarchia.
(Apoiados).
A da guarda nacional, pendente de dis-
cusso no senado, o que significa ? E'
urna idea mutilada, quo nada creou para o
presente, nada prevenio para a futuro ; urna
ameaga constante sobre o cidado, cuja vida
e propriedade ieam, entretanto, desprote-
gidas, mxime no' interior do. paiz, onde o
servigo da polica preventiva e repressva
nao tem outros agentes de execuco, seno
essa mesma guarda nacional, desorganisada
sira, mas que tm servido e a que nao
se d substituto. (Apoiados)
O Sr. Cruz Machado : Mas o projec-
to deu os meios para as provincias.
0 Sr. Diogo Velho : Que meios ? O
imposto pessoal e os emolumentos das pa-
tentes ? Isto irrisorio.
Sobre este assumpto o Sr. ministro da
justica tomou-se de escrpulos e deixou as
provincias sem forra para garantir a segu-
ranza individual e de propriedade.
0 Sr. GusmAo Lobo : De maneira que
V. Exc. quera a guarda nacional com o
papel de policia.
O Sr. Diogo Velho :V. Exc. nao fez-me
o favor de attender ao que disse, e foi: que
no projecto da reforma da guarda nacional
o Sr. ministro da justica vrando-a doser-
vico de polica, no que fez bem, nada creou
em substituigo, no que fez muito mal.
Sr. presidente, se afastando-nos do ter-
reno das reformas, entramos no da adrai-
iistragn ordinaria, pouco vemos em abono
da sol.-tilde que ao governo devia merecer
o servico publico em um paiz novo como este,
onde tanto ba que crear e desenvolver, mas
onde, entretanto, p calor e a humidade sao
quasi que os nicos agentes do progresso.
A lavoura, a industria, o commercio es-
peran) em vao as instituiooesindispensaviao
.seu desenvolviraento, de accordo com os
tbesouros de riqueza natural que encerra o
paiz.
Nem csse defectivo e nsufficiente projecto
relativo caixa hvpo'.hecaria do Banco do
Brasil foi convertido em le 1 Menos foi, e
nao se-lo-ha de certo, esse additivo, desta-
cado do orgamento era discusso, dando ao
governo faculdade para no s garantir as
estradas de ferro que offerecerem certas con-
dicSes de segurawja, senSo tambem cobrir
a garanta das provincias coro a raeamas aquella cmara T Converteu o projecto em
cautelas. orgamento definitivo do exercicio de 1873
O Sr. Presidente w> Conselho : Deixe a" 1874, mandou applica-lo ao de 1873 a
passar o ornamento e suscite depois estas dis- 1873, j lindo, e prorogou ao de 187i a
cusses. -, 1875, que deveriaraos estar aqui dwcutin-
-OSr. Diogo Velho:Nos elementos cons- do. (Apoiados.
adeira reyokico financeira,
de direitos e prerogativas
nem justficago. (Muitos
titutivos da sociedade, no seio intimo da fa- EU urna
mlia, tenos dominios reservados da cons- urna usur
ciencia sentem-se signaes de grave portur- sem nee
b.iQo ; o quandoo cidado busca no gover- apoado;
no a garanta da imparcialidade indispensa- O uobJJHresidente do conselho, respon-
vel para manter a paz e a harmona entre deudo aos 'Ilustrados oradores queprecede-
a igreja e o estado, encoutra o gro-mestre ram-me, desenvolveraiu este assumpto
da macollara em luta cora os bispos... mais proficientemente (nao apoiados), sup-
l Sr. Leandro Bezerra e outros senho- poz cortar a diffieuldado cora o argumento
res : Apoado. de que o senado nao offendeu a iniciativa
O Sr. Diogo Velho : Aqui, no recinto desta cmara, porquanto nao creou nuvos
desta augusta cmara, o quo vemos? A impostos, nom augraeutou, ou dimnuio os
ntuai.'io actual que to fecunda po lia sor, existentes ; prorogou a cobranca destes.
seo partido conservador, unido e bem O Sr. Presidente do Conselho :froro-
dirigidii, caminbasse desambaragadamento gou a le do orcamento.
na execuco de seu programraa, dando so- O Sr. Diogo Velho :E' a mesma cou-
lin;o s variadas questoes sociaes que a re- sa : quera diz imposto diz receita : quera
clamam ; a situado, digo, descamba para o diz receita dizorcamento. Ora, o orcamen-
occaso e us perdemos o tempo na lula'es- to que comprebende a receita e a despeza
teril, das pequeas conveniencias, no jogo deve ser votado onniialmeiUe por arabas as
vo da palavra, as recriminaces... cmaras, sendo, porra, inicalo nesta; por
O Sr. Gusmao Lobo i E os factos pro- conseguinte, o imposto, ou orcamento, como
testara contra as palavras de V. Exc. diz S. Exc, nao pode ser prorogado de um
O Sr. Diogo Velho : ... que ho de para outro auno financeiro, ou oxercicio,
altraliir-nos a pecha de incapacidade. sem quo tal prorogaco seja iniciada aqui,
O Sr. Gusmao Lobo :V. Exc. quer pro- peranto o ramo temporario do poder legisla-
testar contra o espirito publico. tivo. (Muitos apoiados.) Prorogar ou vo
O Sr. Diogo Velho : O espirito publi- tar impostes para um exercicio sao constu-
cot... Pudesso elle manifestar-se, pudesse cioualmente synoninos. (Apoiados; muito
V. Exc. consulta-lo na sua provincia, e vo- bem.)
lo-hia decidir coutra o seu enthusiasmo. OSr. Eufrasio Correa:Sem duvida,
Sr. presidente, como se nao bastassem a mesma cousa.
todos esses motivos para entristecer o meu O Sr. Diogo Velho :E se uo sao sy.-
espirito e trazer-me de ha muito separado nonimos o governo pode "dispensar a vota-
do gabinete de. 7 de margo, veio como re- cao das cmaras, p-r si s decretar a pro-
mate esta importante questo constitucional, rogaco, quo o que d; faci succede.
queso prende urna das emendas do sena- (Apoiados.)
do: refiro-rao prorogaco para o exerci- S. Exc. o Sr. presidente de conselho tem
co do.1874 a 1875 do.ornamento, votado qualiuVado tudo isto de sophisma, mas eu
nesta cmara para os dous exercicios ante- dire que a doutrioa sustentada por S. Exc.
rieres. em apuro de difficuldedes, pela adopr.ao da
Antes, porm, de oceupar-me deste as-'emenda do senado, que pode ser, nao s
sumpto, permita me a cmara queassigna- um sophisma, mas inda urna offensa ao
le a injustica e, dircifnais, a inconveniencia simples bom senso. (Apoiados.)
co.u que o senado supprimio a consignaco Em todos os paizes conslitucionaes, espe-
da so mina de 30:0005, aqui votada para a cialmentc na Inglaterra, que nesta questo
o-ordenacao e improsso dosnossos annaes tem sido tantas vezes apontada como exem
parlamentares anteriores ao anno de 1857.! po, a prerogativa sobre o tributo mantida
A responsabilidado de semelbante acto per-pela casa dos coramuns com urna energa,
tence, certo, antes ao nobre presidente do com um zelo admiravel. (Apoiados.) Em
cons Iho do que ao senado. (Apoiados). 11830, foi all rejeitado um bil sobre a-caga,
O Sr. Presidente do Conselho: Os vindo da cmara dos lords, pela razo de se
ministros sustentaran) o acto. pronunciar nclle a pena de multa, e para
O Sr. Diogo vELHo : E' com effeito, resolver o conflicto foi preciso estabelecer-se
admiravel cjue os nobres ministros nao ti- que proposiges da mesma natureza deviam
vessem forra.para impedir que o senado,
possuido de um espirito exagerado de fisca-
lisago, deixasse de respeitar esssa consigna-
cao destinada a servico de economa interna
desta cmara. (Muitos apoiados}.
OSr. Presidente do Conselho :Tra-
ta-se de urna disposico de lei, que o senado
poda rejetar.
vir cora a declarago formal de que a cma-
ra alta applicava a multa como meio de
punir nao de tributar.
Era 1860 deu-se o celebre conflicto, j
aqu referido, pela abolico do imposto so-
bre o papel, votada pelos communs e nao
approvada pelos lords. Esta questo agi-
tou a opino publica em todo o Reino-Uni-
0 Sji. Diogo Velho: Nao contesto em do, e deu lugar importante raogo de lord
tbeseo dreito do sonado ; mas devo notar
q'ie a natureza especialissima da despeza
exiga que ella, quando por outra razo nao
fosse, ao menos por mera cortezia, nao sup-
primisse a consignago. (Apoiados).
(Trocam-se apartes).
Sr. presidente, o esclarecido debate, aber-
to e sustentado pelos distinctos oradores que
precederam-me na tribuna, tem patenteado
que a emenda-da outra casa, prorogandoo
orgamento da receita e despeza para um
exercicio, de que esta cmara cogitou, e so-
bre o qoal nada iniciou, un verdeiro at-
Palraerston, resolvedo a prerogativa do
ramo temporario e electivo. O corto que
no anno seguinte os communs nao consen-
tirn a 2.a leitura do costoms and inland
revetme bil, sem a suppresso daquella
taxa. Entre nos tudo isto superstigo, so-
phisma, questo de lana caprina. (Apoia-
dos.)
Eu, porra, entendo que a questo gra-
ve : trata-se de urna prerogativa constitucio-
nal, e noste terreno nao devemos, nao pode
mos transigir. (Apoiados.)
Se o projecto de orgamento, que discuti-
tcnt.ido nossa prerogativa (apoiados), e, mos, converter-se em ei, levando entre suas
conseguintemeute, urna violago flagrante
da constituigo do imperio. (Apoiados).
O Sr. Pereira dos Santos : Sobris
to nao resta a menor duvida.
0 Sr. Diogo Velho : Senhores, o im-
posto, isto o dinhero, que tirase da al-
giboira do constituinte para fazer faGO s des-
pezas doservigo publico materia muito gra-
vo e melindrosa. As constituiges dos pai-
zes livres cercam-n'a de garantas e cautelas,
nao s para que se nao exija do cidado
mais do que strielamente necessario s
urgencias do estado, mas ainda para que
nenhuma porgo do sacrificios requeridos
de cada um tenha applicago dfferente da
que a le haja, porventura prescripto.
O Sr. Gusmao Lobo:-A nenhuma
deltas tem a nossa constituigo que inve-
jar.
O Sa. Duque-Estrada Teixeira:E'
verJade: entretanto ella est totalmente
rota.
OSr. Diogo Velho:Adhiro inteiramen-
toao pensamentodo nobre deputado de Per-
nambuco. A respeito da questo de que
oceupamo-nos, a nossa constituigo muito
previdente; nao tem que invejar a de
qualquer paiz culto e livre. (Muitos
apoiados )
(Trocam-se apartes.)
A iniciativa sobre impostseoxpressamen-
te conferida ao ramo temporario do poder
legislativo.
Esta prerogativa to importante, to es-
seneial verdade e ndole do systeraa repre-
sentativo, que o legislador constituinte jul-
gou necessario expressa-la assim em urna
disposigoespecial (muitos apoiados), quan-
do ella j est virtual e implcitamente
contida em outros artigos da constitui-
go.
Realmente se, como preceita o art. 172,
o orgamento geral, comprehendendo a re-
ceita e a despeza, deve ser apresentado
esta cmara como proposta do poder execu-
tivo, e se nos termos do art. 37 2. a dis-
cusso das propostas foitas por este poder
deve principiar na cmara dos deputados,
manifest que a iniciativa sobre im-
posto estara garantida mesma cmara,
independen temen te do art. 36 1." (Apoia-
dos)
Ora, alera disto, vemos que essa iniciati-
va deve ser exerctada annualmente por for-
ga da constituigo, arts. 15 10. 71 e 72
e da lei de 31 de outubro de 1835, art. 131 nao apoiados), cuja guarda um dos nossos
que mandam fxar naquelle perodo as des- [ mais importantes deveres. Confio para
pezas publicase repartir a contribuico di- isto na Ilustro maioria, cuja independencia,
recta. [cujo patriotismo, cuja suprema energa in-
Portanto, quando a cmara dos deputados | voco para nao ver as nossas attribuigoes im-
nada ti ver iniciado sobre impostos para um' moladas ao governo. (Apoiados.)
exercicio qualquer, nao pode o senado iui- O Sr. Ferreira Vian.na :Som necessi-
ciar, innovar ou dispor cousa alguma sobre dade, por mero luxo.
essa materia, e menos mandar vigorar no O Sr. Diogo Velho :Venham quaesquer
mesmo exercicio impostos estabelecidos para consequencias da omnipotencia do executi-
outro. Em theso isto constitucional e ri* vo, nova dissoluco, a assengo de nos jos
gorosamente lgico. (Apoiados.) adversarios, tudo; mas possamos dizor,
Vejamos a especie. Esta cmara discu- como o prisioneiro de Pava : Tudo esta
to e enviou ao senado o projecto de lei do perdido, menos a honra. (Apoiados, raui-
orcamento para o exercicio de 1672 a 1873, to bem, muito bem. 0 orador cumpri-
e em artigo especial dispoz que a mesma mentado por varios Srs. deputados.)
lei vigorasse no exercicio de 1873 a 1874. O SR. GUSMAO LOBO (Attenco) :Sr.
Nao cogitou do exercicio seguinte, nada ni- presidente, a cmara comprehende que nio
ciou sobre elle. (Apoiados.) Mas o que fez podia deixar de acudir tribuna, a protes-
disposigoes a prorogago do imposto, sem a
iniciativa desta cmara, pergunto eu ; que
correctivo teremos contra semelbante atten-
tado, contra essa flagrante violago de um
preceito censlilucional ?
Nao temos omnipotencia parlamentar; o
poder legislativo nao permanentemente
constituinte, como na Inglaterra ; nao te-
mos o supreme-court dos Estados-Unidos.
A constituigo a lei suprema do paiz, e
qualquer lei ordinaria, que a viole, nao
pode obrigar obediencia. A poiados .
Trata se do orgimenlo, isto do impos-
to, do tributo em dinbeiro, exigido ao povo
para o servigo publico. Ha, como dizia
Royer Collard em 1822, um verdadeiro con-
trato quo obriga o governo para com as c-
maras, e para com a nago. Quando as
bases desse contrato sao postergados precei-
tos conslitucionaes, elle torna-so uullo; o
imposto Ilegal; a sua cobranga no rigor
dos principios concusso. (Apoiados)
Appello ainda urna vez para o nobre pre-
sidente do conselho; invoco o seu civismo e
illustrago para que desvie de nos as conse-
quencias, que podera emergr deste deplo-
ravel conflicto.
O Sr. Pereira da Silva :J offerece-
mos um projecto prorogando o orga-
mento.
O Sr. Diogo Velho :la mencionar isto
mesmo, e pedir S Exc. que, aceitando-o,
salve a nossa prerogativa.
O Sr. Presidente do Conselho :E o
dreito do senado como fica salvo ?
OSr. Ferreira Vianna:Nao temos
nada com o senado.
Q Sr. Pereira da Silva:Queira V.
Exei, fue o senado aceita. (Trocara se
apartes.)
O Sr. Presidente do Conselho :Esto
depreciando tudo no paiz ; e preciso respei-
tar aquella corporago.
O Sr. Diogo Velho :O que mais con-
corre para o desprestigio das iustituiges a
inobservancia das leis por aquellos mesmos
que deviam dar o primeiro exemplo Je res-
peito a ellas. Nao posso comprehnder
como S. Exc. quer salvar o que chama d-
reito do senado, menospresando a preroga-
tiva desta cmara I
O Sr. Presidente do Conselho :Na
opinio de V. Exc.
0 Sr. Diogo Velho : Na opiniio de
quantos acatara a constituigo (apoiados e
tar contra a rigorosa qualificago quo
O nobre deputado pela provincia da l'ara-
byba attribuio ao encerramento quo em um
dos ltimos das julguel dever oppr, e que
suscitou to enrgicas como descabiJas re-
claraages.
Sinto ter de referir-me a um aconteci-
mento que doloroso recordar, .(\poia-
dos.) Mas lova-me alii a uecessidade da
defeza.
Como o encerramento que propuz, to
pouco se fez vi lencia s disposiges do
regiment, como se fez offensa aos direitos
da tribuna. (Apoiados e' nao apoiados.)
Nao s disposig ;s do regiment, porque
nenhuma impede o encerramento da dis-
cusso, quando, concedida a palavra a al -
gura orador, nao tenha este comegado a
servr-se dola.
Uma Voz : J o Sr. presidente do conse-
lho eslava de pe. (Apartus )
OSr. Gusmao Lobo:0 que seria do todo
ponto nconvonenle, que maioria podes-
je lien- a pirgosa faculdade de tolber ao
orado:- o desenvolviraento de suas ideas,
boden lo ubriga-lo a mutilare deixar inaca-
pado o sou pe isa monto.
O Sr. Eufrasio Correa : Alera da
offensa no regiment, houve urna mais
alta.
O Su. Gusmao Lobo : O nebro Sr. pre-
sidente do conselho mostrava-se apenas nes-
ta tribuna, de onde le n conquistado tantas
glorias (apoiados), sem que houvesse que-
brado com una s palavra esse silencio,
que o precursor dos gratides oradores.
Desde que uinguem m interiompeu, nao se
cominelleu infraego do regiment. (Apoia-
dos e nao apoiados.)
Nao aos direitos da tribuna, porque, Sr.
presidente, todos sabem que o debate empe-
nhado sobre a mogo do uobre deputado
por Minas, versando sobre a coustituciona-
lidade da emenda da cmara vitalicia, que'
proroga para O exercicio do 1874 a 1875 o
orgamento do dous oxercicios anteriores,
poda continuar e coutiuuou a ser brillan-
temente sustentado.
O Sr. Duque-Estrada Teixeira : Bri-
lhantemente, apoado.
O Sr. .Martinno Campos :O que se
quena ora a reparago.
O Sr. Gusmao Lobo :A discusso que
tem versado depois do encerramente o
mais valioso protesto contra a supposta of-
fensa liberdade da tribuna. (Apoiados.)
Esta Ilustre maioria, que o nobre deputado
pela Parahyba qallicou, com a sua habi-
tual severidade, de guantaprttoriana, ten
sabido alias respeitar os direitos da tribuna,
tanto como devera ser respeitados. (Apoia-
dos.)
O Sr. Diogo Velho :A expresso nao
minha.
(Cruzam-se outros muitos apartes.)
OSr.Gusmao Lobo:Sou obngado, Sr.
presidente, a referir-me a um desagradavel
incidente de que nao fui seuo causa
occasional, em que, cumpre dzc lo, o
uobre deputado pela Parahyba leve cous-
pcuo papel. (Apoiados e apartes.; Nao
rae acbava no recinto da cmara quando
V. Exc, Sr. presidente, concedeu a pa-
lavra ao nobre deputado pelo Paran e este,
por graciosa deferencia, trausmitlo-a ao
nobre presidente do conselho. (Apoia-
dos e apartes.) Pedindo e obtondo fal-
lar pela ordem, apenas entre no salo,
requer o encerramento e a cmara, reco-
uhecendo um dreito que me concede o re-
giment, diguou-se approva-lo.
(Cruzam-so vjrios apartes )
O Sr. Duque-Estrada Teixeira :
E' uraa aecusago ao presidente da c-
mara.
0 Sr. Pereira da Silva :Se V. Exc.
eslivesse aqu, esou certo que nao pedira
nais o encerramento.
OSr. Presidente : O nobre deputado
refere-se a urna materia vencida, sobre quo
nao pode versar a discusso.
O Sr. Gusmao Lobo :Nao estou comba-
tendo, antes estou sustentando o vencido ;
o que o ri'gimento prohibe que so falle
contra a materia sobro quo a cmara so
tem pronunciado. Defendo-me alisfle>
uma aggresso...
0 Sr. D;ogo Velho : Aggresso era
0 Sr. Gusmao Lobo :No araim,
que nao teiiho nenhuraa parte na adraiuis-
trago desse jornal; todos sabem isto, que
rae competo dofende-lo.
O Sr. Paranhos:E' uma'calumnia
som o menor fundamento, uma injuria
fe la um dstincto memoro da cmara que
o proprielaro desse jornal.
OSr. Gusmao Lobo:Porm, j que
se queslona ilos meios com que essa ira-
prensa se mantera, o quo sei que ella
tora mais do uma vez declarado viver dos
recursos proprios imprensa, dessos ds
que vive o jorna'smo poltico, otferecendo
apreciago provas e'documentos cora que
alinna polor confundir maldzentes.
( Apoiados )
O Sr. Diogo Velho :Se rom como
insinuago, repil-lo.
( 111 outros muitos apartes ).
O Ss. Gusmao Lobo :Quanto a mira,
se tenlio cooperado para esse jornal com urna
activa collalnrago, julgo ler servido a uma
uobre causa com tanto desutoresse quanto
respeilo a todas as regias de que a impren-
ta nunca se doveta apartar. (Apoiados).
Eu po lena assigiiar tudo puanto tenho es-
cripto uestes ltimos oito mozos, so n que a
um s dos mutis adversarios licasse o d-
reito de darse por olen lido. A aggresso
nao a ininlia arma predilecta ; repugna
minha ndole, minti oducago, aos meus
hbitos. Se ossa improusa apreciou cora
alguma severidade um aclo menos rcilec-
tido...
O Sr. Diogo Velho :Nao a considero
competente para qualicar os meus actos.
O Sr. GusMiO Lobo :Nem o estou qua-
licando.
O Sr. Diogo Velho:Reliro-me ao jor-
nal.
O Sr. Gusmao Loro :Pois o nobre de-
putado contesta imprensa o dreito de
apreciar o modo pelo qual um represen-
tante da nagao sj desempenha de seus deve-
res? Nao verdade que o hornera publico
lauto menos se perleuce quanto mais i ela
sua elevada posigo pertence ao pau '? 0
que digno de severa estranheza que a
imprensa se descaminhe de sua misso at
entrar no exame das relagoes privadas ; mas
ella est em seu dreito ao julgar dos actos
da vida publica do mais elevado cidado.
Nao julguu o nobre deputa lo que estas m-
nhas reflexes se encaoiinliaui a juslilicar
qualquer censura de que Ihe tenha resulta-
do offensa ; nao, que V. fcxc. sabe (diri-
gindo-se ao Sr. Diogo Velho ) que nunca
interrompi o respeilo que me abituei a
prestar-llie, desde quetive a fortuna de es-
tar lo dedieadaiuente ao lodo de V. Exc,
quo dedieadamente ao lado deste mesmo
gabinete a que boje dirigi to injurias como
amargas censuras.
O Sr. Diogo Velho :Disculi com
miia deferencia.
O Sr. Gusm.Io Lobo : -0 nobre deputado
deu-nos a conliecer uma distinego, que
julgo at "curiosa, no fallar-nos de uma an-
tiga e do uma nova dissidencia.
que T
0 Sr. Gusmao Lobo :Nao uma ag-
gresso feila maioria, como ao autor do
requerimento, o dizor V. Exc. quo su m-
poz tumultuariamente fim di: isso, por
um modo menos decente ?
O Sr. Diogo Velho .Nao me refer
ao encerramento ; mas sim grita quo se
levautou quando o uobre deputado pelo Pa-
ran fallava pela ordem.
O Sr. Gusmao Lobo :Nova njushga I
Duraute o incidente a quo sinto referir-me,
a maioria soube guardar urna aturado mui-
to digna. (Apoiados) ; se houve excessos
menos lecentes nao recordarei de onde par-
tiram ; ma> sou obrigado a recordar que
V. Exc. ergeu-se de sua honrada cadeira
para dizer, entre outras cousas, que nada
falta va para coroar a violencia, seno pene-
trar a policia no recinto augusto da represen-
tago nacional. (Apartes.)
Referio-sc o nobre deputado pela Para-
hyba a um orgo da imprensa poltica, do
qual disse ser intimo confidente do gabine-
te e to intimo, que tem o seu mais activo
escriptorio da redaego na sala destinada
s conferencias ministeriaes.
O Sr. Diogo Velho :Neste edificio.
O Sr. Gusmao Lobo :Ainda que o no-
bre deputado me nao attribuio uma respon-
sabilidado quo nao evito mas que nao posso
aceitar seno em justa medida, sinto tanto
mais dever explicar-me sobre o grao de par-
ticipago que rae cabo nesse orgo da im-
prensa quanto nos ltimos, das poderam che-
gar at aqu algumas veclamages contra a
direcgo qne leva esse jornal.
A imprensa, Sr; presidente, nao uma
tribuna menos nobre que esta ; to impor-
tante papel Jb.e reservado no mecanismo
poltico, que alguera j a disse o sexto sen-
tido dos povoslivres. (Apoiados).
Um Sr. Deputado :Nao esta a ques-
to.
(Hi outros apartes.)
O Sr. Gusmao Lobo :Ella em nosso
tempo um verdadeiro poder, um elemento
indispensavol vida poltica (Apoiados ),
Um Sr. Deputado :Conforme os meios
deque vive.
O Sr. Araujo Lima : Quando vive
custa dos seus correligionarios e nao cus-
a da nago. ( Roclamages).
A Sr. Paranhos:Em que se funda V.
Exc. para dzer isso ? Porque nao vai exa-
minar os documentos e livros que existen
nessa typographia ? 0 propietario j tora
por vezes convidado es seus aggressores a
examinaren) esses documentos.
(Ha outros muitos apartes.) *
OSr. Diogo Velho :Nunca fallei em
nova dissidencia.
(Ha mtros apartes. )
O Sr. Gusmao Lobo :Sempre que me
tenho referido iliuslre dissidencia, tenho-
o feito como quera se dirige a amigos pol-
ticos, sob cuja bandeira devo um da mili-
tar ; e nao seno muito a meu pezar que
succedendo na tribuna ao nobre deputado
pela provincia da Parahyba, sou e certo
modo obrigado por exigencias da discusso a
aceita-la no terreno em queS. Exc. a eolio-
cou.
0 nobre deputad nao foi smenle injus-
ta com a Ilustro maioria que presta apoio
ao gabinete 7 de margo ; foi mais que in-
justo ; fez-lho uma olTensa to rude ao cha-
ma-la pretoriana, que nao encoutra equiva-
lente era nossa historia parlamentar, seno
naquella expresso enrgica, cora que um
ministro de estado se dirigir ao parlamen-
to para dizor-lhc -mascaras abaixo 1
0 Sr. Diogo Veliio :Eu nao disso
que era uma guarda pretoriana ; nao explo-
re esta mina. Nom houva iulengao de of-
fender o parlameuto dizendo-se : mascaras
abaixo I Esta expresso smente significa-
tiva que o ministerio quera posigoes doli-
das.
( Ha outros apartes).
O Sr. Gusmao Lobo : Era todo caso
quer dizer que aos representantes da nago
convinham posigoes indefinidas, verdadei-
ras mascaras; quer dizer que aos represen-
tantes do paiz nao sobrava bastante inde-
pendencia para externar tjdo o seu pensa-
ment.
( Trocam-se apartes).
Se me permiltdo, Sr. presidente, di-
zer tolo meu pensamento sobre essa esco-
la poltica quo s mesma se attribuio, cora
certa propriedade o nome de dissidencia...
O Sr. Duijue-Estrada Teixeira :Nun-
ca nos baptisaraos assim ; isto cousa
nova.
0 Sr. Gusmao Lobo :- Ento nao se cha-
mara dissidentes ? Pergunto porque pre-
ciso saber-Ihes ao certo o nome.
0 Sr. Duque-Estrada Teixeira Nun-
ca nos attribuimos essa denominago.
O Sr. Gusmao Loto :Acreditava quo
Vs. Excs. tinhara-se em conta de dissiden-
tes ; a primoira vez que ougo um protes-
to contra essa qualificago.
0 Sr. Visconde do Rio Branco (presi-
dente do conselho) :Elles sao os deposi-
tarios da f.
O Sr. Ferreira Vianna :Sira senhor,
exacto.
f Ha outros apartes).
0 Sr. GusmAo Lobo :A historia do nos-
sa paiz ha de dizer que a dissidencia teve
uraa nobre origem. O paiz conhece-a, e
nao ajulgar cora severidade; na impor-
tante reforma que a conscioncia nacional
pedia a altos brados, e cuja realisago acei-
tou com sincero alvorogo...
0 Sr. Ferreira Vianna :Sim senhor;
recebeu com alvorogo.
0 Sr. Gusmao Lobo : E o nobre depu-
tado pode contestar que essa grande medi-
da legislativa de 28 de setembro, que eon-
sagrou ura verdadeiro trurapho da razio
publica foi rocebida pelo paiz cora as mais
sinceras mostras de applauso ?
0 Sr. Ferreira Vianna :Recebeu cora
alvorogo, disse V. Exc.,e eu concordo.
O Sr. GusmAo Lobo :Recebeu-a com
o alvorogo, de quera a pedia cora instancia,
do quora acompanbava cora justa irapacien,-
cia pelos destinos e uma generosa idea a
mais agitada discusso de que ha exemplo
em nossa vida parlamentar. Este grande
paiz nao se resume em alguns districlos
da provincia do Rio de Janeiro.
(Ha diversos apartes, o Sr. presidente
reclama a altengo. )
Diz V. Exc. que uraa questo fiada, e
i*

roalmente o To finda eu a julgo, quo
espero de VV. Excs, que, cooperando para
a harmona do grande partido que realisou
essa reforma, se fto de libertar dentro em
pouco, da irapopularidade em que rncorre-
rara, contrariando as vistas generosas do par-
tido conservador.
Causn me surpreza, Sr. presidente, que
o uobre d putado pela Parahyba nos disses-
se, que se alguem Lia que se tenha apar-
tado do programraa conservador o ga-
binete e com ello a maioria que o sus-
tenta I E' uma estrnha affirmagao esta...
Sr. Euirasio Correa :Pois a ver-
dade ; desde que adoptou ideas do partido
liberal, como esse da estrada de ferro do
Rio-Grande do Sul. (Oh I Oh I)
O Sr. GusmAo Lobo ;A quera cabo em
urna sociedade poltica, ser interpreto do es-
pirito publico ? Quacs sao os orgos da
soberana nacional ? Pois uma evidente
minora pode confiscar em seu proveito a
expresso da vontade ilo paiz t
( Continan) os apartes ).
O Sr, Presidente : Pormittam os no-
bres deputados que o orador continu.
0 Sr. Paranhos :Elles iucommodain-
so quando o vera ua tribuna
O Sr. GusmAo Lobo : -Na reforma que
por esse tempo agitou os espritos, todos sa-
bem quo iam empenhados graves interesses
da fortuna particular, que, naturalmente t-
midos o preoecupados sobre o futuro quo
os aguardava,* nao podia>n deixar de ter eco
no parlamento; a sor te das grandes refor-
mas suscilarein grandes resistencias.
O Sr Visconde do Ro Bkango (presi-
dente do conselho) : Apoado.
OSr. GusmAo Lobo : Estas reticencias,
Sr presidente, que em honra do paiz ces-
sarara desdo. z8 de setembro de 1871, era
natural qu as eucontrasse era seuearainho
o uiuiisiei io de 7 de margo. A razo de
ser que dahi tirou a iliuslre dissidencia ti-
nha ento o seu lado juslificavel ; mas des-
de que a solugo toraou uraa forma impera-
tiva, desde que a generosa aspirago nacio-
nal foi consagrada no monumentoso acto
de 28 de setembro, desde que a autoridade
da lei veio irapr silencio a todas as dissi-
dencias, justilicaveis ou nao, que at en'o
podessem ser a diviso que lodos lamenta-
mos no partido conservador, um tacto
anmalo do severa responsabilidad!' que vem
iliuslre dissidencia. (Apoiados e uo apoia- *"
dos)
Por si, o como interpreto de seus noves
amigos, disse-nos o nobre deputado pela
Parahyba quo nada mais fcil, as actuaes
circunstancias, do que o congragament do
quo cbamou a familia conservadora.
Sr. presidente, se ha alguem responsavel
pela existencia de grupos no seio do partido
conservador, sao os Ilustres membros da
opposigo conservadora. (Apoiados, uo
apoiados e di versos apartes).
E' que o gabinete 7 de margo nao expri-
me ura pensameulo dominante no paiz ? A
que justo titulo pode a iliuslre dsssidencia,
minora convencida (nao apoiados), accla-
mar-se representante da opinio nacional"*
Por outro lulo, Sr. presidente, jusht
ver na marcha poltica do gabinete postertw
a 28 de setembro de 1871, uma razo deter-
minante da atttude om que os nobres de-
purados se seniora enllocados ?
Sem referir-me a tactos passados, ern que
a Ilustre dissidencia nao podo ver um mo-
tivo permanente de opposigo, qual a po-
ltica ministerial de hoje era da O gabi-
nete promove reformis 'que podem receber
as modiQcagdes que a discusso aconselbar ;
fomenta o desonvolvimento da viago frrea,
de liuhas telegraphicas, da colonisago, de
um grando numero do serviros ; a sua poli-
tica Uuanceira d os resultados que nos sa-
bemos ; o que mais podo ra ser exigido a
u.u ministerio era piova de que nao go-
verno por ser governo ? /'Apoiados).
Ao nobre deputado pela Parahyba, cujo
apartamento nao data de muito longo, cor-
ra o dever do explicar-se, e S. Exc. expli-
cou-so. Mas como o fez r Mais franco e
at mais generoso foi o nobre deputado pela
provincia do Paran ao dizer claro na sesso
do houtem, que, ao apartar-se da poltica
ministerial, nao hesilava declarar que ue-
nhuin outro gabinete fuera tanto como o
actual, pelo doseuvolvinento material e eco-
nmico dessa importante provincia, que
alguem, com umita iujustiga, chamou im-
perceptivel.
0 Sr Eufrasio Correa :Note V. Exc.
que nao use destas fonnaes expressoes, co-
mo tambera o nobre presidente do conselho
nao usou daquellas que vera publicadas na
Naco de hontein.
O Sr. Gusmao Lobo : V. Exc, respon-
dendo a um aparte que tomei a liberdade
de dirigir-lhe, para lhe recordar melhora-
raenlos realisados no Paran sob a actual
admiuistrago, assegurou que essa provincia
devia ao gabinete 7 de marco, mais que
a uenhum outro, impulsos de progresso.
'Cruza n-se diversos apartes.)
Se o nobre deputado pela Parahyba nao
tem razos que justifiquen! a sua nova att-
tude em frente ao gabinete 7 de margo,
alera daquellas que ligeii ament expoz, for-
ga concluir que uo sao ellas de tal vala,
que devessein infiuir to poderosamente no
animo doS. Exc.
0 estado da iustrucgo publica foi parle
entre esses motivos. Como se tentara di-
rigir uma censura, no j ao gabinete 7 de
margo, mas a esta situago, de que uma
grande responsablidade cabe irrecusavel-
mepte ao gabinete de 16 dejulho, lamentou
o nobre deputado que, era bem desse ira-
portante ramo de servigo que comer aat-
traliir a sympathia do paiz, uo se. tenha fei-
to muito mais do que construir alguns os-
tentosos edificios, que, no conceito do nobre
deputa lo pelo 3 districto do Rio de Janei-
ro, sao antes destinados aos ricos que aos
pobres.
O Sr. Diogo Velho : Nao disse as-
sim.
O Sr. GusmAo Lobo Esta aecusago
nao nova, antes tem sido repetida sob di- \
versas formas.. Mas, a verdade que, se a
instruego publica merece mais e muito mais 1
do que se lhe tem dado, basta abrir os re-
latnos dos ltimos anuos para ver que o
governo preoecupa-se cora este problema e
alguma cousa tem realisado por amor- da
instruego popular. Os edificios do que
tanto se tem fallado, em boa parto cons-
truidos custa de donativos, que o governo
nao pode deixar de considerar como servi- *
gos dignos de premio, sao vcellentesattes- '*
tados de que a causa da instruego nao
ndifferente gerago actual.

(Continuar-stha.)
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TYP. DO DIARIO -RA DUQUE DK CAXUS ^
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